Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00616


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Full Text
ANNO XXXI. N. 186.
f
*
i
V
r\'
/
*
Por 3 meaos adiantados 4,000.
Por 3 meza vencidos 4,500.
tmmam
SEGUNDA FEIRA 13 DE AGOSTO DE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte-franco para o snbfwriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
9 d, |por 1.
?sdasubmbipcao. cambios.
u-ioM. F. de Fara; Ro de J- Sobre -Londres, a 27 1/4 e 27 i
neiro,oSr.Joo PereiraMirlni; llahia, o Sr. 11. ,, ... lf
i, o Sr. Joaquim Bernardo de Men- i .arl5 3-)a rs- Pr ,
, Sr. titanio Vistor da N.tivl- Lisboa, 9S 100 por 100.
m Ignacio Pereira Jnoior; Rio de Janeiro, 2 por 9/0 de rebate.
Aracaly. o: mo deLmoslsrtRa;Ceern. o Sr. Acedes do banco 30 0/0 de premio.
Joaqun) Jote d )liveira ; .MaranMo o Sr. Joa- l j ,,,;, de R-heriU n
en ; 'iaohv, < Sr. Domingo, f a *mpnfiia de DeDenbe ao par.
>s Ceureoce; Para, oSr. Jut- < companbia de seguros ao par.
lino J. I Amelona, o Sr. Jercnymo da Coala. | Disconto de latirs de 8 a 9 por 0/*.
MF.TAES.
Ouro.- Oneai hespanholas* .
Modu de 09400 reinas.
de 69400 ovas.
d4000. .
Prata.Pataroes brajileiros. .
Pesos columnarios, .
* mexicanos. .
i PARTIDA DOS CORREIOS.
299000 Olinda, iodos os das
169000 Cannr, Bonito e Garanhuns noi diis 1 e 15
16000 Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOurieury, a 13 e 38
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiraa
?ietoria e Natal, as quinlai-feiras
9CO00
19949
19946
18860
. I-REAMAR DE IIOJE.
Prmeira s 5 horas a 18 mi-nuiosda manhaa
Segunda s 5 horas 42 minutos da larde
Mn trnciAL.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundaseqnintas-fairas
Relaco, tercas-feiras e sabbados
Faienda, ijuarias e sabbados s 10 horas
Juii do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* Tara do eivel, segundas e sextas ao mcio dia
2* vara do eWel, quartas e sabbados ao meio dia
EPIIKMERIDBS.
Agosto 4 Quarto minguaote as 7 horas 1 mi-
nuto e 42 segundos da Urde. *
12 Lua nova a< 4 horas, 32 minutos e
44 segundos da tarde.
2i> Quarto erescente as 5 horas, 3 mi-
nutos e 45 segundos da larde.
a 27 Lua cheia a 1 hora, e 31 segun-
dos da tarde.
DAS da SEMANA.
13 Segunda. Se. Hypolitoe Cassiano mu.
14 Terei.S, Eusebio pretb'. ;*. Demotrio.
15 Quima. ^< Atsumpcao da SS.Virgem
16 Quinta. S. Roque f.; S. Jacinlbo.
17 "Sexta. S. Maioedem. ; S. Eulriquiniarn
18 Sabbado. S. Clara do Monte Fak v.
19 Domingo. 12." S. Joaqnim pai dn
gem Mi de Dos; S. Luiz f.
QOVSKm DA PROVINCIA.
imitN-itl a 9 e itm,.
Omeio AoExm. presiden le do Ceara, envian.lo
i* a Ma requhiciio, um volume eunlendo
ha* com medica metilo hameopathicos,
ia coma do oflicio que remelle por
iaapeclot da tliesouroria de hienda.
ixai. commandanle superior da guar-
uuuicipio do Recife, aulorisando-o
10 ioformncao a mandar i a-pensar d ser-
ba guarda nacional os eldanle) Joo
n o Aranjo e Dervino Jos Ja Ca-
lo ponina obligado* a aprontaren) men-
minilanla 16 corno que perln-
> i malriculadni.
mesmo. Tendo nesia dala deferido
erimento* sobre que V. Exc. informou
offieio n. 127 de 7 do crreme, assim Ih'o
conhecimento e afim de que se
es ooovenie lies ordens. n3o sopara.
liBido ao. strvico d suarda nacional
"So tenh a dado exigida por lei, o su arda
Ittalhfta de arUlharia desli municipio Antonio
Mol de Catiro Delgado, rrtai lamben para que *e-
> dispensado, dsj me.no servico os iros Anlo
rancisco Pontnal e Jo.o Lina Cavalcanli da
l, perlencenles a caa commerciai de Luiz
iio.do Siqaeira.
Ao Exea, marelo commandanle das ar-
o.que polo mandar por rm liberdade o
i* Liturindo, listo ler Mito considera-
do incapaz do serv.o militir em inspiec/to de aaude.
Dito Ao inspector da tliesouraria de faienda.
para que a vis di nota que remelle, mande abrir
aariitaraento de prac* 'ao corneta Manorl djs
Lougumlio, que se conlralou para servir <.,
ate infamara da gaartlii nacional des-
^^Btticpou te ao respectivo cominau-
lesmo, trnnt-nitlindo fiara o fun con-
4)letra son 12 na importancia
a pela Ihesiuraria de faienda da
Grande do Norte solee a des elho Cerqueira. Partici-
pou-se ao Bim. presidente d.iquella provincia.
Aa mesmo. ditendo que a despeta Taita
a acquisi^in ilascaiiiabaa de drogas homeopa-
* requmilada pelo E*n. presi lente do Cear.i,
Sera ser eaeriptunda do modo que S S. jnlgar inais
samples e ooovenfenU.
Hto Ao presi lente do conselho idmiiiislratiaro.
uinpreqee V. S. declare.oom urseocia e sem
^^tensal, o sentido em que e roninreheaidea e (em ejecutado a ininha ordeni,
inicio de 22 de novembro do airtio pa-
dcbalida ; esperamos mui aimplasinenle, pelo que
respeia Polonia, e a Hungra, estabelecer alguns
fados esqiiecidos ou ilesconhecidos, ralificar erros
qne os niinigos e os oppressores desles paizes he-
roicos lio in ventado, propagado e feilo acreditar;
porm digamos priineiramenle algumas patarras a
respeilo da Italia qoe lie sempre a piimeira. que
a aprsenla noasa alTi-irAo de alguma sorle filial.
o he somenle porque a Italia nos disperte aa
recordarnos de urna lilleratura indetrnclivel e os fei-
tos immorlaes de mu novo que foi o enlior do mundo,
que na a amamos.
Amamos a Italia pelas'ssas immereeidas desgracia
pel.isua inab.iiavel constancia, pelos grandes genios
e nolirra crares que illualram sua ruina.
Se a Italia eslivesse morta, como se tem dito raui-
tas veies, nns a veramos desanimada, aviltada, es-
querendo sen glorioso panado, lomar oa hatillos de
hidillerenc,a, inercia e de.roolfea; porm ella offe-
rece ao mundo um espectculo inteiramenle difle-
rsnle. Ella soffre ; porcm espera a vela. Intme-
se na escola da detienen, e a experiencia jii Ihe lem
ensmado a reparar bastantes erros.
Como se pode considerar, nao digo como morjo,
porque evidentemeole iato nao he exacto, porm co-
mo degenerado, um povo a quem o exilio, a pristo,
ocadalalsn. a perda dos bent, das niulherrs, dos
maridos, do* filhot, todas as miserias e todas at do-
res accumuladas, nao lem podido abalar a sua f
nem desvia-lo do seu liin por um so dia ? O que lla-
vera no mundo, mais forte, mais cheio de vida e
mais indeatruclivel do que orna nacXo cojo carcter,
longe de enfraqiierer-si-, forlilica-se no meio de e-
inelhanles provafes 1 Onde ha na historia .leste
Secuto, alguma couta mais bella que os cinco dis
de Milito, a defea de Venea, a lula da Sicilia, a
energa moral iius Estados-Sardos ?
O, Italianos oceupam aempre o uiemno paii. que
| postuiam teus pas, ha dnus.mil anuos. A Grecia
tem lido colonias de Slavos e de Turcos; os Slavos
se lem estahelceidn enlrt os Alleines; os AllemSea
entre os Slavos; parm a Italia apezar de todas as
invasoes. desde ot Godos de Alarico al os Austra-
cos de Riiilotzky, lw seinprea Italia.
Trm-se visto os Allemes faterem-se Italianos, po-
rm anda n;lo se vio os Italianos faterem-te Alle-
maes, e i Au-lria nao po 'eeslar tranquilla na Lom-
bardia e na Venecia se nao reno van lo ai frequen-
lemente suas guarui(oes.
Eramos anda barbaros qnando a Italia era oaanc-
(uario das arles, das ledras e das scieucias. Desde
etta poca ella jamis deixou de seguir a civilisarao;
nao lem cessadu de produzir hoinens notaveis, e
ncsle mesmo momento ella^aj^pablieitlas, sainos,
jornalistas, oradores, qoeV lemnm comparaco
alguma. Pelo que rc|ieitaMBtHiegacao. a pacien-
cia, ao carcter e a nohrea^^p senlimenlot, ella
nossuu modelos que pode olweccr ao mundo in -
ieiro. .
Duas vetes a Italia not rem dado suas leisc sua ci-
vilisaMo; e lem constantemente luHado contra a
sua liis-
~,mj,'-i i ,- vilraarao; e lem constantemente luMado
hule ilaeslacilo naval, duen- barbaria, conservando ulaclat ..a liogut,
i cruzar o brigue Camba- loria, teus coslumes. sua lilleratura. Um
Jando ao respectivo commandanle
bordo e transporte para as Alagoas
e pradal de pret do exercilo, qoe forem
i para o mesmo liriRo* pelo inarechal com-
as arm;is, e hem assim as familias da-
tos oflleiaet e pravas, que as quierem
H^^Hbcipon-se ao referido ni. reclu.
ecomniend.in lo a expedi^ao
par qoe o comiuaul.inte do brigue
a seu bordo para as Alagoas o te-
f Vicale de Paula Cirvalho e duas
de polica.
ichnrel' Francisco Correa de Queiroz
Barro, diiendo quif.com .lolormarao, qne remelle
copia, dada pelo chele/ de polica, responde ao
que S. me. pedia a exoneraca do cargo
ale primero supplente d delegado do ierrao de S-
Anln.
agenle da eompanhia das barcas de va-
le p-ide fater .-.eguir para o sol o va-
(i ao mesmo da enr quu chegar a es~
llanto que S. me. assim o fac/i
entn aniece dencia por au-
nan '
Coneedendo a Manoel Thomai de Al-
iuqnerqaa Mar.inhflu. arrematante do l. lauco da
ada de Pao d'Alho, seis metes de prorogacjlo pa-
iln.JusJo das otras do sen cutral i. Fizeram-
e at eeessarias communic-iees.
PitaAo director do arsenal de gaCrra, rcrom-
m.ndi nmide forneeer ao lunente-cornnel
> sexto batalhao do infautari da
nicipin do Becife, qualro cor-
oque con- voltea e uoccaes, e urna volla
le ponto, reelrando do mesmo lenente-
1ro camelas em nio estada perlencenles
lalhao.Participou.se ao letpeclivo cora-
manalaaila aaperior.
D presiiieole da provincia, altendendo ao
requweu Jos Goncalves Ferreira da Silva,
ceder-llie licenca para mandar corlar /las
3i parliculaiei. do termo de Goianna viole e
seis caverna), um -adaslre e duas rolas de proa de
contarlo das uas baren^as, e recom-
povo co-
mo este pode ccperinv-'iitar calastnphes pode ler
eclipses, porrm u;lo renuncia jamis a snaesistencia;
nao inorre. L'm povo. pode permanecer |ior muito
lampo na ignorancia de seusdireilos ; porm qnan-
do tem pasaado seculos em ut apprender, qaando
lem derramado seu saugue para gota-Ios, urna lao
cara lirao nao Ihe permute mais nem esquece-los
nem rentincia-Jus. O Italianos nada e nSo renunciarncousa alguma.
Em 1818, a Italia agilou-se e s;u primeiro mov-
monto depola de lanos unos de repoaso, foi tal,
que poi em perigo o dominio da Austria. O mes-
mo .M. de Lamartine dise. c< A -Italia he-a ierra dos
morios. Porm qnando ; vio lulando lealmenle
reroulieceu o seu erro, e prouielleu aot Italianos a
espada da Franca paraajuda-los a reconquistar a soa
independencia ; infelizmente limilou-ae a promet-
ler. A Italia suceumbio ; porm do mesmo dia
denla calaslrophe, dala para ella um grande trum-
pho moral c pnlitico.
- O movimenlo material foi comprimido, o movi-
mento porm loscnraees e dos pspintos nao enli-
biou-se. O espirito nacional esta -boje 18o firme,
13o ousado e mais unido do que em 1818. Es|a flr^
me, esla coulianca e esta uniao asseguram iulalli-
velmente o IriumplM da causa italan
yuanln a Polonia, ha na sua historia alguma cou-
sa parlicularmente triste eiiidignaute. Ot Polacos
ha qaasi cen aunos, nao tem lulo menos razes
de queixarem-te das calumnias de teut inimigos do
que de sua oppresvAo.
Dous soberanos sssignam clindeslinamente o pac-
to mais atlentalorio dos riireitw las minies ; prepa-
rara a disaolneao de um povo, proenram os meiosde
desenvolverein e da approveilar-se dos virios da cons-
liluirao e dos coslumes dos Polacos ; proenram op
por-se pela intriga, pela eorrupcAo e pelas armas, a
toda a tentativa de reforma, dividem o* cidadaos
enlrc si e Ibes censurara pobUcamenlp soa) divisde
deseucHininham o principe para irritar o povo ; ex-
cilam at paiies do povo contra o principe, e sus-
tentan) ora um ora otitro-; fazcm csni que as suas
erealoras confeecionein leis ilefeiloosas, .que elles
appreaaam-se em approvar por meio de tratados ;
dades toca, que nao ponham im- [ quan U. o principe"q'uer reformar estas leis, elles ..
o corlee cndor,* detsa madei- aecutam de inliel aos tratado), quando o povo ai-
J ,, II lili, y l.wll, A j.11 iln.l.. .. .> .n .!.. ... a \ '
ra, tewto porm t ido o cu dado paia que se nao
oomir.etlam abusas por ociatiAo desla licenca.
nniunicou-se ao iaspector, do arsenal de ma-
EXTERIOR.
ITALIA, A POLONIA E A HUNGRA.
inlcncjto de renovar urna queslAo j
HLHSTX1.

0 MATADOR DE TIGRES. O
Feo- Vate Feval.
XII
.( perota das mulheret.
^Ims Aoiy Davidton ergoeu os ollios para Jane
Neo eslava tranquilla, e todava al-
nhia ji para eisa miilher, qoe pou-
Ip ara urna verdadeira averso.
i, dase Jane rom voz branda e qua-
Iremnla; fui eu que Dio rterevi aquella caria con-
vidando-a a vir aqu
responden Amy oom um leslo de descon-
fianza, e que quer de mira .'
saber primeir.imenle sn ji senhora n
ama.
Hits Amy toman o aninlio grave r digno da In-
aoa loura que vai pronunciar o lermo : thoking!
1 "iica-me, exclamoa Jane cora lelolancia, dei-
le raeuinicea pe i amor de Deot! Ser-
is amigas dedicadas, ou mortalmente nimisas.
D'ga-mc j que nao o ama.'
Sua voz oidenav, mas snus olhos aopplicavam, e
mis Amy senlia que ella apertava-lh: braiidamente
aa mfae.
V queml petgnntou ella emfini.
Ao senhor Cliristlan lac Aula-.
^* Saahoral ex;lamou Amy oflenJida.
Jane enganoo-sc, a munnurou empallidacendo :
Da vont, anra-o?
Nao, de cerlo! respoi dea miss Davidton.
Jane riodo a chorando, laneon-lh; es bracos em
a exclamoo con cITosflo : '
nao sabe qnanlo bem me
fai!. la i ribaaemu muilo. Con-
vr qae a senhora raheea-me, e como acabo do
diter-lhe, seramot ami/ras: poistiunos de ora em
dianle os meninos i ileresscs, Vmc. ama a lir Edgard
l.indsay poi veio aqu; iioaao futuro joga-se ao
mesni.j leu.
B iraaaUndo-te junto de mise Dvidson, cdnti-
nnoa coaeervando-lhe atmoa api riadas entre as
seas:
aca-me liem ; nao aou o qoe pareco ser, a
ota mascara de ousaJia muilo pesada. Sou
liebre rapara bem como Vmc. urna rapariga
e combale pelo i>eu amor. Elle ahaudo-
' i r. talve nao rae ame maia ; po-
rm*u anio-o e hei de ama-lo tem|ire he o men
daali i
A in
" ^aaaaaaaaaaaaaafl
ot otilo m> e*.
Tonhe feilo o que pesio para odia-lo, prose-
goio Jane, pan desprea-lo, poi etquec-lo he im-
potsivel! Porem qnando Ir.tU-ae drlle, nio tenh.
maia raie aem eouscieiicia!
:.it, inlrrompeB-aacomoseri-ceiasse ler
dilo^H om, apezar do mal que me faz,
he "" ie Ihe he imposto. Soa
due/aca hoa a direito de
ser aintleioao. ^^Hllo, o n ais inlalligeule
ta-se para defender a independencia do governo,
elles o reprimen! como rebelde para com seu prin-
cipe ; deixHin nae -o bastante lorc,a para levaular
se a hu de encontrar uestes levanlameutos novos
pretextos para augmentar sua eicravidAo.
Lcvsda ao ultimo extremo, devastada durante
anuos pela guerra, pela fomee pe. peste, a Polonia
se insurge, os patriotas organismo urna confedera-
ran que favorecida pela retirada dos Rosaos, palos
Torco! e por alguus subsidios da Franca, oblem
responden ao seu aperto ; a mu-
ios oo treisoiipiros, erguendo
e o mais corajoso dos homens'.' Amigamente... oh !
entAo eu era muilo felu. elle adorava-me. Agora...
mas espero sempre, e esfore.o-me. (.loando eu per
der a esperaur,a, sera lempo de raorrer!
lima lagrima trema as lougas pestaas de miss
Davidton,* qual repeli :
Mor er: Vmc. l.lo linda e IAo digna de ter
amada! Oh! nao! nao morreni. Uniremos nossos
esfurijut como duas irmas.
Squanlohei de ama-la, querida irmliinlin '.
inlerrompeu Jane cobrindo-lhea fronte de beijo.
Eslavam assim un(as, mais bellas ainda pelo con-
Iraste.atendo os olhos hmidos, e ao mesmo lempo
-nsoiihos. Nao havia exageraban em suas palavras :
amnvam-se j como duas irmAas.
Ah exclamou Amy rcpenlinameiile sacudin-
do sua graciosa indolencia, detesto este senhor Mac
Aola> He elle quem a fai padecer tanto, e quem
perden Edgard no espirito de medtpai I
Por favor, diste Jane, nio o aecuse diante d
mim !
J que vost assim o quer, calo-rae. Mas que
farcinos O commodore be absoluto em suas von-
lades.
.Nos tambero lemol nossas vonlades, respondeu
Jane com um arzinho valeroso.
Elle lio o nuii forte, suspirou Amy.
Poij bem, exclamou Jane, seremos'as mais co-
rajosas 1
Amy senlia-se como elccliisada ao contacto dessa
ndole animosa.
Miiiha irmaa, disae ella apoiando a lida cabo-
ca no hombro de Jane, ereio que vost me dar co-
ragem.
Esloii cera)>.lisio! Ei-a, querida irmaa. Irale-
mos priineiramenle desse duello. '
Oh.' este duello! exclamou miss Davidton em-
pallideccndo. a
Ven esl disposta a fazer todo para impedi-
lo? Perguulou Jane.
linio!
Pois bem vou dzer-lbe um grande segredo,
tornou Jane pondo um dedo sobre os labios; Mnc
Aulay esl aqui.
Aqui! repeli miss Davidton espantada.
Quandn v-se|afflicto, elle pensa anda em
mira, disse Jane -onindo tristemente ; elle escre-
veu-me esla roaohHa. O inleresse desses mercado-
res que especulan! com a soa louca fama, tem-ae
mellidual agora entre ot dous adversarios. Chrii-
tian esta pritioneiro nesla casa.
Amj ba(eu palmas alegremente, exclamando :
Tanlo melhor.' lano melhor!
Nao cantemos anda victoria 1 Se elle pode es-
crever-me, pode eterever lainhem a sir Edgard
LfndMv.
lie vajrdadc, raurrauroo miss Davidson, a qtal
perdeu o sorriso, c nbalxou a cabera.
_ Convm, pois, impedir a lodo o cusi que sir
Edgard chegue a estafan. Foi para iso que cun-
te! coro vW.
li fez bem '
Sabe onde achar tir Edgard? pargunlou Jan.
Sei sempre onde hei de acha-lo, respondeu
Amy corando.
vanlou-e pira sabir; mai Jane deteve-a, d-
zendo-lhe com voz imperiosamente grave :
Tem i onfiaiic em mira. Am\.
Vocae nerguuia-aM iin? exclamon a rapariga
loura em lora de lepreheman.
Pois diga a ir Edgard l.indsay que desojo fal-
lar-llie esla noite jaro ledamunhat.
principio algiini auccesso. Calharina e Frederico
fatera pastar oa confederados por loucos e por atsas-
sioos, e a Franca Iludida applanda sua queda.
Ot Polacos, assim abandonados, sao balidos, espo-
liados, proscriplot e morios. Ot soberanos, reali-
sando pela violencia n rrime preparado pela astucia,
intrnduiam-se e poem-se em armas emlodasns par-
tes do lerrilono. Dcpois de ter deseucaminhado,
agitado, assolado a Polonia, depois da ter eoberln
de sangue e de ruinas, elles a dnclaram incapaz de
goveruar-se por ti mesma e detlribaem o sea terri-
torio e sua popularan. Nunca .i poltica servio-se
de formas mais hypocrilas para commelter urna tao
grande iniquidade.
Hoje que sao eonhecidas todas as particularidades
desle allentado, hoje que a experiencia solemne de-
monstra is potencias occidentaet, de um lado a enor-
inidade do erro, que comuielterain, deixando des-
membrar a Polonia, e da oulra a uecessidade eoro-
pea de seu restabelecimcalo. proenra-se engaar a
opiniao publica por novas callumuias. > Pretende-se
que o povo polaco, tornado livre e mais feliz depois
do desmembramentu, (em esquecid.i tua antiga pa-
tria, cuja reconsliluicAo nao he pedida senao pelos
refugiados derramados sobre todos nt pontos da Eu-
ropa. Oeamponei polaco diiemafoi emancipado pe-
la paz e elevado pela Rust a dignidad humana e
apropneJadeilatcrra.il E accre-centam que esla
emancipadlo que elle deve Rusta, seut senho-
res nao (inham podido dar-Ibes ou por falta de
intelligencia ou por impotentes. lie impotsivel af-
lirmar-te.com mais confianca um tao grande erro.
Comparemos a marcha do governo polaco, em
seus raros momentos de independencia com a do go-
verno rusto.
Em 1791, a celebre consti lucio de 3 de maio cot-
locon os cainpnurzes sb a proleccao da lei couimum.
Em 1797, Kosciutiko.por urna lei de 27 de maio,
Ibes astegurou o direito de pastar de ama para ou-
lra aldeia, diminuio a correa e lirn ao proprieta-
rios o direito de ditpor do terreno, que o escrave
havia pago com o tea I rabal lio.
Em IHU7 a Diela do ducado de Varsovia adoptou
onanimemenle o cdigo civil francez, que assegura-
v.i a igualdade peranle a lei. Em 1808, o goverotf |
nacional fundou em todas as parochias escola paM
o povo.
Era 1815a repblica de Cracovia, nico ponto eaj
territorio, da antiga Polonia, que leve um governo
nacional, decrelou medidas radicaes de emanciparan,
assecuroa os camponeics a completa proprie.ia.le
do* terreno, de que gozavam, abolindo a corv, que
representas.! a renda animal devida aos senhores.
elarios so-
A repblica adquiri assim l:l.-2:l propri
bre l-l'i.OOO habitantes.
Em 18i8. o governo prussiano emprehendeu
Kipar os servot do grao-ducado de Posen, e en-
B na nobreza polaca .o mais espontaneo con-
Rm 1846, a Diela de Lonol, compotla dos mais
netaveii propretarios da provincia, pede era vio ao
governo auslriaco a emanciparan dos campouezes.
Em 1818. os nobret da Gallicia, leudo ,-i sua frente
o principe Ctarlorytki, proclamara esla emanci-
' pac,1o.
Assim, em todat as partes da. antiga Polonia, os
Polacos tem constantemente proseguido a obra darfi-
herda Ir, e as proras de sua boa vontade a este res-
peilo, datara de longe, pois que uo meiado do scula
dezoito, pedirain um plano de cousltuicTiq a Rous-
seau e a Mablv, cujos prinripiot elles perfeitamenle
coulieciam.
Olanlo 1 Russuia, nao smenle nao emancipen o
camponei polaco, como lem constante e telemti-
camente impedido esla emancipa^ao.
O anligo territorio da Polonia, romo era antes da
prmeira divi-Ho, couini quasi -i milhes de hahi-
lanles, dos quaes dout mllhOes prrtencem Prustia
e Austria, 17 Rutsia. Uestes 17 milhes, qualro
e meio consintiera a pnpdlacSo actual do reino da
Polonia propriaraenle dilo.
i Ka Prutsia, os c-impnnezet sao livres pelo que diz
respeito ai suas pessoas, leudo sido aa correas con -
venidas em rendas pecuniarias desde.1K-J.
Na Austria, alo he na Gallicia, as eorvas foram
ahoIjdaj^iii-irrI*8, e concedeu-sa aos proprieiarioi
urna in.lemniwcao que s liquida neste memento.
Na Rusta, pelo contrario, os campouezes conli-
nuam a pagar a corva, senilmente tres veits por
semana, com esta diflerenca, relalivamenle a con-
dijiio das pessoas, que no reino os individuos nao
estAo ligados a gleba, emqaantoque na outras pro-
vincias rnsso-polacas, na I.itbuania, Volhynia, Po-
dolia, Ukrania, elles sao timplesmens s'ervos, ou
segundo a lingnagem do paiz, almai perlencenles a
este ou aquelle proprietariu. Alm disto estao to-
jeilos ao oniis mais lerrivel e mais temido, o recru-
lamenlo, que ot envia das margen* do Vstula para
ot gelos do Caucaso, com tres rublos de pral \>
franco* por anno, cem bastonadas por nma falla ou
por um bollo-da farda que fique mal limpo.
Em 1819, a nobrtza Itlhuaniana enviou a San
Pelersburgo urna drpulaeAo para pedir ao impera-
dorAlexandre a emancipacao dos campouezes. A
pelifao foi repel ida como contraria s leis do impe-
rio, e prohibio-se que a deputacAo desse para o fu-
turo ouiro pasto semelhante.
Em 1*8*11, durante a intiirreicAo de Ukrania, da
Podolia, da I.itbuania, a emanciparlo dos eampone-
zes foi proclamada* ao mesme lempo ern que foi a
insurreicao, porm depois do Iriumpho das armas
russas, a serviiiflo foi reslalielecida e existe hoje em
toda a sua forr;.
Nao he pois verdade que a Rusta teoba feilo cou-
sa alguma pelo bem-estar e pela disnidade d Cinn-
ponez polaco; nAo he exacto prioeipalmenle que,
em nonio algum do territorio da antiga Polonia, o
campoueiesleja dispo*lo a sacrificar ama vanla-
gem mateajadj, qulquer que seja, o reslabeleciraenlo
RIO DE JANEIHO.
SENADO.
Di. 2 de l.lho de isas..
Lida e approvnda a acta dn seasao anteceilenle e
nao havendo expediente passa-se a ordem do dia.
He approvada a reilarcAo da emenda do senado
proposicao da cmara dos depulalos, aolorisando
o governo a conceder carta de naluralisacao de ci-
dadfto brasileiro lno Edtvin Roberls e oulros, alim
de ser remedida sobredi! cmara.
Entra em 3> discussao a proposla do governo fi-
lando at forc* de mar para o auno finauceiro de
ISo' a I87, rom as emendas da cmara dos lic-
itados.
^Concluida a 3 discussao, he approvada a propos-
com as emendas da cmara dos deputados, deven-
de ir i connnistao de rc/lacrAo para coordenar o pro-
jeclo, collocando at emendas no seu devido lu-
gar.
Continua a discussao, adiada pela hora tt< ulti-
ma tessaii. da proposicao da cunara dos deputados,
augmentando as dcpolaCoes das provincias do Rio
de Janeiro, Sergipe, S. Paulo e Piauhy.
Ficando adiada a discus*ao |iala hora, o Sr. pre-
sdeme d para urdem do da o resto das malerias
dadas, e mais a .1" discu.sao das proposicoet da c-
mara dos depuladot, urril approvando a aposentacao
concedida ao bacharel Francisco Antonio Ribero no
emprego de procurador fiscal da Ibetouraria da la-
zenda da provincia da Babia ; oulra approvando a
pensAo concedida ao furriel reformado Francisco,
Antonio da Cosa ; e oulra aulorisando o governo a
mandar admitlir o estudante Marliiu Leocadio Cor-
deiro ao exame das materias do :> anno medico ; 1
discussao da proposic/io da mesma cmara, appro-
vando na parle em que he da allribuiclo da a-t"in-
hla geral a convencAo celebrada entre o governo do
Brasil e o de Portugal sobre a repressao e punic.An
do crime de moeda falsa ; e levanta a ssssao.
' 3
Lida e approvada a acta antecedente passa-se ao
segralo expediente :
OSr. I." Secretario t nm oflicio do Sr. ministro
do imperio remetiendo o requerimenlo do provedor
Mis* l)-r-Hon nAo pode deixar de repetir :
Sem lesteiniinbat'.'
Em miiiha cata, accrescenlou Jane. Tenho
multas cousas que diter-lhe.
Amy encarou-a e responden :
Jane, Edgard ir sua casa esta noite.
E ollerecendo a face a Jane, a qual beijon-a aper-
tando-a obre o eoracao, sabio depois vivamente pe-
los armazens, murmurando:
At brevemente!
Ficando soiinha, Jane apoiou a cabera na m3o e
poz-se a meditar.
A mullidlo nao deirava de apinhar-se aos bal-
e ; porm Jane nada ouvia do rumor que faiia-se
em torno delta.
Querida pequea dizia comsigo; ella he a-
mada I E como nAo o seria sendo tao linda e lao
boa 1
Ah! tornou. emquanlo urna lagrima eorria-
Ihe lentamente pelas Cacei, quanla diflerenca entre
no* duas!
Recosloii-se na poltrona, e cucaron em o ver o
trophto de armas que licava-lhe na frente.
Estas ideas de riqueza arrebatam-no e em-
briagam-no, murmurou ; mas nao sei que elle tem
bom coraran!" Combaterei, ficarei na brecha at que
seu casamento tire-me a ultima esperanza. E nao
(erei falta vergonhn nem escrpulo. N j! porque
iiciihuina mujher o amar jamis como eu o amo,
tem se consagrar como eu inteiramenle i sua fe-
licidade!
lu violento pontap abalou as laboaf golbicas da
poi la. que cominunicava coro os quartos particulares
de Levvis. Jane ejldireilou-se e tornou a tomar seu
chii olinlio. Era enlao lady Desdemoue Brtdgelon
com loda a sua firmeza e ousadia.
Deve sei elle, disse ella comsigo.
Um segundo pontap arrancou linguela da fe-
chadura, e Chrislian precipi(ou-se na tala como um
bandido. Tiuha os olhos espantados, os cabellos em
desordem, e na mao a faca de mesa com a qual qui-
zera apunhalar a Sam. Era um preso que evadia-te
do carcere. A' vista de Jane, elle dea um paseo
airas, e poz-sc na defensiva; mas leoiihecendo-n,
disse com a voz breve dos febricilante:
Ah! he a senhora!
Como eslt, meu pobre Chrislian exclamoa
Jane, a qual nao pode reprimir su jovialidad.
Nao ra, disse o janota em lom sombro ; pro-
hiho Ihe o riso 1 Estoa em urna posir.lo lerrivel I
De veras? eanta-mo Uso.
Juro pela minha honra, senhora, que esres pa-
lifas m'o pagarAo!
Meu Dos, Chrislian, que tena?
O janoln lanruu-se a ella, agarrou-llic o braco, e
exclamou rangendo o denles:
A seriliora pergunla-me oque lenho Sao mal-
vados marotos ignobeit! Prenderam-me como
um menino muilo traveso Por tndos os diabos !
sou ridadao ingiei e livre! hei de tomar-lhei couta
disso!
Tranquillisa-le, por favor, Chrislian, diste
Jane.
Chrislian sleve a ponto de dar-lite; escumara da
ralva.
En.to voss nao indignou-se por esta violen-
cia infame.' tornou elle cruzando os bracos sobre n
peilo; Jane, Jane, voss lem mudado muilo! E
quer saber o qne imaginou este brejeiro de I.ewis
para motivar seus excessos a meu respeito* fe-me
passar por doudo, Jane, por dondo furioso I Os cria-
da patria commum. Entretanto deve-e recoiiherer
que das Ir* potencias quu cutre si dividiram a Po-
lonia, a Prassia he a que lem feilo mais pelos Pola-
cos teus subdito.; mas nao obstante vimos em 1818,
vinle mil .leste* camponeiet reunirem-se em seit te-
manas, tob a bandeira polaca, e nao cederem aos
Prii'sianos, senao depois de terem valenlcmenle
combalido em ataques sanguinolentos. Os mesmo*
sonlimenln"! Minara Indos os Polacos, seut volos e
sen fim sAo o mesmo,; seos coradles balem lodos
cora a mesnM pulsacAo.
He era vao que seus inimigos procuram semear a
discordia entre os ricos e os pobres, enlre os pro-
pietario* e os I ra bal lia,lores. Os campsnezes da Gal-
licia cederam cegaraenleem IMG as provocaciet que
a Europa inleira lem reprovado; aajrm esle nc^
lizea nao lardarajn em recuihecer ten erro e sua fal-
la, e hoje todo os Polacos sem. excepca.i. estAo con-
vencidos de que nao pode baver' para elles eraauci-
pacAo, ju-lira, liberdade, igualdade e teguianca, se
nao no dia em que a Polonia restablecida ou re-
couqiii'ia.la, livor um governo verdaderamente na-
cional.
Agora fallemos da Hungra.
(Pri$u.)
IIERIOR.
o Requeiro que v o projeelo a competente eom-
missao.fario de Pindar.
Tendo o Sr. barao de Piudar pedido retirar o sen
requerimenlo, o Sr. Pimenia Bueno declara que u
adopla por sea.
Julgado discutido o requerimenlo, he approvado
que seja a proposicAo remedida a commis.Ao de es-
lalitlica.
He sem dbale approvada em I' e 2" discussao,
para passar a I, a proposicAo da cmara dos Srs.de-
pulados declarando o lempo de servido exigido para
os capelles do exercilo so em promovidos as gra-
duacoesdos poslos de lenle e cap l.lo.
Segue-se a I" dscustAo da proposic/lo da sobredi-
la cmara aulorisainlo o governo a pagar ao Dr. Joan
Bapdsla dos Alijos a quanlia d li-iKI.yKi'J que pa-
gou ao facullaliro que o tubs(i(uiono tervico do hos-
pital do iiisrinha da provincia da Babia dorante o
lempo que esieve na Europa.
He apoiado e approvado o seguinle'requeri-
menlo :
Requeiro que v o projeelo rnminissAo de fa-
zenda para dar teu parecer. Slreira da Molla.
O Sr. Pretidenle. declara esgolada a materia da
ordem do dia, e dn para a da I1 sessao : discussao da
redarc.lo qoe se acha sobre a mesa relativa n lixa-
C.1o das forras de mar ; 3a discussao das proposicoes
do senado sobre Of esludanles Joio da Silva Pinhei-
ro Freir, e JoAo Baptita dos GuimarAes ; 2" dls-
cossao da propoticiu do senado augmentando os or-
denados dos lentes d* escola militar e academia de
mannba ; elevanta a sessao.
i; informado
ilre iiii ven-
aeco do pro-
nar para o anno
de saude do porto da provin _,
pelo presidente, pealindo qu s
i-imenio.A' commissao de fa
L-se,se e fica sobre a mesa,
jeclo de lei que liv.i as i'o-cat i
linanceiro de IS,'* a 18.Y7.
He apoiado e approvado oSeJKInte requerimenlo:
i Requeiro que se per;a ao vjovorn um quadrv
do numero dos eleiloret de cadiTprovineia do impe-
rio, segando as ultimas eleices (jeraes. Pa*o do se
nado, 2 de julhode 1855.Piminta Bueno.
ORDEM DUJJJ*\.
Sao appro sem debate em^ -vaaeeqjrio nara/lP0!
seren envia .-t tanccAo imperial, as proposices' den
da cmara dos deputados, urna approvando a a'po^
-entacao conced .la ao bacharel Francisco Antonio
Hiheiro, no emprego de procurador fiscal da tbesou-
raria da fazenda da provincia da Babia ; oulra ap-
trovando a peinan concedida aa furriel reformado
rancisco Percira da Cotia ; a oulra. finalmente,
aulorisando o governo a mandar admiltir o eslu-
dante Marlim Leocadio Cordeiro a exame das ma-
terias do :i anno, e o estudante Luiz Jos Percira
da Silva Ma *-* ao exame das materias do 4 anuo
milico- -//*,.
Entra eiVoiscussAoa proposicAo da mesma ea-
mara'approvando, na parte qoe be da ailribuirAo da
assembta geral, a convencAo celebrada enlrc o go-
verno do Brasil e o governo de Portugal, em data
de i-2 de Janeiro de 1855, acerca da repressao e pu-
iiirAo do rrime de moeda falta.
Discalida a materia, be approvada a propoticifo
para pastar i 2" discussao, na qual entra immedi'a-
(auienle.
He apoiado o seguinle requerimenlo :
Requeiro que va o projeelo a commissao de di-
plomacia ou de legial.-ieao.Silceira da Molla, o
Discutido o requerimenlo, approva-se que o pro-
jeelo va i commissao de diplomacia.
Contina a U discussao, adiada pela hora na ul-
tima sessao, da proposicAo da cmara dos itepulados
augmentando as depnlacdes das provincias do Rio
de Janeiro, Sergipe, S. Paulo, e Piauhy.
He apoiado o seguinle requerimenlo :
dos avistindo-me armavam-se de vastouras e de a-
liradores...
Pobre Chrislian! murmurou Jane voltando-se
para sorrlr.
Quebrei a porla .de minha prisAo esperando
gaiibar a ru ; mas todas as sabidas estao guarda-
das! Os corredores estao eheios de caixeiros arma-
dos de pistolas, e os corladores brandem suas te-
sonras grandes as antecmaras. Imagine que oco-
zinhero quii tra Chrislian fazia essa narrarlo com tal fngo, que
Jane nao pode mais conter o riso.
Vos ri. Jane inlerrompeu-so o desgranado
janota deixando caluros bracos, ijo move-lhe ri-
so Bem vejo que vosa* nAo lem mais corncAo !
Jane lornou-se seria, e respondeu :
Eu nao julgava merecer suis reprehenses,
Chrislian: recebi sua caria ha meia hora, e aqui
eslotj.
Votajie lioa, minha querida Jane, he excel-
lenle! exclamou o janota passando de um extremo
a outro; ser sempre minha melhor amiga, vois
que devi aborrecer-me!
E porque? perguulou Jane alegremente.
Ah dista Chrislian oendido; esquecn-me
sempre de que voss est inteiramenle consolada. B
devo ci,mprnnciita-la pela maneira ver ladeirainenlc
expedita...
Euto voss desejava rauito ver-rae chorar e-
tcriiamenie".' murmurou Jane cora um sorriso ma-
ligno e galante.
Deixemos isto, tornou Chrislian em lom grot-
seiro ; he grande loucara minha falfar-lhe a tal rrs-
Csilo. Jane, lrala-e de um negocio serio ; minha
aura esta empenhnda.
Sua honra, meu Chrislian?
Julgae voss mesma : cu linda marcado um
ponto de reunijo pan boje....
Para um duello tal vez'.' inlerrompeu Jane a-
legremenle.
Sim, para um duello......ja deferido qualro
vezes.
Jane carregou o sob'rolho, meoeou a cabera, e re-
peli fazendo om arco com o chicle :
Quatro vezes! circuosla ocia aggravanle!'
Voss eomprehende, Jane, que se eu nao po-
der achai-ine nesse poni, ficarei deshonrado para
sempre.
Nao encubro-lhe, meu amigo, qae isso parece-
me evidente.
Chrislian reanio as maot sobre o estomago para
contempla-la com admirac.Au, e depois diste :
Voss he a nica mulher no mundo que con-
cebe estas comas. Jau ; e eatou cerlo de que ha de
servir-me.
Oh exclamou a mora, com muilo gosln.'
Chrislian lancam-se sobre a mao da rapariga, e a-
pcriou-a vigorosamente, dizendo :
Eis o que chamo urna amiga I Compre adiar
os me ios de deixar esla casa.
Isso mesmo he o qoe quero ; porm e lize-
ram-na passar por doudo, nao vejo...
Procuremos!
Sim, procuremos.
Avisando a polica ?
Etta idea nao he m... porm a polica impe-
de nt duellos.
A quem n diz voss. Jane? Ah! patife de Le-
los que Ihe rnmpeliam, e de fado elle gozou de lal i meras conjeclaras, marcando, por exeniplo, a qui
beneficio por alguna anuos ; entretanto o tbetouro,' lia Je :i,(O0:00O5 paV a conalriiecao de urna estrada
passando a lomar conhecimento qae nao havia lei da eitemao de 15 legua, qaando he tbido perfeita.
que aiilerisatse semelhante pagaraenlo, em cont- mente que exislem estrada d
CalflARi DOS SRS. DEPUTADOS-
Seseeo' de da 2s o Jaahe de 1855.
Le-se e approva-se a acta da sessao antecedente.
O Sr. primeiro secrclario d conla do seguinle ex-
pediente :
L'm oflicio do Sr. ministro da faienda, devolveo-
do a representaran da snciedade Dous de Julho da
capital da provincia da Baha, pediudo iscui*aodo
imposto das loteras que Iha forem concedidas peta
assembla legislativa id mesma provincia ; e dando
iiiformafde sobre o pedido.A quera fez a requi-
sic.io.
L'm reqiicriinenlo de Joaqnim Diogo Uarlley.pro-
prielaro da fabrica de tecidu* de algodau denominada
.S". Pedro de Atraillara, eslabelecida no municipio
da corte, pedindu levantar a hy pulheca a que te acha
tujeila a sua fabrica,, sendo o pagamento do seu de-
bita por meio de aci-oes de urna eompanhia qoe se
orgauisani.A" commissao da commorcio, industria
e arles.
De Autonio Jos de Siqueira c Silva, esludanlc da
Faculdade de Direito de S. Paulo, pedindo autorita-
rio para fater exame do 3. anno que ja frcqucnlou
e do i." que actualmente frcquenla.A' coinmissAo
de iiistruccao publica.
De M'.iiinel Jos Rodrigues, porleiro do gabinete
imperial e do conselho de estado, pedin.lo-er reiti-
tejzrado no seu emprego, ou aposentado cura os vcu-
cinieiiios, desde < dala ero que foi suspenso.A'
commissao de pensiles e ordenados.
O Sr. Mello Franco (pela ordem) : Pedi a pa-
lavra, Sr. presidente, para pedir cmara urgencia
para ser discutido em principio da l. pirte da or-
dem do dia o projeelo n. 13 desle anuo que se acha
incluido nella...
O Sr. Pereira da Silva : Sobre qne Irata esse
proje'to ? '
O Sr. Mello Franco : Garante o juro de 2 i
eompanhia que lem de organisar-t para a conslruc-
(flo ecosteio Je urna eslrada de carros de Pelropolis
,i Minas.
OSr. I. Secretario leo seguinle parecer, qtie he
julgalo objeclo de deleberacao :
A commissao lie pentoes e ordenados, a quem
foram prsenles os documentos annexot i copia do
decreto de 11 de selembro de ISVI, pelo qual he
ronsidida a penso de.12*) meusaes de Jacinlbo Car-
doso da Silva, reduzido ao estado de completa cegoei-
ra por motivo da explotan que l vera lagar em 18 de
telonUiro de 1836 no paiol da plvora do lanchAon.
I. le que era raarinboiro, em servii-o na provincia
de S. Perfro. enlenJe que ta merc fura de lod a
duvida etl no catode merecer a approvai-Ao do cor-
legitlalivo, assim como que, era vista dos prece-
ites conslautemeiite observados em casos seme-
ntantes, derera ser paga .leste a tada do decreto que
a conferio ; e pois a commissao propfie que para esse
fim se adople a resolucAo teguinte :
o A assembla geral legislativa retolve :
" Artigo nico. Fica approvada a pensa de 12$
mensaes concedida, ajtor decreto de 14 de selembro
de 1833, ao iiiarinbeiro do lanchan de guerra n. 1,
Jariiitlio Cardoso da Silva, que ficou reduzido ao es-
tallo do completa eegucira por motivo da explosao
liavida no paiol da plvora do mesmo lanrhAo em
ervico da provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sul deven do esla pentAu ser paga desde a dala do
leereio que a conferio : revogadat para isso quaes
quer dispusicoas em contrario.
" Paco da cmara dos deputados 27 de julho de
1855./. E. de y. S. Lobato.Gomes Ribeiro.
O Sr. Sayao Lbulo Jnior (pelj ordem) :l.e-
vanto-me Sr. presidente, para submetter i conside-
racAu da cmara um requerimenlo que estou bem
cerlo de que nao deixara de ser provav elmenle cco-
Ibido.
A penso de que trata no parecer o projeelo que
acaba de ter lido fui conferida a um mariuheiro de
um lanchao de guerra que perdeu ambos os olhoi em
consequencia de explosilo havi.la no paiol da plvo-
ra desse lanchao; aconlecendo esle faci no anno de
1830, na guerra civil queenlAo flagelara a provincia
do Rio Grande do Sul.
O presidente que*c achava na provincia entendeu
que devia continuar a este mariuheiro os veucimen-
quoncia foi elle ca-tado ; mas o procurador da coroa
no parecer que deu a respeilo, declara que fura de
toda a duvida o agraciado tem direito a urna penso
pelos relevaiile* servii-o* que presin c pelo etla.lo
de completa eegucira a que licou reduzido defenden-
do a ordem publica duranle a rebelliAo que assolr
- provincia do Rio Grande do Sal.
Estes papis, sendo assim informados, foram re-
medidos ao ministerio do imperio, e o nobre minis-
tro qoe dirige est repartidlo, loinando-osrm consi-
.lerarao. os ipre*enloti coroa e obleve della con-
ccssAO ila penso de 12} mensaes em favor do indi-
viduo de- que te Irata, e que pela rircumslaiicias
em qne se acha, e por sua reconhecida moralidade,
faz-se credor de muila allenrao.
Esle desgranado qqe se v privado da vista pelo
motivo queja apontei, nao vive de esinolat, senhores,
apezar de ser muilo pobre.
Os Srs. lrum/uc e Trocamos :Apoiado.
O Sr. Sayiio Lobato Jnior :Para subsistir ex-
erce o oflicio de remador, e he desse teu traballio
que lira a subsistencia ; v se pois que se traa de
nina graca da maior uslica aaoiados,; e cuja ppro-
vaijAo infelizmente, Sr. pretidenle, lem sido muilo
demorada nesla cata. O decreto porque foi confe-
rida a pensAo he de tantos de selembro de 1853, foi
remedido a esla cmara quando ella j nao fuuccio-
nava, ou nos ltimos das de seus trabalhos naquelle
auno ; mo parece que a cmara j eslava encerrada,
e am lodo o caso afllrrao que eu nio tiuha mais as-
sento na casa, pois que me havia retirado no mez de
agosto*.
Eu ignorava a existencia desles papis n commis-
sao de pensocs, e por isso rindo o anno passado,
continuando a pertenec commissao, pela minha
parle nao dei andamento a este negocio. Cmpre-
me tambera fazer a defez.a dos irreus collegas da
commissao...
O Sr. Presidente :Issu he fura da ordem.
OSr, Sayao Lobato Jnior:l'ei Joe-me V. Exc.:
estou motivan lo o requerimenlo que vou apresentar
a approvacao da cmara.
Senhores, a eominit-,io d pensiles lem em toa pas-
ta mullos papis que eu e meiit colleo.it i ot acha-
raos persuadidos de que o maior servco que, pode-
mos fazer ao estado be nao Ihet darntoa andamento
algum.*" ./> ii'/os r nao apoiudos.) Ha moila couta
que temos julgado nao devermos.lomar em contiJe
larAo...
O Sr. Taquet:A cmara he quem deve ver se
convm ao rslado ou nao tralar-se sobre elles.
O Sayiio Lobato tunior :Mas nos lambm le-
mos o direito de usarmos do nosso voto.
'ozes : Nao senhor. esla engaado.
O Sr. Sayao Lobato Jnior:Eu pens que nis-
to marchamos com muilo patriotismo.
O Sr. Pretidenle :Peco ao iiulire dcpulado que
declare qual n objeclo do seu requerimeuMk visto
qe esl se oceupando com ohjeclos fre da ordem.
Or. Sayao Lobato Juiir : Estou ni divando
o meu requerimento.
Como dizia. sonhorrs, qnando vollei ole anno
live de examinar estes papis, sobre os ques otlive
na provincia do Rio Grande as informaciies que le-
nho dado, e vendo que (em nido muito demorada a
approvac,ao de ama graca concedida com tanta Justi-
na, entend ser do meu rigoroso dever pedir a cma-
ra otAgne approvar um requerimenlo que vou aub-
meslir sua considerac.lo. e be o seguinle ; Em pri-
meiro* lugar p-ro que teja dispensado o projeelo da
iinpreesao, era segundo requeiro urgencia para ser
discutido j, i era tercero fin,lmenle iPILspeusa das
*j! sabe o que vai acontecer O commodore me
considerar romo nm cobarde, e adeos meu casa-
mento
He urna couta lerrivel ao ultimo ponto! mur
murou Jane corando os bcirl.
Terrivel para mm e tambera para vos*e, tor-
nou o janota ; poisemlimse eu relrar-me, Edgard
poder casar rom minha nuiva. E voss ama esse
Edgard, Jane?
Jane ton io, vollou a cabera e balbuciou :
EniAo nao pode-se-lhe occullar nada ?
Linda escolha linda escolha diye Chrislian,
Ah proeuro de balde, nada acho.
Baleu repentinamente na fronle, e exclamou :
Victoria I j achei um meio!
Vejamos qual he, disse Jane dissimalando sua
inquielacAo.
O commodore, minha rica Diga-lhe smenle
que o escollo para testemunha, declare-lbe os em-
barazos em queacno-mr, e juro qae elle procurar
livrar-me.
Elle h* bom capaz disso! diise Jane comtigo.
Approvo o meto, accrescenlou-em voz alta, e
estou prompta.
Ot palifes j vem, disse Chrislian, o qual nao
caba em si de alegra. V, va logo, Jane !
I.ewis e Crter linham pastado o lumiar, e adi-
anlavam-secom pcerau^ao.
Praza a Deot que cu encontr o commodore !
pensava Jane ; o meu Chrislian o esperar muilo
lempo!
Confie em mim, accrescenlou ella despedin-
do-se.
Voss me (era salvado mais do que a vida dis-
te o janota beijando-lhe a niAo.
Lady Desdemoue Bridgelou passou como nma
raiiiha dianle da fileira de mereaddres respeilosos,
e desappareceu pela porta do nrroazeni.
Nao era simiente o quarleto importante composlo
de Crter, Le s. Staunton e Filowski: loda a as-
sociacao eslava reunida. Havia um chapeleiro, um
r irai-eiro. om barreleiro, um ourves, um denlisla,
um cabelleireiro; havia lanibem um marceneiro,
um fajiricaule de chocolate, um mercader de vi-
nhos e oulros, cuja nuraerarAo seria muilo homri-
ca : era um exercilo.
Eslavam em ordem dianle da porla, de chapeo na
mao e^rabeca inclinada, disposlos a fazerom todas
as tubmi*ses possiveis para lornarem a cahr na
graca do charo lord.
O charo lord lancava sobre olles nlharet ferozes,
c parecia agujar o raio com que ia fer-los.
Approximem-se I dase elle com acento ler-
rivel.
Ot fornecedores estremecern), e Chrislian con-
tinuou, cotitendo a voz :
Ouc jogo he este que jogamos? julgam os se-
nhores que sou um farroupiihas de tua especie? Por
ler .logado meu eorpo a Vmc., senhor Carler, para
adornar suas earruagens e augmentar o valor ao
seu* cavados; a Vmc., enhnr Lcwi, para reputar
as fazendas e ruupat que vende com trezeuln por
cenlo de lucro; a Vmc., senhor Filowski, para dar
cerlo lustre ao seus calcadot, aos senhores todos ent-
uro, para Ilustrar seut producios diversos, econver-
ler-lhes o chambo em ouro, pensaram que eu linha
vendido a honra?
Filowski pnz at mitos oisudas, as quaes havia
muilas verrugas < anoeis.
L'm peo.menlo lio culpado!... comecaram
no uioimo lempo Crter e I.ewis.
Poi* bem, proteguo Chrislian, a*eri>r>lhes
que enganaram-te crendo isso '
- Ab! charo senhor!..... quii Staanton inler-
romper.
duas primeiras discu*,oet.
Fazendo esle requerimenlo nilo heminha iiilenco
estorvar a jntta apreciaco .leste.negocio, nAo ; para
que a decalo da cmara possa ser dada coro lodo o
conhecimento de cansa basta que se examiuem esse
papis que etilo juntos ao parecer, alera de que
acham-se presentes os meiubrot da commistao, que
podjem dar Unios ot csclai eciuieutos que forem exi-
gidos.
Espero da joslica da cmara o deferimeulo do re-
querimenlo que acabo de submetter a sua appro-
vacao.
O Sr. Paula Candido : Tanlo mais quanlo he
om desgneado. (poiaJot.)
O Sr. Presidente, consulta cmara sobre a pr-
meira parle do requerimenlo, i.lo he, a dispensa da
impresAo.
Decide-te conforme o desejo do aulor do requeri-
menlo.
As nutras duas parles ficam reservadas pura sobre
ellas te consultar a cmara, depois de se baver deci-
dido tohrc o requerimenlo do Sr. Mello Franco.
Consultada a casa sobre o xaqueriroeiKo do Sr.
Mello Franco, he elle approvado.
PRMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Garanta de juros.
Entra em primeira discussao o projeelo n. 13 des-
le auno, que autorisa ao governo a conceder eom-
panhia que se bou ver de urganitar, em virtude da
lei provincial do Rio de Janeiro n. 51, de 25 de ou-
Iubro de 18,'ii, para a conslrucc,ao e cotteio de um*
esllJk de carros que parlindo.de Pelropolis, se dfij
rija ej^oule da Parahfbuna, om mnimo de juro al?
2 ". -adicional garanta concedida pela referida
lei provincial.'
O Sr. Augusto de OUceira faz alguma* observa-
ces acerca do projeelo, e declara que nao Ihe dar
o seu vol em quanlo nao for esclarecido sobre a
materia ; deseja saber se exislem trabadlo, prepara-
torios, se ha estudot feilos, te Kt. planta e ornamen-
to de semelhante obra, porque quando se trata de
lixar urna quanlia de 3,000:OUOB para a coi.tlrurcao
de urna eslrada, a cmara nao te deve guiar por
Ouca-ine! Enrarrego-me de fazer-lbes vera
diflerenca qne ha- enlre (raanles e um hornero
brioso!
Traanles! suspirn Filowski. Ah! sou tra-
anla eu que linha cinco mil aldedes captivos quan-
do a Polonia era livre !
Ei acharo lord, de queJp queixa, vossa e-
uhoraljajjjttuntou Carler enajjprn commovido. I.e-
wis deixouTaltar-lhe alguma consa'.'
Creio que Vmc. zomba de mim! disie rugin-
do o janota, o qual sallou e agarrn a Car'.er pela
gola.
Ningflein fez um movimenlo para defender o mer-
cader de cavallot, que eslava em perigo.
Luidos de igual exlento que nio eastaram 3,000
conloa.
O Sr. Mello Franco da oa esclarec ment exigi-
dos pelo precedente orador, defeotfio projeelo, e con-
cille volando a fvor.
O Sr. Sayiio Lobato nega o seu vol
proposla, sobre Indo porque prsenle resolucau
tendo adoptada pelo corpo legislativo constituira
um argumento pondeattb, roncloindo duvida sobre
a possibdidade de eteeicio e realisacAo da etr]da
de ferro de Pedro II, e como lem urna f rbenla de
que esla tirada ha de ter realisada, e com ella
nova poca ha de virao paiz, e reonhece alta con-
veniencia de te manter o crdito desta empela, e
animar o capilars que para ella afflueea. he oh
do a iieg r o seo vol medida que se discute.
A ditri a*3o fica adiada pela hora.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Orramento do imperio.
O Sr. Pereira da Silia fat diversas contderares
sobre a nissa organisac,Ao poltica, apona vares me-
didas requerida* pelo pai, e diz qae ama das mais
urgentes necesidades do paiz, e meio mais azado e
mais promplo para a colonisacAo, o dementa mais
cerlo de levar-se a riquexa, a populacio, a civHs*-
Ao io cenlro do paiz. he odesinvolvimentod vas
de coininuiicacAo, haxa aaimacjle da navegaro a
vapor, he a constroccae de eslradat de fer
Tendo dado a hora, a discussao fica adiada, e le-
vanta-te a sessao.
No da 10 nao houve seisAo.
RELATOBIO
apreseitado a' assembla geral le-
gislativa na terceira sessao' da no- -
na legislatura, pelo ministro e se-
cretario de estado dos negocios es-
trangeiros, Visconde de Abaet.
(Cofteiat
Explicaran dadas pelo governo de S. M. o impe-
rador ilo Francezet ao de S. M. Britnica e
dos Est.idos-Unidot e a intelli-
gencia pralica do* arls. i dos tratados
rclfbrauot em S. 'oa^^H
Segunde vos commoniquei no relaluro do anno
pat!do o governo imperial solicitou em 7 de no-
vembro do 1853, por intermedio das legace deile
imperio era l.ondre, Parla, e Washington, algo
mai explirac&es do governos da- jria-Bretanha,
i ranea e Etlados-L'nidos, acerca dos artigo 5., 6.
c ". dos Talado', que aquellas patencias haviaoi
celebndo em S. Jos de Flore.
Curamuniquei naquelle relatorio as declaraedes,
qne ao nosso ministro em Pars deu o governo de S.
M. o imperador do Francezes, e agora patio a in-
formar -voi da que do) uniros dous goreros rece-
beram at legacoedeile imperio em Londres e Was-
hitsioa.
Qnanlo io arl. ..." o governo de S. M. Britnica
declarou em 29 de abril do anex passado nossa le-
garo que desejava. Unto como o governo do Bra-
sil, que a ilha de Marlim Garca nko fosee traiife-ri-
da aos Eslados-Unidos, nem a qulquer oulra Do-
lencia eunpa, como parecia .vemo bra-
sileiro ; acrescentaudo que o lila i ligo era
assegurar, quanlo fosse possivei*; i alidada da-
quellailha, e prevenir que fivsse ella oceupada por
qulquer estado, que podesse ioapedir a livre nave-
gado dos rio do Prata e seas Continentes, em pre-
juizo dos luiros Eld ios, e que lando
Boeuot-aares e a repblica oriental eslabelecido,
da maneira a mais clara, o principio da livre nave-
garfio dos rii -ole que aquella etiipulacdn,
era vez de inlerfeur com os direilos daqaelles-esla-
dot. leiidjldlB r garandas as inteiiees por
elles raanif
Pelo qu4 respaila ao artigo i,. ablu ion governo
de S. M. irilanica, que nio irligu qul-
quer bloq eo que, conforme o direito das gentes, o
em case .le guerra, podesse por o Brasil aos porto*
particulares pertencenles a quaetqaer estados ribei-
riohoe,
E por ultime, referindo-se o governo de S. M.
linlanica o aa&o ~.. declarou que, longe de ler
(ido inlerr qoerdosdi-
reilos, qoa o Brasil li. I^Hf*8 li,re
navegar/ao do ros,, foi I ocluir este, bem
como lod o) oulrot arligo do tratado, smenle
pelo desejo de assegurar a livre navegaro dos rios
ara (odas as nacGes do mundo.
Em nota de 16 de novembro do auno passado o
governo dos Estados-Unido declarou qae nada de-
parava noi mencionados artigando tratado, qoe ce-
lebrara com a confederarlo Argentina, que no me-
nor ponto podesse oSejndcr o* direito do Braar!, e
que no cano que houveste alguma desinlelligencia
na inlerp etarAo daquelle artigo*, procurara o
mesa governo remov-la conforme os prineiHt
dejene, regras do direito panuco, e quedes in-
teresses do Brasil qoe Ihe compre respailar, como
de ama nicao amiga.
Com as declarar-Oes supra mencionadas, e toca aa
que vea loram presentes dadas pelo governo de S.
M. o imperador dos Francezes, no relalorio'do an-
no passadi, ficaram resguardados convenieniemenle
ot oireitos do Brasil, na execurao e nlelligencia
pratica dos arls, 5.1* 6." e ".o dos tratad celebra-
do, em S. Jos de Florea cem o pretidenle da con-
federaran Argentina.
Uslado Oriental do Uruguay.
Nao lem occorrido no Estado Oriental Urngaiv
movimenlo algum qne leuba perturbada
(raoquillidade publica.
Perdoe-me perdoe-me supplicou elle; soa
pai de familia Todos nos somos pas de familia ;
mandamos fabricar em abundancia ; nosso arma-
zens esiao chelos...
Que me importa isso ? exclamou Chrislian sa-
cudindo-o fortemenle.
' Vossa tcnboria pile malar-me, solurava Car-
ler ; hei de dizer-lhe a verdade I Quando urna vida
he preciosa como a soa, ninguem lem o direito de
joga-hi!
linteri.' apoiou I.ewis, emquant.i o Herrador
de cavados respirava ; isso convm aos adores ou
artistas !
Mas um hornera importante acrescenlou
Slaunlon.
Reluca, Milord, exclamou Carler, reflicla qae
ha milhnes sobre sua cabera !
Reflicla, Milord, repeli a voz enternecida do
Polonez, reflicla que vossa senhuria he o palrimonio
de nosso lilhos !
Houve om movimenlo geral, e lodos ot tqpncce-
dores, acolitendo essa idea sympalhica, rodearan! o
janota repetindo com lagrimas nos olhos :
Sim. Milord. sim, vossa senhoria he o patrimo-
nio de nosso pobres lilhos.
Chrislian largou a prca, tao pasmado ficou. Ha-
via nAo sei qoe anlhropophagia na einocAo de toda
essa boa gente. Chrislian leve como um deslumhra-
ment ; vio a lodoa.com grandes denles lamilo
promplo* para o al.issalharem e comerem em fa-
milia.
Elidi Vmcs. pretender ?.....murmurou elle
remando um passo.
Nao pretendemos nada, disso Crter ; eslamos
lilleralmenlc aos psde vosta senhoria.
Humildes, conliriuou I.ewis.
Suhmisios, acrescenlou Slaunlon.
Sincera e profundamente dedicados, acabou
Filowski.
E-tendemos as mos supplicanles para nosso
charo lord, t irnou o mercader de cavados e repre-
sciilaiuos-lbo com respeilo que hattarao vinli: e qua-
lro boros.
Alas, miseraveis, diste Chrislian, Meavinte>e
quatro horas serao auflicleute para deshonrir-me !
Nao ledargaio Carler piscando os ol os com
trlumpho ; |m>< desta vez linha um argumento sem
replica. Teiioaoajornae, eeiletdirao simplesmeiU machinado
te que tir Edzard leve medo e fugio
Infamia infamia exclamoo Chritlian sulTo-
cado pela indignacjhi,
O* fornecedores encararam-ee ; llnhac relia quan-
lo pndiam.
Releva que demos extraerlo aos ihmsos produc-
tos, diste Carler exprimindo a opiniao do lodo*, e ja
que vossa sanhnria nao qnr allender a nada, pro-
ponhn...
Apoio inlerrompeu Lewis applicaudo o ouvi-
do a um rumor que havia no armazem.
Ahi vem genlc dis.eram ao ajuimo lempo
Slaunlon ( Filowski.
Carler a Dproximou-te de Chrislian, saudou-o pro-
fundaiiieuic, c ditte-lhe em lom resoluto :
Emfim nao gastamos m vto notso dinbeiro,
o rogamos a vossa senhoria que volle para o seu
quarto.
tsariio Vmcs. de violencia? exclamoa o (anata
pondo-se na defensiva.
Com pezar, responden Carler, o qual dea com
a mao o slgnal do combale, e lmente na ultima ei-
Ireroidade. Quer seguir-nos, seutior Mac Aulay '.'
NAo ?... Amigo, ajndem-me, e lveme o senhor
Mac Aula) .'
No monwnlo em que o intrpido Filowtki arrega-
ce va as mangas para comerr o ataque, elevaram-se
vozes do lado do armazem, cuja porta abri-se re-
pentinamente. O commodore DivMsen appareteu
repeinado a morros am criado qae quera impedir-
Ole a nasiagem, e apos delle vinha Edgard. .
O exercilo dos fornecedoret parou consternado.
Ah ah exclamou o commodoro daHHu un
forte murro nos pcitos do criado ; lensbre-s de meu
nome, amigo : Roberlo Davidson Permlo-lhe que
diga por loda a parle que aou um original. Enlre,
Edgard. Oh! eis-aqoi Mae Aulay Senhor Mac
Aulay, vio o mea murro '.' Ma que temblante tem
lodos este acrescenlou vendaos fornecedorei.
Jane cumprio sua pronbaa, 'dizia comtigo
Chrislian ; que mulher I
Saudou Edgard que eslava fri e empertigado ion-
io da porla, e voltando-se para es associados, disse-
Ihet com liiompho :
Ah Vmcs. neo esperavlm por essa Senhor
l.indsay, estou as suas orden, partamos !
A carroagem esl emblixo com todo o qae he
preciso, respondeu Edgard, parlamos I
Partamos.' exclamoo o commodore. Sou tes-
temunha natural e necessaria.
' Oa fornecedores lendo tornado a si do espanto, lia-
viam-ae reunido dianle da porta, e faziam urna es-
pecie de ci nseilio,
Conviim que no expouhamos o perigo .' dizia
Carler tendo om leve tremor na voz.
Somos leis contra um, acrescentoo Filowaki,
congem 1
Deixem-me pastar I eicamou Chrislian diri-
gindo-se a elle.
Crter failou era voz baixa aos eompanheirus, os
quaes liaer.im um sgnal de anenliroento, a respon-
deu a Chrislian :
Milord, nossa resolucSo eslu lotpada : voeu se-
nhoria (era de passar-oos sabr o c.
Poi* bem. ha vemos de passar-lnet sobre o cu-
po exclau
cadeira _
Edgard
o qual lancon mi de urna
ndio-a sobre a cabrea-
manequira, e o commodore a
t dera-lhe maliciosaiueule duis
le a Mac Aula).
animo !. ordenoa Carler aot forae-
linham-se dividido em Ira oa qoa-
ro grupoiV,.
Foi uta fiicc de Iheitro. A ee tlgnal tJM oa
sacias desapparererini como por magia pelas dife-
rentes porta". aoviesf ao mesmo lempo n ranpei
de todas it Icchadnras.
nlinuaT-M-Ht.,
pollegai
- Al
redore,
..-- sanan


\
ffi
AGOSTO 01 1855
orient i* aceordo, documente n. 2,
doan i de determ mr com clareza
o oh dicae e dorarlo doanxilio da
fot* ilil i'pcrio presta repblica 0-
rtem.
_ Ene aceordo foi em derido lempo ratificado por
S. M,. o imperador, t|wlt presidente da repblica.
I" cau declara.!o :
ye o.milis de forc mililar, queactualmente
'agente para
tnleniler-ie como gabinete vcuezuel.no.
A ules, porm, que se livettem colindo os esclare-
cimeiitos necessarios, ful tercos.. Inlerromper n ne-
gncii;Ao, em consequeucia da commoc.ao poli-
lica porque pas-ou aquella repblica nos anuos je
1847 e 18IS.
Poneos annos depois o desejo de dar impnlio co-
loisnco do Amazonas,de desenvolver os recursos
da nova provincia creada sobre aquelle rio, e de as-
|segurar mais o_progrcso daquella regines me-
r** repblica Oriental do: diante acooperacio dos-governos vizinhos", indzio
'fogwyv Hnha e tem por nico nbjecto auxiliar o
Hovero* da dila repblica, (egundi. oexigiam e exi-
gen as uss circurmUncias. para onific.r a nacio-
la oriental por meio da par interna e dos ha-
loiulitucioiiaes, que foca e he um dos lins
principee, da allianca celebrada *.u 12 de onlubro
de l
O"' le auxilia dependera de ac-
ia tovernos, nlo podendo em ca-
p alguna exceder o actual periodo presidencial.
nodia em que Ibe ootilicasse o gover-
) da repblica que te aebava n! felir.es cireums-
poder dispensar a presenta das tropas
l uo territorio o ieulal, ordenara a com-
UaiDediati evacuacite do dilo territorio por
riendo a evacuarao cflecluar-se no
etaor espato de lempo po.svel. nao excedendo em
titiu a dous mezes, contados da data dquel-
la nlificaclo.
a Hoverao imperial poderia lambem, antes
prazj, de que trata a .'.celrtelo segun-
datretirar a forr,a em parla, tu mi lodo, com tanto
que notificaste a sua resol jrflo o governo oriental
rom anteciparilo 4a um m n.
Iiouvessc cslipuladc, nn aceordo ce-
uto eappFovado pela honrada issembla da re-
publica para a entrada-da*tercas imperiaes no ter-
nlori, oriental, que a despezas que com ella se li-
onla da meama repblica, nos
ido de allianca de 12 de
ivern j imperial, desejando dar
s urna prova ^^^ttoea da desinteresa rom
ana preatava aquello artlio. e de teu sincero anhe-
ir oprvir d.> Estado Oriental, convi-
xeder no pedido do enviudo exlraordina-
ro plenipotenciario deste Estado, de al-
cionailo aceordo para aquelle caso so-
menle nos termos segu.
I. QueossoMis ordinarios doi che fe, ofticiaes
il tropa delirba da ilivisAe brasileira,
|uipam:nlo e armamento correriam por
coola do imperio.
2.a Qm lodos o ontros gasto* leste com a tropa
dalinha, eom a t nica eaeopcAo dos declarados no
jar.Lr.pho antecedente, c todos i da suarda na-
. Mdnal, que razia ou hiparte da dita divisao, sem
Iguraa, correriam por eonta da repblica-.
permanecera em pleno visor,
e cumprido, em quinto as cir-
cuimtaneias o aennselhatsem, o art. II do tratado
* allianca de 12deoutul.ro de 1851, e especial-
aeoleeg rtitoquedropoeo egoinle:
* '-> gocernn diirepublin te obliga a lomar me-
didat effieazet ptrqrtitaMecer e cvnterear a to-
dat ps habitantes da repblica na pleno gozo dai
garantas nue l irligos 130, 111,
i, 10. 1B lWe 1*7 da sua
coh'iIuc.o.b
Concordou-se rr.ais que o auxilio de forra presta-
do palo governo imp se eslenderia alm
dos casos especificados no rlien 6. do tratado de al-
lianca de 12 de outnbro de 1851, n |*lo modo nellc
detar minado.
He manifest que, segail menciona-
do, a permauencin da divitio braiiteira em Monle-
i' u0 P0',er;l ir alm dodil 12 da mareo de
1856, c pona asae^orar-voi que o joverno imperial
desejn atdentemeute que as rircumit incias da rep-
blica perniitlam, antes misino diqoelle prazo,
regressn imperio.
* isto na realisado, lie porque o gover-
no oriental e fiIai|o por uio
convenio o lempo da permanencia da-divisao br
lema :m Moo'evido, nao liavia rwSo legitima, nem
consi leracao altendivel, para anienipar-se a sua re-
lirada, nao lendo anda de orrido lempo sultrciente
depois do eslabeltciHieiilo de urna ndem regular na
repul!
to a Hontf
Te mperial sido aoloriudo pola
Iw n etenibrn 1K i por
cnipreslim" a* ;...rno da repblica oriental do L"-
riutoiv. em quanlo julgasse conteoieiile. e sob as
rondicoe que livesae pw-melbo-e^ um sobsidio,
que nao poderia ce Gf| palacOes por
mea, uem dorar mas nava auto-
rba<;.ki do corp < da meina
o imperial ci
i ukiniu, urna locu-
ment j n. 1 do anueto
A |ireilr,io do novo empreslim > autnrisado pela
referida lei o. 7*1 de 30 de selem i veri-
">>0 lonte-
id' i |_
PU lo o govern 10 pa-
tadas niensaes, a comerai d ;ir0 do
referido en
Em virtode*' da bova ce nvencn nqnella qsanta
M lavada a 6O.C0O mil putaces i contar
ez de marco, pagando o goverim imperial a dif-
farafoda 30 paro 60.O0Q oatacOei-, correspondcnie
aos i iczes de dezembro, Janeiro e levereiro.
i-BOlra' i la pelo governo
da. repblica oriental do I ruiua-
o governo imperial a promover negunaciTes com o
Peni, Venezuela e inva Granad, para conceder-
lliesa livrenavegacilo de suas aauas debaixo do prin-
cipio de reciprocidade, navegacilo que fora vedada
rigorosamente pelos amigos tratados de 1750 e 1777
entre Hcspanba e "ortogal, c qoe o soveino impe-
rial lemsempre sustentado que s pode ser concedi-
da por convenci especial.
O governo de Venezuela rerlamou em 1816 que se
removessscm os obstculo* que se opponham ao
coinmercio e cominunicac.lo interna entre os dous
paites pela respectiva frnnteira.
lm 1818escrcveu o ministro de relafes exlerio-
res directamente ao de S. M. o Imperador sobre o
mesmo assumplo.
Por este lempo leve o governo mperial nolicia de
que a repblica de Venezuela gozava de paz.e pnre-
ccu-llie cntao iipportuna a occasiilo para proseguir
as nesociaces enceladas em 1811 e inlerrompidas
em 1817.
m foram as circumslancia, que prreederam a
fluvial e extradico com o plenipoleiicario venezue-
lann, pelos qnaes foi reconbecido e desenvolvido o
principio do utipomdetis para os limites, e conce-
dida aos Venetiielanos, como riberinbos, a navega-
C'o do Amazonas eseus tributarios.
Os tratados de lmites e navegacilo, approvados pe-
la cmara de senadores da repblica, s pendem da
approvacao da dos representantes as duas dsrus-
ses. que anda Ihes faltam, e o governo imperial es-
pera que a nova adminislracao de Venezuela presta-
ra a atleocao devida a nn assumplo, que foi inicia-
do por aquella repblica, e cuja solucao deve prece-
der aos estorbos que o governo imperial de cummum com ella, empregarpara a grande e urgen-
te obra da colonsai.ao .lsaledo Amazonas.
Iguaes tratados foram negociados em Bogot com
a repblica da Nova Granada ; mas a revolucap, que
sobreveio naquella repblica em abril do anno pas-
sado, impedio quefossem ellos lomados emeunside-
rac/lo pelo enngresso.
R'cenlemenle soube o governo imperial que esla-
va reslabclerida a Iranqullidade publica ; e tem
motivos para crer que nao est distante o da em que,
rahlicados os" tratados que se negociaram, como be
mdispensavel. a Nova Granada lambem poderi coo-
perar com o Brasil para a mageslosa e digna empre-
za da colomsarao do Amazonas.
O noso ministro residente, ao remeller ai suas re-
credenciae, acompanbou-as, por ordem do governo,
de notas diplomticas dirigidas aos ministros derela-
cocs exteriores do Equador, Venezuela e Nova Gra-
nada sobro o importante assumplo de que filra en-
cirregado.
Ame de recolbet-se a esta corle, lendo em allen-
io que aos trabadlos do barflo de Uumboldt eram
devidos em grande parle os conhecimentos geogra-
pbicos que nossuiamos das regioes do Amazonas,
cuminunicou aquelle nfiuistro este illostre sabio o
resultado de sua negociarao com Venezuela e Nova
Granada e delle recebeu um. resposla em que e
recunlirce a uecessida/le dse adoplar o principio do
utipomdetis, como nico meio de sabir das tengas
incerteus. que nascem das vagas expressSesdo tra-
tado dmm, e se faz jnstica aos esforcosdo governo
imperial, para tirar as regioes do Amazonas do seu
estado de isolamenlo, c para fazer desapparecer as
antipatlnas que por lano lempo subsisHran entre
ivos vizinhos.
Qualqucr que seja n resultado das negoeiacOes.qae
e arham pendentes, este nobre teslemunbo"de um
nos sabios maisdistinrtos einipafciae faro conhecer
qoe, se nimja nao se tem comecado a colhar o fru-
tos de urna poltica liberal e progressiva as faintei-
ras de \ encanala e Nova Granada, como acooSce na
do PerYi, n,io be certamente por falta de dlitancias
do governo do Brasil.
Os documqnlos relativos todas estas ncgoeUees
vaoappcnsosiio anuevo K.
Iltlore com a repblica do l'eru'.
O nosso ministro em l.ima tem mautldn com a re-
pnhlira do Per asrelac/ies deestreita amizade, qoe
sao chamados os dous palzes por mutuos inleres-
ses^
O governo imperial acaba de recebera participa-
cao que em 7 de Janeiro prximo passado dirigi a
s. M. o Imperador o Sr. general l)om Ramiro' Cas-
tilla ile ler lomado*a direceo da admiiiislracilo su-
prema naquella repblica, e esta cerlo de que conti-
iiuara inalteravel com o novo governo a boa inlcl-
ligcncia em que eslava com o. que Ibe prece-
de"- ^
No arti 5 do tratado que o Brasil eclebrou com a
repblica do Per em 23 de oulobro de 1851 eslipu-
lou-'e que nflo se permiltiria a introduccao de
negro atracos do Brasil uo Peni, nem do Peni
no Brasil.
Para evitar quilquer duvida que no fuluro po-
desse suscitarle solire o verdadeiro senlido da ex-
pres.aoKr./ros-cscraco*leu o goveruo imperial
ordem ao ministro do Brasil em Lima, para decla-
logel na. applicar> das regras e pena, decretadas
pelas leis do imperio para punicao daquclle cri-
Obrigacao para ambos os palies, no caso de ser a
lesislacaopenal de qualquer delles alterada, de punir
os menciona los crimes. segundo as regras c com as
penas que enlao se decretarem.
Emprego de medidas administrativas, necessarias
para obstar a laes crime*, assim como para perse-
guir, processar, e punir os respectivos crimino-
Competencia lambem dos consoles, viec-consoles,
e seus procuradores, legalmente. coustiluidos. alera
dos agentes do ministerio publico, para aecusar os
crimes de que se trata.
Foram tamliem estabelecidas as regras e candi-
roes que devem observar na extradico sWs res-
pectivos subditos que commellerem laes crimes em
conlravenc.lo as sobreditas eslipulacoes.
Eta convenci tem de se. ratificad.i pelos dous
governa. depois de approvada pelos respectivos po-
deres legislativos. '
'> governo de S. M. Fidelissima j a submetleu
ao ctame e sanccJo das cmaras portugoezas, e o go-
verno imperial se apressar lambem a solicitar
com urgencia a vossa approvafflo na parta corres-
pondente.
Prejuizot causado'a subditos brasiteiros por actos
injustos dot cruzadores de S. Magestade tirita-
mra.
Nao pode anda o governo imperial ebegar a um
aceordo com o de S. M. Britnica para se concluir a
KS-Sr** *!? f* saJaa enearregada a lgaefa
ra a celenra^ao de um In-
continua a etislenria do bil
a visita c busca dos navios
pelos navios de guerra de S. M. Brit-
nica.
O governo imperial cnlcndendo quc.independen-
lemenle'de quacsquerroiisideracoesque al aqui tem
suspendido o andamento das ri-clamaca pendentes,
por causa deprejuizos causados aos subditos hrasilei-
ros.anlcs, e depois da pTomulgacilo daqoelle bil,Ibe
compria insistir com o governo de S. M. Britnica
as indemnisaccs que Ihes silo deridns pelo mesmo
governo, onlenou legacAo do Brasil em l.ondics
que apresenlasseas convenientes reclamaces aquel-
le governo, e ella prevente estas ordens fzendo-me
""'iexposi.1o sobre o estado de cada urna para se
del'herar sobre a direccAo que convenha uar-se-
Ibes.
Aguarda o governo mals algumas informacOes pa-
ra expedir ajeriadas instruccoes.
Abolirn dos direitos locaes, i de corporacao na Ir a
Brctuiha para os navios brasileiros.
Informei-vos no relalorio do anno prximo passa-
do que o governo de S. M. Britnica n.1o liavia jul-
,0,,'! ae'*n', as notas trocadas neste ciirle em
1819, para igualaros navios brasileiros aos britni-
cos, quanto aos direitos locaes oo de corporacAo, a
Estas ordens foram alisfacloriamenle enmpridas
pela autoridades daquella provincia, qne nao ces-
s.m de perseguir o delinquentes, alguns dos quaes
ja tem sido poslos em proresso
RECI.AM.VCOES BRITNICAS.
Passaporles dados a eilrangeiros.
Pedido para serem aateaarvaa aos que sabein para
fora da imperio as disposicoes do decrete do lude
Janeiro do corrente auno.
Os passaporles Ao geralmenla considerados como
um meio de polica para evitar que os criminosos,
os llevadora, nu os que se acham ligados a quacs-
quer obrigai;Oes pessoaes, para com o governo, on
osparliculares, cscanem i juslicn, ao pagamento de
suas diviJas ou ao comprmeme de seu deve-
res.
Orcamento para o prximo anno nanceiro
a/e 1856 a 1857.
No projeclo de orcamento do ministerio a neo
cargo para o anno fiuancciro da 185C a 1857, qoe
1 vo er aprtsenlado na presente seiso pelo respec-
- livo ministro (documento n. 10 do annexo O; ped
e- para a despezas da verba secretaria de ella Jo a
a qaanlia da47:ai5|)088 rs. mais 8008000 n. do qaa
ve* foi pedido a volado paraa mesma verba no pr-
ximo futuro anqo financeirn 4* jgsj a 1856.
Den lugar a este aecreseimo de despera o .leere-
lo n. 737de 28 de junho do anno prximo findo, que
sanecionou a rcsolucAo da nssembla geral legislati-
va, em virtodada qual forAo elevado os vencimen-
lodos correio da secrelride estado i. 1:0003000
r, perrebendo antes cada um 800g000 rs.
Pf co para as despezas da verba a legacnes e con-
sulados a quanlia de ;l!l2:775at0 r., isto be, me.
no. 1:5009000 rs, da quanlia concedida para 1855
a 18.>6.
Este ililTerenra provem das scgoinles redueces:
de 16:tMKt)000 rs, destinados para a legaran em Bo-
livia. qoe 11A.. est preenebida, de 3;000j000 rs, or-
denado do cnsul geral no Peni, subiislindo o de-
creto de su., nomeacao do 10 de junlio de 1835, de
l-;lK)?l)(X) rs.. vencimcnlo do addidos is legaces
em Nova Granada, Paraguay, Chile e Roma lugares
esies que se acbAo vago : de 3.0009OO rs. nos ven-
cunenlos do secrclario da legacSo em Londres e dos
cnsules geraes em Montevideo a na Prussia, bem
. c,omo ,lc 20O3OOO r., na consignacllo do expediente
;..i."- icomonmde apazignar. Tambera flcoo eitendido
em Ierra, ferido n cabaea.
Tambem me conste que em Taluliv apaareeeriin
desorden. pr cau ,, qm fc|eberrimo divrlmao.
o de lour,>s,cojas pona appareceram orr.adds com
dS-d* ""!'"""' riva.idade pr"
ava ae,iguiMdi>. e viasdeaete.
el ni,.n" h"""1 '* af""r W'"" P'-OVOC.do-
re. Qi ando llieco.iriuiquai a.iprimelro acon-
teclmentes daquell. eidade^ nAo tive espaco par.
referir-lh. a mmu^oso do Tacto. Agora 'abro n".
cari, de nm am.ao ,iUano qil, n.rrVa, eircums",/-
eias com teda a ver.cidade. Elle diz-
Por caoaa de alguns individuos irrehectidos qaa
aqu temo, tnasime un. que no Ri provoeou o tina-
do depuado Aprig.o na cmara do, depulados, ,-
mossofTrldo alaoma inquieUcoe. O nono suble-
egado.Jo.e Galvgo de Franca chaca, lomoa
louvavel resoloco de prohibir o aso do elvagem
buscape, e alguns exagerados oppozeram resistencia,
fortificada sob a influencia de ideas anarchica, que
embora em diminuto nomcro, lia em Iui. Dahi vi-
eran oceurrencias que forAo alcm 1I0 dia 23, vesbe-
de S. Jolio.
costumes se acba fora da acc.Ao da polica," o pasa-
porte n,lo serve senAo para que se I he preste todas
s atlencoes, e transite sem o menor embaraco das
autoridades, perantc as quaes teuba de ser apresen-
lado.
Como meios de polica, o paaaaparla pode deixar
de ser expedido pelas autoridades do paiz, por onde
lem .le teansilar os eslrangeiros ; suppre este pasa-
poite o visto da auloridade no passaporle que elles
nbts-nham das respectivas legarse. Cunantes on vi-
ea-consules. e aquellas autoridades ajo o devem
exisir da mesma iiianeira por que nao a'exigem pa-
ra os iiarinnaes. coi.i os quaes sAn o eslrangeiros
pela nossa legislacAo equiparados m lodo 05 direi-
los
pressoes c reduccAes a 31:2003000 r
Tendo si lo porra craadn um consulado geral na
t.onfedcracilo Helvtica, e outro no reino de Ango-
la, por assim convir ao servico publico ; Irazendo
creada deste consulados i despeza de 8:700*1)00'
rs. Ilrciu esta quanti de 3(:200ti)00 rs. reduzda ,1
mencionada de 25:."005 Sollirilo para pagamento dos empregados cm ds-
ponibili lade no projeclo de orcamento a qnantia de
8:..995 ',!','.' rul vo,"do P"* o anno financeiro de 1855 a
1856.
Esta differenca que apparece para mais enlre a
quanti oread e a votada, provm de se haver maii-
'"4 CTt\ 'a1" ,0e Pr is, r,1"em ,cn,<" re,- d"10 onsiderar em .li.ponibilidade mais um secre-
ponsab.lidade por quaesquer ohrigacoessociaes ou lario de legacAo. lendo-se dado outro destino a um
nidividiiaes que lenhain contra!,uto.
Como meiu.daaVolecclo, se individuo est livre
spat, a
de-toda-,,-. suspaM, a anlirilacAo doaiiassaporlp deve
ser inteiramenle espontanea.
O governo imperial que de ha muilo reconhecia
os entrare postes a livre cominunicara.i de uns pa-
ra outro? porto, dos eslrangeiros que nelles com-
merciam, ou se enlregam a qnalquer oulra indus-
tria, e a conveniencia de dar se-lh-s toda a liberda-
de compalivel com a ordem publica, procuro., re-
move-los com as disposcoe do-decreto n. 1531 de
10 de Janeiro do corrente auno.
Eslo decreto determina que os eslrangeiros sejam
isenlos do titulo de residencia, e permute que elles
possam viajar dentro do imperio com o patsapnrle
que Irouxercio. e na falla deste, com o dos minis-
tros, cnsules ou vice-consules respectivos, leudo o
visteda auloridade hrasileira. *
Por occasiAo da proinulgacao .leste decrete a le-
gacAo .le S. M. Britnica dirigi ao governo impe-
rial urna nota em :I0 daquclle mez. solieiUmlo em
conformidade, e como complemento delle, que se
ordenaste que aos eslrangeiros fosse igualmente per-
millido sabir do imperio com o proprio passaporle,
com qoe nelle livessem entrado, ou com o que Ihes
dessem os seus respectivo ministros, consoles on
vice-consules, sendo porem visados por urna .iulo-
consnl geral, que se arhava em disponibilidade.
Para as verba das despezas extraordinarias no ex-
terior e no interior, do exercieio de la.1 a 1857,
pareceram-me sufllcientes a quantiiltque para estas
despezas consignou a le 11. 739 de 6 de aelembro de
I85t.que deve reger no prximo foluro anno llnau-
ceiro de 185,Va 1856.
SAo.estas, senhores, as informaces que julgo de-
ver levar ao vosso conhecimenlo.
Palacio do Rio de Janeiro, am 15 da mate de
18*5.
l'lsconde de Abatir1.
' 27 de jiill.o.
O vapor de guerra Jequitinhonha traz folbi le
Montevideo al 21 do crrenla.
No da 1.5 terminou o primeiro periodo d sesso
legiilaliva c foram encerrada as cmaras.
A asscmbla geral por decrete do mesmo dia de-
rogou a le de 23 de malo pruxim.i passado, qoe .fi-
lia os ttulos da divida consolidada, n. razan da
va parte, em pagamento dos direitos das alfan-
De Buenos-A res alrancam a dalas a 18. A eam-
panha conservava-sc peritamente tranquilla. A
guarda nacional da capital fiira lirenriada.
Da Bajada ha no'licias at 7. O general Santa
l"HU
F
deg.i
, y por aquella em-
presliino foi per eojsaezaiiile da 720.000 oaUcors
ou UmtMfSm rZeomn ver,?, dTreiecUva el 1 TZ^ZV^T'^r T^* S ,a'"le!la
di-posicao do art..) do tratado era applicavel a todos
erial encontrn miste emprestmo
n oiiima de 81,1100 palacie e cus res|iecUvosjii-
roa.'.ini virtude 1I0 contrallo, que com o governo o-
riental celebrara ni 9 de ana 10 ds 1853 o barSo de
MatJil. aa importancia de 98,207 |-ios, segundo fo-
ra tslipaladd- no art. 7. da coiivtinrAo de ubsi-
dio. que submelt >u vossn consider.ico.
O goverao imp9ri.1l Tez uom a des ida anlecipacao
ao gKverno da repblica o aviso de que 11A0 conti-
uuaiia a fornacor-lh, o subsidio alm do mez de
novembra.
Denwcacio l imites mire o imperio e o filaifo
Oriental de Uruguay.
Parlicipei-vo 110 relalorio do auna passado'qne e
lal, atteudeodo reclamacAo feila
Palo eoaM||aario oriental, e apoiula pelo respecli-
mamlra corrigir a actn de 15 de junho
ida entre o dous govnnio sobre a liulia
team qoe, tratando do 3'." marco,
linh 1 divisoria do Chu ao puntal de S.
dirasogne a Iteha pela aguas deste ar-
roio at a I rdenando ciod na dita acta se
meriem proprias palivrat do tratado de 1.5 de
maio de 1852, que ta a egoinles segu a linha
pala margein dirtila deste rio, etc.
Em cooiequancia deatn decisao foram redigidas e
asaipoadas pelas coiamisjro biawleiro e oriental
daa oulra acia (documento n. 4 e-5 do annexo
L.J com o alleracao indicada, a>, quaes foram tro-
cadailenlre o repclivos governo, lendo inulili.a-
da a primeiras na forma do esl- lo.
O trabamos di demarcado lem tido levado ate
a cccbilla Je Sanl'Aona.
i eiilre os commiss: rio algumas duvi-
da* eobte a escoba do galbo mais ao sul do rio Ja-
guaraa, a que e refere o ? 2. do arl. 3. do tratado
de 13 da oatobrj de 185 e .obro a delerroinacSo
do verdadeiro aiToio S. I.uiz.
KBffl que uta, duvidaiMenham urna
olacAo rnzoatel a prompla, c nao embaracen, a
conuiiaacas a ilemarcaclo.
Kegoclie?o de limites iosleza.
1 imperial convelo ero qoe proseguisse
em H agoriarAn' in es-rompid.i em 1812 relali-
y *^^Lm I" imperio com aGivanna ranceza,
e fo: eucarregadi desta importante misslb o Sr. vis-
ron le do l'rog.i .y.
OSr. aieeonitedo frigoay, -jae tS aprorunla-
dos eatudos tere feito sobre tedas a nossas quesloes
V '* eropraflMa eertameiite lodos o eus es-
r?esolv.m as dnvdas.-acerca .la
vardadelra intelligencia do art. 8 do tratado de U-
Irecht.
\ulre o averno imper.il a wrfti'anca de que por
m juste com ti governt. de S. M. o Imperador do
t rateare, se (ermita eila quailaii de orna maiieira
atisHeteri pan o dous paizes.
60 Mm se acabaaOas incertezas, de que se lem
""SlSIli c"""pl'cau lobrertida por ca par-
anperio por cao, da aa inestes de limites.,
110 imperial ti:m igualmente em vista dar
ic<, entalioladas em 18
lo onselheiru Arauja Ribtiro, para lixar os
.Vajocteraes sobre Itmittt, naveva.Tio flucial e ex-
traicmetmiiiqiad.n-, l'tnrzuelae Aova Gra-
nada
l/onmuBtqeei-vosnosneu nllimo relalorio qoe n
l-rcidenicl. tornava mlBca*,
, qaa-celubrnra em yoito am
t, o minilro reaidenle em mis-
' publica, g lendo-o l,mt
raJor, a Inca desl
os esjeravos brasileiros 00 peruanos de ambos os
sexos c da raga africana, fo^sc qual fosse cor aue
tivess-m. ^
Concordando o governo peruano nessa iutelligen-
cia, foram trocada entre aquello governo a o nosso
a)ini Annexo I. sob ns. 6 e 7.
' lambem por meio do reve/saes documeftfcns.
8 e 9do mesmo Annexo) foram estabelecidas tT se-
guinle, regras para a extradico dos ditos cscra-
vo: (
I." Que os escravos brasiloiros sern reclamados,
ou directamente, pelo governo imperial, ou por meio
do sen reprcsenlanle na repblica.
2." (Juca reclamarlo pus-a ser feila pelo presi-
dente da provii.ru du Amazonas, no caso em que o
etrravn ou escravos reclamado pcrlenr;am subdi-
tos brasileiros, residentes, 011 establecidas- na mes-
ma provincia.
S, One lambem o possa ser pelo senbor do escra-
vo, peraule a ,utord.le compelenle do lugar em
que elle esliver, quando o seubor Cor em seguimen-
lo delle para have-lo do territorio peruano, ou quau-
do mandar lambem. em seo seguimeulo, um agente
especialuietlle aulorisado para o dito (Im.
I." (Jue osla reclamacAo dever ser
tciain.it
cadiaii
0 principal secretario de estado dos negocios es-
lrangeiros de S. M. Britnica, por nota de 28 de ju-
Iho ultimo, communicou aquella legacAo que as di-
las notas tinham nnicamente por lim participar ao
governo imperial a provavel adopr,Ao de urna nova
le de iiavegarAo, que habililasse o governo de S. M.
Britnica a fazer cesar quaesquer direitos differeii-
eiaes, restrirres ou prohib roes, nos porlosdn GrAa-
Brelanha, a favor dos navios das uacOes, que no,
seus porlos Iratassrm no mesmo pe dos 'naciouaes oo
da nacAo mal favorecida o* navios britnico, e nlo
allmar desde logo daquclle direitos os ditos navios,
para o que nao se achara enlAo aulorisado o gover-
no de S. M. Britnica, em a celebrar-Jo previa de
um tratado, fundado nos principios de reeiprocda-
de. podendo quando muilo. em virtude do acto de
navrgacAo du parlamento britnico de 26 de junho
11819, conceder o mesmo governo aos navios bra-
sileos ludo* os privilegios confer los por esse acto
aos navios eslrangeiros.
do porm o.icto do parlamento de 8 de agosto
18.52 autnrisado o governo de S, SI. Britnica,
ara sem dependencia de um tratado p oler igualar
os eslrangeiros ..os do Reino Unido, quanto
o direitos locaes una >ez que os navios britnicos
1 porto-da nacAo, a que aquelles navios perlcn-
asem, fossem lambem igualados aos naciouaes,
Juanloaos mencionados direitos, 0 governo de S. M.
rtmica expedio em21 de onlubro .le 1853, ti visui
da nota que II.- dirigi a icgacAp imperial em Lon-
dres em 27 de selembro do mesmo anno, as orden
precisis para alliviar os navio brasileiros dos direi-
tos locaes -qii nAo estavam suieitoi os navios bri-
tnico.
Entendeu o governo de S M. Britnica que-essas
ordens Dflopodiam ter um "clleilo retroactivo, a por
isso exprc'samenlc e declarou que s, da data d
sua publcacA), poderi un gozar .0 coinmeceio e na-
ve.-acAo brasileira dos favbres que por ellas llies fo-
ram extensivos. WtF
Em eonscqucuria do que lira expend"
Ca que fez a legacAo imperial em
que fossem restituidos os direitos que demais
cesso, que manda que quem em vigor as leis M
existentes sobre passaporles '\,.n,i p.uzes e-trangei-
ros, segundo asquac-, tamo os eslrangeiros, como
os ci.ladAos bratilciro, sao obligados ueste caso a ti-
rar passaporle.
No domnenlos constante do annexo M veris a
correspondencia bavida a este respailo.
\ os lomareis esle assumplo na consderacAo que
vos merecer
Hcciprocidade solicitada \pela legaio de S. M.
Britnica para sepermilr aos subditos da duas
nacoe* respecticamenle o commercio da cabo-
tagem.
Por urna n-da dalada de selembro do anno prxi-
mo passado, e em virtude de iusIrurcOes do aen go-
verno, convidou a lega.;Ao de S. M. Britnica ao
governo imperial a franquear o coinmercio costeiro
do Brasil a0, navio britnico em troca da van-
lagens, que podem obter os do Brasil no porto d
Inglaterra, .iberios ao commercio cosleiro fclo por
navios eslrangeiros.
O governo imperial respondendo aquella legacAo
lile declarou que renlia nAo poder annuir aos itese-
._ pode
jos manifestados pelo governo de S. SI. Britnica,
visto, como, nAo permilliiido o estado do commercio
e navegarao brasileira que. por omquaiilo, os navios
dcsle imperio possam gozar das vaulagens do com-
mercio feito na, costas da GrAa-Brelanba, nAo poda
ilar-se a^ciprocdad* oacrecda pelo governo bri-
tnico, ^^y^
S'ria preci^*^-a acceder o governo mperial
aquello convite a" rogacAo das lei,, que reservam
para os abdilo, b ;|eiro a commercio de cabola-
aem do Brasil ; tit. 1 deatelornar extensivo aquelle
ftvor, pelo prinripji^e igualdade que observa o
Brasil as suas calaijjM, a todos os outros Estados,
o neste caso a qusi*unjca navegaco a que se en-
lregam os subdilosl brasileiros aoUreria urna oau-
currencia, que muilo prejudicaria os interesse, do
imperio. 1
Veris
com-
30
^^Jirlasde Montevideo com dala de 2
annunciam qua o vapor Camilla, ai
dia 19, fo.. portador de um progra
apresenl.do pelo Sr.D. Andr Lamas
patriotas.
O 8r. Lama depoi de fizar a devida jostira i po-
ltica brasileira, e de apresentar o quadro d siloa-
c.lo de seu paiz, acuescenln ;
a Precipiamnos de novo para as lula da MMa
civil, para as hitas da cau lilhagem. Condeml
nos de novo a viver entre os excessos
cha e da demagogia sob o latcgo de um ho-
inein.
Preciamos fazer j, immedialamenle, nm esfo?'-
i. > '
n'um Ito mortal, ao checheo n'um epirfo, ao p-
talivo n'um gorgeio.
Emlim cada qual peusa da ua maneira ; e o Sr.
Thalberl nn ea piano consegu a que nAo merecen
o illuslrr Castilbo, cora quem live a honra delrocar
algumas palavra, com os seus impaga veis c nunca
as** apreciadaGasees do Barda
Ainda 11A0 eatava bem fTilbhjeido do uslo cl.n-
lerico, quando na inania, do da 22 cabio sabr no
um larnvel lofao, que pouco laltou. que me nao
c.rregis; a cau, a com alia-miada individuali-
dade.
Tnha-me vista aqui am aperlos, s comparaseis
os em qiie leem posto o illustre gavia Lobato J-
nior ao Eim. CancancAo, n Snior o Exm. ehefc de'
polica, 11 candidatura do E*m. fabuco pela Babia
ao Exm. Perra.
1.6a o que lem liavido a respailo, a enlao forma-
ra juizo da gravidade de meo soan.
Oque, mais, depois do cholera, lem oceupadoa
attenc.lo publica, lem tido as incompatibilidades,' o
as eleicoe por circulo, qoe, adoptados pete gabi-
nete, leetn encontrado serio embaraco,.
leem liavido imporlaiilissiuos dcuro, pro a
contra, nn senado, os qoaes Ibe recommendu.
O Exm. Eusebio combaten brilhantemenle o pro-
jeclo, e q 11 asi que me conveneeu. Quanto a mim o
, projeclo como esl* he urna raim borla ; ma, eu
! nAo lenho voto na materia. Creio que pa*ar
anno ; e que a, prximas eleicoee sarao feila por
a Na noile desle da o subdelegado, com a xgu
terca que o governo nos concede, tentn a pnsAo de
algara que, contra sua expressa ordem, rcucdiam.
EolAo comecaram insulte a auloridade, e arranca-
ran! os preso das mo dj forja publica.
Orden, o subdelegado a disperso dos grupos, _
!el olfre^lTron.(rft' "v"'1" rec",neo:*" ar-1 citc"*. "b a '.i.nuencia da." incomp,
.!l..."^r-e"'.lo.al_ro',,lo'' > saiole noile o subde- que, como Ibe chamo, o Eira. FerrazHlao umTrr-
actuaes Exm,. e
circulo, que me
nao he dos cargos
mais dilliceis o de depolado.
Apoi.nl j quando falla um ministre. nJoapoiado,
quando falla a opposico, levantar, qnando se le-
vanta o balizm. (enho couhecido, que he facilima, e
ale lenho feito exercicio em casa, e me acho com-
pletamente ameslrado.
I einos andado cm urna variarAo almospberica
rpida e extrema. Passamo, do fri ao calor, e de-
delegado appareceo rodeado de cerca deSOindviduo
ordeiro. e lebzmenle nada occorreu. ma nem por
isso os fazendeiros, no di. seguinle deixaram de re-
rar-se da cidade. Mi larde provoo.u se a paira-
Iba rom o buscape respectivo; tei enlAo qa os edi-
s>s de ccele levantado remetieran, a terca.
comecou um conflicto vehemente que durou poucos
momentos, sendo que onio-se tropa muilo cdadAo
que
pasara no anuo de 1853 na nlfandega do porlo de
Hull, com a denoniinacAo de pluroes e dique o
navio bnsileiro Feliciana, nao pode ler o resul-
tado satisfactorio, que aguardava o governo impe-
rial.
A correspondencia sobre esta reclamacAo consta
dos documentos juntes do annexo M.
Rtelamario \do subdito brasiteiro Gumereindo de
Mallos. 1
Esleanb lito brasiteiro recorreu :i legacilo impe-
rial em .Montevideo, para conseguir, por intermedio
della, que o governo oriental itie reslitiiisse mil e
quuhenta rezes. e cincuenta cavado mansos,
que Ibe haviam sido extorquidos pelo tinado Fructo
Rivera.
Esla reclamacAo acbava-sc competentemente
processada pela anlorilade do departamento,
onde Uvera logar aextorsai, sendo indicadas as pes-
sois cincujo poder se achara o gado.
Neslas circomstancasfoi ella aprrsenlada pelo mi-
nistro brasilciro, e acolhida pelo governo da rep-
blica sob prometa de ser satisfeita na primeira pliase
fayoravel que se manifestaste as renda
tilicas
*, >ercis a corrpsionanca trocaj^nl
ndidoa n-lau^jjiianjn^^rfrneio SI
Londres, pan. '-perldmucao de snbdi'toi brilaniroTlmi
0110 i.amic ., n.... ...
bre esle as-
pu-
Ses mezes depois julgou a legarao imperial que
nao era po.sivel retardar por mais lempo a solucio
desle negocio, e conveio com o governo da rep-
blica em que o reclamante receberia um iudemnisa-
cAo de onze mil pataces, sendo 5,700 .i vista, e o
resto em una latir.
Em 2 de uovembro do anno passado, fui informa-
do pela legacAo imperial de que no da 2 do mez an-
tecedente haviajido paga a importancia da mencio-
nada lellra, brando assim completamente satisfeita
esta justa reclamacAo.
.. acoiupanliada^aBusc dada por urna forra oriental em urna faztn-
Ululo, ou docsjfcnlo que, .eguudo a leis do da do subdito bra.item, Antonio Neta.
var a proprieda
.*q
c se re-
t
leg;
traa
-tado.
1 em 1.5 .Jo jiinlin do anau
.00.
1 de qun foi iii.umbidy o comuien-
ifrucliferas;
Brasil, sirvam par
clama.
5." .Que as despezas com a apprebensAo e devo-
I11C.A0 do escravo ou escravos reclamado correrAo
por conta do redmanle..
Reclamaces.
Na, extensa, re .cues que o imperio boje mantcm
pelo seu desenvoivimenlo commercal e social, nm
011 outro faci lem sido ohjeclo de reclamacAo.
O governo imperial lem sempre encontrado as me-
lhores dispoMcoes da parte do, outro, governos para
allender as reelamaco dos lubdiios brasileiros, que
lem e.ladonoca.0 de.erapoadas; e se algumas
.....la cslfloacdente, he de esperar que sejam em
lempo opportuno ravoravelmenle decididas
O governo imperial lem por outro lado procurado
lambem allender i que Ibe sao submeltidas pelos
govetnos eslrangeiros; e he para mim alisf.clorio
ler de commumear-vo que dahi nAo tem viudo ao
imperios menor complicarlo.
Varas destat reclamaces referem-te as nossa,
leis liscac, que o guvernu j lem modificado, e pro-
curara modificar nimia, lano quanlo teja compali-
vel comaneeessidade de orna boa scalsacAo e o
.nosso systema de alfandega; nao sendo sempre pos-
.ivel dar um. solucio favoravel, quando nAo se w.de
conciliar o pedido com aquellas leis.
-_lasua manrionar-vo algumas dessas reclama-
laja tanto pela sua nalureza, como pelo estado
em que firaram, quando vos aprescnle o mcu- rota-
torio do anno prximo passado, nAo .levo omittir
nesta expos.cAo ; e se omilloTntras que ainda es-
to pendentes, o governo imperial par isso nAo dei-
xa de preslar-llies siria alleneAo.
Reclamaces hraiileirai.
.Medidas legislativas aollriladas pelo governo impe-
rial ao de ;j. SI. I"i.lclissi.na afn, de remediar os
inconvenientes, nao previstos no cdigo penal por-
Inguez, pelo que respeila falslicacao em Portu-
gal, de moado com enrso legal no imperio.
.1.. tivea honra de expor-vos, no men precedente
relalorio. os ponderosos motivos, que induziram o
governo imperial a solicitar do de S. M. Fidelissima
a adope de medidas legtlatva e de admi-
nislracao, que, remediando os inconvenientes, nAo
Umhem previstos 110 cdigo penal porluguez.promulgado por
ratiln a- decreto de 10 de dezembro de 18.53. lurnassera cf-
Complelando as inforiiiacf.es que em meu prec-
danle relalorio live a honra" de ininstrar-vos acerca
desta reclaniacAo.lei.lio a sal.if.irao de Irazer ao vos-
so conhecimeuto que. segundo me commmnnica omi-
nislro brasiteiro em Montevideo, em sua confiden-
cial 11. 82 desle anno, acba-se 'aquelle negocio re-
solvdi satisfactoriamente.
fra.m;a.
ReclamacAo do subdito brasiteiro Jos Antonio de
Figueiredo.
Carga de aaraear apprebendida por um vapor de
guerra frau:ez .1 burdo de um navio rojeo.
Em sua vagem de Pernambuco para Valparaizo
fui capturad.., por um vapor de guerra frai.ee/, o
brigua russo Curiren, fretado e carrega.lo de -
car slo negociante brasilciro desla praca Jos An-
tonio de Figueiredo Jnior.
O caplor, lendo em corsidcracAo a naturezs neu-
tra da carga, e as circunstancia, cm que f.ira captu-
rado >> navio, nenhuma duvida levo e.n entregar o
carregamenfo, sol. lianca, para esse lim dada pelo
respectivo consignatario en. Valparaizo.
Infirmado desle negocio expedio o governo impe-
rial .1 legacAo imperial em Paris as iii-lruri-r.es preci-
sas que para rerlamassedo governo francez o levan-
lamento da lianca,o que com elfeito fui realisado, co-
mo era de esperar, segundo me communicou em pf-
ibcio de 3 de Janeiro deste anno a mesma le-
gacAo.
SARDEM1A.
Prisao tm Genova do marinheiro brasilciro Joiio
ote da .iilrrira, pertencente trpolaco da go-
leta sarda Rosario Segundo.
Em meu ultimo
iraeatyt-W, d.irsnle all, anirr os respectivo, piel
nlpetrtcls'r^ algnma que foram cun-
si(mds em am protoi "
A derlaraedes por p
feclii.isa preveurao e rcpicssAo do criroe do falii-
. de moeda brasileira. qoe tanto damuo cau.
av, pela sua reprodoccAo e frequencia, s im-
porlaules relaciies polticas e commerciae do dous
Kjjtnerno do Equador,
H#e protocolo podem l. r alga*. ,|ia apulieaSlo. no1
ciw de termo de lrtar cun n Kqnid ,r sobre limi-
U. n.ivcgajti. fluvial.
O governo d) Equadur allegr. o estado excep-
ciiiial; em que actualmente seacj.n a repblica, pa-
ra mV adoplar por ora confieso com qae o Jlra-
H Ihe olfereca liberda le de naiegacAo em soiua-
goas do Amaxonas, promeltendr enviar a esta cor-
te urajninisirc a querniaMCorametleria ella simaor-
Unle asratopte. '
No decurso da conferencias, que, sobre este as-
sumplo, leve o ministro hrasileiro em Lisboa, reco-
5, nheceu seque o meio mais pruanplo e efllcaz de con-
- ciliar os inlercsse dos dous parzes, era a cetebra-
cAo de maconvcncAo especial.
Adopta lo esle expeliente prlncipieu imroediata-
menle a negoriacAo para qual foi aquelle minittro
munido das precisa, inslruccf.es pelo governo rape-
nal; e s depu, de militas combinai-oes lie que foi
po.Hvelconco.dar na eliplces, que deviam ser os assassino
rniBkrehrndid.1 na dita oonveni.Ao, a qual foi asi-
gnada no dial 2 de Janeiro ultimo. Documente d. 3
do Annexo t.
os britnicos pTHa receberem
a parle qae Ihes compete das presas fmiiMs ha
poca da independencia, e no Rio da l'rata.
t para screm indemnisados de direitos indevida-
marte pago em Slonlcvidco em 1827 e 1828.
o ministro de S. SI. Britnica junio a esta corle
continua a nslar afim de que sejam resolvida, de-
finitivamente as reclamaces dos subdito de sua
naro, ha muito lempo pendente de solucio do go-
verno imperial.
Procedem estas reclamaces: l..da parte da
presas foilas durante n tula da nossa independencia
e da guerja do Rio da Prata pelos navio de auer-
ra da armada imperial, a que se julgam com Jireito
alguns subdito, de S. M. Britnica, qne serviram
naquelle lempo na mesma armada ; 2.<\ da ditTrren-
* 'os direitos que pagaram nm anuos de 1827 a
1828 em Montevideo, quando fazia parle do impe-
rio do Brasil, algumas casas commerriaes britnicas
por importarlo do mercadorias inglezas, que na-
quelle lempo eram conformo o, tratados existente,
entre este imperio e a Inglaterra sujeila somente
aos direitos de 15 *, como pagavam os subditos de
S. SI. o Imperador dos Francezes, em virluda do
tratado celebrado cm ti de junho de I82ti.
Achando-se ja estas reclamacOes alTecla n vos-
sa decisAo, julgo somente do meu dever cha-
mar sobre ellas a vossa allenco, esperando que as
tomareis na devida consideracao. de sorle que na
presentirsessAo nao deixeis de habilitar o mesmo
govnmo a dar a respectiva solucAo.
NOVA GRANADA,
Incu.-soes no territorio de Sota-Granada.
O govirno da repblica da Nova Granada, por
nota que dirige ao ministro residente do imperio em
19 de outnbro de 1853, quoixou-te de alguns abusos
praticados na fronteir do Japura contra indios do
territorio repotado granadino ; e o governo impe-
rial, tendo ouvido o presidente da provincia do Ama-
zonas, e sendo informado de que efectivamente nm
individuo, que naquella frbnloira exercia o cargo
de director de urna aldea de indgenas, dera motivo
para semell.aule- queias. rerommendoii aquelle pre-
sidente que conlinuasse a fazer todo o poivel para
evitar a repetidlo de tac abusos, e mandn demillir
do emprego o cidaJAo que o cometiera. Annexo
M.
O gabinete granadino nAo dclxar por certo de
apre.-iar as providencias adoptad pelo do S. M. o
Imperador,..e-le assumplo,entiudo o governo impo-
rial que nAo possAo ser ellas lio-completas, como
sen de dewjar, em consequencia das dividas que
subsislem sobre a extensao do dominio lerrilorial
do imperio e da repblica com aquaes confina.
Junto do crdito publico.
Tendo sido concedida a dispensa do lugar de com-
missario imperial na junta de crdito publico ao
conselheiro Antonio Nicolao Tnlenlino, foi nomea-
do para esta commissao, por decreto de 30 de maio
do anuo prximo passado, o secretario da legacAo
co supremo ; precisamos dominar.no-nos a noi me
mns para poder dominar 'a situacao. E como nih-
gueni enlloca em frente da bandcira pessoal do go-
verno, a bandcira do novo partido em que deve re-
tundir e ludo quanto lia de bom, de patritico, de
honesto, de iudependenle nos amigos partidos, le-
vanlo-a eu, eu que por em duvida' menos mereco
esta honra c menos a desejva. Levanto-a ie ni-
camente para que receba aquelle que man digno
ter.de sustenta-la.
u Rompo publica e solemnemente es-n divisa co-
lorada que de ha muitos anuo nao he minha, e qoe
nunca mais o era. NAo lomo, nAo. a divisa blanca,
que nem foi, nem nunca er minha.
_ Repodiando as divisas, repudio todas n Iradi-
cesodiosamente pessoaes e de guerra civil.por ellas
representadas. Dessas divisas, desses partidos, s d-
milto a memoria e o respailo dos aervico prestados
independencia da patri commum pelos homens que
deltas lizeram uso. 11
O Sr. Lamas aprsenla depois nm programma p.-'
ra o parlido em que se reuiiam aquelles que deixem
de er blancos't colorados.
As bases princip.es sAo estas.* -^ .
"AmerdetudocsEr ludo, a conslitoirao do
Estado.
A allianca brasileira, genuina e dignamente
entendida.
A sJUaaca brasileira, diz o Sr. Lama, tem ba-
ses naturaes. dignas, altamente proveitosas para os
dous paites. A primeira he a nossa paz, que lie a
primeira e a mais capital das uossas necessidades. A
segunda he c-.mbinacslo intelligaulc dos interesse
econmicos dos dout paize.
A nossa prosperidale he um interesse do Brasil
como paiz productore consumidor. Dessa combina-
cao he que Inte de sabir os millides que desacorda-
damente se procuram por meio de inlriges e de
pensamenlos polticos. A base desses mi-
-------------. .,,,,
quins. Esperamos algiima forra da capital, tem
qual 11.10 podemos estar tranquilos. Eslao instauran-
do procetso.
Desta serie de fados anormaes se pode addoiir
urna consideracao; que o principio de autordade ote
esla bem firmado centro de algumas provincias ;
anda ha mullo antagonismo, ainda uo chegou a
poca de se congrassarem (mnimas cm lodo o pon-
tos do Brasil ; e pois aquelles qne quolidianamcnte
repelem qne nao se deve reforrar a autori lade, igno-
rara as circunstancias de muitos logares das provin-
cia, yuem se interna por ah alcm reconhece qne o
principios proferidos pelo Sr. SavAo Ao muilo ver-
daderos. A auloridade enrraqiind.i, por assim di-
zer, na roca, perde o prestigio, e suecumbir se os
turbulentos cssim quizerem. Nesle desagnisado de
lid entrou algum elemento partidario : o principio
conciliador ainda nAo foi all aceito, embora aquella
cidade hnha prorniiiicnc'as muito esclarccidUs, cun.o
os Srs. Pacheco JordAo, Emygdio da Fonseca e on-
Iros membros desta grande "familia. Parece qu en-
tendemqueascircumstancia da loealidade ainda
nao se cad.inao rom os consectarios concilalono,
que, em these, sao satinares.
(Carta particular.)
(Jornal do Commercio do Rio.)
man
CORRESPONDENCIAS OO DIARIO
DE PEHN AMBUCO.
Rio 25 de jotbo de 1855.
Caro mi'. ft'ao e ainda como posso empu-
uliar a penna, e faz-la mover para dar-llie noticia
miulias; lal lem sido o terror de que me possui eom
um alan/u dado peloSrs. Esculapios desta corle,
de honrosa mencAol
l'ozer.m-'iie nerrai Mno 11111,1 joven romntica,
ou como una vetl.a auMarada de Irovnada '. ',
.Malditos llypocraMB, por brejeirada, ou p-
nico, lal revoluco calsar.im em meu systema ner-
voso, eu vo no perdoa o susto, que me li/etles
curtir I t>. *
He o caso. Corra por aqui. e Dos me perdoe se
eu falsamente uspeilo, que a noticia era muilo de
proposito augmentada, que-no Para existia oJudeu
Errantt, ou o seo companbeiro inseparavel o cAote-
ra-mor6; e essa noticia nos Jrazia cm sustos, prin-
cip.lmcule 1 mim. yue nAo lenho coracem para te-
lar com ininiigos nvisjveis. Muito e leimav. anda
acerca do sexo daquella epidemia, e a humanidade
aociosa esperava que essa quetlAo salvadora fosse
decidida, para saber como a devia tratar. Pelo sin.
e peto 11A0 a polica nao de-cancava em amnuloar o
lnoe materia mixtas, qoe alcafamesla heroica ci-
dade, e a mnnicipali.lade illustre rednbrara em seus
esfon;o para regar estas mas rom a fluida e aroma-
tica lama, que lirava dos grandes depsitos em que
se amoutoava de noile, Auiiido dos innmero poros
da .inmensa babilonia.
Eslavam niCousas no melbor p. e aleo lazareto
das Maricas ,0 esperava por eliolerieos para fazer
subir em tengas espiraeso fumo d'Havana. e sallar-
as rolhas da crepitante cerveja e champagne.
Eslav.m lodos a poslos, e at lodo o di. f-
ziam exercieio de fumo e salla rolhas. Era bonito
na par, na prodcelo, no con-
accommodando-se o governo, \ ?ram"se Mintete de Bacrho americano, apar
ule, aos recumos cluaes, en- I ""-* a medicina ; mas a calma apparece, o pai
gencia e abuegac,no j pacM-1 nL. a___:______
ilici alta
uindo un
les desaira
|oMIB pi
b illm e
todo,
'parecem
do estado em
moi
Ihoes esla smenle
sumo.
Querer substituir essa base, abaixando-no ule
o papel de moudigmles, ou fazendo do nosso pobre
paiz urna especio de lid Braz, lie caliir intilmente
na dcgradacAo c no ridiculo. O Brasil nao pode dei-
xar-se engaar por inleressadas adhssde, nsm ame-
dronl.r por bravales que revelara urna ignorancia
completa da, cnusat do Brasil. ..
O Sr. Lamas enlende que he condirJo da inde-
pendencia o baslar-se a si mesmo, e da allianca vi-
ver rada um do seu ; e que o seu paiz deve e pode
bastar-se a i mesmo, ac
humiUe e honestamente
lregando-se com inlelligeneia e abnegarlo a p___
cacando paiz, por meio da urna pililica alia c emi-
nenlememe conciliadora, e imprimindo urna nova
direccAo uosespirilos, abrindo tente
de bem estar, etc.
O Sr. Lamas oceupa-se delalhada
estes objeclo, e indica o meios q
mais adequados para tirar o seu paiz
que e acba.
O Sr. Lamas nAo ere que seja absolutamente ne-
cessaria a ronservacAo da divisAo auxiliadora brasi-
leira em Sloulevido.
Quanto relace exlernas, diz o Sr. Lama :
Demos por basa nos, poltica externa e in-
terna a hoiieslidadc, a loatdade. a verdade, a juli-
ra ejustic.i bu igualdade em condicoe iguaes.
Queiramos s.imenle cousas justas e dignas. NAo fa-
camos uiysterioa inuleis. A mellior c a mais hbil
diplomacia he a que se funda na verdade e na sin-
ceridadei
Nadaba de culpavel, nada que prejudique le-
gilimus nurre'scs de lerceiro na allianca brasileira
tal qual fo. entend b. e pactuada. Execulada digna
e gen.unamente nao pode dar pretexte a recelo (las
mitras polencias. nem occasiAo mineracAo desleal
desses reces.
Como meios de aefjaa do novo partido, prop6e
o Sr. Lamas lodos quanto estoja.11 dentro da leguli-
dde.
" O motn., diz o Sr. Lama, mal. c.-iudilhos,
mas faz brotar caiidilhos. A America beipa-
nliolaae tem desbonradu conforindn os ttulos a su-
prema magistratura pela voz do saetn, ou nos cam-
pos da guerra civil. O crime que as sociedades
regulares conduz terca, na America he-paiiho-
cosrTWanVd1'!nir.C.''CV,',m C0"'luZ,r *" ehuLw^ *'r;,l,e e,,ar Jl"-^am -I aliare, laterae. I
co ., Mana, ja fumecavam. e ancioso peravam como deve aber. elrrTan ~i3, h .i i_.u- .
relalorio vos parlicipei que,
Jehando-se preso em Genova o marinheiro lirasileiro
bao Jos da Silveira, aecusado ds crime de alta pt-
rataril, tinham sido dadas a legacAo imperial cm
Turin as nslruccoes precisas par. que fossem pro-
porcionados aquello subdito imperial lodos os meios
de defeza e soccorros de que carecesse.'
Tenlio boje a salisfacAo de commiinicar-vos que.
nao (.lisente as dilllcuidades que fui de mister ven-
cer durante o curso do processi. foi afiuil sbsolvido
e poslo cm lihcrda.leodilo marinheiro. .
Herlamarofs eslrangeiras.
Descuvolvimento do tratado de commercio propos-
lo pela legaco da repblica Oriental du Lru-
guav.
O ministro oriental tiesta, corle propoz ao gover-
no imperial o desenvolvimenlo do tratado de com-
mercio de 12 de outnbro da 1851, dando-lhe por
base a mutua abolicAo de todo o imposte sobre o,
producios i|i,.< dous p.i/.es, a concessAo da navega-
5A0 em commum da lago* Slirim, e liualmenie a
excciH.-Ao do arl. I'J do dito tratado relativo ao reci-
fc do Sallo Grande do 1 ruguay.
O governo mperial mandn"oavir sobre esla prn-
posta a ecc,1o do negocios eslrngero do consellio
de estado.
/:.rtradir~io de criminosos.
Toiido liavido alguns nssassinalos na provincia do
Rio Grande, o constando no governo imperial que
e seus cmplices se reugiavam no Es-
tado Oriental, foram expedida a, convenientes or-
dens logacSo em Montevideo para que reclamaste
do governo da repblica a prisilo entrega desasa
. -- -"------ ------------------------- >-l^^IM T"----------------------------------------------- .*...-.(; 1.11 IIIIW II 1 i I l ~ |II 1 lt\f
imperial em Slonlvido Antonio Pedro de Carvalho laVonduz anda prasidencia. ComTrc acabar eom
Borsts.
l)o relalorio que vo aprsenlo no annexo K, re-
reis o estado da divida oriental, cuja liquidacao
e el issiliciicao fi incumb la junta de 1 rdito
publico, bem como a, (lispon-es que respcilo da
mesma divida lem sido lomadas pelo governo e c-
mara da repblica Oriental do Urugauy.
Por omete de 3 do correle nuz, que acaba de
receber o governo imperial do commistario hrasilei-
ro da junla do credi.te pub ico, v-se que forAo cla-
silicado pela junta, no mez de abril, diversos cr-
ditos reprcsenl.nidoo valor de 789,303 pesos (28 re,
tirando convertida em ttulos de divida publica a
minina de 12:175,218 peso 267 ris. c amortizada
como dez mil peso correspondentes i iimorUzacAO
do mez de marco, a soinma de 291,800 peos.
Despezas do ministerio dos negocios) eslran-
geiros do annojmaweiro de 1853 a 1851.
Pelo quadro demonslralivo do crdito concedi-
dos a este ministerio pela lei n. 6U8 de 11 de selem-
bro de 1852, e pelos decretos n. 1339 c 1340 de 28
de feveteiro de 1851, que j vos forAo presentes .
sessAo do auno prximo passado, bem como pelo das
despezas que pelo mesmo ministerio se ordenarara
no anuo linaneeiro de 1853 a 1854, annexo O, re-
reis que em todas as verbas do orcamento respectiva
licoua favor do crditos nm saldo de r. 20:1858713;
sendo no f,. do arl. da referida Ie.det:l42e985;
no de 13:2183728 ; no 55 3. de 386866*; no 5
1. de 4:S655265 ; e 005. de 1:172-061.
Crdito supplcmentar,
Nao sendo suflirieute para salisfnzer o vencimen-
los do empregados em ditpnnmilida.le no corrente
anno financeiro de 1851 a 1855 a quanlia de 5:0005
r., que a lei n. 719 de 28 de selembro do 1853 con-
tiguao na verba do 3 do artigo 1: foi aberto
por este minitler) um crdito supplementar de
2:6505000 r.. como cou.la do (lcrelo sol. 11. 9 do
aunexo O. que espero sera por va definiti menle
approvadn.
isto.
O paquete Camilla, como (lisiemos, chegou a
Montevideo nu dia 19, e duas horas depois linli, lu-
gar urna ron.nao de pessoas nolave.s, na qual foi
lido o programma e aceito unnimemente. No din
20 suppuuha-sc nrgauisado e assegurnva-se que reu-
nira a pessoas mais inlelligentcs e abastadas dos
antigos partido, blanco e colorado. Ele movimcnlo
passivo ganhava ja a rampauha.
Ocroso fra nccrescenlar que esle novo parlido
cmbale a poltica e a rccteicAo do Sr. presidente
l'i'.res. Devenios esperar, pos. luevcinriile acon-
lei inienlos notave no Eslado Oriental. Ovala que
elle nAo provoquem urna guerra civil. Seria este
o maior dos males para aquella repblica.
------ IM!
S. Paulo.
24 de jnllio.
Que terror por ahi vai! Tarabem para o Pauls-
lanos viro o oVc- eria"'. Gibemos todos para a ser-
ra de Santos, horror frnqidus membra quatH ao
lembrar que daqui a pouco a perouha asitica poda-
r vr fazendo sen camiiiho para sqni. Tenha Dos
coinpaixo da us, sem diuheiro e sam mdicos ;
all no lim te arrullar, a maldicAo : aqui que ser
de niisl
Deve fazer idea do que vai para por c ; he ane-
gada a occasiAu de lodos ie lembrarem de Dos ; nao
ha heregeou scliismalico nos lempos em que se vai
ao por! > do salvamento com tanta aummarie lade.as-
im como nao I. quem nAo se k.nbre no calendario
do no me de .-aula Barbara quimil, ribo m ha o
IrovAo. A r.i/.lo he sobaja : .5 minutos nAo dAo pa-
ra as ultimas despedidas, nem para reconciliar-
monos de todo o mal que c por bailo fazemos ala-
riamente un aos outros.
Oestr.vagsnle diverlmenlo de fogo tem ldo fa-
tal emanis .le uma pi.vnacAo. Agora me vete ao
c.nihecfiiieiilo que em llolocAl, na veipera de S.
JoAo, honve um conflicto bastante grave, de que
.-------------- etpernvam
doetiies pan mptirarein, que por muilo aprestado
que anda-so o rholers. 11A levara mullos afTeclado
ante de veucerem elle as 5tegua, qoe separara a-
quella MI.;, desle porto.
A nossa j inla de hygiene be muilo e muilo cn-
telos.. Tinlia ella prevenido at cuta da forma, que
so o cholera atacara um cerlo uumefo de docnles
n um segundo dado, de hora em hora, afim de qoe
uem os afleetado esperassem em Ierra, e nem os va-
pores seaustem cora um numero inferior sua lo-
laCao. Tudo. ludo eslava prevenido; e ainda que
enfermasse um centesimo da populai-Ao em um dia.
cubera no liospilal. que foi hite elstico como as
modernas mesas de jaular.
Gom todas es-as providencias Ilustradas esensa-
uis. como pode ver, o Exm. Paula Candido afliancnu
em plena augusta, que elle 11A0 dava licenra ao Sr.
conselheiro cholera para desembarcar.
Cliega o vapor do norte, vai o Exm. Paula Can-
ddo a bordo, faz fumigantes c asperges, manda mu-
dar a roupa aos escravos e recrulas, oflerece aquel-
le despojos de roupa nnmunda em holocausto a
.Nepluuo, poe o paquete em livre pratica. Des-
embarcara os pass.geros, eonfirma-se a nolicia
de que no Para liavia o quer qoe fosse com cara de
cholera, que ceda a uma boa dote de agurdenle,
im-se o timorato. ...unaos da pinga, ale-
pavo-
pauica
Das depois surge, em uma bella manbAa, o cho-
lera com todo- o seu hediondo aspsclo. II.us casos
de cholera, .nzern un, dez ustentam outro, cem,
mil, dous mil... Oh meu Dcus! Aqu perdi en a
coragem... e comgo muita gente...
He cholera, c fulminante, diz o Kxm. Paula
(.andido, en o vi; 11A0 he espordico (eu no en-
tendo esse ingrolio Oh que morrem lodos, diz
.1 medicina.. Jess gritara as velha. .Ciiesuem o
burros : dizera o, Minetros. (.Liando ha vapor?!
perg.11.iam os nortislas. Voa-me serrs cima gru-
IIikoi o Fluminenses. Aden patria: chorominqam
os dtgnissimos. E eu, cu digo reqitiescanl in pace !
Chovcm a providencia para enterrar o cadver
do nico mor lo, que por isso mesmo etevo|SMepul
lo al a quatro* d larde ; para conduzr sWfarc
utro doenle, que por isso mesino s seguio s
portugneza.
Eu creio, que elle em vez de lirar pe calos 11.1.
liumaiiidi.de. que Ihe cahir deb.ixo do bistori.
Pede e cura .' Se elle cursase para pedir, ea te ia.
porque lenho um bom par rPelles, qoe me irazem
atropellado n'esla ra; ma como pede para curar
la nSo veo. porque nAo quero Irazer mais um calo
na algibera.
O aeronautas desanimaran. xeurtJo
nuvens. e muslraram, qae tenso Ihes chegou a
- 28-dejolho.
i-negoii o paqoele do norte, e ficou de qoarenle-
1, porque as noticias do P.r to triste. Aa car-
L;s, e jornaes vieram ebeirando a acido, eom qoe u
Exm. Paula Gandido os fumigoo. Reapparecem os
sustos; mas anida ha quem sustente, que oAo ha
cholera, nem mesmo no P.r.
*>
A maioria da cmara parece estar insubordinada,
nizem, que he por causa dos circulas. KSo quaraoi
eleicoe circulares pan que nAo saiam depsstjjK'
quadradoe.
Corren, que tinham apparecido unIr, aaastr-
sos de cholera, um fulminante ; ma dizem al
enlre elles o Exm. Paula Candido, que asta foi
ataque apopltico, provocado por ndigeslAo.
v a -
>Ao ha nolicia, de mai caso,.
O vapor, que foi dos veze traoaferido. e
talvez anda o teja, por cauta de condozr reci,
para o Par, sabe amanilla ao meio dia ; e e
jo-me obngado a Techar esta hoje, cinc
para que nAo fique. .
. Saude, e quanlo he bom Ihe desejo live
lera por loda a vida.
-N B-Esquecia-me dizer-lhe, qoe no
co benedictino F. Francisco de Santa Maana
arl* ecul.risoa-se, e que segu brevemente.
He um moco de talento, qoe pode bem er apro-
veitado 110 seclo.
Reenqjniende-o ao seos amigo.
RIO GRANBE DO .NORTE.
Oolaanlnh Id ajo ato.
Comm.inico-lhc que terminou a urpl.au lad
que eslavAo, ha muito le
os termo, desta vill 0r. Xo dia
2<>do quo lindou, p.ssoa aqui o jui municipal o
l'r. Luiz Rodrigues LAIbuquerque ; e estando a
cmara em sua ses'Ao exlraordii.au o u-
ramento. Aqui se teni demorado,
paralo no furo.
Como rra natural, lodos poseram a miras no uo-
vo juiz; < eu que 11A0 eslou o ultimo quarlal da-Vi-
da, pnz-me de alal.ia em observ.cAo. ] ti se po-
de formar algum juizo seguro uo curte esparo de
poucos lias, digo-lhe que gosle das maneiras de
juiz : no teu primeiro passeio dirigise a matriz
bom signal, dise eu a mimme>mo:1 assisiioa no-
vena com porle de chritlAo velho, isto be, sem o
reme, hidoa de certa gente, que procara passar por
grande, menoscabando a religiao. loave musa
cantada no di de S. Aorta ; e qiero 'he o
que de 11 uilo mcu agrad observe! fazer tuiz. Coa-
su.
.-, ....... ............. ,v 09,a<,.c .mo, .ie que
A exposicao que precede esle decreto, Justifica resultou Oc.rem moras 5 petsoa. O subdelegado
] quiz razar sua obrigacao, iotervindo entra o poro
cinco, cusi.-ndo sn.i passazm, em um vapor, tre-
zenlos mil ris ao Balada *
A" tarde, o Exm. Paula Candido com nm Irambs;
sei duzas de linas, urna companl.ia de pedestre,
nm milheiro de tijoltos, duzenlos f.gareiros, e alo
sei qiiaulas garrafas do lab.1rr.1que, ateguu, sulTo-
cou, lavou, aspersoo, caiou e esfr.-goa o cholera na
casa em qne df parece.am aquelles dous caso da
molestia, que ent.lo cban.aram cholera fulminante,
e boje enveiienamcnlo com saes de cobre.
Tivemo em proveilo, alm do zr.in.le susto, alm
de sprrndcrmos a dcsinbplar, de tirar saliendo por
deri.Ao da illuslr.ida Academia do Medicina, que o
cholera, anda que queira nAo he" epidmico, mas
sim Iraasmissitet. Nao ocha que a descoberta va-
leu a pen do susto ? Quanto a mira assim o pens.
Iloje j. vamos mais nm pouco limado, e pre-
disposlos pira os novo alarma da medicina.
Jbscusado he dizer-lhe que milita gente ao pri-
meiro grito de espanto pnz-se a andar ; muitos cho-
lencos imaginarios mandaram chamar mdicos fra
de horas lei.aes ; e que nt um llvpoerales, chama-
do para as, .(ir a um. senliora no sen bom succco,
a declarou -holerica no ultimo grB.
O ncgocii nAo be para bri.icadeiras. e en l.-imbcm
live occasiOes de lenlncde de mandar chamar um,
por isso nao Ihe estilo ancdota, muilo interesantes
nette sentido.
Ameacados de visita do cholera livemo a de um
personagem, por quem nAo eSpcr.ivamo, o eximio
pianista Thalberl, que. de pnseio, nos veio dar al-
gumas bellas noites, em troco, j s* sabe, de bom di-
nheiro.
Fizeram llic em u.i primeira rcpresenlaclo, na
noile do dia 23, urna ovacAo real. Aroii.panh.rain
o carro do eximio planista, enlre virus ao genio.
Este povo.i maraquea ridiculamente.
O Sr. Thalberl leve nm concert, c vai ter uma
medalha d nurn. que Ibe nllcrerem ns l\ramios de
nossossjuv.dos. Dos queira que aquelle senhor nAo
volle a sua Ierra fazendo miseravel Conceilo de nossa
liom senso.
l}ue se firam ovaedes a 0111 hoincif), a qnem a
humanidade 011 um pavo, devam grandes beneficios
Itjansea ; pie sejam feila a um liomem. que sabe
vencer O) impulsos das paixoes, que sfmuitra um
modello dCvirlude, concedo ; que se Iril ulem an-
da aquelle que cm critica occasiao, hilando con.
terle leiili.cOes, aprsenla un arto de gejicresidade,
cavalleiritino oo jnstica notare, comproHen lo ; que
se dqdiquem a um conquistador, a nm guerreiro, que
calmo e reletelo, entre as batalhas. nlTroiita a mor-
le, tolero ; mas que sejam fcita a qnem 11 n.iturexa
doten do ui.a boa garganta para laucar ..-iidia)]jjjjjjjjjjV
c suaves netas, a quem sabe pastear com desIraK'
pelh teclado do ou. piano, me parece ridiculo. Ad-
miro o tale .lo, apptaudo a constancia, animo o trj-
balho, gol> da execucAo e don palmas o eirrtilor ;
mas dar vivanaolhusaslicns ao indivi loo, porque a
n.dureza Iba deu destreza, ou um nrgo mai perfei-
to, Dio fac>>; porque eolio darla viTa o macaco
romo deve saber..elle nAo eslava *>, lnh 1 jauto si
cerca de duas pesso, qoe ,e dizem pisasnaa, :
aronleceo cabir a loalha do altar :
dedignou de apanlia-la, e colloca-la 00 lugar com-
pelenle : ma ao puso era que concerlav urna pon-
a ou extremidade, desrranj.v-e a oulra: e o qae
fez una das laes personagen? Ea Ibe coate: eom
;> po da bengala sustentou uma da extremidad
loa ha. em quanto que o juiz se dava ao de
balho de compor eoiu a oatrii extremidade o .
\ eja Vrnc. que em um acto lio simples conl
rain todo que o juiz era religioso primis c
cipal virtude do liomem na socedade); a que a ta
de itersomigem nlo passava de um Itberliuosio'-).
Fiqoei louvando a Deo, por nos
juiz, que logo n.s primeira vistas, deu di mu.
favoravel idea. (Juerera 5 111c. saber qo^^^^^E
personagem ; coi.tenlo-se com o detejo ; I
01 que a^sistiram a missa, siihara; e Vmc. sr
iba a milicia.
Antes que me esqueca, quero pergenia:
ponbaino que se procede a inventario ao bei
tinado resal, Jote Fornaudes da Silva, e D. Sebas-
baua Francisca da Chagas; poder licitamente o
esrrivAo comprar a legitima de am dos herde
-Mai ; tupponbamo que cerlos b.rdeiro, qae
reo looge, eslo prsenles : licitamente o ci
ordenar que ie reiirem, para que Ihes-v nlimar
a sentenca no Jugar de suas moradas, percal):
. j,i te i. be o chamadocaminho TAlais : suppsi
sumos qoe cerlo sujeilinho, (lestes que lera--
da pnad 1, rom reverendas falsas arvor-se de
deiro : conhecido o engao para nlo te dar oul
noinc deven o legitimo herdeiro pagar aa fv!
que o asno coraeu.! O novo joiz al por
que o r.10. ou antes, o desaforo do foro d(
nba lem fama .'!!!!
._. Von agora satitfazer ao dever, a qae m
anigiiamlo couipromisto de narrr-lbe 11.
Irahalho. da assembla ctj da tcrrnha : lado
da segoinlc cart. '
o Meu bom amigo. A assembla camiuba d
mal a peior ; ludo fie balburdia.
recera.n 12 depulados: leram-se triJj^^H
cretano do governo sobre objeclo, que p
ca importancia nA.i mcrecem ser explicados: I
se parecer de commissAo sobre posturas das cma-
ras detla capital, i JeTooros: dem, um projeclo de
bolachiiii. noseutido de aulortar o aoveruo a man-,
dar dispendcr al 6:00o medico ba-
Inl para a provincia.com con-lrurco delasaretes,
o oulras medidas em urdom a avittr-ae o chale* :
cabio, na terceir, discutsao.a creacaada villa de Pao
dos Ferros:
Nao posso deix.r de vallar am passo atraz :
quando se leu o provelo do Bolachitilia, houve de-
pulado. que corren a secretaria a procurar no dic-
cionario a signficacAo do nninelazareto-'. E ptg-
qne aclmu aquelle nomo nosingularo nAo fa
plaral, pedio a p.lavrj e dista que, senfse .Ae ex-
plicar o que signifcalalazareto, sute poda
votar Oigo agora o qaa dase a Pacolilha :
Ja vi melhor,
Peior jn vi;
Slas cdosa asaim
En nunca vi !
Nlo foi menos original pastar inclume o artigo *
de iwsturas desla cidade. autor.sando a cada un 4
reedificarla casa no alinlimenla antigo Faliau
muito contra isto o Bolacliinha honra llie seja bit.
mas era umn audonrilia so : nAo fazla verlo : os de-
pulados. que cnteiidem multo das scieacias inalhe-
malica, s quertm vernaarraamentodettacid.de
ngulo, elipses, ele.
.i No dia 16 houve um recliei de 15 dignsimos; .
leu-se urna representaeso dos iMblUnlas do munici-
pio do N doiieilo, pedindo .lome nota) a coose
co ib gado no agreste. Riva se adn. ,,ara-
v.lhe-sede qns nesta representado esto wsigoaitet.
alguns vereadnres.sjjnie no nno pastado pedinm
retirada do gado 5flo cess.rei de dizer :
J vi mellior,
Peior ja vi;
Mas colisa assim...
.Eu nunca vi !
"" F^sla negocio traz agua no bico. Os anligsdMa
juram irlo tnlTragar com scnt vplo* ., depulados,
que votirem a favoi d i0 ao .
agreste : usgadistas pelo contrario alrhij^^H
ealholica nao darem am sai vol ,0
a retirada de gado. Agora diga-ma : o qne bt
zcr o deoulado, que aspira a ama realaeflo
mente por vinle das fui a taiva-gosrda emquanlo-
opsovai. evc.n, telgam as wmna
vinte di as tic lempo de sobejo pira
se eu lambem Uvera a honra,
ino, e-lana em tala, sem saber n qne ru
zana a barra da pe
o NAo menos memoravet foi o da 17
projeclo da transferencia da capital par. cid.de d.
S. Jos. 1\anca as gateras foram 15o concoirid..
eoino nesle da : ap.Blar.m-sa todos oof.r falUr ao
autor do projecto. R ,ommci ; parcr (j.
..caiiln
prl-


WWW^ms*
1
I
i
Itr as lionras da e
meira al a u|lima c
(.do tem1 .rsos
"rinte, eiipecie. Com mai vagar Ihe rematt
tmi, que tem merecido grande aceitarlo.
UIITIIinn


g^^MM.'
V.
1
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*
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a

i
DlIfllO DE rtRMMUCO SEGUHOA FEIRA 13 OE AGOSTO DE 1855
" O di f foi prcenchido com projecas de poucs
importancia.
o O ilu 19 Coi de fei.i, por w< lerem comparecido
liove Jepularfo*. A -20 compareioram (caso virgem!;
vinle depufado : Enlao teram-se, e approvarain-sc
as retal dos tres ijias precederle, (l.i projcctos mni
importantes foram um no Mr lo nn sentido de se-
rem registrad w as crn*rmuiicip.es ns ferros dos
pal"' ir. Ksl prnjeclo Ir. andes van-
Ugens aos odor as re-
res ae arrematan., ausentes, gados de
petsnas do mtsm.. ,,,. projec|0, que
lamben MA^^H ,lu, uloris.indo o
norte parassa so Maranho por em quanlo, o qoe as
coaamunicact** do Para so titeasen) por urna linlia
dirtela de vapore, al qoe aquella porlo enteja lim-
po da epidemia.
OSr. rhef de esquadra Anlonio Pedro de Car-
valho foi Romeado commandatHe da academia de
ra etiona.
OSr. Dr. Pacheco, medico, taftibem foi Bornea-
do reilor do rolleeio Pedro II.
a ca-
lara,
iOOJ rs. com a aber-
->:000}i rs. com o alrrroe
n o primeir dis-
i ci'iilo por um ; com o
,i dr S.Jhaa u ser lelos.i
iMib da capital para o
govcrno u
tora do C
ponto na
pendi galibar
segundse ttf
em facilitar IW
sol.
i No Jia I Icu-se orna representas-So dos nego-
ciantes dK riboira, Ae.lin.lo a abdico do nrl. de pos-
turas, qne mandatechar ai lojas nos.domingos,
Conlenso qu pasmei, qaando ropa s-i/n dos laes negociantes !
Que prova .leciiva aeram elles de religiosos! Pou-
co falla para peilircm no suinm pontfice a abolicao
i'o preceilo da audiencia da ni ssa, eda confisco'in
articulo morlis Mas que lurrivel lie a gana do
ommercio d ribeira I relizmeiite na assemblea e<-
Ilo lean saesrdotes: lie natural quo nenlnim .lei-
\*ri de tirar sau ello ; he brinde forr >so ; o evmge-
lln tem de sjei sulflciei'tcmente expirado. 1'ainlicin
he natural qu n d.mu lados n la sellgm com a sua
appro iinat irrtligiilo dos laes nego-
nulode desirraca a ssemblej
aaOuii a herena commercial, ippello para os sacer-
dote-, no tribunal da penitencia : elles na dcsconhe-
- lczis)tivos Ufe podem ser anle-
poatos a qualquer prectito do det.lugo. Si en lora sa-
caruole, pela primeir? vez mandara restituir aos
pobre os lucro cimmerciae dos domingos ; e pela
nda negaiia a absolviese; cato livetee a felicida-
evera nieus ps dgum oe.otiaiile da ribera.
lude foi a appro>ar,ao em 3. discu-
:tl, que crea lima comarca nos lenno
liaba,e seus anueica. Approvou-
|>o projecto ?obre ob-tar-so a epi
i. tica o mais para oilra vn.
inda que am ponco lacnica,Iraca bem
^^^^HRios da'assemblea.
linda pira a ordom do dia o projec-
aoblica.de queja Ihe fallei : pela
n longain, laten, el p-of andina d-
te preferencia i qualquer outn>.
nsaa traca todoi ns hen, e o livre
com peiile dem.-imiisla. Amen. A".
Por decreto de 27 do pa.sado foi promovido
pi lo da 6> ec.npanhia do 1> b.lnlho de infan.....
o lente do l da mesma arma Custodio Coelbo do
Sanios.
SONETO
A ntldlMima no ti mea collef a R*y-
.aad. 4. Ar.ajo Z.l*aa, par M
Violra.
Tu gaiavat, Lima, a mais florida existencia*
guando o mundo te dourava a phanlaaia ;
A morle austera com audacia impa
Tua vida vio arrebatar sem piedade.
Devora lu ma pncenle dor,
Irmaqs, rolleg" leo, ah ludo a porfa,
t. mea pcito dnridn nm ai le enva,
Quepnssa a li cliegar ucsta eternidade.

Quii I)eo le chamar ,io (hrono seu :
Ah c leu homforaco (ohsorle dura !)
Oh destino Oh pena Oh amaraura!
Oanle d'uma m.1i que a luz le deu ;
Desceste ao inanimado mausoleo.
Recifo II) de agoslo de IKS"..
COSIMEHCIO.
i'R\<;a no kegii-e n de agosto as 3
HORAS DA TARDE.
Oolnces olliciaes.
Cambio sobre Londres-27 l|2 d. rom 80 das.
Descnulo de ledras de 6 mezes!) J ao anuo.
JLFANDEGA.
Kendimenlo do dia I a 10. .
dem do dia II .
Mi. AGOSTO IJE185i.
HASD\ TARDE.
CT SEMANAL
ac temos qoe refurir boje aos leilores.
porque sendo nessa missao, como sabem, reproduzir
os faci* occoiridos uatJBiana ; pobre e bem pobre
lom passadoa de que nos occnpamni- Eiitrelaulo,
luisa oosa proinesa, ramo n-rrar o que liouver.
A barca ftaaceza GasMoo ir, proendeule do Hh-
via, a oonsignada a casa coojneccial de Lasserre^
.. dea a cosa sobre os arreciles da praia Mara Ka-
riiiha no da do eorrenle.. Consla-nos que a mes-
a Irai a am c,irrewmer,(o di. valor de 3011
loa, oqual sollreo grande avaria, porque em
lulncia que separa esta cidale da-
nto do litoral, lardo chesaram os soccor-
i forain mamado' pela capitana
toe pala iaspetloria da alfaadeaa, nflo obs-
'nae e promplido com que se bou-
veramos ehefea >s. Ocumnl fran-
inoa tanibema este resp-ilo urna medida im-
ule, fazendn seauir para o lugar do sinitlro o
iiHjIez,- /tifieman, que ailiando-se no porlo
:idade, l"oi posto a tai lipoirao palo cnsul
nales,-enh-elaalo nju era mii< lempo para que se
eperar dotla. TBdo-e arroniludo o navio loco de-
poud.o inilro, encbeii-se Ti ana pn# tal forma,
que niio foi mais possinei egi>tiir-sc, o d'alii reio
ldn lirara maior parte do carresameoto,
como lelo o parelbo e tergame. amarrase
ndo (W.-us os iihitros reaes e o lente,
al loio reu|iadodoatraD.illiot dirigido pelo pralico
Olante suarda mor da alfau-
HlJc. locae.
? mirado no lugar das
-''* -*PS o cadver de ama
" R' l|do moradora nesla
ir pelos suburbios
ia inandou proreder a poli-
prilos ser a morle da mesma
do de al urna puululadas que pelo
"~aram, ) que d i lugar a presumir-se
rslc brbaro assassioalo ladroet, que
mbar. i lacaran a mencionida prela.
fregueriadoa A fugado cst.-i instau-
ro summario o rmpregando as dili-
ira o lesrobriment e captura dos
lo igualmente barbtrn, eque moslra sut-
erversidade dit|i:elle que o prali-
correiile na freguezia de
loAleiaudre ,loHu dq_na rus da
la em seu proprio ^pk Antonio
lequinciaila qmUScouesle grave-
mseguio por-se em
sim d diligencias di policio ; lie
parar, que contin.undo estas a serera
sasa conseguir-se a captura drsse novo
i ano o.anniversario da crcacilo dos
1 do Brasil ,- em ousequencia .lisio a
feneu J'eraaiubacano, de
I mm-k cent i a nossos leilores,
0 solemne, a que *sis(r,im o
residente da pruviniia e outras mulis
^ desla cidade. Anda desla vez rei-
Jden, o qie sem duvida muilo
lito da mesma. sociedad,*. Pelo
janniversario ) consta-nos ,que os
e de Dir;ilo lem preparado
de viiitai que era queimado em
icirr da Fieaklade; a hora, porem, em
nAo non di luiri' a -Mencionar, este
f esle satrel inlo, a julgar ^prlcis anuos anleriores,
rnlemietnoaquc coasistir em l'ozo, msica, illum-
'iiaro e os indispensavels versos.
le morle repentina lem infelizmen-
le apparecldo ola semina, e tem que conbecamos
algamaou1 ciinvcl : talVex rtiio erremos
em suppo-lo oado pela iriudanfada eslai;.lo,
at .Mperar que logoc;iie esta trnha toin'ido
astenln definitivo entre os, dempparocerKo lambem
s ePTeilos desla transiese, qoe quasi sempre nos he
Ido funesta.
i .'luio-se esta semana o linimenlo do simple.
i"a abobada da concita do eemilcrio pablico desla ci-
qne o menor actide-ile apparecesse. rs-
las gora a docofac.Sc interior, da qual se
para que no dia 2 il> uoveinliro tenlia lu-
ar asagrarjat* da naesma capaila.
rclileclura gntlca, simples e ele-"
' a atlencflo da maior parte da
deita eldado, merec ndq, mesmo elogios
esliangeiros que a lem visitado. O aclia-
da, quen ecbe e qne esta apoia-
s par-des citeriores, sustentando
tllrn una pyrimide gi tinca bem rmala,
a nlgomsa pessoasquea abobada veril
omento em q'iese lirassem os sim-
?|izmeiite, poren, >-siin nao acontecen.
Fallecern) r>la seinnna 50 possoas : sendo livre,
irese 17 prvulo; e escravos 1
iwnie res:(urvalo-.
903.
REPJIR ?lQJiO A POLICA
l'arle do dia ti de agosto.
UlDi.eE-.in.Sr.Letoao ro iliecimento d V.
renles parliciparei boje recebid
nesla repai i que furam presos :
i i* fregnexia do Recfe, os ma-
Menrv. Maule Fraticios. Fler-
m aulim I.oui Paulen!, Charle
lljpolil ier,loIo a requisicao do respectivo
consol;
K pela sub'Ielegacia da fregieiia de Sanio Anlo-
s pretos escraroi Jos e Joaquim, a requeri-
mcula de seas sondares.
Dos e,uardu a V. Eic. Serrelaria da polica de
Fernambiico II de acost de HV).--lllm. eEim.
Sr. conse!hetr> Jos Bnlo da Cunta e Figueiredo.
presidente if provincia.O de chefe polica Luiz
'urjoa de Paita Teiieira.
Tinha-M oreamsado urna conpanbia de stauro da
Tinas, e ja todas as soas acres se acbavam asigna-
das, orterencendo-se por ellas*acio na praCa. Os
sZ%Zl!Z '"""08 rri"n '"""lid approvacao all. c leu n,
glillide: COn,pa,,,,ia nominar-e-ha Tran- ft .enlpre.ic
Lc-se no Correio Mercantil de ifi do pastado :
Montem pelas 5 hora da manhfln bouve urna
lempesladc de vento medonha. O lufao como que
alnlava aseases, bramindn ileseperailainenle. A'
ora em que escrevemos anda nAo podemos 1er no-
ticia compleii- dos sini'lros causados pelo lufflo. O
que se sabe j he o seguinle :
.P.cl!er ''" "Ifnde'ga Sorreja esleve desde as 3
al as 7 em risco na Jurujuha, dccahindn para o pe-
I nhasco da Boa Viagem. J linha perdido don fer-
ros e achava-se dcsacororoada a soa gente, quando
foi soccornda felizmente pelo escaler do vapor Pe-
dro II e pela lancha de soccorro, altrahidos pelos
Ires liros que o cter disparara.
Vma canoa, que viuda da Iba do tiovernador car-
regada de lenlia, snssobrou, os dous negros que a Iri-
polavam foram felizmente soccorrdos e salvos pelo
Sr. Gabriel Pinto .le Alenla, subdelegado da fre-
guezia de Sania Rila.
O hiale FurSo e o patacho Continente, que ha-
vim saludo .inle-honlem .leste porlo, arribaram,
mo podeodu vencer o mar e vento que reinavam fra B
da barra. A pruneira deslas embarcaees estove em B
perico.
No dia 1. do eorrenle iotlalloo-te a assemblea ie-
gi-laliva provincial dn Rio de Janeiro.
I.e-se uo Jral do Commercit de 2li :
O Corren) Mercantil publc.iu liomemosea.iinle:
L macarla particular de Jatabv do- I.- do cr-
renle, da as seguinles noticias importantes da pro
vmcia de Mallo rosso.
O presidente, o Sr. I.evcraer, arliava-se na fron-
leira com loda a forca de linha, em cumprimento
leordcnsdn joverno imperial.
Tinhau-se-lhe aprescnl lo para cima de 00
Indios Cadoo, da Irib dos valcnles liuavcnrs,
mellados pelo desejo de holilsarcm os Paragoavos.
caso as forrjs brasileiras chegaem ao exlaemii de
sebalerem. Esses Indio, antes de alcancarem o
ponto onde se aehava o Sr. I.everger. tinham en-
contrado e destrocado duas partidas paraguayas, e
Ibes haviam lomado lo la a eavalhada. Nesses re-
conteos morreram dos Paragfiyo u.n cliefe e varios
soldados,e dos Codoeos smenlo um Indio e um cas-
sique dos mais valenles."
a Sobre esta noticia foi inlcrpcllado hnnlem o
minslerio na cmara temporaria pelo Sr. depulado
8.'2a479
S7:U'Ji?l'X
F RETES.
Antuerpia 63( a 70|.
Canal.....H0| a 6|
Estados-Unidos 80a 100 c.
Ilanliurgo ">5| a ,V7|t.
Havre. 80 fr. e 10 *
Liverpool 4| nominal.
Londres 451.
Marsellia 52 fi a "i.q.
Mediterrneo 60iaS-)r.
Trieste 65 a 70|.
(Jornal do Commercio d. Rio.)
Herraz. S. Exc. desejnva saber: 1.-, qual a siluacSo
das nesaas forras na provincia de Mallo .irosso; *S
se bouve alcuin conflicto entre as nossas forjas o as
do Paraguay, ou entre aatas c alanma parle da po-
puladlo indgena da provincia de Mallo Crosso, e
ueste sentido apresentou um rcqucrimenlo.
O Sr. presidente do couselho respondeu, quanlo
ao primeiro poni, que as informadles pedida po-
nan embarazar a poltica do coverno, que se na-
nifostava pacifica, mas que poderia vir a ler o de-
seuvulvimenti. u.'.-e-sari.i para ser substituida pela
Dettarregam hoje 13 de agoslo.
arca inclezaMelcorbacalh.io.
rca inaletayucenmercaduras.
Barca ingleza Ploaling CUui farnha e mar,-
leiga.
Ilrigue poiluguezTamjo /pipas abatidas e po-
dras para moinbo.
Importaca o.
Barca ingleza Qucen, -insta de Liverpool,consig-
nada a Me. Calmoul iVCompanbia, manifestou o se-
guinle :
50 saceos pimenla, 3 barrlinhos"tinlas, 117 dito
e 2 cestos louca, JO toneladas earrla de pedra. loo
saceos farnha de trigo, 70 barrs manlciaa, IOS ditos
chumbo de mnnirAo, 100- raixas folha de (landres,
30 dilas queijos. 11 toneladas, 15 quinlacs e 8 Irbras
ferro ; a Me. Cslmonf & C.
60 calzas e 39 Tardos lecidos de algodao ; a II.
(lihson.
20 laixas de ferro fundido, 1 raixinhn lencos de al-
.godao, 27 fardse ti caitas lecidos denlgadao,7 dilas
chales de algodao ; a Rusas Braga & C.
21 fardos lecidos de algcdS, 8 esleirs c 100 sac-
eos farnha de trigo, I eaixinha fundas, 1 embrulho
objcclns de escriptorio ; a orden).
2 caitas e 36 barricas drogas ; a Souza & Ir-
JBBoa.
9 caixas lecidos de algodo ; a Brunn Praegcr
Compa nbia.
210 chapas de ferro, iOf'ixes folhas de forro,
molho rame, 1 barrica limas ; a C. Slarr & ('. im-
panhia.
3 barricas crragens, 30 caixas f.coes, 2 quarlolas
e 6 barrs Irem de cozinba ; a Patn Nasli & Conv
panhia.
2 amarras de ferro ; aj. A. Aranjo.
1 fardo panno de ISa. 2 ditos e ( caixas leri.lojjjj
MOVTMENTO DO PORTO.
A'onos entrado' no dia 11.
Collnguibn2 das, sumaca brasileira Flor de Co-
linauban. de lili loneta las,mestre Amonio Fran-
cisco dos Sanios, equipagerh 11, carga issucar ; a
Schramm Whalely i\- Cumpauhia.
Baha5 dias, hiale brasileiro Oaslro, de 53 lone-
ladas, melre Francisco de Castro, eqalrugeni 7,
carga farnha de mandioca e mais qetiprns ; a Do-
minaos Alves Malhcus. Ficou de dnarentena por
10 das.
Colmenilla 2 dias, sumara brasileira Ventura Ke-
lizn, de 114 toneladas, mestre Morcolinn .los Bi-
laiicourt, eqiiipngem 11, carga assucar; n Schramm
Wbalely & Compauba.
ParahhaHiale bra-ileiro nCames, de 31 tone-
ladas, mestre Manoel Sophio da Penha, equipa-
geni 4, carga loros de mangue ; ao meslre.
Xit'io tShidO no mesmo dia.
Coala c MaranMoHiale brasileiro Venus, mes-
tre Joaquim Atibuno linncalves dos Santo, carga
tandas mais genero. Passageiros, Mareulino
Jos Anlunes e Porfirio Curgel Barbosa.
atiot entrados no dia 12.
Rio de Janeiro e noria* intermedios8 das e 16 liu-'
i -s, vapor brasileiro S. Salvador)), roinmandanlc
:apil.1o-lenenle Cardse. Ficou de q lareHtona.
Passagcirc para esta provincia, Romualdo Fran-
cisco de So, D. Keliri.lade Perpetua linos da
Silvae 1 criada. JamesC. Helcher, Eduardo Hun-
abes. Antonio l'inheiro de Men.l.iiici, 2." (enante
da annadjl^baz Jo-e dos Reis, Jos Gomes da Sil-
va Juniaf'a 1 escravo, ei-pr.ieas Lino lioioes e
M.iuoel gtollliaii i dos Santo-, capites l'e.lro
A11 ra. e Jos Cesar de Mello Sampnio,
Hr. Epipliani Candido de Souza Pilanca, Manoel
Jos Siqneira Pitaa, Anloni* Teixeira de .\-
auiar, Joan da Sil v i Cirios.. Dr. Benjamn Fran
kli:. da Rorlia Vieir.i, P niliil Nuilc de Mglla,
Jos Anlonio de Almcida Guinadcs, los Anlo-
Idem dem, 1 dilodito por 200 rs.,vindo na barca
porloK.ieza Boa riagem, em 20 de abril de 1851.
Marca C I", em numero, 1 cigo com I baria n.
4 por 800 rs., 1 dita n. 1 por 250rs., 3 pralos redon-
dos al 10 polegidas n. 2 a 67 rs, tolal 201 rs,4 pires
ii. .1 a 34 rs.136 r>., I caneen n. 3 por 160 rs., I
dilon. 1 por 80 rs., ligellas n. 2 a 66 rs.. tolal
"- ,'"lil' na barca ingleza Sioirdfsk em 12 d
maio de 1854.
Marca TBL, sem nnmern.l barril com 45 caadas
de vinho delerlnrado a 400 rs., total 18SOO0. viudo
na na barca Triumplianle, em 19 de abril de
18ot.
ri ^ **' "' '" P'lrleras com azeitonas em
rnno estado a 20 rs., total 6S980 rs. viudas nn brigne
porlucuez Lai ir cin 29 de dezembro de 1834.
dem B e C. em numero, 1 barril vasio por 13
rs., viudo nn mesmo brigue cima, 21 de agosto de
Betreiro, sem numero, 2 caixOes com 6 potes de
barro com marmelada arruinada de 2 libras eda
pote a 160 rs.. lotal 960 ,s., viudo na barca San-
la-Cruz m 19 de dezembro de 18"):!.
IdemSM, sem numero, 1 embrulho I 1|2duzia
Lw)"" p,ra c"rli,r ci,Pin>, dn/.ia 23000 rs., tolal
l-MMH) rs, viudas na barra pnrtucueza Boa-I iaqcm
em 20 de abril de 1854.
dem dem, sem numero. 12 labnas de pinbo de
20 polegadas cada urna, de 6 polegadas de largura e
I de grossura a 408, lotal 4-5'JOO. rindas no hricue
dinamarqucz Anni-Caiharina em 16 de abril de
1834.
dem VV V, sem numero, 4 barrs
di das
signadas a'vista dos conhecjmentos, deven-
do antes ir a agencia mimido de Iicenca
da provedoria da saidc do porto : o dito
vapor segu, hoje de tarde para os port
do norte, e a n-jencia da companhia nao
aereaponsalilis algiima, tfcm
ocommaadant hida do va-
por para o norte.Pernatnbuco 15.de
agotto de 1855.Thomaz de Faria-
Deseja-se saber novas de um irioco chinada
Luiz, natural da reauezia de Foouriz, da provincia
doMiho, filho de Ma> o Rodriga, e
qaeni o desoja encontrar he sen irmao Joaquim
Ionio, que se acba abordo do brigue Taruio l.
Kstjusla para comp'ar-sea casa Ierre o. 27,
sita na roa Imperial : se alguem ella tiver direilo,
he rogado a declara-lo por este Ditrio nesles tres
dias.
O secretario da irmandade do palriarcba S. Jo-
. | sd'ABonia convida a todos os irrDos da mesma pa-
d.i ; lie indo o arrematante responsavrl dorante nm r.i cnmpareeerein no respectivo onslstorio le|M-
auiin pela ronservacao e solidez desla obras. feira, 14 do eorrenle, pelas 2 l|2 hora da tardo,
'i.' i' arremtame prestar urna lianra idnea nes- i de e icorporados, aeompanbaresn a procfasafl
la praca. nliora da Boa-Morie, qoe lem de sahir da i
1) secrelario'do conscllio de direeeao *" s- do Carmo, paran que foi convidad
I a* I < ilmlr t'oll Kvn nratl-llaob An esuinanlA
rilo do Banco de Pernambuco.O presi-
dente da assemblea geral do Banco.Ba-
lito de Catnaragibe.O primeiro secreta-
rio, Jos Bernardo Galvao Akoforado.
Q0MPAMI1A l'ERNAMBUCANA.
Esta jmpreza pretende contratar a eonetmerao dos
trapiclioi e- ar mazeos era Serinliaem e ne Gamella
pontos de escala de seus vapores sob as eondicoes
egOiui
'InniaUt' especiis da mrremataco.
1." /, oliras para a construccao de-ite trapiche
sern feilas de eonformidade com as plantas e .ores-
menlof ajiprovadas pela directo da compaoJiia'na
imporliincia. a de Serinhaem de r. 4:83599X1, o de
Gamella de rs. Il:267'000.
' Islas obras dever,1o principiar no prazode 15"
diis el.iidar.1o no de 4 mezes. ambos contadosdodia
daassianatura dos contratos. ,
3. (J pagamento desla obras aer feilo'em 3 pres-
laces ijuaes, a 1., no dia da assian.itura do con-
Iralo; a 2.,quando esliver feila a metade da obra ;
c #3.". quando ella esliver inlciramenle conclui-
do Banco de Pernambuco, avisa aos se-
nliores accionistas do mesmo Banco,
de 45 mc-!(|ne se ada autorisado o Sr. gerente a
ni. de Amoriin, Mellliodo Uodrigu^Baia, Fran
risco Percira de Carvallio. Domingos Ramo .1
30 barrs mantrig*,; a Barroca ft Castro.
1 caixiulia com I prensa. I .lila follus de latao,ai
JgO bigornas; a C. J. Aelley >\ Coiq^
1 Caixinlia lecidos de alenda.) ; a A li-
bren,
lerraaens ; a Bran.lcr a Bran.lis J Com-
---------..... ...,. .. ,-..u i.> i, r, -e, -i. /-..u.iioa neta, u .,..,-, i ..
fe-.:"" ** "c a."'E"i'!*di 'r K2? LV.L^/'s.!! h-
imperio ; que consegiiiiitcmenle se limitara a di-
zer que_ segundo asullimas nolieiaso presidente de
Mallo (irosso eslava em Nova Coi in lira com parle da
forra dfsponlvel daquella provincia.
Quanlo ao 2." ponto, declamo 0 Sr, prcsdenle do
cousrlho que urna parlida de Goavcurus entrara no
terrilorio do Paraguay, Uvera nlli'um copfliclo c.m
torcas daquella republira. roubara aiauus cvallns e
hois ese reclliera ao rr ,|ue convi-
nlia lerem viva que oa^^^^HKiao tem morada
lis, que ora liabitam em territorio i imperio, ora
inlernam pelo Chaco e na^^Wlerrtorio sobre o
qual neiihum direitn reclama Brasil; que rnenle
quando se lixnm em territorio do imperio reronhe-
cem aj ccrlo ponto a sua soberana, e qoe porlanlo
la.) se poda dizer que o conflicto a que se referir
tivesso lid lucar com forjas do imperio.
O Sr. presidente do mnsclho accrcscenlou qne o
soverno recebera do presidente de Malto-Grosso.
barrica
pan
3 fi
gu
3 In
panhia.
1 tardo lecidos de lia. 17 caixas ditos de a!aodao,
3 fardos lonas, 5 ditos c.',l pecas cabos ; a Adamson
QasWvC.
das Iones, 20 frdos e 16 raizas teridos.lr
Rnstrnn Rnoker A. C.
as t-50 Tardos lecidos de alald.i. 2 dito
beta, 2 raivas camas. 2 ditas lecidos de li-
alcodo ; a Fox Brothers,
barrs inanleiaa ; h Francisco G. de Oliveira.
1 barrica ferrageus ; a E. II. Wyalt.
7 fardos e 6 caixas leci los de alao'lao, 3 fanla en-
havia mais de 1 mez, a nolicii dese connicto como ^rl"s ,le lih,< ca'tM 'cridos de liubo; a J. Krl-
Ai.injo, sua senhora c I e-cravd Jao .lo.np;im
Alves, Luiz Crrela de Men-zcs J.i.ii.-, Manuel
Riheiro d- Menezes, padre JoSo da Cosa Silva,
.1 '. i n i ni Bernardo de Men tonca, sua senhora, 1
filhn e I escrava, 1). Carlota /.efonna do Carmo,
I. Hcnriquela '/.eferina de Castro, 2 n eneres e I
escrava, Flora l'elismina e I cria, Firmo Candido
d,i Slveira Jnior, Manuel Januario Pereira Ca-
mello, Miguel Allhcimer. 1 cx-praca do exerciio,
e I desertor do exercilo. Seaucm paca o norte,
Dr. Anisio S.C. da Cunta, Dr. Francisco Jos de
Meiru Jnior, Luiz Xavier Torre Jnior, alferrs
Joto da Guerra Pasos Jnior, l. cadete Jnaqui
da Guerra Passos. J. Serapilo di Serr.i. capillo
Jos M.innel Braca. l)r. l'e tro Joaquim de Vas-
coucelbis, lr. Cas.iano Augusto de Mello Mallo.
Dr. Joaquim Cari. da Rosa, alfcres J.iiio Manoel
da Cunba, sua Manota c 1 filho, coronel Severa
Jos de Souza, sua senhora. 5 lilbos o 2 escravbs,
Dr. Marcello Lnlialn do Cistrn. Dr. Antonio Da-
vid de Vasconcellos C.inavarro.Jo.lo Fernainles Lo-
pes, 1 ex-praca, 3 pracas de prel c 1 africano li-
vre.
Lisboa3i dias, hricue porliignez aViajinlc, de
jMtonel.ila, cipila Manol do Santos, equi-
pagem lli. cania vini.o e mais gneros ; a Tbo-
de Aqiiii.o l-'o.i-c-.. Ov Filho. I'assaceiros. An-
^W U0 Silva llain -. -.i i senhora e I fillia, I).
Brisca Xnvier Torer. Thereza de Jczuz.
jXazio* sahido* no mesmo dia.
LdsnresEscull maleza uTiUu, coif a mesma
carga que Irouxee passageiros. Suspenleu do la-
ineiro.
Em enmmissaoBraue de guerra brasileiro aCapi-
b,iribe.cominandanle o I. lente langero de
Salles Oliveira.
si
1
arabava da expo-lo esmara, mas que agora chega-
va ella pelo Pirana muilo exagerada, e com propor-
cia e alcances que nao linha.
.i Dada esta oxplicacslo, retirou o Sr. Ferraz o seu
requerimentn.o
>"a Baha linha lomado posse do rommando das
armas, o Sr. brigadtiro l.eito Pacheco.
O estado sanitario dessa provincia nao era inteira-
roenle slisfaclorio. Eis o que a respeilo publica o
respetvojoroal :
u Os leales da Faculdade de Medicina, qoe ha
algn das discuten) eln congregarlo sobre a exis-
tencia do cholera, decidirn), segundo nos consta,
que existe entre n o cholera bcuiaiio-vulizar ou
iporadieo c nllo o asialieo. Hoje Iratar-se-ha das
medidas higinicas, que eonvm empregar.
Nesles uilimo lre dia ala consta que lenba
havido um ssj caso fatal aos aeommcllidot da eu-
fermidaderTrnaTio princioi > lano assusloii.
a Desle o eu cometo, que foi hv oito dias, ape-
nas se contam-seis 0.1 pilo igortOS, narje f.l-,r
ler & C.
2-3 laixas ferro fundido, 1 batanea ; a
man.
2 saceos amostras ; i diversas.
CONSULADO GKKAL,
Rendimenlp do.lia | a 10.....
dem do da Jl.......
H.
llow-
8:7379631
2073380
8:'.H.'>S03I
L'lVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do dia 1 a 10..... 1:H6;738
Idoin do dn, II....... 121-10.'
1:-27l0S0
fra de- 'duvida qoe morreramans por lerem des-
preza.lo a melcilia, nutro por causa diversa e
principalmente por complicante, o
O mesmo Jornal da Balda publica mais o se-
guale fados:
Marchou no sahbado um.i forca de polica,
cninmandada pelo capillo E-levao Caelano da Co-
lilla, pra o di'lr'icto de S. Philippe da Conquista,
onde consla ler havido 4 morles e 16 ferimenlos,
provenientes de umconflicJo entre duas forjas, que
se baleram na fazeuda Jacar. O capil.lo Estevao
foi iinmcado nubdel-gado do'lugar, por constar que
alomas das < utoridades policiaes d'alli tinham tido
nelle parte.
Hoiilem as 8 horas e mciada manlnla, visitando
o Sr. Dr. F. P. de Alm-ida Sbrao paia enferma-
ra dos presos no hospital da Misericordia, ao passar
pelo lolo d.- nm com maniaco, eptrado ha poucos
dias, pedio-lheele um padre para confessar-se, e
cpmo o Sr. Dr. Sehro disee que, nao leudo ello
molestia grave, nao prcrsava d"iso. e se encaini-
nbasse para oulro leilo. o maniaco, laucando mae da
moleta, atirou-lhe urna cacetada na regiao maito-
ri-inua, que parlindn-lhe a orellia fez umn grande
brecha na cabnca, e elle cabio seio sentidos com a
testa no chao, formando nclla una grande rontiiso.
inanife-lando-ie iminediatamenle urna commorao
cerebral e derramando sancac pelos ouvidos e pelo
nriz. *
a Nao conlentc con isso o maniaco, ia dar fegon-
da pancada, avilada frlizmciile pelo cnrermero,que
acompauhava o medico, e aca.liudo |a senlinclla de
liayonela calada foi lambem accommellida por elle,
deixando-o |torm levemenlq toridu.
Dirig.i-se elle eotao sobre os donis presos,
que, para defenderem-te, foram obrigados a latelo
com pancadas.
Consta-nos que c acha na cadeira dos doidos por
ordem do mor.tumo do hospilil. d '
De Alagnas nada de importante temos a men-
cionar.
Fallecer all no dia 4 do correle o Sr. Janua-
rio Alexandrino da Silva Rabello Caneca, profess.ir
nbiladqj dizenho do lyceu desla cidade.
Exportacao".
Rio Grande do Sul, brigue brasileiro aFeliz Via-
jante, de 182 tonelada, con tu/io o seguinle :
100 pipas c IiiJjm*tJilr, ': ": l"""';" ^iJ
l.liin i.iiBitWTii libias de >snTff**l'"^a^wl
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
UAKS DE PERNAMBUCO.
DIAKIODF; PEHMBLCO.
Enlrou honten dos porto do mil o vapor* S. Sal-
ador; trazendo-nos jnrnaesdo Rio ile Janeiro ale
2 .lo frrente da Baha ate 9, c le Jlarei ale II.
Tei fumlcadoas l horas c lucia da
maadla.se arde Toi mala para o cr-
relo, pelo que tivemos de reetber mni lardo os re-
feridos jorn
"'o m di rommisso de conslituicao e diplomacia sobre o
projecto da ca arara temporaria jue appro va a con-
venios do Brasil e Pr-
e poncio do crime de moeda
1 fu regelada a
f"1'"'1 approv alo a pinpoi.i!o da ca-
da a disculii-se o prnieclo de re-
foftoa
Ivera mandar para o Alio Amazo-
na Orna commssso m-dica composla dos Srs. Dr.
Mocha e Cassiano c de dous alonnos do sexlo aoao
.li escota .r
la lo ilou
provoei!
Trafasi
ssmeon o lambem havia fre-
duiirem maulinientos
medidi.
e o instan
com grande actividade das
que as actuis cir-
mbi a p.dirii iillmamcnle
prohibido as grandes .igcremenre- de escravo de
*ende entro da opulafilu. Conta-
do, N|^H Jornal do r, m'mercio, o es-
spili: nindi era normal.
llaviarn--HBJHpciia algn ca.0s do cboleriua
nos bospilie .-eirus ilo norte.
hs'm a agglameriicao do' exerri-
iram-se indinaren-
tes cornal pelos qoarl s d tora a pculos. mlliUres.
0|oTOniorjaoiTOi|oe lin1 de navegado do
pbblicacoes a pedido.
ORACJAO' rUNJSBRE
Recitada sobre o taalo do esta dame
RUMI!\HtOEW\U8LIHA JIJMOn,
Pelo iea colleja o mal mtrea^oio analco
ilEiICO IftTTO BE KIMlir.
Meu DOS que espectculo se nos oITc-
rece !
O nosso .:o|le hinlem Ho cbfio de vida, c
hoje? pallido, li ni, morto !!...
Sm, detidilosos cnmpaimeiro, a parca, a
ineioravel parca tem cruelmente- corlado o fio
de seus das!......................................
.....................Ftr que desala ochava, exis-
tencia que desponlava ao embalar das nspira-
jOcs da noedade, moeidade augurada para
um pnrvir fecundo : ei -la, miircha. empalli-
derida, burilada na borda do tmulo.
Ah nao he sn utna existencia precio! que
devenios lamentar, he tabcui um tlenlo que
cabio na elernidade, envolvendo-se na frin
do epulcri', sem ler lempo de gravar um no-
mo iminorlal na historia dos homriis.
Morreu o joven sobre cuja fronte pareca
descancar n corita do genio, e enjo coracAo
nobre e alma elevada promella am futura
de benr.lo-, e gralidOcs pan a humanidad '.
Jaz envidio no triste sudario para ser patio
de vermes !...
Mas quo importa e o cu corpo inerte
vai-se oceallar aos noisos olho, as sua ic-
C6, as suas virtudes, jamis serio exmelas
de nossa nemnria.
So Ihe morreu o corpo, porque tu saudades
que hosexcila as lagrimas, as lembramas be-
nfica que no deixuu em legado, o chrislia-
nismo que nos indica a iromorlalidade d'ilma,
bem nos dizem que serao indeleveis as recor-
daciies de linigo, que subi, ao mundo dos es-
pintos.
Colleg! prantcai-o, e o orvalho de lagri-
ma qao Ihe banhar a campa seja um lesle-
munlio da nossa atTeicio, A* nossa pungente
saudade e da Iristeza qoe nos opprime.
A letr Ike seja leve.
Kendimenlo do di
dem do dia II
a 1 a 10.
12:061 sf.69
754?634
12:8I6;:103
CONSULADO PROVINCIAL."
Reodimentodo dia I a 10.
Mein do da II
1l:351->202
6:255:710
Cambios
Alo l.i..
Assucar
liatalas-
Carue soc
*
Queijos- t
17:60t;.-;il2
PBA(.;.V 1)0 RECFE U DE AGOtfO DE f&
AS 3 HORAS DA TARDE.
ftedtla semanal.
- Fizeram se alguns saques a 27
1|2 d. por V*> a diiilieiRt.
- Veii.leuse de 33900 a 65 por ar-
roba al o da 8; e dn da 9 em
dianle obleve 65100 por arroba ;
leudo entrado 651 saceos nesta se-
mana..
- A entrada apenas se limila a alan-
mas cargas rcslo da safra, que se
pode dizer extinta.
tS.ic.ilIi.i.>----------Chegou um carregamento de San
Juao de Terra Nova, que suppo-
mos ser vendido aqu. Vnden-
se de 69 a I*) poifliarrica, fican-
do hoje em ser i,800 barricas,
sem mencionar o referido c.irre-
gamcnlo.
Vciideram-se a 820 rs. por arroba.
Ficaram em ser 10.000 arrobas do
Rio Grande do sul, lendo-se'ven-
dido de 4 a 49600, c 12,000 de
Buenos Ayres, da qual Qzeram-se
vendas de Sj a i?200 por arroba.
Farnha de Irigo- Cbcaaramde Liverpool 1,000 tac-
eos que ainda nao foram veudi.las.
Relalhou-S" de 289 809 por bar-
rica i|a de B.iltiinnre, a 3jsJ da de
l'liilailelpliia, de 32? n 3t9 de di-
versas innrras vindas.lo Par, a
360 a de Trieste SS--F, c da de
Fontana, e u 28| por arroba a
' do Valparaizo em saceos. Pica-
ran em ser, alm dos sacros e
Liverpool, 1,800 barricas da pri-
meira, i( da segunda, 800 da
lerceira, 800 da qnarla, 400 da
quinta e 4,600 meios sarros da ul-
tima.
Vcndcram-sea l$FO0 por um dos
llaniengus.
Vmhos- Consla se vender nma partida de
Lisboa a preco orcullo; o o resto
de um carrec.-imento venden-se
em leilao a &5s por ser ordinario;
" da Figueira linio obleve de 2305
a 250-J por pipa.
Disconlo ... Keb.iter.im-se ledras de 8 a 9 por
l)|o ao auno.
Frclcs-----------Engajou-se o do algodBo para Li-
verpool nos purtos de lora a !)il6
a 5|8 por libra.
Enlraram nesla semana 7 embarcarse dos portes
do imperio com gneros, 1 em lastro, 3 com tazen-
das c gneros da Europa, 1 com carvao de pedra
e oulro com bacalho.
Sabina 1 em lastro para portos eslrangeirns, S
em dito para as do imfleri.i, 7 com gneros para os
mesnios, 1 com carregamento de assucar para Dor-
ios eslrangc.ros, c I com carvao ; assim como sabio
em eommissao um navio do gov-pruo.
Tocou una embaicaeao procedente de N'eclielson
com I .a e sebo. >
Existem no porlo 32 a saber : 1 americanas, 19
brazileiras, I Iranceza, 3 liospanholas, 3 inalczas,
1 porluguezns,
RIO DE JANEIRO 1 DE AGOSTO.
Abriram-so hoiiteni as Iransacces em cambio pa-
ra o prximo paquete inalez. passjindo-se 12,000
sobre Londres a 27 IrBatWdias. As negociares
deho|e foram avulladas e a' mesma .otario. *-fa-
zendo-sc lambem biigalcllas a 27 3|S o dias
Consla-nos que o Banco do Brasil lomou 30,000 a
s7 1|-, .
Cambios.
Londres 27 11 a 9!) .lia.
Pars 355 i 360 nominal.
I.liboa nominal.
Hamhuran 658 nominal.
META El? E FUNDOS PBLICOS.
METAEs. Oncas da palria. 289600
bespaiilmla 299000 a 299500
Pecas de 69100 vellias. 169000
Moedas de 4.
Soberanos.....
Peso liespanhiies .
da patrie .
-Palaces. ....
Apolieeide6Si
provinciae*.
99tM8
89000 a
I90 a
191)20 a
Nominal.
106a 107% ex-d.
103 % a 104%.
'99000
2C0O0
(9960
Porlo por LisboaGalera porlnguezi nliraeliarcnsen,
capitn Joaquim Francisco da Silva, carga assucar
nais ge
ll.-,ra
(%
e na genero
Rio liaaaile.lo SulBrigue brasileiro ..Feliz Via-
janlelgapitao Francis-o Gime de Oliveira. cor
aa asiurar o mais gneros. Passagciro, Manuel
Vieira das Nevo. .
EDITAES.
aircmalacno
iicsiiia junta no
inpeleiilein .11-
0 prsenle e pu-
I do Pernam-
_ O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial de Pernambuco. em cumprimento da ordem do
l.vciu. Sr. presidente da provincia de 28 do eorrenle
julbo prximo lindo, manda fazer publico que no
dia 30 do .-oriente, perante a junta de lazcnda da
mesma Ihesouraria. se lia de airemalar, a quem por
menos fizer, a obras 'sopplemcnlsres a faier-se na
ponto sobre o rio Capibanbe na estrada do P.io
d'Alliu avahada em 12:89l582irs.
A arremataran sera feita na arma da l?i provin-
cial n. JI3 de 15 de muio do *4jimi findo, e sol. as
clausulas especial.- allano copiai
As pessnas que se propozercm
c.impareram na sala das sessfles
dia cima declarado pelo meio
te habilitada. ^
E para constar se man.buiMi
blicir pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria pro
buco4 deagoslo de 1855. \
O secretario,
'"< ""J '"" .....1 jji 1 ni i 1. '
^Clan *-.eciaes para farrrmalarilo.
'' Aso Idemeiit.ires da ponte sbje-. .
Capiboribe,^WTo engenlib l'.am.irini, teca., l'eit.
de conlormidade com o orramenlo npprnvado pela
directora cm i-oiisellio e apresenlado a approvaco
do Exin. S. presidente da provincia, na importiin-
cin de 12:8915822 rs.
2." As obras da salala geral sern principiadas no
orno de 2 meze, c'de lindar-se no de 8 ti contarda
dala da arrcmalacao.
3. As mais nina .eran principiadas 2 mezes de
pnis de ser o arreinatanle intimado |>ela reparticao
para esse lim, c serlo i:oiicluidas no de 6.
4.a O pagamento ser fcito em qaalro prestarles
icnaes: a i.' quando esliver prompta a metade das
obras da apala geral, a 2 quando estas estiverem
concluidas, a 3.a quando melade das mais obras esti-
ren! feilas, ea 1. e ultima q jando lodas a obras
estiverem concluidas.
5." Para ludo o mais que nao esliver especifi-
cado as prsenles clausulas seguir-sc-ba o que de-
termina le p10v1nci.1l n. 86.
Conforme: O secretario, Antonio Ferrcira
d'.lnnitnciaco.
O lllm. Sr. inspector d,i llieso-iraria provin-
cial, em romp menlo da nrdem do Exiri. Sr. pre-
sidente 'da provincia de 31 dejnlho ultimo manda
fazer publico que no dia 23 dn eorrenle, perante a
junta da fazenda da mesma Ihesouraria se lia
de arrematar, a quem por menos lizcr a conservadlo
permanente da estrada do sul, aterro dos A Togados e
Remedios, por lempo de 10 mezes contatos do 1.
de setembro do corrale auno, avallada em 5:1009.
A lirremalacao ser feita na forma da lei provin-
cial u. 3i3 de 15 de main do auno lindo, e sob as
claus.ilasespeciaes abaixo copiadas.
A pessoas que se propozerem a esta orremalarao,
comparecan na sala das scssos da mesma junta, no
dia cima declarado pelo meio dia cumpi-tontemente
habilitadas.
E para constar se inandou iflixar o picsenle e pa-
talear pelo Diario.
Secrel.irii da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco i de agosto de 1855. O secretario, Anlonio
Fcrreira da Annuiiriacilo.
Clausulas especiaes para a arrematara.
I." I-.ve.-ul.it--se-ha-i ditos liab.tUms de eonformi-
dade rom o orramenlo approvado pela direrloii em
conselho o apresenlado 1 appr.ivac.lo do Exm. Sr.
presidente da provincia na importancia de 5:1005.
2.a O pagamento verificar-se-lia em 10 preslaces
niensae. "
,"L .Melade do|pcssoal ser.i de gcnlelivre.
4. Se a ai 1 enlatante lem cumprido Indo o anuo
com as suas obrigacOes, e deixar a estrada em mi-
li estado que a lomara, receber, a titulo de cra-
tilirarao, mais dez por cento lia importancia lotal da
arremataran.
5." Para ludo o que nao se adiar determinado
as presentes clausulas,ncm no orramenlo segui-se-
ha 11 que dispfie a respeilo a lei provincial 11. 286.
..Confn-meO secretaiio, Antonio t. tl'.lnnun-
C.HirO.
Nos dias II. li o 16 do eorrenle eslaru cm pra-
ea, no p3so da cmara municipal .testa eidade, a
obra de abertura de lima estrada nova, que da de
Pan d'Alho conduza ao larco da matriz da Varzea,
iircada em 3:2009000: assira como a conslrurcan ja
aiiniincrada, de canos dcalveuaria cm algumas mu
e cslndas da freguezia da Boa-Vi>la. Os respec-
tivos orramenlos se franquean! na secretaria da
mesma cmara, a quem 05 quizer constituir. Passo
da cmara municipal do Recife cm sess3o de 8 de
agoslo .le 1855.liaran e Capiliaribe, presidente
Manoel Ferreira Acciof, secretario.
Pela inspeceao da atf.in.lega se fazpi blico que
no da 16 dn correte depoft do meio dia se hilo de
arrematar em basta publica i porla da moma re-
parlinlo de eonformidade comdisooasa nos arls.276
e 277 do leciilaiiiciilo de 22 de juuio d.j 1836. li-
vres do direitnsao arrematante, as memulona abai-
xo descriptas, j.i annnncindas por edilnes de.SO dn,
.hilado .te 16 de fevereiro, 10 de maio, i 15 deju-
11I10 desle auno, a sabe .
Armazcm n. 6.
Sem marca, sem numero, I .embrulho com una
era le de ferro por 1-000, viuda na>barca pnriugne-
za Ligeira, entrado em 21 de novembro de 1852.
Lelreiro, sem numero. I dito, 2 cellas de panno
d'algodSoa 500 rs. lotal I5OOO, 2 carnizas de ma.la-
poUoa l0Q0 total 29000, 3 raleas de ganan azul
500 rs. tolal 19500, I itflicehm. de cabello por 200
rs., I de sement! por 500 rs., viudo 110 mesmo
navio cima, entrado na mesma dala.
Marca C P,ll|210,1 birrica, 2pralis .lelauca
redondos al 10 polegadas n. :! a 67 rs.,mtal|l34 iu
I dito dito 11. I por 3 r. di us ras.ies de chicaras e
pires n. 2a 60 rs. o casal, lot I 120 rs.. i licella n.
3 por.S't rs., I hacia n. I por :!50 rs I hule n. I por
250 is., I diio n. 3 por 350 r., I orlnol n. 3 por 410
rs., na barca ingleza Colanillas, en SI di fevereiro
de 1833.
lelreiro, sem Jbero, I lata, 8librsdc carneen-
sacada a 300 ra.,tamal 2.9OO. no briaue porluguez
Maria Feliz, em 5 de setembro de53.
Sem marca, em numero, 2 mnlhos d.s folha do
ro por 500 rs., vindos nabirca portiipuex Otim-
a, em 18 de oatobro de 15L
Armqzem n. 8.
Marca J S I. C, numero 20. I caixa, 30 libras de
sal-amaran a 70 rs tolal 29100 r.un barca fran-
vet* Coate Rioer cm 31 de marco de 1852.
dem P, numero 21. I barrica. 36 gigos de 2 li-
briscada um de sal refinado, tola! 72 libras a 80 r.
total 58760 rs.,:,,, escuna oglez.i ro*e em II de
abril rta 1853.
Armazem 11. 9.
.Marca S em numero 22 foanreiros de ferro
quebrad..., pesando 10 arrobas a 25, total 209, viu-
do, na barca ingleza Genovicce, cm 7 de Janeiro de
dem S. M. dem15 rodas de po par ap-
pirelho de navio a 100 rs., total 15500, viudas na
barca ingreza Helia, em 17 de Janeiro de 1852.
Atarea s In, I | cesto cura 7 vi.lros grossos
para linternas de carro a I-, tolal 75, vindos na ga-
lera ingleza inda.em I da marco de 1853.
dem (.. P em 11. 1 batrica com una hacia
de oue, i. po, 100 r urna salladeira n. por
I ,,3oP "'n or'""1 ''"'" li"nl,n i i"" 903 rs., um
biillal. 4 por 103 rs., um assuearei, o .1. i |H)r 400
r.. urna ingiilecueira n. 1 m ;,ni .......a liaella 11.
1 rom lampa por lt;u r., un, pealo traveso 11. 4 -,
com lampa por 10 rs.. irm praio travrssu n. i de
18 pallcgadas por 3 11 rs., urna leileira 11. por 100
rs., dous casaes do chicaras e pires n. J 80 r., -u-
(al 160 rs.
Alfaudeaa de Periiamlmeo II de acost de 185.5.
O inspector, Beato Jos temandes Barros.
O Ilim. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumprimeiilo das ordans do Esm. Sr. presidente
da provincia. lOanda fazer publico que no dia 23 do
correle perante n junta t'.d raznala da mesma the-
s imana, vai novamenle a praca para ser arremala-
dn a qaem mais dor o pedagio da barreir do Molu-
colombo, avahado aaiioalmente em 2:6729 rs".
A arremnlacao ser* feila por lempo de 2 minos
10 mezes, a contar do 1" de setembro do eorrenle
aunii. aa lim de junlio de 1858.
As pessnas que se propozerem a esta arrematarlo
comp.recam na sala da sessjlo ra mesma junta 110
da acuna declarado pelo meio dia, coni seus liado-
re competentemente habilitado-.
E para constar se mandn lliv ir o presente e pu-
blicar pelo Otario;
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco II de aanstode 1855.I) secretario.
./. F: O lilil. Sr. inspector da Ihesouraria de f-ixeJ
da manda fer pablico, que a arrematadlo dos ma-
lcriar que resultar mi da dcmoliciio d- um lelhetfl
no fnrle das Ciucu-Ronlas, e que bavia sido anuS
ciida para o da 7 do eorrenle. licou transferida J
ra o dia I i do mesmo mez. ao meio di
Secretaria da Ihesouraria de azeu
bucoem 11 de agosto de 1855J^m
doofllcial-maior, /.ai: Franris--i Smptin
_ Perante a thes.mraria de fazenda desla
vinri.-i ha de ser arrematado, no dia ti do c
xquem mais de--,a renda animal da casa de 1 .
rom do... andar e otfio na 1 na do Padre 1-3
que pertenec ao fallecido l-'r. Cocla'no de-Sanla-
Eugracia .Muuiz, e se ada encorporada oes prounos
nari uines. O preleu.lentes comparee un na mes-
mo Ihesouraria a I hora da tarde do referido da.
Secrelari.i da tliesouraria de fazenda do Pernam-
buco em II dn ac.I,. ,|0 1855. No impedimento
do official-snaior, Luiz Francisco Sampaiu e Silca.
O l)r. Auselm. Francisco Ptrelli, cominendadur .la
_ impertal ordem da Rosa, juiz de direilo espe-
Ncial do commercio da capital do Recife de Per-
nambuco, por S. M. o Imperador, que Dos Mar-
de, etc.
fsFSco saber aos que o prsenle edit.il viren em
como I). Joseptl* Mara da Paixiladirigio a eslejuizo
.1 policao do Iheor seguinle :
lllm. Sr. Dr. juiz do commercio da primeira vara.
Diz 1). Josepha Maria da Paixao, viuva do fundo
Jo.le L-tta > l'iciieira. que Jos llulino Leililo li-
aueira he devednr tosen casal da quanlia do 2:2009
res provenientes de qutro ledras pis-a las c accilas
a 12 de novembro de 1811 j vencida, c por que o
supplicado mora fura desla cidade can locar inrcrlo,
e nao sabido, por isso querendo a supplicame aa-
ranlir o seu direilo relativamenle a prescripea.. mar-
rada pelo cdigo commercial para os I.lulo', dese-
melhanle nalureza ja vencidos; vem
siTo^-l^ sl divide^O de' 10,000 rs.
no briaue porioguez .s. Manoet i.,cm 22 'de abril por acrao. Sala dns sessiies do conselho
de 18>t.
Armazem 11. 7.
Lelreiro, sem numero, I embrulho enm 22 libras
de lypos 600 rs tolal 139200,- na barca franceza
llar re em 31 de mato de 1853.
Marca I) 5 C, numero 374, I caixa com 1088 li-
bras rtt aIa,npa|iara cabello a 300 rs., total.........
1 ,!?~ "" "3 l)ilrca lranceza Havre em i de junl.o
dediroccao do Banco de Pernambuco aos
">! de jtillio de 185.").
BANCO DE PERNAMBUCO.'
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco de junlio de 1855.
O secretario da direcr-ao, Joao Ignacio
de Medeiros Rerro.
AVISOS MARTIMOS.
PARA O IUO DE JANEIRO-
Pretende sabir com muita brevidade.
0 patacho nacional COXFIANT.A, por ter
parte do seu carregamento prompto:
para o resto da carga e escravos fretc,
trata-se com os cousignatario Novaes &
Companhia, na rita do Trapiche n, 54,
ou con o capitao na praca.
Pira o Aracaly com p'cala [e|o Assi sabe m-
prelerivelincnle no dia 20 do eorrenle o hiele An-
glica : para carga-e passageiros trata-se com Anto-
nio Joajiiiin Scve, ua ru.i da Cadea do Recifo n.
49, primeiro andar.
{'ara o Rio de Janeiro sabe cora mili-
ta bltidade, o brigue nacional SAGITA-
KiO, de primeita idassc. oiptal tem a
maiov parte de sen ca ti e;;a memo protnp-
to: piira-o restante c |)assageiro, trata-
se com Manoel Francisco da Silva Carn-
eo, na ra do Collegio n. I", segundoan-
d.u, r.u com o capitao a bordo. *
Companhia Brasileira de Paquetes de
^ Vapor.
O vapor
tiuanabara
ronidiidau-
le o 1 %fl
nenie J. Sa-
lom, espe-
ra-so dos
do corrate
in e *> po r
.limite c se-
cuira para
| ine-mo .na mi aui cli.-c.da :*recebe-c
e enrammendas na agencia, ra do
lie a
P
(O, 2> andar.
a o Aracaly secuecom brevidade o patacho
ru:, capito Marcos Jos da Silva ; recebe K
a tratar com CaeUnu Ciraco db A
Brao do Carpo Santo n. 2.
Ilovve, capilo da barra anverieaua Ca-
nsa, faz scienloao publico, que lia o
do por divida al ajuma qne a sua Iripo-
s fizercm.
I*rra Lisboa pretende seguir impreterivetmenle
dia 27 do eorrenle agoslo o brigue portugus
Hibeirc ; para carca e pasageires, para o que lem
os mol I ores coninmdos, trata-se rom os consignata-
rios ThiHTiaz de Aquino Fonseca i Filho, ou rom o
capitao na praja.
iiiAiiiA.*
Ani seguir enm brevidade o hiate"brasileiro For-
tuna, neslre Joaquim Jos Silveya ; para o resto
da carca trata-se com os ronsicuatarios A. de A. Co-
mes & Companhia, n ra do Trapicho n. 16, secun-
do andar, ou cum o meslre no trapiche do ilgodto.
IEILOES.
\ S. se digbe mandar lavmr lermo de protesto, c
que seja elle inlimajo pnr carta de edito, ao suppli-
cado, de eonformidade com as disposicoes Jopara-
grapho 3 do arl. 153 do cdigo commercial, e rtico
391 de decreto de 25 de novejhro de 1850, alim de
que seja interrump! i a presi-rlpcAo.
Nesle termos pede a V. S., assim Ihe delira.E
H. M.Advocado, Calanho.
E mais se nao conlinha em dita petiejo, aqual le-
ve o despacho do Iheor seguinle : "
Distribuida, com i requerItecife 30 de junlu de
I8T5.Silva doimarnes.
E nada mais se conlinha cm dito despacho, em
virtude do qual foi distribuida ao cacrivao que la-
vron o protesto do (licor seguinle:
Aos 30 de jiinho de 1855, nesto cidvde do Kerfe
cm meu escriptorio veio a ssinflieante Josepha
.Maria da Paixao, edisseeiu peaseinj^das tesleniu-
nlus abaixo asijen idas que ella protcStav.i contra o
supplicado por lodo conten .o retro, ni
eonformidade da mesma pioloHfl ilim de
produziro devido elleilo. E da flnsHl'im o disse
c proteslou liz este lermo^m que assojoSii com as di-
tas lestemuiihas.
' Eu Pedro tertuliano da Cunta e-crivao o escrevi.
Josepha Maria da Paixao.Luiz Anlonio Pi ata.
Domingos Barbosa liodricues.
E nata mais se coiiliohajem dilo protesto, depoi
do qual prodozio a supplicaule as suas testeuiiinlia-,
que jiisliliearaiii a ausen.-ia do su,.plica lo, i-nj i ju<-
tiliraeiio foi juica la pela smienc di Iheor se-
guinle : i
Juico por sentfiipa a justificaran a folha e mando
que se proco.la a cilacao edilal na furnia requerida
e rustas. Recife 30 de juulio de IS55.Custodio
-Manuel da Silva CiimarAes.
E maisse nao couliiiha cm dita sentenca, em vir-
lude da qual o escrivAo que esla subsereveu fez
passar o presente edilal, pelo Iheor do qual intimo,
e hei Dar intimado o prolcslo aqui Iranscriplo, ao
supplicado Jos Rufino l.eiiao licliiira alim liesjrl
seja iulcrrompida a presciipeao ; c manto a todTe
qualquer pesson, prenles, ulicos ou conhecidos (tu
nieSm,. suppli. ido, Ihe facam aviso de que por esta
edital he latinado do referido protesto. Ele sjRP
publicado pela imprensa, e se atinaran dous de igual
iheor, um na praja do commercio, e oulro na sala
das audiencias.
Dado e passailo nesla cidade do Recife de Pcr-~|
nanibu.-o aos 10 dias do mez de agoslo de 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira, escrivilo
inlciino o liz escrever.
Aiiiclmo Francisco l'eretli. .
DECLAUACOE3.
CORRKK) GERAL-
O vapor .S. Saltador recibe as matas para os por-
tos do norte boje ao meio dia, e depois dessa hora as
correspondencias ser.lo recebida com o |>orte duplo;
os'joruiies devcrAo ser entregues duas horas antes.
Pela inli lelegucia de Santo Antonio se faz p-
blico, que se cha reeollit.to ii cadeia por su'paila de
ser captivo, um crioulinlio'de II anuo, pouco mais
on menos, qne diz chaimr-se Anlonio Andr e ler
viudo de Cariri Novo em conipaiiliiJI de um tal Te-
lonio que trainera gado para Santo A libio c do po*
derdeqiiem fugira desla ci.la.le, sendo encontrado
em Espjnho Prclo, onde lora capturado, londuzmdo
um cavallo que furtra em S-nlo Aiilo : quem ti-
ver direilo sobre dito crioulinho, rnmpareea nesla
mesma subdclccacii., para que provando, "ihe seja
entregue. Subdelegad de Sanio Antonio 11 de
agoslo de 1855.O subdelegado supplei.t. em ejer-
cicio, Jos da Costa Douro.lo.
BANCO DE PEKYIMRO.
CommunicoaV.kc. iiiicuasesb.Miitli-
nariada assemblea geral dos accionistas do
BancodePernambuco, eto | dejulho til ti-
mo, foi i esolvido <[ue continuawe a fuo
dorara actual direeeao ua gerencia do
Banco, assim como a cominissiio de ex-
me de coritas eos mera broa da mesa d.i
assemblea geral. Dos guarde a'V. K\c.
IV^cife 1- de agosto'de lS." Exm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querejue, digni$sirao preider.+ da direo
O agente Oliveira fari. Iciljo, por despacho do
E\m. .Sr. Dr. juiz de direilo do commercio, a reque
rmenlo dos administradores da massa fallida de Ol-
veira limaos A; Companhia,- da mobilia e movis de
escriptorio pcrlenreiites a mesma maesa, consislindo
em guaidn roupa, cadeiraa nsuaes", americana c de
batane,,, sof usado, ronsolos com- pedra in.irmore.
mesa tle janlar ela-tica, dita redonda c dita debas,
guarda-loura, aparador, lavatorios, quarlinlieirn, ar-
mario de cozinba, um quadro de cidade, meio appa-
relho dn louca, copo e garrafas, bidet, toallia e
panno de mesa, porla-faras, Irem de rozinha ele ; e J
carlciras para esrriplorio, 4 mochos, (jrade e balctlo,
estante pera papis, cadriras, 4 venesianas, teles-
copios, i mappas, ti livros em branca para copiar
cartas, I mes e I burra de ferro : scBunda-feira, 13
.do cojfolc, a 10 hora. da manhii, no primeiro an
dar da asa ri. !> na in.i do \ icario.
Oageute Borja, por ordem da administrado da
Btassa fallida de Ricardo Hovle, fani leilao de diver-
sas fa/.endas perlecentcs a dita massa : lefea-feira,
14 do corrale, cm sen armazem, na na do Collecio
o. 15.
O agente B"orj, por despacho do m. Sr. Dr.
juiz privativo do commercio, areqacrimenlo de
Adamson lIowieA; Companhia, fani leilo da toja de
fazendas, sita ua ra do Qacimado o. 18 A, perlen-
centca lirma de Silva A; Araujo, consislindo n'um
grande o variado sorlimento de fazendas francezas e
incleza, lima evrellenle rmacao de imarello en-
vidrarai'n, e todas as divida da dita loja : qainta-
feira, lli do eorrenle. as II horas em poni.
O agente Borja fani leilao em seu armazem.
na ra do Collegio n. 1.5, de um completo sorlimen-
to de obra de marciueria, novas e asada?, > opli-
so pianos de jacarando, moderna, obras de ouro,
relogios de aria* qualidades. c aWos muilos objec-
losete. : atMa-feira, 17 do rorrajpe, as 10 horas,
r- O afeiile Oliveira far leilao por ordem do
lllm. Sr. inspector da alfandega e por ronla e risco
de qaem pcrleacer, de varias fazendas avadadas
d'acua sxlgad, salvadas de bordo da barca franceza
Cusate II, naufragada nos recifcs do lugar deno-
minado Maria I annha, na sua recente viaeem pro-
cedc.-ile do Havre com destino a este porlo c ao da
Rabia: lerca-feira, 14 do eorrenle, as 10 hors da
manliaa, n portada referida alfaudega.
J. Pinto Recis de Souza far leilao, pnr inter-
venco do senle Oliveira, de 5 pipas e 20 barris de
quarto Boro vinho do Porto, ltimamente chegado na
barca Sonta Cruz : quinta feira, |(i do corrale, ao
meio dia em ponto, no iiiinazem do Sr. Luiz Anto-
luo Aune Jaromc, defronte da alfan.leca.
O leilao de cha' annunciado pata
labbad > 11, leca' lugar hoje, ao meio dia
em ponto : no arma/.em de Jos Joaquim
Percira de Mello, silo no caes d. alfan-
dega.
s^HH
dade pelo Rvm. prelad do convento.
Precisa-e de 1:500S com hypolheca :
das A coas-Verdes n. 10. achara cota quero trlar.
GABINETE PORTGDEZ DE
LEITORA.
Per ordem da direclori sao convidados os Srs.
sneirs, tanto accionistas como sabseriplores, pra>
sessao fjlemne do anniversario do aberlur do mes-
mo caitinete. a qual lera lagar quarta-feir, 15 do
corrate, as 10 hora da iiianli.ia. Neste di desde
as ti huras da man da tarde, edeidess
ale ,-i 10 da i franco o eslabelecimento a
lodos os Srs. v isitaotes de om e ootro seso. Nos din
1 15 e 1 fi nao ha oipedMUe.Vieira Ribeiro. 1 .
secretario.
Precia-e d ro para taberna, e qoe
nao seja cousa que nao preste : no largo da Santa
Ou/ n. -2.
Perdeu-se no dia 29 do mez de julho, do Cltora-
meuinoal o Cachane, um allioele de bilhanle : a
pessoa que o adiar e quizer restituir, dirija-se ao
mesnio Cbora-mcnino, sitio de Antonio Jode Cs-
Iro, ou ua ra do Vicario n. 31, que ser recompen-
sado.
Domingos Jo i I,age comprou por
cnuta e ordem do Sr. Jo villa
de Marao, os dous bilhe
lrceira parte da
provincial para e
hucano, que es
do eorrenle, os ques
aiiuuncianle. *
Oanouncin pul.
t) c 10 do correle, col
lida pela lei
'sio Pemaio-
fieain osa poder do
-te jornal nos das S,
esH. J.S. M.. nao
se enleiide com o S de Moras* Silva.
100$ de gra-
tifieacao.
1
A 10 do corrento desde
at a Soledade, e dah
sendo urna sed
sem o esta
que acbou. qu
la n 7-2, a c
que los aaat^^^H
a ra llireila
W0O0,
1003,
p-se a possoa
se ro Drei-'
\ Companhia,
a choa decla-
Precisa-se
le urna c
ife n. 31
rra para cozhuW o
filia; na rna da Cznj
publico denla
a Cade.
antes da el

Anl
I eosnsora-
I) horas da
" eneia do pablico
lo as
militas desperas que o rdial-
oienle agradece ao mesi hom acolhi-
nieiilo q
acha-
e red^^H contigu an
im ama com d.mto leite : na
an. KMi*, aoi aa primeira cas,
erque, nao
- seu aiui-
110.

AVIAOS DIVERSOS.
ra de Por-
.uararape, urna
rarleira de marroquim verde com mola imitando
chave, eonleiidu o segninte : 1 nota de 40?, 3 dita
do 10, I dita de 59, 1 itila de 2 e 1 dila de 19 :
pede-so a pessoa que adiar de eutrecar a seo dooo
Antonio IlaymnndoPae na ra da Cadei
do Recife n. 29, priincirosondar, qae ser gratificado
generosamente.
II. Ira francisca Lio:
- I). Iri
Janeiro.
ao Rio
pata engenho ; na
LOTERAS da provincia.
O lllm. Sr. thesoiireiro manila Eazer
pi'lilico, ijiic eslao ajxpostos a venda na
ihesouraria tas loterias, ra do Colicgio
n. I."), os billieles da o-parte da primei-
ra lote'ia, para edilicai-oda casadoGym-
nasio Pernambucano, cujas rodas anclam
impreterivelmenteno dia 22 do correte aoZ^!,il%X%*:.%^^?&-
la, de |iropricd.idedo Sr. Jos Antonio Pereira, qoe
de
Precisa-so de urna ana* si-
mar scoziuliar, para um
roa i as Ouzes n. 28 primeiro indar.
Precisa-se de um feilor.
C.aitil.oj do Carmo n. 18.
Na fabrica da roa do Brum n. 28, precisa-se de
ofliciae* de caldeireiro, laloeiro e serralheiro.
I' la Boa-Moi-le.
Os religiosos carmelitas desta cidade tencinnam
aprosenlar i vene. ia larde de 14 do
crrente, em solem rosanta imacem
le representa o c le-soa mai Maria
sni.lissinia ; e pira mtior decencia desle reli
aclo rogam aos moradores das roas que tem de"ner-
corre dita procis-ao, bajara de aceiar as testadas de
sms li.-iliitarOe, concorrendo assim para a ordem. e
por niuseguinle bxilhanlismo da mesma procissao ;
endo as mas as segninte: Camb doGarmo, ra
da llores, Nova, Caboga, roa largado Rosario,
Oueiniado, Ornes, Iravess da ordem terceira de S.
i-raniisco, ra do mesmo nnme, roa o pateo do Col-
lecio. ra do tjueim.idd, Livramenlo, Uirctla, pateo
do Icrco, ra das Agoas-Verdes a recolher.
Aos senhorea de engenho e aiTemataules
de estiadas.
I m liomem brauco sem familia, que sabe Ifr, es-
crever c contar, que lem pleno ronhecimeuto da
agricultura de seu paiz, que por curiosidade trabatba
de rarapina, peitreiro, ferreiro, astenia machinas
liidr-iulicas e movidas por aiiiinaes.'factureiro trada ;i vista de qualquer base de arrematncao das
obras publica, empedramentos e pontos, offerece-se
a quii precisar de sen presumo para encajar-se, e
aliahi-a sua conduela regular loda despida de prc-
snmprao: quem pretender annmicie a sua inorada
para ser procurado.
Sala de dansa.
Manoel Francisco de Souza Magalhaes
parli:ipa ao respeilavel publico, que a sua sata da
enino, na ra ireila n. 139, sg acha iberia todas
as secundas, quarlas e sexlis-feiras. desde a7 al as
9 horas da uoite ; assim cnmojaiuhciii di ligues par-
liculiires s horas couveocionadas, lanto em sua casa
como as dos senhores qoe de seo presumo se qaei-
ram ulilisar, e mesmo em qualquer collecio, pelo
greco que o mesmo lem marcado : para o qu o
podeijo procurar das 7 as 9 hora da uianliA, c do
meio da as 3 horas da Urde.
Aos lllms Srs. acadmicos.'
Clngou a ra do Queimado n. 9, um cmplelo sol-
(manto' de charutos varetas e de S, Feliz.
mez.. Secretaria da tlicsouraria das lote-r
rias, i de agosto de to.).Oescrivao,
Lu/. Antonio Itodiifjues de Alueida.
O bacliarel Francisco Bernardo de
Carvallto, vStinunamente agindeceaos se-
nhores estudantes do Colleg das Arles,
a aljritns dos senhores acadmicos e am<-
josquesefdignaram conduzir ao cemite-
rio publico os restos tnortaes de seu pre-
sado sobiinho [Li\ inundo de Araujo Li-
ma Jnior.
. ,().-> Sr. Vicente Jos de Brilo, D.
Candida I. da Coneeicao, Manoel Alves
as trras do dilo engenho est? sujeita ao pagamen-
to da quauiia de rs. 3:9&0 principal alm dos joros
decor. idus musanle de urna evreoco por cobranca
de lettras que tvaunilnrignte pngou viova do Sr.
Mano?l /.eferiuu do Sanios', como garante das mes-
illas titiras, aceitas pelo predicto jse Antonio Pe-
reira, qjuando cooipruu parte do engenho Souza ;
sendo mais devedor o mesmo Si. .lose Antonio Pe-
reir la quantia de r. -J:lKlOs, de priocipal de4 let-
C porlanlo iiiiigueni podcr.-i comprar o mesmn
encenio sem previa retaisso dessas dividas.
'1 Sr. Antonio Fernandcs Thom queira man-
dar buscar uns papis qne deivou por es|]ue<;iiaeiilo

na ra do Queiinada n.
i) Sr. Antonio Jos de Brilo queira ler a ban-
dide de vir ou mandar dizer anude mora, para tralar
Gtterra Jnior, Policarpo Jos Layne, Ti-I,,e "" negocio que Ihe diz respeito : na ra do
burdo Atit.mes de Oliveira, TImma/. de C"sp"'!o* "' ''
Aquino Fonseca, Manoel IVanciscoTja Sil- m^ iWVSUS^^^T*' Conti''^0 C,*"
'n r X Santo Antonio, que nao seiam novas : quem Uver,
va arrico, rerreira Aranjo C James I querendo ceder, va a roa Djreila, botica n. 3t.
Ryder & C, qtn-iram ir boje reeeber do; s ,ierro da Boa-Vista, esquina da roa do
commundante do vapor S. SALVADOR, ,IIos|iiiio, ca.i amarela, segundo anear, precisa-so
em quarentena, ebegado hontemdos por- 51 ls"^t7Uu" c,,,,i,<,'de ** e*^uc" '
_J .-" .""? tiel.qtoeoztnliebem eengomme, para casa de pon-
tos do sul. as nanita? que Ibes vem con-1 ca familia.

_-
lillTHinn


T"**S ;.;-?
N*
DIARIO DE PERUIBUCO SEGUMOA FEIRA I'. OE AGOSTO OE 1855
O merlico Jos ile Almci.la Soares de lima
Rastos, rnodou a sua reiidoncia para a ruada St
f Crin sobrado am.irello n. 21, segundo an- $
Snr.
CASA W
rOIUSSAO VI! EMAVOS
NA
SUA LARGAD ROSARIO.
N. 93. SfiQGNIK) ANDAR.
Netti eaa recebetn-se eser.ivos por tommiisilo pa-
ra serim vendidos por cania .e leu* senhores, lano
liara torra corno para embargue; alianra-se o bnm
raubento o >e?urn;a dos miamos, na* se poupau-
do Morbos para que piles sejsm vendidos com prom-
plidlo, llni de que sens seoliores nao loffiaui em-
pate com a viada del les.
DEHTISTA. :
V Paulo l.aignoux, dentina franrez, eslabele
rido ra roa larga do Rrriurio n. :i, secundo
andar, enlloca ulescom gengivasarliliciaes
e dentadura completa, ou parle della, com a
pressao do ar. r.
i
>> !tH9er a
RETRATOS,
aterro da'Uoa-Visla n. 4, lerceirn andar, coii-
(inua-se a tirar retraios pelo syslerna chryalatol> po,
com nioit rapidez e perfei
O Sr. Joaquim Octavi a Silva tem carta
ua livraria 11.6 8 da pr. pendencia.
iras da
s
O Dr. Sabino Olesari I Pi.ho. mudoi ele d,i ra deS. Francia- 4*
co n.lirjA,para o.sob.ado do duus anda- "B
reto.6, ruade Smlo Anu.ro, (mondo novo.) E)
Regiment do cuotas.
Sahioulm o regiment das cuitas jucli-
ciaes, ar.notado com os avisos que o alte-
raran! : vende-se a 500 reis, na livraria
n. 6 e 8 da pr;i lepeodencia.
EDOCACA'I) DAS FILHAS.
Eolre as obrus cebispo de
Canrbray, merece mii particular mencAeotraladn
da educaraj das meninasno qual este virtuoso
prelado ensina como asmis r.evem educar suas !i-
llias, para um dia c occopar o sublime
lugar de mai de.^^^H se por tanlo urna
necessidade pan ioe desejam iu-
i-las no verdadeiroc da. Esta a refe-
rida obra H
livraria da
diminuto [
Al
lliibourrq.um
rea para mor;
primeiro atida
Irangeira.
vende-se na
I. 6 e 8, pelo
lo Sr.
1 ler-
ui n. ti,
^^Ba es-
O padre V
]ucmudou a s
;el n. 11, onde
no interno
dico prego
quizer ul
]K>deproi
rida c;.
J'l\Dl(
Na fundicao de
n. :lH,fundn-e i
< laiao. asi,m coi
latoriro e lunilc
rnmntudo.
S3,>4! *?.
8 4. JA
# cor
49 rn andar.
SS9S9$eitt&8i|s$t$!
O SOCIAL] S
Palo general Abra
Aelia-ie a
do de Freit:
era casa do ar.
no I.- andar ;
maiur ou m
emptar
da a ni
social.
da humanidad-'. \- --n-
ao alcance Je
Hu do B
enouz, den
mana adaui
posirjo lem
rosa lo
em poucoe
dura, e perra
dos com a furr
inquer-
do lian-
CONSULTORIO DOS POBRES
SO MU A HOVA 1 AKiAI 50. <.
O Dr.l. A. Lobo Moscozodironiullashomeopalhicaj todos os diss aos pobres, desde Mi.
llihaaatoomeio dia, e cm rasos extraordinarios a qualquer hora do dia ou imite.
Ofleroso-se igualmente para pralicar qualquer operac.au de cirurgla, e acudir promptamenle a qual-
er mulher que esleja mal de parlo, e cujas circuroslancias nao permiltam pagar ao medico.
OJCOMIIORIO DO DR. P. A. LOBO I0SC0Z0.
SO RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual omplefo de meddicina homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, Iradurido em por
tugue/, pelo Dr. Mosco, quatro voluntes encadernados em dous e arompanhadnd*
mu diectenario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc. i, oaOOO
Esta obra, a maisimporlanlc de todas as qoelratam do esludi. e pralica da homeor.a'lhi, por ser Ti unir
que conten a bsse fundamental d'esla dnnlrna-t-A PATHOENESIA OU EFFETO* |,0SMKI)IC\-
MEMOS NO ORGANISMO KM ESTADO l)F. SAUOE-conl.ecimen.os queno podern'dispcoslr aspeV
soas que se querem dedicar i pralica da verdadeira medicina, inleressa a todos os mediros que qui/ercm
eiperimenlara noairma de Ilalinemann, e por si mesmos se convencerem da verdade d'etfa' a lodos os
fatendeiros c senhores deensenho que eslSo longe dos recursos dos mediros: a lodosos capitesde navio
que urna ou outra vez nao podern dcixar de acudir a qualquer incommodo seo ou de en Iripulanlc-
a lodos os pas de familia que por circunstancias, qne ntm sempre podem ser preveuidas, 3o lobriga-
dos a prettar in enntxntnh os primeirps socenrjos cm suas enfermidades.
KISOO
:i*tHK)
webem preparados .medicamentos nlo se pode dar um passo seguro na pralica da
ropriclano teste eslahelecimenlo se lisongeia de te-lo o mais bem mtinUdo ncmivel c
a
dos a preuar in cnntXnmii os primeirps socenrjos cm suas enrermidades.
O vade-m'icum do homeopalba ou linduc^flo da medicina domestica do Dr. Bering
obra lambem uUI >i pessoas que se dedican) ao esludo d?. Iiomeopalhia, um volu-
me grande, acnmpanhdo do diccionario dos termos de medicina .
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ole, etc., encardenado".
Sem verdadeiros e be
Iiomeopalhia, e o prop
ninauem dovida boje da Brande superioriiiade dos eus mecHcamenlos.
Boticas a. 12 luhos grsndes.............
Boticas de 1\ medicamentos em glbulos, a 10, 125 e t.sOOO rg. "
Ditas 36 dilos a.........
Ditas 48 dilos a................
Dilas 60 ditos a.......... \ \
Ditas 144 dilos a..........\ \
Tubos avulsos .............
Frascos de meia inga de lindura..........!!!**
Ditos de verdadeira lindura a rnica. .'.....".".".*."."
Namesmacasa ha se.nprc venda crande numero de tobos' d'c crv'sta do diversos l
vidrospara medicamentos, e aprompta-se qualquer cncommenda de medicameoloscoui toda
de e por precos mnilo commodos.
mais bem montado possivel e
sooo
209000
syooo
:if>5(MK)
609000
lfKK)
38000
2*000
inhos,
Ja a hrevida-
TRATAMEHTO HOMOPATHICO.
Preservatico e curativo
DO CHOLERaVMORBUS,
PELOS DRS.
mi inslracci ao puvu para se poder curar desla enfennidade. admiiiisIramnlIT'Jia^ =*
TRADCIZIIK) EM PORTUr.EZ PELO DR. P. A. tOBO MOSCO/n
Estes doos opsculos conlmasindicacoes mais clarase precisa so nela siia i.. .
cao esta o alcance de (odas as inlelligencias, ido l p,|0 que' il resolto aos mAoi"^.! 'nciMex nos.-
cipalmen.e aos preservativos que tem dado os mais mUu^^'ZT^tXT^Srt'm'
elles tem sido postosem pralica. ".smanos tm Imia a parte em que
Sendoo tratamenlo hoineopathico o unicoque tom dado grandes rsi.lm,l n-..ir"1'
velenfermidade, julgamosa proposito tradfHic^ estes dons ,m la,le! o ->V.Z l.vo desta bern-
ia, para deifarle facilitar a sna leifira a ouem i,., r,..?.'^ cs 0P1,,ru>9 "> Imgoa vernaeu-
Venden*-" 3 bons_ escravoi, da idade lie 8 a
U anuos, bonilas lignras', espertos e iiadws : queni
os pretender, dirija-se ra da Senzala Velha n. 36,
primeiro andar.
Vendc-se o bom e bem creditat o rape Jo3o
Paulo Ccadeito da fabrica do Kio de Janeiro ; rap
esle bem afeito pela sua co'niposiffln e issemollwr-se
ao de l.ish' a pelo seu bom aroma a-ndavel ; ven-
de-se deJ5 libras para rima,no deposito eral da roa
da Cruz do llecife, rasa.n. iT, e em libra e a reta-
llio. as loj.is sesuintis : ra da Crol do Recife,
Forlonato Cardoso de Goova ; na ra da Cadoia dn
Herife, Josc Gomes l.el, Jos Fortunato da Silva
Pinto, Tliomat Fernandos da Ciinlia, Manuel Jna-
ipiinWe Oliveira ; becco da Cacimba, Antonio Ba-
ITIOI ; roa du Crespo, Joaquim Heuriqu* d Silva ;
ru do Qneiiniulo, Magalfiaes k\ Silva, Teixeira (\
Soilza ; roa Direita, Jos Vctor da Silva Fimenlcl;
paleo do Carino, Antonio Joaquim lerreira de Sou-
V rua larsa do Rosario, Viuva Das Fernandas,
Mannel Jos l.opcs, Barros & trm.lo ; aterro da
Boa-Vi.la. Joaquim Jos Das Pereira, Jos Virlor
da Silva Pimenlel.
Vendc-se um cahrinba de bon'ta lisura, de 16
anuos de itade. proprio para criado : na rua do
Rangel, sobrado n. 48.
Vende-se urna morada de rasa lerrea na rua
Imperial n. 27, com 3 porlas, 2 salas, quarlos, co-
znha fra, cacimba e quintal murado : quem a pre-
tender, dirija-se a rua du Vicario n. 12, que achata
com quem tratar.
_ Vende-se urna armarao, um balcao de amarel-
fo e dous mostradores com vi.lros, ludo novo ; quem
pretender, dirija-se i rua Imperial n. 39.
MURcn.lNA.
Na rua do Crespo D. 16, esquina que volla para a
rua ilas Crorcs, vendem-se cortes de miirruliiia com
II '. covados, pelo barato preco de 29JU ; a elles,
que estilo se acabando : asaim como tiiy de cam-
braia com babados, fazenda minio superior, a 4>ll
cada um.
Vende-se l crioula de 2i anno, 1 dita de t i n
nutra de S. e 2 negros de nac,An : na fui la Senzala
Velha 11. 70. segundo andar, se din quem \endr.
Na ntada|Cru7.esii.2 co parn crnpalliflr lo,la 1 qualitlade de
ulnas, pcloprro de 120. JO c SI) rs..
c do mais Superior a ."i0 rs. a lilira: na
tnestna loja vendc-se palhinlia a* prepa-
rada a 2.sC00 .s'OOO rs.a libra.
Vcndem-sc duas bonitas esrravas, de 20 a 22
unos, cora algnraai bahliilades : na rua Direita
n.-66.
w
Vende-se nicamente no ('.
g i'UBLICACAA' 1)0 hSTITtTO'f-
g MEOFATIIICO DO BRASIL.
2 THESfluDRO HOMEOPATHtCO
OU
^ VADE-MECl M DO ,
H0M0PATHA.
Melhndo conciso, claro e seguro de cu- (A
Var homeopatlricamente todas a.< molestias /f,
jue af/ligem a especie humana, e part- Iw
JJ cularmeiite aquella' que reinara no Bra- (A
ido segundo os melliores Irota- 2
^^^Bhomeupalbia, lano europeos romo, ^
. e segundo a propria ezperi- l
, pelo Dr. Sabino Olegario l.udgera J>
sla obra he hojp rrconherida co- (ra
>r de lodas '|ue tratan) daappli- aa
liomenpalluea no curativo das mo-
t)s curiosos, principalmente.
podem dar om passo seguro sem possui-la e z
roneolla-la. Os pais de fanyliaa, os -
res de engenlm, sacerdoles, Majan:i- 1
pitaes de navios, serlancjoselr.
te-la mito para occorrer promplamen]
qualquer caso de molestia.
|- Dous volmes Cm broeluira por
* encadernados
' Vende-se unicamenle em rasado
rua do Sanio Amaro n.,6. (M
vo;._
a quem lunore o fraiiri'7.
iiisultorij ductor, rua Nova n. 52, por 2,-000 rs.
L~JagfM.M Aguas-\ erdes 11.22, segundo andar.
.nJ? '"" \H.ntal i01t n- *'-* ''inheiro a ju-
ruarTuas l>e"Jk>re' de "ro' em 8na epequeias
_ O abano assijnado avisa ao publico e ao corpo
I,r!.?"!mrn0' q"e "mProu !*. site na roa
8!U ,'0(,R"s1n"1 '<'. -\nhinio Elov Rodrigues da
v.tor hV ?P:"!'"a : 1DP""J"lRar comdirciloao
valor da dita taberna, aprsenle seus iii|., ,|ro dia
., do correnle. pois pasado esso dia o abaiio assi.--
ann^0 I.Sr'm^'3 por I"1'!" 'vida que
apparec;a. Recre 10 de agosto de Im. ,
Manoel Ribeiro lemaides.
it.T i^*."5" al"sar I"n, caM ,crrel no airro
uilo Antonio : ,,,, ,iver airja-ae .1 roa do
ollegio u. is, lerccire andar.
Kociaeao co'mmercial Benelicente de
Peruambuco.
A direcrao da associacilo commercal Benelicente
Uprara, de roufonnidade com os adeos 20 e 'I
Ijlot cstalutos que a regen), ronvida a todos
ara comparecercm a assembhia geral
a o di< H co rorreute mez, pelas
em ponto, na sala das suas ses-
9 de agosto de 1R5.. O secre-
Atonio Marques de Amorim.
Iiarel A. R. de Torres Bindeirn, profs-
alo rbelonca e (eograpliia no lyceu
ntir.ua a ensillar as referidas dis-
im a Jincua fr.mceza, a ingleza e
LOTERA 1.0 OVMNAsu, l-EUNAM-" KttT.m^-iU'i'u^^'.Ve
BLCA.NO. B *o, poder, procura-lo para esle lim das 7
AOS (5:000;,, :000.S E 1 A)00jt. Ie n.S ,,la "''* ** 11 da manhaa a 1
Ocautel.sla da casa da Fama Antonio da Silva **e as 3 horaad aH.
tiuimaries avisa, ao publico, que esto .1 venda os' ecisa-se de uro oaixeiro de 12 a U anuos
seos afortunados bilheles e caulelas da lerceira 1 seque seja porluauez, q_oe lenha pralica de
ra loteria do (ivmnasio, a qual corre 110 IJ p 1IIC o''liador a sua conduela : qm
uartos.
Vcndem-sc quartos e-aluuns burro, por preco
c oinmodo ao p da ponte da Bua-Visl.l.
Na rua da Madre de Dos n. 36, segundo an-
dar, vende se urna escrava crioula, rom urna cria de
dous me/.es, pouco mais ou menos.
Vende-se urna parda de 40 annos, mais ou me-
nos, qae cozinha perfeitamete, faz doces de qual-
des e engomma : na rua Direita B.25.
HA RUA IVA H.
ha relogios de ouro patente inglez do
Inicanle de Liverpool, por prceo muito
lamben) lia iqoilo bous ocoles tdc lodaa
ee-, os quaes sao de a^o.
Vede-se
Farelio em saccas de 5
arrobas a 5^000.
-arinha de inandioca
em saccas a igSOO.^
.Tijolios *de marmol
520-.
Vinho Bordeaux
^arrafoes a 12^000.
iNo armazeui de Tasso
armaos.
Vende-so por muito menos do coito oo aluga-
se urna rasa moderna na Torre a beira dorio, com
todas as comniudidades para familia, coclieira, estri-
bara e quario paro feilor : a tratar na roa da Cruz
n. 10.
1URV YOLTARETE.
Vendeui-** ricas cixinlias com tcntoi,
para voltrete: ua rua da Crn/. n. 26,
primeiro andar.
Vende-se 5iampa;rne de superior
ilijade em caixas, por preco com mo-
na tua d:i Crux n. 215, primeiro an-
r
da.
7JO00
43600
900
800
600
25600
2SUO0
10.100
360
'J.1000
85000-
V^H)0
19.500
800
720
25000
95500
,5c.500
49.500
4*500
49000
800
250O
39000
nore a
em
nte, osquaes sao vendidos nasseguin- !'"" "estas circumslancias, dirija-se,a rua do <
; rua do ""- l> t'orle do Mallos.
com a
losa eom-
o dolo-
uirindo
a mais
estraga-
Joias.
i di lija de ourives na
rua do Cabii. fronte ao paleo da matriz e
rua Nova, fazem publico que -ereberam de novo ri-
ca obras de ouro de in oslos e com espe-
nalidarie, cr>iren B l|2 palmos de com-
prime am a respon labilisar-se pela, qiia-
lidadedoouro. Sercfim & trmao.
fHI'fncisi-se alogur urna .una forra ou rapliva,
de familia :
ir*aterro ds Boa-\';
Est a sabir a luz noltio de Janeiro o
REPERTORIO 10 MEDICO
HOMEOPiTHA.
EXTRAHIDO ])E RtOPF E BOEN-
NGHAISEN ]', OUTKOS,
puslo em ordem alpbabetca, com a deseri|jro
abreviada da todas a* molestia!, a ijwiieacao phvsio-
logca e theiapeolica de todos oa medicamentos ho-
roeopathiros, sen tra]Ki de nec^o c concordancia,
lo de uradi da siuMcacao de todos
slennos di medici1 ^^Hpa, eposto ao alame
dan peisoas do p
ML A. J.-f^ELLO MORAES.
Sobscreve-e para Ha obra no consultorio borneo,
ptithico do l)r. LOBO MOSCOZO, rua Nova n. 30-
primelro andar, gor ^OOO em brochura, e 68000
encarlernadii.
Novos livrosde Iiomeopalhia mef ranee;, obra
todas de urimaimporlaucia :
Hahneaaiiu, tratado das malctias chronicas, 4 ve-
ame............ 209000
leste, nrolenlias dos neninos '. 6000
Bering, Iiomeopalhia domestica. "9000
Jahr, pliarrc.acnpvalK meopatnica. 69OOO
Jahr, novo manual, i volum- .... I69OOO
Jahr, moles ias nervo.as.......65OOO
Jahr, moleilisda pille.......89OIKI
Rapou, histeria da bcmeopatl a, 2 volumes I69OOO
Harllimann. tratado completo ias molestias
dos meni ios..........
A Teste, materia medica homeopalliica. .
De Favotlc,' doutrina rdedica ln>meopathoa
GKdc* de Slaoneli .......
tiug, vetdade da homeopatbia. .
Indepe
rua do
Bilheles
Meios
(luarlos
Oitavos
Ueciojos
Vigesini
.55800 Recebe por inleiro
29800 com descont
ifA a
7-jo o ir
600 a
320' a
daBoa-Visl.i ns. 48 e 68
rua larga do Rosario 11. 26 ; pMja da
ra ns. 14 e 16 ; rua do Collegio n. 9;'
gel n. 54, e rua do Pilar n. !K).
6:000
2:7608
1:380
6909
5529
2769
O cautelisla cima declara, que ns seus bilheles
inleirO por cento do imposto geral, e sim as suas cautelas.
LOTERA DO (IVMNASIO PER-
NAMBIJCANO.
Aos6:000. Corre induhilavelmente quarti-fcira, 22 de agosto.
O cautelisla Salustiano de Aquino l-'erreira avisa
ao respoilavel publico, que os seus bilheles efjaule-
las da lerceira parlo da primeira lotera do GJntina-
itio nao- solliem o desenlo de oito por cctilodo im-
posto geral: c acbaiu se veuda as lojas seguidles:
rus da Cadeia do Recite ns, 24, 38 a 45 ; na prac.a
da ludepcndencia ns. 37 e 39 ; rua Nova ns. 4 e 16;
rua do Queimado ns. 39 e 14 : roa eslreita do Ro-
sario n. 17 : no aterro d* Oua-Vista n. 74, e na pra-
ea da Boa-Vista n.
Recebe por inleiro- 6:0009
3:0009
" n 1:5009
1:2009
1 7309
a o 600o
309
O referido cautelisla dcima que se obriga apenas
a pagar os 8 por cenlo da le, sobre os.seus bilheles,
vendidos 'em originaes. indo o possuidor receber o
compelcnle premi^iie nelle sabir, narua do Collegi^j
11. 15, escnplori^HSr. (hesoureiio Francisco An-
tonio de Oliveirn^Brnambuc 8 de asMbta de 18.5.5.
A'alttad'aHu de AquinoFerreira.
PERNAM-
Bilheles .59800
Aleios 39900
(.luarlos 19-500
l.luinlos I92OO
Uilavos 760
Decimos 640
Vigsimos :40
c
105000
85000
75000
6;0O0
49OOO
109000
Diccionario de Nysteu .
A ttlw completo de aoiilomia enm bellas es-
lampas coloridas, conlendo a descripro
de todas as partes do eorpo dimana .' 30000
vedejjge todos estes livros no consultorio homeopa-
ibiro A Di. Lobo Moscoso, na Nova u
metro andar.
-Da'-*e dinheiro a juros sobre penho-
i's de obras de ouro e prata : na rua da
Guian. 40,
O administrador da companbia de
operario etu servico da? mas desta cida-
servii o, vencendo es forros 720 e os
captivos rHO ris : dirijam-se a rua Nova
11. .
Joaquan Josi; Das Pera ra declara, que lendo
rreinalado em leilSo Je 9.de junbo p.p. todas as di-
V|dasiliva| que dcviain a Antonio da Cosa Fer-
reira EsrreWa. com laberna m na da Cadeia do Re-
eile. convida a Indos os deve oies do dito Estrella,
1 da piaja como de mallo, para qne venhain pa-
0 auaniiuneiaate, 6a a pesso -ompelenle por
elle autoiiada, ido cora a maior presteza possivel,
de evitaren) maiores despezad, pois prometa
ler I ida a -onlemplai;ao com os que forem mal
promptos nos seus pagamentos, pcalendo para isso
dirigine ao annuucianle no aterro da Boa-Vista
n. 14.
Aluga-sejp primeiro anlar e solio na roa Im-
perial n. 58 ; a Iralar na rua Direita o. 93, segundo
andar.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, roa do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, poj-
precos mais baisos do qu emoii-
tra qualquer parte, tanto em por-
qoes, como a retalho, alliancando-
se aos compradores um s precio
para todos : este estiibeleciment
alirio-se de cotnbinacao com a
maior parte das casas commcrciaes
ingle/.as, francezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazenda mais cm
corita do que se tem vendido, epor
ito oferecendo elle maiores van-
tagens do que otttro ((ualquer ; o
proptictario deste importiuxte es-
Utbejta^tmenlo convida a'todos os
seus patricios, e ao-publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus nteresses) comprar fazendas
baratas, no armazem da rua do
Collegio i). '2, de
Antonio Luiz dos Sanios & Rolim.
LOTERIA UO r.YMNASIO
BLCANO.
AOS 6:00(>,s, r>:000 E t:000.s.
Ocautelisla Antonio Jos Rodrigues de Souza J-
nior avisa ao rospeitavel publico, que as rodas da
lerceira parte da primeira desta lotera andam im-
prele.ivelroenle qnarla-feira,22 do correnle. Todo.
os seus bilheles e cauteles silo pagos sem descont i\-
gum, o, quaes acham-se a venda na nraca da Inde-
pcndencia.lojas ns. 1,13,15 e 40; ,,,,, Direita i..'13;
kavesaa do Rosario 11.18 C ; aterro da Boa-V.sla n
'- A* ? n;l.r"'1 "a t'raia, loja de fazendas.
) Recebe por inleiro 6:0003000
.3:001)5000
" 1: .5009000
1:2005000
7.505000
" (KKiaooo
3IKI.JO00
Meios. 2&IHKI
(.luarlos I3VKI
Quiulos 1j>2(K)
Oitavos 760
Decimos 640
ViEesimos 3io
O rhesmo cautelisla cima declara, que'aii se ohrl-
ga a pagar os oito por cenlo do imposto i-eral cm seus
dilos b. heuirinleiros, devendo o pouidor receber
do -.r. lliesoureiro^ aeu competente premio.
LITTERATRA.
* r-*C PAN0HAMA-
^,s. assiananbBdofai.ora.ua Icnham ,1 bon-
oade de maadjrprociirar a conliniiac.io de ir. 10 a
l^lla loja de ciieadernacfioe li-
a de Souza, rifa ilp Collegio
COMPRAS.
M 'COMPRASE
toda a quilidadc de
rua Nov. i.7 "i'*!. V'"'0 me""s.f*rro : "
mii.! IS,,lerfro.n,? 'Rreja da Conceico d
Militares, loja de lunile.ru.
ns
Compra-se prala brasil^
rua da Cadeia do Recite n. 5*,*
e hespanlmln : na
K QUma'* ESCIIA-
gm Bft UVRABT0
Jo>pran>seescravo. eOectivamenta de 12 a 35
a#no, sendo boas.lisuras na-a-se mll. 1
em-ufr. qualquer pane, en'ibo^a\Z enhnm na"
;;l^des; tamben, se recebe, pira veinieTue c^
,,7 Con''"'a-5e uma fel de bonil figura
quesejaboa coslnreira e engommadeira
e mocas
e lllolus da
L
TBLICACVO COROGRAPIIICA.
Esta a" venda na livraria clasica n. 2,
no pateo do Collegio, a obra intitulada
Breve" Noticia Corographica do Imperio
de Brasil, 'cripta em 1H.H; e roga-sc
aos Srs. assignaulcs (|tie tenhaiQ a bon-
dade demandar buscar os seus ejempla-
res, no armazem de leiltes da rua do Col-
legio n. 10-
Quem acliou e quizer restituir urna cabra
(bicho; lodi prela, rom urna cria j bastante eresci-
da lambem prela, sendo as .naos e ps do joclho pa-
ra baiio brinco, pode dirigr-se rua Direita n. 03,
que ser grililicado com generosidade.
Alus,-se no Hospicio 11. 8, um niulatiiilio de
1 j> anuos de idade, ,bom copelro e proprio para pa-
gem.
Na Cidade Nova ha uma excellente
casa, com commodos para grande fami-
lia a tratar com Antonio Jos (iomes do
correio.
IIUTllinn
avTaC"m>)rams accoes de Beberibe
Se;:nd:s:a:narunlar8adoHos:'rio''-
Compram-se obras de ouro e prata
ja usadas: narua da Gui n. 40, desde
as 7 horas ate as 1 0 da manhaa. todos os
36,
Comprase efreclivamciite bronze. lalc
bre velbo : no deposito da fundicao d'Aurn.
o e co-
rua do Brum. I.gu na entrada "".'& rt,Aurra' "'
Inndicao era S. Amaro.
e na mes.na
VENDAS.
Velas de car-
nauba, .
Sl.Ml'l.KS E DE COMPOSICAO.
Na rua da Cruz a. 1.5, vemlem-se d.'la. velas, de
(., .,8, Oe 13 por I,bra, cm caitas de8al .50 libras,
fabricadas no Araraly, pelos melliores autores, e por
menos preco que em oulra qualquer/ parle.
Vende-se um bonito molque com idade de 1.5
anuos, excellente cozinheiro, bou, copeiro. Irahalha
ile sapaleirn e he muito proprio para pagem por ler
muilo bonita licora e boa conducta : lrala-se na tra-
vessa da rua Bella 11. 6.
2 O melhor piano verlical, qne jamhis veo a es-
ta cidade ; a venda no escriptorio do agente de lei-
lOes Franciico G. de Oliveira.
Vende-se cera efe carnauba em arrobase as li-
bras ; na tua do llos| Barto adnijira
Chiles linjssiiivtWdo merino de todas as cores a
tOO. dilos de pimt laa com lindas raroag^K a
BftVK), dilos de ganaa bordados a 2*700. dilos de al-
tpda%e dilos do tarlalaiji^^y|aiLleiH; j^ d e r,ijp
aeda a liitKi^jjgBW^^SnioT^ \W"~ ae n'""
^njfMHi, dile- Me '.|4)J| M muifo
naraWBWTliailres dc.ambraias frailffB, ajirJOl).
lencos de pura seda rom franjas, o mell or possivel,
a 800 rs., romeira- de lindos soslos a :5500, e 011-
Iras muilis fazendas que se veudem por menos do
que em oulra qualquer parle : na rua do Oueima-
ilu n. 83 A.
Relogios de ouro e prata sabonetes
palele ingle/,: no armazem de James
Hallidav, rua da Cruz n. !2.
Vendcm-sc :'. escravas rnocas ilc I millas figu-
ras, e 1 innlrqiio que cozinha bem o diario de uma
casa : na rua Direila n. 3.
No Hospicio n. 8, vende-se urna mulata boa
lavadeira, eneoinmedeira e Coziiiheira.
Vendem-se 5 escravas croulas, sendo I com 2
crias mulalinhas, I de 2 anuos e oulra de 2 niezes, 1
uesrinha de 6 annos. 2 de 18 anuos com habilidads
e t dila de 30 anuos, ptima cozinheira. ensomma-
deira c lavadeira, lano de sabAo romo de barella :
na rua de Itorlas 11. 60.
A lyi(K) rs.
Vendem-se sacros ruin farinha de mandioca pelo
barato preco de t>0(MI rs. o sacro : na rua Nova 11.
20, loja.
Autigo deposito de panno de algo- M
goiJao da fabrica de Todos os |
Santos na Babia.
Novaos & Companbia, na ruado
Trapichen. 34, continuara aven- 1
der panno dea|godaodesta faj)iica, g
Iranrado, proprio para saceos e S
roupa de escravos.
Vende-se Kircli e Absyne. por pre-
co commodo: na rua da Cruz n. 'ti, pri-
meiro andar.
Vendem-se jp armazem de Rostron
Rooker A C, rua do Trapiche n. V7, su-
periores relogios de ouro patente ingle/.,
de um dos melliores fabricantes do Lon-
dres, por precos mui mdicos.
A boa fama
Vendem-se moilohoiiilos chapeos de sol de seda
pequeos e com molas proprios para meninas de es-
cola, pelo baralissimo preco de 3J000 rs. ; he coma
liio salante que quem vir nilo deixar de comprar :
na rua do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
DINHEIRO
nao se engeita.
NA BA UO QUEIMADO N. 40.
Itenriqne Sanios acaban) de arrematar em lei-
logrande porc.au de fazendas de seda, la, linho e
algodao, e qiierendo acabar, avisain ao publico, qne
se ve.dem por diminuto preco as fazendas seguin-
les, bem cerno nutras muilas, e dao se as amostras
com penbor:
Corles de cambraia de seda de babados, a
Corlea de t n de quadros, a
Sedas de quadros e lislrs, covailo a
Adelinas de seda de quadros, covado a
Alpacas de seda de quadros, cuvado a
Selim prelo Marao l.-o. rovado a
Sarja prela lavrada, covado a
Sar|a prela lisa encorpada, covailo a
Tafcta azul claro mofado, covado a
Chales prelos de reros, a
lies de seda de ror grandes, a
lilas de seda para senhora, a
rus de seda de cor, grandes a
lencos de seda de cor pequeos, a
Lencos de seda de cor para grvalas, a
Corles de colletes de seda com barra, a
Chales de merino bordados seda, a
lbales de merino com franja deseda, a
Oales de lila de cores, a
Corles de rasemira prela lina, a
tea de casemiras de cor finas, a
ts dccollcles de l.a. a
mo prclo fino, a
to prelo para panno, covado rg
["Panno de varias cores fino, rovado
Merino prelo de cordAo entestado.
Alpaca prela de lustra lina, nonio a
lliini liso de puro linho, pera a
Aberturas linas de cor para camisas, a
Corles ite rolletes da fu-lau linos, a '
Cassas franeczas de cotes linas, vara a
(ansa amarella le quatln.s e lisa,covado
Chitas fraucezas largas, covado a
Kiscadosfrancezes muito largos, covado
Lencos pequeos de cassa linos, a
Rico vestidos de seda de quadros, rrlea 148000
Vestidos de seda com toque de mofo, corle 128000
Nobreza furia-cores para vestidos, covado I9OO
ii, curo loque de mofo, rovado I9IOO
Loncos de selim prelo mncao a
Pnlceiras de velludo prelas e de cor a
Collelesdc casemira prelos bordados, corle
Corles de colletesde seda de cores a
Alpaca de cordao prela c de cores, covado
Lencos de cambraia de linho a
lanas prelas de torra! para senhora, o par
Cassas de cores escocezas, covado
Madapolao lino cam toque de mofo, peca
Lindas lilas de quadros com palmos de
largura, covado
Vende-se cal virgem, chegada hon-
tem, e de superior (piadade por preco
razoavel: no armazein de Bastos & Ir-
mios, rua do Trapichen. 15.
Na rua do Vigario 11. 1), primeiro andar, lia
para vender superior relroz de primeira qualidade,
do fabricanteSiqueiraludias de rnrit e de nume-
ro, e lio porrele, ludo che gado pelo ultimo navio vin-
> Porto, ejuntamejile viub superior, feiloriaj
Capas de bttrraclia a 12|000.
Quem deixar de se manir de orna excellente ca-
pa di burracba, pelo diminuto preco de 12 '- *-
las, que se estn acabando: na rna da Cadeia do Re-
cite, loja n. .50, defronta da rna da Madre de Dos.
--Em casa de J. Keller&C, na rua
da^Cruzn. 55', ha para vender excel-
lenies pianos vindo* ultimamentede Ham-
butgo.
Vendem-se cm casa de S. P. Johns-'
ton & G., na rua d .Senzala Nova n. i i.
Sellins inglezes..
Belogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candiel rose castiraes hron/.eados.
Lonas inglesas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
lia 1 ns d<; graxa n. 97.
Vinho Clierry em barris.
Camas de ferro.
CASEMIRA PRETA i 4>500
0 CORTE DE C Vl..
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Brei-
nha, 2 volumes por l.sOOO rs., na livraria
o. Iie8 da praca da Independencia.
CAL VIRGEM.
Vcnde-secalde Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTANCA, entrado bontem, por
privo commodo:' no deposito da rua de
Apollo n. 2B.
Vende-se na rua
DO CRESPO, LOJAN, 19, LINDOS
corles denscados frahcezes de quadros para vesti-
dos, por preco commodo ; dilo-sc as amostras com
penbor.
Vende-se cognac da melhor qualidade : na rua
da Cruz n. 10.
Utndem-se no armazem n. 00, da rua da Ca-
deia do Recife, de llenrv (iibson, os mais superio-
res relosios fabricados'em Inglaterra, por precos
mdicos.
A 3.500 RS.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente
chegada, assira como potassa verdadeira: nu praea do Corno Sanio
n. 11.
- AiSteOOO E 109000 A l'ECA.
\ endem-se pecas de brim lino e hamburso su-
perior, que se assemelha ao bom panno de linho,
pelo diminuto preco de 9r) e llfe a peca de dtl va-
ias : na rua da Cadeiado Recife, loja n. jo, de-
froute da rua da Madre de Dos.
Pianos.
Voaeley avisa ao respeilavel publico, que
sa, narua .Nova n. 41, primeiro andar.
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa
brjeada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente,' recommen-
da-se aos senhores d engenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruzo. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companliia.
Vendetn-se dous piano fortes de
Jacaranda tonstruajao vertical, e com
todos os melhoramentos mais modernos;
tundo yindo ha ultimo navio de Ham-
burgo: na rua da Cadeia, armazem n.
Cobre para forro 20 ate 2* 01
|> .<.* com prego.
Zin:o para forro com pregos.
Chumboio barrinbas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta e verde.
Oleo de iinhaca em botijas.
W Papel de embrulbo.
Cemento ama relio.
Armamento de toda* ss quali-
dade*.
Arreos para nm e dous ca-
vados.
Chicotesjpara carro e esporas de
ac plateado.
Formas de ferro para fabrica de
?ai assucar.
(9 Papel de peso ingli
0f Champagne marca A &C.
gh Pcdras de marmore.
^* Velas sleariiias.
I Pianos de gabinete de Jacaranda',
e com todos os ltimos melbc
W lamentos.
0 No armazem de C J. Astlev A C,
(A narua da Cadeia.

3
I
, Vendem-se em casa de Fex Brothers, da rua da
Cadeia do Recife n. (, relogios de oro, chegado*
houiera pelo vapor inglez, de um do malhorasfa-
bricanle de Londres.
A Boa lana.
Na rua do Queimado, nos qunlro ca i, leja de
miudezas da boa fama n. 33, vendera-se os seaointes
objeclos, ludo de muito boa* qualidade o pelo* pre-
cns mencionado*, a saber :
Pentes de larleVuca para alar ca *50O
Ditos de alisar lambem de tar 3V00O

a -,i
P^ Na rua do Vicario n. 19, primeiro andar, ven-
pero'ifi.
Moinhos de vento
'nm hombasde repum para regar borlase baila,
decapite, na fundicaode I). W. Bowman : narua
do Brumos. 6,8e10.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
1?->O0
300
9080
>J00
540
500
TO
400
oCSOO
700
do i
eirrpequfliVos Darris de dcimo.
N ">" a tetro ti a Boa-Vistan. .").>.
PIRIER___
Acaba de fazer orna especie de venezianas com o
nome stores, ite nova invencao parajanellas, servem
de ornamento e lem a vanlagem de impedir a cor-
renleza de ar nos aposentos e eutreler-lhe a frescura
necessaria. I'odem igualmente servir para arma-
zens. Por om engenhoso mechanismo silo muilo
melhor do que as venezianas antigs. S rom a
vista melhor se pode sjher o qoanio sSo eicellenles.
Brins de vella : no armazein deN.O.
Bieber & C.prua da Cruz n. 4.
POIRIEIt.
ATERRO DA BOA-VISTA. N. 55.
Vendc-se um carro de quatro,
rodas, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Poirier.
Vende-se um escravo que serve para armazem
do assucar ou para qualquer servido do mallo por ja
ter pralica; a IraUr na rua do Collegio n. 16, ler-
ceiro andar.
FAHI.NHA DE MANDIOCA.
\ende-sesuperior fariuli.i de mandioca
em saccas que tem um ilquebm medida
velha por .sOOO veis : nos adhers ns.
5, 5e~, e no ai inzetndefpont^&porta da
alfandega, ou a tratar no e^^iptotio de
Novaes tS Companbia na rua do Trapiche
n. T)\, primeiroandar.
por
JoSoP.
emana caso, narua .viva n. 41, primeiro andar,
aclia-*e um sorlimenlo de panosdejacarjid emoa-
no, os melliores que lem al'agora apparecido no
mercado, tanto pela sua conslruceao, de armario e
i.or.sonlal, dos melhores aulores de Londres e de
llamburgo, os quaes vende por pteru razoavel. Ven-
de-seum piano usdo, cm bom estado, por preco
commodo. O .iiiuncanle conlina a iliuareco-
cerlar pianos com perfeijao.
Novo sortimenlo de fazendas
baratas.
Alm das fazendas j annunciadas, e onlras mui-
las, que adinheiio a vista se vendem em porreo a a
lelalbo. por batalissimo preco, ha novas chitas de
cores,fivasa 160. I80e-J00 rs.'o covado, ditas para
coherla, bouilos padruei, a -J0, dilas larcas do cores
claras imitando cassa a 210. riscados francezes largos
de quadros modernos a-260, cortes de rainbsaia'de
lpicos com 6 1(2 varas por OjloOO, penno de linho
muilo lino para lencos com mais de 2 varas de lar-
gura, pelo baraiisimo preco de 2*400 a vara, novos
brins delinho de quadrinhos pafn patita', calcase
jaquelas a 220e240 o covado, cortes de casemiras de
cores a 4, brim de cores para leas a 19 a vara :
na rna da Cadeia do Reri(e. loja 50, ielronl* da
rua da Madre de Dos, a qual ae achasoffiivelmeDle temenle chegado da America : na ra de Apollo
ortida de boas fazendas, cojas quididades e commo-1 trapiche do Ferreira, a enlender-se com o adminis
dos presos st garaolem e dao-se amoslrai. psdor do mesmo.
VFJDE-SE
na roa Nova n. 38, defronle da igreja da Conceico
dos Militares, cadinhos do norte de todos os tama-
nhos, verniz copal a 1100 rs. a libra, muito bom, p-
timas bigornas para fimileiro, lesnuras para dilo,
alicates muito fortes, rozlas para esporas muilo
bos, vidros para vidrara, em caia e a retalho, e
lodos os preparos para ofliciua de laloeiro e fun-
lero.
Farinha de man-
dioca a S$80O
a sacca.*
No armazem de Tasso Irmaos.
Vendem-se corles de cassa prela de bom goslo,
pelo diminuto preco de 25000 : na rua do Crespo,
loja n. 6. ',
J.AHVIUNTHOS.
Lencos de cambraia ,le linho muilo linos, toalhas
redondas e deponas, c ir.ais objeclos deste genero,
ludo de bom goslo : vende-se barato : na rua da
Cruz n. 34, primeiro andar.
VINHO 1)0 PORTOSl'PERIOR FETOHIA.
Vende-se por prero -commodo no armazem de
de Barroca & Castro, rua da Cadeia do Recife n. 4.
A ELLES, ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se corles de casemira de.bnm goslo a 2J,500
49 e 39000 o corle ; na rua do Crespo n. 6.
Taixas pare engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rita do Brum, passan-
do o cbafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda
preco commodo
cm barca m-sc ou
despe/.a ao comprador.
deposito ba Fabrica de todos
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber A
C, na rua da Cruz. n. i, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo.
Vende-se uma balance cmala eom lodos os
seus perlences.em bom uso e de 2,000 libras : qom-
prclender, dirija-se rna da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
\ ende-se superior cognac, em garrafal, a 129000
a dutia, e 1?280 a garrafa : ai roa dos Tanoeiros n.
2, primeiroandar, defronle do Trapiche Novo:
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esqnina qne
volla para a cadeia.
ATTENWO.
Na rua do Trapiche
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, proprios para deposito debie-
ses ; estes barris sao os melliores que se
tem descoberlo para este fim, por nao
exhalarem o menor cheiro,
. e apenas pe-
zam 6 libras, e custam o diminuto pre-
co de 4$000 rs. cada um.
Vende-se pipas,- barris vazios e bar-
ricas internadas: a tratar oom Manoel
Alves Querr Jnior, na rua do Trapiche
n. H.
Potassa.
No antigo deposito da roa da Cadeia Velha. es-
rriplorio n. 12, vende-se muilo superior potassa da
Rossia, americana e do Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he para techar conlas.
Na rua do Vigario n. i9, primei-
ro andar, tem para vender diversas* m-
sicas para piano, violao e flauta, como
tejara, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de JVieiro.
iirande sortimento de brins para quem
(fuer ser gsmenlio com pouco dinbeiro.
\>n.le-se brim trancado delislras e qoadros.de pu
ro lii|ho. a 800 rs. a vara, dilo lian a 640, ganga
amarella lisa a 860 o covado, riscados escuros a imi-
tac.lo de casrmira a 360 o rovado, dilo de linho a
aHO, dito mais abaiio a 160, ra.lores de lodas aa co-
res a 200, 210 e 320 o covado : na rua do Crespo
n. 6.
Alpaca desela.
Vende-se alpaca de seda de qnadros de bom goslo
a 72C o covado, corles de laa dos melhores gustos que
tem vindo no mercado a 430t), dilos de cassa chita
a I&800, sarja prela hespanhola a 29?00 a 220li o
covado, selim prelo de Maco a 29*00 e 39200, guar-
danapos adamascados feilos em tiuimaraes a 3-9600
a duzia, toalhas de rosto \ indas do mesmo lugar a
99000 e 129000 a duzia : na rua do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESttROSASOORS.CADUM.
Vendem-se na rua do Crespo loja di esquina que
volla para a rua da Cadeia.
mmmmmm s*s3*
w Deposito de vinho de cham- W
S pagne Chateau-Ay, primeira qua- <'
10) lidade, de propriedade do conde &
fa de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20.: ste vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a o-fOOO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron 4 Companbia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
Deposito do chocolate Francez, de uma
dan mais acreditadas fabricas de Pars,
em casa de Vctor Lasne, rua da Cruz
n. 27.
E\ira-superior, pora baunilha. 19990
Eilra lino, baunilha. 19600
Superior. 19280
Quem comprar de 10 libras para cima, tem um
abale Ce 20 %: venda-so aos mesmos precos e con-
C com promptidao' ; diees, em casa do Sr. Barrelier, oo aterro de Boa-
' Vista u. j2.
carregam-se em carro
sem
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENIIORA.
Indiana de quadros muilo lina e padrOes novos ;
corles de ISa de quadros e llores por preco commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Vende-se eirellente laboad-de pinito, recen-
Vende-se ajo em eunhetes de mn quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont i; Companbia, praca do Corpo Santo n. 11.
Risciido de listras de cores, proprio
pa -apalitos, calcase jaquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loia da esqnina qne
volla pira a cadeia.
Deposito de cal de Lisboa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, conluiua
a vender-se barris com superior cal virgem da Lis-
boa, per preco commodo. ,"
29600
19200
640
400
120
80
320
600
500
800
400
19000
500
600
100
II
Dilo almaco sem ser pautado mnilo bom
Pennas (inissimas bicode lauca, greta
H.li muilo boas, aroza
Ca-jiveles finos de 2 e 3 folhas, a 240 e
Lapis Tinos envernsados, dozia
Ditos sem ser enreriiisades, dazia
Cuelas de marfim muito bonitas
Ca| Helios pintados para salas
Bencalas dejunco com bonitos easles
Oeulos de armacilo ajo, todas as gradnaeoes
Dilos de ditos de metal branca
I.u netas com armado de larlaraga
Dilas de dila de bfalo
Ca letras para aleibeira," superiores
Fivellas lloaradas para cateas colleles
Esporas linas de melal, e par 800 c __--,
Tra icelins prelos de borrasa pararelogios 100 e l.n eirose areeiros de porcelana, o par 500
Caii.as riquissimas para rapa 640 19000 e 1S500
Caneiras proprias para viagem 3^500
11 oucadores de Jacaranda coro bom espelhe 39000
Charoleirm de diversas qnalidades 160
Meias de laia mnilo superior para padres 29000
t,scnvas limssimas para cabello* e roupa, navalhaa
linusimas para barba. Invas de aeda de todas as c<-
rei, meias pinladas e croas de mailo boas qnalida-
des. bengalas mnilo tinas, lima encimad. e azul
projiria para riicar livros. Almda tndo uto ootras
muili e qte ae vendem mais barato do quetm onlra qual-
quer parle : ua rua do Queimado nos qaairo cantos
na bem ronhecida leja de miudezas da boa fama
n. 33.
- Desapparceen ne dia 5 da correte, da casa de
sen lenhor, o prelo de nome Jovencio, idade de 22
annos, estatura regular, cor mnilo prela, o qual be
cozinheiro : quem o appreheuder e leva-lo Luiz
Gmres Ferreira, no Mondego, reeeber boa gratin-
ca;a>.
Desapparecen no dia 5 do correnle, do collegio
da Ciuceicao a Croz de Almas, om cabra da nome
Manoel, alejado de nm dos pea, meio calvo na fren-
te, idade, pouco mais ou menos 40 annos. sapateiro.
parece ler seguido para o Rio do Paite, no eombnv
de loi na viagem de Mr. Brnnel, com inteeeio de te-
guir >ara o Ironde he filho : robase a lodas as
autor dades a apprehendam, poii nao leva passajor-
le, ofcrgando-nos a qnalquer despera.
PERJt. TI*. DE MI F. DE FaRU. 1855.
--^1^.
-
Hilos de marlim para al^^M 19400
Ditos de bfalo moilo linos 300 a 400
Ditos imitando a tartaruga para alar caballo 19280
l.eques lin.s Lindas raizas para costura 39000
l)il?s para joias, muilo linda* a 600*800
l.uvas prelas de torral e rom borlalas 800
Dilas de seda de cores o sem deleito 19009
lindas meias de seda de cores para criantes 98OO
Meias pintadas Oo de Escocia paia eriaaeat 240 e 400
Bandejas grandes e Anas- 39000 e 49000
Trancas de seda de todis as tures t largara* e de bo-
nitos padrfjes, Alas finas lavra'das e de tonel a* ter-
saras e rres, bicos fioisimos de HnbO de bonitos
pjdroes e lodas as larguras, temaras as mais fin si
que he possivel enconlrar-se e da todas as qvaltda-
dcs, meare luvas de todas as qualidade*, riooiiii-
mas franjas brancas e de cores eom borlla* proprias
para cortinados, e alm de ludo Mo oulras maitissi-
mas colisas ludo de hom gestos boa qnalidades,
que i visia do moilo barato praea 0S0 ilatiarn de
a nadar aos Srs. compradores.
Attenco.
A taberna da rna Nova n. 50, qne tas quina para
a rua de Santo Amaro, achando-se bailante sortida
do bous generse o mais barato do qua em oolra
qualquer parte, como lejam: ,4Ma* de esprrmacele
de saperior qualidade e muilo novas, queijaedo rei-
no e superior vinho Fian e Lisboa ; por jaso
avisados seos freguezc* e a qnein he amante do bom
e barato ; assisn como lem papel de lodas as qnali-
dades, por barato f^^^H
CORTES BE CASEllRAS
DE CORES ESCUrTAS E CLARA) A 39000.
Vendem-se na rna do Crespo, loja da esquina quo
volla para a rna da Cadeia.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas liollandezas, com gran-
I de. Tantagem para o melhoramento do
n. 3iTt"1a'TJgf" ^^Currfrfca-se a venda, em Utas de 10
libras, junto com o metbodo de etnpre-
ga-lo no idioma portugus, e* cas* de
X. O. Bieber 4 Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
A boa fama
>'a rna do Qoeimade no* qaairo raatoi, Joj* da
miudezas da boa fama a. 33, vendem-se os seguintet
objeclos pelos presos mencionados, otado da mui-
lo boas qualidade*, a saber :
Duzia de letouras para costura a I9OUO
Duzia de peales para atar cabello* 19500
Peis com 11 varas da fila lavrada sem defaito 19200
Pares de meias branca* para senhora 240
Peca* de Illa* brancas de linho 40
Tejas de bico estrello com 10 varas 560 o 610
Carteirinha com lOOagolhis, sortida 240
Maros do cordao pata vestido 600
Caisa* com clcheles batidos, francoeo* 60
Escovas linas para denla* fOO
l'ulceiras encarnadas para meninas e seoboras ."120
Liiiha* brancas de novelo* o. 50, 60, 70 libra 19100
Libras de lionas de rreede aevello 15000
Ur>zas de holfle para camisa 160
Miadas de linhas tinissimas para bordar 160
Miadas de linhas de peso 100
Ca -rilis de linhas lina* de 200 jardas 70
tii.izas de bolocs mnilo Unos para caljas 280
Caisas.com 16 novelloi de linhx de marear 280
iluna de dedaes para senhora 100
Sni pensorios, 6 par 4jj
M.iciuhos de grantpas M
Ca las de alneles |Q
l.aivinhis com brinqnedos para miDinos 320
Ag ilheiros mnilo bonitos eom agulhas 2011
Toicidas para caudieiro, n. 14 80
Ca indias com agulhas frincezas 160
Baliadosahcrlosdc linho bordado* e lisos,* 120 e240
Alm de tudo islo ootras mailissims censas tndo
de muilo boai qualidades, eqne so vende mojsi-
mo barato nesta bem condecida tojo da boa tama.
A boa fama
Vende-e papel marlim panudo, a resma 49OOO
1 apel de peso paulado muito superior, reima 39600
(1

1
I
A
f
X
i


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