Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00614


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Full Text
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AKNQ XXXI. N. 184.
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SEXTA FEIRA .0 DE AGOSTO DE 1855.
-
Por anno adiaritado 15,000.
Pone franco para o subscripto!.
for a mezas amantados 4,000. Sam 2afV Uf-K "----*~*-----
Por 3 mexes vencidos 4,500. *-*Tfl llZ^ *>or anno adiaiado 15,000.
ni mi J*Pgp if^k forte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO
.11REGADQS DA SOBSCIIIPCA'O- i r&Mttiai-s ------------------------------.____________
m., ,___, 2T .. L CAMBIO!. METAES. P ARTin \ mis rnnnruw ____________------------------------------ -
ENCAIIREGAOS DA &(7BSCRIPCA'0
l'.ecife, o preprietarioB F. de Farn ; Rio de Ja- 5obr Londres o iu.4?iiu Inn. ti
neiro, a SrVjoio Merlios; ltahia, o Sr. D. p. ,'* 1'* !, ,/8 *"1(M>r ,*"
Duprad; Miatea, o Sr. Joaquim Bernardo de Meo- .aris a->5 Pr '
doea ; Parahiba, o Sr. Gervaio Vietor da Nalivi- Ltsloa, 98 a 100 por 100.
donja .i.^-
dade ; Natal, o Sr. Joaquim Igiaeio Pereira Jnior;
Arscaty, oSr. Amonio deLemosBriga;Cear, o Sr.
Joaquina Jota de Oliveira ; Maranlto o Sr. Joa-
quim Mirquss Rodrigue* ; Piauhy, o Sr. Domingo*
Harculano Aekilea Pessoa Cearcoee; Para, oSr. Jus-
lio* J. Rain. ; Amaiooas, Sr. Jeronymo da Costa. I Diieonlo de latirs de 8 a 9 por 0/0*.
por
Rio de Janeiro, 2 por 9/0 da rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da eompanhis de Beberiba ao par.
> da cjmpanhia de seguros ao par.
METAES.
Ouro.Oneaa hesp rih olas- 39*000
Moedaa de 6JM00 albas. 169000
da. 69400 ora*. ^,16000
de 4*000. 99000
PriU.Patacrje bratilairoa. 1*940
Pasos eolumnarios, 1*940
- maxiaanos..... 19800
parte irnaiL
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias
Caruar, Bonito a Garanbuns noa dias lela
Villa-Bella, Boa-Vista, EieOurieurj, a 13 e98
Goianna e Parahiba, segundas a seilas-feiras
Yietoria e Natal, as quintas-feiras
. PREAMAR DE IIOJE.
Pnraeira as 2 horas a 6 ainutos da tarda
Segunda s 3 horas a 30 minutos da manhaa
GOTOaUfO DA PILQ VXMCI A.
Espediente de la f de atate.
Oi*fleo Ao Exm. preiidenie da Parahiaat, devol-
vendojulgilo pela junta dejuiliea o proeetso yerbal
do soldado Joaquim Jos da Santa Auna, pertenren-
(eao meio tataib provisorio ri'aqnella provincia.
Igual aoEim. preeidenle dai Alagoaa acerca dos
procanoa do toldados Artao Ctiilodio, e Jos Anto-
nio do Souia. do 8.0 batalhio de intanlaraa.
i. cninmandante superior da guarda
nacional do Recita, recoinrnendaodo que faca regres-
>de arlilhariaa |> o pfano, que
tetdia em dirigencia no 3. de infautaha da mema
guarda nacional, visto assim hater reqauiUdo o
marcena! commaodante das armas.
Bina, eonielheiro preiidenie*da retacan,
devolvenda '-ompetenlementa informado pelo juiz de
diralto da enmarca' do Rio Formoso, o requerimento
em que JoJci Manoel Pereira da Silva pede ser no-
meado curador geral dna orpM. do termo de Bar-
reros, afim da que S. Exc. se i igne de dar o seu pa-
recer a respeito.
DijoAs Exm. marechal commandante da< arma,
'olrendo ot procesaos das praca mencionadas na
relacao, que remelle, afim de que mande cumprir
a entencas nellea proferida pela junla de juitira.
Relelo a que se refere o offlcio supra.
i. Balalhao de intentara.
SoldadoJoSo Goncalves do Jesui.
4. Batalhao de artillara a p.
SoldadoAlejandre Josaj Barbota. -
Compaohia de artfice".
SoldadoPedro (ornea dos Santos.
2. Batalhao de infamara.
Soldado r'rinc.scu Pinto da Yascoiicelloe.
Minoel d> Crut.
l.iberio Manoel des Santo.
Manoel Ignacio do Espirito Sanio.
Jiio Lucio da Silva.
Manoel Joaqnim Bernardo.
9. Balaihao de ii tanlaria.
SoldadoAntonio Geraldo Barbota.
Manoel Goncalves de Smina.
Francisco Castrlolo.
CornetaJoaquim Pereira da Costa.
Cabo da esqaadraManoel A alonie Machado.
lambem se desrolveu ao commandante do .corpo
de pohcia, o proces.o do soldado fauuelle corpo Jos
Antonio da Silva Viera. ,
DitoAo inspector da Utenoararia de farenda,
traiismittmdij nio 10 a retacan das .liarlas abonadas
pelo juit de iltreilo da comarca de Garanhnns, a cin-
ea recruzas que d'all vieram. mas tambem o pret
dos vencimenlos da escolla que os acompanhou, ailoi
de que aslamlo nos termos lega aemelhanlea docn-
faca pagar a importancia da primeira desat
despeas a Manoel Fh-mino Ferreira, c a da segunda
aos individaos contemplados 110 referido prel.
e* se a rtspeito dos recrula, o necessario eipe-
dlent*. ^
DUoAo laesmo, par mandar pagara Joaqnim
Candido Ferreira, a quaalia de J040 reis, em que
segundo a relacao, que remelle imporlao as diarias
alonadas pelo juii de direito da comarca do Bonito,
ao recrula Antonio SebasliSo Monleiro, que eio
d aqa.lla comarca.Tambero sn fex o necessario ex-
pedjap.ie a retpeito do recruu.
D!>-Aojditde direito Je Pao d'Alho, diiendo
que. com u precer qoe remelle por copia do ronse-
Iheiro presidente da relacao, responde a* oflicio em
qoesoa men consulta sobre deverov nio a dma-
ra municipal ser condemnada a pagar as cutas logo
qoe sejam de pronunciados ot rsos.
DitoAo director das obras publicas, aulurisando
n nao so a rebeber definitivamente a obra da liarrei-
ra da ponte dos Carvallios, mas tambem a pastar o
compleme ctrlicado afim de ]ue o respectivo ar-
ramaUnte paisa liaver da Ihasoarafia provincial, para
cam espedidas as (bn vejiieutcs -edn,
importancia ila ultima pres'aeSo do seu contrato.
' k **' vi1''0.'11 Eseeda, remetiendo urna cai-
xmha conten lo laminas de pai raccinico.
Dito\o commandante do eorpo de polica, in-
leirand-o de liaver rtaatmiltid > alhesoorarlt pro-
vineia., parvier oiga oslando mis termo, legaes.a fo-
lln qne sua nierc remellen da desr jxa feita duran-
te o mi de jullio rmdn, eom otustenlo dosdous cal-
cetas empragudos na servico di limpeta a atseio do
nnarlel d^-Ua-torao.
t,o,recummemlndoque mande .1 pre-
sentar com at^encia ao Inspector da arfandega, um
omcial oblitrelo e 35 pracas dn prel d'nquelle cor-
p*. afim de en.djnvarem a arscadacii> do earrega-
rmnto da birca franceiar Gustara II. qne eu-
calhon no1lopar denominado Mara Kirinhs.-Cem-
munieoii-se ao mencionado inspector.
y RiloAo agenle^a companb a das barcas de va-
por.He 1I0 errente. lenho a declarar, que lisvendo o ja-
verno imperial recommendado pela junta central de
hygtene, qaa se obervasie rg 1 le outobro do anuo .prximo passsdo,
seaMo appllc das as'snas disposi ;cs aos navios, que
procedessem da capital da Par, ou crlla liverem to-
cado, a confiando entretanto que anda rehia na
capiltl, snpp^toqnecori menos inlensidale,
a eptJemta que all appareceu en mao ullirtio. nao
pode por ora a.tmillir-se, tegun loo parecer da com-
mmio** hyslehe, i quera o m a entrada dos va-
pore < comaath.ia de paquete: para o ancoradooro
Je franqua.
ta um pensamenlo eommum sao as eondicoes
mdispcnsaveis da nacionalidade, nao ha nm povo,
um so dos qne tem p.ssado na bisloria, cuja entrada
e saluda se icm podido teguir, M s nio lia que
nao lenna (ido nma nii.sao lo.la especial ; nao tenha
Iraiido seo elemenlo novo, nao lenha lido a eonsci-
encia de seu eu nacional ; nao tenha marchado na
unidade de um pensamenlo eommum, quer estes po-
vot lenham conquistado, devastado ou eolouisado ;
quer lenham reinado pelas arles, pelas luis, pela
guerra, transbordando eomo nma lorrenle que alaga
e pasan, on correndo como um rio em um longo cur-
so, rerlilisaiulo sois margens, e rennindo tuat eopio-
sos aguas nesse grande lombar dos povos, das ideas,
que se chaina a civilisacao e a humanla 1. 'Naver-
aacle, todos qoantos se enconlram na anliguidade,
nos lempos intermediarios, nos lempos presentes,
nos continentes anligos ou em os novot, quer teja 110
btreo mosaico, depois das aguas do diluvio, nos di-
versos andares da torre de Babel, ou no berco mait
visivel, o qual boioo go grande calaclysm do mun-
do romano desappareeido debaixodasond.is dos Bar-
baros, ifeatM toldadoi do Dos dos txercilos, tomo
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundase quintas-feiras
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Farenda, quarlas e sabbados s 10 horas
Juir do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia. '
Juo de orphos, segundas a quintas is 10 horas
1" Tara do eivel, segundas a sextas ao meio da
2* tara do civel, quarlas e sabbados ao meio dia
EPIIEMERIDES.
Agosto-4 Quartominguanieau 7 boras 1 mi-
nuto e 42 segundos da tarde.
12 La nova as 4 horas, 33 minutos, a
4*1 segundos da larde.
a SO QuartoerescenleasS koras, 3 mi-
nutos a 45 segundos da larde.
a, 37 La cheia a 1 hora a 31 segun-
dos da Urde.
iw li.m Fk.i k I """*" =unno, qno oua nao so qunesse exp
on ,T <-r',,eaubr,,na lodoseumpriram urna mi-, um dia ao Norte alliados contra o Occidente
sao, nma missao, qne lendes raiao para qualificar de
divina. '
Ao lado da grande le da entrada providencial do
povos no mundo, provada pela conseiencia de seu en
nacional, poisque lem sido o principio de suas for-
jas ; provada por sua conslilnican interna, por que
inda temosa maior parte de suas lcis sociaes, de
ana lcis policiaca e religiosas, provada por toa ma-
nifeslacao no exterior, porqnanlo clles lem eonquit-
lado, eolouisado, cruzada -suas rajas eomoulras ra-
jas, provinrias eom provincias, reinos eom reinos,
xisto a lei nao menos providenciad de tua salila.
Bsla lei he inevitavel eomo a d. morle, da corrup-
cao, da dis.olucao do pulvis es el in pulveris recer-
/eria pronunciado contra ludo quanlo h* material ;
asa lei lem tua exeencao enlre os povot. como por
ia *,p*r,('' nort' am qiie.accommeltido finalmen-
le de fadiga, de eslerilidade, como Indo quanlo tem
receblo ola, cada povo deia de cumprir por sua
vei a sua mssSo. de traier para o capital eommum
nm aovo elemenlo, de ter a conseiencia de seu eu
nacional, assim eomo o homem deixa de ter a cont-
clencia de seu en humano, e que finalmente i. uni-
dade moral da um pensainento eommum sneeedeu
pel divisao de mter.-s.es um peutamenlo cba'o de
discordiate hostilidades.
povos nao morrem lodos, .-'simcomoohomem,
Ivem na sua essencia material, na idea pala
*'"* I"3"1" ,c" '"s,r ""'"do. e vflo reunir-se
raade alma da civilisacao ; assim eomo depoisda
morte do homem, a substancia espiritual de seo ser
vai perder-se na grande alma do mundo, que he
leos. Por isto Roma paga tero V.brevhido por
pl*i assim que desappareeeu a nacionalidade polo-
nesa, e tambem as iiacinmlidailes hungarae it liana
e o principio de sin tlesapparirao estere ueste (im
natural de sua razSo tle ser.
A Rustia, a Auslria e a Prussia nio foram pira
ellas senao os executore de sua condemnaelo, jmo
a Turqua o tem iido para a numerla varedade de
ppvos, que lem absorvdo. Ellas ergueram material-
menle do chao, o que moralmenle eslava ja cabido,
como a Franca e a Inglaterra o leriam feito, te li-
vesaem sido sous limilrophes : como no seculo XVI.
s depois, a Franca o tem emprehendido na Italia e
oulros lugares, como a luplalerra o lem feito as
Jtialro parles do mundo, no Intorior da Europa e
or onde o lem podido f.zer ; como ella o em-
hendulo e levado a bom cainiubo co Fraii-
porque o nloqni, e te o no qui.lie porque aquel-
lo que aKreven : 1 Deixai-me sempre governar
pelas circnmslancas, Uvera aehado qno at eir-
eumtlaneiat nao lli'o ptrmiltiam; a finalmente por
que a reeonstituicao de um reino da Polonia nSo
parara lalvex ter um remedio para nenhaina even-
tualidad* do fulnro, aotolhot daquelle que dina em
Sania Rellena : A Europa brevemente nio forma-
ra mais senao doot partidos inimigot, nos quaet ai
dislinepet n,1o er.lo man de povos nem de lerritorini
mas sim d eorre e de opiniCtt. E quem pode di-
xer at criset, a duracio, os pormenores de latras
tempeilades, pnrqoe o resultado nao pode ser dn-
vidoso: as luzes e o .rolos naoreeuarao. >
Quem sabe te, enlre liberdade o despotismo, enlre
repblica e eossaco, dos quan ten genio via turgir
ot doui lermot no fim de (incenla annos, apolea
poiia dixer eom cortesa,^ que cor, a qu. opniao
e uuiria esta nohrexs que segundo o lempo tena
inleresset, lem sempre bradado : rica o rei 00
vi cu a patria !- Ora, Bouaparle, se viveise, ie (eria
unido a repblica e nao aos cossaeos Quem vos diz
desdeenlio, que elle nao se quizesse expor a dar
DIAS DA SEMANA.
6 Segonda. S. Xisto p. m.; S. Filieissimo.
7 Terca. S. Caetano Theatino fundador.
8 Quarta. S. Cyrisco diac m. ; S, Emiliano b.'
9 (Quinta. S. Romao soldadom.;B^eeundaiio
10 Sexta. S. Lourencodic.m.;S. Afmeri.
11 Sabbado. Ss. Tiburcioe Suana mm.
12 Domingo. 11 S. Clara v. m.; Ss. Aniceto a
Fontinomm. irs |; S. Euprepia.
ca.ajuando esia caminhava para es
dal, emest, se nio fo.se nma pol>|
do povo, se tena lomado urna
ra, assim como a ll.li.iea
da Auslria e a Polonia o bar
e da Russia. Felizmente!
1851 a missao divina da Fra]
do seu tetnoo^v 7
smA FfaMSlinlia conscienel
qtnleii provas depois notes|
*s iro
e-f-'osrt voluntarios asplaiiiciTfo MonTmirael,
j seot eierritos de soldado!. Ella tinha anda de cons-
liloir-se iniernameote,, como lem provailo militas
vezet ; e porque c) ramio em lomo do sol, a orhita
da (erra lem de lempos em lempos alternativas de
luz e de sombra, nao quer islo dizer que o tol lenha
desappareeido. A Franja inda tinha de manifes-
lar-s* no exterior, como provou eom as suas tres re-
voluedei de 1789, 1830 e 1818, ai quaes, nao obstan-
le os seus erros, levaran) a lodos os pontos do co,
assim como faiem ai tempestades, este p, estes pol-
lens, estas srmentcs invisiveis, que va morrer 00
terminar ao longe, segundo os designios de eot.
Mas a Polonia, a Hungra, a Italia Como, crle-
la funestos de decrepitudes e dcsmoronameiilos,
ouiias vos levar vossas necesidades de expedientes
a ponto de collorar na mesma ordem a nacionalida-
de franceza a a nacionalidade polaca, hngara, itali-
* Para qqe unir desle. modo o que vive eo que
ne cadver, a que he onidide c o que he fraecSo, o
que he integro c o que he pedaeos !
Nao qee, com taes assimilacAcs, laet velleidadet,
taes cartas jogidas, e para correr semelhanles aven-
turas do ressutcilaro, com Ihesourot consummidos
e sangue derramado em lervirn de vclhos povos
morios, nao postaste t.mbem toar um dia para ella
.1 hora do pagamento : mai ate entao abslende-voi,
nao vot facais prophelas da deigraca. collocando
....
mar tnoaieirsl do Recite,Como laar""^ n" ,m"ma "fdem os corpos vivos'e os cadveres
* '-^ resequidos.
teja posta a dispoticSo detsa enmara, 1 companlda
dcntranilai jre, que mande! orjjniaar na ferina de-
clarada em elBcio de 19 dejulhu oitiino, (lea assim
1 dmida ou conflicto entre Y mes. e o dree-
lor das obras publicas, e asaian respondido o oflicio
qno Vanes, rm- dirigiram com da: a do t.do eofrenle.
. orlaruflmearido o padre Pedro Jos Nunes,
para o lugar le eape.lo do eolleirio dos^orphaos.
---------.---------_---------a--------------:---------------
AS-NACTOSALIDADESE AElVILISACAO.
Maltre, lui dil la pelote, a qoels
>li veos-la portar* la guerre ?
. ceux-lay repood le vieux Van-
dal?, contra qu Dieo esl irrit.
Chateaubriand, t iludo* histricos.
Kessurreecionislas, diste en, onde esta o cor-
no T Onde a Polonia,, a Hungra, a Italia !... Se
ana missao epeeial, a relacao au -''icioosl, a nnidade moral
FOLHETiag,
65ATAU0E DE TIGSES. (*)
Por Patds Paral.
X
f.'ni homem bem guardado,
r Eram sale horas da manhaa, e es arradores da
'elgrave-SquM-e eslavara ainda deserlos. lima ear-
ruagem de rodas bailas, tendo cnsleado os jardins do
pal.ieio, dobrou o ngulo de Clietler-streal, e pa-
rou diente de urna casa de apparencia elegante per-
lodo meto da roa. Um' perionigem, lodo vestido
deiprelo, tal loo na eticada e tateu vigorosamente
c .n o marlello da porta.
Beljrtve-S(|aareheumqiiirieirao diplbmalice, e
a casa de Che;ter-Slroet poda niulo bemaaer habi-
tada por ajoombaixador; quanlo a persouagem
que dtela do carro, seo semblante pensativo e pal-
udo, tuat feieiies contralladas pila nudiucao indi-
cavam bastante que inleresset graves pesavam so-
bra elle. Cerlamenle nao era un negocio ordinario
que lanca'va sobre a esleda de Londres a laes ha-
rs ata homem dessa imporlane'.a. Mavia sem dovi-
da algirma nos dade as chancellari.11; esse homem
Eillida-a pensitivo senta lalvec Iremcr o equil-
rio tropeu
'Vestido d encarnado veio abrir a
A Polonia levo sua razio de ser no reinado de
Sohieski ; ella expellio do Norte a barbaria do Is-
lamismo e preeeclnda esla missao desappareeeu sua
ra/ao de ser, c como nao appareceu urna oulra, a
l olonia de i, ti nao foi mais, qualquer que fosse a
cansa, a Polonia de- Sohieski. Entao ella pode ser
repartida pelas potenrias europeas, depois de nao ter
podido ser vencida pelos excrcitos do Oriente.
Ora, se naquclle lempo, por causa de sua consli-
Iqicao, ella nao pode impedir esla parlinha e ser
contra o Norle este baluarte, que leudes em pensa-
menlo, como Ihe daris em 1855 a forja de baluarte,
qne ella ja linda perdido e,m 1772 Imaginis por
ventura qne os baluartes de povos aniquilados se le-
vanlam e se rebocam de novo, como os baluarlesde
lijlo derribados ? E lodavia ha muralhas de pe-
draque-, urna vez arruiuadis, nosoerguem mais.
Jolgai pois dos povos. 1
Quanlo pezar que NapoleSo, dixeisvs, livera ma-
nifestado de ter deixado pos Ierra, quando eslava
no turono, este povobaluarle,julgo-me com liber-
dade de responder voscom Chateaubriand : Opro-
prto Bonapartt nao o pode. E se o nao pode, he
po de violto;
iecimcnlo.
pois ha razilo para cahr em deifal-
O alfaiale ouvio na ra am rumor de carruagero,
e a pezar de sua rraqueza sailou logo junio da porla.
O cario passou, Lewis vollou Irislemenle poltro-
na, e bebeu o copo de vinho com
eolia.
poln
amarga melan-
Como nao lie por esle elemento, qua urna naci-
Cjanalidade pode legitimar sua parla no fundo tom-
mum da civilisacao, ou porque esle elemento nao he
novo, ainda raesmo debaixo desle ponto de tisla, a
Polonia perdeu ainda sua razao de ser.
Que se dere dizer do elemenlo chamado a cons-
eiencia da nacionalidade ? Em quem e ouJe procu-
ra-lo 1 Naqnelles que habilam o tolo, oa nos que
vasam pelo mondo ?
Evidentemente deva ser nos que habilam o solo.
Por necessidade decana e de expediente, craio qua
ninguem ehegar a sustentar que urna nacionalida-
de pode exiilir fri do tea territorio, e que nos
lempos democrticos pndem haver povos sem Ierra,
como kaviam Joaos Sem Terra noi lempos feo-
daes.
Enlre ns que liahitam o tolo, domiciliados por
naseimenlo o residencia, quaes tao os que formam
a nacao ? Sa nao qnizerdas ainda dizer com o antigo
rgimen : A n.icao he a nobreza e o el.ro ; ou
entio com o rgimen liberal doulrinario : -i A na-
ja o he as clasiet medias 1, eonvm eontanles por
algumacnusa osaMeaai, te, eomo em todos os an-
ligos paites de servidao e de eteravidao, nao forem
ate a iinmenta mairia. E a que vem iitn ? a que
vein uto o que so lenho fallado da nica oecessi-
dapeulisfeita nosaldeaes Polnnezes do direito de
liberdade humana, do direito trra e da propric-
dade da Ierra, deve eniinar-vot que, sendo estes
direilos posiuidos e exireidus sob o governo russo,
a eonscieucia da nacionalidade polonesa nao exilie
mait na Polonia.
Assim te realitt esla previso do futuro enropeu,
emitlida por Mr. de Ijirardin : a Que importara
Polonia, por exemplo, reviver 00 nao revitor de-
^Mixo de seu nomo, so todos os qus mscerem em seu
lerrlorio, dascereui com ot memos direilos, as me>-
mas vanlageni, as mesmas liberdades, como se li-
vessem niscido na patria do antigo continente, cha-
mado luglateraa ou Franca, te debaixo desle ponto
de vista nao houvess- mais differeiici e desigualdade
cutre o Polaco eo Russo, o Italiano e o Austraco,
o Inglez e o Francez, se nio houvcoe mais por to-
da a parta senao homens livres ou emancipados pela
paz ?
Ora, n camponez polaco foi emancipado pela paz
e elevado pela Russia n lihenlade humana e a pro-
kied.de da (erra ; elle deve isto a luz que nclle ap-
parecen depois de 1830 e paz que elle promellcu
tem duviila nao perturbar por cunta da lenboria 011
da hnrgiic7a poloneza, at quaes cm 1830 nao ti-
liam procursdo anda dar-llies a liberdade huma-
oa, en. o recnnliecer c Ihe facilitar o direito Ierra.
Nesle seuliinenlo egosta, ceg ( qnalificai-o como
ixerdes) nesle soulimenio do cu humano, tepul-
o'enlimento docu nacional, do mi polniiez.
nem he o erro, seoao de sua aristoertcia ?
Va, que o etcrevosles. ressurrerrioois
este sentinuiilo esla rqnrlo, a nacionalida-
dei esl mora.___ H
^HMia. portaulo, nio.exisliria
rorpo tives.e precisameic deixado de
nde esla Me T Qua,i por todj par|e
aqnl, alti sacla, em Londret. Paria Conslanli-
"opla, na Aia, na frica e na America,' desloca-
da e dispersada.
Com esla lliina demonstra jo desappareeeu urna
onlra prora das nacionalidades, isto he, am povo
capaz de st eonsii luir internamente.
A antiga constituirlo do povo pnlaeo, aquella
que elle tinha feito para si, e cujo feudo era a ser-
vidao plebea, te aniquilloa, nao por falla detervot e
de tenhoKi, mas porque ella, eomo a eonililucao
feudal da antiga '-'ranea, nio ,podia man existir.
Entretanto, a Polonia, menos adianlada quo 'a
Franca, receben do ettrangeiro urna nova eonslitui-
C't*, quo seus senhoret linham sido impotentes oa
iniutelligenles para dar-I he, e ina nacionalidade des-
appareeeu na traiisformaeJj soeial. He nat Irans-
forinace sociaes, que teta desappareeido tambera
os vestigios nacionies dos poros, que ss tem enxer
lado em lodos 01 povos disuaeionaliiadot do mundo
romano.
Com esta demoslraeao detapparece tambem o
elemento da manifestarlo e.lerna. Urna manifet-
lacao eilerna, que n3o se. pfo.luz tenSo peta disper-
san e exilio nao pode provar a eonscienciaide urna
nacionalidade qualquer, nem a individoalidade, eo-
mo se (em dlo.
Sem islo, como se (eria podido rasoavelmsnle re-
cusar aos Irlandeses, aos Israelitas sohreludo, qoe
lem sua bisloria, sua liuzua. seos eostumei, Seus
uso, sua religiao, e sobre ludo isto o pulimento
imperivel de tou eu nacional, o carcter de tua
nacionalidade, que te 'lem persistido em reeonlieccr
nos Polacos; manifestados como aquelles no exterior
pelo exilio ? Na verdade, retsnrreccionislas! a na-
cionalidade israelita lem a direito de reclamar, e en
vos lenho-por muito felizesde lerella o bom etp-
rilo de n.io pedir-vos urna cruzada para resliluir-
Ihe Jerusalem.
O qne lenho dito da Polonia so applien em parle
a Hungra, que, em um momento dado, leve sua
missao para preencher, que o fez gloriosameule, e
que nio tendo oulra razao de ser, desappareeeu fa-
talmente cam ella.
A respeito da independencia itlica... Os ressur-
reccionistas me tem dispensado de insistir sobre etle
poni.
Quandoeom o grande reforjo de diccionarios de
datas c de livros elementares de bisloria, teve-se a
bouhomia de provar-te que desde Odoacro ( po-
der-se-hia remontar a mait alto ), islo ha, ha quinze
eculos pouco mais ou menos, a Italia tem estada
quasi sempre em contacto eom a Allem'anha, e que
lem sido invadida eemivezes, declaro que nao ereio
noimpirisrao poltico da oim-.ira mit riYi do ir-
fi'do liberal, o poder de adiar um meio de impedir
que, restituida amanhaa independencia, a Italia
fotsa eonquislads ainda no dia seguinle eento o orna
vez pela Allemanha. Quando, durante quinzs se-
cuto', augmentados dos seeulot anlcriore histrica-
mente conhecidot, assim eomo prora m entre ou Iras,
ai iotases da Ulitis e ai conquista! de Roma, vejo
dar-te eein veze em nm mesmn paiz um fado sem-
pre constante, confesso ter a fraqueza de erer que,
por fatalidade geographica, ha nesse paiz, roborado
aos ps dai grandet encuitas dos Apeninos o dos
Alpes, povot do Norle e povot do Occidente, um
desses numerosos cumprim'entos dasleis consliliitivas
da nalnreza e do pendor toreado das comas, conlrn os
quaes a sabedoria, os clculos, as precauces, as
forcas de algum homem nada podem. He mistar
alguma couia mait que um lyitema de nacionalida-
de e de equilibrio : he necessario o.accordo de lo-
dos os povos, a federar".,) da Europa, a homani-
dade !
O mando moral nao lem onlras leis de allraejio
edegravidade difiranla dai do mndo" phytico ;
nao s de ve pois imaginar que so pode sempre eo-
mecar oulra tez contra ellas as mesmas experien-
cias ; .sem encontrar sempre tambem os mesmos
revezas :
Acabamos de provar aos rcssurreccionslas que
ellet querem fazer o papel eterno de Sisvpho, so-
bre o qual cahe eternamente um eterno rochedo.
( l-rasre. )
miO'iC ne, ,M
PROGRESSOS DA HEBELLlAO CIUNEZA.
(Do nosso proprio correspondente.)
Iloug Koncr 30 de abril.
p horizonte polilico da China ainda permanece
no mesiuo estado sombro em que eslava, quando
parlio o ultimo correio. Os Mandarais ainda mau-
len! a poise pacfica de Shanghai. O commercio
vai molhorainlo de vagarinho. Com ludo Fou-ehow-
foo vai tornaiido-se n principal porlo de commercio
na China. O eenlro do dislrclo do cha preto, com-
parativamente poupado pela eonvulsSo interna, oxi-
gindo grande aitaoeia do interior para o consummo
das manufacturas inglezas, j.i lem dado pastos im-
monsosparadi.nle; o graudo deseonloo embart-
jo de nivegacao no Minesla randenmnle dimi-
nuido pelas demarcar/es e ilirecres de Mr. Ri-
ehards 110 Sarneen. Cantn vai tempre apartndo-
se ; verdade he que os Mandarins ganharam olli-
mamente alguma. vantagens sobre os RebeMes, a
011 1 Patriotas, Traidores, Triads, Chris.aos Chine-
zei, B.nomes esles porque sao conliecidos; e Hj
Aluk, o rebelde (astim desigmremos a lacao), tai
morto, a a sua esquadra dispersada, alguus di/.em
por eoncluio rom os Man larins.
Sem embargo das victorias desles, a /icjo Tae-
ping-wang lem probahlidade de apossar-se da ci-
dasle celeslial, sem que seja necessario dar oulra ba-
laiha ; coinbinou com lodos os piratas, tem intercep-
tado lodos 01 sapprimenlos de.arroz que vem de
Cantn, te as provisOes nao podercm ser remelllas
devem suecumbir fome e aos leus ce nsequenles
horrores.
A idea ingleza dos seclariot de Taeping-wang, 011
christaos chiu-zes, como ioucamenle se jolgam ser,
he a mais errnea. Nunca povo algum verilicou de
urna asaaeira mais plena que a verdade de urna
instriirr;lo mediocre era cousa perigosi. O seu
coiiliccimenlo das verdades da christandade he cm
Cdtn o orgulbo inherente
sido lao procrastinadas que o poto duvida do mo-
mento em qoe prioripiem.
O almirante Slrling he reputado lio cauteloso que
nao esperam que rommelta os mesmos erros que in-
felizmente occorreram antes; posto que eu n.lo veja
que bem posta ter lugar te a forca nao desembarcar,
pois que as fortalezas desmoronadas serao reedifica-
das de maneira que fiquem mais formidnvois.
Pelropaulowski se lomara o poni principal para
o nosso commercio de peltei de arminho e de baleas.
Nao esperamos tirar grandes beneficios actualmente
do nosso tratado eom o Japio, pois que ser necessa-
rio muito lempo para desenvolver o commercio.
Os Japonezes, alm de Ires juncos para China e
de um navio por anno para Hollanda, nao se adian-
do empenhados em commercio externo porespacode
dous lucillos, exigirio lempo para inlroduzir oslo
por objeclot etlrangeiros de luxo enlre os simples
J a ponezes.
Sir J. Boawring parlio para Siam para ler urna
conferencia com el-rei. o resultado ainda nao Iraus-
pirou. A genle da Counlest de Seafield, naufra-
gada no /'ralas, foi recebido no bote do vapor Ann ;
o Ann foi frotado pelo povo era Hong Kong para
salvar o carregamento, e se fosse possivel o navio. O
immedi.ito do Ann ficou a bordada Counfes* Seafield,
ao passo que o vapor condnzia parlado carregamento,
1,000 canas de cli, a n'hampoa, com ordens de li-
ear seguro a um ferro; entretanto o navio boion ao
rollar o Ann. ir/titeo imrocdialo, reclamou quesal-
vaisem o navio, mas oftereceu 912,000 para ser re-
bocado al Macis; o vapor melie-o na lama, e tfhi-
le recusa pagar, porque o vapor nao o rebocou al
o lugar conveiicionado.
u}f.**'"*".'' Prlu(Wez lomou a carta do navio, fez
tvhile pri.soneiro, e o negocio esl.i agora as mos
do procurador geral.
(Morning Chromele.)
meia laura*- depois do meio
verdade mui proscripto ; e, c
i ignorancia Iluminada, repu
->s acuna ,
lili-
r-nos.
kda
i
fe, nao
a sangue
n as pisa-
ba lorluaa
o in 1 migo,
as faces
ary.
b que dynaslia.
mais fioresceria;
fracees, cad.^
se os Ci'iinezos
um governa- >
H'.
mo T exclamou o
ima expressao ver-
r Mae^ulayesta im cas, John? per-
g.intou e recem-cfiagailo em voz breve e agitada.
Bsrn dm,TienUor I.ewis, disse o lacaio em vez
de responder. Como esta T
-" Ta amo. desgrajado ? teu a
lmale, eaj<> semblante tinha
dsdeiramr-nle trgica.
Meu amo.sahio ha urna hora cam sua bocela
da cornbaterrespon.leu John Irnnquiltamenle.
Lawts deu um gano sofioeade.
Elle havia de ancotiltar-te eom o outro gen-
llentan airas de Praimose Bill, actrescenlou John.
Bbaler-te? inlerrompeu Lewu, o qual en-
IroupreeipaUdamenle e lancoc-ae em urna poltro-
na ; baler-sa em menoscabo, dn leis livinas e hu-
manal I eom rasco de arruinar msUJkai negociante.
respeiUveiil Que horas sao. Je Invgjfcn.*%
() Vide o Dfan'o n. 182. ~"
r--
C- Abre-me o salitb, John, disse elle, poderel ao
anos espreilar pela janclla. Nao lenhas cuidado,
|Mae Aulay vollar, enlrarei para a anlecamara.
O talj-o de Chrislian Mae Aulay eslava mobilhado
naluralmeiile 11 indiana, e com urna magnificencia
rara. Todo ah trazia memoria o matador de ti-
gres. O chao desapparecia debaixo das peiles, ar-
mas extravasantes pendiam em (aopheos das paredes
e um casal de llgres empalhados por Tooley guarde-
re a porta principal.
Em lome da sala hvla pintaras de cores vivss re-
presentando as faranhas mais notaveis do Nemrod
moderno. Ah via-se Mac Aulay em lodas as altitu-
; ora-acocorado as alias ervas. ora encarapita-
do tabre, urna arvorc, aqu montado em nm cavallu
magnifico, all em um-elephanle de Slam, ji ador-
merido em urna grua, j precipitando-sc de um ro-
chedo de envolla com urna duzia de liares.
Esle ultimo quadro represenlava Mac Aulay en-
lre o co e a Ierra, e os ligres lanrados como elle
no espaco soflriam convulsOet extraordinarias.
O espectador arquejando pergunlava qual seria a
sorle do pobre genlleman a dos infelizes anlml.es.
Hessa gravura linham-se vendido Irinla mil exem-
plares, e o commodure Davidson dava-lhe alto valor.
. -Ejulgas, John, que lem-se ludo isso por na-
da. diziaj.ewis Irislemenle. Nao qoero fazer a con-
la de quat.lo lemnos cuslado esle rapaz. Depois que
deixamos Bridgeton s para a polica (eolio tirado
mus de Irezenlas libras da caixa !
Para a polica repeli John encarando o al-
fatale.
Na., cjmpria impedir esse lerrivel duello ?
exclamou Lew. O tecrelario de Bow-Slreet decli-
rou qua lodo o Inglez linha a liberdade de corlar
seu pescojo. O intendente invocou o selo do parla-
mento sobre a paz publica... Esliversm prestes a
irem-se s m.los... Felizmente iudiearam-me a se-
cretaria de Scotland-Vard, a mediante certa somma
o inspedor Alklns enc.rregou-se de vigiar os dous
genllemans... mas enviuu sua gente do Indo da Gra-
enwrli esla manhaa, e rallas-roa de Primrose-
llill.'
Ai daau extremidades da Loadres. dista John
framente.
I.ewis toreeu nm poueo as mios para dislrahir seu
desespero. De repente applicou o cusido eom avi-
dez, dizendo :
Silencio !
Os amantas exlremidos reeonheeem de longe os
psssos da pessoa amada; assim |I,ewis e teui iocoi
sabiam distinguir o rodar do tilbairv de Mac Aolay.
John meneou a cabera murmurou :
Nao he tile.
Lewit biteu na fronle, e pedio oulro copo de ri-
ndo, duendo !
Meia hora para chegar a Primroie-IIill, meia
hora para vollar... se nao liveste aconleeido algu-
ma desgraja, Mae Aula.; estara aqu desde muilo
lempo.
Os empregados de Scotland-Ysrd sao diligen-
tes... observon Joho; mai de Greenwch Glocesler-
Road...
I.ewis levanloo-se, e pereorreu a uta spressada-
meute, declamando :
Faz anenasium mez que feehou-ss o Inmolo
de Coarlenay He evidente que o deslina obstina-
se contra nos! Ainda Coarlenay sucombiono exer-
cicio de snas funecoet, e nao podemos queixai-noi
delta .- Mas esse Mac Anlsy que adiamos pobre co-
mo Job esse Mac Aolay qne he filho de nossas o-
bras 1 esse Mac Anlsy, monstro de ingralidao e de
perversidad.!..:
Silencio, disse John lambem.
As Imprecaces de I.ewis haviam-no Impedido de
ouvrr o rodar de urna earrusgem que embocara i
rus. O msrlello da porta relinio forlemenle e John
disse :
He elle I
Lewis apoiou a mo sobre o corajio, e esleve a
ponto de cahr. Passou os dedos pelos cabellos, e
desaboloou a sobrecasaea para refrescar-se. Sea sem-
blante repentinamente radioso lomara urna expres-
sao de respeilo.
Pronuncie! palavrns mui levianas, John, a nao
devia ler entrado no saiao do senhor Mac Aulav
sem tua permisao. Todo isso vale alguma cousa
para li; loma orna libra, e nao rallemos mais a essa
respeilo. Abre !
O allaiale tornara a tachar a porta do sali. Mae
Aulay entrn como um doudo. e lanjoo a bocela
de combate sobre a meia exel.mando.
Fallam da Rusta dizem que he nm paiz dt
escravldlo! Estou bem eerlo de que nao ha lanos
toldadoi de polica, tantos patitas inspectores em
San-Petersburgo como em Londres.' Isso ha vergo-
nhoss.'
Iruecao, so ala capzes de in.l .
A r.inl ule. a chave de aboba
existo na crenc deltas; roubo,
taiathorrorei de Iq.la a especie,
uaWos teui exercilos retienerad
por mais lemivcl, quo naoSt
e o sou requinte na arte exc|
dos habis ajiidanles do a
Com efieilo, he dilcil
Manchou ou a Patriota, ,
como lodo o paiz esl su
urna commandadaj-*"" o
nao iao era geral t\ /, certamen
dor lirado de entra
relian. *
"* tai" ifracler mu dfiicr de entender: pos-
siimdo elevada cultura em algumas .ciencias, a ar-
taijao filial sustentada como a principal dis virtudes,
iao com ludo estpidamente devotos, grosseir.men-
ta immoraes, cobarde, e erucis ; grandes engaado-
res, eom ludo fcilmente engaados. Um novo
rannlat, Chaoo Telche, o he nnmeado para Shan-
ghai ; Tan Ah Lin, o ullimo dieta do partido da
Trindadt, esl.i agora em Singapore.
A Jeannr U Are rhegou aqu a 36; perdeu Ires
anleiaes e seis himeus nos sem ataques na eidade
de Shanghai. Tras a handeira do almirante Le
Guerre. que vai para Franca. A Fcen-h Subille
parti daqui para o norle a 1 ; perdeu durante a
soa breve estada na Chin.tres'roezes115 homem
de dyieuleria o tabre. Em eomequencia tai obri-
gada a admiltir noventa e seis Chins para completar
a tnpolac t'oueos inaruiiieiros taancezes. O Homet (inglez)
tai lambem nbrigado a admitlir algnns Chins. Os
mannheiroi nao se offereeeram voluntariamente pa-
ra 01 navios de guerra em eonsequencia dos eleva-
dos salarios as colonias.
O Commodore Elliol parti no principio do mez,
eom a SubllU. Hornel o llitltrn 10b suas ordens.
Suppe-se que o inconnler e o Barracouta estilo de-
udos pelo gelo. vigiando os navios que vilo para o
norte. Ira grande navio americano parti de Shan-
ghai para eonduzir a trpolacao tiautaagada da fra-
gata russa Diana a Pelropiulowski. O Ifinchetler
pirtio para o Japio,onde o resto do esquadrio sede-
ve reuuir. O almirante Stirling frelou um pequeo
vapor, oTarlar, perlencenle compaiihia Penin-
sular e Oriental, para servir de correio ; 3,500 por
mez tai o pedido menor que o governo tchou por
ludo, excepto engenhetros.
O esquadrao alliado se reunir em forja danle do
Araiore. Dizemaluque os Russos receacram um
retares) posterior de 5.000 homens. O esquadrao
inglez se compile da raaneira seguiule:Winches-
ter, (eonduzindo o pavilhao do almirante), 50 pecas-
Sub le (o commodore). 10 ; Spartan, 26 ; Bittern
14 ;vapores: liricounler, 11 ; Homet, 17 ; Barra-
- RIQ DE JANEIRO.
SERADO.
Da 26 de Jautho de 1853.
Lida e approvada a acta antecedente Ic-se -o se-
guinle expediente.
O Sr. 1. Secretario l um oflicio do lo secreta-
rio da cmara ijqs depuladosacompanhandoa seguin-
le proposicao y ^
o A asiembla geral legislativa reaolve :
o Arl. I. Fica approvadn o priaUegio exclusivo,
e o auxilio pecuniario de dozt contoade rtanouaes,
concedidos por decreto de It de oulubro de 1851 h
associajao Srgipeme, para a creacao do servic de
reboque por meio .le barcas de vapor as difieren-
tes barras de provincia de Sergipe, debaixo dascan-
dices que acompanham o mesino decreto, oom as
segiiiules modlicarries :
11 i." Urna das ban-.is de vapor seri apropriada ao
reboque dasembarcacOes de carga nos difTerentesros
internos da ajrawincia.
a 2. O prazb para o tervico da segunda barca de
vapor pode ser prorogado al dous annos.
Arl. 2. Kicam revogadas as leis sm contra-
rio.
a Pajo da cmara doi dcpuladns. em 25 de junho
de 1855. l'isconae de Baependy. presidenta.
Francisco (le Paula Candido, 1 secretario.__Anto-
nio Jos Machado, 2o secretario.
Vai a imprimir nao o estando.
ORDEM DO DIA.
Heapppovado sem debato em 1 dscussan, para
PMaar 2, o parecer da commissao de consluicAo
sobre a aaitorisajio pedida pelo governo para con-
tinuar o Sr. senador viscon.lo ita Uruguay na mis-
sao especial em que se acha na Europa.
He approvada em 3 diseussao, para ser enviada
sanc.-ao imperial, a proposta do governo c emenda
da cmara dos depolados iando ai tarcas de Ierra
para o trefilo linanre.ro de 1856 a 1857, devendo ir
primcacamoiile i commissao de redaceao, para coor-
denar o penjecto, collocando as emendas no seu di
vido lugsSjJ
Entra em l diseussao a proposicao da cmara d
iloi, o. habitantes -dJ^i-ts^rrBl.idos autorMiido o governo a mandar admil-
tir o esludanle Marlim Leocadio Cordeiro a exame
das materias do^ anno medico, e at matrcula do
quarta se fr approvado ; e a mandar admtjir u es-
tudaute Luiz Jos Poreira da Silva Manoel a exame
das materias do 1 anno medico, e matricula do 5
no caso de sar approvado.
He apoiado o seguinle requerimento :
o llequeiroque fique adiada adiscussSo desle pro-
jeclo, para entrar conjunclamente com o parecer da
commissao de inslrnccao publica sobre materia idn-
tica.Silceira da Molla.
Posto a votos o requerimento, he rejeilado.
Diseulida a materia he approvada a proposicao em
t" diseussao ; e em seguida he igualmente approva-
da sem debate, em 2 diseussao para passar 3.
He sem dbale approvada em U e 2 diseussao,
para' passar.i 3, a proposicao da cmara dos depu-
lados autorisando o governo a eslahelecer o proces-
so para as desapropriacesdos predios e terrenos que
roreau iiecessarios para a eonslrnccjlo das olira. e
mais servcos pcrlenccnles ,i estrada de tarro de D.
Pedro II, e tsoutras estradas de tarro do Brasil.
O Sr. marqoez de Parans requer a urgencia, afim
de que a sobrdate prOposijao possa ter amanhaa a
3 diseussao.
He approvado esta requerimento.
He approvada em la diseussao a proposicao da
cmara.dos depulados autorisando o governo para
pagar ao primeiro (puente da armada Augusto M-
ximo Rolflodo Almeida Torre.a.) os sidos alraza-
dos que Ihe sao devidos. Entrando logo em 2 dis-
cussilo hoapoado e approvado o seguinle requeri-
inenlo :
Rcqneiro quo a nsa)eelo soja remellida is
coromisses de marinha e guerra, e tazenda.Bao-
Hila de OUceira.
Sao sem dbale approvados em |a diseussao, pira
passarem i 2, os pareceres da commissao de tazen-
da : 1 sobre a represenlaco da assembla provin-
cial do Rio Grande.do Sul pedindo que a despeza
dos pliaresda Lagda dos Palos corra por conta do
cofre geral, e que se autorise a construejao de mais
um no lugar denominado llapoa; e 2, sobre o
requerimeulo da associajao Auxiliadora da Coloni-
sac-lo do municipio de Pelotas, em que pede isen-
jao do imposto ila sisa na compra da terreno'.
Esgolada a ordem do dia, o Sr. presidente d para
a da sessao : 3 diseussao da proposcAo da cma-
ra dos deputa dos autorisando o governo a conceder
carla**de naluralisaj.lo de cdadao brasileiro a Ivo
Edwin, e oulros ; 3" diseussao da proposicao da c-
mara dos depulados sobre desspropriacoes de pre-
dios o terrenos para a comlrucjin de estradas de
tarro ; e logo qoe ehegoe oSr. ministro da marinha,
a la diseussao da fixacao das tarcas de mar para o
anno financeiro de 1856 a 1857.
Levanla-sea sessao
dia.
27
L-se e approva-se a acta da sesso anterior o Sr.
Io secretario d contado seguinle expediente :
Um ollieio do Sr. ministro d imperio, remetien-
do um dos autugraphot sanecionadns da resoluto
da assemhla geral tegitliiiva.antorisandd o governo
.1 conceder caria de ualuralisacao de cdadao bra-
sileiro ao padre Nicolao Germain.Fica o senado
inteirado, e manda-se communicar cmara dos de-
patudos.
Oulro do 1 secretario da sobredila cmara, par-
ticipando qu ella adoptan e dirige i sanejo impe-
rial a resolucao do senado autorisando' o governo a
conceder ao Dr. Antonio Polyrarpo Cabrera mezes
de hcenra eom lodos os seus venrimentos, para ir
.1 Europa tratar de soa saude. Fica o senado in-
teirado.
Oulro do mesmo, aeompanhando a seguinle pro-
posicao :
* Artigo nico. O governo he entorilado a con-
ceder um anno de licenca com lodos os encmen-
los ao lenta da cadeirade pathotagia inleroa da Fa-
culdado de Medicina do Ro de Janeiro o Dr. Joa-
quim Joto da Silva, para tratar de sua saade ondo
Ihe ronvier : revogadas para isso quaesquer dispo-
sices em contrario.
, ".o-i^'!> e,mara "os depnlados, em 23 de junho
de 18.M. Vlseonde de Baependy. presidente.
Francisco de Paula Candido, I secretario.Anto-
nio Jos Machado, 2 secrelario. .
Vai a imprimir, nao o estando.
Um requerimento de Manoel AgO'linho do Nas-
eimenlo. pedindo que seja in.laucado e approvado
o projecto de resolucao do senado de 185*. que o
considerare comprehendido na dispoticao do decre-
ta do governo de 31 de oulubro de 1831.A' com-
missao de marinha e guerra.
Sao eleitos por sorle pira a alepulaeio qoe deve
rereber o Sr. mui.lro da marinha, os Srs. Souza e
Mello, Vianna e marqoez de branles.
He approvada a redaceao do projeclo relativo
fixaco das tarcas de Ierra para o anno financeiro de
I8.>6a 1857.
ORDEM DO DIA.
Enlra em 3 diseussao a proposicao da cmara dos
depulados adlorisaudo o governo a conceder caria
de naluralisacao de cidadio brasileiro a Ivo Edwin
Roberls. Guilherme George Harvey, Chrisliano-
Emili Hess, e ao padre l.oz Degrossi ; conjuncla-
menle com a emenda do Sr. Baplisla de Oliveira
approvada na 2* diseussao.
He apoiada a seguinle emenda :
a Ofierero como emenda a resolucalo propoila pela
illu-lre comms.ao de ronsliluic.lo, concedendn i,
tavor ao subdito francez Cirios Taniere.Pi
Pessoa. a
Discutida a materia, he approvada a emenda do
Sr. Paula Pessoa. I
Hcapprovada, sem debata, em 3 discossao, para
ser enviada i sanecao imperial, a proposicao da c-
mara dos depulados. autorizando o governo a e-labe-
Iccer o processo para as desaprnpriaciies dos predios
e terrenos que forem necessarios pata a construcclo
das obras e mais servaos pertencenles estrada "de
tarto de D. Pedro II, e s oulras .esledas de tarro
do Brasil.
Sendo introduzdooSr. ministro da marinha, eom
as tarmalidades do eslj lo. loma assenlo na mesa, a
euu-a cm t diseussao, t he sem debate approvada
a proposta do governo com as emendas da cmara
dos depulados fizando as tarcas de mar para o auno
financeiro de 1856 a 1857.
Em seguida enlra em 2 diseussao o arl. 1 da so-
bredila proposlav
Julgada diseulida a materia do arl. 1 da pronos-
la, sao igualmente julgados discutidos os arls. 2 e 3
da proposta. *
Entra em diseussao o arl. t addilivo das emendas
da cmara dos depulados,
Verifieindo-sa n.lo haver casa, o Sr. presidente
declara adiada a diseussao. Relirando-se o Sr. mi-
nistro da marinha. o Sr. presidente d para ordem
do da a conlinuacao dadieuisao adiada da fixacao
f-is>rorjas de mar ; ultima diseussao da emenda no-
va, Tena e approvada na 3 diseussao da proposicao
sobre,a naluralisacao de Ivo Edwin Roberts, e ou-
lros ; 3' diseussao da proposicao da enmara dos de-
pulados autorisando o governo a conceder 2 annos
II" iMV> *"aiz de d'reil0 o Ico, Marcos Antonio
de Macedo ; l diseussao da proposjao da mesma
cmara approvando a pensao concedida ao fnrrel
Francisco Pereira da Costa.
Lev.-.nla-se a sessio.
luraliiajSo.A' .commissao da conslitoijao po-
deres.
De Romao Jote de Oliveira Rosa, pedindo o lu-,
gar de gualda dat galeras desla cmara.A" mesa.
De Antonio Fernandas da Cosa Jnior, padnda
permissao para se poder matricular no 2. anno me-
dico, dispensando-se-lhe certas preparatorios.A'
commissao de inslrncjlo publica.
De Joaquim Gianini, subdita de S. A. Imperial
e Real o grao-duque de Totcana, na Italia, pedin-
do dispeus na lei para ter naturalizado cdadao
brasileiro:A' commissao da constitun-ao e poda-
res.
L-se, e sem debata ha approvado, o segaiale pa-
recer.
o A commissao de pensoes e ordendjaa, lando
examinado o requerimento de Chrislovfl da Abren
Carvalho Conlreiras, capillo da 1. linha doaxercHo,
que pede urna peasao a esta augusta cmara, em
remuneraran dos leus boas serviros ; e consideran-
do qne nao he de sna altrbaiclo o conceder remu-
neraees desla nalureza, comquinlo nio aa possa
desconhecer que o peticionario he merecedor do que
pretende,pois alm dos seas hons serviros,foi o sup-
plirante gravemente ferdo do lado direito da face,
do q^ue Ihe resullou gren.ta deformidad. ; ha de pa-
recer qoe se enlrcguem ao peticionario ot seos pa-
pis, para que possa recorrer ao poder competente.
(i Paco da cmara dos deputados, em 25 de junho
de 1855.D. Francisco.<7omei Hibeiro.
ORDEM DO DIA.
Reforma hypolhecaria.
Entra em 2.* diseussio o projecto u. 124 da 1851,
que reforma a legislacao hypolhecaria.
O Sr. Rues Goncalves sustenta o projeets em
geral, faz observacSes acerca da ataunus disposijOas
particulares, e conclue volando a tavor.
O Sr. Ferraz pronuncioo om discurso tebre a
matara que tarac quasi toda a sessio, occupando
oilo columnas do jornal da casa e terminou da roa-
neira seguinle : Nao devemos abandonar o oslado:
tildemos lodos, e ao homem eom talento que mais
se distinguir no paiz, eaiba a gloria de drgi-lo.
Mas querer dirigir o paiz peloseu-ejo!! Nlo;s nos-
so lempo nao tolera isto. A parlilhx dea lugares,
a partilha da gloria das sciendas, ha o tllalo e o
estudo. Com o talento pdese ser algoaza ebasa;
maso talento sem o estado punco adiaulaf.. Qoem
nao estuda nao pode fazer um* figura brilhante no
miis, nio pode prestar bous servijot, nao pode mes-
ma ter estadista.
ipiiados; muilo btm, muflo bem. )
Levanta-aa a sessao por nao haver casa.
coaaa, 6;Stys, 6: Raltler, 11. O Grecian, Raee-
hore. Comas, e Rapid permanecem na Chinao ul-
timo est condemnado. Francezes :' Colberl (va-
por), 6 ; Constanline, 40; Sybille, 50. Duas fra-
gatas francezas, dous vapores, e as fragata inglezas
Pique e VanAii devem reunirse ao esquadrao no
Jap.lo, que he o p.mlo de reumao. Dizem que as
operajei eomecarao em julbo, mai as coutas bao
Wk
nio da
Isso he vergonhoso! repeli em um
anlecamara ama voz branda e submiasa.
Quem est ahi? perguntou Mae Aalay. Ah !
he Vme. senhor Lewis ? Folgo muito de r-lo. Ca-
raca da dinheiro para ir Escocia.
Estamos .11 ordens de~ vossa senhoria como
sempre, respondeu o alfaiate adiautaodo-se de cha-
peo na mao.
Chrislian ia abrir aporta do salo;mas lancou
sobre Lewis umolhar dedesconfianca, epcrgunlou
Porque esla Vme. aqui a estas;horai?
Soobemos, respondeu Lewis eim um sorriso
paternal, que o nosso charo lord linhaaalgumas dir-
fieuldadesde especie particular, e como cada om de
nos lem freguezes empregados na adrainislracao, eu
vinha ofierecer-nossa pequea influencia...
O senhor Lewis dizia-me isso, inlerrompeu
John, e julguei que n3o dtvia fecbar-lhc a porla.
Enlre no salao, senhor I.ewis, disse o janola ;
John, nao eslou em casa para ninguem, e se vierem
procurar-me, dze qneparli para Galles pela paque-
te desla manhaa.
Como! exclamou Lewii fingindo naturalmente
o espanta; vossa senhoria chega a recetar?...
T.R co! E se eu podesse pensar que Vmcs loom algu-
ma parle nisso I...
Ah ioterrompetl com acento penetrado, vos-
sa senhoria conhece muito mal nossos cometes !
Chrislian Isncou-se na poltrona oceunsda pooco
antes pelo alfaiate.
Eis o que aconleee-me, disse elle; julgue Vane,
se nao he para endoudecer! Sir Edgard e eu tinlia-
mos concordado outro dia em Brigton em urna cousa
moi simples: deviamos batar-'ios com pistolas dez
paseos.
A dez passos! repeli I.ewis estremecendo.
Vme. comprehende, conlinuou o matador de
tigres, que isso nao soffria a menor diflirt-ldade. O
eneonlro devia ser na praii a duas taguas da eidade,
em um lugar que eu mesmo linha colindo na ves-
pera passeando, um verdadero deserto! Quando
chegmos com nossas tastemunhas havia sobre os ro-
chedos um bando de guardas da altandeg, que fin-
glam espreitar contrabandistas.
Lewis vollou o rosto para ceullar nm'sorriso or-
gulhoso.
Tornamos a entrar as carruagens, proseguo
Chrislian, para ganharmos os bosques que ficam a-
Ira do parque. Eu tinha admirado moitni. vezet a
solidio dessas bellas florestas.
Oh I ditie Lewis com bondade, ha cerlamenle
ondo bater-se nos bosqoes do principe de Galles !
Engana-sc, amigo! exclamou Mac Aulay. To-
dos os guardas da floresta achavam-te reunidos no
nosso eaminho; mas eslavam a p para entrarem
debaixo das arvoces comuosco, oulros a cavallo, da-
yam de poras quando nossas earrusgem lanra-
vsm-se a galope.
Enllo era urna porfia? disse Lewis.
Os patitas pareciam rr vendo nosso embarace,
e lodas as vezes que paralamos, agrupavam-se a du-
zenlos ou Irezenlos passos de distancia como para
aflronlar-nos. Emlim caneados de lulnr, voltamos
psra Uriglon, e achraos em lodo o eaminho guardas
nos bosques, e guardas da altandega na praia, que
saudavam-nos com nma zombaria respeilosa.
Que bella hslorinha! disse Lewis eomsigo ;
mas eustou-nos muilo caro!
Chegando a Briglon, tornon Mac Aulav, en
disse a sir Edgard : Fica adiado o uosso negocio.
Assentamos em parlir para Londres e ah lomarmos
oulr.is lestamunhas afim do dislrahir a allcncao.
Dos sabe que lodos os dias ha duellos em Lana
dres! observou o bom Lewis; ningnem inquiela-se
por isso. .
En assim pausare, disse Chrislian; mis que
engao! >o dia seguinle tamos atrs do parque de
Lhclsea, e adiamos um agente de policia debaixo de
cada moula.
Que cousa extraordinaria pronuneiou Lewis
seriamente.
CARIARA DOS SRS. CHUTADOS.
Senao' da da 36 a Junho da 1855.
Le-se e approva-se a acta da sessao anlecedcnle.
O sr. primeiro secrelario d conta do seguinle ex-
pediente :
Um oflleio do Sr. minislro do imperio, enviando,
como por esla cmara tara requisitado, a tabella da
rcceita e despeza Jo collegio Pedro II, acompanlia-
da do urna relacao dos veueimentos dos protassores
e empregadoi do eslabelecimento.A qoem fez a
rcquisicao.
Do mesmo Sr. minislro, commoncindo qoe es-
pedir aviso ao ministerio da tazenda participando
que tara nnmeado porleiro guarda-lvros desla c-
mara Jos Francisco Xavier de Caslro.Fica a c-
mara intairida.
Do mesmo Sr. ministro, remetiendo um oflicio do
do presidente da provincia de Minas Geraes, acom-
panhado de urna representadlo que o Dr. Theodori-
ro Manoel Soares de Souza, juiz de alireilo da comar-
ca de Faraeal na mosma provincia, dirige sem-
idea geral legislativa ponderando a conveniencia de
crear-se urna nova provincia, sendo a capital a d-
dade do Paracalu A commissao de estatiiliea.
Do Sr. 1. secrelario do senado, enviando a emen-
da talla e approvada pelo senado n proposicao desla
cmara autorisando o governo a conceder caria de
naluralisaeie de cidadao brasileiro a Carlos Frede-
rico Adfio Hoefer e oulros.A imprimir para entrar
ua ordem dos (ribaldos.
Do mesmo, communicando que o senado adoplou
e vai dirigir i sanecao imperial a resolucao abrudo
om credilo ao govroo para ptgar ao I. lente re-
formado Manoel Soares de Figueirtdo os sidos
que se Ihe devem.Fica a cmara inlerada.
Lm reqoerimenlo de Joao Claudio Maovernav,
natural de Lian, provincia de Franca, pedindo n-
Alravessmos o rbeiro esperando occullar-nos
cm lialtcrsea ; porm os agentes l eslavam antes de
nos. Era urna porfa, como Vme. diz, e juramos nao
desistir do nosso intenta. Na madrugada seguinle
passiinos o parque de Victoria para ganharmos H.-
merlon. Trabamos lomado carruagens de aluguel,
e estaremos j coiilenles quando essa* maldita gente
de pnhcia surgi em torno de nos como por cuca 11-
lameuio. Se vossas senhorias querem crer-me
diste-nos o sargento, nao irao mais longe hoja; pois
o ar he vivo, e os senhores j ganharam bastante
appelile para almocar como arijos.
Bofe! murmurou Lewis estareando-se por con-
taro riso, esses pautas moslram-se espirituosos ago-
ra liso he iiitulleravci I
Veio-me a idea da quebr.r-lhe a cabeca, tao
exaspendoea eslava.'... Esla manhaa sir Edgard e
eu lazemorurna ultima tentativa atrs de Primrose
Hill. Separando-me delta, eo linha dito am meia
voz: o A Greenwch, senhor! E julgava ler deso-
rientado meus sabujos; porm achei-os ja fomindo
a margem do canal do Regen!. EaUo, senhor Mac
Aulay, disse-me o sargento como se tallaste a um
condecido velho, chegou. hoje primeiro* Creia que
nunca se levantar mais celo que nos. Quiz ga-
nha-lo pelos hons modos, e lirei a carleira Iralaudo-o
por charo senhor; mas elle exclamou logo : a Oh !
nao. grajas a Daos temos as raaos limpas! n To-
dava com suas maos limpas lomou dous ou Ires b-
neles de banco do quinhenlas libras que oflereci-
Ihe, e accrescenlou : Visto que vossr senhoria he
um hornean de bem, vou tallar-lhe francamente. A
polica nao pode gastar o lempo assim correndo em
seu encalco; por isso hota mesmo haveri om toar-
rant decretado conlra o senhor por amor da paz pu-
blica... Creta que sou seu criado, n
Um warrant! repeli Lewis espantado.
. Que devo tazar? (ornoa Chrislian cruzando os
bracos mbre o peito.
O mais prudente seria lalvcz renunciar a esse
duello.
Nunca! inlerrompeu o janola altivamente.
Bem! disse Lewis com brandara. Julguei qoe
vossa senhoria peda-mc um conselho.
Vira tomar aqui meus papis, e parta pare a
Escossia. Sir Edgard esta advertido. Veremos se os
soldados de policia nos seguirao !
Nao lenho observacao a tazer, aliase I.ewis, e
se vossa senhoria quer, vou conduzi-lo ao eaminho
do Noa'.e.
Seria talvez melhor, refleclia Chrislian em voz
alta, lomar a estrada de Douvres, e passar para o
continente.
A'su vonlade; vou condozi-lo i estrada da
Douvrets
Qual he sua opiniao, senhor Lewis?
O alfaiate levanlou-sc como quem recebe ama
grande i-nnfianra, saudou duas vezes e disse-;
Nosso inlcressc evidente he que nosso charo"
lord nio deize Londres; mas sacrificaremos de boa
vontade nossos ulereases para Ihe agradarmos. O
senhor nao ti em segurauca aqui por causa do
warrapl, isso hacerlo. Entremos em om carro, of-
rerejo-lhe minha casa como asylo tamiiorerio: vos-
sa senhoria reflectir urna 011 duas horas segundo
quzer, o depois eacolher sea deslino.
Pois bem, respondeu Chrislian, r-lhe-hei a-
gradecido, senhor Lewis. Vme. se encarregar de
prevenir a sir Edgard ?
Com multo gosto.
T Ah Vme. he um homem asedente i disse
Chrislian apertando-lhe a inflo; eu nSo esperare
lano de sua bondade !
RELATORIO
apresentado a' assembla geral le-
gislativa na terceira sessao' da no-
na legislatura, pelo ministro e se-
cretario de estado dos negocios es-
trangeiros, Visconde de Abaet.
Augustos e dignissimos senhores rcpresenaanles
da naco. Pela segunda vez venho informar-Tos
acerca do que lem oceorrido, pela reparlicSo doa ne-
gocios eslrangeiros, digno, peta sna importancia,
de ser levado ao vosso conhecimenlo, em conlinua-
cao aos esclarecimenios que vos tarara ministrados
no meu rotatorio do anno plisado.
Secrelario de Estado.
Agradeco-vos. senhores, lerdea tomado em coaisi-
deraro as ponderacoes qoe live de tazer-vos para
justificar o pedido se o governo a organi'sr de modo conveniente a se-
cretarla dos negocios eslrangeiros.
O inlervallo de mais de um anno decorrldo depois
que vos apresanlei as considerajoes qne me induzi-
r.un a solicitar aquella adtorisajin, tem-me conven-
cido cada vez*mais da necessidade da reforma da se-
cretara a meu cargo.
A conveniencia de harmonisar o mais possivel a
nova organisacSo da secretaria de eslranceires com '
a que tem de ser adoptada pelos Srs. ministros de
imperio e da uslica'nas suas respectivas secretarias
nao me permute .presentar desdeja i vasta consi-
derarlo a maneira por qoe o governo'taz uto da au-
lonsacao que Ihe roiicedestes.
Alm dista, a reforma importara a necessidade
de elevar desde ja n despeza qoe se taz eom a sacre
loria, concedendo aos seus empregados vencimenlos
que correspondam ao Irabalho, qoe sobre ellei pe-
sa, e a urna posirao independente.
Recoc naa circamitanciat acluaes crear esle aug-
menta de despeza.
Cabe porm aqu, senhores, submelter a vossa
apreciajao, a represenlaraoique me dirgip o offlcial
maior da reparlicjlo por occasian da exeencao dada
ao decreta n. 1531 de 10 de Janeiro do correnta an-
uo, o qual permilliudo aos eslrangeiros viajar den-
tro do imperio sem dependencia de pasaportes con-
cedaos pela secretaria de estado atas negudoa es-
lrangeiros, reduzio consideravelmenle oa emolu-
mentas respectivos.
Sendo tes emolumentas ama parle integrante
dot vencimenlos da secretaria, como foi labelec-
do por tai, e sanecionado o firmado por dflerentes
actos do governo, com razao se solcita a convenien-
te ioderonisacao para os empregados. que delira fo-
ram privados pelo respectivo decreto.
O governo acha justa a redamacaq e est disposta
a loma-la na devida considerarlo.
No documento n.*7, annexe A, encontrareis a re-
presenlaco cima alludida, com lodas as disrwsijoes
e actos do governo, dos quaes derivam es emprega-
dos da reparlicao o seu direito i inderonisaolo re-
clamada.
No decreta adma citado relativo aos passspor-
les expedidos aos eslrangeiros que viajan) no impe-
rio, seguio o governo imperial sem alterar a legisla-
cao vigente a pratica adoptada em cases taes nos
paizes cultos.
Corpo diplomtico.'
Apresonlo-vos no quadro tob n. 2, aonexo A, o
pessoal do corpo diplomtico brasileiro, e par eHe
veris as alleraces que lem soffridq depois de meu
ultimo relatorio.
Tendo tallecido em Buenoi-Ayres a consclheire
Rodrigo de Souza da Silva Ponles, enviado extraor-
dinario e ministro plenipotenciario aa Centaataracao
Argentina, as relajoes polticas do Brasil eom aquel-
las repblicas exigiam a nomeajao immediata da
um nutro agente brasileiro.
Achando-se enlio nesta corle o Sr. Joaqoim Tho-
maz do Araaral, secrelario da legac^o, e que petas
suas habililajoes e servijos prestados na carreira di-
plomtica, mereca ser promovido a chela de mis-,
sao, liouvc por bem S. M. o Imperador, am quinto
nao noraeia am ministro de segunda ordem confor-
me determina o decreto n. 941 de 20 de marco de
Um instante depois o cirro de Lewis alravessava
a galope Groaveoor-Place, embocara em Pieeadtlly,
e parare debaixo da calumnala du Quadranl. O al-
taaale a seu illustre fregnez descerara sem excitar
altenjflo do policeman parifico, qoe passeava sonr-
bra atrs dos pilares velhos; entraran) em um cor-
redor, subiram urna escada, o acharara-ie logo no
aposenta de Lewis.
Estamos salvos! exclamou esle cosa urna ale-
gra sincera. Milord esta abrigado, e sa permuta,.
vou mandar Irazer-lhe o almajo.
O charo lord leve a bondade de dar a pertn|aslo
pedida, examinou o quarta, e achoo-o mui conve-
niente para passar orna horaou duas. Lewis sihio,
esfregando as roaos, e disse ao cimirilla :
Sam, leva ao genlleman qoe esl no meu quar-
ta a terrina de ligado, champagne o cha. Tita ta es-
quejas do cachimbo e do fumo das illias. Podes per-
gonlsr-lhe se quer lvrus e gazetas; porm nao'lhe
talles muilo; pois elle taro o juizo un lano alte-
rado...
Ah! disse o criado.
Infelizmente isso he verdade. accresceolon Le-
wis, e a doudice da-lhe para wpancer a quem Oca
muilo lempo com elle. Vai, Sam.
Sam tai cumprir a ordem com repugnancia ma-
nlesla, e nao deiznu de dizer aos camarades qoe o
senhor Lewis linha om doudo em sua aleora. Ao
cabo de alguns mnalos ironxea bandeja conteado
o ligado, o champagne, o cha, o fumo, os livros, o
cachimbo e aa gazetas. Em aua prudencia o cama-
rista de Lewis julgara que era esse o melhor meio
de nao fallar muilo ao genlleman. Depot a bande-
ja sobre a mesa, e escapulio logo, correndo.
Muilo bem, Sam, disse o alfaiate, e qual es-
perava-o no corredor.
O certa he que esse gei lleman tem um sem-
blante terrvel 1 balbociou o criado tremendo.
Lewj deu duas volta* chav gritando alrivcz da
porta :
Meu charo lord, fecho-o para que ninguem
venha ncommod.-lo.
Sam ipprovou muito a precaujao, e I.ewis vollou
para seo armazem radame da alegra.
Se Crter manobrou a respeito de Edegard lio
destrmenle como eo quanlo a Mac Aulay. dizii el-
le etn-Dsigo esfregando as mos, estamos para
pre livres de caidados!
troi*Imaor-ie-"ia.)


'.' *


OiJtRIO DE PEMUMUCO SEXTA FIR 10 DE AGOSTO Di 1855
V
/
1852, acredita-lo junto dos respectivo governos na
qonlidiiiic rie encarregado de legooio*. *
*nV-
O tecreltrio dula inissAo t Sr. Cesar Sauva
auna de Lima, que'pelo faltacimenlo do Sr. conse-
lheiro Silva Pontee exercia interinamente as fuic-
gOe* de encarregado de negocio, fui chamado a ex-
ercer o caigo de secretario lia importante legigao
de Londres.
O Sr. Tliomax Fortunato de Brito, addido de i."
classe legagAo era Itoma, foi promovida n socrela-
rio na legislo de Buenos-Ayres e Confederagao
Argentina. O Sr. Juo Alvet oureirq foi removi-
do para. Pars, oade ja sarrio como secretario.
Vaatndo o lugar de secretario da legagAo impe-
' i-Unido da Ameriea, em conseqniN-
edido a aua ilemitsAo oSr. Jos Mara
Jnior, fui prc movido a esta cargo o
Xavier da Cojn Agotar de Aodrada,
classe mesm.i legado,
fcde de Santa Amaro, qun servia de encar-
egocio em Sardei hn, pisaou no mesmo
Jeter para aple, de coj i lagar So imperial era
chafe o Sr. Domingos Jos tjoncalvasde Magelhaes,
passando esta a reger a legagAn deTurin.
O Sr. Miguel Mara Li.boa, leudo concluido a sna
commissao as repblicas de Venezuela, Nova Gra-
nada, e Eqiador, tai peito em disponibilidarie acti-
va nesta Telara du estado, em quantose Ihe nao
di novo destino.
O Sr. Lisboa celebron as conven-Oes de que ja
tendea conlieeiroento com aquellas repblica, con-
forme ainilruce*ei, que havia "recetado do governo
imperial.
U iodas astas convences t a qoe foi celebrada
com e Equidor blete a rallficacSp dos dous gover-
nos, verrlcando-ve em Pars, cortarme foi accorria-
do com esta ultima repblica a (roca das respecti-
vas rilrU*i;ei.
O governo imperial, nXo i juates diplomticos com a repblica do Equador,
mas anda |iara promover a approvagito das con ven-
ene assig adas com os plenipotenciarios da Vene-
zoeta Nora Granada, e arilifieago dos respecti-
vo governo*, ter em occasiAo opportuna da en-
viar nm novo-agente a essas repblicas.
Altendendo S. M. o Impender representages
do enviado extraordinario e ministro plenipotencia-
rio em Lisboa sobre a imposi ibilidade de recorrer
aos gastos cue Ihe eumpre faier para desempenhar
dignamejlro carcter deque ie aclia reve io daquelli curte, houve por bem restabelecer a
quanlia de qualorze cont e Irezentos mil ris, em
que o decreto n. 9i1 de 6 de abril de 1852 tnlia li-
do os vcucimentos do chafe desta. legagAo.
No relato rio que vot foi aprusentarin pelo meo an-
tecessor, em 18o2, figura um quadro dos eroprega-
achavam em exercicio no corpo di-
plomtico tirasleiro com ai indicarlo da todos os
ernprega por elle* ejercido.
sillo neceasario rever aquello quadro para
algumas r*clfic.ig<"cs e ccrescenlamen-
lo-vo outro mai'i completo no docu-
menta n. 3, annexo A.
lo decreto n. 9 10 de 20 da marco de
1852 nrdenou a creagAo de um livro destinado
corpo diplomtico e consular, no qual
foocm apori lados os decretas di suas nomeaeijes, re-
dimissoes, tempo de aervigo e licengas,
lendo este livro por* lim liquidar defniivameelc, e
ecimenta dos inleressados, o lempo de ser-
) no futuro tanha de ner altendido nos ca-
aos de aposentadoria.
Para colligir os dados qoe levem servir de base
aalricula, he de mistar rever a correspon-
* tudas as tagacoes e consulados, em que
lem servido os empregados de que s* trata, alim de
i licencas concedidnt e sua naloreza, as-
nlerrupgoe de er*igo e as causas que
as motivaran.
rar, a qusndo oatros Irabalhos mais ur-
gentes pe millam, poder l'izer-se este proceso,
oiivindo-se Corpo diplomtico ctlrangeiro.
tlylo de Sonnleithner, que em abril
o passado se tinha retirado com II-
lesla jorle, onde se ach va acreditado no ca-
gado de negocios deS. M.olm-
e Real Apostlica, regressou no de ministro
m 24 de fevereiro deste auno entrego
a S. M. o Imperador a sua respectiva caria de
crenra.
ti l.inacy. minislrn residente de S. M.
o rei do* Be gas, retiroo-te desta corle com licenra
do sen governo, fcando encarregado da legado da
Blgica o cnsul geral o Sr. Eduardo Pccher.
No dia 21 do mea prximo passado o Sr. Jos
Delavat. y Rincn, que dorante mais de 20 anuos
exerceu uestn corte fonece* diplomticas como re-
te pcrador.n ca -la de sua soberana, que dava por fioda
i sua mistan.
Sr. D. Jos Uclavat y Ri.icon retirme deste
aracler de ministro residente, e durante
(o tempo, em que esleve acreditado nesta
credor da malnr considerarlo pelos
a* qualidaries penoitc* e petas bas rclagOes que
ompre cultrou com a governo imperial, procuran-
II mais perfeita harmona e inlellgen-
s retaco! de amizade que lem sempre existido
entre as duas corte*.
0 Sr, D. Jos Delavat y Kir con leve por sneces-
sar oSr. D. Kabncio Potestad no mesmo carcter
. lie ministro residente, e o governo imperial nao es-
liera menos deste cavalleiro tan recnmmendado por
S. M. Calholca em sui caria de crenga.
le Vasconcelloi e Souz.i, enviado cx-
ministro plenipotenciario de S. M.
Pidelittima, susenlou-se desta corle em 1G de jnlho
ido, e exeree as funegocs de encarre-
atos, durante a sua ausencia, o secre-
tario da legaran o Sr. Jlo Gomes de Oliveira Silva.
O Sr. conde Alfonso Henriqu do Uriolla, que
com, licenga do sea governo ausenlou-se em 185:1
desta corle, onde eslava acreditado, como ministril
residente de S. M. o rei da Piossi, dirigi ao go-
verno imperial em 20 de jullio do anno passado
ma nota, remetiendo a ua recredencial para ser
entregue a S. M. o imperador, em cousequencia de
haver sidouaaeado pelo *eo 'oberano enviado ex-
Iraordirario e miuislitp plenipotenciario junto
corte de Din: marca.
Estando vita esta legarao, e desejando o uoveruo
i. o rei da Pru-sia, em quaulo nao nomeia
um oolro m nislro, allender devidamenle aos inls-
doiis paites, o prestar-llits particular al-
tauflo, eucairegou ao Sr. l.ivenhagem, de dirigir
iuterinameale, duranta a sua -residencia, os nego-
cio* da leRac lo nruasiana.
' O Sr. Levenliaceu tem-to dedicado ao esluda das
retardes commerciaes que lem oseupaizcom este
imperor e lim visto apreciadas as vanlagens pro-
' |iorcionadas ios subditos de sua nai,o e qoe lem
viudo eslabdeeer se naltacomc culonos, examinan-
da por si inesmo varias colonias, e com especinli-
dade as do K o Grande do Sol.
As inforniicoe* tolhidas por um espirilo-despre-
veoido e esc arecido, como lie do Sr. Levcnliagen,
muito poderr concorrer para facilitar a emigrarlo
allemSa para dilferenles provincias do imperio, oti-
le o goveroa imperial tanto se desvela para que se-
ja bem acolhida.
Medem, envii.do extraordinario e
lipolenciario deS. M. o Imperador de
todas as Ramia*. leudo sido no mesmo carcter re-
s Eslaitas-Unidoii da" America, enlre-
resridencial a S.U.-o Imperador em 12
iodo tono passado, tando por succeisor, na
penal ao ministro hrasiieiro era Portugal que soli-
ctame do governo de S. M. F. a inlrrvencao de seu
agente juntada Sublime Porta, aflrn de obler o
Esequaluru'arta palenlc,-pcta qual lora nomeadu
quatidade dt enearregado de negocios, o* Sr. O.
d'Ewers.
larcel Cerrulli, encarregado de negocios
> ni de Sardenha, leudo partido para o
rato, incu.Tibrdo de orna miasao especial
pelo seu governo, acreditau o Sr. conde Fe de Oslia-
ni durable a soa ausencia como encarregado do
negocios. ,
Ojieatealiiclaaldo corpo diplomalico cslrangei-
ro conila do n. 4. do aunsxo A.
Corpo eoiuu/ar.
Asrelojoni annexas sob ns. 5 i|iannexo A
mostrara o pessoal do corpo consular brasileiro em
palies estrangeiros, e o destos no imperio.
Pelo que espeita ao"corpo consular brasileiro,
l quadro n.:', do metmo annexo que foi
lovameule ao servico, com exrrcicio na
Jricnlat do Uruguay, o cnsul Loiz.Han-
e Aguiar, que te aclia'a em dis-
(Kinibihdade activa ; e que havendo o governo jm-
- ulro destino ao cirtado qoe exercia as
iisul geral nos Ettados-Cnidos, jul-
e remover para all o que s* achava
publica Orienta do Uruguay, Horneando para
epublica a Hanoel Atfomio da Frailas Amo-
rim.
n ta.nbem removido*, |Hr conveniencia do
tilico, da I'russia para a Sardenha, e v-
ce-^ert*, o* :onsules geraes qan sa adiavam oesles
paw**.'
flavciiuo i> govems de S. II. Fidelissma con-
cordado em idmiltir agentes e insolares brasileiro
em todos os irlos das suas cossesses ultramari-
na*, abortos. iu rnmmcrcio estrnngeiro, pelo decreta
de 5 de junho de IBi, resol ven o governo Impe-
al nomear nm cnsul pnra omino de Angola, com
tldeneia etnI.oar.da. onde se tornava mais neces-
saria a preenca de nnn agente consular, tanto para
ir es intai-esses br.isileros, nomo para intormar
omptarnente ao go\erno imperial de quaesquer
. que qor venturas possaiA anda arris-
illdo de fazer revlve o exlinclo trauco de
ie a oiperiem.ia demonstrar a nc-
catsidade de agente* consulares em alguns oulros
pontos as pissesso* Portugoeua da Costa d'Afri-
ci, nao se docilitar o goven o de S. M. o Impe-
rador deprevidencar a esto rttpeito como for con-
\ entente.
A iiecessi iada de eslodardo perlo na Confedcra-
cao lietvelii'a os meios de animar a emigra(ilo que
dalll pruciiia a ocaaiinhar-ie para o imperio re-
solvcn o gu rerno aear naqoolle pai nm consu-
lado geral.
Tem-se iMonkeoidoa conveninci.i de liavcr m
alguns |Kinto* da fror.taira do imperio com a rep-
blica Ortartal do Uruguay apete* consulares que
protej.im v> subditos brasilriros, e evilcm o con-
trabando que le taz pele dita fronteira.
lie accorJi; com o governo da repblica foram
espedidas as orden precisas para que tojaui com-
i>eleutemenle uomeadns vicit-csHiaalet no Serr
Largo, Ta^oareolio, Sallo, Puvsaiid Colonia.
Com o miino lim de t)role;:er os subditas brasi-
leiros, e foi -tentar o eoinmerrio, procurar* o go
verno eslalielecer iguaes tenles nos pona* 4a
jonfedergcio Argenlina ondo mais convicr. .
Podendbconvir o ostabelecimenta de um Ctmanl
Andr Popolanycaasul do imperio naquelle paiz.
O ministro brasileiro, tando procedido as diligen-
cias precisas, conforme as iiislrucc.6es que Ihe foram
dadas, reconheccu que o govorno ollomano fazia
depender o estabelecmento de agencias consolaros
cm seis* dominios da existencia previa de tratados
de commercio e navegacJo em que ejam expres-
simenle estipuladas lies concesiOes : e, nao haven-
do entre o governo imperial e o ollomano conven-
Q algumn, tornou-se, inleiramente mpoasivele
oblehcao do xequalur solicitado em favor do cn-
sul nomeado.
Foi em observancia de taes principios, invaria-
velmente seguidos pelo governo oltomano, qate elle
admillio era teus estados om cnsul do governo de
S. M. Fidelissma, com quem em 20 de marro de
I8i't havia celebrado um tratado de amizade, com-
mercio e navegacAo.
Antes de passar a outro assumplo, cabe anda en-
trar em urna explicarlo, relativa aos cnsules bra-
sileiro* em geral.
O* artigo* 6. e 7. do regulamento consular de
II de jniilio de 1847, deliueni as tabilitacOes que
devem Icr aspessoas auo preteuderem entrar na
carreira conaalar, e sujeila-ns a um oame. Estas
disposicOesamda nao foram desenvolvidas por meio
da um regulainentn, como he indispensavel, para
que possam ser bem execuladas.
Como pelo arl. 1. do decreto n. 781 de 10 de se-
Icmbro do auno pastado, foi o governo aulurtado a
reformar as secretarias do estado das negocios es-
trangeiros. da juslica e do imperio, tazondo as ne-
cessarias modificacoes nos regulamentos deltas de-
pendentes, autorisac,ae esta eujo espirito parece
comprelieii ler, tanto a revisSo dos regulamentos
feilos para execu^ao da le quo organisou o corpo
diplomtico, como o regulamenlo consular ja citado
o governo se prevalecer daquelta decreto, se o
julgar conveniente, para por em harmona com a
nuva organsac,o desta secretaria, os oulros ramos
a que se estende a sua accao.
Cnmmittio mixta braiilcira e portuguesa*
Anda existe pendente quesl.lo entra'os commis-
sarios brasileiros e portuguezes sobre a intelligen-
cia do arl. 3. relativo poca de que devem partir
as reclamaren do governo a governo.
Em cousequencia desta divergencia, e nSo obs-
tante as ratoes allegadas pelos commissaros brasi-
leiro deque n*o podiam proceder aquellas recla-
macoes, seuao do tacto positivo e nacional da pro-
clainacao da independencia do imperio, propuze-
rain os mesmos commissaros que se tomatse conhe-
cimento das reclamacoes de particulares por fattos
pusteriores n meama independencia, visto que a
tal respeilo eslavam lodos concordes, e se marcas-
se desde logo o quantum de cada orna, para depois
se sresolver por qual dos dous governos correra
o seu pagamento.
A esta proposicSo se oppozeram os commistarios
po'rlueuezes, annuindo s a que fossem examinados
os procesaos, e profer Tos quaesquer despacho* in-
tcrloculorios para resillar i-ar, reservando-se o seu
conhecimento definilivo para depois quo se enten-
dessem os mesmos governos.
D talla de accordo que tem enconlrado os com-
missaros brasileiros da parte dos portuguezes para
proseguirem nos trabalhos da commissSo, segundo
as instruecOes que tem recetad do governo impe-
rial, tem resultado as dolongas no prosegumenlo
regular e lerminacao dos mesmos trabalhos.
Nao consta que o governo de S. M. FiJelissima
depois de ler ronhecimenlo, como na* he possivel
que deixasso de ler, por p>rticiparao de seus com-
missaros, do aviso que em 7 de junho de 1853
dirigi o governo imperial aos commissaros brasi-
leiros, lenlia dado as precisas instruecOes afim
de que com estes se possam entender commis-
saros portogueze.
O governo imperial dirigo-ie ao ministro bresi-
leiro em Lisboa para chamar sobre esta assumplo a
alienen do governo de S. M. Fidelissima, enlen-
dendo-se com elle sobre o modo de se allender de-
finitivamente as rcclamaces de que trata o arl. 3.
da convenci addicional so tratado de 2'J de agosto
de 182.5.
Os trabalhos da cemmissao mixta liraslera e por-
Ingnria, desdo maio de 1853 ale 23 de abril do
correle anno.Annexo Bconten os mais am-
pios csclarccimenlos sobre os pontos de divergen-
cia que lem liavido entre os commissaros dos dous
Tes.
Commlsio mixta brasileira e henpanhuh.
Segundo vos communquei no meu illlimo rala -
lorio, liquidarlo das presa hespanholas affectas ,i
esta commissao anda nao se Imlia podido dar anda-
mento, em conseqiieiin.i das dovidas pendentes na
mesma^ommissao sobre o modo porque deviam ser
liquidadas as quanlias reclamadas, provenientes
das perdas e daronos sotfridos pelos donos dos ber-
ganlins Santa fita e Recuperador, e da escuna
limenia e barca Sultana apresadas iio anno de 1*120
e 1826.
A eccao dos negocios estrangeiros do consellio de
estado, que fora ouvida sobre estas duvdas, ja apre-
senlou o seu parecer.
Dar-vos-hei. vista do rotatorio, que fez a mes-
ma eccao, nma abreviada noticia da captura ejul-
smenlo ilaquellas emliarcacoes, da disrussao di-
ptaiiialira qoe den causa a creadlo da commissan,
das indemuisacSes exieidas pelos reclamantes e das
qiiesles dependentes de soluto dos dous go-
vernos.
Captura e jligamento da/ embarcarla.
No anno de 1820 foram apresados na costa d'Afri-
ea pela fragata ppilugueza t'niao, como suspeilos
de trafico illicitocm porto* exclusivamente de Por-
tugal, os berganlins Santa Rita e Recuperador,
aquelle no porto de Anela em 15 de fevereiro, e
esle no de Loango em8 de nutabro do mesmo anno,
tendo ambos scravos a bordo com destino para jla-
va ii.i.
Remetlidos para esta capital, foram, mais de um
anno depois, julgados mas presas, por sentenr^s do
auditor da mahnlia e supremo conselho militar, sen-
do os seus cascos, o dnheiro adiado a bordo, e o
producto da arrematara- dos escravs, que se acha-
vam em deposito no Banco, entregues aos inleressa-
dos. Nao roiitentes porem esles com ido, inlenta-
ram"pelo juizo dos feilos da fazeuda a arro de per-
das e daino-.
iiiteressado* no bergantm 5anfa Rila perde-
ram a aeco por dous successivos accordaos do Iri-
bnnal competente, e os que*oerain no Recuperador,
tendo-a levado ao ponto de razes fiases, deixa-
ram de proseguir. Uns e oulros porcm, recorrendo
ao sen governo, Irataram de promover a accao da
diplomacia.
Em 22 de abril de 1826 foi apresado no porto de
Bcni na costa d'Africa, peta brigue de guerra lira-
sileiro Emprehendedur a escuna Ismenia como sus-
pelta de piralaria, e em 15 de selembro do mesmo
auna foi igualmente apresada dentro do porta da
Babia, pelocoinmandaiile do registro naval, a bar-
ca Saltana, qoe all havia entrado, viuda da Ajud,
como suspeta lamben] de piralaria, por cartea d*
grande Iripularao e armamento qoe tinha t\ bordo.
Remeltida urna e oolra para esta capital, foi a
Itmtnia, passado mais de um anno, juta i.la m pre-
sa, por sen lencas da primeira asegunda instanria,
qoe a mandaram entregar com lodos os seus perten-
ce< a quem de direito fmse, fieaiido-lhe salvos o di-
reilo' de haver perdas e damnos.
Sultana porem. tendo sido prmeiramenle cn-
demnada por senlcnra do supremo conselho mili-
tar, fot depois relaxada vista de embargos, por ou-
Ira sentenca do mesmo tribunal, proferida em no-
vembro de 1828, mandando restituir o ca-co e per-
tences aos inleressados. E pedindo estas,' anda
por embargos, que fossem os apretadores condem-
nados a perdas e damnos, foram indeferdos por
terceira sentenca, fundada em quo havia existido a
irrecularidade dos papis de bordo, que dera causa
captura, embora fosse essa caua destruida depois
pelas novas provas olfercciilas, qoe jostilicaram a re-
laxacflo do navio, sendo porlanto' o faeto da mesma
captura mputavel negligencia dos capturados, e
n.io.a malicia dos captores.
Os interesados na escuna timenia, nsim como
linliam feilo o* da Santa Rila e Recuperador, in-
tentaran! igualmente pelo juzo dos feilos a accao
de perdas edamuis. Mas por accordao ile marco
de 1835 julgou-se que tinbam direito aos fretes, do
lempo em que dita escurra eslivero ompregada no
servido da armada nacional, contados de novembro
de 1826 a dezembro de 1828, devendo, quanlo o
mais, recorrer aos meios diplomticos.
Ditcusiiio diplomtica e teut tffeilot. .
Os agentas dos reclamantes das qualro presas
mencionadas, lendo etgolado ou abandonado os re-
cursos, que aioda Ihes ulfercciam nsnossos Iribunaes
ordinarios quanlo questAo de perdas e daino.,,
passaram a solicitar a nter veneno doseuproprio
governo.
Beconhecda pela corle de Madrid a nossa inde-
pendencia, o encarregado do* negocios da llespanha
em nota de 1i de aposta de 183S, reclamou a indem-
nisaco daquellas presas, a exemplo do que se Ira-
va nraticado com as de oulrss narOes, ajnnlaudo
certidOrs das senlcncas, em virlude das quaes os
navios Santa Rila, Recuperador, Itmcnia e Sulta-
na, haviam sido julgados ms presas pelos nossos
proprios Iribunaes ; e sugserio a creacao de um juizo
arbitra! para a liquidado c ajuste da metma indeni-
nisaca.
Rrspondeu o governo imperial aquella npla por
outr.i de 25 do mesmo mez de agosto,que a sen-
lenca a favor de urna das ditas presas (a Itmenia)
penda anda de anpellacao, e que a respeilo das
oulras nao fe poda resolver sem que os reclamante
demonstrassem, pelos meios judictaes, que linliam
direiloa ser indemnisados pela fazeuda publica.
Becebendo a nota du governo imperial o encarre-
pmlo de negocios de S. M. Calholca declarou em 1t
de Janeiro de 1836, que firmava o seu direito i in-
demnisarao reclamad* as senlencat definitivas do
coiiselbo supremo militar e do almiranlado, pelas
quaes foi jnlgada injusta a caplura do* navio*, e
insisliona i oiivenieucia da crear-*e urna commissao
mista.
Por nota ile 4 de fevereiro do mesmo anno de
(8:16, respnndcu o poverno imperial, qoe, sem ao-
lorisarfto d assemblea geral, nao poda arredar dos
Iribunaes ordinarios o negocio, de que se Iralava,
para sujeita-lo a urna juizo particular; ma* que,
reronhereiido as detengas e despezat soffrida* petas
reclamantes hespanlioes, o mesmo governo suhmel-
leria o caso referida asscmhl i para que decidase
a havia obrigacao d indemnisar, es* devia ou nlo
in'liliiir-*e o julio arbitral.
0 nearrugadn da negocio* de,llespanha conteslou
por ola, d? 9 de marco do mesmo anno, a compe-
nogocio, cajo exame e resoluco, segando o direito
e pi.itica ji seguida com as oulras nac,6ea, perlencia
exclusivamente ao poderexeculivo.
O governo imperial, cm resposla precedente
nota, ponderpu quo o expediente de submetler-**
este negocio dccisAo da assemblea geral era o mais
judicioso e legal, nao s petas razes allegadas na
sua nota de 4 de fevereiro, ma lamheiii, l., porque
dnas das presas liuham sido taitas por uina fragata
porlugueza no tempo em que o Brasil anda nao
era nar^ao iudependente, e 2., porque no crdito
pedido par* o pagamento de presas ieohuma meo-
cao te havia tallo da* hespanholas.
Combaleo o encarregado de negocio* hespanhol
cm nota d* 20 do mesmo met de abril a* novas ra-
ines ponderadas, refleclin lo quinto primeira que
jurisdice*.o territorial, conforme os principios do
direilo publico, confirmados pelo exemplo das na-
Soe mais cultas, era reapuntavej pilo damnos cau-
sados em nume das autoridades do mesmo territo-
rio ; tanto mais qoe o Brasil, depois de constituir-se
iudependente. em vez de remetter para Portugal as
ditas presas com a fragata Uniiio (hoje Ypiranga)
para all serem julgadas, conlnuou a ret-las e sub-
metleu-as ao juizo definitivo dos seos Iribunaes ;
e quanlo asegunda, que. embora na orcasiAo de
pedir-sc 0 crdito nao se fallasse das presas hespa-
nholas, era comtudo cetlo quo a assemblea geral
nao poda ignorar a existencia deltas por havercm
sido mencionadas em reltanos do ministerio dos ne-
gocios estrangeiros.
Todos os papis relativos a estas reclamacoes vos
foram remedidos.
Examinados pela commissao competente, cujo pa-
recer foi npprovado, resolvesles qoe fossem reenvia-
do ao governo para que procedesse a respeilo das
ditas reclamacoes, segundo os principios de direi-
to que devem regular a decisao de semelhanles ma-
teria.
O aovemo imperial, continuando n discossao,
annuio alinal em 5 de junho de 2839 ao alvtre pro-
posto pela legscao de S. M. Calholica, de crar-se
urna commissao mixta brasileira e hespanhola para
a liquidarlo das presas Santa Hila, Recuperador,
Itmenia e Sultana.
Inslallada a commissao mixta, os seus memhros
se reuniram pela primeira vez em 6 de aposto de
1841. Os seus Irabalhos de entao at hoje resumem-
sc nos segu n I es.
Logo naquella primeira reunido o commistario
brasileiro declarou qoe nao dara andamento s re-
clamarles hespanholas, sem que ao mesmo tempo
se trata.se da liquidaban de tres oolras reclamacoes,
a saber : duas de subditos brasileiros, os herdeiros
de Antonio Soares de Paiva, e o socio liquidante
da casa de Jos I.udgero Gomes & C. ; e a lercei-
ra dos subditos hespanlioes, aviuva Balmaceda e
filhos: ficando outrosim entendido que a importan-
cia destas rerlam ires seria encontrada na das re-
clamacoes hespanholas que se liquidasem
O commis'ario hespanhol, por talla do-instrue-
cOes, recusou adrnillir esta declararlo, allegando
que a commissao fra Instituida somente para a li-
quidacao das qualro referidas presas ; e recorreu ao
seu ministro nesla corte, o qual Ihe permitlio que
se siibmeltesse mesma declararlo, emquanto elle
solicitara do gabinete de Madrid', a quem refera o
caso, a competente aulorisacao para a liquidacao si-
multanea de urnas e oulras presas e para o encontr
requerido,
O procurador bastante dos reclamantes hespa-
nlioes aceilou ao mesmo lempo a declaracao do en-
contr, ecomprometteu-se a receber em pagamento
a quilacao do que se pagasse aqu aos reclamantes
brasileiros.
Apezar deste accordo, os trabalhos da co nmissao
ficar.im suspensos, ou fosse porque o corhmissarlo
hespanhol esperasse pela aulorisacao solicitada ao
seu governo, ou porque o procurador dos recla-
mantes deixasse de promover a liquidacao das
presas
Entretanto o governo imperial, que ja em aviso
de 18 ile selembro de 1835 havia reconimendado i
legarao brasileira em Madrid que promovesse all
a roclamacao dos herdeiros de Soares de Paiva, par-
licipou a mesim legacao em outro aviso de 21 de
Janeiro d 18l2o,que havia orcurrido na commissao
mixta.
O ministro brasileiro naquella corte, dando conta
do qoe fizera em virlude da rerommendar-ao daquel-
ta aviso de 1835, disse emofficio de 30 de Janeiro
de 1841 : que apenas se reconhecia all a reclama-
cao da vuva de Soares de P*va, exigindo o paga-
mento de urna letlra proveniente |de trigos que por
contrito com a municipalidade de Montevideo or-
necera s tropas hespanholas em 1814, mas que no
se linliam apresentado ao governo hespanhol os do-
cumentos legaes e comprobatorios da divida recla-
mada.
O governo hespanhol accedeu por ullmo de-
clararlo fcila pelo commssario brasileiro, como
consto ao poverno imperial em Madrid de 20 de
outubrode 1850, cubrindo .i nota de 16 do mesmo
mez do minittro de estado de S. M. Calholca o mar-
quez de Pidal.
Nesla nota se declara, qoe para terminar a liqui-
dadlo das reclamacoes penden tas assim hespanholas
com brasileira, ia ser autorisado o commissario a
tratar de urnas e oulras, e a adrnillir o encontr dos
respectivos crditos.
tndcmnisaroet exigidas.
Removiita a causa que desde II da novembro de
1841 havia paralysado o Irabalhos da commissao mix-
ta, prusrguio esta na liquidacao que Ihe fdra encar-
regado.
Apresenlaram-se enlAo os reclamantes
exigindo por indemuiscao de capilaesj
damnos, e juros de 6 por cento contados
abril de 1851 as sommas seguintes :
Peta Berganlim Santa Rifa. 1,202:488;
Peta Bergantim Recuperador. 1,514:8028!
Pela escuna Itmenia...... 231:626531.'
Pela btre Sultana..... 465:958tf)7!)
X
i Masni
anhoes
las e
4 de
acerca da arreradac.lo e adminislraeo da* heran^at
do* eslrangeiros que fallocem no imperta.
Subsislem ainda as difilculdades em se celebrar ac-
cordo* com virios governos em eonsequgncia da re-
ciprocidado eligida pelo arl. 34 daquelle regtila-
menlo. \
Deilas difilculdades e dovida* tralei m> meu rela-
toiio do anno passado.
Varas legaefiea slrangeiras nesta corle lem con-
tinuado a reclamar a attene,ao do governo imperial
obre este assumplo, que merece a seria attencSo do
do mesmo governo.
Faca juntar a ele relatarte (Annexo C) a corres-
Eindeneia que lem liavido com a legarlo de S. ,M.
ritannica, solicitando para os subditas de sua .na-
C*> as meimo* favores deque gozam os subditos
Francezcs e oulros.
Por esta correspondencia veris qu* a mesma le-
gacao insta pela sulucao relativa a diiposicjo do
art. 6, S 1 da constitucAo do imperio.
A legacao imperial em Lsboaljulgou conveniente
drgr-se ao governo deS. M. Fidellstima para acau-
lelar os espolios dos subditos brasileiros (pie falleCem
em Portugal e -ens dominios, alim de vitar qual-
quer prejuizo que aos herdeiros dos mesmos potsa
occasionnr o desvio da faienda deixada, ou a mora
da sua entrega, conforme se acha legislado no regu-
lamenlo imperial de 8 de novembro de 1851. e de-
creto com for^a do lei de 10 de marco do 1852. pro-
mulgado naquelle reino, do que vos dei conheci-
mento no meu relatarte do auno passado, solicitan-
do a atlopca de urna medida geral que definisse
com clareza as obrigacOes impostal aos juizes lerri-
loraes nos casos de que se trata.
Accedendo a solicilacAo da legaran imperial, o
governo de S. M. Fidelissma leve por acertado ex-
pedir, peta secretara de estado dos negocios da Jus-
tina, ns presidencias das relares, o procuradura
geral da coroa a portara de 16 de'dezembro do anno
prximo passado, para que as autoridades judiciaes
o os agentes do ministerio publico possam dar nos
casos occorrentes, segundo Ihes competir, prompla e
cabal execucio ao referido decreto de 10 de marco
de 1852.
Tendo sido publicado pelo governo de S. M. F.
o regulamenlo de 20 de dezembro de 1854, que de-
lerminou o modo de arrecadaca las lierancas, bens
ecaliedaesdas pesnoas pue fallecerem na India, e
podeodu originarse de sua execucAo, pelo que res-
pela ao arl. 34 daquelle regulamenlo. contestarles
futuras, em prejuizo dos intrresses brasileiros, a
legai;ao imperial acautelou, por meio de esplicaees
do respectivo ministro dos negocios estrangeiros
aquelles interesses.
As notas a este respeilo trocadas com o gove.no de
S. M. F. consiam do mesmo annexo.
Constando ao governo imperial o fallecimenlo de
alguns sohdilosabrasileaos as possessOe portugue-
zes da Costa d'Africa, expedio as necessarias instruc
c,Oes aos seus agentes em Lisboa, alim de que os
inleressados nenhum prejuizo vendara a soffrer em
seus bens.
Tendo fallecido em Pars um subdita brasileiro, a
legara imperial lem procurado manter, sob princi-
pios de reciprocidade, o consol brasileiro no gozo
das prerogalivas, qoe aos cnsules franeczes no Bra-
sil conceden] a disposicOcs do regulamenlo de 8 de
novembro de 1851, que serviram para completar a
circular de 2-5 de selembro de 1815. que determinou
o principio que se doya observar na" arrecadacjlo c
administrara!.. da< herancas existentes no imperio
perleuccntes a subditos francezes qefallecem, com
testamento ou sem elle.
A legacao de S. M. o Imperador em Pars ence-
tou a dsru'sao a esle respeilo na oola n. II do refe-
rido annexo.
Trafico de eteravo.
Cabe-me a satisfcelo de annunciar-vo que as ap-
prebenses que havia de reapparecimento do trafi-
co no imperio podem-se dizer destituidas inleira-
mente de fundamento.
A vigilancia d. governo imperial e dat autorida-
des do paiz, que denlro e fora delle tem sido cha-
madas a coadjuva-lo na prcvencAo desse crime, tem
lido o resoltado o mais completo.
O governo imperial nao lem felizmente de lamen-
tar um so desembarque de africanos no territorio
brasileiro.
He istadevido sem duvida certeza que tem os
que especulam com esle ahominavel trafico, de que
as suas tentativa, por melhur concertada que se-
jam, serao sempre frustrada peta vigilancia dos cru-
zeiros e pela aelividade com que procedem as auto-
ridades brasileiras.
A lei que decretaste e foi promulgada em 4 de
selembro de.1850, e os regulamenlo* expedidos pelo
poverno para a sua boa etecurAo, allingiram mais
de presa ainda do que devia esperar-se, ltenlo o
estado desta quesiao no paiz, o lim que tivetlet em
vista.
Este resollado depOe em favor do espirito qne do-
mina em todas as classes da sociedade, e no ponto
de vista internacional he summamcnle honroso aos
esforjos que.tem feilo lodo o paiz, e seus represen-
tantes para conseguir em tao pouco lempo extirpar
um mal que enervava^udas as terca* sociaes, e adia-
va quasi sem termo oamelhorameulos roateriaes do
paiz. M M
lahi rtelo nol/rel de abundancia de capilaes
no imperio\p iir lilso quo com elles selem dadosa
lodosos rarr~ luslra eempreza* olis que tan-
to concorre iseu desenvolvimento futuro e
real prospe '
, Iteferr-v qija-'lem oceurrido sobre esle
assumplo pa^^ n/Jnccrdes do que a represso
do trafico teMV55a]Ri*, depois que produzio os
seus elfeitas a teta de selembro de 1850.
O governo imf Jaaaas tinha noticia de que
tsegiirar-lhe* o gozo e exercicio do* direilo* que
Ihe compelem.
Submelto votsi consideradlo a correspondencia
qua houve a esta respeilo no* documentas constan-
tes do annexo 1).
ColoniafSo.
Poilo que e*le importante ramo de servico publico
esleja especialmenta a cargo rio ministerio do impe-
rio, pela reparli(Ao gr*l da* trra* publica, loda-
via, havendo elle (ido at ao preienle tratado no ex-
poato dpensar-me do dever de aprenentar-voa al-
gumas eontidera^es a tal respeilo. .
A neeestidade do promover a emigracAo he (ao
gcralmenlo reconherida, que se loro* desnecessiTria
qualquer demonilrarAo nesse sentido. Cumpre po-
rem estallar o* meios de Mlisfaz-lt ; e guando se
entra nesse estado, que actualmente occopa a alten-
cao de lodos os governos collocado* uat nossas con-
diees, forca he eonvir em que, qualquer que seja
a direcrao, que se d a csse importante lervico, s3o
os capilaes o principal meio. a empregar.
Na demanda de colonos concorrem comnosco, em
primeiro lugar, os Estados-Unidos, a GrAa-Brelanha
o aTrnra ; e estes dous ltimos paizes, para cojas
colonias cipria ha pouco lempo a emigrarlo nAo af-
fluia em "escala lAo ampia como para os Estados-
Unidos, applicam na aclualidade todos os meios-que
Ihes parecem proprios para consegui-lo, e para co-
Iher os lucros consideravais, quo pode proporcionar
sua marinha mercante o transporta em grande es-
cala daquelle, quo procurara emigrar.
Heassiin que, alm dos regulamenlo especiaes, e
commissOes erradas para semelhanta fim, segundo
os principios que lem adoptad, empregam aquelles
nientn, e que por ser pouco servir de supplemento
ao qu* levei dito n i minha ultima epislola.
Com bastante pezar communico t Vmc, que foi
Ueos servido tirar desta pira melhor vida, nosso
Rvm vigano, o qual tendo deixado innmeros ami-
gos e aneicmiilot nesla freguezia lomou-e eensivel
o seu passaraenlo, e os seo* amigos el oram a loa per-
d. Uoos queira qu* o seu tapar fique dignamente
substituido : e qu* a alma do fellecido goza da elbe-
rea mansao dos justos. Saina o Exra. prelado, apre-
terior pelas legaefles e consulados imperiaes, nAo sentar ao poder moderador orna escoiha que honre ao
nrialjft /I iana iiatnp_mai iln nabor rl nn>r>>nnlir amn > __ kaa nn/l.i >!.___
Ihe serao summamcnle productivas.
Conforme os dalos estadsticos mais completos, no
anno de 1854, emigraram pelos portas de
Hamburgo. Bremen. Liverpool. Plymoulb. Soulhampton. Aulaerpia. . 52,886 76,875 210,742 16,494 11.854 25,813
Ao lodo. . . 394,691
teu sabor, anda mais ennobreza as ua* virtudes.
O pove b*neiren*e faz votas ao Todo Poderoso para
que tendamos como paslor a um sacerdote que saiba
cumprlr*ua mittSo, evenha representar na Ierran
vezes da UivindasJesegundo a expretsAo evangtll-
ca.Muilos laosle ser os pretndanles a freguezia
novamenle vagi.mat e*peremoe conliemos na recu-
di dot homen*.
Continua, meo charo lenior, a effe-vescencia e nl-
macAu pelos negocios senaloriaes nesla Ierra, as car-
tas lem chuvido em magna quanlitat?, sendo que sAo
innmeros os candidatos. Consta-roe que n nosso
jui* de direilo o l)r. Assis seguir pra n corle a lo-
mar assenlo na cmara dos Srs. depnlados, e que i
isto acceder ao chamado de seu amigo e collega Dr.
Frerierico de Almeida : esta inexperada resolucao do
l)r. Assis tem dado Irados a' imaginara dos curio-
sos, e com quanlo nAo nos julgoemos habilitados para
entrar nos segredos de negocios de g.ibiaele, nem
podermos saber o que motivara nm til chamamrnta,
com ludo cohsta-me ( nAo garanto a historia ) que u
seibo Fausto informara a alguem deilaXvilla, que a
ida do Dr. Awis a corle importava a rpida vinda da
Dr. l-rederico, que nio querendo astislir aos ltimos
dous governos sommas consideraveis, que no futuro, das de sessao, vir.i tomar conta da dignissima cdei-
I lidia xnrln cu mm i mnul a> i\em ^l,,i.> -. 1____t .a
Este algarismo porm nao representa ainda a lo-
lalidadc da emigracilo, pois nao comprehende a que
se eil'i'i-iuou por uniros portas, o principalmente pe-
los de l-'r.mr i. a qual parece ter lomado propor;0es
tao consideraveis, que indirzio o governo"francez a
promulgar um regulamenlo especial.
Dat estilsticas dos Estados-Unidos consta que s
em Nova-York enlnram naquelle mesmo anuo de
1854313.747 emigrantes !
Pelo que rcpeila ao Brasil, os dados sAo incom-
pletos. Segundo a intarmaees colindas pela repar-
tido geral das Ierras publicas, eulraram as provin-
cia* du
Amazonas.....107
Para......739
MaranhAo.....218
Cear .... 1 12
Piauhy. ..... t
, Rio Grande do Norte.
Parahiba..... 3
Alapas..... l
Babia"......172
Espirito Santo ... 36
S. Paulo......564
Santa Catharina. 663
Rio do Janeiro .16,115
. 18,6i6emigrau!es
nlguma emhar
iros se rieslii
gei
Ifrca, exii
ogo as preci;
[Tes importados ni
Miliaria
3,4l4:87f*7l8
Os reclamantes brasileiros, que tambem se apie-
sentaram, exigtram indemnisarAo de lucros cessanles
c juros dos segiiinte capilaes."saber:
I.<> O herdeiros de Antonio Sones de Paiva da
somma de 4.IA9 pesos fortes, valor de nma lellra
saccada n seo favor em 18 de junho de 1814 pelo ca-
pitao general hespanhol em Monlevido sobre o the-
sonro geral de llespanha, em pag,ment, que nao
foi realisado, de trigos que aquelle negociante do
Rio Grande do Sul fornecera, por contrato, s tro-
pii'hespanbnlat all acantonada.
2. Os liquidantes ou representantes da cata de
I.udgero Gomes da Silva & Companhia da somma de
13,796 nesos fortes, valor de urna lellra saccada a
sua ordem em 1814 sobre o capitn general das pro-
vincias do Kio da Prata, representando a importan-
cia de objectos navaes, comprados aquelle negocian-
te nesla cidade para fornecimento dos navios de guer-
ra hespanlioes all estacionados ; a qual lellra. nAo
temi sido paga cm Montevideo, repressou ad Kio
de Janeiro, e depois de revalidada pelo ministro hes.
panhol iiesla corte tai apresenlada ao thesouro geral
de llespanha, que tambem n nao pagou.
Quetlet nuciladas na commisio mirla.
"A' visla das reclamacoes apresenlada e da exigen-
cia dos inlerestailos tiespanhnes, cojos clculos e
contas elvavam a indemnisarAo das sust presas ao
subido algarismo de 3,414 conlos. foram logo susci-
tadas as seguintes quesloea entre os commissaros
brasileiro e hespanhol :
! Se devia contar juros do lempo em que eslive-
ram suspensos os Irabalhos da cummissAo.
O commissario brasileiro inclinou-se para a nega-
tiva; fundando-se em ler sido a inlerrupcAo prove-
niente da demora, havida em -Madrid, na expe-
dir da urdem s agora dada ao seu agente diplo-
mtico nesla cirle.
O commissario hespanhol sustenten a affirmaliva,
allegando que a iiiternipri fUra causada pela exi-
gencia do Brasil a favor da liquidacao simultanea de
reclamacoes brasileiras, parn as quaes nao tinha sido
creadaa commissAo mixta, sendo por isso terroso
recorrer i Madrid e solicitar instruecOes do governo
hespanhol.
2. Se se devia adoptar como base da liquiffrAo o
pagamento dos damnos emergentes smente, ou lam-
ben) dos lucros re-sanies.
O commissario brasileiro, fundado no que se havia
pralicado a respeilo das reclamacoes porluguezas, a-
leve-se nos damnos emergentes -onienle.
O commissario hespanhol, fundado tambem no ar-
resta das reclamacoes iuglezas, francezas c norte-
americanas, sutlenlou a Indemnisacao dos lucros
cc3>anlet.
3. Se se devia pagar as soldadas das (ripolares
durante todo o lempo da detenco das prezas ou t-
menta a parlo efleclivainenle paga pelos recia
maules, .
O commissario brasileiro votou pelo pagamente
parcial, fondado em qn nos casos de sinislro, como
foi o da caplura, lira o dono do navio exonerado da
ulterior obrigara de salistazer lies soldadas.
O commissario hespanhol u-leulou o pagamento
total, pela razAo rie ser o mesmo dono, como repre-
sentante do navio, responsavel pala ditas soldadas,
e por isso no caso de exigir a importancia del-
tas.
Ai precedente queslOes. foram submetlidas pelo
commissario brasileiro. em teus officio de 28 de ju-
Lnho e 30 de agostode 1851, e na sua informac,Ao de
21 de Janeiro de 1852, a final decisAn rio governo im-
perial, e pelo procurador bastante dos reclamantes
hespaiihiie, em sua reprcsentac,ao rie 20 rie dezem-
bro de 1851, .i considerara do ministro de llespa-
nha nesta corle, o qual Iransinillio-a ao mesmo go-
verno por nota de 7 de Janeiro de 1852.
Nesla representara o sobredilo procurador bas-
tante do reclamantes hespanlioes, depois de impug-
nar a opinioes do commissario hrasileirt). pro'poz,
como bate mais equitativa c expedita, para o ajuste
da iiidemuisacAo dos lucros cessanles. que alm dos
capilaes em desembolso e soldadas, se abone 100 por
cento sobre os capilaes da* negociacita* e juros cor-
respondentes.
Habilitado o governo imperial com o luminoso pa-
recer da scrcao ita negocios erangeirosrio conselho
de estado, procurara dar a-convciiiciite direcc'0 so-
bre cada una das duvirias que einbararain alinal a
liquidaran da reclamacoes brasileiras ehespanholas,
que mullo desoja o mesmo governo ver quanlo antas
terminada para atlemler como rieve aos interesses
queropretentam it ditas reclama oes.
HERANCAS.
Interpretaro do arl. 68 1 da constituirlo do m-
foio.
braiileiroem Aleuodria, aultrsou o governo im-tencia do poder legislativo para a decMo de
Anda nao foram resotviitas a* duvida qne offe- lr,ll-
em porlos estran-
icanos na Costa da
trceles para que
icrio.
orrheio das mais acreditadas prvridencias eon-
oio o governo imperial, segundo estperiltiadido,
frustrar algumas tentativas de trafico.
As emliarcacoes suspeitas lomivam oolro deslino,
ou eram vendidas pelo desanimo de se poder levar a
efleilo aquellas criminosas emprezas.
A-sim vio afinal o governo imperial vendidos, em
Bremen, o brigue D Pedro II, que em Spezia se
conslruira, segundo teda* as probabilidades, para.o
trafico de escravot; e nos Estados-Unidos o brigue
lilelcina, como inavcgavel.
Difficil nao he a tarte, qoando as leis sAo bem
acolhida, c as penas certas.
Varios boatos correram com Indo de imporlacAo
de Africairos em diversos pontos do imperio ; mas
procedendo-se s mais minuciosas averiguaeoes pe-
las autoridades locaes, conheceu-se' sempre serem
destituidas de fundamento as denuncias recetada.
O boato mais notavel sobre que houve discusAo
com n legacao de S. M. Britnica nesla corle, be o
que consta das notas qoe se pnblicam com o an-
nexo D.
Esta discusAo versou obre nm pretendido des-
embarque na provincia do Km Grande do Sul.
Este boato tal 'eommunicario ao respectivo presi-
dente pelo cnsul de S. M. Britnica naquella pro-
vincia, declarando esle que, por informtcoet que
haviam chegada ao seu conhecimento, contlava te-
rem all aportado AJriranns a bordo de nm navio
procedente da Costa d'Africa, os quaes pastando pa-
ra um hiatc, (leste desembarcaran), sonrio logo dis-
tribuidos c internados.
(litando o presidenta recebeu esta comnoicarAo
ja havia sido anteriormente informado, pela secre-
taria de estado dos negorios da juslica, do propalado
boato, e ja haviam sido dada* toda* as providencias
necessarias para obstar a semelhanta desembarque,
te com effeito teste elle tentado.
NAo tinha porem liavido tal desembarque, como
se provou pelas averigua^Oes taitas pelo presidenta
da provincia.
i Disse-se depois que se eflectuara aquella impor-
lacAo na provincia de Santa Catbarina ; mas a vista
tambem dat averigoarOes a que se proceden, vio-se
igualmente que nesta provincia nio tinha elle lido
lugar.
O governo de S. M. Britnica reconhece os estar-
eos que tcni feilo o governo imperial; e hoje no
minisleriodecstrangoiros.no parlamento na im-
prenta e na opiniAo publica da- GrAa-Bretanlia nAo
se duvida da effiraz represso do'trafico no imperio.
Dahi devia inferir o governo imperial a facili-
dade que encontrarla no governo deS. M. Britnica
para refVgar em todas as suas parles'o bil de 1815,
que autorisou os navius de sua dita magesladea vi-
sitar e dar busca nos navios brasileiros, contra o que
tem constantemente protestado o governo imperial.
De tacto esse bil esl sem execuQAo, visto como,
depois da correspondencia, que live a honra de le-
var ao vosso conhecimento. acercada visita pratica-'
da pelo brigue de guerra Ronelta no hiato naciooil
Ijigunente, nenhum oolro faclodeu-se que obriga*-
e o mesmo governo a dirigir novas reclamacoes ao
governo de S. M. Britnica.
Nlo foi porem revogado ainda aquelle bil, como
lem reclamado o governo imperial, que nAo pode
reconhecer nu deS.M.Bril.inica o ilireiloitalicaliar
a execucio da lei brasileira que impoe as mais rigo-
rosas penas aos que se empregam- no Irafico com
violceo das convcnrOes celebradas com a GrAa-Bre-
tanha, qoe o abnliram.
Tanta mais deve sorprender esta reluctancia do
governo de S. M. Britnica, quinta heincnnlestavel
quo as medidas legislativas que rendes decretado, e
os meios empregados pelo governo he exclusiva-
mente devida a eviniera do trafico do imperio.
Entre aquellas medidas cabe aqu mencionar a
lei ii. 731 de 5 da junho rio auno pastado, que am
pliou a romjieleiiria dos auditores de marinha en-
carregados de julgar o crime do tranco em coutar-
midadeda lei de 4 selembro de 1850.
Umanciparilo de africanos licrei.
A legacao de S. M. Britnica conlnuou, depois
do que vos fu| presente no meu ultimo relatarte, a
insistir em modificarors as riiaposicites do decreta
n. 1303 rie 28 de dezembro de 1853 para assegurar
a completa emancipacAo dos Africanos, que esta
empregados em servico particular, e a coodicAu dos
que servem no eslabeleciraenlos pblicos.
O poverno imperial lom sustentado que as dispo-
ticoes consignad! nos referido decreta altendem
quanlo he possivel, as acliiaes circuinslaucias,
emancipacAo dot Africanos, que lem tolo declara-
do* livres, accrescenlando quo aquelles que se acham
oceupados nos eslabelecimenlo publico nao estte
comprehendidos no mencionado decreto quanlo
iaencao dos serviros, aos quaes licam ainda obriga-
gos mesmo depois dos 14 anno* at v:rific,ir-se a
tua reeiportacao rio imperio, vencendo porem de-
pois daquelle prazo um salario, que Ibes sera arbi-
rece o regulamenlo de 8 de novembro de 1851 na
parle fiscal, e no modo porquo as autoridades do
imperio entendem dever coneilia-lo com o decreta
dt 9da maio da 1842 e oulns disposiedeiem vigor,
Ao todo. .
nao comprehendidos os que se destlnaram t riemait
proviociat nAo mencionadas, e principalmente do
Rio Grande do Sul, para onde lem sido mais avol-
tada a emigracAo alloman.
Como prova dos favores, que em outro paizes re-
cebe a emigrara", cilarci o tacto de haver o pover-
no britnico adiantado as patagens aos 11.854 emi-
grantes, procederieutas de Soulhampton, e 12,515
dos que se dirgiram rie Plymoulb para a Australia,
achando-se a casa commercial Kott '& Vidal, de
Hamburgo, autoritaria a fazer igual adianlamenloa
torios os que quizerem seguir para aquelle des-
lino.
O correlor Bollen, da mesma praja, lem sido
tambem incumbido de contratar colonos para a Aus-
Irelia, por conla de alguns particulares, pagando os
contratadores as passagens, sustentando e alojando
os colonos, os quaes ganbaro 10 libras esterlinas no
primeiro auno, e 20 no segundo.
Consta ao governo imperial que nAo menos im-
portantes, sao os meios, que o governo francez em-
prega.
Com o m de angariar colonos para a sna poses-
sij na frica aun la elle offerocer ua Alleinanha e
na Suissa passagera gratuita, c urna subvencao de
500 francos a cada familia, que para aquella colo-
nia qui/.er emigrar. Tambem algumas repblicas da
America, otno o Peni', Bolivia e Estado Oriental
do Uruguay, (em ltimamente nomeado agentes,
que procurara cora empenho allrahir a emigrarlo
para aquelles paizes, concedendo mesmo trras gra-
tuitas. ;
Pete qne respeita i riisposiees m que para com
o Brasil se acham os paizes donde alllue a emigra-
cao, ha o seguinle:
Al os fins do anno de 1853 o espirito da popula-
cao na Allcmanha o na Suissa achava-se prevenido
contra o Hrasil pr alguns escriplos apaixouados, e
como taes suspeilos ns invectivas que nos riirigiam.
Alguns governos chegaram mesmo a lomar medida*
tendentes a embarazar completamente a emigrajAo
para o imperio.
Entretanto daquelta epocaj>">-r, tendo a im-
prensa aflernAa lomado a pello rehatee w
sataccu operou-se uina favoravel reaccao, que- nos CUinpr
acorotuirje dirigir.
Esta tendencia dos espiritas em favor da emigra-
Sao para o Brasil ha de sem duvida tomar matares
proporcOes, quando forem conhecfdos bs resultados
da missAo, que o governo pr-js.iano cnnfiou .ao ca-
valleiro de l.eveiiliagen, cujo espirita recio o etcla-
recirio, parece ter sabido apreciar devidamenle a
nossa situacao e as vantagens consideraveis e recipro-
cas, que te acham ligadas ao desenvolvimento das
relacOes de commercio e da emigra(Ao entre a Allc-
manha e o Brasil.
O cavalleiro de Levenhagcn lendo-sc demorado
nesta corle alguns mezes. e visitado depois a colonia
de Friburgn, emprchendeu ltimamente nma viagem
ao.sul do imperio alim da averiguar o estado das co-
lonias alli aslabetacidasaayle l acaba de vollar, e
lenho motivos para crer qSe os dado e observaces,
que colbeu em sua digressAo, o levarAo a formar om
juizo que nos seja favoravel e tonda, a facilitar a erai-
gracAu para o imperio.
Em fevereiro ultimo riivnlgou-sc na Alleminha o
conhecimento da lei ir. 304,' de 30 de uovembro
passado, promulpada pela'issembla lesisl*h>a pro-
vincial do Rio Grande do. Sul, pela qual lia'consig-
nada nina iiilivencao rie 509000 a cada colono, e a
venda de Ierras pelo prazo de cinco annos. Esta
noticia, inexacta, porque nAo reproduzia todas as
clausula* da lei, alia ainda at boje sem vigor pelos
eslorvos, que encoulra na pralica, produtio urna
lal sentara, que grande numero de pessoas se apre-
scnlaram ao cnsul brasileiro, resolvidas a emigrar
para aquella provincia.
Este fado demonstra as boas disposiees, que pre-
dominan) naquelle paiz, e a neceisidade de ser 6 go-
verno imperial habilitado a realisar, quanlo for pos-
sivel, as cot licoas, que a experiencia lem mostrado
necessaiias para que possamos concorrer com os de-
mais governos, que promovem a emigrara para ot
teus respectivos paizet.
A Suissa, cuja emigracAo se havia cncaminhado
quasi exclusivamente para os Estados-Unidos ; a
Suissa, que, depois do infeliz ensato (eito cm 1818,
linha permanecido como que interdicta para o Bra-
sil, tornou-se-nos gradualmente favoravel ; e em
abono desta assercAo mencionarei a vinda dos colo-
nos contra I a dos dlo senador Vergueiro, com o en-
cargo de indemnisar, denlro em qualro anuos, os
adianlametitos fcitos pelas, rcspeclivis municipali'-
d .tries.
Entretanto o governo imperial foi informado de que,
qAo obstante-a boas d!.sposies,qqe para comuoso se
manifeitavam, havia ainda duas difilculdades a ven-
cer :
1." A prestacao de urna garanta pecuniaria em
rada cania, para se poder reilisar o eslabelecimen-
lo de agencias;
2.a A nomeacAo de um cnsul destinado a tegali-
sar as iransaccoe, que para semelhanle fim for mis-
Icr eulibolar entre ai iniinicipalidadet-e os colonos
de urna parle c os tazendeiros de oulra
Convencido da necessidade que ha de etludar de
perto estas quost?s, resol-, en o poverno imperial
propor, como com efleito o fez, a S. M. o Imperador
a crearao de um consulado geral na Confederacao
Helvtica ; e approvada esta medida por S. M. o
Imperador, recateo n nomeacAo era um cidadao in-
(elligeute, quo ha de tem dovida concorrer para que
ot negocios marchcm como convm, e se eslaheleca
umaconfianra reciproca, que pareca nAo poder exis-
tir oa situara i anterior das colisas.
SAo estas as considerscOcs, que julgnei do meu de-
ver sujeilar i vossi apreciaran, sobre om nsumpto,
que alias ha de ser amplamente tratado pelo minis-
terio do imperio.
Ha um assumplo de mxima importancia que se
liga a colonisaeAoos calamentos millos e evange-
li eos.
A religiao protestante he tolerada no Brasil, mas
nAo poza da mesma proteccdlo que tem a do Estado,
e dalii resoit ,m multas circunstancias que altaclam
ensivelmcnte os iulcresses dos ctenos que a pro-
testara.
Os casamentes evanglicos devem ser sujeitos a
certas cundirOss rie piiblicitade, e a um registro, pa-
ra que possam produzia direilos civis.
O casamento entre duas pessoas urna protestante e
oulra calholica lie millo, quanlo he celebrado por
um cura protestante sera mlervenrao e liccoea da au-
toridade da ipreja calholica.
He urgente urna medida legislativa qae garanta
os effeiloa civis rieaae* casamento, e refiro-me a este
respeilo ao que vos tem de expor o Sr. minislrn da
juslica.
' (Continuar-se-lm.)
i
ra presidencial.
Nao acho fundamenta plausivel em lal bocio, qne
com quanlo o velhiuho se ache habilitado para deci-
Mr peremplortamenle de negocios de alta monta, to-
dava, a ser exacta, o que se rae acabu de referir, me
permitlirii o tal migo que decline do seu histrico
boato, porque nao se pode crr de hom grado, que
o nobre depulado venh i nos ultimo* das de sessao
presidir a provincia, dando lugar a interpretantes
nao muifavoraveis.Veremos.Pou:o ou nada adi-
eularaS. S.
Nao chegoii ainda por aqu o nosso novo juiz mu-
nicipal, e lodo3 auciosos esperamos pela chegada do
Os nepoeios policiaes vao-sc irrninanoo com a en-
trega do expediente que tazo Sr. Cunba, que lendo
de descancar das fadigas e trabalhos tai obrigadu a
chamar o seu immedtalo. Peta subdelepacia lem-so
dado casos que merece ii ser providenciados pelo go-
verno da provincia, rie quem alias chamamos a aua
alinelo. O subdelegado actualmente- em exercicio
nAo satisfaz asintenrOes do poverno, al consla-me
que comino'le abuso de poder oque se prova com a
copia de um seu oflicio dirigido mn inspector de
quarteirao concebido nesles termo*:Sr.T. Faca no-
tificar urna porga de pessoas, que se deverao apie-
senlar a esta subdelegada, deven I vir ludo acnmpa-
nhado de redes para dormir me rie en varias ele. Sen-
do notavel que a genle notificada pela maneira su-
pra, foi com efleit ( segundo as niel!ores informa-
goes } a pre-enra de lal autoridade. a qual impoi a
obrigagAo de Irahalharem em ten engenho, visto qne
necessilava de policia naquelle dia ni grande qoan-
tidade de malta que ipvadia at saas lavouras.
Nao devendo porttil deixar passar desapercebida
agravidadetle um fado que pode trazer com tigo con-
secuencias funestas a ordem publie,-, enlendo que
compro um dever sanecionado pela misso jt:e exer-
go, em denuncia-lo, lan'.o mais quanlo revolla e*s*
maneira impralicavel porque se julga autorisado o
Sr. subdelegado para invadir a espheia de duas al-
IribuirOes comineltendn Uo grave altentedo, illudin-
do tau riuimcamenie a boa fe do governo que em
d ovilla ignora estas cousas .
Continua estar acuita lo um eteravo do Sr. Justi-
no negociante residente nessa praga, ja litemos ver
em nossa ultima epstola o escndalo com que os
acoiladares rio escravo, znmbam e escarnecen! da*
leis c das autoridades constituidas, e anda por esta
vez chamamos a attengao do digno juiz municipal
deste termo sobre este fado, que senisitivida nenhn-
ma muito depile conlra a civili-agAo e contra o* nos-
soscoatumea, ereio quo na ha ver por ah qoem
ignore que a respeilo da captura riesseeteravo j tai
expedida nma portara do chefe rie pjlicia em con-*
sequencia do que se mandou u escravo para Pedrat
de Kogo oceultamente e nlli tai entregue ao eu le-
gitimo tenhor, admirando sobre* modo que se mel ha ti-
la facto nao fosse provirienriario naquella poca pela
auloridade competente, mao exemplo qoe deu em
resultado a reproducgAo do mesmo crime, continu-
ando hoje a estar acodado o sobredilo eteravo.
Achamo-nos accontnietlirios pela terrivel epide-
mia dat bexipas qojs vai ceifanrio suas victimas, e to-
da a populagao persiste consternada e suecumbida
com a inesperada vzila de tao dihumano-lios-
perie. Consta-me que algumas almas caridosas te
encarregarsm de tirar urna subscripto com o fim de
valar *e no curativo ros pobres, e como quer que o*
principio* de eqndadc e religiao se achem entre nos
em complete marasmo, nao pourie prnduziroseffei-
(os desejaveis, a feliz lembranca riesses cavalleiros.
miterio; 5, limpeza da* fonles; 6", aceta dat ruat
e fqntes, ele.
A cummisso tambem den o u parecer acer-
ca da acquisirao dos meio* malerlaei par consecu-
gAo.das medidas por ella aponladas, e, enlre ou-
lras, propoz que se pediste um emprestimo albe-
(ouraria provincial,
Recebido pela cmara o parecer di commissAo, foi
pela metma camarc creda um* aulra de eito mem-
brot, intituladacommissao de hygtane publicaa
quem, segundo ouvi dizer, inveslio de grande* po-
dare*, alim de levar a elfeilo as medida* propostas
pela primeira, mas al o prqtenle nao me consta,
que lenha encelado traballio algum, a exrepgAo de
'mandar remover a eslerqueim da igreja.
Depois do cholera, oque mais merecen a attengao
do respeilavel foram as propotla da gbarda nacio-
nal deste municipio: un* a* acharara ptimas e nu-
tro* peumat como *o* suceetler com lado, que vem
a grande expostgAo deste mundo mas nada causn
tanta especie, como a preteitcfla de alguns por 1.10-
rarera fra do riistriclode balflhflo "'"'e '"*"' P'o-
poslos, quando para os oulaaaUatalhoes foram no-
meados individuos morasloi^r al de fora da co-
marca Not circuios pcrltcnlare*-aponlam-e at
causat de semelhanles pretergOe*, pormau repug-
no reproduzi-las aqni, por algumas raze.
A comarca goza de perfello socego. no me cons-
tando qne a leguranga individual, nem a de proprie-
riade lealiam solfrido actualmente em parte algoma
del la.
Acha-se recolhido a cadeia CbrislovA da Rocha
Wanderley, (obre quem recahem ot maii vcliemen-
le* indicia* de ser o autar do assastinalo de Igoaeio
Tlieudolno, de que Ihe riei noticia na minha ulti-
ma missiva, dizendo-Jhe entSo, por nial informado,
que as suspeitas des* crime recahiam sobre os es-
cravs do mesmo Tbeodolino.
A salubridada publica nao va mallo salstacloria.
o que bem se pode avahar pela* repetida* sabidas
que fiz diariamente o Dr. Contiiiho (medico).
Seja-ro* agora pirmiltido felicitar aot habitantes
da comarca do Limoeiro pela acertada nomeagio de
dous dot seus mal* importante funecionarios ; que-
ro tallar do Sr. Dr. Antonio Maooel da AragAo o
Mella, actual juiz de direito daquelta comarca e do
Sr. capilAo CamiiJo, delegado de polica da metma.
Quemo a este os Liinoeirense* j djvem saber pra-
dramenle de tuat bella qualidades, Ues como : in-
teireza de carcter, dedicacSo ao servigo publico e
per eila araenidaric era teu trata ; qnaolo aquelle,
em breve lerAode apreciar um cavalleiro perfeita,
cuja maneira* delicadas e silencios!* o fazem cre-
dor ria estimarte lodo*. Alm disso, o Sr. Dr. Ara-
gao possue coohecimentos professionaes nao valga-
res, etico pelo bum desempenho de seus deveres,
como inagislrario. ,.
Eu seria injusto se igualmente na* felicita*!* ao*
habitante* da comarca de Garanhuos peta acertada
nonieagao do Sr. capillo Manoel Claudioo de Oli-
veira Cruz para delegado de policia da mesma co-
marca.
Cnnnegn muilo de perto ao Sr. eapilflo Claudino,
e muilo rae honro com a tna amizade : h* um des-
tes caracteres que nao sabem pactuar com o qae se
chamameusrievereenrgico, decidido e coia-
joso cima de qualquer elogio.
Cabe-me, pois, louvar a acertada nomeagao que
fezoExm. Sr. presidenta, desso benemrita oli-
cial para Uo importante lugar.
A-
(Carta particular.)
----- Ufo
REPARTigAO DA POiaClA.
Parte do dia 9 de agosto.
Illro, e Exm. Sr.Lefoao conhecimento de Y.
Exc. que das difierentcs partcipag&e* hoje recebida*
nesla reparligjo.consli que foram presos
Pela subdelegacia da Ireguezia do Recite, a par-
da Canuta Torala de Vasconcellos, por insulto*.
C inimunicou-me o delegado do primeiro dUtricto
itesle termo em ollicio desta dala com referencia a
parlicipago que lbo fizera o subdelegado da fregue-
zia de San Jos, que honlem pela* (res hora* da
larri;, na ruada Palma da meama freguezia, o par-
rio Aleanrire JnAo riera urna facada cursen proprio
irmo Antonio Francisco, da qual ficra esle grave-
mente ferido, tendo aquelle conseguido por-se em
fuga, eque procedenri se logo a competente villo-
ra para ser instaurarlo o respectivo sttmmario na
forma ria lei, (cava o mesmo rubdejegado empre-
gando as mais activas diligencias para a caplura do
fugi'.ivo.
Communcou-me igualmente o dita delegado, qu*
honlem tambem pelas 2 horas da tarde joanna Del-
uda Fiaoca, de 70 e lauloi .unos de rinde fallece-
r repentinamente em sua casa na mi da Calcada,
na occasiAo em qoeestava janlaudo. eque procedeii-
do-m! a vislora declararam u* facullalivos qae n mar-
te proviera de um ataque apopltico nervoso.
Unos guarde a V. Exc. Secretaria ta policia de
Pernambuco 9 de aposto de 1855.lllm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Bento da Cunlia e Figocirerio.
presidente da provincia.O de chefe policia Luiz
Carlos d* Paiva Teixeira.
Teem morridojalguns alfecla tasca pesie, e por
que podemos morrer lodos a mitgua sem o* recur-
sos de medicina, invocamos a mais seria allengAo do
governo da provincia, de quem muilo confiamos, e
esperamo* acertadas providencias. So nos brasileiros
e fazendq o nosso cante, parle integrante do impe-
rio do Cruzeiro, elle nao po te ser volado ao oalracis-
>Ua* occasioes-smt mie_not adiamos
em Iota com o terrivel flagello de urarlaiaWtiruetLL
la e horrivel !
Acha-se, meo charo, bistantemen.e reanimada n
HWlJ"^1**a#WIiimnilTOi tem r fausta noticia
deque j fora creada, a companhia P>rnainbiicana e
coateira de un vapor qaeijiarlindo tiesta capital
taque ao porlo de Mamangoape. tern i*lo sem duvi-
da neiihuma um grande incentivo pare o en-
grandecimento e prospeririarie da nossa decaden-
te agricultura: com effeilo, alm do nnniqui-
laracnlo e prottagao a que viva volada a nossa nas-
cenle agricultura, em cousequencia de nm cousuin-
mado alrazo de industrialismo que a enrhesse de vida
e movimeulo, alm da talla de proleegAo dos pode-
re do estado, que em tace da fertiliriade e pro.luc-
gAo espantosa do nosso solo, nao deviam desampa-
ra-lo, accresce que vviam o agricultores sujeitos a
um monopolio horrivel de que nao
mente fugir !... Felizmente passou
e a agricultura dos nos >s hrejos va ser regenerada,
gracat no patriotismo do riisliucto e mu digno Per-
narabucano o Exra. Sr. Paes Barreta.
Agora cumpre que em leslemunhe de lAo relevante
servigo a canta de nossa agricultura, e de no-so pro-
fundo reconhecimenlo, nos unamos em ams feche,
e felicitemos so nome ditlincto de S. E\g. ; espero
que os homens bem intencionado o aura leciJos dos
nossos maltoi aproveilem a minha humilde lembran-
ca, e de ama s vez felicilem ao brioso pernambu-
cano.
A pnlicia doSr. Cunlii Irancafijii em seus lti-
mos das, alguns afortunados industriosos qoe vaga-
vam porahi impunes. Se a industria dos mal feilo
res fosse om todos ot lempos reprim la, o palri
i, i o de nossa matriz nAo estara boje tao desfalcado^
e os seus iniciados nao folgaram.
Desconfi que livesse sirio desencamnhada a mi-
nha ultima, enderecada a Vmc, e como quer que
(vestmos nella tallado da injusta areuica ao no**
digno coadjuctor peta collega desta villa, enliremo*
que se lenha operado semelhanta desvio, pnrem o
nosso amigo nao ficar em defeca conveniente.
Por ser bastante tarde nao trata de oulra cousas,
qne jolgo importantes e de nosso inleresse publica,
deichare pois para oulra que ser breve.
Sada e dnheiro Ihe deseja o vello.
Aldtao.
COMIMO.
O governo imperial jaira finita esta riisciiasjii,
certamenta deve antro considera-la, vista como nin-
guem pode ler mai* Inleresse do qne o governo
imperial em proteger esta clast* da Individaoi, *
PERNAMBUCO.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
DE PERNAMBUCO.
PAB.UIIBA.
Bannneiras -2~> de j'ilho.
Na incerteza de haver Vmc. tirio entregue da ulti-
ma que Ihe enderecei, vou aprovoilar a partida do
meu estafeta, no empenho de na esperdigar a occa-
silode diier a Vmc algumacouti qaejulgo conve-
ALGUMAS CO.NSIOERACO'ES ENTRE O
CHOLERA.
Ja riissipou-se a duvida 1 Anle os estrago* da pes-
te nao ha mais que hesitar; ludo cabe, lodo morre;
e ao ruido de ludo que desmorona, de ludo que a
morle arrebata, o echo fnebre de tanta desotagjo,
rtgarrnl* em nossos eorages pungente anxiedade.
O cholera:.:: "citolera !... la vii por es*a bella tr-
ra do Amazonas, com seus pastos de gigante, impla-,
eavrl, cubrindo ludo de luto, o" slnistru^aminhanta
do lianges vai sb teus pos abrindo mil hecathom-
be<: com seu hlito mortfero vai espaJhando por
loda parte conslernaga no nimos, 'tristeza Da*
phvsionomias. Belm, Gameta e Obi.los ja sAo vic-
tima* arrestadas nesae lgubre proscenio rie
deslrucao. Ahi as preces, a tnvoctgao a DivinJade,
a supplicas de uns, a imprecagAo de oulros no de-
lirio do desespero, a earidarie evanglica dos padres,
a heroica didicag-io do* mdicos, ludo se lem con-
jurado para vencer- o asitico saltea lor: lula-se c
apoz a lula sempre o inimtgo !, sempre o iuimigo
victorioso por entre lagrima*.
Insaciavel re do sepulcro, temelhanta divin-
podiain fcil- ;!ade de Molocho, em cujo altare* sa sacrilicavaro
j essa poca, geragoe natcenle*.
Para, o futuro gigante di America, aaaimrta ler-
ja dot Tupinambis, cali* fulminada pelo raiodi
pesio, cobra-se de ri; e as ras de sua* ci Jaries,
oulc ;i agitagao do Iraballio e da riqueza sucoedea o
silencio do terror, e o terror da marta cliolcrica,
aqoi.... alli... se ouve o ttrico bater da* marlellos
as '.ambas dos finados o o cadenciado paitar dos
cortejos raortuario* la para a derr*U*ira jnzida dos
rem leriot!
E depois!... quando o terrivel ceitaJoralos cam-
pos (i da* cidade* percarrer *ua marcha, e for-se
sentar tristemente as insalubres praia* de isa ber-
' i, o Pir... e talvez o Brasil, como am campo cui-
do, ficar deserta alraz delle.
** .......
aVadaram : o cholera uto -Ir ; a Brasil apezar
do apparecimenlo delle em am* talilude tua, as- -
queceu bem depre*a o terrivel mentageiro qua ti*
tilia de Franca ja Ihe etlenriia a negra azas.
vira: e porque! Este jadeo errante qua raeapeu
por mares iinmeosos, por deserte m lim, qa* do
llindoitA se passou Sbcra, a Hussia, a Allema-
nha, i Frang, a Ingtaterr, pan d'alii, alrave*an-
Jo o Allanlico, lavrar na America Septentrional,
porque nao se passaria ao Uracil '.' J ni
correndo o Mxico, transpor o PananM ^Hpdir
Caracas eVenezoelat pois o milri: ^^4e
eia.15 anuos caminhou mais rie lio* milhoos de le
goal qusriradas, porque nao vina, semalhanca de
Pandera, abrir a fatal boceta sobre nos?
Illudirhm-se todas as previste*.'
Os homens da sciencia haviam tragado um circu-
lo ilm do qual nAo passaria o inimig.i; a zona tr-
rida parecia-lhes contraria lo Judeo das regioes bo-
reaes : mas barreira fraca que tai esta .' Elle escar-
tteceu de todo* o* clcalo*!...
Myslerioso em sea riesenvolvimeiiU), em loa mar-
cha e em seu modo de acgo sobre a organisarao vi-
va, elle be um ludibrio para a sciencia medica, um
enigma para lodos. Diflicil he discutir a causa de-
terminante do cholera epidmico: o raciocinio, a
ahtervaran nada coutam de positivo; o que abemos
nAo passa de cotikcturas. Com effeilo : reinando a
epidemia em paizes de topopraphias inleiramente
tlilforenle*. *db condigoe* hygieniccs as mais diver-
sas, a borda dos mares, no alto das moutanlu, en-
lre pavos militados, enlre selvagens; escapndo-
nos calcular sob qne grao de influencia melcorica, e
hvaroinclrica cresce ou decresce sua acgAo, reutiii-
ciariatnot tentar alguma explicagAo, a nao ter o de-
verde e'crptar publico, qae no* impozemus. A
alhmospher, provavelmeote he o meio de Irans-
missAo do agente morbfico ; em contacto sempre
com ella, nos pela respiragAo, pela absorpga ere-
mos de soffrer a influencia dos principios delelerios
de que accidentalmente posta estar sobrecarregada.
Hameau, Batpail, levados por brilhaiite imagiua-
gAo, crearam a Ihcoria dos animies infusorios, exis-
liudo suspensos em mvrindas na athinospbein: a
coincidencia perpunte Hameau, de durante j epide-
mia do cliolcra ipparcerem nuvens de insectos des-
truinilo*Bt arvores, arruinarem floresta* inmensa*,
como obseryou-se em om* parle da Alleminha, no
pennitlir urna deduega favoravel nossa Iheoria?
Mas que resultado deram as analvses ch'imieat eni
183- em Par*"! Mdicos eminentes nAo examina-
rain o ar em diversas locildadei, em diversas altu-
ras; como no conservatorio das artes e ortlctes, no
hotel Deu, em Mauoltaucon ; c que demonstrarnos
coheram de *ui* analvses chimicas? O qoe parece
mais razoavel he que se admiltindo no ar urna cau-
C0NARC4 DB M/illETH.
IL agosto.
A posse cm que te eslava, ha muilo. de ver se pu-
I icarios por seu Diario os fados mais notaveis suc-
edidos nesla comarca, lera ri ido a alguns o direilo
de eslranhar a reserva, que hei guardado, de lem-
pos para c, tarito he venia,le. que o cosime faz
lei: e como seja da nalureza humana querer sem-
pre assignar causas a ludo, ainda mesmo ao que ha
de mais incomprehensivel, milites' leem explicado
essa reserva ao sea talante, allribnindo-a, uns a
desgastas, oulros a conveniencias, mullos a sysle-
ma, e, emfim, tol caplla. i/uol senlenlia'.
Nao inesupponrio obriga loa dar pastea curiosi-
riede, lodos lenho deixado a lihcchrie de pensar
a respeilo, como quizerem; mas, de quando em
vez, aasalia-me urna lembranga que, imo um pban-
tasina, vem quebrar a minha mpassiblidlde, e he,
que pode Vmc. com razAo faier-mc a seguinies
queslai, as quaes nAo porierei satisfacloriamenle
retpoii'ler : u quid recipis mmdalom, si aulneglee-
lurus, aul ad hium commodum conversurus es ?
Cor mihi te offers, ac mei commodi, officio sim-
lalo, officis el obstas? n Eis, pois, porque volvo hoje
as columnas-lo seu jornal, prometiendo a conveni-
ente assiriuidade.
Muilo (cria que dizer sobre cnusas qu* se bao pas-
sado nesla comarca depois da minha ausencia, que-
ro dizer, depois da minha ultima mssiva. ma* l
diz o dictado, que aguas pasadas nao mem enge-
nho ; por isso vamos ao que ha d mais recenta :
-entremos em materia.
O qae por aqu anda mais na ordem do din hoo
cholera, ou como melhur nome quizerem dar em
medicina esse flagello, que tem devatlado a infeliz
provincia rio Para : nAo ha quem delle te nAo re-
cete, nAo ha quem nao esleja predisposlo a coadjn-
var por lodos os meios ao seu alcance qualquer me- sajinpalpapel, apecifica, e cnlaci ela com a
dula, que porvenlura postt ser adoptada, tendente a "5o observancia da hygiene publica e privada, lera
obstar toa invaso. ou quaiido isso nAo seja possi- -e ?PPar'
vel, a modificar-lhe o furor : s a i ossa dlidade
parecen a principio n te corr,penelrarie da impor-
tancia rio mal, que noi esl inminente, tanto que
sendo convocada para e rita 1 rio mez prximo pas-
sado, alim de tratar dastesiOes ordinarias, e tambera
de alguma* medida bygienica aconseUiadas pela
prudencia e aponladas peta medico Dr. Coutinho, s
a reuni em numero legal n dia -X do mesmo
mez, ii isso por empenho* de algaeni, segando he
correrte! Todava, nena occasiAo nomeou, ou cre-
nu una commissAo de pessoas, pela niaior parte, de
fra do en seio, para que esta Ihe indicaste com
urgencia quaes as medidas hypienicat, que cumprla
adoptar-se: entre oulras medida consta-me. foram,
aponladas por dita commissAo a* teguinlat: i, aca-
bar com o etlerquilinio permanente lo oitilo da ma-
triz; >, remogio do maladouro; 3a, prolubigAo da
enleiramento na* igreja*; 4a, construcgAo dt um ca-
* I
i
4


Cumpre-nos dizer: ama boa hygiene nenttalisar
poiterotamenle a inlensiriade da epidemia. Na In-
dia oriental notou-se que os sectarios da reirpiao ma-
hometana foram mais ponpado*. porqec observavam
man os preceitos da hygiene domestica. N* Europa
os eicrayos rusios foram n. seus prodilerlos. Ten lo
apparecnlo o cholera na (alucia o governo austra-
co tinpedio a soa propcggAo matntando fornerer o
mellror alimento possivel pppnlarAo. Em Lon-
dres, durante a ultima eMttfMa, a cslalisiica de-
munslrou conSlderavel dlminuicao na cifra dos mor-
ios, comparativamente a epidemia de 1632; islocer-
tanxnte devrdo ao grande aceio nos bairros habita-
do pe as classe* operarla*, que oulr'or* pagaram o
mus duto^hcalgio cholera.
E'n Cajjl ( rinde a popolicflo corrldi pelo ter-
ror, bracejn B Com a fome esqaece os moras, del-
xa-u* insepallo*, para sablrahlr-** do catello da api-
,'-'


w

I .



demia.abiii devastado tsm sido inmensa I Cousa
miravel! por um capricho singolar, Inlve pelo
qwiibno discompensaees, (arete que o dedo da
uailruico alirando humanidt do na voraecm das
calamidades que soem apparevr durnnle ai epide-
mias, desprrla o genio da civlisac,Ae, e li par de
grandes catailrophes itibresahein proveilosos melho-
rarnrntos em favor da fralerni lade social.
Defello, as classes pobres, dosprezadas na miseria
i oulrora arredias da civilizo, qnaes senlinel-
la* avancadaj, eram a* primeitai a soflrer o medo-
nho choque das epidemias ; us boje que as classes
elevadas. Inspiradas pelo espiritada fraternirlade qne
o aeculo proclama, se alliam ewa parte lo poso que
lounopulisa n miseria, para mnderar-lhe os solTri-
inontos, hoje oos paires bem adininislrados, e som-
bra dos gutemos phHitolropico.'.. essa immensa fa-
milia de operarios uno he (lio decimadn, senAo por-
que os melos dd saude e de conservado que dao ho-
j as arles, a>i (ciencias, e urna abaslanca tornadas
mais communs estilo raais sea ilcance. He tempo
quo ogovernj do Brasil, sahinlo do sleril mbito
das abslracnes polilieas^eolloqne-se ao nivel das uti-
lidades praticas e comprehsnda j nico programma
possivel, que he o da civilisa;n pelo (raballio, a o
do Irabalho pala civllisacao.
Acaatatemt-nos. Anda que lenliamos presump-
ciies de que o mal nlo nos visitar i por ora, alienta i
lirecelo dos venios reinantes e .i marcha de orien-
ta para occidente (roo actualmente descreve, eom lu-
do acon.elham >i a mais seria observancia da hygiene
publica e privada. '
Re-ferlrao-Bei a um eicellente (observador e medi-
co distincto ; durante o periodo dasduas ultimas epi-
lia elle, notnu-sa que certas causas predis-
punliam mais a molestia, e qae nutras podiam pro-
vocar sea desiMivolvimenlo. Entre as primeiras,
lein-BB sobro todo apontado a esl ignafSo a o vicia-
meato do ar (Piorry) a habilacJo nos lugares humi-
ros, a miseria, as privntflea, os entesaos, os Irabalhos
rodes, as afllicedes moraes. As camas occasionaes
!|oa leem parecido obrar s mais-das veres sAn os res-
nameiitos. o i-ires Releva portaiilo lemhrar qoe 01 alimentosMe m
quilidada, laes como as fannliss avariadas, os legu-
sstos, os tractos verdes, a carne de porco,
M prepa es culinarias mui gordnrosas e as aguas
eslngnada devem ser severamente proscriptas.
i qoe nesla pequea cidade fe Naza-
i a lisealtsacao dos viveros Coria a merce dos es-
idnrea qne os rorneeem; e o isseio publico esie-
ge de merecers attenciici da cmara mu-
nicipal.
Kimos particularmente sobre ns enlerramentoi
das igreju : pratica mmnr.il e de perniciosas
sequencias, que a seiencia, vencendo os precon-
iem proscripto. He sabido como aqni os cn-
? se fazem : covas de cuatro palmos de
didade, r 'volvidas prematuramente c a trra
nle socada ; e e juntarmos a alo o costu-
is' pela madrugada, quando pela friera
s vapores, que se esalam dos corpo* em
O M i'ondcnsam, leremos prevenindo a
co dos pwigos .i que se expSe, curaprido um
devet de nossa parle.
hesitamos em rondar que a eamara.munki-
jal, tomando err consideracAo a pioposta que hoje
befaremos, e ompenatraudn-sc de sua patritica
BfasAo, prohibo luanlo antes os enlerramenlosin-
tra murosmareando logo, sob-parecer de pessoas
entendidas,um lugar conveniente, que rena as lioas
coudijoea qoe a seiencia recommenda para a edifica-
do de um comit rio publico.
Considerndole o valor de todas as opinioes que
o tem discutido, relativamente a natureza do cho-
lera ; se dada a existencia de um principio zvmotico
lalqoer quo seja espalbada na atnnsphera. 'esle ira
i gai Iro-Ir.terfti, o que desmentem o*
* necroscuplcos ; una alleracSo do systema
um enveuenameiito, o qiic julga-sc mais
raiao de caracteres niui setnelhantes
comparativamente a cerlos envenena-
lerando-se islo nenhum ihenr de tra-
anlo onifnrmt ha que exhibir, devendo entilo o
ilelligerte ter em villa o genio particular
epidemia o o eilado systematico do doente.
azora de presenta o quadro dos
rapeaiieos qne os melhotes praticos teem
apelas fallaremos de um qae parece
abr do fetos nossos dhtinetos collegas
do Par. i
pidemiati do cholera que deolaram a Frao-
132, 49 e 54. o sub-nitrat. do hismutli tem
o chamado ti fuerlmmensos servidos no Irata-
ment ila diarrha chamada premonitoria.
2, posto que nos linesemos feito por po-
jo emprego, Jucos praticos quizeran o
r j rna* em 1849, o remedio cuntou mais
i; e em I854 elle tornou-se de um uso tilo
pharmaceuticos distrihuiam delle lo-
irmen qnanlidades, nilo s :os, como tamhem procuradas pelo povo ;
'ota lauto mais seguranca quanlo o bismulh he do
|oeno numero dos remedios ijoe, dotado de urna
ontestavel efRcicia, goza re urna innocuidade
coroplala. a ( Trumeau el Pidaeux Therapeuli-
gve.)
O grsndo ptrltdcj qoe podemos tirar dos recorsos
Iherapeutitos, est em applica-lo lempo, e n,lu
:a-loa promiscuamente nos iros periodos que a'
i commumnienle descreve, e qne silo : o pe-
>. 0 periodo da cyanosc ou da algi-
o periodo da reac(n : alcumas vetes porm a
< tres tadios eom lauta rapi-
os periodos nilo so distinguen!, e diz-e cho-
lera fulminante.
atoa.
DIARIO DE RNMBUCQ SEXTft FEIRA lO OE AGOSTO OE 1855
bla geral decidi-e que fosse accrescenlado o arti-
go qoe traa do lugar do gerente nalo, entilo iead-
miltiria um dosarligos quedesejo que se augmente
os estatuios, aposentados pelo conselho da admi-
nislrrcn, o qual lie o segulnta:
t, M. Dupras, lendo lomado todoo trabalhopre-
liminar para promover a reallsacilo da corapa-
na, lirarajudepeiidenlede vol eleclivo arenle
naio do material e pessoal da fabrica
o No caso de morte, falla do bom desempenho dos
deveres que llio serflo incumbidos, ou qualquer
falta que por ella possa ser eommellida, o cnse-
Iho de admioisirarao dever.i convocar a asscmbla
a geral dos accionistas para Ihes fazer scienle do oo-
corrido, e depois de ler essa assembl i lomado co-
nheciraenloejulgarscr necessario exonera-lo do
seu lugar, o poder feer ; o o conselho do admi-
o nistracao apresenlar.i o sen auUtilulo para ser ap-
provado pela assemhla geral. n
Agora, senhores rednclorcs. devo-lhes fazer ver,
que embora os acluaes membrosda .lireccilodo Ban-
co lenham muilas vezes fallado sobre esse negocio
desde 180 para c. um delles jonlo eom 4 ou 5 pei-
soas, reuniram se em 18.52 ou 1853, para promover
assignaluras acerca desle objeclo, e n3o lendo os seus
convites o prompto accolhimenlo qoe esperavam da
clauo mais Interessada na forroac^o desta fa-
brica, a classe dos assucareiros, renunciaran ao seu
projeclo por falla de subscriptores.
Sendo en suflicienlcmente conhecido em I'-rnam-
buco, nSo qniz annunciar pelos jornaes o meo pro-
jeclo, e por isso procurei si'unenle pessoas de todas as
classes para accionistas. No mez deoulubro prximo
pasado, ja eu havia alcansado para mais de 8,606
cedes, lomando alguns amigo de 2 a 50 acres.
Fot .easa data que requer ao govemo imperial o
privilegio para proteger a rainha empreza durante os
primeiros anuos.
No principio de novembro comecei a fazer assig-
nar i cada um dos accionistas o numero das suas
respectivas accoes. Ueste modo quando em 9 de de-
zembro me aprsente! pela primeira vez aos direc-
tores do banco desta cidade ja eu tinha as minhas
lulas i acefles assignadas, e .500 a 600 por assio-
nar, as qoaes foram assignadas depois ilessa data,
r .Vn??1" 5ca,*0. *ncionava, apezar de ser pnlCao
0,000 aches de .Oj cada urna, para preencher 'ra-
pilal preciso de .100:0009, do emiltir tmente 4 000
accoes o de guardar as oulras em reserva por coma
|ia compauhin para serem emillidas quando a cous-
trnccilo da fabrica eslivesse quasi concluida, reser-
vaudo a preferencia pelo preco do morcado, aos pos-
suidores das acres da primeira emissao; he fra de
toda a duvida que quando o edificio da fabrica es-
(ivesse-seconcluindu, as accoes seriam procuradas
eom premio, como acontece sempre em idnticas oe-
casioes; einliora fosse esle premio de 10, 12, 15 ou
20 por 0|(), servira para o capital forneeido pelos
possuidores das arccs da primeira emissao a aug-
mentara os 100:0005 cm reserva de um valor de 10
a ao por cenlo.
No dia 9 de dezemhro qnando procurei os senho-
res directores do banco os aehei reun.las em sessilo
semanal, aprovoilei esla occasiao para os convidar
a assignar cem tetos carta om. o que promptamen-
le lizecam, e alguns dellos leriam assignailo maior
numero de accoes se eu no Ibes lives que para-generalisar o rn.-is-pos.jvel a nossa patrio-
tica empreza. convioha espdhar maior numero de
acriie--.
loi cniao nesta occasio que os mencionadas se-
nhores, sem dar o devido apreep an meu plano, de-
cidirn) que as 6,000 aerfies fossem logo emillidas.
Apezar dislo ser muito maior Irabalho para mim,
do bom grado aceitei, persuadido que quanto maior
numero fosse do accionista^ qoantu maior soria a
seguranca e garanta para a prosperidado o conser-
vajah da fabrica. Keleva alcm disto a ponderar que
quando Icmbrei a emissao das 4,000 primeiras acres
seriam sufiirientes para o pagamenlu.segundo orneo
orcamenlo, dos terrenos, edilicaces e machinase s
nesta ocrasiao seria preciso emitlir as 2,000 ncce<,
representando os 100:0003 necessario* para o cosleio
ogyro da fabrica depois que ella se achatse prompta
a Irabalhar. a desi'arte se poderia iililisar em pro-
veilo da compendia os 10 a 2U por 0|0 cima men-
cionados, os qoaes pmleriam servir pi.ra as desperas
esitraordinarias, como fossem a minha viagem Eu-
ropa, afim de escolber as machinas e pasaagem dos
operarios indispensaveis para execuco da nossa em-
BHfvit.
dlloe, aponlando ao mesmo lempo os melhorameu-
tos a-fazer em cerlos ponlos.
Ao folheto acompanha una caria reduzida desse
mesmo esparo levantada por elle mas que nao oos
consta que ogoverno provinciana quem foi apresen-
lada, a tenha mandado publicar.
Esse joven official acaba de prestar om nao peque-
o semeo ao Patz, que bem carecido est de Iraba-
lhos dessa importancia, para livrar os Brasileiros de
consultarem autores oslrangeiros, quando navegan,
em nossos mares lerrilnriaes.
Tribuamos ao Sr. Vital de Oliveira os elogios de
que he merecedor : ao governo cabe recompensa-lo
e desperlar-lhe mulos.
Somos, senhores redactores de Vmcs. alientos ele
________ -
PIBL1CAC40 A PEDIDO.
NENIA
Sobra o tmulo ti a major Hanoel Bodriaues
te Paira, fallecido na cidade da Farahlba
do Norte.
O' parca tyranna, jamis le sacia !...
Faminta, sdenlaquem foi que man,Ion
'l'ao presto rondares o pai de familia,
Que ainda no berro () seus filhos deixou ?
Nao ves o malvadocruento assassino
Que a ti se ofTerece eom Unta onsadia t
Mas, leme-o na lula : porque 'Dos o sabe....
S lucias co'o 'sposo que a prole vigia !
I m justobem cedoda Ierra levaste
(Jue a honra, a virlude smenle prezava !
Depress.i impodiste-lhe a senda de llores,
Qoe em face do honesto smenle trilhava!
mesma cmara, a quem os quizer consallar. Paseo
da cmara municipal do Reeife em saato de 8 de
agosto de 1855.zVaro de Capibaribe, presidente
Manoel Ferreira Accioli, secretario.
I. trajam as vestes de negra tristeza
A esposa, o amigo e o lernn prenle :
Kebenlam seus filhos em pranto de dores,
Que soffre seu peito no accesso pungente.
Nao chores, esposa, nem vos lenros filhos,
Que assim decretoo-o dos cos o Senhor ;
humildes devenios enmprir seus preceitos.
Que ludo que ordena lera pleno vigor.
N3o chorean, lao tristes, a sorle daquelle
Que a vida terrena p'ra sempre perdeu,
Que a palcia dos joslosditosovoando,
Mais pura existencia o Eterno Ihe deu. ,
Rccife 8 de agosto de 1855.
CO:?MERCIO.
i-HACA DO RECIFE 9 DE AtiOSTO AS 3
HURAS DA TARDE.
- Cotajes officiaes.
Hoje nao liuuveram cotacoes.
Al.FANDEf.A.
Rendimeulo do dia 1 a 8. .
Idora do dia 9 ......
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direito es|>e-
cial do commcrcio desta cidade do Reeife provin-
cia de Pernambuco, por S. M. o Imperador, que
Deis gosrde, etc.
Faca saber aos que o prsenle virem qae JoSo
lavares Cordciro me fez a petifio do theor segointe:
Diz JoAo Tavares Cordeiro, commercianle eslabe-
lecido nesta cidade eom armazem de gneros de es-
tiva, que sen devedor Manosl Jos Dias de Carva-
Iho eslabelecido eom taberna na ra Direila desta
cidade. evadir se sem seiencia de seas credores
aban binando o eslabcleciinento ao caixeiro de me-
nor idade que parlicipou o referido ao supplicante,
como consta do documento junto. Ora sendo o fun-
do eom quecoinmerciava essa casa fallida inferior a
dous conlos de reis, e os gneros uella espenles de
un valor muito Inferior rssa mesma qua. lia como
he de publica noloriedade ( e pbucas tabernas o tem
maior) vem o snpplicante requerer a V. Exc. que de
conformidade rom oarl. 93dodec. n. 1597 do 1
de maiode 1855 se digne de proceder nos termos da
fallencia de plano esummariamente como ah se re-
commenda vislo nao ser o labernciro
mal i illa .lo, u.i. i exced
los de reis. Uulro sim
Exc. que achaudo-se
mande V Exc. administrativamente lecha-lii se al- I das,| barrica ; ditos de guaroicao, 1,000 i broii
gum embarace o privar do proc-rter de promp.o a de caiare pintar, .50 ; almagre, I barril
slo relativas a todos os negociantes, sem dislincc,ao
do matriculados, ou nao matriculados ; c presente-
mente se acha a mesma dcliherscAo ratificada c ro-
borada pelo aviso n. 168 de 20 de julho de 1853, e
pelo decreto n. 1597 do 1- de mido desta anno arlj
2. E pois cohvindo o sendo prudente fixar um re-
gra uniforme e segura que proleja os direitos de to-
do os commerciantes, sao convidados aquelles que
nao tem livros rubricados e sellados para que os
mandem encadernadoi. numerados e sellados ru-
brica exigida polo cdigo commercial, arl. 1, sb
Cena de nao. fazcretnij prava os dilosli vros como
e expresso em o artigo 23 do cdigo commercial
e arl. 141 3 rio ragulameolo n. 737 de 25 de no-
veiribrn de 1850.
Tribunal do commercio de Pernambuco cm ses-
sao de 6 de agosto de 1855.
Secretaria do tribunal do commercio da Pernam-
buco 7 de agosto de 1855.
Conforme. Maximiano Francisco Duarlc, of-
lictal maior interino.
O arsenal de mirinhi compra no dia 10 do cor-
ren le mezis 11 horas da manhaa, os objectos abaixo
declarados, sob proposlis em cartas fechadas, que
apresentem al as 10 horas do dilo dia, quem quei-
ra vende-los :
Azeile doce ou de coco para o pharol, yo a 200
68:69.13.511.
4:59557(11
73:2895212
Detcarregam hnje 10 de agosto.
Barca ingiera/'oi/iij'faiendis.
Barca ingieraQaeendem.
Barcn .unenrana <'illieriim Augwtaplvora.
Brigue portuguezTarujo /ceblas e batatas.,
CONSULADO UEKAL.
Rendimento dn dia 1 a 8..... s iisT.- iiW
dem do dia 9 ...... 6083860
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dial a 8.....
dem do da 9 ...'....
8:6963329
1:9573929
1-463611
1:1013570
devrmas poceder eom cic*4i>ni
CumspeccAo na disl nc,Ao deHevr"" nKs
pos daquelles qoe c.reem na ntilidade das
quarenlenils e lazaretos, como meis prophylaticos
I o cholera epidmico, pois o nao temos em
conta de contagioso. Se podesemos levantar diques
ia almosplier*. que impeilisseig a circulacao do ar
espocfico choleriro as atmoipheras
ideri;.mos orgulhosamenle desafiar o
asitico proteo. 0 infallivel meio preventivo he
tauce qui peul : .1 emigravAo.
Nazarelh ai de jolho de 1855. .
Dr. Simphronio Cesar Cou[inha.
r ./
CORRESPONDENCIAS. .
a -----------
.s'rs. redactores.Apparecendo no eu conceilua-
do Diario desde segunda-fera, om i.nnuncio que
11.10 Irazundo litlo algum.e em seguinento um ou-
1ro seb o Piulo de banco de Pernambuco muilos sc-
conist.isd'.l companhia de Ciarlo e lee id os dealgo-
eem observado o nunnncio qoe o conselho
de adminislrar.lo mandn inserir no seu Diario,
ridando asserrbla geral dos accionistas para o
rrreiil, s II horas da mantilla.
anmenle inleresaado de qqe a reu-
sSrs.accionistas seja em uumero snllieienlo
iberajllo legal, e no composlo de 17
lembros presentes como tem acontecido
es reu iie, venho rogar a A'mc. a pu-
hlicaci.) desta minli 1 csrta, aproveitnndo esla occa-
siao para Ihes dar ilgomas infermacSes c.
negocios da nossa eiopreza, ngo s como ci
como por serem os primeiras qoe favoravelWenfe
tem acolhido e rondjuvado ii poblicacAo de lodos os
. projeclos tendentes ao melli iramenlo e desenvolvi-
menlo do bem estar publico, quem qoer que seja
que oa aprsenle
ra por tocias inesperada quo lem havido
Janeiro na execuelo da nossa patritica
1 empreta, a qual muilos dos assignanlcs lem
julgado mallograda, por nao ler desde a sua eleirao
*s du diulo-sc ao Irabalho de rcflerlif e
ptuiderar jobre a sua verdadeira missJo, e seguir o
verdadeiro caminho qoe eu havia de aiilemAo pre-
lo. e appresenlado por enripie i dous dosmem-
liros do conselho adoal em 18 de novembro droxi-
mo pesiado.
Al aqui nenhum dos mcrabros do conselho tem
querido tomar o veidadeiro ponto de partida para a
boa e prompla execucAo do nosso projeclo, o pela
indiferencia que lem mostrado parece procurarem n
aniquillamenlo d'uma empreza de 13o reconhecida
iililidnde para o'paiz.
Sis, membrne lo conselho pareccm despresar
o quanlo he neeessario para esta companhia .haver
duas cnlidndesespeeiaes que represcnlem os 278 ac-
cionistas convidador por mim para formar a socie-
dade.
Estas doas entidades segundo me parece devem
representar os 278 aicionislas pela maneira segointe:
nseltio de administrarlo reprsenla os 278
nrcioiiislas pela parle do capital circe latile, e fica
encarre^ada da arre:ada(Ao das entrada*,das presta-
riles da lscalisarAo, n empreo dos fundos para ludo
que Tor mister para a fabrica c suas dependencias, a
medida d parliripnriies e prerlsfles cae por mim
forcm presentadas tumo'gerente da fabrica.
2. Como gerente nalo do material e pessoal da
abriea, devo representar os278accionidss pela par-
le respectiva do rpita! filo, que con'is o na fabrica
inachlnavmen Irabalho, industria e .iplldan para a
baa dlreccflo de todo o servico da referida fabrica.
Em quanlo o conselho da dminislra;Jlo nAo con-
cordar coro migo aobt-e os principios fnndamanUes,
nada se poder.i fazer para o bom andamento da nos-
emprea.
Em o alfero que em data le 20 de julho Uve a lion
ra de dirigir ao Exm. Sr. BarAa de Camaragibe.prc-
siilenle do conselho tle administraran, pediu-lhe que
S. EC. se dignasscriunir o cnnte'ilio de admiulstra-
;o para tralsrmos di) ajuste dos honorarios mensaes
c porcentagem, sobre o beneficio bruio da compa-
nhia, que linbam da caber-ntn como gerente do ma-
terial e pessoal da Mrica. Com sorprera live por
*la que o conselho nao reconheria o direito que
en pretenda ler de renle nalo da fabrica, qae no
admittia, que de iianeira ntguma eu pretendesse
gnvernar a companhia, como tarnbrm rilo linba mais,
direilo na gerencia 1I0 que qualquer pequeo accio-
nista, e per iaae nio tinha ajaste algum a tazer co-
miga.
Entio alguna apartes apppareceram. dlxendr qne
eu nao era o primeii o que tinha Udo a lemhranca da
formacAo d'uma corpanhia para eslabelecer essa fa-
wiea, o que nao cnnleslo ; porm, tlcvo fnner ver
prirotiraqoe ludo, que em agosto de IfiJO, poca em
que fia unta viagem a essa cidade, prot>oz pela pri-
meira ver. u diversoo negociantes e capitalistas que
actualmente admiu.lrain o Banco, a orftauisiicao de
urna fabrica de lacillo, daalgodio. segu ndo a amos-
tras que aprsente! estes senhores. A resposla que
entilo live, foi que sena mais convenanle Iralar des-
le imprtanle neuocio depeis que se lalielecesse
nesta provincia o Banco, que se chava em projeclo.
Depois de ler sido informarte pelo coasellioda adirti-
ni.lracao.que os eslalulosda compauh 1 nAo Iralsvam
do logar de gerente, ful tamb-m (trWrrnado que os
eslatutoi seriam aprnsenlados .i dlscucao da assem-
bleagernl oe dia lOdocorrate, e queso a aasem-
He bastante estranho, Srs. redactores, a maneira
pela qual os membros do conselho eotendem que o
gerente creador da companhia fie um emprega lo
que elle poler escolher quando bom Ihe parecer?
na verdade julgo que esles senhores'se acham com-
complelameule em errro, pois que se ponderaren)
devotamente sobre este nssumplo. bao de conhecer
quanlo lie verdadeira a idea que Ihes teuho apre-
seiilailn, idea que ninguem poder negar qoe sendo
eo o creador dessa sociedade, indubit.ivelmenle lle-
vo ser considerado como socio dos 278 accionistas
represenlado pelo conselho de administrado, como
seria se os 300:0009 fossem fornecitlos por um ou
dous capitalistas, pois que ilandore a primeira bv-
pothese sena urna sociedade anonyma, e a secunda
seria umn sociedade collecliva ou cm cormnandila.
Por cotisequencia, sendo eu o socio creador da
companhia he justo qoe o meu lagar seja garantido
pela assembla geral, o nico juir competente que
deve julgar dos casos da minina demisso. se por aca-
so tleuasse de cumprir rom as minhas obrlgases.
A vista pois do oxpeudido, lenho a coscencia
da minha missiu ea firme resolu5ao.de enmprir re-
ligiosamenlecom os meus deveros, espero que nan-
ea darei motivo de qoeixa aos seohores membros do
-oiiselho. E>tou certo que ninguem achara mi-
Is previdencias exageradas, e que ninguem que-
rerla so adiar no caso de se expor a perder este lu-
gar que tanta!,fad i gas -me lem cuatadu depois' de
um Irabalho insano era eolher assignaluras para or-
ganisar .1 fabrica c pd-h- em bom aniaineuto, para
se ver exposto a perde-lo.
Quando o conselho da^dminislracao liver maior
con/iecimenlo de mim e da minha dedicado e vir a
rabrica em andamento, cujo resultado espero ser
feliz, elle portera' enlSo formar um mellror juizD do
que infetlnnenle nAo me lem mostrado presentemen-
te, e qualquer qae seja a vanlagem pecuniaria que
me venha a caber pelo meu Irabalho, sempre sera'
considerado como pouco a' vista da minha espinho-
sa larefa. e da obrigafao de lidar diariamente das 6
Horas da manhAa at as 6 da larde com mais de 200
pessoas inteiramentc esirauhas aoserviro e de edu-
casao mais oh, menos diflerenles.
Rogo a Vincs., senhores redactores, a bondade de
'"serir,esli Indias em n seu conceiluado Diario,
pelo que Ihes ficarei summamenle agradecido.
., ., F. M. Dupras.
Reeife 8 de agosto de 1855.
Srs. redactores.Queiram Iranscrever no sen jor-
nal ns 1 res oIBios que Ibes remello, os qoaes jnlgo
do meu dever fazer publicar.
De Vmcs., ele, ele. Jos Conratces de Albu-
guerque, agente das rendas provinciaes das Alagdas.
Hospital de caridade da cidade de Macetii.
Illm. Sr. Tendo a senhora D. Joaquina Maria
(rereira Vianna, feilo ao hosnilal de caridade de Ma-
celo, tloat-Ao de urna casa lerrea sila nesta cidade no
valor de 3:0003000 rs., na qualidade de senle pro-
curador das rendas provinciaes da provincia de Ala-
goas, e incumbido desle negocio rogo a V. S. baja
de direr-me se tem alguma duvida de, como advo-
{ado, Iralar da nsinaaro da referitla doarao. o bem
ssirn de qoaesquer quesles que cerca'della ap-
parecerem,. declaran;n-me ao-mesmo tempo qual o
honorario qae exige por semeltianle Irabalho, afim
de que eu de ludo faca sciente ao Exm. Sr. presi-
dente da mencionada provincia.
Dos guaide a V. S, Agencia das rendas provin-
ciaes das Alaaas em Pernambuco 1 de jaldo de
l&>5. Illm. Sr. Dr. Gervasio (joncalve* da Silva,
advogado nesla cidade.
Illm. Sr.Acenso a recepjio do seu oflicio de 23
do correnle, em resposla ao qual sou a tlirer, que
promplamente me incumb/das causas que-V. S. iu-
dica, sem que pelo meu Irabalho exija remuueracao
alguma, oque V. S. po4e cominunicnr ao Exm.
presidente das Alagas.
Dos guarde a V. S. Reeife 34 de julho de 1855.
Illm. sr. Joic l.oncalves de Alhaquerque, agente
procurador da provincia das Alagas.O advogado,
lenoslo tionralves da Silva.
Illm. Sr. Transmtlindo ao Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provinna das Alagas, o offlcio'qiie V.
S. riingio-me com dala de 21 de jaldo prximo fin
do, cm resposla an que eu enderecei a V. S. com da-
la de- 23 do mesmo mez, o mesmo Exm. Sr. vice-
presidente approvando a escolha que liz de V. S
para como advogado tratar do lodos os lerinos da in-
stnoacJo da doacAo que ao hospital de caridade de
Macelo fez a senhora D. Joaquina Maria Pereira
Vianna, ordenou-me que em seu nome agratleces.se
a V S. os seus boni ofilcios, "o que communico a
* 9a
Dos guarde a V. S. Agencia tas rendas provin-
ciaes das Alagas em Pernambuco 4 de agosto de
18>5. Illm. Sr. Dr. Gervasio lioncalves da Silva,
advogado nesta cidade. *
**-
'^^nu^. li" jtrubicos e rigorosa
provincia, igualmente o
Srs. redactores. Como pelo sea conceiluado
jornal n. 1.10 de 6 de jando do correnle anuo bou
vesse quem apreseiilas.se os- merecidos louvnres ao
Sr. 1.0 lente da armada ntiiioel Antonio Vital de
Oliveira, pelos seas tr.-1b.-1M1
eiposicAo da" cosa desta provin
juiro qoe o Brasil Marttimo Interpola respeito ,
e chegasse agora as nossas maos o n. 184 do Correii)
Mercantil do 3 do mer p. p., que tambero d;i noti-
cia dos mesmos (rnhalhos, e de urna maneira que
honra a seu anlor, nos apressamoi em pedir a publi-
carlo do peqneno arligo do cilado jornal.
Compre porem agora ao Sr. Vital de Oliveira nSo
desanimar, c se ao governo imperial anda nao me-
recen atlencao os referidos Irabalhos, ja pela com-
taissao a quem,foram ellessubmeltidos ha tanto tem-
po nAo dar o sea parecer, come por nutras razes
que nos fuaremos de apontar, resta ao Sr. Vital de
Uliyeira a glria nao peqnena de qae lem sido elles
tievidamente apreciados pelos entendido*, e somos
levados a cier que o governo em lempo competente
os sabern remunerar.
, Conla-nos que d! novos Irabalhos i igual naln-
reza sobre o Rio C.pibsribe. esl o Sr. Vital deOII-
vetra incombido pelo Sr. capilao do porto, querre-
mos seraoapresenlatlo. com a mesma nilidez o per-
ferao tos primeiras.
Noticias dhersa.
Snb o litlo DeacripcSo da coala do Brasil da pona
S-. Bento a Pilimb acaba de publicar em Pernam-
buco o Sr. I. lenle Manoel Antonio Vilal de
Oliveira tun intereisanle folhelo, em qne descreve
minuciosamente a coila, borras, recites, rios, ele.,
do nosso litoral, comprehendldos nol limites cima
Exportacao'.
Liverpool, brigue ingles Cynlhia, de 2A8 tone-
ladas, conduzio o seguinle :1,400 saceos com 7,000
arrobas de assucar, 862 saccas com 4,599 arrobas e
9 libras de algodfiu.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 8. .... 11:058)131
dem do dia 9 ....... 474-J569
11 5321700
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentododia 1 a 8..... 9:3759525
dem do dia 9....... 8223755
10:198:280
MOVIMENTO DO PORTO.
- Naci* entrados no dia 9.
Terra Nova37 dias. barca ingleza Meteoro, de
293 lunelailas, capitao James Boyd,qiitpagem 14,
carga baralbo < a JamesCrablree & Companhia.
Port-Nichelson88 dias, escuna ingleza Titn, de
230 toneladas, capitao A. Cooper, equipagem 11,
carga lAa e mais gneros ; a ordem. Con.luz. 2
passageirm. Veio refrescar e segu para Londres.
Do norteVapor ingler do guerra uRillcmsio, com-
mandante (.bristean.
______Naeios iuhidas na.me.sa^Mt.,
LiverpoolEscuna bamburgueza Henrii'd 4 Gus-
tavo, capilao N. Richilson, carga ossos,
demBrigue ingler Cynlhiao, capiaorSVilliara
Grebble, carga assucar e algodao. *^
Em cummissAoEscuna brasileird Lindoia, com-
maiidanle Joaquim Alves Moreira. (Sabio honlem
de tarde).
EDITAES.
fallencia. Pedo a
commercio assim
Maior.
Declaro em lempo que o o. da taberna he 139.
E mais se nSo cniliiiha em dita peticAo na qual
dei o despacho seguinle :
O cscrivAo passe mandado para ser a taberna do
supplieado fechada leudo as chaves della depositadas
no deposito geral.
Recife2dcatoslode 1855.A. V. Peretti.
E mais se nAo conlinda em dito despacito que
tlepoisdelle ten,lo-se cumprido as formalidades do
eslylo, e sendo-me os autos -onclusos dei a sente'n. a
do llieorseguinte :
AUendendo que o commercianle Manoel Jos Dias
do Caryaldo eslabelecido com taberna na ra Direita
desla cidade n. 119 abandonando o seu estabeleci-
mento aosculou-se ficandoa dever a diversas pes-
soas que Ihe vendiam gneros para o seu commercio,
declaro o mesmo Dias em eslado de fallencia e fiso
0 termo legal da existencia desta acontar Ao dia 24
de julho prximo passado dala de sua ausencia, em
observancia do arl. 806 do cdigo do commercio. E
porque o referido- Dias nio he commercianle matri-
culado e o fundo mercantil com que commerciava
bem longe de exceder tle 10 cootos, nao se eleva a
dous como he nulorio tm lugar proceder-sede con-
formidadecom o arl. 93 e seguintesdo regulameulo
n. 1.597 de r de tnain ultimo. Nomeio para carador
fiscal o credor JoAo Tavares Cordeiro que prestar o
juramento que a lei exige c para depositario o
credor Joaquim da Silva Lopes, o qual assicnar o
termo de que trata o arl. 814 do cilado cdigo e man-
do que feito istoso d principio ao inventario e ava-
lacao dos bens e gneros pertencenles ao fallido em
ordem a eflectuar-sc quanlo rutes a venda c deposilo
delles oa de seu prerjo olerem lugar as snbscquentes
dcligcncias que npporlunamente ser.1o determinadas.
seja a presente publicada na forma do eslylo.
Iecife6 de agosto de 1855 Anselmo Fr
Perelli.
E mais se nao conlinha em dita sentencia aqui co-
piado em virlude da qual o escrivo que esla subs-
creveu mandou passar edilaes que serao aflixnilos nos
lugares docoslume e publicado pela imprensa, a lim
de que edegue ao conliecimento de quem inleressar
possa noque cima fica exposlo.O porteiro do
juizo afiliara o presente nos lugares do costume.
Dado e passado nesla cidade do Reeife de Per-
nambuco ao 7 de agosto de 1855.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
1 imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo especial
do commercio desta cidatledo Rccife, provincia de
Pernambuco, por S. M. I eC. ele.
Faro saber aos que o prsenle edilal virem, que no
dia 30do correnle mez, se ha de arrematar por ven-
da, a quem mais der, depois da audiencia deslo jui-
ro, e na caa das audiencias, a sexta parte do obra-
do da ra Imperial n. 169, no valor de 666.3666, vis-
to ler sido o mesmo sobrado avaliadn em 4:0003000,
penhnrada dita parle por execucao de Antonio
Main da Silva,contra Manoel Pereira da Sjrva e sua
miilher.
E para que chegue a noticia de tolos mandei pas-
sar edilaes oue serAo publicados pelos jornaes e afli-
xatlos na praaa do commercio e casa das audien-
cias.
Dadoe passado nesla cidade do Reeife aos 9 de
agoslode 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torres Randeir escrivAo
interino o fiz escrever.
AnselmdtFrancisco Peretti.
Francisco
O Illm. Sr^inspector da tdesooraria provin-
cial de Pernambuco. em curoprimento da ordem do
lixcui. Sr. presidente da provincia de 28 do correnle
julho prximo lindo, manda fazer publico que 110
dia 30 do correnle, peranle a junta de tarruda da
mesma Ihesouraria, se ha de arrematar, a quem por
menos fizer, as obras sapplemenlares a farcr-se na
ponle subre o rio CapUtanb na estrada do Pu
d Alho avadada em I:i:8f l$822 rs.
A arremalarao ser feila ua lorma da lei provin-
cial ti. .111 de 1.5 de maio do auno lindo, c sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalarao
comparecam na sala das sessOes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
E para constar fe mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 4 de agosto de 1855.
O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciarSo.
Claiuulas especiaes para a arrejtatarao.
1.a As Jbrai supplemenlares da ponte sobre o rso
Capibaribe junio ao engenbo Camorim, erSn feilas
de conformidatle com o orcamenlo npprovado pela
dirccloria em conselho e apresenlado a approvaro
do Exm. S. presidente da provincia, na imporla'n-
cia de I2:89l822 rs.
2.a As obras da sapata geral serao principiadas no
prazo de 2 mezes, e de lindar-se no de 8 a contar da
dala da arremalarao.
5.a As mais obras serAo principiadas 2 mezes de-
pois do ser o arrematante intimado pela repartico
para esse fim, e serAo concluidas no de 6.
4.a, O pagamento sera feito em quatro prest a roes
iguaes: a l. quando vsliver prompta a mclade'das
obras da sapalti geral, a 2 a quandu estas esliverem
concluidas, a 3." quando melade tas mais obras esti-
ren! fetas, ea 4." e ultima qjando lodas as obras
esliverem concluidas. '
/ 5. Para ludo o mais que nAo estiver especifi-
cado as prsenles clausulas segiiir-se-ba o que de-
termina a le provincial 11. 286.
Conforme. O secretario, Antonio ferreira
d Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 31 tle julho ultimo manda
farer publico qoo no dia 23 dn .conente. potante a
junta da fazenda ta mesma lliesonraria se ha
de arrematar, a quem por menos fuer a conservarlo
permanente da estrada do sul, aterro dos Uog.vlo's e
Remedios, porlompode 10 mezes contados do I.
de setembro do correle auno, avallada em 5:100.
A arrematarlo ser feila ta forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anno lindo, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se proporerem a esla arremalarao,
comparecam na tala das sessOes da mesma junla* no
da acuna declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
Fi para constar se mandou afllxar o piesenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 4 de agosto de 1855. O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciaciio.
Clausulas especiaes para a arremalarao.
1. Ejecalar-se-hiio ditos Irabalhos de conformi-
dade com o orcamenlo approvado pela directora em
conselho e apresenlado 1 approvar-ao do Exm. Sr.
presidente da provincia na importancia de 5:4003.
2. O pagamento verificar-se-ha em 10 preslarOes
mensaes.
3. Melade do|pessoal ser de gente livre.f
4." Se o arrematante lem cumprido todo o anno
com as suas obrigaefles. e deixar a estrada em me-
Ihor estado que a lomara, reoebera, a titulo de gra-
tificado, maisdez por cenlo da importancia total da
arrematarlo. .
5. Para ludo o que nao se aclwr delerminado
as presentes clausula-.nem no orcamenlo seguir-se-
da o que dispo a respeito a lei provincial n. 286.
ConformeO secretario, Antonio F. d'Annun-
ctacao.
Nos diss 11, 11 e 16 do correnle eslara erujrf
ca, no passo da cmara municipal tiesta rida*, *
obra de abertura tle urna estrada nova, qae da de
Pao d'Albo condora ao largo da matriz da Varzea,
orc,ada em 3:3008000: assim como a conslrurr-ao j
aununciada, de canos de alveuaria cm algumas ruai
e estradas da Treguezia da Boa-Visla. Os
livos orcamenlos se franqueam
t. 1 n Dr J o" 2fs 1 i S? ; LCol,re ,1e "ca8' M Mh" Pregosj.ara o
Ihe delira.- E R. M.Sonto | dito cobre, 50 libras ; saceos de cmiduccao, 50 ; fia-
, mutas para navios, 10 ; papel almajo dom, 10 res-
mas ; iluo dilo ordinario, 10 ditas ; dilo de peso
bom, 5 ditas ; piassaba, 20 mullios ; i|a preUi jo
latas ; alcatrao, 2 barris ; ferro ingles de 6 e7oila-
vos, 20 arrobas ; tinleiros tle estando, ti jogos.
Secretaria da inspecsAo do arsenal de marinda de
Pernambuco cm 2 de agosto de 1855. O secretario,
Alejandre Itodhgues do* Anjos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virlude de aulori-
saejo do Exm. presidente da provincia, tem de com-
prar os objeclos seguintes:
Para o hospital regimenlal.
Brimbranco liso fino para toalhas, varas 32; cu-
bos inodoros IU ; livroem branco paulado com 300
folhas, 1 ; dilo com 500 ditas, 1.
Companhia tle artfices.
Liyro meslre com 200 folhas, 1.
Provimenlo dos armazens do almoxarifado. Oflicinas
_ de 1 .a e 2.a classe.
Ferros do capa de 2 polegadas, 12; ditos lizosde
1 l|*de polegada, 24 ; eomparos de ferro de 6 po-
legadas, 6 ; serris de vollg, 2.
3,a classe.
Carvaodepedrs, toneladas 10 ; limas chalas de
diversas polegadas, duzias 12 ; dilas meia-canna.
dem, ditas 10 ; ditas muras dem, ditas 4 ; dilas
triangulas idem, ditas 4 ; limaloes idem. ditas 4.
4." classe.
Tnncal.libras 20;|limas chalas tle diversas polega-
das, dunas i ; dilas muca dem, dita I ; dilas mcias
cannas dem, dilas 6.
5.a classe.
Fitas de laa para silh
curtidas, 200 ; meros di.
Quem os quizer vender aprsenle as suaspropnslas
em caria fechada na secretaria do conselho s 10 ho-
rasdo dia 13 do correnle mez.
Secretaria do conselhoadminislcalivo para fornc-
cimenlo do arsenal de guerra 6 tle agosto de 1855.
Jos de Brilo Ingle:, coronel presdeme.Bernar-
do Pereira da Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
REPARTICO DA VACCINA.
Previne-se s pessoas, que tem de ser vaccinadas,
ou quo devem voltar reparticAo no 7. dia de con-
formidade com o arl. 5- do regulameulo interno, e
com o art. 1- do titulo XIII das postoras mnnicipaes
que a mesma repartirlo passa a funecionar desde
boje no quartel, que foi da compsnliia fixa e ca-
vallatia, no gateo do palacio da presidencia e em
frente do mesmo palacio, sendo a entrada pelo por-
lao de ferrp do centro. ReparticAo da vsccina 30
de julho de 1855.Dr. Joaquim de Aquino Fonse-
ca, commissario vaccinador provincial.
O secretario do conselho de direccao
do Banco de Pernambuco, avisa aos se-
nhores accionistas do mesmo Banco,
que se acha autorisado o Sr. gerente a
pagar o sexto dividendo de 10x000 rs.
por accSo. Sala das sessoes do conselho
de direcrao do Banco de Pernambuco aos
ll de julho de 1855.
BANCO DE PEUNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praea da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros hego.
Os asignatarios d'acroes para a com-
. .panla de Fiaccao e tecidos de algodao,
sao convidados a comparecer no dia 10
do crrante pelas 11 horas da manh5a
na casa do Banco, ahm de Ihes serem apre-
sentados os eftattitos revistos pela respec-
tiva commissao, e appiovajlos delliniti-
vamente. Reeife 4 de agosto de 1855.
Barao de Camaragibe, presidente.
Joao Ignacio de Medeiros Reg, secreta-
rio.
therinc Augusta, fas iciente ao publico, que nSo fica
reiponiabiiisado por divida alguma que a tua Iripo-
lae,ao e pilotos lizerem.
Para Lisboa pretende seguir imp-eteriveimenle
al o dia 27 do correnle agoslo o brigue portuguez
AIMro : para carga e passagelrcs. pora o que lem
os meldores commodos, trala-se com os consignata-
rios Thosnaz de Aquino Fonseca & Filho, ou com o
capilao na pra?a. .
" LEILOES
Antonio Lniz de Oliveira Azevetlo far leilao
por interveotAo do agente Borja, por conta e risco
de qaeni perlencer, de 144 libras de cha bysson em
caiiinhas de 6 libras : sexta-feira, 10 co correnle, ns
II horas, no armazem de Joi Joaquim Pereira de
Mello, silo no caes da alfandega n. 7.
O agenle Oliveira far leilfin, por despacho do
Exm. Sr. Dr. joiz de direilo do commercio, a reque-
rmenlo dos administradores da maesa fallida de Oli-
veira limaos tS Companhia, da mobilia e movis de
escriptorio pertencenles a mesma masaa, consislndo
em guarda roupa, cadeiras usuaes, americanas e de
bataneo, sof usado, consolos com pedra inarmore,
mesa de janlar elstica, dita redonda e dita de abas,
guarda-louca, aparador, lavalorios, quarlinheirn, ar-
mario de cozinha, um quadro de cidade, meio appa-
rellio de louca, copo e garrafas, bidet, toalhas e
pannu de mesa, porta-facas. Irem de cozinha ele ; e 4
carleiras para escriptorio, 4 mochos, grade e baleflo,
estante pera papis, cadeiras, 4 venesianas, 2 teles-
copios, -l roappas, 6 livros em branco para copiar
carias, 1 mesa e 1 burra de ferro : seganda-feira, 13
do correnle, as 10 horas da manhAa, no primeiro an-
dar da casa n. 9 na ra do Vigario.
. T. de Aquino Fonseca & Filho farAo leilJo, por
inlervencJo do agenle Oliveira, de 4 pipas e 46 bar-
ris de viulio de Lisboa, os quaes serAo vendidos sem
limitacao de preco : sexta-feira, 10 do correnle, as
11 horas da manhaa em poni, no armazem do Sr.
L. A. A. Jacome, defronle da arcada da alfandega.
O agenle Borja, por ordem da administrado da
massa fallida de Ricardo Royle, far leilao de diver-
sas fazendas pertencenles a dii massa : lerra-feira,
14 do correnle, em seu armazem, na ra do Collegio
o. 15.
Uojc as 11 horas da manhaa ha veri leilao de
cbonnras, em lotes a vontade dos compradores : no
armazem de I.oiz Antonio Annes i. Pires.
Bernantino de Souza Pinto faz vw ao publico,
que o leilao de sua taberna, sita em Frri de Portas,
ra do Pilar o. 86, ficou transferido para hoje 10 do
crrente, ao meio dia em ponto, por causa de um
Iransloriio quo acontecen.
AVISOS DIVERSOS.
DECLAHAi
A.
truecan dos
lo Gamella,
s coudii'fies
rematacao.
destes trapiches
s plantas e orra^
a companhia na
"59320, o de
respec-
secretarla da
(*) No berjo da educajao.
COMPANHIA PERN
Esta empreza pretcnitV, conlr,
trapiches o armazens em
pontos de escala de seus
seguinles :
Clausulas especiaes
1." As obras para
serao feilas de con
ment; approjjdas _
importancia, o s Serinhaeu)
Gamella de rs. 1 ,:2679000.
2."_ Estas obras .lvenlo principiar no prazo de 1.5
dias e liudnrAo no de 4 mezes, ambos contados do dia
da assignalura dos ronda Ins.
3..' O pagamento deslas obras ser feito em 3pres-
lases iguaes, a 1.a, no dia da assignalora do con-
Iralti; a 2.',quando estiver feila a melade da obra ;
e a 3., quando ella estiver intciramenle conclui-
da ; tirando o arrematante responsavel durante nm
anno pela conservar e solidez tiestas obrai.
4. O arrematante prestar urna flanea idnea nes-
ta praea.
TRIBUNAL O COMMERCIO.
GSPcIa secretaria do tribunal do commercio da pro-
C'uca tic Pernambuco se faz publica a deliberaran
abaixo transen pa, tomada pelo mesmo tribunal em
sesso administrativa tle 6 de agosto correnle.
Secretaria 7 de agosto de 185.5. O secretario,
Lu: Antonio Siquetj-a.
O tribunal do commercio desta provincia de Per-
nambuco : allcndeiido que o cdigo commercial no
capitulo 2 l)as obrigacoes communs todos os
commerciantes arl. 10 eslabelece o seguinle:
'lodosos negociante- sao obrigados:
! A seguir urna ordem uniforme de con! a bui-
da le e escriptarasAo e ler os livros para esse lim
necessarios.
_3.- A conservar em boa guarda toda a escriptura-
ro, correspondencia e mais papis pertencenles ao
gyro de seu commercio, emqoantu nao prescreve-
rem as ace,oes. qne Ihes possam ser relalivas (Til. 18
do mesmo cdigo): alien leudo que o arligo 1 do dc-
reltni. 1597 du 1.- de maio Ueste auno dispe :
A juri- tieo commercial voluntaria ou contencio-
sa e administrativa comprehende a todos os com-
merciantes matriculados ou nao matriculados; leu-
do j anteriormente o aviso de 23 de Janeiro de 1852
declarado que o foro commercial he commum para
lodos os commerciantes cm gersl, urna vez que a
causase dirive tic direitos e ohrigasOes sojeilas as
disposiroes desle codigo(arl. 18 do lil. nico ): al-
leudentlo que a exhibicAn judicial dos livros de es-
criptnracAo commercial por inleiro ou de batneos
geraes de qualquer casa de commercio pede ser or-
dena la favor dos inleres-ados em queslAo de suc-
cess), coinmunhAo ou socieda.le, adminislracao ou
geslAo mercantil por conta de oulrem e em caso de
quebra, arls. 18, 814 e 818 do cdigo do commercio;
e lambem para o conliecimento de urna causa he
pennillido a requcrimento da parle ou mesmo ex-
ufliciu ordenar-so na pendencia da lida, que os li-
vros da qualquer ou de ambos os litigantes sejam
examinados na pre>enca do commercianle quem
pertencerem, e drhaiio de suas.vistas oa na de pes-
soa por elle Horneada, para delles se rveriguar e M-
Iralnr o turante a que-ln, artigo 19 do cdigo, arl..
351 ti.) regulameul" n. 737 tle 35 de novembro d
1850: considerando quo a olirigasAo de teros liiros
Diario e Copiador he commum a lodos os commer-
ciantes, capitolo 2. arl. 10 e II do cdigo: que ne
nhuma pessoa que fax prouesao habitual do com-
ineicio ou que lem elfeclivp exercicio do mesmo,
pode dispensar-se por seu proprio iiileresse e para
perfeito coiihecimenlo do seu gjro mercaniiide ter
os livros indispensaveis, e de seguir a escriptsjrarao
mercantil nos Icrma's ordenados nos arligos 14 lie
t ti com referencia acs artigos 12 e 13 do cdigo do
commercio, que manda dar plena f aos livros tos
commerciantes a favor de qcm se ordenar a exlii-
bisao, sen loapresenladosem forma legal, artigo 20
nos casos, o pela forma regulada no mesmo cdigo'
excepto porm nos casos em que, segundo o mesmo
cdigo arligo 24, nao podem prodiuir prova, porque
s posea -ser feila por instrumento publico ou parti-
cular : considerando que nos casos de quehra deve
ser qualilirada como fraudulenta a do fallido que
nao lem os livros que deve ler, ou o aprsenla trun-
cados e falsificados, artigo 802 n. 6 (sem se fazer dis-
tinecao de negociantes matriculados, ou nAo matri-
culados); e que pode ser qualillcada como culposa
quando nAo lem i escriplurai-ao nos iermos regula,
dos pelos arligus (13 e 14) artigo 801 n. 1 : consi le-
rando finalmente que a obrigarAo de ter os mencio-
nados livros e a vanlagem de atribur-se-lhe. prova
plena, nao he s para os matriculados, e nem a pro-
lecsAo qoe o cdigo liheralisa a favor do commereio
provmdesse dever, mas smenle da matricula, ie-
gundo o arligo 2 do decreto do de maio desle au-
no, lano que nAo fez meni.Ao dos arligos 23, 21 e
25 do cdigo, qoe falla dos livros: e se he proler.;Ao
lie commum, t leou pode dar sem ter os mesraos
livros, sendo que a proiccco especial aos commer-
ciantes matriculados consiste as prerogalivas esla-
belecidas (como se v do cilado artigo do mesmo de-
creto,) nos arligos 21, 22, 30, 309. 310, 825, 898 do
rodiso, 11, 15 do lil. nico do mesmo cdigo, arl.
3. S l-, 321 e 313 3- do regula menta n. 737 de
25 .te novembro de 1825 arligo 15 5 da lei de 19
de setembro de 1850 : considerando que esla inlel-
ligencia se deduz eorrenlcmenle da letra e do espi-
rito as citadas disposicOes do cdigo, o ja Cora de-
clarada anteriormente pelo tribunal do commercio
dn Rio de Janeiro por deliberas"" Je de Janeiro
de 1851, decidindo qoe as obrigacs5es impostas no
capitulo 2 do lil. 1- parle 1.a do cdigo commercial
LOTERAS da provincia.
O Illm.- Sr. thesoureiro manda fazer
pnblico, que esto expostos a venda na
thesouraria tas loteras, ra do Collegio
n. 1"), os bilhete$da3parte da primei-
Ihas, pesas 4 ; pelies de cabra" ra lotera, para edillcaco da casa ao Gjm-
LTi*.0."'^''.^-______ na8' Pernambucano, cujas roda! antlam
impreteriveltnente no dia 22 do corren te
me/.. Secretaria da thesouraria das lote-
ras, 6 de agosto de 1855.O escrivo,
Luiz Antonio Rodrigues de Almeida.
Antonio Jos de Oliveira precisa fallar ao Illm.
Sr. Carlos Francisco Soares de Brilo. procurador do
reverendo Jo3o Jos de Araujo, professor publico da
cadeira de primeiras lettras da villa da Boa-Vista ;
e como ignore a morada do mesmo senhor, pede-lhe
o favor de aniiuiiria-la ou de se dirigir rus do
Collegio, rasa n. 20, segundo andar.
Preciea-se alegar urna casa lerrea no bairro
de Santo Antonio : qoem tiver, dirija-se i ra do
Collegio n. 18, lerceiro andar.
Associacao commercial Beneficente de
Pernambuco.
A direccao da associaeAo commercial Beneflcenle
desla pra?a, de conformidatle com os arligoajtte 21,
capitulo :t dos estatutos que a rece, convela a todo
os Srs. socios para comparecerem a assembla uval
que deve ler lucar no dia 14 do correte mez, peas
11 horas da manhAa cm ponto, na sala das suas ses-
sOes. Pernambuco 9 de agoslo de 1855. O secre-
tario, Antonio Marques de Amorim. *
O bacharl A. R. de Torres Bandcira, profes-
sor snbstilulo de rhelorica c geographia ao lyceu
desta provincia, eonlina a cnsinar as referidas dis-
ciplinas, e bem assim a lingua franceza, a ingleza e
philosophia, na casa de sua residencia, na ra Nova
n, 23, segundo andar : quem se quizer utilisar de
seu presumo, poder procura-lo para esle fim das 7
horas ale as 9 da manhAa, e das II da manhAa a 1
dn tarde, e tiestas desde as 3 horas al as 6.
Arrendase orna casa lerrea com sotSo e bas-
tantes commodos, no bairro de S. Jos : qnem a
Srelender, dirija-se ;i ra do Collegio n. 10, segundo
miar.
Precisa-se de nm caixeiro para taberna, de 15
a 16 annos : na ra Direita n. 14.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos,
prefere-se que seja portuguez, quo tenha pratica de
taberna, e que d fiador a sua conducta : qoem es-
tiver nestas circumjtancias, dirija-se i ra do Codor-
niz n. 1, no Forte do .Mallos.
O abaixo assignndo faz publico, que se nAo res-
ponsabilisa por qaalquer pedido ou compra que se
fasa em seu neme, a nao ser por intermedio de pes-
soa de sua casa, e eom ordem sua por escripto ; e
porque Ihe consta que alguera ha abasado de seu
nomo e mesmo de sua assigoatura faz o presente an-
nuncio. A mesma declararao faz especialmente, a
seus col legas a quem falsamente se lem pedido livros
em seo nome.Antonio Ferreira Mailins Kibeiro.
A pessoa qae annanciou querer compar *m
ocalo de alcance, qoerendo um quasi novo e boa
qualidade, dirija-se i ra da Aurora n. 36.
Precisa-seda'tres imagens. Cinccigan; Carmo
e Santo Antonio, que neo sejam novas : quem liver,
querendo ceder, va a roa Direita, botica n. 31. |
.No sierro da Boa-Visla, esquina da ra do
Hospicio, casa amarella, segundo andar, precisa-se
alugar urna preta forra ou captiva,de boa conducta e
fiel,que cozinliebcni eengomme, para casa de pou-
ca familia. ,
LOTERA DO (.YMNASIO PJERNAM-
BLCANO.
AOS 6:000, 5:000$ E I:000k.
Ocaulelista Antonio Jos Rodrigues de So xa J-
nior avisa ao respeitavel publico, que as rodas da
terreira parle da primeira desla lotera andam im-
preleiivelmenle qnartj-fcir,22 do correnle. Todos
os seus bilheles e cintel, s sao pagos sem descont al-
gom, os quaes acham-se venda na praci da Inde-
pendencia.lojas ns. 4,13.15 e 10; roa Direil.i n. 13;
l^ravessa do Rosario n. 18 C ; alerro da Boa-Vista n.
72 A, e na ra da Prain, luja de fazendas.
- 58800 Recebe por inleiro 6:1)003000
PUBLICACA'O LITTERARIA.
Acha-se a venda o compendio de Theoria e PrBli
ea do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de Pau
a Bptista. Esla obra, alm de ama introducco
sobre as aerees e excepres em geofc Irata do pro-
cesso civel comparado com o coMercial, eonlm
a theoria sobre a applicacao da cansa julgada, e ou-
lras doutrinas laminosas: vende-se nicamente
na loja de Alanocl Jos I.eiie, na na do Quei-
mado n. 10, a rjjcada exemplar rubricado pelo
Jutor.
AVISOS MARTIMOS.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Pretende sabir com milita brevidade.
o patacho nacional CONFIANCA, por ter
parte do seu carregamento" piomptb:
para o resto da carga e escravos ii l'rete,
trata-ce com os consignatarios Novaes &
Companhia. na ra do Trapiche n. '54,
ou com o capitao na praea.
CEARV E MARANHAO.
Segu no dia 10 do correle mez o pal lia bote V-
nus, capitao e pratico Joaquim Antonio onsalves
Santos ; para o resto da carga e passageiros, tra'la-se
com Caelano Cyriaco da C. H., ao lado do Corpo
Santo n. 25.
Para o Aracaty com escala pelo Ass sabe im-
preierivelmontc no dia 20,do correnle o hiele An-
glica : para carga e passageiros lraln-'e com Anto-
nio Joaquim Scvc, ua ru.i da Cadcta do Rccife n,
40, primeira andar. v
Para o Rio de Janeiro sabe com mui-
ta brevidade, o brigue nacional SAGITA-
RIO, de primeira classe. o qual tem a
maior parte de seu carregamento promp-
to : para o restante e passageiros, trata-
se com Manoel Francisco da Silva Carn-
eo, na ra do Collegio n. 17, segundo an-
dai, ou com o capitao a bordo.
Cear.
Segu impreterivelmente para o Ccarn al o dia
18 do correnle o brigue braiileiro Feli: Destino :
quem no mesmo quizer carregar en ir de passagem!
queoflerece mais barato do que nnlro qualquer navio
por ler tle ir o dilo navio em lastro carregar na dita
prara para a do Para : a Iralar na ra da Cadeia
escriptorio do Sr. Manoel onsalves da Silva, o
com o capilao a bordo..
Companhia Brasileira de Paquetes de
Vapor.
vauor
Gitanabura
comandan-
te o I" l-
ente J. Sa-
lom, espe-
ra-se dos
porlns do
norte de 15
dn curenle
mez por
dianle e se-
guir para
os do sul no mesmo dia da sua rhrgada : recebe-se
pmsageiros eencommendas na ngenria, ra do Tra-
piche n. 40, 2 andar.
Para o Araeaty segnecom brevidade o patacho
Santa Cruz, capilAo Marcos Jos da Silva ; recebe
carga e pstatelo*: a Iralar com Caelano Ciraco da
C. M. ao lado do Corpo Santo n. 25.
G. L. How, capilao da barca americana Ca-
Bilhelcs
Meios
Quartos
Quintos
Oitavos
Decimos
29900 3:0009000
1o00 1:5009000
120 > 1:2009000
760 7.509000
640 6009000
Vigsimos 340 a :i009000
O mesmo cautelista cima declara, que s se obri-
ga a pagar os oito por cenlo do imposto geral em seos
ditos bilheles ioteiros, devendo o possuitlor receber
do Sr. Ihcsoureirt o seu competente premio.
O abaixo assignado, na qualidade de liqoidar-
l.iri.i da casa da viuva Costa & Filhos, responde ao
Sr. Francisco Santiago Ramos, que tendo S. S. cen-
ia com a mesma casa, as quaes livernm principio
em 5 de clemhro de 1828, e para terminar essas
contas S. arcilou 4 ledras a venecrem-se, a pri-
meira em 20 de Janeiro de 1838, e us mais nos annoi
seguinles, as quaes nunca pagou, e par* essa Iran-
sare.lo ler fim preciso foi qne apparecesse nesla ca>a
o infeliz Dr. I-ells Theoloiiio da Silva Gasroao, o
qual desnbrigju a S. S. de tres lettras, ficando a
quarla por nAo ler apparcido na occasiAo, porem
logo que a mesma apparecru foi aqui entregue an
correspondente do infeliz Dr (iusmao, que logo de-
pois dessa entrega livemos a desagradavel noticia
delle ler- sido'assassinado, nunca mais live noticia al-
gum^ desse negocio, e por essa razAo se achava an-
da o nome de S. S. debitado nesla casa como deve-
dor da mencionada leltra, pois que ignnrava da Iran-
saccAo feila enlre S. S. eo finado Dr. (insinu, por-
3ue nAo possuo a arle de adevinhar. "Era quanlo S.
, achar maravilhoso em ignorara sua morada, mais
maravilboso parece S. S. morar no engeiiho Tfbiri,
como me diz, e deve ler viudo a esta prasa mollas
vezes, nunca ler lempo para apparecer nesta sua
casa tratar desse moroso negocio, apezar das carias
que Ihe ero dirigidas, as quaes nao responda. Islo
he que he para admirar. Reeife 8 de agoslo de 1855.
Bento Jos da Coila.
As pe'guillas feilas no Diario de 8 e 9 do cor-
rente ao Sr. J. J. de M. nao se entender com o Sr.
Jos Joaquim de Miranda.
O baxo assignado vendo no Osario n. 182, a
assignalora de Jos Antonio Teixeira, igual nomo no
seu, por isso declara pelo prsenle, qne de boje em
dianle se assiguara por i
,' Jos Antonio Pinto Teixeira.
LITTER1TDRA.
O PANORAMA.
Os Srs. assigiantes do Panorama Icnlism a bon-
dade de mandar procurar a continiiacAo de n. 10 a
27 do correnle anno, na loja de enca'dernacno o li-
vrui, de Jos Hogueira de Souza, ra do Collegio
n. 8. '
Precisa-se de 1:5009000 eom hypolhera : na
rna de Aguas-Verdes n. 10, se dir coro quem se
(rata.
Precisa-se de unta ama para casa de
pouca familia, que saiba cozinhar, lavar
e engommar, que seja fiel e d disso*c-
encia : quem se achar nesta- circuins-
tancias, dirjale a esta tvpogiaphia.
Alberto Foster Damoti. pelr presteza pe sua
viagem para Philadelphia, nao pode despedir-so
tle lodos os seas amigos, para o que pade desculpa
desla falla InvolunUra, e offeresse o seu pequeno
preimo oaqnelle lugar.
eseji-se fallar com o Sr. Manoel AITouso Al-
ves Basaelar, a negocio de sea interesa, a bordo de
blata .Sanio Antonio Triumpho, funda*do no anco-
radooro da descarga tle carne secea.
Precisase de urna ama para cozinhtr engom-
mar : no alerro da Boa-Visla n. 26, segando andar.
"" Ni Prime,ro nJar da roa ia So1 n. 2,5, de-
rronie dn porto das canoas, aluga-se urna oicrava
para casa de amilia.
lls?ba,l'a ios da Silva, carador fiscal dainas-
sa fallida de Audrade & Ixnl, faz scienle aos credo-
rei. que lendo sido noroeaa a commissao verite-
dora dos crditos da mesma massa devem lodos en-
Iregar-lne seus ttulos quanlo antes, visto como foi
designado o da 14 do correnle para a nova reuniAo
dos mesmos credores. em qae tem de ser aprsenla-
do o parecer da mesma commissao, a qual se com-
pite dos Srs. Joao Piolo de I.emos & Filbo, Manoel
de Souza liuimarAes e Jos Rodrigues da Silva Ro-
cha ; pede o mesmo curador a todos os Srs. credores
qoeirarn comparecer nessa reaniio mi qae, ultima-
da a verificaco dos crditos, se tem de Iralar da
concrdala dos fallidos.' He as 10 horas em pesio,
em casa dn Illm. e Esm. Sr. Dr. jais de direilo es-
pecial do commercio, no paleo da Santa Cruz.
Precisa-sede urna ama preta, forra,
de bons costumes, para comprar e cozi-
nhar para urna casa de pequea familia :
na ti-avesss da Concordia n. 17, se dir'
quem precisa.
O abaiio assignado leudo no Echo o. 60 a injusta
arguicao feila ao Exm. gr. desembarudor presiden-
te do tnbuual do commercio desta fjroviaJtla-FIrmi-
no Amonio de Sooza, sobre haver cada
solicitadora quanlia de 5} rs. por uo -fies,
alm daquellas com que servein pera mal
da relat-o ; estando o rnesmo abaixo assignado
par de ludo, fazer verao publico o que
lal respeito.
Aluza-se o primeiro andar e olio na roa Im-
perial n. 33 ; a tratar na ra DrrcjtU a. 93, segundo
andar.
Quem achoo e qnizer restituir nina cabra
tbteho) loda preta, com urna cria j bstanle creaoi-
tia lambem preta, sendo as mos e p o pa-
ra baixo branco, pode dirigir-se a ra Direila
qae sera gratificado com ganerosidade.
Un mofo brasileiro, que sabe bem ler. e esere-
>er. seuiTerece para escreVenle de qualquer escrip-
torio, on mesmo um lagar qoe dependa de eseripta-
rajAo ; romo lambem para caixeiro de casas estran-
geiras, dando fiador a sua conducta : qoem de cu
presumo se quizer utilisar, annuncie por esla mtsma
ruina, que ser procurado..
A pessoa qae aDnanciori qaerer comprar om
oc.ulo de alcance, dirija-se a roa do Hospicio d. 15.
que se dir quem o lem;
Pergunla-se ao autor das perganlas feilas a J.
J. de M., publicadas no Diario de 8 do carrete, se
eslasje enlendem com o abaixo ais teiro
que foi do Sr. commendador Manoel....... ,:ves da
Silva, e boje com' escriptorio na roa da Cadeia do
Reeife n 16.Jos Joaapiira d
_ Alngs-se no Hospicio n-8, na miilatiuho de
1.5 annos de idade, bom copeiro e proprio pa a pa-
gem.
Anlonio Ferreira I.ima declara ao publico que
deixou d ser sen caixeiro desde o dia 8 do correnle
o Sr. Manuel Pereira deCarvalho.
AOS HOMEN6 BO FORO.
Declaru-se que pelo juizo de paz do 1. districtoda
freguezia do Sanlissimo Sacramento do bairro de
Santo Antonio do Recife.se decidlo qoe nenhum av-
io ou diligencia feila pelo mesmo juizo be necessario
ou exigivelsello,quer as procurarles, qu
Iro papel ou documento ; i villa do disposto oe ar-
tigo 18 di lei n. 369 do 18 de selembrede 1845.
sirri esiao as parles hesse juizo livres de semolhanle
onus, e o devem estar em lodos os mais juizos de
paz.
Joaquim Jos Dias Pereira declara, que lendo
Arremtalo em leilAo de 9 de junho p.p..toda as di-
vidas activas que deviam a Antonio da Cosa Fer-
reira Estrella, com taberna na rna da Cadeia do Re-
cite, convida a Indos os devedores do dito Estrella,
tanto da praea como do mallo, para que venham pa-
gar s no annuiiciante. oa a pesloa competente por
elle auloiisada, islo com a maior presteza possivel,
afim de evitaren) maiores despezas, pois proraette
ler loda a conlemplaeSo com os qae forem mais
promptos nos seus pagamentos, pudendo -para isso
dirigir-se ao anounciante no aterro da Boa-Vuta
n. 14.
No da 10 as 11 horas, oa sala du audiencias,
depois de finda a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha
de. arrematar um sobrado de um andar n. 2 silo pa
ra Imperial em^cno propiio. com 31 palmos de
frente, 79 de fundo e mais 252 para qointal, avallado
em 2:000}, perlencenle ao finado Antonio da Trio-
dade.
Os senhores que sao devedores de
contas de mais de anno na loja de calca-
do, praea dr. Independencia i -, ha-
jatn de ir ou mandar satisfazer leus d-
bitos no prazo de quinze dias, visto nao
ser possivel mais esperar: aliasseruo cha-
mados pelos seus proprio nome e $e usu-
ra' dos tneos legae. Recite 7 de aROito
de 1855.
Da'-se clinheiro a juros sobre penho-
res de obras de ouro e prata: na ra da
Guian. 40,
O administrador da companhia de
operarios em servieo das ras desta cida-
de, precisa de trnhalhadores para o mes-
o servieo, vencendo os forro 720 eos
aptivos (i40 reis : diriiam-sc a ra Nova
n. 44.
Sr*. Redactare*Tendo constantemente sido ca-
lumniado em minha lionra pelo peridico F.cko
cm urnas correspondencias sob a assilMlura deJu-
vencioque sio.feila, segundo he publico, pelo
llr. I.ourcnco Avelino de Albuquerque Mallo, ve-
nbqpor meio desta desaa-!o, bem como a ourcm
qnalquer, para qne declare-aa autor daquellucor-
respoiideueias ; porque quero, perante c inaei
compelenlestes, convncelo tic complel
dor, em lodo quinto conlra a minha e (em
escripto em dito peridico ; pnrquanto sou inimigu
de ter discussOes com individuos que s escreveui '
deuaiio do annimo.
Queirao Srs. redactores dar poblicidade a estas
linhas pelo que muito obrigido Iba ficarei. Barrei-
ros > do agosto de 1855.
A nitro Manad di Medeiros Furludo.
Precisa-se de urna tima que lai%, co-
zmhe e entenda de engommado, para
urna casa de pouca familia : na ra Di-
reila n. 119, loja de selleiro.
Na Cidade Nova ha urna encllente
casa, com commodos para grande ami-
lia a tratar com, Antonio Jos Gomes do?
orreio.
THEVTRO DE APOLLO,
A commissSo administrativa fax eetto aos Srs. so-
cios que us bilheles para a recita de 11 do correte
serao distribuidos nos dias 9, 10 e 11 do mesmo oa
casa do respectivo thesoureiro na rna do Apello
n. 4 A.
Precisa-se de urna ama para casa de homem
solleiro: na roa da Praia n. 12.
Agencia de passa porte e falla' corrida.
Claudino do Bago Lima despacha pasaportes para
fora e dentro do imperio e folha corrida : na rus di.
Praia n. 43.
D-se dinheiro a jaros em pequeas quanlias
sobre penhores de ouro e prata : na .ra de Aguas
Verdes n. ItrA
O Dr. Ribeiro, medico pela nniveraldade de
Cambridge, eonlina a residir na ra da Cruz do Re-
eife n. 49, 2." andar, onde pode ser procurado a
qualquer hora, e convida aos pobres para consaltas
gratis, e.menino os visita qoando as circumslancias o
eiijam, faz especialidade das molestias dos olbos e
o (nidos.
Ilenry liibson mudnu sen arnuzenuaescripto-
rio para o n. 52, ra da Cadeia dl!eci>.
Preclsa-ie de nmi ama, para casa de pooea fa-
milia, sendo forra on capliva, paga-se bem : na ra
larga do Rosario n. 46, segundo andar
O Srs. Antonio Alves Barbosa, Antonio Mar-
qneade Amorim e Franciico de Asiis Brito tem carta
J pa ra da,Florentina n. 3.
Trecisa-se de orna ama qne entenda de coxiaha
e compre : pa roa da Cruz n. 7, terteiro andar.



*,
\
OIMIQ DE PERMIBUCO SEXTA FEIRA 10 DE AGOSTO OE 1855
(fe O medica Jos da Almeida Soares de Lima S
41 Bastos, mudou lUU residenila pan a riada tt(
Croa sobrado amatello n. '21, segundo an-
4 dar. ai
** i
Preeisa-t l; Do pateo do Carino, sobrado n. 9.
GASA DE
C0JPSA& DE ESCRAVOS
NA
RA LARGDO ROSARIO.
N. >. SEGUNDO AN0AR.
Nesla cata r -ebero-*! estrave* por cumraissao pa-
09 por ronla de aeus senhores, lano
Mp> como para embarque ; alianca-se o bom
ffKncDtu e segurante dos'mesmos, nao se poupan-
esforc ara que elleg sejam rendidos coro prom-
ptidao, auto d-i qua seiis seuhor;s nao softram em-
pate com a eiida delle.s.
S DEITIST1
UI, denlistn francez, eslabele 9
| ido ua ra lama do Rosario n. 36, segiuulo #
andar, colloca denles com gen gi vas arliliciaes, f*
O e dantadura completa, ou parto delta, com a
l pressaodoar. o
0
RETRATOS.
No aterro di Boa-Vista n. 4, terceiro andar, cou-
lniua-se a tirt r retratos pelo sysloma clirystalolvpo,
com tnoila rapidez e pcrfeic&o.
O Sr. Jciquim Oetaviano da Silva tem carta
ni livraria n. te 8 depreca da Independencia.
O Dr. Sabino Olegario l'udgero* Pinho, t)
edo palacete da_ron de S.Francis-
co n.fi8 A, para o sobrado de dous anda
i Sanio Amaro, (muudo novo.)
Regiment de (listas.
regiment das ctistas judi-
com os avisos que o alte-
ntram: vende-se a -500 res, na liviana
n. (i e 8 da Mar da Independencia.
EDUCAA'O DAS FILHAS.
Enlre as <:, do grande Fenelon, arcebispo do
Cambras,. merece mu particular mencac otratado
da educaran das meninasno igual este virtuoso
prelado ensina como as mais dovem educir suas fi-
Ihas, para om (lia ebegarem a decapar o sublime
lugar de mi de familia ; (orna-se por tanto urna
necessiilade par lodas ,is pesoas que desejam sui-
a-las no verdaileiroraminho da vida. sl;i a rfe-
riile, obra Iraduiida em porlugonz, e vende-se na
livraria da p Independencia n. 6 e 8, pelo
diminalo prefo de 800 rs.
-Aliga-se na Capono, estrada do sitio do Sr.
I)obourcq,ua sitio pequeo com muilo boa casa,ter-
rea par mar; da : a tratar mi ma da Cruz n. 'Mi,
primeiro andar; conveniente par;i algoma pessoa es-
Irangeira.
AULA DE LATIM.
dre Vicente Ferrw de Albuquer-
dou a sua aula para a ra do Han-
, onde continua a receber alum-
exterhos deiide ja' por mo-
) como he publico: quera se
<1UI/ de seu pequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
isa a' qualqer hora dos dias uteis.
FUNDIDO.
;lo de Jos Bapijsla Braga, na ra Nova
" 38> "la a qualidade de obra de brunze
mo faz-se qualqer obra tendente a
laioeiro e funileiro con) toda a perfeirao e prero
comraodo.
>: s 3 ae
s j. jane, rentista, s
#>"* a residir na ra Nova n. 19, primei- m
, & r0 andar. 2
## OttisS
O SOCIALISMO
Pala (esteral librea a Lima,
lbase veada na loja de livros dos Srs.Ricar-
ilas & C, est|uina Ha roa de Collegio, e
aulor, pateo do Collegio, rasa amarella,
cadernedo de ledas as formas, por
', segundo a gasto dos cmpra-
lo esta quasi engolada, epoucose*-
. Esta abra, en qne se acha traca-
> da a marcha do genero humano desde o primeiro
i nossos dias, perlence a todas as clas.es
de, e be, por assim diz.'r-se, o evangelho
ocial, por ae aella estao consignados lodos os foros
As suas doulrinns estilo, porlanto,
fio '.odasas inielligencias.
CONSULTORIO DOS POBRES
SO WLVA NOVA 1 M9AA 50.
Dr. P. A. Lobo Moscnzo da consullas boineopalhicas lodos os dias aos pobres, desde 9 horas da
inauba: leo meio dia, e em casos extraordinarios a qualqer hora do dia ou uoite.
ee-se igualmente para pralicar qualqer operaban de cirurgia, e acudir promptamente a qual-
qer mulher que esleja mal de parto, e cujascircumstsucias nao permitan) pagar ao medico.
so mmsm do dr. f. a. lobo hosijozo,
50 RA NOVA 50
VEND-SE O SEGUDJTE:
Manual completo de meddicina homeopathica do Dr. G. H. Jahr, traduzido em por
luguez pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous e acompanhadn de
uin diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 20301
Esla obra, a mais importante de todas asquetratam do eslndo e praticada homeopalhia, por ser i nica
conlem a base fondamenlal d'esla doulrina"A PATHOGENESIA OU EFFE1TOS DOSMEDICA-
que c
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAUDE-conhecimenlo. que nao podem dispensar spese
soas que se querem dedieac a pralica da verdadeira medicina, inleressa a todos os mediros que qoizerem
eipenmenUr a doulrina de Hahnemann, e por si meamos se convencerem da verdade d'ella: a todo
fazendelrosesenhores de engenho que estaolongedos recursosdos mdicos: a lodosos capitaesde navio
que urna os nutra vez nao podem deixar de acudir a qualqer incommodo sen ou de seus Iripulanles
a todos os pais de familia que por circnmslancias, que nam sempre podem ser prevenidas, sao lobrig'a-
dos a presUr in eontinenli os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou tradcelo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra lambem uUl as pessoas que se dedicam ao esludo da homeopalhia, um volu-
nte grande, acompanbado do diccionario dos termos de medicina......
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. 'ooo
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nSo se pode dar om passo seguro na nratira da
homeopalhia, e o proprietario dcste estahelecimento se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
ninguem duvida boje da grande superioridade dos seus medicamenlos.
Bolicas a li tubos grandes..............j snhwi
Boticas de 24 medicamenlos em glbulos, a 10, 12> e 15000 rs. ^^
Dilas 36 ditos a ..... .,,,.,,
Ditas 48 dito, ;:. : :: : ........ sss
SIS:: tu S- a............::;:;: tS
Ditas 144 ditos a.................. sSOO
Tubos avnlsos...................... iSSm
Frascos de meia onca de lindura.................. .,X/uhi
Ditos de verdadeira lindura a rnica................" 30
Na mesma casa ha sempre i venda grande numero de Inbos de crysia d'e diversos lafluahoa,
viaros para medicamenlos, e aprompla-se qualqer encommenda de medicamenlos com toda a brevida-
de e por precos moilo commodos.
TRTAMENTO HOMOPATHICO.
Preserva tico e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
ou ms ruccSo ao povo para se poder curar desta enfermidade, administrando^TTm" mais ellicaze.
?','toc nr"3"19 "COrre a4 medC' U meSm Para CUra-U "'"Pendente tster'os'lugarel
TRADUZIDO EM PORTUf.UEZ PELO DR. P. A. LORO MOSCOZO
,, ..i5]^' I"' op"Scu,10! conlem as indicares mais claras e precisas, so pela sua simples e concisaei nnsi-
c?nZLT '" dB ""L" 3S ,D,ell"'enc!as1' oao 0 Pel XESUZSZSZSUr 'emdaJO-mi"S ** aullados em toda aV.rteTnTq'.'le
ve, .nrm^d.rX'lhsT7oSHo '^^tt^S?' ^ htftr-
la, para de.l'arte facili.ar a sualeilura quem ignore o franc?, "Paulos em l.ngua vernac-
Vende-se. unicamenle no ConsulloriOdo Iraduclor, roa Nova n. 52,
ao ale
idad^^H
sabao
)0a300j
ex ca
liego
anda
a-escrava crioula. de 17 aunos d
diario de urna casav lava de
) (em vicios; adiantando-se
Mconlado no alaguel, levan-
e premio do dinheiro, o qoa| nao
cento: quera quizer fa->er este
a ra da Asiumpro n. 3ti l."
MAsSA ADAMANTINA.
Rna de Rosario n. 36, segundo andar, Paolo Gai-
i-iioux, denlisla francs, ebumba os denles com a
masa adamantina. Essa nova maiavilbosr eoan-
lagcm de encher sem pressflo dolo-
racluosiddes do dente, adquiriudo
era poat HMn solidez igual a da podra
t^ra.^^^^^BI restaurar os denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primiiiv;.
Boga-sc ao Sr. M. J. S. M. queira dirigir-s
ra da matriz da Boa-Vista n. 20. alim de concl
Joia
ciali
pi'im
lida
O abaix assrgnados, don'os d loja de ourives na
ruado Cabo a. 11, confronte ao paleo da matriz e
m" N n publico que reesberam de novo ri-
e milito bons goslo-s e com espe-
de7e6 1|:.! palmos de com-
loam a responsabilisar-se pela qua-
Strafim &. >rmo.
i alogar orna ama foira ou captiva,
qua :n, para urna casa de familia :
i. 48.
Eatn a sabir a luz no Rio de Janeiro o
ORIO DO MEDICO
HDMEPPATHA.
IDO Dli RUOFF E ROEN-
NINGtAUSEN E ODTROS,
poslo em ordem alphabelioa, com a descripeo
abreviada da todas as molesliu, a indicacao phvs'io-
logica e iherateolica de lodos os medicamenlos lio-
ineopilhicos, seo lempo de acrito e concordancia,
seguido d ui Jrioda siiinilicac^o de lodos
o termos ina e cirurgia, e poslo ao alcance
daa pessoas do povo, pelo
m. A. J. DE MELLO HORAES.
Subscrevo-sti para esta obra no consullorio horneo,
co do Dr. LOBO MOSC0ZI3, ra Nova n. 50-
prirnelro aodoi, por 5t000 em brochura, a 68000
encadernado.
Pretende-se tomar a premie a quanlla de 800$
rs., nao excedendo o premio a un por rento ao mez.
hypoleeaiulo-s<' para isso ums casa terrea no bairro
i Boa-Vista, iao se duvidando pagar o premio lo-
dos o ratxes: i quem ennvier esle nemeib procure
mi ajja largad) Rosario n..18.
Noos livrosde horeeopalhi.i mefrancez, obra
todas do summa imporlancia:
Halaemann, tratad? das molelis chronicas, 4 vo-
lumes............ 109000
.T*8**! Tolesliiis dos meninos .... 68000
Bering, bomenpaiia domestica...... 7&000
'JrmacnpiihonseoBalhica.. 68000
168000
68000
taJOOO
16*000
10800o
88000
78000
68000
4000
108000
inacnpa horr.eopalbiea
ovo manual, 4 vulumes.....
Jahr, molestia nervosas. .
Jfhr, molestias da pello. .....'.
R.ipon.histori da bomjopathia, .1 volumes
Jlarthroann, (raudo completo dai molestias
dos meninos........
A Teste, materia medir bomeoiath'ica'. '.
Di) Pajolle, diulrina medica homeopathica
Clnica de Stanneli .......
Ciistin^, verdide da hooieopaliii. '. ',
Diccionario dt Nvslen.....,
Attlas romptelo de arialomia com bellas' es-
lampas coterida, coVUoiido a desenpeao
de lodas as parles do corpo In. mauo
308000
v )dem-se wdus estes tlvrosoo consultorio homeona-
lliico do Dr. i.obo Moscoso, ful Nova n. 50 pri-
meiro audar. K
PUBLICACA O CORWRAPIHCA.
Esta' a'eAnn livratia (;lasican. 2,
no pateo do ColfegSi?a obra .'ntitulada
Breve Noticia Coropapl ca do Imperio
de Brasil.escripttem 185 i; e ro-
aos Si*, asignantes que lenliam a bon-
dadedemandiU' buscar o seus exempla-
re, no armazem de leloet da i na do Col-
egio n. 15-
.'IJBLICAAO" DO .INSTITUTO HO *
MEOPATIHCO DO BRASIL. 1
THESOURO HOMOPATHICO
OU (0i
VADE-MECUM DO @
HOMEOPATHA. $\
\ Metkoio concito, claro e teguro dt cu- t
l rar homeopathicamenle laclas oj molestia.' 2S
que affligem a especie humana, e part- !
cularmente auuellat que relnam no Dra- (A
til, redigido seaundo os melhores trata- X?
dos de homeopalhia,' tanto europeos romo (rv
americanos, e segundo a propria experi- j
eucia, pelo Dr. Sabino Olegario l.udgera )W
Pinhu. Esla obra he boje recouhecida co- (Jj
no a raelhor de lodas que tralam daappli-
PtatSo homeopathica no curativo das mo- sB
leslias. Os curiosos, principalmente, nilo $
podam dar um passo seguro sem possui-la c fjL
consulta-la. Os pais de familias, os senbo- *
fgk res_ de cogenlio, sacerdolcs, viajantes, ca- *,
j. pitaes de navios, sertauejos etc. etc., devem 5
9 te-la m3o para occorrer promplamente a &
qualqer raso de molestia. /k
Doos volumes em brochura por 108000 ^"
encadernados 118000 tk
Vende-se nicamente em casa do aulor, 2*
ra de Santo Amaro n. 6. (Mundo No- w
& vo). ft
asso@--@sso
LOTERA DO CYMNASIO PERNAM-
BUCANO.
AOS ri:000$, 3:OOO(E:00Oi.
() caulelisla da casa da Fama Antonio da Silva
Guimares avisa ao publico, que eslo a venda os
seus afortunados bilheles e cautelas da (erecira par-
le da primeira lotera do Gymnasio, a qual corre no i batidas
dia 22 do eorreute, os quaes sao vendidos nasseguin-
fes casas : sierro da Boa-Vista ni. 48 e 68 ; ra do
Sol n. 71 A ; ra latea do Rosario n. 26 ; praca da
Independencia ns. 14 e 16 ; ra do Collegio n. 9-
ra do Ranee! n. 54, e ra do Pilar n. 90.
por 29000 rs.
7, COIPRA-SE
oda a qualidade de metal velho, menos ferro : na
\l,amr~ ",' A rfr?'? da igreJa da ConceicSo dos
Militares, loja de funileiro.
rn7d:0rm?r", P,r'lf!,bra5i'e'r* e hespanbola : na
ra da Cadea do Recife n. 54.
nM.??JV""*> ?"" prtl* de bo"il;i r,ora e "">V
quoseja boa costurera e engommadeirn ; pa-se
re m"7. ",roadoT"P^'e 14, pnmei-
rfC7T1,C!mpran?"0 8c0e8 de Beheribe e litlos da
divida provincial: na ra larga do Rosario n. 36,
segundo andar.
. ,Compram-se obras deouro e pi'ata
ja usadas: na na da Guia n. 40, desde
as 7 horas at as 10 da manhaa. todos os
das.
Compra-se um a.lerero de ouro usado, porm
moderno : na ra da Guia n. 64, primeiro andar.
VENDAS."
Vende-se cera de carnauba em arrobas e as li-
bras ; na rna do Hospicio n. 15.
Barato admira
vel.
Chales iinissimos de merino de todas as cores a
58200. ditos ile pura lia com lindas rumagens a
68500) ditos do ganga bordados a 25700, (tilos de al-
godao e dilos de tarlalana a 18000. lencos de cassa e
seda a 18400. cortes de vestidos de babados de mo-
dernos goslos a 48000, ditos de cas
na faxenda, padroes decajnbraias francaas!, a 28200,
leos de pura seda com franjas, o melhor possivel,
a 800 rs., ruine ira. de lindos goslos a 25.K)t), e nu-
tras muitss fazendas que se vendem por menos do
que em outra qualqer parte : ua ra do.Queima-
do n. 33 A.
Relogios de ouro e prata sabouetes
patente inglez: no armazem de James
Halliday, ra da Cruz n. 2.
Vendem-se 3 escravas mocas de bonitas figu-
ras, e 1 rooleque que cozinba bem o diario de urna
casa : na ra Direila n. 3.
No Hospicio n. 8, vende-se nma muala boa
lavadeira, engommadeira e enzinheira.
Vende-se um grande sitio na estrada de Santo
Amaro para Belem, com casa de pedra e cal, gran-
de bnixa para plantaco ou capim, e pasto para 12
vaccas de leile. e dilTerentes arvorodos de frnclo : os
pretenden I es dirija m-se a casa junio ao si lio do Sr.
major Nascimcnto, que aclmro com quem tratar.
^> Vende-s um bom carro
Q^~&tr novo que serve para 1 ou 2
*i*i^Z cavallos, por mdico preco:
na ra doAragao, casa de pintor n. 37,
ou na ra da Cruz do Recife, no arma-
zem de fazendas r>. 27.
Vendem-se 5 escravas crioulas, sendo 1 com 2
crias molatinhas, 1 de 2 aunes e oulra de 2 mezes, 1
neitrinha de 6 annos, 2 de 18 annns com hnbilidade
c 1 dita de 30 annos, ptima cozinbeira, eiiomma-
deira e lavadeira, lano de sabao como de barella :
ua roa de Moras n. 60.
Vende-se um excellente violto
Queimado, loja a. 14.
do
qua
do:
de idade, rom
dirija-se ra
Bilheles
Meios
guarios
itavos
Decimos
Vigsimos
58800
aieoo
10440
720
600
320
Recebe por inteiro
coro descont
Si

a
a
boom
2:7608
1:380
6908
5528
2768
bilheles
O caulelisla cima declara, que os saus
inleiros em originaes nflo soffrem o descont de'oito
por ceto do imposto geral, e sim as suas cautelas.
-_ concluir
o negocio que uao ignora, do contrario leri de v.,
seu nome por extenso nesla fflha,
->Precisa-e de urna ama para cozinhar em casa
de pouca familia, e que seja de boa conduela a Ira
tur na ra da Cadeia do ltecife n. (.">.
PERGUJWA-SE AO SR. J. J. de M.
lembrado de um trato ase fe/ em i,.
com um sen eredor dsTnZ
dar em pagamento a quera Sale d*
ua safra e assim todos os nr.nos al real embolso
2.o ,eja den principio a moagem, porque sendo
de costanie ler principio em outubro estamos em
jolho (10-metns) o.nda nao appareceu dilo assucar.
i. Somoet. so as Ires parles da safra, que em sua
imasinarao Ihe pareccu perlcncer-lhe, deixando a
que tinlia destinado psra pagamento do eredor
4. Se como nao declarasse o anno.se por ventura
he o de o,> para 56.
5. Finalmente se acha que faz favor pagar a
qnem deve, ese o seu eredor he que ll.e deve pres-
tar homenagem, a se .cha que o lempo he pouco
para sua cacuada, nao se lembrando que juros nao
he pai de ninguem. Esla pergunla faz o
Admirador.
George Palchell, curador fiscal da massa falli-
da de Leopoldo da Silva Queiroz, faz sciente aos ere-
dores do raesmo, que o Kxm. Sr. juiz especial do
commercio designoo o dia 10 do eorrenle para se
proceder a nomearao dos administradores, na casa
de sua residencia, as 10 horas do.dia, e para este lim
devem os mesmos credores comparecer.
No sitio de Heory Gibson, na Poute de Ucha.
precisa-se de trabajadores de enxada, sendo bons
paga-se 800 r. por dia.
Precisa-se de urna ama que saiba bem engom-
mar e cozinhar, para o servio de portas a dentro de
urna casa de pooca familia : na rna das Cruzes n.
28, segundo andar.
* LOTERA DO (iYMNASIO PER-
NAMBUCANO.
Aos0:0006000, 3:000j000. e l:000,s000.<
Corre iodnbiliivelmenloaquarla-rcira, 22 de agosto.
O caulelisla Salusliano de Aquiuo f erreira avisa
ao respcitavel publico, que os seus bilhetes e caute-
las da lerceira parte da primeira lotera do Gvnina-
io nao soren o descomo de oilo'por ceulo di im-
polo geral: e acham se a veuda uas tojas seguinlcs:
rus da Cadeia do Recite ns. 24, 38 e 45 : na praca
da Independeacid ns. 37 e 39; ra Nova ns. 4 e 16;
ra do Queimado ns. 39 e 44 ; rna eslreita do Ro-
sarion. 17 ; no aterro da Boa-Visla o. 74, e na pra-
Ca da Boa-Visla n. 7.
Bilheles
Meios
Quartos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
O referido caulelisla declara que se obriga apenas
o pagar os 8 por cento da lei, sobre os seus bilheles,
veudidos em originaes, indo o possoidor receber o
competente premio que nelle sahir.uarua do Collegio
n. l, escriptorio do Sr. (hesoureiio Francisco An-
tonio de Oliteira. Peruambuco 8 de agosto de 1855.
Salusliano de equino ftrrein.
Ao publico,
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Antonio de
souza, que ha dous annos andou nesla praca, oo
com algum prenle do mesmo, a negocio de mteres-
e: alraz da matriz da Boa Vista n 13.
58800 Recebe por inteiro 6:0008
28900 18500 a o 3:0008 1:5008
18200 a a 1:200j
760 o 7508
640 u a 6008
310 a o 3008
COMPRAS.
r->
CASA DE COMMISSA0 DE ESCRA-
JOS i\A RA DO LIVRAMEiMO
MHEIIOI
CompranM.5 eicravos efTedivamenta de 12 a Vi
asmos, sendo boas figuras paga-se melhor do que
ri oo ra qualqer parle, embora nao tenham ha-
-Hidades; lanibera se reeebem para vender de com-
missao. *
Vende-se urna parda de 40 annos, mais ou me-
nos, que cozmha perfeilamente, faz doces de quali-
d'des e engomma : na ra Direjta n. 25.
Vendem-se duas bonilas escravas, de 20 a 22
annos, com algumas'habilidades : na ra Direila
o. lio.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
ra do Brum logo na entrada, e dei'ron
te do Arsenal de Marinha ha' sempre
um grande sortimento de taichaj tanto
abrica nacional, como estrangeira,
fundidas, grandes, pequeras,
razas, e fundas ; e em ambos os log
xistem quindastes, para carregar
noas, ou carros livres de. despeza. Os
precos sao' os mais cosnmodos.
Vende-se 1 escrava crioula com urna filha de
10 annos, 2 escravos moros e proprios para engenho,
e 1 idoso carreir: a tratar com Marcelino Jos Lo-
pes, na ra da Alegria.
Quarlos.
Vendem-se quarlos e alguns burros, por preco
commodo : ao pe da ponte da Boa-Visla.
Na ra da Madre de Dos n. 36, secundo an-
dar, vende se unja escrava crioula, com urna cria de
dous mezes, pooHanais ou menos.
-"Na ma cmtruzes n. 29, vende-se iun-
eB para empalhar toda a qualidade de
obras, pelo preco de 120, 2iO*e 280 rs.,
e do mais superior a 20 rs. a libra: na
mesma loja vende-se palhinba ja' prepa-
rada a 2$500 e 5.?000 rs. a libra. .
Vende-se urna escrava erioula, mo-
ca, que cozinba, cose e engomma; pea-
da de 7 para 8 mezes, ecom urna cria de
annoe nove mezes bastante gorda : a tra-
tan na rita Direita n. 30, primeiro andar.
Vendem-se dous pianos fortes de
Jacaranda', construcciio vertical, e com
todos os mellioramento} mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de Ham-
burgo: na ra da Cadeia, armazem n.
21.
PECHIMIIA E MAIS PEfJHMA.
NA RA NOVA N. 8, LOJA DE
Jos Joaquina Moreira.
Acaba de receber pelo bltimo navio francez, nm
magnifico sortimento de burzeguins para senhora,
lodos de duraque, mas que pela delicadeza com que
dao feilos e consistencia da obrf, muilo devem agra-
dar ; accrescendo al dislo o prec.0, que apenas he
de 28400 rs. o par, bem como, sapatos de r.ouro de
luslre para senhora a 18600. dilos de cordavao mui-
lo novos a 15000 res, pagos na occasiao da eu-
,rega.
ende-se
'ar^i^Rej^
" looio I.uiz de Olivi
Farello em saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 2^300.
Tijollos de marmore a
520.
Vinho Bordeaux em
garrafes a 12^000.
JN o armazem de Tasso
rmos.
NA ROA IVA B. 22
harelogios de ouro patente inglez do melhor fa-
bricante de Liverpool, por preco muilo em conla ;
lambem ha muilo bous oculos de lodas as numera-
eoes, os quaes sao de ajo.
Vende-so ou troca-se um prelo de meia idade
por urna prela da mesma idade ; o preto he robusto,
a n vista da pessoa se dir o motivo : na ra da Ca-
deia de Santo Antonio n. 18.
Vende se urna parda mor;a com urna cria de
om rnez e meio, e tem habilidades ; no aterro da
Boa-Vista n. 9, segundo andar.
Vende-se nm sellim inglez em hora estado; na
cocheira da rna da Florentina.
, "7 Vende-se umn boa casa, sita a ra da Roda,
lendo 2 salas, 3 quartos, cozmha fura, quiulal,| ca-
cimba eporUlo : quem a pretender, dirija-se i rus
dos Marlynos, taberna n. 36.
Vende-se um prelo escravo, ji
oflicio de sapaleiro : quem precisar,
das Crnzes n. 29.
Vende-se vinho de Bordeaux em garrafa, por
preco commodo : ua ra do Trapiche n. 12, primei-
ro andar.
Na ruadas Cruzes n. 22, vende-se urna bonita
crioula de 25 annos de idade, que engnmma, cose
chao, cozinha e lava ; orna nesrinha de 14 annos de
idade, propria para ser educada, e urna escrava de
35 annos de idade, qne lambem engomma. cozinha
e lava, assim como oulra dita muilo posanle de 40
annos deldade, que cozinha, lava de sabao e vende
na ra.
CARNAUBA.
Vendem-se saceos com carnauba do Aracalv : na
ra Nova n. 20, loja.
A 18600 rs.
Vendem-se saceos com farinha de mandioca pelo
barato proco de 18600 rs. o sseco : na roa Nova n,
20, loja.
Vende-se um negro moco, bonita fi-
gura, o qual sabe I>otar canoa : no largo
do Pilar em Fra de Portas, casa do Sr.
Jos Bernardo de Souza.
Antigo deposito de pahno de algo-
godo da fabrica de Todos os
Santos na Babia.
Novaes & Companhia, na ra do
gg Trapicbe n. 34, continuara a veh-
der panno de algodao desta fabrica,
| trancado, proprio para saceos e
% roupa de escravos.
Vende-se na ra
DO CRESPO, LOJaN. 19, LINDOS
corles de riscados francezes de qusdrgs par vesti-
do, por preco commodo ; dao-se as amostras com
penhor.
Vende-se cognac da melhor qualidade:
da Cruz n. 10.
Vendem-se no arntnzem n. 60, da ra da Ca-
deiado^Recife. de lley Gibson, os mais superio-
res reloowov fabricis
mdicos. %k />
Vende-*! I' lente lahoado de pinho, recen-
i em Inglaterra, por precos
teniente che
trapiche do
ador do met
Superio
Acaba de rhegj
pequea porcao d
bras para cima, ni
Oliveira Azevedo
America : na ra de Apollo
a enle-iider-sc com oadminis
Ua preta da Babia
aarnpeira Mcra'fio, urna
se vende de cinco li-
de Antonio Luiz de
z n. t.
:t da HOTO
e d^res.
reto, azu
daCcnzn. 1 : escriptorio de A n-
iveira Azevedo.
Colla milito superior.
Na rija da Cruz n. 1 : escriptorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo.
Annuhcio importante.
Vende-se por muilo commodo preco, lano em
porcao como a relalho, pomada, setroz, penles de
alisar, caixas de rhifre para tabaco de d, lnhas de
miada, trancas e requifes, ludo prximamente che-
gado do Porto : na afamada loja de miudezas de
Francisco Alves de Pinho, em frente do Livramenlo.
Na loja de miudezas em frente do Livra-
mento, bem conhecida por loja dos
' Tercos
acaba de che&ir a esie eslahelccimenlo, alm de ou-
Iras miudezas. um peqneuo sortimento de terfos en-
grasados em rame, e vende-se a 100, 160, 200 e 240
rs. cada um ; a.lverlc-se que estes tercos sao os re-
commendados pelos missionarios pela commodidade
e facilidade em resar-se por ser so 5 misterios. Igual-
mente tem vernicas, cruzes, resistes e aiguns cru-
cifixosde dilTerentes vultos, ludo proprio para povo
chrisiao, e por commodo preco.
Sal do Ass
Vende-se sal do Assu' de muilo superior qualida-
de e muilo barato para acabar o reslo ; a bordo do
burile Feliz Drstmo. a tr.ilar no escriptorio do Sr.
.Manoel (Joncalvcs da Silva, ou a bordo com o ca-
pitao.
a vm RS.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente
ebegada, assim como potassa da Russia
verdadeira: na prac_a do Corpo Santo
n. 11. ,
, A;.98O0O E 108000 A PECA.
\cndem-se pecas de brim fino e hambnrgo su-
perior, que se issemellia ao bom panno de lnho,
pelo diminulo pre?o de 98 e 108 a peca de 20 va-
las : na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50; de-
froute da ra da Madre de Dos.
Capas de burracba a 12,s00().
Quem deixar de se muir de urna excedente ca-
pa de burracba, pelo diminulo prco de 128? a el-
las, qne se eslao acabando: na ra da Cadeia do Re-
cife, loja n. 50, defronle da rna da Madre de Dos.
Pianos.
JoSo P. Vogeley avisa ao rcspeitavel putlico, que
em sua casa, na ra Nova n. 41, primeiro andar,
acha-M um sortimento de pianos de Jacaranda emog-
no, os melhores que tem at agera apparecido no
mercado, lano pola sua conslrucc,5o, de armario e
liorisonial, dos melhores autores de Londres e de
Hambnrgo, os quaes vedde por preco razonvtl. Ven-
de-se um jimio usado, em bom estado, por preco
commodo. O annuncianle contina a afinare con-
certar pianos com perfeir.lo.
Novo sortimcnlo de fazendas
baratas.
Alm das fazendas j aununciadas, e outras mui-
las, que a dinheiro a vista se vendem em porcao e a
relalho, por baralissimo prero, ha novas chitas de
cores (has a 160, 180 e 200 rs.'o covado, ditas para
coberla, bonitos padres, a 220, dilas largas de cores
claras imitando cassa a 210, riscados francezes largos
de quadros modernos a 260, corles de cambraia de
salpicos com 6 1|2 varas por 28560, penno de linho
muilo fino para lencos com mais de 2 varas de lar-
gura, pelo baralissimo preco de 24O0 a vara, novos
brins de linho de qoadrihus para palitos, calcas e
jaquelas a 220 e240 o covado, corles de casemiras de
cores a 48. brins de cores para calcas a 18 a vara :
na ra da Cadeia do Recife. loja n. .50, detronle da
ra da Madre de Dos, a qual se achasoffnvelmenle
sorlida de boas fazendas, cujas qualidadea n commo-
dos precos se garanlem e dao-sn amostras.
Vende-se por muilo menos do culo oo aluga-
se urna rasa moderna na Tone a beira do rio, com
todas as commodldades para familia, cocheira, estrv
baria equarlo para feilor
n. 10.
TEMOS PARA MTABETE.
Vendra-se ricas caixinlias cointentos,
para voltarete: na ma da Cruz n. 26,
primeiro andar.
na roa
Vende-se cbampagne de superior
ualiJade em caixas, por preijo commo-
naiua da Cruz n. 26. primeiro an-
dar.
Vende-se Kirdi e Absyntbe, por pre-
co commodo: na ra da Cruz n. 26, pri-
meiro andar.
Vende-se na nm da Cruz n. 49, o seguin-
te, a precos commodos :
Cera de carnauba do Aracaty.
Cemento romano em barricas de 12 ar-
robas.
Vendem-se no armazem de Rpstron
Rooker &C, ra do Trapiche n. 47, su-
j>eriores relogios de ouro patente inglez,
dente dos melhores abricantes de Lon-
dres, por precos mui mdicos.
Vendem-se em casa de F'ox Brothers, aa ra da
Cadeia do Recite n. 62, relogios de ouro, cnegados
honlem pelo vapor inglez, de. om dos melhores fa-
bricantes de Londres.
A boa fama
Vendem-se muilo bonitos chapeos de sol de seda
pequeos e com nulas proprios para meninas de es-
cola, pelo baralissimo preco de 38000 rs. ; he consa
13o galante que quem ir nao deixar de comprar :
na ra do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
n.33.
DINHIIBO
nao se engeita.
NA RA DO QUEIMADO N. 40.
Henriqne & Sanios acabam de arrematar em lei-
lio grande porcjlo de fazendas de seda, laa, linho e
algodao, equerendo acabar, avisam ao publico, que
se vendem por diminuto prero as fazendas seguin-
les, bem cemo outras mullas, e dao se as amostras
com penhor.
Cortes de cambraia de seda de babados, a
Cortes de de quadros, a
Sedas de quadros e lislrs, covado a
Adelinas de seda de quadros, covado a
Alpacas de seda de quadros, covado a
Selim prelo Maro liso, covado a
Sarja prela lavrada, covado a
Saria prela lisa encorpada, covado a
Tutela azul claro mofado, covado a
Chales prelos'de reros, a
Chales de seda de ror grandes, a
Manas de seda para senhora, a
Lencos de seda de cor, grandes a
Lencos de seda de cor pequeos, a
Lencos de seda de cor para grvalas, I
Corles de cuteles de seda com barra, a
Chales de merino bordados a seda, a
Chales de merino com franja de seda, a
Chales de 1,1a de cores, a
Cortes de casemira prela fina, a
Corles de casemiras de cor linas, a
Corles de rolletes de laa, a
Panno prelo fino, a
Ourelo prelo para panno, covado a
Panno de varias cores fino; covado a
Merino prctodecordao entestado, covado a
Alpaca prela de luslre fina, covado a
Brim liso de puro linho, pera a
Aberturas finas de cor para camisas, a
Cortes de foleles da fnstao finos, a
Csssas francezas de cores linas, vara a
Ganga amarella de quadros e lisa, covado a
Chitas francezas Urcas, covado a
Riscados francezes muilo largos, covado a
Lencos pequeos de cassa finos, a
Ricos vestidos de seda de quadros, corlea
Vestidos de seda com loque de mofo, corle
Nobreza furia-cores para veslidos, covado
78000
48600
900
800
600
28600
28000
18300
360
98000
85 55000
18500
800
720
2&000
9;500
58500
48500
48500
||0M
800
28500
,39000
48000
640
500
88000
700
600
600
240
260
220
300
1480110
125000
18400
com loque de mofo, covado 18100
Lencos de selim prelo macao a 18200
Pulceiras de velludo prelas e de cor a 500
Colleles de casemira prelos bordados, corle 48000
Corles de colleles ile sedade cores a 28500.
Alpaca de cordao prela ede cores, covado 540
Lencos de cambraia de linho a 500
Luvas prelas de lorcal para senhora, o par 720
Cassas de cores escocezas, covado 400
Madapolao fino com loque de mofo, peca ,35800
Lindas lilas de quadros com 4 palmos de
largura, covado 700
Vende-se cal virgem, 'chegada bon-
tera, e de superior qualidade por preco
razoavel: no armazem de Rastos & Ir-
maos, ra do Trapichen. 1-5.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior retroz de primeira qualidade,
do fabricanteSiqueiralinhas'de roriz e de nume-
ro, <5jio porrete. ludo chegada peJojUimo navio vin-
do dcNjorfo, e^n^met>re-^1w sipe?rey-eloria
em pequehos barris de dcimo.
N -)aterrada Boa-Vistan. 55.
^ PUIRIER.
Acaba de fazer urna especie de venezianas com o
nome stores, de nova invenco parajanellas, serve
de ornamente e tem a vanlagem de impedir a cor-
renleza de ar no aposcjilos o entreler-lhe a frescura
necessana. Podem igualmente servir para arma-
zens. Por um engeohoso mechanismo sao muilo
meihordo que as venezianas antigs. Scoma
vista melhor se pode saber o quanlA sao encllenles.
Brins de vella : no armazem de N. O.
Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
CASiEMiRA PRETA A 4 ?500
0 CORTE DE CALA.
Vencem-se na ra do Crespo, loja di esquina qne
volla para a ra da Cadeia.
LEONOR D'AMBOISE.
Veride-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amlwise, duqueza He Breta-
nha, 2 rolumei por 1^000 rs., na livraria
n. 6 e 8 dapraca da Independencia.
CAL VIRGEM.
Vende-secalde Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTANCA, entrado hontem.por
prero commodo: no deposito da ra de
Apollo n. 2B.
Em casa de Timm Monsem 4 Vinnassa,
praca do Corpo Santo n. 13, ha para
vender:
Um sortimento completo de livros em
branco vindos de Hambnrgo.
0
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
na-se aos senhores de engenhos o
seus bons eireitos ja' experimen- ^
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron & 0
Companhia. tf
N'a rna do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado da Lisboa pelobrigue El-
peranra.
Moinhos de vento
"ombonibasde repuxopara regar horlas e baixa
decapim.nafnndicaodeD. W. Bowman : ama
do Brum ns. 6,8 e 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Roa da
Senzala nova n. 42.
Nesle estabelecimento continua a ha-
jver ura completo sortimento de moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito. y
ATERRO
POIRIER.
DA BOAo-VlSTA
N. 55.
Vende-se um carro de quatro
rodas, novo, inulto elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Potrier.
OS MELHORES CHARUTOS.
que ha presentemente no mercado; vendem-se por
preco razoavel: na roa do Crespo, loja n. 19.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-souperior farinha de mandioca
em saccasfhe tem um alqueire,* medida
velha por 3JO0O reis : nos armazens ns.
5,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar ro escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
na roa Nova n. 38, defronle da igreja da Concedo
dos Militares, cadinhos do norte de lodos os lama-
nhos, verniz copal a 900 rs. a libra, muilo bom, p-
timas bigornas para funileiro, lesnuras para dilo,
alicates muilo feries, rozetas piara esporas muito
boss, vidros para vidraea, em caita a a relalho, e
lodos os preparos para oflicina de latoeiro e foni-
leiro.
Farinha de man-
dioca a 2$&ttO
a sacca.
No armazem de Tasso Irmaos.
Vendem-se corles de cassa prela de bom goslo,
pelo diminuto preco de jftJOOO : na ra do Crespo,
loja n. 6.
LABVRINTHOS.
Lencos de cambraia de iinho muito finos, loalhas
redondas e de ponas, e mais objeclua deste genero,
ludo de hom goslo ; vende-se barata : na ra da
Cruz n. 34, primeiro andar.
VINHO DO PORTO SUPERIOR FEITORIA.
Vende-se por preS;o commodo no armazem de
de Barroca & Caslro, roa da Cadeia do Recife n. 4.
> A ELLES. ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se cortes de casemira de,bnm goslo a 28,500
I? e 5-5000 o corle ; na ra do Crespo n. 6.
Taixas pare engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Rrum, passan-
do o chafariz continua haver m
completo sortimento de taixas ds ferro
fundido e batido *de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-sc a venda, por
preco commodo e com pramptidao' :
embarcam-*e ou carregam-se em carro
sem despeza a o comprador.
Rieber 4
^FAZENDAS DE GOSTO
a tratar na rna da Cruz J^tU VESTIDOS DE SENUORA.
Indiana de quadros muilo (ua e padroes novus ;
cortes de laa de quadros e Dores por preco commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina qu
volla para a ra da Cadeia.
Farinha de mandioca para acabar : vende-se
Eir 18800 cada urna sacca : na roa da Cadeia do
ecife,D. 30, loja de liria Machado,
DEPOSITO DI FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. (X
C, na ra da Cruz h. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo". .
NA RUADO CRESPO H 4,
LOJA DE QUATRO PORTAS,
vendem-se pecas de madapolao fino com pequeo
toque dnavaria a 38000, chita francesa com padrn
de cassa a 280 o covado. riseadinho francez de cores
seguras a 200 rs. o covado, e outras mullas fazemb
por presos commodos.
Vondem-se 2 bonitos escravos de nacao Osla,
le elegantes figuras, sem vicios nem molestia ; he
bonita paielha para palanqun) e Turra trabalbo de
armazem de assucar, uu ganharem na roa ou ostro
qualqer servio : na ra dos Qoarleii n. 24.
Vi nde-se a taberna, sita na ra da Roda n. 23,
qne deila o nitao para a praca do capim,coro poucos
rundos, muilo afreguezadl para a Ierra e matto, e o
motivo da venda se dirii ao comprador; vende-se
melada t vista e a oulra a prazo, a vontade do pre-
tendenl, dando lellra de boas firmas, sendo Indo a
dinheiro melhor negocio fari.
Vnnde-se tuna balanca romana com lodos os
saus peileuces.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se i ra da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se superior cornac, em garrafa, a 128000
a duza, e 18280 a garrafa : na roa do Tanoeirus n.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
Chale de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rna do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
ATTENCftO.
Na ra do Trapiche n. 34, ha para
vender Jjarxia.._de. fejeo. emticamente
fechados, proprios para deposito de fe-
ses ; estas barris sao os melhores que se
tem descoberto para este fin, por nao
evhalaiem o menor cheiro, e apenas pe-
zam 1 6 libras, e custara o diminuto pre-
co de 4$000 rs. cada um.
Vende-se pipas, barris vazios bar-
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, na ra do Trapiche
n. 14.
Potassa.
No ulico deposito da rna da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, vende-se muito superior potassa da
Russia, americana e do Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos que lie para fechar conla:.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, schc-
tickes, modinhs tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpneiro.
Grande" sortimento de brins para quem
quer ser gsmenho com pouco dinheiro.
Vende-se brim trancado de lteas e qoadros.de pu
ro linho, n 800 rs. a vara, dilo liso a 640, ganga
amarella lisa a 860 o covado, riscados escuros a imi-
lacSo de casemira a 360 o rovado, dilo de linho a
280,-dito mais abaixo a 160, rsteres de lodas as co-
res a 200, 2S0 e 320 o covado : na ra do Crespo
n. 6.
Alpaca de seda.
Vende-se alpaca de seda de quadros de bom goslo
a 720 o covado, corles delSa dos melhores goslos qoe
tem viudo no mercado a 48500, ditos de cassa chita
a 18800, sarja prela hespaohola a 28400 e 28200 o
covado, selim prelo de Mac-io a 28800 e3J>200, guar-
danapos adamascados feilos em GuimarSes a 35600
a duela, loalhas de roste viudas do mesmo tugara
980O0 e 128000 aduzia : na ra do Crespo n. 6.
CHALES DE LAR E ALGODAO,
ESC110S A800 RS. CADA II.
Vendcm-se na rna do Crespo loja da esquina qne
volla para amada Cadeia.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidide, de propriedade do conde
de Marcuil, rna da Cruz do Re
cife n. 20 : este vinho, o melhor
de^ toda a Champagne, vende-se
a 56$000 r. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
corate Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de .Marcuil-e os r-
tulos das garrafas sao azues.
98600
1*200
640
400
120
80
320
600
500
800
400
4*000
500
600
400
19000
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabricas de Pars,
em casa de Victor Lasne, ra da Cruz
n. 27.
Eilra-superior, pora bannilha. 18920
Extra fino, bannilha. 1*600
Superior. 18280
Quem comprar da 10 libras para cima, tam om
abale de 20 %: vonda-se aos mesmos precos e eon-
dic&es, em casa do Sr. Barrelier, no aterro de Boa-
Vista n. 52.
Vende-se a( em cimbeles de nm quintal, por
preco rtoilo commodo : no armazem, de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Sanio n. H.
Riscado de Ustras de cores, proprio
para palitos, calcas e jaqnetas, a 160
o covado.
Vende-se na rna de Crespo, loia da esquina qne
volla para a cadeia.
Deposito de cal de Lisboa.
Na ra da Cadeia do Recife, loja a. 50, contina
a venderse barris com superior cal virgem de Lis-
boa, por preco commodo.
Dilo almaco sem ser pautado moilo bom
1'ennas fiuissimas bcode Iaofa, greza
Dilas muilo boas, grata ]
Odeles Unos de 2 e 3 folhas, a 240 e
l.apis finos euvernisados, dazia
Dilos sem ser euvernisados, duxia
Canelas de marfim muilo bonilas
Capachos pintados para salas
Bensalas de janeo com bonitos caslOes
Ocoles de armacao eco, todas as gradnaeSfc
Ditos de dilas de metal branco
Lunetas com armecn de tartaruga
Ditas de dila de bfalo
Carleiras para algibeira, superiores
ti vel las dou radas para calcas eofletes
Esporas Anas de metal, o par 800 e
Trancelins pretos de borraxa pararelogios 100 e 60
Tinteiros e areeiros de porcelana, o par 500
Celxei riquissimas para rap a 640 1*000 1*500
Cari eiras propria para viagem 3*500
Touoariores de Jacaranda com bom espelho 38000
Cliatuteirns de diversas qualidades 1G0
MeUs de laia muilo superior pera padres 28000
Escoras Dnissimas para cabellos e roope, navaHlaa
finissimas para barba, luvas de sede de ledas arc-
res, meias pintadas e era de moilo boas qoalida-
des, bensalas moilo fines, tinta encarnada e ezal
propria para ri.car livros. Alm de lodo isto ootras
muilissimas cousas tudo de muito boas qoalidades
qne se vendem mais barato do que em entra qual-
qer parle : na ra do Queimado nos qeatro cantos
na bem conhecida loja de mindezas da boa fama
n. 33.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desapparecen ne dia 5 do eorrenle, da cesa de
sen senhor, o prelo de nome Jovencio, idade da 22
annos, estatura regular, cor moilo preta, qual he
cozinheiro : quem o apprehender e leva-Io i l.uiz
Gomes Ferreira, oo Moudego, recebeVii boa tratift-
eaco.
Desapparecen no dia 5 do correte, de collegio
da Conceicilo a Cruz de Almas, um cabra de nome
Manoel, alejado de um dos ps, meio calva na fen-
te, idade, pouco mais ou manos 40 annae, sapaleiro,
parece ter seguido para o Rio do Pciie, no comboy
de terna viagem de Mr. Brunel, com Inteaello dese-
guir para o Ico donde he filbo : rosa-se a lodas as
aoloridadei o apprehendam, pois nlo leva pasapor-
te, obrigando-nos a qualqer despeza.
Desappareccu no dia 5 do correle nma KfttK
va parta escura de nome Franeica, de 35 a Wtor
nos de idade, groca do corpo, altara regolar, olhos
grande, bem parecida, tem no queixo do lado es-
quardo um signal com cabellos bastantes grandes,
levonsa.a de chile a mitra de metim pVeto por .
cuna, beata prela e mais alguma roupa ee seu
uso, foiescraae deAndr Ca.alcnntl de AlDoqoer-
queArcoverde nosertio do Buique.^e M vendida
aq.i por (,ove,a Leita; ruga-se qoalq.er p.
so. que a pegar mande-e entregar a Domingos Anlu-
iXJMi "a TorTe ou na IQ 3TAurer.
n. ae, que sera bem recompensado.

4
AGENCIA DA fMCAO
EDWIN MAW, ESCRIPTOBIO DE RO-
SAS BRAGA A ., RA DO TRAPI-
CHE N. 44
Tem para vender um completo sorti-
mento de taixas, moendas e meias moen-
das para engenho, cuja superioridade ja'
be l>em conhecida dtji senhores de enge-
nho desta provincia, dos da Parahiba e
das Alagoai. desde quando tae objectoi
do mesmo fabricante eram vendidos pelos
Sr. Me CalmontAC., desta praca.
Em cata de J. Keller&C, na ra
da Cruzn. 55 ha para Tender excel-
lente pianos vindos ltimamente de Ham-
bnrgo.
A Boa Fama.
Na na do Queimado, nos quatro cantee, roja de
miudezas da bon fama n. 33, vendem-se ee seieinles
objectos, Indo de muito bees qeelidedes e palee pro-
cos mencionados, a saber :
Penles de tartaruga para alar cabello* a 4*500
Ditos de alisar lambem de larlaroga 38000
Dilos de marfim para alisar 1*400
Ditos de bfalo moilo fiaos 300 e 400
Ditos imitando a tartaruga para alar cabello 18280
1-eques fihiesimos e 2*> 3* e 48000
Lindas calzas para costara 3*000
Dilas para joles, multo lindas
Luvas prelas de toreal e com borlotes 800
Dilas de seda de cores a sem deleite 1*000
Lindas meias de seda de cores pere eriineas 1*900
Meias pintadas fio de Escocia pare enancas 9(0 e 400
Bandejas grandes e fines 3*00* e 4*000
Trancas de seda de todas es crete larguras e de bo-
nitos padroes, filas finas lavrades e da lodas ae lar-
curas e. cores, bicos finiesiosos de linho de bosnios
padroes e lodas es larguras. Irsooras es mais finas
que he possivel enconlrar-se t de lodae es qualida-
des. meias e luvas de lodas as qualidades, riqnissi-
mas franjas brancas e de c6res com borlotes proprias
para cortinados, e alm de lude isto otras maltissi-
mas rousas lude de bons goslos e bees qualrdedes,
que i vista do muilo barate preco pee delxsm da
agradar aei Srs. compradores.
Vendem-se em casa de S. P. Jobns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogio patente inglez.
Chicote* de carro e de montara.
Candieirose casticaes bronzeados.
Lonas-inglezat.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 7.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Atteuco.
A
A taberna da roa Nova n. 50, que fas qnina para
a ra de Santu Amaro, achand-se bastante sorlida
de bons generse ornis btalo da qne esn oetre
qualqer parle, coma sejam : velas de '
de superior qualidade e muilo novas, qaeijo* de rei-
no e superior vinho Figoeira e de Lista
avisa aos seos fregueses e a quem be amante do boas
e barate ; assim como tem papel de lodas as quali-
dade., por barato preco.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARA!
Vendem-se na ras do Crespa, loja da esqaina qne
volla pera a ra da Cadeia.
AOS*SENHORES DE ENGENHO.
Redimido de 640 para 500 re. a fibra
Do arcano da invenco' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado na co-
lonias inglesas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o mellioramento do
assucar, acha-se,a venda, em latas de 10
libra, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
A. boa fatua
Ka ra do Qneimdo_ nos quatro cantes, loja de
miudezas da hoa fama n. 33, veudem-s* osiegointes
ol-ji'dos pelos precos mencionad*, e lude de moi-
lo boas qualidades, a saber :
Du/ia de tezouras para costara a
Duzia de penles para alar cabellos
I'tcas com II v.ras de filalavrada sem deleito 1J00
Pares de meias brancas para senhora
Pecas de fitas brancas de linho
Pecas de bico estreito com 10 varea 560 a 640
Carteirinhss com lOOaguIhis, sorlidas
.Maro de cordao para vestido
Caixas com clcheles balidos, francezes
Escovas finas para denles
l'ujceiras encarnadas para meninas e senhoris 320
l.inhas brancas de nvelos p. 50, (0,70 libra 1*100
Libras de linlias de cores de novilla
Crozas de boloes para camisa
aleadas de lnhas fiuissimas para bordar 160
Mudas de linhas de peso
CeTriteis de linhas fines de 200 jardas
tlrozas de bolees moilo Snas para calcas
Caitas com 16 novslloa de linhas de marear
Duzia de dedaes para senhora
Suspensorios, o par
Marinhos de grampas
Carlas de alfinetee 100
Calimbas com brioqnedos para meninos 3O
Agulheiros mnio bonitas com sgulkas
Torcidas para candieiro, n. 14 80
Caitinhas cora Ruinas francezas 160
Mabauosaherlosde linho bordados e lisos, a 1-JO e 340
Alsea de ludo nlo oulras maUsseteus censas Indo
de nSilo boas qoalidades, e ejote ee vende moiliisi-
mo barate nesla bem conhecida leja da boa Carne.
A boa fama
Vende-se papel marfim neniado, a resma a 4*000
l'apil <\e peso paulado muilo superior, resma 3*600 V
-i


PERN. TYP. DE M. F. DB FaRIA.- 1855.
_


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