Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00613


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Full Text
ANNO l
m
N. 183.
Por 3 mozas adiantados 4,000.
Por % mozos- vencidos 4,500.
NI
QUINTA FllIRA 9 OE AGOSTO DE 1855.
Por uno adiantado 15,000.
Porte franco para o aobscriptoi.
DIARIO DE PERNAMBUCO

Kee
r'.NCAHREUADOS DA ilJBSCRIPCA'O-
i M. K. ere ra.Marliiis: Baha, n Sr. 1).
oSr. Joaqun) Bermirdo de Men-
t Sr. liervnzio Vielor la Naliv-
i-iuirn Ign.tciu Percira Jnior;
leI.emo*Rraga;Cear, o Sr.
ira; Maranhao a Sr. Joa-
h Rodrigo es ; limihy, t Sr. Domingos
iles Pessoa Cearence; Para, oSr. Jus-
; Amazona*, o Sr Jeronymoda Costa.
CAMBIOS.
.obre Londres, a 27 1/4 e 27 i/8 d.|por 1.
Paris, 355 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
< Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Diseonto de lettras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas- .
Modas de 69400 velhas.
de 694-00 novas.
de 4*000. .
Prata.Patacoes brasileiros.
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
29000
16000
16000
99000
1*940
1940
19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os das
Camar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Viau,ExeOuricury, a 13e28
Goianna e Parahiba, segundas e sexlas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMARDEIIOJE.
Primeira 1 hora 18 minuiosda tiirde
Segunda 1 hora 42 minutos da manha
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintis-feira
Relajan, tergas-feiras e sabbados
Fazenda, quarlas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* tara do civel, segundas e sextas ao meio. dia
2" Tara do eivel, queras e sabbados ao meio dia
EPIIEMERIDES.
Agoslo 4 Quarto minguante as 7 boras 1 mi-
nuto e 42 segundos da tarde.
j 12 La nova as 4 horas, 32 minutos e
44 segundos da tardo.
20 Quartocrescente as.' horas, 3 mi-
nutos e 45 segundos da tarde.
27 La cheia a lhora, e 3 i segun-
dos la tarde.
DIAS DA SEM
6 Segunda. 8. Xisio p. m.
7 Terea. S. Caetano Ti dador.
8 Quaria.S. C) S. Emiliano I
9 Quinta. S- RomSo soldadom.; S. ftecucdiai
10 Sexta. S. Lourencpdicm.;S.
11 Sabbado. Ss. Tibui
12 Domingo. ll.-S-
Fonlino ram. irs,; S.
P1RTE IFFICUL.
DDAPHQVINCIA.
4a ia : de coito.
i. presiden!a das A lamias, rogan-
suas ritlens |>ar> que o coro-
ite do8balalh* do i maulara minis-
iienlos qae o mnreelial commandan-
no ollicio, que remelle por copia,
Jado Romualdo Jos rorreira.
coinmamlante si perior da goar-
ilcipio do Becife, aulurisaodo-o,
^^HkAO, a maullar dispensar iln
-da nacional a Missael Alodio
> M acha matriculado na aula di'
ri nbrigado a 8 presentar men-
WDandaule atestad* de foquen-
>ul*.
eoo-elheiro presidente da rela-
bra seu eotihecimonlo om exem-
''7 do I lo maiii ultimo, que
tilo aos Iribunaes doeommercio, Tam-
i-aiufcje ao presidele do mesmo Irtbii
t -penal do cominrrio.
*rao.-Tende o ju i de direilo do Boni-
ormacaa qne V lxc, imlcilou em sen
p, sobre reiresenlacSo do juiz mu-
ar-, ChrisfovJo Xavi-r Lopes, devol-
HC. a mesraa represen LcSo e a referida in-
i respectivos dccummilos, para que
le dar-me seu ptrecer a respeilo. '
loAu Exm. marechal cummiindanle das ar-
nsolucAo ao oflitio em que S.
ideucia; para sc-rem feitas na
llloraco os concertos pcdi.li s pelo respec-
nmanilanle, copiado f viso de II Ilimo, uoqul n Exui. Sr. m nistro da guerra ,iu-
reudencla a mandar proceder por ora
adispenurait edita 'ottalea.
DitoAo liefe de iiolicia, inteirando-o de haver
Iransinima > thewurara de fazcnrtn para ser pasa
<"f*^H lesees, a coma que S. S. remet-
ale lacroi, que lorfln
capital pelo dclcgmlo do termo
neta*.
mi* da corselho administrativo
romnici dand qne Jfromova
Mis objeci* Indiciaos na
naes tan necos serios ao mes-
ir dlverios pedido* e ocorrer
^^^Hacacoes a respailo.
relator da junlu de .uslica, Iransmi-
^Bm sesiiaodi mesma junta
iloao scdilarlo 4o 2. halalhAo de
Parlicipou-se ao mare-
ma-.
r ilas obras |iahliras,aiilorisando-
iliv.miente a abra do 19, lauro da
'Amo, c declarando qae expedir
rarli prorlncial pera que, ;i vista do
Ttifirado, pagae ao ;rrematanto da-
Wlancia da ultima prestaeito do
Me da, eimpanliia dos paqoeles
indaiilo a eipedifil > de mus or-
a transportado ptra a cdrle por
i* vapor Paran.o lserlor do coi-
iheiro Jos Blaria da Silvei-
ou-se ao cominaudante da estarlo
do, de confiirmipale com a pro-
le de polica, ao nidadjio llanoel Rs-
sira Jonirr do curjo de 2 siip-
ila fregueiia do Limoeiro.por
e Domeiindo pan o referido
reir di Qeeta Gomes.rar-
erido chefe,
IAI. DO GOMMBllCIO.
tria i fice agamia de 185.5.
tambaritacor Firmino Antonio
de Soma.
manilla e-lando |ne*entes os Sr.
BjadoreaVA^oalinlio HrraeUndo de Ledo
Caeliao -Joati da Sili a Santiago, e os Srs.
namercianles Joio Pinto de Lemos.Joilo
iedeiros Reg. Jjs A ilonio Basto e
> de Siqueira, foi lid.i e approvada a
o anlecedenle.
Sr. detabargadoe Leo a ap-
I entre pares :
letino Silveiino da Silva,
ido Flix Venancio dnCanlalicio.
argad Ji- Sant ai(o avi r.iou se de sfts-
io do juizo nr)nicl(ial da cidade da
^^^^^H^^HTeolre pait(
n a Mano-I CariKiro da Cunda ;
qae foi a mesaba dHtrihuidaao
eso.
nli.a Ira lar o Exm. Sr. preti-
panliias, feia por cinco arbitros, dous nomeados
pelo proprlelario, dous pelo agente da companhia da
estrada de que c tratar, e um pelo governo.
No podero ser arbitros : 1, os socios da com-
panhia ; j, o proprielarios dos predios ou terre-
nos qu houverem de ser desapropriadus.
Art. i.' Ficam revogadas as disposicOes em
contrario.
. _p.? da niara dos depotados, em 1 de junlio
de 18jj.l.Hiz Antonio Barbota,vice-presideule.
Franctuo de Paula Candido, 1 secretario.Anto-
nio Jote Machado, -2? secretario.
t Vo a imprimir, nflo o estando.
Vm inicio do vice-presideule da provincia do Pa-
ra, remetiendo doos exemplares das collecce* das
leis promuliia las pela respectiva amembla provin-
cial nos annos de 1811 a 1843.A' commissao de
asscmblras proi inciac. |
Oulro do mesmo, remcltendo dous exemplares da
expsito com que se Ihe passou a'-presideneida pro-
vinciaa.Ao archivo.
Oulrn do pra.idenle da provincia do Maranhao,
remetiendo dos exemplares da falla com qae abra
a sessSo da assemhla provineial no dia 3 de maio
ultimo.Ao archivo.
Flea sobre a mesa o secninle parecer :
A rommissAo de constitnicao vio o reqaerimen-
lo de Jlanoel Vieira Coulinho uimaraes, subdito
porluguez, o qual pede que se Ihe conceda caria de
naluralisacSo de cidadao brasileiro, na forma da Ui
?e regula a materia.
Alleea o supplicante qoe reside no Brasil ha
mais do 13 annos. e qua he cando com Brasileira de
que lem lllios. Para prora desla allegacilo janla
nicamente um alie.lado d vigario encommendado
da frpguezia de Carapeliu'.
n A commissao observa que, pedindo o supplican-
te ser naluralisado na forma da lei que regula a
materia, na* devia recorrer a esta aususla cmara.
A le de 23 de onlubro de W> he mu favorcvel ao
sapphcanle que, seodo casado rom Brasileira, s he
obrigado a preencher a condicito do 3 do art. l,
para ohler a carta de naturalisacao que deseja. Ka-
zendo a declararao que exige o dito 3 peranle a
cmara mnnicipal, e dingindo-se ao governo com as
provas do ca.ameulo, sera por cerlo deferido em
conrormidadi* da lei.
Porlanli lie a commissao de parecer que por
esla cmara nada ha que deferir. Sala das commis-
ses, 23 de jiinho de 1835litconde de tiapucalm.
Mrquez de Olinda. n
ORDEM DO DIA.
Estando presenteo Sr. senador ministro |da guer-
ra, continua i -2' discussao, adiada pela hora na ulti-
ma sesao, du art. 6 da proposla do ROerno, Asan-
do as forcas ile Ierra para o anuo financeiro de 1&j6
a 18ji com i emenda substitutiva da cmara dos
depnladus. .
Discutida a materia, he rejeiailo o arl. 6 da pro-
posta e approvada a emenda substitutiva da cmara
dos deputados.
Sesue-se a discussao do arl. 7 additivo dasemen-'
da da cmara dos deputados.
Disentida materia, he approvado o arl. 7 addi-
livo das ememlas da cmara des depnlados, e igual-
mente e proposla com as emendas para passar 3
disrussgo.
O Sr. .Souza e Mello reqoer urgencia, alim de
ser amanhaa a 3 discussao da lixacao da forcas de
Ierra. ^ 1 *
He approvado esle requerimenlo.
Entra em I discossao o parecer da commissao de
consliluiro iiibre aulorisacao pedida pelo eoverno
paracnnlinuiiro Sr. senador visconde do Uruguay
na missao espe.ial cm que se cha.
\ eriflcandfl-se nao haver casa, o Sr. presidente
declara adiada a discussao, e da para ordena do dia
o resto da materia dada, e mais 1 discussao da pro-
posjr.loda c.i,nara dos deputadosT auterisando o eo-
verno a mandar admitlir o estillante Marlim Leo-
cadio Cordeiio ao rame das materias do3anno
medico ; 1 discusso da proposicao da mesma c-
mara sobre desapropriacoes de predios e terrenos
para a consliuccaojla estrada de ferro ; 1 discussao
a)a proislcS5 da mnmajamara.aulorlsando o gover-
no. pasar ao I.tenante rt-rni'j.ila Augusto Mxi-
mo Kojaojj^lujeiuj-Torrjuan. n snlrf.
que Ihe frem uevidos ; e levanla-se a sessi
cidenlal do Paranahyba com a eilenso de cerca del vanlada a respectiva planta, e concluidos todos tu
'J\ lixina- l.h.ll.n. nrdi.iril....,.' -.ti J. __^ _^_ .. ..
HIQ DE JiJITCIIlO.
SEMOCl.
:0ia 22 Janb de IM.
6 approvada a acta nnlecedeole nao haven-
nte pawa-se a ordem do lia.
i-bate approvada em 3'> discussao, para
ada a soera depulados, abrindo ai g liara pagar ao 1 lente reformado do eiercilo,
de I'igueirelo, os sidos que se Hkj
asente o Sr. senador riinislro da goer-
da sem debute em l discussao, a
emendas da cmara dos de-
. 'oreas di; te Ta pina o anno finan-
?oai !! diseiLso, *So approvados
.em deba ', 3, n 5, cun a*' emendas
da ca ulados.
6' da proposla com a
aman dos dopuUd*.
lia i discussao. O Sr. presi-
lo dia a conlinuacao da dls-
disosso lo parecer da
ibraa miaodo Sr. vis-
e leva itase a tessao.
23
rada acta anlecediiile 10-se o se-
taria le nm oflicio do 1 secretario
los parliMpaiido.qae a mesma
lo imperial a reso-
llido a peinan concedida
-ru. Tica cr senado intei-
11 emenda do se-
d'putados, auto-
i concader car a de natoralisa-
bras.leiro a Culos l'rederico Ado

>IA.
la guer-
l'ela liera na ul-
^^^Hjsssla ilo soverno (liando
na qriaiireiro de 1856
iva da cmara dos
ida a diicussin elevsnta-se a
25
rovada a acta an eced -ule l-se o*e-
|rio ila cariara dos depu-
10 filando as
o financeiro de 1856 a 18i7,
ara sobred laVal a im-
,ai>inpanlian .n re olve:
appiorada n pensjo annual
fomado Francisco
- I de Janeiro do
|i< -cebe, devendo
i o lcrelo, revoga-
n 23 de junho
-presidente.
t-lario.Anto-
^Haaaaaaaaallvc
o |a estahele-
dos predios e
Irucco
ruda de
i ro do
II un lem nisai-oes
CARIARA DOS SRS. DEPUTADOS.
StaMao' do di. 25 de junho de 1855.
Le-se c approva-se a acta da sessan antecedente.
OSr. primeiro secretario d.i coma do segainte ex-
pediente :
L'm requerimenlo de Joaqoim Jos de Araujo,
reclamando ordenados que nao tcm recebido.A'
commissao de fazenda.
Da companhia Seropedica Fluminense, pedindo
que c Ihe dispense do pagamento da quanlia de
IO:OO5.00, importancia do imposto relativo com-
pra que fez do cslabelccimehto seropedico de Ita-
goahj.A" commissao de fazenda,
De Jos licnrique Trindade, pedindo dispensa na
le para naturaluar-se.A' commissao de constilui-
r,9o c poderes.
Dos escrlvaM e lahelliaes do auditorio da capital
da Babia, pedindo providencias u. parte do decreto
n. 1397, alim de que o servijo do foro commercial
continu a ser feito enlrc os mesmos escrivaes e la-
helliaes por distribuicao,A'commissao de iuslica
criminal.
L-se e approva-se a redacrao da resoluc.lo que
aulorisa o governo a conceder licenca ao Dr. Joa-
qoim Jos da Silva.
L-see e ilra eni discussao o seguate parecer:
O Sr. depotado pela provincia da Parahiba
Francisco de Asis Pereira Rocha parlicipa i cma-
ra que nao poda comparecer no principio da sesao,
e qae lalve-, conlinua-scm os motivos que a isso o
obrisavam; como cITectivamente al esla data nao
lem appareiido, he a commissao de poderes de pa-
recar que se expecamas ordens necesarias para o
comparecimiento do respectivo suppleule.
Sala dassessoes18dejuuhode 1855. Teixel-
ra de Macelo.Brrelo Pedroio.
O Sr. Almeida e Albuquerque : Pedi a pala-
vra, nao para me oppor ao parecer, mas para olTs-
recer-lhe una emenda. A commisaao he de pare-
cer que o 1 supplente seja chamado a lomar assen-
lo, mis como elle se acha prc-cnte, en uflerero ama
emenda para que isso se verifique j.
Vai a me>a a segainte emenda :
o Que so d assento ao 1 supplente o Dr. Anto-
nio Carlos de Almeida e Albuquerque, vislo adiar-
se presente.
Pajo da cmara dos deputados 5 de junho de
18w.Almeida e Albuquerque.
Sendo apoiada e approveda, e juntamente o pare-
cer, o Sr. presidente convida os Srs. 3 o i" secre-
tarios a ireio receber o Sr. depulado supplente, que
presla juramento e toma assento com as formalida-
des do esh o.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Xaturalhares.
Procede-es votacao do artigo nico do projeclo
autonsando o governo a dar carta de naluralisaro
a Prosper Pliiligrel, Achc, Guilherme Philipps, e a
Hanoel Ignncio Machado, e he approvado por es-
crutinio.
Entram em di.cuss.to doos arliso< addlivos, um
oflereeido pola commissao de con-liiuirao e poderes
aulorisando o governo a naturalisar cdadaos bra*-
leiros a Frolerico Ijuilherme, Domingos Monleiro
Ribeirode Alva,renga, Julio Bracoonol, Joaquim
Jos Tavarm, e ao Dr. Custodio l.uiz de Miranda;
e oulro do Sr. Dias de Carvalho fazendo sual anto-
risarao em ,'avor do Jos Ilenrique TrinuaJ, c sao
approvados lambem por escrutinio.
projeEti- he adoptado e remetlido com os arligos
additivo. o fommisso de redacrao.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Orcameitlo do imperio
Enlra em sceanda discusso a proposla do gover-
no na parte relativa ao orcamenlu das datpezas do
ministerio do imperio.
O Sr. Mello Franco pronuncia um longo discur-
so, no qual se censura a politica do ministerio tanto
interna com i externa, e conclue declaraudo que vo-
la contra a nropoUa do governo.
O Sr. Vedreira (ministro do imperio) responde ao
orador preci li-ulo, da-lhc os exrlarecimenlos que
pedir, e tstenla a proposla do governo.
A discussao lica adiada pela hora, desig
dem do dia. e tevanla-sc a sessSo.
valiarSo
" lon-
60 leguas.
Para o fim de se facilitaren) as communicardesen.
Ir a capital e as povnages do norte da provincia,
abriram-se doas picadas, que s tornaro em estra-
das rrsulares, sendo urna desde a capital al a vil-
la do Pilar, e desta proseguindo pelos presidios fun-
dados na margeni esquerda do rio Maranhao, at o
sitio do Corren lo ; c oulra parludo desle sitio, jun-
to ao ribeirao das Aras, affluenle do rio Santa
Thereza, al a povoacao do Peixe na margem es-
querda do l'ocaiitius, paseando entre aquello ponto
e a serra.
Designcu o governo para eslas obras a somma de
10:0008000.
Mato Croe so
Consignou o governo a quanlia de 10:000 para
ser applcada aos mrlhorameutiia mais urgentes das
vas de commonicacao, principalmente das qae se-
guem da capital para a cidade de Mallo liro.su, e
para esta curte, hem como da de S. Paulo, pelo Pe-
quri, na parle comprehendida entre esle ponto e a
fiegueiia de Santa Anna do Parsnaliyba.
Coiicluio-se o aterro entre os Sangr.douros grande
e pequeo, e na estrada de tiovaz fizeram-sc des-
vos, e algamas obras para o seu melhoramento.
Cunstruiram-se du.s ponles sobre o ro Aric-mi-
rim. e ribeirao do Roncador ; concerlou-se a do
rio Uuapor ; o est oulra em obra sobre o ribeirao
de Rento Gomes entre a capital c a villa do Pocon.
S. Paulo.
Cnrrram pelos cofres geraes dilTerentes Irabalhos
feilos para melhoramenjo das estradas, que seguem
dos municipios do norte da provincia para a da Mi-
nas Geraes, e da de Santos para a capital. A qoan-
lia destinada para estas obras fui de 20:0005000.
Fizeram-se exploraces afina de conhecer-se quai
o local mais conveniente para assento da poule
que se projecta no Rio Grande. As despezas, na
importancia de 1:221$550, foram pagas pelos cofres
geraes.
Foi explorada lambem a estrada qoedeSoroca-
ba, ou da fabrica d ferro de Ipanema, vai para o
Igoap. ,
O governo imperial, desejoso de concorrer para
. abertura desla estrada com o auxilio de que po-
der dispor, jolgou com ludo conveniente mandar
rectificar os Irabalhos qae Ihe foram apresenlados.
Paran.
Sendo urna das mais urgeutes necessidades des-
la provincia eslabelecer facis unmmunicares entre
os municipios de serra cima e o liiloral, o governo,
a despeilo das dfliculdades que aprsenla o terre-
no, nutorisou o presidente a despender, pelos co-
fres ger.es, mais u quanlia de 12:0003 para abertu-
ra da nova estrada da Graciosa, que deve prestar
commodo transito para carros.
No intenlo de chegar-se a esle resallado, fize-
ram-se exploraces. e abriram-se pioadas em diver-
sas direernes para deseobrir-se terreno qoe olfere-
cesse a conveniente declivdade. Felizmente foi
encontrado com declivdade menor de 6 V
As despezas necessaras para a conslruccao des
la estrada foram oreadas approximadameule cm
250:000.
Aperar de lerem sido os Irabalhos considervel-
menlecmbrarados, ja pelas copiosas aguas proprias
da o.(ario, ja pela eseassez dos lrabalhulores, n-
cham-se promptas 1,250 bracas de estrada, que foi
comerada pela picada do Capo Grande ao Taquary.
Acha-se adianlada a ronsiruccio de nina ponte
sobre o rio Capivary, sendo a mais importante da
mesma estrada. .
Na do ro Negro fizeram-se nao pequeos reparos.
Para conservaran e inellioramenlo da estrada que
dos campos da Fortaleza sesue, na cxlensAo de cer-
ca de 20 leguas, at a colonia militar do Jalahy,
mandoa o governo por a quanlia de 3:5009 a dispo-
sicao do bar.lo de Antonina, que se encarresou des-
le serviro. ssim como ss lem prestado a oulros com
a dediracao qoe o caraclerisa.
Segund* conJJnuuicou o Dr. Faivre, foi acabada a
estrada da colonia- Thereza a Garapuava e ia
dar-se principio a oulra daquella colouiaia Pona
(rosea.
O digno presidente da provincia leatalpmado a
arrasada*. DUo_cliler inf<.riiicow, qua o liabililtm\ raelho-
l.1o. rar as difler"iet estradas, que a alravess.n* e prin-
ci pal mente oellas, por onde se faz lodo Au gran-
de parle do commercio entre as provincias il i u\,
e as de S. Paulo, Minas Geraes e Rio de Janeiro.
O governo auxiliara eslas obras de lao subido in-
leresse com os meios, de que puder dispor.
Santa Catharina.
Em Indas as quiltro grandes estradas desta pro-
vi neia, que sao a das Tres Barras a Coriliba a
de Lages a do Litloral e a que segu da pro-
vincia de S. Pedro tara a do Paraos liveram lu-
gar importantes mellmramenlos, e abriram-se di-
versas picadas.
Na primeir i foram feilas perlo de 800 bracas de
calcada na serra e morros, 3,120 de caminho iimpo
e seis poiillhftes. Na segunda, alm de 1.300 ora-
ras de camioho, que se abri, fizeram-se importan-
tes melhorameiites em Serenes partes, e cons-
truio-se urna ponle. Nr lerceira conclaio-se urna
ponle, recons(ruiram-se duas, e melhorou-se a par-
le do morro do Siri. Na qaarta liveram lugar di-
versos reparos ; foram feitas 3,400 bracas de ca-
minho. o ahrio-se um novo paso no ro Carahi.
Foi lambem melhorada a estrada qae egae da
caplal para a fregueza do Ribeirao.
No municipio de S. Jos construram-se Ires pon-
tes, concerlaram-se quatro, e conlinuou-se a obraf
do canal da Independencia.
No municipio de Porto Bello conlinuou-se a abrir
o caminho da barra de Ilajahy colonia Btume-
iieau, e den-so romero a oulro para communicar o
Ilaj ib\-iiiirnn com o arraial d. F'reguezia.
No municipio de S. Francisco, reconstroio-se, na
"ha, a ponle do rio Pir.hvqo, e abno-se urna va
de communicacao entre a cidade e a lagoa de Icara-
hv. Na trra firme fez-s ama picada de quatro
leguas enlre a coloniaD. Franciscae a estrada de
Tres Barras, e deu-se principio a oulra, para com-
municar a mesma colonia eom a estrada do Litloral,
no rio dos Pinlieiros, passando pela nova freguezia
do Seulior Bom Jess do Paraly.
Eslas e oulros obras de menor interesse se fize-
ram por conla da somma de 30:000 consignada
pelo governo.
S. Ptiro.
Concloio-se a abertura da estrada do Mundo No-
vo para cima da Serra, leudo sida feila cusa dos
corres geraes, e ja se acha abarla ao transito publi-
co. Carece, pnrm, anda de algum aperfe^oa-
menlo em differenles partes, do que so est tra-
tando.
Eslabelecendo commoda e fcil communicacao
enlre os vastos campos da Vareara e as planicies de
serra abaixo, esla estrada vai prestar a grande oli-
tidade de dar sabida eos prodaclos daqaelles mag-
nficos campos, ainda pouco aproveitados, creando
um commercio, que em breve deve lornar-se im-
portante.
Trabalha-se actualmente na conlinuaclo desta
mesma estrada desde o ponto em que comecou al o
passo do Mando Novo. Convem que prosiga deste
ponto ale a Villa de S. Leopoldo, corrndo em di-
reccao qua cao dexa de ser franca na eslacao secca. He tam-
bero conveniente que do referido passo se melbore o
ramal que segu em direilora a capital.
Dos Irabalhos relativos excavaco do Sangradou-
ro da lagna Mirim, trato no respectivo artigo.
Para todas eslas obras, bem como para os Iraba-
lhos da explorscao das minas carbonferas, islri-
buio o governo a somma de 40:000.
Etpirilo Santo.
Coube a esla provincia a consignadlo de 12:000
para as obras mais urgentes, e especialmente para
canalisarao d'agua polavel c conslruccao de nm cha-
fariz na capital.
A realisacao desta obra tem sido porm demora-
da, segundo informa o presidente da provincia, por
difilculdades que tem appatecdo, que traa de
remover.
O governo autorsou a despeza de 2:490 com os
reparos de qae necessitava o anlgo convento dos
Jesutas em Nova Almeida, que all serve de matriz
e quo seNSo fosse de prompto acudido, corra o ris-
co de desabar, e de assim perder-se um templo,
que boje nao se construira sem mu avultado dis-
pendio.
Autorsou lambem a conlinaacSo das obras da
estrada de Sania Thereza, destinada a eslabelecer
Irabalhos preparatorios, alim de ser posla em arre-
matado a conslruccao da mesma estrada.
Sergipe.
Para as obras publicas desta provincia foi consig-
nada a quanlia de 12:000.
Nos artigus proprios trato das que sao relativas a
abertura do canal enlre os ros Pomonga e Japara-
luba, e dnestabelecimenloda vapores de reboque
na barra da Colngaiba.
A lagoa t.
Cnnsignoa o governo para obras publicas nceta
provincia a somma de 18:000, sendo 12:000 espe-
cialmente para os Irabalhos do eneanamsnlo d'agua
potavel na capital.
Apenas se lem feilo al agora os eames e mais
l'abalhos preparatorios, qne sao indUpensaveis para
se levar a effeito esla importante obra pelo modo
mais conveniente.
O edificio para hospital de Caridade, na caplal,
acha-se bastante adiantado.
Tem tido lambem andamento a construcjie do
cemilerio da mesma cidade.
Ambas estas obras lem sido auxiliadas pela go-
verno.
PeT/iamfctJco."
Para continuacao das obras da ponte prnvjsqra
do Recife mandoa o govern* por a disposicao do
presidente da provincia a quanlia de 60:000.
Informa o mesmo presidente que eslas obras pro
griilcm lentamente em razao da demora qne lem
havido na remes-a da madeira encommendada. e
que deve vir da provincia das Alagoas.
Todava, devendo ter esta ponle a eslensao total
de 1,385 palmos, falta para sua conclusao u de :15.
A despea feila, al o presento, lem sido de...,J
54:81697:21, comprehendidos a mao d'obra e os m*>
teriaes.
Acliam-se concluido) os caes das entradas, faltan-
do-lhes apenas algumas obras.
Nao se podo anda dar principio ponle nava
que se projecta.
O engenheiro hydraolco C. Neals, que foi por
ordem do governo ao Recife examinar o melhor
systema de sua conslruccao, apresentoo j:i os seus
Irabalhos e organis.ni o orcainento de sua despeza
na importancia de 846:270.
O governo tem a peito este objeclo, e logo que
seja possivel dar as providencias par. que se co-
mecem as obras. ,
O mesmo Vngenhero, lendo sido limbem enear-
resa.lo de examinar o pantano de Olinda, e de in-
dicar o meio mais conveniente para seu <>sgolo, en-
tende ser fcil esta obra, separada de ouiras neces-
saras que se tem planeado, adoplando-se o meio
de duas aberturas que vao ter ao actual Varadouro
com portas que por si se abran) e fechen] segundo a
atar,
Teudo a capital da provincia e grande parte dos
suburbios soflrido estragos cm muilas de suas pon-
les e estradas, avallados em' 236:7S487 em con-
seqoencia das copiosas chovas e inundables que li-
veram lugar em jtfnho do anuo lindo, -o governo
autorsou o presidente da provincia para dispender
pelos cofres genes a somma de 60:000-; com os re-
paros que fossem mais urgentes, e sempre desejoso
de concorrer, quanlo em si couber, para auxiliar as
provincias, quando lenham a djesgraca de passar pe-
lo terrivel sol r i ment porque passou a de Perno m-
buro rom a referida inundar.io, esl dspisloa aug-
mentar o auxilio prestado logo que aquella somma
esteja essotada.
Parahiba.
Tem continuado a correr pelos cofres geraes as
onlinuado com
ecebidas, oor se
erroinperem-se
, aguas. Deve
do anno
iigna-se a or-
RELATOBIO
apresentado a' assembla geral le-
gislativa na terceira sessao' da no-
na legislatura, pelo ministro o se-
cretat io de estado, dos negocios do
imperio, Luiz Pedreira do Cont
Fcitz.
'Conrtuiiio.)
Goyaz.
Ten iradas diversas estradas, e deu-se
principio a urna que. parlindo da caplal, e atraves-
sando a serra dourada, deve chegar i margem oc-
communicaco entre a capital e parle da provincia
de Minas-Geraes pelo arrayal do Cuyelh. Segundo
as ultimas informarnos, deve estar prestes a olTere-
cer transito at esle arrayal. *
Baha.
Continuam, enrrendo as despezas pelo cofre geral,
as obras de seguran;, da mootanha da capital. No
crrente exercicio mandou o governo applicar para
estas obra* a quanlia de 40:000, que anida s con-
cedidas noe annos anteriores prefaz a somma lotaV
de 370:977. 1jJ
Para dar-se cmico a conslruccao di estrada Ido
Emparedado, urna das que devem ligar a capitel aos
pontos extremos da provincia, mandou-se por dis-
posicao do presidente a somma de 15:000.
Segundo as informacces recebidas, acha-se ja le-
despezas de conslruccao das c
Mamanguape. A primeira de
curso do anno prximo futu
finado actual.
Esl. lambem em andamento a
cemilerio e de um matad.ouro pu
Para as referidas obras,
quanlia de 18:000.
Blo Grande *
A obra do .Ierro do Salgad
leniiJ.il). segando coininunica_
tornar militas vezas indispensavel
os trahilhos, em con
aclur-so (otalmenle prompta em
prximo
, Para osles trabadlos deslinou o govern)
de 3^8O0JT requisitadi pelo presidente da provin-
cia.
Para oalras obras mais ingentes, mardou o go-
verno applicar a quanlia de .5:000 dentro. do\ cor-
rente exercicio.
Cear.
Alm da quanlia de 7:000 qae o governo desli-
nou, como auxilio, para as obras desta provincia,
consignou a de 8:000 especialmente para a cunti-
naacaodas obras da cadeia da capital.
Acha-se concluida urna parle desle -edificio, na
qual j eiao recolhidos mais de 100 presos.
Tem continuado, e acha-se adianlada conslruc-
cao da ponle de embarque na capital,
Tendo o presidente da provincia ponderado a
conveniencia de abrir-se nina estrada regular desde
a capital al a enmarca do Crato, passando pe ci-
dade do Ic, promellcu o governo auxiliar esla obra
com a somma que fr possivel, logo que s con-
ciuam as explorarse* a que o mesmo presidente-
mandoa proceder, afina de determinarse a sua mais
conveniente direccao, e esteja organisade- o respec-
tivo orramenlo. -
A abertura- de um canal navegavel, que, parlindo
da margem do rio de S. Francisco, no nonio mais
conveniente, v (ermidar uo Jagoaribe perlo da ci-
dade do Aracaly nesta provincia, he ama das obras
a qne ja me referi no rrlalorio do anno passado, e
que merecem seria nllenca >. nao s considerando-se
como importante via de communicacao entre gran-
de parle dos feriis serles do Cear e dai provincias
do Rio Grande do Norte, Parahiba, Pernambuco e
Piauhy, sean lambem como meio de diminuir a
intensidade do flagello das seccas, que tan cruel-
mente eusliimam fazer-se sentir nesses serles em
cerlas pocas.
Infelizmente nao lendo podido o governo dispor
de engenheiro) especialmente habilitados para os
imporlanlissimos examet e esludos, que demanda
urna obra de tanta magnilude.e nao se In vendo lam-
bem realisado os ajustes em que linha entrado para
esle fim com dous habis engenheiros enlrangeiros,
acho-me por isso na impossibilidade de apreseatar-
vos nesla sessSo, como desrjava, informiices minu-
eiosas que vos hsbilitassem para resolver sobre a op-
porlunidade e os meios de leva-la a effeito.
Nao desist comtudo do proposito em que eslava o
anno passado, e lenho ja promptas na eucrelara as
instrucces o esclarecimentos qne devem levar os en-
genheiros.
Piauhy.
Foi designada pelo governo a somma para ser applcada a obras publicas nesta provin-
cia.
As obras do furo do Iguarass, cojo fim ho evitar
urna dis vollas en Rio Pamahiba, lem ldo o conve-
niente andamento, mas nao se acham anda con-
cluidas, j
Conlnuam as da matriz da capital.
Ambas correm pelo cofre geral.
Segando o parecer do presidente da provincia,
muilo convem levar a effeilo a abeitur je ama es-
trada entre a oapital ea cidade do Oeran, bem co-
como a conslruccao de una a ponte sobre o Parnahiba
no porto da mesma capital, e de onlra no rio Ca-
nind na estrada daquella cidade.
Maranhao.
As obra* do canal do Arapapahy continuam a ser
auxiliadas pelo governo geral, que pata este fim
des-'gnou no presente anno financeiro a somma de
21:000.
No respectivo artigo exponbo o que consta acerca
ilo'estado destas obras.
O presidente da provincia tem tratado eom a maior
olicitude da abertura de diffirenles estradas do re-
conhecida importancia.
Deu-se comefe a que tem de seguir da barra da
Corda pedreira, com o fim de ligar o Alto Mearim
ao Itapucur, prolongando-se aleo porto da Gabarra
uos campos de Anajiiluba.
Acha-se j.-i aberta, na eitencao de crea de 20 le-
guas a estrada, da chapada a villa da baria da Corda.
Com ella se encurtou a distancia de 40 leguas no
caminho da Chapada, e deve ser considerada remo o
principio da qne convem abrir al a margem do To-
caiilins na direccao da villa i.a Carolina.
Nos Irabalhos de ambas eslas oslradts tem sido
aproveitados com muita v.ntagem os ser vicos dos in-
dgenas, que habitam as paragens em redor.
Tqm-se aberto lambem una excellenle estrada do
Paran s minas do Maracaisum.
,Foi comeenda a que deve ligar a rica e importan-
te cidade de Casias nova lapital do Pauhy.
Preparnm-se Irabalhos preliminares pura a'berlura
i' Ve mais duai estradas, sendo urna da barra da Curda
e'ootra da colonia militar de S. Pedro de Alcntara
do Gurupy n villa do Tairy Assii.
Concluidos este Irabalhos, pretende u prasid-nte
da provincia promover a abertura de 2 aovas Ira-
das ; urna parlindo da Estiva, no intuito de ligarja
ilha do Maranhao ao contineajle por meio de urna
ponte sobre o rio Mosquito ; e oulra enlre a villa da
Carolina e a barra da Corda.
Como se v, tem sido concebido nesla provincia
um systema de viabilidade, que devesalisfazer a mu
importantes necessidades da provincia, e assaz con-
correr para o seu incremente.
Para.
Deu-se principio a abertura de urna picada enlre
a capital e a villa de Bragucav por onda lem de
correr a estrada regular qu te projecta enlre esles
pontos, devendo prolongarse pelo Tury Ass .-i ci-
dade de Caxias.
Ainda nao pode levar-so a efieito a conslruccao
do caes destinado a defender urna parte da impor-
tante cidade de Camela dos estragos qae coslumn
soffrer pela violencia das correnles do rio Tncanlins.
Trala-se de mandar proceder as exploraces con-
venientes afim de romper-se a estrada que deve se-
guir de um pimo, na margem esquerda do rio Ca-
pim, al aos campos dos Frades, junto ao Tocanllns
na provincia de Goyaz. s
Foi esla provincia auxiliada com a quanlia de 10
conlos no corrente exercicio para seus melhoramcn-
los mais urgentes.
k De oalras obras da mesma "provincia me oceupo
t)os arligos que Ibes sao proprios.
Amazonas.
Pela falla qne ha de operarios nao tcm sido pos-
sivel ao presidente da provincia, apezar de seu rc-
conhecidn zelo e actividade. emp*rebender algumas
obras importantes, de que a provincia carece para
seo desenvolvimeolo.
Tem sido feitas entretanto, por conla da prestaro
de 16 conlos, que foi concedida, oulras que erain ur-
gentemente reclamadas, e enlre ellas a conslruccao
de um cemilerio na capital e de urna otaria na
margem do Manos, que vai prestando j alguma
nlilidade. ,
Tratava tambem o presidente de fundar urna ser-
rara de madeiras, movido por agua, em lugar con-
veniente na viznbaura da mesma olaria.
Ambos estes eslabelecmentes s'o ndispensaveis
para facilitar a execocaode cerlas obras, que sem
esse auxilio difficilmente, e s com muilo dispendio
poderiam ser emprehendidas.
A abertura de urna estrada que facilite o trans-
porte dq gado dos campos do rio Branco para a ca-
pital da provincia, onde se sent quasi sempre falta
de carne verde, he segundo a opiniao do presidente
d,i provincia, urna das emprezjs que reclamam mais
prompto e cllicaz impulso.
Coloniacao.
No relatorio do anuo passado, resumindo as prin-
cipaes disposiees do reguLmente n. 13U8 de 30 de
Janeiro do mesmo anno, espedido paraBkecucao da
lei n, 601 de 18 de setembro de 1830, expuz nao s
as razes em que ellas se baseavm,* ms lambem a
maueira pela qual o governo tencionava fazd-las
cumprir no intuito de promover a emigracSo lauto
quanlo permittissem os recursos a sua disposicao.
Fiel aos principios entao manifestados lem o go-
verno, ale onde Ihe ha sido possivel. procurado at-
Irahir colonos morigerados e industriosos, u se ainda
nao Ihe he dado aouuuciar-vos a realisacao de seus
desejos tem ao menos a consciencia de haver om pre-
gado os meios ao seu alcance.
lie um facto incontestavel que a emigrarlo espon-
tanea em larga escalla nao pode ser fiuclo de.uin
dia nem mesmo de curio esporo de lempo. Nao a
lem tido desde logo os paizes mais adiaulados, que
hao cuidado de promove-la para suas possessdes in-
cultas e desertas ; n,1o a liveram por muitos annos
os proprios Estados Unidos da America.
Depende senaelhante fado de urna agglomeracao
de circunstancias entre si ligadas para o mesmo fim,
mas dependentes de causas diversas, que nem-sem-
pre podem concorrer cummutalivameute.
Assim he que a Inglaterra e a Franca empregam
neste objeclo sommas considcraveis, j adianlandoas
pas'agens, como fez a primeira a perlo de 25 mil co-
lonos que emigraram para a Australia pelos porlos
dcSoulhamptou, ede Plymouth, j offerecendo pas-
sagena gratuitas e subvences, como fez a segunda
para eom as familias de colonos que se quizessem es-
labelecer na sua possessoo africana.
A medir., e demarcarlo de pequeos lotes de
tenas ao alcance de mediocres fortunas, collocadas
em ponas.convenientes, e exposlas venda de ma-
" ira que o emigrante possa contar obte-las logo
poz sua rhegada, ou quando ih'o permitlam suas
circnmslancias, se nao he por si s,i a condicao ex-
clusiva da emisracao, exerce por sem duvida sobre
ella acco predominante.
E, pois, o governo logo qoe pode publicar os regu-
lameulos necessarios para este serviro, organisar a
repartirn geral das trras publicas com o pessoal e
material indispensavel, Iratou de preparar este gran-
de elemento creando as reparticOes das provincias do
Maranhao, do Para, do Amazonas e do Paran, no-
meon e fez entrar em exercicio inspectores ge-
raes das medicos, e os delegados do director geral,
sendo aqnelles acompaohados das inslruccoes espe-
ciaos por que se deveriam reger.
Alem do importante ncleo colonial q*e mandou
fundar na MI la de Obidos, na provincia do Para,
alem das providencias que tem dado pelo Maranhao
e pelo Paran conlralou com a companhia de n.ve-
"oe com a do Amazonas o est.belecimenlo de 6
onias dentro de 5 annos, com 3,600 individuos,
lo menos, de paizes que o governo designas-e, e
outras 6, com igual numero de almas, c com as
mesmas condiedes nos 5 aunas seguinles mediante
as clausulas que cundan do respectivo contrato, de
queja Ira lei no competente lugar.
Doze territorios j o governo mandou demarcar
para esle fim. e j a companhia deu principio de
eiecojao no seu centro, mandando vir e eslabele-
cendo o seu primeiro ncleo de 419 colonos, nnclen
qae, segunda me aflirma o seu digno presidente,
ser dentro em poucosdiss augmentado, achando-se
j em viagem cerca de 300.
A provincia do Paran ofTerece condiedes as mais
propicias para a emigracau europea, j pela felili-
dade das Ierras, ja pela salubrid.de do, clima, e o
governo espera, que melhorada a estrada da Gracio
sa, e prosperando, como se deve contar, os ncleos
existentes e com especialidade o do Dr. Faivre, clie-
gar-se-ha ao resultada de all formar centros de al-
traccao para os emigrantes.
Nao se lem porm o governo limitado a eslas
providencias.
Sempre na idea de formar ncleos florescentes,
que convidem a emigrarao espontanea, lem pro-
curado auxiliare facilitar as empiezas deste gene-
ro que por seu svslema, pela moralidade dos em-
prehndedores.o por oulras condircs de futuro me-
recem confianca.
Assim conlralou com o conde de Montravel, em
6 de fevereiro deste anno, a venda de 16 leguas
quadradas de Ierras as proximidades do rio Cahy
na provincia de S. Pedro razao de meio real a
braca quadrada, sendo o emprezario obrigado a
povoa-las dentro de dous annos, pelo menos com
576 familias, numero correspondente ao dos lotes
coudos naquelle terreno.
A fertilidade do solo, a sua salubridade, e vizi-
nliaura da capital da provincia, afacilidadedo trans-
porte pelo dito rio, reunidas s infurmaroes fidedig-
nas que o governo leve da boa f e zelo do empre-
zario, dao a esla colonia as melhores esperanzas de
um prospero futuro.
A possibilidade de estender-se na direccao dos
campos da Vaccria por vastos terrenos que muilo
prnmellem, a lornam ainda mais propra para sa-
tisfazer o duplicado fim de centro de attracrao, e
de ponto de deposito ou de partida, donde podem
sabir para se eslabelecorem por diversos munici-
pios da provincia, se nTo para o* das provincias vi-
zinhas.
Tambem na provincia de S. Pedro aulorisou o
governo ao presidente para vender a Ilenrique de
Vernejoul urna legua de Ierras devolutas no muni-
cipio de Santo Amonio da Patrulha com a condi-
cao de nellas eslabelecer pelo menos 36 familias
dentro do prazo de 3 annos.
Conlralou mais a venda de urna poroto de Ierras
na provincia do Espirito Santo com o major Cae-
tano Dias da Silva pelo proco de meio real a braca
quadrada, con, a ohrigaean de povoa-las pelo me-
nos com tantas familias, quanlos toles conlm
aquella rea sendo soinente a medicau do perimetr*
feila por coala do governo.
Dentro dos primeiros tres anuos deve o emprc-
zirioter eslabelecido36 familias, e nos 3 annos se-
guinles mais 684.
Este emprezario Iratou lego de formar uma'com-
panbia, tojos estatutos ja for.m approfnos.
O Dr. Hlumenau, que be um dos ho.saens qae
enire nos mais se tem dedicado causa da colonisacao
com o pequeo auxilio do empreslimo de 10 conloa
de ris feilo pelo governo, e com seus recursos con-
seguio organisar as margem do rio Ilajahy na pro-
vincia de Santa Catharina um nudo colonial.
Exhaustos porm aqnelles meios, recorreu ao go-
verno que, avallando as clrcamstancias da empre-
za, tomn o aceordo de urilia-lo, olnigando-se a
pagar-lhe a aabvencSo de 30000 por cada eulono
importado maior d* 10 annos, e menor de 4.5, e a
de 20QOOO por cada um entra 0 e 10 anuos de idade
e vendendo-lhe Ierras interpoladamente margem
da estrada geral, que se tem de abrir pela provin-
cia do Paran,
Comprometteu-se o emprezario a mauler as es-
tradas c campos de que fosse a Colunia dependen-
te sempre em bom estado, a concorrer com meta-
de da drspeza necewaria para a cons rucean de uina
estrada geral pela provincia do Paran, e a intro-
duzir na colonia 4,000 individuos dentro do prazo
de dez annos.
Foi o governo levado a fazer laes concesses, nao
s lelas circiimstaucias favoraveis da localidade,co-
mo igualmente em atleucao ao bom ronceilo dr
que na Europa goza o dito ncleo colonial.
Em verdade lo bem dirigida tem sido esta colo-
nia desde o seu comeen, e tal he o esado dos colo-
nos que, apezar da guerra que alguiii individuse
jornaes da Allemanha tem feilo etnigracao para
o Brasil, respeitaram-na sempro a pollo de eloga-
la, chegando algumas vezee at a indica-la como
timadas mu poucas para onde os Allemaei, que se
dispuzessem a emigrar para o imperto, podiam
vir.
Continua a merecer a particular allcnrao do go-
verno outra colonia lambem fundada ni provincia
de Santa Catharina.
Fallo da colonia de D. Francisca. As pessoas
que seach.masua frente insprram conlianca, e
esta circumslancia unida a do numero de colonos
eiislenlcs, e somma de capilaes qae para all lem
sido importados, convid.m o governu a ajodar o
seu desenvolvimeolo.
Nao cancarei vossa paciencia enumerando aqoi
todos os oulros meios empregaJos pela governo para
promover colotiisacao.
Diversas medidas da mesma nalureza*, mas em
menor escala, tem sido lomadas : conslim do iute-
ressanle relatorio que me foi apresentado pelo di-
rector geral das Ierras publicas, e que mandei an-
neiar a esle para ser submetlido a vussa Ilustrada
consideracao.
Neste importante documento encontrareis minu-
ciosamente desenvolvido o que se tem passadu so-
breest materia, e sobre oulras que correram pela
i i'p itiir.lo geral das Ierras publicas.
Cum quanlo nao tenha o governo desistido das
ideas que o anuo passado ennuuciou, e esleja anda
convencido de que o meio permanente e mais segu-
ro de eslabelecer e firmar a emigracao espontanea
he a par da eiposicJo venda de lotes de Ierras por
prceo commodo, a forma cao e suslentaco de gru-
pos flurescenles de colonos prupriclarios, e por
lano enlenda que para o seu eslabclecimenlo e
prosperidade devana ser principalmente dispendidas
as sommas decretadas par colouisacao; nao lem com-
tudo deiadn de altcnder aos meios de proporcio-
nar bracos ao servico de nossa lavours.
Assim convencido das grandes vanlagens que em
oulras parles tem resultado d. emignicao dos Chin*
delcrminei ao ministro em londres que medanle as
inslruccoes que daqui Ihe enviei, contralrsse a via-
da de laes colonos al o n. de 6,000.
Esla ordem de Irahalhadores era em geral com-
rlelamente desconhecida dos nossos fazendeiros.
Ha muilo pouco lempo que apenas aqu chegou
orna embarcarao com cerca de 300 Chins importa-
dos por empreza particular.
Esle primeiro ens.iio porm talvez nao possa ser-
vir para experiencia das vanlagens dessa emigra
Cao, porque os colonos importado* o foram deSin-
gapore, onde nao se encoulram mito com facili-
dudc l.omens atlitos ao servico da l.ivoura, mori-
gerados e indusliiosos, como sao osde AmoeS, llong-
Kong e oulros lagares mais acreditados para o dito
fim.
Cun pria pois ao'governo incumbii-se da primei-
ra importaco. Realisada esta o convencidos os
fazendeiros por sua piopria experiencia, ou pela de
de oulros coro qoem eslejam em contacto, que os
servicos desla gente compensam vantajosamenle o*
casias feilos, o inlcresse iudiviilual se encarregar
de polos ao mais fcil alcance de quem delles ca-
recer.
Se tem que de conformidade com as ideas expen-
didas no oulro relatorio que tivo a honra de apre-
senlar-vos, nao tenha o governo auxiliado a iinpor-
lacao de colonos que venham emprearse lias fa-
/end,i> por parceria, salario etc. nem por isso du-
vidar em casos muilo especiaes auxilia-la, se en-
xergarnissoalgnma conveniencia ot necessidade
absoluta para a lavoura.
Ainda nao lem sido possivel ober informaces
aproximadas da quanlidade e situadlo das le ras
derolulas existentes no imperio.
Sao lao vagosalguns esclarecimentos recebidos,
que nao he possivel por ellcs fazer-se um juizo acer-
tado sobre esta imporlai.tissima parto do patrimo-
nio publico.
As necessarias indagara -s a que os presidentes
devem d.r-se irao minislraado novo* e mais segu-
ros dados. Oque sobre este objeclo pode ra dizer-
vo), acharis no relatorio a queja me referi, e ao
qual nuvamente me reporto, do director geral da*
trras publicas
A mesma confusau eiiste ainda acerca das Ierras
oceupadas por posses ou sesmarias sujeitas legiti-
maran e revalidirao.
Esla auseucia de informaces claras e precisas de-
ye ir cessandn proporcao que se forern creando os
juizes commissarios de que fallo o regolamento de
30 de Janeiro, e mnnlando-se as respectivas reparti-
Ces provinciaes. /
A conveniencia de nao accumular i-cpenlinamenle
despezas eitraordinarias e avalladas como sao a* que
exige a prompta eiecurao da lei em todo o imperio,
e a falla de pessoas habilitadas para es cargos de ins-
pectores geraes e de agrimensores, lera feilo com qoe
o governo v tratando de eslabelecer as referidas
repartieres paulatinamente e mis provincias em que
ha maior urgencia, como sao as de que cima me oc-
cupei.
O registro das trras possuidas deve estar em an-
damento em lodo o imperio.
Logo que se fundn a reparljco geral mandei ex-
pedir ordens aos presidentes das pravincias e aos pa-
ruchos do municipio da corle para qoe prineipiassem
esle servico.
Como era Je esperar, diversas dundas lem sido
apresenladas sobre a inlelligencia de urna ou oulra
disposicao da lei e dos regulamentos. Todas tem si-
do promptamente resolvidas, e constam do relatorio
do director geral.
Resla communicar-vns que, durante o anuo fiudt,
entraram no porto do Rio de Janeiro 22,828 cslran-
geiros, dos quaes se devem deduzir 6,713 vindos de
portos do Brasil.
No mesmo periodo entraram as provincias do
Amazonas, Para, Maranhao, Piauhy, Cear, Rio
Grande do Norte, Parahiba, Alagas, Baha, Espirito
Sanio, S. Paolo e Santa Catharina, 2,500 lendo sido
apenas 31 procedentes de portos nossos.
Fallam para um calculo mais completo informa-
Cues de algumas provincias, entre as quaes Pernam-
buco e S. Pedro, que devem ter recebido avultado
numero de eslrangeiros.
Comparando-se as entradas e sabidas condecidas
resulta que no Rio de Janeiro, Minas, Geraes e nor-
te de S. Paulo ha ama dill'etcnca em favor das en-
tradas de 5,417, e Has outras provincias 1,604.
Se ao numero coaAecido das entrada reunirmos,
lao approximadamante quanlo he possivel, a parle
desconhecida, podemos computar, sem receio de eia-
gerarao,em 30 mil o numero dos estringeiros entra-
dos, e em cerca de 9 mil os que se eslabeleceram do
paiz.
Pela repnrlicao geral das Ierras publicas foram ex-
pedidos modellos de mappas para a estalisticn das
entradas e sahidas dos colonos com todas as explica-
ntes que convem sobre suas profusas, estado, reli-
giao, nacionalidade, etc. ?
Com esla providencia espero que no seguinle an-
no aquella repartirn mais habilitada possa j minis-
trar miiis exactas e mais circumstam-iadas informa-
Ces sobre o movimenlo da populacaa eslrangeira no
imperio.
Trala-se de fundar nesta curie ama associacao com
cipilaes snftlcienles ao menos para os primeiros an-
nos de sua existencia, cora o fim de promover a emi-'
gracao auxiliando o governo neste empenho e facili-
tando aos nossos fazendeiros os meios de obterem
colonos para a cultura de suas Ierra!. Seus estatu-
tos j foram approvados.
Colonias militares.
Coutinua o governo a prestar a devida atleucao a
estes cstabelecimenlos, que tao necessarios considera
em alguns punios de nosso territorio, ja como meio
de manter a seguranca individual e a policio cm nos-
sos mallas, j como transirn e prepatalivo indispen-
savel para a povoacao do logares, para onde >em o
auxilio o protecrao, qae podem prestar as colonias
militares, 13o cedo nao affluma a populacao.
Atteiidcndo a ligacao immediata qae esle objeclo
tem com a colonisacao, e com as (erras publicas, puz
todo o expediente que Ihe lie concernate a cargo da
reparticilo geral das lenas publicas; e no relatorio
do respeclivo director acha-se a noticia desenvolvi-
da de ludo quaulo tem occorrido as colonia* mili-
lares depois do ultimo relatorio do m nisterio a man
cargo.
Tonho pois sement de informar-vn* qne najn'|-a
deodo ser appllcaveis todas as dUpo*|6es dosfHB
los e regulamentos, que regera as priineiras colonias
militares, a todas as que se lem funda lo, porque err-
cumslncis espenae* das localidades ttigem muita*
vezes providencias peculiares, tem feila o governo
acompanhar a fundacn
lias de inslruccoes esper
Assim o pralicou com
lar de Obidos na fWOT^^H
militar do Urucii eaa Minas
timam'enle creou n nvugens
cia do Parao.
Toda* essas colonias marchan regu
da nao chegaram os colonos porlngueze*
verno mandou vir para augmeol
colonias da estrada de Lage
para a de Obidos e para
Informa a pessoa ene.
e de providenciar obre i ^^^
deve estar em viagem pi
garam porm os qoe for
nia do Urocii, ja seguir
Calechete e cii
Passou lambem esle imper
pelas razoes ponderadas a reipeitt
(ares, para a reparticao geral
cujo relatorio igualmente me n
Cada vez mais convencido o saweri
lema sobre qne foi concebido o regula*
de julho de 181.5 nao lem produzid
du/ar salisfaclorios resullado^^^H
para as novas aldeas que mande
do Jalahy e do Tibagy, composta* do* indic
instrucces especiaes, as quae
da catechese o elemeuto religi
direccao dos indios al que se aclirr
verdadeira emanciparan a mi
seus precedentes de zelo e dJ^^H
dos indgenas.
Espero colher bom resultado i
se assim acontecer potjer-se-b
suas disposicOes s oalras
re ni chegando os missivnarraaq-
vir.
Namerosas tribus de indio* apresent.
ranlc u ultimo anno em diversa*
cia do Maranhao procur,
civlisada contra a falla
as maltas, e contra as BJLx^^^B
fortes.
O presidente da provincia le.
providencias que expedio para
Ihidos e aldeados.
A emigracao dos Cayus
do Paran, e o prestante
nina encarregado pelo governo
aldearaenlo,espera que d
jam assim povoadts as i
provincia se mandaram ci
Segando as informar-
geral das Ierras publicas, podej
ro total deludios aldeado* ^
19,354, numero que tod
considerado muilo infer-
Mandou-se proceder a nevo
cuidado e exaelidao, paraj
organisar e remoller o* J
constar pelo menos mais
teza a populacho tic todas "i
Ao terminar este artigo
a rtoparlicao geral das le
nieiro anuo de sua existencia
larmente, e que nella HsaaaBaafl
Iridio encontrado um ai
elogios.
Instruccio publica e ettabeleciM
Iliterarios. I
nsl rucc<^^^H
O auno paseado vos ai^^^|
as vislas do governo relali
lissimo ramo da publica
e extensao das reforma* '
Di>pensar-me-hei,
este respeilo, limilandi
de mais notavel tem
dos estlalos de 28 de
Providas as cadeiras
dades de direilo de S. P.
nellas comecou desda oj
no de lodas as malcras
corsos.
A necessidade de infernal
litado, qae devesse complel
as duas restantes, e oulra*
mais demorada a no
Actualmente se acha
Os esludos as quatro
cham regularmente, e
perancoso.
- Nao s houve om todas ef
mes preparatorios do que harta
como tambem o* lente* se I^^^H
vao desempenhando su.* not>^^^H
uidade propra do magisterio.
Os novos estatuios vao-se en
embararo ; e sempre appe'lan
como o meio de melhor conhecer **m*|
pra ticas, serei o primeiro a aconselhi
de qualquer de suas disposicoe-, a]
menos convenienle.
Om quanlo a medila^^^^B
desses estatuto*, e o eoverno ti-
les de poblica-ios, auxiliar-se i
vaces de pessoas entendidas, a |
vlesconheco que traba!'
muitas vezes em sua eii
liculdades em um ou oulro ponti
era possivel prever.
He por isso que a* con_
dasfaculdades temo de ver
todas as alterafues qua a exper
necessarias. He por isso que e<_^
vossa sabedoria que suspendaos |
prova;o definitiva dos mesmos
Realisou-se em dias de no
sado a transferencia da Facnlt__
le na provincia de Pernambuco,
d* para a do Recife, onde ja
do referido anno, e os exeme-
Na falla de um edificio publico
convenientes a om eslabeler
foi aulorisado o presdeme da pros
casas particulares que servisse
Foro com effeifo alugadas d
medame algumas obras pan
suflicientes.
A transferencia daquella 1
suas primeira* neceasidades desda
por muilas vezes reclamada. ]
pelo poder legislativo: e leva
verno eulende que consullou
de dos alumnos, mas lambem a* i
siuo, e a fiscalsarao de servil
A experiencia embora de po-_
Picando o qae acabo de dizer.
lenho concluidos, e em termos
dos, os regulamentos coroplefl^^H
de direilo de S. Paalo e Olinda.
Nao forlo porm j exps^^H
mais prudeoTe esperar a coaS^^H
de medicina desta corle, que a resp
cao a quein compele orgaaita-lo n
29 dos estatutos cima cilado-
governo.
l'areceo-me mais prudr
mei, visto como convem que haja .
midade as disposicOes dos rege imr
mentares das quatro faculda-!
gimen e disciplina, e porquas^^H
Irabalhos desla nalureza, que
dos d'antemau com as late* -
conselhos dos homens pratice-
convenientes que potsto resultar de
em sua publicarlo, do que aquelle; q
vir da precipitacio. Tal se pnden
facto de dispensar o governo o concur-
e nbservacOes de urna cougregarin con
pessos habilitadas, s y,
gnus das.
Sel que o (rabalho de
lado, e espera o du -o* das
seja offerecii
Assim qoe roe f
gulamentos.
O movimenlo acolar das Mfrridae tu.
no anno lindo o * No* 5 annos d>
matricularam-se :
vado* plenamenle
ter 12; forjo rep
e perder m o ann
Na l-'aculdade A V ntafricasUrarn
se 330, obliveram appr.
provados sfmpliciter 27, reprovad '*na*3
acto 8, e deixaram de ser habiliUdos para acto -2. j
Na Faculdade de madidna desla corle foi i le 353 oj
numero dos esludanles matriculado* nos6 aooosdaJ
curso, dos qnaes 167 foi
63 com a nota de smplesmei. pro^^B
I2perderam o anno, 2 nao ftxeram acto.
.. Na de medicina da Baha mar -19 ; '
foraolplenimenla approvados 111; liveram appro-
v*co simples 7!) ; perderam o ansa-; forao repro-
vado*9; deixarem de fa retirram-ae pa-
ra o Kio 5.
Na primeira 1 cabararn o*
esludo* 'j. aaaJI
ohsrr



v -,.... .;
to legando 54.
Na irimelra faculilaan de medicina lonurim o
' iloulor 3t e na lOgotula 20.
i '"" archa* esta* acuidades
* 'ac tillada da corle 50
PTrfo3riipproTiKloi plenamente, 6
*^V< reprevido, t2 punieran) o innu.
flPda approvarani-se llenamente 5 leli-
l reprovarajl-sti 3, uto foi habilitado 1 e
trovaran
a toldada da corte,
ittia i
km
un tale
ia.
npecial
"
ule aniH^BBa?BxMni- preparatorio nos
>a c eaea nhm fot jolgado
*, m ida iIs materias, pela commis-
ninir jol;jar tai dito* oa-
le mirlieini da Baha, honvt
nalorioa de div ras materias, e 364
oriol de Pauloc Recife nao
aleraa^^^^^Bl.
ae 1,156 e (tildante malricula-
u l Facolddes, e que decae* foram
acta do (ira do anuo 1,082.
que reripituUiido oa algarismos
lutul de 1,156 taludante foi assim
i lo Rcif*
(IcS. Paulo
cla Bihia
da Ole
marinar cima conlriboiram a pro-
popularAo acadmica terei. o se-
:I20)
J584
264 j
269
}572
303}
305 de mis oaluraes.
I Rio de Janeiro con
.V Baha.....
Pernambueo. 1i)9
S. Piolo .... !t8
Minas..... %
Cear...... i*
Uaranhao. 26
Parahiba..... 33
raudedoSnl. :!K
pe.....19
... 18
..lagos..... U
.... 11
Grande do Norto 8
(irosao. S
. I
1 harina i
. :t
spirito Santo. I
1 lio Amajonas. II
lo para completaren! a somma erain
re* eslrangeiros.
rectoren da l'aculdade di corle
Salarlinsdi Crui .lobim, da do Re-
aragihe, lia da Baha o Dr. JoAo
; e ccnlinui. a servir interina-
sS. Paolo, oconsriheiro Manoel Joaqoim
gj>Mfal liragel.
indicada u<* ltalo anda
ra poiiivel que ae puzessera
a ella lo lempo e de muitas
lo etilo no poder do governo
ovar.
ie possi vela rila organsar na Fa-
i lodo* os gabinete, amphithea
> etc., em quinto ella nao ti-
opriamentii adipiado pira este
Cear......
Maraahat. ....
Para......
tioyai......
Parahiba do Norte. .
Santa Calliarin .
Rio-lii ande do Norte.
Epirita-Sanlo, .
Paran ,
Pioh) ....'.
Mallo-.; rosto .
Alio Amazona. .
A inslraccJo tecundarl* as
OUHIQ DE PtRlUBUCO QUINT* I-E1RA 9 DE INSTO DE 1855
53
56
45
,31
37
40
34
1
35
32
II
14
reoaana
2,572(1)
2,227
1.860
1,393
1,345
1,312
1,306
956
I4
700
4
414
* inmracyao tecunaaria as moavnai condirOee
toa observadas foi dada em 20 lycu e 148 aulai
tealaaa pelo modo Mgiiinle:
Provincia.Lyeu. Aula avulia. Dltc.
Baha.
Ulnas ......
Pernambuco. .
S. Paolo.....
Cear......
Hio de Janeiro. .
Sorgipe .....
Marauhao .
Alagdas.....
Para"......
Rio Grande do Norte.
Parahiln.....
Espirito Sanio. .
Rio Grande do
Malto-Crosso .
Alto Amazonas.
Goyaz. .
Santa Camarina.
Piaahy .
Paran
Sil.
1
r
19
23
8
29
8
13
9
12
6
4
6
636(2)
550(3)
290(4)
275,5;
360
454(6)
215
206
167
116
111
87
72
69
52
41
41
40
16
1
1,506
20
148
I orlan jo a inslruccao publica primara e tecun-
rJaria do imperio, nao incluindo as escola regimen-
teos e a aulas dependentes do ministerio da iustira
eomprehenlia em 1854 V
Escola primarias ...;..
I.yreus..........
Aulas nvolsas secnndariai. ." ."
Discpulos de iiislrucejo primara,
dem dt inslruccao secundaria. .
Tolal don discpulos......
Vejamos agora o qoe se passou qaanto ao
particular. '
Ja vos previni que os dados qoe passo a transmit-
tir-vos nito sao de rigorosa exactidAo, nem comple-
tos quant) ao movimanto geral do entino que seda
particularmente ; apenas nos indican) o movmento
ae chegia ao couhecimento do governo. Ei-lo:
rovincias. Collegios Discpulos.
... e escolas.
Hio de Jimeiro (edite e
provincia. .....
61,700
3,713
65,413
ensino

qoe
^^^a desta corte he i
l neeewidade de irn edificio.
nana* cata particular ar-
itnensdes, e em ama roa es-
(Sollre o ensino iiolaveis embara-
^ l ondeao inenenso possam eollo-
'n-trumen'e de jihysiea que pos-
nem onde at poia preparar ora
l neeessiha para prestar
plante ao'iiliar em outras
I da i'hymia.
adescuid.idorumediarestemal.
ao presente nio foi posaivel
ra onda n Karoldade seja re-
m que se deseja, oa ao menos
fnienle do local em que se
iigencia, entretanto qoe nSo
a urgentiuima neceasiihida de man-
n novo erlilieio com a devida
realisar,ao los rr eios praticos c
|idos pelo novios estatutos, e de
iprogresso i) aprrfeiroamento do
boa urna cominissSo eomposia
Josii Benli da Rosa, con-
Torres Homem, Kianciico
F:rreiia de Abren, e
das dallas artes, Manoel de
neombi'i-a da escolha do lo-
para o novo edificio.
ingar; e ora se traa da res-
Ievaiilanienlc esta' encarre-
da iiadeniia da* Itellas-
>na eseja adiptada. nAo perder'
em eomecar a eons ruceao do eili-
^^^Bncia, qoe hn nesi.e objeclo.
dos eslaliiloi de 28de abril, em
i desenvolvi!;nto do esludo
^^pis |*alicas.
lem dcllds resaludo era oulros
por mollas circunstancias
kidn, lorcoso aera' agoar-
i a toa realitaclo.
lidadede pruverem-se o lu-
creados niu'aruldades de me-
dia sotstilair a ciaste dos
coir.f que n um viveiro
'iradoi pe) esludo e pela
(expedir, navindo preva-
paealdade de medicina des-
vitorif >, qae acorapanha-
oliro do auno pastado,
earto rara <* ditos logares,
ios e esta' correado o
fel ja' expedida tambem a' Fa-
lda Baha.
I nossat Facilidades sodrem ain-
>e imporlaoles obras, que devem
Multadas pelo* lente e pelos
prover a eila .n-eessidade, cs-
toa complementare* os meiot
^^^Kiile ir-te nogm:ntando o na*
s em caJa ama das ditas
L tambem de zclur-te na conserva-
\isliren-.
represeoli'.'Ao qoe Ihe
di nldade de medicina desta
Europa algomai obras relali
^men das Faculdadet de me-
!ze. e ai l;i qae regulara o
nos meamos pai/.es.
deltas |>or intermedio de
maudou distribu: entre aquel-
madicina da Babia.
Mote ao entino superior resta-
)ae o governo, levado pelos
p ensino da cliyrnica, que hoje
itagero, e lerdo em consi-
qoe entre nos at agora
ni aot leo tes nomeados
ide.ras os nieioa de iremjapcr-
P^*^*peota maleita.
a deliberarlo coisullon o* In-
s memorial iiistoi icas dos acon-
ivris occorridos as I-acuidades
stado, exigidas lelos decretos e es-
aalo loi esta larefa in-
Sro Prudencio Giraldas lavares
gaardo a sui remesta parapo-
' R'iroa lal i-espeto.
to foi aeioelhanle Irabalho
illiedratico Dr. Thomai Go-
peohiu cuno se devia
Iraolo.
fteeundaria no imperio.
^o estado da intlroccJo
liderarei eiti primeiro lu-
! remunerad o pelos cofres
" ptovincia*; c em se-
de ensino ministrado em
i e piio reos pas de
re apresentar- vos um tra-
pillo fura para desejar. A
___ei'-te.
i sojeito hojt urna inspeccAo
M ilad.j publica, geral ou
* lem anda podido ter virificado com
im.iiieeceinoextrecie de erros todo*
'0 ollerecir vosea consideraelo.
a anda ae arha a maior
ruv nerarcm vi olajosanien-
*
ie or f,cm princi-
lntainos para contecuir
iiura.
i maier en> jarato: in-
1 pirlicular em
ibmUos agisnle* da au-
que se
!1 pendiit -voto qoe
imnlot reco-
pilo cofres
scdI as 0 61,700
' peUs presid neiaa e pe-
rnana e secun-
le o ruferidos ai-
^^eUi 20 provinoia*
Minas.
Babia. .
8. Paulo. ..*.'."
Rio Gratule do Sol. .
Cear. ....
Pernambueo. '.
Para......
Sania Catharina. ".
MaranhAo.....
Mallo Grossu. .
Alagoas.....
Parahiba do Norte. .
Rio Grande do Norle.
(7)
159
93
24
26
63
17
25
17
11
14
16
8
7,088
6,027
3.532
1,475
902
8>7
736
658
588
573
400
330
313
82
(9)
! regin
l paizei

i J. cortee i
*^Kulo. .
Pernamb-.il'
Alagoas
Rio Grand
Ser:
Escolas.
2110
1*7
162
Discpulos.
13,235
7,687
6,236
tJ Tolal. 23,641
fcsia somma reunida do ensino publico da
om total geni de........ 89,054
ntlrueylo primaria e secundaria da corte.
Deptns deste rpido lineo de olhos sobre o estado
geral da inslruccio do primeiro e segundo grito em
lodo o Imporio, he de meu dever dr-vo conla mas
minuciosa do movimenlo dessa parte do ensino no
municipio da corle.
O conseho director desde qoe se inslaurou, sol a
pro dcncia doma digno eilloslrado inspector ge-
ral, lem conslaiitemente se esmerado no desempenho
le sua ardua missSo, j,i elaborando Irabalhos im-
portantes para a realsajSo das reformas que o go-
verno inicien pelo ministerio a meo cargo no rega-
lanienlo dtl 17 de fevereiro do anno passado, j
procurando imprimir as escolas, no cullegin de Pe-
dro II, e em todos os eslabeleciinentos de inslruc-
cao, a dircccAo qae he necessaria, alim de qae nao
se malogren! as benficas inlcnrOcs do poder legisla-
Hvo e do governo.
Auxiliado por aquello iunecionaro, e pelo referi-
do eonselho, publique! era 17 de fevereiro deste an-
no o reaulamenlo complemeolar do collegio de Pe-
'II, e diversas instrucrOes. sendo urnas com o ca-
rcter de provisorias, em dala de 24 de dezembro
lo anno passado para os exames geraes qae liveram
lugar em das de Janeiro ultimo ; outras em dala de
> do mesmo mez para os exames de capacidade dos
candidatos no magisterio quer publico, qoer parti-
cular; outras em data de 24 de dezembro paran
exames geraes qae devem ter lagar no flm de cada
anno, segundo a dispositao do artigo 112 do citado
regnlamenlo de 17 de fevereiro.
Denando de parle essas inslruccoes, e tratando
tmente do regolamenlo do collegio de Pedro II,
eumpre-me declarar qae o novo programma de es-
tudijs uclle adoptado, se nAo he Lio vasto como os
dos yceus fr.incezes, enmprehende todava em larga
escala o ensino Iliterario, c o que he essencial para
o ensino scientifico.
O eonselho director lem de oceupar-se agora de
desenvolver e propor em inslruccoes especules para
cada cadeira os pontos essencaes que dentro do an-
no os profeore respectivos leem ohrigacao de en-
tinar aos alumnos.
Essas instr jeroes deveudo constituir um program-
ma claro e preciso de cad.f'maleria nao podem ser
publicadas sem mmia meditadlo.
Com a dala de 2 do correle foi proposlo pelo
mesmo eonselho, e nao lardar a er publicado, um
projeclo de regiment interno da escolas de inslruc-
Cflo primaria, com o flm de sojeitar lodo os pro-
fessores aos mesmos devere, e o alumno a urna
disciplina uniforme.
Esto regiment, alies essencial regularidade do
ensino e ao aprovetamento dos alumnos, he nm da-
qnellet Irabalhos qae maisdependem de atorada ex-
periencia, e lm disto do maior conhecimenlo da
capacidade dos professores. NSo comprenende por
issu ainda o qoe he relativo divisAo das clatses,
escolha de compendios, e i distribuidlo das mate-
rias do ensino.
O eonselho director deiio'i estes ohjectos penden-
tes de mais algum lempo de observarlo pralica.
Ja foi organisada e approvada a tabella das laxas,
qiHf na conformidaile do artigo 132 do citado regu-
lamento de 17 de fevereiro devem pagar as escolas,
collegios e mais casas do ensino para o flm all in-
dicado.
Os exames feitos recentemente no collegio de Pe-
dro II para i matricula nos cursos superiores em
conformidade das citadas inslruccoes de 24 de de-
zembro do anno passado dcixaram bem patente o
qaanto iam em decadencia entre nos os estado Ili-
terarios.
As commissoes nomeadas para estes exames pre-
sididas pelo referido inspector geral deram um ala-
lar exem po do imparciadade, que honra aos in-
lividuos qae as compozeram, e deviam ler conven-
cido a muitos pas de familia deque devem d'ora
em (liante vigiar alternamente a educacAo de seus
nlho, e a amitos professores que o onico meio de
se arreditarom no ensino he o fiel e devotado des-
empenho das importantes obrigar,es que contra-
hem quando se dedicam nobre classe do magis-
lerio. B
E aqui nAo mo posso dispensar de Iramcrever das
nrormaces que foram prestadas ao governo pelo
inspector, geral um Irecho ditado pela franqueza
piopria de sta elevado carcter. Ei-lo :
, A mxima parte dos alumoo que le apresenta-
lm a exame e que, segundo os documentos passados
'"' tu* profio' professores, deveram considerar-
se habilitados, ignoravam ateos mais eleroeulares
priucipios de gramraatica da lingua nacional, e del-
xarain de responder s faclimas perganlas que Ihes
dngiram os examinadores.
em reuniao de palavras sem sentido. oracDes sem ne-
xo e palavras sem signillcacao alguma;dlr-se-hia
qoe so para os exames tinh.tm preparado as trado-
SOe que inflelmente Ihes reproduzla a memoria.
Assim he que a comraissao de exornes, apezar de
mais indulgente que severa, vio-se na dolorosa ne-
cessidade de reprovar 38 tlumuos d'enlre 18 qoe fo-
ram examinados.
TAo acostumados ettnvam a considerar os exa-
mes como urna formalidade, e nio como verdadeira
prova de hahiliacSo. que apenas compareceram 48
tendo-se inscripto 151.
Estas palavras provam a todas as luzesquao argen-
te era a necotsidade da reforma. .
Muito resta f inda per fazer-se ; o forra he con-
reisar qae grande parle das medidas dos reglamen-
os do governo, nao pode desde ja, nem nos primeiro
lempos de sua execuco, produzir lodos o resulla-
dos que desejatoos.
Grandes ohslficulos lemos de encontrar e de com-
bater para chegar-so a este flm ; he preciso porm
n,1o esmorecer na lula, marchando sempre com pru-
dencia e reflexD, e auxiliando-nos lobreludo da ex-
periencia para acertarmoa com os mrios de ir des-
trnindo progresivamente abusos que se bariam in-
veterado na ednengao de nossa mocidade.
lima dettas grandes dillicul lades senao a princi-
pal he a de pessoal hbil e dedicado que no magis-
terio coadjave celosamente a execucao das medidas
do governo.
) Para calcularle o numero de discpulos de 3 es-
colas qiio nao mmdaram lista, procurou-sc o termo
medio da frequcucia dat oulras, e iunlou-se ao seu
total.
Inclusive a escola normal.
3 Inclusive um seminario entre os I venus.
,ii Nos lycdu val incluido o collegio da* arles
mus falla ajunlar o numero dos discpulos deile co
legio aos j computado.
0 lyeen de que ahi se falla he o curso de ort-
paraloorioida.Faculdado de Direito, falla, porm
njunlar o numero de teus discpulos.
(6) Do Rio de Janeiro compolou-se entro os Ivcu
aeT.?.Vuit0U- ,])M ,Jcd0' d Provincial
mado" ,SSP" f"-e um calculo approxl-
i22cei.latpartcalarcsda provincia do Rio
"",-'","'C1'00 numero de dtcipnlot pelo
las outras. Dos collegio da nro-
H" o muito frequentado nio receben
a este an,iCi. Compulam-se era 700 ^t
ilos. "
s. reiebeu noticia senao do numero dos
"IOS,
9) Cslcuk do presidente.
Sem com islo querer ser injusto para com mailas
Honrosa excepcoes que reliimenle lemos, torca he
confessar qae esto mal predomiaa, e que s com o
mudo, com maito esforjo e perseveranca se conse-
guir extirpa-lo.
Pasto agora i parle estalislica do ensino nesla
le, e qae merece maior grao da confianca, nulo-
risada como se acha por urna iospeejao mais vigl-
i a n le. ^L.
O Estado manlm 26 escolas primarias em lodo o
municipio, seudo 17 pira meninos e 9 para me-
ninas. As primeiras foram frequenladas por 909
discpulo. A segunda o furam por 555 meni-
OSt
O termo medio, paranlo, dat escola de meninos
he de 53,8 por escola. O 'dat meninas he de
01 ,b.
Se dlvidirmos essas eteoU pelas suas localidades,
poderemoi considera-las de dentro e de fora da ci-
dade. As primeiras para meninos apresenlam un
lermo medio de frequencia mais favoravel, do que
o lermo medio geral, e vem a ser de 77,1 por e A segundas apresenlam um "termo medio mai di-
minuido e vem a er de26,7.
. .Dil* escolas de dentro da cidade a mais frequen-
ladas foram a da fregoeiiado Sacramento tanto pa-
ra um como para oulro sexo. Da de fora da cidade
r-iram as de Paqueta. O total da duas primeiras
comprehende 218 alumnos ; e o das oulras duas
i Ouinlo a inslracSo secundaria, alm do collegio
ue ledro II ha anda por conla dos cofres pblicos
as seguimes aulas que apresentaram no anuo lindo
apenas 9/ discpulos, n saber:
1 defranrez. 16
3 delatim. ... 49
1 de ingler. ... 30
1 de rhethorica. 2
Para evitar que estas aulas conllnuem a apresen-
tar resultados tan desfavoraveis, Irato de i-enn-las
em um a edificio, de orle que possam ser inspec-
cionada constante e edicazmenle,e de dar a seus
professores um regiment interno, em que se mar-
quem horas certa pareas aulas e um programma de
ensino.
A falla de edificio apropriado tem at o presente
embancado esta providencia, qae alias considero
tndispensavcl emquaute o governo nAo pode resol-
ver a supprcssao deslas anlas assim destacadas, o que
o podera ler lugar convenientemente com a creado
do extrnalo, ja autorizado por iei, mas que por ora
nAo parece prudente crear.
A instruecAo particular conla grande numero de
escollas e collegios.
Segundo as inibrmac.6>s ofliciaes sobem estas casas
de educado a mais de 97, sendo 51 para alumnos do
sexo masculino e ifi para as do oulro sexo.
Das primeira, 45 eslAo assentadas no recinto da
cidade, e 6 fora delta.
Das segundas s ha urna fora da cidade no cralo
de Santa Cruz.
O numero dos alumnos de lodos estes estabeleci-
rnenlo foi de4,490,sendo 2,864 do sexo masculino e
1,626 do nutro sexo.
A condices legaes para continuarem n testa d'es-
leseslabelecimentos foram preenchid. pelo respec-
tivos directores, a muito dos quacs, sobre parecer
do eonselho e do itiipector geral. conced dispansa
das provas de capacidade, em alleifc.lo j a sua
longa pralica, j ao seu merecimenlo reconhe-
cido.
O mesmo devo dizer dos professores particulares.
Algn* foram dispensados das relerid prova por
se acliarem nasconde.oes do decreto de 17 de feve-
reiro de anno passado e inslruccoes de 5 de Janeiro
mo; o oatros ou j se habilitaran! em exa-
UMU l;
o exames de capacidade.
Collegio de Pedro II.
horam rrequenladas as suas aulas no anno ultimo
por IJ7 alumnos. Destes foram approvedos plena-
hachar Mi! '""P16""6"1* 39- Toraaram o grao de
O reilor deste eslabelecimento continua a dirigi-
lo com a mesma dedicatao, zelo economa de que
se lem leitoamoncao em outro relatnos.
bm virtude da auloriscAo concedida pelo !; 2 do
art. 11 Ja le n. 628 de 17 de setembro de 1851 pa-
ra a venda dos predios perteucentes ao collegio, pa-
ra ser o seu producto convertido em apolices da di-
vida publica, maudou o governo eflecluar a venda
do predio n. 78 da ra do Sabo em consequenca
de seu estado de ruina.
Imporloo essa venda em 7:0903000 preco supe-
rior .i avaJiacaoem 4:000s000. -
Alem disto, altendendo ,i repretsntacao do roitor.
autonsou a altenacAo .le alguns predios do collegio,
silos n.-i-rua de S. Pedro.
<) producto de lodo elle* ter i o deslino d eclarado
na le citada. Continuaram em andamento as obras
da igreja do Collegio ; c he de crer qae dentro em
pouco, completamente reparada, possam nella ler
tugara celebracao do Santo Sacrificio da Missa, e
oulros actos do Culto Divino.
Ahiblolhcca do collegio foi no referido anno
augmentada com diversos livros, que mandei vir de
I orlugal, e que foram reclamados pelo reilor, alem
de oulros que se compraran! nesla corle.
Mandei ja fazer o orcainenlo de algutnas obras, de
que urgenteinenlo carece o mesmo collegio, lano
para accommodates dos repetidores, que morarem
no edificio, como para melhor divisio, e maior espa-
eo das salas das aulas.
Aula do commerein.
A necesidade de e melhorar e aperfeicoar o en-
sino que se da nesto eslalielecimenlo tem de ser. ao
menos em grande parte, dentro em pouco alisfeila.
Esta a pnblicar-se o novo reaulamenlo que o lle-
ve reger, em virlude da i.utori ao governo pela le n. 805 de 23 de setemnVoTfejiii
no prximo lindo.
Nesse regolamenlo, que conlo expedir at o fim
do correnle mez, allera-se o plano actual dos estu-
do", augmenlando-se mais um anno no curso, crean-
do-ie novas cadeira, fazendo-se melhor dislribai-
C3o de materias, e procurandn-ae habilitar os alum-
nos, qua freqneutarem o dito corso nAo s para a
vida commercial, mas tambem para os lagares das
alfandegas c comulados. Exigem-te alm disto
maiores habiliUre para a matricula dos esludaolet.
II at.no passado mairicularam-se neste eslabeleci-
mento 27 alumnos, sendo 16 no primeiro anno e II
no segundo.
Foram aaprovados plenamente 8, simplesmenle
6, e 3 repeavado.
Os mttrieolado eram :
Do Rio de Janeiro. ... 23
Do Rio Grande.....1
De Minas.......1
De Bueuos-Ayres. ... 1
De Portugal.......t
Academia das bellas artes.
No da 20de novembro do anno passado fecha-
ram-se as aulas desta academia, e fez-te*a ditlribui-
$Ao dos premios.
Malricularam.se nella 60 alumnos, dos qoae 7
foram premiado, e dislinguiram-se 20. Perdern)
o anno li.
Achim-sc de volla os doas pensionistas JoAo Pal-
here Grandjean de Ferreira, e Agostinho Jos da
Molla que iinham partido para a Italia ; o primeiro
na qualidade de pintor histrico, e o segundo na
de paisagisla.
O pensionistu Vctor Meirelles de I.ima he o ni-
co que esta actualmente em Roma por conta da aca-
demia; as iuformace* qoe existem sobre seu pro-
cedimento c applicaeio sao satisfactorias. O ullimos
Irabalhos, que enviaram academia estes pensionis-
ta compensan! at cerlo poni os sacrificios que o
estado faz em beneficio das artes.
No faaslissimo dia 2 de dezembro do anno passa-
po, collocou-se a primeira pedra da Pinacolheca
com todas as pralicas |do eslylo, a est ceremonia
compareceram os alumnos do conservatorio draiui-
lico e exceularam composi;0es nacionaes.
A construccao deste edificio, qae era urna das
mais urgente ncressidades da academia, prosegue
com solidez e perfeicAo debaixo das vitlas da seccao
dearchilectura edadirecrAo do iotelligonle e zelzo
chefe do eslabelecimento.
Mandei proceder a lodos os reparos indispensa-
veis no edificio da academia, o qual amcac,ava ruina
na parte superior do lado direito; coucerlou-se e
aceiou-se o seu interior, adaplando-se s reformas
do ensino que requerem mai ampia commodidade,
raormente para as aulas industriaos.
No relalorio que Uve a honra de apreeentar-vos,
formule! o pensamenlo do governo acerca da refor-
ma dos esludos desta academia. Foi este pensamen-
lo consagrado na Iei de 23 de tetembro do anuo pas-
cado, e hoje se acha desenvolvido nos novo estatu-
tos, que acharis annetos.
As no vas nulas de mathematicas elementares np-
plcadas, e de desenlio geomolrico, devem ser fre-
quenladas por todos os alumnos da academia, e pe-
los que novamente se matricularen).
Imperial instituto dos meninos cgos.
hu virlude da autorisagao concedida ao governo
i 3 2 da le n. 781 de 10 de setembro do anuo pas-
sado, foi creado esle instituto por decreto n. 1428 do
mosmo mez, devendo reger-so provisoriamente pelo
regulamenlo interno expedido em 18 de dezembro
do dito anno.
Tendo por flm esle eslabelecimento ministrar ant
meninos cgos a inslrucjao primaria; a educacao
moral e religiosa ; o o ensino da msica, do alguns
ramos de inslrucsAo secundaria c de ofllcios tahris;
foi naqiielle regnlamenlo delerminado o program-
ma destes estudos, e o systcma de ensiuo pela ma-
nera que parecen mais conveniente.
Foram lugo organisadas as aulas do primeiras lel-
Iras, de doutriiia chrislia, e de msica, e nomeados
os respectivos professores.
Sao freqiientadasesla aulas por 12 alumnos, sen-
do 10 do sexo masculino e 2 do remiuino ; 4 da cor-
le, 7 da provincia do Rio do Janeiro, e 1 do Cear.
Segundo ofllcios de alguns presidentes de provin-
cia, esperam-se meninos que preencher.lo o numero
de 30, mximo fixado no regulamenlo para os tres
primeiras annos, devendo *er admiltidoa gratuita-
mente 10, que frem reconhecidamenle pobres.
O director deste estabeleciioenlo informa nao s
que o entino he dado com muila regularidade e zelo
e que os alumnos apreentam nolaveladiantamento,
mas tambera que u tervico interno o o tralamanto
dos meninos, quer quanlo ao rgimen alimentario,
quer pelo qua respeita ao agasallio e cuidados que
exige a sua Idade ettlado, nada deixama desejar.
A ca da Saudc, rene s hoaiaccommiitlaces queolTere-
ce, oxcellentes condicOes hygienicas.
Para a sua despeza animal foi votada a quanlia de
15:000o, que convem continuar a eoncader-se, in-
cluindo-se nella a qae fdr necessaria para a acqoisi-
c3o da Uvro e instrumentos proprioi para o insti-
tuto.
Acha-se poi hoje preencliida a laeuna que tinha-
mos de um eslabelecimento dessa nnlurea, lacnna
contra a qual haviam j reprsenla do ao poder le-
gislativo doas dos meas dignos antecessores em seos
relatnos.
Era com efleilo de dssejar que urna classe, ferida
pala desgrasa com a peda de om laoles sentidos, nao ficaise privada por mala lempo
de alsanrar ao menos a instrac;ao que a eomtitui-
5Ao do Imperio manda prestar gratuitamente, quan-
do nos paizes mais militados da Europa o da Ame-
rica lem produtido resallados lAo satisfactorios e-
melhaoles imlilulos, que iSo all o cbjecto de parli-
colar solicltade de lodos o qae se interessom pela
sorte da homanidade.
Academia imperial de medicina.
Tiveram lugar no decurso do a aro findo, 22 les-
ses nesta academia.
Nellas se oceuparam seos membros em discutir o
elucidar diversas questSes da ciencia ede nulidad
pralica para o paiz. *
Por occasAo da seras appreheiisiiet que huve
sobre o perigo, de que tslivemosamaacados da in-
va93o do cholera morbus, fez esta materia o objeclo
de succes.tvas sessfies, as quaes fo tratada com a
circumspecc.il e interesse, que a sua gravidade e as
circumstaiicias cxigeni.
Apluminooe vivos debates, elahoraram se im-
portantes Irabalhos, e am projeclo canteado a serie
das medidas prevenlvas, que a academia entendea
serem mais apropriadas para se opprom ao mal.
O governo leve em vista todos estes Irabalhos, e de-
vdaraenle os considerou lomando as providencias
que cabiam no crculo de suas atlribiiicoes.
Acerca de diversas oulras que'stes em que o go-
verno julgou conveniente ouvir o parecer da acade-
mia, conlinuou ella a prestar-lhe a valiosa coadju-
vac-io de sua luzes.
Entre diversos objeclo de interee pralico, oc-
capa actualmente a sua atlencao uroa das nece*i-
dades mais urgentes desta cidade em relaeSo sau-
de publica:o melhoramenlo do svulema de lim-
peza. O governo, qua se acha empeiiliado em rea-
lisar lao grande melhoramenlo, aguarda o parecer
da academia sobre esta importante o difcil ques-
lo.
lie sentida a necessdade de corrgirem-se alguns
defeitosdo organisa^Ao, que manifeslamenle embara-
cam e acanham o desenvolvimenlo quo esta inslitui -
?ao deve ler. He o objeclo em qae o governo impor-
tnamele cuidar.
A deficiencia de meios pecuniarios he ama das
clificuldades com qoe lula a academia. O subsidio de
doutconlos de ris, que he dado animalmente polos
cofres publico, mal chega para occorrer as suai des-
pezas ordinarias.
Instituto Historien e Gtographieo Brasileiro.
Tem continuado a trabalhar com zelo e regulari-
dade no desempenho da nobre e lao interessante
quanto diflicl larefa a que se dedican, debaixo da
immediata protecAo de S. M. o Imperador, que
qoasi sempre honra as sesses com sua augusta pre-
sen;. ,
Durante o anno passado foram apresentados di-
versos Irabalhos de lavra dos membros do Instituto,
quer sobre historia, quer sobre geographia. os quaes
ja lora m ou tem de ser ainda impresses na sua re-
vista Irimensal.
Alem destes Irabalhos, muitos e be-n elaborados
pareceres e qucstOe importantes foram objeclo do
esludo e das discussdes do Instillo.
Naquelle peridico, caja publicacao tem continua-
do regularmente, ja se encontrara hoje memorias e
Irabalhos de grande interesse para a h sloria e seo-
graphia do Brasil.
O augmento de subsidio qne foi concedido aolns-
j"' ne (,U" aeYe ,tr col,servado, melborou o sea
estado financeiro, mas ainda assim os meios de qoe
dtsprte nao comporlam as despezas necessarias para
a impressaode importanlissimas obras.
Possue o Instituto actualmeole 54 socios flecti-
vos, 438 correspondente-, e 101 honorarios.
A sua biblintheca conlem ja 2,817 Volumes, 112
mappas geographicos, hydrographicos, planos eplan-
tas de fortalezas do imperio, 52 mappan que nao sAo
relativos ao Brasil, e 610 manuscriplos.
Bibliotheca publica.
Durante o ultimo'anno enriquecea-sc este eslabe-
lecimento com a acquisijao de 541 livros sobre di-
versos ramo., das quaes 253 oram oflerladas, afora
revistas e peridicos nacionaes e cslrangeiros.
Algumas deslas obras, tendo vhido ein duplcala,
foram Iransmillidas Sociedad* Auxiliadora da
Industria Nacional, s Faculdades do imperio,
Academia de Bellas Arles, e secretaria de estado
dos negocio dajiulica.
Naquelle numero se n,lo comprehend) a impor-
tante conecto compoaia do 4,076 livro-i, folhelos e
documentos impressos e raanascriptos, que o gover-
no comproa no principio do mesmo anno, como vos
cominiiniquci no meu anterior relalorio.
liavendo enlre estes manuscriplos diversos docu-
mentos relativos aos limites do imperio, vAo ser re-
metidos por copia i secretaria de estado dos nego-
cios eslrangeiros.
Para a bibliotheca, do Instituto Histrico e Geo-
andou o governo reservar 120
_ o qne eram duplicadas e con-
las que fazem objeclo dos traba-
titulo.
olligirem e serem convenieiile-
s todas as memoria publicada
livairisiile estalislica e histo-
o aos reipeclivos presidentes
e serem recolhidas na bihlio-
O governo lem aolorisado as despezas oeceewariai
para se levarem a elfeilo enes Irabalhos.
O edificio do museu lera sido muito augmentado.
Acha-se quasi inteiramente concluido o novo Un-
co ao lado eaquerdo, contendo no pavimeolo supe-
rior um grande ala., e tres espacosos gabinetes : e
no terreo doas grandes armaxem, desuados pira
deposita de machinas, etc.
fio interior do edificio fUerara-se differenie ae-
commodacAes novas.
Tem-se feito liiralmente em todo o edificio miji-
tos reparos, principalmente em lodo o telhado o
madeiraujtnto, alm de Irabalhos de ornato no inte-
rior, e ue exterior.
Conservatorio dramtico.
Foram sujeilas censura do conservatorio 257 pa-
cas, durinte o ultimo anno, das quaes merecerm
approvai;aol60, lolfreram emendas e soppressoes
54, a foram reprovadas 33,
Com o pequeo auxilio que ihe presta o cofre pu-
blico nao t*m sido possivcl a esta InstitairAo desen-
volver-se, e nem ao menos sustentar urna revista
critica que se dedique a dar impulso e direccao ,i
nossa nascenle litlcratura dramtica.
Theatros.
Continan) o theatro lyrico fluminense c o dram-
tico deS. Pedro de Alcntara, subsidiados pelo Ibe-
ouro na conformidade da Iei o. 707 de 3 de setembro
de 1853, sob inmediata fiscalisacAo e vigilancia do
inspector dos theatros subvencionados segundo o dis-
posto as inslruccoes que foram publicadas pelo mi-
nisterio a meu cargo em dala de 30 de dezembro de
18o3.
Doas propostns receben o governo para a
eca
graphico Brasileiriaf;
obras eaf7nf*ma ct,fPc
eernentes^P""*aufin
Ihos do mes.
No i liten!
mente aprc
as provine,
ria, lenho r_
a sua remesv^.
Iheca publica.
lenho lamheiJI^gido dos mesmos jresidenles
inrormacoes sobreTs publicacoes diarias e periodi-
cas, alimdeseJoderoi^au^ai^aBatrfiuadto eslalisti-
co do moviip^n'ajjBs*lT''nsTnoin)lHr|o,
Tornands^re cua vez mai urgenla)a (ransferen-
_ abelecimenlo do improprio e acanhado
edilicioem que se acha, pelas razes que i,,u kmi-
ratde expor-vos o anno passado, resoiven o governo
comprar para esle fim a Jos Pereira da Rocha Vian-
na uin predio, lito no Largo da l.apa. Esta com-
pra s eflecluou pelo valor de 120 apoliceide cotilo
de res.
A solidez, perfeicao e elegancia da censtrncrao
deste predio, as proporroes que olTerece para o e-
labeleeimento, a localidade em que esl situado, a
modicidade rio projo i vista do valor real do edificio,
e obreludo a urgencia de salvar grande parle dos
livros de urna mina certa, de queja appar :ciam ig-
nae bem visiveis ,- foram as circunstancia i qae de-
lerminaram a deliberac.lo do governo.
Tao acanhado he o anligo edificio da bibliotheca,
que grande parte da obra recebidasj nao eneon-
travam espigo em|que fosem convenientemente col-
tocadas.
A conslrnecaode oro predio que reunisse todas
estas condiedes, alm de exigir o dispendio de som-
mas muilo superiores aquello preco, nAo poderia ser
levada a elTeito em curto espaco, e tal demora, nao
so continuara a embaracar o desenvolvanlo e
melhoramenlo de que tanto carece o eslabelecimen-
to, como prejudicaria a conservacAo das eolleccoes
que possue. *
Apenas se concloam as obras de que carece o no-
vo edificio, exigidas, pelo deslino, qae se Ihe dea,
sera para elle transferida a hibliolheca.
O numero das pessoas que nu decurso do anno
nodo freqaenlaram o eslabelecimento sabio a 3,939,
endo por ellas procuradas e consultada:, 10,741
obras. '
Por ordera do governo (rabalha o bibliothecario no
projeclo do novo regulameulo porque deve reger-
se o eslabelecimento.
'Tem o governo a intancAo de ensaiar a abertora
da bibliotheca, duranie certas horas da noit;, como
se pralica com muilo proveilo em oulros paizes.
(l novo edificio offerece no pavimento bai io, que
sera illuminado a gaa, excellenle sproporces para
No intuito de lornar-se eflecliva a obrigajio im-
posta pelo decreto n. 433 de 3 de julho de 1817 a to-
dos os editores, impressores. ele, de mandaren)
para a bibliotheca umexemplar das obras que pu-
blicaren), expedio o governo pelo ministerio a meu
cargo o decreto n. 1283 de 26 de novembro de 1853
regulando eslo objeclo, e fazeudo extensivas s pro-
vincias as suas disposc.oes.
Museu nacional.
As diffcrenies secjOes desle eslabelecimento lera
continua a oceupar-se coin o ramos de serviro
que Ihes s3o concernentes.
A de anatomia comparada e de zoologa adquiri
por donativos alguns objectos apreciaveis.e por com-
pra cont e dezoilo ejemplares de peixes muritimos
iiumiiienses, sendo novas quasi ludas arespecies.
tnriqueceu-se lambem com doas mil seiscentos n-
venla e cinco ejemplares de mammiferos. aves, rep-
tis, peixes, insectos e molluscos em perfeilo estado de
conservacao, entre os qaaos se enconlram alguns
summamenle intcressanles.
Esta importante colleccjlo he devlda ao zelo e Ira-
balhos do hbil naturalista Dr. Desconrlilz. hoje fal-
lecido, que, a expensas do governo, eslava enearredo
de colher laes objectos nt provincia do Espirito
Santo.
Tratou-se com regularidade da limpeza e conserva-
cao (los mmios e preciosos objectos que estn a car-
go desta seccao.
A de numismtica, archeologia, e artes liberaes,
obleve moedas e medalha eslrangciras, qan ainda
nAo possuia.
A de miueralogia, geologa e ciencias physcas
receben e owminou amoslras remellidas de diversas
provincias.
Receberam-se mais algumas ossadas de animaes
fosseis exlrahdas por ordem do governo daf proxi-
midades da povoacao do Pao de Assucar na provin-
cia das Alagoas, e tambem da comarca de Baluril
na do Cear.
O juiz de direilo da comarca do Pcnedo, da pri-
meira deslas provincias, tendo mandado fazei esca-
ou
grao-
trtjagaa de om edificio propriu para thealro lyrico, e
digno da capital do imperio.
A primeira desta propostas, declarou o governo
que aceitara com as condiret que formulou, e as
quar assegarou, quanto era possivcl, os inleresses
do thesouro nacional, e aguarda qoe sejam defini-
tivamente arceilas alim de ser laavado o respectivo
contrato que ficari dependente de vossa appro-
vacAo.
Contercatorio de msica.
Por decreto n. 1542 de 23 de Janeiro deste anno
foi dada nova organiacao a este eslabelecimento,
sendo alterado o plano que exista anoexo ao decre-
to n. 496 de 21 de Janeiro da 1847.
As aulas creadas achm-se ja em exercicio, lendo
sido nomeados os respectivos professores, e sao fre-
quenladas por 106 alumnos, sendo 60 do sexo mas-
colino, e 46 do femenino.
No anno passado foi extrahida a 3* (oteria, e no
mez passado a 4", das que foram concedidas ao con-
servilorio por decreto n. 238 de 27 de novembro de
1841, e das quaes ainda restan) 12. O producto
daqaellas duas loteras esl destinado para ser appli-
cado, ua conformidade do novo plano, as despezas
indispensaveis i rcorganisacAo do conservatorio, e a
sua manalenc.au e coslein. O patrimonio desle con-
siste actualmente em 22 apolices da divida publica.
A despea ordinaria do eslabelecimento, segundo
a sua nova orgauisacao, monta a 4:440 annuaes,
nao se comprehendendo a que sAo relativa com-
pra de insimlenlos, msicas, utensilios ele.
Limites.
As questes suscitada eplre a autoridades do
termo ile Campos, na provincia do Rio de Janeiro,
e do municipios das de Minas, com osquaes as con-
fronta, ainda nao cessaram inteiramente.
Como vn communiquei o anno passado, o gover-
no encarregou o engenhtiro civil Pedro Taulois de
Iracar por modo claro a linha divisoria, segundo
inslriKcf.es quo e Ihe expediram cingindo-se tric-
lamenlc s determinacoes do decreto de 19 de raaio
de 1843.
Os Irabalhos que linham sido incumbido a esle
engeuhairo ainda se uao acham, porem, concluidos.
O governo, dando a esle objeclo a imporlancii que
merece, trata de aprestar a sua soloe.So por mudo
que seja plenamente attendida a commodidade dos
povos daquelles lugares.
Deu-se ullimameula um caso do conflicto de jurls-
diccao entre autoridades dos termos do Bananal, da
provincia de S. Paulo, e da Barra Mansa, do Rio de
Janeiro, por queslQes relativas a limites.
Tae questSes datam de lempos anteriores, e pen-
dem de decisao vossa. Enquanlo nao forem resol-
vi das,o governo ira dando as providencias que esliver
rem a sen alcance, alim de que nao resullera conse-
quencias desagradaveis.
Exi-leni ainda duvidas sobre divisas enlre oulras
provincias ; parle deltas pendem de vossa delibe-
rar3o.
lenho entretanto informales, qae faltao, no in-
tuito de se lomarem decisOes e providencias quo po-
nliam termo definitivo a laes questSes.
Em virlude da aulorisacAo conferida no art. 4 da
Iei n. 589, de 9 dezembro de 1850, foram abcrlot
pelo ministerio a mea carga, por decrelo ns. 1512,
1513 e 1514, de 30 de dezembro do anuo pasudo,
credils na tmportancia de 32:000,4000, para snlisfa-
cAo de despezas pertencenles ao exercicio ultimo,
sendo a quanlia de 18:0003000 rs. relativa verba
presidencias de provincias ; a da. 6*00(9000 a de
cmara dos depulados.e a de 8:0009000n de even-
luaes.
Constando dos referidos decretos, qoe vos serao
presentes as razes quo justificam esta medida, dei-
xo por isso de aprsenla-las agora a vossa considera-
cao.
HEPARTigAO DA POLICA.
Parle do dia 8 de agosto.
Illra. e Exm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que da diQerenles participarles hoje recebidas
nesla reparlir^a,consta que foram presos :
Pela subdelegacia da-Ireguezia do Recife, o par-
do Manoel da Costa Seara. para averiguac,ots.
Pela subdelegada da frafuezia de Sanio Antonio,
o portugoez Elisiario Sergio Auguslo, tambem para
averiguarles.
E pela subdelegacia da freguezia da Boa-Vista, o
pardo Lzaro Josquim. porsuspeito.
Dos'guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambueo 8 de agosto de 1855.lllm. e Exm.
Sr. conseiheiro Jo Bento da Cunha e Figueiedo.
presidente da provincia.O de chefe polica tuiz
Varios de l'aiva Teixeira.
Reconhaco qae a despeilo de todos os meus esfor-
cos para dar-vos completas eminuciosas informacoes
sobre lodos os ramos de aervicn, ojie correr pelo
ministerio a meu cargo n5o saliidiz cabalmente este
fim. As: dillicul.lades e embarazos com qae lata a
adminislbrao, ntrenos, para adquiri-las, por cerlo
justifica Aas fallas que poderej notar neste traba-
PreslaV-vos-hei porem com a mltr salisfacAo
quaesquer esclarerimentos, que julsa^s conveni-
enln exigir, e que esteja a meu alcance minis-
tra r-Toe.
Palacio do Rio de Janeiro, 14 de mnio de 1855.
Mbt Pedreira do Coulo lerraz.
PERMMBUCO.
mximo de ar conlincnlal oscilla em Por
Madras, Bei
d>Eq ibra a
zona l.
considerafeis durante o d:a, c S a 9.
D.Berenga notaveis tambem se nula pela influencia
da eleva?3o a da nalureza do terreno, do estado de
sea superficie aos piiiet qae se ichara enlre o tro-. de temperatura.
propriee
t3o os q
as feb res
leria ; 1
toffre os
COinilMCIDO
vaces no lugar denominadoTanque d'Aldca
Poto Grande, couseguio descobtir ahi uro a
de deposito do osso, do quaes remelleu c iversos
fragmento e desenlio.
O juizes de direilo das comarcade Monle Santo,
na provincia da Baha, o da Boa-Visli, na i o Per-
nartbuco, foram tambem encarregados de f.zor pea- ?f,A""'' W"!' I-1 *",? *rto m">'"">*1
qois para descobiimenlo de ossls daquell. nSS- ^^SS^S&fA ^*S"^ P"'e
reza, qoo coasta cxislirem nessas comarcas, princl- f?Jl*,L"_I'Ji*:"??,.*..',a?si ot'i',ade dasi ilhas que
plmente nos lugaresTanque d'Aldeana ,)rimei-
CONSIDERACO'ES GERAES SOBRE O BRASIL,
SEU CLIMA, E SUAS INFERMIDADES ES-
PECIAES.
lie ineonletlavel que o Brasil, situado no hemis-
plierio meridianal, cutre 4 graos de latitude ao nor-
te e 33 ao sul, por seus vasto campos e virgens flo-
restas, he urna das mai rica prodacrOe dn nalure-
za, a um do mais bellos paizes do inundo, a ponto
mesmo de ser impossivel a arle reprorinzi-lo com to-
da sua magestade. Esta verdado reconhecida por
todos os eslrangeiros, (em sido scienlificamonte con-
firmada por mdicos da ordem de Duxarger,.Rendo
e M. Faivre. Sem duvida que he ao clima previle-
giado e n abundancia das aguas que o Brasil deve o
laxo de sua vegetarlo, e de sua grandeza. Doas
grandes ros da America Meridional o Amazona
ao norle, e o Prala ao snl devem er considera-
dos como duas grandes arterias que regam o vasto
corpo do noND inmenso gigante ; e que sao enri-
quecidas por numerosos ros que a ellas se unem em
seu curso, completando assim um vasto syslema de
irrigado. Desle vasto syatema, e da grande exten-
sAorias cosas do Brasil resulta a muita liumidade,
que, anida a inleusid.ide do calor, conalititem as
principarse ausas da espantosa ferlilidade desle lindo
e magesloso imperio. Mas, a nalureza, que em sua
grande obn de creacAo, prodiga sendo em beneficios
nao menos o foi nos elementos de disIruicAo ludo
de hom nos favorecen be verdado mas por lal
modo que nos expoz nao pequea somma de ma-
lea ; assim combinada com a grnnde Iei do equili-
brio, esses bens que a favor de uns seres esparzio,
nAo deixou que refleelisscm contra oulro ; e o que
fez em beneficio do hornera, por exrnalo, reverteu
contra n vida da planta, e o qua produzio m ulilida-
dedesla fez redundar em prejuizo daqoelle.
Estes rios allluentes do Amazona o Madeira, o
Topayos, o Arguay esses oatros lambem alllu-
entes do Prata S. I.oureueo, o rio Cu; aba, as ori-
gen superiores do Paraguay, tributarias dos dous
primeiro, etc. san mu vizinlio us dos oulros,
militas vezes se eiicruzam. quasi lodos se cachen,
com as grandes a variadas chovas, transbardan),
fecundam, crianca e malam. Ora, a extaciu das
ebuvas no-Brasil nao he igual em lodo suaextensAo ;
ella varia lauto as costas como no interior do im-
perio; e mesma se tem notado que a chuvas j fu-
ram mais regulares do que hoje nAo sao, sobre ludo
as YizinliAncas das ciriaiies. Verdade he que os
grandes rucado; das florestas explican) em parte es-
tas inudanras climatricas.
Quando se entra na historia geral do .mundo, e
no estado geographico dos povos, e das diversas re-
gules da torra, v-se adivorsidade climatrica de pollo
a pollo, do zona a zona, de regulo a rogiao, o de po-
vo a povo. Os climas quenles'se estenriendo entre
os trpicos,ilesde os Iropicoss 30 o 35 grios de latitu-
de austral e boreal; quasi toda a frica, e a mor
parte das ilhas africanas situadas no ocano indio,
Madagascar, Mauriria, Bourbon ; a regiOes do tul
ra, e faltada doCabocluna segunda.
Ao juiz de direilo da comarca lo Cralo, na pro-
vincia do Cear incumbi finalmente {o governo de
obler e remeller para o musen os peixes fosse s, qne
se enconlram no termo da villa do Jardim.
Todo estes magistrados se bao prestado a cnucor-
rer com seu eaforma o diligencia, alim de enrique-
earem o nono ruiiatu rom tao inieretaantis ob-
jtcios. HaW m
cumpoe a Oceania ; na America Septentrional, 'to-
das ns regioes desde o golpbo da California al o i-
thmo do Panami ; e na America meridional, toda a
Colombia, o Pareguoy e a parte septentrional do
tala, as Anuidas no golplio do Mxico, ele. ludo
sev debaixo da iulliieiicia do um clima quenle.
finiao a irraliar.lo perpendicular do sol aeciimula
medio
sobre o Equador o mximo de calor, o meaio an-
nual iguala 27 o 23, 6; o medio do eslo 28 a 32,
:>i do invern 27", ; o da primavera 28,7 ; e o
do oatono emfim 26-, 8 ; o segando Humboldl, o I 'pela InTasao'de'molestia^species.' Aip7draa-
pico* : assim o paiz plano de Oaayra exposto a urna
reverberacSo moli forte experimenta variaetje le
temperatura men,os numerosas, s menos sensiveis
qae Caraccas, situado na meima ion, porem muila*
centenal de metro cima de mar : em Snegal a'dif-
ferenca al al 26, 8 duranie a :laeao secca.
(Tktesnok, tratado das molestias dos paizes
quentes, raris, 1440.
Em geral, o calar das plano equiuoxiaei se man
lera entre 18 39 ; mas do dia a noile abaixa mul-
la vezes a 20 Ihertnom. A evat oracao he em pro-
porc,,lo ao calor ; donde resultan) deluviaes que ca-
hetn annualmente. e que ocenpam toda a estato
hmida. Na zona trrida os inoviinentos diurnos e
annuaes da atmosphera sao devidis aos ventos pe-
ridicos ; a temperatura, a noile, he 29 e de 40 a
ol ; ella he precedida, ao amauliecer, de urna cal-
ma ou de urna pequea brisa de 'erra que he fra ;
o calor seccoque a caracteriza augmenta at o meio
da, eraramente at as qualro horas;prolu/tempes-
lacles terriveis e furacSes medonhos ; debaixo de sua
influencia os movis se racham, si descotijuotam, a
pelle se enruga. os orificios mucosos diminnem a
sua seccreccjlo normal ; e enlAo su tem observado a
coincidencia de cessarem as febres endmicas, as
aHecooe contagiosas, como a varila, ele.
Ue as regie tropicaos que e nota sempre esses
movimenlo brusco da almospheia, esses furacoes
temive, esta tempestades eslronclosas, quasi des-
conhecidas na zonas temperada. Emfim o carac-
terstico do tuno nos trpicos, he sempre um exces-
siyo calor ; seis mezes de secca, e de calor intenso ;
seis mezes de liumidade com abaitaroenlo de tem-
peratura, e qne nao conslilue um averno real. Ora,
os habitamos que nascem debaixo dos clima equa-
loriae, experimentan lo-os desde e nascer os podrm
resislir com mai ou menos resignucjlo al a morte:
a organisa^ao desses habitantes como que incerram
elementos hereditarios especiae. A qualidade es-
sencial do calor, he, de exaltar os orgao* da perife-
ria, determinando um movimenlo centrifugo ; e po-
islo os habitantes da zona trrida esta empre der
baixo desta le: exageracao habitual das fiuftm
excretoiwe, e abaixamento das /iincroes centr'aes.
Se o calor rido encrespa e irrili m'lecidos cut-
neos, oailor hamido os afroxa pelo saor, e necasio-
na erup^Oes; em todo o casa os Huidos alQuem i
pelle quo se descora e ganda em sciisibilidade ; os
orgao qoe lem grande* sympathiaj cpm pelle, re-
cob,.m igual impolsAo como uccedo com os dos sen-
tidos e gemlaes; as mucosas tiesto caso soflrero de-
pressao vital, as forcas digestivas Inlanguecem, o
cbyl) be incompletamente elabralo; o sangae em
consequenca, rrcehendo pouco em principios nu-
tritivos e subslauciaes. lorna-so ceroso, pouco esli-
inulante e vivificador; o tendo levado aos pulmOes,
cuja mucosa como a do estomago tem perdido, sof-
fre timhem em resultado ama imnerfeita oxigena-
C3o ou arteria lyco; o eonlrario justamente do
qnesiiccede nos paizes fros, c temperados onde a
reepira<;Ao he muito celerada, e a oxigenacAo
prompta e enrgica.
O Dr. Coupeland observou qoe nos climas queli-
tes muilo menor porcio de acido carbnico se esca-
pa no aclo da expirarlo, e que em consequenca o
carbnne predomina nos fluidos orgnicos; pelo qoe
a economa sobrecarregada desle pr ncipio contrario
a vida sotTreria por .limis se oolro vehiculo de
exalacao ae nao enc.irregas-ein de om prompta su-
bsliluicao; esles vehculos sao a pelle e os rns, e
nao a pelle e o ligado como diz Lefia; porque o aci-
do carbnico no estado normal n.lo se escapa ludo
pelopulmo; grande parle sahe pelas -carinas com
a diflerenca nica de qoe a porcan que se escapa
pelo piilmAo sabe livre, emquanto que a que sabe
pelas ourinai he carregada de arales qqo enconlra
em seu trajelo e os leva coinsigo. (Claudio Bernar-
do.) lBTazaodo que observou Cuuaeland|es(n sem
duvida na morosidade do Irabalho de oxigenaeao e
respirarlo nos paizes quentes; e era consequenca a
presencia do txcesso do carbone na economa nao
poda deixar de ser om verdadeiro excitante tanto
dos rio* como da mesma pelle. Mas, pelo principio
de qae em todas as pocas da vida se observa um
antagonismo entre o figarjo e o pulmAo, ligados por
urna relacAo inversa do desenvolvimenlo e activida-
de, succede que desde que um desses orgAos se in-
fraquece em sua arclo, oulros se exalta, e o clima
assim nao pode deixar de crear idiosincrasia e*-
peciaes como a idade, e as mole.lias. Ora, nos cli-
mas quenle, enfraquecendo-se a respirarlo, o liga-
do augmentar tem duvida sua arlividade, e por
consequenca urna predisposic,i:i a cfl"rr de prefe-
rencia que nos paizes fro.. Ei* pois ama manifes-
tad versidade entre o modo de ealar de tresds
principan ornaos do corpo humana segundo que es-
tao ou nAo debaixo da influencia de era clima qaen-
le ou fri.
A fi rma mais ordinaria de boa stiurie nos habi-
tante do paites quentes nAo lie n temperamento
que representa urna ehyslilieaclo e odia perfeila b-
matose; ao contrario como typo geral elle lem lo-
do o caracteres de urna predominancia biliosa, e
os sisases de orna verdadeira saturarlo de carbnne
combinada com os de um temperamento lymphatieo
e nervoso.
Todos os observadores tem notado a fraqueza ra-
dical, a languidez dos lecidos, a indolencia, a apa-
lliia com exaltarAo do systcma nervoso, o fugo das
paixoes, os choques de aclividade ph\ dea e mesmo
moral dos habitantedusjUe| quentes ; e-o*bah
la ules do flrasil sa om iiom exempl). Ealrtanto
que se nap.poJe tigetr. nue o enfr-icinfciinenli, ge-
raj das raeas, he em granoe partnavorcTdo pela
nalureza do rgimen alimentar, pelos estimulantes
de que fazem uso, como pimeutase oulros condimen-
tos excitantes cm o fim de supprrem os efleilos de
um clima que reone a principal causa da falla de
energa dos orgaos digestivos ; e nao spela nalu-
reza do rgimen alimentar como pelo excesso nos
prazeresvenerios, devidocomo he lambem de ob-
servac.aoao clima, por isto que he obre a pelle,
e lambem sabr os orgAos sexuaes qae sua accao se
m-inifesla. e mesmo a um cerlo luxo natural, a ocio-
sidade e desvos de costamos que se nao encoutram
nos povos dos climas frios.
As moleslias dos paizes quentes lem sido esluda-
das e observadas por um grande numero de autores.
Em Cayenna. as Antilhas, as India Orientan
por Bajn, Rouchoux, Levacher, Annntey e ou-
IJ0? no Brasil minuciosamente por. Daverger,
raivre e M. Reodu. E todas tem que o calor sc-
co dispoe vs humeas is hiperemias cerebraes, as
meuiugites, encephaliles e apoplexias ; a pelle, co-
mo ja dissemos, por se achar em constante agitacAo
se cobre de molestias eruptivas, como a sarna, as
erysipelas, os erylhemas, cerlos bofon ardeoles, as
bobis e uulras muitas enfermidados, das quaes algu-
mas sao muito menos frequenles nos paizn frios, e
oulras al desconhecidas como a boba e a febre ama-
relia.
Pelo lado dosorgAos digestivos e biliarn nolam-
se frequeutemente as gaslrites, as hepalites, as gas-
tro-inleriln, as dysenlerias, as rebres biliosas, etc.;
e al mes.no as enfermidades em tua marcha, em
seas symplomas, em seus resultados tomam um ca-
rcter diverso, nos paizes frios, dos verdadeiramenlc
quentes e temperados. NAo he raro, por excniplo, ver
entre nos as hepalites agudas serem aconipanliadas do
elemento iolermittenle a ponto de levarem muito
praticos inexperienles ao mais grosseiro erro de ap-
plicarem sulfato de quinino, sem lovarera em coala
o eslado do figsdo, e outras circunstancias inheren-
In ,i ama inllaminatAo ; erro esle muilo rommum
enlre nos e sustentado cusa, permilla-se-me a
franqueza da fofice antes do que dos felos e sera
observaeo. Outras vezes, e nao rara, esse elemen-
to nao apparece como um symploma, mas siin, he
quando a molestia ja se acha no fim da resoluto
que elle sobreven) como que encerrar os soflrimeu-
tos.
Se o calor sfteco leva o organismo a solfrer pertur-
baron, de tao graves consequencias, a humidade
por sua acc,3o dissolvcnle nAo deixa de concorrer pa-
ra o desenvolvimenlo das causas mrbidas, quando
ella porsi mesma nao produz enfermidades de nao
menos graves consequencias, nao s obrando direc-
tamente contra os seres animados, como desenvol-
vendo miasmas delctenos. Depoi de um calor scc-
co, a carnadas mais superliciaes da Ierra, receben-
do humidade pile em caminho de putrefac^Ao aquel-
la parle que se compoc de principios orgnicos, tan-
to vegelaes como animan, principalmente ao longo
das cosas paludosis, as baixas e mallas pela abun-
dancia de folh.is que das arvores se desprenden) :
enldo apparecem as intermitientes ou febles de mar
e muitas vezes complicadas de hepalites e dysenle-
rias; e ne:da crise eniao as moleslias chama'las lo-
eaes mostrara em geral urna grande tendencia i up-
purar,Ao e mesmo gangrena. E a obsnrvatio lem
mostrado mais qae urna Iei exisle na or.lem patlio-
logica, a qual consiste em qae as febre* das esta-
ques seccas se fazem notar pela constancia de urna
ex.allac.Ao inicial at o maior grao de seu desenvol-
vimenlo ; em quanto qoe as" febres das estacilw h-
midas principiam pelos symptomai de abalimenlo,
e sAo acompanhndas de uina proslrarao que se aug-
menta ua "azAo da decomposicAo dos fluidos orgni-
cos, carcter este que bem se nota na febre nmarel-
la. Segundo o calculo de Teveuoh, os |5 da mor-
talidade annual dos europeas em Snegal corres-
ponde sempre aos seis mezes de humidade, que li
apparece ncase paiz. Agora, quando a estaclo he
propria de tempestades ou durante as Irovoadas, in-
flue diversamente sobre a urganisarin animal; en-
tao ha como que am desarranjo no equilibrio quo
exisle entre a transpirarlo cutnea c as secrccc,es
das membrana mucosas ; la vem as pueamonias,
as bronehi'es, as anginas, ele, etc.
Ora, bem que rigorosamente fallando, nao ha no
Brasil senao duas eslai;oe que sao, do chavas ede
sceapode-se adniitlir qoalro, mesmo para mais
facilidad* ho estudo das moleslias, e tanto mais que
ellas nada tem de imaginarias ; e provine ai ha en-
13o no imperio onde estas qualro estafes se toruam
al bem sensiveis ; he somenle para o norle, que as
qualro lindas de demarrflo como qoe se nAo divi-
san). E lio mais de observac.au que cutre us a es-
lacAo mais favoravel a saude he a do iiiv.-rno, que
correspond! aos mezes de julho, agosto e setembro.
(Repito, que para as provincia do norte na divi-
sio parecer muilo arbitraria, mas para o sul o ver-
dadeiro invnrno quasi que corresponde justamente
aoi mezes indicados.) A primavera que correspon-
de aos mezas deoutabro, novembro e dez:mbro, o
estio qae se observa nos inor.es de jaleiro. fevereiro
a mar^o, a o outuno que se ola em abril, malo e
junlto cada ama desta eslacoe, he axignalada
spl

qoe eeola^iia
lasas
>; e qoe
he quando mai se di
bres intermitientes
ra collucar a febre amar
tates, Confessamos que nos acha
sorle erabaracados. Esle mal
flagellado e com lal constancia, que ,
de toda e qualquer esi
am e*ral, a febre amarella se mosira
da Urna a entra eslacSo ; e n
vanavel a temperatura.
A influencia da obro apa^^Hie la
oa tal nalureza de m
maneira ben car
imperio. No sol uAo sr
de certas molestias. Em S
ua, por exemplo, as
menos nocivts sude do
co, e oulras provincias 06
Grande do Sul, parece qae o
infioeacia de leit diversas pela]
atmosphera ; e enlAo se n
dessas provincias nao lem
(am os hahilanlds de certas pro-
actividade mesma, o deseuvolvimeCl
o vigor s.lo as provincias do sul i
volvidos.
Do que lado resalta que o Brasil
considerado como nm paiz salubre ssjatj
a oulro iluados debaixo d
desla melhor aclimatarlo relativa
partes do imperio qne a experim ^^^
As boiras dn rio do Brasil e ^P
sAo verdadeires focos de nt^^^H
desses logares sAo.liiimados M^^M
les se desenvolvem ; em geral as mam
sAo baixas e plana*, e quando rh_
elles traushordam, innundam leguas l
logo que appireceo bom lempo ou
entrando em seu leilos deixam d^L^H
ras vegelaes e animan, que se
da influencia dos rales solares,
miasmas peslilenlos. A cidade d
ca da Babia; he infelizmente___
emplus pelo medonho etpectaenlo
lempos aprsenla aos olhos de
locada em urna grande baixa, e log'
de rio Paraguass, logo que pelo i:
les, os nos de Jacuipe e oolro ae me
das uiniindaeesmais lemiveis tem lugas
de rio Paraguass, que vomitando ,ilag
ge as povoacOes e leguas inteirat de terral
deam. EnlAo nola-sa que as raas
dades e as margena do rio, co
majal composto de materia animan e!
com o calor do sol decompOem-se, desenvo]
ma nocivo e daradouros. E o l)
que no anno le 1843 em Gaarapa e Mact
margem esquerda do Amazona* populas,
indias foram destruidas por febres de
consequenca das grandes cochate *
No Brasil pode-se dizer qi:
cies de febres intermitentes, urna, que hi
das influencias paludosas, que sao as mais grave
e acarrelam o elemento pernicioso, e oulra, mem
perigosa que se desenvolve nos caminln.
meltem os viajantes quando alravessara as florestas
virgen. Com eifeilo : sabe-se que a* parta verde*
dos vegetan, ferida pelo sol, desprenden) o oxigeaio
do acido carbnico que lem absorvido durante a
noile, ora, sendo us folhas privadas do tol, cauro as
mallas virgens, sneeede, qae s hija desprendimen-
(o de acido carblico que se accummula no iU
floresta ; por onde se concebe qae os visj,
longa travessia, demorando-ee as mallas >
lempo podem ser mais ou menos aflecladea,
que o acido carbnico, como ja mostr loaba
se nocivo a economa. As febres in
ran e quartan nAo sAo conequen
losares pantanosos ; sa observa ,
altos e longe de aguas e'lagn.
obre ludo quando as habita
floreslas. He um fado incoles
em cerlos silin, durante os pri
sidencia se nota maior Damero
annosscguinln ; e lano mai,
ciies sao cercadas de maltas e arv
dida que estas mallas vio sendo rov.
a salubridade apparece seni velmeu
quanlidade de acido carbn
atmosphera. J dissemos que uo*
moleslias agudas apresenlam
e que no Brasil o elemento in
patiln. constitua qaasi que nm .
ieslia sobre ludo em cerlos lagares es
um erro era de cerlos praticos con
ment intermitente como a moleste
ra repetiremos as. palavras do l tn.
Rendumesmo para que alguem s bran-
ca : ha casos (dizero ntn dous que a
febre intermitente no Brasil apparece em coose-
quenciadexima alterado do ligado ; na altera-
i fao te conhece pelo augmento consideravel do
(i volume do orgao e grande dr qua acompanh
u nestas circamslaocias, para que ae combala a fe-''
bre he preciso qae se empregue os
i o fijado, e nao se abandone a alie
gao para se Tazar uso do sulfato de ,_
quanlo a molnlia do ligad p
< sem effeito ; na nota he de gr pou-
__cia. u Alem da opiniio destes i
viajaran) esle imperio, como sabio*, a
mocrevrs, sabemos por experiencia
sao exartos esses priocpios. NJC,
pralicaraos por algum lempo, e onde as liepalitea
aguda, sendo freqoenles, sao quasi semp
panhada do elemento intermitente, observ
pouca* vezn iso que asseveramos,
sabios ; e aqui mesmo temo* lid ccatic^a^
car este faca.
Quanlo as febres perniciosas,
vem era geral nos lagares pestfero,
sobre ludo as margeos dos ros dep-
endientes as cidadn e nos li aja M
dAo estas circunstancias de raro apparecen
bres perniciosas. Quando el la reinara ep,i
lo a mais da* vezes sAo seguidas de um fa
lico, porque enlao o* symplomas can
miuaes, o* mais gravn, ata o que
conalituindo a molestia principal, a r-
sar diflicil descortinar o elemento r
urna especie de con fu sao se ofteret
pralico qae o desorienta, preoecupandn-r
symplomas mais gravn o aterradora
quando reinam eslas febrescomo
1843 na margen do Amazon
se observa as beiras do rio S
sao somante os Europeos
sAo victimas ; os proprioi Indio
grandemente aneciados, e (aorrem e*
e a tal ponto chega mortandade. q
nam epidmicamente, quo os estragos em
deni aos do cholera-morbos, a mesmo ost^^H
muilo se assemolharo, quando Ion
cholenco. A respeilo das pernicius-
Ir em u u excelleulo artigo do diccionatio d
eias medicas, t. 24, diz o seguim
perniciosa aprsenla symplomas predom
do lado dos centros nervosos, j do lado
abdominae, ale. no segundo caso/^^^^^H
ella de cholenca, alm do* vomito da diarrhea
biliosa, a rnpiratAo se lorua diflicil, es olhos se en-
covam, o pulso he pequeo fraco, as cilremidadeti
Ao fras e lvidas ; on y observe a'aitleurs, I
les phenomenss qui accumpugiunt le chalara mar-
bus. Enlrelanlo, pode-e dizer, qae ella d
rholera-morbu, em quescu svmploma predio
le be mais intento ainda, e, segundo a baila
se de lort segu os movimenlo* e periodos da febre
como a sombra segu o corpo. risolle ti
em seu Irat. de palhol. nt. tona. I
febre perniciosa choleriea apres,
symplomas que o cholera sporadico
meule mortfera ; a raortaudade em Breva i
na razAo de 1 sobre 2. n
Se a inialubridado de grande parle de
por caus principal as emanaces palud
nao sAo nicas na nalureza do clima; ha
leslias que se podem chamar propriaa desle o,
ao men qde nella se observa de preferencia
tro qualqaer, raormente nos paizes frios, ou naquel-
les em quo a temperatura quenle e hmida se nAo
exlremam. A scrofula, por exemp
Ieslia muilo commam entre nos; o elo: I:
a hahilacoes baixas e pouco arejadas sAecoad
que unidas a urna alimentafAo de ii nalure
a rAZilo d frequencia desla molnlia. A
coiislitue lambem urna oulra ordem osts^^H
molestia que aqui he muu fre
mente ella tem por sede os as
muflas vezes se de.envolve debaixo:
da ms condicOes hyglenica-
Rio de Janeiro, os de Pin,
outras provincias soffrem do p
do estivemos no Rio, obsc
Hieres eram mais afloelau
mu aqui se nota. Isla
ponto pela vida sedeularii' 'de al-
incntacocs fortes a que sAo el!.
um clima, que he o maior estimulante da pelle. O
relo entilo de nao removerem as causas qae
a seu alcance, e as frequeoln repefiedes
lugar a engorgitamento que as loroam
em geral dos membros inrerieres, e alg:
dos superiorn; e o nlado clephantiaco l.c eotlo o,
resultado final do deleito, ai mais das ve
O que vulgarmente e cbama esluj
oulra mnleitia muito rommum no lii
lodo durante a noile qae este mal se der
que itm causa apreciavel : conli
pessoas que foram accommeltidas por
paralvsia parcial que, interre
plicar o modo da nvasAo o
guma causa possivcl. Aqu:
tamos a urna acohora, qu
paral; tic.i do um brato, ao lem
feila em Indo mais, e sei
cerebro, da medalla, e
sias parciaes deiapparer
sem deixar defurnn
succede : dnvio da boc
e oulras a.terarOes se cor-
vado.
%

lluei!
Os sadori
o que indica
loal
estopor
*&
hmido
^^t prove
hevmm
B^B^L^Be. 00
ibrexem am fraseo bresoa e
torle esses ataques Mo mts fre-


t

quelite qn* aara o sul. Alai deilas enfermidadei
lo muilo 'requcnte* a boba, a pa paira, a opilado,
a* dysenterias; o modername i(e a felire amarella. A
boba originaria, como se diz, da rica icio parece
de nalumia dira urna motolita que o Ingle-
zea chantar, es pian, e frambesia.
Km i
crame me< m urna
litemos aos
n.i nica ci usa qu>; livem os como
h lawlhor observar a I jumas molesllaa,
< nMiilos ecrivo,
ro dcsle mal ; a nao
K azurrague, a coo-
inu com meninos bran-
a que i (ara a palle, a as
z de ana marcha lano mais
i ealar lie miis fortehe pro-
vavel (cienle estoja ineamo na nalu-
laso qua he certo ie que o grande
iccaaiona a boba, nrmenle em cerlos
il, he devido a falta de Iratamento
ido, e de reserva ; por isto que sendo um
nimiamente contaaioso, c herelitario qnasi que
"eiihuma rrecsocJo ha, nto s pillo que toca aos
mero* de communiacSo como mesmo pelo que res-
peila as lois la propagado, rruito principalmente
ntreos esclavos que por sonhoro* teni humendes-
almados. E lano maisqoe um remedio heroico ex-
iste contra a?la airelo, que h. eemprego do mido
robro de mercurio na dosa de daus cenlrigramos 2|5
da fri porpllulnama de munhan eoulra a tar-
da ; con esto remedios symp ornan tocara desap-
mn he mlsler que o Iratamento continu
p ds dous on tres ratm. Ain la n'aila par-
aelha n svphilii ou mostra ser urna
i tica, visto que he de ob-
o professo:: Velpoau,que no
iluli-, nao se di ve (arar com os re-
medios logo tiue os symplomas de:apparer;am de-
de su influencia, qne pelo monos tres me/es
r |>ara o complemento do curativo, sobre
jliilis inveterada ; i|no a r.rSo por que
M desesperan! no ratamenlo contra a
nsisle em darem por corados doen-
le lerem combatido ( mal por suas rai-
les.
lo i-hamaila paptira, le muito commum
tambero em certas parles do Brasil; mormente no
neu interior he qn mais o nial se aprsenla ; e
provincia? as em que mais su ola .lo as de S.
lo, e em Caldas Novas, a em Santa Calharina.
reanlo que no titloral raramente se v seme-
enl'erinitade : parece que ,i influencia do
mar antes lo que a conilieOes gnolog cas se deve es-
i. Sendo a papeira urna molestia
dina, em certa- parles do Hra.il
i que faz a moletlia di que se ob-
iropa, he que l ella nunca he ncompa-
nismo ; como qua se pirexemplo um
. for aneciado destn mu, e chegar a
ma mnlher lambem nffactadaseus
s poderAo solTrer do ir esmu mal por via
, porm, meos quu herdem o creti-
pense quenas aguas he que se deve pro-
papeiras, visto que a ser da nalu-
, sendo esta a mema por todo o
e a molestia deven se desell-
ar luda parte. Segundo o l)r.
m de certas origen) de Sania Cruz e
privadas de r atmosphiricn, e
oto ; em consequencia da lentniao
i grande escutiuso em soa origem,
rdem em azoto ; e a a asenta de um des-
esenca do oolro tonsliluem a causa
ment da papeira. E pira mais cor-
a dilo, succede. lis elle, que os ha-
bles logares, mas que bebem da mes-
pols que j lem ellas |>ercorrido um
s accommeliidos do mal. Ora,
inlainos com i> l)r. Faivre : mas
crcr que a cima verdadeira do
11 atmosphera, ana naloreza do ler-
^^H deudo o fado da natureza ila
rr a causa do mal em consequen-
geral por lodo o imperioo niesmo suc-
por quanln militas aguas de
ie refere o l)r. Faivre exisiem
i^^Mi partes do imperio onde en-
l o desenvolvimeiito da enfermida-
;mos oecasiao de observar no Cear
de papeira sem que podessemos atlri-
diz o illustre sabio, pelo que nos refe-
Em urna mulhcr que observamos
o ila cidadedo Ico, a que soflria dcste
o curativo, empreamos o iodo ; com
!onsguio a enferma melhoras con-
umor qou diminulo a olhos vistos.
ir que o iodo, m untura, inter-
vwlsrraa de iluminada de iodu-
i um grande meio contra laes
DIMI0 OE PERRAIBUCO QUINTA FIRA 9 DE AGOSTO DE 1155
lestia caracterisada por anemia
oslo.fe hyperlrophia do ligado
ai oulro mal muito frecuente no (homo
lados felaes q jando se nflo em-
! opriados. O-, meninos sSo em
e aneciadas, a os prelos escra-
^^^^pBo mallo, nao o sao menos.
do ara dos symplomaa da m'o-
i dependente dn volitada a ao
le ricso oV cerner Ierra ; mas
rjudicial pelu abandono que
los aclis debarharidade pratica-
asoflram. Sendo a opilado urna
I^IIIHBV comiste na allera-
Nao tomoi mais do que citar as palavras do Sr.
I.iltre. ref.-rindo o que di< o sabio observador M.
Moreau de Jonnes. Agorj citaremos as palavras de
Alp. Renda, o que sao conllrmadas pelo sabio Dr.
Faivre, mi dicos qoe viajaram este Imperio muilos
annos antes da ler apparecido a epidemia da febre
amarella, u que por Indos foi ento conhecida. I.a
a fievre janne, il est vraidiz o autorn'y rgne
pas d'uiie maniere endemique, e ce n'eat quede
loin en loin qu'on en cite quelques cas. a
Se, pois, o Brasil, que he situado entre 4 graos
de latilude boreal e 33 austral, esta debaixo das me-
Ihores eondicOes pela atrela de seu clima quenle
e vanavel para dar desenvolvimenlo a febre ama-
rella ; e s muito antes do conhecimento da moles-
tia no pan j a febre eiislia, poslo nao epidemica-
menleclaro he que necessidade nao ha em se re-
correr ao onlagio e importacfJo para se explicar
hoje entre i os seo apparecimenloj E Unto mais que
os melhorcs observadores como Chervin, Dalmas
Valentn Bush, ele., e a observado diaria de lodos
que com allenco lem esludada a marcha do vomito
prelo no Brasilconflrmam o que esta de aecrdo
com as condiciles almosphcricas em opposirJIo ao
contagio. l>r consequencia, se um estudo se deve
razer relativo aos meios de prevenir o flagello ou
minorar a forja de seus efteitos, nao he quanlo ao
meto da opFosic.lo para que a molestia nao passe de
individuo a individuo, mas sim de resistir as ac-
edes das causas diversas,, que sao inseparaveis se
he que s.1o dlfssctamenleda nalureza do clima, da
dispo.cao di ersa dos diversos planos de trra, etc
ale. Esles meios dependem do esludo das causas orc-
disponeoles da molestia, vislo uo ser possivel co-
nhecersua causa prxima, dlrecU e real.
Heporlanto do sexo, da dado, da conslituicao
Piel rica, do rgimen forte e animal, do uso das
bebidas espir.tuosas, das emo50es moracs vivas, das
fadigas, dosexcessos venreos, *omo as principaes
causas predisponentes do mal, que se devem dedu-
zir os meios profllalicos, para se applicar de Jprefe-
rencia aos que mais sujeilos esliverem aos eiTeilos da
clima ura, ou as causas elUcientes desconhecidas.
tnlret.nlo cumpre notar, que no clima parecendo
xistir as causas ds mal, alguma cousa mais deve ha-
ver que conslilua sua verdadeira origem ; porquan-
to paizes ha em que se dando um calor intenso, nr-
menle na Torca do esli, com variedade constante
de temperatura, humidade em alto grao e oulras
condic.es mais appropriadas, como se ola em cer-
los lugares das Indias Oriemaescom tuda sao isen-
tos da febre amarella ; por onde parece coocluilenle,
como dissemos, qoe alm do clima alguma cousa es-
Iraiiha existo na nalureza, ou que sendo essencial
se approveila de certas circumslaocias almosphericas,
ou que como mais urna circunstancia se una ou-
lras para determinar eoiao o apparecimento do vo-
mito prelo.
Emfim orna serie de enfermidades existe no Bra-
sil, que eslranhas sao aos habitantes dos paizes frios
e verdaderamente lemperados; enfermidades es-
lranhas, em sua nalureza, em sua marcha, em seu
progiiostiro, em seu Iratamento e nos meios de pre-
vencilo. O vomito preto, as bubas, as papeira?, as
opilaron eslo em primeir.i ordem quanlo a nalu-
reza : as dysenlerias, as hepalites, as hydroceles,
eerln natureza de erupcOes e d exanthenvas, os lu-
herculos, ele., em segunda ordem dtbaixo do pnnlo
de vista da marcha e do prognoslico, e mesmn dos
meios curativos. Existindo em consequencia diver-
sidade nos meios profilatira, elles dependem dos
climas, das cstaces. das localidades, das aguas, dos
miasmas, dos coslumes dos povos, da natureza de
alimenlatao. e em grande parte n hbitos. I'ir-
lut consuetudo natura vim oblinet, tel consuetud!
ne qtiaii naturn ef/icitur. diz Martin de Juene,
Dr. Carotina Francinco de Urna Santos.
Em (estemnnlio de verdade.O labelliao publico
interino, CaroHno doi Prazerii Rejo.
A PEDIDO.
CORRESPONDENCIAS.
obreza dos principios querroni" c de Ol
O dever de gratidao aos grandes servidos presta-
dos a minlia comarca natal pelo ex-delegado o ma-
jor Carlos de Moraes Camisao, me faz pela ye pri-
meira servir.me de sen coureiiua lo jornal, para elo-
giar em publico a ailminislrafao policial daquelle
major, que nos foi mandado pela Providencia para
plantar a verdadeira ordem e suhmissao as leis cri-
minacs nesla hoje feliz comarca, smenle porque
leve em legadd o nosso herie, que eoube em 13o
pouco lempo de sua adminislrarao grangear eili-
ma e considerarlo publ^a pelas suas excellenles
qualidades, nao s as de din brioso mililar, como as
de justiceiro e prudente joiz, qur na polica admi-
nistrativa, qor judiciaria: obrando indiflerenle-
mente a sam distinecilo pessoal, s lando por oorle a
vindicU publica, a qual com sacrificios de soa pes-
aos e do seu di.iheiro por vetes fez eflectiva.
Torm nem lanos serviros do Sr. major. e nem
lana felicidade nossa, podenam ser duraveis a sua
si-ude ameacada, e mesmo seos Mercases particula-
res fizeram pedir ao governo a soa desoneracao, dei-
xando-nos assaz saudosos e ralos, legando-nos ern-
fim o memorial exemplo para aquelles que o subs-
tituirem.
Oseos llie sejam prsperos em sea regresso.e lli'o
compensem juslamenle de seus servieos.
aranhum 30 de (ulho de 1&"i.>.
Sea assignarito e criado. l'rancitco Machado
Diai,
----- Maf
Sr*. redactores.Vin
nambucano, da 25 do p.
nao lembro, a resposla, i
e ladr.lo de firmas Juven
insiiiua^es de seu n
ges Leal,
Tendo nesla dala entregue a delegada ao tup
penle, a cidadao Luiz Jos da Silva Burgos, por ler
eu sido exonerado do cargo que exercia, pelo Exm.
presidente da provincia, assim o corarounieo a V.
S. para sua scioncia.
NJo posso deiter de, na prsenle occasio, palen-
tear-lhe mlnha gratidao pela coadjuvacBo que sem-
pre me presin na minha ardua commissao.
Aprovcilo oensejo para rcitcrar-lhe os proleslns
da mais subida eslima e consideradlo.
Dos guarde a V. S. Uelegacia de Garanhons 27
do iulbo .da 1855. Illm.Sr. Dr. Joao Francisco
Duarle Jnior, diguissimo juiz municipal da comar-
ca. Carlot de Moraes Camisiio, major.
ERKATA DA SEGUNDA ANACRENTICA DO
DIARIO DE HONTEM.
Em vez deReclina-se a gloriala-se:Recli-
na-se, e gloria.
COMMERCIO.
PRACA DO KECIFE 8 DE AGOSTO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colaces ofliciaes.
Hoje nao houveram colaces.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do da 1 a 7. .
dem do da 8 ......
65:7459302
2:9489209
68:6938.511
Deicarrega hoje 9 dt agosto.
Barca inglcza(Jueenmercadorias.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 7.....
dem do dia 8 ...,., .
7:7009570
3779899
8:087fi9
l-MVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 7.....
dem do dit 8 .......
832T9I6
1259013
1:0579929
Evportacao .
Genova, polaca sania M.iria Elizian.de 260 tone-
ladas, coudiizin o segninle : 5 fardos quina, 1 cai-
xo diversas obras de alabastro e do marmore, 3.5,000
u nhas de boi, 2,803 saceos com 14,015 arrobas de as-
eucar.
Liverpool, escuna hamburgueza tavo, de 17.5 toneladas, conduzio o segoinle :200
quintaes ferro, 1,900 arrobas do ossos, 900 molhos
RECKBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'ERNAMBIICO.
Rendimenlo do dia 1 a 7.....10:6.50404
dem do dia 8....... 4079727
11:0585131
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlodo dia 1 a 7.
dem do dia 8
8:7329094
6439431
9:3759525
MOVIMENTO DO PORTO.
Naci* entrado* no dia 8.
LiverpoolH dias, barca ingloza Floaling Cloud,
de 294 toneladas, capilao Win. Carne, equipagem
14, carga fazendas e mais gneros; a Johnslon Pa-
ler & Companhia.
Lisboa37 dias,- tingue portuguez aTarujo I, de
233 toneladas, capilao Manoel deOliveira Faneco,
equipagem 17, carga hualas e mais gneros; a
Manoel Joaquim Ramos e Silva. Passagciro, Joa-
quim da Silva Carvalho.
Htelo *ahido no mesmo dia.
GenovaPolaca sarda Mara Elizia, capilio Gu-
sepp fiuggern, carga assucar.
EDITAES.

que deve ser combatida pelos
tonca pelo rigor, eexercicio, for-
i praticar-se. Podc-se allri-
lo desenvvlvimenlo da npilarao
clima, e a hygieneseguida pelos hahi-
CarH hmidos, pelos meninos pobres
i roins senhorus. He de obser-
ires ende o calor he forte, em
UnU humidade como a partirlo Rio de
.niaaona, asta mileslia he moilo
idependenle das (omlicocs clima-
: principal cama est na naln-
i hbil a. e na espucie de alimen-
nbem ha de observarlo qoe
que mais sotl're he a qoe vi-
nnlrico, como os pobres e os
i em lugares Inimidos,entregos
^Mcniiia o fro e a humidade.
nidada, as fatigas, urna ali-
^^H -lora dao era resollado um
e de fibrina de albmina, e da
^^^oa a circularlo se fai;a;
lidaile o primeiro plienome-
^Wod(n tecidos, o ede-
aias ; enla osyslema ner-
esla resullacos mais ou me-
nliucidos eri sua essencia.
pilac.lo das alleraroes qne levam
! acabamos de mencionar,
liosos, o nso de ama boa
a dos lugare; hmidos ao os
ura l'azer desapparecer a mo-
obrando sobre o tul o digestivo da-,
cetaria para hem digirir os alimen-
eates arneiilos elaborados, e em
:oa poueo enr quecendo o san-
{ueiirin nimando os orgos, e a
, Portanlo islo |ue se nhaaaa er-
ra, repelimos, nao he o que o vul-
as sim o eITcito da depravaran
do estomago cu das funcjOe
do nerv igaslricos.,
jai-ios de sangne, pode-se
ma oulra euferiniUce das que mais
; a de preferencia tritio toe rslmn-
dos; posto aja t.ma molestia que
das as eslacOcs, e em lodos os
ella livra epidemica-
ifja mais nt outonoalo fim
is nos paizes interlropicaet do que em
aras ha entre oa trpicos onde
ieniico he mais que manifest. Na
ircifcr parle doi paizrs pfnUnoso he
durante a eslar.an quenle que torna -se a dyseuteria
inaia parsegoidore;. A m quali-
iitoa, oa oso da carias farinhas ava-
legumes eodigeslos, a ngestAode fruc-
I sazonados, o abuso dos drsticos e
a en o de vapores o miasmas pulri-
lenterias endmicas, e esporadi-
um carcter gra vissimo. Alm
sol, o excessu no eiercicio, as fa-
,ioraes, e ludo quanlo agila o sys-
sobre Indo a humidade, a variado
io cimas menos capa-
este mal no ]Brail : e quem
elyologia desta enfermidade, e
das felire inlerrrilenles ver que
JirTereni.
- entre ai cansas de des-
prencci pa : e desgrnca-
iilemica no Brasil! O mo-
icos annos, lem jarra-
lancia nn carcter de sua
i laerto epidmica come sporadi-
mpos inlelerminados, snm que se
r oeouUgio, e mesmo explica-lo
ir duvids, que he t nosso clima om
^^Kpnra o desenvolvimenlo do
muilos que a febre amarel-
e que dala di 1848 a
^^B, O ilesc li.'o i',os medicas
i, di-haxo ce todos os
lo porque eniao aqu reinara,
^^^aziram a mainr parle dos fa-
nnvidade lia Ierra a inva-
i'. Todos os praiieos lem
eto he proprio dos cli-
-Imenle das ilhas e do conli-
.11 romo que nanea foi ob-
latilmle, em lugares si-
la do nivel do mar;
a mais elevada onde se
como em Quebc a Cana-
iii dos niel!k es arligos
moleslia : M. Mo-
on annos do XV se-
les irrupcAea
i na A-
As227
io thealro o novo
lo deiigual-
^^n, 92 pira a Ame-
a niaaslia or-
do vomito ;-'! aras epi4^^H^^H^b)buri)
a. (Brasil) da tiuyaqall d-j Peni, i
oarir^So de um amos
publicador de 15o ricajbrodxrv ^__
eu o advogado do dilo UlympTo, quiSrTnnfiair^nia
as carapujas all corladas, que felizmenle nenhuma
me cabe, e que alis mui bem assenlam, e parecem-
ler sido lalhadas de encommenda para o juiz muni-
cipal (Borges Leal), e seo accessor Dr. Antero {ar-
lado ; apresso-me, repellindo de sobre mim tao as-
querosas e negras calumnias, que devem intactas
volver para seu'aulor, em rogar Ihes apublicacao da
mesma (replica das cerlides juntas, alim de que
nSo lique incompleta aquella publicarlo. Com oque,
respondido leuho a ella. Releva porm, advertir,
que assim procedo, por consideraran ao respellavel
publico, peranle quem devo joslificar-me, e nao
env-allenao ao vil instrumento da pandilha dos pre-
varicadores, sendo que deixo por agora de chamar
responsabilidade esse miseravel.que ficar desmasca-
ado, e conliccido com os documentos que nesla se
pede sejam publicados, porque he elle ou seus man-
dantes, bem capazes da furlar-se a isso com algum
dos bem sabidos estratagemas ; como j me consta,
que, de um, em (ni caso se querem prevalecer ; en-
tretanto, declaro que o farei, e algum desses mens
inimigos aceiUr a responsabilidade, assignando es-
sa declaradlo, assim como eu faco.
Pela publicacSo deslaslinhas muilo lera que agra-
decer, quem he de Vmcs. aliento obrigado e eria-
,7;f0"re''!"0 - \ illa de Barrelros I de agoslo de 1855.
P. S. Observo a quem convier.que nao responde-
r! mais a neuhum annimo, nao obstante o que a-
cerlo qualquer discussflo a que for provocado, com
lano que as armas sejam iguaes, pois nao goslo de
baier-me com vis mascaradosa quem soberanamen-
te desprezo.
Illm. Sr.Diz Olympio Theodoro da Silva, que
Ihe faz preciso que o escrivac Casado Lima, Ihe cer-
lilique o como e a quem entregou os autos de arres-
to qoe o supplicanle moven por eslejuizo, contra
Antonio Paes Brrelo, os quaes autos desapparece-
ram : e islo em termos que f n;a f.
Porlanto, pede a V. S. Illm. Sr. juiz municipal
supplonle em exercicio Ihe defira na forma requeri-
da.E R. M.
Certifique. Barreirosl8 liago. '
Certifico que apreenlandose-me o cidadao Ju-
vencio Paulino da Silva em nome do Dr. juiz muni-
cipal Anlonio Borges Leal, pedindo-me os autos de
que Irala a pelicio supra, para os mandar coutar,
eu os enlreguei por ser o mesmo Juveocio dilo da
conhaura do Dr. juiz municipal, e o supplicanle sa-
be bem dislo, porquanlo roram-lhe as cusas cobra-
das pelo dilo Juvencio. Barreiros 18 de julho de
185.1.
Em f de verdade.O escrivao^ Jos Sorberto Ca-
sado Ama.
Numero II. Pagoo 150 rs. de sello. Barreiros
2 de agoslo de 18>:>. Marques Mrate.
E mais seno conlinha em dita peli$ao, despacho
e certidao aqui fielmente copiados dos proprios ori-
ginacs, o qual enlreguei ao|porlador que meo apre-
sentou, o eslava sem cousa que duvida fara, per
mim subscripta, concertada e assignada, em meu
carlono nesla Villa de Barreiros aos S dias do mozde
agosto de 1855, do anno do nascimcnlo de Nosso Se-
nhor Jess Chrislo, trigsimo quarto da independen-
cia _e do imperio do Brasil.
Eu Carolinndos Prazeres Reg escriv.lo interino a
obcrevi e assignei em publico razo seguinle de aue
nso. H
Em leslemunho de verdade.O labelliao publico
interino, Carolino do* Prazeres feyo.
Illm. Sr.Com n mais profundo respeilo o sup-
plicanle ainda vem ponderar a esle juizo, que sendo
quanlo tem requerido do loda juslija e razio, est
nos termos de ser deferido, vislo como independenle-
menle de requerer por advogado, pode o fazer, segun-
do o disposlo no citado arl. 12 do rcgulameni n.
143 de 15 de marr,o de 184 que esle direilo Ihe fa-
culta, e o contrario seria burlar urna garanta por-
miltida pela lei fundamental qual he por sem du-
vida o direilo da pelicAo ; porlanto, o supplicanle.
para evitar um prejuizo como o resultante da oc-
cullajao dos autos referdj, requer a V. S. se digne
deferir-lhe como for dejuslica, lano mais quanlo,
deve attender-se que o supplicado Juvencio Paulir
no da Silva, alm de viver deesas e oulras trafican-
cla, he de nenhuma f e consideradlo, pois al j
rouboa ou falslicou a firma do reverendo vigario
desta freguezia, como he publico e notorio; e derV.
h. assim deferir-lhe*-E R. U.-Ohjmpio Theodoro
da .Viten.
Responda osupplicedo denlro do 24 horas peremp-
torras. sob pena de desobediencia o de o mais em que
liver incurrido, jara o qoe seja-lhe este meu despa-
cho intimado por um oflicial da juslira. Villa de
Barreiros 19 de julho da 1855__Santiago.
E mais srnao conlinha em dila pelirao e despa-
cho, qne eo fiel menle pasaei em publica forma do
proprio original, o qual enlreguei ao portador que
me apresen lo u, e esta vai sem cousa que dnvida fa-
ca, por mim escripia e assignada em meu cartorio
nesla villa de Barreiros, comarca do Rio Formoso,
da provincia de Pernambuco aos 31 dias do mez de
julho de1855,trigeiimo quarloda independencia e do
Imperio do Brasil ; esersjvi e assignei em publico ra-
zo segutole da q na uso.
ed7l6i,p
ajustific
O Illm. Sr. inspector da thesonraria provin-
cial, em ciimprimenlo da resolu;ao da junta da fa-
zenda manda fazer publico, que no dia 16 do cor-
rente vai novamenle a praca para ser arrematada a
quem por menos lizer a obra dos reparos da casa da
cmara municipal e cadeia da cidade de Olinda,
avahada em 2:2009000 rs.
E para constar se mandn aflixar o prsenle e po-
blicar pelo Diario.
Secretaria da (besoararia provincial de Pernam-
buco 4 deagosto de Jeg5. O secretario,
3p(. F. d'Annuncaro.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Guimaries, juiz de
direilo da cival deeU cidade do Recife de Peruam-
boco, por S. M. I. e C, ele.
Faco saber aos que i prsenle virem ou delta no-
..como Joao Ferreira dos Sanios me fez
"""Cor seguinie :
reir dos Sanios, que os heidcirns de
da Costa Barradas, si o devedores ao
quanlia .le 3329780 rs. de urna obri-
,_^venejda, e leudo o suppli/)nle cha-
iw'TOrThteo-ikXauciliacao'poi'.carta de
:ndo-io para esse lim. naquehe juizo,
^_ a incerteza de suas inoradas, e depois
de julgadaej,'assados os 30 dias, leve lagar ajonci-
liaco como consta do documento junto, ve*H por is-
so o supplicanle requerer a V. S. se eirv mandar
passar caria de cdilos pe* prazo dc9dias,afimdese-
rem citados osherdeiros do dilo finado Barradas, pa-
ra fallarem aos termos de um libello civel, no qual
expressari melhormenle seu pedido, ficando citados
para todos os termos al final embolso : porlanto,
pede a V. S. Illm. Sr. Dr. juiz do civel assim Ihe
defira.E R. M.Zoila Ferreira dos Sanios.
E mais seno conlinha em dila policio aqui copia-
da, na qual dei o despacho seguinle :
Distribuida, deve o supplicanle justificar lambem
neste juizo a ausencia allegada, alim de se seguirm
os mais termos na forma da lei. Recife 2 de agosto
de 1855. Sitca Guimaries. A MotU.* Oli-
veira.
E mais senao conlinha em dilo despacho aqui co-
piado.
Em virlade do qual despacho pro luzio o suppli-
canle suas leslemonhas, e sendo-me os autos conclu-
sos, em vista das mesmas lestemunhas profer a sen-
lenca do theor seguinle :
Jblgo por sonleiica a juslificario Tullas, e mando
qoe se aflixem edilaes na forma doeslylo com o pra-
zo de 30 dias e casias. Recife 6 de agosto de 1855.
Custodio Mnnoel da Silta Guimaratt.
E mais se nao conlinha em dita senlenca aqui co-
piada, em virtude da qual o escrvao que esla subs-
creveu, mandou passar a prsenle com o prazo de
30 dial pelo qual e seu llieor se chama, ciU, e hei
por cilados aos supplicados, os herdeiros de Joio Fir-
mino da Costa Barradas, para o lim declarado na pe-
tifao supra Irauscripla. Pelo que loda o qualquer
pesson, prenles ou amigos dos ditos supplicados,os
poderio fazer scirnles do que cima fica |dedarado,
alim de qiie nio fiquem in defezos. O porleiro do
juizo affixar a prsenle nos lugares do costme, e
ser publicada pela imprcnsa.
Dada e pwado nesla cidade do Becife aos 8 de a
goslo da 1855.
Eu Manoel Jos da Molla escrvao a subscrevi.
Custodio Manoelda Silva GuimarSes.
E mais se nao conlinha em dila caria aqui copiada
Sae eu escrivio abaixo assignado bem e fielmente
z exlrahir o prsenle Irasladp, ao qufll me reporlo.
E vai a prsenle na verdade sem cousa que faca du-
vida, por mim subscripta e assiguada nesU cidade do
Recife aos 8 dias do mez da agoslo de 1855. Sobs-
crevi e assignei em f de verdade e coacerlada.
Manoel Jos da Molla.
DECLARACOES.
. T !?,e *'fa,ar'70 cebe a mala para o Araca-
ly boje (9) as 3 horas da larde.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
Esta empreza pretende contratar a conslrurcao dos
trapiches e armazens cm Scrinhaem e no Gamella,
ponlos de escala de seus vapores sob as eondicOes
seguintes :
Claufulai etpeciaes da arrematarla.
1. As obras para a conslruccio lestes trapiches
seraofeiUs de confonnidade com as plantas e orca-
menlos approvadas pela direccio da companhia na
imporlancia, o de Serinhaem de rs. 4:8359320.0 de
Gamella de rs. 11:2679000.
,.2"* ?'1?' oora> (,8vorio principiar no prazo de 1.5
das e Dndarao no de 4 rnezes, ambos contados do dia
daassignaluridos contratos.
3. O pagamento d estas obras ser feilo em 3 pres-
tares iguaes, a l., no dia da assignalura do con-
lraln;a2.',quandoeslivorfeilaa metade da obra ;
ea3., quandoella esliver inleirameule conclui-
da ; licando o arremalanle responsavel dnranle um
anno pela conservacao e solidez deslat obras.
4.' O arremalanle prestar urna fianra idnea nes-
la praca.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Pela secretaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco se faz publica a deliberarlo
abaixo transcripta, lomada pelo mesmo tribunal err.
sessao ailminislraliva de 6 de agoslo correle.
SecreUria 7 de agosto de 1855. O secretario,
Luiz Antonio Siqueira.
O tribunal do commercio desta provincia de Per-
nambuco : altendendo que o cdigo commercial no
capitulo 2 Das obrigaees cnmmuns lodos os
commerciautes arl. 10 eslabelece o seguinle:
lodosos negociante' sSo obrigados:
!. A seguir urna ordem uniforme de conlabili-
dade e escripiurac.ao a ler os livros para esse fim
necessanos.
3.- A conservar em boa guarda loda escriptura-
cao, correspondencia e mais papis perlencentes ao
gyro de seu commercio, emquanlo nao prescrava
rero as acrOes. que Ihes possam ser relalivas (Til. 18
do mesmo codigu): altendendo que o arligo 1 do de-
creto n. 1597 do 1.- de meio desle nnnodispe:
A jarisdico commercial volonlaria ouconlencro-
u e admlnisirativa camprehende a lodos os com-
mercianlas malricnlados ou nflo matriculados; len-
do j arileriormenla o aviso de 23 de Janeiro de 1852
declarado que o foro commercial he cimraum para
lodos os cnmmercianles em geral, urna vez que a
cansa se dirive de direilos e obrigac^is sujeilas s
disposicOes desle cdigo (artigo 18 do li nico): al-
tendendo que a exhibicio judicial dos livros de es-
criturario commercial por inleiro ou de balencos
geraesde qualquer casa de commercio pode ser or-
denada favor doa interessados em qneitao de suc-
cesso, communhaoou sociedade, admlnistraco ou
gesiao mercantil por conta de outrem u era caso de
quebra, arli. 18, 814 e818 do cdigo do commercio;
e lambem para o conhecimento de u roa causa he
permitlido a requenmenlo da parle ou mesmo ex-
olllcio ordenar-se na pendencia da lid!, que os li-
vros de qualquer ou de ambos os litigantes sejam
examinados na presenta do commerci inle quem
perlencerem, e debaixo de suas villas ou na de pes-
soa por elle nomeada, para delles se everiguar e ex-
lrahir o locante a qucstSo, artigo 19 do cdigo, arl.
351 do regularaeiiin n. 737 de 25 de novembro de
1850: considerando que a ohrigacilo de ler os livros
Diario c Copiador he commum a lodos os commer-
ciautes, capitulo 2. arl. 10 e 11 do cdigo: que no-
nhuma pessoa que faz proQssao habitual do com-
mercio ou que tem efiectivo exercicio do mesmo,
pode dispensar-se por seu proprio inleresse a para
perfcilo conhecimento de suu gyro mercantil da ler
os livros indispensaveis, e de seguir a etcriplaracjlo
mercantil nos termos ordenadas nos arligos 14, 15 e
16 com referencia aos arligos 12 e 13 du cdigo do
commercio, que manda dar plena f aos livrs dos
commerciantcs a favor de quem se ordenar a exhi-
bicio, sendo#apresenladosem forma legal, arligo 20,
nos casos, c pela forma regulada no mesmo cdigo,
excepto porm nos casos em que, segundo o mesmo
cdigo arligo24, nao podem prnduzir prova, porque
s possa ser feila por instrumento publica ou parti-
cular I considerando que nos casos de quebra deve
ser qualificada como fraudulenta a do fallido qoe
nflo tero os livros que deve ler, ou os aprsenla trun-
cados e falsificados, arligo802 n. 6 (sem so fazer dis-
linccio.de negociantes matriculados ou nio matri-
culados); e que pode ser qualificada como culposa
quando nio lem a escriptura^ao nos termos regula-
dos pelos arligos (13 e 14) arligo 801 n. t : conside-
rando finalmente que a obrigarin de ler os mencio-
nados livros e a vantagem de aribuir-se-lhes prova
plena, nao he s para os matriculados, nem a pro-
leerlo que o cdigo liberalisa a favor do commercio
provmdesse dever, mas smenle da matricula, se-
gundo o arligo 2 do decreto do de maio desle an-
no, Unto que uio fez mencSo doa arligos 23, 24 e
25 do cdigo, que falla dos livros: e se he pmlercno
he commum, e seno pode dar sem ler os mesmos
livros, sendo que a proleecio especial aos eommer-
ciantesmatriculados consiste as prcroga.ivas esla-
belecidas (como se v do citado artigo do niesmo de-
creto,) nos arligos 21, 22, 30, 309. 310, 825. 898 do
cdigo, le, lodo til. tnico do mesmo cooigp, arl.
3. 8 1-, 321 e 313 3- do rcgulamenlo n. 737 de
2,i de novembro de 1825 arligo 15 5 da. lei de 19
de selembrode 1850 : considerando que osla iulel-
ligencia se deduz correnleroente da lelra edoespi-
rilo as riladas disposicoes do cdigo, e ji fra de-
clarada anteriormente pelo tribunal do commercio
do Rio de Janeiro por deliberarlo de 16 de Janeiro
de 1851, decidindo que as obrigaees imposlas no
capitulo 2 do IU. V parle I.a do cdigo commercial
sio relalivas a lodos os negociantes sem tiistinecio
db matriculados, ou nio matriculados ; e preseole-
menle se acha a riiesma deliberarlo ratificada e ro-
borada pelo aviso n. 168 de 20 de julho da 1853, c
pelo decreto n. 1597 do | de maio desle anno arl.
2. E pois convindo e sendo prudente lixar urna re-
gra uniforme e segura que proleja os direilos de lo-]
los os comraercianles, sio convidados aquelles que
nao tem livros rubricados e sellados para que os
mandem encadernados. numerados e sellados i ru-
brica exigida polo cdigo commercial, arl. 13, ficam
obrigados sb pena de nio fazerem prova os ditos li-
vros como he expreso em o artigo 29 do cdigo
commercial e arl. 141 3 do regulamenlo n. T37 de
2.5 de novembro de 1850.
Tribunal do commercio de Pernambuco em ses-
sio de 6 de agoslo de 1855.
SecreUria do Iribonal do commercio de Pernam-
buco 7 de agoslo de 1855.
Conforme. i/rr.rimnrio Francisco Duarte, of-
licial uiaior interino.
O arsenal de merinba compra no dia 10 do cor-"
renle mez,sll horas da manhaa, os objeetns abaixo
declarados, sob proposlas em carias fechadas, que
apresenteni al s 10 horas do dilo dia, quem quei-
ra vende-los :
Azeile doce oa de coco para o pharol, 120 a 200
medidas; raspadeiras, 6 ; liula de escrever, 20 gar-
rafas ; fio deaigodao, 1 arroba ; lapis, 12 duzias ;
limas sorlidas, 50 ; cairo velho, 5 arrobas ; pennas
de pato, 1.000; pregos de costadinho de 6 polega-
das, 1 barrica ; dilos de guarnido, 1,000 ; broxas
de caiare piolar, 50 ; almagre, 1 barril ; breu, 5
dilos; cobre de 20 o ness,' 50 folhas; pregos para o
dilo cobre, 50 libras ; saceos de condcelo, 50 ; fl-
mulas para navios, 10 ; papel almaco bom, 10 res-
mas ; dilo dilo ordinario, 10 dilas ; dilo de peso
bom, 5 dilas ; piassaba, 20 molhos ; linla preU. 10
latas ; alcalrio, 2 barris ; ferrWinglez de 6 e 7 oita-
vos, 20 arrobas ; tinleiros de -"
Secretaria da inspecr.io do _
Pernambuco em 2 de agoslo de
Alejandre Rodrigues dos Aujo.
CONSELHO A
O conselho administra!'
sacio rio Exm. presidente da
prar os objecios segninles :
Para o hos|
Brim branco liso fino
los inodoros 10
folhas, 1; dilo rom 500
Companhia de artfices.
Livro mostr com 200 folhas, 1.
l'ruviinenlo-dos armazens do almoxarfado
da 1 e 2.' classe.
Ferros de capa de 2 polegadas, 12 ; ditos.
1 1|4 de polegada, 24 ; compacos de ferro d
legadas, 6 ; serras de volla, 2.
3. classe.
Carvlode pedra, toneladas 10 ; limas chalas de
diversas polegadas, duzias 12 ; dilas meia-cannas
idem, ditas 10 ; ditas muras idem, dilas 4 ; dilas
triangulad idem, dilas 4 ; limaloes idem, dilas 4.
4. classe.
Trincal.libras 20;|limas chalas de diversas pote;
das, duzias 7 ; dilas mucas idem, dila 1 ; ditas m
cannas idem, dilas 6.
5." classe. ,
Filas de lia para silbas, pejas 4 ; pellos de cebra
curtidas, 200 ; meios do sola curlida, 300.
Quem os quizer vender aprsenle as suas proposlas
em carta fechada na secretaria do conselho s 10 ho-
ras do dia 13 do correnle mez.
Secretaria do conselhoadminislralivo para forne-
cimcnlo do arsenal de gi-erra 6 de agoslo de 1855.
Jos de Brito Ingle:, coronel presidente.Bernar-
do Pereira do Carmo Jnior, vogal c secre-
torio.
REPARTIC-iO DA VACCINA.
Previne-ses pessoas.que tem.de ser vaccinadas,
oo qao devem volUr reparlii-a no 7. dia de con-
formidade com o arl. 5- do regulamenlo interno, e
com o arl. 1-do titulo XIII das posloras monicipaes
que a mesma reparlico passa a funecionar desde
boje no quarlel, que foi da companhia fu de ca-
vallana, no pateo do palacio da presidencia e em
frente do mesmo palacio, sendo a entrada pelo por-
to de ferro do centro. Repartirn da vaccina 30
de julho de 1855.Dr. Joaquim de .quino Fonse-
ca, commissario viccinador provincial.
O secretario do conselho de direccao
do Banco de Pernambuco, avisa aos se-
nhoret accionistas do mesmo Banco,
que *e acha autprisado o Sr. gerente a
pagar o sexto dividendo de lOsOOO rs.
por acrao. Sala das sessoes do conselho
de direccao do Banco de Pernambuco aos
31 de julho de 1855. ^
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Baha, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O secretarlo da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
Osassignatariosd'accies para a com-
panhia de Fiaccao e tecidos de algudao,
sao convidados a comparecer no dia 10
do corrente pelas 11 Jioras da manhaa
na casa do Banco, a liria- de Ihes seren a pre-
sentados os estatutos revistos pela respec-
tiva commissao, e approvados deninitl-
vamenle, Recife -4 de agosto de 1855.
Bario de Camaraglbe, presidente.
Joo Ignacio de Medeiros Reg, secreta-
rlo.
|nho, 6jugo.
,nal darlnannlia de
secretario,
r'O.
de anlori-
em de com-
ental.
varas 32; cu-
lado com 300
_ de
6 po-
a-
meiai
AMOft FILIAL
u
OS SALTEADORES DA MONTANHA DO POBRE
terminara o espectculo com a muilo jocosa farea
OIRIA0 DAS ALIAS,
Principiar! as 8 lloras.
AVISOS MARTIMOS.
PARA O RIO DE JANEIRO-
Pretende sahir com multa brevidade.
o patacho nacional CONFIANCA, por fel-
parte do seu carregamento prompto;
para o resto da carga e escravos a frete,
trata-se com os consignatarios Novaes Si
Companhia. na ra do Traplclie n. 3i,
ou com o capilao na praca.
CEARA* E MARANHAO.
hegue no dia 10 do correnle mex o palhabole Ve-
nus, captiao e pralico Joaquim Antonio Gon^alves
Sanios ; para o resto da carga e passageiros, Irata-se
com Caetano Cjriaco da C. M., ao lado do Corpo
Sanio n. 25.
Para o Ar^ly com escala pelo Ass sahe im-
prelcrivelmenlno dia 20 do correnle o birle An-
glica : para car^a e passageiros Irala-se com Anto-
nio Joaquim Se\c, ua ra da Cadeia do Recito n.
49, primeiro andVr.
Para o Rf> de Janeiro sahe com mul-
ta brevidade, o brigue nacional SAGITA-
RIO, de prlmeira classe. o qual tem a
ma'"
to
se com Manoel Francisco da Silva Carn-
eo, na ra do Collegio n. 17, segundo an-
dar, ou comocapitaoa bordo.
Cear.
Segu imprelerivelmente para o Cear al o dia
18 do correnle o brigue hrasilciro Feliz Destino :
quem no mesmo quizer carrejar ou ir de passagem,
quootlerere mais barato do que oulro qualquer navio
por ler de ir o dilo navio em lastro carregar na dila
praca para a do Para.'
uor parte de seucarregamenio promp-
: para o restante e passageiros, trata-
LEILOES.
O agente Borja far leilo em seu armazem
na ra do Collegio o. 15, de urna grande quanlida-
de de objeclos, como hem : obras de marcineria, no-
vas e asadas, 2 ricos pianos de Jacaranda, ama pur-
ea o ile sapalos franrezes de varias qualidades, 1 pti-
mo carro de 4 rodas e oulroa muilos objeclos, que se
acharan patentes no mesmo armazem, ludo islo sem
limite de prero algum, e ao meio dia em ponto irao
lambem a leilAo os movis perlencentes ao Illm. Sr.
Dr. Agripino Xavier Pereira de Brilo, em conse-
quencia de se ler retirado para a Bahia : quinta-fei-
ra, 9 do correnle, as 10 horas.
Anlonio Lniz de Oliveira Azevedo far leilao
por intervencilo do-rucnle Borja, por conla e risco
de quem perleneer, de 114 libras de cha hysson em
caixinhas de6 libras : seila-feira, 10 do correnle, as
11 horas, no armazem de Jote Joaquim Pereira de
Mello, silo no caes da alian lega n. 7.
Bernardino de Souza Pinto faz leilao de sua ta-
berna, sita em Fra de Portas, ra do Pilar n. 86,
em lotos, de lleneros e alencilios perlencentes a mes-
ma, a vonlade dos compradores, a quem perleneer,
no dia 9 do correnle, as 10 horas da manula.
O agente Oliveira far leillaajpor despacho do
Exm. Sr. Dr. juiz de direilo do ceWBercio, a reque
rmenlo dos admiuislradores da massa fallida de Oli-
veira Irmaos escriptorio perlencentes a mesma massa, consislindo
em suardn-roupa, cadeiras usuaes, americanas e de
balanco, sof osado, consolos com pejra marmore,
mesarle janlar elstica, dita redolida e dila de abas,
(uarda-loasa, aparador, lavatorios, qoarlinheira, ar-
mario ile cozioha, um quadro de cidade, meio appa-
rclho de loai{a, copos e garrafas, bidet, loalhas e
pannu de mesa, porta-facas. Irem de cozinha ele ; e 4
carleiras para escriptorio, 4 mochos, crade e halcao,
estante pera papis, cadeiras, 4 venesianas, 2 teles-
copios, 2 mappas, 6 livros em branco' para copiar
carias, I mesa e 1 burra de ferro segunda-feira, 13
do corrente, as 10 horas da manh.la, no primeiro an-
dar da casa n. 9 na ra do Vigario.
T. de Aquino Fonseca & Filho farAo leilao, por
inlervenco do agento Oliveira, de4 pipas e 46 bar-
ris de vinho de Lisboa, os quaes serjo vendidos sem
limitacao de preco : sexla-feira, 10 do corrente, as
II horas da manhaa em ponto, no armazem do Sr.
1m A. A. Jacome, defronte da arcada da alfandega.
AVISOS DIVERSOS.
LOTERAS da provincia.
O Illm. Sr. tliesoureiro manda fazer
pi'bjico, rjueestao expostos a venda ..
'^^- j^ (riejpurana das loterias, ra do Collegio
fado. | V n- l5. os bilhetesdaparte da primei-
ra lotera, para edificacao da casa do Gym-
nasio Pernambucano, cujas rodas anam
impreterfVelmenteno da 22 do corrente
mez. Secretaria da thesouraria das lote-
rias, 6 de agosto de 1855.O escrvao,
Luiz Antonio Rodrigues de Almelda.
Preclsa-se de urna ama para casa de
pouca familia, que saiba cozinhar, lavar
e engommar, que seja fiel e d disso sci-
encla : quem se achar nestas "circums-
tancias, dirija-se a esta tvpogiaphia.
Na livraria n. 6 e 8 da praja da Independen-
cia precisa-se fallar ao Sr. Jos Joaquim Alvos da
Silva, que morou na ra Direila.
Alberto Fosler llamn, pela presteza pe sua
viaBcm para Philadelphia, nao pode dospedir-se
de todos os seas amigos, para o qne pade desculpa
desla falla involunlara, a offeresse o sea pequeo
presumo naqnelle lugar.
Deseja-se fallar com o Sr. Manoel Alfonso Al-
ves Ijasselar, a negocio de seu inleresse, a bordo do
hiate Sanio Antonio Triumpho, fundeado no anco-
radoaro da descarga de carne secca.
Precisa-se de ama ama para cozinhar e engom-
mar : no atorro da Boa-Vista n. 26, segundo andar.
No primeiro andar da roo do Sol n. 5, de-
fronte do porto das canoas, aluga-se urna cscrava
para casa do familia.
Sebasliao Jos da Silva, curador fiscal damas-
sa fallida de Andradc & Leal, faz scienle aos ere du-
re, que tendo sido nomeada a commissao verifica-
dora dos crditos da mesma massa devem todos en-
Iregar-lhe seus ttulos quanlo anles, visto como foi
designado o dia 14 do corrente para a nova reunan
dos mearnos credores, em -que lem de ser aprsenla-
do o parecer da mesma commissao, a qnal se com-
poe dos Srs. Jo.1o Piolo de tomos & Filho, Manoel
do Souza Uuimaraes e Jos Rodrigues da Silva Ro-
cha ; pede o mesmo curador a iodos os Srs. credores
queiram comparecer nessa reunan em que, ultima-
da a verilicaco dos crditos, se (em de Iralar da
concordata dos fallidos. He as 10 horas em ponto,
em casa do Illm. e Em. Sr. Dr. juiz de direitures-
pecial do commercio, no paleo da Santa Croz.
Nos nbaixo assignados fazemos saber ao respei-
tavel publico, que tomos formado sociedade indus-
trial e commercial com a firma de Blandin Irmaos,
lendo principio no 1. de agoslo, no atorro da Boa-
Vista n. II.Blandin Irmaos.
Precisa-se de urna ama preta, forra,
de bons costumes, para comprar c cozi-
nhar para urna casa de pequea familia :
na travessa da Concordia n. 17, se dir'
juem precisa.
Pertencc ao Divino -Espirito Santo,
iara agobias do seu novo templo do Col-
egio, metade do premio que sabir no bi-
lhete inteiro n. 462."). d; terceira parte
da primeira lotera do Gymnasio Pernam-
bucano, a qual esta' annunciad para
correr a 22.
eassem habilitados os mesmos solliciladoree para re-
querer no foro commercial ; e com orna simples li-
cerir;ii niuguem he apto paro ciercer o oflkio desol-
licilador de qualquer juizo ou instancia superior.
Recife 4 de agoslo de 1855.
Alax'imiano Francisco Duarte.
Aluga-se o primeiro andar souto na roa Im-
perial n. 33 ; a Iralar naua Direihi n. 93, segundo
andar.
Quem achou o quizer reslluir urna cabra
(bicho) toda prela, com urna cra j bastante cresa-
da lambem prela, sendo as mos e pa do joelho pa-
ra baixo branco, prde dirigir-se ii na DireiU n. 93,
que sari gratificado com generosidade.
Desappareceo no dia 5 do correnle, do collegio
da Coneei(.1o Cruz do Almas, um cabra da nouie
Manoel, alejado de om dos ps, meio calvo na fren-
te, idride, pouco mais ou menos 40 amos, sapaleiro,
parece ler seguido para o Rio do Pei re, no combov
de loma viagem de Mr. Ilrunel, com inlencio dese-
Ruir para o Icdonda he filho : rogn-se a todas as
autoridades o apprehendam, pois aio lava passapor-
le, obrigando-nos a qualqner despera.
Quem annunciou querer um itin perlo da pra-
va, venha roa do Queimado n. 30, que achara com
quem Iralar.
Precisa-se de um pequeo de tt a 16 annos,
para eaixeiro de urna hiberna ; na rna DireiU dos
Afogados n. 13, se diri qiiem precisa.
Um moto brasileko, que sabe bem ler e escre-
ver, se ofierece para Wcrevente de qualquer escrip-
torio, on mesmo um lugar que dependa de escriptn-
ra^ao ; como lambem para eaixeiro de casas estran-
geiras, dando fiador a sua conduela : quem de sen
presumo sequizer Btilisar, annuncie por esla mesma
tolha, que ser procurado.
A pessoa que annunciou querer comprar um
ocnlo de alcance, dirija-se ra do Hospicio u. 15,
que se dir quem o lem.
"7 Pf-rgunla-se ao autor das pergauUs feilas a J.
J. de M., publicadas no Diario de 8 do corrente, se
eslas se enlendcm com o abaixo assignado, eaixeiro
que foi do Sr. commendador Manoel Gonr;alves da
Silva, e hoje com escriptorio na ma da Cadeia do
Recife n. 46.Jos Joaquim de Miranda.
_ Aluga-se no Hospicio n. 8, um mufalinho de
15 annos de iilade, bom copeiro e proprio para pa-
gem.
Anlonio Fer'era l.ina declara a> publico qne
deixou de ser seu eaixeiro drsde o dia 8 do correnle
o Sr. Manoel Pereira de Carvalho.
AOS HOMENS DO FORO.
Declara-se que pelo juizo de paz do dislriclo da
freguezia do Santissiino Sacramento'rio bairro de
Santo Antonio do Rerife,se decidi que nenhum ac-
to ou diligencia feila pelo mesmo juizo he necessano
ou esigivel sello, quer as procurarOes, quer em oa-
Iro papel ou documento ; visto do disposlo no ar-
tigo 18 da lei n. 369 de 18 de setembro de 1843. As-
sim esiao as parles uesse juizo livres du semeihante
onus, e o devem eslar em lodos os miis juizo* de
paz.
IRMANDADE DO DIVINO
ESPIRITO SANTO.
Possuidos do maior prazer, tragamos duas lindas
em orna das columnas desle Diario, em asradeci-
menlo a muilo uobre irmandade do Divino Espirito
Santo, pelo enlhusiasmo e aelividsde que empregam
nos trahalbos da sua nova igreja. Quem diria que a
anliga igreja ros jesutas era de novo restaurada,
que por espado de tantos annos estova abandonada e
profanada!.....mil louvores sejam dadjs ao Em.
Sr. presidente da provincia pelos estoceos qoe era-
pregou para a restaurarlo do dilo templo ; louvnres
sejam dados a Sr. Anlonio Ramos, juiz lelual da ir-
mandade do Divino Espirito anto pelo Iraballm in-
cansavel queemprea sempre para augmento e pros-
peridades da mesma irmandade; iguaes louvores d.i
mos aos mais mesarius. Esperamos tanto dos irmaos
como daquelles que o nao sao, conrorrsm com suas
esmolas para o formoseamenln de um lio rico tem-
plo, mostrando assim que n'uraa poca em que os
actos religiosos passam tao dcsapercebidamente, ain-
da ha homens lo chcios de religiao, e esse* deme-
danos leres que (omama iniciativa em actos 13o me-
ritorios.Os amantes da religiao.
O abaixo assignado constando-Ihe que ofliciaes
de juslica desta comarca passaram por f terem-no
uotifioado para a demarcarlo do engenho Bambor-
ral, estando elle tora desta comarca (o que prova-
r se neceseario for), e para evitar laes facilidades,
declara que qualquer citaran ao mesmo para ler val-
tidade devera ser a rerliitao do oflicial lambem as-
signada pelo aiinuncianle; preveneflo qoe declara
em laes casos,para todas as comarcas desta provincia.
Franeisco Anlonio Ponlual.
Desappareceu no dia 3 do correnle urna escra-
va parda escura de nome Francica, de 35 a 40 an-
nos de idade, groes do corpo, altura re.znlar, olhos
grandes, bem parecida, lem no queixo do lado es-
querdo um signa! com cabellos bstanles grandes,
levou saia de chita a oulra de melim preto por
cima, baela prela e mais alguma roupa de sea
uso; foi cscrava de Andr Cavalcnnli di) Albuqoer-
que Arcoverde no serlao do Buique, e foi vendida
aqui por Goveia i toile; roga-se a qualquer pes-
soa que a pegar mande-a entregar a Domingos Antn-
ues Villara no sido dn Torre oa na ra da Aurora
n. 51, que sera' bem recompensado.
No dia 10 as 11 horas, na sala das audiencias,
depois de finda a do Sr. Dr. juiz de amentos, se ha
de arrematar um sobrado de um andar n. 92 silo na
ra Imperial em chao proprio, com 31 palmos d
frenle, /9 de fundo e mais 252 para quintal, avahado
em 2:0005, perlencente ao finado Anlonio da Triu-
dade.
O Sr. Joaqnim da Silva Cisneiro Uuiroaraes,
lem urna encommenda em casa de Rolh&Bido-
lac, na ra do Trapiche n. 12, primeiro andar.
Os senhores que so devedores de
cotilas de mais de anno na loja de caira-
do, rjraca da Independencia n- 33, la-
jam de ir ou mandar satisfazer seus d-
bitos no prazo de quinze dias, visto nao
ser possivel mais esperar : alias serao cha-
mados pelos seus proprios nome. e se usa-
ra' dos meios legaes. Recife 7 tle agosto
Me 1855. 5
Da'-se dlnhelro a juros sobre penho-
res de obras de ouro e prata: na ra da
Guian. 40,
O-admiiiistrador da companhia de
operarios em servico das 1-uas desta cida-
de, precisa de trabajadores para o mes-
mo servico, vencendo os forros 720 e os
captivos (iiO ris : dirijam-sc a ra Nova
n. 4i.
Srs. Redactores.Tendo constantemente sido ca-
lumniada em minha honra pelo peridico Bfiko
cm urnas correspondencias sob a assignalura deju-
vencio que sao feilas, segundo he publico, pelo
Dr. I.oiircnco Avelino de Albuqucrque Mello, ve-
nho por meio desla desaa-!o, bem como a ourem
qualquer, para que declare-sa autor daciuelias cor-
respondencias | porque quero, peranle os Iribunaee
compelonleslcs, convncelo de completo calumnia-
dor, em ludo quanlo conlra a minha honra se lem
escriplo em dilo peridico ; porquanlo sin inimigo
de ler discusses com individuos que s escrevem
debaixo do annimo.
Queirao Sr. redactores dar poblicidade a estas
linhas pelo que muito obrigado Ihe Picare:. -Barrei-
ros 2 do agoslo de 1855.
Antero Manoel de .Medeiros Furlado.
Preclsa-se de urna ama que lave, co-
zinlie e entenda de engommailo, para
umi casa de pouca familia: ha ra Di-
reitan ,.119, loja de selleiro-
PURLICAQA'O LITTERARIA.
Acha-se i venda o compendio de Theoria e Prali
ca do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de Pan
a BaptisU. Esla obra, alm de nma introducto
sobre as acedes e cxcepcOa cm geral, trata do pro-
cesso civel comparado com o commercial, conlm
a Iheoria sobre a applicaclo da causa julgada, e ou-
lras doutrinas luminosas : vende-se unicmenle
na loja de Manoel Jos Leile, na roa do Quei-
mado n. 10, a 6J cada exemplar rubricado pelo
Julor.
THEATRO DAPOLLO
Sociedade dramtica emprezaria
' QUINTA FEIR.V 9 1)E AGOSTQ DE 1855.
Depors da orchestra executarsima das suas rielho-
reaouveriuras, lera lugar a represenlacSo do muilo
applaudido drama em 5 actos que tem por tiinlo
O abaixo assignado lendo no Esho n. 60 a injusta
arguir-ao feila ao Exm. Sr. desembargudor presiden-
le do tribunal do commercio dosla provincia Firmi-
no Amonio de Souza, sobre haver exigido de cada
solicitador a quanlia de 59 rs. por novas provisOes,
alm daquellas com que servern peranle o tribunal
da rclarao ; estando o mesmo abaixo assignado
par de ludo, fazer ver ao publico o que se passoo a
lal respeilo.
Tendo o aviso de 11 de junho dn corrento anno,
permitlido que os solicitadores do foro commum ser-
vissem no toro commercial, he obvio que so devla
expedir nm titulo a cada um delles, assignado pelo
Exm Sr. presidente do tribunal, e esse titulo nao
importo meos que ama provisio, Unto que na ra-
cebedoria das rendas gernes, cobraran) o sello nesla
razao ; ainda assim o Exm.Sr. presidente do tribu-
nal, nao Uxou o importo de sua assignalura nos re-
feridos ttulos ; alguns dos dilos solicitadores en-
tendern! que deviam pagar como de faci pagaram
a respecliva secretoria na razio de 59000rs., oulros
na do 19000 rs., como licenca, e a outroa finalmente
o mesmo Exm. Sr. presidente assignou gratuitamen-
te. NSo se diga que o Exm. Sr. presidente devia
pt)r o compra-se as provIsSes especiaes que elles
inhan, pois nlto he prache admitlida pr o rumpra-
iie em provisOes paseadas por autoridades de igual
i-alhegoria. e s sim de superior para inferior, e nem
ora lambem admiMivel, que eom um vleto Q-
Boga-se ao Sr. M. J. S. M. queira dirigir-a
ra da matriz da Boa-Vista n. 20, alim de ca
o negocio que nao ignora, do
sen nome por extenso nesla 1
Preci'8-se de nina an-,
de pouca fan
lar oa r
PER!.
faena
quanli r em pagan
sua safra e assim |ml
2." Se jadea pri
de cosame ler p
julho (10 mesas)
3.* Se moi
imaginario I!
que tinha destinad.
4.* Se como nio
he o de 55 para 56.
5. Finalmente se 1
qnem deve, e se o sea
lar homenagem, a se
para sua caeoada, nao!
he pai de niuguem.
No da 9 do corren
Exm. Sr. Dr. juiz do comn
por veoda, e por ser a ultima praca.
11 m andar e sollo, silo na ruas^^^H
35, por execacSo promovida conlra
Henry Gibson mndon sea arm
rio para o n. 52, ra ua Cadeia do Ri
Estabelecimentos de
Salusliano de Aquino le.
mente ao hospital Pedro If metai
sahirem nos bilheles inleiros
J183 da lerceira parte da priota
nasio Pernambucano.
Precisa-se de nma ama para
milia, sendo forra oa captiva, paga-tai
larga do Rosario m. 46, segunde i
Os Srs. Antonio Alves Barbos
quesde Amorim eFraneisco d
na ra da Florentina n. 3.
George Palchell, carador 1
da de Leopoldo da Silva Queiroa,
dores do mesmo, que u Exm. 1
commercio designoo o dia li]
proceder a nomeacn dos atlr
de soa residencia, as 10 hora)
devem os mesmos credores
TINTUREIRO.
Na ra de Dorias n. 19, re
se propOe a Ungir fazendas a o
das as qualidades, por preponais
em oulra parle, e lambem enlrn
1o de igreja como de vestir anjo
No sitio de Henry UibsoB, ai
precisa-se de trabajadores da
paga-te 800 rs. por dia.
Precisa-se de ama ama qua
mar e cozinhar, para o servico d
urna casa He pouca familia: na
28, segundo andar.
l.uiz Borges daCerqueirt
do Sr. Josc Marlius Ferreira
tes inleiros da terceira parte
Gymnasio Pernambucano d
Precisa-se de ama ama qoe
e compre : na ra da Croz n. 7,
LOTERA DO GYM.Ni,
NAMBJ^H
Aos:000s000, 3:000$00(j
Corre indubitavelmenle quarla-
0 caulelisla Salusliano de
ao respcilavel publico, que
las da terceira parte da pri:
sio n3o soffrem o descoulo de
posto geral: e acham -se e vanij
ra da Cadeia da Recifa ns, j
da Independencia na. 37
ra do Oueimadu ns. 39 e 44
serio n. 17 ; no atorr da Boa-
ca daBoa-Viston. T.
Bilheles 59800 Recet
Meioa 29600 a
Quarloi 19500 a .
Quintos 19200
OiUvos 760
Decimos 640
Vigsimos 340
UU1U 0|^^^^H
Ihaea^^^H
III I)UC
THEVTRO DE APOLLA'.
A commissao administrativa faz certo aos Srs. so-
cios que os bilheles para a recita de 11 do .crrante
serAo distribuidos nos dias 9, 10 elido mesmo na
casa do respectivo thesoureiro na na Jo Apollo
o. 4 A.
Precisa-ie de urna ama para casa de homem
solleiro: na roa da Praia n. 12.
Agencia de passaportes efolha ixurida.
Clandino do Reg Lima despacha passaporles para
tora e denlro do imperio e tolha corrida : na roa da
Praia n. 43.
D-se dinheiro a joros em pequea 1 qnanlias
sobre penhores de ouro e prata : na irua de Aguas
Verdes n. 1i>2.
A viuva Dias Fernandes, avisa ao eorpo da
commercio que Manoel Ribeiro Fernandes deixou
de ser seu raxeiro desde o dia 6 do correnle.
Precia-se alagar um sitio perlo da praca, que
lamia froctiras e baixa : quem liver annuncie.
O Dr. Ribeiro, medico pela univenidade da
Cambridge, contina a residir na ra da Cruz do Re-
cito n. 49, 2. andar, onda pode ser procurado a
qualquer hora, e convida aos pobres para consultas
gratis, e mesmo os visita quando as circumdancias u
exijam, faz uspecialidade das molestia dos olhos e
onvidosj
0 referido caulelisla declara
a pagar os 8 por eeoto da lei,,
vendidos em originaes. inda
competente premio que m
n. 15, escriptorio do Sr. Il
Ionio de Oliveira. Peruarnbi
Salusliano de
Precisa-se de nma ama di
preco : na rus do I.mmenlo i
Precisa-se de ama ama fo
urna casa de pouca familia : na
sario, deposito de pao n. 4.
Na povoarjlo de Grvala i
prximo passado, pelas 8 horas
e desertor Manoel Faustino Ril
sua companhia urna parda cop
a qual foi remeltida peto
sea seidior, que disse ella
Silva, morador no Recito,
da pris.lo se lomou ao mesmo _
dulas, 14 patacoes velhos, 5 da 23000
quatro patacas, e 1 em ouro de 1
objeclos eslo deposilados. O que
Bonito se faz publico para os flan
nilo I. de agosto de 1855. Delphi
valcanli de Albuquerque, juiz mumcip
O lenle Antonia Jos de t
negociante ha muilos anuos,na villa
drc-de-Deos, toa publico qn<
elle o annuncin publicado pela sr
Ramos e Silva, testamenten
Jos Ferreira, no Diario 11. t37i_,
exigudo re um seu devedor rl
lia de 1009000 rs., cuio docu
te cm dila casa, mas felizme
diferente da daquelle Siqoc:
declaradlo seguinle:Antn Soqoeira,
morador no sitio do Caldeir3o ^^^^^^^^H
da Parnhiba, filho do Gabriel di
de 100*00 rs., n. 8, panada,
1816 qualro mezee. Ka
fazer-se a presento decan
da parte daquelle lestanienl__
caso, felizmenle Unto esle como qj
dos hoje na prensa de algodioj
lempo daquelle fallecido, em
o tal documento, e rjae muilo
Siqueira do Breju ; esl3oconven|
seu devedore nem de oqtra qoali
como negociante do mato tem li
roes nesla praca, e que alnd.-
dores o chamou ao camprimento particular 011 publicamenle, que parij
gar, e se por ventora qualq-
aprsenle titulo legal de qualqner qi
prozodeSdias ser immediatimi
larga do Kosario n.
Joaquim Jos Dias Pereira M
Arrematado em leilao da 9 de junho p
vidas activas que deviam a Ai J
reir Estrella, com taberna na ra
cite, eunrida a todos os devedores
tanto da prar,a como do mallo, para ij<
gar s ao nnuneianle, ou a pessoa 1
elle aulorisada, islo com a main
alim de evitarem maiores despesar
ler toda a contomplac,So con
promptos nos seus pagamento-.
dirigir-seao annancianle no aler
o. 14.
Joaquim Jos Dias Pereira va|
durante a sua ausencia, qne deve 1
dias, deixa por seus procaradores a
Margarda Kodrigaes Pereira, e 01
nio Jos da Rosa e Antonio Rodrigues
O abaixo assignado declara que
eaixeiro da Sr. viuva Dias Fe
de agosto correnle, e an mesmo lernp
ocrasilii para agradecer cordealmcu.1
nhora o bom Iratamento e asa^^^H
com que se dignou honrar-me duran 1
dias que estivo em sua casa, fente I
1855. Manoel li.
(Juem precisar de urna ama 1
se-vico de urna casa : dirija-se
que acliar com quem IraUr.
w-
D.
Ao.publicc
Precisa-se fallar com o Sr.
Souza, que ha dous annos an
com algum prenle do 111
se: aira/, da matriz
ioi.ni
1 espes^aldad

9
i
s
e otittns di
Trato-se Com esi^
w pelle, psrlicularmente!
w fono homn
28 Rl'Al
No mesmo cons
sorlimento de cari
to cm conla.
Carleiras de
le IfaSjaBBBBBBBBBBr^aSSSSSSSSSBBl
s
9
Tobos aralsos a 300, 500 e I9OOO. &
Frascos de linlura a I9OOO. #
Deposito da verdadeira Untara do rnica 1
lirada da planta verde na Svizera. j
jl Elementos de homrropMhia 4 Vol. 69OOO #
*-
ll-si-fdinheiro sobre paahores de ouro ou prj-
U em pequeas quanlias : quem pretender, procure
na ra do AragSo n. 17, que se dir quem fai esle
negocio.


PIMO DE PERMHBUCQ QUIMTH FEIR* 9 DE IGOSTff OE 1855
**<
__I Almeida loaros de Lima A
jos resideoru pa-a a rada m
. segundo ao- %
'le le, farra ou escra-
n.9.
a n. 19 na roa do
id ou cscn
1S DE
SCRAVOS
LARG DO IOS ARIO.
ANDAK.
>or commissle pa-
s endures, lano
que ; alianca-se o bom
lesmot, nJo se poopan-
llee sejam vendidos com prom-
seus sonliore: nao solTram em-
vem i dclles.
DESTISl S
dentista fr.iocez, eslabele
I larga do Rosario a. 36, seunndo
denles com gencivasarliliciaes,
i pela, ou parlo della, cora a #

l om bom cozinteiro -para cata de
a travesada roa Bella, cora o
le Barros.
a ama boa ama de leile ;
orlao depois da l-'acutdade de
TRATOS.
isla n. 4, (ereeirn andar, con-
os pelo avalenta chryslalolypo,
:ttviano ca Silva (em cafla
da praca. da Ii dependencia.
Olegario Lodgero" Pioho, (fy
cele da rea deS. Francis- ,
rao sobrado de dou> anda-J
Sanio Amaro, (muudo novo.) Es
nento de cretas.
ment da* cuitas judi-
1 0$ avi;os que o alte-
a 500 res, na livraria
da Independencia.
i'O DAS riLHAS.
rande Fenelon, arcebispo de
i particular riencne oiralado
iiasno qual este virtuoso
,o asmis devem educar mas fi-
a oceupar o sublime
lorua-se por lano urna
todas as pessoas que desejam gni-
^Httdbo da vida. Est a rfe-
'rtuguei, e vende-se na
^^^^Emia n. 6 e 8, pelo
nga, estrada do sitio do Sr.
M com omito boa casa ler-
Iralar na rui da Croa n. 26,
inte para nlguma pessoa es-
DE LATIM.
e Ferrer de Albuquer-
paraarua do Kan-
^tinua a receber alum-
ino* desde ja' por mo-
he publico : quem se
leu pequeo pre timo o,
cegundo andar da refe-
uer hora dos dias uteis.
Baptista Braga, na ra Nova
^^Hbde de obra de bronze
l-ie qualquer obra tendente a
com toda a perfeijao e preco
.DENTISTA, S
MinNtia n. 19, primei- #
O SOCIALISMO.
Pelo cuMral Abra. ZdaM.
a loja de livros dos Srs. Kiear-
esquma da ru.i de Collegio, e
i do Collegio, casa amarella,
lernado de lod.-s as formas, por
or tareco, Sf jundo o soslo dos compra-
~^^B 4|uaii esgotad, e poneos ei-
ifU obra, em qu se aclis Irara-
D humano desde o primeiro
J^^^Hbaaee a todas as classes
r assim dizer-se, o evangelho
Hila estao consignados todos os foros
As sois doulrinai. eshJo, portanto,
todas as ioielligenciaii.
JAROPE
BOSQUE
contina a ser lia botica de Bar-
^^^l, na ra larga do Hoaa-
^HpOO e pequeas 38000.
PARA 0 PUBLICO.
^^^k em lodos es seus diflerenlcs
nstipuoJes, tosse, asld-
sangue, cor de costados e
coqueluche, bronchite
i< as molestias dos crgaos pul-
10 PlBlM
D de fudftdas bara-
oCollegio n. 2,
completo ortimento
e grossas, por
ai>oa do que uraou-
Blnto em por-
! iancando-
is um s preco
yete' estabt lecimento
cOmbinaco com a
fi$ casas commcrciaes
allemas e suts-
azendait muii em
le tem vendido, epor
lo elle maiore van-
loutro quilquil ; o
importarte es-
idn a' todos os
publico em ge-
venham (ti bem dos
) comprai: fazendas
em da ra do
tantos Altolim.
;hj_
ESOURAS.
primeiro an-
Alireu, comi-
| par pretil "o, as j
le barba feitas
i o na cx,)09ic0
i eitraerdina-
ortar;
nido, po-
is depois
esmj c-
elo mes

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lo i n o dar i
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MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DfgAUDE-conhecimenlos qne nao podem dispensar as pes-
soas que se querem dedicar pratica da verdadeira medicina, iuleressa a todos os mdicos que qaUcrem
experimentar a <>oulnua de Ilahnemami, e por si mesmos se convencerem da verdado d'ella: a lodos os
fazendeiros e senhores deengenho que eslo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capules de navio,
qne urna ou aulra vet nao podem deixar de acudir a qualqoer incommodo sea ou de scus tripulantes :
a lodos os pais de familia que por circumstancias, que n.ra sempre podem ser prevenidas, sao (obliga-
dos a prestar in conlinenti os primeiros soccorros ero suas enfermedades.
O vade-mecum do homeopalha ou lradnc;i)o da medicina domestica do Dr. Hering,
obra lambem ubi s peanas aue se dedicam ao esludo da homeopathia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 108000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele, encardenado. 38000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nSo se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopathia, e o proprietario desle estabelecimenlo se lisongeia de tc-lo o mais bem montado possivel o
ninguem duvida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grandes...............
Boticas de 24 medicamentos em Rlobulos, a t0, 128 e 159000 rs.
Ditas 36 ditos a .7.......
Ditas 48 ditos a...........
Ditas 60 ditos a............
Ditas 144 ditos a............
Tubos avulsos............-...,
Frascos de meia onca de lindura.............
Ditos de verdadeira lindara a rnica...........
Na mesma casa ha sempre venda grande numero de lobos de crystal de diversos lamanhos,
vidros para medicamentos, e aprompta-so qualquer encommenda de medicamentos com loda a brevida-
de e por precos muito commodos.
~ : TRATAMENTO HOMOPATHICO.
Preserva tico e curativo
DO CHQLERAMORBUS.
PELOS DRS
ou inslraccao ao povo para se poder corar desla enfennidade, administrando os remedios laU ellicazes
para atalha-la, eroquauto se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independeulc destes nos lugares
TRADLZIDO EM PORTGLEZ PELO DR. P. A. LORO MOSCOZO.
88000
208000
")8000
308000
608000
18000
39000
28000
Sendo o Iralamento homeopathico o nico que tem dado grandes resollados no corativo desta horri-
velenfermid.de, jolgamos a propos.to tradaxir estes dous importanle's opsculos em liugna verncu-
la, para dosfarte facilitar a soa leilara a quem ignore o francei. B vernae"
Vende-se nnicameule no Consultorio do traductor, ra Nova n. 52, por 2JO00 rs.
{ t'lBLICAAO' DO INSTITUTO 110
HEOPATHIGO DO'BRASIL.
r THESOURO HOMEOPATHICO
t .O
i VADE-MECUM DO
) HOMEOPATHA.
b Mcthodo conciso, claro,e teguro. dt cu- 4^
>rar homeopathicamenle todat as molestias J2L
que affligcm a especie humana, e part- vW
i eularmente agellas que reinam no Bra- Q
til, redigido segundo os melhores traa- z
dos de homeopatbia, tanto europeos como ^)
| americanos, e segundo a propria cuperi- (A
! encia, pelo Dr. Sabino Olegario Lodgera 7
I Pinho. Esta obra lie hoje reconhecida co- (9
L mo a melhor de todas que Iratam daappli- A
Y eacAo homeopalhica no curativo das mo- ^7
OB lestias. Os curiosos, principalmente, nao 89
S. podem dar om passo seguro sem possui-la e S
W consulta-la. Os pais de familias, os sendo- <#?
Mk res_ de engenho, sacerdotes, viajantes, ca- ft
7 pitaes de navios, serlanejos etc. etc., devem T2
%m te-la m3o para occorrer promptamenle a V;
j qualqoer caso de molestia. fk
? bous volumes em brochura por 108000 J
O ii encadernados 118000 flfe
A Vende-se nicamente em casado autor, j
' ra de Sanio Amaro n. 6. (Mundo No- w
O vo)- 0
0Sd#ss-s-s@s@o
Notos livros de homeopathia mefrancez, obra
todas de summa importancia :
llahneroann, tratado das moleslias chronicas, 4 vo-
lumes............ 208000
Teste, iroleslias dos meninos..... 6CO00
Hering, homeopathia domestica. r, 78000
Jahr, pharmacnpa homeopalhica. 68000
Jahr, novo manual, 4 volunte .... 16*000
Jahr, molestias nervosas....... fifOOO!
Jahr, molestias da pelle....... 88000
Rapou, bistoria d homeopathia, 2 volumes 16*000
Harlhmann, tratado completo das molestias
dos meninos.......... 10800o
A Teste, materia medica homeopalhica. 88000
De Fayolle, doutrina medica homeopalhica 78000
Clnica de Staoneli........ 69OOO
Casting, verdade da homeopathia. 48000
Diccionario de Nyaten....... 108000
Attlas completada analnmia com bellas es-
lampas coloridas, conlendo a descrip(o
de todas as partes rio corpo humano 308000
vedens-se lodos estes livros no consultorio homeopa-
tbico do Dr. Lobo Mostoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro sudar.
Est a sabir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E ROEN-
NINGHAUSEN E OTROS,
posto em ordem alphabetica, com a descripeo
abreviada de todas as molesliss, a indicacao phjsio-
logica e Iherapeutica de todos os medicamentos ho-
meopathicosiseu lempo de acjSo e concordancia,
seguido de om diccionario da signilicacao de todos
os lermos de medicina e cirurgia, e poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO IHORAES.
Sabscreve-se para esla obra no consultorio horneo,
palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 50-
primeiro andar, por 5*000 em brochura, e 68000
eocadernado.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PERNAM-
BUCO.
Por ordem do Sr. cnsul de Porlagal se faz pu-
blico a bem do commercio e Davegnrio qae por de-
creto de 5 de jalho do corrente anno, foi de novo
autorisado pelo governo de S. M. F. a prorogacao
al 31 de Janeiro de 1856, da imporlacao e admissao
de cereaes: Irigo, milho, cevada e aVeia, jnos portos
do continente do reino de Portugal, nos termos do
decreto de 20 de dezembro de 1851. Consulado de
Poalugal em Pernambuco aos 6 de agosto de 1855.
O rhanceller interino, 5. M. A. Cardoso.
Aloga se o (ereciro andar do sobrado da ra do
Rosario eslreita n. 41 : no primeiro andar do mesmo.
Prelende-se tomar a premio a quantia de 8008
rs., nao excedendo o premio a um por cenlo ao mez,
hypotecando-se para isso ama casa terrea no bairro
dn Boa-Vista, nao se dovidando pagar o premio to-
dos os mezes: a quem ennvier esto negocio procure
na ra larga do Rosario n. 48.
Offerece-se um rapaz brasileiro para caixeiro
de alguma taberna, o qual ainda se aedaarrumado*
quem pretender, nnuncie.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar : na roa do Rangeln. 1), primeiro andar.
Ainda preuss-se de orna ama deleite : em Fu-
ra de Portas, ca a dn professor publico.
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
RUCANO.
AOS 6:000^ ftOOOf El:000i'.
O cautehsla da casa da Fama Antonio da Silva
Uuimaraes avisa ao publico, que eslao venda os
seus afortunados bilheles e cautelas da terceira par-
le da nnmeira lotera dn i',in>ni. ~..>i .__.- _-
primeira lotera do Gymnasio, a qual corre no
(lia 22do corrente, os quaes silo vendidos nasseguin-
les casas : alerro da Boa-Vi.i., n. u.u ra do
pra^.a da
Collegio o. 9:
ra do Raugel Qafil, e ra do Pilar n. 90.
..--------'""tira, os quaes san vendidos ass
les casas : aterro da Boa-Visl.i ns. 48 e 68 ;
Sol n. /I A ; roa larga do Rosario n. 26 : pr
Independencia ns. 14 e 16 ; ra do Collegio
Recebe por inteiro
com descont
el n.
200
18*40
720
600 a
320 o
O cautelista-cima declara, que _
inteirns em origioaes uflo soffrem o descont de oito
por cenlo do imposto gcral, e sim m. suas cautelas.
^fc-----
Bilheles
Meios
Quarlos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
6:0008
2:7608
1:380
6908
5528
2768
bilheles
COMPRAS.
Joias.
Amaro, t no de
Os abaiio assignadoi, donos da loja de ourive na
roa do Cabua n. 11, confronta ao paleo da matriz e
ra Nova, fazem publicuqoe receberlm de novo ri-
cas obras ate ouri de muilo bons goslos e cora espe-
cialidade, correnles de 7 e t 1(2 palmus de com-
primento, continuam a responsablisar-se pela qua-
lidade do oOro. Serafim & Irmao.
Attencao.
A pessoa quo innonciou por esla folha qoem ti-
sseomoculode alcance para vender, dirija-se a
roa Bella n. 9 que se dir quem vende.
Preeisa-se alagar ama ama forra ou caplivm
que saiba cozinhar bem, para urna casa de familia :
no aterro da Boa-Vista n. 48.
~ Aiaga-se urna escrva crioula, de 17 anuos do
idade, a qual eozinlia o diario do urna casa, lava de
SS.30'J2.De1, "il0 ,em vic'si adianlando-se
a.* a .K8 para ser descontado no aluguel, levan-
em conta o premio do dinheiro, o quaj no
ier de um por cento : quem qnizer tazer este
inja-so a ra da Assompcao 11. 36 i.
-MaSSA ADAMANTINA.
Roa do Rosarlo n. 36, segando andar, Paulo Gai-
ta, denhsla francez, ebumb^ os denles com a
1 adamantina. Essa nova e maravildosa cm-
posira1 tem a vnniaocm de enchersem presnao dolo-
rosa ledas as antracluosldsdes do denle, adqalrindo
m poaco inslantes solidez igoal a da pedra mais
lura, e pcmiile reataorar os denles mais estraga-
ma frm e 1 edr primitiva.
,d ,d COMPRASE
oda a qoalidade de melal velho, menos ferro : na
S.S! "-defronle da igreja da Conceico dos
Militares, toja de funileiro.
sjffLBiripe he,panho,a Da
(m DE COMMISSAO de escra-
JOS NA RA DO LIYRAMENTO
Compram-sc escravos effeclivamente de 12 a 35
annos, sendo boas figuras pagase melln.r do que
em ou ra qualquer parte, embora nao lenham ha-
bilidades ; tambem se recebem para vender de com-
misso.
Compra-se urna preta de bonil figura e mocas
que seja boa coslareira e engommadeira ; pafa-e*
bem agradando : oa roa do Trapiche, n. 14, primei-
ro andar.
Compram-se acc.6es de Beberibe e ltalos da
divida provincial: na roa larga do Rosario n.
segundo andar.
Compram-se obras de ouro e Di-ata^ Annuncio .mpor
in'ntnr|ne.__ j f l",ua *^*ende-se por mnito commod
ja usadas: na ra da Gma n. 40, desde
as 7 iioras at as 10 da manhaa. todos os
das.
Compra-se om adereco de onro usado, porm
moderno : na ra da Guia n. 64, primeiro andar.
Vende-se um bom carro
nova que serve pata 1 ou 2
Icavallos, por uiodicc preco :
na rita doAra;ao, casa de pintor n. .77,
011 na ra da Cruz do Recife, no arraa-
zem de iazendag n. 27.
Vendenvse 5 escravas rrioulas, sendo 1 com 2
crias mulalinhas, 1 de 2 annos e ouir de 2 mezes, 1
negrinha defi anuos, 2 de 18 annos com hahilidade
e 1 dita de 30 annos, ptima eor.inheira, enpnmma-
deira e lavadeira, tanto de sabao como de barella :
na ra de Dorias n. 60..
Vende-se om prelo eteravo. ja de idude, com
oflicin de sapalciro : quem precisar, diriia-se ra
das Cruzes n. SR>.
Vende-se vinho de Bordeau\ em garrafa--, p...
preco commodo : na ra do Trapiche n. 12, primei-
ro andar.
Na roa das Croles n. 22, vende-se una bonita
crinla de 25 annos de idade, que engomma, cose
chito, cozinha e lava ; ama negrinha de 14 annoa de
idade, propria para ser educada, e urna escrava de
35 annos de idade, que lambem engomma, cozinha
e lava, assim como outra dla mulo pnwante de 40
annos de idade, que cozinha, lava de sabao e vende
na roa.
CARNAUBA.
Vendem-so saceos com carnauba do Arar'aly :
na Nova n. 20, loja.
A 18600 r.
Vendem-se saceos com farinlia de mandioca pelo
barato preco de 1?600 rs. o sicco : na ra Nova n.
20, loja.
Vende-se un nep,ro moco, bonita fi-
gura, o qual sabe botar canoa": no largo
do PilY em Fot a de Portas, casa do Sr.
Jos' Rernardo de Souza.
Antigo deposito de panno de algo-
H godao da fabrica de Todos os
Santos na Rabia.
Novaes & Companhia, na ra do
gjg Trapiche n. 04. continuara a ven-
JL der panno de algodaodesta fabrica, ff
I trancado, prbprio para saceos e |
9 roupa de escravos. r
Vende-se na rua
DO CRESPO, LOJAN. 19, LINDOS
cortes de risrados francezes de qusdros pan vesli-
dos, por preco commodo ; dSo-se as amostras com
penhor.
Vende-se cognac da melhor qualidade: na roa
da Cruz n. 10.
Vendem-se no armazem n. 60, da rna da Ca-
deia do Recife, de Henry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
Vende-se eicellente taboado de pinho, recen-
lemente chegado da America : na rus de Apollo
trapiche do Ferreira, a enlender-se com o adminis
ador do mesmo.
Vendem-se Iraves de qualidade de 40 a 50
palmo, lilas dejonro 30, 40 e 100 palmo, encha-
ms, todo por commodos prcns para fechar cuntas :
quem pretender dirija-se a A. L. de Barros na roa
do Vigario n. 17.
Vende-se urna cscrava deNacan.com nm cria,
e que faz lodo o servico de urna rasa : a tratar na
rua Direila n. 36, primeiro andar.
Superior rap areia preta da Rahia.
Acaba de rhegar pela garopeira iAcracao, orna
pequea porcao desle rap, e se vende de "cinco li-
bras para cima, no escriptorio de Anlonio Luiz de
Oliveira Azevedo : rua da Cruz n, 1.
Retroz preto, azul ede cores.
Vende-se na rna da Croz n. 1 : escriptorio de An
Ionio I.uiz de Oliveira Azevedo.
Colla muito superior.
Na rua da Cruz n. 1 : escriptorio
iio I.oiz
,mui-
-'"fc
inda, todo em malta virgen)
slrucrao : os pertenden-
l.eal de Barros, nn rna do
todas as informacSts a res-
VENDAS.
Vende-se
de 5
em
UFarello em saccas
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a '2 500.
Tijolios de marmore a
520.
Vinho Bordeaux
garrafoes a 12^000.
JN o armazem de Tasso
ir ni aos.
NA RUA IVA il 22
"sZZl dbeTSo!CDIOS (,,odas as nu7:
oor~.maer^OU ,r0C8-se um Prelode meia dade
e a vuta da pessoa se dir o motivo : na rua ila r-i-
dea de Santo Anlonio n. 18.
unTm,eznedmef,ima ,pard,fc ?0e'a Com Draa "a d
ttxs ^ssssrera bom es,adu; na
bra7Vnan;,Cieia da. """ "" roba e as Ii-
oras na rua do Hospicio n. 15
tt&ijsi'gr*'' dir"a-se
Barato admira
veL
-l?leSJ-,inissimos dc merino n todas as cores a
200, ditos de pura lila com lindas ramagens a
oJtOO, ditos de gauga bordados a 23700, ditos de al-
godao e ditos de larlalana a t000, lencos do cassa e>
seda a 15100. corles de vestidos de babados de mo-
dernos godos a 49000, ditos de cas.i, chita, muilo li-
na fazenda, padroes deoambraias fraocezss, a 29200,
lencos de pura seda com franjas, o melhor possivel,
a K00 rs., romeira* de lindos goslos a 29300, e ou-
tras monas Tazendas que se vendero por menos do
que em outra qualquer parte : na rua do Qoeima-
do n. 33 A.
Relogios de ouro e preta sabonetes
patente inglez: no armazem de James
Hllala v, rua da Cruz n. 2.
Vendem-se 3 escravas mojas de bonitas figu-
ras, e 1 moleque que cozinha bem o djario de un
casa : na rua Direila n. 3.
No Hospicio'n. 8, vende-se ama mulata boa
lavadeira, engommadeira e cozinheira.
Vende-se om grande sillo na estrada de Santo
Amaro para Belem, com casa de pedra e'cal, gran-
de baisa para plantado oa capiro, e pasto para 12
vaccas de leile, e Itrenles arvoredos de froeto : os
prelendentes dirljam-se raa jonto ao sillo do Sr.
major Jiascimento, que aehsrjo com quem Iralar.
1NaJr"LJ' Cruzes'ii. 22, vende-se nm escravo
crioulo.de 30 anoea de idade, proprio para servico
de campo oa para ganhador de rua.
de Oliveira Azevedo.
Vende-se ama negrinha de 7 pal
lo bonita : na rua do l.ivramenlo n. 4.
Vende-se por preco commoJo no
lagar do Porto da Madeira. um terreno com 50 pal-
mos de frente e fundos at o rio Beberibe,na estrada
qne val do Cachanga' dividindo com o nascenle
poenle com Ierras de Alejandre Jos Dnrncllas :
tratar, as Cinco-Ponas n. 66.
Veo>-se me^rfeena de trra na provincia das
Alasoas, na^beiraf ^ rio S. Anlonio Gran de, com
exellentes teyas liv o para crear como para plantar
cannas e cafv^ j tem urna boa plani qae di
fructo e pod > -se engenho d'agun, send
peiro, por li
com todas as
les dirijam-si
Vigario n. fr^mi
peilo.
CAPAW ANNO FINO.
Na rua do Quifa^iM ^U!< 18, vndem-se ricas
capas de pannoM Wr7Ss|)ara viaqem, pelo ba
ralissimo pre Attencao.
i-se tres bonitas negrinhas, sendo orna de
oulra de 17 e umn de 13. tudo peras-mnito
. uem as pretender, dirija-se rua do'3 Harlj-
^14.
Annuncio importante.
onimodo pre;o, tanto em
porcao como a retallin, pomada, retroz, pBnles de
alisar, caixas de chifre para tabaco de p, lindas de
miad, trancas e reqoifes, tudo prximamente che-
sado do Porlo : na afamada loja de miudszas de
francisco Alves de Pinho, em frente do Livramento.
Na loja de miudezas em frente do Livra-
mento, bem condecida por loja dos
Tercos
acaba de chegar a esto estabelecimenlo, alen de ou-
tras miudezas, um pequeyo sorlimenlode tercos en-
grasados em rame, e vende-se a 100, 1G0,200 e 210
rs. cada um ; a,iverle-se que esles tercos sao os re-
commendados pelos mwiunarios pela commodidade
e facilidade em resar-sepor sers misterios. Igual-
mente tem vernicas, cruzes, resislos e algens cru-
cifijos de diflerentes vultos, tudo proprio para povo
chrisUlo, e por commodo preco.
Saldo'ALss
Vende-se sal do Assu' de muito superior qoalida-
de e muito barato para acabar o rcslo ; a bordo do
hrigut Feliz Destino, a tralar no escriptorio do Sr.
.Manuel t.oncal ves da Silva, ou a bordo coai o ca-
pillo.
A 5.S0O RS.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente
ebegada, assim como potassa da Rusta
verdadeira: na praca do Corpo Santo
n. 11.
A.ft&OOO E lOJtOOO A PECA,
vendem-se pecas de brim fino e hamborgo su-
perior, que se assemelha ao bom panno de lindo,
pelo diminuto preco de 9 e 109 |>e$a de 20 ve-
as : na roa da Cadeiado Recife, loja n. iO, de-
froote da rua da Madre de Dos.
fepas de borracha a 12000.
Quemnleizar de se muir de urna excedente ca-
pa de burracba, pelo diminuto preco de 125 a el-
las, que se estao acabando: na rua da Cadeia do Re-
cife, loja n. 50, defronte da rua da Madre de Dos.
Pianos.
JoSo P. Vogeley avisa ao rcspeilavel publico, qae
em saa casa^-fla rua Nova n. 41, primeiro andar,
aeda-se um sortimento de pianos de Jacaranda emog-
no, os melhores que tem at agora apparecido no
mercado, tanto pela sua conslruccao, de armario e
honsonul, dos melhores autores de Londres e do
Hamborgo, osquacs vende por preco razoavel. Ven-
de-se um piano usado, em bom eslado, por preco
commodo. O aonunciaate contina a aduar e con-
certar pianos com perfeicao.
Novo sortimcnlo de fazendas
baratas.
Alm das fazendas j annunciadas, e outras raoi-
las, que a dinheiro a vista se venden) em porcao e a
relalho, por baralissimo preco, ha novas cintas do
coresfixasa 160, 180e200rs. ocovado, ditas para
coberla, bonitos padr6e, a 220, dUi largas de cores
claras imitando casia a 240, rucados francezes largos
de quadros modernos a 260, corles de cambraia de
salpicas com 6 1|2 varas por 28560, pernio Je lindo
muito fino pai lencos com mais de 2 varas de lar-
gura, pelo baralissimo preso de 2j>4O0 a vara, novos
lirins de lido de quadrindos para palitos, salease
jaqueles a 220 e 210 o covado, cortes de casenrai de
cores a 49, brlns de cores para calces a 1j i vara :
na rua da Cadeia do Hecife, loja 11. 50, delroule d
rua da Madre de Dos, a qual so achasolTriv smente
sortida de boas fazendas, cojas qualidades e commo-
dos precos se garanten) e dao-se amostras.
Vende-se por muito menos do coito o a aluga-
se urna casa moderna na Torre a beira do rio, com
todas as commodidades para familia, cocheia, estri-
barla e quarlo para feilor: a t alar na rua da Cruz
0.10.
TEMOS PARA VOLTARETE.
Vendem-se ricas caixinlins com tentot,
para voltarete: n* rua da Cruz 1 2(3,
primeiro andar.
Vendem-sem casa de Fox Brothers, .ia
Cadeia do Recife n. 62, relogios de ouro, rh
Vende se om etcellenle violSo : na roa, do
Queimado, loja n. 14.
Vende-se cbampagne de ttiperior
qualiJade em caixa, por preco commo-
do: naiua da Cruz n. 2b*. primeiro an-
dar.
Vende-te Kirch e Abtynthe. por pre-
qo commodo: na rua da Cruz n. 2, pri-
meiro andar-
Vende-se na rui da Cruzo. 49, o segun-
te, a precog commodos:
Cera de carnauba do Aracatv.
Cemento romano em barricas de 12 ar-
robas.
Vendem-se no armazem de Rostron
Rooker & C, rua do Trapiche n. 47, su-
periores relogios de ouro patente inglez,
deum dos melhores labricantes de Lon-
dres, por precos mu mdicos.
iarua da
., rhegados
hontem pelo vapor inglez, de om dos melhores fa-
bricantes de Londres.
A boa fama
Vendem-se moilo bonitos chapeos de sol de seda
pequeos e com molas proprios para meninas de es-
cola, pelo baralissimo preco de 39000 rs. ; he rousa
tai galante que quem.vir nao deixar de comprar :
na rua do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
n. 33.
DI1HEIRO
nao se engeita.
NA RUA DO QUEIMADO N. 40.
Henrlqne & Sanios acabam de arrematar em lei-
lao grande porcao de fazendas de seda, 1.1a, lindo e
algodto, c querendo acabar, avisam ao publico, que
se vendem por diminuto preco as fatendas segua-
les, bem como outras muilas, c dao se as amuslras
com penhor.
Cortes de cambraia de seda de babados, a 78000
Cortes de de quadros, a 43600
Sedas de quadros c lislrs, covado a 900
Adelinas de seda de quadros, covado a 800
Alpacas de seda de quadros, covado a 600
Selim prelo Maro liso, covado a 28600
Sarja prela lavrada, covado a 2&000
Sarja preta lisa encorpada, cov?do a 15300
Tafetn azul claro mofado, covado a 360
Chales prelos de reros, a 98000
Chales de seda de cor grandes, a ft000
Mantas de seda para senhora, a 5SO00
Lencos de seda de cor, grandes a 18500
Lencos de seda de cor pequeos, a 800
Lentos de seda de cor para grvalas, a 720
Corles de colleles de seda com barra, a 28000
Chales de merino bordados a seda, a 98500
Chales de merino com franja deseda, a 58500
Chales de ina de cores, a 48500
Corles de casemira prela fina, a 48500
Corles de casemiras de cor fioas, a 49OO
Corles de colleles de 13a, a 800
Panno prelo fino, a 25.VK)
Ourelo prelo para panno, covado a ,'(8000
Panno de varias cores fino, rovsdo a 4*000
Merino prelo decordao entestado, covado a 610
Alpaca prela de lustre fina, covado a 500
Brrm liso de puro liiiho, pera a 89OOO
Aberturas linas de cor para camisas, a
Corles de colleles da fuslflo finos, a/ 600
Cassas francezas de cores finas, vara a 600
(jang amarella de quadros e lisa, covado a 240
Chitas francezas largas, covado a 260
Riscados francezes muilo largos, covado a- 220
Lencos pequeos de cassa finos, a 300
Ricos vestidos de seda de quadros, corlea 148000
Vestidos de seda con> toque de mofo, corte 125000,
Nobreza furia-cores para vestidos, covado 18400
cum loque de mofo, covado l-tni>
Lencos de setim prelo maco a
Pulceiras de velludo prelas e de cor a
Colleles de casemira prftos bordados, corte'
Cortes de collelesdejBa de cores a
Alpaca de cordao prfu c de cores, covado
Lencos de cmbrala de lindos
l.uvas prelas de lorral para senhora, o par
Cassas de cores escoce/as, covado
Madapolao lino cun toque de mofo, peca
Lindas lilas de quadros com 4 palmos de
largara, covado
Vende-se cal virgem, chegad
tem, e de superior quaKdade por pr
razoavel: no armazem de Bastos &
mos, rua do Trapiche n. l.
Na rua do Vigario n. 19g
para vender superior relroz 1"
do fabricanteSiqueirajinj
ro, e fio p<
do do P01
em peqai
N Jaterrodal
POIRIER.
Acaba de fazer urna especie de venezianas com o
nome stafes, de nova invenco para janallas, servem
de ornamente e tem a vaotagem de impedir a cor-
renleza de ar nos aposentes e entreler-lhc a frescura
necessaria. Podem igualmente servir para arma-
ren. Por um engenhosn mechanismo sao muilo
melhor do que as venezianas autigas. S com a
vista melhor se pode saber o quanto sao encllenles.
Rrinsdevella: no armazem de N. O.
Rieber & C, rua da Cruz n. 4.
1>200
500
48000
28500
540
. 500
720
CASEMIRA PRETA A 4?500
0 CORTE DE CALCA. .
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina qae
volta para a rua da Cadeia.
LEONOR D'AMBOISE
Vende-se o excellente romana' historia
co Leonor d'Amboise, duqueza e BrelS
nha, 2 volumes por ljfOOt) rs., na livi
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
CAL VIRGEM.
Vende-se cal de Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTANCIA, entrado hontem, por
preco commodo: no deposito da rita de
Apollo n. 2R.
Em casa de Timm Monsem & Vinnassa
praca do Corpo Santo n. lo, ha para
vender:
Um sortimento completo de livros em
blanco vindos de Hamburgo.
Vende-se um "Twoito moleq*fc (3 para 11
annos. por barata preco : na ciade de Ollnda, so-
brado confronte a igreja de S. Pedro Novo.
IECHAHSIO PARA EHGE-
Mf).
UNDICAO DE FERRO DO ENGE-
UIE1RO DAVID W. ROWNIAN. iSA
I A 1)0 RRUM, PASSANDO O UA-,
!IZ,
ha semp'o um grai
ctos de roei
ronstrfl
superior q
dentadas
POTASSA RRASILEIRA. -
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, ebe-
gada lecentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os-
seus bons elleitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte FeronA
Companhia.
48.VHI
,NHW|
Na rna do Vigario n. 19, primeirn andar, ven-
de-se farelo aovo, chegado dt Lisboa pelo brigoe Es-
peranza.
Moinhos de vento
ombomb|sderepuxo para regar hortase baia,
de capm, na fundirn de \). W. Bowinau : na roa
doBruians. 6,8el0.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna da
tf Senzala nova n. 42.
Nestc estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e c*ado, de todps os tamaubos. para
dito.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA RAHIA.
Vende-se em casa de N. O. Rieber 4
C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
cado darpiella fabrica muito proprio pa|
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
HA RUA DO CRESPO N 4;
LOJA DE QUATRO PORTAS,
vendem-se pecas de madapoln fino com pequeo
loque de avada a I5OOO, chita franceza com padroes
280 o covado, riscadinhu francez de cores
H>rs. o covado, e outras militas fazendas
por preco, commodos.
,-se > donilos escravos de ra(o Cosa,
Sguras, sem viriof nem molestia ; he
ia para palanquim e para Irabalho de
leasstffcar, oa gauharcm na rua ou oulroj
qualquer servir o : na rua \>s Quarleis n. 21.
ende-se a taberna, sila na rua da Roda oM
la o-bitilopara a praca do capm, com poucos
fundos, moito afreguezada para a Ierra e mallo, e o
motiveSlii venda se dir ao comprader; vende-se
nielarte t viste e a uolra a prazo, a voniaue do pre-
lendente, daudo lellra de boas lirmas, sendo todo a
dinheiro melhor negocio far.
Vende-se urna balanca romana com Iodos os
saos pertences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se .1 rua da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
cognac, em garrafas, a 128000
rafa : un rua dos "anoeiros o.
jfroule do Trapicho Novo.
lino' de cores, de moho
bom gosto.
po, loja da esquina qae
roes ; env
eiro, aguilbOes, br
ndo de mandioca,
NA MESMA FUNDICa'O.'
se execolam todat as encommendas com a soperio- "
ridade j conhecida, e eom a devida presteza e eem-
modidadr em preco.
A Boa lama.
Na oa dn Queimado, nos qaalro cantos, loja de
miudezas da boa fama n. 33, vendem-se oa aesui
objeclos, Indo de muilo boas qualidades e pelos pre-
K mencionados, a saber :
lies de tartaruga para alar cabel'1
Ditos do alisar lambem de tari
Ditos de marlim para aliar
Ditos de bfalo moilo Anos
Ditos imitando a tartaruga para ^^
Loques liuitsimos
Lindas caixss para coslora
Diles para joias, moilo lindas a
l.uvas prelas de lorral t coro borloU
Ditas de eda de cores ten di
Lindas meiat de seda de cores para i
Mias pinladas fio de Escocia para criasi
Bandejas grandes e Jia 3O0Oe400
rranja de seda de todat ai cores e larguras a de bo-
nitos padroes, filas fioaa toradas e le todas as lar-
guras e cores, bicos finmim 1 de bonitos
padroes e ludas as larguras, Iteaorat as mais finas
que he possivel encoolrar-se e de (oda* as qualida-
des, meias e Invas de todas as qualidades, riqusi-
mas franjas brancas e de core eom borllas propriaa
para cortinados, e alm de ledo ist. asuitisti-
mas cousas ludo de bons goslos e boas qual Hades,
que vista do muito barato preco nio deixaiu de
agradar aos Srs. compradores,
POIRIEIt.
ATERRO DA RO^-VISTA N. 55.
Vende-seTim carro de quatro
rodas, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: ein
casa do Poirier.
OS MELHORES CRIRUTOS.
que ha presentemente no mercado; vendem-se por
preco razoavel : na rua do Crespo, loja n. 19.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por osOOO reis : nos armazens ns.
5, 5 e 7, e no armzem defronte da porta da
allandcga, ou a tratar r-o escriptorio de
Novaes & Companhia na rua do Trapiche
n. oi-, primeiro andar. ,
na rua Nova n. 38, defronte da igreja da Conceico
dos Militares, cadinbos do norte de lodos os lama-
nhos, verniz copal a 900 rs. a libra, muilo bom, p-
timas bigornas para funileiro, trsnurs para dilo,
alicates muito fortes, rozetas para esperas muilo
bou, vidros para vidrac,a, em cala e a relalho, e
lodos os preparos para oflicina de laloeiro e funi-
leiro.
Farinlia.de man-
dioca a 2$S0O
a sacca.
No armazem de Tasso Irmaos.
Vendem-se curtes de cassa prela de bom goslo,
pelo diminuto preco de 2$000 : na rua do Crespo,
loja n. 6.
.ABYRINTHOS.
Lencos de cambraia de inho muito finos, toalhas
redondas e de ponas, o mais objectus desle genero,
ludo de bom goslo ; vende-se barato : na rua da
Cruz n. 31, primeiro andar.
VINHO D PORTO SUPERIOR FEITORIA.
Vende-se por preco commodo no armazem de
de Barroca & Castro, run da Cadeia do Recife 11. 4.
A EI.LES, ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se corles de casemira de,bnm goslo a 29,500
49 e 5;000 o corle ; na roa do Crespo n. 6.
Taixas pare, engenhos.
Na fundicao' de ferro de D*. W.
Rowmann, na rua do Rrttm, passan-
d o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
FAZENDAS DE GOSTD
PARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo fina e padroes nove* ;
cortes de lita de quadros e dores por preco commo-
do : vende-se na roa do Crespo loja da esquina que
rolla para a roa da Cadeia.
Farinha de mandioca para acabar: vende-te
Krr 18800 cada nina sacca: na rua da Cadeia do
scifo n. 30, loja de I-Va Macbldo,
JO.
^, Jha para
ermeticaurentej
__ito de le-
les ; estes b7r*inHI ^melhores que se
tem descoberto para este fin, por nao
exhalar em o menor cheiro, e apenas pe-
zam l(i libras, ecnstam o diminuto pre-
co de 4,S'000 rs. cada um.
barris vazios e bar-
tratar
Vende-se pipas
ricas internadas: a tratar oom Manoel
Alves'uerra Jnior, na rua do Trapiche
n. 14.
Potassa.
No antigo deposito da rua da Cadeia Velha, es-
criplorio n. 12, vende-se muilo superior potassa da *S" com '1 v,raii de flla
Itussia, americana e do Rio de Janeiro, .1 precos ba-
rates que he para fechar conlas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
ticas para piano, volao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissmo
chegado do Rio de Jeneiro
Grande sortimento de brins para quem
quer ser gsmenho com pouco dinheiro.
Vende-se brim trancado delistras e (juidros.de pu
ro linho, a 800 rs. a vara, dito liso a 6*0, ganga
amarella lisa a 860 o covado, riscados escaros a imi-
lacilo de casemira a 360 o covado, dito de lindo a
280, dilo mais abaiio a 160, castores de lodasat co-
res a 200, 210 e 320 o covado : na rua do Crespo
n. 6. .
Alpaca de seda.
Vende-se alpaca de seda de quadros de bom goslo
a 720 o covado, cortes delaa do- melhores goslos que
tem viudo no mercado a .>".0 a 1$800, sarja predi hespanhola a 2J100 e 29200 o
covado, selim prelo de Maco a 2S00 e 35200, guar-
danapos adamascados feilos em tiuimaraes a 3J600
a duzia, tcalhas de rosto vindas do mesmo lugara
99000 e I29OOO a duzia : na rua do Crespo n. 6.
CHALES DE LAE ALGODAO,
ESCI10SA800IS.CAD.lll.
Vendem-se na roa do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
S nfSJsssBBBBBB
nos, at-
is moderna
batido, de
tp; rodas
^^^H^ior-
itros de bn-
inoi-

Vendem-se em casa de 8. P. Jolins-
ton & C., na rua de Senza
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de mont'
Candieirose castigaos bi
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para can
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherrv em barris.
Camas de ferro.
Attencao.
0
A taberna da roa Nova n. 50, que az quina para
a rua de Sanio Amaro, echan
de bons geueos e o mais baral,
qualqoer parle, como sejam: vi
de superior qualidade moilo 1
110 o superior vinho Ei^^^^H
seua Jjvga^^^^H
e barate ; assim como 11
dades, por barate pi
Conlina a vender-fe a oh!
Ivogndo dos Orphos, com um a
contando a lei das ferias e al
juslira, e o novo regiment
jotzes, escrvaes, empregad
que froquenlam oa eslodos
39000 cada ejemplar : na
co, rua da Cadeia o. 56 ; 1
livros, rua do Collegio 11. 8 ;
vraria classica n. !, e na pr
livraria a. 6 e 8.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 3*000.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esqu
volta para a rua da Cadeia. .
AOS SENHORES DE EN
Redondo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invenco' do
do Stolle em Rerlin, em prega do
lonias inglezas e hollandezat
de vantagein para o memor
assucar, acha-se a venda, er
libras, junto com o method
ga-lo no idioma p
N. 0. Rieber
Cruz. n. 4.

A boa faij
Na roa do Oneimsdo nos qn
miudezas da boa fama d.
objeclos pelos precos mencin >' un
Jo boas qualidades, a saber :
l)u iDpiia de pentes para alar
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propnedadSfto conde
Re-
propn
de Marcuil, rua da Cruz -do-i
cife n. 20 : este vinho, o m|
de toda a Champagne, vende-se
a 56.>'000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comle Feron dt Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
tttIOtMl
Deposito do chocolata francez, de urna
das mais acreditadas fabricas deParis,
. em casa, de Vctor Lasne, rua da Cruz
n.27. ,
Extra-superior, para baunilha. 19920
Etlra fino, baunilha. 19600
Sunerior. |fS80
Quem comprar de 10 libras para cima, tem um
abale de 20 Z vendaje aos mesmos precos e eon-
dicoes, em cas. do Sr. Barrelicr, no aterre de Boa-
Vista n. 2.
Vende-se ac era cunheteade um quintal; por
preco muito commodo : uo armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, praca. do Corpo Sal* n. II.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase j aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na roa do Crespo, Ioia da esquina que
volla para a cadeia.
Deposito de cal de Lisboa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, conlina
a vender-*: barril com superior cal virgem de Lis-
boa, por preco commodo.'
Vende-se urna parda mora, com algomas ha-
diliadetdbonila figura : na rua do Trapiche n. 11.
(res de meias brancas |
ess de filas brancas dt
Pe^as de bico estrelle
Carteiriohis com 100 ai
Maros de cordlo para 1
Caias com clcheles I
Escovet finas para dea!
Pulceiras encarnadas (__
Lindas brancas de novel
Libras de linhas de rrt^^^H
Grozas de boloes para ea^^^H
Meadas de linhafioissim
Aleadas de linhas de peso
Carrileis de linhas linas de2t
Grozas de botoes muito linos
Canas com 16 novellos de lindas de
Duzia de dedaes para senhora
Suspensorios, o car
Macinhos de grampas
Carlas de al Hueles
Carnudas com brioqnedot L-,
Agalheiros moilo bonilos coi^
Torcidas para candieiro, n. 14
Caiiinhas com guillas fraseen
Babadosaberlosde lindo bordado!
Alm de ludo isto ootras m comas todo
de aullo boas qualidades, e q. e raoHissi-
mo barate nesla bem condecida loja da boa tama.
A boa fama
Vende-se papel roarfim pautado, a resma a 49OOO
i apcl de peso paalado muite superior, resma 396QQ
Uno almajo sem ser pautado muite bom
Pennas liuissimas bico de lauca, groza
Ditas moilo boas, groza
Caivetes finos de 2 e 3 oHras
Lapis linosenvernisades, dozia
Dilos sem ser enve nisad
Canelas de marfini muito boi;
Capacdos pintados para salas
Bengalasdejoneo com bonilos ca-
Oculos de armar.40 ac, lodas as gr,
"" de ditos de metal bra
com armaran de tarlaraga
dita de bfalo
jas para algibeira, superiores
vel
Esporas linas de metal, c
Trance
riquissimas para
Carteiras proprias p;
Toucadores de jacarand.i
Lh.roteirnt de divertas qaalii!
Meiat de laia muito tnperior para padres
fcscovas fimssimai para cabellos e n
nmssimaa para barba, luvas de seda de b
res, meias pintadas e ernas de muito boas qu,
des, bengalas muilo 1 e azul
propria para risear livros. Alm de lodo i-to oolras
muilissimas cousas lu'ilo de muilo
se vendem mais barate do qu
quer parle : na rna do Qa.imado n
na bem condecida Ioia de miudeza-
n. 33.
19200
640
0M1
800
160
,2jOH)
ESCRAVOS FDQ^^I
Desappareceu do engenh
3 do correle, o escravo Job
e ps bem feilos, falla a^^|
guiar ; (em a primeiraji
esquerdo corlada, e ama;
or do que om palacio
esqoerdo ; levou
l.ertor: quem o
cima.
IDesappareceu
seu senhor, o preto
annos, catalura n
coindei
Gomes
cacJai


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