Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00609


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Full Text
AMO XXXI. N. 179.
i
Por 3 meza* adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
DIARIO
SABBADO 4 DE AGOSTO DE 1855.
Por. anno adimtado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
CAMBIOS.
JADOS IM. SUIISCBIW.A'O.
, o prorjtjetario M. F. de Farin,; Rio le Ja- I ^obre Londres, a 27 1/4 b Yl i/8 d. |por t.
Stfoi Sr. Joo Pereira Martin; Baha, Sr. U. Pnris,'855 rs. por 1 f.
nprad: Macei, o Sr. Juaqunn Bernardo de Men-|
doea ; I'arahiha. o Sr. Corvarlo Vic(or da Nalivi-1
dude ; Natal, o Sr.Joaqnim Ignaeio PereiraJnior;
Araeaty, t Sr. Antonio de l.;mos Braga; Cearii, o Sr.
Joaquim Josc de Oliveira ; MaranliAn n Sr. Joa-
qyim Merqoes'Uodnsue* ; I'aiihv, t-Sr. Domingo
Hercarano 4rl.il*. Pessoa Ceirence; Para, oSr. Jus-
Lisboa, 88 a 100 por 100.
Bio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Aecoes do banco 30 0/0 de premia. ..
. da companhia de Beberibe ao par.
* da companhia de seguros ao par.
iivv.iBini ii..n: t is.g. acuerno (...... A---- W I i
lino l. Ramas; Amazona, oSr.Jo-onymoda Cusa. I Uiseonto de leitras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholaV 29J000
Modas de 69400 velbas. 1C9000
de 69400 novas. 169000
de 4>000. 99000
Prata.Patacoes brasileifos. 19940
Pesos columnarios, 19940
mexicanos. .... 19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os das
Cama i ii, Bonito e GaranhuBs nos das 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuriojiiry, a 13 e 28
Goiajina e Parahiba, segundase sexlas-feiras
Victoria e Natal, as quintej-feims
BBF.AMAB DE lio. K.
Primeira s 9 llorase 18 minutos da manhaa
Segunda- s 9 horas e 42 minutos la tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundase quintas-feira
Rejacao, lercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10,horas e as
quintas ao mio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* Tara do civel, segundas e sextas *o meio dia
2* vara do civel, quartas e saSbados ao meio dia
X
_____PARTE OFFICIAL.
C O VER NO DA PROVINCIA.
Xispedlenta *' a *oa.
OfticioAo Em- eommandaiite superior d;i suar-
da nacin il do municipio do Recil'e, intirando-o de
hatar med:*) a eonvenien :e orden para erem
tildo aeaaarteJ das Circo-1'ma, os guarda*
tnM^iWfozenreiettiik.pe;:.< pelos'comman-
thAe* da* freguer-as dos Afosada,
maro de Jalio ili; e no quarlel ri.i
a perlencnles nos batalhes de
^ HaU e Por.o di Vanetl.Olllci-
aa marerlial cignmandante das
mmandante de corro de policio,
iselheiro presiden e da relarao, de-
ver o jai municipal lu termo do Brejo,
I Manoel de Albuqunrque Machado, partici-
pa no la 25 de juul'o ultimo entrara no gozo
taque Ihe foi concedidaCommunicou-se
mtiiria de fazenda.
Ditoio inspector da thosouriria de fazenda.
lo-me o Exm. presidente da- Cear requisitadn
em ofticio dejfri de jullio.findo alsuuias caitas cou-
lendo o mednhmento* horneo pal luco constantes da
tM> junta, recommendn a V. 8. Iiaja de promp-
lifica-los para sein falta alguna seguirera no prmei-
ro vapor. n~-
DitoAa commandanle de corpa da polica, d-
zendo que pode dar baxa do servir. daquelle corpo,
ao soldado Joco Aulonio Concia.
f.------------------------------_e----------------
EXTERIOR.

exige
LONDRES
8 de jullio de IK.".
0 bil di lord Kobert Crcsneiior retirado, e leudo
(clarada lir Georges-Grev, nii.iislm do interior.
EVmr.i. virara no ultima ses-An db par.miento,
rocederia a urna devassa seria sobre o proce-
> dn polica ero Uydt-Park, parece que de-
jeaapim|;ecer toda o pretexto .le raanile.tac.ao
o aaccod'u s-iiii '.' Islo
una explicarao que vou dar-ros.
HM leasau os sabbnlarianos
Kwna lei que limilava a
a no ilumi io.
lflne > venia desta he-
leras da trrica divino,
jo cnlimeul rcligin-
Bjialicos analicaiios ipie
en revivir os bellos din
tal qoat ensila no lempo de f.rom
etpmpanhado (la mesma hyjpcrisia.
admenlo d iridio u aflb das lio-
Ka a prak uir,ic se MMWtria ao
I aprehendido entra ni duat horas
meiu-dia al.'isb datarle, e da 10 da
ragadi, o que cnlrava pela se
CORKEjPONDENGIAS SO DIARIO
BEPEHNABBUCO.
Pars 6 dejalho^
A Franca HarHlaaa..
O vivo impulso qoaM. Duco dra a marinlia
franceza dura, le a saa mu carta carreira adminis-
trativa prodiuiu os fruclo- : a l'ranra coroprelien-
deu romo scu soberano lia va presentid, quu poda
ser una potencia martima do primeira ordem, lo'
dos os sois partos su sontiram animados de louvavet
emulac.no c osacoulecimeutos de toda a especie au-
gmentaran em proporn'ies enormes dejiois de algum
lempo. Perlcncia mais poderosa das campanlia fi-
naneciras, a-sociedade do ere.lito-auihiliar, collocar
:e .i testa diste movimento para coadjuva-la c diri-
si-la ; esta sociedade fiel sua inisso acaba de fu
dar ama companliia seral m.irilima com o capila'i
de tnnla milhoes de francos; divididos em actes de
j0() fraileo;, lilla sociedade coja, estatuios foram
approvados pur un decreto imperial, he fundada
portriuta aunes.
O quinto do capital foi receliido no momento da
subscripto, os quatro quiolos restantes sarao rece
bides r infirme os pedidos que foram feilos pelo con-
cilio de administrar., por meio do aoaoncios in-
seridos ani inez de aii'.cm.'ni nos jornaes.'A socieda-
de lein puf objeclo especial todas as operaroes de
coirtlnrcran, da armamento, e de frelaniento de oa-
vidl, a grando pesca, os contingentes, os a lianta-
menlos sobro contratos, em lim todo as operareies
de commercio c de crdito maril^no, directa e in-
directamente, quer por conla particular de sua
parle, quer em participaran com tiren. lie oma
vasta operario que lera como resallado actual c ini-
mcuso ligar pelos laro. de estraata solidariedade a
uina inestna especularlo sobre bases ampias c na-
cionae', lodos os grandes polios de armamento ; foi
aceita com ent!iu des marilimas ; Marsellia, Bodeos, o Havre, au
tes, (irandiillc, Duuk-rque, ele., j,lo repreafutadas
peles iioine. mais lionrosos e mais JiMCatnenle Con
dderados, os hmeos praticos mais versados desi!
equipasen., apenas appareccram alsumas carrua-1 sido excellente, Carolina Duprez, a herona do
f!'."!' r:1,,r,l'd*''.. trazende pai, mai e ,rnmph0 he digna do pai, nao se pode dizer mais
meia ttnzia de hllin,*. Os gaiatos, mas os zaialos,
Srilaramquando ellas passaram, e ludo e liiniluii a
estes clamores.
Oradoras nao sei se lionve. mas eu niio os vi. Em
resumo ludo se passon como no domingo nljimo
passaria o ministro do interior no flvesse julgado
conveniente empreaar actos de rigor.
(Correspondencia da ario.)
v Sea eH^H
" afixidoapsSM
1 4 jBp DOVO lHU
1 nina u3
I Wanllod* tlotl
* i Cont
> de sritar rontia
i protestar pt Um
le da ultunajf
lli/.-ie i|fr|
numero. enB
mji. paciOtfl
lsto-lie u aw
pass.ir sem inck
l-elizmcnlae
w
[presi'iitadj n nuaaa prestou
0 caidado ile I ka nannulai
o< enhiirr rearaaaiitanle
n com ella, pnis a daan rica
com
mejt> m foi pos
carcter
islaritn rrp mnitf aente obrisada !
oeus habito i, p-ciie como Vmcs.
|aa Londres tirando a-i pe*soas riras que tem
ja em aua< dispensa., ledas as mais m'andam
ir Manto as ponoas que janlavam s Ires, s qua-
aVelnco lloras foram otirigadjns a mudni a lin-
do jaula r.
Islo porcm n*o he nuda comparado com a vex.i-
la que esperavao hahitnnl m c Londres, o qual que-
ra ir respiraroar poro de rampe p-^ra de aapolmue. do dr pesado e i ni lestndo da capital.
Tudas a public houscn eslsvam fechadas precisa-
mente i llora em que elle mais neeossidade liulia de
lomar algn refrescos.
A lei da va aos lahtrneirns n direifo de servirem
o vujantes de bou f. mas rono sua inlerpretarSo o
esa*'acantilo era muilo usei a n ( onlcslarOes, elle*
prefeririam nao vaxider com erando detrimento do
paliiko.
AWafdiito algun..masislindos levavam a lal ri-
gor a eiccurilo da lei, qu or tnnitj perigoso para
os laherneiros quererem inlepreta-la de. urna ma-
neira 'liberal.
Se vAo ao ranino em lugar de tnlrarem n'ama la-
barna ettafiiiai em um Kutel, ande Indo I lie he ser-
vido igualmente, spja a que lora fdr. Finalmente
pode-se diter que os ricos nada Snlfrem com es-
ta lei.
A lei prestiste por lord R. Cirosvenor no he me-
aaaiaiqoa nem meno piris l ; pro lozio a -mesmn
Masaqneaei, islo hayHba soflVer os pobres sem
eanaaro m inor iocon* abdo aia ricos. Hnje porm,
de|KiM que a pora i ebdeu a maneira de se desem-
b.rcrar dan J Wncommodam, quer fazer o
nteirno raajAJ i .lo mno panaat.
teme onlesdit lionlem foram
inas da cidade convidan-
mas soniente para all
pacilica < abstendo-se de
H de Ijrosvcnor au sr traa
p '. Irata-se tonienle de
I concui renlcs contra, a
||recer lili ^m pequeuo
Aillos entre ella os lemeos
dente.. '
Bnsla riancira poda a causa
ce nprclienJeu a lempo o
le peri;o de putar muilo a conln.e fez bem em
nio parlilliw aaidasdoslqiie ^neriam meller medo
m conseqtiencia das ad-
tailM o goveruo obrou pru-
Samacim disse elle o all
Htb mais c\perimentados
pela sua nodaraefio.
, Bk' *.* agectBi de polica
u'ani t8 lilla nao Ite) lodo ? qumido n noli voltnvam
iip. h pessoss que tinhi.m i o passear, acha -
ram fechadas todas as tanjn', rra-lhes impns-
irel alcancarem oulro refrascu
insalabra ds Londres.
.Viuda njiiis se qnalquer possja cheiava caneada,-
serhiivia a |Hnio .luse tornar i e alisolnla nccewida-
de um librillo temporario, eslava all a lei, a inexo-
raVal lei, qas llie dizia, .como o Jadea Errante :
aila I a ida I
aTajus succcdeo'hapouccsdias : vollavam dos
arraaerts de Londres, pouco antes ilas 10 lloras da
nole, nm riodesio logista e su.i mullur que levava
Umflllinlio us lricos.
Comeravia cliuver e elles ciilram n'uma taberna,
maeda* 10 horas o o dono da casa intima-lhes
qatuaiam
Ne cantaros. 0 legisla em vio pedia'ao lalieTnciro que'o
. deixasse eslnr nesle abrigo al aue passasse a tem-
peslade, e como o labetneiro lo cimentisse, lan-
rou-lhe ern rosto a saa deslium; nido e.
.k Pito he ajaim que deveis acensar,replicn o la-
berueiru, qmHiii a le. o agente la, polica esl
" mipnjmarla, e s? eu vos deii.ar fn.ir, inslauram
mi proceaso, e serei condemnadn a mulla e lalvez
corta o risco de cas*arema tice ira.
0 logista, amullier e o filhiniia foram poisobriga-
dosn saliir; mullier esleve doenteS d.as.o filhinlio es-
leve us portis da morlc, e nao fallo do falo desles
IVelize, niU lirn inleirameole perdido.
__EUi o reaultadj da le enlr; o po.o. Vejaum o
qae ejln prnduz entre os rico.
Aqsielles iiae possuem bom vinln e cerveja em
pralisaoviai suas adegas, seje a que hora for, menino
i da eNcto divino, poden) faier-sc servir.
Aleen disto teem nsseus clubs, mi le Ibes be igual-
mente permVlidn a loda a hora do lia ou da noile,
tuda o que i|\izerem pedir do. vinlios, licores, cer-
veja ele.
A mulli.li > aiy ara numerosa, mas innlfensiva,
conpunIn-.n de iViHo. operarios, de um maior nu-
meniMla louistasX^lodus acompanbado de suas
malheres e lilhos, (nBaalroenle um numero bstanle
ronsidrravoi de pessoa nobres. (I numero de ben-
gala* ata Imdanle araihle par, conler a policiano
raso qnaella livesse mu) lenciH-s. AUuu e.pi'cu-
laduresaaruveilaiam a nrra nina venda de bengalas na dilloreiites porta do
parque.
1 eli/inenlo lodos estes preparativo* bellieosos nao
tiveram resallado. Ilouve una ansoacia total de
muilo lempo as operares uiaritiiii,
pectivo cen-cllio a linini-lrativof os
erios o nuis recimmeiidaveis sJa,
accicfilttas. n'uma palavijn, leda.
cKellcute negocio c de urna lea!
le se acliain reunidas. NM aw
lodo* oasirvirosqae esta cacaran pode dar ao pai?.
roa o laair ser cortamente aprt-seiilar os elemen-
tos de na soloro p.rr.i o mais-grase problcnis que
to e qBrid(Ta',l foi pos'-' ,am!l" ,e,,li' iJo 'a^leeidn a lalo o commercio
iSe-..,** carcter francec.
Queremos
nada.
As / 'apera* Siciliana!, opera em 5 artos por
Venh, dada na Academia imperial de msica tem
gido para n sen autor o objeclo de urna verdadeira
ovario, pur duas vezes tem sido nhrigado a se mostrar
Sobre a secn, cliiniado pelo publico, e anudado com
os applausos mais frenticos e mais enlhusiaslas.
He urna grande victoria qae fitn definitivamente em
l'ranra urna gloria at entilo fluctaante entre ympalliias mais completas, e os'ataque* mai* .vi-
tos. O librc.ttu anda ha devido ao infaligavcl im-
ptwrt. de M. Scribe : Em i82 eaiMwnii (ni
de Monlfoi le governa a Sicilia em neme de Carlos
t'Anjou ; elle e os l'r.incc/.e. experimenlam oodo
de lados os Sicilianos, entre outros de um joven
aventuren o eiu quem reconhece um filho e a du -
queza Helena, a irraiti.de Ciurad'm de Halieoslau-
aen, mui cobardemente decapitado em aple*.
Henrique ignora, quem lie sea pai, sabe lmente
que um Franccz^aeduaio e abandonoa .saa ir.ii ;
elle ama Helena, mas.Monlfort son sedar ii conbe-
cer \em inlerroinpcr este amor. ProcW lobrcnem
para livrar a Sicilia e associa os dona amantes ao
seu projecto. II enrique sabe enUu o segredo do ara
nasclmento, c se acha cutre seus amigos que eaaja*
paramas) pai que o anteara, quer salvar MantferI,
e os conspiradores presos aecusam-rie da frarteo;
Es Henrique e Troc la volados morte, f* man-
cebo livra-os, reconheceud* pahlieamente *n pai
em Monlfort. Assim lodo est j canetnldo, mas
cid vela sempre na lbenladrd sea paiz, e no m-r
ment em que os sinos dobram pela eieqaies de
lleta* e Hentique, os Siciliano
todos o ladas, armados de pual
laura.
A oavertnra conlem nm alegreltTej|
metro acto urna cavatina, um chor,
um duo de ama expressflo ao mesmi
ea, de etnor.lo e de ternura. Oaegum
lissmq, ba Um recitativo extenso e si
do de um admiravel cantabll, um delicio
impregnado de suavidade e poeste'c nma taren
seductora. m choro de soldados faz
vilboso conlraate com exquisita melodia
'. a de ama barca que pasta de vagar no
tliealro. 'O terceira acto (em mni bflla
um baillet deslumaraatc. O qnarb> he inl
te dramtico, conla ama canrao, nm dao, um
luor marrvilhaso le termina por nm Ireeboi
siiccedidosanles detle e a le anear ni mararillrosos re-
siilladns %n industria, nW;al (leve resolver a ha-
milbar-se limite delles c soaTcar para sempre a sua
uperioridatre e collorar-se entre os seus clientes ;
o proprio bom exilo.deslea vWfclios, ;, grandeza que
tem adquerido peto desemjfcNimenlo dn liabalho
industrial em todas as saas**tiedai:es, er.'io para
elle una tenlarao pcrinanenlp, eicilanilo-o a eonse-
snir as mesmas vaulagen petas mesmos procesos,
e n.o ter.i comprado muiti)fl|fo o dircilo de tor-
narse iim dia sem igual, a,jei|ito (ifidora fazer ra-
KI'IIEMERIDKS.
Agosto 4 Quarto minguanle as 7 horas 1 mi-,
uto e 42 segundos da larde.
* 12 I.na nova as 4 horas, 32 minutos e
41 segundos da tarje.
a .20 Quarto creuenie as 5 horas, 3 mi-
nutos e Sa'aeguniios da larde.
27 La eMaJl thora, e 31 segun-
dos da tarde.
S
das da SKMAXA.
30 Segunda. S. Donatillaj S. RuSno*iV-
31 Terca. Slgnach de Loyolla, fundador dosJ.
1 Quarta. As cadelss de S. Pedro apostlo.
2 Quinta. N. S. dos Aojos ; S. stevo.'
3 Sexta.Iiivenpoda S. t.'ntz.
4 Sabbado. S.'Domiugos de Gnsmo, fundador.
5 Domingo. 10. N. S. das Keves; S. Eu-
triquio soldado m.
(oslas
ara se applicarcm
caliiieiile proprias,
esma e.lrda que
io lu elle um dos
incuria exclusivas ?
!p6e o re-_
ros mais
itre os
d* um
leUi-cn-
euuintrar
a i ao
ser a agua
hir todas as lnrrVras
Se os poyos renuuciassenV
Vpni.id.is arliliriae e onei
a algumns industrias mais
ti.ii i un ueste mundo
tagal ; pobre Portugal,
sectarios, urna das victimas
Oulr'ora, quatido a InglaleraVr.i anda mui pouca
cause, Portugal era rico e poderosn, linba indiis'
Irias propri.is ; a Inglaterra Mtsuadin-llie que ludo
este Irabalbo era arlificial tumernso, que. era me-
tjior que se liinilasse a colbjrh dos jeiis vii.bos, ,e
que quaiit > aos uniros prodoctos, ns receben.i bnra-
l0 do exlerinr ; lodo* sabemo re-to. Desde estes
tratados Jotaes, he a Ingb^^aque abastece l'ortu-
I com objeclo inanufa indos, c ipie recebo em
tambi i os seus vinlio ; aindani-, alauns Im: e/es
lee tero irain credores dos priecipaes vnlialeims c
Jo os proprio que colliem esta nico e ultimo pro-
akarto do l'orlogaezes. SaraV intil pergunlar a
qsaem sene'lhante rgimen uettas circumslancias le-
ra aproveiladn?
Assim, lia paite onde umfcrolecruo esclarecida
mil tes talalar, onde jipi sombra o* mpilaes
^ am s empiezas ,cfl)llwrciaeii, sempre tilo
dos para qualquer appltcarae, nao preseplindo
|C oma maneira cerla futura) e segnraura, e aomle
Industrias ja auligas CHafAbam em riindien's ra-
rtalpendiosas, releva Ba| dnsliias se eiitrcgaraatdeuiasiailo cedo a urna
Cia desigual. EnUe oulra. devora ser a
Im lado as ,wir.e. mui ceifo privada de
^H^ito indispcnsavet Contra forras superio-
Her, ao tornar->e |liipendioia, perder to-'
Hlaporles que se lotearan] o monopolio de
f Devera ver os oajettns de embarazo c
a os CrresamenlcJ de volla fallar-llie ?
render i rusta Va cruel ex lerienria que
Jt.PrParlin.lo o frat sobre dous carresa-
Jegurnndo-llie granjs facilidades de ope-
an pensamenlo. He qne era preciso i
vista lanzar a nossa allenrao sobre o que no meio
de lodos estes producto de boje lem mais probabili-
dad e dealtrabr um dia a altearan das gerarors (o-
tnras, sobre o que lem sempre revelado os povos an-
llgos aos povos modernos, -as raras desapparecidas,
as raras novas, um fim sobre as obras de euro. O
ferro e a madeira desapparecem, as pedras se des-
moronara, os marmrea se destrocm, mas o anliqua-
rio curvado sobre o p encontr sempre nm vaso
quebrado, nm fragmento, que enebem os lacunas da
bisloi i a com as su.is revel.ieoes, o que tem sempre
as industria sido sera sempre. e temos razio para dizer que .la
exposie.in dels.y'i os monunien|os de bronzc.de prata
on de ouro hilo de durar por mais lempo.
A historia das jotas he velba como o mundo, a
mulberesdus lempos bblicos dellasse moslraram ru-
ri'.sas ; na velho Egvplo as filhas dos Pharo usa-
vam aunis e brincos de orelhas que alravez dosse-
culos pareccm na sua maravilbosa elegancia ser rrea-
dos lionlcm. O hroe de Homero, Achules, lyiha
nm escudo cu)as descripeiies rliegaram al nos; Alhe-
nas e Corinlho contaram obscuros e immnrlaes ar-
tistas, cujos ltimos \ imbuiros vieram lambem ornar
> rollo c o braco das formosas patricias de Roma.
Ilepoi. dos cxplendores dos primeiros Cesarcs.a suri-
primeira (uem onlras tenias innovacocs importantes ; anda
nfli' se acham na cxpoaicfo, mas nao tardaro a oc-
eu ,ir ah um tugar, lima machina hydraulica do
encenbeiro inglez James Sainclair be de'urna siui-
plnidade nolavcl, de peso e volme mui reduzidos,
pn.diiz mia forija motora por meio da presso de
urna columna d'asna : o ponto de partida desta ma-
chi a e a lei em virtude da qnal ella funecion. no
silo novo, mas mo exeedendo o peso lotal 300 kilo-
giammas, i* suas dimenses restringidas a 0,60 cen-
tmetros de rompriiiicnlo sobre 0,85 de largar e
'J de aliara, ja Ibo periiiiltein fazer aodar n'uma
tefagrapUia um prata que ^Jita ,000 elemplarts
pot hora, a, li ccrlo que o emaxego desta machina
proporcionar ob todas a redarnos lima eeonomia
sobre a inarbina a vapor, lima machina de com-
primir o ar c c -ni, conairnida pelo engenheiro Ja-
lano he destinada a recusar n'bm prximo fulurt
mni revolucAo completa nos meies de Irareao. Nes-
le syslema engenhosoe simples o ir comprimido re-
representa o papel do vapor, e permute, realisando
indi Veis economas sobre as despegas de combuati-
veis, a emancipar/io da maior parle do' inconveni-
entes inherentes ao emprego do vapor d'agua. Em
lim urna machina para fazendas acaba dc*ser eons-
Iruida sobre os planos e segundo o syslema de M.
vestira, as joias degeneraiam no lempo do baixtMm- Emdiers n fabrica de Seranig; o hbil engenheirn
perio para ren iscerem mais brilhanlcs e mais bellas ; nliodoiio nolaveis modificaroes un constriiccOo, e
na idade media oh o pensamenlo chrislao ; as pie-1 ciitlem differencas essenciacs eiilre esta locomotiva
dcsas aspirares do povo consagraram a Dos alta- e a usada actualmente. l,'m primeiro e rapado exa-
res onde as pdilraras correm como bullanles insec-
to* sobre tecidos de esmalte, esses preciosos missaes,
esses dyplicns, esses tryplicos, rssas cruzesde hispos,
esses clices incrustados de prrolas, de coral e de
tapetes azulados que ainda fazem o desesperos ar-
tistas moderna*. No lempo do enascimenln, as Ira-
dicrcs for.iin guardadas e renovadas por Ghiberlc,
Iibirlando, Renevenulo Cellini e por essa bella pleia-
da florentina cujos prodctos de cinzel sao todo, ini-
milavels obras primas. A Franca do XVI seclo
conloii Tbcoiloro de Itry. EslevAo de Laune, Ducer-
ceau, Lebiial, Miguel I.ouro, Daniel Misnot, Car-
me n.o nos permute apanhar laatas2ft(s' promenore*
desta importante coustrneeSo, o qne podemos dizer
presentemente, he quelem nm comprimento de 12
nielros e he servida por 12 rodas de 1 metro, 2
li.ii lelrn ; o peso total do apparelho he de
, 25 de
S61Q
leste seculo foram brillianles, mas as glorias nao
st reiinvar^m^nem se rampcaro, e te novos odio*
rio eslao mui prestes a se prodazirem, (eremos nma
Ircuna ; as grandes lulas de escala que inspiraban
itodos 13o nobres enthusiamos es(So perfeitamenla
eqiieridas, e u sua lingua d'oolr'or, heqnasl letlra
rroria.
Ao lado dos meslres que se acham no Jim dasua
'cunda mocidade, e que vilo caminhando Bata a
lua serena do repunto, poetas e artistas ealrari
k eamiiiho'de um eclecliwaaasene nao he mais qtm
irladesersao da tode^a deaoo enthnsiasmo e a paisaaqoe coaJjovaiTao"
belamenle o genio, par eaae fri e indifferente bom
teiso, por essa razo tena grandeza, poressa mane-
la le ser sem couvicrfio, nem synapiUaias, por essa
incinsciencia da jsua missio qne constiln* a mai
conplela de todas as negociares. Para'noacon-
vaicer -disto de urna maneira evidente e awaifesla
bata lanrarmos um rpido volver de olbos. Sobre
ascrearoes que produzem em os nossos das es man-
cebos mai* floiescenlcs da nova geranio : cada um
pxicura a soa estrada c o sen lar, mas, ou por falta
ili f* oo de animo, senle-se desfallecido e porafamda
lingedas verdadeiras fontes da inspirarlo, para em
ciminbo no esludo do passado, fazeudo-se dasl'arle
dregos on Romano, (olhicos oa Bysnnliees. re
rilando as grir;as do fenascimento ou as pompas do
cande seculo, as leviandades neglgenlfsde XVI11
alo, oa as solemne gravidades do cometjn do flos-
*, e niogucm per leue'e sua poca, nem >e seote,
itmbra-fe.
I-'ehzmenlc a aale he um caminliante eterno, e o
repauto de um dia m pode dissimnlar urna prpxima
e jlnrioa elape sobre'a es|rada infinita que alie per-
kilos. a superficie de aquecr he de lili metros, o corre. As brilliantes primisaas estabclccldas ha Iria-
pod(r de tracrilo permute ibe transportar ROO lone- ta anuos devem produzir grildes e esplendidas eou-
lada eos orgaos de locomoeo sao combinados com eluses.
leo maravilhosa babilidade que com esta carga exor-
bitante, pode subir rampas de 0,005 milmetro* com
urna celeri l.ule meda de 35 a 40 kilmetros por
hor. Ao lado destas machinas que pretendern fi-
leron, ouriveis infatigaveis, e boje, loas seculos de- j gur r na grande lula industrial desle auno, as ma
pois. sao continuado* por Fromenl, Mauricio Marel, china de fiar, de lecer lita, algodao, os pparethos
C.rliir 1 l.*.,n \l ,r..l W.m>. DbbbCW \ I ... 11. Jl.. 111^. __!..____________(____ .__________VA". ___'
qual so nislnra o De profuniit. Ha no qoiuto I serdadeira prospci
pees* rnpiloes, nm bolera, ama canelo oen
Esta sraiida obra foi iutarprelate por.Sopm^B
vrlli que aUave nm verdaJiro tnunipbo, m**T
naard, Hnunehec e Obin ajudarnm-na de urna n.
neira superior.
feeitla da e.rpotir,lo4e l'arit.
O protimo futuro da liberdade commeccial. Nao
nos cansaremos de reprttlr, a eiposro niversal de
1855 no he um simple faci de curiosidade. he

lo paque-
tcs iransattaiiticos. PoetSa de llnha regulare, coniinunic.ieoes entre a Franca e as diversas regios
da America, a sua actividadd commereial para onde
acaba o seu territorio continental, e *o immenso
Irantito du anligu e novo mando se concentrou en-
tre as mito dos Americanos e dos Ingiere*. He por
Soulhamplou c Liverpool que ebegam a* cartas, o*
jornacs, os hi I bates de cambio e a mor parte das
mercaddtiiis ligeiras qne exigem nm transporte de
grande ecleridade. Antas que ludo, ser necessario
'para os triumphos da empreza que o estado francez
veuha por meio de sacrificios coadjuvar os esforcos
da companhia miiilima, como se pralica na Ingla-
terra, loda fia* n paiz em que o principio da nao in-
lerveneao do Estado na industria particular he o
mais largamente" prticu. Esta necessidade he ma-
niresla: he misler que os paquetes transatlnticos
frauceles pira entrar em concurrencia pnss.im of-
ferecer o attractivo irresistivet do barato, e devemos
arrecentar que ella j.i he sentida, pois qne confe-
rencias mai numerosas eiaui serias j. tiveram lu-
igar entre f*goverrro e ta companhia, e acabaran
mui certamanle ein projecto de lei na sessao legis-
lalivdc 1S5I.
Enlrelanlii. ja se vao tentando algumas soluces
parciaes, e serviros a vapor de pequea celcridade
destinados principalmente ao transporte das merca-
doria* tilo insl.rllados sobre as linba* mais fraclife-
ras c mai* imporlanlcs. lie to nma verdadeira pre-
pararlo para as grandes linbas cuja crearn importa
tanlo aos iulcresses c ao legitimo orgulho do paiz.
lermii^aremo* dizendo qae estas magnificas esperan-
cas eslao ligadasja prudentes reformas, na esphera
da liberdade commereial, a prudentes reforinis que
sao mu das condiiVics sine qua non da grandeza
martima do paiz. Dwta maneira ella se levantar
do estado de abalimenlo em que o* tratados de 1822
e de 1826 a collocaram' Uo impru lenlcmenle. Com
semelhante condirAo o commercio francez j nao rc-
cuara diante daa ondas de* tres mares que hanham
as nossas 600 leguas de costas, o se as linbas de na-
vesa vapor continuarera alm do ocano as linbas
de caminho de ferro, pqder conquistar em todo os
mercados do globo a supremaca que ob oulra* re-,
lardes he o eterno apanagio do paiz.
'iina Musical.
A appari'.-an de das obras novas de dous grandes
meslres lem exclusivamente oceupadn durante estes
ltimos lempos a allenrao dos dilellanti. Fallemos
primeiramcute da opera do compositor francez, da
Jeany Bell d'Aaberl, dada na Opera cmica : Sem
ser urna creaeao lo feliz como o Domino A'or, a
Sirena e o Marn etc., he urna obra de grande va-
lor e caracle,isada;com o estro do autor. 11- mus
primeo ament a narrarn do poema de M. Seribc ;
urna joven e bella cantora do theatro de Civent
(arden faz]dcse*perar a lodos os seu adoradores.e s
lie accessivel ;m. compositores ainda desconhecidos,
cujos primeiros pastos ella qor facilitar. He dobai-
xo da pro(e-i;Ao desta benvola sympathia qne lordj
Morliroer loucamenla apaixonado, chega al ella
sob nnj pseudonjmo, como para Ihe (azer conhecer
a ana primeira parlieao. O pai do joven lord que
lem sabido ludo, vem pela sua parle procurar a jo-
ven artista pira pedir-lhe que atienda a. pailita; qUe
inspirou. Reconhece nella urna pobre menina que
elle oulr'ora acolheu, e que perdeu de vista ilepuis
de ler assegurado a sua felicidade. Jenny olirigada
pelo reconhecimento promelte curar lord Mortimer
do seu amor, nhafandn o seo (pois que ella \ lambem
o ama.) Fiel n sua promessa se calumnia heruica-
menle aos olbos do mancebo dalia em yante entre-
gue ao desespero. EntAo o pai nanaa^ce que Jen-
ny se resignara i deslicac5o majs sublime, que he
digna de todas as elevares, e roiisonlc que um dia
introdnzida em S. James, ella st>ja saudada Lady
Mortimer : es aqui u dado. 1
A ouvertrua do maestro he encantadora, ahonda
de brilhanlcs particularidades, a orebestrarao he
clara, limpa, elegante e volupluojsa, os tres aclos
-o i semeasl is de arias de urna suajvidadc e de urna
ppesin encantadora, de meloda* ominosas e gracio-
sas. Encontra-se na obra como un gatantaria pa-
ra os visitadores da Franca, urna inlercat.icao de
Coi fiare ihe Queta e do Itule Bi-ilania que he
mui hbil e mui feliz, em Mnima a'enny llell he
1*1 qne quem a ouve nao doxida que o teu aulor
lem ja fariMTido urna to lonc* carreira, a por nu-
tro fado au lienria sorprendido te fosso a peo luc-
ra o de urna penna de tinte auno. A exe curan ha
Iguem o que eenlurnnios aqu como
doulrina venas c caducas, uAu es-
^Rhtltn Quieto aos mus determin-
is fantiirr: da livre troca.
Com -t'.et queremos a ules qu ludo a liberdade
I cotnmereio. mas nlo peinamos que -eja e-la urna
leslo de miluridade industrial e de cxpanto mi-4
ritirna, medi4aa prudentes pudeni approxiinar o dia
deata maluridadc, una applicaraa conlraria liber-
>_'. JMH-llfW.taWHa'tf i f) .'. ajjal.Ljl n m iji'j.dajlj nwjr lfj|i etIi^JJ'**'"''' '"''",l.....,"' x,,~:'-l'(' "" : "'' enusas esli
fecundos Sobre toito- os aspeciu ; e pcimiranienie inpeientes de Inilos os (atee etbln^irfllls1ihhiimeiil"nftrila nttllni
deve fazer prevalecer o direilos imprescriplivei*
das sociedades human.is, a cerno primeiro de todos,
o dircilo de trocar livreioenle os productos creados
pelo trab.lbo c vver .i cuita desse trabalho
lomado o mais barato posajvea. Entretanto sob
os olbos de lodos, a infinita variedade dos pro-
dnclos que a Providencia collocoa ao alcance
de lodo o genero humano, a exposicao demouslra
de urna maneira incontestavel que nada faltara ao
homem nesle mundo em que elle se acha algumas
vezes opprimido, e no qual se queixa moitas vezes
da ler uascido, se asleis e os cosame polilico.nao
cnulrariassem a obra de Dos; mostrara ao mundo
inieiro os meio* que cada narao poisue para obter
o que. nao pro lu/., moilrari em que consiste a su-
perioridade do uns e a ioferioridude de onlros, o
que abre as sabidas- e o que as fecha, a tendencia
.-upreina, irresistivel e definitiva de todas as vias
de communcares, de loda as visilas de povo n
povo que deve conseguir transformar a miseria em
abundancia, emlim, mostrar pela cpnipararAo dos
preces que npe,io compre fazer entre as liberdades
commerciaes e as prhibiroes.
Esperamos que a Europa nao ha de as-islir intil-
mente a este consresso pacifico de todas as indus-
trias, c que as lices offerecidas a lodos es legisla-
dores, aos fabricantes, aos commerciantes, assim co-
mo aos economistas e aos homens de estado nao
serao perdida* para ninguem, e serflo sobre ludo
indiciosamente renovadas e comprehendida perio-
dos. Tudo se confunde nesle mundo, e o dominio
do absoluto no existe em parle alguma : dehaixo
do sentimenlo desta ventada diremos que em mate-
ria de liberdade commereial, a apjilicaeao dos prin-
cipios nao deve ser feila em todas as praseos til-
distinclmenle, c sem considerarlo das nacionalida-
des diversas espalhadas nesle momento sobre a su-
perficie do globo, .diremos que se a liberdade abso-
luta Tosse proclamada em todoos lugares, determi-
nara mais de urna crise talular, seria entre muilo*
povos nina verdadeira ruina.
Us cainpee* mais declarados da livre (roca que-
rem que se supprimam todas as prohibices, que se
abalam lodos os direilos sobre (odas as materia- pri-
mas, qoe se elimine da tarifa das alfandegas urna
mullid.io de artigo, sobrecarregando-os de tribu-
ios, emlim, que lodas as vezes que os inleressesdo
consumidor esliverem em opposicao com o iulcres-
ses do productor, este allimo seja sacrificado sem
hesitarlo e sem procuraran da slluacSo diflicil que
era produzidn desta maneira. Islo he muilo radi-
cal, compre qne a liberdade commUrcial se produ-
za progressivamenle, cumpre que a yilema pro-
tector seja restringido de urna forma gradual e es-
clarecida ; e p >r mais re.'Uingido que possa ser,
haver por muito lempo e em lodos os lugares
objeclos qne er preciso proteger, objerlos "que
nao seriio por toda a parte os mesmos, e esta
protecrAo 'que tender incessaiilemenle a abalcr
o seu nivel, aflastaru todos os perigos de urna eman-
ciparan piuilura ; releva que cada nar.1o procure
e encontr o que no inleresse de conservarlo supe-
rior lera para si, deve applicar-se a produzir ; como
na vida industrial de cada urna a importaran he a
primeira idade. a proteccao a segunda, a exportarlo
a terceira, a libe, dade a ultima, releva lambem que
se interrogue sobre a idade que allinge, nio trans-
ime a ordem oalural, indo demasiado cedo
lidiante do dia e"m que a liberdade completa, a con-
servar nos limites de algumas culturas favorecidas
e de alsuma's industrias de predileccilo. Desl'arle
nenhumase expor temeraria e inconsideradamente
aos golpes de urna lula desigual, e nao esborar ri-
sas rivalidades impedentes que nao fazem mais do
que melhor firmar o monopolio de outrem, nenbu-
ma se deve esqueccr qne o consumidor c o produc-
lor lem inleresses igualmente sagrados, que sito as
mais das vezes don* contribuales n'uma s e mes-
ma pessoa, e que em muiros casos favorecer um he
(mh?m favorecer o nutre. Desta maneira lodos se
entendern alma I sobre o qne releva classilicar en-
tre a falsilicacaies artificiaos e onerosas que s po-
deriam prosperar ao abrigo das tarifas, e ter-se-hn
como certo que se existo em dffrenles paizes pro-
ducres que nunca terao razio de ser, cxislem ou-
tros para os quaes cumpre preparar nm futuro pros-
pero a rusta de sacrificio prudentemente impos-
tes.
luiipai/. que (em brac.is, capilae, aclivida.le e
genio, porque algn dos seus visinho foram bem
dizem aos seos nopalrecta* qne eiilrcm immedia-
t.imente eaem prepasacio na estrada inaugurada pe-
los grande* reformadores nslczes. Pensar alguem
que a Inglaterra, so nao fosse u que 'le, se njo li-
csse tido o lugar daoutra uaedo, lena arvoralo a
bandeira ta liberdade commereial absoluta '.' Se lu-
je obra (Icssa sorte, he porque tem lirado do rgi-
men prohibitivo todos os frutos que urna hbil
Cultura Ihe pennittia pro'tuzr, he perqu ella foi
a primeira que-deu sua iiiarinha animare* e uina
proteccao quo Ihe asseguraram em dous seculos um
verdadeiro monopolio ; he porque com as riquezas
infinitas da ua aristocracia levanlon tolos os csla-
belecimeuliis inrluslriaes e commerciaes que possuc ;
he porque se tem aproveitado de lodas as occasie*
para garantir-Ibes mercados e sabidas vaotajosas, he
porque tem proseguido c alcaneado a ncqoisiea de
todas as cotonas, toda a estares, lodos os pontos
d* arribada, uteis ao deseiivolvimento das suaa re-
laccs, he porque collocou .loilo os seus grandes
centros manafactiireiros em communicacao rpida
com os seus portos de ebaslccimenlos c desl'arle
scma de loda a concurrencia estrangeira.
Releva rer.onhecer que lodas as nac,cs anda nao
se acham ueste panto, cada um* devora Irabalhar
para alcanear nos limites das suas torcas e no alcan-
ce do seu genio um resultado anlogo, cada un
dever descer na sua hora arena da liberdade
completa das trocas com as armas leaes de uina lu-
la igual e iicnhuma dcllas ser exposla situarao
infeliz de algumas de Portugal por exemplu. To-
das devem caminjiar na mesma estrada, mas nao
tem ainda o mesmo caminho, e em antsa opiniao a
protecrAo du industria be para a liberdaJo do com-
mercio o que he na mesma esphera o pomo do par-
tida e o ponto dochegada. Esperamos qae a espeta
rao universal esclarera umi das mais ardenles qe.es-
les da puc.i e demonstre a todos que a liberdade
do commercio e a proteccao da industria nao sAo de
maneira alguma dous iyslemasexclusivos e ineonci-
liaveis.
O palacio da Indutlria.
A mull la > se dirige de ora em vanle numerosa
e diligente cxposie.lo que se mostra todo os da
mais completa : os vacnos eslao chelos, as tabole-
tas eslao ornadas, a os commissariosimperiaes, ten-
do posto as mos em ludo islo, lodo os induslriaes
te lem empenbato em tomar patente lodo o es-
plendor das suas prodneres. A roludi visinha do
palacio e que alai se liga no* annexos, se tranfor-
men em um vasto saino de eslxlo severo e original,
com as paredes ornadas com as siimptuosas tapes-
eria dos Uobelins de Desovis e de Aabus>on, o
ostentando sobre os bancos do amphilhealro as mais
magnifica*, as mais delicadas producroe da manu-
factura de porcelana de Sevres; a galera que vai
ler a este lugar, com a saa immensidade, com os
seu militare* de bandeiros pendaradas das suas
abobadas infinitas e a perder de vista, produz um
efleilo ainda mais encantador, o Cristal Palace de
Sir Paxlon eslava longe de offereccr urna perspecti-
va semelhante, e a maior das seas naves nao tintn
a nielado da extensa o desta geleria fabulosa, do
comprimento de una legua.
Este bazar gigantesco dentro em pouco foi mais
que obstruido, e foi necessario levantar no exterior
urna vasta tenda para os instrumentos arelarlo, es-
la lambem he iiisufiicienle, c se come<;iu ha pou-
co das, um quinto annexn igualmente de panno ao
lado e por Ira/, do palacio da industria, m > ja se
sabe de nnle-mao que a industria humana ainda
Iranspe os limites desle novo recinto. Kioscos,
fontes, queijarias, estatuas de granito e nma mul-
lidao de outras grandes obras que n.'o tchiein as
intemperies da almosphera,.vao invadiudo pouco a
pouco todas as barreiras em roda do palacio dos
Campos Elyseos, islo prova quanlo a exposicao de
Pars he mais completa c mais consideravel do que
a de Londres, pois que para eneerra-la em um so
edificio, fora misler urna conslrueeao dupla da de
llydc Park.
nuando a gente entra pela primeira vez nesle ma
raviihosn recinto, recebe una impressan fascinado-
ra de que s dea livre depoia de varia visilas, e s
quando se acha livre de-la primeira impressan de
sympathiea admirarao, uina das mai gratas impret-
ses que se pnssam experimentar, he que pode re-
enlber-se em i e formular os seas pe sanenlo* e
juizo. Ao sahir de urna da nossas noricrcsas ex-
eartes no meio de lautos prodigios, orcorren-no
Carlos Lcbriin, Morel Wagner, Fassin, Mares, Rau
giran, llop-t. Mellerio Meller, estes grandes artis-
tas da Franca.
Antes de fallar nelle-, vejamqs o seus emulo
enlr* osInglezcs, cujos rae*lres o iiosso paiz le*
suas Imdires de hosplnbilidade quiz collocar em
primeiro lugar : o maior de entre ellas he sem duvi-
da '.Mortimer de Londres, tronzo em peso e em va-
lor melallico com que pagar o resgale de um re;
para fazer entrar o seu paiz na verdadeiras vias
da arte, fez vir de Peris com grande* despezas um
francez, M. Vechle, manden arar costa do di-
nhelro operarios das ofl'n nasa parnieatcs, e .dermis
desta appello a lies auxiliare, ei-lo hoja armada de
qualro peras noxas, com as quaes paieccquerer ba-
ler a Franr.i rom as ana proprias inAosicnm um es-
cudo de
.vasos de pr.ita oxidada, causas estas hbilmente ron
Ib... Morti-
mer leve alm disto militas pecas moi importantes
como volume.e entrando na ourtaesaria do commer-
cio, raas he de lamentar que o coto puramente bri-
tnico telilla s presidido a este lodo desasradivel
de palmen as e de personagens polticas e religiosas.
M. llancok rico de pedras do maior preco. Irouxe,
especialmente um jarro, uro vaso inmenso, um Na-
polcAo pouco'parecido, mu SI. Georges derribando
um mnnstro. M. Corrard tem jarros, uina inesquf-
la; M. Pbilipps reprodueeoes de joias autigai
nos eslenderemos sobre a l.ina jiomenelalu
outres productos da ourivesaria ingleza, tmenle di-
remos que ludo islo, apeza rdos louvavcs esf.Tc.os,
con-lilne mais a obra de habis, negociantes do que
a de verdadeiaps artistas, e podemos dize-lo com lo-
da a franqueza, por maior que seja a aspereza ap-
parenle qne baja em semelhante declararlo, pois
que a Inglaterra lera poroalro lado para qs seus
entras producto, urna parte tan bella que consti-
tuir para ella mais do que urna compensaran. A
Prussla he depois da Inglaterra o pa>z eslrangei-
ro que Irouxe maiores peras: M. M. Wollgold e
Soliu de llerlini lem um baixorelevo allegorieo de
iminensa propori;ao, casliraesdeigreja, vasos sagra-
dos, jarros obli los pela galvanoplastia ; M. M. Ren-
Irupicc Kunne d'Allena lem reliquias, vasos sagra-
dos e toda speras de bella nurix e-aria.
A Ilullanda e a Relgca lem bella .cousas em pe-
queo numero, mas mui bem Irabalhadns.
A companhia das Indias (roiue urna colleccao das
mais bellas joias c das mais bellas pejas, quecomlu-
do oITcrecem nm conlraslcconiplcloenlrc o mais'fe-
liz goslo de ornamentadlo, c os mais pobres meio
de fabricacan ; mas o goslo c as malcras primas ain-
da lem feto maravilha. Ha collares, braceletes
de ouro incrustados de esmeraldas, de rubins, de
prrulns, de turqneza, de lapislzuli, de coral, de
mar lim c da malachites; tudo islo he prodigiosa-
mente bello, sciittillante, como o> insectos desse
hriihanle paiz, esmaltado como os mai i-quinhos do
(ianges. Fcari para nutra vez a desenpcao da
obra Vos homens eminente que interpretan) os
Klagmanns, os Feucberes e os lenanl.
L'ma das parles mais fecundas da exposicao uni-
versal, fecundas em resultados c em promessa- he
sem rnnlradircAo a galern annexa das materias pri-
mas e das machinas. Para que o e-ludo possa ser
complelamcnle proveiloso, umi forea motora ani-
mar os dilferentcs artificios expo-tos, uns formida-
veis pela sua massa, outros alardeantes pela mulli-
plcidade das peras em movimento ; urna cmara
de experiencia se acha eslnbelecida de forma que o
servico da expansao nAo eri nterrompido pelo*
en- o- que se qulzerem tentar, e para que estes se
possam fazer com todo o cuidado necessario e sem
que a precipitarAo dos ociosos perjudique de manei-
ra alguma as experimentaroe*. Citaremos primei
distillalnrios so apresenlaram com progressos e me
Ihoramcnto* nntaveis. Pararemos boje no limar
desta euumeraro, basta-nos ler por meio de algtf-
mas indicaces summarias feito coinprehender o ia-
tereise que para qualquer pessoa proporciona a ga-
lern que chamaratalvezctm certo desprezoa gale-
ra das machinas : n'oulra oecasiAo valUrcnio sobre
cada um desles prodigios.
1 ti novo concurso veio unir-se a todos aquelles
que i Franca abre dentro dos sena limite*; um con-
eurs universal aercola de arffinaes reproductores
franeezes e otrangeiro teve lagar nesle mez ni
campa de Marte. Nunca fesla mais esplendida reu-
nir maior afflaenciade curioso* e de interessados ;
lodoi vieram pagar o scu tributo de*admirarAn aos
magnifico esperimens de animaes domsticos quo a
aro prata incrustado de ouro, e com Ircsj tagiaterr,:) Hollaud.i, .1 Saianan oulros pa.ze*
lin.'i na m.n ..jiir-rr ao t*r.*>* bellas rae.
ran-ezas. f>1>t>m Ctlto d.'sta*xpu-iao foi comple-
to e legitimo, mnuenra da maorfa mais hrilhante
a sei ie daj solemnidades destinada* a lomar na con-
tinu Calo propaC^S atis grandi isas aiuda pelo
grande numero dus concurrentes c pela admis'Ao
das instrumentos aralurin* e do productos agrcolas.
Euliaos produatus eslraatjeirc* se lem notado espe-
ciad lente as racas da Hereford, de Devon, d'Ayr e
d'AI lernay, aayacas hollandezas, as racas de Fri-
burgo e de Scbaritz, as raras normandas, flamengas
e brcta.u. Eantfea concurrentes, e no numero de
vencedores'ngur.-ivam em priratflro Ingar o prncipe
Alberto que envin am dos mais perfeilos modelos
da e; pecio bovina, a prinre/.a Racciochi que linha
vaccas brelaa, ovelhas ib; nica soulb lowina, M. Jo-
as AVcbf qiie obleve grandes resultados em' virtude
do nellioramculo da e.-pecie dos canieirus, etc. Es-
te concurso que ser renovado muitas vezes, ani-
mando desl'arle es criadores franeezes e estrangeiros,
derramara por toda a parle os maiores beneficio,
sene-ali-ara o* melhodns silos, aniquilar o falso
principio que exigia animaes para dous lins proprios,
ao m '^o lentp para o trabalho e para o assougue,
e que nao obtiiiha a perfcieao em nada. O criador
desejoso de merecer os premios far o que poder
para obter animaes ou de trabalho, oo de assougue,
ou proprios par* dar leile; uislo consiste verdwhsi-
lame de toda a qucslao ; esta es|iccialstrAo tingado
deve ler os melhures resultados, e4le.1l* maneira, a
admini-lrarao roadjuxaudo, c as sciencias agrcola*)
entrando defiiiilivamentex*}(bom eininiio onde ca-
la p, ssn ale boje se tem dado lAo lotilanienle, a ali-
menlaeao publica hade melhorar, ^agricultura ga-
nharu em forras c colbcilas, e a letra tornar-s-ha
mais fecunda.
fecisla dra,
A forra de nma brilhanto interpretarn he tal que
nao existem obras Tracas que ella nio transfigure,
uent obra prima que na soa falta nao empallideca :
A Ki don allrahe a mullidlo todas as noites com o
repertorio da comedia italiana, e a companhia in-
gleza reprsenla 110 deserto os dramas immorlaes de
Shakspeare. Sobre a scena franceza temos de fallar
de ama obra de M. Ernesto I.egoun : for dreilaj
de conquisla madamcselle recusando obstinadamen-
te representar a Medea deM. I.egoun, fez-lhe um
assignalado servico ; o poeta, qne nao poda obter
justien contra a trgica tao poderosa as alia regioes,
seriio de instrumento oa academia franceza para
um protesto contra o poder. Dcsgiaradmente a
sua pi meira obra depois da sua elevico quasi que
nAo a juslificoo. Eis aqui em duas palavras a sua
comedia : um mancebo de mrito sabido do povo,
digno a todos o* respeitos de enternecer o coraran de
urna nobre donzella. Encontrar elle um obstculo
uvenrive! nos sentimenlo* da familia e da sociedade
que ella pertence '.' Demasiado altivo, demasiado
intclligeiile para adoptar um nome tle emprestimo
A geratjOes se vao sucediendo sem tregua, todo
nuda continuamente enanca um seculo appareeea
oosleridadc com esta unidade, com cita precalo
de feices que se poderiam comparar no angelo do
nina medtrlha amiga, cada um (em a soa daalice
phxsionnmla, o seu daplicc semblante, o tembl
dn eslra e da juventud, o da horas da ntatnridade
solemne. A primeira do. nosso ser saudada na
historia pela belleza real, segunda anda
jnnstra, e debalde procorariamo boje a cap
sobre o perfil perdido qoe^i costo se vai desenlian-
do. 11 vem-se operar cerlos restrospecto-, e nlo ha
instas obras inmediatamente rcenles, eujaanalyte
se ptuleria fazer, e cuja syntnaea.seria inleiranearie
inipossivel dar, que a exposicao lefia o seu inleres-
se : de grande alcance, e de alia signilicacao, o eoo-
curte uuiveraa)| de iao54m chamado a canana ar
dclinHeanenle as grande gloria ainda ha penco
disculidas, e abrir para ellas a phase solemne qoa
dita ordinariamente da hora em que comer a poa-
teridade. He etla antes que ludo asas misaao.e lalvet
tambern. seja chamado para arrancar a algn, ain-
da desconhecidos, a pbrase celebre e histrica: e em
lembemioupintor.
O* chcfrsde toja* as escolas se apresenlaram lo-
dos na lira com as obras de toda a sua vida, e cousa
que s se produzia at enlAo entre os naslres das
dudes desapparecidas a* pinturas dos diflerentes po-
vos se acham reunidas n'um mesmo esparo, aflere-
cendo-se ludas nos olbos, dos hospedes da Fran-
r,-i. Observa-se a pintura americana, a .pintura
itilaua, a pintura hespanhola, a pintora piOi"-
lusueza, a pintura belga, as diversas escolas al-
leniAas, a pintura paussiana, a pintara austra-
ca, a pintura suiss, a pintura sueca, ednamar-
queza, a pintura ingleza, em lim toda.e escola fran-
ceza. No meio de lo las estas prodoeroJesdiversas di-
gamos de urna vez, que ha qualro gi odas grupos,
muilo mais saliente, muilo mais eminentes do qae
us entro, a saber, a escola inglesa, a escola alle-
maa, a escola llamengi.a escola franceza.
mesmo palacio saudou especialmente Ingres
com uma.eolleceao de 40 quadros, Eugenio de la
Croix com 35, Vernet com 21, l)ecamp, Troven'
Tlieoduro Rosseau, Coatare, Droz, Corncllin*. Kj-
ulbacb. Lev, Sleneu, kuaus, llamann, Malcraa-
dy, l.uadsff, Grantcom as prncipae producroe do
sei genio, de tal sorte qoo pela primeira vez o vi-
sitadores deslumhradas, como se aeJaem por lana
obras prima, encontrara os objeclo da suas velhas
sxmpathias, das suas antigs amiades. c sao meaos
desconcertados para cstabelecer parallelos, e compa-
rares.
As salas da exposrAo se acham situadas na Ave-
une Montaigne *m um edificio previsorio especial-
mente construidos: compOe-se de frea saines qaa-
drados, separados por galenas interioras, e envolvi-
dos por tres galeras lalrae, e concntricas, que na
respectiva inlereesslo formam espacies de cmaras.
No exterior desle parallelogrammo esta aiteada a
sala*pecilmenle. destinada aetculptnra; urna til
tuna galera he dividida em don andar, do quaes
o andar aaperior comprehende a expotiro de Bra-
vuras aquarellas, deseuhostithographado*, pastis, e
desenhoa de architeclura ; soba-se a este lagar por
duas escadarias, que se abrem de cada Jado do edi-
fiejo, e partem de um grande vestbulo de entrada.
Asoporficie das paredes aprsenla A 1* a 16 mil
meros quadrados, numero das obras d'arle ho da
ms. .
Ver uiua polider. de bom aos' mal em
ramente c n'um breve quadro tudo quanlo se refe- c"Ja l'i,n,, elegante agradara aos dislindos paren -
re aospoleutes'insIriimeDlosmchameos, que he uina
das forras da Inglaterra, as machinas de embutir,
de furar, de aplainar de M. Whilworth de Manches
ler e particularmente a sua machina de furar, as re-
meras de M. Deacock de I.ecds entre as quaes figu-
ra nm grande torno chato para as rodas de caminho
de ferro, uina machina de M. Bucklon que cerra a
comprido os encaixes c que se compe de doas ins-
trumento.
A Franca nao licoo alraz no emprego desles po-
derosos artificios sem os quans na a existem ofiiciuas
de conslrueeao que possam fabricar bem e barato.
Junto das machinas de M. Whilxvorlb os instru-
mentos da fabrica de (iraflinstaden (Baixo Rheno
dirigida por M. Mcsmer sao mais uulaveis, enlre ou-
lros urna machina de embolr e uina machina de
cerrar a comprido e de confeccionar tojas as made-
ras ncoessarias para a fabrica de tiDR'agon. M.
M. Colla, Decosler, Polonceau, (onin, Revallier
vieram com estes mesmos instrumentos dill'erenles,
gmenle para o ensaio e o modo de emprego e de
IransmssAo ilas forras.
Contam-se al -JO locomotivas chegade de lodos
o caminho* de ferro europeos, e viudas quas por
si mesmas a este congreso industrial, e se repartem
da maneira seguinte : Inglaterra 3, Zollvercin 5,
Auslra 2, Delgica 3, Franca 7, entre as quaes te
observon uina de M. Shneider de CreUaal em que
o peso do motor, locomotiva e tender he nlilisndu
com forra de traerlo.
Ja que estamos subra este assumplo queramos as-
signal.tr desde ja tres machina* nova que cnsu-
les c baslaria para vencer o respectivo orgulho
aristocalico,recusa urna condirAo qae seria urna hu-
miliacuo e um ridiculo, e com tudo triumpha, acei-
tara o nome popular que o talento ja ilzera celebre,
pedem llie somente qae aliaste a mAi, excellenle
mulhei, pouco afeita V maneiras da sociedade ele-
grantc ; o corarao revolta-se-lbe de novo ; elle
ainda triumpha e alcanea a nio da virgem de quem
era aado, te-la-ha pordireito de conquista. Esla
comedia he urna licAotem alcance no* nossos das, os
brazfs mais aristocrticos se consegnem muitas
vezes com o ouro e a prata da.* finanras, com o bri-
Ibanle esplendor >k mrito.
Un, grande luto Iliterario cobrio a Franca, Ma-
dama de 1 ir. 11 Im, espirilo encantador e, unir po-
tica morrn ha pouco.
jt /r/.9ii;o unirersal das boa artel. K.rame
oeral.
A poca contempornea he nteiramente domina-
do por um desenvulvinieiilo prodigioso e incrivel de
lodas as forravinduslriaci, scentificas c econmi-
cas ; em nossos das ido he o que he o progresso,
sto he o que he a vida. E nao cynvem que cerlos
espirltis exclusivos encontrem nieto um assumplo de
queixa, o vcnhain briulnr malerialmenle. pois que
ucsta narax ilhasa hisloria da humanidade tudo se
prendf, Jo progresso material que faz entrar o bem
etar na vida das turbas, ah prepara, ah opera de
anlein.io um progresso inlellerlual e mural. Assim,
o moni'ido prsenle he sob a relarao das obras de
litteral ira e d'arle um momento de anquilamento
e de banscAo iodefioivel. O primeiros DO anuo
Franca, a primeira* obras que cfBPT observa
sio ts obras estrangeira*, o vestido! con-
(rireroessas da Dinamarca, da 8 ocia, c da ga, demoradas por muito lempo em > loseqqancia do
glo. A Toscana, e o Per ah occup.n. en cau.o
mai insignificante. A galera dadireita beaapecial-
mente consagrada Inglaterra, pintora, e-eacnlp-
lura, a da esquerda encerra as abras dos pinloies da
Sardenhr., da Hollnnda, e da Blgica, qae occapam
altm dsso urna oulra sala fteira. Assim quo a gen-
te transpe o vestbulo encontra direila a pin-
tura suissa, i esquerda ecm (rentera do Grao Ducado
de Badc, e mu perto am espcimen da irte na Ame-
rc?, Estados-Unido, Per, e Mxico. Caminhando
em frente cntra-se no primeiro salAo quadrado, re-
servado i Prussia, i direila d'esle salan e-la situada
a sala austraca. Na galera segunle collocou-se so-
bre um claro n pintura hespanhola. e sobr] o que
tica defronte comer a exhibirn da arle fran-
ceza.
Sem saliinno* boje das generalidades diremos co-
mo por etfeilo de uina primeira impressan que a as-
col* llamensa he digna de loda a ettencAo dos ob-
servadores, e revela em certo grao o poder de on-
cepr.o, a ii.sflirarao ardenle que faz pastar para a
\ella, e conserva atravs das gerac,es a propria alma
dos meslres, cuju lra(o soberauos sobreviven aos
scelos. A escola ingleza altala ama cviliujo
mui poderosa, e por mais estranhe que se posta ma-
nifestar he impussivel iiegar-Ihe inleiraraenle o en-
limenlo arlislico, he impossvel que em sua preno-
ta nos esquejamos um inslante que pertence a patria
de Shakspear, de Milln, de Byron, e deWalter
Scoll, os immortacs autores da 'lempestade, de Ro-
meo, e lulietla, do Parzo Pcriil, do Child He-
rold, do Jnliauario, e de lcanh. Com effeilo el-
la anda lem grande caminho a percorrer, nAo lem
lomado por poni de partida as verdadeiras fontes,
mat lem dado prova* d'cssa inspiraran verdadeira e
viva, que Ihe prctagia futuro. A escola allemia
com osteus (res grupos, de Munich, Iterlini, Dussel-
dorf passon moilo lempo por ler urna supeiioiidade,
urna elevadlo, com que se nao poda comparar na-
da em parle alguma, e que em sua presenja s me-
#
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a
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H'
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reciam elogios as escolas de Leonardo de Yinee, e
de Ilaphae!, partee n i ex|i js^o e-tar a h.nxn de se-
melliarlle.repular'lo, ipereu-*o urna dupla reaccAo
em ionliilu'qonlrario a c;jla alterna lie fraca, e
ara .abada demasiadamente, assim coipo a escola in-
gle/n he original, e etn demasiadamente punco co-
ntunda: una verdade immutavel lie que a encola
frauce altura.
('. A/.
'
13
L1SII0'
de julho de.
Alicorte eneerraraia->e>'-'1'*neilo honlem, para
o que usliveram ainh>- ai cmaras em sessA^perma-
nenie, desde o-**.e'o da tl s 10 horas dlT noile.
Tivcramne^J* s* adlarum oulra voz; romo era
''-'iiin t1" "ao l veram vergunha de estar lodo
_ y^Tm, -Jr. uVar l*i*i *era .IUcumAo, e quasi que
seta, teilura. em tumma lireram obra groa e de
fincara. He sempre sirn, esto lodo o lempo le-
gal da abertura do parlamento mandriar e a pai-
rar lUiperlluainenlc, quando chega o lempo das
eir..' va M'm allusSo as pilhas. ), d-thes a vonla.le
de ir .i lebullia, e enlAo ouse abalain sem niiigueii
os presentir, mi votan lado uscegas.
O oro menlo, que he oaclo mais* importante par
un, naeao tAn alcanrada como eale, foi discutido e
volado ua^amura dos pares em menos de dun.
hons **;
Entretanto sempre passou em ambas as camarasa
tinvi lei do recrnlainenln, a que aulorisa o coverio
rentratar o caminho de ferro de Cintra, pela ma-
cea, do Tejo, coin a eraprezario Lucotte 5 oulra ot-
ra o ahasteoimanlo das agua* da Lisboa, para una
coillpaiiliia ilo vapore., para Afeiro, a oulras leis le
melionimenlus malerines, que nesle poni, vertale
seja dita, eslas corlis fueram mais que nenhuna
oulia.
Tambern se.promulgon urna lei para reprimir a
emi;racAo clandeslini para o-Braiil. o qne foi tle'i-
do no clamores que -e le\anlaram por ocCnsiAo las
eriH'lAades, que se platicaran a bordo do Arrogin-
l>, tleahjeela memoria, depiis do Incgnito e uli-
maiaente da Dtfintora, no l'ara.
A lei me a este reipeitii o approvou, *cora> )e-
quaiUa cmentlis, rol a segutnie, que nlro-sci se era
a iMieeaaa/ia eilleacia :
t Art. I. Os capiliiesou commandanles de am-
bare ace mercantes nacionaes ou eslrangciras, pie
iitlmilUreni (jissaceirt* borda dcllas serr. passap.r-
lo da Mlnridadc competente,, ou que no acto d, vi-
sita ia aajiiila deixarem de apresenlar a relajo do*
pa-sigairos, que as mesma embarcaces" foem
coiirinzidos, incorrerAo na mulla de *00j), prevsta
no art, B do decreto c :)tl Be-maio de 1825.
< Art, >. Sera cu lmenle punido cun uina trul-
la d i -2:000.
ii 1. O commandan'.R oA cnpilA tle navio mere li-
le, que aos paitos do -omnenle lo reino e ilhasal-
jaceiite, ou no mar alio, recelier a sen bordo tm
infero maior de pa*> genos do que comportara o
nejasen) da embarcar i".
-'. O que lian guardar as eondires hygieniea* em-
vcni-nle n *au lo do* pasiageiros na conformidalc
dos cirulamenlos'respectivos.
jiie Iraiar brbaramente os mesmos pastj-
getfts^nngaod'i-lhcso precisos soecorros e olfendci-
do-ui cain pancadas ou coto oulras violencias.
Arl. :l. As mullas ctlabelecidas nos arligos antf-
cedonlcs tica sujeitn n.lo so o capilAo do, navio, se-
uHo aitida o dono deUc, podende ser immeili llamen
laap|>reliendido, come penhor da importancia da
roolliis, o casco e a carga da. embarcacSo na part
enVqie a mesma eargu perlener >o capitn oudonc
uolii,; vio.
S Nos casos em qiie a caria for sujeila s men-
cionadas mullas, poderla auloridade prefer-la par
satislatflo ta pena.
5 '. Quando qualquer detlas garantas nAo poisa
lornar-se etTecliva, Uaverii revcrsiosobrequaesquer
oulius beus do c.ipililo ou dono do navio, i rjuem
por c>le ai lis i se imoue responsabilidade.
Ari;-4. Sempre que qualquer navio se destinar a
coajlucao de coionns pira pane slranaeaVos no II-
Iram ir, o dono ou capilAo da urobarcacao, preslarSo
liarn;i Monea pela qua ltia tle 4K00.
S unicu. Esla liain;,i responder por qualquer fal-
la de eieL-ucAo das abrigacOes, por essa lei impostas
aoa taipiles o ilonos dos navios, Qcando os fiadores
alivalos do e'nc.irati ta liauja smente depjis da
parliciparAu oflicial de M nao liavcrem infringido.
Ai I. 5. As anloridades competenles empresarAo
tan as medidas uecesnuras de insperr,1q_ e fiscalisa
cot-nm as nnbarearc! que ronduiirem passagei-
e o ler sido nomeado socio da Academia das Scien- i
ol)o Par cm Vidias.barca porluguc-
cias Latino Coelbo, que esta esrrevcndo uina memo- I fiordo Vet, capililo Seves.
riada vida "e obras ,lo visconde -I e AlineidaJ^-- A 10 do ililn.Sabio para a Babia, brigue porlu-
DIARIO OE PERMMUCO SBADO 4 D AGOSTO DE 1855
Aw-

-fl
'



i colonos para p.ii/.eseslnneeiros no Ultramar,
(le so reconliecr s eslao cumpridas lodas as
>X'"'es a OJaW os navios se devem compromellcr
HarAo as con,lice sanitarias e hygietiicas do
li.'l dos navios, e s4fe)uanlidade, e qualidade de
inanlimenlos e de aguada, e mdicamente* corr^>-
puiultntes ao numero do passageiros perpiitiido o ao
lem|,' prtivavel dr durarlo da viazem.-_ '
S I. Esla inspeecao sera feila simullaneamenle
pal luloridade adminiilrativa da localidade respec-
peeliva, pelo capilao do porto, pelo delegado ou >ub-
delefjdo tle saude, e or un empregado da alfande-
ga, q! c para isso Ut designado.
j :!. I) navio que transportar mais da 20 colonos
para (ara do cnnlinenlc europeu lera um faculialivo.
Ji ;t. U navio rm quo lo eslivercm stlisfeilas as
obriiai;esaJit*ionaiias neslc arligo, ser impedidn
r, al que itlenanieaUi! as snlisfara.
He prnbibido aos medres e arraes dos bar
tolciros, e bein assim aos dos barcos de pesca c
somal anle', runduziri i quaesquer individuos aos
navioique eslivcrem funfleados nos parios depqis de
feila i vlsi^ da sabida, ou aos que forem em via-
gem ao mar allu.
S' biiico remiraviereili o preceilo deste arliuo perderao as suas
t'inb forem donos dellas.e nAn o sendo
serio punidos coin a pri^au por lempo de Ires mezes
al un am
Arl I.Uti a pcsMii a qiiem se provar ler ean-
pregaj* aia\ilusos paraseduzir e levar indivi-
duos a eriH^rar^s1a4M!i*linami:rtle, ou que para is-
algauna maoeira illicila, pagar
uina mulla de fflfb al 1009 oa ser preso por lem-
po de om al tloua anuos.
Se Si) provar que empregou coacco ou violencia,
p*jr. pos seus bens a mulla da 1:000-3, ou sefli era
a pena de degredo par frica por lempo de Ires
anua*.
Arl. 8. As mullas scrllo arrecadadat ejecutiva-
mente pela respectiva i'lminisLarAo to eointelho en-
larinns do decreto da 13 de agosto de lili e das in s de 30 de deiembrn de lo*5.
5 miico. O jirodaclo iUis mtltas ser applicado :
um terco pras desperas da ihnntislraeAo ; nutro
ter<;o para as desperis nm a liscalisacAu local ; c o
resto ; pplicar-ae-ba em parles iguaes aos eslabele-
ciroenios de caridade, que liouver ua localidade.e
nAo osbavendo, .ios que llic ficaram mais prximos.
Arl. 9. SAi1 exceptuados do rompriinenlo d,is>dia-
posiroi's consignadas nos arls. 2, 3, 4 e 5 o nos seas
respectivos SS, os navios movidos a rapar das car-
reiras a esUbclecidas, ou quo de futuro ir eslabele-
cerwn.
Art. 10. O governo psnira o funroionarios r,ue
n3o sa islizerem ai) que poiesta lei Ihes be incumbi-
do, eiinerando-os da et:s cargos, ot sii|ieinleiido-os
a se prudente arbitrio, pelo lempa que llie appruu-
ver, titin yencimeirio de nrJcnam ; ou fa/.endu-os
proeeeiar judiciiilnienlc'se o rasa as Arl. il. Por ineiv de resulamenlos da admiuis-
IracJe pubjka i-e termiiii < numera de passageiros
por tonelada tiae comportar cada navio, as medulas
liygienic.is -quii devem guardar-se a eu bordo ; e
rain aisiin o mido do lomar affeclivas as maltas, e
mais fToveilo'o openumenlo da presente lei re-
pressita ata emigrarAn ol intestina.
Arl. 12. tica revocada a l-nMUrari em co
rio. 3P
Agora o ministerio fiei irnitjJfJLlin. ni porqa
as cor les aberlas. .-inri,- que la ha ja una -rande
maiona, senjpre lie couia que a^oquenla muilo os
ministros.
Al-id*) nf0n jjnJi para
lra iaram muila mais
r que S8 nao d sen lio, a abdican, porq je
quaceaff-; ommisslo pelo menos) que subsis-
ta m so i" iios que aisegurem o rendimenlo ne-
cossariu iiai.i ,i paralo. < os que nao tivercm Itre-
le! n- praaa V Itvre aonaescao.
O \iseomlo ileOurem fatlou na discussilo ta lei
do rerrulmcnlii. e na i se moslrou la muilo alTeclo
aogoveriid actual.
Koilrigo da Voinecii i;eapondeu-lhe, c nAo com
muilo carinbo. Pareea-ma que esle bicliinbo anda
ba de dar ranlo que fallar aqu como deu na India.
Foram tambern nesles nltimus dias approvadas as
eleiciies de Una. sendo os Ires depulados cleilos, o
canego Jcrerniiis, que ja ;.i est ba inultos anuos no
parlamento, o l)r. Augusto Xavier da Silva, direc-
lor do Banco, o o engeibeirn Garcez. Eslcs dous
perlencem ao partido conde de Thoroar.
As corles abrem-se um a mente no dia 16 de selem-
-bro para aclamaren! ontvo re. eslAo abarlas al 20,
para os festejos para aluuina medida legisladva que
eja necesaria promulgar, e lindos estes i dias, fe-
cbam-st; ale Janeiro, i- nAo forem tlissolvidas, oque
par ora Xa da IS vai o regen e para C.inlra, rom a real
(amiba, e luso que entregue o L-overuo a seu augus-
Ja> RJIh>, projecla ir fa/ei uina viagem .is provincias,
sem litiquela. coin o nosso sabio historiador A. Her-
-raiann. que lia pjuro leve alionra de recelier urna
rarl toda do propiio pondo de S. M.o Imperador
do Brasil, louvando-o pulas suasobras. A carlaque
eu vi, he de lodo o poni, digna da grande illuslra-
gpe magnanimidade do Imperador, e a resposla de
nrnibiiM n.1o lie soinenus.
Iltijcosdous sober.-inos to Brasil e do Portugal,
rvalisam rm tlenlo c saber, esAo amados dos seus
povtK, como M vi pelos leslemunhos de aeirAu que
Ibes Iribiilam.
S. M. El-rei I). Pedio V. est em Roma, donde
partir pay aples, Turin.clc., o deve eslar aqu
em Lisboa no da 1.1 d? agosto prximo.
Ueala vez uem se le) r..lla lu erocasamcnlo. nem
se sabe quando o meni.io catjty^csle ponto n,i -
reco-se com el-rei 11. SoliaridBU liellit osa me-
moria.
slilbo nAo veio no BPor Snnt, ebmte eape-
rava. Diz-se que ficava no llio para assislir re-
nresenlacilo tlu eu diama Camdet. q*)e all se vai
dar. Tamhem onsla tpii que leuciona na volla
ara Por luid, demorar-so algara lempo na Ba-
N.o Ha nentiiima noiidado litleraria, tenAo urna
comedia em verso que eslii escrevCndo Mondes Leal,
para o dia da acclamacln, oa lieslro de I). M. II -
visco lid
retle.
A Academia vai publicar nm jorn*tc)llaborado
por lodos os seus socio, e tlirigi^H'or L. L. A. Ha-
bcllo da Silva, que lamlMt""*)nP*rlence a esla cor-
poraeAo. quecsla uiii>,nln liirbnlenla, a poni de
ler pelillo M ag>W>n> a tlemissAo do velbo secreta-
rio pi iinjiaaf"^ *" Cosa de Macedo. A. Ilercu-
olado em sessAn plena, socio de incrilo,
lima pnala vilalicia, por se ler voluntariamen-
te cncarregado da grande publieacAo dos inoruimen-
los para a Historia Porluguoza, obra compilada pe-
la Academia.
Agora em ilesempenlto da promessa quo Ihe flz na
minha ultima correspondencia, passo a dar-lhe conta
do oslado do negocio do cnsul porluguez n*isa ci-
dadee do conledo do parecer do procarador geral
da coros.
Sabe jai queeile parecer veio para a secrebiria dos
eslrangeiros no lint de 10 mezes, que o minialro o
mandn evlraclar para apresenlar cm couselho tle
ministros, mas al agora anula nAo lia ncnliumn re-
solucAo.
Para evitar que o exlraclo se falsificasse, o depu-
lado Anlonio da Cunlia requeren que o parecer ori-
ginal to procurador ta cora fosso remelllo c-
mara dos depulados para ser examinado. Veio pa-
ra a cmara, fui lido por puucos, porque 140 folbas
tic papel imperial assuslam al u mais pacborrenlo
ledor, mas liouve quem livesie baslanle pacien-
cia, c eis-aqui a substancia des sulla.
l'arei per sua ordem as accutajes qne fjram fei-
las ao cnsul, lano na reprcseulacAu dos subditos
liorliigue7.es que tlabi veio remed la, como na que
assigiiaraiii aqui os cummissarios MagalhAes Baslos e
FeniandesTIiuinaz em 20 tlejdlho passado.
Primeira :Nao ler procedido como Ihe cum-
pria contra o capilAo do patacho .Irrogante.
Ilesponde o procuiador da corda :
(i Bnleiido que o cnsul porluguez em Pernam-
tt buco riimnielteii falla, deiando de instaurar o
.Irrogante, para ser punido na conformidade do
ajvaru de 4 de julho de 17.18, pnrquanlo nA\i era
tt inhibido no cnsul, como elle allega, requerer a
ti pi isao do cpitou. neni eslava desobrigado osle
i funecionario da aceo que ne,sle caso Ihe caba, nos
o ler mas do arl. 107 do reg. consular.
No meu entender, o cnsul, nao s consenlio,
a mas au'orfsoii a Iransgresso da portara de 0 de
a- ngoilo de 18t2. d
Segunda :Ter nfliciado ao presidente da provin-
cia, para qne mandaste proceder roulra os Porlu-
guezes que se dnliam interessado pelo) infclizcs pas-
sageiros do Arrogante.
Kesponde o procurador da coroa :
Enlcndo que o cnsul proceden irrcgularmenlc,
a rcquisilaiulo da auloridado local, exames, indaga-
tt cues e vestnriasque na mxima parle cramda sua
propria competencia, e que nislo moslrou ser ig-

Terccira :Arbitrariedades e erros de conta com-
melddos na arrccadarAoda beranca de Manuel Ro-
drigues Cosa, e oulras.
Kesponde o procurador da coroa :
Que nAo v dolo nem eslravin de dinheiro
" as coalas das herancis mas que o cnsul de-,
v ve restituir o escesso da porreiilagem que itcmai'
a lirn, nAo o oulras, porqininto sti liie compete ,1 por cenlo tas
(Jue nAo esl isenlo de retpon^aliilidade para
*com os mesmos herdeiros, pelo que pagourao mos-
leiro de San Benlo, sem autorisacAo dojnizo.
Ouarta : Ter dado licenra para so abrirein ja-
pellas para um predio da licrancn do mesmo Cosa,
sem rompcnsat;Ao.
Kespujinle o procurador da cora geral :
Ivilen-lo guc b cnsul procnilcu indevidamenle,
a facilitando c anlorisando a abertura das janellas
e servidAo, que importa aliena^An. Diz o consol
que esla era a vonladc do fallecido ; mas ale cun-
t sonso (se o houve, nAo sana o vicio do acto. Foi,
t pois, illagal, a meu juizo, este aclo circular, c aos
< herdeiros cabe o diieilo, ou de annullarcm a.ser-
< vidilo indavidamenle imposla, ou de e.rigirem do
f cnsul a responpbilidade civil do datnno. n
Quima : Ter o cnsul J. B. Moreira, jurado a
rniisliluicAo do Brasil e deixa lo de ser porlu-
gaez.
Kesponde o procurador ta cora:
tt O juramento prestado pelo eousul porluguez em
tr Peruarnbuco, collocou o em estado incompativel
tt com o pleno tlesenipenho dos deverea e encargos
tle cidado portague/.. Allega, porm, o consol
em seu ollicio de 17 deouluhro tic 1814, que os
i juramentos que prestara para o graos academi-
eos de Olinda, foram meramente formularios e
tt ilcst Muidos de vinculo ohrizatorio. Nao posao le-
yantar mAo deste ponln. sem aualliemalisar por
grandemenle errnea, immoral e desmereceilara
tt de rcrularAo, n doulruia que enuncian) estas phra-
a'ses do cnsul, c sou de parecer que llieaeja exi-
ti =i la a explicarlo do sentido que allribue as pala-
vras de que usuu, que be naluraj que seja diverso
tt tlaquelle que ella< Igo n inementt soern. n
r.oin-llise areraf dipareri-r l
i De ludo 6 cipofta, concilio, poia,quc o procedi-
ii ment ollicial do eauaul argido, nAo lein sido de
o ludo o [linio regular, nem ni* iaenlu da erras,
it na-- que -o nao musir que nnUf'1' Pummeltido
tt faltas dolosas ou ^lavemetde eolpiHus, qnao tor-
il nem ilesincrecedo da cnnfinnra do governo de V.
o Mageslade, para o aM*)1ro consular, prestada qne
it seja stitisfactoriamemlc, explicado qua lica apon-
a lada : pirecc-me lodavia certo, que ene cabio no
desfavor c m,i vonladc de nAo puncos stfJbiiilinfxir-
ti lucuezes residentes ua provincia de Pernambuco,
n e nao lenho por veroaimil a cause politica a qne
n o allribue o mesmo cnsul no seu ollicio de 20de
o junbo de 1814. # "
Como x o ministerio, cu antes, Rodrigo o Jervis,
nAo tem querido que esle parecer se pobliqnr, por-
que lie um -grande veame para o cnsul e para o
governo que o conservar. Nolam qae faz grande
despeza rm se publicar no Diario, que nem lodas
as Consultas devem ser divulgadas, e que esla he
urna deltas.
Veremos o que faz o Sr. Jervis. Oque elle nao
Poda ja, be destruir esle grande aillo de corpo de de-
licio qne fica na s*rclsria dos negocios eslrangeiros,
eonlra o cnsul de Pernambuco J. B. Moreira, que
ip Ao for removido agora, porque lem padrinhos
no governo. nem sempre ba de durar esle pairo-
nato;, e conten os nossos compatriotas que lerAo
mais din menos da um ministro que far ji!*1ir-a as
suassupplicas.
Dev notar-lhc, que sobre a imputada falsidade
das assigrwluras da representaban que dahi veio, a
cojo proposito o cnsul fez nm auto l, e se reque-
ren oulro do exama pelos labelliAes aqui,o procura-
dor (la arda, achuii MB isso lao fulil, que declara
nao su rizercarfjdaoJBpaiisiderai.-.lo ou resposla a
laes pequices.
Uo qae occonanaS I esi0 .-nsamplo lhc darei
parle. V
aemanas lem-se Iralado com
lis dUuina 6 po, caclividade da importante
HvcinrAn, O lano lempo encelada, e al aqui
14o ini i-iiiosaj B'-prolongada, relativa ao nosso
p.idrnatlu !,! On m O noiao rardeal palriarcha,
linha sido multanoHi acolbido, c al festejado, em
Roma : nAo ati se IW lizeram lodas as honras cor-
respondentes sua. elevada ralegoria, lendo sem-
pre o primeiro lugar eulre lodos os prelados eslran-
geires, pur ser ounicu palriarcha, que concorrera
;is conferencias na capital do inundo clnislAo ; mas
tumbein foi enrarregmlo de importanles uhjeclos no
seio dascungreaaces de que fura nomeado mi-m-
hio. A' iningua de tlenlos brilhantes, den p nos-
fo Exm. punas de grantle dlscricAo, assiduidade
am Irabalhar, e suflicienlc iusIruccAu. O nosso go-
verno querendo nproveilar a bemquerenca que a
""janioslrava ao nossoprcladn, eucarregnu-o de
buir para a (Ao esparad i como desoja, el e
jeta solucau da queslAo Isuo-oricnlal (ecclesiaa-
lica bem enleudido. ) Parece pnrm que Roma,
em ludo a mais benvola, e al fagueira para com
o cardeal Carvalho, nesle poni nAo so se moslrou
obsequiosa, mas nem mesmo deu azo a queeile lo-
ma.se pule as discussoes relativa a tal negocia-
rlo. Conlinuaram pis, e agora com mais assi-
duidade. em Lisboa as conferencias enlre o com-
ni'" un porluguez, o ministro do reino Foneeca
MagalhAes, e o inlornuncio apostlico, arcebispo
de Bcrylo.
O nosso governo para dar urna prova de coniide-
ranAo ao cardeal palriarcha, e julgando tamhem
por este mo lo facililir o boui exilo desla IransaccAo,
quiz que S. Exc. loinasse parlonas iiegnciacftes pen-
denlcs, c que as conferencias se lizcsscm como se
fazem, na residencia palii.in-h.il de S. Vicente.
Alm da queslAo capital concernenlc ao padreado
da ludia, eiistc por combinar cnlre as duas curtes,
-mn projrrUda concordata sobre suppressAo de
gumas dioreses, ptolissiies de freirs, ele ele.
d
ma
L
As pessoas que se inleresain pelas cousas religio-
sas, ilespjam ociosamente quealgnma cousa se fa-
ca para se promover o bem espiritual de um puvn
que na sua granifa manira anda conserva, nAo
abalada, a f de seus maiores. Urna prova disso,
enlre mil que so poderiam citar, he que lendo-e
aqui ii i dous anuos publicado um livro cm favor das
ordens religiosas exMiclaj,ja tlclle se exlrabiram
duas edirOea de Ires mil exciiiplardi cada nina.
Os no'sos augustos viajantes efe 2 do correnlccs-
lavain em Ruma, donde deviam sabir dentro de al-
Turin cem rercio do cholera de que Genova
ntraenda. Cusa a crer que Bato Titilen) aquel-
ilal, onde Ihe eslava preparada urna rccepcaA
iiilosxinenle solemne.
vapor Mindello deve nchar-ae no dia 5 de
aaosfo em (Jslendc, para onde salte (Juan! o barco
U. /.iiiz. Sua Mageslade e seu irmjo, esperam-se
aqu de 1.1 a 20 to mez que u-r. Comecam a
dcluiear-.se os festejos para a recepto, e para a
concito. Cure que o Sr. Mariel Monleiro, minis-
tro tlesse imperio nesle nirlc leuciona leslejar o
seguiiilo desleaacontecimeiiloscom explendida fu ne-
cio digna do augusto soberano que lem a honra de
representar.
Nflo envi o Bolclim Commercial par nao ler
orciirridn uovidade notavel desde a dala do ultimo
qdc foi pelo O. Marii II. Os oatios ebegados ou
saludos desde enlAo sao os seauiriles :
A-8 de julho.Para Pernaiiihacn, o brigue por-
luguez Viajantt, capilAoM. dos Sanios.
A 9 de jiiilioDo MaranhAo em 40 dias, o bri-
gue porlugnea /Voro r-enceior, capillo Aguiar.
guoz .ttsomhro, capilao Pamplona Junoir.
A 10 do dito. l'ara o Rio de.Janeiro,galera por-
lugue/.a Joven Carlota.
A 10 do tliloDa Bahia em 41 dias, vbarca brasi-
lelra AJeUile, rapilAn Raposo.
A 10 do tliloDo MaranhAo, 12 dias, patacho por-
tuguez IJberdade, capilAo Pereira.
A 10 do diloVapor porluguez D. Mara II.
A II do diloDe Pernaiiihuco em 38 dias, galera
portuiieza Margarida, capilAo Menezei.
A 12 do diloDe lireenoche, vapor brasileiro
Paran, em j dias.
A 12 do diloDo Rio tle Janeiro em 49 dias,
briaue porluguez Senhor do Bomfim, oapitAo
Nunes.
LISBOA.
15 de julho.
Solor e Timor sAo ainda rcslos das glorias passa-
tlas tle Portugal, tle quando o pendan das quinas
Irpmulava, pavonrando-sc pelas suas conquistas da
Asia, e se boje nao proviant u gnvornacAo daquel-
las possessaes como era-tic esperar, neiibum Porlu-
guez honrado lembrava-sc, nem desconliava que
houvesse alg-ucm de lAo torpes inrlinnefte*, que mer-
cadejasse rom os monumentos de arela recordarao
patritica, fazeudo delles veniaga no estrangeiro'.
Aconleceu porem o inverso de lAo bous caneeilos;
se bem que iicnhuma pcswa cx'perynculaila no Iralo
de laes caracterespozesseduvida em credilarde boa
mente nadeslealdade de firmas bem conliecidas pelos
seus cosluines, mas a tema piedade pela Ierra que
nos vio -nascer he uina illusAo como qualquer oulra,
fcil un crednlidade que a inanlein, senlindo muila
dillicullade e at repugnancia para encarar com a
verdade amarga, que ai raza os fageiros sonhos do
nosso desejo. Somos feilosassim! Pobre nolureza hu-
mana! Recuamos com lerror c espanto diante do qne
nos faz soflrer : e inesm pcraulc a cruel realldade
hezilamos com desdem, Por entre as pungentes de-
cepees vibra sempre um senlimenlo de consolos,
refugio suavissimo ouilealirigamo-uos dos dissabores
da vida, asslm como depois do vendaval sopra a ma-
cia virarlo, que, se n.lo Iraz conforto, ao menos re-
frigera.
1 inhim, durante a administrarlo do conde de
Tbomar.encarregado ao ofllria! de marinha Lopes de
Luna, goveriiadur iiomeado de propsilo dessas re-
gules, e investido dessa aiilnridailc,superiulender na
venda de terrenos alijrenlas, medanlo urna quanlia
lucrativa ; eram aaaaa as insIruccOes. Nesla canjun-
Cao em quejase linha cffecluado a venda presu|iosla
aos IIollandc7.es por alguna mil florins 80, cahio o
mini'lerto do conde tle Thomar, a opposir,Ao que
bradava bem alio eonlra o acontecido, ( o proprio
marechal stigmalisou-o ) ; o fuuccionaaiio foi pre-
zo o ronduzido a Lisboa tlebaixu de priso, onde
morreu.
Agora tralam os personagens da sifuacAo, e que
foram os aceusadtires tle entilo, iudiondu-o como
um escndalo, indigilando o ministro c commissario
como iran,o es a piilria, de ratificar o ronlnlo c
mais querem revalidar a venda, dando-lbe oulras
largas ; pois que nao he sii a tle algumas leguas de
ierren-, ns dominios supra citados. O negocio lem
sido Iralado em seceso secrela da cmara, salvas al-
gumas explicables trocadas cm ambis as casis do
parlamento enlre os inembros dellas e o minisleriu,
a nos quaes se tem distingelo como era de boa ra-
zAo ti mencionado conde. A julga-lo pe-lo que
elle diz, n homein be um iiiiiocenliubn e um patri-
la as tlireilas. Deprebeutle-sc dos arrazoados to
amigo ministro, que bem lonse de pralicar com a-
qucllcacto urna humiliacAo do sen paiz, linha vis-
tas de muilo alcance e engeiiboso modo de reparar
os vazos -da armada; lal era a applirac.Ao que pre-
Icndia dar ao que receticsse da especulacA eucarre-
gada ao ollicial Lopes ,4o Lima; em fun, S. Exc. deu
a entender que se pnhlicarjara o documentos e mais
eselarerinicntos necestarioj, e os Porlusueze* lerao
ensejo para dar o devido aprcen as suas riedidas e
restabelecer o seu crdito de cidadAo, amante da
patria, e nao nhocaiiha-lo de falsario, como galram
por ahi os maldi/.enles. Islo diz elle, ou melhor
ainda tla-o a entender.
A actual adminisIracAo nAo pudendo, un cnten-
dendo quo nflo devia de-fazer os contratos mencip-
natlos, confeccionou-os em maior esc la ; mas si:c-
cedeu que, sendo apresenlado o tratado porluguez
s cmaras hollandezas. eslas o regeilaram redonda-
mente sol preteslo do queror o mesmo, e ler em
villa garantir a liberdade de culto catbolico aos. ha-
bitantes dos mesmos dominios que o prolessam. A
Rltolurao de Setembrn, campeflo do governo. ser-
ve-se da repulsa das'camaras hollandezas para im-
por a dignidad: do contrato das porluguezas, nilo
vendo ii,npiel1.1 m.i vonladc senAo as boas sugesloes
que os seus amigos polilicos aprcseularain nesla ne-
gociacAo. A verdade be a separaeflo de ama parle
integrante ds uenarchi i parlugueza ; eo forte ar-
Sutneutn, ta que se servem. dizendo, que visto estar
consumada aioiqaidade pela almiuis|rar;Ao Thomar
nAo fizaram mais do jiie lirar o proveilo possivel em
pro da patria ultrajada. ICvaziva mizcraverfjfnie
nada colhe, nem os desculpa. Qucira t>etia,Tue^na7quese7ciVqu"asrcabda!'
quando liver pa'sado em julgado aproveilem bem
o dinheiro ajue.seguudo dizem, heio melhor de 120
mil florins. He a nica esperanca lisongeira ua
falla de oulra, melhor que anime.
O qoe he curioso he ver .i cmara dos pare!, qne
militas vezes nAo funecioin por nao ler numero sof-
ficienie ; quamlu'-por forluna se rene 4 ses-
eitaniaui inlerene, desemhesl.iin Ss. Exea, de lal
mod^tos odios -nesquinhos aze 1am-se, as melicu-
|U*atWvalidadescbocam-se a lal ponln, que a araa-
meiilacflo disserta da decencia, o palavreado aceira-
se e toma*um britho (u parlicular, que nos recintos
de una cnmpinihia.alguns dos altercadores davain de
sola e az, com a dillerenea porem, que no ardor da
refrega os nobres pares das suas cadeirasf.izem oavir
bem boas verdades.
Cliegou ha poneos dias.i esla capital o go ver nadar
geral dos eslados da India, o visconde de Villa No-
va d'Oiirem, ol1in>tl general instruido, c sobre Indo
carcter enrgico, em oulra qualquer poca n.lo
impreasionava ninguem a chegada do general, mas
na inquielacAo em que andam as parcialidades do
partido conslilucional, foi circumslancia que deu e
d que fazer a lodos elle-,
A mudatiea to ministerio, que lodos aguardara
catn a inaugurncAo do novo reinado, e que os jnr-
naes representantes deslss fraccoes ja suaeriram ao
joven monareba, deu impnrliiucia ao viscoude rc-
cem-chegado, com os crditos bem merecidos da in-
leirez i e honestidade. e mais ainda de aevero no
ciimj,rmenlo das leis. Tem-se dado largas a militas
esperanzase lamlicm ao jogo dos carfilhos.
O di-iuii-iii soldado servio coin algumas das figuras
que prnva\ cimente lem agora de Iraiar, he natural
que as conhciy ; vamos a ver o que faz.
He uina boa occasiAo de dar lustre ao sea nome
respeitado mesmo no meio tos seus rmpanles sol-
dadescos. Tem sido procurado, adulado e festejado.
Meiiibrn d cmara alia, ja lase apresenlou e fallou
sobre a milicia, deu amostra das suas ideas ; quer
reservas, mais islo e maisaquillo; a cmara, porem,
corpo pesado c pansudo,amigo d.i pausa, mais'dado
a inansuelude paizaua, nAo coneordou com o illus-
Ire militar. Se privassemus com S. Exc.dizer-lhe-
hiamos que nao levasse a mal aquella opiniAo, que
liyesse paciencia e esperasse para vollar a carga;
lalvez que os nobres cullegas livessem tomado a re-
feicAo e em demasia cslariam giboiaudo, e perianto
com pouea pachurra para aturar os rigores do um
vico-rei da India.
A cmara dos depulados continua tratando das
medidas de conveniencia publica, tem discutido e
appruvadoleis de muilo proveilo, c que os iuleres-
ses do paiz recljsMvam alia c poderosamente.
l'a-eu o pi ojelo de lei para o forreo carril de Co-
iinhr.i ao Porlo, apinba com que se lem engasgado
muilo boa grnle da cidade invicta. J nal appro-
vado o de Lisboa a Cintra, o a companhia *alugnu
para seu escriploaio o primeiro andar da casa dos
Pinlo Baslos, que lica fronteira i\o local onde eslava
o chalu,do I .rete. O reprcsenlnnle da mesina
be -MrVKole, oflicial francez, que aqui esleve ao
servieo. A viac.io frrea de leslo tem ndalo rom
acMvidade nesla quadra, chegando do estrangeiro
muilos objeclos para o andamento dos trabadlos.
Eperam-se os augustos viajantes la para meado
de agsln, no enlamo os jomarsO Porluguez e a
Iteviluriio alfatligam se com o novo reinado, es-
praiando o primeiro no seu intuito do urna renova-
eflo completa do pessoal to gtrveroo.
Com bem pezar nosso o informamos do que vai
I3TERI0R.
RIO SE JANEIRO.
RELATORIO
apresentado a' as sembl a geral le-
gislativa na terceira sessao' da no-
na legislatura, pelo ministro e se-
cretario de estado, dos negocios do
imperio, Luiz edrcira do Couto
Ferraz.
(ContlnnarSo.)
Estrada da Babia.
A direccilo desla estrada foi j examinada c ex-
plorada pelo engenheiro em chefe Yignolles, e por
mais quatro engenbeiros, aeompanbados de ordem
do presidenle da Babia, por um engenheiro brasi-
leiro.
Os engenbeiros reconbeceram grandes difficulda-
des a superar as primeiras 20 leguas, por cuja cons-
Irueeflo obrigou-se o governu geral a garantir o ju-
ro de por ceulo e a provincia da Baha al 2 por
cenlo.
A presen;i de laes diflicuUadrs faz ieVar as ds-
pezas a rere de I milhAo e 80!) mil libras, quanlia
por corlo multo superior que se calculava.
_ Segundo as informarSes prestada pelo empreza-
ric, s falla para a orgamsarao defiuiliva da compa-
nhia que deve construir esla eslrada, e para o levan-
lamento de capitaes na praca de Lontlres, que o go-
verno imperial fi\e, embnra pruvisnriaraenle. o m-
ximo do capital al onde thegue a garanta tle juro,
e cima do qual devam correr lodas as defpezas por
conla c risco da companhia, nhu se sujeilando em
lodo o caso o governo a juro algum senAo pelo capi-
tal que for delinilivamenle orjado abaixo da somma
lixada.
O governo ja consullou a esle resucito a seccAo
ilos negocios do imperio do comelho tle eslatlo, e
dentro em poucos dias eslar rcsulvida esla pre-
lencAo.
l'.tlraia de Pernambuco.
Esla eslrada contanxada com Eduardo e Alfredo
de Murnay ubleve lambis da 'Memhla provincial
de Pernambuco a Karanlia addi:ibnal de 2 por ren-
to, al,'m dos "i porqute' obrtenu o governo geral.
Segundo iiirerniaroeai'eapera-sc lodosos dias ni-liria
da estar dclinilivaineolorganisada a companhia tiu?
a lem de construir.
Alem de.las duas airadas, a qae o governo liga
verdiuleira imporlancia para o deaenvolvimcnln e
prosperidade das provincia de Parnambuco e Babia,
lem de resolver sobre oulra que se projecla na pro-
vincia de S. Paulo desdo a cidadu de Sanios al Jan-
diahy.
Esla linha j foi esludada, e j se acham promp-
los o respectivos planos e or^amcnlos, que pauecem
feitos com d maior csmeroe exaclhlAo.
3 2.
Obra* do mmmxcioio da corle.
Abaslecimenlo d'agua polavcl.
Pn.lendo esla ci.lado gozar, un maior grao, da a-
prcciavel vaiitagem de T ahasteeiria de agua pola-
vcl em lodos os seus baimt, grabas aos ricos manan-
eiaes de que abundan) aa monlauhas que a cerenn,
lem o governo continuado a dispender todos os mcioa
a.seu alcance para dar impulso a 13o importante me-
Ihoramentn.
Se muilo ha ainda a fazer a bem deste ramo do
serviro publico, os trabado eleluados nos ltimos
anuos nAo s lem livrado a populajn das privaffia*
que solTria em certas eslacc, augmenlandn consi-
deoavi'linenlo pelus grandes eucanamenloa que lem,
sido construido*, a quanridade d'agua fornecida aos
cbaarizes publico,, como lamben) proporciouam j
aos habilanlc de incitas ras a facilidiule de ae pro-
verem d'agua as pilaalras e bicas que por ellas ae
lem dislrihuido em rSeido numero.
Eslcnder esle hereficio tle auinmo inleresse, o-
breludo para a po|iunHjH,i pobre, a lodos oa pontos
da cidade. e ainda a alguns nrrabalde ja muilo po-
voados, e cm que he sensivel a filia d'agua polavel
de boa qualidade ; malhorar o eilado do encana^
mentos, que cm grande parle se nKo acham ainda
conveiiicnlemenle acabados ; e flnalmenle corar da
conservacAo e reproduccAo das floresta', qae tem i
des.ipparecido cm muilos lugares, desapropriando
para este fun ludos os terrenos e:n que se acham as
lscenles, e por onde corren) tis aqueduclof laea
sAo os trabadlos que lem a peitn o ministerio a meo
cargo, o que cuuipre levar a cll'ci'o, embora pausa-
damente, parque demandan) avallados dispeipdiof,
A commodidade poalica e a salubridade desla po-
pulosa capital assim o exigen,
Referirci ns priucipaes trabalbos feilo durante o
ultimo anuo.
Para suslenlarfln do grande aque,lucio do rio-
Carioca, e da estrad.\CLu^orxe-;'iuloa eale, onns-
Iruiram-se muila* mar|Hr nzeranT=re diverjas
obras de menor importaBJciaT
Foram conlinuados o* [rabal/ios necessarioa para,
conclujo das caixa datamlaria ; e em frente dealas
so deo principio ronslrurrio de urna gratula mura-
pela llespanha, de nada valerain as execucoes mili-
lares, os fimlamentos nao lem produzido o efleilo
salutar que agoardavam. O principado da Catalu-
iiti i esl na mais crin desorden).
Em Barrellnua, a cidade mais industrial da naci
visinba, rebentou um alvorolo lususlador enlre oa
operarios c os donos das fabricas. O. povolo amoli-
noo-se a poni de tornaren) nieflicazes Indos usal-
vilros da municipalidade (ajunlamie.nTo) foram con-
vidado os commandanles da guarda nacioual oara
darem o seu parecer, e estes respondern), que cam-
quanlo eslivessem disposlos em segundar a auloii,la-
de para manler a Irauquillidade, nilo respondiam
pelos seusconcidadAos. El ajuntamicntodeinillio-
se. As classes obreiras percorrem as ras com ban-
tlciras e dando grito la a seo gusto. Querem que
se fixcm as horas do trabadlo, direilo de associaco
para se beneficiaren), cm fim a desaveuea entre
elles e os proprielarioa dos e dado logar a muilos extravos. Zapatero, capilAo ge-
neral do principado lem lomado medidas enrgicas
a turba mulla adlue al dos suburbios da cidade,
marcharan) Iropa* de todos os pontos, e s de Madrid
foram 7 balnlhocs. fra cavallaria. /.apalero de-
pois do que ouvio ao chefo dos cornos nacionaes
^^"'^^"W*^*""' '-'I" 1"qur fraisso. fflS
"''
recolher a (ropa aos fortes. Todos os vazos de guer-
ra disponivei* liveram ordem de se aproximarem
das costas ila^Catalunha. Esta Indo na maior cons
lernac,o, ajMtoccio que de novo se derrame sin-
gue iiiuliliWFlo. Cliegou a Madrid uina depu-
lacflo allrmle representara clnsse -breira tle Barcei-
lonn, que se jalga laxada nos seus direilos. O mi-
nisterio delerminoii que e em|ircgassem lodos os
meios de conciliac.lo. Fez bem. A inatirreii-ao
carlista tenia novamente lovnlar-sc, e ludo indica
que lonse do se inlimi larem, reorganisam-se com
vigor.
No principado em desorden)reappreceram, mas
os operarios nata lem com o partido de Cortas VI,
pelo contrario dizem que estAo promptos a ir ba-
te-Ios. /
Abslcmo-nos da narrar.no do que lem havido na
Crimea, e mais incidentes da lula europea. Bas-
tante temos avancado acerca .le laes eventualidades
e ua especlativa das nossas prcvisfies ----------riaiai
sobre os memos, quando se nos anlolbar opporlu-
n|dd- AliBach.
Concluio-se nilo so o encnnamenlo da' Ttjnca, T>
qual recebe aa aguas dos rosMaracan o S. Jo5o
como o acutes ahi enmelados.
Acham-se lamhem prouplas os respectivas caiaa*,
fallando apenas alguns trabalhos de pequea impor-
lancia, e fcito o aqneilurlu enlre o acude do Mara-
canA e as mesmas caixas.
Trabalha-sc artaalmentosaa edificarSo de casa dea-
linada para o* guardas c na conslru* do ama ex-
tensa miiralha, necessaria para auslentar os terrenos
adj.ir.,ules ao dito encanan.ento.
Continua-sc a fazer a coberlora dos lubos de fer-
ro, e trata se tle dar cmneco a um novo encanaineu-
to, lamhem de ferro, desdo as referidas eaias at ao
ponto de junceAo d-s riosl'apagaio e Caveira,
leudo j chegado da Europa os lubos que para esle
um se cncommendaram.
_ EslAo a rmieluir-se as caixas de depoailo e distri-
bine.io no Barro Vermclbo.
Tem-se lev,miado o muro qae ilc-ve cercar o terre-
no que Ihe lica adjacente, o foi principiada urna
inurnlha de grande loctaleza para sustentar a collina
em que cslAo assenladas, e cuja compra o governo j
cllecluoo.
As caixas do Andarahy Grande, comqiiantn nAo
esiejam anda inteiramenie acabada.', ja preslam ser-
vico.
Estando muito deteriorado o anligo encinamento
das Larangeiras, deu-se principio ana subsliluifo
por oulro feilo com'tubos do ferro.
. Foram couslruias duas caixas de cantara com
regislros, e oulra, lamhem de cantara, para deposi-
to e disIriboicAo, perlenbenles ao mesmo encana-
memo.
Foi concertado, c cm parte substituido, o cncaua-
menlo de S. ChrislovAo.
Concluio-se o do rio Cabera.
CoMocaram-se tres tornearas as mas da Real
Grandeza e de S. Clemente, e urna pilastra na praca
tos Lecs.
Acha-so promplo, na exlensao de mais de 1,300
bracas, o encanamenlo quo conduz agua das caixas
do referido rio al a praia do Sap, fornecendo-a aos
chafarizes, que conjunclameute se lizeram perlo do
Jardim Bo'.auico e na Praia do Pinto.
i.on-iiuirain-se duas grandes raix.ts tle Jeposilo,
urna de djstribuicAo em Clcmcnlc e diversas ou-
lras pequeas lamhem de distribuirao.
Coiiiraiau-se uina de alveuaria para a ra de San-
ta Chrislina.
Fez-se um acude para a raixa do chafariz do
Kio Comprido, e concerlon-se n limpou-se lodo o
anligo encauamenlu do Marn ana.
I oruin reparados quasi todos os chafarizes da ci-
dade, collocando-se em alguns maior numero de
bicas.
Esl mi! cm cen-lrucc.o na ra do Soulo.
Asseiitaram-se diversos encanamenlos parciaes para
levarem agua a algumas ras e pr.ic.is da cidade e
dos suburbios, e bem assim a* respectivas pilastras e
lor iioiras, sendo parle deslas destinada para o servi-
co da irrigacao.
Ha dislribuidas cm iliflerenles parles da cidade
SnS bicas, afora 2.r> de chafarizes. O servido da sua
guarda e limpezi oocupa cerca de cincoenla empre-
ados.
O numero das pendas d'agua concedidas a parli-
colare soba a 887.
Pelo que loca aos trabalhos floreslaes tem-se eslcs
lirnilado vigilancia, qoe o governo, com o poucos
meios a sua ,li-po.icao. pode exercer para conserva-
cao das mallas que ainda existen)\ios terrenos ge-
nerativos das pasenles c nos que aviziuham os
grandes encanamenlos, bem como planlacflo de
arvoredos proprio onde as florestas lem sido des-
truidas.
Nunca poder' porm cr cmplela c verdadeira-
menle proveiteso semelhante trahalho, cm quanlo
lodos aquellas terrenos lAo perlencorem ao dominio
nacional.
A existencia de prnpriedades particulares em laes
paragens nilo ti he urna ameaca enlistante conscr-
vaeao da mallas, como prrjudica grandemente a pu-
reza da aguas.
NAo podendo o governo por ora dispar das som-
mas uecessurias para arquisicAo de lodos esses terre-
nos, lem entretanto comprado o desapropriado al-
guns de mais urgenlc necessidade. c com cujos pro-
prielarioa lem piulido chegar a uro accordo.
A plantacAo nova na mentanha do Corcovado foi
de 1!)1 arvores de madeira tle lei. e replantaran)-
se 107.
'lodos os viveiros foram liinpos. bem como 139
quadras c l.i alinhanienlus. linalnu-nte limparam-
se 1,10!) bracas cum (i de largura ao longo to enca-
mnenlo denominado Silvestre, c lizeiatn-sc oulros
melborameutus nos diversos caminhos.
Direrta." obra.
Na estrada do Andarahy Pequen*, tem continua-
do os melboramenlos, de "que necessilava, dando-
se-lhc maior largura, e lornando-se menos ensi-
veis o seu declive e lorluosidade.
Esla obra lem de liuer-se da eslrada da serr.i
da Boa-VisU na 1 i)ura, que re arlia prnjertad, o
para a qual se lem ja feilo trabadlos prepara-
I oriol.
No Corcovado coniiruio-sc urna ponle com i") pal-
mo* de rnmprimentti, snlire arco de alvenoria na
parle em que se desunem o dous ponlos ilumi-
namos da montanha. '
Alem de paredes de seguranca para a"mesm>
parle, fez-sejuuloxlella um lerracu cercado de pa-
r..piolo- sobre a racha, melhoroa-se o ciminlio, e
foram construidas 4 ponles de madeira.
Foi conlralad a constroceao de urna ponle de
alveuaria sobre orto da Larangeiras, eommnni-
cando a eslrada desle nome enm a que loi nova-
mente aberta, denominada de Sania Thercz, e da
oulra sobre o Corrego Soberbo, na estrada do An-
darahy Pequeo.
Concluio-ae o reparo da muralb.i e parapeilo do
caes da Gloria, e um recite arlicial para resgoai-
da-lo dos embales do mar.
As obras da imparianie estrada desta tdrle i
Pavana, comerada o auno passado, acham se mui-
to adianiada.
, Concluio-se a parle comprehendida enlre es pon-
les da l'avuna c tic Mirily, cuja exlensao be de
1,298 bracas, pralirando um caminho.fpelo qual e
evila a ingreme subida do morro do Mirilv, e cons-
Iruindo-se umn muralha para saslenlaciio'dos aler--
ros com 12.1 palmos de comprimenlo, 10 tle altar.)
media, e ,"i de largura.
Enlre a venda do Pilares na estrada geral de
Sania Cruz e a Enaenhoca em Inhauma foram feilas
1,102 bracas de eslrada nova, lendo duas vallas la-
leraes com cinco palmos tle largura, dous grandes
ponlelbes sobre pegoes de pedra e cal, e aele boei-
ros lamben) de pedra e cal coberlos de lao*.
Foi necessario pralicar na exlcnsAo de 230 braca
no morro que all exile um corle de 20 palmo dj
altura.
Na eslrada velha, que sesue cm continnacAo, fi-
zerain *e diversos melboramenlos, abrindo-s vallas
laleraes, coustruindo-se hoeiros e sargeta*. fazen
do-se alerros, e uando-se,lhe o alinlieuienlo e lar-
gura convenienlcs, etc.
Iguaes mclhoramenlos *e lem feilo nos logares
denominadosS. ChrislovAo, Pcdregulho e Barro-
Vermclholeudo sido necessario corlar o roorre
deste ultimo nome, i fazerem-se ncllo nAo peque-
as excavaefies, bem como no do Pedregulho.
Esla estrada deve oflerecer, em toda a sua ex-
lcnsAo, fcil e seguro transito para luda a torta de
vehculo* em qualquer eslacAo, e ler, a cxcepcAc
nicamente do canutillo aberlo no morroMinix"
a largura de 60 palmo.
Por conta do crdito especial, aolorisado pela lei
n. 119 tic 28 de selembro de 181), e da aomhia of
erecida pelos accionistas do Banco Nacional, fez-
o calcameiitu da ra Dreila e de S. Pedro por pa-
rallclipipedqs. e eosaiou-se na dai Goarda-Velha
oulro cum pedra* ifregulares, mas por um svslema
mais apr-rfcieondo do que aquclle qua al agora se
pralicava,
Fez-se tambern cairamente por parallelipipe-
dos en luda exIensAo da ra da Lap, e esla em
consIrnacSo pelo mesmo syslcma em urna parte c
pela tle cubos franrezes em oulra poreflo, qoe da di-
la ra vai ler ao chafariz do cues da Gloria.
Desle chafariz em dimite, sendo mais larga a roa
coiilralou o governo o seu calcamento al a ponte
do Ca.-i,, pelo sv-tema aperfeicoado de Mac-Adam
no centro da ra, com o esparo' de O palatos de
largura,eos lados da inema ra pelo calcamento
ordinario, mas com pedra escolhida e ledo melhor
preparado.
Nivelnu-se loda essa na, e Iralou-aa' de) dar, por
meio de Ira vezes e conducios bem acabados, o con-
veniente Vgoto agua*, que descendo das ininla-
nhaa adjacenlct cnstumavam em certas qaadras do
anuo trnala lotraiKitavel em muilo* ponto*.
Foi ja contratada a coutinuacao da ra Dircla at
da Asseinhla pelo aystema tambern da paralle-
lipepedos.
Dentro em ponco lempo deve principiar a cons-
Irnccllo. ja contratadas, pelo mesmo svsteni.i ds
ras d'Ajuda, S. Jos, Assembla, Rosario, e
Sabio.
O, melhoramenlo resultante desle novo ayalema
de calcamcnlo, ja boje rodozido a quasi melada de
seu cusi primitivo cutre mis, he lAo conaideravcl
e por liil forma reconheciJo, que dispensa qualquer
observacao.
Cusa, em verda le, muito mai* caro do que o
calcainonto ordinario, mas se so levar em conla a
sua longa dur.ieflo, o a ohrigacao qoe o goVerno
lem imposto aus emprezarioade reponderem pelo
bom estado daaras feilas, mediante mdica rciri-
biiico pnr um przo corto, e a intenco em que
esl dej-las sempre em constante e continua con-
servacao. ha ce -e couvir qua he muilo mais eco-
nmico semellianle iyalemi.
Assim pois. nao liTKa de pteposito lembrar-vos
a couveniepcia de ewnsignarde no futuro orcamen-
loonlra somma igual de 200:0003 que ata bene-
ficio da commilidade. c direi mesmo da salubri-
dade publica desla grande capital, vos dignasles
conceder no anno de 1853.
Com mais este recurso o enverno ficar habilita-
do a tender osyilema de parallelipipedoa a ou-
lras roas das mai* frequentada, a levar avante o
plano d elTectua-lo peda ra do Conde da Cidade
f*va al encontrara eslrada de S. ChrialovAo.
Traase da construrcAu do nma estrada, qne da
ra de Silva Manuel deve ir^ler ao morro de Sania
Thercza, ondease ligar com oulro ramal qae ir sa-
bir aoacieg dGluria. '
Tem por fim eatn eslrada, cujo projeclo vos noli-
ioe meu- rclatorio do anuo passado, facilitar o
Iransltodesegeapara aquella morro j moilo habi-
tado a frequenlado. DifliculiUdes que em empre-
sas desta ordem quasi sempre apparecem, quando
menos se espera, da parte de um oulro propriclario,
lem-relardadn o andamento das obras,
Espero porm quaem potiro lempo serao aplai-
nadas, e que se conseguir mai* eale melhoramenlo.
O alto prero em que devem importar a obras de
orna nova estrada na erra do Tijura, segundo o pla-
ao e orcamenlo queme forflo apresenlado* pela com-
JiissAo de eogenheroi, no valor de rs. :117:005100
tei rom que por em quanlo nao tenha podido o go-
verno'cuidar da sua realitaeAo.
Entretanto cumpre reconlieccr que he um dos
grandes melboramenlos reclamados |ior esta capital
a favor de grande parle dos seu habitantes; e que,
feila a relcrida eslrada, e tornada propria para o
IraMltu de segas, lerAo no clima ameno e salobre
des montanha da Tijuca um abrigo contra os ardo-
res da eslacAo calmosa, c contra as enfernridadea
que nessa quadra co-lumAo appanecr.
Nao menos til, e lalvez mais urgente, he a ca-
nalfsaeAo do mangue da eidade-nova. E-la obra
j projeclada, j examinada e estallada, a de que
existe a plaa e orcamenlo, merece actualmente a
parlicular altencaodo governo, que espera contraa-
la- por forma que satisfar i son necessidade, e as re-
gras de bem entendida economa.
Esl para esle lim cm ajuste com o presidente da
companhia da illuminacAo a gaz, que, tnrio nella
mais iiniiic.li.no inleresse, esl na circumslancia*
da chegar a um aecurdo mais favoravelaos esfres pu-
blico* do que oulro qualquer.
Se for per der legislativo, apprcssar-se-ha o governo a sollicita-
la anda dentro da presente sessao.
Kizeram-se diversos reparos:
No edificio aja secretaria de estado dos negocio* ttp
imperio, e obras especiar na parle que foi desima-
nada para as rcpartires das Ierras publicas e da
inslruccAo primaria e secundaria;
No edificio do musen nacional;
Nos repartiuisnlna do convento de Sanio Anlonio,
para onde se passou o archivo publico ;
Na igreja do S. Jonquim ;
No Ihealro lyrico, cujo madeiramcnlo ameacava
ruina ;
No jar.lim botnico ;
No jardn) do passeio publico.
Para e servico de pagar incendios sostena n go-
verno urna companhia de bombeiro composla de SO
individuos. >
A saa organis.ic.lo he porem incompleta, e o ma-
terial que pos-iie, se bem que iillimamenle augmeii-
latlo, nflo he ainda sutucicntc para o salisfalorio
desempeuho to fim para que foi creada.
construreAo de um mercado na nova pra^a da Har-
mona, preferindo real iza-Ir por meio da empreza,
que offorecesse maiorea vanlagenrs, foi tal a idea
accolhkla pelo gnverna, e a meima cmara autorisa-
da a cnntrala-la com o ci la lio I.aaaro Jos li mcjl-
vel Jnior, que para esle lim cncorporou urna com-
panhia soba dennminacao emprc/a municipal,
ujeilando-se a condiedes no meu entender mu ven-
tajosa ao publico.
Esla obra, que nenlium encargo Irouxe ao cifre
municipal, deve ser concluida no prazo de 2 anuos.
Tem o seu emprezacio o usufructo della por SO
anuo, lidos osquaes pa*sar a ser proprieilado da
Illma. cmara, para a qual w> lomar mai uina filo-
te de renda.
Os estatutos, desta companhia j foram approxa-
do pelo governo.
Muila oulras obra importanles tem a Illma. c-
mara municipal na ni fe-lado desejosde levar a efei-
lo em beneficio desla capital, mas lem sido embara-
zada pela iii-iilicieniia de suas rendas, da certo mui
limitadas ern relacAo aos grande encargos que t
pesam sobre esla corpnrac,ao.
Resta informar-vos que nfio tem ida possivel el e-
gar o governo a um accordo com o proprielano-
dn parle do morro de Santo-Antonio, vendida pelos
religiosos franciscanos, miller lo. em eumprimento
do paragrapho 7. do arl. 11 da lei a. 319 ,|e H de
selembro de 1R~>'.i, intentar a dcsaproprlacao.
Foram pois remed lo para esle fim lodos os pa-
pis Concernenles a- esle objectj ao procurador tos
feitos da fazen 11 nacional para promover o respec-
tivo procesto, guardadas as formalidades da lei do
12 de julho de Is ">.
Entretanto conven) declarar-vos que j desda o
lempo do meu digno antecessor lluvia e cumaii>Ao
de engenheiros nAo sti e-dudado mas lamhem oreado
as obra necessaria para o de*moroaameillo, quer
desle morro, quer do do Cxlcllo; obra por sem
duvida gigantesca, mas qne, em meu entender, nflo
podem a.oslar o capilali-tas a punto de impedir a
orgamsacAo de urna companlua forte, que as leve a
elTeilo, certa como deve licar, a villa tos planos e
urcamentos, de que seu* resallados vautajosos nAo
podem ser uuvadosos.
Os beneficio* que de seinelhanle empreza devem
provir commodidade, elegancia e salubridade des-
la capital Ao inconleslaveis. o da um alcance iuci I-
culavel para o sea futuro engranderimelo.
Para mais facilitar a acquiscAo do sobredito mor-
ro de Siiito-Aiilonio. lem o governo, pelo crdito
concedido no arl. da lei que cima cilei. comprado
amiga velmente algn trrenos que lenhaui sido ja
divididos e divididos pelo* proprietario* a diversa*
pessoas.
Em virliulo das dispusieres dos artigo* i.cSda
tai do 2.*! de setemhro do anno passado que autorisou
a Illma. cmara municipal a encorporar urna com-
panhia com o fim de abrir c alargar, a sua do Cano,
lui pelo governo expedido o regulamcnto quelite
incumba fazer, eslabelecendo o modo pralico p-a
o comeen da edificarse, e o processo para a desi-
proprac,io, e indeinni-acao dos proprielarios.
Tendo o governo devolvido inema cmara as
estatuto*, que esla bavia formulado para a compa-
nhia. afim ,le fo-so organizados de conformidade com
o referido regiilamento, espera qne Ihe sejam apre-
'sentados para resolver sobre a sua approvacflo.
Obra da procincia.
Sob eslas ep-grapbes Comprehenderei, nin s ,i
obras geraes,que correm.pelomiuislerio a meu cargo
como tambern as provinciaes, qoe lem sido feitas a
cusa, ou com auxilio to Ihesouro nacional.
. Rio de Janriro.
Mandou o governo por a disposicAo do presidente
da provincia a quanlia de 20:0009 para o pagamer-
' lo da* obras, que liiiham feilo na importante estra-
da do Parahybona, nma das principae* vas decojri-
inuiucar.lo enlre cala provincia e a de Minas, o
pela qual tamhem se transportan) producios das*de
Geyai e Mallo-Grosso. *
Consigi'ou mais^i quanlia de 3:0003 para conli-
naacAo dos reparos da -'rada do Pic na parle,
em que allraveisa urna pequea porjAo do-territorio
da de S. Paulo; e finalmente a de 2:'lJO0S para cons-
Irurc.io de un.a segunda ponte no RibeirAodo Sal, s
devendo ser assenlada na divisa das duas referid..
provincias.
Mina Geratt.
NAo estando verifrodo qual o melhor rumo que
convira dar-a*n eslrada, que se projecla, paraos-
talielecer urna commanica^Ao regalar enlre esli
proviiici e a do Espirilo-Santo, foi pelo presidenle
da provincia incumbido a um engenheiro o trahalho
de teceder a obervacocs e eiame a e-le respeito
percorrende asfdiITcrenles picadas, queja linliam
sido aberlas para aquello fim.
No rclalorio, quo ,iprc*eutou, e que acharis ati-
nexo, declarou esse engenheiro que a linha, que la -
[larecia meistdnveniente era do Ouro Prclo a Cuy-
elhc, procorando a direccilo au recia ao Sacra-
mente Grande, e desde -qnelie poni, a encontrar
coma aova eslrada do Espirito Santo. No mesmo
relalorio se acham eipeudidas as razes, em que s;
funda a sua opiniao. ,
Descmpeuhoa lambentn dilo engenheiro, na mes-
ma occasiAo, o trahalho. recjmmendadu peloso-
grito o chamara ladrlo eao dito adminitrador olo
lando onlras vozes injuriosa-.
O adminislrador do couselho conheccu nesle
momento qual o amor qne o povo Ihe tinha, e asaim
vend desprezada sua auloridade, dosappanceu ham
como o* vereldnre*.
tr O povo vendo-se sem autoridades denlre si es-
cotheram quem os dirigisse. Daa come depulacoes
saluram daquellns masaa* em tumulto, ama e diri-
gi cidade pedmdo justica n aiiloridadll reipecliva,
dii, "i 3 hon""ls r'" ao Valle daeFornaa que
Gaml^T,*\i,eauas;'llm 'lel,enir i*)So.re
.am a de Albergara, que bavia sido resiliente
caVaZr.nf'0r),.Um d" Vma* prapejalarios o
^!ira,.'e'ta_v,IU P"" *.? vie.e lanzara pre-
7 ,,... .aa' a" 1"p elle cao annuia, aao lan-
o porque deiuaae de conhecer que o povo uecess-
ro.,'r.l' pro,eid" -a j,la prelenCAo, mas
porque nAo quera qUC o diu admini.lrador do coii-
selho, o* eu *eqna7fe. ou nTe*mo as autoridade* su-
periores jiilgasseo porum momento quo ellcde l-
gom modo indirecto livesse provocado o novo a-
quellesexreo*.
Na da segjmlc 27 de junho o saffgo elava de
algum modo reslabeleridu porque as autoridacej
odiadas pelo povo nAo appareceram.
inuvimenH. participando do. mesmos motivo se"
foram levaeMando, laes foram o* povos de Adiada
Ireleiras, Alaarva, Santo Anlonio. .Vordealinhe, e
PedreirA, o que fazia o numero de 7 fr'eauezia con-
tando com a desla villa, chegando o numero du su-
blevados a 800 homens, e sempre crescendo com oa
povo tle oulras freguezias, o qnaes noticia de tro-
pa que sahiam da cidade queruho defehdcr os seus
visinho*.
i, O adminislrador do canselho la nv eu escr,.
de-uioronamenlo, quer drijo oliciuu como Ihe convinha ao senhor gover-
uador civil. A* superiores auloridafles lizeram o
qae era de esperar. l
Immeiliatamenlc marchoii para eala -villa una
torca de IV) bayonetas cominainlada rielo Sr. major
Canto acompanliando-a o Sr. coronel fequeira rom-
mandante desla mili liviAo militar, a cgVjda de al-
gumAs cavalgaduras rarregadas de palvom;e bala. *
Haveria a lencAo de melralhar
nado quando nem urna espingarda e
iilii.ni cbanfalhis ferrugeoto apparecen ?
n Depois de nma marcha de Ires leguas /
forra alto na villa dsRibeira srajBalbj)l&
do Lio e-tropeados como se livessem fi,*"s*Ji
cha de i) leguas.
O Sr. coronel Sequeira que me pareceu
inem mu prudente re uiheceu que aaje3
Irar ne-la villa empregando a forca qof
ciirrena aqu muilo saugue ou seria duvdi
sudado,por isso que' elle olnervoua firmeza com qae
liara mais de 800 homens se Ihe aprescularam espe
ramio a liopa, u a coragem com que Ihe pedia
lhc defenile-se a sua justica ao p.sse. que pon
povo a seu- odios -c iu rcuundo de di8
povuados.
tt EnlAo mandou fazer alio a Irop e enlrou s.
( Fallou ao povo com boas maneiras, dine-lhe*
que iiiii, o vinha olfender, que iienhuqtjle seus ol-
dade o mallralaria, que s vinha iiiarajgTr ordem, o
soreg publico para que as auloridade*! fossem res-
peiladas ; que o poaro nao Unlia procedido bem' om
se levantar que Iba represenla-sem sobre suas pre-
lence porque elle ns protegera no que fosie jaalo,
que viessem fallar-lhc os que o dirigiara, que Ihe pe-
dia que so dispersas-e, que fossem lodos para suas
caa, que nAo se oppozessem a cidrada da tropa.
ti Com elfelU). do mesmo povo c homens do povo
foram redigir "a -ua represenlacAn, a qual pela ma-
neira com que esl escripia, segundo nos consta, lica
evidente que lodo esle alvorolo t foi o resultado de
um desespero popular.
(t Estes maioraes e dirigiram ao sublevados pe-
dindo que se dispersasseni e se rolirassem, porqae o
senhor general, diziam ellos, nos pronielleu qoe a
Iropa nenlium mal no* r, e que seremos allendi-
dos. Dispersaram-se com a maior obediencia e arn
papel com honras de represeulacAo foi entregue ao
Sr. coronel Sequeira pedindo novamente a demiasSo
do adminislrador do couselho e oulros vereadores.
A tropa enlrou cuma maior disciplina, talan-
do bem o povo'que em pequeos grupos ora*
va-se cm distancias como obseryaann) ae inuvimeii
desla.
u Deram-se vivas m Sr. coronel Sequeira,
aqui honve adgain triiimpho elle o lew
porque promelle que ao.povo -e faria
o Logo que assim soube-se i aefSai co-
mecarara as cousas a correr de oulro mblo. ad-
ministrador do couselho reslabelecido cm i
ridade camecou a querer abolelar os soldados em
diversa ca-as ordenando que os palroet oa saslen-
la-seni, ao que rile* respondiam :-4^| ncolhesse
e -ii-tealjsaequcm uschamou.
- PaisaarasaMepois os apldudos a cresa aeolelado* #
ios 2, 4, 7, lUes casas da individuo ente o dilo'
adiqinittrailormandoa prender, e em oulro su com
para enronlrar-se enm a ajjjMnas un referido pon
lo. As despeza, elTecia|Bi* e salisfeila* pelos co-
fres aerara com laes exam foram de 1:6009.
Foi posla dispisico do presidente da provincia
somma da, 10:000 para ser applicada s obras tlu
ponte do Rio Prelo na divisa com a do Kio do Janei-
ro, a qual ltimamente fui augmentada com oulra
igual, que, lendo sido consignada, mas nAo despen-
dida no ultimo exerejeio, fui reclamada pelo musan
presidente.
A companhia Unirlo e Industria (em pepsegudo
nos trabalhos da t-onstruccAo e reparos das estradas,
que fazem o ohjeclo da sua empreza. A do Pnrahy-'
auna acha-se ja em estado de ser transitada por
carros.
Tem-se feilo diversos servico de alerro, desater-
r*, etc., na eslrada enlre Barbacana, e a eslagao do
mesmo nome, fallando smenle o empedramenlo. ,
Na ininediacOes da eslacAo do Juiz de l'ora eslao
em andamento na Irahalhes tle relilicacAo. a fim de
evilar-se a montanha, por onde passa a eslrada ac-
tual em direccilo villa de Sanio Antonio do Para-
lybaiui, bem como na eslrada al a ponle du /.araba.
Tem-se comlrnido igiialmenle muila pontea, e
innlilhOes em dilTercnles localidades.
(Conllnmar-se-hn.)
DIARIO DE PTOAtU^
, OgJverno traa de prever esta necessidade pe-
lo ministerio da juslira, para cuja reparticlo lem de
passar esle si-ri ico.
O serviro da rrigaclo da cidade he faito, cuAo
com loda a perfeicao com que coslnma ser desem-
penhado em algumas da cidades da Europa, ao me-
nos com ni.ii- .lignina rcgularnlade do que anterior-
mente.
O fado he queja vai sendo rcalisado em mais lar-
ga escala, comparativamente com menor dispen-
dio.
A irrigarao da ras e dos arrabaldes mais prxi-
mo, e mais povuados ba hoja considerada por toda
aparte como um dos mais importanles meios h\-
gicnicos, e daquelles que mais de perto concurren!
para evitar o incommodo publico,
Enlre mis lem sido por vezes reclamado, quer pe-
la iir.pieii.M, quer pe., junta centra! tle nygiene
publica, quer pela Illma, cmara municipal.
loi por isso que altcndendo a que 08. recursos da
municipalidade nA> podan) alislo lamente compor-
tar mai o onus de scmelhanlc despeza, resolveu o
governo manda-la continuar pela inspeccAo geral
das obras publicas, a cujo cargo anda se acha.
Para facilitar esle svi;o, e torna-lo mai econ-
mico, mandou o inspector geral construir em diver-
sostlugarcs pilastras apropriadas, que fornecem a
agua necessaria.
No intuito lamhem de apeT.feicoa-ln, impoz o go-
verno nos emirato com os eptprezarios da conser-
varlo da* obra tle macadami-aincuip a obrigacAo
rcslricla de mandaren) vir da VAtop*miot*s espe-
ciaes de irrigacAo, que servil airi ta modelo para ou-
lra que aqui se poder.ni fazer.
Pelo que loca s obras feitas por ordem da Illma,
cmara municipal no decurso do ultimo anno, live-
ram o impulso compalivel cum o* seus recurso, e
merecem especial meucAo as sesuinle ;
ConslrucrAn de muralha* na praja da Harmona,
as praia* Formosa e do Ootafogn, e uo caminho do
Cosme Vel lio;
Abertura do quatro roa*, e alaroamento de ama
no dislriclo do Engciiho Vclho, ede ouira na ladei-
ra da Gloria ;
Henon ni amonio do morro da rna do Senado :
Rebaixamento da ra da CoiiciliacAo ;
Constriicelo tle urna ponto de cantara na freguc-
zia do Eugenio' Velho ;
Reparo ua ponle do Krancez cm Andarahy, na
do MaraciinA na ra de S.Francsco Xavier, do Al-
lerrado, o na do rio Uranco na Laga ;
Concerlo* as vallas das ras do Aliubc e da
Valla ;
Aterro* e calcamento de dilTcrcnle* mas, lendo-ae
feilo 10,00* bracas quadratlas de calcada, e S.ttfS
de empedramentu pelo svslema Mac-A*dam.
Ao zelo desla, corporacAo, e aos seus esforcos he
devido o notavel melhorainenlo que se observa em
quasi Inda a cklensan da rna do Engenho VeHio, e
de grande parle da eslrada do Andarahy Pequeo.
E-las estradas tornavam-e quasi inlransitavei*, e
as vezes perigusa* cm um ou nutro lugar, por occa-
siAo de grandes rhuv.i.
Iloje considero removido! estes inconvenientes
com as obras feila, furem'elTectiva e zelosamcnte
conservada*, condieflo esseneial ueales e em lodosos
trabalhos do mesmo genero.
He aqui o lugar pioprio para commiinicar-vo
que leudoj illma. cmara municipal projeclado a
lada el
me i ras
a obrigajejo de. anslenla-lo, sendo a brea aquarie-
enaiajjaa casa que aqui serva de escola de pri-
as solaras.
E baxMBdo nessas prises a notavel circamstan-
ca de aue os primeiro presos So pessoas qoe cor-
ran) letiaios com o dilo administrador por causa de
fuLalraicoado, e o homens
aeanaajUiidem.qaie islo foi
quo e ex ao Sr. cnnmmdnnlQ tteata
subdivi'Ao (que no deixou a lodos peiihnratio pe-
as suas maneiras c que eslas prisoes ainda qae re-
cahissem em pessoas do sublevado, s deviam ser
feilas depois da devasta berta pclojniz da comar-
ca mais prxima, mas nunca pelo admrnjstradei do
cor.selho.
A maior par^ da forca j se auscnlou detta vil-
la bem como o Sr. coronel Sequeira.depoi do i w'e-
go se adiar completameota resiabelecidn, rieeome-
jando os pavos no* seus trabadlos, porm Acanita*
aqu una forca afim de que o socego publico nAo
seja nuvmento alterado. Mas, Sr.' redactores, di.
ajo eu, e comigo dizem mais pessoas que aiod.-i que
cessaram eslas cousas, para nos he agora rae come-
ta o maior perigo.
ti Quem nodo calcular o; excessos o desacatos dos
povos desesperados e amotinados'.'.
a Elles boje veem lilho* arrancados dn sajo da
suas familias para as c.adeias, maridos seprateos tle
suas mufliere-, seus bens ao abaBlono, seas lilhos
sem lerem que comer!
ii Quando o desgjaea lo povo faz revo1uvoes en-
cominendadapara os partidos, louvam o novo, o
dizeni-lhe qae he povo soberano, quando porm o
povo se levanta para advogar sua xausa. caslgam-
no porque lie povo criminoso.
Como nAo querem, Srs. rednelores, qire esle*
povos se lembrem com saudade do passado, quando
nos lodae ros recordamo que aqui tivcicns um ho-
mein deei, um juiz tle fora, quo dirigia os negocios
da cansan e defenda a eoseajaistira ? Hoje homens
leaos apoiados em partida ^pprezando o povos
sti o procuran) nessaa MM urigern da
toda as discordias dos hotjsen
A noticias da iiespauha alcancam a 10 do passa-
do. O chnle fazia a>j/aa)jaHJ^H|a>rovinciu.
Os operarios tle Bfl ^^Bindasu-
blevados, tendo ja neanaajl ridatles que os go-
veriiem,*ciilrelanto a suataji nal conservava-
se estranha ao noriaieB-nflaarljaV >ommis-Ao por
elles eseolhida havia-se apresenlado o djique da
Victoria, presidente do ccnsetsaYmas, egundo pu-
blica o lion, cle se Ihesreaslrah mui grave o cir-
cuiiispecto, declarando qua de nenlium modo lro-
represen-
iro passo
auloridaile
aasassinios
Pelo vapor Paran chegado honlem de Lisboa,re-
cebemos a carias de nossos correspondemos daquel-
la corle, Iraascripta em oulro lugar desle Diario,
k tambern varias gazelas que alcancam a 15 do mez
p. passado, dous da smente posteriores que
Irouxe o Great Wetlem que na quarla-fera
loe,ira.
O tnico faci extraordinario de que nos trou-
xe noticia o vapor inglez e que adiamos esposto na
Aafiiodctt do passado, he um alvorolo que tele
lugar na villa do Norte, ilha de San Miguel,.o qual,
a nAo ser a prudencia do ollicial encarregada de re-
primi-lo, poderia ter cu-lodo mudas vidas.
Um correspondente da folln iicinni mineada, de-
pois de fazer^arias considera;e sobre a furmacAn
da mpxtjretplidadc daquella villa e tambern sobre a
[lessoa do sea actual adminislrador, u qual diz que
he fallo de esludos, porm ,de muila esptrleza, con-
11 mi i a expor o alvoruliinea termos seguinle*:
t< Ullimamenlc achaiiaa c esla cmara com ama
crande divida, e querendo moslrar-se maiszelosa
que a transada, procuren crear onlras fonles de re-
corta, eslabelecendo novas finias, sem Hender a po-
breza desle couselho, idea esla, que Ingu que emis-
in foi mal reeebidaa pelos povos; pois a razo no-
tavel Ibes ensiif.va que se a divida da cmara era
I inveniente da sua m adminisIracAo, demandas-
sem os*seus dcvetlures;, e se era o resudado de ou-
lras causas, pagassein os causadores, mas nunca o
povo.
a O adminislrador do con-ellia juIgando-.se com
f irea para compcllir este poxos uaShedccefcm~a?
i iiif lintas.disse aos camaristas (segundo he opini.lo
geral) que as poblieasaem por edil,es, e al alguns
accresccntam que foi elle quem as aconsclbou c re-
di gi ii.
u Foram allixados o* editaos rom as novas finias
na afericAo tle moiulios, mis animara criados no-
mallbs pblicos, e arremalacAo dciles; nos Idilio
nas gallinhas que sahinsem a ra, e em oulros muf-
lo o I necio-. Em cada inoinhu a finia de 3QG00, cali
cibeca de gado 2$, e sendo cam cria Itj; mas o qu
desesperou e excilou na o pnvo fui ver em prara
una grande porcAo de mallos pertenccnlcsao* s-
nborios dos terreno daj fresoezias desde a Adiada
al a Pedreira, que Ihes perlanccm pelos titulo* das
lias confronlacOes com as ditas ierras, sendo alem
disa-o aquelles mallo um logradoiiru publico para
Indos e particularmente para a muila pobreca da-
q lidias Iregiiena-.
a He-atlendid i as suppticas deste povo espers-
ram a resolucAo tloconselbo do di-lriclu; porm de-
mora'ndo-se esla, a cmara e o administrador do
couselho Iralaram de verificar as .lilas arrematacoes
nos das 2ti e 27 de junbo p. passado.
tt O\povo de novo pede que licas-em suspensa!
esta airciualacoe-, ale que chegasse o resudado de
na represen!,icio ailuiillida a auloridatle superior
do dislriclo. NAo foram ouvidos. Manda o ad-
iiiinis|ra\lor do conseibo que o escrivAo da cmara
e o ofllra.l.procedessem a*,arremala5es. O'povo
comeca a reiif ir-se, o'susSurro aiigmenla c exigem
do escrivAo 5" orncial que nAo fizessein tac* arre-
malarOes. Mas ,'n Bach sem rauda duba dado o
leu firmen, devia. cuinprir-sr. A arrematarlo ia
omeenr.1
i, Era o dia :>l'-, das II pira as Id hora da manhAa: L'm viajante, que araba de chegar conta
trandes massaa fHe povo, para mais de 400 liomens | zar de ler presenciado militas cenas vio
slgiria o governo, nem thxria ouvid
tanles de gante amulinadn ; queo'
que deveriiim dar era sdkmeltei
constiluida, enlregaudtf o* ao
commetlido.
O coinmissiM-ios dirigiram-se dar ni' ao ministro
do reino, que os recebcu com igual gravidade.
Os cili(as procuraram a prev i lar o movimento
dos operarios, para o qqe varias prodaraacOer lem
sido por elles publicadas prometiendo premio e paga
aos que se forem reunir as partida que se acham
em campo, felizmente, porm, estes meios nAo tem
produzido netrlium resallada.
O governo linha decitsido emprear l'ten arma-
da par reslabelejaiy ordem aliethda em Barcello-
na e pafa enen\m]!^^-'",i para-i marcha-
do de dillerenles parle,"aalaj|r*,S>_c-i>ilal, cu-
ja guanicAu Acara assim rcdiilia a eiTbalaibr.es e
dous resimenlos, sendo drslea om d arlilharia o
outro de cavallaria. a.
Seaundo o Tribuno na/dia, 7 pela '.(horas da
larde Barcellona eslava tranquilla, leudo recobrado
quasi inteiramenie o seo aspecto habitual, entre-
tanto urna carta de Madrid datada do dia 9 diz que
uo dia 6 tarde anida reinave l a desorden).
Eis aqoi como se exprima esta carta que encon-
tramos na Aifito de li do passado.
As noticias viudas llioje* de Barcellona s"n muito
grave. O (governo vio-se na precisAo de publfcar
una parle telegrapbica dn dia 7 cujo conleqdo he
assuslador. No dia 3 linha lahido daquella cidade
ama commissAo do juntamiento, da depatarao pro-
vincial e dos representante do operarios, pira ex-
por ao governo o etado da* cousa no principado o
para pracnrareln chefear a um convenio no conJlicio
pendente.
Os operarfos ficav4am abandonado, porem tran-
quillos.
O capilao general tinha-sa rclirado com a* trepas
ucidadella, em comludo serem interrompidas as
commonicaces com a povoarAo. #
Sabe-se por despacho do cnsul de Perpignan r.
cebido no dia 7, i 1 hora c meia da Urde, qae no
dia6de larde linha peioradoa siluacAoemBarcelInua
Os recelos foram maiores do que nos dia, anlerin"
res, por causa de se tt-r desronfiado de iulencdes si
lustras nos grupas, que se formavam nas Ala, e '
jo numero era respeilavel, pela niullidao, que lio"
concorrtdo das povoaco.-s immediaiasTl
Em consequencia djslo publicou-acunbando
dando sabir uu esparo de duas bras lodos c
mo livessem modo tle vida na cidade.
ende se regiilava para apregoar, e deixam-o bem
nallratado. Uorrem as portas .la aecretaria pelo
escrivAo aa ler fechado, |iedindn cam audacia urna
os|iincarda fa.Wiilia delronle para dejfechar sotire
n pnvo. o qual otaviiido ilo qaibre a* perlas, inva-
de* casa, e no terimeiro impelo qnebra oslinleiro
roriir.nido ai rJovas posturas.
tt O secrelar/o a escrivAo rjjpcipilam se de urna
i 'arando arhar/do ainda no fanu popular um homem j essusladore que ceulani. r
: eneroso dos/revollosos que o piwlege na fura. Cor- prxima a rehollar a lampe
le em sea r
(ouselhn J
abarla
nitesla a/a adminislrador-do eonselho correu para
elle, lenjpo de fuglr para escapar; o povo em a I los
ccorro um iiuiAo do administrador do
ni Flix Machado com urna navalha
o pnvo ; mas esle pelo odio que ma-
alerrailoras como na -ituac.io actual.
O governo enva tropas de varios di-
pililo general, ruja demiss u nAo qi
Ja chegaram turcas de Geuna. o
de Madrid.
No sahhado onircbou um regime
he provavel que a eslas horaa liv
a forrada guarnirao a nAo o'
Honlem a noile marcho
jonel Zaniva, oflicial do
despachos para o eapil
leva, segundo parece, i
deque da Victoria en
/
I
x
i


4.
i
:
DIARIO' DE PMMBUCO SUIDO k DE IGSTO OE 1155
-,..
. i
os amotina.lores Icrem misturado o seu nome com
as sceues vilenlas, que promovern): Pois a ios-
cripc,ile das bandeira era:
Viva Espartero!
sAssociaoo oii morle!
Pite* trahalho !
Parece qoe o gnverno est resolvk'o a nilo acctder
as eiigencias dos operario, rclalivaraenle ao direi-
lo de associacao. '
fp da covcrnacSn derlarou na sessiio de
ahitado Me'o governo eslava decidido a n.lo ceder sordos c
no ponto relativo a libt-rdadc do Ir.ihallio mire o fa-
bricante*'o* operario!, romo esta estnbelecido por
Om bando ilo capillo general la Cali.lunha.
duziria mais rpido efleito, e por essa forma conse- ,
guiram ilkquiar o bondadoso corarlo do Exm. Sr.:
presidente, lembrando ante sua respeilavel pessoa,
o nome de quem '.' l)o um misero desterrado, por
vontade de*. M. I.,deignadamente para Iba de
Fernando, donde niio pode ser rctiri-du para outro
lugar sem decisAo do inesmo augusto senlior, que
llie nao decrelou a ilha Rata para cumprimento de
seu desterro; lugar aquelle que serve ,| correcro
aos de pewhM cobomI. A calumnia sempro em
sordos e relwe eeratlos chega primciro> a rerdade
cocha nos magros cliega larde, porcm radia como
u astro do dia no centro da rolarao do unu/er- >!....
Soflre um miseravel as mais horrtVtia privaces, e
Corra o boato de que subira psra sulTocar a i ti- I Indo quanlo possuia como seus gneros, plnnlar;cs
surreic,3o dea operario- Espartero ou U'-Donuell. I'a- j de feijes, millio, mandioca, creaees de sallinhas, a
\
I
rece porem que os eua proprios reccios, ou os ile
qnem com etles te/n inliuenria, nao lhes permillirn
separiremsc, para ir um de-lies por-se frente das
tropas.
Na madrugada do dia 4, diz nm peridico de B.tr-
etllona, ppreceiam as esqviuas d? alumnos roas
pasquius acoheriados com a segunde inscripcan :
Viva o re '. Viva a relmiau '. foram arrancados pe-
Iwnnrionaes.
Em Reus e as mais povo.-ices de Terragona nao
foi ecun.ludo o inovimenlo dos operarios.
A Ga;ela de boje cunlirma a derrota .laJarC/10 de
Mar/al, a diz qne Uvera lugar no dii TO <>r, e
que relia, 'dem dos que se viram obrgados* entrar
em l'ranca,*in"reu a perda de 10molise 10 feridos.
Accrrsceiiln-sc e|uc foi atrancada pe milicianos ao
pede Boadella e de lasEscoellas.
Parece-mc porem que este encontr nao lera sran-
de importancia. Nilo e alio quantos liomens conta a
A pa'rticipac.ao do consulte Perpicuan diz 200. em
quanlo que outro despacho do prefcilo Trancez diz
qu* eram .V os que enlr.iram.
Mi r sal voio di-.farca.lo em carreiro.
Doi outros paizes penas Iranscreveremosdo ,/or-
nnlio Cummercio de Lisboa as segundes particula-
ridades relativas Tums, Egyplo o (Juna.
Segando parece o novo bey de I uns, pouco depos-
de subir ao IhroBo, aboli os monopolios e os im-
posto* demasiado onerosos para o novo, moslrs-se
resolvido o noo he> a prob-uer a nuririillura. e a
olhar pelai administrarlo publica, lio abaldonada
nos all!** ijjius do sen predecessoc. '
K O |B*-rei do Egvpto tambera se oceupa de me-
Ihi.ref a Inacao do seu pait. Diz um jornal que
apea''da immenSa gordura de-V.i.1 Pacha pomos
bomeus hatera mais activos lo que elle. Allende a
ludo, ir ludo se oceupa ; osen goveruo ollia pela
edmiiistrac,lo. pela agricultura, Iralialbos pblicos,
etc., tollo que por em quanlo baja nlsuma precipi-
lacA" nasuas reformas cooi o lempo lie ile esperar
qoe adquirindo mais madnreza possam el!, s tomar
consistencia pela boa dreccio que Ibes ha de dar.
dos louvain o governo de aid Hacha, e dizem que
nanea o EgyDto fui governa.lo por um vice-rci mais
humano ecom melhores inleucfs.
fitina.Cbctou a Marielha no dia23e paquete
da. india e China.
s insuroMtes chins (ratavam de verso vencem
la Unte a cmade de Canto.
Chamaran! em sen auxilio um gra ule numero de
as para bloquear os rustridos un 'o se cnllieu ar-
rax.'e de onde at agora os habitantes do Canillo se
leem abastecido. Mais de duzentos juncos rarrega-
dos com arroz estilo encerra los n'um porto chamado
Suetoong.
O boato da mnrle do imperadorlen-fung corre
geralmente, roas carece de confrma^do.
D Niinki nao ha noticias, segundos imperia-
listas, os insurgentes no norte do imperio vilo mal.
No sul'os belliger,mies combatem com varia for-
tuna.
\\ eichor, grandecidade dodislriclo dcKwantnng,
'/ni lomada pelos insurgentes no iV.a -2:1 ile abril.
Por outro lado us imperialistas leem ganho muilas
batalhas ; mais de cmcoenla na\ios cabiram em seu
poder, bem como 1:000 prisioneiros qoe forem de-
gulados.
fjtpor Paran perlencc u cempainha bra-
de paquetes de vapor, c h um vaso de
KMo e boa marcha. Tem de com-
primento 190 pes iiiglejM, de bacca -JS pes e urna
1 p* o ti polcsa la-, -i:a lolacao
Ha* iTR'rja nominal de ->\0 ca-
I dimetro das roda-:>: pese H pole-
telindros ">."i ililas ; 1(1 niilhas be a sua
Mrclia legular. \s 2,eobrlas abrangem IW cama-
rotes para passagoiroaMipsivo 1 em separado com
om pequeo alio para Suboraa, havendoalem dj-
anos do commandanle. immediata e mais empre-
fados.
cevados, licou entresue a milo do abandono c da
dcstruiriio alo que aquello desgracado lique redu-
jid,o a mendicKlade do pao e da nudez!!! Daniel,
esta na ilha Rata sem motivo algum, e ninguem
meihor o pode Batial nfllrmar da que o respectivo
roinmandanle do pre.idio. cuja honra e probida le
pao destoao mercado do barato.Prosigo na expo-
-u;ioila verdade, edirei que llmiol ji fura do re-
cnil* do presidio, presencie! emuil gente comiso
viram, a escandalosa embriaguez de mullos soldadas,
que em un so dia compraran! em agurdente a ela-
pe do enrrenla>aie/. de jnlbo a 2>00 a garrafa de i
nuIros cnicaimias de cutio de 800 ra. a *, lencos'
de 38 a duii.1 a 19300 cada um, carne aer nes-i-'
na a WO a libra, assucar mascavadoa I0920 arro- Companhi.
bo^T^SU1I,,Cm0',!el:!'l0-l>0rJaeS reS,,M,!H Hi,e '""OMl ExhlafOo, vindo do" Araralv,
ber. a do muito conceiluadn St. Manuel Thomaz dos consignado a Manoel Jos da Silva Comes, maBifes-
aanios, paruilano nosla provincia de alia cousidu- tnu o seguinte :
I dita relogos,'2embrulhos amostras ; a Fox Bro-
niers.
1 emhrulho relogios ; a James rlald.ix.
1 caita relogios ; a G. (i. Germann.
t caitas amostras a I.. I.econte Feron & Com-
panhia.
1 caija amostras ; a Clinpron & Herirn '.
i dita ditas ; a Luiz Amonio de Siqucira.
2 ditas ; a Demesse Leclerc i\- C.
I emhrulho ; a Manoel Figueiri de Faria.
1 dito amos'.ras ; a II. Cihvm.
' I dilo ditas, I cana lencos de seda a J. Kellcr
iV: Companhia.
I caixa livTos, I embrulho envclopes; a N. O. Bie-
her & C.
1 embrulho mappas ; a C. J. Povndeslon.
2 embrulhos amostras ; a J. Crablree iS; Com-
panhia.
_' caixas bichas ; a J. Tcetemexer.
1 embrulho a'moalraa a I. Patera C.
I dilo ditas; a Barroca \- Cattroi
I dito ditas ; a Patn Nash (.V C.
1 cana drogas ; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
I dita impressos ; a Arhwerght.
1 dita ditos ; a A. M.C. Soares.
.1 harria vinho ; a II. M. Cnuuel.
\ caita jolas; a Moreira ^ 1J i irle.
I emhrulho diarios ; a Uaanc Voole i\- C.
I mastru para binleira; a Adamsuii llowie &
rac,Ao.... Eis os melhoramentos que os inseparaveis
habiiaues de Femando lem ohli.lo dessea hoinens
conscieuciososl! O nome de llaniel nenia capital
dormia no alixsmo do esqucciinenlo e apenas amo-
jou como outros sua quitanda para viver, eis lem-
brado aquelle que s ronhece os que alli vilo. He
muila fraquez.a, he muila miseria armar-so contra
um liomem inerme e inolfensivn!!! Porcm Dos
13 inoihos esleirs, 75 molhoscouros ; a l.uiz Bor-
ge Cerqueira.
I caixa cale.idu, -> embriilbos carne ; a Jos Joa-
qoim Dias Ptrcira.
28 caitas cera de carnauba em velas ; a Antonia)
Joaquim de Souza Ribeiro.
ti caitas cera da carnauba,em velas, ll'J molhos
courinhos de cabra. 1pacole pennasde ema, I pa-
consente e nflo para sempre. O apuro do Otilio, I cote cera amarelja, 4i saceos cera de carnauba a
imnop lll.ns resnellrw:lo cur.ni, a., h.xnana tin n..n ...-.i__ *
impe mais respeilowios cora^oes dos homens do que
o proorio tmulo. Checou o lempo que devia se
considerar criminoso o hornero activo, que ^procura
o intermedio de um pequeo giro de vida, para so-
breyiver ao seu tormente, distrahido pelo mesmo
trauco desuaagencia. O Sr. capilau Accioli, ofli-
cial do conceilo podo atlestar, o aoeio a lifnpeza em
queachou os'soldailos quamlo recebe' do honrado
Sr. Queiroz a transininao do commando do destaca-
mento, nico eavallo de balalha porque esto roin-
prava volunlarhirne'nle a Daniel ; b cerlo he. |que u
Sr. capitn despertado com o escndalo da caresta
dos seeros do Sr. Manoel Thomaz, fjrmou o desta-
camento c temou dos -obla los io las as camisas de
191100, e em pessoa foi entregar ao vendedor Di-
zem mais que i este respeito pe.lira providencias ao
commandanle do presidio, alim de oblerem os sol-
dados inclhoramento no seu passadio.A guerra
commercial he louvavei. quan>lo esla nio desee a
ollensas pessoacs, ms sim adinissivel com a modi-
licacao dos preeos nos seeros de meiiior quali.lade
Esperamos do sabio e humano administrador dcsla
provincia, de informar-se de peaioai desapaixonadas
desinteressadas, quid a verdadeira conducta do infe-
liz Daniel que li,i,io longo lempo viveem Fernando
sem ler solfrido duplicado solVriinenlo em sua sorlc
eternamente aggravada. O inaiorcrime dessa vic-
tima he agradar com fidelidadeaoscommandanles do
presidio ; e com minio arerlo .leve o fazer, pois que
sua trisle pa-ic.in assim o requer.Temos toda con-
fianca que S. Etc. hde altendcr a aqu-'lle infeliz,
dciiaudo-o procurar os meios de sua vida.
Eis a linguagem da ver Jada ilo seu obrUadissimn.
Qnem eumpfio vina scnlenca.-
PIBLICVIAO A PEDIDO.
Coiisla-aos que acaba de ser lirailo fc funjo do
mar |iela capitana do porto o velho raK d navio
>ra, que pericnceu a e-la pracai, e acl|a-
va-se meraulbado ba 20 annot, obstruindu.aajla boa
parlo do porlo, com prejuizo doa aiicoraaUros de
descarga e de cabotagem.
Ri'uuiram-se hontem a lar.le. no atao do tliealro
de Santa Isabel, os accioni-la- do urr.a nova empre-
za, PilBas Mjtl lO'ls. Daridis-aiF
sando-SBl Boincajjo da respectiva i'ireceaj perma
nenie, asnim como da commi is para ft primrira os Srs. Dr. J. J. de Storac-
Sarniento, iieorgePatclilel.l.. dr M. (orne Ferrcira,
uio l.uiz .los Santos e l>r. C. h. Cmedes. Ale-
la para a secunda os Sis. Des. J. B. GalvAo
do. A. di C. e Fijueirado c I.. I'ilippe de
Tl.eao.
ordem.
CONSULADO GE KA I,.
Heinlimento do dia 1 a .....
dem do .lia 3......
3:W039j
755888
:-22(i-2S:t
IMV
Rendimenlo. do i 1 a 2..... 2IO?jo:
dem do di 3....... .V!">202
VERSAS PHOVINC1AS.
Ib Mi a 2.....
STS|7^S
Exporta cao'.
I'arabiha, ltale hrasileiro Flor do Brasil, de 28
toneladas, eauduzo o seguinte : '200 voluntes g-
neros cslrangeiros c naciouaes. 7> caitas charutos, 1
saceos caf, 4 dilos arroz, .Y> duzias de cocos do
pao. I c.nx.lo \ ioias.
Babia, hiatc hrasileiro aAmeliao. de (i'. toneladas.
cninliizioaTsesuiite : 80vulumes gneros eslran-
geiros, :!S barris, i quartolas c 21 pipas azeite de
mamona. saceos cera de rarnauha. HJp alqueires
de gal, 48 caitas velas de carnauba, 100 molhos de
pallia de carnauba,'! moenda de ferro. ,
KECEBEDOKIA DE RENDAS JNTERNAS CE-
RA ES DE PERNAMBUCO.
Itendimenlo do dia 1 a 2. 2:2275262
dem do dia 3.......1:G79-0.>0
ra*, i quej se arham sujeilos. O regulamento po-
licial disignar os casos de etccpflo.
Arl. 13. as un.....qiieenconlrarem oS.S. Via-
tico, levado a alstnn enfermo, ou em procissao, nao
passarfo os carros adiante, nem cnlro o prestito ;
deveudo inime lial.-iiienle parar para que se aperm
os passageiros c bolieiros. conlciido estes os animaes
pelos lrolos, durante a devida reverencia.
Arl. 14, A nenhom carro, sege, mnibus, rabrio-
Ipt. e outros seinelliantcs. jumis ser licito transitar
de qualquer nianeir.i que seja por ajsuma ra da |
ridadena tbiiiila-fcira Santa, o na Setta-feira di
Paito.
Arl. 1."). Ncnhum carro poder entrar pela ra
da Cadeia do Recite, c somenle por ella sabir, de
sorlo que jamis se encnnlremdnis -arros na mes-
ma ra, viudo um, e seguiiido nutro. Os carros que
parlirem ds fresuezias Ba riilade para o Recite, *e-
guirdo pela ruado Caes d'Apollo.
Arl., Ifi. Nenhun carro ou mnibus ser potado
se nilo por parelhas certas e calas de dous a dous
aiiimaes.
Arl. 17. A infracees presentes posturas serlo poninas rom a multa de
dez mil reis, o tres dias le prisio. Se o infractor for
cscravo, solfrer a mesma pena de prisio e o seu se-
nlior pasar a mulla.
Arl. (8. Em geralas inultas serAo NnlafailMpelos
donos dos carros. Rges, mnibus ele.
Palo da Cmara municipal do "erife em sessilo de
18 le jolln de 1.'>"). Barflo de Capibaribc, presi-
dente.Jos Maria Freir tiameiro.Rodolpbo Jo.lo
11 ii.ila de Almeida. Francisco Mamede de Almei-
L'ta.Autonio Jos de Oliveira.Gustavo Jos do
llego.
Approvo provisoriamente. Palacio da governo
de Pernamhuco 24 le julho de (855.Figueiretlo.
Conferme.Antonio fjeil e l'lnho.
No dia 8 do corrente continoam a e-lar em
pr.ica no puco da enmara municipal dcsla ciilade, as
obras de canos de alvenaria j annunriadas : um na
ra Formosa, oulro na do Corredor do Bispo, outro
na rua da Esperauca, e o quarl na estrada dos Af-
ilelos, o 1- oreado em 28I980 ; o-J- em 30-3 ; O
.'! em 4:tt9l(K); o 4- em 4865. Os pretendenlcs
podem comparecer na secretaria da cmara para melhores
consullarein os respectivos orsameules, ficando na
iiilclligeiicia de qne para arrewitareinSis obras de-
verAo dar Dadores.
Paco (Ja cmara municipal d lenle |- de agosto
do I8.H.llariii de Capibaribe, presidente.Ma-
noel Ferrcira .tecioti, secretario.
O lllm Sr. inspector da Ihesourarii provin-
cial, em cumprimento da resoluto da unta da fa-
zeuda, manda fazer publico, pie as nrremalacoos
das obras do 14* lanco' da estrada do snl e concerlos
da ponte da villa do fguarass foram transferidos
para o dia 0 docorrenlc.
K paraeonsrtr se mandou aflhai o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesonraria provincial de Pernam-
buco 3 de agosto de 18">."i.-O secretario,
.1. F. d'.innunciaeo.
DECLARADO ES
9 6:90IJ3I2
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcntododia 1 a 2..... 3:fiiDi6l(i
dem do da 3....... 80IJ584
V
q
Smhorct redaiHore*. A peonada venlaile-nflB
pode colorir o qoadro da inlcrna slosria denotada
em lodo os semillantes dis habilanles de Fernando
quaiido viram pizar na plagas do presilio o ene-
ranslo'C Rvm. Sr. padre Manoel Thomai da Silva
lo irMf *''" por seos benemritos patricios e ami-
go. IB corma > temo e mavinso e-ti grvalo m-
laces de 13o respeilavel patoc. que por sem duvida
ha ie imitara capellana de scicaiiims do humano
padre Jo;io Tavares de Mello : na priBlera cele-
liraciloa29 dejunho lindo,molvoo naocaborem snas
ovelhas no pavimento da malr.z. Depoii do
evngellio sua voz retumhon no re-inlo da caTpeltn,
chamando todos ao gremio da fralernilade e da
obediencia ; sem que em son recitaran. appsrce<*e
amplilieacoes de eslylos rbeloricos, mas 19 > smente
a linguagem qoncia da verd ule. Seu coraeo he
tal,gue nRocessi de sentir nao ter com lempo pre-
cisse despedido de kamigos: uis prota ndu-
iiit-ivel da mais ublfl Haao-
l'ni2dejulboaJj^Br *
Oi'ernamlUia.
N, I! lias oveltias i< doulrina
ebristaa todos os s |*d. etc.
Respondendo ao l fc.db Sr. Antonio Luiz Gon-
ralet For mWO.Liberi.l l'ernambucano
de 11) il i los nao liveSte leinbrnnca i.e provocar pleito
judicial a respeilu da demarcaran lio engenlio (".acu
o Atlian^a, qonnda raandei correr nina linha divi-
soria para ociearcaf as Ierras do engenlio Gaipio, de
roiiformidail can os meas tililos, e os da*s (erras
da Aldeia de Nttsa Senhora da lisca.fn.
:!.' Que-daJ Haroliisto, como sempre rerlamei,
coiilrc a ^^H ^Brenn em que cstsiluadn ocu-
geiibo Cacn, "i Allimica, emquanto nao for de-
marcado legnlmenlc' de conformiilade com os tit-
late dos referais engeahos.
). Quenao precisa mandar o.ivir, m;m rilar ao
Sr. Autonio Luiz Goafalvta Ferrcira, quando man-
, dei proceder a di renesao da ludia divisoria das
igenbo (iaip'o com as da aldeia de Nossa
vi-lo qoe de r.onfonnidade com
los di sesmi.ria, a linha divisoria do en-
Bracos em que estajdilimido oengeiibo
/
cxf~*\
n(o (lila le^ua nSoiex-
H
_
*_ Finalmente.' o Sr. Antonio Luiz Gon-
ealvaa Ferreira, pav ,n a maior brevidade possi-
vnl.a' vista ilos eJJd^ulos quennura apparerc-
r*m.) roinbnadoacnm os dh enzenho llapi, para
vir ou man lar assistir a abertura das bubas riivisu-
riasdos supra mencionadosengenhos, onde provarei
o expendido.JoaB^Iftta'a Cmara Itmenlel.
(la ah qnem clame por nao ter o governo man-
dada fazer lodos os reparos da eslra la de Joo de
llarro, entretanto que est e empedrando a estrada
de Apipucos : nada mais injusto.
A estrada de Joio duBarros I ir municipal, e como
tal compele cmara faier seu i reparos, avista do
8 do arl. 6(ida lei do t de oulubro de 1828.
Quanlo porem a de Apipscos, tem ella sido con-
siderada como provincial ; e tanto assim que a lei
provincial n. 346 no arl. 15 eonsignou quantia para
seo melhoramento, e mandn eslabele-er uma bar-
leira na ponte do Manguinho, oo un logar mais
cnnvenienle : srrilo pois afinal o, viladaiitrs desta
estrada os qnp viran a carresar -om a despeza, en-
tretanto que os da de Joao cerlaiuente pagar pedagiu.
1 ai
r*. redactores Fui a Fernando, e aqui me
amo de talla. A mais injusta e clamorosa peiso-
Bnicao faMm all a um homeui de-gracado, por ter
uma quitanda de vveres do prjmcirV necessi.lade.
na qual havia grande cni.-iirrencia de compradores.
levido as manearas com que o genio Tranco bem co-
idieeido do massacrado Daniel, jranseava a aleic.io
dosconcurreules ; esse meio Inneslo da vida de um
I lame m desterrado, ficou sepnlliidn na rasa cm que
morava aquelle infeliz ha 13 annos.sein que suacon-
ducla lenha dado causas aos ccmnian lantes para o
carrljir ; qua,ndo ah' he verd.'ideiro em leus Halo-,
palavra e amicissimo de agradi r n loilc.
Sioesses encarnizados perseguidoresoaSr. Manoel
Themai dos Santos, sen irmao Canuto, e ollim.pmi'n-
t o bem conhecido Sr. Inuocoucio Javier Vianna ;
os dous primeiros quando ehfgaran naquelle de-
grealo foram ntimos da virlini- qne boje odiam ; e
a ultimo com elle negoeioo por muilas vezes, e mn-
(aamenlaae uSvam; porm a desmarcada ambcao
deqiramileUanTasta mundo de ineu Dos, para
ir a iMtHtatSo degradado, alioci.la-los. con-
raberam latornamenie nm raneor cintra Daniel pea
la< raje espondida., e premediladinenle esluda-
vaaa o) meios da ving-ioea qne deviira (irar ; con-
cartaram qoe acalumnia em form de queitas pro-
O abaito assignailo, deparando rom seu nome
no ii. I'iO deste jornal ,2 do mee corrente) entre os
devedores da casaVmva ("osta A; Filhos como
tambem devedor a dita rasa da quantia de 1:1899130,
segundo a piibl?ac.lo do Sr. Jos Rento da Costa, h-
qnidalario da mesma rasa, ao lllm. Sr. Dr. juiz de
ilireito do civel do cummercio ; bem: previno ao
Sr. liqnidatariocom a brevidade que me permute a
distancia enique moro de-sa cidade, que quatro mi-
nos fazem que fui etonerada desse debito, como ver
da esciplura infra ; e quandopor ventura losse eu
devedor dessa quantia o Sr. liquid.ilarlo nao sabe e
nem ao menos tem noticia do tusar certo de minha
residencia'.'!'.! He maravilhoso! Engenbo,Tibiry
30dejunhode 18V>.Franc-co Santiago llamos.
Diz o lenle coronel Francisco S.* Tiago Ramos.
que se lhe faz bem (fue o esenvao Piuheiro da Pal-
ma revendo os seus livros respectivos, Ibe pasee por
cerli lao o Iheor da esrnptura de ilcclaracslo e da
obrijaeao do pasamento de urna lellra vencida e
aceita pelo suppeante. e que p ir i| lal pagamaa> se
ohrigou na referida esrriplnra Dr. Felii Theetonio
la Silva Gusmao, e isso em termos que faca f ; por-
tnnto :
Pede^V. S. lllm. Sr. Dr. juiz municipal lhe deli-
ra manvandodara rcrlidaatyedidn e recebera merri*.
De-se-lhe.RioFnrmozo.ll dejalliodelRVi.Ma-
chado da Silva.
' Antonio l'inbeii i da Palma, labelliao de notas, es-
criv.lo do judicial vitalicio, e interino do jury desta
ridade >lo Rio Korm- do aajsiaela aH l'i luamrnacir,
por sna mageslhde iinpers^WSr. 1). ^adro II, que
Dos guarde etc.
Ccrtico que revendo S dos meos livros de no-
las, delle consta ser, a escrplura pedida por cerlidio,
do theor seguinte:
Escrplura de dcdarac,ao e de ob.ricac.ao do pasa-
mento de uma lellra vencida que faz n Dr. Flix
Theotonio da Silva (iu-milo, ao major Francisro S.
Tiago Ramos, como pelo decurso desl meihor se
espccilicara : Distribuirla>a Tullas cenlu e ctenla c
las, em nome de Dcos; amen.
SaibaOquanlos eslef>iblico instrumento de escrp-
lura de declararlo e de ohrigacjlo de pacamente de
urna lellra virem,que no anfm do nascimento de
Nos-o Senlior Jess Chrisln de mil e oilo rentos cin-
cuenta c um, aos 17 de julho do dito auno, ueste en-
seulio denominado Tibiry do termo da cidade do Rio
Formoso, onde cu tabclliafi fui vindo, ah se acha-
vam parles presentes, aulorcantes, contratantes, ct-.
tipulaules, e aceitantes, n saber;de nuia,coino riccla-
raiite c obligado, o Dr. 'Flix Theotonio da Silva
Gusm.lo, e de oulra como aceitante o major Francisr
cu S. Tiaso Ramos, aquelle morado'r no' eugeiibo
Rnneador/'mho, c este morador no seo engenho -Ti-
biry, ambos silos no termo da cidade do Rio For-
moso, e a-im o declarante e ohrigairo, como o acei-
tante reconheeido de mim labelliao e i|r teslcmu-
nhas adiante declaradas e assisn das pelos proprios
de que setratao do que don T, o pelo declarante e
abrigado o Dr."Flix Theotonio da Silva Gusmao, foi
dito que pela presenloBescrplura se obr:.' i\ t a pa-
gar pelo major Francisco S. Tiago R uno-, uma lellra
aceita pelo mesmo da importancia de um ronto
ceoto e oilcnta e nove mil cento c lrnla reis,a favor
da casa dos herdeiros do liuado Mulo Jos da Costa,
vencida em 2d de Janeiro de mil e oilo cnlos* e qua-
rlta com c> premio na mesmi exlipulado, a qual
elle declarante leudo recqbi lo do acetenle sua i-
leitra porlancia para o desohrjgar diqnella rasa c
divida, succedeu que semelliniite lellra n.lo npparc-
cesse e pa.evitar duvi las futuras elle declarante fica
de hora om dianlc nico respons ivel por rila, lican lo
deSonerado c.desobrigado o aceitante da mesma lellra,
e se obria declarante e ohrisado o Dr. Falt Theo-
tonio da Silva Gusm,to, por si c seus herdeiros.
hers presentes e futuros a fazer firme o valio-
sa a presente escrplura de declaradlo, (. pelo
aceitante foi dilo que aceiava a presente escrplura
com (odas as clausulas e declararles e que rom as
re-nicoes com quo se abriga o declarante, elle
aceitante se ohriga com ^pesmas, e upresenlafaui
o conhecimento de sello proporcional do iheor se-
guinte para ter lugar a escrplura de declarar*'o de
obrigaco do pagamento de uma lellra da quii I a de
um cont rento oitenta e nove mil cento fc^rinla reis
pcrtencenlc ao major Francisco 9.-'Plltgo Ramos :
precisa-ie o conhecimento de ler-sc pago o sello pro-
porcional correspondente aquella quantia pela aqual
se ohriga o Dr. F'elit Theotonio da Silva Gusmao.
Rio Formoso 15 de julho de mil oito ceios cincoen-
4*4|;-J0
MOVnOENTO DQ PORTO.
\atios entrado* dia 3.
eS. Vicente24 <
porto 7 lias e .21) horas, vapor
eciiua/* por Lisboa e S. Vicente24 dias c 17 ho-
ras, e, do ultimo
braaileiro aParani). commandante I". F. Itorgea.
Rio de Janeiro13 das, brigue hrasileiro .Sagita-
rio, de 2iG toneladas, capito Francisca de A-'sis
iioiicalves Pena, equipagem I"), carga caf e mais
gneros ; a Manoel Francisco da Silva Carricaj.
Pa-sageiros, Tbereza Chrislina Mara de Jess o 2
nilios meuores. Domingos Junior da Costa.
NaXos satiido* no mtSma da.
Rio Grande do Snl pelo Rio de JaneiroBrigue hra-
sileiro Sella, capitto Amonio Travasso da Rosa,
cargs assucar.
Babialate hrasileiro Amelia,- meslro Manoel
dos Sanios Costa, carga azeite e sal. Pas-ageiroaV
Marcelino Ahes Pereira. Antonia Francisca Ra-
mana, Mari.- da Conccirao e I csrrayo.
ParahibHiate hrasileiro Fiordo Brasil, meslre
Joilu iran.-nro Martin*, carga Tazcndas c mai g-
neros. Passageiro, Jos Lu/, de Oliveira Maia,
EDITAES.
->. ~^_, l*l i "lilil-" 1-," '*i jumo -a !... nM <.,.-> ,<.,-
uma legaa iiislaiire- -^ c am (abeliao Antonio Pinheiro da Palma, Ho-
mero quatroreis decenios.Pasou seto rentos reis
de sello proporcional.Rio Formoso 17 de julho de
mil oitocenlos e cincoeula c um.Molan li Caval-
canli Madureira.Nada mais fbmtiuha a nota de sello
proporcional, que ludo reeonlieco verdadeiro e dou
T. Depois do que disseram o declarante e o aceitan-
te quenada mais tinhaiu a dcclarai ; em f c teste-
mutlenle verdnde assim n disseram a oulorsaram.po-
diram e aceilaram, de que liz a presente nesla nota
por me ter pedida, na qual depois de lula assignaram
de seus proprios punhosco.i ai> lestemnnhas presen-
tes, o coronel .ln Antonio Pessoa e Mello,e Manoel
Honorato .!e Barros, e en Antonio Pinheiro da Pal-
ma.lahelliaon e-crevi,Kelit Theotonio da Silva Gus-
mao, Francisco S. i*iago Ramos. Jos Antonio Pes-
soa e Mallo, Manoel Honorato de Barros.
Nada mais seconlinhaem dita esrriptura,qoe eu la-
belliao fielmente a fiz pastar por certidao do pmprio
original que se acha lavradaem um dos meus livros
da notas, ao qual me reporto, e esta vai sem coos;
que duvida faga, por mim sob-cripla,conferida, o as-
signada na forma do estillo. Nesla cidade do Rio
Formoso da provincia de Pernamhuco, a \\ de ju-
lho do anuo do nascimento de Nosso Seuhur Jess
Christo de mil oito centos cincoeula e cinco, trigesi
mo quarto da independencia edo imperio. Suhscrevi
e assignci, cm f de verdade o esenvao c labelliao
.lutonio Pinheiro da Pa lita.
GOMMERCIO.
PIUCA DO RECIFE 3 DE~tTWSTO AS 3
HORAS DA TARDE. '
CotacOes ofnciacs.
Moje nao bonver.lo eolaees.
ALt'AN'Et'.A.
Rcndimenlo do dia 1 a 2. .
dem do dia 3 ..... .
2ll::ll.?i21l
10:33299*8
36:7fii377
Dtuarfega boje i de agrieto.
Hiate brasileiro.tdelaideo resto.
Imporlacao-
Vapor inglez Great Wettern. vindo da Europa,
consignado i agenatp, manifaatou o sesuiute :
. 1 caita joia-, t dita easemiras, 1 embrulho amos-
Iras ; a F. Sauvage & C.
t-eaita joiis : a J. I>. Adonr t C.
1 dita ditas, 2 ditas amostras, 1 emhrulho ditas ;
a C. }. Asile) C.
1 cala ioias ; a Timm Morasen & Vinassa.
1 dita ditas; l Rahe Schemeleai & C.
'
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
om cumpriaHwlo da orden-*) Bsin. Sr. prendente
da provincia ife 21 do corrente, manda fazer publi-
co, que no dia 23 de agosto prolimo vindouro, vai
nu\ menle i praca para ser arrematado a quem por
menos fizer, a obra dos reparos do acude de Caruani,
avaliada em 1:0129000.' E para constar se mandn
allixar o presente o publicar pelo Diario. Secreta-
ria da thesouraria -provincial de Pernajntiucn 24 (|c
julho de 1855.O secretario,
A. F. d' .Innunciaran.
~~~ A cmara municipal dcsla cidade fat scienle
aos Srs. eleilnres de todas as parocluas deslo muni-
cipio, qne o Exm. Sr. presidente la provincia, pur
purlaria de 12 dcjullio ultimo, convoca a assembla
legislativa provincial para a nova legislatura, que
leve principiar no anuo de 183. e desjgnou o dia
26 d noveii.hro prximo viiidosiro, paraae proceder
a elricao dos membros da mesma assembla, cum-
priudo que os Srs. eleilnres se reunam para dito
(im na isreja matriz desta frecuezia de Senlo Ao-
lonio, s horas marcadas na lei de 19 de acost de
I8i(.Pac.0 da cmara municipal do Recite em srs-
sau de i de agosto de l8j.'i.tlarao de Capibaribc.
presidente.Manoel Ferreira Accioli, secretario,
Pela'inspeccao da alfan lesa se Taz publico, que
no dia 0 do crrame, deppis do meio dia, se lulo de
arrematar em hasta publica, porta da mesma re-
partido, sendo a arremataran livre de direitns ao
ai rema la ule, )8 duzias de barateas de cartas de jn-
gar a I3OXK) rs. por duzia, total 2919000 rs. ; appre-
hendidas pelo inspeclor de quarleirAo Antonio Ma-
noel Prreira Vianna.
Alfaudcga de Pernamhuco 2 de acost de I85.
OJinspeclor, liento Jone Fernandet Narros.
' A cmara municipal desta cidado manda pu-
blicar, para conhecimento de quem competir, as
posturas aildicionaes, abaleo transcriptas, para o
bomserv'150 dos carros, seges. mnibus e outros ve-
hculos de conducAo. as qnacs foram approvadas
provisoriamente pelo Etm. Sr. presidente da pro-
vincia cm Paco da cmara municipal do Recito em sessilo do
! do agosto de 18.V1.Harto de Capibaribt, pre-
sdanle.Manoel Ferrcira,.lccioli, secretarlo.
Potlurat addieionae.t as da cmara do Recife.
Artigo 1. Neiihmn cocheiroser admillido ao go-
verno de carros, seses, mnibus ou outro qualqner
vehculo de comluccao publico ou particular, sem
estar matriculado na reparte; m da polica.
!. Para que possam ser matriculados, llvenlo
provar a sua pericia, e i loueidade por meio do etn-
ine, feito peranle nina enmmiss3ode peritos, nomea-
da pe 1 chele de polica, e muirse de um titulo,
que lhes sera conferido pela cmara, em rala de cer-
tidao desse exame, rubricada pelo lile chele de po-
lica.
Arl. 2. lodosos estabelecimenlos de vehculos de
aluguel sern ohrigados etecular o rqgulafnenlo
que for confeccionado pela repaiticsao da polica, no
qual se .leliuir a na tu reza do servir que scrao
ohrigados os eaclicirns, os quacs antes de contratar-
se terao sclaVfc das suas di-posriTes.
Arl. 3. Os rchenos nao Irarao os animaes dentro
da cidade, se nao trole curto ; f.ra delta podei.Vi
traze-los trote largo ; e em n uluuna parle a saiope
ou carreira ; ojio Ibes sendo pcrmiltldo aban tonar
os carros em caso algum.
Arl. 4. as esquinas das ras que se atravessa-
rcm unas a ontra-, nao he licito andar se nilo a
passo.
Arl. .). Os carros quo se recolherem sem passa-
geiros, atufaran tambem a troto curto. As eiccprOes
-'iao marcadas 110 resuiamento policial.
Arl. 6. Os mnibus jiBo poderao admiltir mainr
numero ile passageiros"do que aquelle cm que fo-
rera telados ; para o que leriln escripto err^caracte-
res maiusciilos c em lugar bem visivel o numero de
su lolacao.
Arl. 7. Os corheiros dos estabclo'unenlns pbli-
cos mo pdenlo di-pedir-sc sem o parliciparem 8
diasantes aos respectivos adminislradorcs.
Arl. 8. Nenbom vehculo de conducan poder
estacionar as ras e pravas, a espera de alugadores,
sem licencia da cmara.
A repailican da polica designar os logares cm
que devem estiiciuner.
Arl. S. He prohibido a todo e qiialqucr cncheiro.
c conductor de carrora, pipa d'agua etc., maltratar
os animaes com castigos barbaros e immnderados.
O resuiamento policial providenciara de modo
que os animaes dos mnibus etc.. nao s estelara
sullkientcmeiite adestrados, mas, ainda que se con-
servem em estado de robustez lal, que possam evi-
tar aemclhantes desmandamenlos da parle dos seus
conductores.
Arl. 10. Em ai nuiles de tliealro e bailes, tanto
Sabucos como particulares, se postarao os carros
M lugares designados pela aotordade policial, e
dahi nao pdenlo subir sem seren chamados. Para
exeeui;;lo desta disposirao os directores de lacs diver-
timenlos cominunicarao com a precisa antecedencia
a hora e lugar da reuniaoao subdelegado da Tresue-
zia onde ella se houver de fazer.
Arl. 11.0 cnsino los animaes que se destinaren!
ao.serviro das seses, carros, ou qualqner oulro ve-
hculo do conducca 1 hem corno o doscocheiros terao
lugar -rnenle tora da cidade.
Arl. 12. Todo e qualqner vehculo de condcelo.
quer piihliro quer particular, sera obrigado a trazer
Linterna- acezas das Ave Maria Pm dianlc ; e os de
alngnel serio de mais ohrigados a ter tambem nos
vidros das lauternas os algarismo* de sua numera-
CORREIO~ As malas que tem ale conduzir o vapor J'aran
para os porlos da Babia e Rio ile Janeiro serijo fe-
chadas no dia 5 ( domingo ) ao meio da, c as corres-
pondencias que vierem depois dessa hora, paganlo o
porte duplo al o momento de s entregar as malas,
os joruaesdeverSo achar-sc 4 horas antes.
Acha-se recolhido a cadei la cidade do Re-
cife um mulato de iionie Vicente, que foi presu com
um eavallo, o qual diz ser cscravo de Francisco Jos
das Virgen, morador no engenho Muupe, u diz
tambem estar fgido : quem for seu senhor com-
pareca nesla subdelegada, iwe provau losen domi-
cilio lhe sera entregue. '
Subdelecacia da.freguczia da;Varzea 3 de agosto
de IKA5.1> subdelegado, Francisco Joaquim'Ma-
c/ii O arsenal denurinlia compra no da 10 docor-
renlc inez.s 11 horasda uianliaa. os objeclos abaito
declarados, soh propostas cm Varias Tediadas, sque
apresenteru al s 10 horas do dilo da, quera quei-
ra vende-los :
Azeite doce ou de coco para o pharnl, 120 a 200
medidas; raspa loicas, ( ; im'la de escrever, 20 gar-
rafas ; lio de alsodo, arroba ; lapis, 12 duzias ;
lunas sorlida-, VI ; cairo velho, ,"> arrobas ; | cimas
de palo, 1 .OJO; presos de costadinho de 6 polega-
das, 1 barrica ; ditos de guarncao, 1,000; brotas
II caiare piular, "ill ; almagre, I barril ; bren, .")
itos ; cobre de 211 oncea, :>| Tollias ; presos para u
dita cobre, jo libras ; saceos de cnuduci-ao, .Vi ; lia-
muas para navios, 10 ; papel almaco hora, III res-
mas ; dito dito ordinario, III ditas ; dito de peso
Hta--r-piassiiba. 20 molhos ; tinta prela, 10
latas ; alcatrAo, 2 balis ; ferro inslez de (i eT uila-
vo*. 20 arrobas ; tinleiros Sbjeslaiibo, II jugos.
Secretaria da inspeccSo do arsenal de 111.1rll.ba de
Pcriiambiicncm 2 de asusto de !8>i. O secretario,
Ale.randn Rodrigues dos .lujos.
Acha-se recolhida a cadeia ama prcta de nome
Mara, presa pelo capilau de campo Jos Patricio de
Carvalho, por fgida, e diz sere.'crava de Francisco
de Paula, morador alem do Curato du Bom Jardim :
quem dirette tiver a ojia, apresentc-sc rom seus (i-
Inlos, que justificando a i.leulida le lhe ser eulrc-
guc. Suhdelegacia db Recite 31 de julho de 18jj.
O subdelegado em exercido.
Manoel Antonio da Silva Anlunci.
dc*E>EI.H0 ADMINISTRATIVO.'
- O ronsellio admniUlrativo, em vlrtude de aulori-
sacilo do Etiu. presidente da provincia, tem do com-
prar os objeclos seguinles:
Para o segundo batalhan de infamara.
Panno azul teselado, rovados l:|j ; capoles de
panno. 63; arein prela, libras 6 ; compendios de
arithmi'tica por Avila, 3.
Refrutas em deposito 110 mesmo.
Esleirs, 100
Oilavo batalhao de infanlaria.
Esleirs. 348 ; mantas de lila. 353 ; panno verde
escuro entrelio," covados 1,871.
Hospital resimenlal.
I.ivroem branco pantado com S00 folhas, 1; dilo
em dilo dito com .VK) ditas, I ; bules de louca pin-
tados,21; copos ds vidro, 24 ; chioaras de 'lour;a,
18 ; manteisucjr.isdedita, 24 ; ourines dedi(a,23;
pires ,le dita, 4 ; pratos ratos-de dita, I7fi ; dilos
fundos, 87 ; meias compridasde lia, pares 12 ; man-
tas de lila, 41.
Meio batalhao do Cear.
Mantas de lila, 270.
Dcimo batalhao de infanlaria.
Panno verde escuro para sobrecasacas e calcas,
covados 158.
Nono batalhao dilo.
Mantas da 1:1a, 376, panno verde escuro entrelio,
covados 1,168.
Quarto Jialalhao de ai biliaria.
Panno carme-im para vivos e vislas, cova-
dos DO.
Diversos uatalhoe*.
Maulas de Uta, 253 ; sapatos, pares, 1,160; bo-
lees convetos de metal brouzeado grandes c cora o
n. 10 de metal amaiello, 2,282; ditos pequeos
com o mesmo numero, 1,956.
Quem os quizer vender aprsente as suas propostas
em carta Techada na secreta, a d eousellio as 10 ho-
ras do da 6 de asusto prximo futuro.
Secretaria do ronselhoadniiiiislralivo para forne-
ciincuto do arsenal de guerra 30 de julho de 1855.
Jvsc de Brilo Ingle:, coronel presidente.Bernar-
do l'creira do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
REPARTILO DA VACCINA.
Previne-ses pessoas, que tem de ser vacrnadas,
oo que devem voltar repartirlo noi." da Je con-
forinidadc com o arl. 5" do regulamento interno, e
com o art. I-do titulo \III das postaras maiiicpaes
que a mesma repartiro passa a funecionar desde
boje 110 qiiaite!, quo foi da compsiihia fu du ca-
vallaiia, no pateo, do palacio da presidencia e em
frente do mesmo palacio, sendo a entrada p;Io por.-
13o de Trro do centro. Reparlicao da vaccina 30
de julho de IS5.5.Dr. Joaquini de Aquino Fonse-
ca, commissrio vaccinador provincial.
O secretario do conseilio rlc dlreccao
do Banco de l'etnamlmco, avisa aos se-
nliores accionistas do mesmo Banco,
que se acha antorisado o Sr. frente a
pagar o sexto dividendo de IO.S'000 rs.
por ac<~ao. Sala das sessoes do conseliio
dedir.ecco do Banco de Pernambticoaos
l de jtifho de 1853.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernamlmco sacra sobre
B praca da Babia, e contina a tomar
ledras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernamlmco '2~> de jinilio de 185").
O secretario da direccao, Joao Ignacio
<"
SALAD DE BAILES PBLICOS,
NA
RUA IH PRAIA, CASA EM QtE FOI Ol!! (lili
THBAI'lt 1'HI'aO-D IIAM TICO.
CHANDE BAILE DE MASCARAS
EM 4 DE AGOSTO.
As 8 horas da nnitc a banda de mosiea do secun-
do h.ilalhao da quarda nacional desle municipio,
dirigida pelo hab! professor o Sr. llvrmoRencs, an-
iiiiiriarn o romeco do baile, c pelas numerosas e va-
riadas pecas da seu repertorio deitar o publico ple-
namente salisfcilo. Ao Sr. meslre sala est incum-
bida a direcriiu e hoa.pidein do baile,.o qual termi-
nara sempre as 2 hora, pouco mais ou menos. Os
directores, era vista da hoa orslem <|tie houve no
primeiro baile, lera a honra ,de convidar o Ilustra-
do piih)irn de-ia cidade para assistir ao -021111 lo no
dia cima indicado, corlo de que se tem empregado
lodos os meios para a completa salisfacio dos concur-
rentes. Os bilheles estilo venda em casa do Sr.
JoaiMiini Monieirn d 1 Cruz, rua doQueima'do.
A VISOS martimos .
IODE
JANEIRO,
Domingo 5 do corrente
sabe o brigue nacional
MARA LUZIA, s rece-
be passageiros e escra vos a
frete, paraos quites da' as
accotninodaries e tralamento:
OS senbores que lullaram para embarcar
escravos, sirvam se manda-Ios pora bor-
do, sabbado i, e os conbecimenlos em casa
dos consignatarios Antonio de Almeida
Gomes & C., na rita do Trapiche n. l,
segundo andar.
PAKA OAK.\t*VlY
sabe com brevidade o blata Anglica, por ter parte
da carga prompla : quem qui/.er carrejar ou ir de
pataagem dirija-se a Antonio Joaquim Seve, na rua
da Cadeia do Itecife n. SU primeiro andar.
MARANHAX) E PARA".
Segu em poneos dias o hiate nacional
ADELAIDE, recebe caiga e passageiros :
trata-se com o consignatario J. B. da Fon-
seca Jnior, rua do Vigario n. 1>.
PARA O RIO DE JANEIRO-
, Pretende sabir cotn muita brevidade.
o patacho nacional CONFIANCA, por ter
parte do seu carregamento prompto.
para o resto da carga e escravos a frete,
trata-se com os consignatarios Novacs &
Companhia. na rua do Trapiche n. ."Vi-,
ou com o capitao ra praca.
=
PARA 0 RIO. DE JANEIRO-
Secue esla semana a barca Mathflde, por ter o spu
catresamenlo prompto, sii recebe escravos a frele e
passageiros para o que lem etcellenlos commodos :
a tratar com o capito Jeronymo Jos Tellq* 011
com Manoel Alvcs Guerra Jnior, na rua do Tra-
picha 11. II.
CEAKA' E MARANHAO.
Segu no Uia 10 do rorrele mez o p.-^habote l'e-
nus, capilau e pratico Joaquim Antonio Uoni;alves
Sanios ; para o resto da carga e pnssaaeiros, trata-se
com t'.acia no Cvriaco da C. M., ao lado-do Corpo
Santo n. 5.
Para Aracaly, no dia 0 do corrente, segu o
hiate Corieio do Sorlc : anda podo receher carga :
a tratar com Cactano Cvriaro da C. M., ao lado do
Corpo Santo 3. 25.
I'ara a Haba seaue em poneos dias a veleira
Garopeira litracao por | ter a maior parle da car-
ga prompla ; para o resto Iratn-jeeem seu consig-
natario Domingos Alves Malheii-, na rua da Cruz
11. 5i.

LEILOES
O agente Borja por despacho de 8 de julho pro-
timo pagado do lllm. Sr. juiz de diicilo da primei-
ra varo do commercin Coslodip Manoel ra Silva
tinimanles. i rcquarimaailii do curador fiscal da
massa fallida de Bernardo Jo- da Conbn, farii lei
l.io dos movis, de uma grande quanli lude de cha-,4
rulos e de um ctcelleule cofre de ferro, perlcncenlos
a dita massa : sabbado, i do corrente, as litaras,
no nrmazem do Sr. Jori Joaquim I'ereira de Kilo,
sito no caes da Altandcga n. 7.
O agente Borja fara leil.lo em sen armazem
na rua do Collegio n. 15, de nina grainle quaiilida-
de de objeclos. como hem : obras de inarciueria, no-
vas c usadas, 2ncos pianos de jacarando, uma per-
rijo de sapatos fra'ncezes ile varias qualidades, 1 pti-
mo carro de i rodas e outros muitns objeclos, que se
acharan patentes no inesmo arma/.em,. ludo itto-sem
limite de preco algum : querta-feira, 8 do corrente,
as 10 lloras.
O agen'c Roberto fara leililo por conla c risco
de quem perlenccr, de cerca de 32 barris de quarto
com vinho hranro de Malaca, vindos iiltimainenle
pelo patacho hespaiihol Culebra : ipjnl.i-toir.i 7 do
correte, s 10 lloras da manhila, na porta da al-
fandegn.
Bernnrdino de Souza Pinto far leilao, por in-
tervencao rio agente Borja, da su.i (ahorna, sita na
rua do Pilar n.86, conislindo na armae:lo, gneros,
especiaras ele., disientes na mesma : segunda-fei-
ra,li do corrente, as II horas em ponto.
O asente Borja por despacho do Etm. Sr. Dr.
ni/ privativo do commerciu, requerimenlo de
Adainsoii llowie de fazendas, sita na rua do Queimado n. 18 A, per-
Icncenle a firma de Silva Araujo, consi.lindo na
armai;ilo etodas as fnzendas e -dividas etislentcs na
dita-loja : lerca-fcira, 7 do corrente, as lt horas,
' reiro o sen lompetenle premio. Pernambiico 2 de
agona de 1855. Salustiano de Aquino Ferreira.
LOTERA
DO GYMKftsio
AOS 0:000, 5:
Ocantelista Antonio Jbse Ro
Souza .i ';ii'ir. avisa ao publico,
rodas da segunda parte da primeira des-
sa lotera, andatn impreterivelmente bo-
je, sabbado i do corrente : os seus bi-
Ihetes ecautela acham-se a venda na pra-
ca da Independencia ns. V 15, 17> e 40,
rua Direila n.'l, aterro da Boa-Vista n.
72A, e as outrus do costume.
. Itecebe por inleiro.
Blhelcinleiro. 5 Meio bilhete.' 2flMW .">:0o0.s00
Itecebe com descont.
Quarto, l.siO l:oK0000
Ortavo. 720 fiOO.sOOO
Dcimo. 00 5.f.s(IOO
Vigsimo. r>20 276*000'
11 nii'siro caiitclista cima, declara que
os seus I i Hieles inteiros em originaes e
un os lullii-tes entuma s cautela, nao sol-
Ir. 'ii 1 o descont dos 8 por cento do impos-
to geral. nos premios grandes, mas sse
obriga aos 8 por cento do imposto geral
em seus ditos bilhetes inteiros, devendo o
possuidor receher doSr. thsoureiro oselt
competente premio.
LOTERA DO GYMNASIO.
lioje, as!) horas da manhaa, corre a
lotera do (iymnasio, na igreja de N. S. do
Livramento ; o resto dos bilhetes, e caute-
las do cautelista Antonio da Silva "Gui-
maraes, eitarao a\pos|as a venda as lo-
jas do costume ate' essa hora.
O medico Jos de Almeida loores ale l.ima &:
i? Bastos, mudou a sua residencia para a rua da ^
1 Crol sobrado ainarcllo 11. 21, aeguodo an- ,":-;
39 dar. 53
VAPOR HM& '
Este, vapor precisa de foguistas e car-
voeiros para seguir amanhaa pata Baha
e Rio de Janeiro, e paga-se bem : quem
quizer oceupar estes lugares-comprela a
bordo, ou na agencia, rua do Trapiche n.
\0, segundo andar..
RUA DO COLLEGIO N. 18.
Tem u.n completo sortircento de ves
tuariospara masca rados, tanto para senho-
ra como para homem. de diversos carac-
teres e pocas, os mais ricos que se podem
encontrar;
9 Desciicaminhou-se do poder do abaito assig- 8
'-i nado, jneio bilhete .la nona lotera das amo- g
39 reiras e bicho de seda do Kio d.e Janeiro, cu- tt
ii jo numera nilo est rerlo o abaito assiguado, 9
$ ssiihoqne he da casa de tres mil, mas ti- J$
tt nha as rustas u nome. por e-tenso do abai- Q
\o ajsiRnado, por isso previiie-se anssenhnres 0
I) caiitclislns que no caso de saoW algum pre- jf
9 mo cm 'Jilo majo hilhcte, n.lo o pague senao j
9 ao abaito assignado.Jos Antotto da Sika %
Maia. A
Joaquim Lopes de Barros Cabra! mudou a sua
residencia pira
Preeis.i-.se de uma ama de leile, forra ou escra-
a; no pales do Carino, sobrado n. S;*
. J. da C. Bravo comprou o bilhete nliro da
scgun.la|loteria do tAmnasio n. ;1327,- pir conla do
Sr. Antonio Thomaz Carneiro da Cunha, da Para-
hiha.
Aluna-se o milito conhecido sitio do Cajoeiro,
com etccllnile casa de vivenda. yande viveiro, bai-
ta para capim, slriharia, cocheira, etc., e aluga-sc
indepaiwlao-Ji da aaaai peqnaaa : afam preten-
der, dirija-se ao mesmo slo, que adiar com quem
tratar.
AVISOS DIVERSOS.
LOTERAS da provincia.
Hojr, s *J lloras d*t nw-
Tilifta. artdam "as.rodas da
[tseganda parte da primeira
lotera tSoGymnasio- The
sotiraria fas IwterWs, 4 (le
agosto de 1855 ---O the-
sou re i ro, Francisco A uto-
hio de Oliveira.
le Hedeiroa Kego.
A reparticao das obras publicas precisa de ser-
ventes para se engajar na companhia de operarios,
oceupador! na limpeza dos caes desta cidade, c paga
nos serventes livros 730 rs. diarios, c aos cscravo
tiDrs. : as pessoas que qui/.crem se engajar para la-
servico, apresenlem-sc na ol-ra da punte provisoria
do Kerifc. Directora das obras publicas 2) de ju-
lho de 1S">"i.O cscripliirario,
Joo Francisco Regis dos Aojos.
PUSI.ICACAO I.lTTi;i{AIA'.
Acha-se venda o compendio de Theoria e Prali
ra do Procesio Civil feito pelo Dr. Francisco de Peo
a Bliplista. listo obra, iilm de uma introducedo
sobre as acees e exceptes cir geral, traa do pro-
tejas civel comparado com o commercial, emilcn
a Iheoria sobre a applieaco da cansa julg.ida, eou-
lra doulnnas luminosas : vende-sa nicamente
na toja de Manoel Jos* [.elle, na rua do t.)uei-
raado n. 10, n 60 cada evemplar rubricado pelo
Jutor.
GYI\ASI PER\AMBtC^O.
HO.IE, sbado 4 .e
aoosto, he o indiibitave)
andamento da referida Ic-
ter'a, pelas 10 h >ras da
iiiaiihaa, noconsistor io da
igreja de N. S. do Livra-
meiito Pernambuco 4 de
agosto dd I855.--0 caute-
lista, Salustiano de Aqui-
no Ferreira.
LOTERA DO GYMNASIO Pfcl-
NAMBUCANO.
Aosti:()00s00(), r(:OO.SOO(). e 1:000*000.
Corre indobilavclmenlc sabbado, 1 de agosto.
O cauleKsta Salustiano de Aquino Ferreira avisa
ao respeilavel publico, quo as suas cautelas esle
-ilcitas an descont de S por ccnlo do imposto da
lei. O seus bilhetes inteiros, vendidos cm origi-k
naes, c os seu< meios bilhetes em nina s cautela nao
sollrem o descont de S por cento do imposto geral
no acto do pasamento dos tres primeiros premios
grandes ; estao expostos a venda as lojas seguidlas:
rua da Cadeia do Itecife ns. 2'i. 38 e 13 ; na praca
da Independencia ns. 117 c 3'J ; rua Nova n. 4 e lli;
rua do Oueniado ns. 39 e 44 ; rua estreta do Bo-
sario n. 17 ; no aterro da Boa-Vista n. 71, e na pra-
ca da Boa-Vista n. 7.
I'ede-ae icairecida carregau ib enlrawr ao ab.iiso Xssignado uma en-
commend.i ruita do norte no vapor Imptratriz, o
favor da in unciar por este Oi'nWo a sua morada ou
mandaTcnlrc|Bar a dita enrommeu la na rua do Ara-
-Ho n. 1, piimeiro andar.
Kcrnansto Viajra de Souza.
l'realia-se para o vapor hrasileiro Paran de
um dispenseiro a S criados para cmara : os prelen-
dentes dirijam-aa bordo da mesmo vapor, ou i rua
da Cadeia do Recife n. 1.
No di i t.u do correnta deappareceu da taber-
na do abaiio assignado, na rua do Corredor do His-
po, uma ca.lelinha de cor de viado, de rara rateira,
com as orelhas e cauda cortadas; quem lella sou-
ber, d'irja-sen mesma taberna, q^ue ser reenmpen-
sado.Tlinmaz Augusto .te Vasconcellos Alhuqaer-
q-ao Marailiao.
Joi.ip im Mouleirn da Cruz declara qoe em soa
bija venderi-se nicamente bilhetes das loteras da
provincia e iiao de bailes dr; mascaras, como a minu-
cia o autor Frontispicio do Carmo.
Os quintos bilhetes m. 'r22 e >11 da lotera que
corre hoje, per lencera a sociedade du frontispicio do
Carmo. -
Des.iripareceii ca pasa do abaixa assignado no
dia 1 de julho, o prelo Jos, cora os sienaes seguin-
les : alto, i lieio do corpo, cor fula, naria 'grosso, ps
apalheladoi, sendo s p dirrlo incluido alao torno-
zell lendo os dedo. raa4#a um laaM^alierlos ;
falla romo se fosso velUo iafl^B c*l"& ceroula
de a!r;.-il"m, e chapeo de palhi velho : o qnal e-
iT.no esta\.i em poder do m^ft^abaive assignado
na qualidade de fiador le Joaquim Ferreira de Bar-
ros I, dio : porlanto, roga-aVM ailorid.idis policiacs,
capules ih1 campo e mais a qualqno Msoa que o
pe;ir o b-vem a -asi do ,ibaiTO assIjPado. no lugar
da estrada da torre, pelo quese grajjttcar.i e proles-
i i---- contra qualqner pessoa qiaa P?'9 ou acuite
o refer lo escravo.Joao lUoW^fgPenoo de La-
cerda Jnior.
Nos ibaiio assignados, lemas a honra de fazer
scienle pelo presente aniiuncin, que a sociedade que
girava solr-e a firma llebrard ^ lilanlin foi dissol-
visla com convenci de ambas as parles desde o dia
II de j ilii de IsVi. llebrard, estando encarregado
da liquidaeiln, roi;a a todas as pes oasque poderiam
ler alguns negocios com a t-sociedade de dirig
rcm-te a elle. Kecile 3 de agosto de ISI.).
llebrard <\ lllandin.
Silo i onvidados os Srs. membros da sociedade
NOOl.OtilCA para a sessao eilranrdinaria de hoja
sabbado. as lloras da larde. /. /. Marques, i-
secretario. *
- Aluca-se o 1-andat da casa n. 19 na roa do
Crespo, proprio para rapaz solleiro ou cscriplorio :
trata-se na luja da mesma casa.
Aluga-so nma caa grapde na Solcdade na rua
de JoAo Finlands Vieira n. 6: a tratar no pateo
da Sania Cruz, padaria n. (i.
Por ordem do Sr. presidente eflecliv,o do
Alhenco l'crnambncanosilo convocados os senbo-
res socios ..-ira sc-ao extraordinaria lioje. as i lloras
da larde.loao Alfredo Crrela de Oliceira An-
draile, primeiro secretario.
Rog,-.-se a quem competir possa.quera. dar suas
ordens para serem removidas as salgadeiras-de cuti-
ros exlstertes dentro da cidade, pois que o aroma do
saneuc potrillo, e inesmo do couru, pode mui bem
produzr uma peste com o vento terral que abafa lo-
do o l.ircio das Cinco Pomas e rua Augusta. Isto
pedel'rri que nao deseja^cr aflUiado pela pesie.
AttcncSo.
Admiren a raoralidade dos seguinles (actos com
os anteriores, o a quem competir d as providencia
.mies .ie mais binge chegar o escndalo : no 1.a da
julho ato B bocas do dia, quando denou decoro-,
mandar o destacamento da Ilha de Fernando um'
militar de carcter muito sizudo, ,io deviaaa a sol-
dados um s real a ninguem, c o areio caisM|ae foi
enlregne. a linaua mais mordaz nao copMSlart :
Utmrcarta de muito conceilo, vinda daquelle lugar,
Irma que em 17 dias comprarB>m os soldadosaa ela-
llio e agosto em uma tabernacola de miste-
r:n-"~>fc^erl,incia de mais de 2:00(t|OOU em aauar-
denlc. 7rl iguaes prc cosv^at a 58 a libra, etc., ele. Em om
lugar sem recursos Waa Fernando.com o qoe se sus-
tentad aquella forra pe* espaco de dous mezes,
quando per endividada, oAo aflvura em ostra* parte*
qoem Mus conde. O desespero 1l>deaiudo isso ,
responder : a ordem cm ludo he bom.
Marcelino Jos* Antunes vai ao Maranhio,
juiga nada deaer nesta prac.i. e se i.lguem se couci-
derar seu {redor, pode dirigir-se roa Nora o. 55;
pafa realizar o seu crdito.
Perdeu-se nma carta inda do Rio de Janeiro,
dirigida a Manoel lznacio Pinheiro, cobrndo nma
oulra para o lllm. Sr. capilau Manoel Jos Coellio
de Freitas ; rosa-se pois a quera a aermu, de resli-
lui-la no i --ripiono de Machado & Pinheiro, no lar-
go da Asstmblca n. 12, que se lhe ficar obrigado.
No dia 30 de julho ausentou-se da rea Nova,
sobrado n. 48, uma escra va, crioola, da noaaa Mas-
ra, he all, bastante cheia do carpa, fala, deales
bastante alvos, bouila e farsola, lem ama marca de
chicote no braco direilo, e nm deleito no dedo pal-
legar da ir.Ao esquerda ; por isao roga-se as autori-
dades poliriaes a sua captara, e entrena no dito so-
brado. ,
AI.L'GA-SE vestuario para o baile da'malea-
ras, tanto a carcter como a phantasia, para quera
quizer dansar, por pouco dinheiro : na rua estrella
do Rosario n. \i, primeiro andar.
PHECISA-SE alagar ama prela captiva para
lodo servir o de uma casa de pouca familia : a tratar
na run estrella do Rosario a. ti, primeiro andar.
Paul) l'creira Simes taz publico, qne a casa
terrea roir. sol.lo, de pedra e cal, sita na travesa da
rua Augu.ta sub n. perlaace-lbe por hare-la ar-
rematada em 9 de oulubro do auno pascado, coas
everncAo contra Jos Maria Placido Magalligaja fe sua
mullier, como consta do ltalo qne em si tes*, o an-
nuncianle, e do cartorio do eacrrao Cunha, pelo qaa
desde aquelle dia esla o annuoeiaate na poase da
rr.csms, a qual collectou o annunetaale era 6 de de-
zembro do mesmo auno na repartijas complanle.
Alus im-se luas escra vas para lodo o servico de
uma casa, assim cuino tambem voode-ta om violao
de jacaianin e um suarda-loora de madeirade ama-
relio : na rua dos Mrtvrioa n. 2, segando andar.
GABINETE PORTGZ DE
LEITRA.
Por ord;m da directora sa faz saber a lados as se* '
nhores socios, que de boje em dianle estar a biblio-
theca abena desdeas 9 horas da manaaaras 9 4a
larde, e dis 4 as 9 ; no di, porm, em qe chegar
vapor da liuropa, s se fechara a* 10. Tambem aa
faz saber aos memos senhores, que para meihor or-
dem do e> pedienle deverao fazer os seos pedido*
para leilui-a externa por escripto, designando o no-
mero que na margem do catalogo corresponder a
obra que pedirem ; para o que se podero manir
de calalmos e supplementos, que com os ejemplares
dos novos eslatnlos se arham am poder do goarda bi-
bliolhecario para serem distribuidos.Vieira Ribei-
ro, 1. secretario.
O ahaizo assisnado, lendo comprado 5 bois em
Maranguape, e fugindo um boi caslauho, sem estar ,
castrado, cara prela, e lem uma marca de um lado
proveniente de um tiro, por isso roga a alsuraa pes-
soa que o tenha apprehendi.lo pelo camnho, de par-
ticipar ao abaixo assignado, no engenho Peres, ou a
Jos Xavier Cavatennti, o engenho Cinipapo, ter-
mo de Olinda. CbristovAo de Hollanda- Cavalcanti
Mello.
Preoisa-se de um bom cozinheiro para casa de i
familia; a fallar na (ravcs
Sr. Andr Avelino de Barras.
Fien perlcncerAlo a snetade, do que sahir no bi-
Ihete inleiro n. ii89 da segunda parle da primeira
lotera do tl\ muasio Pernambacano, para as abras
da matriz da Boa-Vista, a qual latera corre no dia
i do corrente.O irmAo da matriz da Roa-Vista.
Aloga-se oo compra-se uma boa ama de leile ;
no Hospicio, segundo porlAo depois da l-'aculdade de
Ihrclo.
Quem precisar de um couliu-mestie de alfaia-
(e, chegado da corla por nAo gozar saude, dirija-se
rna das Trinchciras n. 10.
Prcisa-se de nm homem para Irahalhar em
uma relinacAo, se tiver pralica meihor ; a lAHer no
'iialeo da Sania Crnz n. 2.
RETRATOS.
No alerro da Boa-Vista n. 4, lereeiro andar, con-
tinua se a lirrr retratos pelo svstema ehryslalotypo,
com muila rapidez c perfeicSo.
O ibaixo a-sicnado, autorizado pela Sra. D.
Mara St'iihorinha do Livrameuto, faz negocio com a
arinaran'da loja da rua do tjueimado n. "iO, para pa-
sainenln do debito que o casal da mesma senhora
d-ve ao herdeiro Manoel Antonio Pereira de Abren,
de quem he o abaixo assignado procurador; a tratar
na rua Direila n. 17.
Jos Joaquim l.ima Bayio.
O abaixo jssignato, proprieta-
ro da linha de mnibus, faz sci-
enle ao respcitavel publico, >quo nos domingos, e
dias santos ; Arde havor ura m dous mnibus
para A[ pucos. As horas d^a pftida sao 3e3
e meia, e do rc.sresso de Apipucos 6 e 6 e meia;
o preco do bi i lie te de ida e volta be IstOOO ra., fi-
cando-evpressamente prohibido o ingressn quando .
se nao iler d precedente entrega aos bolieiros dos
respectivos bilhetes, os quaes s terao lid ade pa-
ra os mnibus que partem s horas cima mea-
cionados; nao he^tlendrvel renamacao de pessoa
algunia que'nao esliver s horas marcadas das par-
tid3s; naij lie pernuiudo umar-se dentro dos m-
nibus: os.birh.eles paraos mnibus vendem-se no
escriplcrio da rua das ferangeiras ni 18, nico lu-
gar onde se recebein as asignaturas. So serao
admiii'nlas nos mnibus como assignanles as pes-
soas, que apresentarem o recibo aos bolieiros, do
contrario serao' brigadas a pagar por viagem na
razad de H>000 rs. para Apipucos e 500 para a
Passagnm.
Claudio Dubeux.
Bilhetes .">5K0O Recebe por inleiro fcoodjj
Meios . 25900 n 3:000
I.l.iarlo ISiU) com deKonlo 1:3805
Quintos 1}I60 a - 1:1045
Dilavos 720 6905
Decimos 600 i) n 52
\ (asimos 320 271S
O referido raulelisla declara que se obriga apenas
n pagar os 8 por rento da lei, sobre os seos bilheles
inteiros, devendo o possuidor receher do Sr. Ihesou-
APKPDIZS DE COMPOSIT0*..
Esta tvpographia aceita manios que
saibarn nem ler e tenham bom compor-
taatneiito para aprender a composicSo, ns
<|uaes principiarao a ganliar logo que fa-
i;am algum trabalho que ic possa apro-
veitar.
)
I RECafit MILITAR. S
previne-se aat enhores socios-que a parti- 4\v
postas para oanule de familia serlo .eptre- 9
W guc at o dia 4, HV casa do jbaixo assigua-
9 a, rua a Aragilo n. 12.O serctario, t$
9 0 aderes Barros. 0
*0*-* *******
Precisa-se alugar uma p'ela escra-a para todo
servico da uma casa de pouca familia, que seja lie),
paia-st! bem : no aterro da Boa-Vista n. 78, loja.
t) Sr. Joaquim Octaviano da Silva tena carta
na livrura n. t e 8 da praja da Independencia.
DENTISTA. :
9 Paulo Gaignou\, dentista francez, eslabele 9
^ cido na rua larga do Rosario n. 36, segnndo 9
9 andar, enlloca denles com gcngivtsarliiciaes,
e dentadura completa,ou parte delta, cora a 9
9
9
CASA DE
C0HHISS1I DE ESCRAVOS
NA
EDA LARGADO ROSAR
Nesla casi recebem-se escravos por com
ra serem vendidos por conla re seus senliores!
(Ma Ierra como para embarque ; alianza-s
Iratmento e seguranca dos mesmos, nao se popn-1
do eforc is para qoe elles sejam vendidos rom prom-
pli i.lo. alim de que sem senhores nao solIVain em-
pate com a venda dcllcs.
Uir rapa hrasileiro, de bons costumes, ofl'erc-
cc-se para criado de uma casa de moco solleiro oo
mesmo de familia, o qual da fiador a sua couducla :
quem o pretender, dirija-se .i rna das Cruzes n. 22,
prirAciro andar, que se dir quem he.
Tem de se arrematar um escravo de nome tier
mano, penhorado por evecucao de Joo da Silva Li-
nas noilia a viuva e herdeiros de Joao Pires Ferrei-
ra, pelo juio da segunda vara municipal, escrivilo
MAtln ; i qual escravo arh.ir-se-ha em praca nos
dias 1." f 4 do corrente mn, no lugar do costume.
Prtrisa-se de um raiveiro pera taberna
largo do Pilar n. 17.
un
presso do ar
9
9999919999 9999 99
EDGACAO DAS FILHAS.
Entre as obra do graude Fenelon, arcebispo de
Cambray, merece mui particular menene otratado
da educaran das meninasno qual este virtuoso
prelado eusina como as mais devem educar suas 0-
llia-, para um dia chegarem a oceupar o sublima
losar de mai de familia ; torna-s por lano uma
neressidade para todas as pessoas qoe desejam gui-
a-las no verdadeiro camnho da vida. Cala a refe-
rida ol.ra tradutida cm portuguez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. t e 8, pelo
diminuto preco de 800 rs.
sgiaaa:s3jiS9
J. JANE, DENTISTA, 5
Xf continua a residir na rua Nova u. 19, primei- 9
^ ro andar. 9
& 19 999 @999 999999*999
Alusa-se o primeiro andar do sobrado da roa
da Cruz no RmMMMI, proprio paraqQalquerti-
taheledmenlo'^l Iralar na mesma rua n. 49, pri-
meiro indar, i
MASSA ADAMANTINA.
Rua do Rosario n. 3t, segundo andar, Paalo Gai-
gneui dentista francez, chumba os denles com a
massa adamantina. Essa nova e maravilhoaa coea-
posirai. tem a vantaeem de encher sem presso dola-
ros (odas as anfraclnosidades do denle, adqafrindu
em poucos instantes solide/ igual a da pedra mais
dura, e permiti restaurar os denles mnis estraga-
dos com a forma e a rdr primitiva.


I
DE PEnMIBUCO SBADO 4 DE AGOSTO 01 1855

r
i-s de ama na para eoiinhar e engom
mar : n aterro da Boa-VUU a. 26, segundo andar.
a urde de terja pi r quarti-feira, -2. do pro-
impaasado mez, desappareceu do sitio denomina-"
*do lirejo, no nngeulio Pinenli, fresue do Cabp,
um moleqoe de nome com klade de 15
anoos.Jouco maisoo menos.
P, bem prelo, o olho
jupio ila venta do iiiesiio lado provean
cotice de cavalie, nariz bsm clia lo, pcs largos
i qual larobem desappare :eu nm calaran
velho, com um.i besiga m
dor ; fnppe-M o moleque I- o (Ho, e
ambos esl fcaapUndades ou
lajPWmoleque e cn-
"ilfl-se avisar ou levar
_ bacharel JoSo Francisco
morador no sitio referido, ou
Joaqnim Maiosl Ferreira de Sou-
Ctrnio n. I, ene ser bem recom-
de urna nulli;i- de boa conduela,
i jue saiba eoiinhar e coser, pan facer o^ervico in-
ferno da casa de um hoirem eslranceiro sollefro,
perto do Recite : a tratar ua ra do Trapiche u. 38,
primeiro andar. ,
ESPIRITO SANTO.
Antonio de Almcida Braudilo e Souca, irmo do
Divino Espirito Santo, fax ver aos ndssos rmilos, que
por devoco offerece ao m;smo livino para adjulo-
rio das obras de sua nova i reja do Collegio,* nieta-
de do que lhe sahir por sorta era o meio Dilhete n,
2807 < lotera desta provinciB que tem de correr
sabbado, i do presente raox. .
O SOCIALISMO.
Falo geaeral, Abrsu Lima.
Aclia-se a venda na loj de I vros dos Srs. Ricar-
do de Freitas & C, esquina da roa de Collegio, e
em casa do aator, pateo do Collegio, casa amarella,
no 1.' andar ; enesdernado de todas as formas, por
rnaior on menor preco, segundo o goslo dos compra-
dores. A. edicto esta qiusi escotada, epoucos ej-
emplares reslam. Eata obra, citi qua se .irha traca-
11 a marcha do gejlro humano desde'o primeiro
hnmem t uossns otas, p;rleiiS> a todas as clas-es
-da sociedade, e lie, por asura direr-se, o evangelho
social, porqoe sella esli consignados lodos os loros
da humaoidade. As suas doolrias estao, porlanlo,
ao alcance "de todas as imtllige acias.
J. Ilundcr, alfaiale ullemao, na ra Nova n.
52, fax loda e qualquer obra de seo oflicio, dando o
panuo, por commodo preco.
Caifa da casimira de cor fina 55000
Dita da dita dita lOJjOOO
Oita de dita 123000
Dita de dita preU 169000
Casaca de panno prelo fino 289000
Dita de dito sopennr 383000
Palito de alpaca preta 108000.
Dito de dita 129000
Desappareeeu no da 27 do raez prximo pusa-
do nm mualo de nome Podro, que inculca-se forro,
n oa signaos segnioles : (ordo, cara bstanle
ga, de bigode, e com um signal bem visivel no
Rilo de urna den lada de porro ; levou ca-
adapotio e caira de rUcadinho azul ou de
qoem o appreheuder, leve-o i roa ao Mun-
do Novo, casa de Andr Avelino de Barros.
A abaicu assignada (ero ulorijadd ao Sr. Jos
Joaquim Lima Bairae paia fazer todo negocio com-
a toja da roa do Quoimado rt. 50 ; podendo tratar
como mesmo senhor na ra Dreita n. 17.
Mara Sentiorinlw do Livramento. '
O METHODO CASTILHO GRATIS.
A verdade e a scieuefu sao filhas de Dos, como o
seero hubiano devem sar patrimonio de lodo elle.
Kmquanto o Eim. Sr. conselhciro Antonio Feli-
ciano de Caslilho s por.informii-Ocs preciava a m-
nha pouca capacidade, eu vivia duvidoso, se bem te-
ria coinprehendido o seu asigno inellindo de leilura,
porque taes informacoos poderiam ter partido dos
meas amigos; porcm loan que ao dia8 dejtilho S.
Exe. foi auricular leMeniujka da-imeos conhecimen-
tos pralicos, S. Exc. que interesado mais que lodos
tiesta propaganda scienlilka, nilo ha va deixarde no-
taT-me o mais pequeo pice no deseinpenho do
seo melhodo, poia intrusiava in.iis em corrigir-me,
do que em elogiaf-me : por consesuinle, posso sem
'aoglorn offerecer-me gratuiamenle a todos, "os
quo se qoizerem propor*aiimai-lerio por esie ex-
cedente melhodo, lendo ns hiibililar,oes precisas de
grammalica earithmetica. Ainda hnnlemreceb urna
la do lllm. Sr. ilepulad a auscmbla provincial
io Grande do Norte, o Rvm. padre vigario Flo-
Gomes de Oliveira, o qiral em nome de seu,
ianos pede o ensino pelo melhodo Caslilho:
necesidades mititain em nutro* mullos pon-
tos deste bello paiz, eser possivcl que tantos jovens
vegetem na indolencia e qiiici na miseria, lendo' um
leeio 13o honroso de subsistencia Da aninlia parle
cumpro o meu dever, aininlia aula, dedia e de noi-
te he franca a quanlos se quizeiem iniciar no lacili-
mo melhodo do Sr. CaslHIio, ( parada lodo acabar
com aMavidas suscitadas pelo inimigus do melho-
do, lencieno no dia 8 do prximo ctembro dar a pri-
meira eiposirao das meas alumno* de seis mezes
lectivos ao.Eim. Sr. ronselhtiio presidente desla
provincia, e l todas as capacidades que se dignarem
Itoorar-me, em um dos nrielhore* saloes desla capi-
Vula do melhodo Cislilho, ra larga do Rosa-
.48.Francisco de Frcita.' Gamboa, professor
provisiouado pela goverooda provincia.
PUBLICACA'O COROCHAPIICA.
Esta' a' venda ha lisf aria clstica n. 2,
no pateo^do Collegio, a obra intitulada
Ureve Joticia Cot-ograpliica do Imperio
deBrail^, escripta cm 1 S5i ; e roga-se
aos Srs. assignantes t|ue t':nliam a bon-
dadedeiMuTidar buscir es seus c.xempla*-
re, no armazem deleilies d#rua do Col-
leRo ii. 15- *'t A
xcha-se a disposirio do publico, em casa
do Sr. F. Q Rodrigues Esleves, ra do Ca.1-
. deireiro n. 12, um medicaiiiento, que no es-
lado acnal da Iherapeutira, he o mais effi-
cac para FEBRE AMARELI.A. Conhece-
I mol o vegetal, sqis Iteres presenlamos em
tintura mAi, por seus effeiloi clnicos, e pof
j isto aconsejarnos, que delle si; use segundo
I o rotulo qua leva cada um dos frascos-.
Manoel de Siqueiva Cacolcanli.
P. S.Auforisados ru innmeros fados
clnicos, declaramos, que es e medicamento
he igualmente de muila eicacia para estes
casos: vmica, pneumoDia, pleuriz. febres
i inlermilteiile, soffrimentos syphiliticos,
.Dr. Rilieiro, physiciau by~4ne universi
Cambridge, oiled States, <:onti ij.es lo reside
da Cruz n. la, 2. floof, aud albsnds espe
the eye andear's diseases, te mikit^ccul
nalion al any hour io prvale rnttes ; re
Ibat fr lhe examinalion of the i*r*.il requires
ligh.lfilie sun.
Grande sala de barbeiro.
Antonio Barbosa de Barro*, com sala de barbeiro
na ra da Croado Recife n. 62, primeiro andar, ftz
sciente ao respeilavel publico que alero de barbear,
corlar cabellos e sangrar com toJ:i a perfeicSo, lim-
pa dentesjqueima, chumba com i verdadeira massa
damantMi, da qual recebiu prximamente viuda
iFranca grande portao, e vendi os frasquiuhos par
prego commodo; assim ccmoenidna como ellaT
applicada para cooservar sempie os denles na toa
cor natural. Tanjbenrtem um grande deposito de
bichas de Hamborgo. as qoaes vwide era porcjlo, a
retamo, alaga a menor pon,ao que o freguez queira,
e qnando aeja preciso elle mecnio as vai applicar :
asaba como ludo mais quo cima fica dito, maU ba-
rato do que em oulra qualquer'^irte. *
P^Hrreira da Silva Maia vai a Portugal.
riploro de Domingo. Alves Malheus, na
> da Crac do Recile n. 54, desuja-se fallar a nego-
_ inleresse, ao Ilim. Sr. oapilao Innoceafio
da Cuuha (ioianna o JoSo Paulo de Soiiza, c como
se naaaaiba de suas moradas, pdese aos mesmos
Srs. qne sffdiguem comparecer no mesmo escripto-
no, oa aununciem suas moradas para serem procu-
rados. r
O subdito fraocez Villelle rollra-se para fura do
impqrio. r
Precisase alngar nm prelo que seia robusto,
agradando paga'-se bom alaguel: na ra da Concor-
dia n. 8 ^^ u
Precisa-sc comprar un Miliar de boa qualida-
209000
CUSULTOmO DOS POBRES
O mUA KOVA 1 MBAR O.
TUoscozo Ha^rai.i, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou nuile.
ifsaWse igualmente para pralicar qualquer operaran de cirursia, e acudir promplameitlc a qual-
|Mfiulher que esleja mal de parto, e cujascircuinstam-ias no pcrmiitam pagar ao medico.
N COIULIORIO DO DR. P. A. LOBO I0SC0Z0.
imW ^^*5o ra NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual cmplelo de meddicin homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, tradazido em por
tugues pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous e acompanhadode
um diccionario dos termos de medicina, cirargia, anatoma, etc., ele......
Esta obra, a mais importante de todasasqaetralamdoestudoepraticadahomeopathia, por sera nica
quecoclm abase fundamental d'esta doutrinaA PATUOtiENESIAOUEFFE TUS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGA.NISMOEM ESTADO DE SAUDEconhecimenlos qne nSo podem dispeusar as pes-
soas qpij se querem -dedicar i pratica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que qnizerem
expcrinenlar a doulrina de IIahnemann, e por si mesmos se convencerem da verdade d'ella : a lodos os
fazendeiros e senhores de engenho que estao longo dos recursos dos mdicos: a lodosos rapitesde navio,
qne urna ou oulra vez nao podem deixar de acudir a qualquer iocomrriodo seo ou de seus tripulantes :
a todo os pais de familia que por cirenmstancias, que nm sempre podem ser prevenidas, silo obriga-
dos a prestar O vadt-mecum do homeopatha oo tradoccilo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambem ulil s pessoas que se dediram ao esludo da homeopalhia, um vol-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 109000
O diccionario dos lermos de uffidicinac eirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. SUDO
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar nm passo seguro na pratica da
homeopalhia, e o proprielario desle estabelecimenlo se lisongeiaale te-lo o mais bem montado possivel e
ninguem duvida boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
'Boticas a 12 tubos grandes..............,........
Boticas de 21 medicamentos cm glbulos, a 10, 129 e 159000 rs.
Ditas 86 ditos a................... 209000
Ditas 48 ditos a...................'. sbaoot)
!.!u< ifl a'!0' *.................... 305000
Ditas 144 ditos a.................. ^WO
lubosavulsos ......... .......-....... 1-sOOO
trascol de meia onya de lindura..............,. 29000
iloii de verdadeira lindura a rnica.............,..'.'. 2>00
Na mesma.casa ha sempre i venda graude nuoiero de tubos de crystal de diversos lmannos
vidros para medicamentos, e aprompla-se qualqaer encommenda de mediramentoscom toda a brevida-
oe e por precos muito rommodos.
MECHANISMO PAR EHSE-
89000
TRATAMEHTO BOMOPATHICO.
Preserva tico e curativo
DO
CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
B3
mais efficazes
oo insIrn/Jo aopovoparase poder curar desla enrermidade, adrTnisIrando os rem"edio
para atalha-la, emquanlo se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independente desles nos
cm (Jim ii.io.os fio* "
TRADLZIDO EM PORTUGJJEZ PELO DR.
LOBO MOSCOZO.
poVlos ein pratica
Sendo o Iratainento-homeopathicoo onicoque lera dado grandes resollados no curativo desla horri-
velenfKm.dade, jnlgamosa proposito Iraduz.r este, dous imporlanles opsculos em lingua enlac-
ia, para desl arte raeffilar a sua leilura a quem ignore o francec. "ua vernacii
Vende-se nicamente no Con-ulloriodn traductor, ra Nova n. 52, por 2S000 rs.
A 99000 E lOaOOO A PECA.
\endem-se peras de brim fino e hamburgo su-
perior, que se assemelha ao bom panno de linho,
pelo diminuto preco de 9 e 108 a peca de 20 va-
tas: naru. da Cadeia do Recife, loia n. 50, de-
fronle da ra da Madre de Dos. .
?LBLICAtlAO' DO INSTITUTO 110
HE0PATH1C0 DO BRASIL
THESOURO HOMEOPATHICO
OU
VADE-MECUM DO
HOMEOPATHA.
Melhodo concito, claro e seguro di cu-
rar homenfialljicamcnle lodos al molestia/
fyt af/ligem a especie humana, e partir
eu/rmen(e aquellas que relnam no Br
til. redigido secundo os melhores trata-
do*: de liomefTilhia. lano europeos remo
americanos, e secundo a propria experi-
encia, pido Dr. Sabino Olegario l.udgero
Pin/iu. Esla obra he boje reconlieeida co-
mo .1 melhor de (odas que tratam daappli-
carito homeopalhica no curativo das mo-
lestias. Os curiosos, principalmente, 'nao
podem dar um passo seguro semapossui-la e
consulla-la. Os pas de familias, os senho-
res de euenho, sacerdotes, viajantes, ca-
pis de navios, serlanejosetc. etc., devem.
te-la a mSo para occorrer promptamenle a
qualquer caso de molestia. *
Dous volumes em hrochura por 10*000
s encadernados IttOOO
Vende-e nicamente cm casado aVor,
rua,deSadto Amaro n. 6. (Mundo No-
vo).
(*
Capas de burURia a 12S00.
Quem deixara de se muir de urna encllenle ca-
pa de burracha, pelo diminuto prero de 12 a el-
las, que so estao acabando: na ra da Cadeia do Re-
cife, lua n. oO, defronte da roa da Madre de Dos.
Pianos.
JoSo P. Vogele* avisa
ao respeilavel publico, qne
M suacasa, na rna Nova n. 41, primeiro andar!
clia-se un sortimenlo de pianos de jacarando emog-
"'os.mdho*s que lera at agora appareddo no
mercado, lano pela sua construceo, de armario e
honsonul, .los melhores olores Se 'l.o.ul, e de
namburgo, os qoaes vende por preco razonvtl. Ven-
HZZ T P'A" ",ad0 cm bom e"aJo- I"" preco
commodo. O anouncianle contina a linareco-
cerlarpianos com perfeieap.
odfio da fcbriai de Todos os Santos da
Baha :
,a r.na a.Cr? n criplorio de An-
e^ Oliveira Azeveilu. Ete algodte he
roupa di es-
i>
Esl. n sahir a lac no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA
EXTRAIIIDO DE HOFF E
NINGHAOf|EN E OUTRQS.?
poslo-em oqfein aiphabetica, com a-Jescripriio
abreviada de todas as molestias, a indicao|o physio-
logica e Iherapeutica de todos os medicamenloslio-
meo]iaihiros, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de ura diccionario da signinca;.1o de todos
oilermos de medicina e eirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO NORAES.
Subscrevc-se par esla obra no consultorio horneo,
palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 50-
pnmeini andar, ipor 39000 'em brochura, e 63000
encadernado.
Luiz
muilo propriaapara saceos de assucar
cravos.
as i ancezag COrn pnto de abo;
JiROTSS:-u escrip,ori "c -vn,flnio
Couro de lustre de superior qttalidade :
de A;ilonio Loiz deOlrveir Azevdo, no seo es-
na roa da Cruz n. 1. *
daBoa-V,
fi luJ'^rbridTn^r -^-=w
NA HJNDICAO DE FERBO DO ENGE-
>HEIRO DAVID W: BOVVNIAN. ,,A
RHA DO.BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempr,. ,u gran'de.sorli.nento dos seguidles oo-
lecissdcmechanismosproprios para en^ellllos, a sa-
^rimoC-ndas,e.n,e'Mm"(,"lla4 '"a mais moderna
conslrortao ; taixas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de loda os lapunhos ; rodas
dentadas para-agua ou animaes. de lodas propor-
Ces ; envos e boceas de brnalhae registros de bo-
eiro, aguilhoes, bronces, pirafusos ecavilhoes, moi-
nho de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FL.NDICAO.
c executam todas as encommendas com a superio-
ridade J;i conhecida. e com a devida presteza e com-
modidaile em pre;o0
TAIXAS DE FERRO.
Na fundit}ao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
ra do Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Marnha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundida, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e etn ambos os logares
existen quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos sao' os mais comn-iodos.
Vendem-se noces moilo novas a 13280 por ar-
roba, em pesos a vonlade dos compradores : no ar-
mazem de Aoslinho Ferreira de Souza uimar3es,
na ra que hca confronte ; igieja da Madre de
Dos.
Veiule-se/por muilo menos do cusi oo aluza-
se urna casa moderna na Torre a beica do rio, com'
todas as commodidddijwra familia coclieira, estri-
bara e quart para feilor : a Iralai'na rnada Cruz
n. 10. *
Vendemse eralinde, taberna do Amorim, na
Yaradourn, os seguiotes livros : Voet Cnmmen-
larius ad Pandectas,grandes volumes novos ulli-
ma edicto ; lleinecfi Recilationes, 2 volumes nu-
vos ; Insliloths de Jostiniano cora i traduceSo em
frente, 1 volme ; ditas do mesmo explicadas por
Du Curroy, 3 volumes ; Juris CivUis cloga, ad
lisum PraderliaramAoin os cnmmernariasde Olio,
de Vlpiauo ; Senlemjlsde Paulo, ele. etc.. 1 volu-
me ; l'inniusnd Institua. 2 volumes novos ; Boeh-
meri ad Pandectas, 6 volumes novos ; mujlosoulros
livros de Direitu .Natural, Publico, das Cenes, Di-
plomacia, Direilo Civil, Ecclesiaslico, Comrnercial e
Marilimo,.os mclhore autores e rica encadernaeflo,
Criminal e nutras obraeni|>lelas de sabios juris-
consultos eslrnnaeiros, de l.ilteratu -a, de Medicina,
Cirurgi. Pharmacia, Mailleras ticas ; livros para lo-
dos os preparatorios que se ensinam as academias,
a Discass.10 no Cnnselho de Estado da l;ranea acer-
ca do seu rodigo civil, em 20 volumes ; a Legisla-
cao Brasileira al 1833 inclusive da Ivpographia Na-
cional, seu supplemento, ndice e'RepeHorio das
l.ei Eslravaganles; e ootros muito; livros, ludo por
preeo razoavel. ,
Antigo deposito-de panno de algodSo, da
fabrica de Todos os Santos na Balita.
Novaes & Cornpanhia, na ra do Tra-
piche n. 54, oontinuam a vender panno)
de algodao desla fabrica, trancado, pro-
pno para saceos e roupa de eseravos.
o. PARA VOLTARETE.
Vendem-se rica caixinhas com tentos,
para voltarete: na ra da Cruz n. 26,
primeiro andar.
Vende-se cha rapante de superior
nualidade em caixas, por prero cornmo-
do: na ra da Cruz n. '16, primeiro an-
dar.
Vtjnde-se Kirch e\bi nlhe. por pre-
co commodo: ua ra da Cruz n. 20, pri-
meiro andar.
na ra do Colle-
Vende-se um escravo moro-
eio, loja n. 16.
Ve n. le-se nina I a liorna na ra da Senzala Ve-
Hia n. 15, e nao havendo comprador, vende-se a re-
lalho ; lodo o dono de Liberna faz negocio- comprar,
a saber
e nao \
codo 6i0 a garrafa, loliciiiho superior de Saiitos,
cerveja, genebra de llollanda. ligelas, pralos e ba-
cas, azeite dc.carrapato, sardinhas, caf de caroco,
arroz do case, um peso de arroba, oulro de rueia,e
todos os mais gneros quenella se'acharen) : a tra-
tar na, mesma n. 15.
3I1HIIRO
nao se engeita.
NA RLA DO QUEIMADO N. 40.,
Henriqne & Sanios acabam de arrematar em le
13o grande porjao de fazendas de seda, lila, linho e
algodao, equerendo acabar, avisara ao publico, que
se vendem por diminuto prero as fazendas segum-
tes, fen como oulras minia-', o dao se as aaMfli
com penhor. f.
Corles de cambraia de seda de babados, a
Corles de, de quadros, a
sedas.de quadros e lislrs, rovado a
Adelinas de seda de quadros, rovado a
Alpacas de seda de quadros, envido a
Setim prelo Maco liso, covado a
Sarja prela lavrada, covado a
Sarja preta lisa encorpada, .covado a
I alela azul claro mofado, covsdo a
Chales prelos de reros, a
Chales de seda de cor grandes, a
Mantas de seda para senhora, a
l.enrns de sed de cor, grandes a
.neos de sed de cor peqoenos, a.
Lencos de seda de cor para grvalas, a
Imites de cuteles de seda com barra, a
Chaleane merino bordados seda, a
(hales de merino com franja deseda, a
Chales de lila de cares, a
Cortes de casemira preta fina.t
Corles de casemiras de cortinas, a
Corles deeolletes de 15a, a
Panno prelo lino, a +
(trelo prelo para panno, covado a
Panno de varias cores Uno, covado a
Merino prelo de cordflo entestado, covado a
Alpaca prela de lustre lina, cavado a .
Bviin liso de puro linho, peca a
Aberturas finas de cor para camisas, a
Cortes de colleles^lo fustn finos, a i
Cassas francezas re cores finas, vara a
Ganga amarella de quadros e lisa, covado a
U'i I as francezas I :i ras, covado a
Riscades francezes muilo largos, covado a
henros pequeos de cassa liaos, a _
Reos vestidos de seda de quadros, corte a
Vestidos da seda com loque te mofo, corle
Nobreza furia-cores para vestidos, covado
CAL VIRGEM.
Vende-se cal de Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTANCA, entrado hontem, poi
preco commodo: no deposito da rita de.
r: vinho bom, vinagre, azeite doce de Lisboa,, j polio n "'___[{
*-*.......""",""',l"'"'"""""-1 FARINHA DE TRIGO FOH-
TAHA,
de superior qualidade, em primeira mSo, e por pre-
) commodo : iirrn da Cruz, armazem n. 4.
POTASSA BRASILEIRA.
$ Vende-se superior potassa, fa- Q
A bricada no Rio de Janeiro, che- j*
recommen-
( Sa^a recentemente,
da-se aos senhores de engeolios os
seus bon eireitos ja' evperimen.
tados: na ra da Crjzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Cornpanhia.
9
<
TOOO
49600
000
800
(00
. 23(100
28000
19300
360
93000
89000
53000
19500
800
720
23000
93500
69500
49500
49-VIO
4fOBQ
800
29500
33000
.4*000
m 640
500
89000
700
600
600
240
260
220
300
149000
129000
19400
com loque de mofo, covado 19100
I.neos de setim prelo maco a
Pulcciras de velludo prelase decr
Cuteles de oasemira prelos bordados, corlo
Corles de cuteles de sedado cores a
Alpaca de rordilo prela e de cores, covado
Lencos de cambraia de linho a
Lavas prelas de torcal paraaamhora, o par
Cassas de cores escore/as, ajando
Madapol.ro tino com toque da mofo, pe^a
Has de quadros com 4 Mknos de
15200
500
4900
2J5IX)
540
<
400
398OO
Vedg-se na rita Ai Ijruz 11.
tap|t precos codninpdos:
Cera de carnauba do A
Cemento romano em bar
robas. '
e!>, oseguita
, O Dr. Sabino Olegario Ludgero* Pinbo, Q
mudou-se do palacete da roa deS.Francis- u*
co ri. 68A, para o sobrado de dous anda- ^*v
resn.6, ruada Santo Amaro, (mundo novo.) A
Regiment de cusas. '
Sahio a luz o regiment das custas judi-
ciaes, anhotado com os avisos que o alte-
00 res, na liviana
endncia.
uiefraDcez, obras
(as
I*
de e que estoja em bom slalo, com seus per'tences :
quem liver annuncie para ser procurado.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula part a ra do Ran-
gel n, 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos deid ja' por m-
dico preco como he publico: quem se
quizer uttlisar deseupequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
Aluga-seum sitio gHiigar dos Airo-
gados, na ra de San-Mi;;uel n. 39: a
tratar na Boa-Vista, ra da Gloria n. 69.
Aos senhores de engenho.
No primeiro armazem dobecco ilo Concalves, ven-
dem-se meias barricas de farinha da mais superior
qualidade.
3 'yV de J,uae Bapi.ua HnUTu roa Nova
n. W, funde-se toda a qualidada da obra de bronze
, asura como faz-se qualquisr abra tendente
wleiro com toda 1 perfeicAo e
laliWoa
commodo.
pre^o
Precisase por aluguol de 3 prela* eieravas
. tr dC ? CMa : que,n '* ,Ter- drlja-se
!? .1' F*nci,co> obrado o. i, como quera vai
P*ra a roa Bella ou Mondo Novo.
clirflnicas, 4 vo-
. 209000
. 690Q0
79OOO
. 69000
. -. 169000
69000
89000
163000
>pathica. .
volumes ....
...Has. M: .
Jahr, Mpirla pelle.......
Rapon, lrJwia da fcuieopalhia, 2 volumes
llardimson.'Wiado completo das molestias
dos meninos.'.........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
De Fayolle, doutrina medica homeopalhica
Clnica de Slaoneli .......
Casling, verdade da homeopalhia. \
Diccionario de Nrslen .......
Alllas completo de analnmia com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripcao
de todas as parles do corpo humano
vedem-s Ihico do Dr. LoboMoscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro andar.
no lugar do Rosaririlo um grande
sil.10 carene conservar annualmenle 12 voceas de
sej^qa'em he".'" "' "" d Qneid ^
ori7tJr,de;^ ama ""i1"13 de idade 3 """os. pro-
pn para lodo servico de urna casa : na esnuina ,h>
ra do Sol, casa de ar.ho.omei. Franciscc, rie onza"
los" e^nM^'f TnJ'"' ambo' crioulos '"-
A pechincha*
io prer.o de 6 cada urna : no armazem do Sr Jos
SZ Vere'" de Me"' "' *ain' Jefroni. da A
Novo sortimento de fazendas
baratas.
tasAlauneadifai"ndaSJa-i,nnunciadas' e omrasmoi-
relho ,nd!"''8,r?.".? vcodem cm poreao e a
relalho. por baral.ssimo preeo, ha novas chitas de
!0r.f_.n,!sa.!O- WeOO r."o covado,
ditas
para
coberta, bonitos padroe., a 220.. ditas largas de cores
claras imitando cassa a 240. riscado. franceV.e,!?.
de quadros modernos a 260, cortes de cambraia d
SSTTJ' f.varas por 'mm- 5*S*.
muito lino para lencos com mais de 2 varas de lar-
5rin, dPe nhora!S,,m0,P-rlC d ^ novo,
n.rinsdetinho de quadnnhos para nalil, is
5C?SS^!S ,eo?ad' '-'"^ casimir^d
eores a 49, bros de cores para talcas a la a nm -
2!!1 ?.ad.r?* Deo.s' .ql K aehasoffrivelmente
10900o1
SHOW
75000
69000
4S000
109000
309OOO
COMPRAS.
Conipram-se ae^Oe de|Beberibe : na ra" lar-
ga do Ko!ario n. 36, segundo andar.
, d C01PIU-SE
toda a qualidade de metal velho, menos ferro : na
ra Nova n. 38, defronle da igreja da Cooceico dos
Militares, loja de funileiro.
Con.pra-se urna prela de bonil figura e moca,
quesejaboa costorcira e engommadeira ; pana'se
bem agr lando : na ra do Trapiche n. H, primei-
ro andar. K
Compram-se eseravos de ambos os satos, e re-
cebem-se de corumissao para vendas : na ra Direi-
ta o. 3.
Cumpra-se um baleaos
madeira boa : quera liver
- Compram-serllosdo pi.
palmo para mais em dimetro
rora, em Santo Amaro, e no di
roa do Brum n. 28.
tar
narello oo outr
ou vilicica, de um
ha fundirlo da Au-
psilo da mesma, na
Compra-se efTectivameute bronze, latSoe co-
bre velho : no deposito da fundicao d'Aurora, na
ra do Brum, logo na entrada n. 28, e na mesma
fundicao em S. Amaro.
commissao de eseravos, na ra
do Livramento n. 4.
ram-se eseravos cHeclivaiuenle de ambos os
sexosHe 12_a_35_annos, sendo boas figuras, paga-se
melhor di;que em ouhra qualqaer parte, embora
nao (enlmm habilidades, tambem se recebera para
vender de commissao.
Compra-se um oculo de alcance 1
do : quem o liver annuncie.
1 bom esla-
VENDAS
X.
\ emle-se ara nsgro moco, de harSo AngoU,
pronrio para servir urna casa e pagar semana, pois
he de ho,i eondoela, o que se afianen : na rna larga
do Rosario n. 22 segundo andar.
Ve jde-se 1 molequinho de 8 annos, muilo lin-
do e esperto. 1 negra engommadeira, 2 ditas sem hn-
bilidade!. e 2 negros robustos : na ra larga do Ro-
sario o. 22; segundo andar.
Ho-
#
Barato adiuira*
vel.
dota 29700, crl
mos de meXn, lindo sortimento de
092OO, dllos de pura laa com bonitas
nadro a69500, ditos de ganga borda-
1, cortes de vestidos de cassa e sedn^bd-
drSes, a 11, lenjos com franja de pura seda
a 800 rs. ; ua ra do Queimado n. 33 A.
A 2,000 rs. o
covado
de setim maco superior com loque do mofo somon-
te pelo avesso, e sem deeito algum pelo direilo, pelo
diminuto preeo de 29 o covado ; na ra do Queima-
do n. 33 A.
Pelo barato pre-
(0 DE 2,800.
C"!lles de olidos, de cambraia lisa, fina, a 29SOO,
Wi 19. o9 e09 o corle, dilos de vestidos de cambraia
de listrascom 8 1|2 varas a 29800, romeiras de mo-
dernos gostos a 29500, e oulras mais fjzendns pelos
baralos probos: na ra do (Jueimado n. 33 A.
Vende-se o bom e bem acreditado rap Joao
Paulo Cordeiro da fabrica do Rio de Janeiro ; rap
sle bem aceilo pela sua composi{3o e assemclliar-se
ao de Lisboa pelo seu bom aroma agradavel ; ven-
de-se de25 libras para cima.no deposito geni da ra
da Cruz do Recife, easa.n. 17, e em librie a rela-
lho, as lujas seguintes : ra da Cruz do Recife,
Fortnalo Cardoso de (iopvt-a ; na ra da Cadeia do
Recife, Jos Gomes Leal, Jos Fortunato da Silva
Porlo, Thomaz Fernandes da Canha, Manoel Jua-
quim de Oliveira ; beceo da Cacimba, Antonio Ra-
mos ; ra do Crespo, Joaquim llenrique d Silva :
ra do l.lueiraado, Magalhaes Silva, Teiaeira .(
Souza ; ra Direifa, Jos Vctor da Silva Pimeniel;
paleo do Carmo, Antonio Joaquim Ferreira de Sou-
za ; ra larga do Rosario, Viuva Dias Fernandes,
Manoel Jos Lopes, Barros & Irmilo ; aterro da
Boa-\ isla, Joaquim Jos Dias Pcreira, Jos Vielor
da Silva Pimeniel..
Vendejn-se dous- pianos fortes de
Jacaranda-', constriicrao vertical, e com
todos os melhoramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de Ham-
urgo: na ra da Cadeia, armazem n.
21.
de!2ar-
* -
Vendem-se no armazem. de, ttostrn
Kooker & C, ra do Trapiche n. 47, su-
perioies relogios.de ouro patente inglez,
deurc dos melhores fabricantes de Lon-
dres, por precos mui mdicos.

Vende-se um sitio, coranm pequenPviveiro,
e proproees para mais dous ou liez grandes, na
freguezia dos Afogados : a tratar no pateo do Trro,
n. 9, 1. andar.
Vendem-se em casa de Fox Brolhers, a na da
Cadeia do Recife-n. 62, relugios de ouro, rhegados
honlero pelo vapor iuglez, de um dos melhores fa-,
bricaules de Londres.
Palitos francezes.
Vendem-se pililos francezes de brim ile linho a'
39300, de alpaca prelos e de cores a 79 e 89 rs., de
bombazim a 109, de merino selim a 129. de panno
fino prelo e cor do.rape a 169e 18} rs. :'na roa No-
va n. 4.
1 Chales.
Na ra Nova, loja a. 4, vendem se chales de me-
rino e casemira a 69, ditos bordados a seda IO9.
Luva,s de pellica.
Vcndcra-se luvas de pellica para homem e senho-
ra .1 19280 o par : oa ruaNova, luja n. 4.
Farinha de mandioca para acabar : vende-se
por I98OO cada urna sacca : na ra da Cadeia do
Recife n. 30, loja de Faria Machado,
- Por 2OO9OOO rs. .
' Vende-se orna rabeca italiana, original Guar-
nenus, auno t73l ('.remona ; quem a pretender
comprar, anuuncic por esta folha.
Vende-se urna boa escrava muilo esperta e de
oplima conducta, cozinha bem o diario de urna casa,
e entende de cnso'mmdn. costura chaa, marca, faz
labyrinthoe he muito carinhosa para meninos : na
Jiia da Cruz iiy-52, segundo andar.
Vende-se 1 so, 6 cadeiras, 1 banca de meio
18 quadros doiirados com bonitas e.I;.ipas, 4 nne-
loes de ouro de lei sem feilio, tudo isto he vendido
por preco muilo commodo por ser de urna pessoa que
relira-se : na ra da Roda n. 52.
No paleo do Carmo, quina da rna de Jorlas
11. 2, vendem-se queijos novos a 29USO, chouriras
novas a 440, gomma a 80 rs., cfat80, manleica
uigleza 1 800. 960 e I920O, azeile doce a 610, vinho
de Lisboa a 400 rl., bolnchinhas linas Lisbonenses a
400 rs.

He iK.r.ivsiiho.
Na roa do.Qoetmado, nos quatro cantos, na loja
de fazendas n. 22> ..lerroiite do sobrado amarello,
vendem-se bonitas mantas de seda pelo barato prejo
de 0900O, lencos desella |iara al-iheira, fazenda mni-
lo superior a I96OO, ricos corles de seda para esli-
os a 149 e 209, diales de merm muilo linos e de
muilo bonitos padres a 69, selim jirelo maco com
pequeo loque de mofo pelo avesso a I96OO o cova-
do, tensos- de seda de cores para grvalas, fazenda
mono superior a I, luvas de seda de todas as cores
6 I" ^'l al?u Cl, de LisWa, 0 melhor que pode bavera 19 o pal,
lencos de cambraia de linho a 560. casemira prela
muilo fina 1 29 o covado, merino prelo muilo lino a
.19 o covado, princeza muito boa a 500 rsl o covado,
meias brancas linissimas para snhoriis a 4( rs. o
par, leiigos muilo bonitos de cassa a HiO; chales de
''er.'Ln'e' qualidades e de bonitos padrees a 610,
ooo, 19,196U0 c 29cada um, linissimos chapeos pre-
los francezes 69OOO, e alem desla oulras muilissi-
mas razend, que por se lerem arrematado rm lei-
lao e se querer acabar com a loja. vendem-se por
prerus que far admirar aos compradores ; a ellas,
antes que se aeabem, meus amigos.
largura, covado tqq
Vende-se urna boa vacca de leite,
panda de novo: no sitio do Chora-me-
nino, sobradla idft^ de rape.
Vende-se cal virgem. chegada hon-
tem, e de superioi" 4ju'alidade poitpreco
razoavel: no>,aiajattan de Basto & Ir-
maos, ra do Trapichen. 15.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior relroz de primeira qualiAide,
do fabrcameSiqueiralindas de raiza de nume-
ro, e lio porrele, tudo cheaadopelo ultimo navio viu-
do do Porlo, e juntamente vinho superior, feiloria
em pequeos barris de dcimo.
i\. .V,aterro da Boa-Vistan
. PuIBER.
Acaba de fazer urna especie do venesianas cara o
Jionie sturet, 4* nova iovencSo para janellas. servem
Itornsineiilo e lem a vantagem de impedir a cor-
**nlez, de ar nos aposentos o entretr-lhe a frescura
uetessana. Podem igualmente servir para armaH
^ zens. l>r ura engenhoso mtrhanismo sao mu
TBierhordo que as venezianas enliga*. S cora'S
vista melhor se pode saber o quanlo sAo excellenles.
Da
00.
Brinsdevella: no nrmazmeN-O.
BieJ^er rOIRIEK.
ATERRO DA BOA^VISTA N. 53.
Vende-se um carro de quatro
rodVs, novo, muito
leve, e de novo modei
por
os wfimm CHARUTOS.
que ha presenlemcnie no mercado; veWdwn-se
pret razoavel: na ra do Crespo, toja n.; 19.
FAKLOS E SEMEAS DE LISBOA.
\a ri|a do Vigario armazem n. ,7, ha
para vender semeas e trelos muito novo,
desembarcado boje do patacho CONS-
TANCIA. -r
FARINIA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccasquetem um aiqueire, medida
velha por 5 "), 5 e 7, e no armzem def i-nte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Cornpanhia na ruado Trapiche
3i, primeiro andar.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
d -e farelo novo, chegado da Lisboa pela barca Gra-
lid o. v
Moinhos de vento
umbombasderepuxopara regar borlase haixa,
d ; cap ni, na fundic ao de 1). YY. Bowman : narui
dn Brurans. 6, 8 c 10.
AGENCIA
Fundicao' Low-Moon Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste cstabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de oen-
das'c meias'moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coadd, de todos os tamauhos, para
d'to. T1 r
Vendem-se em casa de S. P. Joh.is-
ton &"C, na ra de Senzala"Nova n. 2.
Sdlins inglezes. 1
Relogios patente inglez.
Chicotes de.carro e de montara.
Candieirose casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Birris de graxa n. 97. ,
Vinho Cherry em barris.
Cimas de ferro. .
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
.Vende-se em casa de N: O- Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquclla fabrica muito proprio pa-
ru saceos de assucar e roupa'para esera-
vos, por preco commodo, '
Em casa de J. Kelier & C, na ru
da Cruz n. 55 ha para vender excel-
lentes piano vindos ltimamente de Ham-
burgo. ,
Vende-se urna balanca romarfa com todos os
s u perlences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, diriia-se i ra da Cruz, armazem n. .
COGNAC VERDADEIKO.
Veude-se superior cognac, em garrafa, a I2J0O0
a duzi, e 1JJ80 a garrafa : rta ra dos Tanoeiros n.
i, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores,. de muito
bom go'sto.
Vendem-se na ra do Crespo, lojade esquina au
volta para a cadeia. '
ATTENCO.
^ ra do Trapiclie n. 54, ha para
barris de ferro ermeticamente
l0Pip para deposito de fe-
tes barris sao os melhoreiie se
tem de^oberto paA este iim, rffir nao
cvliariem o menor cheiro, e apena* pe-
zam 16 libras, e custam o diminuto pi e-
i;o de 4J00Q rs. cada um.
Vende-se pipaMtf>arris vazios e bar-
ricas internadas: a%-atar com Manoel
A boa fama
Na ra do Qneimado nos' oualr.........-
mlo.le/a, da boa fama n. 33, ?eX'!?l<"'"',Ide
objecto, pelo, precos meatloJ"'
lo boas qualidades, a saber:
lluzia de lezouraspara costura a
nados, e tudo de mu'i-
I9000
15U0
"15*0
MO
40
640
2M
60O
60
100
o seulioras
70 libra 19I0
19000
Oazla .le iienle para a.lar cabellos
eCas con, 11 v.ras de filala.rada .em:
1 ares de meias branca, para senhmV
ecaa.|elU5bra"CaSdelin^
I esas de luco eslreilo com io varas '
Oirteirinha, Com 100 agalh.s, KUttH
-Maso, de corda para vesUdo
Caua,1 Com coleheles balido,, frimcezes
E.covas linas para denle; ^
Pulceiras encarnadas para meninas e
Unl.as branca, de nvelos M,%)
Libras de trabas de cores de noveno "
broza, de boloes para carniza "l
Meadas de linl.as fiuissimas pdra bordar
Meadas de linhas de peso "r'uar
Carritelsde linhas lina, de200jardas
brozas de bolees muito linos par. calcas
,'""\SL "vel"H de ,im'" J "rcr
llo/ia deVtdaes para seLliora
SospenwrlD, o par
Maciuhos de grampas
Caitas de alQueles
Caixinhas coro brioquedos para meninos
Agulheirosmnilo bonilo, cum agulba,
Torcidas para candieiro, 11.14
Caixinhas com agollias francezas
Uabadosaberlos de linho bordados lisos, a 120 e240
Alm de tudo isto oulras rhuititsimas cuoias lde
de muito boas qualidade*, e que se vende maM
mu barato nesla bem conhecida loja da boa fama.
NAVALHAS A CONTENTO E TESOntAS
Na ra da Cadeia do Kecife n. 48, primis,
dar, escriptorio de Aususle C. da Abres,
nuam-se a vender a 8#000 o par (preso fixo,,
bem conhecidase afamadas naval* bar'
pelo hbil fabricaule que foi premalo |
de Londres, as quaes alm de duraren !
mente, baosesenlem no rosto na |
vendem-se com a condicao de, ni a.
derem os compradores devolve-las at 1
pa compra restiluinde-se o imprteZXL
sa lia ricas lesouriuhas para uuhas, jeilas 1
mo faincaole.
100
40
SO
100
320
200
80
160
9 Cobre para forro de 20
f cas com pregos.
j Zinco para forro com
* Chumbo em barrinbas.
I Alvaiade de chuubo.
Tinta branca, pn e va
7. Uleo de inhaca em botj
* Papel de embruibo^
1 Cemento amarello.
f Armamento de todas
) dados.
I Arreios para ,um e^
i vatios,
j Chicotesjpara carro c esporas d:
aqo prflteado.
' Formas de ferro para fabricad
' assucar.
) Papel de peso ingle*.
) Champagne marca A 4 C.
I Kotim da India, novo ealvo.
1 Podras de marmore.
r Velas stearinas.
Pianos de gabinete
e com todos os
' ramentos.
) No armazem de
I na ra da Cadeia.
EJB
praca dd
vender;
Ceme^|promano em barrk
ltimamente de Hambui-gafl
t
Um linio e vari'do srtimen
varandaa e gradaras de pesio
rundirjio da Aorora, em
lo da mesma, na ra
A"
elegante e A ves Guerra Jnior, na ra do Trapiche Vede-se papel marfim pautado,"3
Papel de peso pautado muito superiorTl
Dilo alnfajo sem ser pautado muilo bom
Peonas linissimas bicode lanej, groza
Hilas moilo boas, roza
Vo anl
Potassa.
go deposito da roa da Cadeia Velha, es-
11.
VENDE-SE
na rna Nova n. 38, .defronte da igreja da Conceirao
dos Militares, radinhos do norle de lodos os lma-
nnos, verniz copal a 900 rs. a libra, muilo bom, p-
timas bigornas para funileiro, tesituras para dito,
alicates muito fortes, rozelas para esporas muilo
boas, vidros para vidrara, em caita e a relalho, e
todos os preparos para oflicina de laloeiro e funi-
leiro.
Farinha de man-
dioca a 2#S0O
a sacca.
No armazem de Tasso limaos.
Vendem-se corles de cassa prela de bom goslO)
pelo diminnlo preso de 28000 : na roa do Crespo,
loja n. 6.
- LABYRNTB/JS.
Lencos de cambraia de iinho muito fino,, Mallas
redondas e de-ponlas, c mais objeelos desle genero,
tudo dc~bom goslo; vende-se barato: na ruada
Cruz n. 34, primeiro andar.
VINHO DO* PORTO SUPERIOR FBTORIA.
Vende-se por preso commodo no armazem d.e
(leBarroca & Castro, ru.i da Cadeia do Kecife n. 4.
A ELLttk ANTES QUE SE ACABEN.
Vendem-se corles de casemira de.bnm oslo a 29,500
49 e 55OOO o corte ; na ra do Crespo n. 6.
eriptorio 11. 12, vende-se mujto superior posn da Ca-iivel
sm. americana e ralo, que be para fechar coula.
Na na dq Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sirs para piano, Tiolao e flauta, como
icam.quadrilhas, valsas, redowas, schc-
tu-kes, modinhas tudo modernissimo ,
diegado do Rio de J?neiro.
Grande sortimento de bnns para quem
c(uer ser gamenho com poiico dinheiro.
Vende-se brim li aneado de luirs e quadros.de pu
ro linho, n 800 rs. a vara, dil liso a 610, ganga
amarella lisa a 860 o covado, Titeados escaros a imi-
tarao de casemira a 360 o cavado, dito de linho a
280, dito mais abaxo a 160, calorerde lodas as co-
res a 200, 210 e 320 o corado : na ra do Crespo
n. 6.
Alpaca deseUa.
Vende-ie alpaca de seda de quadros de bom goslo
a ,20 o covado, cortes de laa dosrnelliores Rsrosque
le,"^!! lnerc"do a 49500, dilos de cassa cinta
a 1}800, sarja prela hespaiihola a 29400 e 29200 o
c^ado, sel 1111 prelo de Maco a 29800 e 39200, eiftr-
danapos adamascados.feitos em CaimarAes a S600
a duzia, toalhas de rosto vindaa 99000 e.129000 a duzia : na ra do Cre^o n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCip.A800 RS. CAD.111.
^ endejn-se na roa do Crespo luja da esquina que
volla |iara a ruada Cadeia.
CORTES DE-CASEMI
DE CORES ESCURAS E CLARAS A .
Vendem-se na roa do Crespo, lofa da esqu1
volla para a ra da Cadeia.
1*500
39500
30000
l.apis' linos envernisados, duzia
Uilossemser envernisado,, duzia
Canelas de marfim muilo bonitas
Capachos-pintados para salas
Bengalas dejunco com boniloscas^^H
Oculos de arntacao ac, lodas as uardea1
Ditos de dilo, de metal braoco
Lunetas com armarAo de tarlarusa'
Ollas de dita de bfalo
Cartriras para algibeira, suoeriores
Iivellas dourad.s para calj, e colleles
Esporas, linas de metal, o par 800 e
uancelinslprplog de borrata pararelogl
Tin le ro e aeeeiros de porcelaul
Canas riquiarimas para rap a 640
Carteiras propria para viagem
Toucadores de Jacaranda com hpm espetLo
Siaruleirus.de diversas qualidades
eias de lape moilo soperior para padres
tscovas linissimas para cabellos e roupa .
linissimas para larba. luvas de sedayle le u 7
res, metas pintadas e croasjIftjDoiio baas oi
des, bengalas muilo 1^
propria para rucar lr
muitfssimas cousas ludo
e que se vendem mais
lucr parle : Ba na
)a bem conhecida 1
i. 33. ;.
Atleiica3.
A taberna da ra Nova n. SO, quefaz quina Ma
ra de Santo Amaro, .etiamio-ae basi.nle sor lid a
em oulra
A boa fama
Vendem-se moilo bonitos chapeos de sol de seda
pequeos o com molas proprios para nenios de es-
cola, pelo baralissimo preco de 39000 rs. ; he cousa
mo caanle que quem vir n3o dcixari de comprar :
. 33a 0.ueimad0. lo u miudezas da boa fama,
Mascaras.
So Queiinadn, loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33, vendem-sc mascaras milito boas pelo ba-
ralmho pror;o de 500 rs. cada nina, a ellas antes que
se aeabem, que ha falla dellas e a poreaote>pe-
quena. '
Batatas a
RES
l vendem-sa na Iravessa
armazem de Agoitinho Ferreira
A ARROBA,
da Madre de Dos r.
16,
Senrt (uim.irAes.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra da Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento efe taixas de ferro
fundido e batido, de o a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-sc ou carregam-se em carro
sm despeza a o comprador..
Vende-se urna escrava 1005.1 com ama crie e
que faz lodo oservieo de urna casa : a tratar na rus
ireita n. 36, primeiro andar.
Vende-so um sof novo de Jacaranda e urna
radrira da Babia ,em uso : para tratar nn ra do
Hospicio canto do Aterro segundo andar por cima
dabFAZEDAS DE COSTO
PARA VESTIDOS DE SENlORA..
Indiana de quadros muito hua e padres novo, ;
corles de lAa de quadros e flores por preeo commo-
do : vende-se na rna do Crespo loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na rnazlo Crespo, loja da esquina qne
volta para a ra da Cadeia.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza He Bret-
nha, 2 volumes por 1000 rs., na livraria,
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propnedade do conde
de Marcuil, ra da Cruz d Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 56<)'000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Cornpanhia. N.
B--As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
Deposito do chocolate francez, de urna
dis mais acreditadas-fabricas de Pars,
em casa de Victor Lasne, ra da Cruz
n.27.
Eilra-superior, pora baunillia. I&920
Eslra fino, baunilha. 160Q
Superior. 1880
Quem comprar de 10 libras para cima, lem um
sliute de O % : vendo-so aos mesmos preeo, e coo-
dicoi's, em casa do Sr. Barrelier, no aterro de Boa-
Vistan. 52.
Vende-se ac em cimbeles de um quintal, por
prero muilo commodo : nn armazem de Me. Cal-
moni & Cornpanhia, praca do Corp Santo n. II.-
Riscado de lis tras de cores, proprio
para palitos, calcase jaquetas, a 160
o covado.
Veude-se na roa do Crespo, .loia da eeqooa qoe
volta para a radei.
Yena>m-se no armnaem n. 60, da ra da Ca-
deia do Recife, de lleary Gibson^ot mais superio-
res i elogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
Vcnde-se Mllenle laboado te pinbo, rettn-
lemenle eliegado da America :? rni de Apollo
trapiche do Ferreira. a enlender-sa eem o admiuia
ador do mesmo, ^4 fiV^^^^^I
Deposito de cal de Lisboa.
Na rna da Cadeia do Recife, loja n. 50, contina
a vei der-se barri, com uperior cal virgem de? Lis-
boa, por preco commodo.
macelo
do.rei-
por isso
da bom
i qaali-
de bom ceneros e o mais bar'
qualquer parle, como ile superior qualidade e muid
no esuperior vinho Figoeira
visa aos seos fregaezes e a q
e burato ; assim como, lem papel .
Cade,, por barato precio.
Contina a vender-se a obra
vog.-ido dos Orphitos, com um pe
conlendo a lei das ferias e alfadas,
juslica, e o noto regiment de n
junes escrivies. emprejadvs
']"" f~1'""l'"Yl"' '"'iMgi^^^^B
3)000 cada ejemplar
eio. ra da Cadeia n.
livros, ra do-Collcgio
' raria elassica n, >, a bK
livraria :i. 6 e 8.
Rolo france
Vende-se o verdadeira roUo trences em frascos
lo libra e a relalho': ni ra larga do Rosario n. 38.
Rape Paulo Crdeiro.
Vende-seo verdadeira e mallo rresco reparadlo
Cordeiro : na roa larga do Rosarlo n. 38.
Vendem-se atiadores finos para navalhasa ">00
e 640 rs.: na ra larga do Rosario n. 38.
,~I y""1^-.""? P'rda ""S*' com 'Son ha-
bilidades e bonita figura : na ra do Trapicho o. 11
Vende-se cognae da melhor qualidade : Tra
di Cruz n. 10.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do D,r Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lcnias inglezas e hollandezas, com pn-
de vantagem para o melhoramento do
afsucar, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em caia.de
N. O. Bieber & Cornpanhia, na i
Cruz. n. 4.
V
ESCRAVOS FGIDOS.
Desappareeeu na rnanha de -2 do correla, de
bordo do brigne Amorim, oo porto de Macei, i
viucia de Alagoas, on escravo msrinheirn d*,*
da viagem, de nome Francisco, crioule, o|
(a ila gago, estatura ordinaria ao regular,!
com sigo raupa que tinba, e bonet d* pan
qaal escravo foi de Nicolao Alves da Sibi
do engenho Anhiiaiai, na mesma nroviatia
de- noticia delle, eaplorar, eu '" hm \j_
senhores Sacavem Barbn j f.oinpanhii \T
ce o, ou nesta culada aos Sttjdii2riNtMa7
Cornpanhia, ser gen


Full Text
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