Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00606


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Full Text
AMO XXXI. N. 176. .
**> i
s adLintados 4,000.
vencidos 4,500.
itecirs^^H
neiro.j^^M
liprad; Ma<
ns".' ?,n>
Joaqu
i HJBSChlPC.VO.
aria; Ro .le -
a*; Baha, o Sr. D.
Hotn irdo de aten-
nal ar di N
^leira Juul
Ji;Ceara,o!
irsnlia'r > Sr.Joa-
iy, c 'i*. I ominaos
; I'.ir.i, c Sr. Jos-.
nn.i'modt Cuta.1
Sobre Londres, a 27 i/4_e"27 i/8 d. |por 1.
Pars, 355 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Bio de Janeiro, SjwrO/Ode rebate.
do banco 30 0/0 de premio,
scompanhia de Beberibe o par.
tk companhia de seguros o par.
|tode leilras de 8 a 9 por 0/0.

QUARTA FEIRA I DE AGOSTO DE 1855.

Por auno adiantado 15,000.
Porte franco para o eobscriptoi.
METAES.
Ouro.On{s hespanholas* ,
Modas de 69400 reinas.
de 694.00 novas.
de 4*000. .'
Praia.Pataces brasileiros. ,
Pesos columnarios, .
i mexicanos. .
PARTWADOS
29|00%jOlinda, iodos os Has
169000 Caruar,JBonjto e GarttJMMotdias 1 e 15
16*000 | illa-Bellev Boa-Vina, Ex e(ttrfcury, a 13 e 28
V
Ofli
mleiraiKlo-,
C*irjt..
mantas
meio b]
He dac
lhint*
ment i|o*
pacte*
fiiTEimCliL.
GOVEBilO PA PROVINCIA.
^^^B Jalao.
ila Farahiba;
lar n hinte Con-
ndo7
"I i-ele
>uheci-
nelln na ins-
.itsnstiKHiio. n
i|tnsa: dn ser-
|W Vescon-
il logiraenlal.
inundante das ar-
/
VMU du KU oflli
yiSO da mesma guara
caries, escrivao da botica
Participou-sc ao ir.areclial
mu*.
Dito Ao Exm. maree** eoenaun litote das ar-
mas, declarando qus, jate de teu olflcio *j.' 842,
aotorisra ao inspecor M aouraria je fnzenda, a
mandar adiaatar mu alfe [Uopoldi Boles Gal-
pcha.e Lu/, d.; Oelpirei'Coutiiil, os venci-
l correspondente! api mez, bea como pas-
me guia de socrnrritsento, e ensilado a ordem
qoe expedio ao asente da compauhi* das liaras* de
vapor, pera dar passigem a esses ouicincs e ao sar-
gento Targiae Jos das ^eres, o vapor que ss espe-
ra do sal. Fez-se o expediente de qae se trata.
DitoAo muslo, iqteirando-o de luiver autorisa-
do ao inspector Ja UlesourTiria de fazenda, a mandar
lar. aa forma di VaaVan alfercs Ma tilias llar liosa
t Santos, os tres mam de sold qua pedio < para
fardar -e.
Pil Ao clieTe de polica, djzenda que pode S.
ro rearo da cacase delinca, a com-
aetetoaadus a olUcic que dovolve,
o seren ellas aeceanrtoa i aquella rasa, as oc-
as dala ir oSanteimo Viatico, enviando S. S.
i depois cenia pata ler sausfeila.
bauatesme, oomaomiicaedo qite tr,ieeuMtli-
serqoe sera desliendo do guari baUlho de arti-
maa a p, no qual se acha addido, e ir* ser-
vir ni mesma qualidade no deeimo 3. De manhaa te paisa* revista, de moalra aoa
corpos do exercilo estacionados nesla | nsaSjaia e as
>mn*Viias flias pela ordem seguinl* : horas
Ijpdo blalhao de infantaria, u 6 a inea ao
Ha 7 e roeia ao dcimo, lodos da mesara arma:
ampasmia fixa de cavallaria, i 8 e meia
J&arfifices ees 9 e meia ao quarlo baUlhAo de arli-
Iharia a p na cidade de Olinda.
r/osijatiquim Coelnn.
CantUto Leal Ferttira, ajudante de
TT ^tT.Tna qaaaAaa'Brrsn
'""' jodiciar de 38 de julho de 155.
PretidenAl do Exto. Sr. dcufnbargador Firmino
Antonio de Wbura..
As II horas da manhaa estando presentes os se-
nhores desembarsadorea Aguslinho Ermelindo de
Leo fiscal >, Caelano Jos da Silva SanliaRo.e os se-
nhores deputadiss commeraiioles Juan Pinto de Lo-
mo, Joao Ignacio de Medeiros Reg, Jos Antonio
Basto e Loiz Antonio de Sequeira, foi lida e appro-
vada a acia da sessao antecedente.
Foi disiriboida a,n Sr. desembarandor Laie a ap-
pellacJo do juizo da primeira vara datta eldadaaen-
tre parles.
Appetlanle, liaspar de Menezes Vawoaceilos de
Drnmmoad.
Appaliados, Tnomaz de Aquino FoRseea, por si
e como tulor de seas fllhos manares.
N*1iavendo oais nada a tratar a Eim. Sr. pre-
sidente dn tribea I, levanton a sessio ao meio dia.
9900O[Groianna
1940 Victoria, j
s
I601 Primeirjii as 6 horas a 54 mi
legnnth i 7 burasa 18
Catt
seram nafas estau-
onqlasqae S. S.' re-
lia dog presos
(.-le
oria, comlan-
im a informa-
correM?. aob n.
l,opes (iuimn-
sot re o rio Capi-
acabo de deferir
erimenl). O que
imeuto e direc-
lempo de qae nesla
pretor d i Mtuurara provincial,
a hasta poWica as >hras sgpple-
aesma punte, seivindode
___iiejo o ercamanlo que veio anne-
itraana inuimaeao deiliie abiil dailc auno,
eiitnpre, prlMlu, ai i Vbk. ramclla com
^^qaalMM clauiulas. Kea-
1 arsaiml de narnha. para
ao brigua Iwirca lia-

iimioR.
RIO DE JJIBM.
KELATOMO
apresentado a wseaaMa geral le-
gislatiYa na terceira nessao' 4a no-
na lagUatara, pelo ntineatro e se-
cretario de estado. dos neejocioe do
imperio, Loiz Padreira ato Cont
Ferraz.
[Continuarto.,
Mlnira^io.
Tem continuado na provincia de S. Padre os tra-
badlos relativos i expleraeM do cavvio de podra no I
sitio do Herval, liarendo-ie j'i extrahide Va astense
jazigo, qne ahi se encanlron, grandes poreOes deste
mineral, sobre aa qaaes so lem feilo novoa etames
e oasaioa.
Com qoanlo nao sejam anda plenamente satisfac-
torios os resoltados abtidos, est ladavia provado,
segundo o parecer do director do masen nacMHt,
fnnil.-ido nas analyaea a qne tem procedido,qa no
estado natural pode ee conrbu'tivrl servir para to-
dos casas, em que for necesearlo carrito mu gor-
l (ayeeo>eodas as aparatos melalurgicaa, exceaji
na fado de mi neraes de ferro de ganga ar|ilosa,aasr
de cintas, a porque esKs Uin-
p 11 i iimniel
achlto em salado florescenle. Nao me sendo anda
possivel apresenlar-vos una estalitoa. respailo
delles, por me faltarem os dados positivos e comple-
tos que lenho eligido, farei menrAo apenas de al-
i, que por sua importancia ou pelo qae promet-
iera, merecen mais particular ltenlo.
Corte.
Das amrenles fabricas, que recebera on tem re-
cebido anxilios do governo, smenle doas apresen-
tam aspecto de prosperidade.Sao a de vidrodeno-
minada de >. /i'nyic, e a do uales.
- ^" MMJa iTabalhu viole e nove operario*
rMmKmkptxtms^ii^ <~in,M
Europa, e trinta escravos.
Esta fabrica, tendo passado por diil'ereulcs vicis-
siludes, em consequancia das administracOes que
tem lido, ncha-se actualmente em estado regular e
em serviro aclivo, para o qoe tem contribuido po-
derosamente os soccorros prestados pelo governo.
Todava seus productos em geral nao sao de supe-
rior qualidado, concorrendo para isto nao s a razan
de ler no mercado maior axlracrao o vidro inferior
mas tambem a circumstancia de no poderem as
obras de trabalho mais lino competir com as de
prndurrAn eslrangeira.
A fabrica de galc# vai tomando todos os das
maior desenvolvimento, apezar da grande difficul-
dade com que lula, da falla de operarios habis.
Alm das machinas com que ja Iraialliava, foi
enriquecida ltimamente com mitras quatro para
trancelins e cordoes de prata, ouro, seda e algodao.
Comprehtade diversas offleinas para preparar o
eoro e a prata al o estado de servirem para saines
canutillios e cordoes. Sao : o laboratorio cojos
procsaos sao perfeitoe, posto qoe limitados, qusnlo
qaatidade do metal afinado, s necessidades do
seu servida ; a offldna de bater folha, onde se pre-
para o ouroem fulhelas, assim para o uso da mesma
faorica couao para o dos douradores e dentistas;
a de faodi{S.o e primeira dilatarlo, #onile tambem
se prepara a parte para ser dourada, qne o he por
um processo especial ; a de tirador de oura^ia qual
e cmplela a dilatac^o dos maUas at a graaaiira
de oca rabaB;e a de galoes e fitas.
A fabrica de teeidos do Andarahy Pequeo de Ju-
lilo Carlos Magno deve comerar brevemente o seo
trabalho. Achara-se ja prsmplas as respectivas ma-
chinas.
As duas fabricas da papel das "viuvas GailUrd &
Ferrez acham-se em mo estado.
Finalmente a de Ueidos de S. Pedro de Alcaata-
V
DitoA o inspector da tlie>onraria piovtli ;ial, de-
clarando que dve'ser descontada d odo das pra}
cas da poliria-t, le estiveram em scrviijo no lazareto
do Pina, a Importancia da despeza feila pelo encal-
ando daquellceslibelecimonto, com o sustento cas
ilee pracas. Coinmunicou-se ao rcspprlivo com-
raasidante. __,. \ W
DHo Ao mesmo, aulorisando-o, vista de sua
rmarao, a mandar entregar a pessoa qun foi n-
aa pela comroissao encarregadado examc da pes-
ia obras publicas, a quanlia de 21)090(0 rs. que
ssma commissan requisitou para pasamento dos
iducM que por ella forara incumbidos de alguns
ibalhos a seu cargo.Inteirou-#e asuprailita cum-
laJwta.
A' adminstrseo dos estnlxilecuiienlos de
iriifaile, recommendanilo que faca recolher ao hoa-
pital de earidade, afim de ser tratado, um Africano
livre de nnrae Jnaquim, que llie sen'i apresentado
por parle do director do arsenal de guerra. Com-
amafcou-se este.
30-:
OflicioAo Exm. presidente do Ciar, rogando n
' Segundeo parecer *
dca, a cujo exame os1
semelhanles aes que em Fi
pnvao da noilepelo brUham
las-feiras
manhaa
tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do CommeTcio, segundasequinias-feiraa
Relacao, tertjas-feiras e sabbados
Fazenda, guaras e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e nas
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segunda e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e Sextas ao meio dia
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPUKMEIUOES:
Agoslo 4 QuartomingBnleas7 boras i mi-
nuto e 42 segundos da tarde.
> 12 La nova ai 4 hora.*, 32 minutos o
44 segundos da larde,
a- 20 Quarto crescente as 5 horas. 3 mi-
Bu tos e 45 segundos da tarde,
a 27 La cheia 1 hora e .32 segun-
dos da tarde.
dia da Semana.
0 Segunda. S. Donalilla; S. RuGboiJ
31 Terr-f.S. Ignacio de Loyolla, fundador dosJ.
1 Quarta. AS cadeias de S- Pedro apostlo.
2 Quinta. N. S. dos Anjos; S. Estevao.
3 Sexta. Invencao da S. Cruz. ,
4 Sabbcdo. S.Domingos de Gusmao, fondador.
5 Domingo. 10. ,N. S. das Neves; S. Eu-
triquio soldado m.
Sertipe-
casulos nao
o nome (le-
das core! da
borbolela ; e na ilha de S. Domtagos o de bicho
-bicho sel-
qne| pe-
disposla no
o naceaia-
a para es-
le para os
ta deisaM Ja trabalhar ha mais de IS metes.
Provincias.
eipedicao de suas ordens para que cessc.a contar do( ns mais activas diligencias, e o s.
1. do correle, o ab*ono na prestaca > de 1 jJSOOO rs.------- .: .. ',
me-nsaes, que o alfercs do nono btalldo d5 infanta- "10 ^or'1 ,le deHnler os meios e

ra HemiqueEduardo da Cosa Gami consignou de
sen sold naquella provincia, enviando para aqu
urna guia ou documento, em vista do qur 1 possa o
maeciouado alfere- recebar o seu sold por inteiro.
Dito Ao Exai marechal coinmandanle desar-
ma, recommendaado a espedcao d; snis ordens.
para que o soldado dononobalallMO.de infantera,
Kicardo Jo, regresse para a colonia militar de Pi-
menleira, afim de continuar a servir all como co-
lono. w o*
DloAo mesmo, dizendo Picar niciraiio deja so
fODCcionandu a escola de primeiras Miras que
lito ilo aviso da reprrlicAo da guerro
B, se mainlou eslabelecer nn
llhari a p.
da. declaran lo liaver o ma-
rectial cojnmai dai te das armas participado neja
se apreseTitoH no luspilal regimeutal o africanonvre
Joaquinl, qiie 9 havia aasenlado dacuellc estabele-
cimento.r-ias/am-ce as oulras communicaces.
DitoAo caprtan do porto, para mandar por em
libetdade o recrsjla Pedro Jos Gouralves, visto ler
apreseatado iseuelo legal.
Dilo Ao director das ebra publicas, commani-
cjudo que o presidente da comrais^ac encarregado
do exanae da gestan daquella repartidlo, participar
liaver rametlido a Smc. lo los ot papis que, per-
lencendo a metina repartirn, achavam-si! em sea
poder.
4)iloAojospofitor da thesowaria jrovi acial, re-
rommendando que mande iodemnMa: a tliesouraria
de far.enda da quanlia de 508000 rs., qoe fegnndo a
conta que remelle e dispendeu pela reparli^So da
marinhaqwfTasTt)ej ^ '_/cida nao s aos senten-
ciadas uHimamemiSfcniflidos para g presidio da
Fernando ao Ditactto^'irapama, mas tambem ao*
all repfesaaram em dito palac io.Fizeram-
se as aecfssariaa communicaces.
DiW^Ao mesme.Em respostS ac seu olTicin de
23 do sorrenle n. 335, lenho a dizer llie, qhanlo a
primeira duvids,qtie os actaaea profcnsoret do lyceu
s depois da inslallacao do Cymnasio he qae deve-
rio perceber os vencimentns marcados pela ultima
lei reaalamenlarr da instroccao publica ; e qnanto
B oulras duvidas, que s depois de estar em inteira
execurao a dita lei reulamentar, poderi tur lugar o
que Vine, consulla.
Ole da commisiio de lijgiene
#Jo oleo de tai laru:;a, a que
sideucia de ^5 do crrenle,
lodos esabekcimenios
< ella quem o iivia requifilado.
la a n uiilracilo.
n municipal do Buique, djzendn
sajao que rametle por ;pia do
provineii
co daquella cam;.. a reUvamnl n n
que,
inspector
ente anno ruiaicero aaunici-
a a cmara maoicii
zas a
pal. Co,
ranbuoa.
FaV^^^^^^^B da rampanhia das harcas dn
vapor, paca mandax dar transporte para a corte por
conta do governo.na vapor que se espora dn norte, a
Jos da Cesta Pinte Baqdeira, que leve baicn da ser-
viro do exefeito.
Dits^Mandando' admitlir ao servica>.do exercitu
como voluntario pnr lempo' de seis anifos, 9 pslsano
Jos Bernardino da Sena", que perceber, slm dos.
venetmentos qu oor Iri llie competlrem, o premio
de 2B05000 rayAFteram-te as necesarias c'omrau-
BlcacBes. ___
COMMANDO DAS AKMAS,
8>aanel-foaaral do oosamando dea nranas de
PanuaUswo na liada do Recito, eaa 31 de
hete *e 18,,
.O'KUKM 1)0 DIA N. !W.
.decampo comraandanla dai armas de-
termina que amanlija, primeiro de agosto, se execu-
larn aa segoinlas dliposiroes:
1.' O Sr. erontfl.uiz Antonio Ffvilla, qae. re-
gressou da cuite,pa onde bavia seguido por qadem
tgovarne, assumir o commaodo do nono haialban
infantaria. quelhesera entregue peto lr. major
JoSu Napomuccno da Silva Po'rtella com is forma-
lidades do aatylo.
>.' O Sr. alferesdoqanto balslli.a. de infantaria
Joao Baptiita de neg Barre* Csvalc.mti ie Albu-
erencia tinSo dos miueraes de ferro de ganga cal-
crea.
Talrez que pro;-rcdinilo os traballios, e descendo
se a maior profundidade, se eaconlre carvo de su-
perior qualidade.. Entretanto o que tem sido abun-
dantemente achado nas miats do Herval podern ser,
apezar dus seus defeilos*, de muita ulilidade, nilo s
por prestar-se a difl'erenles usos da industria, como
porque servindo para ser em pregado nos narcos de
vapor misturado comoutro carva mais indammavel
ou com lenha (o que lem sido experimentado) have-
r economa em applica-Io a este misler, visto como,
calculadas as despezas de exmelo e transporte, o seu
precio na cidade de Porto Alegre deve ser de menos
da metade do qae no mercado oblem o carrito im-
portado, ,
O digno presidente da provincia, qae tem sido in-
causavel aoempenho de levara efieito o desenvolv-
melo desta importante fonte de riqueza, prosegoc
- governo imperial
recursos- d >ua
disposicao, alim de qne os trabalhos encelados che-
Biiem ao seas ltimos resallados. .
Nas provincias de S, Paulo, t> de Santa Catliirlna
tem-se feilo tambem alga mas explorarnos no intuito
de se encontrar jazigos carbonferos em lugares, on-
de appareciam indicios de sua existencia, mas neov
ham resultado definitivo Se tem ainda oblido, que
se possa considerar animador..
O presidente da Bahisparticipoo-me quedo mu-
nicipio de Bareellos Ihes haviam sida remedidas al-
i^imas amostras, crendo-se qae eram do mesmo
mineral, mas que, mamlandu-as examinar, o xito
nao foi favoravel. >ML
' Tendo-roe lam'bem participado o presidente do
Oar que o juiz de dire'uo da comarca do Crato
lastoer noticia, nSn so de e^istirem indicios, na
serr de Araripe, da minas de carvao, mas dse
acharem ahi laminas tenues de urna substancia,
que fcilmente se inflamma, assemelhando-se a urna,
especie deste mineral, aguardo as amostras, qoe exi-
g para sajeita-las aos convenientes eiames.
0 mesmo presidente envioa-se urna amostra de
um metal, que se suppusAaser prata, c do qual
exislem minas no alta da Serra Grande no muni-
cipio, da Granja ; e commuriieoB-me que linha sido
Informado de que nesta serra se enconlram em
abundancia salitre, polassa, urna tinta que se pare-
Jf com a purpura, e oatros producios mlnenes
f tri como pedras precis's*., Remelli aquella moslra
< cssa da moda para ser examinada, e espero!
exigi dos ltimos objecios afim de as que tambem
manda-las examinar. .
0 presidente da Baha enviou-me amostras da um
mineral encontrado no districto de Nazarelh, e que
se iinppin mi mim i| iln Verilicou-se poreni no muzen nacional qne era
mineral de manganet, cojas applicac*. S9o mu
tbidas. ,
Tendo o mesmo presdanle remetlido,' amostras de
mi neraes e combosliveis exlrahidos ajos distrietos das
villas de Camam, dos lbeos, d( Marab, e de
Barcelto*, mandeia ei^nuiar ne,nuIeu nacional.
Veriflcea^aaMlpBrqae nesses distrietos se en-
contra pedra de canlsria ; oca vermelha, de que se
fabrica o almagre ; sulphato de ferro, e que se fa-
brica a.caparosa, betumes, e rmalmente schlslos
legros, lignitos terrosos, schislosos e carvao maaro,
{indicadoras de depsitos de carvao de pe-
dra.
E) governo nao deixar da mandar proceder a ex-
araOes com o tira de se descobrirem laes dep-
sitos.
Tendo-se recoohecdo que as lavras aurferas, ja-
centes no territorio comprehendido entre os ros Tu-
aj-Assi'i e Gurupy, sao extensas e abundantes, incor-
porou-se nesla corte una companliia sob a denomi-
naejo de Associacao Maranhense, para as explorar
e mnerar, dolada segundo** informacOes, de meos
e recurso sufllcentes : e conforme aa ultimas notici-
as, So comerar os trabalhos com um nao pequeo
ncleo de trabalhadores, que foi refcrrado por 40
Chins remellidus desta corle pela directora da mes-
ma companha.
' tnduitria,
O desenvolvimerdo da nossa indnslria, por um
concurso de causas c circiimstancias que conlieceis
perfeitamenle, e que a accAo protectora do governo
nao pode s de per si obviar e remover, tem conti-
nuado a ser lenta.
Ka corle e em diversas provnolas lem-se *-~,
do eslabelecimeotcs iodustriaes, mas nem
O eslabelecimento da Ponte d'Area. que con-
ten olcinas de famdirao de /erro e brome, de cons-
trocfAo naval,* de caldeireiros.perlanconte compa-
nha denomiaU pm-Ponte d'Areia(em'conlinaado a
a prometi a atis prospero futuro.
Dorante a anno paseado foram construidos nese
eslabelecimento qualra vapores e fabricsram-sc dif-
ferentes pf^H- Afjaj late eaUo em cOnstruc^ilo
ioBWPmT8taar' aWrWstW amiiartries da
mesma importancia.
Osen pe**s*jjconsta de ill operarios c'trabalha-
do'res, sendo ftt.nacin,es, t(il estrangeiros e.130
escravo. |
O eslabeleetmento que acaba de fundar-se, de re-
fiiiara.0 de assncar.dslillarao e fabricaco de carv.lo
animal, perlencebte ao engenheiro civil Pedro Pe-
reira de Andrade, deve agora comerar a trabalhar
regularmente, tendo estado a montar machinas e
apparelhos, c a fazer experiencias.
Segundo estas, calcularse que o eslabelecimento
poder produzir por dia 130 a 200 arrobas de assi-
car mascavu, a quantida'de media de 50 % de bom
assacar branco refinado, 2> ; de superior mascavo,
* } P^e le agurdenle.
O eslabelecimento de fabricaran de cal e serrara
de madeira, cujo proprietario he Jos Daarle GalvAo
Jnior, trabadla com proveito. Produz por mez
mais de 15 moos de cal, e logo que se aisenlar um
apparelbo novo, como se pretende, se elevara esta
produccAo i 60 moioi. A serrara he movida por
vapor.
O novo eslabelecimento de corlnme, silo em Ma-
ruhy, prepara por anno cerca de 3,000 couros, os
qiues, em consequencia de urna preparacAO particu-
lar e de sogredo, que be applirada, se lornAo de
excedente qua|idade.
O eslabelecimento de producios chimicos, situa-
do no Vallunguinho, produz principalmente o hy-
dro-rarbureto vulgarmente conhecido pela deno-
minado de gaz liquido de illuminarao. Fabri-
ca tamberndrogas medicinaes, que, nao obstante re-
commenilarem se pela pureza de sua substancia, nAo
oblem vantagens no commercio em concarreocia
com as qae so importadas.
A provincia da Babia possue algumas fabricas de
(ecidos de algodao, iima das qaaes principalmente
eslabelecida na cidade de Valenca, seacba montada
com proporees de ter grande desenvolvimento. A
sua produccao he ja superior ao consumo da provin-
cia, e se 'exporta para outras em nAo pequea quan-
lidade.
.Ha na mesma provincia tres fundieres de ferro ;
naquella cidade, na de Santo Amaro, o na capital.
As duas ultimas prospram.
. Existe tambem era Valenca um grande eslabele-
eimento de serrara de maderas.
Em Minas, alem das fabricas de fundieao de fer-
ro, de qae ja tralei no meu anterior relatorio, ha
urna deilarelecer algodao, cujo futuro he espe-
rncese
Na capital da provincia da Pernamhnco a fundi-
cJo de ferro, que se acha eslalabelecida, continua a
progredir.
A fabrica de chapeos de palha denominadosdo
Chilefundada o anno passado na provincia do
Amazonas pelo respectivo presidente, lem ja traba.
I liado, mas sendo pequeo o seu pessoal pela falta
que all ha de operarios industriados neste genero
de servico, e por lercm concorrldo poueos aprendi-
zes, a sua produccao he por ora mui limitada. Se,
porera, como he de esperar, lver incremento, dar
orlgem a um ramo importante de commercio.
O rebanho de merinos que mandn vir da Alie-
raanha no anno passado o presidente da provincia
de S. Pedro, cum o fim de promover a propagarn
desta ra;a lAo til, tem produzido, achando-se ja
elevado quasi ao dohro.
Trata o mesmo presidente de collnca-lo definiti-
vamente em um campo nos arredores da capital, on-
de se conserve inleiramente separado, no intuito de
manter-se a pureza da raja al que possa generali-
sar-se na provincia, creando um novo e valioso ra-
mo de industria.
O governo tem procurado habiUtar-se para levar
a effeilo a introdcelo desta rara em todas as pro-
vincias que possuem condices favoraveis para a sua
criaco em grande escala, como o disse no meu rela-
torio do anno passado. Ainda aguarda porem algu-
mas informanie que lhe sAo necessarias para rcali-
sar convenientemente o seu pensamenlu.
Segundo a communicacAo do l)r. Schmidit, lendo
sido examinada na Prussia ama amostra de seda fa-
bricada na colonia de S. Leopoldo, oa provincia de
S. Pedro, julgou-se ser a sua qualidade igual das
sedas da I.ombardia, PersiaJ e China, repulando-se
em 109 a 1-19 o valor de cada libra deesa seda crua.
O mesmo doulor se incumbi de enviar para a re-
ferida colonia urna familia daquelle paz, capaz de
aperfeiroar esta oascente industria. N
Da provincia da Parahiba me foram remedidos
algons casulos de bichos de seda.
careado, sendo tambera
vagem. Declara a
|a mancira como a seda
rasnlo, nSo se pedeftdo oslo
rio ranla-Io e fia-lo, resolta
tofos de primeira qualidade,
(te segunda e ter**lra.
O presidente da prVtffPr ite 5. Pedro remet e-
me amostras de urna materia semllVarile .i cra,
all colinda, e que he muilo abundaste em algumas
parles delta.
A Sociedade Auxiliadora da Industria Naaional, a
cujo exame as sujeilei, declarou quaqaelhi materia
he um meio termo entre a pela que' os Chins|dizem
extrahir de um insecto e a stearlaM de m y rica ce-
rfera, ou carnauba ; que he quasi inleiramente
composta de stenrina, conlendo todava urna mui
pequea quantidade de cera propriamenle tal; e
conclue que como materia industrial pode ser appli-
rada a lodos os usos conhecidos.
Tendo o presidente do Cear communicado que
existem nesla provincia grandes pedreiras de mar-
more, e ponderado a conveniencia de se aproveitar
e desenvolver este ramo do industria, foram por or-
dem do governo, a seu pedido, contratadas em Ge-
nova quatro pessoas habilitadas, da* qnaes duas de-
vem partir na primeira occasiao, e outras duas vAo
ser pelo, governo incumbidas por emquantn do exa-
das pedreiras de marmore que exislem na pro
do Kio de Janeiro, as quaes, segundo as in-
iBCfles at agora obtdas, sAo de mnito boa qna-
ade, e eslAo situadas em pontos donde he fcil a
sua cxtracrAo e transporte por agna.
Os privilegios concedidos sobre %bjeclos relativos
a industria, durante o anno fiudo, constanwdo res-
pectivo mappa anuexo.
Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional.
Esta sociedade, que (Ao importas*** serviros tem
j.i prestado ao paz, continua a empregar o valioso
concurso de suas luze*, zelo o dedicacAo no ilc.-em-
peuho da patritica missAo a qa*akprapo.
Mbjeclo de sua constinte sollicitnde, a indinlria
em todos os seufdilTereiites runos' deve-lhc mudos
mediocamcnlos, e em grande partees lefldencias que
felizmente se va'o desenvolvendo na elasse dos agri-
cultores para libertarem-sa do dominio absoluto da
enliga, rotina e aceitarem os novos processos, mi Hui-
dos e instrumentos de trabalho, qae nos piizes mais
ao^||a****1rrtivTlMcIu a 'scWeva tem descoberto
** pralica sanccionailo.
Para este' fim nAo tem cessado a sociedade de vul-
garisar, por meio do peridico que sustenta, as idaa
e doulrinas que devem mostrar e preparar entre nos
o campo do progresso industrial, fatendo sentir ao
mesmo lempo as vantagens roaes,que resallaran das
inndvaces queconvenieolenienlr-rorem adoptad
e venceno, assim, pelos argumentos da razio.'
bom senso c do* fados, a indilTerenfa e iiulnle icia,
SdnAo a incrcJalidadee desconlianei, com que se re-
ceba tudoo qoe tend* a aMerar os usos tradiconae*
de nossa atrazada lavoura.
A sociedade tem alicrtoMamaem correspondencia
com grande numero de lavradores inteligentes de
diversos puntos do imperio, miaistrando-Ihes infor-
macoes e esclarecimentos de que carecem para me~
Iliorarem os gneros de cultura e industria a que se
appticam.
Por nutro lado, e no intuito de natoralisar no paiz
plantas que podem ser-lhe de muda ulilidade, lem
continuado a obter e distribuir sementes por dilTe-
rentes provincias.
Oulro servico presta esta mesma sociedade, auxi-
liando o governo com seus pareceres, querido lie por
elle consultado sobre materias e qaesles, que en-
tram na esphera dos estados e trabalhos de que se
oceupa.
. Convencida a sociedade de que o meio mais con-
veniente e efllcaz para iutroduiir e generalisar os
mellioramenlns de que carece a agricultura, ser o
eslabelecimento de um horto, de ama fazenda mo-
delo, escola pratica, onde os fasendeiros ou seus fi-
laos possam ver como se trabadla com os instrumentos
agrarios, o aprender a tirar da (erra o maior pro lac-
lo com o menor dispendio possivel, trata de on .mi-
sar e encorporar ama companha que lome a si a
realsacAo deste pensamento.
He de sentir que os limitados meios do que dls-
poe a sociedade nao lhe permiltam alargar o circulo
de sua accilo benfica c desenvolver em mais 'vasta
escala seus esforcos a bem dn grande empreza que
lomou a pedo.
Assim, nAo findarei este artigo sem declarar-vos
que he una das associacOes qoe mais se (em tor-
nado credora dos elogios do governo, e qae mais
merece a proteccAo e o auxilio dos poderes do es-
tado. *
Compe-sc actualmente de 677 raembros, e a sua
renda annual he apenas de rs. 9:0265000, incluida a
preslacao de 4.0003000 que recebemos eofres pbli-
cos, quanlia per sem duvida insignificante, e
mnitoluferiur a que ..e ndispensavat para a rea-
liacAode parle somente de seu eobre e elevado
fim.
Correioi.
A receila do correio em lodo o imperio, no exer-
cicio ultimo, importes em 218:5999604 res, lendo
sido oreada em 170:9898671 res. Sobra a do exerci-
cio anterior aprsenla a dlereoea de 13-776?f252
res.
A despeza, qae apenas exceden a do mesmo ejer-
cicio em 2:3259580, foi de 232:171/193 res.
llouve por tanto o dficit de 33:5719589. O do
exercicio anterior foi de 45:0223260 res.
Esta diminus* dajeficil, que ja desde annos
passados se obasrv*, Boroo mostra o mappa anne-
xo, prova que a receila e despeza lendem, pelo me-
nos a equilibrar-se.
O numero de cartas e mais papis expedidos ilu-
ranle o ultimo anno subi a 3,330,821 superior ao
do anno antecedente em 157,822. Este progreso
{3o. Por mais do ama vez meus antecessores vos
etpozeram agrande necessidade, e direi mesmo ur-
gencia, de mudarle a repartirlo do punto onde
est, .'aljjjj,,
NAof so tem encontrado casa aproprada para on-
de sepodesse fazer a mudanea ; e a consIruccAo,
alias reclamada pela necessidade, de um novo edi-
ficio, nAo pode deiiar de importar em avultada
soasan*.
Sinlo ler de referir que na adminisIrarA desta 1^1
corle descubrio-se ltimamente que por om empre-
ado adilidii era cosimcttido o
traern de cartas. Foi immedia
chando-se em sua casa indicios do criuie, e enlr
juslica, afim de ser devidamenle punido.
Em enmprmento da lei de 20 de setembru do an-
no passado, foram concedidas companha Sul-amc-
rcana de uavegacAo a.vapor as mesmas vantagens
de que gozava a de Soulhampton, fcando porm su-
jeita s mesmas obrignc.es.
Ainda nao foi i'eila igual eoncessiio companha
I.uso-Brasleira, por nAo ter esla chegado a um ac-
cordo com o governo acerca de algumas condires,
a que este nAo pode annuir sem afastar-se da igual-
dade de favores recommendada na lei clada.
He de crer porem que dentro em pouco ces'e esta
difllculdad, e qae possa ler lagar a cclebrarAo do
contrato.
Devo aqu eommunicar-ros que projectaudo-se
levar a effeilo ama linha do vapores de Antuerpia
para o Brasil, lendo por um dos seus mais impor-
tantes fins o transporte de colonos, o governo, por
intermedio da lgarAo imperial na Blgica, assegu-
rou i companha que pretende lomar esla empreza,
lodos os favores, qoe lem sido concedidos s compa-
nhias de Soulhampton e de Liverpool, alm dos que
especialmente respeitarem ao transporte de colonos,
c que razoavelmentc pudercm ser nutorgados, logo
que esle servico comeear a ser feilo por modo con-
venienle.
Em Hamburgo so organisoa lambem urna compa-
nha com igual fim, propondo-se a eslabelecer li-
nhas de vapores entre a referida cidade e difireme
pontos do imperio.
O governo prometteu-lhe. as mesmas concessoes
e favores.
Paquetes d'eapor.
Como vos annunciei no ultimo relatorio.innovou o
governo imperial o contrato da Companha Brasile
ra de Paquetes Vapor, celebrado em 10 de marro
de 1851, e u snbstituio por outro com o prazo de no-
ve annos, a contar da data do comeen do novo ser-
viro. Esse contrato, que depende de vossa definiti-
va deliberacAjg, foi approvado pelo governo por de-
creto n. 1515 oe 3 de janeiru ultimo, c o encontra-
reis entre os documentos anexos.
A crescente prosperidad do nosso paiz ; a neces-
sidade que temos de approximar do centro ta gover-
no as provincias mais remotas do imperio, para que
possam culber com a maior facihidade e rapidez o
beneficio da adminislracan ger.d ; os melhoraun-
Sendo urna das princpaes dessas condiefles o aug-
mento da for;a dos vapores, de modo que possam
effecluar as viagens nos prazos estipulados, e bem
assim da sua capacidade que deve er.de (00 a 800
toneladas na linha do norte, e Je 400 na do sul. nao
era possivel qoe algsns portos do nosso littoral, do
numero das escalas j existentes, fe que foram con-
servadas, pudessem, como ale boje, ser por elle*
frequenlados. Assim aconteco com '4e portos da
tem-se I;
se v do
Foram
de estafe!
do Rio dS
de S. Ped
rana.Fot
lamba**, obser
inmune
i creadas man
bservado nos annos passado?, como
cxo.
mais vinte agencias e quatro li ibas
provincia de Pcrnambuco ; duas na
eiro ; urna na do MaranHao : urna na
urna na de Mina* ; c tres na Jo Pa-
pprimida ama na de Minas.
Foi creadg urna administrarlo na provincia do
Paran, e estaheleceram-se algumas linha* de com-
municacAo fluvial na 3o Para.
De nAo pocos melhoramentos carece ainda o ser-
vico do correio para cliegar ao eslado de perfeirAo
compalivel com as immensas difliculdadcs, que a
falta de boas vias de communclvjao, e as longas dis-
tancias do nosso paiz, offerecercji So se poderAo fa-
zer gradualmente, c como o comportar e estado das
nossas finanzas.
Duas grandes necessidades, i je ja aponte! no
meu anterior relatorio, e a sja* compro ocrorrer,
sio : o melliorameuto dos VScaawntos dos respec-
tivos empregados, que em verdale Ao em geral mal
pagos ; e edificios proprios ondeas resparlices pos-
sam Irabalbar convenientemente : mesmo na c re
avulla. e continua a fazer-se sentir a falla de um
edificio que tenha a capacidade necessaria para o
servico da administracAo geral. ludo all etl co-
mo i|uoamoaloado ; falta espaco para os emprega-
dos trabalharem, e a distribuicAo dos commodos da
casa he tal que nAo se presta bem i devida fiscalia-
encia de redazir o prec,o das passagens e de assegu-
rar mellior as eommodidades dos pa*wceiros,e, rom
i'specialidade, dos recrotas e sobrados; ludo nos
acoaselhava urna reforma nos servidos dos novos va-
pares, late resollado parece ler o governo obtido
pelo nov contrato que, i Jnus e comlircs
impostas rompanhia, foi o mei Bravoso que era
possivel ao tbesouro nacional.
Assim be que na linha do norte, qae he a mais
extensa, o exeesso da subrencao' foi apenas de
7:00ft)000 rs, por vi'agem red ttds ; e nado sol.pos-
to q#c prolongada ate Montevideo, o augmento da
actual subveacAo nAo pasisu de 3:5005000 rs.
Em compensarlo ablivaTaiiMe incont*st*ves van-
tagens. Os prazos das viagria encurlaram-se, com
especafldade na linha do n'erle, sendo qne pero no-
vo contrato nao devem exeeder de trinta e quatro
das por viagem redonda.
Apezar da maior extensao, que os vapores da li-
nha do sul lem a percorrer, o prazo das viagens, as
quaes terAo lagar duas vezes por mez, nAo poder
exceder ao lempo que al acora se despenda smen-
te com a viagem de frta e da' volla dn provincia de
S. Pedro pela de Sania Catharina. Esta linha, pos-
to que pelo aovo contrato deva terminar em Mon-
tevideo, em nada prejudica a escala de Porto-legre,"
mijos inleresses fram convenientemente alten-
didos.
A falla que se fazia sentir de communicac,as re-
gulares, dependentes da accao do governo, com a
prars de Montevideo, que l.in immedialas relarOes
manlm com aa da corle e Kio Grande, desappare-
cer por ama vez, e fcil ser ao nosso commercio
augmentar, quanterfor possivel, as suas transarles
com os portos dos estados vmnhos, banharJos pelo
Rio da Prala e seus affloentes.
A lotacAo dos novos vapores e sua forca tambem
augmenlaram, sem,que por isso subissem os fretes e
passagens, qae ao contrario a companhia obrigou-se
a reduzir por modo ra'zoavel.
Foi elevado o numero dos passageiros de estado,
sendo 3 de camarae 3 decouvs, especificando-se as
condicGes necessriias para as concessoes das pas-
sageus.
No contrato acautelou-se a maneira do transpor-
te dos soldados e recrulas sem grande onus doeslado
e sem que fiqnem exposlos intemperie das esta-
rces, cumo al agora lem acontecido, qaando embar-
cados em vapores de ponca capacidade,' e sem or
commodos indispensaveis.
Previne-se lambem o caso de guerra em que os
novos vapores poderAo ser armados por ordem do
governo, e empregados como elle entender mais
acertado.
Depois das subvencOes o maior onus a que o go-
verno sujeitou-so he o pagamento do exeesso do
cusi da tonelada devcarvAo de pedra, qnando esle
se eleve amis de 25000rs., fixando-se um limite
a esse onus, pois nunca dever udrapassar de 21,000
toneladas por anno.
TAo fundada em eqaidade pareceu esla clausula
sollicitada pela companha, qae o governo jnlgou de-
ver aceita-la. ^StteTidetido aos preces avulladosa
que nesles ltimos lempos chegou o carvao de pe-
dra, pareca duro que, dada a c'rcumslanca de urna
grande caresta em tal genero, fosse abrigada a com-
panhia ao desempenhodasohrigarSes que contrahio,
sem que huuvesse meio de acudir com promplo re-
medio sua ruina.que seria infallvel.
Adoplando-se esla clausula nao se fez mais do que
acompanhar o que pratica o governo britnico cum
as cumpanhias de navegarAo a vapor que subven-
ciona. Devemos porm esperar que nao teremos
occasiao de realizar nesla parte os favores a que o
goverdo se obrgou.
NAO so he de crr que venha a baixar o prece. do
carvao, logo que as ricas minas desse combusli
ha lempos descoberlas na Australia, California,
va Caledonia e JapAu, possam supprir oa mercadi
da coat occidental da America, Asia Oriontal, o
Oceania, abastecidas at ao prsenle quasi que ex-
clusivamente pelos depsitos de Inglaterra, mu tam-
bem porque, apezar do costo elevado por que lem
eslado este genero, anda assim a companhia nunca
cliegou a compra-lo por preco superior ao limite
laxado, lomando-se, como estatu o contrato, o ter-
mo medio por qoe ella o pagou em lodos os portos
du imperio, onde lem oslabelecido seus depsitos.
Longo fra enumerar toda* as condirCes ventajo-
sas que se achara inseridas no novo contrato era re-
lacao a dos anteriores. Comparando-as, fcil vos se-
r {leonhece-lo A primeira vista.
ba e Kio Grande do-Norte,
ohviar-se porm a este Inconveniente obrl-

is para essa OH slopriados.que
atracsHe"* vapores na proximdade daquelles
portes.
O servicp eiilre a cidade de Bao Grande do Sul e
a de PorUi-Alegre seni feto, desde que vigorar o
novo contrato, por om pequenu vapor, que dever.
achar se no porto da primeira Cidade, no lempo pre-
Tixo em qoe u da linha do sal all locar, tanto na
ida para Montevideo, como na volta.
O contrato, de que vos de conta o anno passado,
celebrado entre o governo e o director da compa-
nhia do Mucury, para a navegaco a vapor enlre
est porto c o da capital da provincia do Espirito
Sanio, contina a ser fielmente executado.
O governo trata do eslender esla linha al a villa
de Caravellas, da provincia da Babia, afim de liga-la
que contratou com o commendador Antonio -Pe-
droso de Albuquerque.
A navegacao desla ultima linha tem, como salios,
o sou poni central na cidade da Baha, c eslende-
se ao norte at Macei, tocando em Rio Real, Ser-
gipe, Cotinguiba, e Pcnedo ; e ao sul ale Caravel-
las, com escala por Camamii. llheo, Canavierase
Porlo-Seguro.
Tendo chegado Rabia em judio do*anno passado
dous vapores de (retentas toneladas de IslacAo. den-
se logo cometo uavegacAo da linha septentrional :
a da meridional lambem ja se acha em andamento.
I.bgo depois qne o emprezaro deu principio
cxecucAo do sen contrato, comecou-e a reconbeces
as incalculaveis vantagens da empresa para as pro-
vincias que participara desla navegacAo.
Nu obstante ter o sen ico sido encelado ha lAo
ponco lempo, o movimenlo cramercial lem apre-
senlado ja um aspecto esperanzoso. Al o Io de
marco do anno correte na Ijnha do norte transpor-
(aram-se 1,372 passageiros, e 563 na do sul, cujo
servico he de mais moderna dala.
Em 30 de jalbo do anno passado remellcii-me o
vice-presidente da provincia das Alagas copia de
urna proposloem cinco arligos, que deviam ser con-
templados no regularaenlo dessa navegc,Ao, e que
lhe fura apresentada pelo gerente do emprezaro na
dita provincia. <
Jnlgou aquelle funecionario quo nao devia resot-
vr logo a sua approvaeAo, por coaler tal proposla
urna modilicorAo do contrato, desvantajosa, a urna
das pnvoaces mais considerareis da referida pro-
4per i;^^^t^alna Wm* *J*+fME
seus-vaiiores ao porto do Penedo, alienta* os penaos
da navegacAo, queja havia experimentado um -dal-
les sabida da berra do rio de S. Francisco, soffren-
do algnm damno.
Pela dita proposta snjeitava-se todava o empre-
zaro a locar no porto du Deudo e a fazer u servico
t)o transporte das malas, passageiros e cargas para o,
Penedo em outras embrcameos.
Felizmente esses recelos fem desapparecido. Em
dezembro ultimo o actual presidente foi em ora dos
vapores ao Penedo, e por experiencia propria reco-
nhcceu que o receio do emprezaro nao era fundado.
O vapor venceu com fcilidade a barra do rio de
S. Francisco, e ancorou oo porto da referida cidade.
Assim parece que por ora nAo ser necessario fazer
modificarlo alguma na escala da linha do norte.
Nada se me cfferece a informar-vos a respeito das
escalas do sul," viste que a sua navegarAo comeroo
ha mudo pouco lempo.
ltimamente dirigi o emprezaro um requermen-
lo ao governo, pedlndo que iTie sejam concedido' ns
mesmqSjfavores ontorgados a companhia de paquetes
a vapor de Pcrnambuco. Esta preleocao pende ain-
da de dcci-Ao, e se acha affecta seceso dos negocios
do imperio do conselho de estado.x
A companhia Pernambucana emprehendeu a na-
vegarAo a vapor desde o porto de 'Maceio al o do
Cear.i, sendo o sea ponto central a capital de Pcrnam-
buco : foi encorporada no anno passado com o fundo
de seiscentos cornos de res, divididos em seis mil ac-
ues de 1005000 rs. cada urna. Ses estatutos foram
approvados por decreto n. 1413 de 15 de julho do
referido anno.
NAo lendo a dila companhia, pelos embaracos que
orcorrerara na sua cncorporarao, podido cumprir a
cfausula terceira do seu contrato, resolveu o governo
por decreto u.o 1*30 de 20de setembro du mesmo
annn, prorogar por mais seis me/.es o prazo de um
anno, dentro do qual se havia ella compromeltdo a
encelar a uavegacAo.
Em novembro ultimo reclamou esla companhia
contra algumas das clausulas do contrato de 31 de
Janeiro de 1853, podindo a sua modificarlo. Sobre as
redamantes apresentadajjpuvio o governo a seccAo
compelenle do conselho. Je estado, e por decreto n.
1478 de 22 daquelle mez de novembro, altern al-
gumas das ditas clausulas.
A companhia, considerando Insafficienlo a consig-
narlo annual de sessenla cestas de res, marcada na
condico nona do referido contrato approvado pelo
decreto n.u 11 Kl da citada data de 31 de Janeiro de
1853, pedio.um augmento. O governo concedeu-lhe
a quanlia de 2fcOOO*000 reis, fazendo este acto, como
era do seu dever, dependente de vossa pprovaco.
Alem dsso, fez-lhe o guverno outras concessoes
que ronstao do referido decreto, que acharis an-
nexo.
O decreto n 632 de 18 de setembro de 18&I au-
lorsuu o governo imperial a eslabelecer a navega
i;on a vapor entre os portos das capitaes das provin-
cias do MaranbAo e do Cear com escala por um dos
porlosd Parnahyba mais prximo capital da pro-
vincia du Pianhy, mediante oan privilegio e a sub-
vengo de |2i:(HKW)oo reis annuaes, contratando-a
com qualquer emprezaro ou companhia.
Por decreto n. 761 de 22 de julho do anno passa-
do foi cssa aulorisacAo augmentada, quanto nave-
garAo a vapor nas aguas do Rio Parnahyba, desde a
sua foz at cidade Therezina, a qual se de navegacAo da primeira linha, fcando o governo
cum ampia facnldade quanto subvencAo necessaria
para manutengan de semelhanle empreza.
Alera da prqposla, de que vos de noticia no meu
primeiro relatorio, apresentada por tres negociantes
da praca do MaranbAo, foram enviadas ao governo
lais duas, comprehendeodo ama dellas nAos essas
tnhas, mas lambem oulra entre as cidades de S.
I.uiz e de llelcm com escala por quatro portos.
. EsIjs proposlas nAo puderamainJaser decididas, e
ora se acham submellidas ao exame,de seccAodos ne-
gocios do imperio do conselho de esladu, como j
vos informei.
Pelo que respeila a linha Je navegaco entre este
porto e o da capital da provincia de Santa Catharina,
locando nos de Paranagqa e S. Francisco, lenho de
informar-vos que o emprezaro Jos Rodrigues Fer-
reira requeren udimamtjle ao governo transferir o
contrato rraeassignou enfade novembro de 1852.
Este emprezaro tem fmprido ascoodicOes de seo
contrato, fazendo a nav*aa na en,re qoelles
portos, como lambem r*ra da cidade de Santos,
cuja subveico foi approvada pelo decreto "b. 807
de 27 de setembro do annn passado.
Esle decalo antorisoo lambem ogoverno para aug-
mentar a dita subvencAo, ettendendo a escala dapoa-
vegacAo a vapor aos portos e Lbatoba, S. Sebasli*
e Iguape. PehdsPalnda este objeclo da solaceo do
governo qnanto ao contrato qju tem de celebrar
aguardando para efleclaa-lo trlos esclarecimentos
de que aiu la carece.
A navega^ao a vapor entre esta corte e o porto de I
Sanios leo censideravelmente aa
oor sanes embaracado *
partida*, e prtenlo das communreac* entre os dea.
porto*.
Modernaraenlo foi encorporada nesla praca auna
companhia denominadaSantisla,com o fim de
transportar passageiros e carga entre os.ditos pontos.
O goverr.o imperial por decreto n. 1491 de- 20 de
dezembro ci anno passado approvoo os estatutos des-
sa companhia, cujo capital nao excede a 300*009 li-
mitando-se a sua duracAo a 5 annos.
R'.bocagem por meio de vapores.
Com o fim de rebocar embarcaces por meio de
vapores na barras de Rio Grande do Sol, e da Co-
lingoiba e oulras, na provincia de Sergipe, encorpo-
raram-seduas companhas, urna na cidade do Rio
Grande do Sul, sob a denominacSo de^Progresso.
e oulra com o titulo deAisociacAo Sergipente,-
A primeira conta um capital do 100:0009, e.deve-
r durar por espaco da 10 annos. Os respectivos es-
tatutos foram approvado* por decreto d.1414 de 19
de julho du anno fin*!*.
A segn la cbnstdmo-se cosn o capital de 200.-O005
e obteve por. decreto o. 1457 de 14 do ouLabru
do anno psndo, privilegio exclusivo por 12 annos,
e subvencAo de 12:000/*nnualmeote, dependaudo o
contrato du vossa approvaeAo. Os seus estalotos fo-
ram defin tivaraenle approVadus por decreto o.
1511) de 3fi de. dezembro ultimo.
. Nao sendo desconliecido quSo perigosas sao essas
barra*, com especialidade as dnas de qaefiz manean,
pelos snisiros que anoualmente nellas tem lagar,
causando camnos incalculaveis ao commercio, a en-
corporn;o de tees companhia* satisfai urna necessi-
dade por rerlo muilo importante.
Por decreto n. 1U de 30 do citado mez, coace-
deu ogoverna'a Augusto Frederico de pliveira ea
Frederico Coulon privilegio exclusivo por 15 anno*
para estabiileeerem**'porlo da capital de Pemam-
bucoumoa dous vapores destinados ao servico do
mesmojtojlo, mediante indeaoaissces que serAo re-
culadas por urna tabella orgsaisada pelos empreza-
rios, e ap'f rovada pelo presidente da provincia. Este
servico coasistira era soccorros prestados aos navios
em perigo no ancoradoar* i em sua proximdade, e
no transporte de passageiisi)a cargas das embarca-
Cues qae I undearem no lugar denominadof.amei-
"" -^Laan I
Semelli inte empreza, misorando, senAo exlifgain-
alat sashaiaeot a nex-lsonlo oor i o .
e mercaderas, parteen ser digna do benvola aco-
lliimenlo ,1o governo.
iavegacao interna. .
Amazonas.
No meu anterior relatorio commaniquei-vo* qae
o governo imperial tralava de resgatar, cerno per-
mitlio a le de :! (la oolubro de 1853. o privilegio
concedido por (risla annos companhia de navega-
rao do Amazonas, para o que havia j recebdo do
presdeud delta urna proposla qne, examinada pela
procurador da coroa, soberauia e fazenda nacjaMl,
e pela seccAo dos negocios da imperio do coriulno de
estado, penda ainda da discusso de algumas clau-
sulas.
Moje cumpro o dever de parlicipir-vos qe o'con-
trato de 30 de agosto de 1,852 foi substituido por
oulro, **j.ts condices acharis annexasao decreto
n,' 1143 de 2 de outubro de 1854.
Tcnbo para mim qoe as inlengoe* do1- peder legis-
lativo ficaram satsfelas do melhor modo qoe er*
possivel,- renunciando a companhia nAo s ao referir
do privilegio, mas lambem preferencia para os
novos co aralos que o governo haja do faser sobre
saivegacao dos continentes do Amazonas, e para a
abertura Jequaesquer vias de communicacAo literal,
que interessein a mais de urna provincia on a esta-
dos vmnhos, facilitando suas reciprocas celaros*.
Ninguern desconhecer que o governo, firmando o
primeiro contrato, procurou realisar pelos meios
que enlAo parecerara mais segaros e vadlajosos orna
empreza dz grande necessidade e conveniencia para
o paiz, ji por vezes lenladaaam resaltado algom.
NaqoeHa poca, nao se 4j|tsa*t perfela ideado
que podea dar de si nos an'aK mais prximos a
navegacAo do Amazonas'e seus tributarios, aconse-
Ihava a prudencisjsjie so nAo gravaste logo o tbesou-
ro com considerefB onus, que necessariamentede-
veria Irazer-llie qualquer contrato sem privilegio
exclusivo. 'Desde porm que se comerion a coolie-
cer praticamenle o grande rio e as circamslaacl*
do inmenso valle por elle banbado, parecen mani-
fesla a incnnveniencia'tte confiar exclusivameata i
direccAo e limitados recursos de urna companhia,
pelo longo espaco de trala annos, os trabalho* de
que mais essencialmcnte depende o desenvolvimen-
to da prosperidad de (Ao importante parte do im-
perio.
Alm da 1. a 2., linha de aavegacAo dr^gnadas
no contrato de 30 de agosto de 1852, qae se com-
prehendeui eolre a cidade de Bilem e a da Barra do
do rio Negro, e entre (jtta e a pivoacAo da Nauta na
repblica do Per, ejllipulou-se o estabolecimeulo
de dnas, sendo s 3.', Ao Tocanlins desde a cidad-
de Belem al a villa de' "aiao com escala na cidade
de Carnet.i, e a 1, oo ra Negro desde a cidade da
Barra at a povoacAo de Santa Isabel.
Acompsobia obrigou-se a fazer na 1, linha duas
viagens raensaes por espaco de 18 annos, empregan-
do vapores, que tenham capacidade para conduzir
em belichei 60 passageiros pelo menos e 200 tone-
ladas de carga, alm do combustivel necessario. e a
marcha regalar det2ralhas por hora,salvo contlrarie-
dades pli) sicas da forja das correales do rio, e oulras
de semelhanle nalureza, com a coudicAo de recaber
do tbesouro 12:0005 por viagem redonda, Otando
entendido que so augmentar o numero dellas ,nao
lera por isso direito a maior qeantia.
Quanto a 2. linha, continua em vigor o contrato
celebrado entre a compaohia e' o governo do Per
em virlude da convenci especial de 23 de oolu-
bro de 1851.
Na 3, liaba farAo os vapores duas viagens por mez
durante os primeiro; cinco annos, e quatro nos cin-
co seguales, fcando a companhia obrigada a fazer
com que haja ao menos urna, viagem raensal sem
snbvencao alguma nos oito annos qae decorrerem de-
pois de liud i aquelle segundo prszo.
Esles vapore* devera ler, alem dos commodos
necessario* .tos passageiros, capacidade para carga
nunca menor de 70 toneladas.
O governo assegurou a compaohia pelo servido
desla linha una subvencAo al o prazo de 10 anuos,
sendo de 1:0009 por viagem redonda nos cinco pri-
meiro?, e 5009 nos segnntes.
Na linha dever haver nma viagem por jaez,
dorante os rrimeiros cinco annos, e duas nos cinco
seguintes, pagando o governo subvencAo de 5:0009
por viagem redonda no primeiro prazo, e de 2:5009
no segando, e fcando a companhia igualmente obri-
gada a fazer com que nos oito anuos immediatos
hajiaomeo)* orna viagem meu sal sem (flerveacSo
alguma.
f
/.
UllTiiftnn
IIEP1ICI


*
DIAHIO Q PEBmWBUCO QMRT l-EIRJi I E D AGOSTO 1855

Os vapores erapregados nes'.a linha devero ser
igua*;aosda lerceira emcommodos para passagei
ros, e capacidade pira carga.
*0 governo podara' deierrninar que lies fac,am
algumas viagens da cidade da Barra t qualqutr
ponto do rio Brinco, ct allanto que a extenso a
percrrer nao seja raaior que a da Barra a Santa
Isabel, nao leudo por isso a corapaohit direito al-
gara a raaior tubtidio, mis soliente a compensado
das vi igens taitas no rio Branco, rom a
fio no numera de' oatras Untas aSa
Pelo novo contrato miiotevo-sesvAjurigar,ao, que
ja tinlia companhia, diif_uf^traosportsr gralui-
tamenle : 1. as mala^4*"^orreio toda a correspon-
dencia oWth^JI^* o Damero de quatro passagel-
ros da e de 10 pravas de prel, comprehen-
d~-al>se Umbem recrul.is e colonos sem comedo-
j quaeiquer jommis le^dinheiru perlencen-
tri publieos ;-_. uma carga por conla #
goverao, nao eicedendo a duus toneladas.
yuiioi lo o numero dos passageiros de qualquer
das dme exceder o estipulado, serao as suas pas-
tase*! pagas com o abil ment da 4 pirtc lo prc,o
ordinario, e de ludo o rrais que o governo mandar
condiuir pagara 10 por cento menos do que o prejo
marcado para o* particulares.
A companhia licou onlrosi n brigada a fundar
12 colooias, sendo uma as margeos do Javarj ,duas
.BU do Purs, quatro oan do Amazonas, uma as
do Madejra, e quatro as dos rios Negro o Tipajen
nos.lugares que forem ipprovados pelo geverno.Ca-
da orna dellas lera pelo ineno:i600eolonosimportado8
a cuati e diligencias da companhia,-lodos de origem
earupa e das nares qae o t, overno disignar: seis
pelo menos deveraofer-Tunda das dentro dos primei-
ros 5 auno, e as outras no praio de dei aonos ao
mais tardar.
Em compensarlo dos encargos conlrahidos pela
companhia,* daperda do privUegio.'foram-lhecoii-
cadldo gratoitamente, alm das tubvencoes pecu-
niaria) :
1-Setenta territorios t'e duus lesnas em qoadro
cada um, em lugares duvolalos, coja medievo se
far soa cusa, sendodiz na margem direila do
Javar\, dez em ambas an margeos e lagos adjren-
lo do l'ers, 99 as manrens, do Amazonas.
dez as do Madeira de*, as dos rios Ne-
gro e Taoajoz, ;dez uas de quaes quer oulros af-
fluentosdo Amaaonas, onde Ihe convenha formar,
com approvafio do governo, sldeamenlo de Indios
o esiahelecimenlos agrcolas o i induslriaes.
2, s terrenos de mariuha, que cstiverem devolu-
inle dos terrenos en. predios que ella pos-
soa n cidade de Belm e em qnaesquer povoaces
oo oulras localidades do alto ou bailo Amazonas e
seus alenles, e para relies construir as ponles,
telheiros o mais edificios, que julgar necessarios
ao abrigo dos passageiros acn Jicionaroenlo, embar-
que e desembarque dos gneros que transporta,
devendo a eiteusao de .Lies terrenos ser regulada
pelo governo.
Em Janeiro do crranle anuo comecou a execu-
jaodo novo contrato, fazsndo o servico da 1. 3.
e 4." liabas os vapores Miraje, Rio Negro, Camela"
eHontrcha;e em marc,o chegju de Inglaterra ou-
tro de muito maior lotacia, denominado Tapajoz,
qne seguio logo de Belem, transportando 129 colo-
nos costralados em Portugal pe companhia para
a nova coloniaManafundida as mmedacoes
da cidade da Barra.
Na 2, linha completartin-se tra maio de 1851 a'
vageni do 1 ajino do cor trato" e nos luezes de se-
tewbro, dezembro e marco pr ram-se tres por cula da uegurjda.
Desejando conhecer poi soa propria Inspecrao u
estado diversos districto comprebendidos nesta li-
nha, e assim habilitar-sc par cumplir mais exac-
tameulii as ordenado governo imperial, concernen-
te nao hO ao conlrlo da companhia, mas lambem
a oulros ramos da admini-tracto a soa cargoj lomou
o consellieru Herculano erreira Peona a louvavel
, deliberecao de subii la cidade da Barra al Nauta
no vapor Monareha; e o secretario da provincia que
o acompauhou nesla viajera, descreveu-a em um
rolelro quejulgnei eonveoienle aouexar a este re-
latorio, porque resume todo quanto observaram de
mais interesante.
Por parle da companhia foi ja apresenlada, em
virtode da condico'13' do novo contrato, a tabella
dos pre>;es de passagens e fretei, e o governo (rata
decolli?ir todos oseKlarecimenlos necessarios para
resolver sobre a sua deffiuiliva pprovariio; continu-
ando enlretadto em vigor ai que foram provisoria-
mente organisadas pelo gerenta da raesraa compa-
nhia de accordo com os presidentas do Para e Ama-
i'oan, e com o governador do tt|loral de Loreto.. <
(Conrtnuar--na.;
volvido em Camela dependo das segainles c
primeira, da natureza lopographica da comarce
qoal he situada em terrinos baixos e in"ji0^**0|d(),
alguoi mesmo alagados em insuas epat""' Je-cau-
da, di mu alimenlacac- que"yr%..,a, 'udo por
vw do regra, penas algadnj^~com partic(llaridade
minaras ; IwceiraiJJfFlerror de que se apodera-
ran! aquelles po_vjatgcreditando que a molestia he
contagio) s*Karavel ; quarla; da falta de me-
1ic*>_0/'!7^Mroprta quem oeTeoubesse applicar ; auiota, do des-
granado errqcem que minia gente viva, parlicolar-
menle a clasie baixa, de que he uecessario nao dei-
xar cahir o corno em debilidade quando doeate, e
dalii o desprelo da dieta tao uecessaria, e o aboso
inconsiderado dos alimentos.
No entanto ou ama inloiicarln raaior, oualguma
cousa mais de acrimonioso, e deletreo existe no
principio miasmtico aerador do cholera daquella
regiao, em reanlo ao desla capital; por quanlo, le-
dos os individuos que embarcaran! naquelle vapor
desla para aquella cidade na mesm occasiao, e que
oaapparcncia gpzavam de boa sauJe, regressaram
iins morios, oulros muito doentes com os symptomas
exagerados da molestia, e estes a muito cusi vio
escapando a urna inorle imminenle. Muitos dos e-
migradqs que vieram fugindo a sanha da docnca,
aqui terrl fallecido em poucas horas, oulros el,1o
gravemente enfermos. Este phenomene morbfico
ada plausivel explca^ao especialmente em a natu-
reza do solo, e V. Exc. [>em sabe que foi assim que
se expllcou a razao da maior gravidade, e mortali-
dade de igual doenc^ em 1832 em Paris na ilha de
Solre-Dame.
Na Vigia nao lerasidn a doenra fatal, raros lera
sido os casos de morte, .-------
^Do sertao nada mais se lem sabido debois do dia
H do mez ultimo, he aqui todos os das e-perado o
Vapor Maraj, e a auxiedade e os tristes presenti-
menlos, que a lodos alormentam, augmentara .de
dia em dia cShrsrsua demora.
Nesla capital vai cedendo a epidemia, e posso af-
fiaucar, qoea poca da sua declinarjo comefou com
a entrada do novo mez. l'oucus sao os casos mr-
bidos novoa a poneos sao lambem os obilos; destes
no dia 1 hduveram 9 e no seguiole dia 11.
'Em todo o mez fiado sepullaram-se no cemtterio
desla capital 5IOpesso*s, sendo 428 do cholera e S2
de diversas doencas, numero osle regular da mor-
lalidide em lempos ordinarios.'
He quaulo leolio a levar ao conhecimento de V.
Exc. na presente occasiao.
Dos guarde a V. Exc. Para 3 de jalho de 1SV5.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Fraucisco de Paula Candido,
presidente da jaula central d'hygieue publica do
Rio do Janeiro.Dr. Franeao da Silr'a Catiro.
presidenta da commissao d'hysieae publica desla
provincia. {Treze de Maio.)
PABAV
Mm. e Exm. Sr.Al -21 ou 25 do mez findo era
esparado nesle porto.o vapor do sol: cuidei pois
cm coordensr o meusapoiitamciiloscerc da uctdal
epidemia e redigi o officio, que em dala de 24 Uve
a honra de enderecar a V. Exc. Mas como s ago-
ra elle apparecesse, e lenliam ja* dacorrido depois
claque i dala sete dias. relatan i de novo o que ha
a posteriormente. No dia 22 de jiuiho lar-
goa desta capilar para acidado de Carnets cm um
vapor o Ex. 1 vice-presidenle da provincia Dr.
Angelo Casfodio Correa, levando comsiyo o nosso
collega Dr Jos Ferreiru Cniao, secretario da
commissao de hygiene, e grande copia de medica-
meatos apropriados para combaler a doenoa reinan-
te, que havis estilado por um modo roedouho na-
quelle municipio.
Ao romper da raanhn di 25 o mesmo vapor de
volla d soa viageip ancoroa em trente desta capi-
tal, Irazeudo a sea bordo* cadver do dilo Etm.
Sr., cerca de duzentos emigrados espavoridos, que
fugiams urna raorta quasiinevilavel, e as mais pun-
gentes, o Intuosas nolicias do eslado daquelle inre-
lii lugar t
As priucipaes autoridades locaes quasi todas em
ruga; a cidade.abandonada por seas moradores:
pas e mais largando ao desamparo seas iillios do-
entes, e vice-versa, norvia do rnedo da enferraida-
de, e buscando abrjaHUos sitios e rocas o terror
cstampadonorosta.slalM3S ; cadveres jnsepullos
pelas casis por falla/Be quem se nnimass a dar-ilics
sepultara : a morle envolta as ,]ugobres vestes .lo
temvel cholera, ceifundo desaiadadamente entre
trinta e emeoenta victimas por Hem uma popula-
rao de algumas mil almas, eis lxm. Sr. o resumo
das siuistras noticias, de que foi portador o dilo va-
por.ai> quaes nniquil.rim sobremaneira o moral
dos habaoles desla capital, e derramaram o pan-
te, e a linieta por sobretodos quanlos possuem am
coradlo humano bem fornido I I
Aquello bom e desdjtoso Prtanse depois de per-
correr de casa em casi toda a cidade de Camet,ds-
tribuindo a uns aoimo, a oulros palavras de eonso-
lajao, e o*rjeranc,a, e a outras remedios, e esmolas.ao
auoilecer recolhea-se com sua familia para bordo
do v?por, tinda vivo, e sem deronnslrac.Oes algumas
mrbidas. Iloae horasdetois, ;s 9da noite de 24,
foiassajllado do mortfero flagello, e apeear de lo-
dos oasoccorros da sciencia, hcbilnanle prestados
pelo nnsso collega Dr. Caniao. nao pode seu corpo
resistir aos embales da uri da molestia, e a alma
pura, n anglica, que enee."r\a aquella envolacro,
sossobrou as 6 d manhiu no rasa da lempesUdo,
que nos assobera, vista dos^muros da formosa
Bethlem
TranriJo de dor e saudade, niUfo esta fatal golpe,
qae acaba de enlotar a provincia inleira. Kesla-
me _orm a satisfacao, deque a hora do p; menta
de lao honrado quo benemrita Paraense sou,
qoando uma aureola de gloria ornava a sua mages-
losa fronte no meio de ama melindrosa crise, como
< era que nos achamos. Sicriicou a soa vida pelo
amor dos seus conterrneos, e a recompensa de lio
etavada dedicado em favor da humaoidade a reli-
giaooos ensina, quese em.reos homens nao liver
camda.l.i so encontrar no co.para onde o Creador
Uio depressa o quiz chamar.
)a servieos_ prestados nesla commissao especial
pelo Dr. Jos rerreira Canijo sao dignos de menrao.
Durante o pouco lempo quese demorou naquella
cidade, nao s prestan com des relio os auxilios da
nossa sublime pronaslo a ledos quanlos delle care-
can), como ensioava aos mais entendidos a maneira
de euraf-se a doenoa, a ao mesmo lempo esludava
o carcter e ndole da enfermidnde para em lempo
opportnno illustrar a historia desla epidemia. Da
bocea delle recebi circunstancia las informacoes so-
bre a deploravel eslado da norte daquelle povo, en-
tregue a voracidade do mai sem medico, sem reme-
dios, por lerem sido consumidos todos os que linham
sido mandados de antemau, e sem oulros precisos
soccarros. Immedialamei.le corri ao qnarlo vice-
presidente, qae havia atsumido a gerencia adminis-
trativa daquella porrSo da nossa populado, e reclamei mais
medicamento* e um ir.eili 'o para all. Em ludo fui
altandid, e prosuplamenle no lia seguinle tarara
remellidos oovos medicamentos, e o grande retare
de um medico, o Dr. Antonio Jos Pioheiro Tupi-
nambo, secretario do delegado do cirurgiao mor do
exereilo, que iienhuma duvida poz em valar a hn-
manidade afilela, indo em sen auxilio.
O vapor que o conduzio tai portador na sua volt
de mais tiO e tantas emigrado, havendo-se demo-
rada) naquelle porto apeaas 3 hora. Do officio
qae aquelle faculllivo envin ao Exm. govetno da
provincia, o qual mando por copia, conhecera V.
Exc. o que ha occorrido de novo depois do dia 24.
Igualmente remello por copia o offkio que o Dr.
Cautao inderecou ao Exm. Sr. "ice-pranideiile acer-
ca-do que observou nos duentei daquella cidade du-
ranle o poneo lempo, que la se lemorua.
CORRESPONDENCIAS SO DIARIO
DE PERNAMBCO,
AMAZONAS.
Cidade de Monaus 22 de junho.
Salubridade.Fome.Conjectnras.Assembla ge-
ral.Assembla provincial.Cmara municipal
Polica.Admini-lra;ao dejnslica.Advogado:
Estrada do rio Branco.Hospital.Queslao mu-
.Iheril.Fesla solemne.O.hoi estrella.Soir.
Ceia lauta e revira popuiar.
SnlubrdadeDesde o dia 9 do correnta em que
chegou o Tapajoz, vemos os habitante- desta capital
desconfiados com as nolicias que receben-ee por este
vapor do eslado epidmico da provincia du Para ;
qualquer fallecimento he attribuido a reinarlo da
epidemia nesla capital, de que Dos nos livre ; e o
que mais deicroroou ao meo amigo Gafageite, he a
falla de medicamentos e mdicos (dizem que aqui
exi.tm dous), c se.esles existem nao nos pudem va-
ler por falla d'aquelle ; e o que silenciar os recetas,
serao os glbulos homeopathicos com quo os Srs.
Wllkens e Tapajoz, benignos como sao, nao nosdei-
xarao d soccorrer, e se estes nao liverem conheci-
mento da nosologa poderao indica-la os dous pro-
fissionaes que dizcm que aqui existem. Mas at
agora vamos sem novidade maior.
FocncDesde que appareceu por aqui o tal pro-
jeclo das tartarugas e oulros iaentcos que se tem
escaceudo em geral, os productos da provincia, nao
seise a laes projectos se deve altribuir ; e nos inno-
centes sem sermos legisladores pagamos o mal que
nao fi/.omos.
Nao se acba uma tartaruga, mu frucla e legumes,
ele., para comprar, e nos alimentamos de carne
secca, de que j muitos lem adquirido escorbutos;
mus o autor de tal projeclo.dizem que tem licado de-
sapuntado, porque alauma muito rara que apparece
e que elle por morar prximo a praia he o primeiro
a apresenlar-se, respoude-lhe o vendedor, que v
comprar na ribtira ou praca do mercado que elle
Coojectura-:.lloje vemos lao anciosos os habi-
tantes desla capital por saberem quem ser Hornea-
do presidente desta provincia, como pelos resultados
dos Russose Alliados; avahe em que consideradlo
nao o ambas estas cousas reputadas; o curto be
que sobre esta ultima nunca emilti niinha opiuiau ;
e era quanlo a primeira a minha he semelbanle a
de lodqs, estimo assaz umi osrillac.o na presiden-
cia para aquelles, que destituidos de genio adminis-
trativo, uao sao franco! em confessa-lo; e a perpe-
luidade della aqaelle quatpara aqui vier, mostrar
sen genio administrativo, creador, que seja justo,
creador da ordem e nao se envolva na poltica, e es-
ta, estoo convicta que recebera do publico sensato a
impnrcialidade.
Assembla geral.Anda nao seguio para a corle
o nico depulado por esla provincia a lomar asien-
to n'aquella cmara, nemconsla que o lenha taita
sapplenle nlgam, do que assaz amargosamente |
tem-se quedado o meu amigo Gafagesle, qoe pro-
melle nunca mais............
Assembla provincial.Nolicias mais neohnmas
tenho podido obter.porque os meninos do Trein tem
mudado de procedimento e collocaram-se no silen-
cio ; a Hflrella que allumia a provincia nao tem sa-
bido, porqae os typos velhosj nao lem o relevo
ons dous depulados que possuem um pequend co-
nhecimenlo primario, que Ihes permute crear as
faces a cor da vcrgonha,nada dizem, e parle dos ou
Iros andam por onde Judas perdeu os bofas ; em
fim uma reparlitao donde se deve esperar melhora-
menlos. anda acrphala, cas suas funcces s3o Il-
citas ao progresso material e civil da' provincia. E
porque succede lo voluntariamenle este damno a
provincia? Porque tem ingresso na assembla ho-
mens sem conhecimento, e que jamis ouviram fal
lar em legislaban, e infla boje nao sabem o que ella
significa, no entanto sao estes os legisladores pro-
vinciaes desla provincia !!! He muito gosmo ou-
vlr os projectos e a impertinencia dos autores para
que elles sejam npprovados, e sem nrovarem as otis
consaquencias, aflirmam qoe resultam em beneficio
do publico, e a menor objerco (lambem inadequa-
da por (allar-se da albos, e responderem em canas-
tras de vinagre) faz o orador irrtar-se e dizer repe-
tidas vezeshe para a bem do publico !Parece-
nos que estes horneas nao rezam o credo quando
levantan! da rede para o catcabttlho nao Ihes inlro-
duzir laes presampc.6es; e lambem parece-nos que
o mais efflcaz ser nb-ervar-sea conslituifio ail. 179
S 14, e'nao consentir-se que sejam eleilos dopulados
homens, que talvez aioda leiam solelrando, a qoe
mnrlyrisema prozodia de tal sorte, que as vezes he
uecessario ja ler-se ldado muito lempo com elles
para alennos o qoe elles querera dizer, ao contra-
rio julgar-se-ha que he alguma liugua estranha.
Que apalhica assombla provincial desla provin-
cia M!
Cmara mauicipl.Dizem por aqui o que nao
aflirmo : Que por suas posturas determina que lodos
os proprietarios da immensa quantidade de ces
que ha sollos pelas ras desta capital, devero por
coleas com o nome do propietario para responsa-
bilisar-se pelas aeces do animal, sob pena de se-
reno morios os caes. Quera, sentir muito islo deve-
r ser o Sr. I!., quo obsdflpudo ajmaximau fazer
mal aos animaes he indicio de mao carcter nao
consentir qae a sua Companhia de vinle e tantas
caes soQam a pena capital,e sem duvida se resolve-
r a corntWar as coleiras. *
Polica.O caso qoe me lembra he o seguinle,que
em altas votes fallavao amigo liafasesle.
No dia 17 do correte i uoile, foram presos nm
Franja de tal e sea irmSo por heverem dado pan-
cadas rdizem) em nm Lopes- de lal; e dizem qoe por
aquelles duvidarem na opposioao 'que fazem a esta,
para que se Ho case com uma moja cunheda dos
Francas de tal. O erime foi reputado afliancavel ja
pela pena que Ihe he applicada, j por nao ter sido
preso eni flagrancia,' e por cajas circumstancias re-
purlm gora quera quer que seja, uma violencia
pralicad i pela autoridade qne fez tal priso ; sobre
esto acta eo nada digo porque n3o sou parte, nem
reo, nem leslemunha.
Administrado de jus;, ja.Marcha como he con-
veniente... Actualmente nao temos joiz de direito,
e o juz municipal dizem serum ponte hornera que
enlende perfeiamente de pescar tambaqui, e qae
por ser por dous ignorantes escomido para vereador
da cmara, e apenas |er 2, votos oceupa hoje o lugar
de juz municipal. Muito se v nesla ierra III...
Advogados.Em quanlo a esla especie de huma-
nos caridosos vamos bem ; enlendem a le segun-
do seu bestunlo, m em fim corho sao actoi plot
devem ser passados desapercebidos; e estamos a
espera de um que esl com afllnco estudando para se
formar na abertura do jury e defender am sageito
chamad? ou conbecido por Joan Gallego, que se
acha re-idindo na casa visinha da da assembla.
Qualquer um sujeilo aqui he um advogado e per-
feilo jurisconsulto, isto he fechar-se os cilios e lan-
rar-se as mflos, pilha-se aos ceios, e andam a Ires
por dous vnicos.
Pobre reo {imputado por tal qae ainda mais
condemnado llca com as asnalicas defezas e a
[iilil detta capital ; a casa he espacosa e
Conveniente ao oto destino que S. Exc. lencionou
dar, j por seraflftica que existe naquella pequea
ilha, e ja pelo nSuro que snpponho se deve respi-
rar em lao amono lugar. Esla clemencia de S.
Exc. afoga a dor e o gemido do desvalido.
Queslao raulheril.Ha coipa-tfe quinze dias que
eslavam para ir duas mulheres um interrogatorio
na cata do subdelegado, eram rivaes uma da outra,
e esla rryalidade era que as conduzio a audiencia
de lal juiz, segundo dizem: o numero de especta-
dores curiosos nao seria pequeo, mas estes licar.im
logrados porque houve nao sel que desistencia.
Fesla solemneDizem que no dia 2 do prximo
futuro mez, os Bahianos residentes nesla capital,.se
achara reunidos na igreja da N. S. dos Remedios
a assi-lirem uma fesla que 6 mesmns manda* fa-
zer, a imitarlo da que se celebra na Baha, nesse dia
de tanta enlhusiasmo.
O boi-etlrella, soir, ceia lauta e revira popular.
Nao sei mesmo como possa descrever a noite da
hontera, nao sou poeta, e o nico qae aqui existia
foi-seerubora, senao cu Ihe pedira alguns versinhos
ainda que inharmoniosos, e por isso vou prosaica e
rodenieote reiatar-llie os prazeres da noite passada.
Uma porcao de Tapuios e mamelucos esecularam
as frentes das casas de diversos, o lal iliverlimento
em outras provincias conhecido por bumba-mea-bo.
O eco ailado, esmaltad de coruscantes estrellas,
o carinhoso luar e o soir em que se ouvia uns tri-
queslroqaes e o tripudio da Tapujada lornavam a
noile romntica, convidando a rapaziada bella des-
la cidade para procuraran estafa para o da de hoje,
o que tentaran) e levaran avante. Reuniram-se
cerca de quarenla rapazas chamo-os de rapazes por
goslarem das pandgas privativas dos rapazes, mas a
mor parle eram velhos) entrando cada um com cer-
taquantia, e arranjaram uma ceia que principiaran!
a mordela a raeia noite e acabaram as quatro a meia
horas da manhaa cun immemas saudea e o mais que
se pode imai/iiinrdo alegra, havenlo inlerVallos com
o as-as applaudidorevira popular. La lambem esleve
o amiso Gafagesle que de qoando em vea dizanaja
alegra. Depois de concluida a pandiga deixaram a
casa da um lal quebrinha, e vieram cantando e dan-
do viva ao som da msica desempenhada pelos que
execulara todas as noiles a sernala, de queja Ihe
fallei, confesso-lhe seriamente parque ralo me eslou
rindo que o pagoda eslava bonf?
Esta noite inda continuaran os sambas, mas creta
que um pouco arrefecidos, e eu l nao vou, porque
nlo sei que sympalhia tenho cora o vinho que me
da cerlo enlhusiasmo quando nao o bebo, e como
falla-me este balsamo contra a trisleza, nao quero
ficar hydropico com o lal eslimado xib.
Colonia Mau. Poucas informadles posso dar,
porque apezar de dar meus vemilorios ao agente da
companhia, elle nao deixa de ser reservado, no en-
tanto sei que inda n3o tai cumecada a medirlo do
territorio concedido para lal colonia (para cujo fim
existem as repartieres), e que por isso ainda nao po-
de a companhia fazer a subdiviso para ftzer en-
trega do dalas aos colonos.
30
Honlem al 2 horas da manhaa folgava quasi lo-
da a gente desla capital nos soirs, esprzanlo pura
alegra, mas collados dedicavam um bocadinho
de seus sentidos na tau almeada chegada do vapor
do Para. Naquella hora, no meio de tantas canucos,
perceberam que se approximava ao porlo desta'ca-
pilal o vapor Maraj, o cheios de jnbilo afflairam lo-
dos os dos divertimentos s praias, e recebem as l-
gubres nolicias da epidemia reinante no Para, e
que no vapor j linham suecumbiflo victimas della
oilopessoas; aquelles semblantes psasenteirosIrans-
formaram-se lgubres, o alarido de alegra lornou-
se em triste silencio, o sangue fri de merip coa-
Ihou-se-lhes as veas; emfim asmo suecumbidos de
horror, olham para o vapor, receiam como de um
espectro!... Durante o dia de honlem terminaran
fatalmente mais Ires individuos de bordo, que expe-
rimentaram a aftaccao supponho que no dia ante-
rior ao da sua chegada. Consta que j hontera mes-
rao tai aneciado de idntica molestia um escravo do
delegado de polica, cojos gemidos ouviam-sc em
tanga distancia, e queja hoje se acha mclhor.
Nao posso ser mais extenso, porque agora mesmo
o eseudeiro de meu viznho parlicipou-me que vai-
se fechar as malas, mas na primeira vez Ihe cora-
municare que lal ser a visita da epidemianesla
capital.
8 de julho.
Na madrngada de rt do correte lerminoa fatal e
audosamente o da 2 de julho. em quo os Bahianos,
nossos patricios, (anta se enlhasiasmam ; cada .dia
de regosijo percorria a casa dos principies entusi-
astas, que u man i fesla va ni as lautas mesas com im-
meusas saudes; e na verdade um dia em que fo-
ram sorprezos pela innocente liberdade ; um- dia
que significa seu valor, um dia que moslraram-se
guerreiros, ara da qne recorda seus iqiraortacs,e he-
roicos taitas, um dia em que a Baha Ibde livremeo-
te sorrir-se e abracar a seds filhos, um dia era que
despeda<;ou-se a borda de Pandora, he um dia que
os ensoberbece, que os imraorlalis* e que os embria-
ga de gloria I... Grata recordarlo Eu qoe nao un
Bahiann, e que nunca na Babia estive, partilhando
de 1,1o honrosa gloria, como se o fosse, alirei-me ao
deleite de Raccho, am somnoacumpanhado de faus-
tos sonhos preodeu-me pelo espado de 96 horas e
oral que ellas fossem eternas, nos ollimos momen-
tos de meu, somno, em sonho, repousava-me victu-
rioso i sombra da paz, como qae (aligado da lula
contra os liberticidas, e nesse momento em que so-
nhava, o orgulho causou-me talsensa^ao que acor-
dei, e vi useusivelmento dotpedir-se de mira o qua-
tro das que m'enlregaram eajevado nos bracos de
Morpheo, e em (orno de raim's va e fruia" deli-
cias !
Bahianos M ico-vos meus encomios e respec-
tos, lembrando-vos o bercp que vos umbaloaBa-
bia Aceitai portante do um Brasileiro o seu mais
alto grao de alegra a seutimenlo, rulemsnte des-
criplospor falta dos talentos,com que somenle vossa
patria podo dotar.
Quern'importoqoe'oijwemque Ihe no sejl af-
leclo queira dar interpretadlo a sea geilo a meu
seutimenlo, eque oulros por isto me eiimemAL-
MA de CNTARO.
Consta u seguinle : O encsiramenlo da assembla
desta provincia foi prorogado para odia II ou 13 do
correte, em consequencia de nao se ler ainda trata-
do da le; do ornamento, auppoe-se que d'ella nao
se Iralar nesla ses-.lo, porque sen Jo a minora com-
posla de um s deputado, que he o Sr. Sem Lima,
moso que possue virtudes c iolelligencia, a matara,]
nao obstante tara forca.'receia das verdades nuas e
cruas que possa apresenlar o Sr. Lima em seus dis-
cursos relativamente a tai do orcamento, e do juizo
do publico, e por isso quer que o Sr. Lima nao
funecione no resto dos Irahalhos. ao contrario parte
dos seus depulados retirar-se-hau, e a assembla
nao funrcionar por falla de membros.
Deixe-me por-lhe mais em pralos limpos o que
consla, adverlin lo-lhe que nao emilto opiniao mi-
nha. e dispense-me o nao ser muilo claro, porque
jnlgo que nao haver peona que possa copiar laes
seenas.
Um depulado na assemblachimou demorte ao
Sr. Lima, on que este eslava sempre fazendo maro-
leiras, ao que este prudentemente repeilo, mas o
recharo pode ferir ao material do homem ignoran-
te, porm pr/r ialo nlo fez celeuma, nem aquello se
afasloudaa raas da boa ordem que deva reinar na-
quella casa, mas por ah em dianle comerou a ap-
pareeer ama intriga tangida clandestinamente (mas
scusauloresconhecem-e....)havendo infundadas dis-
senees as opinioei do Sr. Lima, e somenle pelas
opuhoes doSr. Lima, manifestadns com todo o san-
gue fri, nao se fraternisarerh com as dos que nao
sabem definir o que significa ser deputado, assenla-
ram elles de advertir ao presidenta da assembla que
houvesse de chamar ordem o Sr. Lima, e faze-lo
relirar, e nao consentir que elle tivesse mais in-
gresso na casa como depulado!!! ao qae o Sr. Lima,
mojo prudente generoso, para poupar-se a repel-
lir uma lal frivolidade, e desconfiando que appare-
cesse alguma arbitrariedade lilha do desenvolvi-
mento que podia lea'aquella hora a estupidez, re-
tirou-se declaraodo que se achava incummodado:
esla sessao leve lugar, segundo dizem, sexla-feira 6
do correle. No sabbado reuniram-se os depulados,
mas nao hopve sessao para decidirera se o Sr. depu-
lado Lima deveria lomar asienta, por falla de nume-
ro, ficando destinada para hoje. Ao meio dia apre-
sentaram-se os oepotados permllidos para a assem-
bla funecionar, e havia reaolucao de decidirera
sobre a expulsao do Sr. Lima, e comei;arem a dis-
cusso sobre a le do orcamento, mas antes da cha-
mada dos depulados entrou o Sr.Dr, Moreira, moco
de muilo tlenlo, e dirigio-se para uma sala em que
se nchavam os depulados reunidos, e leve com al-
guus d'elles am forle debate, e al snppoe-ie, po-
rm naoafllrmo, que elle disse qae como deputado
que o he, se se praticasse lal arbitrariedade, que elle
tomara assento.... ao qne o Sr. Quebrinha, mendi-
go de inlelligencia, prevenndo se para, se o Sr. Li-
ma lomaste assento, cumprir a sua promettida reti-
rada propria, trouxe os seus chapeos de cabesa e
chuva, e polos juntos as ualeritaulsira ficar mais
prximo a porta da sabida, finalmente procede-se a
chamada dos depulados, lodos tomaram sua cdeira,
e por ultimo vindo o Sr. Lima, nao aguardaran a
decisao.e levanlaram-se cincodepolados, inclusivo o
dos rhapcot. a visla do que o Sr. presidente proferic
Nao ha sessao, por quanlo os Srs. deputados que
complelavam numero levanlaram-se infundados n
e licou ainda hoje indeciso o negocio. Alguem lam-
bem altribue que os deputados ato Irabilharam por-
que, nao indo s caleras as sessOes anteriores pes-
soa alguma, haviam hoje trila e tantas pessoas dis-
linclas (qoe qoando eu enlrei me fi/.eram muitos
arrasta-prs) a quem elles nao quzeram fazer co-
nhecer sua capacidade intellertual.
Meu nobre palricio, assim como a assembla desta
cidades, villas etc. etc. adherenles a esta provincia
tem reinado o horrivel flagello dacholerina__
mas, louvores infinitas a Daos, tem sido be-
nignamenle todos os que tem ido Declados
d'ella.
A bordo do_ vapor Rio Segro, chegado honlem a
este porlo, nao houve successo oenhum desagr-
davel relativamente a enfermidads reinante. .
Adeos, meu charo ; nao posso ser mais extenso,
porque elou inquieta com o embirqne de meas g-
neros para a Para.' e ainda nao live solu{9o da sua
conrlusao, por depender de quem me fagir estas ser-
vidos, em consequencia de nao poder sabir de casa
porque conservo a mira em dous objectos.
Seu affeicoado criado a amigo
Zemery.
------ iltllii ------
PARA'.
Belem l de jullio.
Ata algum lempo era o meu sonho am grandioso
castello era Hespaalia... nada menos qae ler uns 40
milhoes para ir pastando esta pobre vida assim, as-
sim, tic satis, paisablcment, coci nm fidalgo de
aideia, recebendo as visitas de camisola a tamancos,
mesmo para mostrar raiuha clstica superioridade
e fallar ore rotundo, como fallavim os Gregos, nos
meus lanos mil cruzados, aferrolhados em frreo e
bojudo cofre, e eu montado em cima como menino
golozo que melle entre as pernas u cofa de mingo,
para que os oulros Ih'a na lrem : era esse o mea
magnum desidertum ter estes pobres railhSeziuhos
para poder prestar o devido culto sania da miuha
predilecsao, boa ociosidade, oceupar-me em nada
fazer, em nada pensar nem dizer, deixando aos meus
milhes o cuidado detpor mito pensarem, fallarem e
obraren, e... na feliz provincia,qu; tivesse a dita de
possuir-me,darem-me o inqueslionivel direito i- uma
vice-presidencia, a uraadeputacao provincial, a uma
senatoria, un quando mais nao fosse,'a ser o millo-
nario desta san criado uma influe acia eleiloral do
lorrozioho do seu ubi 1 lie muito '.' Pois ha quem,
sem ter os laes suspirados quarenla, he tudo islo.
Mas, liojotmpora mutanttirlj nao sou esta
sequioso de milhSes, substitu a esss desejo ura mais
romntico, mais impalpavel, mais humanitario, mais
cuidoso e mais philantropo, se o quizerera E sabe
que desejo he este lio rico de mata, mais e mais ?
He ver a despedida do lerrivel hospede, que j fede
por ter passado de 3 dias, o importuno e embirraole
Gangelico, o amigo dos meus saquaremas, que leve
o maldita gusta de vr aboleUr-se aqui, como viltao
em casa do sogro, e privar-nos mos a acertada escolha que fez o augusto marcha
do nosso dislincto palricio o Exm. Souza Franco,
que peca, que pregou-nos o asitico do nosso pre-
sidenta de hygiene! V: o que nao se faz om da de
Sania Luzia, faz-se era oulro dia.
E qual o motivo porque tanto alraejo o fim do
cholera, e vida para todos nos? He porque quero
ver o forte de uma queslao que com muita urbaul-
dade levaolou o Ilustrado Sr. Dr. Cistro com o il-
lustradissimo Sr. Dr. Camillo. Em um relatarlo do
Dr. Castro ao Exm. presidente da juula central de
hj cieno, datado de 2i de junho se l este trecho :
He om pttrado.ro em medicina ( felizmente o va-
radoxo nem sempre he absurdo) o que aquelle em-
pregado nosso collega ennuncia; pc>r quanlo nao sei
(eeu tei que o nao saber nao he argumento), como
se possa dizer, que uma doenca he sporadica, quan-
do ella tem aneciado largamente ( islo he, aos t-
palas e a populara') nSo branca ) n em grande es-
cala ao mesmo lempo (au mesmo lempo neg com
a devida venia ), uma boa parle da popularlo nao s
da capital mesmo na capital nao tai ao mesmo lem-
po em todos, nem em muitus bairros) corau do resto
da provincia ; esta predicado assignam os escriplores
mdicos como cunho indeclinavel {bello 1 sublime'.:
de uma epidemia qualquer.
a Quauto a causa eu a conteste, (e basta a contes-
tara do dogmalisador-da sangra) estou convencido
e em lempo, ( c quando chegar esse lempo de rea-
lisar uma promesa feila tantas vezes ? queira Dos
nao venha algum ralaho satisfaier a tanta expec-
lacao ^irov.irei, ; mas nao deixe alguma aberla ;
cuidado, lembre-se deque o Ilustrado Dr. Americo
derrocuii-lhe a indispensarel sangra, pasmosamente
para S. S., e talvez estpidamente regeilada pelos
charlalaes, homtopathas, e al allopalhas ), que a
doenc que dolorosamente nos afflige, foi importada.
Mas por quem? Nao o posso francamente decllrar...
estou colliendodocumentos.
Ora, eu sem SMr medico, j posso claramente de-
clarar, cj tenho collados os documentas. Va-se a
secretaria di companhia do Amazonas ,- ahi se lera
um contraa fallo eom cerlo Dr. di Blgica, para
medico desse estabelacimenta : e de certa tempo
em diante, depois qne o importado do Ganges cq-
mejou araSpar os colonos no meta de apparalosa
alluviao de sangras e de 600 (1 purgantes, foi con-
tratado outro medico. 0|despedido., conhece-o muito
bem o Ilustrado cirargia do hospital de S. Jos:
o engajado foi o que engaiuu o nrafnt9m*^i\a-
tico. ^Nii_
Engajado He coate que se escreva em portu-
guez ?|Nao ser ; mas quero emitlar as breves consi-
derares sobre o cholera, onde, alm do eslylo que
tem em seu lodo o cunho indeclinavel do Gallicis-
mo, ha phrases lo particularmente gallicas, que as
bretes nais pareccm tradcelo do francez, do que
producto de quem Mhousua lingua. Porexemplo :
a Se o estomago nao tem appeleaeia alguma pelos
alimentas soiidos, limitar-se-ha a lomar caldos.
e Tornam-se as cataplasmas mais emolientes pondo-
se sobr> sua superficie com oleo, que lem a
vanlagera de oppor-se queessas cataplasmas adhi,
rara a pelle. Senao se tem.ludano' disposicao,
o empregar-se-ha. d'agua, em {que ter-se-ha fei-
lo ferver ele. Apa A cafe e de ihlcm lambem
o lal cunnr) indeclinavel.
Apadriuliado aasim o meo engajado, prosigamos.
Sera sporadico ou importado o bicho ? Eu ci, tomo
ja q meu partido, subterevo importacao : primei-
ro, porqae um presidente da coramisnao" de hygiene,
alem do vol de quantidade que deve ser de muito
peso nao obstante ser elle muita leve, lem o de qua-
lidade, e por conseguate ha dous volos de impoila-
{3o contra um de nao importarlo : segundo, porque
o presidente lem lido nesta epidemia uma clnica
para mais do 600 cholencos, e apenas Ihemorreram
uns douszinhos, e isso porque nao quizeram a indls-
aonsavel sangra : lerceiro, porqae elle, que disse
no Dolelim qae a.clasie baia, o particularmente os
tapuios ou indios, os prelos saoos npnos poupados,
e aioda especialmente na primeira destas ragas a mo-
lestia maiores estragos lem produzido. allribuudo i
acaso ou fortuaa o escaparem de tange em tanga
mortfera sanha do lerrivel flagello ; porm no rela-
tarte diz que a molestia tem infectado uma boa par-
te da inpuluc.io._e por isso he importada, deve ter
argumentse razos de subido quilate e fina tempe-
ra para divorciar-so da|.tporad tarlo : quando nais nao seja, ten a i lu-[ri-s:ma im-
portacao sobre a senhora sporadica a grande vanla-
gem de ser mais moca : qnarlo, pela uoiversidade
dos conhecimenlos do presidente, quevalha a ver-
dade al sabe e determina quaes os santas que
devem sahir as procissfles de preces, outras razoes
ha ainda fqoe me fazem inclinar para elle, e razes
bem concludentes em questfles scieiiliiicas... he o pre-
sidente da assembla provincial, aspirante a 1. vice-
presidente da provincia, o gonzo actual do grande
partido puritano ; he tudo, s Ihe falla ser poeta.
O Sr. Miguel Pinto, 4. vice-presidenle, nao lem
so animado a vir tomar as redeas do governo. Os
philosdphanles tem-se torturado a iotalligencia para
assignarema causa desla recusa, que tanto lemaii-
gido ao Dr. Castro, que suspira por esta occasiao de
goveruar a provincia, como suspirara Venus por
docos moles parva quantidade. E. enlre paren-
Iheses seja dilo, receio que esta zanga o alrapalhe
na grande quesillo, com qoe nos lem ameacado ha
tanto tempo. Dizem certas tturdios a o Miguel
Pinta lem afelicidade de conheccr-se ; aceiten o
locar,porque nelle o encacharan, e ruim he o c8o
que nao pega o osso que Ihe dao ; mas que nanea
" suppoz ver-stj mellido em laes funduras : nao
" quer agora lastrar o seu desaso e itieplidSo, para
a que o governo nao o alire ahi pai a urn canto. Tam-
il bem nao quer ser autmata... por isso nao vem
a eu.
Algum lempo-st-diza : est enj taltra redonda,
ergo he verdad, lloje I... hoje a leltra redonda
mente como qualquer leltra de mo. Esaprova.
Disseaquio Diario,disse-lhe o correspoadented Para
meu companfceiro ou rival, que o conego Estulano
linha sido capado,ora islo e at enforcjdo por
associar-se com 6 commandanle militar da colonia
em ataques honra das fanilias. Entretanto disse-
ne um 6ujeilo que ouvio de tente pura, que apenas
foi fechado n'um qnarlo, para nao denunciar o at-
lentado e dar tempo aos capadores de se porem i
salvo. Sao nolicias espalhadas por collegas : Vmc.
d-Ihes o apreco que Ihe merecerem.
Tenho o prazs
lores do Diario
comprovinciano o Exm. Sr. DrTfaJo Mara "de
Tenho o prazer de annanl_
lores do Diario de l'ernam
ereceri
afc-lbe a>n todos os lei-
|?a"l*? )<> O nosso digno
ecepc;lo, porque dizem-me que o vidro moido,
sujeilo de talento raro e estranho. -
24
Eslrada do Rio-Braneo.Honlem chegou um hoJJ
mem da villa de Barcellos no Rio-Negro, e infora]
ma que passando em Moura em 17 do correte en-
controu o capitito Bemlica e o Sr. Gabriel de tal, eo-
carrsados da dita-estrada, e que Ihe disseram que
par'.inam naquelle dia para o Rio-Branco, sem dn-
vida para dalli comecarem os seus Irahalhos, que
Dos permita nao lenliam os. resultados de oulras
encantadas commisses que nunca dellas se obleva a
menor doinicao agradavel; he de esperar que esla
lenha um venturoso resallado, em consequencia da
relocidade com que trilhan 13o fleugmalicoi ho-
mens; mas isto he actividarfe do tal moco septua-
genario. \
Hospital.Consta que o dual Exm. viee-presi-
senca de lao asquerosas figuras! Admiti algSnS 12&ZS^aY,,Mr,'T I?"0 ,d?* V"
<*.!. ------..i:-----------_____..:.,______:Jl t oa dos cidadaos, que elevaran o hr. Ssrra Lima a
u o pouco tempo, que la se iemoruo. denlo por phlanlr.Dia vA mandar conrerTur
Son de parecer que a g,av.dade do cholera deten- graude^asa^xllenT.m^TicenerrdeslVa-to
lado, fio tambeni-de presumir que ella os possa
icar. (! '.....).
Anle que me esquecu, communico-lhe aqu
Consta quo a assembla desta provincia est para
premiar a um empreaido geral (ignore a queai ser)
por recompensa de seus servidos com Irezentos mil
reis annuaes, se for exacta e depois de entregue o
premio eu souber quem rercheu esla graliliraran,
eu hei de Ihe corarounicar como for qualihcado* no
juiz do publico o senil ment de um empreg ido, que
medanle Irezentos mil ri quer fazer desapparecer
oorgolho que deve ter se honver pralicado lao exu-
berantes ervicos. que sendo drilles pago pelos cofres
geraes, tanto se ferio a assembla provincial de gra-
Respeilo a salubridade, as nolicias da provin-
cia d Para affeclam de terror os habitanles desla
capital, ja por esla ler de parlilhar igualmente da
sorte daquella, ja pela falla de recursos que U exis-
te, no que nos origina igual mal.NeaU capital, a
o medico que com o seu qoadro medonho do Chole-, (al forma, que mui poucas pessoas julgaram que ei-
r asitico alerrou os Caruelaenses, e tai causa do lie escapasse morle. e agora mesmo acabam de le
deploravel abandono em que elles deixavam amigos, renovar, se bem que ja v.1o de-alguma roaueira
Moraes lem correspondido nossa evpeclaeio, en-
chido de prazer es seus amigos, o de raiva aos que
desejavam achar uma aberla por onde o ferissern. As
boas medidas comeadas por sen antecessor, elle as
lem continuado com louvavel zeta e aclividad, e
lomado outras de nao menor impo^u_tcia, como a
suspensao do recrutmento duranfTlrpldemia ; o
recrutamento era un speclro, qne ffugeotava da
capital os nussos natulos e con elles Jkrinha e
mais vveres de primeira nrrruilil i lu flaflia.il mi
esse inimigo .te meno', auxiliar podaeoao da forne,
queja se dispnnha a alirar-nos s miBRhas garra--.
Alm dessa medida, que linhaescapailtW inlelligen-
cia do Sr. Dr. Angelo, abri noves crditos para soc-
correr os pobres, e mandou fir galo das fazendas
nacionaesdc Maraj releva notar aijni o patrioti-mo
do Sr. Antonio Ricardo de Cintillo e Penna, que se
ofiereceu para ir buscer o gado e lalha-lo gratuita-
menle, sem a commissao de(> por cento que oulros
exigiam.
Emflm foi uma l'elicidade para a provincia o acer-
tado accordo, que lomou o Sr. Miguel Pinto, de
se deixar ficar no seu Santarm, contenlandn-se da
glora de poder lomar a goveruanca do Gr3o-l'ar
apenas queira. Mas elle desla gloria s firU con-
tente, e da outra nao menos gloriosa de escapar
por um rri:. de Mr na Trplice apresenlar o seu
simpallnco pliisicoHtnpn de encher duas, quanlo
mais uma cailairi de senador. Quem eavaquea
com esta taima do Pinto, he o candidato da primei-
ra viee-presidend. E cora effeito, parece qoe
ludo se conspira para contrariar os planos da pri-
meira capacidade medica, poltica lillerala, philoso-
pluca economista, e Ideolgica lambem, agora, que
por direito de succetsRd e de excedencia empunha
elle o dourado baslao de capilao general do tro-
Partido I Porm nem lodos os dias vem marcados
com o curtAo IndccKnaccl da desgrac; alguns ha
para a .lito.
2Eslas a"ccepc6es davem ler uma co/npensacao : o
mrito em pcsia ; a sabedoria de -arns e oes.
prenles, mulhere, pas e filhos, locados da pesie ;
o Broussais do secuta XIX, que leve a gloria de
salvar com a indispensavel sangrae agua uirna
lalvezlanos doentes de 13o poucos, que se Ihe
melteram as unhas ; o propheta de desgracas que
nos araea'ca com a repeticilu do seu cholera, a tal,
qua ha de malar ludo, ficando s elle ; merece uma
comraenda, um titulo, um baronato pur ISo bou
servieos.
O cholera vai em progressivo a muito fensivel de-
crescimento : parece que Ihe apertarara saudades do
Ganges donde he oriundo, e faz-se de vela. Nao sei
com que fim escreveram para o sul peta vapor pat-
udo que aiuda morria-se a milhoes : he mentira,
milhes de vezes mentira. O fnebre carro do Sar-
ra ja nao roda militas vates por estas mas ; e ja tem
havido dias em um cato, sem uma morle de ta-
bre. Emfim o preslimoso medico Dr. Malcher ja
anda a p, e menos apressado. Mesmo em Camet
lem diminuido a intensidade do mal : e a prova he
que o gordo vigario sedeu por promplo, e reenviou
o padre que la linha do supprir O bom pastor, que
animam suam timuit dar pro oeibus suis ao en-
vez do nosso diocesano, que alm de ministrar re-
medios com felzes resultados, e animar o povo com
sua presen* assidua em lodos os actos religiosos,
quiz ir Camela, o foco, a sede do cholera, pres-
tar os mesraos bens, que a tantos tem prestada aqui
na capital.
Prximo est o 13 de agosto, em qae- se ha de
abrir a nossa assembla provincial. Esta approxi-
masao me faz crer, que anda enl3o nao taremottii
presidencia o Sr. Pinta : um relatarlo, apezar dos
esforcos do Sr. Dr. Castro, nao se podara alioha-
var em 27 dias.
Disseram-me que um Sr. deputado da redqzida
matara, e quese parece com o segundo secretario,
araeaca a vice-presidencia com urna tremenda ae-
cusacilo, portar dado cumplimenta ao artigo 26 do
regulameoto de,II de janelro.de 1842. Sao gsloa
que este seu criado nao in.eja ; lenha os quem qui-
zer. Na Vigia ja ha um joijt municipal letrado ;
mas o leiio do Jos Eslevao devia coulinoar a ser
delegado I Viva o depulado;; viva 1*.
O seu cor responden le desta provincia, que na
duvida chame ao principio desla, meu compaohei-
ro ou rival, disse do Sr. Pinto inspector da thesou-
rara aera!, nao sei o que : ora eu que conhec,o o
Sr. Pinto, nao Ihe vejo ootro defeito senao excesso
de fiscalisacKo nos dioheiros pblicos excesso de
inspecc/io t de aclividad. Se isto he defeito agora
principalmente qua o estado dos nossos Cofres e nog-
sa despeza demandara toda economa e zulo, subs-
crevo ao dilo do correspondente. Mas.... il s'en
/aul. Um outro nome apparece ahi, alarraxado a
marlello : sao cumes, ou cousa que o valha.
Appareceu um desla dias o ultimo numero da
Aurora, noticiando-nos o muito significalvo fado
da rpida escolha. do Exm. Sr. Souza Franco pan
senador por esla provincia, e com uma carta ver-
dadeira pndiss.lo dos mesmos principios polticos
do Ilustrado Paraense aos seus patricios. Esl linda
a mi.sa da Aurora, que era ptatear Uo digna can-
didatura. A proposito desla candidatura, lembra-ine
ura artigo du lenle, transcripto aqui no Treze de
Maio. Achei muita imprudencia que para se mos-
trar o meregmeiito do arcebispo se rebaixasse ig-
norancia e a falta de carcter os que tem merecido
a escolha do governo: achei imprudeuca que se qui-
zesse, com esse cartel, chamar a discussao o veoeran-
do ancia, e amargurar Ihe a velhice. Desla vezo
acautelado Treze de Maio nao medio bem a altura
do abysmo, em'quc o a t ira va m. Foi imprudencia a
composicaodoartigo; inaior imprudencia foi a trans-
cripto aqui, quando era j sabida a escolha : e cu
creta que se nao desvirta] ura acto partido imme-
diatamenle do imperador. Alm de que tara appli-
caco ao Sr. Souza Franco o que ah se diz, em ge-
ral he verdade mas na occasiao m que elle re-
cebia da coroa a recompensa de seu inqueslionavel
raereciraento? __Num parallelo licar abaixo do sa-
bio metropolitano ? Sa Ihe cede em materias eccle-
siasticas, excedeu-o incuntetlavelmedte em mataras
sociaese polticas. Deixeraos que pastera os dragoes,
tanto o que lera cem calieras, como o que lera cen
caudas : nao os poohamos nos em frente um do ou-
tro.
Esl Iravada a luta dos meus anhelos. Ao Dr.
Americo que bateu a sangra do Dr. Castro na gene-
ralidade em que este a linha aconselhado, responden
o sangrador com (oda a forra de seus pulmOes, e diz
elle que leve gloria de rebaler o seu rival. Ora
eu, se nao temesse a-excomonhao por tocar na arca
saula da raedecina, copiarla do Gugard immensos
leslemunhos de luminosos asiros da sciencia, poste-
riores i Broussais, que rcpelliram a sangra que *
collega do Grisolle, eclctico por eiceltonesa, quer
por em crdito. Os depoimentos e testeraunhas que
elle aprsenla era favor da sangra as nossas villas,
s3o tamhem em favor do Rabo de Jacar: ergo,-he
lambem o rabo de jacar o remedio efflcaz contra o
cholera. E o puchirf nao tem tarnbm direito de re-
damar a primazia ? A cachaca, IHpova, o veratro,
o capro, o arsnico, o Cognac ? QaMt ptova de mai
nao p.-ova nada, Sr. magisler.
Por outro lado, o Dr. Camillo repelle pelo'Tr-eze
de Maio o paradoxo quo Ibe atrou o presidenta da
commissao, e o repelle com a energa da consciencia
segura de um medico Ilustrado que cijrou o cholera
em Pars, onde estudou, prestou exams e doutorou-
se ao tempe que oulros esperavam ahi desapercebi-
dos e ignorados, que Ihes vesse o diploma maudado
vir da Blgica, o diploma do extra-moras. I'm dos
argumentos que aprsenla o Dr. da rofl*Tmporticto
do cholera pela Defensora, argumento de muila tar-
ta, emquanto estiver em p o principio de que os
elTeit.ossao posteriores as causas he o ler elle tra-
tado de doentes desse cholera, antes da chegada da
Defensora. Alm desle argumeolo, ha o de ler attri-
buido o mesmo Dr. Castro a mortalida le nos colonos
da da Defensora ao mo Indamente, ao pouco aceta
das rastilla, i fome, ele. Mas agora he oulro cin-
tar, elle lomou a peito, tanca pretenrlo! desacredi-
tar o muito justamente conceituado Dr. Camillo, por-
que realmente 1:2009 de menos lodos os anuos nao
he para menos, que endoudecer ara pobre hornera.
E a pirrara que Ihe pregn o sea querido cholera
asitico de nao matar mais ctanos do Sr. I'imenta
liueno depois da despedida? He que o cholera que-
ra acreditar o seu reconhecedor, justificando pelas
multas raortes, que era mesmo o oriundo do Ganges.
Sinto n3o poder transcrever-lhe a resposta do Dr.
Camillo, e o artigo do Dr. Americo.
_ Saude e coragem com o cholera, se vier a pbanta-
sia desse embirrante gangelico estender lambem por
l as suas azas.
MARANHAO.
S.'Loia 22 de julho.
Comecarei daodo-lhe a noticia um pouco agrada-
vel de que o cholera, no Para, ji lem de algum mo-
do cessado ; eque hoje a nossa populaco se acha
muita mai* calma, convencida como esl, de qae
aquella epidemia nao passa do cholera cataslalico.
o qual apparece independentemeflte do cholera asi-
tico, e que em Franca e em outras paizes da Europa
he chamado mai popular, epidemia provincial, pe-
quena epidemia, como tudo assim o declara o h-
bil e pralico Dr. Saulnier em um bem concebido ar-
tigo irapresso no Publicador de 17 do correle, de-
monstrando nao ser essa vacame do grande mal de
modo algum Iraiisraissivel, sendo a tua apparicite
devida nicamente a certas condires locaes, como
essas em que se acha aquella des'ditosa provincia.
De fado, a quasi fome, a pessima alimentaran que
linha o povo, a limpeza extempornea, fazendo ele-
var miasmas al eolio conlidos, de algumas valas,
que existem na cidade, a isso dorante uma quadra
de excessivo calor, nao podiam deixar de uccasionar
o 13o. lerrivel flagello, que pela primeira vez dig"-
nou-sa visitar as nossas plagas! que nesse ponte vai
marchando em lameotavel conladu com os progres-
sos da velha Europa.
O Dr. Saulnier conclue aquelle seu arligo que he,
segundo dit elle, o extracto de um escriplo, que
d entro em breva pretende publicar com o seguiule
paragrapbo, que nao deixa de produzir sua tal ou
qual salisfacito, principalmente quando parle da
penna de um facultativo encanecido na grande arte
de Esculapio, ao ponto de serem os seas conselhos
lidos, enlre nos, como verdadeiros orculos mdi-
cos, a
A' visla, pois, deslas consideraroes creio, ( diz
elle ) que sem temer de ser tachado de exagerado,
podemos lgicamente concluir que o cholera, que
existe hoje no Para, nao tai importado, mas sim,
que all nasceu e que all deve raorrer sera exlen-
der-se, cessando as causas que Ihe dorara vida, e
que ainda o alimenlam ; por lauto, que o cholera,
que reina uo Para nao he o cholera asitico, mas se-
guramente o cholera calastatico. Praza aos cos,
que a presente demonstrarlo acalme a acuario e o
lerror, que existem, e faeam nascer nos espirites lodo
o socego de que h3o mistar para restabelecerem-se
do abalo produzido pela mortal epidemia das bexi-
gas que acabamos de soffrer, eque pessoas mal in-
tencinalas nao v8o deJutir deslas minhas proposi-
ees que eu quero insinuar, que as quarenlenas sao
notis, etc..
Continua a haver enlre nos a mais rigorosa qua-
renleua, sendo digna de louvor a commissao de Hy-
giene Publica, pelas medidas preventivas que tem
posto em pralica.
Um grande carregaraente de vveres frescos de
(oda a especie taraos remedido era dous navios ex-
pressameiile frelados, aos nossos irmos do norte.
I'orua-se digno do mais alio apreco esse procedi-
mento lao pbilanlropico do nosso governo provincial
que ao passo que cuida seriamente no que nos diz
respeilo, no deixa de soccorrer as necessidades da-
quella populara alflicla.
A assembla provincial que acaba de se encerrar
no dia 18 do correle, cm uma emenda additiva na
inas ouerecidos na mera da camasa municipal, con-; deve servir com dedicacSo a humaoidade;
Ira esses mesmos a que hoje elles se encostara, a ti- nada, foi uma opposicaa a cargaaerrada
uta de fusao lnfusao Ihe chamarei eu, a qual pe- .Portante, o dita poroao dito, e pecamo a
la lielarogeneidadedasambicoei c dos caracteres, que se amercie denos, livnmdo-nos de Uo lerrivel
a de produzir um excedente mista Na ordem flagello.
moral, assim coma na ordem phisica, existem seus
cedendo, alm d outros medieamentos, a dous tan-
liculos que S. Exc. conserva abertos, um sobre o
Dgado a outro do lado do corarlo.
A remocao que ella havia solicitado devera sor
para o sul, onde o dina ameno das provincias ahi
situadas, infallivelmenle sanara esta grave doenc,i,
qqe araea;a rvubar ao pait, ainda na flor da idade,
um de seus mais distinclo filhos.
Infelizmente, nao liaveodo vaga alguma de presi-
dencia no sul, o governo leudo de ceder as rogati-
vas de S. Etc., acaba de Indiear-lha a presidencia
do Alio-Amazonas importante em si mesnia, qutr
seja por se achar aiuda no cometo de sua existencia,
quer seja pela grandeza prxima que deve atiiogi-,
depois que o vapor e cotaiiisacao inlroduziram-i
no grande rio, que banha aquella interessante pro-
vincia, que nesle momento deve lamentar o baviKL-
perdido occatiio de ler em sua gereuda um adrai- leh lido, nos" Estado-'
nistrador 13o zelloso e anranle dos progressos mal -
riaes e moraes, como seja o Exm. Sr. O. Machado.
Ja v, por tanta, que os desejos do governo cer-
iral em querer aproveilar os talentos administrati-
vos de S. Exc, nao padem por ora ser salisfeiloi,
por isso que naqncllas regides equaloriae a vida
de S. Exc. achar-se-ha de todo com promettida. Esta
he a opiniao de todos os habis mdicos, a queii
elle lem cousullado, levado por essa dedicac.30, qu i
tem ao se'rvijo publico. Estamos convencidos di!
que o governo geral, que mais do que ninguem asli
a pat dos servieos que S. Exc. ten prestado a esti
uruvincia, por nada menos de quatro annos, Hie da-
r ora destino, que possa.hanqanisar o aproveilt-
inenlo de seus talento, como bem eslar de sua sao-
de, na certeza.de que rmudenca para um ootro cli-
ma, Ihe he presentemente a consa de mais absoluta
uecessdade.
Como Vmc. nao ignora, o Exm. Sr. O. Machado
he o presidente que por mais tempo tem administra-
do esla provincia : quatro annos ja findaram am ju-- postados Srs." Pinta Braga
uno passado que elle tomou coula das redeasMp go- viearios Xavier Nogueira e.Joao Filippe; Des. Cal
verno : qualro annos que a historia registrar %onn, minha, Banlino, e Almeida Pinheiro ; e Jos Mi-
de um grande pasto dado no caminho do progresso,
quer se atienda s -medidas empreadas em ordem
a lomar ama realidadeja seguranca iudividual, fa-
zendo desapparecer os punhaes, que at euiao lu-
ziam a cada canto, contra a vida dos uossos inof-
l'ensivos habitantes ale interior ; quer a.creaco li
desenvolviraento da colonisacao, junios a oulao'
muilos beneficios na ordem industrial... e tudo isso
sobresahiiido-se ao contrasta dos gaidos de meia
duzia de insensatos qm um da o elogiaram. rod-
andos/u de quanla bajula;3o se pode conreber, para
ao depois o deprimirem, procurando lanrar-lhe lo-
do essa lama em que elles se enchafurdam logo quo
oonhtceram nao ser S. Exc. um-presideote fai-,
v.eant, que se sujeilasse a ser manivela de um Ma-
riani, ou Jos dos Boizinhos 1 pois que o lempo
desles hroes de ha muito que ja se foi de envollu
cora as prisdes e perseguir dus_Silveras, Coques,
Milites e outros que laes campeos dessa milicia de
srdido ganho que se chama a Estrella.
Como bem pouderou o Ilustrado correspondente
doObsercador.nesta provincia,oicslrclludos pularam
de cooteotes ao saber a remoran de S. Exc, pois
que Man quadra de pura independencia adminis-
I rali va, aiuda acreditan! as ceblas do Egypto.
Era seus sonhos de oulr'ora, julgara que encontra-
nte no successor de S. Exc. no Exm. Sr. Crui Ma-
chado, urna verdadeira manivela aos seus mais pro-
nunciados instlelos...
Quanlo se enganam a esperiencia dentro em
pouco, os desengaar '.... Com elles, tambem de-
ram burras de prazer |as itases desse partido, que
se chama a Liga, os intitulados liberaes da quadra
actual, que em poltica c enlre nos, bem entendi-
do, sao como os estrellas, uns verdadeiros beduinos,
sempre promptos a serem o rabo-leva dos partidos,
quando entre si dispularam as boas gracas do gover-
no. Duvdo qae em pacte alguma, haja um grupo
linham sabido do porta desta provincia 1,247 eacra-
vos, que pagaram imposto. Achei este, numero mui-
lo tubido em proporco a riqueza da provincia, e
a ser em grande parte agrcola ; alm de que esle
numero uto he o real, pois be sabido que muitos at-
cravos que tem ido por trra com os senhores para
essa provincia no tem vallado, e mesmo nesla ca-
pital e oulros portes da provincia lem enmarcado
fscravos, sem pagar o imposto, porqae, coma Vmc.
bem sabe, o contrabando he ioevltaval; a tudo itt
sao bracos, mais on menos arrancados a lavoura, que
malta lera de retentir-se desle facto, principalmen-
te atienden to-sa ao qae disse na cmara o depula-
ao Aprigio Guimiraes em ten pequeo discurso, po-
rem nao despido de verdades inconlaataveis ; quo
'tas provincias do norte tem dado am numero do
crutae superior as suas tarcas, e comparalrvamenta
afutra que nada lem dado. Emfim, a poli/e la-
vaura lia o ramo mais perseguido, porque at o ser-
vico da guarda nacional Ihe he intenso. Seguodi
lido, not Estados-Unidos a milh a nao h.
obrigada senSo a revistas geraes, a a tomar armas
o cawde pengoda segnrenca do estado ; mas en-
lre nos vai-se millurisando todo, al as mulheres,
queso querern catar com soldados, como adianle Ihe
direi. Eulrelanlo aate paiz he milagroso. Nlo
obstante a escesaex de viveros em que estamos pela
falla de chuva asta anno, no vapor passado man-
dn o governo desta prostaci aupprimento de vi-
veres ,para a d6 Para, consislndo em carne secca,
gado, fariuha, mttbo, gallmtias, ele, e o estado do
mercado,L-m nada foialterado. Todava os precos
dos vveres lem.de subir, porqoa.os particulares no
deixarao de especular, mandando generas ooroesli-
veis de sua eimta par o Par, e consla-me que do
porta do Acarac ja seguio om bom carregaraenta.
Othe, carne e gado podem mandar quanto quizerem,
sem prejuizo da provincia, porque felizmente ueste
genero he ubrrima.
No dia 16 do corrale mandou a assembla pro-
vincial pela segunda vez, por ama dapolacaxo Wm-
ximiano Barros, felicitar ao Sr. conselheiro presiden-
te da provincia, pela sua boa administrarlo, e este
receben a commissao rom a maior solemmdade pas-
sivel, mandando convidar para este acta as princi-
paes autoridades, mandando postar um^goarda de
honra, e at salvar a fortaleza jttjiareceu ufa dia de
fesla provincial. Disse cima que as mulhere se
eslavam mililarisando, ms nao disse bem, porque
uma mulher nlo sao as mulheres e nen ca-
sar com militar he ser soldado.
Foi o casopreodeu-s ha dias uma mulher, por-
que sendo ja casada com um soldado" de primeira
linha, casoa-sesegunds vez com um do polica, em
occasiao"em quajjTfl meiro eslava absenta em ser-
vico. Na verdm nao achei ma a subsliluicao, por-
que, como sempre acontece, a polica suppr'e a falla
da tropa de linha.; e esl-me parecendo quesea
esta polgama faltasse o2. marido, ella quereria lomar
uma da guarda nacional, altendendo a que esta be
tamba am auxiliar da policio; era lgico O certa
he qae foi a primeira mulher que lenho visto cora-
metter este crime, e lenho medo que pegue a mpda
na ciaste dessa gente, que gosta de casar com sol-,
dado; porque nesta minha Ierra' i
quando falla o invern apparecem cerlos phenome-
nos phisicos. e moraes.
Segu nesle vapor a lomar assento na cmara dos
deputados o Dr. Domingos Jos Nogoeira Jaguaribe,
iuiz de direilo do C/alo, o qual eslan
lerinamenle na polica, resolveu a
cmara, no que nao hade fazer bom
Aprigio quel eslava cora asiento en
hsiao-se aqui fazendo preces para que a Divina
Providencia se amercie dos nossos irmaos Parientes
qoe estao sendo assolados peta cholera ; tem sido a
devoro muito concurrida, e a ella ajo
o Sr. presidente da provincia. Queira I os que
lodos os devotos que la se dirigem o facam com ver-
i
poltico mais indecifravel sem ideas de escolha dos dadeira aayocao. e com aquelle sentii
legtimos meios que deve seguir o eslado social, so-
mente propensos ao ventre, segundo a bella phrase
de Saluslo, sao ignorantes em tudo excepta no qne
diz respeilo as necessidades daquelle orgo, que pa-
ra ellas forma o lodo du homem lano phisico como
poltico. Ainda nao ha muilo tempo que elles pro-
sosa cauda do partido dominante, serviram de me-
ros inslrumentos, a troco de alguns pralos de ienti-
dule qae llavera inspirar tars actas.
Ja estou arrepentido depois que Ihe diste que
aceitara o lugar de presidente para o Para, e por
isso quanlo antes vou relirar a exprsalo, antes que
me pqguem pela palavra. Consulte a minha fi
lia, e nao achei um s voto a meu favor, apezar <
que livesse esgolado toda n minha orle de aloque!
cia era provar que he nesta crites que um hi
nada,
Dos
pontos de contacto : esses elementos diversos de
massas 13o oppostas, devero produzir necesaria-
mente, dentro em pouco, a fermentarlo, e dahi o
ptrido...
eu podesse sabir do involucro era qoe a minha
Chegou honlem o vapor procedente do Par,' e
Iraz noticias favoraveis, pois consla qoe o cholera
vai em declinado. Nao tai real a noticia que cor-
reo acerca das morle de Santa l'.la, deque Ihe fal-
lei na minha passada, e sim os roubos que Gzeram
humilde posicSo de correspondente sincero.mas im- a dous fazendeiros, um do termo de Ihtmuns, e
ptacavel me delom, c tivesse o poder de reunir em oulro da Imperalriz ; os roabadores do nrimeiro
mulla Cmnla UIIU am,-- nr,.nnr n>. nn,AflM#> I., li. C_________ .' .. *
minha frente, esses dous grupos, ou anlesos indivi-
duos que se intitulara seus dietas, perguafar-lhes-
tiia, uma s cousa, a quo poltica be a votsa. n De-
sejaria ouvira resposla de cadaUm delles !...
\ Messalinada estrella e a'Fredegonda liberal,
haviam de fazer uma outra, una dessas caretas,
que s o creao de de Gavarny seria eap-az de nqwfja
duzi-la em sua expresso de reconcentrada odio,' e"
da mais pudibunda velbacaria 1 !
O Progresso, como legitimo org.lo da ultima, tem
alroado Deos'e o mundo com essa infutao, que se-
gundo, elles devem-mes |dar {em (roco, succulen-
tas faltas de po-de-l, e lalvez o, enforcamento do
barita de S. Benlo as tripas julgo* quedo Dr. Das
\ aira, alero dessa posse do anligo feudo, quo em
bem remotos lempos, exerecrara sobre, a, ento dcs-
dilosa AlcaUUra.iV; Por seu lado o Jos dos Boi-
sinhos, que de maBrairoja (em bem bons calos, nem
por isso oceupa-se-la muito em o seu Estandarte,
com a tal infusao. Elle, Justina se Ihfaca, conhe-
cs quera sao os seos actnaes servidores, que era todo
o taso saber.lo sempre oceupar o humilde lugar de
comparsas nessa nova farra, que so tem de repre-
sentar logo, que diegos o novo presidente, da qoal
he elle o primeiro figurante... Quanlo i mim pre-
tendo ver de palanque. .
Agora reparo, queja me vou eelendendo ,de mais
sobre um objeclo que nicamente deve inleresaar a
aquelles dos seus leitores que conhecem o nosso Ma-
ranho. couduirei aqui, promellendo-lhe -conti-
nuar as missivas seguales o que a pressa neste mo-
foram capturados, e lomado lodo o dinhairo e objec-
tos roubados. Nao sei que' azar tem occorrido com
os vapores que nos vem dusnl, que nao ha remedio
chegarem aqui no dia determinado. Ha dous dias
que se espera pelo S. Salvador, pois a er o Guana-
bara deveria ler chegado e*2D, a nada de novo,
plimcii'a.
KIO GRANDE 90 NORTE.
Natal 28dejulho^
Quasi qae nada he posso dter hdje, nao palos
qui-pro-quo que soffr#;e9le sea criado, como peta
grande suslo de que lata esla cidade se apodera sem-
pre que enlra o nt^m orle, palo eslado alllicli-
vo e deploravel cm qne se aeham-aajiossos irmiot'do
I ara, que segundo as ultimas notidas bebidas pelo
seu Diario, por certa que nao podem deixar de se-
rem profundamente lamentadas. Ora, se pois o Pa-
ra, aonde haviam mdicos e outros soccorros, o fla-
gelador cholera tantas estragos lem causado, o qoe
devem esperar aquelles, que como nos se veel
Ireguesao mais completo abandono, sem mdicos
nem boticas Da Providencia, e della sroenli
ramos os recursos, j que o nosso mao fado nlo cn-
senle que enlre mis possa llover um medico : a i ha
pois \ me. que aqui aiuda vive esta nao pequea po-
pulaco, porflue O clima he o mais saudavel cem que
Dos nos podia mimosear ;.dz porm o mea Torres,
que por esle vapor S. Exc. o Sr. Pastos convidara a
um medico da Parahiba para vir a esta provincia, e
raeulo me obrfca a oniltlr. Conle -qne nao deixa-i ~''i* '""^l r par,Wo !."1? ; nlo.T ?""
re de reprodu,r-lhe todas a, tai-raentaces, que for "Zl %Zt7$?[? vwm lorres.Ul "P1"
tanda a lal infusio. He negocio, que da panno pa- _'". ^l^1',?^'^' n8, Ml ao.certo
.___,.________ nome nuera auer nuesea. nnt n na, ibmmu
ra ampias mangas...
A assenbla provincial, como cima fica dita, en-
cerroo no dia 18 do correle, os seus Irahalhos.
Acha-se marcado o dia 31 de agosto, para as eleices
dos futuros representantes provinciaes. Os grupos
da infusao apresentsram a sua chapa, e nao he sem
cerlo riso proprio do Jos dos Boisinhos, que elle af-
fianca inleiro Irlunpho aosanigos do Progresso I.
Deixe-me, que*procure coocluir esta declarando-
Ihe, qne na orden da seguranza individual, nada ha
digno de especial menea. Vmc. sem duvida me
despulpar* o laconismo, se se lembrar, qae hoje he
domingo, e que o vapor deve largar daqui meia
hora, justamente nes-a occasiao, em que devo de t*
lar, cootricta, a ouvir a missa conveoial, em S. An-
tonio. I
Adeos, al a primeira.
P. S. Esqueceu-me dixer-lhe qne o Dr. Maia,
lalvez s porqae nao perlenca juula de hygiene
publica, talvez, s para deprimir a acloal "admi-
nislracao da qqal he adversario, sera se lembrar,*
que cora isso corapromefle a sua reputarle medica
^ba no Estandarte de pulilicar um artigo sobre
a epidemia, que grassa oo Para, declarando-a co-
mo o verdadeiro cholera asitico E locando a re-
bale,'aconselha a todos, que fujam para o (interior,
procurando assim infundir na populac.au, um ter-
ror, que Ihe'he bem fatal. O proprto Sr.' Dr.
Maia dava4embrar-se, que durante*>teropo das fe-
bra,amarellas, era o primeiro quo conteslava a
exiltlaKia desse mal, alias puta assim dizer atados
jtTaBpalpavel, pelo nnico molivo de nao aterrar a
populaco I I Cono as opinies se mudain de um
da para outro .'.. Honra poit ao Sr. Dr. Saulaier,
que, como cima tica dita, sabe comprehender a
posirBo de medico prudente e esclarecido... ',
Felizmente, o tal comnranieido do Se. Dr. Maia,
nlo tem echado echo, produzido o menor abalo na
nossa populaco, e que ja v tandeada no porto a
corveta Paraense, sem quelenha at hoje appare-
cido o mal...
Quanto ao que elle dia em referencia a junja-'de
hygiene publica, i I M' iqan mil Un \t i____
no Publicador Maratthense, que deve hoje sahir ao
meta dia. ^*'
O homem oa deve ser medico, ou deve ser no-
Utico,.! v
mcaia i
CEABJjft '
Fortaleza 25*1julho.
Desla vez principio a esctatjer-lhe de vespera para
nao sacceder como, de oulras, que o leoho ferio
sem ore a pressa. .
Promelli comraunicar-lhe alguma cousa de inle-
resse. que fosse exlrahindo do relalorio da presiden-
te da provincia, ltimamente apresenlado a assem-
bla, e que est sendo publicado no Pedro II; e
por ahi principiarei, npresenlando-lhe osquadros
das rendas geraes c provinciaes, que sao algn tan-
to salsfalorios para a provincia, a No exereieio de
18.J11832 o valor ofticial da iniporlaclo da alfan-
dega foi de' 6I2:I92?SI2 rs., e a exporlaciio de
332:6999732 rs., no ile ">2 a 3I,116:250JJ3I8 ra.,
e a expoi tar.l de 6(W:281o(i(t>, no de 53 31 a im-
portarlo a'ndou por !I33:379835 rs., e a expor-
tato por fil9:97fi9.'H7 rs.; e faialraente nos on-
ze mezes ltimos oblevc a importara a cifra|de
l,0li:6t>cS>532 rs., c a exporlacao de G2:l:(;3:l5>80
le do orcanenlo, declara isentos do imposta de ex- rs., donde se v quo lomado o termo medio ds ex-
porlacao todos aquelles gneros de primeira necessi-
dade que forem, durante a quadra actual e al
quando durar a epidemia, remellidos para o Para.
Deixo ainda au seu hbil correspondente naquel- ,.
la provincia, expor-lhe o quo ha sobre a lerrivel | dez almos foi a seguinle ;181582:2785315 rs.__
portacSo do triennio, e comparado com os onze me-
zes ha em favor desles um excesso de215:0638327
rs., na importar, e tta Ht>:891S(>3 rs., na ex-
portara. A receila da provincia nesles ltimos
visita do tal cholera, o qual nesle momelo dove
trazer om continuo sobresalto todas as dentis pro-
vincias que nos ficam ao sul.
Passo agora a outros assumplos de nao menor im-
portancia, principalmente se forem encaradosvpor
cellos sujeilos que mais pie/mi as noticias polticas
do que as que se referem a esse loisir da vida, que
se chama a saude.
Como de ha muilo, ja era esperado, eonseguio S.
Exc, o Sr. Dr. O. Machado, depois de grande ins-
tancia, o ser removido da administrar;lo desla pro-
vincia, aonde ha seguramente dous annos que elle
nlo lem cessado de se adiar doenle, com mais ou
menos gravidade. (Jomo Vmc. nao ignora, ha oro
anno, qae os seus padeciraentas augmeutaram-se por
nome ; quem quer que seja, Dos o traga : algumas
outras providencias tambera preventivas se tem to-
mado, bem como o aeseio das ras, etc., retla-oot
porm, a meu ver, ama outra de maior importancia
e mais urgente, qual he a remocho dos en trros de
dentro das igrejas, pois como sabe em lempos de pea-
les principalmente he islo um dos seos matares ger-
mIDj' asS,m ** p6<>e diler' Principalmente nata
ndade, que ha amas catacumbas na matriz em ata
dos corredores, e elevadas, que apenas so sepulta al-
gum cadver sao laes as exatacSes potradas, qne se
nao pode'pastar a 50 passos longo da matriz ; nlo
sei de quem foi essa terrvel lembranoa, sei qua o
mal exista, e que muila gerite deixa de ir aniiata pa-
rocinal por essa cansa.
Pastemos aaora a naata dignissima, que vai a mil
inaravilhas ; passou em lerceira discussao^ j subte
Ii sauccao do Exm. Sr. presidente a tai quWividio a
comarca da capital, creando outra ero .Ooia com a
ilenominacao de comarca do Mipibi a reseito do
qnei j bastante Ihe lenho dito.
Esl em segunda discussao oulro prejectS nadan-
do a sede da villa de Exlremoz para a paWacJo da
llocca da Malla ; isto lambem lie om do obie M de
grande necessidade, porque aquella villa boje s lem
o nome, lodavia o rocbumcliudo Candido, qoe a
principio nao lomara astelo tai rebocado, e apre-
sen loa um reqaerimento de adiamanto por 10 dias,
com o qual diz o Csnlalicio qoe Ihe fretende cantar
o subcenilt; o caso lie que o requerimenlo passou a
despelto de Brande malaria a favor do projeclo. Uma
grande celeuma se lnvaotou lambem aqoi contra o
dignissimo Seabra^r_uajns.'projeclos da mudaBca da ca-
piial para S. Joa.'e rttrad -' ^js*>-fo te4e. a
t|iie Ihe tem causado be_iiii^ajtfinargos de baoca ;
nao acho por*.n razao nc3^aT^ssi^precedem. nao
feo porque qualquer deputado lem cala direilo, eomn
porqae he minha velha opiniao, que-.tw projectos sio
Je grandiosas vanlagens ; mas o qua quer, se cada
um quer as cousas segundo sua voalade e seu inle-
resses !
Esl marcado o dia 30 para a abertura da jury-en)
Exlremoz.
J escrevi ao Peixinho, e espero qae elhs roe met-
a ludo oo bicO.
Em S. oncalo, segundo a ullima qoe Uve db Ma-
riano, as cousas correram boas !,.. logo Ihe eonlarei
islo com mais vagar, mesmo porqae n3o quero pare-
cer das primeras informacoes.
Para quem nada linha qne Ihe dizer, parece aue
Ihe disse muito.
Saude e o que de melhor houver Ihe deeejo.
-*

ALAGOAS.
Villa do Passo ifi de julho.
SUjeito de antas quebrar que torcer, fclaande
impre qae tenha da galgar por sobre as diflicalda-
des, tanto- mais afanoso me dedico a uma cansa,
q anlo mais avultada be a somma de obsltculoa. J
vi) Vmc. quo sendo asiim dolado, nao me era iws-
sivel relroceder da senda encelada. Portante, prosi-
go na minha inissao, quando nenhum incentivo a
uso me impeliisse, baslava lembrar-rae que de lvre
e espontanea voutade assumi laes fnnecoes. A' vit-
ts, poit, do'expenddo envi unis esta exdcuxnla
r< messi, que espero teri-o mesmo destino de oulras,
que hei iemessado a Vmc.
Habitando ura lagar nlciramenle estril de sce-
nis que inlercssem o capten a benevolencia dos seu*
lelores, baldo daquellcs recursos inlellccluaes, que
iM-nam o illuslrado campcao parahibano.o decano dos
seus correspondentes ; desliluido, portante, da lu-
gica e hermenutica preciai para a manuficlururao
dn importantes escriptoi, como tarnar-ne notavl 1
Muilo devo a genernsidade de Vmc.''que coma
**-, r?',:7 ;8'9n..-(,3.v-*t,22 rs. sua prestante egide, me ha conslanlemnta bronua-
?i03 I80I -163:6603919 rj.1852 lado nesta larefa. Agradecido, meu (Aaroaanh
. 1833 -193:0895110 rs.- 1851- Se me fura possivel, collocando-rce I L* ,?._,
. miserias humanas, observaros aconledmentesj a suas>**^
1816 H2:t33706 rs. 1817l*.j:1585939 rs.
1818 157:11W9-58 rs. 819115:635.5622 rs.
1850 160:9389"""
ISS:86'.lllO rs
2:l2:909875rs.
Saregarao de longo curso.
Desde o 1. de julho do auno passado a 31 de
mai do correnta anno, se fez esla cora oilo navios
eslrangeiros e cinco nacionaes, de 4107 toneladas, e
160 pessoas de tripulacao; e a de cabotagam com bl prazer* mimoseando os' K
113 embarcacoes lodas nacionaes, de 3194 lonela- [ cornucopia de obras pompean I
miserias humanas, observar o nconledmenlo a su
diversas ondulases, mu/iidu j se sabe com iaxilio
d., meu imparcial binculo, e Tahi esleT*olyhando
tedas as peripecias cora ss seus prosaicos eu poticos
colorido,, que de importantes romanea, tomporta a
das, e S82 pessoas de Iripolacao.
rrcorre-ine lambem mencionar um fado que me
alg'-ma impress3o pelo'sea resultado. Diste o
pr e no relalorio, qua no Ires uliimos anuo
Sera querer prolongar mlrAa* vistas, sera prelen-
der camiiihar idealmente aps os grandiosos a san-
io nflente evento de que be thealro a Eoropas
seo tarar finalmente penetrar nesse, arcano dv,


Mtateaianioi mu, despenlL.
pefo msoodavel da cirneficini
me lmente ^|
torra qae ora I
era o
eousa I
por
ib.
uto
r
Lo mundo tm am
deiartri ; bast-
banlo marcha nesta
i he limituiissimo,
fea obiervalnr tanta
'oalros logices que
ouVeceai em tea
piedades? E oque cons-
'temeele okm> V viitude campres-
e mil ve anudo linio iuvmlindo,
e sob mil copio*a lenlando-se, 1180 como
um mi parto de ronero humano, mas cont ara
ornato do home footol, como o Itonb-e d) honra ;
o imparo lado penetrando,
desnaturando o ull mos germen* que aindii exiftem
da m A religiio, essn focc de divi-
cipio laminoso d'orda ema-
os tros principios, a regiio que enterra eli-
mo paotteapitol dn en aetiisanto dogma : Amar
a Dos ubre tadiii as cousas e ao prximo como
nos mesrao Qae candilo be a sua, A do fara-
girto, e.mderanado |ielo feraeo Mtrecjsrao da impie-
dade, vite esqueoHa, lu iibriada, a o passo qae o
materialismo caminha aud.as,prnpagajido sias mxi-
mas infernaes !
Ah e o qu veje, mais I0 espirito social romple-
nenteabolido, o egoisrpo e a agtotogem oc-uendo
hirsnta coma, e Indo movendo a sea tilantit, o indi-
lercntismo predominando em vasta ralla: intrigas
turedos rausquinhos, a concumpiscenca, a
imnia, a depravadlo,-ijaaMiaU? Basta Final-
I appelidei vteionakS ulopisl i, a ciricatura
de Hiraclile. p'antoando as miserias humana, qae
importa! Resto-me o eoasolo de ser um unte sem
aspiraeoes a essas miserias qae ahi vn*o, %a< sahisse
orado de Indignaba contra essas aliem i.ias oo-
janlas, que por cerlo v.lo de encontr a pnsperida-
te deeta villa. Bmi..
Trauqoillidade pdbnca, ha a mesmi mejcionadi
na miaba ultima.
Salobridad, Ideal.
Religiao. tamemocheea.
Joslica, nada de novo.
IABI0 DE PERMiBWO QU..RTJ. FEIRA I UE AGOSTO DE 1
Policia, mar!
Commerci, j
Agricallara.J
Seguranc
Os gene
Cari
trete.'
te./"
apir .faclog.
sade.Tieale'Unero I 'as,
[*n inexgotovel n fecundo ou-
icao.
I A nomcacao do Etia. conse. ,ran-
pera senador do imperin^ele i MTo
r, foi aqu receida cora especial a j^- jm-
I as parcialidades poltica. MH m J'ie-
mslragao significativa dli cao t|un o lo
ral dedica a aqaelle coraaMsWTt'nas fcrn'm bur-
lados meusdesejos. naiU'appiYecco...
2. A Corea que liavia marchado paca o interior
das selvas, afim ipos lombam-das leis e autoridades constituidas,
leu aem nada ter conseguido, o que por eerto
18 sorprenden, oque provo, apresenlando o_
irados Da minha missiva de jonho. Em'
osos... cmquanlo nio heuver nm
do da parte de todos os prcprietarioi
a capluracao de semcihanles toras, ha em to
e$3o da auloridade, porquo infelizmente
ido, n,i o ha um ente ainda o mais reca-
eda do crime. que nao tenha protec-
ara ahrigar-se da pr.inic.ao da
es colossos prolectores is tovas de Caco, esses antros
noso Jorraea somno sollo, e d'oode par-
te sequiuso aps (i victima que desliDa ao liolocaiis-
> sena perversas insliuetos,seti enl vao a pericia
rmenlo policial, elles ahi caroinham ou-
sadoa ni realisac.au de sous feilos.
0 A demiasa'iiada ao Dr. Eduardo dir'. Barros,
do cargo do joiz municipal do PorloCdlroJljn subs-
tituido do qual toi mmenlo o r. MaiMl Pejippf,
^^Bjfldessa pn nos sorjBI^Hbsa
. lano tub oipressan-
dissemos qun moilo havia
lo aquello doulor. Foi esse por certo um
esenhnr, e (linio mais
^^Elina. Sra. ,
(ler. N?o ha dous gus-
;. Espiridif o Eloy de
I deputadu Bandeira
as'parliculsres noti-
cete de policia. desta
jhegada.
O r. Manuel Joaquim, juii d.- direiln desta
ta, igualmente icaba de recebnr-se com urna
lia. Sra. da familia Bulhocs do Rio du Janeiro.
5. a qnem falla va tito smente urna companheira,
ilhasse os prazeres que rech?iam sui exis-
i, he provavcl que nsora mais que eunca con-
i mimosear seus amigos com nsses deleitosos
enloscom quo cosluraa brinda-las no iu cnso-
nho Buenos-Ayrrs.
Preparam-se recepefles pomposas a ambos Os se-
s, se atguem me convidar deidc ja protesto
aproeilar-me, porque comidero lsaes momentos
come oulraiUantof. j^jHraN }!ia pouco ha
Oex-lenenl
toa ao mesoio tem,
4." Orecenteeal
Barros,com urna Bl
de Mello,realisadn na1
har-so.S. S. nom
Dvincia. Aauanlamos a
t
K
\
6. A fonie ecor.omica t^e depois Cora inbstituida
pela de um cemilrio, idea iniciada pelo Exm. S
Su e Albuquen ae, e encarrecad.i di agennar
riflo, uj<*" wmmissao cempesla do-> ski. Lino
arques. vlacl Lira cahjgljM Ividp, nem mais
HmUiii quantias
^HP*> filies se Irffo
^So, e perqu nao
i a essa obra que dev. ser Inaltamau
l?^Tcar eoroo Untas oolrasccnslit jindo ape-
an ornato ile pomposas fallas e^escripcoes.
lia dovida, que o bom e olil nat he para o
l'aaau !
7. No dia 9 do correle foi lanzado lo rio um
I bote d< numinado Camaragibuuc, cons-
""*job a direcedo do capilao Aujusto de Barros.
ha rncarainlo-se-pelo lado das arles, que esle
lilior, nucesse m opuleneia7 e ronseqi enlemenle
MMgo das necsidedes da vida, porqus teria eU
iBcia de contar mais nm nome honioso. 9n
l a propensas que tere S. S. pan asirles, rna-
la Como he de un genio artstico, por cerlo seria
grande uesse gentro. Ainda esta em idade deini-
ciar-ie nos myste -ios arlislicos.
Voa igcra, man charo senhor, pasear .jm resenha
oulras novidades, que desde ja pono ciaisilicar, co-
mo acootecimeutns de minlia perpetua enbirrancia.
!- O Veaavio que, como uio ignora Vmc. conscr-
wi-se desde I8.i0 no marMraoi i,em nos dar urna
prova de toas bravatas, sahio-as do ailenrio e i-lo
no dii 1- de inaiu rompendo os diqdes ru o pren-
dan e aprevena io-se furioso como enpre, expe-
liudo anas lavas. E o que mais he, escoltado dos laes
satlites como: tremores, ahalos e oalnx que Ins
escarceos. EmburiTcom as irrupcOes co Vesavio,
sSO quanlo mina prognosticos de prjimas cala-
dadas no globti terrqueo.
2,- A tal machina mortfera que uipeLeTOO pro-
nn mu olo. %er,cao de um :tfr.' Frede-
Hr Aanca. Irra, n3o he pre-
ra aouiquilar a liumanidade!
ar grnales no (des Algebraielft,
tMauxilio desd machn,
panppareee da Ierra essa
tt chamados animaos ra-
tania car'

raja de
eienaes
Se a fe;
dente do
lesesli
segoi
com que
e presos na Gi
solfrlraentos qi
polacas na Sibe
int, he prova evi-
*"";Mo prjgresso, an-
couc einnados a
alada li i scalos.
canbal i-ii.o audaz,
jfaricezes proscriptos
t exccdiiu osseus
doi nurtvres
victima i. i*j nolidas em
holneaustp a elevacSo deNaeoleao III! apresen-
ta-ae este monateha reivinaUcaado os forjis da Tur-
aaia, eoinbalenilo contra am olossnem leffeosao do
iraca; e enirojfiiso.eus lubdilo., q, e;ico crime
*a-cri
Miseria ai m
Maito
fatw a Hesr
Eugeao So
a tantos instes
ainda mais este
ppunbam
> ferros!
harpa n inslramenlo equivalente, ouvi dizer que [sera comparado, mas vanUjosos, e i ssa-
fora victima da febre amarella. Jo pela criae que ainda no, oprime'; emfim, a pro-
cura que ha de accOeseoallo premio que por ellas se
Entretanto bem indagado o faelo, conslou-me
que morrera por descado e brulalidide da parte
do fallecido, e tratando de resto os remedias qae se
lhe applicaram, a pontos de depois de haver lomado
um forte suador e pediluvio; saliio ainda (suado para
o campo, como nao morrer) -^
Mais liria a acrescentar, torem lornar-me-bia
massante, fastidioso, enjoativo. o nao sei que miis.
[He preciso n<1odesliuir de um i vez o combuslivel,
"Voa gasiando-oa proporcjlodas precisoes.
Depois de ler feto este arafaiel li o n. 30ado Tempo
aoode deparei em um tpico de urna carta qae an-
oalisa o procedimenlo que diz haver lido o Dr. joiz
municipal deste termo. C2ti trop /orjl!!
Basta, mea charo senhor, ja dei expansao n
meiis imlinclos.
Estimo que goxe saude e prosporidad. e a reaii-
sacio de qualqaer dusejo, que nulra a be* seu e de
toa Exm. familia, t
Sao estes os sinceros votos do
Cosmopolita.
P1RW1IIJC0.
REPAHTigAO DA POLICA.
Parte do dia 31 de jultao.
III a. e Exm. Sr.-a-Levoao conlecimenlo de V.
le das differenlis participacOaa boje recebidis
"o r*P,rllSa"'C0"sla loo fo'ram presos : ..
do juizo de direilo da primeira vara, Francisco
des Chias, para recrula.
Pela delsficia do primeiro distrcto deste termo,
Pedro Antonio de Carvalho Bahiano, para avertaa-
{Oes, o Pedro Celchliao da Silva Santiago, por es-
pancamenm.
Pela aobdelegacia da fregueza do* Kecife, Ma-
poel Dativo dos Santos, e a prela escrava Maria, por
inultos.
^^^Bbdelegacia da fregueza da Santo Anlo-
ni' "f'0' M*ravos| Candido eManoel, esle por
andar fgido, e aquelle a requerimeulo do senhor, e
Francisco, escravo, para averiguarles policiaes.
Pela subdelegacia da freguexia da Boa-Vista, o
pardo Benedicto Jonj Rufino, tambera para averi-
guasOes.
Coramunicoa-me o subdelegado ^da freguexia df
Antanio em < IBcio desta date, que hoiitem fo-
raancontrMas en um qaarto do'sobrado da ra da
Praia n. -29, onde mora o porlaguez Antonio Gomes
de Carvalho, nove arrobase ineiado carne secca eni
estado de corrupjao, por o haver assim declarado o
facultativo, seudo por isso mandada ladear a mesroa
carne aorio e multado u infractor.
Beos guarde a V.Exc. Secretaria da policia de
Pernambuco 3t de julho de I Km.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Bento da Cuuhn eFigoeiredo.
presidente da provincia.O chefe de policia Luiz
Carlc de Paita Tefxerra.
MAPPA demonttratico dos doentet traladot no
hospital regimental de Pernambuco no mez de lu-
Iho de 18'..
aLFANDEGA.
Rendimeulo do dia 2 a 90- .
dem ip dia 31.....
Hospital naSo- E S i E
ledade 1 de a- 2 CB z w es
goslo dejgjo. IX c H ra E *t
tu Id U3 a W
Somnia 99 136 233 130 4 101 233
Ofcercaco.
Dos fallecidos 2 foram de lulierculos pulmonares,
1 de diarrbea e 1 de carcinona da bexiga.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga
1 cirurgi.lo encarregado.
DIARIO DE PERNAMBICO.
Reonio-se hontem'a assembla geraldos accionis-
tas do Banco desla provincia, e pela direcrSo foi
apresentado o seguinle :
SENHORES ACCIONISTAS DO BANCO DE PER*-
NAMBUCO.
Para apresenlar a vossa avaliac;ao s coalas da ad -
ministrarlo do Banco nesle 6.* semestre*, o cense- Entrados no crrenle mez
Iho de direccao solicitoa esla vossa rennilo ordina-
ria, na qual, alera daquella atlribuicao lendes de
sxercer as mais qae vos competem.
O movimeiito semestral o o eslado prsenle do
Banco, constam da conta de lucrse perdis e do ba-
linco, d cujas pr ncipaes verbas, o conselho dfa*-
reegao paisa dar-vos esclarecimeutos.
Eorrna em caixa esle semestre rs. i,023:71ia634,
ah'o rs,U7:l5IJ*054 e ficou o saldo de rs.
>l5:S(J6aa2 para o semeslre seguinle.
Descontaram-se leilras no valor de 4.092: .M9562
rs.. coliraram-sc no valor ,de rs. 4,031:1685629. e
por balanco, aprsenla a respectiva conla a existencia
de leltras, montando em rs. 2,016:19ia:i37.
"'"a importan'aj^Vrs. R-.003SO3O, por Taita de
pralo pasamento.
s quaei tanto, como .das que
o nuham sido no semestre ultimo, realisaram-se al-
fguraas inlegralmoute'e outras com diversas abili-
menlus, todos na imporlancia ders. 3:7198372, que
Soi levada conta de fundo de reserva, exceptuan-
te, porm, II letlras na impatlancia de 13:7869280
rs., que se v3o realisar sem perda, e um do valor
da rs. 3:2839700, rujas carantas insolventes offerc-
cem os respectivos dividendos.
t) lucro liquido por aceao be-aJtale semestre de 5
por cento ou Tfc rs. IO9OOO, ficando o saldo de rs.
3029227 para a semeslre prximo.
Aconta do fundo de reservaacha-seconi o saldo
de rs. 18:1149661, pelos mo vi mentes que ros teem
sido mencionados.
Em virlude da vnssa deliberacjlo ultima, o conse-
lho promaveu o final acenrdo, para a conversSo
do Banco, em caixa filial do Brasil, mas pela razia
da neeessidade de. lampo para se prepararem osras-
peclivosobjectos precisos, nao so levoujaa eflelo a
mesma conversa iiendo presnmivel osefa brevemen-
te com s.ilisfaclo ce ambas as parles.
Kutreanto, sol proposta do Banco do Brasil, esla-
belecea-se am crdito reciproco, enlre aquelle e o
nosso Banco, baswido em nossos eitelulos, ua parte
que nos diz respeilo, afim de proporcionar ao cora-
mertlo meios mais ficis de loconioeo dos cspilaesf
vanlagem esta qae, am mais ampia escala, lie de es-
perar traga a filiarlo deste Banco.
O movimenlo mensal da caixa, n3o exigiodo
maiores supprimenlos, a coheelho aisentou de nlo
chamar mais entradas de capital, sendo que, lam-;
bem com a prxima Aliceo do Banco, no seria aos
oossos acdonislai proreilosofaze-las mais superiores
ao que ja esiao.
Os empregados do Bano,.conlinuam a exercer
bem os seus cargjs.
Sao estas, senllores accionistas, as ciroamslancias
da adminitricao desta 6.- semeslre da existencia de
nosso Banco, cujj bom crdito, o conselho procurou
sempre miraler, o julga le-lo con'segaWo sendo a
emissflo do Banco aceita a par do papel publico, e
as acsoei procuradla eonsjaniemente com o premio
de 10por cento sem vendidcres.
Kecife 30 de j 1 nlio de 1853.Francisco de Pau-
la Catalcanfl de Albuquerque, presidente da direc-
cao. Joa Ignacio de \tedeiros llego, lecrelario da
direcco.Joo iRino de Lemos.Luiz Gomes Fer-
reir*.*-Manoel Ignacio de Oliveira Manuel Gon-
raices da Silva.Bario de Bebtribe.
BALANCO SEMESTRAL DO BANCO DE PER-
NAMBUCO.
.....' .300:4009000
.....2, ..... li:9099R7.".
..... 238:061$
3
Accisnistas .
Letras a receber,
Depsitos. .
Banco do Brasil .
Mobilia .
Caixa. .....
a*
faii*
sem as commodi
9
i
-
* acaba de
.'jante de
is fallara esle acreacimo,
soffre a pennsula Ibrica,
finenlo? E o pobe Portugal
que tambern val sendo alleclado da influencia do tal
infatigavel carai abante .'
5.- A provincia do Para qae bllamente cami-
1 senda dos mellioramenbw, essa provincia
.eoitada, iguilmenle -solfre a influencia do
,ll,ulllN me nao engao he cole-
que deram a lal psl all apparecida.
Uponslro, dessa fera dispi-
;i", ^^Kauepira s'usfins ne-
Wuinstinctas de avarezs, nao
o de color o-j, embora
ladH. Sicrificou assim pobres hu-
m.iisque.vlnaam paiseatranho,Procr os meio.
W. Execrado sobro-tim ti I onslro !
HB liumiuRs punan) ana fera, esse
selvigem. rieiiru impune mais esacrhlie nefando
e de funestasiisequentia. para a color isacao, ob-
jecte de IncontiHlavel alilidade pura c Brasil '. !
Veremos.
Mailos'.idenli-osaconlecimentos terla do apnre-
setatar a execracao palilica, mas aqui paro/e loesmo
Dio pono mais proseguir na desenpc.lo da faetss que
tanto depfte conlra a civlliiaea apiegcacl.i, por cer-
tas poros, digo narOes.
Participo Vmc. qae o mea insepiravct Campos,
de quem havia constantemente rei^bidt nao equi-
vocas provaa de adheiao e simpalhia, na 1 sei porque
motivo e mesino ojio lenlei prescrita los, acaba de
avisar-rae que jior motivos juslos nlo mais poda
auxiliar-me. l\ que lal o meu desaponlamenlo, e
a minha posijlsi '. Abandonado do nico auxilio,
qui incitava-me na execuc;'o de minlias arduas
Rs. 3,934:3a4K.->
I
fineeOes
homern, ne
I
[pondeneiaes! Nao imperia, nao ha
i|o,coja falta nao possa 1er supprida,
LheVde deparar um onlro Campos, ou-
Jp scibo\ta fallar enm o meu amigo
Joaa a (iromelleil-me seu possiole auxilio,
o qo lanos ojio era desesperar, lie ora molo
continuo esle rapaz, he iucaUcavel, he um completo
* almauak das peripecias deslatil1" Ei (hosiasla dos
adiados, alo acredita en neliitHjii das basanadas,
qae os Rorros prespegam aos ditoi*" rei'erldos. YJ-
vez consiga liberUI-o desta minia, oplese alcancar
Oda mais temerai; a per Unto com o seu auxilio
caminbarai ate.... ooaeiaonde. "">
Morrajn hadiisno sngenho Anlouio Das do mi-
0 Jar Piran* na pequaio 4* ^ndiiva locando urna
pilal.....
missao ....
Reserva .... .
Deposiladores .
Contas correles. .
Letras a pagar, ,
Bividendosi.a 5,"
..... 6."
Ganhos e perdas. .

2,000: OOJOOO
830n3009000
18:114*664
133:90ft()875
63:7379669
74>404ff9S0
479600
8^:0009000
3029227
Rs.
3,234:368991*5
Banco de Pernamboao'30 de junho de 1835. O
giiarda-livros, /anaci Humes Correa.
Demonstrarlo da conta dos ganhos e perdas do
lletas geraesa."C0.*'.^r"a'B6'":0
Ordenadas.........
Reserva.........
Commisso'"do gerente.....
Dividendo 6........
Saldo. _........
1:3999710
3:1309000
5:2219723
2:1379779
83:0009000
3029227
R>- 97:3119139
Saldo do semestre anterior.
Juros .|......
Descontos.....
7119290
96:3945015
Rs. 97:5119(3")
Banco de Pernambuco 30 de Jonho do 1855. O
gaarda-livros, Ignacio Sanes Corra.
Sinhora accionistas do Banco de Pernambuco.
A commisso de exame de contas, cumprindo as
disposicoes dos arls. 34 e 35 dos estatuios, examinou
com toda a minuciosidade a escripluracao do Banco
e o balanco do ultimo semestre, a lem a satisfazlo
de communicar-vos, que tudo achoo com muito as-
seio, regnlaridade e boa ordem.
Os estatutos e as resoluces da assembla geral,
foram em ludo religiosamente observados, e os em-
pregados desempenharam os trabadlos seu cargo,
com muila pericia e zelo, pelo que sao merecedores
de loda a considerarao.
O eslado do lianco lie mais lisongeiro do qae de-
viamos esperar, porque, lendo esta chinde passado
por urna crise coramercial, qua tilo graves prejuiDos
fax soflrer maioria slos commerciantes, quasi nada
lera pesado sobre esleeslabeleciinenlo. o que he de-
vida ao disceriimenio com que a illuslre direccao
tem manejado nuil operacOes: o dividendo de 5 por
canto no presarte tamestre he ainda mpericr- ao do
Banco di ouiu prajiBrta qae dispee ate i ***,
est olferecendo, sao provas iuconleslaveis do sea es-
tado floreseenle.
As circamstanrias brilhanles em que se ach o
Banco, entende a conjmissao que sao devidas ao mui-
teaajBtto, inlelligeiicia e circumspeccao, com que a
illosTra direccao lem encaminhado os negocios seu
careo, consesuindo anda contratar sua filiacao conf
o Banco do Brasil, do que parece que maiores van-
lagens devenios esperar.
Por lilo aaigiialados e relevantes servicos, a com-
misso pede aos senhores accionistas que deem um
voto de agradecimento a mesma illuslre direc-
cao.
Retire-26 de julho de 1855./. H. H. Holm.
Antonio Marques de Amorin. Manoel Joaquim
Ramos e Silo.
Chegou honlem dos porlos do norte u vapor Im-
perador,' IrateBdo-nos gazelas do Para at 18 do
correule, do Maraobao ule 21 e do CeanW 24.
Todas as provincias desse lado continaam a gozar
de socego, corno virio os letores das carias dos iios-
sos correspondentes, que vao transcriptas em lugar
competente.
Tinha declinado censideravelmeote aa capital do
Para a epidemia que all grassava, e sobre coja na-
lureza ainda appareciarofnrles cooteslacOes ntreos
masajes mdicos, entendendo alguns que nao era o
RENDIMENTO DA MESA 1)0 CONSL'L\DO
PROVINCIAL DO ME/. UE J(.1.110 DE 1805.
Direilos de 3 por cenlo do assucar ex-
portado..........
Ditos de 5 por cento dos mais gneros.
Capilazia de 320 por sacra de algodlo.
Decima dda predios urbanos. .
Meiasiza de escravos. '. .
Novo e velhos direilos......
Sello de herancas e legados. .
Escravos 'despichados......
Matricula da aulas de inslruccao su-
peiior. ........
Emolumentos de passapprles de policia
Imposto de 3 por ceiMo,......
Dilo de 4 por cenlo.....
Dito de 128600........
Multa, '. i.....
Juros............
Cusa............
ne
holer
cholera asitico. Procuraremos inleirar osleitores
do qne pelo norte se tem escripto a lal respeilo, fa-
xendo mccesiivamenle a transcriprao da peca mais
importantes que encontramos as gazelas.
. Segundo as cartas do nosso correspondente "o A-
mazonas, tinha tambera coinecado a desenvolver-se
nessa provincia a epidemia do Para,
COMMERCIO
334:0479298
. 19:383508
353:429J80f.
Detcarregam no} f. de agosto.
Barca ingleza Countess o/ Zetland taixas c
carvSo.
Barca ingleza.Snowotonbacalho. .
Brigue inglezl-lmmadem,
(jalela hespanholColebradiversos gneros.
CaropeiraLicrarSofumo e charutos.
DE JULHO.
. 353:1299806
... 509000
RENDIMENTO DO MEZ
Reudimento lotal .... jET.
Reslilur,oes............
R. 353:37998013
. Imporlacao.
Direilos de consumo..........
Ditos de 1 por cento da reexportaco
para osporloseslrangciros. .:."..
Dilos dilo para os porlos do imperio. .
Expediente de 5 por cenlo dos sonoros
eslrangeiros despachados com carta
de 8'a................
Dilo de f|2 por c. dos gneros do paiz.
BRodc 1 1|2 por c'. dos gneros livres.
Armazenaacm das merradorias.....
Dita da palvora............'.
Premio de l|2 nrrenlo dos assignados
-Multas calculadas nos despachos. .
Interior.
Sello fixo. ..............
Patentes dos dcspaclmulcs geracs. .
I-'i'ili> de tilulos dos me-nios, dos cai-
xeiros despachantes, ele ...... .
Emolumentos de cerlidocs.......
Sos seguinles especies.
Dinheiro .... 193:5199110
Asslanadiis .
Depsitos. .
Em balanco no ullinio .le
jonho
347:718?325
, 379342
1309201
3929991
4509110
499157
1:2759123
159:100
3:1339929
23->25
369560
100900a
2400
l;t120
353:3799806
159:8309696
9 .
4:7029228
Sabidos........'
Existentes ......
a
Nos seguinles especies.
Dinheiro.....
4:7029228
2499.306
4:4529922
Rcniliniento
Alfandega
4:4309297
cao de caridade.
........ 3549275
ambum 31 de julho de 1855.
O escrivo,
Faustino Jos iot Santos.
Importar;a o.
Brigue ioglex 5nowdon, "viudo de Terra Nova,
consignado a Jama Crablree & C, manifeslou o le
guinte :
1,8091 barrieas bacalho, 3,721 pos taboado de pi-
ulio, -2) loaatadas carvao de pedra* aos consigna-
tarios.
Patacho hpanhol OiWiravindo de Bircelona e
Malaga, consignado a Aranaga & Bryan, manife.-
I00.0 segjiinte :
60 pipas, 14 mras dilase 82 barris vinho, 15 sac-
eos cominlios, 100 barricas farinha de trigo, 40 bar-
risazeile doce, 40 eaixas sabao, 20 ditas chumbo,
160 barras de chumbo ; aos consignatarios.
Garopeira brasileira it-raro, viuda da Baha,
consignado a Domingos Alvcs'Mallieus, manifeslou
o seguinle :
74 eaixas charalos ; a Manoel dos Sinlos Pinto.
2 ditas ditos; a Jos Antonio da Cuoha & lr-
mao.
24 saceos caf ; a I.uiz Jos da Cosa Amorim &
Companhii.
146 caias charutos; aiNovas & C.
1 caixa camisas, 100 saceos car,4 barricas farinha,
80 fardos tecidos de algodao, 5'caixas rap, 9 fardos
tabaco, 2 saccoscola, 1,000 qoarliuhas, 8 caixoes e
1,796 eaixas charutos ; a ordem.
Sumaca brasileira Flor de .ingelln, vinda de Ser-
gpe, consignada a Basto & Lemos, manifeslou o se-
guinle :
18 fardos fumo ; aos consignatarios.
CONSULADO EItAL.
Rendimenlo do dia 2 a 30.....34:4479916
dem do dia 3' ^...... 9119213
35:3629159
llVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 9 a 30..... 1:872904!
RENDrMENrO DA MESADO CONSULADO DE
PERNAMBUCO NO MEZ DE JULHO DE 1855.
Consulado de 5 pbr cenlo. 31:9918654
Anroragem.........1:5029400
Dilos de. 5 por cento das
erabsrcacCes eslrangeiras
que passam a nacionaes. 139500
Ditos do 5 por cento na
compra 1 venda das cm-
barra*";0|,s........
Expediente das capaiazias.
Sellos fuos e"oporcionaes.
Emolumentos de cerlidues .
, Diversas provincias.
Dizimo do algodao e outros
gneros do Rio Craude do
Norle........... 819739
Dilo dilo dilo da Para- '
I1"............ 6459886
Dito do* assucar, e outros
gneros da dita..... 649641
Dito dito das Alagdas. ... 1:0899778
2599000
7879410
7969655
119320
- 35:362159
. Depsitos.
Em balanco no ultimo de
jonho........' .
Entrados no correule mex.
Shidos.
Existentes.
1:8729044
6:6199772
3279835 6:9179627
1:4779368
5:4709259
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de julho
de 185.-Pelo cscrivao, o 1. escriplarario,
Joao Francisco Regis Qainlella.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 2 a 30.....31:3789994
dem do dia 31.......1:3649316
32:9439510
RENDIMENTO DARECEBEDORIA DE RENDAS
INTERNAS GERAES DE PERNAMBUCO, DO
MEZ DE JULI40, A SABER :
Renda dos proprios nacidbaes .'. 3:4309'250
Foros de terrenos e de marioha. 1379274
Laudemios.............. 579500
Siza dos bens de raiz......... 5:1039086
Dcima addicional das corporales
de mao mora........... 2939038
Direilos novos e velhos e de chsn-
'"........'-..... 4:7099012
Uizima da chancellara....... 1199737
Multa por infraccOos do regula-
, me!,l............... 139481
LegilimacOes............ 9,700
Sello do papel Tuo, e proporcional. 7:13:19619
Premio dos depsitos pblicos. II3IO
Patente dos despachantes e enrre-
'ores .............. l:60090tK)
Emolumentos das repartires de fa-
r "nda............... 1639280
Imposto sobre tojas, casas de des-
cont ele.............. 8:1909000
Dito sobre casas de movis, roupas
etc. fabricados em paix eslrau-
geiro .'.............. 2409000
Dilo de 8 por cenlo dos premios das
loteras...............
Taxa de escravos...........
Receila eveolual...........
Divida activa............
Imposto sobre barcos do interior .
7209000
3389000
690OO
5609813
1069600
32:9439310
Recebedoria de Pernambuco 31 de julho de 1835.
O escrivo, Manoel Antonio Simoes do Amoral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentododia2 a 30..... 47:I50J639
dem do ju 31....... 99I&265
48:1429104
14:304)210
8:241)404
6683I6()
20:9489715
1:2839670
2319871
4089188
QOttOOO
20000
49900
2319300
6699164
12,9800
1449516
H92OI
359J675
48:14)10i
3j> leccao ds consalado provincial 34 de julho
de 1855. O 2o escriplarario,
i.uiz de Azeveio Souza.
MOVIMENTO DO PORTO. ~
iVacios CTUrsido* no dia 31.
Aracaly14 das, hlale brasileiro irExalncaoi',1' de
37 toneladas, mestre Jos Joaquim Duirte, equi-
pigem 5, carga couros e mais gneros ; a Manoel
Jos da Silva Gomes. Passagairos, Manoel da
Silva Borafim. Manoel Alves Lessa, Mbuel Pedro
de Souza, Francisco Balbnn Cosa, ^w
Para e porlos intermedios12 diara 7 horas, vapor
brasileiro ((Imperador, commandanle o l. l-
enle TorrezSo. Passageiros para esta provincia,
Dr. Epiphanio Candido de Souza Pitanga, Fran-
cisco Jos. Segaem para o stily 'teneale-coronel
'Jos Antonio da Fonseca" Gal vao, capitaes Jos
Marlira e Mauricio de Soaxa Ffeire, 3 filhos e 1
criada, aderes Joao Pedro Correa, depilado Do-
mingos Jos Nogueira Jaguaribe, 1 criado e 1 es-
cravo, Bernardino Jos (ioncalve-, Joaquim de
Araujo Goncalves e I escravo, Flix Rodrigues de
Seixas, Francisco Jos da Silva, Manoel Antonio
Vinos. Joao Nepomuceno da Silva. Joo Marques
de Figueiredo, Joham Klops, Francisca Maria,
Thereza Raymunda, 2." cadete Torquato Rodri-
gues Pinheiro, 21 pracas para o exercilo, 7 ditas
para a marioha, e 66 escravos a entregar.
Hados sonidos no mesmo dia.
LisboaBarca portugueza Sania Ciar, de 389 to-
neladas, capilao l.ourenco Fernandes do Crino.
equipagem 17, carga couros, assucar e mais gne-
ros.
Rio de Janeiro c porlos inlsrmedios Vapor brasil
leiro ((Imperador, commandaute o 1. ienenle
Torrezao. Passageiros desla provincia, Manoel
Joaquim DuarleGuimaraes, Manoel Antonio Lo-
pes da Silva Muriliba, Domingos Jos de Azvcdo,
Jos Francisco de Oliveira, A. Adolpho Bar-
bosa de Moraes Cabral, capitaes Joao Pires Gomes
e suj seuliora. Aulonio Jos Lan;a e 1 filha me-
nor, e Pedro Alfonso Ferreira e 1 escravo, alferes
Manoel Joaquim Machado, Coriolano Castro e
Suva, capilao Joao Evangelista Nery Ferreira, sua
senhora, 7 filhos e 2 escravos, lenles Malhas
Vieira de Aguiar, sua senhora, 2 filhos e 2 cunha-
das,Jos Cesar de Mello Saofpa'O e Joao Hermene-
gildo Leal Ferreira,capitaes Luiz deFianca Leite,
Antonio Maria Castro Delgado, 1. sargento Aris-
lidcs Baltazar da Silveira, soldados Vicente SoSres
de Mirandast FINppe Nery da'Fonseca, 1 recru-
la, t inenot*8e marinha, capiUo-Claudino Agnel-
lo Caslello, e 4 escravos a entregar.
EDITAES.
omtil
in. Sr.
provincial,
'presidente
jter publi-
ouro, si
O Illm. Sr. inspector da theaoi
em cumprimento da ordem do Exm.
da provincia de 21 do correule, manda
co, que un dia 23 de agosto prximo
novamerite praga para ser arrematad*? a quem por
meaos lizer, a obra dos reparo do acude de Caruar
avahada em l:129000r E para constar se mandou
filiar o presente e publicar pelo Diario. Secreta-
ria da thesouraria provincial devPefBamTJ!c 24 de
julho de. 4855.O secretorio,
A. F.^ihAnnunciarao.
Pela inspecloria da alfandega se faz publico
que no dia 2 de agosto Iproximo futuro, depois de
raeJo dia, se bao de arrematar em hasta publica
porta Ha raesmi reparlicao, sendo a arrematarlo li-
vrede direilos ao arrematante, i), eaixas cbm 7,600
ceblas viadas do Porto no briso* Bom Sucetso,
abandonadas aos direilos por Sebstiao Jos da Silva,
seodo o cenlo de ceblas avadada em 800 rs. total
603800. Alfandega de i'eruarabuco 30 de julho de
1855.O inspfeclor, Bento Jos Fernandes Bzrrp.
DECLABA9OES.
Constando pela administrarlo do correio da Pa-
rahiba do norte, qbe fora roobada id pedestre Joa-
quim Martins de Santa Thereza toda a correspon-
dencia que fora expedida d'aqoella para esla adml-
nislracao em 20 do crranle, O Sr. administrador
do correio desla proviucia raandapubiicar para o
conhacimenlo de quem interessar pBitt, a reanlo que
que por aquella adminislracao vei reraettida dos ub-
jeclos que foram roubados:
Relacao da correspondencia expedida do correio da
Parahibado norte em 20 do correule,e que foi
roubada ao pedestre Joaquim Martins de Sania
Thereza que a copduzia para esta provincia.
Appellacaocrvel do juizo municipal da eidade da
Paraluba para a relacao. em que erao partes appel-
laules Joaquim Manoel Carueiro da Cuaba, e appel-
lados .Nicolao e outros.
Appellacao crime do tribunal do jary da villa do
Pilar para a relacao, em que era ippellante reo Ma-
noel da Silveira Rozado, e appellada a justica.
2. Ollicios da mesa do consulado desta Provincia,
Do Quicial da thesouraria da Paralaba.
1. Dito da seccao de conleacidsb da. Paralaba.
Ao procurador fiscal desla provincia.
1. carta segara por Francisco Lucas de Souxa
Rangel.A Joaquim do Nasciroenlo Costa Cunha
Lima.
Cartas,
Antonio F'rancisco Pereira.
Antonio Vieira Teixeira.
Ualbino Simoes de Carvalho.
Feliciano Joaquim dos Sanios,
Gervazio Henovato Pereira Campos.
Jos Rodrigues *n Cosa.
Modesto Francisco das Chagas.
Manoel l'raucisro de Paula.
Manoel Gouveia de Souxa. ,1
Silvino Elvidio Carneiro da Cunha. 2 jornae 1
Correio de Pernambuco 28 de albo de 1855,
O Escriturario addido EduardoFirmino di Silva.
Acba-se recolhid cadeia ama prela de nome
Alaria, presa pelo capujo de campo Jos Patricio de
Carvalho, por fgida, e diz ser.eserava de Francisco
de Paula, morador alem do Curato do Bom Jardim :
quem direito tiver a ella, apresenlc-se com sous t-
tulos, que justificando a Ideulidade lhe ser enlrc-
Sue. Subdelegacia do Recite *M de julho de 1855.
i.snbdelegado evexercici,
Manoel Antonio daSitm Antunet.
CONSELHO ADMINlfrRATIVO. ,
O conselho administrativo, em virlude de ; ulor'i-
sacao do Exui. presidente da provincia, tem de com-
prar os objeclos seguinles :
Para o segundo balnlhio de infantera.
Panio azul roesclado, covados 133 capules de
panuo, 63; areia prela, libras 6; campendios de
arithmctica por Avila, 3. "w
Recrutas em deposito 110 mesmo.
Esleirs, 100
Oitvn balalhao de jnfaiilaria.
Esleirs, 348 ; mantas de laa, 335 ; panno ve/de
escuro entrelio, covados 1,871.
Hospital regimental. ,
Livroem branco paulado com 300 folhts, 1 ; dilo
em dilo dito com 500 ditas, 1 ; bules de louca pin-
tados. 2i ; copo dividi, 24; chicara de louca,
!K ; iiiunleiguerij*Jc dte, 21 ; ourines de d"l,23;
pires de dita, 48; pratos razos de dita, 176 ; dilos
fundos, 87 ; roeias compridasdelia, pares 12 ; man-
tas de laa, 41.
Meio balalhao do Ceari.
Mantas de Ua, 270.
Dcimo balalhao de intentona.
Panno vente escuro para sobrecasacas c calcas,
covados i3eVr
Nono balalhao dilo.
Mantel uUa, 37$, panno verde escuro entrelio,
covao* tlUK
Panno
dos 90.
o balalhao M arlilhara.
para vivos e vistas,
>
Diversos balalhes.
Mantas de 13a, dH; sapalos, pares, 1,150: bo-
tos convexos de metal bron/.eado grandes e cora o
11. 10 do metal amando, 2,282; ditos pequeos
com o mesmo numero, 1,956.
i.iuoin os quizer vender aprsenle as suss propnsta
om carta fechada na secretaria do cooselbo as 10,ho-
ras do dia 6 de agosto prximo ful uro*.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
1 imeolo do arsenal de guerra 30 de julho de 1855.
Jos de Brito Inglez, coronel presidente.Bernar-
do Pereira do Carmo Jnior, vogai e secre-
tario.
O tribunal do commcrcio dfjla provincia man-
da fazer publico i|ue por haver fallecido Dedillo
Goncalves Pereira Lima, liador co agente do leiloes
Marcolino de Borja l'eraldes, fien o' mesmo agente
de leiloes obrigado sob pena de cesliluicflo a apre-
senlar novo fiador no praxo de Ires mezesde conlor-
raidade com o arl. 12.do regulamenlo qae biixou
com o decreto n, 808 de 10 de novembro de 1851.
Secretaria do tribunal do commercio de Pernambu-
co 30 de julho de 1855.O secretario,, Luiz Anto-
nio Sequeira.
REPARTICAO DA VACCIA.
Previne^ pessoai, qne tem te ter vaccinada,
oa que devem vollar reparlicii no 7, dia l coo-
r
formidade com o arl. 5- do regulamenlo 11
com o arl. 1- do Titulo "vIII das paitaras mauicip;
que.a mesma reparlicao passa a funciionar desde
hoje no quarlel, que foi da compsohia 6xa de ca-
vallaiia, no paleo do palacio da presidencia e em
frente do mesmo palacio, seudo a entrada pelo pbr-
13o de ferro do centro. Reparlicao da vicdna 30
de julho de 1835.Dr. Joaquim de Aquino Fonse-
ca, commissario vaccinador provincial.
O conselho de administrarlo navil contrata
para os navios armadas, enfermarla, barca de esca-
vano e mais estabelecimentos do arsenal, o forneci-
uieiitn ije carne secca, bacal bao e assucar branco,
nos mezes de anoslo e selembro v indouro, e igual-
mente a compra de brisa:de linho ingles, e coberto-
res dalSa ou de algodao : portento convidam-se aos
que inleressarem em dito fornccimenlo e venda, a
comparecerem as 12 horas do dia 3 do mez de agosto
vindonro, cora auas amostras e propostes na forma
cstabelecida. Sala dassessoes do conselho de admi-
nislracao naval de Pernambuco 28 de jalfio de
1855.O secretario do conselho.
Chrisloto Santiago d (Hiveia.
BANCO DE PERNAMBUCO. "
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
letlras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
A reparlicao das obras publicas precisa de ser-
ventes para se engasar na compinhia de operario!,
oceupadqs na limpexa dos caes desla eidade, e paga
es serrantes livres 720 rs. diarios, e aos escravos
610 rs.: as pessoas que quizerem se engajar para la-
semos), apresenlera-se na obra da ponto provisoria
do Kecife. Directora das obras'publicas 20 de ju-
lho de 1855.O escriplurario,
joao Francisco Regis dos Alijos.
A adminislracao geral dos eslabelecinienlos de
caridade manda fazar publico a quem convier, que
as qointas-feiras em que nao forero dia sanaos oa
feriados, ni sala de suas sessfies, peta 4 horas da taW
de, contina a prac,a das casis abaixo declaradas *
Ra da Senzala Velha n. 25, por KiRsOOO
Ra da l.apa n. 5, por 276SO00
Ra da Senzala Nova n. 26, por 6O9OOO
Na mesma Tua n. 36, por 6O9OOO
Ra do Collegio n. 12, por 1.0008000
Roa Direito n. 5, por 6608000
Na mesma ra n. 7, por 576&000
Travessa do Carcereiro n. 11, por 6O5OOO
Na mesma Iravessa n. 13, por 729000
Na mesma Iravessa n. 17, por 728000
Ra do Padre Floriano 11.13, por 1208000
Adminislracao gernl dos eslabelecimentos de carida-
de 19 de julho de 1855.O escrivo,
Antonio Jos Gomes do Correio.
' A relacao dos devodores de decimas da collec-
toria e municipio de Olinda, al o anno financeiro
de 18511852 este^m juizo, e os mesmus devedores
sao convidados a satisfazerem seus dbitos, indepen-
denle da acr5o judicial que os sujelara a maiores
despezas, no prazo de 15 diy, a contar do presente,
para o que se poderao dirigir a ra Nova n. 41, se-
gundo audar, afim de oblerem a competente guia.
O procurador fiscal da thesouraria provincial,
. Cgpriano fenelon Guedei Alcoforado.
PLBLICACA'O L1TTERARIA.
Acha-se venda o compendia de Theoria e Prali
ca do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de Pao
a Baplisla. Esla obra, alem de urna introduccao
sobre as accOes e excepcoes em geral, Irala do pro-
cesso civel comparado com o commercial, conten
a Ihcoria sobre a applicaco da causa julgada, *ou-
tra doulrinas laminosas : vende-s nicamente
na luja de Manoel Jos Leite, na ra do Quei-
madp n. 10, a 68 cada exemplar tabrcado pelo
Jalar.
THEATRO D APOLLO.
Sociedade dramtica emprezara
QUARTA FEIRA 1 DE AGOSTO DE 1IJ35.
Depois de ejecutada urna bella ouverldra subir
scena pela primeira vez o novo, e .excedente dra-
ma.m 5 actos original portugaez do Sr. Francisco
I.uiz Machado, intitulado
AZftcm nn^L
O
OS SALTEABOMS BA MNT ANHA BO POBRE
JMOMINAj^AO- DOS ACTOS.
l.'-aaaaaaaA miserias
2.dilo A louca.
3. ditoO chefe %
4." ditoO reconhecime
.'ditoO perdao.
Actores.
O Sr. Bczerra.
n Lisboa.
o n Senna.
)> a Tinto.
Monleiro.
a > Lima. *
k. b Boxendo.
l.uizinlia.
A Sra. 1). Leopoldina
u o Leonor.
o i) Arflalia.
/rsenajens.
Ricardo, filho de'Luixa.
praoeisco, dem. .
Joao, cnmpooe'z cj
Pobre. .
Mauricio, amigo ds
Miguel, jardineiro.
l.f salteador...... .
2.: dito. A.' .
Roberto, menino de 8*annqs.
Luiza. '. ., .
Emilia, fllha da Joao. .
Juliana, mulher de Miguel. .
Salteadores.
A aeco he'passada em Portugal, na provincia do
Minhoo 1 acto em casa de Ltea : o 2 em oasa
de Joao ; o 3 nos bosques; 4 e 3- em casa de
Joao. O mnitos applasos eom qae esle bello drama
tem sido representado no thealro do Rio de Janeiro
nos animara a assegurar ao respcilavel publico a bo
escolha qae fizarnos pera'bem agradarmos, -a quem
na noile de sabbado nos coidjovar com a sua con-
currencia.
Terminara o espectculo com a applaudida farc,a.
A-BODA VIVA.
Os bilhetrs acham-se i venda na mesmo thealro
lodos os das, das 10 horas da manhaa as 2 da larde,
e no dia do espectculo no escrplorio do Iheatro.
Principia as 8 horas.
LOTERA O RIO DE JANEIRO.
O ageni Oliveira faro :i
do depnsilaif, da massa fallida da
por deS|iac)lo do Illm. Sr. Dr. jutedo 1,
ileus ptimos escravos menores, de 12 i.
iilade,h)BIbiiaajdosa dito fallida em ltj
1853; e/Ossinbais, por conla de onlrr
le marco
, de um es-
crayo^oSbra, cerca de 18 annos de idade, eom prinr
ripio de maroineiro, e outro, crioolo, cerca de 22
annos, bom siipaleiro : quinla-fcira, 2 de agosto pr-
ximo, ao meio dia em ponto, no escrplorio do men-
cionado agente, ra da Cadeia do Recite.
AVISOS DIVERSOS
APREMMZES DE .
Tsta tyriographia aceita meninos que
sai bu ni bem ler e tenham bom compor-
tamento para aprender a composipSo, os
quaea principiarse- a ganhar logo qae fa-
cam algum trabalho que e possa apro-
veitar.
Precisa se aluzar urna mulher para cozinhar e
fazer o sptico interno de urna casa de poaca fami-
lia ; oa orna escrava para fazer estes dous servicos e
t.-imbem .servico externo : na roa Direito, sobrado
n. 86, seguuco andar.
A escrava que annuncioo-se por esle jornaF
paraalugar-se, na roa da Manguera n. 5, nao se.
alaga mais, e quando so alugue beaeta ama cria.
Precisa sa alocar nm prelo qae seje robusto,
agradando p;ga-se bom aluguel: na ra 4a Concor-
dia o. 8.
O abaixo assignado pede aos Srs. redactores do
Diarfa de Parnambuco,qu lhe declaremseo annun-
cia publicado no jornal de honlem cora as iniciis
M. R. P. se ne enteude con o inesaio abaixo assig-
nado, visto nlo ter elle mandado imprimir memorial
algum, o qa muito asradecar u sea canstanle 1*1-
tOTManoel Baymundn Pena/orle.
Nao se refere **>Sr. Manoel Rsvmundo Penator-
le o aviso que menciona.Ot RR.
BRITISH CI.ERKS PROVIDENT ASSOCIA-
TION.
The moni il> subscriptions MI be received thii
day, belween tho honrs pf 5& 60' clpck PM. al n.
36, ra da Ciideia do Recite, let stferj. l'no Lilly,
Tretaurer.
Prccisa-se comprar am bilhar de boa qaalida-
de e qne esteja c;n bom eslado, com sena nertences:
quem liver a inunde para ser procurado.
Precisa-se alosar urna escrava para casa de um
eslrangeiro de pouca familia : no aterro da Boa-Vis-
ta n. 12, toja.
D-so urna camarinha a nma mulher qae seja
so para servir de companhia a noite a dona da casa
quem quizer, dirija-se a ra Direito, botica n. 31.
Precfsa-se de duailbias para casa de familia,
seudo urna para enaoramar, e oulra para coxinbar^
na ra da Cruz do Recite n. 50.
L'm rapaz brasileiro de bous coslumes, otTcre-
ce-se para criado de urna casa de moco solleiro, ou
mesmo di f. miiia, o qual d. fiador a sua conduela :
quem o pretender, dirija-se i ra das Cruzes n. 22,
primeiro andar1, que se dir qaem he.
Arrencla-s urna casi terrea com sotao grande,
o qual lem varanda de ferro para ra, con'teiido 4
salas, 4 quartos, cozinha tora, quintal grande mura-
dlo, cacimba propria, e u'o fundo do quintal lera so>
13o que serve de recreio, sila na Iravessa do Lima,
Collegio n. 10, segundo andar, que achira cora quem
tratar. T ,
Alagase o primeiro andar, com-2 salase 2
(loarlos da casa n. 22, na ra doQoeimado, nos qua-
a tratar na toja da mesma casa.
No dia "2QnJ,5 do corrente devia cor-
rer a lottttS9- da cultura das amoieiras,
ainda se acbam a venda alguus meios bi-
llietes as lojat do costume, aa praca da
Independencia: os premios erao pagos
logo que se tenha leito a distribuicao da
..ara alugar uro grande sobrado do
um andar basiTrta^resco era SI. Amarinho : trata-
se com o (olicitadorH^^iuii'ju Rejro, rindo
Uuaueuio n. 27, tegua
RIO DE JANj


A LOTERA deshas
TELA iOCIEADE DE INSTRUCgAO'
ELEMENTAR DE PARS,
TRADLZIDA El VLLGAB
COM UM APPENDICE E ALMAS OBSBRVA'-
. CO'ES SOBRE AS LOTERAS O
BRASIL, OIFERECIDA8 A' CONSIDERACAO
DOS PODERES POLTICOS DO
ESTA 110 E DE TODAS AS PESSOAS QUE JO-
GAM AS LOXERIAS.
---------r-
UM GIIOSSO E NTIDO VOtME
BROCHADO 5|000, ENCADERNADO 6WM0.
Desejando-se nicamente obter as aasignalu'ras
qae sejam necessarias para garunUr raetade da dea-
peras da impressHo, a obra Vii entrar n prlo, a
ser acoitpanhada da relacao das pessoas que hon-
nrem com suas assignalaras eda ioteressante pnbli-
aaego, cr.idora do benigno acolhimeaee de todas aa %
claaiessociaei,
---------
SUBSCREVE-SE NO RIO BB JANEIRO, Eli
CAA DOS SRS.
E. e H. Lacmmert, ra da Qditand n. 77.
Francisco de Paula Brito, praca da Consliloico
n. G.
\gosliohc de Freilas Cuisaarae aC, ruado Sa-
bao n. 26.
tiarner, 1 ua do Ouvidor o. 69.
Escrplorio da typogrephia do Corrtto.
Mercantil (o Sr. capilao Cesar), roa da Quitanda
n. 55.
Nogueira & Oliveira tetem se
tavel publico que compraram o arntaaen la ra da
Vigario n. 11, que gyrava com a firma Jos An-
tonio Franca C, livre e desembaracado : qaa(-
quer pessja que tenha algaras reclamieao a laxer o
Tari no prazo de oilo das contando da dala deste, e
quando nesle prazo o nao faca, depoi no ser l-
lendido na forma do Irato estabelecido. Recite 30je
julho de 1855.
No armaem de Jlo Merlina de Barros, tra-
vessa da Madre de Dos n. 21. precisa-se maito Til-
lar ao Sr. Pedro Jos da Cota Caslello Branco, qne
se julga norador no engenho Monto, Jifim da dar-se-
Ihe'um imporlante recado do Illm. Sr. Joaquim Au-
gusto Xavier Caslello Branca, residente na villa de
gueda, em Portugal.
No escriptorio de Domingo Alves Mathta, na
ra da Cruz do Bacilo n. 5t, deeja-se fallar a nego-
cios de in(ereMsSaojI_llm. Sr. capilao Innotencio
com lente para dous lados, um dos quaes tem viste daCunha Coianna [oaa Paulo de Sonza, e como
para ornar : quem a pretender, dirija-si i ra de |e"aosaiba desa tes, pede-se aos
por
AVISOS MARTIMOS
MARANHAO E PARA'.
Segu empoucos ilias o hiatc nacional
ADELAIDE, recebe caipja e passageiros :
trata-sc com o consignatario J. B. da Fon-
seca Jnior, ra do Vigario n. 4. >.
Para Aracaly o hiato Correio do Norte segu
com brevidade ; para o resto da carga, trata-se com
Caelano Cyriaeo da C. M., ao lado do Corpo Santo
3. 25.
Para o Cear e.Maranhab segu o palhabole
tenue, capilao e pratico Joaquim Antonio G. San-
io : recebe carga e passageires : a tratar com Cae-
lano Cyriaco da C. M. ao lado do Corpo Saulq n. 25.
Ao Rio de
Janeiro.
O brigue nacional MA-
RA LUZIA vai seguir em
poucos dias: para a ter-
ca parte do seu carrega-
mento <[ue lhe liilta e es-
cravos afrete, paraos quaes da* as meHio-
res accommodaccs, trata-se com os con-
signatarios Antonio de Al incida Gomes
& C, na rita do Trapiche n. l(i, segun-
do andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Pretende saliir com muita brevid"
o patacho nacional CONFIANZA, por %
piule do seu carregamento ptflnyjI
para oj'e|o da carga e escravos a fete,
tratare com os consignatarios NoVaeT 9
Companhia, na ra do Trapichen. 34,
ou com o capitao na praca.
Para o Porto por Lisboa segu eom a maior bre-
vidade a muito conbecida galera porlugueza Bra
rharense 'quem quizer carregar ou ir depassagem,
dirija-se aos cooiignitertos 1. de Aquino Fonseca (i
Filho, na ru do Vigario 11. 19, primeiro-andir, ou
ao capilao, mipraci.
PARA 0 RIO DE JANEIRO-
Segu esla lemana 1 barca Mathtlde, por ter o sea
carregamento promplo, s recebe ejeravos a frele e
passageiros para o que (em eicelhijnto comrnodos :
tro cantos;
Lava-se e engomma-se belliesimamenle
pre^o commodo : na ra da Sdledado u. 5S.
Prccisii-ae de um cozinheiro pai casa de pasto
em Sartto Aniao ; quem quizer, dirija-se roa do
Queimado n. 43.
No dia 3, as 11 horas, na sala das nndieoeias,
depois de finda a.do.Sr. Dr. juiz de ausentes, aa
de arrematar um sobrado de um andar, silo na ra
Imperial n. 92, com 3* palmos de frentoi "9 de fun-
do e mais 252 para quintal, avallado em 2:OOU|000,
perleDcenle ao tinado Antonio Ja Trindade.
No di.1 : do corrente*iSer. depois da andiencia
do Dr. jmz deurphaos, na sala dos mesmas, se ha de
arrematar por renda animal o sitio da rmt Imperial
n. 16, denominado Viveiro, com casa de sobrado,
seuata, 2 vijeiros, coqueiros e arvocedos ; he a ulti-
ma praca.
Os Srs. Manoel Bezerra de Sauza, morador em
S. Jos do Rio Grande do Norte, e Anacido Jos de
Mallos do mesmo lugar, queiram mandar pagar, o
primeiro 25S620 de um.i let Ira vencida em 22 de
marco- de 1853, e o segundo -urna dita de 428900,
vencida em 24 de abril do mesmo anno, visto nao
ser possivel por l,io pequeas quantias mandar em
suas casas portador: na ra do Crespo, toja u. 12.
Pcd-ie ao Sr. Lourenco Bezerra Marinho Fal-
c3o o favor de vir i ra do Crespo, toja n. 12, a ne-
gocio, e como esta nio seja a primeira ves qoe se lhe
pesie, lalver seja preciso lembrar-lhe qual o negocio.
* Na roa do Collegio n. 19, lerceiro andar, pre-
cisa-se de urna boa cozinheira, e de bons coslumes.
; Furia -am no dia 20 do corrente, do sitio de-
nominado Malhadn.'na fregueza de Campia Geau-
de, provincia da Parahiba, urna negrinba de cor fula,
de idade 12 annos, de nome Alesandrina ; suppe-se
que ser noriciada em algoma villa desla provincia
para depois vir pan esla capital : perianto roga-se'a
qualquer senhor comprador ou outra qualquer pes-
soa que noticia liver, queira dirigr-sa ra do
Crespo, lojii de Agnslinho Vieira Coelho, ou arpo-
voajao do llrejo do Fagundes da mesma fregueza de
Campia G ande, a Domingos Mariis Pereira.
. Boga- se ao Sr. M. N. S. M. o favor de appa-
recer na atorre da Boa-Vista 11. 12, a Iralardeum
negocio que nao ignora.
O abaixo assignado peto presente declara, que
deixou de ser procurador da Sra. D. Anna Joaquina
de Mello.Heoriqoe Jorge de Brito Araujo.
Avisa-se As credores do fallido Andr Nauzer,
que em reoniao d dia 31 de julho foram Horneados
os credores Jos Duarte das Nev, Manoel da Silva
Santos e Paula 4 Santos para eomporem a commis-
so de verilicacao dos crditos, pelo que sao convi-
dados lodos o credores apresentarem seos tilulos
no praxo da Ires dias aos membros da commisso,
afim de poder esla apresenlar seus Iribalhos no dia
7 do correle para quando esla' marcada a oulra
reunan. >
(, Quem precisar de um homem para admiois-
rador deeugenho, o qual entende bastante da casa
de caldeira. e tambera entente de olera qur em
'obra fin, qur em grossa: quem pretender annan-
cie para ser procurado.
Prccisa-se de urna ama para todo serviaode
urna casa de porta dentro, menos cozinhar: a Ira-
(ar na ra Direito n. 91, primeiro andar.
Precisa-se de orna ama de leite : na ra das
Calcadas n. 9.
Qaarl.i-teirn, 1. de asosto, depois da audien-
cia do Illm. Sr. Dr. juiz dos feilos da tozan da, e ai
horas do costume, ha aneinalaca-j em ultima praca
doi bens penhorados por execuefies" da. telenda pro-
vincial, conlra ossegoinles devedores: Jos Mara
Placido de Migalbaas, a casi terrea construida de
pedra 1 cal eom sotao, ja Iravessa da ra Augusta n.
5, com 32 palmos de freule e 40 de fondo, cozinha
dentro, quintal pequeo e cacimba ainda por aca-
bar, por 60tn>000 : Viuva de Joao Antonio de Cas-
tro, casa terrea mea-agua, na ra de S. Francisco
n. 43. com 40 palmos de frente e 40 de fundo, cozi-
nha dentro, por 500)000 ; o terreno da casi, torrea
de taipa, no becco do Quiabo b. 52, na freguexia dos
Afogados, com 30 palmos de frenle, 80 de fundo, e
urna poreio de lelhas, resto da dito casa, por 259000;
herdeiros de Joaquina Maria da Conceieao, a renda
annualda case torrea meia-agua, na roa da Senzala
Nova n. 3, por 489000 ; Ignacio Joaquim Bibeiro,
a renda animal da casa terrea, na raa da Alegra 11.
2, por 7J-iK itl; D. Francisca Yhumazia da Concei-
cdo Cunha, o renda annual da casa de um andar com
ti ande quintal, na ra do Hospicio d. 6, por tiOO ;
llarlholomeu Fernandes de Oliveira, por Joao Stuart
Borburema, um bilhar com um forro, por 309000,
duas bancas grandes pintadas, por 3S, duas ditas pe-
quenas, por 29, um toucador, por l>, ata marcador,
por la. quai.ro tocos, jior 25, cinco masas, por 18,
urna mesa velha com gaveta, por 500 rs., dous can-
dieiros de landres, por 200 r9., dous mxos, por 1;);
Caelano de AssisCampos, duas bauc.is de amurello,
por 09, cinco endeira da mesma madeira cora sen-
t de p.dlia. por 109 ; Joao dome- Pereira. a arma-
{3o da toja de sapateiro, na ra Direila 11. 100, cora
caiiilhos eiividracados, por Ki.-s ; Uregorio da Costo
Monleiro, urnas taboas de pioho de armacsS, por
om Balcao da mesma madeira, por 19, um eaixao
a amostras de venda, e outros objeclos de uso de
berna, ludo por 20S0K0 : quem quizer tancar ean
" a bens, comparece as 10 horas do dia annuncia-
^Recifc 28 de julho de 1855. O solicitador da
liendii provincial, Jos Mariaitno de Albuquerque.
PRACA PUBLICA.
Prccisa-se de nm ra
engeoho oa fregueza da _
dirija-se 1 hta da Seoxala n.
n.3l K
caiieiro de nm
qnem pretender
o do Jobnston.
Prtisa-se deuma ama forra ou captiva para
casi de poaca famjh: na roa eslreila do Rosario
deposito de pao nsV
. Anenda-se um sitio na estrada do Rosariaho,
eom cisa bastante grande, maito boa batea para Ca-
pim, e muilai arvore de froto de diversas qaalida-
de-: qaem o pretender dirlja-se a roa Nora (a. 1 .u
F Aloga-se para algum estibelecimenlo e princi-
palmente pura cocheira, um grande armazem com 4
portoes largo, no lugar d Ponto Velha da Boa-Vis-
li, junio a -nato; a pessoa que lhe convier, dirija-se
a serrana do aterro da Boa-Vista.
Perdeg-se no dia 29 docorrenle mez de julho,
do Chorr-mlaino al o Cachang, um allinele de bri-
Ilijale ;.a pessoa que o achar e quizer restitui-lo,
dirija-se ao mesmo Chora-menino, Vtio de Antonio
Josa'de Cas ro, ou na ra do Vigario n. 31, quesera
recompensado,
Precisa-se de om prelo para o sen ico de urna
casa de pasto : na roa do Trapiche n. 28.
Precisa-se de umjcaxeiro para venda : do lar-
go do Pilar n. 11.
FrEBRTcrA"l
Acha-se a dUposicjo do publico, em casa i
do Sr. F.'Q Rodrigues Estevas, rus do Cal- '
deire.ro n. 42, um medicamento, qua 00 es-
lado actual da tberapeolica, he o oais lili- i
caz para FEBBE AMARELLA* Canhece-'
mos. o vegetal, cujas (lores a presentamos am
tintura majMor seu elteilos clinicos, e por
isto aconselharaos. que del le se use segoado
o roalo que leva cada am dos frseos.
Manoel d Siqueira Cavalcanti.
P. S.AatorigilN r r innmeros toctos !
clinicor, declaifBo.-.^uc este medicamento
he igualmente, de muita cfcacia para astea i
casot : vmica, pneumonii, pleuriz, febre
Jf iotermillentei, soh*rime*nlos sVphiliticos,
IsaV^saV^Bar' Ba*-^ia#alC3aBBltaBBBBtaBBBBBBBBS ~ ----- -----
I ir appareceu ao abaixo assignado de dentro
da agveln de urna banca,por occasiao de mudar-ae da
roa Direila para a do Queimado, um aHinele de pal-
to redondo com urna cobra pasuda, e sobre a mas-
roa urna lita de esmalte verde, e ora par de rosetas
do mesmo molde, com a fila do mesmo eamal'i;
desconlia-se terem sido roubados por um prelo ga-
nhsdor .(ueconduzio a mesma banca. Roga-se a
pessoa a que* for ditas obras ouerecidas da appre-
liende-las, e se algnera as liver comprado de livi-las
a casa do abaixo assignado na ra do Queiaado n.
48, que receber do mesmo a quanlia despendida.
Joao Bibeiro Pessoa de Lacerda Jnior.
C. STARR &|t.
respeilosamenle annunciam que do sea extenso es*
labelecimenio em Santo Amaro.conlinuam a fabricar
com a nn.ior [lerfeicao e promplidio, toda a quaida-,
de de machiuismo para o uso da agricultura, na-
vegado o manufactura; o que para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico em gersl,
teem aberto em um dos grandes armazins do Sr.
Mosquita na ra do Brura, alrai do arsenal de raa-
rinha
DEPOSITO DEMACBWAS
constraidas no dito seu estobelecimeuto.
Alli acurBo os compradores um completo sorli-
mento de moendas de canoa, com lodos aj roeihori-
menlos alguns dclles novos e originaes) de qoe a
experiencia de muUos annos lera mostrado a neees-
sidade. Machinas da vapor de baixa e alte pressao,
taixas de lodo lamanho, tanto batidas como fundi-
da, cania de mo e ditos para conduzir formas da
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa- .
ra dito, tornos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvada couslruccao, fundos para
alambiques, crivos e partas para tornalhas, e nma
iiilioii'adt de obras de ferro, que serla enfadooho
enumerar. No mesmo deposito eiisM urna pessoa
intollgen.e e habilitada para receber todas as en-
commendis, ele, etc., qae os annuuciintes contan-
do com a capacidadedesuaa ofllcinase machinirno,
e pericia le seas ofliciaes, se compromettem faaer
executar, com a maior presteza, perfeic,ao,'e exacta
contormidide com o modclosou desanho,e inslruc-
coesquehes forem fornecidas.
Srs. qne e dignaB ^^^Har do mesmo es
rio, ou annuociem Suas raptadas para jiii 111 procu-
rados.
Manoel Luiz da VelgMutorisaila pelo 8r. pro-
curador freral interino da **ravel OHljm Terceira
do S. Francisco da Penitencia desta eidade, pelo
presenlel chana aos devedores de toros da mesma
ordem, ? virem pagar dilos toros at o dia 10 da
acost prximo futuro : ua roa do I.ivrirueulo n.
27, segundo andar todos os dias das (i da manhai s
9, alim de nao cahirein em com misal ,
Mona-s om moleque de^4 anuos, ptimo de
servico di casa, e urna negra cetJBheira e engomraa-.
deira : q lem delles precisar, di ia-ai a roa da Man-
gafcira n. 5.
Precisa-se de urna ama que corinhe o diaria da
ama casa e Cica a man (aniel*, menos engommar e
cusaboar, agradando o servico paga-se bem : na roa
dos Marlyrlos, taberna n. 36.
1 Aviso a qaem se achar credorcom qualquer l-
talo da tallecida Maria de Sant'Aona Cavilcanli,
rira (lirigir-se a Irlitnr na ra Direita dos Atoga-
n. *i, isto no praxo de 15 dias, do contrario ti-
rar sem efTeito.Bernardino Fnncisco dos Sanios
Bez^ra.
Na qarta-flira, l.o de agosto, era piescora do
Illm. Si. Dr. joiz de ausentes, se ha de arrematara
armacao e mais objeclos existentes na taberna n. W,
era frenl: da ra do Arago ; isto petes 10 hons 4a
uianhaa, i rcquerimahto d viuva da Jos Rabello
Tavare.
O nbaixq astjanado ficou com a fabrica de cha-
roloi. FAMA *fOA,60 Trapiche Norc n. 90,
que foi de seu fallecido Irmao Manoel Antonio Tei-
xeira : roga-se ao seus,freguezes queiram apparatfr
na dita fabrica que tem grandes sorlimenlos daaaB-
rnlosde todas 1 qoalidades bons e baratos.
m j'e Antonio Teixeira,
No dia 3 de agosto, tem de ser arrematado i casa
terrea n*u'a do Rangel u. 23, por ser a ultima pia-
(aakpon, da audiencia do Illm. Sr. De. late da or-'
phaTSs. avahada em 1:4009000 em chas proprios.
Por execacao de Francisco do Prado, conlra
Manoel I gnacio Pereira da Silva, pela primeira va-
ri do civel, findo os "das da le, e ha de arrematar
annualmente a quem mais der renda da casa ter-
rea sila na roa Angoste o. 52: quem pretender na
dita renda linear pode comparecer na casa das au-
diencias que serio recebido seas linces.
-, *
Atora-se um terreno no tugar da Capunga
Nora, com 50 palmos de frenleeS00a600defando:
que* o pretender -dirija-se a roa-Mora a. 13, qu
achira com quera tratar.
- O Sr. Joao Baplisla de Castro tem oral carta
vinda do Rio de Janeiro t oa ra do Cltogio botica
o. 10.


-


>*
I-
I
Francisco Anlouio Pernjfiretira-se par Por-
tugal, deiando por en batanle procurador Jos
Amonio Pereira V.,morad jr na cidtde da l'arahiba
Aluga-seum sitie* no lugar dos Airo-
gados, na ra (ki S;n-Mguel n. 39: a
tratar na Boa-Visla, ra da Gloria n. 69.
Precitamjajip lima casa eStraneeira, alugr
uro prela es ), aue sai 1a b*D lavar de brrela
oeugommar p Bmeote, e paga-so com vanla-
geni : quem il I ver dirija-so ao holejV'^iex,
|uem contratar, ^s^
sendo cre-
Soares Car-
FEIRA I DE I AGOSTO DE 1855
i
i'

7
Boticas a^
Bricas de
Ditas 36
Ditas 48
Ditas 60
Dilas 144
Tubos avulsus
a
a
Manoel Jeaq uj,m P*Ta,
dor do finado Ma' -Tuaetano
neirp &xt*-?f aoje a seus herdeiros por
lettras (jtte llie couberam em
na, de seu segro .lose Francisco Be-
:i, chega a sua :.iotjia liaver-se no din
28 do corrente mez posto em leilo os
bens deraiz, ciue'devhmfazer faceao sen
pagamento e ao dos lomis redores ; e
como a inaoeira porque ta"l venda se fez
he inslita e nulla por rauitos motivos,
pela tua parte protesta nao conformar-se
comjea, assim corito, protesta contra
, aquelles compradora; que-dos mesmos
bens estejam de posse por tao estranho
meio, haver pelos; musmos o seu paga-
mento, e por todos os ben que porven-
tura tenliam de fazet o activo do casal
inventariado. E pan constar faz sciente
a quem convier.Rtale ale julho de
1855.Miguel Archanjo Fernandes Vi-
anna, procurador.
Aluga-se ura sobrt>d na rita do
&>*.. com commedpspara f%Z %& tct?^!,.
grande familia, ptimo quintal e, cacim-
ba, em um dos memores lugares por ser
no largo, do Amparo quenk>a preten-
der Jirija-se ao Besife, ra daCruzes n.
36, typogrnphia.
Fjtten^ao.
Bk lqva de Juliao Porlelln da
^Enhecriento do respeitavel pu-
blico asi* Indos os poderes que havia
confundo a ^^HMsevedo Santos para tra-
Maf^PFeiiri*o mib efieilo a procurarlo
1-fim paisra ao roesmo Santos, coro
| poder tratar negocio algom relativo
b, que proles! proceder contra elle, e
i que com elle trataren), usando para
I llie /acuitara as lei. Kecfe27
-Joaxraiaa Jeronyma de Jetos.
.dio do Illm. :>r. Dr. juiz do civel da
priraeira vara, vai prica jr, venda a cata terrea,
aiU na roa da Koda n. 41, para ser arrematada a
quem mai's der.
Aos senhores dt; engenho. .
No primeiro armaren) do bscco do lioncalves, ven-
dem-B meias barricas de firinha dmais superior
quallSade.
Os Srs. Manoel Fernandes Rodrigues e Joo
Francisco da Silva, marado1)! em Po-d'Alho, le-
l a boadade appareser ao Recite, ra do Qael-
U laja n. 10.
|Precisa-se alagar oria ama aerea, preta, forra
jl ?u-Visla n. 11, laja.
ijaem liver ama pieta
o Jardim n. 65.
dirija
*1l
re J m y e sem vicios,
de urna cata di- ramilla; paga-se bem:
a aKi#
a liver o quizer alagar, annuucie o dirija-se
typograpliia, que se Ule dir com quem deve
Uatar. /*
na roa Nova
ani^H ra de bronze
Taz-ie qn.ih HRSoeute a
com toda a perfeirao o, preco
TUrfiilJco.
Blo armazem de ftizendas bara-
^raadoCc
pi-ecos mais bab.os do que em ou-
*tra qualquer parte, tanto em por-
[ 9"5es, como a retnlho, amanendo-
se aos compradores um s preco
para todos : este etfobelecimento
alirio-se de combinacao com a
maior parte das casal commerciaes
' inglezas,'francezas, allemaas e suis-
sat;, para vender fazendas mais em
corita do que se lem. vendido, epor
isto offerecendo elle maiores van-
* taijens do'qu outrO qualquer ; o
piroprietario dqte importante es-
Omento convi ia a' todos os
icios, e jo TJublico em ge-
t que venliam (a' bem dos
tases) comprar fazendas
? no artaz:m da ra de
CoHegion. 2,, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
Mwir DOS POBRES
^JW OVA 1 ABTDAR 50.
2- Vt:-^ *bo Mo8CMO d" consullas homeopathicas lodos os das as pobres, desde 9 horas da
maimaa ^ meio da, e em casos extraordinario a qoalqoer hora do dia ou noite.
^, -fuereae-se Igualmente para praticar qualqaer npetac.5o de cirurgia, e acodir promplamente a qual-
quer mulher que esteja mal de parto, e cujascircumtanciasnaooermittara pagar ao medico.
NO CONSULTORIO D DR.
A. LOBO I0SC0-Z
50 RA NOVA 50
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209000
VENDE-SI^ O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina homeopathica do Dr. (i. H. Jahr, traduzido em por
tuguez pela Dr. Moscozo, quatro volumea eocadernados cm dous p acompanhadode
um diccionario dos termos de medicina, rirmrgia, anatomia, etc.. ele......
Esta obra, a mais mporlaute de todas as qneTrataro do esludo e pralica da liomcor.a'lhia. cor ser a miiea
uecontem abase fundamental d'esla doulrinaAPAT110GE.NESIA OL El"lEnt)S DOS MPnii i
IENTOS NO MRUAKISMOEH ESTADO DE SAUDE-conhecimeotos que nao |^md.iM^s ht
soas que se querem dedicar a ortica da verdadeira medicina, interessa a lodos os mediros oue quizerein
experimentar a doulrma de Hahnemann, e por ti metmos se convenceren! da verdade d'clfa a Indos m
razendeiros e senhores de eogenho cjue estao longe dos recursos do mdicos: a lodosos ca pitaes de navio
que urna ou outra vez nao podem deiiar de acudir a qualqaer iocommodo seu ou de seus tripulantes:
a todos os pas de familia que por circumslancias, que nam sempre podem ser prevenidas, sao ohrio'
dos a prestar in eonhnenti os primeiros soccorros em suas enrermidade. '
O vade-mecum do homeopalha ou tradcelo da medicina domestica do Dr. Hering
. obra tambera til as peasoas qua se dedlcam ao esludo da homeopalhia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina irNinn
0 dircionatio dos termos de medicina, cir,urgia, anatomia, etc., ele, encardenado". '. '. Snnn
t Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nio se pode dar.om passo seguro na nrati'ca da
homeopata, e o propietario desle estabelecimenlo se lisongeia de te-lo o mais bem montado oossivel t
ninisuem duvicU hoje da grande superioridade dos seus medicamentos. Possivel e
....... c 8J0OOJ
s grandes.
icamentos em glbulos, a 109, 129 e 159000 rs.
ditos a..........
ditos
ditos
ditos

Na mesmacasa ha sempre venda grande numero
vidros para medicamentos,
de tobos de crysla de
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20S000
29000
300000
609000
19000
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iversos lamanhos,
dea por procos mui.o rnSS'o.!"' ""^^ enCOn,mend' "e^diemantoscom toda a brevid
RATMEHTO HOMOPATHICO.
Preservatico e curativo
DO
CHOLERA MORBUS,
PELOS DRS
ou inslruccao au povo para se poder curar desta,enfermidaTe, adminil?anrt0
para at.lha-la, emquantose recorre ao medicoTou mesmo nn^to^tZXZX??1, m "t*"*
em que nao os ha. F la "luepeodente desles nos lugares
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A LORO \m*n
Estes dous opsculos contcm as indicares mais claras e precisa sn nu .... ",";5U"AU-
So Ma ao alcance de todas as inteligencias, nao s pelo aae .lizreso K/J sua.s""P'.c concisacz pcai-
cipalmente aus preservativos que lem dado os mais M^aMoriwm\dm"?!n''l,''0,, fmoPrin-
elles lem ido poslos cm pratica. resuitaaos em toda a parte em que
Sendo o tratamento bajneopathico o nico que tem Hado d^ .
valenrarinid.de. iulCameffj,roposi.o traduzir este, dousimnnrHn..esol""losn<":u"lvo desta horri-
la, para desl'arle facilitar a Vende-se nnicamenl na Consultorio do tradaclpr, roa Nova 52, por 29000 rl.
JPUBLICACA'O COROGRAPHICA.
Esta' a' venda na Iivriria classica n. 2,,
no pateo do Collegio, a obra intitulada-
Breve Noticia vSorojjraphica do Imperio
de Brasil, escriptaem l>>5i; e rog-se
aos Srs. assignanes jue tenliam a bon-
dad de mandar buscar os seus e\empla-
res, no armazem de leilfles da ra do Col-
legro a. 15-
Presa-te dfiSaaVmallie: capaz,
i! laiba eanahii
forra ou es-
.qusiaiba eanahir s eni;ommar Derfeitanien-
o mais'servito de una casa de pouca fa-
m
a Nov n. 2, ou
mflia ; unga-se a contento .
no alerr* da Boa-Visla n. 58.
O T. Kibeiro, medico pila universidadede
Cambridge, cooliaa a residir na roa da Cruz do Re-
cite' n. 19, 2 "andar, onde pide ser procurado a
raaHHrmmn6C.0V^ "" f01"* P"a consul,asUodas"desummaYmpo'rrancarI
gras, e mesmo os visilaqaandj aeajrcumslancias o ilahnemann tratado das mole
exijam, faz especialidade las moleatias dos olhos e '
ouvidos.
PER0A.
Um lunco de cambraia de linlio com labyrin-
llio em roda, lavado, maiajrioc a novo, com bico de
linho em falla, iardeu-se do lonlairo para o Cal-
deireiro; a pestoa qae o Uves reliado e quizer res-
tituir, lcre-o aWritio em que se acha o Portocarrei-
ro, qu lera gratificado.
Attencao,
Recebum-so pensionistas iimrnos e ellernot para
entinar os preparatorios corv rfeijao : no Monde-
go 56, antea d? iravesaa di* qtrape.
DEHTiar :
Paulo Gaignouz, dentista francez, estabele
J cido na roa lafga do Rosario n. 36, segnndo
andar, coUocadentecomgeiigivasarlificiaes,
e dentadura completa, ou parte della, com a 9
9 pressao do ar. g
mt ***
O SOCIALISMO.
Pelo general Alaren Ialana.
Acaba de publicar-se esla interessanle obra, que
*r*-ta dVocla"',mo christao e U mbem da guerra do
. Oriente oom toda a historia reliziosa e poltica at
as conferencias de Vienna.
Os senhores assignanles podem mandar receber
os seos evemplare daquellas pessoas n quem liveram
a boadade de assignar.Continua aherlaas'asiignalu-
ja al o lim do corrente mez de julho, a 29000 cada
eiemplai. no eacriplorio do Diario de Pernamburo
Kica da Independencia, na loj& de livros dos Srs.
cardo de Freitas c5i C, esquina da roa do Colle-
gio ; as lojas-do Sr. Jos Moreira Lopes, ra do
yueiroado casa amarella ; do Srs. Siqaeira & Pe-
reira, Antonio Francico Pereira eBrekeofeld, ra
do Crespo ; do Sr. I.uiz Antonio de Siqueira, roa
da Cadeia do Recite ; e em casa do anlor, ja en-
quadernada. pateo do Collegio casa amarella no !.
andar ; assim como as mos das mesmas pessoas,
que ate tgara lem lido a hondada de agenciaren) as-
sigoaturai. Fiado o presente moz, vender-se-ha
cada um eiemplar avulso a 39 is.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
da Cruz no Recife n. *0, proprio para qaataoercs-
l.beleciineaio,: a tratar na rojisma ra a9, pri-
meiro andar.
.Regiment de castas.
Sabio a luz o regiment das cusAjudi-
ctaes, aanotado com os a visos que o alte-
raram: vende-se a 500 re'is, naaflivraria
n- 6 8 da praca da Indeoendencia.
Prieisa-ie por alago d de 2 preta escravas
paraourviro de caa : qiem n fiver, dirija-se
ra de S. Francisco, sobrado n. 8, como quem vai
para a roa Bella oa Mundo Novd.
MASSA ADAMANTINA.
Ra do Rosario n. 36, segundo andar, Ranlo Gai-
goouz, dentista francez, chumba os denles com a
massa adamantina. Essa nova e maravillosa com-
posic^o lem a vantagem de encher sem pressao dolo-
rosa todas as anfractuosidades do dente, adquirindo
em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dora, e permute restaurar os denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva.
.'lBLIC\t;A0 DO NSTITUTO H0-
. NEOPATIIICO DO BRASIL.
THESOURO HOMEOPATrllC
OU
VADE-MECUM DO
. HOMEOPATHA.
McUiodo tontito, claro e trguro de cu-
par honreppathicamente todas as molestias
El affligem a-especie humana, e par i-
tormente aquellas que re'mafn no Bra-
sil, redigido secundo os melhores trata-
dos de homeopalhia, lano europeos romo
americanos, e segundo a prupria experi-
encia, |,eli Dr. Sabino Olegario I.udgern
la obrn be hoje recouhecida co- '
^^^^B que tralam daappli-
c.icao homeopalhiea no curativa, das .uta,
curioso, principalm
' podtjm'dar nm passo seguro sem i
consulta-la. Os pas de familias, os seni
re de engenho, lacerdoles, viajantes, caV
pitSes de navios, sertaoejosetc. etc., devera
le-Ia m3o para occorrer promplamente a
qualquer caso de molestia,
tious volme em hrochura por 109000
eocadernados II9OOO
Vpnde-se nicamente em casa do autor,
ra de Santo Amaro n. 6. (Mundo No-
vo).
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva lem carta
na l.vrari. n. 6 e 8 da ryea da IndependencTa
Est fgida a prela Joaquina, l>em conhecida
por vender l.p.ocas ha muiu; lempo, ella a 35 he
adquirindo moSa. lem os cabellos hrancos e com urna grande
falta que parece coroa, levou_aaia de barra edr de
rosa, panno da Costa azul com lislras brancas ha
desconfiancaque ella se (eoha evadido para Pear,
de Fogo, onde Ja esteva fgida 5 mezes : por isTo se
roga >. autoridades policiaes e mais pessoas q
facam prender e leva-la travessa do Trapiche
Vendem-se em casa de S. P. Jolins-
ton & C., na rita de Seniala Nova n. 4 i.
Se'llins inglez.es.
Relogios patenteSglez.
Chicotes de carro e de raontaria"
Candiirose casticaes bromeados.
Lonas oglezas.
Fio de tpateiro.
Vaquetas de lustre para Carro.
Barris degiaxa n. 97.
VinhpCherrY em barris.
Camas de ferro. *
Yende-se urna relinarfio di; assucar dentro do
Itecife': quem a pretender comprar, dirija-se ao de-
posito de assacar, na roa da Crur, dos Srs. Souza j
Carvalho, que ahi se dir com qaem se pode Iralar
do ajaste.
Vende-se urna anoa.qo* pega mil lijlos de
alvenaria groesa, bem consiruida, com boa crrenle
e ferro, por preco commodo : 119 pateo do l'araizo
n. 10.
- No pateo do Carmo, quina da ra de Horta
n.2, vcuHem-se queijos novns i 2J080, chouricaa
novas a 440, gomma a80f., ci.fa180, manleiga
maleza a 800. 960 e 19200, aaeile doce a 6S0, vinho
d I-isboa a 100 rs., bolachiiiuas linas Lisbonenses a
400 rs.
He baratissimo.
Na ra do Queimado, nos qnalro cantos, na loj
de fazendas n. 22, defronle do sobrado amarello,
veiidem-se bonitas mana de seda pelo Carato preco
de .">9000, lencos de seda para aleihelra, fazenda mni-
lo superior a 19600, ricos cortes de seda para vesti-
dos a 149 a,W). chafes de merino muilo nos e de
muito bonita padrSes a 69, selim- preto maco com
pequeo toque de mofo pelo ave-so a 13600 o cova-
do, lencos de seda d? cores para grvalas, fazenda
muito superior a 19, luvas de seda de todas ascores
e sem deleito alcuin a 1S o par. ditas prelas de tor-
l, de Lisboa, o mrlhor que podo haver a 1& o pai,
lercosdecnmbraia de ynho a 560, casimira prela
muito lina a 28 o covado, merino preto muito fino a
J9 o covado, princeza muito boa a ."i(Kl rs. o covado,
meias brancas linissiraas para senhoras a 4011 rs. o
par, lencos minio bonitos de casa a 160, chales de
differenie qualidade e de bonitos pedroes a 610,
800,19,196OO e 29ada um, linis.imos chapeos re-
los rranertes a9TJ06f "lem des'as oulras muilissi-
mas fazenda*, que pW se terem arrematado em lei-
lao e se quefer acabar com a loja, vendem-se por
preco que far admirar aos compradores ; a ellas,
antes que se acabem, meus amigos.
Vendem-se 4 travs de emheriha preta com 50
palmosdecompridoe'Ja lOpollegadas de grossura
em quadro : to caes do Ramos a Iralar com Jos
Mara Fernandes Thomaa, ou na ra da Concordia
com Manoel Firmino Ferreira, onde tambem se ven-
dem travs de 30 a 40 palmos, boas qualidades, en-
lames delouro de 2 palmos de comprido, e 6 pran-
choe de louro, ludo por commodo prego.
Vndese um escrava crioola de 24 anuos, en-
gnmma cora pe fenlo. cozinha c lava : na ra do
Colovelloo. 99.
A boa fama
Veadem-se muilo bonitos chapeos de sol de seda
nequenos e com molas* proprios para meninas de es-
cola, pelo baratissimo prego de 39000 rs. ; he colisa
tao galante que quem vir n.lo deiur de comprar :
na ra do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
Est a sabir a luz nd Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAMTDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS.
i pwto em ordem alphabelica, com a descripcao
abreviada de todas as molestias, a indicacjlo physio-
logica e therapeotica de todos os medicamentos bo-
meopathiros, sea lempo de aegao e concordancia.
seguido de um diccionario da signilicagao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto no alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Subscreve-se para esla obra no consultorio horneo,
pathico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 50-
primeiro andar, por 59OOO em brochara, 69000
encadernado.
O Dr, Sabino Olegario I.odgero* Pinho, (Ss
mudou-se do palacete da roa d&S. Francis- S
con. 68A, para o sobrado de dous anda- ^7
resn.b", ruade Santo Amaro, 'mundo novo.) 0
INFQRMACO'ES OU RELACO'ES
SEMESTRES.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da In-
dependencia, vende-se relacoes semes-
traes por preqo commodo, e querendo res-
mas vende-se ainda mais em conta.
Novos livros d homeopalhia mefrancez, obras
qae a
nn -
COMPRAS.
Compram-se acgOcs delBeberibe
ga do Rosario- o. 36, segundo andar.
COMPRASE
loda a qualidade de'
ra Nova n. 38. defrom
Militares, loja de funileiro.
na ra lar-
- UPUl velho, menos ferro : na
ra Nova n. 38, defronte da igreja da ConceicSo dos
Na'fabriea de oleo de ricino, roa dos Guararafl
pes, compram-se escravos; na precisa ter liabil.da-
oe, basta serem mogos e robustos.
na roa da Cadeia do Recife, loja^e cambio n. 38.
Compra -
Vende-se urna boa vcca de leite,
parida de novo: no sitio do Chora-me-
nino, sobrado' da iabrica de rape.1
alguns ps de eypresles a de mag-
Vendem-se
nolia, e vasos do louga
o. 10.
para flores; na roa da Crac
FARINHA DE TRIGO FON-
TANA,
de superior qualidade, em primeira nao, e por fre-
g commodo : na roa da Cruz, armazem n. 4.
X
caras.
urna casa terral que sei
.*qe tenfca quintal e
as rreguezias de Santo Antonio ou Sal Josa :
tratar na ra de Santa Rita na lojas de sobrado n.
a, que se diru quem qaer.
Casa de commiisaVde escravos, na ra do Li- '
vramenlo n. 4. A
Compram-ie escravosde ambos os seos, de idade
do que em outra onalquer pajfte. V^j.
CompratnJJ piramat-Fernando III
la e alnquisigo
ver annunci
e An-
quem os li-
estado, e que tenha da ama 6 palmos de larsura,
e a porta 12 de comprirnento, tendo a janella 8 a
tratar n. ra do Maafyrioso. 15i
VENDAS.
Aoalfe
ma
molestias
^'urnes............ 209000
Teste, rrolestias dos menipos..... 69000
Ilering, homeopalhia domestica..... 79000
69000
1
89OOO
169U00
IO9OO9
89000
79OOO
65O00
4SOO0
109000
3OJ0O0
Jahr, pharmacnpa homeopathica.
.Jahr, novo manual, 4 volames ....
Jahr, molestias nervosas.....'. .
Jahr, molestias da pelle.......
Rapou, Histeria da homeopalhia, 2 volumes
Harthmann, tratado completo das molestias
^ meninos. .........
le, materia medica homeopathica. .
De Fayolle, doulrina medica homeopathica
Clnica de Staoneli .......
Casling. verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Nyslen .......
Attlas completo de anatomia com bellas es-
tampas coloridas, cootendo a descripgo
de todas as partes do corpo humano .
vedem-se todos eiles livros no coosullorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Mdscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro audar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula para a ra do Ran-
fjel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internoseevternos desdeja' por m-
dico preco como he publico: quem se
quizer uttlisar deseupequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EDUCACAO DiS FILHAS.
Entre as obras do grande Fenelon, arcebispo de
Cambray, merece mui particular mengae otratado
da educarflo das meninasno qual este virtuoso
prelado ensioa como as mais devem educar snas fi-
Ihas, para um dia chegarem a occopar o sublime
lugar de mai de familia ; torna-se por laclo, um
necesWnde para (odas as pessons que desejam sui.
a-las no verdadeirocaminho da vida. Esla a refe-
rida obra Iradu/ida em portugnez, e vende-se na
livraria da praga da independencia n. 6 e 8, pe
diminuto prego de 800 rs.
O Dr. Jofio Honorio Bezerra.dc M
nezes mudou a sua residencia da ru
Nova, para a ra da Aurora, sobrado n.
02, que faz esquina com o aterro da Boa-
Vista, e ahi continua a xercer a sua pro-
issao de medico.
1 J. JANE, DENTISTA^
9 contina a residir naruaNova n. 19, primei- V(
8ro audar.
C Precisa-te de ama ama capaz para engommar
em uma casa de ponca familia : na ra do Cabog,
\ ende-se papel marfim pautado,*\ resma a
I ape| de peso pautado muilo saperior, resma
uno atmago sem ser pautado muilo bom
Peonas tinissimas bico de langa, groza
Ditas muilo boa, groza
Caivells finos de 2 e 3 folhas, a 240 e
Lapu finos envernisddos, duzia
Ditos sem ter envernisades, duzia
Caetas de marfim muitb bonitas
Capachos pintados para salas
Rngalas dejunco com bonitos rastoes
Oealos da armagao ac, todas at gradinroes
Ditos de ditos de metal brauco
Lunetas com armaran de tarlarnga
Dilas ile d,ila de hualo
Carleira para algibeira, superiores
Fivellas douradas para caigas e colletes "
esporas linas de metal, o par800 e
Trancellns prelas de bonaza para relogios 100 160
Tinleiros e areeiros do porcelana, o par
Unas nquisslmas para rap a 610 I3OOO e
l.arleiras proprias para viagem
Toucadores de Jacaranda com bom espellio
uiarateirns do diversas qualidades
Meias de laia muito superior para padres
fcscoyas finissimaa para cabellos e roopa,
timssimas para barba, luvas de seda de todas
chronicas, 4 vo-! J|*' mKe'aS w,,l!uli'ie "nas "e muilo boas q
des, bengalas mullo finas, tinta encarnada e
propria para rucar livros. Alora de ludo isto oulras
mailissimas cousas ludo de muilo boas qualidades
e que se veodem mais barato do que em utra qual-
quer parte : na rj do Oueimao nos quatro canwv
de miudeza da boa fama
iOOO
39600
'5600
1200
640
400
120
80
320
600
500
800
400
I9OOO
500
600
100
I5000
160
500
19500
:t-s500
3.3000
160
23OOO
navalbas
as c-
qualida-
na ru
a bem conhecid
n. 33.
Veade-se uraff reto propro para qualquer ser-
vigo por ser possante : na ra ImperialI n. 171.
Por 2009000 rs.
Vende-ce orna rabeca italiana, original Gur-
nenos, auno 1731 Cremona ; quem
comprar, anuuncie por esta folha.
a pretender
Vende-sevaro boa escrava muito esoerla e de
opl.ma conducta, colinda bem o diario de uma cas?
in. c\. ne-mn"0 ca1r"lnn.Pameuinos: na
jua da Cruz n. o2, segundo aodar.
Vende-e nm bom escrava moco, muitn ham
cozmheiro o de boa conducta, uma empardaX
20 annos, com principios de habilidades, uma pela
e02SSlM..,,h'* '" ,0do0-vigo ; aPra
H.T.iVe.ndf"? *.Mf' G cdeira*J|*anca de meio
de al. lodo de Jacaranda, 1 comaaada de amarello,
18 quadro dourados com bonitas estampas, 4 anne-
loes de uuro de lei sem feilio, Indo isto he vendido
por preco muilo commodo por ser de uma pessoa que
relira-se : na ra da Koda n. 52. q
h77..V?Dde'Se ama neg.ra dc n"cao- "'landeira, de
bonita figura : na ra Augusta n. 3 A.
Vende-se uma negra com muito bom leite, com
uma cria de 3 mezes, e uma negrinba de 8 anuos,
muito bonita : oa ra do Livrafoenlo n. 4.
linyt^Wflti^ritlflltft^il'llt- U.
i Brunn Praeger&C, tem para ven-
da em sua casa ra da Cruz n. 10.
onas da Russia.
instrumentos paia msica.
,dos para mesa,
utos de Havana verdaderos.
ioonna lacea. ~
loja n. 2.
"" NAVAL1IAS A CON TEMO E TESOVRAS.
Na ra da Cadeia do Recie 11. 48, primeiro an-
dar, escriplono de AugutloX. de Abren, conli-
a vender a 8900t)o par (pregaslvo, as j
idas e afamadas navalhas de barba felas
peloTTBrTj'bricante que foi premiado na ej,iosic.1o
de Londres) as quaet alm de durarem eilraardia-
riamenle, niflsesenlem no rosto na,aeran d corlar ;
vendem-se cor) a coodigao de, nao agradando, po-
derera os compradores devolve-las at 15 dias depoi
pa compra resliluindo-se o importe. a mesma ca-
sa ha ricas lesourlnhas para unhas, feitas pelo mes
rao fakricante.
Na rua do(Jieimado. loja de miudezas da boa fa-
ma 11. 33, vendem-se mascaras muito boas pelo ba-
ralinho prego de 500 rs. cada uma, a ellas antes que
se acaberrttoque ha falla deltas e a porr.lo be pe-
qoena. ^^
Na na das Cruzes n. >, vendo-se lima bonita
crioola de '2~> nones, que enjomm?, cose chao, cozi-
nha e lava ; uma dita de 3o annos, que engomma,
cozinha c lava ; e ama dita de Nagao de 40 annos,
que cozinha, l.vva_ vend" ha rna.
Vende-se uisj^iorrao de garrafas, meias car-
fas e botijas vasBk frascos prelos que feram de
ebra, frascos de vMro preto.com boia larga, pro-
prios para manleiga, doce, ele. : na rua Nova nu-
mero 65.
Vndese unta bonita escrava de 23 a 2* annos
de idade. com dna cria* mulalinha, leudo uma 3
annos e a oulra 3-mezes : na rua di Senzala Nova
n. 20. ^
LEONOR DAMBOISE. .
^Vende-se o excellente romadice histri-
co Leonor d'Amhoise, duque He Breta-
nha, 2 vobpijMxir 1x000 rs., na livraria
n. (i e 8 da piteada Independencia.
Vende-se uma,escrava crioula, idade dc 20an-
uos, pouco mais ou menos, sabe cOiiohar o diario de
uma casa, boa lavadeira de barrella e sabao, engom-
ma liso, sem vicios nem achaques, e vista do com-
prador se diru o atptivo di. venda ; na ruada Praia
de Sania Rila, sonradn de um andar conligao as ca-
tacumbas de Santa Hila. ,
Vende-se uma taberna na rna da Seozala Ve-
Iha a. 15, e nBo havendo comprador, veode-se a re-
lalbn ; lodo o dono de taberna faz negocio comprar,
a saber : vinfcn bom, vinagre, azeito doce de Lisboa,
e nao vendendo junlo.Telalba-se pelo diminuto pre-
go de 6)0 garrafa, toucinho superior de Sanios,
cerveja, penetra de Hollanda. ligelas, pratoa'e ba-
cas, azeite decarrapalo, sardinhas, cafo de carneo,
arroz de casca, nm peso de arroba, nutro de meia, e
todos os mais gneros quenella se acharcm : a Ira-
lar na mesraa n. 15.
Vende-se rap Paulo Cordeiro a 19280 a li-
bra : na praga da Independencia loja de bilheles
n. 40. .
Vende-se om escravo de nago, de idade 40
anuos, que faz toda a compra para uma casa de fa-
milia, cozinha Soffrivelmenlc, e serve tambem para
roca : na rua do Hospicio, sobrado amarello, segun-
do andar, esquina da praga da iloa-Visla.'
Vendem-se charutos feilos na Ierra da melhor
qualidade, por prego commodo : oa rua do Vigarid
o. 14.
' Vendem-e.3 escravas, sendo 2 ptimas criou-
la. muilo lindas, ptimas para rnucambas ; 1 dita
para quilandeira : pa rua Direila a. 3.
POTASSA BRAS1LEIHA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Bio de Janeiro, ebe-
gada 1 ecentemente, recotnmen-
da-se aos senliores de engenhos os
seus bons efleitos ja' experimen-
tados: na rita da Cruz n. 20, nr-
tnazem de L. Leconte Feron ci
Companhia.
Velas.
Vendem-se velas de carnauba pura, de 6, 7, 9 (
10 em libra, pelo diminuto prego de 149 a arroba :
na rua Direila n. 59.
Vendem-se saceos com superior gamma dc an-
goinui..r, dita de aramia, em saceos e em arrobas :
na rua da Cruz do Recife n. 36, casa de Mendes*
Braga.
a loja das eis
portas,
Em /'rente do {Juramento.
Manteletes de rambraia bordados, fazenda moilo
fina e bonita a duas patacas, lengos de-cambraia
brancos e pintados, proprios para mao a tai vintn,
neos pequeos para meninos a qualroalateoti e
luirs muitas fazendas que se quer acabar.
Sedas baratas.
Vendem-se corles fie vestido, de seda de quadro,
modernosgoslos, pelo diminuto prego de 189 cada
corle ; na loja de 4 portas, na rua do Queimado
n.JIO.
Vende-se cal virges, cliegada Iiod-
tem, e de superior qtftlitjade por prec-o
razoavel: no armazem de Bastos & Ir4tdas e metas moendas para engenho, ma-
maos, rua do Trapiche n. 15.
'Na rua da Viga rio n. 19, primeiro andar, vun-
de-se farelo novo, chegado d Lisboa pela barca Gra-
tidao.
Capas de burrachii baratsimas.
Vendem-se capas de borraelja, o melbor possivel ,
por prego que se nao vende em* parte alguma na
rua da Cadeia da Recife, loja n. 5o, defronle di tua
da Madre de Deo..
Moinhos de vento
ombombasde repulo para regar horlas e baixa,
de capim, na/undiga deB.W. Bowosan : na rua
4oBrnmns.6. 8el0.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna til a
Senzala nova n. 42. 4.
Neste estabelecimeiito continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
Na rua do Vicario n. t, primeiro andar, ha
para vender Superior retroz de primeira qualidade,
lo fabricanteSiqueiralinhas de roriz'e de nume-
ro, c fio porrele. ludo chegado pelo ultimo navio vin-
do do Torio, ejanlamenie vinho superior, feitoria
em pequeo barfu dc dcimo.
N. ")5-aierroda Boa-Vistan. 5.j.
POIRIER.-
Acaba de fazer orna especie de venezianes com o
nome store, de nova invengan para jane! I as. servem
de ornamento e lem a vantagem de impedir a cor-
renlezi de ar nos aposentos e entreter-lhe a frescura
necessaria. Podem igualmente servir para arma-
zens. Por om engenhoso inechauismo sao muilo
ir|elhor do que as venezianas autigas. S com a
visl melhoiTsc pode saber o quanto sao encllenles.
Brins de vella : no armazem deN. O.
Bieber & C., rita da Cruz n. 4.
POIRIER.
ATERRO DA BOA-VISTA* N. 05.
Vende-se um carro de quafro
rodas, novo, muito elegante*
leve, e de novo modelo: em
r
A2 800
Chales de ganga bordados a 29800. ditos Tinos de
merino de toda as cores a 59'i00 : na rua do Quei-
mado n. 33 A.

tatas a
casa do Potrier.
OS MELHORES CHARUTOS.
que ha presentemente no mercado { vendem-se por
prego razoavel *la rua do Crespo, luja n. 19.
Vende-se urna taberna na praga da Boa-Visla
n. 15 : quem pretender, falle na mesma, que se faz
todo o negocio, ou a prazo ou a ditiheiro.
FARELOS E SEMEAS DETISBQA.
Na rua do Vigario armazem n."7,'ha
para vender senieas e ltelos muitonto,
desembarcado hoje do patacho CONS-
TANCIA.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior arinha de mandioca
em saccasquetem um alqueire, medida
velha por 5{000 reis : nos armazem ns.
o, 5 e 7, e"^rmzemdelronte da porta da
alfandeppa, on a tratar ro escriptorio de
Novaes & Companfria na rua do Trapiche
n. 5T, primeiro andar. |
YEME-SE
na rua Nova n. 38, tfetronte da igreja da Csnceigao
dm Militares, cadinlios do norte de lodos osUm-
nhos, verniz copal a 900 rs. a libra, muito bom, p-
timas bigoroas para funileiro, tesoura paratdilo,
alicates muilo fortes, rozelas para esporas muito
boas, vidro's para vidraga, em caUa e a relalho, e
lodos os preparo para oflicin de Ueiro e funi-
leiro.
Fazendas batatas.
Corle de cassa de cores com barra a 29000, chita
boas dt) cores fixas a 180 rs. o covado, ditas largas
para loetti a 200 rs., ditas adamascada azul e amaril-
las proprias para cober|a a 240, riscados francezes
largos de qaadroi moderno n 260, pegas de cassa de
lista com 8 varas por 19600, ditas de quadro a 29n.
corles de seda proprios para noivas a209000rs.,cam-
braias de linho finas a 59OOO a vara, panno de linho
para lengnes rom mais de II palmos de largura a
29400 rs. a vara, corle de rambraia de salpico a
2SS80 rs corte de casemrra de cores a 49000. brim
de quadrinlins a 240 r. o covado, sargeliin escure
com mofo a 160 a covado, luvas decores fio da Es-
cocia a 160 o par, esgniao para peilo de camisa a
15400 rs. a vara, panno pfelo e de cores, merinos
finissimos, e oulras muitas fazendas queadinheiro
se vendem por prego barato : na loja n. 50 da roa
da Cadeia do Recife defronle da rua da Madre dt
Dos. *

Farnha de man-
dioca a !$50O
chinas de vapor, e taika de ierro batido
e. coado, de todos os tamauhos, para
dito.
TAIXAS DEF'EBAO.
Na fundicao' d'Auror* em Santo
Amaro, e' tambem no DEPOSITO na
rua do-Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Marinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto-f
de fabrica nacional "como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequmas,
razas, e fundas ; e em ambos os logare*
extstem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza'. Cs
precos sao' os mais coanmodos.
DEPOSITO Di FABRICA DE TODitS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber tt
C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito propriopa-
ta saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C, na rua
da Cruzn. 55 ha para vender excel-
entes pianos vindos ltimamente de Ham-
burgo.
Vende-se uma balang romana com lodos os
us perlences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se rua da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO. -
\ ende-se superior cognac, em garraCa, a 129000
1 duzia, e 1S280 a garrafa : na roa dos Taooeiros n.
i, pameiro audar, defronte do Trapiche Novo.
Chales -d mei ino' de cores, de muito
bom. gosto.
Vendem-se na rna do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
,
Na
ATTENCO.
do Trapiche n. i,
rua do Trapiche n. 34, ha para
vender barris de ferro ermeticamente
fechadqs, proprios para deposito de fe-
es ; estes barril1 sao os melhores
tem descob^tojiai
exhalareqftrW-nor ebeVo, e
/.am fti librase custa-;-yaimii
CO de J-S000 rs. radaIrW i m
jue s
n, por nae
S-pe-
10 libras^ cus
;o de 45OOO rs. cada
Vende-se pipas, barris vazios-e bar-
ricas internadas: a tratar oom Manoel
Alves Guerra Jnior, na rua do Trapich,
n. li.
Potassa.
Noanligo depsjilo da rua da Cadeia Velha, es-
No
a saco.
armazem de Tasso Irinos.
aglS A ABROBA.
vendem-se u travessa da Madre do Dos n. 16,
armazem de Agojliiiho Ferreira Sema Guimaiaes.
DIMHIIRO
r -
nao se engeita.
JA RUA DO QUEIMADO N. 40.
Henriqnc & Santos acabam de arrematar em lei-
laograndoifKirc^o de fazendas dc seda. 1,1a, linho e
algodao, cquerendo acabar, avisam ao publico, que
se vendem por diminuto prtfq a faieudas segua-
les, bem como oulras mui tai, e do-t: as amottris
com peoher.
Vestidos de-stdade cor com toque dc mofo a
12SO00.
Ditos de seda de cor sera mofo, a 149000
Cortes de cambraia de seda de habidos, a 7O00
Cortes de .i o de qiiadros, a 49600
Sedas de quadros e lislras, covado a 900
Adelinas de seda de quadros, covado a 800
Alpacas de seda de quadros, covado a 600
Selim prelo Maco liso, covado a ^ 29600
Sarja prela lavrada, covado a; ut'flr '-feOOO
Sana prela lisa enenrpada, cajvado a
tirsdenaplcs prelo mofado, covado a
Tfelo, azul claro mofado, cojudo a
Chales prelos do reros, a
(.lales de seda de cor grande*, a
Maulas de seda para -enhora, a
Lencos de seda de cor, grandes a
Lencos de seda com mofo, a
Lencos de seda dc cor pequeos, a
Lencos de seda de cor para grvalas, a
Caries de colletes de selim bordados, a
Corles de rlleles dc merino bordados, a
Corles de colletes de seda com barra, a
Chales de merino bordados a seda, a
Chales do merino com franja deseda, a
Chalan de 1.1a de cores, a
Corlet*do rasemira preta fina, a
Cortea de casemiras de cor liuas, a
Cortes de coHelas'de laa.a
Panno prelo tino, a
Drelo prelo para panno, covado a
l'anno de varias cores lino, covado a
Merino prelo decordaoenfeslado, covado a
Alpaca prela de lustre fina, covado a
Brim liso de puro linho, peca a
Aberturas finas de cor paracaroisa, a
Corleada colletes da fusiao fino*, a
Cassa francezas de cores finas, vara a
Ganga amarella de quadros e lisa, covado a
Chitas francezas largas, eovado a
Riscados francezes muito largos, covado a
Lenc,ot pegenos de casta finos, a
19300
900
360
ilpOOO
K3000
.VsOOO
19-500
900
800
720
:iooo
29.500
25000
99500
.59500
49500
500
4-rooo
800
2*500
3900o
49000
640
500
89000
700
600
600
240
260
220
300
Vendem-se corles decassa preta de bom goslo,
pelo dimiuulo preco de 2J000 : na rua do Crespo,
loja n. 6.
LAB\iNTHOS.
Lencos de cambraia de iinlio muilo finos, (oalhas
redondas e de ponas, e mais objecin deste genero,
ludo dc bom (gosto ; veude-se barato : na rua da
Cruz n. 34, primeiro andar.
A 99000 A PECA. t
Vendem-se pecas de brim fino de Itabo, com 20
varas, proprio pata carolas, .(oalhas, lVroes eoalra
muitas obras, pelo baratissimo preco de 9S000 a pe-
Qa, assim como ootras muitas fazendas que a dinhei-
ro se vendem barato : na rua da Cadeia do Recife,
loja n. 50,defronle da rua da Madre de Deas.
VINHO BO PORTO SUPERIOR FEITORIA.
Vende-se por preso commodo no armazem de
de Barroca & Castro, rua da Cadeia do Recife n. 4.
Velas.
Vendem-se excellenles vejas de carnauba pura e
de composico, sendo estas do melhor fabricante do
Aracaly, pelo commodo prejo de 149500 a arroba :
na rua da Cruz armazem n. 15. .
A ELLES, ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se cortes de casemira de,bnm gosto a 29,3
43 e 59OOO o corte ; oa rua do Crespo o. 6. *
Tabeas par& engenhos.
Na fundicao'. de ferro de D.' W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de o a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se um cabriolel e dous cavallo, ludo
junto oa separado, seodo os cavallos muilo mansos e
muilo costumados em cabriolel: para ver, na co-
eheira n. 3, defronle da ordem terceirade S. Fran-
cisco, e a Iralar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na rua do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENIIORA.
Indiana de quadros muilo fina e padret novos ;
cortes delaade quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esqui
la n.r-i 1 ni .1-. I' .. !_:.. "
criptorio n.2, VPWe-se muilo superior potassa da
Kussia, americana e do Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he para fechar coutas.
Na rua do Vigario n. .$, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, vakas, redowas, schc-
tickes, modinbas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpneiro.
Grande sortimento de brins para quem
quer ser gsmcnho com puco dinheiro.
* Vende-se brim trancado de ltras e quadro,d' pu
ro linho, a 800 rs. a vara, dita fita, a 640, ganas
amarella lisa a 860 o cavado, riscados escaros a imi-
lajao de casemira a 360 o covado, dito 'de linho a
' ')ilS mai' *hiixo 160. "lores de todas as co-
retaaoo, 240 e 320 o coroqb : na rua do Crespo
n. 6. r
Alpaca de seda.
Vende-se alpaca, de seda de quadrot de bom oslo
a 1 jo o covado, curtes de I,la dos melhores gslosque
"TJrU!'10 merca,,u -55W. a 19800, sarja preta hespanhola a 29400 e 29200 o
covado^selim posto de Maco K00 e39200, uar-
danaposadaniastadosreitaiaaittnimaraes a 39SM
a duzia, loalhas do rosto vindat do mesmo lunar a
991XX) e I29OOO a duzia : n rua do Crespa n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESIIROS A800 RS. CADA II.
Vendem-se na rua do Crespo loja d esquina que
volta para a rua da Cadeia.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A,J000.
Vendeaj-se na rua do Cretpo, loja 4a, esqnina que
vol a para a rua da Cadeia.
Em caia.de llimm Monsem dt Vinnassa,
praca do Corpo Santo n. 13, ha para
vender: S
tL'ra sorlimerto coj
ico vindos
CEMf .
da melliorquabdade:
casa de Brunn Pra
diCruz h. 10.
10
wm mm\i da
fcDWlN MAVV, ESCKIPT
AS BRAGA & C, RUA
CHE N. 44. .
Tem para vender um completo sorti-
mento de tixas, moendas e meias moenr
das paraengenho,~cujasjperioridade ja'
he bep conhecida dos tsjffores dc enge-
nI)o desta provincia, dos da Parabiba e
das Alagoas, desde quando taes objectos
do mesmo fabricante eram vendidos pelos
Srs. Me. Calmont&C,desta pra^a.
PECHIW1IA E MAIS PEU1MA.
na rua Nova n. 8, lqa de
Jos Joaqoimajjtforeira.
Acaba da receber pelo ultimo navio francez, nn
magnifico sortimento de borzegoios para tenhora,
todos de duraque. mas que pela deliajMeza com que
dito feilos e consistencia da abra, multo devem agra-
dar ; accrescendo ajm dislo o oreo< qne apenas he
de 29400 rs. o par, r-em coa
lustre para sennora*. 1960C cordavao mai-
to novos a 190O0 ri \ f caria da en-
trega.
Em
(
m "iStjaia,
n- 15, hi, *ra
ultin

ano em barrica, ebega ^ffi
Je Hamburgo.
/ .iA*S E GRADES, w
KECHAHISMO PARAJEI6E-
m
NA FL'NDICAO
NHEIRO" DAVID.1
BA DO BRUM,
FAR1Z,
ha sempre um grande sottii
jectos de roechaoismes
ber : moendas e meias
coustruccao ; taixas de
superior qualidade e de lodi
deutadas pira agua ou anima*,
Cees ; crivos e boceas de""
eiro, agoilhoe, bronzes,
nlio de mandioca, etc., etc.
NA MESMA
so execulata todas as epcoi
ridiBe)^^pliecid,i, ecoi
modidadro preco.
Vendem-se
Jacaranda, cons1
todos os m
.tendo vindo
burgo:
21.
sa-
ina
Ma
rodas
epor-
^t^L^L^sv*8^'
AtlCDCo.
gado no pa-
1 ion tem, por
da rua de
A laboxue, dajaja Nova n. 50, que faz quina para
a rua de Santo Amaro; schando-se bastante tertida
de Itons generse orna. in que em oalra
qualquer garle, como sejam: velas de espermaceta
de superior qualidade e muilo novas, queijos do rei-
no e sjiperinr vinho Fisaeira e de Lisboa ; por isso
avisa aos seus freguezes e a quem he amante du bom
e barato ; assim como tem papel dc todas as quali-
dade, por carato preso,__^ A
CAE Y,
Yende-secj
tacho CON
preco comrf
Apollo n.^H
ConUsaai
vogado
cnnleodo~a MtB
e QaJSnaHHifl
jui/.es, escrWSes, en
que frequentam os esldosde
39OOO cada exemplar : na leja do
ci, rua da Cadeia o.' 56 ; loja de
livros, rua do Collegib n. 8 ; pa|ea,i
vraria classica n. 2, e na praca da '
livraria n. 6 e 8.
Vende-te ou arremJa-se am ilio na
gem, com planta de capim, arvoredosde
trra para plantar.: quem pretender, dirija-se aaTpi-
leo da matriz de S. Antonio n. 8, qae ahi ac ir
com quem tratar.
Rolao francez.
Veade-se o veretadeiro rolao francez em trteos
de libra e a relalho: oa rna larga do-Kosario a; 38.
Rape Paulo Cordeiro.
Vende-se o verdadeira e moit* firesco rap Paalo
Cordeiro : na roa larga do Kostt* i 38.
Vendem-se afiadores finos para navs'b?
e 6*0 rs.: na rua larga do Rosario n. 38.
Vende-se uma parda mora, com al-n
bilidtdes e bonita figura : na ra Trapiche 1
4
m
4
Vende-se cognac da melbor qualida-
1 Cruz n. 10.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propnedade do conde
de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20": este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
-a,56$000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de M*sHe os r-
tulos das garrafas sao azues.

da
Vende-se ama escrava
idade, viuda do malla, sabo I
'a babilidade para ogerania
'las Aguas-Verdes n. 21.
AOS SENHOI
Heduzido de 1
Do arcano4^tttl
do Stolle crn^H ,
ionias inglezsfl^H
ele vantager
assucar, acha-
libras, junto
ga-lo nar idioma"portnguez, em xas*
N. O. *Bleber & Conjpanhia, na ru
Cruz, r
volta para a rua da Cadeia.
que
CASEMIRA PRETA A 4*500
ft CORTE DE CALCA.
Vendem-t na rua do Crespo, loja da esqina qae
lia para a rua da Cadeia.
He barato que admira.
Vendem-se saceos cOm feijgo por di-
minuto preco : nos Quatro Cantos da rua
do Queimado, loja n. 20.
/
Deposito do chocoTarf francez, de uma
das mais acreditadas fabricas de Pars,
em casa de Victor Lasne, rita da Cruz
n. 27. ,
gilra-superior, pura baunilha. 19920
txtra fino, baunilha. 19600
Superior. i8-Jft)
Quem comprar de 10 libras para cima, tem um
abate de 20 %: venda-se aps mesmos preept e con-
dic,ot, em casa do Sr. llarrelicr, no aterro de Boa-
Vis n, 52.
Vende-se ac em cunheles de um quintal, por
pre;o muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Santo n. 11..
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcas e jaquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loia da esquina que
volla para a cadeia.
Vendem-se no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Recife, de Ilenry liibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Iuglalerra, por precos
mdicos. .
Vende-te excellente taboado de pinho, recen-
lemeiile chegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a enlender-se com oadminis
ador do mesmo.
Deposito dc cal de Lisboa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, continua
a ve'- so barr com mperior cal virgem da Lil-
1 *>reco commodo.
Desapareceu no da 17 de j
nome Manoel, representa ter 50 ai
Angola, com os signaes seguinles : estatura
(altas de alguns denles na trente e falla mata
vou camisa azul ja velha, calca branca de brisj
snppfie-se andar nos arrabaldes desta cidade: roga-
! as autoridades policiaes e capules de rarontio
apprehendam, e levem-o rua larga do Ri
n. 10, de Manoel Jos Lopes.'ou i rua di
silio n. 45, que sefto bem recomprnsadtj
Desapparecen no dit 26 dejaahoi
C.cravo Ra\ mundo, crioulo, ci* acaboclada,
los prelos, bocea grande.desdentado na
riz chato, venias grande, pouca barbajjn*
e arqueadas, altura regalar, idade mait de :."> a
lianallia de sapateiro, e conhece algumn le
a fabelu portuguei. que talvez saiba pro
guns nomes, foi comprado ao Sr. Manoel Goncalve
da Silva, e consta que o dilo escravo andt pelo ter-
Uto do Ico, e lem apparecido na cidade de Sobral;
per sao roga sea todas as autoridades pociae
capilaes de campa, que hajam dc prende-lo a- lavar
a i.eu senhor Ignacio Ferreira de Mello Cesta, no
enzenhoCamorim Grande, fregueziade AguaSrel.
ou netta praca a Maooel Antonio de SanliagXaeta,
qoe ser generosamente recompensada..
Desapparecen na manh.la de 2 do'corrente, da
bordo do brigue Amorim, no porto del
viuciade Alagoatj um cscraro marinheiro de legen-
da vilgem, de nome Francisco, crioulo, cor preta,
falla gago, estalara ordinaria ou regular, levando
com sigo a loupa que linba, abnete1
qual escravo foi de Nicolao Alves da Silva, tenue
do engenho Anhumas, na mesma pnrlj
di noticia dellr, capturar, ou levar i
senhores Sacavem Barbota & Comu^fJJ ( ^ ||a_
ceio, ou nesla cidade ao Sr. Aj^u-j,
Companhia, ser gencrosamenttj
Em IC de julho fugio jfo engenho I
fref uczia do Bom Jardimi^um p<
me Roque, idade 30 aniZ e r^retenj
alto, seccojianz gros beicos groxi ps mMmX ?d-
vou um cavallo tajgo pedrea, novo
que n o apprehender. le JT,o e jS?> '
a rua da Cadejo Recite n 2^ %*?** "?"_
met te reeompentado. M"" "" S*atrou-

~~
PWW. TYP. DE M. F. M FaRIA. 1855.


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