Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00599


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Full Text
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N. 276

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DIARIO DE PERNAMBUCO.

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Quabta Fkika 93 de Dezembbo. A Victoria V.

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1
freamar as % horas e disminuios da tarde.
Continuaca da Lanterna Mgica.


Sta vamos jols, eu, eobom velho
assentado na calcada, quando ouvimos
jgrande alarido, e gente correndo para
boma casa terrea, que tinha a porta a*
berta : levan tamo nos, e fomos ver tao-
bem oque seria. Era, segundo vimos,
liuin homem endemoninhado, a quem
hum Religioso da Penha estava exorcis-
mando. Sainamos d'aqui ( disse eu ) que
liada tenho, que ver. Como te engaas
( respondeo-me o velho ) espera, e ouvi-
Hs boas cousas. O pobre possesso hera
hum Meirinho, e logo queo Padre I he a-
tjrou duas esloladas no eapinhaco, soltou
acaravelha, e agora o vers. Comecou
o diabo a dizer cousas k Justica que me
fizera arrepiar os caTOIos. Se der li-
cenca a este enredador (disse o Exorcis-
ta ) dir' mil outras velhacarias contra a
Justica ; porque corrige o mundo, e lhe
tira com o seu temor, e deligencia as al-
ias, que tem de 61 ho para o inferno.
Nao o faco por isso ( respondeo o diabo )
se nao pelo adagio, que diz quem he o
teu inimigo? O otficial doten officio :
tem do de mim ; e tira-me des te corpo,
poissou huin demonio de preudas, e qua-
lidades, e perderei muito no inferno por
ter ca' estado com ms companhias. Eu
te porei boje fura ( disse o Padre ) de do,
que tenho deste homem, e nao de ti, que
o nao mereces. Pede-me alvicaras ( res-
pondeo o diabo ) se hoje me tiras daqui ;
eadverte, que os golpes, que lhe dou, e
o que o aparreio au he, se nao porque
en, e elle brgamos o' sobre quem hade
estarc melhor lugar, e andamos a mais
diabo te elle.
Acabou isto com huma grande risa-
da : e proseguio repetinejo quatro versi-
nhos. \J\ (^ disse eu ) tabera ha' Poetas

no inferno ? O' le se os ha' ( respondeo-
me o diabo ) E que penas sofrem estes?
( repliquei-lhe admirado ) Militas (disse)
e pioprias. Huns se atormehta ouvindo
gabar as obras dos outros. Poeta ha, que
tem mil anuos de inferno, e anda nao a-
cabou humas decimas a certos ciume*.
Estes vers atormentando-se, e dando l
Roadas huns nos outros; aquellepaia
atibar hum consoante nao ha' escondrijo
no inferno, que nao tenha resoulvido, r ow
endo as unhas. Estao alguns arranjado-
res de Dramas, e Entremezes ; mas he de
advertir, que estes trovistas na6 estao com
os de mais, porem, como tracta de fazer
enredos, estao entre os Procuradores e
Solicitadores, g$nte que so tracta disso :
e no inferno todos assim estao apposenta-.
dos. Hum Artilheiro, que para la'foi
outrodiu, querendo, que o pozessem e n*
tre gente de guerra, como ao perguntar*
se-lhe sobre o officio, que no mundo ti-
nha tido, respondesse, que daV tiros ; foi
remetido para o quartel dos contra bar dis
tas; pois sao os que no mundo fazeru
grandes tiros. Hum alfaiate, porque dis
se, que tinha vivido de cortar de vestir
foi aposentado com os maldizentes. Hum
ceg, que quiz encaixar-se com os Poe-
tas, foi levado aos namorados ; porque
todos o sao. Outro veio por humas mor-
tes, e esta' com a facilidad Medica. Os
Mercadores, que se condemnao por ven-
der, estao com Judas. Os mos Minis-
tros, pelo que tem surripiado, alojao-se
com o mo ladrao.
Ouvi-te fallar (" disse eu ) dos namo-
rados ; e por ser cousa, que a muitos to-
ca ; desejo saber, que qua*itidade ha del-
lespor la'. Manha he dos namoradoa
( disse ) que lhe toma tudo ; porque to
dos o sao de si mesmos: alguns do seu, di-j
nheiro, outros de suas Ralavras, outros d%

c
mmm




(1110)
i

suas obras, e algn s das molheres; e des
tes ltimos lia' menos que de todos no in-
ferno ; porque ha' molheres taes, que
com ruindades, e mos tractos, e peiores
correspondencias dao aos homens mil oc-
casioes de arrependimento. Como digo,,
lia' la* poucos destes, porem bous, e de
divert ment, se al i tvesse lugar. Al
gnns ha', que cm zlos, e esperanzas a
mortalhados, e em desejos, vao pela pos
ta ao inferno sem saber como, nem quan-
do, nem de que maneira. Ha' amantes
alacaiados, que ardem cheios de cintei-
ros ; outros crinitos, como cometas, chei-
os de cabellos, e outros, que s nos bi-
Ihetes, que levao das amadas, forra 20
anuos de lenha a fabrica da caza, abra
zando-se ; eassando-se nelles. Sao de
ver os que tem querido donzellas, com as
bocas abcrtas, e as mas estendidas.
Destes huns se condemnao por tocar, fei-
tos bobos dos outros, sempre em vspero
do contento sem nunca Ihes chegar o dia,
e s com o titulo de pertendentes : outros
se condemnao pelo be jo, brnxuleando
sempre os gostos sem os poder descobrir.
Atraz destes em huma masmorra es
tao os aduladores : esles sao os que me*
lhor vivem, e peor passao ; outros Ibes
sustentao as cavalgduras. Abaixo des
tes em hum retiro mui sujo, e atravanea-
do de madeiros do ar estao os da irmanda
de de S. Cornelio, gente, que anda no
Inferno nao perde a paciencia, que como
levao leita a' prova da ma' moilier que
ti ve rao, n en huma cousa ps espanta. Atraz
del les estao os que se namorao de veljis,
prezos em cadeas; porque os diabos de
fiomens de tao mo gosto nao sejulgao se-
guros. Achaose taohem presos de outro
lado os Merca dores : homens destes tem
hido o iufernoi que vendo a lenha, e fo
go, que la' e gasta, tem querido fazer
monopolio com a luz, ejahouvehum,
que quiz arrendar os tormentos, pare-
cendo'jhe, que ganliaria rnuitocom elles.
Estes temolos junto aos Ministros, que
por ca' of permittem. Logo ha' la' Mi-
nistros ? Pois nao ( disse o tirabo ) os
Ministros sao os nossos picados, o nosso
prato favorito, e a sement, que mais
proveito, e fructo nos da'; porque de ca-
da Ministro, que semeamos, cofhenios
seis Procuradores, quatro Escrivaes, sin-
co Letrados, e 6, ou 8 mil demandistas,
e traficantes, e isto todos os dias. De ca-
lda Escrivao colimaos 20 officiaes; de ca
v --
da Alcaide 10 Meirinhos ; e se o auno he
frtil em trapassas, nao ha' trouxas no
inferno onde recolher o fructo de hum
mo Ministro.
Taobem querers dizer ( tornei en y
que nao ha' justica na trra ? Como nao
ha' justica ? ( respondeo-me ) Pois no*
sabes o que aconteceo a Astra, quando
ogindo dos homens subi ao Ceo ? Se o
nao sabes; eu te quero contar. Vie rao a
trra a Verdade, e a Justica : huma nao
achou commoddade por despida, nem a
outra por ser rigorosa. Andarao muito
tempo assim, ate que a verdade de neces
sidade morreo. A Justica desacomodada
andou pelo mundo, rogando a todos ;
Yendo, que nao faziao caso d'ella, e Ihe
uzurpavao o nome para honrar tyranmas>-
determinou voltar para o Ceo : sabio da
grandes Cidades, e Cortes, e foi para as
Aldeas de camponeos, onde esteve escon*>
dida em sua pobreza por alguns dias : foi
hospedada pela simplicidade, ar qufr
contra ella mandou requisitorias a mali-
cia.
Fugio entao de todo o ponto, e an-
dou de caza em casa, pediudo, que a re-
colhessem. Perguntavao-lhe todas quenV
hera ? Ella, que nao sabe mentir, di-
zendo ser a Justica; todos Ihe respondan
" Nao em minha caza assim abando*
nada vou para o Ceo, dentando ca' ape-
nas as pegadas. Os homens, que isto vw
rao baptizarao com oseu nome algumas
varas, que bem ardem no inferno, e no
mundo s* tem o nome de Justica ellas, e
os que as trazem, porque lia* milita des-
tes, em quem a vara furia mais, do que
o ladrao com gazua, chave falsa, e escu-
da. Esta a historia da Justica: mas dei-
xando isto, quero dizer-vos, que estamos
muito sentidos do mal, que nos tractaes,
pintando-nos com un has, nao sendo nos
gatos, com rabos, nao ha vendo diabos
rabes, com galhos nao sendo cabras &e.
&c. Alem dista fallando commumente,
nao ha' cousa por ma', que reja, que nao
a deis ao diabo, e em vos enfadando de
qualquer cousa, dizeis logo Os diaboa
te levem : e advert, quesaS mais os que
la' vao por si, que os que trazemos; por
que nem de todos fazemos cazo. Ah es-
tao os Taberneiros, que tao pouco j|res-
so del les fazemos, que anda 3 sol tos por
todo o inferno, e de portas a berta* ; por
que gente, que tanta deligencia faz por
hirpara la' nao he de temer, qwefuja;
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"" "'' r'"">'~"<" i 'iii ''" ni "'' r"i" n i
fin)

atem de que esses homens para ali trans*
.plantados em tres mezes ficaS tao dtaboa,
como nos : so temos o cuidado de o nao
deixar aproximar-se ao fugo dos outros
para Ih'o nao aguarem. Nao ha* muitos
dias, que hindo eu ao inferno levar hum
reqado de certo Dzunbargador, encot-
trando immensa gente m* caminhoy na
vi hum so Escriva. Ol! jetase es-
pantado) he possivel, que todos se sal*
vem ? Como he isso ? Nao encontraste
hum so na estrada ? He ( respondea-me
o espirito) porque nao andao, voao
com as pennas; e nao o havelos no cami-
nho da perdicao, nao he porque muitos,
que sa5 ma5s, deixem de la ir; porem
sim porque he tanta a pressa com que
va\ que voar, chegar, e entrar he tu*
do hum. E deves saber, que se fores ao
inferno, nao acharas hum so Escrivao.
Como assim ? ( tornei lhe eu ) Eu te di-
go (respondosme ) he porque la nao
tem o nome de Escrives mais sim sao
conhecidos por gatos ; e esta a rasao por
que sendo o inferno huma casa tao gran-
de, etaoantiga, nao ha la hum rato;
que. elles todos cacao. E tambem ha por
' la roaos Ministros ( preguntei-lhe eu )
iNenhum est no inferno fdisse fazendo
dar grandes pinotes ao posese) porque
ero cada nio Ministro, ainda en vida;
esta o inferno torio. Renzi-me, e disse "
grande he a ojeriza, que vos outros dia-
bos tendes gente da Juslica Pois nao
Ihe havemos ter ? C respondeo o demo )
Elles sao ta6 endiabrados pela maior par-
te, que tememos, bajao de fazer, que
sobremos nos em materia de conrfemnar
almas, e se nos levantem com o officio
detinhosos, e Lucifer venha a prover-f
de demonios, e nos dispeca a nos para re-
cbelos a elles.
Dize-me mais; pois que tanto sabes,
taobem ha vera' por la' Jornalistas ? Ami-
gamente ( disse o diabrele rindo ) nao os
ha va, mas de 200 annos a esta parte ad-
quirimos mais essa mercanca : he hum
regalo veras grandes mentiras, e patra-
nhas, que urdem, as batalhas, que dao,
e os alvitres, que offerecem as Authori-
dades infernaes: estes morao com os
Mercadores : outros ha', que vivem com
anpennas aparadas, e promptos a encher
fohas, e folhas na defeza de qualquer
diabo, huma vez, quetenhajurisdicao, e
sendo elies osmaiores enredadores do a-
verno, quando outros os acpita, e Ihes
atira tizonadas, berreo, e se eegamcad,
pondo ps em parede, e Hiendo, que
lhes querem mal; porque sao homens da
fe do Carvoeiro, e amigos da ordem :
sao por isso arrumados com os adulado-
res, e de mais condemnados a ter as ven-
tas nastrazeiras de Judas, de Pihitos,
Herode, e Bar raba z.
( (lontinuar-se-ha )

&#. ictor. Nao sabe Vm.
que modo quer o Capitao Mor acoronela-
do beneficiar ao seu protegido, e amig
o facinoroso Cardeal ? Nao hade saber
sem duvida : pois eu lhe direi.
Quantlo o Corregedor desta Comar*
ca, o Ouvidor Jacobina, estava no Pane-
ma chegou-lhe um soldado a porta com
urna carta do S. N. e I., a qual abrin-
do-a o Ouvidor, sachou inclusos dois re-
querimentos feitos pelo sobredito Cap?
tao Mor, que perito na: advocacia,
para serem despachados a favor do Reo
Semea Ferreira Leite Cardial, de quem
elle nao teve vergonha de se abaixar a
ser Procurador, e Advogado. Ora vis-
ta de semelhante coiza nao poda o sol-
dado deixar de ser interrogado ( como de
facto ) se vinha ganhando o seu salario, e
quanto, visto ser nao menos de 40 legoas
da caza do mencionado Capitao Mor a-
quelle lugar ? Respondeu que nada por
que nao costume levar coisa alguma do
S. N. e I. Semelliante resposta deixou o
interrogante asss admirado, e absorto!
Sim ; porque um Capitao Mor acoronela-
do, dalgo, e rico, Snr. de numeroza es-
cravatura, aproveitar-se da inocencia de
um pobre soldado, para o poder mandar
a negocio de seu protegido a titulo de S.
N. el., nao era para deixar de admirar;
e por e*ta raza a mais seeslendeo a curi-
osidade do interrogante, e foi: perguntar
( ao Soldado ) seu nome, naturalida-
de, morada, &c., &c. fazendo de
tudo urna circunstanciada memoria, que
ge ada goardada.
Que bom modo, Snr. Edictor, de
fezer cortesia com o chapeo alheiol E'
assim, que, sem custo, este Snr. tem ad-
querido fama, honra, e dignidade neste
Termo, para poder reinar nelle a seu bel
praser, &c, &c.
De tudo quanto cima fica dito, se
duver quem ouse duvidar, informe-se do
-
t
i /.


I
lil.H.....
(1112;
Lt^cir' <"'e ta,~'-9a WRocelas debelada
. Adeus, S,.;. Edictor, espere por Zl ^^ bscoutin,'' *> L*.
ftfeSWKsa: S dis, ifa, s;"'i,nc,ito bisca, do desUsr^ **M asqual.dades lauto blanco, como
tinto, de Brdeos, e verde, muito boa
servcjaein sextos de duzia, sidra ein >ar.
rafas, mmto bous paios, e prezuntos, Un
do por preeo cmodo.
^^ Allug-a-se.
M Leilao as beinjfeitorias de liutn sitio 4HAvA";08' *? ?'*da Larangea, em
que consisten! n' inj.ua caza de taina e ~ .d* VWnte Ferreira dos Gui-
ajgumas arvores de fruto, estando a Tais ** mot-
tifru (luir,.!..!.. _____ .
biscas do
Sen assio-naute, e venerador.
O Cmbrente
Vende-se,

trra devoluta preparada e prompta, pa-
ra ser iigricultada, o mesrno sili befo-
iciro a Senboca D. Anua Joaquina Joze
ci Jezus a quem paga o 6ro de 5^000
WIJ annuaes ; os ttulos existem em poder
do Cnsul luglez o quai esta' autimnsado
para uzer e assignar a dita venda como
Ie*tamenteiro dos bens do fallecido Joze
Mn^lel.eur,t ; e fcera' effeito u dita venda
no Consulado Britnico na ra da Cruz
no. da 8 de Janeiro de 1830, a J hora da
rifo
'Amas de Leite
EnnzA^e de huma que ten la bom
leie, eseja preta cativa; na ra do
OaIdere.ro sobrado novo D. 5.
-----------------*----------------- '
Noticias Martimas.
Entradas.
'a 17 do correte. Goianna ; 24
horavCanoa^ Santa Cruz; M. Caetano '
I
-7 "ui,uj iTiiiizen,
t.jip. I, carga fazendas, a Nicolao
UUc b eber, passageiros G. H: F. Zea*
nier, csrxeiro Hambr DialS. Nenliuma.
Siludas.
> t
ultimo sitio de mais extensao, e"leudo Din., A~\?T^P5 3 ^ **
multo maiores bemtitorias. ^T'm "^ *** tze,
Na ra da Cadeia do Recife, arma*
zemN.o ,2> doss8 de calda de Lisboa
citado ..no Brigue Ligeiro, o que raras'
vezes aparece tao perfeito, e be das ua.
ulaes egumtes
Taboleiros de mariuelada de 4 libras ca~
da bum branca, e vermelba da primei-
^ ra quablade
Frascos com dosse de pera de -1 a 6 libras
irnos dito de pesegos V
fyilm dito de giiya
' difoyeje.ade rinja
dito dita de ninrineltida
dito de q na ros de Mirmelo
ditodeorcliataem po'
Pitos
Ditos
Julos
Ditos
Ditos
Ditos
zuro, M. Jernimo Moreira, equip 9
em a.tro. Rio de'Janeiro; &" 5
eipup. M, carga sal e niais gneros ~1
Porto de Galinl.as ; 8. ttaiuha 1" A^
&.VS^"*" Go",es>e-
difai de alper'L ^ J'"."^'". M. William B. ClianA
r "ey, e.|Uip. 12, carga acucar.
>

i^viam^^aa Tipgrafo do Itiario,,
'


I
mm


Full Text
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