Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00593


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Full Text
y-
*v

yo

1 >
>*p*rii I ni im
Ji. 270

Pililo de 1829.
,
i
DIARIO DE PERNAMBCO.
Subsereve.8<> na Tinaerafia do i
qne ishira todos os das ateii.
4
ierao Diario roa Direita N. Sf7 l. andar en ejesce per SeOreiaama felfea
Tera Feira 15 deDezembro. S. Ensebio B. M.

m
Preamar as 8 horas e 30 minutos da manha.



CORRESPONDENCIA.



4-
das culpas de Semino Ferreira Leile, Cirdi-
al, que em vertade de Certa de Ordem* d
Ar. Efliclor. Fa9a-me obzequio de Superior Tribunal da Rellacao d^sta Pro**
dar luz pela sua I ai prensa os 3 Documentos vincla se remetterao deste Juizo para o
inclusos, que sao: 1. o Papel de venda dito Trbunal, do mesmo consta o Depre-
do Eseravu alheio, que o ladra Cardial cado que se pede por certida cujo theor he
'
i
o seguate.
Deprecado.
Carta Precatoria requezitoria de-diln
genera Crime que vai deste Juizo da Villa
Rea! de S. Jo o, Comarca da Provincia; da
Paraiba do Norte para o Jizo da Ouve-
doria Geral ta nova Comarca do Certd de
Pemambco oti para outras quas quer onde
f<>r aurezentada pateada a requerimento de

venden a Luis Duarte Pinheiro: 2. o De-
precado, que vcio do Careri sobre a morte
de Jeaquim de Luna Freir, que aquelle la-
dra") aasassinou, e hoje appresenta 'olna fal-
sa pela qua! se ostra llvre, quando por isso
toma-je reo de mais este crime; 3. a co*
)>i i de Devassa informe que achei tirada
sobre a morte de Antonio Rodrigue*, eseu
argueiro que por nao merecer nerr o nome
'de 'Devassa* ciimpri coni o meu dever, co- Francisco Duarte Piuheiro para o que abai-
ino tudo ja fis ver na minha primeira cor- xo se declara. Joe de Faria Castro Juis
responlencia. Pcsqnefra 27 de Outubro de Ordinario ussta Villa Real de Sa5 Joaf e
Hi29. *teo termo Comarca da Provincia da Paraib*
Scu Venerador, e Assigh^nte. do Norte nella Comissario de Tolicia, c
.'h'D.u-j dos Sanlos.de Scqucira Cavalcante. Superintendente da Siza, Meia Szs, e Sello
csm Aleada no Crime, e Civei por Sua Ma*
gestade Imperial que Dos guarde &c. Ao
llluatrifsimo Sr. Doutor Oundor, e Corre
redor da Nova Comarca do Certa de Per-
i)
H^H
loo cu obaixo assignado

ntre os
mais bens que posso de mansa e paci-
tica posse e bem assim hm escravo crioullo numbuco, e bero assim a todos os Stuho*
de nome Joze de idade de vinte anuos, cujo res Doutores Ouvidores Ccrregedorcs, Jiil-
o vendo, como defacto vendido o tenho de gadores, Juizts' de Fora, Ordinarios,A-t 9
boje para sempre ao Sr. Luis Duarte Pinheis mais Ministros de Jusiicas, Oficiaes, e ma-
>.*.

ro por preco e quantia rerta de cento e triri
ta e cinco mil reis, osquaes recebi ao passar
deste em moeda correte dcste Imperio do
Brasil', e podera o dito Sr. possuillo, como
s,eo que li c fina sendo de boje para sempre,
c.om todos asaques encobertos e descober-
ios, icando o comprador obngaifo a pagar
r. sisa competente, e por verdade passei a
is pessoas della pcranle quem, e aos quaes
esta minha prezente Carta Precaloria re-
quisitoria de diligencia crime em forma for
aprezentada, e o seo devido efeito compri-
mtuio, e execuca se requerer, e pedir
por qualquer vie modo, maneira, ou ra*
za deva, e baja *le per tencer a todos em
geral, e a cada hum em particular em mas
prezente de minha lena e sigual. Povoa- jurisdicea, &c. Faco saber a Vossas Se-
cao do I>rejo tre/.e de Dczembro de mil
o'ito centn viute e Sv:te Semea Ferreira
Leic ; beguia-se o reconhecimento. &c.
.
t_J Oze Francisco do llego Rangel, Escri-
vtt da Corre9a na Comarca do Certao de
Peiuanibuco por Sua Magestade Imperial
Constitucional, que Dos Guarde &c.
Certifico que revendo o traslado das Ihe fas preciso a bem seu que qualquer





\




^v
-

$
-.



nhorias, e Merees que Francisco Duarte
Piabciro morador no seu sitio Pirana ter-
mo da Villa de Cimbres me fez a pe.tic.a5 por
escripta. do theor seguiote.
Peti9a.
Diz Francisco.Duarte Pinheiro mora-
dor no seo sitio Pirana termo da Villa de
Cimbres, que elle como pessoa do Pvo
e por servico de Sua Magestade Imparial se













-

4
*





____________l.





(losa;
'.: i ;
i
dos Escrivaes deste Jirzo aonde se axar a Duarte Pinheiro, reqoerro a Vossas Senho-
de
da
%
Devala de (norte feita a Joaquim de Luna rias lllustrissimos Senhores Ministro
cazado que foi com' Thereza de tal cuja Justina no principio deste declarados
morte foi feita por Garlos Cardial Romeo, parle de sua Magestade Imperial, e da mi-
este Ihe pasee carta Precatoria para as Jus- nha multo de merce que sendo-lbes esta mi-
ti^aa da Villa de Cimbres, ou par a'Onve- nha c*rta Piscatoria crime em forma apre-
doria geral daqnela Comarca em razad de tentada-se (ido por miin asiiguada, esellada
al reaidirem os ditos criminozos, e ser ho- com o s#llo deste mro Juizo que anta niin
je o marido da Snpplicada EscrivaS da dita serve, ou valha ssm seWo ex cauza a cum-
Villa, que he Mathias Soa requezitand para aqutlles Reos tanto iiteiramanfe cumprir, aguardar assim e da
qua prez08 forem seren recond-zi los a e*ta maneira que nelta se conten, e declara, e
Villa por Official de Justica a qui remet- ein sen cumprimento vigor e execuca sen-
dos para a Cadeia da CV tarca por tanto : do primeirameiite por Vossa Sen honra cuiw-
Pede a Vossa Merc Sr. J iz Ordinario seja prida mandara pronder e pegrar com to
da a moderaca ao Reo Cario* Roneo Car-
deal, e remetido a este me. J ti izo onde se
axa com culpa cosso mo.traa eertidao nei-
ta incerta de Vv. Ss assim o cuuprirem fa-
rao o que devem, e sao obrigados por bem
de seus muito Nobres c Authorizados car-
gos, serVico a'S. M. I., ea mim merc a
que eotaoheui me ofereeo pando da parte
de V v Ss. mr forem apresuradas outras
servido mandar passar dita Predatoria para
aquelle Juizo da Ouvedoria na turma reque-
rida. E R M e i ais se na contmha em
dita Petic.no depois do que nella profer o
me dispacho do theor seguute.
Despucho.
Passe o Precatorio constando o Cri-
me, e nao constando do seo Crtorio man-
do procure no Cartorio do Escriva Silva
Villa Real de Sao Joa deseaseis le Ju.uho samelh otes cartas. Dada c passada ilesta
de m\\ \Xo cestos e vinte e -j-s -* Pestribu- Villa''Real de Sao Jas da lomaba da Pro*
ida a Leite *nuil sa nao continua em di- vncia da Paraiba do Norte aoi desenoveje
to meo Despachoo, e, D< *tribuic* por "be ai Juuho de mil oito cent se vinieeteia quin-
do qua o Escriva do meo cargo qua e*ta ti da Iudejiendancia e dolmperi do Brazil
eicreveio passou a car ti Ja do tutor se* &c. Pagou-se de feitio desta uiiuha Carta
guate.
Certida.
IIustriisimo Snr. Jmz Ordinario obe-
decendo o resoeitavel detypcho de Vossa
Senhoria, Certifico que 116 mro Cartorio
nao existe a Devasta ou crime de Carlos
Cardial Romeo, pela n*on de Joaqnim de
Luna, c hindo ao Catouo^do rnva Sil
Precatoria &c.
j
Oze Francisco do R go Ranger" Escri*
va da^Correiea da Carriaica do Ce?ta5 de
Pernambuco por Sua Magestade Imperial
que Dos Guarde &c. Certifico que revendo
os |>apeis avulsqs do meo Cartorio nelle a
V ( que te acha antate ) c mo Vossa Se, chei os do theor e forma seguinte.
nhoria deterrainou revendo os rtVros em que Assentada. '
se laucan os culpailos em bum delles a fo- Ao dois dras/do iriez de Maio de mi
Ihas Ynte duas verso achei olansameuto lo orto ceios e vinte seis anuos nesta Povoar/aO
theor sejuinte Carlos Romeo Cardial, <\o Brejo da Madre de Ueos termo da Villa
braHco, solteiro morador no Brejo da Ma de Cimbres em onza de Apozentadoria do
dre de Dos culpado na morte feita a Joa- Ooutpr OuvidorGeral e Corregedor Gustavo
quim de Luna pronunciado em triuta de Adolfo de Aguilaronde foi viudo o Escriva
Julbo de mil oito ceios e quinze. E de seu cargo no liante nomeiado sendo ah
mais se nao coutinha era dito rol de culpa- pelo dito Ministro fo no nquertdns e per-
dos, de que dou f, e igualmente certifico gnntadas as Testero inhas que se seguem de
de nao achar no Cartorio do referido Eseri- que para constar fiz este termo eu Joa*
Baptista da Costa Coelho EscrivaO da Cor-
rcica o cscrevi.
* Teslemuuia I.
Francisco Gomes Pereira, pardo caza-
do natural de Paja e morador nesta Pvoa-
va Silva a Devaca de que fas menead o re-
querimento, a qual sem duvida hade estar
recolhida ao Cartorio da Corre9a5 por ser
muito docostume dos lllustrisiimcs Senho-
res Corregedores maudarem r^colber ao re-
ferido Cartorio as Devaca9 de morte depois 930 que vive de sua renda* de idade que dis-
de serem por elles reperguutadas e he o se ser de quareuta e seis anuos, testemunha
que posso certificar a Vossa Senhoria, Villa jurada aos Santos Evan^elhos que prometeo
Real de S. Joa" desanove de Junlio de mil dizer verdade, e perguntad'pelb ^onteudo
oito oentos e vinte eis. Em f de verdade no auto dase que sabe por otivir dizer pu-
o EscrivaS lo Crime Ignacio Joaquim de blicamente nesta Povoaca que teudo sahtao
Olivira Leite e mais se nao coutinha o falecido Antonio Rodrigues cora duas car-
em lita eertidao em corisequencia do que, gas de bolaxas com hum seu fmulo de nome
requerimento do Supplicante Frauciico Manoel desta Povoayao. o que elle Testes




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rounhs *to para &s bandas do Buique fora
seguido por trez homens, e junto a Fazenda
do Saco na Povoaca da Pedra Ihe fizerao
fogo ea sen companhoiro, e os acabara
com tiros, e tomaran duas cargas de fazen-
da, e bolaxas, cavallos, dinheiro, e espada,.
e todo o mais armamento que levava os di*
tos falce idos, e com tudo se fora, e ouvio
dizer que o assacino destes dois homens fo-
ra mandado fazer por Semiafi Ferreira Lei-
te a que chama Cardial b rauco cazado mo
rador nesta Povoaca em raza de uma de-
sorden) que tinha tido o anuo paseado son-
do as mortes acontecidas este anno em efias
da semana Santa, e mais nao disse e menos
do costume c sendo lido o seu juramento as-
signou com o dito Ministro, eu Joa Baplista
da Costa Coelho, Escriva da Correija o
screvi, Francisco Gomes Pceira.
i Testeraunlia 2.
Antwnio Francisco Komano, pardo sol
teiro natural da Villa de Goianna, morador
nesta Povoaca que vive de seu oRcio de
ourives de idele qu disse 6er de vinte c
sinco anno1*. Testemunha jurada aos Santos
Evanglicos que prometeo dizer verdade, e
perguntado pe!'* conteudo no Auto disse que
abe per ver, e encontrar a Antonio Rodri*
gurs dos Santo0, que saliio desta Povoaca
com duas cargas de negocio a despor fora, e
hindo de viagem chegando athe a Pojtica, e
ao Pesqueiro, e dahi para dmntc o mata rao
trez homens que em certa altura seajuntara
com elle e o seu fmulo de nome Manoel
Crioullo que a ambos mataran a tiros e Ihe
carregara tudo quanto levava os ditos fale*
ciclos porem que nao conheceo nenhum dos
matadores, menos sabe osse mandado por
alguma pessoa para fazerem os ditos assassi-
nios, e mais nao disse e menos do costume, e
sendo lido o seu juramento, assignou eom o
dito Mi-stro. Eu Joao Baptista da Costa
Coelho Escriva da Correica o escrevi, An
tonio Francisco Romano.
r-
-
Testemimha 3.
_oze Rodrigues da Silva Europeo, sol-
tero natural do Rio Grande por hora mora-
dor nesta Povoaca que vive de seu negocio
de fazenda seca de idade que disse seijde trin-
ta e trez annos testemunha jurada aos Santos
Evangelhos que proraeteo dizer verdade, e
perguntado pe"lo conteudo no Auto disseque
abe por ouvir dizer que tendo sabido Anto
nio Rodrigues desta Povoaca para a Villa
do Urnba com cargas de negocio, junto a
fazenda do Saco na Povoaca da Pedra Ihe
sabira ao encontr trez ladres, e o mata
rao, e o oufro que o a companhava, e Ihe
ron ha rao tudo quanto levava deiiando-os
estendidos na estrada hum com bunTtiro na
testa e utro nos peitos, e mais nao disse,
.e menos do costume, e sendo lido o seu jura-.
* ment assignou com o dito Ministro. Ka Joa

Baptista da Costa Coelho, Escriva da Cor*
rsiead o escrevi, Jote Rodrigues da Silva.
Assentada*
Aos dois dias do mez de Maio de mil
oto centos, e vinte seis &c.
Testemunha 4.
Joa do Reg Dantas Monteiro, brancO
cazado natural do Recife, morador por hora
nesta Povoaca que vive de seu negocio de
canquelbarias de idade que disse ser de vn*
te esete annos incompletos testemunha ju-
rada aos Santos Evangelbos que prometed
dizer verdade, e perguntado pelo conteudo
no Auto disse que sabe por ver, c prezenciar
quando sahio desta Povoaca Antonio Ro-
drigues dos Santos, ja falecido com duaS
caigas de negocio, e levava em sua compa*
nbia, e hindo em procura do Buique para
dar extraca ao seu negocio no caminho no
lugar Varzinhas Ihe sabira trez ladres, e d
mataran mais ao camarada a tiros, e ouvio
dizer que os taes matadores sao da parte de
Paja de Flores, e que Ihe carregara tudo
quanto elle levava de negocio, e fora conti
nuando a venderem pelo caminho por onde
hiao, e deixara a ambos mortos estendidos
no uie ii estrada, e sabe mais que os ditos
assassinos fora fritos este anno em dias de
semana Santa, e mais nao disse, o menos do
costume, e sendo lido o seu juramento o as-
signou com o dito Ministro. Eu Joa liaptis-
ia da Costa Coelho Escriva da Correica o
escrevi Joa do Reg Dantas Monteiro.
Testemunha 5.
Pedro Gomes de Mello, pardo vinv
morador em o Brejo de Santa Auna que vive
de suas layouras de idade que disse ser de
tnnta e trez annos testemunha jurada aos
Santos Evangelhos que prometeu dizer ver-
dade, e perguntado pelo conteudo no Auto
disse que sabe por ouvir dizer que matara
a Antonio Rodrigues dos Santos morador
que hera nesta Povoaca porem nao sabe
quem o matou, e menos quem mandasse, e
mais nao disse e menos do costume, e sendo
lido o seu juramento o assignou com o dito
Ministro. Eu Joa Baptista da Costa Coelho
Escriva da Correica o escrevi, Pedro Go-
mes de Mello.
Testemunha 6.
Severino Severo do Reg pardo cazado
morador nesta Povoaca natural da Boa Vis-
ta em Pernambuco que vive de seu negocio
de fazenda seca do idade que disse ser de
quarenta e dois annos incompletos, testemu-
nha jurada aos Santos Evangelbos que pro-
meteo dizer verdade, e perguntado pelo
conteudo no auto disse que sabe por ouvir
dizer que sahindo desta Povoaca Antonio
Rodrigues dos Santos com seu negocio para
o dispor fora procurando para as partes do
Buique ero caminho Ihe sabira trez ladres,
e em huma travessa do mesmo matara tanto
a elle como a hum crioullo que hia em se
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.apa^a ^enom^anoet, earregarmo^. mst*. j^*g^ SSfSffi
tosladres tudo quanto tevav* o mesmo Ro- EscrivsO da< Correica o esorev ,
jiges de negocio, cavalo, armas, e tudo Dos Ai Fon9eCa;.9entoda
Quinto elles conduzia* ern suas carcas, e os j de de ^
arrastara, e deitara fora > caminho para Aos 9,nce, 7" *.
o mato, porem que n*0 abe quemjfimO os oto centos e note^s *e.
matadores e menos qae psssoa algumaos SE^taa branco easado
mandasse para esse^fim sendo acontecido JW g*^*ff *S*Z
&L raz antes ou quaxe perto da semana morador nesta Povoaeao, natural aa- r re
&T?fi2^U caminho que guesi* dos teerr^ ^^a^lS
para o Sfuique, e mais na* disse, e me. cios, e de suas lavaras, de ,d^e quediss*
I,
reic
go.
escrevi,
Sev'erino'SwCTo do Re- etoconteudo no Auto disse .e sabe por
tmr dizer que aahindo desta Po*oa$a6 Au.
Aseentada tolfib Rodrigue dos Santos com bumas ear-
Aos sinco das do mez de Maio do mil gas de boliaias, e mais outros negocios pro-
os Binen uio uu curando ahr d apollas para as parteada
to centos v.nteft &* curado ^ ^ J^ no ,
Valentim Gon.es de raujo Simibranco, denominado Varzinhas, Ihe whtm tf*1a-
cazado natoralda Serra do Texeira, e .* drOes, e mat rao tanto ao tal Antonio Rodr*
rador ..esta Povoaeao que V.ve de se neg, gues, e ao erioulo Manoel sen agregado, e
^V^eoue oi^er devinteesiL ^^1^VT^r^X^Z
k<
matado ncloconteudo no auto disse que *>.*
Por ouvirP dizer que hindo Antonio^ Rodri na Santa deste anuo, porem que naOsabe
les dos Santos orador que hera nesta Po* quem sao os Iadr6es, e peos do dondi jmh
caTcom cargas de negocio para a h.r raO, e m.s nao d*se, e do coatume nada, e
venoer par* as partes do Uruba junto con, sondo lido o seo iMiMM aa.,gnou M
bumse/ramuloPdenome Manoel, em certa dito Ministro. u JmO Baptista da Costa
altura desies caminho, lhe sahira tres la. Coelho, Escr va6 da Correicao o escrett,
dres, e os matara* a tiros dixando os mor- Joad da Silva laidro.
tos no caminho, e conduzindo ditos ladroes Testemunha 11.
tado quanto elles levava de negocio animaos Nicolao Gallo da Franca crioul* sottei<
roupas, armas, e tudo quanto aeharad dos fe natural da Comarca da Baha, dtstrite de
meamos falecios : porem nao sabe quem Minas, que vive de ae oeeocio, d* .dado
a os tadres, mais nao disse, e menos rostm o sendo lido o scu juramento o as- temunha jurada aos Santos Evangelios qu
i^nou cm o dito Ministro. u JoaO Baptis. pYemeteo diier verdade e pergunlado pelo
ta da Costa Coelho, Escrita da Correica conleudo no Auto disse que sabe por ouyir
o escrevi, Valentim Gomes de Araujo. dizer que digo dizer e ser publico que hin-
oescrevi, ta Te9leamnha 8 do desta Pcvoa9aO Antonio Rodrigues dos
Antonio Manoel da Conceicao branco Santos morador que hera nesta Povoa5a e
razado morador nesta Povoaeao natural da nella viveo de seu negocio, e hrndo com bu-
rreouezia do Careri Velho que vive de sua mas carga, para as partes do Buique a ver
venda de molhados de idade que disse ser se l fazia milhor negocio, e em caminho en*
de trinta e sin^o annos testemunha jurada treo lugar chamado G.runum, eJatoba, lfec
Zs Santos Evangelhos que prometeo dizer sahira6 trez ladrOe; e mataraoa tiros, ea
I^rdade e perguatado peto conteudo no seu CompanheirooCnoulo Manoel, de sorte
auto disse naja, e assignou o seu juramento que na6 s <;s matarad como Ihes furtaraO u-
com o dito Ministro \u JoaO Baptista da 3o o que elles em suas cargas conduza* b-
SaCoelho, Bscriva da Correica8 o es- vando athe os Cavallos com as cargas do di*
revi Antonio Manoel da Conceica. to falecido, e sabe mais que acouteceo esse
tw Testemunha 9. assassinio e^e atino, e mais nao disse, e i*e-
Joa Das daFonseca, pardo cazado iros do costume, e sendo lido o seu juramento
tural da'reiruezia da Cidade de Olinda o assignou com o dito Ministro Eu Joa
S^^3-^ defaZCr "V*^ Baptat* ^Cc,taCoelh. EscnvaOdaCor,
8 de idade que disse ser de sossenta e sete reicad* escrevi, Nicollo Gallo da Fonseca.
LTnos, testeinunha jurada aos Santos EW Test niunha 12
SeUios que prometeo dizer verdade, o peT- Claunndo Sezar Ferreira Catao, branco
untado pelo conleudo no Auto dis6e nada, solteiro, natural d^Recife, que mora nesta
l aasignoa o *eu juramento con o dito Mi- Povoa5a que viva de negogo da. idade que



w
* III
I lili
11 I
0086)
disse ser de vinte alanos, testemunha jurada forao btms ladpoens que o matara para o
aos Santos Evangelios que prorneteo dizer roubarem nao sabe quem foi os ditos la-
verdade, e pergimtado pelo conteudo no Au- droens, e mais nadis*e, e menos do costu-
to disse que sabe por ouvir dizer que Armo-
nio Rodrigues dos Santos, hindo para fora
desta Povoacao con sen negocio, em cami-
libo Me sabira trez ladrees e matara tanto
a elle corno a hum Crioullo de nomo- Manuel
que o fizera a tiros, carrejando os ditos la*
dtes tudo ojiante o mesmo levava deseo
negocio, e m-ais naO diese, e menos do cost-
me sendo lido, o seo juramento assignou
me e sendo lido o sen juramento, o assignou
com o dito \ Ministro. Eu Joao Baptista da
CostaCoelbo Escrira daCorreica o eocre-
vi, Joa Marinho de Souza.
Asentada.
Aos seis das domez do Maio de mil oi
te centos, e vinte seis &c
Testemunba rf.
Francisco Cava lean te de Albuquerqu
com o dito Ministro. Bu oa Baptista da Siwibranco seMeiro natural desta Freguesa
Costa Coelho, Escrivao da Correiea o es- que mora no Cifcio do Geni papo que vive de
cteviy Ctaurindo Sezar Ferreira Cata. sas lavouras de idad que disse sec
Assentada. de vinte e quatro anuos Testemunba ju-
Aos seis dias do mes de Maio-de mi) oi- rada aos Santos Evangelhos que prorneteo
to centos e vinte seis &c, dizer verdade, e perguntado pelo conteudo
Testemunha i3. no Auto disse nada e assignou o seujuramen-
Manoel Ferreira Guimaraes, pardo ca- to com o dito Ministro. Eu Joao Baptista da
Vado, natural do Careri de Fora, morador Costa Coelbo Escrivao daCorreica oescre*
nesta Povoacao que vive de seu officio de
sapateiro, e de suas lavouras, de idade que
disse ser de quareuta e oito anuos, tefemu-
ilba jurada aos Santos Evangelhos, que pro-
vi, Francisco Cavalcante de Albuquerque.
Testemunba 17.
Antonio Joze Pereira de Mendonca viu*
vo bronco natural da Provincia detrs dea
mete dizer verdade, e perguntado pelo Montes morador tiesta Povoacao que vivo do
conteudo no Auto disse que sabe por ouvir Agricultura de idade que disse ser de trinla
dizer qne Antonio Rodrigues dos Santo fora anuos testemunba jurada aos Santos Evange-
morto em caminbo do Buique hindo desta Ihos que prorneteo dizer verdade e pergunta-
Povoaca com humas carcas de negocio por do pelo conteudo no Auto disse nada eas*
tres ladres quclhe sabira em caminho que signou com o dito Ministro. Eu JoaBaptis*
o fizera com tiros de noute, segundo ouve ta da Costa Cemo Escrivao de Correiea o-
dtecr, e muis nao disse, e menos do costume escrevi, Antonio Jos Pereira de Mendonca.
e sendo lido o seu juramento, o assignou Testemunha 18.
com o dito Ministro. Eu Jo* Baptista da Joze da Silva de Albuquerque pardo
da Costa Coelbo Escrivio da Correiea o cacado natural desta Freguezia, e morador
escrevi Manoel Ferreira Guimaraes. nesta Povoacao que vive de suas lavouras da
Testemunha ll. idade que disse ser de quarenta, e oito an
Cosme Joze da Silva pardo cazado mo- nos testemunha jurada aos Santos Evange
fador nesta Povoacao e natural da Villa do Ihos que prorneteo dizer verdade E pergun-
Limoeiro que vive de seu officio de Carpina tado pelo conteudo no Auto diste nada e as*
de idade que disse ser de trinta, e hum an- signou com odito Ministro, Eu JoaO Baptista'
no Testemunha jurada aos Santos Evange-
lhos que prorneteo dizer verdade e pergun
tado pelo conteudo no Auto Disse que sabe
por ouvir dizer que mataran Antonio Rodri-
gues no caminbo do Buique, porem nao sabe
quem foi o que o raatou, e mais nao disse, e
menos do costme, e sendo lido o seu jura-
da Costa Coelbo Escrivao da Correiea
eserevi, Joze da SU va Albsquerque.
Assentada.
Aos oito dias do mez de Maio de mil oi
to centos vinte seis kc
T'stemonLa 19.
Miguel de Barros da Silva branco caza-
U
lento, o assignou com o dito Ministro. Eu do morador no Brejo da Rozeira natural de-
Joa Baptista da Costa Coelho Escrivao da ta Freguezia que vive de suas lavouras de i-
Correica o escrevi, Cosme Joze da Silva. dade que disse ser de vinte e seis anuos tes-
Testemunha 15. t emano a jurada aos Santos Evangelhos que
Jea Marinho de Souza pardo cazado prorneteo dizer verdade e perguntado pela
natural da Freguezia do Pan do Albo mora- conteudo no Auto disse nada, e assignou
dor nesta Povoacao que vive de seu officio de com o dito Ministro. Eu Joa Baptista da
Sapateiro de idade que disse ser de quarenta Costa Coelho Escrivao da Correiea o esore*
annos testemunha jurada aos Santos Evange- vi, Miguel de Barros da Silva.
Ihos que prorneteo dizer verdade e pergun- Testemunba 80.
tado pelo conteudo no Auto disse que sabe Antonio Marinho de Expindolla branco
por ouvir dizer que matara Antonio Rodri- cazado natural da Freguezia do Bom Jardim,
gues que mora va nesta Povoacao l para as que mera no Cilio do Cava I lo russo que vive
parles do Buique para onde fora para vender de suas lavoras de idade que disse ser de sin-
o seu negocio que levava, e ouviu dizer que coenta annos testemunha jurada aos Santos
oque i

*r


_*< T.:.
V#5
(1086)
Evangelhos que prometeo dizer verdade E
perguntada pel conteudo no auto disse na-
da, e asiignou com o dito Ministro. Eu Jo-
ao Baptisia da Costa Coelho Escriva da
Correica o escrevi. Cruz de Antonio Man-
nho de Espindolla.
Testemunha 21.
Serafim G0119a!ves dos Santos pardo ca-
zado natural da Freguezia deCareri de Fo-
ra morador na Arara que vive de suas lavou-
ras de idade que disse ser de tnnta e seis
annos Testemunha jurada aos Santos Evan-
gelhos e perguntado pelo conteudo no Auto
diste nada e assignou com o dito Ministro.
Eu Joao Baptista da Costa Coelho Escriva
da Corre9a o etcrevi, Cruz de Serafim Gon-
^alves dot Santos.
Assentada.
A os oito dias do mez de Maio de mil
ito centot e vinte seis &c.
Testemunha 22.
Pedro Alejandrino Pereira sewibranco
cazado natural do Recite morador na Barra
do CaldeiraO que vive de seas hvorasde ida-
de que disse ser de vinte, e sinco annos tes-
temunba jurada aos Santos Evangelhos que
prometeo dizerverdade e perguntado pelo
coiiteudo no auto disse nada, e ass^nou com
edito Ministro. Eu Joa Baptista da Coa-
ta Coelho Escriva da Corr^a o escrevi,
Pedro Alejandrino Pereira.
Tostemonha 23*
Joa Francisco Ribeiro pardo viuvo na-
tural desta Freguezia morador no Citio de
Santa Roza que vive de suas lavoras de ida-
de que.diste ser de vinte. e oito annos Ts-
temunba jurada aos Santos Evangelhos que
perguntado pelo conteudc no auto disse na-
da, e assignou com o dito Ministro Eu Jo-
ao Baptista da Costa Coejho Escriva da
Corre^a o escrevi, Crui de Joa Francisco
Ribeiro.
Ttstemunha 24.
Manoel Joze Rodrignes de Araujo Ero-
peo solteiro natural da Cidade do Porto mo-
rador tiesta Pavoa9a5 que vive de seu nego-
cio de idade que disse ser de vinte, e oito an-
jios testemunha jurada aos Santos Evange-
lhos que prometeo dizer verdade e pergun-
tado pelo conteudo no auto disse que sabe
por ouvir dizer que huns ladroens sahira era
caminho a Antonio Rodrigues dos Santos aue
hia para fora desta Povoaca com negocio e
Ja' matara dizem que fora hunt ladroens
para o roubareob-tporero "a0 se sabem quaes
taseus nomes, e menos de donde sao e roa-
is nao disse, e menos do costume, e sendo
lido o teu juramento assignou com o dito Mi-
nistro. Eu Joa Baptista da Costa Coelho
Escriva da Correica o escrevi, Manoel Jo-
ze Rodrigues.
Assentada.
Aos nove dias do mez de Maio de mil
ito en tos e vinte seis &c.
.
Testemunha 25
Filippe Manoel do Espirito Santo par
do solteiro natural da Frsgueiia de Per-,
nambuco que mora na Serra do Gavia que
vive de encinar meninos, de idade qe dis-
se ser de trinta, e cinco annos testemunha
jurada aos Santos Evangelhos que promc*
leo dizer verdade e perguntado pelo con-
leudo no Aucto disse nda, e assignou com
o dito Ministro. Eu Joao Baptista da Costa
Coelho Escriva da Correica o escrevi, Fe-
lippe Manoel do Espirito Santo.
Testemunha 26
Francisco Pereira do Lago pardo ca-
zado natural desta Freguezia morador no
Riacho das Frexeiras de idade que disse ser
de sincoenU annos Testemunha Jurada aos
Santos Evangelhos que prometen dizer ver-
dade e perguntado pelo conteudo no Auto
disse nada, e assignou o sen juramento
com o dito Ministro. Eu Joa Baptista da
Costa Coelho Escriva da Correiga o es-
crevi Francisco Pereira do Lago,
Testemunha 27.
Manoel Atanazio Barboza brancocaza-
do natural da Villa de Alagoas morador na
Serra do vento que vive de ser fejtor de ida-
de que disse ser de vinte. esnco annos
Testemunha jurada ao Santos 'Evangelhos
que prometeo dizer verdade e perguntado
pelo conteudo no Auto disse nada, e assitr*.
non com o dito Ministro. Eu Joa Baptis-
ta da Costa Ccelho Escriva da Cerreica
etcrevi, Manoel Attanazio Barboza.
Assentada.
Aos nove dias do mez de Maio de mil oi-
to rentos, e vinte seis.
Testemunha 28.
Francisco Gomes de Araujo pardo caza*
do morador na Serra do vento que vive do
suas lavoiiras de idade que disse ser de de-
zaceis annos Testemunha jurada aos Santos
Evangelhot que prometeo dizer verdade e
perguntado pelo conteudo no Auto disse na-
da, e assignou o seu juramento com o dito-
Ministro. Eu Joa Bautista da Costa Coe-
lho Escriva da Corre9a o escrevi, Cruz de
Francisco Gomes de Araujo.
Testemunha 29.
Antonio Daniel da Roza pardo cazado
natural desta Freguezia que mora em Santa
Roza que vivia de suas lavouras de idade que
disse ser de vinte e sinco annos testemunha
jurada aos Santos Evangelhos que prome-
teo dizer verdade, e perguntado pelo conteu-
do 110 Auto disse nada, e acsignou o seu ju
rameoto com o dito Ministro. Eu Joa Bap-
tista da Costa Coelho Escriva da Corre9ae
o escrevi, Cruz de Antonio Daniel da Roza,
Testemunha 30.
Francisco .Kze Coelho pardo cazado
natural do Cariri de Fora que moia na Serra
da Arara que vive de suas lavouras.de idada
que disse ser de trinta, e seis amios|testerou-_
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(1087)


'
nha jurada aos Santos Evangelhes que pro-
meteo dizcr verdade e perguntado pelo con-
teudo no Auto disse nada, e assignou com o
dito Meuistro que o fesde Cruzcom o dito
Menjstro. Eu Joa Baptista da Costa Ce-
Jlio Escriva da Correica o escrevi, Cruz de
Francisco Joze Coellio. Termo de Conclu-
za. Aos nove dias do mez de Maio d mil
oito centos, e vinte seis anuos nesta Povoa-
ca doBrcjo da Madre de Dos em meo Car-
torio fasso estes Auto--, de Devassa concluzos
ao Doutor Ouvidor Geral, e Corregedor Gus-
tavo Adolfo de Aguilar de que para constar
fis
Cue
Con
tes papis no estuco em que seachasem au-
thoamento, e nem vesioria ou corpo de deli-
to endireto, e menos .nandado de Notifica-
cao de,'que don fe. aranhuns vinte e nove de
Janeiro de mil oito centos, e vinte oito. Em
f dverdade Joze Francisco do Reg Ran*
gel E mais se no continha vVc. (I)
VARIEDaOR
~1 Um Litterato distincto, que
batte ein va ai portas da Academia, e pro-
cura n VI la bni as?ento; pregunta hoje co-
mo se lhesasfara' abrir : nos lhe responde-
moa: Esqt eoej vos das sciencias, sede
"'ministerial, adulai os grande* et caetra.
'* Sic itur ao asiento, Sic tr ad astra. M

viuda do Porto no dia lOdo^orrente quem a
tirou docorreio, a pode enffegar na ra das
Cruzes ao mesmo Gaspar, em huma refinaca
de assucar, inda mesmo estando aberta por
engao.
Caudida Ro/a da Ressurreica morado-
ra nesta Praga fas sciente ao publico que da
Villa de Goianna sef'vriou huma preta de
non.e Lnzia de nacai Calabar a qual foi
vendida nesta pra^ca e como se conheceo o
furto, ella participou ao Juiz de Paz desta
Fjeguezia o qual fes recolher a dita preta a
Cadeiaoadsseacha, a pessoa que for dono
cuja
vembro






Vende-se.

t.
:*
OU aluga-se huma caza na beira do Rio
da Matris de Varze, com bom bariho,
em trras de Santos Cesm,e na ra Direita
venda 1). 35.
Huma e?crava da costa, de 20 anuos de
idade, boa figura, com milito leite, en-
gomadira, e costureira : na ra Nova D. 1,
2. andar.
flum citio na Mahdalena no caminho que
va i para a torre, na traveca que fica a es-
querda : no mesmo.
Cantis para fornecimento de Tropa por
preco cmodo : na Cidade de Olinda nos 4
cantos venda N. 6.
, Hum muleque crioulo de 14 prra l> afi-
nos : no Tropixe do Pelourinho das 6 horas
da manha at as 3 da tarde.
X

M
v i
I'
K. Z.
Av/ns Pftrftttilarta o Na T d Queimado loJe de terrae D:
tlVIZO I ll H(, Uldrt;. 9 o seguate
Anoel Felipe da Fonceca Cande fas Cordas para rebeca, rebeca, c rebeea
| sciente ao publico ser falso o anuncio grande
inserido no Diario N. 268 pois nao s axa Cavalete's, e resina,para os ditos
rezolvido vender oque no dito Diario a- Papel de msica ao alto, e ao largo
nunoiara; e todos os seds acredores se que Huma aiolata de idade de 18 annos que
os h no tempoaprazado de 24 horas podem sabe lavar, engomar liso, fazer renda, e
aprezentar as suas contas para serem pagas, cozer, parida de hum mez com bastante lei-
A pessoa que precizar de huma crioula te por ser da priaieira barriga, e*sem mo-
para ama de caza que sabe cozinhar, e engo- lestia ou achaque algum : defronte do muro
mar; dirija-se a ra do Fogo ao sabir para o da Peuha'D. 26, ou na ra Direita por bai
Rozario D. 2.'i, ou anuneie pelo Diario.
Qualquer Pai <'e faftiilia que por morar
distante desta Praca precize de hum Mestre
das primeiras letras para seus filhos, anuncie
por este Diario.
^Qualquer pessoa que percizar de hum
homem solteiro para Administrador de Enge-
nhooqualtm bastante conliecimento de A-
gricultura e de ludo qnanlo pertence a boa na mesma caza cima ; adverte se que n-
administraca de Engenho; anuncie por este bos sao por precos cmodos.
Diario.
Estando no Correio huma carta para An-
tonio Joze Gaspar, e elle procuraudo-aja a
nao achou, esta carta veio na Galera Linda

xo do sobrado do defunto Joa de liveira
Gouvimf^
Humescravo de idade de 20 annos, bo-
nita figura, proprio para o servicio do campo
esem molestia'nm vicio algum : no Forte
do Mato D. 13.
Hum escravo de idade de 18 annos pou-
co mais ou menos para fora da Provincia:
na mesma caza cima



lluMa negrinha de idade de 10 a 11 an-
nos, com hum anno de trra, e com princu
pios de costureira, e de arranjos de caza :
na ra Nova Lo ja D. 19.
Ch&peos cobertos de seda ja prompfoa
(I) Para as prezentescertidoes precede- |e lufeitadoscom llores finas do ultimo gosto
rao requerimentos a respectiva authoridade. 'chegados ltimamente de Franja, assim co
K
'>


^P




'



- --I i v
:;
wc



(1088)
itregue.
greU..-codnho.>*16de linha sigaaesccrlos Ibe-eg en.
b,,J^oS(ercJ?adeKrn,i9a eobra multa Af Allilira-se
beinfei.a e do ultimo gosto e multo boas Al
ni aftlid-ie por *e poder lavar, e sedas
nobnza oudiudas de quadros e de flores de

Mclitar Lrs
fls
rfnvos para o
I meo do uueeino ; o/iem os livor pode-
muito bom go>lo pr^ve8iidode ftenhoras, X !*9 Hospital P ua se-
f e de todas as cores : nafra*, da Una* Lo- ^^^ a-pr.zrIlUwdo po S.uWro
'i r M C -qi ..^ rem a JC %A^.t.&? fiJ!^- Mora qUa.qne, ora
\rrciula-se.;

XpilA de, rone9 fora d2, anno de
A.I 30: na Boa vista, roa da Gloria c e-
iVohtedarorsa,lgrejaL). 3. afoWcottJo*
sse Francisco de Paula, nrrrematante da.Au-
Htun cu io -uaoiiuuu._
} arrored > chaos propiio*,. na ra Imperial
| do Aterro do Afolado do lado da ruar gran-
de coi* 630 palmo- de frente onde se pode
edeficar huma porra6 de cazas e fundo suf-
iciente para plantado de arvorecjp; .com
caza prou.pta Recib e seo termo,
ro de pci.J no fundo, e bun. grande pedaco lacao desta CidaJe <
de llh^Mo Mangue para lenlia que (toda na rn|(,T1,,p
baixa mar do Rio Captbaribe que pssa na i/OJupicl ^
ponte d*r^ rTM^c;avo com o.cio d cofuWiro,
lados confonnidavci, volados, ** I 1 ^one.h molestia .lgatiut: a-
sercado coen pao apague ; os nert poden, c!ir^ii-*o ao acredito predio para o nance por e*te I

implico, e bom para pagem o-i tmt-o qual- esc^Mos
quer servico : na Prncinha do 1 ivramer.to e'^
sobrado de 2 andares I), 1.
Huma e&craVa moca, boa figii, *.

Humaba ...o*.. be. figo.. r ^6^ Tr"0^pVocederco,,,
defYLoaigu., e^Aa, e Uto vender ... ^ l*-o | ^r pM0.
ra : na meima.
{ap(WTInorador na Praea da Boa-vista
f .fMrati generosamente pagos
to ii
caza acollado.
v.lho, chapeo pequeo de pellia, traz fal-
da. ,^aC at.ser tirado, e lW bu... argola
,/,soo Wixo do .olariub,, e cU apercebor eni
TOai;,rf,,ro: os aprehendedores opoderao
Wrr.ad.Cru*Mloec.fo .. 6 onde
seri r^o.iipeocados.o'seutr.balho.
No di 7 docorrout* desaparezco huma
nieta de iiaf.-asaiige que anda* carre-
ando aoa de gaoho do Irae dos Martirios
"e.lad de 18. a '0 o unos coa. .igneee
s,.-iotes aixa mei a cng.Hoda as Ma.
TTM*oo|h... a pe.oaqudhef.l.arai. caeos do roslo. ^j." ^ ^^X'-
U r.ja-'s i l'ratei!.!.. do ..vrauoo.to Loje H,ctud.*.n eo. ^ h(ta ^
,1c fazenda. !> $1, que dando os S,goaes va au.de chito da lW^^ W I
r.. s.lhe eer' entregue os aprende!r -P- P g
Hnni anel deouro, q.K-m forseo dono la aPU Sr *' do 8u trabalhe. r.
falO rs. mauteiga Siiptriora a 3 A) is. a
libra/tita"franceza l40 rs. pai'.s mnio bous
rliizia 2460 rs. e cada hnn 240 nj/jnelaIa
de Li=boa muito b>a? iio*ws niubo novas,
liptii doce prmeira qualida.le de marrifique a garrafa
040 f. dito lubricado no paiz 300 rs. a gar-
raf.i,, boas 'UH-udoas o todcs os mais gene-
ro** uiuitos bous c por precos cmodos.
chon-se.

>,
lili ni onr-i uc uuiu, ij,i^.i M\m ->" "" --
dirjale a vendaba Trempe, que dando os sera recompensa lo d
Qj^T> & CT^om^O
Pvrmmbo* na Tipografa o Oiurw.





3 7***


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