Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00557


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Full Text
1
km Uk\. H. 252.
Por 3 meses achantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
OUARTA FEIRA 31 DE OUTUBRO DE* 1855.
Por anuo adiantado 15,000.
Pcrte franco para o subscripto!.
mm-
DIARIO DE PERNAMBUCO
=
ENCAItREGADOS DA SUBSCRIPCAO'-
Recita, o aaeprietario M. F. de Farra;. Rio de Ja-
.neiro, o Sr? Joo Pereira Martios ; Baha, o Sr. D.
Duprad ; Muceiu, o Senlior Claudino Falctlo Das ;
l'iirahihe, o Sr. Gervazio Wclor da Naliviaade ;
Natal, o Sr. Joaqun) Ignacio Pereira Jiiuior; Ara-
ir. Amonio de Lentos Brisa ; Cear, o Sr.
Joaqun! Jos de Oliveira ; Maranliao n Sr. Joa-
qun) Marques Rodrigues; Piauhy, t Sr. Domingos
lien-ulano Ackiles Pessoa Cearense; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramosi Amazona*, o Sr. JerOuymo da Cusa.
CAMBIOS.
Sobie Londres, a 27 7/8 e 28.
Paris, 350 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
"Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de Tbale.
Arges do Banco, 30 0/0 de premio.
a da-Cotnpanbia de Beberibe ao par.
* da companbia de seguros ao par.
Disconlo de lettras, de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
uro.Oncas haspanbolas. 290000
Medas de 9400 velh'as. 16000
de 63400 novas. 1625000
de 4C00. 90000
Praia.I'atacoes brasileiros. 10940
Pesos columnarios. 10940
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olindo, lodos os das.
Camarii, Bonito eGaranbuns, nos dias 1 o 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Ex e Ouricury, a 13 e 28.
(oyanna eParaliiba, segundas soxtas-feiras.
Victoria e Natal, as quinlas-feiras.
PREAMAR DE IIO JE.
Piimeira as 8 horas e 30 minutos da manha.
Segunda s 8 huras e 04 minutos da larde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quarlas e sabbados.
Relacao, tercas-tairas c sabbados.
Fazenda, quarlas e sabbados as 10 lio ras-
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundase quintasis tO horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quarlas e sabbados ao meio-dia.
EPUEMERIDES.
Oulubro 2 Quarlo minguante as 9 boras 24 mi-
nutos e 44 segundos; da larde.
II La nova a 1 hora, 3 minutos e
47 segundos da maiibaa.
18 Quartocrescentea l'hora, 17 mi-
nulos e 49 segundo- da tarde.
25 La clieia as 5 libras 6 minutos e
49 segundos da manba.
DAS da semana.
29 Segunda. Trasladado de S. Isabel viu.
30 Terca. S. Euno m. S. Macario m.
3 Quarta. 1 Vigilia) jejum, S. Quinsoni.
1 Quinta. iJiFesla de Todos os Sanios.
2 Sexta. Commemoraciio de tddos os dufuutos.
3 Sabbado. S. Malaquias b. S. Horberio.
i Domingo. 23. S. Carlos Borrme are. card.
S. loannicio ab., S. Claro presb., S. Pierio.
tf

t
f
faite irncm.
OOVERBIO DA PROVINCIA
EiftliMH da da 36 de ootabro.
MeioAoExm. marecli.il commandante das ar-
II, trinimi I liado por copia o ayi do cor-
indando seguir com guia de passagem para
Bento de artilharia cavallo estacionado
na pro ida do Rio Grande do Sul. o soldado do
a mesma arma l.eopoldino Jos dc
Lastro.
no, reconimendando a expedirlo ile
I, para que sajara apresenlados amntala
'o chafe de polica duna soldados de vallara para
erem empringadosem servir. .
DiloAo raetmo, inleiraudo-u de liaver em vista
iformacao, concedilo mas registrada, a li-
(jfaiezes que pedio o soldarlo da companhia
ii Antonio Joiqnini Candido, para ir ao
ceir de provincia.
lilaAo mesino, para mandar augmentar com
solitadosn guardado arsenal de marinha.
Communicou-se ao respectivo inspector.
Ao inspector da thesour-uia de fazenda-
icando que,secundo coustou de participacHo
Urin do ministerio do imperio, se expedio
la Caranda, afirn de ser paso pelo llieaouro
meieiial o ordenado que tiver vencido e Cor vencen-
do o secretario da presidencia deata provincia Ho-
orki Pereira de Azeredo Coutinlio, a contar do dia
leinliro ultimo, inunedialo ao do ncerra-
t ataeiubla' geral legislativa em que elle li-
ento.
a inesmo, inleirsndo o de liaver conced-
s de licenca com ordenado ao promotor
vina rea do Brejo, bacharel Sergio Diniz
tas.Parlicipeu-se ao Exm. conse-
Ihciro presidenta da relucho.
commandante da estarn naval, duendo
e iMstsssario qae o vapor Amazonia condu-
la para 1 paria de Maoai oExni. presidente das A-
luiooio Coelho de S;'i e Albuqoerquc. de.
[ sentido expedir as convenientes or-
den. '
iloAo incsinn, recommendjndo que mande
ara a corte, a bordo do vapor .Sria-
^^^^BJos da Silveira que teve bnixa do
a eaercito na qaalidade de cadete.
-A ctete de polica, Iransmillipdo-, para
la,copia doollirio tm que oeomman-
^^^naval participa liaver tundeado no
'idade o liiale apprelierulido em Ser-
anos btiaes.
.111. remetiendo, para que proceda a
1 nao julgr uiais conveniente, copia do ar-
eflicio do inspector do arsenal de mari-
eren dos Africano* ltimamente depositados
n aquelle arsenal.
oAo inspector do arsenal de marinna, para
no brizne bsrc llamnraa os conrer-
roiomandanle da e.-larao naval uo
Relatan a que se refere o otile i o supra.
CapitaoDomiugos de Lima Veiga.
2.* batalhao de infantaria.
SoldadoJos Antonio de Moura.
11 Marcelino Dias Fr.isao.
u Manuel Joaquim Jos de Santa-Auna.
11 Claudino Alves Raptisli.
Antonio Jos Thomaz.
Manoel Ignacio da Silva.
a Clemente do Rosario.
Gonralo Pereira da Silva.
Hypolito Serapliim.
4.' batalhao de arlilliari.i a p.
SoldadoVictorino Jos.
Antonio Jos de Mories.
" Jos Antonio da Silva.
9.* balallujo de infantaria.
SoldadoDionisio Pereira da Silva.
10.' balalliilo de infanlari.i.
SoldadoJoaquim Jos dos Sanio.
11 Honorato Jos de Souza.
DiloAo cliefe de polica, inleirando-u de liaver
expedido ordem i lliesouraria provincial para man-
dar pasar a conla que S. S. remellen da despezas
fe i la com o sustento do presos pobres da cadeia de
Sanio Aulfto.
DitoAo commandante do co/po de polica, de-
volverlo alini de que mangle dar execnco senten-
a proferida pela junta de ju-tiea, o processo do
julsamenlo do soldado d'aqnelle corpo Manoel Jos
de Salles.
DiloAo commandanle superior da guarda na-
cional da comarca do RioFormoso, dizendo que con-
vmqne S. S. remeltendo com brevidade a pro-
pnslas que evislpm cin sen poder para ofliciaes da
mesma guarda nacional, active ao inesmo lempo ao
commandantes de corpo que nimia as no liverem
apresentado para que o faeam quanto anlet.
DiloAo juiz relator da jonla dejusliea, Iran-
miltindo para serem relatados em sessSo da mesma
junta, ns proceros verbaes feitm aos soldados Jos
Antonio l'ernande e Manoel do Reqo, este du }.''
balalliode artilharia a p e aquelle do iiuiu hata-
lliao provisoriosJa Paraliiba.Fmram-se as neces-
sarias communica;Oes.
DiloAo inspector do arsenal demari'rili, reeom-
mendando que faca apromptar o transporte .'giH-
dade, afim desesnir com brevidade para o presidio
vindouro mez de uoveinbrn, para inspeccionar dc
sande os sargentos e cadetes dos corpas do exerrilo
estacionado n'esla provincia, ecompanliiai fina, que
foram examinadas nocurrenlemer.de oulubro as
materia classilicadas no arl, 28 do regulamenlo de
31 de marro de 183'.
Os Srs. eimiiiHn I..ules do corpos farao compare
cer ante ajuma us referidos sargentos e cadetes.
Determina oulro sim o mesmo mareclial de campo,
que na manhaa do dia 2 do indicado mez de novem-
bio se pase revista de mostra aos sohreditos cor-
pos mu seus respectivo quarleis pela ordem se-
guinte :
A companhia de arlilice i ti hora ; ao batalbo
10.s6 ,'i ; -o balalhao 9.- as" ; ao batalhao -
lodosde infantaria as7 3|l, a companhia fu de
ra vallara is 8 '( i ao liat 11 lian 4.' de artilharia a
pe na cidade da Olinda i 9 f.
Assisn.ido.Jote Joaquim Coelho.
Conrnrme.Candido Leal Ftrreira, ajudante de
ordens, encarresado do delalhe.
EXTERIOR.
iinpedi-lo que conceulrasse lodos os seus esfo'rros
de Fernando, levanto presos de importancia.Fi., contra as tropas que se) livessem apossado dc.Mahr
zeram-se iiecessariasciiininuniracne-.
DiloAo inesmo, appruvaudo a deliberaeao que
lonioii de mandar fomecer o carvo de pedra e mais
objeclos de que precisava o vapor de (tierra .ima-
zonat.
DitoAo comraissario vaceinador. dizendo que
convem que quinto antes sejam vacciuados .os Afri-
canosapprehendidos que se acham depositados no
arsenal de marinha.
DiloAo provedor da saude, decrand.) qu
se (ier preciso in.iis alsum guarda de saude.
Smc. admilti-lo dando parte pira a
provaclo.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS.
7 de oulubro.
Ja sabe da grande noticia da lomada de Sebasto-
pol pelos exercilos adiados. A minha carta que lhe
remelli pelo Marque: de Olinda, annunciou-lhe
esle saccesso que tem repercutido em lodo o oni-
ver-o. Naqnella occasiao mi lhe poda noticiar o
fado, pois que o guverno al ento s lirrlia rereh-
do despachos mui succiulns. ltoje lhe poaso fallar
rirrumstanciailaniente sabr esle assumplo, era con-
sequencia dos documenlos ofliciaes e das correspon-
dencias particulares.
Os reltanos do mareclial I'elissier sSo cheios de
inleresse. O seu plano de ataque impressiona pe-
la simplicidade e lucidez a olhos menos exercita-
dos na extrategia militar. Ei-lo aqu em resumo :
A torre Malaknff considerada, com razil, como a
chave dc SehasloTUd. oceupar a lorre Malakoff ah
siislenlar-se p lodo o costo ytUjr fu lllrjio tem-
po todas as osilras posires imprtanles da prara,
alim de obrigar oTSimigo a dividir as suas forras e
loff. Eis ahi em poucas pal.ivras o plano do ma-
reciml Pelissier, e qavcsulladn pro\ou vicloriosamcn-
te que a sua concep^ao era justa.
Tomar*
Russos
conlinno'
(irecedeii
cui
i
Au proved
-lisl J/.fj^o '
^r^aaai'eiito
lommaudanle dc corpo de polica, ri
idando que, do destacamento da vjila do Ca
destacar para o da
Cinco-
*v
o das pecas mencionadas
i relaeo que remelle. ^
Portaralieiniltiii In, de ciinforniid ule com a pru-
ila do ehefe de polica, do lugar de delegado du
nno de Hirreiros, o bacharel Antonio Manoel de
cada llairo/^lei,eirs|,"urla'|o.euoine.iiidopraosub )dado Thomaz Alves Macicl.Communicou-se o
... IMta-A 8e"l da companhia das barcas de va-
por, lerumiueii lando a expedirlo de suas rdeos,
tara que no vapor que se esperado sul, sejam Iraus-
jPlrtados por conla do governo para a Parahiha.o se-
gundo CVntetjji, alferes doutor 1-orluualo Augusto
dadiva e sua,ml|heri e ,, fo a|ffres do
batalliao II ,)e infantaria Jaaqnim Cavalcanti de
Albuquetque Be|,o. Mi mi.lher e i lillios.Com-
municou-se ao hareVt.al commandanle das armas,
e anieioa.se ao inoeclor do ,, de m,rinhi pa.
hsrr.iro dos
.uro seja applicadn
digos, cumpre que lodo
a de policra, remoVendo-
- acoog*,.
Conectando a daMBissao que pedio_Jln-
JaAmoriai, do posta de rpita* da
lalalhlo de artilharia da guarda
'.Conimunicou-se
rior.
' 1." companbia
cional d i
ao respectivo con:
nacional do inunici| i do II
Oflicio
rice-presideulc da Parahiha,
ligados pela jaula de juslira os proces-
t das soldados Joio Jos dos Santos e Jos
ra iln Silva, perlencentes ao mcio hatalho pro-
la provincia.Ignal ao Exm. presi-
denta das Alagos, devolvendo os procesaos dos sol-
dados do oilavo batallnlode infantaria Joaquim de
moel Antonio de Mesquita.'
ixm. director geral interino da inslruc-
iicllenda em salsfacao a 'sea requi-
aleLreaulamenlr da inslruc-
, alim de serem dsTrflJaJWh*s pelos c.
egados dus districtos luteranos e mai?tfrnprrga-
dos.
DiloAo Exm. marechal commandante das ar-
mas, inteiraadu-o de liaver era vista de sua infor-
marlo, indelerilo o requerimento em qne o i. sar-
lo II.' batalhao de infantaria, Theotonio Jos
da Costa, pssdia 3 mezas de licenca para ir a Ba-
hia.
DitoAfl mesmo, declarando que o vapor Ama- \
iageea para a corle tem de locar as
Alagois.
no, devolvendo jalgados pela junta
f
ra tarnecerasembiiv?cue, precis para Q ef!|hjr.
que das pes.oas aci>naweocionau.ls
'la-NomeandoderJynrom.ija,,. com a proposla
do director das obras pu\,icj,, a IgIlacio rta Sj|va
Coul.nho para o lugar de ,^,,,3^,- Bera| da com-
pinhi do-lrabalhadores *-aqlle||a reparliro.-Fi-
zeram-se asiiecessarias ci^mullicacoes
lllm. a Exm. Sr_Cnmprc-me participar .1 V.
Exr. que 110 dia^f d(u princpio a mud,nca da
triHCSo^7,ac|l0 om /,_ e ,9 ficoa ,ud0 d.
s!"%Fjo na 1II111 dos Rato, a onde j se achava
"iTpeetivo facultativo, sem que houvesse progredi-
Jo a peste i7rq4ie_vijjha infestado o referido patacho,
lia a vclla desle porta no dia 25 do correle o bri-
gue de guerra Ceareme, deixando esta ilha sem a
maior uovidade.
Dos guinde V. Exc. Presidio de Fernando de
Noronln 23 eje oulubro de 1&53.Illm. e Exm. Sr.
conselheiro Jos Bento da Cunha o Fisueireita, pre-
sidente da provincia.Jos Antonio Pinlo, teneule
coronel commandante. .
dejusliea <
nadu<
dar e 1
junta.
is do oflicial e soldados meucio-
pclle, alim de que mande
a preferidas pela mesma
I
OLlVROPOSTHljMO. *
Par Maxim* Da Casan*
r
'.l da oulubro de 182.
Ab ojoem ae der ter em alsum canto da Ierra
ignorado .1 sombra de arvores grandes e tristes urna
nide podesse conversar com os meus aini-
obre ns arles sobre a melapliyslca Soffro !
ida que rodea-me Irrita-me e magna-
me as ch.igkS, soa sollcltude impacicnta-ine, sua in-
diflerenra exapera-ine. De qaem he a culpa "! Delta
ou tnlliDH '.' Minha sem duvida ; porque us oolros
homeus vio e vem, vivem c morrem sem ns soppli-
rio intoleraveis qae atonnenlm-me. Oh oh .'
meus suspiros s3o mil profundos que os de lady
Matbelh, e nio lenho como ella um remorso em que
po-sa oceuper-me !
lia que liquor malenco e tcrrivel enrheo-me Dos
n peHo para perlurnar-mc iucessanloinente n cere-
bro a alonar -me o coraco em amargura '.' O eco est
aznlr- venlo do nutt mente e debaxo do
fSlclld l scnTrirncnlo -t.to hmidas,
a>ns pu n me, eslou sii'ocn.ln.
HoBitam em otnit cas, onde Tora a/cr ama visi-
ta, ile5jai sem razio e sem motivos apparenles.
t'" esMn'o taz minha carne padecer, a carne op-
)'rime-npa espirito. Ah qoanlo desejo morrer .'
EscreVl .iquella que ron-ola-me, e que lajvezja
le minha tristeza incouiprehensivul,
dizendo : J-Pudeco, siolo um desejo insensato de ver-
te. Ah selji podesaes vir I Depoi espere.
Esperei, alrsperei, espere, a ella nX* veio Quan-
do pis. 11 na roa abalando a casa,
n em la e sbnlia parlir-se-mo coraran.
1 nejan !>em certo de quo n.ii a
v""ia, tan (-me n* poltrona e chorei como um me-
COBDKANDO DAS ARMAS. .
Qaartal-fODaral da coumiaado daa armas da
Partuvaabace stacidade do Recite,esa 30 da
oulubro de 1856.
ORDEM DO DIA N. 1.18.
' O mareclial ds campo commandanle das armas
determina, que a junta de saude se congregue no
i^lartel general 10 horas da manhaa do dia 3 do
das as precaucoes para Iludir o
ataque de S. O bombardame uto
ante toda a manha, como nos dias
ni ir para os posto de
liar subtrahir o
relogos dos se-
elogio do gene-
signal fosse dado
asseveram que o
manhaa, racebera
que lhe anmuncia-
ue prijstf^Ssiiue o
t*"mas a calina
no campo inimigo
,\eou Coslschakoll. Assim comiam os Russos
ir ^ranquillamcnle a sua aupa, no interior de
>, -akol!, quando os Francezes rahiram sobre elles
como o raio. tutao empenhon-se urna lula lerri-
vcl, desesperada, baliam-se a baionetas, a coucc
d'arma, e al a pedradas: os arlilheiros rosstfs
morre*>ain denodadamente, defendenrio as suas pe-
tas. Por tres vezes diflcrentes, o inimigo tentn
retomar Mataknff, cuja importancia elle comprehen-
dia ; mas os Francezes nao recuaram urna polega-
da, e depeis de qualro hora de 'cmbale enearnica-
do, eramos completamente senhore do famoso re-
ducto, u* uniros ataques que seoperavam simul-
tneamente contra o grande Rulen le pelos Ingle-
zes, e contra o ha-ti.'i 1 central pelos Fraocezes nao
furam tao felizes. Depois de ter oceupado estas
posircs por duas diflerentcs vezes, as tropas deci-
madas por urna artilharia fulminante e pelos refor-
ros que nao cessavam de se reuovar, furam obriga-
das a soltar para as Irinc'ieiras, protestando conti-
nuar o ataque no dia segninte. Mas foi intil, os
Russos, convencidos de que se nao podiam sustentar
em Sebastopol, depois da perda de Malakoll, se re-
liraram durante a noile, para os talles do norte,
incendiando a cidade e o resto dos seos uavios.
Esta victoria nos custou caro ; eis aqui o al-
garismo ollicial : generaes morios, i feridos e
b contusos*; i\ oniciaes superiores morios, 20
feridos e > desapparecidos ; 116 ofliciaes subal-
ternos morios, 2i feridos, 8 desapparecidos;
1489 oniciaes inferiores e soldados morios; 42S9
feridos a 1,400 dasappareciilos : total 7,531.
Os Russos ainda nao se alreveram a computar as
suas perdas, u qae prava que sao consideraveis: ys
jornaes allemaes avaliam-nas em 20,000 homens,
fra de cmbale.
Me grande felicidade que os adiados nao tenham
demorado o ataque de 8 ; sem islo, a sua larefa
ainda leria sido mais laboriosa, e lalvez al tivesse
111.10 xito. Acharam-se immensos Irabalhos de
defeza enmelados, minas cavadas a cada pusso e le-
cidos de lios elctricos destinados a f.i/e-ia mano-
brar ; mas seriam necassarios anda alguna dias pa-
ra terminar estas Irabalhos, que acabados em lem-
po leriam podido destruir melade do uosso exer-
cito.
As carias particulares dao promenores mui pilo-
rescos acerca da pliysiouomia de Sebaslopol depois
da retirada dos Russos. Apezar da prohibic^o do
Harto n. 851.
nio. Sinto nma espada no peilo, lenho o coraran
chcio de lagrimas e de odio.
Ilei de morrer. quero morrer < Eslou enfadado
testa existencia. Onde est SimoCyreneo para ajn-
dar-me a carregar a cruz t Lnlo ern minha solidao,
grito dcbalde, ninguem me ouve ; debalde chamo,
ningueiii responde-me ; hei de morrer !
O' mo.rle, sempre le amei Rcpresentarn-ta como
um pliaolasma horrendo, esqueleto repulsivo arma-
do de urna fouce e galopando sobre um hippogripho
mais rpido que a luz, e que esraaga dehaixO dos
ps de bronze as geraees cheias de espanto. O' mor-
ir, nao s assim !
Se eu fosse grande esculplor lomara um pedaco
da marinare e lalharia urna estatua. Seria ama mu-
Ihcr moca, paluda e seria ; os cabellos sollos donde
sahiriara vilelas lhe guameceriain as faces macilen-
tas, e lhe cahiriaiu sobre as espaduas descarnadas ;
nm sorriso triste como uina despedida lhe entreabri-
ra os labios descocados ; seo olKat profundo leria
altracrOes irressliveis, o seria lerno como um beijo.
Vestida de urna fazenda transparente quo deixaria
ver a formosura de seu corpo, ella lea em uina
indo urna foucinha de ouro, e eslenderia a mili a para
Squclles que a chuman) ; poria um p sobre cadeias
quebradas, e junio do oulro nasceria a verde flor da
esprranca ; eslarin apuiada em urna columna, na
qual eu gravara ns mimes de Challerlon, (iilherto.
nsse. Le Bas, Don
e quaudo minha e<-
laloa'slivcsse asim terminada, eu a denominara
A Mor le Consoladora.
XII
10 de oulubro de 182.
Esta decidido, hei de morrer. Dos reo perdoe ;
mas o que he que pedera mudar minha resolurio ?
nada. (Juem poderla lancar-se dimite de mim gri-
lando-me : Para ser feliz necessilo da la existen-
cia ? Ninguem. Com eltailo estou sosinho ; debalde
olho em torno de mim, s vejo o vacuo e a solidan ;
ludo he Irevas !
Amantes, tire muilas ; se ella amaram-me, lam-
bem ame-a ; nslamna quite. Corpo compreheiide-
ram o amor ? Da mesma maneifa que eu, como
passalempo, dislraceao, troca de cmcias, enlreleni
ment de aiguma horas por semanV Que he da-
ssa
quai eu gravara os mimes oe t,lif
Leopoldo, Rolarlo, Habbe, Escdii
Jos de I.ara, lierceville. ele, e
general em chele que receava sempre alsum ardil
do inimigo, os nossos soldados se pozeram a cacar
por toda a parle, ronhando o que o incendio linha
poupado. Acharara movis, pianos, tapeearias, vi-
iihns e objeclos preciosos, inclusive retratas de Na-
puleao III e da imperalriz ; mas a curio-i Jaita rjps
velhacos he ordinariamente ponida ; pois que os
Russos lancam continuadamente bombas e balas
sobre a cidade. l'ma das grandes distracres dos
nossos soldados he perseguir \ima multido innume-
ravel de infelizes galos que divagam perdidos no
meio das ruinas de Sebastopol.
O Inglezei eslao hami litados do papel miseravel
que represenlaram nesle ultimo feto, cuja honra
toda cabe ao exercilo francez. Os seus jornaes tem
descarregado lodo o mo humor sobre as costas do
general Simpson, cuja subsliluico ja he annun-
ciada.
E riosamente, prava boje urn tacto inconleslavel, he
que o exercilo francez he o primeiro exerrilo do
mundo. Al o presente s se tinha concedido ao
soldado francez o ardor enlhusiasla do primeiro im-
pelo ; boje, depois de om assedio de onze mezes em
que experimenlou privantes do toda a especie, fri,
catar, epidemia, n.10 se lhe pode negar a constan-
cia, esta virlode qne com a coragem faz o soldado
completo. Provm esla superioridade do nosso
exercilo, segando nossa opiniao, de (res causas :
priineiramenle do solo ; o Francez nasce soldado :
em segundo lugar das r.ossa suenas d'Africa que
h.i 2o anno mantem a fogo sagrado ; em (ereciro
losar das instituicoes democrticas do exercilo que
permitiera que, segundo a phrase de Luiz XVIII,
cada soldado condaza em sua paliona o bastan i\#
mareclial de Planea.
Depois do feilo de 8 reina a maior incerteza acer.
ra dos projectos dus Russos. Ora annnncia-se que
achando-se na impossibilidade de sustentar o cam-
po, prelendem relirar-se para Perekop ; ora* que
se eslo forlilicsndo no norte, mui decididos a dis-
putar aos adiados cada pollcgada de terreno.
Veremos dentro em pouco qoal sera o resultado do
conscllio de guerra reunido em OJessa pelo impe-
rador Alexamlre, seusirmios e os principaes gene-
raes russos. Nao lemos melhores informares acer-
ca do plano do general Pelissier. O governo guar-
da, a esle respeilo, urna discrijao de que nfto o po-
demos censurar. Com ludo posso aliaiirar-lhc um
tarta, he que o marechal Vaillanl, nosso ministro'
da guerra, apresentou sabbado passado, ao ronse-
II10 dus ministro, um relatarlo, do qual resulta
que o nosso exercilo de asedio nao estar em es-
tado, antes de um mez, de rmprehender dperac.es
seria. A mor parle das pecas de campanha estao
desmontadas ; a artilharia n.lo tem cavallos. Para
um exercilo do 100,000, sao --e ressarios 10.OK1 ca-
vallos, e apenas possuimt/" ^a^Crima.^^PNaj-
mair, a sangrenta vq
lucrosos que dev]
apressar a remera
acaba^^ie^d.
cry-car-se em
*/de leste t1r.1r.1m-e
companhia, aos quaes se j
quizerem ir vnlunlariame
A tomada de Seh istopol lem sido acolhida por
lodo povos da Eoropa cora urna sympalhia que d
o que pensar a muitos governos. Todas as pessoas
de boa f que nao sao cegas por preconceilos aris-
tocrticos, comprehandem que a causo adoptada pe-
las potenciasoccidentaes be a causa da ci'ili-acilo
contra barbaria, da lber lude contra o Respotis-
mo. Esperamos que lano sangue generoso nao se-
ra intilmente derramado. Todava al boje este
grande successo nao tem mudado, em appareucia,
as UisposirOes das duas potencias mais itileressadas
na quesillo, quero dizer, a Prussia e a Au-li 1,1.
Esla ulliraa especialmente parece recuar .1 medida
que vamos progredindo ; teme, como ja lhe lenho
dilo, a prepouderaucia da Franca na Europa, e por
urna necessidade de equilibrio, tende sempre a por
o seu peso do lado mais fraco. Nesle easo recelamos
que se lance inleiraraenle para o lado da Hussia.
as regies olliriaes talla-se cm urna nova lenlali-
va de Napoleo junio do imperador d'AusIria para
decidi-lo a entrar francamente 110 tratado de 2 de
dezembro, tentativa, que, segundo ditem, se malo-
grara completamente. Esle mo resultado inilara
tartamente a Napoleo, que ha muilu guarda
um velhu rancor contra a Austria, e se aprovei-
larn com ardor da primeira occasiao para viu-
gar-se.
Ja comecam a fallar mnito seriamente na for-
mae.lo de um exercilo de 300.000 homens, deslina-
do a operar, na primavera prxima, no continente,
cm favor das nacionalidades. Por mais de nma vez
Ja lhe lenho feilo presentir esla complicacjlo fatal
que laucara ainda a Europa nys azares de uina
guerra geral, lia inuilo lempo, a Italia he explo-
rada em segredo, e be ella que, sem duvida, dar o
signal desse abalo universal. Ver pela carta de
Manin e do principe Mural publicada ltimamente
no Seile e ua Preise, com o assenlimento tacita do
nosso governo, que exista accordo enlre os honapar-
listas e urna pore.io dos demcratas ultramontanos
para enllocar a el-rei do Piemonle i frente da revu-
lacio italiana. Posso aflianaar-lhe um lacio, he
que a surta da dvnaslia dos Bourbons de aples ja
esl aventada entre Napoleo e lordgPalraerstan.
O imperador est em S. Clnod onde vive mui re-
tirado, coiicedeiido audiencias com grande dllicul-
dade. A qu eslao dos mcios de subsistencias he sem-
pre a grande preoecupacao do dia ; elle esta.decidi-
do a lomar todas as medidas para supitar todos os
s\ ni]>lomas de deaftcictao que comecam a manifes-
lar-se, a seu respeilo, na classes operarlas. Com
eltailo, a povo, justa ou injustamente, aecusa sem-
pre da sua miseria aquelle que o governa. A uuva
ordenanra de polica qae submelte carne de assou-
cue laxa peridica da mesma maneira que o pao,
he devida ioicialiva do imperador, e esla medida
foi acolhida com favor pela populacho. Desde lon-
go lempo, os Carneceiros-de Pars fazem tartanas es-
candalosas cusa do publico : embora diminua o
preco do gado nos mercado', o consumidor nao me-
Ihora de sorle. Desl'nrle ns carneceiros se tinhara
tornado insolentas, em qualidade de piivilegiados
que sao ; agora ja nao podero impora tai. O pre-
co da carne ser estabelecido, deqoiirzeem quinze
dias, sobre u tormo medio do mercado de Poissy
Ha Ires calhegorias para o boi, duas para o vuelta e
o carneiro. Os itssos que por um abuso enlravaj
emum terco na compra da carne, e que os carne-
ceiros tm!)un baptisado irnicamente com o nomo
de rejouttsance, (beneficiai serao vendidos a
parle e por prreo convencionado.
O imperador nao consnllou os ministros para lo-
mar esla arave decisao ; tai no seu gabinete que
tiveram eonhccimenlo delta. M. Roulier, minis-
tro da agricultura, nao se pode eximir de dizer ;
mas, senlior, die um golpe de estado o im-
perador respondeu : bem sabe que os golpes de es-
lado me sao favoraveis.
Faltam igualmente em urna medida ainda mais
revolucionaria ; a de um mnimum sobre o preco
de pequeos alugueres*. He certa qoe depois de
algum tempo, os proprielarios se lurnaram de urna
ferocidade espantosa : em 18i8 conlenlarain-se com
cutarra-Ios em efligie ; mas se arrebenlasse urna no-
va revotaran, creta queentarcariam mais de um em
pessoa natural. Se se ejecutar a medida de que se
falta, hr.nl.'u.iu : socialismo, espoliarlo ; mas, como
sabe, o imperador ponas se importa com os Burgue-
ses ; esteja p povo salisfeilo, qua do mais nao faz
caso.
Apezar dos nossos Iriumphos 00 Oriente, todos os
valores da Bisa rontiuuain a baixar de una manei-
ra lerrivel. A liquidaran do mez passado tai desas-
trosa ; para dar-lhe urna idea disto, um individuo
*bu var
j. SiefTjx'lit'squi
deixar de fazer, embora gema meu coracao de pro-
ductor, a qualquer o chama-Ios como lhe aprouver,
saltar por elles, cumo eu faro com muitos oulro.
Os motivos cima allegados fazem com que eu
passe, como galo por ortigas, por alguus dos arti-
go de seu Diaria, principalmente da verba Fo-
Ihelim, nao > mienta porque desconhoro os uo-
mos de alguns de seus autores, coinn porque sendo
eu naturalmente impaciente, quando se trata de Pi-
car com urna historia truncada, ou em meio do ca-
niinhu, nao (eulio a re-ignacao precisa para suspen-
der 1 leitura de um folhetim em que tomo inters-
s a espera do futuro crrelo, que lem de Irazer-me
a cunlinuac,ao, ou para passar peta desapontamenlo
de esquecer-se o mesmo correio de um, ou dous
nmeros do Diario que nunca mais restilue, fican-
do eu assentado mesa de uns api xuiiadns noivos
sera saber o qae nos dersin a janlar.
Se cu podesse suppriraia os cintiuuar-se-ha
dos fulhelins por desapontadores ; 1: dos artigos eu-
cyclnpedicos por amaradorei.
Tambein supprimia os correios |ior caeuadores ;
osipedestrcs ou estatales por preguii;osos ; os jornaes
por raenlirosus ; os escriplores f or massanles ; e
li" iva somenle com us fulhelins de Eugeuc Sue,
Alexandrc Humas, Schol, Kok, Lamartine, Saolier
e uulros que peta uome nao percata.
Ja ve pois que nao goslo dos folhelins com o
couliuuar-se-ha e por isso nio leio os dos jor-
naes ; mas hontein, nao leudo o que ler, apezar de
ter ao p de mim mais de sessenta voluntes desde os
latinos Iheologus, at os aiulo's jurisconsultos, des-
de o Parnaso Lusitano, cm miniatura, al o gigan-
tesco Wangusjjnre, desde o zorabeteiro Cervantes
al o severo D. Calrael ( nao sci e ja lem sollado
dessus aberrarnos do espirito, que se loma capri-
choso como orna joven nervosa ) lancei mao de um
Diario, e li Folheliin original, ele, Excilou-se-
mc .1 curiosidade, e li-o de um su jacto ; procurei
oulros, e live a fortuna de cnconlra-los, que lam-
bem devorei, apezar de um impertinente <3ittt
que por mais de Ires vezes rae cha iiiou ciara janlar .
Jaulei fri, he Sjfjgj^ fliaV-'.'iifesso-llie que
del por muilu > empregado.
Ilc_ssfa penna delicada e illustr.ula a que lancoo
por 11 m tlenlo vi-
que espeeulava sobre u crdito moral foi obrigadojpnf^.,,,, ,jn|la8i te cl|a djrjai(|,
pagar :iOO,000 fr. de difTercnca. Assim vari>tgen- ,s, arueI1,e e de fuluro. '
la. .1.. ni I _n ;------.t. S. a
Tem de supprir elle urna lacuna, que cu nolav;
les do cambio que linham muilas de-coherlas se
acham seriamente abalado. As ul.'mas presuroes
do empreslimo se vo rea.'^'-do Unta e dillicilmen-
le. Um symplema as"r
innil.is pessoas tralain "
pnico he que
Je reembolsar
seus bilheles
do banco alim de Je recmnoisar osv,^^,^ gg
islo continuar, o go *c0uer se" "u,\..,lecre(ar 0
corso Coreado dos.-erno 8e" obrigudo a
A cidade de Pardmeles de banco, como .
para pagar ao** s alr""n cm lre/e 1
com o p-ta-.-'n-'deirns diflerenra da laxa do p,
'------5aaj_ytlus ccreaes no mercado. Esla cscacez
rano dillicolta graodcinenle s operaees
". Assim u tribunal do commercio do Sai-
no mz pas dos eslrangeinis em Pars sos-
geral ilepm uirencofrT
1 para 15 de nuvembro.
s; mas rcccia-
quella que leria adormecido minhas dore.e levado
minha alma aos latanles paizes du exlase '.' Que he
daquella que leria deixado lado para seguir-me, e
ludo desprezado para agradar-me '.' Oh ingrata e
ceg qoe sou e Susana Ma que importa 1 era
apenas nina illu-.io. Onde est entao a verdade '!
silini linha talvez ra/.au dizendo-me : o Procura e
acharas porni nc lenho mais coiagem para pro-
curar, estaH mui fatigado a nao posso recomec,ar a
larefa !
Quando o viajante vse perdido no deserta, ex-
hausto de forras e sem encontrar agua que lhe mi-
tigue a sede, esmorece e cahe sobre a ara de costas
volladas para o sul. Os companheiros atormenlam-
110. e querem reaninar-lhe a coragem dizendo-lhe :
A fonte nao est luuge ; avistamos j as palmeiras
e a cupnla dos tmulos.Nao, responde elle, nao
he a oasis que procuramos desde lano lempo, he o
renexo da ara, e he o mesmo que m'a lem mostra-
do viule vezes desde houlem; ide, e deixsi-me mor-
rer em paz ; pois sinto que jumis alcancarei a agua
que me conservarla a vida Os companheiros v.Vi-
se, achara o cegato ou o deseugano, que importa '.'
elle nao o saliera, pois mor e de cansado erando que
lodas as foules do mundo seccaram para elle.
Assemelho-me a' esse viajante, preliro morrer de
sede ,1 ler lano (rabalho para nao conseguir talvez
farlar-rae.
Quanto aos meus amigos, estou convencido de
qoe nao devo frequenta-los milito assiduamente
para que nao percam a estima ein que os lenho. Isso
lie (rale, mas he verdade. hnmnn nao adunde
a solidiiriedaile seno em seu proveilo, e raras vezes
a pratica por oulrem. Vi alguns que diziam-me :
u Sou forte, enrgico, prava de ludo. Quando
esludei-os de perlo, ichei-os fracos, e desanimados
smenle a idea de ac(3o. Quando quiz apoiar nel-
les a mo, fugiram-me como sombras. A estas des-
prezei-os, pois liuhnm Irahido mais do qne minha
confianca, linham Irahido minha boa f. Tenho si-
da acensado de viver solitario ; ma que devo fazer ?
Quando inlerrogo aquelle quo rodelm-me, reen-
nhero rnartyres ou apostatas. A rhaga de nos for-
me chorar, a consciencia dos oulros causa-me nojo I
O que chama-se a tociedade elegante nao me ta-
na taita feliz, puis a Irivialidade de anas rehenes
aai
Tsfponidos hoalos dc um allenlado que dizem
rommellido por um Cein-Gaurda,boato cojo I1111 al
o presente au se pode descubrir, Napoleo vvia
myslcriosameule retirado em S. Cloud ou em Villa-
neuve Lelang ; mas quinta-fira 27 de setembro. o
Dos saino da sua nuvcm para honrar com a sua
presenca a primeira representaran de Santa Clara,
opera do mui alta e poderoso senlior princepe rei-
nante de Saxe-Coboorg-Colha.
O Musir maestro clava de tal sorle convencid
do seu Iriumpho, que para goza-lo mais completa-
mente, permaneceuduranle lodo o espectculo no
camarote imperial. N'uma palavra linha enmoap-
plaudidores toaa mundo ollicial : eia o proprio
imperador que dava o signal dos applausus. En-
Irelanlo, cumpre tazer Justina ao goslo de Napoleo,
|wis qne bucejava extraordinariamente. Releva
dizer, que a msica do Cobourg he aborrecida como
a chuva : melodas vasas,urna imitarlo da maueiri
de Meyerber, menos a sciencia armnica do meslre.
Se o principe tivesse sido obrigado, como simples
murtal, o solTrer a experiencia de urna audirao, he
mais que ccrlo qoe leria sido recusado inexoravel-
menle ; mas as tais s sao tailas para f canalha. O
direclor da erehestra obrigado a ensaiardurante Ires
mezes esta msica narctica dizia em conlanca a
um dos seus amigos : meu charo, esta msica de
principe me faz ler saudades da repblica.
sempre infundio-me ama averso singular. He urna
fonte publica, cuja agua esl sempre lurva porque
lodos ahi vem beber ; ora tenho o estomago perlo
da bocea e goslo das tantas claras. Todas as male-
dicencias, as calumnias, us pequeos escndalos, as
velhacarias felizes, as IraicSes encoherlas, as vanla-
des ridiculas, os abandouos odiosos, as ternuras meu-
tirosas, os amores voluveis, a aposlasias incensadas,
ns caridades de osteulacao, as insolencias pueris, as,
lolices orgulhosa, a ignorancia absoluta, os precon-
ceilos antediluvianos, as esperanzas absurdas c os
desejos miseraveis, loda cssa pobreza, lodo es.se aii-
ricalco, lodo esse cobre desdourado que constilco o
inleresse da sociedade n5o he compensado pelo me-
diocre prazer de passar alpiimas~Tioras junto de urna
"ebnmin sunicienlemenle aquecida em presenta de
midieres mocas e de homeus de idade mediana que
silo ou serao ministros, embaixadores, ou nada ab-
solutamente.
Se eu visee ahi au menos preconceilos enraizados
cousequeules com sigo, nada dira ; adiara isso l-
gico e natural. Mas vejo gente pobre que quer de
boa f ostentar hdalguia, que liara se ousassee es-
cudo de armas sobre o pe lo, alim de que ninguem o
ignorasse, e que vao todos osdiss rabiscar alguns
suidos na Boisa com lauta orgulho como seus uvis
iam oulr'ora de bandeira despregada e lauca ergui-
da, conquistar o reino de Trebisonda ou o ducado
da Mesopolamia. Na verdade, he cousa mui digna
de riso. Agora ruiiham inoedascom brazoes, e aque-
cein locomotivas com pergainiihos. Allegara que o
pai deixou-lhes algum dinheiro, que recebera Lim-
bem de seu pai, para quererem ainda ler mais.
Bem sabem que o dinheiro nltrahe o dinheiro, asi-
hu atinam fricat. Dcsprezam os agentas de cam-
bio, a fazem-se agiotas para enriqoecerem um pou-
co ; desdenham os hanqoeiros, e aeriam capazes de
fazer-se judeos, embora sejam baroes chrislSos, se
oisso achassem lucra.
Anligamenle lodo iam acertar o relogio peta
Tuitarias, agora vio-J-f^WiNoi peft) iflTBolsa. l-lo
he nm syuxVirfo e lalvez mais verdadeiro do que pa-
rece.
.t familia poderia snavisar-ra para sempre a vi-
ta, e torna-la ao menos soffrivel ; mas nao tenho
INTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARAIIIBA.
22 de oulubro.
Antas que me esquera, quero nc.-ta inissiva ren-
der um pequeuo tributo ao mrito, o queja de cer.
lo leria feilo, se por ventura meu incomraodos e
Irabalhos me 'prmillissem disperdicar lempo em
ler ludo quanlo apparece em lellra redonda, para,
qual mineiro, escolher enlre immenso cascalbo o
escondido diamanta.
Conllevo que n5o sou, que tanta tenho escriplo
para a imprenta, o azado para fazer tal censura ;
mas como nao determino quaes 09 arligos, que clas-
silico de cascallto, ninguem, por pouco coudcscen-
denle que sej, negara ao meu amor proprio de ra-
biscador o consol, de que nao sao os meus 01 peta-
res escriptos, que tem lido a dislincta honra de pas-
ear pelo prelo ; alm disso, permuto, a nem posso
familia. De mea pai nem lembro-me mais, perdi
minha iiiai no momento em que ia comprehender
que ella devia ser meu refugio e minha salvaran.
nunca live raos nem innilas. Reslava-me ma
lia velha qae leve cuidado de minha infancia, c a
qual eu araava sobre lodas as coasas. Vi-a morrer
louca de dor, cheia de pen&ainenlos terriveis, mas
ahencoanilo-ine. Desea sea perdao sobre aqueles
que a ouenderam !
Assim as mulberes n.o sslvarain-me, meus amigos
sao iiisulliciuutes, a sociedade iudigna-ine, e nao le-
nho mais familia. Queresla-rae enl.in .' O traba-
llin '! Ah desprezei esse amigo solitario, liel e con-
solador, que os tartas devem procurar! meu corarao
alrophiado, meu espirito habituado a urna indolen-
cia irreraediavel nao sao mais dignos de recebe-lo ;
desacostiimei-nie, elle nao poden.1 povoar o deserto
rido em que viajo continuamente, nao se dignara
mais de visitar-me, pur issu vuu morrer.
Ah coiilieco minha chaga, e inetlerei as raaos
nella para medir-lhe ousadamenle a profondidade,
agrande obra da vida- eucontra-se na acolo, ua qual
reunem-se o pensamenlo. o trabalho e o mor ;
preleri taca e cobardemente a iimtiriu, c achci o
devaneio, a preguir;ue o egosmo.
O devaueio be para o peusamento o que o hyste-
rismo he para o amor,
A preguic.i he para o trabalho o qoe a paralysia
he para o inovimenio.
0 egosmo ho para o amor o que a cegucira he
para a vista.
Era lodos oslres casos he urna tloencn substitu la
a urna funcrao, e he dorara mortal. Assemelho-me
a lima arvore, cojo alburno houvesse sido queimado.
Como j ilisse, parece-me qua lenho meditado em
Indo, t uno lenho cuidado em nada. Soiihei qu
pensava, que (rabalhava, que amava. Em loda a
minha vida lenhu-me aasemelhado s pessoas que
anda dormilam e querem levaiilnr-se : snnham une
estao em p[_e_|irw>^rVrrmecidas. Tem-ihc aconte-
w/it rrrnTT veteo desejar) que chama-se tima son'-
cao ; porm nunca reflecti nos meios que era ne-
cossario onipregar para oble-la ; nunca examinei o
earainho que devia seguir para chegar a ella ; so-
nhava que a tinha j alcanzado, e pavoneava-me no
bom xito supposlo de minha ambicio. Sempre l-
hatalha, e taolo, somenle por ma vonlade de alguna,
se lem balido nelle, que o povo, que a principio
olheu com indiflerenca para o estabeleciinenlo,
principia a sciimar, instigado por algoem, par can-
sa de enlerrar-se no campo f I E esla '.! !
Alguns que especolam com a idea sao despaila-
dos, porque nao tiveram om lugarzi o no estabele-
ciinenlo.
A salnbridade publica vai bem, a raortalidade
lera diminuido.
Saude e quanlo ha bom lhe desejo.
6
Querem alguns philosophos qae o homem seja om
animal essencialmcule maligno ; porque, dizem el-
les, os primeiro impulsos de seo coradlo sa diri-
gen! ao mal, de sorle que lhe be misler urna-tarca
de vootade, urna reflexao sensata, lillm de acurada
educacao para vence-los.
Vede, conlinuam/elles, tiran enanca, em seus
brinquedos, que chaspam innocentes, e observaris
lodos elles denolam um fim ide msldade. de des-
(ruicao, de lyrannia e de teiraoaa insistencia em In-
coramodar ludo quaolo lhe caheao alcance.' A na-
lureza se patntela netles, sem a capa da diwiiauta-
;ao, hypocrisia e sagacidade com lodas as toas ten-
dencias.
Egosta, elle nao quer parlilher om alguno seus
commodos; caprichoso, quer sujeitar a vonlade
alheia ao seu arbitrio ; leimoso, revela o desejo do
duminio ; destruidor, manifesta o odio a ludo quan-
lo excede a sua iulelligeucia ; nvejuso, desejo tudo_
quanlo sua vista alcanza, embora ignore sen 1
seja superior as suas limitadas fo/cas ..tvraniif p
fringe aos pequeos animas qoeJJ^ahen7a al-
cance, todos os tratos e incomn
1 possiveis, e re-
no seu jornal. Sem elle o cantor melodioso da* bel-
lezas e poesa dessa provincia. Ser elle que com
sua peuna nexivel desenliara os lindos qnadros, >
alegre panoramas, os magestosos e ricos edificios
dessa cidade e seus arrabaldes. Sera finalmente,
que cura a sua critica lina e sensata corrigiri o qoe
por ahi lu 11 ver de mo. Eu, por lanto, do escuro
de niinha nullidade, saudo essa flrfma gentil, que
u. dia lem dc illuslrar a provincia que a po Ocio nao ser exagerado o meu enlhu-iasmo
uanlo anda soh a mpress.i que suas produc-
s Ji? JMiC" si'pponho lie ir quem de seu
mrito.
Nao lenho a fo?rtf)|Bj)lc couhecir a pessoa que a
move, o que de bom grauii quizara ; por tanta nao
-.ni suspeilu. Protesto Ihelius do seu Diario; alySHsnU' porque nao tara
o couliuuar-se-ha. ^^f
Oiegoii houlem, passandl '' ici/T' n j^-m *-
sul, que ainda us Dio deil|J^Wtii taitas com asioJ
licias do cholera ; e quizeramos aqui uns mediros
do M r.uili.i... que saneas fazer qoirenlena laslca,.
para ficarraos dcsassombrados, pois creta qec o cho-
lera nao usar invadir, sera suas sapienlissimas li-
cenrss, um paiz sob sua salva-guarda.
Por aqui correu que o tal asitico arreg.nihou
ahi os deules, e que invadir um terno de iudivi-
dnos ; mas como a medicina enlendeu conveniente
aseverar que nao, digamos todos Amen.
Embarcou para o Piauhy o Ex n. eommendador
Frederico d'Almeida e Albuquerqoe. Os mares lhe
sejam propicios, e uns fcil e feliz, adminislrarau o
aguarde. Seus innmeros amigos cuidarao de soa
elcieo, que eu desejo seja favorayel.
O Sr. Coelho Bastos deu outro por si senatoria,
que nao sei o. porque nao quer, apezar de lhe ser
offerecda, c, modesto em seus desejos. contenta-se
com um circulo, qualquer que elle seja. Pendo de
liaver cinco, he umita fcil arranja-lo em um, elle
que cede generosamente do direito a senatoria. Os
meus patricios apresenlam estes rasgos de generO-
sidade pouco cumrauns.
A assembla vai piam piam. O Sr. Ilenriques da
Silva quer, ein um discurso que fez ltimamente,
que a admiuslrac,ao provincial enlre na conciliaeao
relleclda, e qoe leudo havido a icclo e reaccilo,
enlrcm os subdelegados na calma. Se a reaerio de
que elle falla be na perseguico dos crimes e seus
pairnos, o que me parecen, vista qne raordeo al-
gumas auloridades policiaes, e prorioz a iliminuieiio
do corpo policial, nao pens com elle, pois desejo
que ella continuo sem reflexao, salvo se os thuggt
tambera quizerem rclleclir um ptico, bem con.o
sen pairnos.
Se a rellex.ij he noemprego dos meios, cutan es-
tamos accordes, mas eu quero o corpo de polica,
nico que veda aos tltuggs pura no:, nao devoraren.
Sei que muitos abusos se bao dado, e que al para
se obter urna ou oulra punicao, se ha torcido a lei,
e que por Mamanguapc u desejo ita descobrir cri-
minosos lem feilo violencias; mus um nu outro
abuso, filho da ignorancia ou malina dos homens,
nao pode servir de argumenta contra a convenien-
cia dos meius empregudos ua genemldade.
Censuremos os abasos e abusadores ; mas respei-
tamos as intcnres do governo, em quanlo boas.
O ccniilerio ainda continua a servir de cavallo de
ve urna repoguancia incrivel 1 acr 10 ; tenhu com-
posta na menta bellos livros sem ler a coragem de
escrever urna s palavra no papel. Amo Mmenle as
viagens, porque tarnecem-mc ampio alimenta a
meus habitas de scismatico.
Ainda esta manhaa lique tangas horas absorto na
idea de que devia ir as Indias. Fix como a respeilo
da China, e de lodos os paizes que lenho desojado
visitar, Iransportei-me imraedtatamenle para l. Vi
os templos de Ellora, o pagodc de Kedaram, aaudel
a Iriudade de Uraluna, YVisnuu e Civa, passeei pe-
tas margens Jo Canses, dansai cora as bailarinas,
subi auscimos gelados do Hymalaya. o que ha de
positivo em lodos esses desejos de viagens he a ne-
cessidade de fusir do meio em qae achcme, e talvez
de mim mesmo. J algo-me as vezes desterrado, e
pro -iiraudo de balde minha palria, a qual asseme-
Iha-e a Haca que fugia sempre diinte de L'lysses,
creiu que o medrar meio da alcaoca-la he mor-
rer.
I 111 instante ebeguei a pensar em fazer-me solda-
do, c alias sempre tive grande repulsio a todas as
cousas militares ; quaudo ouc.o passar um regimen-
t ao san dos clarn, "sinto desejos bellicosos e me-
dita uo relincho dos cavallos feridos, nos surdos es-
Iroudos da artilharia, no quenle cheiro do sangue,
nos 1 ellcvos da espada, e nos gritos di viciara. Mas
a quera darei minha coragem o minha forc,a ? Por-
que causa poderia ir combaler ? as minhas viu-
iifii- vi as Naiioiialidades deitadas ib; costas, agon-
sanles, eiisaiiguenladas o muribuiid.is ; vullavani-se
uiui para a oulra com esforro e aizmm em voz ini-
\a ouvindo o gallo que cautave): Minha irmaa,
nao vs vir nada s Ainda nao he nhegado o tem-
po em que aquelle que quizar ser reunido a seus
pas, peder gloriosamente descontar sua morte.
Ah quanto invejo aqueles que cJmbaterain pela
i;reri;_________________^_^
Nao morrerei 1 ninn In n'u 1I1 1111 flnfinnaa, ai iiln
re tranquill.imenle aera imprecaeoes. sem
themas, sem colera e sem desespero. Malarei minha1
vida assim romo matamos um cavallo deseinbeslado
que carrega no para o abismo. A forma que oc-
copo lornou-se-me insupporlavel, e quero troca-la a
todo n costo, acontara o que acontecer !
volla-se, sa elles nao .g^n,.goffirer bomiioeae
resignados, quanlo he^embra sua imaginasio, que
parece lisongear-sfl^oro ,0(iriqienls de suas vic-
linlil,iUia?gnie, a mentha, para occullar suas
"Xys, qoe julgaaaus, ou para compromefter quel-
les que lhe desafusn o odio, he o primeiro fructo
de sua lingua balbuciaule.
F, neata Iheor conlinuam os taes sauhures ptiiltr-
sophos esquecidos de que sao horneas, e qae suas
razoes malignas sophisiuas snbts, do e .naior
argamepto em favor da malicia de nos ou.rus, a
Sissar-nos urna zeribsnda qae mulo lsonje iris us
lulheres, se par ventora ellas nao soubesseui que
para os taes philo'ofho-maniajoi a huoaaiadade
nao lera sexo.
Quer-me. parecer que os taes similores nio lea
rai3o. quando calmo no silencio do gabinete, e sob
a influencie, da rellexlo, pens no -animal chamado
homem ; jajas, na vida commura por mal* de urna
ve?, tenho minhas tendencias para partilhar essa
opiniao dus laes senhores do phitasopliismo.
Quando; vejo que os homens, por capricho, des-
pi-ilo e as vezes sera urna causa apperente, procu-
rara cuusnr-se reciprocameule os maioros males,
quando leio a estilstica criminal de qualquer paiz,
quando pens na chronica horrivel dos grandescri-
ines, que enchem o mundo de terror, quando pen-
s em matas c origen) da urna suena, cerbi gratia,
como.esa.-i que aclualinenle asela a Crimea, quasi
que me convengo qua o hajl fcbe um animal e,-
scncialrrfente maligno qaadl I porera vejo urna
.popularas intaav^vah^T^'cWiulhaiites actos de
philantrupia c candad, como actualmente '.,0 Rio
de Janeiro, quando a vejo dedicada e iirorapta, con-
correr cora seus esforrjs e recursos, anda com sa>
crilicio de sua vida, siara soccorrer o prximo soffre-
dor, me parece que o homem he essencialmenle bu-'
mano, caritieso echeto de generosos impulsos.
E enlre qualidades tao contrarias e e'xlrunhas,
qual ser a essencial *
O philosophos pessimislasdlzein que a primeira,
e eu ainda pendo para a segunda.
tiaslei todas astas palavrns para dizer-lhe que va-'
cilio em mais ama duvida, alera' das que me Ira-
zem em constante oscilacjo ; mas nita crea que
fosse esse o nico motivo, parque a causa dense des-
perdicio foi oulra, que nao posso dizer-lhe nesle
momento.
A duvida em queeo ,e muitos laboramos, acerca
das inclinac,es tuluraes dos horneas, fax com que
andemos na mais reservada disconliaora uns para com
oulros, e tambem concoire mulo para que nos atri-
buamos, reciprocamente, resultados, que alheios de
jiossas jnlcn-,es, pesara sobre nos com loda a sua
responsabilidade.
Ilouve, ha annos, um assassinato na pessoa do in-
feliz Lima, residente na Baitia da TraicSo. Coa
quer que houvesse entre aquelle. e o cap,..o Mello
rivalidades polticas, latas eleiloraes, algumas pes-
soas,e o orgo da oppesic,ao, attrtbnio aqoelle crme
ao dita capililo. O amigos desle ustenlavam. ar-
suinenlaudo com seus honrosos precedentes, nio
negados pelos roesmos, qne o aecusavam, e com a
ausencia de um motivo plausivel, e de urna prova
positiva, que elle era incapaz de tal acta ; mas a ac-
cusarao, como lodas as obras da calumnia, quando
cevad pela intriga, crespia, mulliplicava-se. loma-
va mil formas, reveslki-se de mil armaduras, e ia
tomando o carcter, e proporedes da verdade.
Pobre verdade Tem a infelicidad de ir per-
dendo sua forma primitiva a proporejlo que entra
por mallos ouvidos.e alia por maltas boceas.
O capitao Mello qus era subdelegado no tugar,
aterrado ,ior Uto grave aecusaco, acabrunhado pela
vergonha, que tal impulacalo lhe causava, a cioso
de sua repulato, pedio por mais de ama ves, ao Dr.
chele de polica Claudio Manoel de Castro, qoe fos-
se pessoalmeule sindicar daqUelle crine, tirar o pro-
cesso; pois elle, em vina da accusacSo, qua lhe fa-
ziam, nao quera intervir em tal, tanto qoe passava
i
Seo coraeco da existencia he Uo amargo, porque
lamentara os velhot com tanta violencia a mondarle ?
Porque nao lembram-seda estafo t>assada da seus
amores sera experimentaren) espasmos de dor f Sa-
ra ama aspirarlo desesperada para o lempo que
nao exista mais 1 Amaldir.oa-se a vida a cada Jus-
tante, e os moribundos de cabelles braueos levantar-
se-hism da cama, e consentiran! em viver mutila-
dos e sem merabros, com lanto qoe vivessera mais
im dia, urna hora, nm minuto. He talvez porque
nao crem. Alm desla vida nao veero aero duvida
mais do que o nada, e recuam diante da morte, a
qual consideram cumo dissolueio delinilitu. A es-
se respeilo pens como Sylvio, creio na transmigra-
(ao das almas ; para mira a morte be mui consolado-
ra, pois faz-me dar mais om passo para o estado de
perfeirao.^ Sim,-sempre. depois, como oulr'ora ve-
re o sol pdr-se rodeado de urna poeira de ouro, es-
cutarei o suasorro dos ros, dormirei sobre o musgo
das floralas, levanlarei os olhos para os caos mati-
sados de estrellas, subirei aa inontanbas, ou vrei o
mar quehrar-se contra os.rochedos coberlosda sai-
gajo. O' natureza eterna hei de admirar-te sem-
pre, aqui ou algures, pooco importa ; hei de adiar-
le mais bella qli.indo te vir nos mundos superio-
res !
Depois qae resolv morrer, eslou como slliviadu
de um grande pyo, c. achu-me quasi alegre ; he urna
sensa(ao nova que sorprende-me, poja sempre
eslive Irsle ; todas as vezes que teubo-me alegrado
he como us meninos que lem medo alravessaudu
de noile um bosque, e que cantam para s anima-
rem. Domis sej que nada podara agora abalar
minha decisao; alegro-me pensando uos longos
das de repoosoque vou emfim ler, pois admillindo
que minhaencarnaco novase faca iinmedialainen-
te lerei ao menos os mezes de seinno, e os annos da
intaneia para descansar de minhas tangas fadi-
gas.
Fiz comparecer minha vida dlanle do mim mes-
jo, juizo jmparcial que nao recuso^ interroeoei-a.
acTrsxj-a culpada, mu, desesperada ; condemnei-a u
morte> e etecularei brevemente a sentn^a.
^^P^' [Contrnuar-ie-ha.)


OIMIO OE PEHMIBUCO QUlRTA FEIRA 31 O OUTUBRO K 1855
(u exercicio da subdelegada ao seu im nedialo. Herru-
ilon-i.i a opiuio publica, romo um sopre do in-
ferno
O Sr. Catiro resolveu-seadeixar odoke far nitn-
' le, c o uso das salas, que sempre, iofolizmeute Ihe
vedara-n osahirda capital, a foi lomar conheciroen-
o do fado. Instauroo, o concluio'o proceiso, e so
re*pondenlei, provarei conseiiuentemenlo quanlo
hei exposto. Quem pdc contar o entliusasmu de-
dicaudo-se a leilura das importantes missivas do sea
nobre correspondente da capital da Paralaba? Seas
escoplos sao suaves bafejoi, arrebatadora inspira-
cOes, a nlelligenrii e o boro gusto em soa amplidao!
O nobia I.idador da Ipojuce, suas missivas revellam
pode oblar indicios moito fracos contra um individuo | o homem intolligeolc, moral, o cidado amante di
J
misecavel que foi capturado, e merecen lugo a honra
de ser'chamado pata opiniau publica mandatario.
Descsncou um pouco o capillo Mallo, to he que
poda descansar quero tem infiltrado as veas o ve-
nena iunoculado pelo dente do calumniador...
Pouto lempo depois apresenla-sa ama administra-
qua desejava perseguir, com todas as forjas, os
crimen, a que merecen por isso raeus elogios, e in-
da hoje merece. IJm vonlade forte, urna impar-
rialidado rigorosa, um traballio continuo, um* se-
veridade mleiivel, finalmente nm homem tal qual
era mrster, leva a forja de infiltrar em lodos os era-
pregadet. que sol sua influencia serviara, a sua in-
caesavel Itaacidade na perteguicao dos criminosos.
Apparcceu como que urna nova poca. Criines
aoligos, eiqueeidos, e impunes, foram relabrados
punidos. Procesaos qae, pela proteegao, linham
sido olvidados, foram instaurados. Criminosos, que
dcsconlieciam a saucedo das leis, por sua sagacidade
ou vaiiinento, tremern]....
ai moito bem....
ss perveriidade. que de ludo se serve para dar
lo a sua tendencia a cansar dores, e saciar-se de
lagrimas.tambero arguio muilo,calumniou bstanle,
e motivos injustas perseguicoes.
Mloannia he frtil em recursos para engaar a
boa fe
A admiuistrac,ao, persegoindo os erimes, esque-
ceu-se da que a calumnia lambern o era.
Algumas autoridades, ou arrestadas pala forja da
Iciideiija geral a punirlo, o perseguido, ou para
osleutarcm um telo, urna inftexibilidade-de caracler
digna de um Cali, nao attenderam muito aos raeios'
de conseguir o grande fim da ponicao, fixeram seu9
gios, que na reaegan em que se achava a pro-
vincia contra o crime, que em ndeocin ao fim, a
popularlo deixou pessar desapercebidos. Alguns
monstrua se fizeram a titulo de processo.
A calumnia, que u3o tinha esquecido sua viclim
iutendnu azada a quadra, e surgi, manida de lodos
os recursos, que o lempo Ihe permitlio armazeuar.
Era muilo provavel, que a opposc,ao livesse sem-
pre razio de qoexa contra os alijados do partido,
que eolio dominava. O capilo Mello era um d'es-
nido essa lgica, que alguem chamou de
conciliario, nao poda deixarde ser crimiuoso ; pnr-
" into foi lago preso.
uliorou-se, em reserva e segredo, monstruoso
lio. Nio havia provas bastantes; mandou-se
itrir leslemonhasem Minrenles pontos. Anda
*> appireciam, que combinassem cora os principios
endera-propra'senhora do infeliz,
porque, pola coran.-^j*,dos bene'da ord. dc-
iear-se tard> >m o, majMi ,0gjca
patria, que ludo envidar para enraminha-la as vas
da prosperidtde. O nobre collega de Bananeiras, raeu
sympithico e velho aldeSo, sempro o mesmo, conci-
so, demouslrindo-se digno da nobre peleja do pro-
gresso moral e material.
O incansavel do Bonito, suas missivas galvanisam
minhs pobre existencia, incitam-me, arrebatam-rae,
e eheiode prazer nao posso deixnr de bradar: Salve!
salve! nobre alhteta !
.0 collega de Macei, suas producefles revellam o
profundo conhecmento histrico, o eidadgo distincto
aprtenlo orna valiosa aequisirao para sen jornal,
finalmente todos sao dignos, exceptuando minha cos-
mopolita individualidade, lodos eoraprehendendo
a alta magnitode de suas funcces, tem desenvolvido
vasta copia de intelligencia, palenteando que sao os
dignos descendentes dos Andradas, Fejs, Evarislos,
Vasconcellos e Nones Machado.
E a quem senao a Vmc. deve o Brasil a apparicSo
do radianto movimeoto da intelligencia ".' Cidadflo
prestante, nao recuando peranfe as difflculdedes,
Vmc. creou urna nova era, prenhe de sublimes re-
sultados para o seu paiz. Eu o saudo, rreu charo
atanor.
Entrando em minlias funcres, lenho o prazer de
annuncar a Vmc. e aos seus dignos leitores, quo
villa do Paco de Camaragiba anda vive a sombra
de ama paz perenne.
A religio anda vegeta, seus misterios sacrosan-
tos continuam encerrados no olvido, e tudo demons-
trando que estamos sob a preslo de um medonho
calaclisma. Sim, meu charo Sr., um paiz sem re-
ligio, aonde as paixes dominantes silo o egosmo, a
indificrenra, onde os homens limitados a seus feros
inslnclos ostentara o desprezo aos dogmas de urna
religio sublime, ai desse paiz .Nao pode caminhar
aoapogeu, sna marcha retrograda- prepara seu fatal
anlquilamento! Perante o influxo da religio ces-
gam os preconcei(os,os odios e lodos os esforros devem
eOhvcrgir para o nico poni, a elevaran do culto da
religio de Jess Christo. Sem religio nao ha socie-
dade; e os homens detestando-su mutuamente ser.ln
peioresqoe feras, dando expansflo as insanas pal ajee
que osdominam. Espero que estas mnhas reflexoes,
parto de urna alma contristada, deparen) echo em
aquefles a qoem loca remediar e altender dossoffri-
menlos deste povo condemnudo ao selvagismo.
A salubrdade he benigna, sem mu-a que duvida
faca. A morte felizmente descansa sua aliada foice.
i-jira citada.
Andn e di
para Mamttoguape,
cdes,'udeu o infeliz eay.0ij0
Onilao d'esla cidade
n poder respo-uo,*-.
durante um sl preso, o intitulado
dalariu foi condemnadn a pena ultima.
cidade o capilo de convencer de sua
uelles.'qne mait moverm sua perse-
qoeiles, que com seus arligos alimenla-
ram, ereio que na melhor boa f, cu calclo de op-
posirjo, a accosario injusta, que elle soffra, de ter
por seusadvo^adoos dous membros maisproeminen
los d oppoaicao e finalmente de ser absolvido, Vja
ultima sesHfio do jurv de Mamanguape, assim como
intitulado mandatario, que tinha si-
do coudemuado a pena ultima, a isso a falla de pro-
gado, qne nao he sospeilo, diz,
la, que foi um processo sem
segundo na (
provas.
lo dp infeliz Mello pende da Re-
eSo do juiz de direlo.
le,es philos iasoobessemesta historia, que nao
pude fazer ac^^^b de todas as suas circums-
is um argumento contra a mal-
: eu, porem, auda me nao dcixo
convencer d'i
publica continua sem alteradlo, e
i tem baudo aquem do ordinario,
din di pelas medidas hygienicas adoptadas.
sais comarcas, pois foi appro-
^quejez a aesemblea no anno

orna cidade, a de Mamaoguape, que
seseo,por ler boas)coriman$e~txcen-
nais.
:orrespondente d'aquella ex-\illa, e
io. Ella merece,
ovincial vai em ebulinlo. Esl 'maij
da com a Ox{So da forra policial.
'< qualro le?, est anda muito em co
dade vai sem novidade ; e a captura
osos continua.
a urna remessa de sentenciados pa-
itando, e esli, ha quas um mez, armazena-
' iedello.a espera de um barco, quo d'alii se
osos lias para conduzi-lei.
i cousa, com qoem pode, peja-
o mande logo, antes que tenhamos por c
nova scena, comea do coaieco do corrente auno.
Halados presos da, 1.a e 2." comarca que
foram mandados vir conlando-se com o transporte.
Saude, e quanlo peteco ihe desejo ; paz e con-
cordia ; c;aroc,o, e bons amigos. Amen.
.......la i
ALAOOAS.
lo l'asso 18 de outubro.
4pezr de meus padecimentos e
iroverbial decrepilude, anda n.lo
eserva, fizendn parle dos Malra-
Mto que invalido acompanlio afa-
o ondularao da nobre e Ilustrada
correspondentes. E se nao como elles
os recursos da intelligencia, ao me-
llo com meus debata esforros o progresso
teliecloa! e material do paiz de Santa
o ensejo, permita Vrac. que dando
minha gratido, escrevendoem um con-
i os serviecs valiosos por Vmc. prestados
8 provincia, possa assim demonstrar que Vmc.
ir srm duvida um benemrito, um cidado dis-
toma (al lem jus eslima e cousideragao
ro senhor, o Diurio de Peniambu-
poca circomstrtpto em um limi-
larr.ado em sua marcha, soiTrende
a lerrivel cpmpresiao monetaria, deparava
irasVle o nico recurso, quando Vmc. inspira-
l grande, olil e regeneradora, resol-
.530, comprande-o ao sen an-
tiga pruprielario, o Sr. Antonino.
KapJa operou-se urna nolavel e espantosa traus-
fonna rio de /'ernambuco despido de io-
lercssr, lendo perdido a aura publica, breve to-
mn dimeaso gigantescas, conslilindo-se ngo o
deposito central de banalidades e insipidez, mas
urna brilhnle exposieao dos producios da intelli-
, a moral, a pliilosophia, a medicina,
o sabio, o poeta em fim, ja podem
livramonle maufeslar-e, eertos que as paginas
do seu jornal existe a arena aonde podem manejar
orientar as sublimes producc/je* da 'as ntelli-
ades qae vegetavam acurvadas.pe-
la tarrivel rompremao de inditrerentlsmo ; talentos
nao oosavnm transpor o Adamaslnr
1,r nobre aspirarfies ; alias inlcl-
l*g" um no olvido, condemoadas ao
jo..,.! ; ei-lss ora desonvolvendo
orreado ufanosa, o expando os
es identificas ua expo-
sijao par Vmc. inaugurada.
- I'u ludas as parles do globo terrqueo, rumpendo
os diques onde lulavam reprezados, surgem Ilus-
trados campeoes, polosos deiBonslrando a intelli-
gencia em seo zauitli.
< Brasil, paiz fecundo, mamflo das almas nohres,
a quem natura prodiga dotou dos germens da grao-
^ r rdo da letargo, ergue a fronte altiva
iluda generador, e cooslilue-se em
lor. Uo Amazonas a o l'ralo
I'"- am ostentar suas alia
Nio quero ser mtsaote e por isso em \iw\
retamo desc/evendo os, mtis dsiinclo d|it seus cor-
cnnsenlndo que possamos caminhar livres e desem-
barazados, dessas caranlonhas. U cholera para (oda
a parte assustador, aqu ncra ao menos goza a honra
de ser mencionado; e tanto mait qae nao exislem
entre nos os senhores Esculapios, que com suas em-
panzinadoras prevenres, como que incitam a appro-
ximacao do lerrivel viajante de Eugenio Sue. Ter-
rivcl duende para o genero humano, poderosa
alaVanca para a medicina, o cholera he um expan-
lalho iiidefinivel!
nosso foro combatido do fro glacial depois da
parldaS^i^or. Rodrigo, que bastantemente doenle
* fec"'f^>-^*-*-*-^aitf.vel que rcceltf algu-
ma animadlo, agora, que o digi. ^pr juU Je direito
acaba de entrar am exercicio. A seg-^^ indivi-
dual nada ha soflrido, a consequenlemente en,, -
la aun ha concorrido com o seu contingente, para a
chronica morluara. Valha-nos esle unitivo.
Ao passo que assim nos expressamos quanlo a se-
guranza de vidas, oulro tanto nao podemos diatr,
respeiln a seguranca de propriedade. Habita entre
nos um rapaz melifluo, anacrentico, que ou per faz
ou per nefas assentou que devia celebrisar-se, anda
que fossesublrahindo cavallos do poder de seus donos,
A ideia rom elTeilo nao he la porque digamos, o ra-
paz penelrou na mina; e dahi applainando os bices
linba realisado seus desejos.
Felizmente para descauro da sociedade, ha p
eos dios apresentandu na scena um dos seus
qnejandos. os meninos que nao darmera, je},,, ^0_
ron, trancalaram .
O grao meco Zeiirbque
Nos conns-Trocornimboque.
O rapaz disse qae ostwilava prolecr,des despn
do as aalorjdades, ejl^almente caruando a S ra-
anle de todos. i> |s se tudo sahir a medida
ile seus deseios. \ |
O eoeaaiercW* jyegeta, caminhandn para o
seu perigeu. A agrllnvara est agora nos seus ge-
raes, aproveilando a quadra de sua poesa. O agri-
cultor acorvado das precisos, sujelto a mil privac/>es
e que mais he curvado no sic tolo etic iubeo do ne-
gociante, apenas v a moenda rodar, readquire no-
va vida, e ci-lo elevando a fronte altiva, impondo
condires e assim caruando a bel prazer. Anda
mutos engenhos conservam-se parados, o que he
por certo indescnlpavel, Seatleoder-se a benigoida-
de do lempo.
Rcnio-se no dia I "> o collegio eleitoral desla vil-
la, procedendo-sa a eleir.io dos membros a vindoura
assembla provincial desla provincia. Eslimarei que
sejam coroadas de prsperos resollados, as candida-
turas dos meus sympalhicos, os doutorcs Ambrosio
Machado da Conha, Ermelindo Accioli de Barros,
l.nurenro Accioli Canavarro e Rodrigo Nello Firmia-
no de Moracs, lodos distintos e dignos dessa honra.
Em urna de inhibas anteriores missivas, como que
presagie diverlimenlos c falgares nesla villa, ape-
nas chegasje o nosso juiz de direito e dcpulado ga-
ral o l)r. .Manuel Joaquim de Mendonr.a, viudo des-
la vez n.lo solado, mas acompnnhado de sua esposa
a'Exm. Srt. D. Justina Bulhes Castello llranco.
Nao Iraque de falso, ha dous mezes que seu pai, o
honrado auciao e lente coronel Bernardo Antonio
de Mendonra,desenvolvendo umaactivdade infalig.r
vel, preparava os accessorios para urna inmpluosa rc-
ceprlo. No dia 10 do corrente urna garandla de
fogocles aununciou aos seus amigos que S. S. apro-
ximava-se desla villa, aonde na casa do Sr. Ignacio
Jos Tcixeira o agoardava um excellentc o bem
preparado almoco. As 5 horas da lard ja quebran-
tado o calor intenso, parti S. S. acompanhado se-
guramente por mais de 60 cavalleiros; era urna lu-
zida caravana.
Convicto de miulia inopia, qual nao foi minha
sorpreza vendo-me contemplado no numero d'aquel-
Ics, convidados para acompanhar a S. S. al Bue-
nos-Ayres, e all saborear as delicias de urna hospi-
'alidade proverbial. Acceili o convite, e portanlo
encarapitado em um buceplialn, cuja paciencia e hn-
mildade revellavam que o pobre animal comprehen-
dia a prosaica individualidade que o monlava. Ao
passo que guapos sectarios dos m\ fenos de talvao,
cavalgaiidu fogosos giuetes, seguam fanosos a ca-
ravana, eu sempre dominado por lgubres impres-
soes, aliento conlemplava poticas pnzagens, bos-
ques copados e frondosos,' a vegetarlo fecundando
em um solo productivo, pillorescas siluaroes, em fim
a nalireza expandindo-se e desusando sua belleza e
suas gra;as. Ah! e que direi a Vmc.'.' Esle potico
composto, este conjunclo de cenas deleitosas era
como brandes zophiros, que amenisavara minha pro-
caria e acurvada existencia. Envolvido no turbilhao
de meus peueamentos, assim caminhel al que o po-
bre animal eslacando-se, annoncou-me que linba
chegado a Buenos-Avrea, sah do\xtase inefavel,
para de novo achar-ma em contacto com a miseria
e abjecrao da vida humana !
Ha lempos que meus ouvdos eram empanznsdos,
cpm pomposas descriproas das bellezas que consli-
luiam este engenho, a morada do bom goslo. Jal-
gando tudo pelo inversa, repellia laes rodos, que
onsiderava exageradas provas de adularao. Mas
aponas expraici minhas vislas, a sorpreza dotni-
nou-nie, liuha visto a realidadu se nao mais de
quanlo me conlavam.
t'm jardim extensissimo, cirrumdadn de um
gradeamento malhodico, aoude mil arbustos, mil
florea, ludo quanlo lia de mais bella no reino vege-
tal vegeta indurante; pavilhoet, pesqtieiras, repu-
(ea, oslenliuilo-se em o centro deste grandioso qaa-
dro tres excelleutet caas de vivenda, ligadas com
melhodo e ornadas com sumpluosidadee goslo, aon-
do ludo deinonstrava ser esta casa a residencia
d'aquelle, que tabeiulo compreliender a existencia,
inspirado por um gosto apurado, poda no meio das
selva* eircumdar-se dos atractivos que Irapafnrrntrn,
noasa littencTa'm um fecundo potos de sensa-
ies ioefaveis. O jardim, casas, o engenho em. fim
estavam completamente Iluminados; e a msica do
halalhao desla villa tocando excelleules pejas, real-
cava linda mais n grandeza deste qoadro. Urna me-
sa esplndidamente'tervida, erecheada de quanlo
pode incitar a flcugma gastronmica,eslava prepara-
da a espera dos estranguladores qae necias occa-
iOes compensam as lerrveis jejilns qne os torturan)
em sute catas.
Al 7 liaras fomos paa a meta eahi observando o
fercel opus, e eslrangulameulo em plena ebulirao,
senli nao ter mais energa para lanrar-me a ettlt
pelejas; felizmenle collocando-me entre algons ami-
gos, pude eustenlar Um tiroteo regular, sem ofi'eii-
der a minha organisacaln. Algumas audes foram
fe i las de importancia e bem correspondidas, nolan-
do-ie que em urna reunlSo tao numerosa nao appa-
recesse ama saude poltica, que revelaste o espirito
de partido.
Apezar de candada a Exm.* Sr.a D. Justina, ce-
dendo a instancias nossas, dignou-se cantar em voz
melodiosa algons romances (rancezes, ptimamente
acompauliados pelo harmonios piano. Fiq'uei mag-
nelisado, foi como urna pilha galvnica, que pulve-
risandomeus desgoslos palcnleou-me nova existen-
cia, ^rxlraulio a essas scenas em o proletarismo em
sua inleira exp.rcss.lo, ignorando o bello e o ideal da
vida como nao ficar sorprezo!
As 10 horas um helio fogo artificial reclamou a
nossa allcncao, felizmente a meia noile eslava lindo,
o que foi bem r'ecehido por lodos, tanto mais que
Morpheu bailando a nos, rapando o seu jugo,orde-,
non-nos o descanso as nossas fadigas.
Sonhei que eslava crcumdado de anjos que hran-
damenle bafejando sensares inefaveis, Iransporla-
vam-me a urna mansao descunhecida, ondo os pra-
zeres... aqu acordando achei me a bracos com a ce
berta, que havendo embolado expunha, meu pobre
fardo ao fro glacial de orna manliaa nebulosa.
Basta, meu charo senhor, nao posso proseguir,res-
tando-me tao somente saudar ao distinelo cidad.io
qae crcumdando-se de atractivos 6edaclores, sabe
comprahender quanlo ha de bom na existencia dos
gozos, sendo para lamentar qoe o seu eaemplo nao
seja seguido por nutres, que em idnticas circuns-
tancias todava sugeitam-se a vegetar no Indornl im-
puro de urna dclestavel existencia sem gozos e sem
aspiraroes.
Na outra que enviar a Vmc. remellere urna poe-
sa qoe Exm.* Sra.> II. Justina dedirou o meu
amigo Campos, em occasiilo que eslava em seus ar-
rojos poelicos. N9o perda a mana !
Basta, meu charo senhor, aqu lindo a tanto mai
qur o portador deata esta ancioso por sabir e eu nao
quero demora-lo.
Saude perenne,um potos munelario.paz do espiri-
to livre do lerrivel cholera, e anula mais. da impan-
zinadora prevengo." Dsponha do seu sincera res-
pcitador. #
O Cosmopolita.
P. S. Recommende-me ao Ilustrado collega de
Banaueiras, a qoem agrade ro a menr.lo que se dig-
no u fazer de minha cosmopolilica individualidade.
PERN4HBIJC0.
JURY DO HEC1FE.
Dia 29 de outubro.
Presidencia do Sr. Dr. .Ilexandre Hemardino dot
' Keis e Silca.
Promotor o Sr. l)r. Antonio Luiz Cavalcanli de
Albuqucrque.
Escrivo Joaquim Francisco de Paula Esteves Cle-
mente.
Feilaa chamada as 11 horas da manhars,aeharam-
se piesenles 3-2 Srs. jurados.
Foram mullidos em 3003 rs. cadaum, por se can-
tar os I "i das de sesso, os seguntes senhores :
Jo...
AnloilnV:
.Ignacio Pereir.i da Costa.
de Souzi Kangcl.
Domingos AK^nD0 dc siqueira.
Manoel GontalvN^ Ver*Sf a.
Mariano de S A. ni" "'
Antonio Pedr""' J'"Vf^rq
. ,' .o de tisucir
Antonio \/, *
. ,-feal de Barros.
Francisco /,. ,.
; //Mamedede Alnicul.
^Wm K Antonio Rodrigues de AlmcV8'
anoel de Sampaio Barros.
Francisco Ignacio da Cruz e Mello.
Dr. Manoej Adriano da Silva Paules.
Antonio l.eito Pilla Orligueira.
Manoel da Silva Mendanha.
Aulnnio Jos de Moracs. __,
Jos Carneiro da CujJaa^aBBaa**vc*a^^
i iiiai>fTtW^TiilTi ii
ilr. .xnlonio dos Santos dc Siqueira C i.
Carlos Jos Gomes de Oliveira.
Jos Antonio de Brilo Bastos.
Dr. I.uiz lloarle Pereira.
Dr. Antonia Alves de Souza Cafvalhn. >
Jos Joaquim Sveira.
Antonio (ionsalves Fcrreira.
Joaquim de Abren Ribeiro Machada.
Dr. Jo8o Vicente da Silva Coila.
Dr. liento Jos da Costa Jnior.
Domingos Anlunes Villana.
Francisco Jos Slveira.
I.uiz Francisco de Sampaio c Silva.
Jo8o Ferreira Cavalcauti.
Joa i Flippe Cavalcanli.
Augusto de S a Albuquerque.
Manoel das Sanias do Oliveira onc.alvcs.
Jos Alexandre Ribeiro.
Jos onralves dos Sanios.
Francisco MAnoel Bsranger.
Antonio Joaquim des Santos.
Tenenle coronel Antonio l.ins Caldas.
Jo.lo Antonio Pereira de Brilo.
Jos Antonia Pereira de Brilo.
O Sr. juiz de direito presidente esperando al a
-2 horas da tarde, e nao enmparecendo mais nenhum
dos jurados que haviam sido sorteados, dssolveo i
sessao na forma da le.
reinante nao he gangeltco porem iimRuuo.~Ocho~
Itra he um envent*amenlo miasmtico.Causas
appreciattis,e effeilotdo cholera.Medidas aca-
mara munlcieipal dista villa.__
Podmosnos considerarquasi senlosdo cholera.
Eiscomo falla aqu um entendido), porqoe nos lu-
gares (como esle) onde a vegetacio he robusta res-
pira-te am arrarefeito pelo oxygenio foroecidoa al-
mosphera pelos vegelaes, nao aconttendo o mesmo
naa cidades e lens suburbio, onde a atmosphera pe-
la impureza mais saturada de aiote, e acido ctVboni-
co prcila-te u epidemias, demais os miasmas Irasi-
doi pelos ventoa dos lugares onde reinam epidemias
sao ah ralidns pelos obstculos que oppoe sempre
ama cidade ao curso do ar; lomando por conse-
goinle as residencias ah funestas em lempos de epi-
demias.
A' guerra do Oriente devenios semelhantes fla-
gello, irui.lo ou prente, do phanlasmo Indiana. Na
Crimea, pelas exalaces miasmalicas de milhares de
cadveres, reina urna alhmosphera corrupta, e to-
dos sabem qne das materias animaos em putrefac-
to, soltam-se gazes doleleiros obrando na economa
a mancha dos venenos spticos, (deduz-se da morte
do celebre Bichal;) ora se esle medico morreu em
consequencia de ter respirado a alhmosphera de urna
*ala d'auatomia, com mais razao eslo sojeilos a
mesma sorte aquelles que constantemente respirara
urna alhmosphera impestada,assimr,a Crimea tornou-
le foco de nfeci;,lo, e causa do llaacllu qae nos de-
vasta : Demais porque se atlrbuir nicamente as
Indias orienlaes a paternidade d'esia epidemia 7
ior ventura nao se pode desenvolver essa mo-
eslia| em lugares cujas localidades oneresam as
mesmas condires qoe os das Indias Orienlaes '.'
Sabemos que as causas do desenvolvimento do cho-
lera na India, sao asftalarcs miasmticas da loga-
res paludosos, onde se operam pu(refacr.oes de mate-
rias aoimaes e vegetis, logo devemos accredlar,
que a decomposirao de tantos cadveres na Crimea
fosie a causa da presente epidemia; os miasmas Rus-
sas podem viajar lao bem quanlo os Caogelicos, e
por sao creio firmemente que da Crimea nos veio
esse hospede incommodo, e mais razao lenho para
crer altendendo que na Crimea a pesie decimava os
derritas em quanlo que nos oulros pontos do globo
respirava-se um ar puro e saudavel, e desde entao
foi quo alguns casos de cholera appareceram em di-
versos lugares, e ltimamente no Para onde depois
de ceifar centenares de vidas despedio-se para visi-
tara Haba e Rio de Janeiro onde presenlemenle se
acha o cholera ( pensa mais a lal mo-traro ) he urna
nl'ccro do sangae produzida pelo envenenamenlo
miasmtico, e urna alteraran da lympha, podendo-
se considerar esla como essencia da atierran.
Os ares peslilentos pobres de oxiginio nao podem
eiilrclcr no tysteraa circulatorio a aclivdade necessa-
ra para qne funecione convenientemente ojogo do
mechanismo aurrnal o Slaais, o l'rio glacial,explicam a
falla de axygenio na repirarao.
Todos sabem que o oxygenio conten grande por-
cao de calor, e logo que o ar respira vel ncha-se des
'falcado d'elle ( ox)genio j revolotees sensiveis ope-
ram-se no sympalhico. Oulro entendido porem diz
ser o cholera um envenenamenlo miasmtico, pur ti
simplemcnl que obra especialmente sobre a mneasg
do estomago, e intestinos, o sangoe he decomposlo
pela descarbonisar.lo, oxygennndo-se no bofe ele.
ele. etc. Eufim. collega,por aqui lambem lem havido
suas opinies a respeiln do lalflagello ; e al tem
havido quem conlestasse ser o cholera, dizendo por
fim ser urna lyphoidc.'porem julgo qne esse sabichao
nao anda por caminho cerlu ; nao acha '.' Agora ca-
be-me a vez de fallar, e principio por negocios de ees
A illuslrissima cmara municipal desla villa, e mais
auloridades do lugar lecm dado romero i pralica de
varas medidas aconselhadas no folheto ( prescripc,6es
a respeito do cholera ) e promoveodo tudo qoanto
he de proveilo ao publico em crises lemelhantes.
Algumas pessoas mais previdenles ii.in se queren-
do liourer em Mane, mandaram vir d'ahi .alguns
medicamentos no folhelo, e se por ventura esses re-
medios forera consumidos nao inorreremos a min-
gua. porque temos urna botica provida a o dono pes-
ca_alguma cousa 'JtHaafdicina; peloj que lem mos-
tes da#F '^erarjo das pessoas mais
raudo proveilo, si
er esse flagello.
crearas, raaiidei
polica levo ao conhecimenlo de V. Etc. que das
diOerentei parlcipi^Oes boje recebidas neita repar-
ticao, consta que se deram as seguiutet oceurreu-
ciai:
Foi preso: minha ordem o pardo Francisco
Luiz de Seixas, por crime de ferimenlos.
Pela subdelegada da freguezia da Santo Antonio,
Jos Francisco Gomes, por embriaguez e desordem,
a o prato Alexandre, escravo, requeriraenlo do
respectivo senhor.
Pela subdelegada da freguilia de S. Jos, a per-
d Bernardina ne Sena Corroa, e a prela Martelli-
na Mara, por crime de forlo, Pedro Ignacio di
ConceicAo e Candido Ferreira da Silva, por brigi.
E pel subdelegacia da freguezia dos Afogadw, ot
marujos americanos John e Henry Smilh, por an-
darem vagando if aquella freguezia e suspellar-se
seren desertores de bordo de algum navio.
Daos guarde a V. Etc. Secretara da polica de
Pcrnambuco :0 de oulubro de 1835.lllra. o Exm.
Sr. consclhiro Jos liento da Caoba e Figutiredo,
presidente da provincia.O delegado de polica do
primeiro dislriclo deile Itrmo, Francisco Bernardo
de Carcaho.
uel/ue chose
er-se que preteud
rar-me unic^teaaajg, / diclames da minha
bola, nao ; recorrenayo folhelo, porque a lal moles-
lia he temice, lenho confianca na Ilustraran do Sr.
Dr. Aquino, e na dos mais habis professores que
rompoem a commissao d'hygiene. Porem, collega,
como qnando sequer bem, descobre-se o peito eo
Ihe appresento o meu, tibi, quero dizer, eu Ihe vou
dizer tomo pretendo curar a criaran miada de casa,
se pela raaior das infelicidades for envenenada~pelos
taes lagartas ou animlculo-, como Ihe chamam os
mcslres cVarle: eis, vomitorio antes de ludo, e eu Ihe
asseguro quo esvasio o estomago de animlculos, bi-
lis extravasada, el reliqua para isto erapregarei o lar-
taro stibiado depois, oleo de ricino, para que o resto
quo nao tver sabido por cima saia por baixo. fric-
ases com tintura de quina camphorada se esta nao
estimular sallicientemente, agua sedativa, purificar
a alhmosphera do quarlo ele.;quando lhe.lallei das
medidas da cmara esqueci-me fallar de urna, que
ella anda nao poz era pralica, qae he conlanurera
os enterres na igreja. a aludirlo de semelhante pra-
lica he de necessdado que a cmara resolva, lauto
mais tendo mutos lagares por aqui qoe poderao ser
escollados para esse fim. O SacritlSo. \
(Carta particular.
HOSPITAL l'lll 111,1 U DE BENEFICENCIA.
RELATORIO.
A presentado i n>seinbli"-a geral los
Srs. subscriptores para o hospital
portugiicz provisorio em sesso
de 1 s do corrente pelo lllra. Sr.
presidente da commissao portu-
guesa de beneficencia, Dr. Jos
1" Vi incida sares de Lima Has.
tos.
Senhores subscriptores para o hospital porluguez
provisorio.lie esla a primeira vez qne a commis-
sSo porlugueza de beneficencia depois que a hon-
raste com a vossa confianca) vos dirige a ptlavra ;
perinitli-lhe pois, que em primeiro lugar ella aqui
vos expresse um vol de agradecimenlo. Sabai no
enlantn, qae foi ella a primeira a reconhecer a fra-
queza de suas forras para dcsempeoliar o penoso en-
cargo, qoe Ihe cominetlestes; mas felizmenle era i
su* missan sania e juila ; Dos eslendeu-lhe o seu
braco poderoso, c as suas forras multiplicaram-se.
Senhores subscriptores para o hospital porluguez
provisorio.O hospital porluguez de beneficencia
em Pernambuco esla organisado.
.S qoem nina vez tiver encarado face a face com o
vulto das contrariedades, que circundam de ordina-
rio as emprezas desla ordem, poder! ajaizar dos obs-
tculos, com qne lemos lutado para poderraos vir tro-
je aqui annunciar-vos 13o boa nova. He no berro,
senhores, que as emprezas desle genero correm mait
risco de morrerem sulfocada ; mas gracis aos auxi-
lios e amparo do Todo-Poderoso,, o oosso iusliluto
passou por essa crise perigosa e arriscada, sem grave
ollen-a.n.lo porque o aojo da discordia nao procurasse
lambem eovenenu-lo, porque o anjo da discordia nao
dormc.mas o sen habito torpente nemse quer Ihe ro-
;ou as faces; e a commissao porlogoeza de benefi-
cencia contente e jubilosa pelo futuro de notaos ir-
raaoi desvalidos, experimenta boje o mais vivo pra-
zer, annunciando-vus a execur.lo real e positiva do
nosso philantrpico pensamenlo.
Ha muilo se achava ja ludo preparado, a casa
alugada, lilos promptos, rooparia completa, medico,
Horneados, botica, enferraeiros, cosinheiro, ulensilios
mo, finalmente tudo o mait indispenvavcl para o
exercicio regorar immediato do nosso hospital de
caridade ; mas oceupada a casa, (em que o estabele-
cimeulo devia lonccionar,) pelo Sr. Bidoulac. de
forra foi, que Ihe facullassetnos o necessario lempo
para prover a nova acommdac^o; amanhia,porem
ser-nos ha entregue a chave, e araanha.i raesm
hospital poderiaj franquerseos partiros
cia porlugueza, se assim tese aoisler.
O nosso hospital por agora
um lindo predio situado ao n
Bispo, e perlencenle ao nosso dislin
Joaquim Ignacio Ribejatataanaiar, I
te, e lano pela
e isolamento sa
condires de u
ama das maiore
registrar aqui o .
nossu palri.
leum que IV.
lista estnse. No archivo (re Hospital lu te achara
registrados astea noraot.
Mas, senhores, como sabis, u idea de um hospi-
tal Portngaez Provisoria era Pernambuco, coruquau-
lo seja j ara Branda pateo para o nosso crdito e re-
pulido, auda nao he ludo. Compre nflo deitar
am meio a obra, que vai Ua bom eomecada. Qual
aera o Sr. porluguez presente a esla reuuiao, que
recatar farlar mensalmeule nmi pequenin parctlla
ao aitipendio de seus prtttres e diilraces para con-
stgri-li ao alivio de um tan irmlodetvallido'! Qail
o Sr. Portugoei, que serla sordo ae gemido da qoil-
quer homem, quanlo mais de um seo conterr-
neo anillado da perigosa enferratdide eslenddo so-
bre o leilo do lofirimeulo, e a bracos com i penarla
e ecm a miseria? Quem nao repartirla com elle a
raelade do seu pao quolidiano, quanlo mala a pe-
quena migalha, que a indigencia Ihe supplica pela
voz da hamanidade '.' I
Mas, senhores, nao vira aqui para impressiuiiar-
vos, nem 13o poueo .para comraover-vot; vim s-
mente annunciar-vos, qoe he chegado o momento
de levar permanencia o nosso piulan trapico pensa-
menlo.Senhores subscriptores para o Hospital
Porluguez Provisorio, I Commissao Porlugueza de
Beneficencia, ascommiitoes encarregadas da tobt-
cripro.o nosso brio, o nosso crdito, a caridade e o
sanio amor do prximo pedem-vos, que decretis a
permanencia de Hospital Porluguez Provisorio, ins-
lalladono dia 16 do setembro prximo passado.
Acha-se j confeccionado e approvado pela Com-
missao Porlugueza de Beneficencia, e pelas coramis-
soesencarregadas da subscripc>iu,umesta(ulo ad hoc.
Adraittido o peuiamenlo da mencionada permanen-
cia s vos resta escutir a leilura desse estatuto e fir-
ma-lo coma vossa approvac,Ao, se dalla o julgardei
digno.
Determinada a permanencia do nosso hospital
urna supplica por parle da junta administrativa
do mesmo, e por parle dos lenhores tocios accio-
nistas do estabelecimenlo ser euderessada a S. JA.
el-rei, o Sr. D. Pedro V, implorando o seu augusto
protectorado para o nosso Hospital de Beneficencia. S.
M. el-re saliera entao, que longe da patria vive an-
da um povo, que sabe festejar as epochas niemoraveis
da sua historia, nao com demonslraroes vas e pom-
pas esteris, mas com a inaugurarlo de monumen-
tos de caridade, sobre os quaes devem descer ai
heneaos do co.
N. BFoi reolvida a permanencia do Hospital
Porluguez Provisorio, cora a denominado deHos-
pital Porluguez de Beneficencia em Pernambuco,
o uuanimente approvados depois da competente dis-
cossao, artigo por artigo, os respectivos estatutos,
que devem rege-lo.
COMARCA. DE GARANIIL'NS.
18 de outubro.
Collega.Eslamos(cumo estao os mais a espera da
visita d'essc lerrivel flagello,que oratgrassa naBahiae
Rio do Janeiro : elle nos achara rosignados e dspos-
tas a luannos braco a braco com esse lemivel con-
traro ; lula na verdade lerrivel porem neeessaria.
Pulir rara humana! vida carta, cheia do soflr-
raento e astira mesmo sujeita modificaefies por
lanos agentes, e por fim (se /car ainda ahij mais
o cholera, lalvcz o mais cruel de todos. Se Imuves-
ie au menos algum esnaolalho que assombrasse esse
senhor ou senhora, va feilo, porem qual! tein-se
falladu muilo, escriplo aluda mais, c em esulladu
(a respeito do tal espantalhoj pai plus gu'hier. O
que preciso porem confessar, he que a muito digna
loinini-sa i de Hygie'ne Publica, da qual he presiden-
te o hbil medico o Sr. Dr. Aquinu Fonceca, e bem
assim o Ilustre administrador 11a.provincia, lem fei-
lo ludo quanlo he possivel em proveilo da conserva-
dlo do melhor bem da vida [la sanie) j providen-
ciando sobre os raeios de prevenir o mal ou alena-
lo, caso se deseuvulva entre nos, jo cspalhandu pelo
centro da provincia impressos conleudu prescripres
a cerca do trat,miento mais racional empregado con-
tra essa lerrivel epidemia. Entre as rauilas prescrip-
(Oes acertadas, que cantera o iuipresso, urna existe
que merece, desde jaquero dizer, iudepcndenle de
casos do cholera), ser posta era pralica, tanto mais
sendo ella de Taril execucilo, Talla da oecessidade ur-
genlede nao consentir, que nos quarlos (e principal-
mente nos de dormir) se conservera vasas ronteudo
materias fecaes, pois que casos de envenenaraenlos,
aspbyxia, c mesrao do cholera lem-se a presentado
era lempos ordinarios pelo mcphilismo das lalrinas :
a hygienehe por lano o mais poderoso agente para
impedir senau a iuvaso do mal ao menos para que
elle seja menos vigoroso.
Akm de militas fados que consolidam a suilicien-
cia dessa parte da medicina, teios um que apezar
do auligo nao deixa por isso deser cxemplo.
Londres em lempos reinlos era aniiualraeulo de-
vastada pela peste, o 10o cuntante a sua apparicajo,
a ponto de ser lida all como endmica; punan ar-
ralada a raaior parte da cidade pelo famoso meen -
dio de llittr!, cunsuinindo principalmente os quartei-
res mais inmundos, o sendo eiles substituidos por
casas arejadus e roas espacosas o limpas, acoiiteceu
qae desde entao os habitantes dessa cidade fram
respeilados pela epidemia : por conseguale esle e
outros exemplos esplco o poder da byglene das ci-
dades contra a influencia das epidemias, e o quanlo
sern provetosas e dignat Cj gratdao publica as
medidas presentados pejajfiuslre commissao de by-
giene, a mesma'gralidao deve ser"v(TtaTlt-o--mji.Ll
digno administrador da provincia o Sr. conselheiro
Jos Bento pelas providencias enrgicas que lem ex-
pedido a bem da saude publica, nao se esquecendo
dos pobres habitantes do centro. .
Estamos guasi garantidos do cholera o cholera
DIARIO DE PER.YHIBICO.
No vapor Thamar, que entrn no nosso porto no
dia 28 do corrale, veio de passagem o Exm. Sr.
Sergio Teixeira de Macedo, ministro do Brasil no-
meado para residir nos Estados Unidos, o qual se-
guo no mesmo vapor para a Corte.
S. Exc. taltou nesta cidade, e, como um esponta-
neo (ribulo de amisade e con-ideraco ao lagar da-
de pa-sua os primeirus anuos da sua jnventude.vii-
(ou com grande interesse todos os estabeltcimenlos,
qne de novse lera levantado entre nos, depois que
por aqui passou, ha qualro anuos, quando fpi encar-
regar-se do lagar de minislro em Londres.
O Exm. Sr. Macedo, lia Irinta annos que serve
com elevada distincrao ao paiz nos lugares mais ira-
pnrlanleidoeniliaivadas, e dorante todo o lempo da
suaiamrosi carreira diplomtica prestnu revelantes
0aTvic.os ao Brasil, rabendo-llie a gloria de ler rea-
lisado a conversao da noasa divida publica com os
empresladores britnicos.
Aftavel, honesto e probo sempre csleve promplo
para servir aos Brazileros que o procuravam noa
differentes paizei em que residi.
Trinla annos fura da patria he de mais ; e j he
chegado o momento era que S. Exc. deve repousar
por algum lempo no seu paiz, onde os seus altos co-
nhecimenlos pralicos podem ser aproveilados; sem
duvida o governo imperial lanzar mao delle; a us
felicitamos o illuslre deplomala brazileirn, que de-
' pois de lao longo periodo se acha restituido i patria,
"e rendemos a nossa homenagem de consdera-
-^eiio.
REPAKTigAO DA POLICA
Parte do dia 29 de oulubro.
Illm. e Exm. Sr.Na ausencia do Dr. |chefe de
polica desla provincia, lenho a honra de levar ao
conhecimenlo de V. Exc. que das diQerenlcs parti-
cipa res honlcm e boje*recebidas nesla repartir.i.
constara as segrales oceurrencias:
Foram presos: Vital Pereira da Silva, pardo, ca-
sado, sapaleiro ; a ordem do delegado do primeiro
dislriclo desle termo, por indicios deser criminoso
em Iurio de cavallos.
Antonio Rufino Raymundo, porluguez, casado;
ordem do subdelegado da freguezia de Santo Anto-
nio, por suspeito de forlo.
Os paizanos .humano Candido Eugenio, Jos Co-
mes das Neve, Cuillierme Raymundo das Chagas, e
as pardas Thereza Maria de Jess Man era, mendi-
ga, e Isabel Mara da ConceicRo, lavadeira, todos
ordem do subdelegado da freguezia de S. jote,
por briga.
Joaquim Jos do Sanl'Anna e Manoel Antonio
(ioncalves ; a ordem do subdelegado da freguezia da
Boa-\jsla, e por esle remedidos ao marechal com-
mandanle das armas, por suspeilos de serem deser-
tores do nono balalhao dc iufanlaria.
Foi honlcm encontrado na ra dos Uuararapes da
freguezia do Recife a cabera de ama crianza semi-
branca, que, segundo a vestoi a qu se procedeu,
represenlava ter ;l.i a 10 das de nascida c hava s-
do a mesma cabera primeramente estrangulada e
apunhalada e depois decepada. Para descobrir-se o
autor de lao horroroso allcntado fica o subdelegado
d'aquella freguezia procedendo esforzadamente a
todas as diligencias.
Na povoacao da Passagem do Joazeiro termo da
comarca da lloa-VislaLem o mez de agoslo prximo
passado, urna escrava (ie^normrMaria; indo buscar
agua a urna Ponte, afogou nesla 4 filhos menores,
que em sua coinpanhia bavia levado de casa, e de-
pois laiicou-se a mesma funte para ter igual fim, es-
capando porm da merlo por salva-la o scuhor, que
desconfiando do desaparee i memo c demora della com
os llius sahir em sua procura, e dlrigindo-te {para
a inesniti fon le achou- a no aclo de fazer esforros
para afogar-se.
Salva do peigo fui presa e entregue por seu dilo
senhor ao subdelegada do lugar para ser legitmen-
te punida ; mas lendo a remedido o referido sub-
delegada u delegara respectiva, evadise ella em
caminho'do poder da escolta de paizanos que a con-
duzia.
Dous destes individuos foram por isso presos pelo
delegado e ficava-se na diligencia de descubrir e
caplurar a criminosa.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 29 de ontobro de 1853.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Bento da Cunts e Figueiredo,
pfefloWo-flfrfrovinria.-^O Jejegado do primeiro
dislriclo desle termo, FraticisccTierSario^ie Car-
valho.
30
OU s_
eomo, coran natfjtm deixou ao arbitrio i
commissao a ledra do respectivo arrendar. V
Deveis canhecer j, senhores, pelas diversa, bli-
caees nos jornaes desla capital o quanlo oSapsso
philanlropico pensamenlo tem echoado no coracao
de lodos os boas Porluguezes, e mesmo estrangiros.
Ainda boje de toda a parte chovem demonslraces
de altelo e adhesao a esle nova eslabelecirilente de
caridade. A este respeilo oenhuma inslluicao por-
lugueza em Pernambuco (em at hoje palenleado
urna aurora mais brilhanle ; lambem nenhuma ha
j odiase, e aqui 'o repito, que posta com ella em-
parrillar em nobreza e tantidade.
As commissOes encarregadas da sabscriprao, su-
periores a todo o elogio por seu zelo e aclivdade
entraram j para o cofre do hospital com 12 eoli-
tos de rcii, 10 dos quaes se acharo, depositados
oo banco de Pernambuco, e o resto no cofre. O total
da subscripro monta por agora a cerca de 15 con-
loa de reis, mas a commissao portugaeza de benefi-
cencia pensa, que asn somma ser ainda ac-
crescida e nflo pouco. Muilos senhores porluguezes
nao figurara anda na lilla dos subscriptores para o
nosso instituto de caridade, mas nao serei cu quenj,
me atreva por agora a tacha-Ios de egosmo, porque
sera isso um juizoinnoportouo e precipitado. A con-
tingencia das emprezas humanas, qoe um muo fado
consegue muilas vezes fazer abortar logo em comero,
como que os lem al agora colocado em certa reser-
va relativamente exerurao do ooiso empenho, mas
hoje, qoe elle se acha levado ao desengao da pra-
lica poiso afllanrar-vos, que dentro em pouco lempo
os seus mues guranlo na lista dos bemfeitores
do nosso hospital ; porque, senhores, a denegarflo
de urna esraola para adorar os transes da dor ou da
agona a um irroflo indigente e desvalido, he ama
deshonra ; e eu, nao creio, que baja em Pernambuco
um porluguez que queira, que Ihe cuspam as faces
o labeo de cgoisla, que queira ficar deshonrado aus
olhos de Dos, da patria c da humunidade.
Dentro em pooro veris publicadas as lisias de lo-
dos os Srs. subscriptores para o hospital porluguez, e
com ellas as sommas sabscriplas. A todas as portas
onde bateiam as commissOes eucirregodas da subs-
cripeflo, sempre Ihe respondeo'a voz da caridade
mais nn menas generosa conforme ascircamslancas
do momento. Tereis dc ver a pequenua moeda do
pobre, como qoe esco.idendo-se de pojo por delraz
do bolo da opulencia. Nao a desdenheis, senhores,
repara, que tem de um lado o cunho do sacrificio ;
do ootro o emblema de aflecluoso e sincero con-
curso.
A commissao porlugaza de beneficencia elegea-
roe Medica director do hospital. J vedes, que a
soa Cscolha nao foi lalvcz a mais acertada, pelo pou-
co, que eu posso corresponder sua confianca, mas
se o quilate da forra iudividual esl na razao direcla
do incentivo da sua ma vonlade. 'se querer he po-
der, alguma ronsa poderei, porque a minha von-
lade he ferro e a minha .dedicaco tenaz c perseve-
rante.
Mas se por esle lado me tinto pungido ao annun-
ciar-vos esta eleicflo, por oulro lado exulto de salis-
fa(o aunuQCiando-vos lambem a escollu dosdislinc-
(os mdicos hrasileiros, us Illms. Srs. Drs. Augusto
Carneiru Moaleiro da Silva Santos, Joi Joaquim de
Maraes Sarniento,e Jos. Francisco Pinto Guimaraes
para mdicos do hospital.Soccurrido de 1.1o poderosos
auxiliares, amparado por bracos 13o vigorosos e ro-
deado da tantas lotes lorna-se impossivel Imperar no
imais escabroso caminho. Estes distinclos professores
apenas informados do pensamenlo phylanlropico, que
se nos revolva na mente, appressaram-se a virdepor
no altar da caridade a mimosi orTerenda de seus ser-
vidos professonaes. Honra Ihes seja relia, e que
cada um de vos veja em cada um desle varOes pres-
tantes um .'amigo, um prolector, e mesma um pai "da
indigencia porlugueza; porque se pai he, qoem d
a vida, nao he muito, que por pal se tome aquelle,
qu desvia o golpe, que deve corta-la.
O Sr. Antonio Pedro das Neves merece lambem
aqui especial mencao pela caritativa offerla, qoe fez
lo hospital purtuguez, de lodoi os medicamentos
necessarios por espato de um mez, em cato de n-
vaso da epidemia cholenca. Igualmente, senho-
res, a mencionar-vos aqu os noraes de todas at pea-
soas,que lem coadjuvado ou oUVrlado oa tai tervi-
#^W*. ce
! do respecln
Os ulhu vlenles
Da Calila, e Albiou.
Em trra e oo mar
lrapoem ao ciar :
Fulminara at hosles
Do Volga a do Don !
II
Abaukhir jl Dio existe,
Waltrioo ja foi presen
Sebastopol sjoelha
Aula os Campeoes doEgypto
Perlence Albion
N< tsar a victoria :
A' tailia potaste
He ser ne Ocddenie
A escola doss.
O assorabro da historia.
III
Distantes quarenla seculos
Seaotlris, aple
Marcharao des das pyraraide -
Coaira o Schytas ; mas am i
E a prole de Atlila
A Europa inda afronta :
Flagelo du eco
Foi dstico tea ;
De novo em Crimea
Aldos encentra i
IV
Napoleao, o l'erceiro,
Kevive a Franja da gloria,
Au lado da Graa-Bretanba
D uova poca historia.
A Bestia vencala
De raiva demente
O orgulho ferino
Mergulua do Eux'mu :
Respira Bisaocia 1
Kepousa o Oriente !
V
Erga-se o Tasto, e saude
A libertada Syju !
Saude os Bravos Guerreros
Cura que souhou uo JordSu :
A chave sagrada
De Jerusalem,
Das roaos de Aladiu
Reverlero por fim
A Napoleao.
Qn gloria Elle (em !
VI
.Napoleao, o Terceiro,
Importa o pese da Franca,
Importa a guarda da Europa,
O Iriumphoda Allianca !
Se paz for mjsler.
Em san Braco loma
Bater a Odueia
O orgulho da Hu.--
lrapor-llie a unidada
Do gremio de Roma.
' Vil
'.eroiani.i curva-se, e dorme,
Veudendo a Europa aos Boyardos
Sa pelejam Muslrcanos.
Francezes, luglezei, Sardos.
Sao lodos lrmos:
No campo da lira
Naotraz desav
O colla, ti cre
Q' he coito de 1
A honra, a jast

ti
i-'
LITTER4
e as
livo auto'
Na inauliaa" do da 28 do crrenle apparecei
becco da Molefa, no bairro de Fra de Portas .-
beca de um menino de leura idade, decepadt
corpo, e com urna eslocada por Irai do ouvidOy
querdo.
Esto crime que em oulra qualquer parle diflicil,
mente revelara o Helinquenle, aqui quasi que nal)
oflerece embarazo para ser descoherto; porque pou-
cos serao os segredos de mita familia qae nao1 sejam
patentes pelds escravos ; e um inspector sagaz pode
e deve estar ao alcance de acoolecimentoi desla/ or-
dem. se faz limbre em policiar o seu quarteirao.
A perpetrarlo de um crate desla nalurezs; que
lano offende a juslica divina corno humana, deve
serseveramenle punida, eVoutamos com as diligen-
gias da polica, em que confiamos, para o descobri-
menlo do autor de Ido enorme crime. ,
A idea da composicao do corpo legislativo, quer
geral, quer provincial por meio das diferentes classes
da sociedade, loroou-se entre mis de certo lempo
para cu ama preoccupaeo da nova pirle da nardo,
inspiren o ptojeclo de "ma reforma eleitoral, qoe
atina] fui (raniformado em le na ultima sessao das
cmaras legislativas. ^^
Isto posto todas as classes srjajlem a necessidade de
serem representados, e a asiociaraatfommercial des-
la prara como org.lo do corpo de comYltejcio, dese-
ja que esle ramo de riqueza tenha orna vo^sua que
se levante no seio da represenla;3o provincial esigi-
leseas verdadeiros inlercsses. lembraudo para ^lc
lim o Sr. Antonio Manyres de Amorim, como uiT4-qiie podiaiyajs, aojjiMros pela>t
de seus membros mais/prestimosos. visraljo, qqnrjoltr. Floi
Repulamos justa a/aspira^o da associarao com-
inercal, e ao mesmo lempo lemos para nos que a
cscolha que fez na pessoa do Sr. Amorim, para re-
presentar a respectiva classe, he digno de louvor e
de toda a cooperaran.
Oa longevidade hnm*na<
sobre o globo, por Mr. P.
demia fraoceza, ele. ele.Part
Seguuda anal)
Nosso seculo lem descoberlo lanas cousa. que
nao esl provado qoe elle uto acaba per d
alguma recolta iufallivel e universal par;
raorrer. Tendo supprrmido a espaeo e estando em
vespera de snppriinir a dor ; porque ato halla sasaj
priinir a doenca e mesmo a morte 1 Entreunto cu
aqui um sabio de primeira ordem, um
perpetuo da Academia tas Sctenelaa, um dot horneas
mais autorisados, mais ouvido as qoestoee i
vasa historia natural e i pltysiolosia comparada,
Mr. Floureus, erudito de muito espirito e II
de muilo semo. quede sua propria autorid
cenia um quarto de scula n vida humana :
esle mlagre sem raido, sera nlrundu a nn
i raz6es, a)
ai|>re_^^^^^D_
acilmenle
dillicil cora el,
ijulgrmo^lS^ ^nais immor1it9%fc^
disulido sobre a durado
provavel do vida humana, eoa meiosqua ate
cia a a eslalistica lera dado alteraadanteole, tem
riado segundo as epocat. a Em gera
(aire, a idade comraum, em que a capete huma.,
volla para a Ierra, donde sahe, be de vinle e dou
viole Ires annos, quando muilo, segan-ta ae aaal
re obsefvacoes. De mil me ni
anuo, uns ranrreaa aoaaei
ze, parle aos deaoilo aunot, parte
algaos aos tessenta ; tres ou qoatro
sem deutes, sem vista, morram '.,-
oilenta annoa. Tome-se um term
earregou seu fardo viole e dous a
nos. o Deste modo vinte edoos
medio, que Voltaire conceda Im _,,
nidade. He verdade qae elle ftllava
e quaudo marcava ssaiin o tenBfjali
chegava nos teas oilenta toaos, nun trtu dn
mais espirito. Quasi pelo mesmo lempo HalTon dina .
do sea lado, que a velhice ha um preronceito ; qoe
se nos sentimos envelliecer, h a ie nona
arithmclica. a O homem que i
lia, acreicenlava elle, vive em
venta ou cem anuos, nSe observar-se os hoi
acrescenta elle em eutra parte, ver-sa-ha qae fl
todos tem ama vida tmida e coolaocii
rendo a maior parte de desgoslos.
Seja o que for, lotnando-se am n este
limite inflexiveL qae Voltaire assignava i hamani-
dade e essa longevidade excepcional, que Bolln
loe conceda sem di/.er como, a tcencie am nossos
dias chegava a ama cunclusao mais justa e qaais ver-
dadeira sem duvida. Ella lixava, se me nao engao
o termo medio da nossa vida, era irinta e
nos, e a esse respeito todas nos eslavamo* n
menos resignados nossa torte, e lornat
0,^iaBBBBBBB_
que abre urna carreira inteiraraeti
xo de longevidade,chimera e trrate
mana, e que; subordinando eslj
gia, despreza deste mudu o velho meu
hmetica.
Devemu-nos conlenta.'com fazer a exp
Illm. a Exm. Sr.Na ausencia do Dr. chefe de- tot ao nono instituto, fra isto ma liria or *-
PUBL1CACA0 a pedido.
A Ii dependencia das Naco'ea Europeas (raa-
lida ; a Xalberdade do Mando secara ; a Cl-
villaacai'o trtamphante !
HYMNO
CONSAGRADO
A SSS. MMM. O Imperador Napoleao III..
.1 Rainha fictoria E ao Imperador da Turylria
Abdul Medjid.
Pelo progresso dos Exercttos Jlliados, c tomada da
Prara de Sebastopol.
Composlo para msica Militar e ie piano pelo
Professot Jos f achineti,
fpilre dedicaloire rpeciale A. S.M.I. Napoleao III.
SIRE!
Dans le calle de la glore, comme dan la culle
religienx, l'hommaee sincere idenlifie tous les hom-
tr.es, el conoiid loutes les nalionalilt; e'asl Tupi-
nion indefectible da hon sena universal, qoi sa pro-
page, el ranime toas les rceurs qui palpiten! pour
1' heroisme.
Brslteu iiiconnu, taol si dislant de V. M. I.,
quel aulre motil d'atlraclion me ferail metlre atix
piedt duThrdnede V. M. I. sica n'lal la reli-
gin d' hommages i la vrilable Glore ? Je sois
n soas l'impression genrale du renom sans pareil
du Chef de la Dynaslie cauqurante, lgislatrice,
el reformelrice de l'Europe, el je suis arrv vor
la renaissance de sa brillante loile dans la persoii-
ne de V. M. I.
SIRE 1 Je renouvelle aux pieds de Volre Mages-
l linpriale l'enllioasiasme de mes- premieres elu-
cubratoot bistoriques, en Voas consaerant daos vo-
lre splendeur acluel un iuslanl lyrique de ma pen-
se, qoi est aussi eulhusiasle qu' alors. Recevez-
le, Sire, comme un lger souvenir de ma palrie,
qui, lans ce titre, serail parfailemeut iusignilicaut.
S Je Voas baise les m.iins revererameol,
lean Raplist i Si.
HYMNO.
I
Galliay Albion, fraterntSo
Nm eipeo partes da.ierra,
Sbasri mais lito que Roma
Jrteii ui guerri.
BtBBBBBjaTu i -
yt. prtente
.ar-
le syslema de Mr. Floureus, pon
narlo que seja, e porduvido-a i
somente aos sabios deprofiesa
culi-lo : Mr. Floureus faz 1 hiis1
le filo magnifico, que devenios
cer-lhe, anda qne lenharais de co
de, e os criliecs da lilletatura
sicao para fazer esle primeiro ^
urbanidade, debaixo de toda a res
sabios. Deixemos pois Mr. Fio
ment; nao disctame*. Tod
lario perpetuo da Academia d
um tlenlo de estylo de urna rara dislin
vijo de um sagacidade mullo inven
vaulagcm em ouvi-lo; porque e
eucanlam antes de convencer. Se nao apparecc a
convicrao, u prazer sempre fica.
Estabelecamos o que, com a devida venia', cha-
maraos principio gerador da doulrina l,
Mr. Flonrerjar
./ diirac^* normal darida dc um homem he de
um secuto,
o..., lima vida secular, et aqu pois, acreseenla
o autor, heo que a providam o hornera.
He verdade que poucoshonei i esla gran-
de termo, ross tambera qn :e de-
veriam fazer para chegar a elle" LaanVi'''''
turnes, oossas paMOes.nossaS i i tSa
morre, suicidase.... a
Como chegou Mr.Flooreiu a esle retnllad,lo po-
silivo o lio andazmenle formulado, de qaiuze an-
tius de investgBcao perseverante e experiencias in-
faligavei? Eis aqu como: Boffon liuhaeslabelec-
do om problema, cuja solucio elle nao linba podido
dar rigorosamente : Mr. Floureus reaotve-u. Buf-
fon tinha dilo: a A dur.ieao total da vida pode-se
medir de algum modo pela do lempo de crescimen-
to.... a Depois tinha dado amas vezes Irinta annos: '
oulras vetes quilorze, fazendo viver u homem de 90
a 100 annos em ambos os casos. Todos reconhecem
por esla incerteza de suai pVtjaMttaSt, que faltava
urna cousa a Bulln, como observa Mr. Floureus
ha ter conhecldo o signal cario, qne marra o lernio
do creacimento. ii Acl eslr iaiple e t
victorotantenleMr, Floornt, na rtsmi
i titas epiphyses
a.... Emquanlo os ossos nio esto
epiphyses, o animal t g0 que cilio i
deia da crescer.
Pelo meu cap lente vio-te
reuoilo dos ossos as suls epiphyses se op
mem aos vinle annos,
No camelo ella lem lagar aos ollT aooaa, ,
cavado aos cinco; oo ho aoa qualro*
qualro; no cao aos dous, no galo aos dezoilo metes;
uo coelhoaos doze, no porc da ludia actaaU &.
a Orto homem vive noventa oo cm anes; o
camelo qoareola ; o cavallo vinle e cinco; o boi de
quioze a vinle; o lito perlo de vio le dez
a dote; o galo da nove a dez, o coelho lu; oporcv
da india de seis a tete aunot, &.
I a A raltjjla iadicadi pot^clTon fP "'mava-
A
1 J
I




DIARIO DE PCRRUNCO QUARTA FEIRA 31 Lt OUTUBRO DE 1855
3
l~
jr

%
potete beta per (o da relar.ao real. Bulln dizque
ca>la Animal vive pituco nuil ou menos teis ou sote
yetes e lempo, que leva era crescer. A relacJu sup-
posta ota pois de sei* ou ele, e a relajo real he cin-
co o euro Mal) mi menu-
eseer, e vite
os; o carne -
es oilo
meo an-
vive cinco vezea tunco anuos, Islo
uno, e assim o utros animaes.
Solo um caracler preciso, quo nos
tj > seguro a durarlo do rreseimenlo;
Lflfescimenlo nos da a durarlo da
ha, do qualMr. Floureus cousagrou,
iso, muilos capitulo? de um alto
^Hkartos da, mais luminosa argu-
Slnle ludo islo,devemos dizer,
, que faz da durarlo centenaria,
rivilegio do alguns velhos obstinados
o dirello cominiini |da humanidadn,
(belerido sobre u melbor dos li-
nalural, aquella que a ennsciencia nao
lo qoandj Dos a lem feilo ; um igual
lais seductor que pareen, nao seria lo-
palavra yarda de sentido para o
tein, se nao livesse em Resultado.
lama nova divisau duque se (#m cha-
is da vida do komein, proporcionadas
c_3o lolal,e depois a indicacao do resimeu
ico mals acomodado aVla duracao. Reser-
Jfc| uut momento a qucaiao do rgimen, por
esta nova classilicacjlo das idades, que mos-
^Kt volor do principio que serve de. base ao sys-
ido eminente escrilor. todava, quando se ad-
II este principio Js vida secular, lia impostivel
aceitar comoirresisliveis as consequencias, que
dellt tirou. .,
Com effeilo Mr. Honraos conheiceu perreilamenle
quo para obedecer a esta le natuk-al, que da um se-
eulo de vid ao horneo, a primera eousa que se de-
via fszec era prolongar alguos lustros as tres primer-
ia idades da vida, e recuar a tfliraa mullo alem do
limite, oudoo oso como a ciencia c faz coroecar ho-
Por sta raiao propoe ellaJcomo homem, que
nao pode aerrecutado) subslilijis; as anliijasjijjsoes
adoptadas na parliltia da vida ejajjuana, as
raeOes seguiules: ^^^.Z
< Vnrn a primeira infancia, do nacimenlo aos dez
anuos, lie^*oaah4aaMM^Kf'*' e pa" *B'
ganda dos tez aos vinte, he^rTMleseeucia; para
primeira niicidade, dos vinle aos trinla anuos e pa-
ra a segunda dos trinta aos quarenla; para a pri-
meira idade viril dos 10 aos 55 aunos, e para a se-
gunda dos 55 os 70. A idade viril, lomada no seo
todo, he a poca forte e como bem o diz a paleara, a
jpoca riril da' vida do homem. Aos tessenuclhnos
anaera a prime ira velhice, que se eslenle ate 8.1
anuos, >a*s 85 annos comer a segunda e ultima
velhice. .
Porvcntora lie arbitrariamente e por mama de
classiHcacao que Mr. I'loureus marcou estes limites e
propOSeslis dvisues'.' Mu cerlamunle.
k Prolongo, diz elle, a duraca* da primeira infan-
cia al as dez anuos, porque sei aos nove ou 10 ali-
os he.auo termina a segunda denlicao, e o que se
poderla' chamar o periodo dental.
Prolongo a adolescencia al aos -20 anuos, por-
que nesaa poca lie que termina odesenvolvimenlo
dos ossot, por consequencia o erescimeulo do cor-
nto.
1 ossos nio eslao unidos as suas epi-
logo que as epiphyses eslo
1 erescer ; he aos vinle an-
euni.loj
a moeidade ato aos qua-
aesse lempo he que termina o
ao grossura. Depois fes 40
grossa mais, propriameJJfcfal-
r> do vulnme que sobreveeaejenlao
Bfc^jierdadeira desenvorvimenlo
pies acoinmalac.lo de gordura.
imenlu ou mais exactamente, de
lenlo em comprimenlo, depois
1 em grossura, acho um terceiro,
licado pelos physiologislas,
i real: quero "fallar dese
1, que obra no (ecido mais
intimo de nossas p que loirlando todas estas
parles mais acabadat.mais firmes, loma lambera lo-
as as fnneedes mais seguras e o organismo iulciro
mais completo.
a A este ultimo trabalho, chamo en Irabalho de
itivtgorarao, se fax dos 40 aos 55 anuos, e logo que
h feilo, conserva^jjf depois mlis ou menos al l>5
ou 70 annos.
Ao 7(1 aBjasaaMtvaK'.'i a velhice......
a este romero ata velhice,
la anuos, os ossos estejam
m'Ja a suas epiphyses'.'
scienlifieamente a lungevida-
uroar certa e infalliver.' Para eho-
0 Mr. I'loureus nos espera, he bas-
ilar dessa idade, que mis como
Bparam com ama molestia .<-
^^^Hf oo/ros como Cicero c Konle-
nelle, consl^Hfllswao a poca mais feliz da vida,
da humana1
gir a
tente
o medil
loria nada diz a este respeito ; mas por minha parlo
nSo posso crer seriamenle nesse homem, que nos he
apresentido eamo um modelo de sobrledade, porque
he um maniaco e nao um sabio, porque me Hispir
algiima piedade e muito enfado, e nao este respeito,
que he a cora dos velhos, eerap magnilicamenle
di/. Cicero : Ajaj atllem reaewuris ist aucto-
rilas. ^\
E-lc Cruaro rorreo,um diagrande risco ; instado
p,,r seus prenles, por seus aroigos,r por seus mdi-
cos, fet urna revoluco c 111 son rgimen.. Acm-
tlimado, nos diz elle, a lomar tmenle o peso de 12
nucas do pao, caldo, genmi 1 de ovo e cnrne.augmen-
lei este peso at 14 miras, ,. bebendo 14 oncas de
vinho. aunmenlei 1 die al 16... Nu lim de 12 das
Uve urna furiora clica... Por esla razio, em lu-
gar de augmentar seus alimentos, I.uiz Cornaro aca-
bou por aimenlar-se de.iiina gemina de ovo somenle,
e depois limitou-se a meia gemina.
Entretanto islo nilo Ihe privou de conservar al
o lim de seus das ama voz harmonios.! e lomar par
leos concertos da familia,e al compoz, diz-nos el-
le, urna comedia muitu divertida com 90 minos ; fi-
nalmente he a elle que se deve as considerac,oes se-
uumles sobre a velhice : Nada he mais vanlajosu
ao homem do que viver muito lempo. Quem he car-
deal, pode ser papa, quando envelhccer. Aqoelle
que he considerado na repblica, pido ser chefe
delta... n Cornaro foi lialnem que sempre jantou
muito mal. Todos nos, grandes ou pequeos, temos
vivido mais que elle ; alm disto temos o lempo que
elle perdeu em pesar alimentos, demais porque o
mo diremos ? A esse homem, que lano receiava a
clica, preferimos cem vezc esse amavel Sainl-
Evremand, qoe com 88 anuos de idade escrevia a
Ninon Lgnclos : "... romo ostras todas as tnanlifus,
jauto bem e nio ceio ra|l ; fazem-se. hroes com
menn mrito queeu...3HF
A'Isla dJHo, v,se que difliculdades ha em Ira-
car regras certas ein materia fle hjgienc, porque
um homem quo parece ter chegado aos ullimos li-
mites da sobriedade, com toda a sua sabedoria nao
passa de um ridiculo. Voltemos ao serio e digamos
comCiceroL_(cJ"ati(Mm cibi el potionii adhiben-
dum iij#fciantHr vire/, non onprimantur. De-
vem3comer e beber para reparar nossas forras c
nao esgota-las... o Digamos com a escola da Sa-
lerno s '
Medid tib l'nml
Hite tria : metis Mlaris, requie, modrala din la.
Reivindiquemos com o sibarita Horacio os direi-
los de nossa alma immortal e nao debemos eilin-
goir-se nos vapores de ama inlemperanra, esla part-
cula do supro divino,
Mque affjigithumo divine particulam aurie ;
e se livermos a Infelicidaoe de envelhecer antes do
termo, marcado pela relajan da dnracao com a reu-
niaodos ossos s epiph;ses(o que he a sorle de quasi
lodos ,-e o|lraballio da i/iiiyorii;di) nao nos sustentar
al70 anuos, comoMr^Floureos nos promedie, por
pouco moderados que sajamos, ao menos acautele-
mos uosso espittlo da ruina de nos-o corpo, preser-
vemo-nos da etravagancia. licitemos o rgimen das
balancas aos embotados patricios du Adritico, e la
ramos que nao se diga de nos, o que Voltaire escre-
via da lia de mademesella Bes mia em urna semana dous ou tres bjscoilos e viva
quasi como um papagao ; era magra como o arco
de urna rabeca e ueste eslado viveu perlo do 100
annos sem soffrer quasi nada. Por ventura era
isso viver '.' Era ler perdido todo quaulo faz o prero
da vida,
Btpropter vilamvicendipe/dere r.autat.
Nao leuho a honra de conhecer o autor da //m-
gevidade humana, semlo como lodos o conhecem e
honr un, como sabiu e como escriptor ; mas suppo-
nho que, chegado a urna dessas pocas de madureza
lio radiante e serena, que elle descreve lao bem :
em que a fortuna esta estabelecida.dizia Bufn fal-
lando de Eonlenelle.a reputacao feila.a considerarao
oblida,o estado da vida \\\ ido,a* prelencies desvane-
cidas on salisfeilas, os urojeclos mallogrados ou rea-
disados, a maior parle das paixoe* calmas ou pelo
menos arrelecdas... > Supponho, dignen, que che-
cado a essa idade de hrilhanlo posse de todos os
bens qne um homem honrado mide desejar, Mr.
Flnoreus escreveu seu livro em um tsi-s mtgjff
pacficos de optimismo ngradaye^ffl d.he'1f(ua pa-
rece impotiveI sciencia^,- ^
E com effeilo, forv;* de ler experimentado a na-
ture/1, abrandado, dkmado, transformado ; depois
de ler descoberto e demonstrado os myalerios inas
incriveis da physiologa animal, e ter esclarecido e*l
s.1 le fundamental dio organismo: A forma emL!
ludo que lem vida, ke maii persistente que a mate
ra ir ; depois de ler feilo lanto, chega-se a^crer tam-
bem, qoe se pode mudar talvez as leis da aaiureza
pelo mesmo processo de indagacSO paciedHHae as
tem descoberto ; ou antes se er ilescobri-lassfaudan-
do-as. Sa aiguem, por exemplo, faz menos que
Combxieet, que escreveu que bavia de haver lem-
po em que a morle nao seria mais seno o elTeito de
accidentes extraordinarios on da destn:i> cada
vez mais lenla das forcs vilaes. e qje a d... .rio do
inlcrvailo medio entre o nascimi-nlo e essa dcstru
S3o na# tem nenhum termo assignaiavel.... ; se afl
geem enlabelece mu limite menos ealravagaole. ex-
cede todava, rresli confianza, que d u successo, o
jaue he iiilciranienle razoavel. Ileazem-tadivisoes
Wefhas como o mundo, c\allaiii-aa esperan;aa imagi-
narias ; leva-se a perturbarlo, com muito boa 111-
. lencjo nos melliore espinlos. (Jnal he o velho que,
issilo do plii- I rom o livro de Mr. I'loureus na mi nao se julgoe
3 caitas jias, t dila relogios ; ,1 Rabe Schamteau
Companhla.
3 ditas joias, 3 ditas e 2 embralhos amostras ; a
Timm lfomsen& Vinassa.
1 caita joias ; a J. 11. Ilaensly.
1 dila Hilas, 2 ditas amostras; a J. P. Adour i
Companhia.
i i dila joias. 4 ditas amostras ; a L. t.econle Fe-
ran c\ C.
s 1 dila amostras; a SiquoiraA C.
1 dita e 1 embrulho amostras; a J. Keller i
Companhia.
2 embrullios amostras ; a L. Antonio de >i-
queira.
1 dito ditas ; a Schafeilliu & C.
3 ditos ditas ; a Rurle.Sooza & C.
1 dito ditas ; a Manoel Figuelroa de Faria.
1 dito amostras, 1 dilo impressos ; a Mearon &
llowie & Companhia.
2 caitas amostras, 5 barra vinho ; a Adamson
Cnmpauliia.
I embrulho impressos, 1 dito amostras ; a Brunn
Praeger & C.
1 dito ditas ; a II. tiihson.
1 dito dilas; a Patn Nash i C.
2 caitas bichas ; a F. Fruckshuard.
1 embrulho amcslrnt; a Malheus & C.
1 dito ditas ; a Rosirun- Booker rS C.
1 dito ditas, 1 caixa livros ; a N. O. Bieber &
Companhia.
1 embrulho amostras ; a A. C. do Abren.
1 dito ditas ; a E. H. Wyall.
1 dilo dilas; a Manoel tioncalves da Silva J-
nior.
Itlito impressos ; a li. Praeger.
1 dilo amostras ; a Me. Calroonl & C.
1 dito papis, 3 barra viuho ; a H. A. Cou-
per.
1 dito peridicos ; a Arkwrephl. .
1 dilo'ditos ; a A. M. da C. Soares.
1 dilo amostras ; a Schramm Wlaely & Compa-
nhia.
CONSULADO CERAL.
Reudimento do dia 1 a 29. 28:05939110
dem do dia 30....... 3865230
Ai gazetas ingieras aunuociam ame suspensao de
pagamenjaa, qne desgracirlamenle lem proporc,Oes
asss consideraveis para ser mencionada aqui : Ha a
da casa JancrinDelisle que negociava para urBra-
til. Seu patsivo lio calculado em t. 400,000 pelo
lobe, porm na melada tmenle pelo Standard.
Conioldades87 1|81)4 3 0|0 Francez 63 t. 90. c,
4 0|0 dilo 89 8C.
MOVIMENTO PO PORTO.
Auri'oj entrados no dia 30.
Terra Nova30 das, barca ingleza Nellierteno, de
250 toneladas, capitao Tboroas Eale, epuipagem
16, carga bacalhao ; a James Crablree i C. Che-
goa hontem as 6 horas da tarde, a teguio para
Babia boje.
Riodc JaneiroII dias, barca ingleza Wilcli of "C
Wave, de 255 loneladna, capiao J. Small, eqai- | Sa
pageiu 12, em ltiro ; a James Ryder & C. Ficou
de quarenlena por 15 .lia,
Tappalidiinuck41 dias. barca americana nConrad,
de 347 toneladas, capitao W. H. Saltbory. equi-
pagem 13, carga larinliadc trigp ; a Kostron
Rooker i\ C.
Navios tullidos HO.'mesm't din.
Porlos do NorteVapor brasileiro Tabalingan, ca-
pitao Nones AlvesPereira de Mello Cardoso. Se-
guio debaito de quarenlena.
S. Joao ('Terra Nova)Brigne inglez Peerless, ca-
pitflu A. Mearnt, em lastro de ped a.
16, segundo andar. (Este navio so toca no
Maraniao a receber platico.)
C0M1V\MII\ PERN4MBICAM.
ESCRIPTOKIO DA GEKENCIA NO
Largo daAssepiblea n. 10, 1 andar-
.0 vapor Pernambucano Harc|uez do
Olinda, de excellentes accommodacoes
para passageiros, commandante Antonio
Silveira Maciel Jnior, deve tocar neste
porto por estes dias, e depois de 24- horas
seguir' para o Rio de Janeiro'com escala
para Babia : para passageiros, trata-se no
escriptorio da gerencia, ou no dos Srs.
Rostron Rooker &C, na praca do Corpo
nto.
Para o Rio de Janeiro sabe com brevidade o
hrigue brasileiro Marianna, capiulu Jos da Cunda
Jnior; recebe cargamiuda, escravos c passageiros;
a quem convier, procuro Manoel Ignacio deOlivei-
ra, na praQa do Corpo Santo o. P, escriplorio, ou ao
capitao na prar 1.
EDITAES.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeuto do da I a 29.
dem do dia 30.......
28:4169190
1:1913055
9
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincial
Vianda convidar aos possuidores de cautelas das lo-
teras da provincia, vendida! pelo raulelisla Manoel
da Fnoteca de Medeiros, para apreseolarem suas
reclamaces na mesma thesouraria no prazo de 30
dias, a rontar da data leste, alim do ter logar a rie-
sonerarau do dador do mesmo cautelista que assim
o reqoereu.
E para constar a quem nleressar posa se mandn
allitar o prsenle e publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Pernam-
buco 30 de outubro de 1855.O secretario,
A. /'. d'-imureglariio.
,1:1-213055
KKCEBEDOR1A 1>E RENDAS INTERNAS tiE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendmenlo do dia 1 a 29.....37:4825101
dem do dia 30 .... 662c9S8
ESCRAYA FGIDA.
Aa 9 horas de 29-de outubro, fugio na occatiao de
ir fazer o despejo da casa a prela Quitea, crioula
de 18 a 25 aunos de idade, secca do corpv, ps e
mam eompridas, olhos grandes leudo no esqacrdo
um deffeito caldudo para cima do rosto, nariz gro-
ro, levou vestido de chita amarella desbotado, ca-
misa de algodanziflho usada,lendo roubadoum tran-
celim fle ouro com orna roedallia com 2 pedra-, urna
liga toda de ouro ; roga-se aos capilSes de campo e
a lodas as autoridades pnlieiaes a apprehentao, eleva-
la a ra da Crnz do Recfe defroole do chafariz, no
segundo andar n. 18, que se recompensar generosa-
mente.
O padre Joao Capistrano de Mendonra, pro-
fessor da primeira cadera de geographia c historia
do Gymuasio Provincial de Pernambuco, lem aber
to, durante asterias, em sua casa, n. 3, da ra da
Concordia, Um curso de geographia e historia, e nu-
tro de rhelorica e potica, cajas Iqcs tero pi lim-
pio no da 3 de nuvcinbro : os seuhores e que so quizerem matricular, poderao dirigr-se a
mencionada casa das 7 as 12 horas da manliaa.
^ara o
Ass
DECLARACO^S
::H.'89
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendmenlo rio dia i a 29.
dem do da 30 .
31:206:936
500JO57
31:7065993
REVISTA COMMERCIAL DOS PRINCIPAES
MERCADOS DA EUROPA, PELO VAPOR
Tll.lMAR DE SOUTHAMPTON.
Amslerdao6 de outubro. aj
Caf..Em consequencia do resultada favonvel
das venias publicas do 011I0110 follas pela sociedade
de commercio dos Paizes-Baiius a posi^ao deste ar.
ligo he boa. Fizeram-sealguns negocios quanto ao
do Brasil para a especuladlo; c para a exportarao a
prec,o de 26, a 27 1|2 cent. ; a posic.lo ai respeito do
de Santos, do que cuuluiiia a procura, he inuilo fa-
voravel.Em Roiherdam o total das vendas 110 mez
de seleraltro elevoa-se a 337,500 saccas ( maior
quanlHade do de Java,' sendo 8,500 sacra-, Santos
liom ordinario por prero de 24 a 30 1|2 cent., 5,700
do Rio muilo ordinario q bom ordinario por prec,u
t 24 a 27 !i2 cent..As vendas publicas do oiilonno
aramse em 1853 a 603,426 saccas, cml854
|06, em 1855 a 653,912. satfcas.nas quaes reslam
a enlrtar 326,000, lonlrt 228,000, em 1854 em
igual dala. Os depsitos da sociedade sao de 51,800
piceas contra-59,500, em 185* e 73,200 em I85'3.
Asuntar.Esl artigo sustenla-sc em boa posicio.
A venda publica OpSairelrrHeUerdtm a 20 de sc-
lembro o qde comprehendia 39,88. saceos do de Ja-
*a, leve lugar a prero qae assijnaja urna alca de 4 a
5 fl. sobre os presos dos leiloes de jTrfiho. Os assu-
cares braucos foram relativamente voudnlBlfJ>or pro-
rus anda mais subidos do qae os mascavados.
Rotterdam as transacee* licam parausadas por
jUe mercadera na partida do correio, posto q
I- p
BANCO DE PEKKAHBl'CO.
O Banco pe feniaipbiicocontinua a to-
mar letlras sobe o Bio de Janeiro, e a
sacar contra a mesma praca. Banco de
Pernambuco 10 deoutubrode 1855.O
secretario da direccao, JoaT) Ignacio de
Medeiros Reg. %
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho adminislralvu tem de comprar os ob-
jectos segoinles :
Caseuiira carmesim, covados 100 ; aniagem, varas
509 e ) ; etleiras, 1,079; sapalosfelot na provin-
cia, pares 2,523 ; mantas de I.l.i, 96 ; clcheles pa-
ra capoles, pares 110 ; casemira encarnada, cova-
dos 63 ; botoes grandes convexos de metal dourado
como n. 4, 5,208; ditos pequeos, 3.348 ; ditos
grandes com o n. 2,8,096; ditos pequeos, 4,554;
ditos grandes rom o o. 3, 1,176; ditos pequeos,
756 ; dilos grandes com a letlra R, 770 ; ditos pe-
queos ditos, 440 ; algodao em rama, arrobas 4;
cubos inodoros, 18 ; rollias de coclira para garrafas
rozas 3 ; pavios, duziasj. 1
Quem os quizer vender aprsenle as suas pro,
em carta fechada na secretaria do conselho
ras do dia 4 de novembro prximo futuro.
Secretaria do conselho adminislralfvo para for-
iiecinienlo do arsenal de guerra 29 de outubro de
1855.Bento Jos' Lamenha IJns, coronel presi-
denta.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
secretario.
O lllm. Sr. regedor interino do dvinuasio Per-
nairrTiucano, manda declarar que eslef*-ssjjt>eleci-
mento nd mi I le do dia 2 de Janeiro do anuo prximo
vindouro em liante alumnos internos, os quaes de-
vem apresen!. 1 cerlidao de idade, de vaccina, e re-
cibo do quarlcl da penso, pago ao ICronomo. Quau-
lo ao enchoval os prelenderiles entendam-se com o
mesmo Illm.Sr. regedor interino.
Sacrelaria do vmnasio Provincial de Pernamhu-
co 29 de outubro de 1855. O secretario, Antonio
da Assumpco Cabral.
salte com tuuita brevidade o liiate An-
glica : a tratar com Antonio Joaipiim
Seve, na rita da Cruzn. 15, primeiro an-
dar.
Para o Rio Oraside do S
segu com brevidade, per ler parte da carga promp-
ta, o brgue brasileiro Sympalhia : quem no mes-
mo quizer carregar o resto ou ir de passagem, enlen-
da-se com o capitao Candida Jos Fraucisco Goulart
a bordo, ou na ra do Trapiche 11. 14, com o consig-
natario Manoel Alvet Guerra.
Companhia -
DENAVEGApAdAVAPOR
' LUSOBRASILEIRA.
stas
ho-
ra bastante proclamar a le da ex-
e prova-la com as melliore ra-
^V de urna fcil execucao'.' Infeliz-
>r de oalras cousas. Bem se v que
a quesiao-dos meios mais proprios
vtln da vida ; pesquza tao vellia co-
\ o sei, mas Mr. Kloureos lerq^rea-
>(, tomando-a debaixo de sua pro-
nta snalheoria e prestanJo-lhe seu
errara vida he tao antlga como o
leole que ella liVesse chegado lago
, palriarcliss viviam muitosse-
avam sem duvda mais lempo do
as suas epiphyses. Perdido o
lem lem em lodos os
e o livro de Mr. Flou-
de que aquillo que te
islo he, o esludo longev-
cahirem desii.o, porquan-
dade humana aspira faza-la
s certas, e perteiicc-lhe fechar
permentacao conjecluarl. Talvez
Iret a sciencia qne protege, nao se-
tua teraputica do qae em seus
hygiene. q,ue preeoinsa-se em
pa, "nio esteja mais ao abrigo das
jjijaprio systema*
jRoureus faz justira.e com razio,
^e em lodqaos lempos lem procura-
\^dirlleis dse adiar. Ellezomba
diz gravimenle, que
ue osanlmaes.porque
hi-se lanibrm de Ba-
Vileosat para impedir
Ncarnece dessedesa-
jSC cobriste o corno
^nTopretervar de iodo o
norque poupa a Voltaire,
/ adoptado como processo
mistura de caf e de cho-
^^a Delilje^qne diste :
vN*'r
tosirau fique sempre excellcnle.
Em
1
. amiceis ae se
Vn, qoe nos 1

1 de un reg-
llegiado de um
leos protegido
, 'Em malcra de
tqe he conforme
1 emprega ; ludo
I te lurnou em
le algumat ve-
Ida. O Dr. I.eo-
I ideas novas e de
li. Joucourl, au-
e, o exemplo de
. e em
e a tantos outroi, qive o c
. -u-rido, que o emp
^^^^B ouiversii, jftem m
ra as ecfermidadet'da velhir^
^^^Kidude he ledo
0 temperamento daqn>-1ie q
serte, al um vicio ihe Irjsle dize-l
habito. Os proprios viriotiis, ah'.
-zot o prlviIegio.de urna vida compri
1 Tork, em um livro clieio d^
inaoes qleis, cita com Mr. C
lor de urna Galera dos Centena.
um bebadu, que viveu roa
cojo tuaialo.se lia este carioso
baila? desla pedra jai l>r;nvlli q0ai por
Ule de.cerveja forle, soil1)e vjyer ctnt
Viva sempre bebi ,, aei[t Mla.
a propna mlrle 0 lemia.. .
qne a morf e ^ ap0derasse
unsegnio em fam d tla qUe
"l'urck Oao ]lBi Confesso,
nlaiens bem pouco
7 pouco esse ou-
JUJ' 'l"e morreii de
srfs I, qurr'ndo-o
5 cozmheiro. Dcs-
P'rr ; lodas as suas
-Jtns -.elle linha mor-
'y cucoenla anuos de
nait de cUm anuos,
loso epULphio:
i ha em rafar o raminho, qu-[-_._ aLPANDECA.
Rendmenlo do da I a 29. .
Idain do dia 30.....
_T erqoeentra M causas, qoe preser-
nde, 1 sobriedad Lt regra, a glutoneria
Entretanto Je impotsivel eonteslar
sao glutoes cert/namero;de vethos.'A Gale-
__te Ciranario cJG, algn, e lia oetogenariot,
em grande pefe eomo e(M( reudeirot de fun-
d IBelfalla Voltaire. ]Etset rendeiros
obslii'ailgmente, nao porque leiiham ama
:s por terem de ordinario a gente de bom
elle, e bem constituidos n ; e tambem
los wvem, nao porque comtm muito, mal
L^HratK0-
laade f> he a regra ; mas anda astim
difficuldal
or Quantos perigos observados pela
inigualado palo ridculo Pelo que me
co humildemente perdi a Mr. Flou-
crer seriamenle no sea homem das
_ patricio das gemas de'dvo, seu cen-
1 no do secuto XVI, em urna palavra,
M0 ao quarenla anuos de idade, a-
m segua mao caminho coincnlo
o resta, da vida nao comendo nada
iodo chegou ao lermo de
Morreu era 1566, lendo
Vcneza de urna
, Iret doges, i
um sabio que
trsidade de Pa-
^^jastou 60 annos
di VBEpr gaSss oVovo em urna balinc.i:
"4, tUe > pergunU attrologo Cardan ? Pastea-
va em sot cmara dtlla, inlredoiU 6 os 8 pos de sal a*f 0141 A bit-
boje nesse perodo de invigoraro, do qual nos faz
lao bella pintara '.' Qual o homem de quarenla an-
uos, que nao sejulgne moco '.' E at mulheret Qae
bello mimo para todas as idades e lodos os sexos,
nao he o livro da Mr. Kliiurcot! Queris mudar a
ualurrza '.' Eis^aqui oulro sabio que a substitue por
um nova Torca.
ltimamente em um livro, qae j eilei, e onde
muilos tonbos s misturara com muitas observarles
justas e importantes, lia o.qae se segu :
... He provavel qoe debaixo da influencia des-
la uc$ao ( o fluido elctrico, os banhos de eleclrici-
dade ), os secretorios tomem um vigor novo, as ru-
gas se desmanchem, ot cabellos brancos sejam subs-
tituidos por cabellos coloridos, como na mneidade,
os deules loruem a uascer como nos velhos citados
por Serres, John, Slavc, Goeze e oulrot observado-
res. E se nao me engao; o homem ujeilo a este
Iralamento estar naseandices mais favoraveis, nao
para um dastrs remeajnentos, de que lenho citado
alguus eaajtaplns em meu prefacio ), mas para um
remoramenlo total, ou pe''"";nos para urna realu-
rarao das forcas da economrrflnleira...
1 o No ealio pastado, diz por ua vez um medico de
l.yon. Mr. Beckentleinher, lomei em urna quanli-
dade de bichos de seda j nascidos, urna parle de
machos e nutra parle de ferheas, que etlavam para
morrer (de velhice Eleclrisei oh machos positiva-
mente durante qunze minutos..... Depois do cinco
ou seis minutos de eleclrisar, 0 machos sahiram
do seu engoreitamenlo lethargico e agilaram as azas...
Keuni-os tt femeas, que ja tinliam posto seus ovos.
Um novo ajiintamento leve lugar. As femeat, qua-
si snoribundas reani mar a ni-se e vivera m anda (res
dias com os machos eleclrisadot... n
Embora este facto, ajunla o autor, se relira a
seres bem distantes dos homens, nem por sso deita
de ler um grande valor physiologico, nem deve ser
inesiuo considerado como o remocamnto muito com-
pleto de animaes reduzidos pela idade a um verda-
deiro etlalo de decrepitude .. d
Certamente etlnmot bem looge das ideias c das
Iheoriat de Mr. I'loureus; mas devemes dizer. que
ne sj -tema do doulor Turck como lio de Mr. Hn-
reos, he a nalureza que sr persegue, aqni pela scien-
cia, all pelo.ia>pirismo (lomo esta palavra em seu
melhor sentido). O processo he difireme, o resul-
tado he o mesmo.
Eis- o que ha a respeito do esiencial do systema
de Mr. I'loureus, se por acaso eu simples critico li-
vesse razao contra elle sabio Ilustrado. Relativa-
mente sua diettica, 11 esta f um pouco idolatra
dos partidarios exclotivoa da sobriedade no poder
do rgimen, nao parecer elle*,.fallando com fran-
queza, reduzir a vida humana a urna quesUlo de
digestao? Naochegam ao materialismo pelo exces-
to de su prudencia, ao egosmo por urna exagera-
cao de sabedaria ? A raan calma pode ser tao rhi-
'merica como a rato exaltada. Suppnmindo a pai-
xao na vida do homeui, pondo seu cora^ao em r-
gimen, e seu espirio em dieta, por ventura esta ai-
guem muito mais-perto da nalure/a e da verdade,
do que seeslivesse livre de todos osfreos rcspcila-
veit'.' Ou en me engao muilo, ou estes philoso-
phos tao salisfeitet e lao prevideules, aos quaes a
sabedoria he tao doce, a prudencia tao natural e a
velhice lao fcil, sao quasi sempre-hnmetis, que lu-
do lem conseguido na Ierra, e para quem ludo sor-
ri. Lucrecio not lem representado em seu poema
esses templos, que os sabios erguem a s mesmos
na tranquilla serenidade de sua alma.
Edita doctrina sapientum templa serena,
e donde conlemplam tem perigo para elles, e como
da prela do mar em um dia de tempestado, a mise -
ravel humnnidade hitando com os vendavaes e com
at miserias da vida.
O livro de Mr. Houreus foi esrripht tai vez em
um deises templos ;livro todava excelle'
laocal e animado, enrgico pelo pensamen
perada fel forma, superior pela moral.'ao qual
oeusnro apenas ser chimerico com gravidade, o qoe
Jie culpa oossa e nio de Mr. Floureus.
(Journal des Debis.'
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PUBLICAQA'O LITTEIIAKIA.
Coi>tina a vender-se a obra de di-
reitoo Advogado dos Orphos, com um
f"^- vu>endiee importante, contendo a le das
1 tersas ealeadas dos tribunaes d* justica, e
o nsvo Regiment de Curtas, pata uso dos
juizes^escrivaes, empiiegados deittstira, e
aiiuelles (jue freqnentam os estutos de 3i-
reito, peo prero de 5f00*> cada e\em-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, ra
Cade^i n,. 5(i; loja de encadernacao e
adpCollegion. 8; pateo do Col-
rWia classica n. 2 e na praca da
Independencia n. 6 e8.
O vapor
desla compa-
nhia D. Ma-
ra II, com-
maudanle o
lente liui-
mares, (le-
yendo aqui
Ichegar viu-
do de Lisboa
e escalas no
d i a :iI do
correnle, de-
pois da competente demora seguir para a Baha e
Rio de Janeiro, recehendo passageiros e encommen-
das: os inlerestadot dirjnm-se ao agente Manoel
Duarle Rodrigues, ruado Trapiche n. 6.
Para qnalquer m dos porlos do norte, sendo
Ceara, Maranhao ou Para, pretende carregar 00 fre-
lar-se o liiale S. Jos, meslre c pralico Paulo Jos
Rodrigues, com tanlo que seja para um dos porlos
em direitura : a quem convier, pode entender-se
com I.uiz Jds de S Araujo, na ra do Brum n. '21,
ou na praca.
Paraasilhasdos
Acores
segu com muita brevidade, por ter par-
te de seu carregamento prorr.pta, 1 escu-
na portuguesa LEONOR, capitao Joacptim
Garca Figueira ; quem nella quizer car-
.tegarou ir de passagem [tara o que lem
excellentescommodos, entenda-se como
consignatario Francisco Joao de Barros,
ra do Vigario n. 7.
Para o Araraty sabe no dia 6 de novembro, o
hiale Aurora, para passageiros trata-se com Martin
ai Irmao : ra da Madre de Dos 11. U.
Amanilla, pelas II horas da manha, ser ce-
lebrada com toda a pompa a solemnissima testa do
SS. Sacramento da Ireguezia de S.Jos, na igreja de
N. S. do Terco,, que ora serve de malriz-
A pessoa que lem annunciado precisar deSOa
rs., com hypotheca em um piano e mobilia : dirja-
se a ra doRangel, n. 36, primeiro andar.
Precisa-s'e de um felor portuguez, pra um
sitio perlo desla prafa : na ra da Concordia, sobra-
do de um andar, confronte a entrada da cadeiauova.
No dia 5 de novembro, na sala das audiencias
e linda a do lllm. Sr. Dr. juiz de direilo da primeira
vara civel, se ha de arrematar de venda, o sitio (iur-
gueia, avahado por 5O0>rs., n requerimenlo do con-
tenhnr Joaquim Jos de Miranda: he a ultima praca.
Na ra doCahug, n. 16, primeiro andar, pre-
cisa-se de nina ama para o servido interno de urna
casa de pouca familia.
Precisa-te do urna ama, para cozinhar e en-
gommar, para urna casa de pouca familia,; na ra
do Hospicio, taberna 11. I.
Na ra Drela n. 48, faz-sc lodo negocio com
urna armac.lo, propna para un principiante.
A pessoa que annunciou querer 9008 rs. a ju-
ros de 2 por cenlo, sobre hypotheca en una etera-
va: dirija-te a I'ra de Portas, ra do Filar, n. lOit,
para tratar.
Kaz-se ver ao Villa-Verde que mande para
a expnsir.io de l-'ranra a sua nova inveorao.
O Moogoza.
A atan regedora da irmandade da gloriosa Se-
nhora Santa Anua administradora da igreja da Ma-
dre do Dos, faz tciente a todos os (eis, que no dia
2 do mez de novembro vindouro, principia a haver
via-sacca por e-paro de 8 dias, as 7 horas da noite.
O Sr. Fraogsco Antonio Ifereira
Braga, tenlia a bndade de comparecer
na ra do Trapiche n. oi-, primeiro atr-
loteras da provincia.
Sabbado 5 de tiovem-
broproximo futuro, he a
extraeco da quarta par-
te* da segunda lotera do
Gimnasio, existe um pe-
queo resto dos afortuna-
A TOMADA DE SEBASTOPOL.
HYMfllO TRIUWPHAJL.
Dedicado a SS- MM. 6 Imperador dos
Francezet, rain lia da Gra-Bretanha, e
sulto Abdul "Medid, e posto em msica
pelo hbil pianista Mr. Fachimetti ; n-
tida impresso do Hio de Janeiro ; ven-
de-se a 2j) rs. cada exemplar, 'Us.^^^Hf
Collegion. 8.
Aluga-seo grande silio doCajueiro, nlre as
duat ponles da passaBem da Magdalena, lem um p-
timo viveiro,muitas fruleiras de todas a qnalidades,
grande casa de sobrado, cocheira, j*9 Bh* quem
quizer drija-se ao mesmo sitio.
Roga-se a pessoa que trorou ufl
deixaudo um velho do consistorio de N. S. do Terco
em occasao do Te Deaui, haja de o entregar visto
ser pessoa cnhecida, e nao o fazendo se declarar
o nome (promelte-se segredo caso faca entrega.)
Precisa-se alugar :l prelos robustos: quem li-
ver e quizer dirija-se a ra de Apollo n. 7,A que en-
contrar com quem tratar.
O escrivao da irmandade doSenhor
Bom-Jesusda Va-Sacra da Boa-Vista,
erecta na igreja da Santa-Cruz, de ordem
do irmao provedor, convida a todos os ir-
inos incsaiios c osavulsos, wim de com-
pareceremno consistorio da *|tna igre-
ja, na <|uarta-feira Til do O
lloras da tarde; e em mofl
dos negocios de nter esse d
dade.
das almas
ein ob-
de ordem
a todos os ir-
impa rece-
horas
esma r-
ova mesa
pudade pa-
dos biliietes ecautelas dos
cautelistas aba i xa' assig^-
nados, as iojas do costil-
me.Oliveira Jnior S^(.
LOTERA
LEILOES.
O ageaie llnrja far leila em seo arniazcui.
na ron do CoWegio n. 15, sexla-feira, 2 de novembro,
as II lloras da inanhaa. de um grande e vanado sor-
l:meulo de obrat de raarcineria, inclasire lima por-
rao de cadeiras porlugoezase boliandezat, que lem
de, ter entregues pelo maior prero obtido, varias
obras de ouro e prala, relqgios para algibeira, e ou-
Iros limito* objeclos que nfMaesmo armaaemsaacha-
rSo palenles etc. ; e ao meio dia em poni ir.lo tam-
bem a Icilao um excellenle rami de4 rodas, diversos
escravos moros ,lc ambos os sexos, enlr* o* qoaes, ha
um moleque de i annos de Idade, astim como 4 va-
cas de leile cm crias : em ludo islo nao ha limite
de prero algum.
AVISOS DIVERSOS
!)!
COMMERCIO.
PRACA DO RECIPE 30 DE OL'TUBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
C0ta5f.es ofliciaes.
Hujo nao hunveram cotacOes.
u ua. u w
474rl3S#rM4
lletcarregam hoj 31 de outubro.
Barca americanaMargland(ello.
Brgue dinamarqusAnn Ceciliafarinha c ac.
Imporlaca o.
Brigue americano Mariland, vindo de Boston,
consignado a llenij Korslcr \ C, manifeslou o se-
gninle:
30 caiat velas de espermacele, -inditas lecidnt de
algodao, 33 fardos lona, 20(1 barricas farinha de tri-
go, 175 toneladas gcllo, 100 barra banha de porco ;
aoa consignatarios.
Vapor inglez Thamar, vindn dea porlos da Euro-
pa, consignado a agancia, manifeslou o teguinle :
1 cala relogios, 2 erabrulhot amostras ; a Fox
Bfolhers.
1 caixa joias, 1 dila e 1 embramo amostras ; a C.
J. Astley & C.
Antuerpia 7 de outubro.
Caf.Esto arligo goza de grande favor. No me/.
de setembro as qualidades do Brasil allrahiram a al-
tenrao dos compradores tanto para especulaco connto
para a exportarlo e para o consumo. Comtudo na
ultima semana de setembro e depois (ornon-se o
mercado calmo cora '00a firmeza nos preros. I As
compras das sortes do Brasil se limitaran! enlapas
necessidades as mais urgentes. Esta resecan he Je-
vida as prelenroes cada yez mais elevadas dos pys-
snidores. O total das vendas das sortes do Brasil
elevon-se a perlo de 28,000 saccas a prec,o de 2 Iji*
a 20 cent. As importares no mez de setembro che-
garam a 20,000 saccas.sendo 3,820 do Rio de Janei-
ro, 5,553 de S. Domingos. As existencias 110 I" de
outubro sao 60,500 sacras (35,00!) do Brasil) contra
97,000 (25,000 do Brasil) em 1851.
A-socar.As transacedes foram muito activas dar
rapte a primeira parte do mez pastado ; pagou-se 1
fl. 1|4 de alja em quasi lodas ai sorles. Vendas :
alem das operaroes importantes do llavana, men-
cionaremos 2,500 saceos de Pernambuco sendo 275
vindos pelo Dante, a li 7(8 II., p ivilli.o stranae-
ro. Bous negocios se fazem dos refinados, e presen-
temente a procura he grandisaima.
Cacao.Ncnhuma lrausacc,au em consequencia da
falta absoluta desla mercadoria.
Couros.Esla gozando grande favor e ha grande
procura : as necessidades nao podem ser salisfeilas
porque as existencias eslao extremamente reduzidas.
Houve urna alca de ti cent, not seceos e nos salga-
dos, e parece o movimenlo dever continuar. Ven-
daa2,000.pelles do Brasil foram vcndidts pelos pre-
sos seguinlet: 1'. Pernambuco, qualidades assaz
boa'13 1(2 kilo.', a 92 ir.; 2a. Para, qualidade secun-
daria 15 l| kilog. de 90 .1 9 franc. (os ava-
hados de 87 a 89).As existencias no 1" de outu-
bro eram de 8,521 conlr4 07,187 em 1854, e 59,700
etn 1853. O'deposito das sortea do Brasil na part-
dado correio nao exceda a 300 pelles.
Marselha 1! de outubro.
Cafc.-s-Transacces regulares para as necessidades
do consumo mais limitadas qnaiitu as sortea do Bra-
iiTV^a*fciil e de l.tguayra em conaeqneucia da falla de abas-
',ni.'-''m."i leclWebuV as tres prmeiras temauaa de setembro
veuderam-te do Brasil cerca de 5,000 saccas, (parlc
a entregar) a prejo d 51 a 58 franc. segundo o me-
recjmento. Na ullima aemana do mez pastado e
d'eulo paraca a procura se lem lomado muilo mais
activa quanto aos do Brasil principalmente, nicos
de que o oosto mercado se ach um pouco mais abas-
tecido. Alm de 1,200 saccas Vendidas a relalho,
venderam-se 1,300 saccas viudas 110 llaumet a 56 fr.
50 kilog.(depotilo)100 saccas do mesmo navio pelo
metmo preco-3,800 taccat lainJum a relalho pelo
Emilio a 55 franc. em armazedipKmai's 2,000 saccas
a entregar vindas em diversos navios (/lapido, Pre-
ciosa ele.) por prego de 56 a 57 a boa qualidade.
Assucar.Depois de ler gozado grande favor em
proveito dos da llavana, da Reuniao e das Antilha-
etle arligo lem mlTrido calma e ai IransarrOes sao
pouco importantesNada a assignalar a respeilo das
sortes do Brasil. Deposito geral insignificante.
Trieste, i de oulubro.
Caf.Transacres importantes particularmente
Jas sortes do Rio. Os preces te contervam firmes.
Foram vendidas 15,000 saacas do Rio ordinario e in-
ferior de 29 a 33 flor.
Assucar.Negocios activos com peqnena alca nos
preros. Os productos da ilha de Cuba e Porto Ri-
co to os aicos qne leem apparecido no mercado
com alguna da MturicU pela Inglilorra.
H. 1%ABEL.
: .
Gfande e extraordinaria representaran de exerci-
cios c\ mnaslicos pela familia de
SlLVAlN HENAULT.
1 Coucedido por S. Exc. o, br. conswhero presiden-
te da provincia.
' Silvaiu Henaull su'mmamcnle penhorado pela ob-
;sequiosa concessao que Ihe fez S. Exc. o Sr. conse-
lliero presidente da provincia, vem humildemenle
agradecer lio grande prova de bondade e prolecsao
da parte de S. Exc. ____
QUAKTA-FEIBA 31 DE QTJTTJBBO
Depois de execut.ula urna bella nuverlura, a faini-'
lia lieuault principiar os seus Irabalho, da manei-
ra seguinle :
i. parle.
O joven Ernesto danssr um passo gracioso.
2." parle.
O joven AITonso dansar um diflicil.passo de sua
inveurao.
3." parte.
O Sr. Flix dansar urna grande dansa eslrava-
gaulc, e terminara com o grande tallo mortal.
4. purle.
]\ A joven pernambncana dansar um.pasto gracioso.
v 5." parte.
tfff. Ilenanlt dansar um passo cmico pela pri-
meira-^ei visto ueste Iheto.
x ri. parle.
Dansa Vcoida sem martomba pelo Sr. Flix, na
qual executar muilos exerccios novos e anda nao
vittoi nesta cidade. L
7. parlaV
A vagem aos antpodas, lercicio multo diflicil,
executado pelo Sr. Fclx. \
8." parle. >.
O Bull-dogue-inglez subir oleo l&Sto do th
em um fogo arliiicial.
9.' parle.
A corda bamba executada pelo Sr. llenauTV "'
qual far diversos jogos de forca e de cymnaslc?
lerminarn ot seus exercicios com a coilaro de <
mer e beber com ti cabeca para baixo, segurando a
mesa, e sempre a grande lauro da corda bamba.
0. parte.
Ascenrao pelo Sr. Fclhc-eobre um barril, que faz
lar para cima o para baixo por urna tahua collo-
la diagbnalmenle n'uma allura de 5 varas e 30
ps, a qual apenas lem um Ierro de largura, exrr-
cicio inteiramcole novo e nunca vislo nesta cidade.
Posico acadmica
lirada dos museos de Roma o Parie : 1. parle, a
morle d'Abel2.', a fuga de Caim3.", ero as-
sustadn com a sombra de Miainai1., Herclea
lanraiiiio Lyidias ao mar5.", d juramento dos lio-
METRALIMV.
Em nome da provedona da taude, fui hontem pu-
blicado um aouuncio declarando ser falso que os na
vios eiperassem pela saude. Para nao recordar-
mos os atra*ados, com que tanto implican! Os rapa-
zes das aulas, vamos principiar de agora corda no-
va ; portanlo. pedimos a provedoria nos declare a
que lluras foi visitado o vtpor inglez I homar, que
fundiou no porlo t 3 horas e meia do da 28, por-
qututo foi dito pelos passageiros que etperaram ale
as 7 horas da noite, e como quer que neiihuma au-
toridadeapparecesse akirdo, resolveram vir para
Ierra, e de fado vieraflfan que fossem revistos, fu-
igados, aspergadnefH Buzados, etc., etc., etc.
poiidendo o Sr. seH Bl daMude a falta de
pa visita ; nao sabeV ^Fr9r "iln '''' '""'
respeito dos dous navMHrjaMlados. que nao li-
zeram a quarenlena devida^^s^Reerelario deixei-
se de fauforronadas, veja que lie |empregado pu-
blico, e qne nos temos direilo de exigir o cumpri-
menlo da le, se he que sao neeessarias as qnareuas,
alias........ O vigilante.
Precita-se do dout homens |lvrcs para iraba-
lliar nesta typographia.
__ O irmao demetlido por sua muilo lvre eex-
ponlanea vontade (quanlo o nio esperavam ) da ir-
mandade de S. Jos de Agona, pelo prsenle, de-
clara aos irm3os que leem lido o descaramento de in-
jura-lo e arrogar-lho acefies indignas, que.se nao
querern ser ronliecidos por vis calumniadores por
aquellos mesmos que lem presenciado sunslamorias,
queiram por meio desle Diario (he muilo melhor do
que por cerlat casas declarar qnaes esaclot indig-
nos qoe o annuficaiile pralicon 011 mandn prati-
car durante o lempo em que infelizmenle servio na
irmandade, cerlo de que, se o nao fiterem de for-
ran que faca fe, serao lidoi por vis calumniadores.
O annunciaiite nao gosla de polmicas pela impren-
ta com negocios de irmandi les, porque sabe perfei-
lamenle que sao muilo prejudicUes eos nlereites c
prosperdade dellas, porem como lenha sido aggre-
dido de emboscada, e deseje que a verdade aaoare-
GIMNASIO PERNAMBGAHO.
Sabbado, 5 ac novembro,
anclaui indubitavelmente
as rodas da referida lote-
ra, pelas 9 horas da ma-
nha, no espacoso salo
da ra da Praia n. 27.
Pernambuco 51 de outu-
bro de.i855.O cautelis-
ta, Slttstiano de Aquino
Ferreira.
Attencao.
Sabbado 5 de novembro, andam as ro-
das da quarta parte da segunda loteria
do Gymnasio ; os resto dos afortunados
biliietes e cautelas da casa da Fama, eslao
as vendas as casas do costufne, e no
aterro da Boa-Vista n. 48 e 8.
Quemse julgar credor d renaco de
tioncalves & Reis, em Fra de Portas, ra
dos (iuararapes, aprsente suas contas
ate ao lim do corrente mez, para serem
pagas.
Desejando occpartima das cadeiras
da assembla provincial, pero ao distinc-
to corpo eleitoral; que se digne de con fe*
rir-me esta liorna.O general, Antonio
Correia Seara.
Irmandade das almas
O escrivao da irmandd
erecta na matriz tto Cor
servancia do (mord
da mesa regedora
maosda dita irmn
rem no dia 1 de i
da manba, no consi
mandade, para a eleicSo
que terntle reger a mesma]
ta oanno tiiturO. Consisto: r60 de ou-
tubro de 183.").Joaquim topes de Al-
meida, escrivao da irmandade.
Pela contadoria da cmara munici-
pal desta cidade se faz publico, que o pra-
zo marcado paia pagamento do imposto
de carros depasseio, earrocas eoutros ve^
liiculosde condutiao, espira quarta-feira
I do corrente, lindo o qu*l ItcaTli sujei-
tos a multa de 50 por cerJto, lodos equel-
lesqtte dabtaretn de pagd "lile a data iu-
pra. Contadoria municipa
deoutubrode 18").". t-0 contador, Joa-
(|uitn Tavares F>odovall<
Perdeu-se uin cachorro Vagua no
dia 24 do corrente, com ossignaes seguin-^
tes : todo branco, com orelhas grandes,
curio, e eslava um pouco. tosquiado, tem
apenas urna nodoa pbrbai\o de urna das
orelhas. costuma acudir pelo nome JO-
Ll: quemo adiar ouder noticia, di-rija-
sea ruado Trapichen. 15, armazem, que
sera' bem recompensado.
Aluga-se para se paitara testa um sitio na'es-
irada do Montelro, com batanles commodo, muilos
arvoredoa e grande cacimba com boa agua : a fallar
na ra do Collegio n. 8, segundo andar.
Avita-te as pessoas que desejam enneofrer a
arrematara da taberna da ribeira do'peixe, que fi-
cou a mesma praca transferida para o da'31 do cor-
rele oulubro, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz
da segunda vara do civel, depois da metma aadien-
cia, por eierucaode Joaquim Fernandes de Axevedo
onlraseu filho Joaquim Feraandet de Azevedo.
Aluga-sc urna das melhores casas da Boa Vi.-.-
gem, perlencenle ao patrimonio, acabida de novo,
lanto em reedilicarao como catada e pintada : a tra-
tar na ra Imperial n. :)7. N mesma casa ven-
dem-se ;l portadas de pedra de canlaria, IU cepos de
'2 palmos e meio, urna porreo dos dlot de 2 e t pal-
mo, assim como cenlo e lanos palmos de lage.
Ollrece-se para servir de ama secca urna mu-
ttier de bous costum.es: quem precisar, aununcc por
este jornal. ,
Manoel Goncalves Agr,
administrador do estabelecrmenlo delcarros fnebre-.
t
silo em um armazem perten
cscanos, confronte a secrell
le an publico em geral e
acha munido de lodos os
como sejam : ricos caiiOetj
dellos, lanto para anjos
encarrega-se de lirar liceiicasl
de fornecer carros de passeio, cera,
eligise firau-
iz scien-
igos, que te
Jiara enterro!,
1 de novw.mo-
Siitaftomo
ra e parodio,
arroa^Ces a con-

Joao Augusto de l'adua Kleur >, leudo
concluido osseut estudos na Faculdade de
Direilo desla cidade, relira-se para sua
proucia, no primeiro vapor que se espe-
ra do norte.
i-m
% lento dos prelendenlet, msica e c,onvilet, promet-
iendo empregar lodo o zelo e promptidao as obri-
gacAes que conlrehir com qoalqoer pessoa qoe
procure em o armazem cimadlloa qoalqoer hora do
dia, e da noite na ra de Sania Thereza u. 32.
Aluga-se um bom armazem com solao na ru
da Praia n.40: a tratar com uilherin-^ette, ra
do Collrgio o. 15. v
A pessoa que annunciou querer hjpolheear
urna escrava por 2009, dirija-se ao {ateo do Carmo
n. 7, primeiro andar.
No dia 2"i de oulubro oWB55 ligio una prela
de nacao Qnlc.am.-i, de nome Marcelliua,idade de 30
anuos, baixa e gorda, peilot grande*, bem' prela e
bonita, com todos os denles den levou cabe-
Qdo e saia e chales : quema ajM Bbder, leve-a i
ra v'elha n. 77, primeiro aiiiflrVfie sera bem re-
compensado.
(luern precisar de o portuguez para
taberna, do que tem batlaa^H a, ou para outru
qualqoer negocio, dirija-s! paleo da t'enha, ta-
berna n. 10. ^
Precisa-se de urna ama, para casa de poucajB-
milia, somente para cozinhar o diario : na roa 4a-
ga do Rosario n. 21.
Precisa-se de um bom forneiro e amatsador:
quem te adiar neslas circwntUoeias, dirija-te a rea
larga do Rosario n. J8, jutilo do quarlel, qoe adiara
com quem tratar. Na mesma aluga-te urna cauoa
grande de mais de milheiro, com canoeiro ouseru
elle.
I
S. Sebastio.
Precisa-se alugnr um prelo que nao seja moco | ja matrii' da Boa-Vista llavera no dio 30 do cor-
para servico de casa : na travessa da Trempe n. 7. rt.nla pra||u pelo Rvaa. padre 0|tlr. pregador da
46:165|82l
Ur968je93
raciosti., lacios ea
binos.
Principiara as 8 In
Vendem-se os bit
terca-feira, e no dia i
thealro.
mulus lt* emliJle dos Sa-
no Hotel da Barra at
elaculo no hllhelelro do
m
AVISOS MARTIMOS
AlODEf
JANEIRO.
O brigue nacional MARA LUZ1A, ca-
pitao Pedio Valette Filho, com brevidade
vai seguir ao poMo indicado, lem grande
parte do seu cPftegameiilo tratado : para
o resto, passageiros e escravos a i'rele,
'aos quaes da' as melhores accommoda-
cies) trata-se com os consignatarios An-
tonio de Almeida Comes & C., na uta do
Trapichen. 1(>, segundo andar.
ea, melhor sera que a ella recorram (detencapiudos)
para termos conheciilot e jnlga.los, e cada um carre-
com as consecuencias de suas accOes. Quando
[T^MaMfatMarfair.i0 ^e "le demitir,jolguei que com to-
dos ficasc bern^Hprque al esta horatodos te
mostravam ine'us aSejCoadus, e porqo ni esla
minha resolorjlo nao olleTWl' "nlerJW da ir
dade, ou de algnm de tei^1'' >
em vistas nao servir mait de "-Antomal
mandade ; genios terbulenlos pornl(ilm investido
meu pensaraenlo, para ver te coutegiTSJ _
poderao consegui-lo, porem por mius
provados.
HOSSA SENHORA l)T CON-
GEIC4D DOS MILITARES.
A mesa tegedora desla irmandade, faz scieulc a
lodos os seos irmaos o aos liis devotos, que ella
pretende boje 31 do correnle, eflecluar o uncerra-
mento do aclo a que desde o dia 21 do met p. pastado
apreseulara em a sua respectiva igreja, a eipnsicao
aos mesmos fiis, da milagrosa imagem do Senhor
Bom Jetus dos Navegantes, pois que estando proii-
mo o dia da felividade de sua padroeira, a immacu-
lada virgem da Concelcao, neceuita com lempo cui-
dar dos indispensavet preparativos para a de-
cencia do culto e casa de Oeos, c por isso mesma
mesa se vA na rigorosa preciiflo de terminar a refe-
rida exposicao anlcs do praio que pretenda. Con-
vida pois aos mesmos irmaos e deis para que con-
curran! i dila Igreja para rndennos grabas ao Allia-
timo Senhor Oeot de Misericordia, por nos haver
at boje preservado du lerrivel mal de que lulo sido
arcommeltidas oulras provincias do imperio. O aclo
terminar como no aununcio de 21 do correule foi
publicado.
Koga-se i Sra. Herminia Pinheira, o favor
uc mandar um portador roa do Rosario da Boa-
Vista, a negocio de seu' inlcrcssc.
Precisa-se de um lumen o ; na piara da San-
ia Cruz, junto ao sobrad.0.
Precisa-se alugar urna negra que laibi
libar o diario de urna casa, e fazer todo ojjfre
necessariu : uo paleo do Ierro padaria n. 3ft
Sao convidados os senhores estudan-
tesdo Gymnasio Pernambucano com suas
familias, para assistirem o encerramento
dasaulas.no dia 31 do corrente, as 11
horas d& manha, e visita rem a' noite o
mesmo estabelecimento.
i
Os estudantes do Gymnasio Pernam-
bucano pedem aoSr. Silyin Henault.que
haja lie mudar o espectculo gymnastico
a seu benelicio, anuuuciado para quarta-
feira ol do corrente, ern ra'/fio depreten-
derer elles solemnisar na noite desse dia
o encerramento das antas do mesmo Gym-
n
capella
igreja
o Ierro.
Vio i prajalnos
novembro,
na tala da
Alecrim us,
u a Iravessal
perial n. ('a.p
Coniinaa'fcf estar
Segu brevemente a es-
enna nacional JOS, ca-
pillo Jote Joaquim Alves
das Neves: para o resto do
seu carregamento, trata-
se com os consignat rios Antonio de Al-
meida Gomes & C, na rna do Trapiche n.
padaria n.
Pela segunda vara do civel, escrivao Mella, se
lia de arrematar os bens movis, inclusive um sitio
com coqueiros c quatro corraet de peixe no logar do
Rio Doce, perlencenle a Sebastian Francisco Belin
e teui herdeiros, por eiecucSe de lm i francis-
co de Alm e sua mulher; endo a allima praija no
da 3 de novembro protimo futuro.
Precisa-se de um prelo caplivo par tralar de
cavallns e outros serviros de litio ; assim como de
nm bom enzinheiro : na ra da Cadea do Recife n.
52, primeiro andar, escriplorio.
mapreta criolla de 30 annos, que
liar e eagommar, precisa de
quem lienbor^SssWsOOO rs, para com-
pletara quantia d.e sua alforria, sujeitan-
tando-sea servir pessoa que tal esmola
Ihe queira fazer, ai'e que lhesejapossivel
pagar a dita somina. ficando uJ11fcrvicos
prestados como nde]hnisacao rjl
mesma: a quem esi^e negocio convier,
annuncie por este DIARIO.
O Sr. Domingos/ Carlos Gerson de
Saboia, que morou "a Baixa-Verde da
Boa-Msta, clueira a aparecer na livraria n.
e 8 da praajja da independencia.
__ \ pestorWle ai-lnunc',,u presistr de 20090O0
ajuro'icom tegoranc; em urna escrava, quereudo
andar que achara <*om quem tratar.
Aluua-se un-la parda escrava de bom costomes
para ama do qua hjuer casa estrangoira, a qual he
muilo '^- mi) l"'"'11 de nina cata, nu Iralamento
decrianras e ios." perfeitamante qualqoer costura :
Quem a quizer aVuS" procure em Fura de Portas no
beceo do Vieira casaJ"Dloao Sr. Siqueira.
__ Prefeita.sede urna ama do lele : na ra da Au-
rviso rora primeiro nfc'lo passando a funditao.
"_ Ama de leile.
(luem precis.,r ,lc ama ama de leile diriga-ie a
ra di Urna dj Rdfe n. 28.
__ Lava-seJ* eoomma-se com asseo e prompti-
dao : juem precisar dirija-se ao becco do Rosario
n. 2.
__ l),-se i quanlia cWSOif a 100$ a jorot, eom
penhores : jarea Nova, loja n. U.se diin quem .
__Alug: irse urna cala terrea muilo grande, com
C quartot. sai** e bom quintal, na ra dos Coelbos
n. 13 : q\im pretender, dirija-se a taberna pegada
a mesma fcsi
um m
nome!
clarot,
godao, co
apprehender,
Aurora n. 10.
Precisa-te de
de taberna e que del
se precisa de oulro que n3o I
dos chegados lia pouco para eaj 1 companhia de
oulro : a tralar ge paleo da Si r.flz n. (i, pada-
ria.
Precisa-se alugar om prete que nio seja ruaco,
para serviro Je casa : na iravessa da Trempe 11. 7.
Roga-se ao Sr. Claudiuo Pereira Pinto Caval-
caiili queira ler a bondade de ir a ra do Crespo n.
13, que muito >e Ihe deseja fallar.
O Miso assignad deison de ter eaiuro do
ros da Sr. FirfSjVo Jos Rodrigues Ferreira, e agradece
ao mesmaSr, o bom Iratamento que delle cecebea
durante o etpnr;o de 7 annot que foi seu caiieiro.
Joao Veuancio Machado da Paz Juntar.
Precisa-se de um erare por aluguel para o
tervico de urna pequea famllta : na rn do Hoe]
co n. 7.
Na ra do Queimaao n. 38 deseja-se faH
Sr. Marcelino Joso Rodrigues Collaco, a negocie
urgeucia.
Precisa-se de um feitor bom e 4W :
na ra do Sebo, sobrado amarello, od na
esquina da ra da Madre de Dos 11. 45.
Precisa-se de nma preta lavadeira e saliendo
engommar melhor : no sil do Si. Fenlon, na Pon-
te de Uchoa, ou no armazem. na ra da Crut do
Recfe n. 42.
jPara jseiihoras.
pja> de ourivea na roa
onta a pateo da malriz e roa
^J^^^HKe resfeberam de novo muitas
de ouro, eprincipalmente pulceirat de'gotto),
uam vender barato em proporco ai obrat, e
pasta-te iimicrnili rom retpontabilidade, declaran-
do a qaaluft do oora de'li ou 18 qollates, ficando
assim o comprador aaranlido Scraphim & Irmao.
vluga-se o aaenndo andar da casada ra do
Trapiche n. II, pMptia para esetiptorio, ev peque-
a familia : a tratar Be mesma can.


^
OIWHOOE PEMUMBUCO QUART* FEIM 30 DE OUTUBAO 0(1655




\


CONSULTORIO DOS POBRES
o *ua nova i AjarA ao.
O Dr.P. A. Lobo Moscoio da consulta homeopathica Iodos os dias aos pobre! desde U horas da
ruaohaa aleo meio da, c em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noite. '
Oerece-se igualmente para pralicar qualquer operado decirurgia. e acudir promptameiile a qual-
qoer muloer que cslcja mal de paito, c c.jascircumslaucianao permutara pagar ao medico.
SO CMMH) OU DR. f. A. LOBO iSCZO.
RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Meto de meddiciua homeopathica do Dr. G. H. Jahr, traduxidoem por
lo l)r. Moscozo, qualro voluiiieseucadernadoscm dous e acompauhadode
leeionario los termos ,lc medicine, cirurgia, anatoma, etc., etc. 901000
Ara, a maisimportante de todas asquetratam do esludo c pralica da homeouathia, por'ser a nica
???,-"l .1 'vuT- 1r'"'lla""!",ll '''?"> doulrinaA l'ATHOGENESIA OU EI'FKITOS OS MKUICA-
Nte -NO ORGANISMOhM hSlAUO DESAUUE-couhecimenlo. que nao podem dispensar as pos-
soa que sequerem dedicar i pralica da verdadeira medicina, inleressa a lodos os mdicos que quizerem
rinieiilara rioutrina de Hahnemann, e por si mesmos se eonvencerem da verdade d'ella: a lodos os
ideiros c senhores de eogenho que eslao longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capitaes de navio,
que urna ou oulra vez nao podem deuar de acudir a qualquer iucommodo seu ou de seus tripulantes:
a todos os pas de familia que por circiimslancias, que ntm sempro podem ser prevenidas, sao abriga-
dos a prestar in continenti os pnmeiros soccorros eic suas enfermedades
O vade-niecum do homeopatha ou triducgao da medicina domestica do r. Hering,
obra tambara ut.l as pessoas que se dedicara ao esludo da homeopall.ia, um volu-
me ^aod O diccionario .termos de medicina, cirurgia, analoraia, ele, etc., encardenado. 38000
te... e^ |4!'"r5P",r',do me,li?"'"'n* "3o se pode dar um passo seguro ua prali.a da
Helar,,, desle cstabclecimeuto se lisongeia de le-lo o mais bcra rooulado possivel e
uu NMa grande supenoridade dos seos medicamentos.
Discurso sagrado, recilido em couiineinoracrfo
da independeDcia do Brasil, no solemne Te-Deum
quooshabilanles da imperial cidade de Nielheroy
lizeram celebrar no din 7 de settrabro de 1855, pelo
Sr. Joaquim l'inlo de Campos, conego honorarin-da
capella imperial, ollicial da ordem da Rosa, diAk
do a assewbla geral pela provincia de l'eniaiafl
proreasqr de eloqoencia nacional do antigo lvceu
da cidade do Recife, bibliotliecarioda Faculdade de
nireilo da meuna cidade, e socio correspondente do
insliiulo histrico do Brasil ele. Este discurso im-
prejmi e vendido pelos Srs. Laetnerl & Coropanhia
Uu Rio de Janeiro, por graciosa licenra ,1 autor,
vende-se na livraria n.6 e 8 da prara da tndcpeu-
Helicia, a 19 cada cumplir.
Multa attencao.
O caulelista Salusliano de Aqino lerreira vende
para negocio liilhelus e cautelas das loteras da pro-
vincia, sendo a quaulia de I0U& rs. para cima a di-
nliciro a vala : na ra do Trapiche u. 36, secundo
andar, pelos prcgosabai*o declarados. Os bilheles
e cautelas sao pagos sem o descont do oilo por celt-
io da lei nos tres priuieiros premios grandes.
Kilheles 5S100
Me i os J670
Tercos iisao
(Ruarlos lyititt
OuiDtos 4 SOSO
Oilavos 8(1
Decimos 550
\ igesimos 28(1
Boticas a 12 tubos
Boticas do 2i ni
Hilas
Ditas
Dita ^WJ
Ditas 144
lutos avulsos .
Frascos do alafa oug
Ditos de ver
Na inesataj^H
vidros para osad.
de c
8*1 XX)
grandes.
los, a 10, 12 e 159000 r's.
................. !0IKX)
................. 259INK)
................. 305000
*"".................. K09000
L.................. I000
jaaW................
1 grande uuraero de tubos d'e rvita d diverso, lmannos,
jalquer encommeoda de medfcamenloscom toda a brevida-
MIENTO HOIOPATHICO.
Preserva tico e curativo
CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS. I
fc^Bk-M^arsaB: j*es -* /**.. _
ou msli icgilo aopovdpan se poder corar de$la enfermidiide, administrndoos remedios mais eflicazes
iquanlo 'se recorre ao medico, ou mesmo para crala iiidepeiidcntc desles nos lugares
em que ajo 09 lia.
TRADUZIDO EM PORTUGL'EZ PELO I!. I\ A. I.OIK) MOSCOZO.
Ela doos opsculo- conten, as indicarOes mais claras e precisas, so pela sua simples o cnncisaei posi-
Kialcaite)). fiadas as iulelligencias, nao s pelo que di/ respeto ays meios curativos, como prin-
e aos p, irvativos que lem dado os mais salislacloiios resultados cm tuda a parle em que
elleslem sido poslaseaapralicd.
oiiicoquc lera dado grandes resaltados no curativo desta horri-
velenferniidade, julgamos a propotidT Iraduzir estes dous importantes opsculos em liugua verncu-
la, Jjars dest'artc M) aquemignorco francer.
Vende-se uni lonsultoriodn traducir, na Novo n. 5:2. por 99000 rs.
AN^UNCIO.
1 'j e arraazein de (aaandas baratistimas, na r,
. da Gadeia do Recife 11. 50 dcfroule da ra da M
dre de Dos, quina do segando becco viudo da pon-
te, lado esquerdo. Neste eslabelecimeulo acharao os
Srs. laaaadeira, commerciantes do reulro, e o pu-
Blico em geral, um completo sorlimcnto de fazehdas
finas e grossas, lodas de boa qualidade c setu a'varia,
que a dinlietro visla. se vendem 'por precos bara-
tissimus ; asim como boa disposico para bem ser-
\ir e agradar a lodos os freguezes^que se diguarcm
honrar o estabelccimeuto.
AULA DE LAT1M.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemiHlou a sua aula para a ra do Kan-
gel 11. II, onde continua a eceber alum-
W uloi nos e externos desde ja' por mo,
dieo apreso como be publico : quem se
quizei utilisar deseu pequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida ciua a' qualquer liora dos dias uteis.
Est at-aliir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HQSflEOPATHA.
EX IIIA HIDO DE RipFF E BOEN-
i4lEN E OUTKOS,
iliabelhMt, com a descripcao
a indicacilo phjsio-
todos os medicamentos lin-
aje accao e concordancia,
toda giiilicacjo de lodos
cirurgia, c posto ao alcance
o, pelo
A.J. DE MILLO MRAES.
bscreve-se para esla obra 110 consultorio homco-
:o do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 500
t-porS0<)0 env brochura, e 6900,
scuuid
os termos de med
cucado-.
i AO CORI'O EI.EITOUAI. DA PROVIN-
SUA DE I'EHMMnTCO. S
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinja), de- ft
& sejandoa honra de ser um dos inembros da @
asscmbla provincial, roga a lodos os senho-
A res eleilores que llie prestein seus vtn, p,,r @
J5 rujo favor Ibes licaro summameiite abrigada. S
llecire -Jli de oulubro de 1855.
* J9eis-sE}eg)
JABA A 1ESTA.
Aliiga-a^ioinellior liifjar da Torre, um
sitio com grande casa nova, estribara e
eoclieira equarto para eitor: a tratar na
na da Cruz 11. 10.
. F'LBLICAEAO GOOGRAPHICA.
Esta'a venda na turarla classica n. ,
no pateo dol.ollejjio, a obra intitulada
Breve Noticia Corographica do Im-
perio do Brasil, escripia em 185i; ero-
ga-se aos sen hoces assi;nantesqueteiiliam
a bondade de mandar buscar os
exemplares, no arma/.em de '
ra do Collegio n. 15.
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
BLCANO.
CASA DA FAM.<
AOS 5:600?, :500j E 1:000.
(Icaulelisla da casa da Fama, Anjnuio da Silva
Giiimares, lem e\polo a venda os seas muilo afor-
tunados bilheles e cautelas da quarla parle da se-
gunda lotera do vmnaso, aqual corre no dia :i,le
ovemhro do corren le auno, os quaes esUlo a ven.la
Bksscguintes casas : aterro da H.;i-Viia os. 48 e
68 ; rita do Sol n. 1> A ; praca da Independencia
ns. 1-i e 16 ; ra do Itanzcl n. 54 ; ra da Cruz
ii. 13, e ra do Pilar n. 90.
I'RECOS.
seus
eilocs, na
O caulelista, Salusliano de Aquino Ferreira.
- Precisa-se de urna ama para u serviro interno
c externo de urna casa de pouca femilia : "na ra Di-
retla n. 78.
I'recisa-sc de urna ama : na ra Bella u. :I6.
Muila attencao!
a*
O caulelisla Salusliano de Aquino Ferreira avisa
ao respeilavcl publico, que lomou a lirate resoluco
de vender bilheles c dulca das loteras viadoera
sem o desculo de oito por cenloda lei, pelos precos
"bailo declarados, principiando com a primeira par-
le da terceira lotera do Uvninasio I'ernambucano.
peimaiiecendo lirmes eides "prer;os era quanlo nao se
mudar o plano actual dan (oleras da provincia, o
qoal.lte juslameule a quarta parte das rom acredita-
da* loteras do ll de Janeiro.
Uilheles
Meios
Tercos
(.loarlos
IJuinti
Oilavos
Decimos
Vicsimos
5|B00
i58(KI
i,veso
raiiKi
isl-i)
700
,%HO
:kjo
llecebc por iolciro
r,:OOU0O0
-J:."KKfc(IO(l
I :(>602 1 :^50slW0
IKI009000
(r.i'>?<< HMI
sooaooo
ssogooo
IsataniUVWW
critaiiibnco 20 de oulubro de ISi.. O caule-
lisla, Salusliano de Aquino Ferreira.
CHAROPE
1)0
BOSQUE
O nico deposito couluia a ser na botica de Bar-
Iholomeu Francisco deSouza, na rua largado Rola-
rla n.36; garrafas grandes jjjOO c pequeas 39000.
IMPRTAME PARA'O PUBLICO.
Para cura de phdsca era lodos os seus diflereules
graos, quer motivada por cnslipaves, lossc, aslh-
uia. pleuri/. escarros de saugue, dr de coslados e
peilo, palpitadlo no coraru, coqueluche, hronchile
dor na garganta, e lodas as molestias dos orgos pul-
monares. ,
Miissa adaii.antinn.
Anlonio Barboa de Barnn, eslabelecid com sala
de barbero na rua da Cruz 11. (i>, primeiro andar,
chumba drntescom esta preciosa mas-a ; na me-ina
sala \endem-se e alugam-su bichas por comiuodo
P/c.o.
que lem appaiecido,
COMPRAS.
KECOS.
inleiros

Bilheles
Meios
(.(liarlos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
O mesmo caulelisla declara,
.-"OO
-J98DO
1I0
760
800
30
que earanlc
TORIO CEJT.UL
IVVTIIICO.
Grafl bra os pobres.)
/tu de Smk Bb (Mundo-Soto/ n. 6.
O Dr. RP* 1-udgero Pinho d
consultas M Wliiis desde s 8 horas da
mam > da larde.
Visita oaenfuraaes em seos domicilios, das
J lloras ea^^^^^bsas em casos repentinos
e de molaH Ktgraves as visitasserao
feas cni B te jtor.i.
As molean Plaas mereceni Iralamenlo
i especial segando rneio boje aconselltados
pelos pralieos modernos. Estes meios e*is-
em no consultorio central.
Massa adamantina.
He gcrluienle "cn"fait a excellcncia desla
prpararao para clioinliar denlas, porque seos- resul-
tados sempro felize sao j daSlomiaio do publico.
Sebastian Jos de Oliveira br uso desta preciosa
massa, para o fim'iailicado, e as pessoas que qui/e-
rom Itoura-lo dispuodo de eus serviros, podeu pro-
curadlo na liavaBw do Vigario 11. IjLloja de bar-
. ...... nica-
mente os seus bilheles inteiros tfra originaos, pagan-
do os tres premios grandes sem o descont dos oilo
1 por cenlo do imposto geral.
Attencao.
I Roga-se a lodosos devedores da taberna da na da
1 Cadeia do Kecifc 11. 3, dcfronlc do becco Largo,
I qua eslo atrasados em seus pagamentos, lauto de
ledras vencidas como de couta de fivro, que quei-
ram realisar seus pagamentos ale o fim do crrente
mez de oulubro, e aquellos que o ralo lizer, passaiao
a ser ejecutados, c seus uomes publicados, islo para
evilar a pfrescripcao.
do
ros
es-
ario n. 4, estar'
das 1U horas da
btista. :
tiaaMova 11.19, primei- *J
- 0sr-. accioa'nla4asaciedade Emprezaria da
edificaeja da ca de baile desta provincia, sdu coa-
vidados.trolisarein a imcaa preslacSadal por
cenlo so'jre o capital de aoas aef&ea, noranzn de 0
^^Bltlala dcstt, no seriplorio de lltasaateiro ao
Sr. Georao PalcheU, no largo do Corpo Sanio, con-
formea retolucao tomada pela direcc; da mcma
companhia na conformidad* do arl. (> dos estatuios.
Ida oulubro de 1855. ^-P secretario, Cy-
WPtnelon Guedit Aleofuada.
-0 lllm. Si. lliesooreiro das loteras
1* I'a/.er publico <|ue se acham a"
vendati blbetes da quarta parte da se-
jjunsia loteria do Gymna'sio na tbesoura-
ripPasloteras, na rua da Praia, n. 27.
cujas rodas aiidauj impreterivelmente no
da o do me de aovembro. Tbesourara
das loterial, 'i de novembro de 1H5">.
Luz Antonio Rodriguetd'Almeida, escri-
viio das loteras.
^r) O Dr. Rbeiro, medico, mudou
'0 ua residencia para a easacnzen- tSf
X tH W.Cni7. n. 13, onde pode ser pro- )
0 curado a qualquer hora. )
Novo livrosdc homeopathia cm francez,
lodas de inatnia importancia :
Hahnemann, tratado das molestias
lumc-.........
Tesle, n'olcslias dos meninos.....
Hering, homeopathia domestica.....
Jahr, pharinacopcahomeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 voluntes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle....... .
Kapou, historia da hoineopalhia, 2 voluntes
Uarthmami, tratado completo das molestias
dos raen 1 nos.........
A Teste, materia medica homcopalhica. .
De Fayolle, doulrina medica hoineopalhica
j;iinica de Slaoneli .......
Casting, verdade da homeopathia. .
Diccionario de Nvslen.......IO5OOO
/tWa euinpiWo anatoma com bellas es-
Umpas coloridas>ontendo a descripsao
de todas as parles del corpo humano 303000
vedem-se lodos estes lvros no consultorio liomeopa-
tlucu do Dr. Lobo MoWoso, rua Nova u. 50 nn-
meiro audar. \ r
Precisa-se de umaSama forra uu i-milvi para
Coinpra-se dous carriitho de mao, assim como
precisa-se alugar oilo cscravos, quera liver para ec
lint appareca na rua do Collegio n. 9 para Iralur
cora o abafia aarigaaila.
Salitsinu /-/Ingenio Carueiro da Cunha.
*ar A VISO.
Em Goianna, becco do Pavao n. I i,
irmazemdeAranliacV Albuquajque, com-
pra-se toda equalquer porcao de assucar
e paga-se ]>or Ijom preco,
Compra-se urna benuala de licorne : quera a
lver aniiuiicje ou dirija-e a rua do Amoriiu 11. ti,
terceiro aiii|a4W
i.oraM |uni escravu de meia ida le para tra-
tar de unaV tjiln. asaim como orna rasa Ierre
em Apipuco,-mi Monleiro, que nao exce.la de 3009
a bOU : na rua da Cadeia do Recife 11. 16.
Comprase una casa Ierre'qe lenha bm
quintal e cm boas ras no bairro de Santo Aulonio:
quem liver auiiuiicie, ou dirja-se a rua do Crespo
n. 13. '
Compra se unta casa Icrrea com quintal o ca-
cimba, cm boin estado; prefere-se sendo em chaos
pruprtus e boa rua 110 bairro da Boa-Vista : a Iratar
na rua do Rosario da Boa-Vista n. 41.
Vcndftii-se 1,500 saceos novo* para eocher de
veudT : "" rU* d' Sw,lWa Nuvl U'4 Mdi,i' 1*""
- \ eudem-so os perleuces da rasa de paslo da
rua da Sanala Velha, esq.nua do becco dos Por-
ios, a qual tem baslautes cominodos para oulro
qua quer negocio : quem :, pretender diriia.se a rua
do trapichen., taberna. '
Na rua da Cruz n. "ili, primeiro un-
dai>,e\isteina'vendaasseguinlesmercado-
nas ltimamente ebegadas, e por milito
com modo pico:
Champagne 0 mellior possivel, emcaixas.
Uta pi cto limito novo e superior, em li-
bras.
Chocolate oinelhor
em libras.
Licor de Kirsch, em caixas.
lentos para voltaiete ou oulro qualquer
jogo, eiiicai\inbasenveinisadas multo
delicadas.
Espingardas de dous canos, muito boas
para caca.
Vendem-se dous pianos lories deja-
caranda', construccao vertical e com to-
aos os inelhoramenlos mais modernos,
tendo viudo no ultimo navio ,lc I lambir-
go : na ruada Cadeia, armazem 11. 8.
Em casa dellenrv Brunn 4C, rua da
Cruz 11. 10, ha para vender um grande
sorlimcnto tic ouro do meihor gosto, as-
sim como relogiosdcouro de [tlente.
I nio, na rua da Ciu/. 11. 40,
ha para vender um sorlimenlo de conservas linas co-
mo pitis poi, sardmes. asperges, langue de buf-
jtalc defoiesaucisses, eafslak, chapuiiueau au jara,
bou, poulel au ju d'arevissc, friattdeau de veau ;
asina como diversa qualidades de viiiltn, como
Jdiamrwajje, \eres, Madeira, Porto de oplima c|u,i-
lidade, \ inlio d" l-ralir., liranco anillo c linio, di-
Versos licores, Ir iinincl, ele. cognac enuarrafado ;
lambem ha petiscos aceiados a unido europeu a
ualquer hora.
a viso aos fregue-
ses.

A laberna da rua Nova n. 50, alai de se adiar
completamente surtida, leu, que chegnu de proxi-
mo, lalas de I e '2 libras com muilo superio, cha, e
que visla da qualidade o do talla, os compradores
se convencern, assim como veude-se tudu por mui-
lo barato preco.
Veude-se um balcao de louro para qualquer
es>abelecimento : na rua dos Tanociros, sobrado
amarello.
\ pinli'in--" '2 moas-novas pan engoiuiuar: na
rua da Senzala ^ova u. 13.
Fainha de mandioca.
Na rua ,1o Vigark) 11. primeiro an-
dar, vendcm-te -iaccas com larinha de
mandioca, muito nova e de superior qua-
lidade.
y Vende-se um braco de halauca. grande, con-
as?e arrobas de pesos Indo em liuui estado: quem
pretender dirija-so as Cinco Ponas 11. ti.
lina do Qtiehiia-
llO II. 1.
Chales de touquiui com
ramos de seda matiz, fa-
zenda iiiteit*aiue::te nova,
pelo* diminuto preco de
0#000 rs. cada mu.
Vende-sc unta negra de 1", anuos de idade,
pouco mais0,1 menos, boa ozinheira, la\a de tabao
e faz lodo o servir,, de orna casa : na rua da Maihc
de Dos n. 36, loja.
Vende-se um piano de ja-araiida com ,fi
uso, laaito b 'in, e por prerv inmodo ; assina
FLOR E FLOR.
A rarinha de Santander Flor de Flor,
be a meihor larinha de trigo que existe em
todo omundo,' por isso scinpre hequalili-
cada a mais superior em lodos os merdfl
do, amule ten sido importada : he esta
primeira vez'que veut a este increado,
pore'ra garante-se'a veracidade da infor-
macao: venderse nicamente no arma-
zem de Tasso Irinaos.
Bous gostos e ce
hoas cualida-
des.
Na rua do Mucimado, nosqualro cautos, na so-un-
da lja do fazendas n. -22, defroule do sobrado ama-
rello, vondein-se as scguinlcs fazendas, por presos
que realmente fazem admirar:
Caseiuira preta de superior qualidade pelo bara-
(issiino preco de 3| c 2>M0 o covado, excellenle
panno preto lino, prova de limito, para casaca e pa-
ul a ajjOO, 33 e .>9, alpaca prcla muilo lina a 400,
00 c li(Kl rs. o covado, cirios de colleles de fusUu de
boa qualidade c bonitos padroes a TOO e '.KKI rs., bo-
lillas cassas franeczas e muilo linas a 1100 rs. o cova-
do, cambraia muilo lina de salpico, propria para
vestido e loupa de chanca a lj avara, camisas
(ranean mallo linas com pe los de esguiao para ho-
rnera a J5SOO, corles de cassas para vestidos de bo-
lillos padroes a -<, lencos branros de cambraia de
liaba limito linos c grandes a (s .1 duzia, uieias linas
para senhora a 340, 300 e 100 rs. o par, ricos chales
de chal}- com lislra de seda e baslautes grandes a
!l-3, ditos de merino muilo linos e lisos a B-J, luvas de
sed de cores para hornein e senhora a I- o par, di-
tas pela do lorc.il, falcada superior, viudas de Lis-
boa a l.")l JO, ricos corles de seda para vestido, pelo
tiarffnssimn preco de ^0$, ditos de cambraia de seda
de lindos padroes a (, chally verde e amarello,
muilo suDerior lazenda, e que htuilo usa para ves-
tido a MOnrrs. o covailo, romeiras de cambraia e fil
cora lacus de ricas lilas de seda a I ;JN), grvalas de
seda de bonilos padroes a 010, itteias de laia para
padres a J? o par, corles de casemira linas e de bo-
nitos padroes. para calcas a jt, brinzinhos de puro
liuho a iiio o rovadiv ricas colsas de damasco e mui-
lo grandes, [Kilo 1 >.< 1 ,;ados de puro linho e de bonilos goslos para cairas a
X00 rs. a vara, meias ras para komem a 00 rs. o
parj chales de tarlatau de bouilos padresa 15, cor-
de da Calca de casciniras de algodau a Ift, merino
Irelo, lateada muilo boa a laOO o. covado, lapim
prelo o mais lino que he possivel enconlrar-se, pro-
pro liara vestida c balinas do padre, pelo baralis-
siiiiu pre,;o de 1,-Jhil o covado, riscadinlios fraucezes
muilo tinos e de bolillo" padroes a 210 o covado,
meios lenco* pelos para Bravata, fazenda superior,
a Id, lencos bramos cora lislras, de cambraia, mui-
lo lajp* a :ltw r*., brim branca trancado de puro li-
uho*Ti.yJIXI a vara, e alein de lodas estas fazendas
mitras militas que s visla das boas qualidades he
que se pode ver o quanlo sAo baratas, liam;ando-se
aos senhores compradores que ueste eslabelecimeulo
nao lia fazenda alstima que seja a\ anada. e sim ludo
sem avaria, de bous goslos e boas qualidades.
Heazenda limi-
to linda, s-iiie-
lindres.
Lsla fazenda he iiiteirameule nova, chegao^a 110
ullimo navio francez. e de todas as que se usa.n pa-
ra vestidos, he a mais bella, he de Lia e se<5a, ,. de
lareura regular, cada 1 -orle lem 1:1 rovado-,,, ,',.,
evende-se pelo baralis-imo pro,;o de SaV, "abe o
covado a .VlO rs. : na rua do gueiraatfoT ,,, ,ia|r
cantos, na e-.-iinda luja de razea^asu. defron
do sobrado amarello. ^ |MI. /
Cortes de7eia casemira a 2f0OO.
Na loja de Masarle* & llenriqnes, rua du Cres-
po 11. .1, WHaUe meias casemiras de superior
qualidade,JLgTo baratMiito preco de 23000 o corle
de calca -**
COGNAC VERUA0EIRO.
Veude-se o verdadeiro coguac, laalo e,u garrafa
como em garrames: ua rua da Crijto. 10.
Indiana do djmdr HH^^Bv!b'"os ;
do vende-sc na rua uo Lrespo loja davaquiua que
Milla para a mi da Cadeia.
IKONOH 1) AMB01SE.
Vende-se oexcellente romance histri-
co Leonor d'.Vmboise, duquesa He Breta-
nba, 2 volumespor IjOOO rs., na livrara
II. 0 e 8 da piarada Independencia.
Vende-se cal em ped a chegada no ul-
timo navio de Lisboa, c potassa americana
da mais nove : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. 1. Baslo&
Compa nhia.
MOENDAS SUPEK10RES.
& Compauhia

para
vender
de um
ksrioie.
e um be, i o
seu dono se relirar paflT fiira : na "rua
uco
coran
Jlo, |M,r
lojajo Sr. Guimaracs. f dira quera s^e .
Veude-se slame
francisiaiio : ua rua
VENDAS.
OracaO contra a peste e o cholera-
niorbus.
Acha-sc venda na livraria n. ti c 8 da prara da
Independencia um folhcliuho com dillcreules'ora-
roes cnica o cholera-moibus, e qualquer oulra pes
le, a 40 rs. cada um.
Vende-so mi.a casaifrea sita na rua de Sanie
lliereza n. 17: quem a preleiidel, duna-sea
V tilia n. IH. *
um taocader de iararaaK
Miiidezas
tas.
Ua arreinalanles da loja da rua dos Uujne6 ,,
-H), junio a padaria do Sr. Jlauocl Antonio dif Jesus'
estilo resolyidos a acabar cora o restante das niude-
zas que exislem, por loda esla semana ; poi te,nf,, a
ellas, ineu avisos, que he boa occasiao de 4e r,'/er
peiliinclias. pois vendem-se |mr lodo o qu,alriiier
preco que se Merece, e ainda ha bom ?ortii.,c!,|u
boa fama
s peulexle tartaruga para alar cabellos a .VMto
l de alisar lambem de larlaruga .'IrOOO
sdemailini lmbela para alisar l--?i(KI
ij'ilr* relos de verdadeiro bfalo para oler
"^cabellos
T^uvas pretas de lorral com bullas,
' boa
CleUo.
sob
chronicas, 4 vn-
. aogooo
. 68000
. 700O
. 63000
. 16900(1
. (5*100
. n-mhmi
163000
10900o
KJWUU
73000
6J000
480(10
ama forra uu captiva,
Vende-se bico de blondo branca e prcto de seda
xerdadeiro. 30 por cenlo mais barato que em qual-
quer oulra parle, e de loda as larguras muilo bolil-
las lilas dilo. .
os servicos miemos e eilernos de urna casa de pouca, ,
familia ; pasase bem :'a tratar uo paleo do CarmafeaaW
n. 20, primeiro audar. {
Urna pessoa versaba em lalim,
glez, porluguez, philosoplnia, rhetoriea
arilhlneliea, muita lilleraluVa.e
lucillo de phvsica, offerece-sW
cidade, porcm s pode couh ,
goezia de Santo Antto, ou C" ,,c*0" I". rc"
lo conjuncta. st rrlc que ,l,e esteJa """-
precisa-
L
afm
Olllciaes
rua Nova, es
*.
IA 1)0 Kl
Ifaate:
[.quina do ponte.
O DE JANEIRO.
Acham-sea venr^og novos b|wte| ^
wTePioGeial,qucdevia
loteria 57 de
correr de 22 a dt, .eseulc> ,1s ,
docostume: ltC. peram-se pelo va-
por Imperador, no m'a .)
de novembro ; os prenL0.
goquese tenliam distri\jJU
listas. v^
CtlBaUlA IMPERIAL. S
i# Na rua do Qucimaou n. 19, vendem-se as ;}
}!) mais modernas cambalas que leem viudo ao $
$ Ulereado, pelo haratissimo preco de "niO a A
S vara. % n
esco-
nde ouro,
AINTE INGLEZ.
^ Ct* Wr n0 escl''Ptor' do agente de
leiloW, rrancisco (iomes de Oliveira. rua
da Cadeia do Reciten. 2, os mais supe-
riores relogios descobertos de ouro pa-
tente inglez, de um dos mais afamados fa-
bricantes de Londres, e por menos preco
do (pie cmoiitra qualquer parte, e cheg-
dos houl,'in pelo paquete ingles TIIA-
MAB.
Avisa-se que he chegadu sello, e veude-se n.
antigo deposito na rua Ha Senzala Velha n. 118, i,
cidrada he pelo porlao da mesma casa que lica pelo
lado do caes ,1c Apollo ; o preco he do coslume 1
rs. a arroba, c sendo nene de arroba 160 a libra.
Velas estearinade 6, podras de inarmore para
mesas, papel de peso Inglez, papel de einbrulho, oleo
de liuhaca em botijas, chicotes para carro e arreos
para I e 2 avallo*, fiirmas de ferro para fabrica de
assucar, rolim da India para empulhar.'liula branca
e verde, metal omarello para rorro, cemento roina-
J mi, armamento de todas as qualidades, cabos de li-
nho, de cairo e de manilhl, atrado t pive de Sue-
na, champagne vinbot Tinos do Heno : vendem-se
no arinazcm de C. J. Asllev & Compauhia, roa da
Cadeia ti. 21.
Vcnde-se milito era sacras srandrs a f>, arroz
de casca a :18200 o alqueire, oleo de ricino cm lalas,
como bem 3 travs de arueira de 10 Dalmos. 10 larad
deansico de 9 a 1(1 palmos de comprulo, por pre\-
comiuodo ; na rua do Vigarin u. 5.
Vende-sc mu sobrrrfnyua rulad* de Olutda na
rua deS. Ileirto u. 1 ; < prifander, ejfonda-aje
cora Manuel Mues de We||o, na ru.'TloTorallm.
Vetidem-seliriaoschapeosdepalhinhu
e cabello para fiemnas : na rua da Ca-
deia do Becleyoja de miude/.as n. l.
V endexn-e cartas de jogar muilo li-
uasprobfia,, paI-a vollarcte: na rua da
CadejanJo Becufe, loja demiudezasn. l'J.
,' Vende-se no sitio do Chora-menino,
fabricado rape Meurou, urna porco de
(piartoJaselMirrisein muito bom estado,
que foram de vinbjo ; assim como urna
cabra(bi\o) com milito bom o abunda
Icite : ludo por preco.baratissiniO.
a
futuro me/,
o pagos lo-
as mesmas
ContrataiiHse
Precia-se de um andar dd\. S -
muilo bous commodos. paga-se bentasa ^e Tereca
seguales : em a fresuezia de Saif, se,,d.0 "-as ru"
do Queimado, Cabug*. larga do llo10 .A">onl- .ru
legio, Cadeia. Cruzes; no bairro do*'""'' Rova' C|-
Cruz, Vigario : quem a quizer a
I com Aulonio Joaquim Vidal, na
i lie, ilc ou com Joaquim de Paula i
da escadinha da alfaiidega, c na rua "."-i
assim como se eompra urna carrora' "^v*"-' '
inesma. ,----
' Recife, Cadeia,
'l l'gar, enteiiila-se
\u daj^adeia de
delronle
ajt Velhiilinas de lodas a cores pelo deaara-
gS do preco de (i 10 rs. o covado : na rua doCrs-
AJ) po loja u. 9, de Jo.io Moreira Lopes.
VIN1IO iXEUEZ.
Vcnde-se superior viithn de Xerez ora harrisdo
l|l, em casa de E. II. Wvalt: rua do Trapiche
n. 18.
Vende-se urna escrava crioula com urna cria, a
qual coziiiha,-eugomma e lava de sabAo e varrela :
na rua \ riba n. 105.
Vcndcm-se as melhores bichas hamburguezas
que ha no mercado, tanto a ceios como a retalho e
lamben! se alugain : na rua das Cruzes n. 40.
Vende-se urna mobilia em bom eslado:
Ico da Hibeira de S. Jos, n. 15.
pa-
a premio
urna lina

s
uessoaa Uvres ou escravas, 9B ^^^K l'reclsa-se de KUtat
no Ifaliw de canoas, pagaodW{| 11 dando-se por seguraucJ__
do-se vautagcui nos lucras, querer ventora | Hl rauda, nova, e um bom piano : quem qi
havar ca paisasem de canoa du rna da A nrolBBra | cia para ser procurado^ j
o titeado de Sanla-IsaLel, ou dette aara aatella :
procurj do paleo do Carino u. '> a ,|dtHQIatrnOra do
dia. que achara com quem tratar.
Acaba de cliegar uova pntenla da Jan
exellnte para tempero, assim como sapo", ceradi-
uha e ervilhas: no armazem de Paula & Sanio, roa
do Amorim n. 48.
para a
Slibera,
Ijaia-
a mi u ii-
^ r- De segunda-feira f m iliaulc
AfSdame Thcard litar fech
M de coccerlo.
E-pera-se de Pars pelo primeiro
Madnmc Thcard com rico sorlimenlo d1
goslo.
t*
.ida ,1 loJa.d\f,,
1
chegada de
por cau-
or inglez
zendas de
jfe'de-se nina escrava, parda, de 2 anuos de
idadeSfada do serlo : a tratar na rua Dircita ,
I XICO DEWJS11 ( lE ItM'K AKEIA PltETA
i ua baha.
rua da Cruz, n. 1, escriplorio de Aulonio l.uiz de
Oliveira Azevedo, ueste deposito existe sempre por-
reo desle muilo acreditado rap, e se vende nica-
mente de 5 libras para cima.
ABADOS DE FEBBO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. cm
I Santo Amaro aclia-se para vender ara
[dos t'", ferro de -'-?ii-qualidade".
inte
\ovas joias de
oto.
Na loja de Oliveira A Guin
n. 12. ba um lindo, variado
ment de'obras de ouro
quilates, consisliiido em
las, correntoe e nutro*
tudo por sedulas, ainda__
eos -ao raaiscominudoso* qa
loja.
[bolas do Porloem Ifes
barcn a cebla do I'"'
.*)'. HoHott, vaiida-se n
s da Barro, Jta 'iravessa da
ye, rua do Cabug
'iiodernissiino sorli-
de ti como de 18
meios dito, rozo-
de uoslo: iroca-se
m velbis. Os pre-
cin qualquer oulra
Jad
da no
.loao ]
Ueos n. OL
\ eaKein^alciiileiiTftdc balanco americanas,
pelo prec de 105 cada urna : na rua da Cruz n.
13, primeiro andar.
Vendem-se machinas de debitlhar e moer mi-
lito, carrinhos de m;l muilo leves, prego america-
nos de n. 2 a 12. e estando de muilo boa qualida-
de : ua rua da Cruz n. 13, primeim and.r.
Balalas
A 640 rs. a arrolla
para fechar conla, era muito bom estado, chegada
de Lisboa ; Cariaba de mandioca da mais nova no
mercado a 2j500 rs. a saoca : na Iravessa da Madre
de Heos n. 16, armazem de Agosliuho Ferreira Sen-
ra tiuiuiariles.
Vende-se um cabriole! descoberlo, com ar-
reios, tudo novo e muito bonito, por preco comino-
do : na rua Nova, cochiira porbaito da cmara.
Cobertas Je seda e laa.
Mi rua do Crespo n. 5, vendem-se por mdico
prego cobertas de seda e lAa.lurcis.dos mais bellissi
mo e variados goslos que lem apparecido ueste ge-
Deposito de. vinho de cbam-
l pague Chateau-Av, primeira qua- fjt
Q lidade, de propriedade do conde
g} de Marcuil, rua da Cruz do Be-
teife n. 20: este vinbo, o melhor
dc toda a Chambagne, vende-se
~ a 6$000 rs. cada caixa, acba-se
W nicamente em casa dJt. Le-
comle Feon 4 Companlnl. N.
W b"-As caixas sao marcadas a fo-
$| goConde de Marcuilc os 10-
g$ lulos das garrafas sao azues.
rua do \ isario n.19, priuieiro andar, lem
a venda a superior llanella para rorros de tellins ,
ntegada recenlemeiite da America.
Vendem-se lonas largas e estrellas, por prWo
comiuodo : em casa de los Brothers, ua rua da Ca-
deia do Hecire n. 62.
POTASSA E GAL VIRGEM.
No antigo e ja" bem conbecido deposi-
to da rua da Cadeia do liento, escriptorio
n. 12, ha para vender muilo superior
potassa da Bussia, dat do Ro de Janeiro
e cal virgem de Lisboa era jfcedra, tudo a
Itreros muito lavoraveis, com os quaes li-
ca rio os compradores satisfeitos.
Attencao ao novo sortimento de fazendas
baratissmas.
Novas chitas de cores seguras e aleumas de pa-
droes aove* a 160, 180, 200, 220 e 210 o covado,
corles de chita de bonilos desenhos. padroes inicua-
mente novos, roa 13 covado por 35, riscadoa fran-
eczes liuos a 210 e 260 o covado, cassas francezas de
cores, padree bonitos e delicados a 600 rs. a vara,
nova uielpoineues de qmidro* de cores a 640, 720 e
800 rs. o covado, hamburgu lino, de boa qualidade,
para lenees, ceroulas e In 'ditas a 98, 996UU e 100 a
pera de 20 varas, novo panno lino para lenoies.cnm
mais de 2 varas de largura a 23240. chales de 13a
grandesde cures coa barra a 5500, ditos de case-
mira linos e muilo bonilos de cores com barra por
88, seliitt prelo macoo superior, proprio para vesti-
dos e colleles. por preco qoe em particular su dir,
chuls da seda gramle e pequeos, e ootras mullas
fazendas, que a dinheiro vista se vendem por ba-
ritissimos pwcan na rua da Cadeia do Hecife, loja
u. OdTueTronTe-iJj.rua da Madre de Ueos.
Frats oes patentes
para conservar a comida
tiente: vendem-se na pra-
ca do Corpo S{Uo, arma-
zn, n. 48, de Kostron tto-
oker t^C. v
Na (
Amaro,
i ua do Hitan logo
le do Arsenal de
um grande sortimento
e fabrica nacin
batidas, fundidas
razas, e funtavT
existem quinda
noas, ou carros Uva
picos sao' os mais
IEGHAHISIO
Santo
ITO na
ailelion
NA PUNDICACr
NHE1R0* A>
BA DO BRUM,
FARIZ, '
ba semprc.um grande sommenlo dos secaintes ob-
jeclos ,le inechanis/nos proprios para eokal
ber : inoendas c (neias moeudas da mal moderna
construccao ; tainas de ferro fundido e balii
superior qualidaile e de todos os lamaubo
dentadas paraag^a ou minus, de loda at propor-
cocs ; crivos e boceas de fornalhae registro de Ii
eiro, aguilhes, tiron/es, parafuios ecaviUtoes, mo.
ultu de mandioca, ele, etc.
DE BO-
TRAPI-
NA MESMA FL.NDICA'O.
e ejecutara lodas as cncommendas com a t
ridade-i, condecida, e cora a devida pre*leia e com-
iiiodidade\cra prer^.
A(kliJ)V FlIP
EDW1N aAW, ESCRIPTO
SAS BHAA & C, RUA
CHE N. .
Tem para vender um completo sorti-
niWito de taxas, moendas e meias raoen-^
das para engenlio, cuja supe ioridade ja'
be bem conlieeida dos senho nge
rilio desta provincia, dos da Parab'
das Alagoas. desde quando taes obj
do mesmo fabricante eram vendidos pelos
Si-s. Me. CalinontiC, desta pra;a.
>AVAL1IAS A COMENTO ETftdCRAS.
Na rua da Cadeia do Kecife n. 48, primeiro an-
dar, escriplorio de Ansnslo C. da i
uuam-se a vender a 88000 o p;
bem condecidas e afamadas navall
pelo hbil fabricante que foi pr
de Londres, as quaes alm
riaineute, na seseiiUm nal
vemlem-se cora a ooudifia
derem os compradores ilevo
|ta compra restituiudo-se o I
sa l ricas lesouriubas para (
* "icanle.
n lairic
re-peilosamenlc
labelecimouto
com a mame pcrle
de de machffilsQJfl
ve^arao e Etauuf.n
>le sen- numerosos f|
leem aherto em
Mesquita ua rua do
riuha
DEPOSITO DE .MACHINAS
construidas no (H seu eslabelecimeulo. '
Alli acharan os compradores um completo sorli-
os na raelhara-
Lavaa de seda decores (ira hcinein e
Lindas nielas de seda de coi es para criancaa"" |-W
Meias piuladas lio da Eicoeia par.ieriaii,,as*<0e IKI
Bandeijas grande, e de pinturas lilla33000 e flOOO
Papelalmaco areve e paulado, resma 8000
l'apel de peso paulado muilo superior .'l-lliMi
Penas linissiinas bico de laiu.a, groia I82IX),
Ditas muito boas, gro/a 610
Canelas linissiinas de marlim 320
denlos de armario de ac deluda as graduales 800
Luneas COIII aruiai;o du larlarusa I -' 'i,n
Toocadore de Jacaranda com bom espeld 3jj00(j
Meias de laia mullo superiores para padre* 25000
K iras bengalas de calina com lidos castoes 28 e .'15000
Chicotes tinos para hornera e senhora a 18 e 2000
Meias pretas de algod.lo para padres 600
lirava*(as de seda de lodas as cores IJOOO
litas de velludo estrellas c de lodas as cores,
a vara I,,' I
Atacadores de cornalina para casaca ni
Kicns relogiaboi para cima de mesa jOOO
Escovas linissiinas para cbelo e roupa, navalhas li-
nissiinas para barba, meias piulada* e rruas de mui-
lo boas qualidades, (raneas de seda de todas as co-
res e larguras u de IhjiiiIos padroes, lilas linissiinas
lavradase de lodas as larcara* r cures, bicos liiiinsi-
mns de linho de bonilos padroes e de diversas lar-
si iras, tesituras as mais lina* que he possivel encmi-
^r,r-,,0 e ^e Inda* as qualidado*. riquissimas franja*
br.i n,-a- e de cores com bullas proprias para cor-
liiis-los; e alora de tudo isto oulra* muilissiiuas con-
sas.que a vista de suas boasqualidades e o baralis-
siutojprcco porque se vendem, nAo de'possivel liaver
qu'cm detie de comprar mi rua do (jucimado nos
ipielro cinlos na bein cuiihc, ida loja da loa fama
a. 3.
Vendem-se sellins com perleuces pa-
tente iifjlez, e da mellior qualidade que
lem vindo a este mercado : no arma/.em
de Adainxou llov.ieAC, rua do Trapi-
che n. 1-2.
vr CORTES TIRCOS.
Vcndein-se estes delicados curies de csa prcla
com piulas caiutuiius e lislradns, us mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padroes, e se vendem
lias lujas dos Srs. Campos i Lima, rua do Crespo ;
Manuel Jos Leile, rua do (.inclinado ; Narciso Ma-
riadjarueiro, rua da Cadeia, por preco muilo em
conla.
Veudem-se no armatem n. 60, da rua da Ca-
deia do Kecife, de Henry Uibson, o mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por preco
mdicos.
POTASSA BBAS1LEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada iccentemente, recommen-
da-se aos senhores de enfjeuhos os
seus bons eli'eitos ja' experimen-
tados : na rua da Cru/.n. 20, ar-
ma/.em de L. I.cconle Feron &
Compauhia.
ment de moendas de cini
melos (alguns delles nov
experiencia de nimios an
sidade. Machinas de va
lai\a* de lodo lainauho,
das, cirros de nido e dil
assucar, machina* para mi
rbido, tornos de ferro ba
ferro da mais approvadar
alambiques, crivos e peri
iuliniladr de obras de
eMimerar. No mesmo
aleli-enle c habilitada
(inaes) de que a
rado a neces-
alta press.10.
Veude-se a,;o era eunhelts de ura quMlM Pr
preco muilo commodo : ti armazem de Mc\ Cal-
moiilA Compauhia, pra<;a do Corpo Sanio n. (I.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, eu-
de-sefarelo uovo.chcgado de Lisboa pelo %riuur-
eraura. \
'^FARINIIA DE MANDIOCA.
V'elide-se superior larinha de inaiidio^rV *""'.* capacid
em saecasquetem um alqueire, medida
t^j1* pw"W^awv*eir": mt arm.iz.ens ns.
, 5 e7, eTto ai m/.ein delronte da porta da
alfandga, 'ou a ti alario escriptorio de
Novis A Companhia na ruado Trapiche
4 "'. primciroandar.
eonimciidas. flc.,flc qu
l
\ on do-se urna ba lauca romana com lodus o
srus perlcnces.em bom uso e de 2,000 libras : quem
preleuder, dirija-se rua da Cruz, armazam n. 4.
Esjruiao de nho
alaodao,
A boa fama
Na rua do Queimado nos qualro cantos na bem
conlieeida loja de iniudczas da boa fama n. 33 en-
coulra-se sempre ura completo srrlimeuto de miu-
dezas de lodas as qualidades c de diversos guslus e
que ludo se vende por lilo baratos preco que aos
proprio compradores causa adninai;,io :
Libra de lioltas de| novelo, brancas n. 50,
60,e 70 a
Libras de lindas, dita n. 80, 100, 120 a
Uuzia de tesouras para costura a
Uu/.ni de lesouns linas para costura a
Pecas com 11 varas de lila de seda lavrada
Maros cora 10, 50, 60 c 70 pegas do rurdao
para vestido
Pega com 10 varas de bico eslreilo
Uuzia de dedaes para senliora
Caiiinhas com agulhas Xrucezas
Caias com 16 novillos de linha de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas
Crozas de boloes para carniza
Pares de meias lina para senhora a 210, 300 e
Meadas de Imitas muito liuas para bordar
Meadas de linha de peso
liro/.asde boloes muilo linos para caigas
Asuldeiros linos com anuidas torlidas
Babados abcrlosdc linho lisos e bordado, a
vara a 120 e
I.apis linos envernisados a duzia
Carleiras deinarroquini para algibeira
I ''i velos douradas para caigas e collele
Tranr.elin* prelo de borracha para relogios
a 100 e
Tinleirose areeirosde porcelana o par
Cdariileiras entre lillas
llyzias de lapis sera ser envernisados
Du/.ias de turcidas para candieiro n. 11
Peutes linos de bfalo para alisar a 300 e
Pegas com 6 112 varas de lita branca de linliu
(.anas com clcheles
('..irritis de linha* de 200jardas de ba qua-
lidade 7o
Macinhos com 25, '10 e () grarapas 50
.suspensorios, o par a. 4o
CASEMIRA PRETA A #500
v 0 CORTE DE CALCA.
\ endemia na na do Crespo, loja da esquina que
volia i>aia ama da Cadeia.
Brins de vella : no armazem de N. O.
Bieber & C.'rua da Cruz n. 4.

muito superior, com 11 vara a pega, por 3.-50(1:
vende-sc na rua do Crespo, loja da esquina que \ul-
la para a rua da Cadeia.
A3$500
\ cndi'-se cal ile Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da llussla verdadsira : ua praca do
Corpo Sanio jt. 11.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Roa da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua- a lia-
ver ura completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coa do, de todos
dito.
IfllOO
l&'JIO
IfjlljjB-^ombombasderepnxopara regar horta e bai
11980
1200
00
560
100
160
ano
210
160
360
160
100
280
200
240
120
600
120
160
500
120
80
80
IKI
50
60
os tamauhos, para
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-sc na rua do Crcsno^loia da esquina que
volla para a cadeia. __-v^ V~
Chalis de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina oue
volla para a cadeia. ^
Monhos de vento
a,
y^z
decapiu.nafuiidigarJdeU.W. Bowman : uar
do Brum ns. b, 8e 10.
AOS SENHORES DE ENGENIIO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregadojias co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagein para o melliorameno do
assucar, acbu-ce a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber 4 Companhia, na ru
Cruz. n. 4.
CAL DE LISBOA A 4JJO00.
\ endem-se birris com cal virgem de I.iihoa, para
fechar cotilas, pelo diminulo prego de 49000 o bar-
ril : na roa da Cadeia do Kecife, loja n. 50, defrou-
le da rua da Madre de Ueos.
Vende-sc encllenle taboado de pind, recen-
lemenle chegado da America : na ruj de Apollo
trapiche do terrena, a enlender-se com o admiiiis
ai or do mesmo.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
das para piano, violo e flauta, como
scjam.quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Na rua do Vigario n. 1J, primeiro andar, ha
paia vender uperior relroz Ua,primeira qualidade,
do fabncanleSi(|iieira|inlojj,le roriz e de nume-
ro, e Cmporrele, ludo chegado pelo ultimo navio viu-
do do Porto, e juntamente vinho superior, feiloria
cm pequeos barril de dcimo.
de suas
cia de seus olliciacs, se
itar, com a
fdrmUllill! MI ul luudelos oj
ges que liles forem for necid
Em casa de (fem-v Brun
Cruz n. 10, vendem-
Lonas e brii.is jp BussiV
Instrumentos pora mu
Kspelliotcotn moldura,
(lobos p*|'a jardins.
Cadeiras e dota's mira j;
Oleados para mesa.
Vistas de Pernairtbi
Cemento romano,
Comma lacea
Vendem-se e
C. rua da Cru/.
el legados no ultimo
Vendem-se enf
Ion cV C., ua rua de
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carroV di
Candieirose castiraes
Lonas in;le/.as.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lusti-
Barril de graxa
Vinho Cherry
Camas de feri^_
Taixas ~pi
Na fundicao' ,
Bowraann, na.
do o cba:
complete
fundido
bocea, asv
prero com.
embarcam-
Jo
bu
sem detpe. z* ao comprador.
rae RAyosFGSSir
Uesappa
rente auno, n
la, fula, de id.
anuos, com fal
o como em c
tevou vertido
eceo no da 13 de eleqibro ao
escrava, ponime Merencie, eriou-
ue pouco mais ou menos de 26 a 30
a de denles na frente, lauto em bai-
, mai; lem orna das orell,
le chita coro lislras an
da Cosa, con um (landres de aiei
qualquer au oridade policial
a poderlo pre Daet. leva-la
ser bem recoi npensado.
Conlin i e,,ar
major Anloiti df Sijyi
naci, ,-rioulo c"r Pnl. alto
anuos, pouco r> oai ou menos,
queadas, ollioi* Ifrandes e
srandes calilos,),10*} *ai
S, um dedo de un,1 o p
he muito contador de
apprehende-lo er'. geoei
levando-e a rua Imp erial n.
de seu senlior.
I'u^io no labbdo <> de outovroa prela )!.
na Benguel, escrava de" Franctac lm(.
boa e sua niullier, levou Valido i
um tabnbjiru rom roleles, rnUl iixlesdo^
pes torios para dentro: inli" '
concedemos esta graga pon
pessoa conlieeida dit que vira
ador e veudedor de miuna1
sabbado noite na escadiT
le na rua do Rosario, a dil
para que n3o fosse para casa de
prelo Joaquim foi escravo do -
Fon seca: prAume-se que lenha
queja de oulra lucida, pela qual esl
foi interceder por ella. Suppoe-eq
a vender miodezas para o malo.
roga a todas as autoridades, cap
pessoas sua condecidas a appi
va, que se responsabelisa
100*0*M
Desappareccu uo dia '
do, pelas 7 lloras da noile, i"
cao Angola, de idade 35 a 4f.
menos, enm i
direila inclu
pernas; levon^
chita roa, pan
roga-9ea lodas^ Bprida
ile campo que
Joo Leile de J
17, que recetMr a grarifle
l mes-
la u dio
rea
JIMTIO pjjia-
renga, da a-
mar au
I dedo da mao
iras na dna
'o, vestido de
urna (roma de roupa:
pohciaes ou capiMes
a seu cobor
Sanie n.
PERN TF. DE M.
DE FaRU 1S55
4
vT.\
*|S\
irn
de o a 8 palmot de
ac/iam-se a venda, por
e com promptidap' :
carregam-se em carro

MHHOR EXfMPUR ENCONTRADO "nATA INrriRBFTA
*/*
7
MIITII Afn


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