Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00555


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Full Text
AMO XXII. N. 250.
Por 3 mezas adiantados 4,000.
Por 3 mezea vencidos 4,500.
SEGUNDA-FEIRA 29 OE OUTUBRO DE 1855..
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor,
:1
DIARIO DE PERNAMBUCO
V IIDI'I \ IUIV IIX UI-UCi'ItlIH- Kl'. 1 <-...,..,.- mull .______. '-----------"---------------------------- ^>------------------- -
i
a.
P.CAUREOADOS DA SUllSCRIPijAO'. ] CAMBIOS.
Kecife, proprieiaro M. F. de Faria ; Rio de Ja- i Sobre Londres, a 27 7/8 e 28.
neiro, u Sr. Joan Pereira Martn* ; Balita, e Sr. 1). > ... f
Uapnd ; Macei, o Seohor Cltuiiuo 1 aleo Das ; "' < S- i,0r L
Paralaba, o Sr. Gervazio Vicler d Nativitade ; i Lisboa, '.) a 100 por 100.
NaUl, u Sr. Joaqun Ignacio Pernio Jnior; Ara- Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 dt rbale.
aly, o Sr. Amonio de leemos Brega ; Cear, o Sr.
Joaquim Jo deUliveira ; Maranhao n Sr. Joa-
quim Marque Rodrigue; Pianhv, o Sr. Dominios
Hercnlsne Aekil ;sPeasoa Geareote; Para, oSr. Jus-
Accoes ,io Banco, 30 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.

tino J. San ia, o Sr. Jeronj moda Cuita. I Discomo de lellras, de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
uro.Oncas\ haspanholas. 2HJ000
Moed*s de 69400 velbas. 16J00O
, c!aJ3400 novas. J6-5000
de >000. DJfOOO
Pr.ita.Palaces brasV'leiros. 19940
Pesos coluiprtarios. 1?940
mexicanas..... I986O
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os das.
Coruar, Bonito eGaranhuns, nos dias lelo.
Villa-Belfa, Boa-Vista, ExeOuriciiry, a Lie28.
Goyanna eParahiba, segundas e sextas-feiras.
Victoria e Natal, as quintas-feiras.
, PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 6 horas e 5s minutos da manhaa.
Segunda as 7 llorase 18 minutos da larde. '
ATOIENCI AS.
Tribunal do Gommercio, quarlas e sabbados.
Relajo, terjas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de*rphos, segundase quintas s 10 horas
I* vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
AITEimCl
ir
X
OOVERO DA PROVINCIA
KBLACU) INDIVIDUOS QUE FORWI
KECOLHIDOS A'CADEIA DfcST.V VILLA DK
l.ARANHCNS DESDF. O DA 11 ATE':lt DE
AGOSTO DE 1850.
Por rriaie ) escravo, a orden) da dele-
gada. I .1 Silva.
sso, a requisijo do-r. ju
cipa!, Jco Zacaras. ^
ido ero Turto deravallot, Jos Fidelit
da Cuati.
ccrreer.ao, Jaccb Ferreira Lima, Rila Mara
de Jess.
il". Lauremina .te Barro Wan-
derley. '
orle, Joso Gomsi dos Sanios, Da-
niel I
1 raqnslcai. do Dr.juiz mn-
fMdpal, jotero Fet-reira da Silva, loaoLnlz dos San-
tos, Antonio Unrgel Pereira. Joilo Lu* Seeerra.
Por nidiei em crime de inorte, Franftheo Ni-
colao de P01
Hraquiic.'.. ilo D-. jis mu-
incipal, Jonqniir. Jos de Veras.
Por desobediencia, sentenciado lia dous niezes,
Jas Nu es.
lorie. Agosttnho Muniz Brrelo,
Joao Evingelisla.
armas proliibidas, Manoel de Jess
irra em uan mullier rasa-
da. Rila Mai
Per inicia.
rea dos Sat^^H^
Por crime ile l'erimetrro, orden do delegado,
Antonia alaria da l'enha.
_EaM iiiim Pereira de .
adnllui Lopes da Silva, Antonio
leiredo, Domina.
9 lnumr'ia<
perada do exerrtn ru*, as armadas combinadas
destruan) os seus aliastecimcntos, e inleicepla-
vam as suas cninuiuncaces, eacu.liam a prover os
exercilos alliados abundantemente de Indo que Mies
era adatar, trazendo-lbe todos os dias novos refor-
ros.
Os nossos recursos martimos diflieilmenle hasla-
impulso com o estabelecimen-to desta carreira de va-
pores, a qual mulo coutriuuiT* Para o seu pacilco
desenvolv metilo.
A conipanbia deve tamhem xTiuilu ao marque/, de
Ol ma, que he um abastado tavrador, eujo nome
est libado ao solo iirasileiro ; igualmente a<> Iltm.
Sr. Mr. Netlo lie esta compaiiltia mnilo devedora
pelo que se lem einpnnbado ein advogar os seusin-
EIMIKMERIDES.
buubro 2 Quario minguante s9 bora 34 mi-
nutos e 44 segundos da larde.
La nova a l hora, 3 minutos e
47 segundos da n anho.
)uartocrescentea l hora, 17 mi-
ntHos e 49 segundos da tarde.
La vheia as 5 horas, 6 minutos e
49 segundos da manha.
DIAS DA SEMANA.
29 Segunda. Trasladacao de S. Isabel viu.
30 Terca. S.Euno m. S. Macario m.
31 Quarta. Vigilia) jejum, S. QuintiDom.
1 (Quinta. >5 2 Sexta. Lommomor8c,ao de todos os de(onlos.
3 Sabbado. S. Malaquias b. S. Horberto.
4 Domingo.^. S. CarlosBorromeo are. card.
S. Joannicio ab., S. Claro presb., S. Pierio.
riam para o transporte das nossas tropas, e da enor- 1 leresses, como qnem lora conhe'ceu as crandes van-
m.1,11 mil I...I. iU ....i...' 1______:_?_ ______... 1. .. ....
I ranc

AUe, .Manoel Joa-
\
!
Sonta,
quii.
De! de Gararrhu -elem-
bro d* 18S5Manoel Cluuiino de Olitelra e
ClitZ, cipiUo dele
RELACiO DO: a\M
B' IDE
IJAR.-'iMtl'NS DO I 3)1 UE SEl>-MliU<
DE 1
Por crimea de morr
lonio Gnade* C
Beueri
KodrK
Anvatli
te Atv
do 1-
Ar
deiro
mequantidade de material que exiga aeioelliante
guerra ,1 oilocenlas leguas da patria. O almirantado
ingle por. a daposro da Franca cincoenla navios
da sua marinha real e da mercante, que Irans-
porlaram para a Crimea pertu de 40,000 hnmens
de tropas nosaas, com 2,000 cavallos e 7,000 tone-
ladas de material. Alm disso, lodo sabem que se
llomarsiin I cabio aosgolpes dos nossos soldados, fm
priucipalinonle 1 marinha ingleza quem os condu-
tio.
Em lodos os successo desla guerra, em Alma e
em Iiikrrman, em Bomarsund o em Sweaborg, os
exercilos e as esquadras ila Inglaterra e da Franja
teem misturado o sen sangue, e m alisado em cora-
gain na defeusa da causa commum. No Tcliernaia
oa nossos alliados acudiram em nosso soccorro, como
nos (Izeramos em Balaklava. Nos derradeiros e vic-
toriosos e*rorcos contra Sebalopol, os Francezes e os
Ingle/.es igualmenle de'cmpculiaram a sua heroica
lari-fa. Se de muilos pontos atacados uin su fui logo
tomado, neui por is;o o triumpho se deve menos a
todo< os corpos do exercito alliado. que susleolan-
lo-se uns ans oulroa, e dividindo a resistencia do
nimigu, o obrigaram afnala abandonar as muralhas
dessa cidade, que nem- y. a sua desesperadlo poda
defender.
Por isso o general em rliefe do exercito fraocez
- fo juJ, aliri.....ndo ao exercito inglez uinagrande
parle de glora nes-e triumpho.
aos sacrificias pecuniarios que se
m iiuposta, os nossos Mados *ao iguaes aos nos-
lea*. Hu 11A0 ejceilem.
lo fallando no empreslimo lurru .le MO mlhoes,
antido, be verdade, lano pela Franca como pela
Ilater, mis conlralado todo pelos nossos visi-
tf 50 inilluios adiantados por elles ao
lo piemonlez para o ajudar a poder preslar-
to dos seus vaVnles soldados, a Ingla-
iu iiesla guerra, durante o annu pas-
1 de iO'lmilhoes, e c.alruluu que este anuo
tr niaisde mil milliocs.
rme onus e lodos osles sacrificios o povo
ga lies, cunu 11 povo franrez, nAo
orem com esla eneiga i|ue .lo-
ada noupar para conseguir o seu
dizer-se, que entre os nos fe ajt-l no se contena le se-
o*>e"*g< o'molo,piwdgalsando-;lii' iodos 114 meo>
seguro o Iriumplio deuma causa, cuja jus-
a lie igualmenle apreciada oelos dous


t 01


aB|in ^jejier
Bi ee Jess,
've^nhUoU,p. Mp#^.
WsadoTJoj'q umT
liihn
4
no, ,
^Kaihosa dos Sanios,
>ro, Pedru Jos Barho-
Jfclde^ino Nuues de An-
1 Silva. Manoel Francis-
imI HiSouza, Manoel An-
K Manoel Francisco,
Sntonin Lourcuco da Sil -
^^BBanci-rn Jos Bernardi-
rancisco Xavier. Coaaae Jos
Bran la
Tnimliuro 1. de on-
de Oiireir'a
aesHMBi,--------
DO COMMERCIO.
viincia do vapor Mari/ut 1 Je Olinila.
fallamos lunera I "i dias da riagem
^^^perieucia desle navio, sabio elle para
(ornoii a entrar, para se a|ireciarem as suas
Mmenle aAles de largaV para o
iiiaiieiileinenle servir. Por esla
lo vi'iifi'uu-.se que o navi- foi con-li uuiu pnr
Jhu Lnril, e os engenliov fabricados por Mr.
Kennic e rmSo, de I.nndre*. Eis-aqui as suas
principaes diniensOes : Compriinenlo, >l i>e>, hocc.i
JO pe, lolarflo, 971 Je !H luneladas.
0 engciihos (M navio sao dos chamados de
srerlieal.
O lietite faz tres g\ros porcada revolurilo dos e
Seiilms. As suas du'nensOes o vi-' lv-'
guiures ; forrjijjoiiiiiial taXLaMllos ; diainero
1 llll^lUaSjIJBBalJ^gyjJBJJjJaTTmlpilliii nln
egadas ; ram de parafuso, H p>. Ola
colein Mpa(flsas ealdeiraa e abundancia de vap
para o consumo de pouco mais 011 menos 18 a 20
Heladas ero 24 horas, EiUendeu-se que seria convJ"
nienle substituir por um parafus.i de 9 l|2 ps, raiV
de aquello com que se execiitou a viagem d'cxpe-
riencia, oque augmentara a rapidez dos engeiilioA
de jVIa 115 rotares por minuto, produznda desle
mudo a maior vclocidadedo navio. A viagem de ex-
periencia, a mullos respeilo-, seria inelhnr snccedi-
da do que foi,_ se o navio lives-e melhor lastro.
Porin como' linha 4 ps pela popa, foi islo um
obslarurb a que podesse ohlcr (oda a velocidade.
O navio nao paran desde um ancoradoqro alou-
Iro. Tu ios reconliereip
tageus que para o Brasil resulinriam desla carreira
de vapores..
Os lucros da companhia na verdade, nao podem
ain.lu -or previstos, lie certo |)orm, que este vapor
ba de ser seguido por ontros. que h,1o de tornar fa-
cis as coinniunicaxjoes do Brasil, cujos inmensos e
pingues recursos sao uor ora apellas conhecidos.
.Mr-. Ituslrou, Rooker ACompauhia, sao os maio-
res iuleressados nesla companhia.
Durante a viagem d'expcriencia- o navio foi com-
maudado pelo capillo Sharp, que t'oi commandaute
do vapor de hlice Lusilama, onrle leve a fortuna
defa/ei a viagem mais curia de ijuc lia memoria.
Mr. Sharp deve agora commandar :ste navio na sua
viagem para a Brasil, onde ha de ser entregue ao
eliminando do capilao Mar.iel.
Concluida a viagem d'cxperienci&, que deleilou a
quaulus iam a bordo, reuniram-se t/>dos no salito, e
depois do jantar Mr. Rooker de Mauchesler, lomou
a presideucia, propondo desde logo o lirinde proprio
de todo o leal inglez.
Mr. Ronker propoz depois um brinete peto impe-
rador a imperalrzdo Brasil.He i libera\lidade do im-
perador do Brasil, diz elle, que mis defemos a op-
pnrluiii l.nle de formar esla linha. He notorio que
o imperador do Brasil prestou todos os rnSJo* neces-
arios para desenvolver os recurso* do seu.immenso
imperio, eque de fado elle he umalos itfonarchas
mais liberaos do mundo.
Em seguida propoz, ande domarqnez t-* Olin-
da, a cuja influencia a companhia deve muilos dos
seus privlegius.
E por lint propoz, saude o Dr. Nello, de Per-
nambuco, pelo inleresse que loniuu em advogar a
sua causa.
A cada um desles brindes responden o capillo
Maccl na Ma propria lingua, na qual elle geralim*"-
te agradeceu os dilTerenles cumprimentos que lf*e
eram dirigidos.
A suade da rainha. convem accrcscentar, foi ser
guida pelo hymiio- nacional, e a do imperador do'
Brasil pelo hymno uacional braslleiru
yenle brasileira.
Mr. Warliurlou dsse que n,1o podia deixar de
fazer inenr.ui do nonie de uin cavallero presidente,
da firma de Rustron Rooker & C. Que liavia j mui-
to lempo que o navio andava por lora, e qua a li-
nham a lamentar, que eicurso -(nsse Un corla.
Tnha a sincera conliaoca de que os dona* da navio
conseguriam sempre os melhores resoltados, eespe-
ravam que os seus negocios prosperassem carao lies
desejavam. Fallando da companhia, devia accres-
senlar Mr. Rooker, a quem orupunlia saude.
Mr. Rooker respondeu. Elle nao iluvda de que
a companhia lire resultado, sendo convenientemen-
te dirigida romo julgava que era.
Mr. M'GuHi propoz a saude do capilao Sharp, a
cujos servidos e( urbandade dovam a viagem d'ev-
periencia. ,
lano essa fiagam lhe linha agradado, que mni-
lo eslimava poder realisar urna pelo menos lodosos
''diasvemle linha dormido junta no parafuso, e
>vo^Mbbi> o navio lao commodu como o sen pro-
arto da cama ; mo lina a menor appareu-
o movimcuto do navio.
capililo Sharp disse que senta o maior pra-
ter sido nonieado para o commando do na-
cuiiliava multe em que as vagens seriain nina
Se ,!< Mr.
Sebastopol, II desetembro.
Senhor m.rcclial.Oassallos forlilicaces de Se-
bastopol foi dado no da, e assenhjrearao-uos da tor-
re de Malakoff.cuja uceupa^o alm de tornar impus-
vel o intil a defensa das obras adjacenles, e antea-
calva as communicacrs da cidade com o lado do mir-
le do porlo. O inimgo comprehendeo logo o alcance
dessa decisiva conquista. Depois de muilos ,. repeli-
dos ataques que livemos a suslenlar. executados cum
urna coragem digna de lodo o elogio, vendo quo es-
tes derradeiros esforcos ficavam sem resultado, e
inimgo comeriui antes do romper da uoile a evaco-
ar a cidade, i qual lancou fogo durante a noile,
daslruindo por meioda mina as obras de defensa e
os grandes estahelecimentos que a Russia desde lan-
os anuos tem accumullado nesla fortaleza. As naus
de linha,asrragatase oulras embarcac.Oesrie vela foram
metlidas a pique, conservando os vapores; des-
Iruiram emfim a ponte de barcos por meio da qual
rommuncavam com a parle do norte, licitando por
esle modo em nosso poder a cidade, o arrabeldr, e
tildo o que Oca da parle do sul do porlo.
A defeza fo enrgica; em muilos pontos os nos-
sos ataques foram rcpellidos, o principal porm
aqnelle qne nos assegurava o successo eventualn3o
licou uin nico inslanlo duvidoso. A I. divino do
I. rorpo agora commandada pelo general Mac-Ma-
hon, apoderou-se de Malakolfno seu prmeiro im-
petuuso e arrojada ataque, sus(enlando-se all a lo-
do o cusi pois que bem compreheodeu que linha
as suas mos as chaves da prac,a.
Passo agora a dar-vos urna r.-laeau das dipaces
que haviam ido adoptadas para diminuir qua'nlo
fosse possivel as numerosas dilliculdades que esle ler-
rivel assallo apresentava, sendo feilo, nao contra
uina prara regularmente investida e com urna guar-
nirn limitada, mas pelo contrario contra urna vasla
fortaleza defendida por um exercilo provavelirienle
(o numeroso romo aqaclleqne a at.cava.
As nossas Irincheras estavam apenas a 10 metros
do bastillo Central (hastian n. 5 dosRiissns), e pouco
mais 011 menos :10 melros do basliao do Maslro bas-
tillo n. 4).
Prximo ao bairro deKarabelnaia oslnglezes, em-
bararadns pola; difllculdadcs do terreno e pelo fogo
da arliiharia iuimiga, nao poderam aproximar-se a
mais de OO metros do Grande Hdente ^bastillo n.
:t). sobre o qual eram dirigidos os seuaapproxes.
Ein frente de Malakolf os nossos haviam chegado
...{ a quasi SS metros da fortillcafaoque rodea a cida-
Brava) 'le, e os approxes achavam-sc a igual distanciado
pequeo Radenle da baha da Qnerenagem /basliao
i\. .)Essegrande resultado era iuconteslavelmenle
dO.vido 1 superjnridade que a nussa arliiharia havia
aliiai'cadii sobre a do inimgo.
* generaes em chefe dos exercilos alliados ha-
vian combinado uas seguinles dsposiees:
O ,-ilaque geral conlra a praca devia'ser execula-
do *n>,8 16 selembro, ao meio da. a4 madrugada
loatia .",. a arliiharia dos ataques contra cidade bem
como a los ataques inglrzes, que al aglrra haviam
poopado o seu fogo, ilevim rompe-lo com a maior
aclividadetv
Nunca se C*uvo nm Lio forte canhoneo, pois que
efferlivaiiienlo tnhumns em balerin, ao longo dos
dous ataques, ftiais de ."lOtl peca de arllhariaj os
Inglezes il), e 1N1 tusso mais ilo que uofc
O fogo do iniroig'ocal,sou damno as nossas Irin-
cheras porm punco' mil nos fez. O nosso, apesar
la grande exleucan iU -rara, bem susleutado c cooi
vertida adiniravelo^
perda ao exercilo
XApela
de e suj
Relaf.r
Appelli
Do II
f7 de ovlubm de IH.V1.
laaetnbargjdor Firmino
de Sonsa.
[o Sr.-deiembargidor Cili-
Julgamenlo. '
ia llorolhoa Joaquina.
Pereira de Magalhaes, como
Uor Joao Pereira de Andra-
quantu-era suave o seu mo-
vimenlo e qne elle era (ao Fcil de govenurfinT *"* lue "llha sldo am ,los prmeipaes autores da or-
, qualquer homem anda o menos experimentado no- Sanwaeilo da companhia.
V
//.
9
1(1
ador Valle.
Bptenca appellada.
I Patsaijem.
> Augusto B.indeira de Mello
alio de Sampaio.
ago ao Sr
EXTERIOR.
ihlica o seguinte artigo :
e Sebastopol provocou tanlu ein Ingl.i-
raoca a maior alegra. Com effeito,
pa de terein parlilliado us perigos
. povos liiinasseiik' igual parle
-ilo triiinipho. Desde o principio da lula, a
I. ea Inglaterra, iiileiraueiite'conformes nos
inlos, e nos seus esforcos, rivalisaram em
1 un, conforme os seus recursos, os mare
(mangara victoria. Se a Franca pede por
maior numero de soldados, a Inglaterra
^^^^Bavins, leudo mandado para a Crimea
1 de Su.OO homens de tropas reunidas de
K pontos do seu immenso imperio,
arjas ao prodigioso armamento naval daspolen-
- bandeiras douiinam em lodos
e os vedam a Rossi. O inimgo vio as
bloqueadas on incendiidas nos seus par-
s cosas assnladas, o seu commercio aiini-
is suas relafes exteriores destruidas. Des-
d'Azolfalao mar Bram-.o, desde o Bltico
laasrllalka, a Russia esta sitiada pelas nossas
quanloqoe forja de coragem os
<
ORIGINAL 00 MARIO OC PERNAMBUCO.
'eso nm dos individuos pronunciados no
a D. loaquina. Que atrocidade '.' Como
Se prerosia um tlenlo disiiuclc, que preslou lao
assignalsdo servico ao pai '
A sociedade fin lodos os lempos sempre lem sido
ingrata para com aquellos que mais sa esforjain em
seu benlicio. H'i Yertamente una persegujau inau-
dita contra um hdoiem, -que mulo concoriru, com
hsbilidade econmica, paca nielhurar as nos-
sas dITLuldades monetarias.
Como um novo l.aw, conlribtiio para o melhora-
nicn meio circolante, pondo em rnovi-
quatrocenlos eniHos iie ris, que ja/iam
~ lodnrlivainente na burra da proprielaria ; mas
anda o menos experimentado po
lirse i roda do leme durante urna hora e
em trabalho a navegacau.
aqu diario do navio :
Sabbado 8 rfe Miembro de 1855.
M.
33 da manhaa. A' vsla de Rock Lightouse.
-." Nnrlliwest Llghlship.
20 da larde a Skerhes.Cighl
0 Anchoredinholyliead
Harbour.
Domingo 0.
0 da maulla 1 Ao Jargode SouthSlack l.gbf.
0 da larde ia Toskar Lighl.
0 y Kunnybeg I.igl.
SegiiHila-leira 10.
0 da manhaa Aneliored in Queeiislown.
I'olla Ierra-feira II.
5 JO da manhaa Le^'antou ancora.
6 4(1 1. f Itoach Poinl.
7 50 11 y .j Bally Colln.
i 10 da lard" Kunnybeg l.ightsliid.
J^/11 11 Tuskar Dilo.
,' ijaarla-feira \->.
rr'> da manhaa De Soulh Slack. ,
W- 8 .> b Bell Buoy.
9 83 11 Rock Lighl.
I In 1 circumslancia be digna de observarlo na
consliucjao desle vapor, e he, que ainda desconlaii-
do quaesquer vanlagens provenientes do vento e da
a sua actual forra rcotriz he de mais umami-
llia por ora do que era a obrigacao dos constructo-
res.
Sao lambem dignas de mencionar se oulras cir-
cunstancias essencialmente ligadas com esla carrei-
ra de vapores. Pela -ua parte o imperador do Bra-
sil, anda que na flor dos annos (em palomeado o
mais esclarecido inleresse. e o zelo mais palriotico
para com esla empreza, concedeudo a companhia
um avolladosubsidio para a conducao das malas, e
oulros privilegios importantes.
As vanlagens do sen ico desla linha nao sao s
para a companhia : a coala do Brasil, rica como he
de producios naluraes, e lao propria pira a cultura
da todas a plantas troeicnes, receber nm grande
so nos seus negocio
aqnelle navio i satisf ^^sjnhia. que Mr.
Laird apresentava as n^-mTasTiai urbanas e caval-
loicas em todos os seus negocios, e que o navio e as
machinas excedan) mulo a expectativa da compa-
nhia. 10 per a vi que esto rumo lhe promovera ou-
lras urden para novas conslruc(6es.
O capitn Sharp propoz .1 saude do capilao Ma-
ciel, esperando que elle sera feliz com o seu navio
ii>-.cosla do Brasil, a que o capitn respondeu, ma-
nifestando os seus agradecimenlos pelostumprimen-
los hue lhe eram dirigidos.
0 eapiiao Green propoz saude de Mr>. Geo : Pa-
leftell. da firma de Koslron Rooker. em Pernambu-
gar distincto no meio da snriedade grada, como
coslumam dizer os notaos qttinltentUtas.
Ataim, tica persuadido que a la orle nao ser
dilTerente. Tens de ser julgadn por leus pares, e em
vez de joizes severos e inexoravels s sugeslas do
favorilismo, como foram os carrancas inglezes e
francezes. que, ha poucos annos, seuteiieiaram a
morte civil e real a dous pares de Franca, sendo
um inno bastardo de el-rei Luis Filippe' que en-
tio senlava-se no Ihiouo de S. Luiz, e a um lilho de
nm rico lord inglez. que para resgalar o liilio con-
demnado ao patbulo offerecera dar por elle o que
pesasse' em ouro,em vez dejuizes desla ordem
encontrars prolectores benignos, humanos, cheios
de ternura, o sem esses senlimeulos austeros, -u
prprios das eras do paganismii, em qua um paiz
nao vacillava em entregar um lilho a mao endureci-
da do algnz.
Se tivesses roubado urna bagatela, etiu|e lerias
cmlra li o lgor da re, serias condemnado no m-
ximo da pena, mas tu ronbasle muilo ouro. estas
rico, seras gtorifleado, deificado pelo tribunal com-
posto de leus p
Dizem que exilie aqui urna companhia indut-
icos.'ez acabou em han- | tria!, semelhanle de l.uiggi Vampa, 11 qual ja (ein
m
es-rola .11111 a e.mssao dos seo* Idllietes de banco
lotielteu o 1 passo que o
luatrocentos
lo. alienas
industria e
anda v intagem, ainda lia al-
mas inhumanas q ie nersigam a nm homem Uo pres-
Iimiiso '
Temas para mis que este maityrio ser de corla
durtcao, que o tribunal do jurv lhe pora lermo ; e
lica ceno, grande BeHarmino, que sem embaago da
calaslroihe que te acontecen na comarca do Brejo,
existe multa gente que ambiciona a loa bella posi-
580, mimeiilaneamente perturbada.
Todoa os leus sollrimenlos serao ephemeros, bao
ds dorar tmenle em quaulo attiferes na cadeia. E
porque nao ha de terassimf Os leus predecessores,
- -uloii ilo extravio Jos vinte contos da reas da Ihaj
^(a, aquello que fii njuslaiaenle pronunciairl
urna ulgaravis, como as coinpanhias europeas'desta
ordem, e cuja chefe he um celebre Mao de Grelha.
Dizem igualmente que a companhia daqui lem ad-
vocado pago nieiisalmenle, que lem altos protecto-
res, os quaes em occasiau de perigo du algum dos
socios, ilam pastadas mais largas do que davaiu os
Mr. Loes propoz saude de Mr. Jos Toplis, a-
genle de linha de Liverpool. Que Mr. Toplis esla-
va nileiramenle de accordo com a companhia, e ha-
va sido niuito infaiigavel em promover os seus 11-
leresses.
Mr. Toplis licou muilo agradecido pelos compr-
menos que lhe eram dirigidos. Que havia sabido
ein muilas viagens de recreio, mas devia dizer que
nunca linha gosado tanto Como naqoella que acabara
de,ter lugar.O navio dava-lhe a maior satisfarn, e o
machnimo, como opporlunoiamenle fura avaliado,
Irabalh iva brm.
A bordo durante a viagem luto caminhara mag-
nificameiile. Que llliha o sincero desejo de que o
navio iralialhasse de futuro tilo bem romo agora ofi-
zera. O navio deve navegar bem velle, e ler bs-
tanle capacidade para carga. Elle nao linda duvda
de que osle navio ronlrihuria para o progresso da-
queles porto com que eslivesse em communicarGes
cnmincrciaes. Que era aos seus amigos de Manries-
ler que devia a posirao qne linha na companhia.
Ooanlos mais barcos a vapor conslruisse, maiores
seriain os seos inleresse. Que era agente de navios
e vapores por muilos annos, e esperava que a sua
conduela na prsenle agencia, satisfara completa-
mente a companhia.
O capil.to Sharp propoz saude do capilao Green,
que linha supeiiniendido o navio desde o principio
da cu o,ir u/cao, eque linha cumprido osea dever
para com a companhia como um homem hbil, e a
salisfarao de lodos. Confiava que o capilao Green
vveria bastante para construir muitos mais navios
eque os seus cabellos embrauqueceriam nesteeer-
viso.
O capilao Green disse que a sua obra lhe linha
sido agradavel, porque nao linha lid < difliculdade
algnma no cumplimento dos deveres que lhe foram
imposto-. Em conclusan propoz a taude de Mr. M'
Guffl e da sociedade, a aquello cavalleiro respon-
deu : reliraudo-se enlo a companhia.
Urerpool Courrier.)
Ofllcio do general Niel, commaudanle dos enge-
uheiroe, acerca da lomada de Sebastopol.
vos dn nossa 'estrada do retro, etlabeletendo-se as
balitas por onde' ella rem de pastar, e ao meslo
lempo fazenilo-se* as obseruees preliminrres que
exige a collocajao das madeiras, que lem de susten-
tar os Irilhos.
Por lano, a via frrea desta cidade para o rio de
S. Francisco ja ro est em estado de projecto, he
urna realidade inconteslavel.
Mas vcrfiear-se-hlbaivanlagent prognosliradas 1
Tesa o governo de pagar o juro garantido ? Ser um
bem ou um mal para o nosso paiz nascenle, que
ainda nao postue as estradas ordinarias para o trans-
porte dos escaros producios da nossa atrazada agri-
cultura Silo quesISes mu graves, que s a expe-
riencia pode resolver de nm modo cabal.
Mas se cousnltarmos a pralica de outros paizes,
dos notsos vizinhus do Norle, da Franja e da pro-
pria Inglaterra, veremos que t depois da existen-
cia das vias de communicarfles ordinarias, foi que
proenraram realisar este melhoramenlo de transpor-
te, tilho da ciencia e do progresso dos nossos dias.
He lito o que diz a historia, nao de eras loogiu-
quas, mas a historia dos nossos dias, que yudo ser
verificada pela experiencia contempornea.
Nao somos partidarios dt ideas do obscurantis-
mo, pelo contrario somos liihos do progresso, e o
veneramos em todas as trantfigurtroes da sua
marcha ascencional, mas lambem respettamoa os
arrestos da prudencia, e ruceamos os calaclvsinas ua
etphera social, assim como na physica e industrial ;
entretanto Tazamos ardcnles votos para que se rea-
prorrdoi ,1111 OJ
principalni/
les proj
gens,^*
mate
sos,
11 grande obj'
Ksl obra >_____
um reducto imincn-o
ve ler causado grnele
ante os pouco (liaAque
-..sjrabalhadores foram
a^ara^liBron.
r siictMf=^-lMn.irmo po
conslruido .M.1I.1U0II.
. adJT
.111.
^i-^^WfIraf*f,'}ueTT
sdede cidadclla feit
lempo comtign, lodos foram purificados pe-
WS il iu>\. ehoie sa aeham^plufhj.
iiaw,
iiu^^mie se ada D^ehaiii-
deosesde Homero, quaudo atravessavam o Olym- : lisem us magnficos resultados que se aguardan).
ipregam todos os meio para salva-lo. A proposito : o que he feilo da crearo de varias
1 para
Naturalmente has de perlencer a esla sociedade,
por lano nao recetes nada. Taras em leu favor a
henignidade de nm jury dcil e eompatsivo, sempre
dedicado a proteger os'oppriroidos, victimas de ca-
lumnias infamantes, e sempre inspirado pelos gran-
des senlimeulos do amor do prximo. Alm disto,
poitues um nome recommendavel, o qual unido i
bella fortuna que tens, Ia grangear um lugar ele-
vado, c dc'l'arlc augmentaras a lisia brillunle das
celebridades da poca.
Finalmente, a legitlacao em laes casos lie extre-
mamente escrupulosa, nao admilte indicios por mais
vehementes que sejam ; e.ot leus juizet pareS liis
observadores dasprescriprcies Ta lu, eretpeilado-
res severos dos diclames da congej^i^ neres 1 imucu dia^
agencias de crrelo para differenles lugares desta
provincia V Pobre habitante do interior Apenas
serves debesta de carga para os liihos da capital ;
os quaes s te lembcam de li em occaaiflo de elei-
tes, lem paciencia : o leu destino be servir de pe-
destal aos aspirantes ao poder e a oolras grandezas.
lia cousa de. um anno que o governo imperial an-
nuio t represenlaces de diversos presidentes dea-
la provincia, inclusive o actual, com o lioi de es-
lahelecer-se por meio de carreios urna commuuca-
?io regular entre cerlas localidades e a capital, mas
infelizmente al boje anda nao se lem nalisado nm
projecto lito til e neeestario s neceisidades polti-
cas e socaet de loda a populacho pernambncana.
E que causas lem embargado a realitacSo de se-
melhanle medida '.' Alcm-aJe cerlas circumstancias
- quojf spd|*j^riilis,J|jas que serao rem
de Ierra necupa una allura que domina ludo o in-
terior do bairro Karabelnaia. Est situado no flan-
co do Radenle, atacado pelos Inglezes,eso Oca dis-
imile 1:200 metros do porlo do sul, em que os russot
haviam cunstruido urna ponte de barcos, nica com.
munficacao que exitlia entre o anaialde e acida-
de. O forle de Malakolf tem 350 melrot de compri-
inenlo e 150 de largura. Os seos parapeilu tem
pouco mais ou menos 18 ps de largura, e na sua
frente existe um fosso que, nos pontos dos uossos ata-
ques, tem G metros de profundidade e 7 de largura.
O prmeiro foi armado cora (fc pecas de arliiharia
de vahos calibres. Na frente, cercada pelo parapeito,
pnclia-se a torre de Malakotl, da qual otKuasos *i oc-
cnpavam a parle inferior, em que estn collocadas as
hateras. Na parle interior ilat obra os Roetes leem
aberlo grande quanlidade de Iravjses Ibais* dos
quaes ha excedentes pavzcs, em que a guarnirn
enconlrava abrigo, e camas collocadas em duas lilei-
ras de cada lado. Um oflicial. rusto de engenheiros
feilo prisioneirp avala em 500 homens a guarnido
do forle de Malakolf. do quai julguei que era do mcu
dever dar-vos urna descripc^o, a lim de poderdes
ajuzar das difficul lades que o nossos soldados l-
uham a vencer.
A frenle deMalaklT.qoelen) 1:000 jardas deeom-
pi miento, termina a nossa esquerda com o forle Ma-
lakolf, e a nossa direila com o Radenle do porlo Que-
renagem.
Esla ultima forlilicacao, qne no romero do filio
so conslava de um simples radenle, lem" sido gra-
dualmente tranformada num reducto fortemenle ar-
mado.
A face exterior dos dous reducto de Malakotl e
do porlo da Qnerenagem eslava ligada por urna cor-
lina armada de 16 pecas, e na reclaguarda dese re-
cinto os liusos haviam conslruido oulro, que eslava
ligado aos dous rodillos. Este segundo recinto, j em
parle armado, nao linha fosso, nem obstculo serio
para vencer, Quaulo ao fosso da primeira cortina e
do Radenle do porlp dn Qiierenagem, a natureza ro-
ehosa do terreno fez com que os Russot o nao podet-
sem praticar com igual profundidade, podendo-se
em muilot ponlot atravessar sem difliculdade al-
gnma.
Afim de alravessarmos esles fowos, que eram mu
profuudos.lliaviamos inventado urna especie de pon,
le, soscoplivel de poder ser laucada em menos de
um instante por meio de urna engenhosa manobra,
em que os nossos haviam sido ejercitados, e de fado
estas ponte nos foram muitonleis. A arliiharia fran-
ceza havia adquirido urna lao decidida superiorida-
de sobre a dos Rnssos, a ponto de reduzir quasi ao
silencio lodo n fogo dirigido sobre os notaos ataques,
cando a sua coohoneiras tao arruinadas que as
nossas columnas ja uo rereivam melralha ansahi-
rem das Irincheras. Os parapeitos lambem haviam
das, no caso de serem levadas ao conhecimenlo da
autoridade, aponlam o faci de alguns individuos
nao terem querido aceilar a nomeacao para o lugar
de agente.
Ora, esla difllculilade parece ser de ponca impor-
tancia e de fcil solucAo. Com elleito, em todas as
villas ha roectores de impostes, os quaes ao mesmo
lempo bem poderiem encarregar-se das func;es de
agentes do correo, a se esles nao qoizerem aceilar
este trabalho lao iiisignificaiile, o remedio he ceder
o lugar a quem se encarreguedssa obrigacao addi-
cioual, a qual lambem deixa algum lucro; e'se houver
algum col lector tao escrupuloso que naoqueira aecu-
mular eslas dilferenles funcroes, pate deixar [a lu-
gar primitivo, que haver rauila gente que o rece-
ba com 0 llnv Ollil
Entretanto, ainda se aprsenla urna objeccHo tilha
da falla de caminheiros ; mas esla se pode resolver
fcil nenie, fazendo-se a-comlujao das malas das
villas mus i!itaiilo da capal para as mais prxi-
mas. Com elfeito, supponhamosqae seja dflicil en
cnnlrar no Recife um estafeta para o Bonito, ma
pde-te obter um para a Victoria, dahi aera mais
fcil o transporte para o Bonito, e assim seguida-
mente acerca de oolras localidades, e em todas as
direcces da provincia.
Cerlameule, ot habitantes do interior, que em
multo concorrein para o engraiidecimenlo o hem-
estar da popularan da capital, sao dignos de alguma
consideraran ; tanto m lis que os cofres pblicos
pouco ou nada terao de ditpeuder com a adopeao de
semelhanle medida, pois que a laxa que ot particu-
lares devera pagar pelos ubjsctos enviados, be muilo
provavel qne ebegue para satisfazer as despezat
inherentes a este novo org.lo de commoncac,ao.
O corajao humano he como o tonel das Nayadaa
qoe nunca se enche. Quando as ras desta cidade
se a-temelliavam a monturot de lito e immundicias,
s se ouviam brados e clamores coutra a autoridade
competente. Enlrelanto ama, que as ruta se
acliam limnis, que algum individuos porfa pro-
digalisam dljj^rambot ao guvsruo por ler coucedido
urna quol para o aceio da cidade, ja te vao ouvn-
do murmnraces quanlo maoeira por que te lem
cjleiliiadn cite servieo.
ri-Dzem que se lem gasto muilo dinbeirn para se
conseguir um resollado raiignificanle, que nao es-
t em proporciio com as despezas. Os orilicnt nao
contestan) as vanlagens qoe provem de semelhanle
qua se adople um processo
1
sido demolidos, cahndo dentro dos (teos orna par-
le dos, maleraes de que eram formados; n'uma pa-
lavra, o forte de .Malakolf recehera um tSo grande
numero de bombas das mistas bateriat e das dos In-
Klez que as peras cuja direccao era obliqua lambem
liiiham as canhoneiras atoITiadat, e as lorlilicare
de Ierra haviam perdido completamente a su*forma
primitiva. Na reclagaurda, rnmtu.lo.da primeira li-
nha das defensas os Rnssos haviam enllocado umitas
peras, e Hs columnas de alaqne contra MaJakoQ es-
layam exposlas ao fogo de numerosas baleras qir o
inimgo construir no lado do norle do ancuradouro,
cuio fogo, apezar da sua grande distancia, poda
causar-nos muilo daino.
Vt heni tabeis, senhor niarechal, que desde o mo-
mento da mirilla chegada em frente de Sebastopol
n.lo hesilei declarar que o verdadero poni de ata-
que era a torre ou a rol lina de Malakotl, e qne ten-
do esta iqiiniao sido parlilhada pelo general Canro-
berl os aloques da direila foram cinprehendidos e
execulados pelo->. corpo.Do lado da cidade coulenlon-
se com extender para a esquerda os approxes execn-
lados pelo 1. corpo. Tomando as cousas do ponto
em qne se achavam na poca em que se decidi dar
o assallo, jase nao podia duvidarque a posse de for-
te Malakolf nos conduziria a um decisivo resultado,
e, por oulro lado, era de presumir que se o alaqae
nesle ponjo falhasse, o tuccesso obtido.em qualquer
oulra liarte das forlificaces nao dara resultado al-
gum material. Urna prara, porlanto, de urna 13o
grande ealeiiaao. nao podia nem devia ser atacada
por um s poni; era conveniente nbrigar o inim-
go a disseminar as suas torcas, e inspirar-lhe serios
recejos quanlo 8eguranca da ponle pela qual po-
iliaui ellectuar a sua retirada.
Foi pois em alinelo a esla dilTerenles considera-
Coes, e para assegurar o successo ponpando ao mes-
mo lempo o sangue dos nossos soldados nesto terrl-
vel cmbale que se eslava preparando, que o gene-
ral em chefe decidi dar-so primeroo assillo aMa-
lakolf, e que se esse alaque. feilo nossa vista, fos-
te bem succedido, os Inglezes, a um tignal conven-
cionade deviam atacar o Hdente, e o I. corpo a ci-
dade, afim de impedir que o inimigo concentraste
todos os seus esforcos conlra as tropas qne tiyessem.
tomado posse do forte de Malakolf.
A frente de Malakolf devia ser atacada por tres
columnas ; urna pela esquerda, commandada pelo
general Mac-Mahon, avancandu directamente con-
tra o foile Malakoff. pela "frente que lhe razia face,
lornrando-o levemente pela direila, lm de levar
a eil'eiloa sua larefa de se apossarem delle, c livra-
rein-se quanlo fosse possivel dos riscos. A colum-
na da direila. divisao de Dulac, devia marchar ao
Radenle de Qnerenagem. necupa lo, e destacar urna
brigada sobre a sua esquerda, afim de tornear o se-
gundo recinto. Finalmente, a columna central, di-
visao La Mollerouge, sahiiido da sexta parallela,
leudo nma grande extensao de terreno a percorrer,
o cliegand 001 pouco depois devia atacar a cortina,
caiihr- pois snre u segundo recinto, o enviar una
dte saaslirigadaS em supporte primeira columna,
se esta ainda eslivesse senhora do forle Mala-
koff.
Tal era a importancia deslas posicoes. que ne-
nhuma duvda linha deque o inimgo ser-as perdie-
se faiia os maiores esforcos para as relomar. Em
consequen.ia a (ropasda guarda imperial estavam
le reserva ao segundo corpo.
O chefe de batalhao do engenheiros Ragon, leudo
Us suas ordens varias brigadas de saparadores, mar-
chando com a primeira columna, devendo laucar
puntes sobre os fosaos, descobrir as minas, ah in lo
' "" as onde fosse necessaro s columnas, e ape-
'esseur-liores do forte, obstruir-lhe a gar-
ig^~~. ^enir nm novo alaque, abrir ha
passagens para as tropas earli-
depuis.
lulo de engenheiros Renoux, ad-
direila, c o capitio Sclioennagel,
o, leudo lambem brigadas de sa-
dens, para desempenharem omu'
ia_iiriiiiera rolomna.
,'l'l'"'"^:^^Pnr7^|^'" fazer
raldebigadn FrorMi7T;rninn-
ilieiius do segundo corpo.
"' i cidade, para evitar os obsl
=
A
padores s\
commis.s.lo ;
Todos os 1
aos eugcnhi
peslos pelo
dante dos en
No alaque
cumulados peni'T'^ "1'?0' do balu",e
ao baluarte fal?! ".^ J" "!"""' e a '>'
bstaculos ac-
do
se
-.,, .: rt lmela
da esquerda ; qojafiri!n7S?^l'i,nlc;.tSo ^P'^-
sa se estabelece.se deiitrudo b2H{2* Central, des-
tacara urna parle das suas forras pana. Barganta
do baluarle do Maslro, cuja face direi4j'',la Per
assallada pela brigada sara. a qual veo torMT Par"
le as operarnos do priiuuiro corpo.
O general de divisao 'Dalesme, commaudanle
engenheiros do primeira corpo, lomou as etScessarfas
disposcoes para atacar a cidade pela inesina Turma
que cima expliquei, com referencia aos ataques do
bairro do Karabelnaia.
No da 8 de selembro, s oilo horas da manha,
abrimos contra o baluarle Central duas minas de
projerr,ao, cada urna dolas cirregada com 100 klo-
grammotile plvora.
A explotan leve lugar pcrlo do meio do baluarte
e parecen causar grande desordem. A' mesma ho-
ra fizemos voar, na frente dos nossos approxes con-
tra Malakolf, tres minas, carregadas com 1,500 kilo-
grammot da plvora, para destruir us gslercias mais
inferiores das minas russas, e para tranquilisar m
soldados que devjam atravessar para as Iriiicheiras,
as quaes diziam os deteriores estarcm minadas.
Ao meio da em ponto os nossos soldados tahiram
das pracas d'armas avaaendas em frenle deMalakoff
Alravessaram os fossos com sorprendente agilida-.
de, e trepando aos parapeitos, atacaram o inimgo
aos gritos de lira o imperador'. Sendo muito in-
greme o terreno 110 interior do forle .Malakotl', foi
necessaro que os primeirotque rliegaram lizessem
alto por um instante para formaren). Logo depois
suliii am ao parapeito e entraran) na forlficacan.
O combale, que comeara com descargas de fuzi-
laria, conlinuou baioneta, pedrada, e coronha-
da. Os soqueles tornaram-aem armatnas mJosdos
arlilheiros ruSsos ; porm os Russos eram por todos
os lados morios, feitos prisioneiros, ou repellidos, e
cm menos de um quarto de hora depois de comer-
do o alaque, a bandeira franceza tremulava no con-
quistado redado.
O radenle da Qnerenagem foi lambem levado de
assallo depois de um rendido combate.
A columna do centro avancn do mesmo modo so-
bre o. segundo recinto.
Por lodos os lados tomamos posse" das obris ataca-
das. O general em chefe deu o sgnal convenciona-
do para o alaque do grande Radenle, e pouco de-
pois para o ataque da cidade.
Os Inglezes linham 800 bracas que percorrer de-
baixo de um fogo tecrvel de inelrilha. Este esparo
licou immedialamenlo coberlo deN;adaveres, porm
itto nao embaracou a marcha da colurona atacante
para a cabei-a da forlificac^o.
1 'esceu 10 fosso, o qual linha pouco mais ou me-
not 20 palmos de profundidade. e olo obsInHIe todos
os esforcos dos Russos escalaram a escarpa e daoi lo-
maran) o saliente do Radenle : porm depois\do
|iri neiro cmbale que cuslou cafo aos Russos, da.
soldados inglezes acharam-se n'uo espaeo cruzado
em todas as drecres pelas balas do inimign, o qual
se abrigan por detras.de IraveSes mais afasiados. Os
quti rhecavam eram apenas snllici-ules para subsli-
luiem os qae licavam fra do combate. Esta lula
des goal nao duron ineuosde duat horas al que ot
Inglezes resolvern! evacuar o Radenle.
O ataque ao baluarte Central apresentnu o mesmo
resultada. Os nossos soldados do primeira corpo ven-
ror un muilos obstculos, e com bravura cahiram so-
bre o inimgo, ao qual causaram graude perda no
principio, mas balidos pela arliiharia, e nao leudo
abrigo algum conlra as baiat que vitiham de lodas
as drecres, renunciaran! a um ataque no qual o
general em chefe lites ordenara nio instissem com
ubsiiniicao.
Na frenle de Malakofl os Rnssos fizeram os maio-
res esforcos para reconquistaras obras donde tnha 111
sido repellidos. Os cadveres d" inimigo estavam
amonloados junio da garganta, porm a primeira di-
visao permanecen immovel.e at ao anoilccer ticaram
senhores da cidadella, sem a qual os Rutsoss poda-
ran continuar a defensa por mais alguns dia?re pelo
sacrificio de parle do seu exercilo, o qual depois de
cortada a ponte de jangadas, ficaiianl sem coinmu-
ncacao com o norle do porto.
lilles linham preparado ludo para destruirem a
praca petas suasprnprias maos no caso de serem for-
jados a ali iudiiiia-la. Na noite de i para 9 estrondo-
sas explosdes nos annunriaram que a graude balalha
chegra aseo termo. O inimigo abandonava Se-
bastopol. mas s quera deixir ruinas apoz si.
As notsat perdas foram grandes ; porm o exer-
cilo de que o imperador tanto pole ufanar-se, benj
merecen do paiz. Os longot e pelosas Irabalhos de
eerco foram sempre supporladoi com paciencia.
Quando se enconlraram com o inimigo os nossos sol-
dadoa deram provas de extremada bravura, e o as-
salto de 8 de selembro he nm' feilo de armas de que
a Franja pode gloriar-se.
Nesta ultima prova. o corpo de engenheiros sof-
freu algunas perdas, porm menores do qoe eu re-
ceava. O capilao Scteennagel, um" excellenie of-
hcial, foi morlo. O chefe de bat linio Fonrnier, o
capilao Ansoas, o ajudanlede campo do general Da-
lesme, u capilao La rvcl le, e os enenlaV Joven te
Pradelle. liraram feridos. Ilnuveram 24 oliciaes
inferiores esoldados mortos. 122 feridot.
llsriiufesde h.lailiao Renoux e Ragou, que de-
ram hrilhanles provas de valor, inram moito hem
auiiliadus polos nlliriaes e sapadores s suas ordens.
Nesle ultimo assallo, como durante todo o-cerco,
lodos cumplirn! nobreinciile o seu dever. Nao
posto agora mencionar os nomes de todos que mais
te deslingoiram para os quaes tere de* pedi que
sejam galsrduados. Ser esle nlijccto de um traba-
lho especial.
Assim terminen etle memoravel cerco, no qual
os Retos de defensa ede alaque a lingiram propor-
ces collossaes. Os Rosaos linham mais de 80 pe-
ra cm balera, e urna guarnirn cuja frca com-
posico podiam variar quando quzessem*. Depois'
'a iinineusa quanlidadesle projeclis que arremeda-
ra in contra nos, he realmente para admirar como
ainda estavam abundantemente prvidos, e tenho
razes para acreditar que nao deixaram na praca
menos de 1.500 pecas.
O exercilo sitiante linha em hi.leria nos differen-
les ataques mais de 700 peras, as quaes deram mais
de 1:000,000 tiros. Osf nosse-s approxes' abertos na
manir parlo, em rucha viva com l auxilio de plvo-
ra apresenlan nina exlensilo superior a 8(1 kilnirie-
rn-ri.^ J65"" EmP"1!;"" 80:000 cesles,
, 00:000 lachinat, e mais de um millijo de saceos
do Ierra.
r'M'L'c''i'""JV"-'"" '"''pe-de enzenlieire&nneL'xe-
Ce C, al'-uin. ''" '''""""KlSS
ceic, algn, se viran, lao grande-perdas. Trulla e
L^r osa,,,orn' nTr'CS-8 lr",!a e 'r-s-nSfdo,
n, uin m C""",e ee"cr,,l Bwl.. cejo no-
me nao poda esquecer no da do IrrumnaSo -o be-
a.,aThao0,vSimnle T""61 fi%-?K de
iMlalhao. vinte capi(aes, e lies tnule... Eslas do-
-nSe.Prra,-C8eM"fnr ^^ 0' *>>
uo'u i! :, "ld,1Jl* da "'ri a seguram lao
uoirecxeinplo. DfSsas crtrdrllB'I.uis. de .anadnr
anim.! V 6 0,J!!i>-1We>Sotes n.o,.ram-se
^^P'^sl!^^ ^rfr^ss.^apa e
de illlllT^UriilMCiaes inferiores e soldadosTiirJP'
ram-se sempre com a maior inlrepidez, e os com-
bales nao mostraran) menor coragem.
Ao concluir este ofllcio, tenho mnila salisfacao
em vos affirmar, senhor niarechal, que a maior har-
mona reuiuiisempre entre a arliiharia e eneeehana.
Quando om desles dous serviros devia auxiliar o ou-
lro, era sempre com o maior ardor e me!horca de-
tojos e o mais perfeilo accordo, qae nos proporcio-
nava os meios de vencer muilas d fliculdades.
Tambem me congratulo pelas boas snliiees que
sempre livo com o general llarry Jones, comman-
danle dos engenheiros do exercilo inglez. O no>so
lim era o mesmo, e nunca os nossos divergirn! acer-
ca dos meins que se deviam empegar para o alean-
car. Ja noerco de Bomarsund liveoceasiaode ap-
preciar o carcter nobre e franco desle oflical ge-
neral. E tve a fortuna de me adiar com elle no
cerco de Sebastopol
, Aceeilai etc. Siel.
O '/i'mes publicou o seguinte irteressante artigo:
Sabbado, 8 de selembro, poucos dias anles di an-
niversario do desembarque das Utpas alijadas na
Crimea, e Irezenlos e dezeseis das, depois do cume-
co das operacoes de silo conlra Sebastopol 17 de
ou iiliro de 18.H}, executou-se um ataque, ultimo e
victorioso, contra a parle meridional da cidade. An-
les da noite a bandeira franceza tremulava veucedo-
ra sbbre a torre MalakoQ, que caldo, cedendo co-
ragem e ndomavel perseverancia dos sitiantes, e al-
guma horas depois a guarnido rnssa evacnavao
bairro da Karabelnaia, e a parle meridional da for-
taleza ; depuit de ler feto voar os armazens e ai
principaes fordficaciles e haver lanjado fogo cida-
de em dilTerenles pontos,'ueu-e presta em abando-
nai esta le rivel scena de devaslacao, pastando a
ponle laucada tobre a baha. Assim cabio Sebas-
topol.
O merecimenlo principal detU gloriosa'victoria1
peilence por ilireito aoa nossos valeules ailiados, os
Fiancezes, pois que a torre Malakoff, que era a chave
mais econmico do que o actual ; o qual he gande-
mente dispendioso, tanlo em lempo como em di-
nheiro, c bom fra qoe o lixo nao fosse depositado
as praias, porque desl'arle vira afinal a converlcr-
se em fuco pernicioso para os habitantes que morara
em casas junto a essas praias.
Todo quanlo precede, charo leitor, deve parecer a
III' (ti lilil III 11 r all I. _a _! __*_____ _
da posi(3o mais forle, succombio ao seu vigoroso
a (aqae.Mas, por etle senlimenlocavalleiroto.que he
o attribulo mais nobre dos homens que juntos teem
combalido e conquistado a victoria, ot nomes de to-
nos os qoe levaran) de assalto at formidaveis fori-
ficacoet de Sebastopol, merecem todos ser escrip-
ia ao lado uns dos ontros na metma pagina, e ne-
nhuma dslinccao invejoaa manchar oa altenoat a
sua gloria.
Os Bastos, pela saa parte, ineoulestavelmenle de-
fnderam a prara com e maior energa, e em mais
de iHn punto levaram vaolagem aos sitiantes; po-
rm foia coragem da desesperarlo, porque era o
seu derrdeiro esforz. Apenas as obras exteriores
foram lomadas, a cidade e o porlo Ociram a merc
das Iropas alliaoas, e aa naos e os vapores Tundeados
no porto expostaVao fogo, deviam ir pelos ares, ser
metlidas a pique oiidestraidua pelo fogo das bale-
ras dos alliados, oJ pararder dos proprios geueraes
russos. Era este o destino inevilavel da esquadra
russa no Mar-Negro, eaqoaMra, m cuja couslructao
o governo russodispendera aVpItadissimos eapilaes e
um traballio incestante, e qb doua anuos antes
amea;ava a existencia o imperio Toreo, e coja ni-
ca farfulla foi a violen da atroz coinfnellida em Si-
nope conlra forjas muilo inferiores. N.
Que ficou dessa deploravel proeza! \
O imperador Nicolao repousa as catacufubat de
S. Pedro e S. Paulo, insensivel ao castigo quezal sua
insaciavel ambico chamon sobre o ten imperio So-
bre os seus successores. Os almirantes que com-\
mandavara e at Iriputacries qne rombaler.im nessa
irrjo suecumbiram na maior parle defeudeudo as
baleras de Sebastopol. Essaa mesmas nao, coja
rotitervacilo a Russia ansleotava aas coufereocias de
Vienna. e que considera etsenciaes ana dignidade
e ao seu poder, foram detlruidas. O artenal ea;
docas ja no aabbado estavam em poder dos alliados.<
parece que o principe GorUchakofT pedir um ar-
misticio, nao sabemos te lhe foi concedido, mas toas
tropas rehravam-te a presta ; e se allendermos ao
resollado moral e material de semelhanle derrota
sobre ot restos do ten exercilo, com razio pode du-
vidar-se deque o principe Gorl-i :. :,.o| consiga eoo-
servar-se por muito lempo no lado si tonlrional da
baha.
Esles grandes Teilos poem termo aoTnjo de Sebas-
topol propriamente dito, porque ot exercilos allia-
dos, nesles ltimos tres da conseguiram o grande
lim da sua empreza : arrancaram i grande poder
militar da Rsala urna fortaleza qae tornara n'uma
praca formidaseLe qne era deffendida por om exer-
cilo no meroao, competi das suas melhores Iropas.
Anniquilaram a forra naval era que confiava para
segurar o ten predominio uo Euxiuo e eslabetecer a
ua autoridad* desde o Caucaso at as emboen:
do Danubio. Porm, anda mais qne islo, taoslr-
ram as nacoes crdulas c servi do Oriente qoe as
potencias agora soberanas no munde me to aqui-
las que se fuwdam no fanatismo e barbara absolu-
tismo, mas sim as que buscan os seos aliccrces na
civilisarao e na liberdad
Nesla Iota, Sebastopol servio para demonstrar
onde resida a forca e que esla era a recompensa
deuda victoria. Vencer esla praca Torcas d'ar*
mas, era destruir essa influencia collossat facticia da
Russia, que seculo e meio de rouhos e iejrigat fun-
dara, e qoe chegara a aterrar as nares eircumvisi-
nhas, amentando a independencia ta Europa.
A expedirlo da Crimea lando tido a grande van-
lagem de eircumscrever ot horrores da guerra a qm
espaeo de algomas mil has quadradas do territorio
inimigo, e de concentrar u'nra t neni ai forcas das
qualrojolencumaibrn anda maior o resoltado ob-
lido.fl|
Moitr ao mnudo qne a .iHianca dn Inglaterra e
da Franja passou pela prava da goerra ha vida la-
boriosa dos campos o nos perigos dos campos de ba-
lalha. Faz ver ao genero humano que pela anuo
ca, podem impr a sua vontade e exe-
i ut.iras sua resulucftes, mesmo quaudo ot limora-.
1J ficaJ^^^^Bhrda.oa ot homen de espirito mais'
abjecto deserlam da cansa do seo paiz na oecasiao
do perigo.
Nos devenios a nosso triumpho em fraude parle
firmeza com qne o imperador dos Francezes insisti
nesta empreza e na poltica qne a aconselhava. Po-
rm lamber mo podemos deiiar de atlribui-lo a'
Iranca e unnime resolocao do povo ingles, enjoes-
pirilo se consertoo sempre oa altura do qae era mis-
ler realizar-te.
No decurso destes successos, qae vinham 1,1o de
sobresalto interromper a sossat cotlumadas larefas,
aprendemos, e sollreroos inolo. Ilouve occasies
em que o enfado de urna sobre-excilarao inlermit-
tenle, se toruava quasi insnpperlavel, e por mais_g>
nina vez os facciosos' detesaeravam do reia3o.
Uoe se passou. qu fizemes nos nest' espaeo de
icnijio Ainda nao decorreu esde que os
exercilos alliados pi'sa'ra.TJ .su.1 .'..la ..;mea. .\esse
esparo de lempo, gaoharam tres hatalhas campaes,
e duas vezes atsaltaram urna ferale/
vel exleucao ; i ircumdaram as ^Hts do
migo de Irincheras con
leno : armaram essas t arliiharia
mais poderosa, esnslenlaram i i, que niln
u coiisnmiram urna prodigios
jeclis, seno que ticaram fura o em
seis trens desilio. Eslabelecei
Eupaloria, e em Jenikale tres potli
os Russos nao so atreveram a atacar, Balaklava tor-
nou-se n'um mercado populoso.
l'm caminho de,ferro liga.a baha e o campo.uma
linha eleclrica coinniunica a Crimea com a Europa.e
'algumat horas -noaenuucia at nossas victorias.
Mais de 200:000 acampados as linhas do Tcliernaia,
para ah foram transportados, all ao alimeutados,
vestidos e alojados a expensas da Eiiripa occiden-
tal, ludo islote fez apezar das ncLimeiiciatdo
invern, dos calores do vero a distancia de 3,000
leguas dos nossos porto, e ein pouco menos de um
anno, contado da partida da expediento, est con-
seguido o designio principal da empreza, e Sebasto-
pol est cm nosto poder. Os resallados militares e
pulilicos desle successo lerilo um novo capitulo na
historia deslas iiegoriacoes, de que brevemente eos
lorbaremos a oocupnr ; teja como fdr o grande falo
que acaba da realizarse a cvnfianca qoe
sempre liveatpa, de qne, dentro de um anno, coo-
lando do principio da empreza, Sebastopol seria
nosso, e que te acabara o poder da Russia no Eu-
xioo.
SEBASTOPOL.
Esclave lour toar do Sarroalhe el da'-Sfvthe,
Des sleppes du Talar. Senlinelle etWmile,
L'Euxin baigue ton sol !
Douce ehfant deSlamboul, verle et fraiclie Tauride !
Tu n'es plus qu'un dserto leCosaque avide
A l'.ul Sebattopol!
leus olhos mu paludo e mu mesqnnho. especial- i)e ,,..:, ,=_,' tnt,, .
^,,..11.;. r.... 'e le,r' (.'ail, airaiu fosses, tojrs el mnrailles,
L a-gle noire a I abr du destn det balailles
'Jornal do C>
de Lisboa.
IITMIOR.
PARA'-
Na manlia de 13 entrou.o Tapajoi do Amazonas.
Duas horas antes de largar o Tapajoi da Barra do
mente a esla hora em que o vapor hrasileiro, Mr-
quez de Olinda, nos Iraz noticias de urna importan-
cia tao transcendente.
Sebastopol j nao existe E esto grande baluarle
do poder rusto na Crimea he um monl.n de ruinas,
em tima do qual flneluam victoriosas as bandeiras
de Franca e de Inglaterra.
O canhao dos Invalidse o da Torre de Londres
nao lem bstanle estrepito, nem bastantes salvas pa-
ra anaunciar ao povo impaciente e inquieto esse
Irinmpho eolios.al, esse prmeiro passo decisivo na
guerra continental, que agora deve comecar.
Todo este estrepito chega aos nossos ouvidos, e to-
das as ennjecturas arriscadat acerca do desenlace
desse atsedio memoravel silo hoje ridiculas em pre-
senr desta verdade fatal : Sebastopol j nao
exitte 1
Maso qne accrescenlarei a etlas noticias espanto-
sas e terriveis que nao seja ainda mais paludo a vis-
la das palavras oxpressvas qne acabas de ler maisu-
ciina 1 Os vencedores se regotjam, e os vencidos, na
f do seu valor e valenta domada, sondara novo
combates em oulro terreno.
Onde eslo os destinos qoe a Providencia guarda
escondidos not seus segredos insondaveis ? E o que
fara o herdeiro de Cilharina diante dessat legies
decimadas, arruinadas, mtsqueressuscitam das suat
cinzas, e qne como um novo Amphion, comente as-
piran) crear urna nova cidade sobre este canos que
nao eogotio a lodos :'
Entre tantos clios de conlenlamento, de alegra,
de tnumpho, as estrophet segoinles enhem em mi-
nhas miios, nao sei donde ven, nem quem as escre-
ven, mas se harmonsam con as aspiraees do meo
tentimenlo potico paraao menos aprerar-lhet o me-
recimenlo original.
Um da pretendo tradnzi-las, amigo leitor, e jul-
garas te live razilo para concluir a rnnha Carleira
com esle ramalhele de poesa estrangeira :
proire
til son anlre sanglanl,
El sur lEuxia ferm se frayanl une voie,
PiV prendre gen essor el mieux f uelter la
Du Borphore expiran!.
O manes veneres O PierrtJ! O Calherine !
Du lond de vos torabeaux que l'orsueil illuraine,
Levez vos veux radieox,
Venez, goidez mon bras dans la lr.tle profoude
Oii j'immole, pour vous, la Libert du monde,
La Foi juraux Dieux !
Oii le glaive esl lir, sans pifi, tans clmence, i
Je venx noyer Sioope en un maniere immense,
Cuurir-sus ao Sultn !
Dans tes liers Miuarets, je veux que mes cvales,
De leurs sabots vainqueurs, fatserit brnre les dalles
El sooilleut l'Alcoran I
Je veux Consliiiiiiiiople et l'Eoplirate el le Tigre.
Dan Bagdad lonn, je veux dn Pope libre,
Je veux lo monde i moi !
Je veos ceiodre mou fronl de la triple conronne
El Ju haut dea sommels o ma pntssaoce Irne,
Je veux dicter la l.ol! !
i.m. re .. eheval, KtlalHiui Le lUlk.n.., le, rilil,cs,
Po r vostabres vainqeurs ne sont poinl des entra ves,
En avaul, en avant!
Que sous vos pas sanglanls, i'onvre 1'immense tombe
O le peuple d'DItm, jeito en hecatombe,
Enlrane le Croissnul 1
Ainsi la veux agir.Daus la cruel!e ivresse,
O Tzar proclame enlin la. goerra vcingeresse,
Forme tes lginns!
Mais si granJ que lu sois,ri deuses, les eohorles:
II esl pour lea braver des armes non moins fortes .-
Le Droit des nalions !
Cesen vainqu'en Ion rovo, etd'orf ueil, dedmence,
Tu veox joiodre au Kremlin, TEnipire de Byzance
Pantelant, i genoux ;
Les frlsde Conslanlin et leors soleis numides
UPposent leur potrine lances homicdes
De tes bachi-Bouzout I
Chez ce penle insult par (a lache ambassade,
Par uo Menschikot ivre esclave de parade,
Sa rveille l'honneur.
Msis honle et pitiDevan ce Ro qu tombe,
Devant ce peuple-speelre a mort dans la tombe,
Tes phalanges ont peur!
Ou le sang d'Otmsnlis coule encor daos ses veines,"
Ce Cadavre a dn co-ur.U briera les chatones
^ Da Talar assassiu,
SeconJfc son linceuil el debonl, dans sa gloire,
Aux mor de Silistrie, il inserir l'hitlore
De ton nouvean destn !
Non, la ne vaincrat pas L'Eorope, on sa colre,
Chiiiera les baodls rangs sous la Bannire.
Au cri de Libert.
El tu seras mandil, mme par les Sides
Qu l'eguercnt ton nom, vou aux Eumnides,'
A la postril.
Non, ta ne vaincrat pas 'Regarde qni ^avance
Ij bu, a roccidenl.* Cetl le drapeau de France,
C esl l'cu d'Albion,
C/esl le fer de Brennus, le glaive des balailles,
C ett.la foudre qui viertt sonner tes fanraillet,
C'ctt l'Aigle el le Lioa !
El voila les saldis de Fleurut el lemmapes,
D Auslerlitz et lua qui marqoeut len lapes
Daos teschamps orgueilleux !
A peine ils ont poto,Deja eur rlflainine,
D Inkermanu elrTAIma, porle en lellxes de flumme
Lea deux noms glorieux.
Tombe Sebastopol I Courbe ton front a ierre :
Tes canon tonl telnu, brises nar le toooerre
Dn Zuoave indompl 1 .
Varut! porle i Cesar la honle et la dfaile !
O sonl tet lgioni 1 Sen algle i double-tete
Esl mor decapit !
Djk le drapeau noir flolte sor les di^ombres
De ees raraparls dlrails o dormiront les orabres
D'un peuple devast.
Le Slence el la Mor! les couvreot de leurs arles
El l'Occident debonl fonde en lois lernelles
Le Droit la l.ibei l.
\Abdalahrel-Kratif.j
un uno [vcunmn [unnuminn
iibiitii ann


/
DIARIO DE ftRMIMICO SEGUNDA FEltU 29 DE OUTBRO DE IS55

. i
'I
Kio Negro i>ara esle porlo, liavia acorado all o va-
pur Marojo procedente de Nauta.
i a P.ovidencia o cholera ni* tinha passado
i Stdinioes.
fidn o Tapajot tocou em Serpa na subida, sa-
o feilor do eslabeleuimento dacompanhia all
linha de -cr etpulso do servico .la mesma abu-
lo da rastieidade do colonos e me'irao aprovei-
,do-se de- m ndole de alguna seus cmplices no
paneameniu qoe ha pouco lempo deram no engo-
/heiro Wm. H-dtalli empregido, ani dinon 01 celo-
no- e estos declararan) que nao ceilaraul oulro ad-
ministrador que nao fosse o despedido.
.' Nao havendo em Serpa osnecessarijs meio de fa-
zcr-e a prisio do c-becas de molim. al a deacida
do '7apo/os flearam os colonos sob a inspeccjo in-
mediato do agente da corapnhia all.
liraca a ota volitada do Etm.Sr. vicepresidente,
di Etra. Sr. entuman Jante dai armas e do Illin. Sr.
Dr, chete de po ica da provincia du Ama ranas, Oa
.volta do Tapojos, foram captura.lo- os raberas do
n mi i m, viudo o proprio Ur. cheto de polica a Ser-
pa, trazen ln mu forte destacamento paracoadjuvar
sja commhsu.
Se desde o primairq acto do desobediencia loasen)
os colonos castigados, s recouheceisem desde lugo,
que a rompiiihia apoiada eflicazmentes palas auto-
ridades, a poda coulfr na rbita deseus deveres,
n o leriain ellas o arrojo de rammellerera o crime de
cspancaraenlo a que nos referimos.Quando u Ta-
l.ajo laritou para este porto licavajido em nrdein,
laudo lomado conla da administradlo .loi eslabele-
cimenlns da comptnhia o engenheirn lletl.
Na colonia dejubidos lambemos colonos teolaram
arrouibar a priado para soltar a algn* colonos
qus por ordt-ni do director da colonia tinliain sido
recolhidos a mesma ; foram reprimidos e a ordem
foi restabel cida. i .
lie de suppor que o governo imperial, que boje
cuahecerii u necessidnde palpitante de reforjar as
gutruices desta provincia o da do Amazonas, nao
prolongue por mais lempo a remeasa de um balalbo
de liaba pelo menos.
NSo djamos a colouisaclo feita a torca d'armas.
mas em to Je a parte lia boas mos ; e para que
iiqaelles que as mallas dirigen, oa trabalbos de ten-
lenares de pasteas, possam-se fazer obedecer, neces-
a la-seque a accalo do governo, a uuica l'egal, seja
prestada com presteu e energa.
De dia para da se torna tnais senivel a falta de
iraa legitlacijo especial par nosent, trabalbos colo-
jiaes. y
Sea bra.;o o Amazonas, o r6ss0 paiz, uao passara
Jo um diamanto no deserto-; *
_/ (Treze de Maio.)
COBKEf POBD)[iBCIA8 DO DIARIO DE
TORWmMBtJCO.
/ PABA'.
Belm l(i deoulubro.
as minhas Desquitas diurnas e noc-
hido urna nao pequea collecrau du
*' novas, para mimosear as paginas do sed Diario.
da, um mez seguro qoe eslou desterrado as ma-
la do famoso quilombo Mocajuba ; mas poda esea-
polir-m, sem que os meos guardas por isso de'sem.
0 eia-me un cidadeorganhiando a ininlia missiva, qoe
desla ve 'ai bem recheiada de novidades. Fui des-
terrado para aa matas mucajubeuses de urna maneira
bem singular : noli que nao son militar, nem ca-
ii reformado no lempo do conde de Villa-
1 lur, nao por incapaz, mas porque o meu esladu va-
letudinario assim o requera. Navegando em una
nuite IrisUnha por sobre as argentinas aguas do meu
patrio Gaajar, ia recordando-me daquella sublime
cntala, cancho, poesa oa cousa que o va I ha, do in-
signe poe
Londrii,
Ihutla-nja
vez alia:
porluguez, Joao de l.emos, la de
lome da poosia, e ao senlir-mc eu-
* das estancias exclamci em
l brillio, ea terei vida,
En ja livre, e lu despida
Das nuvens do eo inglez !
Ira, ni o i porque arle julguiH-ine em Ingla-
erra ; a la na realidad, que sempre em noite de
to he diaphana e hrill-ante na cerlea araplidao
dos astros da minha letra, natjuella noite se mu,ira-
va opaca, ir.erencori e aborrecida ; e como j i e-ti-
na anuos, bem contra a minha vonlade, na hy-
i A Ibion. julguei-me nsemivelmcuio traii's-
du uuvo as sua* plagas; contemplando a cla-
ridade baca da enamorada Diana biasileira, que lan-
assem. Ihava-se neasa occasio a ingleza ; foi sem
oais nem meuos a razo da miuha exclamaran poe-
tica-empliatica. Ah! meu chao, resultu daht
urna con equencia desagr'adavei abordou a Iri-
iwlacatu dessea qualro escalares inglezes minha po-
bre cano,, e d'entre os raarinheiins ouvi gritarem :
piendam este imprudente vellso, cooduzam-no as
matas de Mocajuba, que va la cantar a la, e fazer
outras as i-iras, ja qua nao sabe n.'zar ; fallei eolito
em inglez e Cu signal aos horneas qoe esperassem um
pouco holii a ltle, e respondei am-me do nol
"ir froti llunce e depois do meu eny ? nada mais
lizeram lenao lear-m e a minha geale. e deslerra-
n-me nas matas do Mocajuba : |>r l)eos, meu a-
iiiiao, que quaai que nao sen einiccar-lhe eata Ins-
ria, o raso he que os Inglezes '>)izeram eu servisse da padriuho aos negros do^liloin
anarlm-se. porque uilii san acoulador de
los, pdhei escpala e fugi ; agora rela-
tnr-lhe-| ei o que vi de melhor.
Os neirug depeis de balerera-s j com es Roldados,
depois do haverein inorloa um bravo lilho da patria,
'. deram ai l ,qua uflo |ioderam resistir ao
los novos atiiados, e a intrepidez do valenle e
i.iu lado capiao do corpo do polica, que com a-
eoro, os persegua corajosamente era
ut*> Pedro, a animarlo dos soldado a sua es-
peranza ao mesmo lempo! atiraado-aaem um la-
defeudia amarada da negros, nao
tr m vida de urna maneira dc mmoatonteceu a um infeliz soldudoarcabusad por
qoe *b minha f liie1ianco tmbem le
I; com dilTerencu porm de nm 1er
isca e outro entre os lerriveii espinhus,
que exiilem no lugar em que combata: esle negnf
to dos san lmeos corvos, que
i vn tiveram occasio de vi.-ilar ou applicar i
a aos habitantes do famigerado Mu-
agora a recompensa que daro
aocapilaXed, ^^ei0i!^t''^ ;"^
^^ Lque he a
quilombo que ha
lia, por assira dizer, na frente da
i' de todo destruido; >s negros tem sido a
e agarrados, oulros he tem entregado ; o
iloni dispersos naquellas escabrosas
aram, mao grado seu, esta rara
odos os momelos amea(ava a vida
udeiros daquelle enntornos. Era tal a
indairos que ja nem podiam contar
i o servicos dos seus escravos, porque estes de
em dia iain abandonando aos seus seiihores e a-
0 referido quilombo ; visilavam
Ihea pareca diversas fazendas, sem re-
ioi;o rlgnm, onde compravam dbjectos necessarios
parasau susUnto: nioguem laas negava cousa al-
lomo a repetar-llie corria grande ris-
co de vida ; podiam matar afoilameote que licariam
impunes, eq| se cuidar de proiidencia alguma, que
laodeiK a ailiiiguir um mal bem pernicioso.
O lame de Eim. Sr. vice-pnsidenle desta provin-
cia o :oronel ;uel Antonio P.nto Guimares, sem-
[ pie aura' lembrado pelos Paraeusss com saudosas re-
cordai-oes; foi ella quem sabia e prudentemente
deq ordena para que seguiatem o soldados tacita-
ment', e que sem desanimar fez com que o ilesla-
came iio allj se conservaase o lempo suflicienle para
i da um quilombo, que lauto-
nuilos pro| rielarlos, sem que is-
a consciencia a' neobum dos seus
aotetessore! Aiguetn dir.' que mentimos, mas es-
ostentar UO--.I asanreao. lie
le qoe varias vezes partiranRlgomas ex-
in; porm pergualamos nos,
as '.' quacs os seus resultados'.' e
iras que se buscavam dar.'... saiba
meu charo que nio exceda a "O o non
ero dos eicravus ezistentes i o quilombo de Muca-
! Onlrelaato que todas as expedicoes que para
la ij n, vadlavam norrrisadas coin as dillkuldades
que ie flm apreseolayain, e cjm os immensos obsta-
rolu que encontrrvam para hileros negros conve-
meu amigo, or. Maunel Fer-
-| Ribeiio, hje comman Jante do corpo de po-
jis, bem poda uos erplica as dilliculdades que
tem encoutrado, e se lio ou no maja judicioso o seu
modo de pensar... Cre, pois, o Exm. Sr. Mi-
nio Pinto Guimarars oa nossa siuceridade,
aba as bcn; coniurnos desla cd de, pelo bem que soii-
bc desMnpeuhar a sua alia missao, como enrgico e
lado adminis|radcir da sua patria natal.
I'ela minha singularidade observei ludo quanto se
! Mucajuba, sem qoe nioguem por isso des-
'jam os Ingl'izes que para la me le-
m, julgiuSo agora que tiangaram comigo pela
minha presenga rachilica e deforme ; malsabem
ell ,'s que foi um benelicio que me fizeram.'flo con-
tra rio referir-lhc-bia muita cousa boa destes sonho-
res de mneambos.
ida vJo morread'.) algnmas pessuas do momieur
lo sei quandn semelhanle peste nos
nde abandonar: a quosl.o CaUro-CamiUo vai
iido gradualmente ; Dos permita qne isto cou-
. he lao feio dous llamen, alias distinclos e
irados, andarem a* brigar por cansa do cholera-
mtrbui ; aposto que anda Ibes nao provaram o go-
uao por ciperiencias, .Jo contrario nao leriam
lo lano* diagnsticos que w serviram de con-
fua lira gente, segundo diz o Malheus, quenaodei-
i pisar camaiao pela inallu.
ol nao' oslar la cidade na occasio em
le de Nossa Senhora da-
a estrondosa, briihanle
.a; o peior foi n)o acabaram de concertar
la Blasma S'iiU.ra, que liavia ficar bem
xtni s.melhores da nossa capital. mur-
- i'L'alaaem nn adro urna bussnla igual
a ao adro da igreja de Santa Auna ;
sor una bu .aula demarcada por um
> francez, qoe aqu Iciim- a gauhar
iiicusa-'s, que absurdo, meu amigo, que grao-1
dntade animo, queagudei e lino administrativo!...
imisiio seria inelli ir qoe empregassem estedinhei-
r j no ennrerlo da Igreja. do que exlraia-lo o des-
paraladaiuenle! o que |l,e pnsso aOirmar beque
muita gente que n3ocooeo la |comigo em genero,
caao, nesle poni he da minha opiniao, e
ao o era' aquelle que nao quizer e-lo.
O menino philtMopho loinou-se horrendo com a
c.ibclleira cortada ; agora a nao vale o que valia : o
Malheus.na qualidade deuulropophago desprezou-o
mmpletamente Alem de coice, queda, estii-se-lhe
acabaudo o lempo de tirocinio em pbilosophia; ab l
queira Dos, que a espoleta d'esla vez, uao arroben-
te com o calor da plvora...
No dia U do crrante, leve lunar o cirio da mih-
grosa viraeio de N'azarelh, esleve baslante concurri-
do, e mu bem ordenado, mas. segundo dizem, a fes-
la esle auno n,lo promette ser cousa esplendida, e
apparatosa, porque sondo o juiz o Jos das Latas,
ludo esta dito, isto he, ludo uto presta.
A' proposito de Nazarelh : urna noite deltas para
la moencimiohava, e u pasear no poni culminan-
te da estrada do Pao d'Agua, ouco urna voz, que
mais se assemelhava ama gaita, do que a outra cou-
sa, e es:utaudo atletitameule pareceu sne, que can-
lavam a senhora lagoile du raudeville, a tirara de
Deot, he agora a que esi mais em moda, e nao me
enganei; drigi-me ao lado d'onde vinha o som hor-
ris.uio, e quaudo aprolima/a-me, encnulro dous
mancebos esiacioiadus justo a urna janella hermeli-
cameote fechada ; parei aubtilnieiit : he ella, que
cania, dizia um'iiaorhe dizia, o outro ; pois nao ou-
ves aquella meloda (ao para como ella ? oh por
Jess Oiristo, nao profiras seiiielhanle sacrilegio'
se ella ho pura com aquella voz. juro-te, que nol
quero mam saber dalla !!.. Travou-se um duejo.
rom tanto eaUmido, meu charo, que immeoiala-
menlo abrio-s a janella, ha poaco fechada,^ foram
adverlMpoadous antagonistas, |,ela donada casa,
que se cootmua-s-m com lal dcalinn olaiida-los-hia
afn demora cincelar, pelo pai llilartoV negro, que
apozan .seos 7.,, era bastante f,^ possante pa-
rai repeti-los. Os. mancebos, qusole alguma forma
nao quer.am desagradar a m*f da pequea, relira
ram-se pezarosos pedindo fil desculpas a senhora,
que se moalrava b islanta/indiguada. e pone dis-
tancia eucoulrain cq(!ig0 ; ambos eslavain suffo-
cado,, echoravainjuiargamenle: meu bom velho,
viste o que acabale acontecemos ? disse um d'elles
que dava visosXle graude indiligencia, sem duvida,
meu lilhiyrefpoudi-lhc eu ; ora pois, lu, que leus
expeneii que esKmos bastante alUclos. Acouselhei os dous
rapaafes, toruein-us amigos,e voltaram aa suas casas
ba,tantesalisfeitos. Esla scena peripattica lie digna
de meucionar-se ; quem quer, que cantava, caulava
mal, he urna verdade, mas uao era isso razao sulli-
cienle para um daello, nem ameacos de chicote do
pai Hilario, que foi o que mais atilgio aos rapazes ;
couei por pontos este caso ao Malheus, e elle disse-
me, que uao deiiasseda coioinuoicar-lh'-o : eis a ra-
zao porque o fac,u.
Vai sabir brevemente um novo peridico,intitula-
doCl Colono de Sossa Senhora to 0>t dizem, que
lie proprie.lade do Jos do O'Daos o fade na sua
einpreza, e nao seja ella interrumpida por eslorvo
calamitosos, comosoem ser todas emprezat jornalis-
licas ou periodiqueira.
O patriarcha Treze de Maio (urnoa-ce um uovo
diario ; porem lie IAo cheio de dito ao mesmo, que
inorlilica a paciencia do respeilavel; quanto ao
mais nao deUa do de ser interesianle.
O Diario do-Grapt-far be sempre o uiesmo iulre
pulo, e saborosu. '
O do. CnmmerrU,, segundo jolgau esla por* mo-
mentos.
Scguio no vapor passado para ilarenho, e Cear
o meu amigo vel.'iu Eduardo Angelim ; dizem que
loi a negocio apollante. Dos o leve em pai, e
o cucha de felicidades, lano quanto baste para
concluir os seus negocios e mostrar'a Fernando Jo
da Silva, que ja la' se fui a lempo, em que bifavam,
ou maodavsin bifaros parcos, e leiloes para mimo-
sear-se ou comer-se in lvidamente, contra a vonlade
deseus donos A causa do Sr. Anselim be cheia de
jiislii;,i,e raines; c u'ella figura o celebreex consulaje
Portugal, ceg protector do brbaro, atroz,e ciei rau-
do capitn da galera Defensora; figura', sim.lporemde
urna maneira raudiculae deshonrosa, propria mesmo
do seu baito, vil e mesquinlio carcter. Sei com
caneza, que o Sr. Angeliai esta' hoje relaciooada
com a. priucipaes persooageus d'esla provincia; he
quanto basta para confundir aos rus adversarios,
que talvez nao excedam de femando Jos da Silva,
de execravel memoria para os I'orluguezes, e para os
Brasileiros. priudipalmeiite quando -ouberein das
sussacciies pralicadas para com o Sr. Angelim.
O vapor Tocanlins, trouva' seu bordo o Sr. Reg
Barros que ja se acha de posse da presideacia da
provincia: Veremos agora qual sera' o andamento do
nosso progtosso material, e at moral.
A Dos, at a primeira.
O cabra l.niz all'aiale, matou o Eilevao da Costa
Barballm, com urna acha de lenha em fio de
Barbilhv eslava preso e "entre -J8 pessoa, .
desla \ da i bracas na estrada que vai ao-^Bapa-
leirrfqurtoo 0 alfaile Luiz Jos de Mella%ipro-
xiinou-se desse grupo de pessoas, e^ase-ihes :
Voss ainda eslo com este diabo^\ivo '!!...
E arremessaudo-sea sua Victima, aunfelu Eslevao
Barbalho, com urna echa de lenlurnia mao alcou-a
a descarregou-lh'a com lauta lefneidade, qac o der-
ribou por ierra, fazendo-o lacar saogue pela boc-
ea, pelos olhos e pelos ouandos, e no cabo de poneos
dias morrea com a cabera em estado de putrefac-
cSo !'!... I,io foiyfsto por lodos os que Mi esta-
vam ; e entretanto- as teslemnnha do processo que
ludo preseivciaram, juraram que 03o viram oem ou-
viram cousa ueiihuma Oh Sr. meo,eu onuc.i
vi lauta profanacao da consciencia e da religiao !__
E quer Vine, saber porque essas malditas teslemu-
nbasassim procederam*Ue porque se diz que o
raeslre Luiz alfaiale lem algnmas patacas; be por-
,que se propala que o juiz procesan ule trata bem e se
iuleressa pelo assassiuo cobarde de Eslevao Barba-
lho!....Miseraveis! mil vetes ahjeclos e venaes!!!
O vigano Nogueira he o li mei......o do seu
linado pai, o teneule-curouel Joao Joso Nogueira, e
como tal, leai de dar i inventario lado* os bens
de-ate os quae devem str dividipos por'J herdeiros.
Iiin deste, limiiemdoealo de paralysia, inorando
em Oeiras e nao podendn vir assistir ao idvonlarin e
partilhas, uoineou procurador para esle fian, a Tibe-
rio Cezar B rlamaquc, morador n'aquella cid.i le, a
quem encarregou de reveber o quinhao que Ihe ca-
be, e de concordar com o padre acerca de "i:u M> rs.
quo elle deve a' casa do seu pai, sondo a concorda-
ta para o Din de nao entrarem no seu quinhao aquel-
les :OOUy rsM que elle se obriga a salisfazer aos ou-
lros herdeirot eus innaos, ele, ele. O padre recusa
amiuir a itlo, o Burlamaque insiste.Por ora va-
mos tend ii-sac inventario materia para a conver-
sacau.
Ouca mais esta, HA-, ineii. c pasme!O des-
ditoso Joaquim Verreira da Costa, cs-professor de
primeir.is lellrai desla villa de Valenca, quaudo es-
lava floribundo, poucos dias antes de sua murte, s
consegua adiar algumas pessoas para Ihe fazerem
sealiuaiia de uuite, pagiuido-as a IJ rs. cada urna,
pornioiU) ; e possuiihi alguiis cubres c Uasles de
valor, o enici laram eovollo em urna rede de tanga,
ao passe qoe 5D9 rs., que estavam em urna de tuas
caitas foram rouhadus por oiu individuo cuja aomu
se procura occullar'. '..... Fucsia' a idea da reli-
giosidade, philautropia u civili-ai;ao do geral do
povo do serian do Piauh) Meu seuhor, a cor-
ruprao e a impiedad, associadas ao egosmo, cou-
lilueio a desgraca e a desiuorouameolo du sociedade
piaulnense que necessila de nina completa regeue-
rajao.Bsse cardume, grosso e espantoso de mu-
Iheres prostituidas, que iuuuudatu todas as villas e
cidades, e al os mais iusiguilicaules pnvoados, es-
panta, horronsa, e tanto mais quaudo sao ellas uina
prova da corrupeilo e perversidade de homens sem
edurac.io. que sa uao envergonham de ser persegui-
dores da lloara de miseraveis douzellas, que se nao
prosliluiriam sea seduccao de seus corruptores im
mandos au Ibes atsallasM o credulidade, a boa fe o
a innocencia iiieiperieotcs I...
Por boje, he o que posso dizer-llie, Sr. corres-
pondeule lo Diario; e peco-lhe que d-sculpe-me
oserrus, puisque uaose escrever correlo, porque
uele nosso centro de serlio, mi alguin formado que
por aqu vein dar, sabe grammalica porlugueza c de
outras linguas, c uo eu e mais uossos conterrneos.
que apenas aprendemos acouhecer as lellras na es-
cola primaria.Este nosso Piauhv lie um louvar a
Dos !...
Saude Ihe deseja o seu amigo.
' O Valenciano.
veja la meu tharo seuhor, se tambi-m agora uao
lenho um Cyrinneu, que me ajuda a coaduzir o
innleirodos acoutecimentos ao calvario da publici-
dade e e nao devi estar alguuiu cousa coiileate.
Lembrani;as no collega da capital da Parahibd, e
aceite a,que Ihe dirige o sen amigo.
I'almeira.
o dia 18do corrale principiaran! em nossa matriz
as preces pelos suffrimeotos de nossos irmaos, e por
isso lenha par nao dito o qne Ihe escrevi, posto
que fosse ilo posteriormente ; porm anlet farde
do que nunca.
Foi aqui recelada eom especial agredo, a noticia
viada ja por cartas particulares, de achar-su.u nosso
celho cbefe de polica aomeado para n mesmo lugar
aa provincia do Ceara', pois com quanto livessemos o
dissabor d o ver sahir de entre nos, tivemos o pra-
ter de ver qoe o governo apreciando suas eminentes
qualidades, e relevantes serviem Ihe confia a polica
de urna provincia de maior calhegoria : sempre qoe
o governo soaber apreciar o mrito, e os servias
de seu governados, lera' mais quem o sirva com
dedicarlo e desinteresse.
S. Eic. continua com toda a aclividade ua obra
do hospital provisorio, e creio que em breve estara'
em estado de poder prestar alguma utilidade.
Por ora a salubridade publica contina inalle-
ravel.
Acha-se livre do cuino de ttnlaliva de inerte por-
que eslava pronuoViado, o escrivo Mallos da villa
de (ioiaunliia, por meio do recurso que nilerpoz,
para o l)r. Lobo juiz do direitoda comarca.
Tambem luterpoz recurso um individo de iiome
(iuedes, pronunciado ha inuito|por crime de moru-
na termo de Touro : os autos se acharo ja em coo-
clusio, ti vera esl lama, taaibea) sera' desproouu-
ciado, Neste mez Irescriminosos etio uo meio da
ra por meio de recurso ; se contina a inania pon-
eos -er.io os que tem de responder ao jury d'aqui por
diaute ; e cu ocho isso bem bom, a cousa be chegar-
se ao lim. poresse ou por aquelle meio pouco im-
porta, e de oais be o jury menus indulgente '.' Nao
estao hoje osjuizes de direito coberlo de iinuiiida-
des dos ps al a cabet-a,nao lein os mais lautos po-
deres uo foro criminar.'! Vira queui pode, e o
mais sao Mtias 1,'ue bello mundo se nao bouvea-
sc cholera !
Im desses dias um prclo caruiceiro deu urna la-
cada em um Africano liv.e que >e acha assalariado
ao professor Jos Cothardo, Irata-scdo processo.
Nada mais ha. mi caro, que seja digno de ser
levado ao cooliecinieutu dos seus respeitaveis le
Carmo, rna jff
neo, de S. Rfm

' PIALI1V.
N alcuja 11 de selembro.
Mon ami el teigneur.toi Ihe de' muito boas
lardes. Que baja passado bem, isto he, com saude,
dioheiro c Ausencia de detractores e maldizentes,
estimo a--, i-..
Sirva esta saudar^lo de proemio, e entremos em as-
sumpto, quo he o que serve hoje i Vmc; e o que
compelo ao pobre e rude missivista.
Continua nesta villa a oceupar a i/ueslaodo dia o
inventario da casa do linado Joilo Jos Nogueira,cojos
herdeiros, nao estando concordes, argumentara por
lilil-rentes theorescerca de seus quiuhdes. Salvo
daqui o Eneas Jos Nogueira, que ora esta estodan-
dodireilo na Arademia do Recife, e que, mesmo se
estivesse aqui, uAo altercara com seus irmaos por
causa de 2 ou 3 bois e 1 ou 2 palmos de Ierra de mais
ou de meos, pois que be um m 'co de bous senti-
mentos e, alem disso tem instiucc.io e medita -para
nao dar valor lao aubidu bagatellas ou uiiitia-
ras.
O padre F. J. NoMeiriheo lestamenleiro de seo
pai ; e pois he coaira alte que se arreme--un Indos
os tiros desizanta edispliceuciadaquelles seus irmaos
que gueretn o que elle nio (fuer. Lu se bajam el-
le com seu ungu !...
A 'oiu emq lasi toda estjHpHfincia. Vai grassan-
do yjfcpA^ej aatJiV-iquelleaa quem ral-
lecem recurso, \^^f
Mallas pobres >jai colillero que levan) vida palu-
da, oceupsando-sc am malar papagaios, que bamuitos,
para veuoierera o comerem, sendoesseo seu sustento
com a powfluisslma familia que .compran) cara com
os viutensvcroduclo do*'papagaios.
Os mauiinuntos de milho, arroz,feijao. zerzelim,
btalas, inliauWatc., nao ha,e sineule apparece fa-
riaha, esa pouca por alto prcro. e ra/padura em
grande ahiiiidaiXcia al no prsenle.
Ja' sabe, VniclDOM, que lite disse que lie islo por
" aver sidu maig^?!!^!i*jn, invern deste Ingrato 55 ;
uecere dediz^TuT^aTa^^^
he tambeai por serem os meus cuncidaditu-. do Piau-
hy deleix'do o ioeariosos, desprezando a lavoura,
que he verdadeiramenle um maiiaucial de prospe-
ridades para oin povo que habila um solo lao aben-
roadu como he o nosso.
Elle desprezam a agricullora. oceupaudo-se del-
la nicamente alguna homens que possuein escravos,
sendo que esles mesmos nao prucaram melhorar
suas la muras, das quaes s e smeule tirana o mais
uecessario a' sua familia, e o que querem '.' __o
que bao de esperar '.' fume, miseria de ludo que
concerne a' gastronoma, desalent na classe nfima
do povo e atrazo alllm !
Eis-aqui a verdade, e quero sobre ella ser contes-
tado.
Na provincia do Ceara' qne nos lica liinit'rophe a
E., onde o geral do povo be laborioso o de propen-
sa o decidida para a industria agrcola e mauufactu-
reira, suba fomu ni populado quando as horrfi-
cas seccas, nase tremendo f/)ile da ira de Ueos, va o
encher de lato e terror os habitantes daquelle deli-
cioso torran, verdadeiro Edm do Brasil; do con-
trario, all reina a maior fertilidade.
Ha poucos dias condujo o juiz municipal sup-
plentc desle termo, o coronel C. de Souza Marlius,
o processo crime de Luiz Jos de Helio, o fero
meslre-Luiz-atf.iiale, pelo ,i<*askfnato que pralicau
ua pessoa do mleliz Eslevao Jos da Costa Barba-
.Ibo, que, quaudo foi victima de urna horrenda bor-
doada que Ihe descarregou ua cabera com furift in-
fernal, o sicario tnetlre-Luiz-alfaiale, achava-se
amarrado e rodeado de mollas pessoas,que correram-
Ihe ao encalso para o preuderem, por haver elle as-
sasin-do uaquelle momento (Ib de dezembro de
1852 '., a una menina e fendo a 2 ou .1 mu-
Hieres !
Ja' Ihe dsi um esbo;o deste facial ; boje apresen-
lo-lhe onlro sobre a elastici lade das roriscienrias de
homens miseraveis, que sobre suas almas dAo jura-
mentos fulsissiiuos, sem se lembrareio do sacrilegio
enorme que commellem, e que ah lica para exem-
plo funesto de desmoralisaeao e impiedade ao meio
da sociedade : e vera' Vnjc. o que pude pralicar
o bomem quando Ihe failam amor e temor de Dos,
o viva creara na vida futura !!! lie horrivel! !
Ue deteslavel !
Veja bam O metlre-Luiz alfaiulc assassina
a Eslevao Barbalho.ja preso (1 I } pcranle 20e
Lalas pessoas ; as lestemoiiha, que depoem uo
processo do alfaiate, e qoe foram liradas dentre as
que presenciaran) o fado juram que, no meio !
de lanas pessuas, niuguem so-iba qual loi a qu ma-
tan a' Barbalho ou a Eslevao Jos da Costa
Ue execrando e odioso o jurar deste modo! !
Jurando por esle Iheor lodasessas infames leste-
muohas, ellas, por uajenlo servilismo e abjercao,
quizeram facilitar a livranca ou absolvicio do "co-
barde alfaiate......: mas espero qua promotor
ppblico e o juiz de direiia ilesta comarca, e os jura-
dos desle termo, compreheodam a grandeza do sua
llli-sao.......*........
Onde estao as penas do arl. 169 do cod. pen.,
qoe se nao fulminan! sobre esses despreziveis perju-
ros, qne por um vil interesse, salTocam o gritos da
consciencia c conculcara a religiao, que tambera ju-
raram a Dos profesar ?? ? I
Olido esta' o vigor daquella disposicaoda lei cri-
minal e penal 1 Tudo esta' smente nas paginas
do cadigo,? dalii nao pasta !Ai .'triste dannssd so-
ciedade Quando homens ignorantes e ma'os sao
os encarregados de execotar a lei, ella he burla Ja o
illudida, plantando nicamente no paiz a sement de
eorrupSo e irreligiao I Aqai tico por boje.
A provincia vai sem HdicjVo c saiu disturbios ;
mas vai ero atrazo, e oa caprichos e perversidades
de enfatuado* reijulozinhos locaes, vilo caja. dia
coiislruiudo paginas negras de fnctos injustos e alro-
zes. exercialos em miseraveis pobres, as qoaes man-
chara o livro de nossa ja' envergonhada socie-
dade I...
Post scriptiim.ljm sojeiiinho que nao gosla que
certas cousas liquen na urna do olcido, como diz
certo velho aeclanle, fumante, conversante e pe-
dante, que eu conhci quaudo era menino, em So-
bral,fez-mu minio dos seguales apunlamentot,
que elle tomuu pedlndu-me que os pastaste as pagi-
ia< do Otario; o qae ad referendum pasto as toaos
le \ rao. rocommendando-lhe o que me oedio o
Cirat, das Trinehriras, Camboa do
Foro, das Florea, da Paz, do Calaboo
Jetas dat Crioul-s, dos Quarleis, de Sanio Ama
da Roda, de S: Francisco, Bella, da Florentina, t
ves Pateo da Independencia, ra da Saot Thereza. ^tec.
co do Virainio, Pateo da Penha, dilo da RimUra,
praia de Sania Hila, ra do Fagundes, do Noguei-
ra, de S. Jote, travessa dn mesmo nome, ra de
Santa Cecilia, dila o'Asumpcao, das Calcada, dre Floriann, dat Cinco Ponas, Aogu-ta, do C-ilde-
relro, da Palma, do Marlyriu, da Atuas-Ve,rde,
travesa da Viracao. dila dos Marlyrins, r-ja de
Moras, Aterro da Boa-Visia, becco do Ferrei-o. ra
do Caniarao, dila do Hospicio, Praca da Bmv<.Viita,
rna do AragSo, dila do Rosario, da Conceicao, tra-
vesa do mesmo n-nn*. dita do lamba. rUa da Ma-
triz, Velba, Pateo da Santa Cruz, roa da Caita d'A-
gua, .loa Pires, Pateo e run da Sol la.de. Trempe.
roa do Sebo, dila da Santa Cruz, Hibeira. ra de
S. (encalo, Coelnoa, becco das Barreiras, Mondegn,
ra do Colovellu, da Gloria, Ponte Velba, ra d'Ao-
rora, dila da L'uiao.
Con(inua-se a remover os entulhos; a aterrar
com ealica parla de algumas ras nos lugares que
sao mais baiios; a excepcao da tv,-,) das Cinco-puntas,
que tem sido aterrada com a reia, que se arba ao
lado do Forte do mesmo nome ; o que ju lenho ti-
do a honra de V. Etc. rieejararem m>o< anterio-
res relalorios, e igualmente rf/rca do aterro que se
continua a fazer em urna das traveseas da rna da
Concordia. Fez-se o serveo com cincoenta e cinco
trabalbadorm c aponladores.A folbas das feria
das qualro fregnezias inaportaram em res 2323280,
alluguel das enroca- que trabalharam diariamente
nas freguezias de S. Antonio e S. Jos, ris 1088000,
na freguezia da Boa-Vista ri 368000, areia em-
pregada no asseio da roas e onlros lugares, nas
dua primeiras freguezias, ris 2-29400, ludo confor-
me as cuntas presentadas pelos respectivos aaen-
tes. He quanto tenbo a honra de levar ao conheci-
inento de V. Exc.
Dos guarde (V. Etc.Recie 22 de onlabro de
IK55.Illm. eExm. Sr. Bario de Capibaribe, dig-
nissirao presidente ta cmara municipal.Joao don
sss.
ele.
PERNAMBUCO.
,ores", i- i -. ,. .^ Saude. paz.diulieiro e niimuuidades.lhedesejo e|c? Ribeirinlus.
Conforme. O wcrelario, Manuel cranra Ac-
ctoli.
ra, acom-
.ssoas m.iis
ava postado
cional desta/]
competente
ncias do es-
CEARA'.
Fortaleza 22 de oulnbro.
Pelo vapor Paran, que daqui parti no dia 11
do corralo para os portos do sol, deixou de er re-
medida u Vmc. a compele n le missiva, por qne o seu
eflectivo correspondente se achat/a, cuino ainda se
acha, fora deslacapit.il. e com quaulo me houvesse
encarregado de supprir a sua falla, nio o pude fazer
por oceupadu, e tambem o uao lia pelo Amazonas
por eslar doenle.
Mnilo leria que n>lici|r-lhe. mas nao me acliau-
aJo com forras, ou con) as habilitacocs precisas para
bem prcencher este lugar, que provisoriamente oc-
cupo, o fari de mudo que rae uo lome infadonho,
e a geito que nao lome o espacv do seu jornal, que
poder dar lugar a melhores prodceos. Esle be
vscavaeo, vamos a materiaV Principi.irei pelas mu-
danzas ailminislralivas, ou alias de adminislradore*
que se tem dado nesle deceunlo, aiada que alguma
cousa do que vou referir ja lealha chegado a sea
conhecimentn por oulros cana-*,
Foi no referido dia II que ileiuua pr
desla provincia o Sr. conseIhciro^',,*^vJ
passando-a ao terceiro vice presii
o Sr. comraendador Jos Amoniu'
aiiiar el qiiarenleua o Exm. Sr. .
vier Paes Brrelo ; no dia 13 ;
este ao novo administrador, o qual
po-.', seguio de palacio casa da
panhado de todos os empi'egados*"-
grada desla capital.
capital em grande uniforuie, cora a
banda de msica para fazer as conl
tvlo. Ne-se mesmo dia foiS. Exc. t
p'ela ollicialidale do dito balaihao, e jmpriraeiiUlo
o lera continuado a ser pelos emprefnos segrales
colliciaesdo2-.de fuzUeiro.s; e vi.ifcados pblicos
polas principa jWPl^-^a.10 cuiisl.iulc-
commendador M/jP pt's-|Ts IJ 1,1 uidautu-J) Sr.
apenas dousjJ/*Wiado atmiuislrou a provincia
peolioradaa)*:is> m,ls uesite pouco lempo deitou
-iras pessoas que com elle trataran), e nao
^aiwrou sem praticar uu\ acto, que assas demons-
a unala bondade do seiKcoracao, o qual foi de-
mandar soltar algn, iecruU.-, que iilguu dignos
desle favor.
Na vespera du dia em que ujeixou o itoveruo, oc-
rorreu um facto, que assai o laagoo, callligio a lo-
dos os bons cidadios.
Evadiram-se da cadeia desta cidade 2 presos, lo-
dos de graves crimes, dos quaes tres ou qo" > er-
tavam coudemnados a pena capital. O cbefe "
licia interino desde a hora ca qne Ihe coa.
facto foi iucansavel cm lomar prnvnlencij,
captura dos evadidos, e ainda couseguio a PTsa de
cinco ntreos quaes veioum dos coudemnados a peu
ultima ; (icaudo todava, anda "18 oncas nau em
peso mas em fevocidade ) espalhadas por esses mal-
los para irem devorando novas victimas. Aquel-
le cbefe de polica interino, que cutan era o l)r.
Vicente Alve do Paula Pessua. solicitou e oblcve
do goveroo a reines.a para l'eni indo de alguusseu-
len.-i i lo-, e la seguirm I i pelo vapor de guerra
Amazona!.
O nnyo administrador, o Sr. l'aes Brrelo, chegoo
era luuilo boa quadra, pois as paitos polticas estas
nm pouco arrelecidas, o nome de bom administra-
dor, que deixou na Paraliza Ihe d;i ua pequeo
prestigio, e o seu carcter sisudo e grave o tornara
inaccessivel us prevenrOes anlecipadas, de que os
parlelo.se costumam servir ai mandse conlra os
seas desalivlos
Ja tmou providencias, e deu adequadas ii.struc-
roes para melhorar o servico das quarenlcuas, Jque
eslava sendo pessimmenle feito, o se uesta parte,
ajudado da Divina Providencia, for fio feliz, que
possa evitar a invasao da terrivel epidemia, quo nos
aineac.i, ja nao he tan pouco para ser abeuroado por
esla grande porcao de povo confiado a sua admi-
nislracao. Nao Ibe quera dizer, mas sempre Ihe
digo que depois da sabida do couselheiro l'ires da
Molla, os jamaca desta cidade iucelaraoi urna, dis-
cussao duendo uu lros que adminislrou bem ; uo quero 'cu ser juiz
desta causa, mas ja ouvi a um sujeilo espirituoso
dizer. que se o cbamassum para arbitro, elle liavia
dicidir a emienda ao meio.
0 nosso oslado sanitario prescufameute be bom,
a seguraiica de propriedade nao vai mal, porm a
de vida nao be boa.Chegaiu sempre noticias de
assassinalos commellidos pelo serbio, e entre estes
figura O do illleliZ Lean lio Custodio de Olivcira
Castro, no termo de g. Joao do Principe, niorlo por
umeu primo, o qual pule evadir-se.
Entre os pheuomeuos recentes coula-se o do nas-
ciraento de urna crianca para parles do termo de
S. Bernardo, i qual uascea vestida de mantelete
preto, qne cingo do pescoeo at a cintura, co-
briudo os hombros e todo o aulo-braco, licaiido o
peilo alvo, mas indo fechando ni ngulo al o um-
bigo ; leudo porem na garganta um lacinho lam-
ben) prelo : todo o resto do corpo be alvo. AIIir-
main pessoas que a viram, que na cintura e nos
colovelos tem cabellos negros multo linos, lingindu
franj
KEC1FE27 DE OUTLBKO DE 1855.
A'S HORAS DA TARDE.
RETROSPEGTO SEMANAL-
Corra a semana socegadamenle, quando no d>a
26 i liegou da Europa o novo vapor Mrquez de 0-
l/'ii/ii, pelen rceu lea Cumpauhia Per iiain bura nade ua-
vegacao cosleira, Irazeudo-uos a noticia da lomada
de Sebastopol pelos alliados, o isso fui batanle para
alvorocar os animo, dos numerosos partidarios que
nesta cidade tem as duas pnrleslbelligaraules, licau-
do ludo em fcnnenlacao. Como ainda esta inulto
rcenle a expsito de lodos os pormeuores desse
grande acontccimcnlo feita pela nossa fulha, ere-
mos que de bom grado nos dispensario os leitores
de os recapitular aqui.
Tinba-se verificado em Portugal a acclamacao do
joven rri, o Sr. D. Pedro V, e da Testas que por
Ido justo motivo se lizeram uaquelle estado, tam-
bem consideramos os leitores como sullicieuleiuenle
inleirados.
O vapor inglez Aoon, chegado do sul do imperio
uo dia 23, nada adiautou de iuleresse a noticias
viudas pelo que de perlo o precedern!. Coutinua-
va do mesmo modo o estado sanitario da corle, as-
sim como o da capital da Babia e oulros lugares do
interior.
No da 2 couiecaram ua laculdade de Direilo
desta cidade' os actos ou exames do respectivos rs-
tudanles, e bem quo o lempo, segundo uos dizem.
Ibes tculia corrido bouaucoso alo o presente, com-
i lo alguna RH lureos no priraeiro e segundo au-
no parecen) aiini- *.Tr que alguma alleracau aa fa-
ro sentir para diante na atmosphera que os circum
da. Enfeuden) algumas pessuas a quem temos ouvi--
do, que he chegado o lempo de aquilatar-so a uo'.a
reforma pelos resultados dos etaraes, e sera dujda
levados pelo espiritode maliguidado.peusam qul;lla
so se pode acreditar chiirando a chamusco, ^pela
uo-sa parle jamis desej.nemos ipie a bnnanr
ceda a tempe.lade ; mas se com elfeito pede
lira e 0 inierease do Brasil quo se cerceie o abuso
DIARIO K PERN4TOC0.
Cheeou liuulem dos porlo do norte o vapor To-
canlins, trazende.uos gazetasdo Par al 17 do cor-
rente, do Maranhao e do Cear al 20.
Permanecalo em socego toda* a provincias desse
lado do imperio, e em nenhoma dellas, graca a
Providencia, ion, apparecido alleracao sensivel oa
salubridade publ.ica.
A cartas dc, nossos curre transcriptas lio lagar dn colame. dispenao-se de
iddicionar-lli es aqui qualquer cousa, porque nada
de interesse adiaiitara ao seu conleudo as gazelas
recebidas.
\ aran covicluir o ettracto da noticia trazidas pe-
lo Marque: de OUnda.
A queda, de Sebastopol, que como distemos em o
o numero anterior em vez ds desanimar os Itu.-os,
parece leT-lhe<.excilado ainda mais o brios, tam-
bem en' nada arrefereu o amor que aquelle povo
cousag i ao seu soberano; |iur quanto sahiodo esle
para vvaitjr a igrej. do 9. Alexandre no dia de seo
nome., quaudo ja' a infausta noticia tinha chegado a
o- I iflersburgo, fura par toda a parle recebido com
eniliiisia.iica- acclama^oes.
f^rproprio czar est, pela sua paite, maisque.uuu-
ca|eterminado a continuar a guerra, pois segundo
esf/revem de Borlim a' Correspondencia liaras, no
despacho lelegraphico pelo qual communcara ao
r,*i da Prussia queda da sua fortaleza na Crimea,
ixprimira-si- uos seguiutes termos :
A yfissia nunca faro, d paz depois de um reeez.
A poleadas silladas estao tambem decididas a
fazer o mesmo, cm quanto nao Ihei lorem dadas po-
la Ruia ai garantas que exigera e a que ae julgam
com direito.
Todava umitas pe-soas em l ranra e principal mon-
te im Inglaterra pensara dilferenleieutedos respecti-
vos governos. Ellai dizem qoe a' vista do aspeen
r.ii.. n.,1. aBlei,Sdor dos revolucionarios assm da Polonia
lleno peur .njua- tomo at j
das approvaealrs escandalosa, eulao direraoja com os
entendidos: fiatjuslitia He pereul inundi.*/.
Tinham osmaules do extraordinario aj do nara-
vilhoso pntpyjUdjB que a* Airic-anus anfprehendidos
em Serinhaem se haviam evadido. eVom esse falso
boata^aneito deraijue billar. Enlo<.ianlo tivemos
a salisfacao de ver cliegar uo dia \l'u brigue Ilama-
racdconduziiido us rafaridus .xfr/canu, com o que
liveram de encolher>*e os p/opaladores de ms
novas.
A sada publica couli
de ; mas o calor torna-
Renden a alfaudega
Falleearam 28
eiavul uesta cida-
juais intenso.
meio milhSo de libras de ferro por dia ; islo he,
que arrimecarauj cidade 18 milhoei de libras no
espaco de 30 a id das.
Escrevem de S Peiorsburgo Ga:eta Nacional
de Ber .im que comprebendendo-se igora qoe Se-
bastopol ora um ponto muito avaucadi para o poder
martimo russo, d'ora a vante a s le ca adminitlra-
tlo central da esquadra da mesma naco oo mar
Negro i.eru NieolaietT, em cuja* arsenai e eslalelros
ha prgientemente grande aclividade.
No Ilallico, depois do ataque de S aborg, nada
de imf'Ortancia tinha ti A esquadra alliada aQaslara-aa de Couslradt, con-
servan lo porem ainda omais rigoroso bloqoeia, en-
tretanto munot vasos delta se tem ja retirado da-
quelle mar em direcrao Franca e a Inglaterra.
O governos deslas duas naces Iritam dt inti-
midar os estados pequeos que mettram alguma
predilecrao pela Rusta, fazen to-se sentir mai a ac-
cao dos mesmos na Grecia e aples.
Relativamente ao primeiro destes paites, eis o
qoe se le ua /. do C. de Liaboa :
Trieste, 21 de selembro.
A mala do Orienle que acaba de ebegar traz
milicia- de Alhenas al I de selembro.
a O Iheor das iuslrucres da las ao embaixador
britnico em Alhenas, com retacan sdesiotelligen-
cias com o rei Othou, aiuda nao be c jnhecido. '
u A. iiisiruccnes dalas ao encarregado de nego-
cios da Franca dizem que o governo imperial nao
euleude por modo algum otlender u>, direitos sobe-
ranos do ro Olliuu, que S. M. hellenica pode e-
colher para seus ministros as pessoas que Ihe pa-
cern, dignas da sua conliauca, porem qoe be toda-
va uocetsario que os ministros esolhidos nao de-
vain iucorrer oasuspeila dJfVreip iofluenciados pe-
la Ku.sia.
a O governo francez pede alem disto que baja a
maioi teveridade contra os mulfeiloru* que assoiam
o paiz, pede tambem a eneigica repressao das desr-
deos que ltimamente se repetirn) por influencia
do partidarios da Ruisia.
u Para facilitar o accordo entre S. M. hellenica
as potencias occideotaes, Mr. Kdergi, minislro
du guerra, outra vez insisti ua sua lemi-sao. a
Relativamente ao segundo, o rei para conjurar a
tempestado que o ameafava u vista das admoeslacoes
feilas pelo represeulaiite do Inglaterra acerca do
insulto de que se queixara o primeiro secretario de
embaixador inglez, foi obrigado a modificar o sen
ministerio e a demitlir o seu chefe de policio.
O principe de Ischitella fura substituido na pasta
da guerra pelo general P>cena, suido Ihe todava
conservadas ashpnras e ordenado du cargo que oc-
cupava.
O general Winspearu foi uoineado secrelario de
estado, e oSr. Beauchini director da polica.
Corria que liavia grave desinlel igencias entre o
governo napolitano e os jesutas daquelle reino.
O yornal do Commercio de Lisboa ettrahe da
uina correspondencia do 'limes an seguintes uoli-
cias a esle respvito :
a Quando leve lugar a ruiyli dti IM8, os jesu-
tas imlamarara a Imnra de haverom restaurado o
absolutismo: o goveruo pelo contrario snslenlou
que a forca conseguir dar um grande golpe. Fosse
como fosse, os reverendos padres receberara privi-
legios sem exemplo, ai suas lisias du proscripc.o fo-
ram levadas execucao. alcauraraiu preeminencia
sobre todo o clero secular-; os seus instituto alarga-
ram-se, e a sua inlluenria ua corle nao leve limi-
tes. Nos ltimos raezes de 1SV era resultado j)a
emigrai;o doi eslados-aardos, o ser nntnaroelevo>
sea 600 O seu principal agente junto do governo
era o coronel Agostillo, secretario do rei. I
tisfeilos com esta influencia, as jnMiilai quizeram
invadir as prerogalivas da corea, a publicaraSS
trinas contrarias ao direito quo o soberano I
desde a fundacao da raonarohia. Quizeram a
nliorear-se da adminislracjao da jeiliga u%K
Duas Sicilia, depois do recipialttr e i
materias religiosa!.
O g verno comeeou a vigiar as jesutas, e pto-
Inbio a publicacao da Ctilla CiVolica, onde
tralavam diversas questes otTensivas de Mr. "P
chorrada, antigo ministro da polica, c entres
? quesiao do Oriente. Os rever en Jos padrea a
aram o governo de ingralido, e ettigmatii
polica napolitana como mais insipportavei que^l
inquisirio, e nisto tiuliam elles ra;'.ao. Enlo a p-
parecem ler sido reguladas por intermedio da Aus-
tria.
O principe Frederico Fernando, hordeiru pre-
tumptivo da corda da Dinamarca, recusou aatigaar
a nova constituirlo, pelo qne foi deslitaido do go-
verno da Sitandia.
O rei da Saeta maodou supprimir as quarentanas
como desnecessariai, pelo qna tadat es navios to al
li livromente admiltidos, quelqutr qus tea paiz
donde venham.
No Mxico o novo governo publicad um iieereto
de amnista geral para lodos o crime polticos
Dos mais paizes oada eaconlramo ne mere oc-
eupar nm lugar ne Em Londres e Par baitaram es fundos
Na primeira deaUscapilaes.ric.ram o consolida-
dos a 87 l| ; os fundo braailetro a 100 M ar-
gentino, a 53 1*; o) sardo, de 84 a 8i'li* ; os
hollandezet a 64 1(4.
\^
a Huiigriive Italia, lio do proprio iuleresse
da nac/Jcs adiadas prestarem onvidos a propostas
de paz.
Bi aqni o que se l no Jornal do Commercio de
Lisboa a este respailo : ,
O Morning Chronicle de 21 de selembro he de
opiniao. que depois da assignalada derrola do Rus-
so na Crimea, os alliados no seu proprio interesse
deveriain prestar onvidos a propostas de paz. Sa a
guerra, diz elle, trantpozer este limite, nao teremos
nem acharemos meio algum de dirigir sua marcha.
Ja d3o signal de vida os priuripaes cbefe do parti-
do revolucionario, na esperanr.a dse aprayeilarem
das circumsiancias favoraveis para alcancar os ^resul-
tados que leen) em vista. A causa da
lados que teeiu em vista. A causa da Polonia, J\ nas, eappareceu publicado em vare* jornaes di
Hungra o da Italia, ludo isto serve de pretexto > liiicnle, entre oulros na /inlepeniIsHcia belga.
licia.'de um nimio brutal, prohibi a publica*
jornal uo reino das Duas Sicilias, a os jesuitasfi
suspeiladoi de lerem relacOes com a Franca.
i' Era o e-lado das cousas em abril paasado, i
do urna noite o signor Silveslri secretario geral d
policio, que promover a accusafo-t1
rio e dos seus rompaulieiros, foi vitilar o estabeleci
ment dos jesuitas. Manifeslou desejos de ehega-
rem a urna reconciliacao, declarou porem, qoe o
nico meio de conseguir era, -!. jfnni'*-|
um documento, que Hcaria aecre.o, no qual conRM
sariam o< seus principios absoluto i o a ua cega sub-
jeiro ao rei das Duas Sicilia!, ijs reverendos pa-
dres essignaramo documento; pn-m. apena a po-
lica o leve em seu poder mandn o logo imprimir na
imprensa real. Mandarnm-ee copias para as pro vina]
cas, eappareceu publicado em vario joma es do con-
Senhoret redactares: Nos somos qnalro eleito-
ras, que temos nosso candidatos do peilo, deitando
pori muito lugares vagos para es eandidatu dos
meu amigos, e para as negociadas. Se siguen) pre-
tender votos para seus candidatos talle-nos no dia 2li
de novembro protimo, que estaremos prumplos para
berganharmor, com tanto que ufo deuem de volar
nos abaito assiguados, candidato! de mullo mere-
ciinentoa. He a ultima eleicao pelo ivsleina antigu,
* islo basta para motlramos, que os futuros depota-
dos devem ser os meamos para os circules.
I B irao deCamaragibe.
Baro da Boa-Vista.
3 Dr. Anselmo Francisco PerctlL
i Dr. Antonio A Ivs de Souza Cervaluo.
5 Dr. Francisco de Paula Baplista.
6 Dr. Sebastiio do Reg Barros de Lacerda.
7 Dr. Joaquim Machado Portella.
, 8 Negociante Antonio Marques de Amorira.
!l l)r. padre Antonio da Cunha Fieueiredo.
10 Dr. em medicina Cosme da Sa Pereira. '
11 O padre Francisco Peitslo Daarle.
12 Dr. AutoMo de V. M. de Drummond.
13 Dr. Jua*Francisco da Silva Braga.
I i Dr. em aedreina Igniclo Nery da Fonsac.
15 Dr. Apriglo Jusiiniauo da Silva Guimaries.
16 O vigario Ilenrique de Rezende.
17 Dr. Manuel Jos da Silva.Neiv.
IH Dr. Anlouio Epaminondas de U
M. J. R. /'.
Belm 17 de oulnbro.
Imncram aqai os ladroes mais qae o Czar na
sia f J nao se pode andar uoil
eucootrar um m .scarado captane lo mascarada
quadrilha, que cora urna lgica e irresMivcl
nos cufoiquilbe eutra a bolsa Atacara as
casas, lapam os olhos ao pobre mor; o qus;
Ibes faz cunta, e madam-se com
Na noilede7 do crrenleisto lu
ruubaram a Placido Jos da Silva Baati uto e
tantos couros salgados, ao p do
hoje ningucm os fasejou
bateram porta de unta
do-a, leve de dar ent
qae a alliviaram do cuidad
prala, e'Mgans trastes de ,
a sua alma..dos coidados do ._
As venda* sao roubadJJ^^H
-Vjunle-se a islo as di
lera havido era Gurupa, Moj,
urna idea tange da Irisle sitoair
>ao direi como nm oppo-'. i. -ii-t,i (que sempro
^^Pxx maleado, na jurisprudencia obaervatora,
de ludo islo est na adminisIracJIo de
um pa^^HHpincapaz de couler o lurbu
incapaz de infundir re-peilo, e anda mai de
a seguranca ao espiritos : nao direi io, nem me
metterei a ajnizar da caoaa desses d
to lmenle a Irisle coincidencia... agora, na admi-
nistrarlo do Exm. Sr. c narBes
he que o ladrBea e deaordeiros oasaram entonar a
cerviz O S
comraandti
a destruir
/-'*>tt^^^^iB^iB^iB^iB^iB^iB^iB^iB^ifl
appareltaaaaaaaai^
pneule
se lera
le nos acha-
rnardino
Promotor o n Ir?, Jtit T Luiz Cavalcauli de
Albuquerque.
Escrivo Joaquim Francisco de Paula Esleves Cle-
mente.
Feila'a chamada s II horas da raanliaa.acharain-
se presentes 28 Srs. jurados.
l-'oram dispensados da sesso os seguiulus se-
ohores :
A bem do servir publico :
O inspector da thesouraria de fazenda, Joao Goii'.-al-
ves da Silva.
A rcquisirao do inspector da thesouraria de lazan-
d,i, o inspecior da alfaudega, liento Jos Fernan-
des Barros u o administrador do consulado geral,
Joao Xavier Carueiro da Cunha.
Por lerem a presentado atleslado de molestias :
Auaclelo Jos de Mendoura.
.Manuel (jomes da Silva. '
Jos Carueiro da Cunha.
Mauoel dos Santos Nunes de Oliveira.
Alexandre Jos da Ro-a.
Joaquim de Souza c Mello.
Dr. Ciabtiel Soarcs Rapuzo da Cmara.
Foram multados em mais Sttf rs. o. Srs. jurados ju
uiuli.ulus uos anteriores dias de sessio, e mais os.se-
guiules senbures :
Antonio Joso de Moraus.
Dr. Caiano Xavier Pereira de Brilo.
Dr. Antonio dos Santos de Siquuira Cavalcauli
Anlouio Pereira de I aria..
Jos Anlouio de Brilo Bastos.
Carlos Jos Gomes de Oliveira.
Dr. Luiz Duarte Pereira.
Dr. Antonio Alves do Suuza Caivalbn.
Jos Joaquim Sil vena.
Autonio Goncalves Ferreira.
Joaquim Abreu Ribeiro Machado.
Dr. Joao Vicente da Silva Costa.
Foram sorteados da una especial 5 jurados sup-
pleules, o sendo esla esgolad, o Sr. Dr. juiz de di-
reito mandou vir a urna geral, otliciando-se ao pre-
sidente da cmara para se proceder o srtelo de
mais 15 jurados para completar o numero de 18,
o ellclivaraeule foram sorteados os seguiutes seulio-
res, a saber :
lima especial,
apito Antonio Alves de Paiva.
Teueule Jos Rabello Padilha.
Joao Francisco Pardulbs.
Bernardo Jos Lopes.
Dr. lento Jos da Costa Juuiur.
Urna geral.
Francisco de Paula Pereira de Audrade.
Domingos Anluucs Villae.i.
Jos Duarte (tange!.
Jos Paulo da Fuuscca.
Jos Antonio de Brito.
Domiugos dos Passos Miranda.
Antonio Joaquim dos Santos.
Thoraaz de Carvalho Soares tirando".
Francisco Joso Silveira.
Florencio Jos Carueiro Monleiro.
Manoel Rodrigues do Passo.
Manuel dos Sanios de Oliveira Goucalvu
Antonio Lins Caldas.
Joao Filippe Cavalcauli.
Augusto de S e Albuquerque.
Coucluido o sorleio mandou o Sr. Dr. juiz de
direilo proceder as noliflcaces, etpedindo-su para
isso os competente maudndo>. adiando-io a sesillo
para o dia 29 do crrente as 10 hora da maiihaa.
ra os conspiradores ardeutes.faialicos c previde-
alias perfeilemenlc orgauisados, e que seguenv
syslema poltico 13) completo na forma e iiafini. -
Jjno a.economa do svsl- ^^.bar.
Eiu*j^ijY ^a"" da i-.uiop;'.
-*srmcntn do im-:
.yTas nacionalidades di-*-
ididas, iucapa)^taaa--___|arem por si s.e a del-
i graudt^ilMHa,
os existen

que me pedio o
conimanieaiile, te asiim Iho convier.
Ei-los.
Sr. correspondente do Diario de Pernambuco.
Tome la para materia de suas correspondencia,
te apnnlamentos pela veraeidade dos quaes rae
respousabiliso. g*jt
franja, mas estes cabellos ja teem cabido einjjarler
Elle facto, que ja esta no dominio do prelo, fui mo-
raiisado pelo seu historiador, dizendo que dcbalde
lein alguem zumbado das palavras da Escnptura,
quando refere a maneira porque l.ab,io piatava as
ovelhas de Jacob, pois todos os dias se aprcseulam
plieiioraenos, que .luiori-an a exactidao daquella.
Concordo cora esla moralidade, mas tambera que-
ra que me dissessem porque temos tantos biis la-
v railus, ou raalhados, sen que os donos pouham pe-
las bebidas varinh pintadas? Esta questao be
seria e hade dar que fazer a grandes capacidades,
apezar de nao ser queslo de gabinete. Beaucoup
de sanie, au recoir. .
- S>-
N. /?.Das 18 oncas ou paiilheras humanas do
que cima Ihe fallei ja furam apandadas mais duas
pela suudelegacia do dJatricto da Pacaluba, he pena
que ja nao esteja c o Amazonas para leva-las ao
presidio de Femando.
RIO GRANDE DO NORTE.
Natal 23 de outobro.
Se bem qae a maro das noticias estejam boje para
mim mu descamadas todava gotlo de dar-lhe no-
ticia da patria, quaudo uada pra saber qn ainda
vivo, se he que te pode viver cutre receios e alllic-
cOes ; porque nao sei ser insensivel o terror que
lem disseminado por lodo o bello imperio da Sania
Cruz, esse hospede importuno, inesperada e impla-
cavel inimigo de naxa vida, paz, locego e fartuna ;
nem rae julgo tgo puro, que nao leraa *er por elle
accommellido, quod Deas acertal.
Era reparago a mesma que na minha ultima Ihe
tu aceren da talla do 0o clero, devo dlier-lhequo
BEPABTigAO DA POI.XGIA.
Parle do dia 27 de outubro.
Illm. e Exm. Sr.Levo ao conbfcimeulo de V.
Etc. qae das difiranles participaroeshoje recebidas
uesta rcparlica.i consta que su deram as seguintes
ocrurrencias:
Pela delegada do priraeiro dislriclo desle termo,
foram presos, o lenle reformado do exercito Joic
Cyriaco Ferreira, por desordem, e Candido Marques
de Souza Freilas, a requisirao do delegado do ter-
mo do Cabo.
E pela subdelegria da freguezia de S. Jos, a
parda Floriuda, por haver furlado urna porcao de
roupa-a uinn preta escrava.
lieos guarde a V. Exc. Secretaria ila polica da
Pernambuco 27 de ouiubro de 1855.Illm. e Exm.
Sr. couselheiro Joso Benlo da Cunha e Figueiredn.
presideuteda provincia.O cbefe. de polica, nt;
Carlos de Poica Teixeira.
Illm. e Exm. Sr. Cuiupre-uic ondeierur a V.
Exc. o presente rclalorio, em qne designo o servico
da limpeza das ras d'esla cidade, a contar do dia 15
20 do corrale.
Foram de novo atseiadas, nas qualro freguazias as
seguintes roa, travessai, etc. :
Roa da Lapa, do Amoriio. da Moeda, EncaGta-
inento, Senzala Nova, dita Velba, ry-daGoia, Ta
noeiru, Cruz, Ap-llu. Torres, IravCW de Apollo,
dita do Bom Josu, do Cbaf.nz, da l-aoia, Miudi-
nhas, do Joao Pinto, Quaresm, da ra do Vigario,
da Bou. Burgoi, Porto do Noronha, Arco da Con-
ceicao, Praca do Corpo Sanio, Largo da Asserabla,
Pateo de S. Pedro, do Carmo, da Matriz, ra No-
va, do Cabugu. Crespo, Qoeimado, Cruza, larga do
Rosario, Estrella do mt*ma-jm, Pattff^-raa do
I.lVramealO, dita do Kaugel, n, p.nl... a.-Larau-
ficajao da sua grandeTniMa, o republicanismo.
Se o governos aineacados a costo te protesem
contra esles copspiradores, u'uma poca era qoe po-
dem empregar a sua atlgnco e liberdade d'acc.ao.
acaso serio elles mais poderosos contra estes inimi-
gos pongos e nas incertezas da g ierra '.' Os Inglezes po-
dem dizer que estao ao abri,o do perign ; islu he
verdade, quanto aos perigos interno : mas poderao
dizer o mesmo acerca da alliauce estrangeias'.' A
Inglaterra depende principalmente da prosperidade
da Franca, a qual tambem depende da conservarlo
do actual rgimen. Todas estas eonslderacoe re'
monstram a necessidade de se concluir promptameo-
te urna paz honrosa, em vez de nos barraos dema-
siado na proverbial inconstancia da fortuna, conti-
nuando a guerra.
As cousideraroes do peridica inglez nao pndem
deixar de parecer asas ponderosas quem reflectir
que 15 sociedades diuerentcs Irabalham em toda a
Europa a livor das ideas democrticas e em preparar
a rcvulucdu.
Eis como ama gazela hespauhola classifica estas so-
ciedades :
I. Cmnilo central democrtico allemio, sob a
direccao de Kikel, Ruga e Rouge.
2. Sociedade secreta socialista, dirigida por
Marx. *
3 Sociedade dos agitadores austracos, cujo
presidente be Tnseuau.
4." Comit nacional hngaro, sob a iufloeucia
de Kossuth.
5. Sociedade de maggyares republicana, diri-
gida por Perezzel.
a 6.a Comit uacional italiauo de Mazzini e
Salli.
7.a A cerdadeira democracia, sociedade funda-
da por Ledra Rollin.
8." A recotuciio fundado por Luiz Blanc.
9. Comit militar republicano central de Char-
ras.
10, Frac-cao de Vctor Hugo.
11." Sociedade polaca Iliteraria.
12."' Comit polaco, sob a presideucia de Wo-
riel.
u 13.* Sociedade de socialistas polacos, dirigida
por Swaskiewic.
14.' Sociedade on irmaos slavos, dirigida por
llerl/eu e .Stojewicz. *
' 15.a Canill aguador rusto, sob a presideucia
de Hertzen. (
Segundo o Journal des Debis, aa datas mais ine-
moraveis da goerra da Crimea san aa seguintes :
< 4 de selembro do 1851.Embarque do exercito
rrancez (25 horneas e do exercitasUorco (8:000 bo-
mem) em Varna.
9 de Miembro.A esquadra qoe conduzia o
exercito inglez (25:000 hom.ui) aauiie-se esquadra
lurco-francczana ilba das Serpeiifes.
i I i deteleinbro.Detembarquc dos excrcilos
alliados em Eupaloria, junto do forte velho. Esta
uptracao pao leve opposioas da parte doi Russos ;
duruu seis horas.
u 20 de setemoro.Balalha d'AIrat.
27 de selembro.0 exercito adiado depois de
lera travessa do o Alma eo Belbeck e muita. ribeiras,
chega por uina marcha de fianco ai altura, de Bala-
klava.
o Os Inglezes apoderam-se desta cidade, e ah cs-
tabelecem a sua bate de operaces. '
29 da selembro.Recouheciuieiilo de Sebas-
topol,
o 9 deoulubro.Abeitara da Iriuclioira a 700
metros da praca.
17 de outubro.Comeen do foga eoutra a pra-
ca. As esquadras combiuadas tomara parto nesta
operario.
25 de outubro.Balalha de Balaklava.
6 de iioveuibro.Balalha de Inkerman.
a 22 de marco de 1855.Tomada do cemi-
terio.
24 de maio.Etpedicitp ao mar de Azoll rom-
pidamente bem toccedida.
25de maio.O exercito alliada oceupa a tinha
do Tchernaia. t
a 7 de junbo.Tomada da Collina Verde.
18 de junbo.Assaltu ilustrado a Malakoll.
Ib de agosto.Balalha de Tchernaia.
a 8 do selembro.Tomada de MalakolT.
9 de selembro.O inimlgo evacu a parle me-
ridional da cidade. e retira-te para o lado do
norte.
a Tendo-so aberlo a triucheira en 9 de uiilulin.
de 1851, bou ve pulanlo 330 dias de trabalbos eze-
cnlido debaixo do logo da praca, e apezar das soi-
tidas dos sitiado.
i Era nuilos pcutoslevautaram-se at tele paral-
lelas.
" O fogo roinpeu no da 17 de outobro de 1854 ;
Sebastopo| foi pula, bombardeada e canhoneada du-
rante 322 da-
Esperava-se que brevemente teria lugar ama ac-
clo entre os dous exercilos iuimiqo, o rfiia-se que
se os Russos fo-sem nella batidos, sa retiraran! por
Perekop, evacuando assim toda a peniuauJa.
Diz um jornal allemao que a quanlidade. de ferro
a Os jesutas ticaram furiosos com esta Iraiciao, e
rataram de retirar o maior numero de exemplare
\j podessem. Alera disso o geral cundemnou o do-
mnertto e ne^rt.^.,, nue Us jesuitas erara eslranbni
potinca, eas djC^\3a>fllrTO-.jv--^ruo. Esta
eclaracSo loi feita, .lepis de tereiu einpre^gaio
jiutcis esforcos para que o rei pozesse lira- ao es-
Udalo.
k He esta, em resumo, a historia da desavnra
Jntre o rei de aples e os jesoitis. A sa impor-
xaucia cresce em resultado da deaolelligencia a que
den lugar com a curia romana. desiiiMligencia que
mouseuher Pizarra procura acabar. He porm, de
uosso agouro. que a polica o baja insultado.
A posicao des jesutas oo reino de aples he
hojeo inverso do que foi em 184J, e nos aunos se-
grales. J n.lo possueiu o seu seminario modelo, o
qual, hem como a sua escola normal, era escollado
em Indas as diocescs do reino.
-Muilas familias nubres com leceiu de desagradar
ao governo, lem rearado os seus lilhos do collegio
dos Nobres, que se sustenta cora muita difiiculdade.
As escolas e os livro de inslruccu dos jesutas eslo'
sojeitos censura, em snmma eslo privados ti-
diis as regalas de que goza o clero ueste paiz an-
ci dmcnle religioso. A tropa e as msicas miVJtet
nao acompunbam at suas procissi-es, e estao exportes
a zumbara do povo. a
Relativamente sdesinlellgencias entre o gover-
no sardo o o loscano, eis o que publica o mesmo pe-
ridico cima cilado : '
ir Por noticias de Vienua commnnicadas Ga;e-
la da llolsa de Borlim, o rompimenlo eutre Tos-
c.na o o governo tardo parece iucvilavel, apezar do
esforcos feilos pela Austria, de accordo com a Fran-
ca e a Inglaterra, o minislro da Austria linha re-
cebido ordem positiva do procurar resolver o grito
duque a fazer algumas coacessSes, cousenlindo a
Sardenba a mandar retirar o conde Cavour, cansa
innocente deste condiclo, logo qoe fosse recebido
peto grao-duque, enviando' para Conslantiiiopla
onde antes eslava. O grao- JKUie porem, negou-se
a fazer qualquer conce Na lle-panha appareceram idlimtimcule algumas
guerrilhas, mas batidas por toda a parle-, linham-se
dispertado.
que ve!
de ; metle-s -,u i
ejdah
esse auachruiiismo
o melhor ic
ii.' impor-
:
^^--.^a^pJPias oo riuiaiuhn: ; que
no lidu etc.
ni-no agora de qae be um Monis, nm .\ai-
<), cuja pretenra deve derreter ot corarot, anda
oa mais esquivos, das lindas Paraenses.
A' vista desla transformar? .sica, a iu-
lelleotual do Sr. Pinto, sustento conlra lodot. o pin -
losopho que a AlclumUi nao ha urna chimra.
Celebroue Cyrio, o
nliora de Nazarelh: abundoi
senteraeiMe foi
maist Pobre
Foi nma somriga
do o resto da festi:
ro
largo do Ca
vanilo de seguir o pre.
cava a' ilharga agonrou ,
visto em seus dias. I|
de persouagem, rotnoa
a o da sessio
rorem.
vimos,
e .cojjo to-
s o car-
ide parad no
jornada, dei-
a, qae me f-
lenla ne
e itaaMilL "an-
lo neste dia, que era o da essa p
serablea proviucial, cabio da cadeira presidencial o
Etm. sr. Dr. Castro, e fui eleilo par an
digno e honrado Sr. Dr. Moran,
no pastado desfez-se, como o fomf ; a o
hoje metieres, tomaram o tristsimo et|
I nao irem per eslarem entrelidos cosa a feslr
h do da (!, eomu.respondeu o vice-presHantc.
IRaido procurador bstanle do divertido pon da
patria ; porm na realidade, como creio, porque nao
quizeram leslemunhar a propria derrota. Dada esla
falta escandalosa ainda pela fuga da alguns makires
que appareceram, os depurados pre
II, olliciaram ao vice-presideule da
gundo o regiment, para a chamada i
demorou-se a reaposla, porque o cunw
cial eslava disperso : a assembla di
1ro dos 8 snpplentes cha__
sa. Eis ahi eatao os politicdet
larem conlra a illegilida<; J
chamada de upplenles : a
e quando acabar de pagoi .
iba de destruir todas ssas i!
cadeira o dignissimo. Coiti
Nio vem eises mocinhos
procederara, apezar de nao lerem
Sr. Pnlo. lera-no bastante para nao i
miaaravel pona por onde o pegaem l
sano enriquecer com mais este atiomt a cartilht ju-
rdica dos Observadores,
Eulre parculhesa digo^ue etteu arranjando urna
colieccao das bellezus observatorias, para mimosear
com ellas o. publico, levando por baixode cada om
o Ilustre nome do aulor inperpctaam rei memo-
r-zUznv
m
lomar astMito.
he toupeira !
e ssim
Concluiremos este extracto cora o seguinle artiga Continuemos. Eslabelecida a meta olci
que os alliados arremecaram verticalmenle obre
Sebastopol, nos ullimosdias do coreo, pode avallar- fiOas" naquella capital.
te em 9 milhoes de libras, emquanio aojogo ho- ^' '.'.do Piein."-w eslivea
ritonlal, pode-te admittlr qna as 200 pe(4 dat tobre a cidade arroiavam pouco mais olianaaos.
u lie curiosa a seguinle uolicia pela qual se l,
qne um rei diasolve um parlamento, porque este de-
seja augmentaros imposiosquc sobrecarregam o po-
vo ; eis o que se l na Independencia belga.
a Os .ltimos jornaes das ilbas Sandwich sao de
'10 de junho annuncism que no dia ni, o rei Kame-
liameha dera oeu galpezinhoJe estado. Di-sol ven
as cmaras de um modo summario, e juslificou es-
ta sua resolucao n'uiu manifest que dirigi ao po-
vo. Parece que a cmara votando, a lei das despe-
zas do estado exceder em 200.JOO dolars (180 con
tos) a receita normal, equ disejava preencher este
dficit impon Jo om novo tributo que o rei nao quit
anecionar. Ningnem se admirar desta resolucao
do re Karaehameha, que Ihe conquislouas svmpa-
Ihias de loi|psos seus subditos, aabendo que lia bs-
tanle lempo que os missioiiari. inglezes c os emi-
grados americanos introduzirain nas ilhas Man IwRh
os usos e coslumes das suas nuroes.
a Accrescent.imos mais em honra deste pequeo
inouarcba de alora-mar, que tam o firme proposito
de governar coiistitucionalmente. O rei cuuvocou
logo os eleitores para a eleico de um noro. parla-
mento que devia reunir-seem 30 do julbo.
O vapor inglez Thamar entrado boutem de Sou-
ihaiiipton, leudo tocado em lodos os portos pelos
quaes co.fumara passar os da conipauhia a qne per-
tence, nao mandou para a torra a mala que troute,
peto qoe nao recebemos as nossas correspondencias
e gazelas.
Todava um passageiro olliciosu facullou-inni, ja
pelas 8 !|2 horas da uoile.alguns nmeros do Tintes,
inclusive o de 8 do correte.
Na Crimea nao consta quu houvesse anda iienhu-
ma accao importante depuis dn que Uvera lugar a 8
do paasado, dando em resulta.lo evacuarcm os Bas-
tos a paute meridional de Seuaslopol, que depois
do incendiada pelos mesmos fera aQnaloccupada pe-
los adiado.
Entretanto sempre direuioi, qu, segundo parteci-
pa o general Pelissier, houvsra a 29 do passado um
combate entre don carpos de cavallaiia, nir russo
oulro alliado, aciuco leguas de Eupaloria, licaoo o
primeiro derrotado com perrla de sei< per>t de arti-
lharia, 12carros de muir), uina forja' de campo
com eu cavallo e lo pritioueiio, alni de 50
morios.
A perda do segundo foi de 7 morios e 27 feridns.
O priaeipe de Cortsclukof tambera coramnnica.
para San Petersbargo qae a 3 du correle oulnbro
lizeram us alliados um movun-iilo contra o flanco
esquerdo do Rusto, mal que logo te reliraraiu; qae
tuas tropas oceupam anda a mesma linha eque os
alliados nada tinham ainda euiprehendido eoutra o
Jado septentrional de Sebastopol.
O imperador Alexandre centinoa em OJcsta onde
convocara nm cooselho pan tratar dos negocios da
gaerra.
Na Hespanha toram nova mente aherlaa as cortea,
perante as quaes o ministro respectivo liavia ja lido
o ornamento do reino.
O ohotora recobrara novo vigor em Madrid, reeu-1 pnta,~diata>)iaa T' m
'ava por 80 o numero dat pnaoa diariamenle ato- | tras oicic alio ha g, "
aia marcado, reune-se a a de se ouvir cxS.r. Piulo gaguejando o seu relalorio.
nuve-se ler um ollicio de iioom adiamento para o
Fiquei nas galleras, eom agua no bico.'
preparado para lomar ola das elogutncias
quentemente pronunciadas; para copiar a c
roza entrada do malulo, o andar.o corlej*
lar-te, o abrir a bocea .o arregalar dos olhos, os
manes, a miiinoajttbjo em fim para modelo de
si.lentes em abet*JJtj\fe de asserablas e Uve de vullai
sem notas, um copia! E porque ese desaponla-
mculo?Digam embora que o hootem aiada n
lolelrara lu;ao;eucreioque quizeram ganhar lempo,
a ver si chegam mzzioret.que agunnlem a mon
E acho-lhes razao: um capricho deve prevalecer ao
de ver e i honestidade*. nem he justo qae ae apr-
sentela eiiiuienoresos qae aiada ha poaco ustenlavam
gallas de ricos seuhores, rico* de opiniao, rico de
influencia, ricos de maior a ua provincia. Maiorias
aisun,acabara tambem assim.
Iiidependenleinenlede adiamenlu, nao podara ler
lugar a abertura da assembloa no dia 1S, por falla
da solemnidade religiosa.
Si eslava determinada a missa do Espirito Santo,
era nm segredo, em que nao foram iniciado es m-
sicos da cathedral, oem o organista ; e antei das 10
hora,ko Rvm. Cabido se tinha retirado. Calves,
tivesse ptVscienca do adiamento.
Anda a^tii urna queslio, cajo atsurapto he una
Ira velba da S. Essas cousas de igreja, por mais
iusignificautes que tejara na apparencia. sao de um
alcance ettraordinano! Din tivssope, islo he, um
[aoznilio cabelludo, pdz em desordem o bispo e o
de,1o da igreja d'Elvas. lim r.utrin alvorolou 6
Rvm. Cabido de SolreDame: aqui mesmo viniwi
quasi a arder ludo e descobrirem-se bem boa inan-
queira, por causa de nma panng; felionenlu a bor-
rasca rfduzin-se ser multado emi'iWXW o benefi-
ciado, ofllcioio ullerecedor da penna, que devia bor-
rar um muito, que Ibe haviam dado com o maior dos
escndalos a menos prcro da dlgnidade canoi,
outras criancicet se lem dado qae ufio valem i
balho do menciouar-se. Agora a lembr.
Piulo poe uran lira em moviraenlo. Quiz ella dlt-J
liuguir a sua presidencia com um ollicio solemne rio
anniversario de nosso 1. Imperador. N5
so rodme oem obrigacao, qoe de
Pinto? Creio, qne devia"mecher nos tau
e fazer um presenta digan da alto
quem era dirigido. Pois nio
sem dispender ot' con.
msicos e organista presura
en alinelo ao monarcha, a
enieudetse que pedia ii
fora do contrato que os
hura agradecimen
isso da lado, poif^H
muito mai dnsBeejaW_
i*} Pn ".' ,dU *" ioW ao ar-
^^BpU>, nova a
r is-o ncu-
lua Uque
Pedro 1, merece.
mador, foi au
a we,a, e por om curioso 1
Se dine peto Trtze de Mmo^* foTm^ZZ
ellsZ*!?* d' p,pM J ^TSvX-
cao i nacaei unios a eca cosluma ler dn
nVi a* Un> : ""^ "lro a eta he cob ,
tal decencia, tem sanefaa, gaiao'deo:
fue eiilreanio




ruonarc m fui un retrato de aali que o cura mandou
vir de tua cae, u hora qaasi de eomecar accjto,
para encubrir essa falta, ele, ele Puriu concedi-
do que fitas tai lamente a meema eca dea papas t
dos bis pos qwUiHile? Fui eilo o oflicio con a devi-
da decencia e dignidade 1 II s'iufaut. Tudo mon-
do m* qoe essas ice* de carreg.cSo do pobres co-
mo si- pobre* escbidos, alia* brigada* sem redi-
tos surtidentes a siiirragarem pelos pastores .la igre-
ja. OSr. Piulo <*lava ote caso Em un. Icio
todo espontaneo, li um prsenle emlim, assenlava-
Ibe aproreilar sa i'as pobrews do cabido, e depois
diier miiKo luchado : Fi, Um oOlcio solemne pe-
lo Sr. D Pedro W Fizesse ao menos o que fez o
ex-cousul. purlnguiM no funeral da senhora Ma-
na II. i
Sao duas huras di. Urde da 15 de oulubro, dia de
Saula Uierexa ( etti eoraeha do sersempre um Sao-
tolmo para o bra eiros.) Ouvem-se tiros u'o cas-
* I tollo, e esle* Uros taracean aer em triplcala Es-
panld-ni essa mar .villiaeaillo a examinar o phe-
nomeno : que era '.' .. os tiros do csstello eram res-
. pendido- pelas palpilacoet do um pobre curaeao,
qoe se It-pedacav do palacio da presidencia, e're-
V"^, uercuiiain-so era oulro na rus Formn Porque
assim baleos lio fono .' Vinlta do vapor urna galleo-
la, torta ido as on/'as em demanda da Ierra, e nelta
vinha o Eira. Sr. Roso Barros, queo velho do pa-
lacio iilo quera crer que chegtsse hoje ; e o mentor
da ra 1 ormosa allliinara na vospera que decidida-
mente uto voltaria, porque ja nao podia Iraiero
A, Silveira, san oquil he nada o Sebasliao. E nao
obstante elle alii vam,. mo'ha duvida. U caes est
apiuha ln de gente em toda sus exteno ; seguera
a gallioU savrros cheios de amigos, nao da rhegada
somonte, mas da retirada que s supporiha para
. stmpre. e da ausencia ; distingo entre muilos o-
n j Iros o Dr. Furtado, juiz de direito, o l)r. lit> Fran-
co do Almeida, alen dos commaodentes das armas
v_ e da guarda nacoml con os em olliciaei, secreta-
rio do governo, o di efe de polica.
Naupmso com delalhw, que estiraran! inuito a
correspondencia; dntxs- roe descrever em grande
V medida um-a omla pooular, queacompaiiliava ao
Sr. Reg Barros, iaeiiguliodo o vasio largo no palu-
do, aperlava-w o ctrecao do Sr. Piulo, auno o dee-
ses orelixcs, qo* aparrados aocimn de altiiim ro-
chedo vi.im baldado- seus aforeos do ivac;to e
morrereiB-lhes as o aorancas, orna a urna, propor-
Sto de cada palmo Jo roerrtdo, que ia cando sub-
roergido oas agoto do diluvio.
* delronle do palacio e v-o na sala
!' a pastear Irajava do preto,
Mlcava anda mis a pallidex do rosto, que >t
a canicie dos cabellos : tao perlurba-
ecurreu descer um degro io mc-
o primeiro, la de cima curvoi se eo-
nveo pe**idor quaodo puia a re le, para dar as mos
A alo ser o costume, o liomeiu teria
canilla.
Irapaluacio houve aiods. Kegeilando o
logar nobro que Ihe offerecera o cavnlleinsni, do Sr.
ego Barros, ai rasla urna cadeira e vai asseutar-se...
onde, roeu Deus I onde foi dar comsigo o 10111 di >
o lado do Dr.Tito Ora e.la U-.l fon, aban!
i meUwr stnso, e eruparvoecej o ali-
r a oto saber o que ijsiall... Eu ca
BSS) *sa-FAe una dessa* lices,
que a pruvideucia costoma dar-nos, deiando po-
rcm loda. as li joras ao acaso. O Sr. Pinto Uavia li-
car uessa hora sol niiissima de deseugauo, junto e
bero junio do seu vnrdadeico amigo o r. Tiio, ni-
co e verdadeiro amiro d Sr Pinto, porque foi quena
llic recudo lembianjas de um bom lempa. Tai
qaem cu zou-lhs a lista com o Memento lutmo, qui
pultA icm llie tirou as cataralas e desar-
eraflm quem llie da a ver-
?,*^^^B aaaoVes que elaS'*vain quaodo
me tj so o sa dixiam seus para Um arran-
caretn Ismissoeseni masa e caprichosas, enchiam-
iio de venl ,r 0nde., para rfora-w de vo-
? ealiuc uie superior ao Dr. M
mesma ssleira do sanador.
# Deixo de um. vex o Sr. 1' j n^re, ,_ I
pulltt. Os espeque do Sr. m e reti-
I rm rara. O redaclor d. U!> |uo I ex pon-
to ua pa.itic*. Um dos eaaoi: ndures vai^
eiiCafuar- em Cinel, cumo costo ni a apelar dos
dous em prego de residencia : o o masillo
I .quicomo Vit, le Roi
melro v.i refuudir j / !JI0 .
vo sysloioa t ,
para
titas

f -i aons tristes, que tala o espirito amirgui
bbbbbbbbbb* i dixer aos valles:
DMRIO OE PERMIBUCO SEGURO FEIM 29 DE OUTUBRO OE 1886
CU.NSUI.AUO, GERA1
Keiidimrnto de dia I a 26. .
dem do dia -27.......
27:228*264
5fl9832
27:7989096
lIVEKSAS PK0V1NC1AS.
Keudiioeuto da dia 1 a 26. .
dem do di 27 .
1:085878
38J177
1:1941055
Exportacao .
Cibralftr, barca inglexa Elia,
das, conduzio o
de 2,13 lonela-
egainle :3,600 saceos com 18,000
arrobas de assocar.
KECKBEDOKIA DB HENDAS 1NTBKNAS E-
H.ni .KA,ES DE l'EKNAMBUCO.
Kendimento do dia 1 a 26.....36:2119674
Mem do da 27....... 6735527
36:8855201
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlododia1a26. .
dem do dia 27 .
PBACA DO KECIFE 7 l)E OUTLBRO E 1855,
AS 3 HORAS l)A TARDE.
Hersia temanai. -
Cambios---------- O vapor Avon, que seguio esta se-
mana para a Europa, foi portador
de saques avultados trocados a 28
d. por ls e alguns a 27 3|4, a cu-
jos precos fixaram-se as transac-
cOes.
Algodao----------Enlraram 560 saecas, das quaes a
maior parle foi vendida a um com-
manda faxer publico, que no da 8de novembro pr-
ximo viiiiluuro, vai novameute a praca para ser ar-
rematada a qaem por menos fuer a obra dos repa-
ros precisos na casa da cmara municipal e cadeia da
cidade de Olinda, avahada em 2:2009.
E para constar se mandou allixar o presento e pu
biiear pelo Diario. SecreUria da thesouraria pro-
vioeial de.Pernamboco 23 de outubro de 1855. O
secretario A. F. d'Annunciat-So.
O lllm. Sr. inspeolorda thesouraria provincial
em curaprimenlo da reoolucao da junta da faxend.,
manda azer publico, qoe no dia 8 de novembro pr-
ximo vmdouro, vai novamente a praca para ser ar-
rematado a quem por menos liier, as obras snpple-
meulares a hizerem-se na ponte sobre o rio Capiba-
,.'.Msn*.Ti,atla de Piio d'Alho> avadas em ris
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario. Secretara da thesouraria pro
vincial de Pernambuco 23 de oulubro de 1855. O
secretario, Antonio Ferreira u'AnniuinaiTw.
vw|
aL_
e ** ^ataaaaol
Och.
lypho aigomas
rain ni'
ais as inagoas sentidas il
cordacSq do que j nao lie, ero-
! o v.isso c
, os montes a ol vaUes,
bora vaxia deespersnea.
a 14 onze-pessons, e o
Recomer o susto. D.iqui ti.
* da importacio.para snslen-
) de nunca, ler appare-
lia. e da coiocideucia de clegar
alies: maieu naotuO Ta-
le de um phenomeno oulro,
2.08, i hic. ergo per hoc.
J n ar''^mn,0 *< ler
tM "ara aiodaadmittidaanovioBde
. I que-pro va de ro
ppareceo pe.
ll ZT Sfp/nei-.vez no m,.n-
Vimbem la' dizer que
i, ni M III |lllrtado. JflOaVr*'! Haviaui de agarrar-
se com as condicden malencas e pedir-lhe couta
acarnos o niesmo. E sa ligo
' muduni. a no uusso clima de ha (piarenla
uB oulra causa, enlao seja iuporla-
< imporl ido o nosto cholera. Um medico
d*e qe oAo ha rato de imposeibilidad do s/
dsenvolver em qualquer paizo cholen
desenvolveu oas ciargens do (ianges. He
- cupac,1a ,IUs iutelligeucias o esludo a
W exame Jesla prop s
lo praxer e orgulho o evemplo
ida la triste quidra, os conlooque tem
beneficio delta provincia da
es defenda e proteja em uosso
jiednso, que tao bein satx pralicar
i das virtudes christaas. U nleres-e
do Braiii me fai lrtro.fr por tanta dedicado ; mas
ve!ir por una vida lio preciosa e
irid.ide, o soberano do impe-
rio da Santa (
fio o Exm. Sr. conselheiro
oeisa grande caso, que elle
"luir ao teu destino primitivo e tornar dig-
< na do nomo que linha sam o merecer.
lie. sentio uin grande iucommo-
perque ao cha acerlon de servir-* do
.' < que tpesar de doiradi.cheirava a ai-
la docn ; lomandu oulra era vinagre....
que milito sofreu a sua palidez ao ver o
desaceio que por ah re na va ; lustres quebrados,
ranhades. paredes escarradas, cortinas no-
ibortos de p<3 os trastes da sala do dorel.
m peilaco de pirarucu' sobre ama mesa
el as-aliar quanto isto alflge, masque
nslnaquem pode construir. E anda,
ecnmirucoes dcste genero.....! ^em
^^P pensarflo, como o illuilradoSr.
nom todos deiiarSo de se apnveilar d.
che-em todas as vagas, dando nomca-
Jo-i cagas, par collocarem o seu suc-
a embarace de, ou aceitar o pessoal que se
lcairegar rom o odioso de demssoes
:ala. a que sernpre'parece umi reaccao.
lislros da interino pensaran que d Mar, i lomear, nomeMgk mai.i nomear
^^K respectivas, podliHcmliruram-se
rem.-.' qoe os Chinem respoi.dci'am ao
, iplUo cue < nni.ca os havia de subjugar
:er, porqoe llcaria aborrecido no meio da
vendo que Unios lhe resUvara anda para
lunitero valeu ao Chins, deve lambem
chinados. Basta; se medrmori, quebr
/ o mea proposito.
ueza,
e 1 sueca.
O Dr. Anselmo Praucisco Perelli. commendador da
imperial ordem da Rosa.juiz de .lucilo especial do
>0:2OS046 commereio, por S. M. I. e C, etc.
'"03&I80 '" saber ao* <,ue Preseu' edilalvirem, que por
__________I pafl de Jos Joaquim Theotoniode Mello, BstWoj
:lO:753aj->6 le'' re1uerime"|o do llieor seguiule :
Aos 18 das do mez de outubro de 1855,iiesia ci-
dade do Recifo de Pernambuco, em audien*!!r*pu-
blica.que aos feilose parles dava a Dr.juzde direilo
especial do commercio Anselmo Francisco Perelli,Hel-
ia, pelo solicitador Joaquim de Alhuquerque Mello,
procurador do eiequente Jos Joaquim Theolonio
de Mello, foi aecusada a penhora fela em duilieiro
contra o efeculado Jos Pedro Velloso da Silveira, a
quem assignou os seis das da le, requerendu-se pas-
sem os edilaes do eslylo para citacao dos credores
incerlos, o que novicio pelo juiz mandou apregoar
pelo porleiro do juizo Jos dos Santos Torres, que o
fez na forma do cstylo e deu f de niohaver com-
prador, chegando este a pagar pe- parecido o eieculada nem nulrem por elle ; lermos
lo lino 59800 por arroba, e mes- em que o juiz houve a peuhora por aecusada^ os seis
das da le por assignados, e mandou que se passera
os edilaes requeridos, e extraluo prsenle do proto-
colo das audiencias.
E Francisco Ignacio de Torres Bandeira escrivao
interino o escrevi.
E maisseno couliuha em dito requerimsulo a
audiencia, em virlude doquai o escrivao que este
subscreveu, maudou passar o prsenle, pelo qual e
seu theor se chama e cita a todos os credores incer-
los do execotado para licarem scieoles do conledo
desle, e isto lio prazode 10 dias da publicarlo e alll-
xarSo do presente.
E para qne chegue aoconhecimenlo de todos man-
de i passar edilaes. que er3o publicados pela impreu-
sa e aluzados uos lugares designados no cod. cora-
mercial.
Dado c passado nesla cidade do Recife aos-.de
ooiubrode 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira escrivao
interino osubscrevi.
Anselmo Fraticisco Perelli.
I'erautc a cmara municipal desta cidade esta-
r em praca uos das 27, 29 e 31 do corrente, a urna
ponte de pedra e cal, na estrada de .lu.o de
de Barros, oreada em 2:i00;O00 ,rs., assim como
o arreudamenlo da casa da ra da Florentina n. 7
que foi ha pouco reparada, sendo a base da arrema-
tarlo a quantia de 4O09O0O rs., que ella rendia an-
tes de ser concertada. Essa casa contem commudos
para mais de duas ramillas. Os que quizerem cou-
sullar o orcainenlo da abra da ponte, dirijam-se ;i
secretaria da mesma cmara.
Paco da cmara municial do Recite em sessao de
24 de outubro d 1855.aro sidente. Manoel Ferreira Accioli. secretario.
O Dr. Anselmo Fraucisro Perelli, commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direilo espacial
do commercio por S. M. 1. e C. ele.
Faco saber aos que o presente edital \irem, del-
le noticia riverem, em como no dia 29 doeorroutu
pelas II lloras da raauhaa sejlta de arrematar por
venda a quem mais drem praca publica deste mizo
que lera lugar ua casa das audiencias, segundo as'
avahacOes feit.is pelos avaha lores deste |uizo ama
barcaca denominada Santa-Cruz, com lodosos seus
perlences de viagem alguma cousa arruinada, assim
iomo as cavcrnas.avaliada por COfOOO rs. ; a mela-
do de oulra dita denominada Aurora Feliz cun seu
perleuces, avahada por 1:2003000, peuhora I*, as
henleiros de Francisco Carueiro da Silva, por exe-
cucao de senlenca de Jos Antonio Bastos, como ces-
sionario de Joao de Oliveira uimares e ooIrosV
E para que chegue ao couhecimenlo de todos
maiidei passar edilaes que serio publicados pela im-
prensa e dous de igdal thcor| que serao afiliados nos
lugares do coslume. ,
Dado e passado nesla cidade do Reciferaos 17 de
outubro de 1855.JEa Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, cseriviffi interino o liz eterever.
Anselmo Francisco Perelli.
Francisco Perelli, commendador da
n da Rosa, e juiz de direilo especial
jNercio uesta cidade do Recife, e proviu-
.^Vernambuco, por S. M. o Imperador qiie
uarde ele.
aos que a presente carta do ediles vi-
rHftffSsivoreni. em como Antonio lo-
ingues Piulo me a_ a pciica,, do ilists-Meuuiu-
lllm. o Exm. "'fe. juiz do direitjVLcoin-
ues Piulo, asKJe u dn-
mo algum a 58900. Os mediocres
vei-deraih-se de .">j600 a 59700:
estes preco nao merecem conli-
anija, e supe-se terem debaixar.
Assucar-----------Os procos de segunda a' quinla- |
feira Toram os mesmos da semana
antecedente, pnrm nos ltimos
dous dias apparereu urna maior
fehrc no mercodo e as pre-
co cresceram, vendeudo-se quasi
ludo o que existia em deposito de
29000 a 29100 por arroba do
bruto; 29100 a 29400 do masca -
vado ; de 39800 a 49 por ai roba
l do branca primeira e segunda sor-
le. o de 39500 a 39700 do de ter-
ceira sorlo. Estes preco- nao tem
pi uparc.io com os de que ha noti-
cia uo dilerentes mercados, os
quaes nao proporcionan)esperaura
de bom resultado
Couros------------Venderam-se de 191 a 195 rs. por
libra.
Bacaihao---------11 vemos um carregamenlo de Ter-
, ra-.Nova com 2,000 barricas, o
qual dizem l'oi vendido a I.I98OO.
Retalhou- licaram em ser 7,000 barricas, in-
* clusive o entrado.
Cubo >ec*a- Vendeu se de 49800 a gOOO por
arroba, e licaram em ser26.000
faltas do Rio (irande, e 2,000 de
vendas continuaran] a ser es-
eassas, pelo pouco con-ummo.
Vuodcii-sa alguma americana em
leilao de 18 a 2- por barrica ; e-
i arolalho a 241 da de Baltimore e
Valparaso: a 2(1 da de Philadel-
pllia, a 32 da do marca SSF, a
28 da itaKcn-Vork, ea 311 da
-1*0 Richinoud e llespanha. Tive-
aos esta semina dous carresa-
mentos, un do Trieste e oulro a-
mericano, que licaram ; e com
lies caicula-se o deposito em
7,400 barricas o 2,000 saceos.
ueijus-----------VeiMeu-afl de laJOO a 19350 dos
Qamengos.
los------------ dem a 255 |>or pipa do Sangui-
, nal, e a :lKl urna panilla do de
Lisboa I'ltK quo e-ta a rhegar.
lOOlilo De 8 a 9 por cenlo ao auno.
fes--------------- Os con-ignatanus de navio* pe-
den! 70, porm os carregadores
rocusam dar ; por isso nada se
lem feiio.
Tocaram no nosso porlo 3 vapores, I embarcarlo
farinba de Iriso, que descarregou parle, 1 dila
ocarvjo de pedra, e t com azeile de peiie.
Rtraram : 7 navios em lastro, 1 com bacalho, 1
B9 larinha de trigo de Trieste, 1 com carne secca
d Bueuos .1 yres, 4 coni gneros das provincias, 1
com gelo e um sardo do Rio de Janeiro para com-
pletar seu arregamaoto.
Sahiraui: 3 m lastro, 6 com gneros para as pro-
vincias, 5 com carregamenlo de gneros do paiz pa
ra poitos estrangeiros.
Ficaram 110 porto 15 embarcar-oes
les termos pede a V. Eic. Sr. Dr. iozde direilo do
commercio deferimenlo. E R. M. o ndvogado
Almeiia.
E mais se nao conlinha em dita peiicflo ua qual
dei e profer meo despacho do theor seguinle :
Como reqoer ; justificando a supplicante eslarem
os devedores a que se refere ausentes em lugares
nao sabido. Recife 20 de iolho de 1855 AF
Perelli.
E mais se no conlinha em dito despacho, depois
do,qual seguia.se o termo de prolcslo do theor a-
guintc :
Aos 6 dial do mez de outubro de 1855, oesta cida-
de do Rocsfe. em meu esoriptorio veioa supplicante
D.Joaquina Benedicta Vieira da Silva, o peraule as
leslemunbas infra assignadas, disse que nos termos
dessa petirao reiro. que Oca hzendo parle do pre-
sente, proleslava pelo seu conledo ; e de como as-
sim o dirse e proleslou, fu esle lermo. em qu. de-
pois do- lido assignou com as roesmas leslemu-
nhas.
Eu Francisco Iguacio de Torres Baudeira escrivao
interino o escrevi.D. foaanma Benedicta Vieira
da Silva.-Manoel Ely Mentes. Mijuel Jos de
Almeida Pernambuco.
E mais scjijo conlinha em dilo termo de protesto
depois do qual passou o supplicante a produzr suas
testemuiihasquejuslilicaram a ausencia dos soppli-
cados em lugarea nao sabidos, cuja juslilicarao fui
jolgada por miaha senlenca do Iheor seguinle":
A" visla da inquirirao de II. 6 e fl. 7 pela qual es-
ta provado que os iudiwduos constantes da petirao
dol. 2, se acham ausentes em lugares n.io sabidos,
mando que para ser-lhes mimado o protesto de II.
3, se passe carta de edilos com o prazo de 30 dias e
cu.tas. Recife 20 de oulubro de 1855. Anselmo
troncheo Perelli.
, E mais se nao conlinha em dila miiiha selenra,
em virlude da qual o escrivao interino desle juizo
abano declarado, fez passar a prsenle cariado odi-
tos com o prazo de 30 dias, pelo theor da qual inti-
mo e hei por intimado o proleslo aqui copiado aos
supphcados mencionados na petirao cima tiansrrip
la, alim de ficar inlerrompida a prescripcao, pelo
que lala e qualquer pess .a, pareles, amigos ou co-
11 lien.los dos mesmossupplicados lhe facam aviso de
que por esle edilal sao-intimados do re'ferido pro-
leslo.
E para que chegue a noticia de todos ruaudei pas-
sar o prsenle, que ser publicado pela imprensa, e
dous de igual Iheor, que serao afiliados, un na pra-
ca do commercio e oulro na sala das audien-
cias.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco aos 26 de outubro de IN.'.ii.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira, escri-
vao interino o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
tonto de Almeida Gomes & C, na ra do
Trapichen. 16, segundo andar.
DECLARACOES.
1 li.i.n-i
liespaiihulas, 4 inglezas,^*jporluguezasl
devedores F
de 3:39l
-Varios entrados no dia 27.
1.-2289994, Joao Luiz salgado da de 1:01)11;. Jar-e
MimicJMves Chaves da de 4iO>17 e Jos Martin* Tai-
fleira da de 989260, provenientes estas
Assu'10 das, patacho brasileiro F.mulacao., de [letras por elles pasiadas ou aceitas, queri
131 toneladas, mestre Autonio Gomes Pereira, I seu direilo praiestando pelo pagamento I
equipagem 10, carga sal ejnais genero ; a Ma-^do-8Tligo 4.53, paragraplu 3 do castigo co
para o que requer e pede a V. Etc. se 4.
dar loma- por termo seu protesto, e juaneando pre-
viamente! a ausenc. dos sopplicados, que sea dito
noel tinnralves da Silva. Passageiros, Ravmundo.
Nonato de Araujo Costa, Vicente Ferreira'd Me-
e^I,^firos--jlost.Ant'nlodaSilva- .. ,
um- ^Bos'onjO das, barca americana Marylandu, de
c"k. 194 toneladas, capilo A. urdell, equipagem 8,
1 carga gello e mais gneros ; a Furster fi Compa-
' nina. -
Bahia5 dias, brigue de guerra inglez uExpresS,"
coiiimandanle lleniv Boys. Ficou de quarente-
na por 15 Oas.
Dos partos do norteVapor de guerra inglez aRi-
llemani.', commandante Chrislian.
J Sanios ntidos no mesmo dia.
njo de Janeiro e portos intermediosFragata a va-
por brasileira aAmazouasn, commandaula Jos
Segundillo Oomensoro.
Em commissaoBrigue de guerra brasileiro Capi-
baribeu, commandante, o I.- teueule Ludgero de
.Salles Oliveira.
ColinguibaSumaca braaileira Flor de Angelim,
ntestre Antonio Francisco Padilha, carga bacalho
Miis gneros. Passageiro, Soln de Albuqucr-
Ooe N'ascimento, sua sehhora e I criada.
Rio de JaneiroBarca americana uMarian-, capitao
Homewood, em lastro de remos.
BahiaBrigue americano aFairyi), capilao Samuel
Willeby, carga farinha de trigo.
ValparaizoEscuua hamburgueza Amanda, ca-
pitao C. Ilolck, carga assurar.
Rio de Janeiro e porlos intermediosVapor brasi-
leiro tfMarquezde Olinda, capitao George Sharp.
. Passageiros desla provincia, commendador Lou-
fnco da Silva e Araujo Amazonas, Joaquim Al-
ves Mureira e 1 criado, John Williams, Francisca
do Carmo.
arios entrados no dia 28.
Para e portos intermedios10 dias e 2 horas, do
ultimo porlo l-'i, vapor brasileiro Tocanlins,
commandante o espitan de fragata Mancebo. Con-
duz para esta provincia, 1 soldado, 1 desertor e I
escravo a entregar. Seguem para o sul, Filippe
Cancei Molara, Joaquim Pereira Lopes, Antonio
da Rocha Freir, Francisco Manuel de Almeida,
13 recrulas e 2 desertores. F'icou de qusreulena
por 15 dias.
Rio e portos intermedios18 dias, da Bahia 3 dias e
' 9 horas, vapor brasileiro Tahalinga, pcrlencen-
le a companhia do Amazouas, capitao Nuno Alves
Pereira de Mello Lardoso. F'icou de quarentena
por 16 dias.
Da commissaoBrigue de guerra brasileiro Cea
ranse, commandanta capilao de fragata Morouo.
Southamplou e porlos inlermedios-JR) dias, vapor
inglez e Tmara, coininan '.anlc T A. Bevis. Pas-
-, sageiros para esta provincia, J. Th Freiss. Drago,
Julel'Duchemins, sui-eenhora e I lilho, Joao Ro-
bn) o I criado, Antonio Valenlim da Silva Bar-
roca, Joao Jos Gomes Piuheiro, James Halliday,
Eugenio Tisset, Joanua Tliear.1, Brou Sacio sonido no mesmo dia.
A pescaBarca americana Alcianndreu, capilao
J. Weeks Jnior, carga a mesma. Seguio do la-
meirao.
PIULCAfAO A PEDIDO.
rogo atten;ao
Nao me sendo possivel, pelo curio espajo de lem-
resla pan. as eleicyes, dirigir determinada
l cada uir dosSrs. eleitorrs da provincia una
ido-lhes queme contemplen) em sua chapa
o & assembli provincial, an mei-me a
carpo eleiloral de todaprovincia a circu-
lar abaiio escripia, e por mim assiguada, rogando
a vista do que eipoisho me descul-
xevnr a cada um positivamente.
*".III di Srs. eleilores d'esta provincia.
u om dos candida'os assemblca provincial
as prximas eloigOea de novembro. Talvez qoe nSo
reahse-sa esle llieu desidertum, por imi fallarein o
que r obra.intelhgencia, prciligio, e um
110111 ; 1 coiihecido. Se porm ahondado
de VV. SS. zei com que eu mereca seui suffragios,
pode mili bem conlecer. que eu teulia a dita de
1 iulia provincia. Nada pruado ; a
rem leierolil a miuha patria me iadi-
it em favor d'ella deverei faxer. Son um
1, qu*e, apenas cenia a proieccao de alguna
o as esforcos, e eis porque respeiloss-
lo o concurso de YV.SS. alim de que
e um feliz xito os desejos ardrine
de piustar-me aos servidos dii ierra que
nos vio nascer.
ido respeito.Ua VV. SS., eapel-
lilda
adre Franeitco PeixoU' Duartc.
de outubro de 1855.
COMMERCIO
.RALA DO RECIFE 27 DE OUTLBrtO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colecte olllciaes.
Assasarmascavado2IOOa29300 por anoba.
aLFaMIRUa.
Reu lmenlo dt dial a 26. .P-IMlSTe
idan. do dia 27.....; ; 5:4g79e6e
' 47:h72a.>*4
Oesoa'refain hoje 29 i> outubro. ~
Bf igiie^diuaauniueiAnn Car/solarinha de trigo
Patacho brasiloiroEmularSogeueros do paiz
Barra americana iMary^MMl--Kello.
EDITAES
O Dr. Anselmo F'rancisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direilo especial
do commercio, nesla cidade e provincia de l'ir-
uambuco, por S. M. o Imperador que Dos guar-
da, ele.
Faro saber aos que o presente edilal virom a delle
noticia liverem, em como no dia 29 do correte se
ha de arrematar por venda a quem ruisder, em pra-
ca publica desle juizo, os bens peuhorados por eie-
cucao de sentenciando eiequcnle Bento Feruandes
do Passo contra sen devedor o executado Jos Go-
mes Mareira, os qoaes pelos avaliadores desle juizo
foram avahados pela maneira seguate: urna escra-
va erioula de noiue Mariaula com idade de cinco
anuos pouco mais ou menos, por 3509 ; orna canoa
de carreara por 509 ; dous pares de easlicaes e urna
salva de prala de lei contrastada com o peso de 626
oavas a 200 rs. 1259200 ; urna colher do terrina
tambem de prata, 12 ditas para supo, 7 ditas para
cha, 1 par de fi velas para suspensorios, todo com
pesode238oitavas 100 rs. 2598U0. Obras deou-
ro.I. m tranceln), ara dito com raedelha, am di-
dal, um colar, doos coraroes, urna cruz comima-
gem de Christo, oulra dila seui imagem, nm anel
com dous coracoes, tudo com o peso de 19 oilavas o
um quarto a 29500, 489150, um anel de grisolila
por 19.
E para qoe chegue noticia aos licuantes mandei
passar o presente que de igual theor seras afiliados
um na praca do Commercio. ontro na sala das au-
diencias e oulro pata ser publicado pelu imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife aos 11 de
oulubro de 1855 Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivao interino o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
era cumprimenlo da resolucao da juata da fazeada,
i
protesto mlimado por edicto na forma do citado ar-
t?. e receben merc.O advogado Almeida.
E nada mais se ennlinha em d (a petirao na qual
,le*9 nroferi o meu despacho do Iheor seguinle: Na
I requerida. Recife 4 de oulubro de 1855.
A. F. Perelli.
E mais se nao conlinha em dilo meu despacho,
depois do qual seguia-se o termo de proleslo do Iheor
segrate:
Aos seis dias do mez de outubro "de 1855, nesla
cidade do Recife em inca cscriplorio veio o suppli
cante Antonio Domiiigues Pinto, e iterante as le.lc-
miinhas infra assiguadas disse que nos lermos de *ua
petirao retro, que Dea fazendo parle do presente,
proleslava pelo cunleudti na raesiua ; e de como as-
sim o disse e proleslou, lia este termo no qu.d as-ig-
nou com as mesraas tesioinunha. Eu Francisco
Ignacio de Torres Bandeira. escrivao interino o es-
crevi. Anlo.uo Domingos Pinto. Jos Goncal-
ves de S. -Manoel dos Santos Azevedo.
E mais so nao contiuli. em dito termo de proles-
lo, depois do qual passou o supplicante a produzr
suas leslemuiihss, que justificaran! a aus-neia dos
supphcados em lugares nao sabidos; cuja jusliQca-
<;a.i foi julgada por miaba senlenca do theor se*
guinle:
Allendeudo a juslilicarao de II. 4 a fl. 5, julgo
prava.la a ausencia dos devedores mencionados a
pelicao defl. 2, pelo que mando que Ihes seja inti-
mado o protesto de fl. 2 verso por carta de edictos,
que se psssar com o prazo de 30 das e rustas. Re-
cife 20 de oulubro de 1855. Anselmo Francisco
Pereltj.
E mais se nao conlinha em dila minha senleiea,
em virlude da qual o escrivao interino desle jui'zo
abaiio Horneado fez passar a presente carta de edic-
tos com o prazo de 30 dias, pelo theor do qual in-
timo e hei por inJtmado o protesto aqui copiado aos
tupplicados iiieiffionadus na p -ticain cima trns-
cripla, alim de que seja inlerrompida a pres-
cnpoao,, pelo que lo la e qualquer pessoa, prenles,
amigos; ou condecidos dos mesmos supplicados liles
facam aviso de que por ole edUal sao intimados do
referido proleslo.
E para que cheaoe a noticia de lo los, mandei pas-
sar o prsenle qae ser pnblicsdo pela impren dous de igual theor qae serao ahilados, um na praca
do Commercio e oulro ni sala da, audiencias.
Dado e passado ntala cidade do Uecrfe de Peruain-
buco, aos 26 daoutuhru de 18). Eu Francisco Ig-
nacio de Torres Bandeira, escrivao inletin o subs-
crevi.
Anselmo Fiuncisco Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Rosa e jtiiz da-diroilo especial
do commercio nesla cidade do Recife e provincia
de Pernambuao, por. U. o Imperador, que Dos
guarde, etc.
Faro saber aos que a presenta carta de edito v-
reut e dola milicia liverem, como I). Joaquina Be-
nedicta Vieira da Silva, me dirigi a petirao do
Iheor seguinle:
DizD. Joaquina Benedicta Vieira da Silva, viu-
a da Joaquim Pereira da Silva, que quer fa-
CORREIO GEBAI..
As malas que deve conducir o vapor locantins
para os porlos do sul piincipiam-se a fechar boje
;29) ao meio dia, e depois dessa hora at o momento
de lacrar, recebem.-se correspondencias com o porte
duplo.
Directora geral da instiucca'o publica
da provincia.
Pela respectiva secretaria se faz publico, que o
Exm. Sr. director geral interino eipedio a lodosos
Srs. delegados de disirictos Iliterarios, que se acham
nomeados ; e aos Srs.inspectores do circuios litlc-
rarins -la provincia a seguiulecircular__:
Circular.lllm. Sr. Convindoque seja coiihecido
por esla direcleiia o numero das escolas particula-
res de ume oulro seio que tenham sido aulorisudas
no circulo da inspeccao de V. S.; assim como
o numero dos alumnos e alumnas que fre-
quenlam lauto as escala publicas, como as'particu-
lares, recominondo a V. S., que ciija de lodos os
professoras pblicos c particulares de seu circolo om
iitiippa dos alumnos que frequenlaramas respectivas
escolas no corrente auno, e m'o remeta V. S at o
lia 20dnmez de dezembro proiimo vindouro ; e
bem assim na mesma occasi.lo me enviara V. S. urna
nulo declaratoria do numero das escolas ou eslabe-
leosmeiilos particulares de ensiuu, que estejara ahi
staliclecidos com licenra do Eira.* Sr. presidente
da provincia ; e os nomes dos respectivos profeso-
res a peafessoras; licando V. S. cerlo que ser im-
posta aesiprofessores omissos a pena dos arls.94 e 100
da lei provincial 11. 369 de I i de maio do corrente
anuo, que (rala de executar-se na provincia.
E para que chegue ao conlteciineulo de todos a-
quellesa quem iiiteroasai, raandou-aa BoaUicar o
prsenle.
Secretaria da directora geral iar iuslruceio pu-
blica, 24 de outubro de ISIS.
., sarrelario, t
Fraiukeo Pereira Freir.
BANCO'DE PERNAMBUCO.
O Banco pe Pernambuco continua a- to-
mar lettt-as sobre o Rio de Janeiro
sacar contra a mesma [trait '
Pernambuco 10 de outubro
Recetario da direcciio, Joao^
riERf
ei-se>*-idTSra de di-
reitoo Advgado doUftrphaos, com um
apndice importante, contendo a lei das
'crias calcadas dos tribunaes de Justina,e
o novo Regiment deCustas, para uso dos
juizet, escrivaes, empregados de justica, e
a(|uelles que freqneniam os estudos de di-
reito, pelo prero de oxOOO cada 'e\em-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, tita
da Cadeia n. 56 ; loja de encadernacao e
Iytos, ra do Collegio n. 8; pateo do Col-
legio, livraria classica n. 2 e na praca da
Independencia n. (i e8.
Segu brevemente a es-
cruta nacional JOS, ca-
pilao Jote Joaquim Alves
das Neves: para o resto do
__________seu carregamento, trata-
se com os consignatarios Antonio de Al-
mei(l-) Gomes&C, na rna do Trapiche n.
1 o, segundo andar; (Este navio s toca no
Maranhoarcebei pratico.)
COMPANHIA PRMICAS.
ESCRIPTORIO DA GERENCIA NO
Largo da Assembla n. 10, 1 andar.
O vapor Pernambucano Mrquez de
Olinda, de excedentes accouunodacoes
p<:ra passageiros, commandante Antonio
Silveira Maciel Jnior, deve tocar neste
porto por estes dias, e depois de .24 botas
seguir' para o Rio de Janeiro com escala
para Babia : pata passageiros, trata-se no
escriptoiio da gerencia, ou no dos Srs.
Rostron Rooker & C., n praca do Corpo
Santo.
Para o Kio de Janfiro sabe com MMdade o
brinue brasileiro Muriannu, capitao Jos da Cuuh.i
Jnior ; recebe carga miuda, eseravos e passteiros;
a quem convier, procure Manoel Ignacio de Olivei-
ra, ua praca do Corpo Santo B.6, escriplorio, ou ao
capilao na prara.
Para o Assii
salte com tnuita brevidade o biate An-
glica : a tratar com Antonio Joaquim
Seve, na ra da Cruzn. 13, primeiro an-
dar.
Para o Kio Gmude doS l
segu com brevidade' per ler parte da carga promp-
la, o brigue brasileiro Sijmpalhia : quem no mes-
mo quier carregar o reslo ou ir de passagcm.wlen-
da-e com o capitao Candido Jos Francisco (joularl
a bordo, ou na ra do Trapichen. II, com o consig-
natario Manoel Alves Guerra.
Segne para o Aracaly al o lim do correule
mez o bem coiihecido hiate ucidoso, ainda rece-
be alguma carga e passageiros trata-se com os pro-
prietarios Martins & Irmao, ra da Madre de Dos
0.2.
ompanhia
DENAVEGACAdAVAPOR
LUSO BRASILEIRA.
O vapor
desta compa-
nhia D. Ma-
ra II, com-
man-laule o
lenle Gui-
iii rae, de-
vendo aqui
chegar vin-
do de Lisboa
e escalas no
dia 31 do
corrente, de-
pois da competente demora seznir para a Bahia e
Kio de Janeiro, recehendo passageiros e encommen-
das: os iuleressados rlirijaiii-sc ao agente Manoel
Duarle Rodrigue, auado Trapiche n. 26.
-i---------. .._______________________________'
LEILOES
zer proleslar e intimar o seu protesto por edi-
tes aos seus devedores ausentes e moradores em lu-
gar nao subido, a saber : a Antonio Francisco de
l.ima devedor da quaulia de 2155177 rs., de urna
lellra garanlida por Antonio Correia de Mello, ven-
cida em o l.o ilojunho de 1839; Miguel Francisco
da Silva, de uI20 rs., de urna lellra vencida un 8
de Janeiro de 1837 ; Francisco Xavier de Araujo, da
quanlia de 1309000 rs., de urna lettra vencida em
16de dezemhro de 1836; Mathias Jos Cavalcanti
da qoanlia de2J03000 rs., deduas lellra', a prime!
ra vencida om 9 de fevereiro de IH'J 0 a segunda
om 9 de fevereiro de 1850 ; LuizCavalranli de \l-
buquerque Mello, da quanlia de 549435 r., de una
lellra vencida em 1." de mareo de 1834 ; Manoel da
Silva Meudonca. da quanlia do 1509000 rs., de
ama lellra veucida em 22 de outubro de 1831, Ma-
noel de Alhuquerque Barros, da quanlia de rs
1:1099930 ; d quatro lellras vencidas, a primei-
ra era 7, a seguuda em 12, a lerceira em 21 de
novembro de 1836, e a ultima em 3 de Janeiro de
1837 ; Manoel Pereira Guimaraes. da quanlia de
7349102 rs. ; de urna lellra vencida em 2 de iauei-
ro,de 1849 ; Henrique l.uiz Pereira Lyra, da quan-
lia de 2:2019000 rs, que por elle pagou o marido
da upplicaiile de urna lellra vencida em 1 de Janei-
ro de 1840 ; Amonio Ribeiro Lima, de 1988163 rs.
de urna lellra vencida em 26 de 1833, e Jos Ca-
mello de S Cavalcanti, da quantia da 3798688 rs.,
de urna lettra em 16 de fevereiro de 1845, por can-
ta da qual deu em 27 de outubro de 1847 a quantia
2I4#960 r. ; a para que se nao de a prescripcao de
laes crditos, ea lodo o lempo possa fazer valer seu
direito, requer (como llie permute o art. 453 3 do
cod. comm. a V. Eic. se digne mandar por 'termo
seu proleslo e lulima-lo na forma requerida ; oeti-
vE. Bidoular, leudo de mudar de residencia do
seu sitio para a cidade, lar leilo, por nlervenro
do agente Oliveira, dejada a sua moliilia, coosislin-
Iloem um lindo e encllenlo piano de armario de
acarando qua-i novo, solas, cadtira-, dilas de ba-
anco, consol, mesas redondas, bancas de jugo,
masa elstica para jan lar. guarda-rnup e guarda-
vestidos, guarda-loura, maequeys*JajtjjT9t^-p(-*
Ihos, garrafas e copos h1ra~viiiio, umcamnlio co-
->o cpiawv comirreio, oplimo ravsllo bem
JiVjVcom arreios, sellins para mon-
jtrT iHneiii como piirn sentiora, etc.,
la-feira. 29 do crrente, as 10 horas da
ndicadn silio. sobrado novo por detraz
ferreiros, no Corredor do Bispo.
^uujmra ivr leilao. par conla e risco
1 q!."^^^^' l^tassi^Mi^.'.iu -/eos de fari-
nha de Inuo do 1.1111. JIWbmT^
indo a este mercado : terca-Tei
i 10 horas da majhfla, no armazcm ilo Sr. Jos
Doarte das Neves, becco do tioiiclves, 110 Kecife.
O agente Borja far leilo em seu armaioin,
na roa do Collegio n. 15, seita-feira, 2 de novembro,
as 11 horas da raauhaa, de um grande c v u i.rde sor-
timenlo de obras de mnreineria, inclusive una por-
r3o de'cndeiras porlugoezasc hollandpzas, que lem
de ser nfrenues pelo maior preco obtido, varias
obras de our* e prata, relogios para algibeira, c ou-
1 ros ni a i tos objeclos que no mesmo armazemseacha-
rilo patentes etc. ; e ao meio dia em ponto iro lam-
bem o leilao om eicellente carro de 4. rodas, diversos
escravos mocos de ambos os seos, entre o< quaes, ha
um moleque de 4 anuos de idade : era ludo isto nao
ha limite de preco algum. y
DE
Graude a extraordinaria represenlarao de exerei-
cios evmuasticos pela familia de
SILVAIN HENALT.
Concedido por S. Exc. o Sr. canselhciro presiden-
te ds provincia.
Silvain llonaiili summamente penhora lo pela ob-
sequiosa concessilo que lhe fez S. Exc. o SK. conse-
lheiro presidente da provincia, vem humildemente
agradecer-Wo grande prova de boudade e proleccAo
da parte de S. Exc.
QU ARTA-FEIRA 31 DB OUTUBRO.
Depois ile cieculjda urna bella ouvertura, a fami-
lia Ueuaull principiara os seus Irabalhos da manei-
ra seguiule :
1. parle.
O joven Ernesto dansar um passo gracioso.
2." parle.
O joven Alfonso dansar um dillicil passo de sua
iiiveiio 1 .*.
3. parle.
O Sr. Flix dansara urna grande dausa extrava-
gante, e terminara com o grande sallo mortal.
4.' parte.
A joven pernainbucaua dansar um passo gracioso.
5." parle.
-Mr. Ueuaull dansara um passo cmico pela pri-
meira vez visto ueste Iheatro.
f C. parle.
Dausa de corda sem maromba pelo Sr. Felii, mi
qual exerular mullos ciercicios novos e ainda nao
vislos nesla cidade.
~.' parle.
A viagem aos antipodas, eiercicio muilo dillicil,
executado peloSr. Felii.
n 8." parte.'
. O Bull-dogue-ii\gle subir aleo teclo do Iheatro
em uin fugo artificial.
9. norte.
A corda bamba execulada pelo Sr. Henaoll, ua
qual lara diversos jogos de forca o de gvmnaslica, e
terminara os seus exercicios com a colacao de co-
mer o beber com a cabeca'para haixo, segurando a
mesa, e sempre a grande lauco da corda bamba.
10.^ parle.
Aceneo palo Sr. Flix sobra m barril, que faz1
rodar para cima e para baiio por urna taboa collo-
cada diagoiialmente n'uma altura de ."1 varas e :l
ps, a qual apenas lem um terco de lareura, eier-
cicio inleiraueote novo e nunca visto uesta cidade.
Postcao acadmica
lirada dos mseos de Boma e Pars: l. parle, a
raorle d'Abel2. >, a fuga de Caira3.", Nem as-
sualido com a sombra de suainai 4.", Hercules
Uncando l.v chas ao mar5., o juramento dos Ho-
racios f,., Tacius e Bomulus uo combale dos Sa-
binos. *
l'iincipiara as 8 horas.
Vendem-se os bilhetes no Holul da Barra al Do-
mingo, esegunda-feira no Iheatio.
AVISOS MARTIMOS.
KIO DE
JANEIRO.-
O brigue nacional MAF.IA LZ1 A, ca-
pitao Ped^y Valette Filho, cm brevidade
vai seguir ao porto indics do, tem grande
parte do seu carregamenlo tratado: para
o resto, passageiros e escravos a frete,
(aos quaes da' as melliores'accommoda-
cOes) trata-se com os consignatarios An-
AVISOS DIVERSOS.
A TOMADA DE SEBASTOPOL.
HYMNO TRIUMPHAL.
Dedicado a SS. MM. o Imperador dos
Francezes, rainlia da (jia-Btetanha, e
sultao Abdul Med id, e posto em msica
pelo hbil pianista Mr. Facliimetti ; ni-
tida mpressao do Kio di: Janeiro ; ven-
de-se a2,>'rs. cada exetnplar, na roa do
Collegio n. 8.
Conliua a oslar ausente de casa de seu senhor
um moleque fula, crioulo, de Idade 8 anuos, de
nome l'lnladelpliio, espadado, denles sllenles e
claros, anda com camisa branca e calca azul de al-
godao, e consta que ipparcce uu R appreheuder, sera recompensado, levando-oa ra da
Aurora n. 10.
Hoga-se a qualquer pesioa a quem tur olTere-
cido um chapeo de pello prelo novo e seis camisas
trance/.is tamben, novas, que o queira appreheuder
o avisar uu por este jorual, ou na ra do Bosario da
Boa-Visla n. 53. segundo- andar, que se lhe licara
muilo agradecido.
- AO PUBLICO.
leudo a palle diaria da polica do dia 28 du se-
tembro prximo passado, consrderado sem motivo
juslilicado, coran autor du roubo fetlo ao lenle Ig-
nacio Gomes de Sa Mueiroz. o sodada do !!.' bala-
linio de infanlaria Jovenrio Viceule Teixeira. e sa-
hindo este llesu de tal imputac^lo, tanto n-s averi-
guiices feilas pelo subdeleuado do dislricto, como
nn conselho de investigarlo a que foi subinetlido,
ai-lio convenicnleem honia ilo accusaihte mesmo do
batalhao. fazer dislo scienle o publico, para que
desvie qualquer dosfavoravel i mpressao que por veo-
tura I oilia feilu contra o arcusad >.
Um ollicial du mesmo balalho.
Precisa-se de mu caixeiro que lenlia pralica
de taberna e que de fiador a su* conducta. I'ambem
se precisa de oulro que nao lenha pralica, que sejn
d< chegado* ha pouco para estar em companhia de
oulro : a tratar go paleo da Sania Cruz n. 6, pada-
ria.
Cooi a deviila
venia,
Pergun!a-se poique lizerum smenle 10 dias de
quarentena os brizues .S. Manoel e Mariann, mar-
cando o aviso do Eim. ministro 15 dias* para todos?
v temSe os empregados da saude devem esperar
pela ebegada dos navios, ou os navios, espera rem
iluas, tresou mais horas qoe os empregados venhara
fazer a visila, podendo perder a maro, alm dos ma-
les que causara ao commercio a demora das malas?
O vigilante.
Precisa-se alugsr uin prelo que nao seja moro,
para serviro Je casa : na iravessa da Trempe n. 7.*
Koga-se ao Sr. Claudiuo Pereira Pinlo Caval-
cauli queira ter a boudade de vir s ra do Crespo 11.
13, que muilo se lhe deseja fallar.
Aluga-se uiua escrava boa cuziiilieira u docai-
ra : na ra da Alegra n. 31.
Precisa-se de 20UJ a juros sobre hypothuca anf
una casa uesla cidade, qae rende IDfl meiisaes : quem
quizer dar aunuiicie para ser procurado.
O altaixo assignado deixou de ser caixeiru do
Sr. lirmiano Jos Rodrigues Ferreira, e agradece
ao mesmo Sr. o bom tratamento que delle cecebeu
durante o espaco do 7 anuos que foi seu caiteiio.
Joao Venancio Machado da Paz Jnior.
Precisa-se de om escravo por aluguel pai A
serviro de urna pequea familia : na ra do Hospi-
cio o. 7.
Na roa do Queimado n. 38 deseja-se fallar ao
Sr. Marcelino Jos Rodrigues Collaco, a negocio de
urgencia.
Oescrivodaifiiiandadedo Santissimo
Sacramento da 'reguezia de S. Jos do
Recife, scientica a todos os seu cbarissi-
mos irmos, quequinta-ieiral de novem-
bro. temdecelebrar-se na igreja ceNos-
sa Senhora ^o Terco, que serve de ma-
triz, a solemnissima festa do Santissimo
Sacramento jespera portante que Jodos a
ella concorrerao, bem como os liis, afim
de se tornar maj pomposo to solemne
acto.
, Quem se jujgar credor a refinacao
de Gont;alves& Res, em Fra de Portas,
ra dosliitararapes, aprsente dual cori-
tas ate o m do corrente me, para serem
pagas.
Precisa-se de um feitor borne fiel:
na ra do Sebo, sobrado amarello, ou na
esquina da ra da Madre de Dos ti. 45.
Domingos Francisco Alves Ferreira cmproo
por ordem do Sr. Manoel Joaquim da Silva Jnior
um bilhele da quarla parle da segunda lotera do
Gymnasio n. 654.
Desejando oceupar urna das cadei-
ras da assembla provincial, pero ao dis-
tincto corpo eleiloral que se digne de con-
ferir-me esta honra.O general, Anto-
nio Correia Seara.
Massa adamantina *
Aulonin Blrboza de Barros, eslabelecido cora sala
de barbuiro na na da Cruz n. 62, primeiro andar,
chumba denles com esla preciosa massa ; ua mesma
sala vendem-se a alugam-se bichas por commodo
preso.
Precisa-se de urna Vela avadeira e abendo
engommar melhor: no silio do Si. Fenlon, na Pon-
i da Uchoa, ou uo armazem, na roa da Cruz do
Recife n. 42.
if coufeilaria da rna da Craz 11. 17, deseja-sa
fallar com o Sr. Luis Demetrio Coelho a negocio que
nao ignora.
Para senhoras.
Os abaiio assignados com loja de oarives na roa
do Cabug n. 11, confronte ao paleo da inatiiz e ra
k V*' ^!,Iem fDMico, que receberam de novo muilas
obras de oaro, (e principalmente pulceiras do Rosto),
conliouam a vender barato em proporcAu as obras, a
passa-ie ama conla com respousliilidade, declaran-
do a qualidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Gcando
assim o comprador garantido Seraplnm & Ir nao.
Ko dia l> de novembro proiimo futuro, em pre-
cuca do lllm. Sr. |Dr. juU de orphaos e iiuseutes
desta cidada e seu termo, bao de arrem ilar-se <)>lo
maior prejo que ollerecido for, a armadlo a l'azendes
da loja das Cinco Ponas u. 62, perlencrute ao casal
do tinado Jos Andr de Oliveira. O escriplo adia-
se era mao do porleiro do juizo, Amaro Aulonio de
I'arias : as fazendas podero ter examinadas na mes-
ma loja, cujas chaves eslo em poder da meeira io-
veni.ii lanie. que mora na casa em cojo and, r terreo
est aquello eslabelecimenlo. e que requensu a ar-
remataco aonunciada.
Os Srs. Feliz Gomes Coimbra e Jos Ferreira
de Oliveira Soolo Maior teem cartas na ru do Quei-
mado 11. 7, primeiro andar.
Sebastian Jos Comes Peuna aclia-se de novo
eslabelecido com taberna na ra iN'ova u. 65.
Aluga-se o segundo andar da casa d.i ra do
Trapicho 11. 11, propria para escriplorio, 011 peque-
a familia : a tratar na niouia casa.
O abaiio aasiituado, leudo comprado na loja da
Sra. Viova do Fortunato o meio bilhele 11. 4170 da
lotera 57 do Monte Po Geral do Rio de Janeiro, o
perdeu na licite de 25 do corrente no hamo da Boa-
Visla, pur uso roia ao Sr. Antonio Jos Radrigues
de Souza Jnior e aos mais Srs. vendedores de bilhe-
tes, qoe no caso de sabir o mesmo meio bilhele pre-
miado, s paguem ao abaiio asi-ij.ii -do, que he o le-
gitimo dono : quem achou' o mesmo meio bilhele,
querendo re-litui-lo, leve i ra da Cruz co Recife
11. 64, que lera a metale do premio que por sorte
sahir.Lourenro Luiz das Neves.
Bolain-se para qualqoer obra canoas da ar*,
assim como se alerram terrenos, embora sejara dis-
tantes do poi lo, poi ler-se canoras |.....1 a couduc-
cao, -codo i>oo u= aterros se i.i jam tamben por em-
preilada : na Iravesaa do Pocinho 11. 26 A, armazem
de raaleriaes.
Precisa-se de una ama que saiba c uiuhar e
fazer todo o mais serviro dg casa : na ra Diraila o.
86, segundo a..dai. ,
Precisa-se de -jOOt a juros de dous por cenlo,
com sesuranra em una scrava, a qual cozinha o
diario de urna casa, lava tftji (fe barrell.' como de
sabao, sabe vender na ra easWaieira. ludo a es-
o poder daqoam derS, dinlieiro, para
dos jarot e principal: a
quem convi,-, iiaBacu). aununjie par1 ser pro-
curado, '^^v
r
Uesecuiida-leira eui diarTte ate a dsuada de
Mdame Tlieard licara fechada a taja desla por cau-
sa de conrerto.
Espera-se de Paris pelo primer va|tor inglez
.Madame Tlieard com rico sorliiueulo de fazendas de
goslo.
GlllNMTf; FOUT6CEZ l)E
LEITKA.
Por resolurao tomada em sessao do conselho deli-
berativo de 22 do corrente, convoca-seo mssrao con-
selho para o dia 29, as 6 horas da tarde. M. F. de
Souza Barboza, 1. secretario do conselho.
O curador riscal da massa fallida de Aniouiu
Augusto de Carvalho Marinho, convoca aos credores
da mesma massa para comparecerem em casa da re-
sidencia do liiin. Sr. Dr. juiz do commercio, pelas
9 horas da raauhaa du dia 30, para nomeaijJo de de-
positario. espera que os mesmos Srs. credores nao
deivaro de comparecer, pois sem nomeacAo de de-
positario nao pode ter andamento o procesan du fal-
leiicia.
Discurso sagrado, recitado em commeraoracao
da independencia do Brasil, uo solemne Te-Uem
que os habitantes da imperial cidade do Nictheroy
lizeram celebrar no dia 7 de selembro de 1855. pelo
Sr. Joaquim Pinlo de Campos, ennego honorario da
capclla imperial, ollicial da ordem da Uos 1, deputa-
do a assembla geral pela provincia de Pernambuco,
professqr de eloquencia nacional do aotigo lyceu
da cidade do Recife, bibliolhecarlo da FlVuldade de
Direilo da mesma cidade, e socio correspondente do
institua histrico do Brasil etc. Eslr discurso un-
presso e vendido pelos Srs. Laeinerl & ltmpauhia
do Rio de Janeiro, por graciosa lidnea do autor,
vende-se ua livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, a i*i rada (templar.
Muita attencao.
O caulelisla Salusliau de Aquino Ferreira vende
para negociu bilhetes e cautelas das loleri da pro-
vincia, sendo .1 quanlia de 1009 rs. para cima a di
nheiro a visla : na ra do Trapiche o. 36, segundo
andar, pelos pre;os abaiio declarados. Os bilhetes
e cautelas sao pagos sem o descont de oit-t por cen-
lo da le nos (res primeiros premios graudes.
Bilhetes 55300
alelas 25670
1 erros 19820
Ouartos 13361)
Quintos 13090
Oilavos 680
Decimos 550
\ isesimes 280
59500 Recabe por iu taire 5:0009000
29800 a a 3:5(101000
19880 ti 1:6669666
19400 a a 1:2509000
191 ao 1:0009000
700 a 0 '239000
580 a a 5009000
300 * E 2509000
Milita attencao!
O caulelisla Salustiaoo da Aqaliso Ferreira avisa
ao respealavel publico, que lomou a firme resolucao
de vender bilhetes e cautelas das loteras viudouras
sem o descnijto de oilo por cenlo da Iti, palos precos
aballo declarados, principiando com a primeira par-
la da lerceira lotera de Gymnasio Peroambocaoo,
permanecendo firmes estes precos em quaalo nao se
mudar o plano actusl das loteras da provincia, o
qual lie justamente a quarla parle das nal acredita-
dla loteras do Kio de Janeiro.
Bilhetes
Meios
Tercos
Quarlos
Quintos
Olletas
Decimos
Vigsimos
Pernambaco 26 de ealubro de 1835. O canU-
lisle, Salusliau de Aqono Ferreira.
O Sr. Joaquina Lopes Ferreira ten ama carta
viuda do Rio de Janeiro, rio escripterio de Jos Joa-
quim Dias Fernaodes.
Da-se dinheiro a juros sobre peiiliore* e guar-
-da-se o maior segredo : na roa do Celiegio n. 25,
terceiru andar.
CONTENHAM-SE SENUORES
FALSIFICADORES.
Constando ao abaixo assignado que em
alguazas padarias e depsitos desta cida-
de, se tem vendido bolacha fina denomi-
nadaVilla-Verde, scientica ao res-
peitavel publico, que a verdadeira bola-
cha Una de invencao do abaixo assignado,
s se vende, na sua padaria, ra impe-
rial n. 173, estreitado Rosario n. 39A
e T> e Rangel n. 14, e que toda a mais
me se vender em outra qualquer parte he
falsificada.Joaquim Luiz dos Santos
Vi lia-Verde.
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
BUCANO.
CASA DA FAMA.
AOS 5:000$, 2:500| E1 rtM)0$.
O caulelisla da casa da Fama, Antonio da Silva
jiiimares, lem eiposto venda os seos nuito afor-
tunados bilhetes e cautelas da quarla parte da se-
gunda lotera do Gymnasio, a qual corre no da 3 de
novembro do correala anno, os quaes ostio a venda
tas seguinles casas : aterro da Boa-Visla tu. 48 e
68 ; ra do Sol n. 72 A ; praca da Independencia
ns. 14 e 16 ; roa do Rangel o. 54; roa da Cruz
n. 43, a ra do Pilar n. 90.
PRBCOS.
Bilhetes inloiros 59700
Meios 29800
Quarlos 19440
Oilavos 760
Decimos 600
Vigsimos
O mesmo caulelisla declara, que ".araste nica-
mente os seus bilhetes inteirn em origioaes, pagan-
do os Ires premios graudes era o descont dos oito
por cento do imposto geral.
0 SSESSOR FOREHSE
OU
o formulario de todas as acco'e co-
nhecidas no nosso foro
PELO
DR. CARLOS ANTONIO CORDE1RO.
Acaba de ser publicada eacha-se a venda na li-
vraria da esquina do Collegio n. 20 de Ricardo 4*
Freilas \ C. a primeira parle do A Humor Forense
contundo, alem do formulario do procesa peraule o
jury,; adoptado pelo governo ) nolaveltnente aug-
mentado com todas as pelices, despachos, e mais
termos que nella foram epenas indicados :
O formulario aomplelo dos recursos.
O do processo de habeas-corpns.
O dos termos de bem .iver.
O dos termes de segurauca, qoer ex-offieie, quer a
reqoerimento de parte.
O formulario do processo por quebrameotu leales
lermos.
O de todos os processos policiaes. e que cabero na
aleada.
O de suas appellac.oes.
O do processo por abuso da tiberdade de imprensa
quer por crime de injuria, quer por crime da ca-
lumnia.
O Jo processo de respoosabilidade dos emprega-
dos nao privilegiadas.
O do processo por crime de coutrabando,
Este Irabalho acha-se feilo com tanta minociosi-
dade e clareza, qoe os Srs. juizes, delegados e sub-
delegados, escrives, advogados, inspectores de quar-
(eirao, procuradores, ou oulro qualqoer empregado
de justica, quando mo leudara mesmo ideia alguma
de processo, o poderao instaurar e conduzi-lo por
si mesmos regular e legalcenle : laes sfto as expli- .
cacoes do Assessor Forense.
Na casa cima indicada, vende-se tamben a col-
lecrao de f-jf- aamr-, rnnimrT n aiiomas de
direilo em geral, pelo mesffl^PKssjdeiro, obra de
immensa vanlagem para os Srs. JiiiiiTn>vliiifliliii.
provisionados. etc., por issa qoe nella selateilrtta,
em ordem alphabetica, (odas as regras, maiimas de
direilo, etc., com ciatrao das roetes de onde sao co-
lindas.
O preco do Assessor Forense lie 39 brechado, |e
69 eacademado.
() da colleccao dos principise aiioma dedirei-
la be 29.
Para.
O caulelisla, Salosliaao de Aquino Ferr 1 a.
Jos Joaquim Dias Feruandes esl proeVdeudo
o inventario dos lieos do huado seu nnis Manoel
Jos de Araujo Machado pelo jui/.o de orplulus, es-
crivao I acuiido e por isso convida as |iesioas qne se
julgaiem credoras do dito finado a hablilarem-se
para serem altendidas oa partilha. 4
Precisa-se de urna anu forra oucap'iva perfei-
la emiommadeira e cozinheira, para casd de pooca
familia, pelo que se pagara a coule'iiio e cun geuero-
sidado : na ra Nova, loja de oorives u. i.
Precisa-se de um bom forueiro : na roa d
Senzala Velha 11. 94.
Precisa-se de urna ama para o serviro iulemo
e externo de urna casa de punca familia : ua ra Di-,
reita 11. 72.
Jos Aniouiu Piulo, caixeiro da an comraer-
cial de C. Slarr & Companhia, por liaver uniros de
igual nome, como se v em ora valle de 4009 que
perdeu o Sr. Res, conforme o seu aunando luserido
uo Diario de sabhado n. 243, e para evitar engaos
assignar-se-ha de hoje era dianle Jos Antonia Piulo
Guim'araes.
Perdeu-se um cachorro d'agua, uo dia 24 do
corrente, cora os siguaes seguinles : todo branco,
com orelhas grandes, curio, e eslava nm pouco tos-
quiado, lem apenas urna nodoa por baiio de urna
das orelhas, cusluma acudir pelo nomo Jouli : qaem
o adiar ou der noticia, dirja-se a ra do Trapiche
n. 16, nmazera, quesera bem recompnsalo.
FURTO.
Furtaram da casa do abaiio assignado urna auge-
lica uu lio; de prala de omeaslical de prata, raga-
se portanto a quem for offerecidade a tomar e man-
dar entregar no 1 andar da casa u. 0 da ra do
Collegio, quesera generosamente gratificado.
SaloSlinu Ephigenio Carneiro da Cuuha
Quera precisar de urna ama para nata de ho-
rnera solleiro, a qual cozinha, compra e eogomma,
drija-se a ra de llorlas n. 6.
Precisa-se fallar com os Sri. Joaqu m Pereira
da Silva, Angela Mara Custodia. Francisco Alves
Xavier e Manoel Jos de Almeida Cosa, a negocio
de sea inlecesse : na roa do Queimado n. 7.
Precisa-se de ama ama : oa ra Bell) u. 36.
VENDA DE 1,000 AGCOiES DO BANCO
A directora do Banco Commercial
desta praca, avisa a quem convi
tendo de converter-se o mesmo
Cuixa Filial do Banco do Brasil, conforme
se deliberou em Assembla C
conistas, na data de 51 de jullio ultimo,
e existindo ainda em reserva mil accOet
para completo do seu fundo
tem designado o dia 10 de dezembro vin-
douro para a venda das mesmas actjde,
em leilao mercantil. Realisada a *enda
serao as referidas acc6es entregues aos ai
rematantes no primeiro dia til do mez de
Janeiro de 1850, dia em que entraraonos
cofres do mesmo Banco com a importan-
cia das que tiverem arrematado, e no dia
da rrematacao coma de 10 por cento,
como quantia sobre o valor de cada urna ;
estas importancias serao realisadas em
moeda corrente. Prevnote queja', exis-
te urn fundo de reserva de 11:515^070,
e que o valor nominal de cada accao he
de lOO.sOOOreis. Para'I i de agosto de
1855.Assignado, Henrique B. Dewey,
presidenteAugusto E. da, Costa, secre-
tario.
C. STARR&C.|
respeilosamenleaonunciaro que no seu exteusu es-
labelecimenlo em Snoto Amaro,conliuuam a fabricar
com a maior perfeicao e promptidio, loda a quaida-,
de de machinismd para o so da amicullura, na-
egt{ao e manufactura; e que para maior commodo
le seas numerosos freguezes e do publico em geral,
teem aberto em um dos grandes armaxens do Sr.
Mesquila na ra do Brum, atraz do arsenal de roa-
noffi
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo seu eslabelecimeulo.
All acliarao os compradores um completo sorli-
mento de moendas de canua, com lodos os melhora-.
melos alguna delles notos c origioaes) de que a
experiencia Se muitos anuos lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baila a alia presto,
taixasde lodolamanho, tanlu batidas como rundi-
das, carros de mao e ditos para cooduzir formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
rajdto, fornos de ferro batido para farinha, arados da
ierro da mais approvada conslruecao, fundos para
alambiques, envos c portas para fruallias, e urna
mhnidade de obras de ferro, que seria enfadoho
enumerar. No mesmo deposito eiiste una pessoa
ulelligente e habilitada para receber todas as en-
commendas, etc., etc., que os annunciaules contan-
do com a capacidade de suas officinase machinismo,
e pericia de seus offloiacs, se comprometiera a fazer
eiecular, con) r. maior presteza, (terreico, sjiacta
conformidade com os modelos eu deseuhos.e instruc-
cttes que Ihes forem forneciuas.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O uiiicu deposito conliu a ser na botica de |t,i-
Iholomeu Francisco de Souza, ua ra lardado Rosa-
rio 11. 36; Barraras grandesWOO e pequeas 3000.
IMPORTASTE PARA 0 PIRLICO.
Para cura de plitisiea em todos os seus dirlerentes
grsos, quer motivada por constipar-Oes, losse, aslh-
ma. pleunz. esearros de sangqe, dr de costados e
peilo, palpitaco-no coracao, coqueluche, bronchile
dor na garganta, e todas aa molestias dos orglos oul-
monares. s ""
MFIHORFKEMPLARENCflNTRann
un
Ni1!


illMtiO -* PtHAMBUlO SIGUH < FEI 29 'A 0UTU8A0 91
i DOS >UREi
*D'& NOVA 1 AWm&Vi O.
' ""Ha hoineopalMcse todos os dias ms pobres, desde 9 horas da
- a qualquer hora do dia ou noile.
jalquer operacodeeiro.ri-'ia, e acudir proniptamenle a qual-
iloe >rto. cujascircumstanciaMiao permitan) pagar .10 medico.
IHTOR) O DB. P. I
Mil
qua
ME
JA NOVA 50 F 4
"(HENDE-SE O SEGUINTE:
meddicina homeopalliica do l)r. ('.. II. Jahr, trailuxidoeui por
no, qualro volumesonederuados en dous e acompanhadode
ie medicina, eiergia, anatoma, ele., ele...... 209000
portante de toda as que tratam do esludo e pralica da bomcopalhia, por'ser a nica
ronda menta I esta doulrinaA PATHOENESIA Ol EFFEITOS UOSMEUlCt-
EM ESTADO DE SAI; lKcoiihecimentos que nao podem dispensar as pes-
lica da verdaileira medicina, interesa a todos os mdicos que quizerein
HarnemaTin, e por si mesmos e ennvciirrreni da -verdade d'ella: a lodos os
'engenho que eslao lonse dos rceiirsosdos mdicos: a lodosos capitaesde navio,
deru deiiar de acudir a qualquer inroniniodo seu ou de seus tripulantes :
ie por circiimslancias, qoe nem sempre podem ser prevenidas, saujobriga-
Nkanii os 1 rimeirns soceorros ero snas enfermidades.
iwpallia no tradurcao da medicina domestica do l)r. Herinc,
is pessoas qu se dedicam ao esludo da liomeopalliia, un vnlu-
anhado do diccionario ios termos de medicina III9OOO
t medicina, eirnrgia, anatoma, etc., ele, encardenado. :t000
bem prepa, dos medicamentos nao ?e pode dar diii passo segur na pralica da
irietano dcsle estabelecimento se Ibongeia de te-lo o mais l.cm montado possivel e
je da arando superiondade dos seu medicamentos.
s grande?..................... 8I0QQ
os em ;;lobulos, a tUJ, 125 e ISTMIO rs.
COLUTORIO HOIfEOM- f
mico. I
(GiajUiito pata os pobn
28. RA DAS CKIJZES 2H.
0 Dr. Casanova da consultas e tai -;j_ TS
I Osmedic.imentoslionoeopmhicosmai.;ine- (A
(litados) do Universo, ao os
-ados pelo. Srs. CATIlLaK e WeIWR, W
pnarmareulicus em Pars: ..esta casa l-ni 0k
sempre um grande sortimenlo dalcs me- T?
d,(menlos em nlun-rdc 1 odas as dvn'a- O
roisacoes: e em lbulos preparado* pelo i
proprielario deslo eslabelecimenlo: carlei- W>
ras de todos os lmannos, o inailo 1,..... em
coma do i|ue em qualquer oulra parle.
1 carleira de i medicamenlos. WXl
1 frasco de tintura a cscollier
J ubos avulsos, a .100, 500 e IJ-.
(5000 "
I5OOO
Eleinentosde l-omu>opalliia.'4 vl. GSOO"
1N. B.Cada carleira eucerra o rndi-
camen.os preservativos e curativos do cho-
lera-morbus.
Tubos avulsos
ditos
ditos
...... 208000
. '..... 2JJMJ00
...... :IW>000
...... tiOSOOO
......... ijooo
I anea de lindura......... -i-mu
...,,. .;^u\*
lindura ; arinca............. 2aO00
tn-pre venda grande numero de lobos' de crysla de diversos lamaulios,
tos, e apremptv-se qualquer encommeoda.de mcdiraraeuloscom toda a brevida-
cos multo commodos.
i
TRATAMEHTO HOMOPATHIGO.
Preservalico e curativo
DO CHOLERAMORBUS,
Pelos drs.
l./m.K.-S*J*: Jafc -* A *.. .
pera se poiler curar desla enfernndale. ndtninislranilo os remedios mais ellcazes
mo se recorre ao medico, ou mesmo para tura-la iudependeiilc desle nos lugares
TB| ) EM POKTUGUEZ PELO DR. I. A. LOBO MOSCOZO.
eonlmis indicaces mais claras c precisas, so pela sua simples o comisar\ posi-
todas as iot (Vigencias, nao pelo.que diz respailo aos ineios curativo.-, como priu-
preservalivos qix lem dado os mais satisfactorio- resultados em toda a parle em que
ellest' urlica. 9
eop tilico o nico que lem (lado rendes resollados no curativo desla horri-
a proposito Iraduiir eles dous importanlos opsculos em ftngua vernacu-
sua leilora a qiiem iguoie o Iraucci.
lite no Consultorio do traductor, roa Nova o. 02. por 25000 rs.
pan
ero
ANNUNGIO.
^Bt uaralissiinas,
.\ ra da Ma.
o viudo da pon-
I sbelac nisulo adiarlo os
ai do centro,a; o pu-
limenlo de fazendas
iqaalidadc c sem avada,
Bvendem por presos liara
a disposieso para bem ser-
! le se digoarem
IE LATM.
ite Ferrer dfe Aljxtquei-
aula para a ra do Kan-
^^ a i-ei'eber aliiui-
hos desefe ja' por 1110-
e publico: (|uem se
SupeqtKio ni-etimo o,
jundo ; indar da ref'e-
^^Hbi a dos dias litis.
10 Rio de Jan;iro o
TORIO DO MEDICO
HOffiEOPATHA.
; KIOFI- E BOEN-
OUTBOS,
a 1 dcscripeo
iests, 1 pbssio-
- ricilicanienlos I10-
1 de acfjio etn(puttreia.
^^^^KfrtftTaran de todos
^ia, e posto ao alcance
pelo
\. 4. DE MELLO M0K4ES.
a no ronsultorin homeo-
IOSCOXO, ra Nova n. .VK)
0 em b-ocliora, e (i00,
X ru'.'ii
I J. Falque, i
RIA DO COLLEIO N. \. i
Recebeu pelos ulliinos navio'viudos ile Irn- j3
Sa um grande sor lmenlo dosobjectos abalxo ~m
declarados: ^
Palilaade panno torrados de seda c laa, :
las de velludo e seda, de 125000 para cima, gj
Ditos de seda Uedillerenles cores de lOgOOO
pata cima.
Ditos de alpaka prela e de. cores, Forrados
J de seda, o de 1,1a cojii goli'a de seda e oulra-.
de 69000 para cima.
Dilos de.laa c 13a c seda, de ddlerenles
cores e precos.
. Dilosde brim brauco p decores, sendo os
de cores de 29300 para cima.
Dilos de Ranga superior.
Calcas do casemira niela moilo boas a
105000,
Ditas de cores de dillerenlfs precos.
Palitds, calcas r.cullele* de casemira mes-
ciada, ditas de lirnn luancas e de cores de
dilTerenles precoz.
liraiidu sortimenlo de perfuroarias finas e
extractos.
LUYAS DE PELLICA DEJ
cas, cor de calino, prelas o-oulras cores, lan-
o para liomem como para seiihoraa] eufeiles
para rabees, rliaposde pallia aberla e tn-
leiladoscom filas, vellulo e plumas, para me-
ninos e meninas, cainis.-s francezas de dille-
renlesqnalidades-, c'ravntis prelas e decores,
goiros aveliwtados escassezes para liomcns e
meninos, bonetes d^^oranro e dina para
liomens, ricas cariaras c chaculeiras de dif-
rerenles precos, r.vos leqnes da inadrepcrula,
lunelo de latsfnaa, uenles redund
lucilina- rorraclif wa*
' TTlilll"'! nial.1- e saceos
geni; e oulro*
muilos artl
. nuiilo razos
KOBILAFFECIECR.
0 lHiro auloritado por tlccisSo do consellw real i
decreto imperial.
,I.|S J'1''!'00' LL1 Cl,"", scnd0 unico "ulorisado pele
mc,S,erClarreal80Cea,le de "ediciua. Ksla
n ~n, >'' Um ESl f^i>. e "I a lomar
d .ui 2 "S'a em us0 l,a*a"''a real desde mais
(icUdiirios; cura radUalmenle em pouco l-mpo,
"""Piuca Jespe/.a, sen, mercurio, as llec.oes do
pene, impigens, as consequencias das sarnas ulcc-
as, e os accideules dos partos, da idade critica, c"da
ariimipuiu bfredilaria dos liujnores; lonvcm aos ca-
annos, a IsUiga, as conlraceoes, e s raqueza dos
orgaos, procedida do abuso das injeccocs ou de loa-
Mpo os lluxos rcenles ou rebeldes, que volvem
inajessaules em coiisequeucia do empreo da copai-
ba, djj cubeba, ou das iujei ces que icpresenle.n o
virus sein iiculralisa-lo. O arrobe LalTecteur lie
especialmente recommemlado eontra as doencag, *iu-
velera*ls ou relieldes, ao mercurio e ao iodurelo de
polassio. Lisbunne. Vei.de-se na bolira de Brrale de
Antonio Feliciano Alves do Azeveilo.prara de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de ebegar una mande pon'o
de ganaras grandese pequeas viudas dircelamele
4I0 Paria de casa do dito linvvcaii-Lanecleur 12 ru
KiclieoTParis. Os fo/niuarios dao-se gratis' em
casa do agente Silva na pi ac de D. Pedro. 11. S2.
Porto. Joaquim Arauj ; Babia, Cima & Irmaos '
Periiambuco. Soum; Kio de Janeiro, Rocba A-Fi-
llios ; el Moreira, loja .le drogas; \ Illa Na, Jo3o
Pereira de Macales l.eile; Rio (irande, Fran de
Paulo Coulo A C."
1 ao rauco. g
o* No armazem do fazendas bara- 1
tas, ra do Collegio n. 2,
t tvendte um completo sortimenlo
gg de azendas, linas e grossas, por
fi preros mais baixos do que em 011-
m tra qualquer parte, tanto etn por-
a cocs, como a retallio, affiancando-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
y alnio-si: de combinacao com a
I maior parte d is casas commerciaes
inglezas, (raucczas, allemaat e suis-
sas, para vender fa/.endas mais em
conta do que se tem vetidido, epor
islo oerecendo elle maiotis van-
tagens doque outro qualtpier ;
propietario deste importante es-
tabelecimento convida a' todo*os
sens patricios, (vao publico em fe-
ral, pata que venbam (a' bem d"os
seus inferesses^ comprar fa/.endas
baratas, 110 armazem da ra do'
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos i\ Rolim.
~ 0 Sr. Manuel Jee da Cosa Porlo lem urna
,w,Wfn**NliLJJJiUcilL,S''",,e'rui'" Iravessa lo
Arsenal de guerra
MOENAS SUPERIORES.
Na fundieo de C. Stai r & Companhia
em Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de caimas todas de ierro, de um
modello e TAI XAS DEFEKRO.
Na fundicao' d'Aurora cm Santo
Amaro, e tambetn no DEPOSITO na
1 -ta do Hritin logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Maiiuha ha' sempre
um grande sortimeiiio de fabrica nacional como cslrangeira,
batidas, fundidas, iriaudes, pe razas, c fundas ; e em ambos os logares
existem quindastes, pUia i.ureg.ir ca-
noas, 011 carros livres de despeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Vende-se um moleque de fi a 7 annos : na rua
da Santa Cruz n. 70.
Vendem-se ninas sacadas de boa podra : a tra-
tar na rua do Oucimado n. 7, primeiro andar.
Vende-so um fofa de amarellu de mullo bom
inndello, por preco comuiodo : na rua das Cruzes
n. 29.
Vende-so um molerme com 20 anuos e urna
negra cozinbeira rom 2i, ambos crinlos e de una
excelleule conduela : na rua da Senzala Vellia 11.
70, segundo andar, se dir qucni vende.
Vendem-so 2 eadeiras de bataneo, 2 bancas de
meio de sala, I cama le venlo de armaran, ludo d
ainarello : na rua da Senzala Vcllia 11. 70, segundo
andar.
No paleo do Carino, quina da rua de lindas 11.
2. veiile-e manleiga ingieza de 4H0 a 900, dita
frai,cez,i a 720, chocolate lino a io, velas de car-
nauba pura a ISO, ditas de espelmacelc 800 rs.,
diouricas de Lisboa a 00 rs., loocinlio a 360. bola-
cliiuba de suda lina ,le Londres a lilt), dila inuleza a
00 rs., dita Napolean a iSO. dila aramia a fiO, se-
quillios a 400 r.. -.din de llollanda
iluce a lili 1 a garrafa.
Vendem-se 2 escravos mocos, de idade 2* an-
uos, 1 prela de mda idade, boa coziulicira : todos
dilo-se a contento ao comprador : na rua Direita
11. 3.
Vende-se millio em Hceai grandes a oj>, arroz
de casca 1 :t200 o atqueire, oleo de ricino em latas,
comu bem 3 Iraves de arneira de 40 Dalmns. II) toros
deangico de 9 a 10 palmos de coinprulo, por prer;o
commodo : na rua do Vinario 11. .">.
Vendem-se saccas de 1111II10 muito novo : na
rua de Sinil 1 (tila, taberna 11. .*>.
. Vendem-se 3T barris te i em pipa, i pipas de
Cslalunlia, ludo pro'mpln para niel ou azeile : adi-
da fabrica de vinagre 1111 (na Imperial
FMIK DE FLOR.
A Fannlia de Santander Flor de Flor,
he o melhorfariiiha de trigo que existe em
todo o mundo, por isso sempre hequalii-
cada a mais superior em todos os merca
dos, aondetem sido importada ; heestaa
primeira vez (pie vera a este mercado,
pore'm^arante-se a veracidades da infor-
mar O vende-se nicamente no arma-
am deTasso Irmaos.
Bous gostosede
hoas quaKd-
des.
um lileiro com
ante
n. 17.
Vendem-se 2" mil charutos e
."vidrns : na rn.i do Amnrim n. 17.
Vendem-se na rua do l.ivranienlo, loja n. 2,
peras de cassj con salpico* a lo-iOO, alpaca prela de
dii.is larguras a 320 o co.ado, riso.los francezes a
200 rs. o covado. ganga amarclla a 300 rs. o covaito.
Vende-se unta negriulia de 7 a 8 anuos, muito
bonita : na rua do l.ivramenlo 11. 1.
Vende-se urna padana em Sanio Amaro, na
Iravessa do Lima, com lodos a perlenccs, ou so os
perlences : queiu quizer comprar, dirija-ee a mesma
Iravessa, laliema da esquina que volla para os co-
queiros. que adiar com queni tratar.
Voude-e um sobrado na cidade de Ojiada, na
rua de S. Denlo n. I ; quero pretender, enteuda-se
com Manuel .Nuiles de Mello, na ru. do Boinlim.*
'VJendem-selmdoschapeosdepaHfinba
e cabello para meninas : na rua da (,a-
deia d6 Uecile, loja de iniudezas h. 1'..
Vendem-se cartas de jogar muito li-
nas proprias pala voltrete: na rua da
Gadeia do Recife, loja demiudezasn. 19.
Na rua do rtuciinadu, nos qualro cantos, 11a se-un-
da luja (Je fazendas 11. 22. defronle do obrado ama-
relley vatUdem-se as seguintes fazendas, por preces
que re.,hlenlo u/i m admirar:
Casemira prela de superior qualidade pelo bara-
li-simo preco de 29 e 2?lis> o covado, esccllenle
panno prelo lino, prova de liinilo, pr casaca e pa-
lilo a 2c jOO, 3? e "13, alpaca prela muilo lina a 400,
oOO e 000 rs. o covado, corles de colleles de fusUo de
boa qualidade e bonitos padres a 700 e 900 rs.. bo-
nitas cassas frauceza< e muilo finas a 300 rs. o cova-
do, umbrala muilo lina de salpico, propria para
veslidus e roupa *de crianza a l; a vara, caminas
h anee/as niuilo Unas rom pellos de esguiao para lio-
mem a 2jlSO0, corles de cassas para vestidos de bo-
nilus padres a 25, lencos brancos decambraiade
linlu inailo linos e grandes a (io a duzia, meias liuas
para senliora a 20. 300 e 00 rs. o par, ricos diales
de clially com lislra de seda e bastantes grandes a
'-. dilos de merino muilo finse lisos a lie, luvas de
seda de cores para bomem e senliora .. h .' par, di-
las prelas de lorr.il, f.:/.enda superior, viudas de Lis-
iii'i 1 -.. azeile I boa a 1SI20, ricos corles de seda para vestido, pelo
liaralissimd precu de 20>, ditos de cambraia de seda
de lindos padres a 65, clially verde e amarello,
muilo superior" fazenda, e que muilo se usa para ves-
tido a SOO rs, o covado, romeiras de cambraia e fil
com lacos de ricas filas de seda a 192S0, grvalas de
seda de bonitos padres a (iiO, meins de laia para
padres a 25 o par,corles de casemira finas e de bo-
nitns padres para calcas a 5-5, brinzinlios de puro
ludio a 240 o covado, ricas eolias de damasco e mui-
lo grandes, pelo baralifsimo prei;ode 109, hrins tran-
cados de puro linho e de bonitos gnstos para calcas a
SOO rs. a vara, meias croas para liomem a 200 rs. o
par, chales de larlalana de huidlo, nadresa I5, cr-
des de calcas de casemirasde algodu a \f, merino
Irelu. fazenda muilo lina a toOO XI covado, lapim
'prelo o mais fino que lie possivel enconlrar-se, pro-
prio para veslidoa e balinas ilc padre, pelo baralis-
simo pre^o de 1,280 (V covado, riscadinlins francezes
muilo finos e de bolillos padres 20 o covado,
ineios lenco- pretns para grvala, fazenda superior,
a I?, lenco* brancos rom lislras, de cambraia, mui-
lo lino* a 300 r., 6rim branco trancado de puro li-
nho 4 l!J200 a vara, e alm de todas eslas fazendas
onlras muilas que s 4 vlsla das boas qualidades he
qun se pude ver o quanlo silo baralas, afiancando-se
aos senliore* compradores que nesle eslabelecimenlo
nao lia fazenda alguma que seja avariada. e sim ludo
sem avada, de bons gu^os e boas qualidades.
ralilos-de alpaca lin, prela e de cor, muilo bem
cosidos < forrados, e dilos de ganga aiuarellaa2900:
mi rua do Miicimado, loja 11. 21.
;>
COMPRA
Compram-sc tiuli cas.,s ((.rrrls ei||
que nao eslejam airuinadas : qnem a. U
r7.rn.x,eaMdes",ii'ai,i'^
inr ba< li;ii cis.
Vcndeni-se lila para carias de hachareis a .'>000
rs. ; slrtx da matriz da rua Nova, b.ia 11. 2, de Au-
guslo Colomli.e/.
uilo lino, com leve loque de ava-
>.' icimado, loja 11. 21.
0 0 COVADO.
do lino,
lunado, li
se no silin
a,] .' Ueuro
por

NKOTATHlllO.
ito para os (obres.
liHuro. '.Mundo-Soto n. ti.
Itcario I.udgero l'iuho d
^^^Ht. 'is 8 horas da
o seus domicilios, das
1: nn< em rasas repeulinos
.ves ti visilas serao
crmw man~u>
Acaba da> ebegar nova pimeula da Jamaica,
eiccllente para Icmpero, assim como sag', cevadi-
nha e ervilbas: no armazem de l'aula c\ Sanios, rua
do Amuiim 11. .
AUeneao.
Kogi-sa a lodosos devedores da taberna da rua da
Cudria do Recife 11. 25, defronle do beccu Largo,
qua esto atrasados cm seus pagamentos lano de
i ledras vencidas como de conla de livro, que quei-
ram realisar seus pagamentos alo o lim do crrenle
mez de outubro, o aqucllesque o nao llzer, passaiilo
a ser eieculados, e seus numes publicados, islo para
evilar a prescriprflo.

' f
io*a inerercni Iralamenlo
1 meios boje aroiisclliadus
Este ineios ezls-
ilraj.
?!.... aEK-3K-KS2:
ssa adamantina.
a reconhecida a icelleucia desla
nbar deules, porque seus resul-
1 do dtuniuio do publico.
faz us.1 dcstrf preciosa
1. c as pnssoas que quize-
iviros, podem pro-
ano 11. I, Joja de bar-
I -;a;K.ea
l-ETISTA FRAHCEZ. i
lula, es.abelecido na
rio n. 3G, segunda andar, 9
,1 pressaodo ir, e chumba
^I^Ladaniaiiliua c outros me- 9
SEGUROS.
1 lndemnii,adora tendo
perac.es, toma seguros
i premios razoaveis: seu es-
1I0 Vigaricm. 4, estar''
uteis, dai 10 lioias da
urde.
5 -a*:9:a 8 999W
MI DENTISTA,
eiiijir na rua Nova 11. 19, primei- %
3
idaEnprezi
', nu prazo
orpo Sanio, con-
la dir.iccAo da mesma
. doarl. ti dos uslalulos.
.. O secretario, Cy-
> das loteras
(|ue :ie aehain a'
la quarta parte da se-
do Gvmnasio na tbesoura-
1 da l raa. 11.
: elenveltrenle no
O Dr. Kibeiro, medico, mudoiT
sua residencia para a cisa cinzen-
la de tpiatro andares; na rua da
Cruz 11. 15, onde pode ser pro-
curado a qualquer llora.
ierre.' WNflS
puco. ni. Monleiru. que nao exceda de ,V)Orv|'alJrailJ.\o)
a 600|: na rua da Cadeia do Becife n. |(.
Conipra-se
una casa terrea uue lenha l..m
quima. en, hoas rua, ,10 hairro de ELSSJR
quero l.vcr annuncie, ou d,rfja-se a rua do Crespo
Compra se urna casa terrea com quintis ca-
cimba, en. bom estado; prefcre-se sendo e.i chaos
proprios e b..a rua 110 bairro da Ben-VUbO^IrrtilT
na rila do Basarlo da Boa-Vil,i n. SI.
VENDAS.
Oracao contra a peste e o cliolera-
morbus.
Aclia-sea" venda na livraria n. li c K da prac da
ndependeuc.a onijolbclinh com dillercnles 'ora-
-oes contra o cbolera-morbos, e qualquer oulr, pe.
ie, i 10 rs. cada um. r
Vende-se una negra de :, anuos de idade,
pouco ma.s ou menos, boa c.ozinheira, lava de sabio
o DB ludo o servico de una casa : na rua da .Madre
de Dos n. 3(i, loja.
Vende-se um piano de Jacaranda coro punen
uo, muito b mi, e por preco commodo ; assim como
leite: ludo
Na rua
(ta^^Stm-wc n t.
porcaO -i
m esta!
como u
.3 botris abundante
baratissimo.
da Cfi
ippatecido,
99*******9&\Ztt&tt&.,&J\ T: 5
duic se relirar para fra
PARA 3WEWIKAS.
Chegaram, nuiilo em conla, una pnrcae de pul-
ceiras para meninas : na rua du Cabog, luja de
ourivesn. II, de Seraphim & Irmo.
em franco/., sol
rhr mi i ms. { >u.
. 20}000
i GjlKK)
! 7fXKK)
. fidOOl
. lti-5000
69000
85000
165000
10300o
8JO0O
75OOO
6-5OOO
49OOO
IO5OOO
i

t Novos livrosde l.nmenpalhia
lodasde summaaimporl.inri.i ;
Hahnciiianii, tratado das molestias
lurnes....." .
Teslc, rroleslias dos meninos .
Ilering.-homcopathia dome Jahr, pliaruiacnpcabomcopalhica. ". .
Jahr, novo manual, 4 vulumes ....
Jahr, molestias nervosas.....
Jahr, molestias da pelle. ......
Bapou, historia da bomeopatbia, 2 voluntes
Harlhinann, tratado completo das molestias
dos meninos........
A Teste, materia medir bomeopalhica.
De Fayolle, doulrina medica hoineonalhic
Clnica de Slaoneli .......
Caslii.g, ijrdade da liomeopalha. .
Diccionario du >>sien......]
Altla'5 completo de aualomia com bellas es-
tompas coloridas, conlendo a dscrip^ao
de ledas as pactes do corpo humano 303OO0
ve||se todos estes livros no eonsullnrio bomeopa-
doUtr. Lobo Hoscoso, rua Nova u. 50 pr-
muiro audar.
l'rccisa-i.de urna ama Yorra uu captiva, para
lervicus inleruosc evlciuos de uni.i ca-.i depoura
; paae-ae bem : a balar no palco do Carroo
u. 20, pnuieiro aud.i.
soa versada um lalim, francez, iu-
pliiloophia, rbelorica, gcuroelria,
iaBUeralura.ecoin algum conlieci-
^^^Brece-se para eusiiiar fura
0>, porum so pofle coulralar negocio para a fre-
a do Sanio Aullo, ou parle que lliu esteja mui-
uncla. .a
Olllciaes de alfuiate:
precisa-se na roa Nova, esquina da ponte.
LOTERA 1)0 RIO DE JANEIRO.
Acbam-se a venda os novos bilhetes da
ria 57 de Moi'te Piolietal, que devia
r de 22 a 23 do presente, nos lugares
do costume as listas esperam-se pelo va-
por ((Imperador, 110da 2do Futuro mez
de noVembro ; os premios serao pagos lo-
lenliam distribuido as mesma*
ii Z '"" >'"' 'ra : na rua do (.aboga,
("ja do Sr. GumiatAes, se dir quem vendo dilus ob^
jecios. -
V-mlem-se ,.5(H1 saceos novos para encliei de
vende' ":' "" ^ *"****? <" S dir que,,.
frIT V"'le Se es,a,"el'a I'' babilos de lercdros
franciscanos : na rua do Encanlamenlo n. 76 A.
liudezas bara-
tas
Os arreuialanles da loja da rua dos Ouarles 11.
20, junio a padana do Sr. Manocl Anlonio de Jess,
eslflo resolvidos a acabar com o rstenle das rniude-
zas que exislein, por loda esta semana ; porlanlo, a
ellas, meus amigos, que be boa occasao de se Tazer
pecl.indias, po,s veudem-so por lodo e qualquer
preco que so oHereoa. e anda ha bom sornme.ilo.
elli.
,,. 1. .. '-"' ""-mu.! casa que nca lelo
lado do caes de Apollo; o preco be do cusime .15
( a airona, oseudo nieuos de arroba tliO lihr
Avisa-seque be ebegado o gello, e vende-seno
d.igo iiepos.lonarua da Senzala Vell.a 11.118. a
entrada be pelo ponao da mesma casa qoe lica pelo
1 preco be do cusinme "
nieuos de arroba 160 a libra.
Vende-se urna casa lerrea, sil:, na rua do Sebo
n. -o, eiu chaos proprio ; as pessoas que prelende-
rim, diriiaro-se a m^ia, das ( horas da luanbaa as
, e das 2 da larde .i?i3, que se indicara quero vende.
Velas csleariuasde 6, pedras de marmure para
mesas, papel de peso inglez, papel de embrulho, oleo
de liobaca em botijas, chicotes para carro e arreos
para i u cavados, formas de ierro para fabrica de
estacar, rulun da Indi para empalbar, hola branca
e verde, melal amarello para forro, ceinenlo roma-
no, tma.nenlo de todas a qualidades, cabos de li-
ulio, de cairo u de manilhi, alcalrao e pixc de Sue-
ci..,_ champagne o uuhus finos du Heno : vendem-sc
Cad'etTn!0"! fC"'' A6l"y ^ompanhi... ruada

MEGHARISMO PARA ENSE-
NO.
NA FLNDICAO DE FERRO UO ENCE-
NHEIUO DAVID W. HOVV.MAN. WA
lil'A DO BRVM. PASSANDO O ^IIA-
IARIZ,
precisar de uro menino brasileiro com iba seuipru um graude soruuieuln dos scguies ob-
Iida d.rija-te* a rua
achara com quem
*~.....- "*. t^in 11.^ *,.[. ^ i..,. ,1 ..uut Mioaiirain uos seguiuii
lo U,rT i ?LXT ['T.0!*'"'*-** > J>'* Las. Srs. seademiet
ra comprareni at
11- j do l.ivramenle loja 11. 8, que
i}-con-
" car-
ril Nova airaz da
ontiratam-se
pessoas livn ou etenvaa, que se quriram nipregar
no trafico de caiiuas, pagndose por mez, ou fazen-
do-se rantagem nos lucro-, r,ue por ventura p
naver na pastagem de canoa da roa da Aurora para
o Ihealro de Settla-Isabel, ou desle para aquella
procure no paleo do Carmo ujf a cualquer hora do
dia, que achira com quem tratar.
l'recisa-se d. de casa qoe oflereca
multo bous commodo'fca-se bem sendo as mas
eguinls: em a fremzia de Sanio Antonio, rua
do Quemado, Cabi.g, larga do Mondo,' Noya, Col-
legio, Cadeia, Crozas; no bairro do ecifc, Cadeia,
Cruz, Vigario : quem a quizer alngsr, enlenda-se
com Anloerfa Joaquim Vidal, na. rua da Cadeia de
Herir, oa com Joaquim de Paula I.opoa, defronle
da escadinha da alfandega, e na rua Angosta 11. 9 ;
astim como se compra ama carroca e um boi nra a
mesma. ~ i
Precis-se de 800 a premio por hj pul beca,
dandn-se per tegoranca urna boa mobilia de jaca-
randa, nova, e um bom piano : quem quizer auuun-
cia para ter procurado.
ber : moendas e meias meudas" da mais moderna
conslrucnio ; laias de ferro tundido e balido, de
superior quslidade e de todos os lamanhos ; rodas
dentudas para agua ou animaes, de todas as propor-
coes ; crivos e boceas de fornalliae regislros de ho-
elro, agolllioe, bronzes, pararusos e cavilhoes, moi-
nbo de mandioca, ote, etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se execulam ludas as encouimendas com a superio-
ridade j conhecida, e com a devida prestezae com.
modMade em preco.
ARADOS DE FERRO.
a fundicao' de C. Starr. 4 C. em
Santo Amaro acha-se para vender araB
dos ('i^erro de sorir" qualidade.
liz 11. li. |)rimeiii) an-
dar, existem a'vendaassi guintesinercado-
rias ltimamente chegadas, e por muito
commodo preco:
Cliajnpagne o.inclbor possivel, em cai\as.
Cha'preto muito novo e superior, em li-
bras.
Cliocolate o mcllrur (pie lem
em libras.
Licor de Kirsch, em cataos. .
TtVitospara vollaiete ou outro ipiaUpter
jogo, emcaisinlias envernisadas muito
delicadas.
Espingardas de dous canos, muito boas
para cara.
Jovas jolas
ouro.
Na loja de Oliieira t\- (onealves, rua do Cabuz
". 12, ha um lindo, variado e inoderuissimu sorti-
ineiilo de, obras de ouro, lano de li romo de 18
quilates, coiisistiudo em aderecos, muios dilos, roze-
tas, rorrenlGes eoulros obiecliis de gotl'o ; Irocs-te
ludo por sedla*, anda que sejain velhas. Os pre-
cos s.lo mais commodos do que em qualquer uulra
loja.
Ceblas do Porlo em restias.
Ja dcscinl.arci.u a cebla do porlo cm restias, viu-
da no brigue S. Manocl, e vende-se mi armazem de
Joflu Martins de llanos. 11a Iravessa da Madre de
Dos n. ai. '
. Vendem-se !cadeiras de
pelo preco de 10-5 cada urna
13, primeiro andar.
Vendem-se machinas de debulbar e moer mi-
nio, carrinbos de mo muilo leves, pregos america-
nos de 11. a a 12, e eslanbo de muilo boa qualida-
de : na rua da Cruz n. 13, primeiro and-r.
balanco americanas,
na rua da Cruz n.
Batatas
\ 640 is
o. 2,
epraia natenle inglez.
n arrob;
para fechar cunta, em muilo bom eslado. clieunSs
de Lisboa; fariuha de roaiidruca na mais nova no
mercado a 2&",00 rs. a sacca : na Iravessa da MadT
de Heos n. Ili, armazem de Agostiuhu l'erreira Sen
ra Guimaraes.
Vendc-se nm Cabriole! duscoherlo, cun ar.
reos, ludo novoe multo bonito, por precu cuniiiio-
do : na rua Nova.'coclieira por baivo da caniar.\
Vende-se no armazeinde James Hal-
1 da\, na rua da Cryz 11. inte :
Helogiofdeouro
Sellins i11gle7.es.
Ditos ditos de patente.
Sillines para tentara de senliora.
Eix'os de patente para carros.
Mollas de cinco IbLias para ditos.
Lanternas de dill'erentes modelos para
ditos.
Vaquetas (|e Iuslre para coberla de
ditos.
Fio em. novellos para sapaleiio.
Lonasingle/.as lar;as eeslreilas.
V>nde-se um hon, carro novo d.el-l
rodas e de 1 assenius, muilo leve, e de
cunsIruccAo moderna, por precu com-
modo: na rua Nova, coclieira de Adol-
He fazenda mui-
to linda, os me-
lindres.
Bla fazenda he inleraniente nova, cliegmla no
ulliino navio francez. c de ludas as que se usam pa-
re. vcFlidos/ he a mais bella, he de Ida e seda, e de-
largura regojHr. cada corle tem 13 covadnse meio,
evende-se pelo baraliiwimo preco de 69500, slico
covado a 00 rs. : na rua do Queirhado, nos qualro
cantos, na segunda loja de fazendas 11. 2a, defronle
da sobrado amarello. .
Cortes de meia casemira a $00.
.Vi loja de tjuimar.les t\- llenri|nes, rua do Cres-
po 11. vendem-se meias casemiras de superior
qualidade, pelo baralissimo prejo de 25000 o corle
de calca.
boa lama
Micos penles de l.irlaruga para alar rabellck ^iO
Dilos de alisar lamben, de larlaruga ski
Dilos de mal lim lamben, para alisar
litios nrtajf do verdadeiro bfalo para alia
fazenda
e senliora In
criancas 1>SI
rii,cas210e4(
las linas ;13000 e iflOl
l'apelalinai;o grTfW paulado, resma Ij0(
Papel de peso paulado muilo soper'ivr 3S600'
Punas linis-imas bico de lanca, groza IjaoO
Hilas muilo boas, pioz i;o
(panelas linissimas de uiarr.ro
Oculosde almarjo de ac deluda as graduaces 800
Cunetas com irmaeSo de larlaruga IJOIIO
Tuucadores do Jacaranda mm bom espelbn JIJOOii
iMeias de laia muilo superiores para padres 2^000
Kicas bengalas de calina cum lindos casles ^.1 e :i-iii;.
Chicles linos para linmrui c senliora a lf
Meias prelas de algodao para padres
(iravala's de suda de lodas as cores 15000
lilas de velludo estrellas e de todas as cores,
a vara ,160
Atacadores, de cornalina para casaca 4(jo
Ricos reloginhot para rima de mesa 4$0fl
Kscovas l'.nissm.as para cbelo e roupa, navalhss fi-
nissinus para barba, meias piuladas e cruasde mui-
lo hoas qoalidades, Irancas de seda de lodas as co-
res e larguras c de bomlus padre-, lilas linissimas
lavradas e de lodas ns larguras e cores, biros'linissi-
mos de linho de bonitos padres e de diversas lar-
guras, tesouras as mais linas que he possivel enenn-
Iror-se e de ludas as qualidade-, riquissimas franjas
brancas e de cores com bolillas proprias para cor-
liuudo; e alcm de ludo islo oulras muilissjmas cou-
sasque a visla de suas boas qualidades e o baralis-
simojpreco porque se vendem. ufe lie possivel liaver
quem deive de comprar na rua do (Jueimado nos
quelro canlos 11.1 bem condecida loja da loa fama
n. :l.
Vendem-se sellins com pertences pa-
tate ingle/., e da nielbor qualidade que
tem vindo a este increado : 110 armazem
de Adainson llowicix C. rua do Trapi-
che n. 42.
- esr- curies TURCOS.
Vendem-se osles delicados corles de ca*saprcla
com pintas rarmezns e listrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padres, c ti se vende,,,
as lujas dos Srs. Campos i Cima, rua do Crespo ;
.Manuel Jos Leile, rua du Queiinado ; Narciso Ma-
ra Carneiro, rua da Cadeia, pofeprero muilo em
conla.
Vendem-se no armazem n. (10, da rua da Ca-
deia do Recife, de llenry (iibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por procos
mdicos.
Na rua do V.garlp n.lP. primeiro andar, tem
a venda a superior flanella pira forro de sellins .
chegada recenlemenle da Amelica.
Vendem-se lonas larcas c estrellas, por preco
commodo : em casa de box Brnll.eri, na'roa da Ct-
dea Jo Kccite n. ti.
POTASSA E CAL TIRGEM
No andgo eja'bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Hecife, escriptrio
11.12, ha para vender muito superior
ootassa da Kussia, dila do Uio de Janeiro
1: cal tigeni de Lisboa em pedia, tu'doa
precos muito lavoravei, com os iptaes l-
carao os compradores salsfetos.
Attenrio ao novo sortimento de (agendas
bai alissim.'S.
Novas chitas de cores seguras e alsumas de pa-
dres noves a 160, 180, aOO, :U e a40 o covado,
curies de chita de bonilosdesenlios, padres inleira-
menle novos. rom i:l covado por 3$, nsc.nl.. fran-
cezes linos a aiOe atO o cbvado. cassas francezas de
cores, padres bonilos e delicados a 600 rs. a vara,
nova melporoeucsdc. quadros dn cores a 040, 7a0e
SOO rs. o covado, hamburgo lim de ba qualidade,
para Icnces. reroolss e lo-lha. a 9$, 99000 e 103 a
peca de ao varas, uovo panno Piro para lences,cdjft'
roa de a varas de largura a ajaiO, chales du la
grandes de corescm berra a >00, dios de case-
mira linos e muilo bonitos de cores com barra por
8J, selim preto maco superior, propro para vesti-
dos e colleles, por preco qoe em psrlicular e dir,
chales de seda grandes e pequeos, e oulras mollas
fazendas, que a dinheiro i visla se vendem por ba-
ratsimos precos : ,,.1 rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50 defronle da rua da Madre de Dos.
iyViit(W ccs patentes
pin consivar a eotfttiln
quelite: vendein-se iiaprji*
9.1 zeiu :. 4!, de ^ostrn Kc-
oker '$ i'.
Vende-se ai;o em cuuheles de um quintal,! por
preco muilo commodo : 00 arriazeui de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Ccr.po Saulo o. II.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven
de-sefarelo uovn.chegadu da Lisboa pelo brigoe>-
deratira.
KDWIN MAW SAS BRAA 1)0 TRAPI-
CHE N. 44.
Tem para vend mpleto sorti-
mento detaixas, moendas e meias moen-
das para engeubo, cuja superioridade ja'
be bem conlid J<; enge-
ubo desta pro a Parabiba t
das Alago, objectos.
do mesmo dos pelos
S11. Me. Can Ia.
REMEDIO I El,
FARIMIA DE MANDIOCA.
Vende-se superior l'arinlia de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velba por ,"is000 reis : nos ai ma/.ens ns.
o, 5 e 7, e no armzem delr.nte da porta da
alfandega, ou a tratar no esoriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 34, primeiroandar.
^S$SSS@SS@:SlLSft
<^ POTASSA BRASLLEIIA*!
^) Vende-se superior ootassa,'|
^j) lineada no Rio de Janeiro, cB^
/ 6acla leeentemeute, iecoaiBaen- !
da-se aossenhorAfcengenhoso
seus bons eireitdjPPexpcrmien.
tados: na rua da Cru^WT20?H
mazem de L. Leconte I'erc^fl
Companhia. jflHH
vel,
V
L:SC,LENTO HOLLV.
Milharesde individuos de todas
lesiemunliaraaviriodesdeslereine. ________
e provat.em casa uecessario, que, pelo usu que delle
uzerain. lem 5eu corp e ,ne ne|lla
saos, depoi, Vhaver empreado loallloan, 1 os.iros
iralamenlo. Cada pesaos |
densas curas: nuravilbosas peale..,.
que 11, relalam todos os dias ha imiilbs anuos lo "
maior parle deltas silo l;lo sorprendenlis que dmi-
ram os mdicos mais celebres, (toinlns pessoas re-
couraram com esle soberano remedio o sso de sus.
bracos e pernas, depois de l*r permanecido Jongo
lempo nos hospitaes, onde de.1.111 soflrer a amputa-
do UnHMJ'a mudas, que havendo deivaoo esaes .
asjlus di>|andeciinenlo, parase uso sul. na
essa o perillo doloross, fur.i,n curada-
inenlu. menianle o uso desse precioso r^aBBBBBBal-
gumas das !aepesoas, oa eloso de seu
inenlu, declararan! etles resujtadon l
du lord corregedor, e oulros magislr.d de
ma.saulenliearen. sua aflirmalivs.
iNinguem desesperara do eatadode sua saode es-
livesse baflante conliaiir.a para eusaiar eele remedio
eouslanienieiile, seguiud
roenlo que nrcessilasse a nslt
sulladu seria provar inronlesl
cura I
O ungento he til mais ntt
tcguiutet caso
-vipreas.
Cainib'ras.
Gallos.
Canceces.
Corladura,
Dores de cabera.
das cosas.
dos mr-inbrus;
tulermidades da]
em geral.
Enfermioades loa_
Eruproes ecorbuti_^
Fistulis (io abdomen.
Frialdad*ou falta de
ireiuidade!
^^^Hnesraldada. ,
oes.
.lnfiaminacilo do hgado.
da bes-v
Vende-se esle uii^
de l.ondres.u. 2W. .S'/roni
licarios, droguisla
sua venda ero toda
llesp.i:
te m
saus perlences,em bom uso
;a ro.ma
e ,000 libras:
quero
pretender, dirija-se rua da Cruz, armawmj
Fa/.endas baittl
Corles ,1c casemira de pura lita Aionitos p
a 05500 rs. o corle, alpaca de cordSo muilo lili
jOII rs. o covado, dila muilo fcrga prypria para mau-
lo a 610 o covado, curies de liriin nardo de puro li-
nho a lsCOO o corle, dilos cor de paflia a 18600 o
corle, corles de casemira de bom aoslo S$jOO o cor-
le, sarja dela de duas larguras propria par vesti-
do de quem esta de lulo a 480'e covado. corles de
fusiao de bomlos goslos a 70 n 15400 o rile, brim
Iranca.lo de linho a 1> e a lft>00, riscados proprlus
para jaquelas cpalilns a 280 o corado; corles de rol-
lele de gorgurio a :(8.50tt.' na Ida da rua do CreV
po u. 6.
Atleneuo ao seguinte.
Cambraia franreza decores de moilo bom .-oslo a
blIOj^j^yjKa^crles de cassa pie tos de muito bom
..oslo a -R4 orle, dilos de cores com- bons pa-
#roes a 3li^lff>ftasumediL com c-uadrns 700
covado, crlesele lila muilo finos com 1 i covado c^
la curie, de mnilo boro gosto, a IJOO. lencos de
hico coro palma a 3-20 cada um, dilos te cambraia
.de linio grandes, proprins para cabeca a 560 cada
um. chales imperiacsa 800 rs., 13 e 18200 : oa loia
do rua do Crespo o. 6.
JEsguiao de linho
e a 154 o ro,
muilo superior, com II varas a peca, por M60QJ
' w 1ve"de-5C rua <"> 0P. 'i d esquina que vol-
SO (a para-ji-eua da Cadeia. H
\ euje-se cal de Lisboa ullimai lenle diegada, a>-
siin como polassa da Kussia verdadsira : na praca Jo
Corpo Sanio 11. 11.
Chegueiii^ao ba-
rato/! J
Ca.vas para rape nmlando a lar'aniga, pelo bara-
lissimo pre.;u de t280 cada una : na rua do Cres-
po n. (>. \
AGENMA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42w
Neste estabelecimento contin^a ha-
ver um completo sortimento de moeU-
das c meias moendas para engenlio, ma-j
chinas de vapor, c taixas ele ferro batido
e coa do, de todos
dito.
de Marc
cie n. 2
di tnrli

A boa fama
os ta mauhos, para
opuo
160
?
plio liourgeois.
Aos senhores de engenho.
No Recife, primeiro armazem de farinbn de tri-
go, no becco do iiuncalves, vende-so a verdadera
farinha gallega, em mein barricas, e da melhores
qualidades de Lisboa, o saceos das marcas msis acre-
ditadas do Chile, que iem vindo a eslnjiv-rcadu.
COli.NAC VKHIIADEIHK"
Voode-seo verdadeiro coRiiar, lano em garrafas
como em garrames : na rua da Crur. n. 10.
Cobertas de seda e laa.
Na rna do .Crespo n. 5, vendem-se por mdico
preco cobertas de seda e l*a,torc,dos mais bellssi-
mos e variados goslos que lem apparecido 'neAe g-
nero.
cantos na bem
oa fama 11. 33 en-
5. 1 lmenlo de 111111-
diversos goslos e
que aos
Na rua dolo'cimado no,
oubecida lojaile miudezal
Ira-se MWp>e Uin cmnpl
.le lixBUdSjlualidades _
le ludo suWnd por lio bara los precos
,-roprios comprador. <-.hi.i admirarilo :
Libras do linhas de novelo, brancas 11. 50, "
(jii, uto laioo
Libras de li^^^Bw. 80, 100, 120 a lp280
U.u/.ia de tesoura para rn-lura a 18000
Duda de lesouris finas para costura a 18*280
Pecas com 11 vitando lila de seda lavrada Ip200
Macos com 40, 50, 60 c 70 pecas do cordo
paravesli K>
de bico estreilo .v 5(ln
uzi.ideo 1,hura fifSKHI
Caisinhascom agnlhas francezas iwi
Caisas com II! novellos de linhas de marcar 280
i'ulceiras encarnadas para meninas 240
Croza de botes para carniza I mi
Pares de meias Un is para senliora a 310, 30(1 o .00
.Meadas Je linhas muilo linas para bordar 160
Meadas de linhas de 1011
Groiasde bolOes muilo tinos para calcas 28'
Agnlheiro linos com agnlhas sorlidas 200
Babadas aherlosde linho lisos e bordados, a
vara ,*i 120 e 2i0
l :i|.is linos cnvcrni.-ailos a du/.ia 120
Carleras demarroquim para slgibeira (X)
liveles douradas para calcase collete 120
I ranreliiis pelos de borracha para relogios
a 100 o > 160
Tinleirose areeiros de porcelana a par 500
Cliarnleiras entre lina 120
lluzias de lapis sem ser envernisados 80
Duzias de torcidas para canditiro n, I i 80
Penles finos de bfalo para alisara 300 e 400
Pecas com 6 112 varas de lila branca de linho 30
Calas com clcheles 60
Carrileis de linhas de 200jardas de boa qua-
lidade 70
Macinhos com 25, 30 e 40 grampas 50
Suspensorios, o par a)(j
CASEMIRA PRETA A 41600
0 CORTE E CALA,
Vendem-se na ru do Crespo, loja da esquina que
volts para a rua da Cadeia.
Brinsdevella: no armazem de N. O.
Bieber & C., rua da Cruz n. i.
Riscado de listras de cores, i
para palitos, calcas e ja -paet-ufca
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loia desquir/a que
volla para a cadeia. H
Chales de merino' de cores, de muito
bon\ gosto.
Vendem-se na rua do Crespq,Vloja da esquina que
volla para a cadeia.
Moinhos de vento
ombombasderepuiopara regar borlas o baua,
decapim.nafundi5afidel).W. Buwman : m?
do Brum ns. 6, 8e 10.
AOS SENHORES DE EVGENHO.
Heduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invenrao' Jo Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empreado as'co-
lonias inyle/as c hollandezas, com gran-
de vntagein para o melho'ramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de eriipre-
ga-ld no idioma portugus, em casa de
N. O. 4%ber & Companhia, na ruad
Cruz, n. 4.
M:AI. DE LISBOA A i-000.
\i:ndem-se barns coro cal virgei.i de Lis!.,, par
lechar cuntas, pelo duniwilo preco de iSOOOo bar-!
ril : na rua da Cadeia do Recite, luja n. 50, deffoi
le da ru da Madru de Dos.
Vende-se eicellentc laboado de pinho, recen
lemenle ebegado da America : na ro de Analto
trapiche do l'erreira. a entender- e coro oadminis1
ador do mesmo.
Na rua do Vigario n. 19, pn,
roandnr, tem para vender diversaa^H
sicas para piano, violao e tlauta^^H
sejam, (|iiadrilhas, valsas, redovva*,^H
tickes, modinhas, tudo mcderniss'n
chegado do Rio de Janeiro.
Na roa do Vigario n. 19, prlneiro andar, ha
para vender superior retroi ,lu primeira qualidade,
do fabr.canleSiqneira linhas de rorii e de nume-
ro, e fio porrele, todo chenado pelo ultimo navio viu-
do do Porto, ejunlamenle violto superior, feiloria
era pequeos barris de dcimo.
NA RUA DO CRESPO
Loja n. G! !
Vendem-se pecas de esguiao de slgodo, mullo
boa fazenda, pelo preco de 3500 a .pee, curies de
cambraia de barra, bonilos padres e muilo boa fa-
zenda, pelo preco^e 39IJOO o corte, maulas para
^avatat 18200 cid, urna. V
umeamen
B.As ca:
g'Qfcde
lulos das ga^^H
!--S--
iPNOf D'AMBt
Vende-se
co Leonor d**%j
nha, 2 volum
n. (i e S daprai
Vende-sucal ei:
limo navio de Lu,
'-' ra
de Apcrllo n.| 2i
Companhia.
FAZENDAS DE
PAliA VESTIDOS DE
Indiana de quadros 1111
corles de lAa de quadro
do : vende-se na rua do Crespo H
volla para a rua da Cadeia.
Vendem-se em
Ion i C, na rtia de
Sellins inglezes.
Relogios ptente 111
Chicles-de ca_rro e <
Candieiros e casticaes
Lonas inj'lezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre, para
Barris de graxa n. )7.
Vmho Cherrv em barris.
Camas de ferro.
Taixas part engenhos.
Na fimdicao' de [etfo
Bowmadn, na rua d^
do o c.iafariz continua h,
completo sortimento di
funuido e batido' de 5
bocea, asquaes acham-se a
prero commodo e com prom
carregam-se
comprad i
pal ni.
venda,
embarcan).'
sem des
w.
VOS FGIDOS.
..a puderao prender e leva-la rna da G
Snt bem recompensado.
Desappsreceu no dia 13 de seleftl
renle auno, um escrava, por nome Mar
la, lula,de idade poucu nMflbu ineiw*
anuos, rom falla dedenl-., n
xo como ero cima ; lem n^^T^
lovou vuriidodechla co^^H
da Cosa, com um flandres de _,
qualquer auloridade policial oa
, "Conli n a aeslar aui
major Anlonio da Silva!.
nacio,\noulu, cor prela,
anuos, ptojicn mais ou
queailas, olhos grande
Brandes caulqs/com
S, um dedo de um dos
he muito rontndor d
appreheude-lo ser
levando-o a rua Im
de seu senhor.
de casa de 1
ai.li .
qneni
1 residencia
Fugo no safibado 6 de odtobroapretalsaran-
1Vengela, eserava de Francisco de Frailas Carne
>er, levo* ves:
uro unoleirt com roleles, lem os dedos
pe* torios para denlru : inlilula-se forra,
-a {raca por morte de
1 diz que vira o prelo torro J
lor de miuuezas, seduzi-la nc
He na escada do Sr. Jos Ca
.lila eserava
1 de sua sen:
.lesume-se que alcoba
mam ja de oulra fgida, pela
1 ceder pore
ludezas |>ara aa
lodas as aulorid
pessoas suas c
va, que se respon-
mo sa
Leile
paraq
oreto ,

Desapparcceu o l(
do, pelas Horas da nolte, a prela Lourenca, d, oa-
eflo Angola, de idade 35 a 40annos, pouco mL
1^0
direila incliado, magra, lem marcas brancas 1.;
pernasi levon camba de algodanzinho, ves
ch.la rSxa, pan im, ,,,., *,
s policiaes on ta
'L'LTJ'IVk WrtimviMm e leven, a sen siir
JoaoLeiledeAzevudo. na prac, do Corpo Std^H
17, que reeebera a grallficacao cima.
PERN TYP. DE U. F. DE FaRIA '~T^r,

MFlUnn FVFUDIftDCUnnuTninn 1


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