Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00541


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Full Text
/
ANNO XXXI. N. 236.
Por 3 me zea adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
V
f
\

\

SEXTA FE IRA 12 OE OUTUBRO E 185b.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCABREGADOS DA SUBSCR1PCAO'-
Benito, o prnprietorio M. F. de Faria ; Kio de Ja-
neiro, o Sr. Joao Pereira Martin* ; Babia, o Sr. D-
Duprad; Maeei, o seaJior Cltndino Falcio Da*;
Patahiba o Senhor (Tervazio Viclor da Nativi-
dade ; NaUl, o Sr.Joaquim Ignicio Pereira Jnior;
Aracal), o Sr Antonio de LeraosBraga;Cear, o Sr.
Jodjunii Justi deOliveira; Maranliio o Sr. Joa-
Iuim Marques Rodrigue* ; Piauliy, o Sr. Domingos
lerculano Achile Pessoa Cearence ; Para, oSr. Jus-
liuo J. Kainoe ; Amazona, o Sr. Jeronymo da Cosa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 11 3/4.
a Pars, 3.'>o rs. por f.
. Lisboa, 98-a 100 por 100. "
Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da eompanhia 'de seguros ao par.
Disconto de lettras de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas .
Modas de 69400 velbas.
de 69400 novas.
> de 49000. .
Prata.Patacoes brasileiros. ,
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
AUDIENCIAS.
PARTIDA DOS CORREIOS.
-29*000 Olinda, lodos os das Tribunal do Commercio, quartas e sabbados
169000 Caruar, Bonito e Garanbuns nos dias 1 e 15 Relacao, lerjas-feiras e sabbados
16|000 Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13 e 28 Fazenda, quartas e sabbados s 10 hora
99000 Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras IJuiz do commereio, segundas as 10 horas e as]
1^940 Victoria e Natal, as quintas-feiras quintas ao msio-dia.
1940 PREAMAR DE HOJE. Juizo de orphaos, segundas e quintas s 10 horas]
19860 Primeira s 5 horas a 18 minutosda manhaa 1* vara do eivel, segundas e sextas ao meio dia
_ Segunda s 5 horas a 42 minutos da larde 12* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPI1EMKRIDES.
Outubro 2 Quarto minguanleas'J boras 24 n
utos e 44 segundos da tarde.
11 Lna nova a 1 hora, 3 minutos e
i~ segundos da mauha.
> 18 aduanocrescentea 1 hora, 17 mi-
nutos e 49 segundos da tarde.
25 La cheia as 5 horas, 6 minutos e
49 segundos da manha.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. S. Brgidaproceza viu. ; S. Simen,
9 Terca. Dvonisio b. ni. ; S. Abraham patriarca.
10 Quarta.S. Francisco de Borja ; S. Eulampio
11 Quinta. S. Nicacio b. m.; S. Samalra m.
12 Sexta. Ss. Prisciliano oDonmina ni.
13 Sabbado.Ss. Daniel e Huguliuof. ni.
14 Domingo. 20." S. Calisto p. m.; S. Fort-
nala v. ; S. Daciano b. i S. Bochardo.
FAITE 1171011.
OOVKRZtTO DA PROVINCIA.
Exntdtoats dia 8 *a o tabre.
(lllicioAi- Exm. commamlaiile superior da suar-
da nacional do municipio do Kueife, transrailtiinlo
por copia o aviso circular da repartirn da juslira
le IK de Miembro ultimo, exigindo a remes* das!
infrmame* o roappas de que I rulan os SS 12e l.'ldn
arl. I. do decreto de 6 de abril do anuo p p.Nesle
seulido oRiciou-M aos demais comiiiniidaiiles supe-
riores da guarda nacional da provincia.
Dita Ao Kiui. mareclial cumiuiAUnle das ar-
mas, d izando que pela leilura do aviso que imetle
por copia pedido pela repartirn da guerra era 21
de setembro ultimo, licara S. Exc. sciente de que
e cooceeeu iluus mezas de l'cenra com sold sim-
ple! para Iratir de sua saude, ao eneule do > bata-
IhJo de lofau aria, Ltjz Paulo de Fgueiroa Nabu-
eo iie Antoja, que ora sa acha na corte.
DitoAo mesmo. remetiendo para lereiu o con-
veniente deslino a fe de ofllciodo capilaa do 10 ba-
' lalhSo de iufanlaria, Jos Aurelio de Monra, e bem
assim a relcele tas alterarnos, ecorrid. em o mez
da juHio ultimo, acerca do referido opilan, que se
ach.i actualmente strvindo na provincia do p-
aahy.
Dito.Vo mesmo, dizendo que pode dar baixa ao
rocruta Jos Tliemoleo da Silva, visto ttrsido consi-
derada incapaz do servido em iaspecr,ao de saude.
.DitoAo menino, trauaiaittimlo por copia o aviso
ala reparin-jo da guerra de 11 de Miembro ultimo,
o qual m declara havar-se mandado para esta pro-
viur.ia aflm do ir servir na da Parahiba o sepili do
6 bulalhao de iiirautari.i, Auluniu Jos Lauca.
DitoAo tresmo, enviando para leremo conve-
niente deslino m- relajos das alleraces occorridas
ilo iiez de agosto uitimo. acerca dos capilies An-
tonn Caetano l'ravassus e Jos Aurelio le Moura,
im camodo .soldado Miguel lleurique Ferreira.
DioAo mesmo, transmitlind j por copia o aviso
repartirs da guerra de 17 de setembro ultimo,
do qual eons.a que fora uomrado o inareclial de
campo, Antonio Correa Seara, inspector do 4 cir-
calo militar.Fizeram-se as raii commuuir.ires.
D loAo mesmo, declarando que pela leilura do
evito que remelle por copia,expedido pela reparlioo
da guerra de 14 de setembro i>",imo. ficar S. Eic.
iuleindo de q je M concede..-pirs.*ageui para o 2 ba -
talhiio de infanlaria no eiercico de anerelario, so
aleles do 3 da metma arma, Joaquim Jos l.uiz de
Souia.Couuiiunicou-sea llieaauraria de fazenda.
DitoA luesmo, enviando por copia o aviso de
27 de teterobn, ultiudh peto qoal ae manda dar bai-
ati, iidepeiidenle deabslilulos,a todas aa pracas do
10 batalhio dr infauleria que eonlarem 15 anuos de
serviro sem nota e que nao estcjain engajada*.
DitoAu inipeclordo arsenal de m.irinlia, .inlei-
rando-o de haver o Etm. presidente do RA Grande
de Norte participado que toram entregues os arti-
gostle fdrdaaaeuto, arnamenlo equipamenlo ra-
metlidos para aquella provincia na barrara Soco-
Amar.
Di loAo mssioa, ramelteado per coma o avito de
-JH du setembro de-le anuo, n qual o Eiio.Sr. mi-
nistro da marinha manda forne-er a napilania do
porto daFaraliiba por aquello arsenal,2 viradores de
t'JO bracj-s cada uin, 2 ancorles sendo um de 12 eo
oulri> de lUarrubas, urna bandeira uacioaal de qualro
panno e 2 tltiaaU.
DitaAa lueama, aa van do pus; copia a aviso da
repjirttrAo da taariaha de -Mi de setembro oltimo, do
qual cousla que o goveroo impermi approvou a de-
iibersc9o tomada pela presidencia, de mandar qoe o
pala lio Piripima em cousrqu'encia do seu man es-
tada loase substituido no setvi;o em que se acliava
empreajatlo, pelo brigoe escuta Lcyalxaie, qoe es-
lava couileiiiiiadn.
DitoAo caintao do porto,lranamiltindopor copia
para 1er a cwaveuiaulc publicidadc, avi da re-
parlir;io da awrinha de27deaelembro ultimo e bem
aatim as Iradnecijes das iwlilicr>e> mtei tas m> sa-
zetasde Londres d 22 e 29 de |uulio de-le anno. a
retpeito do estiibeleciiueulo de um Idoqurio no* por-
tws lussos do gallo e coala da Finlandia pelas forras
nava es combinadas da Inglaterra e Franca.
DitoAo inipeclor da UiesouNria de fazenda.en-
vieoilo para ler o conveniente destino a gnia de so-
inrrimenlo paisada pela IhaMuraria de fazenda do
Cear a alfares lienrique Eduardo da Costa Gama.
DitoAo m'sitio, declarando que.segundo cousla
do arito que remeta per capia, o Ctm. Sr. minis-
tro (lo imperio approvou a deaprz* fe 2IU9U0O feila
cun a iuipresjto de :),0OU ejemplares do follielo
conlido prescriptoes relativas ao cholera morbu.
Ditola nusino, dteeade que pela leilura do avi-
so q Je remettt' per copia, expedido pela reparticSo
do iiaperia) em 2B de Miembro ultimo, ficar 8. 5.
intairada de que o goveruu imperial approvou a
deliberaran que a presideucia lomou, de auloritar a
continuarlo na correte exercicio des despetas com
a obra do mala I o uro publico, que ss esta constru n-
do na Cabanga.
DitoAo mvsmo, Iransmilliudo por copia o aviso
de ii de sctenibra ultimo, no qual o E\m. Sr. mi-
islrp Jo imperio-declara, que o goveruo imperial
flea inleirade de liaver a presidncia sob sna res-
pon-abilidad,e aulonsaJo aquella tliesouiaiia a mau-
llar pagar al despejas que en liierlo no crrente
t ser cicle cpm a obra do Lazareto.
DitoAo chefe de policia, enviando para ler a
devi la exeeoc.' u o decreto de 21 de Miembro ultimo,
pele qual fai amnistiado Jos Antonio l'ereira, en-
volv.do na rebeliAo que leve lugar nesla liroviucia
em o anno de 1849. '
lrloAo juiz relator da junta de jntlica, tram-
luitlindo para eteui relatados em ses-ao la metma
iuuli, os procesaos IVilos nos soldados Joau Jos dus
Santos e Joaquim Jos dos Santo, este pertencente
ao I betalliao da infanlaria e aquello ao meio bi-
tallijo da l'araliiba.Fizeram-se at uecesiariascom-
inuni.-arOes.
I'nrlariaA" agente da compendia das barcas de
vapor, recumiaaiidaiidoque mande dar passagem pa-
ra as Alagos por conta do goveruo no vapor pro-
cedeule do Norte, a Jes Joaquina de Mendonja e
Mello que leve baita do serviro militar.
Dita.Maullando adruittir ao serviro do esercilo,
comn voluntario por lempo de aeis anno,' o paisano
Fausliuo Joseila Silveira, que perceber.i alem dos
vencimenlus que por lei llie compelirein, o premio
t 3>JI%00 reis.Fizeram-se as necetsarias eoin-
?ueaeacOet.
. -9-
OllicioAobxiu. comiuandanle superior da guar-
da nacional do municipio do Recife, para que se sir-
va du enviar secretaria da presidencia al o dia 6
de ilezetnbro prozimo vindouro, infunnaret dr-
cumslanciadas acerca to calado em que se aclia a
metma guarda nacional, com declararlo do serviro
que ella presta fraou em destacamento.Meste sen-
tido ofliciou se aos demais commaiidanles superiores
da provincia.
DitoAoEiiii. conselheiro presidente da relacilo,
inteirando-o de liaver prestado juramento, para en-
trar no eterricio do lugar de juiz municipal da pri-
meira vara dctlacidade, indepeudeule da apresen-
taro da caria imperial, o bacbarel Silviuo Cavai-
canti de Albuquerque, que por decreto de 2a de te-
tembro ultima, foi nomeado para o dito lugar, por
ter passado a juiz de direilo de urna das comarcas no-
v.iuenle creadas na provincia da Parahiba, o baclia-
rel Manuel Cementmu Carneiro da Cuuba, e preve-
iiiuiln-o de que lica marcado o prazo de :l meies cou-
Moa dehoje, para aquelle bacharel apresentar a re-
ferida carta.Fez-se o uecessario expediente a res-
pailo.
Dito Ao mesmo, commnnicuodo que, segundo
couslou de partiripardu da reparti;5o de joslira de
II de agosto ultimo, se coucedeu Mis mezes de li-
cenra com ordenado ao deMmbargador daquella re-
lacao Francisco Joaquim Gomes Kibeiro, para ir
Europa tratar de sua sade. Igual curaiuuoica;ao
M Tez ;i lliesouraria de fazenda.
Uilo-Ao mesmo, commuuicando que, por decre-
tos de l'i de setembro ultimo, seminado couslou de
participarn da secretaria do ministerio da Justina de
20 do mesmo mez, foram nomeailos chefes de policia
os juize* da direilo l.uiz Jos de Sampuio, da co-
marca de Flores, e Horculauo Antonio Pereira da
Cunha, da de Goianna, este para a provincia do (.'ca-
ra e aquelle para a de Minas Geraes. Tambem M
communicou a lliesouraria de fazenda.
DitoAo Ezm. marecbal comiuandanle das ar-
ma, remetiendo por copia o aviso de 25 de setem-
bro ultimo, doqua(cunta que se mandou pusmir pa-
ra a llteira do 8.' balulhao de infanlaria o alfares do
9." da ineiin.i arma Joaquim Manuel da Silva e Sa,
e m coucedeu passagem para ste batalhae no exer-
cicio de secretario,ao alfares daqurlle Jos Francisco
de Moraes e \ asooncellos.Communicou-se the-
souraria de fazenda.
DitoAo mesmo. enviando por copia o aviso cir-
cular da rcp.irlir.itn da guerra de II do crrenle, de-
terminando que sejaui adiniltidoe a fazer al outu-
bro, inclusive, o exaine de que trata o arl. 30 du re-
gulamento anuexo ao decreto de 30 de man/> de
I8l, us olliciao, ofticiaes inferiores e cadetes, que
palas motivo* indicados em Uto aviso', nao liverem
feito o referido exame no mea de marro de cada
anno.
DitoAo inspector da lliesouraria de fazenda,
traiisinillindo por copia o avia de 25 de setembro
ultimo, no qual o mesmo Sr. ministro do imperio de-
clara que merecen a appruvaro do goveruo impe-
rial, a ordem que exped a S". S. para auxiliar por
conta do lliesouro nacional a cmara municipal des-
la cidade, com a quantin que for razoavel, as despe-
gas a f.izer com a (inpeza das ra*, beccee e praiae
dest capital.
DitoA'cmara municipal deNazaretli, appo-
vando.a arremalarilo dos imposto* pertencente
aquella municipalidad, sendo o de 500 rs. sobreca-
lza de gado por 1:2813000 rs., o de 80 r. sobre as
cargas vendidas no mercado por 2(i39000 *K, o de
cepo* c repesos por 230000 rs., o de aleric.oe por
330000 rs., o da lirenra para mscales por 02J100
rs.. dito sobre at tu i nos por 2:10800 r.
I'orlaria emitliinlo, de rSTormidade coma,
propotln do chefe de polioia.-s. Luiz Cesar l'into de
l'arias,- do cafgo de pi imeiro supplenlo do delegado
do lermo de Sanio AulAo, e nonwaodn para o suIm-
liluir au ciilado Tiburlino Piulo da Almeida.
Cuinmiinicou-se au supr.ulilo ebefe.
Dila Mandando admitlir au serviro do exercit
como voluntario, por lempo de aeis anuos, ao pa'
no Pedro Cvriacu da Silva, qoe peseebeni alm
veiicimentm. que por lei I lio eempelirem, o pre
de 3000000 rs.Fizeram-se as ueeetsarias com
nica (Oes.
GOMMANDO BAB ARMAS
Qaartel-c'eoeral 4* comanando dat araaae de
Pernambuco na cidade alo Heclfe, ana 10 de
ouiubro ala 1856.
ORDEM DO DIA N. 126.
O mareclial de, campo cummaudante desarmas,
em face das commiinicarOes ofticiaes recehid.ls da
presidencia as (latas de 8 el do andante toa, faz
sciente a guarnico para que tcnlia a devida obser-
vancia, as seguintet imperiaes disposiroes que hou-
veram lugar pelo ministerio dus negocios da guerra,
em o mez de setembro prozimo lindo.
1.a Que por aviso de tt.abaizo transcripto, se de-
terminan que fossem admillidosal outubro, inclu-
sive, a fazer os exames designados nos urtt. 28 e 29,
do regulainento da 31 de marco de 1851, os Srs. of-
ticiaes, officiaes inferiores e cadetes, dos corpos do
exerctlo, qne por os inconveniente* declarados em
dito avito deiiaram de fazer laes exames no mez de
marro de cada anno.
2.* Que por aviso de 14 se coucedeu paasagem pa-
ra o 2,* hatallian de infanlaria,no exercicio de secre-
tario, ao Sr. alferes do 3. da mesma arma Joaquim
Jos Luiz de Souza, o qual estando addidoao 10, se-
ra desligado nesta data. *
3.a Qoe por aviso de 19 M concedeu passagem do
6.o para o 9." ha i al bao de infanlaria, ao Sr. lente
Jos Antonio de Lima.
4." (Jue por avito circular de 20, tambem abaixo
transcripto, se determinou cora o Qm de evitar con-
flicto* desagradaveis, que ero nenhum cato, talvo or-
dem exprrssa em contrario, farara as fortalezas tig-
nae* com liro de hala a navios de guerra eslrangei-
ros, e que a rcspeilo dos navios mercantes, seise em-
pregue esM recurso nos casos que esUo previstos as
orden* em vigor, quando. houverem esgotado lodos
us uuiroa meio* a seu alcance, e nunca na occasiao
da entrada de taes navios, sem orden* positiva!.
5.* Que por aviso de 24 te concedeu dous mezes
de lirenra com sold simples, para tratar de sua sa-
de. ao ir. lenle do 2. balulhao de infamarla Pau-
lo de Figueiroa Nabuco de Araujo, que se acha na
eorle.
6. Finalmente, que por aviso de i", se mandou
passar para a fileirn do 8. hatalhao de infanlaria, o
Sr. alferes do 9. da mesma arma Joaquim Manuel
da Silva e S, e conceder passagem para este bala-
IhAo, no exercicio de secretario, an Sr. alferes da-
qnelle Jos Francisco de Moraes Vasconcelos.
O mesmo mareclial de campo comiuandanle das
armas, determina que os Srs. commandaules de cor-
no remetlam, com urgencia, ao qoartel general, a
relacao nominal dos Srs. olliciaes, sargentos e cade-
tes, que mlu leudo feito exame pralico no mez de
marro deste anno, pretendan] ser admillidos a faze-
lo no correnle mez.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
re em 11 de setembro de 18.55.
Illm. e Etm. Sr.Podeudo acontecer por qual-
quet motivo de movimenlo de tropa* de nns para
uulros lugares, ileixem algn* ofticiaes, ofliciae* in-
feriores ou cadetes, de fazer, uo mez de marco de
cada anno, o exame d'arma marcado uo arl. :I0 do
regulamento approvado pelo decreto de 31 de marro
1851, S. M. o Imperador querendo obviar aos incofi-
venieule* que disto podem resultar nquelles a quem
levai competir accesso. lia por bem determinar que
V. Ezc. rafa admitlir ao referido etame ero qual-
quer lempo depois i.t oulubro, inclusive, os ofli -
ciaes, ofticiaes inferiores e cadetes, queesliverem as
indicadas circomslancia*. nao (cando excluido o ci-
tado mez de marro para os exames geraes de que
trata aquelle arlio, o que rommunicu a V. Exc. pa-
ra Deu* oaarde a V. Exc. Mrquez de Cmxiat.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra 20 de i
abro de
2.a Sesso.Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cios do imperio em -25 de Miembro de 1855.'
Illm. e Exm. Sr.Pelo ollicio de V. Ezc. u." 94
del! de aguslo ultimo, lico inteirado da deliberarlo
que \. Exc. tomou de crear urna eompanhia de
Irubalhndores para, cipal ede us fiscaes, fazer a limprza das ras, bec-
cos e praiaa d'essa capital, e bem assim da ordeiuque
expediu i lliesouraria da. fazenda para, pur oonla do
lliesouro nacional, auxiliar a mesma cmara com a
quantia que for razoavel, visto mo Mr bastante a
renda da municipalidade para acudir aquella Mrvi-
ro, que as circunstancias extraordinarias de sabde
puhlica^exigem, leudo a dita cmara j recebidu por
conta d'esM auxilio a quantia de seis cantos de reit,
como consta do ollicio da referida n. 17 de 3 do ci-
tado mea.
MerecendA a approvaco do goverpo imperial a
ordem expedida por V. Exc, aliento o motivo que a
aconselboo, espera o metinq governo que o serviro
creado por V. Exc. seja devidameule linaliudo de
luodo a tero menos dispendioso potsivel.
Dos guarde a y Exc Luiz Pedreira do Caula
Perraz.Sc. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Rio do Janeiro.Ministerio dos negocio* do inipe-
. rio em 2(i de setembro de 1855.
Illm. e Exm. Sr.Aceuso recebido o ollicio de V.
Ezc. n. 104 de 6 do correle mez, participndo-
me ler aulorisado o impeclor da lliesouraria de fa-
zeuda desea provincia, em consecuencia de requisi-
cao da presidencia da Babia, para comprar os me-
dicamentos enlistantes da relacao, que por copia a-
coropaohou o seu dito ofllcio, na importancia de
oito ceios e vinle cinco mil e mienta res, e reinel-
te-lo* mesma presidencia.E leudo sido approva-
(Ui este acto de V. Exc assim o commuulco V.
Exr. para sna inlelliseneia. "
Deoaguaide V. Exe.Luiz Pedreira do Cauto
Ferraz. Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
2. Sess3o.Rio de Jsneire.Minislera dos nego-
cios do imperio em 28 de setembro [de 1855.
Illm. e Exm. Sr.Ficando o governo inteirado
pelo ollicio do Inspector da lliesouraria de 3 de agos-
to ultimo, sob o. Ili, de liaver V. Exc. sob sua res-
ponsabilidada .aulorisado a mesma lliesouraria a
mandar pagar as despezas, que no correnle exerci-
cio m lizeram com a obra do lazareto d'essa provincia:
Assim o communieo V. Exe. para seu conheci-
meiito.
Dos guarde a V. Etc.ii: Pedreira da Cauto
Ferraz.Sr. presidente da provincia de Peronm-
mico.
FQLHETiat.
OLIVUOPOSTHDMO*
Vea- Kaxlana Su Gatap.
VI
EPISODIO.
Ctrla a Uerlrude* ir.
| Continuarlo.)
Algumas lloras depois de ter cliegido casa, rece-
bi uina bocela cuidadosamente lechada, abria-a, e
achei dentro nina tranca de cabellos louros.'qae le-
ram feito empallidecer os de Berenice, cujas madei-
\as alias eraiu 13o bellas que foram convertidas em
comlellafo, e uro bilhele conlendo ums s pulavra,
a qoe Carlos Sluarl disse antes de estender o pesco-
re sobre a cepo forrado de prelo. liemember !
Aa meio-din aniiunciararo-mc Mr. II... Eu eslava
proinplo para receb-lo.
O senhor refleclio uas minhas propnstas'.' dis-
se-ine elle.
Sim, respoudi, e aceito-as (oda*.
(ucimei um sua prrsenca as cartas de Susana,
proiuetli iiunc escreve'r-lh, a aparlar-me de Paris
pV alsam terjpo.
Para onde pretende ir '.' pergunluu-mc Mr.
B...
Puuco importa, repliquet-llie, parlirci do boje
a Ires seinana, i,so deve salitfjzer a sua senhoria, e
terminar nossa conversarlo, accrescentei abriudo a
porto'
Mr. B... relireu-M. Nao toruei v-to.
Dspois que olle tahio, depois que faz eme doro a-
crilKio, no q
    ternura al au mea orgulho, qaindo coinprehendi
    bem qoe Susana eslava perdida par miro, sent a-
    oiur-ne-me o eoracflo em urna amargura infinita,
    onvi fadiga eaervadiira prntlrounie iDleiramenle.
    No dia seai ntesoiibe qoe Mr. B... levara a mu-
    Ihei para o rtimpn.
    Lniza veto ,er-me; espuz-lhe meus prejeclos aiim
    da que ella podesse repeli-lo i ama, emregaei-lhe
    Vide Mario n. 235.
    o itinerario da viagem que ia emprehender, e t
    diflereutes arranjo* cun ella, alim de ler noticias de
    Susana e de dar-lbo as minhas.
    Tslvez estranhe, minha velha amiga, que depois
    de baver promellido costar com madama B... toda a
    reluci directa ou indirecta, eu tmame precaucoes
    minuciosas para conservar as nimbas mSos urna
    pouta da cadeia que o marido queria quebrar vio-
    lentamente ; todava issn he mui simples, apezar da
    probidade sombra que me condece, foi sem esforro
    sobre mim memo que portei-me assim. Bem cono
    Cnmelio de Witt eu Unha assignado meu juramen-
    to : Ti coaclm !4fcima do direito acanhado e abu-
    sivo de um marilto engaado ha o direito humano,
    apaixuuad'i, iinprescriplivel, e foi delle que usci tem
    escrpulo, profundamente convencido de naootlen-
    der minha honeslidade. Confessarei mesmo que an-
    te* de partir, procurei tornar a ver Susana ; mas
    nao pude coosegui-lo.
    0 qu dumiiavii-uie no meio de minhas dores, de
    meus cuidados e de minhas apprehenses era um
    odio lonco a Mr. B... Antes da desgrara que nos a-
    larra, eu linha-lhe urna benevolencia trivial, que
    tradzla-*e por uina polidez mui solicita ; quando
    souhe que elle couheria todo, lve urna piedade real
    e quasi dolorosa : lamenlava sinceramente e*se ho-
    meni qoe nunca l'uera-ine mal, e cuja vida eu lalvez
    envenenava ; agora que ludo estava acabado, senta
    tmenle um feror de execraran sem limites, que
    maitifestava-se por desejos de vingauca e impreca-
    ^es irosas.
    Vlravez de todas cusas tristezas eu fazia activa-
    mente o* preparativos de minha viagem. Bem como
    sempre, ia dirigir-me para o Oriente, o qual dessa
    vez pretenda percorrer em lodos os sentidos antes
    de voltar a Franca. Levava tmente comigo o meu
    grande galgo da Persie, o bello Boabdil, ao qual
    vost deu lanos torree* de asaucar, eo meu velho
    amante Bekir Aga, a quero votte chamava por gra-
    cejo meu Mamamouchi. Sabe em que circunstan-
    cias salvei-lhe a vida na primeira viagem que liz ao
    I Epiro, e com que alleirao esse pobre hornero lem re-
    j compensado lao triste servico. Lembra-se ainda de
    seu etlranhamenlo, quando o ouvio pela primeira
    vez tratar-me por tu na linguagem incomprehensi-
    vel de qne nava em forma de franrez i Foi-me
    milito diftleil f m'-l.i comprehender qne ella obede-
    ri,i a um uso de sen pafz, e que nao rommetlia fa-
    miliaridade 13o repugnante como pensava.
    Partimos, pois, urna madrugada as Ir* horas, Be-
    kir Aga nenenle de ir tornar a ver o sol dos paizes
    plau-ns a declarar que a guerra, que precedente-
    mente elle approvra, era agora impoltica e injusta,
    a exagerar o* recursos do inimiso, e palentear au
    paiz urna serie dedesapprovavoesimaginarias. ,Ap-
    plausos.)
    nanlo a mim, eu nao mudo lao fcilmente de
    seutimenlo ; meus bonradissimos collega* peusam
    como eu ; e ssim, respondendo ao nobre lord, a
    quem nada se applica do que acabo de dizer, eu de-
    claro que o goveruo da rainha conhece, e acesia to-
    da a respousabilidade que assuuie, e nao temer cx-
    O povo pieroontez ao mesmo lempo que d prova
    dessa sabedoria e dessa iirmeza que o ennobrecem
    na hisloiia europea, tem a dila de ser governado
    por um soberano, que comprchende que a forra real
    a dignidade e a reputarlo de um monarch'a de-
    pende da sua maneira de grangear a alleirao dos
    seus vassallot. lie de certo natural que o guverno
    inglez veja com anxiedade a triste condicao la- nu-
    tras partea da Italia. Na maior parle do* Estado*
    da Italia, e principalmente no* listados romano., o
    no reino das Duas Siciliae, dio-se acoutecimeiilos,
    por na viudoura reuniao du parlamento a maneira e passam-se couaas, que fazeui um doloroso conlras-
    pelii qual supporlou o peso dessa respousabilidade
    Mullos apoiados.) Sabemos que tomos o apoio ge-
    neroso da cmara e do paiz, porquanlu nao eremos
    que as opinoes aqui formuladas por alguna oradores
    contra a roiilinuarao da guerra,achem fura o menor
    echo applausos) : e cerlos e.tamos que a confanos
    da Mel e omu apoio jamis bao de faltar a ummi-
    nisterio, qualquer que possa ser, decidido a dirigir a
    guerra do melhor modo que puder, e cumprir com
    os mus deveres de conformidade com o vol da na
    cao. O goveruo da rainha nao pode entrar em ex-
    plicarse* sobre as operaces da guerra, tietii sobre as
    negociaroes da paz, duplo terreno para onde o meu
    nobre amigo acaba de o chamar.
    He evidente que nao poderiamos, a menos de
    comprometannos o iuleresM nacional, e prejudi-
    carmos ao wrviro publico, entrar em particularida-
    des a esse repeilo. A operarles da guerra devein
    depender necessariameule das circumstancias em
    que se eutabolareni as negociaroes, e dos felizes suc-
    cessos alcaiicados, esta hora, por alguma das par-
    les. Com ludo, ha um ponto a respeilo do qual
    n.lo po-so di-pensai-iiie de dizer algumas palavras :
    fallo da preteudida adhesao da Turqua a* proposi-
    eoes da Austria, adheso que teria sido noulralisada
    pela decisao coulraria dos goveruo* da Franca e da
    Inglaterra. Lord Jobu Russell deve melhor que eu
    conhecer a opiuio do representante da Turqua em
    Vicnua a respeilo deste. assumpto. Quaulo a mim, o
    que posto dizer beque iienhuma razio leuho para
    crer ou suppor que o goveruo lurco leuha divergido
    dos guveruos da Franca e da Inglaterra no locante a
    necessidade de nao se aceitaren! as proposicus da
    Aostria. (Muilo bem!)
    S a occasiao chegasse de o goveruo turco julg.ir,
    depois de maduru exame. certas coudcoes compali-
    veia com a sua segurauca fulura,aemduvida a sua opi-
    uio pezaria na batanea quando os aovemos da Franca
    e da Inglaterra houvessem de deliberar sobre as coudi-
    riiesda paz ; mas presumo que se nao devo perder de
    vista o que ha puuco dize um honrado membro, is-
    to lie, que os objeclos porque foi emprelicndjda a
    guerra silo mais vastos e mais importantes que ludo
    quanto poderia depender da decisao do goveruo lur-
    co. (Applausos;.
    A guerra* foi emprebend ida quanto a pro ler cao da
    Turqua como uro roco conducente ao liiu que se
    prltende. De certu, a pmteccao da Turqua e a
    manutena.! do equilibrio europeu sao objeclos pelos
    quaeshe dodever de todas as potencias europeas se
    anna'eui.
    Mas, cuino eu o i.i dizendo, por delraz da questao
    da prute(\ao da Turqua *e eleva a questao raator
    da ambirao iuvasora da Russia, que nunca foi mais
    claramente cxpusla que pelo meu nobre amigo, elle
    ntesroo. .Milito bem '.}. Esta ambirao anteara sub-
    jugar o continente, e apagar todos o* principios de
    liberdade poltica c commercial, de que depende o
    poder, e posso mesmo dizer a existencia indepeudeu-
    le de>ses Estados. Applausos. E porlauto, un pos-
    so admitlir queperleuca ao governo lurco decidir
    as condires caiiipaliveis com a seguranza para o fu-
    turo, e a paz permanente da Europa.
    conveniente evitar con-
    rto desagradaveis, determina S, M. o Imperador.
    V. Exc. espera ordem clara e terminante, o*
    mandante* das fortaleza*, para qoe em neubum
    caso, salvo ordem muito expressa em contrario, fa-
    Cam aignaes com tiros de baila ao* navios de guerra
    etlrangeiros, e que mesmo a respeito dos navios mer-
    cantes, devem empregar esM recurso, us casos
    que esto previsto* na ordens em vigor, quando
    houverem e*gotado intilmente lodos os outros meios
    a seu alcance, e nunca na occasiao da entrada dos
    ditos navios, son.iu qoando para isso se expedirem
    ordens positivas.
    Dos guarde a V. Etc. fian/ue; de Carian.
    Sr. presdanle da provincia de Pernambuco.
    ' Assignado. Joi Joaquim Coelho.
    Conforme. Candido Leal Ferreira, ajudnte de
    ordeut encarregadu dodctalhe.
    II
    ORDEM DO DIA N. 127.
    O Illm. e Exm. Sr. mareclial. de campo Jos Joa-
    quim Coelho, commandaule dat armas, mauda fazer
    publico para que surta odevido elleito, que o gover-
    uu de S. M. o Imperador houve por bem conceder
    ao Sr. Jos de Vasconcellos, a demissao que pedir
    do lugar de escrivAo da botica do hospital regimental
    desla guarniro, segundo constou do aviso do mi-
    nisterio dos negocios da guerra de 28 de telembroul-
    limo, que por copia Ihe fura enderetsado com oflico
    do Ezm. Sr. coiiMlheiro presidente da provincia, da-
    tado de hoiilem.
    Conforme. Candido Leal Ferreira, ajudnte de
    ordens encarregado do detalhe.
    tqr % .ns uSo ha
    le com a situaco du reino da- Sardenha. A influ-
    encia eslraugeira lem sempre sido falal an bem estar
    dos paizes onde ella se eslabeleca. Aiullueucia e
    trangera sustentada pelas arma* he peior anda que
    a se iipu'a no poder poltico. .
    Na Italia, infelizmente, estes dous poderes estilo
    cia poltica eslraugeira, e debalde querer-se-ha dis-
    siiuular o faci mui real de nelle predominar a in-
    fluencia russa ( muilo bem !) he um vivo ezemplo
    da verdade contestada rouitas vezes. mas que nao
    he menos verdade de estender a influencia da Rus-
    sia mesmo aos paizes de que ella eslu separada por
    urna imtnensa distancia territorial. ( Muilo bem !
    O goveruo napolitano ha manifestado a sua lio*-
    citadas pelo meu nobre amigo, e termino declaran-
    do que, bem compenetrados de toda a respousabili-
    dade do nosso mandato, nos no< esforcareroos por
    cumpri-lo a satisfacao da cmara e do paiz. (Ap-
    plansos.)
    M. flenley : lord Palmerslon disse a verdade. de-
    clarando que o povo inglez queria que a guerra fosse
    avante coro toda a energa possivel : lal he a vonla-
    de nacional. He extraordinario que lord John Rus-
    sell, couverlido sbitamente s doulrnas da paz, ve-
    tilla sorprender a cmara na prsenle sesao. e no
    meio dos erobararos aecuact e de novas dilliculdades
    com o intuito de restaurar nacionalidades opprimi-
    das. O goveruo iuglez ja lem bastante que fazer
    sem que se lance anda em dilliculdades a proposito
    dos avivemos da Ila,li.i (apoiados;; e nao se pode dei-
    xar de appmvar a todos os respeilos a resposla do
    primeiro ministro.
    unidos. No reino de aples predomina a influen- Foi pela lerceira vez litio o bil da appropriaclo
    dos consolidado* e adoptado.
    M. Sir.niorl, propoudo a produccio dos reialorios
    e communicares relativas aos hospilaes no Oriente,
    e ao estado sanitario do exercitu, entra em largas par-
    ticularidades sobre o traiatneulo dos doeules e feri-
    dos. e pede diversos esclarecimeutos.
    M. F. Pee) faz urna resposla geral, e da esclareci-
    meutos wbre o* pontos esseociaes canudos no dia
    lilidade contra a Inglaterra e a Franca, prolubindo curso do honrado membro. Diz que a saude do ex-
    a exportarlo de arligos, que a sua ueulralidadc na ercilo se lem meltiorado. alm do que se teria podi-
    Ibe iulerdlz exportar ; e peza-mc de accr*cenlar
    quereceiilemenle foram pelu goveruo napolitano
    praticado* actos de crueldade e oppressao que oio
    verdade nao sio do nosso seclo. Apoiados. '
    Quanto a oceupar.au dos Estados romanos pelas
    tropas fraocezas e austracas, a cmara deve saber
    que para o governo iuglez esta" queslao'.he lao def-
    ficil quanto delicada de Iratar-se. Presentemente
    nada lie mellos desejavel no iuleree do paiz que
    discussoes parlamentares uu cummunicares guver-
    nameulaes tendentes a Irazer tibieza na relares
    entre a Iuglalerra ea Franca de omu parle ede
    outra entre a Inglaterra e a Austria.
    Eu dire somenlc, no que loca.a Franca, sem que
    entre na apreciaran dos motivos que deram lugar
    oceupaetto de Roma ou dos eflelos dessa oceuparao
    que esses motivos foram inspirados pelo deseju de
    reslabelecer a Iranquillidade. Creio que nunca se
    Gzcram queitas contra o procedimenlo das tropas
    francezas ; o mu procedimenlo lem sido uxcmplV,
    e u algarismo do exercilo de oceuparao foi conside-
    ravelmeiile reduzido.
    A oceuparao austraca cessou inleir.imente na
    Toscana : urna guarnirlo austraca oceupava Flo-
    renra ainda ha puuco tempu ; esta guarniro reti-
    rou-seeo governo toscano n* adminslra;ao dos
    seus negocios ficou entregue a seus proprios recur-
    sos. Sei que tem corrido o boato deque as tropa*
    austracas teein sido cousideravelmenle augmentadas
    na Italia ; nio creio fundado lal boato, pelo con-
    trario, o governo da rainha soobe ltimamente qne
    um certo numero de oblados austracos, 3,000 so-
    mente ou 4,000, 5.000, (i.000 mesmo segundo as di-
    versas vers&eseiilraramuaIlaIia;elle*foram substituir
    a um certo numero de toldados italiano* aos quaes
    fra concedida, como do costme, licenca por cer-
    to lempo. O algarismo actual, pois, da* tropas aus-
    tracas na Italia nao augroentoo. Nao poderia di-
    zer m a guarnirn d'Ancoua he mais ou menos for-
    te, mas creio que em geral o algarismo das tropas
    austracas na Italia nao tem augmentado. E por
    lano (ovios os rumores de um pretendida mudan-
    es de poltica da parle do* notaos alijados relativa-
    mente a Italia, e que te diz nleiramenlc incumpa-
    livel com as relaroes entre a Inglaterra e a Franca,
    sio, eslou bem persuadido, infundados. Eu tenho
    Eu declaro que aos meus iilhuMu^aFs>siifzoai_d Franca e da Iuglalerra leeirt mainr id^^ ',,_, ques- Auslria, quer ella julgoe, quer n3o para
    i divergen-

    EITE8I0R.
    CMARA DOS COMML'NS.
    Seuao, de 1 de agosto.
    Lord Palmerslon se levanta e diz : Nao me veoho
    quexar de haver lord John Rutsell chamado a al-
    ienlo da cmara para quesles d'uma grande im-
    portancia nacional, e om que elle mesmo se tem se-
    riamente oceupado. He natural que quesles, que
    lixaram a sua allencio pelo lempo qoe foi ministro,
    o absorvain ainda mais agora que elle lem mais des-
    cauro para ncllas se oceupar. (risadas}. Elle falln
    em .respousabilidade dos ministros ; pois bem, eu
    apresso-me em declarar cmara e a elle que o mi-
    nisterio comprchende toda a sua responsabilidade.
    Apoiades.i
    Nio poderia participar das medida* actoaes e ss
    issociar a graude lula que esta travad, quem nao
    M livesM convencido, e nao tivesse, a conscieucia
    de que a guerra.he justa poiados sufflcientes os
    motivos que a determinaram, e indispensaveis os
    sacrificios que leem de Mr feilus pelo paiz. Em ver-
    dade, poderosissimas razes seriaro de mister para
    determinar aquelle, que tivesse approvado esli
    guerra desde o comeco e sempre desejado a sua con-
    liuuarao, a mudar completamente de opiniao, ap-
    13o que u governo turco, ou pelo
    plausos,, e que suas esclarecidas vi
    quesles de poltica europea devem1
    ainda que as vistas do guverno Ir
    motivo paja crer que baja a esse r
    cia de opinoes, e posso allirmar ^^ -tualmenle
    e esperu que sempre sera assim/t^rMuafuidiide c j
    concordia a mais perl'eita reinam a esse respeilo en-
    tre os goveruos da Iuglalerra, du Franca, e da Tur-
    qua.
    Por Tallar no governo francez, dev o expressar mi-
    nha plena appruvar.lo a upiniao formulada por meu
    nobre amigo sobre a perfeita sinceridade, cordeal
    aroisade e iuteira unidude de vistas entre os gover-
    uos da Franca e da Iuglalerra. l'ode-se dizer qne
    estes dous guverno*, relativamente a essas grandes
    quesles, nao formaih senao um sd gabinete, cujos
    membro* acham-se uns em Franca e outrus na In-
    glaterra. Entro elles ha perfeita uuidade de intentos
    e de objecto; e devo presumir que a perfeita
    unan desses dous paizes hade obter o fim pro-
    posto.
    O me"nobre amigo assgnalou o mallogro, como
    elle menino chamou, dos iiussjs esforro* no ali*la-
    mento das tropas eslrangeiras para o lim de refur-
    rarmns os exercilbs da Inglaterra e da Franca. Os
    obstculos vieran) nio do continente, mas sim das
    dilliculdades aqui encontradas nesse bil : es o te-
    grada desse momentneo mallogro. Todava se va i
    procedendo cora rapidez na execurao desla medida,
    e eu espero que para o oolono poderemos, 'em vir
    lude do poder que o parlamento acaba de nos con-
    ceder, enviar reforros sufticientes ao nosso exercilo
    da Crimea. ,
    Quanto a guerra, o que mais direi eu sena. que
    comprehendemoa ser do nosso dever leva-la avante
    por todos os meios que o parlamento no* ha gene-
    rosamente uutorgado '! Em sua vindoura reuniao
    ver o parlamento, assim o espero, que nio leremos
    abosado da conlianra quese nos concede.
    l'as-o agora souIras quesles em que fallan o
    nobre lonl.e primer.imeute direi da condirao da
    llalia. lie sem duvida alguma um penoso assump-
    to. O meu nobre amigo em termos lao eloquenles
    quao justos, traluu do admiravel exemplo dado pelo
    l'icAonle ,i Europa. ( Muilo bem !'; Elle chamou
    nossa allenrio para uina narao assaz sabia para apre-
    ciar o valor das i nstilu i ene- eonslilucionaes, e batan-
    le sisuda e moderada para as por em execurao, sem
    que nellas fosse de alguma sorte iniciada por urna
    previa experiencia. O Piemonle ollercee um espec-
    tculo quasi sem igual nos auuaes da Europa.
    Temos cora effeilo visto muitos paizes inopinada-
    mente passarem do rgimen do guverno arbitrario
    para o do governo representativo, e, por falla de
    iniciaran, quasi nada ganharem por muitos
    Mculosnesla mudanra. O Piemonle faz exceprao ;
    dir-se-ha ja haver ello gozado por muilo* seculos
    das excellenles instituires que Ihe foram recente-
    mente dadas. Nio te veem all com elTeito essas
    violentas anlipalhias que umitas vezes desliguram us
    comeos do goveruo constitucional.
    musultnanos, eu triste, maguado e deixaudo atrs de
    mim urna parle de meu Mr exposta a todas as dores
    da ausencia e da oppressao.
    Em Marselha, onde pussei dous dias esperando a
    partida do barco a vapor Lenidas, que devia levar-
    me a Alexandria, recri urna carta de Susana'con-
    cebida assim :
    o Nio quero no meio de minhas dures ter o re-
    eeio de que postas aecusar-me de ingraldio. Nio,
    nio, apezar de todo o mal que tem-me causado o
    leu amor, amo-te de toda a minha alma, amarate-
    liei toda a minha vida. Nao tenho mais um instan-
    te de repouso, sou miseravel, todos os reos do co
    lancanm-se contra mim. Por amor de Meu li I lio
    rae snbmelterei a ludo, supportarei ludo ; mas o
    qoe me he necessario para dar-rae coragem he a
    certeza de que leu coraran me pertencer sempre.
    Bem m que un tornarei mais a ver-te ; porm ao
    menos quero estar certa de que de lunge la ternu-
    ra pairara sobre mim. Todo o meu futuro est em
    las inaus, comprehende bem islo, e nio o arrisque*
    por imprudencias a qoe te nduza o amor qoe fez-
    roe to feliz. Vai, viaje, in*true-te, cresce anda,
    mas nunca me e-quecas. Nao vivo, nio pens mais,
    licarei douda. Eslou separada de ludo o que me
    veio de ti, deesas mil ninharias que rae sio lio cha-
    ras, tuda me he lomado menos o meu corarao, o
    qual perlenco-le, meu adorado Joio Marcos. Sou
    vigiada, espreitada ; estacarla escrevo-te de noite
    sobre os joelhos. Conve.ii que nioguem a cuuhcr.i,
    conviria at occnlla-la de lus sombra. Fui obriga-
    da a jurar pela cabeca de meu liliio nunca mais es-
    crever-le. Dos perdoe-me se falta ao meu jura-
    mento.
    u Adeos. Joo Marcos, adeus para sempre. Ah 1
    seeu uiu Uvera uro lilbo quereria roorrer. Um ulti-
    mo beiju e adeos at mora ; lem piedade de mi-
    nhas tortoras n.lo esqucrcmlo-me nunca o
    Esta caria rcuovou meu desespero e minha cole-
    ra, llcsilei um instante pensando em voltar, furlar
    Susaua e o lilbo, e fugir para alguma ilha da Cre-
    ca Innae dessa socedade, que eu detestava com to-
    lla a violencia de minha dor. Ah I se eu lvesse po-
    dte prever o futuro, com quanla promplidao leria
    execnlado esse projeclo, eqiiauto* infortunios irre-
    piraveis teria ponpado !
    a Coragem, querida amiga, respond a Sotana,
    nao le deslenle* : dah depende tua salvarAo e ten
    repouso futuro. Tambem eslou opprlmido, e ngora
    nao poderia dar-le o exemplo da firmeza. Minha
    Impotencia em (oda esta historia, minha impossibi-
    lidade de occorrer-le. de allviar-te, de animar-te
    com minha ternura desetperam-mc e malani-me.
    Eras o objecto constante de lodos o* meus pensa-
    menlos. Eu arranjava o futuro de nossa existencia,
    va-nos envelhccendo jimios, e sentia-te viver al
    ao fundo de mim mesmo, mas ai de mim 1 ludo es-
    t perdido '' Nio, nao, pois que es minha .' Os jura-
    mentos que (e foram arrancados sao nullos e rolo des-
    Iroem os que fi/.esles em meus bracos ; es minha
    como o saugue que corre-nie as veas, como o co-
    rceo que palpita-mi: por ti no peilo ; es minha !
    Com que direilo queixa-se esse hornero, que lem a
    dila de agitar-sea leu lado, viver de la vida, ver-
    le (odos os dias, e poder abracar seu lilbo ? Ah !
    minha querida, sou muilo desgrarado 1 l)issette-me
    adeos t porcm dgo-te : Al outra vista Se po-
    desses ver a iesolurao inabalavel e a energa inflexi-
    vel que nnimam-ine apezar da atona de minha dr,
    compraheuderias lalvez com que ternura amada.
    Farei ludo o que poder contribuir para o leo repou-
    so ; mas hei de v'er-le ainda. Cumpri (odas as pro-
    mrssas que me foram exigidas ; mas he para comli-
    go que nio posso nem quero mi prejoro. au he o
    ultimo bejo que me enviaste ; o futuro he nosso.
    SeesM hornero nao morrer he porque a voolade hu-
    mana nio lem ion;a ; vou agora cobrir-me de lulo
    pela sua vida assro como oulros ae enlutaran pela
    sua morte.
    i Quando pens que nao ouvirei tua voz cantar
    a* arias que amavamos, que meus serOes decorrerio
    tero li, e que lerei de passar longos dias sem ver-
    le, oh lico transportado de dr Fizeste bem em
    escrever-me, uscreve-me anda, e Dos le abeueue
    pur cada uina das palavras que me enviares.
    i Adeus, chara tristeza de meu enracao, cu dara
    agora a vida para ver-te. Dizes-me que eu nao le
    esquiva Nunca nunca I,cmbra-le de que per-
    leuro-te, de que sou leu espuso escolhido, de que ju-
    raste-me ser minha para sempre ; lembra-le de que
    sou urna couau tua, que ealarei promplo ao leu pri-
    meiro gesto, e que para livrar-te, te quizerea, estoo
    13o preparado para um crime comn para urna boa
    accAo.
    At outra vista envio-te meu rnrarao e mena
    labio*!
    Se cito-lha lextiialmenln ella* duas carias, quej
    nao (Ido nenhuma clareza apparente a esta uarrarao,
    minha velha amiga, be para provar-lhe a que grao
    dp exaltac.o ambo* linhamo*chagado, e qnanto foi
    dolom.i e*sa separado violenta, que eflecinava-se
    futuro
    de seu enterse entrar em campanlia aa lado da
    rauca c da Inglaterra, unir-se i Russsia contra a
    ranea e a Inglaterra. ( Muito bem '. >
    O meu uobre amigo quer que o goveruu da taioha,
    aproveite-se de todas as circumslanciasveventuaes
    para se esforzar, com a ajuda da Franca e da Aus-
    lria, em melhorar a condirao dessa bella Italia. He
    de certo doloroso ver cita grande naro italiana, do-
    lada pela nalureza dat mais bellas qualidade*. e ap-
    ta a tornar-se, como oulr'ora, o modello de ludo
    quanto eleva e enuobrece a rara humana, fra, por
    circumstancias accidentad, da sua condirao poltica
    e da carreira que_ Ihe permilliria rivalisar com o
    mundo ii.leiro. Eu concordo nissu, mas coocordar-
    se-ha tambera comigo que he mui difllcil modificar
    um estado de cousas creado pelas circumstancias.
    Todava posso asssegurar ao nobre lord que o gover-
    no da rainha u3o esperdicari nenhuma occasiao que
    ossa ollerecer-se de melhorar e condira do* H-
    lanos.
    Tem-se em lembranca que em 1832*as cinco po-
    tencias da Europa, pelo orgio de seos representan -
    tes em Roma, sugerirn) ao governo romano certas
    mudanras e reformas administrativas. Se essas re-
    formas livessem sido executau'as. a condic-ao do povo
    romano esUria melhorala. Ellas cali i rain infeliz-
    mente, e m tomaran) a ser levantadas s o toram
    parcialmente.
    Naquelle lempo Coi eslabelccido o conselho das
    rendas do estado,que fez relatnos e represenlarAes,
    roas creioque sem vantagem real. Crearam-Migual-
    mente certa* assemhlas provnciaes annuae*. Ha-
    via ah, u3o direi elementos da governo representa-
    tivo, mas era isso ao meuos urna via pela qual o po-
    vo faza conhecer as suas opinoes ao governo.- A
    grande difliculdade enconlrada pelas reformas foi e
    ainda he a Mcularisacio dos departamentos admi-
    nistrativos.
    O meu nobre amigo pensa que, sea* tropas eslran-
    geiras forem retirada*,o povo, elle mesmo, eslabele-
    cer urna forma de governo mais nacional; De car-
    io, se laes inudaiica*iPodessem operar-se com calma,
    haveria aVn resultado sati.faluno. e eu mesmo teria
    b primeiro a dizer: saam as tropa* de Roi'na, e
    eflecluem-M os melhorame'itus. (Muilo bem'.) Mas
    desgracadaineule o ancamuhaineute para um bum
    goveruu n3n be 13o rpido, nem Uu fcil! (Muito
    bem !) Dilliculdades iminensas, perigus actuaes sur-
    gen) a cada passo, e *3u de nalureza a cunlrabalau-
    car o bem que s ao lunge se descortina. Temerla,
    quanlo a miro, salvo previo arranjo e premeditada
    prepararlo, que a precipitada partida das tropas e
    p desenfreamejilo das selvagens utopias, que podem
    existir acarrelassem perturbaros* e desordem, que o
    meu nobie amigo seria o primeiro a lamentar. En-
    tretanto posso afiiancar em nome do governo frau-
    eez, como aflianro em nome do governo iuglez, que
    a aliencao do* dous governo) nao foi disiraliid des-
    la qoestao, eque estaremos dispostos a abracar qual-
    quer lauro que se nos oll'erecer possa, para realisar-
    mos os benficos projecios sobre os quaes o meu no-
    bre amigo chamou a alinelo da cmara.
    Creio haver tratad de quasi todas as quesles sus-
    contra nossa voutade, e uo meio do livrc exercicio
    de urna paiidu seria. Foi-me necessaria grande co-
    ragem e a urgencia de um dever imperioso para fa-
    zer-me deixar a Franca, n lanrar-me em urna via-
    gem ao meuos penivel seinlj perigosa. Eu lomara a
    exaltaran de men corarao por um senlimeuto real e
    profundo; minha ternura encontrando uro,obstcu-
    lo inveiicivel, crescra repentiuameute, nesse mo-
    mento eu a julgava eterna. Eulio jorava sincera-
    mente amar Susana para sempre ; mat nio devia
    lardar era ver applacar-M essa tempestado de amor,
    para ceder o lugar a indoleucia senao ao eiqueci-
    mcnlo.
    Foi em urna fra manhaa de dezembro que em-
    barquei-me ; a chuva caba, e o co ciozenlu esten-
    dia-M peda de vi-la aobreo mar lvido. Eroquan-
    lo o barco sacudido pelos esforcos da machina cami-
    nhava lulando contra o ventu, eu conlemplava as
    costas descarnadas de Prpvenra envoltas na nevoa
    longiuqua ; pensava no quenle aposento ignorado de
    lodos, onde via Susana, recordava de una em urna
    todas as lembranras mais charas, imagnava-a triste
    e chorosa, immovel e cuidando em mim. L'ma amar-
    ga tristeza traspassava-me, e eu dizia comigo :
    i( Ah devo eniao causar desarara a Indos aquel-
    los que amain-me t "A sululao deve apparecrr mi-
    nha approxma^io '.' ludo o que construo deve des-
    aliar, e ludo o que amo deve morrer'.' Meu coraran
    Mr sempre forrado a levantar tmulos ou a melle i -
    se atravs dos iufortunios para salisfazer sua uecessi-
    dade de amor ''. Porque nao estas aqui para cooso-
    lar-roe, nimba mai, que tanto aroei!
    Fiquei muito lempo apoiado a pavezada, absorto
    em minhas rellexoes, afagado pelo ruuir mouotono
    la pndula e pelo surdo zuido das rodas, e odian-
    do sempre para o lado da Franra. Quando desap-
    pareceu a ultima mouianlia debaixo das nuveiis, um
    soluro subio-me aos labios, o dei o grito dos mu i-
    uheirut em perigo :
    Valha-nos Dos !
    Snmenle quando aporlei ao Egyplo foi que reco-
    hrei alguma tranqnillidade e coragem. A grande
    'poesa desse paiz maravilhoso ahrandou-me a Irsle-
    zx e restaurnn me a* forra*. Eu ramiuhava ince-
    -intiinonle pelas paisagen* esptondidas, cuja belle-
    za serenn e pacifica invada-mn e reaniroava-me.
    Toda* a* vezes que tenho estado realmente triste le-
    nlra-me dado bem refugiando-me na nalureza. He
    a historia de Anteo qoe rerobrava o vigor tocando a
    do esperar na presente estacan do anuo, e que se ha-
    viam cumiado tomado medidas para assegurar o ser-
    viro dos hospituat, caso n exercilo tivesse de passar
    nutro invern na Crimea. Elle ndica as reformas
    operadas no servico medico ; alm dis-o, sal as al-
    gumas eacepces.nao se oppe a producrio das peras
    exigidas.
    Depois de algumas observarles aprewuladas pelo
    coronel Norlh, a mura > emendada he adoptada.
    A cmara se forma no depois em commissio a res-
    peilo'das cuntas e documentos relativos India.
    M. V. Smilh, depois de haver explicado porque
    nao liaba podido fazer mais sedo na ses-.io a cxposi-
    c3o relativa a essas cuntas, produz uro por um os
    capitulo* das receilas e despezas em muilas presi-
    dencias, c aprsenla em resultado um dficit Mm du-
    vida alguma muilo considera,el ; mu* observa que
    elle provni principalmente da um acrescimo de des-
    pezas aliada- aos Irabalhos pblicos empreheodidos
    para o inelhoraineiilo da ludia.
    Examinando os meios para remeditr-M esse dfi-
    cit, expoa as principaes fontes da renda indiana, e
    faz observar que a cmara nao devia desesperar por
    modo alguro, por quanto elle eslava persuadido que,
    quaulo ao deseuvolvimeiito dos recursos da ludia,
    havia mai* dados para as rendas augmentaren!, do
    que para dimuoirem. A respeito da detpeza disse
    elle que au julgava de ia poltica o acto de redu-
    zir na India o exercilo e a administrarlo judiriana ;
    e que a* despezas frilas nu interesse dos Irabalhos
    pblicos eraro obra da moma cmara.
    Depoi* de outros argumentos ledenles a comba-
    ter toda especie de reduerio, o orador menciona
    alguna dos Irabalhos pblicos empreheodidos e exe-
    culados na India ; elle falla da tortura e dos meios
    adaptadas para se acabar com esta cruel platica, e
    entreten) a cmara com o novo syslema de concursos
    para os eroprrgos no serviro civil da India, e inleres-
    santissunas particularidades sobre os resultados do
    ultimo exame. Elle assignala os aperfeicoamentos
    Irazido* a navegarao dos rio* Cndavery e erbudda,
    e (ermina u seu discurso que fui muito extenso, pro-
    poudo urna seri de resolures que conloen) os resul-
    tados du mu relalorio.
    Alguna oradores sio anda novillos. A ordem do
    dia lica eagolada c a sess.io levanla-se a duas horas e
    um quarto.
    A sessao da cmara do* communs de 8 de agosto
    nao ollerere o menor interesse.
    i Journal des Debat.
    A CAVERNA DO M AMMOI III NO ESTADO DE
    .KENTLKV ( ESTADOS UNIDOS. .
    Os viajante* que vio de Louisvillu esta garata
    muilo nolavel, costumam parar na eslalagem cha-
    mada Bell'Tacern nara ah passarem a noite, alim
    de no da seguinle estarem a laroiiihu muilo cedo,
    e alm disto descanendos e disposto* porque a via-
    gem b bastante mortificante. Porlanto depois de
    ler dormido urna boa noite na dila eslalagem, po-
    zemo-noa caminho pela madrugada, eu, Mr. Bro-
    ih, Mr. Crandall, irlaudez e Slephen nosso gua.
    No liro de meia liora desciamos a entrada do sub-
    terrneo.
    Esta gruta, que.receben o nome de MammoutU
    por causa de sua* proporees gigantescas, esta si-
    loadas uo meio de colliuas e de florestas de carva-
    Iho*. Foi descoberla era 1801 por um carador, que
    persegua um lobo, que julgava ler ferido ; mas s
    depois de 1810 he que se couhece toda a sua exleu-
    sio, e lal he boje a sua reputaran que, nio obstante
    o prec,o da eutrada. que he de 15 francos por pes ella recebe urna allluencia consideravel de visitan-
    tes nacionaes ou eslraugeiros. A gruta lem 12 ki-
    lmetros de largura, mai toda a sua exteosin. con-
    lando-M as avenidas, que se cruzam em lodos os
    sentido, he de 213 kilmetro* e lalvez mais. A ba-
    se desla gruta he a pedra calcarla, mas em certas
    lugares, por exemplo, no gabinete de Cleveland, de
    que fallaremos mais a.lianle, observaro-se bellas for-
    maroes de gesso, e na pouta mais remola ssberbas
    slalacliles.
    Cada um de nos pagou seus 3 dollars, e munidos
    de lampeos, que a experiencia julgou preferiveis,
    ao* lachos de resiua, seguimos o guia, que nos enn-
    duzio por debaixo de urna abebada de 13 metros de
    altura, Mmelhanle a urna caverna, e tomando um
    caminho largo e unido, onde durante a guerra com
    a Inglaterra em 1812, se tiuham occullado masas
    consideraveis de salitre, chegamos ao lugar chama-
    do Casas dos Invlidos, o
    Estas casas, ou para melhor dizer, essas cabanas
    foram construidas em 1841 por um certo doutor
    Milchel de Glasgow no henlukv. Este patricio le-
    ve um dia a idea de eonverler a caverna em casa
    de saude para os phlhysicos, persuadido de* que a
    temperatura igual e o r serco da gruta Ibes fariaro
    um bem inlinilo. Edilicarain-se habitares em mi-
    niatura, e para completar a illusio, fizeram-se por-
    tas e jauellas, cumo se o dia lvesse de penetrar al I i
    e em lugar de tocto, fez-se unta especie de czia-
    riuiii para as proteger contra o p. Finalmente o
    interior era di-p.sto conforme as regras da comnio-
    didade e un numero sulliciente de guardas era eni-
    pregado uo serviro dos doeotet. No mez de Miem-
    bro do mesmo anno, desoito pessoas entraram ao
    subterrnea ; durante quatro mezes licaram assim ;
    nem nm sii leve o desejo de arraslar-se a entrada
    da gruta para contemplar ah a luz do dia. Da j
    noite ardiera lampallas e velas ; os vveres erara
    abundantes ; todas as coosas necestari't a vida. as-
    Ierra, a alma pareas qoe jamis amaremos sufli-
    cientemeute.
    Sub pelo Niln al Korosko, onde aloguei drome-
    darios e gaaliei o Senaar pelo deserto de Abon-lla-
    nit. Atreves de todas essas peregrinacoes eu pen-
    sava conslutemenle em Susana, nao mais com a
    violencia que arrancava-me gritos nos primeiro* mo-
    mento- de uossa separarao ; mas com una melanco-
    la profunda que abalava-ine a* libra* mais seusiveis
    do coraran. Esse charo phanlasma acompauliou-nie
    por (oda a parte. A' forra de meditar, achei neasa
    aventura urna especie de elemento novo para minha
    vida, era um romance que eu contava-me incessan-
    temente, i ao qual acrescenlava cada dia um capi-
    tulo. N3o escolhendo os meios e considerando s-
    menle os resultados que queeja obter, via-me singa-
    do de Mr. B... recobrando a posso de Susana c pas-
    sando cmlim com ella urna existencia livre de aala-
    ees. A nrlin irn que eu Unha n meditara', apo-
    derou-se logo desa presa, e della nulrio-se ampia-
    mente dorante muito* da*. Eo admirava com que
    facilidadr singular o corarao humano sabe adiar ele-
    mentos de consolarlo nos mesmo* acontecimenlo*
    que mais cruelmente o magoam ; he o instincto da
    emisor) ara-i moral Mas eu nio percebia que for-
    ra de viver Tora da'realidade dessa historia, linha
    (llegado quasi a considera-la como ura accidente in-
    significante, ao qual dera em oulro lempo grande
    importancia.
    Quanlo a Susana, padeca e desesperava. Suas
    cartas que eu recebia regularmente provavau que
    eu pro ira bem as miserias que Ihe acarralara o
    perdi mentiroso coucedido pelo marido.
    Sabes o que siulo '.' dizia-me ella em urna carta ;
    he que exig de (i um sacrilicio que esta cima de
    nimbas locas, e que devias ler recusado fazer por
    piedade para comigo. Depois que le retiraste nao
    ha uina hora nem mu seguudo em que nao teulia-le
    chamado ; admira-rae como live a coragem de di-
    zer-le : Vai-ffB En estava louca, devia a lodo o
    cut ler-te conservado perlo de mim, ou fugir com-
    ligo ; porquauto havia urna cousa mais preciosa que
    meu repouso, era minha ternura. Mas que queros ?
    nSo qui/ nfnslrar-me inferior pretendida genero-
    sidade de Mr. B... liz quanlo elle pedia-me, e foi
    espantosamente punida. Se soubesses o que lio mi-
    nha vida, estremeceras 1 Me um supplicio incestan-
    te c continuo ; o carcter irritado deste humen) nao
    deita-me um instante de Iranquillidade ; sio arenas
    qoe renovam-se der. vezas por dia pelo* motivo* mais
    sim como o*objecto* de luxo, tiuham tid'i reunidos
    oeste lugar pelos cuidados do doutor. Fizeram-M
    diverlimenlot com o fim de visitar ot pontos mais
    interessanles da gruta ; os pareles e amigos dus
    doenles vinham lomar parto nelies. A msica, os
    cantte a danta animaran) por algum lempo me
    pacifico retiro.
    No fim de alguns mezet, nolou-te que os dezesete
    doeules perdan) gradualmente as forra, cahiam em
    accessos de melancola e soffriam ophlhalmias ; mas
    nio obstante esto* graves symptomas. os infelzet li-
    nham tanta coiifianca no methddo do doutor, que
    nem um s talln em sahir deste turaule, mas al-
    guro lempo depois leudo morrido muitos com peque-
    o inlervallo uns dos outros, os que subreviveram,
    rheios de um terror pnico, deixaram o subterrneo.
    Todos morreram e o doutor com elles, e cera o dou-
    tor teu systoma.
    A caverna de Mammoolh lem servido anda para
    outros usos. O melhodislas por alguna anuos reu-
    niraoi abi suas assembleaa, e era um bello espect-
    culo ver estas tongas galeras esclarecidas por mil
    tachos, e a renltidAo comprimindo-ee ao redor de
    om ministro qoe, trepado em um pedaco de pedra,
    chamava sobre todus os liis a benrao divina.
    Contemplamos com om aparto de corceo o* res-
    tos deasas casas dus invlidos: patsamts diente do
    tmulo do gigante { Ihe gianl'i coffin ), o talle da
    humildade (As valley o/ huntilihj ) e deseemos
    em um vatio ainphithealro, onde empoleiradot em
    nionioes de pedrat, bebemos algunt copos da agua
    da funte ulfarea. A parli dahi o caminho se es-
    trella, a abobada abaixa-M, e para camioharmot
    tivemns de empregar as maoa a es ps.
    Cliegando ao rio do Echo, que divide em duas
    parles a caverna, enlrniuo ero urna barqaiuha para
    a le a ura r outra margen). L'm silencio de orna
    aterradora solemnidade pairav sobre estas ondas,
    que nao eram agitadas por nenhum soplo ; a nossa
    barquinha retvalava como urna sombra eutre rocho-
    dos negros, ruja altura nao te poda medir ; toda a
    nalureza estava Irauquijja cumo na apprexioacio'de
    um furacAo. Um senlimeuto iudisivel de tristeza te
    apnderou de uns, niuguem ousava proferir palavra.
    De repente Slepheu comerou a cantar ; tua voz era
    forte e clara ; o cante de guerra 'dos Indios, que
    elle entoava, foi repelido por mil echo* ; dir-M-lia
    o choro dos espiritos das trevas. Quando expirou
    o ultimo som, todo vollou oulra vez para um silen-
    cio de morte. Pouco depois M. Brtdy desearregou
    um revolver de Mis liro* ; contesto que nunca em
    minha Vda ouvi um raolim igual ; o mais pequeo
    canlo desta immensa gruta repercuti o som cora
    una inteusidade cero vezes mais forle: urna lula
    entre m\ riadas de auimaes feroces herrando e ru-
    gindo, ou centena* de cantujas vomitando metra-
    Illas, nao produzirao jamis um ruido 13o terrivel'.
    A agua mesmo tema, e dez minutos depois as co-
    lumnas de ar abaladas nio liilum adiado anda mu '
    equilibrio. Entretanto o silencio nao durou muilo
    lempo, Slephen eutuuu uro desses cantos dos negros,
    lio melodiosos, das astados du sul ; como nos o sa-
    inamos de cor, o acompanbamos ; deste modo no
    meio dos risos e da* cance* chegamos s margeos
    upposta* do rio Echo.
    Slephen, tilho de Indio e urna negra, ha dez au-
    no* que servia de guia, e pertencia ao proprielario
    da gruta. Tinba lirada bastante vantaaem de seu,
    commercio diario com os sabios e naturalistas que
    vinham visitar a caverna, a havia conservado na me-
    moria certo numero de palavras latinas e denomi-
    nares scieulicas que elle slenla) a com emphase
    na presenta dos simples tomistas. Traba apren-
    dido com.iao_ mesmo a ler e escrever, e fallava
    correctamente o inglez e francez. Soubemo* depois
    que na morte de seu senhor tinba obtide a liberda-
    de e se acha presentemente em Liberia, repblica
    negra em frica. Slcplieu conlou qne ainda nio
    linha acontecido nenhum accidente na gruta, ape-
    nas urna vez, Jim viajante foi atacado de om vio-
    lento accesso de fehre. e que levando-o costas, o
    liaba carregado o esparo de dona kilmetros al a
    entrada da gruta, onde o sol de mao o linha res-
    tituido vida. Algumas vezas, os regatos que cur-
    ren) o interior deslas catacffmba* (perqu alem do
    rio Echo, ha muitos oulros, entre os quaes couta-
    se o Slygio e o Lethes Iransbordam sbitamente em
    conseqoencia de chuva* continuas e abundante, e
    euian forroso be voltar atraz.
    L'ma galera larga e abobadada forma o que se
    chama o Gabinete de Cleveland. All he que vi-
    mos ao longo das paredes estas bellas cryslallisaces
    de gesso ; alguna rhtdiUu ou pedras que inilam a
    rosa, jaziam no chito, arrancadas pela mi vida
    do* viajantes, que qoerem levar orna lembranca da
    gruta e quebrara os cryslae* com a bengala. Qeanlo
    mais caminbavaroos, mais augmenlavam estas raa-
    ravilbas ; eram flores delicadas, mais brancas que a
    nev recentemente cabida, suspendidas na abobada
    por frageis hasles ; e na parede, campanarioziuhos.
    portas mouriscas, arvores copadas, sobresahindo de
    nina maneira pillores/ia sobre om fuudo de som-
    bros rochedos. Detcrever cura palavras todos es-
    es pheiiomenos de urna nalureza capriebosa he iro-
    potsivel. Enlrai em um jardim i primavera, co-
    lliei as mais lindas llore*, faiei dellas umramalhele,
    imaginai-as dez vezes mais bellas do qoe sao na
    realidade ; feito isto, suppoude que sao melauor-
    phoseadas em marmore da mais pura branoura, e
    apenas lereis urna idea das inaravilhas do Cabinele
    de Cleveland. Todos eales arabescos que o invern
    desenlia em uossas vidraras, esli all djaate de ut;
    tomaram corpo, pode-se tocar nellet; lia passaros,
    peixes, arvores, arbustos. Hoces, um muudo petrifi-
    cado.
    O. ar aqui lorna-se mais hmido, as paredes
    suaiu ; ouve-se um pequeo regalo que mormu-
    ra. De repente,Mr. Crandall da um grito e ped#
    soccorro : tinba meltidu o p na agua. O guia o
    anima e a n*'tambem, certlncando-uo* qne nio ha
    uenhora perigo. O lugar onde Mr. Crandall linha
    cabido, cbama-se Lago da pureza Purity lake.
    Paramos ah para descansar, almorar e renovar o
    azeite dos lampees.
    Depois da comida, pozemo-nos em caminho. L'ma
    escada nos desceu a orna eslreita cavidade, e qoando
    chegamos ero Ierra, o guia uo* dase que levautas-
    seroos os ollms. Por cima de oaatat canacas pen-
    diam magnficos cachos de ova* protegidas por lar-
    ga* fnlbas ; quz toca-las, mas ah eram pmpanos.
    pelrificsdns. Perto deslaa vinhas subterrneas a-
    cba-se a Caverna das bollas de nem {Snoic Ball
    Care.) Slephen derramos a luz de urna lampada
    e tivemos assim o espectculo de urna uoito de in-
    vern ao clar.lo da la : ura learol da nev cabria
    a Ierra, viam-se aqui e all lugares limpos, como sa
    a vatsoura livetse passado all ; pedacos de gelo
    peodiam as paredes e uo lacle. Em um canto le-
    vantava-se um moiilio de bolla* de gelo qoe, para
    serem postas em movimenlo, parecam esperar um
    futeis ; todas as ninharias de eada momento dio oc-
    casies de alornieular miuha triste existencia. Sup-
    purlo ludo, curvo a cabeca, choro dentro da. mim
    mesma, e pens em li ; lamento te, e invoca-te. So
    estivesMs aqui, eltoaao se atrevera a maltratar-me
    tanto. Crers que fui to infame que reivindicou o
    curaprimenlo dos devefes conjugan, e reeobrou
    torca direitos qoe teu pensameuto loruava-mc liorri-
    velmente iusupportavei* ? Perdoa-me, perdoa-roe ;
    bem sabes que sou Iraca, e demais tenho medo delle !
    Ah charo amigo I es feliz, s livre, tens e ar e o
    esparo, e nio le v* obrigado u viver curvado pelo
    temor de um senhor ridiculo e mao. Todo o qoe
    soflre nada seria se eu visse despootar ao longe o dia
    do livrameoto Sabes a quanto chega minha loucu-
    ra '.' Quando por acaso elle larda e u3o recolhe-se a
    hora ordinaria, digo a mim mesma : Fui lalvez es-
    magado por alguma carruagem Ah '. quanto ancio
    jwr ver-ie, meu pobro Joo Marcos Lembras-te de-
    que um dia eslavas a jaoella junio de mim, pergun-
    lei-te que huras eram, tiraste o relogio, e por um
    muvimento descuidado o deiasle cabir na ra ? Dei
    uro grilo, e tu te contentatle de dizer snrrindo :
    Meu professor de mathematica linha razio : a rapi-
    dez da queda augmenta como a raz quadrada du
    esparo percorrido. Pedi, e desle-me a explica^ao
    desias palavras que eu nio comprehendia. Pois bem,
    lica certo de que o amor bem como a rapidez aug-
    menta como a raz quadrada do espado percorrido.
    Quauto mai* te afasias, mais o lempo alonga-se en-
    tre mis, quanto mais amo-te, mais saudades tenho
    de ti.
    Estas cadas casavam-me coleras violentas, e rea-
    vivavama paixao da que e ausencia abraudava-ina
    de dia em dia a* primeira* dores. Eu respoudia a
    Susana com urna ternura que ella teria alias podido
    adiar um lauto trivial, enviava-lhe couseilms, e
    como sempre,grilava-llie : Coragem I Nio seodo in-
    cessauleinente levado a lembrar-me de quem eslava
    auMule pela pertaguirio de urna vinganra mesqui-
    nha e ciosa, que forcava-a a pensar naquelle anude
    Ihe liaviam rindo essa* dores, e ao qnal ella amava
    naturalmente lano mais quanto mai* soll'ria, eu
    senta na rainha solido e liberdade a arrao diasol-
    vente do lempo.que depoi* de ler-me adormecido as
    penas, enfraquecia lentamente por urna pre*sio nr
    r.ulla e continua minha ternura, pouen ante* lao in -
    quieta, e preparava-me o corarao para feoebor im-
    presses nova*.
    {ConUminr-se-ha.)


    DIARIO OE PCRMMBUCO SEXTA FElRft 12 OE OUTBRO UDE 1855
    =
    bando liverlido de esladarrlei. Todos oscbjectos pedanle. I.u-te urna representarlo Hi compa-
    faziaro ver o invern, eentretanto o ar eslaxa queli-
    te e pe ladu a nrve e gelo erara gessu a ttalao-
    titet.
    Depois da Cat.irma das hallar ic gelo, passa-
    vain-s* a Montanhat /achina* rjne, pela altara a
    citen*, nao se approximarn da cadaia de monla-
    nhas, (|ie teni Me uoiiia ; esla pistagtm lieperlgo-
    aa por .iii-i das mi l,i* e desigaildidis do terreno.
    Apoian lo-se.i dimita, entrq-ae MB orna tal redon-
    da, que lem ti metros da eircumferencia a 10 de al-
    tura, (orinada da una padraamirtlluda, cercada da
    Ulactitei, que auemolnam-ee a riraa tanasjaries ;
    una fonh: borbullia no fundo e ningoem davideria
    do .lugar, umle se acia, eano fossem og morcegos
    e o zumbido doi grillos, ^r' V
    Tiiihninos che?aJo ao Bm do luWerranao,. o n
    volla.' finamos oulran parles nao ineno cariotas,
    t.ainiuliavaiiios ja por aJgum lampo jem te encon-
    Irado drusas, quecnamiissem nosa allencSn. quaudo
    Mepheu pedio-nos que fossemos adunde a apagasse-
    ius as lu/.es paro convencer-nos da obscuridad* que
    reina i esle lugar. Tomamos seu ronselho, e ent-
    quanto elle lic.iv alraz, demos uns cem pavos e
    apagaatos nosso* lampeoes. Aqui Mmenle no fundo
    da tena, debaixr dula abobada aingular, lie qu" se
    podo fiiar um idea da ceaueira e meus companhei-
    ros dieran) a menta rellexo que eu. No tlm
    do om qoarto de hora, Stephen lornou a apparecer
    o comtrou a dar una garaalhada, vando nosso* ros-
    to plidos uomi ar pensativo. Sabis agora n
    que be Ja otMcuriitade, senhores ; aqui desperlnui-se
    profundos peusanienlus. nao be assim '.' Tono, aquel-
    lea quti lera feito esta experiencia me do tusso pa-
    recer ; mas, olljai agora para u ar, disse elle oc-
    i'ultaU'ln a lu do seu lampeao com a melada do
    seu bouel. Erguemos a cabera, e julgoe-sc da nos-
    sa sorp reza, vendo brilhar as" estrellas sobre nossas
    caberas. Todos mis esfregamot oa olhos a eomeca-
    mos a mirar com bastante attencao ; nao, n,1o era
    illusao 1 Eram o- aslru do lirmamenlo com seu ful-
    gor semillante, como brilhaio em urna pile de in-
    vern |em nosso bello eo. Mr. Bradv pro-
    curava ja a Gr.mde-l'rsa, Orion, etc., e nos o aju-
    damos condesce idenlemenle em soas pesquisas;
    Sleplxit nos. deixou cnregelar e acabou gracejando
    om buco, e coraprehendemos que era isto o efleito
    de oplica, produiido pelos rayos meio encobertos de
    sen 1 nrpeao. He somente nesta parte da grata,
    onde se observiiva eate phenoinenu, e por isto cba-
    ruarara-na a Cmara das Estrellas Star Cham-
    ber.)
    O taininlio descreve eulo .mil sinuosidades al
    l>ome t Young, assim chamado do oome do pri-
    meiro propiielaiio da grulla. Trepamo-nos em pe-
    diros de pedra para chegar a urna abertura em
    forma da janella, donde a vista descolire um zimbo-
    rio de aspecto magesloso, da 33 metros de altura,
    sustentado por pilare ornados de estatutos, em-
    quanlo que agora corre em delgadissimos los ao
    longo das paredes e vai perderle no fondo do golfo
    rom o ruido de tuna poderosa cscala.
    Mr. Brady peaaa que a grulla de Maminoulli for-
    mou-se em consequeneia de dguraa revolucSo na-
    tural ; mas ser: antes do parecer do nosso guia :
    no sen entender, fol e agua cuja forja lenta mas
    'onlliiua cavou, durante seculos, estas galeras a os-
    leslahyruios, lano mais quando ser ero cerlo< lu-
    gares arroiubamenlos e buracos, cuja pedra be ex-
    tremamente porosa ; o que obriga a crer que a agua
    se relirou datli ltimamente para abrir oulro camt-
    iilio.
    lomamos a passar o ro Echo, onde Mr. Brady
    desea rreguu dii novo son pistola ; os ullimos sons
    do ocho soavari anda, quando ouvimos grandes
    gritos ; era ama sociedade de mooas. que utravessa-
    vam o rio jautamente comnosce ; sna barca branca,
    esclarecida por iiraagrinalda de elegantes lampees,
    era seguida por oulra clieia de hoinens. Nos os sau-
    daroos com ua burra, e Stephen entoou urna can-
    rio, que repelimos eui choro. S havia qualro ve
    zes, nas dir-se-hia que os sons saliiain de mil pel-
    los. Cm momento antes o rio eslava tranquillo e
    sombro ; a ale;ria e a clahdade agora ahi reinam,
    . amo se uina fada livesse estendido sobre as agaas
    sua varinha mgica. As barcas teunera-se ; novos
    liurrin ; agitam-se os lenros, depois todo aeabou....
    a remairos se affaslam, os cautos cessam. as luzes
    apag/un-se, asjiarcas desapparecein por delrai dos
    rocn dos ; as trevas e o silencio voltam outra vei ;
    mas na outra uurgein Mr. Brady fai anda eclioar
    oa abobadas cora seus tiros de pistola, ultimo adeos
    dirigido iis maravilhas da grulla da Kenluk).
    Mimiteur.
    de vir a o en ico dos vapores. Todo nos sabemos
    nhia Brasileira da Paquetes a Vapor eipondo oa in- como as cousas se pas-am em nosso pait; os com-
    conveiiienles de nina emenda approvada na segn- mndenle* dos vapores procuraran! logo (ornar os
    da discussilo da lei do orcainentu, em que se deler-1 ageules por compadrea, e em qualquer duvida que
    mina que os mesmos paquetes loquem os portas da enlro elles occorrese ahi vicia o alilhado pedir ao
    l'arahiba e Kio Grande do Norte. -
    Ora, esla represeiilac^o nao foi lomada em con-
    iilaraco ; as emendas forain, como disse, apota'
    das em segunda diacustao, e peesaram ncorpora-
    da* ao orejelo de oreamenlo em lereeira ; e oa pa-
    quete* vapor continuaram alocar noiportosda
    Paiahiba Rio Grande do Norte.
    Pemula enlato a compaiihia os vapores S. Salea-
    ilor, Bakiann, ernambticaua, S. SttoutiHo, e lal-
    vei inda o \farankeiue. O S. Salvaior, segando
    ama ola que me foi dada na agencie delta corte,
    teni 101) tonelada*, e era entao o vapor de maler lo-
    laglo que a companhia possnia, se nao linha ja o
    Imperador e a Imperalril, e enlrava e sabia dos
    porlos da Parahlba e Rio Grande do Norte sein a
    menor difliculdade. Ilouve depois a companhia o
    Imperador e a Imptralriz, cada um com III tone-
    lada-, e estes vapores flzeram sempre a escala pelos
    purlos daqoellas dnas provincias em que soiTreaaem
    a mais pequea les io. ltimamente comprou a
    coutpaphia o Tofanliiu, que lem (i30 toneladas, e
    esle mesmo em tosas aasuas viagens tem entrado e
    ahido da l'arahiba com Inda a faejidade. e sem a
    menor otTensa.
    Ora, se esses inconvenientes, se esses perigos e
    padrinho que fosse favoravel a seu pai, que o nilo
    deiaase a perder, etudo se arraujaria bein, e ai
    provincias lie que seriara as prrjudicadas.
    Toda essa discusso em man entender se leria
    poiipado, e nenliatis clamores app-rectwiam por por-
    te das provincias a\poslas pelo contrato a seren pre-
    jndiradas em aaus inleresse, se se nSo entendis*
    com filenle acciimulnr e reunir nos meamos vapores
    de quee trata'dous/aervicot mar diiiinctes e dif-
    frenles.
    Seundo o conlralo, os vapore das linha* do
    Norte Sul se devem prestara dous servir.o-, qual-
    quer delles de suinma importancia : o da corres-
    pondencia da corle com as provincias, e o de guer-
    ra, para o que, segunda o mesmo contrato, devtm
    ter proporcoes por sna conitrocco oa paquetes para
    serem armados com um peso de arlililaria equiva-
    lente an de vapores de ignaes dimensOes da inari-
    nlia de guerra ; duvendo estar por i-so habilitados
    para receberenr algumas pecas a sea bordo.
    O servido da correspondencia he de urna necessi-
    dade roamfesta e ineonlestavel : he o meio de (er o
    governo noticia* e informares prumptas do estado
    das provincias,e dehabilia-lu para, providenciar com
    a conveniente rapidez sobre quaesquer emergencias
    riscos que assegorou a companhia em sua represen- I que indias se deein ; as provincias sao a<-im|rapida-
    taca fossem reaes, nao se teriam verilrcado ama ou | mente soceorridas, e o governo manlern sobre ellas
    acvaoforle e efticu.
    O seguudo be lambem oio menos importante,
    pois que por elle o governo tem mais recurso* de
    outra vez nn decurso de I-i anuos decorridos de en-
    tilo para cr '.' Nao seriaiu mesmo para receiar-se
    nesses novos vapores maiores que a companMa hoa-
    ve ao depois, por ser maior a sua lolarSo e capaei-' que lance man para combaler quaesquer lulas que
    dade ? A pondos. I'arece-me evidente.
    Daqui se v, senhores, que a companhia, confian-
    do de mais as informar-oes decertos commandan-
    se dem inlerniiinente, eem que seja comprometti-
    da a ordrm publica, Inlegridade e honra nacional ;
    mas eu inuilo raceio qae pela diversidad de sua
    tes de vapores, Iludi, cerlamente sem o querer, a i nalureza das a'ccommodacOes e proporebes que a
    boa fe do corpo legislativo ; truenu de falso, sub- I resillar aatisrafSo destes doos servido* reclama, pos-
    ininislrando a esla augusta cmara informares ca-
    ja inexaclidAo a experiencia e os (actos lem de-
    monstrado !! E se ento o governo e a cmara fu-
    mn Iludidos, porque nilo pdenlo sc-lo lamben)
    agora ?!
    Mas dii-sc que, devendo ser os vapores pelo no-
    vo contrato rstabelecidos para a linha do norte de
    TIK.I ou 800 toneladas, de matteira algurna poderlo
    entrar nos porto* das provincias da l'arahiba e Rio
    Grande do Norte. Ainda hootem declarei em um
    aparta ao nobre ministro dos negocios eslrangairos
    qae pessoas competentes assegoiaram o contrato,
    das informares dadas aS. Etc. e vou prevar i c-
    mara a exactidAo deas* proposieo. I.eirvbrado de
    que o "ir. ehefe de divislo Joaquim Jos Ignacio
    navegara por vezes as aguas da Parahlba, Ihe pedi
    o favor de inlormar-se sobre a profundidade da
    san esses paquetes n vapor as-im a elles destinados
    prcenclier os seus llns, e corresponder devidmeute
    s vistas do governo, em qoe um seja sacrificado ao
    outro. II- vipores deshilados ao servico da corres-
    pondencia e ao transporte de passaseirns e carga nao
    podem ler asmesrnas accommodaces que aquelles
    que tem de satisfazrr lainbein a condices bellicas;
    ou as aecommndacdes e commodidsiles dos passagel*
    ros e sna hagagem serio sacrificadas aquellas con:
    dictes, ou estas sotfrerSo por amor daquellas.- Em
    um o oulro caso o -orneo dos paquetes soflrer. e
    com elles o servido publico.
    Ora, a necessidade da correspondencia he cons-
    tante, he de cada dia, entretanto que a circiiraslan-
    cia da guerra, que o conlralo previne, be mera
    avenloalidode. he urna circumslancia meramente
    enntingeute ; e no meu Traen entender parece que
    ca da proposirilo que avaocei, e que tem para mim
    tanto mais forja, quanto he reconbacida a intelli-
    gencia do Sr. joaquun Jos Ignacio, tido havido
    como perito em sua profi-so, constituido por
    Unto aotnridade na materia. I.erei a carta qoe di-
    rig aquello dislincto offlcial, e a respostw que elle
    me deu. Eis a carta :
    lllm. eExa. Sr. Joaquim Jos Ignacio.Pre-
    siim-indo que V. Exc. lera perfeilo conhecimenlo do
    rio l'arahiba desde a capital da provincia dosse ri-
    me at a sua foz, asiim como da respectiva barra
    as proximidades do Cabedello, pois que me recor-
    barra e do rio, e em resposta se me deu a segaran- nao deveriamos sujeilar e sacrificar urna uecessidas
    de conslanle e permanente, de que tantos beneficio-
    resullam no paiz, a urna simples evenlualidade ;
    (asto mais quanto para occorrer a esta tem a ii.io.iio
    recursos nos vasos de guerra que pussuimos, segun-
    do o relatarlo do nobre ministro da marrulla, e iiiit
    quede* que teremos de fazer para o estado completo
    delles. Se nflo fosse essa accumularAo e reunilo
    nos paquetes de proporces didereoles para lins di-
    versos, de cerlo que se nao dara a hypothese pre-
    vista no contrato de vapores, que por sua conslruc-
    cao nao possain entrar em minha provincia com
    grande detrimento de seu commercio e prejuito de
    do que no enromando de omliarrare* de guerra foi seu progressn. Pego pois ao nobre ministro do im-
    V. Exe. por vezes ao porto da dita capital, vou ro-' perio que lance sobre sto suas vistas benficas, e ja
    gar a V. Exc. o favor de duerme qual a profun- que S. Exc. est convencido da conveniencia dos
    didade que jolga ler assim o lebredilo rio no espaco dous servirua pelos meamos .vapores, digne-se con-
    declarado, como a mesma barra ; quaes as embar--, ciliar de modo esse servico que nunca sejarn as pro-
    cac&es de maior lotarAo que podero ndrnittir; e se tincias pro indicadas. O que venho de expr est de
    TEMOR.
    UTO DE JANEIRO.
    CMARA DOS SRS. DEPTADOS.
    Baaaaa' o da 21 ate a,o,to ato 1866.
    Li-so e approva-se a aela da sesso anteceden-
    te. ()Sr. priueiro secretario dn coala do segninle
    expediente :
    r a Quicios doi Srs. depulndos Jacinlho de Meu
    havera difliculdade em lerem entrada em um e ou-
    tra vapores de 700 e 800 toneladas. Peco a V. Exc.
    brevidade na resposta. assim como a grafa de con-
    sentir que Ihe de a publicidade que me pareja con-
    veniente. Sou, etc. Em 16 de agosto de 1855.
    A. J. Ilenriquei.i'
    Tive a seguinte resposta : Quando nos annos de
    1838 a ISill commandei o brigue de guerra nacio-
    nal Cottxlanra, li/. diversas viagens ao porto da ca-
    pital da Parahlba do Norte, e lauto entrada como
    sabida prnmci no canal da barra do Cabedello em
    agua nunca menor do que 18 pes inglezes. Nao
    qie lembro da profundidade do rio. A agua a que
    me reliro era na occasiao da preamir das mares or-
    dinarias. A (ragata Campista entrn neste porto
    no ,iuno de 1835 ou 1836; era embarcarlo de 800
    toneladas seguramente. Parrce-me por tanlo que
    os navios demandando al a agua desle, que era 17
    pe-, e que forero de sua lolaeao. pndem, sem gran-
    de diflicnldade, ler entrada neste porto. Um vapor
    de 700 a 800 toneladas demandar quando muito,
    12 ps. Se en no Constanra, que era de 13 ps es-
    cassos, fui at ao porto da capital com facilidade',
    claro he que um navio de menor calado, e que
    (em, como os vapores, os seus movimentos muito mais
    desembaracados salvo iilguin erro de manobra bu
    governo;, sem casto chegari al aquelle poni. Es-
    ta he a minha opinilo, que leuhn a, honra de apre-
    sentar a V. Ex., que
    e poder fazer dalla o uso con-
    - .veniente. Sou, etc. Em 16 de susto de 1855.
    dontaeseeco, rommontcandoqui! nSo podem con- joapa,m josc /gnacio.
    linunr a lomar parle, durante esta sessao. nos Iraba- Temos
    Ihos desla camin, por se tererh de relirar por mo-
    livo. urgentes pura suas provincias. A coinmiss3o
    dc'cjistiiuico e poderes.
    A :ham-SB sobre a meta e sao remedidos u pri-
    mei a cuiumissao de ornamento uns mappas e mais
    documentos fia caixa da amortisarao.
    ORDEM 1)0 DM.
    Contrato 'ow a companhia ie paquetes a capbS:
    Cualimia turceira discussao do projecto u. 5!) de
    IR-Vi, com as emendas anteriormente apoiadas, qoe
    appi uva o contrat que ero data de i de Janeiro do
    correte anno foi celebrado pelo governo imperial
    com.o gerente da companhia de paquetes a vapor
    (I Sr. Heuriques : Sr. presidente, tomando
    ainda a palavra nesla discussao, limilar-mc-hei no
    arl. do preji.'cto, que elimina a condieilo do con-
    tralu que exreatua a entrada dos vapores nos porto
    da l'arahiba r Rio tirando do Norte, quando por
    falla d'agua o em consequeneia da conilrac^ao dos
    metmos vapores se nao possa ella realisar, e muito
    folgo que, concedendo-me V. Exc. a palavra, rae
    olientes opriortnnlade para provar cmara, e
    deri*T assim Je minha assercrs qualquer sombra
    de ,;upeit, a exaclido de algumas proposites que
    eiiiitti, e aparte* que dei. tanto na segunda como
    Xla lereeira discussao, assegurando que os vapo-
    de 700 eet)0 toneladas que. segundo o contrato
    coja approvat ap se discute, tem de ser destinados
    para a linha do norte, ncnbum embararo, nenhuro
    i isoo podem soffrer, segundo o jnizn de Desseas
    competentes, na entrada quer do porto da Parahi
    ba. quer do Ho (irande do Norte.
    i nobre riinistro do imperio, em resposta ao
    i|ui: eu di/.ia cm segunda discussao, doclarou que o
    '.'overon nenhum inleresse tem em privar esas pro-
    vincias da esc ra dos vapores : que o governo linha
    nundo nao so a companhia como a pessoas compe-
    temos, c quif nao pudendo querer impussiveis. pro-
    ou,-ou quaulc pode conciliar os inleresses geraes do
    imperio coro os inleresse* das provincias da l'arahi-
    ba c Rio Grande do Norte.
    alio a mais profunda cooviccao de que o nobre
    iii-oMro uio leve a iutencBo de ferir a minha pro-
    ten amor propno ; eslou intimamente
    'oneameido de que elle nao Uve em vistas descon-
    calta*-la dec.ualquer modo, e ero redoai-la a cen-
    dijoes inferiores aquellas em que ella merece ser
    colleeada ; creio lirmaiuente que S. Exc. proceden
    com ialeira boa f e inspirado nicamente pelo sen-
    il nenio, alfas loovavel, de atlander quanto fosse
    piwivel ao* interesse, Umto da minha proviuci?
    como das ouiras em relae.au aos inleroase geraes do
    u iperiy. A|Udu.j Sou ParahibaiMi ; prezo roui-
    lu oa intersea d* niiuha provincia ; procurare!
    pi oajov-lo* qaanlo caiba em niinhas debis (orea* ;
    nui o mesuro lempo wu llrasileiro, e uiio qu'ere-
    ni jamis sacrificar os ulereases geraes do imperio
    am interesa** da roiuha provincia ; em particular
    11 :uraret c jticilia-lQs qaaulo ser po*ia, e essa cou-
    ctliarjut Jwnhaan repugnancia encontrara no cou-
    liato celobr.idu pelo governo coro a companhia de
    piquetes de vapor, urna veiquese marrienda em (a-
    v ji da Para' iba o beneficio la que ella goza, a que
    Inri lodo o ilireilo, e de que nenhum prejuio resulla
    aaa bter**!* geraes. As minha* reelamaee* em
    segunda discanao eiiiH presenlemenle faejo se
    i irigem ricamente ao axcetao de boa f com que
    nobre ministro s* liouve neste negocio, prestando
    is informares da companhia ou antes aos com-
    niandanle tos paquetes a vapor um crdito e con-
    liani;a demasiada. Oigojou anles aos eommandan-
    lesdos paq leles a vapor, porque a respectiva com-
    panhia se cornpe de pessoas residen les todas nesla
    corte, e qoe nenhumus noroe hydrograpbicas lem,
    nomo he da presumir, da roinlia provincia, e que
    ortanlo tii eram de Inuvar-sc na opmiao e jnizo de
    ortos commandnntcs ; resultando daqui esse des-
    l,ivor em relaeo escala dan vapores no porto da
    ruinha |iroiincia e no da do Rio Grande do orle.
    b felizmente. Sr. presidente, documentos ha, e ev-
    akules in mo na casa, das quaes coasta a exaetj-
    dSo do que vendo de dixer : delles se ve que certoa
    commauaaites dos paquetes de vapor nSo se boo-
    veram ueste uegono coro a mgenuidade e leal dade
    wavejnianla* ; delles se evidencia que esees empre-
    ados tiveiamsomonte em vistas procurar llodir o
    /.elo e bou f do nobre mmslro.
    Em tii fez o governo um con'ralo eliminando
    do* porto da l'arahiba e Rio Grande do-Norte a es-
    > por tanlo que, se pessoas competentes in-
    formaran! ao nobre ministro do imperio e tambero
    ao nobre ministro dos eslrangairos, como S. Exc. do-
    clarou honlem. que na barra da l'arahiba havia
    apenas dez pes d"agua, pessoa tambero competente,
    como uro ullicial-general da armada, e um oflicial
    general tilo distinelo por sua pericia e serviros, ane-
    gara o contrario, e essa sua informarlo deve mere-
    cer tanlo mais credilo e ter tanto mais forca, quanto
    esse ofliciiil foi por vezes a l'arahiba, e assegura
    que pruinou a barra.
    Parece-me porlanlo, Sr. presidente, que a vista
    desle documento nao pode ser acreditada com larrta
    facilidade a inforroacao desses cornmandarites.de va-
    pores, que, abusando da conliarrra da companhia,
    querem, por amor do seu corumodo ou de inleresses
    particulares, e com prrjuizo manifest das provln-'
    cas, furlar se a pequea escala de ii horasjque se faz
    no porto da Parahiba !
    O nobre ministro do imperio, continuando, disse,
    em relacSo ao transporte dos passageiros, que a com-
    panhia provera a esse respeilo, e que o vapor deve
    estacionar no porto do Cabedello. tiestas palavra*
    de S. Exc. eu remollero a utilidade que resullou u
    niinha provincia da discu-sl i hav ida nesla casa, por
    quanto declarando o conlralo que os passageiros se-
    rlo conduzidos em escileres, o nobre ministro leve
    de convir iros inconvenientes que aqui foram pon-
    derados, e no* assegura em sen discurso que a com-
    panhia proveru sobre esse transporte, reconheceudo
    assim que a* escaleres sujeilam a muilos rncommu-
    dos e sacrificios.
    Tambero no contrato nao se declara o ponto em
    que tero de ancorar os vapores quando nao >eja pos-
    ivel sua entrada no porto da capital ; S. Exc. nos
    di/, que he o porto do Cabedello. Mas cuiupre-rne
    observar que se os vapores em lal circumslancia
    tem de dar fundo ahi, podem sem risco, sem incon-
    venieule chegar opilal, e ancorar no respectivo
    porto, visto qae, vencida qae eja a baafa. nenhum
    obstculo lia em chegarem a capilal os vapores, e
    que podem entrar no Cabedello. O contrario seria
    augmentar os incommodos e soflrimenlos dos passa-
    geiros, sujeilando-os a um longo trajelo.
    O nobre deputado pelo Maranho, fallando a es-
    te respeilo, nos assegurou. que os vapore da lo-
    (ajilo do contrato nao podem entrar no porto de
    minha provincia. O documento que acabei de ler,
    Sr. presidente, responde beni ao nobre deputado,
    e o convencer do engao em que se acha. Sei que
    para di/-ln ussim o-nobre deputado (andou-se ero
    urna carta hydrngraphica, creio que lirada cm In-
    glaterra ; mas o nobre depulado nilo disse quanto
    pTd'agun tero, quer a barra, quer o porto da capi-
    lal, segundo a mesma carta ; fallou em geral em dif-
    liculdades que ficam contestadas com o referido do-
    cumento, que nSo pode deixar de desvanecer quaes-
    quer duvidas que a esse respeilo baja ainda.
    0 nobre deputado por Pemainhuco. quo se jalgou
    o mais propriu para ofierreer urna emenda em pra-
    jui/o dos inleresses de minha provincia, sem se re-
    cordar de que Pernambucn e Parahiba constituem
    urna s familia, sem se recordar di*) relaces Tre-
    quenles e reciprocas em que vivera esiai duas pro-
    vincias, e dos auxilios e soccorroe>que mutuamente
    nos prestamos...
    O .Sr. Ilranda : Ao menos ti que susvisado pe-
    los votos de oulro deputados par Pernambucn qoe
    sao dados em favor da sua provincia, entre os quaes
    se contao mejj. Apoladb.
    O Sr. Ilenriques : ... entendeu que a* dave-
    ria suprimir o arl. i. em discussao, e approvar-se n
    conlralo lal qual em rofaffin n escala do* dona por-
    los, que faz oobjeetn domesmo artigo. A Cmara
    ouvio liooteio assim a leilura d* emenda como asaa
    jiislilicacao. O nobre deputado euleude que a cor-
    respondencia e i elaroes coro a Paraliiba e Rio Gran-
    de do Norlc pode ser mnntida por linhas interme-
    diarias de vapores, insialiudo ero qoe nao he possi-
    vel a entrada nos portos daquellas duas provincias,
    e que emquanlo isso se nao leva a eOeito havia um
    meio de remediar essama vonlada doscomroandarb-
    tas para com a Parahiba e Rio Grande, nomeando-
    se um agente que litcalise a sua conduela nesses
    dous portos. e represente ao governo todas as vezes
    que, n.lo havendo falla d'agua, os commsndantes
    deixarum de entrar riel les. Mas leudo o proprio no-
    bre deputado reconlrecldo em seu discurso que os
    vapores liaviam sulo estabelecidos em beneficio do
    nhao pe^,
    irla do* vapores. Ero consequeneia, a deputarilo I desenvolvimenhiio actividade das relacoes e cni-
    da Parabi'ia ofTercceu na secunda discusslo da'lei
    do oreainimlo a seguinte emenda, que consta do li-
    vro, que aqui esla, do registro das actas dcsta c-
    mara, e lie.a seguinle:
    ' Emenda ao; 18 Devendo a* vapores da car-
    reara do Norte locar no porto da l'arahiba. Ver-
    itand- Vhalft.Assi Hifh'i.Mmcida r Mbu-
    merque.- I. J. Ilenriquc:. Ayoslinlio da Sitia
    ariieiro daJJunlta. o
    Segue-e anda a esla una oulra emenda olire-
    i'ida peUi Sr. I). Manuel, enlo ileuulado. e Uoic
    senador pela provincia do Rio Graude do Norte.
    ' Emenda ao IK.Aeriiacanta-ae : duvendo as
    barcas d vapor da linha do Norte locar no porto
    da capitii. da provincia do Rio Grande do Norte.
    S. a K. I). Manuel de Atis Maxarcnhai.n
    Sendo estas emenda* approvadas, a companhia de
    paquetes a vapor rerjamoii contr,i ollas u cmara,
    pedindo a sua repravaro ero terteira discussao. pe-
    lo* inconvenientes e riscos a que (cavara ex|H)stos
    iis vaporas locando naquelle* portos. Procure! des-
    cubrir o i .secretaria o original dessa represeulacio,
    c ape/.ai daa diligencias
    cial-mai ir. nao foi pn
    li/meni consta da acia da sesean de 8 de maro d
    I8W. cuj; original lenim (in irS0> ehecomoi-
    gue : Arta da sitado di 8 de meio da 1843.pre-
    sidencia do Sr. Cavalcinli de Atbuquerque. Ex-
    inunicacilo dos cidadHos entre si, parece que o nobre
    deputado seria mais coherente se nao Ve salislizesse,
    uiiiramcnlc para a miulra provincia, com a liulia
    intermedian,! de paquetes a vapor ; seria mais cohe-
    rente coro esse principio alias verdadeiro se prelen-
    desse anles que o porto da l'arahiba fosse fiequaii-
    tado nao su-por ***** vapores da linha iilermedia-
    ria. como pelos da linha geral e por quaesquer ou-
    lro- quu pussixel fosse.
    ti Sr. Hrando : Apoiado.
    CfSr. Ilenriques : E de mais, o nobre depu-
    tado deu como existente urna cnu-.i que nao existe,
    isto he, a linda intermediaria de vapores.
    O nobre depulado uem se lembrou que, expri-
    mindo-e ssin,, olTerecia al armas conlra si pro-
    prio, ronlru a sua propria provincia, pois que a
    proceder o seu argumento, entao, como ja Uve oc-
    casiiio de dizer na i" discus-ilo, escusaalp seria qne os
    vapores da linha geral (ocassem no \ffrlo de Per-
    iuleirn aecurdo coro o pensamenlo da companhia de
    paquetes em uro folheto que em 1850 ella distri-
    buio pelos roembros do corpo legislativo, em con-
    sequeneia doaecordo em que parece, esleve naquel-
    le lempo o governo de chamar a si o servico das
    malas. A companhia qualillcava essr medida da
    anti-polilica, porque, diz ella: Nao devendo ja-
    mis interrornper-se a regularidade das communi-
    cardes oque de per si seria um mal Inealeulavel,
    lano pelo lado poltico, como conimerci.il ser in-
    dispeusavel fazc-lo quando para ohjectos rnllrlares
    leniiarn de empregar-e vapore; e eomo violen-
    cia |do serx ico das malas obriga a conslanle re-
    paros as barcas uelle empregadai. poucas vezes se
    podera contar com vapores promptos para am gol-
    pe de rn.u. ou cominis-lo extraordinaria e ar-
    gente.
    Temos, portanlo, que a propria companhia reco-
    nliece a inconveniencia e iinpossbildade mesmo da
    acrninulacan desses dous serviros,
    Em oulro periodo diz ainda a companhia : o Os
    vapores, ou bem hilo de ser urna ou outra ro usa.
    Se forero de guerra, rolo lerao as accommodaces
    convenientes par* passageiros e carga ; se forem
    paquetes, nio terso as necessaras proporces para o
    serviro militar. Querer vasos que em circuroslan-
    cias extraordinarias facam os dous serviros he alei-
    jar ambos, porque ntiilium delles farao" como con-
    venir, o
    Esles dous trechos parece que dito bastante forja
    aos meus receios, e fallam bem alio em favor dos
    inleresses da minha provincia, prejndicados pelo
    contrato.
    O nobre deputado por Paapambuen, que he digno'
    presidente da Parahiba, otTereceu ama emenda a es-
    se resprrto, snpprimindo a clausula que se acha no
    contrato:por (alta ri'azua.Esla emenda inelliu-' Ba.nf>q>,
    ra a nussa cundic.au, pois que passando ella os va- "'
    pores nilo deisaro jamis de entrar nn barra e
    porto da Parahiba, excepto quando forem de urna
    lolaeao superior, e baja verdadeira impossibilidade
    de entrada ; e nao quando se di) falla d'agua sulli-
    cenle, porque ueste caso silo obrigados a esperar
    pela rnaio. o entrando na barra irn al o porto
    da capital, dcsapparcccndo assim esses iiicoinmo-
    dos c vexames a que o contrato sujeilava os passa-
    geiros, etc.
    Por tanto, os nossos commodos, os nossos inleres-
    ses san por esle lado atlcndidos ; mas eu desojara
    que a emenda se nao limitasse a isso smenle ; que-
    rerla que ella runtivesse alguma providencia sobreo
    transporte do passageiros, exigiudu que fosse elle
    feito em (alas ou emharcares semelnantes, com a
    conveniente cubera, e em numero proporcional
    concurrencia^ dos passageiros ; afim de que nao d
    jamis o caso, que uiuilu recelo, de volUudo o csca-
    ler ou (ala da condcelo a porlo da capilal dos
    passageiros que oi possivel accommodar, hora em
    que se tenha lindo o prazo da escala, nao queira de-
    morar-so mais o vapor, e leve os restantes para o
    Norte. Essa liypolhese rulo he impossivel ; pode ser
    Sae o capricho de algurn commandanle a lome rea-
    savel, e ero objecto* taes enlendoque ludo deve ser
    bem significativo c claro.
    Volarei porlanlo pelo projecto ; e se nao passar o
    art. 2 que supprime a clausula eslabelecida n con-
    lralo acerca de minha provincia, volarei eniao pela
    emenda do nobre deputado por l'ernamhuco.
    O Sr. lutria requer o encerramento da .li.cus-
    silo.
    He approvado.
    Procede-se entao a volacao de varias emendas o(-
    (erecidas ao projeclo, e Silo rejeilada*.
    love-se urna quuslao de urdem para saber se so
    deve i oosiilurar como prejudicada a umeuda do Sr.
    Paas Brrelo que manda suppriinir na primeira cuu-
    diriin do conlralo as palavras : n por falla d'agua. n
    Depois de ligeiras considerar'(pcla ordenffdosSrs.
    llntra Rocha, Augusto de'Oliveira, Paes Brrelo,
    Nabuco, I'. Oclaviauo c Pereira da Silva. oSr. pr-
    ndenle consulla a casa, que decide pela negativa,
    islo be, que a emenda rulo est prejudicada.
    He pois approvada a emenda do Sr. Paes Brrelo
    sendo em seguida o ptojcclo adoptado c remedido
    cominissilo de rcdacc.no.
    O Sr. Ferrar manda i meiar a seguinle declara-
    co :
    Votel conlra p adopcllo do projeclo o. 59 desle
    anno.
    Companhia Pernambucana fe nategaro a vapor.
    Entra em 3* discussao o projeclo n. iO desle anuo
    que apnrova a -primeira eondicao n qoe se refere o
    decreto de enverne n: l.*78 d -2i de irovemhroade
    1851, qu* iiagmema a quantia animal de :2:UOO\5
    snbvencflo concedida a companhia Pernambuca de
    navegario a vapor.a condieilo {"queconcede a mes-
    ma companhia o* favores tfulorgados Companhia
    Bratileira de paquete a vapor oNjanisada nesla cor-
    le, a cundidlo 5* que isenta os nacionaes emprc-
    gado nos vapores da companhia do servido da guar-
    da nacional e do recrularaenlo.
    Sao apoiadas e enlraro em discussao os seguinle*
    artigo* additivos :
    a Arl. 1. Pica approvado o privilegio exclusivo
    concedido pelo decreto n. 1,511 de 30 de dezernbro
    de IKi> para o estabeleciinento de um ou mais vapo-
    res de reboque para o servico do porto de Pernam-
    buco. dabi-ii'i das condices que acompanharo ao
    mesmo decreto, com as seguidles alteraroes :
    1." O privilegio nio coinprehenie o servido de
    carga descarga dos navios.
    !l." O servir.o preslado s embarcaroes de guer-
    ra nacionaes e transportes do eslado ..era gratuito.
    3.a A* regalias concedidas companhia nao pre-
    judeam a< dispusiris dos regulamentos fiscaes, sa-
    nitarios de polica do pertn respectivo.
    * 4." O prazo de que Irala a eondicao 6-1, a tari-
    fa do preeo do erviro de que trata a condieilo 5", a
    eslipulacflo de mollas de qu trata a eondicao 7a, fi-
    carto a cargo do governo.Stlea Ferraz.
    f O governo fies aulorisado a novar o conlralo
    celebrado com Antonio Pedroso de Albuquerque re-
    lativo uavegarKo s vapor da provincia da Baha e
    liiuilrophes debaito das mesillas hasas-e condires
    roiilantei do prsenle projeclo um discussao.S a
    R.Siqueirn Queiroz, V. S.-de Aiauja Jorge.
    Pinto Pacen. Pinto de Campoi.S e Albuquer-
    que.(des Siqueira.Taques..Varaitu. Piltra
    lloeha.Perra: 'Seara.Citares.Bardo de Ma-
    ro'm.I' irantiijuti.Get e I asconcelios.
    Sao approvado o addrtivn, e o projeclo adoptado
    e remedido commissiio de redarrau.
    Creartlo de um collegio eleitoral.
    Entra em (a discussao u prujerlo n. (ij deste anno
    que crea um collegio eleitoral na villa da Boa-Vista
    de Tocantins, da provincia de Goyaz, compoilo dos
    i eleilores da rnesma villa.
    He approvado.
    Oitpensfi de lets de amorlitarilo.
    Entra em 3" diseu-slo o projeclo n. til) de 1853
    earidade da cidade da Macelo para posiair em bens
    de raz al a quaulia de 10:0009.
    a Cmara do* dopulado*. 13 de agosto de 1855.
    Sobral. Gomes Ribeiro.Aravjo Jorge.Cansan-
    sao.
    to-Antonio erecla na matriz da cidade Uiamanlina,
    em Minx Geraes, -limde poder possar al40:0009
    em bens de raia.9. a R.Paula Fonceca.
    Enlenda-se (odas as cunoesses a clausula da
    eonverso amapulices.Taques.
    v Art. I' Sao dispensadas as leis de amorli-.ic.io
    em favor dos estabelecimento* de earidade da cida-
    de do Recife.da provincia de Pernambueo, pira po-
    derem possuir -J3 moradas de rasas, arla na mesma
    cidade, avalladas em 97:(TOOOIKI. as qnaes Ibes fo-
    ram doadas por D. Joaquina Mara Pereira Vianua
    com as condir,de* constantes daescriplura de doacilo
    celebrada em 5 de jando do correle anno.
    Art. 1. Depois da morte da doadora o valor
    dense* bens ser convertido em apolee* da divida
    publica,'na formado regnlamenlo dos mesmos es-
    tabelecimenlos.A. C. ie S e Albuquerque.
    Nao ha vun.lo quero pcc,a a palavra, a minucia oSr.
    presidente que se vai proicder volarlo, porm
    verficando-se nao Iraver casa, fica a discussao encer-
    rada.
    Kaz-se a chamada, marca-se a ordem do dra, e
    levaula-se a sessilo.
    __- __
    l.e-se e aprova-se a acia da sessao anlecadenle. O
    Sr. I" secretario di canta do seguinte expediente :
    Um ollicio do Sr. minislro da fazeuda, enviando
    o relalorio da junta administrativa da caixa da
    amiirtisacao do anno linanceirode 1851 a '.855.A'
    cuiumissao de fazenda.
    I ni requerimenlo de John Galis. subdito inglez,
    pedindo dispensa dn lapso de lempo para poder ua-
    t jralis.ir-so.A' rommissao de poderes.
    San approvados os seguintes pareceres :
    Jos Puix e Bruguera pede urna remunerarlo
    de seas relevantes milpea.
    " A commiss.ii de fazendo euleude queosuppli-
    canla deve dirigir sua snpplica ao gouerrro imperial,
    que, na formada constituirn, lema iniciativa sobre
    tal materia.
    ir Sala das commissoes, de agosto de 1855.
    Aflea Ferraz.O. de Souza Leao.
    ' A assembla provincial de S. Paulo pede que
    se decrele a fundarn de um banco e de urna estra-
    da de ferro para a referida provincia.
    i Para poder a roininis-an de fa/.eiida dar seu pa-
    recer, requer que remella-se ao governo a inclusa
    representarlo para que este informe o que julgar
    conveniente sobre seu contedo.
    a Sala das commisses > de asoslo de I8B5.
    Sitca Ftrraz.D. de Souza Ledo.
    " A romniis.o de (azeuila, a quern (oi presente o
    roappa n. 558 das operaciles occorridas na secrcao
    de assigiiatua e sulislilucu do papel-moeda al 30
    de abril do correte anno, depois de e xa mida- lo en-
    lende que deve ser archivado.
    Sllea Perra:. D. de Souza la.
    a A junta directora da assnciarilo commercal da
    praca da cidade da Baha reclama* providencias con-
    lra a Ilegal preferencia que se deve arrogar a (ateri-
    da publica na cobranca de suas dividas activas pro-
    venientes de ledras meramente|commerciaes.
    o I la vendo sobre tal materia a commissiio de (a-
    zenda importo seu parecer e ouerecid um projecto
    de lei, he de vol que se adeuda representaban re-
    ferida na discussao do referido projeclo.
    Sala da commisses -22 de agoslo de 1855.
    Sitca Ftrraz.D. de Souza Leao.-
    a O hispo de 8. Paulo pedio a esla cmara a con
    cess.io de cerlo numero de loteras para a edificarlo
    de urna casa que servase para um seminario.
    v A commissao de (azenda, alenla a* informaces
    qne presin o governo e a razan do haver dado con-
    signarlo para semelhanles obras, e finalmente a de-
    sistencia que fez o mesmo hispo do seu pedido, he
    de parecer que se indelira u* prctoncao.
    Sala das commisses 1 de asoslo de 1855.
    Silca Ferraz.D de Souza Ledo.
    A rommissao de fazenda euleude que a inclusa
    rlnlia, boje le eslrangairos, declarou entao qoe islo
    devia fazer parte da projeclo separado.
    Nao m verdaderamente n fundamanlo da mate-
    ria do projecio. mas devo ler cmara nm docu-
    mento que servio de base a um decreto de 182i, em
    consequeneia do qual o marquez do Marauhau e a
    esquadra de seu commamlo leve oa lem direilo a re-
    cebar o prodaclo das meslas presas julgadas mas.
    Es** decreto em pholographia, e'lirado do original
    do puoho da Sua Mageatadeo Sr. D. Pedro I, acom-
    panhia os papis de lord Cochran*.
    Quando lord Cochrane racusou acallar urna com-
    missao que Ihe dava o governo. a pretexto de qu* os
    triburraes do paiz n.lo lindam julsado boas presa* *
    qae na tua opiniao daviam assim ser julgadas. li-
    gio algumas pruvidenncias, e enfilo foi-lhe concedido
    o daerelo de 1824. cojo original pira as roaos do
    mesmo marquez do Maranho, a he da letra do fun-
    dador do imperio,- Eis a copia photograplrica desea
    decreto :
    a O governo esta promplo a pagar esquadra o
    valor da presas que forero e que ja tenham sido
    migadas mas, eslabelecido esse valor por arbitrios
    le ambas as parles contraanlos, e pagar aos proprie-
    larios as perdas edamnos. Que no numero deslas
    presas uao entre a fragata Imperatriz, por ser con-
    lra urna lei expressa, mas que o'goveroo em remu-
    eracao do seu apresamente dar' rmmedralameule
    ueste thesouro publico a quantia dequarenta cont*
    de ria aos apresadores. Que estas presas qne ja (o-
    ramjulgadas ras.podein ja-inmediatamente serpa-
    gas. Que este ajuste enlende com as lomadas al
    hoja 1-2 de fevereiro, e que para qae daqui era di-
    ante se jnlguem com maia prnmptidio as qoe forero
    (azendu, o governo quanto antes vai Iratar de azer
    uro reun,menlo provisorio que tire lodos os erope-
    cilhos quo ha nu anligo. a
    Este decrctu (oi ubtido maia como um convenio,
    orna concrdala, do que oulra cousa ; sua dlsposi-
    cio lem a ( de um conliato, de um decreto do go-
    verno para rom o marquez do Maranhdo, e as bases
    furam eslas : licar o governo obriga do por damnose
    perdas das presas, e dar em compensarlo i esqua-
    dra do marquei d i Mirarirhlo o producto das mes-
    mas presas que por senleiu-.a fossem julgadas mas.
    Esla he a base, e eu peco a' cmara qae atienda
    sempre iras tscussOcs s sentencas respectivas, e se
    ellas forem a favor, veja que existe esse decreto de
    182i. Seria injnslic* pagar-se i lord Cochrane essas
    presas julsadas mus e nao se pagarem aos seus ver-
    daderos proprielarios.
    i'ozes: Mnilo bem, muito bein.
    O Sr'. Brrelo Pedroso : Sr. presidente, pedi
    palavra para rogar ao nobre relator da commissao
    de fazenda, qne se acaba de sentar, que roe di- urna
    explicacjlo a respeilo de oulro prelendenle que tero
    igual.direilo, como consta da reolojo, para rece-
    bar iidemuis.ico de presas julgadas ms. Ha mi-
    nha iiilancao apresenlar umarligo additivo aolorsan-
    do o governo a pasar a Jernimo Jos Tavares a
    quantia de 3 conloa e lautos, que foi condemnada a
    pagar a (azenda publica ; mas nao apre ra um artigo additivo por estar o projecto em pri-
    meira discussao, e porque o meu (mi, apresentando'l
    esse artigo additivo, he nicamente aplainar as dif-
    ficuldades que possarn apparecer a esle respeilo.
    Desojara que o Ilustre relator da commissao, se
    eslivesse habilitado, rae dissesse se na lei que passoa
    a (avor das presas de lord Cochrane passou algumi
    disposic.io a (avor de Jernimo Jos Tavares.
    0 Sr. Ferraz : Nao passou nada de particular.
    O Sr. Brrelo Pedroio : A' vista desla expli-
    cacao, reservo-me para apresenlar um artigo addi-
    tivo na segunda discussao.
    O Sr. I.wrameiUo pela ordem, : Creio que nao
    contrario o desejo da casa pedindo que este projeclo
    lenha urna s drscussao. A materia he muito liqui-
    da e simples; este cidadgo lem urna sentenca. sen
    (avor, e as commissoes que exuroinarain a malaria
    der.nii o seu parecer avoravcl. Peco porlanlo a
    V Exc. consulte a casa sobre o meu pedido.
    Nao be approvado u requerimenlo do Sr. I.ivra-
    menlo, e julgada a malcra discutida pasa* o projec-
    lo a' segunda diacqssao,
    Limites de prodndas.
    Entra ero segunda discussao o projeclo n. 98 des
    Espera vamos por este vapor malas do sul. mas o-
    mos logrados ; ale 18 do actual nao havia chegado
    ao Para o vapor qu devia partir do Rio em 25 de
    julho prximo pausado ; nao obstante consta-nos pe-
    lo Pstaniarle do Maranho qae transcrev* a noti-
    cia dada pelo brigue de guerra Xingu,'. de que no
    Rio de Janeiro muilos infelizes trilhavam o caminho
    da mor, victima da moles' jaque no Paraeom Torca
    w deaenvolveu, a|qua os Srs. medic* paptitaram por
    cholera apura lita, que j all se havia nunil'eslado:
    Dos preserve aquella bella curte, e as de mais pro-
    vincias do* liorrore* de tal (Uftllo, ene llrealro ca-
    jos dramas i motivam dores:
    No tslabelecim*ulo colonial de Serpa perlenoan-
    te a companhia do Amazonas, foi atrozmente espan-
    tado o engaiiheiro inglez Hall, ao servico da mesma
    roiripanha,pelos bruUes colonos. Esle faci Ihe re-
    ferir! com mais roinuciosidaiie em oulra occa-
    siao. '
    Na colonia Maui, no dia 25, dous colonos ejcou-
    cearam-se, e em resudado um sabio bastante maltra-
    tado com a cabera quebrada, etc., ele.
    Eis os resultados da indolencia de algumas autori-
    dades que enlendem nu seu hestunto deverein dei-
    xar passar desapbrcebidos algons factos qae merc-
    cem pequen/ punico, para qae esles se repro-
    duzam e com gravidade, para eniao descarregareni
    odicioko sao becn conliecidos em Pernambueo, Ierra -
    que parece que elle tem trocado para sempre pela
    da clstica Italia I oigamos que o eu erlm-chriu de
    liarmonia r de dr, por este golpe infeliz que a na-
    to irnia lo iaesperadarnenlc snlTreu, parlisse de
    um dos punios da Ierra natal da finada raiulia, c
    pnr um pensamenlo qne desde a infancia aprenden
    nos Tastos dn Grande Momea*, a apreciar a virtude
    e a gloria sobre o llirouo.
    Successo nao menor espiramos qoe oWtiiha <>
    masmo professor na composicao musical de om
    hymno consagrado a elevaeao a'o Ihreno do Serenis-
    imo genhnr D. Pedro V, r*i de Portugal, que no-
    dizam estar chele d'obra, e faz despertar o fondo
    dos coracoes o anliao enlhusiusinu do novo. Portu-
    gutz nos seus pellos da* de Ouriqoe, ljubar-
    rola, de Ceuta Montes Claro. : B na verdad*, que
    a ledra desse hymno. improviso que nos dizem ser
    do Sr. J. B. da S, no* seas primeiros versos do
    coro.
    Pela Cruz, pelo Kei, pela Patria,
    a Balero Luso* fiis coracoe ; i>
    Faz vibrar precisamente o anligo lanlimeulo do
    carcter porluguw adormecido sem duvida por
    minio lempo, mas qne o recluirecido (alalodn seu
    joven re o (ara dispertar lar bravo, lo fiel, lio
    patritico como em IB08 para a nurganisacJu glu-
    B. de Su.
    '
    ' l.ysia volla coro seus Reis
    A' liberdade e a gloria n
    a severidade da lei no delinquentc. e (azerem della .
    o seu regato para saciar-lhes o odio que sagrara aos ra portugueza, bein romo u disse o Sr
    colonos e ao progresso :' asi vai a quem toca......... como o cantn o Sr. lacrimal :
    administraclo de juslica vai de modo qae nao
    lenbo i'orcas para poder deserever !
    Quer qualquer qudam meller-se a laralhio ; cen-
    surara agora por aqui a S. Exc, duendo que S. Etc.
    taitn a verdade, norecordando-se de sua posiro
    de cica, quando dirigi ao governo imperial o seu
    ollicio n. i3, cummiinicaddo a deliberarn que ha-
    via lomada de conceder tres meze< de licencaa ao
    procurador fiscal da Ihesouraria de fazenda para ba-
    lar de sua sade, pnrquanto dizem que S. Exe. sa-
    bia perfeilamenle que lal empregado ia responder
    um processo, para cujo Om linha vindo, segundo di-
    zem, urna precaloria, e que por isso mo merece as
    expressoes do minislro do imperio nao obstante o
    acallo de sua mencionada deliberaran, w
    Conlinuarei com mais algum roiiiociosidade a
    referir-lhe o qne occorrer por aqu.
    Aqui fica esle seu servo de Dos as sdas disposi-
    ce*.
    O Reptil.
    I ule.
    t
    FERMMBICO.
    PUBUCACOES A PBIPI.
    mcw rstprsrisrl nal Ico i-oaarmls ale Al
    - nit-ldn ttouto.
    -O oilPII \ Quero anima ao infeliz
    tlrphaozuihu desgracado,
    Que perdeu sua roi querida,
    Seu paezinho klolalrado.
    Vam ca, pobre viandante,
    Que peanas tao salisfcito.
    n cliora
    represenlaco da assembla legislativa da provincia le anno, que marca as divisas entre as provincias de
    J~ ttl_ JS___i- .,_ r .,___ C...,,. -II...-;-_ .. J^t,:_ f_____ ... t-.., ...____:
    do Rio Grande do Norte, em que pede consignarn
    para a con-lriicro do palacio rio governo e de urna
    ponte, com as informares dadas pelo governo, deve
    ser remedida i commissao de oreamenlo respectiva
    para toma-la em considerarn.
    * Sala das commisses, 22 de agoslo de 1855.
    Silca Ferro:.D. de Souza Ledo. ,
    A commissao de (azenda requer que se pee am
    informares ao governo sobre a inclusa represenla-
    C-io de Jos Gregorio dos S mos, vigarlo da (reguezia
    de S. Francisco das Chagas da villa da Barra do Rio
    Grande, na provincia da Babia, em que pede urna
    cousignagAo para a ediflracllo de urna nova matriz.
    Sala das commisses, 22 de agosto de 1855.
    Silca Ferraz.O. de Souzn Ledo, n
    a A commissao de (azenda. para poder dar sea
    parecer sobre a inclusa represenlaco da assembla
    legislativa da provincia de Goyaz, em que pede que
    passe para o dominio provincial a casa em que ac-
    tualmente celebra suas sesses, precisa de inforroa-
    ces do governo, que requer se peoam por interme-
    dio do ministerio da fazenda.
    Sala, das corajnrS'Ses, 22 de agosto de 185).
    de Souza Ledo.
    ngMatlva da provincia do Mara-
    Vtidio para sustentarlo do asylo de
    privilegio de qne gozarn as apo-
    vinciiil do Minas Geraes.
    ureiro pedido,parece estar lalrtfer-
    ncia lomada lie projeclo de lei do
    de ser votado,
    regunitlp. pede e requer informarnos
    Sania Camarina e do Rio Grande do Sul, determi
    liando o governo. depois dos exames necesiartos, o*
    limites entre as provincias do Paran' e Santa Ca-
    Iharina, snjeilando a demarrarlo qne fuera' appro-
    vaoo do corpo legislativo.
    Nao havendo casa, o Sr. presidente declara encer-
    rada a discussao do arl. 1 do projecto, manda pro-
    ceder a' chamada, e levanta a sessio.
    licelTa-
    Quantry
    lo com a pr
    oreamenlo
    a Quanto'
    ao governo
    Sala das commissoes, 22 de agosln de 1855,
    .s'/leo Ferraz.O. de Sonza Leo.
    A commissflo de mariiiha e guerra, ion lo de
    iulerpr parecer acerca do requerimenlo du roajor
    graduado Antonio Joaquim de Magalhles Castro,que
    pretende pausar da 2" classedoeslado-maiordo exer-
    cito para o corpo de infantaria, requer que se oura o
    governo.
    a Rio, 21 de agoslo de 1855.Pereira da Silca.
    6'erira.G e l'asconcettoi. -
    O Sr. Paula Candido. Io secretario pela ordem':
    Com o mesmo iuluito que tive quaudo liz um re-
    querimenlo na occasiao em que foi apresentado o
    projecto vindo do senado relativamente i molera de
    que trata o parecer que acaba de ser li lo, (aro
    n.imbnco. visio que ha os dillerenles vapores de que dispens as leis de iiinorlisa(ilu era favor da ir-
    companlniu eslrangeinsque all locam, e esles Ira- i mandarle de No riginai dessa represenlaco, nam, curo traten), n corle a correspondencia da pro- Santo Antao da provincia de Pernambueo, para con-
    a so ez o Sr. olH-1 vinera, o nobre depulado, prelendendo pr*judicar linuar a possuir o lerreno que cm 1735 Ihe oi dnado
    -ivoi eiiciiijra-la ; mas fe- assim a minha provincia, at se prestou a prejudi- pelo eapililo-mr Anloirin Jacob Vrroso e sua mulher
    car a sun propria. D. Manuela da Conceirao Torres Galindo,
    Quanto ii esse agente fiscal de que o nobre .lepa- j l.eein-sc, apoiam-ss e enlrqm colijouclamente em
    tadnnos allou, e qne not otTereceu como boa ga-[discussao os segqinles artigo additivos:
    ranli, enlendoque dahl nenhum resudado bom po-1 o Igual concessao ser tai Ja em favor do hospital de
    ago-
    ra am oulro requerimenlo pura que este parecer se-
    ja impre-so, afim de esclarecer a discussao do pror
    jeclo. Como a mesa por si uo o p'ude mandar im-
    primir, pois que isso Ihe he vedado, requeiro esla im-
    presso. (Apelados.)
    O Sr. Ribeiro de Andrajo pela ordem') :Dese-
    jo saber se os pareceres importantes nao costuro un
    ser iinpressos no Jornal que coniratou a publicarn
    dos nossus Irabalhos.
    O Sr. Presidente: Pelo conlralo o emprezario
    lie obrigado a imprimir no sen Jornal lodos os pa-
    receres.
    O Sr. Ribeiro de Andrada: Neste caso, sendo o
    parecer da que se Irala impresso rro Jornal de ama-
    iiliiia, parece-mo desneressnrio o requerimenlo do
    nobre Sr. 1 secretario. Nao apiados e algun apar-
    tes.)
    Se se quer fallar alto, declaro que ninguem falla-
    r mais alio do que cu.
    Alguns Srs. Deputados : Nao se zangue.
    O Sr. Ribeiro de Andrada : Nao me zango ;
    mas eslou cora a palavra, e quero emitlir a minha
    opinio sobre o requerimenlo do nobre Sr. 1*se-
    creta rio.
    Se por ventura o parecer nSo livesse de ser >rn-
    presso no Jornal que publica os nossos debates, se-
    ria eu o priracico a volar por esse renjuerimenlo ;
    mas ton lo do saf impresso alii.. como a mesa acaba
    de informe/-, Irei de volar conlra.
    I-oi para lazar esla declarar.,io que pedi a palavra
    pela ordem : eslo satisfeilos os meu desejos.
    Posto n volos o requerimenlo, he approvado.
    O Sr. Gomes Ribeiro (pela ordem' :Desejo, Sr.
    presdanle, aer informado se V. Exc. pretende dar
    para a ordem do dia o projecto sem qu o parecer
    seja impresso e distribuido.
    OSr. Presidente : N3o, senhor ; Irei de da-lo
    quando o parecer csliver impresso e distribuido.
    O Sr. Gome* Ribeiro : Eslou satisfeilo.
    ORDEM 1)0 DIA.
    Dispensa de leis de amortisarao.
    Procede-se volarlo das emendas, Cuja discussAo
    ficara encerrada na sessao anterior, ao projecto n.
    110 de 1853, que dispensa as leia de amortisarao em
    favor da irmandade de Nossa Senhora do Rosario da
    (reguezia de Santo Antao, da proviucia de Pernam-
    bueo. Silo approvadas.
    He depois adoptado o projeclo,e remedido a com-
    missiio de redarrau.
    tmbolto de dicida.
    Entra em I discussao o projecto u. OS desle anuo,
    que autorr*a o governo a laucar rno dosmeios con-
    venientes, e a celebrar quaesquer contratos un dis-
    Iraclus que forem necetsarios para seguranza ou em-
    bolso da ditida cunirahida por Joaquim Diozo Har-
    lley, proprielario da fabrica dos lecidos de algodilo
    chamada S. Pedro de Alcntara, para com a fazenda.
    publica.
    O Sr. F. Octaoiano requer que o projeclo tenha
    uina s discussao.
    Este requerimenlo he rejeitado.
    Contina a disenssan do projecto. Nao havendo
    quem peca a palavra, pe-se a volos, e he appro-
    vado.
    Pagamento de presas.
    Enlra cm f* discussao o projeclo n. 'JI de IM'.i.
    que iiutorisa ao governo a pagar a Jos Martina Vi-
    eira a quantia de l:'.lt)).- cm que fura a (azenda na-
    cional coiideiniiada por motivo do injuslu apresa-
    iedlo (vilo no brigue Oe.ite, por lord Cochrane,
    n* provincia do Maranho
    Sr. Ilenriques: Sr. presidente, na sessao do
    anno passario se discuti e volou nesla casa um cr-
    dito ao governo. aulorisaudo-o a pagar ao marquez
    do MaranhUo o valor do dilfereules prosas (eilasna
    proviucia daquelle mime, e nao me record se en-
    tre essas presas e-la a de que Inris a resuluclo. Se
    nellas se acha compreliendid i teremos lima duplca-
    la re pagamento com que uaoposso conformar-me:
    riesejara porlanlo que a uobre commissao de (azen-
    da, que leve de examinar esse processo, dissesse al-
    guma cousa a respeilo.
    Ha qoanlo tenlio a dizer, e nada a ohjcclar contra
    a prelenoo, pois quo examinen es-e processo.
    O Sr. Ferraz : O nebre depulado parece que
    deseja saber se acaso a inl*ria deste projeclo mi
    foi considerada no crdito concedido ao marquez do
    MaranhSo..,
    O Sr. Ilenriques: Apoiado ; ha itso mesmo.
    O Sr. Ferraz : Eu potso afiancar ao uobre de-
    putado que nio eiia incluido. 0 Sr. minislro da ma-
    CORRESPONDENCIA SO DIARIO DE
    PEHNAMBUCO.
    . AMAZONAS.
    Barra 27 de agosto.
    Teiiho disporrivel urna hora, o lempo he precioso,
    por isso vou appruveila-lo.
    Sao cinco horas da tarde, hnras eslas em que o
    roagislr.!'I i,abandonando o sea escriptorto.bujeadis-
    Irahir com suavidad; suas (adigas; o estodanle busca
    seus collegas, para nos amoroso* passeios, savisar o
    lingor de urna vida sedentaria ; os namorados a
    miados passos passeiam solicitando ver sna aman-
    tes, e requeslandn a uiiio de dous puros e tornos co-
    racoes ; o esposo sdenlo busca beijar os charos lilhos
    e abracar sua consorte ; as don/.ellas, urnas vao para
    sen loillete.e enlevam-sc da propria iiiagem quo re-
    flecte rro espelho que Mies descortina sua belleza,
    uulras acourparrhadas por sua ava, vao passeiar aoajs
    jardins, e colhendo s dores que smente a ellas (o- saaaa;
    ram imitadas para rnalo delles, apresentam-sc a*'-'
    jancllas t,i lepidas, la (ormosas, tao oheias de en-
    leios de amor ; o passarinho silenceia seus temos
    c i uticos e refuu-ia-se ao sen innocente ninho ; estas
    smenle nao sao as horas innocentes e dilectas ao
    prazer esocegoao reprobo juiz, ao malvado earlo-
    rio, ou anles a (urja dos crmes, em que dorante o
    dia cora parcialidade iucessante se defeode o roo e
    arcosa-se o innocente c a mira qoe por (aliad* dis-
    Irares, a nica que busco em laes horas he forrar as
    minhas obtusas ideas pira Snbraaahirao pobre al va-
    neo, mas minha escassa iniedigeiieia causa a scisao
    de meus desejos, como justifico empregaudo esle pe-
    ilaro de earva j para desterrar os factos que occorrem
    sol) silencio neslc mea exilio natal.
    No da 15 du crrente ao meio dia, vamos esle
    Rio Negro matisado de alvadias ondas cobrndo os
    siilcos formados pela< rodas e quilha dn vapor Mo-
    narcha, que cura grande velocidade fendia as
    aguas!
    Com a rapidez e vo'uvel enebente chamada re-
    piquete dos Tracajas e auxilios prestado* pelos
    uohres coronel Orliz, governador geral da provincia
    do litloral de l.orelo, e commandanle da Ironleim
    de Tabalinga, (oi-ihe fcil desembaracar-se do ban-
    co de areiu, prximo a Loreto, onde esleve encalha-
    do 35 das e luirlas horas !
    Os esforcos do seu commandanle Antonio Joaquim
    de Oliveira Piulo, furam inauditos, cheius de prp-
    dencia e iulelligencia, lornando-se elle igualmente
    digno de encomios.
    O gerente da companhia, leudo recebidn a Jafti
    do encalhamenlo do Monarrha, para
    desle fez seguir de Belm n vapor Marojo, qni
    corou nesle porto no dia li do crrante pela i
    nhaa.
    Por esle recebemos os jornaesdo sul. e por mais
    que cu catasse as paginas de seo Diario nina minha
    correspondencia de 10 nu 11 de jnnho nao a deparei
    insoria ; diga, pois, Vine, a esle seu alleiruado, se
    receben lal roissivi, e ser superfino declarar o mo-
    tivo por que rolo a inserto, puis tem o direilo da uli
    lisar-se proprielariamente de sua vonlada, e mesmo
    bem comprehende minha conseiencia de quo ella
    deslustrava a redarrau de seu Ilustrado Diario ; e
    se nilo recebeu entilo foi exlraviada, ou no enrreio
    desta. ou no da capital do Para ; mas para preve-
    nir -roe dos abusos que no eorreio de Belm possam
    praticar-se. d'ora era dianle mandarei pr minha*
    cartas na caixa competente em presencia de algumas
    pessoas para le-lemunlurem. afim de, quando nao
    llvarero ellas fiis destinos, raquititar do correip a
    lista que as acompanhou, e ver as observarnos (aitas
    pelo con oio desta; e por qualquer infraccio do qne
    dispe a lei relativamente a inviolabilidad* de car-
    las, farei o seu autor tito duro como umosso, confor-
    me te acha disootto no artigo 5 do aviso.... (Esta
    lei supponho que he nova, lenho nestat ullimos dia*
    ouvido cilar-se, lal vez lenha snhido da forja provin-
    cial desla provincia.
    O Sr. presidente da provincia do Para mandno
    COMARCA DO IIOMTIl.
    .". de oulubro.
    Eslimarei que eslas insondaveis e artificiad ra-
    biscas vao adrar a vossignoria no goso mais inflam-
    manle da saade, e livre dos sustos do asitico qa*
    lem posto a rebulrr mais de orna cachola ndte e no
    velho continente, e para cuja recepcjto se ha (ello ta-
    maito* preparativos .' e o peior que lal Seor
    alero de ma hospede, he muilo mal agradecido se
    livermos a infelicidade de o ver entre nos ( o que
    Dos nao permuta ;, saliremos que nao ha ihs h
    em conla tantas adeures. As vezes, Sir compadre,
    drago a descobrir boa porraoziiilia de razao no Ja-
    pouezes, quando nao querem abrir coiiimuiiicajes
    cora o resto do mundo ; ero qoaiKo assim fizerem se
    carregario com a culpa sua ; pois se essa enmma-
    uieaces sao o canal por oirde entra a civilisacio qoe,
    alguem diz synonimo de corrupgjo, tambera Tem
    por ellas a (ebre amarella. o cholera e oulros mates
    que nos bao importado, de (orina que, como disse eu
    urna vez. o nosso Brasil ja nao he essa Ierra aben-
    Qoada, cojo doce e innocente clima pareca at ponco
    lempo urna barre ira raaceessinl a ajarlos flagello*. I
    Se as medidas bygenicas nao previnem iuleira-
    nient* a* epidemias que nos podem vir por milha-
    res de modos, he ao menos urna arma" poderos* con-
    tra ana intensidade; a provincia pois deve ser ainda
    agradecida ao Sr. Joa Benlo pelo seno cuidado qne
    lite ha merecido a saade de seos habtenles as cri-
    tica* circunstancias m que se acharo. S. Exr. na-
    da ha poupado para arredara terrivel pesie qne nos
    arneaca, he raais om ltalo ii nossa gralido.
    Ao que ha :
    Nada de novo, porque todo **tii inallerav el, apa-
    as duas mulherc* dsqaellas, qae por ahi andaran
    Kla ribeira, foram se a riba com uin arma que
    as he muilo familiar, a navnlha, e se corlarara
    sufticientemenle, levando um formidavel talho no
    isophafto, laringe nn garganta. Qualquer dellas nao
    ignora a nomenclatura do* cupos, e (oi por isso que
    brigaram ; a polica fez o compelale auto do corpo
    de deUelo* as lem, jo qae me parece, em sean-
    ranea.
    O negocio de S. Benlo. de que Ihe (alle, balen
    por ca, porem felizmente ero carcter benigno: ha
    doos das sahio daqui urna forra em procura da
    mega qae se auppuuha estar emeerto eiigenho d**la
    termo, deu-ee a basca e nio foi encontrada. O pro-
    prielario do mesmo engenho nao pox duvida alguma
    em sar ana casa varejada, louvo-lhe aisle procedi-
    mento.
    Entendo qoe devenios largar cerlos abuso* ; o qoe
    quer dizerminha propriedade fie sagrada, nella
    rtao piz< a^fonja publica') pois a polica nao lem di-
    jeito de ir a toda e qualnaer parle onde exisla o
    eSimlboso, oa onde seja preciso levar a sqa accao "!
    ' que convem he qn* o faca com as formalidades
    ( van han- esla tu ido ero favor das garantas indivi
    i s. Mas dizer t" fit nao chegais aqui. os vos-
    enles so podem entrar na casa do pobre. Oh !
    ; a soveriio deve acabar com esses privilegios
    nao escripias t uem reconheeidos ira lei qu* he igual
    para lodos, tanta immunidade e regalias tem a por-
    tiuha de uina rniseravel palhoca, como a escadarias
    do mais sorapluoso palacio.
    Ainda nao Ihe di*** que estamos cim o nosso juia
    de direilo novo, que me parece ser moito Iraluvcl,
    o qoe Iheallirmo por j ler tido a dislincta de o ver.
    0 nosso assode esta' clreio, coro um concertozinho
    ficou tudo arranjado, julao que se conservara no
    quo statu, porque ha lempos se acha ueste estado de
    pleuitude, e ainda no den signaos de querer vazar.
    Quando se encontrar ahi com o nosso amigo e
    meq C. o Sr. F. M., d-llie lerobrancas, dlga-lhe qae
    estamos todos bous.
    Ha muilo me bei esqoecido de fallar do preco dos
    gneros alimenticios ; la'vai:
    A fariuha da' da 10 a ti pataca o alqueire, o
    milito de 10 a 12, o (eijao a 800 r. a cuia, o caf a
    210 rs. n libra, a carne a 10e 12 patacas a arroba.
    O (eijao e o roillio devem subir bstanle, porque
    como Ihe aflirmei no principio deste anuo, nilo se
    queimaram rocalos.
    Por ca' chovem as cartinhas, (ervem os pedidos ;
    que de amisades nao temos agora!! meu bom amigo,
    porque razao me nao tem dado noticias suas '? nao
    seja ingrato, esernva-me, a estas o uulras melifluas
    expressoes, que as vezes saheur de pessoas a quem
    nunca vimos, acompauha oson candidato na pr-
    senle eleicao e espero ele, etc. Felizmente uiuguem
    se lembra da mim, porque nao sou Elegeior.
    Adeos. Au reooir.
    .Carla parlieulflr.'
    Vera cITbrar tambero meu inale
    Vem dar ailivio a meu pello.
    Nao le doe ver dentro d'alma,
    lo triste aqui, lo sezinho,
    Quero lo tenro ja perder
    Sua mli e o sen paezinho.
    Soccorre, pois ; piodade
    Para o orpho desvalido :
    Ensoga-lhe o pranlo amaran.
    Da dr poopai-llt* o gemido.
    Dai-lhe pao do que lavis
    Para comer na viageru.
    Que sem comer elle morre.
    Como a flor sem ler aragein.
    Dos te guie, bom viandante,
    Dos le guie S bem Mu.
    Que minea esqmeas, coilado !
    O orphaozinho infeliz.
    . Jnior.
    Oalubro9.
    *o*s*a aa s*awHar-a* cattavar a Vlclorlao
    .......t-cida he sempreum sonhu.
    t'mtonho korrtvel, ame te emae na merle !
    Caitilho.
    Senhores, ao lugre diorar do bronze. quando da
    elevado campanario dasprende sotas melanclica, a
    alma se ios corrlrataja as torluias da dr ; so ns
    sons do orgo ras imartansus abobadas de aro lem- ,
    po embala-nos as trttas (Uvanaio. de infinita sau-
    dade ; ador e a sandide roartyrisa-oos a abita,
    quando he um ante querido, am ao deixar a vida,
    a pos si deixa urna falla IndeJavel, ama pangante
    Irisleza naquelle* qne o eslimaaam.
    E hoje, senhores, agora mesmo, aqui viernes a-
    conipanhar os resto* moraos de um daquellas, use
    ainda honlem sorna-** ledo ana harmoniaso* cantes
    da nalareza.
    Ah 1 lao depressa abrro-se-lhe a corad* da vid,
    ta* prestas Ihe correram o* das no engaito d'alrea.
    lo rpidos lije foram osdias amaos, para j hoja
    vir tributar torra o que a Ierra perlenci?.
    Morreo cheiu de vico fulgor pelas aspirarles
    qu* ondeiam nos annos da juventude.
    Morreu I quando sua familia mais nelle coafla-
    va ; quando a rarrera ennobrecda do lervidar da
    patria Iha augurava um porvir fecundo em esperan.
    r is, grande em resoltados.
    Se an nlante que risonho abre os olhos, aa* pri-
    meiros clares da rato ; s* ao velho que doscaida-
    do e triste desee os ullimos degraos du lmalo, he,
    desapiedad e dolorota a morte ; como .nao ha de
    ser o passaroento daquelle que anle si ilescorluav*
    o mundo povoado de vises (ormosas, quaes aa qne
    malisa-nos a rarrera da exislericia no albur das pri-
    meira* anuo* !
    J nio existe V icloraiio Anlonio de Maraes Pi-
    iiientel. A lousa do sepulcro vai- nos roubar a viatis
    aquelle corpo, qoe as tirtads* ornamenlavaro como
    aos doe psteos escomidos de Dtsnj. Oh I eomo uao
    he pungente o morrer do inaneeno. que ainda hoo-
    tem sorra-te-no aa lado, repousando descuidos.!
    no verdor dos anno* Como sanan desatara as ligri-
    mas as sna* recorlacoes, qne d'ora ea, diante s
    serao saudades. WaW
    Ah! vimo-lo paluda, a repentinamente alelar
    com os estertores da agona, a vacillar. rahir e mor-
    rer, sem mais ama esperauca qoe nos aviventasaa o
    animo !
    Ei-lo cadver ei-lo envnlta no aadario da trra,
    qoe o val tragar : ei-lo para sempre separado de
    quantos o ainsvain.
    Mas ah porqua au poapoa a Previdencia a
    um enle rfue lito entmva rnnlieas e heneaos a lodo
    os instantes da vida 1 Alias ao os jrrizos de Dos! !
    Senhores, agora que o viemos acompaohar a sua
    derradeira morada, deilainoa-lho larra sabr a *e-
    pultura, volvamos am orares o* lamentos e sera-
    fus qae noi embargan) as; voze*. I, dos ceas alie nos
    ivir ; e n orvalho de lacrimas qne do* empaaam
    os olhos, olferecamo-lo como imraorredoora saudade
    que punce-nos o peilo.
    Dos he grande l no ea a so a alma candida
    bamdirs a dla a qua ful cha ni ida pela soas vrtn-
    deaa pala immortalidade. E a mis, senhores, eum-
    pre-nos lanrar a ultima visla sobra o sea cadver, e
    AS. P. da Moraes Pimkeirv.
    ____^_________
    REPARTigAO DA POLICA.
    Parte do dia 10 de oulubro.
    Illm. Exin. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
    Exc. spie das diflreule particpareshoje recebidas
    nesla renarloo consta lerem sida presos :
    Pela subdelegada da (reguezia de Sanio Antonio,
    Jos Domingues dosSefjtos, porlugue/., alfaiate, por
    suspeito ero crime de roubo, e o pelo Joan, por
    iiisullos.
    Pela subdelcgacia da fregaezia do Poro da Pa-
    uclla, Juvencio Joaquim Gome*, por desordera.
    E pels delegada do tarreo do Bonito foram captu-
    rados durante os meses de agoslo e seteiobm os cri-
    ininuaos de morte Jos a loao, -scravos, Joaquim
    Jos de Sanl'Anua, Manael Kelix do Naicimenlo,
    e Maooel Pioheiro d*s Sanios, os quaes todos eslo
    sendo procasudos.
    Acerca da prisio do porlngnez alfaiale Jas Do-
    iningnes, por suspeito de roubo, refere o subdelega-
    do de Santo Antonia, qoe liontem pelas 11 horas da
    noile (oram iprpehendidos a bordo da barcar.a Aneo-
    rinha estacionada no caes du Ramos,da quai ha mos-
    tr a dono Francisco Jos d>s Sanios, grande em-
    brolhos de fazandas brancas, bahs, caixas ecaixes,
    que na madrugada do mesmo da de honlem liaviam
    sido misteriosamente levados para burdo d'aqualla
    ilizer-Hte adeos.
    COMMERCIO
    para da duzenlas gallinhas e algumas arrobas de barcaje sem daapachu, o qual eiigindo o barcaeeiro
    carrre, reportinglg. para soceorrer a pobreza (eu es-
    lava enmprehend lo c vendeo-se na (rma e luga-
    res segu irles : i
    Ouf a. Ambas as cousas por ordem da presidencia por
    escripia ou verbal, devertam ser vendidas em por-
    Elo limitada a cada postua iodislnctamenla, muilo
    em, apoiado ; j roevarucu oceupar ama radeira de
    renda na assembla oV Amazonas !.)
    A II huras ila inanhaa pouco mais ou menos,
    aprsenlarani-e do quintal da lal cisi de laipa rh-ia
    de cranlonlins denomiiiada palacio o Sr. Wil-
    kens, ojuiz inuiiicipal, o tal Iz.loro e o prdideale
    da illustrissiina, o tal Blrc, (que nunca o vi) e pro-
    cede-se a disirihiiiraa das gallinhas. reportinglg,
    era quinldade illimilada, com disliucjo da pessoas
    etc., ale.
    O passoal da commissao empregava-se na (rma
    seguinle :
    O Sr. Wilkeiis era c escrivo que tomava nota da
    quantidade das gallinhas que iara sahindo. da pessoa
    a quem tinhara sido dadas, e o preco por que erara
    vendidas, que o menor (ui de dez lusles cada nina ;
    sujeito l/idoi a ia disirbullido e conlaudo palus de-
    dos as gallinhas que i cecina cada agraciado. o Bi-
    rc, de eleriu memoria, eucarregado de praticar a
    zootoinia as gallinhas para ver as que liulian) ocos
    e tilellas tortas ; riiiia elle que, as desle phgtico de-
    vertam costar maior prcro, porque eram boas poi-
    deirm.e as no estado gracido so depois de lerem jii
    bom successo scriam postas a venda e dadas por pre-
    go mais inferior. Que (amos veterinario temos no
    Amazonas! Acora meu cavallo sera curado'da (or-
    midavel gastritis que soll're, e reassumira a gastri
    ni urga eos! nm,n la.
    A carne secc.i, reportinglg, loi vendida |ua Ihe-
    souraria geral a 120 rs, ca la libra : o preju agra-
    dou-me, por isso fu lei meu bandulho com 8 libras
    que trnuxe meu cornmim, maior paso quese fez aos
    de miulia c'assc plcbea : ao Manoel das Enxundias
    dizem que luiicau duasarrobas. Nanea os ajougues
    'HACA DO RECIFE II DE OlTXIKOi
    HOHAS DATAKDE.
    Cotaja* oflieiaes.
    Cambio sobre Londres60 d|v. 28 d.
    Descont de ledras por W dios8 '., au atino.
    Assucar roiscavado bom28181) por arroba.
    Fre* de assucar de Macei e Parahiba para Liver-
    pool60) por tonelada, e do algodilo dos mesuiu-
    porlos a t:l|lti d. e 1\% i. com 5 ; de capa.
    ALFANDEtiA.
    Kendimenlo do dia i a 10. .
    Idero do dia II .....
    1 "*:lt8Bt*..
    :ll:Klt*a1WBi
    !91:)S27ri3(
    Otuarregtm hoje 12 it aututro.
    I,alera inclezaImogencmercadorias.
    Brigue inglezPunnumedebacalitao.
    Brigue inglezI oantedem.
    Brigue he-panholngelidam.
    CONSULADO (iBltAL.
    Rendimenlo do dia 1 a 10 !i:ll l;l dem do dia 11....... 6619612
    Ihe prometiera o conductor qu* era o mesmo preso,
    apresenlar dapois; e como se Ihe nao livesse decla-
    rado o lugar cario, para onde se deslinavam a* la-
    zedlas, at alia larde nao apparecetein o* despa-
    chos proroettidos, e s o conductur dizendo que era
    indilfereule irern para o norle ou para o sul, com
    lano que sahiste a barcaja da porto, o qne as 'J ho-
    ras da noile ira elle enfardar as dilas (azenda*. o
    que elleclivarnente cumprio ; ludo islo causn des-
    confiado* ao barcaeeiro e o fez ir participar a' sub-
    delegad* o que fica expandido; em consequeneia
    do que elle subdalegado fez capturar o mencionado
    Josc Domingo** dos Sanios, qoe, sondo interrogado.
    cibica ero rontradicroes (aes, que o levaran) crer,
    que tudo era um roubo. que se irala va de por a ca-
    berlo e ubrigou a lomar a providencia de mandar
    por o preso incominuuieavel, acantelar lodas as fa-
    zenda, e volumas para nao serem extraviados no en-
    tretanto qoe passava a (azeroulras averiguares.
    Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
    Pernambueo 10 de oulubro de 1835.lllm. e Exra.
    Sr. c iiiselhcirii Juso Jieulo da Cunha e Figueircdo,
    presidente da provincia.O chafe de polica, Luiz
    Carlot de Paica Teixeira.
    !>:77
    DIVERSAS PROVINCIAS.
    Rendimenlo do dia f a 10 .* .
    dem do dia II.......
    ireifl
    61908.)
    1749396
    KECEBEDOKIA DE IIENDAS INTERNAS CE-
    KAES DE PliHNAMBCCO.
    Kendimenlo do dia I a 10..... 8:.Vv,.la04
    dem do dia 11.......1:f5!59n
    9:1
    CONSUUDO PROVINCIAL.
    Kendimenlo do dia 1 a 10..... 7:8188020
    dem do dia 11....... 7733900
    8:6213010
    (:om NIIIO
    man-iros do Rio de Janeiro so viram lo cheius ije
    gente como a Ihesouraria geral ueste dia.
    rigo !.....
    No dia 21 do andante me/, chegou a esta
    (,1 no pe-
    Dude o nicrilo exitle, sol.resabe '.
    Consla-nos por cartas mui fidedignas de pessoa
    resllenles na cidade de Lisboa. Irazidas pelo vapor
    D. Pedro II, qoe dir naqurllu corle examinada a
    uuvertura sentimenlal du compositor u Sr. J. Fa-
    MOVIMENTO DO PORTO.
    ? iVatios entrados no dia 11.
    Assu*1:1 dras, patacho brasileiro Sania Cruza, ile
    102 toneladas, roeslrc Marcos Jos da Silva, aqu
    pngeui 8, carga sal ; a Caelano Cvriacu daCsla
    Moreira.
    Rin liraudc do Sul'X\ dias, barca brasileira lpu-
    juca, de 273 tonelada*, capiao Fructuoso Jos
    Pereira Dulr, eqaipagem 11, cirga carne secca ;
    a Hallar A Oliveira.
    chliMil. ilelmeada sobre as diversas pirases rio pre- I Parahiba1 dias, hiale brasileiro aConcako de
    maluro passameulo de S. M. a rainha D. Marta II, Mara, da 21 lonelada. mestre Severi*no da
    por urna commissao ai hoc nomeada, escolhida d'en- Costa e Silva, equipagem 5, carga loros de man-
    vapor Rio \egro, que as proximidades de Villa
    Baila ia experimentando as vicissilndesague soll'reu o
    Monarcha ; pois que all perrnaueceu encalhado por
    espaen de 16 lloras, sem que Ihe snece lcss* avaria
    alguma, l
    (re peaaoas enUndidis na inaleria. e entre ellas o!
    primeiro pianista a compositor de. Lisboa : o re-
    sollado foi o que asseveram unnimes as rallas que
    lomos mo ; e relatara ler sido acolhido coro ple-
    na approvajao a encamio a eonceprao armnica do
    Sr. 1 achine!, ao poni de que os irnprasaores de
    niusi :a do thealro de San-Carlos, Saasill ii C, se of-
    capilal o i ferecaram a gravar om msica de |.ino mil exem-
    plares, nsseverandu ser uina uuvertura digna de pu-
    bliciilada.
    Fclgamosde todo o coraco pelo xito da dedica-
    ^ao cortezaa e exponanla do Sr, Fachinal, cujo
    ila prolasaional e cujo presumo sempr* Ihano e
    gue ; a Paulo Jos Haptisti. Passageiros, Josc
    da Cosa e Silva, Claudine Jos Pereira, Anlonio
    Marque da' Silva.
    .Vacos sabidos no meno dia.
    Siispendeu do lameirao, debaixo de quarenleoa, o
    vapor inglez de guerra .Rifieroauu. commandanle
    Christiau ; ignora-se seu destino.
    Barcelloua pela ParahibaSumaca hespaulmlu Mi
    ihilde, capililo Simn Salla, em lastro. Pas*a-
    geiro para a Parahiba, Claudia (iioltna.
    CanalEscuna ngleza Honestan, capiao Thamaz
    Poyar, carga atracar.
    i
    k
    'i


    '
    jf
    ?/
    EDITIS
    oiuio oe KRUinin sekti feim n k outubro k ihs
    1S\
    V

    O Illm. Sr. inspector di Ihesourana provin-
    cial fin cumi rmenlo lia ra.olur.iln da junla da fa-
    senda, manda fazer publicn, qae .<> obras dos repa-
    roido acude de Caruar, v.lo nvame.He a praca na
    din 25 do correnle pela quanlia da 1:0128000.
    B para calillar so mandn afinar o presente e pu-
    blicar palo Ciara.
    Secretarla dattheaouraria provincial de l'ernaai-
    boco 9 Je oolubro.de 1&55.0 secretario,
    ,,, J-fi. d'Annunciacao.
    O Illm. sr. inspector da Ihetouraria provin-
    cial em cumprimenlo da resoliicflo da junta d f-
    zenda mauda faiar publico, que a< abras dos repa-
    ro, da que precisa a casa da enmara municipal e ca-
    ti?',.2V e d' 0l,,,d, vio-navamente a praca no
    ilui 18 do correle pala quanlia 2008000 rs.
    b par cor star ae manden afxar o presente e pu-
    blicar pelo Diario.
    Secretaria da thesooraria provincial de Pernam-
    bo 9 de outubro de 1855.O ecrelario.
    A. F. d' AMtmnciacv-
    Ij Illm. Sr. inspector da Ihetouraria provincial'
    em cumprimmlo da orilem do Exm. Sr. presidente
    da provincia, manda constar ana propietarios abaio
    mencionados, a entregareni na niesma tliesouraria no
    urnzo de 30 das, a contar do di a da primeira pun i-
    cacito do pres;nlr, a importancia das quolas com que
    devein entrar para o calcameulo da ra Direila at
    a IravMsa da l'enha, ronfurmeo disposlo na lei pro-
    vincial lionero 1150. Adverlindo, que a falla da en-
    traba voluntaria ser puuida com o duplo das referi-
    da- quotas na conformidade do artigo ti do regola-
    roiiito de 22 le dazerabro de I85J.
    8. 2. Joan na do Rosario Guimaraet M-
    ...............77JH00
    :>. i. Vinca de Joao l.tilao Filgoeira. .'899166
    N. ti. Hospital da Misericordia de Angola 6198(10
    N. 10. Beuardo Jos da Costa Valenlim e
    Francisco Joaqalm Pereira.......iljTOO
    V 12. Mara Joaquina de Moora.....769200
    >'. 14, Ordem terceira de S. Francisco. 15J000
    V. Ib. Antonio Francisco Pereira. 778220
    >. 18. Herdeiros de Manoel Caetano de
    \lbuquarqoe...............57.76U0
    JO. Viova e Irardeiros de Antonio Joa-
    trint Farreir de Sampaio.......6K2IOO
    i. 22. Francisco Alvts da Cunlia.....:WXl
    N, 24. Jos Malliees............2*500
    I*. 26. Joaquin. Francisco de Azevodo. 529000
    S. 28. Dtlt, dito..............619200
    ,*. 30. Thei-ea Goncalve de Jess Aze-
    vedo......:............689(1X1
    V. J. Irmaiidade de.JJ. Senliora do Li-
    vramenlo.
    de tireenwich, e os difireme ranaes respectivos
    que seguem entre e para V Esto das Unos de Lodle>
    Lnlilinge, Kambluige, Seglujue e os rnchedusnu re-
    cife de Knknr na latitude 5y 52* norte, longilude
    21* O' a I.' Este de Greenwicli. edalli todos os ra-
    naes que conduzem a cosa da Finlandia entre os ro-
    cliedos ou recite Kokar e o pharol de Ooto, e entre
    Onto e a pona da Hangu, como cima ae declara
    foram postas em rigoroso estado de bloquein por Cor-
    cas competentes das esquadras alijadas e pelo pre-
    sente se declara que todas as medidas autoritarias
    pela lei das nacfles e pelos respectivos tratados entre
    sua mageslides e aa diflerente nacoes neutries se-
    rlo adoptadas e eiecutadas a respeilo de todas as
    embarcares ,qoe lenlarem violar o referido bio-
    queo.
    .E nada mais conlinha oo declarava a dita notili-
    cacao, que bem e fielmente Iradozi da propria gazela
    omriai que me foi apreseniada. e depois de haver
    examinado com esta e achado conforme, a lornei en-
    tregar quein me apresentou.
    Em f do que passei o presente que asisne e sel-
    le- com o sello do meu offlcio, nesla mallo leal e he-
    roica cidade do Kio de Janeiro, aos 13 .le elembro
    jlo anno do Seubor de 185S.Jos Agostinbo Bar-
    bosa, traductor pnbliro e interprete commercial ju-
    ramentado-. Conforme. Francisco Xavier Bom-
    tempo.Conforme.O secretario da capilsoia Ale-
    landre Rodrigues dos Anjos.
    Eu. Jos Agostinho Barbosa, cidadao brasileiro, Ira-
    dnrlor publico e interprete commercial, juramen-
    tado da praca, ele.
    Certifico que me foi apresentada a gazela oflicial
    publicada em Londres, em iuglez, datada a >> d
    junho de 1855, c delta, a pedido de quem m'a apre-
    sentou, Iradozi a seguitile nolillcacao, que me fui

    THEATRQ
    DE
    S.IS\IHI,
    Sociedade Dramtica Emprezaria.
    Recila ezlranrdinaria concedida pelo Ezm. Sr.
    presidente da provincia, em favor do adores
    LISBOA E ROZENDO.
    SABBADO 13 DE OUTUBRO.
    Logo que os senliores professores da orclieslrt li-
    verem execulado a hrilhsnlc onvertura
    _____
    ^
    :k- -3...
    CTOLLO DE BRONZE,
    i scena o vaudeville em 3 actos
    CUIDES DO RUCIO.
    que i
    e diz o
    !*. 3. Joaquina Mrin Pereira Viaiina.
    I, ">. Dita, dita
    V
    99000
    KOiOl)
    9990(X)
    i. 7. DiU, dita..............8600
    >. 9. Bazilio Alves de Miranda Virejao 75)000
    13. Francisco Br.Qdo Paifs Brrelo. 139200
    N. 17. Irinandade do Espirito Sanio. IK9000
    I*. 1. Joa luim Bernardo de Figuereido. 2K98OO
    K. 21. OH), dito.............1199100
    t
    >

    utoum
    I. para couttar se mandou aOiiar o prseme, e pu-
    hlii-ar pato Diari. Secretaria da llietioararia pro-
    vincial de PeVnaraboco 12 de setembro de 1855.
    Oseen tarto.
    .1. F. .innunciapio.
    O l)r. Vusatao Francisco Perelli, eomraendador da
    imperial ordoroda Raaa, joia de diieito especial
    1.0 coininerrio, por S. M. I. e C, ele,
    Va^o saber aos qae o presente edilal virem, qne a
    ref'uenmeuto de Tasa Irmilos c Jos Barbota Ma-
    cil, actia-ae iberta a fallenciade RranJiln cV Dioae-
    net, pala aeultnca do Ihaor seg inte -
    do que Tassti & limaos negociantes esta-
    lle lecidot oesla cidade por si, como procuradores da
    Jos Barbosa Maciel, conimercianta aflabelecido 11a
    ccle.etpoem na pelicao da fl. 2, e ben assiin a vis-
    la dosjdocumeulos qae a instroc, altendenlo que os
    riercianl.'s, qaa aaalamestna eidnda commer-
    m cm a firmaRrando & IHogeni, tem ces-
    -.11I0 os seu-- iiagaiuciitos, declaro eata (Irma em es-
    taca de quelira, e flxo o termo legal dalla, coutir do dia 21 do crrente. Nomeio cu-
    radores liscaeso sobreditos lasso & Iimnos, credo-
    ras do fallido, e prestad por ellos o joraineutp que
    o art; 809 do cad. do coman. ezie, mando que se
    preceda com toda a brevidade, na furnia do qne dis-
    peioaarts. 812 do mencionado cod., e 129 e 115 do
    re;, a. 738. E feito.serSo dadas opporlnoamenle as
    suliaequeulM providencias derminadas pelo eilado
    coc, e raje- R.-cife 24 de selemtiro de liZ.jnsel-
    mt Prancitm Ptretti
    lim cumprimenlo da mesma senten ;a convoco
    tonos os creAires presentes do referido fallido, para
    iracerem em cata de minha residencia, no ar-
    Crnrdo bairro da Boa-\'is a n... no dia
    o mez, pelas 11 horas da manhia, llm
    eiter^a nomcargode depositario00 deposi-
    liaj de recabar administrar provisoria-
    mc.ulr a lasa fallida.
    llague ao couliecimfuto de lodos
    msndi edilaea, qne serio publicados pela im
    as nos lugares designados no art. 129
    do reg. n. 7311 de 25 da novemliro de 1850 e no art.
    81;! do ead. ci mmercial.
    I pissado nesla cidade do Beclfe de Per-
    na nbucu aos I de outubro de 1855.
    Franeii :o Ignacio de Torre Bandeira escrivio
    o saliscrevi.
    AAtelmo Franciico Perttli.
    OUr. Aiisulii.o 1 ranciseoi'e.reHi, eontrnendador da
    mperial ordena da Rosa, Jniz de direilo especial
    Ju coumier ao por S.M. l.eC. etc.
    . Faso saber aos que o prsenle edilal virem, que
    , no da da antfmbr prwtiuio futuro se lia de
    arrematar nr venda, a quaun niais der, depois da
    auliencia ua^le juizo na casa dn ineamas, um ailio
    de terraacom urna casa da viveuda de laipa, situa-
    do o dito tilma a casa em Ierras de Antonio de Al-
    leinao Cisiieii o, avadado por 4009, o qiial foi peuliu-
    raJo p contra Angela Mara da Silva, viova de Francisco
    . Pereira Mari) uta.
    E para qus chagae ao conlieciinenlo de todos
    mmdei pa r edjUej que aerao publiiydos pela im-
    preusa e allii adot nos logare designados no cdigo
    commercial. -
    Dado e paac liesla cidade do Recife aos 6 de
    onluMp de 1855. Eu Francisco Ignacio de Torres
    Iiudsira, essnvJo interino o tit eterever.
    . AKtilmo Francitro Perelli.
    U l)r. Ansal ua> Francisco Perelli, conimeiidador da
    imperial rais da Rosa, juiz de direilo especial
    ommcrciu por a. M I. e C. etc.
    labe- aos que o preseute edilal virem, que
    na dia 22 de outubro prximo futuro se ha de arre-
    matar por venda, a quem mus der, depois da au-
    ia desli jin/.o na casa das mesraai, o ascravo de
    I ame Antonio, de nac.lo, de idade q le representa
    ' .'mos paiie-j maisviu menos, avallado por 3509.
    eacrav vai praca per execor.ao de Manoel
    Joaquina Seve contra Franeisco de Paola Lopes
    lela.
    E para '^oe enej-ue ao acibaeiiienlo de todo
    nuadjei pasar edilaes, qae nenio publicados pela
    iiapreaa o Ilixadu nos lugares designados no c-
    digo commercial.
    Dado e pateado nesla cidade do Recifo aos'10 de
    outubro de 1855. Eo Francisco Ignacio de Torres
    Ilandeira, escrivao interino o liz eterever.
    /tliio fronetteo Veretli.
    municipal desla cidade, lendo de
    Itagar cosa; criminaes, para o que a lei do seo orta-
    inen 1 qiiantia de 2:0009, marca o prazo
    s contado da data dete, para dentro del-
    Ic, os que s llverem de receber, apresentarem seus
    lequerimcnlos com documentos legalisados, afim de
    e.proceder ao pagamento pofDorcioual, qnando a
    quanlia coi signada nao chagua para integral.
    Paco da cmara municipal do Reci e, em sesso de
    10 de outularo de 1855.Baro dt Capibaribe prt-
    sidenle.Manoel FerreiraAccioli, secretarlo.
    apreseniada, para o idioma nacional,
    guinle :
    Ministerio dos negocios eslrangeiros 21 de junho
    de 185j.
    Em referencia ao bloqueio do golpho da Finla-
    dia. ja estabelec.do uo dia 28 de abril ollimo, e de-
    sanenle notificado no supplemento da gazela de
    18 de ma,o ultimo, palo presante se det-lara m.is,
    que o mullo honrado conde de Clarendon K. G nri-
    me.ro ministro e secretario do estado de negocios
    estrange.ros de M. acabada receber dna lord
    commusarioa do almiranlado urna parlicipacao ofil-
    nal dovice-almiranteo honrado R. S. Dundas,
    commaudanla daa torcas navaes de S. M. uo Balli-
    co. e obrando em nomo de S. M. e do seu alijado, S.
    m. imperial o imperador dos Francezes, de bordo
    dn ITr" f S,iMV Bu1ae de ''''?'. f" tmZ IV1",:1" |,,,aro1 rnD0ki'>- q-c demorava a
    I- fcst 16 milhas, dalado a 28 de maio. participan-
    do que no da 27 de maio lodos os porlos, rise en-
    seaua no dilo golpho da Finlandia ( inclusive parli-
    calarnleiite o porto de Croostadt \ se achavam res-
    iriclamente bloqueados por uioa forca compelenle.
    pelo presente se faz publico que o bloqueio do
    di os porlos, nos e enseadas ser. restrictamente mao-
    lido pelas fincas navaes d* S. M. e de S. M. impe-
    rial o imperador dos Francezes al novas orden.
    Declara-te mais que esta notificaran nao altera,
    nem por forma algoma se deve entender que altera,
    prejudlea e remove a nolificaco a respeilo do dilo
    bloqueio do golpho da Finlandia al hoje publicada
    noi supplen.enlo da gazela de Londres de 18 de maio
    iltimo, porm he so poblicada para maior eonheci-
    manln das petaoas a quem possa inlereaairr.
    E nada mais conHnha ou declarava a dita nolifi-
    caco, que bem e almente Iradozi da propria ga-
    zela oBIcial qua me foi apreseniada, e depois de lia-
    ver examinado com esta e adiado cohforme, a tor-
    nei a entregar a quan tn'a apresentou.
    En> f do que passei a prsenle que aasignei, e
    ;ellei com o sello do meu ofllcio, nesla muito leal e
    heroica cidade do Itio de Janeiro, aos 13 de setem-
    bro do annodoSenhor de 1855. Jos Agostiuho
    barbosa, iraduetor publico e interpreta commercial
    joramenladoConlorme.Frandico Xavier Bom-
    lempo.Conforme.O secretarlo da capitana, Ale-
    saudre Rodrigues dos Anjos.
    Fiado o qual o Sr. Lisboa e a Sra. D. Amtlia can-
    tara* pela primeira vez nesla provincia o muito en-
    granado duelo
    O ST1TB.&3rT
    E
    ALavatleira.
    Finalisara' o espectculo com a sempre applau-
    dida comedia em un rio
    o 1 ti? I
    EM MANGAS DE CAMISA.
    Eis o espectculo que os duu< adore escolhoram
    para offerecer ao illuslrado publico desla cidade, de
    quem esperam prolecco; os mesmos approveilnm
    a occasia para agradecer cordealmeuleaoExm. Sr.
    presidente da provincia e a digna directora, por
    Ibes conceder o Ihealro paraesle espectculo em seu
    favor.
    O reto dos bilheles vendem-se* 110 Ihealro desde
    as 10 horas da manhaa s 2 da larde, e no dia do
    espectculo no escriplorio do mesmo.
    frincipiara' as 8 hora.
    UITNTA FEIRA 18 DE OUTUBRO.
    tirando e extraordinaria represenlacao de exerci-
    cios.gymnasliros, pela familia de Sifvnin Henaull,
    concedido por S. Exc. o Sr. conselheiro presidente
    da provincia.
    Silvaiu Henaull summamr-nle penhorado pelos
    obsequios e concesso que I lie fez S. Exc. o Sr. con-
    selheiro presidenle desla provincia, vem humilde-
    mente agradecer lo grande prova de bondade e pro
    tccc.io da parle de S. Exc.
    Terca feira vindoura publicar-se-ha o programma
    dos Irabalhos. ,
    AVISOS martimos.
    CONSELBO ADMINISTRATIVO.
    OconselhoaJminialrtivo tem de comprar o se-
    guinle :
    Beoelescomiirido sendo, 3para o ."liatarliao
    de artilhana, .1O6 para o2t de ioUatarU e 84 para
    a campanilla da arliBce, 938 ; bonetes para a moa
    sica do 4.0 batilhao de arlilh.ria a pe, 24; Hitos re-
    dondos para o 10. teataihao de infanUria, 30 ;to-
    neles para a companhia ftxa de cavalla'ria, 35 ; ania-
    gera para enlerlellas das sobreeataeas, varaeS09 W ;
    casemira carm.sim para villas, pestaas e vivos .las
    sobrecasacas e calcas do 4. balall.ao de artilharia
    covado 100; clchele prelos para obrecasacas, pa-
    res 1,067; liollanda de forro, covados 4,118 ; pan-
    no azul para sobrecasacas e calcas para o 4. bala-
    Ihao de artilharia a p e 2. de infamara, coropa-
    niiia lua de (avallara e companhia de arlifices, co-
    vados o,324 ; pasmo verde escuro, para obrecasacas
    e calca para o bnlalhao da iulanUria, covados
    loO : panno preto para polainas para o 4. balalho
    de artilharia a p, 2. de intantaria. 10.^ da mesma
    armae companhia da artiflees, covados 320; brim
    braneo Uso para frdalas e calta para os referido!
    batalhOes, vara. 6,212 ; .ilgodaozinlio para camisas
    varas 3,356 ; b o les grandea de oteo, grasas 106 ','
    dilo pequeos de dito, ditas 106 "'
    *
    . -..... iw Ji i
    ditu, ditas 117 ; esleirs, sendo 372 pi
    Ihao de artilharia, 512 para o aj, Je Bifanlaria
    para o 10. da mesma arma, 61 aaarVcompa"'-''
    cavallaria e 81 para a de arfitiees, 1,07^1
    grandes de mas-sa para capotes panto i: .
    de artilharia e companhia de artfices, duzias 61
    tpalos, pare, sendo 722 para o 4. balalhao de
    Segu brevemente a es-
    cuna nacional JOS, ca-
    Silao Jos Joaquim Alves
    as Neves: para o resto do
    seu carregamento, trata-
    se com os consignat rios Antonio tle Al-
    meida Gomes & 0., na rita do Trapiche 11.
    I t, segundo andar. (Este navio s toca no
    Maranhao a receber pratico.)
    CEARA E PARA'. -
    Segu com brevidade o palhabole 1 mus, c.ipitao
    e'pratico Joaquim Antonio Ooorjalves Santos : para
    o resto da carga Irala-se com Caelano Cyriaco da C.
    M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
    Pata o Rio de Janeiro
    saha com moila brevidade o paiarbo P alent, o <111 a 1
    lem a maior parle da carga prompla ; para o resto,
    passageiros e escravos a frele, rala-se com Caetano
    Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
    PARA A BAHA.
    O hiale Voro Olinda sahe para a Babia com loda
    a brejndade : a tratar com o< consignatarios Tasso
    Irmflos. on com o capilao Custodio Jos Vianna.
    Maranhao e Pfera'.
    Segu em poneos dia o brigue escuna Laura ;
    inda pode receber algoma carga : Irala-se com o
    consignatario J. B. da l'onseca Jnior, na ruado
    Vigario n. 33,
    mpsnhia de nave Bi-asileia.
    a-te nesle porto de 15 pra\j6 do corren!,
    Rio daJaueiro e_ Balda, o vapor I). Pedro
    rnndaotoj} lenle Viegas do O', e depois
    'oroplenle demora seguir para S.', Vicente, Ma-
    i eir c Lisboa, recebendo passageiros p encoinmen-
    batalhiloL- -J1 1ucm convier, dirija-se ao ajenie M. I).
    iiaot-J1;" 1ei
    1. f! Adrigue,
    ,i,r'fl Pa<
    DECLABACO'ES.
    \
    "
    \ '
    BANCO DE PERNAMIJUCO.
    O Banco de Pernambuco sacca sobre
    a praqtt da Baha, e contine a tomar
    lettras Kbre a do Rio de Janeiro. Ban-
    co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
    O secretario da direceo, .loao Ignacio
    de Medeiros Reg.
    O Illm. 8r. capilao do parlo, cumpriudo a or-
    den do Eim. Sr. presidente da provincia dalada de
    nontsui em referencia a expedida em aviso da re-
    parlicio ca mariuha da* %7 da aeti mbro proxima-
    inaulc lindo, mando publicar as traihiccoes justa a
    esta por capia, dtt noliHcaeoot intnrlas nansa zeta
    Ida Undre de 22 29 da jnnho ollimo, akrtpeito
    esubektiatento d. om bl,ei nos porf, rus-
    do golpho e costa da Finlandia, palas forra na-
    ( combinadas da Inglaterra t Franca.
    Capilanu do porto de Pernambu.ro em 9 de nulo-
    brode 18350 secretario.
    Alejandre KodTgiu$io$MJo>.
    Eu Jos igoslinlio Barbosa, cidadao brasileiro, 1ra-
    doclor publico e interprete enmm:reial, juramen-
    tado da j>rac,a, ale.
    Cerlificc que me foi apreeentad.- n gaxala oflicial
    publicada ,'ern Londres, am ingle 1. dalada a 29 da
    juulio'doaJ855, o della a pedido de quem m'apretea-
    lo5 Iraduii a seguinle uoliliacito, le me |foi apre-
    *e1*1' f ln 'd'""" teiom\ 11 diz o seguale :
    rttat.-io do negocios emrang'lro, fl9 de junho
    de 18
    l"e' lstenle fai publico que o miilo honrado con-
    t Clarendon hJG. ministro a secrelariode oslado
    ile na migett.i.le, na reparlicao dos negocios eslran-
    geirot, reiebeo dos lorda commistarios do almirante-
    do utiia pirticipacao oflicial dos vice-almirantes Pu-
    na ud e Dunda, coinmandante das oicamavae ai-
    liada Do llallico, e obrando em no mee a bem de S.
    , Jal. e sen ailiado S. M. o imperador do Franceze,
    annonciardo que no .lia t:, de jonlio correnle lodos
    os porlos .-lisios, sncoradnuroa, enseadas e rio na
    cotia da Finlandia desde ^J'tad r.a lalitnde de 60
    46' Norte, longitude 21 20' I.' Este de Greenwich,
    at n Pouta de Hanao, na latitude V9 46 noria lon-
    gilnde 22' 5o' a V Este de Oreen .v,ch, incluindo ea-
    pecialmenle o porlo.de Abo, e iucliiindo igualmente
    toda liba. e ilholt em, frente a dita col, tobe,
    mais parlii-ularmenle os canaes que conduzem para
    Ryslad.comocima se declara,e a illia de l.andlo.na
    Illilnde 60' e 23' norte, longitud 30, 47' a I.' Este
    com
    ou
    com o capilao na praca.
    Para a Babia segu at o dia 13 do crrenle o
    patacho Audaz ; para o reslo da carga trata se com
    os consignatarios Isaac Curio & Companhia,' na ra
    da Cruz n. 19.
    Para o Rio tiande do Norte sabe no dia 13 do
    correnle a barcacaaS. Jos Viajante ; recebe anda
    alguma carga ; Irata-se na ra do Collcgio n. 12, ou
    com o mestre no trapiche do algodjo.
    Companhia Brasileira de Paquetes de
    Vapor.
    O vapor Pa-
    ran, coinman-
    dante F. F. Bor-
    nes, esnera-se
    dos porlos do
    norte al 13 ou
    14 do correnle,
    e seguir para
    os do sol no
    mesmo din da
    ioa chegada: a-
    encia na ra
    do
    lie n. 10.
    gues, roa do Trapiche n. 26.
    Para o Assu' segu viagem na presente semana
    1, mV. p3ra,M e ,nru,arif: Pra o 10- a escuna nacional Linda ; para carg-, trala-se (
    tST, i1" -7'lade cavallaria Eduardo terrera Bailar, ra do Vigario n. 5,
    e 168 para a de arlillee, 2,o23 ; boltns para a com-
    panhia Da-de cavallaria, pare 61 ; chouriras de
    lita para o 2. balalhiiode fnfantaria, pare 506 ;
    Bravatas, sendo 23 para o 2. baMlhae de infanlaria,
    50 para o 10. da mesma arma, 13 para a companhia
    de cavallaria e 10 para a d artfice, 96 ; eordao de
    19a prela par* vivo de sobrecasacas do 10. balalhao
    de infanlaria. varas 200 ; oleado para dbrum cova-
    dos 20 ; manas de lila, sendo 50 para o 10. bala-
    llulo de infanlaria, 23 para o 2." da mesma arma, 13
    para a companhia de cavallaria, 10 para a de artfi-
    ce, 96 ; bandas de Ua para a coinpaiiliia de caval-
    laria, 2 ; lava brancas para a motnia companhia,
    pares 115 ; clcheles para capole, pares 110; panno
    azul para capotes, covados 660 ; casemira eocarna-
    ala para vivos de sobrecasacas do 2. balalhao de in-
    fanlaria, covado 63 ; botes gr.ndes.de metal dou-
    rado com o u. 4, 5,208 ; ditos pequeos convexos de
    dilo com o u. 4, 3,348 ; ditos grandes convexos de
    dilo com o 11. 2, 8.0H6 ; dilos pequeos convetos de
    dilo com o n. 2.4554; ditos grandes convexo de di-
    lo com o n. 3, 1176 ; dilos pequeuos convexos com
    o o 3. 756 ; dilos grandes convexos de dilo com a
    leltra It, 7711; ditos pequeos convexos de dilo com
    11 lellra B.40; dilos grandes convexos de metal
    brouzeado com o n. 10 de metal amarelio, 700 ; di-
    los pequeos convexos do metal lambem com o 11.
    10 de metal amarelln, 500; algodao em rama para
    pastas das sobrecasacas, arroba 1.
    Para o 9. balalhao de infanlaria.
    Cubos inodoro, 8
    Pra a Jtotica do hospital regimenlal i cargo do 9.
    balalhao de infanlaria,
    Holhasdecortiea para garratao grozas :l. -
    Para aula de prmelrasieilras dos aprendizes men0-
    res .lo arsenal de guerra.
    Uevercsdo llmnein por 811 verto Pellico, exempla-
    res40; Economa da Vida Humana, exemplares
    W ; resumo da doutrina clirislaa 40 ; cartas de a
    "C'J.W i "'as, 100 ; traslados, sendo 50 de a
    b c, 30 de basurdo e 20 de bastardinho, 100 ; lapis,
    duzias b ; caivetes, 1.
    Quem qnier vender osles ebiectos aprsente s
    so. propesiaii em carta fechada', ua .ecrelarig do
    conselho a 10 hdrasdodia 15 do correnle zne.
    Sala das esse do conselho adminislralivo para
    or.,ecimenl',do.rn.lde guerra 8 de oolubro de
    .r" S- /?*"Aom"A Un,, coronel presi-
    secrelario! "" Cwemo Jmior< "8-1
    - H *-ailo o Sr. Filipp. Santiago de Sena
    ^h?^P>^CCr Cm ^fvi0"d "la tacrtari, p.r.
    lere.se pllbl":o ma'de ,eo l-rlicular in-
    SecraUrla da inspeccao do arsenal de raarinha de
    Pernambuco li de oolubro de I855.-0secrelario
    Alexandre fodrifuei dos .Injot.
    BANCO DE PERNAMBUCO.
    O Banco pe Pernambuco continu, a lo-
    mar lettras sobie o Rio de Janeiro, e a
    sacar contra a mesma praca. Baoco de
    Pernambuco 10 de outubro de 1855,__O
    secretario da direcqaOj Joao Ignacio de
    Medeiros Reg.
    PUBLICACA'O LITTERARIA.
    Aeha-se venda o compendio de Theoria e Prali
    ca do Proreaso Civil feilo peloiDr. Francisco de Pao
    a Bapliata. Esta obra, alm de urna nlroduccao
    sobre as aece e excepcue em geral, trata do prc-
    cetso civel comparado com o commercial, eonlm
    a theoria sobre a applicacao da causa julgada, eou-
    Ims doulnnas luminosas: vende-se pnicamenle
    na loja de Mauoel Jos Leilc, na rna do Quei-
    mado n. 10, a 6 cada exemplar rubricado pelo
    aolor.
    ;Continua a vender-se a obra dedi-
    retto-o Advogadodos Orphuos, com um
    apndice importante, cntendo a lei das
    lease aleadas dos tribunaes de justiqa, e
    o novo Regiment de custas. para uso' dos
    juizes esenvaes, empregados dejustica, e
    aqqelles que frequentam os estudos de di-
    retto, pelo preco de 3*400 cada exerri-
    piar; na loja do Sr. padre Ignacio, ru
    da Cadea n. 56 : loja de encadernarSo e
    livros, ma do Collegio n. 8; pateo do
    Collegio, livrariaclassican. 2,ena praca
    ia Independencia n. 0 e8.
    ^ARA O RIO DE JANEIRO
    segu viagem ate o dia li do correnle, o
    brigue nacional ADOLPIIO: para algu-
    ma carga miuda e escravos a fete, trala-
    se com o consignatario Eduardo Ferreira
    Bailar, ra do Vigario n. 5, ou coinoca-
    pito na pnir.i.
    Para o Aracaty segu em poneos das o bem
    condecido biate Capibaribe ; para o reato da carga
    e passageiros, Irala-se na ra do Vigario 11. 5.
    COMPANHIA PERNAMBtCANA.
    Escriplorio da gerencia, no largo da as-
    semblan. 10,' primeiro andar.
    O vapor peruambucano .Maroue: de Otinda, de
    excelleutes accominn.Wocs para passageiros, com-
    mandanle Antonio Silveira Maciel Jnior, deve lo-
    car nesle porlo do dia 15 do correnle em disnle, e
    depois de 24 horas seguir para o Rio de Janeiro
    com escala pela Babia : para passageiros, trala-se no
    escriplorio da gerencia, ou uo dos Sr. Hoslrou Roo-
    ker 4 Companhia, na praca do Corpo Sanio.
    ~~LE1XOES r~'
    O agente Borja, autorisado pelo Illm.
    Sr. Dr. juiz de orphaos, continuara' o lei-
    lao dos bens pertencentes aos orplios, li-
    llios do (nado Caetano Pereira (ionrulves
    da Cunha. em presenca do mesmo Sr.
    juiz, a saber: 9 escravos pecas de ambos
    ossevos, 18 caberas de gado, inri unido 8
    vacas de leite, as sobras das trras do en-
    genho Coqueiros. na comarca de Santo
    Antao: o engenho d'agua denominado
    Mamucaia, na freguezia do S. Lourenco
    da Matta, ja' annunciado, e as trras em
    Portugal na provincia do Douro, tambem
    annunciadas; o leilaotera' lugar sabbado
    13 do corrente, a's 10 horas da manhaa, na
    ra do Collegio n. 15, armazem do agente
    annunciante, onde se acharo patentes os
    escravos, eem lente do mesmo o gado :
    os senliores pretendentes as propriedades
    que quizeremalgunsesclareciinentos acer-
    ca dellas. lenhaina bondade de virenten-
    der-secora o mesmo agente, nosupradito
    armazem, onde o* ttulos depossee do-
    minio se acham.
    Sou/.a & Irmo farao leilao, de accordo com a
    aolorisacao da alfandcga desla ridade, por conla e
    risco de qnem perlenoar e por intervengo do ?gente
    Oliveira, de 300 felxe de arco de Ierro e 39 dilos
    de folha, aob marca RR, avadados a bordo da et-
    cuna ngleza Honda na sua rcenle viagem a este
    porto procedente de Liverpool : aegonda-feira 15
    do corrente as 10 horas da manhia, a' porta da re-
    ferida alfandega.
    AVISOS DIVERSOS
    No dia 15 do correnle termina o prazo para o
    Pegjmeulo da subteripcao desle Diario, a razao de
    49OOO o quarlel que comecou.
    0 ASSESSOR FORENSE
    ou
    o formulario de todas as acco'es co-
    nbecidas no nosso foro
    PELO
    DR. CARLOS ANTN 10 CQRDEIRO.
    Acaba de tor publicada e acha-se venda na li-
    vraria da esquina do Collegio 11.0 20 de Ricardo de
    Kreilas & C. a primeira parte do Assessor Forense
    conlcndo, alem do formulario do processo permite o
    jury, { adoptado pelo goverqo ) nnlavelmenle nog-
    meulado com todas as pelices, despachos, e mais
    termos que nella foram apenas indicado :
    0 formulario completo dos recursos.
    O do processo de hubeas-corpyg.
    O dos termos de bem ,iver.
    O dos termes de segoranja, quer ex-officio, quer a
    requerimento de parle.
    O formulario do processo por quebramcnlo desles
    termos.
    O de lodos os processo policiae, e que cabem na
    aleada.
    O de suas appellaci.es.
    O do processo por abuso de liberdade de imprensa,
    quer por crirri* de injuria, qner por crime de ca-
    lumuia.
    O Jo processo de reiponsabilidade dos emprega-
    dos no privilegiados.
    O do processo por crime de contrabando.
    Este Irabalho acha-se eilo com lana miuociosi-
    dade e clareza, que os Srs. juizes. delegadog'e sub-
    delegados, escrivaes, advogado, inspectores de quar-
    leirilo, procuradores, ououlro qualquer empregado
    de juslica, quando nao teuham mesmo ideia alguma
    de processo, o pdenlo instaurar e couduzi-lo por
    si mesmos regolar e legalmenle : taes silo as expli-
    caejies do Assessor Forense.
    >a casa cima indicada, venue-se tambem a col-
    leccilo de principios, regras, mximas e axioma de
    direilo em geral, pelo mesmo l)r. Cordeiro, obra de
    immensa vanlagem para os Srt. jnizes, advogado,
    provisionados. ele., por isso que nella se encuiilra,
    em ordem alphabelica, todas as regras, masma9 de
    direilo, ele, com citaeo das fontes de onde lo co
    Ihi.las.
    O preco do Assessor Forense lie 59 brochado, e
    69 eocadernadn.
    O da rollecrao dos principise axiomas de direi-
    lo he 29.
    Hoje 12 de oolubro, depois da audieneia do
    Sr. I)r. joizde direilo da l vara do civel, sera arre-
    matada em praca publica a casa terrea 11. 9 da es-
    trada de Joo de Barros, por execuro de Jote Alves
    da Silva tioimares, contra Francisco (ieraldo Mo-
    rcira Temporal e sua inulher, he a ultime praca.
    Aluga-sc o primeiro andar do sobrado n. 93, na
    ra Direila : tratar na loja de fazendas da ra do
    Queimado n. 42.
    OHlciaes de alfaiate.
    Precisa-se na ra Nova, esquina da ponle, lauto
    para obras grandes como miuda-.
    Empieza do jornal portuguezA Patria-
    Espera-se al o flm do corrento mez os primeiros
    numero do jprnal porlueucz | A Patria: Taco esle
    anniinno para conhecimeiito do Srs. assignanle.
    Recebem-se assignaturas no Im le da Europa, das 9
    horas da manhaa as ida larde.' Recife \2 ile 011I11-
    bro de 1855.Jos Maria de Vasconccllos, agente
    em Pernambuco.
    TRIBUTO DE CRATIUAO.
    O alferc do sesundo balalhao de infanlaria, Gus-
    tavo Christiann Desouiart, achando-se j em conva-
    lescenca, agradece a lo.las as pessoas que se digna-
    ram visilado durante o curso de ana molestia, e em
    especial aos Illm. Srs. coronel Manoef Muni la-
    vares, o< ofticiae de seo corpo e do corpa* ora es-
    tacionado* nesla cidade, os Srs. Drs. Prxedes Jo
    de Souza Pilanga, Joaqun, da Silva Araojo e Ama-
    zona. Fortunato Auuuslo da Silva e Francisco (ion-
    ralves de Moraes, que assisliraui m. ho-pilil regi-
    menlal a lodo o seu Iratamenlocora dedicacAo.cofda-
    dn e esmero, e ao Sr. major Joaquim Rodrigues Coe-
    llui kelly, que constante senlinella a sua cabeceira,
    vio ludas as phases de sua molestia como um verda-
    deiro amigo, e assim nilo lendo a seo alcance meio
    de retribuir lanos obsequise lana bondade, vem
    pela imprensa manifestar lodo esses Srs. seus pu-
    ros e sinceros sentimentos de gratidao.
    DomingO I 1 do correnle. parlirao
    4 omuibus na direceo de Apipuco,
    sendo 2 dem.nhaa, as ti o 7 horas, e
    2 a larde as 3 horas e 3 ; o bilheles para este
    mnibus cuslam I3OOO para ida e volla. e para os de
    manhaa IjOUtl para cada viaeem : e estao a ven-
    da no escriplorio da ra das Larangei.ra n. 18.
    _*Sr. Jos Eleuterio de Azevedo, cai-
    xeiro da casa commercial dos Srs. L. Le-
    comte Feron&C., qtteira por obsequio
    apparecer na ra do Trapiche n. 06; se-
    gundo andar, escriptoiiodeV
    Aquino Ferreira, alim de coii-
    gocio que nao ignora, em vir
    carta que se dignou endereca
    data de 2 de outubro do cor
    Pernambuco 1-2 de outubro de
    lustiano de Aqttino.Ferreiin -
    Achando-se vagdffo's lugares
    ferineiros e enfermeira do hospital da ve-
    neravel Ordem Terceira de S. Francisco
    desta cidade do Recite, sao por este convi-
    dados aquelles de nossqs irmiios e irmaas
    quesequeiram prpor a esses lugares, a
    apresentarem seus requerimentos, confor-
    me o que dispeo art. 146 de nossos es-
    tatutos. Recife 11 de outubro de 1855.
    O secretario, Caldino Joao Jacintho da
    Cunha.
    O coronel Francisco Maroede de Almeida de"
    ciara, que lem ulerposlo o recurso de appellacao
    para o tribunal da relaco, da parlilha que te fez da
    heranca de lua fallecida innaa I). Maria francisca
    de Almeida, o da seulenca qae a julgou ; que os ail-
    los com o dilo recurso j subirn) para o mesmo tri-
    bunal, e por isso que no caso de er provida a ap-
    pellacao ha de 1er lugar a reforma da pnrlilha ; pr
    vine a quem inleressar, quo nao pode por ora ler
    lugar a venda do bens de raz que couberam aoa
    herdeiros. Recife 9 de oulabro de 1855
    Aluga-se a loja de tot.rado n. 48, no Om da
    roa do Sebo, muild orejad.1 u com bons commodos :
    a tratar no mesmo sobr.do, do manhaa al 9 horas,
    e a larde das 3 em diente.
    No dia 8 do correle, as K horas da noite, fu-
    gio do engenho Jurissaca, freguezia do Cahofom es-
    cravo de nomo Manoel, criuulo, com 35 anuos de.
    idade, punco mais ou menos, de estatura regular,
    rosto comprido, caberlos carapiuhos, olho prelos,
    narjz peqoeuo o chalo, bocea regalar, pooca barba,
    leudo o ollicio de carapina ; levou camisa e ceroula
    de algodao : qucm.o appreheuder leve-o aodilo en-
    genno, que ser generosamenle gialilicado por Do-
    mingos l-raucisco de Souza l.eao.
    Joaquim Francisco-da Mein faz publico, que
    desde o da 21 de agosto prximo pastado, portcnce
    ao aun muanle u eslabelecimento de lanoeiroda ra
    da J.apa desu cidade, casa 11. 8, por o ler comprado
    a Antonio Femondes Duarte, seu proprielario.
    O abaixoassiguado, lendo sido roubado na noi-
    le do dia 5 para 2b" do prximo pastado, em sua
    casa, na Soledade.rua da Fenaude Vera, na quan-
    lia de .>:30uJ em dnheiro, sendo 1:8009 em moeda
    * :!"8 em ouro, e o mais em moeda papel, da qual
    a maior parle das sedula foram de 2009, 1009 e 509,
    e o restante de 20 ; e bem aim om habito do cru-
    zeiro de ooro, e alguma peta de roopa branca :
    quem descobrir o dilo roqbo receber a gralllicaco
    delOOS. Recife 11 de outo oro de 1855.
    Ignacio Gomes de S ijuciroz.
    ~ OlTerece-e por arread.menlo umsilin no lusar
    da var/.oa, com casa para morada, cujo sitio esta
    bem plantado com muito bois frocteira, e com bai-
    xa para planlacao no lempo de verao ; alm da oasa
    tem 11111 lelbeiro e perleiicen para se faxer farinha :
    Irala-se tobre esle arrendamenlo 110 lugar do Reme-
    dio.sitio denominado Engeulioca.
    ATTENCAO'.
    Precisa-se de dous homens forros ou caplivos, ou
    mesmo canoeiros, que se queiram empregar em urna
    canoa que lem de servir de dar passageni da ra da
    Aurora para.0 Ihealro de Santa-Isabel, e desle para
    aquella ; paga-e bem e se convenciona inleresse nos
    locro-, que posaam haver : irala-se no paleo do Cr-
    mn n. 9, primeiro andar, a loda e qualquer hora do
    O curador fiscal da mnssa fallida de Antonio
    Augusto de Carvalho Marinho, convoca aos credore
    da mesma massa, segundo o detpacho do Exm. Sr.
    Dr. juiz de direilo do cominercio, para comparece-
    reni em casa da residencia do mesmo Exm. Sr. Dr.
    juiz, pelas 9 horas da manhaa, no dia I ti docorreul'
    allm de se proceder a Hornearan de depositario da
    mesma massa, visto que ii.n. se reuni numero sufli-
    ciente nu dia .1 para qae firam contocados.
    Precisa-te aluaar una sala para urna pessoa
    sollena. no centro dobairn.de Santo Antonio: nur-tn
    liver aunuiicie.
    Por nao ler havido audiencia do Dr. juiz mu-
    nicipal supplente da egunda vara civel detla cida-
    de. 110 da 10, ficou transferida para amanha, 13 do
    correnle, ao meio di, na tala das audiencia do mes-
    mo juno, a arremalasao po- venda da melade do so-
    brado de dous andar n. 7 do paleo do C-rroo, ava-
    hado em ::jOO, poraxececao de Antonio Joaqufm
    terreira lleiriz conlia Miguel oncalve Rodrigues
    Franca. He a ullima piacii. Escrivo Cunha.
    Preci's-se de urna ama- para casa do-pouca fa-
    milia : na ra estreita do llosario, deposito n. 4.
    Perdeu-e um gario de prala. marcado MC, na
    occasiao do despejo de um barril de agua de cozinha
    na rampa do aterro da Roa-Vista : quem o llvar
    achado e qnizer restituir, receber alm do valar do
    gario, orna gralificacJlo de 29OOO: no a Ierro da Boa
    Vista, loja n. 16. '
    Precisa-se de urna ama com hora leite: oa ra
    estrella do Rosario, deposito 11. 4.
    An Englichman olTers bis services as good
    plain cook or (o make him.elf generally usefolfor
    furlher particular apply lo tl.e Engliih Hotel
    wagesfmdderale.
    Precisa-te de urna ama qoe tenha hom leite,
    para criar : na roa do Queimado, loja n. 41.
    Alexandre Jos Alves, cidadao brasileiro, re-
    lira-se para Portugal.
    Panorama.
    SETIM E ILTIMA EXPOSIC40.
    FREDK LEMBCKE.
    Tem a honra de avisar ao respeilavel publico,
    que no dia II do corrente mudou de vista, e sendo
    esla a ullima expoticlln aprsenla loda valas ele-
    sanies, entre ellas algumas da guerra do Oriente,
    como o ataque do Sardos no valle de Tchernaya, a
    visla geral da bella Cachoeira junio a Baha.
    O preco he 500 rs. cada pessoa, e acha-e aberlo
    das 6 a 9 horas da 1101 le.
    Miguel Esteves Alves
    lem estabelecido 00 bairro do Recife, ra da Senzala
    Velha 11. 126. o seu armazem com carros fuuebres
    , de 1., ?.*, 3. e i. qualidadea, e lodo os maia
    ulciirilios tendentes a esseniister, lodo feilo confor-
    me marca o regolamenio municipal. O mesmo for-
    nece armaclo de igreja com col xa* e cortinados pre-
    los para lodo o templo, urna de receber o corpo, lu-
    do novo e rico, por 1008, e ocas de columnas novat
    e bem armadas por 200>, carro da l. ordem e 2 de
    pa*seio por 409, da 2." ordem a 1 de passcio por 259,
    cncarrega-se de dar carro e caixlo para buscar o
    corpo para o deposito de qualquer iareja a loda a
    hora da ooite, de grata, sendo o enterro da casa,
    igualmente se encarrega de dar cera, msica, tirar
    licenras, carro depatseio, assim como se actia lam-
    bem preparado de om ludo para qoalqner arina.no
    festival de igreja ou Te-Deum, asseverando que u.lo
    poupar esfoiros e actividade para bem ervir com
    ponlualidade, e por presos commodos.
    Novo livros de homeopalhia em fraocez, sob
    todas de aumma importancia :
    Hahnemann, tratado das moleslias chronicas, 4 vo-
    20*000
    69000
    79000
    (19000
    169000
    lumes.
    Teste, rroleslias dos meninos ......
    Hering, homeopalhia domestica......
    Jahr, pharmacnpcahomeopalhica. .
    Jahr, novo manual, 4 volumes 1 .
    Jahr, moleslias nervosas......I
    Jahr, molestias da pelle. ......
    Itapnu, historia da homeopalhia, 2 volumes
    Harlhmann, tratado completo das molestias
    dos meuinos..........
    A Teste, materia medica homcopalhica. '.
    De Favolle. doutrina medica homeopathica
    Clnica de Slaoneli .......
    Casling, verdade da homeopalhia. ".
    Diccionario de Nvslen.......
    Alllas completo de anatoma com bellas es-
    tampas coloridas, cntendo a' desci.pco
    de todas as parle do ,corpo humano ." .
    vedem-se lodocsles livros no consultorio homeopa-
    lliieo do Dr. I.obo Moscoso, ra Nova 11. 50 pri-
    meiro audar.
    16MH
    10900o
    89000
    79000
    9000
    49000
    109000
    309OOO
    COMIITORIO HOlffiOPA-
    i THICO.
    I ltatuito para os pobres.
    28. RA DAS CRIZES 28.
    0 Dr. Ratanova da consullas e faz visi-
    tas a qualquer hora do dia.
    I Os medicamentos homii'npnlliipn^m.'iis acto-
    dilados do Universo, sao os que silo prepa-
    1 rados pelo Srs. CATEI.I.AN e WEJJEK,
    I pharmaceulicos errf Taris: nesta.casa lem
    sempre um grande sortimento destes me-
    ' dicamentos em tinturas de todas as dyna-
    I misjeoes: e em glbulos n/-pnra.lo< pelo
    proprielario desle eslabelt/ ,nenio: cartel-
    ras de lodos os lamanhos.Vmuilo mais em
    I conla do quo em qualquer oulra parle.
    1 carlcira de 24 medicamenlos. 691X10
    I 1 frasco de untura a escolher lsGOO
    Tnbos avulsos, a 300. 500 e I-.
    Elemenlosdehomii'opalliia, vol. (ijtHXI
    I Ti. B.Cada carteira cucefra os medi-
    camenlos preservativos e curativos do cho-
    1 lera-morbus.
    LOTERA do gymnasio pernam-
    BLCANO.
    AOS 5:000jj, 2:500>J IrOOOfj. .
    > Acham-se i venda os bilheles a cautelas do cau-
    lelisla Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior, da
    terceira parle da segunda loleria do Gymoaiio, na
    praca da Independencia, lujas n. I, 13, 15 e 40;
    ra Dir.iita n. 13 ; aterro da Boa-Vista n. 72 A, e
    na ra da Praia, loja de fazendas n. 30. Cuja lote-
    ra j correr pelo novo plano, extrahldo do excellen-
    tiimo plano da lotera do Rio de Janeiro, o qnal
    combinindo-ie com os que al aqu lem havido, se
    y claramente a grande vanlagem qoe offereee ao
    jogador por conler maior numero de premios de
    2509, IOO9, 509 e de 259, como por exemplo :
    Plano velho. Plano novo.
    4 premios de 2009 6 premios de 2509
    8 dilos de 100 10 dilos de 1009
    12 dilo de 509 20 dito de 509
    30 dilos de 20 60 ditos de 259
    Verdade he que o velho plano lem na sorle graode
    em eu favor a diflereuca de 1:0009 e na immediata
    a de 50(0, porcm nao ha duvida alguma que esta
    diflereuca nao heauperior a qoe cima ae mostra,
    pois qun pelo menos ha, alm de oulra vantagens,
    em favor do novo plano, a de pagar menos 01 oito
    por cenlo na quanlia de 1:5009 de differenca na
    duas so. tes grandes, reverlendn em lavor do jogador
    maia 1209 que eslava entrando para o cofre publico,
    j 13o bem aquinhoado.
    O andamento das rodas he em o dia sabbado, 20
    do corrente. As torlet que sahirem em sen bilhe-
    les c cautelas tao inmediatamente pagas por inteiro
    sem descont algum, logo que se dittribuam as lis-
    la ; sendo as grande em seo escriplorio, na ra do
    Collegio n. 21, primeiro audar, e as ootras em a
    referidas lojas.
    Recebe por inteiro
    SEGUROS.
    A companlua Indemnisadora leudo
    principiado suas operae,r-es, toma seguros
    martimos a premios razoaveis: seu es-
    criptono, na ra do Vigario n. 4, estera"
    aberto todos os dias uteti, das f0 horas da
    man ha, a's 2 da tarde.
    Francisco Antonio Pereira Braga faz ver aten
    credore que esta em liquidaeso com o Sr. Joao da
    Cnnha Ra re-peilo a urna ocied.de que tinba com
    o mesmo ne filio em que moravam, no Poco co-
    mo vivaste at boje debaixo de capa do mesmo Re
    pressa-e em fazer ver aos mesmot seus credore,
    que amanha saldr urna uola oeste mesmo jornal'
    de lodos os seo ben. divida, .cojos neo pora a dis-
    posi^ao do mesmos ten credore, afim de talv;
    repul.cao, e em tegaida publicar
    que o levaran fazer (al declaracSo.

    Bilheles 59700
    Meios 29900
    Te. eos 39OOO 1
    Quartos 1900 1
    Quintos 19200 x .,
    Oilavo 760 > 1
    Decimos 640 >
    Viaesimos 340 n .
    O metmo cauleltla declara.
    5:0009000
    2:.50090O0
    1:6669666
    1:2509000
    l:000000
    6259000
    5009000
    2509000
    qne quanlo aos sens
    bilheles iuleiros vendidos em orginas, s se obriga
    a pagar os oito por cenlo da lei as sortet grande,
    devendo o powuidor receber do Sr. Ihesoureiro -o
    eu res|ieclivo premio. O cautelista,
    Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
    de
    tle eu-
    l'erdeu-.-e desdeo becco do Espinheiro ero d-
    rBi Soledade, na lardado dia li do correnle mez,
    broilio de papel com um lencinho de cam-
    e bico em roda, dentro do qual eslava pregado
    -^le de peilo com a forma de om pe de ga-
    ido um brilhaute : quem o lver achado'e
    lalregar, o podera fazer na ra do Autora,
    'j andar do sobrado em que mora o Sr. le-
    ,^_ -coronel Joo Pinto de Lemos Jnior, ao abai-
    xo assignado, que dar* boa gratificaclo.
    Joaquim Bernardo de Mcndonca.
    Precisa-se de urna prela esrrava, que tenha
    bom leite, para criar um molequinho e ajudar algum
    servirode casa ; na Pattagem llh.i do Iteliro, a fal-
    lar com J0S0 de Oliveira Guimaraes.
    Precisa-se de 3009 a juros com h\ pul beca em
    um sido ua estrada de Joo de Barros:" quera liver
    dirija-sea ra dasTrincheiras n. 6, que achara com
    quem tratar.
    *-e cenle aos Srs. accionistas da compa-
    nlua Edificadora da casa para htile desla provincia,
    que a direccflo lem convocado a assembla geral pa-
    ra se tratar de definitiva approvacao dos estatuios, e
    lomar-se-decisao que importa ser lomada pela mes-
    ma assembla para se dar comero aoa Irabalhos ; e
    esta lera lugac na sexla-feira, 12 do correnle. as 11
    horado dio, n cata da Associaco Commercial Be-
    neticente, na praca do Corpo Sanio.
    Retratos.
    No alerro da Boa-Vista n. 4. lerceiro andar, con-
    nuua-se a lirar retrato pelo syslema chrslalolvpo,
    oom multa rapidez e perfeicao.
    Alaga-seo armazem n. 46 da na do Amorim :
    a Iralar com o proprielario Antonio Joaqoim de
    Souza Ribciro.
    lotera do gymnasio pernam-
    , ByCANO. .
    CASA DA FAMA.
    VOS 5:000.s, 2:500El:()O.s.
    O caulelisla da casa da Fama, Antonio da Silva
    liiiimares, lem exposto a vendaos seus muito afor-
    lunados bilheles e cautelas da lerceira parle da se-
    gunda loleria do Xiymnasio, a qual corre no dia 20
    do correnle. e eslao" a venda as segurles casas :
    aterro da Boa-Vista n. 48 e 66 ; rna do Sol n. 72
    A ; praca da Independencia 113. 14 c 16 ; ra do
    Collegio n. 9; ra do Rangel n. M ; rna da Cruz
    n. 43, loja, e ra .do Pilar 11. 90.
    PRECOS.
    Rilheles inteiro 59700
    Meios 2|800
    Uarlos 19444)
    lilla vos 7(50
    Decimos (00
    Vigsimos 30J1
    O mesmo caulelisla declara, que garante nica-
    mente os seus bilheles inleiros em originaes, llagan-
    do o Ires premioi urandes sem o descont dos oilo
    por cenlo do imposto geral.
    Sor vetes.
    Hoje as 6 horas naveta orvele no alerro da Boa
    \ isla n. 3.
    No hotel da Europa precisa-e dous era
    vos.
    O arremtenle dos impedios das aferice de
    mscales e boceleras do municipio do Recife faz
    scienle aos interessados, qoe se ada com a caa aber-
    laemaruadaHorenlnan, :, dcfronlc quasi da
    casa qoe outiora servir j na afe-ieoe., prevenin-
    1U .-^e Pr,nc'P'e s mesillas aforicoes do au-
    no de 1858, lendo de se lindar o prazo para o esla-
    liclecimenlos que de prsenle se acham, assim como
    na que rorem poslos dentro desle lempo, 110 llm do
    mea de dezembrn prximo futuro, devendo aer pro-
    curado na referida caa por se adiar aberla lodo o
    das otis, das 8 horas do di. ateas i da larde.
    AO PUBLICO.
    No armazem de fazendas bara-
    tas, ma do Collegio n. S,
    vende-e um completo sortimento
    de kzendas, linas e grossas, por
    preros mais baixos do que emou-
    tr.i qualquer parte, tanto em por-
    ches, como a retalho, aftianrando-
    se aos compradores um s preco
    para todos : este eslabelecimento
    alirio-se de combinarao com a
    maior parte d^s casas commerciaes
    inglezus, irancezas, illemaas e suis-
    sas, para vendet fazendas mais em
    conta do que se tem vendido, epor
    islo olerecendo elle maiores van-
    tagens do que outro qualquer ; o
    propiieUrio deste importante es-
    tabelecimento convida a1 todos os
    seus patricios, e ao publico em ge-
    ral, para que venbam (a' bem dos
    seus interesses) comprar fazendas
    baratas, no .u-mazem da ra do
    Collegio n. 2, de
    Antonio Lu/, dos Sanios & Rol iin.
    COIMISSAO PORIGOEZA'DE
    p BENEFICENCIA.
    Por ordem do libo. Sr. presidente, he convocada
    a Cominissao Porlugueza de Beneficencia, para urna
    reuniilo, sexla-feira 12 do correnle, as 6 horas da
    larde, no salando liabinele Porluguez de Leitura,
    afiro de proeeder-se a arreradacao do produelo da
    suhseriprao no respectivo cofre. Os Srs. Iheaourei-
    ros e ecrelario das diversa conimis-oes encarrega-
    dasda (.nbscripcao. leraua bondade de apresentar as
    quutascup liverem em seu poder, e as competentes
    lisia regularisadas. 'Tendo de proceder-te lambem
    a Hornearlo do primeiro e segundo eufermeiro do
    Hospital, o senliores pretendentes queiram apresen-
    tar o teut requerimeulos documentados com alies-
    lados de boa conducta e dos conhecmenlos pralicos
    qoe p .ssuirem nesla especialid.de. Recife 8 de
    outubro de 1855.Manoel Ferreira de Souza Bar-
    boza, secretario.
    Precisare alagar um esclavo para trabalha'
    na casa das nferiret, paga-se bem : quem preten-
    der, d.rija-se a mesma casa,rna da Florentina n. 36.
    Desencaminhoo-se do sitio de Manoel Antonio
    oncalves,defronte do hospital regimenlal, orna ca-
    bra (bicho; toda prela, e com utna orelha corlada,
    julga-ia ler sido furlada, porque foi visla no puder d
    dous prelo no domingo (7 a' 1 hora da larde,
    aobre a ponle da Boa-Visl : quem della der noticia
    ou a quizer entiesar- no mesmo jilio, ou na roa do
    Cabuga n. 3, era' recompensado.
    Roga-se ao Illm. Sr. Anguslo Cario de Lemos
    lenha 1 bondade de apparecer casa n. 40, no alerro
    da Boa-Vista, para receber urna caria.
    Atteacao,
    A taberna da rna Nova n. 50, adia-se compleia-
    meule sorlida com muito bons genero, e por mullo
    coiumudoa procos.
    5 DENTISTA FRANCEZ. t
    V Paulo uaignoux, dentista, estabelecido na
    roa larga do Rosario n. 36, segundo andar,
    W colloca denles com a pressodo aT, o chumba 0
    V denles com a massa adamantina e outros me- sai
    taes. Z
    999S9 *$******
    Pede-se ao Sr. Francisco Jote da Cosa, catado
    com a Sra. Calharina de Seua on algum seu prenle,
    00 pessoa de seu|coiiheeimenlo, o obsequio dirigir-so
    a Camboa do Carme 11. 5, ou annuncie aoa mora-
    da, que se Ihe deseja fallar.*
    l'ede-se ao Sr. Floriano Rodrigues, catado
    com a Sra. Feliciana Thomazia de Mello ou algum
    seu prenle, ou pessoa de seu conhecimenlo, o favor
    dirigir-se a Camboa do Carino n. 2, ou aunonciar
    ua morada, que se Ihe deseja fallar.
    DE
    O* devedores da vinva do major Auloniofpaes
    Cortez sao convidados a virem satisfacer anos debito
    ua ra Direila n. 6, aleo fin do corrente outnhro,
    sendo qoe, a nao seren pagos, lera o carador do
    mesma viuva de apresentar os titulo em juizo para
    evitar a prescripco..
    Precisa-e de nm portngnez, cora preferencia
    da libas, que qnizer ir para a villa de Iguararas.
    para te encarregar de urna cocheira ; tambem se
    precisa de dnat porta em bom uto : a Iralar na roa
    estreita do Rosario 11. 11.
    Alogam-se doas casas terrea para pasear a (es-
    la, no lagar da estrada da Boa-Viagem, com coraroo-
    dot para familia, em hom eilado, eaiadas e pintadas:
    quem at pretender, dirija-se a rna da S. /os n. 4,
    junto a taberna do Laraujeira.
    Precita-te alugar nm preto canoeiro, que soja
    escravo ; paga-se mensalmenla: na ra Nova n. 27.
    Precisa-se de ama ama de leite : ne estrada de
    Joao de aslrro, tegundo ailio paasando o da Cscala
    do mesmo lado.
    GABINETE PORTUGUEZ
    LEITURA.
    Por ordem do Illm. Sr. presidente do couselho de-
    liberativo, e de conformidade com o disposto ne ar-
    tigo 36 do estatuios, he convocado o mesmo conte-
    ni para a reuniilo ordinaria, no da 15 do crranle,
    as t horas da larde. Recife 10 de oolubro de 18:
    Manoel Ferreira de Souza Barbosa, 1. secretario do
    cousellio. '
    No dia 13 do correnle, depois da audiencia do
    Illm. Sr. Dr. joiz da segunda vara civel, lem de se-
    ren arrematados o movei penhorado por exacucan
    de Jo3o Anislo (jaiao con Ira Joto Beplisla Cesar :
    os licitantes que pretenderen!, deverao comparecer
    ua sala das audiencia, no dia cima indicado, ao
    meio dia.
    Precisa-se de 'MXft a joros de dous por cenlo,
    dando-te por garanta um negro serrador ou urna
    negra eozlnheira : a posma qoe quiser dar, enleu-
    da-se com Frederico Chavea, no alerro da Boa-Vista
    n. 17, que te dir quem quer.
    O Sr. Beujamim Dulra Vraos, feitor da obra
    do hospital Pedro II, v pagar o qne deve a quem
    nao iguora. cioquaato nao o lizer, lera o goato de
    ver sen trame nesla folha..
    Offerece-se nm rapaz portuguez para caiseiro
    de taberna, armazem 00 oolro qualquer eslabelec.
    ment, para tomar conla por balance u sem elle,
    para o qoe tem bastante pralica : qnem de eu pro-
    limo se quiner utilisar, annu ocie por este jornal uu
    dirijo-aa roa de Aguas-Verdes n. 48, taberna,
    Precisa-so de urna ama para coziuhar, engom-
    mar e fazer o mais serrico interno e externo de urna
    casa de pooca familia ; a Iralar na roa do Rangel n.
    11, primeiro andar.
    Precisa-se alugar um sobrado de om andar
    ra pequea familia, sendo no bairro da Boa-Vista
    ou Santo Antonio : a tratar na ma do Queimado
    n.24.
    Aluga-sc para pastar a fesla urna graode casa
    terrea. siU na po.oarao do Monteiro, com 2 gran-
    des salas, 4 quartos, cozinha fre, quarlo para escra-
    vos. cacimba, estribara para 2 cavallos, 2 quinlae
    murados com porteo com sabida para o rio : quem a
    pretender, drija-se a 4$oa-Visla, Iraveasa do Veras
    n. 15.
    OeaulelitU Antonio Jas Rodrigue* de Souza
    Jnior vende para negocio, am sen escriplorio, roa
    do Collegio n. 21, primeiro andar, brinetes e cnte-
    las da prsenlo lotera aos proco abaixo, sendo de
    1003 para cima a dioheiro a vista, em cajos bilheles
    e cautela, at sortp grandes que sahirem Uo pagas
    sem deseonlo algum, logo que taia a lisia geral.
    Bilhele iuleiros 59500.
    Meios 29750
    Tercos 19860
    Qoartng 19400
    Quintos 19120
    Oitavot
    Decimos 560
    Vigsimos 290
    0 Dr. Caroliuo Francisco de I.ima San-
    tos mora no primeiro andar do obrado
    silo ua roa das Cruzes n. 18. onde continua
    {a no exercicio de sua prolissto de medico.
    -Precisa-sede urna ama de leite: 110
    pateo do Hospital n. 28.
    l MI DENTISTA. t
    continua a residir na ra Nova n. |!l, prmei- m
    1 ro andar.
    Antonio Joaquim' Seve mudou o seu etcriplo-
    rio para a roa da Cruz n. 13. primeiro andar.
    Precisa-se de nm criado para servir a um ho-
    mem olleiro, e morar em sna companhia. enlenden-
    dodecoznhar, e dando conhecimenlo de ma con-
    duela : na Camboa do Carmo n. 16.
    Precisa-se de olliciaes de chapeleiro :
    na prac,a da Independencia 11. lie 16.
    O abaixn assignado wt morando na roa da
    Aurora, no sesundo andar do sobrado em quo mora
    o Sr. Joio Pmto de Lemos Jnior, junio ao palacete
    do Exm. Sr. Barflo da Boa-Villa.
    Joaquim Bernardo de Mendenca.
    ALKAM-SE
    duas excellcntes casas, umanoateiro do
    Varadouroem Olinda, junto a ponte, a
    qual foi do fallecido Mauoel Lopes Macha-
    do, com grandes commodos para nume-
    rosa familia, com porto de desembarque
    no sitio da mesma casa e com arvoredos,
    s com a vista se podera' jtilgar; outra de
    sobrado e grande quintal, no Varadouro,
    que (b do fallecido Joaquim Jos Rabel-
    lo, ambas pintadas e promptas: a fallar
    na rna da Cruz do Reet'e n. (il, segundo
    andar, ou com Joaquim Lopes de Almeida.
    No largo da Assembla casa de i andares, toma-
    He um rapaz para caixeiro de rna, e qne escreva e
    conle soffrivel, dando fiador qne agrade.
    Precisa-se de urna ama de meia idade, qoe tai-
    ba cozinhiir e engommir, para don pessoa : oa ra
    do Hospicio n. 1, taberna.
    Thomaz Soare de Albergara, cidadao porlu-
    guez, relira-ae desle imperio.
    l'raspassa-to por venda o armazem de male-
    riaes 11. 2fi.\, da Iravessa do Pociuho, muito afre-
    guezado : a Iralar no mesmo armazem.
    Thoma/. Soare de Albergarla, relira-ie para
    Tora co imperio.
    Loleria.
    No aterro da Boa-Vista u 8, vendem-
    se biilietes inleiros da terceira parteds
    segunda loleria do Gymnasio, a 5.S200.
    Joao Antonio Antunes, portuguez,
    retira-se para lora do imperio a tratar
    de sua saude: se alflfccm se juigar seu
    credor, pode ir receber. no prazo de
    dias, na rna Direita 11. 10(i.
    Salusliano de Aquino Ferreira. irmSo do Di-
    vino Espirito Santo, otterla de mili livre e esponta-
    nea vonlade para atobra Ja igreja do Divino Espi-
    rito Santo, as seguinle cautelas da lerceira parte da
    segunda loletia do Uymuaso Peniamboeano, as
    quaes estilo no poder do Ihesoureiro da referida ir
    mandade : 2 lereos n. 2591 e 3035. 4 quartos ns.
    ,i152. 5159. .5663 e 5748, 2 quinto n. 3467, 2 quin-
    tos n. 3*77, 2 oilavo n. 2243, e 2 ditos n. 2345, 3
    dcimo n. 2862, e 3 dilos n. 2866___Antonio Jote
    Diae, ihesaiireiro.
    Afors-seam lerretm na Capunsa nova, etlrada
    do Jacobina, qoe lem 50 pilmo de frente e 500 a
    600 de fondo : quem o pretender, dirija-se a ra
    ISova 11. 13, qua achara com quem tratar.
    Aluga-se nm sillo com bailante terrena e heia
    e rio ao fundo, com casn para grande* familia, em
    Bebenbe indo do Canher.ga para o porto da Madei-
    ra, aluga-se por fela 011 por apno: a Iralar no mes-
    mo si lio on na roa do Queimado loja 0. 20.
    Aluga-se por preco coinmudo om sitio ua lor-
    re, a margen) do rio: na roa da Santa Crns n. 7Q.
    M. Fonseca de Medei-
    ros, cofnpeteotemente ha-
    bilitado cautelista das lo-
    teras desta provincia tem
    ex posto a venda as suas
    cautelas, e paga os premios
    que porventara tenha 111 c
    Dellas sabir, em sua loja,
    pateo do Teryo'n. 18.
    A administracia do correio geral des-
    ta provincia, precita engajar doushomeris
    bons cominbeiros, para serv rem de <
    fetas.
    ROB|I.AFFBCTEUH.
    Quilico autoritadu por deciiio ato eomelho real e
    decreto imperial.
    Os medico dos hospitaes recoinmendam o Arrobe
    de l.aflecleur, como sendo o nico autorisado pele
    goveroo, e pela real sociedade da medicina. sta
    medicamento d*om gotlo agradavel, c fcil a tomar
    esa secreto, esta em oso na marioha real desde u
    de 60 anno; cura radicalmente em pouco lempo,
    oom pooca despoza, em mercurio, a aflecroes do
    pelle, impigen, as consequencias das sarna, ulce-
    ras, e os accidentes dos parlo, da idade critica,
    acrimonia hereditaria das humores; eoovm ao
    larrho, a bexiga, as contraceoes, e fraquei.;
    orgaos. procedida do aboso da injeiTues ^^^^^B
    da. Como auli-s> phitilico, o arrobe cor,'
    tempo os fluxo recentes, oo rebeldes, qi
    tucessanles em conscqttencia do emprego da copai-
    ba. da cubeba, oo das injei'c,Oes qae represeutem o
    virus sem neitlraliaa-lo. O airubo Lat
    ctpecialmenle recommendado contra as (fornicas, In-
    veterada ou rebelde, ao mercurio c so iodonto de
    polassio. I.iibonne. Vende-se na botica de Brrale de
    Antonio Feliciano Alves de Asevedu.praca de 1'
    dro n. 88, onde acaba de chegar un nrcao
    de carrafas grande e pequeas viudas directamente
    de Pars, de casa do dito Boy vera-La fleetc
    Ktclieo a Pari. Os formularios dao-sc gratis em
    casa do agente Silva na praca de D. Podro, n. 82.
    Porto, Joaquim Araoje ; Babia, Lima & Irmaos ;
    Pernambuco, Soum; Rio de Janeiro, Rocha A F-
    Iho ; el Moreira, loja de drogas; Villa Nova, Joao
    Pereira de Magales Leite; Rio Grande, Fran de
    Paulo Cooto rV C-
    Francisco Antonio Pereira Braga, reerindo-se
    ao annuncio de honlem,declara a seos eredorts, qun
    so em lettras awigoadas e sellada* tem ao todo
    16:5929710 rs., e nao menciono as cuntas da lvrn
    por a brevidade no me dar lugar, porm, logo as
    farei publicar, e o mais que falla, segundo o meu
    annuncio. Conslando-me por algunt de meas ere-
    dortj, qne o Sr. Joao da Cunha Res, andava dzen-
    do, que ali nada linha qne me eslava dando di-
    nl.eiro, eu diriji-ma a metmo Rei com alguma ad -
    miracio, o depois do Ihe expor a minha queixa, i es-
    pondeu-me qae era em mrn benelicio, eu Ihe res-
    pond que tal beneficio nao quera, purqoanto eu
    nunca oecnltei nada de meas credore, disse-rae
    mais, qoe elle, Reis linha sido instado, porque eo es-
    lava a sabir do sitio, a preslar om juramento para
    me tomaran ale a ullima cadeira, ao que elle nao
    ae pretlou, repondi-lhe. qoe sendo islo por credor
    meu, eu medava por salisfeilo. pois reconhecia o di-
    reilo de dilos mtus credore. Sr. Reis, n3ohe des-
    la lorma que se mancha a minha repntarilo. poit ap-
    pello para dilos meo credore, qoe muil vezes os
    leuho procurado e franqueado o que lenlio, nouca
    liada oceultei, e o que este a minha dUpoeicaO su
    pondo i dellas como sempre foi o meu cosame, o
    dever be honra e o pagar ha bro. A Itqaidaco fl.
    nal desle memo sitio, se as lei do paiz, derem ra-
    zao ao meu snor. e ao que gaatei com trabalhado
    re como ocio, tica tambem a diipesicdo do ditos
    meo credore, llcando o Sr. Reis cort, qoe pele
    portao afora nao me bata assim. Recife II de ou-
    tubro de 1855.
    Alu^a-ta um grande sitio na estrada do Rosa-
    rinhn, com pasto para I2vaccas. om excedente po-
    mar de larangeira de un
    nungueira e nutro pes de froteias, todo dando
    fruto, o s em laranjas rir-so o alugoel do mesmo,
    alm de lado Uso lem excedente easdt muito fresca
    e com commodos para daa familia: a Iralar na
    roa Nova primeiro andar, por cima da taberna doSr.
    Pitombo.
    Vendem-se dous pianos fortes de
    Jacaranda construcqao vertical, e com
    todos os mellioramentus mais modernos,
    tendo' vindo no ultimo navio de Hnm*
    burgo: na ra da Cadcia, armazem n.
    21.



    OIMIO DE PERNMBUCO SEXTA FE'RA 12 DE OUTUBRO DE 1855

    \
    CONSULTORIO DOS POBRES
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    O Dr.P. A. Lobo Mosceio di consultas homeopalliirai todos cu das ios pobres, desde 'J horas da
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    d*mcnlal H'esla dootrinaA PATHOGENESIAOU EFFK1T0S DOS MEDICA-
    MENTOS f HUAMSMOKM ESTADO DE SAUDEroiiliecimenlos qnenao podem dispensar as pes-
    ii pratira da verdadeira medicina, iuteressa a lodosos medios que quizerem
    Hahnemann, e por si mesmos o convencerem da \erdade d'clla: a todos os
    s de engenlio que esiao longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capiliesde navio,
    o podem deitar de acudir a qualquer incommodo seo ou de seus tripulantes :
    i qui por circumslancias, que nem sempre' podem ser prevenidas, sao |obriga-
    ar in eontineati o primciros soccorros en; suas enfermidades.
    omeopatlia oo Indocto da medicina domestica do Dr. Hcrins,
    til as pessoas que se dedicam ao estado da homeopalhia, um volu-
    icumpaubadc do diccionario dos termo* .de mediana...... 109000
    rotos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. '. :>000
    3 bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
    prietario deste estabelecimeulo se lisongeia de telo o mais bem montado possivel e
    uinguem duvida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
    Boticas a 12 tubos grandes.....................
    BolH4s.de -2i medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 15#000 rs.
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    Frascos de meia ouca de tiuclura..............""!."!'. 2*000
    Di ios de verdadeira lincliin a rnica............"..'.'.. 2JOO0
    venda graude uumero do tubos de crysla de diversos Umanhos,
    r*nedicameolos, e aprorapla-se qualquer encommeuda de medicaraeoloscqm toda brevida-
    dc e por precos luuito core modos.
    a,
    Almanak deLembrancas Luso-Brasilein
    para 1856.
    1 volme em 32, com 384 paginas, 426 artigos
    12C gravaras, por Aleandre Magno de Caslilho he
    o ti. yolume. he ama peqrrnina vncvclopedia
    principiada em 1851, e a que nao he estranno no-
    nhum dos ramos dos conhecimentas humanos, pela
    redaec.au dos aalores, cujss produces, era verso oo
    em prosa, honrara as paginas do Almanak de 1856,
    e vende-se na agencia livraria n. 20 da esquina do
    t-olleuio, onde se acham lambem os voluntes dos
    anuos anteriores. Preco rllK) rs. per cada vnldnie.
    89OOO
    TMTAMEHTO HOMOPATHICO. >
    Preservatico e curativo
    DO CHOLERA MORBUS,
    PELOS DRS.
    delta enfermidade, administrando os remedio! mais cllicazes
    M-la, ensquauloiserncorreao medico, ou mesrao para cura-la iudpendeule desles nos lugares
    que nie os ha.
    I PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
    is indicarles mais claras e precisas, so pela sua simples econcisaex posi-
    Higenoas, nao so pelo qne diz respeilo aos meios curativos, como prin-
    m que tem dado os mais satisfactorios resultados era toda a parle em que
    losera ortica. H .
    athico o noicoque (em dado grandes resollados no curativo desla horri-
    tpostlo tradoiir estes dous importanles opsculos em lingua verncu-
    la leilnra a quem ignore o francei. \
    'Consultorio do tradurlor, ra Nova n. 52, por 25000 rs.
    Precisa-e alugar um sitio perto da
    praca, para um estrangeiro.com casa so-
    frivel, estribaTia e cocheira : quem tiver
    dirija-se a ra da Cruz n. 10.
    aos PAS de familia.
    broa senhora casada, lesalmente aatorisada pelo
    fcxm. presidente da provincia, lendo abarlo urna
    aula particular de iuslrnccao elemenlar para o seso
    leminino, ua praca da Boa-Vista sobrado n. 32 se-
    gundo andar, oflereceo seu presumo aos pais de
    aimlia para ensinar a ler, cscrever, e contar, don-
    trina hrislaa. coser, bordar de todas as qualidades,
    labynnllio, e ludo maisconcernenlo ao ensino com-
    pleto de meninas : e lendo a casa bastantes commo-
    oos recebe igualmenle peusiooistas c
    nistas, com quem empregara lodo o
    Ai UNCI.
    iralissimas, na ri
    1 na da Ma
    ^^Hmdo da pon
    Wi achirao os
    iro, e o pu-
    mplelo so-lmenlo de fazendas
    boj qoatidade e sem avsria,
    reodew por precos bara-
    d upo sirvi para bem ser-
    juezis qoe se dignarem
    JOIAS
    respes.
    com laja deourives ua ra
    Hmo paleo da matriz o ra
    je fslao muito sonidos dos
    1 gesta* de todas as obras de
    aulo para senhoras como para hu-
    couliuuam 09 preco mesmo ba-
    : passar-se-ha uina canta com
    ificaudo a qualidade do ou-
    let, ficando assini garantido o
    . ccr qualquir duvida.
    Se aphirn & Irmaa.
    m
    0|
    inei
    libeiro, medico, mudou (
    ca para a casa cinzen-
    na ra da
    * r. nde pode *er pro-
    talquer In
    LA DE LATIM.
    lo Fertr de eVlbuquer-
    ta aula para a ra do Ran-
    ntiriua a receber alum-
    nos desde ja' por mo-
    0 he publico: quem se
    ie*eu pequeo preslimo o,
    o segando andar da refe-
    uer hora dos dias uteis.
    Rio de Jineiroo
    DO MEDICO
    JPATHA.
    P E BOEN-
    ;;tros,
    a descripfio
    < ndicarao pbjaio-
    ledkamenlos h-
    e eooeOrdaneia,
    timticacSo de ledos
    e posto ae alcance
    CHAROPE
    DO
    BOSQUE
    O uuico deposito conliua a ser ua botica de llar-
    Iholomeu Francisco de Souza, na ra larga do Rosa-
    rio n. 36; garrafas grandes 5500 e pequeas 3000.
    IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
    Para cura.de phlisica em lodos os seus diflereutes
    graos, quer motivada por constiparoes, tosse, asin-
    ina, pleuriz. escarros de saogue, dr de costados e
    neilo, palpilarao ntf coraran, coqueluche, bronchile
    dor na garganta, e Indas as molestias dos orgos pul-
    monares.
    Ca-
    Cobre para forro de 20 at 24 on-j
    cas com pregos. I
    Zinco para forro com pregos. 6
    Chumbo em bari'inlias.
    Alvaiade de chumbo.
    Tinta branca, preta e verde.
    Oleo de linhaca em botijas.
    Papel de embrulho.
    Cemento amarello.
    Armamento de todas as tuab
    dades.
    Arreios para um e dous
    vallo*.
    Chicotes para carro e esporas de
    ac prateado.
    JFormas de ierro para fabrica de '
    assucar.
    Papel de peso inglez.
    Champagne marca A &C.
    Rotim da India, novo ealvo.
    Pedras de marmore.
    Velas stearinas.
    Pianos de gabinete de Jacaranda',
    ecom todos os ltimos melho-
    i .i mciitos..
    No armazem de C J- Asiles & C.,{
    na ra da Cadeia.
    meio-pensio-
    desvelo potsi
    COMPRAS.
    Compram-se
    frascos vasios que tenham sido de agua de Colonia :
    na ra lara do Kosarip n. 37.
    Compra-se um cabriole! de duas roda, que
    sea maneiro, ecom pouen uso : quem liver aunuii-
    cie ou dirija-se a ra do Cotovello n. 31.
    Compra-w urna escrava crionla ou parda, mo-
    ra, que sea sadia, sem vicios uem achaques, que
    engomme bem e coziuhe : na ra das Cruies o. 22.
    Compra-se um cabriolct em bom eslado, de 4
    rodas, amencaoo : quero o liyer auuuiicie para se
    VENDAS.

    Hointe
    iLO 10RAIS.
    soaoojal loria heoeo-
    i, roa .Nova 500
    e 6>00,
    Ton-e, um
    baria e
    Urna
    PHICA.
    iawica'n. 2,
    ntitulada
    pliica do imperio
    oga-se
    Don-
    icviieneM oea
    pararlo para chumbar den! a, porque hm reenl-
    lubiko,
    i indicado, e is pestnaa que auire-
    ora-lu dtspaado deseos servir*., podem pro-
    cura-lu na travessa do Viga rio n. 1, loiadebar-
    beiro,
    1 Silva, mudou a sua residencia para a ra da
    Cumbo de Carao n. 38, piimeiro andar, on-
    d3 pode ser procurado para os misteres de
    a^H*>ao< beiu como nc paleo do Colle-
    laiWptorio do llIm.Sr. Or. Fonseca.
    BaimHa~
    r**. ni!?* T car,a parn '* Do"""* Ferrei-
    31*.PI5. t,u""a', vinca do correr da cide-
    ragm! Ooe'mado u. 35, toja de fer-
    d,WS'J* de I'amarai-a, precUa-se
    de um bom Mtor : quem a islo se quiier propr,
    h V.' daa A.2ro" 6- <=" e Dr. Joso
    lleaerra de Menees, ou ao.dilp engenho,
    tratar com o proprietario.
    aGBC9G8GK-9HL-.
    CONSISTORIO lffl
    HOMCEOIVVTHICO.
    Gratuito para os pobres.,
    ' l.ua de Sanio (Muuin
    n IJr. Sabino Ole > I.udaero Piuho d
    V '"sullas tod*, |e ilt 8 horas j ;
    .g nanhaaaleas 2 di
    Visita o, enlermos um smis domicilios, das
    '-flaul; mu em caaos repentino
    I i do raolesllasagada, e grave, as visitas sarao
    [ felas em qualquer hora.
    A molestias nervosas merecen.) Iralamcnlo
    undo meios boje aconselliados :
    J peioepralicos modernos. Ertts meios eik- \
    lem no consultorio eenlral

    :t
    das i
    #jtalaWaW
    NAVALHASA CONTENTO K TESOURAS.
    Na rna da Cadeia do Recife n. 48, primeiro an-
    dar, escriplorio de Augusto C. de Abren, conti-
    nuam-se a vender a 8S00 o par (prero filo, as j
    bem conhecida e afamadas navalhus de barba feilas
    pelo hbil fabricante que foi premiado na ex,>osirao
    de Londres, as quaes alm de durarem eilraardia-
    ri amen le, nao sesciitem no rosto na ac^ao d cortar;
    vendem-se com a condicao de, nao aradaudo, po-
    derem os compradores devol ve-las ale 15 diasdepois
    pa compra resliluindo-se o importe. Na mesmj ca-
    sa hajicas tesourinhas para unhas, feilas pelo >nes
    mo fak'icanle.
    REMEDIO LMCOMPAKAVEL
    Ora cao contra a peste e o cholera-
    morbtis.
    Aclw-se venda na livraria n.'6 e 8 da prars da
    Independencia um follietinho com diOereules *ora-
    f1** e,??tra c,,<>'era-morbos, e qualquer oulra pes
    le. a 80 rs. cada um.
    ~~ yendem-je Jraves de qualidade e de louro, de
    40 e J0]ialuio. urna canoa nova de amarello de um
    so pao, uname de louro, ,t"udo por dommodos pre-
    sos para fechar coatas : quem pretender, dijija-se
    a ra do Vigario n, 17, escriplorio de Antonio Leal
    de Barros.
    Cortes de seda de cores a
    melhor que tem vindo a
    Pernambaeo.
    Na loja do sobado amarello, nos quatro canlos da
    ma do Qoeimado n. 29, de Jos Moreira Lopes, ha
    om cmplelo sorlimeulo de sedas do ires, adamas-
    cadas e do babados, o melhor gos|o qoe lem vindo
    a Parnarabuco, chegadas no ultimo navio de Paris ;
    asim como grande sorlimeulo de chitas franeczas de
    mullo bom gusto.
    iMKtotBsaBeag
    VENDE-SE
    na ra do Crespo, loja amarella n. 4
    Sedasdequadroselizasede lislra, aSOOrs.
    cada covado.
    Crep de seda liza furia-cores a 800 r. o
    covado.
    Corle delarlalana branca bordada a matiz.
    E oatreemuitas fazendas modernas cheza-
    uUimamente de Paris.
    tmmaammM
    la loja das 6
    portas
    Km frente do Livramento.
    liadtpole eom oque de avaria para differenlcs
    preco. aigodaenaho a pataca a peca, a dous cruxa-
    *lla prelas a cinco mil reis, e sele vinlens o eova-
    e, eassa de flor miada a cinco patacas.
    Vendem-se 3 escravos moros, de bonilas figu-
    ra, urna dila boa coznbeira, o .mira dita de lodo o
    ervc.o : na roa Direila a. 3.
    Vendem-ee 3 travs de qualidade. com 4o e
    mais palmos : uo largo do Terco n. 137.
    - Veiidwn-se pipas e barris, garrafas e boliies va-
    ia, o Caixues de diversos tainanhos, 1 braco peque-
    0, noto, de balanza d^> autor Ko.nio & Compauhia,
    pesos de bronze, e inuilos mais objectos proprios
    libernaporserde nina que sedesmancliou: vn-
    dese ludo multo baralo por se querer acabar : na
    roa t'a Cruz n. 30.
    ..7". Vena>n>-se velas de carnauba de superior qua-
    lidade, doCeara, em caixas de una arroba : na ra
    do Hospicio n. 15.
    Veode-se na cocheira de Jos Pinlo Ferreira,
    na ma de Apollo, um cavallo mellado, novo, uro-
    pno pa""a rabrielel. K
    Colada Baha.
    Voode-se na ra do (Jueimado, loja de ferragens
    Sal do Ass
    fcordo do patacho Sania Cruz : a tratar coui Cae-
    Uno Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sauto n.25.
    'Vende-sc urna rela de nardo, que cozioha,
    lava e engomma bem, e faz todo o mais sarviro de
    orna casa : no aterro da Boa-Vila u. 7, se dir
    quem vende.
    Attencao.
    Na ra do Crespo u. 16, oja da esquiua que volla
    para a ra das Cruzes, vendem-je as seguiule fe-
    >, reeaptemeiHe chegadas pelo uliiuio uavio,
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Alilbares de individuos de lodas as nases podem
    lestemanhar a virtudes deste remedio i ucompara vel,
    e provar em caso ueceasario, que, pelo uso que dclle
    hzeram, lem seu corpo uiembros inleirar
    saos, depois de haver eroprtgado inulilinenlc
    tralamenlos. Cada pessoa poder-se-ba convt
    dessas curas maravilbosas pelaleilura dos pe*^
    que lb'as relatam lodos os dias ha muilos .;
    m.iiorparte deltas sao lao sorprendentes q
    ram os mdicos mais celebres. Olanlas pesL,
    cobraran) com este sober.iuo remedio o uso de
    bracos e pernas, depois d ter permanecido longo
    lempo nos hospitaes, onde deviam sflrer a amputa-
    cao Hullas ha rouilas, que havendu dcixado sses
    asjlos dopadecimento, parase nao suhuiellerein a
    essa operarao dulorosa, foram curadas complela-
    menle, mediante o aso desse precioso remedio. Al-
    gumas das taes pessoas, na efuso de seu reconheci-
    menlo, declsrarara este resultados benficos dianle
    do lord corregedor, e outros magistrados, alim de
    mais autenticaren) sua aflirmaliva.
    Niuguem desesperara do estado de sua sande es-
    livesse bastante conliaura para eusaiar esle remedio
    conslantemeute, seguindo atgum lempo o Irata-
    ineuloque necessitasie a nalurrxa do mal, cujo re-
    sultado seria provar incooteslavelmenle : Que ludo
    cura !
    O ungento he til mais particularmente nos
    seguales cotos.
    Vende-ee mu o superior farinha de'S. Ma-
    Iheus, mais barata d i que rin oulra |>aile, em saccas
    de alqueire, medida velha : uo Forte do Mallos, ar-
    mazem n. 20. ,
    Vendem-se bombas de carnauba para cacim-
    bas, e saccaicom goinma nova, chegadas de prximo
    do Aracaly : no armajem de JoAo Alves nerra, de-
    fronte do trapiche de algodao.
    Venliam comprar senSo acabam-
    se. Chegou a ra do Queiraado u.
    19, um rico 8ortimento de cam-
    balas francezas muito linas e mui-
    to bonitos pad roes, pelo ha ratissimo
    i preco de 50(i rs. a vara.
    Alporcas.
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Corladuras.
    Dores de cabera.
    das costas.
    dos membros.
    Enfermedades da culis
    em geral.
    Enormidades do anus.
    Eriipcnej escorbticas.
    Fislulas no abdomen.
    Friatdade ou falla de ca-
    lor as extremidades.
    F'rieiras.
    Genzivas escaldadas.
    Inrliaces.
    liillammac,io do ligado.
    matriz.,
    Lepra.
    Male das pernas.
    dos peilos.
    de olhos.
    Mordedurasdereplis.
    Picadura demosquilos.
    Pulmoes.
    Queimadelas.
    Sarna.
    Supurarles ptridas.
    1 inlia, em qualquer par-
    le que seja.
    TremorSie ervos.
    Ulceras na bocea.
    do ligado.
    da articuladles.
    Veas torcidas, ou noda-
    das oas pernas.
    da bexiga.
    Vende-se esle ungenta no esiabelecimenloseral
    de Londres,,). 244,A7raHd,e ua loja de todos osbo-
    licario, droguistas e outras pessoos encarregadasde
    sua venda em toda a America'do Sul, Havanae
    llespauha.
    Veude-se a 800 riscada bocetinha.roolm una
    inslrucco em porluguez para explicar o modo de
    fazer aso deste ungento.
    O deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar-
    maceutico, na ra da Cruz n. 22, em Pernam-
    baeo.
    Vndese um cabriole! com arreioi, todo novo
    e anda uSo servido, por preso commodo : ua ra
    Nova, coeneira por baixoda cmara.
    i T VeBde^* a C1,a n- 6 da rna do Carmo. em 0-
    tuida, terreno proprio e de pedra e cal, conlendo
    purta e jauella. 2 quartos, cozinha e quintal bstan-
    le extenso : quem pretender, dirija-se a ruadoQoei-
    mado n. 63, qoe se diri quem vende.
    Vendem-se superiores chapeos de fellro bran-
    cas, pardos e prelos, finos, para homem, diloa enhi-
    lados para meninos e meninas, ditos de palha aberla,
    ditos de seda, proprios para bapsados, dttosaniazo-
    uas para montana, e outros muilos objectos do me-
    lhor goslo possivel na ra da Cadeia do Recite,
    oja de chapeos de Joaqun) Luiz Vieira ns. 17 e42.
    val d.;, ,iK U. Te,rtoulr qa'9"er p"' = i-
    coL c'hi Ca. Rostof di o achainalolados, ditos de ca.emir. prela
    Umbem bordados, ganga, dalndia verdadeirai, par-
    as o imarellas, bareges de qoadros de lindos pa-
    de merino borflados de todas as cores, e mais alau-
    jnas fazendas de goslo, -
    ciona-las.
    que .sera dispeusavel men-
    A 5{000 -s. para senhora.
    _ Vendem-se cliapos de sega guarnecidos de
    om pequeuo defeilo de
    llalla guarnecidos de
    ico de bloude com
    mofo.
    Ditos de palha da
    fila. A
    Ditos de seda e franja, lodos prelos, com 4
    Cflo de llores e lita, carmezim a 9
    159000.
    Na ra do Crespo, loja amarella n. 4.
    Vendem-se oito bestas novas e gor-
    da, de roda, para engenho: a tratar uo
    engenho Paulista, termo de Olinda.
    m Ven W ro linhu pelo diminuto preco da l400 #
    9 eadacorle: ua ra do.Crespo n'9, de Joo
    oreira Lopes. Z
    Vendem-se no armazem n. 60, da ra da Ca-
    deia do Retire, de Henry Gibson, os mais superio-
    res relogios fabricados em Inglaterra, por precoi
    mdico. i i- ir-
    Attencao.
    O barato, uo paleo do Hospital, taberna ama-
    .. relian. 30.
    Manleiga mgleza llor, a libra \w
    Dila a 800, 720 e a 10
    Qoeijos muito ovos IjtKI
    Cli da ludia superior 29240
    Vinlm, a garrafa 40, 440 e .(60
    Dito engarrafado fio
    Dito de Ir aunos (j^o
    Champagne, a garrafa 99500
    Btalas novas, a libra '40
    Vende-se urna mulata rom idade de 19 anuo,
    cora orna cria de 2 niexee mullo linda, e com muito
    bom leite, propria pira criar em casa de familia por
    ler boa conduela e nao ler vicio algum, do que se
    alianca, com as habilidades segaintes : rose chae,
    engomma loda qualidade de roupa, e cozinha ; ad-
    verle-e que nao se vende para fora da Ierra : a Ira-
    lar na ra da Senzaln Velha, padaria n. 90.
    Vende-se urna prela com urna cria : na ra
    larga do Rosario n. .(i.
    Vende-se um sitio na Torre, i maniera, do rio,
    por prero commodo : na ra da anla Cruz n. 70.
    Vende-se om bonito cavallo, novo, bom trota-
    dor, para cabriolel ou carro de 4 rodas, por ser mui-
    to possante : quem o quizer comprar, dirija-se a Boa-
    Visla, travessa do Vrra n. 15.
    Vicenle Ferreila da Cosa lem para vender um
    eacellenle cravo coi idado de 23 anuos, do mallo
    boa conducta sera deleito nem achaque, e uina prela
    com 30 a 35 anuos de idade, propria para lodo o ser-
    vico e muilo boa lavadeira, sadin e robusta : quem
    os pretender dirija-se ao seu armazem na rua~d
    Madre de Dos 11. 26.
    J\a loja das seis
    portas
    EM FRENTE DO LIVRAMENTO.
    Pecas de chitas finas, de linlas seguras, a cinco
    mil reis, e em covado* a meia pnlaca.
    No Aterro da Boa-Vista n. 8, defronte
    de boneca.
    Chegaram ltimamente biscoilos ugletesfinos em
    latas grandes pelo diminuto preco de 3I00 a lata,
    bolacha de soda, dila de araruta, dila americana ;
    cerveja uigleza muito boa a 45800 a duzia ; cha da
    India da Indas as qualidades ; presuntos do Porto 1
    a libra a 320 rs. e muilos mitro* gneros de supe-
    rior qualidade por menos prero do qoe ero oulra
    qualquer parte.
    l\a ra larga do
    Rosario d. 58,
    vendem-se luvss de pellica de Jonvin,brancas e ama.
    relias, para sermora e homem, mais baratas do que
    em oulra parle.
    Ao* senhores de engenho.
    No Recife, primeiro armazem de farinha de tri-
    go, no becco do onraives, vende-se a verdadeira
    farinha gallega, em meiss barricas, e das.melhores
    qualidades de Lisboa, e saceos das marcas mais acre-
    ditadas do Chile, que lem vindo a esle mercado.
    L'niao, na rita da Cruz n. 40,
    ha para vender nm sorlimenlo de conservas linas co-
    mo pilis pois, sardines, asperges, laogue de buf,
    pal de foiesaucisses, beafslak, chaponneau au jam-
    bn, poulcl au ju d'ecrevisse, Iricandeau de veau ;
    ssim como diversas qualidades de vinhos, como
    Champagne, Xers, Madeira, Porlo de ptima qua-
    lidade, ylnho de Franca branco (mitigo) e linio, di-
    versos licores, hummel, etc., cognac engarrafado ;
    lamben) ha peliscos aceiados ao modo europea a
    qualquer hora. .
    Bons gostosede
    boas qualida-
    des.
    io, uos quatro cantos, na tetun-
    ii. 22, defronte do sobrado aroa-
    as seguales fazendas, por precos
    em admirar:
    a de superior qualidade pelo bara-
    pSR e 2ftt00 o covado, excelleutc
    pro\a do iimao, psr casaca e pa-
    ">.-. alpaca prela muito lina a 400,
    .'do, corles de colleles de fustao de
    bonitos padrees a 700 e 900 rs., bo-
    nitas cassas francezas e muilo-liuas a 300 rs. o cota-
    do, cainbraia muilo lina de salpico, propria para
    vestidos e inupa de menea a 1 j a vara, camisas
    francezas muilo linas com fieitos de esguiao para ho-
    mem a 2i800, corte de cassas para vestidos de bo-
    nitos padroes a 2), lencos brncos de rambraia de
    linho muilo finos c grandes a 63 a duzia, meias fina
    para senhora a 210, 300 e 400 rs. o par, ricos chales
    de chal; com lislra de seda e bstanles graudes-a
    99, ditos de merino muilo finse lisos a 69, luvas de
    seda de cores para homem e senhora a 13 o par, di-
    las prelas de torca!, fazenda superior, viudas de Lis-
    boa a 1! 20, ricos corles de seda para vestido, pelo
    liaralisaimo preco de 09, ditos de rambraia de seda
    de lindos padroes a 69, ehally verde e amarello,
    muilo superior fazenda, e que muilo se usa para ves-
    tido a 800 rs. o covado, romeiras de rambraia e fil
    rom laros de ricas lila de seda a 19280, grvalas de
    seda de bonitos padroes a 640, meias de laia parid
    padres a 29 o par, corles de casemira finas e de bo-
    lillos padroes para calcas a 59, brinzinho de puro
    linho a 240 o covado, ricas colxas de damasco e mui-
    to grandes, pelo baratissimo prero de 109, brins tran-
    cados de puro linho e de bonitos goslos para calcas a
    800 rs. a vara, meias cruas para homem a 200'rs. o
    par, chales de larlalana de bonitos padrOesa 19, cor-
    des de cairas de casemira de algodao a-19, merino
    Irelo, fazenda muilo boa a 19500 o covado, lapim
    prelo o mais lino que he possivel encontrarle, pro-
    prio para vestidos e balinas de padre, pelo baratis-
    simo preco de 1,280 o covado, riscadinhos francezes
    muilo finos e de bonitos padroes a 240 o covado,
    meios lenco prelos para grvala, fazenda superior,
    a 19, lencos brancos com lislras, de rambraia, mui-
    lo linos a 300 rs., brim branco trancado de puro li-
    nho a I92OO a vara, e ulra de todas estas fazcnda
    outras muilas que su a vista das boas qualidades he
    que se pode ver o quanto sao baratas, afisneando-se
    aos senhores compradores que ueste eslabelecimeoto
    nao ha fazenda algoma qoe seja avariada, e sim lado
    tem avaria, de bons gestos e boas qnilidades.
    He fazenda mui-
    to linda, os me-
    lindres.
    Esta fazenda he inleiramenle nova, chegada no
    ultimo navio francez, e de todas as que se usam pa-
    ra vedidos, he a mais bella, he de If.a e seda, e de
    largura regular, cada corle tem 13 covado e meio,
    e vende-te pelo baraljssimo prero de 69500,' sali o
    covado a 500 rs. : oa ra do Queiraado, aos quatro
    canlos, ua segunda loja de fazendas u. 22, defronte
    do sobrado amarello.
    Vende-$e laa de todas as crese supe-
    rior qualidade, para bordar, leques muito
    linos e os mais modernos, luvas de.pellica
    Jouviu, tanto para homem como para se-
    nhora, lindas iranjas brancas e de cores
    para cortinados, trancas de seda, laa e de
    a eseda de todas as crese larguras, ban-
    dejas muito linas, ricas caixas de tartaru-
    ga para rape, charuteirat, carteicas e por-
    tamons, hnha em carritel de 200 jardas
    muito lina do verdadeiro fabricante Ale-
    xandre, um completo sortimento de per-
    fumarias, e outros muitos objectos de gos-
    to por precos muito razoaveis : na loja de
    anudis n. 19, na ra da Cadeia do Re-
    cife.
    boa quali
    Toucinho de Lisboa, a libra
    \a loja das seis
    portas.
    Em /rente do Livramenlo.
    Chales de merino bordados a cinco mil reis, ditos
    de seda de lindos goslos a oito mil reis, cassas de
    llor miuda a cinco patacas a per, corles de vestido
    de csinbraia proprios para se ir o b.nbo a dez lus-
    loes cada corte, diales de ganga encarnados a dua
    patacas, e graude a lez luslet, dilos de cambraia
    adamascados a duas patacas, dilos cor de rosa com
    quadros a duas pala:as, cassu piulada eio corles de
    10 covadot a lusiao o eovado, insta para menino d
    lie 4 anuos a I ustin par.
    ;Vende-se babado do Porto de todas
    as larguras, tanto lizo como bordado, mais
    barato do que em outt a qualquer parte ,
    320 na ra doCabuga', loja de miude7.asn.4-
    Vende-se um elarinelo de d novo oo quasi
    novo e por prero commodo : ua ra de Saula Hila
    n. 48, das 6 as 8 da manida. ~
    Vendem-se meias de laa de carneiro,
    tanto para homem como para senhora:
    r preco muito commodo: na ra do Ca-
    uga' loja de miudezas n. 4.
    FLOR DE FLOR.
    A Farinha de Santander Flor de Flor,
    he melhor farinha de trigo que existe eft
    todo o inundo, por isso sempre hequalifi-
    iada a mais superior em todos os merca
    dos, aonde tem sido importada : heestaa
    primeira vez que vera a este mercado,
    porm garante-sc a veracidade da inor-
    maco: vende-se nicamente no arma-
    zem de Tasso 1 raos.
    Para o cholera.
    Vende-se o verdadeiro cognac, lano em garrafas
    como em garrames: na ra da Cruz n. 10.
    l'IXHINCUA .
    Vendem-se btalas muilo superiores a 19000 a ar-
    roba : ha Iravcasa da Madre de lieos n. 15, armazem
    de Jos Marcelino da liosa.
    Muito barato.
    Corles de vestido .le cinta a 29000 cada um : na
    loja de 4 portas da ruado Queinado n. 10.
    Por muito menos do valor.
    Corles de cass* de core com babados, leodo cada
    corte de 14 a 16 varas, sendo de bous gottos e cores
    filas, pelo baratissimo preco de 59500 cada corle :
    na 'oja de i porta, na ra do Queiraado n. 10.
    Barato para acabar.
    Na loja de 4 portas, na ra do Queiraado n. 10,
    ha para vender um grande sortimento de cassas fran-
    cezas de cores, bonitos goslos e cores lixas a 280 ca-
    da covado.
    Co he ras de seda e laa..
    Na ra do Crespo n. 5, vendem-se por mdico
    preco cubera* de seda e laa,ture.s,dos mais bellissi-
    mos e variados goslo que lem apparecido ueste fie-
    nero.
    Cortes de meia casemira a 2.S000.
    Na loja de Guimaraes & Uenriqnet, ra do Cres-
    po o. 5, vendem-se meias casemira de superior
    qualidade, pelo baratissimo prec,o de 28000 o corte
    de calca.
    Ultima moda.
    Veude-se organd/, de seda para vestidos de senho-
    ra, fazenda de muilo goslo e muilo moderna : na
    loja de 4 portas, na ra do Queimado n. 10.
    Vendem-se saccas com farelo superior, regu-
    lando de 90 libras para cima, a 4000 asacca, che-
    sado ltimamente de Haiubnnto: na travessa da
    Madre de Deo n. 16, armazem de Agoslinlio Fer-
    reira Senra tiuiuiaraes.
    Vende-se farinha de mandioca da mais nova
    no mercado a 29500 : na travessa da Madre de Deo
    n. 16, armazem de Agoslinho Ferreira Senra (iui-
    maraes.
    Batatas
    A 00 c 1,000 rs.
    a arroba, em muilo bom calado : na travesa da Ma-
    dre de lieos u. 16, armazem de Agoslinho Ferreira
    Senra tiuimare.
    A. boa fama
    Kico penlcsde tartaruga para atar cabellos a 4*500
    Dilos de alisar lambem de tartaruga :i.-000
    Dilos de ruarlim lambem para alisar l 100
    Ditos prelos de verdadeiro bfala para alar
    cabellos 19280
    Luv prelas de torzal com boletas, fazenda
    boa 800
    Luvas de seda decore para homem e senhora 19000
    Lindas meias de seda de core para crianzas 13800
    Meias pintadas fio da Escocia para crianzas240.400
    Bandeijas grandes e de pinturas linas 39OO e 1#000
    Papel almaco greve pautado, resma 49000
    Papel de peso paulado muilo superior 39600
    l'euas linissimas bico de lauca, greza 19200
    Ditas muilo boas, groza 640
    Canelas fiuissimas de marfim 320
    Ocalosdearmaco de ac dr todas as gradua;es 810,
    Lonetas com armardo de tartaruga I9OOO
    roncadores de Jacaranda com bom espelho
    potassa e cu, man.
    No antigo e ja' bem conhecido deposi-
    to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
    n. 12, ha para vender muito superior
    potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
    e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo h
    precos muito avoraveis, com OS quaes li-
    carao oscompradYessatisleitos.
    Vende-se um terreno proprio, silo na ra Im-
    perial, com 100 palmos de frente 800 de fundo,
    lodo aterrado e promplo a ser edilicTdo, inrlosive
    urna caiinha de lijlo e cal dentro do mesmo terre-
    no : IraU-se ua mesma ra, casa n. 174, com Vici;
    rio Francisco dos Sanios.
    Attencao ao novo sortimento de fazendas
    baiatissimas.
    Novas chiles de core seguras e algumas de pa-
    droes novos a 160,180, 200, 220 e 240 o covado,
    corles de chita de bonitos desenhos, padroes inleira-
    menle novos. com 13 covados por 39, rUcada fran-
    cezes fino a 240 e 260 o covado, cassas francezas de
    cores, padroes bonitos e delicados a 600 rs. a vara,
    novas melpomenes de qoadros de core a 640, 720 a
    800 rt. o covade, hamburgo fino, de boa qualidade,
    para lences, ceroolss e losillas a 99, 99600 e 109 a
    pee de 20 varas, novo panno fino para lences, coa
    mais de 2 varas de largura a 29240, chales de ta
    grandes de cores cora barra a 59500, dilos de cate-
    mira lino e muilo bonito de core com barra per
    89, selim prelo macan superior, prefiri para vesti-
    do e colleles, por preco qne em parlieolar se dir,
    chales le seda grandes e pequeo, e outras malla
    fazendas, que a dinheiro i vista se vendem por ba-
    ratissimos precos : na roa da Cadeia do Recife, loja
    n. 50, defronte da ra da Madre de Daos.
    Pratos ocos patentes
    para conservar a comida
    quente: vendem-se napra-
    ca do Corpo Santo, arma-
    zem n. 48, de Kostron Ro-
    oker 4$*C.
    FARINHA DE MANDIOCA.
    Vegde-se superior farinha de mandioca
    em saccas que tem um alqueire, medida
    velha por 3$000 reis : nos armazens ns.
    5,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
    alfandega, ou a tratar no escriptorio de
    N'ovaes A; Companhia na ruado Trapiche
    n. 5*>, primeiro andar.
    LABYRINTHOS.
    Lencos de cambraia de linho muilo finos, loallias
    redonda e de pona, e rr.a objectos deste genero,
    tudo de bom goslo ; vende-se baralo : na roa da
    Cruz n. 34, primeiro andar.
    **$$**#*:$
    # POTASSA BRASILEIRA. <*
    Vende-se superior pota**, fa-
    bricada no Rio de Janeiro, che- S
    gada 1 ecentemente, recommen- a
    da-se os senhores de engenhos o 2
    seus bons eifeitos ja* experimen- J
    tados: na ra da Cruzn. 20, ar- J
    mazem de L. Leconte Feron & $f
    8,Companl
    Agua denlifrice de Philippe, balsmica espiri-
    tuosa, verdadeira conservarlo dentaria, preparada
    por Philippe: vende-se na botica, de J. Alroeida Pin-
    to, roa dos Quarleis n. 12.
    Vendem-se dous escravos, ota do* qaaes Im
    fomeiro e amatsador : na rna da Sensata Velha
    a. 94.
    Veqdt-se urna batanea romana eom lodos o
    seos pertenece,em bom uso e de 2,000 libras: quem
    pretender, dirija-se ruada Croz, armazem n. 4.
    Fazendas baratas.
    Cortes de casemira de pura lila e bonitos padroes
    a 595OO rs. o corte, alpaca de cordSo muilo fina a
    jOO rs. o covado, dita muito larga propria para man-
    to a 640 o catado, cortes de brim p*rdo de puro li-
    nho a 19600 o corle, ditos cor de palha a 19600 o
    corte, cortes de caseinira.de bom goslo a 29500 o cor-
    le, sarja de laa de duas largoras propria para vesti-
    do de quem est de lato a 480 o eovado. cortes de
    fustao de bonitos goslos a 720 e 19400 o corte, brim
    Iranrado de linho Jije 1 Ia200, riseados proprios
    para jaqelas e palitos a 280 o covado, corles de col-
    leles de goqjurao a 39500 : na loja da rna de Cres-
    po n. 6.
    Brim de vella : no armazem de N. O.
    Jieber & C.,- ra da Cruz n. i.
    Meias de laia muilo,superiores para^padres 29000 Attenco ao seguinte.
    Kicasbenaalas de canna com lidos caIOe 2jf etopJJU,' Cansara franeezaude cores de muilo bom goslos
    Chicles linos para horaem-e^enhoia a-1 <*mT^ tO rs. a ver, cortes de cassa prelos de moilo bom
    tni A ',."? df ,C;la8 "Vil i5fr ldT** 2W*iTfaste seda eom quadros a 720 o
    lila, de velludo estrellas e de todas as cores, A aovado, corte,de iMn^iln.Uno core, H covado,cs-
    i co"e. Jj ilo bom oslo, a 48500. lencos de
    ico com palmas a 320 cada um, dilos de rambraia
    a >ra *
    Atacadores de cornattHa para casaca
    Kicos reloginbos para cima de mesa 490OO
    Escovas fioissiinas para cbelo e roupa, navalhas li-
    nissimas par barba, meias pintadas e cruas de mui-
    lo boas qualidades, trancas de seda de loda as co-
    res e larguras e de bonitos padroes, fila linissim
    (avradas e de todas as larsuras e cores, bico finisti-
    mot de l U1I10 de bonitos padroes e de diversas lar-
    guras, lesouras as mais linas que he possivel encoo-
    trar-se e de todas as qualidade, riquissima franja
    brancas e de cores com boletas propria para cor-
    tinado; e alm de tudo islo outras muitiasimus cou-
    sasque a vista do suas boas qualidades e o baratis-
    simo|preco porque se vendem, nao he possivel haver
    quem deixe de comprar na ra do Qaeimado nos
    quiltro canlos na bem conhecida loja da foa fama
    o. 3.
    Vendem-se sellins com* pertences pa-
    tente inglez, e da melhor qualidade que
    tem vindo a este mercado : no armazem
    de Adamson Howie&C, ra do Trapi-
    che n. 42.
    Saccas de fari-
    nha. *:
    Vendem-se saccas com farinha da Ierra boa e bem
    torrada, por preco commodo : ua ra da Cadeia do
    Recife, loja n. 23.
    S>- CORTES TURCOS.
    Vendem-se esles delicados corles de cassa preta
    cora pintas carmezins e lislrados, o mais lindos pos-
    si\eis pela sua uovidade de padroes, e ni se vendem
    as lujas dos.Srs. Campos & Lima, ra do Crespo ;
    Manoel Jos l.cite, ra do Oueimado ; .Narciso ala-
    ria Carneiro, ra da Cadeia, por preco muilo esa
    con (a.
    . BATATASNOVAS.
    J chegaram as balates novas do Porlo, e vendem-
    se no armazem de Joao Martins de Barros, travesa
    da Madre-de-l)eos n. 21.
    A boa fama
    Na ra do Qaeimado nos qualro cantos na bem
    conhecida loja de miudezas daTioa fama n. 33 eo-
    conlra-se sempre um completo sertimento de miu-
    dezas de todas as qualidades e de diversos gustos e
    que ludo se veinte por lao baratos precos que aos
    proprio compradores cauta admirarlo :
    Libras de linbas de| novelo, branca n. 50,
    0,e 70 a )S|oo
    Libras de linbas, dils n. 80, 100, 120 a 19280
    Duzia de lesouras para costara a 19000
    Duzia de lesouras filias para costura a 19280
    Pecas com 11 varas de lita de seda lavrada 19200
    Macos com 40, 50, 00 e 70 pecas de cordao
    para vetlido 40O
    Pecas com 10 varas de bico eslreilo 560
    Duzia de dedaes para senhora 100
    Csixinhas com agulhas francezas 160
    Caixas com 16 novellos de lindas de marcar 280
    Pulceiras encarnadas para meninas 240
    Crozas de bolOes para carniza 160
    Pares de meias finas para senhora a 240,300 e 360
    .Meadas de Imitas muilo finas para bordar 160
    Meadas de Indias de peso loo
    Crozas de bolOes muilo linos para calcas 280
    Agulheiros fiaos com agqlhas sorlidas 200
    Babados aberlosdo hubo litse bordados, a
    vara a 120 e, 210
    Lapis linos enveruisados a duzia 120
    Carleiras de marroquim para algiheira 600
    Fivelas douradss para calcas e collete 120
    Tranceln prelos de borracha para relosios
    alOOe |60
    lioleirose sreeiros de porcelana o par 500
    Cliaruteiras entrefina j-jo
    Duzias de lapis sem ser enveruisados 80
    Duzia de torcidas para cahdieiro 11. 14 80
    Pcules linos de bfalo para alisar a 300 e 400
    Pecas com 6 112 varas de lila branca de linho 50
    Caixas com clcheles (jo
    Carritel de linbas de 200jardas de boa qua-
    lidade 70
    Maciohos com 25, 30 e 40 grainpas 50
    Suspensorios, o par 40
    I AIIIMIA DE MANDIOCA OE SAN MATUELS
    LAVADA.
    O patacho nacional Judaz Irouxe urna porrao de
    fariuha lavada, que se vende a precos commodos,
    Irala-se no escriplorio di ruada Cruz u.49ou no
    eaesdn Ramos no armazem do Sr. Pacheco.
    Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
    venda a superior flanella para forro de sellins,
    chegada recenlement da America.
    Vendem-se lonas largas e estrellas, por preco
    commodo : em casa de Fox Brolliert, oa roa da Ca-
    deia do Recife n. 62.
    linlionrandes, proprios para cabera a 560 rada
    um, chales imperiaesa 800 rs., 19 I92OO : ua loja
    dn rna do Crespa n. 6.
    "i Esguiao de linho
    e algodao,
    muilo superior, com 11 varas a peca, por 3)500:
    vende-te na ra do Crespo, loja da esquiua que vol-
    la para ra da Cadeia.
    A3$500
    Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
    tim como potassa da Kussia verdsdsira : 01 prar do
    Corpo Santo n. 11. '
    Cheguem ao ba-
    rato !
    Caixas para rape imitando a tartaruga, pelo bara-
    tissimo prero de I928O cada urna : na ma do Cres-
    po o. 6.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Ba da
    Senzala nova n. 42.
    Neste estabelecimento contina a ha-
    ver um complete sortimento de moen-
    das e meias moendas para engenho, ma-
    china de vapor, e taixas de ferro batido
    e coado, de todo os tamauho, para
    dito.
    Chales de merino' de cores, de muito
    bom gosto.
    Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
    volla para a cadeia. *
    Moinhos de vento
    ombombasde repino para regar horras e baixa,
    Tccapim.nafondicadeD. W. Bowman : na re
    do Brumos. 6, 8el0.
    AOS SENHORES DE ENGENHO.
    Redundo de 640 para 500 rs. a libra
    Do arcano da inven cao' do Dr. Eduar-
    do Stolle em Berln, empregado as co-
    lonias inglezas e hollandezas, com gran-
    de vantagem para o melhorameiUo do
    assucar, acha-se a venda, em latas de 10
    libras, junto com o methodo de empre-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de
    N. O. Bieber & Companhia, na ra da
    Cruz. n. 4.
    CAL DE LISBOA A 49000.
    Veudera-se barris com cal virgem de Lisboa, para
    fechar con tas, pelo diminuto preco de 49000 o bar-
    ril : na roa da Cadeia do Recife. loja n. 50, defron-
    te da ra da Madre de Dos. .
    Vende-se excellente taboado de pinito, recen-
    lemenle chegado da America : na rui 'de Apollo
    trapiche do Ferreira. a eutender-se com oadminis
    ador do mesmo.
    Na ra do Vigario n. 19, primei-
    ro andar; tem para vender diversas mu-
    ticas para piano, violao e flauta, como
    scjam,quadrilhas, valsas, redowas, sche-
    tickes, modinhas tudo modernissimo ,
    chegado do Rio de Janeiro.
    Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
    para vender superior reros de primeira qualidade,
    do fabricanleSiqueiralinhasde rorix e de uume-
    ro, e fio porrele, ludo chegado pelo ultimo navio vin-
    do do Porlo, e jautamente vinho superior, feitoria
    em pequeos barris'di '
    Em casa de Henry Brunn A C-, ra da
    Cruzn. 10, ha pura vender um grande
    sortimento de 011ro do melhor gosto, as-
    sim como relogiosdeoui o d patente.
    Eme-asa de Henry Brunn &C, ra da
    Cruz n. 10, vendem-se:
    Lonase brins da Russia.
    I nstruinentos pora msica.
    Espelhoscom moldura.
    Globos para jardins.
    Cadeiras e solaparajardun.
    Oleados para mesa.
    Vistas de Pernambtico.
    Cemento romano.
    Gomma lacea.
    PIANOS.
    Vendem-se em casa de Henry Brunn &
    C-, ra da Cruz n. 10, ptimo pianos
    cliegados no ultimo navio da Europa.
    IECHAHISIO PAR EIGE-
    ne
    NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
    NHEIRO DAVID W. BOYVNIAN. 4A
    RA DO BRUM, PASSANDO O uHA-
    FARIZ,
    ha sempre um grande sortimento dos segaintes ob-
    jectos de mechanismosprcDrio para engenhos, a sa-
    ber moendas e metas rooeudat da mais moderna
    conslroccao ; laisas tetra fsmdiate e balido, de
    superior ga.lidade e de teda, se lmannos ; redas
    dentadas, para agua oo aaisMes, da teda as propor-
    roes ; erivos e bocea de rornsllwe regislro. de bo-
    eiro, agoilboem brease, pactasen eavithoe, moi-
    nlio de mandioca, ele., etc.
    NA MESMA FUNDICAO.
    te execulam loda as earommeantsa eom a superio-
    ridade ja conhecida, e eom a devida presteza e cora-
    modidade em preco.
    NA RA DO CRESPO
    Loja n. 6!!!
    Vcndero-se pecas dees > de algedSe, muilo
    boa fazenda, peto preco de 3) a peca, corte de
    cambraia de barra, hostiles p
    zenda, pelo prer de 39008curte, mantas para
    grvala IJtOO rada daa.
    s
    Deposito de vinho de chm- \
    pagne Chateau-Ay, primeira qua- %
    lidade, de propnedade do conde
    de Marcuil, tSfl
    20: d^^^H
    de toda a Champagn
    a 36i'000 rs. cada m-se
    nicamente em cata de L. Le-
    comte Feron 4 Companhia. N.
    B. As caixas sao marcadas a fo-
    rjoConde de Mares
    tulo das garra:
    Vende-te
    velas de carnauba
    lo em porreo como' a
    LEONOR D'AMBOISE.
    Vende-se o excellente
    co Leonor d'Amboite, duquesa A Breta-
    nda, 2 volumes por LtOOO 1
    11. 6 e 8 dapracadalndepenc
    Vende-se cal em pedra cbega<
    timo navio de Lisboa, e potas)
    da mais nova : no nico deposito da
    de Apollo n. 2B, de A. i. T. Bastos
    Companhia.
    FAZEHDAS DE COSTO
    PARA VESTIDOS DE SENHORA.
    Indiana de quadros muilo fina e padrees novo*
    cortes de \it de qoadros e flore por n
    do : vende-se na rna do Crespo loja da ei
    volla para a ra da Cadeia.
    CASEIIRA PRETA 1 44
    0 CORTEJE CALCA.
    Vendem-se na roa de Crespo, toja da esquina qne
    volta para a ra da Cadeia.
    Vende
    pequeo barris de dcimo.
    Riscado de listras de cores, proprio
    para palitos, calcase aquetas, a 160
    o covado. I
    Vende-se na rna do Crespo, loja da esqoina qne
    volla para a radeis.
    Vende-se ajo em cimbeles de nm quintal, llor
    prejo muito commodo : no armazem de Me. Cal-
    mont Si Companhia, praca.do Corpo Saulo n. 11.
    Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
    de-sefarelo novo, chegado de Lisboa pelo brigue/Ys*
    prranffi.
    se
    Farello em saccas de 5
    arrobas a 5^000. I
    Farinha de mandioca
    era saccas a ^K
    Tij olios de mar more a
    sao.
    Vinho Bordeaux emN
    garra toes a \\g\
    JN o armazem d< Tasso
    rmelos.
    Taixas part engenhos.
    Na fuudicao' de ierro
    Bowmann, na ra do Bruto,
    do o chaarut continua /un
    completo i ito de taixa t
    fundido e batid > de 3 a 8 palm
    bocea, as quaes acliam-se a venda,
    preco commodo e com promptld
    embarcam-se u carregam-se em carro
    sem despeza ao comprador.
    Vendem-se em casa de S. P. Jo!)
    ton & C., na ra de Senzala
    Sellins ingleses.
    Relogios patente inglez.
    Chicotes de carro e de montara.
    Caudieirote catticae bronceados.
    Lonas inglezas.
    Fio de sapateiro.
    Vaquetas de lustre para carro.
    Barris de grnxa n. VI.
    Vinho Clierry em barr.
    Cama de ferro.
    ESCRAVOS FGIPOS.
    l-'ugio no sabbsdo ti de oulubro a prela Mariau-
    na Bengucla, escrava de Francisco de Freita Gam-
    boa e sua mulher, levoo vestido escuro desbolado e
    nm labult'iro com robles, lem os dedos grandes dos
    ps torlu^ p.ira dentro : intitula-te forra, pi
    concedemos essa grara por morle i
    pessoa conhecida diz qoe vira e prelo forre Joaqeim
    Ciiador c vendedor de MhMexas, aedoxi-la no mes-
    mo tabbado noile na aseada do Sr. Jos Claudias)
    l.eile ua ru do Rosarlo, a dila esc
    para que nao fosa para
    trelo J ;r(oim foi escravo do Si. Thomaz de Aquino
    I on.ee; r, presume-se que a lenha ocultado, visto
    que ja He onlra rugida, peta qnat esteve na cadeia,
    loi )ntrceder porelln. Suppoe-sequaambo sahiram
    a vender miudezas para o malo. U abaiio assignado
    roga a todas as autoridades, espilles de campo e as
    pessoassoa conhecida a apprehcnsao da dila escra-
    va, que se respoiisabelisa pelas despeza.
    . Francisco i t'reitas Gamboa.
    1 OOtfOOO de gratificacao.
    Desapparecea no da 17 de agosto prximo pacta-
    do, pelas T horas da noile, a prela I.ourenj, de na-
    {30 Angola, de idade 35 a 4annos, pone mais ou
    menos, com os signaes f guiles : um dedo da aMo
    direila iuchado, magra, lem marcas brancas n,
    pernas; levou cAmisa de algodaozinko, vestido de
    chita nixa, panno lino, esliis um. Irona de reopa:
    roga-sea todas as autoridades policiaes oo ca
    le campo que a apprehendam e lvem a seu seplior
    Jado Leite de Azetedo. ua prsca do Corpo Sanio n.
    17, que recebera a gratificarlo cima.
    Desapparecea da ra do Qaeimado lu.\Si, um
    escravo de uuine Paulo, cero os signaes seguinte :
    alio, grosso do corpo, com marcas de basiga, com
    em lalho era urna das fontes.eflelivamenle vive mas- j
    cando fumo; o dito escravo foi comprado no Sr.
    Francisco Autonio Gailo em de abril de 1853, -
    (liria ter de om seu lilho do engento 1'Vo (jin.pne
    do ; levoo camisa dt madapolSn e calca de cor, e
    chapeo, o qaal escravo be bstanle ladinoe ja he ve-
    Iho : prtanlo roga-se as autoridades policiaes e ca-
    pijaes de campo qoe o apprehendam, qoeiram fa-
    zer o obsequio de levar a din rna, qoe serao beta
    recompensados.
    :
    /
    PEBN TYP. DB II. F. DE FaRIA 1855


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