Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00538


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XXXI. N. 233.
Por S mezes ndiantados 4,000.
Por 3 mexes venados 4.500.
TERCA FEIRA 9 M OTUBRO Ot 185%.

Por anno adiantado 15,000.
Poite franco para o subscriptor.
4


DIARIO DE PERNAMBUCO
KXCAUKKliADOS DA SUBSCRIPCAO'
Recife, o pmprielwio M. F. de Faria ; Rio de Ja-
neiro, Se. .'cao Pereira Martina; Babia, o Sr. D-
DitpravJ; Matei, oSenhoc Claadino FalcSo Dias;
Parahiba <> Senhoi Gervazio Vctor da Nativi-
dad e ; Nalal, (r Se. Joaquim Ignacio Pereira Jnior;
Adcaty, o Sr. Amonio de Lemos Braga ;Cear, 0 Sr.
Joasuim Jos de Oliveira ; Mamullan o Sr. Joa-
quim-Marques Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingos
ssoa Cearence; Pni, oSr. Jus-
tinn J. Ramo i ; Amazona, o Sr. Jeronvmoda Cosa,
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 3/4.
' Pars, 350 re. por f.
*' Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto da ledras de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Onts hespanholas- .
Modas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
de4000. .
Prata.Patacos brasileiroe'. J*
Pes)S columnarios, .
icanos. .
PUIl IFFIGU1.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do dia 27 de agosto
Pernainbucn communica que foi
Xavier dos' Sanios para o lugar
ljenle do coerci de Bexercos, da mesma peoviu-
i vpncimenlo de 50 por oenin ilo rend-
rtelo ao poder Manuel Joaquim
Flliveira Maciel aceitar o referido lugar.
iiceetorii geeal das rendas, declarando, para o
later coqjBlar io eolleclor do municipio Je Campos,
a ao seu ollicio de 4 do cmale mci : 1, lamento de 27 de fevt-reirn de 1819,
le dos anigos 16 e 17 do regulamealb
181-2, lem sem HiivMa o direiln.
ele. pode ser preterido, de assistic a lodo os ac-
cadacno c inventario dos beris de defunlos* pois que, ueste ho, devern er enviados aquella
la da existencia de alguna volumes abandonados na
ponte auxiliar da Praia dos Mineirus, que se verili-
cou ennterem gneros de importara >, e por isso e-
tarem sojeilos a alfan.lega, ainda'que nella ja. des-
pachados, e com destino para olguma das provincia*
lo imperio, consulta se deve remelter taes volumes
iquella repartirflo, para all proceder-se na forma
do arl. 27t do regulamenlo de 22 de jonho ou se por leeem ido i reparlrao a sen cargo para
embarcar, e nella haverem sido abandonados, pode
mandar proceder a consumo nos termo* do men-
cionlo artigo : declaro, para na intelligencia e
execucao, que a respailo dos vol mes em quesillo,
e cuinpre seguir o que se acha disposlo no regu-
llo de 27 de fevereiro de 1849, sobre merca-
dorias abandonadas, verificado que os ditos volumes
liaviam sido levados i referida ponte pela exporlacilo
e nao para reexportaran com guia da alfandega
c a oseles, das herticas jacenles
lespezas, a certeza das dividas activas e
'as, e pira requerer oque convier a expedirn
milanos, devendo ser para esse fim opporiu-
ivnado ; mas nto de propor os curadores,
ninistmdores dos espolios, visto como a esco-
iiomeai Jo delira he da competencia dos juizes
Me ausentes, os quaes no exereieio dessa
O sil lulo de guiar. Tendeados os requisitos
t*n prudente arbitrio, sem abrigaran de
iscaiu da fazenda, mas smente aos conu-
lo se traa de berancas de estrangeiros,
jo 11 do regulunenln de 27 de ju-
V)ue leudo ojuiz de orphaos de
i curador lieraura de Jos Mana
se refere naquelle ollicio, embora
issr pugnar por sua intervencao nos actos
nao devia, e inuilo menos em termos pou-
doi, como fez, insistir em que o dito juiz
le a pesaoa que propuzera. quando Ihe finir
direilo de requerer e de representar oque
contra o nomeado, e al mesmo a sua de-
-ailo eslava elle as eondires legaes, so-
vrn ser explcito as iii forma res que
liesouro ; 3, que o procedimcnlo au-
artigo 19 do citado regul.unento nao lie
o em questao, e sini aos funeciona-
odilo artigo e o antecedente, quan-
s requisieoes que em virlude del-
o feitas ; 4, Analmente, que nesla data se
do ministerio da justira as precisas provi-
ara, e manTcr Ules* a intervenc,ao, que, co-
Ir parla da fazenda,' llic c empele as cr-
is < inventarios, na eoolonnulade dos recu-
entos em vigor.
Iiesiarafla do Pai,' communicando haver
la a deliberac^o que lomara a llie-nu-
'eriiambnco, de mandae escriplurae como
ti feilo aquella provincia, a imporlancia
icntos, gneros e niais ob celos para all
dem da presidencia ; ordenando
:rfp-ure eomn snpprimcnto recebido ; ad-
perm, que se os gneros o metlicamenlo*
listr, buidos gratuitamente, devera lanca-la
tiva debaiio do credilo eompele'nle,
lesinodevera pratiCar se forem vendidos,
wim neste caso em rccela, sb o capilulo
a amiullar, a Imporlancia da venda,
apparecerem receila e despezas ficticias.
Ienia do Maranhao, remetiendo os
e (airlartas qu nomeam Jos Carlos Pereira
, I.uu (irlos Pereira de'Calleo, Dionxsio
inliede, Jos Nepomoceno Fraio,
juim Joi da Cosa, Augusto Olynipio Gomes de
'.astro e Antonio Bernardino Jorge S>brinbu, o pri-
ira cliefe de reccao, o segundo para prnuei-
riploi rio, o lerceiro par eguiid.i, u quarlo
irceiio, e os Ires ullimos para praticantes, to-
dos da Ihesiijriria da mesma provincia.
- A' nwsma, communicando que as praticanlcs
la (hesuurai-ia da provincia Candido Jos Pereira e
lirli*s de ties foram nnmeados segundos es-
la Ibesouraria da Parahiba, e mandando
J> pata as despezas de viagem.
Commun eou-sc presidencia da Paraliiba.
do Cear. communicando que o segundo
trio da mesma tbesouraria, Sebastiio Jos
ite, fui nomeado para o lugar de chefe de
Ibesoueo do Paran, e mandando abonar-
as despezjs da viagem.
onicou-se. presidencia do Paran.
la Parahiba, conmomcando ,i Hornearlo do
estriplurario da Ihesourarii da provincia
nfllvesde Medeiros paruebefe de .*ecc;au da
indando ubonar-llie|10U9para as des-
pelas de viagem.
tur icou-se a' presidencia do Piauhy.
Ilii'-ouraria de Peruainliuco, communicando
>|dado doquarto batalrno de arlilbarla a pe,
n II inoel Cordeiro, foi reformado na mesina
noendo sement o sollo por inleiro por
ci inprehendido as disposiedes do S -I-' d
Olio ao decreto le 11 de dezembro de 1815
e resoluto de 13 de agosto de 181(1.
- A* pipsldancia das Alagas, remetiendo o de-
tnainaudo que o chele de secru da tbe-
souraria d<' Piauhy Antonio topes Teiteira passe a
mismo emprego na ilaquell.i provincia.
A' rRsina, remeltendo os decretos nomeando
indos (icripturarios da tbesouraria, os pratican-
les da da llama Candido Fortunato da Costa Drum-
mond e Pedro Osear Lisboa ; para amanuense Au-
relia no Atoslo de Souza Beilo ; e o segundo es-
rariu Jos, da Silva Marques Jnior para ofli-
cial de seiTClaria.
' di Babia, communicaudo que os pralican-
isouraria Candido Fortunato da Costa
Drununoii '., Pedro Osear l.iibfla e Aureliano Au-
uza Brtto, fOTam nomeadns, os dous pri-
pira segundos eseriplorarics, e o ultimo pa-
lumise da tbesouraria das Alagas ; e man-
ibouar a cada >im ilos priiueiros 2.JS, e ao
ultimo 20( para as despezas da viagem.
29 *
ia da Miuas, communicando que, lia-
i lluv. hispo dcMarianna representado ao go-
ilDperial que a referida Ihesouraria exigir
que no ac o de se lavrar a escriplur.i da permutado
por apolires da divida publica de urna fazenda de
oasoe o seminario episcopal de Man-
anta, par. u qual obtivera esle a Mr enea do mesino
i,' se apresentassem as ditas apolices e co-
par que eonslasso o pagamento da me-
lada sisa de que Irata o artigo 44 da lei de 18 de
(erabro :, mas que a apresenlae.lo das apolices em
lo poda verincar-se, visto que tinham de
aee' enlregoes nao logo, e sim nos prazos ajustados;
attendda a sobredila represenlacao, com a clau-
jrni de ticar o procurador dn seminario obri-
gado a apresenlar as apolices tbesouraria logo que
as Jiouver recebido; cumprindoportanlo que a mes-
ma Ihesoiiraria expela ordem para que na estarao
eniese passe eonheeiinenlo de siza que fr
conformidade da citada lei.
4 de setembro. .
A' Ihfcouraria da S.' redro.O marquez de
Paran, presidente do tribunal do tbosooro ua-
eional, em resposla ao cilicio n. i de 22 de jauei-
l eorrsnle acno, que Ihe dirigi o Sr. inspector
da tbesocrariado Rio Grande do Sul, consultando;
1. se podum os inspectores dasalfavdegas e adminis-
tradores dos. consulados e mesas di; reodas figurar
como apprahensores ou denunciantes para haverem
os producios das apprehensoes, quando deliniliva-
e confirmadas: 2. te, abrindo elles mao Jos
i dai. apprehensoes, devorad ser os proprios a
julga-las, ou os seos immediatos; 3. se o producto
das appn lirnsoe feitas por suas o dens e eieculadas
pelos seu: subordinados deve perlencer a estes ou
reverter para a,fazenda; derlara: quauto ao I. qoe-
sito, que n3o podem os cheles da les repartieres fi-
gurar como apprehensnees ou deiioncmnles, vislo
que no rigalamenlo de 22 de junho de-1816, que he
oque ret.e em malela de appreliensun nessas re-
partii o se di hx potbese em que deva o ins-
ector figurar de apprehenior, ou tomar parle as
apprelieswes, e arhao-se" marcados os empregados
que deven] proceder ellavou seja ei-oltlcio, ou em
virlude ce ordem'especial do inspector, ou em re-
sultado de diligencia por elle ordenada ; sendo que
quando n appreheinaoDrocedpde insinuacao do ins-
pector, 'lio tem elle fel" mais dn que cumprir um
lever comido as disposiriies do arl. 33 do referido
regulamenlo; quauto ao"2. quesilo, que he conse-
quancia ivilural do que fica dito ipe nao se da ne-
uladv de substituiclo do inspector, quando hou-
1* julgar laea apprehensoes. valo como nao he
' lo appreliensor ; e quauto ao 8. quesilo,
que ha p < nante e nvaiUVel. cgundo os
arl. 28(i. 288 e 29 do regulamenlo cima citado,
que o pi.iduelo liquido das apprehensoes, quersejao
ordenad is pelo inspector, qoer feila* ex-lncio pelos
einpregdosfiscaes oo ontris autoridades, perleuce
aos que Ues apprehensoes realisarem; regra qu s
he modiiicada pelo arl, 2W, que manda distribuir
melada rJesse producscao denunciante, quando em
conaequencia de. denuncia tero logar a apprehen-
s3o.
- 12-
A' masa do consulado da corte, em Vesposta ao
oillcio u. 12, da 4 do correle, cu que o Sr. admi-
rcpanicao, .i qual exclusivamente compete a venda
das inercadorihs anda nao despachadas para con-
sumo.
- 14
Circular.O marquez de Paran, presidenle
do tribunal do Ibesouro nacional, em additamento ,i
circular n. 18 de 21 de agosto ultimo, e de confor-
midade rom o que reqoisilou o ministerio da jostra,*
em aviso de B do correnle. communica aos Sr.. ins-
pectores das lliesourarias de fazenda do imperio que
o mesmoministerio resolveu lazee extensiva aos dio-
cesanos ou vinarios geraes, relativamente aos paro-
Caac, a autonsacao conceilida aos juizes de direilo
para pasaarein atistalos de frequencia aosjuizes
municipaes e de orplnlos, quando as cmaras muni-
cipal, a quein compete aemelhaule atlribuic,1i>, se
nesuein a faze-lo ; rumpriudo, pacanlo, q'ue os
rnesmos Srs. inspeclores, a vista de taes attestados,
pagnem aos x garios as respectivas congruas.
A' tbesouraria de Peruambiico, communican-
do que foi deinillido Joan Jo de Araujo do lugar
de agente dd^eorreio da Bo-Viste da referida pro-
vincia, e Horneado para subsiilui-lo Manoel da Sil-
va Franco, com o vencimcnlo de M \ do rendimen-
(o da agencia.
MINISTERIO DA GUERRA.
Expediente do dia 21 de setembro.
Ao presidente da provincia de Minas Geraes,
eoinmiiHlcando em resposla ao seu ollicio n. 14' de
8 de Janeiro de 1853, que por immediala e imperial
resoluran de 15 do correnle mez, lomada sobre con-
sulta do conselho supremo militar de jiistica, se de-
clara que os nulilares qoe se acharem em diligencia
do servico ou commandando destacamento, podem
ser presos por ordem das autoridades civis, inde-
pendenle de previa requisirau, na forma do cdigo
do processo e lei de 3 de dezembro de 1841, visto
qoe nos crimes civis eslao sujeitos a lei eommum,
devendo porem ser recolhidos a prisoes militares,
dando-se immedialamenle parle autoridarie mili-
tar competente como dispoe a prnvisao e aviso de
19 de agosto de 1837 e alvani de 21 de oulubro de
1763 paragrapho (i,
Ao presidenle da provincia do Para, commu-
nicando que por imperial resoluto de 15 do cor-
rele, tomada sobre consulla rio conselho supremo
militar, se declan, em siducao aooffico n. 7 de 31
de raaio de 18(8 da me.na presidencia, que o ex-
eaho de esquadra do 3* balallio de arlilbaria a p,
Joao Pereira Marques, nenhure direilo lem a ven-
cimenlos militares depoisda puhliracao do accordao
da relarao que confirmen a senleuca, do jury con-
drmnando-o a 9 anuos e 4 mezes d prisilo simples,
e multa correspondente a me,ale do lempo : e que
bem procedeu a pagadoeia militar oppondo-se
gamenlo do prel de ajuste de conlas e recia
ludo quanto ell receheu desde a publicac.no da
tenga al o dia de soa exclusiTo docoepo a que
lencia.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios d*Tu<
em 22 de setembro de 1855. Illm. e E
l'endo snbido presenta de S. M. o ImBeri
ollicio dcsac presidencia sob n. 118 de 2iV>Me a
de 1853, relativo ao destino que devem ler os solda-
dos coudenuiados pelo crime de 3" desorejo, qu'.nilo
tem de vollar aos seos coros, bem como aqi.-Ues
que a elles hao.de ser restriidos; houve por bem o
mesmo augusto sennor, por sua immediata c impe-
rial resulucao de 15 do correnle mez, lomada sobre
consulta do conselho supremo militar de justicia,man-
dar declarar que resse por abusiva a pralca al ago-
ra seguida a respeito das praras que se acham as
ciecumslancias cima referidas, por competir us au-
toridades militares a execucao das senleucas dos tri-
bunaes mililiires, e que os condemnados poe ceiene
de desercao a Irabalho de fortificacao, anda que te-
nham da ser excluidos dos corpos, devem cumprir
as senlenras nos lugares que ellas designaren!, e em
falla de tal designarlo, as fortalezas ou praras de
esculla dos romman lanles das armas.
Dos guarde n V. Exc.Marque: de Carias.
Sr. presidente da provincia do Par.
queindicou o,
viro de .unte
roinin; unanles,
quarteis as pi
conslipacoes
urna vez que
algum arcidenfc
com permissaa
8 em 8 das
ciaea de pal
se acharem
phililica, po
Circula
zenda das p
Minas Ger
misar o qu
que se fj
PARTIDA DOS CORREIOS.
2fO00JOIinda, lodos os dias
169000 Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 a 15
16000 Vil a-Bella, BoaaVista, Ex oOuricury,1,3 o 28
99000|Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
1940 Victoria e Natal, as quintas-feiras
194L PREAMAR DE HOJE.
S860|Primeira as 2 horas a 54 minutos da larde
Runda s 3 horas a 18 minutos da manhia
AUDIENCIAS.
rTribunal do Commercio, guanas e sabbados
Relacao, tenjas-feirase sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas* asl
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, seguntUse quintas s 10 hars
1* tara-do civel, segundas e sextas ao meio dia
2* ara do civel, quartas e sabbados ao meio dial
EPIIEMERIDES. D|AS DA SEMANA.
Btubrj 2 Quano mmgnanleas9 Ixiras 24 ni- 8 Segunda. S. Brgida priDceza viu. ; S. Simes
nulos e 44 segundos da tarde. 9 Terca. Dyonisio b.m.; S. Abranam palriarca*.
11 La nova a 1 hora, 3 minutos e 10 Quarta.S. Francisco de Borj ; S. Eolaiupio
47 segundos da manhaa. 11 Quinta. S. Nicacio b. n ; S. Samatra m.
18 Vuartocrescentea 1 hora, 17 mi- 12 Sexta. Ss. Priscjliano eDomnina m.
utos e 49 segundos da tarde. "13 Sabbado. Ss. Daniel e Hugulino f. m.
25 La cheia as 5 horas, 6 minutos e 14 Domingo. 20. S. Calisto p. m.: '. Forto-
49 segundos da manhaa. | au v. ; S. Dacianob. S- Bocrrrdo.
cirurui "io em chefe, que o ser-
a s horas que designarem os
e sej.i smente tratadas nos
liverem ligeiros ferimentos,
lias yie das mesmas resullarem
Jam da tres dias, assim como
geiroierdevendo os cieurgiOes,
aimandanles, inspeccionar de
idividuos que nao forem offi-
Mlter para o hospital os que
qoer molestia de> nalureza sy-
que seja. ,
spectores das Ihesourarias de faT-
a> eVcep^ao do Rio de Janeiro,
az, delenniiaiidn, pera unifnr-
cslabelecido slita) oCMestouto*
iciraento. Ho pw.mi nha, liguran.lo em leceita e enlreganrfo-se no Ihe-
sooro ou as lliesourtrias mensalmenle o produelo
los que do relativos nao sii ao asylo de iuvalidos,
mas ainda aos lardamentos, hospital e a morli/.acan
de alcances ou de dinheros adianlados, que informe
qual o prncedimento da respectiva Ihesoueaeia sobre
este objecto, bem como o qoe se pralica acerca dos
sidos das pravas que, depoisda contempladas em fo-
lln de pagamento, desertan ou fallecen) ab intestato,
fsto he, se lamben lem figurado em receila os dilos
sidos, declaraudi-se fanlo os minies e classes das
referidas'praras,como a quantia pertencente a cada
urna; e finalmente, seos pagamentos as guariuees
dos navios da armada sao jeitos a bordo, seguindo-se
as formalidades r^commendadas na ordem do quar
le general de.23de jnlho de 1816, e portara da in-
leiidrucia da marinha de 19 do mesmo mez, inclosas
por copia, ou na pagadura re-opcliva, ou se as im-
portancias se enliegara aos commissarios e dispensis
ros dos mencionados navios, para elles efTerluarem
semelhantes_pagamen!us.
13 de agosto
Ao ministerio dos negocios estrangeiro*.Acon-
lecendo qoe mullos' marinheiros nacionaes, mr-
menle do coepo se impeeiaes marinheieos e dos na-
vios da arma da, emliarcarOes estrangeiras, lembra o capililo do porto
do Rio de Janeiro que seoffcieaos eonsules das di-
versas naces que comnosco enleim rela^Oes de
commercio, para nao admiltirem a mateicula pra<-a
alguma brasileira queae nao musir desembaracaiia
do servir do imperio por documento dado na capita-
na do porto do tasar, e onde nao a honver pela au-
loridadeacujo cargo eslejarc os despachos dos navios.
Medida semelhante, como diz o referido capitn do
porto, j esl em pralica acerca da mariohagem es-
Irangeira que se alista para o servico dos nossos na-
vios, quer de guerra, quer mercante-, nos quaes nao
he admillidasem permi/sao poe escoplo dos respec-
tivos cnsules ; c por isso rogo a V. Exc, que, no ca-
so de nao adiar inconveniente na adopcao da que
ora se propor, afim de evitar as continuadas deser-
eoos da iin.sa mariuhagem, se digne deoffleiar na
quelle sentido ao* mencionados cnsules, e dar-me
disso aviso para expedir as necessarias ordens pelo
que loca a este ministerio.
COMMANDO DAS ARMAS
Qaartel-iener.l da commando das amas de
Pernambnco na cldade do Heclfe, wat 8 de
outabro a 18SS.
ORDEM DO DA N. 124.
Tendo de seguir para a corte, afim de reuuir-se ao
sen regiment 5. de cavallaria ligeira do exercito, o
Sr. alteres Jote Victorino Cesar, determina o raare-
clial de campo comman laute das armas, que e-te
Sr. i.JIcial fique desligado da companhia fixa da mes-
ma arma desla provincia a qual searha addido.
Assignado. los Joaquim Coellto.
Conforme. Candido Leal Ferreira, ajudanle de
ordens encarregadododclalhe.
mas nada disto he condecido aqui ; onde sabe-se
apenas o que a Russia quer que se saiba. A gazela
ollhial de Tehern s publica extractos das gazelas
rus-as, e. ainda assim os corrige. A opiniao dos
paizes sobre a Europa he feila pelos Russos ; os
aconlecimenlos sijp desfigurados segundo, a sua
pbanlasia.
Dnranle a minba atada na Persia, lenlei algu-
mas vezes reformar as ideas dos meus interloculores.
mas sem esperanc-i de o conseguir. Disserain-lhes
e elles eLlo convencidos de que a Russia Iota con-.
Ira toda a Europa unida. Da Europa toda, elles
s conlieeeni a Franca e a luglalerea, das quaes
lem vislo os eepeesenlanles ou alguns negociantes
que lem ido comprar chales e tpeles. A Austria e
a Prussia sao palavras conliccidas, nada mais ; he
-".. >.* h--..... soirU" .u ,lnl
ranrez o principado de Monaco. H?q.. ......Ti
cido de que nao exagero.
O Russos finalmente nao do considerarlo aos
Persas em suas relceles ; as demonstrarles que tro-
cam os dous governos sao simplesmenle rela^es de
vassallo .1 suzerano, Quando uczarquizer, far
do xah da Persia seu ctmareiro, as veja-se onde vai
ler esle syslema. lu. re que reina e governa tem
sempre por estado, ao menos apparenteniente, una
certa dignidale pessoal ; aceita iguaes, mas nao
quer superiores.
Mas, se em lugar desle principe, encerrada em
seu harem, he um ouleo que reina e goveeua sem
responsabilidade, conforme os seus jnleresses, que
importa a este ultimo, que seu soberano se chame
xah ou czar ? He juslamenle o que se d com o vi-
zir que governa boje a Persia, e deve-se confessar
que elle mostra-se o asente fiel e dedicado dos inle-
re-se. moscovitas. Po.le elle fazer de mitro modo ?
Elevado pela Russia i mais alia dignidade, sus
tentado contra mil intrigas na posse dessa dignidade
pela Russia, nao podando conlar com a Franca nem
com a Inglaterra, apoia-se no braco mais solido que
Ihe apresenlam.
Na Europa imagina-se sem Juvida nenhuma que
as consas x.lo na Persia como 110 Bosphoro. e que
os esforcos reunidos dos embaixadores da Inslalerra
e da Franca sao capazes de abaler um grao vizir,
que a Russia protege, e desvendar os olhos do xah
!iue a Russia quer te-Ios coberlos com urna venda,
'ela miulia paite, depois de ler visto as cousase
apalpado os homeus, 11,10 o creio. Em Tehern o
vizir he de alguma sorte vitalicio, o que he milito
difireme de Conslaulinopla, onde personasen, taes
como Khosrew-Pach, Reschid-Pacli lem sido oito
ou dez vezes ministros. Demais, islo se explica por
e-le fado de que a Russia s pode exercer verdadei-
eamenle sua influencia paea a esculla do grao vi-
zis, romo pode assegurar-lhe conservaao de um
posto. '
Um homem consideravel da Persia, Mirra Mehe-
med me citava um pensameoto perfeilamrnte joslo
do ulliino vizir, em resposla s queixas que se diri-
ga de Pars sobre a condescendencia do gabinete da
Tehern n todos os desejos da Russia : Garnta-
me Mr. Guizot meu cargo e me enve um exereilo
que eu me encarregarei de levar os Russos alm do
Caucaso.
O resultado desla expressao imprudente fui a mor-
1q do pobre vizir, que foi estrangulado poucos me-
zes depois. Poda -e-lhe por ventura probar a
vigesima parle dos mos feilos, de que he crimino-
so o vizir actual'.' Nao. Mas urna cousa lie o poder,
a influencia, o apoio de que a Russia dispe em
Tehern para lodo aqnelle que quer ser sua crealura
e servir sua causa, e outra cousa he o poder, a in-
fluencia de que urna potencia eu/opeia, Jfads i sua
zer a resianaeflo irrevogavel do governo, pata que 91 liluiroes. a soberana popular, guarda uacionaL i
providencie de confor.n.dadc com o arl. 77 do codi- uniao des Oriintaes. g--ru.i uaciona^ a
ao fundamental. A commissao permanente se reuni no raesmo dia
- *. A assembl-B geral se reunir no mesmo 1- em casa .le D. Lorenzo Fernandez, perl da villa la
cal em que se reo* a commissao permanente, un- Uniao, e terminada a sessao, a secretaria inandou
camenle par o fim indicado no ar.igo anterior. avisar os membros da assembla geral para a seVsa"
1 ."a'-'. ,*ee'ar,-8e MmP "eulro epa.S" compre, extraordinaria que devia ler lugar no di 1 10 ao meio
hendido desde a pra^a d'Arlola em direreao ao ot dia naquella mesma ca.a
ale ao saladeiro de Rajnirez e na mesma direcetoJ Na noile de 9 a cidade foi patruihada. pela guarda
au norte ale a qu.nU das Albal.aeas. ou, pela pa*M nacional, e a ordem continuo!, inaliera^l! torilindo
a sahir da praca varios homeus armados que tinham
cavallaria da ge-
desle
EXTERIOR.
de leste, urna iiuha.parallela (Irada norle-sul
a propriedade do l)r. D. I.uiz J. de la Pena.
a 6." A* foi-cas da capital nao passarao da lidia
interior que cobriram durante o sitio ; e as forcasajo
presidente da repblica n3o Iransporaa-Ts finias I
norle-sul que se foi nieai, iluas qnadras a le-le da li-
7. As Torcas da capital em armas se porao a
ordens do brigadeiro general D. Adelo Medina, a
quein o peesiileiile da repblica encarrega a couser-
vacjto da ordem at que reatise a resiguaco do po-
der, em cujo aclo se rara o desarmamenlo dolas, e
se verificar 1 retirada das forjas da campanha aos
seus lares.
8.* As repartieres da admiuslrac,ao publica tor-
narilo ao estado em que se achavam antes do dia 28
do passado agosto.
9.a A commissao do commercio nacional e es-
Irangeiro que se menciona no prembulo deslas ba-
ses receber a garanta moral dos Srs. ageiKes diplo-
mticos de Inglaterra, Franca e Uespapha para tor-
nar efleclivoo fiel cuinprimenlo desla*condi^Oes.
10. As precedentes condicoes serao aceitas e fir-
madas pelo governo que do fado existe dentro de
Montevideo, 110 termo de 24 horas, depois de leva-
das ao seu conbecimenlo pela commissao de commer-
cianles que as negociou.
Villa da nio 6 de setembro de 1855, as 10 ,'
horas dn noile.
Flores.
Francisco AgeU.
O governo de Montevideo aceitou no dia 7 as pro-
postas do general Flores, e os agentes diplomticos
da Inglaterra, Franca e llespanha prometieran! a
garanta moral estipulada na condi;ao9.a
As relacoes entre a legaeao imperial c o general
Flores estavam suspensas, mas a commissao negocia-
dora communicava ao nosso ministro todas as occuiy
rendas, e por ella e em resposla a orna pcrgpnta
formal dirigida ,10 Sr. conselheiro Amaml souberam
os meamos agen(es queS. Exc. nao va inconvenien-
te, nem por sua' parle fafia a menor objeerflo a que
elles preslassein a sua garanta para o aceordo pro-
posto. Como sahem os leitoees, a eesposla do Se. con-
selheiro Amaral eslava em perfeila harmona com a
circulae de 19 de janeieo do governo imperial.
O governo de Montevideo, ao aceitar as propostas
dn general Flores, dirigi commissao negociadora
o seguale ollicio para firmar a intelligencia da sua
aceitacao.
Montevideo 7 de selembro de 1855.
Seulioi 1 s.CTgoverno examinou com atiene lo
MINISTERIO DA MARINHA.
Expediente de 23 de julho.
V presidencia da provincia do Para. Accuso
a rereprao do oflido de V. Ezc. com dala de 27 de
na reo ultimo, sob 11. 89, acoinpanhado de copia do
que Ihe dirigir o capilo do porto dessa provincia a
respeito d. uecessidade de haver as barcas de vapor
da uavegacao interior da mesma os livrosde escriplu-
raeo de que traa o cdigo coniuierci.il. enleudendo,
fundado nos arla, 496, 499 e 501 do dito cdigo, que
as da companhia empeegadas em lal uavegacao devem
ler os de carga, receita e despera, e diario da nave-
sacan, visto que nessas emhan-aces convm que
baja urna escripluraco clara e precisa de lodos os
Ires quesilos recoinmendadns pelo subredito cdigo ;
e em re-posta lenlu a dizer a V. Exc. para que o
faca coustae ao releeido capilao do poeto, que o Se.
minialeo dos negocios da usura, a quein se ouiciou
pedindo esclaeeciraenlos acerca da intelligencia que
pelo ministeeio a seu caego se d s disposires ri-
ladas, declarou-me em aviso de 17 do crranle, que,
levando esle ohjecln ao cunheeimenlo de S. M. o
Imperador, houve o mesmo augusto senhor por bem
decidir que, nao fazendo disliorc.lo o cdigo com-
mercial ou qualquer outra Irgislarao em vigor, en-
tre viagens de longo curso e as de grande ou peque-
a cabotagem, sao sem duvida nbrigados todos os
capitaes ou meslres, ainda mesmo os de pequea ca-
botagem, quer da uavegacao costeira, quer da flu-
vial, mas de grande escala ou derrota, a ler cchp-
lurai-ao regular nos Ires livros exigidas pelo men-
cionado cdigo nos arls. 501 a 504, nao sendo po-
rem elles necessaros nos barcos de pequea cabota-
gem e de urna sii escala dentro da mesma baha, ou
ainda barra ftra, cabo a cabo, ponto a ponto, ao
lonso das costas, sem as perder de vista, como se
deduz dos arls. 502 a 504 do cdigo commercial,
porque em taes barcos nao ha necessidade de asen-
los de caega, nem do lauramento da receila e des-
pega, nem da descripcao de rola e venios da via-
gem, que he de estylo lancarem-se em quadernos
sem formalidades de esrnpiurnrao ; e como a nave-
ganlo do Amazonas, em que sao empeegados os
barcos de vapor da companhia, comquanlo seja de
pequea cabotagem, he todava de grande escala,
nenhuma duvida eesta que os eespectivos mestees
san nbrigados a lee os liveos e escripluraco regular,
conforme determina o cdigo commercial.
Remelleu-se este ollicio, por copia, capitana
do porto da corle e s presidencias das provinciana
onde lia capitanas de porlos.
28-
Ao ministro dn imperio acensando a recepro do
nfficio n. 4 de 21 do correnle, acompanhado de co-
pia do relalorio do presidente da provincia das Ala-
gas acerca da viagem de in-peccaoque fez s colo-
nias militares Leopoldina e Pimenteiras, em que
aprsenla urna expsito a respeito das matas que
eonvem conservar para o Estado, quer na dita pro-
vincia, quer na de Prrnamburo, sobre o que o mes-
mo ministerio ficou de expedir ordens pela parle
que Ihe loca, afim de que se conserven) as referidas
matas para uso das caiistrucres da marinha; decla-
rando que por esla repartirlo mo se duvidar con-
correr com a desprza que for misler para manter-se
all a precisa vigilancia emquanto nao sao ellas defi-
nitivamente demarcadas; e prevenindo de que, nesla
dala, se recommenda aos presidentes das menciona-
das provincias que informen! sobre o numero de pos-
seiros que ach,ln se esiabelecidos oas citadas matas,
a importancia e nalureza dos seus eslabelecimenlos,
e o-melbor meio de evitar que sojao destruidos ou
damnificados esses preciosos depsitos de madeiras,
cessando desde j qualquer licenra para corle das
mesmas quo lenha de verilicar-se nqs lugares desi-
gnados no predilo relatoeio.
Officioii-se n*le sentido aos referidos presiden-
tes.
Ao qnartel-genernl da marinha, approvando a
tabella que o cirurgio cmchefejdocorpode saudeda
armada,en seguimenlo da sua proposla, afim de ha-
ver, lauto ao de imperiaes marinheiros, como no lia-
lalhAo naval, urna pequea ambulancia, com os me-
dicainentw, necessaros para o Iratameuto das pfaecs
accomeltiii asile molestia cujo curativo poisaserfei-
lo nos respeclivos quarteis, organizara, regulando o
fornecimento dos ditos medicamentos: e remellen-
do, por copia, a referida tabella, paea que a mande
nistrador da roen do consalado da corte, dando con-1 por em pralica, ordenando, de confermidade com
Recebemos a carta segoinle de um viajante, que
acaba de percorrer a Pera :
Alep 2 de julho.
Quando se fallada Persia, faz-se esla pergunta:
o xah resolver-se-ha pro ou conlra a Russia ? Eis a
ininha resposla ou antes minhas eiplicarees.' bevo
declarar-Ihe queeserevendo as lindas que Ve seguem,
soii completamente imparcial e esforco-roe em re-
peoduzie tao fielmente quanlo he possivel, o resumo
da opiniSo geral.
O xah da Persia nao se envolve em nada ; he um
homem compleamente submergido nos prazeres do
harem ; nlo sahe delle sean para as cacadas. Mas
nem sempre foi assim ; ha poucos anuos oceupava-
se dos negocios, desenvolva urna cerla aclividade e
urna dose conveniente de intelligencia ; mas tentan-
do assassina-lo um dia um batey, mendigo de urna
seita fantica, e feilo o processo contra o crimino-
so, revelou-se a existencia de nina sociedade, que
tinha por fim exterminar a familia real da Persia e
lalvez depois os uniros principes.
Para a Persia era islo um negocio mais grave do
que em outra qualquer parle, porque os seus prin-
cipes, descendentes do sangue real, elevam-ae pouco
mais ou menos a 30,000 Nao se admire da cifra ;
crea que nao he exagerada. Um censo oftical, feitu
por ordem de Felh-Ali-Xah na poca do imperio,
levuu esle numereBp 25,000. Felh-Ali-Xah, cujas
forras viris sao celebres ainda na Persia, tinha, ter-
mo medio, ons sescenla lilhos por anno, e vi-
veu muilu lempo e moito vigoroso al a morir.
Vollo ao xah e aos baleys. Esta tentativa de assas-
smalo, e as revelacOes do processo aterraran! o xah;
o criminoso foi entregue a horriveis supplicios, mas
nao confessou nada. O xah vio em cada um dos
seus subditos um baley e achuu conveniente e com-
inodo sobreludoabandonar a onlrem os cuidados da
poltica. ,
Jamis principe algnm constitucional moslrou-se
mais fiel mxima de 1830 : o re reina e nao go-
verna. Km lug.r de nina assercadBnlsa em Fran-
ca, lendes na Persia urna verdade efn luda a forc.a
do termo.
O verdadeiro soberano da Persia, o xah de fado,
que he ao mesmo lempo ministro dos negocios es-
trangeiros, da guerra, do reino, do coomercio, dos
cultos, ele, (se ha negocio estrangeiros, guerra, in-
terior, commercio e cutio), he o grao viair. Na Per-
sia, o grao vizir he o ministro ecumnico ; he o
representante visivel de Deus ; o xah he apenas a
sua sombra : a sombra de Dos, he um dos ttulos os
mais estimados dos principes do Oriente.
O actual xah da Persia nao he destituido de ta-
lentos ; sabe soffrivelmenle ofrancez e alse expri-
me com facilidade. O anligo ministro, que intrigas
do harem, por delraz das quaes ae achava a Russia,
ficeram morrer, sabia igualmeutc o feaneez, mas o
vizie actual nao sabe urna s palavea. Islo quee di-
zer que elle tem pouca eslima esympalhia pela Eu-
ropa, e que sabe simiente de poltica o que a diplo-
macia estrangeira Ihe ensina por meio deum prisma
de duas faces, as quaes as cores inglezu e rnssa
vulvem-se alternadamente sobre a scena, demo-
rndole os Russos muito mais lempo que os I n-
glezes.
Nao ho agora occasiao de fallar deslas influencias?
Comparada* com a influencia da Russia a da Ingla-
terra lie pouca cousa na Persia. E assim deve
ser por diversas razes e consideraroes, que os ho-
meus inlelligenlcs da Persia sao os pcimeiros em fa-
zer observar.
, Em primeieo lugar a Inglaterra esl distante da
Persia, ao passo que a Russia Ihe he visinha, a a-
meara, npprime em urna immens exlensSo de fron-
leiras. O sul da Persia, o nico lado aecessivel i
Inglaterra, he a paite menos importante da Persia o
o xah nao lem esquadra no golpho prsico ; que
mal Ihe pode fazer urna esquadra estrangeira '.' Mas
o norte da Persia, o lado mais venerando, he a fron-
leira russa. Nao fallando das provincias visinhas da
Georgia, que nlo estao protegidas, ha uada tao f-
cil como desembarcar um exercito em Balfrouz t
Em qoatro ou ciuaradias de marcha diega a Te-
hern e divide a Persia em daai, apoiando-se no
deserto.
Em segundo lugar a Inglaterra nunca esteve em
lula com os Persas, peopeiamenle fallando. Nun-
ca ella invadi seu teeeiloeio expellio seus exeeci-
los dianle de si; quauto muilo no reinado do xah
Abbas, a Inglaterra cmpreslou-lhes sua marinha
para os desembarazar da visiuhanra importuna das
colonias porluguezas ; mas nao he esla a posicAo
da Russia. Para mencionadnos smenle um exem-
plo, a embaixada do principe MenchikoQ" e as cam-
paniles do principa Paskiwilch deixaram no corarn
dos Persas recordarles iudeleveis e urna impeessao
de terror que a nova embaixada do raesmo principe
Menrhikull em Conslnnlinopln e a guerra actual
lem lomado mais profundas ainda. Deve-se re-
eecoubecee, quando de todas as parles se confessa e
quando se passa algnm lempo em Tehern, nunca
a Russia foi tao poderosa na Persia, como he boje ;
nunca os Persas lizeram dalo urna idea Mo formi-
davel ; nunca o numa moscovita excrceu a influen-
cia mgica, que lodos, grandes e pequeos, soflrem
hoje, desde n xah at o mais miseravel conductor de
camelos.
Talvez Vmc. se admire deste resultado, quando
refleclu nos succcsso e na gloria do nosio exercilo
frente a Inglaterra, pode dis
agentes os mais dedicados.
Como se pode agora comba
enca eslabeteeid* cala politice
de S. Petersburgo? Corno com
Procurare! salisfazer-lhe nesta
nhosa ; excluo desde j loda
se deseja conservar a Persia,
os perfeitamenle ostensivos
A probidade e a franqu
lidades ordinarias an-povo persa;
ia iiiflu-
*o Qabinela
un ule'.'
e espi-
eiosa. Se
regar mei-
e honestos,
luvida qua-
do elle he
entrado e pin lenriam a escolla de
era I Mr lina.
Durante o dia. militas pessoas dos dous campos
issea/am entre ambas as liabas. Nada occorreu de
#vo e a. noile se passou sem novidade,
vd? Kla'CiaanbiU Jurauram ns conius da gu,ir-
r>r*- e diilli casa do governo.defroqte da qualues-'
lilaann. Commandava o coronel Tajes.
A* clieear a lesta da columna a casa do governo,
o Sr.Lamas, governador provisorio, "Ihe dirigi al-
guma palavras ebrias de fogo, que foram seguidas
de adamaees repetidas com eolhusiasino. Depois
prosegiio a columna a sua marcha at rna Dezoilo
de Julio, onde se -cpararam os halallius.
llilin ineule, diz o Comercio del Pilla, podera
descre er-se o acolbimenlo enlhusiaslico feilo aos
soldadas do povo em Indo o seu Iransilo ; accfcma-
coes e flores os .icnmpauharam por toda a parle, e
muilas Coram as coi oas que receberam os cidauSos
armada, assim como os cummandantes e ollinses de
'linha.
A foi a suba a 1,200 lio meus das Ires armas, Pi-
cando dm disso coberlos os postos e guaedas iudis-
pensavs. .
O goxeeno peovisoeio conservou-sa no Forte at
s 6 1|2horas da tarde i espera do resultado da re
ni.lo da assembla geral. A esla hora receben o go-
verno-a -egiiiiitc resulucao da assembla :
ASSEMBLA GERAL EXTRAORDINARIA.
o (lontevido 10 de setembro de 18S.
O inesidenle abaixo assignado lem a honra de
remelter inclusa ao Sr. governador provisorio da
praca de Montevideo a copia do decreto que na ses-
sao de luje foi sanecionado pela honrada assembla
geral.*
('.insegu ni emente, o em rumpriminlo do dis-
posto ih art. 77 da constituirn do Estado, o com-
munico i V. Exc. afim de que se sirva designar a
hora do dia de boje em que ha de ser recebido, co-
mo peesidenle da repblica, o Se. peesidenle do se-
nado D. Manoel Basilio Buslamanle.
< Dees guarde a V. Exc. ojr muilos annos.
Joo Manoel de la Sota, presinenle.Jos Atarlos,
pro-ser relam do senado.JosB. Muro, secretario
'la honrada cmara dos representantes.
Ao .Sr. gobernador provisorio na cidade de Mon-
tevideo, D. .ui: Cama.
a O senado e a cmara de representantes da Re-
publica Oriental do Uruguay, reunidos em assem-
bla geral, acrordaram e decrelanr*t
a Arl. I- AdmiHe-sea rcjfuucia qu> faz do carao
as novas proposlas para o arranjo da paz que Vn.cs. Wenle d republicaTbrigadciio general D.
essencial mente patriota, e, posto que se com pon ha de
urna aggloineracio de tribus, causa admiracae en-
contrar-se uelle um amor nacional, que muilo pode
envejar-lhe com razan.
Se se quizesse, como a Russia,desorganisar o paiz,
sei que seria fcil por em lela certas tribus, mas se
se Ibes fallasse pelo contrario de sua patria, dos peri-
gosque corre, se soobesse-se vibrar esla corda,leslou
cerlo que se vera entre os persas geandes actos de
dedicaran. Disseram que os persas erflo os eomanos
do 1 trenle, e debaixo de certas relacoes nada ha
mais exacto: appcllo para todo que lem contiendo
de perln este povo, que lem podido observar sua ra-
ra mlelligencia, sua aclividade incomparavel, sua
habilidade em reproduzir om objecto da arle, que
o accaso tem apresentado aos seus olhos.
Ainda ha pouco disse que era fcil dividir a Per-
sia para a enfraquecer. A Persia nao he sem duvi-
da um povo hormogeneo, mas posto que islam
ueste paiz numeeosas raras e peefeitamenle dislinc-
tas, ainda que baja um numero de tribus roaior ain-
da, e seja este remo paelilbado em duas linguas, a
turco e a persa, das quaes a peimeiea reina so ua di-
reita (excepto nos actos pblicos)e a segunda na es-
queeda de urna linha que," paelindo de Balfeouz,
desee poe Tehern, 1 palian. Cbiraz al Banchie;
poslo que estas ditferencassejao claramente sensiveis
obseeavm-se ahi todava nacionalidades dillerentes
e essa confusao de linguas, de usos e coslumes, que
sao a sua consequencia.
A poltica poder, como fez em 1828 no Ab.ler-
baidjau, armar (ribas contra outras tribus, os Ouf-
chars contra os Cadjars, mas nao nacionalidades.
Nesle poni a Persia he muilo superior ao imperio
allumano, onde se acham tantas nacionalidades difTe.
rentes e lanos obstculos paea a mudarle.
Pouca cousa haveea que fazae, a vista dos geandes
eesullados que podem esperar, para reorganisar a
Peesia e oppoe poltica absoeveote do gabinete da
<>. Petersburgo urna resistencia lauto mais forte, por-
que tirara seu principio de accao de instinclos con-
servadores e patriticos.
Ora que se deve fazer na Persia para reunir-se
lodosos coraraos e lodos os espirilos'! He mister un
re no Ihrono, um vizir na Persia, mais qoe um mi-
ni-tro na Eueopa, excepto na Inglaterra lalvez em
certas pocas de soa historia, nlo eepeesenta seuSo
urna faccAo mais ou menos digna da estima do paiz
e sempre ephemera. O mesmo nao acontece com o
soberano: na Persia elle he senhor absoluto; pde-
se accusa-lo de fazer muilo por seos favoritos, de go-
vernar mal; ninguem o aecusar de ICahir o paiz,
da euvejar o nnme hnmilhanle de vassallo,de querer
trocar suaoora de rei por-um Ululo de vekil.
Convera pois retirar o xah*do fundo do seu ha-
rem, fazeV-lhe comprehender a grandesa da sua po-
sic,3o, coadjuva-lo em sustentar ou diminuir as pre-
rogativas do viziralo dividiodo-o. Ser este o melhor
aso, que os (res. Boure e Murray podem fazer da
influencia, que cada um delle vai representar na
Peraia.
Em outra occasiao voltarei sobre esta questao im-
portante com minuriosidade cariosas.
(Pressc.)
IITERIOR.
RIO DE JANEIRO
20 de setembro.
O vapor de guerra A/age. eulradohonlem de Mon-
tevideo, traz jornaes daquella capital al 13 do cor-
renle.
Folgamosde poder annunciar que a revolucao que
rebenlara em Montevideo no dia 28 do passado ter-
minen pacificamente e por meios legaes. O geneeal
I-lores cu vio os eonselhos pateiolicos que Ihe dava a
commissao do coepo do commercio eucarregada de
propor-lhe um arranjo amigavel para ovilar a guerra
civil, e declarou que eenundaria a presidencia se o
governo de fado aceilaise as condicoes que formulo
do modo segoinle ;
a Desojando o presidenle da repblica fazer eflec-
liva em todos os ngulos della a pas desgraciadamen-
te alterada por acontecimeulos que sao j do domi-
nio publico ; attendendo alm disso solicilude alta-
mente honrosa com qoe a commissao enviada pelos
Srs. commercian.es nacionaes e estrangeiros da capi-
tal rooperou 13o fervorosamente para Ho louvavel e
nobre fim, conveio em exigir come condicoes indis-
prnsaveis mira conseguir-se aquello desejado resul-
tado sem menoscabo da dignidade do governo as ba-
ses seguimos :
n 1.a O presidente da repblica declara solemne-
mente que nao abriga odios nem inimizades conlra
seus coneidadaos, e que o mais completo olvido sobre
os ltimos acooleoimentos ser a norma do seu go-
verno, emquanto a sua irrevogavel renuncia ojio fr
aceita pelas pessoas competentes.
2." De conformidade com o disposlo no arl. 80
da consliluirau, o presidenle da repblica dar con-
ta iminemaiarnenle commissao permanente dos
seus actos desde o dia 28, e dos sena motivos.
ii S. A oommissfio permauente se reunir no cam-
po neutral que se designar no artigo seguinte, para
convocar a assembla geral, ante a qual espontnea-
mente se oQcrecc o presidente da repblica para fa
levaram s maos de S. Exc. o Se. covernador provi-
sorio boje s 10 horas da manhaa, e cabe-me a satis-
fars dd communicar-IJies que o governo as aceita
em Indas as suas partes.
a Trataudo-sc de dar ao paiz o bem supremo da
sua Iranquillidade interna, maniendo entre lodos os
lilhos da Ierra esse espirito de anio e de fralernlda-
de com que s pude chegar a revindicar o seu per-
dido bem-eslar, fortificando oulrosim a sua naciona-
Uiatile tao commovida e abatida pelas dissensoes in-
testinas, o Eoveeno nao jolgana desempenhar bem o
mandato que receheu do povo se nao lizesse o que
fnz, ntregaudo-se ao civismo generoso que preside
no arranjo que ae procura. #
Todava, para que esse trabalhefseja tao com-
pleto como proveiloso para o paiz,'4eseja o governo
que o general Flores eucare como conveniencias da
siluaco e dos lins que se tem em vista a aceitacao
dasseguinteg observr>oes :
i Toda a demora qoe honver no actual estado de
cousas he prejudicial para o paiz. Os homens estao
fura das suas oceuparoes e familias ; as Torcas reuni-
das consomem e gaslam o que o estado nao pode nem
Ihe eonvem gastar ; e a industria, o commercio e o
credilo do paiz soffram enorme grvame em seus
mais charos interesaos.
" Porlanlo, ludo quanto tenda a economisar lem-
po, he de ncoulestavel conveniencia para o paiz.
Por esla raz.ln julga o governo que a convocaran
da commissao permanente deve fazer-se, ja que isso
sejulgn necessario, de modo urgente e loso que o
ari-aiijo esleja consumado pela aceitacao das partes
contratantes, nao devendu demorae-se aquelle aclo
mais de 24 horas.
A convocaran da assembla geral podera fazer-
se ao mesmo lempo. A sua couvocarao extraordi-
naria nao compele a commissao permanente, stnao
no caso especial determiuado no arl. 57 da constitu-
cao. Nos ciernis casos compete ao preeideole da re-
pblica. A pralica cunsliinle apoin esla doulrina,
se duvida pode haver de que tal be a disposico cons-
titucional. Proceden.fu aexim j se v Indo o que
se ganha no conceilo do estabelecido anterior-
raeute.
< Demais, o governo considera entendido, e por-
tento nao faz disso menean especial, que todas as
despezas e obrigares cnnleahidas para o sustento,
armamento e demais oecessidades das forras de urna
e outea parle se salisfarao do mesmo modo pelo Ibe-
souro uacionaj ; e que a eslipnlarao nilava se eefeee
s aos empresas que pela lei lem dfe caeacter per-
mauente.
O governo quer ardentemente a paz como vin-
culo de uniao enleeos Oeienlaes, e poe todo de par-
le paea chegar a esle inapreciavel resultado dos seus
esfuer,os.
" NSo quizera perianto que se entendessera por
oulra forma as observares que se lera (eito c as ex-
plicables que se tem dado s estipnlaces das pro-
postas apresentadas.
" De conformidade, pois, com estas observarles e
com o que estipula a claufcula dcima, o goveeno
aceilou e assignou as citadas proposlas, qde remelle
a Venes, para us Cns ulteriores.
Sem mais a tratar, he-me grato reiterar a Vmcs.
os senlimentos de particular estima e consideradlo
com que os saUda, ele.
Manoel Herrera y Obes.
A commissao den conta ao general Flores desle of-
lico do governo de fado e recebeu a eesposti se-
guinte :
Sessao da commissao de negociante nacionaes e
estrangeiros.
Marona 8 de setembao de 1855.
a Meus senhorce. Recebi a caria de Vmcs.,
qual se dignaram lazer acompanhar de algumas ob-
servadles que o governo de fado da capital (nao obs-
tante a aceitaran das conilices impostas pelo presi-
dente da repblica ) desejava se fUessem ebegae s
mos de S. Etc., para que, a levar-se a effeito o pac-
to, as lenha em consideraran.
s He-me saliefaelorio annunciar a Vmcs. que tive
u maior prazee em Contribuir pela miulta parte para
o objecto de que Vmcs. me encarregaeara, e que S.
Exc. a respeito das despezas occasionadas dotante a
desinlelligenria senle, afim de levar avante a pacifi-
cac.io. que elles venham n pesar sobre os cofees da
naci.
a Olanlo clausula oilavn, S. Exc. o Sr. presi-
dente o que quiz deixar estabelecido foi que aos em-
peegados que linham sido removidas por causa dos
aconlecimentos de 28, se respeitem os direitos que
lenham poe lei, para peemaoecerem em seus lu-
gares.
a Quanto reuuiao da commissao permanente,
devo advertir a Vmcs. que se rene amanliaa as im-
iiieiliaecs da casa dn Sr. Dr. D. Lniz Jos de la
Pena para darem-sc-lhe instruccoe acerca da con-
dicao segunda do pacto celebrado por Vmcs. A com-
missao peemancnle eesolvee a convocarao das c-
maras, rom a uegencia que demanda a situacjto crea-
da pelos rcenles acontecimentus.
a Respondendo desle modo a caria de Vmcs. com
data de liontem, hmiro-me em declararme nova-
mente seu aliento, etc.
Juan M. de la Sota, a
Domingo 9 do correte eomecou a ler execucao o
aceordo que restitua a paz ao Estado Oriental.
A's 10 horas da manhaa apresenlou-se o geneeal
D. Adelo Medina com a sua escolta de cavallaria
as linlias avancadas. Ueceberain-o o coronel D.
Jos Mara Muoz, chefe do estado maior general, e
o coronel I). Francisco Tajes, chefe das forjas exte-
riores. *
O general Medina vinha, em virtud do ajustado,
lomar o commande em chefe das forras da- praca
emquanto se exccolavam as bases relativas renun-
cia do general Flores, e asxlemais convencionndas.
O general Medina e o coronel Muoz dirigiram-se
ao Fnrle, onde se achara reunido o governo provi-
sorio e um numeroso concurso de cidados.
O Sr. governador Lamas dirigi a jpalavra ao ge-
neral Medina era leemos amigaveis e pacficos, aos
quaes responden esle chefe ecn igualennlido, rali-
rndo-se logo.
No paleo do palacio do governo havia grande mul-
lidlo que prorompeu tm vivas constiluicao, s ins-
Venaucio Flores.
a Arl. 2. Declara-se que he benemrito da pa-
tria, pela xponlaneidade e patriotismo co'rA que.em
bem ib: .-cus coneidadaos, renuncia o illo^poslo com
que foi honrado.
Arl. 3- Passe a suppei-lo o presidente do se-
nado, exercendo as funcroes annexas ao poder exe-
culivo, era cumprimenlo do disposlo no arl, 11 da
conslil'iic.lo do estado.
Arl. 4" Commuoique-se, ele.
Sala das sess/ses. Cardal, 10 de setembro de
1855.Joio Manoel de la Sola, presidente da com-
missao permanente.Jos Marios, pro-secretario
do senado. Jone B. OUro, secretario da honrada
cmara de representantes. >
O governador provisorio mandnu chamar imme-
diatamente ao seu domicilio os tres ministros ; estes
comparecern!, e redigio-seas 7 1|2 da noile a se-
guinte communicacao:
a GOVERNO PROVISORIO.
< Montevideo 10 de setembro de 1855.
o Hoje s 6 horas da tarde o governador o provi-
sorio abaixo assignado leve a honra de reetber a no-
ta do.Sr. presidenle da commissao permanente, par-
ticipando que a honrada assembla geral aceitara a
renuncia do Sr. presidente da repblica, ge.irral
D. Venancio Floreaste pedindo que loase marrada a
hora em que hoje-Cen lugar a recopilo do cidadao
que dave aecupar a cadeira presidencial, em virlude
do ael. T da constiluicao.
A hora a vaneada em que foi eecebi'da essa com-
municacao e as solemnidades com que deve-se ee-
veslie esse acto augusto, nao permitiera que a ee-
ceprn do Sr. presidente du repblica possa effoc-
luar-se hoje, como era de desejar.
" Por conseguinte o governador abaixo assignado
se apiessa a communicar isso ao Sr. presidente da
commissao permanente, em resposla u sua citada
nota, e a parlicpar-lhe que amanilla a meio dia
ludo estar* promplo para a celebrarlo dessa ceremo-
nia.
a Dos guarde ao Sr. presidente por muilos an-
nosLniz Lamas. Francisco Solano de AnlunS.
Sr. presidenle da commissao permanente.
Transcrevemos agora a ola do gei eral Flores
assembla.
Honrada assembla geral.
Os acnnteciraentos inesperados que liveram la-
gar nos ltimos dias de agosto prximo passado, e
de queja V* H. lem perfeito eonheeiinenlo, medici-
diran a apresenlar ante V. U. a renuncia irrevoga-
vel e espontanea do cargo de presidente da repbli-
ca, com que fui honrado pela honrada assembla ge-
al em 12 de marco de 1855.
Queira a Divina Providencia quo esle passo, a
que me resigno com goslo em obsequio ao bem estar
e felicidade de minha patria, para evitar qne corra
o sangue de innatos, seja salutaeroente acolhido por
lodos; senSo, recibir a responsabilidade sobre
quem fr culpado. ,
Dignai-vos aceita-la, honrados senadores e re-
preselitantes, admittindo os respeito e gralidao de
vosso compatriota.
< Villa da Unilo 10 de setembro de J855.
Honrada assembla geral.
. fenancio Flores.
No dia 11 tomou posse o Sr. Buslamanle da pre-
sidencia da repblica. Nesse acloexpadio o gover-
no provisorio o seguale decreto :
o MINISTERIO DO GOVERNO.
* Tendo-se communicado oOlcialraenle ao gover-
no provisorio que a assembla geral aceilou a renun-
cia que da presidencia do Estado fea o general D.
Venancio Flores, o goveroo provisorio decreta :
Artigo 1- Fica desde essa dala de posse do po-
der execulivo da repblica o presidente do senado,
o cidadao D. Manoel Bazilio Buslamanle, de con-
formidade com o disposlo no ael. 77 da constiluicao
do estado.
Aet. 2' Comraunique-se a todas as auloridades,
imprima-se e insceeva-se no registro competente.
/.ama>.F. S. de AntunS.LorentoBatllcMor
noel Herrera y Obes.
O novo presidente publicou lambem o.scguinle
decreto :
o MINISTERIO DO GOVERNO.
' Montevideo 11 de setembro de 1855.
i O presidente da repblica decreta :
ir Artigo 1- Emquar.lu nao se pioeede organi-
sacac do ministerio competente, os officiaes-maiores
das secerelarias respectivas autorisaijio todas as re-
snluees governalivas.
Aet. V O ofilcial-maior do ministerio do in-
terio Culorisar o presente decreto.
a Arl. 3* Communique-se a quem competir.
inscieva-se no registro nacional. Manoel B. Bus-
tamante.Prudencio Ellauri. a
Sobre o eecebimenlo do Sr. Buslamanle diz o
Commercio del Plata :
c lloulem al e ', hola da tarde ehegou S. Exc. o
presidenle da repblica casa do governo, acompa-
nhado de um ajudanle de campe n do general Me-
dina, para lomar conta do poder ex -culivo.
a Esparavn) a S. Exc. o governidor provisorio,
os ministros, e urna reuuiao 13o numerosa como no-
(avel de cidadAos.
c Assim que o Sr. presidente se c jllocou i direila
do Sr. Lamas, lomou esle a palavra e* pronuncion
um improviso iao sentido,patritico eeloquente pe-
los lorios e pela occasiao, que mais de um cidadao
seutio humedecidos os olhos, arrstalos pela verda-
de cas suas palavras. A sorte da pilria, tao sacu-
dida pelos1 translornos c diviaoes foi o Iheraa deesa
calorosa allocuoao que realtjava com opportunidade
pelot- volos dr uniao que o vener; vel cidadao fa-
zia.
n Apenas o Sr. Lamas concluio, os salSese o pa-
lco resoaram com apclamaroes do povo que senlia
un verdadeiro enthusiasmo.
Faltou em segaida S. Exc, e naa breves pala-
vras que proferio esse que desejava o apoio de todos
para a marcha da nova administrarlo, e que conla-
va com esse apoio.
a Muilas voxesrepeliram orna adieso marcada a
essa uniao de quefallava o Sr. presidenle da rep-
blica P m
eJcBr
IcoSrf AlbistoT, eqearregado de negocios de Hes-
panha, passou S. Exc. i sala immediala, qne lam-
bem eslava chela de povo, e onde chegaram em se-
guida os Srs. Millefer e Thornton, encarregados da
uegocios.de Franca ede Inglaterra.
ii Ketirou-se logo o Sr. Lamas ao eea domicilio, e
o povo salrio aps elle, aeclamando-o com entlui-
siasmo. A companhia da guarda nacional queye
achava no paleo quiz lambem acompanha-lo,ma"bs
seus officaes Ih'o prohibiram, exhortando os c
daos a prmanecerem oo seu poeto. Todava i
ram-se ao povo muilos guardas nacionaes que
eslvam de servico, eo andan e popular tribuno foi
vieloriado alao seu domicilio, donde foi despedi-
da a mullidas com urnas palavras de agradeciinento
que o Sr. Lamas Ihe dirigi. Enlre o povo iain tam-
bem,orea memores da governo provisorio.
o piaWinasjete ofiicial do presideale *i Kepobucfa,'"
na formaran do ministerio, w
Os leitores notiriaro qfce o ministre brasileiro n9
comparecen no aclo da posse do novo presideole
disseraos, porm, qde eatavam corladas s relacoes
da Ipgacao imperial com o governo oriental. Ac-
creayeniaremos agora que e Sr. Buslamanle nSo
quiz assnmir a presidencia antes de ler urna entre-
vista com o Sr. conselheiro Amaral, e que nesta de-
clarou ao nosso ministro que reslahelecera as rela-
r8es nfliciaes com a legaeao, e ovito ao Sr. Amaral
que senflo o Sr. Buslamanle aatoridade legal
dia conlae com o apoio estipulado no Iratado de
llanca.
Diasemos cima que o pavo de Monte/idd sguar^jB
dava ancioso e receioso a reorganrses* lo novo mi-
nisterio. Boatos de nomeares de pessoas que nAo
offereciam garantas paz aagroenlaraan easos re- .
ceos, mas no dia 12 desvaoeceTain-se todo os temo-
res com a nomescao d Sr. D. JoSo Miguel
nez para ministro geral emquanto nao se completa-
se o gabinete.
O Sr. Martnez, homem reeonlieeidarnente mode-
rado e geralmenle eslimado, pertence
praca e inspira conlianca geral.
O desenlace da questao qu ameacava n^^H
Oriental com orna nova guerra civil recebida com
apptausos univeesaes em Montevide. Ao Brasil
lambem nao pode deixar de ser sobeemaneira agrar
davel que.se evilasee easa gnerra civil e que
promplamenle voltassem as coosas ordem consli-
lucional.
Terminaremos esle artigo transerevende U*^^H
clamaco dirigida pe'.o general Flores divtsao bi
sileira em 8 do correnle :
O presidente 'da repblica a sCefao ora/eili
auxiliadora.
ve ama palavra de pobreza elcaldade. Aoles data
aconlecimentos polticos de 28 do aproximo pasuda
aquelle qqe vos falla se preparavaja a desmentir
lemuemente com sua palavra a inlerpretar&es tor-
cidas que se davnm com injnstira sna poltica
suas inieneioes para coinvosco.
' C.ircumslancias que lastimo, e qne'naoteni
lado em minha mao evitae, chegaram a inlerrom a
per e a deixar em suspenso, anles dos mencionado*
successos de 28, as eea(0es odiciaes enlre a autor--
dade nacional e o ministro do imperto.
o Baldos foram os esforcos feilos para impedir quo-
os inleresses da allianca brasileira solTressem com a
perturbado daquellas relaqoes que. leve sempre na
mais alia eslima ; vaas lambem foram as espenneei
que, mesmo apezar daquelle rouveuciraento, obrs-
gava o meu governo pelo restabelecimento de urna
perfeiU intelligencia com a legaeao brasileira, tal
qual devia reinar em consequencia dos altos lins da
allianca enlee n repblica e o imperio.
a Brasiteiros 1 Esse desaccordo qne son o peimei-
ro a lastimar, casa suspenaflo das relacoes' ufticiaes
cora o vosso representante na repblica, nao attenua
em nada a eslima que os soldados do imperio mere-
cern! sempre ao governo oriental,' por sna boa or-
dem, sua moderarao e soa disciplina exetnplar.
AJliados da repblica 1 O mea governo parlici-
pou j ao.de"S. M. o Imperador o occordo com- o
representante imperial.
a Tambcm pedio a cecsafSo da inlervencao arma-
da na repblica.
Quanlo ao primeiro, leve o governo de elevar
justos motivos de efbeixa. Pelo que respetla voasa
retirada, o governo e o paiz que os receben eomn n-
mEos, llies estender a mao como Ues, quando dei-
sarem a repblica, cuja eslabilidade lem ajudado a
manler tao fielmente.
a Soldados do imperio 1 Se bem que lastimis
com o governo os .motivos que perturbaran) as rela-
coes nfliciaes da aulnridade nacional cora o Vepre-
senlanle do governo imperial, espero que nonas
sympathiasnao se debelitem, eqne. nossos volese
confundan) pelo bem-eslar da repblica e do im-
perio -
Adiados e amigos 1- O presidente da repblica
repousa tranquillo na confianra da que taes serSo
boje vqssas conviccOas.
a Contai com o reconhecimenlo, con a lealdade e
com a nobreza do vosso amigo.
a Venancio Flore'
ir Villa da Unin, 8 de setembro d18.V
(Jornal do Commei
CoocUida. esta i
AMAZONAS.
Esla manhaa s 8 horas, enlrou 0 vapor Bio Ne-
gro, Irazendo-iios folhas do Para' al 16 do correa
le, das quaes nada consta de notavel, excepto a agra-
davel noticia de estar qoasi extincta pesie, qne
lano all tem assolado. Na cidade di Viga, porm,
ainda esse flagello nao tem querido diminuir sena
estragos.
Consta-nos que o Exm. Sr. vicc-presdente
desla provincia, para complemento das providencias
que acertadamente tem lomado nara preservar os ba-
bitanles decta capital do rigor do cholera, tcnciona
brevemente commelter ao provedor da saude a es-
colha de locacs para o estabeledmenlo de lazaretos
de quarentena e observac,3o.
sjr As ultimas noticias recebidas de Villa Bella'da
Imperalriz sao mu lisongeieas a respeito do estado
sanitario dessa villa, a da freguezia do Andira'. Na-
quella desde 8 at 23 do correte apenas tinha sido
accommetlida do eholera urna pessoa ; e nesla, dn-
ranle o raesmo periodo, apenas tres pessoas, as guies
achavam-se foea da perigo.
Em Manes ia-se extirpando o grande recelo,
qoe se havia incalido na populaclo ao receberem as.
primeiras notidas do progresao do cholera em Villa
Bella, e dos estragos qoe fizeram na previnciar do
Para', porque felizmente nenhum caso alli havia
ainda apparecido.
Alguns colonos, que se acham no eslabeleci-
menlo da companhia de navegaeo e commercio do
Amazonas, em Serpa, espancarsm atrozmente o en-
genheiro, enearregado da direcejio das obras qne alli
eslao era andamento, e o leriam assassinado se nao
loase elle logo soccorrido.
Em oolro numero daremos algons promenores so-
bre esle lerrivel fado.
O estado sanitario de Serpa he mu satisfactorio.
[Estrella do Amazonas.)
ORRESPONDENCaA SO DIARIO SE
.PERNABKBTJCO.
AMAZONAS. JA
Barra 9 de setembro.
Um eipresso, mandado pelo commau ranle da
fronteira deTabalinga acaba de Irazer-nos(em 2do
correnle) a noticia assuatadora de nm conflicto da
mais grave nalureza que leve lugar em 18 e 19 de
agosto prximo passado, entre um bando de estran-
geiros descidos do Pero' e a guarnico nossa daquella
fronteira.
Houve 18 as 2 horas da madrugada om soldado
nosso gravemente ferido de um tiro de revolver, e
as 2 da tarde do dia seguinte sueambiam os seis ag-
gressores em um combate que encelaran) centra om,
destacamento de 10 praras que foi mandado para
perseguir e trazer pera o forte aquelles que na
noile do dia antecedente linham passado forc
a fronteiea, respondendo cora bala a voz da nossa
senlinella. .
Os(mais proroenorese detalhes do facto nao saoa inda
bemcoubecidos, Iransmitto-lhe o que demaisauleu-
lentico pude colligie sobre este grave e triste acoa-
lecimeolo.
O capillo Jofquim Bernardino Magalhaes Garcez
commandaule da fronteira de Tabalinga leve urna
participarlo do governador do Lorefo, ua qull esle
Iba communicava qoe tjnha apparecido em Loreto
urna partida de ealraogeiros, que o tinham coos-
trangido a dar-Ibes passaportes para seguirem
na sua deseida do Amazonas, tendo elle obtidu
ordem do governador geral de Nauta, para
apoderar-se doa mesmosestrangeiros por lerem com-
metlido em Nanta um roubo de 600 pezos em mo-
eda, emais de 500 em gneros, que elle nao pode re-
sistir aos mesmos estrangeieos poe nao ter forca suf-
Gcienle, e que porlanlo communicava os fados ao -
commandante brasileiro para sen lootiecimemo e
governo.
lando tal noticia chegado qoasi a noile do
dia 17 os mesmos estrangeiros qoe vioham depois de
odi, aelando-se presen- ter utado da violencia para com o dito governador


DIARIO OE PERMMBUCO TCRQI FEIRA 9 DE OUTUBRO DE 1855

segurado para Tahalinga eni ama aba, 6
immediala-
uina patrulha, para que podndo-
lo parlo de Tabatinei chamawe a
' -ara o mesmo qualquer ertibarea-
2 lloras rin madrugad* fot visteda
>ela mandara da palrullM apa
s-nd, oiistiatto fvir.i qt> *-
B^BH|<- a floe ila aba nalminle r*>-
)> amn descarga, a qsal mato II pililo
i Rodrigue, que lave o orpo jf*-
ln> de, revolver e am do remado-
ra ir*,,a manai sraveeaeol. En cot*aeneue
de urna reipeal* lio cabtl,racolllu-sc l patralha de
:i homens pan dai par* do acanlecirto, uin tense
lea* qae live*sem preWo leojetbirate vl-
i.lide, neo podfBdo^por conse-
uaeaawi responder a deseirg **>: de na
lual Ticavel acabara *l ter-liie diri-
> Jandoallencio renliunia a in-
i da chegar bita com o
i ilutante de nosta frontein. Este, a villa de
ule, aggravadi da tentativa
.le HMiainato centra a patrulha que leve per retul-
iwnlo de un sol-
-, i lan.luj inmediatamente jin des-
mens comiti nidada pelo cabo de
ulia Lima aliar do* fugitivo, os quies fofam
lu me-mu deilaeamcnl na foz do )t-
io dia cm dala de 48.
poilc celligir ila parle ofticiil lo com-
-obre d modo porque se passou i^ accSe,
lo houve entre o destacamento ees fugitivo.
ue veio con oa respective*
umero do detlacimenlo, qaa
iMmsr-se dito destacamento corn-
iola, encolrarii nadita de Ja-
>rca do masmo rio, qoe hola-
nes, e qoe pnicararam inlir-
itaiido-s pai repellir oatra
pcllac.e* qoe elle* Ihea
i anloridade en cumprimenlo
lo isso dividi < mesmo cabo
'iibarramlo parle della a'cima
ha atracado a uba, desem-
st abaixo da metra* ; e que o foso
que hjuve em cc-nsequencia, e no qual os 6 eslran-
, um foso erizad* se acliavam iu-
Ki e de numero, leve por resultado
' i inorlos. lelo fi
portanlissimo un hnmem que nunca enlenrieu de
ruanos de igulha. r. S. E\c. dar-lhe ama commissflo
de engenheiro I Infeliz provincia !....
Dtae.n par todas e Ubemiis, que o Sr. Wilkens
bavia-se gahado, que mandara buscar na lypogra-
phia o autograpbo mu corresponrienUs para os
amagar ; que Vnc. nao te negara a Ib'o en-
viar, porque am pertonagem de Ul rdem na-
da se nega; era, ea ro-roe, porque autou
cor.vencido que de tal forma Vmc. jamis pmcadeo
Ve preceder. Ojr. 'Wilkens ptO* V** Ia*
nunca m Ihe isHUtni eaiola a pretumpcao dme
esmagir, uu dirigir-i e ilgum do mu* coslomado*
Eo anda rata ajemilU. Icnho devastado ir-
rogar,e ne ae faiem a diversos.
O vapor Tapajoz nhegou no da 7 do correnle pe-
la manhaa. Vieran oeste vapor Ira mediros ea-
viario* oarorle. Consta qoe 6. Ese. lenciona man-
dar om para o Rio r aa intermitientes, e eonheeer a sna origen ; outro
para o Solimoes para extirpar a rara dos carapa-
ufls, ou domestica-lea, e outro ficari neal* capital-
Logo Ihe fallarei sobre um negocio de pedras, em
que anda peatn de muilo baixa esphera, mas de al-
ta patricio, ele. el:. ele...... ,
serei minucioso a este retpeito.
Muilo dinbeiro Ihe desrjo, e Vine, deseje igual-
mente para mim, pois nos amamos motuameute.
O Reptil.
M
tacam'
talas ,
Aner c.
). orpvavelmenle furido cm
recursu.em anu ilhn deaefla e alagadira.
un entregues ao.rio, 3> lia vendo
r-lbea sepulturas'lem iilimcilio al-
trtbalho, e Blo aconnelbaado a pru-
para Tabatingav por causg da
ij> exhalado plia Urnar-te
la So da oba. Da parte do nono des-
ueste aegandoencontr do dia
alguna. Ah fetenes dos ca-
rtenceMein a rarjTanglo-
s recolhidos, como cerco de de-
p^p^pjmando das armas da
m una arau, 2 pistolas de
ilendiruma terceira ficado em Ta-
laca de pona de palmo de eomprido
idafem um saeeo, as armas,
i marcas de fabricanlea N.
, ee modo a nSo diixarem duviila so-
'pedes, apeur de qoe lendo
nahus oo rio, nao t;m appa-
" pe oo otilro qntlquer indicio da
> cadveres, os qiacs nlo fallam.
Barra di Rio Negro 9 de. tetembro.
lm|KsaibilUaila como aempre eslou par conrde-
r nimbas Be, fajo deltas apenas.ohoqueJo, pe-
le que anencadeie com as saas loticas, rhe-
ivenciveU e culliuinadas eipresides,. alim
{feerem a publicidade.
omingo i i do cnrrenle, chegoa um eorreio
diarla du {ranleira de Tabatinga, expedido
Itimandarie d'aquelle forte, jnaquiro Ber-
ide.MagiUiJes (iareei, qoe aprrssou-se a
loaicar ao residenle desla provincia o aegua-
tlo, que Ihe o redro como mn o contaram. ^
l Orlii. governador geral da pi-ovinrfl do
de Loret)', residente em Nauta, eis das do
ido eomaiunicoa aocoinman lanle do forle
Tabalinga, qua para atli Itaviam seguid > nove ho-
uja naciooalidade gnorava, a com-
en tu ios os pontos limilrophes actos vio-
instaportesa forc de armas, ele,
imninnilanle d aquella nossa frou-
. e inaiidju postar oo riu em urna
larior o*ni vedar o trans lo, e qual-
le laes bomens ; d ahi a' dios
HbuHlcrnt em iioko tarrito-
i; lliej leudo sido pela
ira irem fallar ao com-
-la dispararan) gs pislo-
> eaaaa rada urna, alem dos
irga conseguirara malar
ota dos notaos tolda-
nmandanle liiircez tom
naca a forja qne liavia
consegmo esta, em reaillado do
dos immiKos, martes estas
anatade de laes piratas, e o oltlmo
sendo perseguido pelos
presn prefer-) laucar-se
ippoa-seler aido devo-
?or Soler rofis ppare-
F pelas physiiinomias n-
net... Se mas circums-
I souber dettt facto, Ihe
niveruno da eaata inde-
Jjado accommodadamenle as
; nta-se porem um es-
i/<).< 'todos < que nao
i ilo Para pela pre-
ficompailia o Sr. Miranda. Di-
_ita de vir do Te-Deum celebra-
copal em festejo aqnelle dia. e
> lal palacio, que vindo a ra
idepeiideni-ia do Brasil Viva
i e que depon) o cotnmandanle
i imlo dista Viva o Esm. vice-pre-
I provincia e S. Ec. lornoii a bradar
linenses Viva o commandante
o samlando assim os, detnais braSi-
regosijo (leste dia fotse somenle
liennes! Sou fiel subdilu de
da meu Ilustrado mouarrha,
cus delegados na i se recor-
lil do Kio de Janeiro, ila Baha,
A R A N H A O'.
S de ootubro.
Hoje, assim como me lem succedido por varias
veres, nao sei por oade comer e nem.por onde aca-
be esta minha bem ardua tarefa do coslulne. Essa
flli> de assumplo, que he molestia, que acommelte
a nutro, rauilo na expedente e de frtil imagi-
na$ao do que eu, desla ver me asfalta de lal manei-
ra, que a nSo ser o firme praposito de sempre Ihe
escrever, gutrdaria minha penna e o meu papel
para o seguiple vapor.
Comecareioolicindo-lhe que por ora, grabas a Di-
vina Providencia, continuamos isenioa do cholera.
Do Para' aeaba de chegar o .Van Saltador, Iraien-
do-nos a grala noticia de que o mal naquella pro
vncia se acha extincto, tanto que o vapor enlro
sem fazer quarenlona. ,
O governo cunliuua em suas sabias medidas, coiv
javado pe Ineansavel jimia da hygiene publica.
Constando que no al o malililo
IWMII1 .
sidencm qoe o navios d'alli entrados" facam rigov
quarenlena de J."> das, no lazareto de observacib'na
Punta da Artia.
Como por qualq ter vapor que se espera do sil, es-
toja a chegar senador Angelo Muuiz, segamo vi-
ce-presidente, qoe he mal ou menos do crdo da
Estrella, esle par do, pelo orgao do sea digm pas-
quim, mo cesta de oiissdamente descompor oactual
administrador da provincia, 'incrapando-o le que
unicarnenle para evitar, ou anles prolongar aenlre-
ga la presidencia aquello senador, he qoe esahele-
ceu semelhanle quarenlena! O espirito de c-gueira
e de mi f he qtiem os leva a Lu escrever.sem se
lerabrarem que o Exm. Sr. Vieira Belfort, :om a-
qnelle procedimemo nSo faz mais do que umprir
urna ordem eempregar um meio, talvez impirlante,
a avilar a importaj*> ilaquelle, horrivel flagelo. El-
le*, que nao tem dignidad* alguma. que iHocapazes
de commetler loda e qualquer torpeza, can tanto
qne alcancem os seus fin, sao por isso os uiicos c-
pales de alribuirem aos outro am promlimenlo
nicamente digno de si. S. Eic. dando o terdadei
ro apreso a laes vineras, continua firme i%exeea-
cucioda or.lem imperial, muilo embora vi por al-
gum lempo incommodar esta ou aquello individoo,
obncando-o a pascar 15 das na amena e freica Pon-
la da Areia. ,
Pare fazer polverisar as arcusaroes torpes #inju-
r-osa do Jo dos bois, te he pnaco o qife ii dito,
bastar enlio lembrarmos de qoe o Sr. ngulo Mu-
niz, sendo segando vicepresidente, cima dille esta'
o prmeiro, que he o Sr. barAo do Tury-ait, qoe
presentemente acha-se melhur dosseus icooimodos
de saude, lanto que geralmente te acredita fue elle
brevemente tomara'^inla da presidencia, obstando
astim a que os etirewat por um momento sentados
no timao da provincia,a auarcbisem cumple lamente,
leudo por principal director o bem conhecido Jos
do boisinhos. Alm de que eslou firmemente con-
vencido de que c Sr. Angelo,'mesmo dado o caso
quo lome coala da presidencia, nflo se deixara' levar
pelo (al Jos, assignando ludo quapto esta Ihe dictar;
elle que acha-se que por si mesmo lem bem longa pratica do que he
capaz aqnelle hroe de^nil facatruas... Eslou que
conservar as cousas em sen actuar estado, at que
cheausj o Exm. Sr. Cruz Machado.
PIAUHY.
Valcnja U5 de aaostd.
Vou occuparcsia ver. sun alt'nca) com anarracBo
de eerlos faclys, que derradeiramenle han aqu occor-
lido. Amigos de milicias como .loos seusleilores, oo
is leilares de seu giganlesco e afamado Diario, nao
liesgosta/an da saber das qua s vezes daqui Irans-
nillo a Vine, pelo moroso vehculo da'minhas iusul-
tst epMolan:r, pois, els-me anda hoje, irmSot,
a proporcionar-lhet esue prazer...
Antes do mata, direi Vmc. qne com usa faz llear-
tit que dala villa Ihe lenho iscrlploe enderezado,
urna cora data de i de junlio prximo pittadu, ou-
-a.eom a da 10 e ti dasle mez, e ela.
Se na repartieXv do eorreio geral desla pro-
vincia na* neram as das algmna sualrarrn, cer-
StnenU que estarao ellas figurando na* columnas
i Diario.
Crea Vmc. que nSo son injasto, fallando por esta
naneira acerca da repartirn do eorreio geral do
liauhy, pois, senio houvesse motivo porque descon-
tar, eu jamis me pronunciara assim ; mas, meu
amigo, lu razao no meu dito. r
O Sr. ailmini-lra lar, Kirinino Jos Rosa, he um
lomem de hem e.honrudo a loda prova; porm
vendo infelizrueale duenle, alm de oulrosataques
eirporVos de que padece, de umaparalysia mis mos,
que Ihe uo permute Irabalhar manualmeule. ncm
crcupar-se em cnosa algurna que concerne ao arran-
ji e asseioda reparlirao de que he ehefe,entrega,
0>r summa boa-f, n dfttrirao d> um tal Candido,
su subalterno emoregado lia inesma repartifflo, o
ipl pratica certos actinhot pelos qoaet arreda de si
aconfiancade minias pess<>as, que teem de metter
in correr cariase oulros escriplot de grande impor-
l.ncia.
Eslravaganle. nidguem mais que He, he achara-
d> de tanta riiriosidade gaiaUca e indiscricAn.
Cinli lo, rom laes qualidaiies. pota, nao me deixa de
in-ulir desconfianza loda a vez e,ae vou melter no
carreio carias que hao de passar-lhe pela mAos.
No dia 3 do crranle fui preso e recolhido a caa
que aqu serve de pnsAo, onde se aeha.iun bicho, em
loma de lioir.em, de nome Loiz Jos deMello, muilo
eeebre aqui pela antonomasia de metlre Luiz-alfai-
aU pelo assassinato que pratieoo em Eslevo Har-
baho, em dezembr de I8.">2.
late fado, no qual se v o canibalismo de sel va-
gis pp1tcer desintscarado e hediondo, come he,
,la revestido das mais barritis circumslancias,
mioresatlenlailos -[||||,*j'T-*- T -,'
'....NSo o referirei baje, mas promello fa-
fejao, porqae etse nao houve : lodo o que se plan-
tn mrrou temporo !
O calsrrhOrs, a eonrllpaeSet, ou pleurizes,
algumas apoplexia fulminantes, a affeccue pnljno-
nares, ele. com urna Irequinci* fra do |ord|iiario,
vilo ceifando grande n. de viclimat no meio da
popu lati diste termo.
Vamos por aqui sem disturbio |nm desagui-
sados, o mesmo snecede em todas a provincia, e
apenas dn-ae um ou oulro ease de violencia de al-
gum regulo loeaf tu pessoa re algum miteravel !
rynno.
qualquer lempo me parecera perigoio e muilo mais
agora, que estamos amearados deepilemia.
Eu quizera, que amesma hura, se fizestem pre-
ses no inaior numero deigreja uossiirl, aCm de que
a populadlo dividida, rqpestiveaM aneai;ada dos pe-
raos resultantes das grandes reuhiois em pequeo
espaco ; a paraca que esss raedioa, icoqselhada por
alguma aulordade, quar civil qwr icclesiaslicaij.se-
ria mu fcilmente observada, anda qua as preces
fostam fcitat tem msica.
Ha poucut das um porluguez, Mlor do enge-
Sadi e veoturas Ihe deseja o seu amigo e criado,, nho (.Iraca do Sr. Jos IjilrPerein -ima, urna le-
er prnvui
Haaaa^pff
Mi
asleiro, bus-
o-tenar Cllll-
Pj^pHMimo, e bus-
que por desgrara ser
Icis, e acrur-te aclual-
he grande emita. A pro-
iaulo for adiniuit-
imentos.e energa
cenugram ios natoraes
Jira o sol, qae'um digno
?co. acaba d s ser victima
CEAR.V. .
Fortaleza 30 de selimbro.
Chegou aiiual Depois de lano aperar surgi no
porto desla cidade, no dia 17, o vapor Imperador,
caneado com o no pequeo peso que trazia, da no-
ticia di passagem da reforma da lei eleiloral com
os seui crculos e incompatibilidades. Desla vez pa-
ri o monte, mi ridiculas mus, sed membrudas gi-
gans. Segando vi pelas dscutoes e pelo resultado
da votacAo, lamben) foi trumpbo nojugo a opposi-
cao radical, e qmn.|o alguem csuerava que o miuis-
lerio levaste codilho, apresenloit-se o nobre' mar-
ques de Paran fazeudo volte grande, e dando,. primis, cinco primeirat (razde)_. apresentou em re-
sultado 56 matadores (volos) E o espectadores o
applaudiram, dizendo : bravo Den as cartas e jo-
gou de man 1 Temos poi agora um verdadeiro idio-
ma poltico, porque o caso he que depois desle jogo
vio as carta ao p para as baralhar para novo jogo,
a mi (em de partir, e a queslAo est no que ha de
ser Irnmplio... Bem entendido, eu neste negocio fi-
guro como aquella ave gnllinacia, rujo nome dao os
jogadores aos que eslUo jogandodefra, que veem as
carias de lodos os parceiros, e por conseguate sa-
ben o resultado do jogo, anles de concluida a mo.
Todava oovindo o echo do applauao, que o espec-
tadores derain merecidamente ao nobre marquez pe-
la ana energia, live veleidades de fazer parte do
coro, mas achando-me sozinho no fundo do mea car-
torio, cercado de autos e p'pes, sem urna cousa que
excilasse o enlhusiasmo, recoslei-me na velha pol-
trona, e quando me apercebi lnlia pronunciado
seguiule quadra :
Do fundo do olea cartorio
Onde ningoem me ver,
a
Gomes, de JoSo Raposo, de Luiz Gomas de Af avade, I cido mrito. Impossjvel he.senliores redar!
de Manoel Jos Presiedo, de Manuel Joaqntm Bap-
lisla, de Manoel Goncalves GuimarSes, d* Pedro
Soares de Almsida, e levantou- a se
Eu Manoel Ferreira Accioli secretario a subscre-
v. Bariio e Capibaribe, presidente. Reg.
Qliotira. Bfata de Almsida, Camena.
Mallo.
;erIter-
-lOi
Srde Paran...
de oulra vz : por e*ta apeis icanseenlarei,
que Elevo Barbalho, mbriasando-se excessiva-
meiiie no dia 16 de deiemlirodaquelli anuo, prelen-
ileu assassiuar a urna mulher, entao tua smazia, que,
podendu correr, escapou-se i garras riu seu aman-
te, i quem ella lora infiel, e por cojo delicio elle ia
pun-la leilo ;'m*; e algoz.: que Barbalho, enfureci-
do, qual fera sdenla a implacavel, por nao poder
yingai(se de sua bttrrega ;cujo nome ignoro),arro-
ja-se a urna infeliz menina ue 10 anuos de idade,
descarrega-lhe urna horrenda facada nos peilos qoe
a airavessou e a faz victima u'om momento; fere
aom facadasa mais -i ou :l mulheres e tral. de eva-
dir-te e corre.
A pessoas que foram lestemunhas de carnificina
do desgranado e sctleralo Barbalho, e que tenlam
prende-lo, viilo qoe (como he cosame em Valon-
ea '.) as autoridades andam sempre do arribacao la
por suas fazendas,j liaviam edecluailo a prisAo,
quando vem o carrasco Lniz-alfaiate, vomitando
hlaspliemi.is como um demo'nio, approximar-se de
Barbalho, eolao-ji preso, e descarregar-lli na cabe-
ra ulna tremenda bordos da com um forle ccete,
com que o laucn por Ierra para nunca mais se er-
gaer! Que, finalmente, nAo obstante ess.. crime
ser perpetrado em presenca de lanas pessoas e qua-
si dentro da chamada villa de Valenca, o lal mestre
iMiz-alfaiale lem pinsado impune desde 18)2 at
agora, vivendo dentro da villa e conversando com as
autoridades!!...
Basla de olraalo por hoje : as mais circums-
lancias de muitos crimes, que se acham ligados aos
cima referidos, fieam para dizer-lh'es em outra oc-
casiAo. Ai que me esqueciu de dizer-lhe, que Loiz
alfaiale fui preso i requisicAo do promotor publico
desla comarca.o bacharel Jo Luiz da Silva Mirara.
No dia 12 desle. um ourivet de nome Vicen-
te, agarrou a um pobre menino, que diz que o of-
rendara por nao quere lo cumprimentar como elle
exiga, e sovou-o com mn sipo, deiundo-o muilo
lapead'i. () subdelegado do prmeiro ditricto desle
termo oeapilao Luiz Alexandriito. mamlou reeolher
osurrador cadeia. ele. faze\jo-o conhecerque
ello nAo he o disciplinador dos menore.. Honra ao
subdelegado. Nao se admire de que eu louve esle
pequeo arlo do subdelegado, pois que deve Vmc.
saber que, nestes centros de serlAo, bem raro se
As elebj&es provinciaes pelo interior, te*n sido lo- faz Ju*l'C a qem della uecrasita.
dat ella* favoraveis ao governo. Por occaVio da a- ~ Esquecu-me de dzer Th anteriormente, mas
purtcao geral, llie farei cnnslar do sea resaludo. ?s.or*Du fa-0' 1"e l,e ,)r- Anlouio Borges Leal Cas-
Em virtmle' de urna lei provincial, procedendo-se f"'"ra"co. actual juiz de direto dista comarca
ultima mente a esrolha de um terreno para a rons- Oeiras, e que, depois que esl no e'xercicio deste
traern de um novo cemitero, a commissao de hv'c"?0' le'" motifado a sua honradez e firmeza de
11 ico, tem qoe teja
m.
rrasian que leneionava fazas;
lead alferea da guarda nacin-
\ --nna; edevendo aqoelle
repariin o seu nni-
aa o* das para prestar o r-
ndame superior, esle ve-
[ue nolrindu
>. raprevava a neaneacSo
. e proeania ditrahi-le>
etcrivo (malcrea-
iiauhila A or venlia da-
lle, mas sim com o com-
liondia igaalmente
amento, e qoe te dirigi-
ial chucea o di da
irania a viaiiem nao pres-
t tres i o conseHiei-
(encia aoSr. Miranda ,e o commali-
' lodo o a polo, mor-
i ba lvenlos II se
otrda do posto para
i ido qui elle nao lia-
p^p^pW !-) a dinaI vem-
... E assim resol-
lina ero ouvirem nenor ebjecego
anda marl oogenia lor-
;an*scida de um ro-
'.i lancor 1 propondo ao
i de am mez poueo
e juiz de direrlo :
lasse a detpronnncia dada pelo juiz
eslo temada por iSilva C> ac--|
cusaado ara tal Joao Gallego rr critn de esUllin-
m lo. qne tea filho nassaniiria o poato, de qoe tinha
ii. qoe retpon-
zenda que quando
reeorslata do inte-
nto lu.garia a juiti-
" i" que ojise
ivJ ao juiz muni-
jata levuadsrle de la/er o que llie
^Kin' pite o Sr..Wilkens,pro-
ia' de chuchar uin
fieae publica, e algn engenheiros eseolheram co-
mo lugar mais apropriado a aquello lim, a colina
denominada Gavillo, ao sal da cidade e fra della.
Com essa eseolhii achando-se prejadicado um lal
Lirio, porque Ihe fica o femlario em pouca distan-
cia de urna pequea fonle. em lugar de emproaac oa
meio legaes, acaba de prender a alinelo publica,
escrevendo furibundos rligns contra a commissao de
hygiene, para cu o lim o Estandarte Ihe offereceo as
suas implas columna. Esse proceder do Sr. Lirio,
em ludo e por lulo filho do despeito, lem merecido
a geral indignacAo, por isso que alem do bem geral
dever preferir ao particular, accrescc iftae acha-se
evidentemente provado, que o novo cemilario nao
pode de modo ak um prejudcar as fontes do sen si-
lio, por isso que entre elle ha um pequeo igarap
e tanto cemilerio como a fonle acham-te roHoca-
dosem meio declive deduas colinas difTrenles. a
O Jos dos bol, lem portante, especulado tom os
resenlimenlos du Sr. Lirio, feual deve acreditar
qoe nao he por lal maneira quf se demonstra am
direi|u qualquer.
Talvez que.apiovei(e alguma cousa ; ao menos ve-
ra' esl provincia inserida as paginas do seo Diario
a lisia de lodos os documentos que se acham na bi-
blioteca de Evora, eque dizem respeilo a sua histo-
ria. Foi um smiiio que me deu a lisia de que fallo.
Ei-la:
B1BLI0THECA D'EVORA.
DoeumetUos relativos ao Maranhao.
Chronnlogia das governado'es do Maranhao desde
1626-17*8.
dialogo dos rapites more* do Maranhao de 1615
al 1715.
America abreviada, sua noticias e de seas nala-
r*es. e em particular do MaranhAo : pelo padre Joao
de Souza Ferreira ihe de 1693.;
Noticiario Maranhense. DescripcAo do estado
de MiraohAo.em que lempo se detcobrio. por quem,
que govrruadorns e lem governado, como esl, suas
riquezas, ele, rmr JoAo de Souza Ferreira.
DescripcAo Geographica da Maranhlm, ele.
Fragmentas de am roleiro dos no* do Ma-
ranhao.
Breve desrripcao das grande recrearse do rio
Moni do MaranhAo, pelo padre JoAo lavares.
RepresenlicAn do governador do estado do Ma-
ranhAo a el-rai, dando conla ila gerencia do seu go-
verno : de Alexandre de Souza Freir.
Hequermenlo de Anlouio de Oliveira Pantoja
e Companheiros a el-rel, propondo-llfe as condices
com qoe eslabeleceriam na Ierra* do MaranhAo e
Para daas fabricas, urna de arroz, oulra de corlar
madeira de ennsIruccAo.
Parecer sobre o coramercio do Maranhao.
IufurmarAo, a S. M. de lodo o estado ecclestaslico
qoe eomprehende o estado do MaranhAo.
Chronica da companhia.de Jess no MaranhAo
pelo padre Domingos de Araujo, escripia em 1720,
Fragmento de urna chroniea da companhia no
MaranhAo, do padre Jacinlho de Carvalho.
' Jl a ranino conquistado a Jess Chrislo e a cora
de Portugal pelos religiosos da companhia.
Historia d* companhia de Jess da provincia,di>
MaranUs e Par pelo padre Jos de Moraes, filho
da mesma provincia (1759.)
Trabalhotdot missionario de 16141619 urna
caria, em lalim escripia ao general.
- Peli<;3n do padre Antonio Vieira ao'governador do
MaranhAo I). Pedro de Mello, sobre a expulsao dos
Jesulas, e como o pretendan, fazer embarcar.
Infurmacrs que deu a S. M. o |
pai a
n.ai
mus
por roMequeneia o Sr. Jo venci
oo e ..m rindes, que ja-
cun mil projclote cwtello
il de Tiliatiuga, dizem-
-. lita-, manila para all em i-uminn-
lUblteo de Rga, que aqai su achata
i narol rim desta^commisoao, roas hei de
para colher madiras.
I riel, encurrepeSodc fazer a estrada do
lio Uraiico, ha qoasi o* mee que te recolh.ru--a et-
pilal. ji Miite, sem nada prewiar
semelhanle expedirn do Sr. Miranda. r.le ser
lirejedieiil ao* cofre provinciac*. qaas serv'em pa-
ra eoUr- -. Er. qne aprsenle a utilidades resalladas de
vn*dii-io a muilo amada ,irevin< ia por S. Ec.:
o^ne f-rve-me quando vejoque lim hornean, por
'.*rasumi,ioititeraameiilea presidencia, ja
e*a*iiiude faaer quinta aan-ra Me partee
,ean, eatati seja a de mandar para am Am tas im-
. padre JoAo Fillppe
Beleiidef, sobre expulsarem-u'o e aos mais padre,
em 1184. '
C">la do superior na provincia do Maranhao ao
geral da companhia.
Infurmncfies dos missionario* expulso do Mara-
nhAo, respondendo ao que contra elle* dlziam os mo-
radores do e-lado.
Respost.: aus captulos que deu contra os religiosos
da companhia (1662) o procurador do Maranhao Jor-
ge Sampaio.
Peticeo a el-re "do procurador da eslado do Mara-
nhAo, Dionizin Campello de Andrade.
Pr.ueslo e nolilicacao aos padre* para tahirem fura
do estado de MaranhAo.
Capitulo sobre os mao procedimentns do gover-
nador e capitao general do astado, JoAo da Maia da
Gama, pelo procurador do mesmo estado Paulo da
Silva NuUe*.
Varios papei (curiosos.)
Mtmorial dos pov* do MaranhAo conlra os Jesu-
tas 117 .i.
(ainlein : k
l Nolicas, lempo du padre Vieira.
i parle. OpiniOes eaeses dos Josiiilas.
parle. Muaila secreta.
Oulro memorial dos povos du Maranhio coutra os
Jesoilas.
Conten :,
1- parle. Descripc.,0 do Estado.
2 dila. Padre Vieira.
lailnilo rio imporlanlissimo cabedal quo embolsan
niarios, ele.
Noticias das missOes do MaranhAo de FM21757.
ndice alphabeliee do cartorio dds Jesutas do Ma-
ranhAo.
Catalogo e raappas dos sugeilos da companhia am
.niflerenles anno.
Litro grande da* leis e ordens regias para o esta-
do do Maranhao e Paro de 16471715.
V. in foi. de mais da 700 png.,
Hegimenio e leis sobre as missCe* do Maranhao.
. in ful. de 160 pag.
Nota.
. Nq catalogo da BiMiolheca d'Evora. a indicacao
dos popen relativo an eslado (^MaranhAo oceupa
o espaco que v*i de pag. 26 altefr142.
carcter, fa (cu lo respeilar aa le e desprezando mi-
seraveis in-inuaces, que tendera n proteger o exi-
me, os aboso e desmorilUacAoqae arrain.-nn a nos-
sa sociedade.
O Dr. Borges, dolado de vasta inlelligencia, cra-
drcao e saber,%e urna illu.trar.l.i do Piiihy, he am
de teusurnameVtos tcienlilico.
Nos poneos dias. em que aqui est, lem feito mu-
lo em prol da justira publica e muito ha de fazer.
Espera-te por elle brevemente nesta villa para
abrir presidir primeira sessaojudieiaria do jury
desle termo, cuja convocarlo esta por elle designada
para o dia 17 de selembrp prximo vindoaro ; e en-
tao lerei de comranica-lo pessoalmenle, o que rel-
menle me he sohremaneira agradavel, por quanlo a
sua pratica he muilo apprasivel o interessantisima.
invenlario rin casa do tenente coronel Joan
Jos de Nogueira, fallecido em oulubro do anno pas-
sado, he o objeclo que ora aqui serve de queslAo do
da. Os herdeiros eslAo inleirameu'te desharmonisa.
do on diametralmente opposlos no modo porque
cada m encara e pretende eu qliinhes e os dos
oulros, endo o movel de ludo ma ceg e alrabilario interesas; pessoal. [Vainas
discordias e desavengas fraternaes entre os partici-
pantes da fortuna material e lemporal do assas ava-
ro J. Jos Nogueira I
'He oque ualaralmentesnecede neste mundo
venal depois do patsarnento deses, quem o santo
chanoii lhosde AdAo peccador...
I. se lujan elle com seu baz...
Bifere-mdTiberio Cezar liurlainnqne. quede
Oeiras aqu chegou na maaha de ante-houlem (23),
qoenm Manuel Ignaeaftle Araujo Cosa, e o pro-
fessor de lalim daquella cidade, o capito Antonio
JoAa Baptista Ferreira, Iravaram-sc de razues da-
quellasde gros de laclo, chindo o professnr bstanle machacado de
bordoadss, que Ih'a doscarreqoi no costado o bom
do Manoel Ignacio com orna bengalla, di que en-
tao eslava munido, e a qual continlia um formidu-
vel pnnlial, qua ira direito ter ao peilo de JoAo An-
lonio, se o Dr.^ntonio de Souza Mendes Jnior,
juiz municipal e de orphos, em cuja casa occorreu o
siiccessi haslonalico bengallino, nAo intrrvie.se no
comncloe apartaste; nao sem muila dlfficulilade os
atletas !
Infelizmente A. Joo eslava desarmado, run
quanlo o leneiile-cornnel Manoel Ignacio de Araujo
Corla, achava-se seguro tendo as mAos urna ben-
galla de esloque .' Assim, nlo admira que o proles-
sor de lalim -ihisse paulado.
T. t>zar arrrescentii, que esas raines e bengalla-
das sAo conseqiienem de urna cousa mu simples, a
qual nao ciiegaria a esse ponto se M. Ignacio mode-
raste algum lano o sea orgalho e os impulso d*
sea genio irasclvel etc.
Quando Antonio JoAo Baptila Ferreira, esleve
em o exercici;) das funlce de juiz municipal, como
supplente, foi-lhe submettido um inventario de que
era inventarame Manoel Ignacio, que, querendo
que o juiz segui.se urna maneira de proceder acerca
do inventario como elle pretenda, e negando-se
aqnelle e prefiriendo como eulendeii, por ventura
que era conforme, zangon-se eazedou-se moilo
contra A. J. B. Ferreire, a quem romee..u a depri-
mir e a fazer ms amencias em loda a rodas com
loda a pessoas, milita das quaefal se inleressa-
vam por A. JoAo. lina pergunla qoe esle fez aquel-
le achando-se ainbos por caso em casa do dito Dr.
Menric Jnior, foi como que precuisdra do rompi-
menlo e.... ele, etc.
Apenas en liavia proferido o ultimo som, uin ou-
lro me arrebalou. Uin tiro, e logo outro. Sallo da
cidrra, chego i porla, e anda miro o vapor Pa-
ran. Vullei immedial.-in.eute, senlei-me e repel:
o vapor l'jranti... o Se marquez de-Taiai,a... pe-
guei na peuna e escrevi con muila pausa Para
ni. E disse : pira, he o verti parar, que quer di-
ser chegar a am termo dado, na he a preposirao em
contrahida con o artigo a, qoe quer dzer em algu-
ma cousa. Reun o pensamento desle anagrammi e
exclame!: parar em alguma coasa Sim lia de pa-
rar em alguma cousa. Maso vapor nao para, porque
he o nio vi ment, he o progresan, o nobre marquez pe-
la sua grande actividade, tambera nao para, e os
seus dignos esforcos convergemjparao progresan. Em
que, poi, ha de paraY No progresso... Orn pare
l em qne parar... pare no que Deu quizer... Ji dis-
te que sou per, jogo de fra. Vamos as noticia.
NAo... Fallemos um pouco do cillera! Chegaram a
esta provincia una aponlamenlos publicado* no Rio
de Janeiro pelo Dr. Adolpho Manoel Viclorio da
Costa sobre o cholera, coolendo como proemio a
demonstrarlo grammalical e lgica de perlencer es-
le nome ao sexo feminino. NAo riovirio, e fiquei qua-
si convencido a vista da demonstrarlo do Sr. Dr.
Viclorio ; mas esla prova deixou-me aummameule
trislonho, porqae anles quera que lolassemo com
esse mal seurio masculino do que femenino, porque,
como Vmc. bem sabe, o sexo femenino he .sempre
mais insidioso, haja vista a febres typhoides, po-
dres, escarales, malignas, as apoplexias fulmname
e oulra molestias, que nos lem sido ha Ires anuos
lAo felaes! E o qbe nAo diremos da aenhora phly-
sici sempre funesta 1... Resta agora saber de qoe ge-
nero ser o gailro-intero-coliles do Rio de Janeiro ?
Nulromeus precnnceilos, porque o povnjlhe chama
a bicha, empurraiido-a|assim pira o bello sexo. Se ao
menos esle animal fosse nealro, como he o munici-
pio era que demora... talvez que por la se neulrali-
sasse. E se o Sr.' Dr. Viclorio po de.se alguma es-
peranza de que fosse indiclinavel, ao nenes c para
as parles do norte, quero dzer, que se nAo inclinas-
se para nos ; as que fosse declinavrl na accepcAo
de decahir l mesmo onde leve o radical, seria urna
bella descoberla para nos oulros grammaticos de c I
Agora v,unos a minha Ierra, a qual actualmente
goza paz e tranqulldarie, e a sade publica vni inal-
ier.ivel.
Tivemos ha tres dias procifjao de penitencia, que
parlio da capella da S. Bernardo acompanhada por
um grande concurso de pessoas, marchando aa freo-
te o andor de S. SebastiA. Esta procissflo percor-
reu al alia imite lia principies ras desla cidade, ao
lgubre sora da matraca e do tiuir de algumas dis-
ciplinas ; lodo o prestilo_aprcsenlava um grande
aun distanle desla cididt, foi char.nado por um
thugg, qoe consigui evadir-te, apizar de seguro
pelo ferido.
Dize n que a obra foi encommendi de um oolro
feilor, que por zelos de administrar^! quiz atsim re-
mover um rival, e chegnndo na occaiio do conflic-
to, lomou o criminoso, e cmplice di* mAos da vic-
tima, para deixa-lo evadir-ae, seguiido-o pouco de-
pois. Felizmente os fenmeplo foran sem grande
couseqoeucia, uo por falla de vonade, mas por
tuaqualidade do instrumento.
Na lerceira comarca os presos i.im-e fazendu mu-
dar com chavea falsas, que liuhain podido obter ;
mas o delegado, avisado em lempo, pr-lhcs em-
bargos.
Esl concluido o cemitero poblico, fallando-lhe
smente a capella, e catacambas; |eln qne pens
qua sera brevemente beuzido.e enlrari a funecionar.
lie um grande m.iltiorimeuto, q*H temos oblidu.
Algumas irmauriade, que leenu sru carneirot,
quereiu pedir para continuarem *I1k o enlerra-
ineiilo, ni qua potsam preparar seauLuraa no-cemi-
terio. iNAo sei o que eouseguirieJpM parece me
que tal hcenca neulialisar, piiiidBatneule agora o
lim da edificacAo do cemitero.
NAo sei se ja Ihe diste, que Umuerase acha func-
cionando o novo inalariitfo puMee. *A casa me
nAo pareceu muilo bem edificada -, mas como nAo
sei ao cerlo a quanlia dbpendida.nasa direi a res-
peilo. .
O marcHanles nAo esto saiMfetnas com o local,
e mena com um projeclo de posltrai municipue,
que pretende abrigarlos a ler o galonuin cerlo cer-
cado pnde Ihefcxigem certa quaaiijor cada rez,
quando elle tem muilo onde ter iraiaitamente tea
gado. Pareceme que a Postura hi on pouco pro-
teccioml ; mas cada um encarta ua isca quando
pode, neo,vejo ahi o que notar.
nlinea)) la Tin |.provarl*t Uta posturas ;
mas eslando a*nssembla reunida a presidencia nao
pode approva-las.
KEPBTigAO SA FOZ.IQIA.
Parta 4o dia 8 de oulubro.
Illa. Etm. 8r.Levo ao conheciasenlo le V.
Exc. qot das illfferenles parliepacoei lioniem e hoja
receblda neals repirticA.- consta lerim ido | rusos:
Pela subdelegad* da (reguezia do Recre, Jos
Bernarda, a o oreto a*cravo Manuel, ambos por de-
nrdtm, o prelo Domlngot, por e*paneimnt>, e o*
preto esrravo* Flix e Faustino, este por fgido, a
aqnelle por orientas physicas.
E pela subdirieaacin da freguezia de S. Jos, o
pardo Malinas, por desordena.
Dea* guarde a V. Exc. Secrelaria da polica de
Pernambuco 8 de oulubro de 1855.Ultra, o Exm.
Sr. conselheiro Jos Denlo da Cunha e Figueirade.
presidente da provincia.O chafe de polica, Luiz
Carlos de-Paita Teixeira.
aun a menor contempladlo cora om homem que
para conseguir seus ambicioso* lins on inciilcar-se
de bom correspondente, salla por cima de todas as
regras do justo e do hon i pa-
pel de impudente mentiroso e calumniador. E em
qusDlo ao voseo sectario M ralo Iba* damos repos-
ta 5 pois a um. ante til como aqoelle, creado as -
mundicias de nxinga,M tfraniiais^angueitot.he
incapaz de queslionar-ee, e cedatnee esl. direito
m que com elle *e pareeam. Ficamo* ua etpecla-
liv* eom a penna em puulia, alio, di que a vossas
calumnias jmala pasteas desapercibidas. Diguem-se,
tenbofia redacloret, dar publicidade a estas linias
rom qoe Ibes agradecer
Um Panaiuircv r.
ERaUTA.
Na correspondencia do Sr. Burgo* Penee de Len
publicada houiem, nolara-se os erro*, que hoje se
reparara : linhas 50, em ves demullico*" pro-
cessoleia-se monslruoso processo ; linhas 62, em
vez deritsfaze-laileia-se desfiz-I*.
PllBLICAOES A PEDIOT
DIA!! 10 DE PERYVUBl'OJ.
Pelo vapor Imperador, chegado anle-bonlcm dos
porlos do norte, recebemo gtzetas do Amazona que
alranenm a 25 de agosto, do Para a 25 de selemhro
prximo passario, do MaranhAo a 28 e do Cear.i
a 29.
Todas as provincias delta lado do imperio goza-
vam de tranqulldarie, e todas, gracas a Providen-
cia, adiavam-se desassorohradas e livret do flagelto
do cholera morbus.
Nada adianlando as gazefts rcebidas ao qoe nos
coramunicam notsos correspondeules em suas carta*
transcriptas em lugar competente, para ella remel-
lemos os leilores, cbamando particularmente sua al-
teo(Ao para o grave aronlecimeulo que nos rehilara
du Amazonas.
.s'r. redactores.Chegando-me hoje as raaos urna
correspondincii insera uo Liberal Pernambueatto,
e assignadi pelo Ur. Olindi Campello, he de meu
Nada mais por mquanlo octxirre, e eu leuho a n J dBTer dar publico a minha riefeza. '
Queixa-se S. S. de rau passadio ; poi*. bem : nao
duvido de qne S. S. (enha em san casa lAo boa mesa,
melhor. neg. S. S. tinha s7 horas da manbAa
lllm. Sr. Dr. Jogo Valentino Dantas Fia
Como homem, qoe teme e ama Dos, ji
leis, me dirijo a V. S., aaaignsnrio-mi cora o euignia
de qualm puntos .... : 1, ullerecendo-ll
el usa poesa, ae he que assim posto chama-la ; 2, pa-
dindo a V. S. que, como he assignanle do Digno, e
eu dcaejo qoe ella ej pesia no prelo, e rano fal-
lam os neeessariot ineios, faca com qne esla miiilu
vontade, .le a ver publicada, eja reali.ada.
bem peco; qoe de V. S. uAo paste este r
be \. h. qinzer, se ueCessard Ihe for, ahjtr u offer-
la semelhanle para o Diario, eom aceitara desta
ja me sei determinar. O que para mim propri appe-
teco, destjo a V. S., di quem tos afleot*
raaiili) rriarln
rente criado
/
dado ne4tedias|ba*lantt atarafado eom o seu corres-
pondente do Rio, que fugindo l do Pina cthio ei
ua Restinga, e nAo sei o como encaixou-se-me em
casa, a titulo de collega, e me lem dado furiosa
misadas, cnnlindo-me historias da corta, qne me
lem potto de queixo a banda. Oh Se eu fura a
corte, que de bonitas cousa Ihe dirit ; mas e colla-"
ga pelo que'rae diz lem cerla's reservas, que eu cer-
Uminle oAo leria.
Quando ele amigo ralirar-te serei mais extenso,
e no emquanto disponhi do meu pequeo preslirae,
cerlo de que riesejo-lhe encbenles de felicidades, e
dinhero rieconlario por muilo*, e nuilos anno*.
PERWMBICO.
prouun*
le! Ea o
riu i-la pr
O'
Esta 00
condozr, e li
Sempre
urna estatisli
rece que lodos os coraefies
Senhor! livraf-no da pea-
'a nesla supplica, e ao con-
tras do paila porluguez :
a divina, tem cuidado
n li no pds) ser guardado, u
oulubro.
r Imperador, que esla deve
rre digno de inencao.
que estaaarjs para ler
completa de-r. provincia, porque o
governo da inesma acaba de contratar com o Sr. Dr.
Thomaz Pompeo de Souza Brasil esle Irabalho. 1- a-
zendo ease contrato leve elle por base ura extenso
elencho, coraprehendendo a ifeacriprao das minas, o
esla toda industria, agricultura, criaran de gados,
etc. Pelo que nestes tres annos pra/o dado para a
eonclusAo do Irabalho) dever.> o Brasil conhecer loda
a nossa riqueza, ou por outra, nossa pobreza.
Como temos agora pelo norte anda Ir vapores,
inclusive o de guerra Amazonas, nAo nos falla mon-
co de dar noticias, assim luja ferlilidade de male-
tera. Ainsi Dien me soit en aide conlre la cholera
morbus.
Chegi-nos agora ria capital a maiilrisle e desa-
grariavel milicia Dit-ae-ntis que all fallecer,
no da 10 do crrente, o Exm. Sr. pmidenteda pro-
viucia, o aempre digno asas lembrado Dr. Aninnio
Francisco Pereira de Carvalho \ \ \ lurorraain-no
lamliera que asstimira a a Iminiairacio da provincia
o Ernesto Jos Baptisfe, ,1o vice-preaidenle. '
Aturdido, abatido o desapuntado pelas riolorosn
impresses que me causan) lAo acerbo quAn-funesto
aconlecimenlu, eu n,lo pnsso encontrar as expres-
arle propra, com que poss exhibir a Vmc. o que
boje experimenl ; e por isso resetvo-me para oulra
occasiAo, em que as impresses menos peiem em
meu animo, para dizer-lhe algumas palavras acerca
d'aquelle homem benigno, virtuoso, inlellipenle, or-
todoxo o heneficenle !...-- Dos o tenha no co, de
qao elle *e fez creador !
Ainda nAo live carta do mena amigos da capital,
al ueste instante : mas era breve terei. e igualmen-
le a certeza do passameul final do Euin. Pereira
de Carvalho ; sendo que, eslou certu, neuhuui., fal-
sidade ha era aquella (rlsle noticia ; porqDauto,
emno bem abo Vmc, as us nulicia raras veies
.o falsas. .
Em lodo esle Piaiihy ha graadissiina dellicien-
ia de gneros aliineiilicios, que prnvem da lavnura
(que em loria esla provincia he rolueira c alrasaila...
e rain mente nesle municipio, c nos de Principe Im-
perial, Marvio, Campo Manir, Therezina, ele, onde
a qqarla defarinha, a de arroz, a de milito, de tapi-
oca, zergelim, etc. ele. eslAo por alio preso, e as
vezes nvse acha por preco nenhum, porque nAo lia !
Ja Ifie disse, na minha primeira d'aqui escripia, e
agora repito,que esta nareusiriade qne Mgbrnnha
a nnpala$iu pobre, esla exiguidtde de leero* de
lavoura, qoe pea liolsa do abastado, do negociante
e do emprrgado publico' mere* de meia duzi.i de
usurarios deshumanos, de especuladores pessimo e
esliipido^Ao rnnsequencia Imraedialas e iiilall-
vels dn pessimo invern deili.mo 55, m que as
pooraschuv*aneoaarearam paslo para aa crc6-
cs e algara arroz que casualmente foi planudo
em baixa, alagodiros, ele., perdendo-se, ilo he, fi-
canilo serco extemporneamente quando mal co-
mecav.-i a parir, eonf ihe cliamam o roceiros
aquello arroz que estiva plantado em terrenos le-
vantados e menos mulhadns.. D'aqui a caresta e fal-
ta deste genero alimenticia. Mo fallo aqu sobra
PARAHIBA ,
l.o de oulubro.
Quasi nenhum movimentn lemos tirio neste* diis.
Parece que nos preparavamos para a actividade.
que deve desenvolver a renniAo da aembla pro-
vincial, que riever ler lugar hoje, mas que, i falla
de numero, no sei quando aera. Sabe bem o quan-
lo amesquinha ao pobre noliciador urna quadra bal-
da de acontecimenlos, e eu vejo-me neste momento
forrado, para dar-lhe algumas nova*, a procurar
coasas de pequen* enlidade, embora tornem ellas
spoucoinlermtante a prsenle missiva.
Se me fra licilo, como ao poetas, e oulros impro-
visadores da mesma familia, a entrar no dominio da
imaginaran, e rompnr meia du/.ia de ancdotas, 00
pequeos romances, certo que leria materia ; mas
se assim o lizera, perdera mea crdito de noliciador
chrouisla, que redmenle nAo troco pelo de roman-
cista', por mais honroso que esle seja. Entremos em
assumplo.
Contlnuam, con loda a torce, a* cenjeclura* acer-
ca dos moiifos que resolveram o governo imperial,
qoasi de improviso! a noraear presidente para esla
provincia, quando nem o miado do Cear e nem
admnislraco rio Exm. Sr. Pao Brrelo nesta pro-
vincia, exigiam semelhanle medida ; eeu.com quan-
lo deseje tambem ronjectorar um pouco, vejo-me
emharacado a poneos pasaos nesae terreno, e acho
melhor esperar pelo fuioro, que nAo et dis-
tante.
A adminidracao b Exm. Pan Brrelo eslava ron-
ceiluada lano na provincia romo fura della, pareca
que na corle principalmente era onde ella mais apre-
ciada era ; o seu grande lim, para o qual elle tinha
eiicaminhario lodos os seus esforcos e allenrAo, a pu-
nic,Ao e repressgo, anda nao eslava concluido ; co-
nliecia j at eircamlancia locaes e personalidades,
pelo que mais detemharacadamenle poda atrnca-
lo e ehegar a consolidar o dominio da lei ; finalmen-
te al o ultimo momeiHo, uo s elle,*como seus
amigos, conlavampor reto suavolta iprovincia;por
lano, quaes os molivos de sua retirada t Eis nota-
mente a queslAo, inlelra, forle e insoluvel, depois
de nm longo raciocinio.
Seriam a* circomslanrias do Cear, que reclama-
ran a energia do Exm. Paes Brrelo O estado
actual rio Cenrn he o mesmo em que se arhava ella
ha mis pouco de mezes, o tambem ha bstanle lem-
po que oExn. Molla solicilou sna denisoAo, e qne
correu, que sera attenriido ; portanlo, nen cir-
cunvlauciasdo Cearae nem a relinda do hbil ad-
ininietradnr, o Exm. Molla, etigiam a retirada de
ura presidente, hbil e inteiro, que, tinha mais em
seu favor o conheciment da provincia.
Ouaes seriam, pois, os motivos dessa prompla reti-
rada '.'
No posao admillir os que aqui apresenlam, por-
que seria desrrer dos horneas, se me deixasse per-
suadir, que no momento em que mai* se Irabalha
para a liberdade eleiloral, era exactamente quando
se nos laziam imposices, por mii juila* que ellas
parecessem.
Ante* que attrbuir isso a m sina dest* pobre pro-
vincia, que fiz cora que ella sirva de tirocinio, e
aprendisagema quasi lodos os seus administradores,
os quaes, loso que vio lomando conhecimenlo della,
sAo retirados e sabttiloidos por outros, qoe leem de
ser iniciados na .ciencia admimslrallva. Por mais
Ilustrado e bem intencionado que que seja uin ho-
mem, emquanlo nAo cmihece a provincia, nAo pode
proveilosamente administre-la ; e essa r-mhei i-
inentii nao se adquire em seis mezes do adminitra-
c4o.
Carreanqmos, cmlim, com os ell'eilo do desuno,
qne nnsflagella.
Fiquem s os que goslam das conjecluras, pois eu
nellus nada adiante.
NAo pode ler lugar hoje, como Ihe dase, a aber-
tura ria assembla provincial, i falta de numero, ve-
remos amanhAa. Ao que parece issomi no hori-
onte da me|ha assembla una pequea navem, u*
qual alguna pretenden) ver tempestada -, inaseu en-
feudo que o vento decidir se a teremos ou nAo.
A brisa rtissipa nqvens mai densas do que me pa-
rece a-actual.
Eu de bom grado quizera ouvir trovejar, porqae
amo a impressrtes rio lerrivl.
A aalubridade publisa n.1u he das maja satisfacto-
rias, porque gratsa ums d fluxAo quasi geral ; mas
afora esse incommodos, nada mai pareen soffrer a
populacho.
Coniniuam as preces e extraordinariamente con
con idas. Como sejam em urna igreja por uyile, re-
talla que a populado nella se amnloa, o que em
CMARA MUNICIPAL, do RECIFE.
QUARTA SESSAO' ORDINARIA DE 15 DE
SErEMBRO DE 1855.
Presidencia do Sr. Bario'de Capibaribe.
Prsenles os Srs. Reg, Mamede, Oliveira e Mel-
lo, fallando sem causa participada os Srs. Barata e
Gameiro, e com ella os mais Srs., abrio-se sessSo
e foi liria e approtad* a acia da antecedente.
Poi tido o segninle
EXPEDIENTE.
Um oflieio da commisso de hygiene publica, en-
derezado ao Exm. presidente di provincia, e por
S. Exc. Iransmillido a cmara para informar com
urgencia, pedindo houvesse S. Exc. de ordenar qne
se eonserv assem fechadas em quanlo nao chove, at
boceas de essoto e respiradourot do aqoedaclodo pa-
leo da riheir.i, afim do evitar que por elle* facam
os moradores da cidade, duran)/) a noile,despejos de
materias excrementicias e de agua infeca*, que
exhalam mo cheiru, produzindo miasmas que nio
podem dexar de prejudicar a aalubridade publica.
Kesulveu.n cmara se repondesse a S. Exc. qoe, no
intuito de concorrer quanlo Ihe for, possivel para a
saluhrid.irie publica, achava conveniente que se
adoplasse provisoriamente a medida requisilada pela
eommssAo.
Oolro da mesma eommssAo, dirigido ao Exm.
presidente da provincia, e por S. Bxc. remanido
cmara para providenciar, indicando a medida di
se irrigaren) os lugares que se forem limpando afim
de evitarse a acjo da poeira que resulta da lim-
peza das roas durante a hora em qoe he Intenso o
calor e causa allecrcs dos olhos e broochios.
I.embra CoramissAn er conveniente a esse ser-
vico o cinprego de looeis' con ralos apropriado*
cono se pratica as capilaes da Europa, o quaes
diz ella que san inleiranente semelhantes a esse*
que serven para a cooriucto d'agaas palaveis, ten-
do una lorneir.i qoe d passagem ao liquida que
indo ler a om labe de cobre crivido de furos, rabia
regularmente e sobre urna larga superficie, sendo a
carraca, que carrega o tonel movida por um boi.qoe
dirigid pelo lugares que devem ser irrigados, sa-
tisfar) completamente ao lim desejado.
A cmara abra^ou a medida proposlaae mandn
expedir immediatamente ordem ao administrador da
companhia da Ribeirinho, para a po. ero, execucao
quaulo antes, remettendo-lhe o oflieio da commis-
sAo por copia, e dizendo que a irrigarla devia ser
feita de preferencia na ras e pracas mais transita-
das.Nesle ntido mamloii-seresponder aS.Exc.
Oolro do eogenheiro cordeador, informando cir-
cumilanciadameute acerca da obra que ae est fazeu-
do em dnas caas terrea na ra do Cotnvello.e no so-
brado rio ngulo do oeste di roa Velha. Inlei-
rada.
Oolro dp fiscal ria Boa-Vista, tambem sobre o mes-
mo objeclo.-----luleirada.
Oulro do procurador, informando a petizo de
JoAo Augusto Henrique da Silva, hnseanrio-se no
regulamenlu municipal de 2l> de agosto de 1855,
que obriga aos que succedem no ettabelecimeolo a
pagarera o respectivo imposto e mullas qne Gearam
ilevciulo.oa possuidorea antecdanles : e dizendo que
a cmara na cobraor,a dos seas imposlos, nAn se re-
gula pelas lei da faienda. A' vista desla informa-
cao, indelferio-se a prelencAo do reqnerenle que pe-
dia ser dispenso de pagar"o que est a dever o seu
eslabelecimeuln numero 58 no .Ierro da Boa-Vista.
Oulro do administrador do cemilerio, dando ara-
zSo porqae os encarregados do fornecimenlo de cir-
ros fun
I*
ua djsposicn, assim como Jados o quarenlenartos,
caf preto com massas doces e papas de tapioca do
MaranhAo-, das 10 para is 11 horas almnco, com-
oudo-se sempre a mesa de lombos de foruo, bala-
tas, bife, galliuhas astadas e guisadas, ovos estrella-
dos, para quem os pedia, sarriinhas de Nantes, vinh-i
do.Porto, caf com lene, cha, massas doce*, pao c
turradas ; algumas vezes liveram falias cobertas com
ovos. Das 4 para s 5 hora da tardo puuha-se o
jantar. corapondo-se a mesa de sopa, vaeca enzida,
arroz, lombos rie forno, batatas, bifes, gallinhas gui-
sadas e assadas, pi, vinho do Porto, fritadas, pei-
xe, quando o havia, podios, goiabada e sempre mais
duas qualidade* de doce* de calda, queijo, bananas
e laranjas.
Depois do jantar caf. A' noile, para a rea, cha
e massas doces de difiranles qualidade.
Ei* o mo passadio a que era obrigaafB o Sr. Dr.
Olinda Campello.
Quanlo ao fado de fallarem lalheres, he islo ver-
dade ; 5 ou 6 dia*depois da chegada de S. S. deo-se
esse caso, m )s foi isso deviriu ao extravio de lalheres
pelos criadot e escravo rio mesinos qoarenlanos.
Devo notar'que apena* fallara m lalheres pira dous
passageiros un nm dia, e logo-no oolro fiz vir do Re-
cite talhere. sufiicientes.
Admira qua S. S. dissesse que passava mal de co-
mida, quando me consta que elle a alguns passagei-
ros, por mais de nma vez, gabou o servir da
meta.
Terminando ollereco ao respeilavel publico a lei-
lura dos alleslados que abano desla sao publi-
cado*.
liba rio Pina 5 de oulubro de 1855. ./oii Joa-
guim de Almeilajtiuedis.
Atiesto que eslive em cominisse do giverno no
lazareto do Pina desde o dia i, da pautwdu at B do
crranle con minha familia, constante de minha mu-
Iher e urna lilha de 5 mezes cora ama que a aleila ;
endo durante esle lempo foruecido pelo respectivo
adminislrador com as come lonas satisfactoriamente.
Ilha do l'ina"5 de oulubru de 1855.Dr. Jos Mu-
niz Cordeiro Gitahy, medico em eommisiAo do go-
verno.
Altalo que fui muilo bem tratado pelo encarre-
gado do lazareto do Pina, lanto eu carao minha fa-
milia, nunca nos fallando cura o necessario, e por
isso moslranrio-se ijiano de toda a eslima. que ,af-
lirmo. e pura clareza passo o presente.
Lazarelo do Pina 6 de oulubro de 185*.Marli-
nho Jos lllbeiro, alferesdo 9.a balalnAo da eaata-
doria.
RnTiro-me ao altetLulo supra. Lazareto da ilha do
PinJ
m runabret.pigam aquem Ihes faca a conduccao do
rlao para a sepultura dos cadveres de que faz
menco oarl. 7 do respectivo r#ilaraento.Adia-
do al o coinparectmenlo do Sr.^rereador Uameiro.
Despichara m-se at pe i roes de Ch'rispim Rodri-
gue Barbosa, rie Domingo de Hollanda Cavalcanli
de Albuqnerque, de Francisco Antonio das Chaga
e oulro, de JoAo Pinto de l.emos, de JoAo Augusto
Henrique da Silva, de Jos Antonio Baslo, rie Mi-
gar! Jos rie Almeida Pernambuco.de Manoel Fran-
cisco de Aguiar, de Manoel Antonio do.Nascimento,
de Paula Bastos, e levantou-se a setsAo.
Eu Manuel Ferreira Accioli.secretarioa sobscrevi.
Baraode Capibaribe. prndenle____Mamede.
Reg.Oliteira^- Mello.
% -17-
Presidencia do Sr. Barrio de Capibaribe.
Presentes os Srs. Reg, Mamede, Oliveira e Ga-
meiro, abrio-se a sessSo, e foi lida e approvada a ac-
ia da antecedente.
Foi lirio o seguiule
EXPEDIENTE.
L'm offlcio do prvcurailnr, dizendo que, leud ido
examinar o reparos da casa da ra da Florentina,
qoe arremalou Athaliba Cesar rio Espirito Santo,
achara que a obra feila nao esl de cnformidade
com o respectivo orr,amenlu, fellando-llie algumas
cousas que prescreve o memo ornamento, laes co-
mo, 5 Irave no valor rie .'iOgOOO r. e Id labra de
pinho no de 'J49000 rs..Mandn-se ouvir ao enge-
nheirv cordeador.
Outro do adminislrador do cemilerio. pedindo,
dese a cmara destino madeira de pinho. que foi
do simple da capella, por nflo poder ella demorar-
se por rauilo lempo all, para nio slragar-se, em
consecuencia de elar exposla ao sol.Resolveu-se
quede novo se annunci.asea -ua venda, convidan-
do-so quem a qaeira comprar 4 oilereccr o preco.
Tinha se lomado esla resolucau, quando recben-
se urna peln.-ao de Urbano Chnspiano Mamede 'de
Almeida, oflererendo pela madeira OO^rjOO rs., e
enlAoassenlou-te cm que fosse esla a base-da arrema-
tarlo.
Oulro d > mesmo, remetiendo copia da portara do
chefe rie polica, de 15 do crrante, ao eucarregado
de carros fnebre, Jos Pinlo de MagalhAes, man-
dando comluzirao cemitero publico o cadver de*
urna mulher parda, pobre, que fallecer na portara
do convento de San Francisco desla cidade, que
elle mandara dar sepultura na forma do art. 88 do
regiilamenlo.Inteirada, e mandou-se commuuicar
ao procurador. w
Oolro do fiscal de San Joi, parlicipandd qne na
semana de 15 a 1(i do crranle, se mataran) 632 re-
ze para consumo de>l.i cidade.Ao archivo.
Eulranito em discu I do cemilerio, lida na ses-uo inndenle, e que Pica-
ra adiada aleo ceiiiparecimeMD du Sr. Gameiro,
cunforiuuu-sc esle com o que expoz o mesmo admi-
nistrador, relativamente conducrao do'poilao n lase porie'tolerar,
sepultura dos cadveres i que se refera o art. 7 do
regulamenlu.
Foi approvado o parecer da commissao nomada
para examinar o estad do can de esgoto do aangue
rin nov uiatariouru, declarando qoe elle se nflo
presta a lim desejado,porque uAo esgola o sangue
para o ri. e se entupe de areia ; bem como qu eo
lagead onda se faz a matanca da rezet tem pouco
declive ; e que a falla de commodos du esUbeleci-
menlo d,i lugar que se esfolem as rezes ao sol.
Em consequencia do que resolveu a cmara litaran
conliecimenlo du Exm. Sr. presidente da provincia
dito parecer, pedinrio-lhe que, tumandtf-e em eonsi-
dera(A, houvesse de expedir sua ordens ao director
da* obra* publica, para mandar fazer o* me'lhra-
menlos de qne precisa o mesmo canu, de modo a
ler a ulilidarie que delle su espera.
Foi arrematada por Francisco Botelho de Andra-
de, pela a quanlia rie 1:4669000 rs. a obra doaterra-
raenlo do terreno alagad* lo ul do Ihealro de Sania
Isabel.
Despachnrant-se aspeliOes de Antonio da Cotta
Faria, ife Amaro oncalves dos Santos, do Dr. Fi-
lippi Lopes NeClo, de Jos Ignacio Braga, de Joao
6 de oulubru de 1855.Antonia Ja< Lanra,
o do 6. balalhao de infanlaria.
letU que no lazareto do Pina fui tratado com
ijanolidades que permitliain at propor(es da
mesmo, adiando no Sr. Jos Jiaquim de
d^uedes a melhor vontade e cavallei-
ina 29 de agoilo de 1855.AprigioJustiniano ia
Silca Guimaraes.
Atiesto o mesmo. Era ul supra.Liz Antonio
trra:, alfares.
Atiesto o mesmo. Era ut supra.Jeronymo Aj-
ees da Assumpcao, altere.
Atiesto-o mesmo. Era ut supra.Luiz Felijf-s
Barros Puim.
Atiesto j mesmo. Era ut supra. Siloino Oui-
Iherme de Barros.
Altalo ler recebido o melhor Iralamettl que po-
da desejar do Sr. administrador deste lazarelo da
ilha do Pina. *
Se bem que mal accomraodadu pela falla quasi ab-
soluta de accommodacoes e o exoessivo numero de
passageiros, que aqui se acham, cora tudo na ma-
deira* de um perfeilo cavalleiru do Sr. admiuislra-
trarior, lenho eu e minha familia adiado a compen-
safo dos incommodos de ama 4al silua(Ao, nflo nos
ha vendo faltado com cousa alguma rio que (lavemos
precisado.
Por ser esta a expressAo da werdade don o presen-
te leslemcnho.
Ilha do Pina 29 de setembro de 1855.Joa > Fer-
reira l'itella.
Refiro-ine ao altesladosopra.JoSo da Silca Mal-,
tos, passaceiro rio vapor Pedro l.
Da mes.na sorle me retiro ao alleslado retro.Jo-
s. Chrisliano de Freitas Henriques Jnior.
O senadoi Francisco rie Paula Pessoa, li dalgo ravat-
leiro da casa imperial, etc., ele, etc.
Atiesto qne oSr. coronel Jos Joaquina de Almei-
da Huedes deu-roeum Iratamenlo que me deixou aa-
lisfeilo. njio poupando para ia-.- os raeios rie que po-
da disper, e para constar dei-lhe o presente por
mim feito e assignario.
Lzatelo do Pina 28 de agosto de 18561Francis-
co de Paula Pessoa.
Atiesto pelo presente que por mim faro c assigno,
3ue fui satisfactoriamente tratad pelo Si. coronel
osJoaq lim de Almeiria Guedes, os dias que aqui
passei de quarenlena ; nao poupando elle muios ne-
nhnns inseu alcance para que vivessemos tranquil-
lo (eu e minha senhora para v que pa-.o-lhe o pre-
sente qm; delle fara o* que Ihe approover.
Lazareto da ilha do Pina 28 de agosto de 1855.
Jos Joaquim do Reg Borros.
Atleilc, que eslando de quarenlena nesle' lazaretd
rio Pina, por ter vindo do Rio de Janeiro no vapor
Tocantirs, que ettivera na Baha, fui bem tratado
pelo Sr. -oronel Jos Joaqun) de Almeida Guedes,
encarreg ido ri lito lazarelo ; c por amor a verda-
de, devo declarar, que boa vontade em agradar os
patsageiios, zelo em servi-los a salisf.ieao de cada
om delle, todo isso o mesmo Sr. manifestou .por om
modo pleno e satisfactorio ; c de minha parte devo
al dzer, qne Ihe fiquei penhorado por favores e ob-
sequios.
Oulro sim, igual satisfar eu tcstemunhei ser pa-
(enleada por quasi indos os maia companheiros meus.
E por ser verdarie passei o prsenle.
- Tilia rio Pina 28 de agosto rie 185J.Dr. Francis-
co de Paula Baptista.
Allrst) o mesmo. Silcino Guilherme Bar-
ros.
Bananekas 25 rie etembro.
Srt. redarlures. lie esla a primeira vez que
procuro ma das paginas doseu enneeituario jornal.
'o para couspurcar alrieius mrito, mas sim para
Hender um amigo, cuju reconhecido merilo esla
alm da-, injustas accusaees feitas pld correspon-
dente dala villa, o Sr. Aldeiao, queou por inisnua-
(Oes de teas proletarios laes como o Sr. M. e ou-
lra*,) ou por san natural insiinclo lem lomado por
alvo de suas negras argaire ou agente da polica
rieita villa e com especialiriade ao digno tubbelegado
elTeclivd, que no deseinpenh di sua missAo tempre
foi eneigico e ponlual.
- Que a Sr. Aldeiao corvado sob o peto e odio do
novo Bmaneirense pilo seu mao compartimento e
filia de carcter, procure'desviar de ti graves impu-
laces, Iranseat ; ma querer juslilicai-se faltando i
verriade. ainda mesmo nos escriplos que ufierece ao
puhlicu.juiz que ha das nossa araes V he que nflo
se pode tolerar. DizuSr. Aldeiio em um seu et-
rrijiln inserto no Diario n. '.H'i de 10 de agosto :
o subdelegado desla villa actualmente um exerciciu
lem pral icario abuso rie pmlrr : o que w prova com
a copia de uin ollici dirigido a um inspector de
quarteiAo concebido nos segolule* termos : S. T.
Faca nulificar oroa porreo de pessoas qoe se lleva-
rlo aprsentar a esla subdelegada com redes, e en-
sillas i>tc. etc. K loso qne all chegaram o sub-
delegad impoz-lh.es o dever de Irabalhar em ten
engento, sendo esle o lim daquella uniificacAo para
o que chamamos a atienda du digno ehefe de polica
da provinria: Sr. AljkSao, qaerels por venlnra
tornar-(ou recommendavl ao governo marcando a
repulaerio alheia 1 he muiU impudencia e falta de
bro.Sr. Aldeiao, concedamos a hypulhete qqe o Sr.
ubdelegado vos peca a capia dete ojlirio publicada
por esle Diario ciiui as formalidades necetaaria* ? .'
duvidaii^, nflo he asim, poi bera, en em nome do
mea irrigo vot peto que.publiquei por ete Di-
ario u oflieio un queslflu, cuja firma teja pelo
labellio reconhrcid, esc assim nflo o fizerdrt te-
rei lid" e luvido por um vil calumniador, e como
lal incapaz de ocupara alta mitsAo de corratpoa-
denlt, que he so propra para aquelte* de recuunt-
Juo Valentino Danla
Pinaj, eti vut nado.
Vastos feilos memoraveii
Louvare alm de lujo ;
Soisgpande, sois eicelfenfe,
Sois honra de vpsaa eeuti.
ir
- Inda que rude, c ve,adu
Da mais ingrata furf/ina,
Sollarei a fraca voz
Na minha toeei tribu
Pois p'ra virlode cantar
O co me ha de ajudar*.
III
Se de Scrates a razflo
Lite fez o cime inmortal,
Se d'Alexandre o, valor
l.lie graageou oulro igaal,
tambem no mea entender
Podis nome eterno ler.
IV
Andar em longos caminos
Meu alrei|p pensawent_'
Porm agora avistando %
Da jottir/a o aposento.
Se vni um penco oceupar
Do qae tanto prezo amar.
V
Amo a justiea, e por lanto
Repalo de ubrgicflo
Pilentear ao Brasil
Vossa jusla correirAo,
A ningoem ollender quero,
E nem feilos enumero.
VI
Pois de qaanlo n'HU ubraslet
Era todo houve juettea,
E se algara ri'elli se queixa
Vociferando injnstira.
He, porque nenie errada
O mesmo lieos nao auvula.
vil T^
Sd houveram mullas por falt
F; reposi^e timben,
Pergunto eu, te na lei
Ha reserva para algueni *
Unvendo fallas entilo,
One merecam pumcAo"?
VIII
Perca nlo miis, te tambem
He n'um juiz lyraunia
Seguir a ledra da lei,
Uando colpa avalia /
Oa, e alguma perrioando,
He jasto a le aarpaodo 1
IX
Eolendo, qoe na cadin
Da grta justiea tentada
Nem odios, nem amizades
Deve ter um magistrado,
Qoe s deve decidir
Segundo o caso pedir.
E nflo foi islo, o que" fez
Nosso Dantas Pirrj ?
Perqu se ha de dizer,
Oue elle justo nao he 1 '.
He s. porqae atusa estado
No presente he mitrada-do .'
XI
' Jamata, Dantas Pinaj,
Vot rievei arrepender;
E era do vasto ciracter
Se dever* iseo erar,
Porque o ser josteceiro
Nflo ofrende ara Britileiro.
XII
h se alguem quer eo* itrj
Censurar i crretela.
Censure pelos nio fei
l'orcm pelos feit r,ao :
Censure at lei* do peiz,
Ma nao o nosso jotr.
XIII
(.runde Dantas Pinaj,
Da justiea sois abrigo,
Sois hroe, sois Brasileiro
O co voslem por amigo;
K seris tudo*atfim ;
Se desses ao ministro fin.
XIV
Ao menttro, digo esaelaaaaaa|
Flagellu dos Assuens'es
Por essa enorme eabiea
le em lado itrtromeiter-se,
Ijiba ou nAo elle metler-se.
XV
Deot vo quera coiwervar,
(trande Dantas Pinaj,
Para bem derla comarca,
E da nosta Saata F,
One ao d'etta expressAo
Por serdes om bom chrMJo,
XVI
E vos, excelso nuonarctit,
E miuislro do Brasil,
Recompensai este hroe <,
Merecedor de honras mil,
E lqae o Brasil inteiro
Conherenrio o Bradleiro.
XVII
O qae diga aqui, nAo he
Por aJgnma adiilara,
Poi fallar asaira pretomo
Por mera cenvicc^o,
Qae eom esla aaloridade
Apaa lenho emisario.
XVIII
Asim sustento, e deteudo
O nosto illuslre juiz,
Notirei feilo por eilo,
lo qne agora nAo fiz.
Se preciso te tornar,
O que nflo he de esperar.
An 20 de' agosto de 1855.
4t.
I
Pelo passamento de meu mai presada coBratr* awut-
go PamflhUio Peinlo a Brilo da Sitceira Ca-
valcanfi.
No almo o de seus dias, ns albures
Da bnlhante crreira, qoe trllhav,
Carreira lAo sublime, axcatsa, nobr,
Equando immemo pego elle muilrava.
A sciencia, a sciencs, a negra morte,
A seu leito che&anrio e Iruculenta,
IV a fooce cruel, a fouce impa,
O golpe desfeichmi-llic. A macilenta
A pulula mao descamada
Da parca sungoiniri.r nio erran :
Esla parca voraz, lAu deshaman,
De Pamphilio a Vida, eia rouboit.
Pamphilo nao existe, o charo amigo...
Murchoasnais urna flor, uma'speranca,
De luclp vos cubr, diorai, collega*,
Na ethere minsAo elle detcini.
Entre vt e varea jamis, collecat,
A senda Irilhou da immenidade,
A Ierra depoajta o leu eidiver,
Sai alma repona a elernidade
Morrea, fioou a vida, qoaj i flor
Ou' a brisa oseulara, e qV lu; murrhada.
Poli minga nociva, e sobre i trra
Do mrbido galhiuhs derrabada.
A siadades parm eomnotcq descera '
A' ntara xpullnra. a' lua fra,
SAu |iereiines, perpetuas, nao as pude
Murchar a crua morle, a |wrca inipiu.
A' ti, charo Pamphilio, ati pedimoa.
Pelos alijos careado em i man-
Interceda pe* nos a' iJeo Potente,
K nos movas seu alto coracSo.
AO ECHO PEBNAMBLCANO.
Htm. Sr. Dr. chefe de polica... Jo- \iloma, p
re, Macha.10 Por.el.a ^rceiro .wr^tn.T^bd.-
legado da fregnezia de MdriAjca. p,,,^ sao
que V.S.s.rva se demandar cerlilicaj- se fe. o ip-
plicanle que em lina de agotla,ultimonvioo a V. .
pararecrula* demarinha os roeuore. JotJ.cmlno
e Marcell,,,,! g. ,,erermen,0._E JI.
7~a TLlu"n,a::,Vir*> Machado Portilla. K,fe
bdeoatahro deis
Nio foi o sappcaule, qa en|j,0 na,elatam
exarcioio, e im o propriu subdeleutad.. de polilla o .
Munbec quem remetien-me os don reerurt*


DIARIO OE PEMUIUCO TERCA FEIM 3 D OUTUBRO OE 1855
ue traa. Secretaria uluhro da 185a* P.' Teixeira
AOS SENHORES ASSIGNANTES PARA A
COMPANHIA DE FIACAO' E
TECIDOS.
Senhorei. Uiveodc-mi separado em 38 de Si-
embro p. p. lo conseibo de ilireeoio da companhia
ile fiacao e lecidos creada por mim 8 mea e.forcos
ii pedidos, virio que divergimos nteiramente dog
meios ds mecucio, sean o quaes julgo ineficat torio
a qualquer passo i este raspudo, uo posso sm Tal-
lar a boa f xpor ot capilaes daquelles que tiveram
a bondade da aeaignar as rotabas lisias, rondando na
minha peHtoa para a boa drecc,ao da empresa, nem
teixar de prevenir a todos quanlos m* liooraranj
cora a sua confianca, que estou se oarado do conse-
Iho, a que as listas que flguiam para o pedido de 10
por cenlo sao. as minlias e apezar da as lar eligido
em sesslo de 38 do p. p, o eooselho obriinou-se a
guarda-It m seu poder, prometiendo entregar-mas
em 31 de julubro crrenle.
Tara nao eorapnimetler a boa T das pessoas que se
onliaram om mim logo direi aos se diores accionis-
tas o que liouve 'a este respelio e o que nos compre
atar d. qui em dianle para levar an cabo urna em-
presa de Unta utilidadn e vantagens, a qual contra
i miaba untada e da todos os mais interes lido.demorada al hajr.
'tardo lenho a honra de assignar-me de Vv.
nerador e criado.Fi M. Dupras.
I'ernamlmco 8 de outubro de IHVi.
COMMERCIO r
i'UACA DO RECIFK 8 DE 011LBKO AS 3
UOHAS DA 'l'AKDK.
Cotaedes ofllciaes.
Algodto d 5 Macei.VjtiO por'arroba posto a bordo
Cambio sobre Londres38 d. 60 dp .
Al.l'ANUBO.A. *
Itendimento do dia 1 a 6. 95:6589921
l do da 8.......31:7409797
117:3995718
f
^
Duearregam hoje 9 de tutu
miera/mboeiismercaduras.
Brigue fraileasBtaujttidem.
resileiro Capibaribegneros do paiz.
Importara o.
ra insiera Imogene, viada de l.iverpnol. con-
i a C. J. Astley 4 C.. roinifestou o se-
gu nte
iaiU-1 lecidos da linhu, 115 Tardos e 103 raizas
le algodao, bVardos lecidos de laa, 3 barris
iga, 30 latas dila de pon, 5 barricas minde
dila ciliadas, 70Teiie> ps Je Trro, 5 latas
caita queijos, 1 dila vi iris, 1 dila tinta
crerer, 1 embrulho papel ; .i Paln Nasli &
Conipantii i.
litas tonca, 13 caitas e 9 fardos teci-
lio, 113 volumen lecidos de alco-
, 6 barricas alva ade, 35 latas ig-
uiudezas ; a Fox llrolhers.
lizas tetados de algodao,."> ca-
ilaicb.i, 1 dila laudos de algodiio
eseda ; a H. Gibson.
rdese 19 caltas lecidos de algodao, 73 fardos
e |pel, 6 tardos lecidos de linho, % ditos
sde I nho o algodao, K caitas cobre, 33 tarro-
Uios, t barrica pregas. 50 ditas pite, 40 pe?s e i
brulhos cabos, 130 taiies retro. I caita prensa, 1
:los para seileiro, 3 raixas roupa, I
petes, 1 caita conserv.is, 1 dita cha ; a
A|iy & C.
ida, 11 dilas erizada, 11 barris vi-
va, 1 caita tapetes ; a E. II.
Wva
de ilgodflo, ditas fazendas ; a
J. Kelter & C.
Qaslre ; a Mauoel Jolquim Ra-
mo e Silva.
ardos tocidottoe algodo ; a Malhe.ua Austin
illia.
8o, 3 lardos lecidos de liiilio, 5 barricas vi-
feraasens. 6ditos culilaria, 100 chapas
3 barricas' lampos ; a S. P. Jobnslnn
nDpa;liia.
ais n e 65 Tardos lecidos de algodao, 5 fardos
lio, 5 caitas ditos de liul.o ealgodad, 1 di-
tas, 1 dila oculoi, 3 dita; raiudetas, 3 ditas
da, 3 dilas lecidos de algodao e lila ; a
Jolinslon Paler & C t
s, 1 dita lecidos de algodao, navalbas
ir-, 1 dila tecidus de algodao, 3 dilas cha-
lil Antonio de Siqueira.
I de llaiidros. 1 dila drogas, 40 bar-
0 barris maoleiga ; a Me. Calmonl A
l'.ninnaahia.
rrli mauleiga ; a F. G. de Oliveira.
cides de aUodiio. 3 barricas ferragens,
11.800 tensa*; a Koslrou Kookar A C
litas a 13 Tardos lecidos de a godao 13a, e cba-
i sil, 78 caitas lecidos da algxllo, 'i ditas Ta-
zeodas ce meia ; a Soulhal M.illor & Compa-
nbia. ,
I caita vidros ; a Timm Morasen & Vinassa.
16 ditas lecidos de algodao; a i. Cnblree & Com-
panlii
3 ditas pilulus ; a J. Soum.
i tacidos de aigodo ; a Barrosa ic Cas-
ita miudexas, ; a Augusto Ceiar de Abreu.
trrica miadezaa* a Brender n Brandi \ Com-
jianliia.
10 mcrcadorias ; a C. Starr \- Compa-
nliia.
i de algodao e linlia ; a Fe id el Pinto
& Gompanhia.
HUs fumo ; a J. Ciroll J.
lecidos de .ilsodo, 7 fardos
caita reosnos ;iH. i. de
Oliveira.
carvao; a Seott Wilssen eV Compa-
nhia
i btalas, 1:1 lilas bistoulo, 1
caita conservas ; ao capillo.
1 caita amostras ; a diversos.
tiNSUI.AiK> GEKAL.
imtjllo do dia 1 a 6 5:861*473
de^Hia 8....... 4039653
am"
D
alqueirc
@
)i
Iqueire
alq.
9
cenlo
Estopa naciopal........
eslraageira, mo d'obra
Espanaderes grandes.....
x pequeos....
Firioha ds mandioca ,
a a milbo......,
o aramia.....
Feijao............,
Fumo bom f......
ordinario.......,
em follia bom.....,
ordinario .....
reslolbo.....
Ipecacuanha.........
tiomma............
Ueugibre...........
I.enha de achas grandes ....
pequeas.....
i> o u toros ....... o
Pranclias de amarello de 3 costados urna
l i> louro......... u
Costado dojimarello rie35a 40 |>. de
r. e 3 ,' a 3 de I.....
de dilo usuaes....... >
Costadinlio de dilo........ a
Soalbo de dilo...........
Ferro de dito ."........., '
Costado de louro.........
Cosladinho de dito......
Soalbo de dito...........
Forro de dilo...........
cedro..........
Toros de lalajuba........
Varas de parreira.........
agailhadas ;.....
a qoiris ,.....
Em obras rodas de sicupira para c,
eixos t ,,
Melado...............
Milbo...............
Pedra de> amolar .......
fillrar..........
relilos......... i,
Ponas de bol............cenlo
Piassava........;.....mollft
Sola ou vaqueta..........meio
Sebo em rama...........(>
Pelles de carneiro.........uma
Salsa parrilha ...........@
Tapioca..............
Unlias de boi..........
Salan..............
Esleirs de perperi .....'..
Vinagre pipa ..........
Labecas de cachimbo de barro.
13280; PL'BLICAgAO LtTTERARiA.
Acba-se vend o compendio de Theoria e Prili
01 ca do Processo Civl feilo pelo.Dr. Francisco de Pao
quintal
dtizia
par
ca.naJa
alqueirc
uma
cenlo
milbeiro
1*000
19600
29000
39.'00
69400
8>000
39000
79000
49000
39000
389400
39000
19500
39400
99011
109000
t49000
7900U
303000
119000
89000
69080
39500
79000
6900
39300
39000
39000
19380
19600
19930
l>380
9000
30SOOO
9300
19600
9640
69000
9800
49000
9330
39400
58300
9340
179000
49000
9310
I20
9160
309000
59000
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrado no dia 8.
MazallanMidia*, calera ameiicana Falmis, de
330 lonefaaan, capilao B. Benaiven, equipageni 18,
carga madeira e mais gneros ; a ordem. Veio
_ com agua abarla, seo destino era para Falmoulh.
Fondeu do lameirio o' vapor ioglz uRiuemau,
commandanle Chrialian, debaito de quarentena.
JVatsoa sahidoi no metmo dia. ,
liio de Janeiro e porto intermediosVapor braii-
leiro Imperador, commandanle o 1.a lenle
Torrezao. Passageiroi -deata provincia, Jobann
Herroaun, alfares Jos Victorino Ce-ar, et-praca
Francisco Justino da SUva PerdigAo e sua senliora,
Joo Jos de Miranda Juuior, Joao Alfredo'Mi-
me, P. J. Cardoso.
EDIT,
.4ES.
a Baptisla. Edambra, alem de uma introdcelo
sobre as aecoes 1 eacepces em geral, Irala do pro-
cesso civel comirado com o commercial, eonlm
a Iheoria sobre 1 applieaco da causa jaleada, eon-
Irai doulnnas laminosas : vende-se nicamente
ai loja de Matoel Jos I.eite, ia ra do Quei-
mado n. 10, t 69 cada etemplar rubricado pelo
autor.
Continia a vender-se a obra decli-
reitoo AVogado dos Orphaos, com um
apndice importante, contendo a le da
feriase alalas dos tribunaes de jostica, e
o novo Reg'mento de custas, para uso dos
juizes, escriwes, empregados dejustica, e
aquelles qui frequentam os estudos de di-
teito, pelo ireoo de 3)>'0<)O cada exem-
plar; iialoa do Sr. padre Ignacio, ra
da Cadeia n. 56 : loja de encadernaco e
livros, ra do Collegio n. 8; pateo do
Collegio, livriria classican. 2,ena praija
da Independencia n. e 8.
pu-
llos
L
mwiwf
DI VERSAS l>tOVIM:US.
Heudirmnlo de dia 1 a 6 .... 3818800
dem *n di 8....... t661
2989461
HECEBBirOlUA DE RENDAS. INTEKNAS *AES DE PERNAMIHICO.
Hendimsnlo do dia 1 a 6. % 6::t66s37.1
lia 8 ...... .*J33J874
6-8899149
CONSULADO PROVINCIAL.
Haudtmenlo do dia 1 a 6.
Idean do da 8
5:3889783
3675655
5-65W37
PAUTA
r*
\
?
prtrot crtenles do oaawear, algodao, e mois
io paiz, ane sr. despachan u mesa do
i-oruaiado de Pernamtmrv, na semana de H
d 13 le outubro di 1855.
Assucj'em caitas hrancol." qualidade %
. a a a 2.
: mise.........
11 bar. e lac. branro, ......
n o mascavado.....
n refijudo....... ... )>
Algodao em pluma de < qua'idade o
B 2.a o n
)
f 3."
em catooo. .
Espritu de aguaWeni/
Agurdenle cachara .
11 de canoa .
restiiada
do reino .

caada
11

r>
Geaebia
Licor .

caada
ama
um
*

/
.......... caada
........... botija
..........caada
. ". ........... gnrafa
Arroz pilado dual arrollas, ara alqneire
em cisca........... 11
Azeile de mamona......
mendobim e de coco
n n de peite.......
Cacau.............
Ares araras .......
- papagaios.......
Boladas............
BScoilos..............
Caf bom...........
11 reislolhn........
asta........
v o nido .*......
CinwJ ucea.........
Cocea com casca.......
Chantos bons........
ordinario*.....
11 regala e primor ,
Cera de carnaaba......
11 -m velas .......
Cobre novo rodo d'obra. ,
Couroi. de boi salgados ,
verdes...........t
11 espitados.........
de 005a ..........
cabra corldos.....
Dce de calda...........
goiiba..........
o seceo ............ p
o Jal* ...... t .....
cenlo

%

9
39800
I.19O0
33XJt>
59600
5K300
49800
19100
ViO
9380
9480
!WO
9600
9,580
240
9580
9340
44600
<9280
'550J
HKO0
1928Q
59000
IO9OOO
39000
79OOO
8960
UH9
39000
39500
69IOO
5*000
39840
19400
9600
2&400
119000
1:19000
9160
9190
9t00
9200
159000
9300
9160
9160
9330
240
Peta inspecr^oda alTaudega se Taz publico, qoe
no dia 13 do crrenle se liao de arrematar em hasta
publica, depois de meio dia, i porta da mesma re-
parlieao, de conformidade com os arls. 372 e 277 do
regulameolo de 22 de junho de 1836, as seguinles
mercaduras ja annunciadat em edilaes de 30
das:
Marea AT & C, n. 3, 1 embrulho com amostras
de faiendas em retalho.
Marca (W), os. 3041, 3058, 2 embrulhos Tazen-
das.
Marea IH, n. 9374, 'caixinha com 30 dilas en-
feiada* cora agolhas da costara a 300 rs. cada uma,
lolal 49000 rs.
Marca MLS, n. 1, 1 caita contendo 265 frascos
com remedio para matar toda a qaajidade de insec-
tos a 200 caria um, lolal 539000 rs.
Marca Adolpho, lemnumero,4 embrulho c
presaos. .
Sem marca, 1 piano em man estado no
259000 rl.
Marca JIL, n. 180, 1 caita rom 1,730 baralho
carias portuguezas, formando 1431)3 maros
baralhos 49000 rs. o maco, lolal 57:19333"
Marca JKC, n. 366.1 caita contando 20
rape rolao em mo estado, em Irascos de
libra, 72 K librirs de dilo em 145 boles de
19 % libras de dilo em 39 latas de ,'. libn
de uilo em 39 talles de 1 libra, ao lodo ''
6O0rs. cada uma. lolal 909600 rs.
Marea JPA, 1 erabrolho com amoale
das 111 relalho: sendo a arrematado \<
aoaaVemalanle. I'
AITandega de Pernambaco 8 de 01:.
O Inspector, Bento Jote' Ferna.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti
imperial ordem da llosa, jniz de
do eommereio por S. M. I. e C. etc.
F'acp saber aos qoe o presenta edital virem, qoe
no dia 15 do correle mez. se ha de arrematar por
venda a quera mais der depois di audiencia desle
juixo, e na casa das audiencias, a sexia parle do so-
brado da ra Imperial o. 169, no valor de 5339:133
rs. com o ahalimento da quinta parte vislo tilo ler
havido Uncador pelo preep de 6669666 rs., cuja pro-
priedade fui avahada no lodo em 4:0009000 penho-
rada dila parta por etecuc.3o de Antonio Maia da
Silva, conlra Minoel Ferfeira da Silva e toa mu-
Iher. *
E para que chegue 10 coobecimenlo de lodos,
'roaudei passar edilaes, que eran publicados pela
imprensa e ahitados na praca do eommereio e casa
das audiencias.
Dado e passado i.esta cidade do Recita de Per-
nambuco aos 5 de oalubro de 1855..
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeirs escrivao
inlerino o subscrevi.
Anselmo francisco Perttli.
O IIIm. Sr. inspector da Iheaouraria provincial,
em cumprimeolo da ordem do Etm. Sr. presidente
da provincia, manda constar sos proprielarios abaito
mencionados, a eulregarem na mesma thrsouraria no
prazo de 30 das, a contar do dia da prmeira punli-
cacae do prsenle, a importancia das q notas com qae
devem entrar para o calcamento da ra Oireila al
a travesa da l'eulia, conforme o dispoalo na tai pro-
vincial numero 3"i0. Advertindo, que a Talla da en-
trega voluntaria ser ponida com o duplo das referi-
das quotas na eonTormidade do artigo 6 do recl-
menlo de 22 de dezembro de 1854. A
N. 2. Joanna do Rosario uimaracs Ma-
chado.................. 779400
N. 4. Viuva de Joao l.eilao Filgoeira. K'.l.-Ci;
N. 6. Hospital da Misericordia de Angola 619800
N. 10. Benardo Jos ds Costa Valeotim e
Francisco Joaquim Pereira.......419700
N. 13. Mara Joaquina de Moura.....769300
N. 14. Ordem lerceira.de S. Francisco. 159000
N. 16. Antonio Francisco Pereira. 779330
N. 18. Ilerdeiros de Manoel Caelano de
Albuauerqoe...............579600
N. 30. Viuva e he.'deiros de Antonio Joa-
qoim Ferreira de Sampaio.......
N. 23. Francisco Alves da Gunba.....
N. 24. Joio Matheos...........
N. 26. Joaquim Francisco de Azevedo. .
ti. 28. Dilo, dito..............
N. :H. Thereza Gonralves de Jess Aze-
vedo. t..........
N. 1. Irmindadede N. Senliora do l.i-
vramento........;........
N. 3. Joaquina Mra Pereira Viainia. .
N. 5. Dita, dila..........
N. 7. Uila, dila..............
N. 9. Ba/ilio Alves de Miranda Varejlo 759000
N. 13. Francisco BrandAo Paos Brrelo. 439300
N. 17. Irmandade do Espirito Santa. IH9OOO
N. 19. Joaquim Bernardo de Figuereido. 385800
N. 31. Dilo, dito.............1199100
SAMTAJSABBfe
jrOKi EMPEEZ*
l'KIBTJTO DE GKATIDAO'.
(Jui benefieium incenil compedes inceni/.
Disse Sneca e com raan, que quem recebe bene-
ficios e favores enconka prisoes que Ihe caplivam a
riberdarie de cujo capliveirn nao se livrj, se o re-
conbecimenlo Ihe nao proporciona os meios.
Esta principio de philssophia moral hbilmente
consignado nos sagrados e luminosos escriptos do
philosopho por ev:ellenci. tal impreS'ao Tez no ani-
mo do abaito assignario, que elle desojando de al-
gn) modo liberlar-se do capliveiro em que esta,
para com todos o> quo concorreram com suas pro-
lecrocs para realisar a cou-ecucau da empreza do
Ihea'ro de Sania Isabel, vem hoje solemnemente tri-
butar sincera gralidao e profundos votos de agrado-
cimento a lodos, e mu particularmente a cada um
dos Ilustres membros da assemblca provincial, e ao
Illm. e Etm. Sr. conselbeiro Jos liento da Cunta
e F'igueiredo presidenta deata provincia, pr have-
rem approvado o seu requerimento, pelo 3 do arl.
16 da tai provincial n, 364 de 8 de malo do correte
anuo, e lerem-lbe dado a empreza 'do thealro de
Santa Isabel, por espaco de 8 annos. E ruga ao
Ente Supremo que gota seos pasaos com boa estrella
e Telicidade, para qoe possa. com prazer, desempe-
nbar a empreza, de qoe se tem incumbido.
Raphael l.wri.
Pernambuco 4 de ootubro de 1855.
Grande e extraordinaria representarlo gymnariica
e dramtica rom asistencia da rompauhia dram-
tica em beneficio da prmeira artista da companbia
a Senliora
Recita concedida pelo Etm. Sr. presidente da
provincia. ,
QUARTA FEIRA 10 DO CORREXTE.
A beneficiada etecular pela prmeira vez no
BKASIL, em agradecimenlo ao bom acolhimenlo
que receben do publico desls capital, o papel da
JARDNEIRA FLORISTA
do
armazem, onde os titulos de*posee do-
minio se acham.
0 agenteBorja, autorizado pelo Exm.
Sr. Dr. ju'ie privativo do eommereio, se-
gundo o seu despacho proferido em re-i
((uerimento do curador fiscal da massa fal-
lida de Manoel Gonralves de Azevedo Ra-
mos, iki-a" leilao da taberna sita na ra
da Cruz n. 37, pertencente a dita massav
corsislindo na armacao, gneros mais
objectos existentes na mesma taberna:
quarta-feira 10 do corrente, as 11 horas
da manima.
O agenta Borja. Tar.i leilo qninla-feira, 11 do
correnta, as 11 horas da manhaa, em seu armazem,
na ra do Collegio n. 15, de um grande e completo
or (imenio de obras de nwrcineria novas e usadas,
varios pianos de Jacaranda e de mognn. obras de 011-
ro e prala, rclngios para nlgibeira, lanlernas, ran-
dieiros de diflereules qnalidades, espingardas para
rara.e nntros muilos objectos que se acharan patentes
no mesmu armazem, no dia do leilao, os quaes serao
entregues peta maior prero oTTereeido.
J. Ryder 4 Coropanhia, (arlo leilao, deaccor-
COMPANHIA DE FUCVO E TECI-
DOS DE ALGODAO. RECIFE.
AdireccSo da com'
panhia faz publico,
fujLiXir
que astentou adisr
o recebimento da en-
trada de 10 por cera
to do fundo da coro-
panhia. Recife 28 de setembro de, 1855.
Rarao de Camaragibe, presidente.
Joao Ignacio de Medeiros Reg, secreta-
rio. ;
SEGUROS.
gavA companbia Indemnisadora IciiiAo
^ncipiado suas operaones, toma segures
martimos a premios razoaveis: seu e-
criptorio, na ra do Vigario n. 4.. estar'
1 aberto todos os das uteis, das 10 horas da
do com a a'ui.irisaran da altandega deia cidade, por I manhaa, a s 2 da targe.
SHEH=J!3iiErS;'cooissAO portgez de
islindo emcaasas lisas, panno de algodao azul tran- D'FNFFTPPNPI 4
cario, madapoles, algodaozinhos e chitas, ludo de- Dllil JJl luuil ulA, M
embarcado naquelta estado de bordo da escuna in-1 -...., ,, Jt
gle/.a Honesta, capilao Thomiz Puyar, rocenlemente ,rr or'iem Io m- Sr. presidenta, he convocar!
entrada ueste porta, viuda de Liverpool: quarta- i a Lommiss.10 Porlajgueza de Beneficencia, para un
fera, 10 do correnta, as 10 horas da mnnhaa. ,, pon, | reumao, setta-Tenl 12 do correnta, ai (i horas
da mencionada altandega.
AVISOS DIVERSOS
cilurj
co I
rlBE
inri
larde, no sallo do Gabinete Parluguez de Le
afim de proceder-se a arreeadaeao do produc
suUsrripcao no respectivo cofre. Os Srs. Ihesoore
ros e secretarios das diversas eorqmistdes enearregi-
das da subscripeo, terao a bonriade de apresenlaras
quotas que liverem em seu poder, e as competentes
listas regularisadas. Tenjo de proceder-se tambem
a noinea#in do-primeiro e segundo enfermeiros lo
requ
lados de boa cond
O Sr. Guilherme Gurll lem uma caria na li-
vraria n. 6e 8 da praca da Independencia.
A pessoa que lem uma carta part o padre Can-
dido Jos Alves da Silva, qoerendo enlrega-la, dir- j iiospi'taL os serdiofes prelendenlea'qneirainVpresen-
ja-sea roa das Cruzes n. >, primeirq andar. iar 9ein requeivatentos itacamenlsdos^om alles-
Quem perdeu algum dinheiro entre o caminlio
da SMedade o obras do hospital militar, dirja-se a
loja de 4 portas n. 3, protima ao arco de Santo'An-
tonio, que dando os signaes Ihe ser enlregoe.
O abaito assignado, tendn vendido o seu esle-
belecimenlo de bilhar ao Sr. Pedro Puerhe c Luiz
Blondel, pede por meio desle aos seus credoret apre-
senlarem suas cuntas, e aos eus devedores virem
satisfazer seus dbitos.Ari. Berke.
Precisa se de om moco porlnguez para caitei-
ro de taberna, de iriade de 13 a 14 anuos, qoe d fia-
dor a soa conducta eqoe tenha pralica : no Forle do
Mallos, roa do Codorniz n. 4.
conduzindo seo carrinho de mao desde o palco
thealro al a quarta ordem de camarotes.
Dar principio ao espectculo diflereules eterc-
cios de dance por Maderoesella AletandVina. o jo-
ven Ernesto e a BENEFICIADA, a qual dansar o
arrebatador
Solo iiiglez,
e pela prmeira vez os equilibrios de DUPLICA-
DAS CADEIBAS, e a COLLA!. AO sobre a corda
teza, onde etarao enllocadas mesa cadeiras.
Os etercicios dos arcos e das bandeiras sem ma-
romba, pela beneficiada.
H(WaaJn^ graciosa e rauito applaodida come-
dia em 1 acto
0 ASNO SF.MIT.F. HE ASNO
pela companbia dramtica. _
Depois da qual sera' cantado am duelo que se
annunctara*.
As jovens Jauuaria e Lenidas dansarao um lindo
passo a diuis.
Terminara' o espectculo com a etcellente Tarca
em om acto
Sor ve tes.
Hoje as 6 horas hovera lorveles no aterro da Boa
Vista n. 3.
No dia 11 do correnta se ha de arrematar de-
pois da audiencia do Etm. Sr. Dr. juiz especial do
eommereio, na sala das mesmas audiencias, a lerc.a
parle do sobrado de tres andares, silo na ra do Co-
dorniz, no bairrn do Recita n. 3, avaliado dito sobra-
do por 7:00U9 (3.3.t38333), cojo oredio tai petihora-
do por etecuran de Manoel Victorino Beltrao contra
Manoel Luiz Coelhode Almeids, o qualdeitoa de
ir i praja po da 8 do correle como tai aunuuci ido
pelo Diario de BO do protimo passado em ronae-
quencia de ler havido esquecimenlo de ser annun-
ciado no dia da praca.
Perden-se no dia 6 do corrente, no largo da
matriz da Boa-Vista, um annelao de abraco' sem ca-
bello : quem o achou, querendo reslitui-lo, dirja-
se roa do AragAo n. 36 que sera generosamente re-
compensado.
_ Oesencsmlnhou-se do sitio de Manoel Antonio
Gnncalves, defronle do hospital regimenlal, urna ca-
bra (bicho; loda prela, e com uma orelha corlada,
julga-se ler sido Tortada, porque fui vista no puder de
dous' prelos no domingo (7) a' 1 hora da tarde,
sobre a punte da Boa-Vista : quem delta der noticia
nu a quizer entregar no mesmo sitio, ou ua roa do
Caluiga' n. 3, sera' recompensado. A *
Precisa-se tallar ao Sr. UllisseeTochles a nego-
cio de sea interesse: na ra do Cabuya' n. 11.
No hoiel da Europa precisa-se dpu' enera-
ros.
Loteras da provincia.
O Illm. Sr. thesoureiro manda Tazer publico, que
estao etpostos i venda na Ihesouraria das lolerias os
bilhetesda lerceira parle da segunda lotera do Gym-
nasio Pernambucano, cujas rodas andam impreleri-
velmenle no dia 30 do correte mez. Para offere
cer maior vanlagem aos jogadores de lolerias, o mes-
mo Illm. Sr. manda declarar e publicar o plano
abaito transcripto, o qual tai aubmellido ao Etm.
Sr. presidenta, que se dignoo appf ova-lo, a por elle
serao eilrahiria as loteras dajirovincia^-tlutivc. a
presente etposla venda. TMfca*aaMI** teras
8 de outubro de 1855.Luiz Al aT*ue* da
Almeids, escrivao das loteras. *l.
, ei^soJ^
b.OOil bjafitffes a 59000 rs.
Ilcuctii-Ci e sello Jiijiur cenlo
C dos conlieiimenlos pralitos
que possurero nestl especaliriade. Recita 8 .de
outubro de 1855.itfcjpioe'Ferreira de Sou:a Bdf-
boza, serrederio.
lotera do gymnasio per-
namrucano.
Aos 5:000^000 2:500$000 e 1 OOOsOOO.
Corre indobitaveimeuta ssbbsdo, 30 de outubro.
O cautelisla Salusliano de Aquino Ferreira avisa
ao respeilavel publico, que as suas cautelas nAo es-
lo sujeitas ao descont de oilo por cenlo do imposto
da tai ; sobre os seus bilhelcs inleiros vendidos em
originaes, nao snITrem o descont de oilo por cenlo
do imposto geral no aclodo pagamento dos tres pri-
mearos premios grandes ; os quaes aehani-se a ven-
da nas lujas segainles: rus da Cadeia do Recita ns.
38 e 45 ; na praca da Independencia ns. 37 e 39 ;
ra Nova ns. 4 e 16; ra do (Jueimado ns. 39 e 44 ;
aterro da Boa-Vista n.74, e na praca da Boa-Vista
n. 7.
Recebe por inteiro
Bilheles 5700 I
Meios 29900
Tercos 39000 ,
Quarles t)500
Quintas 19300
Oilavci- 760.
Decmos 640
Vigsimos 340
A beneficiad., nutre a maia lisonueira espelunca
de qoe por meio de tao difilceis, quito grandiosas
scenas, nao deitar de allrahir a concurrencia dos
Ilustres habitantes desti cidade, e que se dignarlo
honra-la com a soa presenta e protecciu. deitando
assim i beneficiada a mais grata recordarlo de seas
protectores.
ORDEM DO ESPECTCULO.
1. Itansa na corda 2. Oasnosemprebeasno.
3. O Duelo. 4.<- O Passo a uus.
5." A Roda Viva. 6. A JarJineira Tlorsla.
Principiara' hora do costme.
'brtlffiles
(taffo e sel I
1 premio
I
I
I
6
tu
ao
60
100
premios de 9509000
ii a 100990(1
a ii 503001)
i) 258000
a 103000
AVISOS MARTIMOS.
1,800 o
3,000 premiados.
.(KK) brancos.
5-3000
i:0009000>
3:5009000
1:0008000
5009000
1:5003000
1:0003000
1:0008000
1:5008*100
1:0008000
9:0009000
K,
6,000 bilheles
34:0009000
689400
308000
823500
533000
619300
689400
98000
oajioo
998000
869400
1:4549886
E para constar se mandou afiliar o presente, e pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria pro-
vincial de Pernambuco 13 de selembro de 1855.
O secretario.
<. F. Annuttciar&o.
DECLARADORES.
Est carga para o
Pacjo de Camaragibe, o
I lia te Santa Lnsia, e sabe
no dia 10 do corrente ioii
preter vel mente.
CEARA' E PARA'.
Segu com brevidade o paihabole I enus, capilao
e pralico Joaquim Antonio (encalves Sanio- : para
o resto da carga trata-se com Caelano Cyriaco da C.
H., ao lado do Corpo Sanio n. -j.
Para o Rio de Janeiro
sabe com muila brevidade o patacho alent, o qual
lem a matar parta da carga prompta ; para o reto,
passageiros e escraVas a fele, Irala-se com Caelano,
Cyriaco da C. M.. ao lado do Corpo Sanio n. 25.
Para o Ra de Janeiro segu em poneos das o
brigue nacional Adolpho ; para o reslo da carga,
passageiros e escravos a Treta, Irala-se com o consig-
natario Eduardo Kerreira Bailar, na ra do Vica-
rio n. 5, ou com o capilao Manoel J'erreira de Si,
na praca.
Para o Aracaty segu o ltale Inrencirel :
quem quizer carregar, dirija-se a ra da Madre de
Daos u. 2.
PARA A BAIIIA.
O hiato Noto Olinda sabe para a Babia cijm loda
a brevidade : a tratar com o< consignatarios Tasso
Irmaus, ou com o capilao Custodio Jos Vinna.
Muranhao e Para .
Segu em poucos 'ritas o brtaue escuna l.nuru ;
anda pode receber alguma carga l Irala-se com o
consignatario J. H. da l-onseca Jnior, na rundo
Vigario h. 33.
Companliia dptuavegacao a vapor Luso-
'Brasileii-a.
Espera-se ueste porta de 15 para 16 do correnta,
viudo do Rio de Janeiro e Babia, o vapor D. Pedro
II, commandanle o cuente Viegas do ()', e depois
da competente demora seguir para S. Vicenta, Ma-
deira e Lisboa, recebeodo passageiros e encommen-
das ; a quera convier, dirija-se ao agente- M. 1).
Rodrigues, roa do Trapiche n. 26.
Para o Assu' segu viagem na presente semana
a escuna nacional Linda ; para carga, Irala-se com
Eduardo Ferreira Bailar, roa do Vigario n. 5, ou
com o capitao na praca.
BANCO DE PERNAMHICO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Baliia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junlio de 1855.
O secretario da direcco, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
CONSELHO *OMINISTRATIVO.
O eonseiho administrativo tem de comprar os ob-
jectos seguinles:
Para o 8. batilkan de infamara.
Bandas de laa, 21.
Hospital regimenlal.
Cabos inodoros, 10.
Arsenal de guerra.
Meios de sola eorlida, 150; pavlos, duiias 9.
Quem os qoiier vender aprsenle as suas proposlas
em caria tachada na secretaria do conselbo as 10 ho-
ras do dia 10 do corrente me7.
Secretaria do conaelhoadminitrlivo para iorne-
cimenlo do arsenal de guerra 5 de outubro de 1855.
Benlo Jos Lamenha Lint, coronel presidente.J
Bernardo Pefein io Cario Jnior, voeal e se-
critano.
LEILOE*
O agenteRorja, autrisadopelo Illm.
Sr. Di-, jiti/. di; orphaos, continuara' o lei-
lao dos^bens nei*tencentes aos orphaos, -
llios do (nado Caelano Pereira (joiicaves
da Cunda, em presenta do mesmo Sr.
juiz, a saber: 9 escravos pecasll ambos
os sexos, 18 cabecas de gado, incliiindo 8
vacas deleite, as sobras das trras do en-
genho Coqueiros. na comarca de Santo
Antao; o engenho d'agua denominado
Mamucaia, na freguezia de S. Lourenco
da Matta, ja' annunciado, e as trras em
Portijgal na provincia do Douro, tambem
annunciadns; o leilao tera' lugar sabbado
17, do corrente, a'slO horas da manhaa, na
ra do Collegio n. 15, armazem do agente
anntinciante, ondese achaViio patentes os
escravos, eem frente do mesmo o gado :
os senhores pretendentes as propriedades
quequizerem a Iguns esclarec mentos acer-
ca dellas, tenham.a bondadctie virenten-
der-sccom o mesmo agente, nosupradito
Os tres primeiros premios eslao sujeilos aos 8 por
cento.
Ihesouraria das lolerias5 de outubro de 1855.
O thesoureiro, Francisco Antonio de Olietira.
Approvo. Palacio do goveruo de Pernambuco 6
de oulubro de 1855.Figueiredo.
Conforme.Antonio I.eite de Pinho.
Perdeu-se honlem de man ha a indo ds roa da
Roda u. 17 a igreja da ordem lerceira de Sau Fran-
cisco, entrando pela porta do oitAo ds mesma ordem,
ou na igrej ou regressaudo della a dila casa, uma
pulceira de oro pulido e com algum lavor, de (eilio
achatado, de ama pollegada ponco mais ou menos de
largura, tem alm do taite tres ou qualro arlicula-
ee- e Ires pedra- encarnadas encastoadasnas chapas:
Koga-se a quem a liver achado de a levar oo primei-
rn ou segundo andar da referida caa e ser recom-
pensado, roga-sc igualmente aos lenhores ourives ou
a quiesquer nutras pessoas a quem Tur oOerecida. a
ap|irehendame aniiunciem por esle Diario,que serao
embolsados das despezas.
Fugio no sabbado 6 de outubro a prela Maan-
ita Benguala, escrava de Francisco de Fredas Gam-
boa e sua mulher, levou vestido escuro desbotado e
um labnleiro com roletas, lem os dedos grandes dos
pos torios para dentro: inlilula-se forra, porque Ihe
concedemos essa grac,a por morte de nos ambos.
pessoa conhecida diz que vira o prelo tarro Joaquim
catador e vendedor de miudezaa, sedazi-la no mes-
mo sabbado noile na escada do Sr. Jos Clauriino
I.eite na ra do Ko-ario, a dita escrava Maranni,
para que nao Tosse para casa de sua senliora ; esae
prelo Joaquim foi escravo do Si. Thomaz de Aquino
Foneca: presume-se que a tenha ocultado, vislo
que ja de outra fgida, pela qual e-leve na cadeia,
tai i i terreder por ella. SuppOe-seque ambos sahiram
a vender miadezas para o mato. O abaito assignado
roga a todas as autoridades, capitaes de campo e as
pessoas suas conbecidaaa apprehensflo da dila escra-
va, que se retponsabelisa pelas despeas.
Francisco le Freilas Gamboa.
Amanhaa 10 do crranle, se lia de arrematar
de venda, por ser a ultima praca ao meio da, e na
audiencia do Ut. jniz municipal supplenle da seiiun-
dajvara eivel desta cidade, a metade do sobrado de
dous andares, silo no paleo do Carmo n. 7, avahada
em 3:500, por eterucao de Antonio Joaquim Fer-
reira Beiri/. contra Miguel Gooealvl Rodrigues Fran-
ja. I)s lanzadores comparecem ua sata das audien-
cias a hora designada. Esenvan Cunlia.
Precisa-se de um eaiteiro que tenha pralica de
taberna, que sai ha tare escrever na ra da l.ingue-
ta n. 5. Na mesma casa se vende urna armario com
todos os perlences.
M. Fonseca de Medei-
ros, competentemente ha-
bilitado cautelsta das. lo-
teras desta provincia, tem
exposto^a^jKfcr'as suas
cautelas, 6 paga os premios
que porveiitura teuham de
2:000
1:500
1:200
750
600
300
O referido cautelisla declara mu etpressameule
au respeilavel publico, que se respunsahrjiaa apenas
a pagar os 8 por cenlo da le sobre o- seus bilheles
vendidos em originaes, logo que se Ihe aprsenle y
bilhele inleiro, indo o possuidor receber o competen-
te premio que nelle sahir, na rna do Collegio n. 15,
ccriptono do Sr. thesoureiro Francisco Antonia de
Oliveira. Pernambuco 9 de outubro de 1855. O
cautelisla. Salusliano de Aquino Ferreira.
Pelo presente declara o abaito assignado, qne
d'ora em dianta nao tmenle'deta de corar de seus
inleresses particulares, como tambem dos pblicos,
peta vehculo da imprensa ; em quanln que esll ea-
cravisada, sophismada, subvencionada e meramente
especulativa, como infelizmente seaeha qnaai em lo-
do o imperio, e nesh provincia com' especialidade,
nao reivindicar sius foros de livre, independenle, e
alavanco magna das liberdades publicas e particula-
res. E, pois, desde j se depede o mesmo abaito
assignado dos Echas, Libertes, Brados do Poco, ele.
ele, na qualidade de asngiianle e lerior : e apenas
contina a prcslar-se^como taldo Diario de Per-
nambuco, pela cousnlrracoo de ser esta folha a mais
liria, e convir ao mesmo abaivo assignado estar em
dia com a poltica matreira e astuciosa da velba Eu-
ropa pseurio alliada) com a da beligerante e subli-
me Ruasia, elo. ele. : e inclusivamente continua a
prestar sua asignatura ao peqoenito peridico denp-
mi-uaPovo. em quinto esta, oo seu redactar,
nao gyrrar da senda qoe lem Irilhado, ou se nao
tornar (o qae jamis se e-pera tratante, traficante e
especulador, euibora suas doulrinas nAo agraden) a
minia gente. E finalmente declara, ru nao respon-
der jumis a quaesquer dialrihesvlumnias e inju-
rias com que por ventara o queiram brindar esses
pelourinlios das boas e mis repulieres. E disse. O
jnz de dreilo, advogado, Joc F'ranchco Arroda da
Cmara. Recita 8 de oulubro de 1855.
Quem quizer uma porcao de lijlo partido mis-
turado com entulho, que est perto da roa Nova,
talle na roa da Cadeia do Recife n. 25, para se man-
dar mostrar a casa.
Precisa-se singar um escravo para trabalhar
na casa das atarii;oe>, paga-se bem : quem preten-
der, dirija-se a, mesma casa, ra da Florentina n. 36.
No aterro da Boa-Vista n. 65, primeiro andar,
precisa-se alugir ama pessoa livre. oo escrava, para
cozinbar e lavar alguma roupinha, sendo a casa de
pooca familia.
Hesappareceu no dia 7 do correnta, pelas 9
horas do rita, o escravo crioul, de nome Clemente,
com idade de t annos, ponco mal' ou menos; levou
calca e camisa de algodaozinho de riscado j velho,
sendo bonita figura, cheio do, rosta, altura regalar,
sem barba, Talla srossa. e qiiando se Ihe pergunla
alguma cousa responde sempre de vista fincada no
chao ; portadlo roga-se as auloridades poticiaes e
capilaes de campo que o aprehendan) e levem-o a
roa larga'do Rosario. botetjWm n. -27, qae sed re-
compensado generosamente.
COMPANHIA DE SEGUROS MA-
RTIMOS INDEMNISADORA.
Ol Sra. accioiiislaa sao convidados a realisar no es>
eriplnrio da mesma companhia, ra do Vigario n. 4,
os 10 % do valor de suas aerees, na conformidade do
artigo 17 dos eslalulos, al o dia 10 do prosimo mez
de outubro. Recita 25 de selembro di 1855. Os
direciores,
o3o da Silva Regadas,
cenle Alves de Souzi Carvalho.
No Recita, no fim do beceo I^rgo, ha om de-
posito de lelha, lijlo de tlveniria batida e ladri-
Ibo, l.ipameiito, cal branca e prela, rea e barro, e
tambem ha um pedreiro pira fazer qoalqoer concern
lo. Ne mesmo lugar ha um homem que he cosla-
mado a correr Tolhas, tirar ptssaportes e despachar
escravos com presteza, e tambem tira tituloa de ter-
renos de marinha.
Offerece-se ama pessoa neila praca, para fazer
nebraacas dentro desta cidade, afianzando aos senho-
res credores cajas dividas elle receber para Cobrar,
de empregar lodo zeta e aetvidide para dilas quin-
lias serem saldadas a lempo'. A mesmi pessoa se Tor
precito dar fiador a sua conducta : qoem precisar
dirija-se a rna das Cruzes n. 20 primeiro andar, que
acharo com qoem tratar. Na mesma casa da-se di-
nheiro a juros.
Deaapparecea no dia 27 de setembro o escravo
de nome Manoel. crioulo, de 25 annos de idade,
poucc mais ou menos, com os signaes seguinles, al-
tara regular, um tanta zarolho, sem barbas, denles
sadios. leodo nas costas varias cicatrizea de acoites,
levou .amisa e cern la de alzodSozinhobrancoejcha-
po di palha, segundo aa noticias procarou essa pra-
ca: por iseo roga-se as autoridades e capilaes de cam-
po a apprehensao do dilo e leva-lo a roa da Soleda-
de n. 38, que sero generosamente gratificados.
No dia 17 do passado mez, pelas 8 horas da
noile, riesapparecea do ces da ponte o'a Boa-Vista,
em direccao ao aterro do mesmo Inga, om prelo qoe
conduca am bahti de flandres pinta 6 deazol, con-
tando' um variado e grande sortimenlo de calcados ;
j pesaa a quem algum prelo offerecer porcSo de
referidas lazendaa, aa apprehenda e nao pague sem
aue fufa o favor de dirigir-se ao aterro da Boa-Vis-
ta casa n. 50, afim de que, seu dono etamioando-as
aber se Ihe pertrncem.
HOISLLTOIIO (1ITI.U
H0M(E(PATHIC0.
(Gratuito para os pobres.) %
iut de Sanio Amaro, (Mundo-Soro) n. 6.
O Rr. Sabino Olegario Ludgero Pinho di
comalias lodos os dias desde As 8 horas da va
rr ariaa at as 2 da larde.
Visita os enfermos em seas domicilios, das W
2 lio-as em diaote; ma em casos repentinos
e de molestias agodas e graves as visitas serlo
feilai em qualquer hora.
Ai molestias nervosas merecen) tratamenlo
eipecial* segundo meios hoje aconselhados
pelos pralicos modernos. Estes meios etis-
t.'in ao consullorio central.
8aacaf3KSEKK m
, AOS PAS DE FAMILIA.
Lina senhorajrasada, leaaimenle aulorisada pelo
Etma>pre. aula particular de instruecao elementar para o sexo
feminino, ua prif da BoaVilla sobrado n. 32 se-
gundo andar, oflerece o, seu prestmo aos pas da
familia pira ensinar a le,r, tscrever, e coolar, dou-
Irina christaa, coser, bordar de todas quilidadas,
labyrinliio, e ludo maisconcernenle ao entino com-
pleto d meninas : e lando a casa bailantes eommo-
dos receba igoalmenle pensionista! o meio-pensio-
nistas, com quem am pregara lodo o deatalo-possi-
Precisa-se de am criado para servir a am ho-
mem solleiro, e morar em sua companhia, entanden-
do de coiinhar, e dando conhecimeolo de sua con-
ducta : na Gamboa do Carreo n. 16.
Precin-se por troca deum sancluarid bom
umi imagem do Senhor Crucificado a Senliora da
Conceielo, qae sejan bem taitas : a fallar di roa
das Crazas n. 40.
LOTERA (DO RIO DE JANEIRO.
Resumo dos maiores premios da loteria
56. do mente pi, extrahida em 45 de
setembro de 1855.
i
Pec-seaoSr. Francisco Jos da Coala, casado
com a Sr.. Otharinade Sena ou algum seu prenle,
oa pessoa de seu|conheciniento, o obsequio dirigir-se
a Cambas do-Carmo n. 25, oo annuncie soa mora-
da, qoe >e Ihe deseja tallar.
Peile-se ao Sr. Floriano Rodrigues, casado
eom a Sra. Feliciana Thomazia de Helio oo algum
sea parate, oo pessoa de seu conhecimeolo, o favor
dirigir-se a Gamboa do Carmo n. 26, oa annanciar
sua inorada, que se Ihe deseja fallar.
O arrematante dos imposlos das afericoes de
mscales e boceleiras do municipio do Recife faz
scienle aos inlerersados, que se acha com a casa aber-
ta em a ra da Florenlina n. 36, defronle quaii da
casa que oulr'ora servir j nas afericoes, prevenin-
do que j dera principio s mesmas afaricOes do an-
no de 1856, lendo de se lindar, o prazo para os esta-
liel cnenlos que de presente se acham, assim como
os que forem postas dentro delta lempo, no fim do
mez de dezembro protimo foluro, devendo ser pro-
corado na referida cusa por se adiar aberla lodos os
dias olis, das 8 horas do dia aleas & da tarde.
Antonio Joaquim Vidal & Companhia. cem lo-
ja de lerragens na roa da Cadeia do Recita, Icem de
promover a cobranca do qne Ibes devem enligo,
tan o ewi'ocumetilos como de cenias de livro, por
1 N. 2166. 20:0000
1 >. 276. . 10:000?
1 ii 2455. 4:000*'
1 680. . . 2:000a
6 791 , 992, 2447,
.1175 , 5206, 4367. 1:000$
10 967, 1912 , 2088,
5424 , 3565-, 418*.
4556 , 4643 , 4924 ,
56134* - . 400.$
. 20 305 , 949 , 1185 ,
1721 , 1747, 2319 ,
2521 , 2919, 3693 ,
5882, 4189 , 4675 .
4712, 4776 , 5270 ,
5322 , 5541 , 548*.
5713, 5765.
60' n 3*4- lo , ara ,
50*, 639 , 830 .
887, 984, 1249 ,
1254, 1392 , 1399 ,
1*72, 1480, 1581 .
1835, 1929, 1951
1947 : 1980, 2125
2153, 2213 , 2262
2359 ,' 2402, 248,
2500, 2669, 3038
5066 , 3090, 3148,
5197 , 3*23 , 3678
3717 , 3750, 4025
4055, 4092, 4219,
4222, 4479, 4633 .
4655, 4698, 4957
4964, 5085 , 5149
5190. 5549, 5572,
5660, 5661 , 5689
5755, 5781 , 5805 1O0K
100 premies de .
1800 dito* de -**X
Acham-se a venda o novoi bilhaies da 1
segunda das casas da cmara As listas esperamos peto vt e cadeia delgwm.
ipor DI Pedro 1L-,
fue deve aqu chegar do dia 44 do crranlo m
dame.
Os premios serac pagos logo aua se tcnua oilo
a dnstrbuu}o das 1 sis.
Nesta. lypographia se dir qoem da 800S000 n
a premio de 1 .), por cenlo, sobre hvpouisiS^H
uma casa.
Precisa-se de orna pre boa- qui
jam em laes eirrumslanciaa. de virem realisar seos
pagamentos aleo fim do crrenle mez, do contraro
enliegarAo ao seu procurador, afim de promover tal
rea I isa cao.
Nfrr*rOiwil-1I. 13 dn-se dinheiro a jaros so-
bre penhores de oaro oa prala, em pequeas e gran-
des quanlias. p*f^
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tas mora no primeiro andar do sobrado
sito na roa das Croxes n. 18, opde continua
oo etercicio de sua profitsio de medico.
Iraclar nesta lypographia.
A mesa actual dn irmandade da N. S.
dade, erecta na igreja de V. S. do I.i> ramal
cidade. deliberoo e/tpdr I vista dos fiis, nr
isso p*e\inem aquellos de seos devedores que este- ^)a mesma igreja, a Seabor Bom Jesi
juntamente sua mai Mara Sanlisijma, afim di
concorrerem para dirigirem suas supplic
Senhor e aua maj Marja am
lWreTte SCTnftraccoin^d^^f^i>ete eji
solado os nossoi irmaos das provincias do I
liia, eso subirao as sanlissimaa imagem para o seu
altar no dia 10 de novembro, vespera da festi da nos-
sa mai Mara Sanlisaima
No dia V do corrente, pelas 6 as
noile, Tdgio da easa de abaito assignado am escravo
crioulo, de nome Jos, de idade de 26 a 27 .
pooco mais oa menos, alio, sicco do corno, i
bastantes mareas de betigaa pelo rosto ; o qnal es-
cravo he pertencente ao Sr. Manoel Marlins de Oli-
veira, morador no engenho Tabocas, que me o liana
mandado para en vender ; portante roga-se as au-
toridades policiaca o capiUea de campo r!
heuderem e leva-lo ao sen seohodfrno e
ma mencionado, oa a abaito aseigoado. aa patee
do Carmo n. 1, que sero generosamente recompen-
sados.Joaquim Manoel ferreira deSonz.
m
Attenco.
Precisa-se de dons homens tarros ou captivos, para
ser fin empregados em canoa de pssagem: quem pre-
tender, procure no pateo do Carmo o.9 primeiro an-
dar, das 6 as 9 horas d manhaa, que acharo com
qoem tratar.
pWi i
Perdeu-se um garfo de prla, marcado MC, aa
occasiao do despajo de um barril de agua d cozinha,
na rampa do aterro da Boa-Vista : quem o liver
achado e qoizer restituir, receber alm do valor do
garfo um gratificado de 29: no aterro da Boa-Vis-
ta, taja n. 16.
Precisa-se de uma ama para o servien interno
de uma casa de pequea familia : no aterro da Boa-
Vista n. 65, segundo andar.
Roga-se ao Illm Sr. Augusta Carlos de Lemos
lenha a bondade de apparecer casa n. 10, no aterro
da Boa-Vista, para receber umajcarla.'
Na dia da procissao do l.ivramenlo perdea-ee
um lenco branro com lelreiro em valla ; quem o
achou, querendo restituir, dirija-se a na da Priia,
armazem u. 20, que se Ihe agradecer ou se grali-
flearn' bem.
I'recisa-se de dous homens para seren empre-
gados ero servico de campo : na ra da Praia n. 20,
armazem ; e o mesmo se dir' qu,m da 200$ sobre
penhores de oaro au prala.
Aletandn Jos Alves, eidsdao briiileirs. reli-
ra-se para Portugal.
Atfeocao.
A liberna da ra Nova n. 50, acha-se rordpteta-
meule surtida com muilo bons g-nerns. e por mullo
comuiodos procos.
Qualquer peWi que quizer enlrar eom 6oo
S escravos para a adminislracSo de um engenho,
veticendn o sea ordenado, e o alugnel des tes, queira
apparecer na ra ealreila do Rosario, primeiro an-
dar do sobrado n. 8.
BEst a sahir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDIC
HOMCOPATHJ..
EXTRHID DE RUOFF E BOEN-
NINGBAUSEN E 01JTROS,
i; poste em ordem alphabetica, com a descripc|o
abreviada de todas as molestias, a indicacilo physio-
logica e Iherapeulca de todos os medicamentos bo-
rn opalhiros, seu lempo de arrao e concordancia,
seguido de um diccionario da sigpincse4o de lodos
os termos de medicina e cimrgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo *
DR. A. J. DE MELLO HORAES.
Suhscreve-se para esta obra no consultorio rmmeo-
palhico do Dr. LOBO MOSCO/d, ra Nova n. 500
primeiro andar* por 50000 em brochara, e 6900,
eneademado.
A mesa regedora da iimiadadedoSS.
Sacramento, da inatrizdoliairrodeS. Anto-
nio, cientfica aos liis que, tendo expfcsto
arailacrosa im.iifiMn doinnrtvrS.Sebastfio,
atodia7docorrente em que pretenda de
novo colioca-la no seu respectivo altar,
deixa de o fazer, continuando a estar ex-
posta, porque nao ha vendo noticia deja'
' ll' aJI" i r "estaremos nossos irmaoi de 'outras pro-
nellas salnrv em sua lojaf Wm lineada pesteqe os n.geik. ..o
devem censara nossas preces em seu nos-
pateo do Terijo n. 18.
A irmandade do S. Sacramento da
egue/.ia de S. Fre Pedro (onralves do
Recite, agradece cordealmente ao I(Im.
Sr. Saliislian de Aquino Ferreira, a es-
pontanea estrila que acaba de olertar
para as obras de sua igreja matriz: a
mesma irmandade considerando o Illm.
Sr. Ferreira no numero de seus irmaos
bemfeitores, aprecia tanto dita esmolla,
quanto lie publico partir ella de uma al-
ma bemfazeja e esmoller, que nao cessa
de praticaractos de beneficencia e caii-
dade.
A admin8tracao do correio geral des-
ta provincia, precisa engajar dous homens
bons cominlieiros, para, servirem de esta-
fetas.
so fcvor; sendo que no dia (9 do col-
rente) havera' nina pratica leita por um
dos pre'gadores desta cidade, sobre o moti-
vo queden lugar a esta exposicao. Oescri-
vao, Francisco Simoes da Silva.
'&*$ **$
: DENTISTA FRAUCEZ, t
0 Paulo iiaignoui, dentista, estabelecido ni
0 ra larga do Rosario n. 36, segundo andar, 9
collocadenlescom a pressao do ar, e chumba 0
0 din les com a massa adamantina e nulros me- ff
*3?S
A arremalacJo dos utencllios da venda daes-
Suiua da Pssagem da .Magdalena que volta para o
emediu, hesetta-taira 12 do crrente a ultima pra-
ca depois da audiencia do juiz de orphaos na sata da
mesma.
Jos Cavalcanli de Albnquerqne por achar oa-
Iro de igual nome de hoje em dianle se atsignar
por Jos Cavalcaali de Albuqoerdue S.
O solicitador Camillo Auguslo Ferreira da ,
Silva, mndou a soa residencia para a rna da
; Camboa do Carmo n. 38, primeiro sudar, on-
de pode ser procurado para os mistares de
sua prolisso, bem como no pateo do Colle-
gio, escriplorio do Illm. Sr. Dr. Fonseca.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer 'de Albuquer-
quemudou a sua aula para a ra do Ran-
gi'l n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexterhos deade ja' por m-
dico i>nra como lie publico: quem se
quizer utilisar deseupequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a "qualquer hora dos dias uteis,
r Precisa-se de uma ama de leite: no
piteo do Hospital n. 28.
S 4. JANEr DENTISTA. Z
9 rontina a residir na ra Nova n. 19f pr;it>ci- m
4P ro andar. aj
i*!!!*
eia francer, sao
chronicas, 4 vo-
. 209000
. 6*100
. 78008
... 6J000
. 169000
B^a^aBteOOO
89000
I69OOO
73000
3000
WOQ
IO9OOO
Novo* livros de homeopalhia
todas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias
lumes............
Teste, rroleslias dos meninos '. .
Hering, homeopalhia domestica. .
Jfhr, nharmampnhomeopaihica. ... .
J.'ihr, novo manual, 4 volnmes ....
J ahr, molestias nervosas.......
Jihr, molestias da pelle.......
Rapou, historia da homeopalhia, -> volnmes
llarthmanii, tratado completo daitrnoleslias
dos menino*..........IO3OO0
A Teste, materia medica homeopalhica. S9OOO
IV Fayolle, doulrina medica homeoparhiea
Clnica de Slaoneli .......
Casling, verdade da homieealhia. .
Diccionario de Nvsten .......
Alths completa de aualomia com bellas es-
tampas coloridas, canteado a descripcaa
de lodas as parles do corpo humano .
v(dem-se todosesles livros no consullorio homeopa-
ihicu do Dr. Lobo Moscaso, ra Nova n. 30 pri-
meiro audar.
No engenho S. JoSo de Ilamane. precisa-se
de am bom ftilor : qoem a isto se quier propr,
dindo conhecimento de sua conducta a capacidade
d rija-se a roa da Aurora n. f,3, casa do l)r. Joao
Honorio Bezerra de Menezes, ou aodilp engenho, a
tratar com o proprielario.
Desappareceu j ha dias uma negra por nome
Calharina, idade de 6 a 8 anuos, estatura regular,
de bom corpo, lem os olhos un lano pquenos e
ve"melhos, tai de serviro da emada : roga-se aos
Sn. capilaes de campo queaappreliendam elevem'-a
em Sanio Amaro, lia casa junto ita do Sr. Antonio
Jas Gomes do Crrelo, aa sea senhor Carlos Au-
gusto Lins de Soaza, qae ser* generosamente recom-
pensado
C. Maz Tal pata fdra do imperio.
309000

Desappareceu do engenho Sanl'Anna, no da
8 de jolho do corrente anno, uma moialn de nome
Felicia, idade 22 annos, pooco mais ou menos, com
os biguaes seguinles: cor de canelta, 1
dos, estalara regalar, beieos arrabii uer
pessoa qoe a descubrir, dirija-as aa misa e/tgeoao.
qae eta recompensado palo abaito assign
qoanlia de 509O00.Fronetaeo de Sonza Le
Offerece-se am rapar porluguez par
de casa particular, o qaal tem algoma pratica :
qoem pretender, dirija-se a rea do Colovello o.
qae achar com qoem tratar.
Antonio Joaqoim Seve mndou o san eseri
rio para a roa da Cruz n. 13, primeiro andar.
Precisase da orna ama da leita: na ra das
Cruzes n. 9, teja.
Elista una earla para o Sr. Domir
ra de Oliveira Calmarles, viada da earlaia
de do Porto, oa rna ragens.
AHEMCJIO.
0 cautelsta Antonio da Silva Ominantes,
rendeu os seguintes premios, da seg nda
parte da segunda loteiia do Ovmnasm, n
2830 ."kOOOOOO, divriiWm ^*^^M|
mos, 5169 1:000$000, ditidldos
tavos, e outros milito de 200 e I <>0.< Oa possuidores podem vti receb
que sahir a lista, no aterro da Boa-ViS "\
n. 48.
CIRROS FIEBRES.
Neste estabelecimento de Jo Pinto
Maga I hites, sito no pateo do Pamizo i
n. it>, eneontrawr-eay artTOfuuebes
deTurrto e anjos, com novas aaar
eos ornato; bem como pannos rico.
tos e rouxo* para donzella, a
caixOes para uds e outrrw, entre elis um
de velludo pretb guarnecido de galjo Sao
largo, o meliior ora existente, fc-mette-se
licencia paroclvial eguia da cmara (inde-
pendente de pagamento pelo trabalho .
carros depasseio, cera, msica ,libites(tSfeC
itiaroes nas igrejas ouemeasa, tui
tent, promptidao e prero commi
Precisa-se de urna ama prela, forra ou capti-
va, para eozinhar, engommar e fazer mu
interno e estenio de urna casa de pouca famili
tratar no paleo de S. l'edro o. 3, primeiro andar.
Precisa-se da srvenle* na obra' da ponte pro-
visoria do KectXe ;, declara-ser que os pagamentos
desta obra seo feiloi lodos o* safcbados.
Nas Cinco Pona n. "03, se dir quem d de 50
a 3003 a juro*.
Alaga-se ursa prela para o servico de orna ca-
sa, que cozinha e engomma qnem a pretender di-
rjale i praca da Iiidependenea laja n. .
O.sOOO de gijitiii
Ao amanherer do dia 6 de outubro correte far-
laram na estrada de Jotodc Barro*, do slio*em qoe
mora a. al tare* Asumpoo, defronle do hecco doEs-
pinheiro, ara cevatlo russo pedrdz, capado, grande,
idade de 9 para 10 anno*, mal tallo da oslo.; aada
estrada baix desobrigada. galopa^bam em loda al-
iara, deila as dinas para a.direita. cauda cumprida,
baba muilo qnaiiilo ando, qaer decabrestev oier de
frero, he cacle e taro 3 ferros, -2 na perna direila e
I na eaquerda, os quaes nao vilo nesle annunc
nao ser isso pessivel. D-.e .VI300P de gratincali a
qtrem descubrir qoem foi o ladran desta cavallo, e
d-se 203000 a quem o transar, ou delta dar nottaia
certa ao mesmo altares Assumpriio, qae; pagara a
graUfrcacSo, verilicadn a verdade.
TAIXAS DE FERRO.
Na fuDdicao' d'Aufra era Santo
Amaro, tambem no DEPOStTO na
ma do Brum logo na entrad,' defron
te do Arsenal de Marinha lia' sempre
um-grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeire,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos o logares
existem quindastes, pam carregar ca-
noa*, ou Tarros livres de de*pWa. Os
precos sao'" os mais commodos.


"*r.
OIMIIO DE PERHADBUCO TERQA FEIM 9 OE OUTUBRO DE 1855
CONSULTORIO DOS POBRES
50 K4 NoVa 1 AVBA1 SO.
lir. I'. A. Loba Mokoo d comalias homeopalhieas lodos o das aos pobres, desde 9 horas da j
i a at >*neio dia, e em casos extraordinario a qualquer hora dodia ou noe.
Offeroos-s* igualmente pura praliear qualquer operac,Sodecirurqia. e acudir promptamenle a qual-i
qser raulher que esleja mal de parle, e cujascircurastanciisnoperniittSTO pagar ao medico.
M KLTRI DO DR. P. i LOBO I0SC0Z0.
50 RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina honeopatbiee do Dr. G. H. Jahr,Iraduzidoem por
(uguez pelo Dr. Moscoxo, qualro volumes encadernados em dous e acompanhadoda ^^
uin diccionario dos termos de medicina, cirorgia, anatoma, etc., ele...... 203000
Esta Jira, a mais importante de todas as que tratam do estndo e pratica dahomeopathia, por'ser a nica
Ha dooTrinaA PATHOOENESIA O EFFEITOS DQ MEDICA-
MENTOS !0 OROANISMOEM ESTADO DE SAllDEcooheeimenlos que nio podem dispensar as pes-
>rulica da verdadeira medicina, interessa a todos da mdicos que quizerem
neniar a doutrina de llahnetiianu, %por si niesmes se convenceren) da verdade d'ella: a lodos os
> que estSo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capilesde navio,
i dViiar de acudir qualquer incommodo.sen ou de seus tripulantes:
i familia que por circumstancias, que nm sempre podem ser prevenidas, sao |obriga-
d m a prestar in continenti os primiiros socorros em suas enfermidades.
jradaccao da medicina domestica do Dr. Herir,
i que se dedicam ao esludo da homeopathia, um volu-
cionario dos termo* de medicina...... 109000
:ina, cirurgia, anatoma, ele, etc., enrardenado. 39000
m,preparado* medicamentos nao se pode dar nm passo seguro na pratica da
rielario desle eslabelecimeuto se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
divida boje da graude surerioridade dos seus medicamentos.
. ,..............
as de H medicamentos em glbulos, a 10, 2J 153000 rs.
8000
Ditas
Ditas
...... 205000
..... ......... 258000
................. 303000
,.............. 609000
.......... ...... 13000
i de lindura................... 2*000
lindura a rnica................. 29000
npre venda graade numero de tobos de cryslal de difersos tamanhos,
Ripia-so qualquer eocommenda de medicamentoscom toda a brevida-
";os muito*commodos.
Yende-se um terreno na ra Imperial, com 55t.
palmos da frente, umAilo meeiro, anles da- fabrica
de sabSo dolado do norte: trala-se na niesma rua
n. 120.
Yende-se urna casa em Olinda.rua do Bom Fin:
trala-se no Varadoaro como Sr. capillo Coelho, ou
| na rua Imperial n. 120.
| Yendem-se velas de carnauba simples, de todos
m tamanhos, a 128 a arroba : na roa da Cadeia
i Yende-se urna canoa pequea de carreira : a
[>alar na rua do-Pilar n.-56.
Instruccfio publica.
Avisa-se ans Sr*. profossore* de instruccao prima-
lia, que o compendio elementar da erammalica de
Uncu* nacional, composlo pelo profanar Joaquim
Antonio de Castro Nones, jii est .i venda em casa
o Sr. Ricardo,pateo do Collegio.
Ao. senhores de engenho.
i No Recife, primeiro armazem de farinha de (ri-
to, 00 becco do oncalves, vende-se a verdadeira
fwinlia atiesa, em meiis barricas, e das mellio_k
cualidades de Lisboa, e saceos das marcas mais arvP
diadas do Chile, que tem vindo a este mercado.
Uniao, na na da Cruz n. 40,
Ib para vender nm sorlimenlo de conservas Tinas co-
no pitis pois, sardines, asperges, langue de buf,
pite defoiesaucisses, beafstak, chaponneau au jam-
bn, poolel au ju d'crevkvse, iriandeau de veau ;
rnaim como diversas qoalidades de vinhns, como
(Iiampxgne, Xers, Madeira, Porto de ptima qua-
lidade, vinho de Franco branco (antign) e tinto, di-
vinos licores*, hnmmel, etc., cognac engarrafado ;
'rabemla petiscos aceiados ao modo europeo a
nalquer hora.
Vende-se nm moleqne crioolo, de idade de 12
ino< ; o motivo da venda se dir ao comprador :
ti Fura de Portas, rua do Pilar n. 14, segundo
dar.
Marmore branco para consolos.
Vendera-se as mclhores podras marmore para
consolos a um ou mais pares, por menos preco que
en oulra qualquer parte, para fechar entila : em
caa de Rabe Schmetlau & Companhia, roa da Ca-
deia do Hecife n. 37. *
[ttTAlENTO fiOlEOPATHlCO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERAORBUS.
. PELOS DRS.
C^KM^tV.KS.CSE!1 J*E3 .V.^.IiBtix
tu povo para se podere.orar desla enfermidade, administrando os remedios mais iftieazes
bn-la.'emquanlorse recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independente destes nos lugares
loe nio os ha.
DO JSM POHTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
icolos conlm as indieacoes mais claras e precisa, so pela- sua simples e concisiex posi-
todas as inteligencias, nilos pelo que dix respailo aos.meios curativo-, conoprin-
rvativos que l< m dado os mais satisfactorios resultados em toda a parle em que
lo poeto* em pratlc.
o homeopathi :o o nnicoqne tem dado grandes resollados no curativo des a horri-
Igamosa proposito Iraduzir estes dons importantes opsculos em lingua ernacn-
il'arle facilitar a sua leilura a quem ignore o francez.
le no Cnsul torio do traductor, roa Nove n. 52, por 23000 rs. J
ANUNCIO.
L J^a armazem de fazendas baralissimas, na ri
Mi do Recife n. 50, defronte da rua da Ma
le Dos, quina do segando becco vindo da pon-
t lado esquerdo. Neste eslabelecimeuto achira os
flzendeiros, commereiantes do centro, e o pu-
:eral, um completo sorttmenlo de fazendas
todas de boa qualfdadc e em averia,*
dinhe ro vista, se venden 'por precos bara-
is ; assim como boa disposifao para bem ser-
agradar a todos oa fregueses qoe so dignasen)
esttbelecimenlo.
JOIAS
. com loja de oorives ua rua
onle ao paleo da matriz e roa
publico, qoe eslo mu ti sorlido* .los
prentes goslos de todas as obras de
ido : passar-se-ha urna cnnla com
Mirando a qus lijarle do ou-
tubeiro, medico, mu
lenc9 parea cata cimen-
11atro andares, na rua da
n. 15. onde pode ser pro- W
ter hora. )
Massa, adamantina.
"eeonhecida a eiesUeaeia desla
lo pnrattbumbar denles, porque seo* resul-
jempr s fnlizea sao ja do dominio do publico.
Uiveir* faz oso cesta preciosa
idicarle, e as pessoas que qoize-
oondo de.seos servidos, podem pro-
do Vigario n. 1, loja de bar-
Precisa-se de orna ama qoe saiba engommar,
para casa de pequea familia : na rua do Cabug,
loja n. 2.
COMPRAS.
Compra-se orna negrinha de 10 a 11 annos,
que nao leona defeito nem achaques : na rua das
l-arangeiras, sobrado n. 2. ,
Compram-se patacoes brasileiros e hespanhoes:
na rua da Cadeia do Recite n. 54.
'Compram-se patacoes brasileiros e
hespanhoes a I $950: na rua da Cadeia
do Recife, loja de cambio n. 38.
Compra-se urna on dnas moradas de casas ter-
reas quer seja pequeas on grandes, livres e desem-
naracadas, em bom oslado : quem tiver, qnrrendo
vender, diiija-se a rua do AragRo, casa n. 5.
.Compra-se para urna encommenda urna casa
terrea, cojo valor nao exceda de.1:0009 ; na roa do
Collegio n. 21, primeiro andar.
tnbdras como pra ho- Compr-se 100 ou mais saceos vasios, qnWsem
IJtfee/is meSmo ba- de farinha de trigo, em bom estado: no largodn Cor-
po Santo n. 6, armazem.

frascos vastos que tenham sido de agua de Colonia
na rua larga do Rosario p. 37:
VENDAS.
JBon-s gostos e de
boas dualida-
des.
Na rua do Queimado, nosqhatro cantos, na cun-
da loja de fazendas n. 22, defronte do sobrado ama-
rello, vendera-se as seguintes fazendas, por presos
que realmente fazem admirar:
Casemira prela de superior qualidade pelo bara-
tsimo preco de 29 e 29600 o covado, excedente
panno prelo fino, prova de liman, par* casaca e pa-
nto a 29500, 39 e 59, alpaca preta muito lina a 400,
jOO e 600 rs. o covado, corles de colleles de fustn de
boa qualidade e bonitos padrees a 700 o 900 rs., bo-
nitas cassas francezas e muito Anas a 300 rs. o cova-
do, cambraia muito fina de salpico, propria para
vestidos e roupa de crianca a 1 > a vara, camuas
.*raneezas muito finas com peitos de esguiao para ho-
nieui a 29800, ediles de cassas para vestidos de bo-
nitos padroes a 29, lencos brancos de cambraia de
linho muito Tinos e grandes a 69 a dnzia, meias Unas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, ricos chales
de clially com lislra de seda e bastantes grandes a
99, ditos de merino muito lios e lisos a 69, luvas de
seda de cores para homem e senhora a 19 o par, di-
tas prelas de torcal, fazenda superior, viudas de Lis-
boa a 19120) ricos corles de seda para veslido, pelo
liaralissimo preco de 209, ditos de cambraia de seda
o* lindos padroes a 69, chally verde e amarello,
muito soperior fazenda, e que muito se osa par* ves-
lidoa 800 rs. o covado, romeiras de cambraia e fil
com lajos de ricas filas de seda a 19280, grvalas de
seda de bonitospadroes a 640, meias de laia para
padres a 29 o par, corles de casemira finas e de bo-
nilns padroes para calcas a 59, brinzinhos de puro
linho a 240 o covado, ricas colxas de damasco e mui-
to grandes, pelo baralissimo prero de 10-, lirios tran-
cados de poro linho e de bonitos goslos para calcas a
800 rs. a vara, meias cruas para homem a 200 'rs. o
par, chales de larlalana de bonjtos padroes a 19, cr-
des de calcas de casemiras de algVlgo a 19, merino
trelo, fazenda mnito boa a 13500 \ covado, lapim
prelo o mais fino qne he possivel encontrar-se, pro-
prio para vestidos e balines de padre, pelo baralis-
simo prei;o de 1,280 o covado, riscadinhos franrezes
muito finos e de bonitos padrOesji 240 o covado,
meios lencos pretos para gravaja, razenda superior,
a 19. lentos brancos com listras,Sle cambraia, mui-
to tinos a 300 rs., brim branco trancado de puro li-
nho a I92OO a vara, e alcm de lodas estas fazendas
onlras muitas que so i vista das boas qnalidades he
qoe se pode ver o quanto sao baratas, nliancando-se
aos senhores compradores que neste eslabelecimento
nao ha fazenda alguma qoe seja avariada, e si:
sem avaria, de bous gostos e boas qnalidades.
IXa i*ua Nova n.
FABRICA E LOJA
de Christiany & Irmo, lia novamente
chegado um grande sortimento das fazen-
das abaixo mencionadas, sendoqualidades
boase precos mdicos, (viadas do Havre
pelonavioALMA.)
Chapeos de castor rapado (Tliibett).
Ditos de castor com pello branco epre-
to (Velour Zephir.)
Ditos de molla brancos e pretos.
Ditos de massa iranceza formas moder-
nas.
Ditos de feltro para homem (diHeren-
tes cores).
Ditos de dito para meninos com enfei-
tes e sem enfeites. *
Ditos de palba a berta para homem e
meninos.
Ditos depalha italiana muito finos.
Ditos de feltro Amazonas para senhora
{josto muito moderuo.
Ditos de palhaenfeitados para senhora.
Ditos de dita aba-larga para meninas.
E nutras muitas fazendas proprias do
stabelecircento.
II0U DE FLOR.
A Farinha de Santander Flor de Flor,
he melhor farinha de trigo que existe em
todo o mundo, por isso sempre hequaliti*
cada a mais superior em todos os merca
dos, aondelem sido importada ; he esta a
primeira vez que vem a este mercado,
porem garante-se a veracidade da infor-
mado : vende-se nicamente no arma-
zem deTasso I rmaos.
Para o cholera.
Vende-se o verdadeiro cognac, lanto em garrafas
como em garrafoes : na rua da Cruz n. 10.
Sedas orientaos
esfeocezas*.
Na rua do (laciniado, loja n. 19, a segunda passan-
do bolica, acaba de receber-se pelo navio francez
Alma, checado no dia 1. do corrente. um brilhanle
e lindo sorlimenlo de seda para vestidos, de quadros
asselintdos e de lindas cores, que pelo seu brilho se
assemelham ao arco iris : eslas sedas fui nm esrolhi-
das em Pari por pessoa do maid apurado goslo: ven-
dem-seiia loja cima, por preco commodo, do-se
as amostras e se mandam levir s casas dos senhores
compradores.
Vendem-sc 4 jumentos proprios para engenho:
na rua da Cadeia do Hecife n. 30.
PECHINCHA .
Vendem-se batatas muito superiores a 19000 a ar-
roba : na travessa da Madre de Dos n. 15, armazem
de Jos Marcelino da Kosa.
Charutos finos,
AO PUBLICO.
armazem de fazendas bara-
tan, na do Collegio 11. 2,
de~se um completo sortimento
zerjds, finas e grossas, por
jon mais baixos do que emou-
quakmer parte, tanto an por-
s, como a retalbo, affiancando-
; compradores um s preco
para todos: este estabelecimento
de combinacao com a
casas commerciaes
incezas, allemaus e suis-
sas, pera vender fazendas mais em
do que se tem vendido, e por
o oTerecendo elle maiores van-
utro qualquer ; o
etano deste importante es-
tele cimento convida a' todos os
is patricios, e ao publico em ge-
ta que venbam (a' bem dos
5 irVteresses) comprar fazendas
is, no armazem da rua*do
egjo n. 2, de
'.ntonio Luiz dos Santos S Rolim.!
11 smaawaaB BBBZsaoi
PUBLlCACAO CROGRAPIUCA.
Esta" a' venda na livraria classica n. 2,
no pateo do Collegio, a obra intitulada
Breve No cia Corographica do "Imperio
de Brasil, escriptaem 185; e rega-se
aos Srs a (signantes que tenham a bon-
diidedemandar buscar os seus exempla-
no armazem de leilfies da rua do Col-
Pap.
Oracao contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia nm folhetinho com diflerenles "ora-
COes conlra o cholera-morbos, e qualquer onlra pes
le, a 80 rs. cada nm.
LABYRINTHOS.
Lencos de cambraia de iinho muito finos, toalhas
redondas e de ponas, e mais objeclos desle genero,
ludo de bpm goslo ; vende-se barato : na ruada.
Cruz n. 3-1, primeiro andar, j
Vendem-se os pertences e Hma taberna com
os poneos fondos que lem, no largo da Trompe n. 1,
a qual tem commodos para morar familia indepen-
dente da mesma, com grande quintal e cacimba com
calha poslira que bola agua na taberna para fazer
garapa para animaos, leudo lodos os commodos para
este trafico e vasilhame, por isso est dedicada ha
moHos annos, e bem afregnezada : os prelendenles
dirijam-se a mesma casa, primeiro andar.
Vende-ee a loja de calcado da roa Direita n.
18, e lodo negocio re faz.
Vende-se um cavallo caslanho, gordo, bom es-
qaipador e anda baizoi sem achaque algum ; lam-
bem serve para carro : quem o pretender, dirija-se
ao pateo da Sania Cruz, padara n. 6, qoe achara
j com quem tratar.
\a loja das seis
portas
EM FRENTE DO LIVRAMENTO.
rejas de chitas linas, de tintas segaras, a cinco
mil reis, e em covados a meii pntaca:
Vende-se nm bom terreno com 111 palmos de
frente, sito na ma dos Prazeres no lugar dos Coe-
Ihos, qoasi todo morado, cora alicerce de urna casa
e com cacimba ; i>sle logar he proprio para eslabe-
lecimento como seja : cocheira, padara, etc., etc. : a
rallar como N. Gadaoll, rua Nova n. 11.
Vende- nm escravo crioolo, de bonita fignra,
Idade de 211 annos : a tratar oa roa da Madre de
Dos, n. 32. s
Vende-se nma escrava de msia idade, a qual
lava de sabao e vareUn, corintia o diario de nma ca-
sa : qoem a precisar dirija-se rua da Mangneira
'Vende-seurna vaeea.filha de ama lourina,com
nma crin de l.i|djas) a qual di bastante leile : a tra-
Ur.oa ruada Praian. 74.
Vende-se a armacao e mais objeclos da casa
de pesio da ma da Senzala Velha, esquina do becco
dosPortns : quem os pretender dirija-se rua do
Trapiche n. 26, a tratar com Jo3o G. Jardim.
r- Vende-se ama negra |crioula de 23 mnqs de
idsde propria para todo servico de urna casa oa
rua da Cruz n. 1- andar.
No Aterro da
im4|R
He fazenda mui-
to linda, os me-
lindres.
Esta fazenda he inteiramenle nova, ehegada no
ultimo navio francez, e de todas as quo se nsam pa-
ra vertidos, he a mais bella, be de laa e seda, e de
largura regular, cada corle tem 13 covados e meio,
e vende-se pelo baralissimo preco de 6&500, eahe o
covado a OO rs.: na ma do Qneimado, nos qualro
cantos, na segunda loja de fazendas n. 22, defronte
do sobrado amarello.
Vende-seJa de todas as crese supe-
rior qualidade, para bordar, leques muito
linos e os mais modernos, luvas de pellica
Jouvin, tanto para homem como para se-
nhora, lindas franjas brancas e de cores
tiara cortinados, trancas de seda, lita e de
aa eseda de todas as corefe larguras, ban-
dejas muito finas, ras caixas de tartaru-
ga para rape, chanWeiras, carteirasepor-
tamones, linha em carritel de 20 jardas
multo fina do verdadeiro fabricante Ale-
xandre, um completo sortimento de per-
fumarias, eoutros muiros objectos de gos-
to por precos muito razoavis: na loja de
miudezasn. 19, na rua da Cadeia do Re-
cife.
N H rua
em caitas de 100. 50 e 25 ; vendem-se na roa do
Crespo, loja n. 19.
ts-CAFE SUPERIOR DO RIO.
\s500 '-roba.
Vemle-se cafVe superior qaalidade, pelo barate
pre^o de i^MO rs, a arroba, em porcao faz-s aba-
le : na ru do Queimado n. 27.
Alpaca de seda
de quadros,
muilo flna.e de bom gesto; vende-se na rila do Cres-
po, loja 11.19 ; dio-se as amostras com penhor.
Muito barato.
Orles de vestido le cbitn a 29OOO cada um : na
loja d. tJ^s_djUua do valor.
Crtese)
corte de 11
fizas, pel-J
na loja deV
_ Vende-se ama morada de cisa Je dous andares,
sita na ruado Raogel n. 20 ; assm como dous bra-
cea de balan^a marca rlomo,. nni cerca de 8 arro-
bas de pesos proprios para armazem de assocar, oa
engenho ; assim mais bom vinho d( caja', qner en-
garrafado ou a retalho: trata-se na ma Aojadla
o.94.
Contra o choiert.
Camisas de flanella de lia de nov modello, mnito
commodas pera se vestjr ; sen ust he recommen-
dadn por todos o* facoitalivo* com. medida indis-
pensavel conlra o cholera : venden-se por barato
precio, na ru do Queimado n. 27.
ptimo recreio para seihoras.
Chegaram emfim as tlodtsejadas lalagarca* pin-
tadas, onde seacham desenhos paratedo* os bordi-
dos com ascompetenles cores na rresma (alagares,
qoe evila o grande trabalho e demon de contar o*
pontos : vendem-se por barate prie, n roa do
Queimado 11. 27. .,
A boa fama
Ricos penles de Uirlamga para alar cibtllo* a 4$500
Dilos de alisar lambem de tartaruga 3O00
Hilos de marfim lambem para alisar l?oo
Ditos pretos de verdadeiro bofalo pira alar
cabellos 19280
I,mas prelas de torcal com bololai, fazenda
boa 800
I.uvas de seda decores para hr.meme lenhora l.NKm
Lindas meias de seda de cores pan chancas I98OO
Meias pintadas fio daKscocia para cianeas240e 400
Bandeijas grandes e de pintaras finas.19000 e 4D000
Papel almaro creve e paulado, resna 45000
Capel de peso paulado muilo supetior. 3G00
Penas (nissimas bico de lanca, gro^a, 19200
Ditas muito boas, groza 640
Canelas finissimas de marfim 320
Oculos de armacao de ac delodas a graduarles 800
Lunetas com armario de tartaruga I9O0O
Toucadores de Jacaranda enm buin ispellin 3900o
Meias de laia muito superiores pasa padres 2s000
Kicas benaalasde canna com lindos uttoes 29 e :OI)0
Chicles linos para homem e sendera a 1j e 2O00
Meias prelas de algodao para padres 600
(iravalaa de seda de todas as core* ,.. 19000
Filas de velludo estrellas e de todas'as cores,
a vara 160
Atacadores de cornalina para casaca 400
Ricos reloginhos para cima de mesa 49000
Escova* finissimas para cbelo e roopa, navalhis fi-
nissimas para barba, meias pintadas e ernas de mui-
to boas qoalidades, trancas de seda de lodas as co-
res e larguras e de bonilos padroes, fitas finissimas
lavradas e de lodas as larguras e cores, bicos finissi-
mos de linho de bonitos padroes e de diversas lar-
curas, (esouras as mais finas que he possivel encon-
trar-so e de Indas as qualidades, riquissimas franjas
brancas e da cores com bolotas proprias para cor-
tinados; e alm de ludo isto outras muilissimns cou-
sasque a vista do suas boas qnalidades e o baratis-
simo|prec,o porque se vendein, nao he possivel haver
quera deixe de comprar 11,1 rua dn Queimado nos
qualro cantos na bem contienda loja da foa fain
n. 3.
Barato que ad-
mira.
Manleiga ingleza superior a 800 rs., 720 e fiO :
na ru larga do Rosario, taberna pintada de azul
n. 37. .
Vendem-se scllins com pertences pa-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem vinco a este mercado : no armazem
de Adamson Howie&C, rua do Trapi-
che n. 42.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Kostron|Ro-
oker #C.
OBJECTOS PARA ARMADORES.
Vendem-se na rua do Amorim n. it sor-,
timentos completos para armacoes deiere-
ja, carroseanginhos.comosejam: volan-
tes de todas as cores, trinas, galoes de to-
das as larguras, espiguilhas, mamas, etc.
por precos baratos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca I
em saccas que tem um alqueireP medida
velha por o$000 reis : nos armazens ns.
o, 5 e 7, e no armzem defriinte da porta da
alfantlega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes i\; Companhia na ruado Trapiche
n. "."H, primeiro andar.
Vendem-sc no armazem n. 60, da rna da Ca-
deia do Recife, de Uenry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por "pretos
mdicos.
NA RUA DO CRESPO
Loja ti
Vendem-se pe' de esguiso de algodo, muilo
boa fazenda/, pelo preco de 39300 a peee, cortes de
cambraia de barra, bonitos padroes e muilo b
zonda, pelo preco de 38O0O ecrl
grvala a i|B00 cada urna.
Deposito de vinho de cham-
pagne Cliateau-Av, primeira qua-- <
idade/ de propnedade d conde \'
de Marcuil, ruada Cruz do Re-
cife n. 20 : este vinho, o- melhor
d toda a Champagne, vende-se
a 36{000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente m casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fe-
goConde de Marcuile os ro-
tiilos.das garrafas syoazues.
<0>
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, ehe-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores deengenhosos
seus bons elfeitos ja' experimen--
tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
1 ^jUju^
Son
'A oreco de .>* .
Jmenos
:orcs com babados,
^noQo^^-
Na loja di
ha para ve
cezas de oJFes, bonit
da covad'
Kvjara aca|'a.rmado n. 10
gralrs^uSrA6de cassas fran-
itos mM cores flzi
fizas a 280 ca-
UA LE 1,000 ACJO'ES 1)0 BANCO-
A diiectoria. do Banco Commercial
lestaprata, avisa aquem convier, que,
lendo de oonverter-se'o mesrrio Banco em
Caixa Filial do Banco do Brasil, conforme
* dfliberou em Assemblea Ceral dos Ac-
cionistas, na data de 51 de jullio ultimo,
stmdo anda em reserva mil accSes
1 ara completo do seu fundo effectivo,
o o dia 10 de de/^mbro vin-
'louvo para a venda das mesmas acroes,
ra leilSo mercantil. Realisiida a venda
> bs referidas acc,oe8 entreijues os ar-
mtantes no*prmeirodiautil domez de
iro de 1850, dia em que entraraonos
cofres do mesmo Banco com a importan-
cia das que tiverem arrematado, e no dia
i'a arrcriatacao com a de 10 por cento?
como quantia sobreb valor de cada urna ;
tstas importancias scriio rt alisadas em
moeda corrente. Previne-se queja' exis-
te um fundo de "reserva de 11:315j)070,
i-que o valor nomina! 'de cada'iccao he
de lOO^COOreis. Para' I i. de agosto de
1855.Assignado, Henrique B. Dewey,
presiden le.-^Augusto K. da (k>sta,'secre-
*, tarjo.
Joaquim JosedeOliveira declara, qoe lodos 2
aniados do finado Jos Antonio Cojyeis Jnior po*
ilem comparecer em ua.casn para nerem enlreaues
da esmola que seu padrinno declama em seu lesla-
ine,nio, e lodo com certidao de bapiiinw e reconlie-
uda.
Chapeos oleados para criado.
Vende-se mnilo boa manteiga ingleza nova a
880 rs. 800 e-a 7-20 a libra, cafe a 160 e toaeinho a
3-20 rs., latas de sardinba a 560 : na rus dasCru-
zes n. 20.
COLLADA BAHA,
vemle-se na rua do Queimado loja de ferrngens
n. 30.
Vende-se oengepho Penedo-de-baiio silo na
freguezia de S. I.ourenco da Malta,moento e corren-
te, prvido de todo o necessario, com boa casa deso-
brado*para vivenda, casa de purgar e cavallarira
contigua, rooends e boa caixa de ferro, distilaran e
alambique de cobre ; todo novo, cercado e limpn,
distante desta cidade 3 leguas e faz muito bom assu-
car : vende-se para pagamento de nma hypotheca e
de oulras dividas : qnem o pretender dirija-se ao
mesmo engenho a tratar com o seu proprietario qne
expora ao comprador as de mais cireastancias da
venda.
Saccas de fari-
nha.
Vendem-se saccas com farinha da Ierra boa e bem
torrada, por preco commodo : ua rua da Cadeia do
Recife, loja n. 33.
ROLA O FRANCEZ
Na rua da Cadeia do Recife, loja dos Srs.
Vaz& Leal, acha-se a venda o excellente
rap rolao francez, a 40 rs. a oitava.
Na rua da Cruzan. 26, ha a venda cai-
\i 11 has com lentos pat-a voltrete 011 outro
qualquer jogo, espingardas de dous canos
francezas, vinho Brdeos tinto e branco
em duzias.
' Vende-se urna balanza romana com todos os
seps pertences,em bom uso e de 2,000 libras : qnem
pretender, dirija-se a rna da Crnz, armazem n. 4. -|
Fazendas baratas.
4
Corles de casemira de pura lila e bonilos padroes
a 5950O rs. o corte, alpaca de eordflo mnilo fina a
500 rs. o covado, dita muilo larga propria para man-
to a 6)0 o covado, corles de brim pardo de paro li-
nho a IS600 o corte, dMos cor de pailia a 19600 o
corle, cortes de casemira de bom goslo a 29500 o cor-
le, sarja de laa de duas largaras propria para vesli-
do de quem est* de loto a 480 o covado, cortes de1
fusiao de bonitos sostos a 720 e 19400 e corle, brim
trancado de linho a 19 e a 19200, riscados proprios
para jaqoelas e palitos a 280 o covado, cortes de col-
leles de gorguro a 39500 : na loja da rna do Cres-1
po n. 6. ^
Brins de vella : no armazem de N. O.
Bieber & C, rua da Cruz n. 4.
Attencao'ao seguinte.
Cambraia franceza de cores de muito bom goslo a
600 rs. a vara, cortes de cassa pretos de muito bom
gosto a 29OOO o corle, dilos de cores com bons pa-
droes a 29200, alpaca de Seda com qoadros a 720 o
covado, corle* de laa muilo finos com 14 covado* ca-
da corle, de mnilo bom gosto, a 49500, lencos de
bico com palmas a.320 cada nm, dilos de cambraia
de tinho grandes, proprios para caneca a 560 cada
um, chales imperiaesa 800 rs., !> e 19200 : ua loja
dn roa dn Crespo n. 6. _
Esguiao de linho
e algodao,
muilo superior, com 11 varas a peca, por 39500:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina qoe vol-
ta para a rua da Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente ehegada, as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
Cosco Santo n. 11.
Vende-se na refinacao da me de Moras n. 7,
velas de carnauba pura, fabricadas no Aracalv, lan-
o em pnrrao como a retalho.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza d
nha, 2 volumes por ljfOOO r*., na
n. (i e 8 ilaprarada Independe
As senhora*. de bom goslo. '
Vendem-se indianas de seda de qoadi
mente chegadas da Enropa, mnito propria* para
vestidos de seajhora, por ser o ultimo goslo : na loja
de M. lerreirt de Sa, oa rna da Cadeia do Recife n.
47, ao virar para a Midre deDeo* ; de-se amostras
coro penhor.
CAL DE LISBOA.
Vende-se cal virgem, ehegada no ul-
timo navio, por preco commodo, asi
.orno potassa superior americana
deposito da na de Apollo n.!
FAZENDAS DE GOS
PARA VESTIDOS DE SEN
Indiana de quadros muilo fina e pad
corles de lila de quadros e floras por preco comino-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4#500
0 CORTE DE CA
\ endem-se na rua do Crespo, I
volla par* a rna da Cadeia.
Vende-se
Oriente.
Henriqae & salos acabam de receber pelo ultimo
vapor um rico sorlimenlo de sedas para, vestidos,
com o lindo nome Oriente ; e-Jas sodas sao do pri-
meiro fabricante de Leo, -e lornam-se recommen-
daveis nao r pela sua largura e boa qualidade, co-
mo pelos seus padrde*) seren inteiramenle uovos
neste mercado, pois foram escolhidas em Pars por
serem as de mais moderno goslo que appareceram
na exposiro : na rua do Queimado, em frente ao
becco da Congregarlo, passando a bolica, a segunda
loja de fazendas n. 40.
Cobertas de seda e la.
Na rua do Crespo n. 5, vendem-se por mdico
preco cobertas de seda e laa,tures,dos mais bellissi-
mos e variados goslos que tem apparecido neste ge-
nero.
Cortes de meia casemira a i'000.
Na loja de uimaraes& Henriqnes, rua do Cres-
po n. 5, vendem-se meias casemiras de superior
qaalidade, pelo baralissimo prero de 29000 o corte
de cale;*.
Ultima moda.
Vende-se organdiz de seda para vestidos de senho-
ra, fazenda de mnito gosto e muito moderna : na
loja de 4 portas, na roa do Queimado n. 10. .
Da Terra Nova.
Vende-se um lindo co novo e grande, e com di-
versas habilidades : na rna do Queimado, loja n, 8,'
se dir quem vende.
Vendem-se saccas enm farelo superior, regu-
lando de 90 libras para cima, a 49000 a sacca, che-
gado ultimameole de HairJinreo : na travess* da
Madre de Dos n. 16, armazem de Agoslinbo l-'er-
reira Senra Uoimaraes.
Vende-se farinha de mandioca da mais nava
no mercado a 29500 : na travessa da Madre de Dos
o. 16, armazem de Agosliuho Ferreira Senra Gni-
marSes.
Batatas
A 00 e ,000 rs.
Boa-Vista n. 8, defronte
de bonaca.
Chegaram Diurnamente biscoitos ingleses finos em
"agrande* pelo diminuto preso de 3I00 a lata,
oolacha de soda, dita do aramia, dita americana ;
cerveja ingleza muito boa a 49800 a dozia ; cha da
a re lodas as qnalidades ; presunlos do Porlo 1
linra a 320 rs. e mnitos outro* gneros de supe-
rior qualidade por menos preco do qoe ero oulra
qualquer parle.
Na rua larga do
llosa\rioiia 58,
vendem-sc lavas de pellica de Joirvin.brancas e ama-
relias, para senhora'e homem, mais baratas do que
em oulra parle.
.~.VeDde-a "f bonilo cavallo, de cor caslanha,
com bons andares, muilo gordo e novo, afianca-se a
Dondade : na rua do Queimado n. 18, loja de fa-
zendas.
vn -,14 DA FMCAO
EDWIN MAW, ESCKIPTORIO DE RO-
SAS BRAA & C, RUA DO TRA PI-
CHE N. 4*.
Tem para vender um completo sorti-
mento de taixas, moendas e meias moco-
das para engenho, cuja superioridade ja'
be bem conhecida dos senhores de enge-
nho desta provincia, dos da Parhiba e
dasAlagoas. desde quando taes objectos
do mesmo fabricante eram vendidos pelos
Srs. Me Cabnont& C., desta praca.
PliiNOS.
Vendem-se em casa de Henrv Brunn &
C, rua da Cruz si. 1/J, ptimos pianos
cbegtrjo* vo ultima navio/d Europa.
' Vendem-se rodas de arcos de pi para berri-
as; na rna do Brura armazem o. 26.
j\ loja das seis
portas.
Em frente do Livramenlo,
Chales de merino bordados a cinco mil reis, dilos
de seda de lindos gostos a oito mil reis, cassas de
flor miuda a cinco patacas a peca, curtes de veslido
de cambraia proprios para se ir ao bdiiho a dez tus-
loes cada corle, chales de ganga encarnados a duas
patacas, e grandes a dez loslfies, ditos de cambraia
adamascados a dnas patacas, dilos cor de rosa com
nadros a duas patacas, cassa piolada em ertes de
0 covados a tato o aovado, meias para menino de
3 e 4 annos a tuslo o par.
Vende-se ifma casa terrea na rua* da Calcada
n. 44, n qnal rende 1031000 mensaei, e acha-se con-
certada : quem a pretender, dirija-se a rna da Pjaia,
armazem de carne secca n. 14.
i Vende-se nm negro moco e com presumo para
qualquer servico, de nacjlo Costa : na rua do Quei-
mado n. 35, loja de ferrageni.
Vende-se um sitio grande com bastantes com-
modos, no Barro Vermelho : qnem o quizer com-
prar, dirija-se a roa de llorlas n. 4, taberna, que
achara com quem tratar.
Vende-se ou aluga-se urna crioula honila, com
14 annos, recolhida, propria para mucama : na roa
da Senzala Velha o. 70, segando andar.
Vende-se babado do Porto de toda
as larguras, tanto lizo como bordado, mai*
barato do que em outia qualquer parte t
na rua doCabga', loja de miudezas n. 4,
Vendem-se meias de laa de carneiro,
tanto para homem como para senhora:
por preco muito commodo: na rua do Ca-
bug' loja de miudezas n. -1.
a arroba, em mnito bom estado : na travessa da Ma-
dre de Dos n. 16, armazem de Agostinho Ferreira
Senra Gnimares.
Chalv de seda

para vestido
Na loja do sobrado amarello, nos qualro cantos da
roa do Queimado n. 29, de Jos Moreira Lopes, ha
um completo sortimento de chai) de seda de qua-
dros de lislras para veslido, o mais moderno que
lem vindo a Pernambuco ; d-se livro de amostras
a qualquer pessoa para escolher.
Vende-se um moleque de idade de 9 annos,
ama negrinha de 8, e urna muia moga com lodas
as habilidades: na rua do Livrapenlo 4.
JUua do Qjueima-
1)0 Pf. i.
..-Atoalhndo de 8 palmos de largura de
#000 a vara, para, acabar yende-se a
1S500 rs., casineta de cor para palito
covado i-80 rs., lila preta a240 rs. o 'co-
vado, casemira de cor corte* de calea a
VjOOOe 4500rs., dita preta franceza a
I.S'-iOO o covado, corles de casia chita a
1 ,$850 o corte, lencos brancos barra de cor
iroprios para meninos a 100 rs. cada um,
uvas de seda de cor a O n. o par, ganga
azul, dita preta com bonitas barras, pro-
pria para cobrir chapeos de sol a 32Q rs. o
covado, alm destas outras muitas fazen-
das por barato preco para acabar,
mNa botica dos Srs. Soum& C, ha pa-
ra vender a maravilhosa agoa dentifrice,
do Dr..Pedro, a melhor que tem appare-
cido para conservaco dos dentes.
-CORTES TURCOS.
Vendem-se estes delirados corles de cassa preta
com pintas carmezins e lislrados, os mais lindos pos-
s pela sua novidade de padroes, e s se vendem
lias lojas varos Srs. Campos & Lima, rna do Crespo ;
Manuel Jos Leile, roa do Queimado ; Narciso Ma-
ra Carneiro, rna da Cadeia, por preco muilo em
conla.
BATATAS NOVAS.
J chegaram as batatas novas do Porto, e vendem-
se no armazem de Joao Martins de Barros, travesa
da Madre-de-Deos iu21.
Na rua da Cruz n. 26, primeiro an-
dar, existe a venda muito superior choco-
late, chegado ltimamente de Franca e
por commodo preco. '
A boa fama
Na rua do Queimado nos qualro cantos na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33 cn-
conlra-se sempre um corasleto srrtimento de miu-
dezas de todas as qualidades e de diversos gostos e
que Indo se vende por to baratos precios que aos
proprios compradores causa admirac.no : .
Libras de lionas de| novelo, brancas n. .10,
60, e 70 a
Libras de linbas, ditas n. 80, 100,120 a
Dnzia de lesouras para costura a
Dozia de lesouras linas para costura a
Pe;as com II varas de fila de seda lavrada
Macos com 40, 50, 60 e 70 pecas -de cordiio
para veslido "
Pe^as com 10 varas de bico estreilo
Duzia de dedaes para senhora
Caisinhas com agulhas francezas ,
Caisas com 16 novellos de linhas de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas
Crozas de boloes para carniza
Pares de meias finas para senhora a 240,300 e
Meadas de linhas muilo finas para bordar
Meadas de linhas de peso
Crozas de boloes mnilo finos para calcas
Asulheiros linos com agulhas sorlidas
Babados abertosde linho lisose bordados, a
vara a 120 e
Lapis finos euveroisados a duzia
Orleiras de marroquim para algibeira
Fivelas duradat para calcas e collete
Trancelini pretos de borracha para relogios
a 100 e
Tioleirose areeiros de porcelana o par
Charuteiras entrefinas
Duzias de lapis sem ser envernisados
Duziaside torcidas para candleiro n. 14
Penles fui os de bnfalo para alisar a 300 e
Pecas cora 6 112 varas de fila branca de linho
Caixas com eolcheles
Carrileis de linhas de 200 jardas de boa qaa-
lidade .
Macinhos com 25, 30 e 40 grampas
Suspensorios, o par
FARINHA DE MANDIOCA Ufi SAN MATHEUS
LAVADA.
O patacho nacional audaz trouxe nma'porrio de
farinha lavada, que se vende a precos commodos,
trala-se no escriptorio da rua da Cruz n. 49 ou no
caes do Ramos no armazem do Sr. Pacheco.
Alteni'o ao novo sortimento de fazendas
baratissimas.
Novas chitas de cores seguras e alanmas de pa-
droes novos a 160,180, 200, 220 e 240 o covado,
corles de chita de bonitos desenhos, padroes inteira-
menle novos, com 13 covados por 39, riscados fran^
cezes finos a 240 e 260 o covado, cassas francezas de
cores, padroes nonatos e delicados a 600 rs. a vara,
novas melpomencTOe quadros de cores a 640, 720 e
800 r*. o covado, harobnrgo fino, de boa qaalidade,
para Icnces. ceronlas e toalhas a 9, 99600 e 109 a
pee de 20 varas, novo panno fino para lences,cora
mais da 2 varis de largura a 29240, chales de la*
grandes de cores com barra a 53500, ditos de case-
mira finos e muilo bonitos de cores com larra por
89, setim prelo maciio superior, proprio para vesti-
dos e collete*, por prej qoe em particular se dir,
chales de seda grandes e pequeos, e outras mnitas
fazendas, que a dinheiro i vista se vendem por ba-
ralissimo* presos : na rua da Cadeia do Recife, loja
o. 50, defronte da rua da Madre de l>eo#
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, tem
i venda a superior flanella para forro de sellins,
ehegada recentemente da America.
Vendem-se lonas largas e estrellas, por preco
commodo : em casa de Fox Brothers, na roa da Ca-
deia do Recife n. 62.
too
tfieguem ao ba-
. rato !! !
? liara r
Da \
19100
19280
19000
19280
19200
.400
'560
100
160
280
240
'160
360
160
100
280
200
240
120
600
120
160
500
120
80
80
400
50
60
70
50
40
rape imitando a tartaruga, pelo bara-
to 19280 cada urna : na rna .do Cres-
e coado,
dito.
AGENCIA
cao' Low-Moor, Roa da
tzala nova n. 42. m
vbelecimento continua ala-
leto sortimento de moen-
ndas para engenho, ma-
por, e taixas de ferro batido
de todos os tamauhss, para
POTASSA E CAL VIRGEN.
No antigo e ja' bem conhecido deposi
to da rua da Cadeia do Hecife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
precos muito avoraveis, com os quaes fi-
carao o compradores jatisfeitos.
Chales de merino' de cores, de mnito
bom gosto.
Vendem-se na rua dn Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
- Moinhos de vento
ombombasderepuxopaSa regar hortas e baixa,
decapim, nafundicade D. W. Bowmau : narua
doflrum ns. H,8e 10.
AOS SENHORES DE* ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invenc/to' do Dr. Eduar-
do Stolle em Rerlin, empregadp as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantageni. para o melhoramenio do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto con o methodo de empre-
ga-lo no doma\portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Oompanhia, na ruada
Cruz. n. '4. >v^/'
CAL DE LISBOA A 49000. .
Vendem-se barris com ca* virgem de Lisboa, para
fechar conlas, pelo diminuto preco de 49000 o bar-
til : na rna da Cadeia do Recife, loja o. 50, defron-
te da ma da Madre de Dos.
Vende-se excellente tabeado de pinho, recen-
temente chegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a enlender-se com oadmiois
ador do mesmo.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo modernisshno ,
chegado do Rio de Jeneiro.
CAL VIRGEM.
A'mais nova no mercado, por preco
muito barato: no deposito.de rua do
Trapichen. 15, armazem de Bastos & li-
maos.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior fetroz de primeira qualidade,
do l'abriciinteSiqueiralinhas de ronz e de nume-
ro, e fio porrete, ludo chegado pelo ultimo navio viu-
do do Porlo, e juntamente vinho superior, foitoria
em pequeos barris de dcimo.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcas e jaqnetas, a 1<
o covado.
Vende-se na rna do Crespo, loia da esquina qne
volla para a cadeia.
Vendem-se dous pianos fortes de
Jacaranda construccSo vertical, e com
todos os melhoramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de Ham-
burgo: na rua da Cadeia, armazem n.
21.
Em casa de llenry Brunn &C, na da
Cruz n. 10, vendera-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
(lobos para jardins.
Cadeiras e sol'a'spara jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento remano.
Gomma lacea.
Vende-se ac em cunhetes de ara quintal, por
preo .mnito commodo : no armazem de He. Cal-
man! & Companhia, praca do Corno Santo n. 11.
Na rna do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-sefarelo novo,chegado dLisboa pelo briguet'r-
peranfa.
Farello era saca
arrobas a 5^000.
Farinha de
em saccas a 8#tt00.
Tijolios de man
(30.
Vinho Bordiau
garrafoes a 12^(
iNo armazem de
irmos.
Taixas para eogm
Na fundicao' de ferro'
Bowmann na rua do B
do o chafariz contiDui
completo sortimento de Ui
fundido e batido de 5 a
bocea, as quaes achan
prec/> commodo e com promptidao :
embarcam-se ou carregam-se
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em casa dte S. P. John>-
ton & C, na rua de Senzala Nova n. i -
Sellins mglezes.
Relogios patente inglez.
] Chicotes de carro e de montara.
Candieirbs e casticaes bronzeados-
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre par
Barris de graxa n.
Vinho Cherry em bar
Camas de ferro.
MJVHIIIIO
nao se eogfih,
NA RUA DO QUEIMADO N.
em frente do becco da Congregarlo, p
tica; a segunda loj de hienda*
los, lem ullimamenle arreaaa*
porcao de fazendas de soda, I
dao, e querendoacabar, avia
vendem as segurte* fazeudas, bem ci
las, por precos baralissimo*, o
com penhorea.
Nobreza furia-cores para vestidos,
Chally liso e de quadros de cores, os
Proserpina de seda de quadros, o
Alma viva de Ua para vestidos, o covado
Cassas francezas, padroes novo*, a vasa
Cassas escoeezas de lindo gosto, o covado
Kiscadm,franeejes imitando alpaca
ocaJMt
Chitas franceza* de cores, largas, o covado
Kiscado moustro de quadros, o cavado
dulas de cores escaras muito Unas, o ci
Velludo preta o melhor possivel, o
Setim prelo maceo liso, o covado
Sarja prela lavrada para vestido, o covado
"Sarja prela lisa hespanbola, o cavad*
Panno fino de varia* cores, o covado
Panno azul fino para farda, cavado
Panno prelo lino para palito*, o covado
Merino pralo e de cor, de cordao, o cavado
Alpaca de cores de cordao, o covado
Alpaca prela lisa lina, o covado
Palitos pretos de bombaiina
Palitos prelosde alpaca fina
Paiils de Ua de cores para menino
Chales prelos de retrox '
Kicos chales de merino bordado* seda de'
cores
Dilos dilos de dito bordado a seda
Chales de merino, franja de seda
Ditos de dito dita de la a
i
\
3SB0O
aseo
aooo
-29009
:biHuo
aooo
19J00
69000
Chalo de mnin prato, bordados a aeda
l.enjos de selim prelo para gtVaU
Dito* de dito de core* para diffe '-
Dilos de seda de cores para dita
Ditos de seda decores grande* para senhora
Dilos de dita dedilas peqoenos para dita
Ditos de cambraia de lobo brancos
Ditos de cassa pequeos brancos
Collariohos mnilo fino*'
Aberturas finas de core* para camisa
MadapolSo fino com loqoe de avaria
Lencos de retroi de todas A* core*
Cansa marella lisa, o covado
Corles de casemira prela selim
Orles de casemira preta lina
Corles de dita decores, padroes novos
(kiries de colleles de setim preto bordados
Ditos de ditos de seda d* cores
Ditos de ditos de fustao fino
Dilos' de ditos de Ua
Pecas de esguiso de puro linho
Dilas de brim liso mnilo fino
Corles de cassa cbiU finos
Merino preto silim
9|fJ0
53300
WKX>
n
900
500
13500
800
500
30W"
200
640
38*300
13120
300
68000
iSOO
43000
73000
23500
7(10
129000
801
1ti00 .
13X00 *
ESCRAVOS FGIDOS.
lOOfOOO de gratificado.
Desappareceo no dia 17 de agosto prolimo pal
do, pelas" horas da noite, a prela I.ourenra, de |
i;ao Aognla, de idade 35 a 40annos, pouco roaisj
menos, com o* signaes seguinles : um dedo da ij
direita inchado, magra, tem martas branc;
pernas; levoo camisa de algodaOzinho,
cbiU rxa, panno fino, e mais urna Irona
roga-se a todas as autoridades polici:
de campo que a apprehendam e levem a sen sen
Joflo Leile de Axevedo, na prac,a do^orpo Sanl)
17, que recebera a gratificar
Desappareceo da rua do Qaeintado^^^H
escravo de uome Paulo, com i
alio, rosso do corpo, com marcu* de bexigasv i
um talho em nma das/ontes.trretivamenle viven
cando fumo; o dito escravo hi comprado un
Francisco Antonio UaUo em 25 de abril de 185J
dixia ser de umseu.fllho do engeidio I'<
ilo ; levou camisa de madapolaO e eal;a de
chapeo, o qual escravo he basUale ladino aja
llio : paranlo roga-se as autoridades polici.ies e ci
pitaes de campo qoe o apprehendam, qoeiram -'1
zer o obsequio de levar a dita rua, qua serSo
recompensados.
PBRN TYP. PB F. PB'FaMA 1855
R
asm.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6B0RAPZP_T7GV6K INGEST_TIME 2013-03-25T13:49:17Z PACKAGE AA00011611_00538
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES