Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00537


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Full Text
AMO XXXI. N/232.
1
\

i
: *

*
>
-et-m-
Por S necee adiantidos 4,000.
Por 1 wes vettddos* 4,500.
,.
SEGUNDA FEIRA 8 DE OUTUBRG OE 1855.
11
Por auno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCAtUlEI.ADOS' DA SUBSOlttrVXO'. CAMBIOS
Keeife, o popri-lirio M. F. de Paria j Itio de Ja") 5obr r.ondros. a 27 3/4.
neirc, o Sr. JoS Pareara Marlins; Baha, o Sr. O-T p .
Duprsd ; Maeei, Senhor Claudiuo Falcao Dias;'
Peraliiba Salidor Gerv'azio Viclor ca Nalivi-
dade ; Natal, o Se Joaquim Ignacio Pereira Jnnior;
Aracaly, o Sr. Ac ionio de Lemos Braga ;C.i!ar, 0 Sr.
Joaquiin Jos da Oliveira ; Maranhao o Sr. Joa-
qun) .Marques Ri drigoes ; Piauhy, e Sr. Dominios
Herculuno Aekile Pessoa Cearence; Par, Sr. Jus-
s, 350 rs. pot f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio da Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 da premio.
9 da companhia de Beberiba ao par.
9 da companhia de segaros ao par.
. Jeronymo da Cosa. I Disconto de ledras de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholav .
Modas de 69400 velhas.
> de 69400 novas.
de4000. .
Prala.Paiacocs brasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
PABTIDA DOS CORRE10S. AUDIENCIAS.
29000jOlinda, lodos os das Tribunal do Commercio, quariai e sabbados
169000|Caruar, Bonito e Garanlwns nos das lilt Relacao, tercas-feiras e sabbados
16000|Villa-Bella, Boa-Vina, ExeOurieury, a 13 e 28 Fazenda, quartas e sabbados s 10 hora*
IJuiz do commercio, segundas as 10 horas e nas]
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas]
|lm varado civel, segundas a sextas ao meio dia
9$0(
194<
194(
1986C
FUTE imCUL.
=
loianna e Parahiba, segundas e sexlas-feiras
[Victoria e Natal, na quintas-fairas
PREAMAR DE IIOJE.
is 2 horas a 6 minutosda larde,
s 2 horas a 30. minutos da manha
EPIIEMERIDES.
Oulubro l Quarto mingo.anle.M9 horas 24 mi-
nutos e 44 segundos da tarde.
11 I.nanovaa 1 hora, 3 minatos e
47 segundos da manha.
Primeira
unda
\i* vara do civel, quartase sabbados ao meio dia'
MINISTERIO DA JISTICA.
> n. I'i-W de d setembro de 185).
tari de ( eutrancia as comarcas, de Tury-Ass,
litadas na provincia do Maranhao.
d declarar de anlraatia as comar-
iM, creada* pela lei n.
Mea legislativa da provincia do Mara-
Sabuce de Araajo, do raeu romallio
re ario de eitado dos negocios da jus-
leuliai entandido e laca execular.
Rio de Janeiro, em da aelembro de
idependencia e do imperio.Com a.
o Imperador. Jos Tomaz ->a-
bnco ile Araujo.
1141, a* 2 de setembro de 1835.
r de juiz de direito da I vara civel
do municipio da corte,
a, usando da allribuic4o que me con-
i o art. lu-j. s 12, da constituicao do imperio, e
idudilei de 3 de desembro de 1H1I,
too lugar civel ilo municipio da corle.
MI Nabnco de Araujo,|do mea consejho,
ministro e secreliri de estado dos negocios da jusli-
<;a, a*im o lenhs entendido e faca ejecutar.
< de Janeiro, em l do setembro de
i independencia e do imperio.Com o
M. o Imperador. Jos Thomaz \a-
uco de Araujo.
Dixrelo n. 139V2 de Miembro ie 1855.
a que d'ari em diante sejan labellines-priv a-
is do prole ilo jas lellras de cambio, Ierra e
i titutoi qae o exigen, os escrivaes de ap-
aga e agjravos dos tribunae do commercio.
- representaeOs qoe a miulia impe-
nca iiz< -jm sobir o Inbonal e praca do
da capital do imperio. hei porbem dero-
ia parte do arl. 59 do decreto n. 1507
eisaio do correte anno.e declarar que
! i'jira tibelliaes privativos do po-
cambio, trra, e de lodos os IIlu-
a appellaroes c ag-
I, Josij Thomaz
onsrlho, ministro e se-
stica, assim o le-
xecutar. Palacio do Rio de
elembrode 1855, irigesnuo-quar-
lependa eia e do imperio. Com a rnhri-
In parador. tote Thomaz Xabuco
de Aruujo.
respeclil
V" q*!
dasqte
le, o ii
fgociosdajustica'. Rio de Janeiro,
re 1855. lllm. eExm Sr.I.e-
V. a Imperador o uflloiu que
>bn. 115 o dala de _> rieju-
ipanHado da copia do que Ihe diri-
I superior da guarda nacional do
le Si.'iar a conselho detia provincia, em
Se na noraeaeao dis oniciaes-infe-
J guarda nacional deve se^uir-se a ordem
ad* na doii oIRclaes iballei nos, secamdo o
srl.ttda Ie da 10 de seleasbro de
< mesmo augusto S:ubor declarar a
san conhecimento, e em resposla ao
upondo arelerida lei no irl.
* Ia" uferiores sejam nomeados pelos
J, precedendo propona dos
^^H lantn da compaabiis, ao ari.
referida os guar-
i reerntameii-
i esislindo na mesnia
promulgados, lie
^^Htale de companhia po-
iarda para algum dos posLea
nferiorde soa comparta, e sendo
! romeado s pode ser rebaiado do
primeiro dos citados
r-se que desde a ereacilo da
pralica constante nao se-
orilem gradual do ac-
ic. ./o Thomaz ma-
tenle da provincia de
Mina? Gorar
te do negocias da jnstiea. Rio de Ja-
da 1815. Illm. e Eim.
! de marco ultimo remet-
a dirigi o chele do eslailo-
imandaiiU superior do ba-
provincia, pedimlo
oflcial d ser viro activo qu?
la superior, se o chafe
mmandael* do corno de pa-
Mageslaile o Imperador, a
i os referidos ollicios, manda de-
aira seo couheciniento, e em solo-
es proposta, que na confbrmidade
. 43 da lei de 19 de setembro de
regnlamenlo de 6 de abril do anuo pas-
>-maidr, anda qoe seja c-
lamo, deve substituir ao com-
lor, e que este encargo a compete
juando suis paleles
se acha decidido pelo
lezembro de 1855. Mes* guar-
Saliaeo de Araujo,
vincia de Santa Catharina.
lo.Ministerio dos negocios da
;ustia. Rio do Janeiro em 7 da agosto de 1855.
Tcudo o ion municipal sup-
plenle do, termo de San Jado do Principe da provin-
espticaco sobre mida de pro-
criines da que trata o litle 1. da 3.
od. ciim-, (loando sito commettidos por
.blicos, S. M. o Imperador, depois
do oovir o c insellieiro procurador da cora e ,i
i conselho de estado, houve por
bem. por na tnintdlala e Imperial resoluto de >
docu.-renl MH lomada sobre cottsulla da referida
secylo de jusli(a. decidir que silo crimes de respon-
sahil dade :
la a til. 5, parle -2.>, do capil.
ins rev Prevaricare**, abusos e omi
oes ira* empreados pblicos.
la a masma parte 2., til. ti, en.
1, qrie assim te inscreve Do Peculalo.
tan traa a parte 3.a, til. 1, que assim
Di* crimes contra lbardade indivi-
i^os cojas disposicOes sAo eipressa-
:nle relativas aos empregados publico.
innesos com os de retpousabiliila-
ns offensas physicas, quando ellas san
WMfefcia eorametlida pelo empregado
iico.
mmunico V. Exc. parasua inlelligm-
ra o fa/.ir constar a quem cnovier.
irde ii V.-fise.Jos tlutmaz Sabuco de
Sr. vice-prendan** da provkicia do Rio
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 20 de setembro de 18-55.lilm. e Esm.
Sr. Sendo conveniente evitar conflictos desagra-
daveis, determina S. M. o Imperador qoe V. Exc.
expeca orden clara e terminante aos.cmnmandan-
tes das fortalezas para que em oenhom caso, salva
ordem muilo espressa em contrario,.faram signaes
com l irej- de balas ao navios de guerra eslrangeiros;
e que mesmo respeito dos navios mercantes, s
devem empregar esse recurso noscasos que eslo pre-
vistos as ordens em vigor, quando houverem esgo-
lado intilmente lodos os oulros meios a sen alcan-
ce, e nunca na occasiao de entradas dos ditos navios
sena o quando para isso se expedirein ordens positi-
vas.
Dos guarde a V. Eic-----Marque: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de...,
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em de setembro de 1855. lllm. e Em.
Sr.S.M. o Imperador, iquem ro presente o oflicio
dessa presidencia n. li de 8 de Janeiro de 1853. pe-
dindo se Ihe declare qualjo proccdimenlo que deye-
r.i ter quando algftm |ofHcial do exercilo, em dili-
gencia do serviro ou commandandu deslacamentn,
fr preso sem proceder requi.icao dogovernn, ou do
respectivo commandnite, a ordem de autoridade ci-
vil antes de colpa formada, ou em virlode de pro-
eesso por crme nAo mililar, nos casos em qoe a lei
permilti a respeito dos paisanos: houve por bem, por
sua immediala e imperral reaolurAo de 15 do cr-
renle mez tomada sobre consulta Uo ronselho-supre-
mo mililar de juslii-i,mandar declarar que os minia-
res as circuiiislaucias cima ei postas podem ser pre-
sos por ordem das respectivas autoridades, indepen-
dente de previa requinirSo .na forma do cdigo do
processo e lei de 3 de dezemhro de 18*1, vistoqne
elles nos crimes civis eslflo sujeitos i lei commmn ;
devendo porm ser rccolhidos a prises militares,
dando-se immedialamenle parle aulonda le mili-
tar competente segundo o disposlo na proviso e^vi-J
fio de 10 de agoslo de 1837 e al vara da 21 de ooluJ
bro de 1763 S 6. [
Dos guarde V. Exc. Mrquez de Caxias
Sr. presidente da provincia de Minas Geraes.
1,
omis-i
&
OIIIQINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
Vapor do Km le, vapor do Snl! cal a baodeira
maiella ; na* veaapproximeisde nos; estis em-
peslados ; a con o favor da teosa llvgia que nos
protege ejioa ampara, ai vossasquilba'3 nao solca-
ram nsagus tranquillas do oosso aneordouro. I,e-
vai, levai para loage a peste enran-radn- as vossas
eolrmhas.
A qoarralesa est em moda, e se por umi deriiga-
c5o inui poaeo rammatifal se teiii diminuida em
pr|iorcoecapr diosas de qoalro. oito e qainze din,
tennis entre nos rlielorieos radicaes qn eiiau promp-
tos para realiralr-lhe a sua omnipulencia primitiva :
oaienta das b"m contados, nem mais aem menos!
om ensilo, a qaarentena be de piarenU das. Ago-
ra, dsveis flear prevenidos, charo- viajantes, que
repulis a volita locomotiva i vela apenan convenien-
te para o transporte das vossas bagagens supplemen-
taces c cuja im ociencia acha vagarosa o fameganle
vapor; e'w o pego medido as rodas, e o lazareto-
hotel abrindo-iiis as suas portas .'
Entrai, sedi bem viudos. Queris caloro ? te-
mo-lo agranel. (tnerois cal? Qoareis euxofre T Ei-
lo recentemen e dseyado da sulpliureia do Eloa.
Oucreh rumisaioe. 1 A reipectiva proviso he inex-
-olavel, a os axiieos recursos neste genero exce-Iem
od adiados dame de Seliastopol. Dtfuraar vos-
liemoaaob os a.picio. da junU de hygieao publica,
como se fosseis nm presunto inalez. Pela miaba
parle, looho nc-us recelos ; e alta aggloiaeraco da
viajiiutaa inno-miles no purgatorio do Pina par ce-
rne, nos moas aanbos, um pequeo circulo do In-
ferno do Denle. Tanto rigor, Dom do hondada, con-
tra ira inlmic inviiivei, dew.onheeido, que na'o ar-
raslfl apts si, nem canhoes, nem baga^ens, que ca-
mlnli* solitari), fatal, fazeado caprieiwsjnienle; soa
messe de cebe',as hamanas, lacnut ao. esfaimado e
qoe nanea se irta I Taptorigor, Unta* pTecaoc>ea
conlra esse lerrurel desertor do Ganges, qoavMjit as
Na mesnia conformidade aos demais presidentes de
provincia.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. S. Brgida jirincezaviu. ; S. Simeo
9 Terca. Dyoniti b. m. ; 5. Abrahan patriarca.
10 QuarU.S. Francisco de Borja ; S. Eulampio
11 Quinta. 8. Nieacio b. ra.; S. Samalra m.
18 Quartocrescentea 1 hora, 17 mi- 12 Sexta. Ss. Prisciliaoo eDomninam.
nulos e 49 segundos da tarde. 13 Sabbado.Se. Daniel e Hugulino (. ra.
25 La cheia as 5 horas, 6 minutos e 14 Domingo. 20. S. Caliste p. m.; S. Forlu-
49 segundos da manha. nata v. ; S. Dacino b. ; S. Bneliardo.
MINISTERIO DA GUERRA.
Ocrefo ti. 1638, de 19 de setembro de 1855.
frisa os elTeilos das licen;as sobre as antiguidades
dos ofliciaes e pravas de prel do exercilo.
Com indo livar de urna maueira perempioriaos ef-
reitos necesSarios das licenras qae se concederem aos
ufliciaes e pracas de pret do exercilo, sobre as anji-
guidades dos mesmos ofliciaes e pracas; hei por
bem determinar qae o lempo de durado de laes li-
cen;as 11.I0 entre em romputacio ; para reformas,
- para obter-se o grao de cavalleiro da Ordem de
S. Benlo de Aviz ; 3- para baia do servico por dna-
lisaciio de lempo marcado em lei ; 4- para acresso
ao poslo de alferes 011 2 lente ; > no lempo de
servico de oflicial inferior exigido dos cadetes como
habilitarlo necessaria para aquello accesso ; 6- no
lempo em que os ofliciaes devem permanecer em
Jim poslo, e 00 ejercicio'das tuneciies especiaes dal-
le para poderem ler accesso ao poslo immediato ; 7"
linalmente, em lodos os prazos limitados qae ss leis
vigentes exigirem de servico efleclivo como habili-
ta;Jo para qualquer fim. Fica porm subtendido
que subsiracao do lempo de licenra nao inflae de
modo nenliuin na collocacao dos ofliciaes a pracas
licenciadas, segando suas antiguidades relativas tan-
to de prara como de posto.
O Mrquez de Casias, do meu conselho, ministro
e secretario de estado dos negocios da guerra, o te-
tilla entendido e faca eiecular com os despachos nc-
cessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 10 de setembro de
setembro de 1855, 31 da independencia e do impe-
rio. Com a rubrica de S. M. o Imperador..Mar-
ine; de Caxias.
paquete de vapor qoe te espera do norte, o Sr. raa-
jor conimandanle do corpo de artfices da corte Car-
io* de Moras Cemisao, o merechal de campo com-
mandante das aranas julgaado opportana occasio
para fazer jusliea ao verdadeiro mrito, comprz-se
em declarar a ajstarnicao que esle Sr. oflicial muilo
bem se comporto* nella, e que preslou por mais de
dous anuos relevantes serviros a esta provinciana
qoalidade de cssjasnandatile da fon;a volante im-
cumbido de peajBaja- as comarcas do" Bonito, Hrejo
e Garanhuus envijeasaegui^lo dos crimiuosos.
Pur estes bous swyicec, e pela maneira digna com
qae te houve 110 ilesempenho do cargo de delegado
de polica do esto o mesmo manchal de campo informado, Ihe
da os devidos louvores e agradecimeotos.
Assicuado.los Joaquim Coelho.
Conforme. Candido Leal Ferrrira, ajudanle de
ordens encarregadododelalhe.
ORDEM DO DIA N. 1:23.
Tendo-se apresentado honlem no quarlel general
vindo do Lazareto do Pina, onde estiveram de qua-
renlena desde iO do mez passado, em que desem-
barcaran! do vapor Paran procedente da orte, os
Srs. lenle do 10" hat.dhao de infanlaria Camillo
Xavier de Mello, alferes do 9 da mesma arma Mar-
tinho Jos Ribeiro, alfares Manoel Joaquim Macha,
do, da companhia fita de cavallaria desla provincia,
e bem assim o Sr. alferes do 3 de infantaria Joa-
quim Jos l.uiz de Sonza.que por aviso do ministerio
da guerra de 14 de setembro ultimo foi matl.dado
servir nesta guaruicao ; o marechal de campo com-
mandanle das armas mandou aqnelles reunirem-se
aos seas respectivos corpos, e determina que este
Sr. alferes Souza) lique servindo na qoalidade de
addido no 10 baialho da sobredita arma.
Assignado.Jos Joaquim Coelho.
Conforme. CandidoLeal Ferreira, ajudanle de
ordens cncarregado do detalhe.
suemaas
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Se$tao indiciara em 6 de oulubro de 1855.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador Firmioo
Antonio de Souza.
As 10 i|:2 horas da manha, prsenles os Srs.
desembargadores Leao (Tiscal), Santiago e Valle, e
fallando o Sr. Gitirana, e os Srs. depulados Reg,
l.cmos, Basto, e Oliveira (supplenle), lida e appro-
vada a acta da antecedente, abrio-se a sesrio.
O Sr. desembargador Valle apresenlou para jul-
gamenlo a appellacao entre parles :
Appellante, D. Mara Carolina de Brilo de Car-
valho, por si e como totora de seus lilhos ;
Appellado, J. F. G. Kladr.
Foi confirmada a sentenca appellada.
O mesmo apresenlou para o mesmo fim a appel-
la;ao entre parles:
Appellante, Mathias Lapes da Costa Maa |:
Appellada, D. Mara Leopoldina da Costa Krug-
ger;
Fieos o jUlgaraenlo adiado a pedido do Sr.
Baslo.
O Sr. desembargador LeSo apresenlou para o mes-
mo fim, a aopell ir.io entre parles :
Appellantes, Diogo Cockshott & C.;
Appellado. Juan Rufino da Silva Ramos, por sua
curadora e r. curador geral.
Nao se tomou conbecimenlo da appellacio por ter
sid> apresenlada fora do prazo legal.
Forara lesprezadus os embargos em que eram:
Embargaule, Francisco Antonio de Carvalbo Si-
queira ;
Embargado, Joaquim Lucio Monleirn da Franca,
como liquidatario da firma Franca & I rm.io.
Passou do Sr. desembargador LcAo ao Sr. desem-
bargador Valle a appellacao entre partes :
Appellante, Bernardo Joe da-Caona.
ppellailu, Mauoel Antonio dos Santos Fontes.
oram distribuida :
Sr. desembargador Santiago a appellacao cnlre
I Wlo
rppeilanle, Jos Joaquim Pereira Campos, como
GrOVERNO DA PROVINCIA. f Ror do agente de leiles Viclor Antonio de Brilo,
xpediemtH dadla 1 dt oaltkro. .curador da massa fallida du mesmo ;
Oflicio Ao Exm. marechal commandanle dasf Appellado, Joaquiin da Silva Saulos.
AoSr. desembargador Valle, a appellacao entre
parles :
Appellante, Francisco Poner ; .
armas, aulorlsando-o a mandar abrir assentamento
de pnica em om doa corpos do exercilo aqu eviden-
tes ao recrula Antonio francisco Borges, vislo nao
haver inconveniente, segundo S. Exc. declamo.
Dito Ao inspector do arsenal de mariaha, in.
leirando-o de haver-autorisa do o inspector da Ibesou-
rarie de fezenda a mandar pagar ao almojarife da-
quelle arsenal a quanlia dequeSmc. traa, ama
vez que eslpjam nos termos legaes as cotilas que
remelleu.
. Dito Ao juiz municipal da primeira vara, de-
clarando que o designara para presidir no dia 6 do
correte a eOracrilo dos bilbetes da segunda parte
da segunda lotera do Gymnasin Pernambucano.
Communicou-se ao thesonreiro das loteras.
Dito Ao juiz municipal do Rio Formoso.
lando a companhia Pernambucana de navegacao
cosiera pedido por aforamento os terrenos de ma-
riolia precisos para a couslruccl dos armazens e
trapiches que se fazem necessaros mesma compa-
nhia nos lugares denominados Gamella, Tamanda-
ro e S. Francisco de Serinhaem, como ie v dos in-'
clusos oflicios em originara, mandei ouvr a respei-
to a Ihesouraria de fazenda, que deu as intbrma-
coes junlas lambemem originaei, i vista das quae,
compre qne Vmc., enlendendo-se com o engenhei-
rollenrique Angoslo Milet que se acha enearre-
gado de medir os terrenos de marinha dessa comar-
ca, trate quanlc antes de proceder a medievo dos
que pede a companhja, e islo de conformidade com
as ordens do thesouro de 30 de agosto, 5 e 10 de
setembro, remellendo-me nao so o resultado de e-
melhanle diligencia, mas tambem os oflicios e in-
formarOes, de que cima se trata, e Meando certo
de que nesta dala oflicio a respeito mencionada
hesouraria.Fez-se.o expediente neeesaario.
Dilo Ao director das obras publica, declaran-
do que podo despender al a quanlia de 1008000 ra.
com a factura 'dos concerlos de que precisa o esti-
yame da ponte lo Mntocolomb. Communicou-se
11 Ihesouraria provincial.
Dilo Ao commandanle do corpo de polica,
inleirando-edehavertransmlido alhesouraiia da
razenda provincial para ser paga, estando nos ter-
mos legaes, cotila que Smc. remeden da despexa
feta no mez de setembro ultimo com o sustento
dos dons calcetas empreados no servico da limpe-
za e aceio do quarlel daqaelle corpo.
COMBANDO DAS ARMAS
Quartel-eeneral do commaudo das armas da
*aabioo aa ctdade da Reclfe, ana 6 de
tatabro da I8S6.
ORDEM DO DIA N. 122.
Tendo de relirar-te pira o Ri de Jalieiro, no
azas do vento, salta, avanca, recua, pula, visita ao
mesmo lempo os pincaros nevados do Hymalaya e
os hmidos vales de Java 1
Monslro mystoroso onde existe o tea reino, o
lea antro,a tua carverna 1 Sers t miasma, anima-
culo, vapor ? E's t elassificado por Cuver ? Tens
vertebras, .tens cabeca, tens canda Donde'vena "
Para onde vas Tens limites no leu curso homicida 1
E dcixras um dia esle globo subluuar decimado ne-
is toa fonre'.' K
Pela minha paile, anda repito, tenho meas re-
cejos ; eoem efleilo, ignorante como soudas gran-
des Ibeordi do contagio e do no-conlagio, vejo urna
agglomeracSo semprc ingenie de misero* peccadores
no purgatorio do Pina. Ora, como a doula faculda-
de declara qae um grande nnmern da individuos
reunidos no mesmo logar pode loliar-se um foco de
infeccan, leivho riedo, tenho muilo medoqae a scen-
"elha homicida parta um dia desse arsenal cholenco
1 caia, como urna bomba ajilada sobre MalakoO,
deolro desla msera cidade.
A faculdade, sampre infalllvel e doula, escreve
e ensina qne as enfermidade* epidmicas tem v> sen
periodo de incubiicfto, bem como um pinto dentro do
ovo. Ora, inconleslavelmenle, do Rioe de San Vi-
cente chegam 80 ou 100 ovos em um estado mais ou
menos adiantado de incubaeao. Assim, o'uma ab-
obada 18o huinerosa, be mui possvel que um s,
um sudestes pinlinhos. em germen,venha a lame. E
o que se fardelle no Pina Dar-se-ha cas? que o
esmaguera no ov i, como llernani esmagou o de Car-
lMi Quinto, ou pjrmidiro qoeeresca e crie penas 1
lo creio no assassinato, o pinlinho vivir e cres-
cor soha somlna protectorados coqueiros da ilha.
Dahi, n'uma bolla manbSa, em 010 s vos), u'uma
brisa do largo, o pobre voltil, empeslado congne-
re, viro deleitar -se no Recife, e eis de repente a ci-
dade, os arrebaldes, a provincia cheia de uinhadas,
empastados. O 1! Salas populi l es urna ex-
prsalo mgica !
A proposito : a que he um lazareto ? Amigo lei-
lor, voo ver se le pnaso iniciar no sentido desae for-
midavel vocab iln e no alvo da sua origen)
Uva.
Os cruzado, esees soldados da f, qae levaran) a j
Palestina- o seu singue e A sua espada, nao se pre-
munirn)! na sua eandura medical centra os ataques
de mn flagelh), de um inimigo eminentemente mais
Appellado, o cnsul frahcez.
I.evahtou-se a sessSo ao meio dia.
EXTERIOR.
ESTADO ORIENTAL DO URUGUAY.
Montevideo 30 de agoslo.
Os succossos de domingo 26 do correle precipi-
laram-uos em plena guerra civil. As espadas foram
desembiiinhadas; o sangue, anda que pouco, prin-
cipiou a correr; os nimos estao de ama e oulra
parte irritados; as tentativas de urna reconcilia-
cao cahiram ante a colera obstinada de Flores, que
sabio para a campanha afim de repelir a larca san-
grenta de Oribe, intitulando se por sea turno presi-
dente constitucional.
O modo por qae o povo de Montevideo, tomado
em massa, encaran os ataques do poder contra o
honrado cidadao D. Jos Mara Muooz, irrilou so-
bremancira o animo impetuoso e inculto de Flores ;
e o que nao era senao orna justa e merecida repro-
va^ao de sua conducta indigna a desptica, elle o to-
mou por um insulto soa pobre, pessoa, em que elle
e seu mingoado circulo consideram representada i
dignidsde da repblica!
Impedido pela colera, pelo desejo de vingar-se e
de provocar ao mesmo lempo urna demonstrarlo
em seu favor e contraria do povo em massa, recor-
reu o meio das pelicSes populares, seguindo a es
cola de Rosas. Com elleiio linham comejado a cor-
rer cerlas listas as quaes appareciam os nomes de
empregadospublicos, e oulros devotos da faceto go-
vernaliva, com o lira de instar com ngovernopira
queadoplasse as MEDIDAS NECESSARIAS para
atsegwar a paz.
O objeelo da medida aconselhada era evidente ; o
animo de Flores, bem conhecido, e sua disposirau
para aprovelar as medidas oecessarias, nao poda
ser maiur. Assaslados oscidsdaoscom estas intrigas,
e vendo o perigo que os ameacava, decidiram op-
por-se a lodo o cusi a semelhaotes ataques. Os
projectos mais suislros e hostis V seguranca' indivi-
dual eram pelo publico atlribuidos a Flores; falla-
va-se em lisias de proscripto, de eiicarceramentos,
e at de sangue ; talvez hoavesse uisto exageracSo ;
porm os antecedentes de Flores, seu carcter som-
bro e a colera que uestes das o tornara ceg, faziam
temer com sobrada razio.
O que he verdade he que nao querendo os patrio-
tas llcar expostos aos arrojos de om poder desp-
tico e sem freio, sahiram a roa, dirigindo-se casa
do governo, com o intento de se apoderarem do
formdavel doque iam combater : venceram os in-
lieis, masa pesie tamhem os venceu. Ao voltoiem,
a Europa espantada do espectculo qae oflerececiam
essas legies moribundas, xohrindo as ulceras com o
mani de guerra, lh.es lechou as portas, a as doulas
faculdade* declararan! que os soldados de lio lolredo
de Bouidon deviam ser porgados, qae eslavam af-
fectados de mal de Lzaro, e que em semelhanle es-
do nao podiam abracar suas mulheres e seus lilhos.
O hospital que os receben foi chamado Lzatelo.
Oh grande San Lacaro, na tua gloriosa bealifica-
S3o, perdoa-me a minha irreverencia etvmolo -
gica.
Eis-ahi o lazareto creado. Deixcmo-lo crescer e
dentro em pouco ve-lo-hemos, maneira desses
cryplogamos, crescer.desenvolver^e, multiplicar-se,
invadir os portos, as fronleiras, depois Tazer-se ci-
dadao soh o nome de cordao sanitario, soldado, ten-
do sua milicia, suas leis, seus rigores. Senlinella
avancada, limitando, desdeGibraltaral oBosphoro:
Ouem viva Carta de sade 1 lmpa ou suja,
purifcale. O Oriente he suspelo. Entretanto, a
peste camiohava sempre, e Marselha, e Livourne, e
Malta e Londres recebiam successivamente o inimi-
go 15o bem guardado. Como es hbil, doula fa-
culdade !
Assim o lazareto n'uma palavra fez foror ; esle-
ve em moda, levanlou em toda a parte as suas mu-
radlas orgulhosas, os seos terreiros, os seus pateos,
o seus botis. Palacio e cadeia,sobre sea zumbo-
rio scinlillsnle llucluava a handeira amarella, era
quasi um passa-lempo, (excepto a liberdade) habitar
esse .bazar, c nesses lempos de zumbarla mordaz
mu tos lidalgos se cnudemuaviiu asi proprios volun-
tariamente ao lazareto para viverem quarenta dins,
tranquillos e looge doscredores.
O iuxo e a hygeoe se linham associado nesses
purgatorios terrestres, e linham fcilo delles quasi
um paraato.
Ar livre, rios correles, passeios, bellas arvores,
janlins lloridos, salas de jogo, sslas de dansa, salas
de banho; mnsica, enzinhn snmplnau, vinhos delcn-
primi-Jdos, Indo, lado, menos a liberdade.
OU miu pobrelixarelo do Pina,|lo|nSo tens nada
disto, in nasces apenas, cada uro ah se aloja como
pode salb os olhos das las cinco senlinellas, dorme
dehaixo do laclo eslrellad do firmamenlo, come o
pirao nacional, e o Prala enva todos os dias a sua
Forte e dos demais pontos importantes da ci-
dade.
Seria meio da de 28, quando pouco mais de
trinta pessoas, leudo frente D. Jos Mara Muoz
e D. Lorenzo Balde, gritandoabai.co o dictador,
abaixo a tyrannia,circumdaram a casa do go-
verno.
A guarda que all eslava pareca querer fazer re-
sistencia, porm arengada pelo Sr. Muooz, que mos-
troo a msiior serenidada a um arrojo superior a lo-
do o elogio nas silaac's as mais terriveis, ce leu fa-
zendocausa commuin com os cidados armados. O
povo acudi all numeroso, sem armas, porm mos-
trando em sau semblante e com seos vivas que esla-
va disposlo a apoiar o seo movimenlo. O Sr. Muoz
convidou os cidadao* a tomar um partido, a nao II-
c irem espectadores inertes dos perigos da patria, de-
clarando que nto se tralava senao de fazer sabir a
um homeiri do poder de que abusava.
A resposla unnime que se fez s sensatas pala-
va do Sr. Muoz foi a do pedido de armas, e com
efleito dahi a pouco lempo mailos appareceram ar-
mados, incorporaudo-se aos sublevados, qne em bre-
ve sur iram a Irezenlos.
Ao mesmo lempo que islo succedia no Forte, o
coronel Solsona, o commandanle Vedia, e oulros,
haviam-se dirigido ao quartel de artilharia, que a
elles se nnio, pronunciando-su sem demora conlra o
governo.
O coronel Tajes, que he sempre dos primeiros a
apparecer quando se trata de defender a boa caos,
acudi tamhem ao I- orle acompanhado de varios of-
fllciaes e soldados de cavallaria.
llalli dirigiram-se i polica onde, segundo S rii-
zia, se preparava alguma resistencia ao movimenlo,
que at enlao liuha marchado tao felizmente. Che-
gadas as forcas prara', o Sr. Muoz leve urna con-
ferencia com um oflicial addiclo a Flores ; porm
depois de algumas explicacoes de ambas as par-
tes, ludo se traoquillisou, lendo a pouca gente
reunida na polica passado a incorporar-se aos cida-
dos.
Mas neste momentot quando tudo fazia presagiar
que a mudanca nao cuslaria urna s gota de sangue,
sahiram algans tiros sobre a.policia e ficou feridu o
joven t. 1. Csrreras, porm levemente. Nab se sabe
o molivo que deu lugar a que se disparassem as ar-
mas nessa occasio.
Emquanlo islo succedia na capital, Flores refu-
giava-se nas Pedras, a fazia diligencias para reunir
tropas e marchar sobre os cidados que o haviam ex-
pedido. O general D. Cesar Dias, desejaodo por sua
parle impedir todo e qualquer conflicto sangrento e
conciliar qnanto fosse possvel os animas, dirigo-se
as Pedras com o menlo de fazer cunhecer a Flores
sua yerdadeira siluacao e os males qae acarretaria .1
patria soa obstinaran em querer conservar um poslo
queja nao era possivel reier. Se he certo o que por
aqu corre, o general Dias fez-lhe conhecer a neces-
sidade de renunciar presidencia, poisqae era esle
o nico ramiuhn honesto que Ihe brava, a menos
que quizesse envolver o paiz em ama nova lula.
Nao parece qae os sabios e prudentes conselho* do
general Dias produzissem frnclo algum, aiftda que
se assegure que Flores, reconhecendo a sensatez das
observar/es do general, respondeu que comprehen-
dia soa ver ladeir.i posirao, e que havia de relleclir
sobre o partido que Ihe cumpria lomar.
Assim acabou o dia 28 sem que honvesie desor-
den) de iieiihum genero, e conriunou a- gente a pss-
scar Iranquilla pela cidade. A noile passou do mes-
mo modo, oceupando os cidados armados, em gran-
de nnmero. as posices mais convenientes para op
lir-se a qualquer tentativa do bomem que linba si-
do expedido. Ouarla-I'eira 20 an
novidade ; so pela voll das 0 he
de que Flores marchava sobre a 1
mena de cavallaria ; purm as Tur
de deolro sahiram i praca de Cu
inimigas se deliveram no Cordo
Ces. Uns e oulros se conservara
al cerca das ti ; quando um n
ria, dirigindo-se sobres* forr.
lirou-se al ser perdido de vis1
dade.
Ao mesmo lempo appareceu a seauinle' procla-
mado.
O presidente constitucional.
Orientaes .' Um tumulto infame, capitaneado por
.Ion i Iraidores. leve lugar na capital da repblica
contra o governo legal.
O presidente do Estado loma todas as medidas
para evitar a ellusjo do sangue ; ueste momento
acha-se rodeado de todo o pessoal do governo e da
maioria sensata dos Orientaes.
Compatriotas Breve lerAo um amargo desenga-
o os autores de 13o negro crime.
Jtivenlude incauta da capital Vollai ntraz
abandonando esle* demagogos ambiciosos, c evita-
reis ao governo de vossa patria o desgasto de ter de
descarregar sobre vos o castigo qae devem esperar os
revoltosos.
Orientaes! Oavi a voz do governo legal de vos-
sa patria c a do vosso amigo e compatriota
Venancio Flores.
c Quarlel-general, nos suburbios da capital, 28
de agosto de 1855.
Outro acontecimento que pode (er boas ou ms
cuiiscquencias na nova lula qae acaba da Iravar-se
lioha lugar na manha de honlem. O partido que
por tanto lempo havia permanecido longe dos nego-
cios publiros e cooservava a sua individualidade se-
parada do resto da nacao, commovldo ante os novos
successos, declarou. pela imprensa e por meio de
urna commissao noraeada para esse. fim, que adhe-
ra ao proiiunciamcnto do povo. E em conseqaen-
cia desla deelaracao e como prova da boa f com que
procediam ambos os partidos na reuniao popular
do mesmo dia, todos os cidadao* mais notareis dos
partidos blanco e colorado se confundirn) u'nm s
senlimenlo, daudo-se fralernnes e ardeules abramos,
denaixo dos auspicios da rousliluicau e do olvido.
Espectculo esle que verdaderamente entemeceu a
quantos o presenctaram, e que a lodos arrancn os
vol os mais sinceros de que a reconciliara o dore
para sempre.
Achando-sa reunido um numero' consideravel de
cidados tratou-se de dar um governo provisorio ; e
por indicaraode um dos cidados reunidos.foi procla-
ma ilo che fe do novo governo o.Sr. D. Luiz Lamas,que
aceitou, declarando que governaria conforme dispe
a i'onsliluirio.
Flores com data de honlem dirigi da villa da
Union urna circolar assignada pelo seu ministro de
relacOes exteriores aos agentes eslrangeiros, expon-
do que urna tentativa de assasinato em soa pessoa
tinha tido Iu ir no dia 28 ao meio dia, e que s por
acbar-se S. Exc. ausente da casa do governo havia
escapado ao puuhal dos. assassidos ; qae por.essa ra-
zAo se tinha retirado da capital; qae tinha pedido a
cooperaaio das forras brasileiras, para que suas
ordens fossem cumpridas, como dispoem os arls. 6 e
7 do tratado de allianc,a.
onda para. Mas eu te idolatro lazareto do Pina, tu
tens a liberdade, que lodos os homens adoran).
Do lazareto cadeia a transirao he natural. E eu
que esrrevo eslas linbas, eu, lidio ingrato de Per-
nambuco, ignorava ha poucos dias que a minha que-
rida Veneza, qae anda nao tem ponte dos suspiros,
tambem possne o seu caslello de S. Marcos. He urna
melaphora um pouco atrevida, mas posso assegurar-
Ic, amigo leilor, que os palacios cor de chumbo de
Veneza nao valem o meu alvo e magnifico palacio da
ra da Concordia. Pe^o-le que vas urna tarde con-
templar da ponte da Boa-Visla esse monumento
grandioso, e sers da minha opiniao.
O edificio nao est coocluido, dons raios anda es-
13o em principio ; assim o lodo architectural nao he
completo, c apezar dessa tacana capital, oolho do
observador fica espantado da grandeza monumental
qoe apanha. A fachuda se abre obre um caes largo
e olido, ao p do qoarcorrem as aguas do Capiba-
ribe. he ornada com as armas nacionaes, em gran-
des dimensdes, esculpidas em pedra por om buril
brasilero. A enlrad* principal guarnecida de urna
colossal grade de ferro, he flanqueada por dous tor-
reos oclognos, cada um com Ire freslas, e sao desti-
nados a servir de deposito provisorio para os deten-
to* anles de serem registrados d dinilivamente no li-
vro competente, um recebera os homens e oulro as
mulheres.
I.'m muro de circuito encerra o edificio em todo o
seu permetro, he elevado, e de espessnra formda-
vel. Na sua parla cnlmnaiile, a qualro palmos pou-
co mais ou menos para baixo, reina um parapeilo
ligado a sua espessnra amparada na lado inlerior por
urna rampa pralicada em parle sobre a cornija sili-
enle dos pateos. Este parapeilo forma urna verda-
dera linha de fogo, um caionh > ao redor, donde as
senlinellas descobrem ao mesme lempo o espaco ex-
terior e interior. Cada ngulo d > moro de circuito
he flanqueado por ama elegante guarda da cantarla,
prendendo-se urna a oulra no raio visual das senli-
nellas. e ao alcance do menor grito de alarma.
A porla da entrada do edificio, alera da grade do
muro exterior,*) qae fica defronle desla grade, he
igualmente de ferro, e roda sobre goozos de bron-
zo cravados em pedra. O vestbulo vasto e espacoso
lageado em toda a sua exlenc.lo, cootm direila a
i eiquerda os escriptorios da adminislracao, a hab-
Moje 30, pede por outra circular aos agentes es-
lrangeiros, datada le Montevideo e assignada pelo
seu ministre da guerra, se abstenhamde eommuhi-
car como governo de fado eslabelecdo na capital,
e accrescenta qne logo qae possa faze-lo pora em
seu conhecimento as causas que obrigaram o presi-
dente a por-se fora da coarao do exercilo imperial.
A conlradiccSo enlre a 1 e a 2 circular nao pode
ser mais evidente, e islo pote dar nma prova de
quanlo he verdadeiro nas suas asserroes o noro pre-
sidente legal na campanha, segunda eilicao de
Oribe.
Quanlo qtialilicarao de as vimenlo qae o expellio do poder, era preciso a im-
pudencia de Florea para assigna-la. Os homens qoe
figuran) testa dos novos successos sao couhecidiss-
nms no paiz por sua honradez a toda prova, poVua
alia moralidade experimentada por lougos annos nas
mais arduas circumslancias do paiz. Soa vida.emQm
lodos os seus antecedentes, sao urna refulacao lami-
nosa do embuste covarde e grosseiro de Flores, lio -
mem de punhnl, que principiou sna carreira poltica
no lempo do sitio, ameaeasid* 'apunhalar a D. An-
drs Lamas e depoisao veneravel D. Joaquim Soa-
res, entao presidente da repblica, que lem sido sem-
pre cidadao honrado, e patriota lesinleressado e r-
danle, animado do amor mais sanio e puro em bem
do pai/, e que sem embargo nao esrapot s antearas
desse demagogo sombro que agora pretende apre-
sen lar-se ante o mundo como victima de paixoes en-
venenadas e subversivas.
Continuando na exposicao dos acontecimenlos, di-
rai que esta manha Flores appareceu por algn
momentos com a sua cavallaria na praia. Calcala-
se-lhe cerca de 600 homens. Parte desla gente foi
reunida a lorra nos arredores, e parle provem das
reumes qae elle havia ordenado de ante-mao para
o apoiarem no seu projeclo de constituir-se dic-
tador. ,
Dizem qae se reunir.lo nutras torcas, e he prova-
vel que assim succeda, poJendo muilo bem contri-
buir para isso a fusilo entre blancos e colorados que
elle aprovelar para apresenlar campanha o mo-
vimeoto como cousa do partido blanco, e esta he
urna das ms consequencias qoe eu lemo da fusao
neste momento.
Urna commissao de negociantes sabio boje para o
quarlel de Flores; seu intento era o de conseguir um
arranjo qae, removendo a* diflicnldades creadas pe-
la conducta iuconslilocional de Flores, evitasse ao
paiz a guerra civil ; baldados foram estes louvaveis
esforcos. O ex-presidente nao quer renunciar de
modo algum ao mando, o pretende reivindicar seus
direilo com armas. Novo Oribe, derramar torren-
tes de sangue para concluir os seis mezes de presi-
dencia que anda Iba faltan, .e que, como sen ante-
cessor, sera amatdicoodn por lodos os homens que
antes tle ludo honrarn no mando a juslica e o respei-
to lei, Cousas que Flores desconhecea e calcou aos
ps.
A hora avancada nao me permute ser mais exten>
so, porem ludo quanlo houve de notavel at agora
vai recapitulado ne-la raanla exposicao qae fiz no
meio da agilac.ln e da ajpiedade em que nos adia-
mos envollos.
Os Brasileiros permanecem neutros, al agora nao
dio indicios de vida. EslauJer-me-hei mais sobre
esle poni na minha prxima caria.
(Correspoiyliicia da Tribuna.) ,
12 de setembro.
Proclamara do governo provisorio.
Orientaes O governo provisorio, acclamado pelo
Jjoxo cava seus direilo* atrozmente ultrajados, aceitn os
vossos voto* decidido aobler a loducusto o Iriumpho
das instituices, e a nao pnupar sacrificio algum quo
nos livrasse da guerra civil: Dos o protegen.
Bem o vedes, cidados : a paz publica estA reela-
belecida, a consliluirao est salva ; e tao J deira-
mou urna s lagrima, urna s gola da sangue por
nossa vonlade!
O governo provisorio nao podia aspirar'a mais.
Nao jolgou dever deter-se em formas nem em esco-
Iber ou repellir palavras que ferissem o amor-pro-
prio de uns ou lisongeassem a oulros. para expli-
car-se como om triumpho o que na realidade he urna
derrota.
O povo qniz que descesse o mandatario que tinha
violado a consliluirao do estado, e o mandatario les-
ceu a voz do povo.
Em frente uns das oulros, empunhando as armas,
eslavam os qoe combatan) o despotismo, e o* qoe,
engaados, foram arraslados a defeod-lo : a guerra
civil era immnenle; troava a tormenta sobre nos-
sa caberas; conjuramo-(a, c o paiz fica em paz. Os
cidados estau dispostus a ie unirse em torno da
consliluirao para vigiaram a sua observancia. Que
mais podamos desojar f
Guardas nacionaes '. moctdade alustrada e briosa!
queridos fithos nosso*.' feliclo-vo* de haverdes sido
um modelo de constancia, de subordinarn e de ci-
vismo. O futuro he vosso, lendes o dever de con-
servar integro e puro o deposito sagrado que vossos
pais vos legaran) em nossa consliluirao politica.
Nos comicios publico, na imprensa e na tribuna,
lendes aberto om largo campo para combater inces-
sanlemculc pela liberdade e pelas leis.
As armas de qne acabis de servir vos, gaardai-as,
porque em vossas maos s podem servir para des-
truir a lyrannia ou a caudilhagem.
Vlenles e heroicos cidados, que fostes os primei-
ros em 28 de agoslo a dar o grito de liberdade, para
salvar vossas vidas e as garandas de lodos! cheles,
ofliciaes e soldados que corresles primeiro a aoxiliar
vossos irmos, e que os acompanbastes at boje com
a ordem e moderaran qoe applaude loda a popula-
cho admirada recebei os parabens do governo pro-
visorio.
A patria jamis olvidar tao assignalado serviro.
Vos ensinasles que na repblica do Uruguay iiin-
guem he superior a lei; que passaram os lempos de
Iralar impunemente como servos a homens livres : a
lirio nao ser perdida. O governo provisorio dis-
sulve-se m cumprmento.do pacluado.
Viva a liberdade! Viva a consliluirao Viva a
uniao dos Orientaes!
Montevideo 11 de setembro de 1855.Lamas.
Francisco S. de Anluna.Lorenro Balite.Manuel
Herrera e Obes.
13
(presidente constitucional aos seus concidadaos.
Compatriotas Acontecimenlos que todo* mohe-
cemos me levaram ao lugar que hoje oceupu. Nem
a minha icTade, nem os meus conhecimenlos, nem
os meas hbitos me lornam apto para desempenha-
lo. Julguei todava fazer um servico a minha pa-
tria, e s isso pode resolverme a ese sacrificio.
Para -que elle nao seja estril e para que a paz qne.
acabamos de conseguir seja um bem real he necessa-
rioque todos me ajudem a trabalhar para o bem
commuro, para a Iranqaillldade publica.
Conlo poiscom o apoio e patriotismo de lodosos
Orientaes.
O respeito a consliluirao e \< leis, a mais completa
imparcialidade, pondo de parle afleicOesoa partidos
polticos, e o melhor desejo de manter a ordem, a
paz e a uniao em toda a repblica, sao e seras os
meus invariaveis principios, e nada podar aprta-
me delles.
Sacrifiquemos ao amor da patria todo o qae nos
seja pessoal, tudo o que nao aja grande e digno, e
a uniao e o concurso de lodas as vonlades beslarao
para manter a Iranquillidadepublica e fortificar nos-
sas inslituirdes ; nnamo-oos pois p ira isto.
Conlo com o vosso patriotismo, e podis contar
com o meu e com a parata esioceridade das minhas
inlenroe.
Orientaes Paz, nniao, respeito s inslilncSes e
'" !?* sejam os nossos nicos votos, o nosso aoico
desejo. Manuel B. Bultimante.
lAcenciamento da guarda nacional.ministerio da
guerra e marinha.
Montevideo 12 de setembro.
Tendo ceisado os motivos qae deram lugar, depois
de 28 do passado, ao armamento da guarda nacional
da capital e demais corpos creados simultneamente
.nos das immediatos, o presidente da repblica de-
creta :
Art. I.. Sao dispensados do servico activo a que
foram chamados o* cidados que formlm as guardas
nacionaes de infantaria a cavallaria da capital e ex-
tra-muras. .
Art. 2." Sao igualmente dispensados os ootros cor-
pos de ambas as armas, creados por igual motivo.
Arl. 3.- A'sO horas da manha do dia 13, as for-
rasrriinidaj na acampamento de Marona parlirao
infJhedialainenle para o* sens departamentos, onde
senlo licenciadas, e entregarlo as armas nos respec-
tivos estados-nraiores. *
Arl. .4. A's 0 horas da manha do mesmo dia for-
marao na praca da Constituirn as forcas de que tra-
tan) os arls. 1 e 2 para deporem as armas, que sa-
rao recolhidas immediatamente aos rmateos do
commissario geral.
Art. 5.0 O hrigadeiro general D. Anacalo Medina
he o cncarregado de dar cumprimenlo ao disposto
no presente decreto, man lano mochete c_e gradua-
ra o ao campo das forras existentes em Marona para
que se verifique o que esbi determinado, o qoe lodo
se communicr e publicar.
Ilustamnnle.
Juan Miguel Murtine:.
Moca siluarOo de paz e de concordia.
Testemonhas lomos, com toda a populadlo da ci-
dade, dos -:rayes aoonlecimenlos que liveram lugar
nos ultimo- dias, dos alarmas,inquielarOes e tambem
dM pezares pue ainda opprmiam os corarles ; pgr.
mil la-se-nns que levantemos as maos ao eco e demos
grecas a Doos pela infinita hondada com que olha
para o seo pov, para este povo chrillSo e ornado de
virtudes que, tanto o ennobrecem.
As uuvens negras que ainda honlem pairavam so-
bre nossas caberas, depois da noile de duvidas que
passamos, dissiparam-se honlem mesmo aosopro da
previsao, do boro senso, do patriotismo, essa alavan-
ca poderosa que remove os obstculos mais graves.
Relirando-se anles de honlcm-o presidente da re-
publica da soa secretaria sem nada ter resolvido
cerca ilo inibi." opprimio com/a idea de om interregno que, no me--
liudroso estado dos espirito, cada qual via com ai-
res mais 011 menos sombras. Porm, ao ouvir o pa-
vo que S. Exc. tinha resolvido encarregar a um ci-
dadao rcspeilavel e acedo por todos, 40 despacho
provisorio dos ministerios, cedo de que ose cidadao
aceilava o sacrificio que se Ihe exigia'em nome do
paiz, suecudeu a rpida mudanca que todos presen-
ciamos.
O Sr, presidente da repblica comprehendeu per-
feitameule, e assim o esperavamos,as exigencias evi-
dentes da tatuarn r fez aquella nomearao.
OSr. Martnez, sempre modesto,mas sempre ami-
go do paf e das instiluiroes, decidio-se ,1 acedar o
cargo a que o ch.imavam S. Exc. e os rogos de um
crescido numero de cidados que acudirn) soa
casa.
Em om instante se divulgou esta noticia, eem om
nstame a alegra mais cordial riiou, em todos os sem-
blantes.
A erse eslava conjurada, os alarmas linham des-
sapparecido. O presdeme da repblica lioha sal-
vado o paiz.
Tudo quanlo poderiamos dizer agora seria inulil
se quizesseraos manifestar senlimenlos qae lodos
.lem. Mas nao podemos perder a occasio para dizer
oque noss? coracao nos inspira como amigos desin-
teresados e leaes denle paiz que lano amamos.
Homens de principios, arraslados conlra os sons
desrjos, liveram de lomar a decidida aditude que
prodnzio a mudanca que vimos, e que poderia evi-
lar-se. longe de lornar-se necessaria e indispensa-
vel. Foi bem, chegoo a occasio de purem-se em
pralica e-es principios salvadores, aicos qae po-
dem levar o paiz pelas vas do progreso, e do cr-
dito exterior de que tanto carece. Eis-ahi a obra
da nova siluacao, eis-ahi a tarefa de todos, de go-
vernanles como de governados.
Naquellts que foram arraslados a- iniciar e diri-
gir ltimos aconlecimentos, nao enlrou o egos-
mo, a amhicao pessoal ou a especularlo poltica.
Islo- lodos o sabem. Era um grande sacrificio que
llies impuuhi a siluaco do paiz, e, juslica Ibes se-,
ja rcita, hciuvram-se como bons cidados. Torna-
ran) para suis casas com as suas conscieocias tran-
quillas, e cora a eslima dos bons cidados.
De hoje em diante a boa f deve ser a divisa po-
ltica de lodos, a concerdia o seu procedimenlo pra-
lico, o sen proceder eminente, do qual ha de vir
esse cuneprso de todos em bem do paiz.
Nao haj 1 mais resistencia nos boos cidados para
conebegarcra-se, para estreilarem-se, para amarara-
se lambeta. O paiz he de todos, lodos se devem ao
paiz.
Os successos transcendentes desles dias devem
dar seus Tractos. O patriotismo e bom senso do po-
vo evitaran a guerra civil. He islo om fado que
nuuca sera bastante applaudido e comprehendido.
Eslude-se pois a tendencia do espirito publico sem-
pte inclinado ao bem, aojuslo, ao moral e ao equi-
tativo, e desse esludo nascer o conhecimento das
verdadeiras necessidades que haver a satisfazer.
A uniao dos boos Orientaes est proclamada, e
vimo-la realisada na capilal nos dias difllceis que
acabara de passar-sc. O novo presidente da rep-
blica a proclama tambem, e he esta a devisa da no-
va poca principiada honlem. He preciso qoe lo-
dos os cidados suslentem esta handeira, he preciso'
qae lodos Ihe presten) o seu concurse.
Neste ullimo periodo o povo manifestoa exhuhe-
ramemenl > as virtudes que ennobrecem sen carac-
er ; lie preciso cultivar suas virtudes, e para essa
ante os primeiros obstculos qoe podem difllcollar a
realisacao- da obra commum.
( Comercio del Plata.)
Em cumprimenlo do decreto que publicamos,
deve ter lagar bofa o iicenceamento da* tercas da
capital e das qae existen) em Marona.
Este acto sella definitivamente a estipularles pa-
cificas do dia 7 entre o general Floras e o governo
provisorio.
A respeito das forcas da cidade a populacho aa v
relirarem-se sem qae tenha a deplorar um ad acn-
teciraenlo desagradavel e irregular, desses qae sao
lo traqueales mesmo entre es posos man civilisa-
dosqaando se achara em siluace* anarmaes.
Nao he, pois, da eslranhar qne eaau forra, c a
juventude loocaa e da tantas esperances que aa
compoe, ss reliram aos seos lares cora a* vmpa-
Ihiasde tedas.
Nos ltimos dias a casa do governo tem sido con-
corrida por lodas as elasses da sociedade, que all
vao, anciosas decoohecer o ramo que loman es ne-
gocios de momelo.
Antes de honlem e honlem a alHuencia foi nu-
merosissima, porm de tarde, slisfeilos lodos do
desenlace feliz da ultima crise, a causa do governo
foi pouco a pouco abandonada, retirando-se cada
um tranquillo e confundo no lios da novo governo.
Tornamos a pedir a laala Iranqaillldade de ani-
mo e confianea, porqoe creaos qne o gaveta tara
o neeesaario patriotismo e illustracu para saber
vencer (odas as diftlculdades, satisfezendo nica-
mente as exigencias da juslica.
O governo, para attender ao* interesses legitiaos
do povo, carece ilo apoio de todos; assim o diase S.
Exc. lerca-leira, e assim a repele em saa procla-
marlo de hontem.
Cremos decididamente na boa t com qne se pede
esse apoio, crenca que fallava antes ao* cidados, e
portanlo esperamos ver o governo rodeado, auxilia-
do, ilustrado e fortificado por esse eensorso sal-
vador.
Um bom governo deve aoaiar-se no povo, e, qoan-
d islo succade, o povo haTeliz e o governo respei-
Udo e querido. (dem.)
IITERIOR.
RIO DE JANEIRO.
20 da setembro.
Foram norneados :
i. vice-preaidenle da provincia do Amazonas, o
Sr. Joo Wilkens de Mallos.
1." vice-presidenle da pxu\ lia, o
Sf. I)r. Flavio Clemanlino da -
segando vice-presidenle.
Secretario do governo da provincia do Ce.
Sr. Dr. Francisco de Araojo Barros.
Opposilores da seceso medica da Faculdade de Me-
dicina desla corte, o Dr. Antonio Ferreira Pinto, a
o r. Joaquim Jos da Silva.
Viee-reitor do collegio de Pedro II, Frei Jos da
Punlicacao Franco.
Primeiro delegado da iaslrucco primaria e se-
cundaria do municipio da corla do segando dislric-
to, o Or. Joaquim Marques de Almeid Rogo.
Dilo do quarlo dislricto, o Dr. Francisco Lopes de
Oliveira Araujo.
Dilo do quinto dislriclo, o Dr. Joo de Oliveira
Fausto.
Foram nomeados :
Direclor da escola le applicacao do exercilo, o
hrigadeiro Jeronymo Francisco Coelho.
Direclor do arsenal de guerra, o hrigadeiro gra-
duado Joflo Jos da Costa Pimaalel.
Inspector do quarto dislricto, o marechal de cam-
po Antonio Correia Sera.
Alferes alumnos da arma da artilharia. as cadetes
Joao Lopes Carueiru de Fonloura, Jos Thom Sal-
gado ao particular Miguel de Oliveira Salazar.
lajao do direclor e dos demais empregados, a cozi-
nba, a despensa, ele., ele.
No fundo e no proprlo eixo da porta de entrada,, em sua ec norofa'domstica.'
no vaslo espaco que separa os raios da direila
_ e da
esquerda, esla enllocado o observatorio do director.
O elegante* alpendre saliente em semi-circulo he
sustentado da maneira mais feliz sobre arcobolantes
de ferro seguros ao maro. Desle observatorio, ver-
dadeiro co sempre aberlo, o direclor immovel como
im almirante no tombadilhode urna nao, apanha ao
mesmo lempo com um lauco d'olhos os Ires raios con-
vergentes, um direila, oulro esquerda, e o ler-
ceiro diante de si. He exactamente um leque de tres
asios, eenjopoutode reuniao he fechado pelo ob-
servatorio.
Oraio da esqoerJa he o nnico que est concluido,
he dividido em tres ordens de cellulassuper-postasi
do pavimenta terreo,querontom os presos indiciados;
as do primeiro andar os sentenciados, coja pena nao
excede a 10 annos de prisao ; emfim as do segundo
andar encerram os conderanados a peoas mais gra-
ves, gales perpetuas e marte. Daas escadarias la-
teraes, nma defronle da oulra, excntricamente col-
locadas nas paredes interiores onde se abrem as cel-
lulueaque conduzem aos andares superiores igualmen-
te em alpendre, forman) um palamar mui elegante
com varanda de ferro, sustentadas e presas parede
por graciosos arcobolantes. Cada cellula he arejada
por urna janella quadrilonga guarnecida por fortes
grades de ferro, e pela propria porla da cellula
igualmente de ferro, o eslabelecendu de-I arle urna
corrente d'ar mui salubre.
ludependenle desla acrilirarao'natural, am sjs-
lema de ventilaran geral lia adoptado para arejar to-
das as cdulas durante a noile, e quando a segunda
porla he Techada sobre cada urna deltas.
A agna potavel e proveniente do encanamenlo do
Prala sube a todos os andares, o se dislribue com
prodigalidade paraJodas as necessidades do servico
geral do eslabelecimenlo, grandes pisdnas de belu-
me podem conler ao mesmo lampo seis passoas, e
cada preso toma hebdomadariamente a soa ablnco
hygienica. Um calorfero leva, em caso de necessi-
dade, o sen benfico vapor a lodas as parles do edi-
ficio, e pode remediar durante o invern os graves
inconvenientes da humidade exlerna e interna.
Sob a relajo malerial, da hygiene, da nutrirao,
do alojimento, do dormir, os presos nao lem nada
larefa niiiguem deve negar o seo concono.
He preciso, pois, ter con lia ora e nao desanimar
qoe invejar ; e com effeito, a mor parte d'enlre el-
gnoravam al hoje um conforto 13o excelleule
Por decretos de 19 do corrente mez foram apre-
sen lados :
O conego honorario Jos de Soaza a Silva Ronsim
no canonicato vago na calhedral de Marianua, por
pastar a arcediago o cooego Joaquim Jane Rodrigues
Reg.
O padre Salvador Calislo de Barros, na freguezia
de S. Jorge dos IIlieos, do arcebispado da Babia.
Tiverara merc da serveolia vitalicia dos oflicios
de segundo tabelliao e escrivo d civel e crime da
capilal do Cear, Migoel Severo de Soqz* Pereira,
hcando obligado a preslar ao servealoario vitalicio,
Manoel Lope* de Soasa, a terca parte do rendimen-
lo dos mesmo* oflicios, na forma da lei.
Tabelliao do publico, judicial e nulas, e escrivo
dos orpbaos e aosenles da villa de Itapicurn-mirim, "
no Maranhao, Jodo Francisco da Luz.
Escrivo dos orpbaos da villa de Gisa Branca,
em S. Paulo, Manoel Alvares Machado de Vascou-
cellos.
Tabelliao do publico judicial a notas do termo da
Limeira, na dita provincia. Jos Gonralves de Ge-
doy Mauricio.
Escrivo dos orphaas e auseoles do termo de Uba-
Inba, da dita provincia, Adriitao Antonio da Rocha.
Tabelliao do publico e escrivo da provedoria da
villa do Rio Claro, Thomaz Carlos de Molina.
Contador distribuidor do termo da dita villa, Ma-
noel Aulunes de Alvarenga.
Escrivo privativo do jurv e exacoces criminae.
da capital de Sania Catharina, Joaquim do Araaral
Silva Ferrao.
Por decreto de 11 do dito mez foram noroealds :
Major comnundante da seccao d balalhao 11. 10
da guarda nacional de^Teserva da provincia da S.
Paulo, o capillo das extinctas ordenanzas Joao Bap-
tisla da Luz.
Tenente-eoronel do balalhao n. 19 [da guarda na-
cional da provincia de-Minas Geraes, o majar Jnsse-
lino Joaquim de Menezes.
Commandanle superior da guarda nacional dos
termos de Ilapelininga, Taluhy, Apiahv, Ilapeva e
xmrica, da provincia de S-. Panlo, Domingos. Jos
Vieira.
Tenente-eoronel commandanle do balalhao n. 34
da dila provincia. Jos Leonel Ferreira,
dem, idem, do balalhao n. 35 dito, Francisco da
Oliveira Lima.
Major commandanle do esqaadrao n. 10 da dita
proviucia, Manoel Jos Vieira.
dem idem da seccao do balalhao n. 4 dito, Luci*
Jos de Seabra.
dem idem idem n. 6 dito, Cartea Antonio de A-
monro.
dem idem idem n. 7 dita, Jodo Antonio da
rrahea.
Majores ajudanle*d'ordeos do commando supe-
rior da guarda nacional de Serinhaem, Rio Formoso
e Barreiros, em Pernambueo, Panlo da Amorim Sal-
gado e Joao Baptista Pees Brrelo.
Pelo lado moral, o futuro provar Indo quanlo se
deve aguardar da energa do director desse vasto es-
labelecimenlo. Disciplina, vigilancia, ordem; tra-
badlo, estes elementos lao poderosos da moralisacao,
sao os auxiliares da sua vootade firme. Os seus es-
forcos ja vo dando fructos, cada preso que senle.
com as ra necessidades raaleriaes salisfe-rtas, lodo
o interesse moral que he consagrado soa orle,
abre na" sita consciencia o caminho do arrependi-
menlo, e enmprebende qqe, quando a lei castiga, a
liumanidnnc commuta a pena infligida por meio das
suas dolaras, e que, como filho desvairado da grande
familia social, pode vollar um dia para sen gremio e
adiar aberlos para si os bracos dos seas irmaos con-
solados.
-Nao le direi, amigojeilor, se a nossa cadeia he
urna copia, ama repelilo dos syslemas
delphia, d'Ausburue ou da Roqueda de I
basta saber que nao lem nada que invejar a lodos os
monumentos desle genero erigidos com glandes des-
pejas para os miseros humanos.
Ja que uos echamos nas transformares moraes,
permiite-nos, lcitor, reveiar-Ie ama deasas scenas
evanglica 1, operadas sem estrepito, sen) msica,
sem reclamo, no proprio seio da casa de Dos por
homens cujos nomes eo bem desejra dizer, porque
tu os aben-oarias oas tuas orares.
A i desla mez, no convenio de San-Fiaucisco, a
caridade sib forma de subscripoao collectiva reuni
em um s banquete, como os apostlos da Ceia, cem
pobres desli cidade. A beneficencia he sempre en-
geuboia, presidio acollaro edespedio os seus con-
vivas, distribuindocom cada um, urna camisa, ama
calta e umn jaquela. E para qoe essas algibeiras mo
fossem vasiu, cada hospede eocontrou na sua urna
pataca a un> rosario.
Vs, chao leitor, que sote du boas noticias, a
pat sob o posso formoso co protege os dusenvolvi-
menlos ma.eriaes da nossa riqueza materiil: Ca-
minho de f -rre, navegarSo a vapor, Qymnt sio, hos-
pital, cadea, e para remalar a obra, a caridade eo-
brindo eom o seu manios nossos pobres desvalidos.
a.*sim, o que podemos nos invejar a essa velha Eu-
ropa,, rajo echoi lodos repelara gritos de guerra, cji.
jo sangue das snas mais poderosas naeoes, 'corre em
ondas nos campos da Crimea 1
Nao pretenda terminar a minha pacifica e modes-
ta Carteira por narraedas ballicosas, anas ja te disse
que sou voluvel e que goslo d levantar o veo de
todas as cousas.
Boa visgem, rainha Victoria! Parts e Londres
nao sao mais qne um Iraco da nniao. Imperador e
rainha se harmonistm e sa abracan) A descenden-
te de Maria Tudor ha hospede de um Bonaparte. e
a berdeirada casa de Hpsbourg ajoelha e ora diaule
do (amalo do grande capitio morlo 'ero Santa He-
lena I
Vctor Hago j nao ha o unieo capaz de fazer an-
lilhezes, o sea drama thealral passou para os taro-
nos a para agrande poltica,a politica soberana d.i
espectculos gratuitos aos seus povos espantados. E
o que devemos crer, nos os espectadores desinle-
> de Phila-1 reasados dessa comedia monstruosa, cajo desenlace
Pars, mas moral podemos tirar dessa allianca anglo-frncen,
que absorte a Europa a pesa sobre lodas as nacio-
nalidades *
A guerra uni-os, mas a.guarra pode desuni-kw, e
quando os canhoe d'Albii e de Franca livarem ful-
minado o baluarte roseo na Crimea, que lacos novos
podero apertar em fexe esses doos elementos lio
contrarios" Dessa gloriis commum colbida sobre o
mesmo campo de balallu nao sabir o germen de
nova rivalidade t A parte dada cada um. pela Eu-
ropr, nao exdlar desmesuradamente o orgulho de
um, ao passo que o oulro meio decahido de forra
o poder, crear um odio inda mais profundo ?
li quem sabe onde nos conduzem os deslios de
Dos! Entretanto, imperador e rainha* paiseam e
danaam, e Londres est em Pars at que Paris es-
lej em Londres.
E nos que estamos em Pernambueo, s nos he dado
seguir, com o nenio na mSo, as peripecias desle gran-
de drama, e se a minha pobre Carteira podesse for-
mular um vol, o desenlace Iesconlferido desla peca
de cem actos se escreveria am nma phrase b A paz
seja comvosco he o que te desojo, amigo leitor.
KAbialahel-Kraitf.)



OIIMO OE KMAMBUCG SEGUNDA FURA 8 DE OUTUBRO OE 1855
Mamando, Au-1 oeeaiilo, que eri quando estivermos legilimamenle
I autonsadu* p.ird cumprir-inos o nosso dever. Por
i, Mmoel Borrque de agora, Ai. C. F., e para o iii a qoe nos propouios,
era batanla Iramcr
ves da
nl do
a, Dr. Candido liancal-
WMmiH flperior da guar..'a nacio-
i Pernarabncs, o tenenle-co-
ronel i vaicagli de Albaquerque.
<" superior 'la guarda nacional da
illa da Barra de Santa Rjla. na provincia da Bahia,
Amonio Mariauni.
Cheto do ettado-rhmor dila dila, Abillo Ceiar
llura.
Coiimia alante superior da guerda nacional de
Chique-Chiquc, na dila provincia, Ernesto Augusto
da Rocha Medrado.
Cheto d) tado-inaior dito. Jase Rufino de Ma-
galliae-
ima.idanle snperior da suarda nacional de
Campo Largo, da mesma provincia, Manoel F'rede-
rico de Almeida.
Chete oo eitodo-maior dito, Jote Joaquim de Al-
meida.
Corone! cnmmaudaiite do halailio n. '.'', da dita
provincia, Ambrosio Macliado Wa iderley.
l'enenl .coronel cnmmaiidaule do batalllo n. 9:1,
dito. Cario Mariauni.
dem i lem dem u. 94. Joaquirr, Antonio Wan-
darley.
Ida'ra i lem dem n. 95, .Toaqaim llercolino de
Almrida.
Mcm dem dem a. 96, dito, Carlos do Reg Ma-
cado.
dem icem dem n. 97, dito, Antonio Aiituffra de
Campos.
dem idem dem n. !$, Manoel Fulgencio de A-
zevedo,
Foram conservadas astionras do poeto de major
que exerciara na anliga guarda nncional, o com-
mandanlts de compauhiaa, Antonio Nunea Carneiro.
da provincia de Muas, Torqualo Jas da llarros Ca-
chapa* C iavea e Joaquim Antonio de Araujo, da
provioeia de Cuvat.
lo no mesmo posto, o majar do et-
batalhla da guarda nacional de Ga-
ranhuns, ero Pernambuco, Christcvto Teixeira de
Macedo. '
Por de rito de 13 do dito mea foi aposentado o
juiz dedireito Francisco Vieira da Costa com o or-
do animal de 832$, dopendeudu ncala parle da
approvn^.u da assembla coral legislativa.
ro declarado vago o oflicio do primeirn tabellino
dicial e notas da eidade de Campo, II-
eando ob "igado o terveoluarin que fdr uoraeado a
"aiaelual serventuario vitalicio, Francisco
asas Silva, a tere parle do ren'lmenlo do di-
to ol.
Por decreto de 14 do dito ron orain concedidas
aa demias "es que pedirn) :
eeeinbargador Jeroojmo Mailiniano Figueira
de Mallo de chele de polica da corle,
ia ie direilo Bernardo Machado da Costa Do-
ria, de cliefe de polica da provincia de S. Pedro do
Rio Crac de do Sol.
le direilo Firmino Rodrigues Silva, de che-
fe de pol ca da provincia de Mina'.
O juii de direilo Antonio los Machado, de che-
le de polcia da provincia do Ceari.
> bachnrel Jernimo Macario Figueira de Mello,
de juiz 11 uniclpal eorphaM do termo de Pirahy, na
provincic do Rio de Janeiro.
Foram nomeados:
le direilo Jos Vieira Rodrigues de Cajrva-
10 e Silva, para chele de polica da provincia de S.
Pedro do Rio Grande daiSul.
O jo.ii ie direilo l.uiaVuac de Smpate, para che-
fe de pol ca da provioeia de Minas
O juiz de direito Herculano Antonio Pereira da
Cunta, pira chele de pulicia da provincia do Cear.
lix de direilo Firmino Rodrigues da Silva, pi-
nturea de Panihybuna. em Minas.
de direilo Antonio Jos Machado, para a
ca 'le Angra dos liis, na provincia do Rio
JatajB^B^BKsjag^
'i So Antonio I.ui7. Hrandio 'para major com-
mandanl 1 da srcoao do bala linio d;i reserva da guar-
fieauezia da Se e Pedro II, da pro-
vincia de Ajk-Grosso.
119 do dilo mea foi normado o juiz
ins Vieira Cansaiiso dn Sinimb
para che'e da polica do municipio da corle.
23
. Por decreto de 14 do crranle fci nomeado leen -
pin I coinmandaule do qoarlo balalhao da guar-
da nacioi al do Mallo tirotso, o capillo Theodoro Jo-
s das Ni a/es.
ir de Trio de 211 do dilo mez foram nomeados :
Jdeaeiabargndor Manoel Joaquim de Souza Brilo,
da rolara > dn Maralo para a da Baha.
I te Juiz t. de direito :
cisco de Azevedo. da comarca de i'a-
para a da Piralioim, na proviu-
0 do Rio Grande do Sul.
o de Assiz Pereira Rocha, da do Brejo da
Arca par 1 a da capital da Parahiba.
Anloni 1 I.eopoldino de Araujo Lima, da de Qui-
veramob ni, no Cear, para a do Brejo da rea na
Parahyb,.
elliiio Nanea Gontalves, da da Cha-
1 a do Turv-ass, 110 M anublo, por o ha-
w1 Francisco de Salles, da de Pirntinira, na
nciii de San Pedro, para a do Vanos, no Ma-
ranhdo, por o haver pedido.
tguudea Varella, da da Palma, em
a a de Paranago, no Par, por o haver
tu Ferreira da Silva Bueno, da de Maraj,
Be, para a de Catiro, no Paran por o haver
pedido.
i*la ao juiz de direilo Polycarpo Lopes
de Lelo 1 demisslo que pedio do lugar de chelo de
noticia dn provincia do Amazonas
Foram nomeados :
Descn largadorw da relacao do ftfaranlulo, os jui-
zesdedlieilo Basilio Quaresma Trrelo, Manoel
e I). Manoel de sala Maiscarenlias.
fa de polica da provincia do Paran', o juiz de
direilo J Juiz d direilo da comarca de Ilaependi, em Mi-
li, 0 juiz municipal Antonio Barbosa Gomes INo-
gueira.
idem iJem da Jaguary, na misma provincia, o
juiz mun -i:ipal Antonio Candido d? Rocha.
dem idem de Indai, na dila provincia, o bacha-
rel Francisco de Asis Lopes Mandes Riheiro.
dem idem de Qoixeramobim, no Cear, o joiz
muuicipiil Manoel Tertuliano Thomaz Henriques.
ilem da Carotina, 00 Maranblo, o bacharel
Antonio lluarque de Lima.
idem Idean di Chapada, na dili provincia, o ba-
charel Jet Ascenso da Cosa Ferreira.
dem i lem de Maraj, no Par, o juiz municipal
Ambro/.i i Leillo da Cunha.
dem dem de Flores, cin Pernambuco. o bacha-
rel Ignacio Jos de Mendooca L'clioa. *
O juiz de direito l'olycarpo Lope* de Leio, para a
comarca de Goianna, em Pernambuco.
Foi or limadoque o juiz de direito da eilinota co-
marca di: Tres ponas, Hilario Gomes Roguetea Bar-
. bosa, paan a etercer a sua jurisdic;io oa comarca da
r.irnahil a, em Millas Geraes.
Foi aprenlado o padre Rodiig} Ignacio de Sou-
za Meoetes na cadeira de maja prebenda, que se
acha vaga na S ratronolitiHie.
Por decretos de 2t do dilo raer, foi amnisilado,
lo, Jos Antonio Pereira,que se ha-
vii envolvido na lehelliao qoe leve lugar era Per-
uambocc no auno de IHI9.
>ado a Jacob I.'dimano oralo do lempo
e lalta para cumprir a pea do oni anno de
Dio a que foi coiidemnado porac
core! .ia corle.
Riheiro, a pena de um mez de pri-
1 a que foi eondemnado pelo juiz de'di-
aeii miiuel.
miea lo, sobre consulta do tribnnal do com-
merciodi corle. Antonio (.aciano Marlms para por-
teiro do dilo tribunal, ,
e lida a .I0S0 l'iul ide Lomos Junior a de-
lio iio poslo de tenenle-roronel com-
i halalhao de artilharin do Recite.
Foi exmelo o lugar de juiz de direilo da primeira
vara civcl do municipio da corle.
ever aqui .1 parle ditpo'livn d
bulla, que conten precisamente a deflnicao de te no
ponto de que ae (rala. Depois da expnsicao dos rao-
tivos, n Sanio Ponlifire Pi IX aasim prosegue na
sua bulla d 8 de deaeinbrn de 18Jt:
o Por.eslas tantas, e depois de n.lo termos jamis
dejiade de ollerecer, em humildade a iejum, as nos-
sat precea particulares e publicas da Igrejii a Dos
Padre por seu Filho, par que se dignaste pela vir-
lude do E|)irilo-Sauto, de dirigir e confirmar o nos-
so entendimenlo ; depois de iinploradoo auxilio de
toda acorte celestial, e Invocado com gemidos o Es-
pirito Paie.lilo, e este assim inspirando ; para hon-
ra da santa e Individua Trludade, para louvor or-
hatnenlo da Vlrgem Mil de Daos, exallacao da te
ealholica e augmento da rellsiao cliri.ia ; por auto-
ridade de>ono SenhorJesus-Chrislo, dos bemaven-
liirodos Apostlos Pedro Paulo e pela noasa : de-
claramos, prenunciamos edelirimos. que a doulrina
que julga.quea Bealiasima* Virgcm Mara desde o
primeiro instante da sua Conceiro tera preservada
de toda mancha original, por urna aingdlar erara a
privilegiada Omnipotencia Divina,em vista dos me-
reclnenlos de Jesus-Chrislo, salvador do genero hu-
mane, he urna doulrina revelada por lieos, e por
sao deve ser acreditada firme e constantemente por
lodos os fiis. Aasim que se alguna, contra oque 1101
dehnimos, o que Dos nao permuta, presnmrem
sentir no coraco, esaee devem saber e sai Uto que
estilo rondcinnados por sen proprio juizo, que nau-
fragaram na f e que eshlo apartados da unidade da
Igreja, e por uso pelo seu proprio fado ficilo suje-
los as penas estabelecidas pelo direilo, seo que sen
lirer, no curarao ousarein manifestar por palavraa
ou e.criplo, un oulro meio externo.
iao vem para este lugar e nem cabe nos limilet
desle pequeo escriplo, dar maior deseovolvimenlo,
ou fazer uina di AlACCLADA CONCEICA'O DE.AIARIA, e que se-
ria hoje esia discussAo ? O dogma de que se Irala,
foi examinado nosseus fundamentos, quer da e>erip-
tura quer da Iradicao, que sAo palavras de Dos, o*
ranos da divina reveladlo ; foi examinado na aulo-
rdade da igreja, guarda fiel e enlreprele infallivel
da doutrin 1 ealholica, e ean auloridada foi aempre
favoravel crenja da I inmaculada Conceco de Ma-
ra. Para prove-lo. sera bailante lembraro Tacto da
inslilui(ao de urna testa, sob um titulo (Ao veneran-
do, e que ramcrm 00 seclo VII eolre os Greagos e
no XII entre os Latinos ; e he notavel, M. cSf.,
qoe, qu.-in lo pela obscuridade e deficiencia dos se-
eulos em f ruec-r novas provas acerca da Conoen;ao
Immaculada e o lemor de alguns sanios, nao per-
miiiir ir a liaule nesta causa sem a decisilo de Roma
sendo por isso qne as escalas chri-las se debaleram ;
be notavel, dizemos que a tesla da Immaculada Con-
ceicAo de Alaria se eslabelecia cada vez mais e se
geim alisara no (icidenie. leslemnnho perene da an-
liga crenra ealholica S. de Aflbnso Ligorio, lao
doulo e po (heologo, achara este argnmenlo eon-
clndenle e par elle gerava urna inteira concicrSo.
A ureja, ei aqui como elle r.cniciava, manda ce-
lebrar urna Cesla pela ConceicAo de Mara Sanlisai-
ma desde o primeiro inslanle do seu ser. Ora, a
Igreja 11A0 celebra sean o que he santo.
O dogma de que tratamos, foi emfim examinado
na autoridad* que Ihe preslaram os concilios, quer
particulares, qner universal de Trento, para Kao
fallar do Svuodo de Basila ; que preslaram os papas
Kiste IV.H'io V, Gregorio XV, Alejandre Vil, Gre-
gorio XVI, e einl'nn o Sanlissimu Padre, aelualmen-1
le reinante, Pi IX, qun den a definicAo de te. De-
pois disto j. nAo he licito ao Bel discutir a materia ;
esta decidida pelo Espirito Santo, por cuja iuspira-
rAo fallam-os pastores da igreja, como oulr'ora no
concilio de Jrrusalein (Acl. 15. 28!; el decidida
pelo principe dos apostlos, por ruja bocea fallpm
hoje os seos successores, como disseram os padres do
concilio lerceiro de Conslanlinopla. Boasuel havia
dilo:A Conct'teao Immaculada lem mo >c que
furca que persuade a atmatpiedoias. Deooit do*
ariijntda fe, eu nao rejo coman mam segura. Ho-
je, apropuando as palavras do cloquete hispo de
Maux, he preciso dixer : A definirOo io dogma
da Jmmaculada- Conceiro de Mara tatisfez a to-
das mt almas piedosas. lie necetsaiio ajunta-la ao
artigo da f.
Depois destas poucas palavras, dilas para lmeza e
em consolacAo da nossa f. eu vos convido, M. C. F.
para que entris nos santos exercinos de que vos te-
mos fallado, sob oa auspicios da poderosa Virgem
Mara. Aquella, por cujas raaos Dos distribue com
nosco os Ihesouros das suas grabas ; e pelo seu au-
guslo ululo de Virgera Pora e Immaculada, titulo
nos em:Cuba e mala i!has. Dos nos Iraga esse re-
curso. En me tiiiha lembredo de requerer ao go-
verno um privilegio para formar urna colonia de
nossa rnie r,,rr,i, sem que pode. a ser recrolada e nem ser ir na guarda nacional;
ral da eidade de HuSo, ede noma' Bellemerre, fora
inmediatamente preso.
O Sr. Dr. J0A0 Dab'uey da Avallar Brotero lomou
hoje (i dn correle) poma do lugar da lenle subsli-
luto da Faculdada de Diraito desla eldado. O Sr.
mas torpe linlu esperanzas nos china, que at ira- ,Dr. Joao Jos Ferreira de Anular, lenle da segunda
naiiiam em mistura com os negros, nAo vou meller- cadeira do lerceiro annn, que j havia lomado pos-
ma em camisas de II varas.
Reinelto-lhe de miulia p_roduc;,,o urna bagem de
baundha, sendo nma das mala finas ; e petjo-lhe que
moslre-a i algum euro-o de sua eidade. NAo sei
se levarei adianle eala cultura tilo melindrosa sem
ler algm Meato.
Naii/ragio.X ensaada de Sant 1 Isabel sempre
isla causando naufragios aos navegantes ponen prali-
cos; uestes 2 mezea ltimos perdeu-st o Indiana.
que segundo alguein foi deixado da proposito contra
o seguro, e nutro que vindo de Montevideo lol a pi-
que, tose salvando os marinheiros e morrendo o
coinmandaule, a mullier, o carregador, e mais um
menino. Algumas pessoa* descouliam de ler sido
assassinado o coinmandaule, carregador, etc., pelos
marinheiros. O carregainenlo era de 80 ou 100
burros.
CrimetNo P do Banco,'villa 011 nos seus ar-
rabaldes, morreu um africano livre.que por|suas di -
ligencias e economa eslava rico de alguna oseravos
e mais que ludo de dinheiro ; esle no geral iuspiou
a alzniis ladroes para accommetler infeliz prelo, e
o aclo leve lugar em das desle mez, ruubaram nao
su o dinheiro como duas vidas, a do africano e sui
mullier.
Solidas ditersas.Va dia 4 do correlo morreu
o Dr. Manuel Kaymundo tules de Aleiiezes, de
urna hydropesia. Formou-seem 182 nessa aca-
demia, casou-se em 1853, foi promnlor da comarca
de Larangeiras, e deputado provincial. Tai no co-
rnejo de sua carreira, lAo chelo de vida e eaperan-
jas, deixou o mundo e uelle nina viuva e dous lillii-
nhos. As boas qualidades e virtudes desle Ihe lerAo
dado a gloria.
Kalla-se j em alguna casos do cholera na Ier-
raem Santo Amaro ; nao sei se ser islo filho do
susto geral.' Como estaremos dispostos a receber
esle mal nos que temos inllsuimacoes das se'.es ou
do quinino ? I! Eu cu eslou liado no adagio.(fuem
de urna escupa cem auno* cice.
Falla-e na noinearaodo Dr. Frederico Au-
gusto Xavier de Brito, cliefu de polica para esla
provincia. E'lo moco lem-ae mmlrado enrgico
c iaUgJlieuic 110 seu poslo ; e por islo e mais porque
esta a par dos negocios administrativos pode inuilo
bem dcscmpeiihar o lugar.
31
Fui informado que o Dr. Barbosa a espirar em-
barcou-se para a Babia. .Vnliiiin dos vce-pre-
sidenles quiz lomar conla da admiiiistracAoeu nAo
sei para que dAo a esses roceiros taes posicoes,
Son tambera informad} que o Sr. Antonio Jos
da Silva Travassos dirigi a gente importante da
prqvincia urna carta, coovidando para organisn-ao
de ura partido chamado saquarema conciliador.
Eu lio mez que entra direi alguma ennsa a respailo.
Adeos. Coli uguihiUn.
PERNAMBUCO.
KECIFE 6 DE OUTUBRO DE 1835.
.VS 6 HORAS DA TARDE.
KETROSPECTO SEMANAL
Mais de ihna vez lemos indicado em musa revista,
como nma medida importante a lomara remocAo
das cocheiras, por ser assas reconhecido o mal re-
sultante da (-oiiiiuincao de t5o immundos eslabelc-
cimentos denlro da eidade. Entretanto nao temos
sido bem succedidos nsla lembranca ; de sorleque,
se tivesse parii lu somenle de nos, talvez j a consi-
deraremos destituida de fundamento; como porctn
lemos ouvido grande numero de pessoas esclarecidas
a este respeiln.ns quaea concordam inteirameuterum
a nossa opiniAo, s nos lomos resignado a vfl-la des-
prezada por nao eslar era nossas rajos o seo Irium-
phn. Tivemos todava esla semana a aalisfacAo de
ler na parle ollicial de nosso Diario de 4 do corre-
le um aflijo do Exm. Sr. presidente da provincia
dirigido i cmaro municipal, do qual claramente se
v que a presidencia nAo deixa de considerar como
prejudicial a conservaran das cocheiras, e bem as-
sim a invcne.lo .dos sumdouros qirB se prejende
adoptar, e que a nosso ver na la remedanlo.Mais
safisfeilos ficemos anda reconhecendo pelo mesmo
oflicio que a cniiniiis.au de higiene publica lem in-
sislido tambem de sua parle'pela mesmo remocAo
das cocheiras
;o que mis *e i o convencer ainda mal
consagrado boje por nma delinirAo solemne da igreja da necessidade de lal medida ; e por so, fortes com
TI,litar.-il r.nr.j.nl.l. .. ____>._r. :.:__________ .. .>!. ._ ___- '
giul
res
PASTORAL.
ralio/u el Apostlica1 SedU
Hljiueifiu S. Sebasliani uu Piumins
' Januarii.
i do Rio de Janeiro grana a paz da parle
'e Dos padre e da de K. S. J. C.
eterindo mus supc.lica que nos diri-
ra do conve to de Santa The-
:iamaa concessdes em favor dessa sania
e, he justo, M. C. F que a tal res-
ui ajajumas palavrus, sobreludo por-
que ama ilessascoucessesallecta vivamente a f e a
piedade !e lodos os fiis.
el prelada de qnerr. fallamos e a sua
i'oinrnun dade, sob a direcrAu do seu capellAo e de
oulros pl os sacerdotes, propde-se a dar na sua igreja,
por espa>,:o de aele das, alguna simios ejercicios de
le, cujo fin principal he unindo as
oulros liis, que soAo dita diversas
Jade e dieeae, Implorar a Divina Cle-
mencia t ra ceasac^lo do flagello da pesie que ora nos
aior"1 publicas do rilo, a exposir^lo
,l|)."> ramelo, cnnsses, comiiiunhoes,
lodos estes actos terAo logar naque I lo igreja, a
i protimo domingo do correnle mez.
Mas ee i! dia, e para abrir Ao religiosos exercicios,
a M. |iii>ra. kjneionando fazer celebrar nma inisia
^^^H|i
Deum ora acjAo de gratas Brrelo, Concalo, etc..
do sagrado inyslerio da boa escolln win meiidlg
'dara SanliWrna, pe-lin
. "i para islo, e pira que se luesse
qaaulu ser podo actualmente urna oublicai^ii do dog-
ma que acaba de definir o S. i*. P0 IX por sua
bllanle H de dezemhro do anno possado.
Aniiuimus da melhor voutade e com lodo ocora-
SAoe coiilenlameut da nossa alma, aos piedosos de-
sejos da Madre priora, para que Mi dessein as devl-
liuivcrsal, representada no seuclicte visivel, o pon-
lifire Romano ; titulo que he o mesmo' pelo qual
Mara .Sanssima he a padroera desle imperio : ro-
gai a esta Alai dos peccadores, para que seja propi-
cia pranle o seu Unignito Filho paripaquelles que
com lagrimas e gemidos, compiinaiTuj dos seus eri-
ales e penetrados do espirito de penitencia, pedero
hoja a sua protecc;o, e pedem especialmente a ces-
aatjAo do grave mal, quede dia em-da nos desoa.
L'm dos minores servos de Mara nos recommenda
qu invoquemos o seu santissimn npme as maiores
IriliulatOes : yocca Mariam. Seja a nossa orac.Ao
d'ora era diaute ; Regina tine labe concepta, ora
pro nobif.
Ajuutai, M.C. I'., aos piadosos exercicios que ides
fazer alguna actos de beneficencia e de caridade ;
porque he a misericordia, de preferencia ao sacrifi-
cio, o que Dos quer de nos Alatli. 9 e 13.) E se nos
he permitilo indicaraqu urna acjAo meritoria para
a qual podis agora concorrer,' asento jcomo
conrorreis para linios eslabelecimenlos pos, que
adornain esla eidade, para gloria da religiAo e em
bem ila In.manidade, eia apontarei um, a Casa e
Asylo da Providencia, lie um cstabelecimenln no-
vo L'scm recursos proprios, manlido nicamente pela
liberahdade dos seus associados e de alguna oulros
fiis que o- (eem coadjuvado.eslabelecimenlo de urna
ulilidade inmensa, porque de nada menos te oceu-
pa do que de recolher e de dar a inslruccAo gratuita
e especialmente religiosa as meuinas orphAas e des-
validas, por o fin de torna-las perfeilas mais de fa-
milias ; ella est collocada sol o mime prestigios e
proteatJAo de S.Vicente de Paulo, e he regido pelas
suas digna*, filhas.
E para que cheguc a noticia de lodos, damos o
presente m indamcn! na residencia episcopal da Con-
ceicAo, aos 20 de setembro de 1855.
t .1/oiioe/, hispo capellAo miir, conde de lraj.
Correio Mercantil do Rio.)
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO, DE
PERNANBUCO.
SERGIPE.
30 de agosto. -
StzSet.NAo pudeesrrever no mez de julho, por-
que as sezdes derrotaram-me com engorgitamculo
do bajo, ligado, ele. EtJive muilo perlo da sepul-
turaesse ab'ysmo que separa os dous mundos
real edeeoganos. Sendo eu amigo do grande sys-
lema dos semelhanles fui obrigado a recorrer aos
marlvrisnn es allopathaa, e s porque nesta Ierra
nAo ha inri medico homcjipaiha. Quinino e mais
quinino 6 grAos, i'2,18, etc.
Esle mal assolou loda provincia, principiando do
alio. O nosso presidente esla hoje lalvez na eier-
nidade. Seulio-se cora sezoes, nsou do quinino
sem prove o, mostrou-lhe um medico urna reccila
composla de arsenicun, roiisiillou-o seqaeriaex-
penmenla-la, elle deliberou-se ; e depois mullos
desrobrem lodos os symptomas de enveuenamento.
Foi-se para a Estancia, onde est co m vida ou na
sepultura. O medico tem teito algumas publica-
56es a respeito do uso do arsenirum para se lvrar
das calumnia. Coila lo do Dr. Barbosa foi mar-
n.irh r de sua idea Veio para o Aracaji'i morar m
cabanas hmidas, administrar obras, etc., donde
receben a molestia que roulivou sua inorle. A
provincia deve esle sacrificio, que Untas lagrimas
e tanto nial vai produzir no Cear em pessoas de
sua familia. Mas lalvez que loi se compadeca
de duas innocentes rooninas, fazeudo reslabclecer
o pai.
Foi chamado o liaran de Colinguiba para topar
conla da pieaidnecia por.falla do primeiro vice-pre-
sidenloo B do Aiaroim, que estu no Rio, com
depulado.
tleiroes.Deyeriam ser teilas a 15 do crrente,
mas foram adiadas, talvez para harmoosar minia
gente cheia dedesgostoi. Haviara tres chapas, afo-
ra oulro peqoeiuis furadores. Em 15 de setem-
bro ja estar por c o Aiaroim, e creio que elle aba-
lar o muilo que produiio com a iniposicfin da cor-
te. He uiici'stario que tenhamus a forma constitu-
cional representativa na poltica e lancemos para
rouge de nos era ludo e por ludo o absolutismo.
Mitiguen) mala habilitado duque o Sr. bario do Aia-
roim para ser o principe em cliete na .provincia, po-
rem re.-pe anilu as influencias Incaes, e as intell-
geucias : ii'sim sera elle o que dve ser. Eslon que
la Exc. em chegando deixai a aua experiencia,
e eliarmira sens amigos para a urganisacAo da cha-
pa, afito do ler o grande partido aaquaremn paz e
harmonia, para gloria maior sua e bem da pro-
vincia.
Augmento de deputadoi.Cnntta-me qi aja>
r ao augmento d mais 2 depulados por esla provin-
cia, e qoe 6 Sr. barAu Maroim partir da corte n 15
do correnle, alien de se propr n senatoria. Merece :
'e en se foi eleilor Ihe darei 'o meo vol, por ser
lllho da Ierra, iiidependenle e de familia, ijuaes e-
rAo os can lidatos depularao geral! Eu confio no
gabinete em Ao iuipdr, por islo creio que os con-
tendores ^era da trra. Temos habilitadoa quer
pelos servicos polticos e quer por inteligencia os
Urs. I.eauuro Maciel, LobAo, Alanoel Guerra. Oli-
urin, Martinho, Nobre, Fonles, Mattos,
podenio- pois fazer urna
gente de fora. NAo ler
por procuratAu, reoebeu o competente grao ores
(lindo o juramento nal ma do Etm. director da
Faeuldade, pranle lodos os lentes da mesma.
Tambem lomou posae do logar de secretario da Fa-
euldade, para que Mrn ltimamente uomeado, oSr.
Dr. Joaquim Antonio Carneiro di Cuuha Miranda.
Aeahavsmos de Irarar eslas linhaa, qnando te-
mos informados da que alguna passageiros do va-
por Tocantins, chegado hoje 6 do correnle, dos
portes do sul, e cnjai noticias adiarlo os leitores
em oulro lugar, desembarraran) ero Macelo, don-
de devem legjir pira uqoi, evitando assim a
quareolena. A ser islo exacto e a nAo se procu-
rar obstar por lodos oa meos esses excessos do egos-
mo, mal varaos nos, porqoe he cerlo que a epide-
mia-tanto nos pode ser Irazida do Kio como de Ma
coi. lie sem duvida grande perversidade da parle
daquelles qoe para se furia rem a alguna dial de de-
mora no lazareto, nAo provincia que felizmente at hoje esta salvo da
epidemia.
Fallecern) esta semana 47 pessoas, sendo livrel
I ti horneo-, 12 mu Hieres 7 prvulos; escravos 5
homens, i mulherese 3 prvulos.
Rendeu a elfandega at sexla-feira 81:90087i9. '
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Chegoii anle-hontem dos portea do tul o vapor
Tocantins, trazendo-nos jornaes do Rio de Janeiro
com dala at 29 lo passado, da Rabia al 3 do cor-
renle, e de Macei um s numero do Tempo, de 26
do passado.
A epidemia do chotera linha ltimamente lomado
maior desenvolvimenlo na capital do imperio e
seus suburbios, atacando a popularan com alguma
intensidade.
No Correio Mercantil da ultima dala encontra-
mos a seeuiule noticia relativa a murtalidade causa-
da pelo flagello :
(i Segundo os dados eslalsteos dos enlerramentos
nos cemiterios pblicos, v-se que a morhlidade da
corte no mez de julho des|e anuo tei menor dn qoe
a desse mez nos annos de IK5i e 185;).
o A mortalidade de agosto exceden em um stimo
do mez correspondente em 1854, e em uro quinto
do de 1853.
Do dia 29 de asnslo era diante he que cometn
a subir a murtalidade pelo incremento que lomou a
epidemia, devendo comerar a conlar-se dos ltimos
dias daqoelle mez o periodo de verdadeira explosAo
desse flagello.
c A mortalidade do mez de setembro al o dia 27
triplicou era relacao a de I854, e quasi qoe tambem
em relarao de 1853.
O seguinle quadro da os elementos para a com-
paracAo :
Julho.
| 1853| 1854| 1855
Livres .
Escravos. .
Agosto.
Livres. .
Escravos. .
Setembro.
Livres. .
Escravos. .
319 2IU 305 a07 303 201
338 2li 366 221 382 282
312 217 326 196 803 805
eu um l! io ou uelo Dr. para Irabalhar por elle'.'
Eu su quero ler boa safra deeannas, osperaiieas na
d cate, ele.: vamos |mr lauto ao assumpln d'e, rui-
uha proli*. io.
Agricultura.O Invern foi temperado por al-
guinio!, e o tcala vai sendo com alguma chova
lulo lem concorrido para boa safra, e queja vai
piincipianlo em alguus engenhos. Eu nAo pude
.las par ia a Deua pela delnifAo d mysleno, que he I botar, e 'ofurei em meiados do qoe entra, por ler
1 ,,}' rt B. a,orlJ<,> |ria 'adeSanlUsimo i lido moilo que fazor em neu apontamentonovo
do Padie, de qnem Maris he fllha, de Jesm-Christo : l* de moenda, etc. As plantas para a futura safra
de qoeni ella lio mAi, a do Espirito Sanio de quem vo nasce ido rhuilo bem, devido aa chuvas desle
mez.
Pela puuca cliuva nAo tivemos legumosnem fei-
jOea, nem inilhos; apezar'diito ainda nao lemos ca-
be esnoi Aclualmenle |)ois, que ainda nAo rece-
Ireinos ii bolla da definir; io officialmenle, ou por
aquellos meos que a le e uso leeia etUbelecido, nAo .
nos he pos'ivel fazer urna publica;A0 solemne egeral I reslia.
do dogma calholico para toda a tioceie, t essa de-
mora i) lo nos deve admirar porque ainda esta anno
se est lazando a paMicejoda hulla pontificia em
algumas Joees?s ti. Fransja. Aguardemos nossni
Amaii.liocn est bou, e a farinha baratissma.
Oovi.lallarqae liuliam chegado na Babia 600 i lnsiVo eslreio.
Lluns, e que se espera 6 mil para o cultivo da cao-
na ; dizendi) so mais que ha boas pravas da taea colo-
a opiniAo, sem duvida compleme, da commissAo
de hyg)ene, entendemos que ainda urna vez nos de-
vnoos oceupar com esle objeclo. Justa e razoavel
he por cerlo a exigencia tena pela commissAo de h\-
gienc pelos motivos que j temos allegado, e que
sAo de todos bem confeoslos ; e nenhuma razAo ve-
mos para que nAo seja ella admillida pela cmara
municipal.
t) Etm. presidente da provincia indica a mesma
cmara, como meio seguro de decidir o negocio, a
nomearao de urna commissAo de peritos de aua eon-
fianca, para dar o seu parecer sobre elle. Parece-
nos porcmque a commissAo deliygicuo devia mere-
cer a conlianea da cmara, c ueste caso nenhum pe
rilo pode ar consultado com mais proveilo, e dar
um paaVer mais autnrisadn do qoe a mesma com-
missAo. |MfcH disto supnomos que a commissAo de
hygiene deve carregar com mxima responsabilidade,
ao menos para com a opiniAo publica, se n-s rircums-
Uinrias acluaes ter inepta e nao empregar lodos os
mei-is preciso., aliui deque nao suflra a aalubridade
publica ; mas como se poder fazer elleclivu osla res-
punsabilidade, se a commissAo di-ser : indicamos
taes e taes medidas e nAo foram adoptadas por a-
qnelles que o podiam fazer, fizemos o qoe eslava de
nossa parte? Nenhum homem ajuizadn ara neste
caso recahir responsabilidade alguma sotire a com-
missAo, e aos atilda de todos fic*r ella justificada.
NAo se persuada ninguem de que lemos n.i remuelo
das cocheiras.oulro inleresae, a nAo ser o do bem pu-
blico ; acreditamos mesmo qoe com ella grande des-
arraigo soffrerAo os seas donos; comlado nAo po-
dendo ser comparavel este de-arranjo de alguns par-
ticulares com o mal que los pode resultar da nAo
adoptAo desla medida, nAo duvidamos a decidir-nos
a favor delta, eaoonselha-la por consegninte. Aguar-
damos o resultado.
Em seguida vamos tratar de um assnmplo que
tem grande allinidade com o precedente, por conver-
gir pura o mesmo lim. Por minias vezas lemos ou-
vido censurar acremente a falta de resujaridade que
se observa no serviro das quatentenas. e tem-se dito
que pelo modo porque sAo teltas nenhuma garanta
oflerecem. NAo queriamos dar crdito a islo. Agora
porin asseguram-nos que sAo enviados para as pes-
soas delidas n lazareto, janlares e nulras cousas, e
que voliam d'all os reslos dos meemos, a loucSi do
servito, roupas sujas, ele, etc. Se islo he verdade e
a continuar assim, melhor seria acabar cora as qna-
renlenas, porque sendo um mal para os que nellas se
deiiior.iin, nenhuma probabilidad* haveria de apro-
veii irem ao lim pora que aao teilas. Soobemos tam-
bem que no sabbado passado buuve no lazareto urna
grande balburdia em consequenca de nao chegar
all, como esperavara, ordem de sabida para algii-
maa pecanas que la eslavam, eenlenderem calas que
deviam ir-se esgueirando, n.lo obstante- a falla da
mesma ordem, o que efleclivamente fizeram. Que
taes silo as nossas quarenleuas Entretanto estamos
certos de que o Exm. Sr. presdeme lem dado e con-
tinua a dars mais terminantes ordena, afim de que
se nao reproduzam taes escndalos ; e de nosaa par-
le promediemos a noasot leilorcs, cuja causa deten-
demns. ir deininciandn lodosos facloa que se pasea
rern em prejuizo de tilo sulutar medida, lie o que
podemos fazer.
O dislinclo e honrado Sr. chete de polica acaba
de tlar, esta semana, um rnsso.que a nosso ver mui-
lo o recommenda. S. S. compenetrando-se da ur-
gente necessidade que havia .le dar um asvlo ao
gran le numero de mendigos qu vagavam pelea ras
da eidade, aecumulando-se sobre tildo naa pontea e
adros das iarejas, leudo ohlido que fosae poslo a sua
dispositAoo barracAo das Cinco-Ponlis, que-servio
de matidoiifo publico, deu ordem para que (ossem
rccolhidosao mesmo barrado lodos os mendigos
que teaseni encontrados pelas patralhas e inspectores
de quarteitao, e que se nA con-enli-se mais os mes-
moa mendigos andarem peina lugares indicados. Na
verdade era reparavel a falla de urna semelhanle
providencia, pela qual ja uma vez reclamamos;
agora, pojs nao tererons mais de ver as ras da eida-
de cheijis de grande numero de mendigos que se no-
lava ate hoje, o espectculo df miseria desvalida
nao estar mais exposto ia vista de lodos : a roen-
diridaile deixar de ser urna jn luslrii, como lalvez
lenhasido, e finalmente nilu serAo inais-aa intelizea
mendigos victimas doestnuvamenloe ferocidade bru-
tal dos bolieiro', Quando um empregado publico pro-
cede como o actual Sr. chete de polica, nao pode-
mos deixar de referir os sena actos, e invocar a fa-
vor didlo a eslima e consideraban publica, lie este
un modo de compensar o verdadeiro mrito, e que
tem de mais a vanlagem de ser pm incentivo para
iquelles que ie esquecem do numprimeiilo de seus
deveres.
No dia 1 do correle fui solemniaada, no conven-
te de Sin Francisco, a testa do mesmo vaneravel
santo, a qual esleva esplendida pela magnificencia e
goslu cora que foi armada a igreja, e esmero empre-
gado em lodos os oulros requisitos indispeiisnveis
para que vulgarmente so diga tei uma testa ar-
rojada.
O vapor .tcon procedente da Europa e entrado em
nosso porto no 1 do correnle, tro ove desla' vez ali-
mento bastante para saciar a curiosidad!! d'aquelles
que morreu) pur noticias do velho mundo, no que
por cerlo uAo d-ixam de ler razAo, porque he dos
velhns que os motos pudem esperar Itoas lices ;
eonludo nao queremos as qoe por ora nos esla dando
a Eurupa.
A torre AialakolT lnha cabido em poder dos Fran-
zes a 8 do mez passado. Nao sabemos nada dos pro-
menores que acoinpanharain este acontecimento. e
porisso liinilamo-nos a reteri-lo simplesinenle ; to-
dava diremos que, te bem que Malakull livosse per-
dido a importancia de que goiava oulr'ora em vir-
tode das novas forlifictltoes conslruida pelos Kussos.
lie cerlo que se pode dizer,apelar disto.que os Fran-
cezea lem um p em Sebaslopnl. Veremos se con-
leauem pdr o oulro, oo se|serAo ohrigados a retirar
o mesmo que j la tem.
Dava muilo que fallar u Europa a visitada raiaha
da Inglaterra ao imperador NapoleAo III, ja' pelas
grandes (estas qoe se fizeram em Pars por tal occa-
sio, e ja' pelas vistea polticas que levaran) a rainha
" As victimas da epidemia regularam dn dia 17
ate 22 desle mez, termo medio, a 53 por dia.
No dia 23 esse numero subi a 71: foi o dia de
maior mortalidade.
No dia 24 foi de 66, e no dia 25 subi a 69.
a Nos dous unimos das de que lemos noticia (26
e 27, a epidemia tem teilo menor numero de viel-
mi ; quer em um quer em ootro a mortalidade foi
de 50 ladit dos. Das 100 pessoas Tallecidas nesses
dous dias, 47 eram livres e 53 captivas.
ce Cumpre observar-se que no numero doa livres
que leein fallecido entrara muitos Africanos, livre
ou libertos.
O governo imperial tornava-se geralmenle credor
dos maiores elogios pelo zelo e solictlude que em-
presava em socebrrer a popularlo com medidas
promplas e adequadas, pondo em pratica ludo quin-
to est ao seu alcance.
A mesma provincia do Rio de Janeiro ja se acha-
va contaminada pelo mal, tendo-se elle manifestado
em Nilherohy, S. Gontalo, Iguasst'i, Pilar, Estrella,
e oulras localidades mais.
S. M. o Imperador man Ion dar do seu bolsinho
a quanlia de 14:800* para soccorro dos pobres ata-
cados da epidemia, sendo 4:8009 para o moncpio
da corle, 0:0003 para a provincia da Babia e 1:000*
para a do Par. A quanlia offerecda por S. M. I.
para soccorrer os pobres da capital do. imperio de-
ver ser distribuida mensalmeule emqiianto durar a
epidemia, vindo por conseguidle os desvalidos a ler
todos os mezes mais 4:800} para occorrerem as suas
manifestar ma miserii.. Lauvimot o accordo de
S. Exc. a
O governo imperial conceden a familia do Sr. Dr.
Ilellaraio que fallecen viclima de toa dedicarlo, in-
do soccorrer a populacAn da ridade de Santo Ama-
ro na provincia da Baha, apensu de 1:6009 an-
imaos, reparlidamenle pela viuva e filhos do bene-
mrito finado. He mais um acto que mnito honra
a munificencia imperial.
Tlnha fallecido em Nilherohv, victima de em ala-
qna de paralysia complicado cora febre lyphoide, o
Sr. visconde da Sapeliba, senador do imperio pela
provincia das Alagoas.
O Correio Mercantil publica os segaiutea toc-
io! :
o No meio desla quadra calamitosa, era que
todos buscara precavir-se contra um perigo eminen-
te aem que apenas a caridade para com o prximo
reage, alias lio benficamente, contra o luslinclo da
conservacao, apparece um infeliz que" desespera
da existencia aos 21 anuos de idade e se atira ao
suicidio.
_ I.in/. Piulo"Noguera, natural do Rio Grande do
Sol, iichando-se enfermo ha 6 mezes, era tratado
com todo o rariuho em casa de um pareule seu em
S. CbnslovAo.
llonlem disparo!) contra o coraco unja espin-
garda de canos ; parece qoe sentando-ae na cama
calcou no gatilho d'arma cora o pe, so a cargo de
om dos canos o ferio, a do oulro foi (emparede
onde tez um grande rombo. Morreu instantnea-
mente.
ce Comecam a colher-se os resollados da ap-
plicacAo das chapas de cubre como meio preventivo
da epidemia.
n Muitas pessoas teem sentido graves iocommodos,
e consta-nos que ja orna menina de 10annos de ida-
de pagou com a vida a crenca phaoatica da sua fa-
milia nessa especlatelo.
o Os Srs. Joaquim Sabino da Selva, Fernn-
des Jos Possolo e Antonio Januario dos Santos, ofll-
ciaes de marinha ltimamente reformados nos sens
respectivos postos, foram-no por aasim o haverem
pedido, i)
Em lugar competente acharAo as leitores os des-
pachos que ltimamente tiveradl lugar pelo minis-
terio da justica, assim como aa noticias relativas as
repblicas vis ninas do Prata.
Na provincia do Espirito Sanio, cabio na madru-
gada do dia 13 de aguato prximo passado, na villa
da Scrra, principalmente para o lado do Ro Novo e
Sauanha, c mesmo para o sertAo, orna grande cliu-
va de pedras, que assustou a popularan, tanto pelo
lamanho extraordinario das pedras, cmo pelo lem-
po que durou. Segundo uma carta particular diri-
gida a re.daerao do Correio Mercantil, at duas
horas da larde do referido dia encontraram-se all
pedras maiores do que um ovo. Muilas lavonras
llcaram estragadas, e os campos alastrados de telhas ;
e dizia-se que o meamo phenomeno se dera para o
lado de Nova Almeida. sendo as pedras ainda mais
volumosas.
Na ll.liia conljnuava a declinara epidemia em
vario lugares ; tees como Cachoeira e Nazarelh,
onde apenas appareciam rarissimos casos e estes be-
nignos, Em oulros lugares, como Santo Amaro e
Moritiba achava-se quasi extincta ; mas em S. F-
lix, Santo Eslevao e Terra Vermelha ainda teza al-
gumas victimas. O flagello com ludo ia se estn-
deudo por diversos pontos do centro da provincia,
que por elle anda nao hayiam silo visitados, apre-
sentado segundo as localidades um carcter mais oo
menos benigno.
Quanto a capital pode-se avaliar do seu estado
sanitario pelos seguiutes quadros da mortalidade
que exlrahimos do Jornal-da Bahia de 2 e 3 do cor-
rente :
" A mortalidade nesta cidada no da 29 foi de 49
pessoa, lano da epidemia reinante, como de oolras
molestia'. Naquelle numero estAo comprehendidos
alguns meninos,inclusive um exposlo da Santa
Casaum soldado do etercito. um preso de jusiua,
orna mendiga, 18 Africanos quasi lodos escravos, 5
individuos maiores de60 annos e om de 70.
A do dia 30 tei de 47 pessoas tambem de diversas
molestia-. Naquelle numero estAo incluidos II me-
ninos (deales um recemuascidu, om de 5 mezes, um
evposto da Santa Casa e oulros de I a 7 aunos) 2
presos dejuslca, 14 Africanos, 2 individuos maio-
res de 60 anuos, um de 70e 2 de 80.
A mortalidade nesta capital no da I .o do correle
tei de 60 pessoas tanto da epidemia que nos dizima,
como de molestias geraes fiaquello numero estAo
comprehendidos ti meninos, (leales 1 de dous cjias
de nascido, 2 expostos da Misericordia, oootrosde
1 a 9 anuos), 1 soldado do exereilo, uma mendiga,
13 Africanos, 2 individuos maiores de 60 anno, 1 de
70 e 1 de 80.
A polica linha descnberlo all uma qoadrilha de
ladroes, composta de pretos Alricunus, qoe na fre-
goezia de Sanio Antonio costumava perpetrar rou-
bos lias tabernas.
Pelo que respaila a provincia das Alagoas nada
encontramos na gazela recebida digno de ser men-
cionado.
neoea^ades.
, leiro.J. ^^atta^m,,.
munifi;encia do monarcha brasi-
^no era de esperar, de um exemplo
feconS. 7 resultados. As paginas do Cor-
e ilo Jornal do Commercio vem
chei*s_fj.
de e |
beneml
ciam e
monos
tintos;
ele. etc.
carcter
a enumeraran dos aclol de carida-
iralicados por innmeros cidad.los
eos abriudo suas bolsas oflere-
uanliaa de dinheiro mais oo
.mdicos osjeua serviros gra-
rmaceulicos s seus medicamentos.
Sementante proGCdimenlo honra eexalta o
brasileiro.
mas contra mim erguidas, e desfaze-lat por tal
modo, que devem licar desesperados ua seobore de
Marlnpagipe por nAo poder ir avante o 'ao rugre-
gado plano. Neste transe surem-aic todo n dias
difliciildades aem numero, comas quaesaqueiles le-
ubores procurara sopplantar-me.
Cor segui-lo-hAo '! Espero que laAo, purque aiuda
lemoi leiique garanteru .i justlaaeoulra os irilrages
que si Ihe queiram tezer. O phirielro passo que
deu (tnlra mim meu sogro, o Sr. Anlouio de Si-
queiri Cavalcanti, tei dizer-K meu credor de uma
avullada tomma flclica, e a esse Ululo requerer em-
bargo tro meus Jiens, paro impedir-im os meios de
deft-ia; oppuz-mee estou-me detendendo. O se-
gundo fbl querer dtnunciar-me por lar furlado naa
escraroque fora de meu casal, e que andamio f-
gido fit apprehender para ter entregue a peteoa a
qnem o havia vendido, e contando com o seu ad-
vogaio e amigo o promotor da Victoria, fez qoe ae
andasse d autoridade em autoridad e, suscitndo-
me nssa denuncia:
En porem cousa rauito frgil para salisfazer ai
vinguncas dos lenhores de Martapagipe. Em Rm,
tanto procuraran), tanto indagaram, que deram eom
um :rande adiado,matei, assatnei um escraco
meu a poder de mirra, # enltrrei-o nas terral do
niru ngenho Una. Devo ser denunciado por crime
de morle, o Sr. promotor deve euderessar contra
mim essa denuncia, e eu devo ser preso por esse
rriiiu inallianeavel. para que mai* fcilmente pusaam
os seuhores de Martapagipe tecar a agua aoieu mo-
inho!
Ene escravo, sabe perteifameute o S'. Antonio
de Siqueira Cavalcanti que uAo fallecen de anrras,
mas que sendo j saxagenario, alejado, comendo
Ierre e soflrendo de frialdade, veio a fallecer mu
naturalmente, cnierrei-u em Ierras do engenho, mas |
para 0 lugar que he geralmenle havido como o ce-
milerio da propriedade, onde os meas antecessores
enterravam os escravos que Ibes morriam. Sa he
aasim que o Sr. Siqueira julgs aterrar-me, esta
perfi lamente illudido, porque seoSr. promotor que
he seu advogado, e sabe de seui odios e vingancas
cotilla mim, rebaixar-se a ponto de ser aeu insim-
ulen o, eu hei de adiar metes de detender-me, e
creio pamente que as autoridades da provincia nAo
sAoescravosdoSr.de Marlapagipe, para irem ao
encontr de seus de-ejos.
Pralique como quizer o gr. Siqueira Cavalcanti,
persiga-me da maneira que Ihe convier, que em-
quarlo me restar um pouco de telego hei de deten-
der-me e mostrar que na miulia vida nAo ha deesas
manchas qoe cobren) umita gente que e tem em
conla de grande. A minha edocarilo eos meus h-
bitos ropeiiem imputarnos da ordem desea, com que
e q ter victmar-me, e leuh mais que ludo a tran-
quil, idade de minha conscencia. Queiram, seuhores
redactores, dar publicidade a eslas lohas, com o que
muilo obrigarao ao seu assiguante respeiladur e o-
brigado
Antonio Carlos Pereira de Hurgas Ponce' de Len.
Ricfe 5 de ootubro de 185..
Dttcarregam hoje 8 dt nutubro.
Galera insieraImogenemercadorias.
Briuiie francazBeaHJeuidem.
PoHea heapaiiholaiKazAilafarinha de Irigo.
licoua porloguezaCartabrea e alcalrao.
u .. CONSULADO GBKAL.
Id"?r,.1 d2 dU *5 5:797*301
Idet. d d.a 6....... aj7|17
5*649473
Idem do dia 6 .
2738400
89400
J
a
2810800
RECKBEDOR1A DE HUNDA W7Piw"
HABS DE PKRNAMiUCO '*"
Rendimenlo do dia 1 a 5. .
dem do dia 6......
:15ft9182
9IO(W:i
6:3661875
CONSULADO PIIOVINCiAlT-
Heudimento do dia 1 a 5. 3:065*399
dem do dia 6 ...'... 2238383
5:2889782
Tendo honlem a larde entrado dos portes do norte
o vapor Imperador, e nao mandando as malas pa-
ra o correio, nao podemos obler a nossa correspon-
dencia ; infoiinaiii-iio-, porm, que a capital do
Para' ficava inteirameule livre da epidemia, e seTT
porto franco. ,
aata aai --------
Srs. redactores.Kogo-lhes queiram publicar em
seu Di trio os nomos do< enfadaos que me paree em
maii dignos de serem depulados proviiiciaes.
Ou llliii* Srs. :
Bariio deCamaragibe.
Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunha.
Dr. Francisco da Paula Baplista.
Dr. Joaquim Vilella de Castro Tavares.
Dr.Manoel Mendes da Cuuha Azevedo.
Dr. Rodrigo Castor de Albaquerque Maranho.
Dr. Nabor Bezerra Cavatcauti.
Dr. Manuel do Nascimenlo Pires Maclndo Porlella.
Dr. IgnAcio Joaquim de Souza LeAo.
Dr. JoSo de Souza Reis. .
Dr., Joaquim Jone da Fonceca.
Desirabargador Jeronvino Marliniano Figueira de
Mello.
Conego Joaquim Pinte de Campos.
Ttenle-coronel JoSo Valentn) Villela.
Tenenle-coronel Aotouio Carneiro Machado Ros. ,
Dr. Cosme de S Pereira.
Dr. Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza.
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella.
Inspector Jos Pedro da Silva.
Dr. Antonio Alves de Souz Cirvalho.
Dr. Manoel CleraenlnoCarneiro da Cuuha.
Dr. Caelano Ealeliila Cavalcanti Pessoa
Dr. Lniz Filippe de Souza LeAo.
Dr. Abilio Jos Tavares da Silva.
Dr. Antonio dos Sanios dp Siqueira Cavalcanti J-
nior. ^
Dr. Domingos de Souza LeAo.
Dr. Lourenco Francisco de Almera Calando.
BaiAo deSuassuna.
Silvestre Antonio de Oliveira Mello.
Tenente-coronel Jos Antonio Lopes.
Dr. Augusto de Souza LeAo.
Paire .Marca I Lopes de Siqueira.
Dr. Caelano .Xavier Pereira de Brito.
Dr. Jos Mara Mosco mi da Veiga Pessoa.
Dr. Joaquim Francisco Duartc.
O eleilor.
O imperador NipoleAo linha escapado a nma se-
gunda tentativa da aasatsinalo; e o atsassioo, oatu-
Le-se nu Correio Mercantil:
ce S. M. o Imperador, acompanhado do Exm. Sr.
ministro do imperio, do Exm. Sr. marqoez de Para-
n, provedor da Santa Casa da Misericordia, dos
seus semanarios, e do Sr. commendador Manoel
C .rreia de Aguiar, mnrdnmo da mesma Santa Casa,
visilaram liontem todas as enfermaras fundadas
nesta corle para acudir as pessoas acommellida da
epidemia reinante.
S. M. o Imperador foi primeiro a enfermara
de Braganca, dahi i do rucolliimenlo da Santa Casi
da Misericordia, depois a do predio nacional do lar-
go da Lapa ; em seguida n da l.agoa, dahi da Praia
Vermelha. Deste ponto regressou corle, e visilou
as enfermaras enllocadas no paro da Illma. cmara
municipal, a dn Livramenlo, na Saode, a da ra
nova do Conde, a da Babvlonia ea do Murund, na
Pona do Caj cada enfermara fui percorrida por
S. M. duas e tres vezes.
NAo foi uma visita de mero aparato. S. M. de-
morou-se no meio dos doentes, tez ns mais minucio-
sas Indagacdts, e conversn com qnasi lodos, a 1iin
.por tim. Aiiimon-os com na presenra o com suas
palavras, dialrbuio alguniaa e-molas. Dizem-nos
pessoas que estiveram presentes que tei om aclo
verdaderamente editicativo case que exerceu o au-
gusto monarcha. S. M. recolheu-se ao seo palacio
quasi ,is5 horas da (arde, temi delle sabido para a
sua peregrinarlos 9 a Deram-se anle-honlem cinco casos da molestia
reinante na casa de corretean, dos quaes dous foram
fataes, e esto em (ratamente us tres.
Por ordem do Sr. ministro da justica. luba-se
prepar-do um espatoso ba rracao, onde devem ser
recolhidos os que all tere ni acomroetlidos da mo-
lestia.
S. Exc. visiluu huntcm a casa de correctAo, e fi-
cou salsfeilo da ordem e providencia tomadas pe-
lo director, e em seguida nomoti o Sr. Dr. Abren
chete e director do servito medico, e os Srs. Drs.
dei .dilo e Valle, para que baja lodos ua dias e nuiles
naquelle eatabelecimc-nloiiio medico promplo para
qirxlquer necessidade ; serAo coadjuvadot nrs!c ser-
vito por esluil uiiL's ,ie medicina.
S. Exc. visiten depois o quarlel de permanentes
onde nao lia um s rioenle da molestia reinante. Es-
le q.iarlel o sua enfermara estn no melhor estado'
possivcl. Aperar di mandn construir um bar-acAo para o (ralamente
du dnenles. se por venl ira all se manifestar o
mal.
lao dadas as providencias uecessarias.
No principio da enfermara foi a albergarla doa
mendigos atacada constantemente ; ha qualorze dias
porem, depois que o Sr. ministro da justic^ ordenno
qoe os mendigos nao sahissem mais daquella c>sa,
e all fossem suslnlados i custa da polica, nao se
deu mais um s'caso, e csto Indos ele perteila saude.
.O Sr. conselheiro Nabuco lio digno de elogios
sinceros por ten acodadas providencias.
o O digno prelado desla diocese, o Sr. hispo con-
de de lraj, auiluu honlem de in.iuba i esmclando
para os enterraos pobres. A pc,e acompanhado ape-
nas por monseiiliur Reis, pete vice-reilor dosemina-
rio de S. Jos, e pelo conego Paiva e padre JoAo da
Purificaran. S.' Exc. percorreu as mas dos Pescado-
res al a Direita ; desceu por esla ate a Prata do
Commercio, onde entrn por convite que Ihe tei fa-
zer n respectivo presidente oSr. Theophilo Olloni ;
dahi subi pela ra da Alf indega alea da Quitan-
da, e por esla foi al a Nova deS. Benlo e Muni-
cipal.
Por loda a parte S. Evc. foi ncolhido eom o res-
peito e acal iinenlo deVido a sua potifjao elevada e a
seu carcter vcneravel. Na prata do Commercio o
negociantes e corredores oacioiiaes e eslrangeiros
porliaram em tlar Ihe provas de consideraran o svm-
pathia : os Sr>. Olloni, MililAo Correia de S e'ou-
tros acompaiiharam-no seiupie preslando-lhe bous
servatos para qoe pude-se deaempenhar a sua missAo.
a S. Eic. alcancso na loa piadosa romnria 9769
em onro, 2003 em prata, 7 6263 em papel e 63160 rs
em cobre. Desla quanlia nial d '.l:li2S--lll s nflo
foram pagos immediateimiile 8203. A maior collec-
la foi ohlida na Prata do Commercio.
NaveaperaS. Etc. linha reunida sub sua pre
sidencia mais de cincuenta sacerdotes que concorre-
ram ao sea convite. Todos atsenliram idea ini-
ciada pelo mesmo prelado de se nomearem padres
que vAo aos postes mdicos consolar os enlermos e
prestar-Ibes oa succorros da religiAo, e bem como de
se nomearem coramisaoes ecclesiaslicas que esmo-
leai nas psrorhias para os doentes pobres. Servio de
secretario nessa reuniAo nionaenhor Reis.
Ouvimosdizer que S. Exc. pretende, por inter-
medio dos parodies, fazer nm arrolamento dos po-
bres das diversas freguezies, aos quaes mandara dis-
tribuir ronpa, alimentos de dieta e dinheiro, confor-
me precisaren) nesta qoalra. A reaolucAo de S.
Exc. astenia justamente no principio de qoe ha
muiln acule necessilada que todava so enveraonhn-
r de solicitar os succorros da Sinla Caaa da Miieri-
cordia, e qoe ser capaz de te deixar morrer de pe-
nurii antas do que ir para ai enfermaras publica
is Sr
Mmf d
Por sermos amigos da prosperidade desla ir
lanle provincia, lemos escollado os 36 cidads
bajo declarados, para serem depulados provinciaes?
cuja eleirao lera logar em novembro prximo, e es-
peramos dos Ilustres cleitures, que elle sejam ef-
leclivamente eleitos por serem dignos de conside-
raran.
1 liaran de C.imarasihe.
2 Mano -i Joaquim Carneiro da Cunha.
3 Dr. Manoel Jos da Silva Nafta.
4 Dr. Antonio Herculano de Sooza Bandeira.
5 Dr. Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
6 Dr. Alvaro Barbalho l'clioa Cavalcanti.
7 Padre Vicenle Ferreira de Siqueira Vanjo.
8 Barao da Boa-Vista.
9 Dr. Francisco bernardo de Carvalho.
10 Dr. JoAo Antonio Cavalcanti de Albuquerque.
11 Dr. Lourenco Francisco de Almeida Catanho.
12 Dr. Jeronymo Vilella de Castro Tavares.
13 Padre Leonardo Antones de Meira Henriques.
II Major Antonio Jos de Oliveira.
15 Padre M>rcal Lopes de siqueira.
16 Dr. Cosme de S Pereira.
17 Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
18 Dr. Jos Quintino de Castro Leao.
19 Coronel Francisco Alvet Cavalcanti Camboim.
20 Coronel Manoel Pereira da Silva.
21 Dr. Joao Francisco da Silva Braga. *
22 Francisco Raphael de Mello Reg.
2:1 Dr. Luiz Filippe de Souza LeAo.
24 Dr. Antonio Coelho de S Albuquerque.
25 Commendaalor Antonio Francisco Pereira.
26 Dr. Isuack) Joaquim de Souza Ledo.
27 Or. Francisco Carlos Brandan.
28 Commendador JoAo Joaquim da Cunha Reg
Barros.
29 Tenenle-coronel Antonio Carneiro Machado Rios.
30 Dr. Francisco Xavier Paei Brrelo.
31 Dr. Silvino Cavalcanti de Albuquerque.
32 Dr. Joaquim Piree Machado Porlella.
33 Dr. Jos Francisco da Coala Gomes.
31 Dr. Angoste Frederico de Oliveira.
35 Jos Pedro da Silva.
36 Dr. Francisco de Asis de Oliveira Maciel,
6rt. redactores.Vou ratificar alguns fados que
por engao do copista se deram na minha correspon-
dencia tle sabbado, acerca dos negocios do Apudv.
O escravo nao deu o liro em ootro, e sim un senlior
moco, sendo perpetrado esse crime de'companhia
com oulro escravo do paciente; o qual roaudou ven-
de- o depois de surrauo, no entretanto qoe o da mal
.do dito subdelegado pas-eia impune naquelle lugar,
' agando por elle o tal Manoel da Rosa.
Tambem nAo se mencin nu que aquello delegado
rata amigavelmenle ajse Barro/i Tertuliano, mo-
rador em Campo-Grande, o qual a iza de mo norae,
e lano que por isso foi despedido de orna fazenda
de gado que admiuislrava.
'ou, Srs. redactores, sen lelor constante.
O Singuem.
PRACA DO.RECIFE 6 DE OUTUBRO DE 1855,
AS 3 HORAS BA TARDE.
Revista semanal.
Cambios Sacoo-se a 27 1(2, 27 5|8, 27 3|i
28 d. por 19-
.'.ssucar---------- A entrada maior
cavado brolo. que se tem vendido
de 13800 a 29 por arroba, preso
que parece fabuloso. Do porgado
mu ponco (era eulrado, e dizem
que tez-se venda de algum brinco
a um preco etretsivo, mas que
nau Irjejapirod. Tambem ie ven-
den ura partida do mascavadu ex-
istente na Parahiba pelo preco de
... i 23100 por arroba posto a bordo.
Algodn----------tulraramt3tacoat. Vendeo-teo
regalar a 59200 por arroba, o en-
. Irelino 59(00 e 0 ,aperor a
9600.
Couros------------Venderam-se de M a 190, e mes-
mo alguna a MrTrt. por libra dos
ecco salgados.
Bacalhuo----------Relalhou-t de i59 a 169, ha em
ser de 1,600 a 1.700 barricas, e
se 11S0 entrar tem de tubir.
Carne secca- Veudeu-se de 49400 a Si
arroba do Rio Grande, e d
5|200 d# de Buenos A y res
ram em ser 4,000 arrobas da pri-
meira e 1.000 da segunda.
Cautlla-------------- dem a 835 rs. por libra.
terveja- dem de-33500 a 4 rs. por duza
de garrafas.-
Farinha de (rige- Temos em deposito 3,730 bar
e -2,600 saceos de seis arrobas, sen-
do esta de \ alparaizo. e a maior
parte daquellas de ayhiladelphia.
O consumo tena sido pequ
as vendas limitadas. Checou uma
partida de 930 barricas da Hespa-
nba, a qual dizem alcntara
sendo 500 para remellar
Babia. Oa precos t
conforme a qoaliaade
por barrica ou saeeo de tais arro-
bas ; sendo de 25 r 269 da de
/ Valparoiio, a 289 da de Ballimo-
re, a 308 da importada di
vincia, de 309 a 323 da de
delphia ; a 349 da Fontana,
de Richmond eNew '
euebra----------Veudeu-se a :150 rs. por
Manleiga- dem a 560 rs. p_
ceza e de bl) a 570 da 1
'"retes......Tralou-seum fre
Ca nal a 70 a 5 por 1
uulada de asaacar, e para 1
pool a 6} c I3|16 pelo algo,
regando em M a falla navios.
Discoulo Variou de S a 11 Ii2 por
forme o tempo, aerado os da tntawr
prazo mais haralot.
I ocaram no nosso porto 3 vaporas,
com salitre, oulra com azeile de pe 11
carvAo.
Enlraram doai eom farinha de
rendas e gneros da Europa, i eun lastro e 8 di>ru-
vincia.
Sabiram 10 para as provincias, 2 com aasttear pa-
ra portos eslrangeiros, e 1 transporte do governo pa-
ra Fernando.
Ficaram no porto 40 embarcacaes a saber: 2 ame-
ricanas. 20 brasilera, 1 dinamarqoeza, 3 francezas,
I hambnrgueza, 4 hespanholas, 6 WflK 1 porlu-
guetas e 1 sueca.

i
Srt. retadores.Tenbn al boje fgido do prclo
porque mo t eolio querido orcupr o publico com oa
meus negocios, enein exacerbar paixOes que desejo
ver amaina l-s ; 111 ia ha cfrcumslaucias n,, vida do
liomem, era as quaes uAo he possivcl guardar ii-
lencio.
Acho-mc eu hoje ncsla triste con liro, emhora
com forfa bastante para arrostar odios de quera se
julga. poderoso.
He sabido nesta provincia que em 18il lentei
casar com a Sra. D. Thcreza Adelaide de Siqocira
Cavalcanti, fllha do Sr. commendador Antonio de
Siqueira Cavalcauli seohordo engenho Martapagipe;
pedi-lh'a, e sendo-me ella negada, eu que me nAo
julgava aomeaio ao Sr. Siqueirat Cavalcanti de Mar-
lapagipe, e que centava com a nnnuencia de sua fl-
lha, tiri-a, deposilei-a em casa de meu prente o
Sr. Dr. JoAo Capistrauo Bandaira de Mello, mandei
notificar o Sr. Siqueira Cavalcauli para dar o seu
consentimenlo, e 11A0 adiando elle qoe oppor contra
mim, presten aunuencia por'escripto e o meu casa-
mento realisoure, sendo abetunado pelo Exm. Bipo
resignalario D. Tbomaz de Noronha.
Viv at dezembro do anuo passado em boa har-
mona com minha mullier, a despeilo dos esfortos
de meus sogros para com ella intrigar-me e levar a
efteiln a nossa separaran, pois nunca olvidaran! a
quelle acontecimento, e adiaram apenas para mais
tarde a sua feroz vingauta '
Em flin. reilobrando o annn passado as fingidas
meigaices para coinigo, minhn mullier e meut II-
Ihos conseguirn) que no dia 21 de dezembro levat-
se eu inhibe mullier a filhos a Martapagipe para ah
patsarein a testa, vollando eu para irreo eugenloi
Una, afim do acabar de tirar a respectiva afra.
De vez ara quando ia eu a Marlapagipe; mas os ios-
tos que no principio se me mostravam alegres loram-
sa tornando carrancudos, al qoe em lins de Janei-
ro do correle anuo, qoerendo u cnndozir minha
mullier e ulitis para a nossa re-id rucia, tinham meus
sogros assaz influido obre o animo de minha mu-
llier, para que ella nao me quizesse acoiiipauhar,
ili/eudii-iuc 11 m seu^nano que ella nAo queria maia
viver edmigo !
Privado assim n folia teda minha felicidade do-
mestica, vendo roubadosmeus filliinhos e minha mu-
llier, empreguei lodos as meios amigavejl para ha-
ve-lusa 111 im, porem tei ludo, baldado. B, vendo
meus logros que nAo era poasivel cunaervar esse as-
lado de cousas illcgahnenlr, trataran) tle legalisa lo;
reqiereram contra mimo divorcio em nome de mi-
nha mullier, c o libello offerecido he umaserie de
caldmnias e falajdailes indignas de serem aventura-
das por quem se preza.
Julgaram lalvez oa Srs. de Martapagipe, qoe ame-
drontado eu com a xtiee astenlacao de (oreas, e lal-
vez mesmo pelo recejo do perigo que poderiam cor-
rer oa meus oas, deixaria correr a revelia esse men-
tiroso proeesso. Mas. 11AD se tratando sei de minha
mulher, mas lambem de meus filhos e de minha re-
plalo, empenhei-ra em deifazer tedas aa ealum-
PLBLICACVO A PEDIDO.
. Em vista das inexartidea de que esta cheia a cor-
respondencia exarada no Liberal de 3 do correnle
mea de .iotul.ro, n. 891, 'dativamente ao lazareto
da i Iba do Pina, he torcoso que as contestemos para
produzirem ante o publico um eifeilo contrario, e
em consequenca diremos, que a casa ahi cora aquel-
la nominaran lem commodns para quareutetiarius
em numero presumivel com refeiencia a ler-se uma
ou oulra vez de tomar prevenees pela chegada a
nosso porte da navios procedentes de algumas para-
geus da Europa e do Brasil, onde reine o diolera ;
e porque circunstancias poasara oe.-asiouar a neres-
sdede de lorrlar-se maior esse numero presumivel
de quareutenarios ie ha providenciado a factura all
com urgencia de uma nova casa com mais propor-
toes, licando essa oulra destinada 1 uma enferma-
ra necessaria quando bajara doentes. convindo se-
par i-los dos individuos sAos, postos apenas em ob-
ser' aeao. Que providencias acerca e mais proficoas
se poderiam dar de momento 1 Quem poderia ler
fundada suspeila de em breve podennos ser acora-
meltidos desta lAo lerrivel quanto devastadora mo-
lesl a, occorrendo tambem uAo ai-seditar-se na pos-
ibilidade de que exislisse ella sinullanenle em di-
versas partes da Europa, frica, America e no
norte e sul do Brasil, pot cujo motivo toase tletois-
ter oulras providencias em relacao ao numero de
individoos que pois leriam de ficar cm quarenteua 1
Por lAo ponderosos mulivos nao admira que. coo-
segtintemenle, deixe a caaa servindo actualraenlo
de 1 iznreto de ler capacidade para rincoenla ou mais
quareutenarios, e nAo ser inesiii pertenccnle ao
numero de bellos edificios, em rajan que estes
n,l 1 se improvisa in, e assim haver loda a dillieuld.i-
de na trausmulaca (auto maia qun,lo para um tal
lira he lambem necessario boa localidad.', cu-lo-,i
de encoolrar-se no raso vertenle, senio.imposaivel,
pela precislo de d%vcr ficar em diilauria offerecen-
do a convenieSicia de fazer-sa de promplo o furne-
einMOlo do necessario.
E mais que, nao obstante as canses expostas,
m 11 dn a-se fazer na mencionada liba akuinaa casas
de palha, para melhur occominndaeAo do. observa-
dos, urna das quaes sendo smenle oceupada pelo
autor da correspondencia cora a sua familia, segun-
do n,s conste, he ate ulna prova de nao ter estado
l.io mal aecomodado, como nella asseveroo ; sendo
que a falla de exaet.lo de ana parle a re-peilo nos
autoris.i a duvidar da verabidadn de tudo mait
quuulo disso na mesma correspondencia sobre 11A0
haverem cadeiras e camas para os observados, viu-
dos no vapor Paran, mxime saliendo nos de in-
fnrmacoes obtidas da existencia do nao pequeo nu-
men de cada um dastea objactos, e tambem acerca
do mo tralamente dado peij encarreaado. em ra-
zAo ce declararen! o contrario domnenlos exhibidos
a est; por muilas pesaona 4isliact.es em observaran
no lazareto ; permitliudo-noa igualmente duvidar
de qi ante pelo seu prisma julgou ler-e pratica-
do ni lev :d,menle com 1 viuda para este eidade de
reciula-, por 1140 dever ser-lhe extrauh.i a ineesai-
dade de uma esculla ir busca-Ios, e Ih'os cutregar a
forta eompondo o eordilo sanitario, anda assim
sob precauces levadas a elleilo de nenhuma eou-
lartiiiilidade da escolla com o lazareto, e dos remi-
tas rom oa pattOes das baleeiras, que conlinuam
ahi > exislir.
O facto de fallar o correspondente muilas vezes na
grar.de qnanlia pelas comidas que exige o en-
carrogado de cada pessoa, nao sendo da nimiamen-
te pobres, pois estas sAo sustentadas a custa da fa-
zenda, fz no persuadir que rnente .isso occasio-
uo'i er enxergado 110 lazareto tudo quanto em seu
desatollo dissera ; e se he certo a esle respeilo o
no-so juizo, feriamos votos para que o Ibesoaro pu-
blico o iudemnisasse da dr-spoza que com isso Ucea-
se, ahraugendo mesmu esla providencia aos domis
ininin,mies, como o correspondente, pois aasim
nao 1 uvidariainos laiubciu loroarinoa tal para usu-
fruir por quinze dias, volunlarianienle, beneficio
que dista 110* resultara, romo seja, masando no la-
zareto mu solTrivelmcnle sem todava gastar um
vintem.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE (. DE OITUBRO AS3
HORAS DATARtm.
Colatea. ofllciaes.
Camb o sobre Londres60 d|v. 28 d.
Assucir msseavado29IOO ppr arroba poslo cm Pa-
nhiba.
Deicoulo por 40 e por mais dias8 ", ao anno.
Al.FANDECA.
Rendimenlo do dia I a 5.....8l:00f7tt
Idem do dia 6.......I3e789l72
95r6582i
RIO DE JANEIRO 28 DE SETEMBRO.
Cambio
Londres 27 1|2 a 3i-l nam.
Paris 355 a 358 nom.
Lisboa nominal.
Hamburgo 65 nominal.
__, METAES E FUNDOS PBLICOS.
MblAES. Onts da patria. 283600
hespauholaa 299000 a 299500
Pecas da 640 veJMias. I69OOII
Moedas de 49. .
Soberanos.....
Peso hespanhes.
* da patria .
a Patcoet.....
Apolicesde 6.......
provinciaes.......
FKETES.
Antuerpia 6.5|.
<"nal......101 a 55,
Estados-Unidos 80 a 90 c
Hamburgo 55ia57|6,
Havre.
ajooo
SJ700 a 8)96(1
1>40 a 29000
1*920 a I986O
Nominal.
104a 11
Nominal.
Liverpool 45| nomin!
Condre* 45'
Maraelha 55|.
Mediterrneo .'1
80 fr. elO'J- 'Trieste'55 a 8O1.
{Jnrnaldo Commtro do Rio.)
y'acios entrado* ao da 6.
Rio de Janeiro e portes inlermedos6 dias e 2h
ras, vapor brasileiro. Tocantins, comn
capilao do fragata Mancebo. Passageiros p
la provincia, Candido Buarque de Lima.
Buarque de Lima, Mana Joaquina da Ce
Manoel Marta M. Accioli, Manoel FraaM
silva e 1 escravo, Bernarda Noral, 1 escravo de
Aulonio M. Lima, aapar Jos dos Reis, Manoel
Jos de (.ampos e 9 ex-prca. S?oio pa
norte, conduzindo os passaceiros : o Exm. Frede
rico de Almeida Albaquerque, sua senhora e 2
criados, capillo C. A.C. Branca, lenle Jos Att-
sclmo Rodrigue, ua senhora e 3 filhos. f ex-pra-
i.a, major Jote Pereira de Aievedo.o presidente do
Loara Paes Brrelo e 2 criados, Antonio Jos Ma-
chado e 1 escravo. 1 ex-praca. 1 escravo a entre-
gar, Sebastilo Jos da Silva Quintanilla e 4 esera-
vos, Antonio Alves Leile. I exprara, o Exm. Sr.
Sebastian do Reg Barros c 2 criado--, capillo de
engenheiro Jovenete M. C. M., sus senhora, 2 B-
llios e 3 eacravns, Cuilhermina Maria de Carva-
lho e 3 escravos, Francisco Joao de Alcntara,
Alfredo Pedro da Cunha Barbla, lo
calo 15 das de quarentena.
l'orlo35 dias, brisue porlogaez S. Manual 1 *, de
KiH t'iflrladas, capillo Cari. w 3 .are,
equipanein 15. carga vinh e maii
une! Joaquim Ramos e Silva.
quim Carneiro Martina, Joaanim Ferreira
ia, Manoel doa Santos, Joaqnim Velloso Ferreii
Jos Morena da C .sta Maia, Anin
Santos, Joao Pereira da Silva. Ju
I orre, Beniardino da Sirva Maia,
reir e Guilherme Ferreira Pinto. Ficnu de cnu
renlena por 15 dias.
Sacie* sattido* no mesmo dia.
LiverpoolBrigue inglez Walter Baine, capitn
P. Clearcy, catira assucar.
BabiaSumaca brasileira oHortencia, ntestre Joa-
quim de Souza Coulo, carga azeite de earr.ip.io e
mais genero. Pasaageiroa, Uailherme Antonio
Comes Jos Maria de Otveira.
Buenos-Ayres Barca porlogurza AtaaMonatu, ca
piteo Joao Martios Lopes, carga asaacar e aguar- .
denle.
Sai-ios entrados no di
Araraly11 dias, ltate brasileiro Caplbariben. do
39 toneladas, meslre Jlo Henriques de AlmettU.
equipagem 6, carga ma e mais genero ; a Luir,
llorges da Cerqneira. Pattag-irns. Lata Manoel
de Franca,. Manoel Barbozn de Souza e 1 lilho
menor, Joa Francisco de Oliveira, Manuel de
Oliveira Bastos.
Asii8 dias, (lale brasileiro Venus, de 122 to-
neladas, meslre Joaquim (otalves dos Sanios,
equipagem 9. carga sal palla.. ; a Caetano Cv-
naco da Cosa Moreir.
Portos do Norte8 dias e 20 horas, vapor brasileiro
Imperador, commandanle o I. tenante Tcrre-
zlo. Passageiros para esta provioeia, Adelfal
Muller, Seraphim de Sena Jorge e 1 escravo, Ju-
ina Thomaz dos Sanios. S-guem para o sal : l-
enle Jos Joaquim Mediada, altere Urbana Fer-
nandas Barros, cadete Jus do llego Bezerra, l-
enles Joaquim de Sania Thereza de Jess e Jos
ta Soledaite, Antonio Pampeo Albuquerque Ca
valcanli e i escravo. Manoel da Silva Vateeinho
1 sargento. 20 pracas do exereilo, i dila para a
marinha e 21 escravos a entregar.
iVocsot sabidos no wuuna dia.
Pai e patios intermedioVapor brasileiro To-
canlins, commandanle o capillo da fragata Man
cebo. P..sageirosdta provincia, comiaeudador
Antonio Tei es de Men.zes, Jos Francisco da
Cruz. Antonio Bernardo, Jote" Di.,, e 2 escravos
do conaelhe.ro Sebastilo do Reg Barros.
BarcllonaBarca heepanhola Rosa, capillo Pa-
blo Roig, carga algodio.
EDITAES.
^"r.Wnr'V* *!"* de Oliveira Maciel. ju.z
municipal da segunda vara do termo desla eidade
do Reate por S. M. o Imperador, qoe Deot
g 11 arde etc.
Frico, saber que pelo Dr. juiz de direilo d*S. vara
da comarca, Alexandre Bermtrdroo dosBeiie Silva.
Ihe fui commoaieado haver dttienado o di 2 do
correle pelas 10 horas da Manala par abrir a
*_
MOVIMENTO DO PORTOrt^.
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dllltO DE PfRMMBUCO SEGUN3A FEIRI 8'OE OTMO DE 1855
1
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3uiiiU acata v-diuari* do jur;, qoe tr.ibalhuru era
i'ullvofi tiarendo precedido o surleio dos
48 joradoique tem de servir ni mesrat testa de
roniormidadetun ot-rtigoHJKdoregnlariientuii. 120
de :il de janeir) de 182. e foram sorteados n de-
signados o cioadao esuinte :
Fr^uezia de Santo Aulonio.
I"r. Brea Florentino Manriques de junta.
Leandro Ferr-ira d.i Cuaba.
Jo! Ignacio l'creira da Coila.
Ma mei Francisco de Moura.
Joto Jernimo tle Souza Limoeira.
Alfere* Luiz 'lomea Ferreira*.
Dr. Deedoro 11 piano CoelhoCalauho.
Frairiaco Mailins de l.emos.
Yegoexi* da Boa-Visla.
Ign.lcio Lope t.ordeiro.
Joan Aulonio Pereira de Brlo.
Anlmiio Joaqun uias Madroaho.
Ignacio- Jos da Asaumpcio.
Jos Joaquini no Minada
Francisco de I i mos Uuarle.
Dr. Gabriel Soires Raposo da Cmara.
Rufino Jo C ireia de Altntida.
Antonio de Sonta Raogel.
Francisca de Paula Qneiroz Fonteca.
Anlouio Jos (ioroesdo Correio.
Joiiu Valenlim da Silva.
Fregueziado Recito.
Domingos Ant mo de Siqueira.
Manuel Anlooc Kibeiro.
I.uii Francisco de Snmpaiu e Silva.
Manuel (ionralve* Ferreira.
Fregueiia de S. Jos.
Jos Fernandas da Croa.
Jos don^alve da Silva Bastos. ,
|nes de Castro Vimentel.
-ueiia dos Afosados.
Francisco Anluiio de Figueirodn.
Bernardo Dan lo Frauco Juuior.
Joao Frauciscc dos Santos.
Brasil; no dellollanda Cavalcanli.
fr'regoezia da Vanea.
Manoel Clemene de Almeida Catauhu.
Fregueaia do Poc,o.
Jo* Thcodori de Seuua.
ia de S. taurengo.
.Manuel de Sairpaio Barro*.
Antonio liraul u Mallieiros.
IVegueziada Mnribeca.
Mai 1 ir* Machado Porlella.
Msat^^B|| Sanios.
Ibeiio de Aguiar Monlarroy u>
l'az.
i de SS Albuqnerqae.
Fresueiia de Jabo.ilao.
redro Joaquim I ornes.
da Cunta.
Joao Lina Rib> ro de F'aria.
Joao Ferreira Cavalcanli.
Jote Joaquim das Chagaa.
Manuel Thom da Silva.
e Souza Leo.
I de'Araojo,I.ima.
i C uaes e a cada uin de per si. bem coir.o
interesaados eio geral se convida para
rem na casa da asaembla provincial, em
jury, lauta uo referido dia e
Jias scKiiiiiles, em quaulu du-
sol. as penas da lei, se faltaren).
ilieaue a noticia de lodo* tnandou
enleedital que ser lido e afli-
igaru maia pblicos, e publicado pela
:oii remelter iguaet aus subdelegados
f ublica-los e inaodarein fazer as 110-
icessarlas aos jurados, ans culpado e as
ie acliarem uos seus dislrictos.
4 de outobru de 18*.
laca de Paula Este've* Clemente
ascrevi.Francisco de Aisis Oli-
ortr
uiw-o Peretti, conimendador
la Rosa, e juiz de direito es-
trelo, por S. M. I. e 0 etc.
i o prseme edilal virn, que
oolubro prximo vindouro, se ha de r-
a quein inais der, dtpois daau-
sjuizo, na casa das mesmas.l casa terrea
ra Imperial, a qual foi avallada por
raga pela quantia de 90030110,
pairea por nao ter havido laucador cuja,
ice njeo de Paulo Joan Comes, cuinu ces-
Vicenle Ferreira da Coala, contra Jos
J oaqaiai da Silva Muur.' u.
locouhecimenlo de lodos man-
ditii que serlo publicados pela impren-
osiios lugares designados uo cdigo coro-
. ilu nest.i cklade do Recife capital da
: Piuaojbuco aos 17dias du mez de se-
8ii. Eu Francisco Ignacio de Torres
Banleira. ajerr vio inlerino osubscrevi.
mo francisco l'eretli.
BHSRI.AIIA^O'ES.
Solo IIlili/,
e pela primelra vez os equiliurios de DUPLICA-
DAS CADEIRA, e a COLLACA'O tobre a corda
tez*, onde estarn eollocadas meaa e cadeiras.
O* ezercicios dos arcos e das bandelras eem ma-
romea, pela bentflciada.
Saguir-se-ba a graciosa e muito applaudida come-
dia em 1 acto
6 ASNO SEMPRE H ASM
pala compauliia Iramatica.
Bepois da qual era' cantado ara duelo que -
aniiunciara.
As joven Januaria e Lenidas dau>arlo um lindo
pas'o a duus. v
Terminara' o especlacnlo com a evrellente farca
eao mu acto
A beuelkiada nutre a mai lisonueira esperanga
de que por mein de to difllceis, qulo grandiosas
scenai, nlo daixar.i de allrahir a concurrencia dos
illuslres babilantes desla cidadr. e que se dignarlo
honra-la coma saa preseuija e proteegao, deiando
assini | beneciada a mais grata recordaglo de eus
preleclores.
ORDEM DO ESPECTCULO.
1." Dansa na. corda 2. Oasnosempre lieasno.
3. O Duelo. 4." O Paaso a Duus.
5. A Roda Viva. ti." A Jardineira florista.
Principiara' a hora do roslume.
AVISOS martimos.
Est carga para o
Paco de Cmara i be, o
hiate Santa Luzia, e sahe
no dia iO do corrente ini-
preterivelmente.
CEAttA' E PARA'.
Segu com brevidade o palhabole I mus, capillo
e pralico Joaquim Antonio (jnugalves Santos : para
o resto da carga trata-e com Caetaoo Cyriaco da C.
M., ao lado do Carpo Santo n. to.
Para o Rio de Janeiro
sabe com muia brevidade o patacho (alent, o qual
tem a maiur parle da carga prompla ; para o resto,
passagelros e escravos a frele, trala-se com Caetaoo
Cyriaeo da C. M., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
- Para o Rio de Janeiro segu em poneos dias o
brigue nacional Aolpho ; para o resto da carga,
passagelros e escravos a frete, trala-se com o consig-
natario Eduardo Ferreira Bailar, na ra du Vica-
rio n. .i, ou com o capillo Manoel Ferreira de Si,
na praga.
Para o Aracaly segu o hiate Inrencitel:
quem quizer carresar", dirija-se a ra da Madre de
Dees u. 2.
PARA A BAHA.
O hiale oco Olinda sahe para a Bahia com. toda
a brevidade : a tratar com o< consignatarios Tasto
Irruios, ou com o capillo Custodio^Jos Vianna.
Murnnlio e Para'.
Segu em poneos dias o brigue escuna Laura ;
anda pode reeoher alguma carga : trata-se com o
consignatario J. B. da Fouseca Jnnior, na ruado
Vigario n. 23.
jTJEMLOES.
O vapor i'iaparobr, comroandanle o 1. leen
la Titftwifo, se !ie hoje(8) para os portmi do sul as 3
horas da larde.
MPAMIA DE BEBERIBE.
i tenio reunido suliiciente nurnc-
cion istas da companhia para lia-
geral, o Sr. director manda
vamente para odia 8 do cor-
dia", lk> respectivo escrip-
o seubores accionistas pre-
et[ii>.', em virtude do art. addi-
o ltijn estatutos, deKberar-se-ha
com anunin) de votos presentes sobre o
ao. Escriptorio da Com-
be, deoutubrode 185").
Luiz da Costa Pcrtocar-
reiro,
BANCO DE PERNAMBUCO.
Pernambuco sacca solire
labia, e contina a tomar
d Rio de Janeiro. Ban-
ibuco 25 de junlio de 1855.
o da dtreccao, Joio Ignacio
de MedeircsRego.
iNSELHO ADMINISTRATIVO.
lio ulmiiiistralivu leni de comprar os ob-
jeclM eguiulif :
i 8. balalhao de infantil ia.
Bandas de Ida, 21.
liospital regimeitlal.
Cobos iuod'H, 10.
Arsenal de guerra.
sila curtida, l.'yj.; pavios, duzias!l.
as quier vender apr'eaenle as s is propostas
cli.nla na secretarla do cousel-ho as 10 ho-
i 10 lo crrenle mez.
msellio adininislrlivo para forne-
> arenal de guerra deoulobro de IKVi.
imenlia Lint, coronel presidente.
t to Carmo Jnior, vogal e se-
crelarle
O agenteBorja, autorisado pelo lllm.
Sr. Dr. juiz de orpbyos, continuara' o lei-
lao dos lens perteiicentes aos orpliaos, (i-
Ihos do linado Caetano Pereira Concalves
da Cttnba, em presenca do mesmo Sr.
juiz, a saber; 9 escravos pecas de ambos
os sexos, 18 caberas de gado", incluindo 8
vacas de leite, as sobras das Ierras do en-
genbo Coqueiros, na comarca de Santo
Antaoj'o engenho d'agua denominado
Mamucaia, na freguezia de S. Lourenco
da Matta, ja' annuuciado, e as trras em
Portugal na provincia do Douro, tambem
annunciadas; o leilaotera' lugar sabbado
13 do corrente, as 1U horas da manlia, na
ra doCollegion. 15, armazem do agente
annunciante, onde se achat-fio patentes os
escravos, eem frente do mesmo o gado:
os senliores pretendentes as propriedades
que quizerem alguns esclareeimentos acer-
ca dellas, tenhama bondade de vir enteii-
der-secom o mesmo agente, nosupradito
armazem, onde o litulos de posse e do-,
minio se acbam.
O agente. Borja, autorisado pelo E\m.
Sr. Dr. juiz privativo do commercio, se-
gundo o seu despacho proferido em re-
querimentodo curador hscal da massa fal-
lida de Manoel oncalves de Azevedo Ra-
mos, lata' leilao da tabern sita na ra
da Cruzn. 57, pertencente a dita massa,
consislrndo na armaco, gneros e mais
objectos existentes na -mesma taberna :
quarta-feira 10 do corrente, as 11 horas
da maullan.
O agente Oliveira, lata' leilftopor or-
den dos Srs. Rostron, RookeriC, epor
conta e risco de quem pertencer, de algu-
mas caixas de chitas, avariadas a bordo do
navio HONESTA, na sita .recente viagem
de Liverpool para este porto: segunda-
feira 8 do corrente, a's 10 horas da mi-
nltaa, no seu escriptorio
O ageute Borja, rara leilao quinta feira, II do
corrente, aa 11 horas da manhla, era seu armazem,
na roa do Collegio n. la, tje um grande e completo
sorlimenlo de obras de marciueria novas e usadas,
varios pianos de jacarando e de mogno. obras de ou-
ro e prala, relngios para ulgibrira, lanternas, can-
dieiro de dilTerenle qiialidades. espingaidas para
caga.e uniros moilos objectos que se adiarlo patentes
uo mesniu armazem, no dia do leilao, os qoaes serio
entregues pelo maior prego odereeiilo.
No Recife, no lim do heeco Largo, ha um de-
posito de lelba, lijlo de alvenaria balida e ladri-
Iho, lapainenln, cal branca e preta, aria e barro, e
lambem ha um pedrelro para fazer qoalquer concer
lo. Nesse mesmo lugar ha um homem que he costn-
mado a correr folhas, lirar pessaportea e despachar
escravos com presteza, e tambem tira litulos de ter-
renos de marinha.
OITerece-se urna pessoa nesla praga, para fazer
ocbrangaa deulrodesla cidade, afiangando ais senlio-
res credores cujas dividas elle reeeber para cobrar,
'de empregar lodo zelo, e aelividade para ditas quan-
lias seren saldadas a lempo. A mesma pesso< se for
preciso dar ador a saa conduela : quem precisar
dirija-se a ra das Cruzes n. 20* primeiro andar, que
achara com quem Iralar. Na mesma casa da-se di-
nheiro a juros.
Desappareceu no dia 27 de setembro o escravo
de nome Manoel, crioalo, de 25 auno de idad,
pouco mais ou menos, eoru os signaes seguinles, al-
tura regular, um lauto zarolhu, sem barbas, denles
ades, lendo as rostas varias catalrizes deuguiles,
leyon camisa e cetonia du algodlozibhobranco|cha-
peo de palha, segundo as uulicias proenmu essa pra-
ga: por isso roga-se as autoridades e capitaes de cam-
po a appreheoslo do dito e leva-lo a roa da Soleda-
de n. 38, que serio generosamente gratificados.
No da 17 do passadn mez, pelas 8 horas da
noile, desappareceu do caes da ponle da Boa-Visla,
em direcrao ao aterro do mesmo lugar um prelo que
conduzia um bah de flandres pintado de ezul, con-
lendo um variado e grande sorlimenlo de calgados ;
Ofpessoa a quem algum prelo olTerecer pon-So de
referidas fazendas, aa apprehenda e nlo pague sem
que faga o favor de dirlafr-se ao aterro da Boa-Vis-
ta casa n. 59, afim de que seu dooo ezaminando-as
possa saber se Ihe pertencem.
Faz-se alineen ajeniar para fura, com mnil0
aceio e limpeza : no becco do Carioca n. 9.
No dia 8 do correnle, *depois da audiencia do
Eim. Sr. Dr. juiz especial do commercio, vai por
iillima vez rial n. 72, por evecugo de Paulo Jos Comes, cun-
Ira Jus Uias da Silva.
Aluga-se um siliu na Capunga, em muilo bom
lugar, com boa casa de vivenda, com muito buns
commotlos para grande familia, quarlbs para prelos
a para lioipedes, casa para carro, muilas fruclas, boa
cacimba de agua de beber, tanque para banhu, com
terrago na frente e copiar da parle dr detraz, e cozi-
nha fra ; aluga-se por fesla ou por anuo : os pre-
lendenlea dirijin-se a ra do Cabugai, loja de Joa-
quim Jos da I aisla Fajozes.
Cosem-se costuras de alfaiale cora perfciglo,
por prego commdo : na ra Uireila o. 98.
Aluga-se um preto bom cozinbeiro, que' sabe
fazer todo o servigo de urna casa quem precisar,
dirija-se a Iravessada ra da Palma, casa terrea jun-
to ao Or. Miguel Felino.
Precisa-se de um caiieiru que tenha pralica
de taberna e d'"- fiador a sua conducta : no aterro da
Boa-Visla n. 70. Na mesma casa ha urna preta
para acalugar, para o servigo de portas dentro, a
qual co/inJia, eugoinma e cuse.
Precisa-se de urna ama para rasa de pouca fa-
milia : na ra larga do Rosario n. 30, loja.
No dia 12 de setembro, as ti horas da manilla,
desappareceu de casa de seu meslre, um pardinlio
ecuro, de nome Antonio Loiz, i lado de II anuos ;
levoy calca de lia bastante soja, camisa de algodao
branco. e lem urna costura na lesla proVeuienle ce
um eoice de cavallo ; pede-se as autoridades poli-
ciaes lancem suas vistas para quem o liver occulta-
do; eaqualquer particular que delle souber ou ti-
ver noticia, leva-lo.a ra do Cauo, junto a cocheira,
ou a rui Nova n. I.
I COKSILTORIO CENTRAL 9
5IIOMIEOr\TIIIC.
(Gratuito para os pobres.) Jg
llua.de Sanio Amaro. {Mundo-Soco) n. 4i. 3
II Dr. Sabino Olegario Ludgero l'inlio d 3(
consultas lodus o dias desde as 8 huras da /
manhla al as 2 da larde.
Visita os enfermos era seus domicilios, das $H
2 horas em diante ; mas em casos repentinos <|
e de molestias agudas e graves as visitas scrau 1
feitas em qualquer hura.
As molestias nervosas mereccm Iralamento S
especial segundo raeios boje aconselhados g
pelos pralicos modernos. Esles meios exis- M
lem uo consultorio central. |
CONSULTORIO DOS POBRES
o M.VJL nova i astibab do.
O Dr. P. A. Lobo Moscoio d consultas homeopathieas todos os dis aos pobres, desde U horas da
manliaa ateo roeio dia, eemcaios extraordinarios a qualquer hora do dia ou noile.
OBerece-se igualmente para pralicar qualquer operago decirurgia. e acudir promptamenle a qual-
quer raulher que esleja mal di parto, e cujascircumslauciasDlopermitlam pagar ao medico.
NO G0HS01T0U0 DO DR. P. A. LOBO 10SC0ZO.
SO RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual cmplelo de meddicina horoeopathica do Dr. G. II. Jalir, traduiido em por
tuguez pelo Dr*Moscozo, quatro volumcs encadernados em dous e acompaDhadude
um diccionario dos termos de medicina, cirurgia. analomia, ele,ele...... 208000
Eslaobra, a mais importante de todas as que tratara do estudoe pralica da homeor.atliia, por ser a nica
qoe conten abase fundamenlal 'esla doutrinaA PATUOGENESIAOL' EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SALDEcoahecimentos que nlo podem dispensar as pes-
soas que se querem dedicar pralica da verdadeira medicina, interessa a todos os medico que quizerem
eiperimenlar a dootriul de II: hnenianu, e por si mesmos se convencerem da verdade d'ella: a lodos os
a zendeiros e senliores de engenho que eslo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capules de navio,
qoe urna ou oulra vez nao podern deiiar de acudir a qualquer incommodo sen ou de seus tripulantes :
a todos os pais de familia que por circumslencias, que nem sempre podem ser prevenidas, slojobriga-
dos a prestar in conlinenli os primeiros soccorros em suas eofermidades.
O vade-roecum do homeopalha ou Iradocglo da medicina domestica do Dr. Merina,
obra tambera til i pessoas que se dedican) ao esludo da homeopalhia, um vol-
me grande, acompanhado do diccionario dos lermoa de medicina .*. 10$000
O diccionario dos termos de medicina, cirnrgia, anatoma, etc., ele., eiieardenado. ItfOOO
Sem verdadeiros e bem preparados rnedica'mentos nao se pode dar um passn seguro ua pralita da
homeopalhia, e o proprielario desle estaheiecimento se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
ninguem duvida boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grandes...................
Bolicas de 2i medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 159000 rs.
Ditas 36 dito a.........'.......
Ditas 48 ditos..................
Ditas 60 ditos a................
Hilas 14* ditos a................
Tubos avulsus.......... .-..........
Frascos de meia onga de lindura.................
Ditos de verdadeira lindura a rnica...............
Na mesma casa ha sempre venda grande numero de tubos de crystal de ..
vidros para medicamentos, e aprompta-se qualquer encommenda de medicamentos com toda a brevida-
de e por prego muilo rommodos.
. 8*000
. 209000
. 259000
, 1109000
. 609000
. 19000
. 29000
. 29OUO
diversos tainaubos.
Salusttano de Aquino Ferreira oHe*
rece espontneamente para as obras o
matriz io S. Sacramento de S. F.:-ei Pedro
Gonralres do Recife, a quantia de 1 OOi'OOO
rs., a pessoa competente para o di to recebi-
mnto, pode vir reeeber a dita quantia,
na ruaco Trapiche n. 56,segundo andar, j
Pernambuco 8 deoutubro de 1855.Sa-
lustiant de Aquino Ferreira.
CIRROS FNEBRES.
Nestc estabelecimento de Jos Pinto de
MagaII) jes, sito no pateo do Parai/.o casa
n. lO.enconiram-se carros fnebres para
defuntos e anjos, com novas armiirOese ri-
cos ornatos; bem como pannos ricos, pe-
los e rouxos para donzellas, alttgam-se
caixes para uns e outros, entre elles um
de velludo preto guarnecido de galSo (ino
largo, o mellior ora existente, lornece-se
licenra paroclal e guia da cmara inde-
pendente de pagamento pelo trabalbo),
carroselepasseio, cera, msica,liabitos,ar-
maees as igrejas ou em casa, tudo a con-
tento, promptidao e preoos coinmodos.
LOTERA |DO RIO DE JANEIRO.
Resumo dos maiores premios da lotera
56. co montepo, extrahida em 25 de
setembro de 1855.
1 1N/2166. .......20:0000
276. .......10:000)?
......4:000S
.... i 2:000
1
1
1
(i
Loteras da provincia.
O lllm. Sr. Ihesoureiro manda fazer publico, que
eslo expostos venda na thesouraria das loteras os
bilheles da lereelrs parte da segunda lotera do GyjB-
nasio Pernambucano, cojas rodas andam impreteri-
velmeele no dia 20 do corrente mea. Para odere-
cer maior vanlagem aos jogadores de loteras, o mes-
mo libo. Sr. manda declarar e publicar o plano
abaizo transcripto, o qual foi submettido aoExm.
Sr. presdanle, qne se dignoo approva-le, e por elle
serlo estreidas as loteras da provincia, inclusive a
presente eiposla venda. Thesouraria das lotera
8 de oolubre de 1855.Luiz Antonio Rodrigues de
Almeida, escrivio das lotera.
PLANO.
6,000 bilheles a .59000 rs. aOrtOOBOPO-
Beneficio e sello 20 por eeelu 6:0003000'
2t:000000
1 premio 5:000*000
2:0000000
l:O0QHN
orjooo
1:5MMOO0
1:0009000
1:0009000
1:5009000
1:000900(1
'.1:0009000 '
24:0009000
Os tres primeiros premio esli sujeilo aos 8 por
ceoto.
Thesouraria atas loteras 5 de oatobro de 1855.
O Ihesoureiro, Francisco, -intento de Oliveira.
Approvo. Palacio do gove^io da Ptraaobuco 6
de oulubro de 1855.Figueircdo.
Conforme.Antonio Leite de Pinho.
TRATA1EBT0 HOIOPATHKO. ^
Preserva tico e curativo
DO CHOLERA MORBUS.
PELOS DRS
ou iuslrucsao aopovupara se poder curar desla enferroidade. adniinislrando os remedios nais cllica/.es
para ata /ha-la, emquanto'se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la iudependente destes nos lugares
em que nao os ha.
TKADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes dous opsculos conlmas indicares mais claras e precisas, su pela sua simples e concisa posi-
3o esta ao alcance de todas as intelligencias, mo s pelo qne diz respeilo aos meios curativos, como prin-
cipalmente aus preservativos que lem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parle em que
elles lem sido polos em pralica.
Sendo o Iralamento homeopathico o nico que tem dado grandes resollados no curativo desta horri-
vel enfermidade, julgamos a proposito tradutir estes don importanlea opsculos em lingua verncu-
la, para desfarle facilitar a sua leilura a quem ignore o francer.
Vende-se nicamente na Consultorio do iradm-ior. ra Nova n. 52, por 2^000 rs,
cotoITdeIaP1Ttec-
dos. recife.
AdirecrSo da com-
panhia de 1'iaraoeTe-
cidos d algod'to con-
vidE aos Srs. accio-
nistas da companhia,
a realisaretn do 1 ao
ultimo de outubro prximo, em mao do.
ctixa Sr. Manoel (ionc,alves da Silva, no
impedimento do Sr. Antonio de Moraes
Gomes Ferreira, no seu escriptorio da ra
da Cadeia do Recife, todos os-dias uteis,
das 9 horas da manhta a's 2 da tarde, urna
prestacao de 10 por cento sobre o capi-
tal. Recife28 de setembro de 1855. Ba-
Pede-se ao Sr. Francisco Jos da Costa, casado
com a Sra. Catharina de Sena ou aluura seu prenle,
ou pessoa de seu|conhcciinenlo, o obsequio dirigir-ee
a Caraboa do Carmo n. 25, ou annuncie sua mora-
da, qoe se lhe desoja fallar.
Pede-se ao Sr. Floriano Kndrignes, casado
cora a Sra. Feliciana Thomazia de Mello ou algum
prente, ou pessoa de cu conhecimeuto, o favor
se a Camban do Carmo n. 2b, ou anuuiiciar
rada, que se lhe deseja fallar.
O arrematante dos Imposto* das afericoes deste
nioipio do Kecife tencinua vender as fregoezias
oribeca, S. I.oureuco, JalmaUo e Vanea:
lm pretender-, dirija-se a casa do mesmo, abm de
se Iralar.
O arrematante mscales e boceleiras do municipio do Kecife fai
scienle aos interessados', qoe se acha com a casa aber-
ta ema ra da Florentina n. 36, defronle quasi da
casa que outr'ora servir j:i as aferlre*. prevenln-
do que j dera principio as mesmas afericoes du au-
no de 1856, tendo de se lindar o prazo para os esln-
bclecimealos que de presntese acham, assim como
os que forein poslos dentro desle lempo, no fim do
mei de dezembrn prjimo futuro, devendo ser pro-
curadu na referida casa pur se adiar aberta todos os
dias olis, das 8 horas do dia al as i, da larde.
Antonio Joaquim Vidal & Companliia, com lo-
ja de lerrageos na ra da Cadeia do Kecife, teem de Diccionario de vslen
No dia h do eorrenle pelas 6 as 7 horas da
noile, fugio da casa do ahaixo assinado um escravo
crioulo, de nome Jos, de idade de 26 a 27 annos,
pooco mais ou menos, alto, serr du corpo, e com
bastante marcas da besigas pelo rosto ; o qual es-
cravo he pertencente ao Sr. Manuel Martin de Oli-
veira, morador no engenho Taboras, que me o lilab
mandado para eu vender ; paranlo roja-se as au-
toridades pollciaes ou capitaes de campo de o appre-
lienderein e leva-lo ao seu seuhor, no engenho nci-
ma mencionado, ou ao abeiio assignado, uo paleo
do Carmo n. 1, que sero generosamente recompen-
sados.Joaquim Manoel Ferreira de Soma.
SEGUROS.
A companhia Indemuisadora. leudo principiado
soas operarles, baka sesoros inaritimos a premios
razoaveis : seu escriptoaju. na ra do Vigario n. 4,
eslam aberto todos os das uteis desde as 10 horas da
mniihila as 2 da larde.
Desappareceu do eugeitl SanfAiina, uo dia
SB de julho do correnle anno< urna muala de nome
Felicia, idade 22 annos, pndeo mais ou menos, com
os signaes seguinles: cor de cauella, cabellos casea-
l"dO de Camaiaglbe, presidente. Joao dos, estatura regular, bebos arrebolados : qoalquer
Irrn-irin il(*Mi-deirns Reco secretario. i V*0* qu8 descobri''. dirija-se ao mesmo engenho.
Ignacio ue-Mcaetros neg, seci-ewiio. queter recompen.ldo p,.,,,Hh^0 aMgI1I,doc0in ,
Deseja saber-se antes de pagar-se a i qn"' de oODOOO.-Francisco^Te Souza Leal.
Dtestacao de 10 rjor cente cima pedida, Offerece-se um rapaz portoguez para blieiro
,, I de casa particular, o qual lem alguma urlica :
se o governo ja sancc.onoi. esta compa-1 qaem prlender. dirija.^ roa do c.doveiloPn. IM,
nia, ese ja' a considerou como consti- que achara com quem Iralar.
luida.Um dos(|tte assignaram as ao
i J. ASE, DEXTIS
9 contina a residir na ra Nova n.
ij ro aodfr.
?>^@#! *
; Novo li'vro de homeopalhi
lodasde summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias
lililes............
Teslo, ii oleslias dos meninos .
Hering, homeopalhia domestica. ....
Jahr, pharmaenpea homeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 votumes.....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pellc.......
Kapou, historia da homeopalhia, 2 volumcs
II arllimann. tratado completo das molestias
dos meniuos..........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
Uo Fayolle, doulrina medica hpmeopalhica
Cliuica de Staueli .
Castiiig, verdade da homeopatliia. .
1185 ,
2519 ,
595 ,
4575 .
5270 ,
518* ,
468 ,
850 ,
1219 ,
1390 .
1581 ,
1951 ,
2125 ,
222 ,
2118 .
5058 ,
51*8.
5078.
4025 ,
tea.
4633 ,
*957 ,
51,49,
5572 ,
5689 ,
5805 ,
.1:000?
140!
1
1 .
1
i premio de 2505000
10 i) IOO9OOO
30 500000
SO 5.58000
100 109000
1,800 5J000
2,000 premiado! .
4,000 brancos.
6,000 bilheles
5^
i k i

i
IZ ABEL
promover a cobranza do que lhes devem antigu,
lauto em documentos como ile conlas de livi o, por
isso previnem aqoelles de seus devedores que esle-
jam em taes circumslancias, de virem realisar seus
pagamentos at o lim do correnle mez, do contrario
enlregarilo au seu procurador, alim de promover lal
realisac,i1o.
Na roa Irireila n. 13 d-sc dinheiro a juros so-
bre penhores de ooro ou prala, era pequeas c gran-
des quaiilias.
AVISOS DIVERSOS
O Dr. Carolino Francisco de l.ima San-
tos mora no primeiro andar do sobrado
sito na ra das Crozes 11. IM, onde continua
no exercicio de sua prollssao de medico.
6*5000
78IMX
(iOOO
165000
65 KSO00
16JO00

10300o
85000
70000
6000
40tX)
IO5OOO
aV\yV\LW\JN^\
riIlBCTO '8 tiKATIOAO'.
sium incenil compedet incentt.
ieri e eem rasao, que quem recebe bene-
ficios e lavon 1 encontr'a pritArs qne Iho captivara a,
libirdade de :aj captiveiro nito e livia, se o re-
conheciinriitt lhe ni proporciona os meios.
liste princi io de philosophia moral hbilmente
consignada mis agrados e luminosos escriplo do
trelleucia, tal impressdo fer no ani-
10 do abati assignado, qoe elle deeejindo.de al-
gum molo lil.erlar-sc do captiieiro em que. est,
ua com te>s os que concorrerara cbtn aoas pro-
IbicOcs para '.alisar a conseedelo da emprea do
1 Sania Isabel, vera boje solemnemente tri-
butar sincera gralidSo e profundos votos de agrade-
c ment a loto, e mui parlleolarmenle a ceda mm
dos illuslre inembro da assembla provincial, e ao
ll.m. Bsm, Sr. eomelbeira'Jos Bento da Cuoha
l'igueiredo presdeme desta provincia, por have-
raae, apnrova lo o seu requerimenlo, polo 2 0% art'.
16 de Mi pro uncial o,'36i de 8 de malo do crreme
auno, e lerea-llie dado a emprea do ibeatro' de
Santa Isabel. i>ur espaeo de 8 annos. E roga ao
Eule Suprerr o que guie eeus panos eom boa estrella
e r -tci Jade, i>ara que- possa. rom praier, de.einpe-
nhir a enaprira, de que. se lem incumbido.
ftphael Imcc.
Pernambui) ida oolubro de 1815. ,-
Grande etlraordinaria reprsenlac.'io gymnastca
e dramtica com aasisteneia da companhia dram-
tica col bennficio da primeifa irtUla (la companhia
iSetrlaora
aHdas^sjoiiA wEH.njna\C0o
Recita concedida pelo Eim. Sr. presidente da
provincia.
QUARTA PEIUA 10 DO CORRENTE.
A benefleiada eiecular pela prhneira vea no
BU AS 11-, em a grade cune uto aa bom acollii ment
que recebeu i.o publica desla cirpkal, o papel da
JARIHEIRA FLORISTA
conduzuido M cerrmlio de mflo desdn o palco do
Ihealro al I quarla orden) de ramirutes.
, Dar principio ao especlacnlo diflerimtet eierci-
ciea dedaO-^i |r Madamesel a Aleiaudrina, e io-
* ratelo a BENEFICIADA, a qeal iausarn o
rebaUdof
A mesa regedora da iimandadedo SS.
Sacramento,da matriz.doliairrodeS.Anto-
nio, tcientilica aos liis que, tendo exposto
a milagrosa imj{;em do mativiS.Sehastiiio,
ateodia7darorrente emqne pretenda de
novo colinca-la no eu respectivo altari
deixa de o fazer, continuando a estar ex-
posta, porque nao ha vendo noticia de ja'
esta rem os nossos Irmaos de outras pro-
vincias I i vres da peste que os lagelia, nao
devera cessar as nossas preces era seu e nos-
so favor; sendo que no dia (9 do cor-
rente) llavera' tima pratica feita por um
dos prgdores desta cidacb;, sobre o moti-
vo queden lugar a esta exposicao. Oescri-
vSo, Francisco Simiies da Silva.
A arrematadlo dos ulencilios da venda da es-
Suina da Passagem da Magdalena que volts para o
medio, he sexla-feira 12 do correnle a ultima pra-
ca depois da audiencia do jnii de orphnos oa sala da
mesma.
Jos Cavalcanli de Alhuquerque por aehar oo-
iro de igual nome de boje em dimite se assignar
pur Jos Cavalcanli de Alhuquerque S.
i DEHTISTi FRASCEZ. X
Paulo Gaignoui, deutisla, estabelecido na
0 roa larga do Rosario n. 36,- segando andar, 9
9 collora denles com a presslo do ar, e chumba #
d-nles eom a maesa adamantina e outros me- f)
lae. m
*?* <>
COMPANJIA DE SEGUROS MA-
RTIMOS IHDEMNISADORA.
Os Srs. accionistas silo convidados a realisar no es-
criptorio da misma companhia, roa do Vigario n. 4,
os 10 % do valor de seas acedes, na cooformidade do
artigo 17 do estatutos, al o dia 10 do prniim mei
de oulubru. Recife -25 de setembro de 1855. Os
directores,
Joao da Silva Regadas.
Vicente Alves de Soma Carvalho.
Precisa-se para o servido, interno de ama casa
eelrangeica, de doas pessoas, urna qne coiinhe e cn-
gomme, e oulra que entenda de coslura : aa roa
| Nova d. 17, se dir quem precisa.
Attcncao.
Precisa-se de dous homens forros ou captivos, para
Bcrem empregados em canoa de passagem: quem pre-
tender, procure no pateo do Carino n.'J primeiro an-
dar, das 6 as 9 leras da roaohila, que achara com
quem Iralar. ,
(.lualqiier pessoa que quier entrar com 6 ou
"8 escravos para a admjuislracAn de um engeiiho,
veiicendli o seo ordenado, e o aluguel desle, queira
appareccr ua ra estrella ib) Rosario, primeiro an-
dar do sobrado n. 8.
Precisa-se de una ama para o serviro interno
de unja casa de familia : em I-ora de Purlas, ra
dos Cuararapes. junto a casa do professor.
Hdame lllaiidin lem a honra de participar ao
reapeitavcl publico, que tem aberlo no aterro da
Boa-Vista n. 17, loja'do pastelaria, onde acharao
um completo sorlimenlo de bolos de ludas as quali-
dades, e se encarrega de promptar bandeja du ul-
timo gosto de r'ranca, assim como vende bous vi-
nhos de champagne, bordraui, cognac, cerveja e
oulras qualidades de espirilos, ludo por preros com-
lliodos.
Esin a sahir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em nrdein alpliabelica, cora a descripcao
abreviada de todas as molestias, a indica;So physio-
logica e therapeulica de todos os medicamentos ho-
meopalhiros, seu lempo de acc.lo e concordancia,
seguido de um diccionario da significaran de lodos
o termos de medicina e cirurgia, e poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Sobscreve-se para esta obra no consultorio homeo-
pathico do Dr. LOBO MOSCO/.O, ra Nova n. 300
primeiro andar, por .5*000 em brochara, e 6800,
eucadernado.
O solicitador (.amulo Aiigu-lo Ferreira da"
Silva, mudou a sua residencia para a ru da
Cainbua do Carmo n. 38, primeiro soldar, on- !
de pode ser procurado para o mi-teres de
sua prolissao, bem Como no paleo do Colle-
gio, escriptorio du i lim. Sr. Ilr. Fouseca.
AULA D LATM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que mudou a sua aula para a ra do Ran-
gel n. 11, onde continua a reeeber alum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico preco como he publico: quem se
quizer utilisar de seu pequeo presumo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
Precisa-sede urna ama de leite: no
pateo do Hospital n. 28.
Alllas completo de analomia Com bellas es-
tampas coloridas) i uniendo a descripcao
de ludas as partes do curpo humano 30)000
vedem-se todos esles livros no cnsul lorio horaeopa-
ihic. do Dr. Lobo Hoscuso, ra Nova u. 50 pri-
meiro andar.
No engenho S. Joo de llamarac. precisa-se
de um bom feilor : quem a islo se quier propor,
dando rouhecimculu de sua conduela e capacidade
dirija-se a ra da Aurora n. 62, casa do Dr. Joao
Honorio Bezerra deMeuezes, ou aotlitn engenho, a
ral.ir com o proprielario.
Alugam-se 2 escravos. sendo 1 negra crioula,
que sabe cozlnhar, engommar o lavar com muila
perfeirao, e I molcque moco, muilo fiel '. trala-se na
ra da Roda, casa u. 8.
Desappareceu ja ha dias urna negra por nome
Calhariua, idade de -J6 a -JK annos, estatura regular,
de bom eurpo, tem os olhos u n lano pequeos e
vcrmelhos, foi de servico de euiada : roga-se aos
Srs. capitaes de campo que a apprehendam e levetu-a
em Santo Amaro, na casa junto da do Sr. Aulonio
Jos Comes do Correio, ao seu senhor Carlos Au-'
guslo Lius de Souia, quesera generosameule recom-
pensado.
A 17 do pr 'linio pussado seleinl.ro desappare-
ceraui, fugindo de casadr sen scnhnrengenho llia-
maiile'2 escravos, Manoel e Joo : Manoel he de
eslalura bina, cabera grande o valumosa, rr fula
e curpo um tanto cheio : Joao he de cor bem prela
e l'm, alto, set-ro do corpo e rosto compri.lo ; am-
os silo brasileiros c comprados em liuarabira, pru-
vincia da Parahiha : quem os apprehender, coudu-
la-os ao engenho cima, ou a ra da Cadeia do Re-
cite, loja ii, li. re lo de ser bem recompensado.
Preriaa-se por Iroca de nm s-incluai io boin.com
ulna imagem do Seuhor Crucilicado e Senhora ta
Conrir)o, qoe sejam bem feilas : a fallar ua, ra
das Grana n. 10. -
As F.MiM-. Sra*. Ii. Emilia Augusta Ramus e
I). Mara Aleandriiia Apolinaria, e os Eims Srs.
deputado Aprigio e Paula Baplisla, queiram man-
dar reeeber urnas carias na ra do Trapiche'u. 10,
agencia dos paquetes brasilcirog.
C. Maz vai para fra do Imperio,
Precisa-se de un criado para servir a om ho-
mem solleiro, e morar em saa companhia, enlenden-
do de cozinhar, e dando couheciraenlo de sua con-
ducta na Camboa do Carillo n. 16.
Percunla-se a irmanilade dcN. S. da Courei-
i;Ao dus-Mililarus a razio por que prohibi o sermao
de domingo, e se ha algumarllgo nos estatutos que
prive o cullo divino : isto deseja saber
l"m irniao da mesma.
Roga-se ao Sr. J. F. C. que venha cumprir o
trato que fez como dono da casa a. 19 do paleo do
Terco ; e se no o Ozer, direito ncohom ler.i a re-
rlaniarfies.Domingos de A. Continuo.
AOS PAS de familia.
Lina senhora rasada, legal mente aulorisada pelo
Eim. presidente da provincia, tendo aberto urna
aula particular de insfroccAo elementar para o seio
l'emrnioo. na prac da Boa-Visla sobrado n. :\2 se-
gundo andar, offer.ee o seu presumo aos pais de
lamilla para ensinar a ler, tsrrever, e contar, dou
trina cliri-til.i. coser, bordar de lodas as qualidades,
labvriutllo, e ludo maisconcernenle ao ensino enm-
pleio de meninas : e leudo a casa bastante* commo-
dos receba igualmente pensionistas e meio-pensio-
nistas, com quem empregar todo o desvelo possi-
vel.
Nesla lypograpliia se dir quem di 800&0Q0 rs.
a premio de 1 % por cento, sobre Ji\ pollieca ero
urna casa.
Precisa-se de urna prcla boa quilandeira : a
Iraclar tiesta lypographia.
A mesa actual da irmandada de N. S. da Sol-
dado, erecta na igreja de N. S. do I.ivramenlo desla
cidade. deliberou eipor a visla dos liis, no cruzeiro
da mesma igreja, o Senhor Bom Jess d'Agunia, e
juntamente sua mSi Mara Santiasima, alim de ah
concorrer em para dirigirem suas supplicas ao mesmo
Senhor e sua mSi Maria Santissima, para qne nos
livre de sermos accommellidoK da peste que lem as-
solado o* nossos irmilus das pruvincias do Para e Ba-
bia, e s subirSo as tanlissimas imagens para o sen
altar no dia 10 de novembro, vespera da fesla la nos-
I sa mai Maria Seminima
2:50o9000.
1:2509000.
6259000
5009009.
250000.
- Jifiauip Joaquim Seve mudou o seu escriplo-
para a roa da Cruz n. 13, primeiro andar.
Precsase de urna ama de lcile : ua ra das
iizes n. 0, loja.
Ezisle urna caria para o Sr. Domingos Wrrei-
ra de Oliveira Guimaries, viuda do correio da cida-
de do Porto, na ra do Queimado n. 35, loja de fer-
ragens.
O cautelista Vicente Tiburcio Corne-
lio Ferreira, avisa ao* respeitavel publico,
que tem garantido os seus bilbetas e caute-
las, da terceira parte da segunda loteria do
l.ymnasio, que estao a venda nos seguintes
pontos: pateo do Carmo n. 18, rita Nova
u. I.travessa do Rosario es trata n. 7, ru
do Queimado n. 1(>, ra do Livramento
n. 50, jua da Conceico da Roa-Vista n. 4
e ra do Calinga' n. 2.
Uilhelesiniuiros. 59800 recebe 5:0009000.
Meios. 29900
Quartos. 19500
Oilavos. 760
Decimos. (i-i o
Vigsimos. 3i0
-O cautelista Salustia-
no de Aquino Ferreira avi-
sa ao possuidor do bilhete
inteiron. 5465,da segunda
parte da seganda loteria
do Gymnasio Pernambu-
cano, em que saino o pre-
mio de 6:000,000 rs., po-
de vir reeeber na ra do
Trapiche n. 36, segundo
andar, os.quatro centos e
oitenta mil ris, imposto
de oito por cento da lei,
logo que sal ir a lista ge-
ral. Pernambuco 8 de ou-
tubro de 1855.O caule-
lista, Salusliano de Aquino
Ferreira.
ATTENCAO.
O cautelista .Vntonio da Silva (uiinaracs,
venden os seguintes premios, da segunda
parte da segunda loteria do l-iymnasio, n.
2850 .KOOOfOOO, divididos em 20 vigsi-
mos, 516 1:000P00, divididos em S oi-
lavos. e otilros ttai de 200 e 100#000.
Os possuidores podem vn reeeber, .logo
que sahir a lista, no aterro da Boa-Vista
n. 48.
3a PARTE DA 2a LOTERA DO
Gymnasio.
0* cautelistassbaixo assignados declara m
ao pnblico, que se acha mudado o plano
das loteras, pelo que vai abai\o mencio-
nado, que vem a ser exactamente a quarta
parte da loteria do Rio de Janeiro, ofiere-
cendo desta mancha tmmensa vanlagem aos
amadores deste iogo.
1 premio de 5:0009000.
2:500000.
1:0009000.
5003000.
243o.......... 4:000.V afi
(80.
791,
.5175
10 > 967 ,
5424
' 455/i
5015. .
20 >. 505 959
1721 1747
2521 2919
5882, 4189
'4712, me
5522 5551
5715, 57 (i. .... 200.S
00. .. 58 193,
50i, 059 ,
887, 984 ,
I -i.") i, 1592,
1472, 1480,
1835, 1929 ,
1947. 1980,
2155, 2215,
2359 2*02 ,
2500 2009 ,
506(5, 3090,
5197 5*25 ,
5717 3750 ,
+055 4092,
4222 4479 ,
1655 4098 ,
1964 5085 ,
. 5190. 55*9,
5660 5661 ,
5753, 5781 5805, l0
100 premies de....... Wf
1800 ditos de........ 26f
Acbain-se a venda os novo; bilUetts da lotera
segunda das casas da cmara e cadeia delgaassn.
As lisias esperamos pelo vapor'. Pedro II,
que (leve aqu ebegaf do dia 1 i do correnle em
dame
Os premios sern pagos logo qua se tenha feito
a disiriotiicao das lisls.
JO PUBLICO.
Desojando ser otfl a minli.i pruvincia concernenle
a sslnliridade publica, as inelliorameno* muleriiies
e ao pro::rc-s mandar inserir essas poupas linbaa a respeilo do la-
pamento do pantano de Olinda, na sua conreiluada
rolha.
Juln qde seria mai vantajoso drhar o dilo panta-
no aberlo, lano para favorecer a h-vp:,.h\io fluvial
como para nos preservar da epidetnia denomi-
nada colera morbus, evitando por essa maneira o des-
envolvimenlo dos gaies delelerios provenientes das
emanar/es das aguas eslagnaules do pantano qoe
facililau. a corrupto das planeas aqualicas e outros
Joaquim Jote de Oliveira declara, qoe lodos
ilhados do finado Jos Anlouio Corris Junio
Jnior po-
dem comparecer em sua casa para serem entregues
da esmola que seu padriuhu declarou em seu testa-
mento, e lodos com ceidlo de' baplismo e reconhe-
ida.
Precisa-se de urna ama qoe salla engalanar,
para casa de pequea familia : oa roa do Cabera,
loja n. 2.
COMPRAS.
Compra-se ema negrinlia de 10 a II anuas,
que nlo tenias defeito nen acnaques : ua ra das
l.arangeiras, sobrade n. 9.
Compram-se patacOas brasileiros e heapaaeioea:
na ra da Cadeia do Kecife n. 54.
(aimpram-ae 2 oo 3 salvas de boa prala, sem
feilio : a fallar na ra das Cruzei n. Vi.
Compram-se patacet brasileiros e
liespanlioes a H'950: na ra da C
do Recife, loja de cambio n. 38.
VENDAS.
vegelaes, eialaudo mullos imasmas no:ivos a'saode
publica, respirando a populadlo nm ar viciado ; pois
que no verao a maior (laric das aguas do pantano
desapparece pela evaporarjo.
. l'rese ilciiiente o rio llelieribe lem sen curso livre,
as febret iulrrmillentea silo mis benignas e a popu-
larlo da cidade de Olinda e da viiiiiliaiira do panta-
no esta llcanda rosada. Alm dslo com amaro' dei-
xa agua depositada em algum logar mnis bailo na
vasanle, essas aguas e*lsgnanles silo noirlvas a sao.de
publica, c deve abrir vallas para o escoamento em
conseqoencia da canalisa^ho do rio Deberlbe na ex-
tenrao do pantano de Olinda, be ama das obrs^im-
pnrtantes para a saude publica, e o abaiio assignado
nlo duvidaria executa-lo abrindo um canal com as
competentes dimeusdes. desde a povoa;Ao do Bebe-
rilie al o Varadooro eonvuncinamlo cum o governo
a respeilo das despeas a fazer. |jlio tundi 27 de
setembro de 1855. Antonio Sorberlo de Souza
Lealdade. .
Deparando com sorpreza o abao assignado,
urna correspondencia no Brado do Poto
de 9 de^azoslo prximo findo assignado por O
Serianejo dalada na Villa Bella em 15 de jnlbo,
Oraqo contra a peste e o cholera-
morbus.
Aclia-se venda na -livraria n. ti e S da praca da
Independencia em folhetinho com diOereoles
enes contra o cholera-morbos, e qoalquer oulra pea
te, a 80 rs. cada om.
Vende-se nm terreno oa ra Imperial, cora 55
palmos de frente, nm cilio medro, antea da fabrica
de sabio do lado de norte: trala-se oa mesma ra
n. 120.
Vende-se ama casa em Ollmla.rua do Boas Fin:
trata-se no Varadooro coa o Sr. capillo Coelbo, ou
na ra Imperial n. 1-20.
Vendem-ee velas de carnauba simples, de todos
os lamanbos, a 129 a arroba : na ra da Cade
n. 29.
Vende-se urna canoa pequea de carreira :
Irafur na roa do Pilar n.'56.
Instruccao publica.
Aviia-se ans Srs. profewores de instructlo prima
ria, qoe o compendio elementar da eratnmal
lingua nacional, composto pelo professor Joaquil
Antonio de Castro Nanea, ja est venda em casa
do Sr. Ricardo,paleo do Collftjio.
Ao* senliores de engenho.
No Kecife, primeiro' armazem de farinha ato tri-
go, no becco do Gunralves, vende-se a verdadeira
farinha gallega, em meias barricas, e das melbores
qualidades de Lisboa, e saceos das marcas mais acre-
ditadas do Chile, que tem vindo a este mercado.
L'niio, na rus da Cruz n- 40,
ha para vender um sorlimenlo de conservas Roas <
roo pitis pois, sardines, asperge!, lansue de
pal de foie aacisses, beafstak. chaponneau au jam-
bn, poulet au ju d'crevisse, triaftdeaa de vean ;
asnm como diversas qualidades de vinhos, c
Champagne, Xer*, Madeira, Porto de ptima qua
lidade, viuho de Franja branco (anlign) e Unto
versos licores, hummel, etc., cognac engarrafado ;
tambem ha petiscos aceiados ao modo europeo a
qualquer hora.
Vende-se ara moleque crioalo, de idade di
anuos ; o motiv da venda se dir ao comprado-
em Fra de Portas, ra do Pilar n. 145, segu
andar.
Marmore branco para consol.
Vendem-se as melhores pedrat marmore para
consolos a um ou mais pares, por meaos pao
em oulra qualquer parte, psra fechar conl
casa de Kabe Scltmellau & Companhia, roa da Ca-
deia do Recife n. 57.
Vende-se urna parte em um sobrado de um ao-
dar. sito na roa de 1 lorias : a traar na roa
Jos n. 52.
Bous gostosede
boas qualida-
des.
.Na ra do tlueimado, nos quatro cautos, na secun-
da loja de fazendas n. 92, defronle do sobrado ama-
cello, vendem-se as seguinles fazendas, por preros
que realmente fazem admirar:
conl i. nosso digno delegado o Sr. capitn Manoel u^S?Sl?|! .?! f*^ lU* I
i. .'.._i.. .....__,-. =_. ___ _'..._ ....... ti'simo proco de 20 e 2S609 o cavado,. exceHeote
panno preto lino, prova de lindo, par* oaai
lil a 2?>500, Sj) e5, alpaca preta multo fi
500 e tiOO rs. o covado, cortes de colleUs de fuslo de
boa qualidadc e bonilua padrOes a 700 o 900 rs., bo-
nitas cassas franeeza* e muito fina* a 300 rs. o cova-
do, cambraia muilo lina de salpico, propria para
vestidos e reupa de crianca a 15 avara, camisas
francezas muito finas com pefloa de esguilo para ho-
mem a 2J800, corle* ue cassas para vestidos de bo-
lillos padroes 29, lentos branco* de cambraia de
I ni ho muilo fines e grande* a 69 a dalia, meten lirias
para senhora a 210, 300 e 400 rs. o par, ricos
de chally cora lislra de seda e batanles grandes a
9\ dilos de merino muilo liiioae fiaos a ti-'
seda ile cores para homem e senhora a 19 o par, di
lasjiretas de lorcal, fazeoda superior, viudas de Lia-
boa a 19120, ricos corle* de seda para vestido, pel<
liaralissimo preco de 209, dilo* de cambraia de *
de lindos padroes a 69, chally verde e amarello,
1 de
1 de
lde
6 de
10 de
20 de
60 de
ICO de
1800 de
2000 [rem i os.
4000 blancos.
2509000.
100*000.
509000.
255000.
109000.
59000.
6000.
Oliveira Jnior & C-
da < .u 11I111 Wanderley Uns ; porcm como tenho a
firme convicro da falsidade de 13o infame corres-
pomlencia. nAo devo permanecer em silencio a lal
respeilo, e esperamos que o respeitavel publico nHo
d o menor peso a esse nula oriundo, lalvez da
imaginacAo escaldada do Sr. Serlaneja, que lodo o
seu alvo he menoscabar o mrito c perseauir a vir-
tude, qjie faz crer ler viudo a este mundo para ser
o assassinio da honra !..
Tenho cabal conliecimento do-Sr. ripilo Wan-
derley, sua conducta al boje he mais exemplar,
3ue he possivel, j no commandoda loica, j na ar-
na miss.io de delegado dol termo, onde quasi
sempre encontrare com desairelos do qailale do Sr.
Serlanejo .- por^m os re levante s ser. iois prestados
e revestidos de toda a calma, e acertadas ordens pa-
ra a captura de urna centena de rrimiuox -, quer desle
lermo,quer dos seos I imilrophes,no periodo de seis me-
zes.meohriua a lomara defensiva a favor do delegado
do termo de Villa Bella. E demaisliaotem o Sr. ca-
pilao Wanderley exercido commiisdes nspeciaes na*
comarcas le Pao d'Alho, l.imoeirii. Vi-loria e Rio
Formiiid, e seus serviros apreciados pcl* impreusa
pelo_> seus habitantes apreciadores do mrito .... Ao
paaso que tiesta comarca achoii oSr. Wandeiley um
Sert.ini'i 1 p ira o detralar !.. I'orm (iqae o Sr. Ser-
lanejo scienle, que entre ihm he bem conbecido, e
mesmo ua capital, e que sendo elle o proprio .idvo-
gado, que se inlitoln de honrado, respailado, e res-
[leitavel, obra muilo bem em dier, qnn uo declara
o en nome por que nio <-. quer confundido com o
Sr. rapilo Waiulerlry por cerlo, qoe a virlade
nao no le fazer liga' com o vicio ; e alt m diwi sua
conduela delicada e servidos prestado* na boa mar-
cha da poliria fallain mais alio do que a nossa peu>
11.1, para provar, que nito deve catar de mistura com
0 Scrlanejo. Finalineule roso ao Sr. S:rlauejo de-
clare o iu nome para lhe por a calva ao sol e ao
Sr. Wanderley a continuarlo do procedimenlo al
hoje encelado que com islo prestara relevantes ser-
vicos a esla commarca e seu* habitante* gozard de
seguranca individale de suas protper dades e caso
nenlium faca da machina infernal forjada para -
sasslnar a sua- honra pelo desmoralisado Serlauejo
que para repetir sempre me achara prompto e de*-
coberlo.
Antonio Lope de Siqueira.
Baa Verde 10 de setembro de 1855.
Aluea->e urna prela para o servii;o de urna ca-
sa, qoe enzinha e engomma quem a pretender di-
rija-se i pra^-i da Independencia loja 11. 5.
50$000 de gratilicacao.
Ao amanhecer do dia fi de oulubro trrenle for-
laram na estrada de J0S0 de Baraos, do sitio em qoe
mora o alteres A-stiinpco, defronle do becco doE*-
pinheiro, um cavallo russo pedrez, capado, graude,
idade d 9 para 10 annos, mal feilo de osso<, anda
estrada baix* desobrigada, galopa bem em toda al-
tura, deita as dinas para a direila. cauda comprida,
baba muito quaudo anda, quer de cbnuto, quer de
freio, h-? ccele e tem 3 ferros, 2 na peroa direita e
1 na esqerda, os quaes nAo vilo aesle anuuncio por
nao ser isso possivel. l)-se 509000 de iraliflcatllo a
quem descobrir quem foi o ladro" deste cavallo, e
d-se 203000 a quem o Irouxer, ou delle der noticia
certa ao mesmo a I fere AnempcAo, eme pagar a
gratificado, verificada a verdade.
Precisa-te de urna ama preta, forra ou capti-
va, para cozinhar, engommar e fazer o mai* servicn
interno e externo de urna casa de pouca familia : a
tratar ao paleo de S. Pedro n. 3, primeiro andar.
Piecisa-se de srvenles na obra da ponte pro-
visoria do Recife; declara-se que os pagamentos
desla otra sao feito todos o* sabbados.
Quem precisar de urna ama para o servigo de
ama e*i de homem solleiro ou de pouca familia,
dirija-te a ra Direita o. 91, primeiro lindar.
as Cinco Podas n. 93, se dir quero d de 5o
a 3009 a juros.
Desejs-se saber a morada da Sr. Franeiseo da
Mallos Vieira, para se lhe entregar um a carta.
Precisa-se alagar orna prela : no aterre dt
Boa-Visla o. SO, segando andar.
ment superior f.izeuda, e que muito se osa para ves-
tido a 800 rs. o covado, roinetta de cambraia e
com laco- de ricas Jilas de soda a 19280. grvalas de
seda de bonitos padrees a 640, meias de laia
padres a 29 o par, curtes de eattmira finas e de bo-
lillos padres' para calces a 59, Uinzlnho* de poro
linlio a 210 o covado, ricas eolias de damasco e n
lo grandes, pelo baralissimo preco de 109, brins I
caitos de puro linlio c de bonito goetoapara cal
800 rs. a vara, meias croa* para homem a 200 rs. o
par, chales de tarlatana de bonito* padroes a 19, cur-
tes de cairas do casemira* de algodao a 1, me
prelo, fazenda muilo boa a 19500 o covado, tapiui
prelo o mais lino que he possivel encontrar-*, pro-
prio para vestidos e balioa de padre, pelo barata- .
simo preco de 1,280 o covado, riscadinhoe fraucezes
muilo finos e de bonito* padrees a 340 o covado,
meios lencos prelos para grvate, faxeuda saperior,
a 19, lencos brancos com lislras, de cambraia, mui-
lo finos a 300 es., brim branco trancado de puro ..H-
"lio a 19200 a vara, e alm de lodaS estas fajeadas
outras muilas que s visla da* boas qualidades he
que se pode ver o qoaoto silo baratas, unancende-se
aos seiihorea compradores que neste eftabeteciuMBao
n3o ha fazenda alguma que teja avahada, e sim tudo
sem avera, de bous goatos e boas qualidades.
He fazenda mui-
to lida, os me-
lindres.
Eala fazenda he inieiramente nova, chegada no
ultimo navio francs, e de toda* as que se usain pa-
ra vertidos, he a maia bella, he de Ua e soda, e de
largura regular, cada corle tem 13 covado* e meio,
e vende-se pelo baralissimo preco 'de 6*500, falte o
covado a 500 r*. : na roa do Queimado, nos quatro
caiiles, na segunda loja de fazendas n. 22, defronle
do sobrado aaaartllo.
Vende-se laa de todas ascores e -supe-
rior quaKdade, para bordar, leques muito
linos e os mais moderno, luirs de pellica
Joiivin, tanto para liomem como'j
nhora, lindas franjas brancas ex
[laracortinados; tranrjasdeseda, laa e de
aa eseda de todas as cores e larguras, ban-
dejas jnuito finas, ricas caixas de tartaru-
ga para rap, chaniteira*. carteiras e por-
tatnons, linlia em carritei de 200 jardas
muito fina do verdadeiro fabricante Ale-
xandre, um completo sortimento de per-
fumarias, e outros muitos objectos de gos-
to por precos muito razoaveis : na loja de,
miudezas n. 19, na ra da Cadeia do Re*
clfe.
i

i------------THanuLu

"


MI OE PERIUnUCO' SEGURO
ra
-1
/

hos olcafdos para criado.
uilo boa in.ui.eiga iniilt nova a
160 tancinho a
a 5O : da rus de Cru-
S. tBAIilA,
Jueiniado toja de ferf.igeos
ho Penedo-de-baia tito na
purgar e cavallarioa
rraoeoda .e boa isa farro, distilarito a
pje de cobre; ludo novo, careado e limpo,
>ta cidade 3 leguas a fm rauito bom aseu-
ie-se para paganienlo di urna hvpolheca e
: quera o pretender dirjase ao
Mamo eagohoa (ralar com o u proprielario que
raso comprador as de miis circuslancias da
idern-se rodas do arena 1a do Brum armatem n. 26.
\i loja das seis
portas.
'entedo Livramento.
s merino bordados a cinco mil res, dilos
le lindos gostos a oilo mil leis, cassaa de
i cinco patacas a peca, cortas de vestido
tohiaia proprios para se ir ao b.nho a d.ez tus-
rle, chales da ganga encarnados a duas
randas a dez tustes, iitos de cambraia
masados a duas patacas, diton cor de'rosa com
Ira ii das patacas, caaaa pintada em cortes de
cavado, mtiaa para menino de
le 4asaos a tustoo par.
se bombas de pao com todos os seus
f, propriaspara cacimba e dislila.Jo ; na
TwdaPrata n. 12.
casa tarrea na ra da Calcada
,qaal rende OJUOO mensat, e achq-se coo-
m a preleuder, dirija-ae a ruada Praia,
nm.0 de carne secca o. 1*.
legro moco e com presumo para
te, de oacSo Costa : na roa do Qoei-
loja de ferragem.'
e om sitio grande com bastantes com-
Varmelho : qaam o quizer com-
i-se a roa de Horlas n. 4, taberna, qoe
ira com (pitia tratar.
iou alagarse uma.crioola bonita, com
hida, propria para mucama : na roa
i Velha n. 70, segundo andar.
3Va ra Nova n.
44, FABRICA E LOJA
f & Irmo, ha novamente
J d ade sortimento dat fazen-
incionadas, sendoqualidades
1 b mdicos, (viudas do Havre
> ALMA.)
Chapeos de castor rapado (Thibett).
le castor com pello branco e pre-
Vebur Zephtr.)
I""1 )tos de molla brancos e pretos.
massa ranceza Cormas moder-
j as.
feltro para horne) (dilFeren-

o para meninos com enfei-
tes e em enfeites.
Dito de palha aberta para
Oriente.
Ilenriquc ^ Ssqlos acabam de receber pelo ultimo
vapor um rico sortimento de >edas para vestidos,
Coto o lindoaiome Oriente ; estas sedas silo do pri-
meiro fabricante de l.eo, e toruam-ae recommen-
daveisoSo s pela sua largura e.boa qualidade, co-
mo pelos seus padr&es serem inte i ramete no vos
ueste mercado, pois foram eacolhidas em Pars por
sarera as de mais moderno goslo que appareceram
na tposi<;ao : na na do Queimado, em frente ao
becce da Congresaco, paseando a botica, a segunda
loja de faiendas n. 40.
Cobertas de seda e lita.
Ka ra do Crespo n. 5, vendem-sa por
mdico
Vende-se babado do Porto de todas
as larguras, Unto liio como bordado, mais
barato do que emoutia qualquer parte:
na ra doCabuga', loja de miudeeas/i. V
Vendem-*o meias de lade carneiro.
tanto para homem como para senhorui
lior preco muito commodo: na ra do Ca-
loja denmidezas n. 4.
FLOR DE FLOR.
A Farinba de Santander Flor de Flor,
be a melhor i'arinlia de trigo que existe em
todo o mundo, por sso sempre he tjualili-
cada a mais superior em todos os merca
dos, aondetem sido importada ; he esta a pret cobCTl,as e s.eJa liavlu"'Mos.""* bellissi-
r v. u a mM e varlajos gostos que tero appareado ueste z-
primeira vez que vem a este mercado, -
porm garante-se a veracidade da infor-
macao: vende-se nicamente no arma-
zem de Tasso I raos.
Para o cholera.
Vende-se o verdadeiro cognac, tanto em garrafas
como em garrafes : na roa da Cruz n. 10.
Sedas orientaes
escocezas.
Na ra doQaeimado, luja n. 19, a segunda passan-
do a blica, acaba de receber-se pelo navio franeez
Alma, chegado do dia 1. do corren le, uro brilbanle
e lindo sortimento de seda para vestidos, de quadros
assetinados e de lindas cores, que pelo seu br|ho se
assemelham ao arco iris : estas sedas foram esculli-
das em Paris por pessoa do'mais apurado gosto: ven-
dem-se na toja cima, por proco commodo, dio-se
as amostras e se mandam levar s casas dos senhores
compradores. ,
Vendem-sc 4 jumentos proprios para engenho:
na ra da Cadcia do Recife n. 30.
PECHINCI1A .. S
Vendem-se batatas muito superiores < t0B0 a ar-
roba : na travessa da Madre de Dos u. 15, armazem
da Jos Marceliuu da Rosa.
.
Camisas fran-
cesas ,
eom peitos de lioisiimo esguiao ; vendem-se ua rus
do Crespo, loja n. 19.
Charutos finos,
ero caitas de 100, 50 e 25 ;
Crespo, loja n. 19.
vendem-se na ra do
homem e
palha italiana muito linos.
feltro AmazoHai, para senhora
o moderno.
>aIItu enlatados para senhora.
dita aba-larga >ara meninas.
s la/.endas proprias do
Lila preta,
com 4 palmo de largura a 500Jrs. o covado : na ra
do Crespo, n. 19.
cs-CAFE SUPERIOR DO RIO.
A l.sOO a arroba.
Vende-e caf de superior qualidade, pelo barate
preco de 4*500 rs, a arroba, em porrao faz-se aba-
te : a roa do Queimado n. 27.
Alpaca de seda
de quadros,
muito fina e de bom goslo; vende-se na ra do Cres-
po, loja u. 19 ; dao-se as amostras com penhor.
Muito barat.
Corles de vestido de chita a 2000 cada um : na
loja de 4 portas da ra do Qneimado n. 10.
Por muito menos do valor.
Curtes de casa* de cores com babados, lendo cada
corte de 14 a 16 van..-, sendo de bohs costos e cores
(xas, pelo baralisiimo preco uq^sSOO cada corte :
na loja de 4 portas, na rus do Queimado n. 10.
Barato para acabar.
Na loja de 4 portas, na ra do Queimado n. 10,
ba para vender um Brande sortimento de caasas Trn-
celas de cores, bonitos goslos^e cores lisas a 280 ca-
da covado.
Cortes de meia casemira a 2.SO00.
Na loja de Uuimaraes & Henriqnes, ra do Cres-
po n. 5, vendem-se meias casemiraa de superior
qualidade, pelo baralissimo prero de 2500o o corle
de calca.
Ultima moda.
Vende-s organdiz de seda para vestidos de senho-
ra, fazenda de muito goslo e muito moderna : na
loja de 4 portal, na ra do Queimado n. 10.
Veude-sc no Corredor da Varzea um grande ..
sitio com commodos para grande familia, e pelo di- Lindas maia de seda decores para criancas 19600
minuto preco de :l:0005 : quem o pretender, dirija- Meias pintadas fio da Escocia para criiirn'si0e400
se ao palacio do bispo, em Olinda, a fallar com o "
proprielario.
Vende-se urna morada de casa de dons andares,
sita na roa do Raugel n. 20 ; asstro como dous bra-
cos de balao{ marca Romo, com cerca de 8 arror
bas da pesos proprios para aronzem de assucar, ou
engenho ; assim maia boin-vino de caj', quer en-
garrafado ou a retalho: trala-ee na roa Augusta
o. 94.
Contra o cholera.
Camisas da anella de lia de novo modello, multo
comwodas para se vestir seu uso lie recommen-
dado por todos os facottalivos como medida indis-
pensavel contra o cholera: vendem-se por barato
preco, na ru do Queimado n. 27.
ptimo recreio para senhoras.
Chegaram emfim as lio drsejadas lalagar^as pin-
tadas, onde se acham desenlio* paral todos os borda-
dos com as competentes cores na mestna lalagarra,
que evita o grande traballio e demora de contar os
pontos : vendm-se por barato preco, na ra do
Queimado p. 27.
A boa fama
Ricos peotes de tartaruga para alar cabellos a 4o00
Ditos de alisar lambem de tartaruga 39000
Ditos de marlini lambem para alisar I9IO8
Dilos relos de verdadeiro bfalo para alar
cabellos jg^gn
Luvas prelasdet0r5al.com bolotas, fazenda
1 b0* ^ .. s00
l.uvas de seda decores para hnmem e senhora JWOO
-Vendem-se 2 escravos mocos, de bonitas figu-
ras, por preco commodo9oa ra Direita n. 3.
Da Terra Nova.
Vende-se um lindo cao novo e grande, e com di-
versas habilidades : na roa do Queimado, loja u. 8,
se dir quem vende.
Vendem-se sacca com farelo superior, regu-
lando de 90 libras para cima, a 49000 a sacca, che-
gado ltimamente de llamborgo :*na travessa da
Madre de Dos n. 16, armazcm de Agostiobo l-'er-
' ttira Senra Goimaraes.
Vende-se farioia de mandioca da mais nova
no saareadtr a 29500 : ni travessa da Madre de Dos
n. J6, armazAn de AgoatJnho Ferreira Senra Goi-
maiaes.
Batatas
A 800 e 1,000 rs.
a arroba, em muito bom estado : na travessa da Ma-
dre de Dos 11. 16, armazem de Agoslinho Ferreira
Senra liuimares.
Chaly de seda
para vestido
Na loja do sobrado amarello, nos qualro cantos da
roa do Queimado n. 29, de Jos Moreira Lopes, ba
um camplelo sortimento de cbalV de seda de qua-
dros de listras para vestido, o mais moderno que
ten vindo a Pernamboco ; da-so livro de amostras
a qualquer pessoa para escolher.
Vende-se um moleque de idade de 9 anuos,
urna negrinha de 8, e urna mulata mora com todas
as habilidades: ua ra do Livramento u. 4.
Ra do Queiifta-
DO Ef. t
Atoalhado de 8 palmos de largura de
sOOO a vara, para^acabar vende-se a
80OO rs.; casineta de cor para palito
covado 480 rs., Jila preta a240 rs. o co-
vado, casemira q\cor corte de caira a
4$000e 4S500 rs., dita preta franceza a
1x500 o covado, cortes de cassa chita a
1 $850 o corte, lencos brancos barra de cor
proprios para totumos a 100 rs. cada um,
luvas de seda de cor a 6*0 rs. o par, ganga
azul, dita preta com bonitas barras, pro-
pria para cobrir chapeos de sol a 520 rs. o
covado, alm destas nutras militas
das por barato pra;o para acal)
Bandeijas grandes e de pinturas linas 38000 e 49000
Papel atmaco greve e pautado, resma 49000
Papel de peso pautado muito superior 39600
Penas finissimas bico de lanca, groza 19200
Ditas muito boas, groza o0
Canelas finissimas de raarfim 320
Ocu4os de armagao de aro detodas as graduaces 800
Lunetas com armado de tartaruga 19000
Toocadores de Jacaranda com bom espelho 3900o
Meias de laia muito superiores para padres 29000
Kicas bengalas de canna com lidos castoes 2 e 3900Q
Chicles fios para homem e senhora a \f e 2flOW
Meias pretas de algodao para padres 600
Grvalas de seda de todas as cores 19000
Filas de velludo estrellas e de todas as cores,
a vara j^q
Atacadores da cornalina para casaca 400
Ricos reloginhos para cima de mesa 49OOO
Lscovas finissimas para cabalo e roupa, navalhas fi-
nissimas para barba, meias piuladas e cruas de mui-
to boas qualidades, trancas de seda de todas as co-
res e larguras c de bonitos padres, fitas finissimas
lavradas e de todas ns largaras e cores, bicos finissi-
mos guras, tesuuras as mais finas que he possivel encoo-
trar-se e de lodas as qualidades, riqusimas franjas
brancas e da cores com bolotas proprias para cor-
liuados; e alem de ludo isto oulras muilissimas cou-
sasquea vista de suas boasquajidades e o baratis-
simoipreco porque se vendem, nao lie possivel haver
quem deise de comprar na ra
quiltro cintos na bem eonhecida
tST- CORTES TURCOS.
Vendem-se estes delicados cortes de cusa preta
com pintas carmezius a lislrados, os mais lidos pos-
siveis pela sua uovidade de padres, e s se vendem
as lojas dos Srs. Campos & Lima, ra (Jo Crespo ;
Maooel Jos Lelta, ra do Queimado ; Narciso Ma-
ra Carneiro, ra da Cadaia, por preco mlo em
coota.
Ni botica dos Sn. Soum& C, ha pa-
ra vetider a maravilhosa agoa dentifrice,|
do Dr- Pedro, a melhor tpie tem sppare-
cido para cnservacodos dente.
BATATA8KOVAS.
J i chegaram as btalas novas do Porto, e veudero-
se no armazem de Jo.lo Martin- de Barros, travessa
da Madre-da-Deos 11. 21.
Ha ra da Cruz n. 2, primeiro an-
dar, existe a venda muito superior choco-
late, chegado'ltimamente de Franca e
por commodo preco.
A boa fama
ralos presos que aos
miracAo:
brancas o. 50,
, 100,120 a
ara a
n. 3.
Na ra do Queimado no> qualro canlos na bem
eonhecida loja de miudezas da boa fama n. 33 en-
coulra-se sempre um completo si rlimenlo de miu-
dezas de todas as qualidade} e de diversos gustos 4
que todo se vende por tilo
proprios compradores caui
Libras de linbas de| novel
60, e 70 a
Libras de linbas, ditas n.
Duzia de lcsourat*t>ara o
Duzia de lesouras finas para costura a
Pec,as com 11 varas de fila de seda lavrada
Mafos com 10, 50, U0 e 70 peras de cordo
para vestido
Pe^as com 10 varas de bico ctlreilo
Duzia ale dedaes para senhora
Caisinhas com agulhas francezas
Caitas eom 16 novellos d.e Hutas de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas
Grozas de botOes para carniza
ares de meias finas para senhora a 240,300 e
leadas de linhas muito (loas para bordar
Meadas de linhas de peso -
Crozas de botes muito finos para calcas
Agulheiros linos com aguMias surtidas
Babados aberlosdc linho lisos e bordados, a
vara a 120e
l.apis finos enveroisados a duzia
Carteiras de marroquim para algibeira
Fivelas douradas para calcas e collele
Traocelins pretos de borracha para relogios
a 100 e
Tioteirose areairos de porcelana o par
Charuleiras enlre linas
Duzjasde lapis sem ser envernisados
dn Queimado nos Duzas da torcidas para candieiro n. 14
loja da foa fama I Penlea tinos de bfalo para alisar a 300 e
I9IOO
1S0
19000
1S2S0
1900
400
560
100
160
280
240
160
360
160
100
280
200
240
120
600
120
Barato que ad-
160
500
120
80
80
OO
50
60
mira.
Manleiga ingleza superior a 800 rs., 720 e 610 :
na ra larga do Rosarlo, taberna pinlada de azul
n. 37.
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente ingle/., e da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adainson Howie&C. ra do Trapi-
che n. i2.
Saccas de fari-
11 ha.
Bteber & C.
Peras com 6 112 varas de fila branca de linho
Caixas com clcheles
| Carriteis de linhas de 200 jardas de boa qua-
lidade .70
! Macinhos com 25, 30 e 40 grampas 50
Suspensorios, o par 40
FAR1NHA DE MANDIOCA DE SAN MATUEUS
LAVADA.
O patacho nacional Jndaz troine urna porrao da i dito.
farinba lavada, que se vende a preros commodos, I
trata-se no escriplorio da roa da Cruz n.49ou do1
caes do Ramos no armazem do Sr. Pacheco. ,
AttenraO ao novo sortimento de fazendas
baratissimas
Novas chitas de cores seguras e algumas de pa-
dres novos a 160. 180. 200, 220 .240 o covado,
curtes de chita de bonitos desenhos, padres ioleira-
menle novus, com 13 covados por 39, riscados frau-
cezes finos a 240 e 260 o covado, cassas francezas da
cores, padres bonitos e delicados a 600 rs. a vara,
novas melpomenes de quadros de cores a 640, 720 e
800 rs. o covado, bamborgo fino, de bon qualidade,
para lences, ceroulas e toalhas a 99, 99600 e 109 a
peca de 20 varas, nova panno fino para lences, com
mais de 2 varas de largura a 29210, ctales de Ua
graudes de cores com barra a 59500, ditos de case-
mira finos e muito bonitos de cores com barra por
89, seliin pretn macan superior, proprio para vesti-
dos e col lele-, por preco qoe em .particular se dir,
chales de seda grandes e pequeos, e oulras mullas
Pratos ocos patentes
fiara conservar a comida
ffaente: vendem-se na pra-
5a do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, ile Koistron Ro-
oker # C.
OBJETJOS 'lAIJ. 'AtlADMES.
Vendem-se na ra do Amotim n..*t soi-,r____________
timentos completos para arinaces deigre- '""<>
ja, carrose anginhos, como sejm : voan- po *
tes de todas as cores, trinas, galoesdeto- O*8*
das as larguras, espiguilhat, ifhamas, etc.
por preros baratos.
Esguiao de linho
e algodao,
muito superior, com 11 varas a pesa, por 39500:
vende-te na ra do Crespo, loja dai esquina que \ ol-
la para a rna da Cadcia.
A33500
Vende-se cal de Lisboa ullimatr.etite ehegada, as-
sim como potasea daRussiaverdadera : na pra;a do
Corpo Sanio n. 11.
Gheguem ao ba-
rato !! !
. Caitas pira rap imitando a tartaruga, pelo bara-
lissimo preco de 19280 cada ama : na roa do Crea-
"POTASSA E CAL VIB6E1.
No antigo e ja' bem con.ecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, lia para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudoa
precos muito iavoraveis, com os quaes fi-
carao os compradores satisleitps.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Mcor. Boa da
Senzala nova n. 42.
Neste establecimeoto continua a hty-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e tai xas de ferro batido
e coa do, de todos os tamauhos, para
iazmdeN-0.
Cruz n. 4.
baratas.
Cortes de casemira ale pura lia bonitos pa
a 5500 rs. o corte, alpaca de con
500 rs. covado. ^^^^^^^^H^^^^^^^HB
p.r, curte, catcs de casi i goslo
te, sarja de lia de daat U
do de quem est. de lulo a 480 a co
fustao de bonitos gostos 7J6^^_
tranra .tfloT
para jaqaeUs e [wlils a 9 o covado
ua loja di
de cores, de amito
VaOem-s. na na do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Moinho.de. vento
ombombasderepuiopara Mar
baix..
na ra
Vendem-se saccas com farinba da Ierra boa e bem
torrada, por preco commodo : ua ra da Cadeia do
Recife, loja n. 23.
ROLA O FRANCEZ
Na ra da Cadeia do Recite, loja dos Srs.
Vaz&Leal, acha-se a venda rv excellentelfa,en0,,>,1ne a dinheiro vista se vendem por ba-
rnnp roln l'i a A(l <;tav.> ralissimos preco : na rus da Cadeia do Recife, |oja
rape oiao n ancez, a *U r. a ttava. ; n- Mf derrolll, dt rua da juadre-de Dos.
Na rua da Cruz n. 2t, ha a venda ca-1 K. roa do Vgari" 19. primeiro andar, tem
xinhascom tentospara voltareteou outro venda a superior flanella para forro de sellins,
qtlalquerj'ogo, espingardas de dous canos
francezas,"rvinho Brdeos tinto e brancol.
DOS PREMIOS DA SEGUNDA PARTE DA SEGUNDA LOTERA A
?BBM. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS | NS. PREMS. NS. I'REMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NSWPR1
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chegada recentemente da America.
Vendem-se lonas larga e eslreitas, por preco
commodo : em casa de Fot Brothers, na rua da Ca-
deia do Recife n. 62.
m
POTASSA RRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de e.ngenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
I
Attencao ao seguinte.
Cambraia trncela de cores de muito bom goslo a
600 rs. a vara, cortes de caaaa pretos de muito bom
gosto a 29000 o corle, ditos de i:ores com bons-pa-
dres a 29200, alpaca de seda com quadros a 720 o
covado, corles de lila muitn finos com 14 eovajfke ca-
da corle, de muito bom oslo, a 49500, lencos de
bico eom palmas a 320 cada um, dilos de cambraia
de linho grandes, proprios para cibera a 560 cada
um, chales imperiaesa 800 rs., 1 1200: na leja
da rua dn Crespo u. 6.
Vende-se urna balacea romana eom lodos os
seus perlences.em bem uso e'de 2,000 libras ; qoein
pretender, dirija-se rua da Craz, anmuwm n. 4.
do Brumal., &^^H_
AOS SENHORES iNHO.
Redando de 640 para 500 ni. a libra
Do arcano da io r. Eduar-
do Stolle em Berlii agado as co-
lonias inglezas j^^H m gran-
de vantagem par sUtoramento do
assucar, acha-te a'Venda, em latas de tO
libras, junt com o va liodo de einpre-
ga-lo no idioma por tugue/., em casa de
N. O. Bieber & Compa,
Cruz. n. i.-*?
CAL DE LISBO.4
V endem-ae barril coi. cal virgen para
Techar con las, pato diminuto preco de 9000 bar-
r I : na rna da Cadeia do Recife, loja o. 58, deftun-
le da raa da Madre de Bee.
Vende-se deslente tabeado
tesoste chegado da America :
trapiche do Ferreira, anteo
ador do mesmo.
Na rua do ^^
ro andar, tem para vender -1
ticas para piano, violo (
scjam.quadrilhas, valsas, rede
tickes, modinhas, tudo io
chegado do Rio de Janeiro.
escravo* rprc
Desapparece. ao dia 2:t
prximo passado orna negra por r
de, pouco mais ou menea, 1
bastante feia de cara, aarti
apalheUdos, e sellada ; foi l_
Iho Cintra, soppOe-ee andar p*i|
dde, bem como Caponen, B sraj'
prehehder, pode levar aos Afo
casa n. 21, qoe se gratificar* i
ioo$ooe
Desapparece. no dia
do, pelas 7 horas da noite,__
cao Angola, da idade J^H
menos, com os siguaes seguio
direila luchado, magra, tem
pernas; levoo camisa de
chila ra, panno lino, en
roga-se a todas as autoridad,
de campo que a a
JoSo Leile de Aia
17, qoe recebera a gri------------
Fogio.odia13d*M
lilaila da nomo Herencia,
pouco mais ou menos, com
e urna orelha rasgada ; quaj
amarello, um panno da Q
le decarrapalo: qualquel
der leve-a i rua da Gala
nieute recompensada.
Uesappareceo da
escravo da uoroe Paulo,
alio, grosso do eorpo, J
um la Iho em urna das
cando Cun ; dito
Francisco Anloao (jaiJo
dizia ser de ara ara fiilio
do ; levo, camisa re
chapeo, o qawl escravo he
Iho : pnrlaulo roga-se as aoli
pitaes er o obsequio de levar a dita r
recompensados.
k
/
m
liq eaa 25 de^SrU
. 1853,e
ftrr, .
0 DO GIMNASIO PERNAMBCANO, EXTRAffljA A 6 DE OTBBO DE 1855.
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