Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00536


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Full Text
AINO XXXI. N. 231.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
SABBADO 6 DE OUTUBRO OE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCARRILADOS DA StmSCIUPCAO'.
Recif s. o propietario M. F. de Faria ; Rio d* J-
Pereira Martn*; Bahia, Sr. D-
Diiprud: Macei i, oSenhor Claudino raicita Mi*. ;
l'arahilit o Senhor tiervazio Viclor da Naaiai-
dade ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Jueiar;
Araealy, o Sr. Amonio de Lomos Urag,i;Ceara, o Sr.
Joaqun Jos d Oliveira ; Maranhao n Sr. Joa-
quim Marque Rodriguei ; Piauhy, o Sr. Domneos
Ugrcnlano Aefcil'> Pessoa Cearance; Para, oSr. Jus-
lo J. Ramos ; Amazona, o Sr.Jertinvmo da Costa.
T-----------------------------------
CAMBIOS.
Sobre Londres, a M 3/4.
Paria, 850 re. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebala.
TnJeees do banco 30 0/0 de premio.
da eompaab'ia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras de 7 a 0 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oneas hespanholas" .
Modas de 69400 velhas.
> de 69400 novas.
de4000. .
Praia.Patacoes brasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. ,
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, lodos os dias
iruar, Bonito e Garanbuns nos dias 1 a 15
Villa-Bglla, Boa-Visu, Ex eOuricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sexias-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
rREAMAR DE n0JE.
19860 Primeira 0 a 30 mnutosda tarde
Segunda O a 54 minutos da manhaias
29*000
16*000 Ca
16000
99000
U940
1940
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados
Relajeo, tercas-feiras a sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Joiz do commercio, segundas as 10 horas e nasj
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas, e quintas is 10 horas|
1* vara do civel, segundas a sextas ao meio da
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
Oulubro
PMEHT1C1AL.____
OOVBUro DA PROVINCIA
i aiili >M eatabro.
mar municipal desta eidade, di-
que lendo a companhia de Beberibe annoido
nvite que Ihe fea S. Exc, para franquear gra-
luilaiaenle seu< chafariies ao fornecimento d'agoa
neeaaaria para a Ikrigajfo das mas desta eidade,
clarara porm que para evitarem-se abatas crnvi-
aate eonvencionado entre a mesma cmara e
arma do fornccimcntoc distribuijao
|ee Irilern de quanto antes elTgcluar a ir-
Ihtsourara de fazenda, pedindo urna
Anal dos joizes de direilu desta provin-
tn forma de mappa, cnm declararlo du
i liieiica ou commissao. especificando a
deixaram e reassumiram o ejercicio em
cas. E igualmente outra relacao dos jai -
iaes e de or pililos e promotores com as
leelarca*-* especifica joes.
3
iCtor da Ihesouraria de fazenda,
liara es convenientes exames, copias
eecseihe administrativo datadas de 24 c
embro vttimo.
i> Leo de Catira, remetiendo pnr e-
:! de agosto ultimo, no quat u Exm.
des negocios eslrangeiros nin s com-
fort approvada a nomeacao conferida a
ecupar temporariamente neita provincia
[ de vici-contul da Repblica Oriental do
___Igoi tranle a ausencia du viee-consul Antonio
a Silva Barroca, mas tambem declara
Competente Ululo.Igual
acarea da pomeajao qne Ihe
ir temporariamente nesla
o logar de vice-consal de Raviera, du-
? enca do vice-consnl Manoel Joan de
__morim.
inspector do arsenal de marmita, para
idancia a salisfazer e que se exige no
r copia acerca do reqtterimento
> qual o vizario da fresuezia
para cortar as maltas des-
ta de amarello e 200 de ce-
i obras da respectiva matriz,
i publicas, inteirattdo-n
if*rrafS, expedido or-
ria provincial, para que em pres'enca
certificado, pague ao arrematante do
legando Unco da estrada da Es-
teta Borges, a importancia da
> aaa contrato.
a Abilio Fernandos Trigo
udq reparos do elimo lan-
" mezas de prorosaco |>ara
jados reparos.Fizeram-se
o-**-------------
DAS ARMAS
aaaaado aaa armas de
do Recite, ana 3 de
aro da IS3Ss.
^H N.
eomniandante das armas,
Mants, que nesla dala con-
UUI aerviiem por m
14 de dezem-
|n(*" de saii'le. o I."
Hlela do Brum, addido ao
ip Jos Caelaitode Lima,
lia de cavallaria desta
Mrgnes, o quaes per-
alo* que por lei Ihe com-
^^B r cada un, pagot te-
0 decreto n. Iltll de 10
i,e Ando o engajamento una
^^K quadrailas. No caso
tere 6 as vantagens do pre-
til tiverem direito, erilo li-
recrutadat, deicontando e no lempo du
lo o de pristo em virlude de entente,
e este d cont e perda das vantagens
voi litlo comii he por lei delermi-
~ I0MBI Coelho.
J Ferreira, ajudante de
niEWOR.

^BS PELO PAPA
PTO DE 6 DE Jl-
yoefoi ia litifanlit.
m de vos ignora qne,
i. tescnlaiaos ido dever poupar
lelhos, netn fadigas para velar-
i ecctesiaiticos da Hespanha. Vos
convenrao qne celebramos em
raata ohara filha em Jetas Cliristo, Mara
ilholica dat Hespanhas, convengo
S^^H tapo foi declarada em dito reino lei
noeraente promulgada. Vos lam-
conveiicilo, entre (odas as de-
aot intersse< da religiAo es I lio-
ibelecetatM que esta santa religiao
uaria a ter o nica reli^iao da nacao hespa-
le qualqaer ontro culto, e con-
lodo o reino, como danles, os direilos e
le que gozava conforme a lei de Uro-
iiieas ; ootro sim, que as escolas,
como publicas, o ensiuo seria in-
irme a' doulfina calholica ; que os
ao datempenho de toas funecoes
como no que he relativo ao direito
itoridade ecctetiaslica e de toas tan-
xariain daquella plena lihenlade
limes Ibes alrihuem ; e que emlim
loderia tempre usar de eu direito primiti-
vos bees por qualquer titulo qne
aja, e qi iireito de propriedade da igreja se-
ria ifivfol isim a retpeilo dos que ella eutao
pusnaia. corno dos que vietse a' adquirir. Nos tinlia-
ilian;a de que o cuidados e as solicitudes
pontificado havinn alcanzado esse desejado
w a'i reja cathoWca, segando o nosso deseju,
i cada dia na Hespanha, e lomara novo
, lano mais quanlo toda esla illus-
loria de profestar a reliaiao calliolica,
fe dedicada cadeira de Pedro.
i expectativa, vemos com o maior
is pungente dor impunemente que-
sean reino a nos convenci, nao
o a mesmo as reclamarle a os
queixumesnopovo hespanhol. K igreja, sensdirei-'
tos sagrados, os bisos e at a antoridade da nossa
suprema sede silo o alvo das injusticas com que cons-
Irangidos pastamos a" vot entreter dolorosamenle.
Em verdade, lei. sao promulgadas qoe em grande
detrimento da religiao deslroera o primeiru e o se-
gundo artigo da nossa convenci ; venda dos bens
ecclesiasticos esla decretada ; e a ludo isso accrescem
outras prescnpces que inlerdizem ans bispos con-
ferir as ordens sacras, as vtrgens consagradas a Dos.
e admitur em tita ordem oulrat mutheres. Esla'
igualmente prescripto fazer-se reentrar na ordem se-
cular as captllaniat leigas e outras pias instituiret.
Am apena* livemos noticia de Uto graves alterna-
dos eilos j igreja, a nos mesmos c Santa S, enm-
primns com o nosso dever e sem demora fortemente
protestamos e reclamamos junto ao governo de Ma-
drid contra essas emprezas pelo intermedio do car-
deal nosso secretario de estado e do nosso embai-
xador.
Julgamos dever pedir ao governo qne fossem nos-
sa. reclamacoes manifesladas aos fiis, a menos que
a lei proposta locante alienaran dos bens ecclesias-
licns fosse retirada, alim do que os fiis podessem-se
absler de comprar laes bens. I.embramos ao governo
.hespanhol, como o haviamos claramente expressadn
cm nossas carias relativas a' referida convenrao, que
visto os arligot da mesma serem Ho gravemente des-
truidos e violados, elle nao podia mals esperar de
mis a benevolencia com que na occasiito daquelle
tratado, declaramos que nao seriam por nos, nem pe-
lo/ pontifices romanos nossos soccessores, inquieta-
dos os que antes da dita convenrao haviam adquiri-
do bens alienados.
Ma no sci as nossas joslas reclamacoes foram vitas
ebem astim as peticOes dos bispos de Hespanha, co-
mo ale de mais a mais alguna desses illuslres biapos
que se haviam justamente opposlo essas leis.a esees
decretos, foram violentamente arrancados de suas
diocezes e deportados para diflerentes lugares. Vos
eompiehendeis hem, veneraveis irmaot, com qoe
dor fomos oppriinidos quando vimos que estavam
perdidos todos os nossos cuidados, todas at nossas so-
licitudes para o reslahelecimeoto dos negocios eeele-
siaslicos no reino de Hespanha; qoe a igreja de Je-
sos-ChrisIo ficava all exposla aos maiores perigos, e
qoe a sua liberdade, os aeoa direilos, astim como a
nossa antoridade e a da Santa So eram espezinhados.
E por isso no jior niillimos qoe o nosso encatrega-
do dos negocios prolongasse a sua estada na Hespa-
nha, e Ihe orden irnos de deixar este paiz e de lornar
para Koma. Nos sentimos a mais profunda dor por
ver esla Ilustre uac/m hespanhola, qoe not he lio
chara^por scu ardeute zelo pela f e por sua dedica-
cao a' izreja e Santa S,' exposta a novos perigos
por amor da sua religiao, em consequencia dessaper-
lurbacaj e desta desnrdem nos uegociot ecclesiasli-
co.. Mas como o dever do notso ministerio apostli-
co elige que defendamos com todat as fArcat a causa
da igreja que Dos nos conliou, nao podemos eximir-
nos de manifestar pohlica e solemnemente nossas re-
clamaces e qoeixas.
He esta a razao de, nesla assemblca, levanlarmos
nossa voz, e redmannos altamente conlra Iqdo que
recenlemente ha feito na Hespanha o poder secular,
e ainda continua a azer contra a igreja, sna liher-
dade c seus direilos, contra nossa autoridade e a da
Santa S. E sobretudo deploramos amargamente
que a nossa solemne convenrao l'eiiha sido violada
conlra o direito das gentes; qoe fanloridade dos bis-
pos tenha sido estorvada no exercicio do seu minis-
terio, e contra os mesmos se tenha exercido a vio-
lencia.; que emlim o patrimonio da igreja tenha ti-
do usurpado contra todo o direito divino e humano.
Oulrosim, por nossa autoridade apostlica repro-
vamos, abrogamos as Ibis e decretos preditos, lodo
declaramos nullo e tem valor. iNa admoestamos,
exhortamos e su iplicamns cnm lodo o fervor que nos
he possivel aos autores de laes actos a considerarem
allenlamente que aquelles, que n9o lemem allligir e
atormentar a igrrja, nao podero escapar vinganca
divina.
E agora nao aguardamos para mais logo o felici-
tar-vos, e dar as merecidas homenagens a vos, nos-
sos veneraveis arcehi'pes c bispos da Hespanha, que
no cumprimento do vono.itever nao lemesles nenhuin
perigo, c leudes lido todo o cuidado de fazer oovir
de commum rcenlo nossa palavra episcopal, de
reunir vossos esror^os. valor e conselhos para defen-
dermos com energa e constancia a causa da igreja.
llevemos tambem particulares loovoret ao fiel clero
da Hespanha, que, recordando-^ de son vocacao e
dever, tem posto todos os seus cuidados em cumpri-
lo. Rendemos igual trbulo de homeuagem a tan-
tos Ilustres seculares da Hespanha, que leem mos-
trado tanta piedade e submissao para com a Sanlis-
tima religiao c a igreja, para com nosco e a Santa
S, e os quars nao so com a palavra como al com
seus escritos fizeram gala defender os direilos da
igreja. E not seutimentos de nossa caridade apost-
lica rompadecemo-nos desla deploravel siluajao em
que te acha a illu-tre nacao hespanhola que nos he
lau chara, e de sua soberana ; e no fervor de nossas
prece supplicamos a Dos Todo Poderoso que se
digne com sua divina Torca defender, consolar e li-
vr.ir de tantos males etla nacao e a sua ntinha.
Nos tambem queramos, veneraveis iroiAos, fa-
zer-vos sabedores das agonas incriveis, que atTligem
nossa alma vista do estado tao lameiilavela qoe
est reduzida nossa mu anta religiao na Suitsa, e
principalmente ah nos rantfies os mais calholicos
desles estados confederados. All tambem a liberda-
de e o poder da igreja calholica sao oppriinidos ; a
autoridade episcopal e a desla Santa S etpesinha-
das, u santdade do matrimonio a do juramento vio-
lada c desprezada ; os seminarios do clero e os mos-
leiros das ordens religiosas destruidos completamen-
te, ou snjeilos ab-olu lamen le a jursiliccao ar'ora-
rla do poder civil; a collacao dos benelico* e os bens
eeclesiaslicos usurpados ; e o clero calholco indigna
a miseravelmeiile perseguido e flsgellado.
Nos vos assicnalamos hoje rpidamente les fac-
i* 1,1o funestos, e que nao pndem ser assns lamenla-
ados e dcsppro vados, porque lenconamns pronunciar
perantc vosii asscmbla oulro discurso sobre este as-
somplo laoacheio de amarguras.
No entretanto nao cessemos, veneraveis irmaos,
de conjurar nole e dia em nossas continuas e fervo-
rosas tupplicas o pai das misericordias, o lieos de to-
da consolara, de defender a sua sania igreja, que
tantas calamidades opprimem de todas as partes, e as
tempestades agitam de lodos os lados; nao cessemos
do supplicar-lhe de a soccorrer, de a proteger e H-
vra-la de todas as adversidades com qoe he aflli-
gida.
Allocurua relativa aos negocios do l'iemonte.
Veneraveis irmaos.Muitas vezes, como vos bem
o sabis, li/.emos ouvtr as nossas lamenlacies, nat
reunioes qoe leudes lido, tobre o estado ufflictivo
em que, com grande dor da nona alma, a nossa san-
tissima religiao se aeha reduzida no reino sardo ;
depois principalmente na aHocoeao, que vos dirigi-
EPHEUERIDES.
2 Quarto minguanie as 9 boras 24 mi-1
utos e 44 segundos da tarde.
11 La nova a 1 hora, 3 minutos e
47 segundos da manbaa.
18 Quartoerescentea I hora, 17 mi-
nutos e 49 segundos da tarde.'
25 La cheia as 5 horas, O minutos a
49 segundos da manhaa.
DIAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Remigio h. S. Virissimq,
2 Terrea. O Anjo Custodio ; S. Leodeg
3 Quarta. S. Evaldo prcsli. ; S. Candido ni.
4 Quinta.S. Francisco de Ass'nt ; S. Clnyspu.
5 Sexta. Ss. Placido b.e Flavia irs.
6 Sabbado. S. Brum fundador S. Cas
7 Domingo. 19. O SS. Rosario de Mana ; S.
Augusto presb. ; Ss. Sergio e Bacho mm.
OLtVROPOSTHMO- *
Por Hasta* Da Cama.
I
I %
/
III
{ConlinifacSn.
w mesmo patteio. A noile apprnxima-
va-se, as soffiaTas alongavam-se tobre a eitrada, en
nao saba onde eslava.
lie al lea he aquella pergunlei a un ear-
i patsava, detignando-lhaalg urnas casas que
appareciam i ponca distancia.
Ii Killon, retpondeu-me ella.
Bise noroe oVsnertoa-me orna lemlinnca ; era ahi
qae eu fra iriado. Cheguei pooco depois, alraves-
si du^^H^Mas, avistei urna choupana de ap-
parem e entrel certo de nao enganar-me.
Minha ama /le leite, que eu no vira desde cinco on
seis anuos, (leu um grito quando vio-me : a Deas do
co, como elle esta grande
Asscnte-ine junto do fogSo, e cont'inplei esta ha-
b tacao pobre, onde soltara os primeiros grites a do-
ra os prmeiros passos de minha exiifeiicia. Entao
ludo vollou-me a memoria ; a escada de madeira,
ai eadelras de palha, a imagnm do Judeu Errante
uapanta chamn. e at os ces torcidos que sus-
tentaran! ta ticket. Alravex da jmila denegrida
vi a lagoa, onde sem duvida patejra muitas vezes,
e avistei o pltano, i coja sombra minha am i as Uva-te nos dial de sol para dar-ine > peilc, Etse
especlaeulo de um pastado tm,remoto aperlun-me
coracao, ten.i meot olhos engherem-se de lagrimas.
Qne teas, man filho T como ests tfitie ? Eu
julgava-le feliz, t ISo rico !
E a boa mullier tamou-me, como outr'ora, a ca-
bera entre at raaos e beijou-me a fronte ; depois ec-
creacentou olTerecendo-me um copa de leite :
Bebe, isto le Tara bem.
Onde est Juliala, minha colaba ? perguntai
no lim de alguna mnalos.
Vide ."arto n. 230.
Casoa ha dous annos com um carpinleiro da
vizinhanra, e deu a luz pelo Natal patsado um bello
menino, no qual pozemos teo nome alim de nunca
te esqoecermos. Mat obro lalvez mal tratando-te por
tu ; pois estas ioteiramente feito um homem serio, e
lens ao menos viole equatro annos.
Alguns inflantes depois Julieta enlrou e lancou-
se-me ao ppsroco. Eu eslava locado por essaalTeirao
de qne linha-me quati esquerido, e cuja fnnle n aca-
so arabava de reabrir em minha presenra. Ella
moslrou-me nrguihosamente o filho, tnme-o nos
bracos e abmrei-odzendo-lhe em voz baixa :
O' meo filho 1 s- mait feliz do qoe eu 1
Passei o serao com essa boa genle. Suas altences,
sna amizade applararam pouco a pone mea cora-
cao perturbado. Nao queran) deiiar-me vollar, to-
dava a noile j i linlia chrgado.
Vamos fazer-ta urna cama, di/i i minha ama, a-
manhaa te fari.-mos bom caf de nata como nunca lo-
mas em Pars; porque lodo o leite que U vende-se
he baplisado.
Inasti para vollar, pasto que as deixaate com pezar.
Espera ao menos que se prepara o carrinho,
dizia Julieta ; mea marido te reconduzir : pareces
estar 13o fatigado!
Agudeci-llies, abracei-as ouka vez e vollei para
Paria.
Quando clicguel, a eidade eslava adormecida, t-
menle q,rumnr de meas pasaos pertarbava o tileo-
efo. Ptstei pela ra onde habilava Adriana, e a-
chando-me ilianle da toa casa, senti am detejo im-
perioso de tomar a v-la, e de procurar ao seu lado
a embriaguez qne nunca ahi achara.
Parei e observe! ai janeltas para medir-Ibes a al-
tura anm de mcHior escala-las; porm apezar da
perturbarao qne loria cansado minha preteuca, heti-
tai, a nao (oi tem grande etforeo sobre mim mesmo
que oonsagui vencer a lenlacSo ; amanhaa en me le-
ria adiado ai ida mait perdido.
Agora ettou em minha casa, minha rcaolurao est
lomada. Ja que tau attat cobarde para nilo'butcar
am um trabath serio alorado um alivio s inedi-
(aoOet que esgotam-me, ja que tenho a fraqueza da
sentir saudades daquillo qua fez-me padecer, ja que
ttcaudo em Paria procurarei as occasioc de lomar a
vr Adriana ifim de recahir na* vas tracadas pelo
habito, parrei, alravettarei o mar, rei a Alger,
eitremidade do Sahara,, pedirei bospedagem a ama
mos a 22 de Janeiro do corrente anno, allocurao que
foi publicada, de novo choramos avista dos to gra-
vea atteniados que, de ha moitos annos, o governo
sardo nao tem cessado de pralicarconlra a igreja ca-
lholica, seu poder e seus direilos, conlra seas mi-
nistros tantos, seut bispos e a suprema autoridade a
dignidade desta Santa S. Nessa allocacflo, com ef-
feto, levantando de novo a voz, reprovamos, con-
demnamos e declaramos millos e como nao existen-
tes nao so todos os decretos, e cada om, qne aquello
governo bailara em detrimento da religiao, da igre-
ja, e des direilos desla Sania S, como tambem a
lei ao mesmo lempo iojustitsima e fuoesiissima, qae
fura entao proposla, pela qnal se projectava, alm de
oulras coosas, de suppnmir radicalmente quasi to-
das as ordens monsticas e religiosas de ambos os se-
xos, at igrejat collegiaes, a os mesmos beneficios Sim-
ples, que sao tujeilot ao direilo de padroado, e de
submetter seut bens e rendas adminislrar.lo e ao
arbitrio do poder civil. Nos nao nos descuidamos
de advertir aos autores e promotores de lao grandes
males de ae lembrarem seriamente das censuras e
penas espiriluaes, que as conslilaifoet apostlicas e
os decretos des concilios ecumnicos infligem, como
tendo nellas incorrido ipio fado, aos espoliadores
dos direilos e das propiedades da igreja. Atstm
obrando, nntriamos a esperance de qoe esses lio-
mena, que se gloriam do nome de calholicos, e per-
leitcem a urna monarchia, onde a mesma lei do Es-
lado decreta que a religiao calholica deve ser a ni-
ca do Estado, e ordena ao mesmo tempo sem excep-
cSo a plena e inviolavel garantia de todat as proprle-
dades, tocados emlim pelas sollicitaces sobremanei-
ra justas dos veneraveis irmaos os eminentes prela-
dos do mesmo Eslado, pelas nossas reiteradas recla-
mares, nossas qneixat e palernaes admoestacoes,
vultanam seus espirites e vonlades melhnres con-
selhos, desisteriam das vexacoes com qoe persegoem
a igreja e se apressariam ertl reparar os gravissmos
dainos que Ihe haviam causado. Um clarao des-
la esperanza semostrava em algumas promessas so-
bretodo feitas aos mesmos pispos, e a qoe pensava-
mos poder dar crdito.
Mas, mis o dizemot com dor, nao s o governo'
piemonlez nao atienden nemas reclamacoes dos seus
bispos, nem as nossas patarras, como ainda dirgin-
do ollensas cada vez maia graves conlra n igreja, nos-
sa autoridade e a desla S apostlica, e despretando
completamente nossas repetidas protestarles, e al
nossas palernaes admoestacoes, nao lemeu approvar,
sanecionar e promolgar essa metma lei modificada,
he verdade, de alguma rlenos termos e na apa-
rencia. porem absolutamente sernclliante na real ida-
de, no lim e no espirito.
Certamenle, veneraveis irmaos, nos he ezcesslva-
menle triste e doloroso termos de deixar de parte
essa mansido, esta dojura deqoenosdotoua mes-
ma natureza, ecojo modelo, e aoja linguagem rece-
bemos do principe eterno dos pastores e que temos
serapre de Iwa vonlade e constantemente pratlcado,
e termos de nos armar daquella severidad cora que
extremamente se horrorisa o uoseu paternal corarlo.
Comludo, quando vemos que lodo o cuidado, to-
da a sollicilndr, a longanimidade e a paciencia, que
por man de seis mezes lemo empregado para repa-
rar naqaelle paiz es ruinas da igreja, nada leem ob-.
lido; quando nenhuma esperanea nos reala de ver
os aulores de lao audiciosas emprezas pretlarem dri-
cis ouv idos s exhortacOes, pois que antes com
desprezo absoluto de nossas admoestacoes u.lo cessao
de acumular ofTensas tobre ollensas, e de Indo ten-
tar nos Estados sardos para all opprimirem e lies-
Irairem pelos seas fundamentos a igreja, seu poder,
seus direilos e sua liberdade, nos somos obrigados a
usar para com el les da severidade ecclesiasliea, alim
de riao parecermos fallar ao nosso dever. e desertar
o campo da igreja. Desta maneira, como bem o sa-
he, nos seguimos os exmplos Ilustres de tantos
nlifices romanos nossos predecessores, notaveis por
a aanlidailu e doulrna, que nao hesitaram cm
unir os fJlhos degenerados e rebeldes da igreja e ot
ioladores e usurpadores obstinados dos seos direi-
B com as penas que os sagrados caones leem es-
belecidocoiitra os culpados de taes crimes.
E por isso, em Vossa moi illuslre assembla, le-
vantamos de.novo nossa voz apostlica, e definitiva-
mente reprovamos, condemhamos e declaramos ab-
solutamente nullos, e de nenhom efleito, tanto a
referida lei como lodos e cada um dea tactos, actos
e decretos do governo piemonlet era detrimento da
autoridade e dos direilos da religiao, da igreja e des-
la Sania S, dos quaes tratamos com dor na nossa
allururao de 22 de Janeiro do corrente anno, e na
presente repetimos. Alm disso, nos tomos forra-
dos, ua inconiparavel dr da nossa alma, a declarar
que aquelles que nao temeram propor, approvar e
sanecionar nos Estados sardos os decretos e as leis
mencionadas conlra os direilos da igreja e da Santa
S, igualmente com seos autores, fautores, consefhei-
ros, adherentes e execatores leem incorrido em ex-
communhao maior, e nat outras censuras e penas
ecclesiaslicas inpostas pelos sagrados caones, cons-
uluicOe* apostlicas e concilios geraes, e principal-
mente pelo santo concilio de cenlo (sess.22 c.
Has, posto que instado pelo dever inviolavel do
nosso cargo, nos sajamos obrigados a desenvolver a
teveridade apostlica, com ludo n8o ignoramos e
mnilo nos lembramos, que aquello a quem ainda
qae indigno tejamos, substituimos na Ierra, em tua
colera mesmo, nunca etquece sna misericordia. E
assim, levantando os olhos para o Senhor nosso Dos
nao cessamos de Ihe dirigir humildes e fervorosas
supplicas para qae elle se digne esclarecer com a luz
da sna graca celeste, e recondazir a melhores senli-
menlos os lilhos degenerados da sania igreja de qual-
quer hierarchia e cundieres, leigos e clrigos reves-
tidos d'am carcter sagrado, cujos desvarios jamis
podern astas ser lamentados. Nada com edeito se-
rla mais doce, mais desejavel, mais delicioso para o
nosso corar.lo que ver os desvairados tornarem em
si e se emendaren).
Nao esqnecemos lamben) de derramar loda sorle
de oraroes, supplicas e actes de graca aos ps de
Dos cheio de misericordias para que elle nao cesse
de consolar e favorecer com os dons mais abundantes
de sna graca a todos os nossos veneraveis irmaos, os
arcebispos e bispos do reino sardo, exposlos a tantas
angustias e tnbulacGes, alim de qoe Deis a condue-
la gloriosa que tem sustentado, ellos continen) pe-
la sna Torca, 'constancia e sabedoria episcopal a de-
fender intrpidamente a causa da religiao e da Igre-
ja, e a velar com o mais ardeute zelo na inlegridade
e salvacao do sea proprio rebanho. Oflerecemot
igualmente at mais humildes c fervorosas oraces a
Dos clementsimo para que se digne de fortificar
eom seu soecorro celeste nao s o fiel clero desse
reino, que em grande parl acompanhando seos bis-
pos, desempenham mu dignamente os seos deveres,
como tambem tantos Ilustres leigot qoe nobrmen-
te animadot de sentimenlot calholicos e dedicados
de corceo a nos e a esla cadeira de Pedro, se g!o-
Inbu nmada, dorrairei debaixo da tenda, cacarei a
gazella cora os Beduinos, comerei o kouscousiou
preparado pelas mulheres, Irarei o ournous, devas*
larel as povoae.es inimigat, e quando tiver curado
mea enfado nesta vida joven e selvagem, quando
houver recobrado a teiva que falla-me, voilarei aqu
para tentar novamenle ot destinos de minha exis-
tencia.
IV
Mar (o. de 1847.
Gertrudes, amiga de collegio d minha rr.ai, deu
honterr. nm pequeo sarao. Como jiunca te casoa e
nao tem irmao nem sohrinho. linha-me pedido que
iosse ajuda-la a fazer as honras de seo salao n ,
to he, sorrir graciosamente s mulheres, ofiereccr
bolinhos s pessuas que lomam cha, e dar cartas aos
jogadores de whist. Uertrndes vio-me desde a mait
lenra infancia, amo-a muito, por isso dei-me presta
em salistaz-la, apezar da repugnancia que tenho a
essas especies de exliibicoc. Cheguei primeiro que
todos, e achei a pobre mulher calculando sobre os
dedos o numero dos convidados ; haviamos de ter
dezoito, ella eslava inquieta, bem que nlo houvesae
razao para itso, pois as cousas patsaram-ie o melhor
possivel. As lanternaa nao quebraram-se, ot boli-
nhos foram sufllcientei, at mulheres tagarelaram se-
gundo seu cotlurae, ot homens ficaram em p, nao
houve mais nem menos alegra do que algores, foi
nm sarao como lodos ; porquanto quer hsja vinte,
quer quindenial pessoas, he sempre a mesma cousaj
lano melhor para aquelles qae assim deleitam-se.
Eu tinha ido coma lirme inlencao de abandooar-me
i torrente das cousas, ouvir sem enfado a conver-
tacao dosborgoezes e cuidar tmente em rir dentro
de mim mesmo ; porm voltel mu pensativo ; eis-
aqoi porqoe :
Entre os convidados achava-se urna rapariga da
vinte annos, baixa, esvelta e graciosa tem ser bel-
la, a qual derramava era torno de tiara perfume
brando, qoe retpirei com satisfago, ficando embria-
gado. Seos cabellos loaros parecam harmonisar com
a cor de meas olhos azues ; soas maozinhas delica-
das (adoro as maos elegantes) dansavara como dou-
ilat sobre o teclado do piano. Ella ha msica exqui-
sita, tem urna voz pura a sonora, e comprehende o
qua canta, o que he nolavel, e pareceu-me urna ano-
mala di aaa de otuervacio.
Emquaoto todoi calavam-te escotando-s, eu esta-
riam de'empregar lodot os seus es torcos na defeza
dos direilos da igrrja.
(Journal itt Deban.
IITERIOR.
de
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. OEPUTADOS.
Se.a.o' da da 16 a acanta da 1855.
I.cem-sc eapprovam-se as actas dos dias N a li.
O Sr. I." secretario di conta do segu ule expe-
diente :
lim ofilcio do Sr. ministro da guerra, dando as
informaces que por esla cmara foram solicitadas
a retpeilo do reqnerimento de Jos Rodrigues da
Silva Menezes, capiao ajudante reformado da
exliocla segunda lnha. A quem fez a reqaiti-
e.
Do Sr. primeiro secretario do senado, participan-
do que o senado adoptou variat resoluroes.l'ica a
ornara inleirada.
Um reqnerimente de Manoel Pereira da Silva, pe-
dndo que o governo annnlle a sua reforma, e teja
restituido a 1.a classedo exercilo.A' commissaode
raarinlia e guerra.
Da Veneravel Ordem Terceira de S. Francisco da
Penitencia, da eidade de Santot, provincia de S.
Paulo, pedindo permisaao-para possuir bens de raz.
A' commitsao de fazenda.
He approvado o seguale parecer :
A romtniss.io de fazenda, para poder dar seu
parecer sobre a inclusa representarlo do padre JoSo
da Silva l.emos, administrador da capella de Nossa
Senhora da Corrente, da eidade do Penado, da pro-
vincia das Alagoas, reqner que se pecam informa-
ees ao governo esua opinilo sobre a prelcncao que
he objecto da mesma repretentaco.
o Sala das commistoes, 9 de agosto de 1835.__
Silca Ferraz. D. de S. Iaoo.
O Sr. Mello Franco (para negocio urgente}:
Sr. presidente, tendo-se retirado ha dias para Mi-
nas o notso collega o Sr. Ribeiro da Luz, e nao obs-
tante eslarmos no fin da sessao, aperar disso.de-
vralo ainda a cmara occopar-se de um negocio
que uo mea entender he muito importanlc, julgo
conveniente que as respectivas representaroes de
cada nma das provincias estejam completas (apoia-
dos), e por isso entend de meu dever mandar a me-
sa urna ndicacao alim de que remedida commis-
sao competente ella indique qual o supplente qae
deve ser chamado.
Vai i mesa, he lid* e remedida commissao
contliliiicao e poderes a segunde indicaran :
Indico que teja chamado um supplente para
substituir a vaga qne se verificou na representarao
da provincia de Minas Geraes pela ausencia do Sr.
Ribeiro da I,uz. ,
Paro da cmara dos depulados, 16 de agoslo de
1855.Pereira da SUca.Mello Franca.
ORDEM DO WA,
/mpreslimo ao Or Melti
Proeede-se i volacao do projecT
governo a fazer um tmprestimo aoi _7Mo-
raes, cuja iliscnssao ficra encerrada
sao. He approvado em 2." discusfl moma
emenda do Sr. Pacheco, qae UzM f sub-
meltida a obra ao parecer da acactaaaR^>edicJna
da curte. >
He sem debate rejeitado o seguinte reqo.er-
menlo :
o Requeiro que as emendas e arligos addilivos
para novos auxilios Iliterarios sejam remedidos
commissao de instruceflo publica.Pacheco.
Sao appro.ados dous arligos addilivos, um aalo-
ritando o governo a mandar comprar e fazer impri-
mir os Irabalhos botnicos do Dr. Bomplao, e nutro
amontando o governo a lomar a si a publicarlo das
obras de botnica do Dr. Freir Atlemao.
Sendo alinal consultada a cmara se o projec-
to deve paitar i lerceira discussao,- decide qoe
uita.
Favores companhia de pageles capor.
, Entra em terceira disenssao o projecto qae ap-'
prova o contrato celebrado pelo governo cora o
gerente da companhia de paquetes vapor.
O Sr. Ferraz:Sr. presidente, nao Uve a honra
de ouvir o nobre ministro do imperio na tegnnda
discussao; se eslivesse presente bavia de fazer-lhe
algumas observasoes, e talvez oblivesse de S. Exc.
o assensoa algumas dat emendas qoe eu linhaollereci-
do. Autorisa-me assim suppor a razio deque essas
emendas nao tinham oolro fim mais do que fazer
elTeclivo o contrato ; definir at obrigaces da compa-
nhia; melliorar todu o que diz respeilo ao commodo
dos passageiros; desligar o governo desse onus que o
captiva por esparo de 9 annos : fazer desapparecer
a immoralidade que se d no trajelo de eteravosem
tao grande numero, de modo que parece que os va-
pores da actualidade ast'emelhatn-se s embarcacYies
que outr'ora carregavam ou Iransporlavam escravos
da Costa da Mina para o Brasil. (Apoiados.)
S en, Sr. presidente, qnizease combaler o con-
trato em loda a sna essencia, eu procedera de ou-
tra maneira ; mat eu quiz apenas fazer etTeclivn a
obrgarao da companhia, obrigarao que. ella nao
desempenha bem actoalmente ; prevenir qaalque
deivio da mesma companhia ; dar ao governo a for-
ja necesaaria pira fazer eom qoe este servico fosse
melhorado.
O nobre ministro" tomoo a peito o contrato da
maneira porque se acha; empenhon-se cora os sua sabida, que se lancou na meta
sem amigos, correa de banco em banco para obler
'lo 4^ a<
va assentadoa um canto, atrs de um grupo de mu-
lheres, e contemplava-a alternamente .por entre ai
caberai de rainhas vizinhat. A forja de mira-la,
tenti o buclico desejo de casar e vver com ella
ama vida indolente e feliz, chela de lerna alleirSo
e de numerosos lilhos. Pergantava a mim mesmo se
nao era melhor deixar os sonhos e amores nlellec-
luaes de qoe al entn me nutria, entrar corajnsa-
inenle na realidado, e patsar com essa moca no
campo,' em nm jardira florido a existencia tranquil-
la dos bem-casados, que janlam sempre :is raesraas
horas, leem regularmente o folhelim da gazela, e
encadeam-se por lal maneira entre o habito e a nul-
lidade, que jamis podem dahi sahir. Isso enlrisle-
ceu-me mnito ; jolguei entrever nm instante os pra-
zeres do casameulo e da paternidade. Ella canlava
anda, eu a contemplava dizendo comigo : Misera-
vel 1 em que ousas pensar 1 Senles agilar-se em ti
a forja do bem, a vonlade da abneguco uecestaria
para fazer a felicidadix^ojcejrNao te conheces
suflicientemente para saberes que toda a cadeia tor-
nar-se-ha para ti insupporlavelmente pesada logo
que nao pnderes'.quebra-la 1 J nao experiraenlat-le
a volubiiidade de leu corarao, e a independencia de
tuas maneiras ? Naoaabesque serias dobradaraenle
desgranado por ella e por li ? Com que cara tu, que
amaldiroatte leu pai, vers crescerem os meninos
que tiveres gerado '. Tem o d!reiln de ter pai ? nao.
cem vezes ao Ainda quani'o dstes a leus filhos os,
thesouros de Hyderabad, a formosura da Krishna e
a forjada Rama, nao seras amhar das dreumstan-
cias que os rodeiaram e desviaram da falieidade para
a qual lodos procurara raminhar. Deixa, pois, ot iu-
dillerenlot, os imprudentes eos egoistas experimen-
larem prazeres qae te sao vedados. Medita, j que
he etse leu raid, j que lens ama chaga uo cerebro,
mat medita as Indias, as estrellas, nos mundos
desconhecidot, e nao entregues o-peosaraeulo Irs
vialidade dos desejos ordinarios.
Quando ella acabou de' cinlar, approximei-mt
quasi involuntariamente, e falei-lhe muito lempo.
He inlolligenle e branda, lo ios lonvam-na ; teria
boa mulher e boa inai; tanto nelhor para quem com
ella casar !
Fiquei triste, e, apezar de ninhaa reflexoet, pen-
o nisao modas vezes. Etla n.iite eu achava-me em
cata de minha (ia, e ahi fiz nma viagera, qoe faliz-
raeote dittrahio-me das ideas conjugaes que perlur-
bam-me. Minha lia, velha, tecia meiat junto da
toa appro.vajao, e se eu soobesse dalo, se o nobre
ministro me livssse prevenido desse inlereste que
lera na approvajao desse contrato, por certo nao
teria apresenlado laes emendas ; porque nao de-
sejo que o nobre ministro fiqie mal cm cousa al-
guma...!
Mas, senbnres, eu nao posso comprehender bem,
era acho conveniente esle esforjo do nobre mi-
nislro n'ura mralo feito com particulares, e no
qual, como lodo o mando ve, elles tem de lucra'
muilo !! Se eu NM ministro, e fizesse um contrato
desles, eixaria que o corpo legislativo o disculi.se
approvasse como Ihe parecesse conveniente, e
apenas Ihe ministrara as e>plicaje e eselareci-
roentos que fosse de raister
ver.
Permita agora a cmara que eu Ihe d ama idea
a respeilo da cotupanhia de paquetes a vapor. O
seu estado, desde marjo de 1853 para c, tem ido
nm mysterin. ludas as mais. compalibias no fim do
semestre, na reuniao da assembla gem, publicara
teus relatnos, e o publico e o corpo legislativo po-
den) conhceer o sen estado'; mas a companhia dos
paquelesde vapor nao tem feilo rslo, on o faz rara
vez, especialmente de mrjo de 1853 para c. Nes-
sa poca tinha a companhia 8 vapores ; hoje tem
5, c a sua despeza deve portanlu ter diminuido. A-
lm do vapor locantins, nao adquiri oulro duran-
te este tempo.
O Sr. Mendes de Almeida : Adquiri o Pa-
ran.
O Sr. Ferra::One elle?.... Vejamos entretan-
to qual era o etlado da companhia neste lempo.
Ella linha em 1811 um capital de 151:5909257 e em
dezembro de 1852 este capital se tinha elevado por
meio dos lucros obtidot a 1,82o:369.*625, a fora
675.1009000 distribuidos em vinte dividendo!!,.
J v pois-a cmara qne o negocio he lucrajivo,
he negocio da China. Urna companhia que em on-
zc annos multiplica assim o seu capital por meio dos
lucros, de cerlo ninguem contestara que tem feilo
um colosso de fortuna, e nOle a cmara qae a com-
panhia nem despende com o seguro dos seos na-
vios ; ella mesmo toma a si o risco de qualquer e-
venlualhlade.
Vejamos agora o eslado da companhia em rolaran
ao governo. Tendo ella um grande material, e nao
poJendo dispor delle findo o lempo do contrato, ver-
se-hia na neressidade de acedar um oulro contrato
do governo tob favoraves eottdijoes a bem do terv-
jo publico ; iodo o mundo jj^icrava qae se estabe-
lecesse a concurrencia quedft com que nosEtlados-
Unido a navegarao para Europa se torne cada vez
melhor. (Apoiados.) Se se admillissc a concurrencia
que se d em oulros paizes, o resollado teria, Sr-
presidente, um bello servijo ;^,mas o qne he que
succcdcu, senhoret ? Esle contrato da maneira por
qoe esl nao assegura nem os commodos dos pas-
sageiros, nem bundade, nem melhoramento, pres-
teza e perreijaq^ do servijo, e anda* em cima nos
minos dai-de subsidio porcada legua marlima
!JB mada a 'liase do contrato de que urna viagem re-
donda para o Norte he igual a i,860 n.ilhas, ou a
1,620 leguas martimas, para u Sol a 1490 jfilhas
ou 496 leguas martimas. a*
Vejamos o que a esle respeilo se paisa nos oolrot
paizes. A Austria, que favorece muito osen I,loyd,
que tem,romo lodot sabem. urna grande esquadrilha
de barcos a vapur que penetrara por rouilos mares
e porlosde diflerentes najfies ; a Austria favorece a
conslrucjo dos barcos dessa companhia por loda a
maneira, concede-lhe a isenjSo de direilos na impor-
tajao das materias primas e objecin necessarios pa-
ra esta conslrucjo e navegajao, empresta dinhei-
ros, ri-lhe o privilegio exclusivo de navegajao em
20 porlos do Adritico, o producto dot portes das
carias que conduzem seus barcos, empresta os pro-
priot navios de guerra no cato de necetsidade, nao
da-Ihe porm oms ceill de subsidio.
A Franja fez o seo grande contrato com a com-
panhia dos vapores do Mediterrneo, que lodos ta-
bem vao at muito longe, cujo curso abrange al a
I lidia,e o subsidio qne deu ro na razao de 26 francos
e 10 cents, por cada legua martima, isto he, mnilo
menos do que nos ; e entretanto a Franja fazeodo
esle contrato livrou-se de um grande dficit resal-
ante a adminitlrajio detse servijo. O contrato
feilo sobre o trajelo ou linha de Marselha a Corsega
foi na razao da 12 francos e lanos cent, por cada le-
gua martima.
A Inglaterra, cujos vapores lodo o mundo .-oohe-
ce, e nos qoaes o Iratamenlo he o mals superior pos-
sivel, e chega al ao luzo (apoi;:.dos\ aonde o pas-
sageiro enconlra nao s o neceitario mat ainda os
alimentos de maior goslo, lodo o conforto inclusive
permanentemente leite de vaeca ; a Inglaterra, so-
nhoret, apezar de tantas "despezas, d subsidio, ter-
mo medio, s companhias da Pennsula oriental,
cujas lnlias v.io ate India e China da America
do Norte, e das ludias Occidenlaet, na razao de 41
francos por cada legua martima. Todos sa-
bem que as ronpasde mesa ede cama detses va-
pores sao muilo asseiadas, se renovara, e qae neste
e em outrospontos o Iratamenlo he de verdadeire
laxo, e entretanto eis-aqui a quola do subsidioter-
mo medio i I francos.
Ora, senhores, nos que lomos urna companhia co-
jos vaporea a respeilo de lirapeza e asseio sao ama
miseria, nos que ainda ha pooco presenciamos em
cerlo vapor a bordo do qnal eu eslive na occasao de
urna (oalha
que s pollera ter cabimento n' ama mesa de lasca, e
isto n'um dos vapores melhores porque o seu
commandanle faz lodos os esforjos, nao obstante no
ter meiot, porque a companhia Ih'ns nega oe>lh'os
d muilo mesquinhamente ; para servir aos pat-
sageiros, nos' deveremos fazer a vonlade de ap-
provar esie contrato do modo qae foi elabo-
rado ?
Todos sabem, senhores, como nos paitamos a bor-
do ; m agua, apezar de lodot ot meios para obler-
te boa, mo servijo, he preciso qae o passageiro leve
todo quanto he preciso para salisfazer as tuas necet-
aidades. (Apoiados.) Ot encherges que a bordo do
vapor S. Saltador e de outros existen) not beliches
dos passageiros sao inferiores aquelles que se lanjam
para elle bem retptfl -as camas dos doentes nos hospitaes mait miseraveit.
Ot passageiros sao maltratados a todos os respeilos;
e a urna companhia como esla, os seus d 'veres, entrega-te a quanlia de 27:0009 por
cada viagem redonda, elevando-se com a qoantia de
7:0009o subsidio actual? !
E ainda ha maii, e islo he o peior: lia nma con-
dro no contrato que obrga o governo, quando o
carvao estiver a mais de 259 a tonelada, a pagar i
companhia todo e qoalqaer excesso desle prejo; de
sorle que se pode dar a circomstancia, quando o car-
vao etteja na razao de 369, e elle ha pouco lempo
esleve a 509, do estado pagar 231 contos i compa-
nhia alem da tubvenjao! Oh! he mnilo!...
Digao-me, raeus senhores, como te justifica esta
condirao! Desta maneira a linha de vapores ingle-
ses be contratada debaixo de condirao idntica.
Mas, pergunlo en, nao te v a differenja? A linha
de vapores inglezes era nova, ia comejar, a tua es-
tabilidade, o seu futuro nao era seguro, nao te po-
da saber se tirara vantagens ou nao; a nossa linha
exittia; a companhia acabava o contrato exilente,
linha um grande material sua disposjjso, e por
conseguale convitiha-ihe continuar nette tervico ;
era porlanlo occasiao do governo conseguir um con-
trato vantajoio, te estabelecesse a concurrencia. As-
sim, porm, nao acontecen, e antes maiores vanta-
gens foram dadas i companhia augmenlando-s-lh'e
a consignajao.
O Sr. Mendes de Almeida d nm aparte qne nao
podemos ouvir.
. O Sr. Ferraz:O nobre depulado que he empre-
gado na secrelaria do imperio e acaba de dar-me um
aparte, diga a razno porque obrigaejdo-te o governo
a pagar o excetso do prejo do carvao marcado a
259000 por tonelada, nao te ettipolou ao mesmo pai-
to a condijao do governo dar menor subsidio quan-
do o pre^o do mesmo carvao fotse a menos do termo
calculado*
Por outro lado: qual I* o gaslo qoe a companhia
faz de carvao ? He de 525:0009, importancia dt
21,000 toneladas saar anno, na razao de 259 por ca-
da urna: esta qufjltidade de carvao nao est-confor-
me a demonslrajao qoe ha pouco li. Anligamente
e al 1852 s se gaslava por anno 13,333 toneladas
lendo a companhia 8 vapores.
0 5r. Auqusio de Oliceira:Me que os vaporet
que hojo eiittem tao maiores.
O Sr. Ferraz:Eu vou tocar neste ponto : lodos
os contratos relativos a lindas de Vaporet de oulros
paizes tomao por base, nao a tonelagem e arquearan
da erabiircacao, mas sim a forja da.sua machina a a
velocidade de toa marcha, porque taes embtrcajoes
sao desuadas para levar carias e passageiros, e
por consegointe a condijao essencial vem a ser o
augmento de sna velocidade c nao de sua capacidade.
O nosso governo, mesmo o nobre ministro do impe-
rio.ieslabeleceu isto no'conlrato que fez com a com-
panhia do Amazonas. Vejamos o que dia o art. 2
desse contrato do Amazonas.
o Os vapores qae empregar nesla linha devem ter
a capacidade para conduzir em beliches pelo menos
60 pattageiros, e 200 toneladas de carga, alem do
combnslivel necesario para a viagem. Terao ( nole
a cmara ) a marcha regular de doze milhas por
hora.
Exigio-se nm numero de beliches para passageiros
xigio-se capacidade para cargas, exigise ainda
mais, a presteza de 12 milhas por hora. Entretanto
para a companhia de paquetes, para esla grande com-
panhia qoe nao lem dado ainda penhores de cura-
primen o do contrato nada disto se exigi! Apenas
se diz: Os paquetes destinados a fazer o servijo
deverno terde 600 a 700 toneladas, e Ja forja ne-
cessaria para concluir a viagem no prazo de 31
dias!
Qner-se que os vapores stjo de 600 a
800 tor aladas, a forja das machinas ficou no esqne-
cimenlo; o diz que a viagem redonda seja feila, no
mximo, em 34 dias.
O Sr. alendes de Almeida:Ahi es marcada a
forja.
O Sr. Ferraz :lie um engao; vamos ao calcu-
lo. Conforme a condijao 23, urna viagem redonda
demanda o corso de 4,860 milhas para o norte, ette
numero de milhas dividido por dez, mnimo do nu-
mero de milhaslpor hora, d 486 horas, qae divididas
por 24, que sao at horas de cada da, temos 20 dias
e 6 horas; accrescenlemos a estada de nm diaN na
Baha, oulro em Pcrnambuco, oulro no Maranhio,
oulro no Rio Grande do Norte e na Parabvba, outro
no (.cara e Alagoas, e 2 no Para, isto he, mais 7
dias, que juntos aos 20 fezem27: remos que nao
chega a 30 dias. Ora, e a velocidad* por hora for
de 12 milhas, termo medio, como se lixou para o
vapores do Amazonas, o espajo de tempo ser ainda
menor. Marca-Jo pois o prazo d 34 dias, v-ce qoe
os vapores nao podem ter a forja qua ta t ppoe e o
melhoramento qne he de dse jar.
chaminc, respeilando com stia bondade ordinaria o
silencio invencivel que fechava-me a bocea. Eu es-
lava assentado dianle do fogao, as labaredat faljga-
vam-me os olhos e abrazavam-me o rosto, lome um
para-fogo afim de garanlir-me : era um para-fogo
chlnez.
Um caixlbo circular com cabo de marfim suslen-
(ava um pedarn de seda ornado de pinturas maravi-
llosa-. O co sombro e semeado de nnvens averme-
Ihadas era aliumiado por nma lila baja, para a qual
adianlava-so nm monstro terrivel armado de garras
vermelhas e denles enormes, escamoto, de cauda
tortuosa e de olhos grandes com manchas de sangoe.
Em baixo eslendia-se urna pair.agem tranquilla Ilu-
minada por urna clandade paluda e nacarada. Ao
lado de om tanque onde nadavam aves phantasti-
cas, erguia-se um salgneiro-choran, coja sombra che-
gava al ao pavilhao construido de bambs, donde
sabia urna mojil oscillando sobre ps imperceptiveis,
inclinaudo a cabeja para o hombro, e linda como a
Venus do Celeste imperio : tinha olhos retorcidos
para as fontes, unhas tongas tintas de carmim, e
lez mais clara que o cobre das alampadas.
Airas della ia um mandarn), cuja panja coherla
dos estofo! mait magnficos apoiava-seraagislralmeu-
le sobre o peseojo do cavado, qae .era rosilho, seos
bgodes finos erguiam-te ao sopro da brisa da noile,
om enorme chapeo abrigava-lhc a cabeja importan-
te ; junio delle ia um eseravo levando o delgado ca-
chimbo de opio. Detse para-fogo emanava um per-
fume extico semelhante ao do pao sndalo, qu
coropletava a impressao. Contemple! essas pinturas
ao piocipio machinalmente, depoit com alinelo, e
emijm com tanto empenho qoe drtejei partir 'para a
China, e ir banhar o rosto no rio Amarello. Era
urna langa viagera, mas eu a fiz inmediatamente.
Duplique meu ter, e emqoanto permaneca entor-
pecido em um brando calor, perdido para todo o
que rodeava-me, vi-me seguindo essa longa rola,
onde a aspirarao do descoohecido guiava-me pela
mSo.
A passagem era feliz, e eu desembarcava era Ale-i
xandria ; um barquiaho a vapor conduziatne ao
Cairo ; eu ficava ahi doui dias smente visllaodo as
mesqoitat de El-Azar e do Morostan, os (uranios dos
califas, e sentlndo nao ler tempo para ir escalar as
pyramides ; entiava em um carro, que dous caval-
los puiavam a galope alravez do deserto de Suet.
Um barco a vapor eiperiva-me chalo de Ingle-
zes da ( ompanlna das Indias ; partamos alegremen-
te ao soiro do ven lo de oeste, qne ropellia-nos a-
travez do mar Vermelho, e aos fazia pastar sem
raudas cesgrajas o terrivel nlream ale Bab-el-Man-
deb. Em Aden, onde compre) lindos carneiros bron-
cos a pretoa arribamos para tomar agoa e carvao.
Continuamos nosso caminho pelo ocano indico, de-
mrame -nos algumas horas em Bomba.m defendida
pela sut enorme cdadella, depois era CeylSo, ilha
dos elepsanies e das palmeiras gigantescas ; em Cal-
cuit cimos modos dias diante das innomeraveis
boceas do Ganges, pai do Indo. Depois pastamos en-
tra ai llias Merghi noestreilo de Malaca, seguimos
at rotlan de Cambse, onde atee a caoella ; repon-
amos ni canal da Formse do ftiracto, que nos ata-
cara no golpho do Tong-Kln, e emfim tendo dobra-
do o promontorio Shan-Tune., laucamos a, ancora no
golpho ele Pekn.
Era ahi qne eu desembarcava e comejava real-
mente riinha viagera.
Salve .' trra amiga da China paiz da pnrcellana,
das ninharas e das mandragoras I Salve patria dot
macacos, dos mandarint e dot Iliteratos! Venho -fu-
mar opb sombra de toas arvores, e procurar ra-
parigas as enseadas de lens ros!
Eu admirava-me a cada paaso, e ficava tongas ho-
ras contemplando todas as raaravilhas qae allrahiam-
me a atlenjao. Via curiosamente desfilaren) regi-
menlos ioteiros de ligres-de-gaerra vestidos de va-
rias cores, lendo ao hombro um tridente de ferro, e
ao brajo am largo broquel de times adornado de
caberas monstruosas. Alguns eteravot gritando cor-
ran) estregando nm palanqun) guarnecido de cam-
panillas no qnal dormlava um gordo mandarn)
ornado uotn o betao de Jade. No ;o barquinhasera-
revezadas Iluminadas coa fogos de todas at cores
vogavat) ao som dos tam-tam e das flautas de can-'
na. Em pratos mais transparentes do qae azas de a-
belha,-r:os marcadores vestidos de seda amarella
coraiam arroz temperado com cubaba e oleo de ri-
cino. Aves eslraohas voavam pelos ares, ou empo-
leiravam-sesohrearvore deformas desconhecidas
animaet de barriga branca e grande andavam de rc-^
jo sobre i Ierra, a qual cheirava a chi ; bellos pei-
xet encarnados e verdea nadavam em lanqnes debai-
iro das fochas de lodao atol. Mulheres sempre roa-
das metliam toas cabejas de porcellana fina atravez
dosbami.usdasjanellas. Ea,onvia nm rumor cons-
tante de campainhas e guisos.
Demais, deia-aa isla a arbitrio da companhia t
Ella far o que Ihe parecer. O governo devia con-
tratar com a companhia que us vapores livessem a
furja de 220 ou de 300 cavados, oo de mais te fotse
necetsaro, e o mnimo de velocidade de 10 on de
12 milhas por hora conforme o contrate que fez com
a companhia do Amazonas, e conforme todos os
contratos inglezes e franeezes eslabelecides para um
servico semelhante; mat deixar todo a arbitrio da
companhia qae tem necessidade sempre" de pou-
par, de diminuir as tuas despezas, istaariodera 'con-
rirt
A lei entre a companhia e o governo vem a ser
seu contrato; todo quanto lie condirao necesaaria
para a perfeij5o do servijo devia ser exarado nelle,
nao o tendo fica a companhia de brajos livres.
Agora, senhores, alm desle vago, deste indefini-
do, qoe he contrato euidou dos passageiros de r. Nao ha con-
dijao alguma que imponha a companhia a obrigajao
de fazer isto on aqu I le em bem dos passageiros de
r; a nica qae ha Ihe* he contraria, lalvez seja pe-
la sea ma redaejio. e en a voa 1er :
Condicao 3.....devendo para ambas as linha
o commodos para patsageirot de r e de proa, de
sorle que ot ltimos, em cojo .numero se iuduem
os recrutas, teji Irantportados debaixo decoberU
enxata.
De sorle qoe os passageiros de re nao lem coberu
eoxnla! (Ora, ora. i
Bis aqui o que se v; nao ha oeste contrato recora-
mebdajeo alguma faveravel para os passageiras de
r; entretanto que nos contratos inglezes e franco-
Ha se trata minuciosamente desta especie, obrigan-
dott companhias a terem nos beliches ludo que he
netetsario para o servijo dos pattageiros.
Ora, digam-me os nobret depulados : neste va-
go em pue s acha dirigido a contrato, se a compa-
nhia nlo apretenlar vapores com as commodidades
necessaritt para a servijo dos passageiros de re
continuar a mallrala-los, tem o governo forja par
pna-l 1 Pode rescindir o contrato ? Nao tem
forja para pun-la, perqu ha ama nica pena es-
labelecida no cntralo, e esta he a qne te
lima condijao, a qual he dignada notar-te
Vejamos o qoe diz o artigo. ou condijao final:
Para seguranja das condijoes de novo contrato
por parte da companhia, conservar-se-ha no tliesou-
ro nacional a quaotia de 10:0009 em apolices da di-
vida publica que.a companhia all deposloo, e qne
' rjpte a cmara ) perder*, sem dependencia de
processo judicial, no caso de fallar a execnjSo de
todas on de cada urna das mesmas condijoes.
De sorle qne a companhia nao tatitfazendo urna
condirao oo mais condijfies,' e perdendo por isto es--
tes 10.-0009, continuar impunemente a fallara to-
das at mait condijoes, porque nio lia pena alguma
pardtlie ter imposta : a-nica pena qne tem he a
per da do deposito Perdido este, onlra se Ihe nao
pode impor. Isto ja foi motivo de etlado da admi-
niitrajao anterior, n3o ha artigo algum que impo-
nha mulla senao no caso de demora na partida.
A fiscalisacao nica sobre o estado dot vapores
vera nd condijao 7.". E atindanlos a orna cou-
sa ; devendo o governo eslabelecer como ceedicao
sine qna non a acqnisijio de vapores nanos, deiteu
A companhia o arbitrio ou de comprar vapores ve-
Ihos e roncearos, or de fazer esla conslrucjo ; assim
he natural que a companhia compre os perores va-
pores que apparecerem, por serem mais baratos. E
ie os comprar, se nao construir novos, ha alguma
pena no eontralo para Ihe ser infligida 1
senhores, nem aa menos o governo o pode fiscalisar
como o voa demonstrar.
A condijao stima diz : n Comquanlo nao
exigido qae os paquetes tenham por sua conslr
proporjoes para terem armados cor, om peto de
arlilharia equivalente os Vapores de guerra, deve-
rao comludo estar habilitados para receber algumas
pecas a sen bordo, afim de qae o governo quando
houver urgencia posta lsajar mo dellescomo trani-
portes armados. Para este fim estipula a ni
condirao : a o governo faru examinar os vapores lo-
go que chegarem por urna commissao. afim de ver
te podem preeneher esla condijao. e mais nada...
De maneira qoe o nico eiame, a nica lisc,,
jo que existe he para ver se os vapores
portar o peso de arlilharia ; mas se
velhos, se lem bons commodos, se lem os aprestos
necessarios, etc., nada disto he objecto de fis
tarjo.
Nos oolros paizes nao s se "estabelecem regras,
como al marca-se em ama tabella o numero dos
officiaes e pessoas de tripoljao correspondente a
cada vapor na razio da tan forja : entre nos o qne
soccedet
Alm dislo, se os vapores nao tiverem as propor-
joes para receber peras de arlilharia, con fon
condijao stima, e o reconheja a commissao non
da, o qoe cabe ao governo fazer ?
Nada se dispor, nao ha sanecao penal. Astim he
sobre Indo o mais.
( Sr. Paula Candido, pr imeiro secretario, o
pa a cadeira da presidencia.)
Ora, urna obrigajao que em todo* os paizest e
impoe s companhias de vapores he ler embarcajues
proprias para qualquer successo,1 escalares, salva-vi-
das, etc. A companhia de que se trata mandou com-
prar doui escaleres para esse fim, o quaesdizem que
nao servirn) e querera passa-los on passarao ao go-
verno. Nio ha pois providencia algoraa alalreepei-
t, nei.i mesmo t vezes as bomba* esta/ no caso
de servir hareudo incendio.
En linha tomado o traga do paiz : ora vestido de
teda rosa matizada de flores e de borbolelat cania- .
me al aos ps; ca havia deixado crescer at unhas,
e de meui cabellos apenas conservara nma tranca ;
minha barba eslava feita ; pois nao lendo ainda trin-
la annes, nao tinha o direito de trater bgodes. Con-
versara muitas veles com os bonzos sobre a eler-
nidade d'alnia, e ia proslrar-me (nos templos da
Booddha
En habilava urna bella casa meio occnlla entre aa
montas de verbena margen) de um arroio cheio
de longa relva, e tendo om jardim, onde os pavOes
pastearan) ostentando os leques a sjmbta dos pe-
cegoeiros e dos ajotas. Vivia ahi feliz, passando dias
inteiros deilado tobre atleiras, aspirando o doce fu-
mo de um opio odorfero, o meditando em urna ra-
pariga qne vira atravez das cortinas de um palan-
qun).
Apezar de ter ss majaas do rosto sallienle, os o-
Ihs retorcidos os cabellos prelos dspostos em pas-
tas como velas de navio, assemelhava-te que eu
vira em casa de Gerlrudes ; eu araava-a, e nm ra-
malhete de junquilho amarello, que ella deiira ce-
ir a meot ps animava minha lerdura. Eu a pedia
em casamento, e depois de longas conferencias o pai
concedia-me sua jno sob condijao de qoe eu pro-
coraria um emprego na corte do imperador, Filho
do Co. Msicos tocando rebecas, om-lam, flantas
de sote raros, e adufes vinham boscar-me pira me
conduzfem a minha noivi. I.anjavam-se flores pe-
lo caranho, alguns peloliqueiroi tinham vindo e
exerciam seu oflico para honrarera meu casamento,
eu ia sahir... Quando minha til, faligadi sem duvi-
da de minha mmobilidade, balen-me no hombro di-
zendo-rae :s
Em qoe penses, Jlo Marcos 1
Pens, respondi-lhe, qne etqneci-me de tn-
gir as unhas cam cinabrio.
Minha lia poz-se a rir, mas vendo sem duvida pe-
la expressao de mea temblante a dr quasi aguda
qne causava-me essa volfa repenna a realidade,
passou-me a m.1o petos cabellos e diste : ,
Ah 1 'meo pobre filho, em que dar todo itso ?
Ella era Uo linda replique! eom um suspiro.
Minha lia julgou-me loaco, meneou a cabeja em
silencio, e itijou o fogoque linha-s* quasi apagado.
(C'onf lIBn riinsait. __


BMMMMI
Nio lia Iriputacao juflicien;e ; muilas veies depois
lie, um hornera lar embarcado diz-lhe o capiau
rhinlia ma
lem|
expl,
mina
IMIt
boa, na te) o que sueco I
ma companhia que trata
ouveram scmethantas co-
udo '.' Orne se pode
ediwonlo do governo, de ara go-
ilo lie uulrfs companhia foi t*o
amo m t neHe foi luto qu ven cerno an-
eo relatarlo do nobre ministro do imperio ? So
se pidera explicar seraelhaala procedimaalo como
privilegio de qae soza a pessoa a companhia cero
que se contrata, privilegio qae fai com qae nao te
' admita emenda alguma aocntralo e fea com que o
/ nobre ministro so empenhe ron os seus amigos pera:
que elle soja approvado peta cantara,lal qoal ae acha.
repula ludo o que (ende I sua liscalinaco, cta-
M e prer
I) so a nobre ministro que leocionava cellocar
um laeule de mallas a bordo de ceda vapor ; se tal
ieai pentameni devia Ic-lo exarado no contrato,
devia determinar-so qne a compauhia seria obrgada
a dat um'.agar conveniente, o Iratamento necesa-
rio, ter urnas erohare<;qe* pequeas sempre na or-
dens dese agento para elle fater o trajelo para Ier-
ra nidias cemlnindn ai mellan, ele., nn, senhores,
nada dio aa faz. E ora eala innovacao importa aug-
mento de Jeapexa, e este beneficio resallante da
lal agente ae colheria por meioj de
comiaistoes no porlos de escala, sabida e entrada,
ira, senliores, ver a maneira porque fi-
captivos. Todos sabero que o progresso da
ii cia-e da industria vai eada dia aogmentando
iai, e que em materias desla ordem nao convem
o uaptivar por muo lempo ; mas nove anuos se
lliar.ira para a asistencia desse contrato l)ir se-ha
Ivetqutjo governo a todo o lempo pode lomar a
ipraiajoagando todo o un material. Ora, isso
apossivel qualquer innovaco, ecreio que
noi>re ministro anda aqu dormiln. Vejamos u
qu diz o contrate neste ponln [f]:
re contrato durar pelo praio de nove an-
o se antes disso o governo lomar a si a
MwcSe deste ramo de servico pblico em pa-
qosles de vapor do Estado, o que todava nao po-
i fazer tem qae om auno antea prevna eoro-
pailita de que pretende tomar esaa resolocao, con-
. Ira lando oeste caso com a companhia a compra
de seos paquetes e do lodo o material empregado
se servico. o
>c sorte qae o Estado quando quizer chamar a
'impreca ha de pagar o material lodo que exis-
lla, hom a ao, no estado de servico ou nao, os
vapete roaceiros e nrins era estado de serem ce-
idos, porque o artigo do contrato assim obri-
Vos outros paire o que he- que se fax quando
se eslabelece esta obrigacSo ? Eslabeleee-e que
valor ero relaSao ao' progresso da
e dos serviros "ja prestados e do inWrcsse
qne io pode lirar de navios desees. Por ejemplo,
seapnireeer urna nova iurencAo que dispense, qne
masln. a ntilidnde dos vapores de rodas, o governo
querer lomar eases vapores inulilisados, ruina
e abandonados t (Ha um aparte.)
Nao se da o mesmo com todas aa companhias, nao
ASaaiopaiqae he mnilo difieren*;.
Este contrato qoe nos occopa resente-se de algom
descuido da parle do nobre ministro ; as vou pro-
corar nutras razies, algons as enxergariam, eo nao ;
nao dir, por maneira alguma qae o nobre ministro
imperio eslava coacto, mas direi, Sr. presdeme,
le a peior causa qae pode haver he a accmmula-
de certas eroprezas em certas familias ou corpo-
*o*s preponderantes no lagar: eu mesmo es-
i fallando aeaaliado.
parles-,
t possivel, s/nhores.-qne sem orna razao espe-
it s collocasse no contrato casa disposcao sobre
.nenio do carvao quando o seu pre^o fossa
n le 25, condcto qae nanea se den entre nos
Qnem he o fiscal dislo ? He o gereete ; e lano
assim que s se declara no aviso. O nobre minis-
tro lem tres lagares de re e Ires de proa ; d-os a
qnem Iheparecer, e o gerente nao deve le' ingeren-
cia nesla coosas ; e contrato nao deve estabelecer
esta regra. ( Apoiados. ; Talvt* se diga que se que-
rem prevenir abusos ; mas os ministros sao os qne
o eomtneltem, e entao que se corrijam, e nao dm
poden* a esiranhos para corrigl-los, Eu eslon per-
suadido queseo nobre ministro da judien Umane
a si este cntralo, havia de remediar multa censas.
Sr. presidente, eu lenho demonstrada qae o b-
sjdio he mais alto do qae he aecessario ; qoe a co-
dicio sobre a elevaeflo do prego do earvo cima da
23 lie orna condicaoexoetsiv.. qne nao pode ser
apadrinhada por algoma razao de conveniencia pu-
blica ; que o contrato da maneira porque se acha
nao aumitleliscalisaca, 0em sobre a qualidadeda
constriiccao, era sobre a eapacidade de navios, nem
sobrelaccomraodacaodoa patsageiros, nem sobre
o exacta cumprimento do mesmo contrato ; qne nao
haveudo penalidade algaras sean i perda do depo-
silo de 10:0009, deia de haver multas ; o que se
admiti para as oulrs companhias com regras- mi-
nuciosas, o para esta, nao; que ludo he favoravel a
tima companhia qne nao d prova. de zelo a bem
do servico, e cujo servico he feilo de modo digno
de toda a reprovacao ; digo que um coutralo nesles
termos nao pode seresse contrato filho da retiene.
E.senhores, havemos nos viagem redonda quando os passageiros conlinuam a
leromesmolralamenlnenaose eslabelece condi-
cao alguma a esle respeito ? (Apoiados.) He pos-
sivel que nos obleohamos n refouna de individuos
DIMIO DE KRIM8UC0 SABIDO 6 0 OUTUBRO DE 1855
quelles porlos; mas acabou-secum ludo qaanto era
tlscalisaclo, cem tildo rfuanro era proporcionar ao
que cada vet vao a peior porque depois de marco de annos.
governo um meo do raauler
devidos termos, c Tazer com que elle nao fosseam
mero presente feilo companhia, mas sim um dom
feilo ao publico ; cm vea parara desla medida, pas-
>ou aquella oalra.
Sr. prosioenle, se apparecer alguma emenda no
seulido dai qoe offerec e furam rejeiunlai por ella
volarei, e eu espero quo o nobre depntailo por.Per-
nambueo a offereca pelo aelo que sempre tem mos-
trado a beca dos cofres pblicos, e cont que liei de
votar per ella.
Nao poseo negar comludo qoe me vejo neita dis-
cusso rouiln acauliario ; nao idigo ludo quanto po-
derla diier. Enlendo qae he melbor ama reaerva
sobre a malcra : deixo eomrideracjo da casa ver
se um contrato desles he favoravel ao publico oo
companhia, a esta companhia ja saturada de rique-
zas ero conseqoeucia dos contratos anteriores, a esta
companhia que occulla aos olhos do publico o esta-
do dos aeus llaveros, e qne d o dividendo de ">
por accao scmestralmente, a esta companhia que
nao lem oulra renda senao a proveniente das passa-
gens o do subsidio do governo.
A eamara medite, a cmara pense: este coutralo
be muito oneroso, capllva-nos pnr 9 annos; nao po-
deremos por maneira alguma innova-lo sem que
paguemos companhia lodo o material qoe ella ti-
ver, qualquer que seja o seu estado, e sera que lo-
memos sabr nos a adminslrarao. Nao poderemos
fazer cousa alguma durante esle 9 annos, te-
mus de licar estacionarios ; eolretanlai qne a corn^
panhia, no contrato anterior, conten(ou-se com 5
18i ho qae a companhia lem peiorado ? llevemos
pagar um 13o alio subsidio parase us dar a nos pas-
sageiros enxergoes qoe nos nao damos nem aos nos-
sos escravos ? para nos vermos na necessidade de
lularmuscom precsoesqoe lodoo mondo sent no
trajelo de ama viagem para nao termos nem urna
baca para lavrar o rosto T nem vaso algum para asiaiindicacJo do Sr. depnlado Mello Franco, para qae
nossas necesidades 1 para nos presentasen urna TSsse chamado um supplenle i represenlacao da
(Riso. Qsnrem-ae a-
resente de pai para filho, de irroao para
. Ministro a Justina d aro aparte qae nao
O .Sr. Ferra: :Sr. presidenle, eu nao sou roa-
Iheroa ico e nem d profissao, dnsejava 1er a eapa-
cidade do nobre ministro dos negocios eslrangeiros,
que enlgo eu desrhrva a cousa de orna maneira
tnnisuccinla, en enlo mostrara...
Mandes de ^rmeda : -o Tocanlint he o
vapores da companhia, e o raelhor qae
naves; ua nossa cosa.
Sr. ferraz:Desejo que o nobre deputado me
lie a forca de sua machina'.'
1 Vendes de Mmeida :- Deila 12 militas por
O qoe desejo saber he de quau-
e a forra da machina do Tocan.
I)e200.
k :Se ella tvease a forca de .100 ca-
vados poda- anda fazer melhores vagens do que
lem feilo, e ha grande vantagera em termos viagens
es e em ura lempo dado recebermos noticias
iilierenlea nonios do imperio ; pdennos ler da
provincia do -ticias em monos'lempo do que
mos da Europa ; creio qoe lodo o sacrificio para
> (apoiados) ; mas; continuando el-
le* a serem de .Ti dias...
ira Rocha:O Tocanlint ja fez essa
viagem em 20 di
:Porque anda esta novo, alem
o barco capar, qne companhia
tsim nao lem as accommodac,des nc-
roesa cujos Ulheres estao quebrados, cujavloalha
esla rola e aoja, e cujos pralos apreseulam um mo-
saico deploravel ?.'
E, senliores-, a fiscalisacao nesle poni he lal qae
os commandanles se vem obrigadus a apenharem
os fragmentos dos pralos que se quebrara para pro-
varem a sua quebradora !.... i Risadas .'.'
He possvel poisque nos, com consciencia, anime-
mos ou protejamos um servico desta ordem E em
provcilo de quera ? De nos, ou do publico Nao
de cerlo, mas em proveilo de urna companhia qae
tendo 4 31 conloada capital o clevou no espaeode
11 annos a 1,800 e lanos conlos, alm de ler distri-
buido em 20 dividendos 00 e tantos conlos !...
E, senliores, a companhia que he lo mesqiiinha
com os passageiros ; a companhia que elevon o ven-
cimenlo do seu agente rtsj 12 a 16 conlos logo depois
do prhneiro contrato, he aquella que faz este cou-
tralo cora o governo I!... Nao nos revelara islo sen
poder e seus recursos ? E esse poder e recursos hao
da ser simiente a favor dos particulares e nao hao de
ser a favor do publico ?...
Approvemos, senhores, esle contrato ; faramos o
favor que se quer ; mas ao depois durante nove an-
nos, como poderemos mclhorar o servico ? Nove
anuos presos por um coutralo tao oneroso !... Nove
annos nao he quasi a vida de gs que contamos
mais de 40 anno* ?
Eu, S. presidenle, felizmente vejo que nesla dis
cus3o vai lomar parle o nobre deputado por Per-
nambuco ( o Sr. Augusto d.e Olivara ). que a Xavor
dos cofres pblicos lie sempre um athlela vigoroso ;
qne nao tleia Passar, como dizemos vulgarmente,
camarjjo pela mallia (riso ) ; eu espero que elle
eondemneum contrata dasta nalureza, e mande
emendas acabando, pelo menos, com essa condi-
cao da indemuissean da difterenca do preco do car-
vao de 2->9 para cima
Faro estas observaces apenas; vote cada um
conforme soa razan.
O Sr. 1'rimrif} Secretario oblendo a palavra
pela ordem, l o seguiute parecer de coramissao, qae
entra immedialamenle em discussao :
A rnminissao de rointiluirao a que fo dirigida
ver- |rf. nesle empenho. porqf TqueTo" nScarutn".^
interasso publico. Declaro francamente que desejo
qne este estabelecimento prosprta, e que seja eflicaz
para o publico ; nao invejo as riquezas desle ou da-
qqelle ; mas nao quero que nos nos caplivemos por
um conlralo qoe nos faz apparecer anle o eslran-
geiro como verdaderamente inertes e descuidosos.
i Apoiaiios. )
Senhores, e que triste he a posirao da nossa linha
de vapores em comporarjio com as ontras linhas es-
Irangeifas Quem he que quer r n'um vapor da
eoropaiiln havendo um vapor da linha porlagueza
ou da linha ingleza ?
E, senhores, anda quando nao houvesse oalro
mal, he qne o individuo que toma passagem n'um
vapor da companhia, ve-se na necesidade de de-
roerar-se doos, tres ou quatro das no porto espe-
ra dos ordens do nobre ministro do imperio ; au
ha cerlesa em eons alguma; fazem-se lodos as coo-
sas como nos coslumamos fazer no inferior de nos-
sas casas, sem se allender a qoe ha obrigacao d"
servir o publico, e a qae essa inudaiicas de um dia
para o outro de urna hora para oulra, nio s com-
prometiera o servirn, senao que sacrificara os inte-
restes particulares.
E entau, senhores, iremos nos dar 840:000
eompanliia para que ella Icnha famosos lucros, sem
nos dar garanta alguma de bom serviso 1 !..
840:000^ ordinariamente, e extraordinariamente o
que se conveneionar sobre a caresta do carvao?
En sin lo ler ineommodado. os nobres ministros ;
mas esle contrato he lal que en nao posso admilti-lo
de forma algoma sem que ao menos se queira ad-
roitlir a fiscalisacao e supressao desta cndilo so-
bre o preco do carvao, assim como ndirrillir-se o fi-
car o governo encarregado de marcar a forca de ca-
da vapor.
O Sr. Ministro da Juslira :Isso est marcado.
O Sr. Ferraz :Nao est; toneladas nao he a for-
ja do vapor ; V. Esc. veja lodos os conlratos de ou-
tros paUm, e mesmo o -contrato da companhia do
Amazonas : porque nao se seguio a mesma regra *
(U)
O Sr. Ministro da Jusica .Da nm aparte que
nao ouviroos.
O Sr. Ferraz :U das he para vapores ron-
ceiros.
Ora, senhores, o governo nao lera de transportar
lguns volnmes para os porto do imperio ? E nao
podia ler urna companhia a'sim subsidiada a obriga-
cao de condnziresses volnmes de grac,a, al certa
quanlidade, al cerlo peso, como faz a companhia do
Amazonas ?
OnVeei urna emenda para
crav }, '
qae nao podessem vir
fiada. Ora, a bem da morali-
Mica apresentrt essa medida (apoiados)...
m presentar de novo ama seme-
o nobre ministro a reprova ? Sin-
nesmo estar agora fazendo estas reflex6es, mas
mu para bem do minislerio aa devo fazer ; faro
is intencies do nobre* ministro do
qoe elle ealeja acanfiado como eu
enl.orcjs, a coacjSo he 13o grande
itro, qoe elle lrou de si a regala do
;eirus de estado e encarregoa au ge-
I Nao ha ejemplo de tal sub-
;iero cmara atienda bem ao qae vou
^ tal respeito diz o contrato :
C indjao 17. Obriga-se lambem aAompanbia
fazer conduzii gratuitamente, e em cada viagem
simphs, 6 passageiros de estado, nao sendo, porem,
obrigrda dar comedorias. Estes lagares (atienda
bem a c|mara', ates lagares serlo aempre dados de
preferencia : I., aos soldados qae liverem bsixa,
e recrulas que forem Isenlos do
50 militar ; 2., aos empregados pblicos no-
rmados para as diversas-provincia, ou removidos de
oulra, preierindo-se os qae nao tivetero
costa para a viagem ; 3., aos colono e
t'raveis, devendo (eis-aqui, senhores, o
vendo o aviso que ordenar
ernelraniea passagens declarar a qual da rondicci
das perlence o individuo a quem se
issascm. i)
Ora. meo senhores, ja se vio cansa semelhante?
iaisiro3o os qae devem gozar laes regalas e
os agente, e o gerente nio deve examinar se
o min >lro den ou nao a paasngera em regra : islo
evarao gerenta, lorna-lo snperior no minislro,
4r que este concede semelhanles favores coo-
o'uvenieucia publica, e qne
aquehe mais avisado, em, unta esphera mais alia,
pode .lirig- ero regra tal disli ibuicao ; he suppoi,
acidada e uo garentr urna intelli-
i" a toda a prova, e tanto que poasa emendar o
' islo o qae se,deduz de seme-
ireceado que esle conlralo
o apresijntada ^ao nobre mi-
mslri a minnla e elle rorreo de lave os olhos sobre
rri quando m foi apresentado esse
collegas da coramissao. He
a o nobre ministra reOectlsse, live-
rato laes legras qae collocam o
ate si, qn o aulotisam a reformar seus
o aviso lal mo deve ser executa-
O Sr. Mendes de Mmtida:Se fem assim
O Sr. Ferraz :Tanto lie aasim qne o artiga do
contr? lo le exprima da se guiee forma (lo): De-
vende o aviso que ordenar si-roelhantas passasens
atoclarar a qnal das cnndicoei perlence o iodlvldno,
a ib para regular-se a preferencia Mlabelecida as
regris da mesma condicao.
( O Sr. tisconde de Baependy torna oceupar a
eadeira da presidencia.)
Mas, senhores, queris saber a raz.lo porque se
augmenlou o subsidio ? Diz-se qae he em conside-
rasilo conduccao das mallas, ofllcios e dinheiros do
governo, e oolras vanlaaens do novo contrato (veja-
se a texto da condicao 22. ; mas, pergunto en : es-
sa conducro de mallas, oflicios e dinheirus do go-
oeroo nao era feila gratoilamenle pela mesma com-
panhia'? E demabvaenhores, jara o futuro o gover-
no nao precisa transportar mais esses dinheiros de
ornas para outras provincias, porque eslabelacidas
como ae acliam aa c.ias liliaes do banco nacional, o
governo saca snbre ellas, faz suas Irensaeroes.
He, senhores, a primeira vez que vi o nobre m-
nlro nio querer ama aulnrisacio qaa se Iha dava
de Bacalisar o servico da companhia.
O Sr. Ministrada Justiea J lem essa aolo-
riacao.
O Sr. Ferraz :-Eiiuo se j lende esse direilo de
Oscalsnri porque nao fisealsais actualmente ; por.
qae deixas andar os vapores nesse estado de mise-
ria em que se acham, porque deixais qne os passa-
geiros sejsm assim maltratados '! Porque vista das
reclamadles geraes nao lomis providencias ?
Nao'poda lambem crer, Sr. presidenle, que hou-
vesse um minislro que rejeilawa a anlorisarao que se
Ihc dava de lixar em urna tabella eertas exigencias
Taitas pelo publico. A regra a respeito de conlralo
desta otitureza he que do minio mais minucioso se
delipara todas as obrigay,es a que cada parlo con-
traanle fica sujeila, e, dando essa aulorisacaoao go-<
verno,IWeem vista habililal-o a fazer com que a com-
panhia fosee restricta no desemnenho de sosa obri-
gsefiet; mas ludo se desprezou, e eu chegue al a
suppr qoe era liso devldo a lerera essas ideias par-
tido de mim.
E na verdade, senhores, se foi essa a razio, de-
claro qne nao foi cominluilo da opposicao que apre-
senlei eisas deas, e entretanto que ellas nao forana
provincia de Minas tieraes era substituirlo do Sr.
deputado Ribelro da Luz, que se ausentara, tendo
em considerarlo a covivenioncia sempre reconheci-
da de estar completa a represenlacao nacional e de
ser o Sr. Theophilo Benedicto Otloni o supplenle
que imnfedialamente se segu em votos, morador
nesla corte, he de parecer que seja approvada aquel-
la indicacao cconvidado o Sr. Ottoni par vir tomar
assenlo nesla cmara por- substituido daquelle Sr.
deputado que consta ler-se retirado para sua pro-
vincia.
n Sala das commlsses, t< de agosto do 1855.
D. T. de Macedo.G. e l'asconcellot.
O Sr. Mello Franco:Na poucas palavras que
eu disse, Sr. presidenta, fundamentando a nimba
indicacao, declarei cmara que eslavam -i corle
supplenle immedialos ao nosso collega que se reli-
rou para a provincia. Mas achando-se lambem au-
senta em Mucury o Sr. Theophilo Benedicto Otloni,
supplenle mais votado, c sendo Ihe immediato em
votos o Sr. Chrisliano Benedicto Olloni, que esl
nesla cidade, ofTerecerr-i urna emenda ao parecer
par que em lugar doSr. Theophilo seja chamado o
Sr. Chrisliano.
I.e-se, e sendo apoiada enlra conjunclamenle em
discussao a seguinle emfiida :
i Em lagar do Sr. Theophilo Ollonidiga-e
o Sr. Chrisliano Benedicto Otloni.Mello Fran-
co.
Nao havendo mais quem peci a palavra, proce-
de-se volaran. He approvado o parecer, e o Sr.
presidenta declara prejudicada a emenda. Susci-
landn-se porem urna pequea discus<.lo se se devia
ou nao considerar prejudicada a emenda, o Sr. pre-
sidenle a submelte a votacao e he rejeilada.
Continua a discussaajfinterrompida do projecto so-
bre o contrato celebrada-pelo governo com a com-
panhia de paquetes vapor.
Sao lidos, apoiados e entram em discussao vai ios
arligus addilivos e emendas ja publicadas no Jornal
tle 17 do crrenle. "^
O Sr. Correa das Ntaes declara qoe, posto que
vota pelo prqjeclo da coramissao, com ludo levan-
la-se para iranugnar simplesraehle a emenda apre-
sen lada por um deputado por Perrttm
lem por lira privar a provincia da Paraqiba de re-
ceber em sua barra os paquetes a vapor. Faz di-
versas comideracoe a este respeito, e concioe dzen-
do gue nflo s vola pelo projecto da commisso, co-
mo felas emendas ouerecidas pelo Sr. Ferraz.
O Sr. Mendes de Oliceira depois de fazer alcu-
roas observaces geraes, declara, que posto que vota
pelo projecto em gcral, todava est resolvdo a
nega loaoarl. ->., relativo obrigacao que (em os
vapores de entrar e fondear no porto do Ro Grande
do Norlc.
A discussao fica adiada pela hora, e levanla-se a
sessao.
CORRESPONDENCIAS OO DIARIO DE
PERNANBUCO.
RIO CHANDE DO NORTE.
Natal 26 de selembro.
Sempre lutando com embarazos lenho alravcs-
sado o nao pequeo e-paco de .1 annos, que lomei
obre meus debis bracos a penosa, mas honrosa
missaoxle seu nolciador, e crea men amigo, que
nBo lem sido o mordaz denle dos zoilos que de quan-
do cm vez sobre mira descarregam sens golpes, os
resentimenlos desles, ou d'aqoelles, qae feridos em
seu orgulho veem as paginas de sea conceiluado
Diario tactos, que ferindo a boa moral e as lei c-
vis, desejaramquejazessem no coslumado olvido, o
quo raais me lem mortificado, nao ; a estes eu voto
um solemne desprezo, porque o zoilo e os reos da
moral e das leis civis, sao entes de quem felizmente
muito ma honra a segregar^o, pois qae sao verdadei-
ras cscrccr netas da sociedad : vexo-rae, porem-he
nao poder ponlualmenle deserapenhar o cargo de
qne me r-veslio sua hondade : assim poi de vez
quando vou cahindo ua imperdoavcl (falla de Ihe nao
esersjver ; e essa falta vai sendo lao sensivel,queas
vezes me causa serioss embaraco*, porque nao sei
se cahire no engao de Ihe noticiar um faci por
duplcala ; se Islo, pois, alsumasvezes se dor n3o|d
cavaeo, e para com os seus respeilaveis leilorcs des-
carle-se com o anligo axioma i/uod abunda!, [non
noect. Assim pois, por mais que proteste assldui-
dade, sempre o demo laes vollas d, que me faz per-
der corretos e vapores sem Ihe escrevet ama li-
nha.
A dignsima findou seas dia, como oascen, at
creio que debaixo do mesmo signo. Moricu como
viveo, e para honra sua drei, qae coma a assem-
blas de (odas ns provincias pequea, qae ojio dis-
pondo de fundos para proporcionar aos seos hab-'
tanles os bens de que necessilam, e qne dependem
de grandes sommas, limilara-se ,a fazer seos testa-
mentos, deixar.do a esle on aqoelle afilhadn sens pe-
queos legados ; a nossa pois, em seu testamento
lambem deixou seos legados, e sem querer me en-
carregar de Ihe expender o- mrito dos agraciados
nao posso me furlar a emillir ininha opiniao sobre
algons, que sendo inteiramenle opposlos a lodos o6
principios de juslira e fcquidade contra ellos clama
o bom sent da provincia.
Principiare! pela quola de 200 que a dignissima
vulon em seu (estamento para a suhvencao do nosso
S. Carlos.
Ji vejo que se qu erera me emprestar ndisposirao
para as arles, e principalmente para com o nosso Ihe-
alro ; masen que poucp mo importa qoe nlnguem
me empresta estes e outros pensamenlos odiosas,
quando minha nlencao he a melbor quando fallo
cora a melhor boa f, vou por diaole clamando com
a razao e dizendn, que a asscmhca-provincial nao
eslava autorizada para esbanjac os dinheiros publi-
co em urna provincia pobre em favor d'uma socie-
dade particular, da qual nao pode o publico ler par-
le, e o que mais cslraiihavel he, sera que essa com-
panhia, nem ad meno pediese esse favor Em que
pois- se fundou a assembla para esse escandaloso
donativo'!
Foi... foi.... foi um deases argumentos, qae e nao
podem expender, e que lodos conhecem. Outro le-
gado que lambem como o prmeiro pcecou por falta
de juslira e ulilidade publica, fo mais 2009 que se
voloo como gralificaco ao .liomeopaiha Cavalcanli
pelos serviros prestados a pobreza.
.Ora, nota Vnjc. que aqu lomos raais de seis ho-
parcaldada ?..... Anda temos aqu iguaes argu-
mentas !
ura eontiato nos seosj Note agora- Vmc. que te negou a companhia Ter-
nambncana a subvengo qae pedir, tob o funda-
mento da falla de possibilidade dos cofres, no enlan-
lo, qae inconsideradamente te eslravia assim un
4009000 r. qae em nada utilita ao bem publico I
Olanla contradicho 1
Onlra reflexoes alncVt podara fazer a cerca dos
ex-dignssmos, ponm como bom catholico, quero
guardar o parte sepullis. Ros Ilumine melhor aos
noasos eleilores para a futura depulacJo.
Desde o dia 1:1 qun est em Villa Fldr o Dr. Fran-
cico Antonio Vital de Oliveira.qoefra por S. Exc.
contratado na Parahiha, e all esl estacionado, por
que as bexiga se acaslellaram naquella |vlla, e vao
fazendo urna eeifa enaopnrtavei ; veremos como a
combale esse Hinoerales.de quom lenho ouvido gran-
des elogios. Tambera reinara com nao menos inlen-
sidade, as bexigas no lugar Bocea da I Iba no tormo
de Eslremoz, e para la mandn S. Exc. q,homeopa-
llia Ludgero, que j e anno pastado fra enganjado
pelas labre* para a Villa de Eslremoz.
Lerobrado estar Vmc. de que j esle anno quan-
do Ihe notiriei o fado da violencia que o ex-sobde-
legado da Bocea da Mal, pralicnra contra um tal
Marcolioo, qoe agourei mal os negocios d'alli pela
influencia de cerlos memhro da familia aloe alli
quer preponderar : jos bem |esa minha prevso
vai-ie realizando. I> o dia 23 do pastado, Luiz Va-
rella da Silva, foi raquella povoacilo, boje villa,
casa de urnas pobres ranlheres qae alli morara, len-
do-as espancada foi lambem por ellas bastante mal-
tratado ; em consecuencia do que, no fim de 3 das
tendo as pobres mulheres sabido para esta cidade,
mandou o mesmo Varella as esperar no caminho, e
pelas 7 hora da noite encontrando as victimas com
ns quatro sicarios, foi urna deltas surrada por elles
com peia e cceles a ponto de a deitarem por mor-
a I A miseravel foi conduzida para esta cidade, e o
Dr. jor municipal procedeu a corpo de delicio.
Dous dos sicario ja foram presos e te acham reco-
lados a cadeia do criine, e o Dr. Kabcllo j parlio
para o termo de Eslremoz, e creio qoe lo grande
bola nao Ihe pastara as malhas da rede ; espero
pois que o Pexinho me corarounicar o resultado do
procetso : confio na juslira desse joiz, e para l ja
seguio um destacamento a soa disposicao. Creio
que ji era lempo desses potentados se desenganerem
de que com as autoridades que felizmente hoje te-
mos (com suas excepc/ie poucasj nao podem impu-
nemenlo exercer sea canibalismo.
Em dia desle mez lambem no lugar da Picada
Mauoel Mar-coalhado, assaasioou brbaramente a
ua infeliz mulher com um tiro.
Foi adiado indefensamente o jury de Touros
que eslava marcado para o dia 2* do corrente. Nao
sei que razao leve para isso o Dr. I.obo, mas me diz
o Pexinho que fra por folla de ca vatios para a con-
ducho que nao achara para atuyar.
O dia 7 de selembro, esse dia heroico dos Brasi-
leros, era que nossos peiloi devem transbordar de
jubilo, foi aqu pastado como os mais, e paor seria
se a sociedade do nosso S. Carlos nio se livesse lem-
brado de levar a scena Zolmira! Foi bem
infeliz escollia do drama e parece qae essa hnfelida-
de presidio a represenlacao, que loi psimamente
execulada : para gloria poror dos Nalnleosrs he fer-
roso dizer que linda ba coracOes verdadeiramente
Bratileiros, nos quaos o amor da patria n.lo| he arre-
fecido pelos odios dos partido, e mesquiohos re-
sentimenlos 1 Depois do espectculo urna porrao da
popularao da cidade percorreu a ras da mesma
com tima msica cantando o hymno nacional, e dan-
do os vivas do eslylo, em priineiro logar 110 palaeio
do governo, e depois em frente das casas dos Dr.
diere de polica e juiz municipal. '
A popularan lien mais animada acerca do cholera
em vist a das ultimas noticias do Para.
Nada mais lenho a dizer-lhe'.
Sade e cumquibus Ihe desejo etc. ele.
roissao para qne os vapores loqoem ao porto da
Parahib o Rio Grande do Norte. Ora, sobre esla
emenda eu pens qne seria dlfllel discutir, porque
coaforme fosse a eapacidade do vapor, assim te
darla impostibilidade oo nao da sua entrada ua-
PAKAHIBA.
Calle do Rocha 20 de selembro.
Qaahdo, envolto em o meu tirano, pelo crepscu-
lo da manhaa de um dos das prximamente prete-
ilos, diriga as gambias palizada dos qnadrupe-
minantes, an"suducsle do meu alvergne, no
i-lar ura pucaro da floidez ladea,
sao os meas Ivmpanos por nm
oulra cousa na me parecen, senao
s.
mente aos labios fazia chegar o pu-
liquido, cis que realisa-se a mi-
parecendo-me o enmarada Jaca,
o o seu nedio. c fogoso bucephalo.
primeiramen de dar palenlcidade ao
ilaiito
admiltldas. pasaou urna emenda oflereeida pela com- meopal, queso nao com mais hablilacOes, ao
menos com iguaes, dulrihefin cora a pobreza seus
remedio, e se aquotto linha por isso dimito n urna
rempneracao pelo cofres pblicos, estas lambem ti-
nham, e pergunla o publico aos dignsimos, porque
Ihe nao desle ignaea remuneracOes 1 Para qu* osla
fundo do pucaro, islo he, envergando antes que lu-
do a munheca, ot meus cumprimenlos enfilo dirig
ao enmarada, notando que elle como que privado se
achara do seu natural, pois que a sua phjsionomia
oalra cousa nao indicava senao furor, colera,
etc., etc.
Assim, poi, chegando n enmarada, c tem qae
correspondidos fossem os meus cumprimenlos, em
conformidade do previsto pelas regras da etiqueta e
da educac,lo, erabora os seus progenitores, de sau-
dosa recordara*, nao tivetsem perdido momentos
na instrucrao das mesmas, prorompeu de sorte para
comigo, que arrojou-rae a um estado de xtasi per-
cebendo apenas as aeguinles palavras : Com que
direilo fez apparecer u meu nomc as columnas do
Diario Ve l'ernambuco, sob o carcter de courrier
de noticet desle termo, milano de um Meireles,
de um branles'.'
Quanto arrojo de sua parte em avancar a propo-
sito de que, quando exceder nao viesse a lao fa-
mosas firmas no artigo noticias na qualfdada de
seu Cyrinoo, lano por lano baveria, de cerlo a na-
da iiivrjar das que acompanhadas por ellas sao ?
Nada mais podendo colhcr do deslumbramento do
carnerada, e antes qae termo dsso elle ao mesmo,
Iralei de inlerrompe-lu, dizendo-lhe que por um
pouco rae ouvisse.
Oh que de diflicaldadet em acalmar o camara-
da^em seu furur! Oh que de esforro nao poupei
a conseca^ao de tao jasto lim !
Abatido algum lano o mea amavel camarada em
sua coiera, dignaudo-se em prestor-me a altenrn
ilcvida, passei a jiistilicir-mc das injustas e acrimo_
niosas increpadnos, que por elle acabavam de ser-
me feilas, empregando em um tal arlo o pouco ma-
terial haviilo em o armazem de minha inteligencia,
pois, como nao deve ignorar, he elle de urna pe-
qaenhez espantosa. Tecida a minha bem justa jns-
lificacio, foi conseqoeucia da mesma. reyrter mea
bom cantarada a explosao de sua bilis sobro os edi-
tores do sea Diario, poi qae,- tendo eu, em occa-
liio qae remessa fuera do objecto em qneslao, di-
rigido reiteradas advertencias, a que segredo hou-
vesse, na insersao da missiva, do.nome do meu cha-
ro Cyrineo, e sem duvida Vmc. allendido a ellas,
pois justira Ihe faco, foram eerlamenle os editores
que lugar deram ao desenvolvimrnto da colera do
mesmo ; por tan lo, apreciando em demasa a amiza-
de dn camarada Jaca, e sende-me de rauita ulilida-
de a sua allianca para comiso, em virtude da tara-
ra, que sobre mira pesa, pois que outro de tanta ha-
bilidade encontrar nao posso neste calcanhar do
mundo, que lo bem desempenhe o lugar de Cyti-
neo, lendo elle toda razan de evitar qualquer com-
prometlmento, embnra tenha somente em vista
(rantmillir-me o que liver o caracterstico da verda-
de, pois n3o ignora Vine, que ha verdades duras de
tragar-se ; nesles termos espero que de sua parle
cautela baver em ser desta vez omitldo o nome
do cantarada, pois do contrario, nictit, sem arrimo
licarci, e sem um dos meus melhores amigo. Que
prazer ao ler em o Diarlo de 18 de jlho a minha
primeira missiva, ronsequencia de ura arrojo meu !
Quao grato me vrjo para eom Vmcpelo bom aco-
Ihimenlo, que se digoou prestar a insereno das m-
nhas toscas linhas, aceilando-me, por lauto, como
um dos seus menos habilitado correspondente !
Que de conjecluras se au ba feilo por este lugareju
acerca de quem srja r Cilolense !
Qae de amigos me ts se nao mordem pela ehega-
da da poca, em que seo feilinhos passarao estam.
pado na columnas do seu Diario I Oh I qnanla
gente boa vai por esle lorrao tratando de evitar a
garra do Jaca !
Vamos ao que mala importa.
Acaba de transmllir-me o mea amavel camarada
Jaca, que o delegado desle deaditoso termo, hornero
ja por Vmc. bm conbocido, euforecera-se de urna
maneira tal na occasii) em que lera nao digo bem,
par n3o Ihe ser postivi I o fazer, comprehemle-me !)
em qae ouvira ler pelo seu charo Mentor a minha
primera epstola, que atiroa-ie com lodo o sen vo-
lunto corpo ao centro da slala, onde et-tava ee-
tridenlemente bradando : Patifes, corja de anar-
chiitas, protesto qoe nao Cre vilipendiado ; prefi-
ro a sepultara, du qae deixar de exercer o honroso
lagar de delegado 1 Qne lal a disposicao do ho-
rneo) I.i se avenha, livrando-me Dos as rainhas
.pousadas.
Anda mal me acaba de iransmillr o camarada,
e he que tantos sflo os remoraos, qoe perseguern ao
humera pela maneira desabrida a desptica, porque
ha administrado a polica nesta infelit termo, nao
se separa de um famosa bacamarle, e de doos sala-
frarios, unidos lambem cada nm do sen bixa da
fogo, como chama o Mmoel Jos, velador da Mi-
sa decantada ermida, 10b o carcter de matriz.
Segundo as providencias dadas a ter aemelhanle
parto da rara humana despida da vestes polciaes,
pnrecc-me que brevemente lera o tormo de respi-
rar um ar livre, pois que a presidencia nao lancera
ao olvido filo justas representarle, e muito menos
preferir a conflagrarlo de ama boa parle da pro-
vincia, de cujus deslinos se encarregra.
I.ouvo mu lo a presidencia por ter entendido pro-
ceder na prsenle queslo com toda calma, crcoms-
pecc.io e imparcialidade, tratando primeramente de
colhcr as informarles precisas a raalisar a Uo anhe-
lada e filo jusa exonerarlo.
Teve ete logar a honra de ser visitado pelo l-
enle Jos Antonio Alves, delegado na cidade de
Souza, e cora'mandaiite do destacamento veanle
da comarca, o seu Irm foi syndicar, por ordem da
presidencia, do estado em que se acha esle messo
termo.
Entregue someule ao espirito de imparcialida-
de e juslira, nao se poupou em oesempenhar a ana
roissao.
Delcndo-tc na villa pelo corso de qainze das
acarado esludo empregando a ordem das cousas,
commanicando-se cora lodos, quer grandes, quer
pequeos, de maneira urbanas e polidaa, parlio
em direcr.io Souza, logar de sua residencia, con-
vencido de que hem justas eram as reclamacoes
desle morigerado povo, em cujo sentido dera as de-
vidas informaees presidenciae deixando somente
gravada nos coracOes dos qoe liveram a honra de
communica-lo, a saudade
Sira, assevera-roe o camarada Jaca que o lenle
Jos Antonio Alves he daquelle filhos de Mavorte,
que bem comprehendem o crculo em que gyram,
dolado de inteligencia, circumspeecao, fleugma, e
maneira doceis e delicadas ; por lano dignos de
emboras sao os Sonzenses por terem em frente da
ddiniiislracaojpolicial de seu termo a um individuo
revestido de tao encllenles predicados.
Ah se outro tanto podesse este infeliz termo
fruir Com effello, quera jamis dira em seus
clculos, que -este lugar chegaria um da a ser vc-
tima de tanto despotismo, bsrbarismo, etc., etc.
Consta-me por intermedio do meu bom Cvrineo,
que a presidencia mandara ao hornera da delegada
responder s represenlares, que Ihe foram endere-
zadas com o lim de, relatados os seos altos e mag-
nnimos foilos sai elle privado da mesma ; e qae
tal ha sido o enredo e aperto encontrado peto cujo
em salisfazer a ordem superior, qne compaixo faz
o estado a que se acha red unido, dizendo pelo n-
gulos da saleta de seu qaartel (assim trata elle a sua
casa) Ah quanto me illudram I Que negra Irai.
cao para comigo Qoe falta de fidelidade ao com-
promisso lavrado entre mim e....
Vendo o meus cacareos, e don as gambias para
onde nao me seja possivel ouvir follar em Catle.
Com que dor deixo os meus patrios lares!
Que saudades da minha trra natal ralam-me o
peilo '
Paciencia, paciencia, siga-so o que reza o livro
dos deslinos !
Agora digo eu com os meus bolees .- A torra.te
teja leve, e os venios bonaacosos, AlexandrS
Ferreira dos Santos, alvo da mais negra perfidia I
A 20 do pretrito agosto leve lugar a primeira
reunfio do jury desle anno.
Foram submetldos a jolgaraeoto Ires processos,
deixando outros de sollrer o mesmo por searharem
ausentes os delinquentes.
Eis o esboro que me transmudo o*Jaca.
Juiz de direilo.
O Dr. Manuel Fernnndes Vieira.
Promotor publico inlerino.
Francisco de Barros Pasto.
Bscricao. j_.
Trajano de AraujoMaciel1. julgamnlo--
Jos Antonio Lopeshomicidiodefensores os Dn.
Antonio Benicio Sarava l.eao Castelto-Branco e Jkl
( Leodegario Rocha Variaconderanado a gala)
perpetuanao se conformando o Dr. juiz de direi-
lo cora a decisao, appellou da mesma.*
2. JolgantentorooSalvino Alvesforlode-
fensor o Rev. Eslolanu Xavier Bezerraabsolvido
O mesmo procedraetilu do Dr. juiz de direilo para
com esle.
3. e ultimoreoJos Ferreira Callado e ou-
trosarmas prohibidas, antearas e carcere priva-
dodefensor a Dr. Jos Leodegario Rocha Ferias
acusados por Gabriel (ionralves Torreadvogado o
Di1. Antonio Benicio Sarava Leo Castalio Branco
Nao chegou ao termo o jnlgaraenlo por diversos in-
cidentes, ficando finalmente adiado para a sessao vin-
doura.
Mullo leria, que Ihe dizer acerca do processo
ultimo; mas, como longa deve ser a etpoairao, a-
chando-me algum lano fatigado agor.i, deixarei pa-
ra fazer parle da 3. missiva.
Certamente Vmc. lera de pasmar ao ler Uo boa
peca, bem comolornar-se scienle do.que passa-se
por esle mundo de meu Dos.
Um fado deu-se no correr do processo, de que
me oceupo, Uo esquipatico e extico, que me forca
a Iransmilli-lo logo.
Tendo dado pranle a delegada Gabriel Goncal-
ve Torres urna qoeixa contra Jos Ferreira Callado
e outros pelo crlme de rapto vilenlo em urna tlha.
linda a formaran da culpa, remedido o processo
promoloria, e examinadas por esta as prova, oulra
nao pode ser a pm.tiocao senao em armas prohibi-
das, ameacas e carcere privado ; e porque assim
procedesse a promoloria de conformidade com o es-
pirito da lei, e as provas colindas do venlre do pro-
cesso, vctima fo ella da mordacidade o arrojo do
palronn do queixoeo, o Dr. Benicio, a um poni tal,
em occasao, que Uvera de formar as razoes do re-
corso que tentara perante o Dr. juiz de direilo, qae
nada mais merece do qne a a p plica rao do parce
7/i qoe lio do boa vonlade. lanroa sobre ella.
Talvet me seja possivel, soccorros do camarada Ja-
ca, referir-lite alguns'pedacinhos de Uo famosa pro-
dcese, quando em a oulra missiva der cumprimen-
to ao que ja Ihe promet!.
Teve esle lugar, pela seguoda.vet de ver pisar em
seu solo ao Dr. Jos Leodegario Rocha l-'arias, resi-
dente em a cidade de Souza, e filho dessa heroica
provincia, por tanto patricio de Vmc.
Asscvera-me o meu bom camarada, qne lendo
cnmmuuieado a esle discpulo de Minerva, por miis
de urna vez, sempre o achou digno de altencao, pois
que o seu tratar pulido e corlez o toma muito re-
cora mendavel.
Muito sentimento me acompanha em nflo ler lido
a honra de dirigir pessoalmente os mea protesto
de alta eslima e consideraran ao dislinclo pernara-
bucano, de quem. fallo, sendo causal de assim o ha-
ver procedido as caseiras, que urna vez pnr oulra
me mallratam, qnasi sempre privado de ravalcar o
mea barro.
O lim qne o rondazo a estes lares fo a cansa de
Callado e outros, de qae se encarregra.
Relirando-se em busca do lugar de sua residen-
cia, ainda que extremosos esbirros empregados que
ao menos, por algum lempo na villa se detivesse
em virtude da iierestidade de um advogado, diz-me
o Jaca saudosos ficaram os caloleuses pela partida
do Dr. Faria.
Senao falla a memoria do camarada, desta vez de-
tiVL'-sofelle. no gremio do caloleuses, por fesparo
de um mez, o que mal concurren para as aUeires,
que hoje se ihe consagrara.
Exigndo do Jaca a cansa que fazia peregrinar
por estes ridos, escarpados e pedregosos campos o
Dr. Ferias, deixando a sua chara patria, soube que
outra nao era senao a busca do reslabelecimeUo a
um mal dot pulmbes, de que fora accom'mettido ao
deixar ot bancos acadmicos.
Qo* senlimento ; que der ao reeeber Uo funesta
nolicia I
-Osceot SBcompadccam delle, reslitulndo-lbe o
estado do aade, afim da poder fruir a coroa de sua
fodigas escolsticas, e o paiz um albleta d* espe-
rances.
Ao volver das 3 da tardo do dia 28 do passado
agosto celebraram-se as ceremonias nupsiaes entre
dous jonven na villa tendo um dallas Olh* do res-
peitavel anciao Bernardino Jos da Rocha, da villa
de Pombal, e o outro (a Exm". noiva> do capilao
Manoel Henriques de S Carvalho e Costa, desta
mesaa villa, onde oceupa o lagar de juiz municipal
sapplenle.
O aclo leve mnilo coneorrido esplendido, sen-
do occeoido por um sarao, e no dia aesointe por
nm janlar.
O Jaea aasev*ra-me que embora na livesae po-
dido aallafozer o convite, que tivara a honra da re-
eeber, por iucommodos em toa paaaoa, com todo in-
formado por quem awisliraa toda feslanca, oto fal-
to* cousa alguma, qae te denomina ordem, folgor,
pompa, ele, ale, relativamente aaa recurso do
lagar.
Foi merecedor de om convite, mis as minha
caseiras ( felaes caseiras I) na occasao nio me per-
milliram ser genle, de serle que grandioso foi o pe-
lar que me assislo era nao poder conrorrer com o
mea par de queixot (nesla parle felizmente nao le-
nho oveja de qoalquer) mesa, e o meu bom par
de olhos ao amavel e dengoso sexo, objecto sempre
das minhas desditas, nao obstante a minha avanza-
da idade, deque ja cont un clncoenta e lanos
cajus.
Tratarei agora de orna advertencia que me fez o
camarada de urna oceurrencia dada em sua presenta
cm occatao, qae se achava na velha e caronchosa
ermida com honras de matriz, a ouvir a tanta imi-
ta, e que me parece digna de reparo.
Conversando algans senhores, dedicados ao zoilis-
mo, acerca da minha primeira missiva disteram ha-
ver na mesma como que urna conlradlcao versando
alia sobre o tpico, em que havia en dito ler apenas
colhido a instrucrao primaria, e esla mal, e ao mes-
mo lampo osar de pedac'ot da sdenndaria.
Sim. loda razao liveram os inaganaus em assim
se exprimirem, pois quena falla me lance i de nao
ler dado a devida prevenrflo .1 respeito.
Sustentando a minha proposicao, digo que o uso
por mim feilo de lae pedacinhu da instrurao se-
cundaria nao parle de ler eu a versado,e sim de qae
mesmo em minha vida rustica fiei apaphado em
reunies, a que lenho assislido, especialmente dos
debates em jury, de sermes, ele, etc.
Por lano toda vez qae encaixar, anda mesmo
a marlello, qualquer texto, axioma, oo cuota que o
valba, em miabas missiva, ja sabe, nao he meu, he
apanhadinho, e guardadinho para seu lempo.
Acha-se na villa, sob o carcter de subdelegado
e commandanle do destacamento, o lenle Deifico
Moreira Lima ; ma Uo molesto de um incomrno-
1 lo polmunar, que possivel ainda nao Ihe foi enear-
reger-se de Uo pesada trela.
Diz-me o Jaca ser elle dolado de excelleotes qua-
ldade. Dos se coutpudcca delle, fazendo-o chegar
ao seo estado de saude.
No prmeiro desle celebrou o lllm. vgario em
soa malriz a preces ordenadas pelo seu superior,
tendo repelidas no segando e terceiro dia.
Por portas travesas pescou o Jaca, qae algaem
da villa se preparou, e seguio em directo a cidade
de Souza, 110 proposito de assiilir a festividad da
Padroeira daqoella cidade, que foi no dia 8 ; mas
qoe ainda jejua acerca do que por l se pastara.
Quando liver opporlunidade para o sea correspon-
dente o meu collega de Souza diga-lhe, que foj
inexacta urna sua assercto na sua ultima missiva,
relativamente a nflo haver jogadores por l.
Assevero-lhe que na famosos, e que aqu os lenho
vislo, sendo at algn do que se chamara meninos
de om elbn (eomprebenda-me!)
N3o santifique por tanto a respeito das quarenta ,
nuarenta e oilo, ou cincuenta ednat a loda genle de
1 ua Ierra.
Parece-me poder-Uta dizer, que converse bem
com o branles, tknqaanlo aos folheadores do tal
livrinho, que encontrar, o que justamente acabo de
dizer. "
Outro lano pero-lhe qae foca, com o sea corres-
pondenle e meo collega Iris, porem no proposito de
percuntar-lbe, o qae ha feilo delles ; qae d-me
noticia* suas, ainda que croas ; lembra-se do bom
lempo das palmeadas, etc., etc.
Saudadeaao de Pombal, meu visioho
A Ierra vai entregue aos rigores do esli.
Um conlralempo ha pur aqui apparecide, e he
o fogo o pasto.
Tudo mais continua, eomo Dos he servido.
Prolixa e mu prolixa segu esla ootando-Ihe que
mais ha a enfardar; mas o receto de qae o -burro
nao d conta da carga faz-rae suspender o (rabalho,
nguardando-me para a seguinle.
/fu recoir.
Saude e boo patacos lite anhela
O catolensc.
RESUMO de quanto se fez no trimestre ullima-
nltimamenle findo, nat obras relativa-
mente ao melhoraiiiento do porto.
Caes do no
Factura de 8 bracas de estacada e 34,'too'palmos
cubico de muralha de alvenaria e cantara, ou 23
braja corrale de cae completo,
t? Arerif.
. I-aclara de 47,163 palmos cobico, ou TO bracas
e'!WJd' """" da alvenaria e cantara a
masda de cimento.
... Caldera do norte.
Fineameiito de 10 travs de madeiras de qoali-
dade na extepca. de 10 braca, crranle.
^ i .Di Faclura de 35 bracas da estacada eulabuada
ditas de muralha de alvanaria e cantara com 9 pal-
mo* de largara e A de altara.
Etcavaao.
Exlracsao d'arela no lugar denominado Forte do
Malo, importad em 23 bateln 1,-jtjg canoa cal-
culada a mesma arcia. em 13,700 lanciadas, s'eiulo
qae 12,130 foram empregadasem aterro, e 640 como
lastro de navios.
Concert de diversas embarcarles do servic'
referidas obras, e a exlracrao de algunt restot na
galera yoca aurora, que ha annos fora ao fundo
no ancoradouro da carga.
RENDIMENTO dosello no d
pela capitana 1a no
trimestre da julho a t^^H
aune, e da mullas qu
nia mpoz dorante esle lempo.
Sello.
Multa
Rs.
3078380
HEPAHTItJAO DA POLICA
Parle do dia 5 de oulobro.
lllm. Exm. Sr.Levo ao eonhecimenlo de V.
Exc. que das riifferenlcs participactes hoje reeebidas
nesta repartida., consta terem sida presos:
Pela sobdelegacia da fregrfezla
portucuez Jos do Coala, requisii
cnsul.
Pela sobdelegacia da freguezia de 9.
noel Jos Ituz, e Mara Angelice do I
ambos para averigoarOe em crime de furto.
E pela subdelegada da freguezia dar I
Laurenlino Jos de Sanl'Anna, por auspeit
desertor.
Deo guarde a V. Exc. Secretan
l'ernambuco j de nutubro de 1855.lUaj,
Sr. conselhciro Jos Bento da C
presidenle da provincia.O chafe d
Carlor de Poica Teixeira.
DIARIO DE PERMITO.
aina
I vui~ar apparai
PERN4MBUC0.
CASABA BIUNICIPaX, DO HECIFE.
TERCEIRA SESS\'0 ORDINARIA DE 14 DE
SETEMBRO DE 18J3.
Presidencia do Sr. Barao de Capibaribe.
Presentes os Srs. Mamedc, Reg, Oliveira. a-
tneiro Barata e Mello abrio-se a sessao, e fo lida e
ipprovada a acta da antecedente.
O secretario lez a leilora de uro ofllcio do enge-
iiheiro cordeador, pedindo o pagamento da quanlia
320, emque mporlaram os reparo que leve
nrdem para n.anJar fazer 00 empedramenlo do
heccoquecooduz pira a ra de Santo Amaro desla
Ireguezia.Maudou-sc expedir ordem no procura-
dor para pagar.
Teve lugar a lercelra praca das rendas muncl-
paes, e foram arrematada eom at garantas neces-
sarias as regaintes : imposto de, jO rs. por cabera
ce gado, pela quanlia de 14.036-3, arrematado por
Antonio Pereira de Parias, dito de aferices por
Anacalo Antonio de Moraes e quanlia de 13:601,1.
lito por carga de fortuna e legumes, por Beliarinino
Alves de A rocha e quanlia de l::WI>, dilo sobre ca-
fim de planta" por Manoel Pere Campellu de Al-
neida e quanlia de 1:2649, dito, obre mscales e
hoceleirat pelo mesmo que aneinalou as afferifes
e quanlia de 2")i5, e qnasi todos os labios dos acuil-
mes publico* das freguezias de S. Jas e Boa-Vista
loclusive 3 do arouguc das Cinco-Ponas por dvor-
tot, e quanlia de 3:1805, sendo desla pagos logo no
telo da arremalaco 2:291.?, e o resto a praso.
Todas as arrematarles referidas foram por'lempo
ce um anno, a excepe.au da do imposto de capm,
que foi por um Irlennio por assim o haver requerido
o arrematante e perinillir a lei. .
Resolveu-se que continuaste a ir cin praca os la-
idos da n. 1 a 10 do acougue da Boa-Vista, "qoe nao
tarara arrematados.
Despacharnm-te as pelices de Francisco Jos da
Silva, de Jos Francisco do Iteco Barros, de Jesu-
ino Ferreira da Silva, de Joto Juaquint Antones, de
Jos Vieira da Rocha, de Jos Francisco Pereira dp
Jos Marques dos Sanios Souza, de Manoel, Jos
Cabral, de Manoel Joaqum Ferreira Esleves, de
Manuel Per Campellu de Almeida.de Manoel Ma-
rta da Conceiclo, e levanlou-se a sessao.
Eu Manoel Ferreira Accol, secretario o escrevl.
Barao de Capibaribe, presidente.Reg.Mo-
nede.Oliceira.Mello.
IWlll
MAPPA do movimeiito do doente tra-
tados na enfermarla de marinlia da
provincia de Pernamliitco, no trimes-
tre de julho a selembro de I8.15.
O Time de 10 de selembro, q qoal le
nolicia alguns aconlecimentos impe
priineiro be a tomada de MalaLofl
cezes, de que os leilores j lera
O segundo he uina nova (entaliv
contra a pettoa do imperador
metlida em Par em a aile de 7
paitado,por um individuo natural de Ba)
Bellemarre, que conta apena 2
Poslado no principio da roa Mano
calrada opposla entrada do Ibealro 0
nn qual sabia que drviam comparecer
a imperalriz, Bellemarre, vendo
ouvindo au mesmo lempo ecl
va o imperador, erando s
rou sobre o vehculo duas pistol
(razia occoltat. Em vez do imper
duzia para a Opera 1* dama de ln
triz que felizmente nao sollreram ij
O imperador chegando pouco dej
no Iheatro com grande acclamarj
demorado apena ama hora, reliroi
Ihera*.
Bellemarre foi Immediataineo
de contliloirao delicada
Seas antecedente
depois da prisjo e durante
Ihe fez, diz n correspondenl
nao passa de om maniaco.
O terceiro aconteciraenlo
be ama differenea diplmale
lar entre a Sardenha e a T<
O gabinete piemontc
anno para o lugar .de aoafl
I lorenca ao conde Catan,
sal exilado lombardo, que I
soverno provisorio da l.omb,
ra I isara depois subdito tjt^^H
iifdor do reino.
O governo loscann nenhu
raearao do joven Casati, qnam:
da, entretanto, em agosto p. (rj
se este para Floreara, o mni
sardo naquella corle, pi
para apresenlar-lhe o novu ad
fo concedido.
O governo tardo tendo 1
tecldo, mandou mediatamente
a sna le?arao.
Parece qae foram o minislro auslrir
queza qne persaadircm ao grte duque a
ber o addido sardo.
Aos 12 de julhi ranea
Persia am tratado de allianca e coramerr
raclilcacoes foram dadas ao ministre da 1
potencia no dia 11 do mesmo mez.
No Mxico foram delito
(icna do Unlctrtal alem
ranle o excilamento que te egnio a retir;
Auna para Vera Cruz ; a ettali
da e pisada pelo povo. fiesta det*rit>
foram moras havendo um grande a
dos.
No dia 10 de agosto reuniram
gaMoi. os quaes elcaeram o s
por 6 mezes e restauraran) a li
Corria que os generaes
humen de ti ualemala atacar,
laram o' general Cabana.
I)izia-e lambem que oeornn
vas e que os insurgente de Len at
nagua, sendo atina! lepelldos.
loque
qce Ihe n3o
C0IUIC4IWS.
NOTICIA GEOLOC!
Lllimaraenle achon-se na 1
desla provincia a estada de
cido enlre nos, mas qae algo
danle; os ossos sio de Um
que demonstrara ser de o
>lo que om boi. Tambera
cadot e de especie nao C^^^H
Taes objcclut lem du viste
na casa d Dr. juiz de di-
Iro outros qae cumporm o s
Consta que o mesmo juiz do d.r
a corte alguns daqnellet o
com esles o Exm. minislro do
quelles deslinadot a euriquecer o J
em cumprimento da ordem dogo
NOMES DAS MOLESTIAS.
Ahcetsoa.....
Aslhraa.....
Dleanorrhagia .. .
Kohoe*. .
Bexigas.....
Bronchites chronca .
Catarrho pulmonar .
Cancros venreos .
Cephalalgia ....
Conlusdes ....
Dores siphililieas .
Esquinencia. .
Erisipela.....
i'ebre benigna .
Dita intermtante .
Dita amarella .
Dita biliosa ....
I- er i 1 ue ni os ....
Ilepalites chronca. .
Ilydrocele ....
Hernia inguinal .
Orchite.....
l'anariceo.....
Ilheumalismo .
Sypbilis constitucional
Samas......
Ulceras .....
(1).
(*-
,'omnia.
m
15
,')6
1
2 I
2 17
OBSERVA(,.0'BS.
(1) O fallecido era segundo marinheiro do brfgae
barca Itamarac. <
(2) O fallecido era indio e trabalhava na Iha do
Nogaera eomo servente deste arsenal.
Joaqun ot Altes de Albuquerqne.
Cirurgao diraclor.
Firmes no posso proposito de n
a maledicencia (riumphc, nem qava
sofXra a reputadlo de magis!
Mara Moteoso da Veiga Pestoa, con
mos do oulra vez, vamos fazer
sobre urna segunda corr^^^H
Liberal Pernambitcano^^^M
sado em resposla a oulra do VoajU
cada no Diario de 29 de agosto lamba ? ,.,
passado.
Principia o correspondente d
bucano por declarar ao Sr.
principio indeclinavel para o bem e
de as discusoet publicas; principio en
que a seraelhanca de am cadi
los coolranos postas ero fosSo se p
o veo de sobre muilo mysterios e aclara mi
vidas.
Da mesma forma qae o correspondente
ral Pernambucano tambera amamos a d
sao estat cunto um processo, onde se podo aspe
o pro c o contra sobre qualquer or
qual deva a opiniao publica pronauciar ei
instancia u seu verdiel: mas importa leml
que a discussrtes lem soas leis, qu
goma devem ser infringidas : aquelles que ditxu-
tem devem estar despidos de ado, paix.i
amizade, e obre ludo devem pro
as suas proposicoes.
Islo posto, pergunlamos : estar o corre-i-
do Liberal PemnmbHcar
cousa aleuma em relajo ao Sr
porque he seu inimiao passoal.
se evidencia de seus esc
despello, animosidade, odi
Proveria elle alguma 4 m que
quiz homlhar. ao Sr. i
oao, muilo embnra q,w
bem podesse reputar como ihe
fallar o carcter de aalhent.- Hsa-
vel nos documentos ;ma aHC
nada Ibes rallaste para soa validad, o que prova-
nan ellas, senao conli a producenlem, em preseura
do documento apre-entado pela inaaaio correspon-
denta ob n. 1 ? Absululam. ole naaT
Ora, se sso he a-sim, e se denle do
Liberal Pernambucn nio descouhoce. como nao de-
ve desconliec da argumentarlo, c deltas
apartou-se, segae-sc que ana, como quiz inculcar
o principio das dscusset para descobritneiilo da
verdade, e tira qaiz ter o echo da* calumnias, que a
owoiidade inventa e a malignidade faz espalhai
damnadointenlo de ver o Sr. Dr. Moseoso pen
sus cansa, a causa de sua reputaras ptraau o po-
Pa'ra homens desle,, o melhor se; ,win
desprezador, e he o qoe aeonseUtacnos ao Sr
Moacuio.
A este tpico seguem-ae outros qae nos jakamos
dispensado, de ennlysar pela razio j*. euunclrta
apenas diremos aa corres^ndenle ,ni, S. *'
grande erro quando suppe e iiJtTtr, J "" m
Moco.o lera cabido na tndian.c*, dot horneo '.
rio. : permuta o ^WiivmintFwiKnnXSLX
seujuizo por leraerario que he, a""eino*de
ral^.^r C~l%T'\ra?m'>-
riSaSK,^^^
I
i
uriui


r^nr*0oL.f'!"m *JBP''S.Pw PJ-f Imm.nsa M esphera da riminalidade p.rcorri-
nSo se du como aera de da pelos ma>are/qne o seu mo todo levoi
Ue lar conU. cura a jati;a ; lleude o perverso
011*10 DE PCMAIIuXO SBADO 6 f OUTUMO 0! 1855
?

i
que inantira foi essa' viagarifa :
que o ^isicsseni, para o publico licar de lado
leirado e |>der melhor apreciar e genio vi.ig
do Sr. I)r. Mosco.
O Syctatope.
J-azarelli 1* de outobro dt 1855.
REVISTA JUIMCIAIUA.
Jury do Recito.
V.
' dia 1 compareces para ser julgado, lomou
mi no tae que o promotor ahuma do erime
mas que oa advoc ,m At ..owncta, e que
uoseneroainotdi Mauricio de Sena, que
Burundi per ler ferido eo.n um punhal a Ct.lt-
n tiuilne-nnna do Espirito Santo, moradort no
Ierro dos \foga<
O que pedem colher, ao ouvir ler o procesio,
loi, quo, enlretemln o reo reUcOes amoratas com a
W (tetona, esaipeilandolalve que ella o etraicoa-
>a, tomou-1 lie con las desse proeedimmilo, e nao at-
renles, assenlou que licariam sardas dan-
n balada, que, por felicidade de am-
> paobada ein um braco, licando este f-
tido.
J.i vera, pois, m leHorea, qae o crime, (cruel cia-
meque lanos estragos lem causado a humanidad?),
foi queiu trouxe o (al larapio para oceupar a alten-
neise dia.
pareca obilinado a lodo negar, e quasi o
'am, que sendo pergontado
em primeiro lugar como se chamava.respondeu
He a primeirj eoau que eu neg, Sr. juiz.
e advogado o l)r. Angelo llenri-
qua dealt vez foi muilo mais prolixo
rirocira, talvez por nen-ar que a causa as-
f. Dr. Angelo he um mojo reco-
habil e inlelligeute, e, por lano, a
caita nui hern amparada. O aeu discur-
ar a criminalidade de sed curado,
ofleudida procurav, sempre que
Jaro reo ; lendo j urna vez dado
suma qneia pur crime dedelnramrsilo, :\
lo por ser ella maior de 17 annos,
i tleive para perseguir ao sen desaf-
Mr. Disee larnbeni que laulo era
l duendo ella ler sido (erjda rom
lirinaram que o reninenlo
'(runenlo contundente. Alero de
> mais, conrluin que, n.io havehdo
robusta paramea condemnasao, o
i aeu diento viclima de urna ca-
esforrou-so por destruir os argu-
erminou pedindo a condemna-
-"01 do cod. pen.
*1o-se a sala das conferencias, vol-
uido que Mauricio livesse com-
de que era aecusado.
ovas siiflicif nlfs nos antos para
impoiesse o minimo do arl, Mi, e
' aquelle corado fosse menos suscep-
ur .iniores reprovados ".' Parece-oos
do no processo nao houvessem pro-
siillicienles para a impsito dessa
livamento circamslaiicias, que le-
fir, qae o reo nao fiira eslranlio a essa
t
coro que
DiowttM
I
ida, por cxcmplo, n.io prova al-
tira elle"!
I que urna mullier, qae se ada em
soOrendo ama facada, deixe de
Ja para acensar nm innoernle,
a tranquillidade de sua conscien-
te que na. He esse um ficto qne, pa-
lo adslringein ao allegado e pro-
Iguma comideracao, e nunca deve
pitando,
lo, foi para casa ruminao-
mores, oulros crimes, ou-
acada e o airas mentiras,
atflvicjo ; mas oala que te as-
e tilo barato. '
la barra do tribunal, para ser
Paules Fernandos, branco, de
lloral de Portugal, reprsenla ler
o raais on menos. A sos phi-
porcerlo symp.ilhissaos secla-
ater, porque netla se uotam tra-
l sentir desletsabios, faltas de
recommendam o homem qae
o cnnscrvou-se elle sempre
peo dos reos, coreo qae indig-
f achar.
nos o escrivo fazer do pro-
^^B|: entrando no dia (ii de
taberna do roo, que hesita na
um allunito qae custamava
ave aquelle para atara-lo nes-
liisse, niaf eslando o (al
i j'gar o soco do que a reti-
^^M, e persisti em con-
-so homem, porm, que
com urna faca de ponta,
abo, fez-se obedecido, ferindo,
o pe do infeliz.
na e bascada as proras dos
lo pedido da rondumnacAo do
201 do cod. pen.
i Or. Joaquim Elviro de Mo-
nta os recursos e tlenlo qae[e
:ncou Iransgurar o facto, fa-
o allerao qae te ferira na faca
louciuliu. dando-lhe uessa
lisse que seo cliente sendo
abalhador, nao iria ag-
labilualrn^nleandava ebrio.
ietso fora urdido por um
ola, que de ha mailo linlu m.i
acarava a lodo o transe fazer-
bam em mostrar a inverosirpi-
seu cozatilainlt aulor de
exa do lagar em que fora
se a toa intenso, diverso le-
a que o allemao, qual
tulnrravel to calca-
>m-se es depoimonlo* de
iram em favor do reo,
do entendido, que conlir-
i havia dito a respeito do
la promotor e (replica do advoga-
, cono qusi sempre acontece
tos, rrliroa-te o conselho para
icias, voHando logo depois com
i, que fez com qae o Dr. jaiz de
> aecusado.
o honve rigorosa jaslira no
a honve equidade ; estando o
li't, sem duvlda que bem
ler, alem do que nao llie ti-
irque passou.
e fiiram preparados e aprsenla-
l larefa do sua qnarla nes nque era aator Joln \avier
n preto escrato o Sr. Keis Cam-
liundo o autor de comparecer
Ta o jalgamtnto, fora lanjado da
aja-tira nao poda proseguir por
ciliar, e daqoelles em qae nao cabe
flioitl Ero virtude' disto, veio o
r seui irabalhos com o julgamenlo
:s aqaelle com qae os estreiira : Ira-
la Imrsccio do arl. 297 da co-
v.asado he Antonio Pinto Soares,
imlas e canaslns, reprsenla
mi annosou cnosn que o valha, pelo
ichudo cachaco nmslra que a vida
f c as plagas hrailicas, anda
nd,i come a la cheia e vermelha
le per, nao revele am espirito milito
,So bem formado ou boiu bofts na
o pavo. O fado, e por fal-
dizer aot leitores como justi-
temos oavido algans fazerera
ndo-i\de ineacla, qae rdigin-
s se i a n d o a po,(rTa1vrMrVH_^"e tomamos
od i ler a pvflaesso, e sVeWVsistiii-
I debates, he natural qae algorriss eir-
< escapado ou as ojo tenlia-
knmente, masquanlo ao lsen-
imos-lhes que toda a fldeW^
depois te o promotor sempre
ida am mudo o o advogsdo de mitro,
s commellamos lambem urna
o os processos em nossas
:om a alinelo precisa f Mas o
parece que antes mere-
a) responde passou se poaeo oa
modo : em lias de ~ ou principio
Pinto passando ara domingo na
lo e bebeudo no meio de alegie su-
i de sua casa ou sea conhe-
pnrqae motivo, fiVa preso pela
> logar, e por qae enlendesse
lante i)ri*to er.i injast or porque qai-
> TMMlrar ai influencia, a noo valeniao veio
paz at* oblados, as sendo infeliz na
II ttmbem ennduzido para o chilindr, e
oado por su Ihe enconlrar dms pistolas que
tra comigo.
Des! narncJc bem fe dedo que o rrima devia
estar provado, pnit mal* de nm individuo o presen-
cifra. Mal na pode valer temellianle prova qan-
nha por si o Dr. Maraes Carvalho,
' que titube cam a lctica conveniente eteollier dote
pares dos raais benignos e anslisar com bablldade
os depoimealoi das testemanhas no intuito de fa-
zer cror que o arcusado (razia aquellas pistolas den-
tro de sen silio lionde n5o nahira, procurando com
onlras considerares nuil desllgurar o faci e lirar-
Ihe tota i importancia: As-iin o Itl Plnlo Soares
athio Hvre de pena e colpa, mas IJeo* qaeira qae ao
meaos os incomreodot porque passou com o procet-
pronaaeia Hra tenlum dado jnio e qu elle le-
nh hilo o propiisfto sincero de emenda.
Era este u ull mo dos processos qae foiam apre-
senlados por occitiao da abertura da essa,pelo que
o Dr. juic de direito (anda em vista a disrosicao do
art. 393 do ondii;o da proeeito consullou a i
convinha a prorngacjlo flm de que fosiem ultimados
ns dos processos pendentes.porcm os jurados nao
esliverimpelo nmfoeio e diasaram I. com os seui
')tf)es qoej se linhtm occapado safflcientemenle
dos negocios da patria para qae deitassem por mais
tcfirpo entregues ao abandono as mas charas oeeupa-
coos de que (iran elles os seos meios de suhiislcncia.
RacSo da sobra tihham elles para aisim pensar.
n esle juJjBiuienl encerroo o jar, as saas lat-
iremos tambe nos a tarefe
seos hombro-, Tazando anda
a penas btavtsj re leioes i respeito.
a ajas-
attissino
ate o innocente perjuro, lodos mais oa manos (omt-
m sua part na afiada obra da propaga$ao do
time.
Por occasiao denles jalgamentos ouvmot a diver-
sos advogados, habis todos, como se deprehende do
jaizo qae a na retpeito emillimos ; notamos porem
em alguns di seos discursos certa ralla de gosto
urna linguagam poaco elevada a eertas pedaoos im-
proprios de in Ing.r Uo sen como aquella ero que
taS* fx t Prapriw' e liberdade do
cidado. Os selho. comecavjm por am-Oe profun-
t clamam a le Dominam-e acabav.m lazando
eompararoes com moAos de paaiafeimu.
Diverso porem era o procedimenlo dos macos, la-
mentando em sa imaginado a falta do pedestal
grego ou romino para serem comparados a Cicero
i a emoslnenes os nossos homens comesavam
neos ae emphase e lerminavam com phrases ba-
improprlaa por corto do um a que desejavam
iiingir. (iouviim que a nosia mocidade despreze etu
i liuguagem rotineira propria de advogados, que
conversan) smenla com o Lobao e o Pereiui e Sou-
zt. Oatra deve ser a fonte ein qoe os nossos jovens
Mvogadoi devem beber.
Ealudem alies os annaes celebres da criminalidade
barrean froncait, c oulros encllenles modelos,
profundem a (heoria do cdigo penal, lancem por
lerfa Wisa raima antiga que chegarAo a bom porlo.
Eis-nos leilores chegados ao termo dessa larefa de
qne nos encarregamos pela convierto qae adquiri-
mos de que na poca prsenle lodo o bom cidadlo
deve concorrer com o seu contingente para a manu-
lenja desse pilladlo que nos legaran) nossos pas,
como a mais segura garanda de nossos lberdades.
Somanta o desejo de que o jury se torne o baluar-
te mais firme ds lberdades publicas, o atylo sagra-
do qae d immuuidade innocencia, punirn "aoi
crimes em seus juslos limites, somante eua desejo
dizemos foi que nos levou a lancar mao da penna pa-
ra apreciar as mas decio>s e o procedimenlo da-
quelles que para ellas mais ou menos concorreram.
Na verdade se o jory he essa arvore de sonorosos
(nietos, de amiga sombra e que, segando diz am
nosso escriplor, foi Ir-n-pianuda de solo frtil, que
anidase nao arlimatou e que demanda terreno pre-
parado e conhecimento de sua cultura, convem que
todos nos empreguemos os possivris esforcos para
que olla viva e nao delinhe, nem (ornem-se os seus
(rucios insonsos ou perigosas.
Sejim indulganles os leilores que promettemos
vollar por ocrasiao da prxima sesso, que j nos
consta haver sido convocada. Vale.
~ CORRESPONDENCIA.
COMMERCIO
PRACA DO RECIPE 5 DE OUTUBKO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colaeoai ofllciaes.
Cambio sobre Londres60 djv. 27 3|i d.
ACVANDKt.A.
Rendimenlo do dia 1 a 4.....67:346(6.10
Idam do dia 5.......liii-^ig
8I:90097W
Deiearregam hoje 6 de nulubro.
(alera intzlezaImogenemercadorias.
Brigoe rraneez Beaujeudem.
Escuna porluguezaCeretfarinha de trigo.
Escuna brasileiras. Josgneros do paiz.
'tf)NSUI.AI>0 (iBKAI...
Rendimenlo do dia t a 4 4:301jf'>li>
dem do dia &....... l49:t9089
">:797j:i01
C1VEKSAS PROVINCIAS.
Hendimento do da 1 a 4 .
dem do dia 5 ...
2208683
..257(7
St*. redactte*.Para que se conheca como se
administra juslca nesta villa do Apndi, da pro-
vincia do Rio Grande do Noria, vou levar ao co-
uhecimenlo do publico os segainlea fac(os :
Quiz o deslino que fosse uomeado delegado deste
termo um (al Manuel Freir da Siiveira, por appel-
lido Carrapicho, c que apparecesse urna moca qtiei-
>ando-se deque tres mocaos a oHenderam, sendo am
delles adjuuclo daqurlle delegado, o qual mu lam-
peiramenledescalpou a osic, e obrigou os dous ou-
lros a dotaren) a offendida com 9,">5, que por cautela
licaram depositados em sua mi, e Dos sabe quando
della saturno ; eit o primeiro aclo do nosso homem,
vamos aoi oulros. Posauia ora pobre velho de nome
Joao Lins, um silio de crear, ecomo Ido agradasse o
referido sitio, prendeu ao pobre voltio, e annou-llie
tim procetso, que eslando bem encaminhado, man-
dou propor-lhe qae veudeste o tlio a um tea ir-
mo por preco diminuto, e lado te daa por lin-
do, e como aquelle pobre velho nSo encontrare me-
lhor deeza, vendeu o silio como te Ihe irapoz,
e ludo se acabou. Comprando um c.ivalln por 40-3
roi-lhe encommendado duas varas de collar de
ooro para enconlro, e eis que o bom do homem
quiz impingir um cordo de metal amarello por
ouro, e como nao quizesse o credor rondar, fcz-lhe
entrega do dito cavallo um auno depois, sem Ihe
pagar o aloguel, e alero ditso em estado miserabi-
Ussimo. Nao saiisfeito, estando am junla de gados,
e apparecendo-lhe urna garrota inulto gorda sem se
saber do dono, fnandou ferrar par# um seu cu liba-
do porm quiz a sorle que apparecesse o dono e
della lomassa coala, licando o novo pnssairior com
agua na bocea. Vamos a outra: ,
Poasuia Joao Nogueira da Siiveira, proprictario
desla rreguezin, um lom aasiide, que dava muid,
pene, e (em as mareos povoadas de boas arvores
fructferas, aeonleceu que aquelle delegado ambicio-
naste a posse da parla da dila propriedade a acode,
e como pvssuia algum|tcrreno|que demarcava com
aquelle,mandoo buscar am pillo ao qual fez muitos
aagos, agasalhou-o, etc. etc. com o tiro de fazer
ama demarcarlo a seu geito, para qae Ihe fosse an-
onada parle da propriedade do Nogaeira, e assim
o conseguio coro maior das injoslicas, de sorle que
traroo-lhe ludo qaanto quiz na (al decantada de-
marcacao. Xo ficam aqu os gentilezas : nossuindo
ua indi umescravo, este dea um (ro em am seu
irmao mais miijo e para livrar o escravo armou urna
tropa, e perseguio a am rapaz de nnroe Manoel da
Kosa. e a forca de pancadas quiz que elle ae coofes-
taaia aulor do Uro, a como esle n.io aoouisse, re-
mel(eu-o para recrula, e ailida sa nao sabe se com
efleilo edegou o rapaz a asseiHar pra^a, oa te foi
morto no caminho ; e por cautelo foi mandado ven-
der o eteravo criminoso, a licou o crime impone.
Emlim, Srs. redactores, se fosse a contar-Ibes os
altos faites do tal Carrapicho, nao haveria papel qae
chegasse ; porm, nAo quero terminar a presente
sem publicar mais urna gentileza, a qual heCj"
que possuinlo alie ama vazanle ao p de outra
de um seu cunhado, e tendo esle planladsi ro-;
lOes, etlendeu ama rama para o terreno da-
quelle, qae nlo quit consentir que elle colheste os
fruclos, e travou-se de razoat como cunhado, che-
gando a pozar faca para elle, que lambem fez o
mesmo para se defender, c se nao acudisse muilo
novo, de eerlo haveria lignina norle. Conheca,
pots, o publico e o Sr. Dr. chefo de polica como
procede esle tea delegado, e qae he incapaz da ezer-
cer semelhanle cargo.
Sea cootlaole leitor
S3at)l
Exportacao .
Araealy, hiale hrasileiro Dovidoso, de 43 l|4
toneladas, ratiduzio o seguinle: 109 volumes g-
neros eslraoaeiros a nacionaes, ."> saccas arroz, 2
barricas biscoilo, :i ditas bolachinha, 8 saccas bola-
cha, 7 barricas e meias ditas assuear. 10 caijas sa-
bao, 2 barricas botijas de aenebrs, 1 caizAo com urna
imigem, 2 barricas licor, 20 caitas charutos, 4 ditas
e Icondenaba rap, 12 barris e 1 qoarlola mel.
Rio Grande do Norle, lancha brasileira oFelli das
Ondas, de 29 toneladas, ronduzio o seguinla : I
sacca caf, 40 caifas sabSo. t roda de ferro para en-
genho. 4 fardos fumo ero fulha, t caiao chapeos de
seda, 38 (aboas da amarello, 1 rolo fumo, I sacca
arroz.
Barcelona, barca hespanhola Rosa, de 311 to-
neladas, eonduzio o seguidle : 917 siceos com
5,073 arrobas e 4 libras de assuear.
Liverpool, brigue ingle/. Wallcr Baine, de 359
toneladas, eonduzio o seguinle : 4,910saceos com
24..M0 arrobas de assuraV.
Buenos-A y res, barca portuguesa Amazona, de
216 toneladas, coodozlo o seaoidle: 157 pipas
agurdenle. 594 barricas com 3,992 arrobas e 14 li-
bras de assuear.
KECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PHRNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 4.....4:0799095
dem do dia 3 ...... I:377s087
5:4569182
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendiraento do dia I a i.
dem do dia 5
3:989*862
1:0759537
5:0659399
MOVIMENTO DO PORTO.
it'acio* entrados no dia 5.
Havre12 das, brigue francez Beaujeu, de 1:13
toneladas, capilao Eguidazu, eqospagero 29. carga
tazandas e mais gneros : a Lasserre & Compa-
nina. Passageiros, Jrau Vavron, Dr. Gaye!.
j'0.*-, '" Plchu hrasileiro Valente. de
130 toneladas, capMAo Francisco Nicolao <.' Arau-
jo, eqnipagem II, em laslro ; a Caetano Cvrlaco
da Cosa Morelra.
Acaracu'60 dias. hiale brasleiro S. Jos, de 45
toneladas, metlre Paulo Jos Rodrigues, equipa-
gem 6, carga couros e mais gneros ; o Manoel
> J"*0.(l* 5 ArauJ- Pasngeirot, 2 menores.
I araluba2 das, haie hrasileiro ConceicJo Flor
das Virtudes, de 26 .toneladas, mestre'lzidoro
Brrelo de Mello, equipagem 4, carga loros de
mangue ; a Paulo Jos Baplisla. Passaaciro,
Francisco do Reao Ponles.
-Vjcio sahidot no meimo dia.
ColingoibaSumaca brasileira Flor daCotinguiba,
mestre Antonio Francisco dos Sanios, carga haea-
Ihao e mais genero.'. Passageros, Manoel Mo-
reira de Soaza Macieira, Jos de Soaza Micicira,
Ignacio di Rocha.
Rio Gjande do NorleLancha brasileira Feliz das
Ondas, mestre Bernardo Jos da Costa, carga
fazendas e rsais gneros. Passageros, Januario
AnlonioCarneiro, Antonio Jos Ferreira. Fausti-
no Ferreira de Albuqoerque, Raymundo Pereira
dos Sanios, Manoel Jo Vtenle Zunba, Aalonio
Joaquim Gomes, Mara Eugenia Cavalcanti a 2
, filtios menores. v
BahiaPatacho americano Wm. Skinnern^apiJo
It. Parker, carga parle da que trouze.
Observadlo.
Suspenden do lameirao o vapor de guerra inglez
Hineman, comm.mdinte Chrislian, debaizo de
quarenlena, ignora-seo seu deslino.
EDITAES.
l*
O Singuem.
PI'BLICVIJOES A PEDIDO.
Por oecasiao da morte de mea collega Pamphilio
P. de B. da S. Cavalcanti.
Feliz la muerte le arrane del telo,
\ otra vez ngel te volviste al cielo.
D. J. de h'spronrcda.
Chorar 1 sempre chorar que vale a vida,
Mesquinlio la;o que nos liga Ierra,
Que de Dos nos separa e que nos priva
Dos prazeres gozar que o empyreo encerr .1
Acaso chora a flor quando do calix
A gotla adamantina o sol rouhou-lhe?
Chora a brisa em soluto a ver que a rota
Aot ares o lufao n'aza levou-lhe ?...
Nao chora a flor querida, anles o roslo
Nos moslra mais gentil mais pnrpurino ;
Tamben) nao chora a brisa,entre a folhagetu
Do denso mangoeiral modula um hymno s~-
Da fra sepultura o p geiado J
Nao o'o hei de bauhar de amargos pranlds,/'
S tenlio dentro d'alina uraa saudade, y
S leolo para o morto alegres calilos. ,
Cfiornr seria escarneo em chao de mirlos,
Prantos de angustias que reveliim/vtores !
Chorar! Cora deterer da eternhfde,
Fora um brado lalvez d^mpifiTclamoret !
P. de Calasans.
HeriTe 5 de outuhro dj'(855.
Nao esla longe o rlbj fm qoe esl pro,ntia |em
de elegcr os sens diputados provinciae-. Ao qae
parece sao condicoej/ que servem a issegurar o acer-
t da escolha a iaepend'i.cia da condicSo, a nobre-
za de senlimejUros, a illuslncao. a lembranca deser-
viw? ja prestados, as probabilidades de que serio
conlif.uadjig. T,,e, l0itot eMe, nimiot fniiobrecem
o carcter dos cidadaos, adisnte declarados, cojos no-
mes recommendamus ios sulTragim da "provincia.
NSo detconliecemoa que oulros varOet temos igual-
mente credores desse galana cvico, mas recelosos
de que alguns delles naufraguen! no vai-vem das ca-
ballas, pretendemos contra ellas premuir o espirito
publico apretenlundo o nomua desses benem-
ritos :
Baro de Camarigbe.
Dr. Domingos de ftoza l.eSo.
Juiz de orphsos Ahilio Jos 'lavares da Silvi.
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho. #
Dr. Francisco JoSo Carneiro da Cunda.
0r. Antonio dos Santos de Siqnaira Cavalcanti J-
nior.
Dr. Francisco de Paula Baplisla.
Jos Pedro di Silva.
Dr. Manoel Cleroenlino Carneiro da Cunta.
Padre Marcal Lope deSiqueira.
Dr. Rodrigo Castor de Albuquerque Maranhao.
Dr. Augusto de Souza Helio. ,
Dr. Silvino Cavalcanti de Albuquerque.
Padre Leonardo Anlunei de Meira Uenriques.
Dr. Sebaslia do Reg Barros da l.acerda.
Conego Joaquim Pinto da Campos'.
Dr. Jlo Jos Ferreira de Aguir.
Medico Cosme de S Pereira.
Dr. Manoel Izidro da Miranda.
Dr. Luiz Filippe de Soaza LeSo.
Mejor Florencio Jos Carneiro Monleiro.
Dr. Lourenco Francisco de Almeida Calanho.
Bario de Suastuni.
Manoel Francisco de Panla Cavalcanli da Alba
oa erque.
Dr. Jlo de Soaza Res.
Bario de Capibirihe.
Francisco do Rogo Barros Brrelo.
1). Antonio Luiz Cavalcanti de Alboquerqne.
Dr. Braz Florentino Uenriques da Sonza.
Dr. Manoel de Alduquerque'Michado.
Dr. Ignacio Joaquim dcSouza Lea.
Dr. Amonio Epamlnondas da Mello*.
Jos Pires Ferreira.
Dr. Del fino Augusto Cavalcanli de Albuquerque.
Df. Joaquim Jos da Fonseca.
Dr. Victoriano doS a Albuquerque.
(Pm eleitor pernamlmeano.)
Anselmo Francisco Perelli, comroendador da
perial ordem da Rosa, joiz de direilo especial
, commercio por S. M. I. a C. ele.
Foco saber ans quo o presente edital virem que a
requermeolo de Tasto Irmaos, e Jos Barbosa Ma-
ciel ocha-te aherta a falleucia de Brandao 4 Die-
gues pela senleoca no iheor seguinle :
A vista do que Tasto Irmios negociantes esta-
blecidos nesta cidade por si a* como procuradores
de Jos Barbosa Maciel, conimerciante estabelecido
na corie eipem na pelicJlo de fls. 2. a bem assim a
vista dos documentos que a iii-lruem atlenTlendo qhe
os commerciaiiles que nesla mesma cidade commer-
ciam com a firma Branda & Dieguen.lem cessado os
sens pagamentos, declaro essa firma em estado da
qHebra a fizo o lermo legal da ezislencia della con-
tar do dia 21 do torrente. Norueio caradores fi-
caqs os sobredi tos Tasso Irmaos, credores do falli-
do, e prestado por elles o jurameulo que o arl. 8Q1
do cdigo do commercio exige, mando que se proce-
da com toda a brevidade na forma do que dwpe
o art, 842 drv mencionado cdigo a 129 a 145 do re-
gulamenlon. 738. E l'eito serao dadas opportuna-
mente as subsequentesprovidencias determinadas pe-
los citado cdigo e regulameulo. .
Recife 24 de selembro de l&V.Aoaalmo Fran-
cisco Perelti. ^
Em cumprimenlo da mesma senlenca convoco a
todos os credores presentes dqyftferido fallido pan
comparecerefn em ca.a de trfliilia residencia no largo
da Sania Cruz do bairro/oa Boa-Vista n___no dia
9 do correle mez pelas! 1 horas da manha alim
de se proceder a nnmejicao de depositario oa deposi-
tarios que hilo de rucebec a administrar provisoria-
mente a casa fallida.
E para que rh^agoeao conhecimento de lodos man-
dei passar edijfres.que serao publicados pela impren-
sa a aluzados nos lugares designados no art. 129
do regularouto n. 738 de 25 de novembro de 1850
e no art.jj|2 do cdigo commereial.
Dado o paseado nesla cidado do Recife de Per-
nambco aos 3 de nulubro de IK55. Eu Francisco
Igaacio de Torres Bandeira, escrivo interino o
subscrevi.
Anselmo francisco Perelti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direilo especial
do commercio por S. M. e C. ele.
Faoo saber aos qoe o prsenle edital virem, qne
a requeriinenloos administradores da massa Fallida
de Jos Das Simdes acha-sc aberla a fallencia
de Cruz & Gomes pela senlenca do theor seguinle :
Atlandrndo, a vista do qae Victorino de Castro
Moura e Jos Joaquim Pereira de Mendoura, ad-
ministradores ds massa fallida de Jos Dias
Siinoes ezpendeu em sua pelicao de II 2 ein referen-
cia as letra, de fls. 8 e 10, qae Jos l.oorenco da
Cruz e Antonio Claudino Alves Gomes, eslabeleci-
dos coro loja na roa larga, do Rosario desla eidade
n. 2i, na qual tem tociedade c commerciam com a
firma Croz ic Comes, lem cessado ot seos pagamemos
declaro em estado de fallencia essa firma, da qual
entende-se fazer parte Serafm Alves da Rocha Bas-
los, que com quanlo nao pertenca actualmente a
dita sociedade, esleve com ludo antes qae ella se
lormasse, associado oa referido Cruz, em dito eatabe-
lecimenlo, e como (al assignou as mencionadas let-
Iras de fls. 8 e fls. 10, a lito o lermo legal da ezis-
fencia da quebra declarada, a conlar da da 31 de
agosto p. p. ; nomeio para curador fiscal o indicado
\ iclorino de Castro Moura, a prestado por tile o ju-
rameulo qoe o arligo 809 do cod. com. ezige, man-
do que se proceda sem demora]. eonfonnidade do
dsposlo nos arligos 812 do sobredi!? cod., 129 a 145
do reg. n.738, e feito islo sarao dadas opporluna-
manle as subsequentes providencias, determinadas
pelos citado cod. e reg lamento.Recife 21 de se-
lembro de 1855.Anselmo Francisco Perelli.
E mais se nao cnntinba em dila *entenca. e sendo
notificado o curador nnmeado para presiar o jara-
meato do eslylo, esle declaro n.io poder aceitar di-
to cargo, para o qual nomeei o credor Timm
Momsen & Vlnassa. E para comprmanlo da mes-
ma senlenca, convoco a lodosos credores presentes
dos referidos fallidos, para comparecerem em casa de
minha residencia, no largo da Sania Croz do bairro
da Boa-Vista n. .no dia 9 do eorrente, pelas 10
horas da manilla, alim de sa proceder a nomrarao
de depositario ou depositarios que lio de recebe'r e
administrar provisoriamente a casa fallida.
E para que chegu* ao conhecimenlo de lodos,
maudei passar edilaes, que serao puMieadus pela
imprensa e afiliados nos lugares designados no arl.
129 do regulameulo n. 738 de 25 de novembro de
1850 c no arl. 812 do cod. comm.
Dado e passado nesla cidade do Recife do Per-
namboco aos 3 de oulubro de 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torras Bandeira escrivo'
interino o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
Esla reparlcao contraa no di 6 do eorrenle
mez. pelas H hosju da manhaa, a compra dos ob-
jectos abai.o declarados precisos ao foriiecimento do
almozariTado, devendo os pretndanles nease dia e
al a dita hora aprcseniarem as suas proposlis am
cirtas lechadas, e comparecerem para a concurren-
cia qae por venlura teja misler. adro da enetunr-se
a referida compra, sendo a qoanlidade dot objeclos
a qae na oecasiao te jalear neeettaria.
Objeclos.
Bandeiras impenaea de 3 a'8 pannos, filmlas de
escaler, meios de sola, fio da vela, linda de bar-
ca, alvaiade ordinario, colla, alealrao, papel almaco
bom, lito, dito, ordinario, oleo de linhaca, fileli
azul, amarello, verde e encarnado, (inla preta e born-
ea, colherea de ierro, livroa paulados de 25 a 200
folhas, lapes, pennas de ac, Unta de escrever, ea-
deados de farro sonido,, ferro Inglez redondo de 2,
4. 6, 7 a 8 oilavos, dito qoadrado de 4 a 6 oitavos,
rechaduras de camarotes e meiaens de porta, limas
sorlidas, dobradices de rabo e de lemo, pienava,
lijlos inglezes, pregos de cusladinhode cobre de 4,
.i, e 6 polegadas.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pemambuco
lde oulubro de 1855.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Pela conladorla da cmara municipal desla ci-
dade se faz scieole, que o prazo marcado para paga-
mento dfs impostos de carroi.poblicos a particula-
res, carrocas e mais vehiculos da condaccao, he al
o ullimo do corrate mez. e lodos aquelles que dei-
zarem de pagar dentro do referido lempo, caro 8B-
jeilos a mulla do 50 por ceulo do valor do iroposlo:
o une pam constar faz-se o presente.
Conladoria da cmara municipal do Recife 5 de
oulubro de 1855.O contador,
Joaquim lavares Rodovalho.
Pela subdelegada do Recife se fiz saber, qne
a polica nao inlerveio na prohibidlo da venda das
batatas denominadas Rainha, e que se alguma cousa
hmive i lal respeito, foi por meio de abuso ou espe-
culacilo de alguem.
Subdelegada do liecife 5 de oulubro de 1855.O
subdelegado supplcnle,
Manoel AMonio da Silva Anlonei.
Tribunal do commercio.
Pela secrelaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambaco se faz publico, que o Sr. Ma-
noel Piaaes de Mello, cidadao porluguez, domicilia-
do na cidade da Fortaleza, provincia do Ceari, se
malriculou nesle tribunal na qualidade de commer-
eianle de grosso (rato c a relalho.
Secrelaria 4 de oulubro de 1855.O oflicial maior
Aprigio Juiliniano da Silva Guimaraes.
Pela labdelegacia do Recife se faz publico, que
se ach recolhido casa de delencao, desde o dia 7
de selembro prximo lindo o pre'lo escravo Antonio,
o qual diz perlencer a D. Maria da Conceicao, da
provincia das Alagoas: rjuem se julgar com direito
ao mesmo, compareca em dila subdelegada.
Subdelegada do Recife I de oulubro de 1855.O
subdelegado supplcnle.
Manoel Antonio da Silva Anlunes.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar os ob-
jeclos seguales:
Para o 8. batiUa de infantina.
Bandas de las, 21.
Hospital regimenlal.
Cubos inodoros, 10.
Arsenal da guerra.
Meios de sola eorlida, 150; pavios, duzias9.
Queraos quiter vender aprsenle ai suas proposlas
em caria fechada na secretaria do conselho t 10 ho-
ra do dia 10 do eorrenle mez.
Secrelaria do conselhoadminislrlivo para fornc-
cirnenlodo arsenal de guerra 5 deonlabro de 1855.
liento Jos Lamenha Lim. coronel presidente.
Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vognl e se-
cretario.
COMPAMI. DE BEBERIRE.
Nao ae tendo reunido sufliciente nume-
ro de accionistas da companliia para lia-
ver assembla geral, o Sr. director manda
convoca-la novnmente para o dia 8 do cor-
rente ao meio dia, no respectivo escrip-
torio, licando os senltores accionistas pre-
venidos deque, em virtude do art. addi-
tivo aq 16 dos estatutos, deliberar-se-ha
com o numero de votos presentes sobre o
objecto da reunido. Escriptorio da Conv-
[tanliiadeBeberibe, 5 deoutubrodel855.
O secretario, Luiz da Costa Portocar-
reiro.
PUBLICAgAO LITTERARIA.
AcTuT-se"as*yida o compendi de Theoria e Prali
ca do Proceaso cTvHtfieJji pelo;Dr. Francisco de Pau
a Baplisla. Esta o
sobre as acroes e ezcepres em
cesso civel comparado com o cornjk
a theoria sobre a applicac.ni da ca Jr
(ras doalnnas laminosas : vend
na loja de Manoel Jos I.eile, n
mado n. 10, a 69 cada eiem
autor.
nambuco, declarando ser a
lotera que tem de correr
hoje, a terceira parte da
segunda lotera do Gyra-
nasio, sendo porm a se-
gyiuda parte da segunda
lotera, a qual corre hoje,
as 9 horas da manha, no
consistorio da groja de
N. 8. da Conceicao dos
Militares. Thesourariadas
loterias da. provincia, 6 d
outubro de I85'>.~- Luiz
Antonio Rodrigues de Al-
meida, escriva das lote>
rias*
BECREI6VmumT
Terligara partirla do KECREIO na noi-
ie ca Id, do correle, sendo os convites ei- S
tos pela dirercao. Hl
wfWM mil
lotera do gymnasio.
Hoje corre a lotera do
Gymnasio, na igreja de N.
Senhorada Conceicao dos*
Militares; os meus bilhe-
tes e cautelas esto expsi-
tos a venda at as 9 horas
da manhaa. Recife 6 de
outubro de 185*5.O cau-
telista, Antonio da Silva
Guimaraes.
JOIAS


r
Os abuto aasiguda*, com loja de ourives na
do Cabug n. 11. confronte ao paleo da m
Nova, faxern publico, que etilo mailo si
mais ricos a dilTerenle goelos de t..dn as obras de
ouro neeesiariat, taalo para senhoeai ramo para ho-
mens e meninas, a conllnnamos precos mesmo ba-
raios como (am ildo : passar-se-ha urna coala com
responsabilidtde, especificando a qhaljdade do ou-
ro da 14 oa 18 quilates, licando assim garantido o
comprador sa apptrecer qualqoer duvida.
Saraphim i Irado.
~ Todos ot dominaos e dias tantos a tardeVarli-
, sendo o
o terceiro
d:iu-se na roa
ai Lanngeiras n. 18.
Antonio Joaquim Seve mudon o seu escripto-
rio para a ra da Cruz n. 13. primeiro andar.
iodos ot dominaos e dias santos a tard
rao Iresomoibos oa direceflo de Apipucos,
pnme.ro 3 horas, o segando v 3 1|*. e o
t ', ; os bilheles de entrada venJera-se
Precisase de ama ama
Cruies 11. 9, loja.
de lcile : na ra das
pelo
ATHQ
Sodedade Dramtica Emprezaria.
,^(IARTA FEIRA 10 DE OUTUBRO.
Grande e extraordinaria represcnlaeso gym-
nasiica o dramalica, em beneficio da Senhora
HiifiSiiasyon^ wn abitan ases,
com assislencia da SOCIADE DRAMTICA
EMPREZARIA.
A beneficiada summamenie pcnborada pelo ob-
sequio, que deS. Exc o Sr. Preshwntb da pbo-
vmctA fcebeu por oecasiao de Ihe conceder esle
beneficio, a&radece-llie cordealmenlc, e jamis se
esquecera do PROTECTOR DOS ARTISTAS.
Por esla oecasiao agrades tambem a SEUS 1R-
MA'OS OS SOCIOS DA SOCIEDADE DRA-
MTICA EMPREZARIA o presiarcm-se gratui-
tamente ao seu beneficio, que Ihe d lugar a mos-
trar ao publico militas difiranles o novos pasaos,
e habilidades que o sorprendero.
Segunda feira vindoura publiear-se-lia o pro-
gramma do tenefirio.
AVISOS martimos. '
Para o Rio de Janeiro segu em poneos dias o
tingue nacional Adotpho ; para o resto da carga,
passaaciros e escravos a frote, trata-se com o consig-
natario Eduardo Ferreira Bailar, na ra do Viea-
no n. .1, ou com o capilao Manoel Ferreira de S.
na |irac_-ii. '
Para o Araealy segae o hiale tneeneirel:
quem quiier earregar, dirija-se a ra da Madre de
Ueos u. 3.
-PARA A BAHA.
O hiale .Voco Olinda sahe para a Bahfa com toda
a brevidade : a (ratar com os consignatarios Tasto
irmaos, ou coro o capilao Custodio Jos Vianna.
Maranho e Para'.
Segu em poucos dias o brigue escuna Mura i
pode recebar algama carga : trata-se com o
lind
consjgnaiario J. B. da Fonsoca Jooior, oa ruado
V igario n. 23.
LEILOES.
DECLVHACOES
RANCO DE PERNAMRUCO.
O Banco de Pemambuco lacea obre
a praqa da Baha, e contina a tomar
lettraa sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pemambuco 25 de junho de 1855.
0 secretario da direccSo, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
Sabbado, t do eorrente.
O agento Olivelra offerecer em leilao, e n'um so
ole. duas magnificas casas da sobrado, oulr'ora per-
lencenles ao tinado Sr. Coi, por quem foram edili-
caiias com lodo o esmero e solidez em 1848, rada
ama rom roiinha fra, rorheira, estribara e mais
arraiijos em hons sitios com ports da ferro, e un-
lamenl* o terreno qoe fhes fica err, fronle, e ontro
ao lado de urna dellae. deilando eite para a estrada
na Miedade, lodos mu proprios para novas edifica-
Oes. Ditas casas esiao situada no fundo de silio,
ora perlencente ao Sr. Aceioli Lins, com frente pan
a Mirada que ae acha em cniistraec.ao ale o Mangui-
nd, veiider-ee-ha lamhem-6m sobrado de dous
andares, nlo na ru de Aguas-Verdes 11. 61, com
quintal que lem .aluda para a de Hortas, em chaos
liroprios, muilo largo, o qual reode animalmente
rs. b: ; assim como 10 apolices do Banco de Per-
nambuco. e difTereutes obras de puro, como sejam :
conloes, tranceln*, crranles para relogios, ele.: no
escriptorio do referido agento, ao meio em ponto.
O agente Borja por autorisacilo do Exm. Sr.
lr. juiz privativo do commercio, Iransferio o leilao
da escravo e da loja de miodezas sila na ra larga
do Kosario n.'iO.pertoncealesamissa fallida de Joao
Antonio Martina Braga que tinha logar quinu-feira
4, para sabbado 6 do crrante tll horas da ma-
nhaa.
AVISOS DIVERSOS
LOTERA da provincia.
O llm. Sr. thesoureiro
manda fazer publico, que
por engao tem sahido o
annuncio no Diario de Per*
A meaa regedora da itmandadedo SS.
Sacramento, dama trizdobairrodeS.Anto-
nio, scientifica aos ieis que, tendo exposto
a milagrosa imjgemdomartyrS.Sebaflino,
ate'odia7docorrente em que pretenda de
novo coboca-la no sen respectivo altar,
deixa de o fazer, continuando estar ex-
posta, porque nao havendo noticia de ja'
estaremos nossos irmaos de.outras pro-
vincias livresda pestq que os flagella, nao
devem cessar as nossas preces em seu e nos-
so favor ; sendo que nesse dia (9 do cor-
rente) llavera' tima pratica feita por um
dos prgadores desta cJJade, sobre o moti-
vo quedett lugar a esta exposicao. Oescri-
dao, Francisco Simoes da Silva.
r AOS pas de fvmilia.
urna senhora casada, lesalmente autorisada pelo
Exm. presidente da provincia, tendo aberto urna'
aula particular de nstrnccSo elementar pa/a o seso
feminino, na pra^a da Boa-Vista sobrado n. 32 se-
gundo andar, oflerece o seu prelimo aos pas de
ara ensinar a ler, escrever, e conlar, dou
sla, coser, bordar de todas as qaalidades,
e lodo mais concerneulc- ao ensino com-
;ninas : e lendo a casa bastantes comm-i-
recebe ieaalmenle pensionistas e meio-pensio-
nistas, com quem empregara lodo o des'vJrkJiossi-
vel.- r^
Nesla lypographia te dir qoem d 8003900 rs.
1 premio del '. por cento, sobre h\polheca em
urna casa. <
O abaixo assignado como juii de Nossa Senho-
ra do Rosario do niio da roa das Crures (em de fes-
tejar a mesma Senhora 110 convento de San Francis-
co, domingo 7 de oulubro eorrenle, e os devotos da
mesma senhora podaran assislir ao referido aclo para
maior brilhanlisnto. llavera miso cantada com o
henhor exposto, serraao e a noile ladainha.
Francisco Maciel de Souza,
A arrematarlo dos ulencillos da venda da es-
quina da Passagam da Magdalona que volta para o
Kemedio, he sexla-feira 12 do correle a ultima pra-
ca depois da audiencia do jaiz de orphgot na sala di
mesma.
O escrivo da irmandade de Nossa Senhora do
Bom Parlo erecta na igreja de San Jos convida a
lodos os irmaos para comparecerem domingo 7 do
eorrenle as i) horas da manhaa, no seu consistorio
pira reunidos em mesa geral, alim de Iralar-se ne-
gocio de grande monla endent a mesma irman-
dade.
Prerisa-se de ama ama de leile: no hotel Fran-
cisco.
Jos Cavalcanli de Albuquerque por arhar ou-
Iro de igual nome de hoje em diante se assigoar
por Jos Cavalcanli de Albuquerque Si.
Precisa-se de orna prela boa quitandeira : a
trac-lar nesla lypographia.
A mesa aclaal da irmandade de N. S. da Sole-
dade, erecto na igreja de N. S. do l.ivramenlo desla
cidade. deliberoa expdr i visla dos fieis.no cruzeiro
da mesma igreja, o Senhnr Bom Jeus d'Agonia, e
juntamente la rofli Maria Sanlissima, afim de ahi
concorrerem para dirigirem snas supplicas ao mesmo
Senhor e sua mfli Maria Sanlissima, para que nos
livre de sermos arcommellidos da pesie que lem as-
solado o< nossos irmAos dos provincias do Par e Ba-
ha, e s sublr,lo as sanlissimas imagens para o seu
aliar no dia 10 de novembro, vespera da fesla da nos-
sa mai Maria Sanlissima
No dia 4 do eorrenle,' pelas G as 7 horas da
noite, fuaio da casa do abaixo assignado um escravo
crioulo, de nome Jos, de idade de 2S a 27 anuos,
poaco mais ou menos, alio, secco do corpo. e con
bstanles marcas de betigas pelo roslo ; o qual es-
cravo he perlencente ao Sr. Manuel Martina de Oli-
velra, morador no riigeuho Tabocas, que me o tinha
mandado pura eu vender ; porlanto roa-se as au-
toridades policiaes ou cipitaes de campo de o appre-
henderem e leva-lo ao seu senhor, no engenh ci-
ma menrionado^ou ao abeixo assignado, no paleo
do Carmo n. 1, qae serlo generosamente recompen-
sados.Joaquim Manoel Ferreira de Soaia.
SEGUROS.
A companhia lademuisadora, lendo principiado
sua operaees, loma tesaros martimos a premios
razoavets : seu escriptorio, na ra do Vigario 11. ,
eslara abarlo todos os dias olis desde as 10 horas da
manhaa as 2 da larde.
Arrenda-sa o engenho Novo, sito na comarca
do Cabo, d'agua, motlo e eorrente, com parlada
safra fundada a sement para continuar a planta,
sendo o mesmo engenho cercado de vallados, possue
ricas varzeis para safrejar-se dous a Ires mil paes de
assuear, e com boas obras ; assim cmo lambem ar-
renda-se a propriedade denominada Serra. anoea
ao mesmo engenho Novo, na qual etislcm os alicer-
ees. para edificar-se orna casa para engenho, male-
riaes para a continuarlo da mesma, etislfndo na dila
propriedade ama senzala em estado de rereher le-
das, edificada de madeira<, cata de vivenda, urna
boa serrara d'agua. urna grande olaria, acude prom-
plo, com ierras safficienles para safrejar-se, millas,
ele. ; dando o proprietario os annos qae se conven-
cionar para a edificarlo da mesma obra : quem pre-
tender, dirija-se a,o engenho Artripe de Baiio, a fal-
lar, com o seo proprietario.
Denppareceo do engenho Sant'Anna, 110 dia
28 de julho do torrente anno, urna mmata de nome
Felicia, idade 22 annos, ponco mais oa menos, com
os siguaes seguidles: cor de canella, caballos caxea-
dos, estatura regular, beicos arrebilados : qualquer
pessoa qoe a descobrir, dirija-se ao meimo engenho,
que era recompensado pelo abaUo assignado com a
qllantia de 508000.Francisco de Soaza Leal.
Attencao, liis !
Amanhaa as 4 horas da manhaa Invert missa can-
tada ao milagroso S. Sebasliao da Igreja da N. S. do
Pilar ; as 7 da tarde llavera ladainha e ama pratica
feita pelo Rvm. coadjutor da fregoezia do Recife
o podre Antonio Manoel d'Assompc,ao serao distri-
buidas pelos fiis atsislaotos orjedes contra o flsgel-
lo de que estamos ameacados, como lambem haverao
reaislos, e a imagem flcani exposta al o fim do jr-
rente mez, sendo as segundas-reirs, quartas, sex-
tas a damingos.
Offerece-se um rapaz portogoez para bolieiro
da casa parliealar, o qual Um algn pratica :
qoem pretender, dirija-tea roa do Cutovello o. 139,
que achara com qoem tratar. '
Offerece-se urna ama de leile : na Boa-Visto,
ra do Rosario n. 39.
r. ,1. a'! T-* "" P,ril Sr* Dominios Farrei-
d. l ?> i""mirie*< *il "o crrelo di cida-
Mgen! "' "" eimd0 :>"'. <] d Ter-
~, Sa ^u^* no fim d0 b*co I*'*, ha am de-
posito de lelha, lijlo de alvenari. balida e ladri-
ho, liipamento, cal branca e prela, arca e barro, e
tambem ha um pedreiro para lazer qualqoer concer-
t. Mista mesmo lagar ha um homem qae he coslu-
mado a correr folhas, tirar ptsaportes e despachar
escravos com presteza, e lambem lira Ututos de ter-
renos de marinha.
VENERAVELIRMANDADE DE SANTA RITA
|DE CASSIA.
A mesa regedora faz ver a lodos os seos irmaos,
Iue em virtudede nao se lr reunid Damero legal
t irmaos, deixon de haver mesa geral no dia 30 do
mez prximo passado, que tinha de nomear o aovo
thesoureiro que lem de fuoccionar no auno da 18.V
a 18jG, e por isso pede a lodos qne nao deixem de
comparecer no domingo 7 do corrento pelas 9 horas
da manhaa no consistorio da mesma irmandade. O
escrivo, Jote Francisco de Paula llamos.
Os abaixo assignados declaran) pelo presente
que apartaran) amigavehoeole a sociedade qoe i-
nham niLfabriea, de charutos sita na roa do Trapi-
che > ci*o n. 20. qae gyrava com a (Irma de Teixeira
& Campos, licando o socio Campos com a dila fabri-
ca e cucarregarlo de loda a gerencia da mesma. Re-
cito 1 de outubro de 1855. Jos Antonio Pinto Te-
.reira.lse A. A. Campos.
Quem precisar de urna escrava por alugoe!. a
qual engomma e coze: procure na passtgem da Mag-
dalena sobrado defronle da estrada do Cajueiro.
li* riTre!r agradece a todas as pessoas que Ihe lizeram p
summo obsequio de comparecer aot uHregios
de seu presadissimo irmilo Manoel Luiz Fer-
reira, e pelo presente lestemanha a essas pes-
soas seu elerno reconhecimenlo.
OITerere-se urna pessoa nesta praca. para fazer
oebrancas deulrodesla cidade, afian;sndo aot senho-
rea credores cojas dividas elle receber par cobrar,
de empregar todo zelo e iclividade para ditos quan-
tias serem saldadas a totopo. A mesma pessoa se for
preciso dar fiador a su conducta : qoem precisar
dirija-se a ra das Cruzes n. 20 primeiro andar, que
achara com qoem tralar. Na mesma casa da-se di-
nlieiro a juros.
Aluga-se ama boa casa torrea, caiada e pinta-
da: na roa do Cotovello n. 32: trata-se na ra Di-
Detappareeeu no dia 27 de selembro escravo
de nomo Manoel, crioulo, de 23 annos da idade,
pouco mais ou menos, com os signaes seguinles, al-
tura regular, um (anlo xarolhu, sem barbas, denles
jadios, lendo as costos varias cicalrizet de acoites,
levou camisa e ceroulada algodaozinlio branca eJcha
peo de palha, segando as noticias proenrou essa pra-
ca: por isso roga-se as autoridades ecapitaes da cam-
po a apprehensao do dito e leva-lo a roa da Soled-
de n. 38, que serio generosamente gratificados.
. No da 17 do passado mez, pelas 8 hora daj
noile.desappareceu do caes da ponte da Boa-Vista,
em direccao ao atorro do mesmo lugar um prelo qoe
condozia um hah de liendres pintado de azul, con-
lendo um variado e grande sorlimenlo d
a pessoa a quem algum prelo olTerecair-^orro de
retornlas fazendas, as apprehenda^t/nao pagoe sem
qoe faca o favor dodirjj}i)>rsTralerro da Boa-Va-
la casa n. 59, afir-re qae sea dono eiaminando-ts
posta saber se JfctTperlencem.
Fz-se nlmoco e jantar para fora, com muito
aceoe lunpeza : no becco do Carioca n. 9.
No dia 8.do eorrenle, depois da audiencia do
Lxm. sr. Dr. jaiz especial do commercio, vai por
ultima vez 11 prifa a casa Ierre, sita na ra Impe-
1 ."' J^.P0'el.efv*o de P*"'o lo domes, con-
tra Jos Das da Silva.
Aloga-se am silio na Capanga, em muito bom
lugar, com boa casa de viveoda, com muito bons
comroodos para grande familia, quartos para prelos
e para hospedes, ca cacimba de agoa de beber, tonque para banho, com
terrero na frente e copiar da parte dedelraz.ecozi-
nha tora ; aluga-se por fesla ou por anno : os pre-
lendenles dirij.m-se a roa do Caboga, loja de Joa-
quim Joao da Costo Fajozes.
Cosem-se costuras de alfaiale com perfeicao,
por preco commodo : na ra Direila u. 98?
Atoga-se um prelo bom cozinheiro, que' sabe
tozer lodo o servico de urna cisa : quem precisar,
dirija-se a Iravessada ra da Palma, casa torrea jun-
to ao Dr. Miguel Felicio.
sr- O abaixo assignado, arrematante das afericoes
dos pesos e medidas do municipio do Cabo, previne
aos habilanles daquelte monicipio, qae do dia l. do
eorrenle ein dianta dar principio as mesmas aferi-
coes, islo he, do anno (inanceiro da 1855 a 1856:
por isso os inleressados podem dirigir-se a casabe
sua residencia, na villa do Cabo.
Joao Kulino Ferreira.
. ~ escrivo da irmandade do SS. da fregue-
zia de S. Jos-do Recito, roga 11 lodos os seus eharis-
simos irmaos para .reunirern-se em jiesa geral, do-
mingo, 7 do eorrenle, pelas 10 hJras da manhaa, no
consislorfn da igreja de N. S. do Terco, que serve
de matriz, afim de proceder-se a eleirao da mesa
regedora para o anno futoro.
Precisa-se de um caixeire que tenlia pratica
de taberna e d* fiador a sua conducto : no atorro da
Boa-Vista n. 70. Na mesroa casa ha ama prela
para se alagar, para o servico de portas a dentro, a
qual cozmlia, engomma e cose.
Precisa-se de nma ama para casa de pouca fa-
milia : na ra larga do Kosario n. 30, loja.
No dia 12 de selembro, as 6 horas da manhaa,
desappareceu de casa de aeu mestre, um pardinho
escaro, de noroe Antonio Laiz, idade de II annos ;
levou caira de laa bstanlo suja, camisa de a I goda o
bronco, e lem urna costura na lala proentonte de
eoice de cavallo ; peda-se as autoridades poli-
Panorama
SEXTA EX
FREDK LEMBCI
Tem a honra de
no da segunda-feiri 1 da ouluhrn, expOe nova* *ia-
tat que nasla provine' nvialo: na
ra daCadeiacm lsco.
!ue sSo is seguinti
. Odeasa e o bomba
2.- A esseata de T<
3.a O leruplo da Fortun
4.- Boa Viogem.no Inga, Rio de Janeiro,
5.- Rio Doce na provincia de Pemambuco.
6.- Rio Arara-Coar, no Brasil.
7.- Urna vista do norle em lempo de invern.
8.- O Ephesos na Asia-Menor.
9." A cataratas do Nilo.
O preco ha 500 res cada pessoa, e adia-ie abarlo
dn 6 i 9 horat da noile.
Pede-se ao Sr. Florlano R< asado
eom a Sra. Feliciana Thomazit da Mello ou algom
sen parete, oa pessoa de seu eonheeimeolo. o favor
dirigir-se a Camboa do Carolo n. 2i, ou annuiujiar
sui4Donda, qne se Ihe deseja fallar.
Precia-se da urna ama pretar forra ou c
va, para eozinhar c fazer o mais servico interno o
externo de ama casi de horoem aolleirc : a tralar na
raa da Cadeia do Recito u. 47, loja.
Minoel Alves Ferreira modou a soa residencia
da ra da Cadeia da Sanio Antonio para o largo da
Assembla, cata da 4 andares, defronle do chafariz.
Precisa-se de urna ama de 1
ra da Cadeia do Recife, loja n. 48.
LOTERA DO RIO DE JAIE1R0.
Acha-se a venda um resto de billi
da lotera 5(J do Monte-Pio Geral; as lis-
tas esperam-se a todo o mome
vapor Tocantinsii ou Imperatri-
premioa wo pagos incontinente, Ino
se receba m as.ltstas.
O arrematante dos imposto- das afer
municipio do Recito lenciona vender as
de Maribeca, S. I.oorenjo, Jalma
qaem pretender, dirija-ta a casa do mesmi
te (ratar.
Precisase da nm eaixeiro para (orna
ama liberna por balance, e qae ti* fiador,
duela : no paleo do Trro o.
O arrematante dos imposlos das aferirr
mscalas e bocelgirat do municipio do Recili
scienle aos inleressados, qoe te acha com a cata aber-
la em a ra da Florenlina n.
casa qoe oulr'ora servir ja as afc
do que j dera principio as meimis aferii
no de 1856, lendo da te findar o prazo pa
bclecimenlos que de presento ae acham, assim 1
os qae forem poslos dentro deste te
mez de dezembro prximo uturo, d
curado na referida cut por se ichlr
dias olis, des 8 horas do dia atoas
Passa Senhora da Concei
Militares.
A mesa regedora desta irmandade nvame!
enhfiea aos seus iratiea e a lodaa os liis.:
desde o dia 21-do prximo pastado aeli
qae expozeri em toa igreja,
mos, a milagrosa imagem do r'IL^ _______
Navegantes, conlina al o diaJ^T
qoe melhormeiilecoucerram-com a t
caractensacomo chrisJiM. afim de que esto mesmo
Seohor. por sna bojtdide a amor de aatts-
sima a ImmicoUa Virgemd
droeirn, se digna acolher ben
raildes preces, sos livre do Itrrivel mal, p
se lia servidoponir aos nossos irmSot da
do Paraa#hia, sobre os qunas, igualroeii
mos a Jess misericordia.
-Precisa-se da ama ama de
ug n. 12, loj de ou
Antonia Joaquim \
ja da ferrageotna roadaCad, m 4e
promover a cobranca do qu nlgo,
tonto em documentos como Je r
isso previnem aqoellei de seos devedarts
jam em toes eircwmstanciat, de virem realisar seus
pagamentos al o fim do corrento m trario
entregarlo ao sea procurador, afim de promover tal
realisacao.
OfTerece-se am homem para eaiieiro de qual-
qoer cas de negocio de lacados 1 a retal
qual lem boa Jetlra a bastante pratica de negocio, e
esla arrumado ha mais de anuo, porm p
queno motivo quer sahir : qoem precisar |
Precisa-se de urna canoa qoe poeta eom 1,0o1*
a 1,200 lijlos de alvenaria grotta : qoem liver para
alogar meusalmenie, dirija-so a roa eslreia d Ro-
ano o. 7.
Custodio (ioBcalvet da Silva, morador na villa
a Caroaru', acha-se nesta praca afim de liquidar
sis contoi; portento qaem se julgar ten credor ba-
ja de apresenlar seus Ututos no pra?
de serem pagos, nat Cinco Pontos n.
los mes-
ciaes lancero anas vistas para quem o tiver occulta-
do; e a qualqoer parliealar quo delle souber ou li-
ver milicia, leva-lo a ra do Cano, junto a cochj
oa a ra Nova n. I.
lotera
CONSULTORIO CENTi\
HOWEOPATHICO.
(Gratuito para oa pobres.)
/la de Santo Amaro, (Mundo-Noto) n. 6.
O Dr. Sabino Olegario i.udgero Piaho d L_
f consallas todos ot dias desda a g horas' la %
2 manhaa at ai 2'da tarde.
S Visita os enfermos em sens domicilios, das
H| 2 lloras em dianle; mas em caaos repentinos
e de molestias azudas e gravea ai visita* serio |
feilas em qualquer hora.
Ai molestias nervosas merecen) Iralamento
especial segundo meios hoje acoiLsolliadoj
petos pralicos modernos. ^^^H
" lem_2?.??0?oM0nn aentral.
LOTEIMA DO GYMNASIO PE
RCANO.
AOS 6:000^, 300s i :u(>
Acham-aa venda 01 bilheles a caulel
lelista Aolonio Jos Rodrigues da Sonza Jnior, da
segunda parto da segunda loieria do vrooetio, na
praca da Independencia, tojas ns. I, 13, 15 e 10:
ra Direila n. 13 ; travest do Rosario n. 18 C;
aterro da B01-Visto n. 72 A, e na ruada Praia, loja
de fazendas n. 30. O andamento das rodas he
dia sabbado, 6 do eorrenle. Al sortos que sahirera
em seos bilheles e cautelas ido immedialameoto pa-
gas por inleiro sem descont algum, loga que se dis-
tribuara as lisias; sendo as grandaetn sea esc
no, na ra do Collegio n. 21, primeu
oolras em as referidas loja*.
Bilheles 58O0 Recebe por in
29900
GIMNASIO PERNAMBCANO.
Sabbado, 6 de outubro,
he oindubitavel andamen-
to da referida lotera, pe-
las 9 horas da manhaa, no
consistorio da igreja de N.
S. da Conceicao dos Mili-
tares. Pemambuco 4 de
outubro de 1855.--0 ca-
teiista, Salustianode A qui-
no Ferreira.
2a PARTE Di 2a LOTERA DO
Gvninasio.
/
Sabbado (i do correte, as 10 horas, he
impreteri velmente'o andamento das rodas
da lotera cima mencionada. Existe um
pequeo resto de bilheles e cautela}, dos
cautehstas abaixo atsiguados, rvS'Iotas daj
ra da Cadeia n. 9, ra da Cadeia de San-
to Antonio n. 6, dita do Collegio u. I?,
dita do Queimado n. 63 e 22, dita eitrei-
ta do Rosario n. 17 e 30, dita Largun. 34.
OUveira Junioi A C.
Os consignatarios das fazendas salva-
drsda_ barca Iranoeza GUSTAVO U,po-
dem vr receber o produelo das mesmas,
munidos dos competentes documentos;
no escriptorio de J. R. Lasserre i C., do
dia i em diante.
Pede-se ao Sr. Francisco Jos di Coala, citado
com a Sra. Catharina dt Sena ou algum tea pranle,
ou pessoa de seujconlieciinento, o obsequio dirigir-se
a Camboa do Carmo n. 2.">, oa aonuncie id a mora-
da, qoe se Iho deseja filiar.
'eio
SI JOS
Quarlos
Quintos
TJilavos
Decimos
28000
1500
19200
760
640
Vizesimos 340
OOjOOO
0009000
1:5005*000
i:2ooaoeo
7309000
600JOOO
.3009000
O mesmo caolelisla declara, que quinto aot sens
bilnele* inleiros vendidos em originaes, s ae obriga
a pagar os oilo por cento da lei as wrtes grandes,
devendo o potsuidor receber do Sr. Ihesoureiro o
seu respectivo premio.
N" "a Direila n. 13 d-se dioheiro a jure
ore peohores de ooro ou prato, em pequeas e gran-
des qoanlias.
Muita attenr
O caolelisla Salosliano de Aquioo Ferreira vende
para negocio, na ra do Trapiche o. 36, se.
dar, bilheles e cautelas das loleri,
l,clo^P[<;o abaixo declarado quauda de
tOOJOOO para cima.'dinliei
Bilheles 5950U sem descont
Meio 2*750
Quartos 13100
Tercoa 1*860
Quilos 1f120
Oiiavas
i'ecimos jsB&i
irnos ^0
O canlelisla, Salosliano de Aqoino
O Or. Carolino Francisco da l.ima San-
ios mora no priroejro andar do sobrado
silo oa roa das Cruies n, IR, onde continua
no exreicio de sua profissito de medico.
Precisa-te de d< ,urT0, ou ciplivos, para
serom empregados cm canon de passagam; quem pre-
tender, procure no pe rimairo an-
dar, das 6 a- con,
quem (ratar.
Qualquer pesaos que quirer eolrar cero 6 ou
8 escravos para a adminislracao de um engenho,
vencendo o sea ordenado, a o ahignei denles, queira
apparecer na'ra eslreilaaia Rotario, primeiro an-
dar do sobrado n. 8.
Precisa-se de urna ama para o tervijo interno
de orna casa de familia : em Fra *de Portas, roa
dos tjuararapaa. jnto t rasa do professor.
moto tem a honra da participar ao
raipeilavet pulseo, que toen aberto no (erro da
Boa-Visto a. 17, loja de paslelaria, onde adiarlo
um completo sortmwnto de bolos da (odis as qoali-
dadea, aaeanearrega daapromplar bandejas do. ul-
timo gosto de Franca, assim romo vende bons vi-
nhos de champagne, bordeaux, cognac, cerveja e
ouiras qaalidades de espirites, tudo por presos com-
modo.




OIMIO DE PERMIBUCO SIMOO 6 OE OUTUBRO DE 1855
/:
CONSULTORIO DOS POBRES
o mu* wova i awbab o.
**;?* 108C0W di C.0MU''" Ijoraeopalhieai, lodot o dia aos pobres, desde 9 horas da
^^Kal6on< lemcasoaettraordloarios a qualquer hora do dia ou nuile
KJerjce-sa Igalnwnt para praticar qualquer operario decirnrgia. 'acudir promplamenle a qual-
qoer mulrer que esleja mal de pari, e enjascircumstancUDaonefmMain oaaar ao medico.
"permitan) pagar
WO CONSULTORIO DO DR. I A. LOBO PSCOZO.
SO RA NOVA 50
VRSELE O SEGUINTE:
Manual completo de raeddieina horoeopathica do Dr. G. H. Jahr, traduzido em por
tuguei pelo Dr. Momozo, qualro volumeseneadernadosem dous e acompanhadode
um diccionario do, termos de medicina, cirorgia, anatoma, etc., etc...... 20&000
orlante de todas as que tralam do esludo e pratica da homeonatliia, por ser a nica
2."' va Aiif aS:w"A?fl ^l?Jtalria-*- PATHOUENESIAOU EFFEITOS DOS MEDICA-
HEN1 O \0 ORAMSMO EM ESTADO DE SAUDE-conhecimeolo. que no podem dispensar as pes-
soas que su querein iicar a ortica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos qne qnizerem
trina de Hahnemann, e por si momos se convencerem da verdade d'ella: a todos os
de_ engatillo que eslao lonRe dos recursos dos mdicos: a todos os>capil8es de navio
1oe "? Po^m deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulante*:
1 que por circunstancias, que ntm sempre podem aer prevenidas, sao lobriga-
r vi eonatunlt os primeiros soceorros em suas enfermidades.
do homcopalha ou Indocto la medicina domestica do Dr. Hering,
n uhl ts pettoas que se dedicam ao esludo da homeopathia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina .
lermos de medicino, eirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. '. '.
bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro
_e o propneUno desto estabelecimeuto se lisongeia de telo o mai
uem vida lioje da grande soperioridade* dos seus medicamentos.
Bolitas a 12 tobos grandes.............
Boticas de 21 medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 15*000 rs
Ditas :t6 ditos a ,......
a.............. Si
1 14* ditos ...... ........ 2S
ubosavilsos.......... 1 ........ '' ,
Frase* d< raeia ouc* da tinctnra.......... ...... aSSSi
r verdadeira tinctnra a rnica......... ..... 35S
sempre venda grande numero de lobos' de cryiui d diversos lamanhoY
?22Sr ^^ ene0n"nend' dC --~ "rev,^
10?000
aiwD
na pratica da
mais bem montado possivel e
8000
de e
TRATA1ENT0 HOIOPATHICO.
Preserva tico e curativo
DO
\
CHOLERA MORBUS,
PELOS DRS
I se poder corar desta enfermidade, administrndoos remedioT
nto.se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independenle desle nos lugares
) EM PRTUGUEZ PEL" BR. p. A. LOBO MOSCOZO
conlmat indcacSes mais claras e precisas, so pela sua simples e conctaex posi-
1 .ntelhgencias. nao so pelo qoe diz respeto aos meios eiraiivoV, com"SSL
ivos que lem dado 01 mais satisfactorios resultados em toda a parle em me
lem sido postosera pratica. H c,u q"e
homeopathico o nico que lem dado grandes resollados no curativo desla barr
mosa proposito Iradutir estes doos importantes opsculos em lingua vernaci-
la. para dcst'arte facilitar a sua leilura a quem ignore o IVancer.
licamenle no Consultorio do traductor, roa Nova n. 52, por 2JO00 rs
Est a s< hir a luz 00 Rio de Janeiro o
REP13RT0RI0 DO MEDICO
HOMEOPATHA.
\1RAHID0 DE RUOFF E BOEN-
~ffL?GHAUSEN E OUTROS,
usto en orftvrn alphabelca. com a descripro
abieviadado Indas asWjeslis, a indicacao physio-
ligica e Ihtrapeutica >le tolusos ro<;dicameolos ho-
i lempa de iBfflo a concordancia,
lo de .ira diccionario da sitailicatao de lodos
es termos di: medicina e cirurgia, e\poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. L J. DE 1ELL0 MRAES.
Subieres .'-se para esta abra no connullorio Ihpmeo-
llr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n.\500
por 59000 em brochura, e 6jm
Venda-ta mnito boa manteiga inglea nova a
880 rs. 800 a a 720 a libra, cale a 160 e toocinho a
320 rs., latas de sardioba a 560 : na rui das Cru-
sn. 20.
COLLADA BAHA,
vende-se oa ra do Queimado loja do ferr.tgens
\ ende-aa oengenho Penedo-de-baixo silo na
freguezia de S. Loureneoda Malla,moente e corren-
te, prvido de lodo o necessaro, com boa casa de so-
brado para vivenda, casa de purgar e cavallarira
contigua, rooenda e boa cala de ferro, distilas e
alambique de cobre ; tuda novo, cercado limpo,
distante desla cidade .1 lelruas e faz mulo bom awu-
ear : vndese para pagameato de urna hypdHieca e
de nutras dividas : quem o pretender dirija-s* ao
mesmo engenho a tratar com o sen proprictario que
"pora ao comprador as de mais circuslancias da
veada.
Veodem-se rodas de arcos de po para barri-
cas.; na ra do Brum armazem n. 26.
Va loja das seis
portas.
Em frente do Livvmnenlo.
Chales de merino bordados a cinco mil reis, ditos
de seda de lindos gostos a oito mil reis, castas de
flor miuda a cinco pataeasfll pe<;a, corlas Vvestido
loes cada corle, chales de ganga encarnados a duas
palacas, e grandes a dez lusl, ditos >de rambraia
adamascados a duas palacas, dilos cor de rosa com
qfiadros a duas palacas. cassa pinlada em corles de
10 covados a luslAo o covado, mtias para menino de
3 e 4 anoos a luslo o par.
Veodem-se 30 barris de i em pipa e 6 pipas
de Caialemba,promptas para mel ou azeile : adiaute
da fabrica de vinagre n. 17.
Vendcm-se bombas de po com todos os seus
perlences, proprias para cacimba o ditlilarao ; na
roa da Praia n. 12.
j. Vende-se urna casa terrea na roa da Calcada
' V 44, 11 qoal rende 10000 mensees, c acha-se con-
certada : quem a pretender, dirija-se a ra da Praia,
armazem de carne secca n. 14.
Vende-se um negro more e com presumo para
qualqner servico, de nacno Cotia : na ni do Qoei-
mado n. 35, loja de ferragen*.
LOTERA DO GYMASIO PERNAM-
BUCANO.
AOS 6:000$, 5:000$ E 1:000$.
Ocaulelisla da casa da Fama, Antonio da Silva
Ouimaraes, fazsciente ao publico, que lem expoito
a venda os seos muito afortunados bilhetes e caute-
las da segunda parle da segunda lotera do Gvmna-
sio, a qual corre no dia 6 de oolobro do co'rrente
anno, a sao vendidos as segointes casas: aierro da
Boa-Visl.i n,. 48 e 68 ; roa do Sol n. 72 A ; praca
da Independencia ns. 14 e 16 ; roa do Collegio n.
9; ra do Raogeln. 54 ; ra da Cruz n. 43, loja, e
roa do Pilar n. 90. "
Recebe por inleiro
com descont
Bilhetes
Meios
Quartos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
58R00
29800
1MO
760
600*
320
6:0008
2:7609
1:3809
6909
552
2769
unica-
Caimllo Augusto Ferreira da"
1, nodoa a sua residencia para a rut da
1 Cara boa do Carmo n. 38, primeiro andar, on-
de podii sar procurado para os milteres de
es bem como no pateo do Colle-
illm.Sr. Dr. honseca.
ILA DE LATIM.
Vicente Ferrer de Albuquer-
sua aula para a ra do Ran-
cie continua a receber alum-
*en 10 eexternos desde ja'por mo-
cme- he publiai: quem se
11- de seu pequeo prestimo o,
uno segundo andar da refe-
qualquer hora dos das uteis.
JANE, DENTISTA, S
oi a residir na roa Nova n. 19, primei- 9
:Pro andar. m
)
Novon livros de homeopaUia em franeez, sob
ledas de su orna importancia :
Jahnemann, tratado das molestias ohronicas, 4 vo-
lumat.............2O9OOO
roh'Slias dos meninos.....69OOO
houeopathia domestica, .... 79000
lahr, pnanoaenpea bomeopalhica. ... 69OO
.lahr, novo manual, 4 voluroes .... I69OOO
.lahr, mole ias nervosas.......68000
.lahr, molestias da palle.......88000
Kapou, bis oria da homeopathia, 2 vulumes I69OOO
.Harthmaiiii. tratado completo das molestias
dos meninos..........
A Teste, nmteria medica homeopathica. .
lie. doulrina medica bomeopalhica
Clnica de Staoneli .......
Caslibg, vi 1 ilade da homeopathia. .
Diccionari) deNysten.......
Attlas rnrr lelo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, coojamdo a descrip^ao
de todas as parles do eerpo humano .' .
redem-se lodos estes livros no consullorio homepa-
do Dr. Lobo Moacoo, na Nova n. 50 pri-
meiro audur.
10800o
8000
7U000
69000
49000
M8000
308000
Noercenlio S. Joan de llamaraca, preclsa-se
da om boai feitor ; quem a islo se quizar prapr,
cimento de sua conduela e oapacidada
dirija 1 Aurora n. 62, tasa do Dr. Joao
llouorio Bicerra de Menezes, ou ao lito engenho, a
ratar com o proprietario.
-sede urna ama (le
taln. 28.
Icite:
no
C0HP1RHIA DE SEGUROS IA-
BITI1I0S IHDEMHISADORA.
So convidados a realisar no es-
1 oompaohia, roa do Vigario n. 4,
lor de suas acrOes, na conformidade do
* estalutoir, al o dfa 10 do proiimo mez
le oalobrc. RecUe 25 de selembro de 1855. Os
ores,
Joao da Silva Regadas.
Vicente Alvet de Souza Carvalho.
Matsa adamantina.1
recooberida a etcelleocia desla
a chumbar denles, porque seos resul-
tados seni| re felices sao j do domioio do publico.
Sebattllo Jos de Oliveirii fai aso desla preciosa
massa, par 1 o lira indicado, e as pessoas que qui/.e-
mra-lo dispoodo da teas servidos, podem pro-
traveasa do Vigario n. 1, loja de bar-
10 GYMNASIO PER-
MBUCANO.
10 3:000js000 e 1:000$000.
Corre inubitavelmento Cubado, 6 de oolobro.
O c 1 de'quino Ferreira avisa
ao ratpoiti re publico, que seas bilhetes e cautelas
n3o sofre 1 o descont de oilo por ceulo di imposto
geral no a mios grandes ; oa quaet a.:hsm-se vendt as loias
eguintes: toa da Cadeia do Recite os. 38 e 45 ; na
Praca da Independencia ns. 37 e ) ; ra Nova ns.
4 e 16 ; na do Qoeimado ns. 39 6 44 ; aterro da
Boa-Vista u. 74, e na praca da Boa-Vista 11. 7.
Recebe por inteiro 6:0008
> 3.-0008
2:0008
" o 1:5008
1:2008
" 750
6003
3008
^^H respomabilha apenas
pagar os 8 por ceata da lei no seui bilhetes intei-
ros, vene idos epr originaes. Pernambueo 1. de 00-
lubro de 1855.O caulelta,
Salttstiani de quina Ferreira.
Prc isa-se para o servlso interno de ama caa
estraogeira, de duas pessoa, orna que eozinhe e en-
gomme, 11 oulra que entenda costura : aa rus
Noy n. 17, se dir quem prr
: p DEHTISTA FBlIiCEZ.
V Paulo baignoas. dentista, eslabelecido na
roa larga do Rosario n. 36, segundo andar,
*9 eolio denles com a pressao do ar, a ebumba A
dentis com a matsa adamantina e outros me-
laca.
# 39#
Bilhetes 58800
Meios 28900
2J0OO
Qar(e
'Juiolos

,ii(ia

0 refer' 1 -.
i
mim~T.a.ule ,5,a.decl1ri, *>l,c 8aranl
mente os bilhetes inleirns em originaes, nilo soffren-
do o descont dos oito por cenlo do imposto geral,
" 9aas '! Premiadas com os premios de
JW&HMKf&ra bailo sao pagas as suas lojas, sem dis-
incrao de sertsu) vendutas nesla ou naouella,*e ou-
tros premios no teme 4a Boa-Vista n". 48.
COMPAKHIA DE FIA
DOS, REGIR.
Adirecc5o da com-
panhia de FiacaoeTe-
cidos de algod'ao con-
vida aos Srs. accio-
nistas da companhia,
a realisarem do 1 ao
ultimo de outubro prximo, em mao do
cusa Sr. Manoel Goncalves da Silva, no
impedimento do Sr. Antonio de Moraes
Gomes Ferreira, no seu escriptorio da ra
da Cadeia do Becife, todos os dias uteis,
das 9 horas da manhfia a's 2 da tard, urna
prestacao de 10 por cento sobre o capi-
tal. Recife28 de setembro de 1855.Ba-
rio de Camaragibe, presidente. Joao
Ignacio deedeiros Bego, secretario.
Deseja saber-sc antes de pagar-s a
prestacao de 10 por cente cima pedida,
se o governo ja* sanecioaou esta compa-
nfcia, ese ja' considerou como consti-
tuida.Um dosque assignaram as accoes.
ANNNCIO.
Loja e armazem de fazendas baralissimas, na ri
d Cadeia do Recite n. 50, defronte da roa da Ala
dre de Dos, quina do segando becco viudo da pon-
,le, lado csquerdo. Nesle cstabelecimento achiran os
Srs. razendeiros, commercanles do centro, e o pu-
blico em geral, om completo sorlimento de fazendas
finas e grossas, todas de boa qoalidade c sem avaria,
que a dioheiro 1 vista, se veodem por preros bara-
tsimos ; assim como boa disposrAo para bem ser-
vjr agradar a lodos os fregoezes' qoe se dignaren)
honrar o eslabelecimenlo.
t*-e#)a)
9 O medico Jos de Almeida Soares de Lima O)
f) Bastos, mudou a sua residencia para a roa da f>
0 Cruz sobrado amarello n. 21, segundo an- G
Vende-se om sitio grande com bastantes com-
modos, no Barro Vermelho : qoem o 'qnizer com-
prar, dirjase a roa de Dorias n. 4, taberna, que
achara com quem tratar.
Vende-se ou aluga-se urna rrioula bonita, com
14 aooos, recolhida, propria para mucama : na ra
da Sentala Velha o. 7o, segando andar.
JVa rqa i\oya n,
44, FABRICA E LOJA
de Christiany .& Irmao, ha novamente
cliegado umigrande sortimento das fazen-
das abaixo mencionadas, sendoqualidades
boase presos mdicos, (vindas do Havre
pelonavioALMA.)
Chapeos de castor rapado (Thibett).
Ditos de castor com pello branco epre-
to (Velour Zephir.)
Ditos de molla brancos e pelos.
Ditos de massa ranceza formas moder-
nas.
Ditos de feltro para hornera (dilleren-
tes cores).
Ditos de dito para meninos com erifei-
tes e sem enfeites.
Ditos de palha a berta para homem e
meninos.
Ditos de palha italiana muito finos.
Ditos de feltro ^nazonas para senhora
gosto muito moderaT
Ditos de palha enfettados para senhora.
Ditos de dita aba-larga para meninas.
- outras millas fazendas proprias do
es
Ta ron das Trinceiras n. fi,
rs. cora hypotheca eui um silio.
i
prccia-se de :(0ft3
O Dr. Ribeiro, medico, mudou
sua residencia para a casa cihzen-
ta de quatro andares, na ra da
Cruz ti. lo, onde pode ser pro-
curado a qua Icpier hora.
COMPRAS.
Comprn-sc urna casa terrea, que nilo seja em
beeces, no bairro da Boa-Vista : un ra do Rosario
da Boa-Viita n. i!. <
Compram-se laboas de forro queji fossem ser-
vidas, at duas duzias : quem tiver, dirija-se a tra-
vesa do Seiigado n. 1.
Compra-se om sobrado de un ou dous anda-
res, 110 bairro de Sanio Antonio, preferindo-se as
melhores roas : a tratar na ra estreila do Rosario
travessa para o Queimado, loja de miudezas n. 18 C
Compram-se patacoes brasileiros e
hespanhoes a l0'!)50: na ra da Cadeia
doRecife, loja de cambio n. 58.
/ende-se uaf
>rto de todas
as larguras, tanto iizo co__
barato do que em outi a qu
na ra doCabuga', loja de mi'u
Vendem-sc meias de laa de
tanto para homem como para son
por pXjjf-0 muito com modo: na ru do Ca-
buga' loja de miudezas n. \.
crCAFE SUPERIOR DO RIO.
A 4(500 a .iiTba.
Vande-e ca de superior qualidade, pelo barale
prec,o de 48500 rs, a arroba, em porrAo faz-se aba-
te : na roa do Queimado n. 27.
Alpaca de seda
de quadros,
moilo fina e de boagoslo; vende-tana rttado Cres-
po, loja 11.19 ; dao-B as amostras com penhor.
Muito barato.
Cortes de vestido do chita a 28000 cada um : na
loja de 4 portas da ra do Queimado o. 10.
Por muito menos do valor.
Cortes de cassa de cores com babados, tendo cada
corte de 14 a 16 varas, sendo de bons goslos e cores
(ixas, pelo haralisiimo preco do 58300 cada corte
na loja de 4 porta,, na rus do Queimado n. 10.
Barato para acabar.
Na loja de 4 portas, na ra do Queimado n. 10,
lia para vender um rande sorlimento de cassas fran-
cezas de coret.bouitos goslos e cores litas a 280 ca-
da covado.
Ultima moda.
Vende-se organdiz de seda para vestidos de senho-
ra, fazenda de muito gosto e muito moderna : na
loja de 4 portas, na ra do Queimado .11. 10.
Oriente.
Henriqne & Sanios acabam do receber pelo ullimo
vapor um rico sorlimento de sedas para vestidos,
com o lindo nome Oriente ; estas sedas tito do pri-
meiro fabricante de Leo, e tornam-se recommen-
daveisDao so pela sua largura e boa qoalidade, co-
mo pelos seus padroes serem inleiramente novos
oeste mercado, pois foram escolhidas em Pars por
serem as do mais moderno gosto que appareceram
na exposirSo : na rua do Queimldo, em frente ao
becco da Congregaran, passando a botica, a segunda
loja de fazendas n. 40.
Cobertas de seda e laa.
Na roa do Crespo n. 5, vendem-se por mdico
preco cobertas de seda e laa.lurcis.dos mais bellissi-
mos e variados goslot que lem apparecido ueste ge-
nero.
Cortes de meia casemira a 2s000.
Na loja de Gumresfii Henriqne, rua do Cres-
po n. .1, vendem-se meiat easemiras de superior
3aalidade, pelo baralissimo preto de 28000 o corte
e calja.
Veude-se no Corredor da Vanea um grande
sitio com commodos para grande familia, e pelo di-
minuto preco de 3:000 : quem o pretender, dirija-
se ao palacio do hispo, em Olinda, a fallar com o
propnelario.
Vendenvse 2 escravos moros, de bonitas ricu-
ras, por preco commodo : na rua Direita n. 3.
Lazinhas escocezas,
fazenda do ultimo gosto para vestidos de senhora, a
preco moilo commodo : na roa do Queimado n. 2,
loja da esquina do becco do Peize Frilo.
Da Terra Nova.
Vende-se om lindo cao novo e grande, e rom di-
versas habilidades : na roa do Queimado, loja n. 8,
se dir quem vende.
'
Barato que ad-
mira.
Manteiga ingleza superior a 800 rs., 720 t dio :
na roa larga dd Rosarlo, taberna pinlada da aiut
n. 37.
Vendem-se seliins com pertences pa-
tente^inglez, e da melhor qualidade que
tern vindo a este mercado: no armazem
de Adamxon Howie&C, rua do Trapi-
che n. 42.
Saccasde fari-
nlia.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
i venda a superior flanella para ferro de selliut,
chegada receolemenle da America.
Vendem-se lonas largas e eslreitas, por pri
commodo : em casa de Fox Brolhera, na rua da Cal
deia do Recite n. f2.
AGENCIA
Da Pundicao' Low-Moof. Roa
Sexual, aova n. 41.
este estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimenlo de moen-
dai e me.as moendas para engenho, a*
china de vapor, e taixas de ferro b
e coado, de todos
dito.
da
o tamauhos, para
pregos.
Cobre para forro de 20 at 24 on-t;
cas com pregos.
Zinco para forro com
Chumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta e verde.
Oleo de linhaca em botijas.
Papel de embrulho.
Cemento amarello. 1
Armamento de todas as quali-
dade.
Arreios para um e dous ca-
. vallos.
Chicotes para carro e esporas de
aro plateado.
Formas de ferro para fabrica de
assucar.
Papel de pesoinglez.
Champagne marca A &C.
Botim da India, novo e alvo.
** Pedias de marmore.
Mk Velas stearinas.
. Pianosde gabinete de Jacaranda',
e com todos os ltimos melho-
Wl ramentos.
0 No armazem de C J. Astley* & C.,j
na rua da Cadeia.
VENDAS.
Oracao contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se 4 venda na livraria n. 6 e 8 da prajt da
Independencia um folhetinho com dulcientes ora
COes contra o cholera-morb
le, aSOrs. cada um.
f, e qualquer outra pes
]\a rua
Chapeo oleados para criado.
vn m\\i Di niKDIC40
bDWIN MAW, ESCRIPTORIO DE RO-
SAS BRAGA & C, RUA DO TRAPI-
CHE N. V
Tem para vender um completo sorti-
mento de taixas; moendas e meias moen-
das para engenho, cuja superioridade ja'
he bem conhecida dos senhores do enge-
nho deste provincia, dos da Parahiba e
das Alagoas. desde quando taes objectos
do mesmo fabricante eram vendidos pelos
Sr. Me Calmont&C, desta praca.
FLOR DE FLOR.
A Farinha de Santander Flor de Flor,
he a melhor farinha de trigo que existe em
todo o mundo, por isso sempre he qualifi-
cada a mais superior em todos os merca
dos, aonde tem sido importada ; he esta a
primeira vez que vem a este mercado,
pore'm garntase a veracidade da infor-
macio: vende-se nicamente no arma-
zem deTasso limaos.
Para o cholera1?
Veude-se o verdadeiro cognac, tanto em garrafas
como em garrafoes : ua rua da Cruz 11. 10.
Sedas orientaos
escocezas.
Na roa doQoeimado, loja n. 19, a segunda passan-
do a botica, acaba de receber-se pelo navio franeez
^1/ma, chegado no dia 1. do correte, um bullanle
e lindo sorlimento de teda para vestidos, de quadros
aiselinndos e de lindas cores, que pelo seu brlho se
assemelham ao arco iris : estas sedas foram escolhi-
das em Paiis por pessoa do mais apurado goslo: ven-
dem-ie na loja cima, por preso commodo, do-se
as amostras e se mandam levit s casas dos senhores
compradores.
Vendem-se 4 jumentos proprios para engenho:
na rua da Cadeia do Recite n. 30.
Vndese ama preta de idade com habilidades:
oa roa Nova o. 30.
PECHINCHA .
Vendem-.e batatas muito superioret a 1000 a ar-
roba : na travessa da Madre de Dos o. 15, armazem
je Jos Marcelino da Rosa.
Camisas fran-
Vendcm-se saccas com Trelo superior, regu-
lando de 90 libras para cima, a lijOOO a sacra, che-
sado ltimamente de Hamburgo : na travessa da
Madre de Dos n. 16, armazem de .U-oslinho Fer-
reira Senra (juimaraes.
Vende-se farinha de mandioca da mais nova-
no mercado a 2J500 : na lravesa da Madre de Dos
n. Ib, armazem de Agostinho Ferreira Senra (jui-
maraes.
Batatas
A 800 e 1,000 rs.
a arroba, em muito bom estado : na Iravessa da Ma-
dre de Dos n. 16, armazem do Agostinho Ferreira
Senra Guimares.
Chalv de seda
vestido
ido amarello, nos qualro cantos da
i n. -".I. de Jos Moreira Lopes, ha
jmenlo de chai) de seda de qua-
par vestido, o mais moderno que
lamhuco ; d-se livro de amostras
j para escolher.
niolcque de idade de 9 annos,
ma mulata mura com todas
Livramenlo 11.4.
nde-se urna midatinha de idade 30 anoos
propria para o servico deVma casa : na roa Nova,
esquina da roa do Sol, sgu*,i andar, casa de Har-
Iholomeu Francisco da Souz. "
Ruado
ozataaj,
Qufe
W. I.
oa-
Vendem-se saccas com farinha da Ierra boa e bem
torrada, por preco entinando : ua rua da Cadeia do
Recife, luja n. 23.
ROLA 'o FRANCEZ
Na ma da Cadeia do Recife, loja dos Srs.
Vaz& Leal, acha-se a venda o xcellente
rap roldo franeez, a 40 rs. a oitava.
Na rua da Cruz n. 26, ha a venda cai-
xinhascom ten tos para voltareteott outro
qualquer jogo, espingardas de dous canos
francezas, vinho Brdeos tinto e branco
em duzias.
sr CORTES TURCOS.
Vendem-se estes delicados cortes de ctfsa preta
en 111 pialas carmezius e lislradaa-j mais lindos pos-
liveis pela sua nov'nlade de parMan, c sii se vendem
as lojas dos Srs. Campos & Una, rua do Crespo ;
Manoel Jos l.eite, rua do Qolmado ; Narciso Ma-
ra Cameiro, rua da Cadeia, por prec,o muito em
coala.
Na botica dos Srs. Soum& C, ha pa-
ra vender a maravilhosa agoa dentifrice,
do Dr.-Pedro, a melbor que tem appare-
cido para conservacao dos dentes.
BATATASNOVAS.
J ehegaram as batatas novas do Porto, e vendcm-
se no armazem de Joo Martius de Barros, Iravessa
da Madre-de-Deos 11. 21.
Na ru da Cruz 11. 26, primeiro an-
dar, existe a venda muito superioc choco-
late, chegado ltimamente de Franca e
por commodo preco.
A boa fama
Na rua do Queimado nos qualro cantos oa bem
conhecida loja de miudezas da boa fama n. 33 en-
coutra-se sempre um completo scrlimento de miu-
dezas de todas as qualidades e de diversos gottos e
que ludo se vende por lito baratos presos que aos
proprios compradores causa admirarlo :
Libras de liabas de| novelo, brancas 11. 50,
60, e 70 a
Libras de linhas, ditas n. 80, 100, 120 a
Duzia de tesooras para costura a
Duzia de lesearas tinas para costara a
Peas com 11 varas de fila de teda lavrada
Maros com 40, 50, 60 e 70 peras do cordo
para vestido
Pecas com 10 varas de bico eslreito
Duzia de dedaes para senhora
Caiiinhas com agulhas francezas
Caitas com 16 novellos de linhas de marcar
Pulceiras encarnadas para meuinas
Crozas de boloes para carniza
Pares de meat finas para senhora a 240,300 e
Meadas de linhas mulo Goas para bordar
Meadas de linhas de peso
Crozas de boloes mulo finos para caigas
Aculheiros finos com asnillas sorlidas
Babados abertosde linho lisoiTioraidos, a
vara a 120 e T
Lapis finos enxernisadolfifdnzia
Cartciras dufntsatfoTni para algibeira
Fivelas douradts para calcas e collete
Trancelins pretos de borracha para relogios
a^PA) e
I inleirosc areeiros de porcelana u par
Charnteiras entre finas
Duzias de lapis sem ser envemisados
Duzias de torcidas para caudleiro n. 14
Peales finos de bfalo para alisar a 300 e
Pegas com 6 112 varas de fita branca de linho
Caixas com eolchetes
Carriteis de linhas de 200jardas de boa qoa-
lidade
Macinhos com 25, 30 e O grampas
Suspensorios, o par
Attencao ao barato !!
Vende-se na roa Ua Cadeia do Recife n. 47, loja
de Manoel Ferreira de Si, palitos preto, de alpaca
a 58 e 69OOO, luvas de seda de cores para homem a
19000 o par, cortes de brim da moda a 39000.
I A1UMIA DE MANDIOCA DE SAN MATIIE1 S
LAVADA.
O patacho nacional audaz Irouxe urna porro de
farinha lavada, que se vende a preces commodos,
Irata-se 110 escriptorio di rua da Croz n. 49 ou no
caes do Ramos no armazem do Sr. Pacheco.
largura de
vende-se a
cezas
com peitos de finisiimo esguiao
do Crespo, loja n. 19.
vendem-se na roi
Charutos finos,
em caitas d 100, 50e25
Crespo, loja n. 19.
veudem-sa na rua do
Lila preta,
com 4 palmos de largura a 500 rs. o covado
do Crespo, loja n. 19.
di roa
no
Atoalhado de 8 palmos de
.S'000 a vara, para acabar
lo'OO rs., casineta.de cor para palito
covado 480 rs., lila preta a240 rs. o co-
vado, casemira de cor corte de calca a
4-jfOOUe 4j500rs., dita preta franceza a
ijt'500 o covado, cortes de cassa chita a
1 $8.)0 o corte, lencos brancos barra de cor
iroprios para meninos a 100 rs.'cada um,
uvas de seda de cor a 6 40 rs. o par, ganga
azul, dita*preta com bonitas barras, pro-
pria para cobrir chapeos de sol a 20 rs. o
covado, ale'm destas outras muitas fazen-
das por barato preco para acabar.
nico depsito de rap rea preta da Baha, roa da
Croz n. 1, escriptorio de Antonio l.aiz de
Oliveira Azevedo.
Chegon pela sumaca forleneia urna porro desle
muito condecido e acreditado rape, e se vende em
porro de cinco libras para cima.
- \ ende-se orna morada de casa de dous andares,
silaWa rua do Ruogel o. 20 ; assim como dous lira-
ros de balanra marca Rom.lo, com cerca de 8 arro-
bas de pesos proprios para armazem de a.sacar, ou
engenho ; assim mais bom vinho de caj', quer en-
garrafado ou a relalho: trata-sc na roa Aogusta
o. 94.
Contra o citolera.
Camisas de flanella do la de novo modello, moilo
commodas para se vestir; sen oso he recommeo-
dtdo por lodos os facollativos como medida indis-
pensavel contra o cholera : vendem-se por barato
prec.o, na ru do Queimado n. 27.
ptimo recreio para senhoras.
Chegaram cmlim as tao desojadas (alagarlas pio-
ladas, onde se acham despulios para lodos os horda-
dos com as competentes cores na mesrna lalagarr.a,
que evita o grande Irabalho e demora de contar os
pontos : vendem-se por barato prejo, na roa do
Queimado n. 27.
A. boa fama
Ricos penles de tartaruga para atar cabellos a 49500
Dilos de alisar lambern de tartaruga 3?000
Dilos de raarfim lamoem para alisar 1JHO0
Ditos pretos de verdadeiro bfalo para atar
cabellos 13280
Luvas prelas de torzal com bololas, fazenda
boa 800
Luvas de seda decore* para homem e senhora 19000
Lindas meias de seda de cores para.criancas 1J800
Meias pintadas fio da Escocia para cranos 240 e 400
Bandeijas grandes e de pinturas finas 35000 e 4J0O0
Papel almajo grevee paulado, resma 19000
Papel de peso pautada muito superior 3600
Penis finissmas bico da laucha, groza I52O
Ditas muito boas, groza 610
Caoelas finissmas do marfim 320
Oculos de armario de aro delodas ai graduac.oei 800
Lonetas com aruincno de tartaruga 19000
Toucadores do jacarando enm bum espelho. 39000
Meias de laia muito superiores para padres 29000
Ricas bensalasde canna com lindos castes 29 e 39000
Chicotes liaos para homem e senhora a 1| e 29000
Meias prelas de algodao para padres 600
Grvalas de seda de todas as cores 19000
Filas de velludo estrellas e de todas as cores,
a vara J60
Atacadores da cornalina para casaca 400
Ricos reloginhos para cima de mesa 49000
Escotas fiuissimas para cbelo e roupa, navalhas fi-
nissmas para barba, meiat pialadas e cruas do mui-
to boat qualidades, traocas de seda de todas as co-
rea e larguras e de bonitos padrOes, titas linissiuias
lavradase de todas nt largaras e core, bicos floissi-
mot de linho de bonitos padroes e de diversas lar-
guras, tesourat as mais finas que he possivel eneno-
Irar-ee e de todas as qualidades, riqusimas franjas
brancas e de cores com b totas proprias para cor-
tinados; e alm de todo itto oolras muilissimat eou-
sasque a vista de suas boas qualidades e o baratis-
simo|prcro porque st vendem, nao he possivel bavar
quem deixe de comprar nn rua do Queimado nos
qiieiro cautos na bem conhecida loja di foi fina
n. 3. *
\
\
Velas.
Ved\dem-ee encllenle velas de carnauba pura,
de 6, >", 8, 9, 10 e 13 por libra, e por menos prero
que emNootra qualquer parle : na roa Direita o. 59.
Attencao ;io novo sortimento de fazendas
Jiiiialissimas.
Novas chitas d' 'orea segoras e algomas de pa-
drees novos a 160, 180V 4M, 220. 240 o covado,
corles de chila de bonitos dV>senhos. padroes inleira-
mente novos, com 13 covados por 39, riscados fran-
cezes finos a 2)0 e 260 o covaoto, cassas francezas de
cores, padmes bonitos o delicados a 600 rs. a vara,
novas melpomenes de quadros de'irores a 640, 720 e
800 rs. o covado, hamburgo fino, \le boa qoalidade,
para len;es, ceroolas e loalhasa 99V- 99600 e 109 *
pe;a de 20varas, novo panno fino paraNlenres, com
mais de 2 varas de largura a 29210, chales de laa
grandes de cores com barra a 59500, dilAs de case-
mira finos e muito bonitos de cores com Diarra por
89, selim preto maco superior, proprio paraxyesli-
dos e colletcs, por prec.o qoe em particular se ir,
chales de teda grandes e peqoenos, e oolras muirais
fazendas, que a dinheiro ti vista se vendem por ba-
ratissimos preros : nn rua da Cadeia do Recife, loja
11. O, defronle da roa da Madre de Dos.
POTASSA BRASILEIBA.
,J| Vende-t* superior potassa, fa-
Sbrrcada no Rio de Janeiro, che-
gada recenteatjpnte, recommen-
| da-se aos senhores de engenho o
r seus bons effeitos ja' experimen-
F tados: na rua da Cruz 11. 20, ar- '
mazem de L. Leconte Feron & I
O Companhia. I
Vende-se urna balanza romana com todos o"
stus perlences,em bom uso e de 2,000 libra : qoem
pretender, dirija-se i rua da Crol, armazem n. 4.
Attencao ao seguinte.
Carobraia franceza de cores de moilo boro goslo a
600 rs. a vara, cortes de cassa pretos de muito boro
goslo a 29000 o corte, ditos de cores com bons pa-
droes a 29200, alpaca de seda com quadros a 720 o
covado, corles de laa muito finos com 14 covados ca-
da corte, de muitu bom gosto, a 49500. lencos de
bico com palmas a 320 cada om, dilos de cambraia
de linho grandes, proprios para cabera a 560 cada
uro. chales imperiaesa 800 rs., 19 13-200 : oa loja
da roa do Crespo n. 6.
Brins de vella : no armazem de N.O.
Bieber & C. rua da Cruz n. 4.
Fazendas baratas.
Corles de casemira de pura laa e bonitos padret
a .>o.K)0 rs. o corle, alpaca de cordSo muito fina a
500 rs. o covado, dita muito larga propria para man-
to a 610 o covado, cortes de brim pardo de puro li-
nho a 19600 o corle, ditos cor de palha a I96OO o
corle, cortes de casemira de bom goslo a 2500 o cor-
te; sarja dfc laa de duas largaras propria para vesti-
do de quem est de luto a 480 o covado. cortes de
fustao de bonitos goslos a 720 e 19400 o erte, brim
transado de linho a 19 a 1*200, riscados propriot
para jaquetas e palitos a 280 o covado, corles de co|-
letet de gorgoreo a 3*500 : oa loja da rna do Cret-
po o. 6.
Chales de merino' de cores, de n uto
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina oue
volta para a cadeia.
Moinhosdo vento
ombombasderepniopara regar hortas a baia,
decapim.nafondicaOdeD. W. Bowman : na roa
do Brum ns. 6, 8 e 10.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcanoda invencao' dov Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado na co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em lata de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cfuz. n. 4.
CAL DE LISBOA A 49000.
Vendem-se barris com cal virgem de Lisboa, para
fechar coalas, pelo diminuto preso de 49000 o bar-
ril : na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
le da roa da Madre de Dos.
Vende-se exeellenle taboado de pinito, recn-
tenteme chegado da America : na ro" de Apollo
trapiche do Ferreira. a eotender-se com oadmiois
ador do mesmo.
CAL VIRGEN.
mais nova no mercado, 'por preco
muito barato: n depotito de rua do
Trapichen. 15, armazem de Bastos & Ir-
maos.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, lia
^K para vender superior relroz de primeira qualidade,
Vg^do fabricanteSiqueiralindas de roriz e de nume-
ro, To porrele, lodo chegado pelo al timo navio vin-
do do Porto, e juntamente vinho superior, feiloria
em pequeos barris de dcimo.
Vendem-se 00 armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Recife, de Heory Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por presos
mdicos.
, FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 3000 reis : nos armazem n.
3,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes <& Companhia na ruu do Trapiche
n. 54, primeiro andar.
Taixas par& engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em casa de S. P. J oh lis-
tn & C., na rua de Senzala Nova n/ 42.
Sell ins inglezes.
Belogios patente nglez.
Chicote de carro e de montara.
Candieirose casticaes bronzeados.
19100
19280
I9OOO
19280
19200
400
560
100
160
280
240
160
360
, 1UI
100
" 280
200
240
120
600
120
160
500
120
80
80
10r>
50
60
Vendc-se cognac da melhor qualidade: 01 rua
da Cruzo. 10.
Pratos oces patentes
para conservar a comida
quen(e: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo; arma-
zem n. 48, de Rostron Ro-
oker #C.
OBJECTOS PARA ARMADORES.
Vendem-se na rua do Amorim n. 41 sor-
timentos completos para armac/ies deigre-
ja, carrose anginhos, como sejm: volan-
tes de todas as cores, trinas, galfies de to-
das a larguras, espiguilhas, iUiamas, etc.
por preros baratos.
Esaguiao de linho
e algodao,
muito tuperior, com 11 varas a pera, por :i;500 :
vende-te na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a roa da Cadeia.
A3$500
Vendc-se cal de Lisboa ltimamente ebegada, as-
sim como potassa da Rossia verdadsira : oa praca do
Corpo Santo n. 11.
Cheguem ao ba-
rato !
Ctixas para rap imitando a tartaruga, pelo bara-
lissimo prero de 19280 cada ama : na roa do Crea-
"POTASSA E CAL VIRGEI.
No antigo e a bem conhecido .deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa daRussia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
preeps muito favoraveis, com os quaet fi-
carao os compradores satisfeitos.
a Logias inglezas.
Fio\4e sapateiro.
Vaqueoas de lustre para carro.
Barris deigraxa n. 97.
Vinho Checry em barris.
Camas de ferNo.
Vende-se acolnoi cimbeles de um quintal, por
precc muito commodo- : nn armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, prava do Corpo Sauloo. 11.
Na roa do Vigario n. ,19, primeiro andar, ven-
de-se trelo novo,chegado di Lisboa pelobrigua /:'-
peratra. \
CAL DE LISBOA.
Vende-se cal virgem,'
timo navio, por preco co
oomo potassa superior aire
deposito da rua de Apollo n. 2'
FAZENDAS DE 60STD
PARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muito fina e padroes novos ;
cortes de lila de quadros e flores por prero commo-
do : vende-se na rna do Crespo loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
I9IOO
1)00
640
580
501
380
280
260
240
200
3980*
40!
80 I
79500
59000
19-500
ojooo
Vende-te na renacao da rua de Hortat n 7
velai de carnauba pora, fabricadas 00 Aracalv tan-
to em porro como a relalho. *
DI1HK1RO
nao se engaita*,
NA RUA DO QUEIMADO N. 40,
em freule do becco da Congregaca, paitando a
Oca, a segunda leja de .wnda.4ltVIiqlUe& San
101, l_em 11II imaroeulc arremata. lei .lo randi
vendem at tsjwMet tazendat, btem como oolrat mui-
por praja* baratistimot, e o-te a, amostras
com penht
Nobreza furia-cores para vestidos, o covado
Chally lito e de qnadroa de cores, o covado
Proterpiaa de seda de quadros, o covado
Alma viva de laa para vestido, o covado
aaaas francezas, padree* novos, a vara
Castas escocezas de lindo ivado
Riscados trance/e imHaudoalpaca de teda,
o covado
Chitas rraoeeza* da core, largas, o covado
Riscado roootlro de quadros, o covado
Untat de corea wcura mullo lioua, o covado
velludo prelo o melhor possivel, o eovado
selim preto macao lito, u covado
Sarja preto latrada para vestido, o covado
Sarja preta lita be>paiibola, o cov^
rannolbio de varias coret, o covado
anno azul lino par* tarja, o cavada
11 anno prelo feo para palllot, corado
Mermo prelo e de cor, de cordlo, o eovado
a paca de cores da cordao, o eovado
Alpaca preta lita ua, o covado
Palitos pretos de bomban a a
I aillos pretotda alpaca fina
Paulos de lia de cores para menino
(.hales pretot da raeroi
Ricos chale* de merino bordado* a seda de
cores
Dilos ditos de dito bordado a seda
Chales de merino, franja de seda
Ditos de dito dila de u)a
Chale de merino prelo, bordado* a teda
l.eoc.0! de talim preto para grvala
Dito* de dito de corea para dito
Dilos de seda de cores para dila
Ditos de seda de core* grandes para seoltori
Dilos de dito de dita* pequeos dar dib.
Dilos de cambraia de imito francos
Dito* de cana pequeo* branco*
Collarinho* maito linos
Abertura* fina* de core* para camisa
Madapoiao fino com loque de avaria
I.euro* de relroz de luda* a* core-
lianna araarella lisa, o covado
Corte* da eaeemira preta eetiiu
Corte de casemira preta fina
Corles de dila decores, padroes nov
Corle* de collete* de wtim preto bordada*
Dito de dito* de seda de core*
Dilos de dito* de fustao fino
Dito* de dita* da Ua
Pera* de esguiao da puro linho
unas de brim lito moilo fino
t .orles de casta chita fiuos
Merino preto tilim
NAVALHAS A CONTEN.
Na rua da Cadeia do Recife
dar, etcriplorio de Augusl
bem conheei,: eafamada, navalhas de I
pelo hbil fabncanle que fci prem
de Londres, as qoaes alm de
ri menle, nao se sea tem ores!
veadem-^e com a coodicite de.
derem os compradores devdh
pa compra restitoiodo-sc
s< ha ricas letouriulia para ui
mofa'lante.
TAIXAS
Na fundicao' d*i
Amaro, e taaibem
rua do Brum logo
te do Arsenal de
um grande tortimt'
de fabrica nacional
batidas, fundida,
razas, e funda ; e em
e\ttem qiHdates, para carregar ca-
noas, ou carro livre de~despeza. Os
precos ao' o mais com*
MOENDAS SDPaj^^^H
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, aclia-se par vender
moendadecam de ferro, d
modello econsi muito u
ARADOS DE PER
Na fundicao' de C. Sta
Santo Amaro acha-se para vem i
dos ferro de --sri<"- qualidade.
V senhoras da bom gosto.
Vndeme indianas de seda de quadros retenle-
mente chegadat da Enrona, mnito proprias para
veslido, de teohora, por ser o ultimo
de M. Ferrefr* de S, na rna da Cadeia do Rec
4<* o virar pan a Madre de Dos ; dio-re anv
com penhor.
Na rua do Vigario n. 19,
10 andar, tem para vender
sicaspnxa piano, violao <
scjam.quadrilbas, valsa
ticke, modinhas, tudo 1
chegado do Rio de Janeiro.
NA RUA DO CRESPO
Loja n. 6 !
Vendcm-se peras de esguiAn
boa fazenda, pelo preco de 3931
ratnliraia debarra, bonilo padn
zenda, pelo prero d* 39000 o c.
grvala a 19900 cada una.
Deposito de vinl
pagne Chateau-Ay, primeira qrja-
lidade, de propredade do conde
de Marcuii, na da Cruz do Re-
cife n. 20: ate vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 56$000 rs. cada caixa, acha-se ]
nicamente em cata de L. Le-
cotnte Feron & Companhia. N.
BAs caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuiie o r-
tulos da garrafa sao azues.
eos 10-
itstl
LABYRIN1
lencos de cambraia de iinb
redondas e de ponas, mai objeetu
Indo de bom gosto ; vende- h
Cruz n. :)l, primeiro aa
Riscado de listr
paiiPtrarSoV;,
o ovado.
Veade-se na rna do
" para a cadeia.
de cores, proprio
1 e jaquetas, a 180
rota da esqoioa qoa
ESCRAVOS FGIDOS.
CASEMIRA PRETA A 4?500
0 CORTE DE CALA.
Vniraem-te na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a roa da Cadeia.
Vende-se
Farellb era saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 2^500.
Tijollos de marmore a
5tO.
.Vinho Bordeaux
garrafoes a S^OOO.
No armazem de Tasso
Irma-os.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se p excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duquraa de firet-
nha, 2 volumespor l.vOOO r., na Livraria
n. (i e 8 da piara da Independencia.
em
Desappareceu no dia 23 de dezembro do anno
prximo pasudo umt negra por nono Dolphlna
de, paco mais ou meas*, da 35 a i ranos, baita,
bastante feia de cara, nariz grosso. dentes alvos, pos
apalhetados, e sellad* ; foi eserava da Manoel Coe-
Iho Cintra, e snppoe-aa andar pidos arranaldes d
datle, bem como Capuoea, Ibura, etc. ; quem a p-
preheoder, p'ide levar aa Atogados, na rua da Par,
cata n. 21, que se gratificar com genert^idtda.
100^000 de gratificacao.
Oesapparecea no dia 17 de agoste prximo i
do, pelas T horas da noite, a prela Lourenca, de
Co Angola, de idade 35 a 40annos, pouco m;
meaos, com os signaei seguintes : um dedo d*
ilireita mellado, magra, tem marcas brancas n.is daas"
pernas; lavou camisa de algodSozinho, vettldo de
chita rdta, panno fino, e mait om* trouit de roupa:
roga-se a (odas as autoridades policiaca/ ou capitaes
da campo que a apprehendam e levem a seu senhor
Joo t.eile de Azevedo. na pr*c,a do Corpo Sanio o.
17, que receben a gralificesao cima.
Fugio no dia 13 de setembro ama prela acabra-
Ihada de aome Mereocia, de idade 28 a 30 anoos,
pouco mai* ou menos, rom falta de denles-na frente,
e urna orelha rasgada ; quando fooio levou vestido
amarello, um panno da Costa,* um flandres d azei-
le de carrapalo : qualquer pessoa que a appreben-
der leve-a rua da Guia n. 29, qde ser* generosa-
mente recompensada.
Desappareceu da roa do Queiniado "u. 33, nm
escravo de uome Paulo, com ot tignaes seguintes :
alio, grosso do corpo, com marcas de beiigas, coro
um lalho em urna dat fontei.enetivautente vive mas-
cando romo ; o dilo escravo foi comprado ao Sr.
Francisco Antonio GaiSo em 25 de abril de 1853, e
diza *er de um en liiho do engaito Pdco Compr-
do ; levou camisa de tnadapolaoe caira de e chapeo, o qual escravo be bastante ladino eja M ve-
llio : paranlo rog*-se as antoridade* polieiaes eca-
plliles de campo que o appreheudam, qaelram fa-
^r o obsequio de tevr a dila rua. strfo bem
recompensado.
PEBN TVP. DE M. F. DE FaRIA' 1855



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