Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00534


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Full Text
ANNO XXXI. N. 229.
/
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
QUINTA FEIRA 4 DE OUTUBRO 0EJ855

Por anuo adiantado 15,000.
e franco para o subscriptor.
DIARIO DE
EXCAF REGflbUS DA SUBSCRIP^AO'-
llocife, pnipriebrio M. F. de Faria ; Rio >le Ja-
neiro, o &r..oao Pereira Martins; Babia, o Sr. !)
^V; Macei, o Seolior Claudino Flelo Dias;
f^f^Hba (> Seuhor Gervazio Viclor da Nalivi-
dade ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio-Pereira Jnior;
_a^Aracatv. o Sr. Amonio de Lrao9Braga;Ceari, o Sr.
aja**\Joaquiin Jos deOliveira; MaranhAo o Sr. Joa-
quim Marqui t Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingos
ilerculano A< kiles Pessoa Ceareoce; Pai, oSr. Jus-
tino J. Rimes ; Amnonai, o Sr. Jeronjmo da osla.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 3/4. *
. Pars, 850 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/2 por t/0 de rebate.
Aojoes do banco 30 0/0 de premio.
> da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas* ,
Modas de 69400 velbas.
de 69400 novas.
de 49000. .
Praia.Patacoes brasileiros. ,
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
PARTIDA DOS CORRETOS.
29000|Olinda, todos os das
169000 Caruar, Bonito e Garanbuns nos das 1 el5
16*000 Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOuricury, a 1 : e 28
99000jGoianna e Parahiba, segundas e sexlas-feiras
1940 Victoria e Natal, as quintas-eiras
1940| PREAMAR DE HOJE.
58(iO|Primeir as 10 horas a oiminutosda raanhaa
gunda as 11 horas e 18 minutos da tarde
I
!
t
Varias veztrs temos deelaradn que subseripjao
desle Otaria j razio de 491 por quartel lem lugar
n irus dias do meamu, e que pasudo este
ido, dei era ser paga n niio de J0.
i nc Brasil rcjlia algumi do formato e im-
^t da nossi qae euste 13o pooco qoeltes que
aignam; mesmo na Europa onde os recursos filo
Bmmos, piucas sao as que debaiio desle ponto de
visia Uie poden ser comparadas.
lames aasignantes que sen al-
isa consideraj3o, em lUen-
:em com nosco gm contrato, de
lo nao se podem hourosamcnle exi-
oesa parte desempenhamos eseru-
brigajees que or elle contrabimns,
Mam-se a talisfatKr no lempo devido
a que sao obriendos, senao lam-
ina mil pretextos para nao pagarem depois
o em qae por incuria propria
i n correa.
damos levar diariamente a nossa
os que a assignaui, assim tamhem
nao mandar Inzer-nos a im-
ssignatura, como se pntica na
satisfaze-li promptameute, do
fiea ilito, apenas Mies for apre-
retpeclrve recibo, antorisando
lia-i para que o fajam, caso nao sejam en-
arrazoado e al intoleravel
os procara-los seis e mais ve-
es para poc er receber Uo ridicula quantia.
> DA PROVINCIA
i 4U ae eeteaabro.
(. mareclial coinmandinle das ar-
de haver aulorisado ao inspector
le fajeada, a mandar pagar o que se
eapilao Domingos de Lima Veiga,
us documentos qne S. Etc. remelle.
declarando que o coronel Bf li-
les, lomou posse e entrou no
presidente do conselho a.lmi-
-V$ correte.
c da junta de jnslija, (rans-
relalado sin sessao da 'mesma juu
lerbel do soldado do 2.ba(alli,1o de
>Iho Da Frasla.Parlicipou-se
mi rechai commandanlo das armas.
ndanle superior, di guarda lla-
lla, transmittindu por copia o de-
17 de 19 de malo ultimo, dando no-
i mesma guarda.
la saade. dizendo ficar sciente
oittldo Trejano Augusto Pereira
* lugares de guarda extraor-
> por se ter despedido Jo-
ralho. Commanicoo-sc a
Iheaouraria de ftienda.
lo do termo de villa Bella, recom-
lamine se a obra do acude d'aquel-
" arremalaute o cnmmanibiiile
Pereira da Silva, se aclia frita dt
1) o respectivoorramento, e remella
iiiiellianle exam, vislo o director
feito ver a impossibilidade
mandar um engenheiro examinar
^ra.Communicou-se ao referido
i Manoel de Azevedo do Nasci-
lo do dhlrieln de Goianinha, con-
ie Ifceaj*. que Sdic. pedio para
LParticipon-se ao mareclial com-
andante das armas.
e hygiene publica.Eslan-
Andar o nevo lazareto de observacao, e
o o servir,, resill-
le a necessidade de
PPbnienniie as obriga-
nbos os lazaretos,' e dos
eomo lambem as do desla -
LnaaBaf velar no eordu
e n m ido pririco de se conser-
eulos em orden a preencher os
ados. E sendo a eoinmistti de
a uais propria para eslabelecei laes re-
alla, oiiviihIu o- inspector do arse-
nal de aurnaa, as aprsente o roais bre.ve que s for
pnstivel, e com a solicitode do seu cotlume.
lando admittir ao servido do exer-
vttontariu par lempo de seis annos.n pai-
sano Jnaqqiin Prisco de Queiroi, que perceberMim
M vencimentos qne par le Ihe competir, o pre-
I rei.Fizeram-se a necessarias

i
umandante superior d;i guar-
l, iteirando o de haver des-
sidade com snn iitfoiinacao o re-
Francisco de Paula Pires Raines.
0, reeommenlando a eipedicao de
que sejam dispensados do servir
tal, em qnanlo estivereiu empresa-
la da ,-iude, <>s guardas Alfeo Odn
1, Trajino Augusto Pereira deCar-
Manoel da Fonseca Rosa.Com-
municou-se ao respectivo provedor.
im. consetheini presidente da i-elario,
i juiz de direilo da comarca do
Joaquim Goncalves l.lma, partici-
17 do corrente. assumira o exer-
i.Igual communicarilo se fez oo
inspector dii VMsonrarla de fazenda.
I de pulicia. eommunicamlo que
nspeclor da theaourarii de fa/enda
ando nos termos legses a rela-
letleu em duplcala das diarias
lias que vieram do termo de In-
te, abril deste anuo.
r d> tlwsouraria de tazenda, re-
> a eonli das diarias abonadas a 5 recrulas
rea de Uoianna, alm de que rj-
mo legaes, mande S. S. pagar a
Communicou-se ao juiz de direilo
i, Iransmillindo para o fim conve-
aetasdo conselho iJmini.Inli-
idas te 21 e 25 do corrente.
[ relilor da junta dejutici, envian-
para ser relatado em ses8o da mesma junta o
feito ao soldado do corpo de poli-
i Salles.Communicou-se ao com-
mandanle d aquello corpo.
1 Wo porto, dizendo que com a co-
ufoTnia;ao di cmara munici-
1
OLIVROPOSTHMO-*
Por BCaajasa Da Ciaip. -
II
''Con/tnwrcilo.'
ras da larde, a noile eslava proii-
^L^L^L^LUL^LPUS dtPu,s d0 uul janlar otai m-
dcsl fomoi ao puse i o publico, O lempo eelava fro
e hmido, i tristeza ganhiva-oos a nosso pezar, as
earroagens passavam com ruido, o qual era como o
cani 'ensarnemos dolorosos que nos
ivamo pouco, longos silencios cor-
brases, e qoando abramos a bocea
comir.onicar-nos asapprehensfies rheiasde
re iiossu fuluro. A fe-
o, nao restava-nos della
qae o cnlorpecimento.
ja grandes esforc* para reanimar a alegra
de ineus eoinpanlieiro-, mas nao era bem succedido ;
Icinliru-me de que.passaudo pela ra de I.a Pas
onde li.ibil.iva minlia lia, os olhos encliaram-se-me
de hgrimai, desviei-me, e vollei vivamente para a
No i ausmcnliiva, iamos lentamente
de mos raettidis nos bolsos o cabera baisa ; releva-
i acbar rom isso.
Vamos ao espectculo, disse eu, poderemos
chorar dipo
'',: commentados os annoocios,
famo> do Palals Boyal; chegando, vimos
mullos soldados de polica junio da peristyio, ima-
eslavam pura prender-nos, e occul-
ios tapidamente entro as pessoas que lomavam
billiel
Rt'i le equtttro sol-
f*e B<" lima Lenienil pa-
canlidOra, e madama Wilmeo mui
um enlreaclo sahi sozinho, pois tinha s-
de e quer a beber. Nao alreria-me a entrar em om
iiolequirn para imsorveleou urna limonada,
p#rque aendo ailario da bolsa cotnmum, teri.1
gastar miilo
ide Diario e. 228.
pal desla cidade, responde ao oflicin em que Srnc.
solicita a necessaria providencia para qne o encar-
reeadn da limpeza publica nao mande laucar o en-
lullio uas praias.
DitoAo director das obras publicas, inleirando-
o de haver, em vista de sua inforroac.ao, concedido
ao arrematante dos reparos do 7. laneo da estrada
do Sul os dous mezes de proroqarao, que pedio para
aconelusSo d'aquclla obra, e -bem assim evpedido a
conveniente ordem ao inspector da thesouraria pro-
vincial para que, em presencti do competente certi-
ficado, mande pagar ao supplcanto a importancia
da primeira preslacao a que tem direilo o mencio-
nado arremata nle.
DitoAo juiz de direilo de Piio d'Alho, dizendo
licar inleirado de haver Srnc prorogado por mais
JO das a enrreirao aberta n'aquella comarca.
DiloAo juiz municipal de Olinda, dizendo que,
com as copias que remelle Ha informacilo do juiz es-
pecial do cominercio e do parecer do conselheiro pre-
sidente da relajan, responde ao seu quicio relativo
as duas precaloriaa que se icbam nesse juizo por
parle de Leandro Gue les Alcanforado para serem
avocadas duas assignacoes de 10 dias.
DitoAo inspector da thesouraria provincial, para
que a -vista do competente certificado, mande pacar
a Jnsc Joaquim das Unga, arrematante do decimo-
nono Unco da estrada da Victoria, a importancia de
9 bragas cubicas de podra a razao de 309000 rs. por
cada braca, as quaes segundo consta da informac.ao
que remelle por copia dada pelo director das obras
publica-, foram exlrahidas daqoella obra pelo men-
cionado arremalaute.Communicou-se ao supradilo
direclor.
DitoAo conselho de administraban naval, aecu-
sandn recebida a ola dos gneros contralados por
aquetle conselho para fornecimento dos navios da
armada, enfermara, barca de escavano e pravas de
marinhagem no trimestre de miiul/ro a dezembro
desle anno, e declarando que dea sciencia de seme-
Ihanle contrato a thesouraria de fazenda.Commu-
nicou-se a esta.
OfllciA' cmara municipal.Ficando inleirado
do que Vmcs. me informam no sen oflicio n. 6t de
t de agosto, a respeilo da insistencia da commissao
ile hygiene quanlo a remosstlo das coeheiras publicas
e a prohibirn de adoplarem-c os sumidouros as
cavallaricas, cumpre-me dizer-lhes, que nao dnvi-
dmdo, e pelo contrario reconhecendo as boas iuten-
efies da cmara no modo porque cuida da salubrida-
ne publica e dos interesies das seus municipes. to-
dav acredito em que a adopcao dos ditos sumidou-
ros he asstis nociva, pelas razoe produzidas pela di-
la commisao ; e que perianto cotivem. miiilo que
Vmcs. reconsidrelo a materia, nomeindo mesino
urna commissao de peritos de sua coiifianc; pan dar
o sen parecer, e assim poder cmara com a possr-
vel brevidade resolver o que for mais conveniente.
PortaraAo direclor do arsenal da guerra, re-
commendandn que faca apromplar para fornecimen-
to do quarto balalbao de arlilharia a p, segundo e
dcimo de infanlaria e companhias fixas de cavalla-
na e artfices 'desea provincia, os arligos de farda-
ineiHo mencionados as olas que remelle por copia
de n. I a j. Parlicipou-se ao.mareclial coinman
danle das armas.
DilaAo senle da companhia das barcas de va-
por, para mandar transportar para a irle, por coli-
ja do governo, no vapor que se espera do mirle, a
Domingos Pereira, que leve baisa do servro do exer-
cilo.
Io de oulubro
Onioio-Ao E\m. mareclial commandanle das ar-
mas, iiileirando-o de haver lulensado o inspector da
Ihesouraria de razenda a mandar abonar ao alferes
Joao Baptisla .lo Reg Barros Cavalcanli de Albu-
querque, a ajuda de cusi e vanlagens de que trata
o oflicio de S. E\c. n. 1051.
DitoAo Esm. preeideole do supremo tribunal
dejuslira, Iransmillindo a resposla aque deo o juiz
de direjJj>-4-marca de ('laraiihiinv Jos Bandeiri
de Mello, i porlaria que S. Exc. Ilio expedio.
DitoAo Exm. presidente do conselho adtui>-l
Irativo ilo patrimniiiu do, orphaos, devolvendo o re-
quenmenlo e mais papis que S. Esc. reroelteu, no
qual Manoel JoaquimUa Porciuncnla pede em ca-
samento a edV-anda do collegio as orpbaas. Huma-
na Amelia da linceirao, e declarando que consenle
em semelloite casamento, podendo aquelle conse-
lho dar as rieressarias providencias para que seia elle
levado a effeilo.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, qnarlis e sabbados
Relaco, lercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas o sabbados s 10 horas
Juiz do% commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, segundas e quintes as 10 horas
1* vare do civel, segundas e sextas ao raeio dia
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio di
EPIIEMERIDES..
Outuliro 2 Quarto minguante as 9 boras 24 mi-
nutos e 44 segundos da tarde.
11 Lita nova a 1 hora,'3 minutos e
47 segundos da manbaa.
18 Quartoerescenlea 1 hora, 17 mi-
nutos e 49 segundos da tarde.
25 La cheia as 5 horas, 6 minutos e
49 segundos da manhaa.
DIAS DA SEMANA.
1 Segunde. S. Remigio b. S. Virissinto.
2 Terca.O Anjo Custodio ; S. Leodegario.
3 Quarta. S. Evaldo presb. ; S. Candido m.
4 Quinta. S. Francisco de ssit ; S. Chryspo.
5 Sexta. Ss. Placido ab.eFlavia ire.mm."
6 Sabbado. S. Bru fundador ; S. Castro.
7 Domingo. 19." 0 SS. Rosario de Mana ; S.
Augusto pTesb. ; Ss. Sergio e Bacho mm.
ceder-se nos crimes deque traa o til. I-ta 3. parle
do codiao crimina!, quando sao commettidos por
funecionarios pblicos. S. M. o Imperador, depois
de ouvr ao conselheiro procarador da coroa e a' sec-
jao de juslica do conselho de estado', hnuve por bem
por sua immediala e imperial resollido de 22 do cor-
rete mez, tomada sobre consulla da referida serrao
dejuslira, decidir que sao crimes de responsabili-
dade.
1. Os de qne trata n til. j.o pirle2, no captu-
lo l,o, que assim se inscreve Prcvaricac/ies, abusos
e omissoes dos empregados pblicos.
2. Os da que traa a mesma parta 2.', Ululo 6."
capitulo l.o, que asssim se inscreve Do peculato.
3. Os deque trata a parle 3., titulo 1., que as-
sim se inscreve Dos crimes coaira a liberdide in-
dividual nos arligos, cujas dispusieres lo expressa-
mente relativas aos empregados pblicos.
4. Os crimes connesos com os de responsabilida-
de, como sao as offensas physicas, quando ellas sao o
objecto da violencia commllida pelo empregado pu-
blico.
Oquacommunico a V. Esc. para sua inlelligencia
e para o fazer aenstar a quera convier.
Dos guirde a V. Exc. Jos Thoma: Sabuco dt
Araujo. Sr. presidente da provinci* de Pernam-
buco.
Campra-se. Palacio do governo de Pernambn-
co 27 de selembro de 1855. Figueiredo.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Senao indiciara em 3 de oulubro de 1855.
Presidencia do Er.ni. Sr. desembargador Frmino
Antonio de Sooza.
As 11 horas da manhaa, presentes os Sr. tle bargadores Leo rflucal), Santiago, Valle e Gilirana,
e os Srs. deputados Bego, I.emos, Basto, e Oliveira
(supplenle), lid.i e approvida a acia da antecedente,
ibrio-se a sessao.
I'a-sou do Sr. desembargador Valle ao Sr. desem-
bargador Santiago, a appellacao entre parles :
Appellante, Ricardn Uepperman;
Appellada, viuva Marlins.de Carvalho, como lu-
lora do tens filhos.
O Sr. Saniiagcepassnu esles autos ao Sr. Dale, por
ser impedido.
v 7^ *" '^"'harsador LeSo ao Sr. desembargador
Valle, a appellacao entre parles :
Appellante, D. Maa Carolina de Brilo de Carva-
lho. por si e como totora de seus filhos ;
Appellado, J. F. G. Kladr.
Do mesoM ao Sr. desembargador Santiago, os em-
bargos em que sao :
Embarcante, Francisco Antonio de Carvalho Si-
queira ;
Embargado, Joaquim Lucio Monteiro da Franca,
como liquidal.irio da firma Franca & Inn.io.
Levanlou-se a sessao a i4 hora da tarde.
EXTERIOR.
OrtoAo iiwpeclor da thesouraria de fazenda, re-
commendando, em viMa da requisicilo do Esm. pre-
sidente da Parahiba, que ni5ioenlregar ao lenle
Bellarmmo Correa da Silva, pohenra- Uiijuopri-
nienlo que pela thesouraria d'aqui lem de ser feilo a
diquella provincia, a quanlia que pela respectivo
inspeclor fr a S. S. requisilada.
DitoAo mesmo, devolvendo coberlo com copia
da informaran do segundo lente Antonio Egidio
da .Silva, e do parecer do procurador fiscal tlaquella
Ihesooraria, o requerimento em que Amonio Jos
Maciel pede por aforamentoanm terreno de marinha
deque se acha de posse ni ra Imperial, alim de
fie s>. S. procetla a respeilo de couformidade com
sua nformacao e do parecer do procurador di cora,
soberana e fuzeiida uaciooal,conslaiile da copia nue
remelle. M
DiloAo mesmo, declarando em vista de sua in-
rorniaco, que lem resolvidq que a graliflcatilo arbi-
trada ao mestre da msica dos aprendizes do arse-
nal de-snerra. Pedro Garrida, seja d'ora em dianle
redonda a ..(WHOO rs. mensaes, pasando se-lhe o que
se estiver a dever al 30 de selembro findo. na riza,
le OOWOii rs. por mez. Communicou-se ao direc-
tor do mencionado arsenal.
Ditox-Ae chefe de polica, coocedendo a autorisa-
cao que pedio para fazer a despera necessaria com
a limpeza Jo barracao das Cinco Ponas, alim de
nelle se albersarem os mendisos, e bem assim com a
factura de nina divisao de (aboas para separaejo dos
sexos.
DiloAo commandanle da eslavo naval, aolori-
sandij-o, a vista de sua informacao, a mandar des-
embarcar com escusa, por ler apreseulado isencSo
legal, AiiIoiim .Mariano de Souza Ramos.
DiloAo eapilao do porto, iuteirando-o de haver
autorisado ao inspector da thesouraria de fazenda a
mandar pagar a quanlia de que traa o oflicio de
smc. h. 401, urna vetque eslejam nos termos Icaaes
as Ires conlas que acompanharam ao citado oflicio.
Ministerio dos nezocios da juslica. Rio de Janeiro
27 de agosto de 1855.
lllm. e Exm. Sr. Tendo o juiz municipal sup-
plenle do lermo de San Joao do Priocipe da provio-
cia do Cea, pedido explicado sobre o modo de pro-
Diz o correspondente de Pars da Independencia
Belga:
As vossas correspondencias de IIamburgo serapre
bem informadas, fallam da Tacilidade com que as
bombarda, inslezas foram postas fra do cmbale na
accao de Sweaborg e da inft-roridade do material
inslez relalivameule o nafso ( o fraucez ) ; possu
aroresccnlar em comprovacau desle fado, que de-
pois dos prejuizos causados no interior d.i fortaleza
pelos projectis das esquadras alliadas, o almirante
I enaurt quena conlmoar na empreza de destruir as
rorlificacoes de Sweaborg, prevendo que se julgaria
o principal fim desle feilo dermis martimo como
ustrado, se nao se aproveilava esta primeira van-
sem para arrasar completamente o dibrallar russo
"* pareci impotsivel, posto que de ccrlo
I : porm o commandanle francez enconlrava
le ponto grande opposirao da parle do almiran-
te Dundas : finalmente depois de una prolongada
disruss.io u com manda n te inglez vio-se obrigado a
confessar que o que obslava a qu enlrasse novamen-
te na lula, o que lano desejava como o sen colle-
ga, era o calado deploravrl a que eslava rcdnzido o
seu material. Por lano seria impossivel recome-
car com exilo esla empreza encelada com lana for-
tuna.
A Independencia Belga publica urna correspon-
dencia de Paris na qual se refere o modo dslinclo
com que a rainha Victoria aclheu o general Canro-
berl. N'uiu dos dias o imperador mandn chamar
o general Canroberl a Sainl-Cloud para ahi jantar.
Apenas a ranilla enlrou na sala de jantar e vio o ge-
w*r^dirfg1o-se a elle, e disse-lhe nos termos mais
lisongeiros, que esliraava muilo encontra-lo para
Ihe agradecer as boas relace* que sempre maolive-
ra com o sea exercito, e para o felicitar pelos gran-
des rei los que o exercilo francez pratiean s snas
ordens.
Ao janlar.a rainha exigi que elle se sentaste jun-
to delta, e esleve com elle pralicando acerca* do
que se pasa na Crimea, sobre o estado dos exerci-
to ainados, sobre a riirecc.io c exilo provavel da
guerra. Diz o correspondente que niuguem me-
llior que o general Cauroberl condece as dilllcnlda-
des da guerra, porm que ellenenhuma lem acer-
cado bom exilo dos alliados cunlra Sebaslopol.
O general Canrobert foi lambem objeclo de urna
ovaco popular, quando se retirava do acompanbar
a rainha Victoria na sahida desla.
O povo queria leva-lo em triumpho,' e a rousa
ro 13o estrepitosa que della inforroaram o impera-
dor, o qual sali.feilo com a domeasem ao anligo
general em chefe do seo exercilo, resnoudeu aquel-
es que Ihe deram essa noticia Fizeram isso, pois
lizerim muito bem. d
O general Canrobert nasceu em Cahors, departa-
mento do Lol, donde suhiram dous dosdemais cele-
bres genenes do grande exercilo de Napuleao !.,
Bassieres, e Mural, de quem he prenle.
. iM* e Sainl-Ange tratando das eperaces da ba-
laina de Icheruaia, diz o segninte no Jornal dos
Venales: ^aw
Vejamos como o principe GorJacliakoff, confes-
ando a sua derrota; procura comludo explicar as
vantagensdassms combinatoos. Come, a derrota
ro rpida, vislo que o combate apaas dorou Ires
ouqualro horas, diz em prisneiro-lugar, que s
quiz fazer um reconbeciuienlo para cartificar-se das
posicoes dos alliados sobre o Teliernaia; lato nao
em fundamento algum, pol qsse, das alturas de
Mackensie se descobrem perfeilamanle os campos
francezes. Depois dieso na se faz m recondeci-
mentocumdooscorposde exereito.
Concorda limbem que acpfcavam Be reonir-se-lhe
Abaisci o chapeo sobre os olhos, enlrei em urna
taberna e pedi nm copo de vindo, o qual "Beb com
delicias, porque linda bocea secca.
Quaiim he 1 pergunlei depois.
A labernelra poz-se a rir e disse : *
SAO dous suidos ; Vmc. bem o sabe.
Dei apressadamenle dez cntimos c relirei-me.
Conrea qncesse aclq cansou-nie urna das mais pro-
funda humilhacoes de minha vida. Todo revollou-
se emmim, quando vi-me nessa taberua srdida,
onda liebia a geute srosseira.
Terminado o espectculo, pergunlei aos meuscom-
panheiros :
Tondes -omno'.'
Elles rospunderam-me negativamente. Regra ge-
ral, lodo n menino responde sempre nao a seme-
lhanle pcrgenl,
Pois lienv mi, compremos agurdenle, as-
sacar, limnes 'L pastaremos a noile hebendo
ponches ; Eslevao nos contara seus amores, e delles
laremos um romance.
Fizemos nossa proviso, edirigimo-nos .i ra do
Odeon, onde deviamos dormir uo aposento do lio
Dimoii.
l'ma melancola profunda reinava em nos, esla-
vamos mortalmenle tristes, e nao podamos dominar
o abalimento que nos opprimia. A comedia linha
acabado, o drama ia comecar brevemente.
Cliegando ao meio da Ponte Nova, assantamo-noi
sobio o parapeilo. Essa accao foi irrefiectida ; mas
n.lo dcsagratlava-oos retardar o instante em que II-
cartamos entregues aos nossos proprios pensamenlos.
Nuvens grandes e sombras alraveisavam o co, a
noile eslava escura, ludo calava-se era lomo de nos,
apenas onviamos os pasaos regulares da senliuella
ionio da estatua de HenriqueJV ; o vento agilava os
lampcGes que vacillavam dianle di casa da Moda,
as aguas do Sena, negras e rpidas, quebrivam-se
contra os pilares di ponte, eorriam daixando listas
da reflexos luminosos, a pareciam chamar-nos pelo
sea. murmurio montono e quexoso.
Ahi ficmos muito lempo sera filiar, abatidos,
vencidos e falvez absortos no pezir de nossa acrSo,
asentados petas conscqueneiis, e desesperados pela
nossa fraqueza.
HHo sei quem rompen o silencio, mas sei qae
disse :
Porque nSo morroos ?
Esla pergunla corresponda lano aos nossos pen-
samenlos, que sentamos urna sollicilat;ao lerriver
l.evaulamn-nos simultneamente, e Picamos em p
junio do parapeilo, o qoil era cerno ama barreira
entre nos o a lenlacao.
duas dlvisOes, de reforco, bem como o corpo das mi-
licias do governo de Koursk, commandado pelo ge-
neral Belevlsef ; via-se por lano, com bstanle for-
ja capaz para tentar um grande movimenlo oflensi-
vo. Como pode elle fallar n'um simples reconheci-
nienlo, depois de ler dado ordem ao general Read
para ocenpar os montes Fedukhine, e enlrincheirar-
se ndles ? Quando urna forja trata de enlrincbei-
rar-rse n'um ponto qoalquer, nao para fazer um re-
conhecimenlo, mas para nelle postar-so difiniliva-
menlr.
Dissemos qoe o principe GorlschakolT allribuia o
mo exilo da sua empreza ao general Read, que
commandava o quinto corpo de exercilo, e que leu-
do sido morlo nao pode defender-se detsa imputa-
ran. Conforme o dizer do general em chefe. o ge-
neral Read devia eslabelecer numerosa arlilharia
em frente da ponle de Traklr para bai- os mon-
les Fedukhine em quaulo se alacava Tcliorgoun,
cxlender-se em linha de balalha coberlo pela sua
arlilharia, mas nao atacar as posijoes anles de para
isso haver receido ordem.
O principe GorlschakolT podia razoavelmente sup-
por, que ouviudo o eslrondo da arlilharia os Fran-
cezes e os Sardos (cariara mmoveis us aeus aliar-,
racamentos 1 Por ventura lolhe-se a iniciativa a
qualqner general que commanda um corpo de 25 a
3O:(X)0 homens, que pode apreciar as circunstan-
cias favoraveis e provetar-se dolas -.' Na suerm
os instantes sao precioso. O principa GorlschakolT
achava-se enlSo a dons kilmetros, para o lado de
Tcliorgoun ; o general Read julgava a occasiao op-
ptirttina para atacar,antes que os Francezes se aper-
cebessem para o combate, e finalmente marchando
sobre os ouleiros, o seo ataque ia conforme com os
planos do general ero chefe.
Read, com effeilo, podia apoderar-se da collina,
pois que chesou sua cumiada. Ao general em che-
fe competa sustentar e reforjar este alaqoe, que
foi limitante, apesar de repelldo pela impetuosa
valenta dos nossos soldados. Read ataron de novo,
e o general em chefe nao o niandou apoiar com
forjas sufOcienles. .
O general Ouchakou" igualmente redohrou os seos
esforjos contra a oulra collina, sem que o scneral
em chefe lomasse alguma medida decisiva.
Em vez de fazer nma diversao sobre a nossa di-
reila mandando avanjar com energia o corpo da
exercilo do general Liprandi contra Tcliorgoun e
Hasforl ( que era a chave da balalha', dessuarne-
ceu, nao se sabe porque, a sua esquerda para man-
dar, ja muito tarde, urna das divisdes do general Li-
prandi pan apoiar o ataque do centro.
Dispondo de urna reserva de 30.000 homar, nao
a emprega n'um deases momentos crticos ~m que
una icservH decide a victoria ou para desembara-
jar as Iropas comprumellidas. Finalmente o prin-
cipe Gortschakofl possuia umt arlilharia mu nume-
rosa e apenas della se aproveilou, sendo a anima-
ra dos adiados a que leTivelmenle fulminou as
snas columnas. Pela soa irresolujSo deixo-asdi-
zimar, perdendo mais de 5:000 homens morios ou
reridos, entre elles 8 generaes, sendo Ires morios
as margens do Teliernaia.
Esle general mostrase embarajado, vendo, diz
elle, que a aejao loma orna feijao inesperada, como
se fosse possivel esperar urna victoria infallivcl. r
como se a obngacao de um general em chefe nao
fosse acudir a lodos os casos imprevistos.
Consola-se porque os francezes nao foram alai-a-
lo do nutro lado do rio, onde os esperou, diz elle,
durante qualro honr. Porm finge na se lembrar
que lemn. oulra empreza que realisar, que he o si-
llo de Sebastopol. He elle que nos deve -obrigar a
levanlarmns o silio, se o pode Ta/
ercilo auxiliar, lempo vira em q
liado porier ofTerecer-lhe bataltw
Iro ta Crimea.
A campanha pooco brilbanlc des
principados danubianos enntra os
triste balalha to Teliernaia fazem
neral ntlo possa ser contado entn
inspiran! com fortuna sobre os ciofl f'-iUiih.
He classilcado como um i-1j|awW Mli muilo
intelligeuU, que condece bem as regralW-mas a
quera a nalurezn recusou^lnspirajao do genio. As
suas iisIrucjOes encontradas uo cadver do gene-
ral Read sao ora primor d'arle pelas cautelosas
dsnosijes, nnta-sc nellas. porm, urna abundancia
;tle pormenores miuuciosos que s podem servir para
prendero tlenlo daquelles que' deven) ejecta-
las, sujeilando-os a mesqoinhas combinajes,
Esla exacldao, esle espirito roinucoso' nao obsta
a que um geoeral possa imaginar planos de grande
alcance.
Vai comludo moila distancia do calculo' modela-
livo i execujao vigorosa. No campo do bala Id. a
quahdadede maior valia he a presen ja de espirito
de momento, e com razao disse o mareclial Soull,
que a iusnirajao nao he mais do que um calculo
instantneamente feito.
cada, se v pertencerao general Resd, commandan-
le de um corpo do exercilo russo.
I eiilio razoes para crer qoe o corpo desle ofiicial
general ficou sobre o campo da balalha, e deram-se
as necessarias ordens para ser cora lodo o cuidado
procurado.
Sou ele.
Pelisser.
Do principe Gortschakofl ao general Pelissicr. '
Em l'J de agosto.
Sr. commandanle em chefe.Tive a honra de
recebar a carta que V. Exc. se dignun dirigir-me era
Ifi do corrente, bem como a carleira con leudo objec-
tos de valor o urna caria pertcnceules ao general
Read.
Aprecio sobre modo, Sr. commandanle em dWfe
uro proceder tao corte/, bem como a geuerota sol-
licilude que levou V. Exc. a mandar procurar o
corpo desse ofiicial general.
Acceilai a sentida expressAo do meu reconheci.
ment, e acredilai na alia considerarlo com que
Son, etc. ,
Miguel Gortschakofl.
Do general Pelissier ao principe GorlschakolT.
Em 17 de agosto.
Sr. general em chefe.Levantamos lodosos fe-
ndos para aquem e para alm do Teliernaia; as ba-
leras de Mackensie iusislem em fazer fogo sobre os
nossos poslos vaneados, e nao. podemos por lano
conlinuar nessa opera jao era favor dos vossos qoe ja-
zem sobre o campo da balalha.
Denuncio esla circumslancia a V. Exc. para que
niuguem possa ler o direilo de dizer que nao acudi-
mos aos feridos, ou que deixamos os morios sem se-
pultura.
Sou, ele,
A. PelUuier.
Do general Pelissier ao principe Gorlschakofi.
Sr. general em chefe.
Em lSdeagoslo.
Apresso-mc em coramonirar-vos qoe o vosso des-
pacho cora dala de houtem acab igora mesmo de me
chegar s m3os.
Sem demora pelo telegrapho dei ordem so gene-
ral qae comrainda sobre o Teliernaia, que icatse a
bautleira psrlimeularia, e jissim a conservasse'al as
8 horas da noile, so fosse neetssario, para levar a
elfeilo as vossas inleojoes. A saa realrsicao ser um
pouco demorada, porqoeKoino ja Uve a honra de vos
prevenir pelo meu oflicio n. '.12, a pezar do im-
placavel fogode alga mu da vossa arlilharia, era-
pregamos lodos os esforjos para soccorrer os vossos
feridos e dar sepultura a muilos dos vossus mor-
ios.
A i tula nao lenho a relajan desles ltimos, porm
al esla hora 38 olliciaes o 1:620 lliciaes inferiores
e soldados lem entrado e lem sido tratados as am-
bulancias du exercilo francez.
.Son,.etc.
A. Pelissier.
Do principe Gorlschakofi ao general Pelissier.
Era 19 de agoslo. \^--
Tenho a honra de icc^fra reccpjAo dos oflicios
qoe V. Exc. rae dirtso com dala de 17 e 18 de agos-
lo, com os ns. 92 e 93.
Rogo a V. Exc. se digne acceilar os meas since-
ros agradeciraenlos pelos disvelos com que lem tra-
tado os nossos feridos; dev'porm informar a V.
Exc. ao mesmo lempo qae os chefes das baleras de
Mackensie me derlararam que s fizeram fogo sobre
os poslos avanjadosdo Teliernaia depois que os ali-
radores francezes, apezardos enrgicos e continua-
dos esforjos dos olliciaes. a tirara m sobre a nossa gen-
te, que depois do combale se dirigios margens do
para levantar os seus reridos e morios do
a aejao, ,
possivel determinar com exactidAo de que
tiramos primeiros tiros. Oybefes dos pus-
irados n3o podem deixarde compricJJt ordem
JO tem, de fazer fogo sobre o iriCiso, sem
para isso recebam ordens especiaes. nicamente
chefes superiores pertence alliviar, por medidas
excepciones, os sorTrimeiilos inuleis, quesi guerra
traz fomsigo, e roigo por ler occasiao de aflirmar
que V. Exc. emprega lodos os seus disvellos para es
minorar.
Son, ele.
Miguel Gorlschakofi'.
nuuca vistos. Saudemos anda urna vez essa au-
gusta prioceza, mensageira de paz, saudemo-la e a
seos filhos, esperanjas dos Ires reinos, e ao seu leal
esposo, que lambem comprehendeu o genio, os cos-
lumes e as artes da Franja.
Nao he esla a primeira vez que visitara o nosso
paz raberas coroadas. Pedro I aqu veio aladar a
civilisac.io, para della se servir contra a propria civi-
lisaco ; o imperador Jos II aqai veio, mais com-
plulostqilio e como critico, que como monarcha.
Ambos, provocaran a cui ..sidade e nao as svmpa-
thias publicas, e a najilo vio indifTerenle aases im-
periaes viajantes que eram apenas hospedes. Pelo
contrario a presenja da rainha Victoria coinraoveu
o povo francez, desde Bolooha at a capital, des-
de a capital al Bolonha ; ella receben desle po-
vo /filbusi.ismado um verdadeiro triumpho. He
que nao foi um simples desejo, ou a ciriosidade
quem trouxe nossa Ierra essa Ilustre rainha.
Veio tara por lermo a sele seclos de rivalidades
desastrosas, e para consolidar a allanj das duas
mais poderosas oajoes do occidente.
A Franca e a Inglaterra, desde que poderam es-
lodar-se mais de perlo, conhecem bem qae nao po-
dem pastar urna sem a nalra, e qoe eslgn anda
mais v/.indas pela sua liberal civilisajao, qne pela
proximidade dos seos territorios. E apeiar di.su ns
seus mutuos senlimentos nao lindara ido alm de
orna reciproca eslima, nanea se tinham abracado
na mesma poltica e as expanses de urna caloro-
sa araizade. Eslava'reservado para o imperador es-
trellar esses lajos. Quando o eliefe da dymnislii
de Na-oleati foi chamado pelo voto publico para di-
rigir os tleslioos do paiz,- encontrla odios nacionaes
que o liaviara precedido, latas obstinadas que nao
provocara, paizoes inveteradas qne s se levanla-
laram contra elle, porque represenlava de modo
mais levado os principios de 1189, eniao mal apre-
ciados, lloje esses principios Iriumpliaram da ->p-
posican da Europa, o a liberal Inglaterra reconhe-
ceu a sua legilimidade. O herdeiro do nomo de
Napuleio nao linda pois fundamento algum para
preferir oolro papel ao de pacificador, majs em har-
mona a soa grandeza d'afna, como os actuaes iu-
leressas da saa patria e com as ideas do sen socolo ;
e como o imperador comprehendra admiravelmen-
la que o accordo durndouro e cordeil da Franja e
da Inglaterra conslHue a maior forja dos lempas
modernos em favor do progresso do mundo, esleu-
deu amiga man ao povo inglez e ao sea governo.
O enlhusiasmo da Inglaterra corresponde a esle
appello. Apcrtou na sua esta m3o leal, porque era
a ta propria Franca, Ires vezes representada pelo
imperador, e a sua muilo amada rainha atravessou
o eslreitO para uos Irazer n expressao ta confianja
de ama grande najao, acompaohada pela bondade,
pela graja a pela mais affavel mage-lade.
A Franca aguardava anciosa esse momento para
manifestar magnilicamenle o sea enlhusiasmo; por-
que nao basta que a poltica das principes predis-
pona as fu/.es, s sao verdadeirki as qae se realisam
por meio dos pavos. Nao bastava, pois, que Saiol
Cload rorrespondesse dignamente real hospeda-
sera de Wmds.ir. Paris quiz rivalisar cora Londres
no sen regozijo. nos espontneos transportes de ale-
gra. A rainlia Victoria vio a tatisfajap populir
manfeslar-se na sus passagem. Tanto no Ihealro
como no palacio da Industria, tanto na Santa O-
pella como nos-'pajos do municipio, nos lioultcards
apiidados de povo, e no Campo de Marte retumba-
varh os vivas do exereilo ; sempre qoe sabio i roa
pareca ama nova fesla, e cada, urna dessas Testas
era tima manifestaran enrgica, na qual as acclama-
ces do povo francez foram presenciadas por mi-
niares de eslrangeros reunidos na capital para ve-
rom os explendorese as maravilhasda exposijao.P-
de bem dizer-se que esla fraternal allianja para ser
mais solemne foi celebrada em face do mondo in-
leiro, representado em Paris.
A Providencia, lie rnisler reconhece-lo. parece ler
guardado para a nossa poca profundos bjectos de
meditarao. He em Versalbes, no palacio de l.uiz
XIV que o imperador NapoleSo ofTereee a raiuha
ti Inglaterra luda a inagnilicencia, lodo o esplendor
da su.i corle ; para ella faz reviver es nobres enler-
tenimeiilos e as pompas ha lano lempo apagadas,
do grande monarcha esse orgulhoso inimigo da re-
volojao de 1688. v----------*<-
A mala da India que acaba de chegar Iraz'a no-
ticia tle urna msurreicao quo rebentou a 180 mi-
Iba- '
ve
que
Sobre o Ganges, no sitio onde o caminho de
ferro penetra no valle desle rio. existe urna cordi-
Iheira de serras, habitada por urna raja audaciosa,
cujas diversas tribus todas lem o nome deSoolal.
No mr-iin dis, esla rainha d"no-
bre corarao vlallava piedosa o asvlo fnebre dos
Stuarts, que a sna dynastia subsliiuio. Ainda fez
mais. cercada pela sua ramila, veio consagrar sobre
s de Calcula, junio do caminho de ferro que de- 0.,umul0 de Napoleao I. o pensamenlo de condlia-
por em uoinmuuica jSo as Ires presidencias ; cis o ?. de 1ue s,,'', v'agem he o symbolo e o remate,
i se le n'uma correspondencia do Times : rinalmenle a Franca c a Inglaierra, cujas discor-
dias enchem as pagmas da historia, em vez de, como
liorna c Cartlago, persislirem nos seas implacaveis
reseutimentos, associam a sna poltica, os seus iule-
resses e o seo sangue em favor de ama dessas causas
Nos dias 8e 9 desle mez, 18 a-20:000 homens des*- """"as quo ecdem do futuro da humanidade.
A eonversajao Iravou-se grate e serena. Tres ra-
pazinhos, dos quaes o mais idoso linha dezeseis an-
uos, discnliram sobre a vida e sobre a morle. bem
como Scrates com os seas discpulos antes de be-
ber a acota. Conversamos assim drenle urna llore,
e devo dizer qoe sa o Sena nao carregou logo os Ires
cadavares, foi porque sentimos correr em nossos co-
rajes as lagrimas daquelles qae nos lerism cho-
rado.
Eram duas horas da madrogada, qoando dirig-
mo-nos para a casa. Antes de chegar roa, pirei e
disse aos meas companheiros :
Pastemos a noile percorrendo Paris, e no vol-
lemos para o aposento do lio Dimon. Qutm sabe se
nosso refugio nao foi descoberlo, a nao vamos ser
presos?
Tralaranvtne dt visionario, demonslraram-me que
isso era impossivel, pelo que continuamos nosso ca-
minho.
Chegando entrada da roa do Odeon, vimos em
cadi Ijada um grupo de cinco homens, qae pis-
seavam, unssubindo, onlros descendo.
Paramos como petrificados, e coolemplamo-los al-
ternamente. #
Estamos perdidos se forraosadiante, disse Col-
mena.
Nao, responden Eslevao, ninguem jio colle-
gio sabe que meu lio mora aqui ; he alguma patru-
Iha ; nao ha perigo.
Esperemos, accresceolei, vejamos se elles vera
para o nosso lado.
Os grupos continuavam Iraoquillamenle sen pas-
seio sem fazer caso de nos. '
Eu bem sabia que aquella genio nao eslava
all em nossa inlenjao, lornou Eslevao dando um
pasto adiante.
No tens razJo, aflirmava Colmann inquieto e
irritado. Que dices a esse respeilo, Joto Mareos T
Digo que cora o lavor de Daos caminhemos !
Os homens nao se incommodanim fnosta ippro-
xirasjio ; apenas balemos porta, ella abrio-se. O
porlairo eslava acordado, e emquaoto. Ihe pedamos
luz e a chave qae elle pareca procurar, a porta foi
abalada por mutas martelladas.
Man abra nao abra 1 gritou Coimana.
sffle o morador do segundo andar, responden o
porteiro.
Sahi sempre, diste-nos Eslevao, logo qoe se
ichar a chave, eu vos alcanjarei.
Colmann a en eslavamos no primeiro andar, quan-
do vimos a porla fechar-se novamenle, depois um
grito dt afOicco com a voz de Eslevao :
Fuje quem poder, sao os comilrts I
Ha nolivel a seguinle correspondencia entre o
general Pelissier e o principe GorlschakolTdepoit da
batalha do Teliernaia pela corlrzia e tora cavalhei-
roso em que est concluida. He o Monilcur que a
publica :
O general Pelisiier ao ministro da guerra.
Sr. mareclial.
Tenho a honra de vos dirigir a inclusa cona da
correspondencia que live uestes ltimos dias com o
principe Gorlschakoa, a respeilo do levanlamenlo
dos feridos e enlerramanlo dos morios Russos, de-
pois da accao de 16 de agosto.
As baleras russas de Mackensie commelteram a
inexpliciivel imprudencia de r.izercra fogo sobre as
nossas ambulancias volantes, na occasiao em que
lam levantar os nossos adversarios qae jaziam sobre
o campo de balalha, ji muito depois dos nossos
aliritlores terem cessado o seu fogo. Os comman-
da ules deslas baleras doram pois urna explicajao
inadmissivel ao tea general, ao qual dei cnnla do
seu triste proceder. Este, procediraenlo nao lie hon-
roso para a arlilharia russa,
O principe GorlschakolT procurando allenuar as
Tallas dos seus subordinados, julga comludo dever
prestar completa homenagem i humanidade de qne
os nossos soldados nesla occasiao deram novas o sen-
tidas pravas. Foram na verdade, tao generosos
depois da victoria, como vlenles no combale ; ufa-
no-me por commandar lal genio.
Pelissier.
Do geoeral Pelissier ao principe GorlschakolT.
16 de agoslo.
Sr. general esa chefe.Dou-me presta cm re-
raelter a V. Exc. urna carleira contando dnheiro e
cousas de valar, urna caria, que depois de verifi-
Emdous segundos chegmot ao quinto andar;
una escuridao profunda reinava as etcadas. Lon-
cos de desespero e de raiva apalpramos as paredes
para achar urna sabida ; adiamos smenle urna por-
ta fechada, e urna jtnella que dava para um paleo
sessenla ps cima do chao.
Ouvimosos homens subirem edegros.
Desgrajadq do primeiro rnisenvrl que pozer-
me a mo grilei collocando-m em p, armado da
bengala, no ultimo degrao.
Os paisos approximavara-se cada vez mais, porm
ea aada via.
Repentinamenle fui deslumhrado por urna luz vi-
vissima ; um horaem linha lirado urna linterna de
furta-fogo debaixo do capote, e diriga para o meu
rosto saa claridade insnpporlavel. Era um agente de
polica, que vinha acompanhado por dous servos e
pelo direclor dos estados. Veado-me, lodos para-
ram, o direclor. alias homem excedente, disse-me
Ei-a, Joao Marcos, deixa-le de cabejadas ;
estamos em numero suflicente para reduzr-te. En-
Irega-le de boa vonlade, que sers Iralado com to-
das as allenjtles possiveis. '
Ninguem me locara aqu nem na ra, terei
conduzido amanilla a casa de minha lia ? pergun-
lei permanecendo na defensiva.
Ningaem le ofTender, retpondeu o direclor ;
quanlo a seres conduzido acata de loa lia, s ao
provisor compete decidir.
Pois bem, sendor, confio em sua palavra, e he
a Vmc. qde me entrego, disse eu com altivez do
eapilao vencido.
Desci, o gropo dos homens separou-se para dar-
me passagem. Colmann vinha airas de mim ; o di-
reclor livera a imprudencia de deixar-me a benga-
la, a qual, como ja disse, cmitinlia um punhal.
raja desceram i planicie, rompendo n'uma in-
surreijo que Iraz i memoria a lerrivel Jacqoere
em Franja no seclo ti. Estcente he inspirada
pelo fanatismo religioso e poltico. Acredtam que
o seu Dos se fez hmem, e que lem a missSo. di-
vina de expulsar os europeus asseulando o seu Dos
feilo liomem, no Ihrono das Indias. Afllrma-se, po-
rcm, por oulro lado, que o mo proce.lmenlo dos
empregados do caminho de ferro de Rajnahal he a
principal causa desla revolta.
Nao sosSoulals njio recebem os seus salarios,
mas ate nao Ihes pagam os geoeros que vendera aos
empregados do caminho de ferro, e alm disso, rou-
bara-lhes as mulheres. Os Soolals eomejiram por
alicar os empregados do caminho de ferro, e os a-
genles da polica foram passados espada, e os em-
pregados dos carilindos de ferro que lhes cahiram
nis raaos foram assassimdos. Os rebeldes marcha-
ra sobre Rajnahal ; em Sroekhund encontraran!
Mr. Iaylor empregado uo caminho de ferro que
reunir 1,300 musulmanes c 300 Indios.
Estes fugiram apenas os rebeldes se approxima-
ram- Mr. I avlor fugio e a sua casa foi saqoeada.
OSoulals assassinam loJos que Mies caliem as
maos ; arrancam os filhos do .geo s mais, e despe-
daram-lhet as cabe jas alirando-os ao chao, e sa-
queam tudas povoacues por onde pussain. Esta in-
surreijao foi tao imprevista que ha 1,200 soldados
n om espajo de 80 militas. Esiao reunindo forjas
para resistir aot insurgentes.
Os rebeldes em penco seno vencidos, tendo cau-
sado, porm, grandes perdas.
OUonileur publicou 0 seguinle artigo a respeilo
da viagero a Pars da rainha Victoria :
A rainha de Inglaterra acaba de deixar as nos-
sas hospitaleras praias. A sua viagera ser memo-
rada como nm dos mais nolaveis successus desla
poca, lo fecunda em aconlecimenlos celbrese
Quando cheguei ao palamtr de Ires degrot de cabeja e bom eeracio.
pedra, que termina quasi todas as etcadas das casa.' Essas admoestajoes irrilavam-me mais do que pos-
so dizer, e smenle cessaram qoando enlrei no col-
legio. Ouvi como um condemnado morle fechar-
de Paris, vi o vestbulo Iluminado por candelas que
o porteiro acceudra pressa. Esteva eslava em
um cinto collocado enlre deus guardia, e lanjou-
me um olhar que revolveu-me aseolranhat. O pro-
visor, o censor, dous ajudaotes e dons servos com-
plelavam, com as quilra pessoas que nos raziara,
os dez homens que Trabamos visto passeando pelat
ciljadas, a que lo justamente haviam espantado a
Colmann.
Apenas o provisor avislou-'me, nao ptle reprimir
um movimenlo de alegra, lanjou-se para mim, e
agarrando-me pela gola, ei clamou :
Ah j voltat, miteravel evadido !
Deaateodi-rae por um movimenlo repentina, e
oles qoe ninguem livesse pensado em prender-me,
levantei a bengala, e ahaxei-a com todas as minhas
forjas sobre o rosto do provisor.
Elle deu um grito pondo a mfto nos olhos.
Eu ji tinha dado um sallo airas, o achava-me em
nm ngulo da parede. Todos precipilaram-se sobre
mim, qoizeram ^tomar-me a bengala ; defend a ;
ella separou-se em duas parles, das quaes urna ficou
as maot de meus adversarios, e liquei com nm pu-
nhal longo e delgado. Todos recoaram.
Deixai esse doudo furioso, disse o censor.
Dei Ires passos adianle, e lomando a atltnMe con-
veniente a urna aejao Ihealral, lancei desdenhosa-
menle a arma aos ps do provisor, dizendo :
Preudam-rae, senhores, nao quero ir ao jury
por causa de um billre como esse. .
Fui inmediatamente acarrado. O provisor trium-
phava e gritava-me ao ouvida :
Quebraste o lira jo de um guarda, desleosle a
espadoa tic um porteiro, s le falta malar-me para
seres uleiramenle asaassino ; mas nao le inquietes,
cornejas muilo bem para nao vires a s-lo ; algum
dia morreras no cadafilso.
Isso he possivel, respondi-lhe ; massuasenhnra
n3o me ver subir l.
Um servo tomou-me o brajo esquerdo, o agente de
polica apertou-rae a rajo direila segurandn-me o
dedo pollegar de certa maneira particular a essa
gente, qoe caosava-mo grande ddr. Minha colera
applaciva-se pooco a pouco, ou dizia comigo : Que
v8o f.izer-rae '.' Oovia ama especie de zuido : era o
servo que contava-me que em oulro lempo, estando
elle de guarda em Givel, fugira e passnra ires dias
em liherdade, e que o coronel metltra-o no carea-
re por um mez ; depoit accrescenlava que ea nao
devia alTUgir-nie, porque esse arrebalamenlo da mo-
cldtde era desculpivel, principalmente luvendo m
Semelhanres contrastes translornam as previses hu-
iniuas: o espirito inclina-te peranle a tuprema sa-
bedoria, cuja grandeza he a nica iramulavel, e qoe
prende as nossas paixes, is mais leazos, hirmo-
nia dos teus designios providencia.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
iiik
(Da Independencia Belga de 17.)
Do nosso correspondente.
I'ieima II.
As revelajes feilas pelo Conslitucionel sobre as
mingas legitimistas nao teem deixado de produzir
urna viva impres-Ao entre os membfos do corpo
diplomtico que ainda residem era Vicua ou nos ar-
dedores, llova Iraospirado alguma cousa dos raem-
Jiros do partido em alguns circuios bem informados
do que se pasta em cerlis regies: mas redoziram
a meias palavras, arrancadas aos negociadores pelo
mao resoltado das suas negociajOes. Desde qne o
Conslitucionel acaba de romper o silencio, o n.io
bou ve muilo Irabalho em adevinhar o resto das con-
hdencias que. netta occasiao, lem fleado a meio
carilindo, e se indemnisa iiiisleriosaiiiente da discr-
Jilo forjada que linha conservado.
Ha nutro faci qoe d maitu que pensar ao husso
mondo poltico, be o artigo qae a Gazela de Vienna
consagrou honlem ao gabinete e ao parlamento in-
glez. Nao tem cotlume o nosso peridico ofiicial fa-
zer sementantessortldas; por isso esla produziouraa
viva sensajao.
Nolt-se primeiramenle nesle artigo que os velhos
e grandes partidos hisloricos de Inglaterra esli era
dissolujao: e o seu resultado he haver no Parlamen-
to maioriat sem principios e por coosequencia tem
consistencia, que lornam penivel.ao gabinete a tre-
la de governar o paiiede negociar como eslran-
getro. e as conliouss conjradijes freqoeutes dos
ministros nos seas discanos como as suas acjOes;
e Umbem d'alli pireceado querem freqoentes vezes
fazer o qoe nao lemeriara cenfestar ero ootras cir-
cumslancia.
Nesla occasiao a Gazela de Vienna censura cruel-
mente o conde Grey da ler ido integramente ettra-
ndo ao qne se passa nos ministerio dos eslrangeros;
se nao soubessequea Austria eslava prompla a lo-
mar ama parle activa na guerra.
Com efleilo, diz textualmente a folba ofiicial, a no-
ta dirigida em 10 de maio peto nosso gabinete aos
nossos emba xadores de Londres e de Paris estabe-
leee o qae os plenipotenciarios de Inglaterra e de
Franja tinham ha mullos dias commuocado lele-
graphicaraeiile aos seus ovemos, uto he qoe a nao
acceitajao pela Rutsia do ullimalum austraco pro-
jeclado teria lido por consequeneia immediatameote
o casas belli o a astigoalura de convenci militar
com at potencial occidentaes. No era preciso pois
senao o assentimenlo de Inglaterra eda Franja. eSir
Grey nio liria esperado por oais lempo a promeSM
directa da Austria para Tazer a guerra. Mas sabe-te
qae as potencias occidentaes nao darao este atunli-
menlo, e por isso nao lem direilo de se queixarem
da Austria.
Aperar da ausencia do grande parto do corpo di-
plomtico, reina grande aclividide na troca dot des-
pachos e crrelos de S. Petershurgo, de Berlim o de '
Londres; honlem parti um para S. .Pelersburgo,
O novo embaixador rusto ea Hiurver, M. Tontn,
dirige-se boje ao seo porto.
L-se no Monitor de 23 :
No dia de hontera leudo alguns jornaes annua-
ciido que a rainha da Inglaterra devia ir Vin-
cennes, coacorreu all grande numero da pessoas
para ver S. M,'
A rainha foi esperada no arrabalde S. Antonio, e
em Vineennes mesmo, onde i guarnirao se preparou
para a receber.
Este projecto nao foi avante.
Hoje s dez e meia a priocipe Alberto visiteo a
Exposirao de Industria, acompanhado de dous an-
dantes da campo, do mirquez da la Grange, ajo-
dinte de campo do imperador, e de ligarais pssaoas'
que fazara parle da comitiva da rainha.
O principe foi recebido no palacio de industria *
pelo ministro de estado, por M. de Konville. di-
rector di companhia, M. le Pley, commissario geral,
e os raembros da commissao imperial.
O prefeilo da polica eslava no palacio da in-
dustria.
O principa Napoleao edegou alguns instantes de-
pois do priocipe Alberto.
O principe Alberto visitn com- a maior alinelo
a nave e as galeras do palacio, percorreo as des
quartoi baixos, e do primeiro andar parando fre-
qoentes vezes, eulretendo-se com os exponentes, o
alleudendo a todas as oxplicacSes qae Ihe fa-
zara.
O prncipe examinou com oletease os diversas
ramos de industria a de manufacturas, a em particu-
lar as armas de arlilharia, as armas brancas, o as
raanuraclaras de Paris.
S. A. R. fez diversas compras, entra oulra a de
um aderejo de diamantes, outro de filagrau de oa-
ro e um movel de bano.
Ja no dia de honlem a rainha linha manda-
do fazer bastantes compras, sobretodo de faenadas
de teda.
Durante a vitita do principe Alberto, foram ni-
camente admiltdos os ponentes, ou os portadores
de bildete de eslajao.
Tinham se lomado providenciis, como n> dia de
honlem, para evitar a nltluencia do povo durante i
passigem do principe.
S. A. R. sahi0 dj, esposijSo i hora e mcia.
O principe Napoleao e o ministro de estado Undam
partido antes do principe Alberto para esta re m
liresenles na occasiao da cliegada da rainha e Tu-
Iherias.
A's duas horas e meia, a rainha Victoria ehegou
ns lolherias em carruagem descoberla.
Vinha em sua companhia o imperador.
As seges alravessaram 'i avenida, dot Campos
Elysaot, o jirdim das Tolderas, o pavilMk do Re-
logio, e passaram dianle do pavildao de Ffleea, onda
se apeioo o cortejo.
A' hora em qoe eserevemos, a rainha visita a
grinde galena do Louvre, na qual eulroo po-
li porla que communica com o palacio das Tulhe-
rias.
Fazem parle da ana comliva todos os ministros,
assim como M. de Neinwerkerke, direclor do Moteu
o os conservadores a inspectores.
A entrada-do Louvre foi completamente inter-
dicta ao publico.
se a porla, qne abrir lio proraplimente nessa ma-
nhaa. Colmann foi levado para o dormitorio, Esle-
vao para a prisao, e eu fui conduzido euiermaria
Eslava quebrado por todas as emojoes do dia, pelo
qoe adormec profundamente como orna fera muito
lempo perseguida pelos caes, e que ach emfim um
refugio.
As cinco horas fui acordado e conduzido para a
prisao, Colmann ahi ehegou pooco depois, Eslevao
l linha paseado a noile. Tnrnaram a mlter-nie no
atetmo quarto ; as paredes estavam hmidas, a luz
crepilava em seu laeaaaao denegrido, atravez da ji-
nellinha redonda via-se o co escaro, a imagen) de
Christo pareca triste e agonisante tobre a croz. Ez-
perimenlei um yago senlimento de modo que duroa
ate ao da.
A experiencia de nossa evasiio linha j prnduzido
seo freclo, pois haviam applicado aos postigos das
portas urna sradezinba de ferro, que impeda do
inetter se o brajo.
De manhaa o censor veio ver-nos. En disse-lhe Or-
inemeMe qne quera ser levado para a casa de mi-
nha lit, e pedi-lhe com que escrever.
Pooco depois recebi peonas aparadas e duas fo-
Ihas de papel. Dirig urna carta minha lia e oulra
ao provisor, o que gaslon-rae nma das folhas ; na
oulra escrev minhas impressoes de prisao. As im-
pressOes de viagem eslavara enlao era moda.
Eo esperava a cada instante ser chamado, e sahir
emlim desse collegio maldito ; mas o dia pissou, e
ninguem veio pronunciar mea nome.
Cahi em urna especia de somnolencia cheia de so-
nhos exlraordinarios; soffria muilo, um calor r-
deme devorava-me o peilo, e de Urde Uve um vi-
lenlo escirro de sangue. A humillado das paredes
penetr iva-mo, nosso alimento compunha-se de um
pedaje de pao e um copo d'agua ; apenas adorme-
ca era acordado por pesadellos horriveis : eslava re-
almeule doenle.
Passei a noile nesse mesmo carcere sobre um col-
chao,.esolucei muilo lempo com a cabeja perdida
abaixo de nm duro travesseiro. Assim decorreram
dez dias, durante os quaes euescrevia i minha tia
corlas que ficavara sem resposla, o escrevia lambem
michas irapresses.
Tauho agora vista essas folhas de papel roim,
cobertas de tinta amarella e meio apagada ; nellas
lomo a ler minhas tristezas e angustias expressas
em- um estylo singular, de orthographia muitas ve-
zes du/idosa ; acho os vestigios das ligrimas que en
derraniava.
O ti.encio obstinado de minha familia, coja caasi
infamo ea sube depois, a sotidao profunda esocio-
sidade absoluta a que eu eslava condemnado, as in-
quietacoes qoe devonvtm-ine, e meus ataques de
colera turda converliam-se em lagrimas; o fri, a
mo alimenlo, e mesmo r. falta de exercicio linha'm-
me lomado os joelhos tao dorido<,.qne de noile e-i
ra-me pefioso ganhar a caraa ; as saudades sempre
prsenles de minha primeira infancia, os desejos d
hberdade qae hrsdavam-rae mtis ortemenle do que
nunca no corij3o, a humilhajlo de ver milloarida
minha evasao, a ignorancia em que en eslava de fu-
luro que se me prepirava, ludo opprimia-me, amea-
java-me, desesperava-me.
Ah quinto eu desejava ser um dos alegres esln-
A rainha Victoria entrn honlem de mandila de
S. Cloud com destino a S. Germain para dar um
passeio pelo bosque.
A rainha ia aeompaahada do imperador,do prin-
cipe Alberto, da princeza real, e do principe de
O crlejo ehegou S. Germain pela nma hora.
Iionam-ee preparado mudas na aveoida do Bou-
imgnn para facihUr a jornada de SS. MM. Aal-
gumi distancia, os habitantes de S. Germain tinham
levantado om aren de triumpho adornado de gri-
naldas de foldagem, de baodeiras tricolores, e de
escudos cora asiniciae e as firmas eolrelacadas da
rainha, do imperador1, da imperatriz o do principe
Alberto. Ergalam-se naquelle ponto da avenida
maslrw venezianos empavezados, enlrelecidos de
snnaldas. As iniciaes dos soberanos estavam repe-
lidas n urna infinidadede escudos.
SS. MM. foram receidas pero raaire de S. Ger-
mtiin e seus adjuntos, e por todas as auloridades da
cidade.
Formavam as alas nma companhia de tapadores
hombeiros de S. Germain, e nm destacamento do
t8.f regiment de infantari.
Feilas as competentes modas, SS. MM. lo-
miram o caminho do jardim, e entraran] no bos-
que.
As pessoas da comitiva de SS. MM. eram condu- .
idas em Ires seges, pozadas a 6 cavalles.
Depois de um pstelo, no bnsqae e ama visita ao
tmulo de Jacques II. SS. MM. recolheram S.
Cloud.
Honlem de Urde liveram lagar os festejos qoe o
imperador offereceu a rainha Victoria no palacio de
\ ersaillet.
O palacio de Laiz XIV, restaurado por Loiz
ippe, e por elle consagrado as glorias do paiz, pres-
lava-se maravilhotamenta pelas snas recordacoes
histricas, por teus vastos mseos povoadoaaekesta-
tuas e de quadros, e pelas suas snmptnosalKis, s
magnificencias de urna fesla real.
----------------*--------------------------._________________________
dantes, cojos cantos chegavam a mim, apezer do tu-
U. i W TJ?",mI Wh eta-ma soa ezistea-
cia i nio tinham a independencia, a mocidade, o
direilo de viver a seo gosto ? nao eram felizes,
nao levivim de noite anas amantes ao baile ou do
larde ao Pr-Saiol-Gervala para atsenlarem-se i
sombra das grandes amores ? Ah 1 quinto sua vida
parecia-me magnifica e digna de inveja '.
A lembranja de minha roai perseguia-me inces-
sinlemente ; ed? reeerdava-me do bom lempo de fe-
rias pastado com ella, tornava a v-la pallida e fria
sobre o leito, o dizia comigo : o Ah .' como ella j
me teria arrancado daqoi se ainda vivesse o I!m
dii passoa um realejo locando ama'aria que ella cos-
lumava cantar ao piano, bat com a cabeja contra a
parede, o dei laes gritos de ddr que o guarda assus-
lado, mandou chamar o medico. Esle declama que
nada cumpreheodia.
As teas mais extravagantes passavam pela minha
pobre cabera pertorbatla, e nma sobretodo vollava-
me incessantemeute : era a idea de fazer-me musnl-
mano, afim de Cagir dessa sociedade que eu iulgava
iodos* aP'ea' P0'' cria-ln abandonado por
Urna de minhas obras predleflas fora a Historia
da decadencia do imperio romano por Gibbon ; nel-
la en lera todo o episodio de Mahomel, pelo qual eu
linha desde enlao urna admraj8o sem isoal; dese-
java ser ara de sena omartoiins, sonhava cora os
palacios de Mil e urna Noiles, eom as cidades de
zimborios de ooro, com os rios de ail e eom as flo-
restal de esmeraldas ; via as longas caravanas pas-
saodo silenciosas e graves atravez.io areal immen-
so do deserto ; galopava sobre cavallos mais arden-
fes que o sol, mioejava orna cimitarra brilhante,
imsginava-me vestido como Turco lendo om tur-
bante na fronte, e dizia comigo : Serei como Kaltb.
a espada de Dos 1
Essa exallajao perpetua csgolava-rae, en via-me
languecer e ficar verdtdeirameole deente.
Um servo etnpreslou-me um tomo truncado da
Historia dos Naufragios, era minha nica leitu-
ra, a eu recomeesva quando linha acabado. O mes-
mo tervo disse-me qne Colmann voltra para o col-
legio sdb condico de flear nm anno sem sahir. Ed
sabia qae Eslevflo eslava encarcerado bem como eu ;
mas nanea fallavarous porque fra entupida com
gesto a fonda por onde meltiimos notaos bilheles. e
nao havia oulro meio de correspondencia. Eu esla-
va mais triste e miis fro qoe nm cadver.
iContnuar-se-ha.)





DIARIO DE PEMMMBUCO QUINTA FEIR* 4 DE OUTUBRO DE 1855
V rainha, depois do ter TM^fe perla Indas as li-
tera po accuinuladas no Hotel de
as riqucfjs arlisli-
^>uj scalos preceden-
om o saines, cora
tlfll. III V(
Hotel de Vllle, II-
ver o* preparativos esptr
i im pera naite de hoje.
tos pelo exterior. A iege entrara
armas e pelo tribunal real, que Ihe
10, entre cada nina das
le domea Ilustre que o rodeiam,
-al algum lampadarios que lusionlnm
Pasando iictDilment pelo vestbulo da capella,
oo pela eel.-ada do tribunal dos principes, vai-te
dar ao lerraqo da fachada do caslello. lie all que
>e descohro n magestosa illuuiinaeao.
Eis como ella esta dispoeta :
As duas bacas do uurle e do Jul, guarnecidas de
laceas de inarmore brsnco, em que descaocam viulc
a quatro guipo de brome fundidos pelos irmSos
Knller, por.iitubrV, ou por Roger, avullain no meio
de urna iliuniiiiacAo de vidroa do core, que repre-
sentan! fiordes e arabescos ; os Amores, e os peque-
nos Genios, i iie so erguem no meio, mis a cavallo
sobre delphii s, e oolrus empunhando cornucopias,
ajos com grinaldae de yidros de
cores ; cima das quaesje veem suspensos globos
de vidrojilu atinados.
i lerido ile vidros de cores em toda a sua ex-
10. Di vi le-se em reparlimentos, esda uin dos
tem na parle superior um adorno, ou uin flo-
e-vidros vermelhos, ou azuea. No meio da
ala direila e esquerda desle terrado ba duas portas
moiiumeniaf -, adornadas de ricos arabescos.
As duas ata vo prender a um iminenso prtico,
qu faz freule para as janellus da sala dos espelhos,
so den u baile, com trinta arcadas, duas por-
tas, que se orrespondem direila e esquerda. e
no meio um trplice fastigio. As pilastras que di-
ii cada arcada tem na parle superior alguns
:o!lo do seclo XVII, e outras as coras
do Franca e de Inglaterra, cora os seos competen-
tes escudos de ambos os lados, nos quaes se veem
en trelacadas as firmas da raiulia, do imperador, da
iiiiperalrii e do principe Alberto.
O fastigio principal lera no alto urna rosa, c por
b.uxo as bandaira* de Franja e de Inglaterra ntre-
os desenbos que acabamos de dcs-
crever.'sao de vidros de cores ; alomiam com a sua
lu todo o terrajo nos baixos do cailello, a espeisura
dos bosques, o (apele verde collocado a seus pos,
descobren) a perspectiva do grande canal, refleclem-
> em todos os tanques, olterecem im espectculo
mugesloso.
Toda esta decorado que nao tem nada de com-
muui com jm palacio inourisco, como afflrmaram
alguns joma ss, mas que he una simples decorarlo
do phanlstiii, que se approiima abruma cousa do
o de Lula XIV, he devida os esforcos de M.
Questel, archtecto do palacio. Calcularse quede-
vem consumir cincoenU mil vidros de cores.
Cunlinuaiido a caminhar pelo terrajo na direejao
do palacio, ve-se encostada a fachada do sul, cuja
frenle ulha pira o laranjal, urna immensa estrada ro-
d hincos guarnecidos de tapetaras dos Go-
bi'linos, e ralada uo meio por urna escadaria que
desee do pri uciro andar.
Tal he cu resumo o aspecto verdaderamente
mgico, que aprsenla no exterior o palacio de Ver-
sa Ihe-
O banquete foi servido no sallo do theatro. Os
primearos camarotes liohatn sido reunidos scena
por um pavimento movel. Havia no salSo quarcu-
la mesai de doxe cuberas cada ama ; mus ama
mesa de nuve cuberas no camarote imperial, e
duas de cinco, coberlas cada ama nos doos camaro-
tes pn
A galera do* espedios, destinadas ao baile, esla-
va illoaninaila com tres ordens do lustres, e un gran-
de numero de candelabros dourados, que sustenta-
os quarlos da rainha, os do rei
e a sala da darahnia estavam lambem Iluminados
por:'
i di opera, de um aspecto verdadeiramen-
ko, I avia lambem profuso de vidros, lus-
e ramalbetes de flores. A Ilumna-
te mais de 3,000 velas.
.) imperai or e a rainha de Inglaterra, lendo che-
> as dez horas, enlrarain im sala da claraboia
pU escad.ilia do rei, situada ,i esquerda do paleo
de marmorc ; os convidados eulravam na galera
dos espalos pela escadaria dos principes, que.com-
munica com os quarlos da rainha.
i'o paleo do caslello havia lambem urna il-
la minarlo lirilhanle, assim como na praja d'ar-
tnss.
reida de S. Clood al ao cabejo da Picarda
i igualmente Iluminada de urna mentira bri-
Ibinte.
V chegadf do imperador a da rainha Victoria, a
do Baile rompen o livmno nacional m-
depois da anegada da SS. MM. deu-
:'i i ib fogo dearliticio. cuja peca principal
de Windsor. Esle fogo li-
la por MM. Aubin, e Hnggieri, ar-
tillas do mu i
lo .fago rompau o baile; eram dez
o bauquete, que, como cima
di sernos. r-se na sala do espectculo,
cometaria pouco mais on menos pela roes noite.
F. COUIIIS.
Monileur dSS.) _
A raim* 1< IngUlerra encarreguu lord Claren-
bocios eslrangeiros, de di
na a expressSo dossentimen
e S. M. pela recepto que ella rocebau da ci-
dade de Pai
igosto.
me ordena o eipressar-
municipal sens sinceros agradeci-
ineutos pela testa quohonlem sedeo em seu obse-
de magnificencia dos adornos, o
:ilicio a a eorlezia dos numerosos
irain-lhe urna duradoura impressao
u espii v. a .er.i empre presente a sua me-
llis igra,lavis incidentes de
;5o que a rainha recebeu
raWcio do eorpo municipal, S. m.
ra Sr. prefeito, que ella nao poder ja-
esqoecir a recepclo qoe encontrn na popu-
Paris: ella deseja renovar as segurancas
a profunda gratidao pelas calorosas cvpressoes
un que ella em toda a parte foi sau-
d.ida na sea passagem, quando, com sea Ilustre
lo e amigo, visitn os numerosos edificios em
se acliain culligadas com tanla profuso as re-
do succesao da najao francea na arles,
i ai e na guerra.
Porem e reconhecimento da rainha
nda menores pela con vierto de que seas pro-
ihditns participan) das benvolas manifesta-
do que ha sido objeclo. Ella as considera co-
i ratificado dada pela Franja allianja qoe
i tillo so entre o soberanos, mas entre
povo dos deus paites. Ella est convencida de
es (pie aprendern! reciprocamente
a apreciar-se urna a oulra na guerra empreliendida
par ama causa ao mesmo lempo justa eequilaliva.
e que nao mais serio rivaes, excepto em conseguir
0 resultad commum que tem em vista, permaue-
i setopre unidas pelos lejos de inlereeseque
i avnnb> se lornaro inseparaveis.' Esta uniao
tem sulo o lesejo rdanle do corceo da rainha, e
sua visita magnifica capital da Franja inspirou
. M. com uro profundo iuteresse pessoal pelo bem
ie uajo.,
Auroveito esta occasib aura offerecer-vos, "Sr.
1 refeilo, a seguranja da minlia distincla condide-
rajSo.
Cltirenoii.
tro "al
pendencia Belga de 29.
ovia a 21 qua o bombardeamento
les esquadras alliadas u,1o causou dam-
os de Sweaborg. S. A. I. o
mtino, grande almirante e minis-
iio-se em pessoa aos arrdores
alen; fe urna inspeejao minuciosa de todos
uciasdesle bomba.deameaUo psra retna-
iiediala.nenle. As perdas tarara de pou-
ea cousiderac.lo e fiao inorreu ueobnm oflicial supe-
)aS
Esercvem-nos de aples que causou all gran-
le un .'diras dos peridicos estrangeiros
i polea. Segando estas foi has
-. -ilias eslava entreguo a todos os
i despotismo. n'um sendo
lelamente hostil as pitencias occidentaes. ra-
lo be falsa, como lambem de ser prohibida a
evpoitnciii de biscoulo, e sabeudo o goveruo o resul-
i-ita va permillir a exporlajuodos graos.
i i pmspe i lade e Irauquillidade interior do
o completa, e o augmento dos
os em todas as prajas da Europa he urna prva
i documento oficial recenlemen l'pu-
o de 18Bi mais de 16 mi-
iram applicados a Iraballioavpubli-
Ile superior a' decima do orrarnculo doanno.
ireleridido terror qua reina em aples nio ex-
,ao de escriptores interessados
rhomboidal" tendo em cada urna das suas faces um
bizel mu oblu.o a converlendo-se por consequencia
ero um solido de viole equatro faces. Nestas faees
se podaran) observar os riscos pouco Motivis que
rondtatam aos octadricos que caraclerisam o dia-
manta como especie mineral. O seu peso era mui
grande, mas depois ticou ramio redundo pela ope-
ra jio do coila, poia que neoessilnu duus mazes da
um Irabalqo atSidno, effectivo sob a inlorvencao do
encane a pela unir acjflo da m, tem quasi meta-
de du paso primitivo, mas o peso e o brilhn o ele-
van! cathegoria suprema desta familia de dianian-
le* qna compe o diamante do gnle Mogol, oOrloll,
o Re|Hl(e, o aney, o Kohuoor, a alguns autros. U
diamante do grdo Mogol era finito de 900 quilates, e
corlada de 27!) !l|lfi, o tlrlol qoe enriquece a eabe-
ja do eeplro do czares he do 195 e da grousnra de
Han ilvo da pnmbo, o Hegeute que fainarle das joiaa
da coroa de Franja pesa 136 quilates 3|J, foi cun-
prado na Inglaterra durante a. ininoridade de I,ni/
XV pela prejo de. 2,.'iU0,e00 fr. O Kohinoor cedido
pelo grao Mogol a companhia das Indias que o offe-
receu a cora do Inglaterra pesa 122 quilate-, o
Sane) trazidn'de Constintloopla para a Franca pelo
bario de Sancy pesa 5,! quilates, cuslou 600,000 fr.
.No meio deslas pedras histricas o diamante brasi-
leiro, a Estrella do Sal he cnamado a occopar um
grande logar e feliz ser a cora que o contar entre
os sens fiordes.
A Rittori.
O suocesso Iliterario e dramtico mais nolavel qoe
aelenha producido depois de varios meses heaappa-
rijio da eminente actriz italiana, chegada aindn ha
pouco quasi desconhecida na grande cidade france-
sa e hoje na posse de urna relobrdade univer-
sal.
Pars deixa aos eslrangeiros n cuidada de escolar
a applaudir o repertorio ordinario e no renovado
dos seos diversos Iheatros, est inteiramente entre-
gue a Kistori. tem sorriso, so tem lagrimas, sii
tem bravos, s tem flores para ella, elle tan preorcu-
pado da >ua preguijosa negligencia, que s se digna
fallar a sua propria lngua, procurara al estudar a
lingaagetn do Dante para melhor admirar a bella
aclrix na iuterpretajito das Tracas e paludas obras
do Iheatro italiano, te esta nao estivesse em vespe-
ra de aprender e dizer as immorlaes obras primas
de Comedie c de Hacine. Cousa maraviihosa Im o
talento :ella tomn aos eicriploras dramalcosdatla-
lia quatro esbojos descorados, e fez delles quadrns
de grandes mestres, tem prodisiosamenle creado
quatro papis apenas indicados, e transfigurou intei-
ramente as paludas heronas de Alfieri, Silvio Pelli-
oo e Carlos Marenco, de tal serle que o publico sob
a fascinajao inexprimvel da graja, do geslo'e da
diejao nao tem mais nada que pedir sealo lomar a
ver sempre eescutar iiicesianlemenln Mirrha, Fran-
cesco de Kiniim. Maria Stuaxda e Pa de Tolomei,
pronuncia de tal surte a phras* italiana Uo fluida,
lao sonoia, tan barraonipsa quas t-m feito della a
msica mais deliciosa, a s palas ras que ella deixa
cahir dos seus labios Bellini, Oouizelli e Rossini na-
da poderiam accreveentar.
Mirrha, a tragedia da Alfleri.he como al'hedra 'le
Kacine ama peca baseada sobris emojoes, sobre os
terrores de urna paixao que tem medo de si, e que
lio se alrave a confessar-sc a si propria, Mirrha ex-
perimenta pelo pai urna dessas alTaijAes desordena-
das que sao por si sos urna grande desgraja.uma pu-
nijau viuda do eco. Bistur tem adiado em urna
situajao quasi mpossivel transportes de urna digni-
dade admiravel, assenlos que causa urna eiuojao
cruel, taro sido pathetica, tem side tcrrivel, lera si-
do su berba.
Mara Sluarda he a iraducjan italiana da obra
prima de Schiller, essa bella herona do XVI seculo
lera para a posleridade (odas as seduejoes irresisli-
veis que ella linha para os seus contemporneos,
Mea ludo' os seus desvos, com todas as suas colpas
foi filo infeliz que muguen) lem a curagem de for-
mular urna censura, e todos encontrara em si para
ella ajs mais puras sympalbiase as mais bellas lagri-
mas,
A grande actriz tem maravilhosamente compre-
hendido o papel, entrou cotn Indas as grajas mais
ternas, lem apagada ludo qosnlo havia de spero,
derude as altitudes da situajao, lem sido especial-
mente iiiollier. conservando captiva essa deliciosa
preoecupajao de agradar e ser estimada, depois to-
das as vezes que ha contacto entre ella e a eslima-
vel Elisaheth, depois dos esforcos sobre si mesma,
depois dos primeiros movimenlos de. rivalutade ad-
mir.ivelmento conlidas, lem prorompido em colera
e juntado a toda a sua grandeza de mulher infeliz e
aprcsenlado toda a ua magcslade de rainha. einfim.
nos ultimes lisiantes, nos diversos adeoses ao p do
cadafaljo, cercada dos seus servos leve toda a digiii-
dade christaa para recolhcr as lagrimas daquelles que
amou, leve toda a elevajo que comporta a situajao
suprema.
Franceses de Kimini he a paraphrase de alguns
lercelos immortaes do quinto calilo do Inferno do
Dante: \
Sai leggecamo un giomo pcrdintlo
Di LanciUlto, come amor lo tlrinte
Soluacamo, tenmalcun totpelto.....
ijael yiorno pui non leggemo acanle.
Silvio Pellico nao accresciMiiou nada narrajao do
Uanle, e a sua obra n3o lem urna situajao mor-
tal, he urna longa canjeo d'amnr, e he mister ouvi-
la cantar. Ordinariamente se roubam esses instan-
tes, so inanifesla tudoquanto a paixao lem de encan-
tadora e quasi uellavel ; o uosso poeta inspirado
affroulou francamente as dilliculdades e oncheo os
cinco actos com os deliciosos murmurios dos seus
pombos, Francesca e Paolo.
Pela sua parle a nossa diva salva a monotona e a
extenso, moilra-se toda era en amor, lem um
abandono que se mo preoecupa de cousa algoma, al-
tiogio os limites da mais delicada conveniencia, e o
pubUfco assislepela primira vez ;i reprodcelo da-
quillo que arle por um falso escrpulo ou urna
real impressao deixava escondido na sombra.
A Pa de Tolomei he urna obra dramtica igual-
mente tomada ao immortal autor da Dicina Come-
dia : O dado menos popular que o da Francesca exi-
ge ser aqu summariamenle exposto.
Rinaldo dla Pielra esposou Pa, filha do velbo
Tolomei, o iimiso da sua casa, os partidos diverso/
encetam a lula, eslava para ler lugar urna balalla
em que a espada de Rinaldo e a de tiaulhier aau
confiado so poderiam encontrar, .antes de partir
Rinaldo confia a guarda dos seus castellos e da sua
mulher Mugo, sea amigo e seu subordinado: esle
ama em segredo a Pi e Ih'o declara, repellido por
ella jura vingar-se e advertido de que tiaulhier de
Tolomei tem promellido 'annunriar a sua nula a
conclus.lu da patalha no mesmo da, tem o cuidado
decollocar em distancia seu amigo Rinaldo, que na
obscurdade nao pudendo recoohecer o cunliado, jul-
ga a mnlher criminosa. No meio de Masunnetle
Sienue'ua poca do anuo em que os miasmas pesli-
lenciaes vem all saprar a inerte, Pa foi encerrada
em um dos castellos de seu marido, e ah condem-
nada a morrer. Rinaldo vem urna vez nesla habita-
cao dizer-lhe.o motive, porque a tem captiva e esla
se justifica, declara que Cautluer de Tolomei era o
mancebo da entrevista da noite, se engaa sem que
souhesse, tiaulhier linha sido morlo pela manha, e
Hugo para perde-lo linha enviado em seu lugar um
soldado revestido com nina armadura quasi seme-
Ihante i do joven Tolomei. Adiando o marido in-
crdulo, a pobre mulher para mostrar a sua inno-
cencia cotila a Rinaldo o amor insensato de Hugo,
mas impotente para persuadir o espeso, ei-la entre-
gue sem appello.
Erijrelanlo o velho Tolomei suspeila a fidelidade
de Hugo, provoea-o e arranca-Iba o segredo, elle le-
va a toda a pressa a verdade a Rinaldo, ambos cor-
rer ao caslello da Mareunue. Oh ja era tarde I
Pa esl expirando, e s tem a cousolarao de ver a
sua suprema jutificajao. Ristori comprehendeu
superiormente o papel, poupou para o quinto acto lo-
do o sea cHeilo, que lem sido inmenso: apoinda so
hre nma ameia do caslello que Ihe deve servir le t-
mulo, observa se a livranja despoula no borisoule,
as violetas -la morle ja Ihe subsliluem no rosto as
rosas da vida, o longo eolio verga debaixo do pesa
da eabeca, de repente um rumor de passos de caval-
los se faz ouvir, he o perdi que chega, mas foi me-
nos gil que a vinganja, a altiva e casta mulher es-
pira nos bracos do pai, piocurando com as maos tr-
mulas atrave das sombras da morle a cabeja do es-
poso de joelhos, feliz le urna tal morle que ella n.lo
soube esperar. He impossfvel exprimir com urna
verdade mais pungente os soffrimentos dos ltimos
instantes.
Erafun, em ultimo lugar Ristori moslrou-sa em
tiinvanna d'Ario, prologo imitado segundo Schiller
por Andrea Maflei. Joauua vive nos campos de au-
couleurs evitando as vozes que Ihe rallara e Ihe di-
zem que expilla o inimgo da trra natal. Rarlrand
passa por junta delin, tendn um capacete que urna
cigaua Ihe deixa entre as maus. Joauna se lanja ao
capacete, loma-o, cnnlempla-o com urna admiradlo
profunda, he a primsira poja da sua armadora q'uo
Dos Ihe enva, culloca-u na cabeja e a pastora tor-
na-se urna herona. .
Ristori Indui maravilhosamente esta transl'oruia-
jao, anda ha pouco perturbada pelas visos, revela-
se inspirada e radiante, salvar a franja, diz aos la-
gares da sua infancia adeoses que sao a mais arreba-
tadora meloda que se possa ouvir. N'uma palavra,
a grande trgica he de porte e de engenho capaz de
personificar loda as heronas, lem a grandeza, tem a
forja, tem a fascinajao,^tem a graja, tem cima de
De 4oaquim de Castro egilva, subdito portuguei,
peitiudo iiaturalisar-se cidadao brasileiro.A' com-
inisslo de conslituijao i poderes.
He approvado o segninle parecer :
a Manoel Jos Rodrigues, porleiro do gabinete
imperial, edoronseUjo de estado, pede ser reintc-
gradu tiaquelleetnprego, ou sor aposentado com os
respectivos veneimenlus desde a data em que fura
suspenso.
A cummisaao de penses e urdenaibas, para po-
der resolver acerca da justija fiesta pretenjao. he de
parecer que ao goveruo se pecara informares a res-
pailo.
Cmara dos depulados, 7 de agosto de 1855.
/. K de .V. S. Lobaln.D. Franci'co. a
ORDEM DO DA.
Privilegio a Augusto Frederlco de Olictira c Fre-
derico foulon.
Procede-se i volajio do projecln n. 55 desle an-
no, cuja discussao havia ficadu encerrada na sesaslo
anlecedenln, que approva o privilegio exclu*ivu con-
cedido a Augusto Frederico de Oliveira e Frederico
Coiilon pira eslahelecereui no porto da capital ili.
provincia de Pernambuco um ou dous vapores
alim de serem empregados. no servijo do inesmo
porto.
He approvado.
Prctenrao do Di: Ale.ranire Jone de Mello Mo-
raes.
O Sr. Paula Rapthla requer urgencia para que o
projeclo apresrnlado pela commiasao. de aude pu-
blica, que antoras o governo a fazer um empresli-
mo ao Dr. Mello Moraes para occorrer s despezas
de iinzrossao do seu Diccionario de modicina, te*
nha prinridade na discussao a unirs materias que,
como esta, foram lambem dadas para ordem do da
de hoje.
Esta urgencia he approvada ; entra por con-
seguale em priineira disenssau o referido pro-
jeclo.
O ."sr. Paula Baptista requer ainda que o provecto
lenha urna s discussao.
Kslu requermenlo he rejeilado. e posto a votos o
projeclo, passa 2." di-cn-sAu.
Facorc* companhia de paquete* capnr.
Futra cm 2.a discussa, o projeclo n. 59 desle an-
no. que approva o contrato celebrado pelo gover-
no com o gerente da companhia de paquetes a va-
por.
9Sr lidas, apoiadas e enlram lambem em dis-
cussao as emendas que publicamos no Jornal
de 9.
O Sr. Ferraz:Sr. presidente, por engao de co-
pia dao-se algumas ncorrecjes as emenda- que
offereci; as correcjes V. Exc. j me fez o favor de
adinilli-las ; agora me cumpro motivar doulrina
da emendas. Adopto as emendas da nobre commis-
-ao em toda a sua etteusao ; mas detej > que a c-
mara te compenetre da necessidade daquellas que
propuz.
A materia, senhores, he vital para as provincias
do Norte e Sal apiado-, ; he digna do toda a a Hen-
ean, e devenios separar inteiramente qualqucr idea
desfavoravel on udiusa que por ventura possa alguem
allegar contra o passo de reslringirinns o ruulraclo
da maneira propusta. O motivo que mo levou a esle
passo nao he de opposijo ; o desejo unicameole que
nos prende, que nos anima, he termos urna lindada
aperes siillcieiilemonle dotada de segu anca e com
modos, e aprestos uecessarius para evitar qualqucr
transime ou qualqucr desasir.
Desejra ouvir o nobre ministro do imperio sobre
a materia das emendas. Infelizmente nao *e acha S.
Exc. na casa : a cmara allender paranlo s ob-
servajocs que passo a fazer.
Sr. presidente, urna das emendas propostas pela
nobre commissa vem a ser aquella que obrga aos
vapores a tocar em duas provincias do imperio que
actualmente gozam des/e beneficio.
O Sr. //Wh-/hcj: Apoiadu.
O Sr. Ferraz:Nao sei mesmo, Sr. presidente,
porque nesla parle a regra eslahelecida uo contrato
anterior nao fot adoptada ; os interesses da admi-
uislraca i o e\igi.ini ; os iulercsses do coraraercioIhe
eran) favoravei', os interesses da uoiio o mais pos-
sivcl a deinaudavam.
t.iual n inlere-s poitanlo que se atienden elimi-
nndose deataeunlrata una tal clausula ".' O inte-
resses da rompuuhia ; mas esses eram abundaute-
meale recompensad is pelo privilegio e pela do-
tajao ou subsidb que se furnece a rnmpanhia.
O que pas motiven essa eliminar o'.'... Iguo-
ra-se. ,
Na miuha opinlao o subsidio he tal, oflerece to
grandes garantas de lucro que estou certo que se a
governo tomasse a si ajtsnpreza, efl'ecluaria nao s
orna ecoiioraa nesse tubsp|o, pas realiaaria a vanta-
gem do ama renda para os cofres pblicos.
Passa rei agora, depois de exprimir o meu voto so-
bre e-sa parle, a fazer urna oulra retlexao. Tive-
nios a experiencia dos anuos que decorreram al o
presente, o essa experiencia deve-uos habililar pa-
ja tnmaimos um novo systema de coromnnica-
jes.
Havia um outro concurrente a esse servijo, que
era a Companhia Pernambucana, que se ull'erecia a
fazer o servijo do Pernambuco al u Par.); o go-
verno devia aprovelarasvanlagens resultantes desse
ofterecimento c contratar com oulra ludia,
que com milito prnveito se pedera obler u
vi jo regular e muilo mais rpido. Emendo. qT
digo um sei vico milito mais rpido, qoe alera,
linha inljuine liarquelocasse pelos porlos das pr*
cas deverN haver urna linha de vapores de su
rior marcha, que podes-e fazer as vi.igcn-, nao ses
se direclameule, mas quasi directamente da corle aop
Para, fazendu lalvcz escala por um ou dous portos. '
Disto, senhores, resultara necessarameiile que as
provincias aanhariam eom as linhas inlerinedas de
porlos cosleiros, e ao mesmo lempo o estado e a ad-
inini-tracao ganhariam cop essa linha que fose qua-
si directamente do Rio de Janeiro ao Para, anda
mesmo fazendo escala por nm ou dous portos ispoi-
a-lo. ;.de-l,i sorle o Iransito sena muilo mais rpi-
do, o governo pollera obler vapores de maior lota-
jo e Torca ; e por outro lado, novijoi como nos so-
mos, llevemos admittiraquellessystemas, e praticas
de outras nsjrs mais adianladas que nos ; assin fi-
cariamos habilitados a ter vapores de laes cnndijes
e lotajOes, que quando se desse um caso c>trono de
guerra, laes vapores poderiam ser convertidos em
vapores de guerra. Segundo as leis da Franja os
vapores das bubas subsidiadas pelo governo lem ne-
cessidade de serem construidos por certas systemas
e cnndijes qoe de um momento para oulro se pos-
am coiiverler em vapores de guerra"....
O Sr. Augusto de Oliccira : Por isso he que
ha poucos vapores em Franja.
" Sr. Ferraz : Anda que o subsidio fosse
maior, com esses requisitos o paiz lucrara muilo, e
o estado lambem.
Ora, Sr. presidente, essa idea devia ser admitala
com muila facilulade no contrato que se fez ; agora
alongando pelo espajo de nove anuos o servijo da
acloal companhia, e-paco esle que vem cortar toda
a esprranja de um inclhor contrato quando as cir-
cumslaucias .lelerminassem utna medida ou um sys-
tema aperfeijoado.
O projeclo au marcoii lempo para a apresenlajao
de iiovos vapores, admiltio os vapores velhos, dan-
do arbitrio sem reslriccao alguma ueste ponto
companhia ; desorle que o resultado he servir-
S
o reino sb falsas cores; as ludo a que faz a mulher"com as suas irresisliveis e-
ao smente in- ducjea, e sem e
nances que nao niere-
4ico dot Pobres no Parto.)
COBRE SPONDEMCIA SO DIARIO SS
PERMAjJirBTJCO.
KI9
h liersetembro.
> unicertal.
ras chraam lodosos dias
a Pars, adaVaa' avais, eealefluxo anda
nao leve o respectivo relluio. 0 prmeiro passo, o
primeirn olhar de cada um dos recem-chegados be
ivariavelme palacio dsa Cam-
po Elyseos. O | I em 1851 encer-
ado sob o nmade
illrahia os curio-
Elv-eos he mais favore-
c'111 s maravilhas
oirereee elle aos olhos dos visitadores, o mus groeao
dos diamantes vindos do llrasl para a Europa :
Estrella lo Su A Estrella do Snl deve ser colloca-
da enlre os htilhanles privilegiados, provm das mi-
nas da Dagagem, dislrict, da provincia -de Minas
teraea ende foi encontrado por urna negra em 1853.
Nada evoca e na nccasiao da sua entrada em Fran-
V, Ha otaninle lialti forma de um dodecaedro
je, e em entrar em loucase pueriscompara-
joes, pde-se dizr que esla artista t.lo repentina-
mente revelada possoe um dos raaores talentos da
poca contempornea.
C. V.
IITERIOR.
RIO DE JANEIRO.
CAHIAR4 DOS SRS. OEPUTADOS.
Sasaao' o da 8 da agosto da I86S.
F-so e approva-se a acta da sessao antecedente.
O Mr. prmeiro secrelario d coala do seguale ex-
pediente :
L in olcio du Sr. ministro da hienda, remellan-
do ura raappa das operajoes occorridas na secjjo da
assigu.itura e subsliluijao do papel-moeda al* o lim
de junho prximo lindo.A' I .a commissaode orca-
menlo.
Do presidente da provincia de Santa Calharina,
enviando os actos legislativos promulgados este an-
no pela asseinhla legislativa da mesma proviucia.
A archivar-se.
liu rcquerimenlo da Ordem Tarceira de S. Do-
mingos de liusmao desta corte pedindo lotera;.A'
commissao defazenda.
se desses vapores velhos, ronceiros e maos, em que
os parliculares^ulam, ja com as m* accommodajes
e ja com o receio de algum desasir, e alera de ludo
o servijo nada ganbar.
Vejamos anda por oulro lado o que nos indica a
experiencia. O subsidio foi augmentado em certa
poca, e pergunlo. ganharaos-alguma cou'a confes-
e augmento de subsidio ? Nada. A companhia li-
nha comprado dous vapores ja' estragados de urna
companhia de vapores da provincia da Rabia, que
eram o S. Salvador e Todos os Santos, vapores que
ja tinhaiu tilo grande uso no eslrangeiro. Cooajr-
vnu a companhia Jesses vapores assin como os an-
tigs que nao liuliam as coudijles neceasarias' para
esse servijo, depois de largo espajo obleve o vador
(uanabara. que por ser novo he um dos mediares
da companhia, mas que nSu lem as condijes preci-
sas para o servico, e o vapor Tocantins, o melhor da
companhia.
Se pois a experiencia uos demonstra que a com-
panhia nJo loma a si o desempenho de encargos eo-
rao he de desojar, se a companhia em consequencia
de seas clculos perdea vanlagem das paasagens at
Pernambuco, que >ao absorvidas pelos vapores das
linhas ingleza e portuguezn ; se seus clculos sao
feilos assim. pederemos esperar que ella por si se
raova a melhor fazer esse servijo'! (Apoiados.
Note, a cmara que ainda para se obler a redc-
elo nos procos das passagem at Pernambuco con-
forme a tabella dos vapores inglezes foi preciso urna
determinajao no contrato...
t) Sr. Augusto de OUceira : Nao, ja estavam
redondos antes du contrato.
O Sr. Ferraz : O contrato foi quera ubrigou a
essa redcelo. Mas, senhores, a reducjslo ou a igoal-
dade dos prejos das passagens nos vapores da com-
panhia brasileira com o dos vapores iiglezcs Iraria
vanlugens companhia '.' Nao, porque o servijo e
o Iratamenlo nos seus vapores he inferior aus dos
vapores eslrangeiros dessas duas linhas a que ha
pouco me refer, de sorte que nao ha ninguem nes-
la cmara que nao prelira embarcar uestes vapores
deixando os da compauMa brasileira. (Apoiados.)
V pois a cmara que nao ha esperan ja de que
esse servijo soja posto no p em que llevemos de-
sejar.
Quaes as coudroes de seguranja qua tem as vidas
dos passageros nos vapores da companhia brasilei-
ra ? O governo lera entregue ludo isto a compa-
nhia ; nos oulros paizes marca-se o numero, quan-
tidade e qualidade dos aprestos.do* ulensilios.dc sal-
va-vidas que deve ler cada um vapor ; minda-se
examinar o estad de suas machinas, ha urna rigq-,
rosa liscalisajao, ha curamisioes cm cerlos pouios-
que examinan nao tai o ealadu dos barcos um rela-
jeo a segurara;.-!, mas eomniodidade dos passagei-
ros e seu trataoienlo -, enlre os deixa-ie ludo isso
ao (alante da companhia. e o que dahi resulta, se-
nhores, he que as passagens eslao ao arnitrio das
agencias (apoiados) ; o nobre deputado pela Rabia o
Sr. Coa* Siqueira revelou a casa o que lia poucos
dias succedeu cora elle apoiados a assim como o
nuhre deputado multas pessoas sequeixam (mulles
apoiados', e nao ha pessoa alguma que nao sinla
queixas pelo mo Iratamanlo e servijo dessa
companhia (Apoiados., O nosso collega presi-
dente do Para pode muito bem revelar o que Ihe
succedeu na sua viagom do porto de Pernambuco
para o Para ; toda a sua roapa ficou avarlada. A-
poiados.
Ouasi todos os vapores da companhia estalo em
muri mo estado, aludos sabeiti que por esta razio
de ordinario rasas embarcajes vem-se na necesii-
dade de arribar a porlos pequeos, faaendo assim
desapparecer a rapidez das communicajes: a por-
que acontece isto ? na ponina estas emJjarcacoei
nao lem a tiscaliaaj,lo necetsana ; e anda nada se
prnvidenciou no novo contrato.
Nos ootros paizas marca-se ata o mnimo da valo-
cdade da marcha, porque urna mbaroajao bode an-
dar bem e depois mudar, pode depois de botar 12 oj
13 militas por hora, donar 6 ou 7 em contequencia,
ou de urna iraperfeij.lo, ou de necessidade de con-
cert. Ha grande vanlagem na eslipulajao do m-
nimo da velocidad* da marcha alera da forja da
machina ; assim, lodos os contratos de Franja com
as companhias qua ella subsidia sao feilos com .es-
tas rondijoei.
Vamos agora ai yantagens dos pasiaaeiros. Eu,
senhores, nao preciso aqu apresentar leslemunhos,
porque a cmara toda pude alteslar o que passo a
expor sobra o mo Iralo dos passageros. {Apoiados.)
Os passageros vem incuinmudados. milites senadores
e depulados vem dormindo sobre as mesas (apoiados)
incommodados encommodaiido a seus companheiros
deviagem. (Apoiados.)
O Sr. Araujo Lima:Ai aecommodajfles a
bordo sao horriveis.
O Sr. Ferraz : Eis um leitemnnho que prova
a minha verdade de que as accommodajes a bordo
sao horrivei. (Apoiados.)
O Sr. Caes Siqueira \_ Nao ha polieia alguma,
a burdo os moleques vo fumar as mesmas c-
maras.
t'm Sr. Deputado : He urna negrica.
O Sr. Ferraz : He insunortavel o escndalo
que aprsenla a reunlao dos escravos de ambos os
sexos com os recrulas apiado. ; em occasio de
mo lempo elles se vem na necessidade de se aco-
Iberem por toda a parte. (Apoiados.)
O Sr. Ges Siqueita:Faz lastima ve-Ios
Urna voz:He verdade.
OSr. Ferraz:Urna occasio eu vi que um rc-
cruta, nao leudo aonde se deilar, deilou-se sobre
urna chapa de ferro que licava sobranceira ao depo-
sito do fogo, e quando amanheceu eslava inatilisado.
O maior escndalo, a maior devassidao se observa
a bordo desses paquetes. Mullos apoiados.) No lu-
panar au se cummcllem arlos tan indecentes e dig-
nos da maior reprovajao como no convez e no tom-
badilho desses barcos apnados repetidos), em conse-
quencia da mistura dos ecravos do sexo masculino
com o feminino, e dos recrulas, e do modo por que
vem agglomerados. Minios apoiados.'
Por oulro lado, Sr. presidente, a companhia mal
conduzia escravos de passageros ein oulro lempo, e
hoje he ella quasi exclusiva conductora delles.
(Apoiados.)
O Sr. Ges Siqueira:He o seo principal ne-
gocio.
OSr. Ferraz:-E que inmundicia !.... Que tris-
te espectculo !... Oue tormentos para os passage-
ros e para os pruprios escravoa!...
E quem podera levar sua familia uestes barcos '.'
Du ella lia de ficar iuteiraiuenlc reclusa uos camaro-
tes ou outau ha de ser testemunha de fados que nun-
ca em sua vida lalvez prrsoociasse.
Por oulro lado, senhores, depois da entrada do
novo gerente e de urna reforma que houve sobre co-
me,lorias, a mesa he a mais mesquinha que pode
dar-se .muito, apoiados:; resento-se de falta de as-
seio, falta do utensilios, falla de ludo, he urna ver-
dadeira lasca ; e os coininiu tantos dizem que a cul-
pa nao he delles, pirque nao tem humos para bem
tratar os passageros. (Mullosapoiados.)
Eu hei de lembrar-rae sempre das priuieiras vagens
dos vapores linperalir e fmperatriz.do vapor /rriper-
rudor principalmente, que era commandado pelo di-
gnooflicial Falco; compare-se essa epocaeom a poca
acloal. Ora, eu nao repetirei ludo quanio ha a este
respeito ; os nobres depulados oconhecem, porque
lem soiTrido iijais e por mais vezes do que eu ; mas
pergeniare! apenas, se nos hav eraos de estar a tirar
dinlieiro da bolsa doi coutribuinlcs para um servico
lio mo, Uo desarraigado, e sem coodires algumas
de melhoramenloi. (Muilos apoiados.) E e governo
na,> coiihece esle estado de cousa-, 1 E quor conli-
nua-lo *.,..
Alera disso. senhores, lodos sabem que a compa-
nhia colloca as suas agencias de modo tal que s,lo
verJaileiros polenlados que nao se importara com
cousa alguma, e quando se reclama contra ellas,
anda o reclamantesollre. Ora, as agencias as pro-
vincias wmbem fazem cousas que nao sao dignas de
urna comqanhia subsidiada ; da rainha provincia se
reclama todos os dies contra alguns aclos ; o nobre
deputado o Sr. Goes rcvellou um delles. mas a com-
panhia nao providencia por forma nenhuma ; e
qual he o resultado? lie que ist que us laxemos
para bem do publico e sua commodidailc, nao lie
mais do que um presento para certa dezena de lio
mens queensaccam e appruveitam graudes dividen-
dos, e qoe nao se importara com as queixas, porque
nao lia urna autoridadeque lisculise o comprmanlo
do contrato, iiem > contrato estipula condijcs em
virlude das quaes mis devamos obter um inelbora-
menlo no servijo.
E agora, senhores, convir qua embarcajes qoe
navegam quasi a expensas do publico, continen! a
servir de intermediario do trafico de eacravos que se
esl eslendeodode um modo tal que brevemente ir
alera do trafico de Africanos que se lazia por algumas
provincias (Apoiados.)
enhore-, as leis de todos os paizes que ad-
~ps escravos, se cstabeleciain regras
icebessem a burdo das embarcajes
re passageros de que aquello que
Juas enramo.lid.idas, e islo por bem
e nos que subsidiamos esl compa-
aquererque as cousas conrnuem
lereinos os mesmos sentimenlns
lo interesse para regular esla par-
rrVKtantO. Sr. presidente, que he
'da ir-e*5te^eaffstvf nao lie possi-
sslm couliiiue.^nr oulro lado a polica
ores he pessima ; qaasi n,lo ha viagem em
3e se nao d um desaguisado, cm consequencia do
eleixocom que se anda em alto mar; a companhia
nao se importa com cousa alguma, os cuminandan-
les dos vapores nao tem o cuidado necessario, nao
lem os signaes, nao lem as vigas que sao de misler
para a seguranja da navegajao.
as minhas; emendas,Sr. presidente, nao lenho em
vista sen,lo conseguir que n3o nos caplivemos por
muilo lempo, de modo que nao poseamos obler al-
gum melhoramenlo nesle servijo, eslabelecer meios
de li-calsajao, de modo que os passageros lenham
a certeza do qoe o meo servijo ser vigiado a aa fal-
las punidas (apoiados), eslabelecer todas as condijes
de seguranja para os mesmos passageros, alem da-
quelles qoe silo indispensaveis para a sua accommo-
dajao, e acabar com o transporte de escravos nos
mesmos vapores, sao esles os fundamentos da mi-
nha emenda, ese a cmara adoptar fara um servijo
ao paiz.
Sr. presidente, eu Uve uma*conferencia com o ge-
rente da companhia, e perguntando-lhe se elle ra-
zia quesiao da prohibirlo de passageros escravos,
disse-me que nio. Nao rae le rabie i de pergunlar
Ihe sobare a liscalisajao ; mas estou persuadido que
lamben me diriu que nao. He verdade que o ge-
rente aclual he urna pessoa muilo activa, e que uos
d penhores de que algum melhpramenlo se far
apoiados mas o gerente nao faz ludo de per si, tem
um conselho ou direejao, e o conselho sempre pii-
xa para traz, porque o seu desejo he ensaccar gran-
des sommas de lucro para obler ptimos dividendos.
.Apoiados.)
O Sr. Augusto de OUceira : Mas a companhia
nSn deu dividendo por 12 annos.
OSr. Ferraz: Sea companhia 12 annos nao
deu dividendo, eu nao quero examinar a raz.lo dis-
so, e se o nobre deputado for examina-la, achara
urna razao plausivel ; ella aprsenla agoiyi bons di-
videndos, mesmo porque o subsidio he maior depois
de certa poca.
Repelirei, Sr. presidente, oque disse eu a princi-
pio, que o servijo pode ser mullo bem desempenha-
do aprovcilando-se as linhas intermediarias, e esla-
belecendo urna linha geral. Chamarei oulra vez a
aileiieao das pessoas competentes para a vantagem
de que os vapores da< linhas intermediarias loquem
na provincia da Parabiba, na provincia do Rio
Grande do Norte, na provincia de Sergipe...
O.ir. Leitiioda Cunha: E na do Espirito San-
to pela mesma razao.
O Sr. Ferraz : ... especialmente para o Rio
Grande do Norte, porque se o governo nao tiver es-
se meio, nunca saber noticias dessa provincia senao
com grande alrazo e demora.
Admita o cntralo nma linha addicinii.il entre o
Rio Grande c Porto-Alegre, e eu louvo o pon,amen-
to do governo nesla parle; mas se islo foi motivado
por urna razao plausivel. n toque desses vapores as
nutras provincias da menor importancia olTercce
lambem urna base Ail mais importante. Eslahe-
lece-se ohrigarao defama linha daqni para a Randa
Oriental, n eu achoque essa linha he muito til pa-
ra o nosso commercio ; mas nao podora o servico
daqui para Montevideo ser bem dcscinpeuhado pe-
la linha de Southampton '.' E so continuar a linha
de Liverpool, (eremos ainda cominunicares mais
estrellas ; mas em lira he um melhoramenlo, e eu
ralo me opponho a elle. O que porem desejo he que
o melhoramenlo das outras provincias menores nio
fique prejiidicado. e que se atienda smenle a essas
outras provincias e linha da Banda Oriental.
Senhores, um dos objeclos mais importantes para
o nosso paiz, na quadra aclual, vem a ser o eslreila-
menlo das relajees enlro as provincias ( apoiados) ;
estreilamento esse que se consegoe por meio da faci-
lulade das communi'carocs, quer por agua, quer por
Ierra Muilos apoiados.) O que eu quero lie que o
servijo seja bem feilo, c para isso sao precisas certas
condijfles que obriguem a companhia a bemdesem-
penha-lu, condijes que nao se encontram no cn-
tralo elaborado pelo governo, contrato qoe realmen-
te he muilo falli. Eu pejo cmara que lance tmlo
dos contratos feilos pelas emprezas de oulros paizes,
e vera que as condijes que uesses contratos appare-
cem foram absolutamente abandonadas polo nosso
governo. O governo franeez nesta parte he bastante
minucioso e previdente, o que se observa nao s nos
contratos dessa celebre companhia chamada das
Messageries. como lambem no contrato da linha de
vapores para a Corsega ; nesse contrato se estabole-
ceru todas as condijcs ueeessarias para a seguranja
dos passageiroa, para as suas accomodajes e para'a
exaclidau do servjjo ; e eu creio que mis nao pode-
mos desprezar o exemplo o a pralica daquelles qoo
esto mais adianlados do que nos a esle respeilo.
E, Sr. presidente, a adoplarcm-sc essas condijoei
que lenho a pon lado, eu ate mo compromeltu a nao
volar pela ultima parle da minha emenda, qua re-
duz o lempo do contrato a 6 anuos; u.1o me impor-
larei que sejam I annos, conlanlo que haja liscalisa-
jao e ludo quanlo be necessario para assegurar aos
passageros a sua vida, o sen bom Iratamenlo e ac-
cnnimodajSes, de modo a dar ao paiz commnnieajes
rpidas, facis ecommodas : he neste sentido que eu
vol.
projeclo relativo companhia de paquetes a vapor, e 1 ve, portante, a populado estar tranquilla, confiando
cunclue mandando mesa o leguinte requerimento: | na misericordia, de Dos, e na vigilancia das aotori-
ir Reqneiro que a discu-so to prnject seja adia-
da al amanilla.firtato.
Indn-se proceder a votacio, verlfica-se nao haver
casa, tica pois encerrada a dlsVussao do requerimen-
to, procede-se a chamada e levgnla-se a sessao.
PERNAMBUCO.
COMARCA DE GAttANHUNS.
15 de selembro.
Abrio-se desde o da 12 si sesslo da jury nesle ter-
mo, sendo de notar o numero da 55 procesaos, que
se achavam preparados pelo Dr. juiz municipal, os
quaes nao pudendo ser lodos julgados presentemen-
te, pens que haver ainda ama aesaa> este auno.
16
O invern lem inteiramente desapparecido por
c. Grande he o desalent que reina enlre os ho-
iiiciis, que fazem da agricultura e criajes seus
meins de vida, presidindo linalme.ile a semellianle
situajao o ameajador phanlasma da pesie e fome e
suas o.ilnracs consequeucias ; a tantos e t.lo eminen-
tes infortunios, perguntar-me-ha Vine, o que temos
opposlo ; nada absolutamente, antes os provocamos
todos os dias. Eu me explico. Para um povo que
se diz educado segundu os preceitos do cbri-tiains-
ino, pens eu que sao chegados os tempes da recon-
ciliaja.i com Doos, a da d.ns preces infinita boo-
dade, afin de que retire de sobre nos o meresido
castigo ; mas que vejo eu'.' na prsenle crise, como
sempre, os mana desreut-, pos |Hos nos dao direi-
lo a cr-los, como que fazem ostentaran de suas
miserias, quero dizer, dos seus Crimea ; e, nao se
importando com aa calamidades que ora pesam so-
bre os nossos i uaos ; nao lemem, antes desalan) o
raio a que os venda ferir em casa !
Vamos aos fados.
Nao vejo, como era de esperar, o povo affluir aos
templos para pedir a Dos o per,lao das suas culpas;
mas vejo u 111,1 mulher derramar o sangue innocente
de seu desditoso marido e raduzir a miseria c or-
phandade os seus proprios filhos. A candado, essa
vi rinde christaa por elocuencia, nao vejo pralicada,
nem mesmo modestamente o por modo lal, que a
mao direila nao veja que a sua companheira se abre
em soccorro do nosso prximo ; mas estou presen-
ciando lodos os diaaa miseria e a imprevidencia pu-
blica e mesmo entre os particulares, vejo o abando-
no em que jazem as classes necessitadas. Por oulra
parte vejo, por exemplo, o odio, o espirito de tur-
bulencia e o iieiihum a -atara,-uto as leis e as auto-
ridades com que certa familia uestes ltimos das se
ostculou ao lirar a forja d'armas e com inaudito es-
cndalo una filha dos bracos de sua inai, no mo-
melo mesmo em que esta a destina**! a um con-
sorcio, que merecer a sn 1 approvajao.
Vejo final nenie, na presente cris lodos os dias
violada a propriedade.
Onde, poia, o temor de Dos ; on le o senlimenlo
religioso deste nosso povo '.' e nem se queira altri-
buir a esse sentimeulo as manifeslajcs tumultua-
rias e sem signilioaca do pavo em massa, que af-
flue algumas veaes M misses ; todos- reconbecem
3'ue nestas reunies o povo he levado pelo espirito
e curios i.iile, e ah so conserva por hypocrisia.
Em Buique no anuo de 1853, pregava uin dia o
reverendo prefeito lia Pciiba, quando um dos assis-
tenles desfechou em oulro-11111 liro de bacamarte. E,
pois, pde-se aflirmar, parque he caso averiguado,
que os reprobo* nesla Ierra nao ce lera a idea horro-
rosa da r.in.lomearlo eterna, ainda mesmo quando
he pmvavcl no* appareja, o que Dos nao permita,
urna grande calamidade.
Dir-se-ha que nao ha repres-ao '.' neg ; fazem-se
diariamente prises a cadeia est atulriada de sen-
tenciados, suspelos e indiciados criminosos; e pois,
esta aiu la averiguado que os mos resisten) lambem
ao salular temor das leis. O remedio esl em ap-
pellar para o lempo e para o.movimenlo demorado
da nossa civilisaj.10,
O raplu a que alindo cima foi perpetrado no dia 4
do prsenle mez na fazenda Carrapicho, de l.uiz
Cavalcanli, freguezia do Cimbres, na pessoa de urna
menor filha de D. Lona de Jess Valenja : foram
autores pessoas da mesma familia Valenja residentes
em San-Beulo : dizem que essa moja, que por aqu
pa-siiii, romo gata por brasas, foi consignada a um
figuran da enmarca do II nulo ou da de Santo Au-
llo, alim de Ihe darem um marido. Grande pauta-
ra !
O assassinalo a que me rclru foi mandado prati-
enr, segundu se diz, por Maria de tal em seu marido
Pedro Notasen de Aaevedo, morador no sitio Co-
quinho, junto a infame povoaj.lo de Canholiuho'
nesla freguezia : a mulher se acha presa e o Sr. de-
legado de polica ao receber a noticia deu-se pressa
ere partir para o lugar do acontecimento, Irazendo
em seu regresso algumas pessoas presas implicadas
no crime : acba-se ainda ausente ura dos assassinos.
Adeos. ,
( Carta particular.)
------- IM0la
REPARTigAO DA POLICA.
Parte do dia 3 de uutubrn.
Illm. Exm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das dillereutes participajfies hoje receida*
nesla repartijas consta lerem sido presos :
Pela subdelegacia da freguezia de Santo Antonio.
a preta Rosa, por desobediencia.
E pela subdelegacia da freguezia da Boa
Francisca Maria da Canecilo e Francisca Carel
das Ncves, ambas por suspei(as em crimo de roubo,
Norberto Antonio Francisco, por desordem, e o
prelo Femando por turto.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 3 de outubro de 1855.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Benlo da Cunha eFigueircdo.
presidente da provincia.O chafe de polica, Luiz
Cario de Poica Teixeira.
Illm. Sr.Chegando ao nieu conhecimenlo que
se In desenvolvido nesta cidade um clamor contra a
prohibilo da venda, as ras e mercados pblicos,
da batatas denominadasRainhas inventan.lo-.e
que essa prrriubijao fora ordenada pela polica,, no
entretanto que nenhumas ordens foram lal respei-
lo dadas por esla repanijao, apresso-me cm dar dis-
to conhecimenlo V. S. recommendando-lhe que
d as convenientes providencias, para que cesseim-
inedialamente urna tal prohibir lo, que alem de abu-
siva he vejatoria, o nao fundada em le. ou razio
alguma, prevenindo-o de que peste sentido tenho-
medirigido aos subdelegados das freguezias desla
capital.
Dos guarde a V. S. Secretaria da polica de Per-
nambuco 3 de outubro de 1855.Ill'ra. Sr. Dr.
Francisco Bernardo de Carvalho, delegado de poli-
ca do prmeiro districto deste termo.O chefe de
polica, l.uiz Carlos de Paica Teixexra.
weassae
Illm. a Exm. Sr. A'V. ,fixc. .imlerejo o pre-'
seute relaiuno em que designo a conlinuajo do ser-
vijo da limpeza das ras desta cidade, a contar do
dia 17 a 22 do correle.
Foram de novo aceiadas as qoalro freguezias as
segunle ras, etc., mencionadas em meus preceden-
tes rehilnos. Ra da L-pa, Moe la, Cacimba,
Codorniz, Amorim, Vigario, Cruz, Tanoeiros, Sen-
zalla Nova, dita Veih 1, praja do Corpo Sanio, ra
do Pharol, liecco d 1 Cama, do ('.impeli, Joo Piu-
lo, Quaresma. Cha fariz, Neronha, travessa do Bom
Jess, ra do Collegio, ,la Cadeia, Crozes, Qneima-
do, Crespo, pateo do Paraizo, travessa e pateo da
Cniao, travessa do Peixe Frilo. roa larga do Rosario,
travessa da CVlein, ra das Larangeiras, Trinchei-
ras, estrella do Rosario, Passeio Publico, ra do Ca-
bog, dos (Juarleis. travessa do Cilaboujo, ra do
mesmo neme, lita de Senbor Bom Jess das Croulas,
do Mundo Novo, taecen Tapado, do Carcereiro, ra
doSol, Nova, Concordia, ra e paleo da Ribeira, ra
Direila, travessa do Serigado, pateo do Terjo, ra
Augusta, dos Marlyrios, Bertas, paleo de San Pe-
dro, aterro e praj da Boa Vista, ra da Conceijiao,
dos Pires, travessa doTambia, ra daCaixa d'Ag'ua,
pateo da SanlavajJK, Ribeira, ra da Alegra, Man-
gueira, Velha, wavessa do Ferrciro, ra do Cama-
rao, du Hospicio.- Principiou-se a aterrar a travessa
da ra da Concordia, que se acha va parte alagada.
Aterroii-se a ra do Cano, e oulros pequeos lu-
gares, onde empojavam as aguas das chovas.
Tambem man le aterrar parte da ra de Santo
Amaro a limpar a mesma travessa por estar inmun-
da em consequencia do despejo que all costumam
razer.
Lmpnu-se na ra do Uvramenlo o quintal da ca-
sa n. ti e na ra do Fogo o quintal da casa n. 41.
iJJCoiHinua-se 1 remover os entolhos e a aceiar as
ras, praiaa.'lrayesaas, le. e fazer-se todo o mais
servijo com arlividade, lendo-se j superado algu-
mas pequeas dillicaldadrs que obstavam b aceio das
ras, ele, proseguindo cu comu mo cumpre, a em-
pregar lodos os meios qua eslao sdb nieu alcance,
alim de lonscguir a exlinccao de oulros pequeos
embarajos que inrelizmenle existen!, e oslorvam a
conservaj-io da limpeza das ras. Fez-se o servijo
com 5i irahalli 1 lores e apuntadores, sendo inrerto o
numero diario dos primeiros, como se ve na- folbas
das ferias das quatro freguezias, na importancia de
rs. 2179201). Aluauel de carrojas que Irabalharam
diariamente as freguezias de Sanio Antonio e San
Jos rs. 1118a, na freguesa da Boa Vista 219. Areia
emprcaada no aceio das duas priineira* treguezins
2).-jt0(). Tudo conforme as cuntas apresenladas pelos
respectivos agentes.
Ferramenla que comprei para supprir a que se
lem inulilisado no servijo da limpeza das ras rs.
I32U0.
Agua para os Irabalhadres heberem, a conlar do
dia'II de agosto prximo lindo a 22 do crrenle,
sendo um balde diario emboada freguezia, 3y200.
He ludo quanlo lenho a relatar a V. Exc. Daos
dades, que eslao alerta quanlo nos seas deveres.
Pare.-i que o genio do mal n,lc quer deixar-nos
tranquillos. Todos os illas Mpalliamaw nU cidade
boatos siiuslros sempre com relajao f epidemia que
reina ui Baha a na capital du imperio ; mas feliz-
mente e les se desVanecem pelo leslemunho e crite.
rio das pessoas sensatas, vi.lo como aln preenla,
grajas n Providencia, nenhum easo de molestia sus-
peila tenirealmente apparecido ntrenos.
UltiBMmanle eousegulram fazer acreditar a urna
grande parta da populajao que estavam prohibidas
as batatas branea chamadas da Rainha. a que 01
soldados de polica rain os encarregados de fazer
deitai fra as qua fnssem Irazidas ao mareado. Islo
causou n,1o pequeo mal'as pessoas pobres, que pela
caresta do pao faziam daquella hlala urna parle do
su alimento, e conslou-nos mesmo quo alauem
houve, que flngindo-se aulnrisado. fez vallar alguna
matulos com as cargas daquelle genero malh-atau-
do-os, 011 fezendo laucar lora as cargas de outros,
ele.
Entretanto podemos asseverar que lal prohibilo
nao exista acerca das batata-, pois do contrario seria
ella publicada por esle Diario, para nao ignorar o
povo oque Ihe poda ser nocivo. Nem a commistao
de hygieue publica, nem a cmara municipal, nem alroavam de mistura com os fosuotes
Eitive na testa do S. do Carmo 00 dia '22 pelo
mullo que erhoou o estrondo das( novenas : com
eSeilo o Icmplo esleve magnficamente adorna-
do ; o sermao foi pomposo; o Ilustrado prior o mui-,
lu Rvd. Fr. Norberto da Purificajin Paiva desem- v
penhou a verdadeira eloquencia domis subido ora-
dor ; a msica encheu completamente de regosijo ac-
to tao magnifico ; as tercias pelo acert da cantera
subs de ponto; houve muilo arrojo de fugo ; e
3uando a tarda aconipanhava um numero ingente
a pessoas gradas, a lod.is as autoridades a magnifica
pruciinlo cora o audor da S. do Carmo ricamente
preiwirado, na passagem vlse um balso de urna ar-
chileclura para miin espantosa pela arle acuradissi-
ma de ua manufactura, era da mil veriadas cores,
segundo o colorido urna forma orsonlal paralleb,,
cujas linhas reunludo-se era um s poulo forina-
vam a eflgie da urna dcosa, que Ihe -dv-um o Ululo
deIrisasasnlada no pice da nma grimpa delira-
da, cuja base era urna soberba copula : na mo di-
reila levava ebeia urna bolsa, na ual jactava-se tra-
/.er a ferrulhados os deslinos.e aarJantades da comar-
ca conforme o geilo que Ihe convinlia dar ; e com a
eaqoerda urna, e multas vezes com pressa rpida,
dspedia-se dos ingratos, que por njals lempo uiu
queriam atorarurna lal conlnboijao directa, t,-
uiolada de porhi em porta a bem de urna certa pa-
panja, inesgotavel pela cotiaummldoi
mais bilioso estomago, dizeml,, com grllos qm
N
a polica prohibirn) a comida das batatas, que se-
gundo nosinformam pessoas competentes nenhum
mal podein fazer a saude pnblica.
Parece-nos que semelhanle boalo tai poda partir
de pessoas intrressadas em fazer augmentar o con-
sumo de outros gneros, cuja extra jio snflre com a
qoe dao s batatas, atienta a sua boa qualidade a ha-
raleza; e como nos consta que n Sr. chefe da poli-
ca, tomando esle negocio em considerajao, passoo a
faaer as neceasarias indagajes, confiamos do zelo
de S. S. que serlo de e execolores da pretendida prohibijao, e que elles
recebero o merecido caslio.
MBESPOMMiSr
Srs. redactores. Lendo urna correspondencia
que vem transcripta no Liberal Pernainbucano n.
89i. assignada pelo Sr. Filippe Cameiro de Olinda
Can pello, disse com os meus holes : custa a erer
que haj 1 no mundo lana alevoaia !
Eu cunto o caso, como o c?s.> fui, porque e-live
presente.
O Exm. Sr. presidente, acompanhado de algumas
pessoas, approximou-se ao confito sanitario do laza-
reto : avistando a alguns passos de dislaucia ao Sr.
Olinda Cainpello, saudoo-o atfl pelo nonie ; mas esle
senbor respondeu ao camprimento com reclama-
jes e invectivas contra o presideute da Commsso
da ilvgiene. S. Exc. apenas disse que tivesse pa-
ciencia, que eslavamos em circunislaiicias extraor-
dinarias, a que tratara de dar providencias: nada
mai". nada menos. Alm de oulras pesaoas que all
*e achavam, foram lestemuohas do fado os Srs.
Baro de Cainaragibe. Dr. Portella, Dr. Gylahy e o
inspector do arsenal de marinlia.
He, pois, de lamentar qua um bacharel. um ho-
rnera de pergaminho rallaste lio escandalosamente a
verdade para aflirmar que o Sr. presidente da provin-
cia Ihe responderque eram negocioshla Junta de
LLvgiene, c que nada linha cun islo. Com elTeilo, o
Sr. Olinda Compeli he mojo de muito boa f... Se
nesle ponto elle falln tanta verdade quanlo a res-
peilo do mais que disse cm sua correspondencia, en-
filo diremos, que quem flagella a provincia sao os
mentirosos o nao o Sr. presidente.
Justas.
a VisV
Carolina)
FKFCFE/.IA DE ITAMBE'.
25 de agosto.
Sec semper lilia floren!.
Srt. redactores.Deixaudo o estril campo ao
fastidioso e airdo positivismo, convm espraiar as
ideas por um prado mais ameno, mormenle para li-
rar-me da pasmaceira em qoe liquei, quando li mi-
nba ultima miisiva pelo correio do mez passado, na
qual deparei com urna broca de braja e mria, mais
profunda qje aquella que o cornifero mangang
cosluma praticar no palmito dos coqueiros. era um
eeo comido da la.
Slm, Srs. redactores, o lal Vilelio em vez de figu-
rar no drama verdadeiro imperador romano, com
sua phalange de bravos assassinos, Canna-Vieira,
meslre Miguel, et retiqua pelo systema da volta das
almas, apenas oovimostauquam passer solitarias
in ledo, ou passeaudu a sos no largo mappa, onde
loi descripta tan pomposa hiographia 1I0 selvagem de
coslumessapharus, aesse mappa sem margeos, sem
apoio, onje com elle ficaram os socios do carnaval
representado emCruangy na pessoa doJoaquim ver-
melho, como oulr'ora disse o poeta la|ino dos ra-
rinheiros de certo naufragio nanles in gurgite
casto.
O caso he que por causa de synaleplias, e lip-
ses desta ordem, o principe dos poetas lyricos
dou o seu monslro oraciano, invenjao de primo-
rosa lembranja : tambem o nosso patricio, o erudito
Arruda enfernava-se sobre-maneira, quando ao en-
trar do gabinete, onde coinpunba stu rica e pompo-
sa flora, arhava illudido algum dos deieultos, qoe o
'traquinas denlre os sobriulies ia conduziudo para
seus brincos: o roubo de Helena bem sabe Vine..
que Irouxe aunas dealllxeoesbem pesadasaoexerci-
lo de Pars; assim cuino sabido lie, quea mais ca-
pital de todas as Irausposljes foi aquella virgula
B^QSPOaira^Delos inimtgos do Cruxificado, quando na
sua resurreaj.'iu pergunlando se por- elle responde-
rn) os guardasreasurrexit, non esl |hic,e elles
destiguraram o texto com a madanja da lal virgula,
dizendoressurrexit non, est hic;as quaes allera-
jes todas na parle que a cada urna sao corres|n-
denles lem produzido desordena, e scisinas bem ler-
riveis.
Comu quer que for, a priineira impressao em
frente de tao sensivel lacinia deu-mc vontade de ttP
rar, como faria o basbaque J+,'racl\ (o ; porem de-
pois lembrando-me ipraftlelbor era isso levar as gar-
galhadasxuawo ovnNTuuio Democrito, tomando como
causa eficiente um lapsa 011 da compasijao ou da
compaginadlo, resolv rabiscar d'ora em vaule em
fitas de papel, levando cada urna ua tesla o numero
da uuidadeque Ihe for relativo: se bem que naqoa-
lidade de matulo nada disto me afilige ; porque or-
dem. inelhodn o regularida te s fazem bulla na*
producjfies dos altos lilleralos, e nunca as elabora-
ee* pe lantese toscas d| um bronco da roja, que
s se contenta quando ve algodo de mistura com
feijao, milho cora batata, pipno com cebla, a ver*
dadeira auarchia enlre os individuos das differeutes
especies da grande familia dos vegelaes. E urnas
vezes nao be laomagesloso ver oeeo lodo cravado de
brilhantes tochas, formando um s lodo do mais
lindo alcatifado de innmeras pe Iras de um sciutilar
macio, ou mesmo urna deslas noites tao trabalhadas
na cabeja dos poetas, quando a luz clara, meiga e
encantadora du luxurosa Diana provoca um infini-
do numero de imaginajoei dillereutes, accumuladas
no peito dot qoe se electrisam pelo muito demelifiuo,
que deixam respirar esses tao gabadus inventores de
quanlos romances correin por ah era "materia de
primor, enlular-se repentinamente com a mais ne-
gra e horrivei cerrarlo, como que laugicja presta,
e muilo de proposito polo dedo do liabo para des-
lustrar a magnifica conleoplarao do Autor da >a-
lureza E outras vezes quanlo de tucanle e conlem-
plalivo nao he vr-se o mar no seu estado de placi-
dez, a maneira do prado raso, cuja superficie he a
vista deum largoespelho, rpidamente erguer-se at
as nuvens, comoque ilisposlo a engulir co cierra,
a maneira de um destes coros que em si coolcm to-
das as furias do averna no maior dos alvorolos, sem
encontrar quem litas d ordem e regularidade nos
atsoinos de sua ira?.... Toda esta ordem e desor-
dem pois, nio s,1o Io bellas para quem sabe medi-
tar com critica o variado quailro da natureza? Oh '.
se he: neste gusto estouu; e nem supponha Vine.
que por c ficou-me algum ressaibo; demos o dilo
por nao dilo e vamos ao bom.
No dia do passado, metli-me cm meu capole c
no grande chapn armado, heranja de meu av, e
fui a cidade de Goianna ver por que forma traba-
Ihava o jury ; fui gustando da obra, al que na
sessao do dia 20 vi appresentar-se dous alhletas um
chamado Dr. Sigmaringa o oulro Dr. Floripes, o
primeiru defenda, e o segundo aecusava um tal
.loao Gome| pelo liru no Sr. Bazerra ; e laes cousas
se deram que ia apparecendo enlre os campeos um
certamen pouco desagradavel. porque o advogado da
acciisacAo dirigindo varios insultos improprios do lio -
mem da Ilustrarlo ao advogado da defezi, esle o
repcllio declarando nao aceitar a lnva, mrmente li-
rada por um hornera bem condecido na coinarcfl
oh! Sr. Floripes, confesso-lhe cora a magoa do mev
coraoao. que a razio estove fra d sou alcaaw
mxime porque vi, que tudo isso ejaauou do despe-
to procedente da quebra qoe solTraS. S. nessa lide,
visando-sc pouco lino de sua parta na organisacao
do conselho, pois que al consent* figurar o Jos
Henlo, e o secretarlo da cmara sea) prente, arabos
protectores do roo, um delles at en forneoedor ;
lembre-se que o proprio aulor apontou para 01 que
devia recusar, e S. S. respond-lhisocegue, nao
pode fallar; e como pois, levado de nina colera mal
entendida ha protestado S. S. denunciar do Illm.
Sr. Dr. Eslellita presidente da jury '.'!... O que isto
quer dizer '. Eu nao conhejo deslas materias; porem
una -em razao Uo palpitante tem sido batida por
muilas pessoas que o acu severa reprebenso; por su que urna capacidad
goal deS. S. nao se chafurda em miserias de tao
baiv 1 quilate.
J me ia ciquecendo conlar-Ihe urna cousa que
me encheu da pasmo.
S ihiiidn en em a noile do dia 17 dos jurado*, au
explosavain simultneamente, qoe nio Ihe
do mais esla hahilajao aeria, voava as 1
reas onde conlava com urna folganc
ra muilo de seu peilo ; e dito i--
damenle o areostatico l para as partes de Mr.
lis, acompanhaudo "o povo em massa sua direjao
com olhos muilo espantados, gritando onde ir
cahir aquella biliosa gastralgia, aonde, aon
ol que scca .' que larva all va !.... ao que chato
de terror ajoclhei pedindo ao pai dos Desliaos desse
oulra direejao aos venios para qua nao tlescessejj-
rnelhante monstro as Ierras innocente
liamb, ji lao amcajado de ser de urna vez aniqi
lado pela protetisadn seca pelo Fr. Antonio de
Pal ua. Dous dias depois aiuda bem nao sabia do
pmrundo lorpr, em que rae achavj, trancado era
urna escura cmara pelo respeilo a urna dote dr
inomila alternada cora oulra de belladona, prese
ta por ura certo amigo para livrar-me da lem
melancola, que me causou a lig"era subida do lal
senhqr ballao, ouvi o ronco sura de cornetas eu,
nal de marcha apressad ; uh disse au, que vira
mais por ah'.'... Ser poasivel que um at>
sempre provoque outro abysmo'... nuuca
graja llagcla s por urna forma, sempr
duzr com sigo um cortejo da males di
raos '.'!... que teremos de mais ?... serao
tres exercitos que oulr'ora disae a Vmc,
e poslos em campo, quando com a no
mudou-se para esta cidade Sebastopol, C
ias, a sublime Porta, Turquias e Ottomai
aquelles mascaras serao soldados hjjduino
mus boje por aqui algum baila mouslrn ?.,.
Quando assim enlregava me as ininbas proprias
medilajes.he quando viso um sugeito muito peque-
no, de barriga grande muilo hojuda, semblan
vaneado, mas sera barbas, peruaa mui
com bolas estrellas, comprlas a aperladas
n dos joelhos, gritando com a maior forja
tivesse polmes de ferroque protervia! que
tumolia quera atreveu-se por era marcha 1
garabulha, a qual sem miuha inlervenjio nao
consentido apresenlar-se '.'... e quando suppur
fosse o tal homemzinlto algum dos brava
dos alijador anglo-godemes, era um certa
quo com fomos de auluriJade, nio qi
guisse por d'avanle urna cousa que chama-
deensaiado pelo enligo pataca d-
eternas luminarias, obra prima para desc
progresso ih) seculo, tao adianlado em ill
que repele para o fundo dos'abysmos liaros
de semelhanle nota : sendo a lal m
rosca para peior o prestito da futuro I
,|a comarca, cujoorcao de ares lempos apra
estrondo urna victoria nao cedida a festiv
guraa, |ielo luxu de seu hrilhar ; pel
hrilhanlismo de urna Iradicjo ir
goslo quer auligo, quer moderno
em negocio de semelhanle ordem.
Sim, diabos, gritn ainda, s/Jiea 1
dozinho ; lim j sei que. Testa de (
ora 6OO3 rs. entregues pelo Illm. Sr. jt
Sr. do engenho Serig com esla a
maos daquelle lorpa, que mais lerna he q
sudoJ'eiiuto,meu compad
go. vspera e para peioe foi tomar p.
carto meco, que leve a petoUu
Illm. juiz poucos momentos depo
CUtr bagiit 509 rs. dos quaes
gou45.
Apenas liu lou-te o jury, eujos trabalhos 1
muilo bem desempenhados pelo illotlrad^^H
do Dr. Eslellita, foi a feira 'des cil
pouco, mesmo para ver se encon'ra
lo que mo deste novas do Cruangi, e de n
trei um prtenlo nnticiador : cou'ou-m aa-
Irundosas, o punhal e o cacela^^^H
diejao do lugar, continua, a>^^^H
quanlo o governo nao te lembrar anchi
mas de (aulas victimas feilas all,
auloridade que saiba punir quem tai
huma nidada.
Para maior cumulo ale pervert Jade, disse
Id malulo, o capellSo do lugar ante ministro de
Jess Christo, padre Jato Gomes de Sabia Arma
Marrera, dia e noite nicamente sa> oecopa
barharisar com seu exemplo cada vea mais aquelle
povo : elle a uns concita para vingancas parlicula-
res, cm pessoa ataca as familias mais sizmlas do la-
gar com rixas, e seu pessoal immoral; provoca
quanlas quesloes ha, chafurda-se I
parvoiees, cntondoque fui para
sabenja cm ludo ; melteu a piqm um innoeenl
Jos, uin lal Rullniauo, que anda hoje ninguem sa-
be em que parle foi arrebenlar a tesla no desespe-
ro em qae se vio'e no enredo em que o melle 1
paire iuconcienle e boba, afinal disse-me o bom ,
homem, aquelle padre est excommung
cheio de tantas feridas que faz peaa, re-,
duvida dos deboches d'ama vida laxa e torpe ; o
diaho agora lenlou-opara declarar que nao era mais
laadre. puistudo aqullo que he d
coutamina e pollae ; chamando a si os poucos r-
ditos da capella, vite casa de Deas ni
curidade, al ja disse que lomara v-la noc
assim parece, porque um eccletiatliroque
ser o prolotypo da virlude e humildade, he com seu
exemplo o prmeiro que deslustra asanlid
templo, he o prmeiro qoe pisa e desresi
l* evaugelho, he o prmeiro que abre ai
para que todos nella oprendama arte 1
e da unmural mais baixa, devendo ser olhad
iuimigo na luz de Dos; todo isso deu li
urnas poucas de pessoas se dirigisaam |
jlo ao nosso illoslrado Tigario, qu
impiu ministro por ler deixade morrer
seas sem us olliinos soccorros espintoaes
calamidade du hexiga, principalmente aquelles a
guardes V. Exc. Recite 2 de selembro de 185. pastar pela porta de um tal Vianna, morador na
illm. e Etiu. Sr. Bailo de Capiharibe, D. presiden-
te da cmara municipal. Jaita dos Santos Porto,
administrador ger.d da companhia de rineiriuhos.
Conforme.O secretario, Manoel Ferreira .lecioli.
DIA1U0 DE PERNAMBMOT-
Chegou honlem do Rio de Janeiro o patacho flora
Jess, eracuj.i Iripolajaose acha desenvolvida a epi-
demia do cholera. Em coiiseqoeucia disto foi o mes-
mo patacho posto em qiiareutrna rigorosa, sucoino
nio seja possivel desiiifecta-loaqui, propuz aiaaom-
raissao de hygienc ao Evm. Sr preside 11 le da pro-
vincia, que fosse leva lo para a ilha Rala, prxima
i de Femando de Noronha, para abi ser desinfecla-
e apprnvando S. Exc. esse alvilre, segu o
do ; e apprnvaiino .1. ce. esse atviire, segu o pa-
tacho para a dita Iha. indo acompanhado pelo bri-
gue de guerra Oarannt, o qna 1 leva medico, rame-
0 Sr. rnalo faz algomas obsarvajOis acerca do I dios o maisque he mister para e lim indicado. Do-
ma du Meiu, vi um jurado de nonio Jlo Paulu dar
com una chibatinha 110 chapeo de um sujeilu. di-
zendo-lhel ura don lo; o que andas aqui fa-
zendo, doudu*?e esle respustou-lheprocure aqui
o enchoval do meu lilho que vou baplisar; e
quando assim espreltava cu aquelle dialogo inleres-
sanle, eis que oujo um arruido do, tropa e gritos;
taja alio, faja alto ; nao corra! ora uin cadete, que-
renda prender um dos hoinens do dialogo; e enfilo
foi quando sube que lal era o decantado Flix
eabrmha do clebre pagode de Nossa Senhnra do O',
contra quem denunciando certo -ojeilo ao subdele-
gado, que elle achava-se naqella ora na cidade,
consta, que esle nenhuma medida apresenlou, e que
aquella diligencia foi parlo e invento unicame-nte do
cadete; e Flix cabrinha com seu companheiro Joa-
"quim sapaleiro, todos montados em um s cavallo
deu as gambias ; fez um fuiste igual ao escorrega-
buntnr dos feiliceios da ord. do livro 5", mofando
acinlosamente da polica da cidade I
quem odiava, os que ligo applaudiam suas banalida- 1
des. sendo para isso incommodado u*
que se achavam ai miseraveis crea
luoso coadjoctor o Rvd. Francisco
chalo, quo apezar do assiduo servijo qoe
mente presta a sua capella, am o que ti
*er um symbolo de virtudes, e uro. exemptr
guelo na inalrriada verdadeira j^^H
loi 1 Cruangi por eaininhoa lenginq toea.
Iranzito, succoner a .ilfllejlo da extrema hora,aban- '
donada por esse impio ministro; lambem tez gr
parte das queixas da petiro o escndalo maii
o desrespeito pode inovar, a'fai comejar sa
crilicio da mista, chegar al ao depois do al
alienas vio ajoelhado um ancio que abi
puno Manoel Joo de Andrade Lea,
sal, apagn as iuzes, fugio, dando a" missa -pur aca-
bada (Juem ja vio (al escndaloemenas um des-
respeito igual ? onde To que se vio 1
encanecida na via do peccado, principalmente um
religioso, a poni de profanar as vestes acerdotae-.
por urna maneira que horrorisa dizer? lato ligo
he um iuveuto fabuloso, disse-me anda o mesma ho-
mem, no poder do mermo vigario existe* iodo
documentos comprobatorios desle grande crime, cu-
jo horror obrigou o vigario ir al all para chamara
ordem semelhanle bandido } agora o que se seguio *
acrescenleu, ignoro.
Se este Tacto de urna ola que faz arripiar a* car-
nes chegar a conhecimenlo do Jllm. e Bxn
po discesao,.onde ir parar o senhor padra J. G.
de S. A. Marreca ?..... Eis a razao porque os eter-
nos myslerios de nossa religilo, boje em dia sao o
dos com iiidillerenja por corta gente ; porqee ,
ampio, os escndalos parlera dcima
iiiuoculado por aquelles que em vi-
da ierra rapreseiilam a imagem do
preciso, pois, que esle padre seja severamente
do para rigoroso exemplo ala suciedade.
Ao depois que ebeguei a minha casa,
muilo arredilado Diario urna correspondenc
qual aecusava-tp forlemeole o Illm. Sr. Manoel Sa-
lusiiano de Medeiros, por se tarapresenlaiLi.em bp-
pusijio ao que fez seu ogro, a bem dos filhos natn-
raes, c de alguns escravps queflibertou : a amargu-
ra da peona parece ser dictada por afgum dos que
foram directamente feridos pe esta Senbor, a quem
nio conhero ; porem, saiba qu
da parte destes oprimidos ; basta" I
propria confistan do Illm. Sr. Saliisliau.
disse por esta foi lia que linha inutilisa lo o
lo de seu sogro. basta a cerlidOo do escrvo que ap-
provou esle testamento ; e ba-la agora'a CHpost %
Illm. Sr. major Francisco Gomes de Araujo, pan
que cheque a mais alta evidencia urna violencia que
nao deve caber nos limites do sens > c,'
E de mais, o velho letlador eslan
lodos o conheciamos, e a lodos du
suas inlenees para ao depois do lomlo : ese as-
sim marchara as cousas, para que mais lazer-se tes-
lamento, quando um tribunal curoposlo por um se-
lebro Jos Bernardo de S Q,| 011_
tro igual de P.io d'Alho, e agora o Illm. Sr. Manoel
Saluslianu, derrogou a ord. do lv. ,,iu
he revollante fare de um paiz que se aprega ii|u.
Irado : e Dos perraiUa escarnalos de seinelhanto
ordem desapparejam d'enlre nos, oque as resuer-
vas autoridades tornern 11
nijao de um crime
consequeucias.
EP7r1""" imito se que
erinidades..cheid,;"'i !e?in,lo.d:u. aB^as?.' arm -
iuiz deslireito ; wE^v^
quatro vezes a promoloria ; -a.erinaawbieW '
de, Pedrea do Fogo. Tin, ..(, N, ,-"
elioUBDiaha. Oh! pan MJ
epidmica espordica, o qae ifTeciou u al
iiminn riirimnn pd....____


3!
t
, 1
4
V

rtdade da enmarca ; agora ludo isso leria sanado,
se oubessem qua .so gozo ha mullo do dom de ubi-
cacao, scgredo qoti me Iransmitllo a defunla rainha
avo quaudo vfc por ser muilo viva ; enlio lodas
estas vaga lerlanj sido preenchldas cu pe. pessoa
as quat alem de me fizerrm eahlr um dente flca-
nam assaz e exuberantemente occupadas, ooissa-
bo-medu ser borr, la brocha umni materiaiciMU.
inaoapre-
Si,,:^U "'0>'hface do lempo do Sr. alteres
Awvedo ; em bem mal augurava aua retirada, em-
^'T""-1?' ""* H lines de ca-
va, teut-se arra.ftado por lal forma aqui.que up-
nl.T0 breV9 ? hver qoem possna um u
desles animaos -- >-- ---
OIMIO DE rtRNMIUCO QUINTA FEIRA 4 DE OUTUBRO DE I85S
le fulano, nao tirda muilo que de Torio ile caval-
los
' panno
>>n9 petores
'.'.,D0?l^i, r"' Manoel Jos de Torre-, om dos mais
idos cr.efe, d\ quadrilha, disparar n davina de
co em rtias passados em Manoel Francisco de
eir l.ima, o qual antes de 24 horas snhio a
Miarte 1 este isasinaio horroroso foi feitn com
I* a audacia do mais atrevido dos ssassinns, por
que foi pratieado raa melhar gozar urna mora,que
Massirmdo havi depositado ein casa lo proprio
ssrmqo para enm ella osarse; e lano, na hora do
crime, como depou ufanava-se onle onde quer que
chegava por assim ler obrado !..
(estos llevemos I: mentar a crescida qucbra.o gran-
illoso atraso em que Tiremos, observando-se que es-
le costulnes peumos dtllicilroenle sern desarrai-
le nos : o patronato ; este (errivel patronato,
semper el pro semper do mal que lan-
fare a nossa vida : homens que deveriam vi ver na
riela sociedaue ; homens que se deviam dar o
mais solido exemplo para que vivessemo na mais
ralernictade, fazendo rada um quanlo em si
** par oengrandecimenlo da raja humana, a
ia tiqueara do mundo, e a mais sublime obra
m, sao o pnmeiros que de si repellen!
lio puras, s pira gozarem o titulo, vilo
lorpiiiroo de prolectores, cercados nu
r urna alanse depimliaes, quo um dia
fcil srri voltarem-e contra elles mosmo
apelar de se conhecer que Sr. Aze-
ez um imprtame servico a osle lusar, e que
aqu estoven segurnura individual, e de
faoulra.houve quem omez passado no
wnambwano ferisse com duas muilo por-
adela, a replalo desle eximio emprrpa-
Klilanto insinuarlo, miseria unicamen-
i qusra do unnime pensar ae lodos
l deste lugar, o. quaesadmiram as vir-
il um mancha, um dos maiores rna-
lo exercin ; e lique cerlo esse qnem quer
9 a atrevesse ao menos asignar as ini-
iome, fcil seria descohrir-se d'onde
qne cumie lao podre coracio, por nao
[ o elogio lecldo a virtude ; esleSr., pois
' Iditerallo e bom som que mentio,
Timbad ia, eu o conjuro para que se de-
erado timancia, queoExro. presidenle
promessa, mandando para aqu um mes-
imams ledras ; rsU Ma he bem palpilan-
i do lu,;ar vai-se creando na maior obs-
indo-sede um recurso todo vital,
ir que estas c oalras medulas de igual
a sempre no ebeguem com a mais cres-
cida momsidade,
seca 'ez appressar a safra do assocar,
laano bem podi ser (riqoissima ; na malta
srrfraqoecer ; porque o sol de ca he
rasado e lem Ribas ndnllns.
Tcsr a Vmc, que a sorte dos sem-
igr.ciillores ter muilo de melhorar
i i por, esta .medida muilo cn-
sii mslla ; Golanua ah esta para
le-tussa relicidada ; ludo qoaolo rr
mterefle srdido, de ejpBCulacoe. rapias
Mlndadn nSo agiiravara mais a sorle
islolo : ja fui almocrevc, lembra-me
vezes de br.ieos cruzados, e a bocea airolha-
lo se no Koeifs toda a sorle de esperleza
IMMtt, com lano que o malulo f.M corlas a nas de burro ame se iinporlain
M a Irise sorte do agriaadtor ? deem as
llcanlin. estes lartnfos um bom 'passeia a carro
alio um bilhete de theatro, algam ius .ios
istoterias.sorreteJ e qiunla cousa sein-
ra desatufo da melancola, eonscienciacres.
ponsabuhdade he a Joui-eira de Lai rafia.
le., q iem he qoe ah conhecc sorle de
lualidale de asaucar ? qnanlas vezes..
m trabalhado a.suear, o aleodo m.is bem
oir ah um depreciaraenlo sem limites
Wto que vn arengar por is.o -. quem
Iho prestar ouvidos ...
le pois, a nossa estrella sera oalra ;
anle Ira-a a tioianna a maior das felici-
que ludo quanlo he commudo se encon-
berbo auxiliar dos vapores. Porcm
nda mais: preciso he que os grandes
til comprehendam, que se devem
em .ssoiiaces para negocio de grosio
rorma podero atliogir o mis alio
i : e se os earregaraentos Torem para ,i
uropa porstia rala, tanlo melhor ; de la ale po-
r vir irascido nnmero de colonos, os
s sappram o defiieil dos bracos agrcolas ja (3o
sensivel e inai^KloE--^^^^,,^
B%dwo para aqoladi*...
liMlrabalhus legislativos desloanne, enl..
e }ay5o Lobato ; houve quem dis-
* do Brasil agricultura nao pa-
i de ora;,! Oh I islo he orna blasfemia
o blasfemia foi dizer-se que os
ni que se venJiam no su) idos de o eram va-
iram-sii Eimi., falU.de bracos he buje
dem dodi.i, quaudo se Hala de gricollura
Reos qoe chegoui, e quantos lerrem
uevolulos oor este llamh ,,u owrVs^. ,...
a Jos Antonio da Cunda A Ir-
uem. e quanlos terrenos h. urna das circunstancias que mai.
, pei^flrwfflSVaasMo rA ^ravaeJo do, svmptoma, entre o el
noa, queso podem cha- prrio. e pore^jseguiote-lms a
pela escacezdelrahalhadores qoe pelo terror.
lar aonde Bao ha esta Faculdade, foram mais
cuidadosos era inteirar o paiz d existencia da epi-
demia. Fizeram mais: depois que descreversm al-
guns symplomas, e o iratamenlo que mais havia
aproveilado, reclamaram logo a gloria de haverem
desrobertu o e/tolera-morbut!
Na Babia apenas a epidemia se manifeslou repre-
sentada nos primeiros casos, os habilantes correram
espavoridos em a menor rcllexao medica !
as autoridades foram as primeiras quo deram as
costas ao inimigo reinante, a popnlacao por conie-
guinle nao fe man do que repetir esla fraquea, e
com ra NJo houve Jaco que se nao qutnrasse pelo terror ;
os cargos pblicos abandonados pelos empregos : os
mentePa nXS,0?.^!?" **'* <-lher. fi>- ... -. --. ..no. ne seu, o aigooao, 1
s^mVesroesuTcena""00"01^ ""* SlfT-S*'.. d"s d ^ Hl
N*o condemnamos- a fraqueza humana em cerlos
casos ; mas lambem a nao justificamos quaudo ella
chega esle ponto \
O terror por laolo eneornorado epidemia dupli-
cou a sua forja, e urinal Jen um resiill;ii|o o mais
leploravel que se tem visto entre mis!
O terror so por si he urna molestia grave,que pro-
-H mrle in,l*nlaiieainente. com fillminanles.
tile no ponto em, que o consideramos, dessreve
um diagnoslico quasi .emelhanle ao do rAn/era-mor-
b\t*.
Produz a epanostt, u a anotmia, a diarrhea, a clica anunorrhea, o /><-
"" o aborto, o romito, u fri geral, e oulros fen-
menos musculares.
No c/toMra sao symplomas quasi indispensaveis
em todas assuas especies: o vomito de diversas cu-
res, a diarrhea, a colir.a.a atphyxia, a aphonia, face
plida ou azulada, rsfMs* dos msculos, privarSo
de forjas, fitcoet Iraiistornailas, aiiarncia quasi com-
pleta da cor da pelle, o spismo, ,. fr0 glacial, ele
Nao queremos enfadar aos leitores com os .tenais
symplomas qii ilescrevem ns.lilTerentesperiodos em
cada urna das especies do cholera, e Mmenle julga-
mos necessario os que se acham declarados para pro-
sanaos a aflmidadc de que eiisle cnlre o cholera o o
terror. '
Daqui resulla a imperiosa necessidade que temo
de nos preparar, como quem espera por om inimigo
poderoso como o terror e a molestia reinante.
I er in.liiierciilR a ambos he sem dvida urna das
armas mais poderosas que nos podemos apossar para
comlialer esta epidemia giaantesca.
rsiiguemsedeve entregar ao inimigo, sem que
Prmje'ramenl com elle Maja as suas forjas.
hile nao he um principio sobre natural, he an-
tes urna forja creada como a nossa he, devendo ser
inferior por nao ser lisre.
A timidez commummente faz desmerecer a nossa
condijn, a intrepidez (coragein) por conseguinte
nao so he um mel de conservarao, mas inda a faz
realcar sobre lodas as coasas rreadas.
E nos havemos entregar forra reinante som a
menor resistencia, somenle pelohorrivel e aparatoso
nome de chotera-morbut ?
E porque ho o cholera, e n.lo he urna gattrilis ou
ama violenta cardialga epidmica ?
Quem abandonar seu lill.o, seu pai, sua esposa,
seu irmao, seu prenle, seu amigo em precnra do
eoimfo, do asnino, da 'olica, da diarrhea, il o-
phy.ria. di aphonia, da anotmia, da cyanoies e ou-
lros s iflrimenlos simultneos, nao so declarando, he
o cholera '. ?
O cholera nao he mis mortfero que a febre ama-
relia, que a phthhica, que a apoplexin, que o fe/a-
no, que o lypho, que a incephallt, que a elephan-
ca, que a fteumasia-branca ele. antes he inferior
a qualquer deslas molestias, pois que a curabilidade
do chotera healtestada pela historia medica em face
d um grande numero de casos, entre os quaes se
acham lio bem registrados oulros lanos, que se tero
conseguido pelo emprego dos preservativos.
E ccri.imenle nao acoulece a respeilo das oolras
enermidades qoe se acham enumerados, inclusive a
febre amarella,que quaudo sederlarao romito preto
de .cuja presenja resulta urna quasi certeza medica
de se nao poder resistir a nenhumn deltas !
Kiaque-se prtanlo da historia medica o nome de
cholera morlmi, que (emos conseguido iiKontesta
cimente o primeiro remedio conlra elle, porque
neala molestia, se os simplomas incommodain, o no-
me mala I
A febre amarella lambem tem os seus simplomas
aicrradores, bem como o r.omilo preto, cuja presen-
ja inllue tanto sobre o moral do doenle, que em
nada he inferior ao maldito cholera morbut.;
O'vomito amarelto lambem n.lo sera om simptoma
da febre amarella, que indica perigo imminente,
como o vomito preto $m, porque lano ou. como
e por
mesmas cau-
rtqoeza nao ai por ahi perdida, cujoj proprielarios
iho podem desenvolver por Talla desles recursos ?
inores de eo!;enho que lem o eu estabeleci-
luonto montado poler.lo acaso fazer boje urna re-
io urna dislrihrcau de suas forjas,para rrearcni
novos pr.idios? duvido que baja por ahi
nlo powi dispar: oca-se a files mesmos,
qoe poderse ler vol na materia ; logo .
Hims. e-laocm ero. .
foi quaudo disseram que os escra-
m o que sahiram daqui pira o sul ;
innores, ae nao foi um proposito simula-
i a especuUj.lo do maior lucro a bussnla de-la
ira, a[qual ni ida mais alrasou nossa delinliada
ranlo rdhtinuo lirrae em sustentar,
tu em Goiaan para lralar-e de
Bldade, de todas as mediJas leu-
dale agrcola, be da maior "vilali-
; ha lampo pea de cada um cuidar de si. apro-
je o que le nos vai escassamcnle crdrndo.
>em massado com lana asnidade des-
mamo, beim ".' lenha paciencia por
nm pouquito mai ; salisfaja o nervoso desle pobre
ira, que promello mandar-lbc um queijo
bem grande e rrescti,indicado pela homeopatla, ape-
nas ininliasvaquinhasmelliorcm com o futuro inver-
n.
Em conie(|uencia de se teiespalhado
pcw toda a cid.ide, tiuc a cmara muni-
cipal liaviadado ordem a serom nulilisa-
luvo alimenticio, c mesmo
prohibidt tus venda, sendo un del le*
a ratz denominadabatala-iainlia, foi
liontem approvado na mesma cmara o
i eque-imento.
*landc-me que varios genero*
alimenticio* vegetae*. e em particular a
ia, sao publicamente inutili-
os, sem que desta cmara partisse or-
len alguma ntte sentido ; reqneiro <|ite
eqam infqitinacoe a todos os liscaes,
indicando neljt s quaes os agentes policiaes
ou ou tras quanquer pessoaes, que para
ito tem concurrido, e bem assim ao cliefe
de noticiae a commissao de saiidepublicaJ!
> da came municipal, 3 de putuhro
">. Sa' Pereira. Conforme.O
secreUrio. Manoel1 Ferreira Accioli. ..
__ EPICEMIAEOTERBOB.
ito noVi deve sorprender a epidemia que hoja es-
la larraodo em sicomas provincias do sul e norle
desla imperio, poii que ella nSo he mais do que u
ou! sao. '
A falsa msneiraqos (emos de ronceber ai cousas
apparwemenlremis, hecom elTeilo a
B da nossos rros, e conseguinlemenlo
I aqu em nos em marinos para mai-, ou para me-
aos sobre a realida.le dellas.
i tynthe'e erdadeira sobre o estado sanitario
de algui.'in he urna l .s coosas mais ditliceis desle
mundo porqoe a njnlhne lie um meio que quasi
ipila o espirito anle de chegar a verda-
ile, quaudo nao he verdadein.
e as cores dos objectos muito concor-
do, eom nina tal importancia sobre o nos-
so espirito, que fcilmente elle se resolve a crea-la
quaudo alias k analtjie a n1o reeonhece.
E que importancia leria a epidemia reinante se
nao a baptsassem rom o nome de cholera-morbm?
N*o pa- como urna especie de narnei-
rada, yiais on menos desenvolvida, proprade nosso
paiz, embora se cerdease o nome e a gloria do Ilus-
tre descubridor do cholera entre nos.
As carneiradas o outras molestias, que adianle fal-
laremos, ollereceui os mesmos symplomas, qne su
lem observado na .-pidemia reinante ; sem embargo
se Ihe deu um norne europeo, e disto resullou o ter-
i, a gloria pelo engao!
E anda a*m se di; bt o chalen que esla nu
, Babia, e Rinde Janeiro; mas ser o cholera'.
Qaedadoa.se iim para adlrmar, que a epidemia
reanlo lem esle nome, quandn a descripcao dos
ymptoinas otlerncida a considera.ja o publica sao
poneos, e be difiranles dos do cholera-morbut 1
Ha na Baha nina Faculdade deM-dieina, porque
i aiao Um I sito o diagnoslico verdadeiro da
molestia reinante '
oulro sao simplomas precursores da morte !
isso se recommenda para ambos as
lelas.
Mas qual ser o febricitante que se inrommode
com o "anear pela bocea repelidos vmitos de mate-
ria amirellas, qiundo alias enlende que he um sg-
nat de melhoramanlo A conviejio do doenle nes-
M circumslancias o pOe cflectivamente ::s posse
le melhoramento, e afinal passa a zumbar de cm
simptoma que a ciencia o reeonhece de mao ca-
rcter.
No vomito preto se lem observado, que lodo o
cuidado do febricitante lie enmnar a cor da mate-
ria laucada, venlieada a qual o doenle faz no con-
viccao sobre sea estado : se he amarella continua
na esperaiija de melhoramenlo, se he preta se ma-
nifesla logo no .lenle urna viva perlurj.aco moral
?afaaina.la j. > |,ia ;
qualidao* 4e a mndicina rece
nliece no vomito pfelo, que por si s peoauai o res
lado funesto, mas sim a cor preta da materia lau-
cada, a qual cortamente aggrava a nalurezs do
simptoma, talez duas vezes mais, do que de mao
elle realmente lem.
Por tanlo, por urna consequenria medica he in-
quesliouavelmcule, os uomexc as coren dos ojelos
urna das circuinsLincias que mais nfluem para g-
cholera e o vomito
norte produzida
Finalmente a razao medica aconsjlha anda urna
medida, e he, que apezar de nao ser o citolera a e-<
pilemio remante, nao s pela sua urigem, como
pela sua uatureza, quo cerlamente.se nao pode des-
envolver em nosso pajz, alenlo o lempo quasi in-
memorial de soo apparecimenlo na Europa, sem
nunca nos haver sitado, e a dlereoca assai dos
clima ; todava he cerlb que una epidemia existe
razeaate victimas em algumas He uossas provincias,
e qoe por consiguinle nos devenios acaulelar della.
E como a epidemia nos oflerecc urna, serie de
symplomas, que podem er preservados e combali-
dos com grande aproveitamenlo, pastamos a indicar
como preservativos os medicamentos que lodos de-
em osar (fallando homeopalhicamenle.'
A ipecacuanha, o ceralrum, a camphora, o mi
pum, e o nrsenico ; sao esles os medicamentos que
se deve usar, com a privarlo de afta dias, dos ali-
mentos perniciosos que a homeopathia reeonhece.
Ninguem porlanlo deve recelar a epidemia, leudo
usado desles medicamentos com a dieta que se pres-
**. /. S. t. Totora.
Recife, 30 de setemhro de 1833.
13dilas lecido de algodao, i embrulhos amos-
Iras, 3 caixas tecidos de linho e algodao : a J. Kel-
ler & C
3 ditas lecidos de algodao, ; a Schafeillin & Cor.-
panhia.
I dilarelogios, 28 ditas armas, 1 dita bezerros, 2
ditas ferragens ; a ordem.
I di ia couros para selleiro, ti ditas ditos de lustre,
1 dita reloglos, ditis vidros, al ditas lecidos de
msia.t sillas miodezas, 200 dilas velU, I embrulho
amostras ; a Habe Schmeleau C.
1 fardo endeiras para jardim, 1 dito lecidos de se-
da; iN, O. Biebar&C.
1 caija lecidos de seda, 24 dilas vidros : a Henry
Bronn & C. '
9 dilas lona, 5 ditas lecidos de sed e algodao, 2
lia ditos de seda, 19 dita. dUos de algodao, 5 di
las ditos de lindo, 200 accas forello, 130 barricas o
200 Irasquinhos genehra, | caixa conserva, 1 dita
piano, 4, dilas couro de lustre, 3 embrulhos amos-
tras. 3i9 pacoles papel, 219 canas vellas, 30 laboas
e J 2|3 toneladas carvao, 1 fardo ignora-se, 20 bar-
ricas familia, 200 caixas queijos ; a C. J. Aslley *
tompanbia.
Patacho americano Um. Skiumer, viudo de llal-
timorr, conianado a Roslron Rooker cS C, mani-
feslou o seguinle -
3,091 barricas farinha de trigo ; aos consignata-
rios.
Iliale brasileiro Anglica, vndn de Maco c Aca-
rac. consignado a Amonio Joaquim Heve, manifes-
louo sesuinte:
I erajao carne ;a Manoel Kloroneio Alvesde Mo-
raes.
3 saccas gomma
mao.
1 bah roypa ; a 1. Francisco dos Sanios Ga-
via.
t saceos gomma, I pipa c 3 barril vatios, 371 al-
qoeires sal. 330 iholhos palha de carnauba, 2,38.3
couriubos de cabra, 1 eaxa queijos, 39 meios d'sol-
la, 10 courns de bezerro, I caixa carne e queijos, 2
saccas cera de carnauba, 8 Larris sebo : a or-
dem.
KECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS liE-
IIAES DE PKRNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 2.....2:fi33}l9->
dem do dia 3....... 681(399
396f55|
CONSULADO PKOVINCIAI..
Reudimenlo do dia I a 2....., j TililHJ
dem do da 3....... 931*217
3:B3S88|
MOVIMENTO DO PORTO.
Sacias entradot no dia 3.
Rio de Janeiro10 dias, patacho brasileiro Cons-
tancia, de 201 toneladas, capililo JosJoaquim
Ierera, equipogem II. em lastro ; a Bastos &
l.emos. l'assageros. Jos Rodrigues dos Pasaos
Jnior, (.onralo Dias do (jueirot, Joso Gregorio.
Ficou de quarenin,i por 13 dias.
Ideni18 das,-patacho brasileiro Bom Jess-, de
170 loneladas, capiao Joa Gouj*lves dos Res,
equipagem 6, em laslro ; a Barlholomeo Louren-
jo ; lendo fallecido 2 tripulantes na sua viagem
ricoo dequarenleua. _
New-York38 dias, escuna portuguesa Ceresa, de
121 toneladas, rapilo Joso l.vurenjo Sobral, equi-
pagem 9, carga Tarinha de trigo ; a Roslron Roo-
ker & Companhi.
Cmaragibe2 das, hilc brasileiro Sania Lnziau,
de 21 loneladas, mwtre Esievao Ribeiro, equipa-
acni 3, carga ma.leira e mais seeros ; a Manoel
Jos I.eile, Passageiro-, Jos Germano de l.ra,
Rosalino JosoScrcuo, Uauocl Norbarlo da Costa,
Pedro Jos Vicente. Manoel Joaquim dos Santo
e I cscravo do meslre.
yaci saludo no mesmo dia.
New-I.ondonGalera americana Dromo, capilao
Mi lletoo, com a mesma carga que Irouxe. Sus-
pendeu do lameirao.
EDITAES
O abaixo assignado julga convenicnlc declarar
que nao he por ordem do Exm. presidente da pro-
vincia, nem resolurao da Coinmissflo de Hygene
Publica, nas em cumprimenl*'do imperial aviso
de 2 de agosto do cerrente nno, que tem sido
submclliilos quarenlena os pMsageiros procedentes
de lugares infectados pelo cltolera-morbus ; e que
a mesma CommissAo nada tem com o servir... interno
do lazareto da ilha do Pina.
Recife 3 de onlubro de 1835.
Or. Joaquim a'.Ii/itino Fonseca. a
2.a Secrao.Hio do Janeiro.Ministerio dos
aegoriosdo imperio em 2 de agoslo de 1833.
Illm. e Exm. Sr.Communico a'V. Exc. para en
conhecimenlo, que com o lim de evitar que a epide-
mia, que infelizmente grassa no Para se Iransmlla
a oulro pontos do imperio, lem o goveruo imperial
resolvidoqueios paquetes de vapor brasileiros, que
laiem o servjjo entre esta corte e aquella provincia
ebeguem smente ao ultimo porto que constar nao
ler sido accomroettido da mesmz epidemia, coa-
cluindo-se a viagem desss ao da cldade de Belem
em vapores especiae, que para esse lim se vilo dis-
por, observando-se o mesmo a respeilo das viagens
da volla da dila cidade. Oulro sim, que os passa-
giiros que vierem dos portas infectados facam no
prjimo porto silo urna quarenlena pelo menos de
quin-e diasno logar designado para observajao,
nao devendo os vapores, que vierem para esta corte,
raerber individuos que tenhainsoffiido do mal re-
aule, ou aprescnlado algom symploma dclle ; e
anmenle que sejam desinfecladiM, conforme acon-
selha a sciencia, assim as malas do correio, que vie-
rem dos porto infectados, como loda a roupa e ba-
gagem dos pnssageiros. aules de seren Irausporlados
para bordo dos apores, que seguirem pra. este
porto. O que liei por mu recommendado.
Dos guarda, a V. Excf.uiz Peilrira do Cont
Fsrrax. Sr. presidente da provincia de Pernam-
boeo.
Cumpfa-se.PaUeio do governo de Peroambuco
laWaagosu.de \rXC>.P*gueredo.
Conforme.Antonio Leile de Pinito.
O l)r. Anselmo Francisco Perei'i, commendador da
imperial ordem da Rosa.juiz de dreilo especial
do commercio por S. M. 1. oC. ele.
Fajo saber aos qoe o prsenle ediial virem, que
a requer melo dos administradores da massa fall da
de Jos Das Simoes aelia-se aberta a Fallencia
de Cruz & Gomes pela seutenja rio theor segiiinlo :
Allendendo, a vista do que Victorino de Castro
Moura e Joso Joaquim Pereira de Meudonja, ad-
ministradores da massa fallida de Jos Dias
Simoes expendeu em sua pelijao de fl 2em referen-
cia as letras de lis. 8 e 10, que Jos Coureujo da
Cruz e Vi.luiiigau,uh|mil A|ves (;ome9i estabeleci-
dos com loja nWuu larga do Rosario desla cidade
n. 24, na qual tem sociedade c commerciam com a
tirma Lruz & Comes, lem cessado os seus pagamentos
de qtilende-se fazer parle Serafn Alves d Rocha Bas-
tos, que com quanlo nao perlenra actualmente a
lila sociedade, esleve.cpn> ludo antes qoe ella se
ormasse, associado oa refe>l^^^G^uera rtift eslabe-
e como tal a r re n. 8 e fls. 10, e lixo o termo lega
cia da quebra declarada, a contar do da 31
,olo p. p. ; nomeio para curador liscal o indicado
iclonno de Laslro Moura, e prestada por este o iu:
ramalo que o arligo809 do cod. com. exige, man-
do que se proceda sem demor-Jem conrormidsde do
disposio nos arligos 812 do sobredito cod., 129 e 143
do re., n. ,:ls. e filo islo serao dadas opportuna-
menlc a subsequenles providencias, determinadas
pelos citado cod. e regulaiiiento.Recife 21 de sc-
(eml.ro de 1833.Anselmo Francisco Perelli.
E mais se nio eop.linha.ein .lila senlenja, e sendu
notificado o curador Horneado para preslar o jura-
mento do eslylo, este .ociaron nao poder aceitar di-
to cargo, para o qual nomccj o cre.lor Timni
Momsen & Vinassa. E para cumprimeulo da mes-
ma sentenra, convoco a lodos os credores presentes
do referido fallidos, para compiirri-erem em rasa de
minba residencia, no largo da Santa Cruz do bairro
da Boa-Vista n. ... no di 9 do correte, pelas 10
lloras .la manlia i, alim .le je proceder Horneara..
do depositario ou depositarios que bao de receber e
administrar provisoriamente a casa fallida.
E para que chegoo ao conhecimenlo de lodos,
mandei passar edilaes, que serao publicados pclal
impreusa e adha.l.is nos lujares designados no art."
(29 do rogulainenlo n. 738 de 3 de novembro de
1830 o noarl. 812..lo cod. comui.
Dato e passado i.esta cidade do Recire de
nambuco aos 3 de oulnbro de 1833.
E" Francisco Ignacio de Torres Bandeira escrivao
interino u subscrevi. -
Anselmo Francisco Perelli.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria provincial
manda azer publico, que do dia 3 do correle em
danle pagAm-se o ordenados e mai despeza pro-
vinriaes vencidas at o lim de selembro ultimo.
Thesourarla provincial de Pernmbuco I. de ou-
tubro de 1853.O secretario, A. F. d'Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria provinci-
al, em cumpriuienlo do disposto no artigo 31 da lei
provincial numero 129, manda fazer publico para
conhecimenlo dos credores hipoi becarios e quaesquer
inte/essados, que Joao Antonio Carpinleiro da Silva
lem de ser iudemnisadu da qoamia de 3:O0tt}, pela
desapropriajao das casas ns. 19 e 51 da ra Real do
Mai.guiuho, sendo 22 palmos*da primnra e 19
da segunda, e mais um lan.jo de muro com porUo
e que dito Silva lem de receber a mencionada quan-
la logo que le .minar o prazo de tt dias contados da
dala desle, quo ho dado para as redamajf.es.
E para constar se mandn aliar o presente e
publicar pelo Diario por 1.3 das successivos.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernm-
buco 2 de oulubro de 1853.O secretario, Anlonto
Ferreira da Aununciurao.
Per-
N. 60. Mara Joaquina Machado Ca-
valcanli..........
N. 62. JosJoaquim de Novas. .
N. 64. Bernardo Antonio de Miranda.
.Y 1. Aiexandre Jos da Sila. .
N. 3. Mara Candida Vianna e ou-
lros ...........
Mara Adelanto de l.emos
Mara Leopoldina de Lemos .
N. S. Antonio Ferreira Pinlo .
N. 7. Joao da Silva Moreira. .
N. 9. Antonio Domingue d'Almeida
Paro...........
N. 11. Jos de Barros Pi me niel '.
N. 13. Filhos de Jos Ramos de Oli-
veira .........
N. 13. Ordem lerceira de S. Fran-
cisco ..........
N. 17. dem, dem.......
N. 19. Irmandade do Santissiino Sa-
rramculo de Sanio Antonio .
N. 21. Joao Pinto de ftoeiroz. .
.V 23. Auna l.uiza da lonseea. .
N. 23. Jo>Gonjalve Ferreira e Sil-
va..........
N. 27. Heuriquela Eumenia da Cou-
ceijao....... ...
N. 29. Jos Gonjalves Ferreira e Sil-
va............
N. 31. Antonio da Silva Gusmao '. '.
N. 33. Herdeiros de Jos Copes d'AI-
buquerque.........
N. 35. Jo Antonio da Silva' Quei'-
roz...........
N. 37. Lourenjo Jos de Moraes Car-
valbo...........
N. 39. Ordem terceira de S. Fran-
cisco...........
N. II, dem, dem.......
N. 13. Herdeiros de Joaquim Jos de
I'arias...........
N. 15. Viuva de Joaquim l.uiz de
Mello Carioca.......' .
N. 17. I.udgero Gonjalves da Silva .
N. 49. Joao Moreira Marques .
S. 51. Paulo Caelano de Albuquer-
que...........
N. 53. Damiao Gonjalves Rodrigue
Franca..........
Joaquim dos Res Gomes. .
N. 53. Thomaz d'Aquino Fonseca
N. 87. Herdeiros de Antonio Francis-
co Brauco .........
N. 59. Manoel F'gueiroa de F'aria. .
N. 61. Clara .Mara do Espritu Sanio.
N. 63. Herdeiros de Francisca Mar-
garida dos Prazeres ......
N. 65. Manoel Joaquim da Silva Fi-
gueiredo..........
N. 67. Mara Antonia da Cruz Bran-
co............
N. b9. Mara Gonjalves -Ferreira e
Silva...........
N. 71. Joaquim Jos da Cosa I-ajotes.
N. 73. Filhos de Manoel Jos de Bas-
tos e Mello e oulro......
N. 75. Thomaz do Carvalho Soares
Brandan. ........
l jfle. Ditas casas asUo lidiada no fundo do litio,
75JJO0O ora acrtenrenlc ao Sr. Accioli I.in, com frente para
459000
609000
304000
22J500
119250
119250
H28.3O0
529300
459000
1269150
1049400
639000
289890
259200
180000
239200
305000
309000
28/801)
189000
J49OO
259200
189000
219600
259200
559200
1059000
9.39700
289800
289800
10-7800
loiwo
18/000
559200
179800
2.39200
369000
36/000
369000
189000
68jI00
E para constar so mandou afinar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretara d lliesouraria provincial de Pernm-
buco 15 de selembro de 1835.O secretario, Antonio
Ferreira a" Annuneiacao.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria provincial,
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda constar aos proprielarios abaixo
mencionados, a eulregarem na mesma lliesouraria no
prazo de 30 dias, a contar do dia da primeira -punli-
cajilo do prsenle, a importancia das quolas com que
devem entrar para o caljaineulo oa ra Ureit al
a Iravessa da Penha, conforme o dispinlo na le pro-
vincial nnmero 350. Adverlindo, que a falla da en-
trega voluntaria ser punida com o duplo das referi-
das quolas na conformidade do artigo 6 do regla-
melo.i de 22 de dezeml.ro de 1854.
N. 2. Joaniia do Rosario Guimaraes Ma-
e,,,"do...................779100
N. i. Viuva de Joao I.eilo Filguera. 899iti(i
N. 6. Hospital da Misericordia de Angola 649800
N. 10. Beuardo Jos da Costa Valonlim o
I rancisco Joaquim Pereira.......
N. 12. Maria Joaquina de Moura.....
N. 14. Ordem lerceira de S. Francisco. .
N. 16. Antonio F'rancisco Pereira. .
N. 18. Herdeiros de Manoel Caelauo de
Albuquerque...............
N. 20. Viuva e herdeiros de Antonio Joa-
quim Ferreira. de Sampaio.......
N. 22. Francisco Alves da Cunha.....
N. 21. Joio Malheos..........-.
N. 26. Joaqoim Francisco de Azevedo. .
N. 28. Dito, dito..............
N. 30. Thereza Gonjalves de Jess Aze-
vedo............
N. 1. Irmandade de N. STiltoca do l.i-
vramento...........
N. 8. Joaquina Mria Pereira
N. 5. Dila. -dila........
N. 7. Dila, dita........
N. 9. ISa/ilio Alves de Miraia
t. Francisco BrandAo Paes
laudado do Espirito
quim Bernardo ric F
t>, dito ....
119700
769200
1.39000
779220
579600
689400
305000
829.300
523000
619200
6891O0
a estrada quo se acha em eonslracjao alo o Mangui-
nho. Vender-se-ha lambem um sobrado da dous
andares, silo na ru de Aguas-Verdes n. 64, com
quintal que tem sabida para a de Hurtas, em chao
proprios, mullo largo, o qual rende animalmente
rs. 6229 ; assim como 10 apolires do Banco da Per-
nmbuco, edifferenles obras de ouro, como sejam:
conloe-., tranceln, correles para relogio, ele.: no
escriptorio do referido agenta, ao meio em ponto.
0 agente Borja autorisado por des-
pacho do Exm. Sr. Dr. juiz privativo do
commercio, proferido em requer ment
do depositario da massa fallida de Joao
Antonio Marti ni de Barros, fara' leilao da
armacao, miudezas e urna pequea mo-
bilia de casa, existentes na loja sita na
ra larga do Rosario n. 20, pertencentes
a dita massa ; assim como de urna escra-
va de 20 annosdeidude, t-imbem perten-
cente a mesma massa, a qua| se adiara'
patente na referida loja no dia do leilao,
que tera' lugar quinta-feita \ do corren-
te, as 11 horas da manhaa.
O agente Borja, por atitorisacao do
Exm. Sr. Or. juiz privativo do commer-
cio, transferio o leilao da taberna sita na
ra Nova n. 65, pertencente a massa fal-
lida de Manoel Joaquim Alves Pitombo,
que tinlia lugar segunda-feira 1, para
sexta-feira 5 do corrente, as 10 horas em
ponto, cujos gneros serio vendidos a re-
lalho em lotes, a vontade dos compra-
dores.
AVISOS DIVERSOS.
Perguiita-se onde esta' a lei ou pos-
tura, que prohiba vender ou comer bata-
tas da tena, ese estausurpaciode d-
reitos allieios nao se entendecom as vindas
de fra, pie estito fermentando nos arma-
zens.
Joso l.uiz Ferreira da Costa, roidcalmenlc
agradece a todas as pessoas que Ihe tzeram o
summo obsequio de comparecer aos suOragios
de seu presadissmo irmilo Manoel l.uiz Fer-
reira, e pelo presente leslemunha a essas pes-
soas seu eterno reconhecimenlo.
LOTERA
E para conslaT-se manjjuu afiliar o presente;
blicar pelo Diario. Secretaria da lliesouraria t
vincial de Pernmbuco 12 de selembro de 1835.
O secretario.
A. F. Annunciaro.
ti-
pro-
DECLARACOES
GIMNASIO PERNMBUGASO.
Sabbado, 6 de outbro,
he oindubitavelandamen-
to da referida lotera, pe-
las 9 horas da manhaa, no
consistorio da igreja de N.
S. da Conce9o dos Mili-
tares. Pernmbuco 4 de
outtibro de I855.-0 cau-
teiista, Salustianode A qui-
no Ferreira.
(Os (iscaes desta cidade abaixo assig-
nados, oeclaram ao }"%?o e particular-
mente aos parochiarMtflesuas freguezias,
que nao havendo recebido ordem da cma-
ra muiticipal, perante quem servem, e
nem existindo postura alguma que prohi-
ba a venda de gneros alimenticios, taes
como batatas e outras f rucias, naoJio ti-
do parte alguma no boato que ultimamen-
te se tem espalhado, de que se ha inutili-
leferidos gneros, o que os mes-
es fazem certo. visto como a elles
<|ueridoattribursemelhante lacto.
B do Becife de outubro de 18.
Bibeiro.-aCjoao
naclB^Jose Pinto.
.Manoel Ignacio de Oliveira Lobo.
Tendo sido encerrada no dia 2 do
corrente o exerciciodos lij diasdii via-sa-
cra e predicas na igreja da Santa Cruz da
Boa-Vista, o escrivao da irmandade pelo
presente annuncio, declara qne a imagem
de N. S. da Piedade contina a (icar lora
do seu altar, exposta na igreja, que esta-
ra' aberta todas as noites, e as se\tas-fe-
ras llavera' a via-sacra do coslume; por
isso convida a todos os liis devotos da mes-
ma senhora aconcorrerem a dita via-sacra
nos dias indicados : a procissfio que foi an-
nuncadh,s tora.' lugar (piando o Exm^Sr.
hispo delerminar, o que sera' anun-
ciado.
2a PARTE DA 2a LOTERA DO
Gymnasio.
Sabbado t do corrente, as 10 horas, he
impreterivelmente oaidamento das rodas
da lotera cima mencionada. Existe um
pequeo resto de bilhetes e cautelas, dos
Precia-sa de urna ama preta, forra ou capti-
va, para coiinhar e faser o mai servico Interno e
externo de orna casa de homem solicir : a Iratar na
ra da Cadeia do Recito o. 47, loja.
Manoel Alvo Ferreira ma.lou a soa residencia
da ra da Cadeia de Santo Antonio para o largo da
Aisembla, casa de 1 andares, defronte do chafariz.
Precia-e de um caaajeiro que lenha pralica
a commercio, a que de fiador a sua conduela : na
ra Nova n. 30, sa dir quem precis.
O arrematante do imposto da aferic^es de
mscales e boceleiras do municipio do Recife faz
scienta ao intfrenados, que se acha com a casa aber-
ta em a ra da Florentina n. 36, defronte quasi da
casa que outr'ora servir j na aterifde', prevenin-
do que j den principio as mesma* afericaes do au-
no de 183(5, tendo de se lindar o prazo para o aata-
bciecimento que de presente se acham, assim como
os que forem poslos dentro desla lempo, no lim do
mez de de/.emhro prximo futuro, devendo ser pro-
curado na referida casa por se adiar abarla todos os
das otis, da 8 horas do dia aleas & da larde.
O arrematante dos imposto das aferlfdes dele
municipio do Recife lenciona vender a frecueza
de Muriheca, S. Lourenco, Jaboalao e* Vanea :
quem pretender, dirija-se a casa do mesmo, alim de
se tratar.
Precisa-se de nm caixefro para lomar coota de
urna taberna por balanco, e que d Dador a sua con-
duela : no paleo doTerjo n. 12.
SAI.A DE DANSA.
O abaixo assiguado faz scienle aohrs. assisnanles
de sua sala de dansa, que a mesma se acha aberta,
e contina no mesmo andamento como era de cos-
tme.Antonio dos Santos Mira.
Precisa-se de um mulalinho de 12 a 14 auno
para fazer o pequeo servir/, de casa : oa ra Nova
n. 22, loja de relojoeiro.
O abaixo assignado declara aos inqulino do
sobrado n. 112 da ra da Senzala Velba, e o quem
mais convier, que s recebe os alugueis quer venci-
do quer por vencer do mesmo sobrado proporcio-
mmenle, e na razao das parles qoe tem o mesmo
abaixo assicna.lo,*a>aeus manos consenhores do refe-
rido predio, devendo os inqoilyo enlender-se com
jApconseuhor Joaquim l.uiz Vi pira para o pagamento
do alosue) relativo a parte que lem esle no mesmo
sobrados-Pedro Simeaoda Silva Braga.
Nossa Senhora da Conceirao dos
Militares.
A mesa regadora desia irinaudade novamente sci-
enlihca aos seus irmilos e a todos os fies, que ella
e o dia 21 do prximo passado selembro, em
que expnzera em sua igreja. n veneraejlo dos mes-
mos, a milagrosa imagen do Ser.hor Bom Jess dos
.Navegantes, continua at o dia 24 do correle, para
que niel lio menle concerram com a devoco que Ibes
caraclerisa como christaos. alim da que este mesmo
Senhnr. por sua bondade e amor de ua Mai Sanlis-
ima a Immacolada Vrsem da Ooccirao, noisa pa-
droeira, se digne aeolher benignamente nnssas hu-
mildes preces, e nos livre do trrivel mal, pelo qual
se ha servido punir aos nostos irmaos das provincia
do Para e Babia, sobre os quaes, igualmente invoca-
mos i Jess misericordia.
Precisa-se de urna ama da leile : na ruado
Cabuga n. 12, leja de prives.
Antonio Joaquim Vidal i Companhia, com lo-
ja de lerrasens na ra da Cadeia do Recife, lecm de
promover a cobranza do qoe Ihes devem anligo,
tapio em documentos como de contas de livro, por
isso previnem aquellcsde seo devedores que esle
jam em taes circiimslancia. de virem realisar seus
pasamentos al o fim do correle mez, do contrario
entregarDo ao seu procurador, afim de promover lal
reaJisacAo.
O Sr. Francisco Jos de Sant'Anna, morador
no t.iqoia, queir dirigir-sea roa do Ojaimado, loja
n. 18a)
OHerece-se um homem para caixeiro de qoal-
quer casa de nesoeio de lacados oo a relalho, o
qual lem boa letlra e bastante pralica de negocio, e
esla arrumado ha mais de auno, porm por um pe-
queo motivo quer sahir : quem precisar annuncie.
Precisa-se de urna canoa qoe possa com l.Otr*
a 1,200 lijlos de alvenara grosta : quem tiver para
alegar meosalmente, dirija-se a ra eslrela do Ro-
sario n.7.
Custodio lion;alve da Silva, morador na villa
u Caruaru', acha-se uesla praca alim de liquidar
fYas ci.ulas ; porlanlo qoem se jtilgar seu credor ba-
ja de apresenlarseu ttulos no prazo de 3 dias, alim
de serem pago, as Cinco Ponas n. 66.
BANCO DE PEBNAMBCO.
O Banco de Pernmbuco sacca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Bio de Janeiro. Ban-
co de Pernmbuco 23 de junlio de 1855.
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Bego.
Esla reparliriio contrata no dia 6 do corrente
mez, pela ll horas da manhaa, a compra do ob-
jectos abaixo declarados |>rcisos ao forneciuienlo do
almoxarifado, devendo os prelendenles nesse dia e
al i dila hora apresenlarem as suas proposta em
carias lechadas, e comparecerem para a concurren-
cia que por ventora seja mistar, alim de effectuar-se
a referida compra, sendo a qoantidade dos objeclo
que na occasiao se julgar neretsaria.
Objectos.
Bandeiras mperiaes de :l a 8 pannos', flmula de
escaler, meios de sola, lio de vela, linha de bar-
ca, alvaiade ordinario, colla, alcalrao, papel almajo i
bom, dilo, dito, ordinario, oleo de linhaca, niel cal|telistas abaixo assignados, as lojas da
<> Illm. Sr. inspector da UiesoBraria provincial
em cumprimenlo da ordein do Elfo. 8r. presidenle
da provincia, manda couydar aos proprielarios abai-
xo mencionados, a enlregarem na mesma lliesoura-
ria no prazo de 30 dias, a contar do dia da primeria
publicaco do presente, a importancia das quolas
com qoe devem eulrar para o calramenlo da ra do
Kangel, conforme o disposto na le provincial n. 330.
Adverlindo, que a falta da entrega voluntaria sera
punida com o duplo das referidas quolas na confor-
midade do arl. 6 do reg'iUinenlo de 22 de dezem-
bro de 1831.
lerceira de S. Fran-
COMMERCIO.
PRACA 1)0 RECIFE 3 l)E OliTt'BRO AS 3
HORAS. DA TARDE.
Colacf.es offlciaes.
Cambio sobre Londres60 Descont de letlra de I e 3 ineze9 ao aouo.
-H.FANDEliA.
Rendimenlo do da I q2.....31:133981)8
~ do dia 3.......13:'1(J890IT
dem
3:1015915
Dttearregam hoje i ie outubro.
.alera inglezaImogenemercadorias.
Escuna dinomarqoezaCoquelldem.
Hitle braeiro/fiiSe/c-gneros do paiz.
Importaca o.
Escuna dinamarqueza Coquet. vinda de llambur-
go, consignada a C. J. Atley & C, minireslou o
seguinle :
10 canas lecido de meia, 1 dila cont de lustre,
1 dita objectos de couro, 8 ditas chales, 5 voluntes
musirs, 7 fardo lecido de las, 1 caixa pomada, 10
dita miudezas e espedios, 4 dilas filas e trancas; a
Timm Momsen & Vinassa.
50 ditas veda ; a Manael Joaquim Ramos a
Silva.
4 dilas cooros; a Domingos Alves Malheiu.
N. 2. Urdan
cisco .
N. i. lienta da Couccicjio Ferreira .
N. 6. Domingos Jos da Silva .
N. 8. Theolonio Flix de Mello. ." .
N. 10. Carlota Eumenia da Concci-
<;ao...........
N. 12. Herdeiros de Thereza de Je-
sns ,.........
N. 14. Irmandade da Alma do Re-
cife ...........
N. 16 Ezequiel Franco de Si .
N. 18. Francisco Antonio das Cha-
gas ...........
N. 20. Herdeiros de Jusepha -Francis-
ca Rosa..........
N. 22. Francisco Antonio das Cha-
.;/........
N. 21. Irmandade .las Almas do bair-
ro de Santo Antonio......
V 26. Manoel Antonio Monleiro de
_ Andrade..........
N. 28. Antonio Josc i lonralvcs da A-
zevedo. ..........
N. :>. Viuva de Miguel Juso U-
beiro.......... .
N. 32. Ordem terceira de. S. Frao-
cisco........v, ,
N. 34. Paulino da Couccic,flo.< .
N. 36. Antonio Hypolilo Verbosa. .
N. 38. Viuva de Domingos Jos Bar-
bosa..........
N. 40. Jo.lo Moreira Marques .
N. 12. Manoel Jos da Silva Braga .
N. 44. Joi Leonardo......
N. 46. Jos da Fonneca e Silva : .
iN. 18. Joao da Silva Moreira .
.V 50. Dr. Aiexandre Bernardino dus
Res e Silva........
N. 32. Tiburcio Valeriano Baptisla .
N. o4. Maria Joaquina do acedo
Mello...........
N. .36. Francisca Thomaziada Concei-
*> Cnnha..... ...
N. 56. PatrimoDio dos orphaos. .
IKslHX)
18^XX)
279000
199300
373600
1891X10
169200
235200
163200
6IS200
185000
11S40
313000
23J200
523.300
2.33200
213600
893100
593100
523200
113100
253200
81-3000
163800
503400
303100
513000
IsIMKKI
1
azol, amarelto, verde e encarna rio. tinta preta e barn
ca, colberes de ferro, livros paulados de 25 a 200
folhas, lapes, pennas de aro, tinta de escrever, ca-
deiados de ferro sonidos, ferro inglez redondo de 2,
4. 6, 7 e 8 nilavos, djto quadrado de 4 a 6 oitavos,
fechaduras de camarotes o meiaens de porta, lima
surtidas, dohradices de rabo de teme, piassava,
lijlos iii-iczcs, prego de cusladinhode cobre de 4,
5, 6 pidegadas.-
Inspeccflo do arsenal de marinha de Pernmbuco
lude oulubro de 1833.O secretario,
Aiexandre Rodrigues dos Anjot,
Pela subdelcsaria da fregueza da Boa-Vista se
faz publico, que fura boje recolhido i casa de Belen-
ro o prelo Aiilomo, que diz ser escravo do senbor
dos enge.ihas Garana ou Palmeira, psir andar falli-
do : seu senlior comparera peranle a mesma subde-
legada. Subdelegada da fregueza da Boa-Vista 3!
de oulubro de 1853.O subdelegado,
A. F. Marlius Ribeiro.
Pela subdelegada da fregueza da Boa-Vista se
faz publico, que nao existe ordem alguma expedida
pela mesma subdelegada, probibimlo a venda de
hlalas e uulros lexumes ; >e porlanlo alguem sen-
tir-se prrjudicddo com intima.;,lo desmedanle or-
dem em nome da mesma subdelegarla, devera a ella
dirigir-se com a pessoa quo lal intimaran Ihe faca,
aubdidegacaa da fregueza da Boa-Vsf 3 de oulu-
bro de 18.33O subdelegado,
A. F. Marlius Ribeiro.
AVISOS MARTIMOS
I'ara a Babia seiue emprelerivelmenle no din
4 de oulubro a vcleira e bem conhecida sumaca
liortenria, por ja lera maior parleda carga^promp-
1 |iara o restutjrata-se com sen cnnsigualario o-
mingos Alves Malheus. na tua da Cruzn. 54.
Para o Rio de Janeiro seaue em pouco dia o
briauc nacional Adolpho ; para o resto da carga,
pasogeiros e ecravos a frelerltala-se com o consig-
natario Eduardo Ferreira Bailar, ua ra do Viga-
rio n. 5, ou com o capilao Manoel Ferreira de St,
na praca.
Para o A'c/caly segua o hiato Ineencitel:
quem quizer corregir, dirija-se a ra da Madre de
Deas u. 2. .
PARA A BAHA.
0 hiato Aoi-o Olinda sabe para a Baha com toda
a Inevidade : a tratar com os consignatarios Tasso
IriuAos, ou com o cpi.io Custodio Joso Vianna.
Maianhito e Para'.
Seuue em poucos dias o hrigue escuna Mura ;
atada |KJde receber alguma carga : tratase com o
consignatario J. B. da Fonteca Jonior, na ruado
Vtgario n. 23.
LEILOES.
Sabbado, ( do corrente.
0 agente Oliveira olTerecer em leilao, e n'um
lote, duas magnificas casas de sobrado, outr'ora per-
leticenle ao tinado Sr. Cox, por quem foram edifi-
cada com todo o esmero e solidez em HI48, cada
urna com rozinha fura, cocheira, eslribaria e mais
arranjo em bon sitio com porlies da ferro, e jun-
tamente o terreno que Ihes fica" em frente, e oolro
ao lado do urna dellas, deilaodo esto para a estrada
da Soledade, lodo mai proprios para novas edifica-
rua da Cadeia n.!), ra da Cadeia de San-
to Antonio n. dita do Collegio n. 15,
dita do Oueinadoii,3c 22, dita estrei-
ta do Rosario n 17 e 50, dita Larga n. 5i.
Oliveira Junioi &C.
Precisa-se alugar um.sitio perto da
fira^a, para um estrangeiro, com casa sof-
rtver, estribaria e cocheira : quem tiver
dirij-sea ra da Cruz o. 10.
' Os consignatarios das fazendas salva-
di-s da barca lianceza (.USTAVO II, po-
dem vir receber o producto das mesmas,
mullidos dos competeutes documentos:
no escriptorio de J. R Lasserre&C,do
dia 4 em diante.
PARA A frESTA.
Aluga-se no melhor lugar da Torre*, um
sitio com grande casa nova, estribaria e
cocheira equartopara eitor: a tratar na
rtia da Cruz n. 10.
UM DEVEK.
Ancioso guarda va eu o momento de poder publi-
car por este Diario o prazer quetive com a acertada
esculla que fez o, Exm. Sr. conaelbeiro Jos Beolo
da Cunha e Figueiredo, disnando) uomear o major
Florencio Jos Carnoro Monleiro, digno adminis-
trador da casa de delencao da capital de Pernmbu-
co, o lendo dado um plano a esta actual :> Imiuislra-
5lo; como preso, hoje me acho habilitado para fal-
lar, apezar de ler mesquinhos e fracos conhecimen-
. los, com ludo me nao furto, e a balanca com que he
pesada sua dininislracjlo deixa a conxa inclinada a
meu favir ensiuando-me a materia para discripc/u.;
e por isso fallo: eu nao fajo favor ao Sr. major Flo-
rencio, em elogiaros seuactos, fajo sim urna ustica
devida a elle, e coslumada, assim hoje se v os en-
carcerados e desval idos preso serem governadosrom
prudencia, razilo e alcancam juiti;a quaudo mere-
cem. O regnlamenlo inleruo da cadeia se obedecer
nao se (ronsgride suas formalidade, lralam-e os p're-
soscoro ternura,sem excepcao destenem aquello des-
valilo, nao obstante entre estes appareccram alguns
presos que teem auas couscieneias subearregadas de
horrives crimes, e por isso nunca conhecem seu bero-
feilor; porm ha oulros, que apezar de semerem op-
primidos nesle carcere immorlal, desejam diminuir
os eus mtese alcaui;arem.inda o dia da iranquil-
lidade, e assim sollrem com resiiiiiaijau as arduas ta-
rafes de sua orle, o agradecem a quem os enverna
comequidade, porqne faz reinar a paz entre lodos
o presos, e e conservara os mesmos perdidas cha-
mando a si a esparanca, e esla os iica nulriudo co-
mo virlude !! !
Selula o. W, no tercero andar, 3 de oulubro de
1833.Antonio da.SUceira S Brrelo.
Pede-se ao Sr. Francisco Jos da Costa, casado
com a Sra. Catharna de Sena ou algum seu prenle,
ou pessoa de seu'conhecimenlo, o obsequio dirigir-sa
a Camboa do Carmo n. 25, ou annunda sua mora-
da, que se Ihe desoja fallar.
Precisara de urna ama para o ervic,o interno
de urna casa de familia : em Fra a Parla, ra
dos (iuararapes, junto casa do profetsor.
Aluga-so um? casa no Cachangii. que lem ba-
nlio mesmo airar da cana ; na ra das Cruzes n. 20,
primeiro andar, se dir quem aloga a mesma
0 Dr. Csrolino Francisco de Lima San-
tos mora no primeiro andar do sobrado
ailo na roa das Cruzes n. 18, anda continua
no exercicio de sua prolissa de medico.
LOTERA
DO YMNASIO
BUCANO.
PERNAM-
Decimos 640
Vigsimo 340 s o
O mesmo caulelisla declara, que
bilhetes nleiros vendidos em originaos, i se obriga
a pagar osoito'por cenlo da lei as sorle grandes,
devendo o posuidor receber do Sr. Ihesoureiro o
seu respectivo premio.
Traspasa-se o armazem de maleriaes da Ira-
vessa do Poucinho n. 26 A, com lodos os seus per-
tences, o qual acha-sa bstanle afreguezado : a Ira-
lar no mesmo armazem.
Qoem acbon 5 chaves pequea, amarradas em
um cordao, desde a Caponga atoo FftMo'Mattoa,
e as qneira restituir, dirija-se a lanoeffia de Joao
Pires Soares, no mesmo Forte do Mallos, quo sera
recompensado.
Preeisa-se da urna ama para casa de nina fa-
milia eslrangeira de duas pessoas. paraeozinhar, en-
Eommar e fazer o mais servico da casa : oa ra da
Cadeia do Recife n. 52, primeiro andar.
No dia 5 dr>jrrenle, depois da audiencia do
juizo da primeira vara do civel, lem de se arrematar
urna mobilin de amarelto em muilo bom eslado, por
execucao de Birtholomeu Francisco de Souza contra
Francisco Joaquim Gaspar.
S GOKSILTMIQ CF.MRVL
HOierATHlGO.
Gratuito para, os pobres.)
g llua de Santo Amaro, ,'Mundo-Soco) n. 6.
$S O Dr. Sabino Olegario I.udgero Pnho di
" consollas lodos o diaf desde s 8 horas da,^
manhaa at as 2 d* larde.
Visita os enfermos em seus domicilios, das
2 lloras era dianle; mas em casos repentinos
e de molestias agudas e graves as visitas serao
tollas em qualquer hora.
As molestias nervosas merecem Iratamenlo
especial segundo meios boje aconselbado
pelos praticos modernos. Esles meios exs-
Ictn no consultorio central.
LOTERA DA PROVINCIA.
O Hlm. Sr. thesoureiro
manda fazer publico, que
anda existen por vender,
na thesourara das loteras
na do Collegio n. 1, bi-
lhetes da terceira parte da
segunda lotera do Gyju-
nasio, cujas rodas andm
no dia 6 do corrente rtez.
Thesouraria das loteras
da provincia, 5 de outubro
de i'8o,*S.".0 escrivao das
loteras, Luiz Antonio Ro-
driguen de Almeida.
na
AOS 6:000y>\ 5:000s' E 1:000x.
Acham-se a venda os bilhetes e cautelas do cau-
lelisla Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior, da
segunda parle da segunda loleria do Gvmnasio, na
prar;a da Independencia, lujas ns. 4, 13, 15 e 40;
ra Direita n. 13 ; irvesa- do Rosario o. 18 C ;
aterro da Boa-Vista n. 72 A, e na ra da Praia, loja
de fazendas n. :10. O andamento das rodas he em o
dia sabbado, 6 de corrente. As sortes que sehrem
em seus bilhetes e cautelas silo immediatameole pa-
ga por inleiro sem descont algom, logo qu se d-
tribuam a lisias ; sendo a grandes em seo escripto-
rio, na ra do Collegio n. 21, primeiro andar, e as
oolras em as referida lojas.
Bilhele 59800 Recebe por inleiro
Meios
Teico
tjuarlo
Suinlo
ilavo
29900
'29000
19500
19200
760
6:0009000
3.OOO9OOO
2:0009000
1:5009000
1:200J00O
7500000
6008000
3009000
quanlo ao sens
Sorvetes
Hoje haveni sorvetes das 6 horas 1|2 as8 lia : ao
aterro da Boa-Vista n. 3.
Sexta-feira, 3 do correle, ao meio dia, depois
de linda a audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de dreilo
da primeira vara do civel, sera arremaUd urna casa
torrea de pedra e cal n. 9. sita logo na estiada da
ra de Joao de Barro (bairro da Bo-Visla) avallada
em 9009, por execucao de Jos Alves da Silva ui-
maraes conlra Francisco oeraldo Moreira Temporal
e sna mullier ; he a ultima prac.a. -
Precisa-sede orna criada para comprar e cozi-
nhar: na toja do relojoeiro da praca da Indepen-
dencia.
Jos Francisco da Croz e Antonio Jos Domin-
go, subditos portuguezes, relham-se pera o Para.
COMPANHIA DE BEBERIB1
Tendo o Evm. Sr. presidente da y
vincia, solicitado da Companliia de Be-
beribe o i'ornecimento gratuito d'ajjua ne-
cessaria para a irrigacao das ra desta
cidade, como medida hygienica; emquan-
to durar os receios da epidemia, o Sr. di-
rector da mesma cpmpauhia manda con-
vocar os senhores accionistas a reMtiirem-
se em assemblea gerai.-no dia 5 do cor-
rente ao meio dia, no respectivo escrip-
torio, para deliberar definitivamente a es-
te respeilo. Escriptorio da Companhia
de Beberibe, 1 de outubro de 1855.O
secretario, Luiz da Costa Portocarreiro.
No hotel da Europa precisa-te de 2 moloques
por aluguel.
CAVAI.LO FGIDO.
Fugio da estrada de Olinda para o Recife oa.ca-
vadlo com o sisnaes'seguinle* : gordo, boa altura,
rr pedrez talhado, levoa o freio comsigo ; soppoe-
e ler andado do lado do Pombal para a Caponga :
quem a liver pesado leve-o 4 cocheira do Sr. Pedro,
no largo do arsenal, que ser recompensado.
~~ A pessoa qoe tiver senado um allinele de oti-
lo de senhora, de armacao, quasi novo, que foi per-
dido desde a ra de Vigario at a ruados Marlvrio.
no domingo, 30 de selembro, queira dirigir-se a dila
ra, casa n. 14, qoe ser recompensada. '
LOTERA do rio de jaheiro.
Acha-se a venda um resto de bilhetes
da lotera "iti do Monte-Pio Geral; as lis-
tas espera m-se a todo o momento pelo
vapor Tocantins ou Imperatriz: os
premios sao pagos incontinente, logo que
erecebam as listas.
Quem preciar da urna ama para o servico de
porla a dentro, dirija-se ao becco do Rosario n. 2.
Madama Blanda tem a honra de participar ao
respeilavel publico, qoe lem abarlo no aterro da
Boa-Vista n. 17, loja de pastelera, onde acharan
um competi sorlimento de bolos d* todas as reali-
dades, e se encarrega de apromplar bandejas do ul-
timo goslo de Franja, assim romo vdhde bons vi-
ulios de champagne, bordeaui, cognac, cerveja e
oulras qoalidades de espirito, lodo por precos coaa-
modo.
O Dr. Ribeiro, medico, rondn
sua residencia para a casa cinzen-
ta de quatro andares, na ra da
Cruz n. lo, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora.
Precisa-se de urna ama de leite:
ra da Cadeia do Recie, lojan. 48.
, Torna a ir praca por venda, nos dia 3, 6 e
10 do .. orrento, depois a, audiencia do Dr. juiz mu
uicipal supplenle da serunda* vara civel desla cida-
de, a me, a.te do sobrado de dous andar, sito no
paieo do C,rmo u. 7, avallada em 3:3003000, por
execoijjdo de Antonio Joaquim Ferreira Beiria con-
tra Miguel t.i.i..;-alves Rodrigues Franca : o lauca-
dores romparernm jys dias desisuados, na sala das
audiencias, ao meio dia. Escrivao Cunha.
Atteiicito.
Precisa-e de dous homens forro ou captivos, pai
seren empregados em canoa de psagera: quem pre-
tender, procure no pateo do Carino n.9 primeiro an-
dar, das t as 9 bi ras da manhaa, que achara com
quem,lralar. .
Offerece-se urna pessoa para caixeiro de qual-
quer engenho, ou para dislilador, do qne tem bas-ji
tanto pralica : quem quizer procure na ra do Brum
u. 28, fundicao.
A cmara municipal de Olinda avisa a quem
convier, que o sitio em Maria Simplicia ou ante
Bollrms, pertancenle aos orphaos lilhos do tinado
Caelano Pereira ioncalves da Cunha, que a raque-
rimenlo do tutor dos mesmos vat a praeja quarta-
feira, 3 do corrente, he foreiro a dila cmara e ca-
bio em commtsao, o qual esl-. julgado por senlenca,
sendo que a mesma cmara vai proseguir nos termos
da arrematadlo do dito foro. Olinda I. de outubro
de 1855.Francisco Candido das Cbagas, procura-
dor da cmara.
. Qualquer pessoa que quizer entrar com 6ou
8 escravo para a administrara., de om engenho,
vencendo o sju ordenado, e o alueuel desles. queira
appareccr na ra estreila do Rosario, primeiro an-
dar do sobrado n. 8.
AVISO COMMERCIAI..
Sao convidados os credores da fallencia de Olivei-
ra Irmos j Companhia pela ultima vez, a apresen-
larem os seus crditos comodispOem os arligos 839 e
860 do cdigo do commercio, no escriptorio da ad-
ir.nislrac,ao di mesma fallencia, ua ra da Cadeia
de Sanio Antonio ii. 21, primeiro andar, das 9 ho-
ra da manhaa as 3 da larde, ato o tim do corrento
mez de oulubro, visto que sem embaraan annun-
cios leilos em julho no Diario ns. 173, ^4 e 75 ;
gruido numero nao tem apparecido a fazer a apre-
senta^ao dos seus lilulos crodilorios : nrevenindo-se
so mesmos credores, que, lindo esle BjViuo, se pro-
ceder como ."or de dreilo, a sua revelia. Recife 1.
de outubro de 1835.O administradores da fallen-
cia, Manoel Pereira Lamego, R. Dtpermann, Fran-
cisco Xavier de Oliveira.
*- de selembVo prximo lindo rugi o negro
Antonio, de liarlo, alio, corpo proporcional, p
grande e algum lauto incitados; levou camisa e cal-
- Pede-se ao Sr. Flor.ano Rodrigues, casado ca do algodao azul e chapeo de palha, anda inclina,
com a hra relictana lhomazia de Mello ou algum ; do para dianle. e falla como pelo nariz ; gnha na
sen prenle, oa pessoa de seu conlwdmeolo. o favor roa e goslo de cachaca : quem o pegar leve-o a seo
dirigir-se a Camboa do Carmo n. 2, on annnnciar enhor o lenle Barro l.ima, niRoa-Vista na da
sua morada, que m Ihe dwcja fajlar. I Saodade, que recompensara. '"'"**""'rn* "
Aluga-se um grande sitio r.a estradajdo H
rinho, com pasto para 12 vaccas. om excellento po-
mar de larangeiras de umbigo, hannneiras, ceweiras.
inangoeiras e oulros "ps de frucleiras, lodos dando
Iruclo, e s em laranjas lira-se o aluguel do mesmo,
alem de ludo iiso lem excellento casa, muito fresca
Scom commodos para duas familias: a tratar na roa
a Aurora u. 36.
Panorama.
SEXTA XPOSICAO.
FREDK LEMBCKE.
T m a honra de avisar ao respeilavel publico, que
no d,a segunda-feira 1 de outobro, expe novas vis-
la que nesla provincia aiai'a se nao lem visto : na
roa da Cadeia confronte ao convento de S. Francisco,
que sao asseguintes:
!. Odessa e o bombardea ment dos alijados.
2.- A cscala de Terne na Italia.
3." O ten,po da Fortuna em Rom,
i.- Boa Viagem no Inga, Rio de Janeiro,
.V Rio Doce aa provincia de Pernmbuco.
6.- Rio Arara-Coar, no Brasil.
7.- Troa visla do nor|e em lempo de invern.
8.- O Epheso na Asia-Menor.
9.' As cataratas do Mo.
O preco he .300 res cada pessoa, e acha-se abertu
das 6 as 9 horas da noite.
Na rita das Triftceiras h. 6, precisa-se de 3009
rs. cora hypolheca em om sitio.
jg( titlereco-se a quem Convier. urna proprie-
daile na fregoezia de Goanna, distante da
cidade lao leguas, a bom crtraho, para
nella edificar-so um engenho por alBuii;
nos de desfrucle, ten.do para isso as udis-
pensaveis proporcoes, e sendo o solo de rass-
sapo negro o mais proprio para a produeco da
. canoa e loda qoalqner qualidade de lavou-
| r, como a pralica ha provado ; o terreno '
j est vanlajoso ao specnlador, segando for- 3
! laleza natunel delle, e a cubera em que es- ?3
| la a maior e mais vantagem ao alcance do g
S observador: a Iralar no engenho Massupe-
i Debaiso com o oropriel
A viuva do Antonio l'cixerj Lopes arrenda o
seu grande sitio com eicellenle sobrado, bauheiro
de agua doce e salgada, na paasagcm de Olinda, jun-
io ao Arrotobado ; assim como o s?u armazem que
lem servido de cocheira, na ra da Guia n. 3, o qual
esla livre e desembaracado do imposto de :'0 por
cenlo, que os.passados inquilinos ficaram a dever :
quem o pretender, dirija-se ao sobrado n. 5. na ra
da Guia, segundo andar, que achara cora quem Ira-
lar.
Aluga-se o lerceiro andar do sobrado da ria
da Cadeia do Recife n. 4: a tratar na primeiro an-
dar do mesmo com Barroca i Castro.
Preeisa-se alogar Wa ama forra on captiva,
que faja o lervico de casa e compre na ra: na pra-
ca da Independencia n. 36 e 38 se dir qnem pre-
tende.






m
DIARIO PEMURBUCO QUINTA FEIM 4 DE OUTUBRO DE IS55
CONSULTORIO DOS POBRES
SO mUA NOVA 1 AVBJLA 50.
I.Qbe Moscou di consultas horoeopatliicas lodos os dits aos pobres, desde 9 horas da
aateo neio tia, e emcasosextraordinarios a qualqaer hora do dia ou ile.
OiTerece-se igualmente parj praticar qualquer operasodecirurgia. e acudir promplamenle a qual-
-lalher que eslcja mal de parlo, e cnjascircunislanciasnao permittam pagar ao medico.
1CMLTORIO DO M. P. A. LOBO I0SC0Z0.
5b RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUIRTE:
Manual cmplelo de meddicina homeopathica do Dr. G. H. Jahr, traduiido em por
tugue/, i elo Dr. Moseozo, quatro volumea encadernadoi em dous e acompanliadoda
um diccouario dos termos de medicina, cirorgia, anatoma, etc., ele...... 2$000
Esta abril, a mais importante de todas as que tratam do estudoe pratica da horneocalhii, por'ser a nica
queco a fundamental d'esla dootrinaA PATHOGENESIA O EFFBITOS DOS MEDICA-
MENT .AMSMOEM ESTADO DE SAUDE-^onhecimentos que nao podem dispensar as pes-
soas que seqi erem a prntica da verdadeira medicina, itjteressa a toda os mdicos que quizercm
oulrina de Halinemaon, por simamos se convenceren da verdade d'ella: a lodos os
s_ engenho que estao louge dos recursos dos medios: a lodosos capitesde navio,
poden) deixar de acudir a qualqaer incommode ten ou de seus tripulantes :
i que por circumslancias, que nsm sempre podem ser prevenidas, sao Jobriga-
slar a eonlineHti os primeiros soccorros em suas enormidades.
mieeum do homeopalrm oa tridaccSo d medicina domestica do Dr. Herinz,
lanibem til ai pessoas que se dedicara ao estudo da homeopaUia, um volu-
do do diccionario dos termos de medicina...... 109000
icina, cirurgia, anatoma, etc., etc., eneardenado. 3*000
reparados medicamento nao se pode dar oro perno seguro na pratica da
deste estabelecimento se lisongeia de le-lo o raais bero montado possivel e
ueaj dunda boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Botieas a 12 tubos grandes.....................
Boticas de 31. medicamentos em glbulos, a 10, 129 a 159000 rs.
.a.......... oflnm
a....."..... Snm
ditos a........... ... >9uuu
\-Wy a.......... ...... jHwmw
atuiJ5..............:....:::::;: S
^^^Klc oais oncade lindura.................. ->bUO0
i de verdadeira lindura a rnica...........". .' |000
i venda grande numero de tobos de crysla de diversos lmannos, u,
los, e aprompta-se qualquer encommenda de medicamentos com toda a brevida- ^___
ee e por pi esos ramio commodos. "c^
--------\
pOSSIVal
8*000
Precisa-se alugar urna ania, que en-
gomle e cozinhe com perfelcuo, paga-se
bem: na ra da Cadeia n. 24, loja de
cambio.
Precisa-se de um criado para lodo o servioo,
nirnu cozinhar: na ra do Cabug, loja de cera.
Na roa Direita n. 13 da-se dinlieiro a jaros sa-
br panhores de ooro ou prala, em pequeas e gran-
des quanliis.
Multa attencao !
O caulelisla Salasliano de Aquino Ferreira vende
Sara negocio, na ruado Trapiche n. 36, segundo u-
ar, hilheles e cautelas das lotera* la provincia,
polos presos aballo declarados, sendo .1 quanlia de
1008000 para cima, dinheiro vista.
Bilheles 5*500 aero descont
Meios 2*750 n
Quarlos iSiOO
Trros 1*869
gilos > 1*120 v
lavos 700
Decimos 560
Vigsimos 290
O caulelisla, Saluslianu de Aquino Ferreira. -
COMPRAS.
Compra-se sement
annoncie.
TRATAIENTO HOIOPATHICO.
*reservatco e curativo
DO
I
CHOLERA MORBUS,
PELOS DRS.
C3XKym.KvlCa^ 9B3 JT^.mM______
> ao povu para se poder corar desla enfermidade, administrando os remedios "iais ellicazcs
ala /hall, emquanlo se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la iodependenie desles nos luaares
em que nao os ha. B
) EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBOMOSCOZO.
e precisas, so pela sna simples e concisse* posi-
des as nlelligencias, no so pelo que dit respvito aos meios enrativos como nrin-
ivos que tem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parle era aue
ob sido pollos em pratica. r ^
homeopathico o auicoqne (em dado grandes resultados no curalivo dala horri-
nosa proposito Iraduiir estes dous importantes opuscajaj em lingua veroacu-
arte facilitar a sua leilura a quem ignore o francer.
micamenle ao Consultorio do traductor, roa Nava 11.. 52, por 2*000 rs.

Bala a san r a luz no Bio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
MOMEOPATHA.
TRA131DO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OLTROS,
ni ordem alphabelica, com a descripro
abreviada &> todas as molestias, a iodicasAo physio-
logica elba apeatiea de todos os medicamentos ho-
aajopa 1 lempo de aeco e concordancia,
cionario da significarlo da todos
le medicina e cirurgla, e posto ao alcance
lopovo, pelo
. J. DE MELLO NORAES.
^^H'-se para esta obra no consultorio homeo-
1.0 HO MOSCOZO, ra Nova n. 500
jiro aojar, por 5*000 em brochura, e 6*00,
nade.
__millo Angosto Ferreira da
a tua residencia para a ra da
rmo n. 38, primeiro andar, on-
irado para os' misteres de
_' como no paleo do Colle-
doIllm.Sr. Dr. Fonseca.
AULA DE LATIM.
eente Ferrer de Albuquer-
aula para a ra do Ran-
! continua a receber alum-
nos intei nos eextertios desde ja' por m-
dico pre^o como he publico: quem te
deseupetauenoprestimo o,
urar no segundo'andar da refe-
qualquer hora do das uteis.
'~ NMtMINiMtlNMf
. mi DENTISTA,
a raaNova a. 19, primei-

!
r. anda
Nof o
i
homeopalbia em francez, sob
ortancia:
das molestias chronicas, t vc-
...... 20*000
m meninos.....6*000
I domestica.....7*000
ir nacnpea liomeopalhica.
10 manual, 4 valumes *
rvosas.......
la pelle.......
imeopathia, 2 volumea
ido completo das molestias
1 medica homeopathica. .
ria medica homeopathica
.......
neopathia. .
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
BUCA.NO. *
AOS 6:000$, 3:000$ E 1:000$.
4 O caulelisla da casa da Fama, Antonio da Silva
nimaraes, faz sciente ao publico, que tem exposlo
a veodaos seus muito aforlunados bilheles e caute-
la da segunda parte da segunda loteria do Gymna-
sio, a qual corre no dia 6 de outubro do corrente
anno, e sao vendidos nasseguinles casas-: aleaao da
Boa-Vista ns. 48 e 68 ; ra do Sol n. 72 A ; praca
1 Independencia ns. 14 e 16 ; ra do Collegio n.
': ra 01R,08*1 H > rui ua ^raz 11. 43, loja, e
roa do Pilar n. 90.
Recebe por inteiro 6:000*
com descoulo 2:760*
" 1:3803
690*
552*
" 276
o caalelisla declara, que garante unica-
lilheles inleiros em originaes, nao soffren-
do o descont dos olio por cento do imposto geral,
eqaeas soas cautelas premiadas com os premios le
9OOO para baiio sao pagas as suas loias, sem dis-
linccao de serem vendidas nesla ou naauella, e ou-
Iroa premios no aterro da Boa-Vista n". 18.
Compram^o laboas de forro queja fossem ser-
vidas, al las duzias : quem liver, dirija-se a tra-
vessa do Serigado n. 1.
de coenlro : quem liver
Compra-se um par de veoeziauas, em bom es-
lado : na roa do Qneimado n. 9, loja.
Compra-se urna grammalica franceza por Bur-
gain : ua Soledade, casa do Sr. capilao Joo Bap-
lista de Souza.
Compra-se um sobrado de um ou dous anda-
res, no bairro de Santo Antonio, preferindo-se as
memores ras : a tratar na ra eslreila do Bosario,
iravessa para o Queimado, loja de miodezas n. 18 C.
Compra-se dm baizode harmouia, em segunda
mao : na ra da Concordia n. 19, ao pe da cadeia
nova.
VENDAS
Bilheles
Meios
Quarlos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
5*800
2*800
1*440
7
600
320
6*000
16*000
6*000
8*000
16*000
loaoon
8*000
7*000
6*000
4*000
10*000
luatomia com bellas es-
mtepdo a descripcSo
artes do eorpo humano 30*000
ta lodos asles li vi os no consultorio homeopa-
la It. Lobo Hoscoso, roa Nova n. 50 pri-
Join de llamarac, precisa-se
em a islo sa quizer propor,
sua conducta e capacidade
irora n. 62, casado Dr. J0S0
1 da Menezes, su ao dllp engenho, a
> ama de leite: no"
taln. 28.
1HH1A DE SEGUROS IA-
1 OS UIDEMISADORA.
lisias sao convidados a realisar no es-
mesma compaohia, roa do Vigario o. 4,
le saas accie, na conformitado do
at o dia 10 do prximo mez
selembro da 1855. Os
1 Silva Regadas.
Vicente A Ivs de Souza Carvalho.
mantina.'
la a excellepcia desla
cliumbf r denles, porque seos resul-
inioio do publico,
uso desla preciosa
pessoas que qoize-
a dspono.de seus serviros, podem pro-
do Vigario n. 1, lojadebar-
IA DO GYMNASIO
CANO.
"SO^e 1:000$000.
ole sajado, 6 la outabro.
ua^Te Aquino Ferreira avisa
yfue seus bilheles e cautelas
desean/? de oilo por ceulo do imposto
res primeiros pre-
e venda uas lojas
lo Recite ns. 38 a 45 ; na
.19 ; ra Nova ns.
1 e 44 ; aterro da
n. 7.
Recebe por inteiro 6:000*
3:000*
2:000
1:500
1:2003
600
300
ponsabllisa apenas a,
ilheles intei-
uco 1. de ou-
\ing Ferreira.
una casa
iheeeo-
: aa ra
AO PUBLICO.
No armtxzem de fazendas bara-
tas, roa do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, fina e grossas, por
preco mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte,.tanto em por-
rees, como a retalh, amanendo-
le aos rompradoves um s pre^o
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
I inglezas, francezas, allemaas e suls-
|,ia, para vender fazendas mais em
onta do que se tem vendido, e por
ypfferecendo elle maiores van-
|3oque outro qualquer ; o
iroprietano desle importante es-,i
belecim'ento convida a' todos
seus patricios, e ao publico ep* ge-
'ral,para que venham (ajmaos
seas interesses) compraifiazendas
baratas, no armazenj da ra do
Collegio n. 2, de
tonio LL% dosSantos & Rolim.
CO!
E TECI-
Adirrrao da com-
panilla de Fiacaoe'fe-
cidos de a'rjodao con-
vida aos "Sts. accio-
nistas da companhia,
a realisarem d8 1 ao
ultimo de outubro prximo, em mao do
c&ixa Sr. Manoel Goncalves da Silva\no
impedimento do Sr. Antonio de Mr
Gomes Ferreira, no seu escriptorio da ruL.
da Cadeia do Recil'c, todos os dias uteis^
das 9 horas da manliua a's 2 da tarde, urna
prestacao de 10 por cento sobre o capi-
tal. Recife 28 de setembro de 1855. Ra-
rao.de Camaragibe, presidente. -r>-Joao
Ignacio deMedeiros Reg, secretato.
Deseja saber-sc antei de pagar-se a
prestarlo de 10 por cente acvm pedida,
se o governo ja' sancclocou esta compa-
lia, e se ja' a considerou como consti-
tuida.Um dosque assignaram asacres.
ANNUNCIO.
J.oja e armazcm de fazendas baralissinfts, na r
da Cadeia do Recife o. 50, defronte da ra da Ma
dre de Dos, quina do segando becco vindo da pon-
te, lado esquerdo. Nesle estabelecimento aclurao es
Srs. fazendeiros, commerciantes do centro, e o pu-
blico em geral, um completo sortimento de fazendas
Tinas e grossas, todas de boa qoalidade e sem avaria,
que a dinheiro visla, se veudem por precos bara-
lissimaa ; assim como boa dlsposi(flo para bem ser-
vir a agradar a todos os freguezes que se dignaren
honrar o estabelecimento.
9 O medico Jos de Almeida Sonres de Lima %
d Bastos, mudou a sua residencia para a ruada A
A Cruz sobrado amarello u. 21, segundo an- 9
# dar. &
Qracao contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da prara da
independencia um folhelmho com diflerenles "ora-
Coes contra o cholera-morbos, e qualquer oulra pes
te, a 80 rs. cada um. .
FLOR DE FLOR.
A Farinha de Santander Flor de Flor,
he a tnelhor farinha de trigo que existe em
todo o mundo, porisso sempre hequaliii-
cada a mais superior em todos os merca
dos, aondetem sido importada ; he esta a
primeira vez que vem a este mercado,
porem garante-se a veracidade da infor-
macao: vende-e nicamente no arinu-
zem deTasso limaos.
Em casa deHenry Brunn &C, ra da
Cruzn. 10, ba para vender um grande
sortimento de ourodo mellior'gosto, as-
sim como relogiosdeouro de patente.
PIANOS.
Vendem-se* em casa de Henry Brunn &
C-, ra da Cruz n. 10, ptimos pianos
chegados no ultimo navio da Europa.
Emcasa de Henry Brunn AC, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos ppra msica.
Espelhoscom moldura.
Globo para jardlns.
Codeiras e S|(jjai-a jardim.
Oleados paratSSn
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Oriente.
Jieurique & Santos acabam de recebec
vapor um rico sorlimento de sedas para -,
com o lindo nome Oriente ; estas sedas su
meiro fabricante de l*5o, e lornam-se recoum
daveis nao o pela sua largura e boa qoalidade,
rao p*^ seus padroes serem inleiramenle novo,
nesle mercado, pois foram escolhidas em Pars pP
serem a de mais moderno goslo que appareceram
na exposirao : naua do Queimado', em frenle ao
becco da Conarojacao, passando a botica, a seguuda
loja tro fazendas n. 40.
,Cobertas de seda e laa.
Na ru# do Crespb n. 5, vendem-se por mdico
pre;o caberlas de seda e laa.lurcis.dos mais bellissi-
mos e jrariados goslos que tem apparecido ueste g-
/Crtes de meia casemira a 2.i000.
' '.ja de uimaraes & Henriqnes, ra do Cres-
P" ":.' vendem-se meias casemiras de superior
qoalidade, pelo baratissimo preco de 2S000 o corte*
Oe calr.
Veode-se no Corredor da Vanea 'um grande
sitio com commodos para grande familia, e pelo di-
minuto preSo de 3:000 : quem o pretender, dirija-
se ao palacio do bispo, em Olinda, a fallar com o
proprietano.
Vendem-^e 2 escravos mojos, de bonitas lisu-
ras, por preco commodo : na ra Direita n. 3.
Vende-se urna fabrica de charutos: ua ra das
Cinco Ponas n. 71. *
Laazinhas escocezas,
fazenda do ultimo gosto para vestidos de senhora. a
preco muito commodo : na ra do Queimado n. 2,
toja da esquina do becco do Peixe Frilo.
Da Terra Nova.
v..e.'S?,U1mJli"d0 cao novo e 8"nde. e com di-
versas habilidades : na ra do Queimado, loja u. 8,
se dir quem vende.
u^i! fi"*" 8accas com farl0 ""Pn'or, regu-
h0,f.iM)1,bri,sP"a'a.a4*000 a sacca, che-
gado ullimamenie de Hamburgo: ... ir.vess. da
?? ? i"-0"'- ,b rmlf' reira Senra Guimaraes. -
Vende-se farinha de mandioca da mais nova
Batatas
Vende-se urna molalinha de idade 30 anuos,
propria pata o servico de urna casa : na raa Nova,
e-quina da ra do Sol, segundo audar, casa de Bar-
Iholomeu Francisco de Souza.
Ra do Queiiiva-
DO if. 1.
Atoalhado de 8 palmos de largura de
3#000 a vara, para acabar vende-se a
H'500 r-, casineta de cor para palito
covado480 rs., lila pivta 240 rs. o co-
vado, casemira iSOOOe 4s500rs., dita preta franceza a
LSOO o covado, cortes de oassa chita a
1 $850 o corte, lencos brancos barra de cor
proprios para meninos a 100 rs. cada um,
Itivas de seda de cor a 6i0 rs. o par, ganga
azul, dita preta com bonitas barras, pro-
pria para cobrir chapeos de sol a 520 rs. o
covado, ale'mdestas outras muilas fazen-
das por barato preco para acabar.
nico deposito de rap arca prelada Baha, ra da
Crea n. 1, escriplorio do Anlouio l.uiz de
Oliveira Azevedo.
Chegou pela sumara Hortencin urna porc.So desle
muitn conliecido e acreditado rape, e se vende em
pon.-ao de cinco libras para cima.
Vende-se urna muala de idade -JH annos, pou-
co mais oa menos, com urna cria de 8 anuos, de
muilo boas habilidades, sabe eusotnmar e coser qoal-
quer costura chao, sem vicio de qualidade alguma :
quem a quizer comprar, dirija-se a ra Direita dos
Afogados, casa n. 11, defronle do becco do Quiabo.
ao p da relinacao, que achara com quem tratar
vista da roesma escrava.
Vende-se urna morada de casa de dous andares,
sita na ra do Kangel n. 20 ; assim como dous bra-
cos de balaoca marca Komao, com cerca de 8 arro-
bas de pesos proprios para armazera de assucar, eu
engenho ; assim mais bom vinho de caj', qoer en-
garrafado ou a relalho: Irala-se na ra Augusta
o. 94.
Vendem-se ii escravas com habilidades, muito
moras, sem vicio ; 3 ditas para todo o servido, ou
para veoderem na ra ; 2 pardas, sendo urna de 22
anuos, bem possaute e do eleg ule lisura ; 1 lila de
meia idade ; 1 prelo moco para lodo o serviro. e 1
dito de meia idade : na ra do Rosario n. 24.
Contra o cholera.
Camilas de flanella de 13a de novo modello, moito
commodas para se vestir ; seu uso he recommeo-
ddo por lodos os facultativos como medida indis-
pensavel contra o cholera: vendem-se por barato
pre;o, na ru do Queimado n. 27.
ptimo recreio para senhoras.
Chegaram emfira as lio desojadas lalagarcas pin-
tadas, onde se acbam desenlies para lodos os borda-
dos com as competentes cores na mesma taiagarra,
que avila o grande Irabalho e demora de contar os
pontos : vendem-se po{ barato preco, na roa do
Queimado n. 27.
Vende-se urna carrosa para dous bois, por pre-
co mull co jimoilo, propria para carregar carne : a
tratar oa travessa do Poueinho, armazcm n. 26 A.
Vendem-se seis cadeiras. dous consolos, um
mesa de meio do sala, urna commoda, urna marque-
za e urna cama, ludo em bom estado e por commo-
do preso: na ra da Senzela Velha n. 112. (segun-
do andar.
Veudem-sc os perlences de urna taberna com
muilo pouco fundos, no largo da Trempe n. I, a
qual venda se faz para pagamenlo dos alaguis que
ella esli devendo, o esta muilo afreguezada tanto
para gneros da trra coran de fiira.
Veode-se urna taberna em muilo boa localida-
de por ser de esquina, com commodos independen-
les para familia e commodo aluguol, propria para
qualquer principiante, por ler poucos fundos ; faz-
se lodo o negocio por o dono nao poder continuar
com a mesma : quem pretender, dirija-se a ra do
Aragao n. 8.
Vende-se nm bom cavallo postante e gordo,
bom trotador, para cabriolel oa carro de 4 rodas :
quem o pretender, dirija-se a Iravessa do Veras, na
Boa-Vista, n. 15.
Barato que ad-
mira.
superior a 800 rs., 720 e IU0 :
irlo, taberna pintada de azul
rse sel litis com prtences pa-
i da tnelhor qualidade que
te mercado : no armzem
'owie&C, ra lia Trapi-
A 800 e 1,000 rs.
H,,rrH0baiLem mail bom esUdo: n l'avessa da Ma-
Senra iT "'" armaiem de Agoslinho Ferreira
Chaly e seda
para vestido
Na loja do sobrado amarello, nos quatro cantos da
ru* do Queimado n. 29, de Jos Moreira Lopes, ha
completo sortimento de chaly de seda de qua-
* a1 de l.stras para vestido, o mais moderno que
vindo a Pernambuco ; d-se livro de amcslras
alquer peaaoa para escolher.
m
* 8f
:
Pai rio na
ma larga do !ar( V
Stolloca dei n|,n ||
cenes com me- %
9999*#3

CONSULTORIO 0KE0PA-
THICO.
(Giatuito para os pobres.)
28. RA DAS CRLZES 28.
0 Dr. Casanova d consultas e faz 'visi-
tas a qualquer hora do dia.
Os medicamentos hoinicopalhicos maisacre-
ditadaaulo Universo, silo os que sio prepa-
rados^elos Srs. CATEI.I.A.N e WEBEK,
pharmaceuticos em Pans: nesta casa lem
sempre um grande sorlimento destes me-
dicamenvn em unturas de todas s lyna-
misacOes; e em glbulos preparados'pelo 1
proprietario desto estabelecimento: cartei-
res de lodosos tamanhos, e muilo mais em
corita do que em qualquer oulra parte.
1 earteira de 24 medicamenlos. 68000
1 frasco do tintura a escolher I-JOOO
Tobos avulsos, a 300, .500 e 1^.
Elemenlosde hoiniropatliia, 4 vol. 83000
N. B.Cada earteira encerra os medi-
camenlos preservativos e curativos do cho-
lera-raorbu'.
Cobre para forro de 20 at 2* on-f
cas com pregos. "
Zinco para forro com pregos.
Chumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta c verde.
Oleo de linhai;a em botija*.
Papel de embrulho.
Cemento amarello.
Armamento de todas as q uni-
dades.
Arreios para um e dous ca-
vallos.
Chicotes para carro e esporas de
ac prateado-
Formas de ferro para fabrica de
assucar.
Papel de peso inglez.
j Champagne marca A&.C.
f llotim da India, novo alvo.
I Pedras de marmore.
. Velas stearinas.
. Pianos de gabinete eje Jacaranda',
e com todos os idtrmos melho-
f ramentos.
) No armazem de C J. Astley & C,
J na ra da Cadeia.
ROLA O FRANCEZ.
Na 1 ua da Cadeia do Recite, loja dos Srs.
Yaz & Leal, achu-se a venda o excellente
rap rolao t'rancez, a 40 rs. a oitava.
Na ra da Cruzn. 20, ha a venda cai-
\inhas com tentospara voltarete ou outro
qualquer jogo, espingardas de dous canos
francezas, vinho Bordeo* tinto e branco
em duzias.
SF- CORTES TUECOS.
Vendem-se estes delicados corles de cassa preta
com pintas carmexina a listrados, os irais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padroes, e 10 se vendem
uas lojas dos Srs. Campos (J l.ima, ra do Crespo ;
Manoel Jos l.eile, ra do Queimado ; Narciso Ha-
ra Carueiro, ra da Cadeia, por preco muilo em
con la.
:\a botica dos Srs. Soum A C, ha pa-
ra vender a maravilhosa agoa dentifrice,
do Dr. Pedro, a melhor que tem appare-
cido para conservacao dos der.tes.
BATATAS NOVAS.
J.i chesaram as batatas novas do Porto, e vendem-
se no armazem le Joo Martins de Barros, Iravessa
da Madre-de-Dos n. 21.
Vende-se na refinarao da ra de Hortas n. 7,
velas de carnauba pura, fabricadas no Aracaly, lan-
o em porcilo como a relalho.
Na ra da Cruz n. 20, primeiro an-
dar, existe a venda muito superior choco-
late, chegado ltimamente de Franca e
por commodo preco.
A boa fama
Na ra do Queimado nos quatro cantos oa bem
couhecida loja de miudezas da boa fama n. 33 en-
conlra-se sempre um completo srrlimeolo de miu-
dezas de todas as qoalidade, e de diversos gustos e
que ludo se Vende por Uo baratos presos que aos
proprios compradores causa admiraro :
Libras de lindas de| novelo, brancas n. 50,
60, e 70 a II00
Libras de linbas, ditas n. 80,100, 120 a 19:280
Duzia de Icsouras para costura a 15000
Duzia de tesouras linas para costura a 19280
Pesas com 11 varas de lita de seda lavrada 15200
Maros com 40, 50, 60 e 70 peras de cordo
para vestido 400
Pfas com 10 varas de bico eslreito 560
Duzia de dedaes para senhora 100
Caiiinhas com agulhas francezas 160
Caitas com 16 novillos de lindas de marcar 280
Pulceiras encarnadas para meninas 240
Crozas do hotes para carniza 160
Pares de meias finas para senhora a 240,300 e 360
Meadas de linhas muito finas para bordar 160
-Meadas de lindas de peso 100
Crozas de botoes muilo finos para cairas 280
Agulheiro* finos com anuidas sorlidas 200
Babados aberlosde luido lisos e bordados, a
vara a 120 e 240
l.apis finos envernisados a duzia 120
Carteiras de marroquim para algibeira 600
Fivelas douradas para calcas e collele 120
Traneelins prelos de borracha para relogios
a 100 e 160
Tinleirosc areeiros de porcelana o par 500
Charuteiras entrefinas 120
Duzias de lapis sem ser envernisados 80
Duzias de torcidas para candleiro n. 14 80
Pentes finos de bfalo para alisar 'a 300 e 400
Pecas com 6 112 varas de lila' branca de lindo 50
CaUas com clcheles 60
Carriteis de linhas de 200jardas de boa qua-
lidade 70
Maciohos com 25, 30 e 40 grampas 50
Suspensorios, o par 40
Attencao ao barato!!
Vende-se na raa da Cadeia do Recife n. 47, loja
de Manoel Ferreira de Si, palilos prelos de alpaca
a 58 e|6JIOOO, luvas de seda de cores para homem a
ItoOO'd par, corles de hriin da moda a 3g000.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
i venda a superior' flanella para forro de sellins,
chegada recntenteme da America.
I 'A III MI A DE MANDIOCA DE SAN MATUEL'S
LAVADA. A
O patacho nacional udaz IrouxMma porrao de
farinha lavada, que se vende a presos commodos,
(rata-seno escriplorio la ra da Cruz n.l'Jou no
caes do Ramos no armazem do Sr. Pacheco. _,__'v
Vendem-se lonas largas e estrellas,
commodo : em casa de Yof Brothers, ua r
dla do Recife 11. 82.
AGENCIA
&
da
Da Fundicao' Low-Moor. Roa
Senzala nova n. 4S.
Neste estabelecimento conna a ha-
ver uin completo sortimento de moen-
das e netas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
POTASSA BRASILETRA. 0
0 Vende-se superior potassa, fa- g|
(A bricada no Rio de Janeiro, che- "
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
t^dos: na ra da Cruzn. 20, ar- \_
. mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.

5TTE^CA 'ao BAR.VTEJRO.
le-se na ra Nova n. J, \trvi da Conceirao,
e na mesma ra 11. 7. defronle-do oil.io da matriz* de
Sanio Antonio, um completo sorlimento de diuca fi-
na e vidros ltimamente chegados, e se vende pelo
mais baralo preco do que em ontra qualquer parle,
ludo do melhor goslo.
Saecasde fari-
nha.
Vendem-se sacras com farinha da Ierra boa e bem
torrada, por preso commodo : ua ra da Cadeia do
Recife, loja n. 23.
Fazenda de bailes.
Chally de seda, Tazeuda transparente, gostos que
nunca appareceram nesta praca ; vende-se o covado
por preco razoavel : na roa do Crespo n. 9.
CHAPEOS PRETOSFR-J-
CEZES
ltimamente chegados; vendem-se por preso com-
modo : na ra do Crespo, loja n. 19.
Chapeos de sol
de seda,
cabo de canna a 69500 : vende-se na ra do Crespo,
loja d. 19.
Cortes de case-
miras de cores
de muito bom gosto e qualidade, para diversos pre-
tok: vendem-se na ruado Crespo, loja n. 19.
'Pannos pretos
de diversas
qualidades e presos: vendem-se na ra do Crespo,
loja n. 19.
A boa fama
Ricos peoles de tartaruga para atar cabellos a 45O0
Ditos de alisar tamban de tartaruga .-iHhi
Dilos de marfim lambem para alisar 19400
Ditos prelos de verdadeiro bfalo para atar
cabellos 19280
Luvas pretal de torral com bololas, fazenda
boa 800
Luvas de seda de cores para homem e senhora IJOOO
Lindas meias de seda de cores para enancas 1JS00
Meias pintadas fio da Escocia para criancas2i0e4<.X)
Bandeijas grandes e Papel almaco greve e pautado, resma 13000
Papel de peso paulado muilo superior 39600
Penas linissimas bico du lansa, groza I -l(H)
Ditas muito boas, groza 640
Canelas linissimas do marfim 320
Oeoloa de armas'o de aso delodas as graduasOes 800
Lonetas com armaso de tartaruga 19000
Toucadores de Jacaranda com bom espelho 39000
Meias da lala muito superiores para padres 29000
Ricas bengalas de canna com lindos caslOea 29 e 39000
Chicotes finos paca homem e senhora a 1 e< 20000
Meias pretas de algodiio para padrea 600
Grvalas de seda de todas as cores 1j000
Filas de velludo estrellas e de todas as cores,
avara 160
Atacadores de cornalina pira casaca 400
Bicos reloginhos para cima de mesa 43000
Escnvas fioisstmas para cbelo e roupa, navalhas li-
nissimas para barba, meias pintadas e cruas de mui-
lo boas qualidades, transas de seda de todas as co-
res e larguras e de bonitos padroes, Illas linissimas
lavradas e de tddas as largaras-e cores, bicos fiuissi-
mos de lnho de bonitos padroes e de diversas lar-
guras, tesoural as mais finas que be possivel enenn-
trar-se e de todas as qualidades, riquissimas franjas
brancas ele cores com bolotas proprias para cor-
tinada,; e alm de ludo isto oulrasinuitissimns cou-
sas que a villa de suas boas qualidades e o baratis-
simo preco porque se vendem, no he possivel haver
quem deixe de comprar na ra do Queimado nos
quatro cantos na bem condecida loja da foa fama
o. 33.
Vendem-ce encllenles velas de carnauba pu
de 6, 7, 8, 9, 10 e 13 por libra, e por meuos prr
que em sulra qualquer parle : n ra Direita n. 59'
Vndese junco bom, por preso commodo : na
ra da Cadeia rde Sanio Antonio n. 18. Na roesma
casa einpalham-se obras com breudade.
Attencao ao novo sortimento de fazendas
baratissimas.
Novas editas de cores seguras e alsumas de pa-
droes novos a 160, 180, 200, 220 e 240 o covado,
corles de chita de bonitos desenhos. padroes Inteirjvi
mente novos. com 13 covados por 3, riscadparatl-
eczes finos a 240 e 260 o covado, cassas fraacezas de
cores, padroes bonitos e delicados a 608 rs. a vara,
novas roelpomenes de quadros de cores a 640, 720 e
800 rs. o covado, hamburgo lino, de boa qualidade,
para ien{es. ceroolas e loalhasa 99, 99600 e 109 1
pesa de 20 varas, novo panno fino para lenses, coro
mais de 2 varas de largara a 29210, chales de laa
grandes de cores com barra a 59500, ditos de case-
mira tinos e muito bonitos de cores com barra por
89, selim prelo maco superior, proprio para vesti-
dos e colleles, por preso que em particular se dir,
chales de seda grandea e pequeos, e oatras muilas
fazendas, que a dinheiro visla se vendem por ba-
ratissimos presos: oa ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, defronle da ra da Madre de Dos.
Vende-se cognac da melhor qoalidade: ni ra
da Cruzn. 10.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corp o Santo, arma-
zem n. 48, de li ostrn Ho-
oker C.
0BJEr,T0S.PARA ARMADORES.
Vendem-se na ru do Amorim n. 41 sor-
timentos comrjptos para armacOes de gro-
ja, carrose anginhos, como sejam: volan-
tes de todas as cores, trinas, gales de to-
das as larguras, espiguilhas, ilhamas, etc.
por precos baratos.
l'OIRIER.
.erro da Boa-Vista n. 55.
vende-se um carro de l rodas,
novo, muilo elegante e leve, e
de novo modelo promplo a For-
roi ao goslo de comprador, em casa de Poirier.
Esguiao de linho
e algodao,
muito superior, com II viras a peca, por- 3500:
venue-se na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a ra da Cadeia.
Chally
de cores para vestido, o melhor que tem apparteido
no mercado ; veude-se por 800 rs. o covado ; assim
como chales de loqoim le todas as cores, pelo bara-
lo preso de 99000 e IO5OOO : na ra do Queimado
o. 33 A.
A3I500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, is-
sim como potassa da Russia verdadsira : na prasa do
Corpo Santo n. 11.
Cheguem ao ba-
rato !
Caizas para rap imitando a tartiruga, pelo bara-
tissimo preso de 1)80 cada urna': aa raa do Cres-
po n. 6.
POTASSA E CAL YIRGEI,
No antigo e a' bem condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa /da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa era pedra, tudo a
precos muito lavoraveis, com os quaes fi-
carao os compradores satisleitos.
Vende-se urna balanca romana com todos o
seus perlences,em bom uso e de 2,000 libras : qoem
pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
Attencao ao seguinte.
Cambnia franceza de cores de moito bom goslo a
600 rs. 1 vara, cortes de cassa pretos de muito bom
goslo a 29OOO o corte, ditos ;de cores com bons pa-
droes a 29200, alpaca de seda com quadros a 720 o
covado, cortes de Isa muilo finos com 14 covados ca-
da corte, de muito bom goslo, a S9500. lencos de
bico com palmas a 320 cada um. dilos de cambraia
de linho grandes, proprios para cabeca a 560 cada
um. chales imperiaesa 800 rs., 19 e I92OO: oa loja
da rui do Crespo n. 6.
Brins de vella : no armazem de N. O.
Bieber'& C, rita da Cruz n. 4.
Fazendas baratas. .
Corles de casemira de pura 13a e bonitos padroes
a 59500 rs. o corte, alpaca de cordiio muito lina a
500 rs. o covado, dila muilo larga propria para man-
i a 610 o covado, cortes de brim pkrdo de puro li-
do a 1,-ySOO o corle, dilos cor de palha a I96OO o
corle, cortes de casemira de bom goslo a 29500 o cor-
le, sarja de 13a de duas largaras propria para vesti-
do de quem est de loto a 480 o covado, corles de
fusUo de bonitos gastos a 720 e 19400 o corte, brim
transado de linho a Ifr e a I92OU, riscados proprios
para jaqoelas e palitos a 280 o covado, corles de. col-
leles de gorgurao a 39500 : oa loja da rna da Cres-
po n. 6.
Chales de merino' de cores, de moito
bom gosto.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Moinhos de vento
ombombasde reputo para regar borlase baia,
decapim. nafundisade D. W. Bowman : naraa
do Brumo. 6,8 a 10.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-sc superior cognac, em garrafas, a 129000
a duiia.'e 1928Q a garrafa : na roa dos Tanoeiros o.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invenqao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlift, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, cm latas de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma portugus, m casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
CAL DE LISBOA A "49000.
Vendem-se barris com cal virgem de Lisboa, para
fechar cotilas, peto diminuto preco de 49000 o bar-
ril : na roa da Cadeia do Recif?, loja n. 50, defron-
le da ra da Madre de Dos.
Vende-se eicellente laboadade pinho, recen-
temente chegado da America : ia rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a entender-so com oadroinis
ador do mesmo.
CAL VIRGEM.
A mais nova no mercado, por preco
muito barato: no deposito de ra do
^^^Tra pichen. 15, armazem de Bastos & Ir-
" maos.
Na ra do Vigario n. Ht9^timmmt^Ux 1
para vender supera reUeailc primeira o fabnciulS'iquf iralinhas de roriz e de nume-
1, e fio prtele, todo chegado pelo ultimo navio vin-
do do Porto, e juntamente vinlio superior, fciloria
em peqoenos barris de dcimo. '
Vendem-se no armazem n. 60, da ra da Ca-
deia do Recife, de Henry Qibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por presos
mdicos.
FARINHA
Vende-se um moleque da idade de 9 annos
Vt* ^FJ"!"1 de 8' U,B "' raoCa e> lodas
as habilidades: ua ra do Livramenlu
DIIH11RO
nao se engeita,
NA RA DO QUEIMADO
ero freute do becco da Congregacie,
loa, lem ltimamente arrematado cm
purs* de fazendas de seda, u* e ,)
> ..L
vendem ai segoinle fazenda,, bera cerno oulr
las, por precos beratissimos, e Olo-se as amoslr
com peohores.
Nobrea furia-cores para vestidos o cavado
Chally liso e de quadros de cores, o covado
Proserpina de seda de quadros, o covado
Alma viva de laa para vestidos, o covado
Cassas francezas, padroes novos, s \
Cassas escocezas de lindo goslo
Riscados francezas i mil
o covado
Chitas francezas de cores, largas, o
Riscado moixlro de quadros, a cov
Chitas de cores escuras muilo I
Velludo prelo o melhor possivel, o
Selim prelo maco liso, u covado
Sarja prela la irada para vestido, o
Sarja preta lisa despalillla, o imada
Pauuo fino de varias corea, o cot
Panno azul fino para far.li, a cavado
Panno prelo fino para palilos, o eo*l
Merino pralo e de cor, de cordao. o-
Alpac de cores de cordao, covade
Alpaca prela lisa lioa, o covado
Palitos pretos de bombazina
Palitos prelos de alpaca fina
Paiils de 13a de cores para menino
Chales prelos de relroz
Ricos chales de merino bordados a seda de
cores 1
Dilos ditos de dito bordado a teda
Chales de merino, franja de leda
Dilos de dito dila de laa
Chales de merino prelo, bordados a seda
Lencos da selim prelo para grvala
Ditos de dito de cores para dita
Dilos de seda de cores para dita
Ditos de seda de cores grandes para seuhoi
Dilos de dila de ditas pequeos para dila
Dilos de cambraia de linho brancos
Dilos de cassa pequeos brancos
Cullarinhos inuitoiuos
Aberturas finas de corea para camisa
Madapoiao lino com toqoe de aval
I.rucos du relroz de todas as cores
Ganga amarella lisa, o cavado -
Corles de casemira prela setim
Corles de casemira preta Haa
Corles de dita decores, padroes 110
C'irles de colleles de setim prelo bordados
Dilos de Hilos de seda de cores
Dilos de ditos da fustao 00
Dilos de ditos de Ua
Pecas de esgoio de puro Iiuho
Ditas de brim liso muito fino
Orles de cassa chita finos
Merino prelo sitim
IECHAIISIO PAR
no.
NA FUNDbCAO DE FERRt
NHEIHO DAVID W.BOV
KUADOBRUM, PASSAMM
FAB1Z,
lia sempre um grande sorliaj^^V
jectos de mechanismos proprios p|
- moendas e meias moendas
-29OOO
29009
Jtmo
29600
-Jtoa
7o500
58000
AMO
6*000
IO9OOO
99OOO
S9S0U
i9ll>
500
300
-200
640
ago
300
700
MANDIOCA.
em saccasque tem um alqueire, medida
velha por 3$000 reis : nos armazens ns.
3,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companilla amado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
Taixa para engenhos. *
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, paisana
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de1 taixas de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
prec/) commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-sc em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. ti.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carra e de montara.
Candiciros e castigaos bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Vende-se aso em cunhetes de um quintal, por
preso muiio commodo : no armazem de Me. Cal-
moni i Compaohia, praca do Corpo Saulo n. 11.
Ni rm do Vigario n. 19, primeiro andar, veo-
de-sefarelo novo, chegado de Lisboa pelobrigue Ai-
peranfiz.
CAL DE LISBOA.
Vende-se cal virgem, chegada no ul-
timo navio, por preco commodo, assim
oomo potassa superior americana: no
deposito da 1 ua de Apollo n. 2B-
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo lina e padnes novos ;
corles de laa de quadros e flores por preso commo-
do : vende-se na rui do Crespo loja da esquina que
volla,para a ra da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4?ND
0 CORTE DE CALA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquinare
volla para a rui da Cadeia.
Veude-se
Farello em saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 2?500.
Tijollos de marmore a
320.
Vinho Bordeaux em
garrafoes a 19t#000.
.No armazem de Tasso
irmtls.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duquesa He Breta-
aha, 2 volumes por lo'OO rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Iier : moennas e meias moeoda
conslrucrae ;J| _
superior quaMMe e da todos os la
dentadas para agua ou aaimaes, di
Ses ; crivos e boceas de ToroaH
eiro, aguilhoes, bronzes, para
nho de mandioca, ele., ale.
NA MESMA
naeam-
AS.
, primeiro a
Abreu. ro
se execolam todas-es .
ridade j condecida, e
modidaile em preco.
NAVALHAS A CO^^H
Na ra da Cadeia do
dar, escriptorio de A^^H
Duam-se a vender a SJ000 o
bem cnnhecidis e afamadas navallw
pelo hbil f.iaricanle que foi prei
de Londres, as quaes alero de dararem eitraard
menle, naosesentem no rn
vendem-se com a condifio di
derem os compradores devolv
pa compra resliluimlo-i
sa ha ricas (esouriubas par
mo fak'icanle.
As senhoras de _
HaaiUHaMSar
tnenlc chegadas da Eeropn
vcslidos de senhora, por ser o
'le M. Ferreira de S, na ra da Cadeia do Reeif
47, ao virar para a Madre de eos ; die-se aroosl
com penhor.
Vende-se na ra daC
de miodezas de Autouio |
Companhia, um mulalinho,
nos, boa ligara, por preso ct
tnesm-.i.
" Na ra do Vgai_
ro andar, tem para vende
ticas para piano, violao e flauta,
scjam.quadrisas, vabat^r
tickes, modinhas, tudo moderni
chegado do Rio de Janeiro.
NA RA DO CRESPO
Loja u. i
Vcndero-se pecas de esguiHo -----------
boa fazenda, pelo preco Do ;
cambraia de baa, lM js P
zenda, pelo preco de 9HjD
grvala a COO cada urna.
E
Deposito de vinho
)agne Chateau-Ay, pi
idade, de propriedar]
de Marcuil, ruada C
clfe n. 20: este vinlio, o mei
de toda a Champagne, vend
a 56<>000 rs. cada cajxa, acha-se
nicamente em casa de L. Le^
comte Feron & Companhia.
B.As caixas sao marcadas a fo
goConde de Marcuile os ro-|
lulos das garrafas sao aziii .
Vf
LABYRINTfl(
Lencos de cambraia de iinli ,,), tullas
redondas e de ponas, e mais objeclos desle genero,
tudo de bom goslo ; veode-se baralo : ni rui da
Cruz ii. Ul, primeiro indar.
Riscado de listi as J cores, proprio
para palitos, calcase jaqnetas, a 160
o covado.
Vende-se na rui do Crespa, fcin da esqoina que
volli pan i eadeii.
ESCRAVOS JFUGIPOS.
100^000 de gratiGcacJiQ. "
Desapparecea uo dia 17 de agosta prximo passa-
do, pelas 7 horas da noile, a preta Loan
cao Migla, de idade 35 a 40anno, ponto mi:
menos, enrn os signaes seguale* : um dedo da a
direita luchado, magra, lem marcas trancas o.
pernas; levoo camisa de atgodaoxioho, vestido e
chita roza/ panno fina, e mais une Irouxi de roupa:
roga-sea todas as autoridades policiaes ou capujes
de campo que a apprahendim e levem a seu serrbor
Joo LeiledeAtevedo. ni p-aca do Corpo Sanio n.
I/, que receber a graliOcaao cima.
no da 1. de oulubro, pelas 1 horas do dia, um ea-
brinha acaboclado, por nome Florencio, com lan-
nos de idade, levoo calca de algodio de lislras, 2 ca-
misas, urna de algodao azul e oulra de madapolau,
lem as macaai do rollo bstanles salientes, e julifn-
se ler fgido para I'oula de Pedras, na narra di Coi-
sima, donde be natural : qoem o pegar, eo
casa de seu senhor, na rui da Cadeia n. 40, qor
bem gratificado de sea tribilho.
. Fugio no dia 13 d selemhre urna pi
IKada de nomo Herencia, de idale
pouco mais ou menos, com falla de
e urna orriha rasgada ; quai: ou vetado
amarello, om panno da Costa, t um lia mires de aiei-
le decarrapalo : qualquer pe ippreheu-
der leve-a i rea da Guil n.'-" generosa-
menle recompensada.
Desappareceu da n I, nm .
escravo de nome 1' segulnle :
alio, grosso do cori com
uro lallio em urna .1 mente vive mu-
cando fumo ; o 1 inprado ao Sr.
Francisco Antonio GaiJi
dizia ser de um seu filhu do e
do ; levou camisa de mada
chapeo, o qual escravo he bstanle I
Iho : porlanlo roga-se al aoloridade -
pitaes de campo qoe o apprehendam. qoeinm fa-
zer o obsequie de tevir 1 dti rui, que serio bem
recompensada
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PEhN TYT. DB M. F. DB FaRIA i855


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