Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00531


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Full Text
lf.NO UXI. N. 226.
Por 3 meztfs adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500
SEGUNDA FEIRA I DE OUTBRO DE 1855
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ESCARREG.\DOS DA SlJBSCRIPf.AO'. ,i ,.,: ,., ....._______ ......... ----------------------------------------- -------- ---------------t, _________. '
vroprielerio M. F. de Faria ; Rio de Ja- Sohm I mrW ti II',
ra Martina; Bahia, o Sr. D- ,, <*'.
ienhor Claudmo Falcao Dia ; ans' 3,, rs- Por '
Paradina o Seohoi Gervasio Vctor da Nativi-
pade ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio l'creira Jooior;
Aracily o Sr. Amonio do l.emos Braga; Cearu, 0 $r.
Joaquim Jote de Oliveira ; Maraiibao o Sr. Joa-
quim Mlirques Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingos
Ackile? Pessoa Cearence ; Para. oSr. Jus-
.oSr.3eronymoda Cosa. |Disconto de leitras de 7 a 9 por 0/0.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas* .
Modas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
de 4*000. .
Prata Patacoes brasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
PARTIDA DOS CORREIOS.
29000[OHnda, todos os das
!n!!feUaR 'B b0^ Gar,Lnbuns n,,s dia8 I 5 |ReIao, tercas-feiras e sabbados
o Ir. Boa,Vls,a' Ex eOuricury, a 13 e 28 Fazenda, quarlas e sabbados s 10 hora!
AUDIENCIAS. EPnEMERIDES.
j,^;*1 ? C^ O"*1-10 mingnantea9boras24 n
utos e 44.segundos da tarde
9000|
l>94i
194.
1986i
tan r,dc;j;i:, \?%z7r! ^ < *>.*****
ipianna e Parahiba, segundas e sxlas-feiras
Pieloria e Natal, as quintas-feiras
. PREAMAR DE IIO JE.
Primeira as 8 horas t 30 minutos da manhaa
unda s 8 horas a 54 minutos da larde
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e nas|
quintas ao meio-dia.
jJutzo de orphos, segundas e quintas is 10 horasl
1* vara do civel, segundas e sextas ao nreio dial
12* vara do civel, quartas e sabbados ao meto dial
uo 15 primeiros diasdu mesmo, e que pastado ust
periodo, deven ser paga raan de 4S500.
,Nnohu no Brasil follia alguma do formato e mi-
nme que enste lito p juco ;iquell-s que
lgBatn; mesmo na Europa onde os recursos lo
^Dimana!, poucas sao ai que debaxo desle ponto (le
\Ma Ihe podem ser comparadas.
isso, temos assignanle* que sem al-
to ponderosa ennsajeracao, -cm allen-
lejae taxem com hosco u'in contrato, de
Oto uo se podem honrosamente eii-
artle nossa parle dosempenliamos escru-
i a obriga<;oes que por elle contrahimos,
tile recusara-* a salisTazer no lempo devido
!a quaiilia a que s.lo obrigados. senSo lam-
llegam mil pretextas para nao pagaren! depois
BOrs. da acrescubo em que por incuria propria
lueorreni.
mo mandamos levar diariamente a nossa
asa de todos que a assignatn, assim Umhem
ern lodos, quaudo nao mandar trazar nos a ira-
Ka de sua assignatoriw, como se pratica na
ropa, pelo menos satisface-la promplaineule, do
modo poique cima fica dilo,
Dantas.
Saja a pilloresea, apr.slvel, ventilada, e romntica
illia dos fndes ou do estado, o que vem a ser o mes-
mo, pouco me importa j e nella me acho contra
minha vnolade, anda que livre de pasar tres mil
res diarios, como ahi, onde algoem enlendeu em
sua Ha abedoria que o comer mais causara indi-
gestes, e menos marasmos.
Em abono verdad, nao tenho milita razaa de
quena quanto ao loc.l.alveraem.tralameuloe com-
panhia ; mas undoso, depois de tonga ausencia,
quizara ante, ver e abracar os charos objectos de
mullas afleicsies.do quoesn'r privado de toda com-
muincac.a, sequeslrado ao mundo, nm noviciado
Benedictino, anda que rosne na ilha de Clivpre ou
dos Amores. Nao goslo de pnelisar invita Minerva,
inda que me paguem o hotel.
Cbmo n, lazemos sempre o que queremos .
quando queramos nilo teuho (ido outro recurso, pa-
ra malar as noiles em que a loa lem bruiuleado an
plido elaro dos primeiros das de seu erescimenlo,
senao o divagar pelas atvas e Tinas arras que o mar
deua a dcscoberlo quando se relira ; e retrogradar
ao passado para entrar as doces rucordarOes da mo-
razer, que me fossem o mais commodas possivel as
privares, a que nos sujeita a companhia omnipo-
tente, que enlende poder esquecer-se de seus deve-
res logo que tem um Paran de .forja supe
rior.
A
as fam lias para que o f.irain, raso nao sejam en-
:i, pois he desarrapado e ale iiil.deravel
rcm que, mandemos pricuralos seis e mais ve-
ra aoder receber Uo ridirol.i quantia.
a de
18 da
COMM/UnjO DAS ARMAS
lel-caooroJ do ooaaiauaido daa arto
""eo ma otdado do Recita, a
otaakro o 185*.
ORDEM DO DIA N. 120.
xm. Sr. marechal de campo Jos Joa-
, eaiumjihJaule das armas determina,
la n aiiliAa do da 1 de ouluhro prximo vin-
>aa>e revista de moitra, aos corpos do e\-
mdos nesta provincia, e as companbijs
llias pel rdem seguiste :
companhia de arlilicc-, as ti p meia ao
inraiiluria, as 7 ao baUribflo as
Oda mesma *ma, as Hat meia a com-
avallara a as 9 ao Dalalliao de
.irlilhana a pena cidade deOlinda.
!xm. Sr. marechal de campo manda
ra as (ins convenieoles, que o Sr. alferes
hao de infanlaria Caelauo Xavier de Oli-
re no paquete de vapor Imperador
i sua aprasenUoio no quartel general,
I*'do Lazareto do Pina, onlaesteve de qua-
e o dia 12 em que desembarcou de bor-
sobredito vapor.
onoe.- Candido Leal Ferrtira, ajudante de
orden ercarregadododetallie.
TRIBUNA!. DO COMMERCIO.
orui de 29 delelembro de 8.V1
uria do Exm. Sr. deiembargador l"irmiuo
Antonio deSouza.
loras da manhaa, prsenles os Sr.
orea l.eSo (Fiscal), Valle e Santiaao, fal
eMbatgadorOiliraiina e os Srs. de
Piulo da hemos, Basto, e Oliveira
b approvadaa acia da antecedente.
ibno-se i tHtio.
gador Valle apresentou para ja|-
gameolo i appellarao entre partes .
, Francisco Porfirio de Frailas e sua
lllado, Joaquim Manoel Carneirn da Ciinlia.
Srs. Oliveira e l.emos, foi conliruu-
Ja asenlrnra appellada.
ibargador I^Jo apresenloo para ser
o accordio prof.irido nos autos entre
ppellanle. JoSo Cerdoso Ayrea ;
Martina de Carvaltio.
trgador passou ao Sr. desem-
Waiorio escripto, a appella-
hilaHopes da Cosa Maia ;
.eopoldiaa Mara da Costa kru-
Sentre partes.
, Caetanu Silve jo da Silva ;
Flix Venancio de CauUlice.
proceder pelo joizo especala came
"os 11 tantos da sociedade.
1-evi aetsio t bora da larde.
casinhas, suas palraeiraa, -uas seculares gameleiras
de tristes e ulegres recordaroes.....
Ou enISjsentado sobre duaspecasde ferro.respei-
tadas pelas aras.que anda as naolizeramdesappare-
cer enveraonbadas dosnlbosd'esta geracAo descuera-
da, pergunlar a eses mudos, mas sloriosos mouumen-
loa do umi idade cnvalleiresca, os episodios de urna
Inta de nuiles, que ennobreceram o mais honroso
periodo da vida paralubaiia....
i Mudas e impassiveis ellas ouvem minhas observa-
Coes acerca do herosmo de nossos avs. e da indo-
lencia, quaudo nao outra cousa. de nossa grracau; e
por mais que minhas queixas se tornem amarsas.s
o sordo rumorejarda resaca parece responder a meos
suspiros....
E suspirara eu smenle pelo nosso passado.e pre-
sente poltico !
Sou mnito pouco inclinado a essa lotera para de-
dicar-llie exclusivamente meus pensantiutos...
ll'assemos adianle, porqoe no querX renovar ma-
2oa, e nem Vine, esta disposlo a aturar modernos Je-
remas.
Ainda Ibo no dei a razio, pela qnal quando me
esperava no Pina, me acho na Iteslinga ; e nem Ihe
disse o que me acontecen depois do dia o do cr-
renle em qae Ihe escrevi, carta que nao sei se re-
cebou.
Entremos n'esso assumpto que he lingo c impor-
tante ; teulia pois paciencia.
Como Ihe disse n'aquella citada carta, embarqoei-
me no da ."> do andante no Imperador, dcixando a
corte no mesmo estado, e e cholera ou gattro-inte-
ro-r.holiles limpaudo suas duas dezenas diarias por
desenfado.
Para duer-lhe que (rousesaudades d aquelle ma-
ravilloso (Miz mentira, porque alm de mil c urna
razes, cada qnal niclbor, que me uesacouselhavam
as saudades, occorria que en audava um pouco cis-
mado com judea errante; e me pareca, que, mais
da menos da. havia um csiourogastro-inlero-cho-
lilrt de p<*ir de pernas ao' ar uns centenares; e nto
quena assislir a scenas, que eu previa em meo seis-
mar de visionario.
I.ogo qne enlrei a bordo, as qualro horas da lar-
de, encoutre varios amigos, qoe, saudoaos do ninho
comoen. eslavam de iicunl i.rorin;n, nao quizernm esperar
pelo magestoso Parami, que era annunciado para o
da 10, com a clausula de n.lu locar na Baha, alm
de qoe os aristcratas que nelle vinham nao livesse ..
quarentena nas provincias; pois havia sido delibera-1
do em conselhode estado, que o cholera da corte
nao poda infeccionar as provincias.
Logo aps mm entrarampara o vapor sessenla re'
crutas com destino Pcrnamboco, por quanlo S.
Ele. da Guerra entender que era a epocha mai
propria de fazer innocular em ama provincia que
esl isenta. o cholera, qao na corte se desenvolve
com lodo o desembarazo nos quarleis e depsitos de
recrulas ; assiin como que para a incobacao da epi-
demia era muilo inclhor o desabrigo do Imperador
do que os commodos do Paran, que tinha de sabir
como dase dah cinco dias.
\- -SJU'S companheiros de viagem, egostas que
nao poderam alcanzar as alias razoes d'eslado, que
eiiziam aquella imporlaulc reiness.i de recrulas, e
conhecer a soblimidade do e>irlo administrativo
de 8. Eic, deram-se a perros, e algiT
enl alguna mimos para S. Exc; mas os liomens mais
sabios esiao sujeilos censura dos tolo. S. Exc.
lem a mana de fazer mudanras He mlAres. a eu'
entendo que ellas sao corroborantes da disciplina.
Estando aununciada a partida para as qualro ho-
ras, tal demora houve na visita, e em desembarcar
um dos recrulas, quedeclarou-se com bexigas mnito
bem desenvolvidas, que somonte 'podemos levantar
ancora as sete horas da noite pouco mais eumenos-
segondo a poulualidade dos paquetes da companhia
brasileira satisfeito va eu fugir o ddalo de luzes,
que illumim ni aquella babilonia moderna, a a Tila
de fogo, qoe orla o arco da costa, qae abraoge o
Pastcio Publico, cois da Gloria, tlamengo, qoan-
do urna busina rouca, como a do Alijo do dia pavo-
roso, nos intimou na fortaleza de .Soma Cruz, que
deviamos vollar, sob peua de nos ser intimada a qr-
dem deuma maneira mais positiva, scilicel com um
balasiodocalibrcqaeocommaudanleqaizesse.Em vis-
la de um tal dilema, embnra um pouco ilgico, nao
livemos outro partido senao vollar e dormirmos no
aucoradouro. porque podamos ter roubado o chafa-
riz da Carioca.
Ainda ignoro os motivos de lal rieor ;. mas o mea
companheiro, correspondente de pojuca tema, que
deu nosymte, purtaulo elle que ihe dlea o noe
sabe.' '
No dia (i as seis horas da manhaa fizemos nova
lentaiiva, e d'assa vez a bosnia do pai Nepluno es-
tece mai benigna, e deixou-uos seguir, leudo ale a
bondade de ilesejar-nos bu viagem, aoque relribui
desejando-lhe urna rouqudau eterna pela uoile que
nos deixou perder.
Ainda saudei o sol cortesao n'aqnelle dia, e ali-
rei me na gaveta que me deram entregue ao prosaico
enjoo...
Repelir-lhe o que Ihe disse em ininlia ida he des-
necessacio, eslapido, e massante ; mas aproveilarei
a opporlunidade para aaradecer aos dignos coromap-
dnle e imiiicdiito o cuidado com que procuraran!
nraioR.
BOBSEll
DIARIO DR
RRRHAljRDCO.
UAHIBA.
15 de setembro.
che n'esle imperio de Eo-
afeceSo, a espera de manda-
esealsnle. illoslre do finado
le medico, morrea como o
trande religiao, que ensina
Idode das miserias humanas,
cuidados, dar-lhenoticias mi-
qae mu acho nas plagas para-
iheroica fortaleza do Cibedello,
ande eutr'ora o filiado forte de
favomitava morle, e destruiro de parecria
mais velho do Cabedelle, qne llie
beava qnasi
^HtU miada* digressoes, que j.i
upeco. porque quera se ada de
>codigo4Ue quarenta
ara necesariamente de-
^^^H, por menos poe-
Offrivelmeiite aboleladn ua
ira, conforme a rhrismaram os
^^B ando entendern! inconveniente
"Be da 8. Htnto, que Uo ulil Ibes
ira se asseuhoriarem d'ella.
aso proveio de remoraos oJE
rm roa,porra, mais avisados en-
leve por fim desorientar Ira-
seja como Tor o certo he, oue a
i ha hehoje dos -Me/ioes.eque a historia um Sa le-
FfllfflSTlir
m .
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A
Urna noiu deconirardades.,
tu a anoilecer de 22 de selembro de I8.V..
ira, quejo e ia approximando do
jeriodo daiua plenilude, n'um co purissimo de nu-
ven e deeitrellas, derramava ondas de suvissima
Na bella ctdade, e cojt aveludados re-
nexos Kiotillnvam obre os alvos e lificios^omo dia-
iiaules era eolio de nolva.
Don mancebo-, uro da nome I,*** e o oulro
profjasam inliina amizade. Amboa sao dota-
aentimentos nobres a elevados, de dediracao
i, como dizeui os France'zes, e ebeios de
e gloria na carreira polilica ; mas sem em-
desla- br.llianln qualidades, sio duas nalura-
iprichusas, excenlricas, originaes em todiu a
lensao do vocabnlo ; e, geralmente rallando, sen-
pre procoirm sensaroes e prazeres em fontes nao
t, os dona mancebos concordan) em
claculo no lindo edificio do theatro
rtrWe o engenho do Sr. Waulhier fez um bello or-
lameMo dista cidade, e qon o espirito acanhado e
desconfiado dos liomens do d nlieiro, eases res da
opoea aeiyil em todas as parles do. muudo, tofnou
pequauiuo auiesquinlio, e qnasi que lli9-4irou Inda
a elegancia mstica primitivamente trarada pelo il-
ltre l
muiiciada a represenlaco da comeda
Machini'ta. ama da
P"*F* **/turnes acionaes, queencerram aa co-
medias do Sr. Peiuia. Devia ser urna ooile de al-
"'" omentos de dalraccao deHcioaa. em que o
espirito ss. vmbeveceiia na coulemptarao do bello e
rochancha. o Carcimano, de cara tao'redonda, ma-
cia eabreaslrada, qne devera cantar a aria burles-
ca do Monote italiano. Oh I he pena que nao an-
dero pala i-uas deeta cidade ...melhanles mascaste '
.om que aneiedade nao serian chamados, eone sas-
l-i Ihe na.i fariam 1 M "^
Estas re:lex5es eo interasse do espectculo anoun-
cado angrientaram os daaejos dos doas mnncebos
Releva declarar que alio nao sao lavados ao tbealro
(aria reprennUcao da pecae, orno acontece a qua-
si todas as pessoas. Pelo contrario, pertencem a essa
pleada de amadores, que v8o smenle ao espect-
culo para ouvir a orcheslra, lanca o binculo sobre
a sala, atim de contemplaren! essa bellezas, que sao
as llore eo petrume da nossa aociedade, entrar n'um
en outro camarote, passear pelo sabio com nm dos
dolos das suas occulUs adorasOes, tirar do ramalhe-
le de ores da escolhida do peilo um raminho de a-
lacrim ou de reseda para introduzir na casa da ca-
aca, e linalmenle passar os momentos da represen-
laco conversando e fumando os dourados davalas
no agradavel lerraco do ediflcio.
3s nossos dous mancebos sauescrupulosos execu-
tores destas regras de exquisito prazer-thealral, que
se chama prazer don elegantei. Por oulro lado a
gente do tom so entra no theatro depois da repre-
senlaco do pnmeiro acto, ou no intervallo do nri-
.raeiro para segundo, afim de fixar sobre si a alten-
cao publica. f> """"
Lm pouco antes da hora em que cosluma comecar
o eaoeclaculo, dirigem-se ao theatro ; mas, infehV
.menle para elle*, a numerosa coucurrencia allrahi-
oa pelo beneficio de urna inleressanle actriz, digna
de conciderac ia e de sinceras eympaUia, faz que
nao encontrassem um bilhete para peoetrarem no
sabio. Havia lmenle bilhetes de platea, mas a este
respelo pensavam como Fernando Duplrssis .- l-
nliam horror de acotovelar-se com as multidoes de
ensasoes grosseiras ; e posto que alguns amigos del-
les fossem assiguantes, comtndo nao quizeram ir in-
commoda-los. porque reputam mao goslo e fra do
coslumes dos elegantes passar urna noile de espect-
culo n nm camarote alheio, cujo dono deseja estar
em liberdade con as petsoa da sua convivencia in-
tima.
A" vista de scmelhaiile decepco, que na verdade
ie mu cruel para una humera qae caula achar n'um
lugr ceilo o echo das suas afleisoes a a alma dos
seus sonbo, de eperauta, asseujram paxar a ooile
ue outra manciro, e projeclaram loso ir passar o dia
aeguitita, que ara domiugo, em um dos bailo arra-
balde. desla _cidade. Dlrigem-ae immediataraente a
vanas coclieira., ma- nlo enoontraram um caro des-
oocopado. Afinal sempre acharam urna que linha
carroslisponiveis, e N diz ao cocheiro:
.Lm carro.
Para onde.
Para o C srhang.
J ? peri;unla o eocheira. -
Nilo ; r*,pondeu L'"; ao pr da Ion, qoe bo-
je lleve ser as Ir para a qualro horas da madru-
gada.
Mas, olhe, disseN", queremos o melhor car-
ro que hoawer, e a qualro cavalloj.
Nao quero esqoecer um episodio que me horripi-
lou, occorrido ua segunda oa lerceira noile de via-
gem.
Tinha eu fechado minha cvela e disptuiha-me a
dormitar, se o enjoo me consentase, quando ouco
um meu vkiioho bradar.Sr. commandante, mande
conduzirom soldado que cahio junto ao mea cama,
role, e.... (aqu fallou em porluguez muito claro!.,
de surte que o aroma he insupporlavel...__
Sendo aquelle um dos ell'eilos do cholera, laes pa-
l.ivra- me gelarnm.
Infelizmeiile corro a corrediza da gaveta, e entao..
anda ne.-le momento o snto... Nunca tive liriaillii
de sentir cousa scmelhaule, e nem se pode ava-
har. .
Ao mesmo lempo oovi dizer.Aqu tambera est
urna preta, cabida e sem falla.... Se o paquete hon-
ve eu n3o sentira urna commocao igual. Creio que o
mesmo aconteceu a lodos....
Felizmente, urna hora depois soobemoi que o sol-
dado havia embarcado no Rio gravemente doeaile
de urna dysenleria ehronica, pelo que se Ihe baria
dadohaixa ; equo a prela solTria ataques coilcn-
ticos. K
Agradecemos a S. Exc. e ao seulior da escrava os
companheiros de viagem, e continuamos nas maos da
Providencia, espostos ao pnmeiro insulto da epide-
mia em um paquete, noqual nem a companhia, c
nem o governo h aviara posto um medico, que cui-
dasse da saude da bordo. He verdade qoe no nosso
paiz ha abundancia de liomens, para o governo ter o
irabalho do economisar os que exlttem.
No uomero do quarlo da de viajem chegamos a
Baha, a ao entrar na barra soubemos dos lerrwveis
estragos que a epidemia all eslava fazendo. Nao
quero referr-lbe o qoe ouvi; mas posso asseverar-
Ihe que desconheci inlciramnte aquella cidade.
Aquella animado, vida e alegra que se nolava
tanto no porto, como na cidade, tinha desappareci-
do ; e oOerecia o aspecto de urna cdado deso-
lada.
Entendemos nos, ajndados pelo nobre commao-
dante, fazermos um cordao sanitario, e nao termos
commanicatao com aquella cidade, alem daquella.
de que nos nao podamos dispensar, recebeudo car-
vao, e trocando as malas; e para isso o mesmo
commandante, a nosso pedido, resolveu-se a nao ir
trra ; mas as autoridades d-illi, que em outro lem-
po mamlavam amearar os paasageiros, que qusram
desembarcar e recebiam na ponas ds haionelas
as carias de saude, ainda viudas de provincias nao
empesladas, nao s mandaram chamar ofltcialmente
o comroandai.le o Ierra, como nos mandaram a li-
tlo do visita de saude. mdicos, eucarregados doa
hospilaes dos cholericos ; e o que mais he, consen-
tan! qoe livremenle viessem a bordo de um navio,
onde nao tinha havido nm s caso de cholera, (odas
as pessoas de Ierra ; e anda quizeram fazer embar-
car om criminoso, ao que o digno commandante se
oppoz com censura do Exm. presidente !!...
O governo eral havia poucos dias antes, man-
dado om vapor de guerra para receber e entregar
a correspondencia do vapor inglez, afim de que elle
nao livesse comir.unicacao com a Babia, e assim nao
solircsse quarentena no Bio ; mas como na chega-
da daquelle, este ja houvesse pastado pela Baha,
aquelle volloo.porqae o governo n.io s- lombrou
di> perigo da commanieacao dos paquetes da com-
paniin com a Baha, lodo oceupado. como se acba-
. com as allencoes com os Srs. inglezes.
He nolavel o faci ; mas he exacto, e cu. em
isequencia, nao posso occulla-lo ; porque me po-
li que raereeo igual altenrao aos inglezes, do go-
rno do meu paiz. Se nao he rfisim mande-me
tora
Felizmente, grabas aos esforr,os do digno com-
mandante e promptidao da ageocia, recebemos car-
van e sahimos no mesmo dia daquelle porto.
'^Qoe de iocommodos nos nao allligiriam, a mis
^tie eslavamoa avjsta.de trra, e que nao podamos
gozar o descanco que ella nos offerecia?
No segando-dia, depois de nossa partida da Ba-
ha, ui dez horas da manhaa, chegamos Macei.
All um Ilustrado medico nos veio visitar, e salien-
do que nao lindamos doenles a bordo, deu-nos livre
pratica.
Que differenle proceder he o da inteligencia
que sabe vencer os escrpulos da estpida ro-
Alguna dos nossos companheiros approveitaram-
e da obsequiosa lceuca, e saltaram ; oulro, qoe
lam para essa provincia, deram por linda sua via-
gem, com medo do lazareto do Pina, e quizeram
antes conclui-la por trra ; eu, porem, sabendu
que o vapor sabia Urde, limitei-me a Inviar sau-
dosas lembrancas ao meu cohecido Thomho-
telcasa de pealoe deixei-me ficar a bordo para
completar inhiba penitencia, ignorando o Iralamen-
lo que ueste porto me esperava.
Com elfeito sahimos a noite, e na dia teguiule, s
Hez horas, lendo encontrado antes o Tocantint, che-
gamos i este porto, onde i nos foi intimado de ficar
no maldito e vascolejador lameirSo, onde en qni-
zera, a bordo de um vapor, depois de urna longa
viagem. lodos os mdicos rutinetros e guarenlenit-
tas do mando. Offereceram-iios o hotel do Pina,
mas para desembarcar deram-nos um quebra-per-
uat admiravel. ao qual me nao quiz sujeitar : e
Ma a razio da minha estada hoje na Restinga da
i aralnba, que prefer a ser prega de um lubarrio oh
esmagado de encontr ao caeo do navio.
Trplice pona de nm dilema qae no foi intima-
do por urna junta medica que nos deixou de sen-
liuella i vista, para que nio fngissemos. E era
razao, porque deviamo. estar all quarenta e oito
oras a espera nao sei de que.
A agencia, por isso que esperava o paquete de
mmtos da, nio linha o earvSo prompto ; o a cor-
respondencia ofticial para o norte somenle ficon
bordo no segundo dia is sete horas da noile '
Nem 1 considerado de que vinham a bordo pes-
soas dignas de altencao, e que nao poderam refres-
car-se nos oulro portos, nem o risco de desgarrar
o vapor naquelle mar. sempre encapellado, nem os
conselnos da higiene de abreviar a viagem antes
que se desenvolviste a epidemia i bordo, poderam
Tazer com que nos foste diminuidos os minutos de
estada naquelle terrivel ncoradooro, que nos pare-
ciam sculos de infernos...
O egosmo dos queestfo a commodo faz esque-
cer as privasoes dos que sonrem... .
Eu, pelo qae observei na viagem, pude colher
uns poucos de axiomas pestilencia?* :
1. A cholera da corte nao he traiismissivel e nem
epidmica. .
2. A' corte nao lem de facto epidemia que dis-
pense quarentena dos navios que entram das pro-
vincias.
3." O cholera de rara cruzada he o peior, vslo
que as provincias empesladas exigem-se reciproca-
ment quarentenas.
4." A incubacao do cholera est dependente da
vonlade da juntas de hygiene das diversas pro-
vincias, visto que o lempo da duraedo das quaren-
tena he n arbbrio das mesmas juntas.
5.' O cholera s viaja por mar, por isso que nao
ha quarentenas terrestre*.
6. O medico he animal ante-cholerico, visto qne
por elle nao pode ser traiismillido. e por isso elle
lem a liberdade de ir bordo, o mesmo aos hos-
pilaes dos cholericos, sem ser abrigado a quaren-
tena.
7. O cholera n.lo voa, e somenle anda encai-
xolado.
8. As quarentenas sao mai* algumas Ingrares,
que sonrem os tolos desle mundo," em proveilu de
meia duzia de experlos.
Este oilavo axioma -he fundado em cerlas razoes
pratica de meu conheeimento, que nao podem ter
escapado a todos os quarenttnados como en.
Tal vez que estas observaces farsm ba/ulho entre
os quarenlenistas ; mas eu deixarci a medicina com
a medicina, visto que os que mais combaten] essa
hurla incommodativa silo os mesmos mdicos.
A respeito das ilesinfereoes fumegalivas s teuho
um axioma, e he que nao ha cholera possivel para
quem levar., pelo menos, urna lumegae.io diaria.
Desembarcados s sete horas da noile desse por-
to, demandamos a Parahiba, onde chegamos, sem
novidade. ao romper do dia seguinle.
Ao entrar ira barra, una bozina hospitaleira nos
ad verti de qae o vapor nao poda seguir para a ci-
dade, e qne os passageiros podiam desembarcar na
pitoresca ilha da Restinga, onde exisliam refres-
cos, e lodos os commodos, gratuitos, em ama bella
casinha, onde lindamos de estar oito dias. Ainda
ganhei sete dia sobre o lazareto do Pina que nao
faz por menos de quinzo :\ desnfecrao.
De feilo desembarcamos, e iao iions companhei-
ros tinha, e lal era o nosso hospede encarregado do
tralamenlo, qae passamos uns oito dias durante os
quaes nada nos falln desde a refrigerante agua de
cocos at o crepitante champagne, desde o bello
peixe ateo aristcrata per, desde banana popular
at a lima nobre, custa dos hospilaleirot parahi-
ba nos.
Devo (jizer joslija a amahidade dos Cabedellen-
sas que nos Irataram com a maior generosidade.
Deve ter rerebido pelo Parami noticias da corle,
antes da recepto desta, que, se escapar riesin-
fec^ao, lem de ser demorada a espera do corrcio ; e
por issu nada Ihe direi da ultima hora ; semln que
corra a demissao do desembargador Figueim de
Mello, e numearo du Dr. Cassarao par elude de
polica da corle. Os que haviam pedido demissao,
por terem votado contra os circulo, ainda nao ti-
uham recebido aceilarao.
24
Ante-hontem livemos alia do hizatero, depois de
competentemente fomegados, e eu me acho na ca-
pital da Parahiba gozando por mais alguns ijjas a
amavel hospitalidade dos Parahiban
Muilo breve pretendo segu
mas espero saber com certeza, _
la aqu be ah valida prodceme.
Esla provincia goza saude, e gr
cias de um digno administrador ai.
lado da limpeza salisfatorio n cap
OsTarahibanos, Comquanlo n,"u
dos, comludo preslam-se a lodos
livos e medidas sanitarias. As c
aceio, e, atienden lo _a l%iigoi,fJ
que gozara, bem elimo ^TrapUcida
turnes, be de esperar, qoe oa fulo seja
epidemia, ouque Ibes seja benigna.
Fazem-se preces em difieren (es igrejas, e o povo
concorre a ellas com fervor e devocao. Honra o
diguo vigatio Marques, que tem feilo quanlo em si
est para dar esse alivio ao christao. He nm con-
sol que s o coracjto religioso sabe devidamente
apreciar, osupplicar ao Omnipotente o alivio das
infelicidades que o pungem.
Nada mais tenho a noticiar-Ihe.
Eslimo que lenha gozado saude, e que continu
a frui-laseui o menor susto, ou iucommodo.
suat oraces, davem faze-lo animadas pela mais vi-
va f e com a maior contriefao e piedade ; por-
que se a fe fr substituida pela incredulidade, se a
devocao esliver nos labios e nao profundar no co-
rasao, se os templos forem vizilado por mera cu-
riosidade e desenfado, podem lodos os qae assim
obrarem, estrcenos de qae nada blenlo, vislo co-
mo aquella,;! quem recoriem nao se deixa levar de
apparencias mentidas, comu os joizes da Ierra a
quem a chicana embaee arranca sentenea injus-
ta, ou como o poderoso qne militas vezet allende ao
preteudente sopor Ihe parecer de agradavel aspec-
to : louge disto. Dos s le pelos corarles dos ho-
mens. e s quandn os acha puros ou contrctos he
que despacha favoralmenle.
Assim, pojs, he de esperar que todos os habitantes
desla cidade se esforcarao para que aprovertadas se-
11 I.ua nova a 1 hora, 3 mil
47 segundos da manhaa.
18 Quartocrescentea 1 hora, 17 mi-1
utos e 49 segundos da tarde.
25 La cheia as5horas, 6 minutos e|
49 segundos da manhaa.
DIAS DA SEMANA.
1 Segunda.S. Bemigio b. S. Virisimo.
2 Terca. O Anjo Custodio ; S. Leoda
3 Quarta. S. Evaldo prasb- : S^ B
4 Quinta. S. Francisco de Asis ;
5 Sexta. Ss. Placido ab eFlavia irs. i
6 Sabbado. S. Brum fundador ; S. Castre.
7 Domingo. 19.-0SS. Bosario de Ma,
Augusto presb. ; Ss. Sergio e Bacho mm.
'vaT,"*1SUls pre.ces' 'Presenlando nella um quadro/mar represntame de perspectiva -. E em vez da na
a* providen-
era um es-
PERMMBim
REC1FE 29 DE SETEMBRO DE 1855.
A'S 6 HORAS DA TARDE.
RETR0SPECT0SEMA3AL
_ A (emana de cuja revista nos vamos oecupar, qna-
si que foi exclusivamente prceneida pelas preces
publicas, que se lizeram nesta cidade ;e por isso per-
Illllir-ln sfcaiBiIIU lail/ival ^ -. -~ -*__ -t I________*_______l_
Entao, responden o cocheiro, nao posso servir
aos seuhores. a
E porque bradaram ao mesmo lempo os dous
mancebos um pouco irritados, prevendo j urna nova
decepeao. .
j,- .^.00 M? di.r'8ir om cerro a qualro cava I los,
disse I.*", en dingirei. '
Ni he por isso, senhoret; responden o co-
cdeiro. Lmbora eu ainda nao livesse feilo o meu
exame de boleeiro, o que nao he culpa minha, com-
tudo sei fazer o meu onicio ; j.i me matrculei janla-
menle com os meus carros e cavados ; j apresentei
o atteatado de moralidade qne hoje se exige de quem
quer ser boleeiro, ja lirei n minha carta, pela qual
paguei seis mil rfis. S me falU o exame, e se ain-
da nao o fiz, he porque nio se sabe quem sejam os
examinadores ; verdade he que j se lalla em algu-
mas pessoas; mas sao tantos os empenhos para esles
lugares, qae ainda nao Tomn comeado;....
Enlic, disse N***, se o senbor posaue todos
esles requisitos, como acaba de referir, porqua nos
nao leva no carro lirado a quatro cavallos '!
Porque, responden o boleeiro, na occasiao em
que me matrculei nao declarei, segundo exige o re-
gulamento que not foi dado, que algumas veze ha-
via de sahir i qualro. Se o fizer, incurro em urna
pena, tenho de pagar urna mulla, que nio he das
melhorcs eonsas.
Em consequeucia desta resposla definiva do co-
cheiro, os dousmancebosdeterminaram fazera viagem
a cavallo ; mas havia orna difficuMade que resolver,
(ioslam de montar em cavallos grandes e Irotadores!
Delestam o esquinado e esse andar, que reputam
usanca dos lempos primitivos, e incompalives com
as elegancia da actualdade. Desta vez nao foram
contrariados nos seus desejos excntricos. Encontra-
ran! dous lidos cavallos baios, com lodos os requi-
sitos procurados ; e sem mais relleio alguma acer-
ca do preco, disseram ao dono do eslabelecimcnlo
que, quando fossem hora, maudariam o criado bus-
car os cavallos, e outro para si.
Entao vottaram para can. Compre notar qoe a
ra em que morara, depois de certa hora j nao ha
allumiada pela clnridade da la, quando esla se in-
clina para o ocaso; e como elles em consequoncia da
sua originalidade de carcter, s quizessem partir al-
gn minuto depois do por da lu, e Ihe nao Tate
possivel observrosle plienomeno, da casa em que se
achavam, concordaram partir no momento em que
se accendesse um lampeSo, que fica dofronle da ca-
sa, pois que esta circumslancia era um indicio evi-
dente do momento qae desejavam.
Eram dez horas e meia pouco mais on menos.
Retolveram nio dormir ; e, para passar o resto do
mitlirao nossos leitores que principiemos consig
nando algumas lindas a este assumpto.
Na qoadra melanclica em que nos adiamos, ven-
do os nosso* irmaos de outra* provincias do imperio
bracos com um flagello desolador; e a nos mesmos
ameacado. do mal, para nonliura poulo, na verda-
de, poderiam mais utilmente coovegir as QM*a vis-
tas do que para o eco, iienhum outro auxilio mais
poderoso e eWcaz poderiamos buscar do que o de
Dos; e as preces, sendo um raeio seguro do ble-
lo, nao podiam ficar em esquecimeulo uo meio de
um povo que se distingue pelo seu espirito de reli-
giosidade.
Nao nos oceuparemos em mostrar a prolicudade
da oracTj, como remedio espiritual contra todos os
males com que possa ser alfligda a humanidade;
seria islo exceder a nossa larefa, c repetir nquillo
de que lodos ot nossos leilores eslo mais ou menos
bem compenetrados. Assim, pois, nao farcino, se-
nao anima-los, e aconselllar-lhes que persevoreui
lodos em um caminho lio seguro e fcil, como o das
preces, leudo por certo que serio altendidas suas
upplica, e qae esta provincia ser preservada la
epidemia, com lano que ae esmeren) em merecer
1.1o auignalado favor. *
_ He por isso que todas estas pessoas que, sem dis-
tincQJo alguma, percorrem, noile, as roas da cida-
de, vizitando a igrejas e dirigindo ao Omnipotente
verdaderamente edificante, e no qual se veja o do-
mem com o maior recolhimenlo ajoelhado em Trente
dos aliares sagrados e na presenga de sen Creador,
conTessando a sua pequeuheza real, pisando as mun-
danas grandezas, despiudn as galas, esquerendo ot
odios, abjurando os passados erro*, e ao mesmo lem-
po recoiihecendo a grande? e poder de Dos, cren-
dn oa saa mrala misericordia o esperando nas suas
promessas. I.embrem-se lodos que nada mais-somos
do que (Idos desairados o perverlidos, qae arre-
diindo-nos da devassidio e corrupsao dos coslumes,
voltamos a casa do pai carinhoso que se prepara a
punir-nos, c vamos depositar no seio desle mesmo
pai nossos arrepeudimenlos e implorar-lhe que na i
descarregue o braco beras criminosas. Se assim (termos entao serio ver-
daderas as preces e inTalliveis os seus favoraveis re-
sallados. Toqp mal, diz-nos um autor competente,
de um castigo que pode sei prevenido pela oraco ;
mas o principal da oraiio he a fe nio o desejo!...
Islo porm nao quer dizer que cruzemos os bracos
e abandonemos a medidas sanitarias capazes de peia
sua parte cnncorrereui para que se nao manifest
entre nos o mal que arreceiamos ; urna causa nao
implica, com i outra. e he por islo que o dislinclo
administrador desla provincia ao mesmo pasn que,
a noite. nao deixa de, como cdrislo, implorar a
Dos nos templos, nao se descuida de, como domem,
e soiirecarregado de velar no bem do povo, cuja
guarda lho foi confiada pelo governo imperial, em-
pregar todo o zelo e diligencia precisa, ja para pre-
venir ao accommetlimento da epidemia e para
minorar os seus cffeitos no caso de que infelizmente
a leudamos entre nos. Assim vimos S. Exc. esta se-
mana, ir visitar as obras dn novo lazareto destinado
a guardar as pessoas que vierem das parles infecta-
das do mal, e dirgir-se em pessoa a casa da cmara
municipal a tratar da medidas tendentes a conserva-
cao da saude publica, etc., etc.
No dia 16 do corrate, no sabio do tneatro de
Sanla-Iabel, e logo depois do meio da, leve lugar
a expsito do Mclhodo Caslillut pelo Sr. Francisco
de Freilas (amboa. Assistiram a esle acto os Exms.
Srs. presidente da provincia e commandante das ar--
ma, varias outras pessoas de dislinccao, alm de
um ciescido numeraste pessoas do povo. Segundo
nos informam, os "alumnos apresentado* nessa oc-
casiao pelo Sr. Gamboa foram pouco mas on me-
nos em uomero de 40, sabendo lr, escrever e con-
tar, e leudo os mais anligos na respectiva aula ape-
nas 7 mezes de estulto; pelo que, bem se pode
ajuizar doqnanto hefavoravel ao progresso|doensino
primario o sobredilo mrlhpdo. Nao nos leudo sido
possivel flssistir a exposicio, limilamo-nos a offe-
reccr aqoi calas poucas linha- acerca dos resollados
oblidos pelo Sr. (.amboa com o auxilio do novo
melhodo, reportando-nos as informares de um
amigo fidedigno.
No dia 1 do correnle edegou dos portos do sut o
vapor Parami. Eis em resumo o que d'alli nos
adianlou. Como era de esperar,'tin*a sido deiinili-
vamente convertido em lei pela Jran imperial,
que recebara* projecto das incaJrTplibilidadcs e
eleirues por circuios, que, como j distemos em
umavle nossas revistas anteriores, tinha passado nas
duas cmaras, Tinhain ido nomeado alguns pres-
deme* e removidos oulros, cojos noves deiamos
de relerir por suppormos desla* mndancas bem in-
teirados nossos leilores. A epidemia ua carie ainda
e cunservava com um caracler benigno e fazendo
poucas victimas.
As mais previdenles medidas eram alli loma-
das, e o proprio Senhorr. |minis(ro do imperio
nao duvdava percorrer e examinar por si mesmo o
estado dos diversos hospilaes da cidade, dando assim
o exemplo de que em Uto criticas circumslancia oin-
guem se deve esquivar em promover o bem da hu-
manidade. Na Babia conlinuava a declinar o mal,
comludo na capital ainda eram bem sensiveis os seus
estrago.
Um ronbo leve lugar esta sema.ia no da 26 do
correnle, na Soledade. O Sr. Ignacio Gomes de S
eleicao, mais escrpulo, melhor escolha poderi ha-
ver na eleicao dos representantes da narao: taremos
verdadeiros representantes das necessidades dos mu-
nic pos que os elegerem. malo embora se chame
prncamenle a esles represnlanles notabilidades de
ah ti. I-uaremos livresde tantosdeputadespraoul-
r.as. loupetras e papagaios.
Talvez se admire dessa clastificacao: poisoGam-
herne as define muito bem, ouc,. A primeira clas-
se perlencem quellea que ninguem ainda pode ad-
vin lar o quejoram elles fazer a' assembla ; porqoe
desde qoe tomaran) assento nao profriram urna s
palsvra, deixando-se atoar dos oulros, e apenas ser-
viudo de tiples de msica do mato, que s ajodam a
guinchar os ainens.
Ora, aqu para mis bem baixinliu, que ninguem
nos ouca. um depulado destes nao se pode bem eba-
Qoeiroz. iientoMo nono batalhao de infanlaria foi *mNp\*"a t**?-
lempo, delerminaram ler e conversar! Euiao envol-
verain-se em dous robes-de-chambre de seda, e sen-
laram-se em ruda de urna mesa, em cujo centro es-
lava uro vaso de flores naturaes recendentes de aro-
ma, e muilas obras escollla-: Homero, Shakes-
peare, Tasso, Chateaubriand, Caroes, l.ord Hv ron,
(ioelbe, e varios oulros volomes de autores dis-
tinctos.
ComoJ.J. Rousseau, goslam infinitamente de ca-
f, e antea de comecar a ler, quizeram lomar urna
chicara-desta bebida oriental. Elle lem o capri-
cho de s lomar caf feilo pelas suas propria maos.
Assim, necenderam ama machina de porcelana, li-
zeram caf, lemperaram-no com kirscho e assucar
queimado, e s.borearara essa bebida, que elles cos-
tnmam chamar a ambrosia dos poetas.
Depois I."* toma o volme do thealro de Sha-
kespeare, abre Harolel, c declama a bella e sublime
scena do cemilerio, em que llamlet examina diver-
sos crneos. Deila para a banda este livro e abre o
canto da Iliada em que Heilur toma nos bracos As-
liuax. e dizendo : r Mais chara parte de miha al-
ra..... banha-se em lagrimas, e entrega o filho a
criada. Aqui, dzera.n muilas refiexies. Houve urna
pausa solemne. N*" abri a Jerusalem libertada
de Tasso, e lea todo o canlo em qae se acha a pintu-
ra dos jardins encantados, onde se perdeu Taere-
do. Folhearam a Memorias alm Tmulo de Cha-
leaubriand ; leram varioi.episodios dos .miadas, as
ultimas estancias do Cheld-Harold sobre a Italia
esses versos al hoje inioilaveis, e quando chegaran
a estancia consagrada i pon e dos suspiros em Ve-
neza, ambos suspiraran ; e conclniram etla esto
de-leituras poticas, lendo a Igamas das mais bellas
paginat da Werlher de Goethe.
Caano era natural, veio o tedio, es nosso dous
mancebos fecharam os livros e pastaran a conversar
sobre diversos assumplos.
Entao, pergnntou N"*, nio tens pezar d nao
ir ver a exposicJio de Pars, e admirar esias maravi-
Ihas da iulelligencia *
Oh .' nio falle* pisto Qae milagrea a arte nao
reuni nesse concert de todas as nacslet do mondo!
Menos a brasileira.
Com efleilo I He singu'ar .
E que queret tu ? Not ainda soaso om novo
infante.
Essa he boa. Ol Estadoe-Unidos sai mni in-
fantes, e noenlanlo oceupam am lugar diiiinrla nes-
se vasto alcacar dos Campo Elyteos. A razio da
alrazo em que nos echamos nio lie sermos um povo
anda novo ; he.....
Est bom, ti***, diste o oulro qae liana com-
prehendido a relicencia ; e accrescenlou immedia-
roubado pelo soldado Juveuco Vicente*'erreira qoe
Ihe servia de camarada. Foram logo depois prezos
o mesmo saldado e mais qualro pessoas. um hornera
e Ires mulheres, indgitadas como cmplices do
mesmo crime. Faltava porem achar-se a quanlia de
cinco contos e lanos, em que consistir o furto.
Fallecern) esta semana 40 pessoas, sendo, livresS
liomens, 8 mulheres e 16 prvulos ; escravo, 2 ho-
piens, I mullier e 5 prvulos. Kendea a alfandega
9i:.j97ftI32
COMARCA DO RIO FORMOSO-
Cidade do Kio Formoso 15 de selembro.
Ha maitde meia hora que de penna em punho, e
sorvendo de quando em quando ama boa pitada do.
meu smenle, pens no qoe Ihe hei de dizer; obri
gado a cumprir a minha palavra. mecho e remedio
o meu canhenlio de noticias e nada encontr: nao
sei mesmo por onde comece. Se Vine, se contentas-
te com estas duas proposices escreco-lhe por nao ter
que fazer, e acabo por nilo ter que dizer, enro con-
clua ja. Mas nio. Vine, quer sempre que se Ihe di-
g-i alguma consiuha de novo, para entreler a curio-
sidade de seos leilores vidos de noticias, e enlao que
fazer? novidades da torra, nichlis; por consegninte
que fazer? Socorrer-rae ao meu Gamberne Mixole-
la, e aoqueridinho Mendes.
Ouca Vmc. o'que dizero elles a respelo de novi-
dades f dizem qoe a maior novidade he a noticia de
que ja passou no tenado a lei dat eleirOes por circu-
ios e das incompatibilidades, aqoi baplisada por lei
das tabocas. Na verdade nao poda haver melhor re-
forma na lei das eleices: nova era se vai abrir pa-
ra a represenlaco nacional. Um pouco mais livre a
cao jaslar rom elles. nao tera melhor mandar fazer
ura buslo de pao ou pedra e escrever-lhe em baixo
presentante de tal provincia?
Os da segunda classa sao aquelles que nao sabem
o que dizem; porque a nalureza os fez loupeiras e f-
rain eleilos por compadresco-c por protecro de pa-
drinhos, que conseguirn! arrumar esses seus afilha-
dos. ralo sabendo mesm o que irao l fazer estes
oio e noces ainda em favor delles padrinbos; e
que nem serveui para urna dor de repente.
Emfim pertencem a lerceira classe. a dos papa-
gaios, aquelles que em ludo fallara, que em ludo
date >rrem desinleralntente horas inleiras, dando por
paos o .por pedras, e encaixando a marteilo a torio e
a direilo o que na vespera leram em algum etposi-
lor le iliieiio publico.
O remedio para esse mal. segando mea Traco pen-
**r est.i na eleicao por circuios, e nas incompatibi-
lidad,-, Se a lei Tor fiera execdiada e nao sophisma
da telos eperlalhes.
Entao sim; gs elcilores lerao miis liberdade na
escolha, votarlo naquelle* que melhor couceito Ibes
morera, e que nnior omina de heneliciis possam
fazer ao seu paiz; e ficaremos mais livres dos pre-
guiras.toupeiras e papagaioi, e al dos patriotas
chanchas, que se soccorrem o patriotismo, ultima
guarida dos relhacos, na phrase do expericnle e sa-
bio Inglez o Dr. Johnson.
E esla? Nao me inetl a rahequista?
Einfim na falla de materia, achando-se o meu en-
genho de noticias de fogo morlo, que fazer senao to-
car labeca e dizer asneiras, com licenra do mestre
dellis.
Mas em queme mell en? Fallar cm depulailo
pressnleioeule, quando o Mendes diz, que hoje nao
ha depulado que nao seja mai livre que Bralo ;ol',ie
quo nao he com b poqneuot. mais patriota d.. que
Catan, mais decidido que Mucio-Scevola, mais des-
inleiessadil que Cineinalo?
Nada, nao fui eu quem fallei. foi o Gamberne, e
portanto tome ella a respoiissbilidade e agenle se
lio balanco.
Basta de massada c massadi incipid.
Vamos a resumir algum is noticias de
didos na presente qainzena.
Policiff.
Esla respeit ibelissim lenhora vai indo na forma
que a llie expuz: nio lia por ora queixas della :
continua a mesma penuria da falta de subdelegados
estaveis, appirecendo de quando em vez reclama-
cues dos habitantes de Una, que pedem a substitui-
?ao do actual subdelegado.
Justina.
Marcha bem: a vara municipal a.ba-se nas maos
do npplenlel qae lem detempenhado muilo bem
suas funecoes.
Cmara municipal.
Tem brithado nas acertadas nudidas que tem to-
mado a beneficio desle municipio; pelo qae he dig-
na do elogise de agradec mantos.
Seguranca individual e de propriiiaie.
Com suiumo prazer participo-lha que nesta qain-
zena um s attentado se nao deu contra a vida do
cidadao. Continan) os apologistas da Iheoria do
roubo por Brissol. Era um desles dias roubaram um
rocinante da estribara do engenhoMamncahas: irra!
nao se pode er cavaUo nesta trra com semelhanles
sectarios de Brissol: os pobres anmaes nao (em des-
canco ; andam empre mudando de senhorio!
Salubridade publica.
Nenhoraa allaraciola solfrido: conlinuam a be-
ddZ?nm om raais Corc-* ni" "*'-
()s genero alimenlicios conservara, com pequea
dinerenca, os mesmos precos da qoiuzena pastada.
Ue Serinhaem escreve-me o indefedivel Damace-
no, e diz-rne em suas iellras, que nenhuma allera-
?ao i,n boa ordem e Iranquillidade qae all reina,
lem havido: marcha a adminislracjlo da polica e
;a em bom caminho, vivendo seus habitantes
Tactos saecc-
lamente : para nrim o maior milagre da exposicao
de 5 be a visita da r.iinda Victoria- a Paria !
Com eAeilo, quem peusou nunca que a neta de
Henrique VIII, a desceudenle da orgulhosa Mara
ludor se resolvesse a ir render homenagem ao so-
brinho do pritioneiro de Santa Helena.,
E especialmente depois dos successos do dous
de dezembro I
Caprichos singulares da historia diste L*" ;
e proferiodo estas palavras, vi entre os livros que
eslavam sobre a mesa um volume- de encadernaeao
doree sur ranches com este titulo Poetas Russos. .
Ol pois esles barbaros tambem leem poesa?1
Barbaros, nao ; respondeu N*" ; elles leem
tantoenthusiasmo do bello como os leas alliados.
, Eslou brincando, respondeu N*** ,- oque le
parecem as noticias trazidas pelo Pedro II t
Eicellenles; responden L"*.
Ests brincando ?
Fallo serlo. O Iriompho dos alijados ho infali-
vel; defendem a causa da verdade e do direilo.
Edaambicao, bradoo N***. Dizes que de-
fendem a causa da verdade e do direilo, e entretan-
to, em consequencia de interosses pessoaes, j os seus
jornaes eslo fallando em divisao do reino de ap-
les, rica cerlo que a Russia ha de fazer suar sangue
e agua aos alliados. Tudo o que esl aconlecendo f
ra previsto por Carlos V, quaudo em 1518 escrev
aualVe'? algUm,, imPnr*"le tenho recebido de A-
No mais sou sempre o seuRioformosense.
{Carta particular.)
COMARCA DO BOOiTO,
eO de selembro.
Sir compadre.-Em acanf propos congratulo-me
com vossignoria ecom todos os nossos patricios pelo
grande facto, que ainda assignalou o 7de selembro,
da ja iao brilhanle na nossa historia, a inaugurado
da estrada de ferro, melhoramento que nos vai abrir
as portas de um porvir lisongeiro. O Brasil,joven
anda, e ja lao adiantado na carreira do progresto, e
que r.iz hoje de rei na America Meridional, tero de
ornar sem dnvida na fulura edijao dot mappas um
lugar bem importante, o que deve dar seas cuidados
as duas grandes nar,ues,qiie julgim ler em suas maos
a sorle do mundo; tim asa Inglaterrae a Fsancada
de ver nesle famoso colosso que se vai ergndo' um
imperio, a quem lirarau o chapeo, um rival tanto
mais temivel, quanlo he agora que se ett creando,
enlretinlo que ellas principalmente a primeira ja de-
ram o cachoznlio, e no podem doixr de, seguindo
a le das cousas. ir camiohando para seu occaso. Ao
menos a Sra. Albion, na questio do Oriente, tem
mostrado que esla vclha e velha caduca, e que teria
irreraissivelmente quebrado as venUt nas pedras de
sebaslapola nao ser o bordao, em qne se arrima,
de sua allada. Ot laes liomens das ilha a modo qae
lem perdido a tramontana, pois urna fatalidade pa-
rece os haver perseguido em frente da fortificacao
reijia, onde encalharam as canoas de Napier, cujas
bravatas, e patacuadas me fazem lembrar aquelle va-
leulajo, de que falla CamOes:
librio da Europa. Pela minha parle consider a
Russia, sem que ella tenha coosciencia disto, urna
providencia favoravel i recnnttituicilo dat naciona-
lidades exlinclas.
Ests engaado, respondeu I."*. Este papel
ha de ser representado pelos alliados. A Franca e a
Inglaterra 3o o cerebro e o coraeao da civilisarao
moderna, ellas hao de reconstituir estas nacionali-
dades, e um dia laucarao os fundamentos da unida-
de do genero humano.....
Dizendo estas palavras ambos se levanlam, che-
gitin n veranda ; mas, nem havia claridade da loa
nem do lampeao, o qual eslava apagado. Enlao sup-
poieram que ainda era mui cedo, ou que o lampeao
nao fra acceso naquella noile. Eslavam neslas con-
jecturas, quando onvem dar quatro hora no relo-
gio do obiervatorio astronmico do arsenal de ma-
nnhe ; e concluiram qne a la j se htvia posto.
Entao mandam a toda a presta buscar os cavallos,
moatam e parlera. Paastram por varias ra, e
observavam a tenue claridade dessas miradas de
mandos scinlillanles qne roiavam sobre suas cabe*
cas, porque o mesmo tinha acontecido aos demais
lampeos.
Ao chegar ao extremo da cidade, foram atacados
por alguns mdmduos, que ou pretendiam fazer-lhes
mal, ou simplesmenle meller-lhes medo. Pensaran)
que haviam cahido em poder da quadrilha do Mao
de (.relhaa do JosEngonro. Bradam soccorro, mas
debalde. Entretanto, depois de alguns momentos de
luta, os lodividoos correm, e ahre-e nma porta.
Enlao, que foi islo ? pergunta um homem.
Um dos doas mancebos conten o occorrido, e ac-
crescenlou que se nao empregassm grande energa
talvez Ibes aconlecesso algum sinislro, pois que 1-
nham i i liado, e ninguem ihes acodira.
Oh disse o homem ; e era era possivel a laes
E a ronda bradou N***.
Pois ronda a scmelhante hora, responden o
nosso hornera. O seohor he mui injusto No sabe
que esta he o momento mais proprio do repouso, o
momento do descanco de todos os vvenles Por
ventura o soldado tambem nao he de carne, pois lo-
dos hao de dormir, a s elle ha de velar ? Meas
charos tenhores. estas pessoas que os alacaram nao
Ibes pretendan! fazer mal ; era um mero gracejo ;
e por outro lado, esla cidade depois' de meia-ooit4
nao tem nem precita ronda I
Enlio o dous mancebos aeguiram o seu destino,/!
e depois de terem caminhado urna hora por esta bel*
la estrada, que se chama Estrada Soca, contem-
plando essTit magnificas e variadat paizageos que te
Goivarra, o roncador, qae o rosta antava,
Maos e barbas do sangue, qae corra
Por dizer, que do raailos que matava,
Sallava nelle o sangue-e o liugia.
O senhor que com discursos tem feilo muilo ser-
vicos a patria (de lingua, he dos meus) como foi lito
mal succedido na conferencia de Vienna! as armas
da oratoria sao um pouco falliveit! Olbe, dir roass-
gnoria, que vosminc tem tima inclinadlo admira-
vel para as divaga;oes,prucipia na ilha do Noguei-
ra, onde se laurou a primeira pedra, e ei-lo j Ion
ge a volta com o velho almirante a lord Joadi Ros-
sel !! he andar assaz, nem a eteetricidade o ga-
nda.
Mas o qae quer, lenho grandes desejos de ver aba-
tido o orgulho desses Bretoes, que se tem querido
fazer de dominadores das naee, e cu jos estadistas
se gabara como Caning de ter os ventos fechado nas
suas secretarias, e costomam persuadir com a elo-
quenle diplomacia dos mnrres E ron ic ludi-
briados por meia duzia de aelvagens Ri isas, obliga-
dos a mendigar o auxilio de om Es'.ado qne nao po-
de deixar de dizer em sen coraro-ainda sangrara de
nossos peilos as feridas aberlas" pela morle lenta a
lraicoeira de Napoleao na leu inhspito rochado; nao
te podemos olhar com bons olhos, e er qae ou mais
larde ou mais cedo te daremos o lico. .
A' lerrinha : ha poucos dia* asstssiiiuu aqoi um ma-
ndo a propria mulher: a joslica vio porm seguir
logo ao corpo da desventuradaeonsorte.para a cadeia.
o tal desalmado marido.
Foi preso certo sugeito que a dous annos deu um
tiro em outro que esleve em termos de deixar esta.
I.a para S. Benlo, com venia do dstiaclo e respec-
tivo collega, urna Helena pozem rebolico lode Gre-
cia, sendo que o mecuni qae fe de Pars eseuou-se
com a dita hija da Priarao, qae talvez a etla horas
ja esteja sob a egide do ego eos conjungo. M
desordenase tem dado por causa de mulheres, prin-
cipiando pela Sra. Eva que foi a revolucionaria
por ler trausloruado a ordenado a
no. pois a nao lersido ella estar a m lodos vivendo sem
(rabalhar e sem cuidados com lana cauta Ace-
zar de todo quem nao gestara destas Eviohas, bu Bt-
cinhas que tanto matizara este mundinhu, onde si as
tirasse ninguem por cerlo querna estar um lisiante!
lanto ella* formara a primeira gratfa desta vida qna
Mahomet, a quem se nao pode negar a qaalidade de
nieslrarn:promeileo aos que seguissem a roa seila um
rea enhilado com as mais bellas meninas, se o Ma-
roma fallasse a verdade, valia bem a pena -
metano e eatou que al votsignoria ha i
bem teria embi irado com 6 touclaho.Hufieit
cdby.
(Carla particu:
CMARA MUNICIPAL SO REG1T
PRIMEIRA SESSAO' ORDINARIA DE 1
SETEMBRO DE 18
Presidencia do Sr. Rarao de Capibanbe.
Prsenles os Srs. Mamede, Oliveira^tmeiro, Ba-
rata e Mello, abno-te a sesso, e foi lida e approva-
da a acta ,ia aotecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Ura ofucio do Exm. presidente da provincia,
zendo. era resposla ao que esla cmara Ihe dii
em dala de 8 do mez passado, que nas paredes ex-
tariare da casa que servio de cadeia se estao uuica-
menle arrancando a grades de ferro, afim de poder
0 edihcio ler alguma applieacao publica. Iotei-
rada.
Oolro do presidente do iribuna] do jorv, raquisi-
tandu diversos objectos para a casa do mesmo tribu-
nal, como indispensaveisMandou-se qoe o procu-
rador informases, declarando quaes os movis que
toram ltimamente fornecidos para dila casa.
Outro do engenheiro dreclor das obras publicas,
remetiendo a planta do altar projecladu para a ca-
pella do cemiterio, com todos os detalhes precisos
Incombio-*e ao Sr. vereador Mamede de fazer a en-
commenda para fora do imperio, e mandou-se-lhe
remelle a planta, ficando copia della.
Oulro do fiscal de S. Antonio, informando que a
cavallariea em que pretendo Joaqoimlbs de Oli-
veira razer os melhoramenlos uecessarios. ua roa da
1 az, lem mais de 30 palmos, e he ventilada ; e que
o cano de etgolo qoe vai elle contUnir le de com-
municar com o aquedoclo do paleo do Carmo, que
pasta em renle da mesma cavallariea.i
concedeu-se a lcenca requerida pelo pe:
cora a condicao de ser a obra Insper
genheiro cordeador.
Oulro do mesmo, para a cmara maod
ralos nas boceas de etgolos do aqoeducto cima meo-
n,,J, ', (",ea,nd a lem, afim de evilar-se
nheiro ** ~ Mni,oa-" informar ao e-oge-
Oulrodoadmioitlrador Oa companhia de ribeir-
nfios, dando conU dos Irabalhos da mesma at o dia
10 do correnle.Que se publicaste.
, a 'o ''n a'**1 de S- Jos- "oda que oa sema-'
na de j a 9 do correnle se ojalarais 627 rezo.Ao
rciiiYO.
Oulro do fiscal da freguezia de S. Loorenco, par-
ticipando que se mataran) 43 rezes para consumo da
mesma freguezia. no mez de agosto llirooAo ar-
r,oS..*,n,r n se8"V"e reqaerimenlo, que
rosto em discussao, resolveu a cmara se otrviaae o
actminislrador do cemilerio :
Contlando-me que ot empresarios de carros f-
nebres pagana a quem fa5a a condocogo dos cadave,
res de eandade, do pocilio do cemilerio para a*epul-
iura e nao Ihes correndo semeldante obrigacio pelo
regulamenlo do cemilerio, requeiro se ordene ao
administrador daquelle eslabeleciraento mande fa-
'er semelhaDle conduejao pelos respectivos entre-
gados, ou pelos serventes.
a Sa|a das sessoes 12 de selembro de iS f.
mairo.
Foi approvado um parecer da commisso de po-
lica, denegan .o o augmento pedido peloMdmini
dor da companhia de nbeirinhos, da gratificacSo que
percebe, por julgar sufiiciaole a mesma ^tti-,
\n!.). >o*sa senhora do Uivramebto para solar fogo de
vla no largo da respectiva igreja, Tazendo para i
escavano no calamenlo, declarando o
Sr,
vereo-
umaBva.rT,anqUe0tar" "mpre con-'rl ** ""necoes"
urna vea qne ellas livessem de tocar no calcaeneo-
lo, porque eancorram -
lempo.
para a sua ruina em
pouco
;?ffl ^toserv^t^ra p.r.^^ 2&
jante,
une nesl
n f*q 1? """f"n> sobre o verliea dessa pe-
nlanTei nhU,'hl!; UeP5 d imnn* va.tidaode
Pa iicie coberla de urna eplendida vegelacao, se-,
meada qul e II, de grande, a bellos aVvoredos, a
d. n!. awa 'a0?" CCTCiu,, Pr um mphithealro
de povoaedes. A' esquerda, a na margein opposla do
Capibanbe, descortina o observador os Apepacos.
mais alm o Monleiro, Poco da Panella, Casa For-
te, torre. Cordero, Passaaem da Magdalena, gran-
de parle da cidade do ReciTe. e olhando para a di-
reita, jv a Varzea, o engenho de Sanio Cosme, e
a anliga propriedade denominada S. Francisco
que parece guardar a mootanha pelo lade do poenlc'
como urna fortaleza. h".
Dapois de terem contemplado e admirado esse pa-
norama encantador, os doas mancebos voltaram Da-
r a hospedara. Jantaram .is qualro horas, e pela
volta das cinco e meia da larde, moolaraui a caval-
dacoM r'r*m d* saada*" e de s1 recor-
LnlS^Heah0ri'8 ""t'0 mais 00 MnMMUvam nesta
bella cidade, encontrando as roa. obstruida, de en-
le de todas a clatses, como em noite de Qui.la-
Fe.r Sania e os templo, sberto, par. recibe-la.
Era a populacao qoe, alterrorisada peros.estragos
filf V"n'1 df"ior Prmv dreing^tem
fe.to em outras p.rte lo imperio,ocoravaTs igre-
. para dirigir supplicas Providencia que dirige o
I
universo.
uuunD cucuniD cypnTDAnn
se acharam ao p da bella ponle pensil que
He lugar as duas margen do Capibaribe. A-
pearam-te, e observaran) coro cario petar os estra-
gos que a cheia de i e a incuria dos homens lem
causado a esta obra, primeira e nica nesta genero
em toda a America do Sol, e objeclo de admirarlo
dos filhns da oulras provincias, qae aqoi cliegam
Dahi dirigram-se para a pilloresca hospedara da
iuva Angelo, onde deviaro passar o dia. Descanca-
ram, tomaf ara o inditpentavel bando fri, e ai nove
para de/, doras foram servido com um alrooco con-
fortsvcl. Depoit convorsaram, brincaran) e ouviram
alguns uanlicos populare em alleraao, enloados por
duas ingenua e interessautes lilhas da agradavel
hospede ra, a qual, qoerendo tomar parte no roso-
no, e asinslancias dos hospede, recitou no mesmo
idioma alguna versos dos Nebelageus o essa col-
lecriio do poesas da anliga Germaoia, cuja paterni-
dade, assim como a dos cnticos de Oatiam, ainda
hoje sao Jo dominio da controverta.
Era msio-dia. Entao ot dous hospedes sahiram e
oram p,- atoar sobre o onteim do engenho Brnm.'
Qoe magnifico espectculo bradou I Pa-
possivel deacrever-so as diversas e variadas impres-l
Enlao, disse N'", que le parecem essa devo-
fijei, essat preces que Uotopreoccopam o povo ?
Essis preces, respondeu I,". sao a oseada de -
Jacob, por onde sobem os votos da humanidade at
o throno de Daos.
Dei xa-te de poesas, -a. O mundo he governa-
lo por lea eternas e immulaveis, e a varntade do
domem oao as pode alterar.
Ou estas lis 'ejam immulaveis ou'nao, o que
he cerlo he qne as preces lem sido em lodos os tero-
pos de calamidades publicas, e dehaixo de mil rr-
mas diversas, um grita unnime do genero huma-
no. He ura conforto para o coraeao, orna conviccao
enrgica, que nao s quebranta a forca dos malt
como ale permiti suppdr a toa ausencia, quando a
realidade he ama verdade evidente.
N" ralou-se. e cada um tomn o seo destino.
E eo, letor, que ioviaivelmente os aeompanhei
em todo os seus pasaos, aasim como a sombra acom-
panha o corpo, tome, eacropolosaraenle lodas as no-
\
(AHalah.el-Krmtif.)


2
DIARIO DE PEAMiBUCO SEGUNDA FEIRA I 0 OUTUBRO OE 1856

i
PreMou juramento por procurado Francisco An-
tonio Sarai\n. juiz de paz suplanle do 2 dislrido
d< Ireguetl. de Mnribeca.
rnnera prar das renda tnanteipae
lices de Antonio Jos da
i Jo Pireira, de Adelo F'raneis-
loulo Juaaaim Correa, (le Atl-
i Cavalcanli da Almelda, de Ale-
jandre Joaquim Solero. Rosario. : '.orno Francisco Correa, de Antonio
Be i ii i i, de Antonio Joi Gomes do Cr-
rele, do l)r. Cosme de Si Pereira, ile Uaadlno Jos
s, de Francisco Antonio dan Chlgas a
oulru.-, Adolplio Bourgeuis, di Jlo des
uguslo Ilenrtqucsda Silva,
>nz, do l)r. Joie Jos Ferrejra i
le J o** Bapttela de S. de Joaquim Olega-
lo Mitdeus, de Jos Vleir Benle, do Dr.
lo J "'o Pogge, de JoSo de S l.eilao,
u AltePinto, de Martinlia Hara d* Con
Manuel Joaquim Ferretea Esleve, de
ellea, de Manoel Francisco Duarle e
*co do Bego, e levanloo-se a tessflo.
Ferretea Accioli, secretarlo a suhs-
crsvi.ari'.a a Capibarlbe, presideule. Gomei-
n.(Mfeeri ftgo.Mello.
Exm. eEjm. Sr.Cumpre-me levar a presenra
:. o presente ralatorio, em que iudico'o
priisetuinenlu de rtico do asiaio das roas desla
io tdb minlia tireceju, i contar de da 10
lo corienle.
opamente aceiadas rus qoalro fregueiias
ssas, praias. ele. abaiio transcriptas,
""'r P*H; dellis lem sido limpa
duit mate rels em cada semana.
Cl de Apollo, roas Jo Cerdoni, Hoda,
icimbi. Encantamento, Iruorim, Senzalla
illia, Vinario, Guie, Cruz, Forte do Mallos,
Pollo do Xoi oulia.becco do roesrno mime, dilo da 1.a-
e Julo Piulo.do Chafariz.Campello, (lua-
resraa, Larg >, irave-s do Bom Jesu*, ru do Crespo,
i.larj, do Hoario, doQueiroado, pateo do Li-
cio Ra'ugel, paleo do Carino, ra de
Tlien za, travesa da ra de Hortas, ra das
l.arugeiras, las Flore', Nova, oaea da ra do Sol,
travesa de i. Pedro, becco do Serigado, ra Dlrei-
U, becco da Viradlo, ra das Aguas-Verdes, pateo
da Penda, d > Terco, Cinco Poulas, ra da Assump-
raj.i, Kilieira. pateo da mesma, ru de
San-Jote, Ncgneirn, de Santa Cicilia, das Calca-
da, Acougu hos, Iravessa de San-Jos, do Ourn,
Copiare. Anala, (rsvetsa do Viveiro, paleo de S.
PJre, Cam|*Verde, becco do Dique, aterro e pru-
ca da Boa-V la. roa do Carnario, becco dosFerrei-
ro>, roa do Hospicio, da Matriz, Ponte Velha, ra e
paleo da Sania Cruz, ra da Cala d'Agua, Ridera,
lo Sebo, Cotovello, Coelhos. Con-
linua-e a i Ierra r algumas mas nos lagares mais
le ns aguaste aggregam ua eslavo iu-
llmpar o quintal e enlulliar a ca-
aedar immunda ) da casa n. 52 na
ra das Aguas-Verdes. Cmilinua-te a remover o-
. que existen) em diversos pontos
n como a aterrar, no caminhu novo
ide, a mesma cavidad, que j menrionei
ero nieus dois uMimos reltenos. Fez-se o servir
ni ote- incluindo o aponladores, con-
incerlo o nuniro diario daquelles,
como declaro nas foldas das feria* das qualro fre-
guiniu. na importancia de 2359040. Alngueis de
cairoraa, que trabilham diariamente nas fregue-
sas de S. Antonio e S.Jos 1089. e .ia freguezia
~>IS. Areia empregada no asseio das
irimeir* freguezia* 229040. Emnreitada de um
eiKolho perlimcente a urna casa cabida na roa de
San-Jos 200.
Todo deconforroidade cqm as conla apresenla-
at palo* respectivo agentes. He ludoquaulo lenho
a lionra de flilalar V. Etc."
leos guarde a V. Eic. Recife 17 de tetembro .le
im. e Evm. Sr. Bacilo de Capibarlbe. I).
.denle da cmara municipal. Joo do Sanios
Porto, administrador geral da companhia de ri-
fonne.O secretan, Manoel Frreira .4c-
cioH.
BEP&BTICAO DA POLICA
Pi rio do da .29 de Miembro.
r.Levo ao conhecimenle de V.
mas participacAet hoje recehida*
unsla ler sido nicamente presa :
(acia da freguezia do Recite, a par-
IWraca Btndeira, porioiullos.
i V. Eic. Secretaria da policio de
9 etembro de 1855.Ilim. e Eim.
Ionio da Cun.'ia e Figueiredo.
la, chefe de polica, Luiz
a Teixeira.
vendo a cmara municipal desla ci-
olieia o bsrracao das
iiatadouro, aflra-de se-
obres.que vagam pelas rom,
la igrejas, cumpre que
ra que por meio da pa-
rlciiiose ndo cunsinla
andem dispersos pelos
i-osnse recollierem i>o
a directo e aclia encarregadu
egoezia de S. Jos. E previno
le lenho dirigido aos sub-
delegados. *
i guarde a V. S. Secretaria da polica de Per-
neo 2! de selembro de 1855.Illm. Sr. Dr.
Francisco Bernardo de Carvallio, delegado do pri-
niuiro dislrielo desle termo.O chefe de polica,
'rftaUto Pana TUsara.
COfllKADOS.
mencionado no lihello, aindn qj* resullem dos de-
balea j segundo que o jury nflo fudia lomar conhe-
cimenio do criine cla-sibcado no art. 30f do eod.
pen. pur io que sendo pena imposta nesle arligo
a de prltao poi dez a sessenla dias.e de mulla cor-
repo bano.da alead d nws.no tribunal, porm im na
dos ebefes de rllela, jues rnonielpaes, delegados
sub-delegados em tirliid do arl. 12 do cod. do
groe, combinado com o nrl. 1, j I 9, e arl. 6, e
j2 dt, ,ri, ,7 ,,,,,, di rtrohni;
vuanloaoqileditrespello segunda parlada
rgumelilagao d promoloria parece-nos, que llie
asaisla toda a rallo. Com iffeilo a deeislo do da
anterior fui ao aniso ver UI'k1'' "Jur) Pdla slm
reconliecer que o reo ufo havia commellido o crime
de eslellonalo, porm ufo isscverar que ella eslava
lheurso no arl. .1(11 dAcod. peil. a puni-ld nesle sen-
tido, por Uso que o crlme classillcado no dilo arll-
R, iido_ est ob sua aleada. Pelo que diz repel-
lo, porm ao scu primeiro argumento lie elle se-
guidlo, pensamos desliluido de fundamento.
He principio inconcusso, que o jury deve julgnr
a aecusarao, segundo os esclarecimenlos que obliver
dos debales, e nSo rnenle pelo que constar dos
autos, o que serla conlranger a sua comelencia, e
exigir delle urna sentcuc/coiit.aria evidencia pro-
duztda pelos mesmos debates ; esse principio nao lie
eitehsva smente como qoerenl alguna ;is clrcums-
lanciasjustiDcalIvas, ou a unirs quaesquer que
mais ou menos modifiquen! o crime ; iiAo, elle lom
lugar anda mesmo, quando se queira rlassilicar o
facto como um crime de dilTerenle ualureza.
CouMnos em que nflo possaojuiz de direilo a seu
arbilriu, proi.or quesilos sobre .rimes ufo mencio-
nados no libello, he issu una garanta para o ac-
ensado. Nao convindo que elle seja sorpreheodido
de improviso, ejulgiiducom pretendo de todas as
garantas, deve-e-lbe conceder os termos legaese
os meio de defeza, que llie aisegura a le, alim de
que possa bcon apreciar os factos priucipaes a dis-
tinelo, que lurinam o nbjeclo de sua accusa(io. A
su igiiorancia relativamente estes fados seria con-
trara a principio da faculdade da defeza, a qual
nflo pode combater a crusacao sem cqiihecer pro-
viamenle os fados que a cuiisliluem. Estas razes
porm desappareceni quando he o advogado da de-
feza que suscita e-las questes, quando he elle que
demooalrn evidentemente que nutro, que nflo o
mencionado no libello he o artigo em que se acha In-
curso o reo.
Nao temo* le eipressa que sanecione esln nossa
doulriua porem lie sso o que se deduz daquellas
dispusir;oes do cdigo do procosu, e da le de 3 de
dezembro de 18*1, que lem mais ou menos alguma
relafu com a materia, e he esse o'casoeru que con-
vem diicenure per leyem quid til juttum.
Quauto a nos uenhunt valor lem o tal accorda'o da
relacMo da corta cilado pela promoloria. Jamis
seguiremos a jurisprudencia dos accurdflns qnando
a ella se oppuser a boa razan. Assim pois entende-
mos que nao pode o juiz de direilo deiiar de fazer
os quesilos requerid! pelos advogado*, quaudo di-
tos quesilos versarem sobre a classilkaco do crime.
eiteinos poren as digresoes.
A promoloria depois de oppor-se ao requerimenlo
do patrono do reo insisti de novo sobre os 'argu-
mentos com que sustentara a criminalidade de Gal-
vilu e moslrou que aulro nflo poda ser o seu crime
lenflo o eslellonalo.
O l)r. Epaminonda oulra vez insisti na necessi-
dade que tinha o tribunal de ser coherente emsuas
decises, moslrou que com elTeilo nflo exista estel-
lionnto na hypolhese de que se Iralava, enlrnu na
apreciarlo to papel que Galvflo reprsenlos no fac-
i deque era aecusndo, comparoo a lellra do cdi-
go criminal, com o procedimeuto de Bailar ; procu-
ro u fazer saliente que se alguma falla se liavia da-
do no fado que deu origem ao processo de que se
oceupava o jury era ccrlamenle da parle de Bailar,
pouco escrupuloso em comprar escravo sem averi-
guar se os ttulos que possuiam aquello que se di-
zain seus senhores, eram ou u legtimos, e nem
mesmo se edslam semelhantes dncumeutos.
Agradnu-no summamenle o Dr. Epaminonda,
seu syslema de defosa, o encadeamento de seus ar-
gumenlo, a clareza e precisan de suns pslavras ton-
lirmaram o juizo queja forma vamos a seu respailo,
de ser elle nconteslavelmehle um das mais habis
advocados que temos ouvido no jury desla cidade.
Dillcil for a posi^flo em que ns debates enllocaran]
o Sr. Dr. Oliveira Mariel, lendu feilo no da ante-
rior um quesilo no sentido em que pedia o advogado
do jiilgaineiilo de que nos oceupmos. 8. S. vio-se
em tala*, de um lado n ubriga^o de cumprir a le
da oulru o seu precedente que como que o'mpellia i
deferir o requerimenlo u elle suhmeltido. S. S. em-
bnra fose contradictorio, seguio quanto a mis o me-
Ihor partido rnmpeu cunto seu procedente, e assim
foi bom para nflo lamentarmos mais urna infracrilo
da le.
Recolbido o jury sala das conferendas, vollou
pouco depois reconheceudo a etislencia do. eslello-
nalo e achar-se o reo incorso no grao medio, do arl.
2fil do cdigo penal.
iV.l.i lerininarcmo esla parle de nosso Irabalho
sem pedir indulgencia aos entendidos na materia
pela fallas que nelle ja vflu abundando -devidas ao
nossa ealuirismo.
ConHnuar-e-lu.)
I\ JUDICIARIA.
do /tedie.
III.
doras precedidas as formali
e sendo augmentadas pelo novo
vertern) em urna vetdadeira
o pobre Esleves, que parece
'b o peto dellas, como lam-
runccionirios, que de muilo
nsariam, foi Francisco de Salles
amado a dar conlas de sua inter-
di tratada de que ja fallamos, e pela
apoderara) de parle da forlu-
uile Hallar.
queja foi escrevenle de carlorio
am servir de agtnle intermediario
le encravos, foi nesla qualidade
atante agenciou a venda deverissmo
i o apellido quando assignou
ui.a o papel de venda, nao por m f,
cuido ou por engao a que se
icario de erime sem se Ine'fa-
ootorla. Oseo patrono o Dr.
boa defezn ; a sua argu-
gica, clara e bem deduzida, propria
iulelligenla como heS. S. ; notamos
o certa falla da animaro e ca-
poda prescindir segn do pensi-
Vimos no Diario de Pernambnc de 15 do corren-
leo relalnrio feilo pela direerflo da Associacflo Com-
mercial Beneficenle. Na virda le u nossoreconheci-
ment he grande pela solicilude que no desempenho
de seus deveres lem mostrado a niesma directo.
Represenlares lem sido felas ao governo em diver-
sos sentidos, ludo alim de melborar o estadd do
commetrin desla nossa provincia.
He pena porem o ver que a Asiociacflo Commer-
eial Keueficente nflo se tenha ainda compenetrado de
urna das mais palpitantes necessidadrs, on antes,
adiado ainda occasiflo azada para dirigir ao governo
urna representarlo sobre o e-ttdo anormal em que
ha mais de oilo annos se acha e nambuco pela carencia de mocitas de pequeos va-
lores, de dous mil ris para baixo. 'para a marcha
regular das (ransacajes de seu commercio.
Ao passo qne tslo se v nesla provincia, oulras es-
lo siillicientemcnle providas desle meio circuanle,
fio nosso pensar a representarflo he justa e o reme-
dio he obvio ; e se o mal nflo esta remediado he por
3ue o aoverno geral ignora que u cnrpn commerciil
e Pernambuco padece lacs solTrimenlos, porque
ellas nflo lem sido manifeslados pelo sea orgflu com-
petente : do contrario o mesmo governo leria sana-
do o mal. pois que oulras medidas mais costosas, das
quacs algumas al afleclam a receila do imperio lem
ido toma lasa beneficio do commercio.
A'.
Recife 27 de selembro de 1855.
CORRESPONDERAS.
Inor nflo poda ser o resultado de
i nJo se podando negar a sua in-
cas) bastida com Bailar, elle
na iiiinoracyn da pena commi-
seu advogado findos os debales,
illueira Maciel, jais presidente du
se um quesilo ao jury lendo por
o crime -pralicado por Salles, era
um eslellonalo ou sa eslava comprehen-
i do arl. 301 do cod. peu. Defi-
i tle direilo, este requerimenlo o
i que Salles eslava incurso somente
no arl. 301 do cod, em virlude do que foi elle con-
dias de priiflo, grao medio do mesmo
artigo.
Poderia i Dr. juiz de- direilo fazer o quesilo no
loolido pedido pelo advogado? Poderia o jury to-
i do crime classillcado no arl. 301
do cod. pen. Parece-nos que nao. A este reapeilo
as relleioes no [julgamenlo de c,uc
| asamos a occopar-no.
upou-se o Irbimal com o julgamen-
liefe da Ir inda de, que leve a Iwbi-
de soecar laiiilimamenlu selecentos mitris,
-nciania Rallar.
i de uovo ua narrarflo do fado de
i, por issu queja o llzemus
iballio anlecedento ; limilar-nos-
erir o que se paesou no jury por
Igamenlo.
' ao surleio des jurados qoe linham
n o procedimenlo do reo, lano a promo-
loria troou.du acousadoo Dr. Epaminon-
da, ngota ara u numera das recusas, que Ibes con-
lei. Ambas as partes revelaran) assim igual
ment do ru, o qual sendo inter-
ioro de urna toja dama Nova,
a negocio Sallas o chamara
atsignasse um popel cojo contando
esconfiando (que innocente 1
Tbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb* Jar patrflo ', prealara-sa ao
pedldi ndo ipnas urna allerarflo
em seu Ihe recumraendara de.
ivolveu a acrusaeflo appresen-
snlos rolmsios e provaa vehemente
ao, o principal agente
ido da defeza, comecou
idos, que loiuaraiu par-
to no rlor, pur isso quo re-
Je Salles Correa, [ que
r ua venda de Joaqun) Ve-
rissin iinclliiloo crime de eslvllio-
iidto ; seii^clienlo achava-se lias meamas circomi-
lanci >,i, e por tese era de esperar
qoe i renle nao o punira como
MMlliaiiol ,o lena commelllilu outro
qualquer crime ; porm nflo aquelle de que era ae-
cusidu, i lerminini requermido o l)r. juiz de di-
reilo. qau llzesso u:n quesilo elijan no sentido de
saber e n fado de qne era iiccundo Galvflo, poda
ter cni.si lerado como eslellonalo ou se se ochava
compreheudido na disposiclo do art. 301 do cod.
pen. ,
O Dr. promotor replicando empregoo lodos os
eaforcos para que fose indelerido emeliiaule re-
querimenlo ; doos/oiaui su nos nflo engarnosos
argumentos, que apresenlou am sustentarlo da sua
doulrii..: primeiro a eiislimcia de um accordilo da
relacflo da corle, que diz nao poderem os juizes do
dirtito propor queslei a respeilo de crime nto
Senhores redactores.\l para lastimar, que ali-
berdade d'imprensa, urna das mais preciosas {garan-
tas deque gozamos, se tenha avllladj a poni dse
n.a respeilar a repulacflo 'alheia, anda mesmo do
cidadflo, cuja vida, lano publica como particular,
por seus honrosos precedentes, o por sua conduela
escoimada de qualquer mancha, poderia (sem hyper-
bole' servir de norma em qualquer lempo e lugar.
l.endoVasualmeule Echo Pernambueano n. 74
de .1 do correle, nelle deparei com um artigo em
o qual lie brusca e aleivosamenle atacada a illibada
repulacflo do mu digno thesourciro dos eilabeleci -
mantos de enridade, o Exm. commendador e vice-
presidente da provincia Jos Pires Frreira, e, em
visla de lamanha sinlla, e de Iflo deacommunal pro-
cedimenlo, tanto mais immerecido o ioju-lo, quanto
nflo foi provocado; tal'foi a minha iudignac^o ao
ler Iflo famoso libello. arlcirameute preparado, para
flus, lalvez iguobeis, contra um cidadflo honesto, pro-
bo, e desinleressado, e que lo prestantes erviro
lia feilo com oslo, zelo o incominodo pessoal, em
beneficio da humanldade desvalida.no circulo da al-
tribui;Oes de seu cargo, que, apezar do raeu natd-
ral acanhamenlo, e falta de uso de escrever para
un publico Iflo ilustrado, nflo pude ser indilTereii-
te a tanta dialribe, e deiiur de incommoda-los, pe-
dindodhes a insereflo desla mal irardas linlias em
a ua conceiluada folba, dictadas pela verdade, vis-
to como lera o dilo vincias do imperio, onde infelizmente oilo pode oSr.
Pires Frreira ser cnnlieeido c apreciado, cuno he
nesla,-onde lodos Ibe fazcm a devida juslica.
Nesla siluacliii, pois, vejo-me impellido a encarre-
gar-me da d<. mu Sr. se pretenden levantar, e, para nao merecer
a pecha- de leviano, fallando daqoillo deque nao li-
nda rabal scieucia, procure informar-me de pessoas
lidedigna, e assim babililado camprirei a minha no-
bre missflo.
He aecusndo o Sr. Pires Frreira :
ifi Por abusivamente entregar epostas a pessoas
que dellas se aervem como etcravai. cahendo-lhe
por isso exclusivamente a respoinaliili.lade desle
laclo, por ser elle o dominador absoluto da ad-
ministrarlo.
2. Por deixar de pagar as amos exlernas por
mais de ti mezes, dando-se como arbitrio seu, a fl-
xacilo da importancia da renutneracao da mesmas.e
como causa nica da morlalidade dos exposloa a
falta de pagamento.
3. Finalmente, por serem deficiaoles os balaocos,
com que o Sr. Pire Frreira illuslra o publico, sen-
do qu delle consta a existencia de saldos valioso ;
retendo desl'arle dinheiros que lhe nflo pfrtenrem.
nanlo ao primeiro ponto d'arcusa;fln direi. que
he ella infundada e injusta, porquaulo, ainda quan-
do fosse o i|ue negaiuos> avillameulo para as expos-
tas o serem ellas entregues |>essoasde rccoiihecida
prohidade, para as tratar, nflo lindera caber ao Sr.
Pires Frreira c nem aos .seusdignos compaulieiros
a palernidade, desse fuclo,que|sobre ser pralicado lia
longos anuos, fui alm disso auioritado pulo arlgo
o" da lei provincial n. 7 do 10 de junlio de 1835,
em virluile do qual muitas iposlas foram engajadas
sem que par teso fossem rebanadas a cundirn de
esernvas, como forjada e Icvianamenle inculca o
redactor do fc'cTio.
Nflo obstante o que allegado Pica, a actual uilini-
nislracJJo com ludo apenas conveio precedendoau-
lorisajflo do Exm. Sr. presidente da provincia') que
Ha fosse para a casa do Sr. Dr. I.uz Gomes Pareira,ca-
va i sado com a Sr.a D. Mara Carolina Gomes Pereira, a
* ezpoU Sinfroiiia, a qual eiistin lo uo collegio das
nrphfla, preferio todava ir para a companhia de-
queda Sr'. rom a qual lem reltre ndqueridas na
infancia, e em caja casa lio tralida com toda amza-
de, orbaiud.'de e delicadeza.
Acrese, que leudo apparecido o abuso de se
denaremna portada casa dos ex |mmIo meninas malo-
ros de 8 annos, e lendo lamben) algumas autoridades
polica remedido para a mesma casa nlo s me-
nina daquella idade, cumo lambein pessoas adultas,
que enconlravam abandonadas, ou em casas que Ihrs
nflo merecam inlera confianza t dirigio-se por isso
aaclii.il adminislratio aoEira.Sr. presidente da pro-
vincia, pedindo providencias a Isl respelln, em cuja
oceasiflo punderouque nflo leudo o'respectivo regu-
larneiilo prevenido esta evenlualidade, pareca Ihe
acertado que as meninas e adultas, assim recebidas
da referida rasa, podeesem ser entregue a peatoas
de recoiJjecida probidad', que as quizessem tomar,
o que abnuo o mesmo Exm. Sr. presideute com t
coiidi^flo porm de ser ouvido o Sr. Dr. juiz deor-
phflos. Reala confonuidade foram eulregnes : Flo-
rn la Mara enm 9 annos, Galdina Mara com.il, e
Francisca Mara cbm 13 ; a primelra ao 8r. dezem-
dargador Marliuiano da Bocha Bastos, a segunda ao
Sr. Joflo Facuuto da Silva Guimarfles, e a lercaira
ao Sr. Dr. Braz Florentino llenriqoes de Souta, o
qual das depois vel retilui-la, por ler querido ella
evadir-se de sua rasa ; e nflo convindo queaJflo per-
nicioso exemplo fosse dado na casa dos eipostns.coti-
seguiu a actual administrara!) do Exm. prelado, que
a referida exposta Francisca Mara fosse para o re-
colliimenlo da Gloria, onde aclalmcnle existe.
Salla 'pois aos olhos, aluda das peasuas mais preve-
nidas, que a asserc,flo de entrega d'etpostas a pessoas
bemaventuradas.he nao s exagerada,cuino al fabu-
losa; e islo por que quaniiofosselsle qual a descreveu
o ledactur do Echo, nem assim poderla pezar a res,-
ponsahilidade exclusivamente sobre o Sr. Pires Fr-
reira. lano porque este Sr. no cstnina ullrapassar
as raas de suas nttribuicOes; como porque os seus
dignus companheiros, lem a precisa independencia
para se nflo deixarem albardar prestando, semeons-
Cienciii, iiidebiln apoio a inspiraces allieia-.
Creio assim ler dcslueado o primeiro baluarle des
sa lerrvel balera erguida pelo redactor do i'cno.e
passarei agn ao segundo no qu.l, presumo, che
garei ao mesmo resultado.
He verdade, quo em consequencia da dcfliciencia
do patrimonio dos eslabeleciinenlo de caridade.oflo
lem andado em da o pagamento das amas da casa
dos expostns. He porem inexacto, que o Sr. Pires
r erreira as euchole como a cachorras, e que o arbi-
tramento das mensalidades das mesnias amas fosse
frito por aquelle Sr., que ainda nflo era Ihesooreiro
daquellesrstalielecimentos.quando Toldado o regula-
menlo de 26 de fevereiro de 18i7, que flxou as pre-
citas mensalidades ; e com quanto sejam estas dimi-
nuas, nflo podera lodavia ser equiparadas as da cor-
le, coruoajuer o redactor do Echo. Nflo ei se de
Jado sao all as meusalidiides de 12 ou 163000 r.,
como diz o redactor, pois qoe o batanen da receila e
despeza do auno compromissal de 18oi a 1855, que
live entre mflos, nao me inmisin os precisos dados a
esse respeilo Dando porm de barato que assim seja,
nflo se pode com ludo admillir seinelhaule compara-
(3o, porque comparar receila.da sania casa da Mi-
zericordia da corle, c reparli.jos auuexas, dos es-
tabelecimenlos de enridade desla provincia, impor-
tarla o mesmo que comparar o vatio ocano a um po-
bre regado '.
Compulsando o referido bataneo, ve-seque s-
menle a receila da casa dosexpnslos, naquelle anuo,
foi de 115:G0U300 r eniquanlo que a dos cslabe-
leeiiiienlus de caridad* (que e compe do bospltaea
de caridade e lasaros, e .u ine*m.i casa los exposlos)
foi apenas de IO'2:Oti9.itKH), inclusive 15:0009000 rs.
destinados para a obra do hospital Pedro II'.!
He Iflo mesquinha e fulil a razan apuntada pelo
redactor do Echo, acerca da morlalidade dos expos-
los neta provincia, o Iflo manifesla a coulradicco
cm que cabio, quando asseverou que na corle lam-
bein se dava essa mortalidade, porm que oulra era
a origem, c nflo a falla de pagamento, que me darei
por i-ciisailo ao Irabalho de refula-la. Isl poslo
passarei ao desmoronameulo do iillimo baluarte, em
que ainda se refugiou o mesmo redactor, alim de
que nada reslede Iflo irregular couslriiccflo.
Assim pois.pergunlarci agora ao redactor do ffceVt
em que san defiieules os lislancos com que oSr.Pires
Frreira illuslra o pudlico ? Ou cu nflocompre-
dendo o que he deficiencia, uu aquelle redactor ig-
nora o que seja bataneo. Ahi est o Diaria de Per-
nambuco n. 213 de 15 do crranle, em qne foi inse-
rido o do mez de agosto nilimu, o qual alm decon-
ter as cifres da receila edespeza, designando o ho-
jelo daquella, e a ualureza desla, menciona tam-
bera os nome dos devedores c credores; e avisla dis-
so decida o publico imparcial se sao deficientes os
balancos apresenlailos pelo Sr. Pires Frreira, Ihe-
soureiro dos eslabeleciraenlos de caridade,cuino irre-
flelidaineule avanca o redactor do Echo em seu ce-
lebrrimo artigo !
He ainda inexacta a asserrflu do referido redactor
sobre a existencia de saldos valiosos, visto como du
mencionado balando do mez U? agosto, vt-se que o
saldo de 7:2*59566 rs. lie ouminaj^ sendo 1:08291 i5
ero lellra* eb:163921 em recibos poradlanlamenlos,
pelo que he (ainhem inqualiOcavet, e digna de com-
paixflo a slulla inipuiacao de que o Sr. Pire* For-
reira, tflo nobre. abastado, honrado, e desinteressa-
do, como he, relem em si djnheiros quo Ihe nflo
pertencem Risum teucali*, amici.
He ainda miseravel a imputacan cima dita, por
que o Sr. Pires Ferreir.i. pudendo receber mental-
mente as quoUs voladas pelas leis d'orcamenlu, para
o cusleiu dos edabelecimenlos de caridade, e para a
obra do dospilal Pedro II, recebe apenas s Jaquel
les Irimeiisalmenlc, e as deBlas conforme as suaspre-
cisoes.
F'ique pois, sabendo, se ignora, o redactor (fu
Echo, que o Sr.'Pires Frreira. ja por sua eJu-
duracilo e poici^ social, e j pela nobreza de seus
seus sentiments. he incapaz de commetter un s
acto que marear poa sua brilliaiile reputadlo, e
que, quando em 18i9 entrpu para o lugar, que
nimia hoje dignamente oceupa, desemboUou desiu-
feressadamcnt*|aicis conlo e lautos para pagamento
dos credores daquelles eslahdecimentos, que ento
exisli.un. e que couveucionaram fazer o abale de
10 por cenlocm provilo dos mesmoi eslabeleci-
menlos do caridade, com o que economisaraui es-
tes 700 e lano mil ri. Nflo de islo exaggerado.uem
fabuloso ; ah eslflo os balancos dos mezes de abril,
jiilho, agosto, selembro, ouludro e novembro da-
quelle anuo de I89, dos quaes resultara saldos im-
portante* um favor doSr. Pire Frreira, o que exu-
berantemente prova lodo o ullegsdo. Ahi estilo igual-
mente os Srs. Antonio Francisco Marlins de Mi-
randa, Joflo Antonio Coelho, l.uiz Manuel Ro-
drigues Valonea, Joflo Snuin, Manuel Antonio de
Jess, eoulros que convieram no referido abale e o
podein alleslar.
Alm desles abales lem o Sr. Pirt Frreira, por
sua boas maneiras, nliii lo o de 5 pur cunto em
miiiius debito conlrahidva e pagos no lempo da ac-
tual i>liniuistra(flu. Enlrelanlo, Srs. redactores, de
um cidadflo, que assim procede, que ilt/liea grande
parle do seu lempo ao -ervicu do c-labelcciiiienlos
de caridade ( com prejuizo dos seus proprius inle-
resses a quera o redactor do cAo mimosea com
accusa(Oes laee, destiluidis, cumo sSo, de todo fun-
damento, razao e juslica '.
Que impirla, porem, que aquelle redaclur lance
contra o Sr. Pires Ferretea lodo o ful de sua bi-
lis, seo Exm. presidente da provincia contina a
depositar nelle toda sua conliauca, eo publico Ihe
Taza merecida juslica ?
Conliiiue, pois, o Sr. Pires F'erreira a prestar seus
valiosos servicos os eslabelecimeolos de caridade, e
a de-pnvar soberanamente os clamores do redactor
do Echo, cujos golpes o nflu pdem jamis alcancar.
Tendo, pois, allingidoao lim n qoe me havia pro-
pnsto, deslocando pedra por pedra da batera, que
contra o Sr. Pires Ferretea pretende levantar aquel-
le redactor, seja-me agora permllido, em uunie da
humanidade desvalida, dirigir ao Exm. Sr. conse-
Iheiio presidente da provincia, minha humilde sup-
plica pela conservarlo de tflo distinclos administra'
dores ; a estes a mais sincera cungralulacflo pelos
relevantes servicos que lem prestado, tos esladele-
cimeutos de caridade desta bella e iiileressante pro-
viucia, e a x mes. meu recoiihecinieulo pela pobli-
caeao desta toscas liulias do seu constante lei tur
O inimtgo da calumnia.
Recife 28 de selembro de 1855.
poar-e com as minha ecr*vaa a o qoe deveria
fazer o Cla, avista da lilo dura, porem justa e ac-
recida repola ou repulsa ? Ir-se investido, corri-
do e compungido, mas que o Costa de hroe, sallou
do cavado e dirigio-se ella para pega-la, qoando
Igun* dos seus proprios comparsas, ainda nao de
lodo dasmoralisados, deiembainhando o* ferrse r-
mando-o grllam que a moca conlra vonlade nflo*
seria levada Em taes cunjuurluras acode Dos
quera a elle ora. Froslrada a inteneflo do Cosa ;
seus pas e prenle* por e* para urna segunda violencia, quando o* pal* da mo-
Scasaram-na em menos de um mez, conservan-
>-a naquelle interina em deposito judicial. Mas
pergunlarn alguem, que motivos ou ratOes leve pa-
ra assim proceder o dito Cosa "f Sii leve um, um s,
oauri sacra famete (Iquemosahi. Ora, casada a
moca, diz o Cosa, eu que son amigo dos vaga-ve-
nus e am dos memdros do* lupanares e alcouces.
nao posso'deixar de ser um dos Levita, e correu ate
o seminario, e \i est socado em Olinda.
Eis, Sr. Bodisfrades, como se da una noticia ao
publico, para que apreciando essas especialidades,
possa fazer ou formar urna idea geral da morallda-
de do paiz.
Sei que a Vmc. lalvez nflu lizesse conla contar o
fado liiiliu pur tintn, porque em verdade, sabendo
S. Exc. Uvm. que o Sr. Manuel da Coila Ramos
lem tflo boa caria de rerommeudacflo o far voltar
com os beicus.... e a.ieos ordenadlo. Desle facto
passooYmc. a tratar dos Candnhas de Cahaceiras,
lilhos de Madureiro ele. ele. Muilo teriamos que dt-
zer-lhe subre esta materia, se Vmc. nao eMivesse
escondido alraz dos bastidores ; saa pois ao publi-
co, apresnle-se, diga-nos cuino chama-se, eis-nos
em campo com Vmc, e enlfln conlar-lhe-nem.is, e
gado sopplenle, que foi, daquelle primeiro lermo,
allegam-sp na denuncia os dou seguinles fados.
1." Terera os denunciados sido connivente* na
fgida do criminoso de varias morles Joflo J"
da Silva I.lma, que se achava recolhido na eadeia
da villa de S. Juo.
2. Teram deixado de cumprir ama ordem le-
gal do Km. presidente da provincia para a reme*-
sa do preso pata a faileia desla cidade. Funda-sea
denuncia para fazr acreditar a existencia de laes
crime e a rulpadilidade dos denudMados nos docu-
menlos oU p#cas ofllclaes de O. 8 a fl. 14, que acom-
panharam a ordem superior de fl. 3 dirigida ao pro-
motor pabllco, dos quae deduzlo a ordem superi-
or auspeilas de cnlpabilidade fundada nos segalnle*
fado.
I." Nao larem os denunciados communicado a prl-
sflo de Jofo Jos, ao govefno provincial ou au chele
de polleia.
2." Terem-se dirigido, apenas receberam a ordem
para a remessa do preso, eadeia e depois de confe-
renciarem por diversas veze com e(e, terem asseu-
tado illudir a ordem soh os frivolos pretexto de nflo
combinar o uunie nella declarado, com o do preso,
e de achar-se este doente. nflo o estando.
3. Eslar provado pela deelaraeflo do commandan-
le da esculla, que marchou da villa de Campia
Grande com o lim de cun.luz.ir aquelle preso,segan-
do a ordem da presidencia, que elle nflo solTria nen-
lium incominodo.
4. Ter o juiz municipal, nflo obstante condecer a
falta de seguran.;a da eadeia da villa de S. Joflo,
mandado Miliar immedialamenlo a escolla, que alias
nao fura aquella villa, se nflo para por em seguran-
za os presos.
5." Haver-se evadido o preso e .miro, apenas se
ao publico a originaN.lade, o incremento dos neg- reliruu a escolla, e nflo ler-se empregado a menor
nos de Cahaceiras, donde proceder, mas lodavia
se Vmc. for tflo depeijado que ainda ouse appare-
cer, cnlflo leulia. p-cH'iicia, porque Ihe arrumare-
mos o lorio e a direilo a historela toda dalli, e ai !
de Vmc. !
Sr. Bodisfrades, diga-me, de que especie he Vmc.
composto '.'!! Como nao preza Vmc. a sua repula-
filo ou Vmc. nflo lem ao menos um ceilil de ver-
gunlia e senlinicnlo '.' ou em lim j neriteu de todu
o verniz d cara, ou lia-e, que sendo anonyroo
nflo sera conhecido 1 Engana-se, veja que no cod.
rriin. da urna coosa chamada respuiisadiliJade, du
qual nflo anda Vmc. mili lonco, que o arrancara
pelas orelhas do escondrijo, e o entregar em corpo
e alma ao dominio do publico, e depois de condem-
nado ao abandono e o ilesprezo. Como fui que ou-
sou Vmc. calumniar lo infaineuieule ao inui digno
Dr. Francisco Flix 1 Como provar Vate, seus men-
tirosos conlos, suas calumniosas arguicoes t Disse
ir_______-i,. ..,. i... a__-l__~-I_a___
der tele eneravus perleuceute orphflos por 1:4009
rs. sem ser por os ineios-legae He umita perversi-
dade
Que juizo far o publicu de Vine, cunhecendo e
fu-aiiilo cerlo, como agora o cerlillcaraos, que no dia
5 de marcu do andante daquella villa de S. Joflo par-
tira urna cari.i precaloria requisitoria para a juslica
da villa de Goianuinba, alim de serem em haslu
publica vendidas qualrn pequeas partes, duas crias
lilhas de urna escrava j velha da posse desse or-
phflos, por estareiu ha mais de 10 anuo sumidas,
e na posse de pessoas poderosas, senhores e possuido-
res das itemais paites das ditas escravinlias e mfli ; c
alm disto em provincia esiranha, donde era desup-
por justo recelo de perdas aos mesmns urphao-. e que
o seu produelo leve o destino legal '.' bocumentn n.
1.} Agora onde vai meller-se, como passear u'essa ci-
dade seTm que de cada ngulo della, de cada um bec-
co Ihe grileml vai o calumniador, l vai o Bodis-
frades mentiroso.Porm diga-me, ainda era a
pracinha Nflu. F'az bem ; porque o Illm. Sr.
ra Ihe causara multa verg.uiha, islo he, se lem del-
la guardada alguma pancula para mezihha.- -Dis-
se Vmc, que o mui digno Dr. quando apparecia em
aquella villa de Cahaceiras era causando graves ca-
lamidades, e que a cusa das migalhaS dos podres or-
phflos e viuvas ia saciando a sua infarlavcl avareza.
Meu Dos, al quando esta pesie grassai Leia-se
o documento n. 2, d'onde se v, que durante o es-
pado de 5 anuos aquelle Dr. apenas proce-sou pur
si dous feilo, sendo ludo mais feilo pelos juizes sup-
plenles; logo como .inferir aquellas cu-las,de que tra-
ta u calumniador '.' Disse emflm que o juiz s'eslava
vendo com una responsadilidnde encamiubada pur
ordem superior. Ora, o que he que prova islo a fa-
vor do calumniador '.' A' eslo respeilo nada acres-
ccnlaremos ao que o mui uobre e honrado cullega
j disse, aflii mando que o despacho da despronuncia
era o padrau de gloria do mesmo Dr., e com elTel-
to o be seiu duvida, e ei-lo sob o documeulo n. 3 ;
e que o nosso Dr. era omisso ua pumoflo dos cri-
minosos, e por consequencia protector delle, e Irou-
xe a luz osnomesl.inguctr, Duarl, Palacio etc. etc.
Caneado j om moilrar que o Si. Bodisfrades do ca-
lumniador sem p ir, nflo m'esforcsire em referir a
historia d'esses. o d'ontros individuos, contenlan-
do-me smente em afllrmar, que elle e uniros se
achnm pronunciados e preso : uus na eadeia da ca-
pital, o outros na da comarca. Est paranlo prova-
deligencia para que fossem capturados, nem ler-se
procedido com lodo o rigor da lei conlra o rarcerei-
ro e guardas, sendo apenas recolhido a eadeia por
tees das, e posto logo em liberdade.
A visla do exposlo, das resposlas dos aecusados,
dos duciiiuenlos que elle pruduziram, dos depuimen-
tos da lesleuiunlias e mus pecas du processo ; al-
leiidendo que nflu sendo o juiz luiiuicipal.c delega-
do supplenle, carcereiro ou guardas rio preso que
fugio, ja mais podem ser aecusados romo autores do
crime previsto e punido pelu Mi, 125 do cdigo cri-
minal : allendendo, que poslo a denuncia conclua
pela complicidades *]ps reos, nflo aprsenla um t
fado que musir tercioosaecusados concorrido direc-
tamente para a fgida dos presos, pois nendum dos
fados referidos na sobredila ordem a fl. 3, que pro-
vados, constituiran) outros rrimes, mostea .partici-
paean directa ueste crime ; allendendo que a allega-
da falla de participadlo da pristi de Joflo Jos, em
De tarde lnveri sermflo de qae esln incumbido o
membr* d commissflo padre Marlinlio Antonio Pe-
reira da Silva, o depois se cantar o byniao Te-
Deum-laudonius,
No primeiro de selembro pelas 10 hora* da ma-
ndfla se cantara mlssa solemne ; de larde haver ser-]
mi, que esl encarregado ao UMigoe orador o Rv.
adbad de Uondalats, e depois canterito vesperas
totemni.
A' iMito dovela um variado fogo d* arlIDcio do f
pre*0 ntt protimo campo de gaullagu.
No da S poli manliila se cntaro mitin tolemne,
de lardf inirii pila* tuas principaeida cidadea pro-
cissflo na1 forma seauinle :
Preceder a figura nllegorlca do povoJlragareoie
montado rh um dem ajaezado eavallo, levar no
braco esquerdo o esculo com a* arma* desla cidade,
e na inflo direita umu bandelra despregada e nella a
legenda ; Viva Mirla, sempre Immaculada. Jura-
mento de 1637- porque nesle auno se jurou em Bra-
ga a Immacalada Coneei;flo de Mara Ss.. e no
hombro lera o seguinte texto : n ub umbra ala-
rumprolege me P. XI; 8. .Prolegei-me a som-
bra da vossas ai*.'. O queallude a ser esta cidade
especialmenle protegida pela Virgen) SS. Senhora
da Torre, e por esle motivo Ihe dedica a, prsenle
solemui lade, no triumplio do glorioso privilegio de
sua Immaculada Conceicflo, titulo primilivo desta
Sagrada Imagem.
Segue-se om carro Iriumplianle, em qoe ira seu
(ada em i inminente Himno a (gura da igreja pois,
que pela sua cadeca visivel foi proferido o veneran-
do orculo, que du occasiflo a prsenle solemnidade.
Ir vestida de pontifical com tiara u rabees, e no
braco esquerdo a cruz pontificia, a levar aliarlo am
livro comas ledras apostlicas sobre a delincan
dogmtica da Immaculada Conceirao, e por cima da
figura no meio de brillianles raios'se ver orna pom-
ba, symbolo do Espirito Sanio, que. ssisle sempre a
sua igreja. Levar o texto : Columna el firma-
mentum verttalie. 1. Timolh III, 15. Culumna e
firmamento da verdade.)'
Adaixo do ihrono irflu qualro aojos, dous com co-
ras de louros e handeira, em urna das quaes se le-
ra Marte fui concebida sem peccado, e ua oulra
8 de.dezembro de I85i. Os oulru levaran palma e
escudos, em um desles as chaves de S. Pedro, e no
oulro a armas do S. P. Po IX.
Ser esle carro lirado por qualro figuras represen-
tando as parle do mundo para indicar que a igreja
Iriumpha por lodo o orbe, e seus orculos em Indo
Vmc. que, o Dr. como juiz d'orphflos, mau.iara ven- que primeirameiile a presidencia fonda ua* suspei-
ila e
Jxoui
magislra
de, con
d'uma fortuna
peilnvel pubti
pressflu m^,'
filha dj
e estii? _
de
Srs. redactores.'ai que anciosos lem estado os
amigos do Sr. Dr. Francisco Flix, juiz municipal
da villa de S. Joan e Cahaceiras, assim cuino o res-
peilavel publico, por verem sua defeza contra a ne-
gra e calumniosa arguiefla que se lite fez em o Oa-
no n. 175 de 31 de julhu proximu lindo. Sim,
Srs. redactores, comquantu esla resposta devrsse vir
ao prelo com loda brevidade, e principalmente leu-
do nina hbil penna, amigo do mesmo Dr. pedido
a lodos que suspendessem os scu juizos, al que
ella surgase, o que seria breve ; lodavia assim nflo
fura pus-i sel ; por que. deta praca qualquer
daquella villas dislao mais de "ti leguas, e as vas
de commnuicarao no nosso paiz aluda estn, como
(ibeis, em grande alrazo ; ei porque s agora he
r- -
ue apparecer pode esla defeza, por lanos Iflo de-
sejada.
Eucarregando-se, Sr. redactores, o Bonifrales,
ou Bodisfrades de uoliciar lodos*os fados occorridos
e que occorrerem naquellas villas, slnlo que 'nflo
Ipnlia elle a hahililacflo precisa de um escriplor pu-
dlico, nlo mesmo, que pela vez primera que
apparecesse, se desse n conhecer de um carcter Iflo
desmoralisadu ; porque de cerlo fariaelle importan-
te servico aquellos dous termos ; mas, Srs. redacto-
res, npezar de conhecermos qae a mprensa de um
do* mais fortes e poderosos instrumentes, lie um
dos melhores correctivos contra a desmorallsarfio do
paiz. ; comludo, que moralsaco pode plantar o
echo publico, quando he elle mesmo lodo eivado
de immoraldailes o infamia ou antes he a mesma
imiiiuralid.'ute "
Acompanhaiido ao Sr. Bodisfrades par posas),
perguulainns-lhc, quan.lu Iralou dos rapios violen-
to ; porque nflo fui laui difuso, como o loi a ros-
pello do r. ju'Z municipal'.' Anles tez um retro
penen!, como quem teui culpa uo carlorio. Sun,
nso cum piel leudemos, como seu lim he iiientiie ca-
lumniar, por islo guerrea a verdade. Nssuppriremos
quanto Vmc. tiver omillido. Saiba pois o publico,
que o primeiro rapto violento e forcado que alii e
tenliiu, fura eu autor Manoel da Costa Rumos, es-
ludante de preparatorios na cidade de Olinda, o
qual em das do mez de agosto do auno prximo pas-
sado, junto com nm lio, e de ordem de leus pas
reuni- dez individuo* armado* de elavinotes e fa-
enes, e fura emboscar a Clemenlino da Costa Romeo
que viuda de passeio cam sua mu'.bcr e filha, para
brutalmeote arrancar-Ins osla, em que a mesma
livetse-lhe a menor alteicflo ou ympatha Fado
incrlvel : mas verdadeiro. Cabido o pobre pal de
familia na emboscada,' salta o Sr. Costa llamos, es-
se mogo impdico, e cora o seus asseclas ircumda
a Incauta moca, que salisfeita caminbava em ligei-
ro e veloz eavallo a frente dos paia; mas apezar de
um* Iflo pequea idade (16 anuos) nflu desacororooo,
anles cercada proferir estas furmaes palavr :
No seja tem carctercu o Dio quero pan des-
vista dos documenlosadignidade,
.le lio disiiudo magistrado,
m si grande grao de moralda-
uridicos, e sohreludo possudor
javel. E assim pedimos ao res-
e nos desculpe em alguma ex-
I e poltica, que de ella smenle
iidignae.lo, motvala pela aioisade
Bagro ao mesmo Dr. Fl-'., a prul
sempreerguer miaba dedil vuz,
ac peaiua : provadotambemlica,
~ bil individuo lalsario, calum-
erso, a quem fazemos sentir, que nflo
comcmoH^rsca de fazer-se urna correspondencia no
dia 28 de julho em Cahaceiras, e no da 3F do mes-
mo, sabir a luz pelo prelo. Logo, sai muilo quem
de Vmc, e peco-lde que me nflo odrigue a vol-
tar. "
No cnlanlo, dgnem-sc, Sr. redaelores, Iransrre-
verem essa< puncas lindase do. unientes,em seu acre-
ditado jornal, para que o publico cada vez se capa-
cite de quanto he capaz o homem desmoralsado, e
que sii deve crer, quando provas mui valeutes leva-
ren) a conxiceao SCU espirito.
Pcreiro 19 de selembro de 1855.
Emilio da Costa l'illar.
N. 1.
Francisco JFelix Villar de Carvallio, barba re forma-
do em sciencias sociaes e jurdicas pela academia
do Olinda, juiz municipal o orphflos dos termos
reunidos de San Joflo e Cahaceiras, porS.M. I..
etc.
_ Os eserivfles que perantc mim servem na villa de
Cahaceiras, certifiquen) :
1. Olanlos inventarios exislem feilos parante
mim.
2.' Olanlos autos de conlas por mim loma-
das.
3. Finalmente, qitantos feilos summarios ou or-
dinarios, em que tenha eu percebido prs e precal-
os, e quintos estes : assim o culuprara.Villa de San
uflo 27 de agosto de 1855.Francisco Felia: filiar
de Carcalho.
Certifico primeramente que, revendo os autos de
meu carlorio em rumpnmento da portara supra,
consta existir um inventario feitn parante o Sr. Dr.
Francisco Flix Villar de Carvalho, juiz municipal
e orphflos do* termos reunidos, ln finado capilflo-rar
Antonio de Barros Leira. Emquanto as conlas e
feilos, summarios e ordinarios uflo exislem, que fos-
sem organisados peranle o mesmo juizo, e dou f.
Villa de Cahaceiras 29 de agosto de 1855.O eseri-
vfl.i de orphflos, Manoel Lu: Sabino de Furias.
Certifico primeiramente que, revendo o meu es-
crlplorio de auto a auto, em cumprimenlo da por-
tara supra, consta nelle existir nina prescriprflo lej-
a peanle o Sr. Dr. juiz municipal Francisco F-
lix Villar de Carvalho, dos termos San Jnflu e Caha-
ceiras, e mais uflo consta Inver feilo pelo Sr. juiz
municipal, o* mais feilos silo preparlos pelos aup-
plenles desla villa, do que dou l. Villa de Caha-
ceiras 29 de agosto de 1855.O escri vilo do crime,
Rufino Pereira de .traujo Lima.
Frauclsc. Flix Villar de Carvalho, barbare! forma-
do em sciencias sociaes e jurdicas pela academia
de Olinda, Juiz municipal e orphflos dos termos
de San Joflo e Cahaceiras, por S. M. I. ele.
O escrivflo de orphflo desle juizo, revendo os au-
tos de arremataran das parles dos osera vos perlen-
eeules a orphflos, que foram arrematados e vendi-
dos em liasla publica no juizo da villa de Goianni-
uha da provincia do Rio Grande do Norte, em vir-
lude de um precalorlo por esle juizo expedido, e de-
pois de volvido a elle, d, por certidflo, verbo ad
verlium a iulerloculora daquelle juizo, que inau-
duu cumprir n referido prccalorin. assnn como a
verba dasiza ; aim o cumpra. Villa de San Jolu
29 de agosto de 1855. Francisco Flix l'illar de
Carcalho.
N. 2.
Eu abaixo assignado, em cumplimento a porteril
supra do Sr. Dr. juiz municipal e orphflos, certifico
ser u Iheor da iulerloculora, de qoe faz raenc,flo a
mesma portara verbo ad verlniui, o seguinte :
Distribuida ; cumpra-se, e nomeio para curador
dos nrpliaos ao advogado Jos 'laxares da Cosa, o
para avaliadores Sebastian l.uiz Guedea da Srroza o
Jos Fernandes de Oliveira Galvflo, os quaes presu-
mo juramente do eilyl. Goianninhi 16 de mtr-
50 de 185j. Torres.
Mais certifico ser o llieor da verba do pagamento
da siz, de qoe lambein trata a referida portara
verbo ad verbum a que se segu :
_''.'-! ''""i'"1'1 luo r.aderuo competente a quanlia
279555 rs.. valor correspondente a quaulia de r;
las de continencia dos reos, nem consta das sobredi-
la pecas oflicaes, juntas a ordem dirigida ao pro-
motor, nem foi provada ; allendendo que a injurio-
sa imputaran de ir u juiz 'municipal eo delegado sup-
l'lenie*.iiTii5ados. apena receberam a ordem paru a
remessa do preso, eadeia par. conferenciaren) com
esle e tratar de illudir a ordem, de fala, como se
evideuciu dos autos e du depeimenlo de Lenidas
da Silva Moretea, que be o prnprio inspector de
quarteir.su. commaulaiile da escolla, destinada para
a condcelo do preso e cujas informai;ies transmil-
tidns pelo delegado de polica-de Campia Grande,
formam a nica base do processo; no qual depoi-
inenlo, Lenidas expressamenle djz, qae o juiz mu-
uicipal nflo foi a eadeia e que o segundo acensado
nella foi urna vez para verificar se o preso com ellei
lo eslava doente, como se aecusava e corra na ra,
sendn a l*||a e verificarlo feila na preteuca de di-
versas pessoas e do prnprio Lenidas ; allendendo
que o segundo arcosado*, logo que a escolla edegou
a villa, entregou-lhe a guarda da eadeia providen-
ciando assim sobre a seguran.;.i dos presos, como
mostea a ordem escripia, que Lenidas apresenlou
em juizo no aclo de seu depoimenlo, e que esl jun-
ta aos aulos ; allendendo que o nome do preso
accusdcflo que elle fazia de acbar-se .lente, uflo te
podem considerar pretextos para illudir a ordem de
sua remessa, tanto mais nflo lendo essa ordem de-
signado os signaes do preso, nem previnido por qual-
quer oulro modo o engao Jo nome, fcil de" acon-
tecer, quando se odra por inforinaroes particulares ;
allendendo qoe o erro dos denunciados, quer quan-
to a deiili.lade da pessoa do preso ( que proveio de
erro aldeio ) qoer quanto a molestia acensada, visto
nao terem professionaes, sendo de fado, uflo lhe de-
ve prejudcar ; allendendo que neslas circunstancias
niuguem lem o direilo de perscrutar at intenres
dos deiiunciadu* para dizer que elles linham pertei-
lo condecimento de que Coulinlio era Joflo Jos da
Silva Lima, e de qne era fingida a molestia, que elle
aecusava, nflo hiixeudu nleni disso razan para acre-
dil.ir-se mais ao dilo d Lenidas, de Ibe parecer
fingida a molestia do preso, do que ao de oulra*,
que foram ouvidas a esse respeilo e que de malsafllr-
mam, que Joan Jos sullie peridicamente d'aslli-
nia ; allendendo que nflu foi o juiz municipal de-
nunciado, quem ordenoa a inmediata ur.tem da es-
colla, como se evidencia dos autos, e expressamente
confessa o prnprio Lenidas ; e que como te v do*
documentes da defeza, essa volla inmediata proce-
den da pressa do seu tommandenle, que declaruii,
nflo obtlanlH as observaces que lhe foram fetas pa-
ra demorar-se, nflo ler ordem de demorar-se
O Arcinio S. Gabriel o celette prefoiiisadoratos
privIteioa de aatria, enviado por. Dos, levara
por legenda a saudarao que dirigi a mesma Senho-
ra : Ace gratn plena. Luc. I, 28- (Ave, o cheia de
Alm das figuras que fieam declaradas, muilo*
aojo irao com ellas interpolada* par mais adornar
a rocisaao.
ltimamente era cunduzida dehaixo do palio a
Slllquia da Vera Cruz, do Lendo Sagrado, em que
ato* Clirislo Seullor nosso padecau a mor te, pela
previlBoda qual, e em alte nc,9n a seus rearecimeii- '
los, ful Mara Saucliasima preservada da loda a ma-
culada du culpa original.
No* Iresdiat d festivldade se espera* ua igr
Sancllatimo Sacramente, e o* canto deV m
Te Dnun, e vesnera serlo eculada pela msica
vocal a instrumental a grande eredetlra.
(Peridico da* Pobres no Pur
' th jesuta.Vai jornal teancez publica a seguin-
te correspondencia, na qual se leem curilas noliciat
cerca da celebre congregaeSo dus jesutas._
.. Durante a mulla estada em Roma, veio-rae a
mflus por caso um Tldelo de sesaenla e uovo paginas
que conlm o eatlogn dos membres i
Jess no qual e ve a por-!o que oeeaj>atli ua ei
I panhia, a epocha da ua admissfln, e a i
_'publica ou particular. Nenlinma das c
des religiosas dessemiua.laa pelo orbe ealdollea
Me um rcceiiseameulo com lana ordem (
do. como o dus jesuta.
Ksld*grande familia Iflo famosa, deviJi
ro provincias, a saber ; Italia, Franca, HespaMi,
Alleinanb e Inglaterra, que se subdivi.tem em dls-
Irictus mais ou menos impurlaotes. Rata* colonias
religiosas silo administrada pur Oolro lanos Indivi-
duos que auxiliara, o geral ta ordem no governo del-
ta, e s.locomo os represntenles das provincias a que
per lencera.
A sociedade de'Jesut lem duis caa* oode se pro-
fesa, urna ein Roma eoolra na Sicilia, sustente vio-,
le cnlleiiius ondesflo recedidoso rtuvlcos, os quacs
passani por provas mais demoradas que a queso
exigein nas deiiiaisoTdens religiosas. Sem efjgeru-
Qflo pode, dizer-se qae era toda Italia, com e
calo do Piemuiile, a educac.ao publica' esta coa
aos jesutas: so ,Xd Halla lem vinle e aoco a
gas.
O numero de frailes alistado na bandeirasde
/*
os paizes sao escutedos, e que o Iriumpho da Vir- san" ,*"".c, '' '""tedo. O almanach *
gem lie celebrarlo por lodat as parles do mundo.
A Europa levar o texto : Beatum me dicent
omnes generationei. Luc. I. W. (Todas as gera-
r.irs rae aclamarau bem avenlura.la.
& Asia esle. a solii orla, o ps. CV11,3. (Dea-
de o nascer do sol
A frica este, n Oelabltur deserta el inda It.
XXXV, I. (A Ierra deserte e iutransilavel se ale
grar.)
A America esle. uUsgue ad accasum p*. CXH
:l. Al ao poenle.
Principia a procissflo, e por enlre as alas das Ir-
mandades ir primeramente a figura da Alegra pa-
ra significar o rrgosijd, que esle aconlreimeiilo ex
cilou enlre o calholicos da lodo o inundo, e levar
a legenda: Conceplio tua, Dei genilri.c cirgo, gau-
dium annunciacil uliicerso mundo. Ecrletio- voJS
(A vosa Couceirau, Virgem Mal .le Heos, aniiun-
cnu um grande gozo a lodo o mundo.)
Logo um coro de anjos cantando um mtele cm
honra a Immaculada CunceicJIo.
Segiiem-se as figura* bblicas e allegoricas repre-
sentando a Virgem Immaculada ou suas excellencias
no Mysleroda Purssima CuncieAu.
Debbora, conductora do povo de Deu*. e vencedo-
ra do iniraigo que o oppriraa,levara a lellra: / ma-
l" mulieris tradectur Sitara. Judie. IV, 9. ;a inflo
de orna mulher tora entregue Sisara. I
Como Debbora tymbolisa a Mara SS. pela victo-
ria que conseguio conlra Sisara, figura du iniraigo
infernal, ir immedala a ella a figura da Victoria
com esle texto tirado do cntico da mesma Debbora:
A'oca bel a elegil Dominas, el portas hostium ipte
subcertil. n Judie. V, 8. (Escollieu o Sendor novo
genero de guerra e deslruio o poder dos inimigos.)
A Esposa dos Cantare* com a legeuda : Tala
pulchra es... et macula non ett i te > Canl. IV.
7. 1 oila sois formosa, e em vs nflo da macula.)
Como a esposa de symbolo da Virgem por ser pa-
ra e limpa ije loda a mancha ir em sesuida a figu-
ra da Innocencia com a lellra : Me autem prop-
lerinnocenliam euscepini. o Pt. XI.V, 13. (Vot me
recebesles na votsagraca pela innocencia.
Judiili cora o texto : Cui Dominas conlulit
splendorem, ethanein illani pulchriludinem ampli
acit,ut incontparabili decore omnem ocalis appare-
ret. o Judilli. X, 4. (O Senhor lhe dea esplendor, e
lhe realro a formosura, para que apparecesse aos
olhos de lodos com imcomparavel gentileza.' O qoe
alinde ao novo lustre, que na Ierra accrescea gloria
de Maria SS. pella dellnir.lo dogmtica de sua Im-
maculada Coticeicflo.
Mas como na valerosa e casia Judilh igualmente
se representa a Virgem SS. por ser vencedora de
inimigo infernal, figurado em Ilteteme, e nunca
ser por elle maculada, ir apoz ella a figura da Pu-
reza com este texto da mesma Judilh. a Mom p*$m
misil me Dominus ancillam suum coinquinado Ju-
dilb XIII, 20. (Nflo permillio o Seubo/, que sua
; alk
teniendo que n ordeiu do Exro. presidente era par* A
ser o preso remedido ou conduzldo pela ecolte,e uf serva fusse manchada.
para ser guardado por este na villa de S. Joflo, me Esther com a letra : Son morieris : non enim ero
mo no caso, que a ordem poda ler previsto de ira. ,/,, *,/( pro mnibus luce lex conslituttt esl Eslh
poss.bili.lade de prompla remessa, nflo podendo porVxv, 13. (Nao morreras, porque esla lei, eslabele-
consequencia fazer carga aos denunciados a reflexiloSida para todos nflo o foi para li.l < aae indica o
de que a escolla nflo fora aquella villa, se nflo para Yugular privilegio de Maria 8S.de ser isempla da
por em eguranca os presos ; allendendo que o um- culpa original, que a lodos os mais conipreheude ; e
pies facto da evasflo dos presos, mesmo immcdiala ajiles d a morte espiritual
s.hida da escollad oque nflu succedeu. como se eva|s^.orem como a Virgem 'immaculada tambara he
e>a Ii^q
menciona 5:510 dos quae 1:515 esidem con o
nns diversos paizes da Italia, 361 na Heapaafia.
I:ti7 em Franca, 46:1 na Blgica e 177 na A
nba ; os 1:294 restante! eslo cspalhados pete Ingla-
terra c pela America.
Ve-se por esla obra que depois da ultima lucia,
em que a Italia se euvolveu para reconquisl
liberdade, a sucieilade de Jesus augmenten o
ro dos seus meinbros em mais de 1:000 regulo;
Aid tantea.
Vejamos o que era a sociedade ha ceulo en
la anuo, quaudu eslava no apogeo do seu'
Por urna relacao oflicial mpressa em Roma en
v-se que a orgaiiisacflo dos jesutas divida o
do era 38 provincias onde linham 25 casas profesa
650 collegio, 59 casas de noviciado, 350 dospi
mais de 200 eslabelecimeutos designados
ile misso e ifil seminario*. O exercilo jesuil
lava entao de l9:87t individuos, tendo l
fesso, e 9:848 que nflo eram profesaos.
Comparando o pastado cora o pretenl
segniule :
Stembret 4 tft&d
Sardenda. ,
Italia, Sicili,
Franca. .
Blgica. .
Ile-panlia.
Allcmanha
Inglaterra,
3:639
.......
....... 1:020
...... 2:207
.......2:609
Ameria o oulras. 7:282 1.294
19:876 5:510
Paciencia.Cm americano, traballu
te tres anuos, oilo horas por dia, o
8:760 libras, conseguio saber que Bil
31:173 versculos,773:t2 vea**,o 3:
Ira.
Que a palavra Jeliovad esln repetida 850
a cunjiincrflo e 46:227 vete*, e que o psaimo
o capitulo do meio.
. L-*e no Braz Tisana ;
l'm vellio de Alcira, que lem 82 annos, para
tejar a su* boa sauJe, den um jautar, im qawl
nlo varios velbo soraenleum de 88 auno, oulro
te 85, dous da84, um de 83, outro de 82, a dou* de
KOj: juntas estas idades soramam 584 auno* que esli-
verara a mesa.
dencia dos anles ) nflo prova a cnlpabilidade dos re
nunciados; allendendo que o juiz municipal apenas
soube da fgida dos presos, expedio. orden*, e em-
prezou as possiveis diligencias para sua captura,
occiipundo-e cm lal servir;.! mesmo a doras de des-
canso, assjm como que as providencias logo foram
dadas contra o carcero e guardas que sem demora
foram processados, e qae estilo pronunciados ; o que
ludo esl provado evidentemente, flcaiido desle. mo-.
de completamente destruida at falsas inf.iriiiaeoes
de Lenidas, e de pessoas descondecdat, Iraosrail-
lidas pelo delegado de Campia, Grande, informa-
ces que a denuncia e a portera 11. 3 pozeram em
duvida daseando-se no cilicio fl. 12 do juiz munici-
pal supplenle Eusedo Joaquim da Silva, que da in-
formarles contraria*, e confurme a defeza dos reos;
allendendo que se o juiz municipal aecutado qulzes-
te favorecer a causa do preso Joflo Jote, por motivo*
allieios a juslica, que se elle capaz fosse do infame
procedimenlo, que injustamente se lhe impala, a
favorecera com seguranca revogando as pronuncias
nos recurso*, que Joflo Jos] havia iolerposlu, e que
pendiarai ueste juizo, tendo ja sido sustentadas as
pronuncias pele juiz boje aecusado, rcvognc/flo qae
iaduhitevelmeiile produzlriu o elleilo legal de soltu-
ra do reo, sera embargo de recurso peudenle, ou que
e podrsse iolerpur ; allendendo finalmente que o
juiz municipal aecusado lem servido ( e posso dize-
lu como auturldade competente para inspeccionar
tua conduela) com zelo e integridad* dislinguindo-te
pelot teus principios de repressuD do crime (sendo por
Isso para lamentar que seja aecutado de conniven-
cia na fuga de um grande criminoso) oque uflo ten,
conlra ai um aclo ou precedente, que o lome mo-
no* digno da eslima e repulacflo de prodidade, que
justamente merece; julgo improcedente a denuncia:
e pague a muiiicipalnlade as cuitas. O escrivflo faca
inmediatamente remessa dos aulos para o tribunal
superior competente, para o qual recorro ex-olllcio.
Cidade d'Area 31 de majo de 1855.
Meinbros do corpo eleiloral da provincia,preten-
demos volar para represenlautes desla provincia na
prxima futura eloir.lo uos cidadflos abaixo mencio-
dos. Cada um nome de noa liste, rene as preci-
sas liabiliaccs para dem desempendar at funcees
de Iflo imprtame cargo ; e por isso alenlo o inle-
resse que tomamos pela doa gereucia dos negocioa
pblicos, deliberamossubmelle-la a apreciaran dos
eleltores da provincia como lim de solicitar, que nut
acompanhe ifo vol que vamos dar.
1 Bardo da Boa-Vista.
2 Baran du Camaragibe.
3 Dr. Luiz CiirlosvJe Pova Teixeiri.
4
5
(.
7
H
:>
ni
ll
Manoel Joaquim Cnrneiro da Cunta.
Francsen Xavier l'ae* II rrelo.
Jeronx mo Vilella de Castro 'lavares.
Augii-l.i I re leriro de Oliveira.
Anlooio Coellio de Sa e Albuquerque.
Aiilouiu licrculano de Souza Bandeira.
AiilunJo Joaquim de Moraes e Silva.
Manuel Clemenlino Carneiro da Cunda.
12 Commendador Juflo Joaquim da Cunda Reg
Barros
13 Dr. Antonio Epaminondas de Mello.
14 Manoel Mendes da Cunda Azevedo.
15 Francisco llapliarl de Mello Reg.
16 b Joflo Jos Frreira de Aguiar.
17 Francisco de Paula Baplisla.
18 Viciar ano de S e Albuquerque.
19 u Domingos de Suuza Leflo.
20 Manoel Francisco de P. Cavalcanli de Al-
buquerque.
21 Alvaro Barbalho L'clioa Cavalcanli.
22 Anselmo Francisco Perelti.
23 o Sebasliflo do Reg Barros de l.acer.la.
24 Juflo Anlonio Cavalcanli de Albuquerque.
25 a diurtico F'rancijco de Almeida Calando.
26 n F'rancsco Joflo Carneiro da Cunda.
37 Luiz Filippe de Sooza I .cao.
28 Major Jos Joaquim do Bogo Barros.
29 Dr. Igua
.. ..ci de Barros Brrelo.
5513 UKI, de meia siza da partes do esc'ra vos dos or-' "' I guari Joaquim de Souza Leflo.
pililos do finado l.uiz Jos de Mello, que arroma-! '" ."' Joaquim Pires Mediado Portella.
tou em hasla publica o lenenlu coronel Jos da Cos- 32_Coiieiiii Francisco Hochael Pereira de llrilo
la Villu, cuja quanlia llca carregada a mira adnu-
mslr.idor. Goiauioda 31 de maro de 1885.-0
administrador, Jote Bernardo de Figueiredo.
E mais se nflo contralla em dito uterlocutoro e
verba do raeil siza, que eu escrivflo de orphflos bem
e fielmente etlradi por certidflo do proprio original,
ao qual rae reporto, e vai na verdade sem coosa que
duvida faca, por mim escripia, assgnada, conferida
cuucerladu nesla villa de San Joflo comarca do
Brejo da Areia, provincia da Paralaba Jo Norte aos
29 das do mez de agoste do anno du nascimcnlo de
Nosso Senhor Jess Chrislo de 1855, trigsimo qutir-
to da independencia e do imperio.
Em f de verdad*.O escrivflo de orphSos, Von-
cisco Cordeiro da Cunha.
N. :.
Stnlenca,
Vistos eslw aulas de denuncia
Medeiros.
33 Dr. Jo Anlonio de Figueiredo.
31 a Aprigio Jusliiiiauu da Silva jCuimarfles.
35 o Jerouymo Marliuiano Figueira de Mello.
36 ii francisco do Reg Barro Barrete.
Um titilar.
VARIEDADES.
PltOGRAMMA
para a tenme feslivdsde, que em honra da Vir-
gem SS. N. Senhora da Torre, se lem de cele-
brar em nome da cidade de Braga na Igreja do
Collegio, em acedo de gracas pela delinicilo dog-
mtica da Immaculada Conccie,ao da mesma Se-
nhora.
No dia 31 do agosto pelas 9 Ironu da mandila le-
do promotor con- rfln lidas do pulpito, enm solemnidade a lellra
Ira o bacharel Francisco Flix Villar de Carvalho, aposlollcas do N. SS. Padre o Papa Po IX, sobre a
como juiz municipal dos lermut reunidos da S.Joao i dUnir;llo dogmalica da Immaculada. Conceijao, a
a deCabiceiras a Roderlo Jas da Silva, como dala-1 em tegoida te canteni a missa solemne.
Kurada em Esther, porque desde o primeiro ins-
lanie de sua Cuncei;,io acbou arara peranle o re
do res, e logo foi um a.lvogada idnea para coope-
rar no resgalc do genero humanu, ira immedialu a
figura da grar-a com o texto da mesma E'ther : .Si
inren graliam in ocali luis, e*..;, etrn' Inihi
poputum meum pro quo otsffro. Eslh. Vil, 3.
(Se acbei graca peranle vs,, rei, dai-me o mea po-
VHj_ pelo quat-viirrogo.i
Segue-se a Arca da Allianra couluzda por qua-
lro Levitas, e com a lellra : Deaurabit rain auro
mundissismintus el foris. Exod. XXV, II. (Data*
ra-la-has coi) ouro purissimo por dentro a por lo-
ra.) Symbolo da samma pureza de Mara SS. na
alma e no corpo.
Logo para mostrar o fundamento da nossa F no
Mysterio da Immaculada Goncec,o ir a exposieflo
do argumento Ideolgico, que o defenda, sendo sy'm-
bolisado nat seguinles figuras
A Omnipotencia Divina com osla divisa na mo :
Poluil, e oo hombro o texto : .VoM eril impouibile
apud Deum omne verbum. Luc. I, 37. (A Dos na-
da he impossivel para mostrar que Dos poda (sen-
tar Maria de incorrer na culpa original.
A Sanliiadc Divina om a divisa na mi ibuil,
e no hombro a lellra : llonorem habebis matri luir.
'PH>. IV, 3. (.Honraras a la mfli para mostrar que
Dos, urna vez que escolhea a Mara para sua mfli,
duxia preserva-la da culpa original.
A Procidencia Divina com a divisa na mflo:
Fecit, e oo hombro a legenda : Sanclifi-aril tabtr-
naculum suum Allissimus. Ps. XI.V, 5.(0 Allissirao
sanclilicou o sea tabernculo significando que Dos
se poda, o devia preservar sua mili da colpa origi-
nal, cortamente assim o fez. _
A F com a divisa ua mi : Credo, e noliamdro
o texto : Vnus Dominus, una /ide. EpheV IV, 5.
(tro su Dos, una s F) Indicando que o Mysterio
da I inmaculada Gouceicfln demnstralo pelo" argu-
mento .Iheologco, agora pela definidlo dogmtica do
vigario de Chrislo e artigo da notsa F', a qual da
nica sem alleraro, nem mudanra, dem como lie
nico o Sendor Dos aullior.
Para moilrar a comanle c universal Ira liccSo da
igreja, obre a Immaculada ('. niceie.in de Mara,
ir.lo os qualro principies iloiiloie- da igreja Calina,
e logo os qualro principaes da igreja Grega ; e cada
um levar um livro aberlo, e nelle ama legenda
exlrahida de seus proprio escrplo.
Latinos.
S. Gregorio Magno, papa com o lelrero : /;) ejus
Fililm ocalos concert, el ex ejus excellenlia pole-
ris eliam Malris excellenliam intelligere. Gregor,
in llb. I. lleg. Ijnra os odos a seu filliu, o pela
excedencia deste poderas lambein entender a ex-
celleiicia da mfli.)
S. Ambrozio, com a lellra : l trgo per graliam
ab omnt integra labe peccoli. Ambros. Seria.
XXII In Ps. CXVIII. (Virgem isempla de loda a
macula do peccado por meio da gmcaj.
,V. AgosUnho, com a lellra : Acimlis quoi ei plus
gralite tollalum fuertl ad cincendum omni ex par-
te peccalum. Aug. de nal. el gral. c. 36. Sahorno
quo lhe fui conferida maior abundancia de gracia
para vencer de loda as parles o peccado.
S. Jeronymo, com o lelreiro : ijuidquid in em
gestum esl, lolumpurila el gralia fuil. dieron.
Olante nella se obrou, Indo foi pureza e g.raca.
Gregot.
S. Athanatio, com aylelra : Dicimus eam.. ilerum
alque ilerum,elsemper.etundequaquebcalitsimttm.
Ailian. de SS. N. Derpara Serm. (Nos dizerao urna
e mais veze*, que foi bealissiinatempre, e de toda a
parte.)
S. Basilio, coro a legenda : ,'ianclissinue et inte-
merata dominalricis nostm Deigenilricis et semper
Virginis Madre... memorantes... Basll. in Litur-
gia. (Commemoran.lo a Sanelissima e pura Senhora
Nossa mfli de Dos, e sempre Virgem Mara.) *
S. Gregorio Sazianzeno com o lelreiro: Concep-
lus ex Virgine animo el corpore a Spirilu prigpur-
gala. Greg. Nai. de Chrisl. Nalivil. Chrislo fui con-
cebido d'uma Vlruein j antes purificada ua alma e
no corpo pelo Espirito Santo.'
S. JoSo Chrysoslomo cora a letra ; Maqumn re-
cera miraculum, fralres dUectissima, fuil beata
semper l'irgo Maria. Chrysott. apud Melaphrasl.
, Na v irdiide, irmflos dilectissiinos, fui um grande
prodigio a Beraaventurada sempre Virgem Maria.)
Cad i ura deslea duulores levar dou fmulos e
parando a procissflo, lodos oilo formaran circulo,
canterito o Te Malrem Dei laudamus. Te Mariam
imina- ulatam confitemur, para mostrar a uniinmi
dada ta igrejas occidental a oriental na crenca
coniissflo desle dogma.
Segue-se o andor em forma de elevada torre for-
tificada, e am cima della a veneranda e bellissima
imagem de Nossa Senhora.
Depois a cruz do clero, e enlre at alas deste ir a
figura de
Santiago faior, apostelo dat llespanlia*, fumla
dor da igreja Bracharente, oqual,*eganiioalguosfo
o que leu para o Symbolo o arligo : Salutex Ma-
ria Virgine. (Nucen de Marn Virgem) que de o
fundamento do dogma da Immaculada Coneeisflo,
e por isso o levara por tetra.
O Jornal de Roma, de 5 de dezembro, publi-
ca una extensa lisia do cardeaes, arcebiapos e his-
po que naquella occasiflo se achatan) i Roana,
conforme essa lista, eram, 54 cardeaes, 6 uestes da
ordem dos bispos, 37 da ordem dos presbvteros e 11
da dos diconos. L'm patriareda (o da Atexandra},
42 rcebipo e 92 bispos. sendo o total 195 prela-
dos. Depois daquella dala ehagaram i Roma mar* I
arcebispo e 5 bispos,-sendo prtenlo os prelados pr-
senles 191.
Aliaivo segu a proporefle em qoe coacorreram a
esla solemnidade ns diereutes parteado arda caliio-
licu, representadas pelos eu prelados: Roma, 60 ;
Estados Pontificio, 10; Franca, 21 ; aples, II,
Irlanda, 6 ; Inglaterra, 6; Toacana, 5 ; I.ombarda,
i; >ar leuda 5 ; EstadiM-oioi|a America, 6; Bl-
gica, 1; Austria, 2 ; Rumia, t;
viera. 2 ; Caad, 2; Sta\^^H
mi. I ; China. 1 ; Porlagal, 1 ;,
pelago. 1 ; Servia, 1 ; Hesso Dtfmste
I ; Nova Galles, ; era Escocia. 1.
A a.lmiuislrac.lo do crrela* nal
de puhlcar a hste do* jornaes ;ei!r
Iransporle pela* mallas-postal ser auli ^^
anuo futuro. ( numero total desles joman
1.797 enlre elle couUm-se 1.30.1 jornaes alleaal
sendo 276 poliloos : 351 fornae fraoceaes, sen
polillos ; 20rjornaes iugleze, sendo 67 polilic
18 jomaos italianos, sendo 11 pelilicos.

Um jornal americano publica a proposite de
um llie'oaro qae se diz escondido M Una
eos, os seguiules porraenoreti
Na poca em que viveu Morgan, o l
o clero do Mxico postula avuludis-
parle das quacs deseju, por motil
dia transportar para Manilha. Este;
rain embarcados n'um uavio no pirlo de
L'm corsario ipoderourie do navio a do seu rico car-
regameulo, e assassiuou a Iripul
do do navio apresado gente do c
de o levar Taboca, na baha .1
piral, ia de conserva. Os deut i
de visla, e os piratas qae Iriputavam i
veram atteiiborinhar-te da* rij llladns
a su guaida. Mudaram a derrota, a iwvi
ra a Iha dos Cocos, na qual enterraran) parte da ri-
queza que levavam ; porm qoando esterara para
partir vslaram un uavio que jalgaram ser o de
Morgan, e que era um navio da narra Inglez. Este
deu-lhet caca por mullo dias e afinal foram apanda-
dos nns costas do Per e assassinados, oxcepi-ilu de
dous grumete qu foram levados a Jamaica e adi a
preso. U.n delles morreu e o oulro chumado Bo-
g le obleve o seu perdflo, a loi para llalifax, ei
casou.
Bogue por muilo lempo guardou o grado, e a
passadus minios anuo* baque coito
dp sua mocidade. L'm individuo que linda algumas
ralarues cora ama companhia da seguros cario a
nirrasflo detea snecessot. e recarrendo aos Irnos
conlieceu que as dala erara exactas; varificoa
elleilo que na poca indicada fora expedida do M-
xico ama coniidervel tommi de val e cadi-
ra eiu poder dos prate. Confiando uelas informa-
efies algn, capitanas armiram am navio raanda-
ram-no a Painami dedalxo da direclo da
Desle puni 0 ntvio pardo cara a Iba, mas Bo-
gue, temi aido alando pelas fedres, morreu. A
de morre, disse, que indicara a san filha o i
onda eslava escondido o Ihesouru. .laiidii-llie I
as explicaeocs necessoria. Morio elle, o navio
dirigido, deu a coda no golfo da Dulce, e a Iripul
eflo separnu-se, indo o lillio da Bogue para o I1
ma. Este ultimo nega que seu pal lhe flvesae
alguiis esclarecimenlo acerca .te Meuuro ; ta
apenas, o que era publico a,bordo, islo lie. que
llie-ouro eslava escondido na illia dos Cocos, mas
ignorando o local. O marinlieirus allirmapi qoe el-
le tem perfeilo conliecimeulo do local, e a prora he,
que depois di sua chegada a llalifax, partir para a
Uha do* Coco*, aonde nao conseguio aportar, por fal-
la de miinlimetilo*. A existencia do liieaouro he
auasi certa, diz o jornal referido, porem o lempo
deve ler apagado todos os indicios que podiam levar
i sua deacoberla, accrencenlando que possue algn '
esclarecimenlos, que Ide foram dados pelo proprio
filbo de Bogue.
Acaba de organisar-so orna sociedade, cale lim Im
a de-coberla desle famoso Idetouro; j estilo ven-
da a aceses, e he potsvel qne tejara lomadas mui-
tas della. l)o proipeclo da companhia eilrahimot
os seguinles esclarecimenlos :
O capitel tocial ter de 550.000 pinteas ,195 con-
lo de res dividido era22,000 acajes de2aj pltlrat
(22>500 ris". O tdesooro computa *a pouak mais mi
meuor em 15 millies :t3,500 cont); os TJreclorri
da companhia, dizem elles. possuem provas, que de-
mouslram a existencia desia sumirla.
A ilda dos Cocos lira no Ocano Pacilicu, pelos 5
graos, 32 minute, laliliidc norte, a pouco mais ou
menos, a 750 milhas de Panam. A apmpanliia com-
proa o expedio a escuna Julius Pi-uaj, a iriooia.
eflo he numerosa, e composta de hornera reaolulo a
commandada por olTlciae de coiilianca ; o caDiu
he activo a experente, a vai munido de lodos os n -
cessaroectereciinenlo^ lamand conlianea lJV
no bom exilo da empreza, que apenas exigejK
acjflo da companhia, como sold.
O Julius Pringle parlio no dia 23 de colo de
IS->4.
Conforme o prospeclo di companhia, o Iheaaoro
he na importancia de J5 millies de piastras ; cada
aecfio cocedera 750 piastras, ou Irlnln vezes o sen
valor. O ihesouro conste de saceos de pinteas, mais
500 canas com 1,000 dodrOes cada urna. Alm disto
leem lambemmuilas barras d'oarxf, diamante, ou-
lras pedras preciosa*, ale.
(Jornal do Commercio de Lldoa.)



DIAHIQ DE rMUBf.0 ScGHOA FEIR* I DE OUTUBRO DE 1855
t 3
y
l *

TiTlURES BU POrUUGAC.
U I." de janerodo maodagricnileI85,iminhe-
ceu ao romper <; aurora com os scguotes titulares
era Portugal:
Duques..............7
Marqueta*.............18
Condas..............8|
V'iseondes com arandela........
Bardes cum grindeza.,........15
Viscondes.............57
Bardes..............89
Ha alm dase 9 (ilulos de margues incorporados
em oolros ltalos maiores27 tilidosde condoa17
Mulos de Tiscondea 36 lilulus de baroes.0*que
so rapla obra d Providencia, correspondente a le
dos h Ha anda Purluguezes que lem os sisuile ttulos
eslranueiros :
Uuiiuezide Narboane I.ara, Franca condessa da
Sobra I.
le 'uVlin, Limbardia. com grandeza
-de 1.' classe em Hespauha lita.
Marqueta de Olas, //.aenAa.dila.;
Marqueta de Sondo*, Uespanha.
Mrquez* di /.arrala llespana (Caaa da t'i-
gueraJ
Conde de Aliraucho*, franca 'Conde da Fi-
gUBil
Condesa* da Oyenhanoeu Grivenburgo Aus-
tria,]
Conde de Siufr, Pie/nonti Duque de Pal-
roella.)
Bar d'AWeiiberg, (faulrta.)
i l'amplooa, Franca dCondessa de Sub-
serre.)
{Piriaiicodos Pobres nu Porto.)
m.
COMMERCIO.
l'KACA DO 1USCIFE 29 DE SETEMBRO AS 3
HORAS DATARDB.
Clico es oflleiaes.
Do dia -28.
A situar maaeaiado regalir*-l5fl0 a 1700 por ar-
roba.
|lar superiorJjj650 11&750 dem.
No dia '9 nln houveram colice.-.
aLFAM>EUA.
Kenaimeato de dia 1 a 38 3t359S688
dem lie dia :.".r.......11:99942
374:289j630
Dnemrtftm hoje I. ate nuMero.
Brigue (raoeetAltntmercaduras.
ameriaiio tVm. Skiuntr ranuha de
trigo.
Ie| raliadamerca dorias.
Escasa braailelraAturadem.
IENTO DO MEZ DE SETEMBRO.
Kendiuiento tolal
Restr
J7t:2895:)
99*240
H. 374:1905:190
Imporlaco.
nistimo..........
DitOH de 1 por :ento de reexportado
para os porlo-eslrangeiros. : ". .
a o< portns do imperio. .
Evpn^^^^Hspor cenlo dos
>s despachados com carta
...........
.i_por c. dos gneros do piz.
I por r. dos seeros livros.
1 ilas mercadorias.....
orcenlu dos assiiirtadns
Mu as nos despartios. .
Interior.
Sello fixo................
Einidumentus ele cerlidOcs.......
368:8929 l
19*
4289201
902. 29."t2t>o
27*980
1:1779071
al 1996 V>
2:8265736
37175
169U00
1020
371:1909390

especies.
. 230:0*09819
. 144:163j54l
Depsitos.
. ultimo de
"lo.........
Eiiiiudosuoro-rcuie mes
Sahidw.....
Existe ates .
4:7279995
13:03733 U
17:765*138
421.5610
17:3139698
.Vos ir fui ule* especies.
liuheiro..... ItidgiS
Letras......17:1799140

itribuicao de cahiade.
.o iiosio mez......... 609226
Altai .-iiaiubuco 29 de tetembro de 1833.
O escrivao,
Faustino Jos dos Santos.
Imporlacao
z Alma, viudo do Havre, roniigoi-
. La-ierre \ Companhia, manifeslou o se-
gu uta :
, ratpadelras, etc. ; a Ricardo de
Fre las
e lalo, 3 (ilat porcelana, 2 far-
uslrumento, 1 dil< maimorr,
^^Hk, 7 ditas vidros, 6 ditas
es, 1 dita ar;oes, t dita couros;
1 Jas Francisco dos Santos &
2 caifas perras Unas para l:
ricas queijos; a F. Coolon.
100 meios ditos manlega
godao, 1 dita sedas, 1 dita pannos
pos. lecdos de algodto e de ae-
r*C
Ka, 16 ditas lecidos de algodao. I
dita la litas chalas de algodto, 1 dila
enea* a* culilaria, 3 ditas lecidos de
da e algodlo, I dila ditos de liiibo, 1 dita litas
seda e algodo ; a Tiinm Momsen & Vi-
aassa.
m de algodao c secta,. 12 ditas dilos
isas, 1 dila lencos de algodao,
H e dito de la e seda ; a ScliaTeitlin i
Coatpai
^LaaaaaaaaaiaaaaaaaaaaaBaaat'"
caitas dilm, 1 dita retratos, 8
iBsazeile. 1 caia roupa, 2 d-
lil!iipuJ*VJL
2 ditas lamparines,2 ditas pbosphoro ; a Feidel, Piu-
lo <5r C. t
t caiiinha boneles de awodao, o ditas quoqoilha-
ria, 1 dita areei, 2 ditas chpeos para senhora. 2
2 lardos raites, 6 caitas chapeos, 4 barris Unta ; a
Bourbe, Soata & C.
I caita instramontos e objeclos para relojoeiro. 1
dila roupa. I dita nstrnmenlot de msica, 1 dila
inatrumentoa e lampado 1 dila instrumentos
amostras, 1 dila couro<, i dita flores e pailitas, 3 di-
las chapeos de sol de algodao, I dila calcado, 5 di-
tas porcelana. 3 ditas marroquios. 2 ditas mercearia,
I dita lampadas, 1 dita caudieiro>. 1 dila chapeos de
meninos, 1 dita vidros; a E. Didier & Compa-
ohia.
I caitinha vidros, 1 dila lecidos de aleodao ; a A.
Koberls.
1 diU ignora-ae, 2 dilas sellm, 3 ditas caltado, 1
dita chapeos para senhora, I dila chales da seda e
algoilo, 1 dila chapos para meninos, 7 djtas lecidos
Je algodao, 3 dilas camisas ; a Viclor l.asne & Com-
pauhia.
1 caitinha chapos, t dila vidros, I dila roupa ;
a Antonio I.ni/, dos pantos.
1 dila brinquedos. I dita lecidos de algodao, 1 di-
ta espingardas, I dita perfumara e luvas de seda, 1
brande, e de 49900 a 59 pela de
Bueuos Ayres. Ha em ser 5.500
arrobas da primera, e 2,000 da
aeaunda.
Farililia de trigo- Vendeo-se a 289 por barrica de
Baltimore, a 329 da importada de
oulras provincias, de 30 a 339 da
de Philadelphia, a 36 da Fonta-
na, e a 269 da de Valparaizo. Fi-
caram em ser 3,300 barricas e
3,000 saceos de seis arrobas. Che-
sou um curregameolo de Riche-
mond, o qual descarrega parte
aqu, e segu com o resto para os
Portoi do sul.
Oenebra---------- Vendeu-se a 380 rs. por botija.
yueijos- -- dem a I93.O cada um dos fia-
... medgos.
uisconto Hebateram-se lelraa at sei< me-
zes de 7 a 9 por cenlo, e de 7 mais
10 por cenlo anno.
rretes--------------Do assucar para Liverpool a 6.1 e
5 por cento, e do algodao para o
mesmo porto, tanto deste como da
l'arahiba a 7|8 e por cenlo.
livemos 12 eoibarracoes entradas, a saber: 1 va-
dlla lecidos de linho e bonetes, 1 dita miudezas ; a i por, 6das provincias, i"de fazendasda Europa, 1 de
I farinha de trigo. I em lastro, 1 do Canal eoulra com
Marauhao e
Fonseca Ju-
E Cear, consignado a Jos Baplisla da
nior, manifeslou o seguinte :
2*> caitas papel ; a J. II. I.asserre & C.
4 caitas vestidos. I dila 'azoadas, 1 dita sedas, i
dilas lecidos de alaod.ro e linho, I dita ditoa de li-
nho ; a J. Keller ,\ C.
I caita oleo ; a (jouveia S I.eite.
41 caitas cocidos; a Francisco Alves da Cuoha
&C.
3 caitas fazendas : a II. Gibson. ,
1 calta papel; a Novaes & C.
3 bahos roupa usada ; a l,ui Rodrigues Selle.
1 barril oleo de cupaiba, l_ garrafao aieile, f pa-
cota rede ; a Banholomeii Fraucisco de Soaza.
4 caltas velas de carnauba, 10 saccas e 3 barris
gomma, 3 mullios courinlios, 200 idoios de sola ; a
Luiz Jos de S Araujo.
15 caitas velas de carnauba, 1 barril gomma, 1
caita doce; a Antonio Joaquim de Sonta Kibeiro.
700 meioa de aula, 10 aaccas cera de carnauba ; a
Caetauo Cyriacu da Costa Moreira.
I sacca cera de carnauba, I caita roupa, i 1 barris
sebo, l fardo rvas, 15 caitas velas de carnauba. 1
caita queijos e car'iie, 10 barricas uenebra, 2 rodas
de ferro, 16 pecas cabos, 2 caitas livros, 1 dita co-
chins, 3 dilas candieiros, 13 ditas relogios, 6 dilas e
5 fardos lecidos de algodao, 1 encapado doce, 2 cai-
tas calrado, 143 rolos salsa, 991 meios de sola, 1
caita violAo, 7 dilas conservas, 6 duzias de baldes, 9
caitas sipos, 2 dilas cerveja, 1 dila obrejas, 14 bar-
ris pregos, 12 ca rinlios de mAo. S moiulios para mi -
llio, 2 barris estando, 1 caita globo de vidro ; a
ordem.
CONSULADO UEIIAL.
Kendimeuto do dia 1 a 28 14:6819949
dem do dia 29....... 3179138
. 14.999J087
DIVERSAS KOVINCIAS.
Reudimenlo do dia 1 a 28 7109116
dem do da 29....... 9
7109116
KENDIMENro DA MES* DO CONSULADO DE
PERNAMBICO NO MEZ DE SETEMBRO DE
1855.
Consulado de 5 por cenlo. 12:7539387
Ancontgem........
Direilos de 15 por cenlo das
embarcacoes eslraugeiras
que passam a nacionaes.
Dilos de 5 por cento na
compra a venda das era-
barcac/i^s........
Expediente das capaiazius.
Sello lltoe proporcional. .
Emolumentos de certidocs.
Diiimo do algodao e oulrus
gneros da Parahiba .
Dito do assucar, e outros
gneros da dita. "...
Dito dito do Rio Grande do
Norte............
Dito dito das Alagas. .
6949500
286-.VX)
12:7539387
Depsitos sabidos
Dilos eiitteules .
M|QU 5319715 645922.3 39760 J:24597tlO
11:9999087
'ciuriaa.
4649860
409299
539620 1519337 -109116

1 :7099203
6899996 4:866987-!
Mesa do consulado de Pernamhuco 29 de selembro
> 1855.O escrivad, Jacome Gerardo Mario La-
machi de Afeito.
Ezportacao'.
Cear.i, hiaie brasileira h.cnlaro, de 37 tonela-
das, conduiio o seguinte : 3 pipas e 15 barris vi-
iiho linio, 50 barricas farinlie de Irigo, 57 dilas U*-
calho. I caito chapeos, boneles e fazendas, 8 ditos
diversas miudezas, 1 fardo ppela, 2 dilos 18 cha-
peos de massa, 1 rolo salsa, caitao drogas, .1 barril
pos prelos, 1 dito oleo, II cansslras ceblas, 8 caifas
c 53 caisiiibas charutos, 1 quartola 36 1(2 caadas de
alcool.
HliCEBEOOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMHUCO.
Reudimenlo do dia 1 a 28 19:7909577
dem do dia 29....... 6548298
20:1443875
RENDIMENTO DA RECEBEDORT* E41EJSDA8
INTERNAS C.ERAES DE PEHNAMBUCO,
MEZ DE SETEMBRO, A SABER:
l
;
is de algodao. 1 dila livros, penles, ele
idrose chapeos, 2 dila pedes pre
Ihos, 4 dilas lecidos de lila, i di-
vidros, 9 dilas papel, 2 ditas ob-
6 dilas maebinas e seus per len-
tos, 1 dita tinta, 1 dila caudiei-
la chapeos de sol e camisas ; a
L. Leconle I eron \ C.
lelos dilos manlega ; a Sehramm
YVhaiely &C.
I barris roa ilof, 3 caita; drogas, I dila ver-
nli; a J.SonmiC.
chapos, 9 lardos cabos ; a Bas-
4a, 23 dilas (acides de algodao,
^Hp** aedas, 1 dila chapos pa-
lacidoa de algodao e linho, 1 dita
Idas de teda. 1 dita ditos de al-
ia vinbo ; a J. Keller & Compa-
iiltia.
abjeclus de chapelaria ; a Chiittiani 4
Iinttoa.
M par Midiera, 1 dila jarros, 1 dila
celana, 1 dila livros, roupa e cal-
: a J. A. Bastos.
wre homein ; a Minad J. Car-
I caita drogas ; a Moreira & Fragoso.
oildo e linho ; a Demette l.e-
clerc
15 ditas luidos de algodao, 5 ditas ditos de linho,
ditas chapos pira llnmem, 1 dila
lo e luvas, 3 ditas chicles, 1 dila
Je Ma a seda, 4 dilas pannos.
la pallia. 1 dila dilos de sol para se-
eoes para carro, 1 dila vidros. I
la ; a F. Sauvage iSt Compa-
a qieijos, 1 dita letidei de 15a, 40 barris e
manlega, 3 caitas camisas ; a Hrunn
rm, 1 dita lala. 2 ditas merceacia e
ear (oes 1 viilla, 1 dila conservas, 1 dita bolees de
jiao ; a J. II. Denker.
II dita* marcearas, 1 dita perfumara, 2 dilas
chapeo para senhora ; a Lellaller.
I dita leudos de sedae moda, 1 dila ditos de laa,
3 dtaa pe fumarias e flores nrliflciaes, 1 dila cha-
pos de sol le seda e iivroa, I dila lecidos de aeda, 2
de dila e algodao, I dila labteo. 1 dila
obras 1 idres a perfumaras, 1 dila chapos de
nllia, 1 dita fil de seda o calcado, 4 ditas
ii ; a Luit Antonio de Siqoeira.
1 volumr pales'dr barro, 2 ditos Unta, 3 ditos
drogas, 6 di 01 vidros ; 1 Barlholomeu Francisco de
^^^^^B^Hp* P3ra supaTeiro a 0.
ird Millocheau.
is mauleiga ; a Tasan Ir-
1 caita 1 vros ; a M. I. de Olivcira.
2 ditas porcelana ; ao viscoude de Loores.
1 dila roupa feila.l dita florea arliliciaes e pennas,
pos para bomem, 2 dilaa grampas, I di-
la req ihifre, 1 dila perfuma-
ea de sol de algodao, 4 dila chapeos
lila lecidos de laa e obras de cou-
1, 1 dila leneo de seda, 2 ditas al-
iiuetes. 1 dila molhados, 1 pule sseme ; a Cnis
Fren
50 farda papel, 100 caitas garrafas vatias, 1 far-
do rolhas, gigo frascos devldro vasios, 1 embrulho
etiquetas, li4 barris e 160 meioa dilos manlega, 10
caitas sardlnhas ; a J. H. I.asserre & Compa-
nhia.
1 caita adereco de coral ; 1 Domnaos Alves Ma-
Iheoa.
6 calan 6 3 barris maroearla, 1 dila mercearia e
bonetes. :l dilas mercearia t burra, 3 ditas bonetes
da algodJn.1 dita mercearia e lipis,! diUs mercearia,
'2 ditas reauifes, 5 ditas (ouja, 1 dita brelas, I dita
prensa, 2 lilaa cantal de ferro, 5 dilas perfumara, 2
dilas papal % dilu de ibadeiri, 3 dilai brinquedos,
Renda dos proprios nacionaes
Foros de terrenos e de marioha. .
Laudem.ios..............
Siza dos bens de raz.........
Decima addiconal das corporales
de mao mora...........
Direilos novos e velhos e de chan-
cellarla ..............
Ditima da chancellara.......
Mulla por nfracces do recl-
menlo...............
Legitiinaces.............
Sello do papel, lito e proporcional.
Premio dos depsitos pblicos. .
Emolumentos das repa.rlices de fa-
zeuda...............
Imposto sobre luja-, casas de des-
cend ele..............
Dilo sobre casas de movis, roupas
etc. fabricados em pait cslrau- ,
geiro ..............
Tala de escravoi...........
Divida activa............
Receita eventual...........
19600
129712
1129.500
3:2629066
3819078
2:575854
2569960
309000
89640
7:2999897
9B6I5
2489000
3:2199364
109000
2069000
2:7419589
69000
assucar de Macei, que seguio para Liverpool.
Sabiram : 4 para os porlos do imperio, e 2 para
Portugal, alm do v;.por. e do que veio de Macei.
F'icaram 110 porto 34 embarcares a saber: 3 ame-
ricanas, 19 brasileira, 2 fraucezas, 1 hamburgueza, 3
hespauholas, 5 inglezis, e I portugueza.
MOVIMENTO DO PORTO.
Sanos entrados no dia 29.
Riclimond43 das, patacho americano nW, Skn-
11er, de 359 toneladas, capitio H. Parker, eqni-
pagem 10, carga 3,100 barrica com farinha de
trigd; a Hoslron Rooker & Compaohia. Fun-
deou no lameirao.
Babia7 dias, galera brasileira N. S. da Concei-
caon. de 470 toneladas, capiao Manoel Jos Go-
mes, equipagem 16, em laslro. Veio rereber pra-
(ico e segu para o Assii. l'irou de qaarenlcna.
dem8 dias.barca franceza Comle Roger, de 213
toneladas, capilao Tombarel, equipagem 16, em
lastro de ara ; a Lasserre 5 Companhia. Ficou
de quarentena por 15 dins.
Sucios entrados no dia 30.
Santo Andr48 dias, snmaca hespanhola Malhil-
des, ihs 110 toneladas, capilao Simao de Sala,
equipagem 10, carga farinha de trigo e mais g-
neros ; a Aranaga & llryan. Ficou de quarente-
na por 10* das.
Ro de JaneiroI 4 das, hrigue brasileiro Mara
Luzia, de 303 toneladas, capiau Pedro Vllete
Filho, equipagem 15, rargi. varios gneros ; a
Antonio de Almeda Onmes 6r Companhia. Ficou
de quarcnlena^por 15 dias. Passageiroa, Joaquim
Lopes da Costa e Alhuquerque e sna senhora.
Liverpool31 da?, galera maleta ulmogene, de
386 toneladas, capilao W. Williams, equipagem
18, carga fazendas e mais gneros; a C. J. Asllev
& Companhia.
N. 57. Herdeiros de Antonio Francis-
co Brinco .........
N. 59. Manoel Figueiroa de Faria.
N.j61. Clara Mara do Espirito Sanio.
N. 83. Herdeiros de Francisca Mar-
garida dos Prazeres......
N. 65. Manoel Joaquim da Silva Fi-
, gueirado..........
K. 67. Mara Antonia da Cruz Brau-
co............
K. 69. Mara Guuralves Ferreira e
Silva......."...
N. 71. Joaquim Jos da Cns|a Fajotes.
N. 73. Fillios de Manoel Jos de Bas-
los e Mello e oulro......
N. 75. Tboinaz de Carvalho Soare
Braudio. .....,
589200
979800
259200
369000
fOOO
369000
189000
68j400
'72/000
349000
3:0499350
EDITAES
O Illin. r. inspector da Ihesouraria provincial,
em cumprimenlo da ordem du Exm. Sr. presideule
da provincia, manda constar aos propietarios abaito
mencionados, a enlrcgarem na mesma Ihesouraria no
prazo de 30 dias, a contar do dia da, primera publi-
carlo do prsenle, a importancia das quotas com que
deven) entrar para o calcamenfo da ra Direila al
a travessa da l'enh.i, conforme o disposlo na lei pro-
vincial numero 350. Adveriindo, que a falla da en-
trega voluntaria seni punida com o duplo das referi-
das quotas na conformidade do artigo 6 do regula-
meiiio de 22 de dezembro de 1854.
N. 2. Jqanna do Rosario (iuuuaraes Ma-
cliado.-.................77-5400
N. 4. Vuva de Jo,1o Leiao Flgueira. 89966
N. 6. Hospital da Misericordia de Angola 619800
N. 10. Benardo Jos da Costa Yalenlim e
Francisco Joaquim Pereira.......419700
N. 12. Mara Joaquina de Moura.....769200
N. 14. Ordem lerceira de S. Francisco. 459000
N. 16. Aulonio Fraucisco Pereira. 779220
N. 18. Herdeiros de Manoel Caelano de
Albuouerque...............579600
N. 20. Viuva e herdeiros de Antonio Joa-
quim Ferreira de Sampaio.......689400
N. 22. Francisco Alves da Cuoha.....30--000
N. 24. Jo5o Malheos........... 829500
N. 26. Joaquim Francisco de Azevedo. 529000
N. 28. Dilo, dilo..............619200
N. 30. I liereta Cunralves de Jess Aze-
_ v,ed0,-..................6894O0
b 1. Irmandade de N. Senhora do Li-
vramenlo......... a......99000
N.-l. Joaquina Mria Pereira Vlanna. 8A?4O0
N. o. Dila. dila..............199000
v i." '" di................H60M)
v. 9. Baril10Alves.de Miranda Yarejao 759000
N. 13. Francisco llr.ui 1,10 Paes Brrelo. 139200
Irmandade do Espirito Santo. I89OOO
'oaquim Bernardo de Figueredo. 288800
o, dilo.............1190100 l
. para constar s luauduu allitar o pieseule e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesuuraiia provincial de Pernam-
huco 15 de selembro de 1855.O secretario, Antonio
Ferreira d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do E\m. :Sr. pre-
sidente da provincia de 21 do correle, manda fazer
publico que no dia 18 de oulubro prximo vindouro,
peranle a junta da lazenda da mesma thesoorara, se
ha de arrematar a juem por menos lizer a obra do
lapamenlo do pantano de Olinda, avaliada em res
7:3709000:
A arremalacio ser feita na forma da le provin-
cial n.'343 de 15 de maio do anno protimo passa-
do, e sob as clausulas especiaes abaito copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala das sessoes da mesma juu-
la no dia cima declarado pelo meo dia compelen-
temenle habilitadas.
E para constar se mandn allitar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de selembro de 1855.O secretario.
A. F. d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematac'ao.
1." As obras do lapamenlo dos arrombos'do dique
do pantano de Olinda ao norte e sul da povoacao
dos Arrumbados, serao Telas de conformidade com
o orcamento tiesta dala apresenlado a approvacao
do Etm. Sr. presidente da provincia na importan-
cia de 7:3709000.
2.a Deverao ser principiados os Irabalhos no pra-
zo de um mez, e concluidos uo de tres m^zes conta-
do, de conformidade com os 'arls. 31 e 32 da lei
provincial u. 286.
3.a O pagamento ser feito em tria prettac,oes
iguaes ; a la quaudu esliver feila a terca parle da
obra, a 2" quando liver dous tercos da obra, a a 3a
lin,lmenle quando esliverem concluidos lodos os Ira-
balhos. que serao logo receblos definitivamente.
4.a Para ludo o que nao esliver especilcado lias
prsenles clausulas seguir-se-ha o que determina
lei provincial n. 286 cima mencionada.
Conforme.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em comprimen tn da rctoluco da junta da fa-
zenda. manda fazpr publico que a arremataran das
obras supplemenlares,) fazer-se na ponte sobre o
rio Capibarhe na estrada de Pao d'Alho, vai 110-
vam Mite a praca no dia'18 de oulubro protimo vin-
douro. '
E para constar se mandou aflitar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
huco 22 de selembro de 1853.O secretario,
A. F. \d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da resoluto da junla de fa-
zenda manda fizer publico que as obras dos reparos
precisos na casa da cmara municipal e cadeia da
cidade de Olinda, *lo notamente a praca no dia
4 de oulubro proiimo vindouro.
E para constarse,mandou aflitar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
huco 22 de selembro de 1835.O secrelaiio,
A. F. d'Annunciariio.
1 aftii
20:444987.5
Recebedoria de Pernamhuco 29 de selembro de
1835.O escrivao, Manoel Antonio Simes do Ama-
ral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudimenlo do dial a 28 2i:180sOI2
dem do dis 29....... 2:6773480
1:4549886
ara constar se mandou allitar o preaeiiiee pu-
rear pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria pro-
ueial de Pernambuco 12 de selembro de 1855.
O secretario.
A. F. Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumprimenlo da ordem do Etm. Sr. presidente
da provincia, manda convidar aos propietarios abai-
to mencionados, a enlrcgarem na mesma Ihesoura-
ria 110 prazo de 30 dias, a contar do dia da primeria
poblicacao do presente, a importancia das quolas
com que devem entrar para o calamento da rua|do
Raugel, conforme o disposlo na lei provincial n. 350.
Adveriindo, que a falla da entrega voluntaria sera
punida com u.dupla das referidas quotas Da confor-
imiTade do arl. 6 da regulamenlo de 22 de dezem-
bro de .1851.
N. 2. Ordem lerceira de S. -Frao-
*':>............ I89OOO
N. 4. Benta da Conceic.10 Ferreira I89OOO
N. 6. Domingos Jos da Silva ..." 79OOO
N. 8. TheolouioFelit de Mello. 499500
N. 10. Carilo Eumeuia da Concei-
ao ......... 379600
N. 12. Herdeiros de Thereza de Je-
............ I89OOO
-V 14. Irmandade das Almas do lle-
e'fe .......... 169200
N. 16 Ezequiel I-raneo de So '. 25-5200
N. 18. Francisco Aulonio das Cha-
g"........... 169200
N. 20. Herdeiros de Josepha Francis-
ca Rosa.1.......... 619200
iY 22. Francisco Aulonio das Cha-
8............ 189000
N. 24. Innaodade das Almas do bair-
10 de Santo Antonio...... 419400
N. 26. Mauoel Antonio Monteiro da
Andrade.........*. 549000
N. 28. Antonio Jos GoncaTvcs de A-
"vodo........... 25*200
N. 30. Viuva de Miguel Jos Ri-
beiro........... 529500
N. 32. Ordem lerceira de S. Frin-
cuco........ v 239200
N. 34. Paulino da Conceico. 219600
N. 36. Antonio Uypolito Yercosa. : 899100
N. 38. Viuva de Domingos Jos Bar-
bosa ..........
-Y 40. Joao Moreira Marques
26:8379498
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO
PROVINCIAL DO MEZ DE SETEMBRO DE
1855.
Direilos de 3 por cenlo do assucar ot-
porlado.......... 4:4359908
Ditos-de 5 por cenlo dos mais gneros. 6:1949853
Capatazia de 320 por sacca de algodio. t; 239340
Decima dos prodios urbanos. . 10:7189423
Meiasiza de escravos...... 1:1919210
Novos e velhos direilos...... 839916
Sello de hmicas e legado..... 1:5069202
Escravos despachados, . 4009000
Matriculas das aulas de instpiccio su-
penor........., . 909000
Emolumentos de passaporles de polica Imposto de i por cenlo . 29400
8399H40
Dilo de 3 por cento....... 599280
Dilode2 por cenlo do consumo de a-
guardenle......... 119920
Dito de 409 rs. sobre caaa de modas. . 409000
Dilo de 209 rs. sobre casa de jugo de
buhar.......... 208000
Mullas.....'...... 1009131
Juros. .'......... 49471
Cusas. ......... 2559274
26 579498
coiumercio, proferido em requerimento
do curador fiscal da massa fallida de Ma
noel Joaquim Alves Pitomba, fara'leilao
da taberna sita na ra Nova n. (55, per-
tancente a dita massa, que cons'nte na ar-
mario, gneros, especiarlas, etc., existen-
tes na taberna supra : sejjunda-feira 1 de
outubro, as 11 horas em ponto.
L qu idac ao
final da Cal-
forma,
LEILAOiPUBLlCO.
. O ajjeule liveira fara' leilao, para aca-
bar, do resto das lazendas salvadas da bar-
ca GUSTAVO II, ai rematadas nos diver-
sos leiloes leitos na alfandega desta cida-
ae, na loja do sobrado junto ao arco de
Santo Antonio, do commendador Maga-
Ibaes Bastos, por conta e risco dos admi-
nistradores da California, que querem li-
quidar para poderem rateiar entre os so-
cios o prejuizohavido : segunda-feira I de
outubro, as 10 horas da manhaa.
Leilao de batatas
Segunda-feira, I. >le outubrp, as.10 horas da ma-
nhaa, se fara leilao de batatas, em caitasecanastras,
vonlade do comprador, em muilo hum estado : ni
travessa da Madre de Dos n. 16, arnuzem deAgos-
lnho Ferreira Seura Cuimaraes.
Su I il nulo, (i tro corrente.
O agente Oliveira olTerecer em leilao, e n'um^o
lole. duas magnificas casas de sobrado, oulr'ora per-
leucentes ao tinado Sr. Coi, por quem foram edifi-
cadas com lodo o esmero e solidez em 1848, cada
urna com roznha fra, cocheira, estribara e mais
arra njos em bous sitios com p uloes de ferro, e jun-
lami-nie o terreno que Ihes fica em frente, e outro
ao lado de urna deltas, deilando e da Soledad?, todos mui proprios para novas edifica-
tOes. Dilas casas eslao siluailas no fundo do lo,
ora pertenceiile ao Sr. Accioli Una, com frente para
a estrada que te acha em en.ir ucean ale o Mangui-
nho. Vender-se-ha lambem um sobrado de dous
andar, silo na ra de Aguas-Verdes n. 64, com
quintal que lem sabida para a d< Hurtas, em chaos
proprios, muilo largo, o qual rende aunualmnte
rs. 62* ; asslm como 10 apollces do Banco "de Per-
nambuco, e diHerenles obras de ouro, como sejam :
cordoes, tranceln, correnies para relogios, etc.: no
escriptorio do referido agente, ao mel em ponto.
O agente Borja autorisado por des-
pacho do K\m. Sr. Dr. juiz privativo do
commercio, proferido em requerimento
do depositario da massa fallida de Joao
Antonio Martins de Barros, lara' leilao da
armaran, miudezas e urna pequea mo-
bilia de casa, existentes na loja sita na
ra larga do Rosario 20, pertencentes
a dita massa ; assim como de urna escra-
va de 20 aunosdeidade, tambem perten-
cente a mesma massa, a qual se achara'
patente na referida loja 110 dia do leilao,
que tena1 lugar quiuta-feita i do corren-
te, asi 1 horas da manhaa.
AVISOS DIVERSOS.
DECLARACOES
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco25 de junho de 1855.
O secretario da direccSo, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
' CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O eonselho administrativo tem.de co
jecios segoiutes :
Para o H. balalWAo de in
Bandas de laa, 21.
Hospital regimeulal.
Cubos inodoros, 10. ,
Diversos balalboes.
Sapalos feilos na provincia, pares
Arsenal <4e guerra.
Meios de sola coma, i.V); pavi
Huei os quizer vender aprsente 1
em carta fechada na secretaria do cnsul
ras do dia de oulubro.
Secretaria do eonselho adminUIrtivo para\ .urne-
cimenlo do arsenal de guerra 27 de selembro de 1855.
lenlo Jos Lamenha Lins, coronel prndenle.
do Carmo Jnior, vogal e se-
LOTERAS d provincia.
O Illm. Sr. thesou^eiro manda fazer
publico, ([tic os billieCes da segunda par-
te da segunda lotera do Gymnasto Per-
nambucano, se acham a venda na the-
souraria das loteras, na do Gollegio n.
15, e as rodas aridam impreterivelmeute
no dia (i de outubro do corrente anno.
Thesouraria das loteras desta provincia,
2i de selembro d; 1855.Luiz Antonio
de Almeida, escrivao das lo-
fernardo Pereira
cretario.
PUBLICAQA'O L1TTERAR1A.
Acha-se venda o compendio de Tbeoria a Priti
ca do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de Pao
a Baplisla. Esta obra, alm de urna introdcelo
sobre as accoes e ctcepces em geral, trata do pro-
cesso civel comparado com o commercial, eontm
a tbeoria sobre a applicacao da causa julgada, e ou-
lras doulrioas luminosas: vende-sa nicamente
na loja de Manoel Jos I.eite, ua ra do Quei-
mado n. 10, a 69 cada etemplar rubricado pelo
autor.
Continua a vender-se a obra dedi-
reitoo Advogadodos Orphaos, com um
apndice importante, contendo a lei das
feriase aleadas dos trib.unaes de justica, e
o novo Begimento de custas, para uso dos
juizes. escrivaes, empregados dejustica, e
aquclles que frequentam os estad js dedi-
reito, pelo preco de 5$000 cada exem-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, ra
da Cadeia n. 58 loja de encadernarao e
livros, rita do Collegio n. 8; pateo do
Collegio, livraria classican. 2, e na praca
da Independencia n. G e 8.
Mesa do consulado provincial 29 de selembro de
1855. O i'srnplinario.
Luiz-d Azeceio Sousa.
PRACA DOHECIFE29DESETEMBKO DE 1855,
AS 3 HORAS DA TARDB.
Ilecista semanal.
Cambios a au consta houvesse sarjaos; por-
lano pde-se repulai nominal o
Irecu de 27 3|4 d. pd> I* sobre
nglalerra.
Assucar A entrada anda foi pequea.
Vendeu-se o mascivado regalar de
1'iOO a 1S700 e o escolhido de
1!)650 a 18750 por arroba o bro-
to regular de 184180 a 187.50. e o
dte bom de 18800 a 19650 por ar-
roba.
Algodao Entraren) 779 saceai: os precos
fofam, para o regular 59300, para
o entrelio 5}600 e para o supe-
rior 58700 por arroba. Vendeu-se
urna partida etistenle na Parahi-
ba a 5S900 por arroba poslo a
bordo.
Cauros- Venderam-se os seceos salgados a
189 rs. por libra.
Bacalho----------Retalhou-ao (je 158 a 168, ha em
ser 4,000 barricas.
Cirne seco- Os precosconlinuaram de4)800 a
59300 por arroba pela do Rio
N. -42. Manoel Jos da Silva Briga
N. 44. Jos Leonardo......
N. 46. Jos da Fonseca e Silva .
X. 48. Joao da Silva Moreira .
.V 50. Dr. Aletaudre Bernardiuo dus
Res e Silva........
N. 52. Tibuicio Valeriano Baplisla .
V 64. Mara Joaquina do Macedo
Mello...........
N. 56. Francisca Thomaziada Concei-
cao Cimba.....' .
N. 58. Patrimonio dos orphaos. .
N. 60. Mara Joaquina .Machado Ca-
valcanli..........
N. 62. Jos Joaqomi de >'ovaes. .
N. 64. Bernardo Aulonio ile Miranda.
.V I. Aletaudre Jos da Silva. .
N. '). Maria Candida Viauoa e un-
iros ............
Mara Adelaida de Lemos
Mara Leopoldina de Lemos .
.Y 5. Antonio Ferreira Pialo .
N. 7. Joao da Silva Moreira. .
.Y 9. Aulonio Domiogues d'Almeida
Paros...........
N. II. Jos de Barros Plinenlel .
N. 13. Pililos de Jos Hamos de Oli-
veira .........r
N. 15. Ordem lerceira de S. Frau-
cisco..........
N. 17. dem, dem...... .
N. 19. Irmandade do Sanliasmo Sl-
cramenlo de Sanio Antonio .
N. 21. Joio Piulo de Oueirot. '.
Y 23. Auna Luiza da Fonseea. .
N. 2"). Jos Coucalves Ferreira e Sil-
va...........a
N. 27. llenriqucla Eumenia da Con-
ccicao..........
N. 29. Jos lioncalvcs le reir c Sil-
va............
Y 31. Aulonio da Silva Ciusmao ,
N. 33. Herdeiros de Jos Lope d'AI-
biiqucrque....... .
>. 35. Jos Antonio da Silva Quei-
roz...........
N. 37. Lourenco Jos de Moraes Car-
valho...........
N. 39. Ordem lerceira de S. Fran-
cisco...........
N. 41. dem, dem.......
N. 43. Herdeiros de Joaquim Jos de
Farias...........
N. 45. Viuva de Joaqnim Laiz tle
Mello Carioca........
N. 47. Ludgero (ioncalves da Silva
N. 49. Joao Moreira Marques .
II. 51. Paulo Caelaoo do Alhuquer-
que ...........
R. 53. Damiflo Gon(alves Rodrigues
Franca..........
. Joaquim dos HeU tiernas. .
Ni 55. Tliomai d'Aquino Fonwca .
59300
528200
148400
258200
84-3000
468800
.508400
.508400
518000
608000
758000
453OOO
603000
30COOO
. 22^.500
119250
11-3250
828.500
528500
459000
1269150
1018400
639000
289800
259200
WfOHO
258200
308O0O
309000
'2H/800
188000
148400
258200
489000
2I96OO
25200
559900
IO59OOO
959TOO
88800
289800
108800
109800
18/000
AVISOS MARTIMOS.
, ParaoAracaly I Cear o hiale nacional lixa-
lriio pretende sabir al o da 29 do corrale : quem
no mesmo quizer carregar ou ir de passaitem, diri-
ja-se nos consicualarios, na ra da Cruz, armazem u.
15, ou com o meslre no trapiche do algodao.
Para a Haba segu emprelervelmente no da
4 de oulubro a veleira e bem condecida sumaca
llorlencia, por ja lera maior parleda carga promp-
la : para o restot|rala-se com teu consignatario Do-
mingos Alves Malheos. na ra da Cruz n. 54.
Para o Rio de Janeiro segu em poucos dias o
brigue nacional Adolpho ; para o reslo da carga,
passageiros e escravos a frele, Irala-se com o consig-
natario Eduardo Ferreira Bailar, na ra do Viga-
rio 11.5, ou com o capilao Manoel Ferreira de Si,
na praca.
Par Boeiios-Avres seguir at o lim da cr-
ranle semaua a barca portugueza Amazonas : quem
na mesma quizer ir de paasagem, para o que tem
bous commodos, dirija-se a tralar com o capilao
bordo, ou na roa da Cruz n. 3, escriptorio de Amo-
rim lrmaoi & Companhia.
LEILOES
O agente Borja autorisado por despacho do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos, proferido em reque-
rimento do tutor dos orphaos lilhos do liuado Caela-
no Pereira lioncalvcs d Cunha, em precia;a do di-
lo Sr. joiz, fari leilAo%do varios bens pertencentes
aos mencionados orphaos, a saber : diversas proprie-
dades etisleoles na provincia do lloaro em Portu-
gal, cujos lilulus de posse e dominio se acham em
mao do agente annuncianto ; um etcellente enge-
nbo denominado Mamucaia,na fregaezia de S. Lou-
renco da Malla ; um ptimo sillo em Mara Simpli-
cia na cidade de Olinda ; urna casa terrea sila na
ra das Aguas-Verdes n. 20, 11 escravos de ambos
so setos proprios para todo o serviro ; obras de ouro,
dilas do praia, entre as quues sobresalten) um rico
apparelho para cha, um (.11 ueiru, salvas de diversos
lamaiihos, c caslicaes ; um riquissimo relogiopin
cima de mesa ; um dito le parede, um dilo para
escriptorio, um piauno, urna ptima secretaria com
estante ; carleiras e mochos para escriptorio. urna
machina de copiar caria, um cutre da ferro, dous
bahos de segredo, dilTerenlas obras de marcinelria,
10 apolices, do theatro de Apollo, diversos livros
historeos, e outros mnilos objeclos de differentes
qoalidades, que fdra impossivel mencionar, e que
s com a vsla te poderlo apreciar. O leilao lera
lugar quarla-feira, 3oulubrj. as 10 horas da manhaa
na ra da Cruz n. 43 2o andar. Os sennores pre-
fendeutes s propriedades, que quizaren) liguas es-
elareclnienlos acerca delli s, enbam a bondade de
se entender com o mesmo agente, na rea do Colle-
gio armazem o. 15. No mesme armazem, do dril
em dianle, serao distribuidos os calaloqos dos ob-
yectos que leem de ir a leilao.
O agente Borja, autorisado por des-
pacho do Exm. Sr. Dr. juiz privatito do
Rodrigues
tenas.
Uesappareceu no da 24 do corrente,
da sala em que se imprime este Uiario,
um par de botoes de ouro de abertura,
presos por tfma correntinlia tambem de
ouro, ambos lavrados, quadrados e com
urna flor no meio : roga-se a pessoa a
quem IbremoH'erecidos, de os levar a ra
doRangeln.59, segundo andar, ou nesta
typographia, quesera' generosamente re-
compensada, e promete-se guardar se-
gredo.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, cine saiba bem lavar een-
gommar, e que laca o serviro das compras,
prefere-se escrava : na ra do Kangel n.
59, segmido andar.
AO PUBLICO.
Dezejaodo sar til 1 miaba provincia, conceraen-
le ttalubriiade publica, os melhorameoloi mileri-
aes a o progresso lenho a honra, Illm, S.r. redactor,
mandar inserir easat poucat lindas a respailo do la-
pamenlo d> pautano de Olinda, oa sua conceituada
foll'a.
Jalgo qus seria muilo vaulajoso deltaro dito pan-
tano aberto, lauto para favorecer a 'navegariio flu-
via-tele, como para nos preservar da epidemia de-
nominadacholera-morbera, evitando por esta ma-
mara o detenvolvimeulu dos' gazea deleterios prove-
neul-s das emanaQes das agoas eslagnantes do
pantano, que facilitam a corrupto dal plantas a
quaticaa e outros vege(aes. etalando mailos mial-
mas nocivos a saude pubtica, respirando a popula-
cao uin ar viciado, pois que no verao a maior parte
das agoas da pantano desapparece pela evaporarlo.
Prsenle nenie o rio Beberibe lem seu curso livre,
as febres inlermilentes sao mais benignas e a popu-
larlo da cidade de Olinda e da vizinhauca do pan-
tano est Picando rozadav Alem ditlo-, como a mir
deita agoa depositada em algum lugar mais baito
na vazante, esaas aguas eslagnantes sSo nocivas a
saude publica, e deve abrir vatios para o escoamenlo.
Em consequenca a caualsaco do rio Beberibe na
etlensao do panlaiio de Olinda he urna daa obras
imporlanles para a sauJe publica, e o abaito asig-
nado nao davidaria etecula-lo, branlo um canal
cum as competentes dimeusdes desde a povoacSo de
Beberibe a1.e ao varad ou 1 o, cu n% encamando com o
governo a cespeito das despezas fazer.
Sitio l'undao 27 de selembro de 1858.
Antonio Sorberlo de Souza Lealdade.
No dia 3 do corrale, depois da audiencia de
Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda, na sala das mes-
mas, se ha 1 de arrematar 12 cadeira*. 2 bancas de 4
ps de madeira pao d'olho e I carleir.i de amarello,
ludo no valor de 299200, penborados por etecucao
da fazenda nacional contra Bernardo Jos Lopes :
quem pretender, compareca no losar e hora do cos-
liiuie. Recife 1. de oulubro de 1855. O solicita-
dor do jui.-o, Joaquim'l'lieudorn Alves. .
No dia 3 do corrente, depois da audiencia do
Sr. Dr. juiz dos feilos di fazenda, na sala das mes-
mas, se ha de arrematar um cairo fnebre em bom
uso, avaha lo por 608000, penhorado por etecuco
da fazenda nacional cnica Fraucisco Lucas Ferrei-
ra, o qual se acha no deposito geral, oude pode ser
eiamiuado por quem o pretender, e no da designa-
do no luaar da praca. Recife 1. de outubro de
1855.O solicitador do juizo,
Joaquim Theoloro Alves.
No dia 3 do corrente, depois da audiencia do
Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda, na sala dal m
mas, se bao de arrematar todos os vasos de vidro e
linca que compuiiham a bolica de Benlo Luiz de
Carvalho, no aterro da Boa-Visla, dentro dos quaes
etisam muitos medicamentos, ludo avahado por
243.3940, a v3o praca por etecuco da fazenda na-
cional contra o dito Benlo Luiz: os pretndanles
que aniei ipadaineuie quizerem ver e eliminar os
mencionados objeclos, o podem fazer no deposito ge-
ral. Recife I. de outubro de 1855. O solicitador
do juizo, .'oaquim Theodoro Alves.
No dia 3 do corrale, depois da audiencia do
Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda, na sala das mes-
illas, se ha de arr.-inalar una casa terrea, sila ua ra
dos Copiares n. 35, com 30 palmos de frente, 28 de
fundo, cofinha fura, quintal e carimba, avaliada por
6OO3OOO, pcnborada por etecuco da fazeoda nacio-
nal cunlra Jos Francisco da Trindade : quem pre-
tender, compareca no luaar e hora do rstame. Re-
cife 1. de outubro de 1855.U solicitador do juizo,
Joaquim Theodoro Alves.
Precisa-se de um cliteiro que lenha pralira de
taberna ou mesmo sem ella, porm que seja hbil:
a tratar na padaria do pateo da Santa Cruz n. 6;
Ali ga-se para passar a fesli, ou por metes, ou
mais lempo, urna casa sila margen) do rio Capiba-
rhe, na povoacao do Poco da Pauella : os prelen-
dentes pedem fallar e ajuslar na ra do Kangel n,
21, a qualquer hora do dia.
O abaito asignado vende i armario e ulenci*
los da taberna da ra do Nogueira o. 49, muilo pro-
pria para qualquer principiante, e lem bons cromo
lu para morar familia : a tralar ni ra da Cldeia
de Sanio Antonio n. 26.
Joao Baplisla de Barros Machado.
Quem liver um moleque fiel que possa fazer o
serviro de urna casa, dirija-se em casa do Pomateau,
no aterro da Boa-Vista.
Precisa-se de urna ama de lcile : na roa de
Apollo, i obrado da esquina, defronle da ermida dos
prelos, primeiro andar.
AMAS
Preeisi-se de uta amassi
sis Anas : na raa da Senzala Ve'lha n. 84.
O vigarn prior do convento do carmo de Dlin-
da, leudo consesuide da devocao dos neis a reedli-
cacao de algumas obras, matime a coberta da igreja;
qoe se achava em completa deteriorarlo vem cheio
de acrisolado reconhecimenlo, por s e em nome de
seu convenio, agradecer sobremanera ao ettremoso
zelo de lodas as pessoas que concorreram, a loma-
ram a seu cargo e direcciio o apej-feicoamento da
referida obra ; uAo po leudo deitar de espeeialisar o
allinco c fervor que espontneamente mostraram os
dignos irmaos confrades, o Etm. Rvm. Sr. conse-
Iheiro Moasenbor Antonio Jos Coelho, os lllms. a
K. ais. Sr. vigario geral Dr. Jos Antonio Pereira
Ibiapiu, e conego Joao Chrisnslomo de Paiva Tor-
res a favor do seu convenid ; su. gi a lidio sera eter-
na, a de parle de N. Mai SS. do Carmo receberao o
premio le lanos labores. Carmo de Diinda 12 de
selembro de 1865.
'Fr. Joo do Amar Divino Mascarenhas.
Panorama.
SEXTA EXPOSIClO.
FKEDK LEMfiCKE.
Tem a honra de avisar ao respeilavel publico, que
no dia segunda-feira 1 de oulubro, etpe novas vis-
las que nesta provincia anda se nao lem visto : na
ra da Cadeia confronte ao convento de S. Fiancisco,
que sao as seguinles :
1.' Odegsa e o bombardeainenlo dos allados.
2.' A cscala de Tenie na Italia.
3.' O templo da Fortuna em Roma,
i." Boa Viagem no Inga, Rio de Janeiro.
5." Rio Doce ua provincia de Pernambuco.
6.- Rio Arara-Coar, uo Brasil.
7." Urna vista do norte em lempo de invern.
8.* O Ephesus na Asia-Menor.
9.' As cataratas do ilo.
O preco he 500 res cada pessoa, e acha-se aberto
das 6 s 9 horas da uoite.
Precisa-se alugar urna ama, queen-
gomme e cozinbe com perfeiro, paga-se
bem : na rua da Cadeia n. 24, loja de
cambio.
Hoje, I. do corrente. depois da audiencia do
Sr. Dr. juiz do civel da primera vara, tem de serem
arrematados os restantes dos movis penborados*I
Carlos (jillain, por etecuco que contra o mesmo
eucaminlia D Marianna da C.onceiro Pereira, pelo
carlnrio do escrivao Cuoha.
Precisa-se do um rapaz portuguez de 12 a 16
anuos, para caiteiro de taberna, que lenha pratica,
para fazer a sua obrigacjlo : no Forte do Mallos, rua
do Codorniz u. 4.
Por delibeacao da mea regedura da venera-
vel ordem lerceira de S. Francisco desla cidade do
Recife se faz publico, que continua a estar etpusto
veneradlo dos liis a efligie do bemaventurado
S. Roque, advogado contra a peste, al que do lado
desapparerain osreceios de sermos atacados da terrl-
vel epidemia que llagella ootras provincias, nossas
iiin.M-.O secretario,
Galdino Joao Jacinlho da Cunha.
Se algumi pesso precisar dos Diariosde Per-
nambuco dos aunos de 1848 e de 1851 al o ultimo
de dezembro de 1854. pagando o que se ajuslar, po-
de procurar na rua estreita do Rosario, taberna n. 1.
Antonio Jos de Farias faz ver ao publico, a
errl particular ao corpo de commercio, que do boje
em dianle te assignar por Aulonio Joic de Faria*
Lino.
No da 3 do crranla, depois da audiucia do
Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda, na sala das mes-
mas, se ha de arrematar urna mesa de meio de sala
de madeira conduru', urna dita pequen e 6 cadei-
ras de amarello com asseuto de palbs, ludo no valor
de 129000, penhorado por etecuco da fazenda na-
cional contra Manoel Cancio Pereira dos Sanlus : a
quem convier compareca no lugar e hon do co.la-
no. Recife I. de outubro de 1855;O solicitador
do juizo, Joaquim Theodoro'Al,es.
No dia 3 do crrenle, depois da audiencia do
Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda, na sala das mes-
mas, se bao de arrematar 6 uceas com farinha de
mandioca no valor de 8340(1. penhoradas por eteco-
tu da fazenda nacional eoulra Belarmino Alves
Arrouche, e eslarao prsenles no locare hura docos-
luroe. Recife 1. de oulubro de 1855.O solicitador
do juizo, Joaquim Theodoro Alves.
No dia 3 do corrente, depois da audiencia do
Sr. Dr. juii dos feilos da fazenda, na sala das mes-
mas, se I1J0 de arrematar 6 cideiras e 2 mesas pe-
quenas de madeira conduru', ludo avahado em 14$,
penhorado por ctecu(3o da fazenda nacional contra
Joao Pereira Lagos ; a quem convier, comprela no
lugar e hora do cosime. Recife 1. di oulubro de
18SS.O solicitador do juizo,
Joaquim Theodoro Alves.
Na rua das Trincelras n. 6, precia-se de 3009
rs. coto hypeiheca m om sitio.
SADOR.
saoor que entenda de mas-
- t>. Anu DalOni Paes Brralo, viuva do filado
Antonio Jinoano Paes Brrelo, convida par esle a
ltaos o eredores de seu casal, pira qoe dentro era
15 das, o mais lardar, lenham a bondade de pre-
sentar os ttulos de aaus crditos a ella ou a seo pai
Ignacio Francisco Vieira de Lacerda. no eogioho
Arariba de Cuna, silo na comarca do Cabo, afim da
seren tiel dividas descriplas na inventario da refe-
rido casal, que esl proales a proceder-se nena co-
marca.
Precisa-se para o servico interno da ama caa
estraugeira, de duas pessoa*, ama que cozinhe e eo-
Sjmme, e ouli que entend de costura : bi roa
ovaj. 17, il dir quem precisa.
D i-se ama peqoan* porejo de dinbeiro a jaroi
sobre flaneas de pelihores : oa rua das Crozas n. 20,
primeiro andar.
O abaito aasignado declara que nao lem mais
sociedade com o seu irmao BarUioloraea Blanda
desde o da 5 de agoalo, e faz o presente para lar de-
sembarazado de qualquer negocio.Jas Blandi.
Na rua- das Cruzes n. 22, precisa-se de nna
ama para o servico interno de casa, a par algumas
compras oa rna : a tratar na mesma caa aci Jia.
Precisa-se de um balcao as) amarello enveroi- i
sado, que lenha de comprmenlo 13 palmos a meio :
ua rua de Apollo, laberua o. 19.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado O. 93,
na rua Direila, com bailantes commodos : a tratar
ua rua do Azeile de Peite. travesa di Madre di
Deosn. 19, armazem do Rasa, das 9 as :t boros lia
tarda. ,
IRMANDADE DO DVIHO
ESPIRITO SAITO.
A mesa regedora da irmandade do Divino Espiri-
to Santo, lendo de dar principio ai abras deque ca-
rece 1 sua igreja, foi por isto Toreada a encerrar a
rtposicao do sen divino padroeiio ; uo entretanto
para satiifazer os devotos que aioda estes dias tem
procurado a greja para dirlgir-lhe son preces, pelo
prsenle faz publico que ella se achar aberla todo*
os domingos at as 9 lloras da noile.
Vicente Mendes Wanderley faz publico, espe-
cialmente ao illuslre corpo de commercio desta pra-
i;a, qae desde o, du 21 de selembro desle crrente
aono, deitou de ser seo caiseiro o Sr. Manoel Ro-
drigue! das'Neves
Precisa-se alagar um eseravo para andar com
um taboleiro eom poucas fazendas, a servir a om
bomem solleiro ; s tratar na rua do Queimado, lo
n. 21.
Tres jovens pernambucanas convenientemente
educadas e habilitadas para entinar o qoe 1
com alguma perfeii.-o. vfto instalar um aula com o
litlo deS. Roaana rua Augusta, defronte do
chafariz, no sobrado n. 94, aoude mora Firmino Jo-
s-Felit da-Rosa, sau pai, as quaes se compromel- -
(em empresar (odoa os desvalas carinhos ao seu
alcance para emanaren) as meninas que Ibes forem
confiada, o seguinte : urna, as primera lettras. es-
crever e contar ; outra lomar a si ominar a coser
chao, labyrinlhar, cacond, bordado desusto, e acol-
toado ; a lerceira eusinar a Ispele, laperana, fro-
co, micanc branco, matiz ouro. As jovens cima '
esperan) de alguns salidores, pas d familias, llies
deem prolecrao, e qoereodo examinar a ajaizar de
seus Irabalhos, podem eom aulecedencia dirigir-se a
casa cima para verem alguns difl'ereules de saos
Irabalhos que Ihe aera aprescutados. O praco de
cada urna para ler, escrever eeunlar, costura, cicuu-
d, labyrintho de qualquer forma, ser 39000 men-
saes.e por lodos oa mais Irabalhos superiores ser 58.
Tambem se receban meio pensionistas por preco
razoavel, afm de evitar o transito em virtude da
Erande Torca do sol. A lula principiar os seos Ira-
albos no dia 1.a de outubro du corrente anuo.
aos senhores es-
tudantes.
Ainda existe urna porcJo de livros da direilo e de
litleralura, em muilo bom estado, c pac menos pre-
co do qoe em ootra qualquer parte : qaera precisar
a proveile a occasiao para comprar barato antes que
se acabem : na rua do Queimado n. 24, todo:
das 11 horas em dianle. ^L^H
# O medico Jos de Almeida Sonre de Lima
0 Bastos, mudeu 1 saa residincia para a roa da #
s* Cruz sobrado amarello n. 21, segundo an 9
Sdir.
HiM98tt1l .
ANNUNCIO.
Loja e armazem de fazondas baraliasim.is, na roa
da Cadeia^lo Recife u. 50, defronle da rua da Ma-
dre de Dos, quioa do segando neceo viudo da pon-
te, lado esquerdo. Neste estabdecimenlo seharao os
Srs. fazendeiroa, commercianles da ceulro, e o pu-
blico em geral, um cmplelo sorlimenlo de fazendas
linas e grossas, todas da boa qualidade e sem avirii,
qae a dinbeiro a vsla, se vendem por prieps bara-
lissimos; assim como boa disposicAo para bem itr-
vir e agradar a lodos os freguezes que se dignarera
honrar o eslabelecimeulo.
Precisa-se de oiciaes de alaiate : na
rua da Madre de Dos n. 36, primeiro an-
dar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acha-se a venda um resto de bilhetes
da lotcria ti do Monte-Pio, que correu
em o dia 21 do presente. As listas virao
pelo Tocantins ou lmperatriz do dia
1 de outubro em diar.te- Os premios se-
rao pagos a entrega das listas.
as unerece-se a quem convier urna proprie-
Sdade ua fregueza de Coianna, distante da
cidade 4 a 5 leguas, a bom caminho, par
j- nell 1 edihear-se um engenho por alaons an-
x* nos de detfructe, lendo para isso as iudis-
m pensaveis propor;es, e sendo o solo de mss-
S sap negro o mais proprio para a produccauda
cautil e toda qualquer qualidade da lavoa-
ra, como a pratica ha prvido; o terreno
tala vantajoso 10 especulador, segundo a for-
taleza nalunal delle, e a coberta em que es- 9
la a maior e mais vaoligem ao alcance do m
observador: tratar ao engenho Massupe- M
Debilito com o oroprielario. mi
S. Sebastiao.
Acha-se etposlo i devocao dos fiis, na igreja de
N. S- do Pilar, em Fra da Portas, o milagroso S.
Sebastiiio, para que all v.lo todas os liis fazer
suas or icnes, afm de que cliegando estas ao Todo
i'odero-". nao s esla provincia como ai oulras anda
nao ucc jinmellidas, sejam livres do lerrivel flagello
que actualmente grassa nai provincias do Pai e Ba-
lda.
(MYAMIl\ DE FI.U1A0 E ECI-
IKIS. RECIPE.
Adirecco da com-
panbiade FiacfioeTe-
cidos de algodao con-
viclE aos Srs. accio-
nistas da companhia,
a realisarem do I ao
ultimo de outubro prximo, cm mao do
cf.ixa Sr. Manoel (onralves da Silva, no
impedimento do Sr. Antonio de Moraes
(lomes Ferreira, no seu escriptorio da rua
da Cadeia do Recife, todos os dias uteis,
das 7 lioras a's 5 da tarde, urna prestacao
de 10 por cento sobre O capital. Recife
28 de setembro de 1855.BarSo de Ca-
maragibe, presidente.Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario.
Muita attencao !
, O ciiulelista Salnsliaho de Aqdlno Ferreira vende
para negocio, na rua do Trapiche n. 36, segnudo an-
dar, bilhetes e cautelas das loteras da provincia,
pelos precos abaito declarados, sendo a quintil de
lOOSOMO para cima, dlnheiro visli.
Bilhetes 5S500 sem descont
Meioa 2S750
Dnrtoa 1100
tercos 180 o
8uilos I9I2O
lavos 70H
Decimos 5otl
Vigsimos 290 a
Ocau.elisla, Silostiano de Aquiuo terreara.
l'erdeu-se na uoite de 27 do correule una pul-
ceira de ouro, larga, Uvrada^asem esmalte^ desde o
lim di rua Direila, raa do Livramenlo, rua do Quei-
mado, Crespo, al a rua da Cadeia de Santo Antonio
n. 14, segundo andar, aoude se recompensara 1 pes-
soa qu; a achar.
Bri tish Clerks PrtJvident Association.
The JuSrlarly meelinc will be held atibe Librara-
Rooms 011 iiioudajytta 1. nelober 1855 al fiocioclv
P.\. )nbicripliorJs>ceived Ihe same dy at n. 36,
roa da Cadeia between Ihe honraof 5&6 PM.John
Lilly, treasurer.
.*ia rua Direila n. 13 d-se dinhairo a jaros so-
bre pe ihores de ooro oa prila, em pequeas e gran-
des quanlils.
lrecisa-se de ual criido par todo o servido,
roenm. coiibhsr: oa roa do Cabog, loja de cera.
DECKER
RUA NOVA N. t
lem a salisfarao de nnnuneiir aos ftuhionables, sec-
tarios dn bom goslo e perfeico, qae) no se ealabe-
lecimenlo se eiicoulra nao s at fazendas neeeasarias
chesadas ullimameute de Paria pan o sorlimenlo
completo de um eleginle ; ramodem igualmente 1
felicidade de noticiar aos seos freguesa e amigos,
que a frente de seu eslabelecimeulo se acha boje
um artista versado em lodo os segredot da proBailo
e interprete fiel do goslo maii reqointado.
Hegimento de castas. -
Saliio a luz o regiment das custas j
ciaes, annotado com os avisos ^ie o alte-
ra ram : vende-*e a 500 ris, na livt
n. 6 e 8 da praca da Independencia
O escripturarioda Companhia de
l>eribe Marcelino Jos Pupe, anda esta'
autorisado a comprar e vender accjfles da
mesma companhia, pois- que nitiguem
mais habilitado do que elle a faier este
negocio; podendo ser procurado no es-
criptorio ca mesma. na rua Nova n. 7, das
8 horas as 3 da tarde.
monte-po acadmico.
De conformidade com o art. 1 do q
tulo 5 dos estatutos, silo convidados os so-
cios* a entrarem no dia 1 de outubro com
a seguuda prestacao deste anuo. Recife
27 de setembro de 1855.A. Man
Rodrigues, primeiro secretario.
Precisa-se de um caiteiro com bastante pratica
de mudezis ou ferragens, e qoe teaha ledra soflri-
vel, dando fiador a saa conduela : a tratar na rua
da Cadeti do Recite, loja da miudezti de Antonia
Lopes Pereira da Mello & Companhia.
Avis aux amateurs.
Hebrard pre & fils, onl I'honneor de prevenir le
publie, qu'ils viennent de recevoir de France un as-
sorliment de conserves premicre quaKl pal d
foids de Canard truf, pal de perdrit trufe, loids
truf, pelitspoids, Irufa de perrigord. moulardedia-
phane francaise, sauclssas Irafa, chouvoule aut
Saucisseselc. On trouvera ches les raidists, vin de
Bordeaut de diverses quallts, vin de Kra, motcat
de rives alie & de froutigoan, abtinthe Si Kireh Suis-
se, huile d'olives fine verilable piagnol. Le loul
a des prit (res moderes.
llcsappareceo da rua do Queimado Tu. :ll, nm
eseravo de nome Paulo, com os sismas segulntai :
alio, grosso do corpo, com' marros de basjat, com
um lalho em urna das funles.effetivainenle vive mas-
cando fumo; o dilo eseravo fui comprado no
Francisco Antonio GaiSo em 25 de abril de tR5:l/e
dala aer de um sea filho do engenho Pdco Compri-
do ; levou camisa de madapolOo e calca de cor, a
chapeo, o ipial eseravo he bstanle ladino e j he ve-
llio : porlanlo roga-se as autoridades policiaes e ca-
ples de campo que o apprehendam, queiram fa-
zer o obsequio de levar a dita rua, que serao bem
recompensados.
LOTERA do gymnasio pernam-
BCANO.
AOS 6:000$, 3:000$El:000<|.
O eauleliila da casa da Fama, Antonio da Silva
tiuimaraea, faz sciente ao publico, qoe lem espolio
venda os seus muilo afortunados bilhetes e caute-
las da segunda parta da segunda latera do Gymna-
sio, a qual corre no dia ti de outubro du corrente
auno, e silo vendidos na casas : arerr da
Boa-Vista ni. 48 o (8 ; rua do Sol n. Ti A ; praaja
da Independencia ns. 11 e 16 ; rua do Collegio u.
9; rua do Rangel n. 54 ; na da Cruz n. 43, loja, a
rua do Pilar n. 90.
Bilhetes .5J600 Recebe por iulero 6:000
Meios 29800. com descont 2:760
Quarlos 15-440 .> 1:3806
Oitavos 760 690
Decimos 600 55
Vigsimos 30 J76
O mesmo caulelisla declara, qne garante nica,
mente os bilhete9 inleiros em origiuaea, nao soffren-
do ndescont dos oito por cesto do imposto geral,
e qne 11 aaas cautelas premiadla eom os premios rio
5OOO00 para baito 3o pagas mb suas lojas, sem dis-
lincfo de serem vendidas neala ou nanuella, a ou-
tros premios no aterro da Boa-Vsla n. 48.
Coznha-se para 3 ou 4 pessoas fom lodo o
aceio e perfeicSo ; quem precisar annuncie por esta
jornal, ou appareca na roa das Cruzas n. 29, que N
dir quem he.

iiniinn ruriini


* A
DIARIO DE ffRNMBUCO SEGN M FEIRA I DE OIJTUBRO OE 1855
CONSULTORIO DOS POBRES
SO mUA NOVA 1 AMBAB. 50.
O Dr.l'. A. Loba Moscoio d consultas homeopathicas lodos os dias aos pobres, desde 9 horas da
iuduliaaal'0 meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hor;i do da ou noite,
OUerece-se igualmente para pralicar qualquer operario decirorma. e acudir promptamente a qual-
quer mulber que esteja mal de parlo, e cujascircumstanciasnaii permilian pasar o medico,
SO CONSULTORIO DO DR. P. 1 LOBO 10SC0Z0.
50 RA NOVA 50
VEBDE-SE O SEGUISiTE:
Manual earopleto de meddiciua homeopathic do Dr. (1. H. Jalir, traduzido em por
tugue.: pelo Dr. Moacozo, qualru volumes encadernados em dous e aeoropauhadode
m diccionario dos termo* de medicina, cirurgia. anatoma, etc., ele...... uaOOO
I
LOTERA do gymnasio per-
NAMBUCANO.
Aos :UUO{000 otOOO/iOOO u hOOOgOOO.
Corre indubitavelmeute ssbba'do, (> de oulubro.
O caulelisla Salusliano de Aquiuo Ierre ira avisa
ao respcilavel publico, que seus bilheles e caulelai
uilo soflVem o desennlo de oito por ceotodo imposto
geral no acto do pagamento dos tres primeiros pre-
-irandes ; os quaes aeham-sc venda as lojas
legaiules: ra da Cadeia do Kcrife ns, !!8 e ."> ; na
prar da Independencia ns. 117 c 39 ; ra Nova ns.
4 e 16 ; ra do Queimado ns. !)9 e 14 ; aterro da
loa-Vista n. 74, o na praa da lio Vista n. ~.
que
MENTOS N -i*maaio cal ttSTAUO DE SALDEconhecimenlos que nao podem dispensar as pes-
ar i pratica da verdadeira medicina, inleressa a todos os mdicos que qnizerem
eiperimeutar a ooliina de Hahnemann, e por si meamos se convenceren) da verdade d'ella: a todos os
a endeircries es de engenho qu* esiaolonge do* recursosdos mediros: a lodosos capitaesde navio,
oo podem deixar de acudir a qualquer ineommodo aeu ou de seus tripulantes :
Otilia que por circunHlauciai, que nam sen pro podem ser prevenidas, sao|obriga-
doa a prestar in continenti os primeiros soccorros em suas enfermidades.
> bomeopalha ou Iradurcao da medicina domestica do" Dr. Herios,
lil a pessoas que ae dedicam aoestudo da homeopalbia, um volu-
companhado do diccionario dos termos de medicina...... lOJjOOO
lermoa de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. :t#0t)0
m preparados medicamento nao se pode dar nm passo seguro na pratica da
ano desle estabelecimenlo se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
aguem llovida hoje da grande superioridade do seus medicamentos.
2 iubos grandes.................. 8$()00
ticas dd 24 medicamentos em glbulo*, a 10, 129 e 139000 rs.
ditoa a......... 209000
*S 1" .......".".".'..!'.;!;; hotm
drlos a........... uistKXJ
nbosayiilsu .................... 1-jOOO
Frascos do meia once de tioctura................. -'3000
Ditos da verdadeira lindura a rnica............... SoM
l sempre venda grande numero de tobo de crysta de diversos tamaito,
iicamentos, e aprompU-se qualquer encommenda de medicamentos com toda a brevida-
do e por procos mmto comuiodos.
TRATA1EIT0 HOIOPATHICO. "
Preservatico e- curativo
00 CHOLERAMORBUS.
PELOS DRS.
E33BK ^aV. KtXCAC: m?Z JT A.URR ..
par se poder Curar desla enfermidade, administrando os remedios mais ellicazes
para ataiha-la, emquanto'se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la iudependente desles nos lu-ares
em que nao os ha. .
ZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
i contenas indieajues mais claras c precisas, spela sua simples econcisaex posi-
s a* inlelligencias, oflo s pelo que di;.respeilo aos meios curativos, como prin-
vativos que lem dado os mais satisfactorios resultados em loda a parle em que
elles lom 'ido poslos eui pratica.
homeopathico o unicoque lem dado grandes resullados no curativo desla norri-
as proposito Iraduzir estes dous importantes opsculos em lingua vernacu-
cilitar a sua leilora a quem ignore o fraiicer.
cemente no Coosultoriodo traductor, ra Nova n. 52, por 2J000 rs.
ICM\0' DO INSTITUTO HO
110PATBIC0 DO BRASIL.
THESORO HOMEOPATHICO
OU
VADE-MECUM DO
HOMEOPATHA.
Mclhodo concito, claro e teguro de cu-
rrar homeopathicamenle toda as molestias
[.fue a f/ligan a especie humana, c part-'
cularmcnle aquellas que reinam no Bra-
sil, redigido segundo os raelliores trata-
dea ile homeopalhia, lauto europeos como
americanos, e segundo a propria experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgera
Pinto. Esta obra he hoje recouhecida co-
10 li mellior de (odas que tralam daappli-
[ cacao homeopathic no curativo das mo-
lestia*. Os curiosos, principalmente, nao
podom dar um passo seguro sem possui-la e
' .consulta-la. Os pais de familias, os seuho-
res de enaenlio, sacerdotes, viajantes, ca-
pitaes de navio*, serlaoejosetc. etc., devein
le-Ia i mao para occoner promplamenle a
qualquer caso1 de mole*lia.
L Doni volumes em brochura por 109000
escadernados 119000
Vende-fe nicamente em casa do autor,
run de Sanio Amaro n. 6. (Mondo No-
MESMA CASA. ?
veiidera-se os mais acreditados medica-
imeopalhicos preparados sob aa
vistisimmediatas do autor, por precos va-
riaveis segundo o numero e dyuainisacAo
dos medicamentos, lamanlio dos tubos e
^riqueza das caixas.
"olicidemedicaroenlo, de
30
36 o

12a -203000 '
13 a |000
18 a 30U00
a 489000
:i0aW)S000 M
59a00900(i 1
50 a 1009000 fff
8 ida urna ca'teira encerra lam- |aa>
os medicamentos proprios para o cho- J
orbos- O
Est a sabir a luz no Rio de Janeiro o
romo DO MEDICO
HOMEOPATHA.
e.vtbahido'de ruoff e boen-
ninghausen e outros,
em ordem alpliabetica, com a descripeo
a todas as molestias, a indicarlo phvsio-
irapeolica de todos os medicamentos ho-
, seu tempe de acc^o e concordancia,
ido de um diccionario da signilicarflo de todos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
iubsc reve-se para esta obra no consultorio homeo-
pathico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova a. 500
priraeiro andar, por 50000 em brochura, e 6900,
euca domado.
__||Bff _
ioITcitador Camillo Augusto Ferreira da
] Silva, mudou a sua residencia para a ru da
Camboa do Carmo u. 38, primeiro andar, on-
l ser procurado para os mitteres de
a prolisso, bem como no pateo do Culi
i gio, escriptorio do lllm.'Sr.Dr. Fonseca.
AULA DE LATIM.
Ir Vicente Ferrer de Albuquer-
: mudou a sua aula para a ra do Kan-
de continua a recel>er alum-
nos eexterrtoi desde ja' por mo-
> como he publico: quem se
er utilisar desupequeoprestimo o,
pode procurar no segundoandar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos das uteis.
? J. MI DENTISTA, S
continua a residir na roa Nova n. 19, primei- a)
ro 1 ndar. *a>
s de homeopathia em francer, sob
asdi> summa importancia :
remano, tratado das molestias ehronicas, 4 vo-
lumes.....,......309000
Teste, xoleslias dos meninos.....69000
ug, homeopathia domestica. 79000
rharmacnpa homeopathic. ... 69000
Jahr, rovo manual, 4 volantes .... I69OO
Jalir, molestias nervosas.......69000
Jahr, nolestlas da pello.......89OO
Bapou, historia da homeopathia, '2 volumes I69QOO
ilarthiiann, tratado completo das molestias
dos meniuos..........IO9OO0
nateria medica homeopathic. 89000
iedica homeopathic 70000
....... 69OOO
^^rv homr.opathia. 49000
n.......IO5OOO
1 de ana^omia com bellas es-
tampas coloridas, contando a descripeo
de t.Jas as parlas do corpo humano 309000
vedem-se todos eslea livros no consultorio homeopa-
. thico d j Dr. Lobo Moscoso, roa Nova n. 50 pri-
mei
raro do segundo andar do sobrado o. 3 da
ra do Gf jio, um alfinele de diamantes com um
t*>@ca*t9artga
: DEBTISTAFRAHCEZ. :
Panto Gaignoux, dentista, estabelecido na
9 roa larea do Rosario n. 36, segunde andar,
collora dentescom a pressodo ar, e chumba
denles com a massa adamantina e oulros me-
tees. 2
COIPiNHIA DE SEGUROS MA-
RTIMOS IHDEMHISADORA.
Os Sra. accionistas sAo convidados a realisar no es*
criptoriu da mesma companhja, ra do Vigario n.4,
os 10', do alor de suas acroes, pa conformidade do
arligo 17 ilos estatuios, al o dia 10 do prximo mez
de oulubro. Recile 23 de selembro de 1835___Os
directores,
Joo da Silva Regadas.
Vicente Alves de Souza Carxalho.
Massa adamantina.
He gerliuenle recnnqpcida a excedencia desla
prepararan para chumbar denles, poique seus resul-
lados sempre feliies sao j do domioio do publico.
Sebastin .los de Oliveira faz uso desta preciosa
massa, para o fro indicado, e as pessoas que qoize-
*em honra -lo dispoudo de seos serviros, podem pro-
eura-lo na travessa do Vigario n. 1, loja de bar-
bel ro.
:JoriiAo Jos Fragoso, procurador bastante de
seu souro o Sr. Joo Moreira Marques, ora ausente
desta cida Je, rota a todos os devedores do mesmo,
venhaoi a ra do Cabug 3. 11, satisfaiereni seus de-
.bilos, evitando por esle modo os recursos legaes,
julgando que o referido sed sogro nada deve nesla
praca, com ludo convida a qualquer pesaoa que delle
se considere credor, a presentar os Ululo* de divi-
da, por onde assim o moslre, para serem pagas.
Precisa-se de orna ama para cozinhar e com
prar : na roa de Hurlas n. 138.
Antonio Viceole de Magalhdes, negociante ma-
triculado no tribunal do commercio, e estabelecido
na provimia da Parahiba do Norte, faz scienle ao
publico, e com especialidadeao.corpo do commarcio
desla pra(.9, que de ora em dianle fica seu lilho An-
tonio Vicente de Magathaes Filbo autorisado a con-
tratar qualquer negocio, e asslgnar lettras como qne
seja sua propria pessoa, oque para constar faz o pre-
sente anniincio. Rucife 27 de selembro de 1853. .
Precisa-sede urna ama de leire : 110
pateo do Hospital n. 28.
Prccisa-se de costureiras para ajudar
a fazer vestidos: na loja franceza n. 12,
do aterro da Boa-Vista.
Aluga-se urna casa no Cajueiro, propria para
passar a fsta : quem a pretender, dirija-so ao mes-
mo sitio, que achar com quem tratar.
Bilheles 59S00 Recebe por inleiro 6:000
Meios 2SWK s i) 3:0009
Terjoa 29000 1 a 2:0009
Ouartos 19500 m a 1:3009
Quintos I92OO a 1:2003
Oilavos 760 n 7.309
Decimos 640 M 6009
Vigsimos 310 ii 3009
'$>
COMPRAS.
Compra-s urna casa terrea .10 bairro da Boa-
Vista, mas que niio aeja em beccos : a tratar na ra
do Rosario da Boa-Vista n. 41.
Compra-se um Atlas usado, de bom autor : na
ra do Queimado, loja n. 25. /
Compra-se urna casa terrea em chaos proprios,
com bnm quintal e cacimba, que lenha pelos menos
30 palmos de frente, sendo as priocipaes ras da
rreguezia de Santo 'Antonio: agradando paga-se
bem : a tratar na ra Direita n. 135.
Compra-se urna carleira de duas facess, de 5 a
6 palmus em quadro, com algum uso : no pateo do
Carmo, taberna n. 1,
, CompraBHse sementes, ou ps de
1 fructeiras das mais novas qualidades, bem
como bananeirss, jasmins, fi-ucta pao de
massa, etc. : quem tiver, annuncie por
este Diario para ser procurado.
VENDAS.
^reinador uo centro c cravado em ouro, comprado a
tta a quem for oT-
'beoda e leve a
'tu recompensado.
Sor.vctes
erecl
11. 13
11 oila e leve a iua do Crespo
beb recompensado.
Hoj havera sorveteude 6 horas e uieia ate 8 ho-
ras e ineia, no aterro da Boa-Vista u. 3.
O Dr. Ribeiro, medico, contina a residir na
ra di Cruz do Recite o. '.l, segando andar.
No engenho S. Joan de Kamarsci, precisa-se
de oni bom frilur : quem a isto se quizar propr,
dandn conhecimentu de sua conducta e capacidad
dirija-sea roa da Aurora n. 62, casado Dr. Juo
Heno-o Bezerra de Mem-zcs, ou ao dito engenho, a
ralar com o propietario.

Oracao contra a peste e o cholera-
inorbus.
Acha-se venda na livraria 11.6 e K da praca da
Independencia um folhclinho com dificrenles ora-
Coes contra o cholera-morbos, e qualquer oulra pes
te, a 80 rs. cada nm.
Barato que ad-
mira.
Man'.eiga ingleu superior a 800 rs., 720 e 610 :
na ra larga do Bosarlo, taberna piulada de azul
U. 37.
Vende-se umaescrava, crioula, bo-
nita figura, cor retinta, idade 55 annos
pouco maisou menos, sem vicios, menos
cachimbo a noite, sabe cozinhar o diario,
de urna casal engomma pouco, e ensaba
optimaraentoehe milito carinhosa para
crianras, he excellente para o serviro in-
terno : na ra estreita do Rosario no 15,
sobrado.
Kei'rescos.
Vcndera-*e naropes para refrescos, do todas as
qualidades de fruclas : ua travessa da Madre de
Dos 11. 10.
Kin casa de Sotitliull Mellor i\ Com-
panhia. ra da Cadeia do Recife n. 5(i,
vendenf-se 1 elogios de ouro patente ti-
glez, innito suj>eriores;,cerveja ingleza,
branca, de superior qualidade, em barri-
cas de truatro diiyjas de garrafas, jxir pre-
Ven-de-se uma\rela de idale, que sabe cozi-
nhar, eiisi iboar o vender, poralralo preco : quem
qoizer, di rija-sea ra Velha n.73.
Seixlo roailo rccommemlado pelos reverendos
capuchinrt.os, o Thesouro de Paciencia, nao sopara
consolar- nos em noasaa alnicces, como tarobem pe-
dir-nos p ara que Deoa se compadeca de nos, livran-
do-nns d o flagello da pesie : acha-se venda ni ra
da Cade;,a do Recife, loja 119. 11 e 20.
O referido caulelisla se respoiisabilisa apenas a
pagar os 8 por rento da lei nos seus bilheles inlci-
lus, vendidos era originaes. Pernambuco l.de ou-
lubro de 1855.O caulelisla.
Sa(ttsliano de Aquino ferreira.
Vende-se urna sorle d ierras perlencenle a
dala de 3 legoas que l'oi dada pelos aervicus da guer-
ra dos Palmares ao major Luiz Rodrigues Prado, na
freguezia da Ejcada, ribeira do Aramaragi, onde
pa>sa a estrada de ferro, e he excellente Ierra de
cultura : a tratar com M. L. de M. Heuriques, na
ra da Praia.
AGENCIA DA MMO
EDWIN MAW, ESCRIPTORIO DE RO-
SAS RRAGA & C, RA DO TRAPI-
CHE N. 4i.
Tem para vender um completo sorti-
mento de taixas, moendas e meias inoen-
das para engenho, cuja superioridade ja'
he bem conhecida dos senhores de enge-
nho desta provincis, dos da Parahiba e
das Alagoas. desde quando taes objectos
do mesmo iabricante eram vendidos pelos
Srs. Me. Calmont&C, desta prara.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O'nico deposito contina a ser na botica de Bar-
Iholomau Francisco de Souza, na ra larga do Rosa-
rio n. 36 ; garrafas grandes 59500 e pequea 39000.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
Para cura de phtisica em todos os seus dillerentes
graos, quer motivada por constiparnos, losso, asth-
ma, pleuriz. escarros de sangue, dr de costados e
peilo, pajpitarao no coraran, coqueluche, bronchile
dnr na garganta, e todas as molestias dos orgos pul-
monares.
NAVLHAS A CONTENTO E TESOLRAS.
Ka ra da Cadeia do Recife n. 48, primeiro an-
dai, escriptorio de Augusto C. de Abren, couti-
nuairi-se a vender a 89000 o par (preco liso, as j
bem conhecidas e afamadas navalhs de barba feilas.
pelo hbil fabricante que foi premiado na ex^osirSo
de Londres, as quaes alm de durarem extraordina-
riamente,, naosesenlem no rosto na aceito d corlar;
vemlem-se com a condiriln de, nao agradando, po-
derem as compradores devolve-las al 15 diasdepois
pa compra restiloindo-se o importe. Na mesma ca-
sa ha ricas lesourinhas para unlias, feilas pelo ines
mo fat'icanle.
Vendem-se dous. pianos fortes de
Jacaranda construccio vertical, e com
todos os melhoramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de Ham-
burgo: na ra da Cadeia, armazetn n.
21. ^
IECBANISMO PARA ENGE-
NHO
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWNIA.X. ,VA
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimesilo dos seguintes ob-
jectos de mechaniamos proprios para envenhos, a
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
rnnstrurrao ; taixas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as propor-
rfits ; eijVos e boceas de fornalha e registros de bo-
eiro, aguiThoea, bronzes, parafusos e cnvilhoes, moi-
nho de mandioca, ele, ele.
NA MESMA FLNDIQA'0.
se executam todas as eocommendas com a superio-
ridade j conhecida. e com a devida prestezaecom-
modidade em prero.
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson Howie&C, ra do Trapi-
che n. V2.
No pateo de S. Pedro n. 10, segundo andar,
vende-se urna muala com urna cria de 5 annos, co-
se, engomma, lava de sabao e brrela, cozinha o dia-
rio de urna casa, muilo fiel, sem vicios nem acha-
ques.
ATTENCAO' AO BARATE1HO.
Vende-c na ra Nova n. 51, junto da Conceirao,
e na mesroarua n. 7, defronte do oilao da matriz de
Santo Antonio, um completo sortimento de louca fi-
na e vidros ltimamente chegados, e se vende pelo
mais barato preco do que em oulra qualquer parle,
ludo do melhor goslo.
Saccasde fari-
nha.
Vendem-se saccas com farinha da Ierra boa e bem
torrada, por prero commodo : ua ra da Cadeia di)
Recie, loja ii. 23.
PARA A FESTA.
Vendem-se excellenles palitos de alpaca, france-
zes, pelo diminuto prero de 49000: na ruado Cres-
po n. 10. '
Vendem-se canastras de batatas su-
periores de Lisboa : na ra do Cabuga' lo-
ja de i portas da Agia de ouro.
Vende-se nm escravo crioulo, de idade 25 a 26
annos, bonita lisura e ptimo carreiro, e urna escra-
va crioula de 22annos, bonita ligora : no paleo do
Carmo n. 1.'
No aterro da Boa-Vista n. 80, vende-se cho-
colate de Lisboa a 400 rs. a libra, presunto lambem
ltimamente chegado de Lisboa a 320 a libra, vinho
de_ Lisboa a 480 a garrafa.
Fazenda de bailes.
Chali) de seda, fazenda transparente, goslos que
nunca appareceram nesla praca ; vende-se o covado
por pcero razoavel: na roa do Crespo n. 9.
CHAPEOS PRETOS FRAN-
CEZES
ltimamente chegados; vendem-se por preco com-
modo : na ra do Crespo, loja n. 19. .
Vende-se urna bonita escrava crioula. de 23
anuos de idade, de'boa conduela, e rom habilidad:
na ra da Praia n. i;l, primen.......lar,
Na rua daCoiHMidm n. i, ven-
de-se urna relinaro com todos os
utensilios necessaric-s para o mes-
mo I i ni: assim como urna ma-
W china com todos os pertences pa-
W ra o fabrico do rarvfip animal:
W> quem pretender dirija-** mes- ^
(ff) rila rua. ;
Na rua da Cruz n. 2fi, ha a venda cai-
\inhascom teutospaia vultarete ou outro
qualquer jogo. espingardas de dous canos
francezas, vinlio Brdeos linio e branco
em du/.ias.
A ,5oo.
Vendem-se chapeos pretos franerzes de superior
qualidade e formas modernas: na rua Nova n. I.
S- CORTES TL'RCOS.
Vendem-se esles delicados cortes de cassa prcta
com pintas carmezins e listrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padroes, e ai se vendem
as lojas dos Srs. Campos & Lima, rua do Cresp.. ;
Manoel Jos Leile, rua do Oueimado ; Narciso Ma-
ra Carneiro, rua da Cidria, por prero muito em
M
m
(9 POTASSA BRAS1LEIRA.
(^ Vende-se superior potassa, fa-
(g) bricada no Rio de Janeiro," che-
/|x gada lecentemente, recommen-
2 da-te aos senhores de engenhos os
9 seus bons eil'eitos ja' expenmen-
P tados: na rua da Cru/.n. 20,ar-
W mazem de L. Leconte Feron&
{ Companhia.
Na botica dos Srs. SoumA C, ha pa-
ra vender a maravilhosa ngoa dentifrice,
do Dr. Pedro, a melhor que tem appare-
cido para couservacaodos denles.
SUPERIOR FABINHA DE #
MAN0I0C.V DES. MATHEUS. W
A bordo do patacho nacional $
AUDAZ, tundeado em frente do t
caes do Collegio, sg vende supe- ^
rior e muito nova Catinlia de zA
mandioca, chegada igora, de S. J
Matheus. a pres commodos e 9
paiaporcoes: trata-seno escrip- >
toriodasconsignatarios Isaac, Cu- %
riocx: C, na rua da Cruz n. i9, (&
nitneiro andur.
BATATASNOVAS.
J ehegaram as batatas novas do Porto, e vendem-
se no armazem de Joan Martins de Barros, travessa
da Madre-de-lieos n. 21.
Vende-se na retinarn da rua de Hu las n. 7,
velas de carnauba pura, fabricadas no Aracaly, tan-
to em porro como a retalho.
Sao chegados a praca da Imlrpendenca ns. 21 !a
30 loja de J. O. Maia os excellenles e moilo deseja-
dos oleados pintados de 5 a 8 palmos de largura de
bonitas pinturas,muilo proprios para caberlas de pia-
no, mesas, commodasetc., e vende-se por baralis-
simo precio.
AttcncAo ao barato !!
Vende-te na rua da Cadeia db Retife n. 47, loja
de Manoel Ferreira de S4, palitos pretos de alpaca
a 58 ',68000, luvas de seda de cores para homeni a
cortes de brim da moda a :W)O0.
fama
PAR4 qdei tiver i
MUTA FAMILIA.
Na rua do Queimado n. 19,
vendem-se as mais modernas cambraiaa W
france/.as que lem vindo ao' mercado, pelo }
baraliasimo preco de 500 ra. a vara, cmese- y
jam: lenrus de reros de lodas as cores a 2}
18120 cada um; chales de merino bordados
e liaos de todas as core, o por prero com- JR
modo. \Zf
FARINHA DE MANDIOCA DE SAN MATHEUS
LAVADA.
O patacho nacional Jttdaz Irouxe draa porCjjo de
farinha laxada, que se vende a preros commodos,
trata-se no escriplorio da rua da Cruz n. 49 ou no
caes do Ramos no armazem do Sr. l'acheco.
Na taberna do principio da rua de Hortas u.
4, vendem-se o< seguintes Rcueros muilo em cunta:
manleiga iusleza muilo boa a 500 rs.; dila muilo
fina a 800 rs. ; dila franceza a 720 rs. /batatas mui-
to novas a 40 rs. ; louciulio de Lisboa 320 ; lingui-
cas 360 ; cafe de carolo 160 ; gomma de engommar
O rs., e oulros mais gneros por commodo picero.
AttencSo ao seguuite.
Ca nbraia franceza de cates de muilo bom goslo a
600 rs. a vara, corles de cassa pretos da muito bom
gosto a 28000 o corte, ditos de core* coso bons pa-!
drAei a 28200, alpaca de seda com quadro* a 720 o I
covado, cortes de laa muito finos com 14 covado ca-
ita ci re, de muito bom guato, a 49500, lentos de
bico -om palmas a 320 cada um, ditos de eambraia
de linlin grandes, proprios para cabera a 560 cada
um, hales imperiaes a 800 rs., i a 19200 : ua laja
da rua do Crespo o. 6.
Brins de vella : no armazem deN.O.
-Bieber cVC. rua da Cruz n. V.
Fazendas baratas.
Orles de casemira de pura IAa e bonitos padroca
a 58500 rs. o corte, alpaca de corda moilo fina a
500 rs. o covado, dila muilo larga propria para man-
to a i)10 o covado, cortes de brim- pwdo de puro II-
nho i IS600 o corle, ditos cor de palha a 18600 o
crlt', corles de casemira de bom goslo a 28500 o cor-
te, sarja de laa de duas larguras propria para vesti-
do do quem esta de lulo a 480 > covado, corles de
fusi.lo de bonitos goslos a 720 e 18400 o curte, brim
tramado de lindo a 18 e a 18200, riscados proprios
palitos a 280 o covado, corles de ol-
Vela
leimad'o nos qnalro cantos na bem
miiidczas uin completo si f limento de miu-
qualidades e de diversos goslos e
pur ru baratos precos que aos
dores causa admirara < :
de] novelo, brancasJB. 50,
lt00
Librasfle linlias. ditas n. 80,100, 120 a 1^280
uzia de tesouras para costura a 18000
Duzia de tesouns linas para costura a 1280
Peras com 11 varas de fita de seda lavrada 18200
Mai.u com 40, 50, 60 e 70 pecas de cordo
para vestido 400
Pesa* com 10 varas de bico estreilo 560
Duzia de dedaes para senhora 100
Caixinhas com agnlhas francezas 160
Caixas com 16 nove los de lindas de marrar 280
Pulrciras encarnadas par.) meninas 240
lirozas de hotes para carniza 160
Pares de meias finas para senhora a 240,300 e 360
Meadas de linhas muilo fifias para bordar jl(X)
Meadas de linhas de peso 100
Crozas de botoes muilo finos para cairas 280
Aculbeiros linos com agulhas sorlidas 200
Babados aberlosde linho lisos e bordados, a
vara a 120 e 240
Lapis finos envernteados a duzia 120
Carleiras demarroquim para algibeira 600
Fivelas lloaradas para calcas e rllele 120
Trancelins pretos de borracha para relogios
a 100 e 160
Tinteirose areeiros de porcelana o par 500
Charuleiras entrefinas. 120
Duzias de lapis sem ser envernisados 80
Duzias de torcidas para candieir n. t'i 80
Pentes finos de bfalo para alisar KM) e 100
Pesas com 6 112 varas de fita branca de linho 50
Caixas com clcheles 60
Carrileis de linhas de 200jardas de boa qua-
lidade 70
Macinhos com 25, 30 e 40 grampas 50
Suspensorios, o par 40
A boa fama
Ricos pentes de tartaruga para alar cabellos a f500
Dilos de alisar lambem de tartaruga 38000
Dilos de marfim lambem para alisar 18400
Ditos relos de verdadeiro bfalo para alar
cabellos 18280
Luvas prelas de lorral com boletas, fazenda
boa 800
Luvas de seda decores para homem n senhora 18000
Lindas meias de seda de cores para maneas 18800
Meias pintadas fio da Escocia para enancas 240e 400
llandeijas grandes e de pinturas finas 38000 e,4a00
Papel almaro greve e paulado, resma 48000
Papel de peso pautado muito superior 39600
Penas linissimas bico de langa, groza 18200
Ditas muito boas, groca filo
Cauetas fioissimas de marfim ;|n
Oculos dearmariio de aro delodasas gradua(Oes 800
Lunetas com armara" de tartaruga (8000
Toucadores de Jacaranda com bom espelho 38000
Meias de laia muito superiores para padres 2*000
Ricasbenaalasdecanna conilindoscasles 28e380O0
Chicotes tinos para homem e senh-na a 18 e 2jO(K)
Meias prelas de algodilo para padres 600
(iravatas de seda de (odas as cores 18000
Fitas de velludo estrellas e de todas as cores,
a vara M|
Atacadores de cornalina para casaca loo
Kicos reloginhos para cima de mesa 48000
Escova* fioissimas para cbelo e ro pa, navalhs li-
nissimas para barba, meias pintadas e cruas de mui-
to boas qualidades, transas de seda de todas as co-
res e larguras e de bonitos padroes, filas linissimas
lavradas e de lodas ns larguras e cores, bicos liniasi-
nios de linho de bonitos padroes e de diversas lar-
guras, tesouras as mais finas que he possivel enenn-
trar-se e de lodas as qualidades, riquissimas franja*
brancas e de cores com bolotus proprias para cor-
tinados; e alm de ludo islo oulras muitissimas cou-
sas que a vista de suas boas qualidades e o liara lis-
simo prero porque se vendem, niio lie possivel baver
quem deixe de comprar na rua dn Queimado nos
quatro cantos na bem conhecida loja da Toa fama
n. 33.
N rua do Vigaro n. 19,- primeiro andar, lem
venda a superior flunella para lorro de sellins,
chegada receniemenle da America.
Xa loja das seis
Vendcm-ee exeellenles velas do carnauba pura,
de 6, 7, 8, 9, 10 e 13 por libra, e por menos prero
que em oulra qualquer parte : na rua Direita n. 59.
WS0lKS0(S3S!fy$-
1 i PECHIGHA.'
S na rua do Queimado n. l'J.
Vende-se madapolo fino pelo baralissimo
preco de 38200 rs..a pe;a ; a elle que est se
acabando.
Vende-se arroz de casca muito novo a 38500 a
sacca c a granel a 38200 o alqueire. medida velha ;
como bem (3 toros de angico de 9 a 10 palmos de
cnitiprido, por prero commodo : na rua do Vigario
u. 5.
Vndese junco bom, por preso commodo : na
rua da Cadeia de Sanio Antonio n. 18. Na mesma
casa empalham-se obras com brevidade.
*.o barato.
Veudem-se sapates de Nantes para homens e me-
ninos, pelos diminuios presos de 39200 e 28800 o
par : na rua.do Amorim n. 47, e paleo da Ribeira,
taberna n. 1 ; lambem ha chales de merino prelo
moilo bons a 28500 cada um, ua mesma casa da rua
do Amorim n. 47.
Atteneo ao novo sortimento de fazendas
baratsimas.
Novas chitas de cores seguras e alzomas de pa-
droes novos a 160. 180, 200, 220 e 210 o covado,
corles" de chila de bonitos desenhos, padroes inleira-
roenle novos, rom 13 covados por 39, riscados fran-;
cezes finus a 210 e 260 o covado, cassas francezas de
cores, padroes bonitos e delicados a 609 rs. a vara,
novas melpomenes de quadroa de eore a 640, 720 e
800 rs. o covado, hamburgo fino, de boa qualidade,
para Icnces. cefqulas e loalhas a 98, 98600 e 108 a
pesa de 20 varas, novu panno lino para lennics, com
mais de 2 varas de largura a 25210, chales do liia
grandes de cores com barra a 58500, ditos de case-
mira linos e muilo bonitos de cores cun barra por
88, selim prelo maca superior, proprio para vesti-
dos e colletes, por preso qoe em particular se dir,
chales de seda grandes e pequeos, e oulras mudas
fazendas, que a dinheiro vista se vendem porba-
raUssimos presos : na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50, defronle da rua da Madre de Dos.
Vendem-sc lonas largas e estrellas, por preco
commodo : em casa de Fox Brollien, na-rua da Ca-
deia do Recife n. 62.
Vende-se cognac da melhor qualidade: na rua
da Cruz n. 10.
f Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de iiostron Ro-
oker fijl
OBJErjOS PARA ARMADORES.
\ endem-se na rua do Amorim n. 41
timentos completos para armaces.
ja, earrseanginlios.como-sejamr. v
tes de todas as cores, trinas,- guies dt -
das a> larguras, espiguilhas, ilhamas, *B i

Vende-se nm excellente violao e um pistn de
tres (eclas, ambos em bom slado: na rua da Calca-
da n, i).
REMEDIO l.MCOMPABAVEL
Milharesde individuos i
leslemunhar ae virtudes de
^^^H podem
^^^karavel,
para jaqoela* e i
eles de gorguro
po n. 6.
a 38500 : na loja da rna do Cres-
porpreros baratos.
V7elas de car-
nauha,
SIMPLES E DE COMPOSIC-AO.
Ni rna da Croz n. 15, vendem-se dilaa velas, de
6, 7. 8, 9 e 13 por libra, em caixas de8al 50 libras,
fabricadas no Aracaly, pelos melhores autores, e por
menos preso que em oulra qualquer parle.
Chales de merino' de cores, de muito
bom goato.
Vendem-se na rua dn Crespo, loja da esquida que
volt i para a cadeia.
Moinhos de vento
ombombasdcrepuiopara regar hortas e baixa,
dec ipim. na fundicade 1). W. Bowmau : na rua
do rrum ns. li.Se 10.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se superior cognac, em garrafas, a 128000
a duzia, e 18280 a garrafa : ua roa dos Tauoeiros n.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o method* de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. \.
CAL DE LISBOA A nmi.
Vendem-se barris com cal virgem de Lisboa, para
fechar conlas, pelo diminuto prero de 49000 o bar-
ril : na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
te da rua da Madre de Dos.
Vende-se excellente taimado de pioho, recen-
(emente chegado da America : na ro de Apollo
trapiche dp Ferreira. a eulender-se com oadminis
ador do mesmo.
CAL VIRGEM.
A mais nova no mercado, por preco
muito barato: no deposito de rua do
Trapichen. 15, armazem de Bastos & Ir-
ma os.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, lia
para vender superior retrozde primeira qualidade,
do I abrirn leSiqueiralinhas de roriz e de nume-
ro, o. 6o purrete, ludo chegado pelo ultimo navio vin-
do do Porto, e juntamente violio superior, feiloria
em pequeos barris de dcimo.
Vendem-se no armazem q. 60, da rna da Ca-
dei i do Recife, de Henry Gibson, o* mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por presos
mdicos.'
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por ."><|000 res: nos ai mazens ns.
o,5e~, e no armzemdelrntedaportada
alandega, ou a-tratar no escriptorio
Novaes & Companhia na uta do Trapiche
ji. -Vi. primeiroandar.
Taixas pare engenhos. *
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bfnaiann, na rua do Brum, passan-
o chafan/. continua haver um
e|provar em casonecessano, que, pela uso que dclle
lUeram, tem seo corpo e membn % iqleiramente
saos, depoi de haver empregado mente oulros
Iralamenlos. Cada pessu a convencer
deasas curas maravilhosas avlale > periodices
que Ibas relatan) lodos^^^B
inaior parle dellas sao 13o sorprenden. admi-
ra in o mdicos mais celebres. Ouantas pesaoa* re-
robraram com este soberano remedie a seus
tiraros e pernas, depoi* de ler peroM
lempo nos hospilaes, onde deviam na
<;ao : Dellas ha muitas, que Invalido derxado csaes
as> los de padecimenlo, para *e nao subtneltevrm a
essa opecarJo luloro**, foram caradas completa-
uiculc, mediante o uso desse precioso reme*. Al-
gamas das (aes pessoas, aa efaao da sen nanSeci-
ineirio, declararan) estes resallados beaefica* diante
do lord corregedor, e outro* magistrado*, fjio de
maisautenlicarem >ua aflirmaliva.
Amguem desesperara do estado de sua saode es-
inese bastante conlianc* para eosaiar esle remedio
constantemente, aeguiodo algum lempo o trata-
menioque necessilasse a ualureza da mal, cojo re-
sultado seria provar incaaleslavelmenle : Oue ludo
cura I
Barato que ad-
mira.
Lindos chales de blrege, superiores aos de meri-
no, tanto em goslo como por serem transparentes, e
muilo leves ; por o muilo proprius para a actual
estasan : a elles, antes que se acabcui. senhores per- c
nambucanos de bom goslo : na loja db sobraoVr8- Jewn-flrglezes.
da rua do Livramento,
Chapeos de sol
de seda,
cabo de canna a 68500 : vende-se na rua do oro,
loja n. 19.
Cortes de case-
miras de cores
de muito bom goslo e qualidade, para diversos pre-
cos : vendem-se na rua do Crespo, loja n. 19.
Pannos pretos
de diversas
qualidades c precos: vendem-se na roa do Crespo,
luja ji. 19.
Vende-se um terreno de mais Je ineia legua
quadradu : quem o pretender apparera ua rua das
Cruzes n. 29 que se dir quem faz o negocio.
Na rua da Cruz n. 26, primeiro an-
dar, existe a venda muito superior choco- Vendem-se chales de seda do lindos goslos a 88,
! 1 I 1." ai Cur I >>. ili. mnl Jo I.- -__\.__!_______. *------I__I___I____
ilate, chegado ltimamente de Franca e
por commodo preco.
ROLA O FRANCEZ.
Na rua da Cadeia do Recife, loja dos Srs-
Voz & Leal, acha-se a venda o excellente
rap rolad rancez, a 40 rs. a oitava.
portas* ^^
Km frente do Livramento.
corles de vealido do lambraia com dousbabadosa
cinco patacas, dilos d) eambraia piulado a deztus-
tSes, pesas de cambra a com flores iniudinhas a cin-
co pataca*, clules de lambraia adamascada,proprios
para ir aolianho a duas patacas, chalas de quadro
cor de rosa a duas patacas, diales de ganga encar-
dados grandes a dez lustes c pequeos a duas pala-
cas, meias para meninas de Ires i quilro annos a
fasiao.
Pechincha para
Os bellos passtMos do
rainpo.
l'of menos de seu valor troca-se por ouro, praia,
cobre c sedulas, anda mesmo sendo velhas. lindos
chales de merino bordados e de diversas cores, com
pepueno loque de avaria, pela diminuta quanliadc
58000: ua loja do sobrado n. 8 da roa do Livramento.
POIKIKR.
Aterro da Coa-Vista n. 55.
. affjsfiePSP* novo, muilo elegante e leve, e
-*SP"a r^MBaaAB 'te novo modelo prompto a For-
ro i ao goslo do comprador, em casa de l'oirier.
ATTENCAO' SRS. ECONOHI-
eos,cheles de familias
Na loja de portas, que faz esguina para a rua do
Kangcl, com a frente para a do Queimado, ha om
lindo sortimento de chales de merino, bordados, c de
varias cores, cm pequeo loque de avaria, por 13o
barato preco que admira.
Esguiao de linho
e algodao,
muito superior, com 11 varas a peca, por 38500:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina que v ol-
la para a rua da Cadeia.
Coiii toque de
cupim.
Algodo para saceos : vende-se por preco com-
modo, na rua do Crespo, loja da esquina que volta
para a rua dn Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da llussia verdadera : na praca do
Corpo San (o n. 11.
Cheguem ao ba-
rato !! !
.Caixas para rap imitando a tartaruga, pelo bara-
lissimo prero de 18280 cada urna : na rua do Cres-
po n. 6.
Cera de carnau-
ba do
ARACATY E ASSL.
"\ enile-se em porcao e a retalho, por menos preco
que em oulra qualquer parle, principalmente sendo
a dinhsiro a vista : na rua da Cruz, armazem de
couros esola, o. 15.
POTASSA E CAL VIRGEM.
No antigo e ja' hem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa daRuSsia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
precos muito avoraveis, com os quaes II-
caro os compradores satisfeitos.
sortimento de taixas de ferio
e batido tic a 8 palmos de
do
completo
fundido
bocea, as quaes .acham-sc a venda, por
prero commodo e com promptidao' :
embarcam-sc ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em casa <1e S7P. TOIins-
ton & C., na na d Senzala Nova n. 42.
O ungento he til oais particularmente no
seguintes casos.
matriz:
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Airiaduras.
Oores de cabera.
das coalas.
do* membros.
Enfermidade* da cutis
em geral.
Enfermidade* doaous.
EruDcbes escorbticas.
Fstulas no abdomen. -
Frialdade ou falla de ca-
lor as extremidades.
l'riciras.
Ccngivas escaldadas.
luchasocs.
I n ua mina cao do usado.
Lepra.
Male* da* pernas.
do* palios.
deolhos.
Morded urasde *epl i s.
Picadura dr mosquito)-.
I'ulmfies.
'.tneiiuadelas.
Sarpa.
Suporasoes pirtridas.
liHha, em qualquer par-
le queseja.
Tremor deaaervos.
Ulcera* na bocea.
do fi:
da* apHflfijaMaa,*
Veas t
. das as iv
da bexiga.
Vende-se esle ungento no, esfabeieci
de l.oudres.n. 241,.Sra0,e na leja ,
licarios, droguistas o oulras pessoas eucarregadsade
sua venda em toda a America.do Sul, Bavanae
llespanha.
Vende-se a 800 rciscada bocelinba.cawteaa aata
inslrucsao em porlugott para eipli
fazer aso desle ungento.
(1 deposito geral he em cata do Sr. Soum.
maeculico,
buco.
na roa da Cruz
n. -2->, em
Vende-se um meleque crioulo, coi
tem bonita figora e ptimas qualidades. o motivo da
venda se dir ao comprador : na rua
Vende-se na roa da Cadeia do Bee:
demiudezas Be Antonio Lopes ~
Companhia. um mulalinho com
nos, boa figura, .por- preso com
mesma.
Na rua do Vigario
ro andar, tem para vender t]
sicas para piano, violao
scjam.quadrilhas, valsas,
tickes, modinhas tudo mod
chegado do Rio de Jpneiro.
Vende-se urna balwnsa rojnn
saos pertencw.em bom oso e de 2,001
pretender, dirija-se nw da Cruz, a
t\A RUA DOCRES
Loja n. 6
Vrndem-se pecas de-esaatlo de algodao, muilo
boa fazenda, pelo preco de 38500 a paca, 'corles da
eambraia de barra, bonitos padroes e muilo boa fa-
aenda, pelo preso 4 3*000 ecle, maulas para
grvala IjOO cada uiw.
ATTENCAO.
Na rtrn do Trapiche para
vender Iwrris de ferro ermal
fechados, proprios para deposite de l'e-
ses ; estes barris sao os me i que se
tem descoberto para este
exhalaiem o menor cxuim > pe-
zam 1 (5 libras, e custam o
co de .*|000 rs. 4*f-^^^H
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose castiraes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de spateiro. -
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Vende-se aso em cimbeles de um quintal, por
preco muilo commodo ; no armazem de Me. Cal-
mnnt & Companhia, prara do Corpo Saulo n. 11.
DEPOSITO D\ FABRICA DE TODO
OS. SANTOS DA RAH1A.
Vende-se em casa de N. O- Rieber &
C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por precio commodo.
AGENCIA
toa Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimenlo continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e mei,as moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os lamauhos, para
dito.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado da Lisboa pelo brigue Es-
pranca.
CAL DE LISHOA.
Vende-Si' cal virgem, chegada no ul-
timo navio, por preco commodo, assim
oomo potassa superior americana: no
deposito da rua de Apollo n. 2R.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENUORA.
Indiana de quadros muito fina e padroes novos ;
cortes de Ida de quadros e flores por preso commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esqqina que
volta para a rua da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4?M0
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina qoe
volta para a rua da Cadeia.
Vende-se
lade, de propredade
de Harcuil, ruada Ci
cife n. 20: este vinho
de toda a Champagne, vend
a 56$000 rs. cada taixa, a<
nicamente em casa d
comte Feron & Companh
R.As. caixas sao mar
goCdnde de Mar
ilosdasgarrafes

I
lAiRmia
l.ensos de eambraia de ,inhc
redondas e de ponas, e mais ai
ludo de bom gasto ; vende-se
Cruz n. 34. primeiro andar.
Farello em saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a $800.
Tij olios de mar more a
520.
Vinho Bordeaux em
garrafoes a 19^000.
JNo armazem de Tasso
IrmAos.
LEONOR D'AMROISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Rreta-
nha, 2 volumes por l.sOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
fc*

Antigo deposito di
godao da fabrica
SSuntos na Baha.
Novaes & Companhia, na rua do 2
gg, Trapiche n. 54, coi miara a\
der panno de algodao desta fal
trancado, proprio pal e *
roupa de escravos.
Riscado de listras de
para palitos, calcas e jaque
o covado.
Vende-se na roa do Crupo, low
volta para a cadeia.
ESCRAVQfl FGIDOS.
100S000 de gratieacao.
Desappareceu no dia 17 de agoalo prximo passa-
do, pelas7 lloras da noite, a prela Lourenca, de na-
ra,i Angola, dn idade 35 a iO annos, pooco maisou
menos, com os signaos seguintes : um dedo da mao
direita luchado, magra, tem marca* brancas as duas
pernas; levou camisa de algod.toiinho, vestido de
chila rosa, panno (loo, e mais orna Irona de roupa:
roga-se a todas as autoridades policiaca ou c
de campo que a apprehendam e levem a seu senhor
Joao l.eitede Azevedo, na praca? do Corpo Sanl
17, que recebera a gratificarSo cima.
I ESCRAVO FGIDO.
Desappareceu da casa doSr. Flix An-
tunes Moreira, do Rio de Janeiro, desde
1852, um escravo de nom Joao,"crioulo,
natural do Ceara'ou Aracatv,cpm os sig-
naes seguintes: um pouco "baixo, refor-
cado, picado de bechigas, fula, com falta
de dente, mal parecido, consta ter anda-
do para Cotinguiba, e ltimamente pelos
portos do norte como oito, em conse-
quencia de ser marinlieiro: roga-se aos
capitaes de campo es autoridades poli-
ciaes, que o apprehenderem, mandar le-
va-lona rua do Trapichen. 54, primeiro
andar, escriptorio de Novaes & C, que se-
rSo bem recompensados.
, Contina estar ausente da casa de eu senhor
o major Antonio da Silva (iusmao, o seu esgravo Ic-
nacio, crioulo, cor prela, alto nao muilo, idade .Ib
annos, pouco maisou menos, pernas uro pooco ar-
quiadas, olbos gTandes e vciuielhos. lesla alia c
grandes cantos, com um sigoal nella que parece un
S, um dedo d* om'dos ps partido, chupa bastante e
he muito contador de petas, anda corcorvado : quem
apprehendc-lo sera generosamente recompensado,
levandoo rua Imperial n. 64, casa da residencia
de seo senhor.
Desappareceu do abaiio assigoado o prelo An-
tonio, Mossambique, ja de idade avansada, feilor
que era do sitio na Fassagem da Magdalena, e eos-
loma di?.er qoe he forro ; lem ns nlhos pequeos
fumacados, e na* sola* dos pea signaet da eraros :
quem o pegar, leve-o a cidade Nova, casa do Sr. Go-
mes do Correio, ou palea do Carmo, casa da Firroi-
no Jos de Oliveira.
i ^^^__^^.^____
PBB5 TYP. DB M. F. DE|FaRIA -1855.


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