Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00503


This item is only available as the following downloads:


Full Text
IMO XXII. N. 276.
Por
Por
3 meses attiantados 4,000.
3 metes vencidos 4,500.


DIARIO ]
e.\c.\ kiiei. ados tiA si;bs<:rip<:ao'-
CAMBIOS.
Hocife, o propretero M. F. r. J Dqprad; Macelo, o Senhor Cl-udino FalcSo Da* ; ., Q>i ,,1^ ,__
ahlbe^a/Sc. Cervario V,clor da Nalivi.lade ; % ^sboJ8' ,98 lo0 por 100. .
RJoaquim Ignacio l'ercir Junio i; Ara-| ^ ^ Kio de Janeiro, 1 por 0/0 de descont.
0.
ao par.
J0 prfr.
taav Ramos; Amazona, o Sr.Jeronymo da Costa. Uisconlo de Icliras, de 8 a 9 1/2 por 0/0.

QUINTA FEIRA 29 OE NOVEMBRO OE 1855.
Por anno adiantado 11,000.
Porte fraMftj^fa o aobscriptot.
runo Jcaniu para o aUDBcripior.
RNAMBUCO
METAES.
Ouro.Oncas haspanholas. .
Moedas de W4'i0 velhas.
de 65400 novas.
de 49000. .
Praia.Patacoes brasileiros. .
Pesos columnarios. .
-> mexicanos. .
295000
16000
163000
95000
29000
2O00
19860
PARTIDA DOS r.OeWKIos. AUDIENCIAS.
Olinda, todos os dias. Tribnnal do Commercio, quartas e sabbados.
Caruar, Bonito e Garanliuns, WM dias lelo. I Relacao, lereas-feiras e sabbado*.
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a I3e28. Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
EP&EHEKIDES.
NovemL. 1 Quartioltnguante as 2 boras 46 mi
Goyanna eParahiba, segundas aantas-feiras.
Victoria e Natal, as quimas-feiraa.
I-REAMAR DE BOJE.
Primeira s 8 horas e 30 minutos da manlia.
Segunda s 8 horas e 54 minutos da tarde.
I Juiz do commercio, segundas as 10 horas e nu
quintas ao meio-dia.
I Juizodeorphos, segundase quintases 10 hora*
1' vara do cjvel, segundas e sextas ao meio-lie,
" vara do*eivel,aquartas e sabbados ao meio-dia.
tUXi ^FFICI L
430KB1AHDO DAS
I < uaauli daParnaea do
aa ciliada da Beclfe, ta 28 da
__ lo-J.
_^Bem do Oa n. i.-".
ejcainpo, coioiimu lame das anuas.
onveticionar um arranjo definitivo e geral na ques-
IAo desanda. Propoe a Dinamarca a eapit .li,.rSo
do direito do Sunda no vigsimo importe do me-mu
devendo ese capital ser pago l'n niirnojdOoln
dillerenies Estados ioleressados em proporijati do
sou commercio c navegando 'pelo Suada. Deis
raaueira afijihpuia o direito do Sonda, a Dinamar-
ca cardJ^Halida i receita que delle tirara al
naje. I m mande numero ios Estados convidado*
ja aceilou o convite, e enlre estes a Prussia,
1
i Sr. Santiago,
iignsto ttandrira da Millo e
;
ostodio de Sampaio.
loreira da Silva ;
i Coila Alboquerque.
combale inug
tari rusa* ae
lt da gjtne-
rrittnjof aangahiM
CORH3MPOHOE fCIAS DO DIARIO DE
PERlfd
UAMB
o d .
No Oriente continua a
tlilicaute de avallara, no
Joiiou sorprender pela fr,
Mtaaview sobre Kr*
Sha* Je ambos o lados. ma sern re-ullado. t a tn-
uuda da pequea fortaleza de Kiuhurue que ilefen-
desairada da baha formada ua fui dos riuajfug r
r) por unT carpo de etercitn aullo fraaeez.i--
f iiiimiado- recoiilie.cmiruios .los ejrcitos
litado situado no ni da Crimea e perto .le
f, san o acoulecimentos mais ttolavei que
erain^* uHim-s -emana. Ouaesa.scun-
lisso resultarlo, nincu-m podera
lo lo o caso a operarnos acabaran
m o mez de iioverabro-comeo.a o
no mar Negro, e neceSMrioinenl-
io da guerra.
liplomacia tentara de. preen-
se*poivel lor, cun negociaoes de
aanrnic.lo h IIni convenien- qual lie sobre modo interessada nea queseo, sendo
f. s< Imperador linuve por j un dos principaes Estados vomaaerciaiiles di Blti-
co. A imprensa da Prussia se derlara em srande
"Mii.tta ronlra a aceitadlo das propuslas da Dina
ensiu.do do g iveruo que siga o ewmplo
liaid^, denuiicianita avlralado dn ali-
sen, entrar eui "jaesquer eiplioa-
Na lldrwrn cnnlinuam ai sesses da Dieta, e dito
urna agradavel prova do espirito constitucional d
nacto.
Em Biiiieii houveram uiuilas d*monstra;oes pa-
IriaUrns por oi-casiAn do nnivado d > regenl' con
princeza l.uiza, filha ilo prncipe da l'ru-sia
A aolucao da quaalao da igreja es ainda niuii
alrazad'.
Na lletse l.icitui-al o celebre minMerio II i
senpflug delxoo o tlieatro" da ua .n-uvid..de, porem
ainda se duvida se isso hade melliorar as circums-
tancias do paiz.
Os uioIinos da retirada do ministerio parecem
cousisa^Bai. em dilleiencas pe..oae ovni o prio
cipe i'leWoral, duque dodesejo do meaino de una
mudanrn do syslema.
Anida nao foriim ooiueados nuvos ministros, e os
que se notan) ale agora como succe-sores silo tal
vez mais absolutistas ainda do que o Sr. II issnp-
llug. Segundo muilos ditero, o mesmo Sr. Has
sempflug se eucarregarn de novo da formadlo d-
um ministerio.
Aqu em Hamburgo (vemos na semana pasead
a occasiao de ver o cetabn- general Cauroberl, arj-
lign general em rh.-l'u 4> e'xercilo francez ni Cri-
mea, as-im como, u cx-presidenle do Estadot-
Uiiidos o Sr. Killmore. O general Cauroberl,
cuja estatura pequea e simples Irajar n.o Jiui.nn
perreber o gVonde general, daqui pardo pata Slo-
ckolmo por via de l.ulieck, sendo encarregattu de
entregar ao rei da Suecia a grja crdz ,1a legiilo de
honra.
No da :i do correntp finalmenle se conslituio le
galmenle a suciedad' para a liuha de vapores t-u-
Irea Allemauha e o Brasil : a sociedade ja lem o
fondo necewarios para a con-Irucc.Vi de um gran-
de vapor, a que vai dar principio, e espera eucon
trar o resto do capital nece-sario pra construir
mais dous vapores. Enlre os directores desla coin
panliia figura un noine que nrto be desconliecidi
em (,'eriiaiiibucu ; he do Sr. Nicolao Olio BVber,
pessoa minio re.peilada. e estimada em Hamburgo
e eaj-dilTereules prara cunmerrihe.
PAHI
7 de iinvcmbm.
Pritnciro que nulo dir-lhe-hci algumas pala-
vras acerca Jo negocio dos refugiados do Jei
em que Ihe fallei na minha ultima. Depois
meeling de indignacao em que se adopUram una
nimememeas maisenergicas resolucoes.ogovernador
de Jorsey rdenou a cipulsao de tres individuos,
istolie, Pioiicin, proprietari'o da ty o^rapliia do
'otfulL'Homme. Riba) rolles, director deole jor-
nal* Thomaz encarregado de fazer a respectiva dis-
trrllljii;ao. Esta resplurao do;overuador foi execula-
i> immadialiiiuenie, e os Iras individuos cima no-
moarios forjni iucouiiaente tiuiufuridod-* podido
delles para liba deGuemcsey. Nao pide imaginar
acolara e o despeito que este-acto de vigor susci-
tu as Uleiras dos refugiados ; lodosos jornaes.de
Londres foram pejados por elles com reclamaces
e psames : mas nenhum destes jornaes quiz fzor
caosa'eommum com elles. O rime, entre nu iros,
os repelle com o mais desdenhoso desprezo ; cerio
cidadao Talandier Ihe dirigir mna caria a fim de
o tornar echo dos seus pesares republicanos
Ttme* recusa peremploriamente a nser*co desta
caria : ocenpou-so somenle desle cidadao, diz
elle, eomo pertencenie a certa classe, depois acres-
cenia : Esta classe se cqinpoe de pessoas que
lem ultrajosamenle abusado da hospilalidade
tOutorgaila por este paiz e procurado lano quan-
to podiam jfbrir de lama a bandeira que os lem
protegido J| que temos a offereeer aos refugia-
dos, mono^iistas ou republicanos, he um asy-
lo seguro, amada mais. Ninguent podera i-
quieta-Ios no solo inglez, em quanto elles nao
inquielarem aninguem... Nao se poderia tole-
rar por mais lempo que lizessem da Inglaterra
a base das suas opeacoes, contra potencias com
quem estamos 6m paz... Faremos mui pouco
caso de urna ala vanea de amigos nomes gregos
e romanos. A des|ieito de Tliemistocles, Bruto,
Caligula, Commodo, Domic'rano. Caraca
ero, combalemos qualquer doutrina de um es-
cripior, ou de um orador, escreveudo ou fal-
' lando sobo imperio da lei'ingleza, para esla-
belecerquehejusloo opportuno desembaracar-
se do imperador dos Francezes pelo assassinato.
" Se se persiste nesla poltica de assassinato, o
' nico consellw que podaramos dar a Lord Pal-
merston, seria dizer a estes incendiarios: Se
nitores, declarai que destino prefers vs, a
" Franca ou a auarehia ? l dCpo1s embarca-los
" para u:it ou outro.desles pontos. Nao temo-
i* em vista convener a nossa illia em um apiro de
a ajRnos para a conveniencias dos refugiados
" do continente. Nunca em lempo algum seme
" ihaniccousa foi aqu tolerado, e temos f que
" nunca se dir qiiajjBMezes concederam a sua
" prefcjr^ao nacional ho/jens que to grdsseira-
" mcuteabusaram Helia, eoino o cidadao Tolandier
'', c seus amigo de Jersey. ,,
Esta honesta e vigorop linguagem leve urna im-
mensa repereussao na Italaterra ; assim os refu
fiados de Jersey, lendo ti Jo o descoco de proles-'
larem tariuos insolentes Mitra a expulsan doa tres
de entre si,o governardor nao hesitou ehi expelir da
sua iiha 36 destes eenhores. A'abeca desta nova
lista deexpulsao se enconlra o noiraa|le Vctor Hu-
go, o nosso mnior poeta, mas queVpolitica
oou loo furioso. Triste c lamemarel victima
la invejTedoorguIho!
Si'quencias
prever, pul
por este ani
invern na
um. pausa
Parece ce1
clier essa pa
paz. Henos eerto porm, h, ae essa- tentativas le-
iao esperanca. de algum resultado. Ao menos era-
quanlou Ruasia. segundo Indas as apparencias, ella
poaco iadmada est. para e IranquiliL-ar cont as de-
saveneaa Ja guerra al Imje. e aceitar urna paz dea
/ajioravel concluida deko da iinuresailo das mes
cuntrano elKFtralara de reunir todas as
t^^^Bfs para tomar despique dos alliado.. Lu
lrula^nenl.. ga-al d lOhorueuS le cada I.O
almas da populacto total, ordenado nus ultimo, din.
deoataktu p-lo imperador Alelan.Ir H, qut uiuda
searhaeni NicolaielT. diaao d prova.
Acontece o que acontecer, a Alleinauhu nunca lo .
"{VF1?"0 cu|nb-'to couira a Rusiajiaiundo toda
ter ama alter.cao a c l'rnssia, apezar de In las aa dilTereuca-. ct5o perfei-
l.imenlc da aecordo em quanto ao reservar-se a paz
para a Cunfeder rao Alleioa.
Eai5 .le oulutaaadep'.isdu uaias ferias de alguna
I Alleaaa.se r-umo .le iiv em Krank
fcaobarao da Prokesc-Osllen
..imiuiiciou a tu.
ecimeiito pelo
vaf para Colea-
da, Au-liia. r
que se arliava
a posl desde a
i ministerio das
^aprincipal assumplo do
Mar de u-ulralisar a in-
u presidaote da
sabida da a
de ll-daaaW
talMillOpl I I
entra all
encaaregad.
dtaroada d
ftaanras. Segundo sMM
e Prukeadi sera' de tral
^^Henviado inglej, lord Nlratford de R-d-
que all se esta' portando como van verdadeiru
pro-cmtul. tk '
A agacao a favor de urna rtfarma da Dieta ga-
la da maior amero de parti,lisia Ella ja
echn echo as cunara da Raviera, de Darmila 'l e
WurloDibera. Nos ltimos das a nova cam-ra com-
mum para os ducados de Cuburg i e (iotlia ilu ei-
preatBO, de modo digno, i metnia eiiguucia do povo
a> Aaaint o grito le reforma d. Dieta v.i f.-
t roda pelas cantaras da. Allemaoha, e al
o um dos mais paderosos gabinetes da Allem >-
OalaAusIJtao lomou em roiisideftn;1o. S'ao
tajjj^paralhe. a>segurar qualquer garanta, com..
apoiando apparentemenle o qiTe coinuiova o
cotacSo da nni;.1o, se procurar una inaior populari-
patsla da l'russia. Porquaulo enleude-se de
si.mairrno que a ^O'lria. qun no sen proprio inleri .r
suslenla antigo abaolulism da mon.rrhi. por ora
e quifretoapravar a reorejenlaeao do povo
, jut he o punto principal da reforma que
O que pnrciu oceupm mais s.-riamenle a Aiulr)a
U\ o cuidado di J-uilH ir as suas finaiiras. e final-
Vkt planos finaiireiro's do b rao
Wk, jal M esperados. (I mais importan-
leas e-ilo ago-coiiiie :
jadma at agora ao banco nacional
inurins, sem garanta alguma. Oes
Oraressa divida ao banco, entregndo-
la pore*> de ierra no importe dos ditos 1 jj
Com o baneo nacional ae reunir um cre'if
Amoter onr.iico..am as-iraaMmado eilabettcimen
loto crdito htjmtkecarie.-*, esse llm o bao
va? erotltir novas arc>M( no valor de 20 milhoe. de
llorn., pasaven em prala, e lera a auloriaaeio de
miWr btlhete da Iheaourn no valor quintuplo des
a 'omina,- e de fazer empretlimos sobre terrenos
com.a produclo doa meamos.
I. Ao lato do banco nacional reunido a om ban-
cijii wypotecat. sera creado finalmente orn esta
beteeimento ind-pendenl, um eredi'l Mtbilier aus-
Iriaoa, hto he, um eslabelecimeutu de'credito para
comatarcio/ iudu.lria com um capital fundamental
de 60 milhoes, mais larde ae preciso fr de 100 mi-
Ihea de florina, por meto da aveoes.
aa sociedade, que de om lado consiste na firma
aclitl.l, e de oul'ro-de um numero'de Itdalgos
aiiatriacos e induslriaes abastad!, e cncarrefou do
estatHecimanto de cmvidou para a aeeianatara de aec-s.
: concordata concluida com a cu*
iBjdene-lo.iar. Como s- diz -
carpa densa demora daTf>r Itribuida a difliiul la-
de de forma.
N Prussia o ministerio Ifaballtava lias proposta.
a apreaentar as novas cmaras que deviam reunir-se
"ofim do crrenle rai Pouco se sabia da nalureza
Otaaes Ira balitoa nttenc.lo publica em lano que
""k w "'"Pava com os aconl-ciinentos do Oriente,
achando-s- lomada por orna oulra queslao da maior
importancia. ,
He lio a qnestao do direito do Sonda, a qoal
parece ter de esperar em breve urna solucao. Em
. 1P"J ""JP o ministro re-idenle dos Eia-
JaMBT'em Copenliagne liavia denunciado o
U^ta*. de am.zade, n.vea.^io e commercio de 26
de l*>]| de 1826, que comedia aos E-tadof-Uni-
dosoa direito dt nav6s ma. favorecida no Suu-
d, mas que os obngava a pagar aob ee titulo o
importo dtnamarquez que ae cobra" no Sunda. Au
MomMo lampo d-clarou-.e que o gabinete de Wa-
hington naperava que a Dinamarca, depois de et
tinelo o tratado deSaa maueira denunciado, ato h.
depon dq da 14 de abril de IK6 concedera aos
aavio norle-ainericanos paassgein araluila pelo
*n.la. Se a Dinamarca annaisse a esta exigencia,
ella renunciara a su-tenlacAo do direilo do Suudai
p^rqae assim como os Eai.ido--t'ui ios. com pouca
ee6ea, qnaai lodas as aroes marilimas (lam-
liem o Brasil,perteucrui a naru-s tnais favorec la,
lona analquer favorerinrenl i cnicedido pela Hi
naraarca a orna deltas, e ipm seria para bem da
nutra. S_ por coiueajaencia a amecar de 14 de
abril de IK-Vi os navio norle-aiiiericanos pa-sass-m
|lo Sunda sem pagar oa direttos, o mesmo seria
permittido aos navios da naces mais favorecidas.
Ma, como bem se comprebuiidem, a Dinamarca
nio tera vonlado .de renuotajaf em mais nem mo-
nas urna Uo consideravat^Bila que lira do< di
reitoa do Sonda, e qae mornWannualmenle en) m-i-
i mtllie de riidaler, cerca de dou mil
Quasi que ada lito tenho a dizer acerca da
guerra : abundain relatorios offlciaes, mas naosig-
niticam foi to algum que nao seja conhecido, e nes-
la correspondencia necessariamenta tnui resumida
nao devo insistir sobre os promenores A tomada
kimburn feacahir as raaos dos alliados 149* pri-4neral Codringtoit
sioneiros russos, inclusive um general p 40 officia-
es : oulra consequencia daatc feito d'annas foi
obrigar os Russos a deslrnTr.rom as suas proprias
=
DIAS DA SUMAN A.
26 Segunda. S. Pedio Alexandrino b ni.
utos 48 segundos da tarde 127 Teraja. S. Marg da de Sab. a v.; S. Josipbat.
0 Lnaaaajias 5 horas, 11 minutos 2S Quarta. S. Jacob da marcaf. ; S. Swtkisnes.
e 40 segundos da tarde. 2 (uiula S. Saluraiito m.; S. Cizino diac m.
Vi ^udrtoeTeacenieas9horas,.20 mi-|30 Sexta. S. Andrap. ; S. Euprewo m.
1 Sabbado. S. Nahum profeta ;' S Etoi b.
2 Domingo, i. do Advento ; S. Balbina v. m. ;
Ss. Poncianoe Adria* mm. ; !> Cromacio.
nulos 19 segundos da manba.
23 La cbdia aso horas, 31 minutse |
4 seguajaSw da larde.
nou ao duque de Brabante too pouco doloroso,
quanto era possjvel um acto que aparta os laoos en-
tre a franca e a Blgica...
O general Smpson acaba de ser substituido, no'
coinmando em chefe do evercitoioglez, pelo go-
A proposito di
tanciat, algumas scenas de
gar em Londres, doming pas
gos precedentes. As predicas
toes populares. Tudo isio ain
ve, mas .-o abandonarcm os
ciaaislas. a volita Iitglalerra
incommodos' qnooala causa s monirahins eu-
ropeas a invasao da daaHrinas anli-sociaes
A nosa.e\poseo oaversal que deu unt resul-
tado mediocre ser encerrada a 15 desle me/.
A nossa Bolsa tcm sido mu iraca ha'duas se-
manas. Creio que o que Ihe importa espcciil-
conhecer as ultimas lian acjoe?, c d'ora
dar-lhd-hei o boletim da Bolsa do
: hac
f
mente
em vi
dia 6
Ei3b : os 4 l|2 por cento, 9025 ; os 3 por
cenio elevaram-ss a 6455 desceram a 6440;.
os consolidados inglc/es 88' |8, 7(8 smenle.
Mu
LONDRES.
X de novembro.
importantes acoiilecinieols leeiu,recorrido
maos as foriificaces de Otc'.akoff, praca forte que goos refugiados lem erando
do oulrq tajo da einboctduia do Dniper ser-
via tainbem de poslo avancado a Nicolaseff : esta
cidade be todava senipre defendida pelo jiouco
fumlo dasagu3s.queaeercam, e naoperniiuem que
as esqtiadras se approximem della. Para melhor
defende-la ainda, o imperador Alexandro acaba de
encarregarao scu melhor oflicial deengenheiros o
general rotlehen.de augmentaras sfcsforiilieaces..
Por oulro lado parece-me mu pouco Jovavef que
nada saja tentar, ao menos presentemente, cont'rc
Nicalaien;.
Ratas vezes Ihe fallo qo exercito turco da Asia,
eaas operaces quo lera lugar naquellc lado, por-
que lem apenas urna importancia tnui secundaria,
e porque tudo la tuatcha mui lentamente. Entre-
tanto ex-aqui um tacto quo lem alguma impor-
tancia, e que prova que os Turos d'Asta nao dor-
mem intoiraniente Mo ignora que o general rus-
so Mourawieff transpozera a fronteirjife que de-
pois dealguns reconrios felizes avar^jimi Kars,
onde se acha urna porcio do exercito torco. Pro-
curara interceptaras communicacoes daquella pra-
ca de maneirasqua^a impedisse de se abastecer e
esto systema Ihe fora mu lwn> succeddo. Mas a
9 deseiembro passado quir.tentar um grande gol-
pe, e dar o assalto cidade. Os Turcos se defen-
der m como ledos o depois de 6 horas de Tula
a cai a arca, em que as obras de,defeza foram su-
cessivamente tomadas e retomadas, o exerci o rus-
so fot completamente desbaratado, e perd%u en-
tre manos e feridos perto de 7 rail homens. Se
os Turcos livessem cavallaria.no Icaria um sho-
mem dos sitiantes, escracadamenie alguns dias
antes, em consequencia de falta de forragens man-
daran, sahir i ,200 cavallos para fora da cidade, s
perdern mais de melado n'um reconlro com os
Bussos. Este feito mui brilbante de 99 do selem-
bro deu a maior honra aos generaes turcos, mas
principalmente ao general inglez Wilmas que se
acha na cidade e que dirigi as operarjes da de-
feza. Ao principio esperou-se que este grave re-
vez decidisse o general Mourawieff a abandonar o
ass,edio,mas os Russos possuem no mis alto grao o
mrito da obsiinacao, e he esta a*sua principal
qualidade militar. O general Mourawieff nao se
moveu: as ultimas noticias annunciera que o exer-
cito lurco. ainda privado das comrauniij>s, soffre
horrvelmente da cuntiuuarao do asslio, e que
nao podera continuar a sua defeza seno for soc-
corridoeprvido, l'ergunta-se de tolos os lados
0 que he feito de Omer-radi que ajepois de leH
perdido imiiio ItuiaBO se acli* boje aN
pouca distancia *trj Kars. Contav-
para livrar esta cidade, mas al o presente parece
que elle se nao tem movido Tudo quanto chega
do lado d'Asia, em materia de noticias, lie mu
obscuro e mui pouco-certo. Assim asseverm,
pela centesima vez, que os Circassiajios de Sha-
mvl esto em campo, que ameacam os restos de
Mourawieff, e que ja alcancaram algumas vanta-
getts sobre os Russos : nao creio nestas particula-
ridades em quanto nao forem offlcialmenta confir-
madas.
Quanto a guerra da Crimea, parece cada vez
mais certo qne a campanha est adiada para o
anno pro.xitno, o matechal Pellssier tornou a en-
trar paraMfeus aquarielamentos em frente de Se-
)l, ofxei
ti dassubs-
tiveram lu-
a nos domiii-
n issos denia-
nestaa agita-
o be rnui gra-
so-
gTaves
tie-te p.uz d-puis da minha ultima caria ; acontec
melos de poltica eUerhaeeniergencirssobrevinria
oa chrouira domestica da Inglaterra.
A ses-.io do parlamento, que devia comecar no
primero das desle mez fui adiada para II de de-
zeuibro. O ininislerto espa^ou a reunilu dos rejire
s-nianles da nacao, para poder eiopregar toda sua
aclivtda le na directo da guerra e uas eslraordina-
rias evidencias da .tclualida.le. A altiluds assuini-
da pelo parlaai'itlo na uiiima sesailo, a perseveran-
fa com qe elle esgolou.lodos os recurso la laclica
parlamentar alim de envolver o gabiueie em uma
continua serie de dilliruldades que o olagasseni a
retirar-.e da administradlo, j i jU9lin.-av.nn al cor-
lo pinito a retlo.;.Vi que lomara lord l'.iliuersl.ui
de addiar os trabalbo legislativo ; porm o molivo
que maiaperempl .nainente n ioduzo a esparar a
reunid do parlamenlu foi oalesejo de r.onlnialr ef-
feilo- de uma liga parlamentar que te bavta orga-
ni.ado com o li'nr especial de fazer predominar urna
poltica contraria a do famoso estadista,que ora pre:
side aos destino da Inglaterra.
M. Disraeli. M. (jladsloae, Sir Jame* (raliam e
M. Brighl, pondo raoioenlaueainenle do parta sua
antigsdisaidenctas, forniaraut com elleito unta coa-
lis'io, cojo prugramina potinco consiste em por ter-
mo a guerra com a. Hussia. O- adhereiiles destes
qualrn diaUuctos parlainaiitares ja runsliluem uma
unporlaoerf numrica na volaroes du parlamenlu a
quai ri,i mufta prejuaictal ao gabinete l'almer-ton;
e, se a esae nuTicu e aggregasseiq o membro. in-
deciso que i-iiiisideram i guerra actual como urna
desastrosa calamida te para aa linatifase pata o cwn-
uiercio oa Inglaterra, era entdo luconle-slavel o Iri
umplio da liga e iufallivel a retira la do minislerio
actual, i) adiamanto dos Irabalhos legislativos leve
por lim evitar esta contingencia.
O qaalro chefe da |iga,ho|e contratada* no tres-
illo programla, nao adbertram siuiiilunkainanl- a
e-:a pulidca panuca. M. Brigllt, des le que romo.-a-
raiq as liusiilidades, foi de opinlo qoenao so devia
^^^fc-aa gancta : Mr.. GUdsUma n-aevr Jame
adoplaran oan -epiaian de|wis no no-
oii.iinresul(ado que respeila a M. Disraeli, ebefe.lo pai-|, tory na
o o desprezo a tuda a'auloridade conslituida, e ex-
alta o a.sa-.malo polilico e o regicidio ;
IJne os habitantes de Jersey considerara a publi-
carlo de um lal jornal eomo um vvrgpnboao insulto
as tais da bospilalidode. e pedem instantemente que
>e tornera iinmediataineote providencias para sup-
I primi-lo.
A auluridade presin nu>idos ao pedido dos ba-
| luanlos da pequea ilba britnica, e expellio o re-
dador, o proprtetario e o distribuidor do jornal so-
i calsla.
Este aclo de energa do governador de Jersev
: e\acerbon a* iras dos socialt.laa que residan! ness",
i localidad Apenas leve lugar a etpnlso ofHeial
dos redactores do jornal ruiaiuaujatajl 27 'tan as
staiiararh e apresonlaram ao governadnr umatS|.e
ci de protesto eonlr.i a pruvidancia por elle loma-
da, e reptodiiziram nesse escripto as mais vinljMa*
invectivas contra o imperador Napuean. A' frente
da dssignsluras ugurava un aaine mudo rat-lav
na lilleralura l.-.uieea o do paaU Victor Hugo,
que all reaide prtaasplo desde os moviro
que leve lo foiieijavpart' durante o regiaaan re-
publicano deIK6.
O governador lavrou uma ordeni de axpul-ao
ronlra lodosos siguat.irinajjaaafproiealo. O refu-
giados tiveram de sabir Elerto-y a 2 de novem-
bro, e foram mendigar .sirJaVa ilhi de (gen
onde lienatur.il que laiiibein nio p.issain litar re
sidencia.
He sempre para lastimar o eniorego de medidas
de rigor c.lrno a i|ue acabo do taencinuar ; porem.
apezar de luda a indulgencia devida ao pruecri)
quainlo elt.- desabara as am-raora* do eJtlto expri
mm loa. Mas coiiccOes polilira ha limites que
deleso llie lie ullrapasaar impunemente e que a rt
o i o o boiu ~en-o cecotutueodam que se reapetleai.
As deuiunstrares |iupolares havidaa lia 4 mezes
om ll\ lo l'ark por ncraaian do Jiilt qne (iroliibia a
son la ile lquidos espiriluoaos asH |Bao*,e lalvez
ainda mais a louganimidaile cota -ralades
ju-liciartas se ootiveram para co i aexce
sos, entao commelli los. pr.cr-
ente em favor da agilaettivio anal a rlaiaaa prole'
lorias nunca deuainde prevalerer-e.
Nos domingos 21, 28 de oululiio, e idenovera-
liro, as classe opera'tas, a" pretexto da ca esla du!
=
tie.loria no
JE
S,_ i saDedaaTa governameolal
| genero* de alimeuUfcs
inao leiupH. caie-lta do
e a 'visita cruel da peste.
ivoaa imita reserva, porqoe o so-
lista, quer mostrar desrjos de ecer-
a tesma signifirar^o. Uma entrada e uma
bida A entrada do cholera inorbus ex Lisboa | -,
easahida do minista da fazenda para lon-l *ja i>a(o*
dres- berano.'
O cholera se exceptuarmos o Algave, lem sido *' K
mui benigno e.n Portagal. AQnal chegou a Lis- ^ITl'l^"'"!-^^ U U J.">**'*">
. o j Pul0,0* em dar con.lecuiac.oe, com lauto Que ajara
boa naenns do paseado, e lem apenas atacado : createra da *ua cev'adeira. un airvam para^usi,
algumas pessoas pobres. Ha quem taime em que ebegando o abuso a ponte de deiguclar, nao podera
ella anda na otirte ba mais lempo, mas nin- cunl,f"r guem deu por isao. Comeou porgas ^hsslTA^^T^.^.^'JSft U"
que morreram no hoafkal de S. Jos,
^ viole e ta
rilo fajlbres.
ilo
feito, a caresta dos
n.s delles, lem de
vintenio desla mo-
ma oulra-classe lem lia-
pao, reprodiiziram n sceba de deordcm que lia t; laen cboi ana alroosphera. H
IIIC/1'ii Inillllii liilil linur" nnt> iiinlin ,1-. I,.11 -_. I.
mezes iiiihaiu lido lugar por molivo dubtll dos li-
quidas espirituoso. Os obreiros, convidados por
rarlaze que nos dias aiilecral'Ulr oobrii.nl as es-
quinas das ra eslreita e torloosas em que habita
a c{ase proletaria, rruniram-se em numero de 13 e
20 mil pessoas em Hyde-Park, a prelexlo de con
corlronlos mtfei de fazer baixar o preco elevado
do trigo.
Orgauioo-se entretanto uma associacAo quo com
essas vistas devia.redigjr um manifest, o qual, de-
pois de approvado pclojpiiva. .levia srvif ue ihjiiIo
de partida au passo JU depois se leriam de dar.
A caresta daqoelle ennn essencial da public-
aliinenlaoao nao pas-ava de um pretexto ; ou ante
es para aquelle ftm, njo lardaram a converter-se em
lc buje
mas son
fri i
aliruem
nBRonco!
lesija. Em mais
vidu noviilade.
EniretaniQ hao-se tomado lodas as preraucoes,
e caufrias hyflfecas ; estabeleceiido-se quatro
hospilaes para "al chnlericoa pobres. Um no
campo de San 3 Clara ; segundo nos Marianos,
lerceira nos Caetanos, o quarto na Boa Hora.
Esli preparados e protnptos, mas at agpr
esto virgens. Oxal que issim fiqu
pre
Oque lem apiareaido b| Kto remed
I ntuitos vidriiiliQA e Kaada-. cora
de preservativos, ludo q ^bras para ga-
ir ilinheiro cu -la dos creatalos e medrosos.
ssoubriram que era bom irazor na bocea -do
ao trma chapa de cobre assim a mido de
jaitacao de cobre, porque dizem que nenliun
sireiro foi ainda atacado do cholera. ulros
como por exeroplo o Dr Lima Lettao, aconie-
Ihanqna ae facam foguearas peta cidade no caso
da molestia te declarar, porque o foge nata o ger-
noe examina, e ob.erva tnde cuidadosamente i
depois | qu-reu lo uiforiuaies exacta, antes de por a sua a-
gtiatura no,Jojaaa^aaajafcg^eamnj^ao publica,
apva vistladll flaWels, IvanPaMa *Me e-labeleci-
mrnlos ; nidagaada lodo o expedienta respectivo.
4Jo hospital le S. Joe,
demunlracO-s aparMiicas, que seriam origem de
>mr nao fo-se
de prumplo repn-
conaa doris. Para evitar isso ella dirigi em 1.
labro ultimo um nula circular a ledas a mHi.l.a^., V ---------
ato Sunda, con- dWt. f8Vor d. ^ 8 8videz hoje publicamente
Victor Hugo fora domea-
do me.tdit|da assemblca const.tuinte pelos modera-
dos, eoaajntaxa naquel'a poca o mais profundo
horror afvolUcionarios Mas nao era o prmei-
ro neste grande partido da orden, que centava em
seu seto lodos os nossos grandes h .mena de estado
A ambicio o fez passar para as uleiras dos verme-
Ihps que exaltaran, pelas suas douirinas, a violencia
de seu carcter, e ei-lo boje no exilio, expumaodo
de ratva e prostiiuindo a sua penca em broxuras
odiosas a torpes I 0 seu proprio talento se cor-
rorapetjAla escola do crime, e o sentimento que
inspira ene grande espirito despenhado nos abismos
be o de profunda piedade. sentimento tanto mais
legitimo quanto se sabe que nao ha uma idea po
litica m sta pobre cabeca.
Fallo lite um pouco circumslanciadamenle ueste
negocio dos refugiados, porque todas as pessoas
sensatas delle muito se oceupa, e porque as suas
provocacoes incessanles ao assassinato do impera-
dor sao capazes de excitar as mais serias inqtiieta-
coes ft:,o he nenie ;. seguranca da Franca qtt
repouza sobre a cabeca do impera lor, he ainda a se-
guranca e o futuro da Kuropa que elle preservou
de um clataclysma revolucionario, he o inieressc
da civilisaco do mundo, empenhado na lula gigan-
tesca contra a Russ.o que estara e n perigo ni
mnenle, se Napo'alolll. viesse faltar a esta gran-
de causa. A meo de Dos protegeu o imperador e
lodus os homens de bem esperam que esta protecao
nao he fallar no futuro, porque a sua obra est
longe de sereoncluda He ja um sig al verdadei-
- lodas a
naca laleretaad.s oa uavegecao do Sunda, con- .
|ndaiido-a para uma conferencia, que d-ve ser apnunciad3 da imperatriz, que proraelle a
betu oo decurso dette mez, e na qual devera | um herdeiio directo de Mapolaio III.
Franca
basiopol,'^fcercito adiado se prepara para ah pas-
sar o invern o mais cunimodainente possivel.
Tudo indica que a Russa est decedida a con-
tinuar o guerra a todo o transe, e que os revate
que toera soBido nada menos fazcm.que excitar-
me o orgulho. Um ukaze mui recente do czar
manifestou claramente estas disposic es. Ente
ukaze prescreve uma nova le de 10 homens p.ir
1000 em todos os governos, a excepeo daquelles
que lem soffrido mais .particularmente os.encargos
da guerra, e que sao em numero de 5 ou 6. Es-
ta leva, se for eXHCutada liiteralmente, dar um
efleojo hovo de 500 mil homens sob as armas, o
1u^Ba aruplamentc sullicienie para repararas
peroWque os exercitos russos lem experimentado.
Mas sabe-se que os Odalgos moscovitai leem mil
meios para Iludir asordens do czar, e qae a ad-
minislraco se faz voluntariamente sita cmplice.
Todos estes camponezes que se alistara, consliluem
a propriedailo de fidalgos que perdem uma' porcM
las sua* rondas, perdn lo o sen Irabalho e os es-
orcos dos annos. conseguem muitas vezes subtrshir.
os servos ao recrutamento Assim" calcula-se- en
I5( mil homens a leva que resultar do ukaze.e
esta fo ca se corapor de homens eslranhos ao ma-|
nejo das armas, e por consequencia pouco lemi-
veis para as tropas aguerridas dos adiados.
N'uma palavra, cre'u> que a Europa occidental
nao fica inactiva, e que procura suscitar ao czar
novos adversarios. Parece-me i.npossivel inter-
pretar de on.tra sorte a embaixadane acaba de
ser confiada ao general Canrobert. Particularmen-
te estimado do imperador Napoleo, e iniciado nos
seu4fcnos, o celebre general raba de ser enviado
Siieall, sob pretexto de levar a eJ-re Osear as
insignias de grao-cruz da legio de honra. He
evidente que.se nao ncommodaria, para um sim-
ples acto de ceremonia um hornera lio importante
como (joroben, e o nosso enviado natraerdnario
junto a cortede Slukolmo seria sufficiente para este
negocio seno se tralasse de outra cousa.
Dizem queCanrobert devia pedir a el-rei Osear
a aulonsacao para que as frotas passassem o in-
vento nos portos suecos, mas as inteucoes dos al-
liados nao be deixar as suas frotas no Blticos pois
que a ordem de voltar para a Franca e para a In-
glaterra foi expedida aos.almiranies. Na minha
opinio a viagem do general Canrobert teria um
alvo mui importante. Note que apenas^moOro
urna supposQo, pos que semolhanles ni
somente sao conhecidas, quando sao be
didas, mas creio que o nosso enviado extraordi-
nario vai pedir a el-rei da Suecia a cooperaeao
activa do sen exercito na liga contra a Russa.
e que deve promeller-lhe ao mesmo lempo uma
grande indemnisacao territorial e o cdpcurso acti-
vo do nosso proprio exercito. Posso engaar-
me, porque a materia he delicada, mas dou-l
minha opinio firme. Como quer qu
neral Canroben acaba de atravessat a
com directo a Slukolmo, e a nossa gazeta oflicial
assignala o acolhimento enlhtisiasta que elle rece-
beu ra Hanovre, Hamburgo, e Lubek.
O duque de Brabante, filho d'el-rei dos Bel-
gxs, e neto do finado rei Luiz Filippe, com a
duque/.a de Brabante, sua u posa, acaba de fazer
uma visita ao imperador e imperatriz dos Fran-
cozes. Fizeram-lbe aqui o acolhimento mais ob-
sequioso, porem nao ser extraordinario que o jo-
ven principe se tenlta decidido a enirar nestes pa-
lacios do Saint Cloud e das Tulheriaa onde j se
nao encontra um s membro da sua numerosa'e
hrilhante familia ? Longe de mira o pensamento
de eensura-lo, a poltica lem exigencias txnperio-
sm, o por oulro lado a cortara mais perfeita lor.
mas oiofiro
negaApes
M!rn^awi>
camara dos coinmuii, suita eonviccOes nesle punto
laiain da conquista de Sebastopol. No entender
deste partameular, sendo o in do alliadus o ini-
tiiilauenlo da preponderancia rusta no mar-Negro,
''onseanido esl esse ftm com a lomada de Sebasto
pol e com a dolruic^o da esquadra rua.
A ooaiioao parlamentar promovida pur estes quil-
tro estadista causn, a prturipio grande on-aran.
A guerra com a Itu-sia ja foi mais popular em In-
glaterra do que hoje o be, e o partido da paz adqui-
re cada da m.ior numeode proslitos.
Para esta metamrphose >ta u,pnnao lem lalvez
concurrido mui.o a primaaia qua o praiicezes leqt
li to sobre os luglezes em lo Jo. o progressu da lula ;
pdi natural he suppr qu- a Inglaterra deseje ver
lor in na.lo um conflicto que aos olbos do inuiidu tor-
na ioai saliente a sua tuferiuri l.ule mil lar, pmido-a
em (tarallelo com o iitexbartv^is recursos da son au-
lig- rival.. Assim pois, a liga parlamenlar que pio-
ctainava a couveiiiritcia de conlrahir-se pa/. mo po-
da deixar de graugear grande numero de adbe-
es.
Entretanto, pas.ada a primeira impwssao, oper.Mi-
se um arrel'eciiiteiiio na opinio publica. O che-
fe da liga repres ulavam no parlaraenlo principios
h-ierogeneos;cada qual perleucia a uma fraeco ds-
l.ncia da repiesenUr.io nacional ; era Inglaterra oa
humen polticos uso renegara seos principiad por
circuinstaiicias accidrnlaes; os partido lem base*
capit.ies e creucas fund.nneutaes que oxoluom toda a
(ransaeco. Coutetou-se pms a rronbecer quea l'u-
s3o gesaea quatro humen de opittioea lio ditsidente
era u amalgama que nao liuha elementos d dura-
C lo. ma qu-, dado m. sino ocaso qoe po.lee ella
itiauler-ae al a retirada de lord Pauaersiuiir apenas
conseguido e'e 1. triumpbo raginam a dissideo-
Cias que div.d-m o quatro cltef.J| impralicaveles,
I ruarla a realsacAo do programiratado|ilaili>.
Keslava um mato decoifsolida aliga aos olbos 00
piivo.' Es-e iiteo ef a i adb-.;l.i de lord Julio |{._
e|l a cualisilu parlamenlar. Lord Job Russell li
nha adnogado na conferencia de Yi-iinu miiji.
litica pacili-.a; poda ler ainda couseivado essas con-
vioi-fies, e o teu concurso sera mu eflicaz evaliosu,
ja pelo -ii nome, ja n*aa adherenles que inilariai
o sea p uceder. ~
O Mormny Potl annanciou que lor I John Rus-
sed se bavia aggregado,-t liga parlamenlar,porem es-
ta as.ercAa foi .te prumplo doaieptida pelo lilube
q ie decluou que o celebre estadista conlinuaria a
sustentar o minislerio de I >rd Palmerton.
Cuino quer <|ue s-ja. u adiain-nlo da reuniao do
parlamento fot mui bem acolhido pelo orgaos da
publicidade.
u Esta nottei.i, diz o Morutitg Ckronicle. ha de
ser mui bem receb'de pelo publico. O proceder
i da cmara dos commuus as duas ultimas aaaaJ
ii saes mtofoi lal, que inspire deaejo de v la eiaji
u linuar no exerou-io de suas funceoes. I.ord Pal-
9 inerslon, pota sua pa'le, devafelieilar-se da mee
.< adida que aconselliou corea. Nunca fui elle
u grande eii(ftui*ta dos parame alo, pois que, era
u quasi Iota a sua vida, sempre os Iralou com. oa-
tensivo desilin, subtrabiudo se com extremo lino
a auluridade dessas corporales palluca.
Estas palavras, dit parle de um jornal lo acredi-
tado como o Mantiiii/ Chronicle, sao um evidente
lesteiiHiutio do descrdito em qoe hilo cabido as ins-
liluices inglezas na proprta lugl>lerra.
Outro acnnteciraento da chrunica interna da In-
glaterra, com o qu- muito e oceupou a imprensa
oeriolca, foi a axpulsao do refugiados francezei
da liba d Jersey. Elgotfactos que precederam e
molitaram esta violenta medida :
Mr. Flix Pial,'.refugiado francez, que retlde
nesla capital desde que se evadi de Franca por mo-
livo do motimeiilo socialista de 1849, esrreveu uma
carta dirig la a* raittha Victoria, na qual exhalou
todo o fel da inilaq.lo do exilio para cobrtr de im-
properios o actual imperador do Francezes. A
linguag-m insultante deste tabello diltamatoriu nao
e liuiitoii no imperador Napoleo. O proscripto
liris- injuriosas alluso raiuha da jnglaterra
por occasian da sua recente visita a' capital da
Franca. No sen entender, S. M. Brilauica lem
gravea coqJlicln: _
lindas pela forrea publica.
A auluridade, >umpre sullicila pela aeguranra
publica, linlia hspo'lo todas as providencias para
refrear a des.rdenl. Es-.s grandes ugslomera^iics
da povo eoslnm'ara dar aso rixas e excesaos que po-
ilem comproniollr a publica tranquilhuade.
O goveruo linlia pois ordenado i polica qoe se
postasae em ro la do parque para inlervir, se neces-
aiio fosse, a bem da oideiu. Os atientes da forra
publica s oeste caso deviam apreseiilar-e, deixnii-
do ate entilo ampia farutdade ao pov.) para etlec
. '" liviemerije jt.ua majiif sUqo.
A leuuiAailol aooulubro foi*
ramenie pande.'. A ella conc>
viduns enlre obieiros e curi
. c a ilemuiislrar,fiu
nao le iniiiiiu era excelso algum.
No domingo seguinle, >.s c.msas tomaram nova
face. Ja nao e discutia sobre a crise alimentaria,
objecto primordial da reunlilu. O povo drstacou-se
em grupos, e no nieio de cada um desses gropo um
or.dor improvisado disrorria -obre a urgencia "d-
pdr-se cobro s desigualdades sociae da Inglalerra.
prega va o communismo, prufligava os privilegios da
aristocracia, as imntunidade do clero o o monopo-
lio da classe media. Segundo un, o goveruo con-
liniiava a guerrn para reduzir o povo ao desespero
e bumillia-lo como constante especlarnto da ope-
ri .ri.laile da nacao fianreza. Segundo oulro, lord
l'almcr-ioii era um os ministros da curua cmplice, de uma Irafcao que
rerlamava castigo. Ao annilecer a plebe ignorante.
encendida por estas predica, pre. ipitou-se p la
ras adjacenlea ao parque e apedrejou o palacio
de algn nobre da visinhanca. A polica inler-
veio, pretideu alguns cabeceas do alvorojo e re.la-
beleceu a nrtlem.
A lerceira rcuniSo leve lugar domingo pastado.
A 3 hora da Irdeja seacliavant 12 a 13 mil pe
sna. em Hyde-Park. y povo dr-lnha ose em gru
pos, nu meio do quaes se perurava Sobre a tndi-
pensavel iiereuidade de reotraas commanisla le-
las quaes se igualassem ss con licoes de lodo o
membro da corarautihAo, elc.,ereproduziram-se as
me>iiias scenas dos domingos anteriores.
A' 7 lloras da ttoile o ajiintameiilo assumio altt
lude aineacailnra. muilas pessoas estavam osleusi-
vametile arma las de burdOes, ooinmelleraiii se al-
gumas vias de farlo, a polica leve ain la de inlervii
e conseguir alinal dispeisar os desordoiro.
Esla's demonstrares populares na i aprceiitam
por ora carcter de gravid.do : a fori;.i publica he
mais que suflicienle para por cobro a qualquer len-
lallva de anarclna, porem esta tendencia do povo.
que se vi tornando habitual, pode occasionar fe-
las consequetaBM; a aliitutle lomada pela plebe
nes-as reiiniOea.aa om incouteslavel -vinjiloina d.-
que o nstiueUatturbutentos da classe baixa vao ad-
quiriniio imlevvda expansAo.
A imprensa peridica reconhece o perigo e recla-
ma providencia para se acabar cjin as cenas tu-
por exemplo, vi al a es-
a opinio sobre o qae convi-
ealiraado e popula
lado de lodo, a q
dos s\ inpainWa.
ao da Vasferrea
riajadu-e na ou
daaaliniile, bem
para s
aatPat
mullausas de llyd*-Paik. e o goveruo est disposlo
su oiran .ir-
is dou-lbjaav
i Anemanl
sacrificado ludo ao seu alliado... al u pudor.
o Vos, diz ainda o demagogo na mrnrinnada car-
ta, vos. mnlher honesta, lano quanto uma raiuha
pode s-lc, devieis ver em Por om sitio muito elo-
quenle... o lugar em que Maria Anloiuelte expiou
no radaf .Iso a. macuTB da sua vida.
Ela carta, redigi.la de principio a fim err. termos
anlogo aos que arabo de trauscrever, appareceu
publicada na columnas de um pequeo jornal que
se publica em francez na ilha de Jersev, intitulado
L'llomme. To acinloso' ultraje nao poda passar
de-aprrcebido ; us habitantes reuntram-se eut um
meeling e convieaaaa no. seguinle tpicos :
Que, >e be JuslBaJne o paiz oulorgue seguro asi-
lo ao refugiados nofltic.is, e religiosos, qualeaer que
s-ja sua patria, e quaesquer que sejam suas croo-
cas e roiiviccOe/s^anarn ellas ebmeller-se s leis
do paiz sob pepaB arrerera ne pacha de lgralos
violadores da hoifHHidade ;
Que o jornal CHimme lem por objecto a
pressao do chrlsiiuflitmo, a propaganda daa doul
as socialistas e a>*letru5u de todo os lliroo
inclusive o da propria raiuha da Inglalerra ; (
Que oj hamiiintes de Jersey proiestamdo modo
mais solemne, contra as doolnnas apreajoaaaf pelo
dito jornal eociahita, o qual prega a aRdaiidade
sna.
julr.
unos,!
para acudirn leclamo do jonialismo.
Pelo que espeita poltica externa, o ministerio
Palmer-don leve ltimamente de lutar coin uma
grande difiicul lade, que autearou allerar as reta
ee poltica da loglaterrajom os Estados Unidos
e que ainda oQo esta iiiieiramente desvanecida.
(I goveruo inglez foi aulocjaadopelo parlamento
a alistar una legia eslraiigenVnpara ser mandada
para a Crimea. Para esle fim eitviarant-se agente
para vario pontos da Europa i para a cidade
principaes da Untad. O eneajamenlo militar de ci-
dadilosamedcaiio. para o eslraugeiro be prohibido
pela leis especiaos de alguns estados. Os agentes
inglezes foram procesados, e alguns delle rhegaram
a ser condemnados. 0 governu inglez rnandou or-
dem aos seus agente que u ment na cidade americana, mas ao mesmo lem
po reforcou a sua esquadra da Ctihu las.
Esla deinoinlracosemi-hostil, que alias s linh.
por fim vigiar e impedir u armamento de corsarios
rusao que e preparava em alguns porto da Uitiilo
irrtloo a osceplihlidade americana. A correspon-
dencia diplomtica emito ha\ida entre a Inglateira
e o Estados-luidos foi vilenla eacrimoniosa. Che-
gau-se mimo a dizer que o gabinete de Washing-
ton ni-i-iia pela retirada do ministro inglez acredi-
tado junio do governo norte-americano, boato fal-
que al aaora nao se tem realisado,
Neste romenoa appaieceu nos jornaes americanos
uma caria dn primeiro magistrado-da Uniflo a pro-
motor publico de Philadelplna, a qual ainda mais
aggravou a ailuacao. Nessa carta o alto funecio-
nario d> magistratura americana diz que a In-
glaterra ouendeu profundamente o foros uacionaes
da UniSo, e que em lal caso ao presidente da rep-
blica cabe a e rieorosa obrigacilo de adoptar o ex-
pedienta necessario para desangras.ir a oiTensa do
pun iioior nacional. %
Acouae achara nesle melindroso estado. O
vernn inglez lem dado prova do mais louvavel
lescjo de resolver difliculda le por modo amig.
vel, e o da Untan lem lodo o inleresse em prevale
cer-se desses bou desojo. A imprensa britanui a,
la sua parte, eiprime-se em phraes muito obse-
iiiosa e de extrema louganimidade para com os
alados-Unidos.
Este incidente veio mostrar que, se a Inglaterra
cosluma empregar a linguagem arroganle da prepo-
tencia com o fraco, tambem sabe humanisar-se,
quaai humtlbar-se anle o poderoso.
Depoi da lomada de Sebastopol, os alliado lem
oblido uma continua serio de Iriumphos, laman o
Pbanagiria no mar de Azof, Kimburn e Ortscha-
k.dl no Bar Negro, o inimifo colindo e rodeado por
todos o lados, etc., ele., sao oulros tanto padroea
de gloria para a armas alliada, e um irrefragavel
leslemunhu do poder immenso de que dispOem a
Franca e a Inglaterra, unida ua mesma causa e
pleiteando os mesmo interesses.
de
LISBOA.
13 de novembro.
Duas navidades Ihe levar esta minha nica
latir ou carta, que em linguagem i la moda tara
de tor bonito unta noile de-S. JoodaHi
9 qae esta molestia fez argumas vic-
timaa no Algave, no Porto, e em outraa cidades
.-nietas do none.eonio coslu mam fazer asse-
ii bexigaa, a toi-se muito depn
ser necessatio estas a p para tosas affugen
[irra| nte sao jogos commerciaes.
iplhislns he que tero explorS
esla mina eomo ninguem. Ja fizeram uma
niao magna, a que concorreu milita gente, para
Irawrem do modo de salvar a hutnanidade com
uma pitada de camphora, e dous borrigos de agua
sedativa. Fizerara-se grandes discursos, e alinal
nomcui se a siyuint commisso para resolver'
oque se devia adoptar era tal atnjunccao. < >s vo
gaes Horneados taramosseguintescavalleiros: Conde
dos Arcos,condeda Redhiba, ftlho.baraode Villa No-
va frosca, Francisco Mmoes Margiachi.Par do rei-
no, Caetano Xavier Braiulao, desembargador da
relacao, Dr Costa Negro, Fernando laite e Mar-
ques Caldeira, negocianieij.iH Parece qoe o inten-
to he estabelecer juntas parochiaes para soccorrer
os doenies pobres com alimentos e remedios, afim
da-uao iron para os Uospina e ve*ificr-*o a
nrmiirrem se salva mais, sea errolericos tratados
pela medicina ou pelos raspalhsmo.
Faca Dos que a experiencia seno possa rea-
lisar.
No (taquele do dia 9 do corrente parti rara
Londres o Sr Fonles. ministro da fazenda. O
Diario poblieou ura decreto declarando, que
lendo-se julgado a bem do sen ico que o secre-
tariu de estado dos negocios da fazenda, fosse fora
do reino, 2>. Magestadelbaconceda quarenta dias
de licenca, ficando inamnamerite encarregado ds
pasta da fazenda, o ministro Ja justica Frederico
e das obras publicas, o do reino Rodrigo da
Fonsnca.
Tem-se feito muilas c explicas conjeciuras
sobre esta inopinada sabida do ministro paia In-
glaterra. Princtpalmer.te por sa guardar atea
ultima hora um inviolavel segredo, at os mesmos
adherenles do ministerio o ignoraratn Na agen-
cia dos paquetes foram pedidos dous lugares para
commissarios do governo, sera se' declararem os
nomes
Sabemos porm, que lendo unido aqui a
Lisboa o Sr. Benjamim de Oliveita, un dos in-
fluentes no Si k-Exchanqt, em fundos portu-
gueses, na qualidade lie empresario dos -camitihos
de ferro de Cin'ra, este instruir o ministro da
fazei'da a respeito do melhor meio de resolver a
queslao ha tempo entabolada para que os nossos
fundos em Londres sejam colados. Como o ne-
gocio tratado at agora por commissarios tem sido
infructuoso!) ministro entendeu que era methor
ir pessualmijntc. E ainda.mais porque sa trata
Je fazer um aecordo com os empreileiros do ca mi-
nti de Santarem, cujo principal agente est ago-
ra em Londres, e por isso Fonles deseja ver se
o amansa ja quo tanto o escabriou elle preprio
com as snas portaras, pelas quaes todava nunca
Ihe doam as mos. Mais ainda. Ha ura pro-
jacto para se fazer va ti Lijosamente um empreslimo
era Londres para auxiliar as empiezas portugue-
sas que eslao era curso.
Eis aqui pois o motivo da partida e viagem do
ministro.
He elle o homem mais activo a desempoeirado
que se tem sentado no banco dos ministros, e se
for feliz nesla tentativa, que licao nao dar os pol-
ies que julgam, que governar he assignar e
rolar.
Foram na pista do ministro o marques de La-
pressange, do ominho de ferro de Cintra, e Mr.
Law, da empresa de navegacao acoriana e o en-
genheiro hy.lraulico Renie.
O caminhode ferro de Cintra, inaugiirou ef-
feclivatnente noalia '8 do passado, assisiindo S
M el-rei D. remando, e nao o Sr. rei D.
Pedro, por se acbar contuso < ^ joelho Um
padrao escripto cm latim foi dfean no loca!
onde It.i de fazer-ss a gave do eaniHaa% onde se
menciona a era, reinado, e ministerio em que
se comecou a obra. Depois houva un ptimo
lanche, a qne assisiiram urnas Huzentas pessoas.
El-rei foi depois para casa do nobre duque da
Terceira.
O ministro do Brasil, oSr. Maciel Monteiro
deu um banquete em hornada exultaco deS. M.
ao throno de seus avs.
Onunciode S. Santilade nesta corte Mgr. Di
Pielro, ser nemeado cardeal no prximo adven-
to e por isso ser rendido por Mgr. Barrili queja
aqui foi auditor da nunciatura
Falleceram quasi ao mesmo tempo, de velhice,
oconde de Alpedrinba ( Sr de l'ancas ) irmao
raaisvelho do duque de Saldanha, e a condessa sua
eapoaa
0 novo jornal Patria cujo segundo numero
devia ir por esle paquetfj, como elle parle vinte e
quatro hoias a ules do dia docostiime, nao conse-
guio ler impressos os nmeros sulTicientea para lo-
dosos assignantes do Brasil epor isso resolveu o
Sr. Bordallo nao o publicar senao- em dia, lalvez
do partida do D. Pedro II, eindiante, qne lie para
o li in do corren re mez.
I
cripturac.lo, dau.lu a |
oan remover e meJIi
A lora os sea* pisseioat^^Killo esta sempre re-
eoluido iioeeu palacio das >"ocess lade, entregue ao
astudo, tem ido muito pouca ve"zes ao lliealro ; he
de aspelo grave, e uNtlo aflavel uas sua manearas,
-le rei ; IwlueWe qoe lem tilo occasiao de o trata1,
veem peabaartao da soa raM cortezania.
O. Fernando, seu aiuuato pii. cada vez lie mais
e a p.corlejado o aca-
nita com o seus rao-
foi aseislir a iuaugura-
tooa a Cintra em Be lem, di-
para oa convidados agra-
------dos joroailsia que e-lavam
aaeseutes. e retiruu-seitaixanojo tadea enca.tladus.
J que fallamos em eslrajla e easawbe de f-rro,
no -sqeca dizer, qoe o empreileiros a*mpiiUia
da va frrea de leste tem audadu em lilbjto. o que
da lugar a vacas apprrbeiisoe era deubaaada em-
preza ; todava os .vernn faz o que pude an*a sua
parte parador impulso, nao soa e-la corana ootra
eapeciilaros, que com o lempo e furluaa Cario gran-
des racuifjaaa n.c.to.
' Trala-aejMp org.nisar uma vasta rompanhia de ua-
vegagaaat*a o arclnp-laeo do Afore, cara
pote ; e bem asim a- po,e-0eda Afc-fca Occidr
lirmas aerediladas na piar;a de Londres, est.io .liapirs-
tas a raeiler maos a obra.
He de eerto um projerlo.qa |sefor a vanta,erde
muito proveilo para as cotonas al agora lio mal
administrada', e uma mina fecunda de praaperi-
dade. t
O ministra da fazenda e obra publica, Fonles,
parti a 9 pata "Inatalerra ; talha uflicial publlcou
ou dia 10 a p .nana em que o soberano Ihe contera -
licenca pira a viagem por 40 dia, be provavel que
dina lal resolucu leulia a empreza que aponlaran. O
tro da lazend lie o mais joven do minislerio. e
is activo de todos os seus collejas ; na raparti-
ya seu cargo rnecbe-se coin energa : o queja
nao be poaco ne-la Ierra, guvni.ula lia um bom par
de amiiM rom deleiio e enmpadno. Estamos bem
unge de lourtr ptuima da sua ni didas ; ma pre-
ferimos a aegao a inercia revoltanie, o trabalha que
de.envolve, preguica ertminusa, a boa volitada de
superar os ob-laculos, a sugf.atoes malelicss da cor-
iiipcau. iiArr Baa gusta ao vaivn do muvimonto :
mas pelos raanaWpa aa ve colbera de aaaa tarta o
b .a iuleiicila. |
Concluainaa, or. Fonles j l vai, os jornaes da
uppustrao perdem-se em coujectiira, cada um diz o
qu- Ihe d na venela ; purera o ininislro calila, |>ol-
kaule e walaole, enlendoii de aecordo*com os aras
coinpanheiro de tzabinete, i.io dar esrlare imenlos
ao publico sobre a in .pa.da sabida para l.on tre.
Apena a AecofaMajBAtambro auloridade nes-
ta queslao, ra?spon singelamenle ; que alo vA cou-a neiiliuiiui exlraor-
diiujridnpsla aiaejpFifjaSnliae. 'juntando alai, .
jue eslraiiba esse eaJ)aat0"cTa opptMi^o ; se o minta-
Iro embarcan fui a bem do servicu ; qae successo
naia natural rio ha de ser por isso que governo
deiiara de foneciouar ; e lAo poaco o Sr. Fonles de
m.niter a soperiutendeucia na reparlicoe das dnaa
pa.tas que lera gerido; e acaba Iranscreveudu a por-
laria em que el rei conere ao seo ministro, permis-
-ao para e ausentar da reino por 10 dias, por nsail
convir ao ervica. Citamos a /laro/oflo, porque es-
ta follia be o orgo inai aulorisado da stiua(lo, o
o que diz taz f na casa ministerial ; Oro a livre
que ella a desampare. O expedienta da duas pasta
foi rominellido, um ao ministro do reino, u outro ao
da ja-tica.
O que mais lem inquietado, afiliclo a lodos lie
caresta dos genero de primeara iiecessidudc. As
precaurfie e medulas que nos ilemats estados da
Europa "O estAo lomando para ali-nuar us me-mas
irivacea, pois que lambem sao amearados da mes-
illas calaiiinlado-, diminue a efliracia que por ven-
tura teria a boa lombraooa do uovemo em arolou-
gar a liberdadc para impurlacilo du cereal eslrangei-
fo ; com ludo s noticias rcenles n.o silo desfavo-
auvets, mesmo no interior, acolbeila foi abundanle,
t4 o preco em algumas parles letn-li lo biixa come-
Ral a ; ate em Hespaitba, onde a fonte maiiifeso-sv
com ili-lurluos dos juriileir.is, e aerin roldado pa-
ra a adniiiislr.r.lo, c incordatii a inforinaQe, que
tamil un houve uma exccll-nte ruiheila ; dando can-
sa a caresta, o pes.ino lempo, por lomar intraiui-
tavets o oaiiHotio-. Eslainos cora o cbolera a cmi-
tas, rnin quanto a noticias mo sejam de lodo a-sus-
laduras, la vai laviatido pelas provincia e proximi- .
d oles da capital, e nesta m-suia ja lera apparerido
caso-, i]ue feuiiieuie niu se lem propagado. Ma-
drid nao leve osla fortuna ; a curte de Uespauha
contina a er a.solada. A pioposilo ; dos negocio
do reinovisiuho nada diremos', pois nao fatantus
oais do que repetir, o que por lamas vrze* ja lema
aprsenla.lo. He uira balburdia, que iiiuguera a
eiiteude, aciescendo agura o terror da fonte e pesie.
.NAo ha uroiiieeiinento nenhum n .t.iv-I, cale r-la^lo
cirruuislaiiciada. A cmara que au priucipio dava
signar de m'I.i, esmoieoeu ; rui quanto a expedir o
fallada e praguejada para a guerra actual, apena
foi aventada ; e das palavras du ministro da guerra
ve-e que, e nflo poder eximir desle doloroso preti-
mo, se as" tircuinsUncaa o demandarrui. A lula
europea vai-se camplirandc de tal guiz.1, lomando *
ura aspocio iso carregadu, que difiicil ser, eapor
com evaccao todos u seos delineamento, e muito
ineuo anida alescrever os tortuosos raminbos por
onde tera resvaladu ; assim rnesmo, no nosso enleu-
der, nio esta muito distante a nova phase em que
ha de entrar, e lalvez a mai pronunciada e decisi-
va. Esperamos para euiau. E a Uespauha por
seulido neiihuin p le-se sublrahtr a consequencia
gerae, nem se rasseulir das peripecias a que esta
exposta.
Ca flearao em Lisboa em especla^Ao de l.lo tris-
tes aconlecimenlos, pois se as noticias dao abundan-
cia de colheita, ua capital nem por isso o viveros
lem baixado ; e algum be viciado e roubado no pa-
so, o alravessadores aproveilain-sc da oceaio uas
-uas especolaces indigna, a despeilo da pregarla
dos peridico qae nao cesam de lembrar alvilres, e
apuntar meios para af-star o terrivel flagello da fo-
me, a miseria eresce, e om muilas povoafOea heaa-
suslaj.ira ; os terrenos viiibaletrus sao o que offreiii
mai ; a cultora desle fecundo ramo da agricultura
porlugueza fui muito mal succedida, augmentando a
desglaca du atino anteriores.
Con-ia que o exercito muda de tardamente, prn-
vavelraente nn anno prximo, leAdo a mudanoa
grande* ailerac, nfto podemos rlar exactamente
quaes sejam ; mas curre que a simpncai;ilo do uni-
forme lie a base desle plano. Dragonas, bandas nos'
subalternos, barretinas, grande uniforme, emfiei
trajo de o-lenlarAo e dispendio, hilo de er elimina-
dos. Oquesa flzer, lite parliciparemo, quando for
ell'eclivo. AU Bach.
mum
. Lisboa 14 de n iverrsbro.
Sr. > de pouco inleresse as uovid.tdes (leste paiz, de-
pois do bulcio da accIamacAo, a coutas vollarain ao
seu estado ordinario, e os nego-eies piblicos cami-
nham sem incidente que mereja nolar- se. Polmi-
ca dos jornaes, algum rnoviraen tu na as tociac<5- ia-
dustriae, anima^a.i em aoiprezas, que tu peridico
da snudc.au oSo ceasam le eo carecer cor, iu prova da
RIO DE .UNElKO
19 de iioveiiihro.
O cholera nu provinciaile s.l'milo.
A noticias recebemos e^auhlirumos lto por maia de ama razAn
d^sagradavenre affludivas. Se por nm lado nos vie-
rain contristar as probabilidades de que esa impor-
tante parle do imperio nao -ei.t poitpada palo fla-
gello do cholera ; por oulro nAo menos deve magoar-
n is o recelo, podcriamos diier -a quaai certeza, de
que os nossos instlos Paulislas. pre-enlindo a funesta
visita, ja se lenham deiado iluaamar pelo terror.
Su- he sempre fatal quando appiarecc aquella epi-
emia.
A carta db nosso correipajarienle he como o espe-
Ihu onde -e relelo a. physioliomia apavorada da ca-
pital da provincia de S. Panto.
A' triste nova de alguns casos de cholera que se
derara na cidade de Sanios, levanloo-se alerraaji
capital, e comnJie o tnedosempre um mecoiietfl
ro, a sua imprensa, e logo depois a sua ediridade, re-
clainaram oeslabrlecimento de um c^rMo Mtmitari
na serra de CubalSo, como urna barraiea levantada
dianle do flagello.
Ao mesmo lempo o terror ia prodwndo oa seos
primeiros efleilusi incomraodos ligeiroa, qoe em
oulro tempo desapercebidos passaram, eruatjn noti-
ciados e corriamde boca em boca, paseando de oavi-
doaouvido, como cato* de cholera, a segundo a
* I
*
I

I


=E
correspondente, estaca tuda alto-
phra.e do no>so
racmiv.
Quamlo 40b lio desan imador aspecto se no* mos-
Ira a capital da provincia de S, Paolo, ama daa ci-
dadei m.is Ilustradas do imperfa, oque aflatara da-
do esperar das povoaces do interior ?... nao he baa
de presumir qoe o terror redohre medida que ivar-
car pelo reconcao t
Nao devena *em queremos disfarcar i eotOn-
der o penga crandua do mal: os affagos oue
elle tem lWtf$ l'arh, na Bahia. no RtPVlaariro i san
e e-n.S-.rgJ m de lodos ca-gecido.: tegrtdo.1 gur,
antea de j *r tordado inneWl, Ja liona sido tal,
condemnafc pela rata a ; no syslema da tegredotac-
cedeo e s-ratera. da platMes de pirita* o nico ra-
cional e prveitoso.
sssc
pima ywMiwee quinta fcim 29 de nove-uro oe uu
e a pan (carao operou-se en) poucos
lerrl lu;
fMCi
Ha nido algaoia cousa que nao reluca a no-
brea e generosidad do governo imperial ?
Algumat pessoas de reconhecida Ilustradlo
negaram i alliaur,.i brasileira o carcter nobre e
generoso que nos nos comprazemos em recoqhe-
otr-llie.
^jt^Bssas pessoas prelenderalli espalhsr quilla o
brasileiro se lancava em unja guerra de
gdfawio
abilro saittiie e fogo centra Rosas, o istia em roca de al-
um terrenos e para aproveilor s diamanto orien-
IWolera oaservades era Santos aunnu-
ciam a inrtaopr,Tael dessa epidemia na provincia
de s. Paulo, e a Capital desta provincia se echa pois
lo amrac-ra* pal, t&m\nWL *alquer outra
povoacao : compre por lano qu nao i ella, mas
odas as villas freguesa., que nlo s estas, mas
ludas as casas de lodos os habitantes do seu lerrilo-
no lancero salo de lodos os meios para lomar menos
funesta a amoladora pesie, se por acaso Cor inevila-
vela >ua visita.
Ser porm o cordao sanitario na serra do Cuba-
o ama trincheira ineipagnavel que poderu impe-
dir a passagem do lernvel inimlgo:'... He essa nms
Hastio en) que nao ilevem por mais lempo confiar os
U0.S08 irntios de S. Paulo. Nao ha cordao tanitario
que oble a invatflo do cholera.
Na primei.-a invado do cholera na Enrona os ao-
vemos da Italia eslabeleceram os* mais rigoroso* cur-
dOei sanitario ; e iFcholera rompen essereordes,
e laneoo-se na pennsula itlica.
Podehamos exhibir aiodatat.ro* esemploa Oue vi-
riam demonstrar a improncuiaViu dos cor.les >a-
mtarios iimilar-iios-hemos p->remi4A>aii nm soque
ser. a recordado de qm faci passaWtla poucos din
ou VPel|5o de urna historia de hoOtem 1
ha muitos metes que em Porlogal toram nos-
rilsnaairn .a_ _!;_ __ .
acoessecuestradas morreram minguade recurso
e o citolera prosegaio do scu eaminho desprexando
ou deiribando as barreiras que diente delle levan-
lavam.
A experiencia temple encarregado de demonstrar
a ineticacia das proprias quarentenas : observadas
sempre com Inaudito rigor, de que serviram ellas ao
remo da aples'!...
E dado o caso de que a seqoeslrac.10 da cidadade
sanios podesse preservar*' capital de S. Paulo do
cholera, sgpponh.mo?qae vutrosmunicipiosda mes-
oa provincia fossem invadidos pola eplastaia, sup-
ponhamo, que a pesie chegVsse a oatroTpontos, e
ate ao interior ; jinda eutao a rpita donde devem
partir soecorro, a p>pUM, qe tem ofigafllo de ve-
ar por loda a provincll71embrar-se-liiaacjso deiso-
lar-se, e Je suspender lO^aMommunicacoatcdm
us lagares empeatad.-s ;Vbe,que aeiveria. eulao n
provincia o goveruo da provincia 1...
o, nao he de cordfles MrSnfTos na seM dol.ii-
fuese deve lembrars eapital deS.-PaA ;
esse* torde saiilarios, slTialva-la da clamilde
cna de que Dos a preserva, serviriam s-
ra atgravaroe.aoBrimeiilo, .lo puvo.para
raros ao commercio, para Iraier a popu-
la?) e-aji-errorcs continuados, eemfimpara estorvar
as providencias necessarias e promplas do 20-
vurno geral. < r h
qu' Va^"n. Muc ""*com ze,# perseve-
ranca em S. Paulo he de socegar o espirito agitado,
'r j ror <|oe Pde "" falal eusTibi-
nade armar-se o govemo da provincia de
lodo, os recursos para acudir aus ponlos one appa-
o rholera, lendo sus disposicjlo de reserva
mdicos, bblicanos, enrermeirosemedicameiilos ; he
de razer effectiva i polica da cidade. conseRindo as
ras e rendo conservar as casas sempre limpas : he
uc examinar o estado em que se vendem no roficado
os gneros alimentares ; he eoilim de observar com
esmero lodos os preceilos de urna sabia hvgiene.
lome a capital de S, Paolo'o exerollo da capital
> imperio : recebemos aqui a visiu sinislra e ma-
ngna do cholera a pllrme. e semdeixar-nos aterrar:
encaramlo .Soita e plcidamente, e ningoem boje
iluvidade que a i-so principalmenle devemoso nao
ier r-ito oobrados e mais lerriVis estragos o (lagello
que hme pareceamear*r a provincia de S. Paulo,
ri? n'u do cor"Ci1u meiilamoe que os nossos
irmaus I aulistas nao sejam poupados pela epidemia
ratal que esle anno invadi o^ra.il kmas a razao e
^T1"r".C" ltm "nonstrado. e nos o aseguramos
aos Paulutas, que contra o cholera-morbus um pou-
co de sanguefrio e algumi coragem valem mais do
que lodos os eordus anitariot. '
empre'iando-u em combater o lyrnno, e llvrar.
se de um inimigo encoberlo, qoe em sius phanla-
siaparecia sonhir que a cora Imperial se abata a
seus ps.
Mas nos, para destruir e aniquilar lies ideas,
;ipoir-nos-hemos edi um laclo qun todos eonhe-
cein e qoe ningurm alo agora lem querido avallar,
la-lo que pe em ralevo aquella Boarea e genf**
stdaJe.
O exercilo imperial, a etquailra t o dinlieiro
do imperio liuham concurrido para o Iriumpho d
queslao 110 Estado Orienta*; Esse Iriumpho esti-
va consumnia lo, e todatia-a acquiaictio de territo-
rios e a destrucao do ataja-ma de Kusas. fin*
que, segundo diziam aspVaSas a que nos reRri-
inos, unha em visla o Brasil, como nicos que po-
d.am salisfazgr sua ambiro, tilavam anda em
projtclo.
Os tratados foran rartcailos pelo governo de
racto qoe exista em Montevideo depois da paz de 8
de oiiluhro. r
Tf'fJOT reunia no seu *"P du sn's Lugare
JO.IWO homens, que o Brasil devia concorrer para
dispersar, para que o trumpho de Maotevido e a
paua repblica recebessem sello da sua eriabili-
daila ; +ara que a acquisicAo de lerrlorios alaraasse
um poaco o etlreilos limites do imperio do Ira-
n : e para qne o phantastna Rosas no assustasse
mais o governo imperial.
Un quelica dito, e que nugoein podera negar,
resulla que o Brasil coneorreu para o reaaabcleci-
menio da pax na repblica Oriental aules a rali-
licacao dos tratados; e que esse* (rulados, aiuda mes-
mo ralilicacle-, de nada vaiiam. nada siguijicavam
emquanlo isjta fossem trocados nos gloriosos campos
de Caseros.
a Nos nao s, reconhecerirla aislo grande nobreu
egejwrosid.de, senaoque estarn convencidos de
que eramos euobrecidos pela insigiiVcanhauea que o
governo do Brasil depositava na boa t e honradas
do povo oriental.
O povo orienlal reeebikpKmirnaienf lodos oe
valiosos benehcius da alllsajca, para reconhecer de-
pois como um lreito o /ocM 4a oceupacao do ter-
ritorio neutro e de outros territorios pelogovernb do
Brasil.
O Sr. iir. I). Joan Carlos Uaw# chepa at a
qualilicar coipo urna cslainuladsafB* a reMMicn e
nma valiosa acquisijio para o irjPrio. a livre sa-
litaa do gado em p para a provincia do Bio Gran-
de. consignada lios tratado, por espado de 10 annos.
Acaso o Sr. Gmez ignora que esses qedos To-
ram pauados do territorio brasileiro para o oriental
para r^ovoir nassas desertas estancias e elevar o re-
duzdpjalor de nossos abandonados campos*
" Wnosso modo dqaueijifjBta parle dos Irala-
dosqraasosqueas MeMagernTaMMo lodas do josso
ladoTeque a boa arana,!, do geverno imperial, e
seus leaes desejos flooperar para o desenvolviraen-
lo da riqueza pasteral na repblica, o induziram a
con'ignara livre talMda, como orna medida efcaz
pira Indunr os etUtjcieiros do froaleira n muda-
rem-se com suas riquezas para e Estado Oriental.
Cremos que u iuleresse do actual governo do
Brasil e Montevideo.
Se ras relarSes dos individuos tJevemos eslar pro-
munidos contra a dor qoe nos, pode causar a ingra-
lidao, po.s ijao faltam conselhos e licBes da experien-
cia qne nos ensinem a contar com elM ; se todo
emos que o da do beaehein he a vespera da Ingra-
iidao, eolrc as uaCoes. embnra se componham ellas
de humens, nao se t. -nralrneule preparado para
epporlar sen, dolorusa indignarao o- mo pag de
um povo ao bom qus outro the far.
InqueslionavelmenUauj na. relares co*. Ke.
publica Oriental, se a|->um.i censura pode merecer a
polinca brasileira. he a de 1er sido generosa de mais
nem orna vista de interesro directo on anda prxi-
mo a levou a despender com a repblica empobreci-
da pela guerra civil avullmios canedae, a dar, para
apoto da ordem, repblica anarchisada pelas pai-
xoe. desregradas ama divlso de 4,000 homeurdo
nosso lao brioso quHo disciplinado exercilo. Quera-
mos nicamente que, a repblica fose feliz. Como
-eceneram porcm osOrientaes esse avores Des-
lructram-os. e depois iat-orgiram-se contra elles,
conteslaram-os, calumniaram-os!
Curupre que ao grao da maior cegeira tenha che-
(a-Jo esse povo para nao ver' que. se no passado Ihe
lomos u-eis, no futuro anda mai necessartos Ihe se-
remos ; qoe pois anda nflo era chegada a opportu-
nid.de da ingr.tidfio 'O Brasil, retirando-se delle,
sullicienlemeiilc o pune.e cncarrega as mesmas ambi-
;osa que c caluinniam a laraa de desalTronla-lo.
..-. '""ooma luncara dessa ordem, seniimeulos
110 avpioravclmenle indignos, nao podem ser com-
partidos por urna ifar-lo inleira ; ha em Montevideo
liumansde bom enso, amigos da sna patria, uoe
conhecem a verdade, e nio.t a reconhecem. crj
d*>, ani.nosos, afTo (eslemunlio della, e busca
pifar aoi sen. patricios a prudencia que Ihes t
opuor o seu protesto loucura que os impelle^
Infelizmente contra o espirilo de ac-ao, sequioso
de taiUt-se, e que se irrita conlraquem dealgnm
modo Ihe embargar* salisfajao dessa aspirarse,, o
que vale o bom senso, o que valed palavra d iusli-
ca, o testemuuho da verdade "
Oucamos enlrctanlo nns aqui no Brasil a voz de
um digno Oriental, e co;isole-nos ella Jazendo-no
"i qoe nao de lo lo estilo perdidos os no-sos saerj-
licios pon ha qnem os sailia aquilatar na sua iin-
poiiancia o ua pureza da sua iiispracJo.
Brasil est na prosperidadee paz da repnbliea: bus-
quemos nesse piz e prosperidade os rruclos que em
conipensjao colber o imperio, e veremos enlio
qne a ,ua polica, a sua .liianca ea sua inlecven-
cao. sao leaes, generosas e homaniuritrs.
Parece-no ler demonstrado al evidencia qflej
poltica, em sua adhejjo i allianca, li a todos os'
respeitos nob+e a genaffa.
De1 proposilp Ble qulzemos ncarar a qaestaodo
poni de vista da prestacio de socrorros pecuniarios
porqu' fundamos a nobreza do governo imperial em
bases mais proprias de renetlr-lhe honra do qbe ai
que pode.ia offereeer a prest.elo de soccoltos. Besas
bases existen, as suas sympalhias pela repblica,
la adheso ios governosregalare, e uasuasul.
o o principio humanitario que aaaaaKble
nopenlre governoschrislaos, como reelpftclmeii-
(c existe entre os homens.
If
o Incapaddadenots* para aproveilar o uratrjj
da allianca.
" Ooandoosaconreciroenlospolilicos de iulho e
selembrode I85*i revelaram o mundo lodo, e com
especialidade aS.M.o Imperador do Brasil", que a
severa escola dos nove annos nSo Unha sirio bastan-
te ellicaz para acoslnmarmo-nos ao remani da paz,
e par eansarmo-iios ; quando esses acoritecimen-
los punham em perigo a obra da paz e da indepen-
dencia, o objeclo da allianca de 1851 ; quando os
se Iodos sa- sacnlicios feilos pelo governo imperial para salvar
esta independencia, c roanle-Ja com socego, eslavam
a ponto de elerilisar-sa; foi enUo que a boa mi-
zade do imperador e (". povo brasileiro se apresen-
laram novameuteofferecendo urna divisao de i,(XX)
homens para garantir a paz a estabilidade, e oulro
subsidio de dinheiro para melhor-ir a silaarao da fa
renda publica.
e cerlo qoe para esle novo o poderoso auxilio
nao se alreip'aram aequishao de territorios, livre sa-
luda de gados, ou temores do fantasma losas.
Esse novo cmpreslimo, e esse exercilo que vi-
nha .campar na heroica Montevideo, abriam ama
era brilhante para a repblica. EnUo eslava nella
reslanrad. a paz. Oaatro mil soldados disciplina-
dos e moralisados repovoavam pode assim dizer-se)
a deserUi cidade. Setenta e dous mil pesos mensaes
entra-ram por espaejo de um anjio em nossos cofres.
o A ronlianna publica, esse agente poderoso da
prosperidad dos povos, Andada uas grandes espe-
IVafSS que abria a iiiterveiirao armada, imprima
situaraodo paz um ar de estabilidade e de refprma
que eleyjva lodos os espirtos e conforlava os ni-
mos abatidos.
Nao ser cerlo lado i(o 1 Nao se recebiam os
setenlii e dous mil pesos mensaes ?
Nao estau giada ah esses 4,000 soldados, exem-
f la de ordem e de subordinacao *
~*<* E nos o que temo, feilo t
<< Dere
ou nao cenar a intercenrao na re-
pblica '!
No Comercio del Plata de 29 de seleinbro i.re-
lendemos demonstrar qne a mislo do Sr. viscunde
de Abaels u3o poda rercrir-se ao movimenlo popu-
lar de J8 de agosto ; poi qoe, lendo-se-llie seguido
o restabelecimenlo do rgimen constitucional, era
ja um acto coimuminado, e prtenlo sob o nico
dominio iia historia.
Uiziainos enlo que a obra de paz-e unio er
puramenle oriental, e que 11A0 devia coiisenlir-se
que a relocassern nulos estranlias ; que tanto ao
niwso governo como ao Sr. visconde de f baet cum-
pna eiilabolar suas relai-6es sobre a ase do respei
lo e a acalamento ao faci nacional conmmmado,
acallo e applandido por lodos.
.( Este nosso artigo moveo o Sr. redactor do Na-
notml a escrever urna especie de mpugnacSo, na
qu-l, enlre nutras cousas, pede qoe a tnissao" do Sr.
visconde de Abael deixe resolvtda a qaestao que
serve de titulo a este artigo.
Tempo ha que a poltica do gabinete brasilei-
ro e a presenca em Montevideo di divisao imperial
sao jolgadas e inlerpreladas de maueira adequad.
a excitar a snsceplibilidade nacional, produ-endo
cavillaroes de lia a casta, qne nao eoncorrendo
para eslabelecer urna opimao fita e uniforme, ex-
traviara c prejoilc.im os nteresses do paiz o os be-
ncllcio que a aflianra e amizade do povo e gover-
no do Brasil ofTereceiji rr publica.
4 Preciso he pois entrar na discussao proposla pe-
lo yachnal para esclarecer as qoeslo"es que se tem
feito surgir da allianca e da inlervenrao, e trazer
lodos os Onentaes a urna uniformidad de opiniao
qoe nos colloque no verdadeiro cimpo de nossos in-
leresse*. r
Para esta*pm temos recopilado com solcito em-
o m doeffmenlos, qur ulliciaes quer parlicu-
iufHki- 9oe Par'ido temos lirado de lito bella e maeni-
1. cofB 8t|siluarn s
:im ius. I Onde eslo essas reformas, esse? mclhoramen-
ralla^ r tos adminislralivns qne deveriam fazer-se nesse an-
no de ubsidio. qne nos deixava em plena lberdade
para pensar durante lodo elle no auno segoinle e
futuros'.
Foi urna desgra-Ja nada aproveilamos !...
lleslrpindo todos esses.germens de vida que 1,1o
aratmiamenle se nos oHereciam, pretendemos agora
vaamenle- eneobrir mss, incapacid.de e imprevisao
allrtbuindo a oulros. que nao a nos mesmos, o nosso
presente mal-estar, c deduzindo delle vistas indeco-
rosas e aspiriroes indignas da parle do nobre, leal
e generoso primeiro amigo da repnbliea I
Assim desconlrecemo., do raodomais horroroso,
o ravor que recebemos, e lornamo-110. incapazes de
obt.e-lo nov.menle. Temo-nos prejodicado.
- O cidad-o qne isto escreve dizia ao- presidente
d repblica ni ume conferencia privada em lius
de agosto de 1854 :
Sr. presidente, o subsidio qus o governo imperial
a aal.i facilitando a repblica nao he dinheiro, nao
lie prata ; he sement que devenios semear e cul-
liv.r com esmero, para recolher amanhaa os seus
rruclos, e normo-nos em estado de nlo precisar
u mais de sement alheia. Vejo que nao se semea
vejo j-erder-se o lempo mais precioso ; e quaudo
e lempo passa he para nunca mais vollar. Temo
meito que no da inmediato aquella em qne aea-
bar o subsidio nos achemo em peior estado do
que antes de cemecar a reccbe-lo I... .
Nao.Pd,\hver-mais Frev8ao em agosto de
1S-> : nao polla dar se maior prova de amizade ao
pnmeiro magistrado, e de amor patria, quando se
empregava esta liuguagem.
Todava ess,i energa tinha, como (odas as coo-
sas humanas, o seu lado vulnerarel ; e o prudentes
avisos do patriotismo e os constlhos da experiencia
eram examinados e julg.dos ralsamenle.
a No nos allucn.nius crendo que a nossa preri-
saofosse superior de alsuem ; nao, quem he que
olo pensara assim, no diremos m agosto de irH
mas em abril desse anno ?
A marcha do ministerio Lara corra o veo qoe
occullava o futuro, e esse foluro se va a apal-
pava.
Quando o sobsidio tinha cessao, quando a paz
st resenta dn vazio qoe elle deixava as rendas pu-
blicas ; quando a lembranca dos elenta edous mil
peosfazia eabarar como uns dillicil a .iloacau que
comecava v^Komens que rodeavam o poder alen
lavam a ap^ftnc.i em um novo subsidio.
- ..01 ripio pablrcdo-cerci-desa | #g2S& l, t^cVT ZV co'nl
ferenciu particular para se tralar do inao csla-
" Examinamos a allianca e a inlervencao por to-
tas as suas faces, com a rigidez e zelo qne nossa na-
(-lonalidade nbs infunde, e que os altos interesses
que una e outra fleclam reclejnam com inexorahi-
lidade.
O examc, pois, foi completo, escrupuloso e
imparcisl, nada se omilli para encontrar u mais
acertada solucao da qaeslAo proposla.
Esse exame nos presenta esles resudados :
1. Nobreza e generosidade da parle do alliado
brasileiro. p.
2. Incapacidade nossa para aproveilar os auxi-
lios da allianca. >
o a. Conveniencia da cnluuacao da allianca e
da inlervencao.
i. Possibilidado da leliibilitacao para a repu-
hiica.
u Trabreanos de cada un deslesquatropoulo em
particular, para denioustr.r sua verdade. e com ella
josteza de nossos raciocinios.
I.
\obreza e generoi'dade da parte do alliado
bratileiro. t
Xo emprehemler ajessas retlexoes sobreest pri-
"ujira coiisequencid, preciso uus he remootarmo-
uiu momento a poca do sitio de Montevi-
ara exhibir assim mais uuiforuiemeule os an-
loruar mais uemoiwtravcis as suas
. Os-lbessM.ru
rha de gama,
___lulavasemp
1; julgava-se"
ser vena
trplice alliaoca
diauuieute.
do Brasil, suaa tropar, seus Ha-
lado com prvfasSo Coi porto no
de trium-
duvida-
do Iriura-
. .------- .... .Ha j., puiiv na-
do era qae icava o thesouro com a cessacao do sub-
sidio.
S. Exc. contiava multo na boa ami o Imperador, essa conflanea o indozia a crer em
um novo auxilio.
Fizemos-lhe ver que a ni applicacao dada ao
subsidio anterior nos tirava a posiibitidade de con-
seguir novos recursos.
Todava, como sempre acreditamos na lealdade
e generosidade do Imperador, declaramos a S. Exo.
( inda boje assim pensamos", que se se aprsenlas
se ao governo alliado e Intertentor um arranjo to-
s III.
Vonre/ii/iefa daconlinuaco da alliama eda -
intercenrao.
Esta (erceira cor.aequeucia de nossas medili-
cues he lau aceita pur tola a populacao. lano ua-
cioual cuuioeslrangeira, que apenas llavera um ou
outro deamiadamente caviloso ou exageradamenle
zeloso peil conseivacao da io,lepenBncia e immu-
nidades nacionaes que nlo a aceite de plao ; esse.
se o ha. Me (em oulrdl razOes a exporsenloa md
pal,tica de governo imperial ; tu inconiiafunciat
que se mnnifetlam enl eai man manlfiHartt effi-
aae> e 0$ >eu aclot: o emor de urna annexacao,
e ate d urna aoioppr-o!....
Anda que laes manlfes(a dous 011 Iras cidadaos, exercem ellas fon-osamente
orna influencia poderosa quanda, como no'nosso ca-
so, sao dirigidas a um povo bellicoso, orgalhoso do
?eu valor e dos seus antecedente gloriosos; e he
essa a razio por que, alientos os iiiKInelas honrosos
do povo oriental, qualificamos essas manile-laces
como um novo e immerecido mal para a nossa des-
granada Ierra.
a Apparece urna nova inlervenclo armada para
manler a paz o as nstiiuicocs ; um cmpreslimo de
SlU.000 pesos a precede para concorrer mais eficaz-
mente para o conacguimenlo de lao bellas flns; os
milhes de pesos se gaslam, e a inlervencao armada
esluha dous anuos ua capital da repblica; a con-
duela dos seos cheles, ofliciaes e soldados ho irre-
prchenaiyel ; enlrelanlo, lado isio se traduz era
falta poltica, cmtraico! em eiilai ambiciosas de
conquista I... V
a Pobre Ierra .'.... Esses soldados que manteem a
ordem publica, esses soldadas que augmentara a tna
populadlo, qoeauementam o leu consumo e elevam
as tuas rendas, esses soldados da inlervenclo eslo
aqui para roubar-te a mitra cousa que le licoa, a la
independencia !
Mas onde o fanatismo poltico se moslra mais
proprio de si mesmo o mais lgico, segondo sua l-
gica, lie quando aprega que a'poltica brasileiro
procura a debilarao do paiz, o sen amquilamenlu,
para (ornar mais fcil a sua conquista.
Que virlude secreta cnconlrara o fanatismo po-
ltico no mineral precioso quando julga qoe esses
840,000 pesos que recebemos bio de servir para de-
bilitar o aniquillar o paiz?
Nos, com um fanaltsmo poltico contraro a-fnel-
le de qae fallma, damos aos dinheiros do Brasil
nina virtode diversa ; e eremos que seos 72,000 pe-
sa ntensaes conlnuasscm por mais 24 mezes, nu
Hfti delles se adiara a repblica 1,1o ritbusla, que
estara em estado de coinecar a paga-Ios, satisfa-
zendo lambem sua divida drgralidlo.
a Esses lemore e desconflauca da boa f, leal-
dade e generosidade, lano da lliada.eoino do in-
terventor, sao, dizeinos. um nd*o e immerecido mal
para a nossa desgracada Ierra ; e em sua compro-
yalo demonstramos o como se explica pelos oppo-
ilores da inlervenclo tf-afleto que prodoz na vida
l repblica a presla|p da auxilios pecuniarios. A-
lora vamos a ver at onde chega o fanatismo politi-
ce, (razendo discussao o ponto, em nossa opiniao,
mais culminante dos opposilores.
Sea inlervencao,dizem elles, he p.u-a cimen-
tar a paz e manler as autoridades conslitucionaes,
como he que ella croza os bracos quando vil derroc.r
?..B-'V8r'-0 (i,ro' quando v derrocado o governo
rieres ?
n Eis aqui a prora quexe di para paleulear ss in-
consequeuriasqueappareceui entre asmanifeslacoes
ofliciaes da iiilervencto e os seus actos.
o A inconseqnincia qoe se allega est em que. sen-
do para manler ni autoridades ctmttt-
Cabir pelo impulso de ulna revo-
:orre a lepta-las.
Mnleiveni-a o governo car
hhJb do general KloPe, por eicruplo ? *
Nm responderemos pelos opposilores.
Matando Orienlae!! He ate onde pode ir o
faiiali.mil poltico.
Se queris imitar Carlos X, buscai Suissos ; el-
les encuulrarao em Montevideo o que encoutraran
em Pari.
O* pocos leein o,direilo de derribar os seus go-
cemos guando estes rompema allianca que dece ex-
istir entre o mando e a obeiencia.
Os Brasileirns que estao em Montevideo nlo
vieram combater us direitus dcppvo; vieram susten-
ta-lo, econi elles as demai.iiistttaseoes.
Se Gir cabio, pergnnlai eo povo o porque.
l.emhrai-ros de que o novo he soberano, e re-
ronhecer-lhe-heis a faculdadc de elevar e de de-
p.r:
NIo queiraii sajeilar o cxcrcicio desse direlo
de origern divina no capricho das baiouetas estran-
geiras.
Juem baa Ierra u juiz da povo oriental que
na de qualMearseus actos?
Nao mereceramos o nome df Orieal.es se as
baimirtas brasileiras eslivesscni entre nos para pri-
var o povo dos seus direilos.
Assim, seem presenca de um aclo popular eomo
o de 28 de agosto, as forras do alliado livessem per-
corrido as ras de Montevideo, assassinando cida-
daos, vos, npposilores, lerieis exclamado com horri-
vel verdade:./ repblica e eicracos !...
E se sso houveVeis de reclamar 'porque n.1o ha,
nem he possivel que luja um povo dominado por ar-
mas esfrangeiras, chamem-se ellas alliadas. amigas,
restauradoras, uu como se quiztr;, como he qne a-
cfeaj tooirmiir.V) 'uoouseqoeiicia eulre as inanile.-
lucoes offlciaos do -governo imperial e os actos da
inttrvuncao ".
Ou ules errados em vossos raciocinios sobre a
inlervencao, ou essa Hirvetelo, segundo as 'acui-
dades que Ihe dais, significa conquista.
ca ; quer antes nella paz, riqueza, prosperidade c
grandeza, o por isso a auxilia com tropas e com di-
nheiro.
_ A dimnuh-ao do consumo, pela retirada da di-
visao imperial, he una perda real para a repblica,
e mu importanlena silnacS presente. Esta consi-
derarlo so de per. s bastara para desejar-se a
sua permanencia na capital por mais dous 00 tres
annos.
cido numero de sodas; e, anda nlseanle.j dspe
oe lira, lllo pequeo Tundo capital, capaz de garan-
liMha a< bein fundadas esperane>i que alimenta aja
urna longa existencia, e deienwlvor ideas de saf
alta missio, seuj eom|iromellf e uu futuro.
Desde es prlmeiros dls do eafUe oalubroque
com os luoilados recursos de queWllo poda dis-
por, prinolpiou ella a soccorrer a iufelizes victima.
da molestia reinante ; e boje ai.:da nlo piwados 2
mazes, ja minora s males de 50 fsm.lia., comp.stas
ua ib pessoas, dislribuindo-lhes rBoularroenle me-
sada, nao pequeas. m
Sua dlrecjlo, sua escripturaciio e cotilabldade,
proseguem satisfactoriamente sobre bases conve-
nientemente ellahelecidas. SuatMaoioes sao resa-
lara nos da. 15. 30 dcada^; e dedcalo
uas senhoras da dlreclona e da commistlo auxilia-
aora he exemplar e digna dos mais tito elogios.
yue prospere e exerca sua sagrada missao a ver-
aadeira associacio de caridade, sao oa nossos arden-
les votos.
lara Lisboa : Padre Oomingos Rodrigues, An-
tonio de Barros Catharino, Jos Coe ho Palro, Ma-
noel Jos de 01.veir. Santos, Alvaro llias Pereira,
Uoiningos GoncalveiCancella, Andr Jos Blanco y
wey, Antonio Jos de Aranjo, Domingos Monteiro
daLos(a, 1 homar. Das Pedrosa, Sebaslilo Jos, Jlo
leixeira Pimeatel, Joaqoimde Souza.Manoel Jos
Machado e 1 criado de nome Jos Machado, Domin-
gos Jos de Almeida. Bernardino Jos l.eite, Manuel
Joaqium'Bastos, Jos Antonio l'erreira, Jos Jacin-
E pelasubdelegci..da freguezia de S. os, o es-
cravo Joaquim, por furto.
Em otllcio desta dala refere o delegado do pri- comedeilo nmcorpo de 18,000'homens7a tinta ikW-
districlo d-sle termo, que na fregaezia da barcado nesla allimu .cidade em direcrlo I K-
doas filhosmenores, Francisco LempsMadeira, An-
tonio Vaz Pinto, Jos Francisco Pereira, Manuel
r-eriiandes Puco, Narciso Martina Bibeiro e seu
criado Domingos Joso Villaca, Manoel Soares Fonle
sania, Joao Marlins de Araujo,Antonio Alves Mo-
reira, Jos Linhtfes Pereira, Jos Ferreira Marque,
(le lama, MigpjosodaCanha, Jos Joaquim de
Almeid.. sua saahra c seu criado Jos de Afauio
Soares, Ballhazaf Teixeira de Soaza, Jlo Jos de
Simas, Manoel Feliciano j'
pois que seus collegas fizerem acto, e slo os seguin-
les Srs. :
Domingos Jes da Ciinha Jnior.
Hilario Gor-ii1iguera da Castro.
Joao Banicio Franciap Goncalve Merelle(#anor.
Candido Gomes de Vatcouclla Guanabara.
[Carreta Mercantil do Bio.|
fERNAMBLCO.
HEPARTigAO DA POLICA
Parte do dia 28 de neveinliro,
lllm. eExm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V,
Exc. que das dilUreoles partlcpaooes hoje recebidas
hesla repartidlo, codita que se deram as segainles
oecurreiirias :
Foram presos: pela subdelagacia da freguezia do
Recife, o prelo escravo Antonio, por fgido.
Boa-Vista as 11 liaras do dia 26 do corrente se de
ra o faci de fallecer repentinamente o prelo Lniz,
escravo de AndrTMves da Gama, e que proceden-
do-se a competente vesloria declararam os faculta-
tivos que a morte provlera de nm ataque de apo-
plexia fulminante.
Dos guarde a V. F.xc. Secretaria da polica de
PernambueoJJMe noveinl.ro de 1835lllm. e Exm.
Sr. coiiselheiro Joc lenlo da Cimba e Figoeiredo,
presidente da provincia.O chefe de polica, Luiz
Carlos de troica Tcixeira.
DIARIO DE PER\A1IBI0.
Segundo annoncia o Prenden /Hall, o principe
GorlsdiakoU recebera provi.des com que pode sas-
(entar por sais mezes o ten exercilo, que consta nre-
sememente'de 200,000 homens. r
Corra que as baleras de Odessa iam ser' desar-
madas e que ledas a pecas seriam levadas para Ni-
colaiefT de quem o apar intenta lazer urna seguuda
Sefeaiiopol.
Da Asia al nolifft sao eoolradiclonn. .
Un dizem que o genital Mouravieff que com-
mandao exerril russo a lente de Kars, se est
retirando para ai froiileira do sea paiz, outro af-
lirrtum que tendu recebie um rorco de 14,000ho-
meu comniandsdo- pelo principe Bebuloff, ia dar
oulro aisallo aquella cidade, que segundo as ulti-
mas noticias nlo podia mala resistir por tmdllu
lempo. ,
Para deiyi/lr o golpe de que ella te acta amicada
creseque Omer Paehi, enjo qiiirlel general era
eslKbelccido em Soukonm-Kalc. lencioiil fazer ama
diversao ameacaudu IiDij, |ow qoe |he chezuem
15 tropas que espera de Cunsl.nlinopla c Varna, e
al 27 3|4 90 das ; as transaccoe, tteUmn hoje .'
C.2T 3B P0OC ma eo Je 27 12
Venderam-se cera de 24.000 sacca de caf.
Cambio*.
I.ondre27l|2a3|4.
Pars 358 a 360 a 60 dias.
Lisboa 98O|0 no Pr *> dlM.
Hamburg 653, 660 a JO dias.
FRBTES.
Chegou honteiu do sul o vapor D. Mario II, tra-
zenda-inis jomaes da curte, que alcaneam a 20 do
crranle, adianlando por eonegunleB dias apaas
a ultima dala recebida pelo vapor de guerra Bebe-
rtbe.
Alera do qae em oulra parte transcrevemos do
'rtfMll/ Al\ nnM>ia>.'a __J______I_ .a ,
ramos de
noticias
as dli-
figilancia
m?rt lo'^u 'r0\JTCarr,S|,leMu,,UU^iU' ^ae- ""m ,,,P' ora'"' J-'-Jxba, ora aa
r/J.,>T^"'3- ,K;V *". H.nnque de Guaral.ua. O digno Sr. chefe de pol ca, que com-
Bess. Pinto, Joaquim Jos de Alme.da da Cmara prebende bem o de Manoel, sua senhora. i filhos menores e 1 cri.di.lha, desta rdem qae lca.-e impune,
Co(|venln-:e, pois, em que a nlervencau nao
pode nem deve fazer mais do que faz. .
Desgranados de nos se mais fizesse !...
- IV.
l'ossinilidade de rehabilUaro para a rep-
blica.
O sublidio de 1851 foi completamente perdido
para a oiganisacao da fazenda publica, foco de lodos
os nossos miles.
O imp-rio, fazendo-nos esse goneroso servieo,
lomava a posirao do amigo que habilita o seu amigo
para qoe tr.b.lhe e prospere, e para que Irabilhas-
senjos e prosperassemos mis para aquelle melliora-
mento. '
A possibildade, pois, de habtlac.o para a re-
publica esla era que ella leiilu homens capazes de
manejar um novo supprmcnto da maneira que dei-
xamos apoulado.
Tercmo-los por ventura? Cremos qae sim. Mal
de nos se os nlo houvesse!...
Nao os hvendo para reorganisar a faienda com
o poderoso auxilio do um novo supprimento por
parte do Brasil, te-Ios hiamos por ventura para rea-
lisaressa reorgaiisaclo.era aquelle auxilio ?
Diflicilmenle, anida que nflo mpouive!.
A dilferen(;a esl *m ,|Ue a obra fcla do pri-
meiro modo marchara ao seu Uro sem inconve-
nientes e sem pengos ; e que da oatro nrado, lado
isso he mullo po>sivel, mis talvez a obra se mallo-
grasse.-
I' K*^'-\ V01* 1ue je "vera letrToto com osob-
siaiode I8ot, e hca <-on,signado too segundo ponto
dos quiltro que temos tratado.
Tenba-.e conlianca as boas disposices do go-
verno de S. M. o Imperador o Sr. D. Pedro II. El-
le ileaeja complelar a obra de humandade qne em-
preheudeu para com a repblica, e (levemos apro-
veilar os seos bons desejaia: o fruclo immedialohe
para nos; o mediato he para o Brasil.
A prewa com qqajajsi-revemo- estas relleves pa-
ra dar.lhes publicidie a lempo de que a tnissao
Ahaele poisa cnnhece-las antea de onlabolar a. suas
negociarOes, nos lera reto commeller alguos erros,
qoe alias slu facis de conhecer.
Pela mesma razao 11*1 podemos tratar a fundo
e com minuciosidade queslGes lio importanes; mai
se as discussOes que possam sobrevlr o exgirem,
entao com mais lempo eompriremoi 0 dever que te-
mos de servir o paz, conforme o permillam nossos
curtoi conheciinenlos.
20
Uolhelim do cholera.Fallecern] do cholera 110
dia 18 do corrente 18 pessoas, sendo livres 10 (ho-
mens 7, mnlheres 3), c escravos 8, dos quaes 4 ho-
mens e 4 mulheres.
Morlalidade total dos cbolericos al anle-honlem
3,510, sendo :
j.TOB; homens 1,063, mulheres 643
') i97
Livres.
Escravos. .
Coudicao in-
certa. .
I .SU:
12;
3,540;
1,142
Associarao de caridade.As senhoras que com-
poem a directora e a commisslo auxiliadora da ss-
socicao de caridade Toram anle-honlem em corpo-
raclo beijara mo deS. M. a Imperalriz. e era no-
me da mesma associatao agradecer-lhe a honra qae
houve por bem conceder-lhe dignando-se aceitar o
titulo de sua protectora.
ica, em Waaa^iaaa^ V
mencamente que com ama outra preslaijio de soc?
corros em tal oa qual quanlidade se inaugurara
urna marcha livre e permanente para o erario nacio-
nal, rile accedera ndubilavelmenlea qu.lquer pe-
dido de inndos, porque dessa maueira ficava ero lodo
completa a obra da reconstituiclo nacional empre-
hendida com a inlervencao ; porm qoe exigir no-
vos sorvices pecuniarios, i visla do emprego e des-
tino qoe se tinha dado aos ultimo, era imprudente
por causa d. negativa que previarooseque deixamos
fundada.
Lemus dopos o fulhelo Jo Sr. Lama, e (ve-
mos graude Isalisfacdo quanuo vimos qoo o nosso
mor a patria nos liuba invileriosamente unido em
ama mesma opiniao.
Nehumaa rolaces (emos com este senlior, a
Dito surera as .ttencoes de civlidacfe que pos
dupeusavamos antes da sua inis-ao ao Rio de Ja-
neiro.
a A vista pois de ludo o que fica exposlo, lie fora
de loda aduvida que huuve incapatidaJe nossapa-
ra aproicilar os auxilios da allianca
9 Entnuemos do larcelw pomo.
Prolectora, S. M. a Imperalriz.
Presidente*, a Sr. marqueza de Oliuda.
Vice-presidenlc, a Sr.a.D. .xogusla Carila Ban-
deira Duarle Bclfort.
Thesoureira, a Sr." viscondessa da Eslrella. -
becrelarus, as Sr.s baroueza de Piacinnuga, .
Mana Thomazia Guedes Pinto,
Comnvisato auxiliadora.
As Srs.'s :
Viscondessa do Condaifc
D. I.eonanla Mara Veta c9a Silva.
D. I.-enlarda Mara Velbo o Costa.
Baroueza de Cavra.'.
D. Anua Dorolha de Brito Meuezes.
D. Anna Fortunata de Brilo Saldanha.
V iicnndessa de Barbacena. .9
II. Mara Urselni Alvares Horla.
D. Rosa Margarlda 1 lorlm Piolo.
D. Rila Amalia Clem.enlia* Gilimarles^
D. Isabel Augusta Soza Qaeiroz Barbosa de
veira.
D._FelisbeT1,i da Rocfra Brit
Madeira:r Roque Joaquim Gomes,
D. Felsbella Candida da Vasconcello Kopke. 2 fi-
lhos menores e 1 rriada.
Para a .\/c
Loiz Teixeira.
Para a Bahia : Jos Joaquim da Obsta, so.
senhora el filhomenor. Francisco Jorge Pimental,
rraucisco Manoel de Gouveip Bellrlo.
I Jornal do Commerciodo Ro.)
iBiaaiai 1
S. PAULO
11 de novembro.
Para compensar o nlo pequeo espseo que a mi-
nha ultima foi occopar as columnas do Correio
Mercantil, serei desta vez pouco exigente, para nlo
dizer massanle, comocostumoachar aquelle sugei-
losque alguroas veres mecapslo a paciencia com
cartas de legua e raeia, sobretodo quando a escripia
he (al que necessila entrar emadevinhacOes... Tam-
bem nao he m Eslava eu dando-lhe esperancis
de ser hoje mais conciso, e no enUnto ia j principi-
ando urna divagaeSo bem escusada Nada : vamos
direiloas uoyidades que temos ( desta vez bem pon-
cas ) principiando por urna que Ihe diz respeit.
Despertado pelo meu collega do Ouro Prelo, a
quem desejo saudc e felicidades, e scienle de que ai
jabuiieabas ca da (erra gozam o crdito de muUo do-
ees, como disse Vmc. no Correio Mercantil de 24
do mez findo, ao anunnciara noticia de um fracas-o,
de que dei conla na minha correspondencia de 19
daquelle mez, live desejos de enviar-lhe urna boa
cesta dellas, para oque Imlii reservado umaexcel-
lenle arvore na chcara do Casemiro, na Penha ; mas
acontece que commonican lo slo a um amigo resi-
dente na.fregoezia de Jaquiry, que he entendido na
maleria.disfe-me elle: Mofaras tal\ Nao tes-tu que
se te cu nofpando aquellas boas jaboneabas de
mutha chcara, heporque ellas c cheqariam in-
supnortaccis com cinco leguas de eaminho !
Refllectindo, vista disso, que ehegariam ellas
corle nao servindo talvez nem para vinagrada com
a demora de (res das, o que Vmc, soppondo-se por
om momento na Paulica,chegasse a aasvar algu-
mas, e viesse depois a MeAa. transportadlo para o
Campos Hlystos, desist do menlo, akendo applica-
cao d.quella linda arvore com lodos os seus doces
rruclos desle anno para o meu amigo Dr. Olloni,
que posto aconelhe que nos privemos dos fructos no
meiq desle recelo choierico em que andamos, esloo
qae vendo-as bem madurinhas nlo ha de ter animo
de despreza-las, tanto' mais qae o medo da cuja vai
pouco pouco desapparecendo, graras f que aos
inspira o nosio bello clima.
Franqueada, ha pouco, ao publico a roaFormosa,
cuja abertura prindpiou por um desastre de qae foi
victima nm menino de 8 annos, conforme Ihe aoli-
ciei em janho ultimo, acaba ella de ser causa de um
crimede estupro praticado om da destea por nm
preto em urna menina branca de 8 a 9 annos de ida-
de. Ilngia-se a infeliz pequea do Piques para a
escola, nu Ae, quando em meio daquella erma ra
encoulroa com o prelo qu, aggarranlo-a, leron-a
para o baixo malo qoe lem aos lados da roa. e ah
consumou o crime, satisfazend seu apetite brutal.
Consta-me que o Sr. Dr. Parlado fez ocompelen-
le anlo de eorpo de delicio na viclima, e procura o
culpado qae se diz ser um escravo do Sr. Dr. Ra-
pharel de Araujo Ribeiru, para cahir-llie em cima
com o respectivo anno do naseimenlo.
Os precedentes do Sr. Dr. Portado, qoe indnbi-
layelmente he o melhor delegado que lem lido esta
capital, meto embora o contrario digara os Irans-
gressores da le, fazem crer que o negocio lera o ne-
cesario andamento para a pnica > devida, j que
nlo he posivel inteira reparadlo olTendida.
Na villa Franca do Imperador, var.iram a porta
e urna jaiiella da cis. em que reside ojaiz de direi-
lo Manoel Bento Guedes de Carvafho, com dous li-
ros-que alh deram as 2 horas da madrugada da uoi-
te de II para 12 do mez passado.
No dia 6 do mesmo mez. na freguezia de Sanio
Antonio da C-choeira, do municipio de Brag.nca,
houve um conflicto entre Antonio Bolrigoes de
Moraes e Constantino Jos de Muraes, do qae resul-
lou flcar gravemente ferido o|primeiro,e morlo o se-
gundo.
Os contendores eram amigos, mas estando moto
emuajagados deshouver.ro se, e prlgaram por cauta
de um pedan de fumo '. Foi ja preso o assassioo, e

S^*"^ j." mt?tr.i radi |L o. ?J.I.c.tario

est sendo procesado na villa de Rraganca, em cuja
cadeia so acha recolhido.
' A ISeneerrou-sa o Jar*)' da dita tilla, lendo
jolgado 12 procesios, a mu obstante liearero jinda
35 por julgar, o juit nlo quiz prorogar a ses<3o nem
por um'dia mais. A miximi parte desses procesos-|
3o por enmes cninmetlidos ero aunos anteriores, ca-
jos roo foram palos depois qae para all foi o dig-
no delegado Dr.*Tillaca.
No hairro de Arraial, (lisiante (res leguas da re-
ferida villa de Braganea, foi de prximo adiado,
por om pobre Homero, morador ni freguezia do Am-
paro, um grande diamante, que depois de ter sido
visto por varias peiioas, fot confiado a um sugeito de
Mogy-mirim, que agora nlo o qner restituir. Desa-
corocoando de oulros meMMkssou o dono urna es-
eriptura. era qae cede a quIWa parte do ralor da pe-
dra ao Dr. Joaquim Mariano Galvlo, para a reirin-
dicar, e ouvi dizer que este se-ihor ja esleve em Mo-
g\ tratando do ncq-eio, mas ignoro o retallado qae
obtev.
Decadente como lem estado o nosso thealre, dea-
de que dsqoi se retiraran) os actores Joaquim Au-
gusto e Mara Magdalena, procura m empreza gal
vanisa-lo, recorreulo, ora aos baile- mascarados, ha
pouco havdos, e ora aos espectculos lyricodraroa-
licos, annunciandu o piimeiro destes para hoje, cora
artistas Mariaangeli, sda mulher e Mggiorolti
cnleiiiente chagaclBea esla capital.
Veremos se aindjt durante estas ferias d Facul-
ilade de Direilo vai a coropanbia aproveilar -a co-
fre do Saulutai auatnpineiros, s .porque, coale
a aapreza. subvencionada pela provincia, com urna
pequea diminuirlo de renda nesse curio esparo de
leaspp. Nao pequeo favor j he consentr- no
desfalque do pessoal da companhia, e, agora, ao du-
plicado preco dos bilhetes de platea, unicamenle por
qoe hoove nella algumadminuiclo de assentos, em
eonseqoeucia de una mais razo'avel divisao deltas,
feila pela delegada, visto que a outra razao allega-
da da aditicio dos tres artistas cantores nlo procede,
porque veero elles como que refazer a falla daqoet-
le oulros dous, sobretudu do primeiro, que he bem
sensivel.
A mocidade de nossa Faculdade de Direito (em
andado em apertos com o apparecimenlo das rapa-
zas la pelas .alas dos actos do 2. 3. e I. annos ; e
lera sido jadizmadospor esta qualidade de chotera
uns seis estudantes.lodos do 2.
Acham-se habilitados a tirar passaporte para as
regioes da advocada, promutoria, diplomacia, etc.,
por terem obtido a approvajao no quinto anno ju-
rdico Mseguintes Srs.
Clemente Falcan do Son/.., Jnior.
Manrique Francisco d'AVila.
Fredenco Aogusto de Almeida.
Caetano Jos do Andrade Pinto.
Felisberto Pereira da Silva.
Manoel da Silva Mafra.
Jos Thomaz da Silva (joinlaiiillia.
Antonio Carlos Ribeiro de ^ndrada Macindo
Silva. *
Antonio Ferreira Vanin .
Francisco Manoel das Chagas.
Americo Kra-ilwnsp de Almeida Mello.
Bernardo Jacinlho da Veiga.
Felsberlo Gome Jardim.
Jos lliogo de Meuezes Fres.
Vicente Mamede de Freilas. -
lu/. Ladi'hio d loledo DaaJ^Lx^-
Francisco de i'aula Ferreira de Koataidc.
1.abrid de Paula .Almeida MagalWles.
Carlos Frederieada Lima e Si
Paulo Jos de Mello Rodri^ueafiosta.
Joao llodrigues da Osla.
Joao l.uiz de Mallos Pendra e Castro.
?auluio JosSoaresde Scuza. .-
Krederco Nunes de Sebra Perarello.
i-[Evarislo Ferreira da Velga.
Antonio Simplicio de Silles.
. .._,------, nlo contente com
providencial que dera ameriormenle ao- boa-
mandoq examinar cora lodo o cuidado, no poa
tos indignados, se havia o menor hdi-io de um re
cenia desembarque. Podemos asseverar que nenhom
foi encontrado, e que pelo contrario a popularlo e
as autoridades ss ach.m vigilantes e dispastas a per-
seguirem qualquer tentativa dos africanos. .
O vapor 6. Mafia II, que Sabe hoje para Lis-
boa, leva para soccorro dos hahitanies de Santo A-
ilo urna grande quanlidade de manlimenlos com-
prados com o produclo das subscript-Ses que, segun-
do demos noticia, se promoviam nesla corte para tal
fim. Na lolalidade dessa subscrip;Oes, que mon-
lam a 9i529700, entra a do Sr. Viclorino Piolo de
Sa Passot-aam ,3:6309000. Este seuhor, lando sido
encarregado da compra e embarque desses gene-
ros, onrreceu, eomo agente da Companhia Luio-
Brasilera, conducho gratuita parcas mesmos a bor-
do daquelle vapor, o
Pelo D. Marta II entrado honiem da Baha, e que
nos troaxe a mala do Pampero; recabemos gazetas
ingieras ate 25 de oulubro prximo passado, obse-
quiando-nos um migo com o Jjrnal do Commef-
no de Lisboa de 3 do corrente que se refere a ou-
lra. de 27 do mesmo mez.
Na Crimea nenhum encontr serio tem havido en-
tre us larcas b-lligeraiiies, bem qoe parece que os
alliados pretenden! aiuda este auao atacar os seus
immlgos.
A 22 do paliad') marcharam elles de Eopaloria
para loulalcom 40.000 humeas, mas ao chegarem
no da seg-saats as alturas d* Aclasa Dijanii, avu-
lando os lancoiros russos pelo flanco, retiraram-se
para alera deTitlatschi.
As correspondencias de Coostanliriopla dizem que
cada da se vai tornando mais provavel a evacoar-io
dos forles do Noria, pelos Russos, por qaanto uina
parle do exercilo do priucipe Gorlschakoll se retira
sobre Simferopol, e a odlra se coocenlra sobre os
platos de Maekeusie onde se fortifica cuidadosa-
mente.
Nlo obstante estas evolueaes,-o principe dstica
torcas cousideraveis para impedir o movimenlo
coocenirico qde os alijados estao operando.
O correspondente de Pars da Independence Sel-
ge tratando do exercilo russo, diz o segoinle :
. Por esta forma coreado e dominado, o exercilo
russo corre o risco de ser obrigado a rendar se, ha
poremloda a probabilidade de que escapara esla
perigo, aproveitaiido-se enm mais ou menos preste-
za das diiposices que julgo poder afllancar-vos ta-
rar Ja (ornado para a evacuarlo.
Depois de h.ver presUdo este allimu servico a
causa dos alllados, ar e.quadras retirara : o almi-
raul. Bcual coodudro a bordo da sua esquadra a
guara imperial, e na Crimea s Ticarlo os navios
de menor lolacla e duas unus, as ordeus do conlra-
almlrante Pellion.
lima correspondencia de Vienna publcala na
mesma gazeta tilo he em ludo coucorde com a pre-
cedente. v
Eis como ella se exprime;
a As noticias da Crimea por diverts va nao fa-
zcro aulolhar quaes sero os successos decisivos de
que ter de ser Ihealro. Segundo diz gente enten-
dida, Irala se de saber sa os alli.dos se adiarlo em
estado (le forjar a posiea actual dos Russos antes
do meco do invern, ou sa estes ltimos podero
eahtr da defensiva e repellir os alijados.
o Se os Russos fossem obrigados a abandonar a
sua po-islo sobre o pial que fica eulre o Tcheroaia
e o Belbeck, leriam de retir.ir-se para o pial entre
n Belbeck e o Halclu. Desalojados djtMji segunda
linha, retirai-se-biara par alem do Kj^M Anda
depois desta Ihe ficavh ama quarlu fflaal sobre o
Alma e outra sobre o Jalghir. Aqui comeca o Step-
pe entre Sinfen.pole Perecop e s -lii nao poderiam
encontrar posijlo alguma, he s eulo que Crimea
estara perdida para os Russos, sendo obrigados a
anandonarCafla eos pomos drcumvisinhos qae os
diluidos poderiam lomar de flanco.
* Portauto a larefa do general Pelisser, embora
seja bem succedido as su.is operaces, he difllcili-
ma, para o que basta examinar o mappa, anda m-s-
nio que > nlo seja mu versado em estrategia.
Lerabremo-nos que toda a medalha tem reverso/ Se
por exemplo o principe Gorlsclukofl" livesse feliz
xito aas soas operacOes, se na sna posijao actual os
Ru.so, uas alturas de Mackansic, ganharem urna
batalha, us alli.dos lerao de retirar para os aulrin-
cheiraiueiilos por delraz do Tclieruaia, pasafllv o
prximo invern as mesillas posires ijueViiii-
ramno llhuo, sficqm a dilTerena de qae parle
le Sebastopol a a esquadra russa estao destruidas, e
que 100,000 pessoas, pelo menos de amb-is os lados
b.Hxaram a Ierra.
Segando o inventario enviado pelo general Pelis-
ser ao ministro ds> guerra em Pars, os alijados
acharara em Sebastopol alea das pecas tanto de
brouze como de ferro, o. seguinles objeclos :
407,000 balas, 100,003 projeclis oucos, 24,000 cai-
JiViL81'^-262'000 kilog'niat de plvora,
630,000 cariuchos embalados, sendo lestes ItiO 000
variados, 50,000 Vilograpias di cordame velh'o e
25,000 kilogr.mas de cordame aovo, de todas as di-
meoses, 7j0,orJ0 kilogramas de ierro em barra a
a;o e 80,030 kilogramas de ferro velhq, 60,000 k-
logrtmas de cobra velh, 2,000 looel-rtlM d carvio,
oais um cerlo numero de machinas 1 vapor aatias
- d'eJ^3 e*Pec-eB e JO alcoris, 11,000 saceos de
pao, 3,700 saccas de rarinh e 3,300 saceos de lri"0
raode-qninljilade de cereaes de ontras especies" e
irrlca carne salgada.
Jo SoucellUte de alarsellia, referiiido-
lonm. -ttC*
- Na llespanha dera o rei una queda do
que mobtava, lendo depois ama congeslaa
pie Ihe poza" vida empergo, mas relizmeole ach-
varse ja' quasi reslanelecido.
Em C.dizumraidailruie completamente um do
deposito do-arsenal de Carraca, .... qal havia mul-
los prujecli irfrregados perlencenles a varioi na-
vios de guer rebenlando lodos quando no edifi-
cio se inlrodalio a faisca elctrica.
S granadas consta que havia 1,600.
Felizmente nlo houve que lamentar nirtiuma
perda de vida ; nem mesmo nenhum ferimenlo.
carias de nossos correspondente qae cima
raeaaVoamos, encontrarlo os leitorai noticias lio
circuhislaucadasdal^ortngal, Franca, Inglaterra
Allt'inaaha que nada temos que ..accrescenlsr-
Ihes.
Na Grecia houve modificatlo no gabinete.
Em aples continan, os recejo de revoll.i, mas
a polica tem desenvolvido lana actvidade, qae
os descrnenles ni se lem atrevido a perturbar a
lrar,qulllid.de publica.
estado das relaces entre a Inglaterra e oEs-
tadoss-ljBido nlo. he do nenhum modo aftisrac-
torio. ,
O. povos dos dous paizes acham-se 11ra tanto i
dignados um contra o oulro.
tis rom,,.,, exprime om peridico inglez, o Mor-
ntng Post. relativamente a estas relceles :
' r*or muitodesagnidavel que parefa a questao
suswuda ltimamente ntreos Estados Unidosea
Jnglaierra, a Franca e a ^lespanha a proposito de
Hait e de Cuba, appareeo agoraiutra causa de
desinlelligencia eulre os Esiadolljnidos e a Ingla-
terra, posaque de muito menos gravidada a im-
porta ncia
Antuerpia eS|.
Can! 6ii a 8O1
Estedos-UitoaVaMc.
tlamburgo t,
Havre. m fr. eio*r
IIBTAP-^S88 aE -"JMM
MUTAES. Oncas da patria. .
" hespauholas .
Pecas de 6340 velha. i
Moedas de 4i>. .
Soberano. .1
Peso hespandaes
" a da patria .
PalacSe*. .
Apolice de 6 $.......
u provinciaes.
l.varpaai 4|.
Londres 45-.
MahellM 55|.
Malterf|neo rJOi
1 riNle
W00
a 29J600
18920
I1920 a 1S9B0
104a 105*,.
Aopar.
Jornal do Cmnmerrio do Rio.
JO!
i-fEv
o respectivo gro logo Ja
Lili arlgi
se ao mniteur, nos fez dizer era i'in dos" p
nmeros que a guariilcao do Klnborn havia sabido
com as honras da gena, eutrelaoto que rn>-|ospa-
ch do general l'elaier quo iionlem pubtSmos,
re5-a que s rendara prisionera de guerra.
abatato um despacho do priucipe Gorlicrlakoff
nada aecorrera digno de mencao entre essa forlalez!
e a cidade de .Nicolaiell at ao dia 22 do passado
entretaalo a esquadra alliadas l.avi.ra mandado
canhneraT embocaduras do Bug e du Dniper
para fazer um reconhecimenlo.
O imperador da Hussia eslava de volla da ultmi
cidade, lando sido a defendi da mesma confiada ao
general lolleben.
Ereviamos o artigo cima, quando fomos infor-
mados de qoo era chegado de Southampson o vapor
Tay lendo tocado em todos os porto em qae cos-
lumam locar os da companhia a qne pertence.
Recebemos por ello as cartas de nossos correspon -
denles de Lisboa, pari, liainburgo e Londres que
ficain transcriptas em oulro lugar de.te Diario, e
tambera varias gazetas inglezas, francezas e porln-
alcani;ando as duas primeiras a 8 do corren-
Bltinias a 15.
iiuea eslavam lindas por esle auno as opera-
5"es hellicas. As tropas alliadas linham-se recollii-
do, ornas a Eupatoria, oulras ao acampamento em
frente de Sebastopol para ah passarem o invern ;
to fortificados acharara os Russos ua posiees que
oceupam que nlo se. atlreveram a alaca-los. Todos
os seus esfori-oj serlo por agora empregados em in-
terceptar os coraboys de manlimenlos que por Pe-
"""P forem enviados ao* leus contrarios.
Jfca sorle daquella pennsula, u principe
Cra|Pu, leudo recebido do czar. p0r inlerrae-
do ccueral Slackelberg, plenos poderes para
deleiide-l. no abandona-la, conforme as circuros-
tancias, sem que qualquer resolusao que adopte in-
volva a sua responsabilidad, puolicou em ordem
do dia a sua resoluclo de coiservar-sc a lodo o cas-
ia all.
No roesino da em que o general russo publicava
esla sua resolucilo para couhecimeolo das (ropas que
coromanda. os gneroe alliado, segando annuiicia
o Piernn te de Turin, deedi.m em conselho dirigir
simullanramente das alturas de Baidar, do plato de
Chamli, de Eupatoria e memo de Cheriou um mo-
vqieuto que ludavi nlo foi levado a elleilo.
Noticias de Vienna de data recente aununciam
que o exerctn russo ua Crimea fora reforjado com
22,000 homens de tropas frescas, vindas por Pere-
cop debaixo do coinni.uili) do general Pianulin, pa-
lo que julgan Jo-se habilitado par lomar a ollensiva
estiva fazehdo preparaliVos para di atadle vigroi
-iaMra Eapatoria ? "'.
0actual gabinete do presidente Pierce, dse-'
jan*) adquirir urna grande iroportancia^olilica,
julga que he prova de diplomaeli e Ucaflplitico,
sustentar ros termos mais arrogantes e raais jac-
tanciosos o principio de Blonroe, a saber, que ne
nhuma oaoao europea deve intervir uos nogocios
da um estado soberano e independen!, dentro dos
limites d America do Norte.
? Esta doutrina posta em pralica primeiro ao
Texas o no Mxico, deve agora conforme a inter-
pre-acodosEitados-UnjaJos) applicar-se ao Hai-
U e Cuba, signiQcando que nenhum respeilo so
ave s obrigasoes provenientes das leis que regu-
lara as relaces internacionaes, nem ao seniimen-
lo de justica universal, aBm de que as lendenoias
annexacao expoliaciopossam realigar-se, con-
fornia. os desejos manifestados pelo gove no dos
Estados'Unidos, epor umapequena parte dos seus
naluraes. Inclinamos a rrer que. o lio Jonalhas
apeiar da tanto alarido, he demasiado prudente pa-
ra qneror envolver-se seriamente n'uma pendencia
com as duas naipes maritimas raais poderosas, s
para sustentar urna administraeao realmente impo-
pular e em descrdito, que irala de lisoiigear um
elemento vicioso do carcter americano, lao in-
compativel com a honra o os inieresses pe:
tes do grande povo dos Estafbs-Unidos.
A Inglaterra e a Franca, posto que agora es-
tejam envolvidas na lula cora o Oriente, tem os
meios e a firme vontade de reprimirem esse espi-
rito de aggressao desregrado qu os Americanos
manifestam ha tempos ; e a'mda que o tom nju
rioso e ameacador dos gabinetes de Washington
possa explicar se pela provavel acquisit-lo doS ter-
ritorios russos do norte da America, um grande
guerra martima com a; suis costas descobertas,
com a sua mnnha fraca comparativamentereom a
sua risnbanca do Canad inglez, poderoso, rico e
dedii-ado .metropole, eerb esu4o de repellir qual-
quer invaslo, he urna marcha poli tica que espera-
mos ver pfir de lado pelo bom senso da parte mais
sensata e mais honesta do povo americano.
Quaes podem ser os resultados proficuos de
sernelhante lula ? O eommercio da Franra e da
Inglaterra pode ejtar suspenso temporariamente;
porm todosos navios americanos seriam varridoa
dos mares, todos os portos da America seriam blo-
queados, todas as costas da America, desde Maine
at a Florida, fieariam exposlasaserem atacadas,
e esta singue derramano, estes estragos e. estes
males seriam affrontados pela aquisicao de um
Sebastopol haitiano, donde seria mais fcil amea-
*ar a Cuba.
H A outra complicajfio provin de certos actos
que se diz terem sido eorametlidos por Mr. Crara-
pton, embaixador inglez em Waslaijon, por ."vir
E Head e sir Gaspar Le Marchata}, cora ofensa
da le muajeipal dos Estados-Cados.. A Ingla-
terra nip tem direito do enranhar pOT qualquer for-
ma 1 poltica de tieulralidade fjue o^governo federal
dessja conservar na actual guerra europea'. Ainda
mi a Inglaterra lera obrigacao de prahibir aos
seus agentes qualquer acto que possa violar a neu-
tralidadeea le municipal dos Estadas-Un idos. A
suscsptibllidido do governo americano neste ponto,
deve parecer etlraor liuaria. tendo violado tantas
vezes a lei publica, de que sao tcslemunhs Tezas,
o Metico e Cuba.
Ni conGamos' que a formidavel esquadra bri-
tannica que se rene as Berrhudas abaiei a ar-
rogancia e a exeessiva susceptiblidade do governo
americano.
Ni Per' tnlia sido adoptado o sadragio uni-
versal.
Nu Mxico Malhi-ooras tinlia-se rendido ao re-
volucionarios, reinando por loda a parte plena tran-
quilldade.
Ni India a insurreicaa Santhal eslava quasi es-
lincta. L
EmCaniaoa insorreico tantbem eslava vrlaal-
mente supprimida ; ilhrruava-a qoe Tll.aWU rebel-
des lavlam sido publicameole eiacutidos laiquella
cidade dentro da om anno.
Na Noria os rebelde iinliam sido igualmente ba-
lido.
Era Londres os com fficaram de 88 1 r i a
88 018 ; os fundos bra<4teiros a 99 os sardos a 85 ;
a* h-dlandetes a 93 l|2 e os rassos a 95 118.
BOLETIM.
LISBOA 13 DE OLTUBRO.
P retos cor rentes dos ganaros de importado do
Brasil.
^ Por baldeaeio.
Algoolo de Pe uambuco. 5
Dito do Mamullan. .-.....
Dito do Pari..........
I tilo (lili. -4* machina -. .-fc
..........
(jfe do Ro prinleira surte. .
Dito dito segunda Aila. ....
llilo dilo terceira dila.....
Dito dito escollia boa:.....
Dito da Bahia.........
Couros seceos em cabelle 28 a 32
Ditos ditos 2i a 27. ...
Ditos dilo 18 a 23.....
Ditos seceos espichados k. ,
Ditos salg. de P. e Ceir 2* a 32 '
Ditos ditos dito 26 a 20
CO
vfMER
CIO.
i'HACA DO RECIPE 28 DE NOVEMBRO AN
HORAS DA TARDE.
CotatCel ofliciaes.
Citrbio sobre l.oudres27 l|260div a dinheiro
J-.LI'ANOBm.
.<', -'.....428:832*011
...... 2C:fi82J706
. DilosdilodoMaranliao28aa
Cravo grala. a~~
ir Dilo do lafaahao. JJ
dniima copal
Ipecacuauha. .
Utirucii..... .
Salsa parrilha superior. .
Dila dila medianas ....
Dila dila inferiora
Assucr de Pcrna
Dito da Bahia .
Dito do Pari, bi
Dilo aaascavado.
Dila Afinado
Dito dito que
Dilo dila em
Vaquetas di
Hilas do Mar
Chifres d(fltoa
Arree do Mamullan"
Dilo dilo,do nieU_
Dilo dibojAupciior.. .
Dilo diroWiudoT; J
Pao campeche .
Familia ae pao do Jiras!
Tapioca *7 .
Precos corrente.
00
iVvtO
>*i ataaajjo
400 60
13> III
750
400
33200
too
us
360
2>750
dos gneros de exportarao mar
o Brasil.
CiWaa de diretos.
AuMndoa cm rniofo aa)at do Al-
Nozes.............
Figos do Algarvc em caia .
DilatWilo braucos.......
Alsalas.......*. .
Preiunlos..........
Carne ensaccada. .......
I'ouciuho..........
Banha de porco.....'. .
Pimenta de Goa.......
Cera branca por baldearlo.
Dila amarella dem.....
Dita em ajBtroe idem. .
Dita em inSas a bordo. .
Areite 1.......
Agurdenle enesseada 30 graos.* pipa 28*05000
\ tnho niuscatel de Selubal. cax.* 89000 SOO
Dilo Unta marca F. S, a bordo, pipa II85OOO
Dito dilo, ditoidep......ane. 12IB000
Dito dilo marca B. e F., idem. pipa 1208000
Dilo dito dilo, idem......anc. 12J0O0
Dito dito T. P. e Kilhos.ajasm. pipa IIOSJOOO
Dito dito, idem.....V. anc. 1129000
Dilo branco marca B. F., idem. plp. lisyjao
Dito dito dito. Mero ....... anc. tfiOjOOO
Dito dito dilo F. S. idem .... pipa 12ib}000
Dilo dito idem idem......an. 122MM0
Dito marca T.P.e Filhos, idem. pipalIOSOOO
itoditodilo, dem ....*. .anc. 1129000
Dito dito marca P. G., idem. pipa 1209001
Dito dilo dilo, idem. ..... anc. 1229000
Vinam-e linio marea FiS.'dem pipa I8>000
Idem dem dem........ne. .iWfJOO
Dito dito marca B. f., idem pipa lO-aJOtl
dem idem idem. .
Dilo dito marca P. O.
Idem dem idem. .
Dilodito marca T P. e F., 1
dem idem idem.....,
Dilo branco F. a S., idem.
Idera dem idem......
Dilo dito marca B. F.,idera pipa WOOO
Idem dem merca P. Q.....ine.
Dito dilo dilo T. P. e F.o idem. pipa*' 3890OU
dem dem idem *......anc. iSOOO
MOVIMENTO MARTIMO.
Einbarcabdet cntradis.
.. u r^6"^'^B',"a br,8ue Dra^'ro AnaJ..,
captilo M. 0. Piuheiro. a
Idem 29-dn Para', barca porluguexa oAtaatooa,
capitao A. L. Ferreira J.inior. '
Idem-patacho portuguer jrCaulela,)) capiUe I.
demdo Kio da Janliro, barca porloBaata uBa;-
saco, capiblo A. P.jOolniaraes.
ldem-aD-ga!era Braiileira ('(Palmeira,-. capiUo 1.
A. ?. nflCIGl.
Idemde Perirambaco barca porlugqezj uMiria
Jos, capjl-lo J. F. Lesw.
Novembro 1-d Bahia, brlgo'e brasileU Veloz,
c.pitao J. 1.1.. ternandes:
Id-mdo Rio de Janeiro.barea porUgaeM Teu-
tadori), capitao J. J. Pimenla. ^
..T-T."*'"*- bri8ae dinam-rquea oEltrlgaaJii, ca-
p Iflo l. Sonne.
c,Sr m" pBDt'. brSUe Pr,USael Aondeg0"
dem-idem, patacho porluguezoDesnoi), cpi-
% A. J. de Campos.
441000
?4*000
Ide
Rea di meu lo
Idaia do di
43^514750
.. P^tarregam hoje-JS de nurembro.
Galera ingleallermionemercadorinajk
Galera franeftafirnma MathitdeideaB
Barca americanaAzeliafarinha, remq*a laboado
Btiboo portaguezPortadorpipas abllidas e T-
relo.
JOSUI.ADO GERAL.
Rejidiroentododil a. 27. 504)01)1311
Ideai do da 28....... 2:56e-*s98
52:66987)2
DIVERSAS PROVINCIAS^
Kendimenlodaj dia 1 a 27. .
Iilum do dit 28......
k
529849
I6I50
J:368a999
Exportacao .
Pirahib do Norte, hale brasileiro oCnnceico de
Mar.ii, de 27 toneladas, condutio oseguinte: 244
volme genero cstrangeiros e naciouaes, 1 sacca
goroina, o ditas cera de carnauba, 2 (lilas caf, I di-
to do da Baha, 2 baba, I dito de fia mires, 1 sacca
geugibre.
KECKHEDOR1A DE RENDAS INTBHNAS GE-
RAES DE l'ERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 27. ,. 16:8189954
dem do dia 28. 2409000
i7:058954
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 27..... 40:7429-540
dem do dia 28....... 2:5119448
43:2539988
RIO DE JANEIRO 19 DE NOVEMBRO.
CoUsO.es ofliciaes da jonlt dos correctores.
CambiasLondres : 27 5(8 a 60 90 dias.
Deiioutos: 9 08).
dem 4de Pernambaco. brigaa borlaaura oVia-
janle. capito M. dos Santos. I
dem 5- lo Rio de Janeiro, h Pwiuaaaaoo,
vapor porluguer ol). Pedro Ha, eapltoo .' a,s
do O .
dem 9lo Rio de Janeiro, BahlaHRruaiiiburo.
vapor mgle Avon, capitao T. E.JHW
Sahidas.
Oulubro t:t para Peruaroboco, Bahia e Rio aV
Janeiro, vapor inglez lmar,,) capitio J. A. Bvis.
dem 16para o Rio de Janeiro, patacho aaaeri-
eano Alloy Iliaxleo.arJipitao Wiswel.
Idempara o Rio liranda do sal, patacho dina-
marquez Sara.Juliavia, tlpiao W. Bolder.
dem li para Plrnambeco, Bahia e Rut de J-
neiro, vapor portuguez D. Mara ID,, cidil A. Y-
R. Gaimarles.
Ideo 19para o Ro de Janeiro, brigoi dinamar-
quez Ida, capitao J. Vonson.
Idenipara o Rio Grande do tal, Mana france-
ft rJoWpn.Be,. capitao L E. Cherou.
Ideblpara o Rio de Janeiro, patacho porbaguez
larojo II, capitao J. O. Fanecu.
dempara Pernambaco, brigae porloguez (tPor-
lador, capiUo J. Custodio.
Ideit|)ara o Rio de Janeiro, barca fim liiatin
AdMnaslor. capitao M. F. de Soai..
IiMmidem, brigaeportagaez aLaia, eapil"*a A.
,\. do Couto.
demidem brigde portagaBUpnze de Marco,,'
capitao J. G. Mendonja.
dem 20para a BaMaMcaua portaguna Ne-
vo Viajante, capitao M^T Caneira.
Idera 21dem, barca americana Palmetla, ca-
pitao J. Crowel.
dempara a Bafiia, galera porlugueza "Lisba-
nense,- capitao M. L. da Cosa.
dempara o Rio de Janairo, barca sueca An-
gosta. capiUo E. A. Tengre.
dem 2*Idem. barca americana Samo*, capi-
tao P C. Basford.
Idempara Baha, brigue porluauez Taa Ir.
oaos, capillo D. J da Rosa.
dem 26para o Rio Grande do Shl^lasra --'
LitleFred, capitaoT.Terrj. ^*
STrSEsaiK,Sde J.anairo' P,,*,cU mericaoo
Elror, capitao J. French.
dem 28para o Rio de Janeiro, brigue dina-
marque/. Iinmannel, capitao L. C. Perven.
Idempara o Rio Grande dd Sol, brigue ioalaz
Lady Anna,. capitao P. Diclson.
dempar. o Rio de Janeiro, brigue portouaez
Soberano, capitao M. A. Guerreiro.
demideai locomparavel.u capilfio J. B. Paan.
piona.
dempara o Riu Grande do Sol,
brigaa haiin-
veriano Clemence Augusto, capillo B. Witrock.
Novembro 1idem, patacho inglez Brilaan .
capitao T. I'l.on. '
dem*para a Bahia, vapor inglez Pamoer*
capitao D. Sowlon.
dem para o Rio de Janairo, brigae dioaaaar-
quez Keking, capitao N. C. lrauzen.
dempara o Maranhaa, brigue portuaax i'r.
baa. capitao A. J. dos Sabios.
dempara Pemambiico, palacho portaguez aRri-
Ihanle, capillo A. B..Eereira.
dempara o Rifjlffffiuieiro, palacho brasileiio
Galante Mana, capnf M. A. Castro
Ideibbarca sueca (rGalle,. capillo Si W. P.ter-
on.
dembrigue sueco Guslal Meln, eanitiat a
Suueberg.
A' carga..
ZZ^lo^^a^o ^mMMfol ^^t^^*^*^
;
s-4

111 i.lllaWa8JliWr'.""'



011*10 DE KMURUCO QUINTI FilM 39 Of MVE1IM K I8SS

O
:.
BKVISI'A COMMERCUL DOS PRINCIPAES
MERCADOS DA EUROPA l'ELU VAPOR
DiGEZ *tAr."
Londres 8 de novembro.
Cid : Hegocios pouco importantes. Os im-
portadoras mostravarn ura vivo desejo de,realisar,
entretanto que procura se conservavt inactiva,
do que reaullou utua bai> geral de I sh. 6 d. a
2 sh As sortee do Brasil sao as nicas procura-
das dsquaes ha algumas vendas a entregar. Teem-
se negociado varios carrega metilos que se esperam
do Rio de Janeiro eerca de 19,000 saccas, ao pro-
co mediodesb. 38 6. 039.
Desde o principio que o mercado es-
> leiu promplaioflok) recuperado a
la aecidental assignaiada na nossa precedente re-
emonur a ciow do mais alto ponto a
tem coegado desde milito tempo. O deposito
la muito redui'tdo; foi necessario faaer appello pa-
8 mercados do continente. A espocula-
lejferou do artigo, que segundo um des-
pacho telegrfico, reeebido ao partir do correio tem
augmentado de 7 9 sh. deetk 3 dias. Vas ven-
dos eecluadas nolam-se 8uO eaixas e 400 saccas,
da Babia mascavado (esperados sh. 6. 6. Um
carregamenlo de .4 elxas e 9U0 sacos, da Ba-
hiydito, de27a28sh.
Couroa : Na mesraa pocao, isto be. com nma
boa procura e com os precos firmes em face da re-
ducto progresiita do nosso dcpesilo. 'uve lti-
mamente urna alta sensivel sobre a maior parte das
procedenciasda America doSul.
Havre Tde novembro.
Caf; O negocios conservaram-se niui limita-
os durante todo o mez de outubro e os primeiros
dias. de novembro, e em coaaequencia dessa calma
prolongada os precos sao um pouco fracos, Nego-
ciaram-se tmente 1-luO saccas do Rio de Janeiro,
ao lavado entre f. 5 > e 57. 50 os 50 kilo. (de-
posito) e algumas centenas de saccas dito, lavada
do 69a 71 f. os 51) kilos *Taeposito.)jrn venda
publ-ta foram adiudtcalbj 1800 saccaa do Rio a-
n,.noViile de Pars e Mendonca II.de
18 por 50 kilos (vres) para os nao la-
114 a 126 para os lavados. Tara-
ietle-se a tonda publica de algumas saccas da
saos de 40 Ai i, (du,.ozito.) Dapozito
3,834,815 lfl kilos, jpntra 2,914,800 \\%
kilos em 1854. Este
6,042 saccas Jo Heii
guayra, 310i
14 j de Santiago,!
cas do Rio de Jai
etc. junto 9.9561
Aaucar
toa 15. ou o
uAro e com
bita ej
vha
tuerpia.
Antilhasfrancezas.tiiifca sob.do a f. 65,os 50 kilos
(li 'res). A procura rdante est no artigo e a es-
papulecao leva a e\ageracao a Blecos. as sortes
do Brasil nota-se somente 600 saceos 40 caixas-
mascavado da Baha a f 31- 50 os 50 kilos.e 640
saceos mascavado de Pernambucoa f- 29 50 os
, kilos (deposito) chegadas quasi nenhuroa*. De-
pento a 00 saceos do Brasil. ltimos precos;
Brasil branco I -41 a 146 f. os 100 k (livres),
sOmenos 122 1*1, mascavado 111 a 121 fr.
comprebende boje
vana, 771 da La-
Porto Rico.
l"909 sac-
\ Ceilo etc.
emtaixo duran-
do mez de ou-
augmantou su-
^^^Be urna
Sr
rae e de A11-
boa 4 see das
MQVtttEf
de JaueS!)
!tll JohanirsnaVca
UTO DO PORTO.
Rio de Jau
lieth Johau
1 entrador no dia 28.
I das, brigue hollattatez Elisa-
apitao A. P. de Boer,Huipagein
10, em lastro; a Scliramm. Whalely Compa-
nhia. Ficou de quarenltna por 10 diai. Chegou
lioiilero a Urdan*.
Santos-2i dias, galera brasileira apuntilla, de ,30
tonelada, capUSo JnSo Casaveachia, equipaiicm
15. em laatro; a N. O. Bieber -Gompauliii. "
lile de Janeiro e Balua 8 dia, vap.r portugus
O. Mara II, cumni.-indiinle Aulonio Francisco
o (iuiraaraes. CoMuz 1 passageiro para es-
pinela 93 para o r.orle Ficou de quaren-
15 das. Sequo para o uorle, conJu-
sindo desta provincia os paiagtiros, Mara Ko,
Joo da Silva Mallos, Jos Maiia de Vasconcelloi,
Gaspar Jos dos Santos, Mauoel Jos de Campos.
Havre28 'lias, brigue francs. .Bellem, de 187
toneladas, capilflo Churisto, equipagem 55, em
'airo ; a Lasserre & Companliia. Seguio para o
Havre.
Southarapton e partos intermedios19 dias, vapor
uiele Tayu, coronunidanle Sawyer. Passagpi-
ros para e-la provincia. William Clark* Felipe,
nlonio de Siqaeira e sua fillia, John Ellioll,
Hr. Char 1 Uor.lou, AI her Korsler Uamon, Au-
ra Pinto, llumphreyH. Smitl, Tlien
Uinsliauson, Francisco Uaudencio da Coila, An-
tonia Marque Sastres.
S'atio tahiio no mamo dia.
Rio itf JaneiroBarca americana aj. A. Ilazard,
aptlaoC.S. Wrlliam, c.rga parle da que Irouxe.
EDITAE
virem nos navios da armada narional e imperial,
snb as Mfuintes eondicoes :
Clawrs do aliBtamento. *
1.a Da marinhagem, cojo cntralo for sem lempo
delerrninado.
2.a Da marinhagem, por lempo de um a tre9
annos.
3." Da inariohagam coaes prazos de seis a oilo
annos.
O vemimentos a mais vaota^ens que as pravas
eonlraladas em virlude deslas inalrnccoes tem de
perceber, a as seguinles:
Soleo por mez.
Ciatse superior 209, primeiros inariuheiroa I89,
segundos onrinhelftis 159 e grumeles I tB).
Premios.
(Ja voluntarios de l.a classe so perceber3o os sol-
das que Ihe coiupelirem na forma cima referida,
sera lereru direito premio ou gralilicarao alguma.
Os voluntarios da 2. clalse, sendo marinheiios
lerto 209, 469 ou 709, conforme lorem os contratos
por um, dous ou Ires annos. Sendo grumetes le-
ro pela mesma forma 10J, 22J on 349.
Os voluntarios da 3. clasje recebeu^ mais urna
quarla parte do maior premio que MBfyrn dbler,
coolrataado-se como o da 2. classe, na praca de
maiinheiru ou gromete qne Ihescompetir.
Se alo forem homens do mar e liverem mar* de
40 annos, t lerao o premio correspondente
2." classe.
Uralilicafio.
O voluntario da 2. e 3." elasses terlto ^alem do
premio cima dito, a gratificaco de i -e forem es-
r*
Segunda recita.
J)UARTA-FEIR.\ 5 DE DEZBMBRO.
Represenlar-e-ha pela primeira yjfLe etrellenle
drama em :l actos, lrndaz,do do frfltez pelo Sr.
I.ui/Joi Bavardo, intitulado
0 FORCADO DAS I.VI.I.KS DE BOTANYBAY
OL
Personageru.
Mulver. pai de Albertina.
Flft Uonnenil, capilSo.
range.ro, A de o sendo nac.onaes, se se apresen- .fiojhom, procurado do rei.
tarem por si prepruw, indepeudenle de engajador. "
Esta gratificaco ser repetida (odas as vezes que
(indo o primeiro contrtlo a praja qoizer anda ser-
vir por lempo nunca m-iior de ;( aunos.
Vaulagans. ^
A'a pnces compreheodida nestas tres classe dar-
se-ha guia de desembargue uo fim do contrato com
lano que previnam ao commandante dous meze
antes de que preteodem em tal poca deitar o ser-
vi; ; e,fieam isentos do recrutamenlo, sendo ua-
cionaes por tempo igual ao que lenham servido;
eiceplo o caso detckcumstancUs extraordinarias.
z
Pinanagem. Actores.
Simplicio Lobo,bario de Cam-
pos........Sr. SeHfca.
Estev.lo de Moura Jnior. .
Anloniode Urna. ._v. .
Diogo Travassos. .". -
1 convidado.....-.
dilo.".....r .
3.o dilo........
4.o dilo........
Ornclal de policia. ...
Um criado. .
D. Felizmina Perpetua Ira
vaseos. *.J .
D. Mara. .
Convidados mascarado, criado, etc.
A accao passase em Lisboa 8 unos depois da
cr.vo dos Homens de Marmore.
Dar fim o eipeclaealo a linda comedia lyrica
em I acln intitulada ,
0 CANDOR.
Sendo a comedia composicao do Sr. Mandes Leal
e a msica do Sr. Lheodoro Oresles.
Os principies papis >ao feito pelos Srs. Montei-
ro, Lisboa, Mandes e t. Leonor.
I> averra.
Lftboa.
0 Mendes.af-
i) (oillierme.
9 Pinto.
>r Munteiro.
i> Santa Rosa.
Sebastian.
Senna.
Si t. Amalia.
* Leonor.
A JUSTICi DE DE9S.
Julio Dulaur.
Francisco, mendigo. .
Alilerniniii, coronel. .
I'in major......
redro, moco da llerdade.
Um onlcial......
Um labelliao.
Albertina.
Calharina, mora da lenla
Ofilciacs, suldailos, criado, efe.
Aaccjlo passa-se em Flandres.
sellas.
.Mora.
Sr, Senna.
Lisboa.
Pinto.
Mendes.
n Bezerra.
" Seba-IIJo.
u Sania Rosa.
Monteiro.
liarme.
Senna.
|j;onor.
Amalia.
a Se
Sra 1).
jerlo de Bra-
u.cir.
jflylo de invlidos.
Compete a (odas as pravas nacnmaes qoe para
elle cnacorrerem com umxlia de sold per mez.
Pagamento dos premios e gralicac.6es.
Aos da2.> classe! se n alittamenlo fr por um au-
no sera^pregue o premio integralmenleUo acto de
assenlarem pra?a ; se por dous ou tres anuos em
tres preslacoes iguees, sendo a primeira paga ae as-
sentar praca, t segunda quando vencido melada do
prazo, e a lerceira 00 fim do coolrato.
As da 3. classe receberio una, ierra parle do
premio ao assenlar praca. oulra ignal quuntia no
fim do primeiro anno de serviro e o resinle no flm
do cntralo.
As gratificaroesque compelen) as segundas e (er-
ceiras elasses serao pagas conjunclameule com J
prjnjeira preslarao do premio.
Observases.
I.' Nao se levar em conla aos voluntarios da 2.a
classe o tempo que patsarcm como doenlrs nos hes-
pilaes.
* 2.a O lempo de pri-ao em virtude da senlenca
nao sera contado para o pieencliimenlo dos. pratos
do ali-lamenlo dos voluntarios qualquer que teja a
classe a qoe perlencami E o desertor sollrcra alera
dio a perda da vanlagens do premio e do 'lempo
de serviro anterior.
3.a Qualquer pessna que se propozer a agenciar
ios para as trescl-s-cs cima mencionadas,
apreienlarcnj* bordo desle brigue barca,
'atificacSo de 49 por um estrangeiro e 59 por
uafMuel. '-------------
. O estrangeiro para ser admillido .deve exlii-
0 resto do espectculo aera innuuoadoua seguu-
da-feiraaS do cociente
Os fcilheles achem se desdeja a venda ii"
loriodo lliealro.
vciluuUnu
trr.i a gra!
bir documento, do aeu cnsul, comprovando adiar-
se desembarazado para se poder contratar no servi-
ro nacional.
5.a O premio e gralilicarao scro pagos quando a
praca contratada for admillida a bordo.
Bordo ,do brigue barca Ilamarac, serlo no mos-
queirn de Pernambnco em o 1 de novembro de
1855. Joao Mara ll'andenkoli.
DECLA.RACO ES.
O eaeitao Jes*) Baptlsla da Fonseca Jnior, Juiz de
.pal io primeiro dislriilo da freguezia de S. Frei
l*edro onsjalves. do Recife de Pernambnco, em
Tirtededelei, ele.
lbr aos que a prsenle caria de edirlos vi-
rem, ou della liverem noticia, que por parle deTi-
Anlunes de Oliveira, me foi apsesentada a
petijaodn Ibeor segninle : jL.
nrcio Antunes le Oliveira, que sendo-lhe
Correa S .are- ilevedo? de duss lelra, na
mporlancia de 98SI7 res cada nma. auadas a 15
de junho a 2 e 4 mezes. a vencidas em 15 de agosto
le ootubro de 1850, nao as tem pago al hoje.
e par quinnio pre*crevam, quer o supplicanle cha-
lliaco o suppticado ; mas con ucnte na provincia do Rio/le Janeiro :
. 9. se digne a Imillir o sopolicanle a ju-
lilicar esta circumstauca, para que jolgada por sen-
iMiji! ase passe carta dcediclos para por ella ser o
rijas citado para ns termos conciliatorios,
amo dispoe o artigo S. combinado rom o S Io dos
rte. 15 e 53 do decreto n. 737 de 25 de novembro
11830, com pena de revelia. Pede a V. S. (Use.
ir. oiz de paz da fregnezia do Recife as-im Ihede-
liraE R. M.Tfcircio Antunes de Oliveira.
'requer.jpimeir. dislrielo do Becfe 10 de
novel de 1855.Bapiisla Jnior.
cunlinha em dila pelcao e meu despa-
NSdo o supplicanle 1. justificarlo reque-
A os autos conclusos, nelles profer a
mlnha enlenewHo Iheor seguinle :
' seBlenca o deduzido na pelicao-folhas
les, mata do ilepoimenlo das leslemonhas de fo-
ibh 3 e t,e da dlapoiiejio ,1o art. 25 "do decreto n. 737
de de novembro de 185alaioabinado com o arL
53 do mesmo decrelo. ^^g
tritio passe edHK'i col o Drazo de 30 da,
Iffhados no Inasr do cosime e poblicados
pela impreosi. como.determina 6 5 *. d0 ar|. 4,-, <|n
citado decreto, n pague o justificante a. cuati
R ciCe i*de novembro de l855.-Jo Baplisia da
Fonseca Jnior. v
fiada mais cnala em dila scnlenea, pnr' virtude
da qnal se passou .1 pratenl- caria de edicto rain o
prazo de 30 din, e hei por elle citado ao sopplicado
Aatniu Correa Soares, para que por si nn por sea
procorndOr comparera na primeira audiencia desle
jtH, tofo que nndem es ditos 30 dias para se con-
ercom o supplicanle sob pena. de ravelia, e o
S*ro do juito publicara e alunar a presento no
estume, e se publicar pela imprenta1,
oda e qualqner pesaoa amigos a conheci-
doi do snpplicadq. poderao fazer-llie ciente do qoe
.wintk s..__,__aaam. ^
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco pe Peitiarrbucocontinua a to-
mar lettras sobie o Rio de Janeiro, ea
sacar contra a mesma prasia. Banco de
Pernambnco 10 de outubro de 1855.O
secretario da direccao, Joao Ignacio de
Mederros Reg.
O lllro. Sr. capitao do porto, em observancia
da ordena do Esm. Sr. presidente de 21 do correle,
manda fazer publico o aviso da repartirlo da mari-
nha de 5 lamhem do correte, do qual consta nSos
se haver ordenado a mudaora.da povoa o|das Salinas
na provincia, do Para para a proiimidado da torre do
respectivo pharol.na ponta da Atalaya, o pao de ban-
deira, onde se fateni os signaes dos navios, que di-
rigem-sea aqstltM ponto, alrn de recabar pralicsy
mas lambem a ajlurvarao all do reganlo de sig-
naes que a respectiva presidencia mandn ja por
em pralica desde rf 1 do mez prximo pretrito ;
regiment que estar patente qeita secretaria do-
rante as horas do .seu expediento para qum quizer
yc-lo, lirar mesmo delle algomn copia.
Secretaria da'capilania do porto de Pernambnco
em 26 de novembro de 1855. O secretario. Alt-
xandre Rodriguet do Anjot.
Avisoaquesc refere a declararan sopea.
Copia.Circular n, 52. Rio de Janeiro. Mi His-
torio dos negocios da raarioha em ."> de novembro
de 1855.lllm. e Exm. Sr. Tendo sido mudado
da povoa$to das Salinas na provincia do Para, para
AVISOS MARTIMOS.
Para o Rio de Janeiro
segu com brevi laue o bem ennliecido brigue bra-
sileiro Dama o ; para a reslo da carga, pasogeiros e
escravos, para o que lem encllenles commudos, ira-
la-se com o ronsignalario J. J. D. F., ou como ca-
pito a bordo. a>
PARA O MARAMHAO' E PARA
Sabe com brevidade por ter maior
parte da carfjft^i barca brasileira Bri-
lliante : p^db resto ti-ata-se com os
consignatarios Wvaes & C, ru# do Tra-
piche n. ."i primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro segu viagem o ber-
ganli 111 nacional Despique de Beirit, capitao Elizeu
de Ara ojo Franca, al o dia 8 de dezembro do cor-
recite e por ter duus tercos d carga pronta, e para
o reslo da carga miuda, escravot a lete e passagei-
ros: Irala-sa com o 'consignatario Manoel Joa-
qnim Ramos e Silva na ra da Cadeia Velha da
Recito ou com o capitao 'na praca,
Para o Cear segne o hiato Correio do .\orte ;
recebe carga e passageiros: Irala-aa coaj Caelano"
Cvriaco da C. M., ao lado do Corpo Santo n: 23.
Para Lisboa, a galera portuguez8rJe-
ven Carlota, capitao Boeventura Borges
Pamplona : para carga e passageiros, tra-
je com os consignatarios Novaes S C, ra
do Trapiche n. 5i.
--Para o Rio de Janeiro sabe com mui-
ta bievidade, o muito veleiro brigue RE-
CIFE, o qual tema maior parte do seu'
carregamento prompto: para o restante
e passageiros, trata-se com Manoel Fian-
cisco da Silva Carrico, na ra do Collegio
n. 17, segundo andar, 011 com o capitao
a bordo.
Para Lisboa pretende saliir cora a maior bre-
vidade a bem conbecida barca porlugurza GraliJdo,
quero na mesma qoilf r carreaar 011 ir da paaaasjem.
para o que lem a melhores accninodarjSes, dirija-se
aos consignatarios Thvmaz de Aquino Fonseca & Fi-
llij : na ra do Vinario n. 78, primeiro amtor ou
ao capitn na prar.a4
Frela-se para qualquer parle, e com especiali-
dad; para na porto rio Rio da Prala a polaca hespa-
ntiula Industria, de tole de '150 toneladas, capitao
Jos Marislauy : quem pretender, pode eiilender-se
com os consignatarios Ainoriin Irmaos & Compa-
niiia, ou com o dilo capiao na Praca* do Commer-
eio.
(ctiiguiba.
O lliale brasileiro Fortuna, capitao Joaqnim Jos
da Silveira, seae ao porto indicado nestes qnalro
dias; pode receber algumas miudezas : Irala-secorn
os consigna^ios A. de Almeida Gomes & Compa-
nhia, na a^B? Trapiche u. 16. segundo an.lar.
Os directores da companhia de-seguros mar-
timos Utilidade Publica conmlam aos Srs. accions-
tas em assembla geral, na conformidade doaarligos
11 e 12 dos estalutos, ho dia :10 do cerrante ao meio
dia, no escriplorifda ra da Cadetstisje Recite.
Os Srs. Cy-pHauo Lola da Par, na ra do Col-
legio, Manoel Doarle Vieira, largo do Collegio, di-
rao quem da quanlias de 5805 uu 600 com hypo-
Iheca em Tasas torreas de ponco valor.
Precisa-sa alugar -J on 3 negras para vender
na ra : quem'as liver, dirija-se a roa do Oaro, as
Cinco Ponas, casa n. 15, qoe achara com quem
Iralar.
ao-se 80099 premio sobre peuhores ou hypo-
Ibeca cm urna caaa nesla praca : quem pretender,
dirija-se a ra Velha n. 105.
Preciau-ae de 500 a premio pnr lempo de um
anuo, sobre hypotheca em rasa nesta ciila, llvre e
desembarazada : quem tiver annuncie.
Precisa-se de um criado que saiba comprar e
fazer algum servico dentro de casa, que seja fiel, pa-
ra nma casa de familia : a Iralar na ra do Cabug.i,
loja de cera do Sr. Angelo Custodio dos Santos.
A pessoa que arhoa um embrulho rontendo
varios papis, o lucios do governo, etc., lenha a bon-
dade de entregar no Oymnasi, ooosegundo an-
dar do sobrado da ra do Vigario, onde reside o Sr.
cirargiao Silva.
Carros fnebres, no paleo doapa-
roizo, casa n. lO.
Nesle eslablcrimenlode Jos Pinto de Magalhaes
encoulram-se por precos eommodot as inelhores car-
ro para defamo*, anjos au domellas ; encarrea-se
de lodon necessario para qualquer enterro com loda
a prouiplidao e esanero, a deisar Picar salisfeitas at
pessnas s]ue se diguarem incumbido de semelhante
tarafe.
eeja-se fallar com os Srs. Juaquim Moreira
da Costa e Francisco Moreira da Costa ; na ra do'
Vigario 11. 5.
Fugio no lia U d*oerreule, do engenlio Salga-
do, um negro crioulo, de orne Luis, de atiera re-
gular, cor bem prala, rosto magro e muilo compri-
de, he muilo cambado, lem os pos apalhelario* e
rquilo feinsVHaJ|t|| majltidos para dentro, falla
grossa, he mataf a|lsla, e lem lie idade 38 annos.
, pnuovmais ou irJBa^^Hoca-se paranlo a qualquer
pessoa que o reconHssv.-o queira prender a faie-lo
coiiduir ao referjdo engenho em Ipojuca, ou em
Ponte da Uchoa casa do Sr. Rento Jos da Costa,
onde se gratificara generosamente esse Irabalho.
Pteeise-se de nnyi ama qne aba engnmmar e
cozinhar, opra urna casa de pooca familia : a tratar
uo larf/rlaTRibeira, taberna n. 1 que faz. quina para
1 rus de Sania Rita.
No dia l do correle fugio do sitio do abaiio
as-ignadu, na estrada do Rosariulio, um seu escravo
de mime Domingos, crioulo, atraale, lendo os pe
bastante grossos de bichos, os calcanhaes foveiros,
falla de denles, representa ter "1 annos de idade ;
foi escravo do alfaiale Sanl'Aima, o qual lem boje
loja na ra das Cruies ; quem o apprehender, diri-
ja-se ao silio do abaixo assiguado, que sera recom-
penaad%.ominges C. P. Ferreira.
Precisa-se de urna ama de leite : na roa estrel-
lido Rosario n. UO, segundo andar.
Precisa-se de urna ama forra en capliva, que
saiba cozinhar : na rna da Cruz n. 50.
Sor vetes.
Todas as lardes das 6 \ ai 8 )i havera no aterro
da Boa-Visla n. 3, eicelledlet sorvele denas qua-
lidades de fruclas escolhlda, servidos seeJF.demora e
com todo o acelo exigido.
Se algoem se julgar com algum direito i casa
da ra da Gloria o. 10, queira dirigir-e a ra do
Crespo n. Si, no prazo de 5 dias, ou annuecie.
Aluga-so u tereeiro andar da roa o Ainorim
n. 29, por prei.o commodo : Irala-se 110 segundo an-
dar do mesmo.
Preci-a-se de nma ama para casa de familia :
00 paleo do Hospital, taberna n. 16.
CONSULTORIO DOS POBRES
O IUA MOTA 1 AMmMLBL 50.
dias aos pebres, desde y horas da
ia ou noite.
e acudir promptemeele a enaal-
permiltam pagar a o mee.
m CONSULTORIO DO BR. P. i LOBO 10.
Manual
0 RA NOVA 50
VNDESE O.SEGINTE j
titea tica eupeSJtt*.
lK de do Recife de Per-
de novembro do anno
andre Gomes de Mello,
Manoel Aulonio da Quiln, com taberna na
rna da Crui A. 32, faz sciente aos devedores da mas-
sa fallida de ManoeMnucalves de A/.evedo Ramo',
que arrematou em leilao publico todas as dividas
pcrlencenles i mesma niassa, c por isso roga a todos
os devedores hajam quaulo antes de o embolsar,
quando assim o no facam usar dos meios que a lei
Ihe concede.
Peraonla-se onde nioriim deus irmaos naturac
do aerlo Riaclio de Porcos, fiihos do Sr. Joaqutm
Felicio. morador nos Pintos.
> Wandrley, natura! da Ra-
ma Nova, esquina da do Sol,
COMPANHIA DE BEBERIBE.
al .-____, _________.U.-___' ,U8U pem ur. Moscoio, quairo voiuraes encadernados em doria"* acornnanhadode
PrCVine-Se aOS Sdl nOleS "> diccionario dos leraHosde medicina, cirnrgia, anatoma, elcV.elc. .....
_____';____:^ J v .,^...: Ksla"Dra\amal!lmPorlnledetodasasqoeiratamdoeslBdoepralicadaIiomeocatlia.iatj-iseraunica
accionistas da companhia ff*^1'^ ,'? li^f'?^1*-*patuooenesiaweffetos ^mbdica-
,! ftcKoViK r,,.o ,> *MS.^OOKG-VN'SMOEtfEsTAD0ESAUDE-couhecimenlos queoSo podem dispensar as pes-
(! e BeOeripe, qUe O dr. I al8e querem dedicar a pratice da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos qoe qnirerem
:.. J _~ ~* ._ p ",mei""ra 'oolrinade Hahnemann, e por si mesmos se conveucerem da verdade d'elia- a todo os
CalXa da ineSIlia eSta aUtO-inde.rose.enhorde>ns^ho,a..^^^
20i!.,T!L"n,?.Ui? ret 1ao poem ei%" aecn<""' qoalqner incommodo seo ou de seus tripulantes :
5. Litl *l ? ,que T eircumslanchi, que nem sempre podem ser preveuidlis, sao |obriga-
dos a prestar in conttnenti os primeiros soccorrs em
risado a pa^ar o 15 divi-
dendo^ na razao de 'l^SOO
por aceo JKecift: 3 de
novembro de 1855. O
secretario, Lniz da Cosa
Purtocarretro.
. b
Precisa-se di nma ama para o servico de orna
cas de pouta familia, dando-se preferencia a orna
preta captiva : na ra Direita n. 13.
CONSULTORIO GINTIAL
IIOMOP.VTHICO.
Gratuito para os pobres.)
Itua de tanto Amaro, {Mundo-Soto) n. <
; O l)r. Sabino Olegario I.udgero Pinho
consultas lodos os dias desde as 8 horas da I
manhaa aleas > di larde.
Visita eVsmfermos em seos domicilios, das
'2 horas em ennle; ma rin casos repentinos
e de molestias agudas e graves as visitas serfio
fei'.as em qualquer hora.
As molestias nervosas mererem tratamen
primeiros soccorrs em suas enfermidades.
A?3Lm ';1m,Pa,l,a ou ""duccao da medicina domestica do Dr. Hering,
^orieS. ^LfShSraaS3Ue1,e "ladcam ao estudo da homeopathia, um volu-
me grande, acompanhado do dicelonarS dos tormos de medicina Mi .
O diecionjirto dos termo de medicina cirurgia, analomia, ele, etc., eIK:ar*nado.
10*000
36W
Sem jerdadiro9j_bem preparados medicamentos nioj* pode dar ot^patao segpro na pralica da
lisongeia r1- *- -
-_s medical
PRF.COS INVARIAVE1S.
'SSl^'tSrX^ -/"elecimetos; ,1^^ ,eV^r^Z^ Se..
ninauem fluvida luye da grande supenondade dos seus medicameaiats. *
ninsudm rluvida hoje da grande superiorirtade dos seus m
PRECOS INVAR1AVE1S. ^
Rodeas da 5 oa 30 dvnamisariev
12 tubos .
24 ..........".".
tv ..... :......
De 48 >........., _
De 60 ... .. ; .
pe 144 ...... i .
Oualquer destas boticas em tinctoras, e dohro.
Cada tubo avulso ?............. lamn
Meia unr,a de qvjalquer lindura da quinla dvnamisaeo -. .'v
lim frasco dai verdadeira lindura de rnica". ..... J 7jl
a mesqueasa ha .empre a venda graude numero de tubos de cryilai de diveVses umanhos,
para raMicamentake aprempU-se qnalqner eneommenda de mediraroenloscom loda brevida-
precos muiti'toinmodos.
Metieres.
. 81000
-,l*aooo
7000
.25O00
. 30000
. UOSOOU
Grande.
J08O
.tosow
35*0fjli
especial segundo meios .hoje acouselha
pelos pralicos modernos. Estes meios
tem no consultorio central
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABRE-E LIMA.
Ainda existen) alguns cvemplaresenqoidernadosv
e acham-se n' venda na loja de livros dos senhnres
Rieardode Freitas & C, esquina da ra do Collegio,
e em casa do autor, paleo do Collegio, casa amarella,
no primeiro andar.
Preeisa-.e de urna ama para orna Casa depou-
ca familia ; na praee do Corpo Santo "
mUMfr HOlOFATmCO.
t ^Preservativo e curativo
DO CHOUfRAJIORBUS, ^
pelos nKs. # #
ide,
00 iuslroccao au pvu parase poder curar uesla enferinidad
mo, ou inessjo para cura-la in
nao os ha, as I
l'KADLZID E* VOKTWiim PfifcODR.
s dous opsculos contornas indicacoes'mais claras c prec
P. A.
ou-, remedios mais eflicazes
indente desle nos lagares
oio nos-
como prin-
>ovos livros de lioineaAvatiiia ertrfrTncei, M
todas de summa importancia :
Hahnemann, (rilado das molesllas clironicas, 4 vo-
fisotm
89000
169000
LEILO'ES.
O agente Oliveira fari leilao, por despacho do
Esm. Sr. Ur.jui7._de direilo ispecial do commercio,
esarado em requerrmento do depositario geral da
msssu do fallido Juaquim Aievedo de ndenle, dos
movis, i-elogio de oaro, um ptimo escravo, arm'a-
rlo e faicndns da toja, hulea Como de 3 casas eris-
tenles na Serra do Teiseira, ludo perleocenle a re-
ferida *massa scguuda-lcira, 3dedezembrp prxi-
mo, as 10 horas da manhaa, na indicada toja, sito n
ra do Crespo dcsta idade.
- O agente Horja tari leilao em seo armaiem,
na rna do Collegio n. 15, de una grande quanlidade
de obras de marcineria novas e usadas, como bem
sofasabnsolos, m sai redondas, cadeira, commoda,
guarBWoupaa. guarda louca. lavabUios, |api rc, marqueas, carteirasc mochos, etc., ele, varias
obras de ooro e prala, relogios para elgibeir, cidros
e loucas, urna grande
pernio de miudezas de diver
a proximidade da torre do respectivo pliarol na poli- | saa qualidades, e nutres muitos objeclos que se a-
U da Atalaya, o pao do baiideira, onde se fazem os clarao patentes no mesmo armaiem, os quaes ae
tfamhiirn ads 15 dias
Ue185,. Eeu Manoel
escrivBo o escrevi.
mi, Jo* BaptUla da Panuca Jnior.
*. Anselmo Franriwo Peretii, commendador .la
Imperial ordem da Roa,juix di direilo especiial
do "mrrrercio, nesla edadedo Recito e provine a
de Pernanibuco. por S. M. I. e C. etc.
Ar-0,nAT!"' nue Prs,n' "'ilal vlrem, que
no da 10 de detemhro prximo fuluro ie ha de ar-
rendar por enda, a quem mala der, depcis da au-
rlie ic.a deate ...jo, na casa das tnexmas aodienti.s,
^"SSnm Bom" Al""nio. -le naCao. avallado
w-toOriOO rs. cujo escravo val a praca por exe-
lodeUehx SouvagecsC, contra Jos Gomes
Si rn'
W para que chegue ao conhecmento de lodos,
ndei passar edilaes que sera publicados pela
leeprensa e anisados nes lagares designados no c-
digo commerrial.
ado e panado nesla cidade do Recito de Per-
. sjaseboru aos 28 de novembro de 1855. Ea Maxi-
^fcieoFraecisco Uuarle isrrivao. o salmerevi.
tntemo Francisco Ptrelti.
Jale.Mara Wandeokulk, cavalleiro da imperial
rrleui de Creteiro, Chrislo, e S. Beato de Avia,
:hlo de diviao da armada nacional e imperial,
eoinrnandauto da eslardo naval de Pernambnco,
cumprehandida enaws parallalos do Rio de S.
FraneieeaeeaboderRoqne, |>or S. M. o Im-
perador; que Dos gatrde, cavalleiro da ordem
de francisco primeiro do reino das Uuas Sicilias,
etc., etc.
1'aro saber que em cveDtt)|pde ordens do Exm.
* "Vnii,j arinha, qofine foram Iransmilli-
daij peto quartel genera.em oflkio n. 63 de 10 de
eoSlbro ultimo do dispdslo naS inlrucc6es qne
Mram cerno decreto n. 1581 de U de abril do
*4flsttt ** ettsttiaWe- de Mdhttffbl pese rM
signaes dos navios, que se dirigem qoelle pontoi
aflm de receber pratico, e liavcndo-se determinado
io presidente da mesma provincia, mandaseber
var all o regiamento de signaes, consiento do in-
cluso exeraplar, parlicipou-me ello em ofllcio n. 22
com dalajte 21 da saSannbre ultimo que foi designa-
do ode>f> do mas prximo pretrito'para comecar-
seepor em pralsW o aobredilo regimenlo :,oq'ne
communico a V. Bxc. para que o mand fazer pu-
blico peli'capilaiiia ddjesssi dessa provincia.
leos gearda a V. Exc./oe Mauricio ll'ander-
Itp.i-Sr. preii.tente da provfncia de Fernambuco.
Cumpra-se.Palacio do gbverno de Pernambnco 21
de novembro d 1855.-J*7u Conforme.Antonio Mtt de Pinho.Conforme,
o secretario. Alejandra. Rodrigues dos Anios.
Pela primeira essilo mesa dn consolado pro-
vincial se taz publico aos propietarios dos predios
arbauos das rregoezas desta cidade e da dos Afogs-
doa, que os 30 dias uteis para a cobssflsfa bocea do
cofre do primeiro semestre de 1855 a 1856 do im-
posto daedecima, principian a ser contados do pri-
meiro de dezembro prximo, em dianle, e todos
os que dejsarcm de pagar nesse lempo incorrerao
na mulla fe :i '. sobre seus dbitos:
Otiinta-eira 29 do coircuie.
' G J. Aftley&C, laiio leilao, por in
terven quem pertncer, de quatro a cinco mi
alqueires de sal de Cdiz, "M*" alvo e
superior a idntico genero, que a ete
meixado tenha sido importado :' na quin-
fta-sj indicada, ao meajf dia em ponto,
a' Jiorfa da associacao commrcial desta
piara, onde se patenteara' a amostra, a
qual pode previamente ser exannada,
no armazem dos annunciante, ra da
Cadeia. I ,
THEATHO
DE .
. IS ABEL.
de Dramtica Efflprezaria.
EXPECTACULO EM (IRaNDE GALL- PEI.O
A.v.M VKKSAItlti NATALICIO DE S. M. I.
Vendido para duas noites.
Em conaequencia de h8ver no dia 2 o grande
baile da guarda nacional, e com consecran do Exm.
Sr. presidente da piovincia, a sociedade dramtica
d a recita era festejo do nalalio de S. M. I. no
SABBADO IDE DEZEMBRO.
Logo que comparera na Iribnna o Exm. Sr, pre-
sidente da provincia, a companhia dramtica canto-
ra, peranle a efligie de S. M. I., o
HYMNO NACIONAL.
Seguir-se-ha pela orchestra urna bella onverlura.
Onda a qual principiar o espectculo pela primei-
ra representacao do excedente drama em 3 actos
do insigne composaVr dramtico porlufnez o Sr.
Mendes Leal, intitulado
entregarlo pelo maior preco otfeecido, qointa-feirt
il) do correnle as 11 horas da manliaa ; assim como
usa' porc*o de rap da fabrica do Rio de Janeiro e
alguna escravo de. a robos oa sexo, lodos essfes ob-
jeclos serao vendidos sem limite.
Leilao.
O Sr. acadmico
hia. lem urna caria na i
primeiro andar.
De seda (raneas mui liudasT "~
De cores varias e bellas,
Alvas qual nev mui pera,
Verde', azues e ainarellas.
" Trancas tao proprias para a festa
Nao as aibais, nao ;
ajeriareis a bnixos preros,
Na toja de Barros & Irmao :
Ra larga do Rosario n. :>8, junio a botica.
FURTO.
Furtaram na illia iln Pina, na manhaa do dia 25
do coi i,.'ule, e ile nina tas caas desuadas a qua-
rcnleua o objeclos seguinles : um ralogio de ouro
(abuuelf. de patento ingle/, n. ilttt da fabrica de
l.llUerlaud Davies ^ C. de Liverpool, urna rica cor-
renle de cabello guarnecida de ouro, una pequea
corrento de ouro com um pequeo sahonele com as
iniciae B. I., e uina chavo de ferro pequea, ludo
preso ao dilo rcloio e rierlencente. a Manoel Bujir-
que de Macedo Lima Junier, no valor de 250SKJ0 ;
rogi-se a qualquer relojoeirn oe pe>sa a quem es
ditos ul.jecto's forem oderecidos, a entrega na ra do
Livramenlu u. 26, que sera generosamenlo recom-
pensado.
Precisa-se alagar urna preta tara o servico
diario de ama casa tic pouca familia: na rna dos
Manyrios n. 36, taberna.
Ra do Collegio
d. 2, tereeiro
andar.
Da-se dnheiro so"bre penliores : guar-
da-se o maior segredo e mdicos juros.
Precia-se de urna ama de leite: na
pua Direita n. 82, rjadaria da vi tira Ma-
chado.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O Sr. director da companhia deBebe-
ribe manda fuzer publico, que por delibo-
racSrj da admiuistraro da mesma. tem de
arrematai-se o ivndimento da taxa dos
chatai-izes e bicas desta cidade, por" bair-
x, ou na totalidade por tempo de 1 a
annos.a contar do 1 de Janeiro de 1856
As pessoasa quem convier contratar po-
dem enviar as sua* propostaavao escripto-
rio da companhia, ateo dia 10 de dezem-
bro prximo. Recile 20 de novembro de
1855.O secretario, Luiz da'Costa Por-
tocarreiro.
Na tua da Madre ale lieos n. :H>, existe urna
carta viuda do Rio litando do Sul, para o Sr. Pe-
dro de Assia Campos Cosden.
Fugio hontein (li do enrreute pela madruga-
da, a prcla Rosa, de Bajito Congo, idade potoco mais
ou menos ffi annos, de estatura regular, e lem na
lesla o signl de sua najao, levon vestido de chita
roa ji usado rom corpo de outra chita tllllerenle
ni u i lo desbolada e quasi branca, e um chale de qua-
dros lambem desbatado : quem a pegar ou der no-
tifia della dirija-se u ra da Cruz n. VI, segundo an-
dar que reMJbrii a recompensa.
-aPrecisa-se de nina ama roer oa estrava, X)pT
aia cozinhar e eusaboar, parajdflia ca-j de pouca
familia : ua rna Imperial u. SI.
Precisa-se d'om criado para casa d'um eslrau-
aeiro solieiro, o qual de fiador sua conduela : na
ra da Cruz n. 10.
10500o
89000
7COO0
69000
43000
105000
AVISOS DIVERSOS:
''4
00$,
LOTERA DA PROVINCIA.
Os cautelistas Oliveira
Jnior & G Vendern a
sorte de 4:500,000.
biliiete iliteiro n 67
algunas de !00 e 10
em cautelas: o possuidor
do bilhete iuteiro pode
vir receber os 8 por cento
no escriptorio dos jpe%
mos, na ra da Cade do
Kecife n. 50, pri neiro an-
dar. Oliveira Jttniorfy C.
Aluga-se urna casa terrea ou sobra-
do, que tenha 4 quavtos, 2 salas, e quin-
tal, sendo preferir! na Boa-vista, e as
seguintes ras,, Velha, Pires, Gloria, e
Santa Crixa--csii Aragao, e sendo em San-
0 HUMEM DEJ|URO. __io-rVtonionasruas Nova, das Cruzes. do
He desnecess.ri.1 tecer elogios 5 P5.- r"> -dra- Roar'o.|arga ou estreita ou do*Ouarteis :
quem tiver nnnuncie por este Diario por
dous dias para ser procurado, affiaijcan-
do-se que paga-se bem e o bbm trato da
casa
ma, porque o nome do sen autn'^ oaataule |ri)
publico ter a certeza de /woenettr a repr^jenia^-ip
de em bellissirjiojjrtroa; agora o qnArj ihe aP
flaneamos he qoe esta prodoefo "De ama das suas
mais brilham,, compesreSas. y
i !
lomea.
Teste, rroleslia? dos meninos .'....
Hering, hmeopalhia domstira.....
Jahr, pharmacnpnhomfopalhica. .
Jahr, novo matinal, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosa.......i
Jahr, inolc-iias da nelle.......
Itapou, historia fJl.nomeopathia, 2 vola mes
llarllnnann, tratado completo tas molestias
dos meninos..........
A Teste, materia ee*dica homeopathica. .
De Fa;olle, doOWSta medica homepathica
Clnica de Slaoneli ......^
Castig, verdade da liomeopathia. .
Diccionario de Nysten T?~7 ;r .
.Villas completo de analnanfa com bailas es-
lampas coloridas, enntendo a d
de todas as partes do corpo iiumnn
vedem-se lodos eslaej^ivros no
thico d
meiro
Masa adamantina.
He^gcrlmcnle reconhecida a excedencia desla
prepai .itflo para chumbar denles, porque seos resul-
tados sempre fellres sao ja do domioio do publico.
Sebiisli.io Jos de Oliveira taz oso desta preciosa
massa, para o fim indicado, e as pessoas que qoize-
rem lionra-lo dispondo deseos serrinos, podem pro-
cura-lo na Iravcssa do Vigario n. I, loja de br-
beiro.
para ata/ha-la, emquanlo-serecorreao me
em que nao
T
Heles tioos opsculos conienas inicaeoes mais claras c precisas, e pela fl
co eslao alcance de todas as iMelligcncias, nflo s pelo que diz reapcito aos mSs cnrlliveajc
cipalmenle aus preservativos qUe lem dado os mais satisfacloriea resultados em loda a nrili'
elles tem sido patios era pralica. *
Sendo o. tnsjiiieuto homeopathico o uuicoqae lem dado grandesresulladoi no curativo desla fHirri-
velenfermidade, julgamosa proposito traduzr estes dous importantes opsculos em litigas vernaen-
te,|para tltsl'arte facilitar a sna leilura a quem ignore o francer.
Vende-se uliicamenle no Consultorio d tradurior, roe ^'ola n. 32, por aaOOO. Vendera-se lambem
ea medicamento precisos e boticas de VX tubos com um frasco de lindura IU3OO, osa dilo de 30 I
VJ9OOO.
308000 Candido Jote Lisboa, antigo discipu-
|2jj \ lo do Sr. padre Joaquim Haphaet da SilV
6i000 '. appi-ovado plenajDente pelo Ijcu
dtatta cidade, da' lic/jer de latim; francez
e portuguez: na ra de Apollo n. 21.
9 A pesaa que ti'ouacdo Rio de Janeiro urna 9
5 eneommenda par Julio Angusto da Cunha 9
t (iuimarfies, tenha a bondade de enlrega-ia t!
6 njTan.Si Aeror.i. em ca-a do Sr. Cu^aveB
H Jos do Reg, uu entilo declare a sua moj H
iiiu> ,i"- ,'.: 1 tc, au cttrpsj
11-se lodos eslee4ivros n
do tt\ Lobo Mweoso,
1 sudar.
303OOO
>meopa-
50 pri-
Aluga-se pera pnssar a fesla urna excelfehle
casa ea povoa(ito do Apipocos, cora muilo bous
comino lu para nina familia, coin banho 110 fundo: n
Iralar na ra da i'raia n. 21, ou com o Sr. Maia nos
Apipucos.
O ahaiio assignado, vendo no Diario de Per-
nambuco n. -JS: um annuncio do Sr. Jos Juaquim
de Souza l.emo-, morador em Mamanguape, em que
diz evislirem em milo do abaiso assignado duas let-
tras j pagas, peco ao mesmo Sr. I.emos se digne
anresenlar os recibos em como foram pagas, ou qual-
qner cunveneflo legalisada,- como diz pod provar.
Advrlo ao Sr. I.emos que os homens de boa fe s pa-
gara com dinheirn oa cousa que o valfra, o 11,10 com
pantomimos e tranpoliniccs como o Sr. I.emos quer
fazer com algumas pessoas que Ihe conflaiam suas
(azeudas em quaulo ao prevenir que ninguein fin.a
negocio com ellas, irDo o considero acreditado para
se poder fazer negocio com ellas, quando mesino ju-
dicial cusa a receber.
Jos Joaquim de Castro Moura.
5 J. JANE, DENTISTA. S
% contina a residir na rna Nova n. 19, primei- 9
ai ro andar.
ssaa tti*
(.ruem quizer dinheiro na prara doj
Kiode Janeiro, a ~t diasde vista, entendafl
se com Antonio Jos Rodrigues de Souza
Jnior que saces contra aquella praca:
a tiatai luj-jmi do Collegio n. 2tf pri-
meiro a*
AluflH (a de ura soisradti'silo na Passa-
gein da M gdaleua, no principio da Iravcssa que
volta para u Remedio na mesma luja existe urna
armacSo com lodiJMS nTencilios de laberna em bom
estado, e sesjj \4er preco moiln commodo, tanto
para licar como para sabir : os prebndenles podeirl
Jirigir-se I ra larga do Rosario, padaria 11. 1H, que
achar.lo Lom<|aem tratar. Na mesms piecisa-sede
am bom padiro qoe enteode perfeitament do ira
fleo de padaria. ^
. DERTISTA FRAHCEZ. S
Paulo Uaignonx, drntiala, estabelecido na
m ra larga do Rosario 11.'36, segundo andar,
9 colloca dentescom a pressu do ar, e chumba aj
0 denles com a massa adamantina c oulros me-
laes. aj
REPERTORIO DO MEDICO.
HOWEQPAT.HA.
EXTRAHIDO D1FRUOFF E BOEN-
MNGHAUSEN E 0UTR09,
posto em ordem alphabetica, com a tlescripco
abreviada de todas as molestias, a indicarlo physio-
logica e Iherapeutica de lodo os medicamentos lio-
meopalhiros, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da signiflcacSo de lodo
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcanc
das pessoas do povo, pelo
DR. A. .1/ DE MELLO HORAES.
Os Srs. assignaiites podem mandar bo exemplares, assim como quem quizer comprar.
AULA DE L.VIIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula para a ra do Ran-
gel n.. 11, onde continua a receber alum-
nos internse externos desdeja' por m-
dico proco com' lie publico: quem se
quizer utilisar d" seu pequeo prestimo o,
pode procurar r o segundo andar da refe-
rida casa a' qn; 'quer hora dos dias Uteis.
sitio com boa cas de sobrado, e
aira o ti os. sita na povoarjo do
ra do Trapiche u. 14.
Aluga-se um
qual tem mu
Monteiro yi Ir,
manda fazer publico, que
se adam a venda os bi-
111 < es ta segunda parte
da segunda loteriajtW* be
lewb
A tlirece.io pede aos Srs. accionistas se dignem
rcalisar a ultima prestarlo de 15 i> 1 > al o dia 15do
mez prximo futuro. *
PBLICACAO' LI1TERARIA.
Sahio i luz o Manual m Esudanle de Latim,
dividido era duas partes. A primeira conlm um
compendio de grammalica latiej, eilrahido do me-
lliorc-que se fem publicado: compreheude as qua-
iro grandes divisoes da grammalicaetymolngia,
synlaie, prosodia e orlhographiae traa de todas a
regras e evrepees mais precisas, sendo caita orna
dessas parles enriquecida de copiosa uolas espostas
em ordem e ao alcance de todas as inlelligencias ;
formando a leilo nm volume menor do que o da
arle do padre l'ereira. A segunda parle cotilem a
inv ibolugia ou historia da anliga rellgiilo dos Gregoa
e Romanos, e um breve tratado dos Coslumes e cere-
monias, lanto civis como religiosas dos anligos Ro-
manos ; om volume de mais de 300 paginas em i."-.
acha-se venda na cidade da Paralaba, na loja do
Sr. Rufino Olavo da Costa Machado ; oa cidade da
rea, na loja do Sr. Manoel Jos da Silva ; e na Ba-
ha, na loja do Sr. Carlos l'uggeli : preco de cada
ejemplar I90OO.
As mais moder-
nas chapelmas
para senhoras
le chegadn praca da Independencia, loja de
Joaquim de Oliveira Maia um roniplclir c variado
ortnncnlo de chapelinas para senlioras, de muito
boa qualidade e dos mais especiaes gestos de Paris,
por precos mais era contado que em oulra qnalquer jitlfOlllO IxOil l'HIHCS lie Al-
pnrle. Na mesma loja se veudem chapeos de tod'
as qualidades para meniuos e meninas. Ind
propiios da festa.
ras*
Oc autclisla Salustiano de Aquino
Ferreira avisa aospossuidorcsdos2 meios
I ii I heles n. 192, da segunda parte da
segunda lotera do Hospital Pedro II, em
quesahioo premio de3:000.S'000 rs., po-
dem vir receber na ra do Trapiche
n. 06' segundo andar, logo que se li/.er a
distribuicao da lista geral. Pernambuco
2!) de novembro de 1855.O cautelista,
Salustiano de Aquino Ferreua.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os bilhetes ltima-
mente clicgados, ri lotera 25 das casas
de Caridaie.
Aitencto.
Precisa-se alogar um escravo para lodo o serviro
de casWeyea, bem como urna ama de leite : a tratar
na rna imperial, tenda de ferreiro de Amaro Jos
Gomes, adia.vle ta fabrica de sabaV
_ Precia-e tle un prelo escravo pira lodo o ser-
vico ; em casa de l'ommaleau. aterro da Roa-Visla
D. 1G.
Fugio de nmn cauoa. no dia 26 to correnle.
que ia para a Ponte de thoa, urna carauua* (pasea-
j-o) muilo mansa ; quem a pegar, queira entrega-la
i ta Ponte d Uchoa, junio ao Sr, Kerj Ferreira, ou
annuncie, que'ser recompensado.
rada.
<* padre Ihomaz de Santa Mananna Je Jess rAMPlia
M^alhes se oflerece para ser capeHae para .tquel le ,_____ tMJMMrtAa.
senhor de engeuhn que quizer utilisar as mis-as e "------------------------
mais actos pruprios do ministerio sacerdotal, e para Lompra-ee fumo da trra, de corda, en pe-
ensinar primeiras letlraa. dontrina ebrislaa, arilh-1 ('aens e ofende porrao : na roa Imperial n. 167.
metira, grammatiea dallngua portugeza, gramma- ---Comncam-se nalapA* hrinlUrai
liea da hngua launa, msica e francez : o senhor de -^"'"I'^ap ^ paiacoe brasiteirtM^e
engenho que qoiter, pode procurar o annuiicianle liespanpoes a ZSOU : na ra da Cadeia
na casa do sua residencia, na ra da Concordia, das | do Recife, loja de Catnbio II. 38.
9 horas da manlia em dianle de qualquer dia.
Na fahticw^rr'rectiflcaci'io do eugenlio tliega
corapr^-se ronstanlemente agurdenle a
bale 31 80 rs. em caada do prego corren-
le da praca, com adnal manlm nma frequentecor-
respondencia que Irle 1'
cade.
,
O Dr. Dias Fernandes, medico, resile no
primeiro andar do sobrado da roa Nova,
esquina da do Sol : ende continua no ej-
ercicio de sua piolisso.
imarca as allerai.Oes du mer-r
ipram-se escravos je limbos os sexos, e re-
ceberavsji para se vendar de enninss,ln : na rria Di-
reita n. 3.
Ooapra-sa agua de caj' em caada, paga-ec
bem : ua ra da Senzala Velha 11. 110, deposito de
licores.
Comprase urna prensa para copiar carias, ain-
da mesmo sendo osada : na ra do Oueimadu, loja
tle miudezas n. 33.
VENDAS.
Alugam-se duas casas pelo lempo da fesla, no
Poro da renda, isendo urna bstanle fresca, lendo
um graude quintal com frucleiras, inargem do rio;
e a oulr.i narua o'a Maugueira, cora bastante* com-
modo, leudo perillo para o quintal ao lado da mes-
ma casa, e ptima agua para beber : quem a pre-
tender procure no pateo to Terco, .sobrado n. 137.
Precisa-sede um caiieiro que lenha pralica de
laberna, de 14 a Ib anuos : ua rus Nova n. 55.
Precisa-se de uro raiseiro brasileiro, que en-
lenda de bilhar -. na loja da ordem lerceira.
. O bacharel Salostio Pereia da Molla avisa ao
legisla da ra do Oueimado n. 10, H. I. que se
importe mais com a -ua vida do que com a delle,
puis nada Ihe dse, e nao admitlc pesquizas sobre
sua vidacomo tem feito este celebra impostor lo-
gislapor "Stas lojas ele.
O bacharel Salustio l'ereira da Molla breve
relira-se para a Baha sera dever cou-a algoro'a i
praja.
AriiKizeui pura aluifir
Aluzae n armazem da ra do Encntame!!1
aoiitteesl.i col lculo o liinipcao, ao meio da ru
Iralar na mesma casa, ua ra ,1a Cadeia n. 23.
No cftf des arcos precisa-se de um cai
para billiar, que lenha boa conduela : 11 Iralar no
mesmo eslabelecimenlo.
Hospital Portu-
gus de Bene-
ficencia.
. Os Srs. subscriptores para o Hospital Portuguez
de Beneficencia podem receber os estatuto do mes- Itm o me/. Salut-.io a luz as de al-
mo, ua loja dos Srs. Ricardo de l'reilas & Compa- j manak.
u Blrhe^'rehrta' CoMeS'0-"- d S*" L-j Vnde-se una escrava crion.a, ,no., com a-
"-SriX'.'" r-endad. de N. S. d, Concei-1 "-- ".
lio tta Cniuregacao convida a tntlos os seus irmaos i
para mesa geral domingo, _' de dezembro, as 10 ho-
ras da niamiaii, no consistorio da mesma, para se
proceder a nova eleie.'io de mesa regedora qne lem :
de funrcionar para o auno de I85u'.
Precisa se de urna ama qua saiba cozinhar e Ta-
zar lodo o mais serviro de casa : na rna Direila o. |
86, segundo andar.
Precisa-se de uina ama para lavar e engnm-
mar para una enanca : na rna Direita n. 86, segun-
do andar.
Precisa-se tle nma pessoa que rulen,la bem de
padaria e que enrarregue-se de vender urna por rilo
de pilo pela mantisa : quem se acar neslaa circums-
lancias, dirija-se agjua larga do Rosario n. IH, que
achara com qurm^Rtar.
. 1'recis.i-se alugar una ania que saiba cotinhai :
oa ron do Kangel n. 11. primeiro andar.
LOTERA da provincia.
O 11111. .Sr. thesoureiro
lolliiiilias
PARA 1856.
, Estao a venda as bem condecidas I
lliinffas impressas nesta typographa,'*
algibeira a 520 e as de porta a 160; as
" :ibeira alm do kalendario eccleai-
e civil, conten um resumo dos im-
8 municipaes, provinciaes e geraes
(|ue all'ectam todas asclassel da socieda-
de, extracto dos regula montos paroebiaes,
docemiterio, enterrse sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do <:ho-
lera, contos, variedades e regras pal-a fa-
: zer manteiga e queijos'de dill'erentes^ua-
I lidades, dittas ecclesiasticas mi de padre a
\ \%0 rs. : vendem-se nicamente na livra-
ria ii. li e S, da piara da Independencia,
al
iiiancv ^eiu ,nntii|iir3 nl( |Ud Uil UDIl II. III
Chapeos para
senhoras.
m
4\
Vendem-se os mais modernos e elegantes chapeos
de seda e blondo cura rico* enfeiles para senlioras*
na roa Nova, loja n. 4, de Jos l.oiz Pereira Jonior.
Vestidos (le ba-
i*ege cCe seda.
Vendem-se vestidos de barege de seda com (res
ful bos. fazenda moderna c de gosto, pelo barato pre-
co de JtWOO : na rna Nova, loja n. i.
Palitos france-
zes.

Vendem-so' palitos c sobrecsaca* fiaucezcs de
panno lino prelo e tle cores, lodos forrados de Seda
! e de ultima moda a -JUSOOtl: ua roa Neva, loja u. i.
neico daig:reja lelfopa!o frin^l-
v
militares desta cidade, cu-
jas rodas andam no dia 12
de dezembro. Ti.esoUra-
ria das loteras 29 de no-
vembro de 1855. Lniz
o'gosi fneida, escrivab das lote-
ada ma Scasso
modista.
zas.
Aterro da Boa-Vista o. 31'.
Participa as senlioras desl cidade,que recebeu um
sorliiiienln de, diflerenlrs objeclos de modas, ricos
chalea.de louqim estampados cora um bello dese-
uhe^sTllos bordados, ditos de retro/, romeiras hor
diidaaa matiz, chapeos de seda para senhorac me-
ninas, novas modas de grinaldasde (lores escarales,
ricos corles tle vestidos de climnalole prelo, dilosde
para ctrfl ra sabir : os preteudenles podeisMse'ia branca para noiva, ditos de oores para baile,
turbantes tecidos de ooro, obrasque as senlioras nflo
deisarao de comprar, uobreza de todas as cores, ri-
les, vestida*, eofeites para theatro e'bailes, e oetras
mollas fazendaa de geste.
Vendem-se camisas francezns com peilo de liuho,
brancas o pintadas a 30IHX) a duza : na ra Nova,
I .a n.4.
Vende-se urna porco de pedacoa de pedras
pruprios para calrameuin e alicerces, e caes de qnal-
quer nbra : na ra do Amonm n. \1.
Veiidenirse accas grandes com milhoa3$:
defroale da pofta da alfandeg.i, armazem de L A.
Annes Jacom#
Vende-Se urna cabra bicho', de cor toda prala,
com nmcabriliiiho e muito bom leile: no Hospicio.
casa entre as das viuvas Arsenio e Cunlia.
Na ra Direita, sobrado de um andar n. .'I.'l, ao
o da blica, vendem-se doce sereo de eaju', pini-
to bom e muilo alvo, rnchem-se boreUMo mesma e
de oulra quididades, fazem se banarjaede bulinbu-
de difToreutes airaariies com galauUirias, pastis de
nata de carne, doces d'ovos, e jetea de substancia.
Vende-saj btala de Lisboa em multo bom es-
tado a iWKW a arrolla : na li,ives>a da Madre tle
Daos n. .
\ttenciio.
Vende-se carne do serbio de muilo boa i
pelo diminuto preco de UO a libra, SjH
versos geuerajaMle por barato prejajToa rae
Csldeireiru, la esquina qoe volta para o ber-
co da Remell^^H
Vrnde-seaj Hscravo crioglo, M| figura,
que reprsenla ST 9 anno-, proprio pf| SSro o ser-
vico e mormente para campo por ser bom 'de enca-
da, foce e masado I na roa da Praia ni 31, arma-
zem, das 10 da manhSa as 4 da tarde.
____L


SUPERIOR PANNO PAHA ESCBAVOS.
Vendfc-seioor preco c;inmodo, o bem
conhecido algodo da Ierra, o mailioi-
que w tem deacoberto para roupa de es-
cruvos: no*. Quatco-Uuiitos da ru i
=
PIMO DE PCRMWBUCO QUINTA FEIKA *9 DI NOVEMBRO O 855
*.a taberna da ra do. Mariyno. n. 36, ven- Vende- ama balance romana com iodo os
a muilo upenor carne do sertao, por preco..us perlenees.em boro uwede 2,000 libra* uuero
eon"n j -* Vende-* ama porrSo do laboas usadas, a 4
Caude para amo-lias. peso. balaucas e medida? de
pao e de folha, por comruudo prrro : na roa da Liu-
goela ii. 5.
rodadi
brado.
____ Vende-se um novo c eucllen
umatciava mura e do boa t3F* ,e catro (le Xu"u< '' oslo
vavcom perlero, engoavIM.dre ue \^^T^ &*$ ""
uflaacousa : a tratar na ma vein Reg,
a do Kecifi!, loja n. 11. KARINIU UE MANDIOCA
cavallo gotdo e bouilo, de cor! VeBdera-se "acras grandes rom brinda da u
\ su as-Verdes n. i, so-
OBltAS OE OURO
As iais iuoInas.
Os abaiio aasignadoa, donos da loja de oorlves, na
ra do Gabugn n. II, coafrunle o paleo da nialrit. e
rM Nova, fasiu publico, que Mu r. ceben.lo con-
tinuadamente muito ricas obra de ouro dos mslho
re Boatos, tanto para senhora como pa. a homens e
menino* ; ospreoeconliuaaavniemubara'os .como
lem sido, e passa-se cuntas con respousabilidade, es-
ieando a qualidade de ouro de Hou 13 .juila-
, ttcando aim ojeitos os mesroospor qualaoer
duvida. Seraphim Irme.
*- Vende-w muiloDom millioem sacco grande.
viado da Purahiba, e muilo boa carne do erUo ;
todo por prtcn commodo : aa rua de Sania (hla n
5, taberna.
Continuare a vender no Urgalo trmo, qui-
na da ra devHortas n' :, bolacea fiea villa-verde,
bolachinhas d* toda Boas, enriadas de Londres a
600". a libra, e eiu latas de 8. i .2 1*40900, 29900
T?*00, d."*7_ Nilea.i a 400 r... dita., aramia a
180. unas Luboeaa- a 4IK) rs., manteca Ingiera de
480 a 960, dila haucea a 720, autocar refinado na
fabrica do Monteiro. prela Una, a 140, assucar bran-
co propno para doce d* cju' u 140, uanha a 480
doce, 600 rf,oliaiofto Uno a-640, dio de
LUBOa e bigueira a SCO. ede o otrosa.il..res tambem
* *St peneiraa de aram* i 69, caf a 160, car-
uaoba iWO, fspermacele aHOO rs., hoiarhinha in-
giera a 400 r tapioca a 200 re., e dee de eoiaba.
Venda* urna casa larrea najrave-,. d Lo-
bato o. 14 : a tratar a ruado Rosaflo daBoa-Visla
dioca por preco commodo : para fechar cuntas : oo
armazem de Luir Aunes delroole da Allandegc.
Ilico gaze de
seda,
con quadros de lida cores, fazenda pro|
PALITOS FRANCEZES.
A Jaurica Ue chapeo..resol Ua rua .Nova n. 23,
esquina. da cambo do Carme recebaa pelo ullimo
navio chegadodo llavrao.ebjeclosseguiules : pau-
lo-de pannutlno forradoadese.ta prela e de cure,
dito deseUm do China, ditos de plha deseda.dilos
. nnH i dv'ac" P"1 de cores, .utos de ludio de brela
una biaoca, casacas de panno preloedo uilimogos-
to.nquwemi.iacamisas coin aberturas, puuhos e co-
rarinhos da Itnho. um lindo sorlimenlo de aravalas
de seda, um completo surtimenlu de'hapeos deso
do seda e de panno para honiem o sruhuras, asiim
i como chicotes, bengalas e moilos outroa objertosde
j posto, os quaes se vendem por preco muilo diml-
uoto.
,41.
Vestidos e diales.
\ eii.lein-au chatio de' seda sjrandet com alguin
-uiofo, pelo barato pre^o de 60000 r., corles de cas-
Isa de c.ires com barra e algomaa pintas de mofo,
i pelo diminuto preco de IS600ajcrle, assim como
uoite da testa, pelo d.ajiouto' prende jjO o eova- i'"!,.?.U1li,'ufaifn"? porSr!1" Pre,: na rua
do*: em fente do becco da CouSreSacao. roa do uaI t Kec,fe loja u* 50' a6a 'a da
Qiiairnado n. 38. > "I:",re ae es.
Biinsde vella : no afiazciii dcN.O
Bieber &., vubl'4" Cruz n. 4.
Veude-se excelleute tabeado de pioho, recen
Teniente chegado da Amerita : na rui de Apol o
trapiche do Ferreira, a eateoder-se com oadmiuis
ador do mesmo. Ta**********!
Taixas para engenhos.
fu^ldi^Jao, de ferro de D. W.
n, na rua do Brum, paiaan-
oo o chafariz continua haver am
completo sortimento de tai xa* de ferro
fundido c batido de 5 a & pimos de
bocea, as quaes acbam-se a venda, por
preco commoao e com promptidao^ :
erfibarcam-iav ou carregam-se em carro
em despezaW o Comprador.
Chali y
A 800 rs. o covado,
com lindas e variadas coraaVrica la com quadros de
cores fingindo eda, pe'o diniiosHo prec de 640 rs.
o covado : na ruado Qneimado n. 3X.
Fazenda rica he
flavina.
Na
Chegada ollimaaoente pela barca fraieeza Luiza
Mario, e esl smente venda na rua Ja Qnein
ii. 38, em frente do becco daCdiisregacao ; coi
zenda Iw toda de se.ia com lvraeem de cores,
uma varado largura uu aaas. |pelo diminu.. ^__
de IstOO o covado ; d-sc as amoslras deiando pe
nhor.
Veode-ie un escrav erioula
K) anuos, baa bordadeira, coelure
ra a lavadeira, tendo owpequono
por preco commodo: qlh a quizer,
daGrarUn.24. ^
Ven.le-senmaWnrTbfcho)parida, da lei-
oom ama cria : no pateo da ribeiaa da*.
quiua que deita o oilac para o muro da Ve
I una tabers*ar*aem pontos
pjjjaario qoejalla para o becco
Ib a.tweiqffar, dirija-so a mesma ta- I
do Quenado
cua smesn iralar.
afaVse muito etn conla e mullo nova semen-
la-aoealro: noMaogoinho, taberna da calcada
. Vendeme 2 escravos muito bons Sadeiios de
masteira e lendeira, sao crioulos, muilo mocos
uaVende-se su parlar rello em saccas grandes,
m sacca 19000, e em portan de o sa*Ba para cima
a 38isOU,fariuha de lapioca em actas de 3 arrobas a
caaaa ; a 49000 a arroba, lie moil superior : aa
ti^aassa da Madre de Dos armazem o. j.
FAKINHA DE UANOIoAaX
Na rua do Vigano n 5, vendo-te por
i mdico prorj superior farinba de man-
^ofrlJdOC^*
ROLAO ^ FRMCEZ.
jjVenae-se esta deliciosa pitada tanto em
porco comoaretalho, em porcao na rua
da Cruz n. 26 pi-imeiro andar, ca reta-
Ihoa 40 rs. a oitava: na rua* da CadenT
pfteiogios cober-
(osedeseobartos
Na rua Velha n. 119, vende-se
boas vozes e bem construido.
I com
Alerta!!!
Veude-se orna cama de amarello com co4%o c en-
\ergoes. todo em boin esla.iu, propria de %asados,
por ler seu douo do embarcar: a ver tratar, na
roa da Cadeia de Sanio Amonio, loja de marci-
i nafro n. 18.:
Para fechar coala.
Vende-se un restante de pares de pudra iiiarmu-
re branco, da melhor qoalidade e gusto, para con-
noto, por menor pieco quu em ootra qualquer par-
te : em casa de Raba Schmellau & Compauhia, raa
da Cadeia do Kecife n. 37..
Relogios
cobertos ^des-
cobertos, .
de ouro, patente inglez
Vendem-se no escriplario Je Soulhall Mellar &
Compaohia, na rua da Cadeia do llecife o. 36, os
inais sopenores relogios cobertos e decobcrlos, de
ouro, patente inslez. de om .ios melhores fabrican-
te* de Liverpool, viodoi pelo ultimo- paquete inglez.
PIANOS.
Vtidem-e em casa de Henrv Brunnos
C- rua da Cruz n. 10, ptimos pian &
llegados no ultimo navio d Europa .
- Vende-se m do mulatinho de 16 anuos,
muilo esperloVCom para pagem, uma prela crioula
que engomma, coziulia e lava, sem vicios, uma dita
da Costa com as mesmas habilidades, e que vende
i rua, om prelo d 35 alios bom para sitio: na
rua dos Quarteis n. 24.
uc.d cienueira, sao crioulos, muilo mocosa tem "'-"' '-"..a
"^P: a tratarla rua da MaMftle Dos loja de Vaz & Leal.
11.36, UaTafia deAntouio da Silva uaCr v* i ,-
a rua da Cruz n. 20 prmeiro an
dar, vende-se uma porcao* ducaixas com
sardinhasemlatas, muito uovaspor terem
ebegadono ultimo navio francez, e poi!
baratissimo pico. Jk
de ouro, paten-
te inglez.
Vendem-scnoescriptono do agenlede
leiloes, Francisco Gomes deOliveira. rua
da Cadeia do Kecife n. 62, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e dcscobertos de ouro patente inglez, de
um dos mais afamados fabricantes de Lon-
dres, vindos pelo ultimo paquete inglez,e
nos prcrodoque em outra qual-
e. '
Vende-se o excellente cliampagne
em caixas, itltiinarccntecliegadodeFran-
Qa, e licor de Kii sch : na rita da Cruz n.
2tt, primeiro andar.
- Vende-se na rua da Cruz n. 20 pri-
meiro andar o apreciavel cha' preto em
libras, assim como chocolate francez o
melhor que tem apparecidono mercaaaO,
e por preco muito em conta.
TESTOS
para voltarete.
Vcndem-se na rua da Cruz n. 2tj pri-
meiro andar, caixinhas com tentos muito
delicados para o apreciavel jogo de Vol-
tarete, ou para outro qualquer jogo, l-
timamente vindosde Franca, epor preco
baratis*imo-
Vende-se Uma porcao de frascos
com rolhas de vidro. muito pronpiot para
conservar toda a qualidadederape, epor
preco muito commodo : .na rua da Cruz
n. 26 primeiro andar.
COM PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
Indiana de quadros de sedae algodao, de
muito bom gosto. a 520 o covado.
Vende-sc na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a roa da Cadeia/
Charuleiras entre Anas
Duias do trridas n. 14 para candleiro
rente de verdasleiro bfalo paya alisar
Pecascom 6 SKras de Ola Vbj
Caitas coineanHes franee/cs
Carrile de linis de IMI |ard
ejaahdade
Macinhos com .-J5, 40 e 47 grampas
Suspensorio-, o par
Carrlleisdelinhasde 100jardas, aotor Ale-
undre
Alem de t.aja estas miudezas vendem-se oulras
MlUatimas, que a vista de suas boasqualidjdes e
baratos precoacausa admirara., jpt compradores:
na rua dogueimado. nos qualrnfKl|a,, ,, |,em co-
iihecnla Iota de miudezas na Boa rama n. 33.
Bons goslos e de
boas qualida-
Ifes.
Na rua do Qoeiroado, uosquaIrucaiilus,4iaseKun-
da loja de fazeudas n. 22, del'route do'aobrado ama-
rello, vendem-se fazeudas por precos que real-
me"te fazem admirar ao publicu : Tanno prelo
""ipo. prova de limao, para casacas e palilos,
pelas barati-simospreroij de J5O0, 3500 e 53000
o cavado, casemira prela de superior qualidade
a 2e 28000 o covado, alpara preta muilo fina a
(00, 00 e 600 rs. o covado, corte de colleles de
fuslOea de bonitos padies e cores lixas a 700 o 900
' diales ptjetos de laa e neda muilo grandes a
2S800, chapeos de ol de seda pralaa e de cores, fa-
zenda supenor a 69500. camataa ftanrezas piuladas
' fara honiem a 19280. nsradoa da Iadia minio luio-
e largos e muito bonito- para vestidos a 2bOa] cava-
do, selMD prelo marau, lateada uwito.superil
o covado, >arjlviespai.hohHadlsupei)iM a 2,400 o
covado. merm muilo linaflHuw^BPte^BaBBBBa!
n -cuas o mais superior e^^Bsta-
proprio para paul a IsbOO o t
de panucho a IStiOO, rliila franceaa1
larfHh, dtuoNo padrOes a320o^r
nho liso ecom*,reea I9CIM40 a
pellica da Jouvin para l nhora. i-Lacada
no ultimo navio trance* a lv<> vis dL
seda de todas as cores com belflHalsSW, camisas
de meia muito finas a 19, luvaa da lio da Escocia
brancas e de cores a 400. 500 e fiOO'rs. o par, man-
tas de seda para grvala, pelas e de cores, muito
boa fazenda a 19280, panno lino azul de saperior
qualidade a '19 o covado, riaV inrneiras* de relroz
bordadas a ll>, leiiriuhos du retroz franceze* a
IS280, cassas francezas nimio linan e de bonitos pa-
drOes a 300 rs. u covado, camhraia lini-sima de sal
picosa 19 a vara, camiaas francezas muilo finase
bem frias para homem a-29500 e '2)800, corles de
cassas para vestidos de bonitos padrOes e com 7 va-
ras a 2fo corle, lencos branros de cambraia de li-
ndo muito linos e srandes a 69 a duiia, ricos chales
dechally com lislras de seda e bastante arandesa
89, ditos de merino muilo linos o lisos a 69, luvas
pretasde lorcal, de Lisboa a 19120, clially amarello,
fazenda superior e que muilo se usa p'ara vellido a
800 rs. o*covado, romeiras de cambraia com lacos
de rica filas de sed a 19280, grvalas de seda de
bonitos padrOes a 640, meiasde laia para padres a"
Rape.
-ae o verdadeiroe muilo fresco rapo faulo .
: ue roa laaga do Rosario 11. 38, iunlaj
Vende-a. bicodr londe br.ncu e prelo ,ie seda
ver.iade quer outarJ e toda as largura" muito boni-
tas lilas dafJ a Nova casa de rtlojoeiro 11. 22.
A boa fama
19100
19280
19000
19280
9tt
.560
00
160
280
160
240
320
240 e 300
bordar 160
S
VENDE HA HATO:
Libras de linhas brancas ae. 50, 60, 70 e 80
Libras de ditas ns..!0O, 120 e 130
Uuzias de tesonras para costura
Duzia de dita* mais finas
Mai;o- com 40, 50 e 60 peras de cordilo
para vestido
Peras cm 10 varas de bieo eslreilo
Ouzia de dedaes para senhora
Caiiinhas com agolhas francezas
Calas cum 16 novelloade linhas de marcar
Grozas de bolOes para carniza
Pulceirasencarnadas para meninas
Ditas grandes para senhora
Pare de meia finas para senhora a
Meadas de linhas muilo linas par;
Meadas de linhas de peso
Grozasde botos muilo linos para calcas *280
BAsdos de liulio aberlos e bordados' 120 e 240
Carleiras tinas de inarr quii para algibeira 600
Fivela douradas fiara calca e eollele 120
Tioteirose arerirosde poifeplana.u par 500
-------- f"- ^ -^, ...w.^a *. ni,, |ii ,i priurra a
29 o par, corles de casemiras linas e de bonirns pa-
drees para calcas a,T>9, brinziuhos de Imlio de bo-
nito padroes a 240 o covado, brun Iranjado de puro
lii.ho e de bonitos padroes a 8VD r. a vara, lapim
prelo tinissim... proprio para v(ldoa e balinas de
padre a 19280 o covado, risradinhos francezas muilo
linos e I101111.1. padroes 246 o covado, meios lencos
prelospara grvala muilo superiores a 19, lencos
tiranos de cambraia muito lino nlliju i,., ganga
amarella muilo superior a 320, meias brancas fina
para senhora a 210, 300 e 400 rs. o par, ditas prelas
muilo finas a 320. -lilas para homem, fazenda su-
perior, -endo liradas, prela- e ciuasa 210rs. o par.
Alm de ludas e-nal fazenda- nutras militas que so i
vista das boas quajidarfes hr que se poden, ver o
quanlo sao biralas>nAeiirando-se aos Sr<. compra-
dores que nesleeslabelecimenlo nao ha fazenda al-
goma que seja avariada, esim ludo sem avaria.de
bons goslos edroas iiualidades.
Cortes detaVfMr- para quem t|uer dar fes-
tas.asor poucodinheiio.
Vendem-se corles de rassa chila de borh goslo a
29, ditos de padroes fraucezes a 29400, casn rozas
para aleviar lulo, dilas prela de padrees miudos a
29 o corle, alpaca da seda de quadros de (odas as co-
res a 720 o covado, lencos de bio tanto pintados
comobordadoajj320 cada om, grvalas de eda pa-
ra homem a 1.>J l600 ; todas estas fazendas ven
dem-se na.ruaflp Crespo n. G.
Vendern-ee no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Kecife, de Henry Gibson, os mais superio-
res reloRios fabricadosem Inglaterra, por rafeos
mdicos.
ARADOS AMEKICANOS.
aram os arados americanos, e vendem se na
ruaTrloTrapleTrt n. 8, pelo preco j;i sabido de 409.
Vende-e uma esrrava crioula, moca e sadui,'
qoe cose, engomma, corintia, e lie muito* carinhosa
par meninos : no segundo andar da casa n. 53 da
rua da Cadeia do Recipe.
Defroulo da igreja da" Madre de Dos, arma-
zem n. 25, vade-se farello cliegado ha pouco de
Lisboa.
Oraciio nutra a peste c o cholera-
morbus.
Acha-sc venda na llvraria 11. 6 e 8 da praca da
I Independencia um folhetinho com dillereolesora-
' oes conha o cholera-morbos, e qualquer ootra pes-
loj a 40 rs. cada um
--------______________________i_______
de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua de Crespo, laja da esquina que
volta para a cadeia.
Vende-se um bom cabriole! descoberlo 'com
arreaos, e lamben, am carro de4 as-enlos. novo,com
arreioa.hido vista de quem quizer se teolari, lano
mais porque o preco he razoavel ; m rua Nova, co-
lieira,do sr. Ouiuleiro.
COGNACVEROADEIRO.
\ eude-se u verdadeiro cognac, tanto em garrafas
como em garrafes : na rua da Cruz n. 10.
CASEMIRA PRETA A 4*500
v 0 CORTE DE CUCA.
Veudem-senarua do Crespo, loja da esquina que
rolla para aaMa da Cadeia. .
VIMiO XEKE/..
>ende-seaoerior vinl de Xerez em barrisdo
t|4.emcasa de E. H. Wyatl : rua do Trapiche
Ha lo.
LEONOR DAMB01SE.
Vende-seo excellente romance historial
co. \f2"0,'d Amboise. duqueza de BreB
zaaHB volumes por l.sOO rs.. na livraria
n.Vie 8 da piarada Independencia.
JH^ende-se cal em pedra chegada noul-
aae Lisboa, e potassa americana
nico deposito da rua
A. J. T. Basto &
F os 0(^8 patentes
^iservar a comida
vendem-se na pra
PCorpo San)o, afieja-
zemlL 48, de KostronlTo-
ok'er Sf C.
Vende-se ajo em cimbeles de um quintal, por
prec,o" muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Cumpanhia, praca do Corpo Saulo n. 11.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se trelo uovo.chegado da Lisboa pelo brigue"-
deranfa.
Deposito de vinho Je cham-
W pagneChateau-Ay, pAeiraqua- %
p lidadt^ de proprtedBHelo conde &
de Matytiil," rua da 'Jruz do Re-
cife n. 20 teste vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a oOOO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Qompanhia. N.
B.As eai\at>sao marcadas a fe- ,
goi**sB*hde de Marcuile os ro- &
titlot. das garrafas san azues. ?*
'TO-=S:s-S@*#
POTASSA E CAL YIRGEM
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recite, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
e cal virge^n'de Lisboa em pedra, tudo u
precos muito.iavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisleitos.
FAR1NHA DE MANDIOCA. ,
Vende-se superior farinba de mandioca
em saceas que tem um alqueire, medida
velha por 3s00f) reis : nos armazens ns.
3,5e7, e no armzem defronte da porta da
alandega' ou a tratar no escriptoiio de
Novaes ACompanhia na ruado Trapiche
n. 34, primeiro andar.
. *
Esguiao de linho
e algodao,
muilo superior, com,11 varas a peca, por M9M :
veiide-se na rua do Crespoftloja da esquina que vol-
a para a rua da Cadeia.
*
H5TASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no. Rio de Janeiro, che-
Cada t eceittenaMpu recommen-
la-sc aos senlaj arde engenhos os
eus bonselfeaK-ja' experimenjfc
lados: na na da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Ferc
Compaliia.
i:,s.)00
on & W
-------------------------- >-B^at>aaBBaBa*>saBaa>
S^r.^.i^^Kc':. ir
bbBP> de raadreperola edamalal|a
Vende-se cal de I,i-boa ullimamerle chegada, a-
im como potassa da Russia verdadsira : na praca do
r-orpo Santo n. 11.
<
I
oO rs., autas para palibj
phospiiaaSa proprias paral
'ros douralo. da porcelana
manhos e precos, i icaa Ka
de todas ascorese largaras
roupa, ditasaara tabello,
los padroes da diveaaaa lari
naasimas para barba**, canir
as qualidades, bicosfino.de
e diversa- largaras, rlcaarraa
e de cores para cortinado., |
mais fina, que he possivelen,
lisalmas roosas que lodo se
i presos que ao. proprii
So; ua rua do yuei
Imuj mohecida taja "
corp
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de taoen
das e meta moendas para engento, ma
A
zinhas cofa
' rico jar-
irafaosta-
e lisas
_ para
Jda boai-
alha. fi-
lodas
raa
lora as
Jlr;
i adanira-
cai lea, na
Fama a. 3
VENWARATO:
Ricos pentes da (artaroga para cabeca
Ditos de alisar tambem da tartaruga
i- Ditos de marlim lamber ara alisar
i Ditos imitando tartaruga para cabeca
I I mil m.ni aa ub.,a a. '._____.. .
Io00
3W0
laaoo
1*00
, i cnjenJK), raa- r ......-...,.. para caneca IJrrO
chinas de ?apor, e taixas de ferio batido m'-.^",,*!? ."*-"' *^* p"" ><**
j jr i ero uauao Meis pintadas lio daBsrocia para criaircaaaVr400
eoado, de todos os tamauhoa para i Bandejas grande.al* pintura, finas3SO00 e 4J000
i Danal >nn i"a^BBaaaaaa A-----
dito.
Papel almajo grraT'a pautado, reama
da tanja, roza
ser de lanja.aron
de ac com graduajes
Penn
C.AL UE LISBOA AJHgO. Dilaa_
VRidem-ae barrjs com ral virgen de Lisboa, para I 0c la da ara
lechar cuntas, pelo diminuto proco de 4j000 o bar- '-"ueas com armaeflo de tartaruga
ni : na Vua da Cadeia do Kecif-, foja n,50, defon- Di,s com armaeflo de bufa
le da roa da Madre de Dos.
Moinhos de vento'
om bomba-derepuio para regar borlase baixa,
decaBim.uafonciadela, W. Bowman: naraa
do Brum ns.6,8e!0.
AOS SENMORES DE ENGENHO.
Reduzido d 640 para 500 rs. a libra
, Do arcano da i n venen o' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o mellioramento do
assucar, acha-se a aenda^an Utas de 10
mefjjjpdo
libras, junto com o i
de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O.-Bieber & Companhia, na ruada-
Cruz, 4.
Vendem-se em casadle S. 1L Johns-
ton & C, m na de Senzala Nea* u. 42.
Sel lins mglezes.
Relogios patente -inglez. *
Chicotes de carro e de montara.
Candieiroae casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas^de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
inhoCherry em bacris.
mas de ferro. .,
Vende-se na rua da Cruz n. O a verdadeira
gomma de malarana a 300 ra. a libra.
'W Vende-se om cavallo rujo, grande, muito hom
e muilo gordo : a tratar na rua Nova, loja n. 47, de
J.. Francisco Crueiro.
Afilho emsaccas
Vende-se multo superior milho em sarcas: ns roa
do Amorim u. 41, armazem de Francisco Guedes de
Aaje.
Milho em saq
Vende-sc na rua do Encantamento n. 76"a1
em sacras, de superior qualidade, por prero
modo. .
Vendem-se pipas vasias: na ruada Guia n. 16
segundo andar, e para ver na mesma roa o. 9, ta-
berna.
^elogios Americanos para cima de
MESA.
Chegaram os relogios americanos com corda de 24
horas e de 8 da, diverso modelos, como lambem
pregos americanos : vendem-se na raa do Trapiche
n. 8. "^
4J00
1*900
640
800
19000
500
J#ooo
4000
1
loucadoresdejlcaraodaenro bons espelliat
Meias de laia muilo superiores para' padrea
ticas bengalas de caima com lindos casloe
"las de junco com ailo* rasle
Kicos chicle, para homem e senhora a 1 e 11800
a^a?eS^l0dao P"' Vfr"*-** 60
A a al" ** U"1,, ew"' t a 3S0
A acadores de cornehiie para caMC1 400
icos relogu.hos para rima de u.esi Mm
Sospeiiaorios linosde borracha, o par 400 5JtM
Pentes muilo linos para aoissa ^ 4W,'i,W,?S
Lscova. muilo Anas para cabeit" \*
Capacho* p,o|.doamni.olriio,
mt.,fiaDg^8de,nidre*,ro,'V.- f 2
sa's" e''^ato W*M molla. ^
miXza o?flo?A._
t
A boa
VENDE BARATO ;
Lenciulios de relroz de todas as corea para pese-
ro de senhora e menina, peln" barato preco de 13,
baralhos de cartas finissimasfrancezas para voltarete
a JttO, tuucas de laa para sen horas e meninas a WO,
luvas muito finas rte fio da Escocia brancas e de co-
res para homem e senhoras a 406*, 300 e 600 rs.o
par, meias brancas e croas para homem, fazenda
muilissimo superior a 160. 200 e 240 o par. luvas de
pellica de Jouyin brancas e amarella para hornero
-""
seaeatm os alimento* mal diaaraaiT 2
s senhora.que pjdecem de chloroaeoo pal- S
Wa cor, acharao a liolura de loso romana i
^.remedio ,ffl,, qUil| wi9pm
inm lempo as lorna coradas. Tem sidod,
ande vRulagem 110 Iralamenlo da ieaenr-
liea ou flores brauc.s, e junlamenlanofl,
sanguneo proveniente de alonio d.
Seu oso he moi sin.ples: as pewoaj
devem lomar dua. rolheriuhas da a
emjejom.eajoasa i.oite quaada a
w rem agazalhar, dissolvidas eraaaaaaaruaaa
lidade de asua morna. A-J
omamlherinha de manhia Eira
VealB-se oniramenle ua boaK'de Jaa^
2!L^lraeid" Piul0' na ru*1 ,l01 QuarleLT
escravos fuoido".'
No da ti do corrente mez fugioo prelo Jlo'
crioolo de id.de da 20 aonos. m.^.u^en. ?L
eslalor. e figura regoleres.tendo uma peaueoa cica-
Ir sobre o olho dlreilo, levando cemsgodoVeS-
c.sde algodao rlscado azul, ir, camisasdo mesma
marca ."w Z*'9**" '0m p'"0 "e ,i,,,' "^*
marca I) W. Bowman, qaalro camisa novas de al-
L, "" '-h,p0 noyo ,le M" meri.no
com fli. prela, uma jaoajla 1.0,1. .t gaagaamarella,
-nchapec^dei^>Jjie panuia^toTa" a
cafara de enrta v^aa-; quem aPprth,0 e ^
Rr, F""c"MMa"<'l do, Sanios Luna, nar..^
prom n.8, sera generosamente recompensado.
CEM MIL RES DE GRATIFTCACAp'
.*!!?m.-'"'. Urde<1' ^5 do crranle a euravo. de
i*^*iw.z*rxrZ: ^M'?ss*2&
->-; -= wr ^, uu crreme a esaMaja* 1
aclo Costa om por noaae Jorge, mei.. fot, m lw
frente 2 dente partido, e no rosto lath*. peaoeoos,
bem Tallante, eqaaouo falla he de vagar" 2,
cara cl.e.a, ten, ans pequeos lalh.-s no rorta, denles
hmadoa na frente, tambem falla deacaav^VaaU
boalevaram differenles roupa : roaa-^
Sr-q V"'TVn '"" ? *?>
t; e ":.V" s'a.""h0!.-*!"?"'Mani. i*ae*ado



NS. PREMS. NS. PREM.
t
:i
i;
y
12
13
I
.20
26
32
35
M
S
.".
1 U
.11
60
6.'.
6
w
70
73
75
78
80
84
86
104
5
6
7
ti
12
13
15
ib
17
19
. 21
21
25
30
32
33
35
.17
ia
45
47
49
50
:.2
55
56
39
61
3
09
71
5
5t)
55
50
5
4
59
55
10
M
5
"fe1
20>
58
SO
5
5
5
Sa
59
58
5
5
5t
5
50
5
53
58
5
203
' 8
12
13
17
19
30
. -
22
26
ti
28*
30
.13
35
37
W
a
46
5:t
55
57
60
64
71
.72
73
74
79
84
86
88
.-**- 80
90
58
5a
5
5
'5
5
n
sa
5
5
5
3
58
5
5
58
58
58
91
**
.55
55
SI
sa
92
96
98
99
303
12
19
24
32
33
35
41
46
47
48
40
52
53
5 55
59
5
58
58
5
5
5
58
58
58
V
10?
58
?58
5
100
S
58
58
5
58
58
58
5
58
5
58
5
">
58
58
58
208
58
5
50
5*
58
58
5
55
5
58
r*
58
58
58
S>
108
5
58
5
58
59
5
58
58
5
.5
5
59
208
NS. PREMS.
28
- 34
36
43
48
53
54
56
80
61
" O.".
77
7h
8-_
B4
91
95
98
505
6
8
10
14
17
18
20
31
24
26
27
30
34
37
x 39
40 '
48
SI
51
61
62
73
74
76
77
78
79
82
83
r*
S|
5J>
5..
58
58
5
58
58
200?
58
5
58
*"
5
>
S|
55
5)
58
508
58
5
58
58
5
5
58
5
5
58
58
58
58
58
58
58
5
58
59
58
5
58
108
58
58
58
58
58
58
88 58
e "
95
96
602
5
8
II
15
18
19
ao
21
,
27 :,;
58
.58
a
208
58
58
51
S|
5|
58
58
58
Sf
58
39
31
31
5.
sel
43
45
46
48
51
55
56
60
61
62
63
66
68
6
75
76
83
84
86
88
89
93
94'
85
99
701
6
14
16
17
18
SB
27
28
29
30
31
34
35
4-1
44
49
54
58
63
69
70
73
76
78
80
84
88
93
802
11
11
21
22
96
27
31
33
34
36
:.5
.58
59
58
58
'8
58
"8
58
v>
5
58
S|
59
5
59
SI
58
5
2:5009
58
58
58
59
59
5
59
- 58
58
58
59
58
59
58
58
.58
59
58
58
5
58
59
59
59
58
38
59
59
. s
59
58
59
59
59
59
59
59
59
.>
. ">9
59
59
58
59
5
mi
5
1008
DQS PREMIOS DA SEGUNDA PAHTEJA SEGDNDi LOTERA A BENEFICIO JO HOSPITAL PEDMllfc DE 1855.
a-OBi
NS. PREMS.
840 .>
46
49
50
51
55
. 57
67
69
70
71
73
71
75
77
81
82
83
Hti
90
92
94
96
97
98
900
3'
7
14
19
24
27
29
31
33
34
35
t#
52
53
54
55
56
65
66
68
75
76
78
79
81
85
88
89
90
91
92
97
98
99
1002
3
5.
9
10
II
17
19
58
58
S|
. 58
58
58
58
S|
58
58
S|
Si
"-
"8
5
59
.>
:
5?
58
5
.59
3)
59
. 58
59
59
sil
59
58
59
5
108
58
59
59
508
5|
FaJ
58
59
59
59
108
8
58
59
5
58
5>
59
59
59
59
10
59
1008
59
r*
58
108
58
59
59
58
59
59
59
58
NS. PREMS.
1021 205
23
25*
30
33
36
40
45
51
52
56
5!
63
64
67
6!)
72
75
78
81
84
85
89
93
94
1100
3
6
7
8
9
12
13
21
23
24
26
27
30
37
43
45
46
50
54
55
58
61
62
66
, 67
68
70
74
75
77
79
3
90
91
!>1
1207
8
9
12
17
20
21
22
23
59
5
59
58
>
5
58
5
..>
59
58
59
' 59
IOS
58
S|
"9
, 5
59
' 59
58
59
59
59
w 58
59
58
58
58
59
58
58
58
>
58
100
58
58
59
58
59
58
208
59
58
59
108
59
59
59
59
59
58
59
8
59.
59
59
58
59
59
108
208
58
58
58
58
NS. PREMS.
1227
33
il
42
43
44
45
ili
51
52
60
64
68
69
70
76
7!l
59
"9
59
58
59
58
59
58
>
5|
58
58
58
58
10f<
208
58
5|
92 5:0008
95 5?
98
1300
4
S
G
15
16
19
22
26
27
28
29
32
34
35
37
15
47
! '''
; 54
5">
.">
60
62
70
71
74
79
81
82
81
89
93
94
1401
6
7
8
13
14
17
18
21
25
31
35
37
40
43
58
.58
58
208
5?
5
59
59
-9
*58
2008
59
58
5|
5|
>
irr-
u
58
20
S|
a)
59
58
59
50
59
59
50
' 58
59
5
108
58
58
58
50
. 58
58
58
59
50
100?
58
58
50
58
58
59
9
NS. PREMS.
1444 58
47 509
19 S|
51 *
52 " 59
55 59
58 58
59 50
62 5
63 58
64 S|
71 5?
72 5?
73 58
71 >
77 58
81 50
82 V-
83 V-
81 58
*88 :
89 .508
94 58
98 ">-
99 58
1500 5?
2 58
58
9 58
10. 58
12 58
15 59
19 55
93 58
26 58
27 209
31 55
33 >8
: 58
39 50
42 58
50 55
52 58
61 .5?
62 58
66 58
67 58
69 508
75 20o
76 5?
80 59
83 58
88 59
89 59
96 58
97 59
99 55
1600 58
6 58
8 109
II 5"
l 58
.20 5
21 58
22 5?
25 .59
26 108
32 58
33 208
36 59
-Vaf
**^*^_


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUP9TTBD7_2D1FJJ INGEST_TIME 2013-03-25T13:11:51Z PACKAGE AA00011611_00503
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES