Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00502


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Full Text

AMO XXII. N. 275.

Por S meies adiantados 4,000.
Por 3 meses vencidos 4,500.
QUARTA FEIRA 28 BE NOVEflBRO DE 1855.
-
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBCO
ENCAlUVfct.ADOS DA SlllSC.MPCAO'
CAMBIOS.
mim IgnacinPcreira Jnior; Ara-1 Rio de Janeiro, 1 por 0/0 de descont,
fhioni' de l.cros Braga ; Cear, rf Sr. AccoR do Banco 43 0/0 de premio,
t de Oltveira ; Marnhao o Sr. Jo- ja Companhia de Beberibe ae par.
tura Marque* Rodrigues; Piauhx, o >i. Dominaos .i. i- j
UkilesPesMa Cesrense; Para, oSr. Ju.- _.' da ">l'nliia de seguros ao par.
i: tnMi,i> Sr.Jeronymo da Coala.! Uisconto de letlras, de 8 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas haspanholas. 208000
Moedas de 6JM"0 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000. 97000
Prau.Palacoes brasileiros. 29000
Pesos columnarios. < 29000
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS ( OI1REIOS.
Olinda, lodos os das.
Caruar, Bonito eGaranhuns, nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13 6 2.
Goyanna o Parahiba, segundas eaexias-fejras. -
Victoria e Natal, nasquintas-feiras.
PREAMAR DE HOJE. -
Primeira s 7 horas e Ai minuto* ate manhaa.
Segunda s 8 horas e 6 minuto* da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados.
Relacao, ierr,as-fetras e sabbados.
Fazenda, quartas esabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphaos, segundase quintas s 10 horas
1' vara do cirel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
ETOEUIERIDES.
Novemli. 1 Quartominguante as 2 boras 46 mi-
nutos 48 segundos da larde.
* 9 Lna nova as 5 horas, 11 mnala
e 40 segundos da tarde.
10 Quartocrescenteas9horas, 3* mi-
nutos e 49 segundos da manhaa.
23 Lacheia as5horas, 31 minutse
44 segundos da tarde.
DAS DA S]
a*. Segunda.
VT Terra. S
28 Quarta.
rio bj_
iav.js.TosapJiat.
A.
.
U ;S. Sbsthisnes.
m Cuino diac m.
Euprepio m.
ta Eloi b.
; S. Balfcina v. m. ;
mas. ; $. Croinfcio.

PARTE OFICIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
fty Sr. roinislro j|o imperio
yeto director detftermaria de S. JoaBaplsla so-
bra a epidemia rante.
Illra. e E*m.*r.feodo-se Hado no mez de jullio
insta ciirl. m caaes a* cholera, U\ aro do meus
primeiros deveres, coa chirnjejk esludar a niolet-
tiii, proaaTrando ler la
casos. ** pS
niado, afriam perlar&tres de digettflo e clicas i
e eaa'fwiua'pio de agioto manitestou-se un catarrhal
inlenaiatioto Ni alguus individuos, srornpeiihado de
ansia* em un, e eem ella em oulro, o que ea capi-
tule de gripe, por muilo se assimelhar quelle dos
Franeere*; notando mai ajue elle aa manlltlava
ernajo epidmico, porque Uve cuses em que todas a.
peste** da familia forain acconimellidas. Este in-
euoimedo faciliejei Mtcedeu ao Iratamento do acni-
to, o do trtaro 1 (fado em dses fraccionada-.
Em meiado d Bto tive un doente de afiecrao
orminetn iliinlaWaa lodo o cortejo de tymptomas
vt)e chelerinii, ,e dia* depois oolro de rliulera no pe-
riodo lgido ; (ive enlAo a upporlunidare de obser-
var todos os .ymplomas que npresenlaram es-es doen.
Ie, por me conserva* junto an soa (filo por mais de
oilo haca coni o lim ira estodar a moleilia e entaiar
un Iratamenlo por mim combinado.
Es) meu IrubaUo foi cornado de felii xito, por-
vi que otafedicanientos por mim applirados
iveilavam, tanto que o prieneirtx, io lim
| eslava em convalesceifJjHjto secundo I ir?
lo urna re.acc.ao franca, eaj Ba de 3 dias o sen es
i'era salisfaclorio, qoando por ordem superior
^Hkdo para a Juruiobt. _
ero lins do mesmo mez live ordem, eem* di-
da enfrrmma de S, Jlo iiaplisla, de n*> re-
ceoer nollu senAo ilnentes afectados da epidemia rei-
iijele, -etftiUlo principiaran) a apparecer wi caaos
Pscala, e doK|tie eiilio coln em ininhas
obarVac*es cliaicas passi a relatar.
Marta* doente te apresenlar-im cura o- symplomas
eguinles: cephalalgia snborbilr>ria, cnr\za iiileniis-
sima.olhos lacriinaaos.lirilluutes oiyamoT^pWos.pesn
dw caaeca.aK'uma' veresacompanhado de tos-e,iiimn
de d*flMo,ddre* pelas periias.roiat.cad'-lras e 6>ar"s,
indispoaiflo para o movimenlo por batimento so-
ral, inlomnia ou somnolencia, liueir.s horripilaces
J le fri des.'isradirvel ; peso ou dures no
neniinde nelle como um vatio, algumas
ipeteucu, outng o doente arcusava appeli-
aa diiia lar necetsidade de reparar a fraque
Mtia o eslomaqo, arailes borborigmos pelo
vintre, alsumaa veze acompanlq|d04 de clica, lin-
gua branca e hnmida, alsumas veze- amarellada,
naasoas, pelle sceca e quenle, falso mulle, e liria 1 -
osriiias puuco abundaba aLCarregadas.
i ympWims, u o rJaaorconjynclo ddles,
constnainsk para mim'o prlmelro periodo do cliol-
a. O traUmenlo uos caso* indicados por mim cm-
reuado, e sempra coni feliz resultado, foi acnito,
lietladooa, trtaro stibiado em dones fraccionadas,
infoMu de zrellos de larangeira, pos de Dover, oleo
de ricina jprocurando i preferencia corlarme o con-
duelo al >ymtiloinaa, temperamento, cundirlo a
ida do individao.
Oatres doentes accusavaio fraq
ira, seauidas da a
enlo iag
qiddi da cr parda entregad;
rmenlo de dillerenles uegociaiiles, sobre o qual V.
S. informou em oflicio de 7 de marco ultimo, sob n-
138, em que se queiiavam do procedimenlo da V.S-
por fazer arrecadar o imposto de 1|2 por caalo de
expedienta de alguns gneros nacionaes, quenlt a
sita entrada para a alianJegaawne foram sujeilo-
ao referido impo-lo, como o toucinbo, o sal e otitros
sem> ;h.intea entretanto que considera iseiKos do es-
pediente as fruas em geral, os cocos da Babia, o
algode am rama, a carne de xarque, o sebo em
rama, a banha, a graia etc.
ue flWl deze^afeo de 18S8, sob n. .(KttCwram trazidas ao
conbecTmento do lliesouro nacional pelo antecessor
de V. S.
1.a Ouaes os geueros dsproducrao e manufactura
do paiz sujatos jo imposto deiiomiuado de expe-
diente.
2.* 6aalaria sujeilos todos ou alguus, iinda que
Iran.portados dosportos da mesma provincia.
3." Se n,o> e-ljr;io sujeilos os maiiufaclui'ailos com
materia prima estrangeira.
4.a See.tar.1o sujeilos nicamente o que podem
confundir se por sua nalureza sf melhain.a com o-
estra n geiros.
"i." Se*estarao sujeilos oa que etlectivamenle sao
depositados uas alfainlesas.e nao os que se costumam
despachar a bordo, oa sobre agua, ou os que van
para trapiches alfandegados.
Declaro a V. S quanlu 1", que silo sujeilos Mi
f |J por cehto de expedienle todos oa gneros do pai>
que, tendo similares eslrangeiros, com ellrs >c pu-
derem confundir, e aqoelles que, embora reeonhf
cidos como nacionaes, e nilo comprehendidos na hy-
procede para se dallar de pagar dos batalliOes da
guarda nacional chamados a serviro de destacamen-
to, .i vislada lei de l!> de setembro de 1830, que
permute mnsica i guarda nacional ; :!.-, qoe o avi-
so de 31 de outubro de anno prximo passado man-
dn abonar80 rs. diarios para fardamento aos guar-
das nacionaes so quando o servido excedetse um
mez ; mas que, em visla do aviso de 17 de jullio ul-
timo, os ditos guardas nacionaes leem direilo ao ri-
lado abono de 80 rs. diario*atura faldamento, por-
quanto o servirlo que prealaram mo foi de pooco
dias ; e i.' liualnmuta, aaa a iaaaa> da compe-
tencia do sold de major ao capillo que servio esle
posto bam enlenden a thesoararia impognando-o,
pois que so Ibe compata o sold do sea pasto e as
gratiflcaces correspondentes eoesercicio em que es-
leve. O que ludo commonieo a V. Exc. para fea
governo, e em resposla ao seu citado otlicio.
heos guarde a V. Exe.Mrquez de Ca.rias
Sr. praaidenle da provincia da Babia.
Rio d% Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra-
em 15 de novembro de 1855.
ajjllm. eEim. Sr.-Tendo sido verificado pelo con-
tieno de investigarlo a que se mandn proceder por
aviso desle mi ni- lerio de 5 do correle, que o recru-
(as remellldos para o Sul na barca de vapor Impera-
Iriz, t que a bordo da dita barca, e na provincia de
Santa Camarina, foram accommellidos da molestia
reinante, nilo -ilu daquelles que j o linham aidn
iqiii ; o que deu lugar a soppr quaajajasanvolvi-
mento do mal leve caa ver nera prevenir ; mas leudo verificador! mesmo
con.elho que no numero de lies rabilas foram al-
guns que tinliam saludo havia IreWliai do liospi-
: S. M. o Imperador ordena, em consequencia,
potliese cima, conveuha s partes despacha-los pela 1"e V* ^*c# advirta o commandante do bal.illiSo do
tn.
ti
Pet
I, tristeza,
** CTPS0
o deponj de
ei
18 ti-
0U dr,
de um li-
sjr sangai-
Mtos p
ihns e
abaixa-
tremida-
>ormas ecsss:i, po** inf1# e pelle secen.
rogado! dlziam ler a diarrhea lia 2,
a a makir parle driles eta para
lo, ou cbolerina. E o trata
empregado. sempre cora vantagem,
"omica, arsnico, ellier camphorado, infusao
llaw^le larangeira ou macella, co/.imento bran-
ia Mm Dixrtrim, espirito de canalla e lau-
f.ice cadav
pea(aa,ollios"
nariz, orelhas e i
so uvJlo, baln,
prisMdas, vou
antes de um lii
m os doentes se apreienlavam com
lo arroiado em temo das pal-
semi aberlos, voz Iraca e rou
l*,' muila inquietatfu, lingua,
lades fras ale o#onco, pul-
corsc.io lentos, ourinas up-
avacuages frequentei e abun-
tanlesde um Iiq0ia0 stmelliaute clara de ovo, e
AMp esbraiiqaicado como caldo de arroz.vcaimbras
seguidas de gritos, pe|le secca. outras vozes colierta
de um toor copioso, ti\4f vis&so, ilguns aecusando
urna dor inleiisis.iina taire a rEi1.i do.liypocondrio
direilo, oulros sobre a rugiAo precordial, sede inten-
siaiioa, desallando-lhes vmitos a bebida de agua
ou de oulro.qualquer liquido, a pelle das inaos ou
dta pos apa|iatla com o dedos ficava como collada,
forniaado pregas que com lenlidao Jljjes'oancha-
vum, e em alguus a cyauose era P|HH< consli-
'uiaaa para.Dtm lodos estes syinploaljfo periodo
lgida.
Toda oj doenlaa que spretenlaram nr gravativa
soqMb* regles do hypocoudrio igruilu ou precor-
tcorapanhada de suor lgido e copioto, tuccom-
biratn em poucas hoaaa, sendo improficuas todas as
applicac/>es.
De lodos os tralaroeulos acoupelliadot, e por mim
ensatad- o oliica que aproveitoa em elguus casos
fei Mear corroborante de meo aso, filo cm carvao
v nilla, ciliar eaniurado rtvtlaes fraccionadas e mui--
a, repelidas, em infusas da macella e grdlosdela-
rangaira, noz vmica, veratrum, arsnico e phos-
poora, filcc/iesde. espirito de therebautina a alco-
hol saalarado, viticalorio as extremidades ou epi-
Mlrla.
*!" l,a algidez apparecia reaccao fraoea,
pnts*B) na especlaliva, e nilo fazia maia-do qoe
"MjrtBn rratamenlo hjgieuico e diettico. Se po-
rm* estado lyphoideo se roanifeslava, tralava de o
coinbalar, tendo tempni em vista os orgilos que de
pretareneia etlavam raaiteompromellidiM. Dosdoen-
les po miro tratados era minha clnica partcolar,
aflactados do gripe, am so al haje nao foi atr.-ctado
a epiilaaaia.
Esta expoaicao franca de nens Irabalhot medico,
platicados no curto, mas tormentoso periado de tres
raezat altimos, espero que eja por V. Exc. acolhida
eyra aquella indulaencia e benevottjnci qoe V. Ee.
cosltjasja flanquear a loilot os seos sobdilos, e espe-
cialiaiieta ans que prezam e respeejlm ,\ v. Eir.
Daaa guarde a V. Etc. Enfermara de S. .lodo
Bapliata l> da naveroriro de 1855. Iilm. e Exro.
Sr. ministro e secretario da estado dos negocios do
imparia. Mtnoel Antonio de Magalhiie* Calcel,
director.
alfandega, visto eslarem ambas essas especies com-
preliendid'i's mni explcitamente na decisito de 29 it
ouiubro de 1845, u. 120.
Quanlo a >, que aregra cima prevalece, embora
venham os gneros de porlos da raesina provincia ;
porquautu a circnmslaucia da procedencia ou pon-
tos de partida directa e immediata dos sobredilos ge
ero, nem pode sanar o inconveniente e prejuz<
que"tampor lim prevqnir a priiucra parte da refe
rida decrSjto quanlu a liscalisacilo da semelbanra uu
coiifuso de gneros do paiz com outros eslrangriri.s
nenjAilher aos paiticulares o favoi que Ibes uulor-
g^jpnlra parte da mestna deeisio.
A ejrca da 3*, que a circum-t.mcij de serem o-
ganaba do p.ii/. fbaricados com materia prima es
transieira rulo pode obdar a que, concluida a es
pcciiva mao d'ubia, manufactura e preparo, deiiem,
elles de assemelhar-se com ontros estraneeiros, coi
viudo por tanto Ih>j liscalisa^Ao da rendas, e
unifonnidade que cumpr nunter o sysUiua dt
jmpoieilo, ltenlas SsrespvStal ante'riorrs, que se-
jam elles de dilo imposto, quando se der a senelbanca a confu-
s,lo previsl ua ilerisilo maiiciuna<:a.
V respeiio da i', que nruliuma duflda ha que .
imposto recabe lmente S4ibreotgrueradopaiacun
tfmelhan(a ao de origem eslrangeira, vista-qi..
aquellos em que es-a cirromstancia sa nao d a/a
isatus de direilo em virlude das deci novambro de 1838 art. 1t, 15 de maiu de 18:9 n.
147, 18 de Janeiro de I8i0 n. 195, e 29 de outubro
de 1815 n. 1-20.
Pelo que toca**' JVqne ao l|2 por cento de expe
diente eslilo sujeilos os gneros do paiz as cmidcoe
da TBaposla, sempre que forera despachados pe
dlfandfta e seja qual fr a especie dee despacho
visto que ao roiitrsrio. podendo dar-se a semelhaur
eom oulros eslrar.geiros, se nao poderia consegoir
lim que lave em visla a deciso de 29 de ootnbro di
1845, a se faltara i ignaldade, tilo necetsari en
f'l BjMeria ; cuinprindo linalmcnle recommoudar
V. S^fue, para discriinioar os genero naciones do
similares eslranialiros, e delermioar n compelenri
daseslacoes atfaVm pertenca o despaclio, couform
silo ou nao pawrveis do imposto, se nAo deve tom-
como base priucipal a dillercur.i dns envoltorios en
que vui acn liciouadu. o< zcueroi nu merradorias
v siin a sua nalureza eqoalidade ; atsira como que.
para viltr quaesqaer duvidas e didiculdaJisque na
pralica posea offerecer a nalureza do genero, em de-
trimento da regulaiidade e prompti.lao do expe lien
le, e prejuizo mesmoda fazenda e da. parles, dev,
V. S. organisar urna lahella de lodos aqoelles d.
producrao e manufactura aajeia! que, tendo simi-
lares eslrangeros, posatffl Seiles cmfundir-se.
sulimeNendn-a i appruvarSo do lha)s0uro.
A' Uiesouraria do Espirito Santo. declnraiul<
que, nao tendo, nem convindo que lenhain ell'eil.
suspensivo os recursos inlerposlos, ex-oflicio oo a ar
bilrio das parles, das decises do cliefes das eslare-
fucaesquearrecad.m' o sello, he manifeslaiuenli
improcedente a opiniAo de que d conla inesm*
lliesouraria em ollicio d JO do pasaado, sustentada
pelo procurador fiscal, quando pretende fundado nos
art. 3 e 33 $ 2 do decreto de 22 de novembro de
I85l.sujeitar;iconlrmasao daquella, em juntad,
fazeoda.oajermos das decioes dos referidos chefes.
com aoiIrMci* del le anterior i remessa dasertidoes
para promover a cobranza axecutiva no jui/o do
feilos ; observando que sajas decises dos chefes das
esiaces fiscaes que arredBm o sello \ersarem to-
bre mullas otee lentes a 203, havendo entilo ore-
curso ex-oflicio, convcn para evitar a reforma das
certidoes e trabalho intil aos empregados da (he -
touraria, e do juizo que nao se mande proceder exe-
calivamenle cn[ra os mltalos antes de deliberaran
da mesma sobre o dito recurso, visto qoe essa deli-
berado pode alterar a decisao recorrida.
eposilo de que, quando tiver de sahir d'alli para
qualquer deslino exterior algoma levada recrulat,
mo romprehenda no numero delles aquelles que
5o esliverero no gozo de permita sande, o que ser
nreviarnenle verificado pilo facultativo ; ficainlo
V. Exc. scienle de que essas levas devem ser acoin-
lanlMabs pur um cirurgiao do corpo de sande com a
'ouveflfcnle ambulancia, no que houve falla por oc-
asia-i da leva de que se traa : mas que he descul-
pavel atienden Io-sh a que pelas crcum-laocias ex-
epcionaes desla capital assolada pela epidemia nao
taviam cirurgi-s itisponiveis para lat tomraiasiro.
No caso, purm, ile que por occasiao de alguma
mira reme-sa de recrulas nao haja na guarnirflo ci-
urgiOes militare em di.ponbilidade para acompa-
dia-la, V. Exc. o participar a esta secretaria de es-
t .do par* aotorisar-so o engajamenlo de algoaa f.i
llalivo para essa commissao.
Dos guarde a V. ExcMrquez de Caxtas.
Sr. birao de Traman laliy.
MINISTERIO DA MARINUA.
Epedi*nte do dia 9 de novembro de 1855.
Circular s pre>ideucia das provincias em qoe
ia capitana de patios.Tendo, para dar suloi;.lu ao
queexpoz o preideuui da proviacia da Pernaaibuco
a.n adido,-: irme"Wde auu-lo ullimo, pedido o
Sr. aaiatalro da* Mata da jusliea a toa aprniia a
respeilo dos veiicimentos que deva perceber o secre-
l to da capitana do porto da dita provincia pelos
processos e nisencia. qoe fizer, nos lermos do re-
lulamentn de 19 de maio de 18t6, parlicipoa-me o
referido Sr. ministro, em aviso de 23 do mez prximo
p-eterito, que levando esle objeclo ao conheclmenlo
leS.M. o Imperador, lioave o mesmo augusto senliur
ur bem declarar que o regiment das castas n. 1569
le 3 de marro do presente anno, deve aproveilar aos
secretarios das capitanas tos poi lo*, por'qaanlo aquel-
I
n
1STERIO DA FAZENDA.
pedintte do dia 31 de ouiubro de 185.',.
A ilfindega da edrle.Communico a V. S para
a ilevjda inteligencia, qu. rosolvi ndeterro reque-
IMSTERIO DAUUERRA.
Rio (falaneiio. Ministerio dos n-gaejos Ja j.uer.
ra, em 13* novembro de 1855.Illra. a Exm. Sr.
Sendola'ejfliriae inferiores praras de pret a re-
peito das quaes versa o avilo do lo de abril de 1848.
nao obiMe-ler-sedesignado a palavrasoldados.
heclaHfeenas diposii;Ocs d0 citano aviso se
comprebetidem qs ofliciaes inferiores fios corpo do
exercilo : n que communico a V. Exc. em resposla
no sen otlicio n. 97 de 20 de outubro ullimo.
Dos guarde a V. ExcMrquez de Casias__
Sr. piesideute davprovincia do Paran.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 14 de novembro de 1855.
Illin. ajUm. Sr.Fei presente a Sua Mageslade
o licperaw, com o seu oflicio n. 27 de ouiubro al.
limo, o do inspector da lliesouraria de fizenda des-
ta provincia impugnando o pagamento da Tulla a
pret do balnllnio da guarda nacional qoe eiteve dea-
lacado nessa capital, por eslarem comprehen dos
na dita folha o ofliciaes com avanlaarm da S. par-
le do sold ; pur eulendaj qne nao devem os cofres
pblicos rarregar com a dtupeza da msica, visla
do art. 1 da lei de 19 de setembro de 18*0 ; por
se abonar ao commandante da 1. companhia o sol-
d de mijor.'sendo elle capilAo ; e finalmente,por
nao terem as praras do dilo balalhao direilo ao abo.
no de 80 rs. diarios para fardamento, visto como o
servido de destacamento durou apenas 30 dias. E o
mesmo augusto senbor, conformaudo-se com a in-
fiirmacSe da conladoria geral ra guerra, ha por bem
mandar declarar a T. Ezc. ; 1.a, que depois da pro-
mulgado da lei de 14 de julho desle anno deiiou
de vigorar o aviso de 9 de Janeiro de I853,ero que se
eslrihon a citad lliesouraria, perlencendo, por eon-
teqoencia, aquelles ofliciaes o augmento da 3.' par-
lede toldo ; 2.,-que o argumento de nlo lerem
mnsica oa corpa de guarniejo fita de linha nao
regala me n lo mise refere expressamenteao alvar
te 10 de outubro de 1854, mas aos emolumentos qoe
c mpeleni aos escrivaes do jddicial ; o que commu-
nico a V. Ec. para eu conhecimento, e para o fazer
eonstar capilania do f orlo des-a provincia.
A' presidencia da provincia do Kio Grande do
Sul, respondond ao oflicio ti. 83, que V. Exc. me di-
rigi em data de 4 do mez prximo pretrito a respei-
lo dosetamesdos macliinisla.de barcas de vapor, que
na confurmidade do art. 1" das ioslruc^oes aonexas ao
leerelo n. 1551, de 10 de fevereru ultimo, se devem
fazer na corle, onde existem os professionaes mais
h militado uesse ramo do serviro naval-; ten lio a dizer
V. Etc. que, coinquanlo dahi resulte algum detri-
mento para os candidatos) nao se pode desatlender
aquella razo, e uniforraidade e igualdade que con-
era.baja no aclos e approvare<: accrescendj aiuda
* considerac^lo /le que a mesma pralica sa da acerca
''o- pajptos que quercm Uabililar-se segunda a lei ;
sendo^ue, em aliento u difllcul lade que alguus
'an lidatus podem adiar em vir i corle habilitar-se
foi que se llir toncedeu o prazo de qua trata o men-
cionado artigo.
- 13 -
A presidencia da provincia de Peroambuco.
Aecusando a recepto do oflicio u. 62. qoe V. Ex.
me dirigi com dala de 14 de agosto ullimo, son "
lizer a V. Exc. que, oreando a despezas co:n a de-
nurcaraoe bal smenlo dos porlos onde Icm de lo-
car o vapores da companhia Peruambacana, em
IBilaHfMi nAo incluidas que se devem fazer com
a c >ilo acao da boias e bamleirolas, a qual elevar
taes despezas a mais de 50:000% para o que nao lia
ba suflicienle no ornamento do correle eierci-
cio ; e nSo sendo provavel qua dentro delle possara
r levados a elTeilo todos e-se melhoramenlns,
i-umpre qne se comece, pelos mai argentes e de
mais immediaU ulilidade, como tejam oda barras
de Camaragibe, Porto de Pedras, Tamandar ao Sul
e Mamanguape ao Norte, para*euja demarcado e
balisamenlo se manda abrir um cre'dilo de 10:000,
deveudo as despezas da cnllocacau das boias serem
feita pela capitana do porto, coadjovada pela e-
la^ao naval, e collocar-se conforme a planta anne-
xa, na barra de Mamanguape, por ora, rnente
ama boia {figura n. 1) em um dos piees, flcandeA
oulras dua* (figura n. 2) para depois; e na de Goiatia
a bandeiras, a saber, cinco na direceao do caoal
e doat as coras dentro do rio.
Expedira.-n-se nette sentido os competentes aviso
ao ministerio da fazenda, quartel-general, e conla-
doria geral da marinha.
CONSEI.HO SUPREMO MILITAR.
Dicito de presa!.
Manda Sua Magstade o Imperador, pelaHHk"
fia de estado dos negocios da marinha, narlicqaarno
cooaellTo supremo militar, para seu ctjherimen'lu'
quonVe foi prosente a consulta datada de 28 de/ Ja-
neiro dette anno, a que proceder era virlude da
rtortaria d* 3de dezemhro ultimo 'relativamente a
davidaa que de novo oflereeera O contador da mari-
nha sobre a inlelligencia que dtva dar an termo
do mesmo conseibo de23 de maio do anno pas-ado
acerca da di vi-ao de presas, et'que em confwmidade
do parecer da dita consulla ie lem mandado obser-
var os tres artigos de declarando que a acompanh-
ram, para o que se (ransmiftinm por copia inlcn-
dencia da marinha. /
Paso, em 10 de marjo de 1828.Diogo Jorge de
Brio. !
Senbor.Foi Vossa Mageslade Imperial servido,
por portara da secretaria de estado da marinha da-
tada de 3 da dezemb'ro de 1827, remelter ao cunte-
Ilm supremo militan a representadlo inclusa do in-
tendente da maririhi, referindo-se s dovidat qne
novamente se ofler|'ecem ao contador respectivo sobre
a inlelligencia que* dave darao termo desle conselho
de 23 de maio doanno pastado, na parte que diz
respeilo ao ofliejiaes de provimenlo e ofliciaes infe-
riores da brigada! de arlilharia rja msriata.
Quando foram peesenlesan conselho asduvisat da-
quella reparligao, que deram motivo aolrrmojunio
por copia, como ellas versavam somente lobre a ma-
neira de dividir osdous oilava* qe reslnvam, nAa.
havendo commandante de esqaadra, nem navios ea**
vista, nem que oovissem o tiro de canillo no momen-
to do apresamento, o conselho, resolvendo esta
quesillo como do meimo termo sa depreheude. limi-
tou-e a indicar somente em geral como deviam ser
contemplados os ofliciaes de proviateeto e inferieres
da brigada ; agora porm que sa auaciUra duvidat
softre taes clnsse, parece ao criiitelho eonvenieute,
para illu-lucAo do contador, fazer cara individua-
i;ao as declararoes neeessarias a tal respeilo nos lie-
artigo inclasos, pata serem addicionaaa quelle
termo', em conformlnrie do S 3 de alvar de 9 de
maio de 1797. A' visla do que Vo>sa Magstade Im-
perial mandar o que fr servido.
Rio de Janeiro, 28 de Janeiro de 1828.Conde
de Souztl.livtira Altares.Ollceira Pinto.
Muniz Bmrel*.
TeralayaaVu conielliu supremo militar, visla
da cluvida arop^la pelo intendente da marinha da
corte sobre a niaueira de dividir o, dons oilavos qne
reslam quando nAo ha commandante de esquadra.
uem navios em visla, nem quero ouvisse u tiro de
(auliAo no momento em que foi fei lo o apresamen-
to, como acaba de succedrr com o berganlim l'am-
peiro, apresado pela fragata Isabel, determina que
a divitao do dous oilavos seja feita em seis parles,
para depni se repartirem, segundo a lei, da mesma
forma que succed dividindu-se era sete parle,
qoando resla um so oilavo por dividir, tres oilavos,
ele; lano por ser osla a niaueira mais regular, co
mo por favorecer a clas lie a da tripularlo. Oulro sim determ'na que a di-
vitao se faca na propongo das patentes, e nao em
partes iguacs ; que os ofliciaes qoe nao leem paten-
te, mas qne vencem romedonas, continen! a ser
contemplados na divisao, como perleurealcs ciaste
dos ofliciaes de patente correspondente s suasgra-
duacoes, arlverlindo que quando o primeiro piloto
e boticario vencerem comednrias devem ser contem-
plados na ciaste dos segundos-tenenles; e que a
respeilo dos ofliciaes de provimenlo, e inferiores de
tropa, seja feita clarificando os individuos della com
altenrao i mpurtunca dastuat respectivas funecoes
abordo : porquanto, apezar da disposisao do assen-
lo de 25 de novembro de 1797 em contrario, a divi
saoem parlas iguaaa nao s be injusta, mas inleira-
mente contraria ao que a lei de 7 de dezembro de
l79t> expresamente delarmina.
Rio de Janeiro, 23 da maio de 1827.--Oliceira
Alces.Oliveira Pinto.Telles.
Artigos de deelararo qu^detem addieonar-se ao
term de 23 de maio de 1827.
Primeiro.Determina ennseibo qoe a divisao
dos oilavos perlenceutes aos"ofliciaes de patente se
faca na proporcao das palale, como adianto se
declara ao artiga 2, e nAo em parles iguaes, em con-
furmidade do artigo 5 do alvar de 7 de dezembro
do 1796. -^JCfcig
OaOra sim que aa aflicUe* oaje naV#verem pa-
lentes a vencerem com.loria., aa v, q0e ie.
nham urna gradoacilo determina la par le, sejam
conlempladot na divisao como perlencendo x ciaste
dos olliciae de patente correspondente a es' gra-
duarao ; aasim como que sejam -contemplados na
classe dos voluntarios da marinha lados aqaellcs
que, n.lo tendo patente, nem gr.-idjiaeo, vencerem
comedorias.
A rla-se dos voluntarios de marinha e dos aspiran-
tes ser a immedialn abaixo dos guardas-maiinha ;
reales que aiuda fallara para completar o empres-
timo ou a anlecip.rAo dot 230 milhSes. Assim, o
algarismo quasi integral da anlecpac,ao foi ubtido
voluntariamente.
Eis-aqai o extracto da venda dos hens nacio-
nae: bent comprados, 1,117; preco da compra,
5.128,277 reales. Ben vendidos, 1,765 ; a preco
de, 17,837,599 reales; prejo de venda rcalisailo,
34,660.167 reales ; diflerenra em.proveilo do esta-
do, 16,822,568 reale.
Os progiessislas puros c ot demcrata se reuui-
ram de novo para tratar de organisar urna opposi-
rAo contra o governo. Apresentaram-tc apenas 16
depoladnt.
Para sobmeller a questao ra allianra com as po-
tencias occide'ntaes s corte', o governo nAo espera,
segundo a opiniio de pessoas bem informadas e
'llaVas de f, senAaajp4a nica eircumslancia : qoa
haja um numey soaeiente de deputados preienln
era Madrid. Ja lem eheaado muilo*.
'Xoucelliste.)
U Ullll
natlti
assm como a dos guarda marinha be considerada
! .1..:___J_____^.__J._ ....
Eis-aqui o texto do despqrlw do marerhal Pella-
sier, publicado em Paris a 23 depois de meio dia :
Sebastopol 21 de oulubr, 5 horas. Arabo de
receber o rellorio do general Bazaine acerca da to-
mada de Kinbum.
A divisao anglo-franceza concorreu dignamente
para o bom exito das esquadras adiadas. Desembar-
cada na pennsula, a cinco kilmetros da fortaleza,
se estabeleceu sol lamente, e em a noile de 16 para
17 abri a Irinrheira a 800 metro da forlificaclies ;
qusudo o inimigo rompeu um fogo enrgico, a 17,
duas companhias de caradores, emboca4s a 400
melros das baleras inimigas.'.puderaaifdrar com as
(uas peras sobre os canhuneiro uisso. _
Pela sua parte, a arlilharia de campan ha repre-
sentou um papel mui til.
1,120 prisioneiro, inclusive o general Kninnowi-
lich, e 40 ofliciaes, 174 buceas de fogo e muniroes de' rendo para tornar o sen infeliz paiz
guerra, e alm disto a ocroparAo de ama importan-
te po-ir.io : taes -o para os allados, os resultados
desta feliz empreza.
Os llusios os complelaram, fazendo sallar, a 18
de outubro, as rortiHcares de OlchakuAT.
Envar-the-hei a ban leira das armas da Rassia
qoe flucluava em Kinborn. (dem.)
Escreve-se de NexqaSpjTa 9 de outubro.
O conselho dos raimYtros se reuni a 4, para to-
mar em consideracao a possibili um canal alravez do itlhmo de Daen, tal como foi
prposlo por M. Kelly em nome da companhia in-
terocenica. ajaHcompanhia pede ao governo qar
envi homent especiaes aos lugares, afim de ins-
peccionar o trabalhos de explorado execolados
pelos seos eosenheiros. (I plano desle- senhores he
comecar o canal no golpho de Daen, d'ahi pastan-
do pelo rio Aralo e Truaando-Aliodir bahiade
H&mhoMl no Pacifico.. 'Este plano exigiric ii cons
truci.-Ao de osn tunuel de trez milhasde enmprimento
atravez da Cordilleras. Os engenheirns calculara
que sera' procizo urna somma de 117 milbes de
d .llar* tiara completar do Ocano Atlntico ao Oca-
no Pacifico os trabalhos proposlos.
O gabinete anda nAo decidi acerca do pedido da
companhia interocenica. .
.Carlas da llavant do 1. desle mez annunciam
que relnam novamente receiot de una inva flihusleiro. ^0 oSp*al de |i Concha den inslruc-
joes para qoe o nome de lodos os operario chega-
do d.is Estados-Unidos ou que pra la voltassem,
fosse registrado. (dem.)
logo abaixo dos segoudos-teoenles do corpo de ma-
rinha.
Osguardas-marinha tendo a graduaran do alferes
pela li. nesta elatse terao contemplado- os segun-
dos-tenenles da brigada qoe propriamenie -Ao alfe-
res ; assim como na clsse dos segundos-lenenics
da marinha o serao os primeros-lcnenles da briga-
da, e assim por diante.
Por cujo motivo o que se declarou naquelle termo
relativamente ao 1 piloto e boticario dever ser en-
tendido no sentido litleral dette artigo.
Segundo.A divisan relativa aos ofliciaes de pa-
tente ser regulada pelos saldos qoe vencem em Ier-
ra ; e aquelles que, nao leudo patente, forero in-
cluidos nesta classe, em razao de lotera comedorias
e graduarlo, quando nao lenham venrimenlu em
Ierra, serao contempla tos segundo os dous tersos
dos sidos que perceberem embarcados.
Terceiro.O ofliciaes inferiores da brigada de ar-
lilharia da marinha, ofliciaes de provimenlo e oulros
individuos mais que nao lera comedorias deverao
entrar n'uma escala, que ter formada das tres cas-
sea segrales : *
Primeira classe. Sargentos da brigada. Ne-ta
classe, a mais graduada, serao contemplados o mes-
res, os primeiro e segando pilotos c boticario
que nao perceberem comedorias. ,
Seauuda classe. Furries. Nesta clame scro
contemplados os contra mestres, os primeiro* car-
piuleirot e primeiros calafates, e os pralicantes do
nbmero e sangradores.
Terceira elatse. Cabos de esquadra. Nesta
classe serao contemplados osguardiOes e o mais ar-
tista, os liis do commistario, e cozinheiro da com-
panhia. *
Observaclo. Todos o iodividoos comprehen-
didos em eada urna desta tres ciaste qoe n.lo Ua
verem vencimento em Ierra, serao aentemplado se-
goindo o meio proporcional da cluse a que perleo-
cerem.
Os primeiros. marioheiros serao regalados
anspecadas da brisada ; e tudas as praras restante
,pelos soldados do mesmo corpo.
Ei aqai como sei feita a divisan destas classe,
segundo a importancia das funcroea que exercem a
bordo, como te linha indicado no termo de 23 de
maio pretrito.
Rio de Janeiro, 28 do Janeiro de 182JLCon
Soasa*. Oliotira Alvares. Olivefra Pinf.
Muniz Brrelo.
nele caso o triiimpho de urna poltica que den a am
xalcnle povo ufa* asistencia separada, nao devemot
ser uppostos de respailar o grllo exagerarle em fa-
vor das nacionalidades oppriinidasn ge ramente com
o mais lizeiaa favor. As aspirarles e os desejos para
a vida nacional indepenjenle nao sJa os fundamen-
tos de um estado. Digam o que quizerem os senti-
mentalistas, o Direilo dave ter apoiado pelo poder
antes que se posta retorcer com moilo eflaato. Se
um povo se pode defender, ou as circomstaneas as-
segurarem o seu cootiouado apoto petas otare, de-
ve limai -s no seu s proprios *aas;os.
Mas se as cousas nAo se pas-areao assim, nAo ba di-
gnidade nem vigor em lamcntafOe infructferas,riera
n'oma resistencia) igualmente estril i iuviolavel or-
de contar. I'ouaja rafas devrm em alguus ca-
a nutras par moilo lempo, atsim como os
bres devem mulla vezes obedecer ao
melhor caminho para ambos os casos he
resignar-se com a sua fortuna como for p ssivel, e
soflrer talo tao alegremente como poderem. A Bl-
gica era nm caso conveniente para a conces-Ao de
independencia, nAo sopor que o povo a desejava, e
alm disto era propri para a seu goveruo, mas por
que tein fronteirat defensavei, e he fcilmente ie-
cessvel s forras de todas as grandes potencias, que
sem eiceprJIo, temo maior nler-ssc na sua 4efeza,
c |X>r que a sua searaco aJkllanda niBgSjn-
deu *o imperio, cuja exitlendtna imporlatajp na
diminuida era necessaria a msooJencJo do eqrriibriu
do poder.
Mas ai circaratlancias da Polonia c d'a Hungra
sao mui diflerenlcs. Com os divididos fragmento*
do primeiro serAo arrancados ao gremio de algara
senao ha grandes imperios ? Supponhamos que te-
jam, como serao elles glvanisados em um estado
quando os camponeze odiara mais aos seas pioprio'
fidalgos do que aos seu dominadores estraagei-
ros ; e um exerdto de refugiados se eslara prepa
o campo d.
batalha ilc syttemas polticos '.' Mas se i ressurrei-
i;Ao da Polonia he impossivel, a independencia da
Hungra nAo he desejavel.
Urna vasta planicie; inaccessivl as potencias oc-
cidenlaes, e cercada de moalanhas oceupadas por
una ra^a hostil mui ligada como imperiorusso,arria
evidentementevleslituida 'Uajataenlo- de estabelida-
de. O nico resaa)aao a#Jj *acia seria dar um
culpe fatal n'aaH ^ i |iiaVu*it da
Europa, e nat|fl picaefc em qo
grande oueaUaf. IkWsraeli seria facile
simples de olofao. Il lulairehiienle o esladoaciual
'as cousas he complicado, l'urcm a
paciencia e o
melhora, do
ia de Ros-
da*
OOMMABIDO DAS ARMAS
QaexI-aneral da eommando a araaa da
Pernambaco am cidade da Recite, ata 27 da
nos-embrocie 1856.
ORDEM DO DIA N. 156.
O marerhal de campo commandante da armas,
noraea o Sr. lenle reformado Joaqnini Jos dos
Santos Araujn, para enmmandar urna das fnriifice-
(5es do presidio de Fernando, para onde deverqjae-
goir no dia 30 do rorrenl, designada para aAarti-
1 do transporte Leoahdade. ^
A-signado.Jos Jnaquim Coelha.
Conforme.(andido Leal Fcrreira, ajodante de
ordena enrarregado do delalhe
EXTERIOR.


Escreve te de Madrid a 17 de ouiubro:
A mais completa conliauca continua a presidir as
rehenes entre a rainha e seas ministros.
O governo nAo lem decidido nada, quanlo ao
ponto de saber se faria urna questao de gabinete
do restabelecimein^fjo direilo aobre generot de berdade e a ordem.
imporlatAo, querub aoarte do projecto de refor-
ma adininisiraliva Wu. Broil, ministro das fi-
nanras.
.No- lius de ,r. un ao cotaeco de aovemhre,
oduaue*e a duquesa de Monlpensier enlrar.lo na
He
zelle publicn hoje a divitao do 23,008,880
Os Americanos consagran) o dia 4 de julho em ca-
da anno a ama saturnal em seo proprio louvPr. Nes-
te dia a sua aguia faz Ilimitadas provocacoe ao res-
to dot animaes herldicos. A han.leira semeada de
estrellas lie publicamente agitada como um desafio
a creaeo universal,e Young Jonathan rumina alga-
mas os despotismo* do mundo. Porem.por mais satis-
factorio que isto possa ser aojhoras a povo soberano,
qne, ninda na distancia de tres quarlos de secuto,
recorda-se com interesaee curiosidade do nico fei
lo desligado dos dollar- que ha distinguido a tua
existencia nacional, o da e a respecliva celebrarAo,
nAo tem para nos mais significaban do que teria ama
fe-la commemorativa da fndanlo da monarchia
franceza por Clovis.
O vigsimo quinto anniversario da revolucao que
deu a Blgica ama existencia separada, a leimi-
nou para sempre urna serie de contendas que fez de
Knndres o campo de batalha da Europa, lim direilo
a urna noticia passageira. A infancia dos estados,
como das cre.-uieas, he o periodo mais (precario de
oa existencia, e a ntcAo que tem pastado alravez
doten primeiro aun rio de scalo offerece aro pros-
pecto de coiflloSta estabilidad e tesara perma-
nencia. ,
Alem disto,llCxerta relacao, a Blgica esleve pe-
culiarmenta exposta an perigo dorante, este periodo.
Com etleilo,posto que a tua popularan fose animad
pela mais enrgica anlipathia aot Hollandezet, lam-
ber nao havia partido quetivesse grande prciilecr-i
em favor dos Francezes. O resultado tem provado a
fslta de fundamento da predican. Todos os annos
o sentimenlo nacional vai candando forra e diilinc.
(Ao, ao passo que na actualidada-lodas as aprehen-
fOes a esle respeilo sao perleilameote irrisorias, e
sob certa relajo te referem a algum movimenlo da
parle do proprio povo.
Com edeito a independencia da Blgica he que
tem evitado o perigo. Se o sentimenlo e as cania
de desconlentamento livessem prevalecido no lem-
po da revnluco franceza ainda existam, o anno de
1848 difficilmenle se loria panado sem nutra erup-
rilo dos exercilos francezes. A oulras desgranas da-
quelle anoo memoravel se leria anido a de urna
guerra europea, na qual (ajiamoa aido como ontr'ora
o principal antagonista dot notsot acluaet alliadot.
Esle retallado implica necessariameote a prosperi-
e material do paiz, a pruspera obra de seu gover-
no constitucional.
As antigs municipalidades preparaiam os Fla-
meugot para as in-lituires representativas. O aeu
carcter tem muilo dt sobriedade c moderaran que
cndumamus altribuir a nos meimos. Nao ha anta-
gonismn entre as differenles claises da socied.de ;
eo paiz encerra dentro do seus limites abundantes
fontes de riqueza agrcola e manufaclureira. Sob
a prudente dirccrAo do actual rci, as irritarOes e
contestaedes dot partidos leem tido conservadas don-
izo dos imiles, nAo obstante a violencia e a in-
Visas da frac^Ao ullra-calholica. Qualquer germen,
de republicanismo tem anual perdido alsumn vital
dade que poderia ter e o syslema polilro da Blgi-
ca parece agora estar to firmemente consolidado co-
mo a tua protperidade material.
Excepto na propra Blgica nao ha paiz nenhum
onde este resultado possa ser vislorom mais satisfae-
cAo, do que na Inglaterra. Foi i poltica da admi-
nistrarlo do conde de (jrey que o pacifico estabele
cimento da independencia belga foi principalmente
devide ; nem podemos ser indiflerentes ao bem estar
de qualquer estado que praticaraenle resolve a II-
A Blgica e o Piemonte s3o os
lugares resplandecentes na Europa continental.
Represntam todo oganho vitiyel dos dout ltimos
periodos da agiacAo revolucionaria, e he influen-
cia do sen etemplo que devemos principalmente ai-
tribuir o desenvolvmenlo de mais nslitnicOet li-
beraet.
Porm porto qoe volunlarinmcnte rwonhar;amo
lempo podem proporcionar
que a repblica 5s.aa.ytr sob a
tuth,
ij
rival
veis ai!
quando ciomes a
veis, e o povo bel
penencia da Piem
liismnso" im
para Uto .liada
etperar presentemente ha que
le dos novemos italianos nAo
plosoprematura, quesera seguida de desvantagens
para o paiz ou para a causa.
(Morning Chronicle.)
IITSR10R.
RIO D^iNEIRO.
9 deaJPembro.
O lei lores sabem qoe em 27 de Janeiro prximo
pastado o ministro dot negocios estraneeiros do go-
verno de Buenbs-Ayret, -am ama nota que dirigi
ao eocarregadode negocio do Brasil, procoron pro-
var qne no facto de lera divisan naval do imperio,
ob o eommando do Sr. Pedro Fcrreira de Oliveir.
subido o Paran sera iprevia licenra'do governo d.
Buenos-Ayres, exislia um desconherimento tcito
dos seus direitos de per fei la soberana sobre a par-
'e daquelle ro que pertenca' ao estado de Boenos-
Ayres.
Encontramos agora as (olhat de Boenos-Ayresa
resposla dada a etta nota em 23 ale mareo pelo en-
carregado de negocios lo Brasil em Buenos-Ayres,
a replica do ministro dos negocios estrangeiros da-
quelle goveroo. com data de 9 de agosto, na qual
sustenta qu? o governo de Buenos-Ayres continua
ver naquelle transito, nao pe lirio nem consentirir,
um dcsconhecimenlo indirecto de direitos inditpa
taveis. desconherimento qoe o mesmo minitlro s'
compra* ea) presumir nAo fura meditado ne-n inten
cional. nflis que. a repetir ee o helo, teria lido por
um descoiihecimenlo directo e positivo daquelles di-
reitos.
1 Legaran imperial do Brasil na Confederarlo
Argentina.
a Buenos-Ayres, 23 de marro de 1855.
O tbixo assignado, encarregado de negocios
interino de S. IMl Imperador do Brasil, leve a hon-
ra de levar ao conhecimento do sea governo a nota
datada de 27 de Janeiro ultimo, que S. Exc. o Sr.'
Dr. I). Irino Porlella, ministro das relaces exle-
riores, dirigi a esta legarlo em resposla s etplica-
joes dadas por ella com da*a de 13 do mesmo mez.
relativamente expedicao naval do.imperio, o
rommuniesrflo qoe a reepectivo rhefo dirigi ao ca-
* i do porto de Buenos-Ayres acerca do frea-
lo de alguus navio mercante para servirem dr
transportes mesma expedirlo.
declaradlo do Sr. Porlella, jalgado satisfactorias a
e\plicac6c< com que o antecessor do abaixo aisiena.
do procurou desvanecer os escuaaks raanifeladi-s
pelo mesmo Sr. Porlella, arertHb mencionado
fretamenlo de algans navios meaaaWles, o abaiio as
signado, em camprimento dat ordent'de teu gover-
no, tem que limitar-te a considerar a sjaunda par.
te da nota doSr. ministro dat relacesfleriore-.
Diz S. Bxc. que u facto de haver a exprdicao
naval do imperio subido o Paran tem previa licen-
cn do governo de Buenos-Ayres existe am deseo-
nhecimenlo tcito dos seus direitos de perl'eila tobe
rania sobre a parte daquelle rio que pertence ao es-
tado de Baenos-Avres.
podeatjr iavoai |p como precedente pelo meiino im-
perio on por quaaaaer uutra puleuciadk
a O abaixossrgnado lenrordem de declarar ao
Sr. ministro das relasoes-eileaaret que Ao injustos
em relarAu a fciperio do BraJK os receiot que S.
Exc. maaifesla na nota cujflj|&eil;i legar;Ao.
Melhor do que qaala^taWPro o^veruo da
Buenos-Ayres deiuejatabeter o respeitafl^ govaraa
imperial para caflPtrreilose soberana da* de-
mais nt(et. Oifrnarao imaerial compraz-se eoa
erar qae ainda aatii vivo aaaVewuoria do atntaat
povo argentinos o teu leal e generoso preceder aa
lianca contra o ex-diclidor Rotas.
a Nunca pretenden, nem hoje pretende que os
satis viziahos Ihe faram concetses qoa nao tejara
eavnmun s demais naroes, oa qae nlo se fondera
en, justa e efleclis; reciprocdade. Mai por ttao
mesmo lem direilo a esperar qoe nao te Ihe oegae
aqullo que* permitlido a Iodos em geral.
^V lei de 18 de outubro de 1852, promalajtoa
pea* goveruo da Buenos-A y res, nao ezceplua o oa-
vios do guerra ilrlivre uavegarao que oulorgou, e
egondo o utos dat na(oet civilitada a falla de pro-
hibido oestes cato contentimealo tcito, desde que se considera qoe o
principia de prolecgbqoe os navios de guefra pres-
ura aot de commercio aulorita por ti a entrada
destes em lodos jos lugares em qoe enlrarem
aquelle.
Alm disto. S. Exc. o Sr. Porlella recoohece a
menciona qae algunt navioa de guerra tero tubido
e descido o Paran sem previa e especial licocii de
governo de Humos-Ayret.
He certo qoe o Sr. minitlro procara em san ea-
la explicar es(es faclos, e o abaito assignado oaote
prop6o_cojslar essas explicafoes ; limitar-se-lia,
porcmT^ onaervar qoe o governo imperial tinba
motivo para persuadir-te de .que o precedimealo
contra o qual agora se reclama era conformo s ia-
len^Oes e actos do governo de Beeoos-Ayres.
O governo imp-riataeit comtudo mui longe de
querer suscitar difliruldades ao goveroo de Buenos-
V res no eier 'icio de qualquer direilo de soberana ,
im ros qoe Ih perlencem, e por is-o nao pretende
reclamar para ti favores de navegado que ulo sejam
concedidos oolras uarOe em igoaldade deetrcams-
lancias.
| a Todava, loma a libardade de dizer a S. Exc, o
Sr. Prrlella que se algoma nar3o lerq para com o*
'alado- argentinos titules especiaes i navegado da
IWana por navios de guerra, de cerlo ett nacAo
ic o imperio do Brasil. Militara em tea favor a
qaalidade de ribeiriuho e as estipulado dos arts.
4 e 18 das m.rmoraveis convenr5es que celebrou
coro o estados da Entre-Ros e Corrientes em 29
le malo e 21 de ovemtiro de 1851.
Eslas convnceles peraStindo a livre navegando
do Paran e dos demais afluentes do Kio-da Prala,
a parte em qae o estados alliadot sao ribeirinhos,
para saas respectivas embarcarjoes, nao lizer am dts-
tmcAo algnma entre embarcaesjes de aneara e do
ommeraro, accrescendo que o objeclo e fin da el-
nrja deviam fazer neces.aria a pr**enr;a de navio
guerra naquelles riot, onde de feilo tiveram de
aoinrr.
11 governo imperial er que o de Bnenos-Ayre5
nAo desconhecern o dii cito qne aquellas etlipala(3es
deram ao Brasil, qoe a qualidade de ribeiriuho reu-
na enlAo a de allado, a que poajjpia parte cumprio
religiosamenla o deveres deasa afliana.
a Fondado nette direito, e cerlo nos precedentes
a qae se referi o Sr. Porlella, o governo imperial
jodia julgr-se dispensado de declarar ao de Boe-
io-Ayre o objeclo da missAo confiada ao chafe de
squadra Pedro Fcrreira de Oliveira, a de iofor-
im-io do destino da expedieo naval do sao eom-
mando. Todava o Sr. Porlella taba que foi moi
lversoo procedimenlo do governo imperial, coja
f anqueza, delerencia e amizade paia co"m os demais
e-tados visinhos e amigos nAo poda embaes cir-
camstaocias manifesltr-se de nm modo Mal* po-
sitivo.
o A legacao imperial declaroa ao governo atesoe-
not-Ayres o fim hooroto e pacifico da minio do clie-
"e de esqaadra Pedio Fereira de Oliveira, o os in-
variavei enlimentos de paz que dictaram as ia-
ttaccoes dada a ette acenle para resolver pacifica-
mente a quesloes pendente entra o imperio e a re-
publica do Paraguay.
Militando a repeto do imperio as ^clrcumstao-
ciis especiaes qu o abaixo assignado leve a honra
ie recordar a S. Exc. o Sr. Porlella, e havendo pre-
edido ao movimeuto da expedico imperial
aguas do Paraua as explicnfdes caBdenciars a qae
eima allndio, caosou a mais sensrval sorpresa ao
governo imperial o conteudo uatoota" do h
Ulla.
As inlencOes do eoverno imperial a
repblica no Paraguay sao buje lAo amigareis e pa-
cificas comotempre foram, como diz enrepele a nV
carao imperial. Se isto nao obstante, o qoe nao he
ie esperar, o governo do Paraguay, esquecendo te
las toas antigs e eslreif relaroes com so imperio
tese nhecendo o direilo perfeitos desle, iniciaste a
guerra entre ot dous paizet ale hoje alliido e ami-
go, nenhuma infrac{flo do neutralidade haveria da
parte do governo de Baenos-Ayres no fado qoe for^."*
na o objeclo principal da nota de S. Exc. o Sr.Pot
tella.
a O governo de Buenos-Ayres proceden para com
o Braail do mesmo modo qae havia procedido para
om o Paraguay. O vapor de guerra Ttquary, per.
teneenle a etta repblica, subi o Paran sem qoe
ncontrasje mais obstculos que os navio de gaerra
brasileiros.
Era voz publica que este vapor conduzia arma-
nenio; o governo do Paragoay ainda ha pouco eoo-
-eguio prover-se am Buenos-Ayres de manirse de
guerra, e aqui alistoa voluntario para o u exer-
tio e eiquadrilha.
a O governo de Buenos-Ayres deve recouhecer
|ue netlas eircumslancia o imperio n3o poderia
iprcsenlar-se desarmado as aguas do Paran, nem
leixar saas fiooteiras de Malo-Grosso postas aA_
eadaW
, ac- I
i
eito. .
A lei de 18 de uululiro de 1852 e o decreto re-
gulamenlnr de 24 do novembro do mesmo anno, t>
crracenla S. Exc, nutorgaram a livre navegado
navios mercantes. Os precedente de navios
un ra estrangeiros que asaram dessa franq
previo consenlmenlo, nao conslituero dreil
am toleados pelos senlimentos de amizade e dr
considerarlo em que abunda o governo de Buenos-
Ayres para com as na^Oes amigas, e porque te Jira
lava enlAo de am oa oolro vaso de gaerra que em
toas viagens linha lins innocentes e pacifico.
" Segundo declara a ola de S. Exc. o Sr. Dr.
Porlella, a expedicilu do imperio nAo est no mesmo
caso, por quanlo o governo de Boenos-Ayre deve
suppo-la tem designios hostis a repblica do Para-
guay, atientas as explicare dada pela legarAo im-
perial. Esla eircumslancia apenas induz ao gover-
no de Buenos-Ayres a encarar esse dcsconhecimenlo
tcito do toe* dominio territorial debaixo de um
poni de viula menos grave.
a Termina o Sr. Porlella declarando que as obser-
vaces contidaa na tua nota de 27 de Janeiro lem
unicameale por fim. em guarda dos direilo do teu
paiz assigniilar um acontecimenlo qae para o futuro
. :^
lamuo que podem causar os actos hostis prali
pelo governo do Paraguay.
O governo imperial nao se aprsenlos armado
oara intimidar oa aggredir, mas nicamente para
lefender-se.
O governo imperial confia que as observado*
letla nota serao aeolhidas pelo governo de Buenos-
Ix res cora o masmo espirito de justi(a, moderajo e
'iiniiido que as dictou e guiara sempre as relacoea
'a imperio com ot estados vizinhot, podendo o abai-
to insidiado assegurar a S. Exc. o Sr. Porlella, roi-
mslro das relaces exteriores do estado de Buenus-
Vxres que o governo de S. M. o Imperador nao lem
nlencio de oflender. senAo nue ante respeitar
romo deve e he do4W jitJweaWos direitos de per-
feila soberana sobre a peWdo rie Paran que per-
teoce ao estado de Buenos-Avjre.
o O abaixo assignado aproay^fcesta occasiao para
renovar a S. Exc. o Sr. miafllBas protestos de sea
disliucl considera^Ao e etrtatn. I M '
A S. Exc. o Sr. Dr. D. Irene Portaufcioilro
das rel.^oes exteriores do calado de Buenos|hreJ.i>
Ministerio xio governo e relaeoet an
o Bnenot-Ayre 9 de agosto de 1855.
Ao Sr. encarregado de negociot da S. afj
perador do Brasil, Joaquim Thomaz do Amal
Impossivel tem sido at agora a S.'R
goveroador, por motivos a oceurrencits
-at
I
I
I




_
DIARIO IE PEMAIBUCO QUARTA FURA 28 01 NOVEMBRO OE 1855
lorio*, examinar seriamente m conimonicac^aoaua le-
gajlo imperial eoni dala de 33 de mirto relativo a
pisiagem, sem liccnca, pala Paran, e com destino
o Paraguay, de urna expedijao navildu imperio; e
ata cuja corotonicarao a racima legarao imperial,
depois de lev y *o eoohejcimeaty t*ee goVetno a
qae Ihe foi iirig* em a*;d jamire, te serve res-
ponder a eiU asiendo drv.rtas extena observi-
joes a respe*.
a Em lista dell.i o 9r. govertsafor atollo o mai
vivo e sidcert deiejo de pr-riuadi ao averno de S.
M. I. de que so a videncia da'tltio qte asai.lt a
paiz, e a fetji do dever de tt.leiilalo, poder.lo
uzi-lo a divergir Jai vistee opiaiBei daquelle
Bella negocio. Por ieao dea m llano eeiignado,
ministro e secretario das relajoes eileriorei. inslrne-
roet espectees para satisfazer a (odas ai indicidts
observajoes coiitidiis.ua nota de 23 de marro: e esta
he a najtsao que abasto assignado vai procurar
eamprlr devidameole.
perfeiumenle licito por oto haver guerra e por
ale Mocear ao Brasil a faculdade de fazer o mes-
mu ; ludo isso, Sr. encarregado de negocios, n8
lem relaco. na opiniAo do abaixo assignado, com a
ooica que.iao que motivou a preseule correteon-
detnt* eje verea nicamente tafee o direilo ate
psssigem. Quanlo ao maii, a ttfn.1i esta mal
informada na parle em '.que da lar e Jaqua-
ry falto aqui nliitaroenlos de ruarlnheleps e 10I-
dadoi.
Relaljvamenle i viagens lelis no Partoi por
alguna natioe de guerra de oulra nijoes, ptreee in-
queellantvel que ae a patugem da Uotllha do Brasil'
oai adanille comparado com a do Tttquarf, muilo
meooi pode admllli-Ia com a de laee avioe, cujea
viagens erara feitas simpleameote para explorajSts
conduejao de correipondeociai, passelos, elr., esem
llilude bellica.
Enlretanlo ludo o qae fie* exposlo mostrara a
S. S. quao distante esleve db animo do goveroo de
O governo de Bueoot A) tes nio entra em du- Buenos-Ayres, ao sustentar os ioconcussoa direitos
idt ero qoer investigar a nnskewrdt. Inlenjes lo paiz oeste debate, fazer o (tenor aggravo ao im-
do goveroo Imperial ao fnMflViatrar toaa forras
marilirnainu aguas do pirata, e com tinta miis
raijo quinto pira elle nidt'eisso leude I illustrar
nem a resolver a verdadeira questo. O goveroo de
Buenos A y res comidera que era com inltnjres be-
licosas, uem aun nlinj6etiiacificaihe dado^ najao
alguraa iulenf*r suas forjas pelo territorio al outras
sem previa acquieicencia ; estteade qae i Ilustrada
juslija do gotern de a. M. recenheee o dominio
abeelaU de Buenos Ayres ms reid|Mivis igati do
Perin, he perfiUaMieaJogco iledqsjisliqae a in-
lirnijao det forc^WatWras nao podia licilameule
operar-stflk aqaoll rc<|aisttajLQue as intenses
tajea pacffcii, he apenas aejjHrcumitancia acci-
dental, qte pde influir para lfelinar o animo do
governo a perraitlir a%aVagem qae delle se solicita;
mas ella por ai so nao tanda neni constilue certa-
menteo direito da tramit* militar. m
{too cabio ms lete dessa ltgijao desconnecer
ata principio universal, corno com efleito o nao des-
ennhece; mai, provavelmente por isao mesmo*%
am dt salvar a ioconsequencia qae apparece enlre
o recoubecroenlo Jaquellt principio e o laclo de ler
a raarinha imperial entrado no Paran sem o isaen-
tietanlo do goveroo, a legajao se esforce^inrettapr
ijaot
echir" a justifica jan desie facto na
as le* de Buenos Ayrea nao eiiirrB prohibijAo pa-
ra os navios de guerra de navegar aquellu rio. Mas
assa .upposijao le faz dirijjt da ama intelligancia
violeotissima qae le pretende 4gJ i iut> lei de 18 de
oeltbro de 1852. *
Elll deojm-ou a Pena liberdade de commertto e
nivegajao no Parto/ para aibandeirai mercantes dt
todas as najoes fot he bem extraordinario qae por-
qae ella nfb oxclue explcitamente as militares, te
acredite que estas foram comprehendida. implici la-
mente ntquella concessao.
A osle respailo seja permittido ao abtiio asig-
nado recordir ao Sr. encarregado de negocios qae
antes daquelle lei, lodo o navio nio argentino, fosie
de gberra uu de eonamercio, se acliavaingamen-
te excluido desea oategacao. O direitoafgemloo de
eettbelecer manter lemellianle exclusao oooca foi
um problema; pelo contrario, em 1850 foi positiva-
mente recooliecidn%ra um tratado por ama das pri-
meirss naroei do mundo;*aclo qot por nutro lado,
nao mporlou favor algum da Grta Brtlanha; nada
miii fez esta do qje reconhecerem oulfos um prin-
cipio qae ella, como proprio Brasil, tem sustenta-
do cuidadosamente, e applictdo em seas proprlos
dominios. Nada le com isso seaao dar mais forja
pelo direito das gentes convencional s preexistentes
prescripedes do dereilo das gentes primario, qne pro-
ctamim o absoluto dominio e soberana das najte
sobra as aguas interiores do ico territorio.
a Mas naqiiella poca, a nica aspiradlo, a nica
uecessidade e tambera o nico iolreitados goverooe
estntgeiros ert que a Repblica Argtnlina abrisse
aocommercio osseua rios interiorai} e este foi igaal-
hienle o nico objeclo que, quauL, a navegacJo, se
propuzeram alcancar ai convenco.!s qae em 1851 fo-
ram celebradas entre o Urasil, Cwrientes e Enlre-
Kios, e oai qoaes, de certo, nada st astratilou acerca
da bandeira militir. Looge disso, a liberdade de oa-
vegajlo ^de que aellas se falla, -limiloo-ee a alguns
Estados ; mu Buenos-Ayres foi muito alera, t conce.
deu-a a todas nacoes sem excepjao.
Asstm, pois, tquelle voto universal, aqaella exi-
gencia suprem que lambeni se harmotiifav perfei-
laraente com os interesses bem entendidos de Buenos
Ayres, fo o que a lei de 1852 se propoz salisrazer, e
satisfaz. Nada salorisava a extraordinaria idea de
que etsa concessao se fizera extensiva navegajo
militar ; nada lantsem poderia justificar semelhan-
te prelenco com a necessidade, nem linda com a
simples ulilidade geral. Por issn a le de 1852 nio
jolgou necessaria a redundancia de fuer i sos txclo-
ao expresia. T8o longo porm de eslir compre-
beodida a navegado militar as disposiroes da lei,
o qae nelU esli verdadeirameote explicado he a sua
exclosao, pois a lei declara e outorga o Ira/Ico e na-
ttgoKo mercante de todtxt a* nares, o que era ex-
cluir bem slarameole a navegajao militar qae nao
coromercia nem trafica.
Anda no caso negado de que ama lei I a o ine-
qolvocavel em seos termos necessitasse de interpre-
lacao.a legicao imperial |nao olvidara qae so Bue-
nos Ayre poderia da-la. Tambera nao olvidara qut
segando asmis solidas e seguras regras da crtica,
as conceisOes gratuiUs e espontaneas nunca se inter-
prelam do menos pira o mal, como nanea se inter-
pretara contra a opiniao daquelle qae as outorga*.
Sabe tambera a legicilo que nenham governo que
aprecie as suas regalas e o seo decoro pode reconhe-
cer em outro a facnldade de inlerprelar iras pro-
prfts lea.
Erolim, Sr. encarregado de negocios, Buenos
Ayre, que foi o-Drimeiro povo desle continente que
proeltmou a libMade absoluta da naregajao inter-
ut mercante, e qae publicoo a este respefhs um
reguliraento sobra II bates mais largas e liberaea ;
os-Ayres, qoe* assim se aotecipou a fazer ludd
quinto era potsivel para favorecer o legitimo inle-
s de todas as naroes, reraovendo otslaculos ao
c*nmercio f creaodo facilidades, parece qae con-
quislon o dirtllo de exigir qoando menos, que sejam
respeiladas pelas forjas navaes cstraogeiras as im-
. nunidadesdoseu lerritoricfluviil.
Ootrai observajoes se leem oa nota de 23
de marjo, qte tambem vio ser considerad pe-
lo abaixo essigoado, atda que com menos ex-
leniao.
WP* "lilldade de ribeirinho oa parle superior
tt rios, que di all ao imperio o direito de fatt-ht
navegavel por qoalqoer ciaste de, navios, nio Iht
confere, na falta de coovencoes, o de fuer cruzar
; Uaee a Buenos- Ayres, linio mais qtanto o imperio
a-ha. ami otjao encnrida no meio de territorios
estraohos.
* O felo da passagem do vipor paragnayo Ta-
7r nt pode cilar-r,. nem como precedente,
nem como exemplo que comlitua donlrina pira ap-
pliet-la a pisstgera das forras mvnes do Imperio.
O Sr. encarregado de negocios :onttr sem esrorjo
em que lia orna diOereoja radical entre a nalureza
Bfcjeclo do transito do Taqttary* do das forjas na
vtes brasileiras. O Tdquary era apenas um mvio
m nio consliluia flolilba oa armamento naval ;
" Bio sihia da seu territorio pira dlrigir-s* a cos-
Us oo agoas eslraubas; mas qne pelo contrario vi-
riba [da Europa e se enraminhava tu seu deslino
natural e forcoso ; e qne emfim nao virifieava esse
transito em virtude oa como coDsequeocit de qoes-
13o argoma ttm ootra oargo.
o Escasado lie que o abaixo assgnado se detenha
em demonstrar qae o transito das forjas brasileiras
era revestido de caracteres e circamslancias diame-
tralmente opposlas s indicadas. Nolari somenle
que o sen designio parece que mo era o da defensa,
como se assevera na citada nota, pois nenhom ata-
que, nem pergo ameajava o Brasil as aguas do,
rios Paradero Paraguay. O tey lira era evdenle-
merrle o despojar urna tiegociaro, e he ionegavcl
que enlre as evaalualidades qUe de tal siluajao po-
deriam surgir, omj^allas he qae, a despeito das
inteoroes mais parsflRbacilica), sobreviru a triste
oeeettjdade de ler Stjfjzrr Uso oclit* de taes for-
Cas. %ara justilicar esti tpreciajjo du governo re
Buanos-jtes o nliaixu astiuniidopoderiavaler.se
tumetie de fictos revel idos depois ni im-
Mtmtravels cmaras brasileiras ; mas
*A que o proced nenio do chele di-
foi reprovado pnr nio ler obrado de
**o daquelle por que obroa.
iiini wi a-
[araat|0 go-
um delea-
perio. A nenhuma najao far d governo de Bue-
uos-Ayres a grande injuslija de recsar-llie, em
igaaldade de circumstinciai, segundo a epressao
de legijSo, favores de navegijao que a outras con-
cedesse, e menos o faria asi Brasil, com o qual tila
ligado este paiz nao s peltaftioculos geraes de fra-
leruidade, senas lambem por oulra mui especiaos
e valiosos, de estima e amizade.
a BU essa igualdade de circunstancias he preci-
sammte o qae falla neste caso, pois a aenhuma na.
jSo permittio o governo de Baenos-Ayre que fizes-
se o que ai forjas brasileiras fizeram, nem mesmo
se den a occasiao de perinilti-lo ou de oega-lo. O
facto da passagem de navios solados com os indica-
dos fins, nao he seguramente coinparavel i passa-
gem de um grande armamento naval com apparalo
bellico, e destiuadu a apoiar urna negociajo diplo-
lUct. *
Walga o abiixo tssignado que cap estas expli-
cajoes compre o encargo que rccefceu desatisfazer
s observaji'ies coudas a oqjji da 'I de marro, re-
forjando osjuslissmos inttiratque abrigar,
verno de Buenos-Ayre' i ctsBdersr aqa
geni, nao pedida nem permitlida, como
ohecimenlo indirecto'de direitos indispulaveis ;
desconhecimenlo que o abaixo assgnado se earapraz
em presumir que nao foi mediladtpmm intencional,
mas que entretanto vinha envolto no proprio facto ;
e fcil lie conceber, por conseguate, qqe rssas
mesinas razfiea n obrigario mnito a seo pezar
considerar a repelirAo de actos anlogos como
um Mbnhecimeolo directo e positivo daqaellea d
" Wg nao succasflPaeni duvida, pois que de alto
espirito de justijaZt anima o aoveruo de S. M. Im-
perial se enconliSi rtpelidas pravas nos piragr-
phos diquella' noli, que o abaixo tssignado rtsn o
pnzer de aqui consignar :
Melhor do que qoalqoer outro o goveroo de
Buenos Ayres deve conUacer o respeito do gover-
ii no imperial para com os direitos t soberana das
a demais naotts......
a Nanea pretenden, nem boje pretenda, que ps
o seas visiulioi Ihe fajam coocessoes qo nio sejasa
a commans as demais ajOes, eu qoe ko ic faa-
a dem em justa e eflectiva reciprocidade. Mas) por
(i isso mesmo (em direito a esperar que nio se Ihe
ir negu aquillo qoe he pertniltido a lodos em ge-
t ral....
O governo imperial est corntudo mu longe de
( querer suscitar dtffic'ildades ao uoverno (JaBue-
> nat-Ayres iioexertttfc de qualqae'r dirallo de so-
ir berioia nos rios que Ihe pertencem, e por isso
n nao pretende reclamar para si rotores de naveua-
ir jao que alo sejam concedidos a outras naroes em
ijualdade de circamslancias....
O governo imperial colMs que as observaees
desla nota serao acolhidas pelo governo de Bae-
ii nos-Ayres com ojnesiuo espirito dejuslija, mo-
derajlo e anxrttssf que as dictou e guiar sempre
as relajOtf^auuariacoeji^t E^ltdos vitjnlios.
ir podendoj nsegurar aS. Exc. o
ii Sr. PorJg relacoes exteriores do
a EntesW i, que o enverno de S.
M. o Impera HRenjao de offender,
i seuSo que antes' gsr"1 aeve e h' do seu
ioieresse, os direitos dfffttTeila soberana sobre a
parle do rio Paran qaeperlence ao Estada de
Buenos-Ayres.
ir Esta he a expres3n da legacao imperial, e o
governo do Buenos-Ayres agradece e aceita com sa-
tisfajao tao positivas tegoranjas e lao explcitas de-
clarajes.
a Nao he lidio, portento, temer'aconleclmenlo
algnm que as contrari, pois elle sabe bem que um
goveroo qoe tem a nobre franqueza de proclamar 13o
altamente esses principios de juslja universal e de
conveniencia commum, nj se esquivar certa-
mente a aceitar na pralica^ks indeclinave is cense-
qaencias.
e lie grato ao abaixo tssignado renovir i S. 8.
as segoranjasdasua mais elevada eslima e distinclt
consiileriro.
. o i alentm Ahina.
la arovin
f *
meiro o Si. Jos Domingues Valiengo, aflm de
organstr urna enfermarle publica na fazenda do
fallecido coronel Manoel Joaqun. Baplisla Cabra),
O Sr. delegado de polica bacbarel Jos Manoel da
Cosa Bastos, cujo zelo, aclivldade e dedicajao est
ttrov a todo,jB elogio, jt fea seguir para aquello
tonto coliertore e medicaaentes.
O Sr. |)r. Barrandon anda licava na cldade, on-
de havia j chafado o distinti Sr. Dr. Antonio
Ferreira Pinto.
Nos (emtenos pblicos di frtgociia da S. Salva-
dor tem sido sepultados desde o da 26 do mez
passado at 12 do correle 750 cadveres, sendo
quasi aaus lerros de escravos.
Maltes actos de caridadt \de amor do prxi-
mo se tem dado naquella malfadada povoajao. Ras-
gos mesmo de desapego vida se tem notado,
e entre elles resumbram, alem dos ja tao sabidos
pralicados pelo digno delegado de polica o Sr. Cos-
ta Bastos, os cidadaos franceses Francisco l.uiz
Reuner e Carlos Eduardo Lerby, que gratuitamen-
te trabalharam cinco dias no cemiterio pablico en-
terrando os morios.
Holetim do cholera. Kalleceram do cholera no
lia 1* do correte 22 pessoas, sendo livres 15 (ho-
mens 7, molheres 8), n escravos 7 liomens.
Morlalidade lolal dos cholerlflts al ante-hontem
3,494, sendo:
Lwes .... 1,683; liomens 1,049, mallieres 634
Escravos. .. 1,788; a 1,303, a 485
Cood, iocerla 2:1; 21, o 2
3,494; 2,373, iTT
{Jornal do Copimercio do Kio.)
Por decreto de 12 do corrente foi nomeado o
juiz de direito Bernardo Machado da Costa Doria
para a primeira vara criminal da capilil do Pernam-
buco, ficando sera efleilo o decreto que o nomera
pac a comarra de Rezende.
Por decretos de 13 do mesmo rata .'
Foi commutada em gales perpetuas a pena de
morle impostan r Mara, escrava, por senlenca d0
jury da villa de S. Joo, aa provincia da Pata-
Ir) ha.
Foram perdoadas:
A Antonio de Miranda Costa a pena de 2 meze,
de prisao simples e mu lu, a que foi condemnado por
tantenja do juz muascipal da primeira vara da
corle:
A Jos l.uiz de Olivera o resto do lempo que Ihe
alia para cumprir a pena de quatro anuos e meio
ie gales, e malla que Ihe fni imposta por accordflo
da relajao da corle, que reformeo i seolenja do jury
dt Plangui.
Por decreto de 15 do mesmo mez loram Ho-
rneados : _^f
Majores ajadanles de ordeus do commando su-
perior da giTarda nicioml do municipio da cidade
de CorilitM e villas do Principa e S. Jos dos P-
nliiat,dt^ ta de Paran, Francisco de Paula
GuimMiesTsgnacio Jos de Moraes.
CapWdsecretaras-geraldo mesmo commando.Joa-
qum Jos Ferreira Bello.
Caplao quartel-mestre do dito dito, Francisco d
Silva Pereira;
Capitio secretario geral do commando superior
da guarda nacional dos municipios de Santos, S.
Vicente, Conccijao, Canana, elgnape, da provin-
cia de S. Paulo, Manoel I.oiz Ferreira, ficando sera
efleilo o decreto que nomera t Joie Antonio Perei-
ra dos Smloa para o referido logar.
Foram reformados nos mesmos pesies :
O major do exlincto.iljijalhao da guarda nacio-
nal do municipio do BrtUBp Pernambuco, l'ran-
ciico Cordeiro Dias dos Sanm ;
O major da enliga gnarda nacional do municipio
de Nazarelli, na dita provincia, Francisco Antonio
Uajao Jnior;
O coronel da eilincla legiao da* guarda oaeiooal
de Mearim, no Maranhao, Manoel Lourenjo Ro-
sea 1
O major da autiga guarda nacional do mesmo mu-
nicipio, Ignacio Custodio Boga.
Por decretos de 15 do correle foi transferido
do 10. para o (i. halalhuo le infantina o eapitso
Americo Antonio Cardo>o ; foi demitlido, por assim
o haver requerido, o alteres aggregado ao corpo de
oslado rnaior da 2. ciaste, Lino Antonio Babello ;
e foi aposentado o escrivo do arsenal de guerra
da cidade de I'orto-Alegre, Jos Jetquim Leite de
Castro.
Correio Mercantil do Rio.
'feito nesla nos-
aasembli avallai sua jartlea. Quererla elle, coro
aquella licites, pilhar, t sWsIruir os documentos em
original?
Ignora os eslillas'dni secretarias, se tal peoson.
Ha ncllas urna facilldade de reprodaejo de docu-
mentos; chamada copla, que inotlllsa taes clculos,
como S. S. exprimentou praticamenle.
Nao sei que espirito de urelha Ihedisse, qu entre
os documentos alguns havia, qae ardiam na pelle de
S. S., e o raenmo nad quiz lomar o caustico.
Agora quera inaldicjao da assembla,do povo,qne
o elegen, do Santo-Padre, e nao sei mais de quem.
contra o governo, que nao obrigou ao Esa Sr. Jos
Rento a assignar o coni'Miu cum esta provincia so-
bre es direitos do algodao e assurar ; al temhrou
para isso o aclo addicional.
Veja l, com esse especifico arle que trata das
leis de urna provincia, que offendem os iuleresse de
oulra) se o Exm. Jos Benlo nao fica em maiores
aperlos, do que tem estado com os vencedores de Se-
bastopol, e com a hespanliolada do exerclcio hu-
cha do I.ord... S o diabo podia inventar ties no-
roes !!
Se algum lera culpa deisa falla, o que redonda-
mente neg, nUo he o Exm. Paes Brrelo, que nio
pode conseguir, apenas de seus esforjos, um conve-
nio favoravel a esla provincia, e nao o actual vice-
presidente, que quando recebeu a administra jao, ja
aqoelle Exm. dava o negocio por impossivel em um
relatorio ; mai o Exm. Paes Brrelo nao tem a op-
porluoidadede dar a alguem urna promoloria no iu-
lerior.
He bom lembrar que quando se fizera aecusajoes
dessa ordero, mostra-se falle cenca de materia razoa-
vel.
O navio, qae encalhou na pona de pedra, e do
quil se dizii, que eslava em estado de nao poder es-
notar aagoa, qui recebia, fugio n'om bello dil d'as-
les com parle d Hboado, servindo de lastro.
Diseco os maldizenles, que leve roedo do Irado d
Cabedeflo. .
O qoe te admiri he qu*v asseverando-se, que
,eria condemnado, pois nao podia vir para esle por-
to, elle acbasse-se em (al estado que podesse empre-
hender a fuga, e sem dizer para onde.
Heixpu, com a pressa, lodos os papis, e algnma,
laboas, embora o carregimenlo eslivesse todo ven-
dido jo6 capote. ^_
Saude, equanlo he bom Ihe deiejo, flvrf de nau-
fragios, cholera, pobreza, e viznbmca te stcrisiao,
por linios annos quintos possa desejsr.
Bsnaneiras 10 de novembro.
Mircham os negocios pblicos desta villa deblixo
dos auspicios de urna quinzena sem novidade, por-
que o espirito dominante dos Banaueirenses sem-
pre foiordeni, psz, etc. :e na verdade, se ha no
mundo governante um povo gnvernavel, ha de ser
como nos c deste canlinho, porque nao precisa
maior vigilancia da parle dos leigos e juristas, pira
que as consas camnhera em seus verdaderos
eixos.
A polica lem-se (ornado reconhecidameote inep-
ta, e cnsta crerque o actual delegado em exercico
seja um desses liomens em quem a vonlade de obrar
no exercicio de sois fnnejoes publicas nunca tem
terao! *
O Sr. Cunha, delegado effectivo, deixoa o expe-
diente da polica lia obra de tres mezes, e recolhido
sea engenho com parte de retirado continua a ser
o delegado de facto, porque alem das ordeus que
dicta ao sea inepto substituto temporario, me coos-
la que decide peremptoriamenle todas as qaestOes
que apparecem pela delegacia oa antes pela po-
lica. "
Ha poucos dias me communicaram isto pessoas
fidedignas, as quaes presenciaram a remessa de pre-
sos feita pelo Sr. Cunha ao delegado em exercicio.
Ora, se o Sr. Cunha nao estando na delegada faz
e desfaz como se estivera, he (ora de toda duvida
que o actual delegado em exercicio he eminente-
mente ioeplo, nao pode e nem deve oceupar o lu-
gar. Que o Sr. Cunht axerja o lugar de delegado
nao estando na polica, acho muito louvavel e Ao
servijos que realmente presta a causa publica ; mas
que oceupe o lugar de delegado ora homcm iotei-
ramente jnepto, eminentemente relaxado, nm pobre
homem que, s vive para medir fazendas em seu
baldo; lie com efleilo o que cusla'comprehender-
se. Entena portinto, que nesla parte se deve
dignar o digno chele ele polica da provioca em dar
suas providencia?. Nao he urna historia forgicada
como a de quem pretende deprimir o mrito de al-
guem ; nao, e longe de nos semelhanle norma da
=:
6. Dr. Anisio Salalhiel C. Cunha.
7. Dr. Francisco Pinto Pessoa Cesar.
8. Padre Francisco Pinto Pessoa.
9. Dr. Diogo Vellio tiavalcanti de Albuquerque.
10. Padre Renovato Vi Tejo.
11. Commandanle superior Jos liomes de S.
12. B. Joaquim da Cotia Miro.
13. Dr. tilinto Jos Meira.
14. Dr. Antonio Filippe A. '
15. Dr. Joaquim N. C. C. I.ima.
Ifi. Dr. Silvino Elvidio C. Cunha.
17. Dr. Francisco Flix Villar de Carvalho.
18. Dr. Chrispim A. M. Ilenriqoes.
de Maraa, que segundo as* ordena expedidas me
acolheria com as cautelas necessaria ;e com uut
caradores me embrenhara noi mallos: constru a
toda a pressa sob rainha tireejao urna embarcajao-
linha ligeira, e capaz de conduzir, cumo sardinhai,
ons-JObicodos, pela maior parte de menor idade :
felo o barco, e artikjado o carregaattiiln, fiz-me a
velli tora proa em Ptrnamboeo ; e depois da mais
prospera viagem vi a decadente Olinla, era cuja al-
iara Uve enorme, cnlcas, com a villa de um vapor
Idos ros-beefes, queme dava caja : recobrando n per-
dido mimo, pude pissar-lhes um trtmend codilho,
dizendo-lhes que o earregimeuto en de loro, de
DIARIO DE
provn
oauto a se o Taquary levava on nao arli-
s Irazidos da Europa, e se aqui se lht
oblros com dtrtino to Paraguay, teto
16
Passeio.S. M. o Imperador, icompanludo pelos
eos semanarios e pelos Srs. ministros dos negocios
eslrangeiros e da marinlia, visitn honlem o vapor
Mrquez de Olitida, perlenceele compinhia de
Navegajio de Pernambuco.
'Apenas S. M. chegou a bordo do vapor, onde foi
reoebido pelo commandanle epela eseolhida campa-
nilla que lili st reunir, suspenden o ntvio do seo
aucoradouro em freole ao caes da Imperalriz, e se-
gaindo al ViJIeglgnoo por enlre os vitos de guer-
ra surtos no porlo, que salvaram na passiRem do
vapor, aljavessou para o lado occidental da baha,
e encoilado a este lado navegou al a altuia de Pa-
quela, que rodeou pelo Norte, dirigiiuifte entao
para o arsenal do marinha, junto ao quiTVeu fun-
do. A viagem qne come jara pouco antes das 11 lio-
ral di manhla, lerminou 2'( da larde, desem-
barcando S.M. I. i. a,1/. O navio que he de ex-
cedente marcha estiva no melhor asseio e ordem.
Um dia sereno e tepido, urna soeiedade brilhente,
um copo d'agui dos mais exquiilos, t ti htrmo-
nias de daas bandas militare, loraaram este ptsseio
um dos mais igradavei. que ae lenfft
si piltoresc baha.
Priio.O subdito porlagUK Antonio Severino
de Avellar foi preso ante-hontem em Nilherohy a'
requsijao da polica digrle, e recolhido a' cna de
correcrao, onde se achaTncommuoicavel.
Diz-st que est compromettislo na tentativa do
desembarque de Africanos feita recentemente m
proviocia de Peroamb'uco.
Mottilia reinante. Chegou inte-l.onlem t
horai da noile o vapor Macahense, que foi a Cam-
pos por ordem da presidencia da provincia levar soc-
corroe aos habitantes daquelle municipio, do de S.
Joflo da Barra e daJj. Fidelis.
A epidemia tfl kjoao da Barra liohi declinado
e poucos casos at^^ppareciam. De 12 para 13 do
correle foram penis accommellidas 16 peatn,
sendo poreostflguns casos falaes. Vai-tt eslenden-
do com tu a outros lugares daquelle municipio,
como Vienna, Terra Nova, Campo Novo, e Morili-
ba. Era Itabapoma al o dia 8 lindara sido anec-
iada! 132 pessoas, da. quaes falleceram 50, e icha-
vim-se em tnlamenlo 3*. O mal linhi diminuido
de intemidade.
A' cidade de Campos chegaram no dia 12 os m-
dicos e todos os soccorros qoe o governo envin. A
epidemia tambera all eslava em declinajao. Hou-
Sdesgrajadaroenle dia. de 80 a 90 eolerramenlos,
i'om chegaram ao numero de 107 !
los ltimos das, segundo iuformajes datadas
13, a morlalidade eslava reduzida de 20 a 3
pessoas, dous terjos da qnal perlenciam tos irraba
des da cidade.
A populajao eslava mais animada e tranquilla,
te recebeu nm satisfajao os soccorros que a presi-
encia Ihe nviou, e que chegaram muilo a lempo.
No da Upurliam para os Cachoeiros de Maria-
no o Sr. l)r. l.uiz Gonjalves d Silva Vaz, o para
b lugar clumado Villa Nova, ambos da freguezia
dos Garulbos, oude ja tem raorrido mais de 200 pes-
soas, o Sr. Dr. Jos Maria do Coolo, e o pharma-
ceolco o 9r. Joaquim de Azevedo Corte Keal. Pa-
rosles lugares linham ido medicamentos, cober-
lore. e oulro. utensilios pira montar-*earoa enfer
marii.
Para o rio Prtlo, que dista da cidade Irealegoas
e onde a epidemia razia grandes eslrtgoi, seguio o
alumno do k. anno medico o Sr. Affonso dt Negrei-
ros Sayao Lobato, qoe dera depois ir para* a fregu-
lia dt Senta Rila, para onde no entinto foi o enrer-
> .
CORRESPONDENCIAS
PERN
PAKAHIBA.
23 de novembro.
Chegou no dia 21 o ''a|. que nos den noli-
cias do sul, uno tao favoraVeis, como era para dlatf
sejar, e augmeotun nossos receios acerca do cholera,
dizeodo-oos que ja invadi Sergipe, e com vio-
lencia.
Parece qne elle nao qaer deixar ama s
cia do imperio, sera sua funesta preseoca.
Chegou uaquelle vepor o Exm. Cosa Piul, que
se acha de quarculena no Lazarelo, o que rae tem
miravilhidu, porque he axioma em medicina, qoe
o cholera nao he Irausmssvel por urna farda pre-
sidencial, e tanto assim, queja me disse o /tapadu-
ra, que a uiubridade propoz i diminuijao dos dias
da quarenlena para S. Exc. Com quaulo nao te-
nha a honra de conhecer S. Exc. eslou convicto de
qoe elle nao acuitar um eiceprao odiosa, e ficar
eonlieeemlo a condescendencia, que aqu te gasla.
Chegou tambera o nosso senador Cunha.
A salubridade continua sem allerajao, apezar da
inlensidade do calor que (eraos softrido uestes (iraos dias. ^
Depois do attenlado de Campia, cojos autores
nao foram (anlos como eu .upaattha, o si ni apenas
quatro, e^os ltimos fados, q
mis lem chegado ao raeu conln
Segundo as verficaroes feit
calculo das saceas de la queim
muniquei em minlia ultima ; e eu depois qae
^pacidade da cara de dia, eslou convencido;,
anda no numero cncoeola ha excesso. Se, porm
sommarmus todos os prejaizos que se annunciam,
pelo, mesmos, que dizem have-los sodrido, duas
mil saceas ligurarao no letal: Dzem alguns que se
incendiaram lodas as qat eslavam encostadas, a
espera de prejo patas-donos, as-im como que os
maiores prejuizos lattm sodridos pelo, principian-
tes naquelle negocio. Se assim he como creio, te-
mos alm do prejuizo prsenle, o futuro da falla
de concn enca; pela perda daquclles pequeos
capitaes, que em tal commercio se empregavain.
Algaus nesse successo deicobrem maldade, por-
que Ihe. pareca extraordinaria i promplidao com
qae o incendio se esteudeu e ganliou toda a iaa, que
eufardada, c comprimida coila muito a ioflam-
mar-se.
Hoja apparecem tantos aue trabalharam oo in-
cendio que fizeram proezas e heroiimos.os quaes sera
duvida por ser noile, nao pnda ver na |occa.iao. |*
O Comerc7a-glo, r com raaa-iraeTliRTTbDii
que Un not
iloerflVnka
:lu|
noliciei uadt
xagerailo o
ae Ihe com-
rit
que
honras da hoile, subtilmenle, e com umi especie de KI
qui pjocuo de redicjao a quem Ihe couvem ; di-
zendo qoe as dez horas, e depois do rebate chegoa
S. Exc. etc., contra oque protesto, por quanlo al-
guem antes do rebate, e mesmo 8. Exc. chegou ao
lagir do sinislro. .
Dir-nos-ha o contemporneo, quem mandn lo-
car o rebate, e avisar S. Exc. e ao sJr. Dr. chefe de-
polica '.'
He mister fazer favores sem sacrificio da ver-
dade, e sera njaslja quelles que embora nao
queiram elogios, lem direito a ficar antes no e
I^pecimento do que preferidos por quem uno leve
lajp fortuna' de por casaaldade, acbar-se prximo ao
incendio, para poder reclamar contra as, ineati-
does, e paparroles, que querem ser os primeiro.
era linio.
As elejes vao produzindo s'adualmenle sua
effervescencia.
Os candidatos de differeulcs ospecles, e a diver-
sos cargos, eslao no fercet oput. Muitus dos pro-
vinciaes esqueceram-se dos assenlos, e ileram, cora
esst deserrao causa a que nao csboirasiau ilguns
soppltnles. A epidemia reinante ( como .'chtmou
nm mea visnho io furor candidato ) tem invadido
a todos. O governo nao lera lomado porte na elei-
sao provincial; e be muito provavel, que tambem
delxe correr livremeule a de senador. Ainda h
muilo cedo para a fulura de depatados.
O homem dos docomen(os, (endo-os pedido, disse
elle, para mostrar a assembla o em* dt goveroo,
enttndtu raelbor guarda-Ios, do que lt-taj, para a
conJocta.
Sao os fados que se achara no domiuio publico,
lie o (eslemunho'de pessoas fidedignas que nos aulo-
risam a denunciar desse delegado supplenle como
homem eminentemente inepto, relaxado o incapaz
de cumprir com encargos de muilo menos grarida-
de. Perdoe-oos S. S. a nossa franqueza.
A questao do da continua ser a eleijao provin-
cial, a eleijo senatorial, circuios, e incompati-
bilidades; eis a que tendera por ora as preoccapajes
polticas, os prelendeoles a provincial se multipli-
can) e os senadores nao andam por menos. Di-
zem-me que honlem passara aqui um conductor de
carias dirigidas do Rio para todas as localidades da
provincia, e o chefe d'obn l esta gozando da ma-
deja do seus colxes,.lalvez sem se lembrar da Pa-
ralaba se nao. no instante em que organisa e dirige
aos palpavos suas supplicinles epstola.
Ser Parahibauo m nomine, querer a lodo transe
fazer da provincia exigencias de certa ordem, he
com efleilo humillianle para os que se prestara aos
mpertiiienles pedichOes.
A provincia da Parahiba necessita ser represen-
tada, no senado, e a exeenjao de semelhanle mnda-
lo nao pode ser desempenhada .euao por um l'ara-
hibino, qae se adiando intimamente ligado seui
palricios, tome em ludas as circumstancias um inle-
resse {inmediata, pela sorte de sua provincia, Uto
lit de primeira ntuirao : portapto, desde o mo-
mento em qoe uJo escolhemios para senador um
carcter distiuclo pelas sua. virtudes cvicas, pela
sua nobreza e patriotismo, pela sua moraiidade,
pelos seus talentos e pelo sincero pronunciamento
causa de'sua provincia,-taremos neoessariamenle
aviilado os bros da provipcia, tereraos necessara-
mente concorrido para omai-lerrh el suicidio de nossa
proviocia ; oh islo he horrivei! iilo lie cruel!
Porque razao nos havemos de deixar arraslar por
esses senlimenlos de affeijes, eiquecendo e pres-
cindido de ora sentiinenlo mais nobre, o do pa-
triotismo '! Sacrifiquemos a sorte de urna provin-
cia, avillemos os seqs brios, esquejamos as suas
Krosas Iradicje, ludo porque em nossas dissen-
polilicas hitemos de aniquilar o mrito '.' !
Exislera realmenlt Parahibanos distinctos, homen.
erainentemenle patriotas, caracteres experimenta-
dos expurgados dessas manchas que obscurecen!
I nuiles polticos do dia, entretanto, fiquem no ol-
vido as seus liomes, porque se deve itlenfler as aves
de arribajao, quelles que s querem da Parahiba
a eleijao e nada mais, quelles que nunca souberam
ser livres e indtpendentes, quelles finalmente, que
o de enchertos as alias posi jes que
upado.
Parambanos pesassem devidameole as hu-
mildes I Tmm.|i |ii levamoi dito .- se quizessem
sacudir o^ogo dadB^dencjasmqW voluntaria-
mente se collocam em favor de enlidadcs ffue s ta-
bein amar e querer bem ao syslema da. ebuc/udei-
rai; le aflnal quizessem-se inleressar pala sorte de--
nossa provincia, certiraenle haviam de eerrar os
olhos a pedilorios imprudentes, intempestivos, in-
convenientes e desliludosde razao plausvel, e-o-
Ibydo somenle para o bem-estar de nossa provin-
cia, xoin islo dariam um grande passo para os seu.
* mtiho^mentos e felicidade. Mas em fim cida qnal
diz o que entende, mulos lerao opiniao contraria
nossa, chovam a. carias de empeulio, c teja sena-
dor quem o erro dos hnmens quizer.
Na dcpiitarao provim ial jolgo que ho de-entrar
para o auno vindouro quanlo. cabos de esquadra
poderem apparecer, he nma concurrencia nunca
vista, e como quer que tejamos eleitor, desdeja
apre.enlamos a nossa lista de depuledos pira que
nao nos venhim importunar cota cartas de pedida,
o qoe tfianjamos he que a testa lista ser organi-
sada de modo o mais honroso, porque s bascamos
.mlelligenc e mrito, e debsjgo^asle ponto de vs-
U emendemos que lodo o f$M Wko bem formado
nos deve acorapaohar.
uLisla para deputados provincites, o ssnhores:
Tt Manoel PorlirT Aunha.
i. Dr. los Paulino de Figueiredn.
3. Dr. Jos Maria Ferreira daSilva.
20. Dr. Flavio C. S. F.
21. Commiudanle sup. Manoel M. Casado.
22. Dr. Joan Antonio de Carvalho. .
23. Dr. Antonio Benicio de S. Siraiva C. B.
21. Dr. Pedro Albuquerque Maranhao.
25. Francisco Manoel Carneiro da Cunha.
Eis-aqui a raaneira por que tenho organisado a
minha hita, deixando por ora vagos os lagares que
fallam, porque pretendo as proximidades da elei-
jao concluir a minha esculla, por ora acho-me no
mundo da. indagajes ; e porque jalgo que os no-
mes conlidos nesla lista sao bem condecidos na pro-
vincia, devo esperar que o corpa eleitoral da mes-
ma, os tome em sua devida considersjo, aprecie o
mrito de cada um, vendo se sao ou nao diguos
della.
Nao devo concluir este sem nao agradecer as ex-
pressOes nimiamente delicada, com qoe se digoou
tralar-me o seu Ilustrado correspondente de Ca-
maraglbe. de Alagas. O peso de sua bondade es-
magou-me, e snlo qoe nao o possa retribuir por
nao me auxiliar a minba meia lingaa. Sendo nm
constante admirador
com isso urna
fajo jaslija
Adeos, saude, efe, etc.
as producjOes, nao pago
ojulgo credor, porm
la.'
, OMdetto.
PERMMBICO.
19. lenente-coronel Leonardo Bezerra CavalcanlfW mangue : na forma da inslruccoes dernau le a bar-
ra do rio Scriohiem, ouda por quatro dias esperei
pela visita de D. Juan de Maraa, oo de seus cara-
dores : desesperado de lauto esperar foi a Ierra, on-
de nao Uve oolro remedio senao darme a conhe-
cer a uro barcaceiro, a quem ped me cunduzsse i
poosadi dt D. Joao; que rae dizjaro ficar prxima :
guiado pelo tal sujeilo foi levado a presenja de ttm
figurSo, ao qual na persaara.i de ser D. JuaotlKla-
lei todo o occorrido ; eniarf condec qoe eslavaIrahi-
do, a em presenca de um Ba-.h, qa depui, d( me
havi:r nterragido, condoido da minha sor(e, man.
dou que desappnrecesse do lugar, com toia a mindi
cnmpauha : satli conlenlissimo, e ao cliegar a praia
onde eslava o barco, eucontrei-ine como verdadr.i-
ro D. Juan de Maraa, que me ordenou, qne com
seu capadores fosse buscar urna barcada do cirrega-
meiitsw voltei a bordo, e na laucha condozi para
mas Pi
9
COMARCA DE RIOFORMOSO.
15 de novembro.
Saude e patacos.Amanheci hoje com urna pre-
gaija de entrever, que nao Ihe si cxpltjr, nem
um ministro de estado lem tanl. Desejava ser
atacado da molestiacomtcho de escreeer que
as veres se torna epidmica no Brasil.
Nao sei mesmo com que encba esla folda de pa-
pel, em que Ihe escrevo ha mais de meia hora,
que s fajo bocejar como se eslivesse ouviodo e
cer(os depuladoi, quando orara. Porm hci de
sempre dzer algama cosaj pois que tenho obriga-
jao de hYodizer. De que me ocuparei ? De elei-
5*? MRiecousa queja enfastia Tantos can-
didalos ItWtpparecdo por aqu, quer pessoalmen-
le, quer por celas, que parece-me ama praga maior
qne as dos ga^Riotos no Egyplt.
Tenho (ido a curisidnde de fazer ama lisia, na
qual at o da de hoje ja cont, centu e onze mil
cenlo e onze candidatos, a lora o que hade appa-
recer ateo suspirado da 26, o dles ira dos taes
candidatos.
Que bella -quaJra para quem negociar em tabo-
cas. He melhor do qoe para os senhores de enge-
uho com a subida do assucar a 5$)00 a arroba.
Ja roandei preparar algumas duzias dellit, para
presentear a alguns dos raeus amigos candidatos,
que forcm laboqueados. Meu amigo, em certas
aliaras um laboqueamenlo ptra cerlos meninos, que
secon.idenm felzes oa mimosos da fortuna, he
ptior qae um alaque do cholera lgido ; he mes-
mo de desorientar a um lilho de Dos.
Que esculla taran os nossas eleitores este anno !
Pela minha parle, teoho-me esforjado em acon-
selhar aos meas collegas eleitores, que tenham toda
a ili.crijao na escollia dosdepalados provinciaes ;
estou lodos os dias a dizer-Ihesmeus imigos hMse
chegadaapocada mclhorarmos : fojam de levar-V
se por lillas de encoramenla de padrnhos, qoe que-
reraarromar seus alunados, embora nelles fallejam
Os reqaesito. necessarios a 13o ardoa lartfa que ja-
mais-se lembrem de nomear sujeitos, em que se
nio condece industria honesta, emprego, oo ofli-
cio de que lubsiilam'; porque por via de regra,
aqnelle que nada disso tem, e procura o penoso
lagar de dcpulado de provincia, leva m mira ma-
mar : tambem qoe nao volem em cerlos meninos,.
que querem pescar a deputajlo com o fim de es-
Irearem na carreira oratoria, e vazarem em. publi-
co a. bella. Ideorlis, que leram na immensn cater-
va dos publicista. : nao sao convenientes estes pa-
pagueitdores ; porque gaslam muito palavreado,
e rosroesa o precioso lempo a assembla, inlorpe-
cem, e panlisam as deliberajes sem nada produ-
zirem de ulii. A tarefa da assembla provincial he
legislar definitivamente sobre os objectos de sen
raelhoramento especial, e nao oilentar erudijao
e vaa Inqnicitlnde.
Probidade, verdadeiro palriolismo,bomsenso, in-
teresse particular dependeute do geral e conheci-
inentos locaes,- eis quanto a mim, os requizilos qoe
devem constituir om bom deputido provincial. Es-
las quildades nao se encontram s as cidade.;
pelo qae releva que os Srs. eleitores se lembrem
dos nossos bon. camponezes, escoldendo com prefe-
rencia o. agricultores, que mais ideas titerera ad-
querido pela propria experiencia : lembrem-se qae
di boa, oa miescolhaque fizerem esl dependente
o bem eslar da provincia : j (em (do (empo bs-
tanle para codhecerem.onde reside o verdadeiro m-
rito : quem nao he pira pescar entalla, e charos
contente-se com pegar o'sea camarSoiindo a beira
d'agua, nem Indo de para iodos, nem (odo. para
(udo : basta de lana caballa em prejuizo da palria.
Para minio imples facto de andar sollicilagata pro-
lecrott, e empenhos pira ser depulado, heVB es-
pecie de presumpjao de demerito.
lieos qneira Iluminar aos eleitores^ muito embora
fiquem muilos pretendentes mamado--, e chuchando
no dedo !
E esta f que digressSo mouitro para quem eslava
atacado de preguija Parece-me qae pelo contra-
rio eslou asaeajado da tal molestia comicho 1 Meu
amigo, em quanto venta agua na vela, diz o ditado.
Vamos ver onde naofragarei. Conversemos om pon.
co sobre a poltica.
Ah! ah! ad! s urna tremenda garaalhada mereca
en, por querer filiar em poltica; en que mal sei a
anlgi ratina de plantar canna. Fallei casualmen-
te nieto, por ler em memoria urna carta do irno
Tacora, que dessa ddade me escreveu, dzendo que
o ministerio seria modificado e a cansara dissulvida:
qae o ministerio era modificado, entrando para elle
alguns membros da opposjao ; porque lendo passa-
do a lei da reforma eleitoral qae se deve comiderar
orna coucessao feila|jo partido opposicionista, S. M.
qaer que leirha esse partido parle ni sua execujau,
que a cmara ser dissolvida ; porque nao deve mai.
existir, depois de 13o completamente desmoralisada
cmo e adamela passagem da citada lei, que re-
conheceo serSmethodc porque se faziam as elaijdes
vtaioso, e que por tinto nao expriman) taes eleijes
o TntT'ladciro pensamento da 'narao: augmenlamlo
ainda maii esla desmoralisajao o fado de ler sido o
partido opposionista, quem leve a iniciativa na rea-
lizada reforma.
lerraatV bicudos, dando ordem a Iripillajio, que ao
primeiro sigoal de pergo' se pozestt ao fresco, e
debaixo de ceberta enxuta : desembagggdes os 49, os
conduzirao. a urna malta prxima a pratp, onde os
occullamos sob a guarda de D. Juta, a seas cafado-
res, e quando volUvaraos segunda vez ao barqai-
nlio, de longe condeci, que ama auloridade, pata-
nos e soldadotssa k delle se appossado: relorati o
camiaho onda fltatplT Juan, que sabenja o ac-
corrido, ileu-io pfssa repartir enlrt ell
quatro os 49 bicudos, tocando a cada ura d
E a mim deram-meom cavalio, e om conlode res,
depois que regelei os 60t qne me queriam ao prin-
cipio dar. Bifurquei-me no bacsttrit, e corr
al ura porto, d'onde parta um navio para a ini-
nda patria, e no qual j se acdavam os meas tomo
pandeiros de aventura ; e quaudo o navio largava -
panno, #accordei na miuha cama. E ludg isio (inda
sido um sondo. Nao acredite em sondos, repilo.
Nao lem duvida, sondando tendo-lde dado ama
reverendissima mistada : nada linda a dizer-lhe, e
dsse-lde lauto assim; be este mundo.
Para variar vou resumir-ida as noticia! daquin-
zena em poucas palavras e fazer o ponto final
de.ta.
No dia 11 do corrente foram presos pelo Sr. do
engenho Piabas de urna, cinco ladrees de cavallos,
que iSo sahindo com os furtos as raaos : e apezar
de presos em flagrante foram incontinenti sollos pe-
lo subdelegado de lna, quo he mesmo aquella
grata.
Soube mais, que em dias do mez passado um Sr.
Z......do engenho S. Manoel desla freguezia, dera
omt tremenda surra de bollos em ura homcm forro-
aquem poz urna raordaja, para se nao queixar, di,
zendo-lhe que se tal lizesse, duplicava-lbe a dotes
Nao era mo que a polica loraasse conhecmenlo
desse fado,
Ouanto ao mais nada tenho a accreseenlar a miaba
pinada.
De Serindaeiu nada da de novo.
Na futura, se for vivo, e estiVer de mar, ocenpar-
me-hei um pouco das injustas aecusares, que tem
felo o Liberal Pernambucano ao coronel Menezes,
e ao presidente da provincia: fallando iinparcial-
raente, nao se pode ser mais injusto, al aecusam a
presidencia, porque o delegado, ou o sohdelstgaWo de
polica d pade de doente, e passa o exercicio ao
supplenle He malta- vonlade de fazer aecusajoes,
icm para ellas haver motivo.
Higa ao veldo Doroingues do armarinbo, que don
(he os pezames pela derrota dos Russos, e queda de
Sebastopol: qae os Russos, em quaulo existirem o
oliidos (como elle chama ao. Franceses, e Inglezes
na i danlo execaj3o aS testamento de Pedro o gran-
de : que sou de coraran amante do progresso, e oa
causa da civijsajao, apezar de certa ramuda, que
tenho aos Godemes' que felizmente derain a conhe
cer que sem a Franja nada sao.
Disponha Vine, do seu amigo.
O /iio-tunnosensc.
renle, felizmente at a dala de hoja; nio lem appa-
rec.ldo oolro.
ir Na cidadtt de Jacarehy etttbetecea-te una
enfermar! no liotnjiai da misericordia para ot po-
bres, iisni) da ioamln da epidemia reinante, por
icio de urna subtcripjan enlre o lethorea Leilo,
Berilo de Sania Branca, l)r. Andrade. Claudio Ma-
dtMo, Paula Machado, Munhoc, Jos Milu, Jos
Pclioin, Nogueiri, Joaquim Migoel, Jote Ltitao,
Lalflbomes e Benlo Joaquim. A cmara linlu no-
meado urna oommissp sanilari.-i ; todos os dVraitgos
htvil preces. y
a Carlas dt San Po|o e dt ditersas parles da
proviocia referem qire. cin'todot tattt lofearvs.gra,.
am mais ou menos estes ligaSt iocororaodol de
darrheas, que muilos lem lomad por preludio da
epidemia, que porm facilmenlo cafen) com qual-
quer remedio proprio e mmediatimterte appHeado.
o lima caria de pessoa fidedigna de Saa Se-
biilu nos issegura.que nessa villa e suas dependen-
cias al o prsenle na la lem apparecido do rnaf que
se teme, e que n3o obstante isso se tem toma to-
das as meitlias preventivas pan afugentar a
mia ou combate-la, se por inCelicidade
recer. O Sr. Dr. Crdalo Baguala et
as facilidades para por em pralc,
cesaarii.s. Eslabelecea um lazaren
mina no convento de S.' Frandt
de nma povoajao 3|4 ae legua dislat.
de encnntniu da parta do digno Sr.j
todo o auxilio que careca. -
O Crrelo Mercantil da ultima data,"acensando
carta de S. Paulo do dia 11, dizque havia all a idea
de estabelecer-se um cordao sanitario para tttjhpe-
ilirer as communicares com a cidade de'Sanios.
Por commuiiicac3o do delegado de polica da villa
nova de Benevenle da proviocia do Eapirito Santo,
ahia-te na crirte, que j nessa provincia grassava n
* dala.*-
I.-e no Crrelo Merca.
O Sr. Dr. Jos Henri
homeoodtha accedendo ao
Horacio ljrpi,,8eguei)milll
raipe abordo doMpor Mj
prestar soccorros lof pbret
'4. Jlo Henriques da Silvt.
5. Dr. Fnnciico Jovila Cavalaanti.
t
I
Se .lo be verdade, o meu amigo Tavora he quem
o diz ; e desde ja pejo-lbe desculpa, se a publica jao
de suas idea, ihe causar algum Irau.lorno na soa
futura promojao, e condecoraran promellida para o
ai. o A- A.i---1 J
17, dzem, que para ah parle em retira-
DrJiva Texeira, levando 9 Africanos,
"" i'"
JP.
v Carta parlicuhr.
BEPAHTIQAO OA POLICA
Parle do dia 27 de novembro.
I Um. e Exm. Sr.Levo a conhecmenlo de V.
Exc. que dis diflerenles parHcipajes hoje receidas
nesla repartija, coosla que se deram as stguintes
occorrencias :
Foram presos: pela subdelegada da freguezia do
Reelfe, os marojos inglezes John Dan, Henry Sa-
muel, E. Bruce, por ebrios e urairujo fr.meez Joao
Baplisla Rabello, requuijao de seu respectivo con-
sol.
Pela subdelegada da freguezia de Sanio Aulonio,
a prela Manoela, por desobediencia.
Pela subdelegcii da freguetit de S. Jote? Jus-
tino Fraociico Alves dos Santos,*-por suspelo em
crime de furto.
E pela subdelegada da fregoezia da Boa-Visla,
Joaquim Ferreira de Mendunja Jotrar, por uso de
armas prohibidas.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 27de novembro de 1855Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Benlo da Cunda e Figaerrerfo,
presidente da provincia.O chefe de polica, Luiz
Carlos de Patea Teixeira.
DIARIO DE PERNAVDUCO.
Nao ht exacto t_sssto que (ero corrido de Ja'
achar-se o choleraflr^Mlncia das Alagoas. Hon-
lem 27, chegaraW dalli portadores que nao .a pro-
t ir cia sem novidade ; e o Exm. presidente o Sr. Sa'
e Albuquerque, linha lomado lodas as medidas, am
de que nio fosse invadida a proviocia por (o lerri-
vel agello.
O Sr. consol de Portugal, Dr. Joaqoim Baplisla
Moreira, vende qoe ninguem se apresenlava para
promover a subscripjao a favor dos infelizes habi-
tantes da ilha de Sanio Antao de C>bo-Verde,(omou
sobre si eslalarefa meritoria, rogando para qae nel-
la o ajudassem aos Srs. Jos Texeira Bas(o, >u-
reiiano Almeida Kudrigues Isaac, Vicente Alves de
Souza Carvalho, Jos Moreira-Lopes, e Francisco Jo-
s de Barros ; os quaes, leudo aceitado esjlhoiiroio
rouvile, vao de commum accordo dar cornejo ao seo
plnlantropico Irabaldo.
Esperamos qte seuAtJorjos serao roroados de
bom exilo, e que tqueassssfinfelizes, recorreudo a
ca idade dos habitanletnda Brasil, serao por elles
socorridos, Icmbrandd-se lodos qoe para um Ial fim
lonscrevereh), que as snas offerlas tem por fim mi-
ligar os solirimeatos de seres humanos, obra tinto
raait.tgrtdiivel a eos, quanto se prescindir das
pessoas qut a promovem, e lauto mais honrosa e
benemrita para os que a pralicarem," quinto mais
eslreitoi sito os la jos qoe nos prndameos que por
dous ttulos diversos devemos considerar co-ao nos-
sos irmos.
Com prazer transcreveremos em nossas
no nes'dos que abscreverem. assita corr
publicaremos erecbo que da referida
vir, depois de all ser enlreaue o sorcorr
se conhejam as pessois eucarregadis de
o conveniente destino.
sas Bagan
vn.ttm
ida^g*
rrstjsstra
lejasj Ja
as os
bem
deve
que
rolli
liontem
corte,
qae
villa, un-
gairdilu
i fallecido della 6 pesiois al a ulti-
Presja, medico
he fea o Sr.
rovloeia de
serem atacado do
-----w. |iu(,t ca i|ud luan II IJIW QO
!S."S*-g;'.'..,SBe"' '""i Ptrlicularmente
saln tripolajoc, dos naviot que tt talla-
portt consignadoq^^^^B^gK-
rero n
- f" nao liverBUtlizmenle declinada, os servijos qaees-
le professo liver de prestara' damaoidaArsaoJinto
mais valiosos quanlo he louvavel wa^bn-.aacao
nesle eaaaTzo, e-*s dabianUs riarovHiei. terso da
dever-Uit recouliecimenlo e |tmlidaot*tim cerno ao
ar. Lrpia, que sem
Juellt trra, nao I
tfeploravel em que
Em outro lugar
choa expedidos pelo m
moas utimasooticias
o mais que no Jornal
de algum ir.leresse.
_ ridade da-
* sitotjiu
mele, t
la.detpa-
vret. a
CORRfSP
Sr. redactores. l.-tsfu
cano de 26-do corrente u
Pet Hantbti-
rediccjo, em
que adirma qqe a corresptSsjacia de que traU
aquella nota foi demorada nTeorreio, apresso-me
a deelinr qai naode exicla aquella asserjlo pnque
a referida correspondeittja foi achada na caita do
correio o qut se verifica da verba fraila no veat da
carta, que lem dtfjklrfoi conduzdi por algom pts-
sageiro, c depeMaaHb ne caita do correio. O
idminilrauor, .4n\\% Jos* Gomes do Correio.
------ isfia...
.,. redactores.Lendo hoje pela segunda
Kotrospeclo Semanal urna espetw da
liwao Portugaeza da BansrfsWncia com
de move-la a promovetMtna subscripjao
dos habitante* da liba a Sanio Antao, ct
mesma commissao lembrar a Vmc, i~
ver a menos cnmpeteola ptra realizar
pico pensamento de vmc, iiisstr falla
sejos e de vontade, man por faltatp*
vel, e mingua de forras, por atol
com Q.tJgaBjnorme di funda jao )
guez da aMeficencia, poucos ie
para' enearregar-se de nova
nao completa a que tem enlre mana?
mencionada cotamissao nutre a lisonge.ii
de que, ou por parle do Sr. consol de S. ] '., ou
por parle de alguns outro Srs. portageezea meaos
pensionados, ser a boa idea de Vmc. litada aataa-
cujo.
A commissao Porlugueza de Benelicetleta nao res-
ponden inmediatamente ao primeiro appllo. que
Vmc. Ihe fizeram, por ie haver persttliido de
qua Vmc refleclindo melhor na eiiormiaamt&opeso
que Ihe commelliam ou dexanam de insistir na
materia, oa pelo menos recorreriam a quem, nao
animado de maiores desejos, porm menos sobre-
carregado de trabalho, mais cabalmente podesse de--
senpenha-la. (*) _^
Somos Srs. redaahres, de Vmc. alientos veoe-
radorese servo, obrigassimot.Joscde Almeida Sta-
res de Lima Bastas, presidente.Manoel Ferrei-
ra de Sou :a Barbosa, secretario.
Recite 26 de novembro dt 1805.
PIBLICACOES APEJHBO.' ~
lado
ijue ousadt impundas
bruto insensato,
? "atas fulaoaes
noile lasjcatl
illnslra a nrfW
beisc;
Conlra-iici ostico admoni
J.iberal^I'e.
rtafre inlii
>penna d
Hteoria d
-ieus.ve:
>sraa4atj
po chavee-lfca
-seYero
tnacaso pi
jm porque JM
-eme acase!
-
^sses
r-onge,
rradi
--mu oustMia.a* peque
>morderem sera jutn'a vida 1
.-.ora tal infamia qae t cabo ao zoilo,
>o quadrado e doral, lorpe e deragta-
>illibada honradez de homens qoe I
-ivrar-se do. labos, qoe a infamia a
.-.umpre ao redo juiz tancar no nlv*4w
>s injurias tao vis de nm syeophinlt *
5.egro, o lao negra, qne apparece ero publico,
-j.cndo a face escondida em mascara horrenda
[rjanuiiv mo insultando gente honrada I
selos homens de iuteira prebidtde
Rs amado, Eslelila, e tanto basta !
xe a minha pobre peona almj
xeria conhecido alem leu no
Oinfame, qoe le insulta, aos |
>ma.carMe tirisse, eras <'
Oflereen ao Illm. Sr.
Pessoa, por um su affeijoador
i Cavaleanlj
i
|
-
I
-i
end9nlrados*eVranlcs as maltas do engenho Oasbo-
eira, c'cJdJSibe foram entregues pelo senhor desse
engenho : nailaTKC coasesuido ate hoje a respeito
do dcsciibrmenloTV'os autores desaa gracinha, nSo
era de esperar oulraVod9a os matulos eslao muilo
sabidos, sao capazesoje enfiar o diabo pelo fondo de
maagulha. Se o Sr^cliefe de polica atnhis.ee
livesse ata sondo, coin*' "a um "nit das nuiles
pistadas Eu Ihe coiff'P sondo ; mas nao acredi-
te, porque em suudos a}> se deve acreditar. L vai
o sondo.
Sondei'que, leudo iitscid'' '* "as Europicas, na
Ierra de meus lio, inehavk< lilo insigue nutico:
que pur di.lrajao fizera urna viagem i costa d'Afri-
ca, e Tura dar com os ossos la oj'do 'bita um certo
negodanle pardavasco Faria {_ taVni Kr do cona de
Monte Chfislo ; ) e a!i, sibaa*oyuB pretenda
remelter Pernambuco um rarragf IDenl d8 *<''-
n^. mas qae pan Usa nao aetaa navio- e con-
ductor capaz de pastar umi mellada*
fereci-me para a empreza : indtgi
deverinleiidr, ou por oulra, q
eonsgnalartt em Pernambuco
margeos do Serindaem deveria
com quem me
eria o meo
que as
D. Joan
trir
Pelo vapor de guerra Beberihc, chegatso h
do Rio de Janeiro, recebemos jornaaatR
qo: alcaiicarh a 18 do corrente.
A epidemia cuntinuava a declinar nos lugares qae
primeramente invadir, segundo vern os letore.
do ullirao boletim que.trascrevemos em oulra par-
le. Os lugares porem que ainda se acdavam inc-
lumes, iam successivamente sendo accommellidos
pelo mal.
A nova tarifa dasnlfandcgaa, organisadi pela ser-
rao do fazenda do conseldu de estado. ftMiscutida
era pleno cooselho no dia 15 do correeH e o Sr.
conselheiro inspector da alfandega da corre assislio
a esta di.cua.ao requisij.lo de aguns membros do
mesmo con.elho de estado.
- Segando dii o Correio Mercantil de 18, parece
que o governo de accordo cora o voto do conselho de
estado nao pora craexecojao a reforma da sobredila
tarifa, mas smenle procurar melhorar a parte ad-
ministrativa, e o expedietje das ilfandegas.
No da 15 foi preso pela polica de Nirleroliy. e
remmollido para a corleo Sr. A nlonio Severino de
Avellar, sobdilo porluguez. A prisao, seanudo re-
fere o a Correio 'Mercantil de 17, foi ellecluada
rrqoisirao iloSr. chelo de polica da corle, pelo mo-
tivo de tero Sr. Avellar turnado parte na ultima es-
pecularlo criminosa do trafico de Africanos para a
cusa desta desla provincia. Parece, diz a referid,
gazeta, qae esleve mesmo em fim ponto di frica
apparelliando o paldabote que fui lomado em Seri-
nliaem, e outro que se espertiireveinenle, e para
cuja captura j foram dada aistaais enrgica, pro-
videncias ao cruzeiro, e as auloridade. do lllloral.
Oizia-se qae o preso seria brevimente posto a dis-
pn.jio da autoridad
ro do processo dos reos de Seriuhaem.
l.e-se na Ilecista Commercial de Santos :
a O estado sanitario desta cidade continua, crajas
a Dos, assas .atisfatorio. Alm do nnico caso fu*-
ttto dt epidemia reinante que por destraoi se nta-
r ifestoa na popolejSo de Siotos. no da i do cor-
INSTRLCC-vO PRIMARIA SIMULTANEA.
Methodo de ensino, e modo de ensioo, sadiias
coasas diversissima. |go raeUiodo he processo Intrn-
seco, de philosopdia da mbrina mesma. 0 modo
de processo extrnseco, ddT regulamentar da dou-
trin.ijao. Os meldodos, como todos sabem, dividem-
se principilmente em siujlico, -analylico, synllco
m\slo de analylico,e analylico.misto de syullico. Os
molos Jiv^m-se emaulodidalico indiviual.simul-
taneo|dicafllkc- Islo he: o-nsino analj licodeuma
arle, poHHppso pode ser dado par urna pttjsoa a
si mesma ; atemos o metdodj analylico no modo
aulodidalico. Pode ser dado por um meslrt a um
discipolo, e lemos o mesmo methodo analylico no
modo individuar; pelos discpulos uns aos oaefat, e
lemus anda o melliodo analylico no ensino ou decu-
rial, ou mutuo. Emfim poJtaser dado por- um s
preceptor a lodos -o. discpulos b mesmo (empo, e
lemos o mesmissmo methodo anablico no modo si-
multaneo.
Assim tambem por nma reciprocidade lgica, o
modo simultaneo, por exemplo, pode ser apptteWo
tanto ao metdodo, cemo'ao synlellco, oo syntelk
mysto de analylico, oo amlytico mysto de syntelMI,
Confundir pois melhodos e modos ; lomar Indis-
lincttmente uns pelos outros, he nma metonimia,
que provar omi grande forji de rtlMhe, mi.
que demonstra urna cmprela aaienrii.de tttlloso-
phia, orna ignorancia pouco decante -- ni Hi|gyi
instruejo.
Todos os dias ouvimos al em pecas officitjrs, fal-
lar de simultaneo!, como se houvesse no inunde m-
Ihodo simultaneo, antes do methodo portogata, ap-
plicar-ie esla epressao rbriee.es nessaa |uttstsco-
las primarias, qoe nem se qaer suspeilarem ntmea a
existencia do modo, simultaneo. O modo simulta-
neo apparecen pela primeira vez em Pstkgal ectp
o methodo castillio. Exlradido do Afuste de Ctmim.)
O methodo castillm pode-se cnsinir individatl-
menlo, mutuamente, decurialmenle ; mas prefiri-
se, ensina-lo simultaoeamenle ; o porque de da pri-
------------. ___
is do patriotismo e dea boat-iltie-
mraiisao do Hospital ProaUorm
;*) Nio duvieajmo
jos da illuslre Un
Portuguez, nem 13o poucaosleixauus de rrcotihcer
o grande Irabaldo em que te acha empeubada. tra-
tando de adquirir fundos para o dito hospital.Se lem
bramos qne ella podia igualmente enenregar-se de
agenciar assiinaluras em favor dos habitante, da
liba de Sanio Antflo, desolados pela fume, foi pela
desla provincia,para instaura- simples razao de que, sendo ei'te-trabalho da idn-
tica uaturez,poda com facilldadereunir-se so oulro
e ler aism mais pomplo exilo,como por i retisma.
Nunca nos persuadimos porm de qae fosse sado aquello primeiro trabilho, qo, .6 fsjtt *nor
midadeda ata aso,exduisat oteeuuilo.
ggt|
uiiTinnn




I
DIARIO DE
i

meira iiilol^Bo : eom a sinullaneidade ums pro-
testar prediu incomparavelroenle mais pira a ins-
Iruccio publica ; c os irabajbos tornsa-e ralis vi-
vo, mait activos, mili mb'oioi. vm doa priuc-
paes profassotes desla cidade me dase pranle e>5r.
Cypruuo Luii da Pal, que eu nao podia moiUar em
rogra minlia escola, visto que, em ;io, preci-
ava empreardoo cont de ris !| O ba-
datar em conhecitnenl de materia, cusa menos.
Vejamos :
Inventaro da Ifaas para orna escola do roelhodo
caslilho, aeu preco em moeda forte.
Um Mirado para o prolssnr falliir de um pa- .
oo superior aoaudloiio, fciloa contento.
Uma collsajao da 44 estampas da ninemo-
nrsacoe* por imagen, preco.
'Umquadro prela largo, e alio, preco da
< rra feilo aconleuto....
prtnlia, gia a esponja, e um eiem-
p|ar do melliudo.
4 crees, lautos qoaotos os disci-
Rkti preco he mu diminuto...
Lm ejemplar do directorio dos traballios
da aula, preco.
lima rezeuha alpliabelica.para bem escrevcr
no preco.
KRRAIBUCO

QUIRTA FURA 28 DE NOVEMBRO U 1855
1*XH)
RKCKBEDORlA DE RENDAS l.NTEKNAS GE-
KAES DE PF.HNAMBUCO.
Rendlmaulo do dia 1 a 26.....15:7589970
dem do dia 27. 1:059'J81
CONSULADO
HenAiinento do dia t a 26.
dem do dil 27 .
*
16:8189954
VINCIAL.
. 39:156o99
1:5Kta24t
'ni
40:7429540
240
Ht, vidros,os que forera necessario para
trabalhos : cada um. *
Este papis, vidros economisam muilo o
papel ordiuario, e a visto. ^ _^
Traslados parn os popis, vidros., ***H
cohe mnimo....
ni, peonase papel cnmmum, oque
da arsjiMtio se (asn....
se uollMMo do Sr. I.uiz Filippa
l.eital^ppKiho,
I leRura ; coosla Je urna
paca de madapol.10. stlJOOO
Escripia pelo prnlesor culloc.i do em dous
rolo dejBadeHajsaajjt^flIk ||boim._ *
RIO DE JANEIR 16 de NOVEMBRO. '
Cotaces olliciaes da juula dos. correctores,
FrelesMalla e Constanlinopla : 75| lionleiii.
Terminou a animacAo que se manifestara lionlem
no merend de caf, porque a baixa qoe liouve no
satisfaz ainda aos compradores.
Prelaram-se diversos navios, dos quaes um licspn-
nhol e um inglez a 80| para o Canal, e um norle-a-
roerirano a 85 c. para os porta do uorle dos Esla-
do linidos. ou 95 e. se for para um porto do sul.
>4ll Mtnlem fre*'ran,-*e maJ dous navios alm dos pu-
-" Ipleado, sendo um porluguez a colacsO. e um norte-"
fricano graude a 70 c. para New Orleaus.
Cambios.
dre27 1|4a27 1|2.
Paris 358 a 360 a 60 dia.
Lisboa 100 0|(> a lio dias.
Hamburgo 655, 660 a 90 dias.
F RETES.
0
210
20

Antuerpia 6j|.
Canal.....65| a SO|
Es!ados-l nulos 85 a 95 c.
Hamburgo 65|.
Havre. .60 fr. e 10 %
METAES E FUNDOS PUBL1
METAES. Oucas da patria, .
a )> despatllelas .
-Pecas de aiOO velbas.
jffloedas de 49.....
^Soberanos.......
Pesos hespanhnes .
i> da patria ....
Palacoes.......
Apolicosde 6 % .
ftkW^iPr5Jnciae. .
(jornal
I
Liverpool 4|.
Londres 45|.
Marselba 55|.
Mediterrneo 55|l77|6.1
Trieste 55 a 65|. .
2. O lempo de priiSo em virtude de senlenra
nao sera contado para o precnchimenlo do prazos
do alislamenlo dos volonlarius ruulejuer que eeja a
classe a que perleucam. E o desertor soITrerri alm
dio a perda das vanlageo do premio a do lempo
de servico aoleriqs-^ >
3." Qualquar pessoa qoe se propozer a agenciar
voluntarios para a Ires clasaes cima mencionadas,
e que osapretenlarem a bordo deslo brisue barca,
lera a gralifcar,ao de 18 por um cslrangeiro c 58 por
nacional.
4." O estraogeiro para ser a dimitido deve c-Ois.
bir documento do sen consol, comprovando adiar-
se desembarazado para se poilcr'contratar no servi-
co uaciooal.'
5.' O premio e gralilicaeao sero pagos quando a
praca contratada for admiltida a bordo.
Bordo do brigue barca llamarac, surlo no nios-
queiro de Pernambuco em o I'- de novembro de
1855. Joao Mara Ifandenliolk.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia Je 12 do correnle, manda fazer publi-
co qoe no dia 6 de dzembro protimo vindouro,
vai novamenle a praca para ser arrematada a quem
por menos flzer a obra dos reparos urgentes de que
precisa o acude de Caruar avahada novamenle em
1:2148400.
E para constar a quem convier se mandou ailixa
Jaira para o estrado,quadro,
no paizoailate eslabel-
a (randa despeza !
-So accraseimos da qual-
iscota
Wgffttio ser colocados na
.ligar neoessario, com
bala aa testa, par. que me-
neo de Frti/at Gamboa.
i-oxiu
2H.370d^88O
29|600 a 290600
163001)
93000
89700 a 88900
18910 a 28000
18920 a 18960
Nomiual.
Ota 105 V,
erriu oostio.
OVIMENTO DO PORTO.
ERCIO
Cambio sobra
A croes do Banco
l)U NOVEMBRO AS 3
A.TARDK.
s oliciaes.
60d|v.27 1[2d. f
Penumlioco10 Vde premio.
Accoea da Compaahia Pernambateauaao par.
Aasbear inaacavado regala.28150 por arr.iba.
Al.FATIMBs.iA. *
Keudimento do dia 1 a 26. 398-039*219
ldam da dia 27. i^ 3q:
428:832|041
Diitarrsgtm Ao/e29 de norwmtro.
Jara inglezaflermeonemercadorias.
Ma iuali.z-_l*'iny(on--carvfio.
iaue porlague Portadorceblas, balotase cal.
Uta americapa,l;elia farinha.
uniaca hcapanhola l'ielanlcpinas da vinho.
MapaArasileiroRecifdiversos gneros.
Imporlaea o.
a Ilermione, inda de Liverpool,
Ion Paler Si C, manifeslnu o se-
eaias tecidos de a
hapas. 1 quintal fi
1 caiii-
Roslron
Galera i
eoBsignadi
juiule :
70 frd
nha eslaas
Rooker &
2 caitas lecido de algodao e seda, 118 dilas e 66
ardas leeidos de algodjo, 1 dito dilos de liulio ; a
Henry ibson.
100' barris maolciga ; a Me. Calmont A Com-

M dita, 2 caisas camas de ferro, 53 dilas e
w tecido de alaodao, 1 dil ditas "da algodgn
jcaisas perlences de escriptorio, 1 fardo te-
118a, 26 caizas meias ; a James Crabtrea &
^^^tttia.
Klaos lou;a, 8 caitas lentos de algodao, 36 di-
tas a 7 fardos tecidos de algodao ; a Fox Brolliers
Cotopahhia.
1 eaixioba maehiua, 2 dilas lecido de algodao e
spa, 38 ditas dilos .le algylau, 1 fardo lencos de
^^Hatnha tecidn de flta e lencos de linho, I
fuMlVllM papel ; a *. keller & C.
2 ctitas mappas, 1 embrulho esleirs, l barras
ferro ; a D. W. Rowman.
S feixe taitas de ferro, 3 caltas fio de algo-t.lo,
Us linho ; limei ll^lliday.
0 barricas atluli, 40 toneladas carvio, 3carros
de mo, 1 caitinlia balnnja ; a Seo Wilson S Coid-
paahia.
MancaJL Joiquira Ramos e
i dita amostras ; a U atie. I
MleaT; a Isaac Cario &
Companhia. *
2 caitas o de algadio, 7. farda tecidos de dito ;
a J. Costis & C.
25 fardo e 50 raivaaLaeseV) de algoatlo, 11 dilas
linlro ; ( Paln Nasli 4 I
lilas e 4 fardos leeidos da alisdilo : a N. (I.
Blebei r^tW^
2'fardotlona, 1 barric linflp, 1l> caiws Ib de
ajajfc 108 rtlas a Dardos leeidos
de alsjad bn Hoirie ,,
|Uo, 130 barricas entada<, K
^Hvtci) altaiade, 23 dilas e
ricas lidros, I dila zare, 1
80 raaVkas pl. 80 barti chumlio*J mntelo.
Meas eran. 20 dilas salitre, 4 ditas linhaca, 6
alta miodasa ; a S. P. Jolm-lon \ C.
j ditas HHbIos, 7 dita contenas, 2 barricas lou-
inh a presunto,:) caitas quoijos,! barrlquinha sal ;
a Mi da Canda Nevea.
^^KSI liarrica e 1 cesto louia, I diln amas-
Iras, 16 fardse 97 eiitai lecido de algodao, 4 dita
dijos de luili. V) bsrris maneia, I caita perlen-
cas de e/criplorio, 20 toneladas earvlo de pedra ; a
Joluistou Paler j C.
rricas zareo, 1 dilasulpliato de cobre, l cai-
H ; a HirthMomea Francisco de Mouza.
Nmiot entrado no dia -I.
Marstlh*-53 dia<, hriuue rraiii-ezuLiiiol. de 188
toneladas, captUo E. Leveque, equipagem 10, em
lastro ; a Dragn. *
Rio de Janeiro8 dia, vapor ds guerra brasileiro
uBebenlieu, commaodanle o capiao-leneule Jos
Maria Itodrifues. Ficou de quarenlena por 15
dias. _
olhenborg43 dias, briaue suero ol'rin
Frederik, de 258 teneladas, capiaogj. O. I.iud-*'
Iron, equipagem 13, caraa laboado ; a ordem.
Ficou em observacao por 5 dias,
Calhamde Lima67 dias, brigue sueca uMimero,
de^95 toneladas, capiUlo ). F. Safdberg, equi-
pagem 12, carga (uni ; ao capiulo. Veio re-
frescar e segu para Cowes.
Xavios taiiidu* nn metino dia.
CanalBarca porlosoezo Flor da Maiau, capitn
Jos de Azevedo Canario, carga mirar.
demBrigue noruegueiise L. Ilolberu, capilao
W. Schmessing, carga assocar.
BostonRrigqe americano S. Tliurslouu, capilao
J. C. Beals, carga assocar.
Rio da JaneiroEscn.ua brasileira Linda, capilao
Manoel dos Passos Vianna, carga astucar.
Paralo liaI lia le brasileiro Flor do Brasil, meslre
Joao Francisco Marlins, cargs arros e mais g-
neros.
Ar.icaiyHiali! brasileiro oEtalacao, meslre Jase
Joaquim Duarle, carga vinho e mais gneros.
Passageiros, Eduardo Correia dos Santos, Pordrio
lves Furlado, Miguel Joaquim de Almelita Cas-
tro, Manoel Coelho Bastos dnN'ascimcnlo el cria-
do, Tlioma/. Antonio de Paula Pessoa, Mendo de
S Brrelo Sampaio e 1 escravo.
o prsenle e poblicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 20 de novembro de 1855.O secretario, A.* F.
d'Annuiiciacao. *
O lllm." Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumprimenlo da resalui.-ao da junta da lazeuda
manila fazer publico quer o dia 13 do dzembro
prximo \indouro val novaueiila a praca para ser
arrematada a quem por mano flzer a conservado
permanente da eslrada do sul, avallada em reis
5.4008000. *
A arremalaraa ser por lempo di 10 mezes i con-
iar do 1 de Janeiro de 1836.
E para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
bna%20 de noyembro de 1855.O ssjjrclario, A. F.
d'Annunciacan.
lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraiia Iprovincia,
em cumprimento do resolucao da junta da faztnda
anda/azer publico qu a armiiiiacao do pedagio
a ponte de Tacaruna fdi transferida para o dia 29
do crrente.
E para constarse man'dou allixar o preaeule e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de novembro de 1855.O secrrlario, A. F.
da Anunciarao.
a* en
s- |
ii, da
EDITAES.
%
i e pu-

Idit
1 dila e 1 barrica qneijos, 1 dila
passas, t barril salmao, 1 dito
lio, 3 dilos cerveja a Ponte Ir-
Baslo< & l.-nioj.
de algodao ; a llosas Bruga
looeinho
mas.
Campa__
alimentos, 1 dila perfumara, 4 dilas
uta, 50 ditas folh. de Flandres, 1 dila meias, 22
arrtcas rerrasens, 36 dilas e 12 gigo louca : a
Eduardo H. Wyalt.
'/'"* e^ f"do leejoa de la, 1 dila bicos de
algodao ; a Timm Mamaaf & Vinassa.
is tecidos |BloiU0, 3 far(|0S dilos dilo, 1
caita mtodezas, 4 dm tecidos de .Igodao e linho ;
a Aaauslo Cesar de Ahreu.
m
os el barrica tanca. 2 caixas bataneas. 1 dita
miudezas, OTardos a 4o caitas tecidos de algodao, 9
dila ditos de algodao linho, 25 toneladas carvAo
1 embrulho ; a C. I. Astl.y & C. '
1 caita cobre ; a Kothe iS C. j
t)2 dilas e 5 fardos leeidos de ata*las, -> eaiaa di
las de dilo e eda, 1 dila dilos WM* e- de las
algodsTI dila ditos de 13a e algofll, 8 dilas dilo
de dila o aUodo e linhn e algodao ; a Barroca A
Caslio.
gigo vidros, 1 caita sellins, vidrose perleucesde
rio, 1 dita daca, 1 fardo tpele. 1 mappa, I
a C. C. Johns-
Brandis ^
dilas
Jumes Ryder & Compa-
embrulho chicote, 1 cesto conservas
Ion.
2 barricas ferrageus ; a Brender
Companhia.
32 fsrlps* 22 eahfs Icridoi de algodao, 3
chales de fia a algodW; a
Ma
1 dila lacidoi da lia, 4 Tardos lencos, 6 ditos e 2
caita tosido dealflpdao e de seda, I caita presun-
tos ; a Southil Mellors & C.
2 fardos e 2 caitas tecidos de algodao ; a Ma-
linas Anslin & C.
1 dila tecidos de liaba ; a Rale Schmeleau &
Cosapauhia.
4 siiccos I embrulho amoslra ; i diversos.
-JO.NSUI.AIX) UBR'AL.
__Jmi<^MoA,*' 26- 4*8829343
Mam do da 27....... 1:1369971
O lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provin-
cial em cumprimenlo da resolucao da Jaula da fa-
a, manda fazer publico que o controlo da can-
elo permanente da eslrada do norta vai nova-
vameule .i praca no dia 13 de dexembro prximo
vindouro avaliido em 1:2018728 rs. por 10 mezes.
E para constar se mandn nffitar p prsenle e
blicnr pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 26 de novembro de 1855.O secretario, A.
F. d'Annunciacao.
O lllm: Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em cumprimenlo da resolucao da juula da azenda,
manda fazer publico que o contrato da conservaran
permanente da estrada de l'.io d'Alho. vai era-
mente a praca no dia 13 de detembro prximo vin-
daor avahado em 4:0009000 rs. por lempo de 10
iBeze.
E para constar se mandou allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 26 de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Anniinoiae.io.
Joao Maria WandenVolk, cavatteiro da imperl
ordem do Cruzeiro, Chrislo, e S. liento de Aviz,
chele de divisao da armada nacional e imperial,
commandanle da eslacao naval de Pernambuco,
comprehendida entre os parallelns do Rio de S.
Francisco ecabo de S. Roque, por S. M. o Im-
perador, que Dafaj guarde, eavalleiro da ordem
de Francisco primeiro do reinu das Duas Sicilia,
ele, ele.-^
FncosabMueem execuco de jrilens do Etm.
Sr. ininisIrOTa marinha, que me foram Iransmilli-
das pelo quarlel general, em cilicio o. 63 de 10 de
onlubro Ultime s do, dispoilo as inslruecfies qu
baitaram com o decreta n. 1591 de 14 de abril do
Crrenle auno, fca aberro a bordo do brigue barca
llamarac um alislameolo de voluntarios par ser-
viren] dos navios da armada nacionil c imperial,
sob as seguinlcs condicOes : ,
Classes do alislamenlo.
1.1 Da mannhagem, coja contrata for sem lempo
determinado.
2.a Da inrrinhagcn, por lempo de um a Ires
annos.
3.* Da marinhagem com os prazos de seis a oilo
annos.
O veucimenlos e mais vaolagens que as pragas
contratadas ata virtade desles inttmrroet tam de
perceber, sao as seguintes:
Saldos por mez. m
Claise lojierior 209, primeiro-. niarinheiros 189,
aeguudoi marinheiros 159 e grumetes 109.
Premios.
OfflRriunlarias de l. dasse su perceherao os sal-
dos que I he eaupctircm na forma cima referida,
sem tereni direito preajio nu gralicacao alguma.
Os voluntarios da jflklasse, sertdo ,marinhein>s
lero 209, 458 oflMPf^bforme lorem os contratos
por om, doos ou Ires afllos. Sendo grumetes le-
rao pela inesma forma 109, 229 ou 349.
.Os voluntarios da 3.-' ciaste receberAo mais urna
quaita parle'du maisW premio que poderiam obler,
coulralandjB-se como os da 2." classe, na praca de
mariuheiro ou grumete que Ihes competir.
Se ugo forem homens do mar e liverem mais de
10 aaaos, lerao o premio correspoudenle aos da
DECLARACO
r
maU, 1
a^aWos
irrespon
.50aT0l93l4
I.MVBKSAS PROVINCIAS.
sBaadimenlo de dia I a 26.....
dem da dia 27......,
2-1179818
349831
2:1529619
Exportncao ,
Partiliilia, hiale brasileiro Flor do Brasil, de 28
toneladas, condutiu o seauinie : 283 volumes se-
eros eslraugeirns c naclonaes, li caitas rap, 215
ditas clnrilos, 24 talas e 26 caitas cha, 33 saccas
'"arroi. 142 calas doce de goiaba, 7 saccas cafe, I
dita hllros, 3 roU** 2 latas IBo, I sacca tapioca,
95 caixas sabdo.
Aracaly, hiale bWsilejru Exalar.io, de :17 lone-
aadas, coadotio o seguale : 22b volumes diver-
sas teneros
Re de Janeiro, escuna brasileira Linda, de 153
-4oSMtadai, coiidu/iu o Sacoime :----40 barris banha
de pareo, 20 sacras cdfc 92 arrobas e 6 libra de sl-
godo, 2,273 saceos enm 41,365 arrobas de Mocar.
Basten, orlsue amerlcan S. Thurstnn. de 292
tadas, csadotio o seguiot&>*4,100 saceos com
IMOO arrobas de estacar.
HIllWiHn. brigBStjs+aefriebsLudvieliolberg,
da 348 tonel**, en-ridnzio o .egrnfis .900 it(-
flw asw Vif^s^isjfraMS da
liralilicaee7
O^lunlarios da 2." e 3." classes lerao
raajfos,
artel for i
flatfra
com
mezes
o ser-
alem do
premio cima dilo, a gralificaep de 48 se forero es-
de .)9 sendo naciobaes, se se apresen-
si proprjps, indepeudenle de engajador.
alificacao ser repetida toda as vezes que
lindo o primeiro contrato a praca quizer anda ser-
vir por lempo nunca menor de 3 aunos.
Ventasen.
A's pracas comprehendid neatas Ires classes dar-
se-ha guia dVdesembarque no fim do contrato
tanto que previnain ao commandanle dou
anlsMte que prelendem em lal poca deixar
vie^p ficam isenlos do recrutareolo, sendo na-
cionae por lempo igual ao que lenham servido ;
eiceplo o caso de circumslaucias extraordinarias.
Asylo de Invalido.
Compele a toda as pracas naclonaes que para
ello eoocorrerem com um dia de sold por mez.
Pagamento dos premios e gralillcacoes.
Aos da 2. classe, se o alislamenlo for por um au-
no ser entregue o premio integralmente no aclo de
assentarem praca ; se por dous ou Ires annos em
tres preslacoes iguae, sendo a primeira paga ao as-
untar praca, a segunda quando vencido melada do
prazo, o a lerceira no lira do contrato.
As da 3.a classe receberao orna lerc,a parlo do
premio ao assenlar praca, oulra igual quanlia no
fim do primis auno de servico e o reslnule no lira
do cmlialo.
As gratificares que compelem lis segondas e ler-
ceira classes serao pagas conjonclamente com a
primeira, preslacao do premio.
Observacdes.
1.' No se levar em conla aos voloalarios da 2.
dasse o tempo qoe pastoreen carao devales nea hos-
Ptai5
BANCO E PEHNAMBCO.
O Banco JJ Pernairbuco continua a to-
mar lettras sobie o Bio de Janeiro, ea
sacar contra a mcsina praca. Banco de
Pernambuco 10 deoutubrode 1855.O
secretario da direccao, Joao Ignacio de
Medeiros Bego.
A cspilaoia do porto de conformidade com a ins-
Iruccoe mandadas observar pelo decreta n. 1591 de
144 abrilfdo correnle anuo, convida a lodos us in-
dividuos que se queiram voluntariamente alis-
tar no servico da armada, a comparecer na ines-
ma capitana horas do seu expediente, bem como
os que loadiuiile a competente gratificarlo queiram
agenciaro mesilla alislamenlo,' sendo, pelas ditas ins-
truesoes, a gratificacOes e premios que se oirere-
cem, lano aos agentes como aos alistados, os prazos
por que estes leem de contralar-se, o lempo que de-
velo servir para obler escusa do servico militar.
os sidos qoe percebem n'um c n'uulro caso, e as
oolras vantagens que as leis conceden), cumo sejam
soccorros d'asilo de invlidos, o augmento soccessi-
vo de veucimenlos, e a relorma ou isciican do ser-
vico aclivo, com suido inleiro ou proporcional con-
forme as suas praca na marinhagem, eu nos eorpos
de marinha, pela maneira abaixn declarada :
1." CLASSE.
Marinhagem serrtndo rem lempo determinado..
Ilevcni ser feries, saos, e .iros!timados n vida do
mar. Servirau o tempo que quizerem. Vencera de
sold por mez, 209000 rs. os de classe superior,
185000 rs., o primeiro marinheiros, 159000 ris,
os segundos tlilo, e 109000 rs. o grumetes.
Nada receben) a Ululo de premio ou gratificarlo.
Terao guia de desembarque, preveniudo dous mezes
antes ao commandanle respectivo, que lile sera ira.
mediatamente dada, nu haveudu n'islo juconveiii-
enle para o sen ico.
Exliibir-se-ha aos que forem nacionaes urna re-
salva, entregue com a guia de desembarque-, decla-
randoque a contar da data da mesma guia sao isen-
los do recrutamenln por lempo de um anuo, or pur
tempo igual ao que liverem servido nos navios do
Estado, stveste prazo for menor; isencao smenle
suspensJKp caso de circunstancias extraordinarias.
Sendo oaVonaes compele-lhes asylo de invlidos
coiicor rendo para elle com um dia de sold por mez.
Os estrangeiros tambem podem er admitlidos ao en-
gajamenlo apreseutando documentos do respectivo
consol declarando acharem-se desembarazados d
servico da respectiva nac3o. I
2.flCLASSE.
Marinhagem rer viudo por um a Ires auno*.
Devem sej fortes, saos, e acoslumados vida do
mar. Servirao o lempo de seu contrato vencem
o sold por mez j cima declarado. lleceVerao
pelo engajmenlo us premios seguinlcs : sendogru-
, 10, 22, ou :ti>oo ris, segunde- se conlrala-
r um, dous, ou tres anuu ; se forem mari-
20, 45, ou 709000 ris, e receberao mais a
gralicacao de 49OOO ris os eslrangeiros, a 5000
ri os nacionaes, apresentando-se directamente para
o alislameolo ; gralificacao esta qoe nao abonar
repetidamente ao niesrao individuo por cada novo
contracto soccessivo qoe lizer nao sendo esle por
mais de Ires annos. Os "premios referidos ser-lhes-
hio pagos integralmente no aclo de assentarem pra-
ca se o alislamenlo for porim anuo ; se por dous
oa Ires annos em Ires prestarles igoaes, a primeira
salisfeita como no primeiro caso, a segunda quando
vencido melade do prato to contrato, c a lerceira
Hndn o mesmo prazo. Sendo nacionaes compele-lhe,
o asylo de invalido) concorrendo para elle com um
dia de sido por mez.
Nao leve-te em conla para o preeqchimenlo dos
prazos do alislamenlo, ou contrata,tiempo que pas-
sarem ao hospital, e nem o de prisa* em virtude de
sinlenra, sofirendn de mais a mais o que desertar a
pda das vantagens do p*Bnio, e do lempo do
eWtco anterior.
Os estrangeiros tambero sao admitlidos a ebgaja-
meoto apreseolando documento do seu consol de-
clarando estaremdesembaracados d servico da ras-
pecliva narao. mJL
3. CLASSE.^
Marinhagem un indo de seis a oilo annffc
Devejn ter os requisitos dos da segunda cldRe,ex-
cepto a pralica da vida raarilima, pelo que e com
mis do 40 auno nao leein augmento de premio es-
tipulado ao desla classe conlralando-se como os de
segonds, na prac.a de gromele, ou marinheiro. Ser-
virSo pelo lempo de sen coulrali.com o sollo dos da
segunda classe.
Kccebem de premio o marcado para osdessa clas-
se cora o augmenta da quarla parle confojtBaa prora
que Ihes competir, distribuida pela manfl Bguin-
!,: lerca parle logo que lenhao assenladopr^a, ou-
lra Ierra parle no lim do primeiro anuo de servico,
e o restante lindo o prazo do alistimenlo oa enga-
jamenta.
Teem direilo a gralificacao de apresenlacao, e sen-
do nacionaes compete-Ibes o asylo de invalidocon-
correndo para elle cora um dia de sold por roe/..
Sofireiido discoulo no lempo do eajMBmcsjtfafea-
quelle que esliverem era priso cutnHPuo ilslii-
ra, e tambem a perda da vantagens do premie, e
do lempo do servico anterior, no raso de descrlarem.
Os estrangeiros tambera podem ser engajados com
apreenlarao de ura documento do seu cnsul de-
clarando eslarem para isso ilesembararadosdo serv
ce da respectiva uacao.
i. CLASSE.
Serrindo no corpodoimperiae*inarinheiroi.
I lev era t-er homens da vida do mar, de 18 35 an-
nos, ou al 40, cidadaos brasileiro, fortes, saos, e
capazes de lodo o serv iro. Servirla 10 annos na
praca de gromele; nao pastando deSiIro do primei-
ro a classe de marinheiros, poit n'etle caso lie t-
mente 6 annos o lempo do servico. Vaneen) toldos
por mez cabes da iMrinbaires iQfm reis, a 189
reis ambaras], primf iro kariaheire. 181000 rti, ui'criidn'
i I
e 149000 reis embarcado; segundo dilos 109000 rs;
terceiroedito SJ000 reis ; e os grnmetes S9OOO res'
em Ierra, e 79000 reis, embarcados. Abjana-sc-lbes
por premio do engajamenlo IOO9OOO reis, so forem
marinheiros, e 6O9OOO reis sendo grumetes: pagos
aaano os dos voluularios da 3, classe. Compele-Ibes
assylo de Invlidos concorrendo para elle com un
dia de sold por mea, e mais urna gratificarlo men-
sal igual a urna lerca parle do sold, qoe vencem,
no lim de 10 annos de servico, e a melade'do dito
soldu depois do 16 annos. Compele-Ibes mais a re-
batia depois de 20 annos de servico, e leem direilo
a Imu no fim do lempo que se declara deverem ser-
vir,
Soflrem o disconlo no lempa de seus engajamenlo
Jaquelle qua passarem era prisio comprando senlen-
ra, e perdem as vantagens do premio, e assim o lem-
po do serviro anterior quando por venlura deser-
lem..
. CLASSE.
Servindo no Balalho Xacal.
Devem ler os requisitos da 4, classe, sendo purera
a idadedelSali.annos podenda-se admillir estran-
geiros medanle previa aulorisacio do governo.
Servirao 6 annos, pelo menos, com o sold diario
de 510 reis, os I. sargentas, 330 reis o 2. dilos,
120 reis os cabos, e 100 reis os soldados. Kccebem o
premio de I.VI9DOO rei se nao forem matares de 40
annos, e o de IOO9OOO reis se liverem mais desla
idade, pago conforme esl cslipalado para os volun-
tarios de 3," classe.
Teem direilo-as gralificace designadas as le
to exorcilo, no caso de reforma do rotralos, e
vencerem mais estando embarcaba o 1. e 2. sar-
gentos a qur'la parle do sold, t.o> soldados sold
dobrado.
Compele-lhes asylo de invaliusM concorrendo para
elle com um dia de sold pornier. Compele-lhe
raais a reforma depoi de 20 anaos tic servico, e ob-
leem a baixapreenchido o lempo que se declara de-
veremservir. Sofi'rein o disronto 1 lempo de seos
enjajamenlos do q^esliverein em pristo comprindo
senlenra, e perdem as vantagens do premio, e assim
< lempo de servico anterior, quando descren).
6. CLASSE.
Menores aprendizet marinheiro:
Devem ser cidadaos brasileiros de 10 a |I7 anuos
de rnogfuccao robusta, e apropriado a vida do mar;
podflptR admillir menores de 10 annos lendo suf-
licieole eesenvolvimenlo phisyeo para os exereiciot
do aprendizado. Kerebem o premio de 1003000 reis
pago de promplo integralmente aos pais, tutores, ou
quem suas vezes lizer.
Passam s enmiele logo que liverem a idade de 17
almos, contando d'ahi em dlanle o lempo do servico
para oblerem a baita como qoalquer oulra praca do
aorpu de imperiaes marinheiros.
Vencem inensalmenle o Aldo de 33000 rei, e
compele-Ibes asylo de invlidos concorrendo elle pa-
ra com um dia de sold por mez. E nao leva-se-lhes
em conla no tempo do engajamenlo oque passarem
em priso cumprindu senlenra, e periiem quando
deserlem, as vantagens do premio, e o lempo de
servico anterior.
Uralifjcac.au aos que sepropozerem a alistar vo-
luntarios para a I." al 5." classes.
D. Felizmina Perpetua Tra-
vasso........Se D. Amalla.
D. Mara....... o Leonor.
Convidados mascaradas, criados, ele.
A mcao pasa-se em Lisboa 8 anuos depois da
terso dos Horneas de Marmure. ^
ar fus ao expeclacoio a liada camelia lyrica
era 1 aclo hlilu'.ada
a liada
\0R.
Sendo a comedia composir.lo do Sr. Mendes Leal
e a msica do Sr. Lheodom Oresles.
Os principaes papis ao feitos pelos Srs. Monlei-
ro, Lisboa, Mendes e I). Leonor.
Segunda recita.
(JLARTA-FBBA 5 DE DZEMBRO.
Kepresenlar-te-ha'peh primeira vez o eteelletle
drama m 3 arlos, Iradutido do francez pelo Sr.
Lu/ Jos Bayardo, intitulado
o roiian das galles ue.botanv-bay
OU
A JUSTICA DE DOS.
Penonagem. Actores.
Mulver, pai de Alherlinn. Sr. Senna.
Feliz lionnenil, capilao. Lisboa.
Berghom, procurador do rei. Pinlo.
Julio liuliur. ^ .... Mendes.
Francisco. menoTgo. n Bezerra.
Aldermrnn, coronel. ... 11 Sebastau.
L'm raajor. ...... Sania Kosa.
Pedro, moro da llerdade. Monleiro.
Um oflicial.......ii (iuilherme.
Um (abetlio......n Sehna.
Alberlina. ...... Sr* D. Leonor.
Calharioa, inora da Herdade. Amalia.
Olliciaes, soldados, criados, ele.
A acr.ia p,i-,t-se em Lian Ires, perlo' de Bro-
xellas.
1 O reslo do expectaculo sera auiiunciadona segn-
da-feira 3 do correte.
Os bilhelcs acbam-se desde ja a venda no escrip-
(oriodo Ihealro.
i,
*
AVISOS martimos.
Kereberao por cada um idneo 49000 reis se for
estrangeito, e 5.">000 reis sendo nacional.
Capitana do porlo de Pernambuco, em lo de no-'
vembro d 1855.
iHtiziario Antonio dos Sanios.
Capilao do porlo.
BANCO DE' PERNAMBUCO.
O banco de Pernambuco toma dinhei-
ro a juros, de contbrmidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
novembro de 18..5.Joao Ignacio de
MecleirsjTK-ejo, scci-oiu.iotla direccao.
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O conselhoadmrnislralivo tem de comprar o se-
guinle :
Casemira carm;sim, cavados 100 ; 'aniagem, va-
raa 50!) e meia ; sapalus feitos na provincial pares
1:101 ; algodao em rama, arrobas 4 ; cabos inodoros
18 ;rolhas de curtir para garrafas, groeas 3 ; pavios,
duzias'J; laboas de assoalho depinho, duzias 20 ;
seca'nle, libras I ; ferro sueco qaadrado de 7|8,
quintars 20 ; rame de lauto enlreusio, arrobas 2 ;
cobre, arrobas 20.
Quem quier vender estes objeclos aprsente as
suas propostas em caria fechada, n secretaria do
conselho s 10 horas do dia 3 de dzembro.
Secretariado conselho administrativo para fume
cimenta do arsenal d guerra 26 de novembro de 1855.
Rento Jos Lamenha Lint, coronel presidente.
Bernardo Pereira do Carmn Jnior, vognl e
secretario.
O lllm. Sr. capilao do porto, em observancia
da ordem do Exm.Sr. presidente de 21 do correnle,
manda fazer publico o aviso da repartirlo da mari-
nha de 5 tambem do correnle, do qual consta nao so
se li 1 ver ordenado a inudanca.da povoa iU>das Salina*
na provincia do Para para a proiimidado da lorre do
respective pharol.ua pona da Atalaya, o po de ban-
deira, onde se fazem os signis do navios, qoe di-
rigen)-se a aquello ponto, alim dereeeber pralico'
ma tambem a observarflo all do regiment de sig-
naes que a respectiva presidencia mandn ja por
em pralica desde o 1" do mez prximo pretrito ;
regiment que estar palele nesla secretaria d-
ranle as horas do seu expediente para qoem quizer
ve-lo, tirar mesmo delta alguma copia.
Secretara da'capitana do porto de Peroambuco
em 26 de novembro de "1855. O secretario, Ate-
xandre Rodrigues dos Anjos.
I Aviso a que se refere a declararlo supra.
Copia.Circular n. 52 Kio de Janeiro. Minis-
terio dos negocios da marinha em 5 de novembro
de 1865.lllm. e Exm. Sr. Tendo sido mudado
da povoaeao das Salinas na provincia do Par, para
e proximidade da lorre do respetivo pharol na pon-
es da Atalaya, o pan de bandeira, onde se fazem os
Biguaes dos navios, qoe se dirigen) 1 tiuellc? ponlo-
II fim de receber pralico, e haveudo-se determinado
ao presdeme da mesma provincia, inandasse obscr
var all o reglamento de signaes, constante do in-
cluso exemplar, paJJ)eipou-nu> ello em oflicio 11. 22
com dala He 21 d setembro ultimo que fui designa-
do a dia 1 do mez proxisao pretrito para comersr-
iio a ptir eia pralica o sobredilo regimenlo : o qne
comoiunico n V. Etc. para que o mande fazer pu-
blico pel capitana do porlo dessa provincia.
Dos guarde a V. Etc.Joao Mauricio ll'ander-
ley.Sr. presidenta da provincia de Pernamboco.
Cumpra-se.Palacio do goveiuo de Pernambuco 21
de novembro de 1855.l-'igueirtdo ^-
Conforme.Antonio Leile de Pinho.ConflMr,
o secretario, Alecrandrc Rodrigues dos Anios.
Para o Rio de Janeiro
se2t1e.com breviJaue o bemonh'ecido hrigne bra-
sileiro Damao ; pata o resta da carga, pesa.eiros e
escravos, para o ue tem exceHanles coinmodos, ira-
l.i-e com o consfcttario .1. J. II. I-., ou cora o* a-
pilo a bordo. |
PARA O MARAMUAO E PARA
Salie com brevtate por ter maiot-
parte da carga a btven brasileira Bri-
Ibante >i : para o resto tratare
consignatarios Novaes 4 C., na
piche 11. 51 primeiro andar.
Babia.]
\:u seguir com brevidatlc o liiate na-
cional FOKTUXA, meU Joaquim Jos
Silveira, tem graftde pti fcjaeu carre-
gamentoprompto: Rta-M
com os consignatario A pAlmei-!
da Gomes &C., na^^^K^r|ipiqn. 16^
segundo andar.
KIO DEJANE1BO.
Seguo no dia 28 do mez correnle o patacho BmL
;.ae3
Dflo-sa 8009 a premio sobre peohores 00 hypo-
theca em urna casa iresta prt^a : quem preleader,
dirija-se a roa Velta n. 105.
Precisa-se de 5009 a premio por tempo datura
anuo, sobre hypolbeea em casa neata cidade, livre a
desembarazada : quem lver annuncie,
^g| precst-se de um criado que saibi avmprar e
faer algom servico dentro de casa, que saja tfel, pa-
ra urna casi de familia : a 1 rular na risa do Cabug,
loja ce cera dogr. Angelo Custodio dos Santos.
A peasoa que arhou um embrulho contando
varios papis, oflicio do governo, ale, tanha a hon-
dada de entregar no Gymnaiio, ou uo segando an>;
dr da sobrado da rus do Vigario, onde reside o Sr.
cirur;;i9o Silva.
Carros fnebres, n> pato do Fa-
raizo, casa n iO.
Nesle eslabeieciraenlo de Jos Pinto de Magallaes
'ncontram-te por precos commodos os inelhores car-
ros pira defunlos, aojos op donzellas ; eucarrsga-se
de Iota o necessario para qoalquer enterro com toda
a promplidao e esaswo, a deixar ticar salisfeila a
petsou que se digiWen) incumbido de semclhanle
tarefti.
Deseja-se fallar cora os Srs. Joaqdim MorVa
fia Costa e l-raiicBco Moreia da Cosa ; rffceua do
V Igano n. 5. ^*
. "" *'u%, nn Ji 9 do correnle. do eogenlio Salga-
gular, cor bem preU.aosto magro e niuilo corapri-
do, he muilo cambada, tara os pes apallietados e
ramio fetos, usjoelhffmetlidos para denlre, falla
grossa, be inuOo laapb. e'iem de idade 38 annos.
pouco mais oa menoT roga-se porlaulo a qualquer
pesso que o reconhe{<, o queira prender atfaze-lo
condiizir ao referido engenho em Ipojuca#ou em
Ponlu dajjehoa cass>au Sr. Benlo Jos da Cola,
onde se gratificar generosamente este trabalho.
Prccisa-se de ama ama que saiba engommar e
coziniar, para urna caa de pouca familia : a tratar
no largo da Kibeira, taberna n. 1 que faz quina pora
a tai de Sania Rita. *
No dia 4 do correnle fugio do sitio do abaixo
assignado, na estrada do ilosarinho, ura seu escravo
de nome Wmipgos, crioulu, alfaiajf, leudo os ps
bastante grois de bichos, os calliaes fcveiros,
falla de deutes, reprsenla ler 25 annos ile idade ;
tai escravjado alfaiale Sant'Auoa, o qual tam bata
loja na ratHas Cruzes ; quem o apprebndHi din-
Ido abauoassigiiado, qoe ser tecora-
H*. Ferreira.
rMM Hkaa de leile : na ra estrei
EoM^nH BaV andar.
Precisa-se tfe^pa ama forra ou captiva, qoe
rozinhar : nm da Cruz n. 50.
Manoel Auloiiiu da Cunha, cora taberna na
ra da Cruz n. 32, faz sedente aos desodores da mas-
a OAida de JMoel lionralves de Azevedo Kamas,
quearremattann leilo. publico (odas as dividas
perlencenleSywesma massa, e por isso roga a todos
os devedores hajam quanto sutes de n embolsar,
quaralo assim o 11 io fa;am usara do meios que a le
llie concede.
Perauula-e onde moram dous irtnae naturaet
do srrlld Riacho de Porcos, filhos do Sr^paquim
(eliciu, inoradaroo Pi
I
LOTERA
DO HOSPITAL PEDRO II.
guara-feira 1 i de no-
vembro andam iuclubita-
ve|noen||> as rodas da refe-
rida lotera, pelas 9^ ho-
ras da manha, noespaco-
so salo da ra da Praia
n. 27: os ineus billetes e
cautelas estao expostos ^a
venda as fojas j conhe-
cidasdo/espeitavel publi-
co. Pernambuco 94 de
novembro de 1898. O
cautelista, Salustianode A-
qino Ferwtira.
l
Srasalpai
nimc
(losakaau
rorrcnlaJB)caval-
era lodosaBaudart
pegar de o levar a
to saltao, qoe sera
Jess, recebe carga e passageiros : a tratar com Cae
lauo C\ riaco da C. M. ao lado do Corpo Santo n. 25.1 '
Pura o Kio de Janeiro segu viasem o ber-Jf
ganlim nacional Despique de Beiris. capilao Elzee
de Araujo Fraoca, al o dia 8 de dezembro do cor-
rele e poY ler dous tarcos d carga pronta, e para
o resto da carga miuda, escravos i freto e passagei-
ro : liala-se com o consignatario Manoel Joa-
quim Kamose Silva na ra da Cadeia Velha do
Recita ou rom o capilao na praca,
PAllA A BAHA
pretende sabir neslesSda a muilo veleira sumaca
nacional llortencia. a qual tem parle de seu carre-
gamenlo promplo ; para o reslS e passageiros, tra-
la-se com seu consignatario AnlouioLuiz de 01 iveira
Azevedo, ra ate Cruz n. 1.
Relfi l; mpin;tila e paque-
tes inglezesa vapor
No fim do mez
esjiera-se da
Europa um dos
vapore desla
cumpanhia,
qual depois da
demora do cos-
lume seguir
para o sal: pa-
ra passageiro
ele, Irala-se com os agentas Adamson Howie C,
na ra do Trapiche-Novo n. 12.
Desappai
lo rodado, ma
ano- galope : ro:a-se
W Imptrial.Uefronle d
recompensado.
HesHAluga-se ama casa na a-Vista, excepto no
rrc, que sejn de um andar, ou tarrea cora solSo e
M, oti segando andar de casa de dous andares:
no aterro da Boa-Vista n. 39. primeiro andar.
O Sr. acadmico.Wanderley, natural da lla-
lli. U:aa urna caria na ra Noval.iaaquina da da Sol,
primeiro andar. ev-
ita seda trancas raoi lindas,
De cores varias e bellas,
Al vas qual nave ra i pura.
Verde, atoes eamarellas.
I
Re:
l'ranras lao propria pare 1 fesla
10 |
I Irma o :
a do Rosario a. 38, junio e botica. '
o Anlonio Texeira Oairaarijfl|
___lem tle msteriaes na rus da Con
26 alaaas sobrado dolado direilo e alera
lem psra vender nina porciio de lijlo de af
groca a 219000 o miilieiro posta- ua porta da
io excedendo as ponte que divdela o 3 batiros
esta cidade at ao viveiroiln ra Imperial, tambem
vende cal prela e 'branca fina a 560 rs. e 1^600
barrica de lOalqoeiras para cima, a dinheiro a vista
assim como lodes os raais malerjae vende muilo
barata,
i>uHro Anlonio Teixcira (iuimarfie* pede aqusl-
? I. r*,-rtr afeder por qaal quer
Ulula que seja, baja 3? ap.c...... .: 1 *
t pesa, urna vez que se. achq legaliada ; ?.J,H,"
conlai. que al ao fim d'aate anuo possam incorrc
na pn.-scrlpc^a que o arlgo 486 do cdigo comercial
impoe as prescripQes dedsidda%j| '. ^
THEATROJ
DE ^
S. ISABEL
Sociedade Dramtica Emprezafca.
EXPECTACULO EU UHANdAjALLa WLO
ANMVERSAIUO NATALICIO DE S. M. I.
tendido para duas noiles.
En> consecuencia de haver uo dia 2 o grande
baile ds cuards nacional, e com conseccAo do Exm.
Sr. presidenta da piovincia, a saciedade dramtica
d a recita em festejo do natalio de S. Al. I. no
SABBADO 1- DE DEZEMBRO.
Logo que compareja na Irihnna o, Exm. Sr, pre-
sidente ta provincia, a companhit dramtica canta-
r, perante a efllgie de S. M. I., o
HYMNO NACIN
Sngnir-sc-lia pela orcheslra nina ln-lla^itivfrliifa
linda n qual principiar o expeclacoio pela primei-
ra repres: nlarilo do excellenle drama cm 3 aclo
do insigne rompuslor tlramalico porlusoez o Sr.
Mendes Leal, nRtiilado
0 HOMEM DC QURO.
He desnceessari-t lecer i-Ioko ao prseme 0r%J
ma, porque o nome do seu aulorhe bstanle para o
putilico ler a certeza de presenciar a representacSo
de um bellissinta drama ;.agora o que nos Ihe af-
liani;amos he Masli prodcelo he uina das suas
mais brillianlesJJniposiroes.
Personagens.
Simplicio"
pos.
Estev.lo de
Aoloniodi
Diogo Tri
I .convidado. -
o de
Can
Adore?.
a," dilo.
Olfii
ida) de polica.
.
;i
Sr. Senna.
Bezerra.
Lisboa.
Mendes.
(iiilbern
Pinto.
Monleiro.
Sanlo:RQ#a.
Seba5n,
Sfnhi.
rra
Para o Ceani segu o hiale Correio do Sorle ;
recebe carga e passageiros: Irala-se com Caelano
Cvriaco da C. M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
ParaLisfJoa,a {jaleraportugueza Jo-
ven Car lqta, capitao lio; ventura Hoiges
Pamplona : para carga e passageiro, tra-
se com os consgalarjos Novae$ & C, ra
do Trapiche n. 5.
Para o Bio de Janeiro salte com mili-
ta htevidade, o muito veleiro hrigiie RE-
CIPE, o qual tem a maior parte do seu
carregamento prompto: para o restante
e passageiros, trata-se com Manoel Fran-
cisco da Silva (fcrrico, na rtia do Collegio
n. 17, segundo andar, ou com o capito
a bordo.
Para Lisboa pretende sabir com a maior bre-
vidade a bem conhecida barca porlugueza Cratidaot
quemada mesma quizer carregar ou ir. de passagem,
para o qoe lem as mrlhoret aecomodartjes, dirija-se
aos consignatario Thomaz de Aquino Fonseca & Pi-
lilo : na ra do Vigario n. 78, primeiro andar ou
ao capilao na praca.
Freta-se para qualquer parte, e com espccialr-
dade para ns portas do Kio da Prala a polaca hespa-
nhola Industria, de Iota de .150 loneladas. capitao
Jos Marislaoy : quem pretender, pode entender-se
com os consignatarios Amorim IrmSos of Compa-
nhia, oa com o dilo capitao na Prora do Commer-
cio.
O aMkWVorja lar leilao era sou annazem,
na ra do Collegio n. 15, de urna grande quaalidade
de obras de marcineria novas e usadas, como bem
sofas. contlos, un sas redonda, cadeiras, commodas,
guarda roupaa, guarda louca. lavatorios, laparsdd-
res, marquezas, carleiras e mochos, ele, ele, varias
ohras.de ourofe prala, relogis para tlgibeira, vidros
e louca, urna grande potrao de miudezas tle diver-
sas qualidades, o oulcdsvnuilos objeclos que se a-
charn patente no mesmo armarcra, os quaes se
enlregarao pelo maior precaujITerecido, quinta-fein
2il do correle as 11 horasaBmanhaa ; assim como
urna porciio tle rap da fabricado Kio de Janeiro e
alguus escravos de arabos os sexos, lodos eeses ob-
jeclos sero vendidos sem lmite.
ecu-yjll
'a lrica
s os sei
i limile
Leilo.
da 2-5
aua-
ouro
de
Fumo.
I o tarara na ilba do Pin, > maullas do
do coi rente, e de anta da casas desuada a
renlena o objeclos segaintes : um relogio de
bonete, de palentoingiez, n. 1901 da I
Lilhcrland Davies'JfT. de Liverpool, ama1
rente de cabello gnaraecida do uuro, urna pequea
correnle de ouro com om pequeo saboneta com as
iuiciaes.B. L. e urna chave de ferro pequea, lodo
preso ao ditu relosto e perlencenle a Manoel Buar-
que de Macedo Lima Jnior, no valor de 2509000
roga-se a qualquer relojoeirn nu pessoa a quem os
dilos objeclos forem oderecidos, a eulrega na 'ra do
l.ivramenlo n. 26, que ser geoerosamente reeoro-
pensado. .
ama prela para o servifo
familia : na roa dos
Precisa-se alosar
diario de urna casa masc
Marlyrios li. 36, t'lapaT.
RuaMo Collegio
n. 2S, terceiro
andar.
Da-se dinheiro sobre penhores : guar%
da-se o, maioi segredo e mdicos juros.
Precisa-se de urna ama de leite : na
ra Direita n. 82, padaria da viuva Ma-
chado.
COMPANHIA DE BEBEBIBE.
O Sr. director ca companhia de Bebe-
ribe manda iazer publieo, que por deiibe-
rcao da admitistracao da mesma tem de
aneinatar-se o rendimento da tasa dos
chaTazes e iiicas desta cidade, por ba ir-
ros, Ou na totalidade |>or tempo de 1 a 5
annos, a contar do 1 de Janeiro de 185o"
As pessoas a quem convier contratar po-
dem enviar as suas propostas ao escripto-
rio di companhia, at o dia lOdedezem-
bro prximo. Becife O de novembro de
1855.O secretario, ixiii da Cosa Por-
tocarreiro.'
Na ra da Madre de Dos n. 36, existe uaia
carta viuda do Rio tirando do Sul, para o Sr. Pe-
dro de Assis Campos Cosdeo.
*
Ouintq-leira 29 do cor rente.
C. J. Aitiey&C., larao leilo, por in-
tervengo do agente Oliveira, e conta de
quem pertencer, de quatro a cinco mil
alqueires de sal de Cdiz, muito alvo e
superior a identico'gcnero, que a este
mercado tenha sido importado : na quin-
ta-teira indicada, ao meio dia em ponto,
a' porta da associacao commercial dcsta
praca, onde se patenteara' a amostra, a
qual pode previamente ser examinada,
no armazem dos aiiiHineiant.es, ra' da
Cadeia.
AVISOS DIVERSOS
LOTERA da provincia.
HO.JE, 28 do corren-
te, as 9 % horas da Uu%
nlia, lie o andamento das
rodas da segunda parte da
segunda lotera do hospi-
al Pedro II. Os caute-
labas, Oliveira Jnior j- C.
Ms directores da companhia de seguros mari-
lia^Rlilidade Publica rtinvidaiii aos Srs. occionis-
las em assembla geral, na conformidade do arligos
41 e 42 dos estatutos, nu da 30 do correle ao meio
dia, no escriptorio da ra da Cadeia do Recite.
Os Sr. Cyprianu l.ui/. da Pai, na ra do Col-
legio, Manoel Duarle V'ieir, largo do Collegio, di-
rao quem d quanlias de 5008 ou 6008 com Tiypo-
Iheca em casas terreas de pouco valor.
Preaiaa-e alugar 2 ou 3 negras para vender
oa ru
Cin
talar.
em'as lver, dirija-se a roa do Ouro, as
J- rwa n. 45, qae acbara jcom qoem
l'ugio lionlem (26 do correnle' pelo madruga-
da, a prela Kosa, tle iiaejla Congo, idade pouco mais
ou meuo 2t$ anuos, de estatura regular, o lem ua
lesla o signsl de su a n.-irao, levou vestido de cila
rom ja usado com corpo de oulra calla diOerenle
muilo desbotada e quasi branra,e um chale de qua-
dro tambem desbolado : quem a pegar ou, der no-
ticia didla dirija-se i ra da Cruz u. 42, segundo an-
dar que receber i a recompensa.
Precisa-se de ama ama forra ou escrava, qoe
saiba t-ozinliar e eiisaboar, para urna casa de pouca
familia : ua ra Imperial n. 37,
Ilesenraminhou-ie do podar do abano assig-
nado um meiu bilhele da actual lotera ds Maule
Po de numero ,>307, que lem o noiur do mesmo
no verso, pede-se porlaulo ao Srtt caulelwlns que
n.lo pa gera o premiu que por sorHhe sabir, senflo
ao abano assignada.
Bernardino Lopes de Amorim.
Precisa-se d'ora criado psra casa d'um estrau-
geiro Holleiro, o qual di)fiador stta Conduela : na
ra da Cruz n. 10-.
Atuga-se ptra passar a testa ana axcelleule
casa na povoac.ao dos Apipucns, cura muilo bous
commodos para ama familia, com bando no fondo:
tratar na roa da Praia n. 24, ou com o Sr. Maia nos
Apipocos.
Permtila-sc una boa casa lerrea, chilos pro-
prin-. livre e desembarazada, com lioin quintal e
boa c.iciioba, na ra tle A&uas-\'crtles, rom asALla
para a ra de llorla, e4em proporcAo para mitra
casa, por uutra nobairro ds lt-.ia-Vista : quem pre-
lender annuncie.
Manoel de Sooza Silva Serodio, morador no
riachao de Panellas de Miranda, lendo negociado
nesla praca com varias pessoas a quem soppoe nada
dever ilr o prsenle, cteeplo aos Srs. Jos Joaquim
l'ercir i de Slendonca e Manoel Antonio da Silva
Aniones por niln eslar inda o lempo vencido ; pelu
mesmo convida a (odas a pessoas que so julgarera
aeo credore de apresenlar suas cotila no prazo de !
3 dias, em casa do Sr. Jos Carreiro da Silva, as
Cinco Poulas n.7l, qae ser Jo paga, ttecife 23 de
novembro de 18aj.
l proprielario da linda deuiuuihus faz scienle
ao respeilavcl publico, qoe vai retirar o mnibus da
Passagem no ollimo do correnle mez ; os Srs. assig-
nanlas qoe nSo liverem completado as suas assigua-
loras at aquella dala, hajam de vir receber a dilie-
renra no escriptorio da ma da Cadeia de Santo An-
tonio n. 13.
Atuga-se o terceiro andar da casa n. 53 da
ra da Cadeia do toai'o, com commodos para pt>
quena ramilla : tratar no segando andsr da mesma j
#sa-
do faz scitule aos rs. eaulelisUs
Hieles das loteras e outrasqoae-
quer pe*tsTts, qoe nflo paftjead ou facam lraoaacc*i
alguma com 20 raeius Inllielaa da segaada parle da
segend.i lotera de hospital Pedro H, qoe corra no
da 28 do corresajjHi quaes bilhele foram partidos
pele al)iu\o a pelo abano asignado cotao eaulelisla, e os nmeros
sao os seguidles : 2 meios n. 1759, ditos n. 4466.
2 ditos n. 2193. 2 dilos n. 1391, 2 dito n. 406S, 2
dito n. 4563, 2sitos s1097, 2 dilos o. 795, 2 ditos
u, 2265, 2 ditas a. 875;. e*aesoa que achoo, qoe-
rendo resliluir^seru gralidcado ; e protesta o mesmo
-balso assignado nao pagar ditos meio bilhele caso
aiam premiado, ftecife 26 de novembro da 1855.
O cauleliila, Anlonio da Silva Goimsraas.
O akalto asiigaaaa, vendo na iarto de Per-
nambuco n. 28:' um aononcio do Sf*. Jas Joaqoim
de Souta Lsiuos, morador em Mamangoape, em que
',,'rem "" ,ao ao ,D*'X0 atsifnado duas lel-
"jtT" pe ao masmo Sr. Remos se dijue
apresenlar o recibos em tomo foram paga, eaqdal-
quer convencao leg/djiata, como diz pode provar.
Advirlo ao Sr. LaaiosB|os iiomens.de Ooa fe tpa-
gara com^uheirB|ifaasa que o vallia. e nao com
panlomaK a ufBMiIiniccs como o Sr. Lemas quer
izeraBat algua^Bessoas que |^e confiaram saas
lidia; em cStaato ao prevenir ojie ninguera faca
gocio com ellas, i||a u coosidaraMcredUado para
se poder fazer* nrgoela com alsar^Mande mesmo ju-
dicial cusa a receber.
Jos Joaquim de Castra Honra.
CEM Mil. KEIS UE (KATIFrCAtAO'
Kuarram na urde de 25 do correnle 'i escravos de.
nacao Cotia, um por nome Jorge, meio fula, I
frente 2 denles partidos e no rosto lataas paoJ.
bem fallante, e quando falla lie (le vagar ; e j
d nomajSaipar, estatura regalar, cor bem prel
carJBj|iaBsaern B"s pequeos lallios no rosta, aoles
lirnaw ns frenle, tambem talla descancads
bu levarain diOerenle roupaa : raga-ta as as
pessoas qoe us pesaren) levar praca 3rpi>
Sanio n. 11, a seu senlior Anlouio Man ti Macnado,
que rrceber a gratillcarao cima. -
Precisa-se de ama ama para casa d familia :
uo paleo do Hospital, taberna n. 16*.
COIPiHHIi DE BEBEBIBE,
Previne-se aos seuhores
accionistas da companhia
de Beberibe, que o Sr.
caixa da mesma est auto-
risado a pa^ar o 16 divi-
dendo, na razao de i?500
por accao. liecife 25 de
novembro de 1035. O
V?r&V&> Luiz da Costa
Portocrrelro.
Precisa-se de orna ama para o servico da uaaa
casa de pouca Uuutseirando-so ,.K,Jd-----ZZl
prela captiva : na rafe Direita n. 13.
-n*luga-se urna escrava engsmmadeira para cata
de pouca familia : quem tlver, dirija-sa a roa da
Cruz n. .">.
. Na ra Nova n. 2, precisa-se.de am molsque
escravo de 14 a 16 anuos, para fazer toda servico de
casi.
Sorvetes,
Todas as Urdes das 6 j, as 8 ;, havtra uo tairo
da Boa-Visla n. 3, excellenle sorvetes de oat qua-
lidades de frucias escollidas, servidos sem demora e
com lodo o aceio eligido.
-Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr. juit
dos feitos da faienda conliraaam as arrematafGes par
venda de beni penliorados por eieeuces da fasenda
provincial j aiinuuciados por esle jornal, qaa sao os
segninles : ama casa terrea na ra ireila dea Alo-
gados ii. 35 por 500, penhoraaa a Auloaio Vai Sal-
gado ; oulra dila na rua.de S. Miguel n. 101 (tn am
pequeo silio por 5003, penhorada aos arfcil.us de
Joaquim Caelano da Luz ; oulra dita na roa da 11o-
tocolornb n. 38, sendo de pedra e cal por eflOfi pe-
nhorada a Joto de Cruz ; oulra dita aa BMU roa
n. 31 por 2008, penhorada aos herdeiros de Bita da
Cunha ; outra dila e silio na raa de S. Miguel dos '
Afogado por 2508, penhorada a Manoel Goaealves
Serrina-; om terreno e materiaet no batea As Qaia-
bo n. 52 por 258, peoborsdo aos filhos de Beato Joa-
qui/n tle Carvalhu ; um pegoeno sobrado na roa de
S. Jos n. 20 por 6003S, ao herdeiros de Antonio
Miguel : am sobrado com peqoeuo sitio no rogar
dos Coelho n. 6 par 3:0008, penliorado a Fortunata
Candida Coelho ; urna casa lerrea na roa de S. Jote
ti. 36 por 4008 h annunciadii, a Antonio Iranchco ;
um pequeo sobrado no logar dos Remedios n. 23
por 6008. a Anlonio Duarle Bjreira ; a renda an-
imal era 248 da casa terrea n.Vjf na raa de Santa
Rila, a Joo Thomaz Penara ; ata escrava da aoaae
Thereza, de nario, com 40 Maoi por 30u>, pexiho-
rada a Viuva Vieira tS Filhos; a armarlo da toja de
sapalriro na ra Direila desla cidade D. 100 parHfr,
a Jo^o Gomes Pereira ; duas bancas da amarello e
cinco cadeiras da mesma raadeira, assenlo da palha
por 168, penhoradas a Caelano de Ws Campos.
Se alguem sejulgar com algam direilo i casa
da ra da Gloria n. 10, queira dirigir-se a roa do
Crespo a. 23, no prato de 5 dias aa annuncie.
O solicitador Homao de Sonta Lisboa modoa a
sna residencia para a ra da Gamboa do Caraae, pri-
meiro andar do sobrado u. 19, u'unde pode ser pro-
curado para os negocios tendentes ao seo embrego.
Candida Maria l'iocidona, viuva de Manoel
Jos Correia Braga nclia-sc nrucedeudo inventario
dos pouco bans que llie licaram por lallecimenlo de
seu marido, esenvu tos orpliaos Brilo, os cradores
podem preparar seas processos para seren pagos
Selas forras da heraiica vista qoe addie a beaatcio
o ioventario mesma heraara.
Alaga-so o terceiro andar da raa do Amorini
a. 29, por preco esmmodo : trala-ae no segaada an-
dar do mesmo.
Precisa-se de urna mullier forra ou captiva pa-
ra lavar de sabio e engommar, a de asa bota IMWr
par o collegio da CmiceicAo, na Tamarineirs, em
Cruz de Almas, ou na loja do Sr. Ricardo, essjatna
da ra do Collegio.
Pcrdeu-se lionlem, 23 do correnle, de tarde,
n'um passeiu da Capunga al o Poco, pela beira do
rio, vulur.do pelo Mooleiru, um relogio de yuro pa-
leule itiglcz, caita cubera, o. 1193, com um padaro
de correte de ouro de esmalte azul, e mais um gau-
cho de ouro preso no dilo relogio. Para maior co-
nhecimento lem esaiplo no inosliador Rob Roskell
Liverpool : qoem o adiar e quizer restituir, pode
enirega-Io ua roa da Cruz do Recife o. 21, primei-
ro andar, qne ser bem recompensado.
Alug-se urna prela propria para todo o servi-
co do uina casa, e sabe cozniliar e engommar: quem
a pretender, dirija-se a ra dos Marlvrios, casa do
coronel Salguelru, junio n igreja.
Alnaa-se a loja de um sobrado silo na Passa-
gem da Magdalena, no principio da Iravcssai qoe
volla para o Remedio ; na mesma inja existe anta
armacao com lados os ulcucilios estado, ejppii'lc-se por preco milito contmdo, tanto
para licar como para sabir .* os pretenitente podem
dirigir-se a raa larga do Rosariu,.padaria n. 18, que
a cha rao cora qsem tratar. Kf roasma atecisa-ac de
um bom pa leiro qoe ealenda perieiUmenu do tra-
fico depadarut
Pot-o da 1'uotiHaT
Na lravi-sa da Saade ha soeKlhas quarlas-foi-
ras. sabbaUos e domii*uaaAaLveporas de diss-strOtos
. tarde, das 6 ', ti 10 hdJjL
MWIsliWNSItMM
S J. MI DENTISTA.
coolina a residir na roa Nova n. 19, prin
) ro andar. ,
!
Quem qaizei- diah^as, na
Rio de Janeiro, a .1 diaidl vista, ]
se com Antonio Jos Rodrigue '
Jnior que sacca contra aqueili
a tratar na roa do CoHegWSaf
meiro andar,


#






01*1,10 DE PEIMUIBUCO QU*RT* fik H O jOVtMBRO flt I6S5
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A NOVA 50
O SEGUISTE:
Manual ea^nMa*, PEnaY |PET'do Dr. O, H. Jalir, traduzido en. por
ttignez pata Lar. Moscozo, quatro volun.es ene ademados phi dous o acoinpanhadode
o'id diccionario dos termos de medicina, cirorgia, analomia, etc., ele. ..._,. -JU9IHK)
Esla obra, a mars imprtanle de todas as que tratara doestudoe pralicadaliomcoriathia, por'scr a nica
queconlm abase fundamental "esta doulriuaA PATHOliBNESIA OU EFFE1186 DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMOEM ESTADO DE SAlIOE-jcuuhecimenlus que nao podem dispensar as pes-
soas que sequerem dedicar a urlica da verdadeira mediaina, inlefessa a lodos os mdicos que qoizerem
ctoerimentar a doulrina de Halinemanu, e por si meni se convenceren, da verdwIafjMl'ella : a todos a
azendeiraee senhores de engenho qfe eslao lonse dos recursos dos mdicos: a tudas os capitesde navio,
que urna au aira vez nao podeiu deixar de acudir a qualquer incoinmodo sea ou .de seus tripulantes :
a lodos a |Be familia que por cirenmstancias, que nem sempre podem ser prevenidas, salobriga-
dos i prestar O vade-raeeorndo homeopalha ou irsduccfle da medicina domestica do Dr. Marn?,
obra tambero til pessoes que se dedicam ao esludo da homeopathia, ueaaajelu-
me grande, aaompauhadiMlo diccionario doaUermos de medicina N .3 > 10JOO0
O diccionario ddnermos de ilMiciua, cirurgfjKanatomia, etc., etc., encardenadjHpT. .13000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar om pas seguro oa pratica da
estabelecimento se lisonaela de le-lo o mais bem montado pessivel e
Bridada dos seus maairamenlos,
JPCOS INVARTAVE1S.
RorW te* oa 30 dynlmisacSo.
Compra-se fumo da Ierra, de corda, aro pe-
quea c graude pon o : oa ra Imperial B. 167.
^orrn^in-se pataces brasileos e
hppanlioel a 2.S0: na ra
do JRecil'e, loja de eatnbio n. 7>:
Lompra-se urna carroa em bom .estado, coro
cavullo nu boi : a tratar na "roa ilu Amorim n. 48,
armazem de Paula & Sanio-.
Na fabrica de ftttilicarao do cngcnlio I tinga
de Cima compra->e coiislantemenle agurdenle a 2
% coro o abate de 80 r. em cnnedawlo pref crren-
te da praca, com n qual ...antera afea frequenle cor-
udenc.a que I lio marca a* alieno Oes do mer-
eaer^^
4f
bomeopathia, e o proprielario
uinguem duvida hojo da grande
Do 12 Ubos w .
lie il .......
Do 36 .......
De 48 .......
De- 60 ......
De 144 .......
Qualquer desle boticas em linctoras, o dobro.
t'.ada tubo avulso
i
Menores. Grandes.
. 8*000 109000
. i.>aooo 20J00O JS9000 20jli00 25*0011 300DH
. :t000tt 358000
. 60*000 a>
ada tubo avulso.............\ ^T..... 18000
Mia ouca de qjugr, ir tiuctura da guma dwiamisjcao........." 2j00t'
Uro frasco da vari lindura de rnica e-^Ifc# i4Wbbbbbbi -** a0011
FwlMpre a venda grande munero de tobos de crvstal de diveraojnraanhos,
vidros para medicamentos, e aprompfa-se qualquer ejicommenda de medirameo
de e 'por presos muito coromodos.
m toda.ibravida-
TRATAMEKTO HOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
CHOLERA MORBUS. W

ou lualrucjao ao povu para so |
para ata/ha-la, emjtuanto'seree
em que pao os b#.
TRAWBHMJ EMiPOHTliLEZ PELO Di
Estes di i conten as indicaces mais ciatos c j
m mesii
rei.i
ra-la independeule desles. uoe lagares
Z.
PlOS DES.
1 eofermidade, administrndoos remedios m
no ineqvaaiouaiesmo par;
"
as, e
rao eiUi ao aftnce de todas as inielligencia's, nao pelo quelt respeilo
plmenle Si preservativos que lem dado ,>s mais salisfactoiios
ellesteiu eielaiposlos em pralica. ,
Sendo o Iralamenlo lioineopatliico o uuicoque lera dado grandes
vel enfermidade, jolaamos a proposito traduzir ettes dous iroporUnl
la.loara desfttiaciliiar a sua leilora a quem ignore o francei.*
'- l lHJn.lnp *
no curativo desla I
os em lingua ve^^^H
Vende-se unicamenle no Consultori
os medicamentos precisos c boticas de 12
JO800O.

Iradueior, roa Nova
com un frasco de
llQf
00. Vendein-se tambera
O SOCIAUSMO
PELO GENERA!. ABKEU E LIMA.
Ainda eiislem algnns ejemplares enquaiiernados,
e acham-se a' venda na loja de livros dos senhnres
Ricardo de l'reilas 1 C, esquina da ra do Collezio,
e en) cata do aotor, paleo do Co!le;iu,casa amarella,
no primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para urna caa de pou-
ra familia : na praee do Corpo Sanio u. 17.
-- Novos livros de bomeopalhia em fraucez, sob
lonas de summa importancia :
Hahneroann, tratado das molestias ebronicas, 4 vo-
200000
68000
78000
68000
168000
(3000
89000
168000
lomes.
Teste, molestias dos meninos.....
HerinR, bomeopalhia domestica.....
Jahr, pharmacnpv.-iuomeopatliica. .
Jalir, novo manual, 4 volume -
Jahr, molestias nervosas. ..'....
Jahr, molestias da pe le. -. .
Rapou, historia da homeopalhia, 2 vlaMes
Harlhmann, tratado completo das inolajtli.is
dos meninos..........KI.TOOfi
A Teste, materia medica borneopa 1 hiea. 89OOO
De Fayolle. doulrina medica homeopertbiea
'.linica deSlaonel ....
'asling, vprdMlo a liomcopalliia
Diccionario de Njsleu ...
Alllas completo de anatoma casi bellas cs-
.=...ro-i tliiorioa, eniiiond*^ e5escripi_,io
de todas as parles do corpo humano .' 30JOO0
vedem-sc todos estes livru no cuaultorio boinaapa-
Ihicu do 0r. Lobo Moscoso, ra Nova 11. 00 pri-
mdiro andar.
Massa adamantina.
He*geralaieute reconhecida a eicellencia desla
preparaeae para chumbar denles, porque seus resul-
tados srmpre felizes ato j do domiui do publico.
Sebastiao Jos de Oliveiri faz oso ilesta preciosa
massa, para o Oro indicado, e as pessoas que qize-
rcm honra-lo dispondo de seus servidos, podem pro-
cura-lo na .Iraveasa do Vigario n. 1, .loja de bar-
beiro.
: DENTISTA FRANGEZ. I
^ Paulo Gaiguout, dentista, estabelecido na
roa larga do Rosario n. 36, segundo andar, V
colloca denlescom a pressao do ar, e chumba 0
dente* com a massa adainaulina e nulros me- aj
REPERTORIO DO MEDICO
HOWIEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOEF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
e posto em ordom alphabeliea, com a descripelo
abreviada de todas as molestias, a indicarao pli\so-
logiea e therapeutica ile todos os medicamentos ho-
meopathiros, seu lempo de acc^lo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacAo de lodos
os termo* de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
daa pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
O Srs. assigiianles podem mandar bu-caros seus
c\oroplares, assimeomo quem quizer compraK
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
(tiomudouasua aula para a ra do Ran-
fjel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eextei nos desde ja' por m-
dico preco conv he publico: quem se
:|uizer utilisar d"$eupequenoprestimoo,
pode procurar r 1 segundo andar da refe-
rida casa a' qui quer hora dos dias uteis.
Aluga-se om silio eom boa casa de sobrado, a
qual lem mullos commodos, sila na povoarao do
Monteiro ; a tratar oa ra do Trapiche u. 14.
OOMPAMIA PERMRMNA.
ArMrawe^o pede aos Srs. acMonislas se dignem
rcslisara allima prestado de 15 n>0 al o di 15 do
mez prximo futore.
PUBLICA CAO' UTTERARIA.
Sahio' luz o Manual do tilintante de r.alim,
dividido em doas parles. A primeira contm um
compendio .le grammalica latina, eitrahidu dos me-
I hoces que se lem publicado: comprehende as qua-
Iro grandes divises da grammalicaeivmologia,
ynleie, prosodia e orlJiographiao trata de lodas a
regras e eveepcoes mus precisas, sendo cada urna
dessaa parles enriquecida de copiosas olas espostas
em ordero e ao alcance de todas as intelligencias ;
formando a letlo um volume menor do que o da
arle 4o padre Pereira. A ogunda parle conlm a
inylhologii 00 historia da amiga religiao dosGrego
e Romanos, e um breve Iral. do dos coslumes e cere-
monias, lano civis como religiosas doj anligos Ro-
manos ; uro volomo de mais de 300 paginas ero 4.<>:
acha-se venda na cidade da Parahiba, na leja do
Sr. Rufino Olavo da Coala Machado ; na cidade da
rea, na loja do Sr. Manoel Jos da Silva ; o na Ba-
lda, na loja do Sr. Csrlos Puggeli : preco de cada
cxemplar 48000.
Asmis iuo nas chapelinas
para enhofras.
lie chegadn j prara dLiodepeudencia, loja de
Joaajaimdo Oliveira Mala Jim completo .vanado
miento de chapelinas para senhoras, He muilo
boa qualidade e dos mais especiaes goslos de l'ari-,
lOCPa mais em coula do que em oulra i|ualquei
tia moma loja se venden! chapeos de lodas
Wade para luenfuos o meninas, ludo goslos
proprloa da fsla.
C"i ^^HPPLisboa, antigo discpu-
lo do Sr. padVe Joaquim Kaphael da Sil-
?. approvado plenamente pelo lycu
dest cidade, da' lines de latim, f'rancez
e portuguez: na ra de Apollo n. 21.
BR
(^ompram-se escrasas de ambos os sexos, c re-
cebem-se para se vender de cnmmissiln : na ra Di-
rcila n. 3.
Comprante um quand
aunuiicie.
manso : quero
tiver
VENDAS
ti olliiiiKias
PIRA 18So\
Estio a' venda as bem condecidas fo-
llunhas impressas nesta tvpographia, as
de algibeira a 320 e as de porta a 60; ai
de algibeira alem do Calendario et:lesi-
asticoeXivil, contm 1 un resumo dos im-
postos municipaes, provintiaes e geraes
3ue all'ectam todas asclasses da socieda-
e,extracto dosregulamentos parochiaes,
doceuiiterio, enterrose sello, tratamen-
to ej^ias molestias, inclusive a do cho-
nRoMpnedsdes e regras para la-
teiga e <|ueijosde dili'erentes qua-
diltas ecclesiasticas ou de padre a
vendem-sr unicameiite na livra-
8, dapTaca da
No* (im.. rTlBez saliirao
manak.
erafl
zerntai
lidarJes
i80rs.
1 Ladc pendencia.
Wf lesta esta
a porta.
ro nao se
cisa eiposr
romo (^^^
toda a fiarte. ero I|^H
engeita.

ni.t
Gratuito para
de Sa:^_ ju-r'-
1 todl
enfeflfce na en> 4a
dianle ; man em casos
ias agudas e graves as vi
em qualquer hora.
As molesiias nervosas merecen! Iralamenlo
especial segundo meios boje aconaclhadtta
pelos pralicos modernos. Estes meios exis-
JS tem no romnltorin central.
Kv
,tB frente do ber-
K botica, a segunda lo-
ores e listras, o
PUBLICABA O COROGRAPHICA.
sta'aTenda-.^-,a classica n. 2,
no ,v..*^o uo Col regio, a obra intitulada
u. eve Noticia Corographica do Im-
perio do Brasil, escripta em 18." i; e ro-
g i-R aos senhores assignantes <|ue ten lia m
a bondade de mandar buscar os seus
e\emplares, no armazem de leiloes, na
ruado Collegio n. 15.
Lotera do hos-
pital Pedro II.
Aos 5 000;, 2:500$ e lOOOs
Corre quart-feira 28 d presente mee..
Os bilbetes e cautelando cautelista An-
tonio Jos' Kidrigues deRuza Jnior, nao
estaosujeitosao descont dos aavpor cento
do imposto dalei ; os.quaes se acham a
venda as lojasda piara da Independen-
cia ns. i. l."i, I5e40, ra ireita n. 15
eda Praian. 50, sendo os premios pagos
logo que saia a jistageral.
Bilhete inteiro 5jJ60o 5:000^000
JfMeio bilhete- 2S800 2:500,S000
1X920 1 :(iti.slitiii
1S440 1:250S000
I.SI60 hOUOsOU
720 rj25.s000
000 500i'000
500 250S000
O referido caulelista declara que s pa-
ga nos b Hieles inteii-us vendidos em origi-
naes, os 8 por cento do imposto da le, nos
premios guindes, devendo o possuidor re-
ceber do Sr. thesoiireirooseu compet n-
te premio, que com os ditos 8 por "cento
recebidos do referido cautelista prefa/, a
sorte por inteiro, sem descont algum.
Madama Scasso
modista.
Aterro da Boa-Vista n.3l.
I'ariiripa as senboras desla cidade.que recebeu um
sortimeiilo ue iUeieulrs oujvclos de modas, ricos
chales de louquim elampados com om bello dese-
nho. dilos bordados, dilos de relroz, romeiras bor-
dadas a raalix, chapeos de seda para senhora e me-
ninas, novas modas de grinaldas de florea escarales,
ricos corles de vestidos de chamelote preto, ditos de
seda branca para noiva, dilos de oores para baile,
trbenles landos de ouro, obrasqoe as enboras nao
acuario de comprar, nobrea de lodas as cores, ri-
fes, veslidos, enfeiles para tbealro e bailes, e oulras
minias fazendas de gasto.
A pe-see que I. oaxe do Kio de Janeiro urna
W eieommenda parJallo Ansusioda Cimba M
W Uuimaraes, lenha a. bondade de entrega-la
9 neniada Aurora, em casa do Sr. Gustavo
*ose do Rego-ajfu enlAo declare a sua
rada. ~
se
to da
de fi
Klaslfl Rmu goslo, o
*IM^ IjjOOO
ndelina de seda de
rinc brilbanle de seda de quadros, o
vado
Upara de seda da quadro<, o covado
Sassas francezasde coras finas, a vara
lina viva de lindos golos, o covado ,
Mas franeezas muilo finas, o covado
cados Trnceles d novos padroes, a covado
Chales de merino herdados de matiz, caria uto
Ten;s
Quartos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
ItOOO
iooo
640
180
.">80
320
210
KW00
Oilos de dilo lisos, franja ile eda, cada mu OJOO
Dilos de dilo de Cores, Iranja de lia, cada om S.MI0
Palitos de alpaca p;ela lina, cada un 49500
Corles de casemira de cores, cada uro iSOOU
Ditos de dita prela lina, cada um T9OOO
l'eilos, collariohos e punhos para camisas por isOtK)
Lencos brancos de rassa pequeos e finos 2N0
jVusloes linos para cojlele, o corle WJO
Madapolesliuos com peqoeno loque de avaria :i?s800
Leoros de seda de cores para grvala 500
Chapeos de palha aberlos, forradas deeteJa ^
, '..... '---------., ^ -^MtHI
Leos de relroz de cores I^UOO
Camisas fraurezas para horoem 2^400
Pannos finos de varias cores, prova de limio,
o covado ijoOO
Dilos pretos Olios, o covado 25500 e 5O00
SUPERIOR PANNO PASA ESCRAVOS.
Vende-se por preco com modo, o bem
con herido algodo da trra, o melhor
que se tem dpseoberto para roupa de es-
cravos: nos Quatro-Cantos da ra do
Queimado n. 20.
Vende-se urna escrava moca e de boa
figura, sabe lavar com pcrfeicSo, engom-
e co/.nha algumacousa: a tratar na rua
da CadciaVelha do Recite, loja 11. 22.
Vende-se um cavallo aordo e bonito, de cor
rodado foveiro : na rua de Aguas-Verdes n. 23, so-
brado.
OBRAS DJ3TORO
As mais modernas.
Os abaiaFassignailos, d.roos ua loja deouriTes. na
rua do Cahuga B. ti, coofronle ao paleo da matriz e
roa Nova, fazem publico, que eslao recebendo con-
nnuadamenle muilo ricas obras de ooro dos iii-IIm-
res cortos, tanto para senhora como para liomcns
meninos ; ospretosconliiinaiiwneimobara-os como
lem sido, a passa-se conlas com resjR)iiablidade. es-
penheando a qualidade de ouro de I i ou-18 quila-
tes, ficando aim sujeilos os mesmos por uualauer
duvida. SerapbiniiVlrmao. '
Vende-se muilo bom milhoem saceos grande
virolos da Pnrahiba, c muilo boa carne do setlao
ludo por prei;o commodo : 11a rua de Sania Rila n
o, taberna.
Conlinumse a vender no largo do Carmo, qoi-
na da rua de 1 lorias n. >, bolacha lina villa-verde
holachinhas de soda finas, chegadas de Londres a
000 rs. a libra, e ero latas de K, te2 a 43200. j-HH)
e l20O, ajilas Napnleflo a loo rs., ditas araruia a
iM, ditas l.isboens- a tOO rs., manleiga ingleza de
480 a %0. 'lila franceza a 720, assucar refinado na
fabrica do Monteiro. prala lina, a 14. assucar bran-
co proprio para doce de cju' a 1M>, banda a 480
hiles de sardinligs de Naues a OO e SMars.. azeile
doco a GOll rs., vmbo do Porlo fino ajjjHuiuio de
Lisboa c 1'lBoeira a 500, e de oulrosad^La lirmbem
biin- a 180, peneiras de rame a 09. cafflpiGO car-
nauba a 40, cspermacela a 800 r., Iiolacliinha iu-
glea a WJO rs., lapiocu a 200 rs., e doco de goiaba.
Vende-se urna casa terrea na travesa do Lo-
ba lo 11.14 : a tratar na rua do Rosario da Boa-Vista
n. 41.
Vende-se urna cscraja crioula, com idade de
JO unas, boa bordadeira, eastureira, engommadei-
ra e lavadeira, tendo um pequeo defeilo ; vende-se
por preco commodo: queje a quizer, dirija-se a roa
|Ueuj ,
Aurora, em casa
Hegqjtou eni.ii> de
Lotera
mo- ajj)

DO HOSPITAL PEDRO II.
Quartu-feira 28 Uo corrate, andam
as rodas da segunda parte da segunda lo-
tera do Hospital Pedro IK; os raeus afor-
tunados bilhelesecautelas acl.am-se a ven-
da du lojas do costurae, e no aterro da
Boa-Tista ns. 48,e 68. Recite 21 de no-
vembrode 1853.O cautelista, Antonio
da Silva Guimaraes.

O Dr. Das Fernandes, medico, reside no
primeiro andar do sobrado da la Nova,
esquina da do Sol : onde continua no ej>
eicicio de sua piofisso.
s
,,"" Opadrelhomaz de Sania Marianna de Jess
Magilhacs se oflarece para ser capello para aquel le
eeohor de euzeuho que quizer olilisar as' mis.as c
mais aclfls proprios do minislrrio sacerdolal, e para
enslnar pnmeiras lellras, doulrina chrislaa, arilh-
melica, grammalica da lingua porlugueza, gramma-
lica da lingua latina, musici e francez : o senhor de
engenho que quizer, pode procurar o annuncianle
na casa de sua residencia, na rua da Concordia, das
9 horis da manhla em dianle de qualqner dia.
Precsa-se de uma
hotel Francisco.
ama de leite: no
da Glora a. 24.
Vende-se ama cabra (bicho) parida, dando lei-
te o com uma cria : no paleo da ri6eira de S. Jos,
fcasa da quina que deita o oilao para o mnro da Pe-
r Vende-se urna taberna com noucos fundos, na
larga do Rosario que volta para o becco do Pei-
ze I-rito : quero a pretender, dirija-se a mesma ta-
berna, ou na rua do Queimado n. 20, que achara
com quem tratar.
vende-se multo em conla e muilo nova semen-
te de coentro: uo Manguinbo, taberna da calcada
flllB*
Vendero-e 2 escravos muilo bons padeirosde
masseira e tendeira, sito crloulos, muilo mocos e lem
bolillas heoras : a tratar ..Proa da Madre de Dos
n. JO, taberna de Antonio da Silva Guerra.
Na rua Velha n. 119, vende-se um violan com
boas vozes e bemconslruidn.
Alerta !!! [
\ende-se uma cama de ama rol lo com coliao ecn-
seraoes, ludo cm boro esla.iu. propria de casados,
por ler seu dono de embarcar : a ver e tratar, na
rua da Cade.a de &anlo Antouio, loja de marci-
neiro .1. I8.-
- Para fechar conla.
Veude-se uro restante de pares de pedra marine-
ra branco, da melhor qualidade e goslo. para con-
sol, por menor preco que em oulra qualquer par-
le : em casa de Rabe Schroetlau & Compaiil.ia, rua
da Cadena da Recie n. ;17.
itRelogios
cobertos e des-
cobertos,
de ouro, patelife- ing
Vendem-se no escriplorio de Suuthall Mellor A
Companhia, na rua da Cadeia do Rec.fe u. 36, os
mais superiores relogios coberlos e de-coberlos, de
ouro, palele inalez. de um dos melhores fabrican-
tes de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete inulez
PIANOS.
Vendem-se em casa, de Henry Brunr.os
C. rua da Cruz. n. 10, ptimos pian &
liegtdos do ultimo navio d Europa.
\ ende-se una porrRo de laboas osadas, e i
caixoes para amostras, penis, balancas e medidas de
pao e de folba, por commodo preco : na rua da l.iu-
Vende-se um lindo mulatinlm de 1(i anuos,
muilo esperto e bom para pagem, urna prela criopla
que engomma, coziolia o lava, sem vicios,' uma dita
da Cosa com as mesmas habilidades, e que vende
na rua, om preto de 33 annos bom para sillo: na
rua dos Ouarleis 11. 24.
N% liberna da rua dos Marlyrios n. 3(i, ven-
de-se a muilo superior carne do sertao, por preco
commodo. v
1 Vende-se uma boa escrava com al-
gtunas habilidades, de "2H anuos de idade :
trata-se na rua dp Santa-Cruz n. ."i.
Vende-se um novo c excellen-
le 1 airo de i rodas, de golo
_Jwioderno : a tratar na rua da
-Madre de Dos n,7, com Jos Duarle de-Oli-
vcira Reg.
PARINHA DE -MANDIOCA.
V endero-se saccaejtrandes rom farinha de man-
dioca por prero commodo : para fechar cuntas : no
armazem de LuizAnnes defronte da Alfaudege.
Na fregnezia de^Sanlo Amaro de Jahoato ven-
de-se uma parte de I2:t6492ll do engenho Floresta,
avahado por 36:000, dlslaiue desla praca 3 legoas,
c com ella as benifeilorias seguinles, feila's depois da
mencionada avaharla no mesmo engenho e em so.s
(erras como descreva-se abaito, sendo : na sde do
engemlio tlaresla, uma excellcnle casa de viveuda de
sobrado envidrarada, de pedra e cal. feila a moder-
na, com bstanles commodos para uma familia nu-
merosa, uma e-lufa de seccar assucar e uro ptimo
ra e cal, e usa m-lhores trras
; um oolro d'agua levantado
a ha dous anuos, denominado
ha boje moenle c correle,
: um acude com capaeidade
e com proposites de aer aug-
nho cun cavuuco de pedra,
suas ptrlenras, casa de cal-
de purgar do mesmo modo,
ao coai alambique da cobre, cubos
Dauhe.ro, ludo do
do referido eng
ero letras quasi v
Mallo Grosso, qo
com as srguintes
para moer boaasalj
mentado, casa de
roda d'agua, moei
deira completa, 1
dem ilaaMbstao
e suas perfencas.-idem do rnraiameiilo, idem
hospital da prelos, idem de rriaitaa. idem de viven-
ila, eii.na oulra quasi acabauju^das eslas obrasne
pedra e cal. Veude-se lamtlMI a safra creada nesle
idlimo engenho, assim como sw,000. pes de caf alia
plantados, aluuus bo.s, carros, qnarl.os e^lguns es-
cravos, alem de senzalas de escravos, estribara, casa
de farinha, casa de bagaro rie esteios ; ludo ven-
de-se eom algum dinheiru a visla, eo ma.s a pr./o
com boas firmas 011 ontra garanlia que IheakeJ
valente : e Iralar-se no Recifo com o Sr?Jy
quim Jorge, rua do Crespo, ou lio referido a'
com n Sr. Joilo Francisco Xavier Paes ttarret
melhormenlc pora as condirSes da referida vea
Rico gaze de
seda,
ev>m qoa Jros de lindas cores, fazenda propria para a
ooite de fesla, pelodimiooto prec.. de WKX) o cova-
do : ero f ente do becco da Congregarao, rua do
Queimado n. 38.
Cballj
A 800 rs. o en vado,
com lindas e variadas cores, rica laa com quadros de
cores fingindo seda, pelo diminuto preco de 640 rs.
a covado : na rua do (Jueimailo 11. 3K.
Fazenda rica he
flavina.
Chegada olliman.enle pela barca franceza LuizQ
Mara, e est smenle venda na rua do Qneiroado
u. 38, em frente do hee o".j"uai-.te^cja f-
zmmAm Um i..-. aa com lvrauem de cOvVs, com
uma vera de largura ou mais, |pelo diminuto preco
de 19600 o covado ; d-se as amostras 'dei
nhor.
Vende-se uma negra de 40 annos, boa vende-
dora de rua : na roa das Cruzes n.-9, loja.
u Veude-se superior farello ero saccas grandes,
roa sacra 42)000, e em porcao de 5 saccas para cima
a 33800,tannha de tapioca em saccas de 3 arrobas a
cima ; a 44000 a arroba, he inuilo sopeiior: na
travessa da Madre de Oeos armazem o. 5.
Vende-se um globo do
mundo, obra franceza che-
gado ltimamente e por
barato preco: na rua \
Cruz n. 26, primeiro an-
dar. .
FARINHA DE MANDIOCA.
Na rua do Vigario n 5, vende-se por
mdico prooj superior farinba de man-
dioca.
labriolete.
Veude-se um bonito eabriolele com Ion. elegan-
te cavallo : para ver e tratar, na rua da Roda, eo-
cheira do Sr. Paulino.
RQLAO FRANCEZ.
Venae-se esta deliciosa pitada tanto em
porcao comoaretalho, em porcao na rua
da Cruz n. 2(3 primeiro andar, ea reta-
llioa 10 r$. aoitava: na ruada Cadeia,
loja de Val & bal-
Na rua da Cruz n. 20' primeiro an-
dar, vende-se uma porcao de cai\as Obm
sardinhas em latas, muito novasporterem
chegado no ultimo navio francez, e por
baratissimo p>'4a-
Vende-se o evcellente champagne
em calvas, ltimamente cliegadodeFran-
tja, e licor de Kiisch : na' rua da Cruz n.
20, primeiro andar.
Vende-sena rua dflruz n.2 pri-
meiro andar o apreciaver cha' preto em
libras, assim como chocolate rancez o
njelbor que tem' appareciclo no mercado,
e por preco muito em couta.
%
TENTOS
ara voltaretel
m
Irascos
detn-sc na rua da Cruz 11. 20 pri-
meiro andar, cai\4nhas com teutos muito
delicado para o aprecia vel jogo de vol-
11 para outro qualquer jogo, ul-
timaroljre'iiidosde Franca, epr pieco
baratis*imo.
Veude-se uma porcao de
com rolhas de vidro, muito proprios para
conseftpr toda a qualidade de rape, epor
preoaj^iuito commodo : na rua da Cruz
n. 26 primeiro andar.
PALITOS FRANCEZES.
A fabrica de chapeos de sol da rua Nova 11. 23,
esquina da comboa do Carmo receben pelo nllimo
navio chegado do Havre os objeclos seguiulea: pali-
tos de panno lino forrados de seda prela e de cores,
ditos do setiro do China, dilos de palha de seda,dilos
de alpaca prela ede cores, dilos de linho de brela
nba branca, casacas de panno preto e do uilimo mis-
to, riquissiinasea.nisas coro aberturas, punhos e co-
larii.liosrtlCj, linho. um lindo sorlimenlo da cravalas
dejajajjda. um coniplelo sorlimenlo de chapos de sol
Hsjpaiiiio para homem e senboras, asiiro
como chicotes, bennalas e muitos oulros objeclos de
posto, os quaes se vendem por pre^o muilo dimi-
nuto.
Puxurj.
Vende-se na rua do Trapiche n. 10, se-
gundo andar.
Vcndc-bc lan.'li) muilo npvi.
moilo
u-s gr
andfc
por preco com
o em sac-
: na rua
UBJ
do Ainorim n. 48.
Santos.
Vende-se uma mulata de lio
annnsMae idade, cnsluaaira e engnl
muiloUam leile, parirnT de me a
vicia de qualidade algum* : no II
Sra. vluva Cunha n. 6.
Veiide-fc milho aos alqueires de medida re-
da a (ijOOO oa rua do Rangel passaado o becco-do
Carcereho.
COM PEQUEO TOOUE DE AVABIA.
Indiana de quadros de sedae algodo, de
muito bonj^osto. a 320o covado.
la-BA ni ri rt. <'.*<....>.. lni& il J a.nililili
Vende-ae na rua do Crespo,
volla para a rua da Cadeia.
loja da esquina que
Vende-se uma halanuajaaDana com lodos os
seus perleataa.em bou. oaaanH,000 libias quen
pretender, dirija-se a roa da Crat, armazem u. 4.
Vestidos e chales.
Vendemchales de seda grandes coro algum
mofo, pelo barato preco de rV>000 rs., cortes de cas-
sa de cares cum barra e alnuigas pintas de molo,
ajelo diminu o prei;o de !>6()0 o corle*, assim como
oulras muilas fazendas por barato preco: na rua
da Cadeia do Recife loja n. 50, defronle da rua da
Madre de Dcus.
Brins de vella : no armazem deN.O
Bicher Vcnda-se encllenle taimado de pinho, recen-
lemente chezadu da America : na ruj de Apol o
trapiche du lerreira. a enfender-se com oadminis
ador do mesmo.
Taixas para engenhos.
Na liiinlicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Bruna, passan-
do o chalariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de o a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Relogios- cober-
tos e descobertos
de quWj^pateq-
te ioglez.
Vendem-se nbesenptono do agente de
leiloes, Frauciajco (iomes de Oliveira. rua
da Cadeia Jt^Recife n. 02, primeiro ani-
dar, os >maiaBsuperiores relogfos cobertos
e descobertos de ouro patente jnglez, de
um dos mais afamados fabricantesdeLon-
Vende-se ama crioolinha de 14 annos, bou.la
figura, e sem vicios, tinda do mallo, propria para
se applicar a qualquer serviro que se Use qneira en-
vinar ; na Soledade o, 52.
Veude-se um bota e vistoso cavallo. ou tam-
bero ama parelha de dous, que serve para sella a
carro : Da iraveesa dajiadre de Dos n. 10.
. Vende-se umaB^ava crioula, mcale sadia.
"qaecose. engomma.'nba. e de muito earinhos
para meninos : uo segundo andar da tasa n. 53 da
rua da Cadeia do Recite. ,
Defronle da igreja da Madre da Dos, arma-
sem n. -2o, vende-se farello cliegado ha pouco de
Lisboa.
Orco contra a peste* o cholera-
morbus.
Acba-e venda na livriria 11.6 e 8 da praca da
Independencia um folbetinho com dillerenle va-
SOes contra o cholera-morbus, equaloucr oatra pesi
te, a 40 rs. cada um. *^
Rap. 4
i o verdadeiro e muilo fresco rap Vano
Sa
dos
i1"
Vende-se
Crrdeiro : ua roa larga do Rosario n. 9Trato a
bolic.
Chales de
meZ
o' de cores,
om gosto.
de muito
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
volta para a cadeia.
-t Vaatde-se 11 m bom cabriole! descoberlo com
iirratMkalainbem um catro deiassentos, novo.com
arreioelaaWo visla de ejue.n quizer se tentar, lauto
mais porque o prejo haTfcoavel ; na roa Nova, co-
lieira da Sr. Qu.nteiro". ajfl^A
COGNAC VERDADEIRO^ .
Vende-se o verdadeiro cognac, laato em garrafas
como cm garrafoes : na rua da Cruz ar. 10.
CASEMIRA PRETA A 4*500
ARADOS 1)E FERRO.
fundicao' de C. Starr. & C- em
Amaro acta-se pura vender aral
ro dt^"",rir~ qualidade.
MOHIDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & 'Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de f fro, de um
modello e construccao muito superiore.
L'nio, na rua da Ciua :
ha para vender arosorlimeulo dej amas 6as ce-
rno pilis pon, sardines, asperges, laague de bnf-
pale'de fiie -ucisses, beafslak, chaposHieiu au jaro,
bou, poalcl au jo d'errevisse, lrieandean.de veo;
assim com., diversas qualidades de vilios, como
Champagne, Xers, Madei.a, Porto de ptima quat-
lidade, viudo de Francu braneo^aialigo) e linio,
virsoalicores, hummel, ele., cognac- engarrafado ,
tambero ha penseos acetados ao modo eurepao a
'qualquer hora.
Almanak deLembraiicits Luso-Biasileira
para 1 856.
I volume em 3, com 384 pauinas, 42,'^&tlgi a
12t gravaras, por Alriandre Magno deCaatilhoe
o li. volume. he ama peqi'euina eocyclopedia -
principiadla em IM'il, e a que nao he eslraaho dc-
uhuro dos ramos dos condecimenlas humauo. pela
redacfo do- autores, cojt.s prodocoe, em verso oa
em prosa, honram as paginas do Almanak de M
e vendene na agencia livraria 11. 20 da e*ajiM|HI
Collegio, onde se acham larobem os volume des
anuos anteriores. Presa 800 rs. por cada volme.
de 6, pedras d*
l Para mesas, papel de peso ingles,
[ embiulho, oleo de I inhala em b>
( 'es pira carro e arrelas para 1'
rormss de fe.ro para abrir de
SS Um da Innia pa,a enrpalbar '
verde, melal amarella^
Tomano, am.ment
I
~*
folVo,
Abos de liaho, de 1
Vei dem-se na rna do Crespo, loja d'
volla para roa da Cadeia.
VINMO XEBZT-
Vcnde-se saperior vinho de Xerez em barriada
l|4. em casa de E. 11. Wvatt: rua do-Trapicta
u. 18. .
LEONOR DAJHROISE.
Vende-se oexcellente rornance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza He Rreta-
nha, 2 voluntes por 1 #000 rs., na livraria
qualidades.
lilla, alea-
vinhos i
IlaB
dres, vindos pelo ultimo paquete in;lez,el n. 6 e 8 da praca da Independencia.
por menos preco do que em.outra qual
quer parte.
Vende-se bicu de hlonde branco e preto de seda
verdadeiro, 30 por cenlo mais barato que em qual-
quer oulra parte, a de toda as larguras muito boni-
tas filas dilo : na rua Nova casa de relojoeiro n/ 22.
A boa fama
VENDE BARATO:
Libras de lindas brancas ns. 50, 60, 70 e 80 1I00
Libras de ditas ns. 100, 120 e 130 18280
Dozias de iesouras para costura 19000
Di.ia de dilas mais finas 19280
Maco, com 40, 50 e 60 pecas de cordo
para vestido 40
Pegas cem 10 varas de bico estreilo :,(aj
Dozia de dedaes para senhora fO0
Caisinbas com agulhas franeezas |(o
Caitas eom 16 novellos'de lindas de marcar 280
Crozas de boles para carniza j(o
Pulceiras encarnadas para meninas 240
Ditas grandes para senhora 320
Pares de meias finas para senhora a 240 e 300
Meadas de lindas muilo (iuas par bordar 160
Meadas de lindas de peso \qq
Crozas de holoes muilo linos para calcas 280
bauailaaneta.liaba aberlos e boiWados' 120 e 240
Litrleiraa finas de marrquim para algihcira 600
Fivelas dourad^s para calcas e collele 120
liuteirose areeiros de porcelana,o par 500
Cdarnleiras entre linas y^O
Dozias de torcidas n. 14 para candieiro $0
Penles de verdadeiro bfalo para alisar 300 e 500
j preio
1 ni
Pecas coro 6 1|2 varas de lila branca de linho
Caixas com clcheles fraocezes
Carrileis d lindes do 200 jardas do boa
qualidade
Macinhos com .'15, 40 e 47 grampas
Suspensor jos, o par
Carrileis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
sandre *
Alem de todas estas miudezas vendem-se oulras
moilissimas. que a visla de suas boas qualidades e
baratos preros causa admiracao aos comuradfares
na rua do Queimado. nos qnalro cantos, mjirm co-
ndecida loja de miudezas da Boa Fama nSf
Bons gostos e de
boas qualida-
des.
Na rua do Queimado, nosqu^trocanlog, na segun-
da laja de fazendas n. 22, defronle do sobrado ama-
relio, vendem-se fazendas por preces que real-
mente fazem admirar ao publico : Panno preto
tinissimo, prova de limito, per casacas e paf" '
pelos baraliss.mos presos de 2>5O0, 38500 e "
o covado. casemira pre^a de superior qual
a 28 e 28600 o covado, alpaca prela muito lina
400. 500 e 600 rs. o covado, corles de colleles de
fuslOe de bonitos padroes e cores lixas a 700 o 900
rs., chales prelos da laa e seda muilo urandes
28800, chapeos de ol de seda prelos e de cores, fa-
zenda superior a 68500. camisas francesas pintadas
para homem a 18280, riscadjs da India muilo finos
e largos e muilo bonitos para vestidos a 280 o cova-
do, .eliui prelo niaro, fazenda muilo superior a 3*/
o covado, sarja bespanholo muito superior a 2,400 o
covado, merm mallo lino a 2000 o covado, meri-
no selim o mais superior que pode haver e muilo
proprio para palij a 18600 o covado, chapeos de sol
de panninlio a lj>600, editas franeezas muito finas e
largas, de novos padroes a 320 n covado, filo de li-
iibu liso e com llores a 18 e 18440 a vara, luvas de
pellica de Jouvin para homem p senhora, chegadas
no ultimo navio francez a 18800 rs. upar, luvas de
sed de lodas escores com belolas a 18280, camisas
de meia moilo flus a 18, lavas de fo da Escocia
branca e de 1 ita 400, 500 e 600 rs. o par, man-
as de seda para grvalas, prelas e de cores, moilo
boa fazenda 18980, panno fino azul de superior
qualidade a 48 o covado, ricas romeiras de retm
bordadas a 1l>, lenefawios de relroz franrezee a
18280, eassas franeezas muilo fines ede bonitos'pa-
droes a 300 rs. o covado, cambraia linissima de sal
picosa 18 a vara, camisas franeezas muilo finase
be feilas para hornero a 28500 e 28800, cortes de
caasas para vestidas de bonitos padroes e com 7 va-
ras e 28 o cajete,^Pos brancos de cambraia de li-
nho muilo finos srandes a 6 a dozia, ricos chales
decheJIv com listras de seda e bastante grandes a
88. diff* de mermo muilo linos c lisos a 68, luvas
prelasde torca), de Lisboa a 18120, chally amarello,
fazenda superior e que muilo se usa para vestido a
800 rs. o covado, romeiras de cambraia com lacos
de ricas lilas de seda a 18280, grvalas de seda de
bonitos padre a 640, nicas de laia para padres a
28 o par, corles de casemiras finas e de bonitos pa-
droes para calcas a 58, brinzinhos de linho de bo-
nitos padroes a 240 o covado, hri.nlra1.5ado de puro
lindo u deboiiiloa padroes a 800 rs. a vara, lapim
prelo Qjj jaao, proprio para vestidos c balinas de
padre ^^M> o covado, iscsdinl.os franceses muilo
linos e^PRos padroes a 210 o covado, meios lencas
prelos para grvela, muilo superiores a 18, lencos
brancos de cambraia muito linos a 300 rs., ganga
amarella muilo superior a 320, lucias brancas linas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, dii.s prelas
mullo linas a 320, dilas para horoem, fazenda su-
perior, seudo brancas, prelas e croas a 240 rs. o par.
Alm de lodas eslas fazendas oulras muilas que t i
visla das boas qualidades he que se podem ver o
<|iiaatjjaao haulas. aliancando-se aos Srs. compra-
lortBHen^Hstabclecimento nao ha fazenda al-
siima^ae^4BrVariada, e siro lado sem avaria.de
bons goslos e boas qualidades.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas por poucodinlieno,
Vendem-se curtes de cassa chita de bom gosto a
2, dilos de padroes freneczes a 28400, eassas rutas
para aleviar lato, ditas prelas de padroes miudos a
23 o corle, alpaca de seda de quadros de lodas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico tanto piulados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra homem a 18 e 18600 ; todas estas fazendas ven
dem-se na rua du Crespo ... 6.
Vendem-seaja armazem n. 60, da rna da Ca-
deia do Recife, de Ilenry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por preco*
mdicos. ,
ARADOS AMERICANOS.
Cdegaram os- arados americanos, e vendem-se na
roa do Trapiche n. 8, pelo prejo j sabida de 40.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navioye Lisboa, e potassa amAatia
no uni deposito da rua
2R, de A. J. T. Rasto*
da mais nova
de Apollo fl.
Companhia.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Kostron Ko-
oker #C.
' Vende-se ac em cndeles de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, praca do Corpo Sanio n. 11.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado da Lisboa pelo brigoetfe-
deranra.
%
Deposito de vinho de cliam-
fiagne Chateau-Ay, primeira qua-
idade, de propridade do conde*!1
de Marcuil, ruada Cruz do Re
cife n'. 20: este vinho, o melhor
de toda 1 Champagne, vende-se
56^000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile ot ro- ffl
^ lulos das garrafas sao aznes.
POTASSA E CAL YIRGEI.
Nq antigo e ja' bem condecido deposi-
'toda rua da Cadeia do Recite, escriptorio
n. 12, da para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Ro de Janeiro
e cal virgem de Lisboa era pedra, tudoa
p,recos muito lavoraveis, com os quaes fi-
carao os compradores satisfeitos.
FARISHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 5s000 'reis : nu armazens ns.
3,3 e 7, e no armzem defrflnte da porta da
allandega, ou a tratar ro escjjptotio de
Noviics i\ComjKinliia na ruadpTrapiche
n. 54, primeiro andar. lfc
t9 POTASSA BRASILEIRA.
0' Vende-se superior potassa, fa-
Mk bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
. seus bons elleitos ja' experimen-
J tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
i


Esguiao de linho
e algodao,
muilo superior, com 11 varas a peca, por 38500:
vende-se na rua do Cre-po, loja da esquina que vol-
apara a ruada Cadeia.
A3$|00
Vende-se cal de Lisboa
sim como potassa da Russ1
Corpo Santo n. II.
ma chegada, as-
sira : na praca do
, Eduar
jar-
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias .moendas 'para engenho, ma-
chinas de vapSqf e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauh
dito.
CAL DE LISBOA A 49000.
\endem-se barr* com cal virgem de I ii
fechar contas, pelo diminuto preVo de 490L
ril : na roa da Cadeia do Recife, loja n. 50,
le da rua da Madre de Deo.
Moinhos de vento
!>mbombasderepnxopara regar borlase baia,
ccapim, na fundicao de .W. Bowmau na rua
do Brum us. 6, be 10.
AOS SENHQRES DE EN'GLNH
Reduzido de 640 para 500 rs.
Do arcano da invencao' do Dr.
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollanJezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber 61 Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C, na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins iuglezcs.
Relogios patente ingle/..
Chicotes de carro e de montVia.
Candieirose casticaes bronceados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Vm lindou
va 1 andas e
fudi.aodai
lo da mesma, naj
\en
caranda',
dos os
tendo vindonultime
go : na rua da Cadeia,
Vende-se orna taberna 1
roa Dimita dos Alagados I
lendarem dkijain-se 1
quem ir ala*
\'end|-se nma
e bar. icas vaaiMa) uo -holel dal
ropa.
iqaafre-
ir,o com
garra
VeaqjBse fj
3Vende-se a;
lo gordo -.
Joic Francisco1
gomma deaaalernH 3 a. a libra.
neo, grande, muila boro
roa Nova, loja n.AI, de
Milho
saccas
Vesaie-se muilo superior milho esa saceas: na n
do Aaaari.n o. 41, armazem de' Francisco uedes da
Araojo.
Milho em saccas
A, mili
rero eora-
uovo
commodo ;
tas e de ce-
ra, o
a/enda
_ar, lina?de
1 para bemem
1 maito fi-
1 38000 r., ditas de
IKOO, Iesouras mui-
dlas superioraajff^^H
Ble finos a 3)rtii
inadreperol c ue i
Vende-sa na roa do Eneanlamen
em U'iasje superior qaalidode,
modo. *
Vendem-se saccas com milho 1
saccas bstanle grandes, por preco 1
01 roa do Aroorim 11. 48, armazem de Paula AS
los.
Vendem-se pipas vasias : na rua da Guia 11. 64
segando andar, e para ver na mesma ran. 0, la
berua.
RELOGIOS AMERICANOS PARA CA DE
MESA.
Chegaram oa relogios americanos com corda de 24 .
horas e de 8 dias, diversos modelos, como lambem
presos americanos : vendem-se na rua do Trapiche
n. 8.
A hQfa lama
, VENDE BARATO:
l.eneinlios de relroz de todas s corea para pesco-
eo de senboras e meninas, pelo aralo pre^o 0> t.
baralhos de cartas liaiesimas franoftas para voltereta
5WI, toncas de laa para senM^^^^^Binas a 640,
luvas muilo linas .le fio da i
res para homem e 1
par, meias br
inailissimo sup
pellica de Jouvin
elenhora a 19900 1
as e de pura 1,1a paf^
alsodao muilifs.mo fina
lo finas para papel a 1*
barbeiro a 100, leques 1
loaduras para collele de
OOra., dilas "Jera nalilose 600Vs., canillitas coa
pliosplinro propriaaMra charutos a 20 r.. rir
ro douradqa da porcWana paraafas de diversa*la-
mauhos e palos, ricas filas djJBaala la,
de lodas escores e larguras, eaoi para
roupa, dilas pora cabello, ttai
los padroes de diversas larguras acores, nevalnan -
nissimas para barba, caivetes fii as qualidades, bicos finos de linho de hi.nilos p
e diversas larguras, ricas franja de algodo oa-^^H
e de cores para.cortinados, Iesouras para costara
mais linas que he possiveleiiconlrar-se. e ciiIrAm
li'simas-rjousas que ludo se vende por laa baruli
preros que aos proprios compradores cansa
tflo; oa roa do Queimado, nos qaalro csiiU/s,
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama n. :i:
A boa fama
VENDE BAR Al
Ricos penles de tartaruga para ci
Dilos de alisar tambera de larla
Dilos de marlVm'tambem para alil
Ditos imitando tartaruga para cal
Lindas meias de seda de coree para eafl
Meias,pintadas fio da Escocia para crianzas 240e4
Bandejas grandes e de pinturas tinas H3OO e ty 10
Papel almajo arevee pautado, resma
l'en nas lioissimas bico de laoca, groia
Dilas mu.lo boas sem ser de Upca.groza
Oculosde armaro de ancom aradoaoes
Lunetas coro armado de UraHaja 1*000
Ditas com armae.no de bfalo OO
Toucadores de Jacaranda eom bons espelhoe*r3|000
Meias de laia muilo superiores para padres 28000
Ricas bengalasde canna com liados castoes SaOOO
Dilas de janeo com bonitos casidas 500
Ricos cbicovsajjama homem e senhoia a 4a 200
Meias prelsa-HUsodao para padre, e par
Grvalas deajTKlia todas as cores < e 1SM
Filis de>rellota)a de lodas as cores, a varafiO afcO'
Atacadores de cornalina para casaca 400_
Ricos reloginhos para cima de mesa 49000'
Suspensorios finode borracha, o par 400, 500, 600
Penles mailo linos para soissa
Escovas muito finas para cabello
Capachos pintados muito bonitos ar
Bolfies linissimos de madreperala para ca-
misa, a groza 1#200
Alem de ludo islo vendens-ee oolras maitas cau-
sas, que visla das qi.alidaajlB precfos faz admirar
na roa do Queimado, nos qnalro cantos, na laja t
miudezas da Boa Fama n. 33.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desapparecen na noile do dia 9 para 10 do car-
rente mez um negro Casanga de noma Mame! pe-
queo, de 45 annos, puucj; mais ou menos, carpo
secco, pes largos e seceos, barbado, lovou camisa
branca e uma calca de riscadu azul e um clean de
palha cois uma fila prela, lambem levou oWtMaaaai
xa de roupa, he quebrado a tem as nulos entejadas
por ser amacador de padaria : quem o penar leve-o
na padaria franceza do aterro da Boa Vista n. 50,
que sera' recompensado.
No dia II do correnle mez fugio-o prelo Jlo
crioulo, de idade de 20 annos, mais oa roenoe. de
eslalura e figura regulares,lendo uma pequea ciea-
Iriz sobre o olho di re i lo, levando comsigo doas-cal-
eas de algodao riscado azul, ires caminado mesmo,
tres dilles de madapolao com peilo de linhaarem a
marca D. W. lio man, qnalro camisas aovas de al-
aodaozinho, uro chapeo novo de palha americano
com fila prela, uma jaqaela uovn de ganga amarella,
um chapeo de sol novo de panoinho prela, e ama
robera de cinta velha ; quem o apprehender e lo*
vara Francisco Manoel dos Saolns Lima, na roa da<
Brom u. 8, sera geuerasamente compensado.
100000nde gratilicacao.
Desapparecen no dia 17 de agoslo proiima pj;io-
do, pelas 7 horas da noite, a prela Lourenra, de oa-
(1o Angola, de idade 35 a 40annos, poaro mu a
menos, rom os sisiiaw^eaaalaUes : um dedo da sMm
direila inrhado, njagra, tasa) asaren hraifras naa duas
pernas; lavou camisa da^rntodaotinho, vestido de
chila rota, panno fino, e mais uma tronza de roopa:
roga-sca lodas as autoridades poKciaes oa cap.taes
de campo que a apprehendam e levem a sen sai
J0S0 Leile de Ainado, e* pra^a do Corpo Saalo n.
17, que receber a gratifleacjlo cima.
PERN. TP; DE H. |P. DE FAEU- 18S8.
A
\

aaajaaaa*--
rniiri


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