Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00496


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Full Text
AUNO XXXI. N. 269.
Por 3 mezes adantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
QUARTA FEIRA 21 OE VOEMBRO DE 1855

Por anno adiantado 15,000.
JPorte franco para o sub
.
"N
DIARIO DE PERNAMEliCO
ENCABREGADOS DA SUBSCRIPCAO'
Recite, o proprietario M. F. de Faria ; Rio de Ja-
neiro, o sr. Joao Pereira Martin; Babia, Sr. I).
Duprad ; Macei, o Senhor Claudiuo Falcao Dias ;
P.trabiba, o Si*. Gervazio Vctor da Nalividade ;
Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Juuior; Ara-
caly, oSr. Amonio de Lemas Braga ; Cear, o Sr.
Joaquim Josu de Oliveira ; MaranhAo o Sr. Joa-
quim Marques Rodrigues; Piauhv, c Sr. Domingos
Herrulano Ackile Pesaoa Cearens'e; Para, oSr. Jun-
lino J. Ramo; Aqiazauat, o Sr. Jerooymo da Cotia.
P
4RTE
CAMDIOS.
Sobre Londres, a 27 5/8
Taris, 348 rs. por ft,
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 por 0/0 de descomo.
Aojos do Banco 43 0/0 do premio.
da Companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de loltras, de 8 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
Uuro.Oncas haspanliolas. 2O55O00
Moedas de 634 nO velhas. 169000
do 69400 novas. 169000
s de 4000. 99000
Praia.Pataches brasileiros. 23OO0
Pesos columnarios. 29000
<> mexicanos. .... 19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito cGaranbuns, nos dias 1 c 15.
Villa-Bella, Boa-Visla,ExeOurury, a 13 e 28.
Goyanna eParahiba, segundase aeilas-feiras.
Victoria e Natal, as quinlas-eirai.
IM1K.VSI A II DE II O JE.
Primeira s 2 horas e 6 minutos di tarde.
Segunda s 2 horas e 30 mijiulos da manhau.
trncui.

ti
MINISTERIO DO UIPEBIO.
Saet-ela a. 1664 de 27 de catabro de 18jo.
D refulanu-nlo pura execuciio do decreto n. 816
te M ie julho dottorrente anuo, tobre detapTo-
priaevet para construcrSo de obras e serviros das
estrieos de ferro do Brasil.
Htl por bera apa, na execuciio do decreto n.,816
(i* 1de jiillio do crrenle uno, que autorisa o gu-
verno eslabelecer o pfoces'o para a desapropria-
;4o del predios terrenos qae forem necessario. pa-
r a conslruccJo das obra e mait servidos perten-
cenles estrada dt ferro de 1). Pedro II, e < oulra
(Irada* da ferro do Brasil, o a marcar as ragras pa-
la a indca"*,-,Sa'' doa%praprietarioa dos dilo* predios
e tenas. observe o rezulatoeiilo.qaje cora tale bai-
la, aatioatlo por I.aii Pedreira do Coulo Ferrax, do
m8o couselb, ministro e secretario de estado dos
weaacot do imperio, qne assim o icha euiendido e
|m execalar. ^-
Palacio do Rio de Janeiro, em 27 de oulubro de
. .1853, 34 da independencia e do imperio.Cam a
rubrica de S. M. o Imperador.Luis Pedreira do
Ce** rnraz.
-Itoa,d1*na.to para'exeooea'o da le n. S16 de 10 de
julbo do correle anno.
Arl. t. Ai estrada de ferro aulorisadas por le e
decreto 4% governo imperial nao poderao *ter exe-
cotadat peles earprezario* ou companliias a quem
liver ido incumbida a sos execuraV, em que le-
tiharosidu approvaai respectivas plaas por dc-
crelu.
Arl- 2. Pala approvaro das plantas pur decreto
eolender-se-hao desapropiado, cm favor dot em-
.prezarios ou companhia* incumbidas da conslruccAo
n -eslrada .le ferro, lodos os predios e terrenos
comprehendidos, total ou parcialmente nos plauot e
uta* das rep-vtivas estradas, que forera necesa-
b'-earn a sua conslruqc.Ao, estardes, servido e inais
dependencias.
Nenhuma autoridad jndieiaria ou administrativa
peder admilllr rrclamac.au ,ou couleslacflo contra a
detapropriaro resultante'da approvario das plantas
bor decreto.
Vil. 3. O emprezario ou companhia incumbida
u eonstruccJio da estrada de ferro nao lomar pos-
ido terreos e predios desapropriados sem que
l a respectiva indema^fjcAo.
processo de inderonisar*Kera promovido pelos
ites do errrpretario oo companhia perante osjoi-
es do civel, ondeos houver, e na falta desles pe-
ante os jalzesmunicipaes dos respectivos termo, no
de nao poderem o emprezario ou directores da
ompanhia convenciquar amigavelni.nla cum os pro-
bftotarios, ou qutudo este forem menores ou inter-
ino*, se seos tutores ou curadores nito aceitarem as
. olleras.
Art. 4, Para se instaurar o prncesso perante o
joiz do civel ou municipal, conforme o danoslo no
artillo antecedente, netnprezario.ou agente da coro-
jo em separado a cilac.ode cada
predios sujeitos decima serao observailts as se-
Kuintes regrus :
1. Nenhuma inderauisacAo podera' ser menor do
que o valor de 20 annos de rendimeoto do predio,
deven,lo ser calculado este rendimento pela dcima
que houver pago no ultimo semestre inimedialo i
queile em que houver de verilicar se a desnppro-
pria;3o ; e du caso de nao ter pago decima nesle se-
mestre, pela cerlido da que pagou oo semestre an-
terior.
. Se nao houver paco decima no referido semestre,
regular-se-ha o precu somenle pela ultima dcima
paga,' salvo ocaso de te haverem feilo no predio
obras importantes depois desse pagamento.
2. Nenhuma indemnisaro sera' levada a maior
quanlia dn qae importaren! os ditos viole auno de
rendimento calculado pelo dcima, a Dais 10 des-
a importancia, te o referido predio esliver alaga-
do, 6 os propralario forem maiores ; se porem fo-
rem menores ou morarem nos predios que liverem
de ser indemnitados, ou forera corporacSo de mi
mora, ou os predios esliverem no ultimo oaso da
regra primeira, a indemnisaro podera' ser elevada
20 "., cima dos 20 anuos de reudimeuto calculado
pela dcima. ,
Se oa ptflpr forera dn corporaroes que nao pa-
goem decima, ou pertencerem ao Estado, e nflo es-
liverem romprehendidos oa diposieao da 2 parle do
S I. do arl. I. do decreto de 26 d'e juuho de 1852,
a avaliacao se l'ai no 1, caso sobre a base do alu-
guel do predio com a porcenlagem devida, a juizo
do arbitro*, nilo eicedendo a 20 % ; e oo 2. caso,
ser a avahado feila por estimativa, precedendo
iiiformacau de dous engeiihelros e de dous metlres
d'i>bras, disicnadus pelo juiz do civel.
_ 3.' A iodemnisarflo dos pedido que esliverem
situados em localidades o,lo sugeilas ao imposto da
decima sera feta segundo a avaliarao a que te
proceder tobre a base do teu alluguel com a por-
cenlagem devida, a juizo dos arbitros. Dio esceden-
do a 20 ,.
4." A indeinnis;ao daquelles a que por seu desli-
no especial nao puderem ter appticadas as regras
da* paragfHphus auleriures, sera feila seguudo 'as
regras estabelecida prn os trrenos no arl. 12.
Art, t. Us proprielarios dos'terreuos e predios
petos quaes devam paVsar as estradas de ferro aulori-
sadas pelo corpo legislativo, e concedidas a emfvdr
zarios ou compendias pelo governo imperial, no;'
podero impedir que esset terrenos e predios tejam
examinados e percorridos pelo* engenheiro* encane-
gado do levantameuto dos planos e plantas das es-
Iradas.
Ot emprezarios ou compaohias e seus engenhei-
ros po-lerao recorrer as autoridades adminilrativas
ou policiaes no caso de reruta dos proprielarios. ri-
ta porm entendido que lerto os ditos proprielarios
o direilo de serem indemniaados do valor dequaes-
quer hefnfeiloiias que tenham sido destruidafoii
damnifcadas por e*ses exames.
Palacio do Kio de Janeiro, em 27 de outobro de
1855. Lai; Pedreira do Cont Ferros.
paohia ihe req
.uta do* prop "
na caso de
retn dous arb
sapraiario
goveroo, nrc
ligencia do arl. 212 do regolamenlo n. 737, qae
deve ser observado como era na or. liv. 3. til. 66,
sendo innlil derlarar aattfundarhentos do accordAo
quando forero os mesraWda senleni.a, e no oulros
aleui delles.
O que communico a V. S. para sua intelligeocia
e em resposta ao seu citado oilicio.
Deo* guarde a V. 9.los* Tkomaz Sabuco de
Araujo.Sr. Firminu Antonio de Souza.
3.a Seerao.Ministerio dos negocios da justira.
Rio de Janeiro, em 29 de seterabro de 1855.Illm.
e Exm. Sr.Foi prsenle a S. M. o Imperador o
oflicio de V. Exr. datado de 6 de juiiho do corren-
te auno, sob u. 36. e bem assim a copia que remel-
len do regulamenlo que em cumpriuienlo do arl 86
do regulamenlo n. 120 de :lt de Janeiro de 1842
V. Etc. lizera publicar nessa proviuria em 7 de ju-
\ho de IHV'l ; e em respesia ao citado oflirio de V.
Etc., se me oflerece declarar-lha que o mesmo au-
gusto senhor home por bem aajravar o tobredilo
regulamenlo, deveodo porm *V tubstiloida'raje-
ualidade estabelecida no arl. 11 por aquella que o
arl. 80 do regulameulo ti. 120 eslabelece, com ex-
ce|ico do faelo de ter p passaporleWalso, porque
jiesle caso deve ser o reo procetsado e punido pelo
crime de fahddade.
Dos guardl a Y- Ec.Jos Thnmaf Nabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia do Mallo-
Grosso.
, AUDIENCIAS..
Tribunal do Comniercio, quartas e sabb^dos. |Pioverob,
Relaco, tercas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commcrciu, segundas as 10 horas
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundase quintas s 10 !
1* vara do civel, seguadas e sextas ao maj^-dia.
2*' vara do cival, quarls e sabbados ao^fceio-dia
* 1-
mii;mi:uii)i;s.
)uartominguanteas2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da tarde!
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 40 segundos da larde.
10 Quartocrescenteas9horas, 20 mi-
nulos e 49 segundos da maubaa.
23 Luacheia as horas, 31 minutos o
4 4 segundos da larde.
DAS A SEMANA.
19 Segunda. S. Isabel viu. f. raraba.
20 Terca. S. Flix de Velis ; 8. Octavio m.
21 Quarta. Apresenlacao da SS. V. no Templos
22 (Quinta.S.Cecilia v. m. ;S. Falemon m.
23 Sexta. S. Clemente p. m. ; S. Chrysogno.
24 Sabbado. S. Joao da Cruz ; S. Feliddade ni.
25 Domingo. 26 a. ultimo depois do Espirito San-'
to ; S. Calharina v. ni. ; S. Erasao ni.


de tea lulore* ou caradores
e, para efleilo de nomea-
coqi oa dous unmrados pelo
bja, e com o designado pelo
valiacjlo do predio ou lerre-
>, seudo que nAo- queiram aceitar a quanlia que o
mprezariooa agenietda compauliia deverio offere
car para essa Indemnisaro.
requerimeAl devera ser instruido com o e-
gainle ilui-om-nlos :
tipia do decreto qae approvou o pf.vjM das
itcffci 4a plaoU etpecial do lerraao ou do
Mis.
wtV.4. aaa eaaawtvheiro d taia da pato
Aove rae, eeTrtrKand*AAer o Icrreno oa pceaio de que
e tratar comprehendido no plano approvado por
decreto imperial, e ser exacta a plaa qae delle se
aprsenlar. n
i.o Deelararlo dos doos arbitros que nomearom.
pracoin os do proprielario e o desfgnado pelo go-
verno procederem a avahadlo da indemnisaro, se a
offefla nao for aceita.
*c Iralnr de indemoisauao de predio urbano.
lido da decima que tiver sido paga no 2.* se-
mestre do ollimo anuo (inaneeiro. e no ceso de nao
e ter pago dcima nesse sem-stre, por nao ser de
vid, ceilidao da nllima anterior e da primeira pos-
terior qae se houver pago.
A companhia da estrada de ferro de D. Pedro II
Oca dispensada da aj>reseularAo do documento de
que trata o n. t nos procesaos de indemnisaro dos
jredios e terrenos comprehendido na 1. seceso da
referida estracTa contratada pelo governo imperial
com Mr. E. Prlee.
Arl. 5. Os proprielarios ou teu* tutores ou cura-
dores* quem for frita a citarAo .serao nbrigados, sob
pena de revulii, a declarar dentro de cinco dina, de*
_poi dacilacilo m aceiim ou nao a indemnisaro of-
S, a no caso de oto a aceitarem' deotararao a
qae pretenderen! e oumeario logo doos ar-
, qia JeverAo proceder com o* do emprezario
aH enmpanhia, e o designada pelo governo, ava-
llarlo da indBiiisacto se o empreano ou compa-
nhia nao se iWwntar com uandido feil
prietarto t- a^l ^ a
Not caasB ile revel bfaiz noraeari os arbitros
que coipyia aas^ IbeaT.
Arr 6.TH1 lulMaPMaaB aaWos proprielarios
avaros livereui terSo aolorisadK por simples despa-
cito do fuiz de
dotBiiisavao qu
'0:
os a aceitar as ollera da in-
mutis a seus tutelados ou
1. Se o ollereeimento do emprezario oa eom-
00 pedido do preprietario, for aceito, re-
or esta a qaantia, 011 depositada te recusar
I poder receber, o juiz do civel ou 11 tnuiyri-
aawdara iiassar em favor do emprezario ou coin-
bjataanda lo de posse. que ser executado sem
a dcLauaetquer embargos, e servir de Ululo
ao emprozaTia un companhia.
I.'ie runo olleafeeimeulo do emprezario ou
bit, omi o pedido do proprielario, for acei-
Iro* iwaneados a* reunirn sob a presiden-
i.* ata se refere o arl. 3., no dia e hora
amtus proseara farAo a av-lia-
ftiu devida, observtda* as regras
dos urUgos. Me 1:1.
Arl. f. Filia a avaliarao e recebida pelo propie-
tario a oa importancia, ou depositada se recusar
ou uao |tader reetber, mandar o juu patsar man-
dada de poste na forma do arl. 7.; H as indemnisa-
ue anoexcederem as offerlat do emprezario ou
companhia, as parle* que as liverem recasado pa-
gatao as casliis do processo ; se porm forem supe-
rtorat, car o emprezario ou companhia coodemna-
da tus casias. ,
Irt. 10. As paatoai qae forem nomeadas arbitros
lo emprea'.'iu flu companhia, 011 pelos proprlela-
pi*s, cito poJerao recu-ar, salvo sendo euipregados
publicas, ou tundo algum impedimento dos decla-
rada* no arl. 8. do decreto 11. 806.
Irt. 11, 0% arbitros que 11A0 forem escusos pelo
lino eompirecerem no dia fixadu i ava-
arSo dos predios e terrenos desappropriados, pode-
' rutapollidos a cumprir o tea dever com mul-
la al50? e Drisaa al.eMias.
h* multas e a pristiPtero ordenadas pelo juiz
administrativamente, reverlendo as mallas em ia-
or da respectiva oiunicipalidade.
Art. i. para proceder avajiario dntjndemni-
|o*s do terrenos qae nao foctm qoislae* das ca-
aujeia, W'pagamento dcfccinuv os arliilros
abaeivarao at ssauintes regrai"
1.* At mdniniara>e uo poderao ter, em caso
atgum, inferiores t oflerlaa do emprezario ou agen-
te* da com|iaiihia, uem superiores s exigencias dos
proprielarios.
2. Se os terrenos, e os predios que lioove-
e ter desappropriados tmenle em parle, II-
eartm reduzdos a menos de metade do sua exten-
sa, B lleaiem privados das serventas necesserias
'^.T inZ ""'"os e predios nao compre-
icndlilot mi rtes,ppropriarao. ou liearem muito
Jeamerechlos do sen valor pela privario de obras e
bwTrfellorias importailles, serao desappropiiado*' e
ii.demr.nadu no seu todo, se at.im requererem
eos proprielarios.
3a* Serao lixadas inderai.isarOes em favor de eda
urna dos partes qae as reclamaren) sob litlos difle-
renles.
No caso le uso- tracto, porm, nma s uidemnia-
rio ser lixada em allenrAo au valor lolal da pro--
priedade i: o uso-frucluano e u proprielario exerce-
rilo seus direilo sobre a quanlia ijxuda.
4. Os urbitros allenderdo localidade, ao lem-
po, ao valor em que litar o resto da propriedsde, ao
damno qoe piovier da desapprppriac;Ao, e a quaes-
I oulros uircumslancias que inlluam no pre 1 as cendruecues, planlace e quaesquer he-
as fediis na propriedade depois de concluido
o plan das obras, e com o lira de elevaren) a in-
ilemnisarai- 11 o deverio ser allendidas.
5.a Aa-piries ou leas procuradores poderao apie-
seulartda ubservaroe* resumidamente, e o arbitros
paadaTio 01 vil os perilot que julgarem convenien-
tr. f.izer v istnrias 1101 lugares, ou delegar para este
Cm um o ahiaot de seus membros.
trl. 4.1. P.tra a avaliicao du indemnisaret dos
MINISTERIO A JCSTICA.
Decreto n 1660 d 30 de aatabra de 1866
Marca os ordenados dos. promotores pblicos das
oras comarcas da Fetra de Santa Anna e de Ce-
tele, na provincia da Baha. '
II ei por bem Marcarcar ordanado annutl de 8011?
ao promotor publico da comarca da Feira, de Santa
Anua ; e o de 9009 ao da comarca de Cetele, crea-
da* na provincia da Baha.
Jote Thornaz .Sabuco de Araujo, do meu coiiselho,
ministro e secretario de eslado dot negocios da justi-
ra, assim o leuda entendido e faca eve -utar. Palacio
do Rio de Janeiro, em 20 de uuiuhro de 1H55, 31.
da independencia e do imperio.Cum a rubrica de
S. Magesl-.de o Imperador.Jos Tlioint: Sabuco
de Araujo.
Decreten X66I da 20 da oulubro da 1855.
Crea 110 termo de Sanla^Anna do Camiso, da pro-
vincia da Bahi .0 lugar de juiz municipal, que
accumular as funcroes de uiz dos orpluios.
Ilei por bem crear no termo de Sania Anna do Oa-
mitao, da provincia da Babia, o lugar de joiz mu-
nicipal e de orphao.
Jos Thomaz Nabuco de Araujo, do meu con.e-
Iho, miuislro e secretario ile e-talo dos negocio da
jushra, assiiu o tenlia entendido e faca execalar. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em 20 de oulubro de 1855,
3 da indepeiideuria e do imperio.Com a rubrica
de S. Magestade o Imperador.Jos Thomaz Sabu-
co de Araujo. ^m^t
Decreto n. 16*32 de oatabro de 1855.
Declara de \. entranafm comarcas da Feira de
Santa Auna e de CaMu, creadasJLWk provincia
da Uahia ^RlV
Ilei por bem declarar de'primeira entrancia as co-
marcas da Feira de Sania Anna e de Cetele, crea-
das pela le numero quindenios e cincoenta e doos
da assuinhlea legislativa da provincia da Babia.
Josu Thomaz Nabuco. de Araujo, do mea cousellm,
ministro e secretario de estado do-negocios da 1 usu-
ra, assim,o leuda, entendido e lar execotar. Pala-
cio do Kio de Janeiro, em 20 de oulubro de 185.'
:t." da independencia e do imperio.Com a ru-
brica de S. Mageslade o Imperador.Jos Thomaz
Sahucn de Araujo.
'i.' Seccq.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, em 21 de seUrobro de 1855.lllm.
e Exm. Sr.Foi preenle a S. M. o Imperador o
DlBilt V. Exe., 11. 108 de 23 de julbo prximo
pataanD, cobrindo o mappa dos Irabalhos judiciaes
do promotor publico da comarca de Solimes, que
Ihe fura remeltido pelu respectivo promotor, e bem
assim os oftlcios do juiz de dirrito deasa comarca, e
do chele de polica da provincia, em que arcuio de
Ilegal o processo feilo contra us reo que haviam
arrumbado a cadeia d cidade de Telle, de que faz
menrAo o dilo mappa, por isso que u cdigo crimi-
nal, segunda parle. Ululo 4. cap. (i., decretando
penas para o* individuos qae arrumbaren) cadeias,
nao as esleudera ao presos queesses arrombamen-
los praticassem para se evadirem, e -rnente no arl.
126 inauda lomar medidas de seguranca.
Eo mesme augosio senhor-manda declarar que
hein piocedeu V. Exc. ordenando ao juiz oe^direi-
lo respectivo que, se a luga verilicuu-sesem alguma
das clrcuinslancas previstas na parte segunda do
arl. 126 do cdigo criminal, nlo podia ler lugar a
.instaurarlo dn referido processo ; mas se se verifi-
car a existencia de urna .las ditas circumslancias,
deve proceder formaran do tumulario, na confor-
inidade das leis respectivas, e nao segando opinoa o
chefe de polica, por lulo te achar a hypolhete do
arl. 126 citado comprehondida na duuirna do 4 4.
do arl. 1. da lei de 2 de julbo de 1850.
O que communico a V. Exc. para tea condeci-
roenlo e para o fazer conslar.it referidas autori-
dades.
Dos guarde a V. ExcJos Thomaz Sabuco de
Araujo.Sr. vice-pretidenle da provincia du Ama-
zobas.
3.* Seertto.Ministerio dus uegocius da juslica.
Kio iic Janeiro, em 22 desetembro de 1855.lllm.
e Exm. Sr.I.evei ao euhecimenlo de S. M. o
Imperador o oflicio de V. Exr., n. 336 de 20 dejo-
olio do concite anno. em que informa obre a exe-
cucho que nessa provincia lem lido regulamenlo
de 2 de oulubro de 1851, arl. 41, S 4, qoe mandn
eslabclecer as provedorias o livro dos tambos das
capellas, e em que lamben, de-eja saber se casas
de orarao que 11A0 sao regularmente instituidas, nem
tem bans, ou te a ama capella cujos ben movis
roram arrematado, e queuenhuos actualmente pot-
soe, he ou nao extensiva aquella obrigaco imposta
pelo ciladoregiilamenlo.
E o mesmo auguslo teohor, licsndo sciente das
providencias que V. Exc. lem lomado, manda de-
clarar que bem claras e terminantes sAo at disposi-
{Oes do art. 14 S"-e 10 do referido regulamenlo,
para que teja preciso explica-las ; sendo que a vis-
la Aellas ilevem ser inscriptas! no livro dos tombos
as iostiiuiroes das espolias, vnculos e al dos onu*
e encargos 1"uo* imposto* aos margado, qner as di-
tas capellas leudara, quer nao leuham templos ou
casas dj*jfcran. quer cii-tara, quer nao exislam os
bens daNn tas regras ettao romprehendidas as capellas de que
se traa, mas nao assim a* casas de orarao sem int-
tiluicao e sem bens.
Ueos guarde a V. Exe.Jos Thomaz Sabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia de Piauhy.
3. Vrcfu'o.Ministerio dos negocios d juslica.
Rio do Janeiro, en". 26 de selembrn de 1855.Levei
o coiidecimenio deS. M. o Imperador o oflicio de
\ S., datado de 14 do mez prximo lindo, no qual
pede er esclarecido se o relalorio de que trata o
arl. 13 do rerfulsuientu, n. 137 do I. do maio des-
le anuo deje roniderar-sa como urna peca separada
dos aulos, ou se como fazendo parle dos meamos au-
tos, conforme V. S. eulendc ; pedihdo igualmente
que se llie declare te he verdadeira a indiligencia
que da aos arl*. 232 e 237 do regulamenlo 11. 737
de 25 de novembro de 1850 pela maneira que
expe.
E Tirando o mesmo auguslo senhor inleirado da
maleria do diln uflicio, l.ouve por bem decidir que
sendo o sohredito relalorio urna formalidade do jul-
gamenlo das cautas comiflrciaet em segunda ins-
tancia, nao pode llenar de constar dos aulos, nos
quaes cumpre que saja lancado ; e quanlo i inlel-
MINISTER10 OA FAZENDA.
Expediente de 20 de oulubro.
Ao ministerio da juslica, declarando. enisulurAo.,
questiio exposta do aviso do mesma ministerio de 10
do correte, acerca do pagamento de djreilot pela
nomeacao de Manoel Hilario Pire lenaopara servir
interinamente o3 oflirio de labelio publico de no-
tas do municipio da corle, que ji at iuslruc.6e* de 26
do Janeiro de I832eaa orden* do thesouro de 13 de
oulubro de 1834 S 1, e 5 de Janeiro de 1848, esl.be-
lecram qu* pagavam novos direilo us provimeulos
internos dosolllcios de juslica conferidos pelas auto-
ridades competente*.
A' presidencia de Minas. O marqaez de Pa-
ran, presidente do tribunal do lliesooro nacional,
em resposta ao oilicio do Sr. inspector da tdesuura-
ria de Minas, n. 67 de 8 do mez prximo pretrito,
hue acornpanhou o prucesso de habilitado de O.
'Prima Modesta de Sousa Ozorio esu<* irmaas, para
peiceberem o meio sold de seu fraudo pai o lenle
coronel da 2 linha Jos Januariode Suata Ozorio,
declara que nao esta sulTicienlemeule provado o di-
reilo das habililandas ; em primeiro lugar, porque
codo tildas legitimadas por subsrqueute malrimonio,
e deveodo este con-lr.r do um modo autdenlico, a
cerltdao desse casamento junta ao procesto nao de-
clara a pessoa com quem o tobredilo lenle coronel
p celebroUiU que he tanto mais e'ssendal, que os as-
senlos de baplismo das mesmas habililandas foram
libertos no crrenle auno, em virlude de justificacite*
a que prucederam perante a autoridade ecclesiaslica ;
e em segundo, purque, constando do documento a II.
I'1.do proce>so que o refirido lente-'coronel leve
mal* lilhos que se nao habilitaran), iiiTo'existe a pro-
va legal de nao poderem eles gozar do meio suido,
pun qus a declararlo de um parucdo'nAo o he, nem
conven) que o seja.
Cumpre, puis, que o Sr. inspector informe as ha-
bililandat dat duvi las que obtlam ao reconliecimeulo
de teu direilo, e Ibes nao continu a pagar o meio
toldo sem que n/eslem flanea de entrar para os co-
fres pblicos, caso nao solvam completamente as du-
vidas apreaentadas, com o que' douvereot recebtdu
indevidameale.
2
29
.V Ihesoujaria da Baha.t) marque? de Paran,
presidente do tribunal do lliesooro nacional, em *o-
lucao llovida proposta pelo Sr. inspector da the-
souraria da Baha, em fliejo de 20 de tetembro ol-,
limo, obre o direilo que deva ler o 3. eteriptUra-
rio Tito Mara de Castro ao veucunenio do respec-
tivo ordenado no inlerslicio que houve de sua de-
misso reinlesrsrAo, declara a m^arao Sr. inspec-
tor que, nao leudo o dilo escripturario sido demillido
por altas que commellesse. mas por ter enfermado
de molestia que o impossibilitava da exercer o seu
einpreco, ao passo que nao contava alada os anuos
de servico necessarios para ser aposentado, 1 onipe-
te-lde sem duvida alguma o vencimoato que deixou
de perceber desde que foi dcmiHJ0aa|l ser reinte-
grada, a"*!
E para qoe sirva de regra em otsm idnticos, fi-
que o'Sr. inspector na intelligeucia de que. quando
a reintegrarlo he concedida por se ler reconhecido
infundada, injusta ou Ilegal a demiasao, o empre-
gado reintegrado nao t entra no exercicio do aeo
emprego, como he indemnisado do* vencimeolos,
ou reiidimeulus vencidas e 11J0 percebtdos, salvos
ot casos de duplcala de pagamento do qae se abo-
nou ao tubslitudo ou aos que foram promovidos
nos lugares de que us agraciados foram esbulhados,
como se deduz das resuluces do conselho da fa-
zenda de 28 de m-iu e 30 de julbo de 1825, 16
de agoslo de 1826, 21 de abril de 1828, e resolacAo
de consulta do conselho de estado de 5 de fevereira
Ihe dirigi ojjcommaadanle do meio biylaidao dewa
provincia, ponderando :
1*. Quesegundo as necssidades uro servico, a pra-
va que tai em diligencia para o itlerior da provin-
cia quasi sempre a dislaocia de ttf), he abonada por ordem da presiftencis, de deza vin-
le e mais dias dos seus vencitneulos, conforme a
conhecimenlo e pralica do porto, e as manobras,
succede, como S. Exc. vera das copias juntas do of-
Hcio do presidente, com dala de 12 do mez prximo
pretrito sob n. 22, e do que alie recebeu do rs-
ped ivo capiao do porto em 14 de selembro ultimo,
que a allandega da mesma provincia pOe obstculos
a estas dispo*r.oes, prohibindo qjie os aprendizet
S,
de 1853.
MINISTERIO DA GUERRA.
Circular: Rio de Janeiro. Ministerio do qe-
gocios da guerra, em 24 de oulubro de 1855.M-. n-
da Sua Magestade o ImpesBlor, por esta secretaria
de estado, declarar au iuflacior de Ihesouraria de
fazenda da provincia de...., que os ofJiciaes do tixer-
cito sempre que marcharen) em servico de unta para
oulra pruvincia em viagem a Ierra receberOo, alm
da ajuda de costo, as forragens para cavalVos e bes-
tas de bagagem que pela legislado competir-Ihe*
possa, bem como a addicional e elape nos termos da
circular de 18 de jolln ollimo, devendo o governo
na cortee os presidente* lias provnolas determinar
us dual danlro dos quaes devem verificar a viagem,
Has razao s- fazer a conta dar abono das ditas
, ficando para este lim sem efleilo o aviso
cfEulaajHe 25 riaqueile mez sulireWi materia.
Margues de Caxias. S
Circular.Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios da guerra, em 27 de oulubro de 1855.Illm.
e Exm. Sr.Constando, At* contas de despeza da
reparti da guerra, a falla de regojaridade que
lem havulo em alnumas provincias, nos abonos de
graliticBCes a ofllciaes/' do corpo de engetdleiros em
commissoes da sua arana, determina S. M. o Im,
rador que V. Exc. nao mande'pasar vea)
uc n3o s-jmn em relhrao a es*as cohimissO.__
arme o disposlo nas Inslriirces d 10 de Janeiro
1813, devendo os nie-inoulliriaes declarar nosreci
que patt.irem o trrico em que se adurem emp
gado, alim de quO ,a reparlifao fiscal fique habi..-
lada para condecccse os mesmo veuotmenlus tAo ot
que devidamenle Idus compelen) ; pudendo porem
V. Exc. representar a esla secretaria de eslado
quando enlen ler que as referida* vanlagens nao
correspondem nalureza da commiaiau.
Dos guarde i V. Exc Margues de Caiias.
Sr. presidente da prorinria de....
Rio de Janeiro. Ministerio des negocios da guer-
ra em 30 de oulubro de 1855.
Illm. e Exm. Sr.Nao podendoos indis id
qae sahem quasi lodos (>s mezes a deslcar em subs-
tituirlo de oulra, a c/mduzir presos de justira, e
ouiroservisos ordeafndos pela presidencia ;
E 3-, finalmente.;' que podeudo acontecer que laes
pravas assim abultada deserlem om marcha eom o
avanco anda/w veucimenios. Ihe parece qoe t
mesmas prara/s se deve contar esse veiirimenlo.|por-
qae do conlrArio haver .desfalque na importancia
geral dot veficimenlos recolhidos das qae etian des-
tacadas, entretanto qoe pela lei a prara t pode re-
ceber teos Vencimenlos em pocas determinadas.pe-
de o diln rjommaudante prov idnctas acerca do nu-
do por ojue deva proceder ;
Houve pur bem o mesmo augulo senhor, por tua
imine;lial.i e uuperial'resoluc 10 de 31 de oulubro
ullirrao, lomada tobr contulla do conselho supremo
iqijilar, mandar declarar a V. Exc. que, quando se
dJr o caso de se abonaren) veiiciinentos adianladosa
'individuos que marcharen! em servjco, e aconleca
algum delle* desertar, ou mesmo fallecer, o prejui-
zo resultante de laes adiantamenlos dever sempre
correr, por contada fazenda nacional ; endo imme-
diaUmenle indemniadosos cofres dos coros a que
perlencam aqnellas praeas da importancia de lal
prejuizo, alim de que uan snflram de.falque nas som-
mas que nelles devam existir, e n5o aejam prejudi-
cadas oulras prara.
.Heos guarde a V.
Sr. presidente da pn
Rio de Janei
guerra, em 9 de noJ
Sr.Em resposta ai
'arque; de Caxias.
Cear.
rio dt>s negocios da
b 1855,Illm. e Exm.
^JRcion, 113 de I de ou-
lubro prximo Olido neompanhando por cpia o do
inspector da Ihesouraria de fazenda de 24 de selem-
bro ultimo, pedindo esclarecimenlos ubre o aliono
de ajada de cutio e furragens, declaro a V. Exc.
que quanlo primVira parle esta providenciada pe-
ta orcular de 24 daquelte mez, qoe derogou a de
25 iie julbo ueste anno ; e quanlo a segunda, quan-
do qualquer ufllcial marchar isoladamenle em dili-
gencia do servico. se Ihe deve abonar e forragem
para urna betta de bagagem.
Deo guarde a V. ExcMarque; de Caxias.
Sr. presidente da provincia do Cear.i,
r-eJ
daSfWse
pedi^Ad
das conyenieules ordena, para qoe a referida alan-
dega de cuniprimenlo ao sohredito regulamenlo,
nao oppondo os embarazos que ale agora Ihe lem
opposto.
Rio Grande. 2!) de oulubro de :nV>.III111. e Exm.
Sr.Teulio a honra de participar a V. fixe. que a
barra desta provincia, a qual, depois das alternativas!
mais ou menos nplaveis por que pastara desde
principio do invern, pareca ler chegada em
mez prximo pastado a um eslado mais re,
eslavel ao mesmo rumo-de S. S. O. em que da"
aeitava, soflreu ciuisideratel trantlorno de 3 a 10 do
correnle, em cumequencia de um atorado temporal
na costa, com forle vaga S. E., em concorreneia
com grande correnteza de aguat do monte ; lendo-te
porem felizmente nberlo ouiro canal ( que j esla
dando accessu ao navios) junio do primeiro, e quasi
a rumo de S-, mediante as fortes brizas que tubrevie-
ram du dia Uem .liante. E-te tarto, que alias, ser-
vio-me para raelhor firmar o meu juizojsobre as cau-
sas qne dAo lugar s variaeOes da mesma barra mais
coiKidcravei e frequenles na ettacAo das chuvas,
loriioit se inilispen.avel, para que eu possa apresen-
lar a V. Etc. o resoltado dos n.eus traballu, nova
observarle. e examts no tocante a situarlo e confi-
guraban actual dos bancos ; e he ^or isso qoe nao roe
aprovello nesla occasiao da permitsAo que V, Exc.
se dignuii conceder-me para iria esta corle, e do con-
seniimenlo que para csse fim ja me linda |dado o
Exm. presidente desta provincia. Dos guarde a V.
Exc.lllm. e Exm. Sr. conselheiro Joo Mauricio
Wanderley, ministro e secretario de eitado dos ne-
gocios da marinha.Ricardo Jos Gomes Jardim
tenente-coronel de engenheiro.
ceira lotera do Gymnatio Provincial.Communi-
cou-se ao Ihesoureiro daa loteras.
DiloAo commandanle do destacamento volante
da comarca de Flores, recomm.udaodo que do des-
lacamenlo a aeo mando, faca conservar oa villa de
Tacaral pelo menos 10 praras com om oflieial in-
ferior.
DiloAo Ihesoureiro das loteras, dizendo qoe a
arle da lotera a qae Smc. se refere, devera ser ex-
Irabida em beneficio da igreja de N. S. da CoDceic^o
^los militares. .
PortaraAp agente da companhia das barcas da
vapor, para mandar transportar para a corle, ao va-
por que acaba de c liegar. caso haja vaga para pas-
sageiro'de eslado, ao ex-sargenlo de primeira liaba,
Audr Beck.
Oilicio Aotim.
marechal commandanle das
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 13 DE NOVEMBRO.
OflicioAo Exm. commandanle superior da guar-
da nacional do municipio do Recite, recommal-
d.uido a expedicao de suas ordena para que tsjj
addido a um dos carpos de reservada mesma guarda
uacional o teuenle do segundo balallilu de abala-
ra, Manoel I.uit da Veiga, que fui eliminado da lis
la do servijo activo pelo respectivo conselho de re-
vista.
DiloAo'Eiui. direrlor geral interino da inslruc-
arraas, para maudar patsarescosa. vitlo ly apresen-
lado isencao legal, a Francisco Jos da Silva, que sa
acha no deposito corno recrola. Commuuicou-se
ao juiz de direilo da comarca de Sanio Antao.
Dito Ao mesmo, Iraotmitliodo para ter o con-
veniente destino a relacfto dat alteraroesque 00 mez
de selembro ultimo occorreram acerca do cpilao
do dcimo balalhAo de infanlaria, Jote Aurelio de
Moura.
Dilo Ao mesmo, recommendando a expedicao
de suat ordens, para qae dettaquem com brevida'de
para o Lazareto do Pina 12 pracat de prel comman-
dadas por am oflieial subalterno, alim de guarda-
ren) 01 passageiros do vapor Guanabara.Coiumu- '
nicuu-se ao provedor da taude
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
inleirando-o de haver o Exm. presidente da taralu-
da, participando que expedir es mvenveotes or-
den para ser pana aa os devidos lempos, a presta-
rAo mental de 2iS.>^e cousiguou de tea toldo ua-
quetla provincia o alfares do segundo balalho de
lufaularia Jos Francisco de Oliveira Mosquita a con-
tar do primeiro dn correte al o fim de oulubro do
anuo prximo vindouro.
Oilo Ao chefe de polica, recommendando a
expedicao de suas orden*, para que o encarregado
registro do porto nio corniola na sabida das era'
MINISTERIO A MARINHA.
hxpediente do dia 30 de oulubro de 1855.
-A' presidencia da provincia do Para. -O g,gfegyg*l LV '.Hg? gj^
------------uosme-
A' Ihesouraria de Minas.O marque/, de Paran, I ores delBaniio*. nem maiores de 45, ser engajados
presidente do Iribooaldo lliesouru nacional, respou- Par oterviju do exercilo,carao mui terminan I mente
- se declaruo un aviso circular de 29 d-:-
**#s)*a*M\]i*6i*ail(iiieiioivi seden
IhAoae infanlVia Antonio Olinda de Faria Pioiieiro
qoe fez o ohjeclo de seu oflicio o. 165 de 13 do cor-
leudu ao olliciu do Sr. UtjMH HUaC* ''
Minas, n. 61, al'"3tUS naMP*aV*t*^tlM*lrlnn-
miuiica que leudo o colleclur do municipio deM.a-
vra> exigido de Manoel Antonio da Costa Lima, ac-
tual senhor da fazenda denominada do Congonhal,
o pagamento das tizas a que a mesma esla sujeila,
por tenido vendida por escriplura publica ao I fe-
res Jos Antonio de I.una, por seo anterior potsoi
dar o capil.iu Diogo Garca da Cruz, se escotara o
sobrcdito Costa Lima a lal pagamentu, allegando nao
se ler rllecluado a compra por falla de posse do com
prador, o qual por nuva escriplura ceden au anligo
proprielario o seu direilo i referida fazenda, decla-
ra ao mesmoSr. inspector qae cada ama das mencio-
nadas escriplura* de compra e venda, jnnlas por co-
pia ao seu citado oflicio, est tnjeila ao pagamento
da compleme tiza; a primeira por qoe deixou
de prodnzir efleilo por mero aprasimento das partes
e nAu ero virlude de senleura qae a annallane, na
forma da resolurAo do 4 de dezembro de 1827 e de-
cisAo de 8 de oovembro de 1838; e a segunda por
que a cestao que por ella fez o comprador ao vende-
dor ila mesma propriedade comprada he, pelaa for-
malidades qoe a reverten), um verdadairo contrato
de compra e venda de cousa certa e por prero cerlo.
e como lal comprehendido nas dispusieres do al v ara
de 3 dejunho.de 1809. A falta de poste por parte
de comprador, quanlo ao primeiro contrato, no he
por si so suflicienle para a isenc/io do imposto, e
quando fnsse nao aproveilaria, no caso de qae se
traa,ltenla.' as clausulas que a este respailo se lem
na respectiva escriplura. Deve, puis, o Sr. inspec
lor ordenar ao tobredilo colleclnr que ariecade as
duat sizas mencienadat, ua razAo de 10 V e proce-
der contra os contratantes, vista a manifesla l'raode
com que obraram, nos 'ermos do S 9 du citado- ulva-
r de 3 de juoho de I80y.
_ x
_ Ao ministerio da marinha.Illm. e Exm. Sr.
Em solurAo materia do aviso de V. Exc. de 19 do
corrate, a qae ncampanharam o oflicio por copia
da presidencia do Para de 21 do mez pastado e outro
do secretario da iiupecrAo do arsenal de marinha
da mesma provincia, reqtiisitando que o sello fixo
dos papis que correm pela dita inspecelo seja nella
cobrada, leudo a derlarar a V. Exc. que oio sendo
permitidla, eveeprao das eslares lisraes menciona-
das no arl. 68 do reg. de 10 de julbo de 1850, a
arrecadarAo do sello seuio aos escrivAes dos delega-
dos e subdelegados dos lugeres em que nao exislem
laes eslaces, oo s compariiat publicas e particu-
lares e ihesoureirns de loteras com certas cautelas e
cutidirors, como se v dus S 2 e :) do citado art. 68,
nao pode ler semelliaiiuyjliribuie/io o arsenal de
marinha do Para, cujo axfldieole alias nao deve ser
tAo consideravel qae jaslifique 1 reclama^ao de se-
melhaule providencia; e quando mesmo se suppu-
zesse consislenle a razao allegada, parece qae estan-
do na vizindanra da alfaudega e consulado seriara
eslas reparlirocs mais, propiias do que aquella para
a arrecadarAo do referido imposto, convindo notar-
se que nem a Ihesouraria nem a presidencia do Pa-
ra ajuutem observarlo alguma ledenle a sottenlar
conveniencia de senaelhanle medida.
/ 27 .
A' mesado consulado. Reprodaziudo-se l're-
qaentemeiife na meta do consulado da curie e facto
de n,1o terem incididas no manisfetlo dos navios de
cabolagem mercadiorias estrangeira ja efTeclivamen-
te despachadas paca exportadlo eembarcadas depoit
de haverem pago os direitos de cousumn, e itsu pela
omissAo de reraellerem os commandanles dos dilos
navios a mesa ajs despachos origtnaet, em villa dos
quaes lem ellal de organisar os manireslos segando
o dispusto no .-arl. 23 do decreto |n. 13X8 de 26 de
abril de 1854. e convindo por termo repelicAo de
semelhanles qrais-nes, compre que o Sr. administra-
dor da dita mesa na organitacSo dot mannfeslia ob-
serve rcslrnclaueute o mesmo que Ihe foi recom-
mendado na ordem do lliesooro 11. 143 de 9 de ju-
11I10 de 185)2, e verifique pela* duplcalas dos des-
pachos se As originaes que Ihe *3o apresentados cor-
responderaNao numero daquellat e comprehendem a
lolalidade djas mercadorias despachadas e embarca-
das, nao davendu, se dete exame te conhecer que
falla*alganp despacho original, proseguir no proces-
so do manifest emquanlo o commandanle da em-
barcacAo naojostilicar, a juizo do administrador, ou
que as mercaduras a que a dnplicata se refere nao
chegaram
se perdeu
do-se neslii uliimu caso exlrahir urna certidSo da
copia parn/cora ella proceder o feilor a urna, nova
r.inferencia a bordo,
-^-A' llnesouraria do Minas,O marqnez de Para-
n, preidlenledo tribuna! do thesouro nacional,em
resposla a) consulta que Ihe fez o inspector da Ihe-
souraria ojo Minas, c oflicio u. 18 de 2U de juuho
do correu1leai.no. sobre te he licito applicar-se o
producto los bens penborados ao fallecido .coronel
Narciso F< rreira de Oliveira para pagamento do al-
cance que lem cuino colleclur que fui da cu.narca
do Rio dai Morles, udeuinisaeao das quantias que,
como coro ael da legiao da guarda naciunal recebeu
no auno d e 1842 para despezas das forras legaes, e
de qoe iiilo deu contas; lem 1 declarar* au mesmo
inspector!que nio deve ser applicado o producto dos
leferidus/bens a sali'farao da reapontabilidade con-
traluda irlo dilo Uliveira como coronel de legiao,
seno dL-pois de saldada a coula do alcance em qae
se aclioj como colleclnr, se para lauto chegarem es-
set beius; cumprindu que o Sr. inspector f.ca pro-
seguir/ sem mais demora, os termos da execucu
prnmcpvida para indemnisaro da fazenda naciu-
nal. .
LdlJUlins n i|.v > ....,..i.^.o su tCItir llilll
embarcar por qualquer incidente, ouque
1 original depoit d embarque, mandau-
reule, nao lera direilo gratificara marrada no S 30
do dectelo ti. 1401 de 10 de julbo de 1854 ; oque
Sr. miuislro da fazenda, a quero sujeilei a tequisi-
<;Au feila pelo secretario da insperrao do arsenal de
rnariuha desa provincia, como cousta do oilicio de
V. Exc. com dala de 24 do mez prximo pretrito
sob u. 25 para que o sello fixo do papis que cor-
tera pela dita inspeccao seja nella cobrado, decla-
rou-me era aviso de 26 deste mez que nao sendq,per-
mitiida, exceptan nas eslares fieaes mencionadas
no art. 68 do regulamenlo de 10 de julho de 1850, a
arrecadarAo do Sello tenAo aos crsvaes dos delega-
dos e subdelegados nos lugares em que nao existem
laet eslaries, oq^at companhiat publicas e particu-
lares, e Ihesooreirosdas loteras com certas cautelas
e condicOes, conforma se v dos SS 2. e3." do cita-
do arl. 68, nao pode ter essa alininiirAo aquello ar-
senal, cujo expediente alias na deve ser tan cousi-
deravel que justifique a reclamarlo de semelhaiite
providencia ; e que, mesmo quando Totse cnnsitlen-
li
cunselho directorio de fixar o prazo de 6 mezes para
o prolessnres de iiKlrurcAo primaria provarem com-
pletamente as suat hahilitaraes uas materias que ac-
crescerem as em que foram approvados, e bem as-
sim de designar as localidades em que devera ler
lugar o e,nsiuo das materias do 2o grao.
DiloAo mesmo, dizendo que, para o ensino das
malcras do 2, grao nas escolas de inslruccao pri-
maria se deve adoptar de entre os cumpendios. exis-
tentes oa que forem melhoret.
DiloAo Exm. marechal commandanle das armas
declarando que pode autoritar o commandanle do
destacamento da villa de Caruar, a mandar fazer
as gutritas que forero necessnria para abrigo das
senlinellas da cadeia da mesma villa, sendo essa des-
peza paga pela llieaooraria provincial, vista da
competente conla, e dizendo quanlo aos commodos
preciso* para preparar-te o rancho dot toldado
do
egada, parece que e-laudo na vi.'iohaa-., enc1io,,1aao -lament,que deve o tobredilo coro-
WltuVe talilutado, seri'aHi esta,rVpanlcneS ntais proprias do que o arsenal oara a arrecadarAo T a,erve d.e flrtelpara faze-loa com brcvi-
do referido imposto: concluindo" o mesmo Sr. mi- '' """"du-lhe. matur aluguel e quando elle
iiuii.t a v
A' pre
ircoanido .1
ultimo, pe,
. que
em resposla ao teu citado oilicio, communico a V.
Exc. para seu ennheriroento.
Dos guarde a V. Exc. Marguez de Caxias.
hr. presidente da provincia das Alagdas.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 5 de novembro de 1855. Illm. e'Exm. Sr.
Havendo por bem S. M. o I., por sua iroroedia-
la e imperial retolurao de 127 de outubrou llimo,
lomada sobre consulta do conselho supremo militar
de juslica, mandar declararla V. Exc.em resposlalao
sen oflicio sob n. 464 de 28 dejunho de 1851, que
reo Simplicio Jos de Muraes, qua fora exclui-
do do serviro militar desde a pablicarAo da teulen-
ra que o condemoou a sci anuo de pritao com tra-
balho, deve ser processado pela segunda fgida que
commeltera, nao sendo ja militar, no foro commum
a.fim de Ihe ser imposta a pena do arl. 54 do cdigo
criminal, reineltendo-se para este fim at parlicipa-
roeslo acoiitecimenlo ao promotor publico, a quem
cumpre aecusar ueste caso ; assim o participo a V.
Exc. para seu conhecimenlo e roveruo.
Dos guarde a V. Exc Mrquez de Caxias.
Sr. harao de Tramaudahv.
9 de Janeiro. Ministerio dos negocios da
7|de novembro de 1855.Illm. eExro.Sr.
ido por beta S. M. o Imperador, por sua
""alaiW" imperial resoluco de 31 de ootubro
ultimo, lomada sobre consulla do cousrlho supremo
militar, mandar declarar a V. Exc, em resposla ao
sen oflicio n. 155 de 12 de agosto de 18-53, que para
a boa ordem eregularidade do serviro militar, os
individuo a quem potaam aproveitar'as disrjoticOes
da provudode 7 de dezembro de 1835 deverao di-
rigir osjAtrequeriinentos au mesmo augusto se-
nhor, m oonformidade das ordens estabelecida,
alim de.precedendo consulta do citado trrouuar.resol-
verelle como for de'justica.segundose tem de ordina-
rio pralica lo, locando dcsle modo prohibido a qual-
quer autoridade militar faxer applicactlo da dotitri-
ua da dita provisto, quando itlo Ihe teja requerido
por alguma das pracat do exercilo que se acharen)
tob seu cominando ;' atsim o participo a V. Exc. pa-
ra teu conhecimenlo.
Deot guarde a V. Exc. Mrquez de Cautas.
Sr. B.-irAu de Tramandahy.
. Bio de Janeiro'. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 9 de novembro de 1855.Illm. e Eim.Sr. .
Tendo sido presente a S. M. o Imperador o oflicio djf
ez-commaodanle da* armas desta provicnia, de H
de oulubro de 1848, pedindo esclarecimenlos sobre*
a* seguinles duvidas :
1." Se eslao ou nao no caso de ser reconhecidus
cadetes os lilhot dos ofliciaes honorarios de linda ;
2. E se esles ofllciaes tem 00 deiara de ler di-
reilo rondecoraeao do habito da ordem de Aviz :
Houve por bem o mesmo auguslo senhor, por sua
immediala e imperial retolurao de 20 de oulubro
ullimo, lomada sobre consulta do couselho supremo
militar, mandar declarar a S. Exc, quanlo pri-
meira duvida : l.lue os lilhos dos ofllciaes honorarios
de I" linda acham-se nas circumslancias de serem
almillidos s classesde primeiro* ou segundos cade-
tes i vista das patentes de seus pas ; nao devendo
servir de obstculo para serem como laes conside-
rados a declarado feila na prnvisAo de 6 de junho
de 1842, vislo qoe, emquanlo dorar o seu efleilo, o
dito ofllciaes somenle nao licam obrizados a s.ervi-
ro algum militar, roiiservanJo-sr-lhes todava os di-
reilo* obtidos em virlude da lei que os creou, os
quaes s por oulra lei Ibes podiam ter suprimidas.
quanlo segunda, que ot referidos ataciaes fio.
Horarios, v isla da categora em qne s acharo a
retpeilo dos mais ofliciaes do exercllo, lem incon-
leslavel direilo a condernrarAo do ordem de Aviz,
se provarem|aulhenlicamenle haver prestado servir; s
militare, sem nula por 20 anuos completos, e que
uceupam, pelo menos, o poslo de capilo. E assim
o communico a V. Exc. para leu conheclmento e
governo.
Deo guarde a V. EicMarguez de Caxias.
Sr. presidente da provincia da Babia.
Bio de Janeiro.Ministerio dot negocios da guer-
ra, em 9 do novembro de 18".5.Illm. e Exm.Sr.
Sua Magestade o Imperador houve por bem.por sua
immediata e imperial resulucAo de 27 de oulubro ul-
iimu, lomada sobre consulta do conselho supremo
militar, mandar declarar a V. Exc, em resposla ao
oilicio dessa presidencia, sob 11. 190 e dala de 16 de
maio do anno prximo pretrito, cobrindo o come-
Ido de averiguarlo leda a respeito do soldado do 2
regiment de eavallana ligeira Jos Joaqun) Tei-
xeira de Mello, que pedio ser reconhecido 2 cadete,
que leudo sido patsada ao pai do justificante a sua
patente de alteres da exlincla 2 linha em 13 de I-
vereiro do tupradilu auno, havendo tido promovi-
do a este posto pela imperial resulur.lu de 16 de ou-
lubro de 1829, devera o mesmo justificante ser re-
condecido 2" cadete, visto achar-se comprehendido
nas ditpoticoes da proviso de 26 de oulubro de 1820.
E as'im ucommuiuco a \. Exc. para seu conheci-
menlo e governo.
Dos guarde a V. E^P^Toroue; de Caxias.
Sr. presidente da provincia de S. Pedro do Rio
Grande.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 9 deaflovemhro de tK5.5.-I||m. e Eim.
Sr.Tendu subida a presenca de Su< Magestade o
Imperador, com o oflicio dessa presidencia 10b n. 1 aprendizes matriculados na capitana, para com el-
55, e dtla de 17 de abril de 1853, o jue por i*5pia | les entraren! nos navios, aflm de o habililarem no
nistro qne nem V. Exc: nem a Ihesouraria de .fa-
zenda ajunlatsra ooservacAo alguma tendente a
sustentar a conveniencia desta medida : o qae com-
niunico a V. Exc. para teu conhecimenlo.
esidencia da provincia de Matlo-Grosso,
a rerepcao do oflicio 11. 15 de 21 de julho
loqual pergunla te o grumete desertor
da coar> vincia Manoel Moreira do Nascimenlo, qoe tendo
ido coiideinnado por sentenra do conselho supremo
militar de justira pena marcada nu art. 51 dos de
guerra da armada, evadio-se aulesde haver all che-
gado a coramunicacao da relerida senlenca, e fi
depois nppredeu lido, Ideve |ser eliminado da dila
companhia quaudo lenha cumplido, aquella pena,
romo se praticou, em virlude de ordem do qoarlel-
general da marinha, acerca de oulra prara senten-
ciada a igual pena, por crime idntico ; e remetien-
do, por copia, a mformarau do mesmo quarlel-ge-
neral com dala de 29 |do correnle e 11. 1078 para
que em visla delta faja proceder convenientemente.
A' das Alagoas, approvando, em resposla aj
oflicio 11. 71 de 17 do correnle; a deliberarlo que
lomara demandar romerar a obra precisa para o as-
teulamenlo do apparelho de luz que se destina ao
pharol da mesma provincia, e au(risar a* respecti-
vas despeza, visto que se acha encerrado o exerci-
cio de 1854 a 1855, e nao se pode por isso appliear
A in-sma obra o crdito de 9:400*que no dilo exer-
cicio fot para |ella marcado ; e cummunicando
que ora te tolicila ao ministerio da fazenda qne
mande abrir para o sobredilu fim pela verba
Obras du correnle exercicio ouiro crdito igual
aquelle, devende recommend.ir queelle seja llec-
livamenle eropregado.
Olliciou-se ao ministerio da fazenda.
r A' do Para, acedado a receprao do oflicio n.
23 de 21 do mez pastado, era que participa ter
mandado dispensar do serviro do hospital do 3" ba-
lalhAo de ardlharia a p os dous grumetes que alti
te achavam era pre gados no Iratamento das' praras
de mariiilia, e elevar por esse motivo a 700 rs. a
diaria de 600 rs. que se pagava por cada urna, aflm
de se dar a giatificarAo de 100 rs. ao enferjneiro e
srvenle que das mesma cuidaren); e dizendo que
nao se deve elevar a referida diaria a mais de 650
rs. sendo o augmento de 50 rs. destintdo a mencio
nada gratificado, vitlo haver major despeza do que
aquella que se fazia com oa tobreditot grumetes, e
regulava por 3.55800 mentaes, por i,sao que pela To-
lda do hospital, annexa as demousirares das des-
pezas, v-se que ot doenlet de marinha lem regu-
lado por 24, termo medio, c, pagando-te por cada
uro 100 rs. diarios, vem a despender-se mensal-
niente a quanlia de 72$, que, comparada com aquel-
la, epieseula mn excesso de 36)200.
-29-
Ao chefe de esquadra, aecusando a recepcAo do
oilicio o. 1009 del Ido crrente, acompanhadodo em
que o commandanle geral do corpo de imperiaes
marinheiros propoe que qoaudo ai praras do mesmo
corpo liverem de receber mais de dous semestres de
fardamenlot se paguen) a diuheiro os excedentes,
bem como que as camisas que de seis em seis mezes
se fornecem as dilas prncas, na conformidadeda la-
bella n. 2. aunaaa ao regulamenlo mandado obser-
var por decreto n. 411 A de 5 de junho de 1845.
sejam de gula azul, int vex de branca; e determi-
nando, quanlo ao primeiro ohjeclo, que se observen)
restrictamente os arts. 51 e 52 do citado regulamen-
lo, na inlelligeucia de que em visla de razes
epociaes que nao te podem prever, ter alterado o
quo nos sobreditos amaos te dispoe; e ajreapeilo do
segundo, que ne-la uccasiio se expede ordem para
ta fornerer as camisas, como propoe o mencionado
commandanle, e sao usadas pela marinhagem a bor-
do dos navios da armada, ficando assim alterada a
nota que se acha no final da tabella n. 2. juula a-
quelle regulamenlo.
Expedio-se ueste sentido o competente aviso a in-
tendencia da marinha da edrte, o quai remelleu-se
por copia as presidencias das provincias da Baha,
Periiamboco e Para',
3 de novembro."
A' presidencia da provincia de Pernambuco,
are usando a receprAo do oilicio n. 75 de 15 do mez
prximo plenlo, com a copia do qne ua mesma or-
ea.i,iu dirig ao ministerio do imperio, ponderando
que por motivos das importantes obras a fazer. como
tejam, alcm de oulrat a conlinuarAo das do melho-
ramenlo do porto, a construcc.Ao da ponte do Recife
o mesmo a da ettrada de ferro, Ihe parece inditpeu-
tavel que haja all um engenheiro de habilidade
pralica e reconhecida, concluindo qoe lal.cz se pu-
desse obler esse engenheiro, se pelos cofres geraet se
coiilassc cora a quanlia 5:0003000, para reunir-se a
uniros cinco pur parle da provincia: dizendo que,
pagando a repartirlo da marinha a gratificarlo de
IN2-* por mez as engenheiro eocarregudu das obras
do porto, nenhuma duvida llavera' em que seja ella
abonada ao qoe for engajado por cotila da provincia,
urna vez que possua os conhecimentos necessarios
para bem dirigir aqnellas obras.
8
Ao ministerio da fazenda. Determinando o s 8.
do regulamenlo da praticagem da barra e baha de
S. Marcos na provincia do Maranhao, mandado
execular por aviso de 22 de selembro de 1852, que
os pralico Iragam em tua companhia um ou dous
11A0 queira annuir a isso, couvein que te alugue eu
Ira casa que lenha laes commodos e para ella se
paste o destacamento.
DiloAo mesmo, inleirando-o de haver aulor-
tado o inspeclor da ti.esoararia de fazenda, a man-
dar pagar ao major Joaquim Rodrigues Coelho Kel-
ly, o qua- Ihe Competir pela tua ida a comarca do
Rio Formoto.
Dito\o intpeclor da ihesouraria de fazenda, di
zendo qoe o aluguel da casa em que esla fuuccio-
uando a secretaria de cotnmaudo das armas, deve ter
salisfeito sob a responsabilidade da presidencia em
quanlo o governo imperial nao resolver o contrario.
DitoAoJuiz relator da junta de justira, Irans-
miltindo para serem relaladus era ssssao da mesma
junta os processos verh'aes dos toldados do meio Da
lalhao provisorio da Parahiba, Joao Jos dos Santos
e Jos Bezerra da Silva. Parlicipoo-se ao
presidente d'aqoella provincia.
DitoAo director das obras publicas, recommen-
dando que receba da presidente da commissAo de
hygiene publica as chaves do torrea da alfandr:
em qoe oalr'ora funecionara a mesma curumis-Ao,
conservando sob sua guarda os objecios perleucentes
a aula de chimica e phisica do anligo lycea, us quaes
se achara no anligo trrelo. Commuuicou-se ""
mencionado presidente.
DiloAo inspector da Ihesouraria provincial, 0-
teirando-o de haver concedido ao porleiro da tecre-
laria do governo,-Rufino Jos Fernaudes de Fignei-
redo, um mez de licenca com todos os seus venci-
menlos para tratar de tua saude.
DiloAo meimo, recommendando em visla de
sua inlurmacao dada acerca do requerimenlu de Jos
Joaquim de Novaes, qoe maule por novamenle em
prarja os reparos do acude de Caruar, servindo de
bate a essa arrematarlo ajkroposta feila pelo toppli-
canle, islo he. a quinta parle sobre o valor de ....
1:0129000 em qae foram oreados os mencionados
reparos.
DiloAo delegado do primeiro dislriclo do termo
desta cidade, ialeirando-o de haver remeltido a Ihe-
souraria provincial, para ter paga estando nos Ier-
ran legaes a cunta que Smc. envin da despeza fei-
la cum o sustento do presos pobres da cadeia de Ga-
r.inhans no mez de oulubro ultime.
DitoAo Ihesoureiro das loteras, declarando que
approvara o plano que Smc. rcraetleu para a exlrac-
ra'o das loteras da provincia e enviando urna copia
do referido plano para que v usando detle quando
entender ser mais conveniente Igual copia remel-
len-.e a Ihesouraria provincial.
PortaraAo agente da companhia das barcas de
vapor, para mandar dar patsagero para a Babia, por
conla do governo no vapor qae te espera do norte,a
E.nigdio Mamede de Azevedo. que leve baixa do
servir da exercilo. Parlicipou-se ao marechal
commandanle das armas.
14-
OllicioAo Exm. rnarachal commandanle dat ar-
mas, declarando que a fartaleza do Brnm deve pro-
hibir a entrada dos dala e pequeos navio* no por-
to desta cidade depois do sol posto, segando requisi-
tou o provedor da saude.
Dilo Ao inspector da ihesouraria de fazenda,
transroitlindo 5 avisos de ledra* ns imporlanria' de
3:5919500 rs., sacadas pela Ihesouraria de fazenda
da provincia do Rio Grande do Norte tobre a desla e
a favor de Urbano Joaquim de I,ovla Barros, Joo
Ignacio de I,oyla Barros, Joaquim Ferreira Nobre
Pelinca e Manoel Figoeiroa de Faria.Parlicipou-
se ao Exm. presidente daquella provincia.
DiloAo mesmo, devolvendo os papis relativo*
a arrematarlo do cter lisperanra di Beberibe, feila
por Jos Antonio de Araujo pela quanlia de 144-5000
rs.. e declarando que approva .semelhante arrema-
tar,ie.
Ao mesmo, inleirando-o de haver o juiz
pal do termo de Nazareth, bacharel Jos Ma-
ra Moscoso da Veiga Pessoa participado, que no dia
8 do correnle reassumira o exerciciu du seu cargo,
vislo ler-se nali.a 10 a brenca de 10 diat qoe Ihe
foi concedida.Igual conimunicarAo se fez ao con-
selheiro presidente da relarAo.
Dilo A mesmo, communicando qne o juiz de
direilo da comarca do l.imoeir, bacharel Antonio
Manoel de AragAn e Mello, participara haver 110 dia
7 do correnle entrado no exercicio do seu cargo
Tambera se oommunicou ao conselheiro presidente
da rularn.
DiloAo commandanle superior da comarca dna
Brejo, iuleiraudn-o de haver auloritado o inspector
da Ihesouraria de fazenda a mandar pagar o toldo
do corneta Simplicio Gome* Pereira, vencido nos
mezes de julho a selembro detle anuo, no caso de
estar nos termos legaes, o prel que S. S. remelteu.
Dito Ao commandanle superior da guarda na-
cional de Santo Anido, devolvendo o pret dos ven-
cimenlis do cmela Manoel Bellarmino da Concei-
c,ao, coi respndeme* aos mezes de julho a selembro
do ann passado, alim de que o mande reformar de
conformidade com a segunda parle da iufurmarAo
que remello por ropia da conladoria da Ihesouraria
ile fazenda, e declarando que aulorisara o inspector
da mesma Ihesouraria a mandar pagar os vencimen-
los do dilo cometa, relativos ao lempo decorrido do
1 de oulubro do cilado ann al 30 de jolho do cor-
renle.
DiloAo juiz municipal da primeira vara, intei-
rando-o de o haver designado para no dia 7 do cr-
rante presidir a exlraccao da primeira parle da ler-
cares, inclusive hiates, paraos porto do imp
sera que os respectivos capites ou meslres apresen
lem com os deroais despachos a caria de saude.
Ofliciou-se ueste sentido ao capilAo do porta ecotn-
inunicuii-se ao provedor da saude.
DiloAo juiz relator da juula de justira, trns-
alo p.ra depois de visto ser relatado Atest
'tnesraa juula,. o processo vecLal do sida
balalhAo de infanlaria Jos Eustaquio Na
ParUcipou-se ao Exm. marechal como
armas.
DiloAo inspeclor do arseualde mariuha, rece
Mudando que compre e remella com brevidade
para o arsenal de marinha do Para, conforme req ai-
silou o respectivo presidente, os objetlo menciona-
dos oo pedido que remelle por copia, enviando a
conta dn que se houver de despender para ser sats-
ima pela ihesouraria de fazenda.
DiloAo director das obras publicas, inleirando-
o de haver expedido ordem ao inspeclor da Ihesoura-
ria provincial, para que vitta do competente eer-
lifieado mande Hitar ao arrematante do emp-dra-
menlo do 18^ lauto da estrada da Victoria a impor-
tancia da primeira prestarlo do seu contrato.
Dito-t-A mesmo.Aecusando receido o seo ofli-
cio de 10 do correnle sol. numero 475, tenlio a dizer
em repos(a que approvo a medida por Vmc. pro-
posta de enrarregar o tenente-coronel Jo. Antonio
Lopes e,orapitao Afiouso de Albuquerque Maranhau.
este do pagamento das despeza* que te devem fazar
cora a estrada do porto de Gsliiuhas, e aquelle do da
estrada de T'amandar.
Ouiro tiro, coucedo a autoritario que Vmc pedio
para maudar oao atftanlar a cada um dos Deneia-
uadus proprielarios a quanlia de 2:000 rt. para oc-
correrem a semelli mies despezas, mas tambera"com-
prar para aquellas obras pelos precos indicad*
em o cilado oflicio 4 duza* de euxadas calcada*
de aSo, 4 dilas de ps grandes, 1 dila de roncas c 6.
machados.Commiiuicnu-se. '
DitoAo juiz municipal da 1* vara, para mandar
receber com urgencia do commtndaule do transpor-
te nacional LegaUdade, que acaba dearribar ao por-
to desla cidade por for^a maior', os sentenciado* qoe
existem no mesmo patacho coro declino ao presidio
de Fernando.Commonicou-ee ao inspeclor do ar-
senal de roarioha-
GOMMANDO DAS zUUKJaS.
Qaartal-ganeral ila ceataaaada *U* a rama* 4a
fernambaco na aliad da UtalCa. ata 20 do
aorembre da 1856.
ORDEM DO DIA N. 150.
O Illm. e Bxm. Sr. marechal decampo Jos Joa-
quim Coelho, commandanle dat armas, manda de-
clarar para os lilis convenientes, que a requerimen-
lo dos Srs.capiHes do 2 bataldAo de infanlaria Jos
Joaquim da'Silva Costa e J0S0 de Souza Teixeira,
foram elles hpje em sua presen; inspeccionado* de
saode pela respectiva junta, a qual foi de parecer,
qae o primeiro solida de irrilucjo do estomogo eque
o segundo nada padecia.eatando ambos capaze para
continuar no servico activo.
Candido Leat Ferreira, ajudante. de ordens en-
carregado do delalhe.
EXTERIOR.
Tumos obsequiados com um numero do Times de
15 de oulubro, do qual exlrahimos as seguinles Bo-
linas :
Um relalorio ofltciat receido em Coottaoliaopla
a 13 de oulubro, do commandanle em chefe em
Kar, na Asia, aiinuucia que a 29 de selembro as
Russoa alacaram Kart: o assallo darou oilu lloras, e
durante o conflicto, que foi cruel e obstiuado, o ini-
migo por drflerenles vrzes conseguio enlrar em al-
guma das bateras com luda a sua forra, mas foi
expclldlo com perda consideravel.
Depois de grandes esforcos, os Russos lorama)bri- -
gados a ceder coragem dai nossas tropas oppostas,
diz o relalorio, e a retirar-se completamente
rulados Alem dos morios e feridut couduzi
rante a arrao, ilelxaram nas Irncheiras e no
dores das fortalezas 4,000 homans morios, 1
sioneirot, e urna pera.
At perdas do ouiro lado sSoajfe 700 a 8011 b
entre os quaes lamenta-se a morle de varios ofliciaes
superiores. j
Ot Russos se preaaiavam para relirar-se aban-
donar o assedio. 1
L'm despacho telegrapbico recebido oa secretaria
de estado dot negocio estrangeiros esbkJLondre*,- do
vfsponAe Slralford de Redclifle, datadH sTherapia,
em 12 de oulubro, diz que 01 Russos aBBan. Kan
a 29 de selembro, e foram repellidot dqaw de noa
coaflictu di 7 horas com urna perda de 2,500 marte
o duplo de feridos.
Mais de 4,000 espingarda licaram 110 campo.
A perda dos Tarcos he pouco mais ou'mena
700 morios e feridos.
' menos da
As noticia* da Crimea chegam a 14 de oulubro, e
annunria.nque Sir Colin Campbell loi mandado a
Eupalnria cam ama forra consideravel de infanlaria
e de arlilharia.
l'm correspondente de Berlim diz que principe
de Gorlschakulf, em a notle de ll de oatabro, an-
nuncioo pelo lelegrapbo a S'B/Uinl* noli "
O iuimigu concenlrouconsiderafel ni
lumejad,
jparaaWo
ilro-
para
pasno valle do Belhek, e te estar prepa
avanrar mait para dianie;
O correspondente do Timet em Marselha dit que
varios navios de guerra tinha chegado Crimea com
1,000 homens de tropas.
Eis aqu a traducra de urna das pejas hespanho-
Ins allimaroenle apprehendidas, e sobre as qoaea o
gabinete de Madrid ordcuou umt inf<.rmaro :
A maior parle dos homens que ueste momento
exercem o poder, em consequencia do mo xito do
prouunciamento de julho, alem de injuriaren) a rai-
nlia cum expressocs grosseiras, esquecerem o ret-
peilo que Ihe he devido e cunervarem-na encerrada
em urna verdadeira prisio, cercada de esbirros de
lodas as calhegorias, invenan) as mait negras ca-
lumnias contra as nlenr&es de S. M. no fim de
apresenla-la aos odos de lodos, como urna initoiga
da ptosprridade e das liberdades publicas.
L'm procedimenlo la machiavelico colloea S. M.
na necessidade de procurar destruir enrgicamente
tao negra infamia, erguendo a voz para faxer conhe-
cer naca suas verdadeira* inlenrOes e ua opioiao
relativamente i poltica qoe ella jolga iieceasera
para tirar a Hespauha da baixeza em que a collo-
caram o egosmo e a arabirAo de seus lilhos bas-
tardos.
No correr das iuformarei que io.-naiuu a respei-
to dot boatos ajustadores, relativamente s iulrigas
du Escurial, acharaos un mauuscript circulando
entre as tnAos de alguuias pessoas, e cociendo am
programma de govern, que, em nosso pensamento,
corresponde completamente ao espirilo do roovi-
menlo de julho, o qual nao ten) produzido al boje
senAu resallados desfavoraves_jj| pelo menos es-
teris.
Ene documento he atttfll raiohi. Affir*



I
mm^^^^^, .:,.,,: .-~r-

V
,--
r uiitii
-



I
-c
, *. M., 'Dicta com as iuju.lijas de que
lie victimo, liNiil"lWt'1'<'''0 *"'*" a najSo.ura ma-
nifest, expri.n.ndo suaNL,ul""-'6es -e 5U" ii'*'
respeiio ,ia marcha que 3^ TlLM "u""
pblicos, |.a asegurar a omWllJ8 5 ieP-
nboc% na prosperidade do pti,\?p a,,B-'''urnas
camas indcpeudeutet de tua vantoP '**' e P/ove-
uieule precisamente da opprotto qoTW^1" ***>g"
nalmlo, lulpedem la manifestarn Lio "^fi?r'*9J
para nossa regeueraoo, que, realisada, lev
a Hespeuhi de seu longu batimento.
Nossa dateoberta coooorda com pela meo lo com a
opinio que trabamos formado a principio; por isio
enlimoi am verdadeiro prazer em submeller esta
documenta ao publico, persuadido* da que a im-
prenta toda mlcira e todo o Ileipanhol que conserva
o menor scnliraeuta de palrioliimo, apreciarlo eala
inspiradlo tao fecunda em resultado! talizes, e Tirio
roiiiprclieuder a S.M. a rainhi, o reconhecimenlo
que producira em lodo corajAo lioneito e verdadei-
rainenle palriotico a execucao desta concepcao
elevada que salvara o-paz do calaclvsraa que a-
ineaja ai nacionalidades Tracas e desuuidas.
Eii ai]ui o testa do documenta :
Hespanliucs :
iiiuta-me cheia de orgullio de presidir os deslinos
de urna najao que conis lautos hroes em seu soio,
naO'Cinso de dar grabas Divina Providencia, por
rae ter imposto o dever de sacrificar-me nos aliares
desta querida patria e a vos, por haverdes dcfaadi-
do com lana iealdade os direitos do Ihroiio que le-
nlio dos meus antepassados, e do qual devo una
cunta eitrejta ao soberano supremo.
aleaoorejio natural se commoveu, quandu uo mez
do jullio do anuo pasudo revelastes votsos sofir-
inenlo e manifestaste* vossos desejos, exprimindo
o peiuamoulo diuoo de um povo sublime e que me-
rece gotar dos beneficios da liberdade poltica, fun-
dar la adininislrajio do paiz sobre santa base da
moralidade.
Clieia de desejo vehtneule peta bem eslar da na-
{.lo, e applandiiido-me de acliar-mu Trente de um
povo lao honesto, lao nobre e 13o heroico, mostrea
me solicita em salisfazer suas justas aspiracues.
Desdi enUo nao lenho perdido de vista a marcha
dos uei;ocio pblicos ; mas no fim do auno passi-
do recjiheci que se liuha de anJar muito caroi-
uho para salisfazer .nossos desejos os mais ur-
B*ntea,
Ilespmlioes, vossa calima he o que de mais charo
tenho uo mundo ; paaVU-la lie para miui a prava
mais ca::la de que preMno meus deveres e cumpre
luinha. niissau elevada na sociedade.
Com<|ualo al lioje me leudis feilo juslija, o
peusamenlo, mesmo remoto, de que poderieis tazer
pesar sobre roim a reiponsablidade de vossos sollri-
luenlos, ebriga-me a dizer-vos que minlia alma n.lo
Sider Irauquillisar-se, e nao julgarei lercumprido
eu dever, seuo quando liverdes conseguido o lim
de vossi> prouunciamenlo palriotico, que era edi
car sobre a moralidade o goverao do paiz.
Resumo aqu as esperanzas que me ajudareis a
realisar :
A milicia nacional, como garanta da ordem e
guarda da tai. sobfe o camprimento religioso da qual
se Turnia a liberdade.
I.iberdade de impreusa, excepta no que respeila
a vida privada e os sacrosantos ministros de nossa
divina) religilo.
Eleices liv/es e publicas dos rejjrcsenlanles da
najAo, das provincias e dosanjaMCipios.
Direilo Ilimitado de pelirlw iudispeosavel para"
conliecr .os desejos dos cidadilos e as necessidade
publicas.
Reforma dos empregos, quaulo ao numero e aos
ordenados, coordenada em um systema de admiuis-
trajao bem entendido.
Kevi'ilo justa e consciencosa da lisia dos empre-
Mtos aposentados.
Constiluicao de ama grande parte do exeteilo de
reserva.
Coaasco immedialo dos trabalhos dos caminho* de
Trro,
DI*mO DE PtRHAMBCO QUgTA FEIRA 21 DE ROVEMBRO CE ISS5
dado na Europa. Assim, heum annuncio mui con-
solador ii todos aquellesque desrjant ver ea. seus se-
mellianles lvres ; e ha ariamente parles da Euro-
pa era que a espejir de liberdade a que esle pen-
sadores sereferem Tora preTerivel ao aclualregimen-
Corotudo. ha razio para suppor que o senlimenla.
Iismu poltico sugerir ao espirito de taes pessoas
urna associacilo Toreada enlre o miera russo e o
quo prevalece na AHemanha e na" Franca ; e que a
sua idea de liberdade e.i.i estreitamenle ligada s
nojoes de siiarchu de outros homens.
^A este respeiio, o publico be iniere'ssado na qae-
Uo7a*"o "mperiammo era Franja he somonte outro
e urna pTl?e ephemera do velho espirita revolucio-
nario, ou Xcontam em um principio de vitalidade
e permanencuNv
Ha muilo que Pfttcm lomado evidente fea pessoas
refleclida, que* arnual dicta da familia Bonanarie
herdou do seu Ilustre ru^ndador essa capacidade pa-
ra o governo civil, e esse iStvsterioso poder de es-
tampar oseu carcter iiidividuSil em urna nacAo, que
Tora impedida no seu pleno dcVenvoUimenlo, em-
bora n3o drslruida, pelas guerras comanles do pri-
meiro imperio. Um grande alvo do acfef^l impera-
dor hetornar-se o verdadeiro Napoleo da psz. Um
exame alenlo dos seas actos pblicos desde a era da
tos. Daqui o.susto e o terror por toda parte ; cada
um procurava saber quaulo o boalo coutiuha de
verdadeiro. l'or meu lurno sah) de casa para co-
llier o que me compele, e que lenho de euviar-lhe
of/icialmmte. \
l)eclaro-|he que me vi em Iralos para saber,como
deve saber umseu correspondente, que, pela melhor
regra, ih-ve considerar cada homem como um men-
tiroso. Se eu livesse observado esta uorma, certa
que alguma vez nao' teria escorregado.
.Nao sei o quo diga : alguus se encarregam de
propalar quo o estafeta nao veio por motivo choleri-
co ; outros as&everam o contrario. I-'allo-lhe Tranco;
dirisi-me secretaria do governo, puz-meaos pesdo
nossu bora secretario, para que rae tirasse das duvi-
das, dizendo-lheque o Kio de Janeiro mereca que
pelo seu Jornii se livesse evidencia do estado sa-
nitario de S. Paulo oude ha lauto filho que (em pai
nn Rio de Janeiro e em algures. Sahi em jejom: es-
tamos na. poca do segredo ; elle se guarda hoje al
para saber se nos, miseraveis gentes do povo, deve-
nios promunir-pos ud que respeila as ultimas med-
das hv'gienicas, quando elle liver penetrado as raas
prov'.uciaes.
I- -:! poiscollcado no dever de dizer-lhe o que
di/-, a combtnacao dos boatos.
>^i : o povo mo diz o segredo. Mas, lie bem certa
que vai parlir j o Dr.Salurnino commissionado pe-
ta prohjenle. .>ci evidenoialinenta que se doslina a
tomar ciouta do l'eregut, lugar ulUmapiente desli-
nado par.j as quarenleuas : recnhecsu-se que i
praia do Uei pode limpar as mao a pfrede.
Se eu quio-sse moldar-me pelos lexurutas, Ihe
dira que a cunua eil comecaudo em Huios. Mas
ii.io lenho essa desgranada certeza, quero mesmo
crer que Santos osly, |impo o puro ; mas seria tapar
o sol com pencira a ^sever.ir-llic- ana o estado sanita-
rio de Sautos he perlreii0 dep0iS da morle dos infe-
hzes marinheiros que, ja Ihe noticiei.
A Vazela CommerK,i qoe Ihe diga o resto.se nao
esta tambera na socieda.qe do segredo, que, c para
mim, julgo bem Talal: a ptcova he que Vms. da cor-
le j deixaram a mana de n.0icar que Indo he mar
de rosas. Ora, meu Dos, pa\ra qoe semelhanle se-
gredo I Estamos em Camela, uovemos desamparar
nossas familias na hora da cris, > Ko se sabe, por
ventura, qoe a hygeue e o inedto.0 dio vida a quem
qoer viver t Naila, segredo he alma- do negocio, an-
ueiim malerialao em caso d peslaa> se se morr<-7,
morre-se embora ; mas nao saiba o Mtanlo que
niorreii de citolera : nesta circumttauci.i he que re-
side o mal: na roorte nao.
o contenha um principio capaz de resolver am
lude problema poltico, qoe agora asila a mam-
ila das naroes europeas isto lie, a reconnliacao
aoi quaes te deslinaro lodos os anuos 400
uilboes do ornamenta.
Appnltaao patriotismo das provincias para a coiit-1 Jilo
m dos caminhos dos dstriclos. .aMrluae Problema politice-", que sora asila a maio
Esta jelecimento de um bom svstema de alTtV- ra '
oVcas.
ProtMi^io da indoslria nacional, para que nao se-
ja abservida pela industria eslrangeira.
Estabelecimenlos de bancos agrcolas e caixas de
crdito, que colloeam o trabalho ao abrigo da
usura.
Liberdade i induitria privada.
Canilisacie dos os, combinada cora um bom sya-
tema de irrigacAo.
Aniuacao da colouisacao, estabelecimento de ro-
lenias agrcolas.
Prolcfao do trabalho productivo, eslaheleci-
menlos de caridade para velbos e enfermos.
DesjenvolvimeDlo da maroha, para que sua som-
bra se dnsenvolva o eommercio.
ConMitaicao da iastrac;ao publica sobre bases
ampia? o econmicas, implicando urna justa prefe-
rencia para as carreiras ioduslriaes.
IJno de lodos os liespanhoes, amnista ceral que
cubra com o manto do olvido lodos os excoasos po-
lilicos oommellidos at hoje.
Independencia nacional ; relaces inlernaciouaes
lieas, siuceras e leaes.
Deleza da honra nacional cada vez que for oTloa-
dda.
KU|)Oiisabilidadcjudiciaria. '
Re|ieta e prolecao dos direitos legtimos de to-
das as Cl uses.
Jntica recia e imparclal para lodos.
Viliuaneia dos tanecionarios.; represso enrgica
dos abasos da auloridade.
ProleccSo da unidade religiosa.
Concilios para conservar a disciplina e os costa-
mos evanglicos no estado ecclesiaslico.
Creiir/ao de ama adminislrac.lo publica, econmica
e patritica.
l'roinpla expedi^ao dos negocios pblicos ; crea-
cao para esle l'uu de urna commissio de censara ;
indica -So de urna hora por dia para os interessados
pudrtra estar a par do oslado de seus negocios em
lodos os minislerios e em lodos os tribuuaes.
Reatisaru. de accordo com as corles, de todas
as oulra-i medidas reclamadas pelas necettidades
publica".
Ilcapanhoei, laes gao meus desejos, e creio
qne lanibem sao as vossos. Ccorramos para
os retlisar com a abnegajao, patriotismo, deque
a aac.ta magnnima, que nos lera visto uascer,
tem dado tantas provas assigualadas ; abramos as
Totales iuexgotaveis de sua riqueza para eleva-la ao
sua primeira eleicao al o presente, deve dar como I/'Corre como coosa mulo liquida que em Santos ha
resultado a convierta de que elle he destinado, se1- o gue guer gue he. Cholera, cholile, diarrha, nao
a vida Ihe for poupada, a alcancnr por si, pelos
seus proprios taitas e pelo seu genio pessoal, o di-
reito a continuar nina dynaslia que elle agora sus-
tenta em virtude de descendencia c elcicio. E er
substancia, o ponlojeal em que a altenca do povo
iuglezse concenlnM he o seguate : oa seja ella
nossrftiiliado era guerra ou nao, para o futuro po-
demos esta' em pusicao de Tater-llie justca, e desta
arte proteger os nossos proprios justos ute-
resses. #
_ He antes a desgrara do que a culpa do imparador
Napole.io III, que circumslancias o obriguem a re.-
produzir os grandes acontecimentns da carreira do
lio. Se Slrasboarg ou Boulogne u,.io provarem ou-
tra volta d'Elba, nao he cerlamente porque o no-
mo de Napnlean tenlia perdido o seu poder talisraa-
Dico. .\ao tai culpa de Luiz Napoleao Hunuapurle
qoe urna revolucao e am ridiculo phantasma de re-
publica preparesse o caminho para oa eleicao como
presidente ; ou se os odios furiosos das faeces ri-
vaes na legislatura o compeliram a consolidar osen
propria poder, a lim de que podesse proteger a
Franca contra os .francotes. CMat c'etf moi, i> era
ajaclanciosa oxclamacao do ultimo soberano que
reslaurou em Franca e thepria do direito divino dos
**VCni muito mais razAo poda Luiz Napoleao
Hilo a mesilla cousa, depois dos milhes que
ram uas suas maos ajjalanca e a espada, mas
com a seguinle addicAo, que ao passo que l.uiz
XIV era agitado por um sublime egoisme, qualquer
acta de Luiz Napoleao para reforjar o seu poder era
reclamado peta mais elevado poder de seulimenlo
moral de dever publico. a mesma raaneira, che-
gou a aicencAo da disnidade imperial, seguindo-se
a suppresso da anarchia pela for^a militar, e subi-
tiluiilu-se a auloridade disputavel do primeiro ma-
gistrado republicano u pela Divindade que escu-
da um rei. Semelhantes imitaroes foram involun-
tarias da parte de Napoleao III ; e, em*vezde pa-
rar para nellas encontrar sinceras inferencias, tara
muilo mais aazoavel inquerir se elle parodiara as
grandes feicfles do carcter de seu lio, qoe permitti-
r.i que seu uome teja honrado, quando o genio da
guerra ja nao fascinar a imagmacao do genero hu-
mano.
Temos para nos que o governo do imperador dos
Francczes nao he a mera Ivrannia vulgar supposla
anda por muilos daquelles que somenle recuuhe-
cem nelle um allado, e eslao promplos para apro-
"'tar a sua llianca, nao obstante crerera na soa
criminalidade poltica. NA he um mero despotis-
mo estpido, pesado, exereido pelo temor de am
largo exercilo, e pela total suppresso da opinilo
publica. Se nao estamos (Iludidos, he alguma cou-
sa mu superior aos.governos que tem existido em
Franja ; e nao estamos inteirarr.enle certos de qoe
occasiao solemne, que Ihe pareceu para isloser tan-
ta mais propria, quanlo he certa que ja nao poda-
ran) as toas palnvraa exprimir nesle momento as
Trias formulas da corlezia e urbanidad?, senao os
mais sinceros senlimenlos que auimam os corajOes
de lodosos Goyanos.
Intimamente desoja a assambla legislativa pro-
vincial .que V. F.\c encontr em nao equivocas e
semprecrescentes provas da confianca do uosso au-
gusto monarcha, e no reconhecimenlo dos povos
que liverem a ventura de serem dirigio-as por V.
Exc, o premio bem merecido e incontetlavetmenle
devido aos seus subidos merecimenlos e Importantes
servicos.
i Estes os mais fervorosos votas da assemblea le-
gislativa provincial de que temos a honra de Tater
parle.
t Pajo da assemblea legislativa provincial, em
13 de setembro de 1855 Filippe Antonio Cardoio
de Santa Cruz.Joo Fleury de Camargo.Joi
fodriguei de Moraet.Antonio Pereira de Abren.
Francisco Jos de Barros.
S. Exc. deu a seguinle resposla :
Senhores.O solemne testemunhoda assemblea.
legislativa provincial, seu valioso aprejo dos meas
ardenles desejos de promover a prospendade desta
provincia, seu cordeal reconhecimenlo dos servicot
que prestei, como permiltio a limitada esphera dos
recursos que live minha disposicao, e a ma-
gua com que recebeu a noticia de ter ea de dei-
xar esla provincia para presidir oulra, ha ama das
matares recompensas a que meu coracao poda as-
pirar.
i Podis assegorar a assemblea legislativa pro-
vincial minira gratidao pelos generosos senlimen-
los que a meu respeiio nutre, e lambem que me
lembrarei sempre com saudade da bella provincia
de Goyaz, que em mim lera mais om propognador
ile seus direitos.Antonio Candido da Cruz Ma-
chado.
i Jornal do Commercio do Kio.
v
poder, a que Heos a tem predestinado, coBcedeudo-
Ihe um sota de urna riqueza incalculavel e incoin-
paravois seulimeulos de nubreza e de cavallara.
Kazemos acompanhar esle docomenlo de urna
caria, que tai dirigida ao Exm. Sr. duque da Vic-
toria :
. Exm. Sr.Os !;omens polticos elevados ao poder
como -hefes de partido, seudo ao mesmo lempo
alvo dos ataques de seus adversario], acham-se com-
promeliidos, petas exigencias de seas proprios parti-
darios e sao militas vezes victimas, quando menos
esperara, de ama Hga sanguinolenta.
IV prova desta verdade he o movimento de 18i3,
que leve de ser tanto mais penivel para V. Exc.
quant i o patriotismo e a ordem florescia em sea
eoracio leal. *
Para um militar leal, como he V. Exc, eoroado
iloa louris da victoria, mostrando em suas maos in-
venci-reis a oliveira da paz e nutriodo era sea cora-
ro o doce seulimenlo da fraternal oni3o, que se re-
velo no abraco de Vergara, seria mui triste, que
os accasos da poltica o aTastassem de novo de sua
paeAl bem amada, o privassem no ultimo quarlel
lesua vida, dasdojuras do repoaso e do respeiio
"ido de sens compatriotas,
males da patria arrancaran! V. Exc. de seu
voluntario e Ihe lizeram desembainhar a espa-
Luchaua para salvar a liberdade perdida ; mas
c. leve de reconhecer que nao obstante suas
IMenfdes, o paB nao colheii os beneficios, que
tinba direito deeiperar de um. tao glorioso pronnn-
ciameoto. ^
Mil qiiesloes surgiram, e coflfcmihiram o lempo
ata pi-eoccupacoes esteris, ai qwes deixaram com-,
pMSBirilidus oa i ulereases vftaes do pan, e lizeram
reinasen pj^o a ponco lodos os males, qoe ti-
nbam pgttHdoetae movimento desesperado.
fc machiavelicas dos partidos ameajlm
liabil laliHRe as caberas dos chefes ; a o dia em
tjae as maesas se soblevam, he ordinariamente para
os clMfei o dia do exilio.
A pa'.ria reclainu o repouso eV. Exc. lem uecei-
sidade lo assegurar tambem osea. Nem V. Exc,
nem i patria o adiarlo no Iriumpho e no dominio
ile um partido ; o repouso se achara na uniau de
lodos os liespanhoes debaiio da bandeira da
abue||ac3o a da moralidade, juntas proverbial leal-
dads caidaJh.ina ; achar-te-ha no campo do- verda-
deiro prdttresso, nos esforcos palriotico, que vale-
ram fllespaulu sua regenerajao material, e que
ram do maraamo e do aviltaraeolo vergo-
liliosd, > que a tem condemnado os excesaos dos ao-
vemos e as lulas inlestiaas,. lazen Jo-a descer dessa
ar.aaujza, que nao ha muito lempo anda, se esten-
dia nilaie os duus mundos.
Use resultado 13o precioso, lo desejado dos bous
Hespirihiies, sera conquistado pela realisaco das
batea do governo, que S.M. a rainha dejeza ollerc-
rer a nacono inleresse do povo, e qoe elevara
nossa patria ao cumulo da riqueza e do poder.
Se V'. Exc. em sua qualidade .de presidenta do
contrlho dos ministros, nao podeexecular instan la-
iiaamei'ta um pentaraeoto Uo fecundo, V. Exc. he
-patamonos o ilespanhol mais aolorisado para epad-
juvar a S. M.. cojo coracao maternal acolite sempre
com lieucvolencia e entlmsiasino toda a idea til
das insliluiroes monarebicas com os republicanos.
Sem qne entremos em ama discussjo dos resullados
possiveis do imperialismo francez, podemos affir-
mar que o projeclo ou plano do governo de Luiz
Napoleao he a consideradlo do philosopho politieo.
Nao he orna alliaoca casual de forja e fetishismo,
mas um systema deliberadamente concebido e ela-
borado, e construido segundo as regras de darajio
esymelria.
O imperialismo em Franja he um systema cheol
de vida, e envolve um principio permanente. Nao
detrahimos da verdade lgica desta conclu-ao, ad-
miltindo que o systema de l.uiz Napoleao seja at
corlo poni urna reaejao contra o anterior estado de
coosrt em Franja. A parle arbitrarla he urna renc-
r.lo contra a anarchia do republicanismo ea influen-
cia envenenad do jornal ismo francez. A sua pol-
tica he urna reaejao contra o exclusivismo da res-
laonjao, e a degradacAo nacional e desmoralsajao
qoe resultan do governo de Luiz Filippe, oa so
menoj tegaio-se-lhe. Para realisar esle duplicado
objecto, Luiz Napoleao tai obrigado a temontar-se
mui alta ua corrente da historia. Por conseguinte,
elle nao er mais no republicanismo do que o lio
antes delta, iilo he, no republicanismo das multi-
des anarchicas ; mas seotio a impossibilidade de
governar urna grande najao por meta da forja mi-
litar sem o seu conseotimente proprio. Era nma
grande idea reunir a era de Cartas Magno e a da re-
pblica, e Tora dos seos apparentes principios anta-
gonistas orgauisar om gsveroo qne abrajasse as fci-
res nao repugnantes deseada urna. A decadencia gra-
dual da anliga monarchin, a furiosas paixoes retri-
butivas da repblica, a heroica adorajao do perio-
do napoleoniuo, e a decrepitude dos annos que te
succederam, tudo cedeu diante do grande impulso,
que tara do um appello najao em nome do dolo
da naja, formn am poder que era ao mesmo lem-
po heroico o conforme a poli(ica philoiophica mo-
derna, que eslava ao mesmo lempo desptico e legal
em toda|a plenilude dovocabulo. Se este aclode Luiz
Napoleao livesse sido meramente egoislat sempre fe-
ria sido grande. Muilo mais admiravel he para a
imaginajao, qaando encontramos urna mysteriosa
harmona entre o machinismo empregado eo objec-
lo procurado. Napoleao III procura governar em
favor do bem real e pratico do seu paiz, nao esque-
cendo-se da honra nacional.
O machinismo legislativo e administrativo do im-
perio francez, como se ada organisado por l.uiz
Napoleao, quando tai revestido com plenos pode-
res pela nacAo, esta de harmona com o ampio prin-
cipio fundamental de liberdade. Esla tambem or-
ganisado com om designio relativo ao desenvolv*
menta dos recursos da Franca. O Inglezes motas
vezes pronunciara juizoi contrarios a todas as cons-
tilujes que nto sao exactamente semelhanles sua.
Se na Inglaterra exislissem as rnesmas frenticas
paixes polticas e os mesmos envenenados odios de
partido que anda ngora Jiesmo se movem e agitara
debaiio da tranquilla superficie da sociedade frao-
eaxa, eje Tosemos lo promplos e Uo habis como
os nossos visinhos para recorrer s armat em apota,
mo dos nossos direitos, raja das nossas iheorias.lam-
bem nos adiaramos na pWljAo dos Francezes, e tai-
vez rom a noss blasonada conslilairao atropellada
por urna poltica militar. Imaginamos que o povo
Traucez est na escravidao, porque ja nao esla uo
poder de um Thiers excitar o povo, pelo intermedio
da cmara, a urna guerra com a Inglaterra, ou de
nmGuizot impor um despotismo doulrinarioaopaiz
pelo intermedio de urna comprada maioria parla-
mentar ; oa porque nao lia urna assemblea represen-
tativa renovando ama farja dos horrores da conven-
ci, com um volcao republicano eslourando em
baixo. *
Em Franja, a auloridade executiva deve sempre
ser independenle da legislativa. Mas no ssculo XIX,
a Franca nao tolerara o poder arbitrario, e l.uiz Na-
poleao he bastante sagaz para nao perceber isto.
Assim, delerminou chegar a um comproraiiso entre
a Autocracia, oa o Dominio de um, ea petar Ivran-
nia que he exercida por urna mullidao que "obra
como um corpo legislativo. Nesta contarmjdade reu-
ni um pariamrnto, assemelhndo-se no carcter aos
anliaos parlamentos de Inglaterra. Cada dislricto
legislativo he convidado a aviar as pessoas melhor
informadas, a consultar (*. o imperador e leus
ministros acerca das mellMkaa leis, e a volar os tri-
butos. A obra da legislaejaVtie talla de urna manei-
ra mais sobria e cora ordem. Em Inglater-
ra, permita Tallar mais, e gastar -tres quarlos do
lempo do parlamento ;ron os astutas chefes de par-
tido tem grande cuidado em fazer passar as medi-
das necessanas. O parlamento de Luiz Napoleao
he ama especie de ampio conteni privado ; am tig-
nal de respeiio i najao ; mas antes preferiramos
ve-lo governar sem um corpo legislativo, do que
feslemonhar ama renovarao' do corrompido ptrla-
meulo da Guizal.ou da loaca mullidao reunida sob
os auspicios do TaMIecido Marras!. Em verdade, a
Franca goza ralis de liberdade real sob o imperiodo
que sob a repblica, porque nm poder dominante
ueulralisa os esforcos de rivaes TacjOes tvrannicas a
seesmugarreciprocamente. O actual syalenta, te
nao lem a forma, tem ao menos a essencia dajber-
dade. W^
Que o corpo legislativo n.lo he am mero iastra-
menlo passivo. est provado pela tua regeijao, nao
ha mudas semanas, dat tentativas do governo para
obter urna sanccAo para os principios do commercio
livre. Nesle incidente, rectamente considerado,es-
la a evidencia de que ha no, imperialismo francez
um principio de permanenciaque nao he urna me-
ra tarja, mas um systema bem imaginado, conveni-
ente ao carcter francez, e baseado sobre ideas ra-
zoaveis de liberdade. O assumpio he mui digno de
Mm, meu charo redactor, atsevero-lhl* que teme-
Ihaule tegredo enlre nos he urna calami'dade. lie
sabido que as medidas hygienicas de asseo e preser-
vativos, e quo depemtam da lontade de caita cida-
dlo, nao c-tao em pregadas at agora; pensani, alguns
que o mal nao nos visita ; odtros.nao obserVam a
mais rigorosos deveres sanitario-, porque espero-mol
ultima hora. 'E e-tao occallaodo a ultima hora, i.in-
hala ndo-se era ideas ficticias, e, daqui a pouco, ya
ser tarde.
Passo a assevra.r-lhe qoe o deleixo domestico he
aqu lailimavel, por mais que se grita, e que te lea
ludo o que se v no Jornal do Cfimmercio. Nao
sei o qoe ser de nos se continua a inercia da maio-
ria dos habitantes, inclusive algumas autoridades 1
Para Ihe dar urna prova de relaxajo basta dizer-
lhe que anda nao se mudou o maladouro de diante
de nossos uarizes Ah cmara do municipio : est-
te reservado um mouuraMlatde gloria.
Agora apparece nmjj| W*- homem mais sa-
bio do mundo, disserfl ^m he um erro a mu-
danja do tal maladooH 1 Sr. Paula Candido,
mal pensara S. S.. quiM Bconselhos linham de
ser refutados por aquelles^fne querem vender eus
productos cora o menor gasto de produejao Man-
do islo cora vista ao espirituoso collega da Semana,
que me parece bom aproveitador de Bernardices.
Vollando primeira idea, edneluo. dizendo-lhe
em resumo : o estado da capital he bom : o de San-
tos esl duvidoso, creio que me sahi bem oeste foco
de segredo.. '
Em materia de Iranquillidade publica vamos
menos mal.
Em Santo Amaro commelleram um assassajato em
pleno dia.
Appareceo, para os lados de ama fregoezia da Ca-
da.lo um individuo morto. Daqui se irou thenm
para atlribuir esle crime ao cholera. Eu qreio qu%
elle nao leve a menor complicidade. Sar-lhe-ha T-,
eil o innoceular-se, provaodo um alibi e dizer estece
em Santos guando se deu o fado.
Alguns desaguisados tem apparecdo : hnntera mal-
trataram aqu dentro da cidade um mojo de nomo
Cruz. O Dr. F'urlado lem tido que fazer na corrente
semana. O que he verdade he que, se o regiment
de cusas n.lo fosse ama bada no foro crime, a dele-
gacia*era urna Tonta de renda, um negocio, um em-
prego procurado.
O Sr. Fernando da Fonsece esl de volta da cida-
de de Snro'caba, para onde partir para syndicar do
espancamenlo do jniz municipal. Creio que colheu
alguma cousa do negocio. Alguns de Sorocaba que-
rem justificar a brincadeira coan o procedimeulo do
joiz. Mas esse motivo o nota* cdigo esqueceo men-
cionar. E, pois, creio que quem deve pagar o pre-
cedente, que ah Oca : precedente inqualificavel,
aiada que o jaiz municipal de Sorocaba Tosse algum
judeo.
OtSrs. M.irnangelli, sua senhora, MagiO-
rotli silo cliagados a esta cidade. Deslinam-se a can-
tar em nosso palheiro Ihealral, reunidos com a com-
panhia dramtica.
Falla-se em grande concurrencia ; os artistas tem
por aqu boa nomeada, e o Sr. Magiorotti nos pare-
ce um baixo proTuodo. Nao sei se disse alguma as-
uena : Vmes. que ah enleodem deste rrscqdo o
dira.
Os artistas vieram principalmente reo
dos por om eslmavel couselheiro dessa o
que, lenho visto serem tratados coro toda a
Sao, e visitados pela maioria da gente grada, como
se diz.
Resta-me am pedacinho de papel : serve para
fallar-lhe erri algum assumpio intil. Seja de Con-
ciiiacao. O Ypiranga, orgao liberal, nao esl cou-
leule rom ella. Diz elle que anda esto nos empre-
gos alguns saquaremas, que nao sao inimigos do bar-
rao de Ticte. Ora, o baro lie delegado do Sr. Ea-
zebo, e isto nao convem. Mudem-se as cousas : eu-
lenda-te a conciliario por outro nodo: reaejao para
o saquaremas, amigos do Sr. Euzebio ; empregos e
mimos para os luzias.
Mas o Sr. Euzebio'esta recebeudo lana prova de
conlianja do governo EuUo, raeu Ypiranga....
rosas.
(arla, particular.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUGO.
PARAHIBA.
16 de novembro.
Toco', n'esle porto no dia 13, procedente dot do
nort. o vapor Cuanabara, qoe por la deve ler pas-
sad-j, o qual iajao apressado, que nao esperou ai
ordens da pref ;cia para desembarque de Ire cri-
loinosos, que vieram para esta provincia, do Rio
Grande do Norte, e nem se demorou uos minutos
para rereber os recrotas, que se atrazaram om pou-
qoinho da mala do correio, nao sei, porlanln, te le-
varla minlia missiva, ou se com a pressa a deixou. lie
muilo provavel que o commandante do vapor con-
duza para o sal em'viagem de recreta, os criminosos
e escolta, qoe os guarda, pagando, bem entendido,
esta provincia as cusas da pressa do mesmo senhor.
E nao haver um coercivo para os senhore com-
mandanles'.'.' Eu se estivetsc em posijao sempre
tenlava urna experiencia.
No dia 11 do crrenle pelas 4 horas da madrugada
baleu sobre os aneciTes da praiadaPenhaa escuna a-
knericana Mahala II. Comery, capiUo Carllon, de 54
(onel. ingL.procedenlo de Charlesloson, com carrega-
r.ne uto de taboado para o Rio de Janeiro. Parti o leme
q.uebrou parle da qnilha, e com quanlo j esleja a
"ido, parece que nao poder approveitar-se como
"vio. Ja lem descarregado parle do carregamen-
'" o qual vira para arta cidade para ser arremata-
do, .issim como o naviapque seguramente ser con-
demiiado. O taboado he de chapresde pinho com
0 c*mprimento de 60 a 70 palmos, com I res po-
legadaV de grossura.anm palmo de largara e lo-
do excelVante em numero de mil novecenlot e lanos
rhapaots..
Nao tai pequeo o erro docommandanle que pro-
curando o Ijio de Janeiro, veio arramar-te na Pe-
nba, praia viwnha ao Cabo ltranco.
O commandante consignou-te ao
que.a primeira .noticia dirigio-se imm
ao lugar do siniiiro cum mspeclor da
e mais alguns entregados da mesma.
Nenhuma novidaife lera occorrido em lterajao
a salabndade publica, apezar do intenso callor.que
estamos sol rendo.
Os thuggs vSo indo niais cordato, se bem que
esperam a primeira oppor lunidade de mostrar as
Mam,
Foi firidoem resistencia, ..preso, o seleberrimo
Cajeado, criminoso de varia rnorles, que lem bat-
*-les protectores em Goiannb.
Que acreditan na palavras
Macias do prelendente
Que enlao paisa pela genle
'Arrebilado.
Sem se lembrar das zumbaias
Qoe ha pouco fez
Ao fregu/.
Que u.lo eonhlce.
Portanto, meut eleitores,
Quealtenleit, muito convem,
Nos inlere.set da patria ;
Poit sao vossos, sabis bem.
Nao vos fiis em prometas,
Bes non verba, respoodei ;
Tendes muita genle boa.
Em Pernambuco, escolhei...
Ora sem querer apanhei a senhora musa de enca-
ntada, e la va*o e-tes quatro veninhoi, ou sillahai ri-
madas, nome que Ihe astenia maii.
Ha por c muita sol, he excessivo o calor, nao
se agoenta ; livemos algamas nebrioasinhai, qoe ha
diasdesappareceram. demaneiraque t nos refrigera
o.ti a brisa Tagueira da manha, ou algumas vezet a
branda viraran da tarde. Com ludo a cousa la por
cima n.lo vai muilo sera, lem Itavido suas arruma-
roes, e he naturalmente a isto que devemus atlribu-
ir tanta calma.
Lomhranjas ao collega de Iguarasa; diga-lhe qua
nao se_ esqaeja da recomendar,.! > qde Ihe fu. Ao
seu W. lenho tambem um candidalo, como sabe, nao
seri Tora de proposito que o sufrague por la, na cer-
leza de que por aqu Tarei o que poder a respeiio do
seu.
Ao de Garanhons; collega,aquillodeque Vmc. me
fallou na caria do I. nao foi mo, porem sao
poesas que nao valem lano como a realidade, nao
obstante son assaz grato notmo d. B. pe '- ra.
qoe taz desle p. n.D leamanjas do J.. conle-lhe
que li tua eslrea, e se bem que nao entend desse
noines que acaban em genios com hydro, e ox, got-
lei e apreciei tidi et obsutpui.
Adeu, Sir compadre,
Tambem nao se esqaera,
Ao lae< soldanos.
I ns votinho peca.
Ao reeoir.
N. B. llonlem sabio daqoi ama forcinha, em bol-
ea de tre tugeilos que fazem parle de urna aaadri-
Ihn qoe esl dando quo fazer ao donos da relin-
chante raja. Na taltrempe que a polica mandn
procurar, nota-te urna boa perna.um celebre Mano-
el Joaquim, criminoso de morte. -lofeliifnen !
Toram encontrados.o inpectores ja esli Uo sabi-
dos que mandilo pedir oflicial de justija logo qoe se
Mies encarrega dfe qaalquer diligencia; errando d*s-
clmus omnis.
(Carla particular.)
taz,
a ama najao, eujos filhos lem astegurado era soa | consideradles mais circomslanciadas ; mas eulrotan-
seus >'
Irona com um herosmo iudisivel a -coroa de
pais.
A Hespanha eul.lo lc.iria ebria de prazer, e por
uaa icrviro tao assignalado, esqnecendo todos os
seu eonrinenta! Anteriores, resneilaria sempre a
mo benfica, que a livesse lirado da proslrajao.
. Exc. lena a gloria de a ver feliz e ditata c
jajJBao- desta magnnima nardo se esforrarao, co-
> lea. s cattelbaaos cu imitar o patriotismo de
^^^BrTaadlldo etquecer, a tarca de sacrilicios e
. os uxrcsios que um dia arrancaram
^Hlt!"Sa> aeil"r-
Iwade satenibro.
O Htspanhcs amigos do seu paiz.
(Preste.)
kgNDHCS.
7 aVs
^iimi
A queda deSt ia>prd, ea eonsequeMe horailia-
jSo la KqiriaH Uto cerlos orgaos Influentes,
oaajMDUDicar* un ta aolso poderoso i causa da libtr-
-f'
,ta ha muilo na superficie para animar urna crenja,
que as actuaes inslituires da Franja existe urna
garanta addcional da permanencia da nossa alliau-
ja, anda que a queda de Sabislopol e a sua couse-
qoenca provavel tirassein ao cnlhusiismo da nossa
unin o estimulo immediato de urna guerra empre-
beiulida en commnm para protacjAo conlrinm pe-
rgo commum.
Momiiig Cltronicle.)
* OVAZ.
O ex-pretidente da provincia de Goyaz e a aascni-
bla provincial.
O Sr Antonio Candido da Cruz Machado, ao reti-
rar- se da provincia de Govaz para dirigir-se pro-
vincia do Maranhio, coja administracao Ihe foi con-
fiada pelo governo imperial, recebeu da assemblea
provincial a seguinle TelicitacAo :
<< Illm. e Exm. Sr.A assemblea legislativa pro-
vincial de Goyaz, testeraunuaiido e devdamenlc
apreciando os ardenles detejaaque sempre reconhe-
ccii em V. Exc. de promot^PI prosperidade desta
provincia, desejos que quolidanamente se tradoziam
de urna maneira tao esclarecida eoi lodos os actos de
oa sabia e prudente administrara'.), nao poda de-
xar de receber com magua a noticia de achar-se V.
Exc. udmeado para ir presidir os deslino- de oulra
provincia.
Resolveu, pois, enviar-nos era.solemne depnla-
cao preseuca de V. Exc., para exprimir esse seuli-
menlo, e o seu profundo reconhecimenlo pelos mui-
los beneficios que colheu da administrado de V.
Exc. a provincia qoe Uo dignamente foi confiada aos
desvelos e cuidados de V. Exc.
a Esta provincia, Exm. Sr., dotada de grandeal
recursos naluraei, porem eucravada no centro do
Brasil, com urna populadlo rara e diseminada, sem
espirita do atsociajao, e tem capilaet, devia sentir
mais do que nenhuma oulra a oecessdade de serem
melhoradas as suas vias de communicajao, e anima-
dos os meios de seo desenvolvimenta; necessilava
porem para isso do impulso e auxilio* de urna a 1-
minislrajao activa ; V. Exc. eompreheodeu muito
bem essa necessidade, e procarea salisfaze-ta com
lodos os recursos que a tua fecunda inlelligeocia,
decidida vontade e rdanle xelo podiam aleancar.
Seria Uta por ti s bastaste para tornar nolavel a
administrado de V. Exc, e faze-la credora da gra-
tidao do povo Goyano, se anda ontros e tao valiosos
ttulos para isto V. Exc. nao tiveseat
A especial atleajao que V. EV. merecen a e-
eurauj.i individual, condijo essencal do desenvnl-
vimeuto de um paiz, e nesta provincia necessaria-
menle dependente da existencia de urna numerosa
e regular Torca publica, que, grujas aos eyforjos de
V. Exc, tai elevada e convenientemente organita-
da ; as providencial tomada em prol da inslrucjao
publica, providencias que importara am beneficio de
incalculaveis vaolagens para o futuro ; a reorgae*
sarao das reparlijoes publicas; o estabelecimento de
novos ncleos de povoajoes era urna parle da pro-
vincia, geralmenle ambicionada pela rara fecuudi-
dade de sen solo, porem a lodos vedada pelas incur-
sei do selvagem Cauoeiro, e boje franqueada,
vista do estado em que se ada, a novos povoadores ;
que em breve estirao em coolaclo com esta capital,
por va de urna curta e ulilissima eslrada ; os sor-
corros com lauta instancia pedidos, e sempre obti-
dos do governo central, Uo acertadamente aprovei-
(ados; o nolavel incremento das rendas provo-
ctaes, proveniente das medidat cora tanto acert por
V. Exc. lembradas, e que ser sem davida um re-
capturado em Taqura pelo subdelegado
de policio, JoAo Vidal, 'alli se conservou em
curativo ; mas nao havendo U um destacamento de
tropa regular, e constando qu* os protectores pro-
curavam lira-lo do poder da justira, seguio anle-
hontem desta capital urna forja para escollar aqael-
le perverso que sem resistencia iem urnas quatro
morles.
Grandes esforjoi, sempre inTrui'iiferos, empregoa
Exm. Paes Barreta, para colher aquella Tora.
Ila,muito qna desejo dizer-lhe agumacouiacer-
l da jostija civeWiesla capital, l,g0 quc(o que
:outece amiudadat vezes ) paisa ak mjos profanas
de alguns anpplenles ; mat nao qui at hoje entrar
nesie sipoal porque nao sao boas a, complicujes
com quem pode dizer queornea na0 he meo, e
sim de quera o deseja. <
Agora, porm qife o negocio ja vai pastando
a escndala, que o forum desle iuuicpo vai pe-
dindo menas ao de Manmangoape, le anliga no-
meada, e a qualquer outro, onde as ,Umarj>"mas
mais uso linham o raeu silencio ht, prejudicial
porlanlo de tange em tange dedicarei Um periodo
aos negocios forenses, arda quem ardftr- Eu estou
garantido, porque nada lenho, que m..' desejera, a
nao ser a minha colleccao de anuos, tf quai desejo
que um supplente me livre.
Principiemos.lia urna antiga qaest0 de refeiu-
dicacao de am escravo de nome JoseB entre o co-
ronel Manoel Gomes da Silveira, e Antonio Ferrei-
ra dai Cbagas, na qual o empenho tem-, feito todo
quanto he possjvel contra aqaelle coronis de sorle
que leve elle ama sentenja|conlra,dada pt,r Dm ,u.
pente. Embargoa a senlenja e hoove ama oscillajao
de supplenles, que deixou a populacho for.nse por
alguns instantes sem saber quera er. seu 9C|a e a
cara correndo ai njAoi dos vereadores da mancipal
Ilustre. A's doas horas da tarde do da 18 d oa|Q.
hro do anno da. (iraca oa das desgrajas, de 18jA f0i
a tal varinha parar i maos do 3.- vereador iow
Luiz Nogueira de Mpfaes, que grande empenho n_
nha mostrado ua primeira senlenja contra o coro-
nel,e que he prenle aflim do juiz.que deu a scule>lra
embargada ; mas havendo, cima do dito Morauj,
o.- creador, tencute reformado Francisco de Ag
lis de Mello, esle commonicou ao dito Moraes a,
duas horas da larde do mesmo dia, por conjaquen .
ca no mesmo momento em que Moraes BjH| oa
vara, que eslava no exercicio de vereador; ii lani-
bem de juiz municipal supplente.
He Uo exacto o raeu calclo do lempo (or cal-
calos marliematcos nao falham) que houve quem
visse o escrivio entregar os autos uo mesmo mo-
melo em que o porleiro da cmara enlregavao of-
licio de coramooicajAo.
O procurador do coronel, linorio e am
bendo qoe Moraes nao era muilo incln;
consliluinle. e que ao contrario Taria o,
(os procuradores de causas Tarejam, ou t
lo.' tralou de requerer-lhe que devolvesse os autos
ao car lorio, vista nao estar elle em exercicio ; mas a
senhora Joslija tem seo toilete, seus me deixes, e o
ex-spplente ficou.com o.requerimeilo para pen-
sar e consultar Mello, l.olio, Vanguerve, Pandee-
las, e Ordenajoes, para deliberar te ettava anda
com a vara, ou te o simples contacto o deixva joiz
por algoni instantes.
Tres vezes procorou o apressado solicitador o des-
pacho em duas horas, e oatrns tantas Ihe Toi deue-
gado, lano pensava o supplente.
- A's quatro horas em ponto, uo relogio do proco-
dor,|surgio a senlenja confirmando a embargada,
ndida, ebruoida em duas horas '. '. '. !
Dizem que o escrivio assenlaodo-se casualmente
em cima dos autos, pouco depois qoe os recebeu,
queimnraas nadegas.
No outro da enlrrgou o Moraes o requerimanlo,
por lanas vezes procurado ao procurador, dizendo,
qoe o nao bavia despachado porque nao era mais joiz
compelente I
E recusou declarar isso por escriplo !
E se Ihe cuolasse o itinerario d'aquellet autos, de-
baixo do casaco do Cuc, u'aquellas duas horas, da
casa do accessor do supplente para cata do advogado
deChagat, ed'esta para aquella, e d'aqoella para a
do supplente, e da do supplente para o carlono, ad-
mirara o como giram uns autos sem va fr-
rea.
Para primeira nao esl m. A assemblea vai g-
nhando gaz com um reforjo que ltimamente ciie-
gou. Vio apparecendo alguns discursos, opposicio-
niilas em miniatura, que parecer querer tomar
conlas a administraran dos motivos, porque demit-
lio o corort delegado, e nomeou um, que fez
ama carw.
Na primeira dir-lhe-hei mais alguma consa.
Saude, e quanto he bom Ihe desejo, na paz do Se-
nhor por muilos annos.
P. S.A lomada dos presos de Campia nao tem
as circumslancias, que Ihe contei. A forja atacan-
te, tai, segando os melhores calculistas, de guatro
homens.
Na primeira Ihe direi o que chegar a meu conhe-
cimento.
Chegou aiilc-hnnlem o Dr. dieta de polica, e o
Exm. vice-presidenle.
V
IITEBIOR.
S. PAULO,
S. Paolo, 6 de novembro.
Aproveilo o Josephin : nao se pode perder um
bom portador, que s goza urna vez do somno do
mar. ,
Corriam lioniem pela cidade que am estafeta a
lodo o galope viera ter a palacio, Irazeodo a Talal
noticia de qae a peste tintn ja ie maiado em Sin-
carso, importante em retarAo s tarjas da provin-
cia, para o fim de ser lalisfeita ama dai suas mait
palpitantes necessidades, e outros muilos relevao-
ies servijoa que a assemblea deixa de enumerar
conslituem verdaderos litlos de honra para V.
Exc, e de reconhecimenlo para os Govauos agra-
decidos.
Se V. Exc. se aparta saudosn e reconliecido des-
ta provincia, como solemnemente o declarou, nao
menos sensivel he ella a taes senlimenlos, e jamis
podoriaser-lhc iudillerenle o ver deixar as redeas da
adminislrajao aquelle que coro lao Teliz successo se
esTorjara sempre por dar impulso e desenvolvimen-
ta aos elementas de sua prosperidade ; resla-llie po-
rem a gloria de poder conservar sempre em lem-
branja com desvauccimenta e prazer o nome e os
tailot de V. Exc, qne para rilas tignificarao, em
todo o lempo, urna recordajao sempre querida tua
profunda gratidao, e urna data merooravel para os
fastos da provincia.
Dgnese, pois, V. Exc. de colher com loda a be-
nevolencia as expresses de cordeal reconhecimenlo
que era nome.de seut aoanmiitenles, eolenden dever
a assemblea legislativa provincial manifestar neila
REPARTigAO DA POLICA
Parte do dia 19 de novembro.
Illm. Exm. Sr.Na ausencia do Dr. chefe de
polica delta provincia, leoho a honra de levar ao
conhecimenlo de V. Exc. qae dai differeritas part
cipacoes hontem e hoje recebidaa nesta repartirn.
contta que se deram as segralesoccarreneiat:
Foram presos: a ordem do mesmo Dr. chefe de
polica, Antonio da Silva Pereira, e Manoel Flix
do Nascimenlo, par serem Indiciados em crime de
contrabando de Africanos.
A minha ordem, o menor Emigdo, para recrota
da armada.
Pela subdelegada da fregoezia de Santo Antonio,
o boliero Tiburlno Correira de Amorim, por in-
Tracjao de posturas muoicipaes e regolaraento poli-
cial sobre os carros, e a pre la nala, escrava, por
suspeila em crime de Torio.
E pela subdelegada da fregoezia de S. Jote, Mi-
guel Jnaquim da Coila, e a parda Francisca Mara
daConceijao, ambas por uso de armas' prohibidas,
Jos da Cruz Ribeiro, por insultos.
A patrulha qae rondou o dislricto do aterro
ATogados, dea parle de que no logar da Cal
dous irraios de ames Salusliaoo e Valerio,
do ama Iota motivada pela parda Francisca
da Conceicao, resultan da mesma lula sabir Ter
no hrajo eiquerdo o primeiro evadindo-se logo o le-
gando.
lieos guarde a V. Exc. Secretaria da pelicia de-
Perna mbuco 19 de novembro de 1855.Illm. Exm.
Sr. conselheiro Jos Beulo da Cuaba e Figotiredo,
presidente da provincia.O delegado de policia do
primeiro dislricto desle termo, Francisco Bernardo
de Carcalho.
nhat do procesto, que melhor podiam instruir do
fado, nada diiteram a retpeilo de Sr. Ferraz, et
comUnte caterva, itlo (he Itera visto nao se deve
atlribuir a sua innocencia, mas a miseria de hornea
qpe anlepondoreipeilos vio sanlidade de um jd-
rjmento. considerajoei prejudieiaes obrigacao de
dizer a verdade ; Uo esqoecidos llcam da savajao
propiia, entavados no perjurio, que Uo tem escr-
pulo proferem. Mai ludo islo|i.coiitace, porque oile
mundo he um mundo de miserias, % nelle tudo se
v. O homem criminoso, de grimpa alliva, alar-
deando desvario, tem fcilmente acceno na preaeu-
ja d'aqueiles que o deveram excomrauocar, e faie-
lo expiar os seuicrimes; o bypocriu, arrolando phi-
lantropia, e vendendo sanlidade para engaar aos
quo te conlenlam com as exterioridades, quasi sem-
pre recebe preitoi, e homenagen dos que mal o
conlieem,Meando impunesuatmaldades emquanto
qoe o homem tineero e probo, vergado ao peto do
que no mondo cliamam inlelicidade, espesinhado de
todos o modos, nao recolhe em premio de soa bon-
dade, se nao injuriase improperios, nao encontran-
do lenitivo a seus mata, se nao nos braco de urna
religiao Uo pora, e lia. taula, que a lodos consola.
Eis o que todos os dios vemos. D'aqui muito bem
le pode concluir qae a melhor garanta nao he cerln-
menle a boa conducta do individuo, antes na dege-
nerada quadra, em que vivemos, pode-se sustentar
com lodas a vera qoe a melhor garanta he o pro-
cedimeota desregradn, porque vemos o crime aalar-
doado, a virtude oppresta. Se por ventura algoem
ht ah qoe lem parenrridn urna escala de honra, da
qae eom Unta Toflce se jacta, sem ler soflrdo o me-
nor dissabor, isso ou tem sido urna Teliddade inau-
dita, ou em todo orna condescendencia criminosa.
Um desacata te me Tez, lanrara-me em roilo
qae ama boa conducta he a melhor garanta, como
se ea Tone um perverso, merecedor do que soflri.
Mai isto foi dito mui de proposito para alguem, que
se tem em conta de exemplar, elogiar-se e engran-
decer-se a si, desairaodo-me e rebaixando-me, sup-
pondo bem merecida a affrunla que se me fez. Foi
injoria (obre injuria, embora: ettoa resignado... ,0
hornera probo e humilde oppresso viva, e ha victima
do mal que se Ihe Taz; mas ao menos nao tente as
secretas agilajes, qae atsaltara o malvado no 'meta
dos prazeres ; nao he vexado dot sombros pansa-
mentas, que Ihe torlnram a eonscierrcia apoz o cri-
me qoe a cada momento v retratado dile de ieo
olhos; nao traz dentro em ti o verme roedor, qae
de da e de noile o atormenta ; nao sustenta debaixo
do pobre lelo qoe o abriga, o negro abutre que des-
peda ja o corujao do scelerato, nao te v privado do
sncego, da propria eslima e da affeijao dot leus te-
melhantei, o temor dai penas nao o allulla, a vin-
ganja.pulilica nio o aterra, a auloridade humana
nao Ihe coarta a liberdade nem o pen
do o persiga existe om tribunal adma
coja joslija confiando ha de infalli
Irar efflcaz remedio. Ella he a mi
Fui offendido, maa nao roe lembro
fendeu te nao para perdoar, porque .
plu, que como chrisUo e sacerdote devo adoptar e
dar. Tenho tido a fortuna de merecer a estima de
lodos os habitantes desta Treguezia qoe sao em geral
Uo benvolo e doeei quanto religiosos, e dignos
por Isso de todo amor e venerajao. Nio soa intri-
gado, nem intrigante ; e aos que me otleudaram da-
tejo toda sorle de bem, embora contra ti lenhtm a
iiiilignacao publica e quando menos o esperaren) a
colera celeste e por elle de corajAo oro a Dos, co-
mo Jesui-Chrielo a teu Eterno PaiPotar, demitte
HUs, guianisciunt, gttid faciunt.
Queiram, Sr. redaclores, por obsequio inserir as
tosca I i tilias do seu constante Jcitar e assignante.
Padre Fortunato Jos de Souia.
Victoria 16 de novembro de 855.
.
Exportocao .
Rio Grande do Sul, brigoe braileiro aSymualhiaa
de 184 tonelada, conduzta o seguinle : .
queires sal do Amu', 466 barricas cem 891 arroba
9 libras de assBear, 2 pipai espirito, 56 catea *l*
de carnauaa, 2,200 cacot con catea, 6 liantaaz.
de carrapato.
JJosion, patacho amerieaoo Marina Kendaj> de
'Iti toneladas, copduzio o seguinle : 3,20S^^H
com 16,000 arroba da aauear.
Cork com escala pata Parahibl, brigue iaalez
llaralita, de 265 tonelada, condoli o agoinlaT--
t>4S0 saceos com 6,750 arrobas de ataucar.
benova, brigoe lardo aRimac, de 266 toneladas,
conduz.o o seguinle: 1,400 sacco eom 7,000 ar-
robas de assucar.
ttECEBRDORlA DE RENDAS INTERNAS UE-
H.n^i .H88 DE pkrnambucoT
endimento do dia 1 a 19.....10-8f9Mi4
dem do di. 20........
Rendimenlo do da a 19.
dem do da 20
gue, e quin-
tados, em
ate eocon-
onsolajJo.
_bem me of-
i he o exem-
11:773)889
9?sVL4DO PROVINCIAL.
.. ?6:291fo4
. 1:2551888
27:547i"50
MONTEVIDEO, 3 DENOVEMBRO.
Ai operaraes coramerciae. de nosso mercado ta-
rara limitada no mez paisado, caBrbalao* oara is-
to diversas cousa, como : a m* altuajJtoSa fazenda
pobl.ca ; a proxim.dade da elelelo drprestdente, e
a diminoicao no coosomo e oadhalaeio de moeda
inelalica que resulla da retirada prxima da diutao
bnsileira, ele, etc. Por isso mudos navio qaaan-
trarara Toram dirigido para Bueno! Ayres.
A entradas do Brasil trouieram-rm am sorti-
mento geral, todava temos falta de tamo superior
de agurdente e de assocar da aova afra ; qoaolo ai
mate, o elevados creeos a que sabio impiden a<
Iransacj&e.
O. notto mercado de vinho esa abirrotado aatas
enormes exislncn, para as qaae nao ha eoatara-
dorei. Tivemos no decurso'do mez al .1.718 l|4 pl-
P" e1m,"r' i1" qes 450 realisaram 72 5 a barde;
200, 68 t: 201) tarara retalhade a 54-5 seguirla pa-
ra Bueoos- Ayres, de sorle qae ficam anda hoje
2.283 pipas para veoder, das qaie a tere pede s-
mente he de boa qualidade..
Tamos tambem SI 3 quariolas de Malaga doee e
secco.
A tartana de trigo acha pooco compradore, ape-
zar de serem ai existencias redozidas di des Esta-
do l nido, mas temos um bom sortimento do Chile
e a colhella prometa ser mais que ufnceote para
salisfazer ns nossas necessidade. Um bom earreoa-
roenlo de Ballimore nd poderia obter heje mait qae
Pouco se lem feilo no nosso mercada da eiporla-
cio ; passou-se um contrato a 6 forte paraTarne
loma
COMMIMCADO
_________COMMERCIO. 5H
RACA DORECIFE20DE^*OVEMBRO AS 3
a*. MORAS DATARDE.
CotajGe ofiiciaes.
Hoje nao houveram colacbes.
aLFANDECA.
Rendimenlo do dia 1 a 19. 275:362*678
dem do dia 20........19:3175997
294:680675
PEmMBlCO.
COMARCADO BONITO.
l.'t de novembro
Nada tenho a addciouar do pouco que escrevi na
ultima, porem sempre quero approveitar este por-
tador para ao menos Ihe dizer que vamos bem de
saude fsica e moral ; e guidtnellior ?
Reina por cjofercel opus da elero, nao ha cor-
reio e neui particulares, que nao dieguem dietas de
cartas, e algumas sao mandadas com lana sofrrgui-
diio, que al uem assiguadas vem, anda ha pouco
urna tiestas circuraslaocias.
Tudo agora, cherami,
Sao protestas de i
Mas acabad' a
tirols.
Aquella amina le j
Esta grande 1,
Qoe anles das JttaTiivia
Fruste.
Foi-se a patricio e amigm
O leu servo dedicado
S lipaa embubacado
^ OpoMtolo.
Tem-s lomado eredor de todos os elogios o Sr.
Malhias da Gama Cabral deVasconcellos.pela manei-
ra porque se ha portado uo eatlricto de Campia Gran-
de da provincia da Parahiba. Como oflicial do meio
bnlalhAo de liuha da mesma provincia,o Sr. Vascon-
cellos sempre se portan dignamente, tanto assim qne
estando para sahir o destacamento paca aquelle lo-
gar, foi elle o escolhido para seu commandante, e
nao s itso como lambem tai nomeado delegado por o
Exm. presidente, por descobrir nelle a capacidade
precisa.
Chegando ao logar de su deslino, cuidou em cum-
prir a roisso.deqne eslava encarregado, e os crimi-
noso lem sido perseguidos constantemente por esse
brioaa oflicial, aot esse distindo deltgado de policia :
honra, pois, ai Exm. governo da Parahiba, por ler
nomeado Uo hbil delegado. Prosiga o Sr. Vascon-
celos a cumprir sua mis-ao, qne os crimes quando
nao desaparejam, diminoiro no termo de Campia
Grande, e seus bou habitantes nao cetsarao d'o
loavar. a>
Nao deve ficar esquecido o Sr. cadete Antonio Vi-
cente Ferreira da Fonseca pelos seas bons serviros
taitas no mesmo termo, e peta modo leal porque tem
sempre observado as ordens de sea commandante.
Recita 15 de novembro de 1855.
COBBESPOMNCIA.
Senhores redactores.Pretenda guardar o mais
profundo silencio, abalando no imo do meu peilo o
sentido gemidos, que me arranca a dor man pun-
gente, qoe hei toffrido em minha vida, e o fizera, se
alguem nao o iaferpretaase como o reconhecimenlo
da|cooseiencia, de nma puoijAo condigna do mea pro-
cedimento. Casta-me multo fallar de ara Tacto, qoe
me diz particularmente respeiio, entrar na sua apre-
ciadlo, indigestar os ten autores, e entrega-Ios ao
juizo do publico imparcial, de quem tmenle ueste
mundo posto esperar a devida reparacao. Esta s
lembranja he qoe mitiga a minha magua, e me al-
ma a responder ao Sr. coionel Joto Cavalcinti Fer-
raz de Azevedo, embora eu reconheja qno he muilo
triste descer a lija com quera uao te estima, nem se
respeila.
Senhores redactare, como pela ua eslimavel fo-
lsa n. -254 o Sr. Ferraz pretenderte juslilicar-se, ap-
Petlaudo para sua repulacao, rtcoimada de crime,e
bora eonceilo, em qae o tem j governo (o qae impor-
ta nada menos, que loavof em bocea propria) por
cllapnrmitlam-nie Vm. que eu chame a allenjao
do pubnco para a lngoagem virolenta do Sr. Fer-
raz, invectivando de bebados, ladret e attatsinot, a
aquelle qe,e iUr>poe (alia com justa Taudamento
que elle livei-a paita na aTfronta, que lao injusta-
mente rae for reita. Nao he assim, Sr. Fer.-az, que
alguem se juslirca ante dette modo moslrou V.S,.
pelo lom apiixopado com qae fallou, qoe alguma
culpa lem, e nao>|eve. Quera esta innocente de-
fende-so com lodo nocgo e calma, sem vomitar in-
jurias, e improperios. Conlra aquelle qae o prsame
capiz de um procedkr,enlo reprovado. A simples
expressao qae nao N6 men Uiimigo em nada o
resalva : anle o publki,), qne he as mait dai vezes
observador intallivel teraKa-eparado que o Sr. Ferraz
uao me corteja, e me nega ^ demouslracoei de ma-
neira civil, e urbanas, ojies ,oem pratiar aqoellet
que se prezam de bem Warajos, e e lem em coola
de bem reputados. Eala exle,r,oridades, que o tra-
ta social tanto recommenda, bt.m pode o Sr. Ferraz
com oulrem praci-lai; porim par commigo nao,
pelo contrario roe devola o matar rancor. Detta sor-
te lem. on nao o"Sr. Ferraz i,e ostentado raeu ini-
migo 1 h o he asolaras, ou rtao > Niognem ditto
pode duvidar, assim como que iot oolros sao aqoelles
mesmos qoe vivem lao idenlilifcados cora o Sr. Fer-
raz, que he impossivel crer q.,e 0 ullrage, que roe
tara feilo, proviesse de oulra get,ie, qe nao de qua-
tro homens bem conhecidos da i-idade da Victoria
Ferraz, JoAo de Goet, francic0 Cavatcanti e AU-
xaodra Bezerra.
Saiba o mando inleiro que ontri, inimign, nio le.
nho E te o mal, qoe soffremos, M, eropre causado
por quem uos qaer mal, hejTuX^e ctaro qoe 0
qoe me lizeram pardo dj*OT6Fefra, e, Be-
zerra, t.avolcanli. Miv'sendo Uo nMoral arredar-
moi de lobre us a colpa, qoe se nda imputa, ap-
prouve dizer-se (eh! calumnia das catimnas I) qa
eu em qaenasse da casa, aonde for biier. He esta
impolajaoem li lao vaga e miseravfel, que he um
verdadeiro-parta de svcoplianta, e s\ pader fazer
echo n urna infame folha desta nome, veJdadeiro pe-
lourinho das repotajOe mais illibadas. i
Era isso bastante para o publico ajorMr da em
razio do Sr. Ferraz, mas como e proco".ra escodar
com o processo instaurado por seu cunado, para se
me dar urna titlisfacao descorada, dir-H^e-hei que
nem porque fallejam as vezes as provas,, he conse-
quencia neceisaria que nao se ennheja, e i,em ^sai-
ba qoal o agente, ou o autor do crime.t Se o Sr.
Ferraz nao mandn espancar-me, Dos jii|glle a 10a
innocencia, e puna a minha lemeridade.
Anda nao tica aqoi. Houve quem tive.sse a feliz
lembranja de dizerque o procedimeulo do homem
faz a toa garaotia. Quem dru qoe as EnUo Scrates o melhor dos homena, Jei,u, Christo
o hornera Dos, nao roorreriam victima d!, oveja e
iugralidao dos sem compatriota. Nao he. verdade
amigo Sr. coronel Tiburtino ? desta vez tafcoa a sua
tonga experiencia. Porem convinha avan(.;.-,r i,[ pa.
radoxo para lanjar-se o odioso sobre mim,rj,or,,ue er
forroso aparentar a offeosa, que recebi, eaZ jaiaca-
to quimricos por mim obrados.
Nao he de hoje que o Sr. Ferraz he niL nimiao
jarado, nao esqueceo.lo o seu vil e baix'0 ponleiro
Joao de Goes ; o qoe he comprovado pelui empenho
de um em sollicilar as occullas a minha d<,mssao de
coadjutor, e pelo que disse o oulro tace.' a face ao
Itviu. Sr. vigaro Fraoeico Xvier dotSia,,!,,, na
noile do allenlado contra minha pessoa, ataCu des.
tas palavras se o Sr. vigaro livesse prev* njd0 ai-
guraa cousa conlra o padre Fortunato naort,,u|lar11
o mal, qoe elle sonreo. Enlo, Sr. Ferraz,"; u.
lacjao se deve lirar d'aqui ? Qoe mal Ihe fl, ao
Sr. Goes. ou a oulra qualquer pessoa pira tra co'ns.
(tairmeu inimigo gratuito e encarnicado? .Apon,
te-o, se pode : anda assim a razio alo estar *' 5Ua
Seja como for, o certo be que por qat tttt ,,.
Detcarregam hoje 21 de novembro.
Galera inglezaBonitamercaduras. .
Barca inglezaXorcalbacalhio.
Brigue inglezli'ellingtonmrreadorias.
Brigue inglezSpraybacalhio.
Barca portuguesaFlor da Matadiversos gneros.
Galera portugueza-'-Graid'opedraspara inoiuho.
Brigoe iaglez.s'uccaucarvao.
Patacho lardoZaranra-r-farinha, arcos e ladrilho.
Brigue brasileiroDatnlopipas e barricas vistas.
Importacjaa.
Barca portugoeza Flor da Mala, manifestou o se-
guinle :
2,000 liajat de virae, 43 ancorelat azeilonas, 12
caixas tachaduras, 14 barril pregos, 7 cuithetes foo-
ces, 4 pacoles fio porreta, 6 barril presaulot,2 caixas
miudezas ; a Barroca & Castro.-
1 caixao catira, 1 fardo coxins ; a Jos Antonio da
C u n ha & C.
I embrulho loalha, meia pipa viaho ; a l.uiz Go-
me Ferreira.
a Manoel Gonjalve de Oli-
1
Moraes.
24 canaitra alhos
veira.
20 caixas pomada, 2 ditas e I caixao miudezas,
barrica moslarda e sabugueiro, 472 rodas de arco,
4 pecas cabo de linho ; a Manoel Joaqoim Ramos
eilva.
' 4 caiOe picadeira e esporas,1 dita renda ecoxi-
nilhot, i .barril machados, 5 caixas fechidurai, 6 cu-
nheles machados e brides ; a Thomaz Fernaude da
Cooha.
"> caixas miudezas; a Jote Anlooio Basta.
2 caxdes imagen ; a Antonio Joaqaim Seve.
2 caixas fechadurasAa^Joao Pinta Regs de
Souza.
de vme ; a- Tncisco Domingo AT-
580 lia
fooso.
1 com,
cadeiraa,
fMde
Wda.1
, i rnesLi
'
9 tae para carne
como lambem para t.tlOO couroi saltado a 60 Ir'
rl.. 5,00tl a 61, e 6,000 de Eolre Rio i rt. ^
Nao ha compradure para o seboe araxa 4 vaoea,
e o pnaco de graxa de egaa vendido foi a aoaau
cotardes.
As operajos em cambio fizeram-se a precot qae
vanaram muito. Abnu-se sobre Londres a 4!
subi a 41 e 41 1|4, e tachn a 41 7|8. Kio da J
neiro 3|4 0|o de premio vista, e 1 Obi a't da
Ol descontas sao taceit de 1 a I 1|2 Frerot corrtnlet.
tajjnilaijr
Agurdenle do Brasil. ....
Arroz n ....
Assocar do Rio de Janeiro, branco
" raascavo.
de Pernambuco branco. .
" a mascavo. .
da Bahia, branco ....
a mascavo. .
Caf da Brasil.......
Fumo Baepeody .a| ....
Male de Paranagua^F ....
Sal.
76a78 }
1.600
1,700
1,200
2,1(10
1,550
1.700 a 2,000
1.200 a 1,500
9,400
5.400
4,400
>a51(2rTjF
68a70S
62 a 64
58
58
82
Vinho de Tarragona, superior.
regular .
> de Manelha .....
o de Cette.......
'" de Malaga......
Eiporlarao.
Carne seeca .......
Graxa de egaa......
' vaceum de vapor t
Sebo derretido ..+.
em rama......
BUENOS AYRES 31
As causas qae nos mete
pura a paralysajao do no
das peta refceio qae livemos '__
rao da ordem publica, receio qae felizmente durou
pouco. As transicjees do mez foram igaaes as do* '
mezes anteriores, resentindo-se todava do naio.esta-
do da praja. Baixaram os orejo dos vinho (alo e
de Malaga. em coutequencia da grande entrada e
das poucas venda.
A paralysajao que reinou geralmenle Caz cen que
o producto do Brasil, menos o mata, nio foasera .
procurados.
7,160
1.500
2 6008 2.700
3.200 a 3,460
2,400 a 2,450
-BRO.
coolrrbniram
foram a grva-
la da petlurba-
A vendas principies Toram: -
caxinlia Techadaras ; a Jlo Joto de C.rv.lho ^Slt"^1. P 'Jf ,-,
ih. rroz..oVsaeco a 35 S. Atarnos aoridos.
Assucar.700 barrica branco a 46 9, mascavido
38 9. Existera 2,500 barricas da Pernambuco coa
tendencia a aQrouxar nos piejos.
MaleAlgqns tales de marcas etcolhidat a 100.5.
Eiistem 3,000 roame, e os preeos ailentam-se.
Farinha americana. 2,200 barricas a bordo a 12
1|4 J>. Existem 1,500 barricas e he pouco procarad
ra 1400
tasiope-
preros baixam.
\ inho de Malaga,15 quartola doee a 2,150 Jl a
pipa ; 60 dita secco a 2,000 8; 400 qointos alarier
secco a 1,550 9; 200 qaarlos doce secco a 1,920 9.
1amnaaknnian. '

11 9. existem t,50u barricas e he pouco proca
Vinho tinto. 120 pipas de Celta inferior a
9, 350 ditas Calahta inferior 1,360 9, 329 ditas
rior a 1,550 9 e 1,580 9. Os preces baixam.
1 loucador e capachos, 6 vola mes
a, 1 marqueza, 1 colchao, 2 eacovas, 1
lavatorio, 1 caixinha roopa e movis, 1 caixao lvros
e outros ebjeclos ; a Ignacio Manoel de Lemos.
1 caixinha escovas, ferro, lava e palo, 31 fe-
xes de arco, 707 liaras de vime, 1 barrica linhaja,
I dita sabugueiro, 180 laboat de pinho ; a Joaquim
Vieira de Barro.
& caixas ardiles,:! dita balaio e rollias, 12 barril
pregos, 6"cuntidas machado, 2 barris enxadas, 10
caixas pomada, 1 dita pentes, 2 ditas liuha e pan-
no, 23 canailrai alhos; a Antonio Joaquim da Souza
Ribeiro.
Meia pipa" vinho ; a Lima Jnior .& Compa
nbia. ,
100 canaslras alhos, 6 caixas pomada, 5 dilaafBpa-
Uu, 200 rodal arcoi de pao ; a Manoel DoanaTOo-
drigue.
6 canaslras batatas,1 dita ceblas; i Jos Joaquim
da Silva Maia.
1 cuuhele imagens ; a Joaqaim Monteiro da
Cruz.. f
1 caixao lampadas ; a Jos* Baptisla Braga.
12 pacoles cabos, 2 ditos fio porreta ; a Manoel
de Aze\edo Andrade.
1 barril prego, 4 canaslras cebolat e batata : a
I), mingos Jos Pereira da Coala.
36 cadeiras e 1 embrulho panno de linho ; a Jos
Joaquim Pereira.
2,000 resteas ceblas, 200 canaslras dita ; a Ber-
na rdaao Francisco de Azevedo.
15 canaslras alhos; a Campo.
1 barril vinho, 8 canaslras tainas, de louro, fe bar-
ricas baloqae, 41 roda de arco de pao ; a Anlooio
Casemiro de Gouveia.
(1 ctalo obra de prata ; a Moreira & Duarte.
1 caixinha retro e torjal ; a Manoel Joaquim
Dia de Castro.
2 Tardo capacho, 73 canaslras alhos; a Domingos
Rodrigues'de Andrade.
400 paroleira e 100 ancorela azeilonas, 500 lia-
n vime, .190 resteas cebla ; a Jote de Azevedo
f nario. N
2 canaslras alhos; a Jos Fernandes Ferreira.
1 calite brides e eslribot; a Joaquim Antonio
Viiz de Miranda.
1 caixa tachaduras; a Joaquim Mendes Freir.
1 dita miudezas, 1 dita pomada, 4 barricas cava-
da, 100 rodas de arcos de pao ; a Francisco Alves de
Pinho.
300 rodas de arcos de pao ; a Joaquim Lope Fer-
reira.
2 caixSes panno de linho e coturnos; a Francisco
Jos Gomes de Oliveira.
I barril presuotose salpicGe ; a Francisco Mo-
reira Piolo Barbota.
I caixao obra de praU ; a Joaqaim Luiz
Vieira.
Temo abundancia.
O noj-os genero de cxportajSo eU muilo
cassos e 3o procurados ; ha 2,000 couros salgad
pelos quaes se pede 45 rl. prata sera achareaa
que 44 112 prejo da ultima venda. As aoM
queadas priucipiao a Irabalhar ; as vend
Toram:
Carne ecca.3,500 qnintaes a 6 1(4 patecSes.
Couros talgadot.VJOO a (0 12 prata.
Dita! seceos. 30,035 a 51 rls. prata, para os
tados-Cnidos; a 52 para AHemanha e Heipanhi.
Graxa de potro.65 pipa a 11 1i2 rl. prata, 50
a 12 dito.
# Cambios.Londres : '67|.
Oncas: 355 a 354 9.
(JontaLio Commercio do Rio-i
DO POS
MOV
IMEHX
mol do <
ITO I
prala ; a Joaquim
200 canaslrai alhos, 2 barricas ardnhas, 42 la-
.Vario entrados no dia 20. *
Csrdiff51 das, barca francea. Palanqun,
211 toneladas, capillo L. Co^Bnery. eqaij
11, carga carvao de pedra ; flardeui.
Terra Nova39 dia, barca ingleza oWarl
de 209 toneladas, capiUo J. Slielford,
12, carga bacalhio ; a McCalmont Scj
Barcellooa por Malaga51 das, .
o Volanlet), de 115 toneladas,caija )
pagem 10, carga vinho e mangonero;
Amorim & Filho. ,
Asia'8 da, brigue brasileiro u Destale de
de 285 toneladas, capilfa Elizeo dVAraajo Fra
ja, eqaipagem 13, carg al ; a Manoel J
ira
ruwio.
ie brisiLake anMUai
MaaoflLa^H
fea, de
ireiro
Ramos e Silva. Piwageiro, Francitea
Barbota, M.noel L. Garbillo.
Manohao25 das, hrigue
226 toneUdat, capiUo
Rolba, equipagem 14, caraatrroz e matj
a Manoel Francisco da SitvaXarrco.
Liverpool36da, galera ingleza HeciBoiuea.de
425 tonelada, capitao Johq Towill, aaaipegera
17, carga tazendas e mais genero ; a Johntloa Pa-
lor V Cumpanhia.
Pliiladelphia57 das, patacho americano Seolia,
de 160 loneladas, capillo Fither, equipatem 7. car-
ga briiiha de trigo e roai ganero; a Ueary Foai-
ler 6t Companhia. v
EDITAES.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, fiscal da Treguezia
de S. Fr. Pedro Goncalve do ReciTe, etc.
Faz contar ao publico, qae a cmara municipal
desta cidade Ihe expedir a portara abano Iraae-
cripta, alim de Ihe dar inleiro cuntprinrnlo.
Portara.Recoiihecendo a cmara municipal a
irreverencia pralicada pe*Je" almoereves conductores
de assuca, que cera sea cava'tas se agglomeram em
grande uuraero no acaalwde patea da igreja matriz
dessa Treguezia, em occasiao, rauilai veze, em qae
se celebramos acta de maia acitemenlo de notaa
I
ictaadi
boas do pjnho, 250 resteas cabo'lla, 2'RiVoa7e' vi- rcligiao, a joe dajbn de araalar o menor respeita,
1 capoeirn coelhos, 10 molhos gar- I acreseendo que nP i deitam das grade para
veiro pastaros.
runcho, 5 pecas lona,' 4 ditas brim, 2 canaslras nia-
sas ; a ordem.
Patacho sardo Jaranea, vinda de Genova, con-
signado a Aranaga & Brvan, manifestau o se-
guinle :
600 barricas farinha', 1,000 lijlo marmoro, Alar-
do erva-doce, 20 barr azeile doce, 4 saceos pimen-
t, :! eaixi essencia de ali'azema, 6 barrica aeone,
4 fardo cordas, 7 caixas chapos, 15 fardaelinhai, 4
ciiii cadeirit, 1,320 resteas alhos, 1 eajKTeiIraclo
de aleaasoz, 1 dita essenciai, 250 feixe eHaTdepao,
5i4 caitas matsai, 15 pipas vacias, 60 cadeiras ; a
ordem.
Brigue americano S. Thurslou consignado a
Hiinry Forsler & C-, manileslou o teguinte :
14 caixas e 2 voluntes relogios, i dita imprensa, 1
michina, 1 tardo crveles, 7 meia caixas cha, 25
ctixas i|oeijos, 1 dita charutos, 4 ditas objecto de
Iro do atrio carg de assuctr, que fazem altrahir
quaulidades de insectos, como lomam lodo o traa-
sito; cumpre qoe Vmc. logo que esta receber na
consinla raii que facam o* almoereves prja em di-
to logar, e sim em Trente do lorreAo do arsenal ffl*
marinha e Tua de Apollo, para onde os obrigar a
irem todo os dia, delerminando-lhes igualmente
que as entradas e sabidas dos cavados que eonduzi-
rem assarnr sejam pela roa do caes de Apollo.
Daos guarde a Vmc. Passo da cmara municipal
do ReciTe em sanio de 14 de nnveiubro de 1855.E
para que so cumprn a mesma portara lio intaira-
mente como nella se conlem. Taz publicar pelo jar-
nal oflicial, dando principio a execujio no dia 19 do
correle, ltairro do Recita 17 de novembro de '
1855.O fiscal, Manoel Ignacio da Oliveira Lobaw,
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial',
em curaprmenlo da ordem da Eim. Sr. presidenta
raedicina, 2 djtas fpgoes O^barris bc-eaa, jj[ ralmi^ et- ( da provincia de 12 do correiile, manda tazer publi-
co qae no dia 6 de dezembro prximo vindouro,
vai novamente a por menos flzer a obra do reparos argentes de qae
precisa o acude de Caruaru avahada novarueale em
1:2149400.
E para constar a quem convier se mandou affxar
o presente e publicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Peroam-
Iniras, 50 arados, 1 calxa ponas para arados, 170 re-
mos, 2 botes, 4,250 pt de taboado de pinho, 6 ca-
denas de balan jo, 50 barris pregos, 1 caixinha do-
c!, 12 caix agaa para cabello, 1 diiae 1 barril
UmpeOes e globos, 82 paus e 16 caixas cha ; aos
consignatarios.
CONSULADO GERAL.
Ridimentodo dial a 19.
dem da dia 20 .
33:5210247
2*598015
35:5809262
DIVERSAS PROVINOWS.
Rendimenlo do dia 1 a 19.....
dem da di 20.......
buco 20 de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Anuunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
' em comprimento da retolojlo da junta da lajenda
manda fazer publico qae no dia 18 de irezerabro
1-3559870 prximo viridouro val novamenle a pane* para ser
42390131 arrematada a quem por menos fizer caosarvajS*
--< permanente da eslrada do' lol, avallada em rh
l:77881i3|5.4(IO000.
i
*


011
110 DE KnMMUtt QUIRTI rtlM 21 Dg WOVEWBRQ OE 1855

A arrematac,!o eer* par lempo de 10 mezet con-
ilr do 1 de jaiieirar>de 1836.
E par* eontltr e maodou afiliar o pftsea|fce pu-
blicar pelo Dino.
Secretaria baco -JO da novembro de 1855.U lecttlario, A. F.
d'Annoneiacat.
JoJo Mara Waiideokolt., cavMIiro da imperial
ordena do Cruzniro, Chrislo, S. Benlo de A vi,
chele de divino** armada nacional e imperial,
eommandanln da ei Mano naval de Peruambueo,
rllelo do Rio de S.
que, per S. M. o lm-
|*rdor, qae Dos guarde, cavalleirp da ordem
rancisco inmeiro do reino das Dqis Sicilia,
ele., ele.
l'ocosaber que ero eiecucio de ordens im.
Sr. minitlro da marinha, que roe foram kansmilli-
des pelo quarld general, em oflicio n. 63 de 10 de
oulubro ultimo do dispoilo as ioilrnccoes qne
baiiaram com o decreto n. 1591 de 14 de abril do
_ crrenle auno, Dea aberto bordo do brigne barca
Itemarac um alittamenls da volanlarjus para ser-
virom nos oavbs da armada nacional e imperial,
sob as seguintes con.dc,aes :
Clnssesdo alislamenlo.
1.' 1) irit litgem, cojo eonlralo fr sem lempo
determinado.
ihageui, por lempo de um a tres
3.* a marii hugeaa com es prazus de seis a oilo
anuos.
lealese mais vanlageus que as pracas
virtoda destas intlrnecoes tero de
parceber, sao as trguintes:
Sidos por mez.
IOS, primeiro marinlieiroe 189,
in*rin leirot 15J e rameles 108.
Premios,
le 1.* classe s perceberao os sol-
i corapelirem na forma cima referida,
i dirello i premio oa graliflcacao alguna.
inUriotiia -2. classe, sendo marinheiros
4Sj iu 70J, conforme forem os conlralos
Ss o Ira* auno*. Sendo grumetes le-
esoiii (orma 10, at ou 34.
irles da 3.a classe receberao mais. urna
*a quarla i do iviaior premio qoa poderiam obler,
do-se 'Mkdo es da 2." classe, na praca de
marinheiro on unrsete que Ibes competir.
sm homens domar a liverem mais de
40 annot, s le 9o o premio correspondente aos da
' 2.' classe.
Grlifieae,ao.
alario da 2. e 3. clastes terso alom do
ma dito, a gralificacn de I se forem es-
ia ce 5 sendo naciooaes, se se apresen-
si pnprios, iodependenle de engajador.
Ella gratificaqo sera repelida todas as vezes que
lado o primeiro cenUalo a praca quizer ainda ler-
vlr per lempo nunca menor de 3 aunos.
VaoUseus.
conpreheodid nulas Ires elasses dar-
le desembarque no fim do eonlralo rom
jue previnam ao commaodaule doui mezet
anlea la qne pretenden) em lal poca deiiar o ser-
> i(o ; cam itantoa do recratamento, sendo na-
y ciooa* por lempo igual ao que tenham servido ;
excepto o caso de eircumslancias extraordinarias.
Asylo da invlidos.
'Compele a todas as pravas nacionaes que para
elle coocorreram San om dia de sold por mez.
Pagamento dos premios a grtlificices.
l 2. clame, se o aliitamcnlo fr por um an-
eulregue o premio integralraenle no aclo de
ir praca. ; se por- dous ou Ires annos em
lagoas iguaes, sendo a primeira paga ao es-
a segunda quando vencido metade do
a lerceira no fim do coulralo.
cla.sie recebero orna' Ierra parteado
asentar pree, outra igual quanlia no
c aaoo da servico e o restante no fim
do contrato.
e/iesqae enmpelam as segundas e ler-
ceirai elasses lirio pagas eonjunclamlnte com a
primaira prest cS o do premio.
Observac,oet.
I. No sa levar em conla-aos volanlarios da 2.'
lampo que passarem como doentes nos hos-
pilae*.
le prio em virtade de senlenca
i contado para e preenchimenlo dos prazos
o alUlamtnlo lo* volouiarios qualquer qoe seja a
clame i que perttacam. E o desertor soffrera alero
disto a parda das vanlageus do premio e do lempo
de lenice anterior.
'\.' Qualquei pessoa que se propozer a agenciar
volunta: capara as tresclssses cima mencionadas,
e que os ipreteularera a bordo desle brigne barca,
S te ni a gratificara de 48 por um eelrangeiro e 58 por
r nacional.
A.' O eitranjeiro para ser admillido deve exhi-
imenlo do seu cnsul, comprovando achar-
baracJida parase-poder contratar no servi-
i ciooal.
mise gratificarso serflo pagas quando a
praca eoolrala ia fr admillida a bordo.
br gno barca /(marac, snrto no raos-
?emambuco em o !< de novembru de
i
V5S.
Joao A/aria IVanienkoik.
IHXLARA^OES
consignatarios Novaes & C,, na do Tra-
piche n. H primeiro andar.
Babia.
Vai seguir com brevidade o liiate na-
cional FORTUNA, mestre Joa'quim Jos
Silveira, tem grande parte do sen carre-
gamento prompto : para o resto, trata-se
com os consignatarios Antonio de Almei-
da Gomes &C, na ruado Trapichen,iIJ,
segundo andar.
Para Lisboa, a galera portuguesa Jo-
ven Carlota, capitao Boe ventura Borges
Pamplona: para carga epassageiros, tra-
se com os consignatarios Novaes & C, ra
do Trapiche n. 34.
(RIO DE JANEIRO.
Segu no dia 28do mez crrente o palachu Bom
Jeiiu, recebe carga e passageirns : a tratar com Ce-
lano Cyriaco da C. M. ao lado do Corpo Sanio n. 25.
LEILOES ~"
Carlas aagnrit existentes na admiuislracSo do cor-
ruiop
le 1,'rzedo Jnior 1.
'Aaleni Ferreira 1.
V*ieira 1.
mi de Suata Camitae 1.
P^^BB- deMa.leiros l.
inliorii lia Lopes 2.
S mloa 1.
- "Vanderley 1.
aaqaiaa de VasconceJIos t,
'.'iedade 1. w '
1 Pnreira 1.
Manoel Joa Hiheiro Ovalcanti I.ima I.
I1 e.Iro Velloso Hcuello I.
Tibor jdeOliveira i.
k. eapitlo do porto aalisfazeudo o dii-
:ac circular do minilerio da roarinba de
mlnbr ltimamente finio ao qual "refere-e
Ssw. 8r.. presid na de 7 o cerrante
la laier publico a tradcelo abaixo da no-
li dando conhenmento da medida sanitaria, a que
flear sijeitat as erabarcacOes brasileiras que
liartiudo dos icrlos desle imperio forem ler a Bue-
ap-Ayres.
ilducco.
Da copla anana ao aviso n. 108 do 17 de nulu-
bro da 1855, lirigido a repartifo da mirinlu pela
dea negocios irs'.rangeiraa.
io i|o governo e relates exteriores, Hue-
iios-Ayres 27 de lalenibro de 185o.
Sr. encirregado de negocios de S. M. o linpe-
railor do Brai.il, cavalloiro coiumendador Dr. Joa-
quim Tliomii co Amaral, etc.
O abaixo aialgnado tem a honra de dirigir-so a
9. S. por ord jin especial de Exc. o Sr. governa-
dor, manifela,ido-lhe qoe a capilania do porto re-
preseulou ao governo a inconveniencia que resolta
de qoe es na rioii de guerra estrangeiros e os paque-
tea em conlrnvenc^lo da pralica anteriormente ob-
servada em o ooseo ancoradouio, e qoe he- lainbem
eammua*eiit(: admillida, no s nao se aproximam
ao navio qot governo tem estacionado no canal
exterior para a visita de taude e do porto quando
lem do ullramar, como aem anda eaperam a
^Hl desembarcarein os paasageiro.
i pocas pode ser prejudicial este
idade em que nao s a Europa, co-
mame Urasil, se acham infectados da lerrivel
wideoa de cholera-morbos, indobilavelmeifte po-
.iprometur a saode publica.
m tal caso S. S. coinpreheuder bem a absoluta
ueceasidado da qoe d'ora{em dianle lodos os navios
d uta necio eein dislincrDo algome, quando chega-
rem a nona baha procedentes do eltramar, e ain-
da quando lanliam tocado em MorUexideo, se apro-
iirnem anles do desembarque desdas equpaseos,
pasaageiron i onlros objectos ao referido navio do
eitndo situado no canal exterior, para a dila visita-
depois da subraetlido ella. HQ
abaixo asignado sapera qoe S. S. sirva adop-
lar as medida convenientes para qne ce eoinmao-
dantea e apiiies de ii n ii1:. da nacae de S. S. ote
hicia.
?e aproveilando esta oreasHo,
i os protestos da sea mais elevada con-
aprece^-Vateutlor Alslna.Conforme,
J.iaquim Miriu Naacentes da Azambuja.
?pilani de pono de Pernambueo
8 de novembro de (855.O aecrelario, Aleiiodro
Rodrigues dos Anjee.
O lllm. Sr. capillo do porlo em cumprimejsto
da aviso circular da repartiera da mafrnlia de 17
de oulubro ullimamenle lindo, a de ordem do Exm.
Sr. presidente em oflicio de 17 do correnle-rnez com
reerencia a ello manda ater publico e exemplar
abaixo do aviso aos oavetanles enviado pela legaeSo
imperial em Madrid, relativamente a urna alleracao
no pharol da illia da Tarifa.
WRECtAO* DE HIDROtRAPUIA.
viio aot navegantes.
Pharoea daa coilas de Hespanha.
Pelo ministerio da marinha e communicadas pelo
do fomenlo, se receberam ueste eilabelecimenlo no-
liclas relativas i alleracdo que se ba de cfieclnar
em a luz do pharol de Tarifa debaixo da drecrao
do corpo de engenheiros de caminhos, canaes e por-
tes e em presence das quaes se lia redlgido o seguin-
le annuncio.
Pharol da ilha de Tarifa Eslreilo de tiibrallar.
Em o 1. de selembro do prsenle anuo alumiar
desde a por al ao nascer de sol, o novo apparelho
calaclioplrieo de primeira ordem, grande modelo
com que se acaba de subsliluir o enligo pharol gira-
lorio collocado em a parle mais meridional da ilha
de Tarifa, sendo sua situadlo que em nada ha varia-
do a segointe:
Lalitude 36"0000" N.
Longitude 00.35' 38" E. do observatorio de
marinha de S. Femando.
O foco luminoso est elevado 142,5 pes sobre
nivel dos preamares do equinocio.apreseiilando ama
loz braoca fita visivel a 20 milhas, sempre que a
permuta o estado da atmosphera e o olho do observa-
dor se ache 60 ps sobre a superficie do mar. Ma-
drid 28 de julho da 1855.Joaquira Gutirrez de
Rubalcara. -
Secretaria da capitana do porlo de Pernambueo
8 de novembro de 1855.O secretario, Alexaudre
Rodrigues dos Anjos.
O Dlm.'Sr. regedor interino do Uvmnasio Provin-
cial, manda declarar em conformidrde do artigo
134 do regulamenlo de 25 de jullio desle anuo, o
calhalogo dos compendias adoptados para o ensi-
llo das auia< do instituto no prximo futuro auno.
Para a 1 e 2" radeirada lingoa latina.
Grammaiica de Joa Vicente (lomes de Monra ;
compendio de historia sagrada ; Coroelin, Fbulas
de Fedro ; Saluslio; Virgilio; Horacio ;Tito-Lirio;
Urares de Cicero.
Para a Cadera de lingoa fraoceza.
tirammalicapor Borgan, em 2 vnlumes ; selela
fraoceza de Roquete, 2* ediccSo ou a mais moder-
es se houver ; diccionario francez portoguez e por-
tugus francez de Funseca e Roquete.
Para a cadeira de lingua inizleza.
I.icrjes de grammatica inglesa pelo Ur. Pereira 'do
Reg ; Cuurs de Versiens anglaises por P. Sadler,
64 edirrlo ; Conrs gradu de li langue anglaise pelo
mesmo ; diccionario inglez porlucuez e portoguez
inglez por Vieira, ediccao de 1855.
Para a cadeira de malhemalicas.
Elementos de malhemalicas por Otloni, adoptados
na academia de marinha e escola militar.
Para a cadeira de phlosophia.
Criarme, liccoes de phlosophia.
Para a 2 cadeira de seiencias nalnraes.
Principios elementares de botnica de I.indley,
IraduccSo do Dr. Ildefonso, Rio de Janeiro de 1843;
Suiles Ruffon publ. par Rurel; Genera plaola-
rpm, Decandulle ; Plantes osuelles des Bresiliens,
por Saint Hilairr; Noovelle.matier medcale Bresi-
lienno avec planches par le Docteur Marlius.
Cadeira de lingua e lilleralura nacional.
T.icfes ornes, obligando se o respectivo pro-
fetsor organisar o seu compendio no lim do anno
lectivo vindnnro.
Cadeira de desenlio.
I.icres oraes, obrigandese igualmente o respec-
tivo professor a organisar o seu compendio.
Cadeira da lingua grega.
I.icres oraes, obrigando-se o professor n organi-
sar urna arte no fim do anno ; selecta grega, adap-
tada ao usados principiantes ; diccionario de grego
para lalim ou francez ; tratado de rsizes gregas ;
fbulas de Esopo, em grego s ; Novo Testamento
em grego.
Cadeira de ihelorica.
I.icces elementares de Eloquencia Nacional, por
Freir de Carvalho.
Dita de gcogrsphia.
Os rousmos compendios adoptados no exlinclo lv>
cu.
Secretaria do Gymoasio Provincial de Pernambu-
eo 19 de novembro de 1855,O secretario, Antonio
da .issumprau Cabra!. '
O arsenal de marinha contrata a compra dos
objectos abaixo declarados no dia 23 do crrenle
mez ao meio dia para fornecimenlo do alinoxrifa- ^
do-.tinta branca, cairo velho, sola, fio de .vela. Inri WG VilUfliU TpPBIP.
taceos de conducho, broxas sorlidai. tioleirs de estanto, dedaes de reputo, caivetes, peunas de iloa
palo, ditas de lapis, folhas de Flandrcs grossat, H-
llelas de navios, lona ingleza eslreila, dita larga,
breo, pedras de amolar, vistas d'ono, cauelas, al-
vaiade, folha de cobre de 18 a 20 oncas, pregos de
ditu forro para as dila, e azeile para o pharol.
Secretaria da iaspeccao do arsenal de mariuha de
Pernambueo ero 17 de novembro de 1855. Noim-
pedimeuto do secretario, Miguel Paulo de Souza
Rangel.
BANCO DE PEBNAMBUCO.
0 Banco pe Pernambueo continua a to-
mar lettras sobre o Bio de Janeiro, ea
sacar contra a mesma piara. Banco de
Pernambueo 10 deoutubrode 1855.O
secretario da direccao, Joao Ignacio de
Hedeiros Bego.
O lllm. Sr. capitao do porto manda fazer pu-
blico, qoe em virlude da ordem da presidencia, os
capitaes ou meetres dasembarcaces, mclusjve hiale
qne pretenderem sahir para os portos do Imperio,
deverio apresentar na occasiao de exigirem desla re-
par licSo odocomento de qoe Irata o artigo 19 do re-
gularoenlo das capilanias, a carta de saode, alm
dos de mais despachos. Secretaria da capitana do
porto de Pernambocn 16 de novembro de 1855.N'u,
impedimento do secretario, ",
Francisco Firmino Monteiro.
O agente Borja faro leilSo em seu armazem na
ra do Collegio n. 15, quiuta-feira 22 do crranle as
11 huras da manhaa, de varios objectos de difiran-
les qualidades, como bem obras de marcineria novas
e usadas, obras de ouro e prala, relogins para algi-
beira, vidios e loucas para eima de mesa, um rico
|uslre, quinquilharias francetat e oolros muilos ob-
jectos, os quaes se adiaran patentes no mesmo ar-
mazem ; assim como varios escravos moros de am-
bos o setos, sem limite de preco algom.
_ O agenlc Borja, aotorisado pelo lllm. Sr. Ur.
jui/. de orpintos, conforme o seu despacho pn^erido
em requerimenlo do tutor dos menores filhos do lina-
do Mauoel Jos de Araujo Machado, em presenca da
dlo Sr. juiz, far leilao de 3 escravos.perlancenles
aos referidos menores, sendo ama imtala de meia
dade, de bonita ligara, um mulatinho de 12 annos,
e urna mulalinha de 10 anuos, os quaes leem de ser
vendidos no armazem do agenlc anuuncianle, sito
na rna do Collegio n. 15, sexta-feira, 23 do corre-
le, as 11 horas da manhaa.
O agente (lliveira far leilao. por despacho
do Exm. Sr. Dr. juiz especial do coramercio, estra-
do em requerimeutn do curador fiscal da ma-sa fal-
lida de Manoel Gomes de Azevedo Ramos, das di-
vidas de livro i mesma massa, ua importancia de
rs. 1:6C3>480, segundo' a respectiva reldrao dellas
em poder do dito asente, para exame anlecipado
dos pretendentes : sabbado, 24 do crrante, ao meio
dia em ponto, no seu escriplorio, ra da Cadaa do
Recite.
O agente Borja, aotorisado pelo lllm. Sr. Dr.
juiz de orphaos conforme o seu despach prolerido
no requerineulo do tutor dos orphaos filhos -do fal-
lecido Caetano Pereira Gnucalvesda Cunha, em pre-
senta do dlo Sr. juiz, continuar o leilao de alguns
bensj annuneiados, *perlencenles aos mencionadus
orphaos a saber : diversas obras de brilhanle e dia-
mante, entre as quaes soliresahem 2 riquissmos an-
neloes, allinetes de pello e bolees para abertura,
urna grande qaanlidadede obraa de ouro como bem,
Irancelins de filagrana moilo riets, allinetes de peita
com peralta, brincos, rozelat, botara para camisa,
coroas, resplandores e sellas para imageni, contra
multas obras ; diversas pecas de prala como bem,
salvas, colheres, caslicaes, bacas, estribos, esporas,
orna rica bandeja grande ele, ae sobras do ongenho
Coqueiros ua comarca de Sanio Anlao. e o eugenho
d'agua denominado Mamucaia, na freguezia de S.
I.ourenco da Malla pudendo ser vend.lo a prazo
com desobriga dos credores. on eom firmas uegociaes
nesta prac : lera lugar o leilao qoarta-feira 21 du
crrante at 11 horas da manhaa no armazem do a-
genle annaocianle, sito na roa do Collegio n. 15,
anndeosSra. pretendentes aos bens cima mencio-
nados, que quizerem alguns esclarecimenlos acerca
delles, pudero se entender.
Henrique Brunn&C, fara leilao, por
intervencao do agente Oliveira, de gran-
de sortimento de fa7.endas, todas pro-
prias do mercado, e recentemente despa-
chadas : quinta-feira 22 do corrente, as
10 horas da manhaa, no seu armazem,
ra da Cruz.
O agente Roberts
far leilao com cenca do
lllm. Sr. inspector da al-
de
do
Pela rteleeacia de polica do termo de Pao d'A-
llio se fsz publico, que foram apprehenddos dous
cavallos mellados, um, a um ladrau decavallos qoe
pode evadir-se quando cercado, e o entro fei adiado
sollo em Bellomoute e com cangalha : qoem fnr seo
dono apresenle-se. que legalmenle Me aera entre-
gue. Belem 4 de novembro de 1855.O delegado
supplenle, Chrittovao dos Sanies Cavalcanli.
fandega e por ordem
J. Swensson, capitao
ige
den, o qual na sua viagem
do Rio de Janeiro com des-
tino para Stockholm arri-
bou a este porto, salvado
e rebocado pelo vapor in-
glez Avon, por conta e ris-
co de quem pertencer, e
em presenca do Sr, cnsul
interino da Suecia e No*
roega, de cerca de 700 a
800 saceos com caf, para
occorrer as despezas de
salvagem e dos coucertps
do dito brigue, quarta fei-
ra fil do corrente ao meio
dia no armazem alfande-
gado de .J. A. de Araujo,
caes do Apollo.
AVISOS MARTIMOS
Para o Bio de Janeiro
tenoe com breviiade o bemeonhacldobrica bra-
ileiro Oamao ; para n resto da carga- pawaa&eiros r
escravos, para o qoe lem encllenles commodos, tra-
la-sc com o consignatario I. J. 1). F., oa eom o ca-
pitao a bordo.
Para a rfahia segu impreterivelmenle no dia
25 do corrente mez, por ja ler toda a carga prompt,
9 veleiro e bem condecido hiale brasileiro Catiro, e
s recebe passageiros, para o que lemlpcelleoles
commodos ;as pessoas que nellequizeremWat pa aem. dirijam-se a seu cousignalario Dominaos Alves
Matheus, na ra da Cruz n. *^ at o da 23 do cor*
rente.
Para o Rio de Janeiro,
mez, segu o bem eonnecido^
primeira marcha ; para passajgeif
trala-se na ra da Madre Dos a. i
a bordo.
fim do rorrenle
un Jess, de.
ravos afrete
rota o capitao
AVISOS DIVERSOS.
Preelsa-ie alugar um quarlo ou orna meia
agua para daas pessoas : quem tiver annuucic.
Francisco de Paula Ferreira, tendo de retirar-
se para tora da provincia, Iraapassa o arrendamento
da armacao de u3 venda, rila na povoacaq do Mon-
leiro, com lodo o necessaro commodo independenlo
para morada, sendo rom o consenlimento do pro-
prietario: a tratar no mesmo lugar eom o annunci-
anle.
Precisa-se alugar orna ama que saiba cozinhar
e fazer lodo o servico de casa: na ra ireita u.68 se-
gundo andar.
Jesuino Carneiru de ATboquerqueavisaat
seos commillenles, que coiiccnlrando-se
mais para n foco do comroercio, passoa seo
escriplorio para a ra da Linguela. sobro-
do n. 86. segundo andar, e bem assim ao
respeitavel publico, que o Sr. Manoel An-
tonio na Cunha, como seu compaulieiro,
medanle um convenio, ser irresponsavel
pelos seos prejuizos.
Desappareceo do engeuho Sitio do Meio da
fraguezia de Una comarca do llio Formoso, no dia
5 de oulubro do corrente anuo, o negro Cosme,
crioulo, reprsenla ler de idade 115 annos, cor fula,
altora regular, olhos redondos, lesla saliente, com
pequeos cautos, cicatrizea de relho as cosas, ps
Convida-tea lodot os irmaos terceiros da vene-
ravel ordem lerceira de S. Francisco denla cidade do
ftecife, para que compirer.ini na nossa orajom no
da 25 do correle mez pelas 3 horas da tarde para-
mentados com seos haliitos, alim de emeommunida-
de acompanharem a procissSo de Corpus Chrisli,para
que fomoa convidadoa por S. Exc. Rvma.
Precisa-se de om trabalhador forro ou captivo,
sendo que teja forro prefere-se portugus : a tratar
ua rafiuacao do pateo do Paraizojai. -.
No liotel de Jaboalao precisa-te alagar um ho-
mem para tomar coolade ama estribara, e paga-te
bem : quem quizer pode dirigir-se loja de Bezerra
& Moreira, ra do Qooimado n. 46.
Attencao.
O abaixo a-sisnudo peraunla ao commandanl do
4. batalhau de arlilharia a p, eslaoionado m Olin-
da, qual a razio por que nao lem dado cumprimen-
lo a urna orden rio Exm. Sr. marechal Coelho, do
mez de julho do torrale anuo, mandando pagar ao
mesmo abaito assignado a quanlia de 89260 dos ven-
cimentos do furriel Joao l.uiz de Paula Cavalcanli.
Mauoel Benedicto dos Sanios.
No da 4 do corrente fugio a cabrinha Joaqui-
na, bem conhecida nesta cidade por andar sempre
na ra, e tomos signaes segointes : baita, corpo re-
gular, bem parecida, cabello cortado com gaiurioa
na frente, orelhaa grandes, denles aberloa e limados,
com falta de um da parle de cima, raaos grandes,
ps pequeuos e om tanto largos, multo recrisla, lem
acor fula, anda eom vetlido deqoadroe encaruadoa
e panno da Coala, lia noticia ose ella anda pelos
bairros de Santo Antonio e boa-Vista, a que de noi-
te muda o Irages e anda de chalet: qoem a pegar,
leve-a a rna da Cruz du Recite o. Si, qoe aera re-
coro pe naado.
Fugo no dia 16 do corrente, do rancho de Pa-
dre, no llarbalho, um moleqae crioalo de nome An-
tonio, idiidn20annos, baixo. groato do corpa, paa,!
nat finas, lum om tigoll de cabello no rosto, aa 11
Ibo de om coieede cavallo na bochechn, lena dnat
presas na bocea, o calcanliar do p dirile eala etfo-
lado de una boba que o faz puxar alguma coate pe-
la perna, e quando olha encarado melle om olho pelo
oulro ; levou camisa e ceroula de nlgodo azul o
chapeo depnlha : roga-se o favor de quera o pegar
levar a seo tenhor Jos de Lemas da Fonaeea, no
Itibiiro ninde, ditricto de azarelh, ea ao alerro
da Boa-Viila a Jos Fauslino de I.emos, que ser
recompensado.
Attencao.
Os seuhnres que devem S fabrica de
liaruloa
,s
largos, pouca barba, denles perfeilos, levando ronpa | alerro da Boa-Vista n. 60, venhai
de algodao azul, e chapeo de pall.a, sendo oflicial dbitos al o fim do ,, do contrario se pbTicWto
de carreiro, cujoeteravo foi comprado n.sla praca ao aeaajnoroes ueste Otario ",,dr,u punncarao
Sr. Joao Frederico de Abreu Kego em LI de malo de'
1850 do que roga-se a ludas as autoridades policiaes
e capilaes de campo o aprehendan) entregando nesta
praca ao Sr. Manoel Alves Ferreira ou no mesmo
nsenho a seu Sr. Leocadio Francisco Cavalcanli de
Albuqnerque, e protesta irppor-se as penas da lei
sobre qualqoer pessoa que o Icuha occullado.
Ti Fuciu da roa do Bru, um cavallo la- 3)
ft lia foveiro, capado, ps calcados, frente $
aberla, dinas e pontada cauda corladas.com (t
signal de cangalha que era para o qoe ser-
\ia, esta carnudo e de lamanho resular:
quem o tiver apanhado pode-o levar a ra do ff
3S lirum, que sera pago do teo trabalho. aa
Prccsa-se para urna casa estrangeira
Je pouca familia, de urna mullier queen-
fjomme com perleirao, forra ou captiva,
paga-se bem sendo fiel e tendo boa con-
ducta : na ra do Trapiche n. 38, arma-
zem.
J A petsna que Irouxe do Rio de Janeiro urna %
St eneommenda para Julio Angusto da Cunha #
tiuimares, Icnha a bondade de enlreea-la t
3t na rna da AoYora, em casa do Sr. Oaslavo
1 Jos do Reg, ou entao declare a sua mo- |t
rada. ||
Milita attencao.
O cautelista Salustiano de Aquino Fer-
reira oU'erece bilhetes e cautelas a's pes-
soas que costu mam comprar para nego-
cio, nesta cidade e para fra, aos p'rei-os
abaixo, sendo em porqao de 100$ para
cima, dinheiro avista, em seu escriptorio,
na ra do Trapiche n. 36. segundo an-
dar : sao pagos sem o disconto de 8 por
cento do imposto geral.
Jilhetes. 5,<550
Meios. 2,s675
ferros. I,s82()
Quartos. I$360 .
Ountos. 1$085
Oitavos. '080 [ ,,
Decimos. .">60 .j|
Vigsimos. 80
Pernambueo 17deuovembro de 1855.
O cautelista Salustiano de Aquino
Ferreira.
Lotera
M
ASSL-.
Para o Ast segu na prsenle semana a escuna
nacional Linda ; para carga e passageiroa Irata-te
com o consignatario Eduardo Ferreira B.illhaa na
roa do Vigario o. 5, ou com o capitao oa prac,a.
Para Macein eg"C sexla-feira, 26 do crranle,
a galera inglesa Uedoraa; pode receber alguns pai-
tageros, para oque lem excellentet commodos : a
tratar em casa de James Ryder & Companhil, ra
da Cruz n. 6.
Para o Ceara pretende sahir a galera ingleza
Bonilan ; pode receber alguns paatageiros, para o
qoe temexcellenles commodos: a tratar em casa de
James Ryder'ji Companhia, ruada Cruz u. 6.
COMPANH1A DE NAVEGACA'O A VA-
POH luso-brasile'iua.
M.D.Ro-
driguei, a-
genle denla
companhia.
declara qoe
o vapor D
Marta II,
a eata deve-
r cliega r
de 27 para
28 do cr-
ranle, ese-
guir-se-ha
era sua parllda, u qur ja se annuucou.
' Para a Baha segu em poucos das o veleiro e
bem condecido hiale Castro, do qual he capiao
Francisco de Castro, por j ter parto da cirga prom-
eta : para o resto, trala-se cora o seo consignatario
Domingos Alves Matheus, na rna da Cruz.
Para o Aracaly segne em poucos din o bem
conhecido hiale Capibaribe; para carga e pastagei-
roi, (rata-ie ua ra do Vigario n. 5.
PARA O MARAMHAO' E PARA'
Salte com brevidade por ter maior
Serte da carga a barca brasileira Bri-
lante
ESTA' NO TOM !
' Cliegaram ainda a' ra do Collegio n.
8 alguiis ejemplares do HYflINO TRlUffl-
PHAL a tomada de Sebastopol, posto em
msica pelo pianista Jos Fachinetli, e
vendem-se a 2$000 rs. cada exemplar.
Bella impresso do Rio de Janeiro : ha
poucos.
j^ Precisa-sede 2009000rs. a juros, dando-se por
seguraos* om casal de escravos por 8 mezes : quem
Ihecoavier este negocio aonuucie para, ser procu-
rado.
Antonio Joaquim Vidal, deuuma* procurar0
bastante a Forroiialo Antonio Coelho, islo em 19 de
oulubro de 18,">:l. para Iralar 'de receber do padre Jo-
s 'anuario Pereira Lima, morador no lugar de-
nominado Tanques, provincia da P.raliiba ;
acontece que este dera ao meu procurador um es-
cravo e um cavallo em pagamento, como consta do
recibo do dlo Coelho, passado junto a' procurc,&o,
em dala de 7 de fevrreirdde 185i, e anda at o
present nao den curnprimetilo ao seu dever : o dilo
Coelho lem dilo que o escravo o linha remedido pa-
ra um engenhopertu de Ganna, para dla o man-
dar para esla, porm ha mas Cuelho esleve nesta
praca, c fugio de me procurar, lcande de vir ler co-
inigo, como 'me disae em um encontr que livemos
na manhaa da dia 19 do crranle, e como se retiras-
te sem que viesse dar me eontn, protesto a faro pu-
blico, para que ninguem faca negorocom dilo Coe-
lho, sob dilo escravo. que vem a ser de nome Joao.
cor parda, idade de 24 anuos, bonita, figura e andar
descansado, assim como se dar boa gratificarlo a
pessoa que se julgar habilitada parase encumbir de
procurar e haver o dilo escravo a minha pnsse, para
o que lenho em meu poder os documentos precisos.
Koea-se prtenlo, as autoridades policiaes dignem se
tomar conhecimenlo do eipeMido. Luja de fer-
raeent na ra da Cadeia de Anlonio de Joa-
quim Vidal 4 C.
Recife 20 de novembro de 1855.
L'pi moco que pretende continuar no oflicio de
fuuileiro, no qual ja esleve 3 anuos em Porluga|,of-
ferece seu preslimo a quem delle se quizer utilisar,
pudendu annunciar por este jornal.
O hotel de Jaboalao preciaa de um bom cozi-
nheiro e paga_ bem : qoem quizer coutratar-se, po-
do dinsir-se i loja de Bezerra i\ Moreira, oa ruado
Qoeimado n. 46.
Appareceu no engenho Paulisla, em om dos
das deale mez om pralo de nome Antonio, qoe diz
ter escravo do Sr. Jos uilherme da Fouseca, do
engeullo Ribeira Grande : quem se julaar com di-
mito ao mesmo, haja de o procurar no lugar indica-
do, cerlo de que o proprietario do mesmo engenlia
nflo se responsabilisa pela morle oo fuga do mesmo
escravo.
Loteria do Rio de Janeiro.
DO HOSPITAL PEDRO II.
Quarta-feira 8 do^orrente, anc
as rodas da segunda parle i
teriado Hospital Pedro 11; os
tunados bilhetes e cautelas acl.a i
da nas'lojas docostume, e no]
Boa-Vista ns. 48 e 68. Recil
vembro d* 1853.O cauteh'stj
da Silva Guimares. .; "
Carros fnebres
ADMINISTRADOR AGR.
Este estabelecimento, sito em um ar-
mazem pertencente aos religiosos francis,-
canos, confronte a secretaria de polica,
esta' competentemente montado, tendo
ptimos carros para prvulos e adultos,
com excellentes ornatos, sobresaliendo en-
tre todos os de primeira ordem; assim co-
mo os pa nnos sao. os melhores que presen-
temente ha, com ricas borlas e guarneci-
dos de gallo e franjas, tudo em confor-
midade do regutamerrto do cemiterio,
tem ricos caixiJes tanto para uns como
para outros, epcarrega-se de tirar licen-
cas do pa rocho e cmara municipal, lbr-
nece msica, cera, carros de passeio, dis-
tribuido de convites, armacoes de ecas
e igreja, e tudo rptauto he ecassario* a
um enterro, semetueosdoridos tenham o
menor incommodo. O estabelecimento
acha-se em estado de bem servir por ter
pessof.spropriasa todos os misteres, tam-
bem tem mortalhasdepinho para vender,
e aluga caixoes tanto de anjos como de
defuntos : para tratar no mesmo arma-
zem como administrador, ou as rasda
Cadeia de Santo Antonio casa n. 54, na
doQtieimadon. l,ea noite na de Santa
Thereza n 32.
Domingo 25 do corrente haver
um mnibus para Sanio Amaro de
Jaboalao, teir as 5 horas da ma-
nhaa, e regressa dalli as horas que concordar a
maiorla dos passageiros, cusa i00i) o bilhele de
ida e volla : e vende-te no escriplorio da ra da
Cadeia de Santo Anlonio n. 13.
S^
carga
para <
Acham-te ve.ida ot novo bilhetes da lotera 88
do Monte Po Geral, que devia correr sezunda-feira
19 do presente. 0 vapor O.' Mara II, devia par-
tir oo dia 20, por elle recebaremos jornaes com lis-
ia, o qual dev* aqu cheaar no di.-i 2*ou 26. Os
premios ser.loyw os logo que se lenha fallo dii-
0 resto trata-se com OS jtJtnisaodos-V jornaet.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
Nao se tendo reunido
rmntero sufiicnte de se-
nhores accionistas da com-
panhia de Beberibe, para
haver assemijia g-eral
convocada para boje, o Sr.
director convoca de novo a
assemblea para o dia 25 do
corrente, ao meio dia, no
respectivo escriptorio. Re-
cife 20 de novembro de
1855.O secretario, Luiz
da Costa Portocarreiro.
A mesa regadora da veneravel ordem lerceira
de N. S. do Carino, convida a todos os chanssiraos
irmilos da mesma ordem a comparecercm com seus
hbitos na reja da noss veeeravel ordem pelas 3
horas da tarde do dia > do crranle, alim de irmoa
acompauliar a procissio de Corpus Chrisli, por con-
vile de S. Btc. Rvma.
Agradecemos ao Sr. eommaudaule do tqali-
dade e ao Sr. pillo do meami, -o bom Iralameuto e
delicadeza com que trataran) o seus passageiros que
levava a seu bordo para Feroando, auradecendo-lbes
iguslineule as nossas vidas pelo bom pensar de ler
arribado, para assim salvar tantas victimas que se-
guan) para Fernando', razando o barco 20 pollega-
das d'agua por hora e ler fallado as comodonas, e
por isso desejamos ler occasiao de mo-(rurmos que
somos de Vs. Si. obligados e criados.J. A. M.I.
M. H.
A viuva de Forlonato Correia de Meneies tor-
na de uovo a pedir a lodos ot seas devedoret, qae
hajam do vir pagar o que devem al o ftm de no-
vembro, e todos aqoellet que no forem promplns
em seos pagamentos pasea rao a ser execatados. e seus
Domes publicados, isto para ei ilar a prescrpeao.
Na oflicina de pintor da roa do Hospicio n. 81,
reeebem-ie 2 meninos on 2 rnolcqoes de idade de
14 al 16 tonos para ensioa-let o lobredito ofneio.
seeap
Desapparcccu no dia 11 do correle mei, le
engenho Gimpapo, comarca de Sanio Anillo, um es-,
cravo por nome /..icarias, reprsenla ler 2* anuos,
uauo, eecco do corpo, ps bastante apalhetado, lem
urna fendinha em urna perna, aoppda-se que elle
auda nesla praca como ganhador ; qoem o appre-
hender leve-o ao mesmo engenho, que ser genero-
samente gratificado.
As mais moder-
nas chapelioas
para senhoras.
He chegado i praca da Independencia, loja de
Joaquim de Oliveira Maia um completo e variado
sortimento de chapelioas para tenhoras, de muito
boa qualdade e dos mait especiaes goslos de Parit,
por pracosmaisem conta do que em outra qoalquer
parte. N mesma loja te vendem chapeos de todas
as qualidades para meninos e meninas, ludo goslos
proprios da Testa.
ATTENCAO.
1 recisa-te alagar orna caa n'uma da* ras do
a 'Z8'11 *0i' P01,0 que o alngael mo exceda
de KQ000 rs. mensaes : quera a liver e quizer alagar
annuncie por este jornal para ser procurada ; adver-
le-se qoe paga se om oa dous metes adianUdos.
Desappareeeu na noile do dia 9 para 10 do cr-
rante mez um negro Cassange de nome Manoel Pe-
queno.'de 45 annos, poueo mait ou menos, corpp
secco, pes largos e seceos, barbado, levou camisa
branca e urna caira de riscado azul e um chapeo de
pallia com urna fila prela lambem levou orna (rau-
ta de roupa, he quebrado e tem as mSos calejadas
por ser amasador de padaria : quem o pegar leve-o
na padaria franceza do alerro da Boa Visla u. 50,
qae sera' recompensado.
Precisa-te de um caiieiro poitugaez d 14 a
Ib anuos, que seja diligente e que d fiador a' sua
conduela : na ra eslreila do Rosario n. II.
Praci*a-se de um caixeiro de 12 a 15 annos de
Idade : a Iralar com Manoel Jos domes Braga: na
roa da Senzalla Velha, padaria u. 98.
Precisa-se de urna pessoa qoe qaeira encarre-
i da criacao de um mulalinho de nove mezes ,
onvier dirija-se a ra dos Marlvrios n. 14-
que achara' com quem Iralar.
pessoa qoe annuncion querer comprar urna
gramroatica philosophica, por Jeronjmo Soarea Bar-
bosa, dlrija-sea praca da Independencia ns. 6 e 8.
Augusto Carneiio Monteiro da Silva
Santos, doutorem medicina, podet a' er
procurado n ra do Ara gao n. 19, pri-
meiro andar, ou na ra das Larangeiras
n. l.">, das 10 horas da manhaa, as 2 da
tarde.
. No holel da Europa precisa-se de um escravo
para servico de casa.
Piecisa-se de om cjiiieiro para tomar urna ta-
berna pdr bataneo, sendo que ducta, prefere-se que tenha 11 a 16 annos de ida-
de a tratar ao p da matriz nova de S. Jos, casa
-Madama Theard,che-
gada de Franca pelo ulti-
mo paq uete i ngle j5,con vida
as senhoras de bom gosto
a approveitarem essas uoi-
tesde la, para vir admi-
rar e comprar os enfeites
e adornos de. todas as es-
pecies, que ella mesma
escolheu no meio de todas
as novidades de modas,
que appareceram na ex-
posico de Pars.
PIBLICACAO" LITTEHAR1A.
a- -j, a laI w<"' do tstudante de Ijitim,
dividido em daas partes. A primeira contm um
compendio de grammaiica latina, exlrahido dos rae-
llioresqueselem publicado: comprehende as qua-
Iro grandes divisOes da grammaiicaelymologia,
lyulate, prosodia e orlhographiae trata de todas as
regras e otcepces mus precisas, sendo cada orna
dessas parles enriquecida de copiosas notas etposliis
em ordem e ao alcance da todas as intelligencias ;
formando a letlo mu volume menor do que o da
arte do padre Pereira. A segunda parle conlm a
mvlhologia on historia da amiga religiio dos Gregos
e Romanos, e om breve tratado dos coslumes e cere-
monias, tanto civis como religiosas doa anligos Ro-
manos ; om volume de mais de 300 paginas em 4.:
acha-sc i venda na cidade da Parahiba, ua loja do
Sr. Rufino Olavo di Costa Machado ; na cidade da
rea, na loja do Sr. Manoel Jos da Silva ; e na Ba-
ha, na loja do Sr. Carlos Puggel ; preco de cada
exemplar 45000. *
Precisa-sede ama ama para o servico inlcruo
de casa de um hornero icdleira : ua roa d Concor-
dia n. 26.
Contrala-se por emprellada a conslrncrjto de
urna casa sobre pilares, na eslrada de Belm :
quem a mesma obra se quizer propr, dirija-se ama
do Pilar n. 55, das 6 as 8 horas da manhaa.
OOerece-se ama ama para servir em casa de
pouca familia : a Iralar no becco "do Rosario, casa
n. 16.
Os abaixo assignsdos declaram ao respeitavel
publico, e principalmente ao corpo do curuinerclo,
qoe apailaraiii amigavelmenle 110 dia 20 de oulubro
prximo passado a sociedade que linliain na padaria
delraz da matriz da Boa-Vista n. 26, que gyrava de-
baixo da firma de Coimbra ti Braga, licaudo desla
dala em dianle por conta do socio Corrobra a geren-
cia da dila casa, (icando sujeilo a lodo activo e pea
sivo debaiiu da firma de Miguel dos Santos Cnin-
bra. Recife 20 de oulubro de 185.).Antonio Ave-
lino l.eile Braga, Miguel dos Saotos Cvimbra.
Precisa-so de om opiimo oflicial de pharmacia,
dando liador a sua conducta, do que se Ihe dar om
bom ordenado : a Iralar na roa Nova n. 53.
Precia-se de urna ama para o servico interno
de uma casa de pouca familia : na ra da Cadeia de
Santo Anlooio, defronle da ordem lerceira de S.
F'ranclsco n. I.
, No da 21 do crranle, na sala das audiencias,
depois qoe lindara do lllm. Sr. l)r. juiz dos fe, tos
da fazenda nacional, se ha de arrematar uma casa
terrea, sita na ra de S. Pedro, em Ollnda, n. 18,
com 20 palmos de frente e 50 de fundo, avutiada em
700, penhorada por execorao da meama fazenda
conlra Apolinario Francisco Furtado. Recife 17 de
novembro de 1855.O solicitador do jaize,
Joaquim Theodoro Alves.
No dia 21 do crranle, na sala das audiencias,
depois qae lindar a do IHm. Sr. Dr. juiz doi feitoa
da fazenda nacional, se ha de arrematar um carro
fnebre, avahado em 609, penhoradu por execurdo
da mesma fazenda conlra Francisco Lucas Ferreira,
cujo carro se acha uo deposito geral. Recife IT de
novembro de 1855.O solicitador do juizo,
Joaquim Theodoro Alves.
No dia 21 do crrante, na aala das audiencias,
depois que findar a do lllm. Sr. Dr. juiz dos feilos
da fazenda nacional, se ha de arrematar uma canoa
com 30 palmos de comprido e 3 de vilo, em mo
estado, avahada em 8, penhorada por execaco da
mesma fazenda conlra Joao Mouiz, a qual se acha
no porlo da roa Nova. Recife 17 de novembro de
1855.O solicitador do joizo,
Joaquim Theodoro Alves.
No dia 21 do correle, na sala das audiencias,
depois qoe findar a do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos
da fazenda nacional, se hao de arrematar 2 barris
com 16 caadas de agurdenle branca cada um del-
lei, e ambos no valor de 11J680, peoherados por
execafao da mesma fazenda contra Joa Rodrigues
de Souza e Antonio Jos Marlins. Recife 17 de no-
vembro de 1855.O solicitador do jotze,
Joaqaim Theodoro Altes.
Claudio Oubeux mudou o seu
escriptorio para a ra da Cadeia
em Santo Antonio n. 13, por ci-
ma da cocheira dos mnibus.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fa-
zer publico que se acham a venda os bi-
lhetes da segunda parte da segunda lote-
ra do Hospital de Ca idade, cu as rodas
andam no dia 28 do andante mez. O
mesmo lllm. Sr. thesoureiro manda de-
clarar, que pelo plano abaixo transcripto
he que serao extrahidas as loteras da
provincia, inclusive a presente do Hos-
pital de Caridade.Thesouraria das lo-
teras 19 de novembro de 1855. Luiz
Antonio Rodrigues de Almeida, escrvao
das loteras.
PLANO
5,000 bilhetes WMOO ris, 25:000000
Beneficio e sello de 20 por cento. 5:0009000
20:0009000
i P remio.
1 a
1
1 .
3 .
7 a
14 .
30 a
70
1,540 .
1,668 P einios.
3,332 Brlleos.
5005000
100J5000
50*000
209000
10&000
55000
5:0009000
2:5009000
1:0008000
5009000
6008000
7009000
7005000
6008000
7008000
7:7009000
20:0008000
5,000
Thesouraria das loteras da provincia,
1 de novembro de 1855.O thesouieiro
Francisco Antonio de OliveiraApprovo.
Palacio do governo de Pernambueo 13
de novembro de 1855.Figueiredo.
Madama Scasso
modista.
rroda Boa-Vista ti. 31.
icipaas senhoras desla cidade.que recebeu om
sortimento de dilfcrenlrs objectos de modas, ricos
chalea de louqoim eslampados com om bello dese-
nlio, ditos bordados, dilos de ratroz, romeiras bor-
dadas a maliz, chapeos de seda para senhora e me-
ninas, novas modas de grinldas de flores escarales,
ricos corles de vestidos de chamalole prelo, ditos de
seda branca para noiva, ditos de oorea para baile,
turbantes lecidos de ouro, obras qoe as lenhoraa nao
deixarSo de comprar, nobreza de todas as cores, ri-
fes, vestidos, enfeites para thealro e bailes, e nutras
mnilas fazeudas de gaalo.
Cigarro de S. Paulo, verdadeiro surucaba.
Avisa-se aos Srt. acadmicos, que de novo he che-
gado no deposito de charutos da ra larga du Rosa-
rio n. 32, um grande aorlimanlo de cigarros deS.
Paulo, viudo pelo Rio de Janeiro no ultimo navio,
e qoe se vende em porrao a a relalho, tendo a 500
rs. o cenlo, e por meuos em milheiro.
No dia 21 do crranle, na aala dat Mdienetat,
depoit qne fiudar a do lllm. Sr. Dr. juis'det feilos
da fazenda nacional, ie ha de arrematar orna casa
terrea, sita na roa de S. Bento, em Oiinda, n. 8,
eom 20 almos de frente e 80 de fundo, avallada em
2009, penhorada por eiecnrao da meama fazenda
centra o prior o convento do Carao de Oiinda.
Recife 17 de novembro de. 1855. O fottdUdor do
jan, Joaquim Theodoro AWes.
Aluga-te o segundo andar do sobrado da rna
as Lrute n. 21 : a Iralar aa segando andar a. 22
O abaito assignado veodo no Cierto de Per-
nambueo de quiuta-feira n. 263 nos annuncios
l.eiloese engenho Mamocaia para ter vendido,
em neuhuma observadlo relativa as obras feltas pelo
wrtio atalgnado. por uma tacriplnra de eonlralo de
nemfeitorins e enleudendo e abaito assignado qae este
annuncio te devana limitar a venda do teto tornete
e nao do engenho obrado como ae acha, peii qae lo-
dat ai obraa Ihe perlencem em qaanlo dorar tea
contrato ; por isso previne aoa pretende-nles a* dilo
engenho, que devem contratar a compra do tele
com os proprielariot delle, e at obrat com o aballo
signado, para poderem desfrutar a propriedade, on
nUo esperarem que o abaito asaigmado finde'o pea-
lo do aeu contrato, para receberam o engenho mo-
cte e crranle, como te acha.
Afanos/ Rodrigues Campillo.
No dia 21 do correte, na tala dat anditndas,
depois qae fiudar a do lllm. Sr. Dr. jeiz do* ferio
da fazenda nacional, ae ha de arrematar om bote
com 28 palmos de comprido, avallado em 309, pe-
nhorado por execacio da mesmt fazenda conlra Jo-
s Ricardo de Jetui. cujo bote te acha em deposito
no arsenal de marinha. Recite 17 de novembro de
185...O solicitador do joizo,
Joaquiaa Theodoro Al vea.
No dia 21 do corrale, na sala das audiencias,
depois qoe findar a do lllm. Sr. Dr. juiz des feitoa
da fazenda nacional, te bao de arrematar 12 cadei-
ras, 1 camap, 1 jogo de bancas, tudo de madeira de
Jacaranda, no valor de 1109, o 'elogio de cima de
mesa por 509, penhorado por execucao da mesma fa-
zenda conlra Joaquim Francisco de Paela Ellevas.
Recife 17 de novembro de 1855. O solicitador do
juito, Joaqaim Theodoro Alves.
No dia 21 do crrante, da tala dat audiencias,
depoit que findar a do lllm. Sr. Dr. uw dot ferie*
da fazenda nacional, ae hao de arrematar 1 eeeaaee-
da e 6 cadeira* americana*, lodo no valor da 189,
penhorado por execucio da mema fazenda coaira
Anlonio Jtaqtiim de Espirito Santo, cojo* objectos
ae aofaam no deposito geral. Recite 17 de novem-
bro de 1854.O aoiieilador do juito,
Joaqaim Theedero Alvet. )
No dia 21 do corrale, na tala da* audiencias,
depois qae Hadar a do lllm. Sr. Dr. juiz de* feitoa
da fazenda nacional, te hlo de arrematar duat cata*
Ierres*, sitas na roa de Malbias Ferreira, em
da. uma n. 12, avallada em 1509, outra n. 13, em
2009, ambas penhnradat por eiecucSo da metma
fazenda contra Joo Carneiro da Cunha. 9 Recife 17
de novembro de 1855.O lellcilador d joizo,
Joaqoim Theodoro Arrea.
No dia 21 do corrate, ai eala dat andieneias,
depoii ojie lindar a do lllm. Sr. Dr. juiz d
di fazenda nacional, se ba de arrematar 1 meta de
meio de sala de madeira condoro', 1 banca paquena
de amarello e 6 caaeiraa cetn avenios de palha, la-
do no valor de 129, penhorado per ea*taco da Blas-
ma fazenaa conlra Manea! Caaefe Peralta do* San-
ios. Recife 17 de novembro de 1855. O Olieife-
dor do juizo, Joaqoim Theodoro Alvet.
Precisa-te de nm prelo escravo para lodo o
servico : em cata de Pomaleao, ao aterro da Bee-
Visla o. 16.
O cautelista Salustiano de Aquino
Ferreira avisa ao respeitavel publico, que
nao sendo poasivel correr mait loteras
de 0,000 bilhetes sendo a quarta parte
das mui acreditadas loteras do Rio de
Janeiro, em virtude de existirem .sempre
por vender a quantia de 5:000000 ate
:000s000deris, as roteras vindouras
passarao a5,000 bilhetes, eos precos dos
bilhetes e cautelas das mesmas loterias de
5,000 bilhetes na importancia de
sendo os bilhetes e cautelas pagas sem o
descont de 8 por cento do imposto ge-
ral, vendidos ras lojas do costume.
Bilhetes 5.1600 sem descont 5:000$000
lluga-se
i
para se pastar a fesla duas casa* na Torre, cada orna
com 3 quartos, 2 salaa, cozlnha fra, copiar, e mul-
lo fresca, quarlo para escravo e eilribaria, por com-
modo preco : a tralar alraz da matriz da Boa-Vista
n. 13.
Precisa-se de uma malher de idade para ama
de ama casa de pouca familia ; oa rna larga do Ro-
sario n. 32.
Queta precisar de ama ama, para lodo o ter-
vico de casa de homem tolleiro : dirija-se a roa dos
Assoguinhos, n. 8, qne achara com quem Iralar. *
No largo da Assemblea casa de i andares pee-
cisa-se de um caixeiro que lenha pralica de cera"-
mercio, dando o competente 'fiador a contena,
Sor vetes.
Uni&o, ra da Cruz n. 40.
Srveles .le creme do meio dia em dianle, e de di-
versas fruclas as 6 hora* da larde.
l)-se dioheiro a joros sobre penhore* de onro
ou prala : na roa de santo Amaro n. 16, dat 9 as 4
horas da larde.
Antonio Joaqaim Vidal di Companhia, com
loja de ferragens na ra da Cadeia do Recife, pcevi-
uem uela ultima vez aqucllrs de seus devederes qoe
se acham demorados em solver seas debito*, que s
esperam al o fim do crrenle mez, do contarlo lerao
de ser incommodado* por este jornal e por justica;
tstim esperam que os dilos sem devedores nao tren
deem occasiao para tal fazer.
O Dr. Das Fernandes, medico, reside oo
primeiro andar do sobrado da ra Nova,
esquina da do Sol : onde coutinua no ex-
ercicio de sua profisao.
8
Meios
Tere/
Quartos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
is800
10930
1*40
1 SltiO
780
600
"00
iiOO/fOOtf
1:665s666
1:2503000
1:000000(1
6250000
-5000000
Pernambueo 15 de novembro
O cautelista, Salustiano de Aquino
Ferreira-
Na loja da Boa Farsa, na raa do yueimado n.
.TI, recebem-se encorrMnendat de ramo; Sciaes da
diversas fruclas, como Bitanga, abala, Aja',- ateSa,
etc., ttnlo para rnalo de bandejas de boliuhos
mo para doces seceos.
Uma pessoa venada em. chaco liugua, varios
ramoa tcieolifico* e historia, ensina para fra da Re-
cite, porm s pode contratar negocio para a fregae-
zia de Santo AnUo ou parte conjuocta a
Candido Jos' Lisboa, antigo discpu-
lo do Sr. padre Joaquim Kaphael da Sil-
va, approvado plenamente pelo lycu
desta cidade, da" licoes de latim, {rancez
e portuguez: na ra de Apollo p. 21.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O lllm. Sr. director da companhia de
tberibe convoca os Srs. accionistas para
se reunirem em assemblea geral no dia 20
do corrente ao meio dia, no respectivo es-
criptorio, para dellberar-se sobn
ment do 15* dividendo.Hecie
novembro de 1855.Osecre
da Costa Porto Carreiro.
Anlooio Roberto, com laja o* raa Nova a. 13, '
acaba de receber pelo ultimo navio franeet aaa com-
pleto sortimento de fazendas de gotto como eejam,
chapeos de seda para eeuhora, ditoa para menino*,
dilot de fellro braneo* e de coras, dito* de dina para
homem, gorras de velludo bordada*, rica* caita* de
charao, lequei de charao e de peanas, lova* da pel-
lica de Jouvin, camisetas da cata* bardada* eom
manguitos para senhora, rico enfeites da cabete a
dores, lilas, bicos de blondo, jegot da xadrez, obra
da China, e ootras mnilas fazenda de goato, (rance-
zas e da China, que estarlo patale* ao comprador.
Aiuda se acha por alagar uma cata terrea, aa
no lugar Saol'Anna de dentro, cuja lagar be o maia
salubre possivel para a (eslecS presente : na ruado
Trapicha Novo u. 20.
O abaixo assignado, morador na cidade de Na-
zarcth, leudo de mudar sua residencia, avisa a qnem
Ihe convier, qoe elle arrenda duas casa* de pedra e
cal que lem naqueila cidade, ambas no patea da
feira, com excellentes commodos para familia, quin-
tal murado, com estribarla, bons quartos e armacGes
convenientemente para vendas de molhados, coin a
condic.io, porm, que ot preleudentesserlo obriga-
dos a comprar ot elTeitos que existirrm as mes-
mas vendas : quem pralemier, dirija-te a taller ao
mesmo abaixo assignado. azarelh 20 de novembro
de 1835.Ignacio Jos de Vasconcellos.
AVISO IMPORTAPQiSSIMO.
O cautelista Salustiano de Aquino Fer-
reira avisa a's pessoas que compram bi-
lhetes e cautelas las loterias da provin-
cia para negocio.que resolveu-sea vender
pelos precos abaixo declarados, sendo
a quanlia de 500000 para cima, dinhei-
ro a vista, na ra do Trapiche u. 3 se-
gundo andar.. Sao pagos sem o descont
de 8 por cento do imposto geral.
Bilhetes.......5s250. 5:000s00
Meios........20625. 2:500000
Tetaos.......10785. I:666s606
Quarto......l.sT)58. 1:2508000
Quintos.......10070. l-.OOOa'OOO
Oitavoi....... 669. (isOOO
Decimos...... 540. 5000000
Vigsimos..... 270. 2500000
Pernambueo 19 de novembro de 1855.
O cautelista, Salustiano de Aquino Fer-
reira.
Mauoel Gome* Leal di Cempanhia pedem ,i to-
dos o sooiidevedores queiram lera hondada de pa-
gar-thea os seas coala* at ao finulo crtente mez,
comparec >ndo para lal fim na sua casa, rna do Cres>
po u. 9, segundo andar, ou na roa da Cadeia da
Sanio Anlonio o. *2, primeiro andar, onde poderflo
lambem reformar alguna de seo* crdito* e legalisar
as mesans conlae por meio de ontros ttulos, visto
como na orma do cdigo commcrcial he iatode abso-
luta neceisidade, certa* de que (Indo o presente miz
osannuncianles promoverSoa cobran? daa mesmas
dividas peloi meio* judiciaes.
Jo3o Faria de Aodrade faz ver ae publico, e
principalmente ao eommercio, qne tem jnslo e con-
iralado a compra da taberna pertencente a Joao
Goncalve* de Souza GoimarSe*, sita bis Cinco Fon-
lean. 91 : qaera sejolgar com dirello a ella declare*)
no prazo de tres das.
i J. JANE, MISIL
# contina a residir na ra Nova a. 19, primal- J
Sj ro andar.
1'reciia-se para servico inlerno da ama caa
estrangeira, dr ama peasoa que euteoda de eozinha
eeogomme: na roa Nova n. 17, te dlr twejn pre-
cisa, a
Alaga-t o primeiro andar do obrado da roa
do Hospieio, qoe foi da sociedade de dansa Recreio
Militar : a tratar com Frederico Chives, no aterro
da Bo*-Vista n. 17.
O abis* asignado julga ae tea dever conti-
nuar a detlarar.que cura radicalmente a moleilia
vulgairaenle chamada morphea, erviipella, arittiua
* pernas juchadas, qualqoer qae teja o estado do
doeole, e tirva itto de volalo ao fabuco e ao go-
vernaem nome detae* deagracado*, que ate hoie su
lem adiado comolac.3o na aaa dor. Nao be islo ama
basofia do annunciaote, ma* unado de pura cons-
ciencla. O abaito atsignado dar a quem o procu-
rar ai garanliaa poasivel, e ao governo da provincia
que sustenta um hospital, com o qual tanto satla e
sem tirar o menor resollado, eflerece e aaa presumo
para dentro de um lempo certo e coa toda* atte-
gurancos, tratar de qualqaer doeale qae o governo
Ihe queira entregar. O annoncianto aa suieiUr
mesmo a,pena de prialo como estipulado for se au
cumpnr o que prometter. (}ue man pode o anoun-
ciaute otterecer 7 Quem ja te atreven fallar assim
pela imprensa ? O annaocianle lie pobre e nao pode
fazer a caridado de corativo gratuito, deapendendo
com elle ilioheiro, porque aera dar o qoe nao iem
Ha mezes^ue o anuuncianle est nesla cidade e ia
aprsenla em su* casa, na.Vaa do Padre Floraao
u. 18, dous escravos corad**.
Manoel Uorge* de Meodooja.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOP/ITHA.
EXTRAH1DO DE RIJOFF E B0E\-
MNGHALSEN J OUTROS,
po*to em ordem* alphabetics, com a descrincio
abreviada de lodt.asmoleali.s, iMicacaTphv'X
h^Kia e herapeu 1. cade lodo. o. raedicamenti bt
Zn^T^^J* ^ B cflncordrocia.
2!?J a a c?10Mrio <"a ignificacao de todos
DR. A. J. DE MELLO 10RAES.
Os Srs. nttignantet podem mandar boscar oa seo*
xempiares, assim como quem qalzer comprar.
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^


I
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CONSULTORIO DOS POBRES
O WOm XTOVA 1 4IIAI SO.
?-0t;}'' A- i?.b0 ilOTCOZU J|f "Mitas homeopalhieat todot o* dias aot pobres, desda 9 horas da
auithaa ateo ateto di*, e era casos *raordin.rio. a qualqoer hora do dia ou noit
o0-iS ST.^lPrtInPr'UCarJLa,l^er OP!ra- d<"=''". acudir promptemenlc a qual-
quet taulher que eneja nal de parlo, c cajiadrcumslanciarnao permiltam n.aar ao medico.
PIMO DE PEBUIBUCO TQUIRT* FtIRI 21 DE HOVtMBRO OE 1855

> permillam pagar ao medico.
m ULTORIO DO DR. P. A. LOBO 10SC0Z0.
50 RUA NOVA SO
VENDE-SE O SECUINTE:
Miuual completo da meddicina homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, Iraduzido em por
lo Dr. Motcozo, qnatro volumes encadernados em dous e acompanhado clonarlo dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele,ele...... 208000
nledeloda.asquelratarodoesludoepralicadaliomeopalhia.por^erauni.
l? OR? AMSWnFu R*?^?^1^".^ PATUOENKSIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
ROAM.MOEM EsTADO DE SAUDE-couhecimrnlos que n3o podem dispeusar as pes-
I da verdadeir. medicina, interesa a todo, o,Tmedico,P,n. qneSw
Hahnemann, e por si mesntos se convenceren) da verdade d'ella: a lodos os
inores de en.g*nho que eslo longe doa recursosdos mdicos: a lodos os capilcs de Davio,
lira vez nao podem de.x.r de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus Iripulanles :
ie por eirenmstancias, que n.m sempre podem ser prevenidas, sao|obriRa-
ln conttnenli os pnmeiros occorros em suas enfermidades. .
do homeopalha oa tridaccao da medicina domestica "do Dr. Bering
ll a pessoas que se dedicam ao esludo da homeopalhia. um volu-
fie, acompanhado do diccionario dos lermo de medicina itwnno
' dosyermos do medicina, cirurgia, anatoma, ele, etc., eucardenado" lES
-. j bem preparados medicamentos n!o se pode dar um passo seguro na prati'cada
Mtabelee ment se lisongeia de te-lo o mais bem montado po vel e
tsr CORTES TURCOS-
\endem-se esles delicados corles decatsaprela
com piulas carmeiins e lislrados, os mais lindos pos-
sivnsfela tua novidade de padroes, e m se vendem
u*s tojas dos Srs. Campos & I.ima, roa do Crespo :
Manoel Jos Leile, ra do Queimado ; Narciso Ma-
na Caniiro, ra di Cadete, por preco muilo em
\ cudem-se sellins com perlcncei pa-
tente ingiez, e, da ruelhor qualidade que
tern vindo a este mercado : no armazem
deAdamson Hovue&C, rua do Trapi-
che ii. i2.
? '

Fumo em blha.
para ca-
De
De
Di
Di!
Du
Menores. (jrandes.
. 89000 108000
. 1.-.-5O0O 2119000
. 20000 258000
.259000 308000
. 309001) :159000
. 609000
, . 19000
. . 29000
28000
1 de diversos tamanhos,
ungoem divida hoje da grande superioridad des seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
Boticas da 5 00 30 d> namitaca'o.
....................
36 i)..............
48 ......'..............
60 a........ ....
Du 144 t>...............'.'.'.',',
Qualquer duslas boticas em linduras, o dobro.
Cada lubo svolso.................
Mua 0115a de qualquer lindura da quinla dynamisasflo ..'.*.
L'iu Irasco da verdadeira lindura de rnica......
vi iNa m"lraa.ca,a hempre venda grande numero de' lobos' de ..,
.para medicamentos, e aprompta-ae qualquer encoromend de medicamentos com toda a brevida-
et e por presos ramio coramoeos.
TRATA1EHT0 BOWAIVIGO]
Preservativo e curativo
00 CHOLERA MORBUS,
PELOS DRS
4C=3JKm^^kVK.E>J& m~Z J v^k_ Ji
Mrase podercurar desla enfermldade, administrndoos remedios mais eflicazes
pea taiha-la, uiquanto sureeorreao medico, ou mesmo para cura-la indepeudenlc desles nos lunares
em que nlo os ha.
DO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
iculos conlemas indicantes mai* claras e precisas, e pela sua simples c concisa eiposi-
e lodasfls tulelltgeiicias, 0S0 i pelo que dizrespeilo aos meios curativo, como rin-
Hivos que lem dado os mus satisfactorios resultados em loda a narle em nu
elli*t"ni sido portoseiu praliea. HU
SiMidoe llmenlo tiomeopatnico o unicoque lem dado grandes resultados no curativo desla horri-
relenrermirti.de, jul.amosa proposilo traduzir esles dous importantes opsculos em lingua verticcu-
la,para desl'arle facilitar a sua leilnra aquemignorco Trancez.
renle no Consultorio do Iradurior, rua Nova 11.52, por 28000. Vendem-se lambtm
etilos e bolicas de 12 tubos cora um frasco de lindura lOsOOO, um dilo de 30 tubos
X'elas esieariinsile (i, pedras de marmore
para mesas, papel de peso*inglez. papel de S
embrulho, oleo dr linhnra em botijas, chico- S
les para carro e arreios para 1 c 2 cavados, ^
formas de ferro para fabrica de assucar, ro- M
Slim da Iiirlia para empalhar, tinta branca e f
,verde, metal amarello para forro, cemento Vf
Jf romano, armamento de todas as qualidades, 2
j_ cabos de linho.de cairo edemanilha, alca- g
g trAo pite de Suecin, champagne e vinhae M
3 I"d. Reoho : vendem-se no arma/era de M
palitos france
zes. .
?,i'nd!Il'"M pali,s e sour"sacoS de panno mo
prelo e de cores, lodos forrado, de seda, e da ultima
moda, pelo baralo preco de 209000 : na rua Nova,
Vestidos.
Vendem-se corles de barege de seda com 25 cova-
rua Novann%nOV* d" 80S' a d9000 c"r,e ; ""
S. MATHEUS.
tonderas grande proprias parsengomroados para
os Lellos siliua,por serem muilo leves e (er mnila ar-
rumarflo : na rua estrella do Rosario 11. 13.
V endem-se 3 moradas de casas sitas na rna Im-
perial ns. 214, 218 e 220 : queiu quizer, dirija-se a
mesraa rua u. 14.
Veude-oe urna uegra de naro, optitna quilan-
leira, e por preco commodo : na roa da Coucordia,
taberna n. 2(, se dir quem vende.
Veiide-se
imas habilid;___
" 1". segundo andar.
Vehde-se moilo boro milhoem saceos grandes
vimios da Parahiba, e muilo boa carne do serUo ;
iiioo por pre^o commodo : na rua de Sania Hila n.
', taberna.
Vndese um oplimo casal de escravoj cam al-
guinas habilidades : na camboa do Carmo sobrado
clironicas, 4 vo-
. 2090p0fi
Novos Hvros de homeopaLbia cm francez, sob
lodis do summa importancia :
- lia "in ero Jim, tratad das molestias
lamei.............
Tesle, n-oleslias dos meninos.....
He-ing, homeopalhia domeslica.....
Jahr, phatnrMcapabomeopalhica. .
;Jahr, novo manual, i volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pe le.......
Rapos, historia da bomeopaliiia, 2 volumes
llartbmann, tratado complelo das molestias
din meninos...........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
De fajolle, doulrina medica homeopalhica
Clnica de Staoneli .......
Casling, verdade da homeopalhia. .
Diccionario i!e S>sleu......
Attlis completo de anatoma com bellas cs-
laupas coloridas, cnnlendo a descripjo
d 1 todas aa partes du corpo liuaunn .
dir-*e lodos estes livros no consultorio homeopa-
lo Dr. Lobo Moscoeo, rua Nova n. 50
andar. -
nya-o.
P'Compram-se 2 inoleques que sejam muilo boui-
los, sem vicios, e que nao Icnhain mais de 10 a 14
annos ; quem os liver, dirija-se a roa do Trapiche
Novo n. 10, *eguodo andar, das 3 horas da larde em
dtanle.
79OOO
8000
169000
68000
89000
I69OOO
10900o
89000
79OOO
69000
49OO
lOOO
309000
Atte
Atteiicao.
Compra-sc una negrinha'que seja muilo bonita e
ada, e que nao Icnha mais de 11 a 12amios. quem
i"er,, dinji-se a rua do Trapiche Novo n. 10 se-
gundo andar, das 3 horas da Urde em diaute. .
11
Attenyo.
pn-
isa-se de um escravo por alugoel para o
tervfuds) ama pequea familia : na rua do Hospi-
gio 11. 7. r.
AULA;DE LATIM.
e Vicente Ferrer de Albuquer-
sua aula para a rua do Ran-
I i, onde continua a receber alum-
eexterno desde ja' por mo-
3 com<; he publico: quem se
er utitisar d"seupequenoprestimo o,
ie prc. segundo andar da refe-
|u; .'tquer hora dos dias uteis.
c.a-s< de sete centos mil reis a
ndo-se duas escravas por segu-
|uem os quizer dar annuncie.
" oa sitio com bo* casa de sobrado, a
mmodos, sita na povoarao do
iralar na rua do Trapiche u. 14.
O SOCIALISMO
ENERAL ARRE E LIMA.
listen alguna ejemplares enqoadernados.
eadiam-sea' venda na toja de livros dos seiihorai
Freilas & C. esquina da rna do Collegio,
e en cisado ulor, pateo do Collegio, casa amarella,
no prunciro andar.
CONSULTORIO CENTRAL
IIOWEOPATBICO.
Gratuito para os pobres.)
maro, (Mundo-Soru n. 6.
Olegario l.udgero Pinito d j(
tas lodos es dias desde s 8 horas da w
1 ia al as 2 da larde. "
os enfermos em seus domicilios, das
etn otante; mas em casos repentinos
lolcsliasagudas e graves as visitas serao
leiasem qualquer hora.
molesiias nervosas merecen) (ralamenlo
leguudo meios Itoje aconselltados
[ el os pra ti eos modernos. Esles meios e*s-
teiii no conroltorin central.
lisr
rZ~< ComPra,m-se "toe da divida provincia*! : os
rna larga do Rosario n. 36, segundo andar.
VENDAS
Masa adamantina'.
lo geraioeiile reconhecida a eicellencia desla
leaf** para chumbar deoles, porque seos resul-
ssmpra felizes sio ja do dominio do publico.
>btiliio.Joso de Olivelra faz oso desla preciosa
massi, para o fin indicado, e as pessoas que quize-
rero linra-lo dispondo de seos servijos, podem pro-
cura- lo aa ^Iravessa do Vigurio u. l.jloia de bar-
beirn.
: DEHTISTA FRAMCEZ.
** Paulo tiaignoui, dentista, estabelecidtj na
* r ja larga do Kosar'yj n. 36, segundo andar,
9 eilloca dentescom a pressaodo ar, e chumba %
9 dioles cotaa massa adamantina c oulros me-
tiles. Z
Obras de
oinro as mais mo-
dernas.
I OlIllilliIS
PARA 1856.
Etao a venda as ber conliecidas b-
Hunhas impreasas nestaf typographia, as
de a gibe.ra a 3 dcalgibeira ale'm do kalendario-eeclesi-
asticoe civil, contera um reotnodos ira-
postos municipaes, provincia^ e geraes
que allectamtodas asclasses da socieda-
de, extracto dosregulamcntos parocliiaes,
docemiter.o, enterrse sello, tratamen-
to de vanas molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras para fa-
zer manteiga e queijosde dillrentes qua-
lidades, dtttas ecclesiasticas ou de padre a
480rs. : vendem-se nicamente na livia-
na n. 6 e 8, dapraca da Independencia.
No lim do mez sahirao a luz as de al-
mena k.
i,;i~; y'1"1.*-8 ""na negra crioula com (odas as ha-
bilidades, de idade de 24 annos. u boniU figura : 11a
> ivr.imento n. J.
ATTENC40MI 8
A untura de losua romana, de Sollini, he Q
um dos excellenles remedios tnicos conheci- y
nos. eque maior numero de vezes lem pro- A
duzdo melhores effeilos nas.moleslias a que
selemjulgadoapplicar. Cara com admira-
vel promplidao as dores nervosas do eslo- M
maso, acedera a digesUo uas pessoas que a
tem lanlia, Taz desapparecer os amargos de
bocea e os gazes que se accumulam 110 esto-
mago, e desenvolve o appelile ; cura igual- m
mcule as desynlerias ilironlcas, as llc(uoJ*
sidadrs, e he um poderoso remedio para as qaJ
enancas que soremde lienleria ou dejecres
alvinas liquidas, e muitas vezes repclida,'ii*s
quaes seacham os alimento* mal digerido.
Assenlioraque padecen, do rhloroseoii p,l-
lida cor, achardo na tintura de losni rumana
B "ui remedio elllcaz, o qual sendu uado por
9 algum lempo as loma coradas. Tem sido de
W graude vanlagem 110 (ralamenlo da leucor-
qjj.rhea ou flores brancas, e juntamente uo Orfo #
M sanguneo proveniente de alonio do ulero 2
A ^eu uso he mu simples: as pessoas.Mollas S
9 devem lomar duas colheriulus de manhaa S
& em jejum. e duas a noite quando se quize- f
rem agazalhar, .lissolvidas em pquenaqiiau- *
A lldade de agua moma. As chae lomaro S
0 urna rolhrrinlia de manhaa e oulra a noitc
9 Vende-se nicamente na botica de Joaqoim
de Almeida Pinto, na rua dos Quarlcis.
Vende-se fumo em falla muilo superior
pa : na IrsvesM da Madre de Dos n. 16, a'rmazem
de AgosUnuo rerreira Senra Luiniares.
\a loja das seis
portas.
Em /'rente do Lie ra me nlo.
Chales do louquim prelos a oitn mil reis. s'as
para etireile de senhoras a de/. ius!fle<, roauguites
miniados a qualro patacas o par, luvas de seda de
cor a cinco lusles, aventaes para meninas a de/ lus-
toes. vestidos de seda para meninas de 3 a 4 annos
a seis mil reis, chales de seda a oilo mil reis. meiag
pintadns para meninos de 2 c 3 annos1* qualro vin-
lensopar, chales de quadros e de ganga encarna-
dos a duas patacas.
A 5,600.
Na roa Nova n. 10, aeaba-se de receber um lindo
soriimenlo de romeiras de rettoz borda las, ditas de
linlio muilo linas, ditas de barras a 38600 cada urna,
e esparlilhos muilo lino, ludo por pre$o commodo,
Vende-se uron loja de ferragens em muilobom
lugar e afreguezada, por ser cm urna das melhores
ruasiic-ta cidade ; vende-se com os fundos a vouta-
de do comprador : quem quizer comprar annuncie.
Vende-se um resto de saccas com eefa de car-
au ha, por pre^o commodo : na rua Nova, loja
n. 211.
Cabriolete.
Vende-se um bonito cabriolete com bom e elegan-
te avallo : para ver e Iralar, na rua da Roda, co-
cheira do Sr. Paulino1.
COM PEQUEO TOOUE DE AVAHI.
Indiana de quadros de seda e algodao, de
muito qom gosto. a 320 o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
volla para a roa da Cadeia.
Vcnde-se urna- balance romana com lodos os
seus perUuces.em bom nso e de 2,000 libras ; qnem
preleuder, dirija-se rua da Cruz, armazem 11. i.
Vestidos e chales.
Vendem-se diales de seda grandes cum algum
mofo, pelo baralo preco rie 6)000 rs., corles de cas-
I decnrescom barra e a'aumas pintas de mofo,
pelo dimitilo pre{o de Ij)fi00 o corle, arsiro como
outras muia fazcudas por baralo preco: na ina
da Cadeia dn Recito loja h. :>0, defronle da rua da
Madre ds Dos.
-Brinsde vella: no armazem de N. O.
Bieber & C.. rna da Cruz n. 4.
Vende-te exccllenlcpalmado de piuho, recen-
lemenl eltegado da America : na ro de Apol o
trapiche do Ferreira. a eolender-se com oadminis
ador do mesmo.
que
a la parsiene.
Chegou um lindo sorlimeulo de chapeos de seda
para senhora, meninase meninos, loja frauceza, ua

ico
a Ira-
J>i.T \endcse um bom cscravo para lodo o serv
fprinctpalineiite para armazem de assu
lar na toa da Madre Dos n. >.
T1aVande"se "rop" Para -os de diversas
m- ^Z PSrr0.e '"""o.P" commodo pre-
eo. no paleo deS. Pedro 11.1. v
l'ARA CIMA VE
Os abaiio aisignados, donas da loja de oorives, na
rua do Cabugi n. 11, confronte ao paleo da matriz e
roa flcva, fazem publico, que eslao recebendo con-
linualinjenle muito ricas obras de ouro dos melho-
res gitos, fanlo para senhoras como para homens e
menina ; 0s precoa cootinuam mesmo barates como
ul.i, e pasta-te contas com responsabildade,
ispe.incando a qualidade do ouro de 14 ou 18 qui
lates, ficaodo assim sujeilos os mesmo.- por qualquer
duvida.Seraphim Irmao.
Attencao,
eiapparoeeu na madrugado de domingo. II do
earnnlu, urna canoa de earreira de um so pao, piu-
lada cor de chombo, a qual ja foi vista com frele ua
oa das Barreirat: quem a acbou leve casa da
esqcina, conlronteao Ihealro de SauU-Itabel, que
scri generosjiiwnle gralificado, ou avise para ser
rado ; protesla-se desdo ja coulra qualquer! K* loja junio a da l-'amu, na rua
pessaa oue esliver de pusao Uella. ,
RELOCOS AMERICANOS
MESA.
hr S'a! V ?>a> aIneri,"0 ~m corda de 24
horase de 8 da., diversos modelos, como (ambem
pregos .menanos : vendem-se na'rua do TrTpche
ARAOS AMERICANOS.
Cliegaram os arados americanos, e vendem-se 1
roa do Irapicb. o. 8, pelo pr.5o'ja sanfdo de ,
Vendem-se 3 escravos mocos de bonita, figu-
ras, 1 mulatinh. de idade 18 anuos, que eugomni
cose e coiinta, i negra mo.-a com as mesmasU,>'-
^mSi'?."** diari0 de uma cas":
Vende-se uma negra crioula de bou'fian
propria para casa de familia, com 3 crias de I a i
annos de idade, sendo a mais velha raolala. anual
engomma soffrivelmente : a tratar ua rua da CaTe a
do Recite, loja de miudezas n. 7. 5
mZ Ve-lde'Se T.loja de e,la ralr .^. q" ,em cnmDlort P" familia: a
tratar 11. mesma casa.
ri^KCap,l,C,",'C0mp^i(l0!, c "dondos a 800 rs., po-
h,U ,u 1 f*.,ve-nd'"'",e ni ru' dn Oueimadon. 63,
loja de Joao Chnsoslomo de Lima Juujor.
*Z2 Vnd.^*,e om cnk *"""> cen'ruida a mo-
bricwUeJhJ5 8Cf,,.na r0a imperial alm d.fa-
uricd de sabao : a Iralar no paleo do Terco n. 32.
Vende-se om civallo de sella por preco com-
modo : Ud rua da Florenlin. n. 36.
Ku^,tee,8'-?r7?8r^V,la,nlil'r d0 ercilo porlu-
iojao.37^ "a Pr":* da '."Peadencia,
J^Jtoalerro da Boa-Vista n. 80, vendem-se l-
timamente chegado. de Lisboa presumes a 320 a II-
bra choor,^, a 400 rs.. laci,Z m, chocolate a
rT/libr, 1,bvra;lmassi"l'"'lliha epevide a400
ra, vinho musealel de tjctabal a 1 engar-
rafado.
Vende-se um sitio _
confronte a igreja do mesmo nome
'. e|*,sf bm "lad0 ccimba\,
ber, boa bana para rapim, e arvoredot de froclo :
a tratar na sua das Trincheiras n. 16.
~ V,e"de.'!e.ama Prela n>"ca de nacao com al-
gumas habilidades: na rua da tiuia n. 9.'
na estrada do Rosirinho,
tem casa de pe-
com agua de be-
COMPRAS.
Ira la
Compra-sb uma masseira para amassar pao : a
"^' na rua doossrio o. 46,
Gtmpram-se escravos e recebemos para ven-
erdeiommi.sio : na roa Uireila 11. 3 defronle do
3. Pedro.
de prata e se-
ris, que nao e-
Cadeia do Rcife,
Compram-semoedas
dulas de IsOOO e, 2^000
jaro rotas:ta rua da
loja de cambio n. 38.
Veudem-se muilo boas saccas de milho : na
rua do Hangel passaudo o becco do Carcereiro.
Vendem-tepor preco commodo 3 venetianas
com suas competentes atizas, em bom estado, 1 re-
Vii0. 2 q uadr0de "nd0 *l "o regulador: no
aterro da Boa-Vista, sobrado n. 17.
Vende-se uma casa na roa do Fago n. 32: a
tratar na roa do Livramenlo n. 21.
A 3,500 0 COVADO.
oja junto a da l-'amu, na rua do Queiinado ir
Ui A, se continua ^vender panno prelo prova d li-
5S?u',e suPer,0.r qualidade, pelo diminuto preco de
W o covado ; convida-se as pessoas do bom c
baralo que veoban ver dita pechincha, que i visla
della nflo deiiaro de comprat, por ser fazenda que
-JISw. i P'0 p"r ""tete tero veudido he de
ofujiu; almdesteesislL'm oulras muitas qualida-
de, que te vendem por mrf.ios do que em oulra
qualquer parle.
Fumo em folha.
Na rua do Aroorim n. 39, armazem de Manoel dos
ajotes Pinto, ha muito superior fumo em folha para
cnaruios, por pnco commodo.
SACCAS COM MILHO NOVO.
Vendem-se na loja da rua da Cadeia
Velha, esquina do Becco-Largo.
FARINHA DE MANDIOCA.
Na rua do Vigario n 5, vende-se por
mdico proc i superior faritraa dioca.
Camisas franee-
zas,
Vendem-se camisas francezas com "filo de liuho a
i a duza : na rua Nova, loja n. 4, do Joso Luiz
Pereira Jnior,
Vestidos de seda
A 15 O CORTE.
Na rua do Oueiioado em frente do becco da Con-
gregado pastando a botica, a segunda loja de fazen-
datde Uenrique & Sanios, vendem-se cortes.de ves-
tidos de seda de quadros a \5jf o corle, dao-se as
amostras com peubor.
Frondelina de
seda.
Telo ultimo uavTo francez chegou uma fazenda
nov. ueste mercado com o lindo nomo-1 rondel i na,
toda de seda, campo liso com listras de seria malisa-
das, o que tez realcar o mais possivel, vende-se ni-
camente na rua do Queimado loja n. 40 de Uenri-
que & Sanios, em frente do becco da Congregacao
passaudo a bolca a segonda loja de fazendas.
Vende-se urna negra de 40 anuos, muilo sadia
e boa teleira e vendedora de rua : na rua das Cro-
les n. 9 loja.
Braceletes de bom goslu.
Vendem-se bonilos braceletes de cornalina para
senhoras a 15'MIO.dilos de diferentes goslose cores a
l>280, ditos para meninas a IJDOO : estilo se acaban-
do : na rua do Queimado n. 63 hija de Joilo Chrisos-
tomo de Luna Jnior.
Feio e bom. -.
Na rua do Queimado n. 63 acabada chozaras
bem couceiluadat navalhas feio e bom verdadeiro
S,v,n8,eI' reS,a aPcn"i Poacos eslojos e o prero ' CERA DE CARNAUBA.
\ende-secera de carnauba em porcao ea relalho,
por preco commodo : na ruado Rangel u. 1.
PALITOS FRANCEZES.
A fabrica de chapeos de sol da rua Nova n. i)
esquina da combon do Carmo receben pelo ultimo
navio chegado do Havre os objeclos seguinles : pali-
tos de panno lino forrados de seria prela e de cores
diUs de selim do China, ditos de p.tlha de seda.dilos
de alpaca prela e de cores, ditos de linho de brela-
nln branca, casacas de panuo prelo e do uilimo ges-
te, riquissimascamisas com aberturas, punhos o'co-
larmlios de linho, um lindo sorlimeulo de grvalas
de seda, um complelo eurtimeulo de ehapos deso
de seda e de panno para homem o tenhoras, as-im
como chicotes, bengalas e rooilos oulros ubjeclos de
goslo, os quaes se vendem por preco muito dimi-
rua Nova n. 10.
Deis points.
Junio ao variado sorlimeulo de fazendas france-
zas, sao contemplados chales te relroz bordados a
matiz, manteletes do ultimo goslo, luvas de pellica
de Jouvin, e moilas outras fazendas que *e encon-
irnm na loja franceza, na rua Nova n. 10, por com-
modo preco.
Vendem-se saceos com muilo superior somma:
no aterro da Boa-Visla, luja de calcado n. 14.
Vende-se asucar refinado na fabrica de vapor
prata finaa 140 a libra : uo largo do Carmo,
qoina da rua de Hurlas n. 2.
(Jiales de toucjuim
V endem-se chales de tooquim bordados, lir.utcos e
de cores, fazenda de milito goto e boa qualidade :
na laja de 4 postas, na rua do Queimado n. 10.
teclas bataneas..
Na loja de portas, ua rua do Queimadu o. 10,
ha para vender corlead vestidosde seda branca.com
babados esera elle*, havendo sorlimeplo para esco-
thr, e por preco commodo.
Vendem-se cobertores para escravos
do Queimado n. 10, loja de S portas.
Superiores chapeos de' castor bronco com pello
e rapados; vendrm-se na loja de 4 portas, na rua
do Queimado n. 10.
i l moliere.
Acaba de rhegar i loja frauceza, na rna Nova n.
10, um lindo e variado sorlimeulo de calcado para
homens como sejam, borzeguins elsticos, apaloete
bolios de um dos melhores fabricantes de Pars.
Castor.
Acaba de chegar nm lindo sorlimeulo de chapeos
de castor brancos e de massa pelos, lodos moilo C-
Taixas pare engentaos. '
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowraann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixa de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, astjuaes acliam-se a venda, por
preco commodo c com promptidao' :
embarcam-se ou carregain-se em carro
sem despeza ao comprador.
Kelogios cober-
tos e descobertos
de ouro, paten-
Oracao contra a peste e o cholera-
, morbus.
i} '," Ven4a na ,,mriil 6 e 8 da prtca da
Independej.c.omfolhetinho com difieren les ora-
lera-morbos, e qualquer oulra petl
um
leudeucia
coescoulrafochol
le, a SO rs. cada um.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWV
Ra
P^
Vende-te o verdadeiro e multo fretco rapo Paulo
-crderro : na rua larsa do R. o n... .
botica'.
rua larga do .*, -js, juila a
te ingiez.
Vendem-se no escriptorio do agentede
leiloes, Francisco Comes de Oliveira. rua
da Cadeia do Recfen. 62, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e descobertos de ouro patente ingiez, de
um dos mais afamados fabricantes de Lon-
dres, vindos pelo ultimo paquete ingiez, e
por menos preco do que em outra qual-
quer parte.
Chales de merino' de coi es^ de muito
bom costo.*
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina oue
volla para a cadeia. ^ .
Vende-se um bom cabriole I descobtrto com
arreios, e lamben) um carro de 4 assenlos, novo,com
arreius.ludo visla de quem quizer se tentar, linio
mais porque o preco he razoavd ; ou rua Nova, co-
lieira do Sr. Quiuleiro.
COGNAC VERDAEIRU.
Vende-se o verdadeiro cognac, tanto em garrafas
como em garrafdes : 114 roa da Crnz n. 10.
CASEMIRA PRETA A 4>500
v A 0 CORTE DE CALJA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da etqnina que
volla para a rua da Cadeia.
VINHO XERBZ.
Vende se superior vinho de Xerezem barrisdo
1|4, encasa de E. 11. Wyall: rna do Trapiche
D> lo.
FAZENDAS DE GOSTD '
PARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muito Goa e padroes novos:
corles de la de quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia. H
PIL1JLAS* BOLLOAVAY
Este iiieslafaf^^H
bervas a^^^H
alguaia oulra subtlat
titra fe
igualmente promp
na compleicao mais robutln
compuslo inlcir,
ni mercurio, 1
Benigno alais
licada, he
1 desarraigar o mal
he inleirameate inoo-
coute em suas ope-acoes e effeilos ; poit busca e re-
inova as doencas de qualqoer especie e cro, por
mais ulicas e tenues que sejam.
Entre militares de pesia** curadas cem est re-
medio, muitas que ja etlavam aa porta, da mora,
preservando em seu uto, conseguiram recobrar a
"ude e tercas, depolt de htver tentado iuulilmcole
tonos os oulros remedio*.
As ,n.i, amida* nao devem enliegtr-s* a dateepe-
1" ft^im nm compleme ensaio dos eflicazes
dJeilosdeslaassomofl
peraroo benefici
Nao te
qualquer
Accidente* "pTico
AI purea*.
Amputas.
Areas (mal d' .
Aslbma,
Clicas.
Convulses.
Uebilidade ea
cao.
Debilidad* uu
tercas para
couta.
Uesinleria.
Dor de gargaula.
o de barriga.
nos rint.
Dureza 110 venlre.
medicina, e preslee reco-
se remedio para
fermich,
Febreloda espede.
Gola
Hemorrhoidas.
Hydropitia.
Icleric;
Iudigetli
loflamm
extena- irregulari
trua
falta de
qualquer
de modelos os.
c preL
ais modernos, e de fdlro,
011 rua do
U. 10. pelo ultimo vapor vindo
j.s aeguintes fazendas mandu-
_mmeiidaj_ como sejam se-
scocezas~fqu'adrnlio8 miudos e
grandes de. muito bonitos padroes, e fa-
zenda o melhor que lie possivel a IsOO
rs. o covado, Mandarme brillinte. com
listras de seda, muito bonita fazenda a 1$
w. o covado, lindos vestidos polonezes
muito bonita asenda toda de seda a 1 (i.v
rs. o corte ; assim como anda tem um
resto das ricas sedas orientaes para aca-
bar a 1.S300 rs. o covado, clwpeos de pa-
lmita venezianos a 4,s500 rs. cada um,
assim como outras muitas fazendas de
gosto.
Mandarine bri-
Ihante.
Vende-se bico de blondo branco e preto de seda
verdadeiro, 30 por cenlo mais barato que era qual-
quer oulra parte, e'Je loda as laraura moilo boni-
tas lilas dilo : na rua Nova cata de rclojoeiro n. 22.
Vende-se uma morada de casa terrea com
quinlal, sita na roa das Trincheiras : quem a pie-
leuder, diriju-se a rua da Cruz o. 16.
A boa fama
LEONOR D'AHBOISE.
Vende-se o excedente romance bistori-,
co Leonor d'Amboise. duqueza He Vreta-\ *""?*"***
nba, 2 volumes por 1*000 rs., na linaria
n. t e 8 da pracada Independencia.
--Vende-se cale^n pedrachegada noul-
ttmo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto &
Companbia.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de iiostron llo-
oker ^C.
Vende-se ac em cuohelet de nm quinlal, por
preso moilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont es Companbia, praca do Corpo Saulo n. II.
Nana do Vigario n. 19. primeiroandar, ven-
de-sefarelo novo,chegado de Lisboa pelo briguefii-
VENDE BARATO:
Libras de lindas brancas ns. 50, 60, 70 e 80
Libras de ditas ns. 100, 120 e 130
Duzias de lesouros para costura
Duzia de ditas mais fina*
Maros com 10, 50 e 60 peca* de cordao
para vetlido
Pe^as com 10 varas de bico eslreilo
Duzia de dedaes para sen hura
Caisinhas cum agulltas frtncezas
Caiaseom 16 novdlosdelinliatde marcar
urozas de botecs para carniza
l'ulceirasencarnadas para meninas
Ditas grandes para senhora
Pares do meiaa finas para senhora a
I9IOO
19280
18000
1?280
210
560
100
160
280
160
240
320
240 e 30
nulo.
Miudezas de bom
gosto e baratas.
Vendem-se ricos leques com btela, espelbo o nlu-
maa;25000. 39000 rs., novas luvas d pellica de
Jouvin lano para homem como para senhora a
0() o par. ditas de seda para senhora e homem a
1980 porm muilo boa fazenda, alQnetes de ina-
dreperola para chales a 800. lindas caisinhas com
6 rrasquinbos de estrado a 29000, penles de tartaru-
ga para atar cabello a 4400, ditos de baleia muilo
superior qualidade a I96OO, 19200, I9OOO, 50o, li-
nliat de miada a melhor e a mais fin que ha no
mercado a 200, 210, 320, carleirinhaa de. agulhas a
320. lisas de seda e borracha o ultimo euslu a Pars
a 19280, dilasa 50o o par, bonetes, roilinhas de lllii
lavradas feitas em Paria a 19000, muito bonitas e
baratas ricas cumnlias de aruendoas conteitadas pro-
pflas para se dar de mimo a 25000 a caua, allineles
douradu emeaspe a 29000. ruzelas douradas muilo
bonitas i I9OOO o par, meias de laia para padre a
1/800 o par. lilas cscocezas, trancas, biecus linos, e
oulros objeclos por menos preco do que em oulra
qualquer parle : na ron do Queimado 11. 63, loja de
Joo Chrisoslomo de Lima Juuior.
NOYOS CORTES DE SEDAS
PARA VESTIDOS.
Ricos corles de vestidos de sedas, cortea de cam-
hraiaa de seda, corles de cassa chilat, ctalos de me-
rino de lindas cores, ditos de relroz berdados, cami-
sus, camisas francezas para homem, peilos paraca-
misas oolras muitas fazendas novas: na rua Nova
loja a. 16 do Jos Luiz Pereira.
Acaba de chegar pelo ultimo navio francez uma
fazenda iiileiramenle nova denominada Mandarine
Urilbaule, sua qualidade he a melhor possivel, bas-
tante laraa, toda de seda com latir** c quadros asseli-
nadus, formando uma cascarrilha, o que Iba da niui-
la sraca, vende-se nicamente na rua du Queimado
em frente do becco da Congregacao, pausando a bo-
tica-a settnnda loja de fazendas 11. iOde Uenrique &
Sanios, dilo-se as amostras com penhor.
Vende-se balates novas chegadas ollimamenle
de Lisboa na ot'.ralidaou e do Porte na barca Flor
aja Maia por preso commodo: na traversa da Ma-
dre de Ocos n. 16, arimzein de Agostinho. Ferreira
senra tiuimaraes.
>aceas com fuiitttia.
Vendem-se saccas com farinba da Ierra, nuva e
bem torrada, por preso commodo; na rua da Cadeia
uo Kecife, loja 11. 23.
' ROLAO FRANCEZ.
Vcnde-se esta deliciosa pitada tanto em
porrao comoaretalho, em porcao na rua
da Cruz n. 2(J primeiro andar, e reta-
IhoaiO rs. aoitava: na j-ua da Cadeia,
loja de Vaz & Leal. .
Na rua da Cruz n. 26 primeiro an-
dar, vcnde-se uma porcao decaixas com
sardinhs em latas, muito novaspor terem
chegado no ultim navio t'iancz, e por
haratissimo preco.
Vende-se o excellente champagne
em caivas, ltimamente chegado del'" ran-
ea, e licor de Kirsch : na rua da Cruz
2(i, primeiro andar.
Vende-se na rua da Cruz o. 2(i pri-
Meadas de linhas muilo finas para bordar
Meadas de linhas de peso ann
I rozas de bolSes muilo linos para calcas 280
abados de linho abertos e bordados* 120 e 240
Carleiras finas de marroquim para algibeira
Fivelas doiiraiLis para calcas e collele
Tinleirosc areeiros de porcelana,o par
Charuleiras entrefinas
Duzias de torcidas 11. 14 para candieirn
Penles de verdadeiro bfalo para alisar 300 e
Pecas com 6 l|2 varas de fita branca de Iinlio"
Canas com clcheles francezes
Carrileis de linhas de 200 jardas de boa'
qualidade
Macinhos com 35, 10 e 47 grampae
Suspensorios, o par
Carrileis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
zaudre
Alrn de todas estas miudezas vendem-se oulras
niuilissimas-, que a vista de suas boas qualidades e
barates presos causa admirasio aot compradores:
na rua do Queimado. nos qualro cantos, na bem co-
nhecida loja de mindezas da Boa Fama o 33
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de proprtedade do conde
de Marcuil, rua da Cruz do R-
cife n. 20 : este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 56$000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte.,Feron 4 Companhia. N.
BAs caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
t
00
120|
500
_80,
I.J00
II.
Bons gostosede
boas qualida-
des.
Na rua do Queimadu, nosqualrocantos, na seaun-
da teja de fazendas n. 22, defronle do sobrado ama-
rello, vendem-se fazendas por presos que real-
mente ftzem admirarao publico: Panno prelo
linissimo. prova de limao, para casacas e palitos,
pelos btrali.simosprecos de 29500, 39500 e aSOOO
4UU. aUUeMX) rs. o covado, corles de cuteles de
rusloes de boniloa padres e cures tixas a 700 e 900
Si3m I" pre'?S df li1a e "eda muil (gandes .
/98U, chapeos de ol de seda prelos e de cores, fa-
zenda superior 11 63500. camisas francezas pintadas
para homem a 19280. riscados da India muilo finos
e largos e muslo bonilos para vestidos a 280 o cova-
do, setim prelo maco, teteuda moilo superior a :i>
o covado, sarja hespai-hola muilo superior a 2,400 o
covado, merino muilo lino a 29OOO o covado, meri-
no selim o mais superior que piide haver e muilu
proprto para palito a I96OO o covadq. chapeos de tol
de panninbo a 19600, chitas francezas muito fina, e
larcas, de novo padroes a 320 o covado, fil de li-
nho liso o com flores a 19 e l440 a vara, luvas de
pellica de Juuvn para homem e senhora, rhegada
uo ultimo navio francez a 19800 rs. o par, lovas de
seda de tedas as cores com belolas a I928O, camisas
de meta muito finas a 15, |uva. de lio da Esencia
brancas e de cores 400. 500 e 600 rs. o par
las de seda para grvalas, prelas e de cores,'
boa fazenda a 19280, pannu fino azul de super
qualidade a 49 o cavado, ricas romeiras d* ielruz
borladas a JI5, leuciuhos de relroz fraatwlH
19-ciO, cassas francezas muilo fina- ~
droes a 300 rs. o covado," catnbraia
picosa 19a vara, camias frauceza
bem feilas para homem a 25.500 e 2aw
cassas para vestidos de bonitos padroes e eom 7 vu.il
ras a 29 o corle, tensos brancos de cambraa de li
nlio muilo finse prandea a 63 a duzia, rico*chales
dechally cora listras dq seda e bastante Brandes a
89, ditos de meritiu mullo finos e lisos a 69 luvas
prdasde torsal. de Lisboa al120, chally amarello
razenda superior que muilo se usa pan vestidoa
800 rs. o covado.' romalas de cambral com tacos
de ricas lilas' de teda a 1*280,
POTASSA E CAL YIRGEI
Pto antigo e ja' bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
n. 12,. h para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Rio.dc Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudou
precos muito favoraveis, com os quaes fi-
tifHl os compradores satisleitos.
. FARINHA DE MANDIOCA. ,
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um 'alqueire, medida
velha por S00O reis: nos armazens'ns.
o, 5 e 7, e no armzem delronte da porU da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. ol, primeiroandar.
Eniaqueca.
Erysipela.
Febre* biliosas.
" intermitientes.
\ endem-se eslas plalas no et,
'te Londres. 11. 244. Slrana,
hoticano. droguista*e oull
ds sua venda ero ttda a Atneric,
Hrtpanba.
Vende se asbocetinliat a 800
contem uma iuslrucsso em perli
o modo de te usar desta.pj
O deposite eral be em casa 4
pulrr
"elendlo d'corui.
RhBtjial
Syatptumat secundarios.
emoreg.
Treorfoloroto.
Ulceras.
Venere
earrrgadas
Ilavana e
um della
explicar
maceulico,
buco.
V roa da Cruz
la-
C. STARR
respeilosamenle aniiunciam
tabetecimeai em Sanio
com a maior perleiro e
de de machinismo par*
vegasao e manufaciura; a"
de seos numerosos freguezct
leem aberlo em um d gran
MesqU,.a,,ara.doBru,BMr do.,
DEPOSITO DEMA
construidas no dilo sea estab^H
All acharAo ocompradores unte
mente de moendat de canoa, ca^*H
mentes (alguns delles novos e
experiencia de muitos annos L/
sidade. Machinas de vapor de baii>'tiu r^Z
ta.xa. de lodo lamanho, UntojS SMnli-
das, carros de-m e dils ^cJS&g^ZlT'L
assucar, machinas para moer man SEL-
e'r o'?,', fr0S ^ f" bi"irta ^ b*E!Z
ierro da mais apprqvada cuj^H
alambiques, crivos e pojlata^LB
infinidade de obras delfr^^"
enumerar. No mesmo dcpositi
nlelligenle e Itabililada para
commendas, ele, e B
do com a capacidadede suas 1
c pericia de seus ofliciae, si_____
ejecutar, com a maior presteza, pe'rieT
contermidade com o* modelse
coes quelites roreni fornocida. ,
ARADOS DE FERRO.
Na ftndicao' de C. Star
Santo Amaro acha-se para
dos c"- ferro de
MOENDAS SUPERIORES.
!ia fundicao de C. Starr t ComrJ
em Santo An ,a-ge p*-
moenda8 de cannas toii
rnodello e instrncc8o
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentement, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seas Ixtns elfeitos ja' experimen-
tados : na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
muito sup
Estguiao de linho
e algodao,
muilo tuperior, eom 11 varas a peca, por 39500:
vende-se na rua de Crespo, teja da esquina que vol-
a para trua da Cadeia.
A3$500
Vende-ie cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como ptttsa da Kussia verdadsira : ua praa do
Corpo Santo n. 11.
AGENCIA
Fundicao' Low-Moor. Rua
* Senzala nova n. 42.
Nest^eatebelecimento continua a ha-
ver UBaJLompleto sortimento de moen-
adeboo ^ *7* me'a$ moendas paraengenbo, ma-
,!ni"IP.IHial- cninas de vapor, e taixas de'ferro batido
, de todos os tamauhos, para
m $
Riscado de listras de corea, proprio
parapalits, calcase jaquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rui do Crespo, loia da esquina que
olta para a cadeia. H

mujl
1 penar
Da

da
e coado,
grvate* de seda de
meiro andar o aprcciavel cha' nreto em o^""0* P^'p^j*hi me,a laia para padres a
litio. .. T^ 1 "Clocm2o par.curtesde citemiras ftaat e de bonilos oa-
libras, assim como chocolate Irancez ojdrots para cdcat.5, brinzinhos de linho de bo
mos padrtes a 2*0 o covado, brim trancado de poro
linho e de bonilos padroes* 800 rs. a vara, lapim
preto nissimo, proprio para veslidos e balinas de
padre 19280 o covado, riscadlnhos francezes muilo
finos e bonilos padroes a 240 ocovado, meios lencos
prelos para grvala muilo superiores al, lencos
brancos de cambraia muilo linos a 300 ra., sansa
amarella muilo tuperior a 320, meias brancat fina,
para tenbora a 240, 300 e 1U0 rs. o par, ditas pretas
muilo finas a 320, ditas para homem, fazenda su-
perior, sendo brancas, prelas e cruas a 2*0 r*. o par
Alcm de tedas eslas.fazeudas oulras muitas que s i
visla das boas qualidades he que te podem ver o
quanlo sao baratas, aliansando-se aos Srs. compra-
dores que neste eslabelecimeulo nao ha fazenda al-
gama que seja avariada, esim ludo sem avada, de
bons gestos e boas qualidades.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se curtes de casia chita de bom goslo a
28, ditos do padroes francezes a 29400, cassas ruas
para aleviar lulo, ditas preta de padroes miudos a
29 o curte, alpaca de seda de quadros de tedas as co-
res a 720 o covado, tensos de bico lano ululados
como bordados a 320 cada um, grvalas de teda pa-
ra homem a 19 e 19600 ; tedas eslas fazendas veo-
dem-se na rna do Crespo n. 6.
Farelo novo
prximamente chegado : 00 caes da
mazem 11. 5.
Vendem-se no armazem do caes do Ramos n.
4, saccas do milho chegado da Parahiba, soperior
qualidade e preso commodo.
Vendem-se no armazem n. 60,.4a rua da Ca-
melhorquetem appurecidono mercado,
e por preco muito em conta.
TESTOS
para voltarete.
. Vendem-se na rua da Cruz 11. 20' pri-
irieiro andar, caixinhas com tentos muito
delicados para o apreciavel jogo de vol-
tarete, ou para outro qualquer jogo, l-
timamente vindos de Franca, epor preco
baratis Vende-se urna porcao de frascos
com i-olhas.de vidro, muito proprios para
consesvar toda a qualidade de rape, epor
preco* muito commodo : na ruada Cruz
ti. -2 primeiro andar.
Vende-st utn carro novo de
t*rodis e de 4 assenlos, moilo
leve e de cunsIrncsSo moderna
por preso commodo: na rua ixova, coebeira dt
Adolpho Bourgeoit.
alfandega, ar-
Relogios
daa melhores fabricas da Suissa, lano de ouro como
de prala, dilos foliados edoorados; vendem-se mais I deja do Recite, de Henry Gibson.Vs mais superio-
barato do que em oolra1 qualquer parle, na roa d res relogios fabricados em Inglal tfa, por preeo
Cadeia do Kecife d. 18. I mdico*. 'vi
CAL 1)E LISBOA A 4000.
v endem-se barris com al viraem de Lisboa, para
lecliar cotilas, pelo diminoto preco de 40O0 o bar-
vil : oa roa daCadei* do Recite, foja n. JO, defron-
le da rua d* Madre de Dos.
Moinhos de vento
'ombombasderepuxopara regar brlate baia,
decapim. iiafundijaodeD.W. Bowmau : uarua
'iolirum ns.6,8el0.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redondo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-rse a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de emprc-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. 11. 4.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
lon & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins ingleses.
Relogios patente ingiez.
Chicotes de carro e de monlaria.
Candiejros e casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry ^cm barris.
Camas de ferr.
A boa fama
VENDE BARATO: &\
Lenc.ii ios de relroz de tedas a* cores para pesci-
SO de senhoras e menina., pljartto prm5T|,
baralho, de cartas fi,Mim.s frauceza. p*r*Tollarete
a jw., loaras de laa para tenhoras meninas a 640,
luvas muilo fiuas de fio da Escoria lira 1
res para homem e senhoras a 400,
Par, meias brancas e croas para b.
muit.ssimo superior a 160. 200 e 240 o par.
pellica de Jouvin brancas eamardl
esenhora ,18900 o par. camisa-*
as e de pura laa para homem a UOOS
altzod.o muili,simo finas a 1a e i9ioo, letooTas mul-
te linas para papel 15500, AiUs up(rior
barbeiro a IjoOO, -eques muito linos a tieas-Sa-^
loaduras para collele de mMtreaa ____.-">*.
oOO rs dHa, para palil, %*
phospboros propnas para chai, i^..
ro dourado de poredana para flor
maullos e presos, ricas filas d,
de tedas a*cores e larguras, ^^M
roupa, dites por* cabello, li 3^
los pddroes de diversas lugora ecore, luvalhmiu-
nissimas para barba, cauivaM^^^He de ludas
as qualidades, hicos finos de linho de Suaili
e diversas larguras, ricas fra^^H
e de cores para cortinados,^^B
mais finas que he possivel eocooltar-
iKsunas cousas que ludo se vende por tao bfalos
presos que aos proprius compradores causa tdi
cao: na rua do.Queimado, not ac a
bem couhecida loja de miudezas di Boa Vaa
Atoa fama
VENDE BARATO:
ticos peules de tartaruga par. caneca JAiOO
Ditos de alisar tambera de tartaruga mqo
Ditos de marfimlambem para alisar Em
utos imilando tartaruga para cabeca
Lindas meiaa de seda de cores para cria, IJrWu
Meias pintadas do di Eicocit para criane^^^H
Bandejas grandes e de pinturas finas 3WX
Papel al maro rere e paotado, resma MOO
"ennis llnissimas bico de lauca, groza tSSOO
Ditaa multo boaa sem ser de lansa.groz*
Uculos de armacao te aso convgrado*coetr. 800
Loneta* com armasSo de larUrnga
Di las com armasao de buril* 00
Toucadores de jacaraud.i com bons espelhos 31000
Meias de laia muilo superiores par padres
Ricas bengalas de canna com lindos casloes
iias de junco com bonitos casloes
Kicos chicotes par* homem e senhora a 1a e la
.Meias prelas de algodao par* pdres, o par
Oravalas dr seda de tedas as cores 18 e 1&B
tilas de velludo de todat ateore. a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para cisica 400
Ricos relogir.hos pra-rima de mesa iaOOO
Suspensorios finos de borradla, o par 400 500 600
Penles muilo finos para aui-sa
Escovas muito finas para cabello
Capachos piulados mnilo bonito
Boloes linissimos demadreperola paraca-
misa, a groza ii-Mnk
Alem de ludo islo vendem-se outra, moila. eou-
T.'r^Vn <,s,(""i,,aa Ptecos faz admirar:
na rua do Oueimado. nos qnatro caolos, aa lote de
miudezat da Bo* Fama n. 33. '
ESCRAVOS FGIDOS.
iiiitii nn
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No dli II docorrenle mez agio o prelo Jo.lo
crenlo, de idade de 20 anuos, mate 00 roerkn, de
estalara e figura regulares.lendo uma pequea
tnz sobre o olho din-ito, levando eomsgo duas cal-
cas denilgodao iBfcado azul, tres camisas do mesmo.
tres di|las de madapoln cem peil. com a
marca I). W. Bowman, qualro camisas novas de I-
god.luznho, um chapeo nuvo de pallia americano
com fita prela, nma jaquel* nom ilegaiiga amarella,
um chapeo de sol novo de pauninho preto, e uma
colterlu de chita velha ; quem o apprehender a le-
vara Franciscotafanoel dos Santos Lima, uaj-ua du
Brum u.8, sera generosamente recompensado.
10.*000 de gratificar
Desappareceu no da 1"de asoslo prosiniJ piti-
do, pelas" horas da noile, a prela Lourenn, Jeoa-
So Angola, deidad* 35 a 40annos, pouc maa au
menos, enm ot sigues seemnles : om dedo da mao
direita incitado, magra, 1 brancas n.tt dgas
peritas; levou camisa dn lgodHozinbo, vestido de
chita roxa, panno fino, e mais orna troux* de roupi:
roga-sea tedas as auloridade^ ou capites
de campo que a apprehendam e levem a *u seohor
JoSo Leitede Azevedo. na prca do Corpo Santo n.
17, que recebera a gratificicflo cima.
PEBN TYP. DE M. F.
DB FaMA 1355


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