Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00494


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Full Text


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I
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AUNO XXXI. N. 267,
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.-
SEGUNDA FEIRA 19 DE NOVEMBRO tffa 55.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.
KNC.ixRKGAIOS DA SI HNC.IUl'C. \o'.
Hecife, O-jiroprieliTio M. V. de Paria ; Re le Ja-
neiro, o Si, loao Pereira Marlns; Rabia, o Sr. 1).
Dnprad; Miicni, oScuhor Clauttinu Falcilo Das;
arahiba, o Sr. Gervazio Vicio da Nalividadc ;
Natal, o Sr. Joaqun) Ignacio Pereira Juuiur; Ara-
Sr. Amonio de temos Brasa ; (".cara, o Sr.
oaquin Jote de Oliveira ; Marunhu o Sr. Joa-
qsilm Marae* Kodrigueii; fiauliy, o Sr. Domingos
llerculano A driles Pessoa Cearense; Pai, oSr. Jus-
tino J. Ramos; Amazonas, o Sr.Jerouyrooda Cusa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 5/8
l'-iris, 3-18 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 por 0/0 de descont
Aceoes do Banco 43 0/0 do premio.
Ai Companhia de Beberibe ao par.
da companhia do seguros ao par.
Discomo de leltras, do 8 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas haspanholas. 295000
Moedas de MuO velhas. lliJrOOO
de 09400 novas. 169000
de 4C00. 99000
Praia.Patacoes brasileiros. 29000
Pesos columoarios. 29000
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
(linda, todos os dias.
Cartiar, Bonito cGaranbuns, nos dias tel.
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13e'28.
Goyanna eParahiba, segundase sextas-fuira-,
Victoria e Natal, as quintas-reina.
PREAMAR REMOJE.
Primeira 0 e 30 minutos da larde.
Segunda 0 e 04 minutos da inaoha-'
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commorcio, quarlas c sabbados.
Relacio, teixjas-feiras e sabbados.
Fazenda, quarlas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo deorphos, segundas a quintases 10 horas
I" vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quarlas e sabbados ao meio-dia.
EPIIEMERIDES.
Novcmb. I Quarto minguante as 2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da tarde.
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 40 segundos da tarde.
. 16 Quartocrescenteas9horas, 20 mi-
nutos e 49 segundos da manha.
DIAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Isabel viu. f. rafhlia.
20 Terca. S. Flix de Vebis; S. Octavio m.
21 Quarla. Aprcsentacao da SS. V. no Templos
22 Quinta. S. Cecilia y. m.; S. Palemn m.
23 Sexta. S. Clemente p. m. ; S. Chrjsogno.
24 Sabbado. S. Joao da Cruz ; S. Fafitidade m.
23 L%a cheia as 5 horas, 31 minutos e 25 Domingo. 26 e ultimo depois do Espirito San-
4i segundos da larde. lo ; S. Catharina v. m. ; S., Erasmo m. -
O Sis. issipnantes das provincias do Pordenadu correspondente ao lempo que tem de ser-
u. viro, deuendeiidu nesla parle da approvaciio da
e, Cillas assijnatlli as estao a ICirril- aS4UBiblci legislativa.
Norte, cujas assi'jnat
narqneiiam ratifica-las peante os cor-
respondentes de Suas moradas.
COMMANDO DAS ARMAS
Q>aanel-f enerad do commando daa irn di
Peraaaibneo aa eldade do Recite, na 17 de
noveiabie de 1856.
. ORDEM DO 1)1 A N.1K.
i) mareedie. do campo commaiulaule d.ts armas
declara par os lili, convenientes, qoc u'esla dita
cunlrehirain 110*0 eugajainciiio pr mai- seis anuos
ia termos do reRulamenlo de t de riezembro de
lei:2. precc leado iiispec iedr> Fimrlsco.Xavier de ltril". da i.1 enmpa-
tfro Epiphanio da Silva Magalhaes, da 8.",
lo Manuel Goales da Coiiceieo di 7.*, 1o-
> lialalhAo do artilbaria a p. os qaaes por-
I alm dos venc meo tos que por lei ibes onin-
ko premio de que qnelro ceios mil ris ca-
Jwgo segundo o dh.po.lo no artillo :t do de-
creto n. | Vut de 10 dejoiibo do auno prelerilo e
(Mido o eti Saja me 111 o nina dala de Ierras ne-.jlKI
acae qusdradas. Se deserlareiii incorreran na per-
^^HfRCn do premio, e d'aquellas a que li-
Bfelto.serilo considera los como recrolados.des-
f-K no lempo do engajainento o de pr-.lo
r S ""'"'v*, averbaiiilo-eesle ilasc-ui-
Vdadas vanlageus nos respectivo ttulos,
bar lei determinado,
po.Joae Joaquim C.'nelAo.
lie.Candido IxaL Ferreira, ajudaote dr
do detalbe.
primeiro bat.ilhilo de infnnlaria
Bernardo da Silva, que liveram
rendara recclier do adaixo asig-
lo ua si>creiarrn inililar as suas escusas e lilulos
^^Hrilla, trazeu lo as escusa* provisorias que Ibe fo-
tforuei idas na corle. ltcio i" de uoveiDbro de
155.frinciten Camello Pessna de Liecrda, capi-
lio secrelarii do commando das armas.
. I Hlft-NAI. DOCOMMEKCIO.
Sesti indiciara em 17 rf noeembrn de 1855.
Previdencia o Em. Sr. ilesemharsjdor Firinino
Antonio de Sonta.
Fallaran com causa o Sr. de-einbarg.idor liilira-
JM e Sr. deputado l.einos.
Kxpediexlc.
tllririo do presidenle do tribunal do conmiercio do
Maraoliav participaudo que a -Ji do passad comc-
eara a fi accionar o mesnio tribunal em segunda
I natalicia.
Julgamento.
Mananles, Diacn Corksboll \ Companhia ;
Bbaraiifo, Joao Kulino da Silva Kamos, pr sua
V,
do*
I dnprnida* o embarcos.
Diligencia.
H ele, JoaqaMIanopl Carnereo da Cuaba ;
PpolliHto, 1'raueflL/l.uias de Smua Haiiel,
eofao luliiT dw inenwfnilhm de I raneisco Porfirio
Ireitis.
illa 10 ciirjulor geral para dir
' inauorts ippell.idos.
I'asnagent.
Baabarraftie, Uernardu Jos da
Embariiiido, tl,nioel Aulonio di
Oo t>r. I.rio a Sr. Valle.
aun 0^1'radii
Ptins de Han ua.
Apaall irrt.es, Ranlmel Kelii Jo--?
Auiiindo ttaaiieira de Mello.
Appeil (rStVia Filipf> Seulo.
los Paes.
Jarcia e Joao
TEMOR.
* KIO DE JANEIRO.
2li de oulubro.
I'oram Humeados, pordecreln de 2t do coi rente,
consellieiros de.e-lailo ejlraor.iiuanus.
Os Srs. teueule-geiiersl Joo l'/ulo dos Santos
Brrelo.
lesenibargador Ensebio de Queiroz Coulinlio Ma-
toso Cmara. ,
Chele de, aquadra Miguel de Sju/,i "Mello e
Alvim.
28
111-ellieiros de estado Euzebio de Queiroi
illiuhi' Mattoso Cmara, Joao Paulo dos Sanio-
rrelo c Miguel .le Soma Mello e Alvim, prcslam
ramenl quarta-fajra :II do crrente, e enlrain em
strviijoordinario, O^rinieiro na serebo d jusiiea e
rangt iros, e 03 uulros na secc;ao de marinba e
guerra.
Para 1 logar na commis'ao.de promores que nc-
cii|iavn Sr.Sanios Barreldlnla nAeado o Sr. bii-
gadeiro .Manuel Antonio da^MaecT Costa. Na coin-
imssQo 1] mollioramenlo do lUanal do eaercitv lie
subslitai Jo o Sr. louseca OdjWpelo Sr. uiajor do
corpodl engenheiros Moraej Aklas.
Par 1I1 Pelo de 18 do torrente Toi nomeado jui
inuiiicipd ede urpliaos uos lemos reunidos de'lla-
cur e Sfure, na provincia da Italua, o' bacliarel
lo Pe ro Alves de I,una liordillio.
ir decretos de '2 do raqamo inez Torain iiomea-
;s ajudnntes d'orddns do commando spe-
la rnarda nacional da comarca rin Kio >lara-
, na provinciaidelioya, Antonio Tboinaz de
1 larrea e Jos de Mello de Snu/.a l.obo.
ttMecrelario geral do ineiino coniinando.
atliaLdaWde tuuza. I leur\. .
Itiel-meilre dito dilo, Jos Bonifacio
da Menilei-,.
rajadauUd'urdens.do coinmaudo superior
ila gualda nacional de KezAidc, da provincia do
io.da.lane-0, a Ur. Joaquim Aususlo Kibeiro da
Luz
.Por decrete de 1 do dito mez foram apresenta-
dos as freguezias de
S. Ir. iicisc-i Xavier de'Souzet, no Itaiso-Amazo-
liiUpb minorista heodoziu.Canovas Nnsueira
Juriil:',' na Daito-Amitoiat, o dicono J0A0 Braz
Roberto Piuieul-I. ,
Por decreto do 21 do mesino mez foi aposentado
o juizde diredo Francisco de Paula Neareiros Sa\ao
Lobato, com ai honra de desembargadur e com o
Por decretos de 25 do mesmo mez
Foi recnnduzido o bacliarel Aurelio da Cosa Vil-
lai na lugar de juiz municipal e nrpliua dos le-
mu- reunidos de Poiubal, Calle a Palos, na provin-
cia d.i Paraliiba.
Foi a presentado o padre Antonio Gomes Fonseca
Br*n l.'io na freenezia da cidade de Nazarelb, do ar-
cebispadu da Babia.
Foi declarado vago o ollicio de escrivdo dos or-
phao" da villa de S. Miuuel, na pio\ iuci.i de Sauta
Calbariiia, licaado obrrsado o servenluano que Tor
nomeado a prestar ao serventuario vitalicio dclle,
Amancio Jos Eerreira,a;lep;a parte do reiidimeulo
do dilo uflicin, *
Foi aceita a desistencia que fez Manuel JosTei-
zeira Ncllo do ofllcio de partidor do geral a orpbAus
lo termo de Saquarema.
Por decrelo de 26 do mesmo mez :
Foi declarado que a reforma concedida ao majur
di autig guarda nacional de (llinda Joaqjim Elias
de Moora seja no poli> de leiieule.-coroiiel.
Foram reformados uos inesipos postos :
U leiieiile-cnroiiel da amiga guarda nacional da
villa ile S. Joao. na provincia da Paralaba. Justino
lionies da Silveira.
O leneiile-corniiel da auliga uuarda nacional do
municipio de S. Conc.ilo, no Kio Grande dn Norte,
Francisco da Rucha Hcz*rra e Mello.
O l'nenle-a-oronel do ezliucto 6 balalliAo de
fanlaria da iiarda iiacionnl da capital do Caer,
Francisco Teixcira Bastos.
O lenfnle coronel do exlinclo I" balalbito do iu-
faularia da guarda nacional do municipio de S.
liento, no Maraiihao, Jos Leandro Kiheiro.
O mejor do flmelo 2- bala linio da suarda nacio-
nal ile Mearim, na mesma provincia, Clemente Joa-
quim de Souza.
A villa ita paralaba do Sol Toi declarada em qu.i-
renleua pela adminisIracAn do crrelo da corle.
O' aicnle poslal daquella villa conimelleii urna
falla. O Sr. administrador, repreheudendo-n, eirf
pregn lerinosque. sendo juluadoi Inconvenienles
pelo lenle, puaocaram urna iespo-1.1 desatleii-
rieea.
Soppondo que a razia eslivesse loda. como acre-
ditamos, do lado 1U1 Sr. administrador, que cumpri-
ria fazer i Uemillir o agenle, responsabilisa-lo, pal
ni-lo. O Sr. administrador proceden porm de
nodo jlilKienle. Safpenden o norrfio par/l aquel-
la filia, ca rebellada, mas im a innocente populaeito dm un
importaule cenlrode commercio da provincial...
Ser juslificavel eslo prucedimenlo Cremas que
n;io, 1: oslamos que o Sr. ministro do imperio nao
consentir que elle se repila.
As eguiiles carias que hontem recebemos de dous
dos nostos asiiiiaulees residentes na Paralaba do
Sul. peasuas in-u.pedas p dignas de lo la a fe, ron-
tem os pormenares dcsle singular nenenle :
(i Paralaba ob Sul 23 de oulubro de 1855.
1 J)-se nesla villa um raso que quero levar .111 co-
libr lucillo de Vine, para quo o faca publico, atiin
tle aber-so como apdain bein eerlas reparlicoes nes-
la nossa lina Ierra. *.
< llavi.1 aqu ulna agencia de rorrein, que poslo
nflo rerebosse as malas com exemjdar regularidad-,
comludo nos ia remediando ; aronlece poiin que,
b ivendo o agenle pralicado um erro, foi reprehen-
dido pele Sr. ad'niiislrador ih c.irroiu. eiu cuuse-
qui-uri du que pedio elle sua demis-ao.
,Ne>la eonjniicinr.i luoiou a a.lininislraca > do cr-
relo a niai* e-:raii!i.\rl medida qnal a de suspen-
der rfinessa da rmrespuii leticia, cunin coiiiinuiii-
iao.aaailuaiHiiU f>k iOtia|iti|ii
sein omprega lo, se 11 julgava dclinqoenlc, pune
i loilu o iiiiinitipio piivand j-o de SUS eorrespnii lcnra,
com ciando leliiuicnlo do eo.iinicicio da villa, que
I*- as-.iz avuil-id.
a A adniiiiisira^u do crlelo uem .10 menos al-
i leuden iiquadra aclual, em que lodos esMo anciosoa
por sallaren uoliciax de >eu prenles e amigos que
se acliam uessa curie. Este sabio arbitrio da admi-
nistraran ilucorrein dispensa qualquer eomineulari 1,
pois s por si aquilata brin a manelra porque silo
Iraladns os rorreius du interior.
Sou cointoda a'consideracao de Vine. ele.
a l>. .V-. Agora acabflre j>asar o correio que se-
gu para Minas e niu inzuala para eila villa*rou-
liiiuinnos a solfrer o capricho do Sr. administrador,
que nos continua a Iraiar com lodo o desprezo
a Paralaba du Sul 28 de oulubro de 1855.
o Sr. Kedacloi.N'So posso deua'r de denunciar-
Ibe um fado inqnaliliravel que se da nesla viHa com
o ailininislrador do corroio da curie, para o consig-
nar nospii arredilado Jornal, afim de rllegar ao co-
iiherimeiiio do Sr. ministro do imperio.
ii Sen Ju demilidit o agenle do correio desla villa
ficouo se expediente a ramo do ajdanledo mesmo!
o qual leudo por vezes pedido sua demissao nunca
Ihe toi r.mcedi la, pre-laiido-sc elle cumlndu a cun'i-
nuar nuil menle por bem do servicn publico.
" l'or una falla leve, a administrador do corrido
da corle reprehenden a este Ihe responden, julao quena mesma lingoagem.
IJue Taz o administrador do rorreio da corle ".' Sein
deimllir o aindanle d* correio, uu sem mandar res-
ponsahili-a-lo, e para issn dircilo (inha, tutpcndc a
Hilha do Carretil para ota, e condemua urna popu-
lara1.1 inleira a uto ler correio da corle, quando mi
Iransarrfies, baslanle importantes, silo todas com
essa cidade !...
o cinalhanle prucedimenlo uiln tan explicacAo,
persuailo-me que a' adminislraeao du correio ii.io
medio Indas as conscqucncias du seu arbitrio.
Nao enlro na apreciaran se o administrador do
correio. olliciaudo pela maneira que o fez, eslava ,111
uiln no seu dircilo, e da uiesma sorle o a^aJMti' ;
porm o quo en conlesjo he o direilo i|oa_Helle
arro20ii a si dr. twpemler o correio desla n^Tpor
que, alm do ajudaule nao se negar a continuar al
que bouvesse agenle, o mesmo administrador, en,
temiendo se nesla com pessoa allmenle colloca la a
esle respeilo, foi informado de que e ajudaule con-
liniiaria no expediente do correio al que bau-
vesse quem o substituste ; mas o administrador
do correio da corle em menoscabo de todas as consi-
ilerares. lu-librianlo os iuteresses de tantos, s den
oavidus sua paixSo. eaqui estamos vendo impassi-
veis pas-ar o correio para Minas, sem sanW u que
se pasa na en-i^e injcila a acreditar nuveleirose o

ORItINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
-^1
i
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k
r
Ao glla le, M poderoso, eabem lodas as honras. .
Perdos-nos a doola Facoldadede Direilo o havermos
al liojr dcixado de tributar Ihe o devido preilo e
iiiinieiiaifain. Nao Icndo nps ,i elevada honra de
liertencir a esta corpurai.no, nem lio pouco aspira-
res aalaeiosas de um da fazer parle dete tapien-
iimUno corpore, como dizia o malicio'u Moliere, re-
lativameule a< oulra Facaldade nao menos celebre,
receiavnmos infeccionar com o uosso balito de obs-
" liunlde Iliterato a atmopliera scienlifca que
SIHse rif pira. Por oulro lado, o leioor bem fonda-
da ^r icoinpanho os inlrometlidos e os profanos
nos Mzia ealremcrer.
isrido para carregar a albarda feudal da omni-
palenle : rislocracia letlrnda, parecia-nos oovir a ca-
ita htelPirle o grito Tormidavel de algum potentado
do gremij respeitavel da Faculdade contra a uos'a
liomildadc ; ea eminencia do perigo por mais de
urna vez nos fez hesitar e cabir a p-ima dos dedos ;
mes lio repentinamente nos assomou ao espirito e-se
'lesejo. qub vencemos lodos os escrpulo*, e agora
uralaremot de pagar a no Eslaines na pora dos exames, poca de'fasneiras
esperanzas para mis e de sustna e anciedade para lo-
dos. Na Faculdade e no Collegio das Arles lein ba-
viito al;;uina severidade ; nao sabemos se sempre
com acerludo cnlerio. mas cerlameiitc em henelieio
do crdito, nuli'ora (ao depreciado desles eslabele-
riinento'i, e a,i ino'ino lempo da brilhautc mociihulr,
que letOe os resperlivos cursos, e que, conliando na
deaiiadrada leuidade de anuos passados, em geral
|wncn s ipplied ao eslildo das materias do ensillo.
' licio sem base he por cerlo mol seguro, ca-
rie ao menor embale das causas de desIruieAo que o
ataeam. Oa mesma sorle, um diploma de barharel
jrofaraluriiwsnlidoa, he urna ei|ilica{o insta-
nlume, que a cada momento ameaca ruina, e
i r desaliar e cabir. I'm individuo'qualquer.
rvoradr em pillo, com inslrumenlos de qoe nao
abe mar, quando minio servir para a navegaran
de lena 1 tarra, mas nunca para alravessar o ocano
a dulirii- raaos : infeliz daquelle que se aventurar
que mais he sem ler esposla de Mattl carlis, igno-
rando o resultado de nossas Irausarces. *
o Saltemos com certeza queja foi indicada oulra
pessoa para' agenle do correio .iliin de tirar lodos os
escrpulos do administrador do correio da curie, e
que ela parlicipac.au sesuio da Parabibuna no cor-
reio de 21, 110 enlanln boje por aqu pasuuv.i corren,
levando malas para luda a parle menos para a des-
granada Paralaba do Sol !...
Vmc. relatando este faci, c acompanhando-o
de algumas reflexOes, far sem duvida um grande
servieoaus habitantes desle rico municipio, e cum
esperialidadu ao de Vine, ele.
/". 6'.i>
.1 de noveuibro.
Quariel geueral do marinha. O Sr. chele de
divisAo Joaquim Jos Ignacio foj Humeado encarre-
Eadn du quailel-gencral e ajudaule doSr. ininistio
da iiiriiiha.
i
Por decretos de :K) de oulubro p. p. foram Ho-
rneados.
Presidente du li banal do commercio da provjncia
da Babia, o dcseinbarsador Manuel Messias de Leas.
Fiscal do mesmo tribunal, desembargador Joao
Jos de Oliveira Junqueira.
Adjunto do tribunal do commercio da provincia
lo Maraulio. o dcsemb.ir.adur Antonio Joaquim de
Albuquerqur e Mello.
Juiz municipal e de orphaos do termo de Ph-aby,
na provincia do Kio de Janeiro, hcharel Jus Ma-
ra d Si c Beuevdes.
dem dem do Ierra de Gereiuoabo, na Baha, o
barharel Juilo Alves Piloinhu Jnior.
Foi declarado que o juiz de direilo Joao de Souza
Nuues Lima, da comarca da Pomba, boje denomina-
da de Muriah pela lei provincial mineira 11. 7I!I,
continuo,1 servir nesla comarca.
Iiii.iposeiiladunoniiegodouif.il Marcelino Amo-
nio Dornellas na dignidade de liiestre escola da Se
de Olinda.
Tiveram merc da serventa vitalicia dos oflirios
de:
Escrivao dos orpbAos do lermn de Geremoabo, na
Babia, Vigalo deAraujoe Silva.
Primeiro labclliilo e escrivo do judicial e olas,
capeljas e residnos do termo da Capella, em Sergi-
pe. Eslacio Lopes Guimariles.
Primeiro lalielliilo e esrrivAo do judicial c olas
da villa de Simflo Dias, na dila provincia, Chrislo-
vo Moreir da Cosa.
Secando I ibcliiao e esrrivio de orphilos, dilo dilo,
Joo Jus Alves de Araajn
Escrivao de orphilos e alsenles da capital de San-
la Calharina, Augusto Adulfo Palbares de Souza.
C Hilador e distribuidor dos juizos da mesma capi-
tal, Jos Marcelino da Silva.
_'l abelli.lo do publico judicial e nulas da villa de
Uriiuiiaiana. na provincia le S. Pedro, Joaquim
Candido de Siqueira.
Foi aceita a de-l-dencia que fez Joaqun. Minen
da serventa vitalicia do olTfcio de segundo labelliAo
da villa de Mas, na provincia do Bio de Janetrn. e
da serventa do de escrivilo de orphilos que exercia
no iaipedimeiilo dn serventuario vitalicio Dami.lo
Nnnes Pereira.
Foram Horneados :
Tenenle-coronel commandanle- 1I0 balalhilo rl 1
da guarda nacional da provincia de Minas. Uumiii-
gos Uiniz Cotilo.
Majores-ajiidanles d'ordens do Commando superior
da guanta nacional dos municipios da Chapada o
Kiarhao, na provincia do Maranhao, l.oiironco Mar-
lins Jorge, e Ensebio Francisco de Barros.
Capilao-secreiario-geral do mesmo commando,
Candido Malln- Jorire.
Capil.lo-quaitel-raestre dilo dilo, l'aaa arrns.
rl'in'ou--e que a mtitm^^atku tltu n-
honras ,kt dilo posto 110 exercicio"' commlBito
t.a enmpanliiadu bilalbao de iiifa*aria da guarda
nacional do Bio di Cuntas da mesma provincia.
Foram reformados :
Ocapido dobil.ilhao de.irlilliaria da guarda na-
cional do Kecife Francisco Jos da Silveira no poslu
de inajor
O major do exlinclo 2. balalhao*de infanlaria ila
guarda nacional do municipio tle Valonea, da pro-
vincia dn Piauhv, JesuinoSoares da Silva, no mes-
mo poslo.
Por decretos de 2 de noveuibro crrenle, foram
Horneados : *
Adjuntos do tribunal do commercio da provincia
de Pernambuco,os desembargndures Manuel Rodri-
gues Villares, e Antonio Bapli-I.i Giliraua. (raudo
sem efl'ilo < decrelo que nuincra para um desles
cargos ao de-oinbatg.nlor Caelanu Jus da Silva San-
tiago.
Desonihargailor da re a cao da Babia, o juiz de di-
reilo Jus Florencio de Araujo Soares.
Ueseinlnrgador da relacAo dn Maranhilo ojniz de
direilo Custodio Manocl da Silva Guimariles.
Juiz duS feilos da fazenda da provnola da Babia,
ujuiz de direilo An Ir Corsino Piujo Cachorro ta
Gama.
Juizdedireilo da comarca do Monle Santo, na
provincia da Babia, o bacliarel Adriano Jus Leal.
Juiz municipal e de orphaos dos termos reunidos
de Cavrii, Taperoa e Santarm, na mesma provin-
cia, o hachare! Antonio Uuarle da Silva Valonea.
Juiz municipal e tle urphus iros lermos reunidos
de Barra do Bio de Cuntas e- .Marab, na mesma
provincia, o bacliarel Julo Aulonio de Araujo' Vas-
concellos.
Juiz municipal e de orphaos dos termos reunidos
do E.l.-iticia e Sania Luzia, na provincia de Sergi'pe,
o bacliarel Francisco Aulonio do Oliveira Itibeiro.
FoTam removidos :
I) juiz tle direilo llenrique Jorge Bobillo, da co
marca de Caravellas-para a de Nazareth, na Babia.
O juiz tle tlireilu Francisco Xavier Cerqueira, da
comarca d Monte Sauto pura a de Ciravtlia-,na di-
la provincia.
O juiz municipal e do orphilus Leandro Bezerra
Monleiro. dos letuios rcuui.los de Estancia e Sania
Luzia para os de S^oTmaco e Maruim, em Sergi-
pe. por u haver peaHo.
O juiz miinicipal.e de orphaos Jos Pereira de M-s
quila, dos termos reunidos de Cavr. I apero.1 e San-
larm, para os de Valenca e Jequirie.i, na Babia.
Tiveram serventa vitalicia dos uJJIcos do escrivao-,
de appellarues e aggravos e proleaM de lellras do
tribunal du caimmercio da provincia de l'eriianibu,
co, Guilhermiiin de AUmqucrque Martins Pereira e
Jus Mai 1111 uu de Albuqoerque Cavalcanli.
Escrivo privalivo do juizo commercial da capi-
aos mares com o inexperlo Palinuro; o navio se afun-
dar inevitavelmenle.
Assim, diremos A mocidade, que aspira s honras
supremas dos diversos ramos do ensiio universita-
rio,qoe se appliqae ; e sos individuos que Ihe di-
risein a edocacilo,que sejam julos e severos.
Mas i; o exame. em qualquer grao do estadio lil-
Ier,"."-0 -u "'ie",ll'co, '' r urna prova cabal da
habililaean do examinando, urna apreciadlo rigorosa
da ua capaeidatle, cumpre tambera medi-la e julga-
la cora imparrialidade e reciban.
I'm cxaino n.lo he, nem deve ser nm supplicio
moral, una lorlura da intelligenca. Foi ealabele-
cido para a Justa avaliaco do inerilo inlelleclual e
lio aproveilamenlo do examinando, e nao para a os-
Icntacao to saber du professor, ou abuso da sua au-
leri la le No leilo de Procusto deitava-e o desdi-
loso viajante; se exceda o lmanle, do leilo, o inons-
Iro corlava-lhesein pednde as pernas ; mas se erara
menores as dinien-cs. eslirava-lhn cruelmente os
membros para que as atlingisse... Se o examnatlor
com una bitu'a arbilrarla.capricbosa, prrlender que
se tjusle perfetamenle Cornelia o talento alo eslu-
danle, ser-lhe-ba preciso n'um caso impedir que a
capaeidatle se manifest livre e conveniente, e que o
tlenlo se desenvulva na razilo das suas forjas e ex-
lenso, c nesle caso acontecer o mesmo que ao in-
feliz cujas dimense* excedan) s do leilo fatal.
Sorm, se pelo contraro, ease tlenlo, embora mais
canhadn, essa capacidade embora em menor grao,
(rarispezerem o* limites nalurae-, pnl.lo dar-se-hao
os ellrilos opposlos, nlo,menos fue los : nbrigar-se-
ha violciilaincnle o espirilo a urna exlenau superior
s suas forras.
Era qualquer dos casos, o resollado sera urna mn-
liliirao do enlendineiilo. e por conseguinle uina apre-
ciaran injusta do ment Iliterario e da capaeidatle
inlelleclual dn esludante, em consequencia de ex-
cossns extremos < opposlos.
leinin 41.1ra nos que estes principios he que devem
regular os exames, o n5a podenros coiuprehemler
quo elementos exlr.inhos nuam as proras de ba-
bililaeao escolar, p na apreciaro do inerilo scienlili-
co. (guando inuilo, admitliinos que um Iheor de vi-
da dissolula, nina moral iiolora o e-candalosamenle
relaxada rbamcm contra s os raios da snperioridade
e omnipotencia do niosire, e sirvam para alenuar ou
juslilicar ama reprovacJto, que alias [Ara reputada
injusta soh arelarle sricniinra.
Aquello que exerce o sagrado sacerdocio do ensi-
no, nunca se deve regar ou deixar arrailar por mes-
qninhaj consitleriit-fies tle amor prnprin nlTrn.lido,
por nppnOo mennspreco di uloridade magiairal,
nem por um"falso pundonor de collegnismo ; e anda
quando nlo nos podessemoa libertar do jugo dessas
paixes que dominam s vezes certos espirito- e os
cegara, fariamos esforeos para proferir um julgamen-
lo lo juslo e esclarecido que ningiiem o pode-se at-
Iribuir a motivos ignoues. Evitaramos igualmenle
proceder com certa incoherencia, com parcialidade.
Pouparismus o tlenlo mod-sto. que for^a de es-
ludo procura elevar-se ;.respellariamo3 o carcter
nnhre, que, ennsco da o* dignidade c innocencia,
nio se abale nem se huM anda em present do
perigo.
Ha tambera oulro podJer\"ante o qual nao nos cur-
vramos, porque cima delle eslo a nossa conscen-
ca, o nossu dever para com a Faculdade de que fos-
semos lente, parwm us nossos discipolns e para
rom o paiz, cuj adminislracilo da jasli;a nflo deve
ser confiada iiirapacidade e ignorancia. Esle po-
der he grande entre nos ; he qoasi irresislivel. Nlo
ha rerarsos que engenhosameiite niln aproveite, uem
eduerftes que na emprecuo.
O atnpeiibu be um verdadeiro Prolhco : assume
lodas as Turmas, penetra em todos os lugares, e cau-
sa por toda a parle males enormes e sem coala.
ltimamente as feicOes com que se tem revesli-
tii 1n faljii' tlft-'encanlos e de perigo. Com ef-
felto, dilficiiVnte se resiste s gracas de mis labios
de ncar, a ternura de mis olbos pelos, u volup-
tuosidade de mu rorpo e de um lalhe de fada. Em
todus os lempos foram estes dons as sedcenos mais
lemivets e perigos.19. Os Sripoes sempre foram raros,
roas os Cesares, os Antonios e os pio Eneas abun-
dam ; e as Didns e Cleopalras boje nlo silo menos
provocadoras, nem menos imperiosas do que em eras
remlas.
A belleza he admiravel, tem privilegios incnnles-
laveis, prestigiosos, macnilicos; mas deve ler oulra
esphera de accao. Quando se tratar de adjudicar o
puuiu tle ouru. caiba elle i mais formosa, embora
arda Ilion e a sua prugenic ; masera materia tle
exame cunlira-se a palma do inerecimenlo a quem
drlla for digno.
No enigma tas paixes humanas, a belleza lera ura
poder imineuso ; c o prestigio de urna das estrellas
desla rnnslellacti pode causar prodigios, transfor-
mar um sexo em esplendido brilhanle, o ouropel
em verdatleiro ouro. Assim, sem grave inconvenien-
te, po lomos deixar que nos enganem as illu-Gea da
sua magia seductora e deslumhra ule ; mas, se como
o infeliz Midas, ella pretender que Pan seja prefe-
rido, ou spriuer igualado a Apollo, cumpre que Mi-
nerva lenha forra e energa baslanle para rollorar as
orelh.is de hnrro em quem as merecer.
overin, imperial
lira pelo, qual se
o da repblica,
nle oriental por
tal da raesina provincia. MdXimiauo Francisco Uu-
arle.
Fui Iiausl'01 i lo, no mesmo posto, do balalho 11.
2!) para o de 11. II da guarda n.rcional da provincia
do liiu de Janeiro, o major J0A0 Mar lu- tle Moura.
Foi exmelo o lugar de juiz de direilo da civel da
Cidade du Kecife. -
Pelu Bio Grande lemos noticias de Montevideo al
7 do passatlu. No da 5 apresenlouo Sr. viscoude de
\baele ao presideule da repblica a caria imperial
que o acredita como enviado extraordinario e minis-
tro plenipotenciario em rnUsao especial junto ao go-
veino oriental, proferindo nessa ooca6ao o seguale
discurso :
o Lvm. Sr. presidenle. 1 enlai a honra de apre-
senrar a V. Exc. a caria credeuoal pela qual S. M.
o I operador, mea augusto lobraao, houva iior bem
acreditar-mc seu enviado extraordinario e innislro
pienipoieiiciario em missilu especial junlu a Bopu-
blica Oriental du f rllguav.
tt A mitslu especial que meu aaguslo soberano se
lignou c-onfi ir-in-, as circuinsltiicias tambera es-
peciaos e que ullimameiile se acbuu a nacu uren-
lai, revela lealdade cura que
tleseja execular o tratado de
cuinpcomelieu a prestar seu a
cun o lim de fortificar a nac
meio da paz interior e dos habitas coiislilucionaes.
tt A siluaoao que naseaa daquellus cnriiinsiaii-
cas, devidas au patriotismo e ao bom sepso da na-
'.II), he urna prova 111 jquivoca do respeitu que rne-
receni e da furja e prestigio qoe lem na repblica
os principios de leuahdade e do urdem con-lilnrio-
ual. *
n Esta siluaoiio, creada pelu nobre e generoso peu-
saiiieiilo de acatar a consiiluicao e de reunir em
torno delta os Uneulaes-, nao pude deixar de ser fe-
liz presagio para a repblica, por cuja pru-prrida le
faz o governo de meu augusto soberanu os mais sin-
ceros e .11 denles votos.
' Esta siluacao favorecer tambem, assim o espe-
ro, o destrapeitbii da minha missio, e empregarei,
Sr. presidente, todus os meus snicos para poder
unir, conlianea com que me fortalece o guverno de
meu augusto soberano as syinpathias da naci ori-
eulal e a benevolencia du seu goveru'o.
O Sr. presidente ila repblica responden :
tt. Exm. Sr.Aceil cum prazer a carta creden-
cial que V. Exc. araba de enlresar-me. e os senil-
incntos de fraca e benvola amizade com que V.
Exc. a acouipauha em lime de seu soberano meu
augusto e bom amigo. *
Coule V. Exc. que me seri grato contribuir p.|-
ra qire o xito ta uiis-an deque*Y. Exc. ha sido en-
tarregado seja um motivo 111,11. para que a repbli-
ca e o imperio se cougralulem dos vnculos que e-
xistem ntreos dtiu. Eslados, e das relaciie- que
elles lera manlido entre seus governos e seus po-
viis. o Ja
As folbas dp Itiu Gra^ tifio os seguinles extrac-
tos dos juruaes d- Moulevido, principiando por de-
clarar que a impreiisa oriental comee,*'a agilar-se
contra o iiuvu presidente e a neciar,,r-sc contra a
iulervenro do Brasil.
til \acioital, dando contada apreseillaQ.lu do
Sr. Abael, ridicularisa u disciiso do Sr, visconde
na parle que diz que sua inlaalo he loda a miga-
vel.
tt Essa meiina folh?, refenudue a lima rurres-
pundeucia parlicalar de La '.'roica, jurtial de Bue-
nos Avrrs, escripia em.Monte;"
tr Se o Brasil nlo abandoi
conlra o Paraguay, se. como
expedio.io que >er confiada
jii foi chamado, nao jiode deixar de ler a baso de
suas operatjOes nesle |it e por conseguinle nao faz
retirar a divi-lo que spirha aqui. Sobre islo he
ue Linipo de Abreu tralca, jjailiriilarnienle, o he
diz:
4
soa idea aggress^va
diz, val armar uuira
iieullVll, para o que
lo pelo lado inals flaco mufoeerVWJ Porm
iiiau geral esla inulu nronuiiciada^ennlra a inler-
venoao ; dosappai ecen lo ella, desapparece o foco
donde sabe a intriga que fomenta a auarrhia. o
Enirou hontem du Rio Grande o paquete Impera-
dor. A provincia pennauecia (taquilla, e a assem-
bla provincial,' que fora inslallatla 110 i do mez pas-
satlo, apoiava o novo presidente o Sr. Bsro de Ma-
ntilla.
Se en> loda a provincia do Rio Grande do Sul rei-
aava a" urdem e havia seguranza publica, oulro lan-
o nao aconteca m< fronteiras do E-tadu Oriental,
onde as prupriedadea e as vidas dos nussus cuncula-
d.ios se achilo ex pesias auj ataques dos salteadores
e ao punbal des Sicarios. Anda agora, prximo a
Ceiro Largo, Toi nssa-sinada uina familia brasileira
composta tle 7 pessoas !
Ua iuteressaiite rarla do nosso correspoudeule do
Rio Grande deslace mas, para Iranscrevcr aqui. a no-
ticia desle allomado, que esperamos nilo lie,no im-
pune :
Horror! horror', horror'.
. Vou supprinur quanlo a tldr e a indignadle rae
ubrigariilo a dizer em desabauu dos uussus vizinbos
to llrniiuav.
ar-lhe-hei somenle a lerriveLnova do assassi-
nato de urna familia inleira que IjJiuva no Estado
Oriental, Iranscreveudoa resenliHp inandil.is bar-
baridades commeltidas contra a familia brasileira
de Juan da Silveira, que se l no peridico insus-
peilo,h:t Fanal,que: se publica na villa de Arti-
gas. Cerru Largo.
a I)e um vizinho da Candada dos Saulus, que es-
tevo na mesma casa em que se perpelrou o burrivel
alicatado de que demos noticia no dia 28 do p. p.,
ublivemos os seguinles detalbes, ouvidoa de um
menino de 8 a <) anuos, lillio daquella dessrac.tda
familia, que coiiseguio evadir-sc por misericordia
divina.
Os iissassiuados silo ll.Jno daSilveira e sua es-
posa, uina niha moca, dous raeniuos de ineuor da-
lle,... (horror.' un uieinno com cinco me/.esjle as.
cdu! Aleni tirases, o vizinho Hilario Pereir
prela criada dos primeiros.
Os assassinu erara seis, lodos condecidos do me-
nino informante, de cujns nomes su so recurda de
('.'cilio Piulo, um tal Medina Cirreiilno) e Jos
Noble, ignorando os dos uniros ires, anda que fcil
Ibe seja reconhecc-los.
Besen ha.Os seis assassinos chegaram a casa de
Silveira, onde foram bem recebidos, em consequen-
cia das relarea de amizada qoe existan) enlro Sil-
veira e seu matalur Piulo; a pedido desle Ibes foi
concedido pernoilar all. Logo chegoa lanrnem Pe-
reira e seu liliin. viznhus du Arruin Malo, acompa-
nliatlos do dono da casa. 1
sjle nas-(
a, e uina*
Ordinariamente a clemencia e a geuerosdade se
ur.em belleza, e o castigo do temerario arrojo nilo
paisana tle enfados transitorios, cuja durac. o se abre-
viar pur um culto assiduo de alineles, por um du-
plicado esforz de galantera, da qual es-os enfados
nao seru raiiis do que o condimento.
Anda urna reliexlo relativamente ao assumplo
com que nos temos oceupado.
Nlo ser digno de reparo n pralica estabelecida de
applaudir-se a formalura, preparando de anleinilo
um feslim, quando o resultado podo vir .1 ser o con-
trario do que se esperava '.' Comprehendemos o~ pra-
zer que experimentara aquelles que vooni termina-
dos os seus estudos, que veein realisada urna parle
dos seus sonhus doarados da juvenlr.de, depois de
longos anuos de arduas fadigas, de improba applica-
oiio, de ctiidadus e sustos. Lina terna 111 ii que.nos
e-pera com anciedade. que nos sorri com duplicada
ternura, no intmenlo em que a aureola de gloria
cinge a fronte do lilho querido, que siippe licara ao
seu lado para sempre ; conipreliendemus ludo islo. e
anda mais do que islo ; mas mo vemos motivo sufli-
cienle que explique o previo preparativo de um fes-
tejo para sulemiilsar n ultima aclo da vida escolar
variada e chela de einorOjs ede peripecias inespera-
das e fataes do estodanfe.
As cousas humanas sao extremamente contingen-
tes, e por is-n bom sera adiar o fe-lim para oulra oc-
casiilo mais segura, quando j nlo houver possidil-
dade de contrariedades inopinadas e dolornsas.
N'oolra occasilo ja t'isemos algumas palavras
acerca da tentativa andar osa que leve lugar as mar-
gena do Rio Formoso ; e, como de enlao para c este
successo leuda lumado proporces tiinjulnres. mo
ser fora d proposito aventurarmos ilgunia#elle-
x0 a seu respeilo.
Esle fado nos convence de que os Iralic'anles de
carne humana anda alagara o temerario e sacrilego
pmjecto de reslahelecer esse Irafego infame; que
inda podem desgia(adameule entilar com o apoio e
a cooperario de alguis humen- iininoraes, iufensos
oos inleresses vilaes do paiz e a sua futura prosperi-
dad e e grandeza.
A intermitencia de cinco anuos no conlrnbando de
escravos he um resultado feliz de diligencias, para o
qual a grande maioria do paiz apenas rontrihuio,
resignando-se dolorosairenle 11 presslo tle fura, c
conformanilo-se com a enrgica volitado do guverno.
Com effeilo, esla longa intermitencia que louvamoa
e applaudmas, be exclusivamente devida aos esfor-
eos leaes e ronslanle da aulordade brasileira, soli-
cita em enmprir os seos convenios diplomalirus, sin-
ceramente empenlinda em evilar desintelligencias
a Silveira fui morlo e degollado na cavallnrica, seu
cadver fui adiado amarrado de pes e Milus.
tt Sua senhora foi assasstuada na sala, viudo a es-
piar 110 paleo.
a liajiiesma sala foram morios o menino de peilo,
nina imilla pequea e a joven mais veiha.
tt A oulra ineifin 1 fui viclima debaixo de uina
mesa, onde sera duvida se havia escondido.
tt A criada (negra, cibui tambem mora apuuha-
ladas na porta da cuziiiha. *
a O menino iulormando fugio.e, com o in.tinelo
angelical, o srguiu oulra irina pequea, que rile
lomou im- bracos e foi nccolla-l.1 em una Singa.
Vollou tlepois lis uccullas ao lugar do ci une. e viu....
a ulluna desgrana que devia suirrer.... sua mili ca-
bir exange lio paleo.
a Fura tle si curre uovamenle anude eslava a ir-
ma'que aeabava de livrarato luror dos barbaros, a
ja cora ella nos braco-, ja descansando para lomar
alent, cainiiharain arados meia legua a pe al a ca-
sa tle tira padrindo seu. onde sa achara.
tt So'nos esla assegurar que .1 pulida se musir
activa na apprebrusil| dus barbaros tssassinus; a
fotea to Sr. Uniones, dividida em partidas, nos
ullii man que o lein perseguido at o Aperlado.
Cumpre observar se que nao parece ier havido
ftiubu, pois que os movis, dinheiro e alfaias foram
encontrados nos lugares em que ordinariamente e-
iisliilo. a
l.-se no Jayuarcnie:
tt Cousla-uos que em Cerro Largo passeiiio impu-
ne pelas ras daquella villa os assassiiius da infeliz
familia de Joo Silveira.
O novo collega do El fanal mis disse em sea
uliun 1 numero que a polica havia deaenvulvldo lo-
do o zelu e aclividade para a captura dus crimino-
sos ; uu entanlo urna caita que lecebcmus daquelle
departamenln nusdiz que ludu isso se fez para cons-
tar ; que os facnoras (au menos dou- leem sido vis-
Ios na villa, eal dizem que ara delle-, Cicilio Pililo
se fora apresenlar ii aulordade. alim de justifi-
car;! I u seu enorme a neniado, o qoe esta o
mandar para a sua casa !
," Julgainus ludu islu inexacto, mas avala de urna
correspondencia que o collega do El Fanal publ-
cou, a qual, corau se quer prucui.tr allenuar' o de-
licio e seus perpelradures, esmerillian lo-se os anle-
cedenlesda infeliz viclima, 11A0 podemos deixar de
crer que baja alguetn que se iuleresse pela impuni-
dade de crime lo horroroso.
a Nlo eremos, uem idmillimos, e ningiiem llave-
ra que a Imilla, que baja circuinslancia alguma no
mundo que justifique, uu se quer alteuue, lo horro-
roso atleulado, que resolta a najuie/.a diimaua. n .
A esln mirraco de nm acloMe liarbaridade que
lulo pode deixar de-encher de indignaban a lodus us
brasileiros, lomos infelizmente de ajunlar a iiohcia
de sceiins lien tristes occorridas a bordo do paquete
Imperalri;.
Na sua viagem d> Rio tle Janeiro para os pollos
do sul roben!ju o cholera entro os passageiros e
guaniic.io. Succumhiram algn-, e privarlos tle re-
cursos como cslavam, mal se cumprelicude que o
numero das vctimas au fusse maior.
0 srguinlc itinerariu, que nos foi remull lo pelo
nosso correspondente du Itio GraiaiT refere (otlusos
pormenores desle lamenlavel acontecimeiilo :
tt Itinerario etcriplo por m pattageiio do ca-
par Imperalri: em tiagem do Itio de Janeiro pa-
ra Santa CJlharina, porto de encala para San
Pedro do Sul.
No da II de oulubro, pelas 1 horas da larde,
cheguei a bordo do Imperalri:, onde j euconlre
grande numero de passageiros, c aiu-Ja coulinuavinn
a chegar outrus ; ai lloras m-nus um quarto 'sus-
pendemos tia Saude para VUegaignou, ontle fomos
visito.tos e ricebeu u vapor una porcao derecrura-;
fui nesla ocrasio que sjubemos que tal gente iios
acompaiihava para o Kio Grande.
11 Suspcnileiqps dalli para seguir viagem, e nesla
__" I S I.
sacrirus de re, Ttlitosile rnntVTmais 21 escravos c i
100 praeavdo deposilo ta Praia Vermelba! Ao dei-
xai nm-u l'.i d'A-socar fninus impedidos por ftirle
vento sueste que soprou ale a madrugada do dli- Ij,
leudo ebuv ido durante luda a nuile de 1:1 e parle du
da U.
u Aatpracaisque haviainosrecelado do deposito es-
lavain quasi tudas duenles, e a maior pjile liuliam
sabido do hospital as vesperas do seu embarque,
seguido ellas o diziain, e isso o confinnava o deplo-
ravel eslado dessa gente, pois uns anda Iraziam as
bexigas pjr seccar, um cum as frulas do caustico
ali-i las, o oulro laucando sangue pela bocea. Nesle
estado exposlos estes desgranados ao lempo, com
roup 1 mulliada pela eduva, laucados sudro u con-
vez, pois he sadi loque us vapores da companhia nao
leem unirs accommodacties para cu'nduzir a tiopa,
resullnudo de lodos os degradantes solTrimenlos dos
soldados, que na mandila de 15 appareccu um des-
les iufelizes morlo,o que tleilava sangue pela bocea),
e s 9 horas da noilp j G cadveres havium sido
laucados ao mar, leudo o digno commandanle do
vapur ministrado lodos o recursos de que pudia da
pur para salva-Ios.
Ao amanhecerdo dia lli avislamasa ilha do Ar-
vorcdo, e's S horas desse dia e-lavamos a falla'com
um escaler da fortaleza de Sania Cruz, o qual nos
veio inlimar ordeni de dar fundo para fazer quaren-
lem por lies dias.
tt O cominandantedisse enlao que Irazauma por-
c.io lo Irop para o Ro Grande, e qoe leudo ja niur-
ridu (i [iracas, eslavairrtres doenles, e quasi lodos
em inao eslado de saude, e que os desejava desem-
barcar para po ler era ser tratados. O escaler vollou
fortaleza, e llalli veio cora a ordem de que o vapor
seguisse a Tundear em frente aos Ratona gratule,
e para alliaJescmbarcassem a trepa, esperasse or-
deus do presi lente da provincia ; e assnu se pra-
licou. "
1 A's '.I huras o commandanle escreveu ao presi-
dente, e os passageiros dirigiram orna rcprea^taclo,
p-diiido |iara uueai tropa all licasse ; esleajBrliios
seguiram em ma de um soldado que pasnni wb nina
pequea caima cum direeo.i^ .1 cidade. Uesembar-
cainos os mi-eraveis sida los para a fortaleza Halo-
ne* grandet, que eslava guarnecida por um alferes
reformado, ao que parecru-me, e dous homrns qoe
pela iippiirenria indiravam ser canoejro-; all che-
gados foram alojados em uin lugar que disseram
ser o lazareto, contendo apenas dous salues que po-
dem accommodar 11 vonlade tkl pessoas, sem mais
colisa alguma, e lAo varridos cstavam que foi neces-
sariu mandar pedir a burdo do vapor ama vazilba
para agua, velas, ele. De bordo ia a comida prepa-
rada para loda aquella pobre gente
o Logo que os soldados all sallaran) forjyBjjguel-
les que anda pudiam curiar leuda para ao fogo
aquenlarem-se eeudiusar a roupa. Anda a 17 con-
linuou a chova. A's8 horas da manilla appareceu
um bote da. cidade que foi atracar .10 lazareto, o o
commandanle e umdus passageiros foram Ierra in-
dagar o que havia : cram uflicios do presidente, al-
guna medicamentos, um medico e dous homens para
ujHila 1 o servifo. ,
Para o vapor veio urna pouca de rarae fresca, sam
um sacro com farinha e um garrafiUi de agurdenle, ceg
O medico applicou alguna remedios aos doenles, e
reliroii-e para a cidade ; puucus minutos depuis
moiae um dos doenles, levara o corpn em urna canoa
para ser enterrado, e quando esla volta expira 00-
fro. O presidente confirma a ordem de desem-
barque para todas os soldados. Os passageiros com
desuno a Santa Calharina recbela nrdem para de-
sembarcar para o lazareto ; mas elles permanecen)
a bordo, 111 ,-trando--o pouco resolvldos a obedecer
por verem a falla de recursos que all havia, e sabe-
reui que o cadete que desembarcara com us sul lados
mandara bordo peda o janlar.
- Adueceni dous inarinliiros a bordo com dores
pelo corpo, diarrlia e vmitos. O* passageiros as-
sustain.se, o cummaiidatite v-sc n'uuia roda viva, a
uns anima, a oulrus pede que s* occulle estes casos
is scuboras. .Nlo lia um medico uem botica I Um
passageiru Iraz um remedio do Dr. Baujon, oflerece
ao cotnmandaiilc, esle appliea ta cora cha de erva-
ridreira. Silo 11 huras da ooile, um dos doenles li-
ca inullu Mido com dores pelo ventre, o oulro lem
momentos em que varia. Um alferes de arlilharia
senle-se inenmmodado, cresce o suato entre os pas-
sageiros ; u commandanle, como que resignado a to-
dos os suflrimetilos, sempre pr.urnlpiro, incaiisavel,'
a lodos Henda, cniisula-os que uilu ha de ser na-
da, da' urna chicara db erva-cidreira ao alferes, esle
deila-.e econsegue dormir : islo reanima aus ou-
trus, que passam o resto da noile em completa vi-
gilia.
-1 Anianhece o da 18 ; u primeiro Dos le salve
foi a milicia tle haver cabido o oscravu de um dus
passareirus com dores pelo veulre e cum caunbras
as pernas ; applica^e-lhe o subredlo cha' de erva-
cdreira e algumas gotas do remedio do r. Boujon.
Os dous marlnheiros peioram. c nilu ha para onde
appellar: .....la tle soccorros da cidade ; o medico
.linda nilo lera volladu, e a canoa da fortaleza vai
agua nliaix 1 ; o coininamlaule manda o escaler
agarra-la, chova e faz fro, volta o escaler e traza
noticia de que lindara morrillo no lazareto 5 doenles
datante a noile, c baviam fgido tres soldados,
achaudo-se atacados da epidemia 16 Decl.rai que
o tal alferes commandanle da forlalrza a linha de-
samparado e havia seguido para a cidade. e os' sol-
dados que se achavam no lazareto cumec.ivam 11 de
Mimar.
O preto que ainanhecera a burdo atacado, co-
merou a (er diarrlia as U horas do dia, larde
morre. Apparecem na paan os soldados i\ola:arelo
fazendo signal para o vaporeara que .mandassem
enterrar Ires cadveres que all drixam. l.:in*|iassa-
geiro tt convijz qurixa-se de dures pelo veulre e
deil.i-se ; o cozinheiro de recabe com as mesmas
dures, nada de suceorros, nao apparree o medico, os
pa>sigeirnj cninicam a desesperar, a inquielacao so-
be de punto ; o cnniinaadanlc os exdorla a que le-
udara paciencia, elles cumecaoi a pedir-lbe que rom-
pa a quarenlena ; esle nega-se a isso allegando o
seu compromellinieuto, e exhurlaudo-os a que se
Iranquilisassem*.
o Avislao igual de soceorro do forte, o com-
meilaiile manda imnicdialaineiile u escaler, sabe-se
que nilo linham que comer pois que apenas havia
um sueco com farinha, porque o hornera que o alfe-
res all deixou levuu as chaves ta casa unde S. S.
resida, reirraii.lo-aeTambem. fu-ando lado em cun-
fusilo, pois ale os remos de urna unir canoa que
all eji-lia fcaram fecha.los. Meajlai o commandanle
. toiieinbo,
.eca e
qne dous foguistas queixam-se de dores pelu i
Ir, o cozinheiro peiora, e o passageiru de re J
Hibeiro Guimariles queixa-se de dores de cadera i_
pelo v entro, nlo quiz janlar, sent fro ; a lodos se
applicam os medicamentos de quo se poda dispor,
a uns escalda-ps, cha da [lidia com agurdente al-
canforada para us fazer suar, a oulros o licor aii-
ii-thulorir.o do Dr.. Peixolo. Os passageiros coiae-
imfTacienlai se e passam a nuile em desaseo-
do vapor alguma carne seoca.
bolacha, cha
lados no enterramtiiur^&MorWrytlrWlt^titr'mri. 1 O presidenle fez apromplar c embarrar roale-
eiiPOHla do morro bem exhaustos de forras a abrir se-

com o eslrangeiro, em apagar a nodoa ve
berbarisroo, que pareca ter-se lornado~TS
pela soa aturada duracilo.
Mas esles esforeos nlo san suflicienles ; nilo basta
que se fulminen) penas severas contra os infladores
das leis represivas do Irafegn, para que se a-seguro
a completa extinc(Io de um mal clironica, que lem
raizes profundas nos preconceilos Iradiciunaes da
populacao, quer fora quer dentro das eidades. Qoal-
qoer descuido, qualquer relaxameulo na vigilancia,
pode animar novas tentativas, favorecer a perpetra-
rlo de actos, que o nosso povo anda nau esla acosiu-
mado a reputar criminosos. Sem duvida a certeza
do castigo, a applicarSo inexoravel da penas rio
pro inzuido os seus benfico- clleilo-, em quanlo nilo
chega o mumenln uppurlunu de applicar ao mal um
remedio mais eflicaz.
Se na realidade. sao eslas as tendencias vivas e
enrgicas, cryslalisadas no cerebro e cor icio de urna
populacao impregnada do veneno de urna eduragilo
viciosa, dominada por inveterados preconceilos, to-
das as vezes que a aulordade descuidar-se, estas ten-
dencias mal di-largadas, e apenas comprimidas pelo
receio do casligo, pelo respeilo da autordade, nilo sil
s* atrevero a manifeslar-se, como transformar-se
em fados visves e palpaveis, semelhanles a estes
que agora lamentamos.
Nao he o dominio deste ou daquelle partido pol-
tico que ha de por termo a esle hediondo labeo ta
nossa ci\ilisac,lo. Com elfeiln, nao exisle partido
algum no paiz que nutra o aillo horror ao Irafegn.
nem que lenhi com icones sinceras acerca ila iinmo-
rah I ule deate commercio infame, inhumano e anli-
chrisino. IC-las couviociips intimas, o-le miIiiiioiiIo
vivo de reprovai;lo, silo apenas a parlilha de alsuns
espritus Ilustrados e previdenles, de alguns cora-
ees philantropicns.
A repressu du Irafegn e a sua completa cstine^Itfj
niio passam de aspiraees generosas, porm vagas,
de algumas almas nobles, de algumas inlelligcncias
puras c elevadas : siu dogmas da 1 'eligido tle um pe-
quera' numero em qualquer das parcialidades polti-
ca-. Como i-renoa de um grande partido, como "pi-
mo collectiva de una grande niasaj da popularao,
niio existe averslo ao Irafegn, nonfpode existir em
quanlo nlo forem combatidos qs vicios da nussa edu-
cacilu, em quanlo nilo forem alterados os nosses ba-
lidos e extirpados os nossos precnnreilns.
Assim, releva que au ladu da aulordade e da pu-
nirn do rrime, o espirito publico se enlloque forle
e esclarecido ; que se crie e alimente urna opinin
poderosa e dedicada, qoe apoie a aulordade no seu
lonvavel empenho ile exterminar o irafegn. O isn-
.r>.
1 induras. Irado cutre si depositados os cadveres so-
ire esleirs !...
tt ata auoilerer chega una lancha da cidade, coo-
duziudu camas e mesas para o lazareto, diiem que
depuis delles chegatia o medico. Morreu mais um
soldado.
Passa-se a noile em sobresaltos, porm os doen-
les de bordo vio melhuraiido.
tt E-tamos a 19. -ao 6 liorasda manilla, apparecem
Ires pequeas embarcaees, urna dolas chega ao for-
te, he o presdante da provincia ; chega o medico e
o Sr. alferes commandanle do forte : assislem mor-
le'de mais um soldado. A's 7 horas morre a borda
um dos mariuheiros doenles, e o oulro desembarco
para o lazareto. O coinmaudaule e um dos passa-
geiros vio ao forle tallar ao presidenle. S. Exc. diz
ao ctiramandantc que os soldados que nlo eslivessem
doenles deviam seguir, segundo as ordens do go-
veruo, para o Bio Grande, o omlnandaute recusa-
se torna-Ios a receber, allegando o eslado sanitario
do vapor, c a predispu-icilo era que se achavam es-
ses miseraveis soldados, amparados de uina morle
ccrla se nao fussem logo desembarcados e socrorridos
como podiam ser em Ierra. S. Exc, depois de algu-
ma insistencia, ce leu, e concedeu que o vapor se-
guisse para ttimarcarvilo na cidade, visloqua haviam
completado a quarenlena de i) dias, prohbanlo toda-
va o desembarque dus passageiros du Rio Grande.
Os de Sania Calharina. que haviam com repugnan-
cia desembarcado para o forle com medo da epide-
mia a bordo, seguiram dall em duas lanchas. O
presidente, por convite do commandanle. vem almo-
rar a durdu du vapur. S. F.xc. moslra-se afilelo
-11111 mente incommodadu por nilo ler lodos
meio-- para acudir aos deploraveis aconlecimcu-
lus que acabsvam de tlar-se ; quexa-se de que
nlo pudendo soccorrer a lodas as precisrs* nrn
ao menos haja um medico que queira eslar no la-
zareto.
a Os soldados em bom eslado de saude embarcan)
em umil ratraia, que be levada a reboque do vapor
para o forle d.i Santa Cruz. O presidenle vai tam-
bera, e la le a dando ordem pura o vapor seguir a lo-
mar earvao ua pona da illa dos Cuqoeiros. S. Exc.
ullcia ao presdeme do Rio Grande e entrega o olli-
cio ao commandanle do vapor Nesle mesmo dia
atraca o hiale com earvao junio 11 punta dos Coquei-
ros, acaba-se de receber o carvo ao anoilrcer. Os
passageiros mnslram-se mais .mima Jos, o cozinheiro
que rehira doenle acha-se melhor.
tt Amanheceu o drl'20 rom calma^Pchuva, ha
grande cerrarlo, o pralico nlo apparecc. Au currer
do dia levanta-se o vento pelo sul, torna-se forle e
acompanhado de chuva. Avisara ao commandanle
lamento ana) sectarios de orna doutrina, a ausencia
de i'iineaaaalna proaagaclo de urna verdade, nada
aproveilam a causa que -e defende, nem idea que
se propaga ; a verdade s be loria pela difusao.
Por lano, pensamos que he mui conveniente que
se 11rganise.ilna associaflo que lenha por lira escla-
recei o espirito publico, que se dirija nao s razio
e ao owajla, cumo aos pruprins inleresses da popu-
ladlo. Ue por meio do podero-o auxilio, nico e
periiLiiienlciiienlo eflicaz, que proporciona a gigan-
lesla e viva organisai;lu de um Irabalho collcrlvo,
de un esfnr;o isoebrono, constante c alorado, que
se conseguir esle grande aclo de juslca e humani-
dade.
O Brasileiro rasce e cria-se no meio de escravos:
cresce e v todo o servir domo-lico, lodo o Iraba-
lho du campo felo por escravos ; bebe desde o ber-
ro falsas noces de superioridade, que geram e nn-
trem-lhc au espirito a necessidade de escravos. An-
da mais: eslas falsas noraies de .superioridade nao
sao a parlilha exclusiva dos agricultores cdasallascla-
ses ; ono ni ir-Mii,e em lodos osdegros da escala so-
cial. A necessidade mais urgente que experimenta
i ni Brasileiro, a primeira que procura salisfazer,
apenas livra-se da infeliz cojidiQo do proletariado,
lie a de um estravo. O proprio escravo que se li-
berta fie atormentado pelo mesmo dpsejo.
Ora, este he o verdadeiio eslado do paiz ; e le-
temos para usque nao exisle um partido que lenha
inscripto em *uas baudeiras a divisa da exlinccaodo
trafego. Assim, s podemos esperar o triumpho da
justiraeda buuiani lado pela dilTusn da verdade,
pela Ilustrar! do espirito publico, pela guerra aos
reos e pieroureilos.
Assim que eipirou o Ira'.egu licito, protserou a
lavoura de um mudo espanio-o ; desla poca dalam
a prodigiosa prodcelo dus eugenbos desta provin-
cia, e algumas tentativa-, mais ou menos bem suc-
cedaitls, de cerlos inelliuranieiiliis. Os agrirultores
coinecurain a gozar de crdito, e accumularatn pe-
queo- capilaes.qoc empregaram na curapra de pre-
dios e em novas edilicaroes na cidade, e levaularam
novas engenhos uojiampu.
Estabelccido o (ratea, illicilo, appareceu tle novo
a miseria ; a lavnararvBarada do dividas, escravi-
oii-sc .10 commercio etiBiP'lalislas da cidade. O
or cenlu, e s vezes a
io to assucar pareceu
Tle. Olanlas familias
reduzidas pobreza, quanms herdades passaram a
oatras mios a
A usurada cidade nlj contente de perceber todo
o frurlo do Irabalho do campo, laurina injurias,
o escalar,
ihcja que
- Estamos a 21, o cozinheiro inspira receio,e um
dos foguistas vai a peior, o commandanle manda
suspender, e seguimos paraos Hatonefgrandtt, pa-
ra desembarcar os doenles. O passageiru Julo Ri-
beiio Gaimanles amanheceu melhor, l vas para o
lazareto o cozinheiro e o fuguista : volta o escaler
e seguimos para a praia de fora. O inariulnt
havia lirado no lazareto morreo, e saiie-eedj
Vinm raurcidu mah alguns soldados, e qua ji
alii un medico, Chega o pratic Carcovoea cea
folha da agencia. O bote em que elle veio (razia
manlimenlos ; virarse o bote, a tripolacaoagarra-se
ua quilha do,vapor, larga um escaler que os vai sal-
var, e o consegue. endireia-se o lile, esfjMa-se, e
o cuininandante du vapur da a genio du Me urna
mudada roupa e os manda erabura. lardk
por pela barra" du Sul cun vento S. man
dia claro.
Navegamos ale o dia 2:1, e ao amauheTarafJHl-
inos a Al.ilaiit. Al entilo eslavanios lodos satiafeilus
sein novidade ; mas en que oosapruitnaaos i bar-
ra, veio u vapor Camacuan ao uusso encualro, e
-uuheinus que nao havia agua para entraaos :
Iregmosas malas, e pouco depois cresceram as aguas
e da Torre se fez sjgoal pare invest la. Traaspon-
do-a com felcidade nos echamos dentro sem maior
perigo. Mas para cumulo de males c dissabores que
Jeviamos solfrer nesla viagem, quando eslava a bor-
do a visita da saude, calle doente coro ama clica
ura preto velho de um tos passageiros ; o medico
do lazareto que j aqui esl eslabelecido, seno co-
mu devia ser, au menos em melhor estado do que o
(al lazareto dus Ratonet~grdnde*s urdenou qne fi-
cjisse o vapor de quarenlena por (res dias. Tazando
desembarcar logo o prelo, que medicado apresentou
lugo iiielhuras e est salvo ; entretanto fumos de no-
vo obngadus a persistir a* bordo do vapor. Felii-
mentu para lodos os passageiros a seu digna ajani-
inaiidiinte o I." lente Brito portou-so Uu cavallei-
rainenle, lo lliano e alteuriosu, qde por nossa gra-
tidlo entendemos dever dar-lhe ama prova do nosso
t econhecimetilo,ectiegados que fumos I Ierra Ihe o(-
ferlamo um nlfioele de peilo com um excellenle
brilhanle, ooiiiu um insigiilicanle trbulo que Ibe
rendemos.
Depois de escriplo 0 artigo cima recebemos a *e-
guinle carta de Sania Calharina : ,
o Como par alii, corre por nqui o lempo incons-
tante e ahuminavelineole variavel; romtudo a tem-
peratura lem smenle variado entre 65 e 70. Va-
Ida-nos islo au menos, pasaje aqui lemos.senao ore-
lado, plantado o tenivel e sandudo rholera. O va-
pur Imperalri:, de man agouro, que dahi sahio a
Id, edeguu a lli de manilla, tendu-lhe morrido na
viagem, qne duruu 60 horas, mas debaixo de inces-
sanle e gruesa chuva, 5 soldados do cholera, dos
l"9 que couduza, mais 1 preto escravo, a Irazendo
3 soldados moribundos que fallecern) ao desembar-
car, aleai de oulros atacador.
o Na ilha de Ratones, onde houve em oulro lem-
po una fortaleza, prineipiou a erigir-se, quando a
fehre amarella reinou, urna enfermara, que sa alo
c'oiicluio entlo. O presidente em jullm cunvocun os
mdicos qoe aqui da, para uov-los sobre a conve-
niencia de estabelecrr a quarenlena na barra do norte
a qualro leguas da capital ; decidirn) que a medida
seria medicar, e uada se tez, mas 11 13 de outuoro
representando a cmara .imiuicipal sobre a nrmni
dado da quarenlena, de nuvo foram ouvidos a 14 os
facultativos, qno enlao se prouunciarain pata me-
dida.
rines para loruai coninioda e abrigada a enfermris
a 13 ordenou-se a quarenlena, qoe foi imposta a
dirra que so se esperava do 18 por dianle, e qoe
entrando a 16 com o lunesto preseole, foi geral o
terror.
Nlo houve lempo para preparar se a enfermara
e para ella e para a Iba de Halones desembarcaran!
doenles e saos sem demora.
o O presidenle nesla cruel emergencia desenvol-
veu ubi zelu e aclividade dignos de lodo o louvor, e
s suas diligencias, e ao acert das providencias por
elle dadas, se deve lalvezqoe o mal na lenha feitu
maiores estragos, e so niu lenha derramado no paiz.
Veutava tempestuosamente de Leste e NE e ehnvia
em torrentes, e assim eslava impedida a communi-
racan com a ilhota, sita perlo da barra. Nilo obstan-
te envidaram-se todos os esforeos, e a 17 alii chega-
ram us primeiros soccorros, que continoaram, achan-
do-se logo a enfermara'abundantemente provida de
cama<, roupas, dielas, medicamentos e al de facul-
tativo, que fui o mais difticil, pois em Indi a pro-
vincia s se coulam qualro, e esses por empreaos
proprius da prnfisslo sil obrigados a conslanlc'per-
raaneucin na ,-apilal.
a O presidenle lem visitado a'miudo.e arrattajpo
tormentas, o lazareto ; e lendo prudentemente rcsal-
v ido que equi licasse a tropa pata nilu ir levar o
contagio ao Kio Grande, manduu para a fortaleza de
Santa Cruz, tambem na'bnrra rio Norte, 30 dos tol-
dados insiispeilos. e conservando a (dos assim lita-
dos, torna mais dilliceis as deserjes, a evita que os
desertados vio propagar a epidemia.
Na enfermara de Halones tem fallecido, alm
dos 3 soldados que desembarcaran) agonisaules, mais
14, 1 prela ila Ierra, cnferineira, que nlo esta bem
averiguado se morreu do cholera, c um individuo
^i equipagem do vapor, que elle foi tancar ao la-
zareto, eslaodo ja em viagem, sendo o lolal dos bi-
tos, desde a sabida da barca do Rio, de 2->, segundo
inforniaci'ies que leudo por exactas. Rolara na en-
fermara 8 doenles, 2 anda em eslado duvldoso, e
os mais em convalescehca. Parece porlanlo qoe
lende o mal a extioguir-se, e fra do lazareto nlo se
lem dado, que eu said.t. caso algum da enemia
bem recouliecido, porque alguns doulores (flRrde-
uado agora que aqu nnguem adoeca senlo de cho-
lera.
Esperamos primeiro da bdMade divina, c de-
pois da do clima, que a provincia passar inclume
por esla terrivel proveci.
tt A Imperalri:, que nlo piiJe sahir daqoi seno
a 21, sorpreutleu-nns chegando honlem, com ape-
nas 9 dias de ausencia. Fizeram bem 116 Rio Gran-
de, desfazendo-se sem demora do infectado visitante
mas obrigamm-me a estar fazendo a presea estas ga-
amonlava ,il!ronla sobre misero agricultor, vicli-
ma da ignorancia dos seos verdadeiros inlerosses e da
robfa e avidez do mercantilismo de cerlos homens.
Tanto be verdade que urna injuslica, mais cedo ou
mais tard
casligo!
mais tarde, encoolra a sua repa
joshea,
ripoe
o verdadeiro

IrS*
,
juro do dinheiro sobio
mais ; e a industria ti
ameaoada de lorpur e d
Passados alguns annos de tolerancia criminosa, o
governosr resolveo a reprim: o Irafego ; reprodu-
zem-se os mesmns phenuinenos. A lavoura (orna a *
prosperar, entra tovamente as vas do progresan,
procura melhorar os seus producto*, facilitar o Ira-
balho, e aperfeicuar os seus raeios de cultura e pro-
la>
Cinco anuos apenas foram soflbales para liber-
tar a lavoura do jugo dos saaJjHHermetlirios na
prara, e operar na sua industria ns modjJcaces be-
nficas, que acabamos de indicar ligajjraaaenie. Do-
je ha na cidade quebras diariarias,' qaaai sempre
fraudulentas, ao passo que o eredilo do agriculto-
res se vai lirmandii e crescendo, reverlendo os epi-
nicio- allniilo-o- pan aquelles que o lancaram, e
que, nulriiido-sc principalmente do snor e da mi-
seria da lavoura, agora que nilo a aperlam mseos
piinbos de ferro, procurara oulros nieios para locu-
plelar-se.
O quailro que lica exposlo be verdadeiro em to-
dos os seus Irarus. Conlempleni-no os senhoreade
engenho e os homens do campo em geral. e deci-
dan) se niio Ibes con vem mu lo mais viverem folgada
e honrada abastanza, e mrsmo na mediocridade ho-
nesta o respeiiada, do que penar uu inferno das pri-
vacoes e da deshonra, livre-. como actualmente se
achara, dos desapiedados Shylocks, qne lanas cala-
midades causaran!, que lautas familias arrojaran)
nos abvsmos da miseria !
A euincciio completa, perpetua, do Irafego he um
decreto de lieos, he um dever de humanidade ;*
alm dislo, est nos inleresses daquelles a qoein
mais assusla. A sdur.io da quesillo vital da subs-
litoicio dos Inarus osrravus ajelo Irabalho livre est
eslrictaraeiile ligada extiacijlo deste flagello ; qua-
si que depende delln.
JWBins persuadidos que esla solurao se vcrilica-
rjWVus akilus. sem o eslremecimeiilo que agou-
lam ns peajatiislas, ou antes os inleiessados na per-
peluidade do" mal, e sem os inconvenientes que
receam ns timoratos. Temos para nos que a tran-
silo se fir lenta e insensivelmenle e nlo per-
turbar as condiroes aetuaes das cqusas, a menos que
a persistencia no erro e no crime traga consigo
as consequeocias funestas qu 4o ordinario a ncom-
panha.
rC
Vil .ama.
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11 r
"^


"V
DIARIO OE PfRRAIBUCO SGNDA FEIM 19 D NOVEMBRO PE 1855
am da de Tu los o*
ue* de I
im Nabueo para
ja.
Carvatho e Silva
ratuj.i e a n*o ir
StjlluS,
Niioiearei. O Sr. Jo __
Ihesoureiro da recebedoriada
O Sr. Juila Vieira Rodrigu
liara 2' escnpiurario da recebedoria da B*ln i.
O Sr. Ju.lo Cesario de Abreu. I eseriplurario da
thesouiara de S. Pedro, para inspector da do Pa-
ran.
O Sr. Salu-liatiu Jacintho de Anillada Posso i pa-
ra ti etcriptnrario da tliesourai a do Cear.
O Sf. Jui Baplisla de AzeredoCuulinho para of-
lcial T'a secretaria Ja tlRjsoararia do Paran.
O Sr. Joilo Caelano da Silva dispensado do losar
de inspector da ihesnurarlauo Paran.
Apotteuladori. Koi aposeulado o Sr. Joo Ar-
euio Barbosa no lugar de'> eecrlpturario da the-
souraria de l'eniambueo.
Nomiiacc*. O Sr. Angela Thomaz do Amaral,
chefe d j> aeccioda secretaria do governo provin-
cial do Hio de Janeiro, fui nonieado ofUcial-maior,
c o Sr. I'r. Francisco Leocadio de l-'igueiredo, para
i lugar de cliefe da 3" serr,3o.
Aposenladnria. Por doliberaco dotada de
5 do crrenle fui aposentado, coin o ordenado por
Dteira, n Sr. Joaquim frrancisco Leal, no lugar de
itlicial- l tajar da secretaria da presidencia da pro-
vincia duHk de Janeiro. O Sr. Leal servio com
diliuct,ilo qaasi 21 anuo, e fui eru allencao ao sen
ino atada de saude que solicilou e ohteve a sua
apuse uladuna.
_ H forma*, -r- O Sr. capitio de mar e guerra
J.'oiz Citclaiio de Almeida no poslo de cliefe de di-
isflo.
O Sr. capilao de mar e guerra graduado Vilippe
Sliorl no deeliefe de divisan graduado.
OS' capitn luiente 1-ilipne Jusc Pereira Lea
no omino poito. i
8
Aposentado, ia, O Sr. conaelheiro Antonio Ni-
rul.io luleulinu fui, a pedido seu, aposentado no
euiprego de contador do Iheaooro nacional.
-r Noiiieucoes. Por decretos de 7 do correle
loram Humeados :
Itroeurador dos feiloa da fazenda. o hachare!
Ageitiiiliu Marques Perdigao Malheiros.
Ajudanle do inesmo, o bacharel Jos Mauricio
-r-ernar-dea Pereira de Barros.
NNadore das segundas iiagadorias creadas all
iniOinl na provincia (lo Rio lirande do Sul. Pa-
tricio Auguslo da Cantara Lima, e Estanislao Jusc
da Fraila.

da nacional destacada uesta (idade. A' loa ehegadi
eslavam aqu era servirlos lavradore que habilam
a circumvisiiihanca desta capital, c queda pequea
lavoura liram todo* o< seo^jatcuisos, vendse pri-
vados de ac Iratalbo i>o*|B^m que r,xem HS
anas planlaccs. Esle estaaaH alDtclivo, mas co-
nio as aiiaiislus do povo nao aaflfcaa a lodos o> eo-
rare, as cousamiao |iroscguaWiem remedio. i
que rhegundo bario de Muritiba o mal sanoii-
se.e .iquelle* pobreshoineni loram gozar de um re-
pongo que lia muito devrra ler sido dado. Couli-
nuam suspensas lodos osjuizo* acere, da reorgani-
,ar>i desla imponadle Carca Mippleinenlar do eter-
cito, lor aqu buuveram antes da rhegada do Sr.
bnrjo de Muritiba nomeaces de.ufflcae*, e grande
conliadama nesla classe.
Nesla comarca, onde se cunta perlo de 300 ofli-
ciaes avulsos, oulros e fizeram. como se d'eulre
aqucllei nao houvessem innilos capazesde prencher
as vagas que exislissem. Todos os liomcns impar-
ciaes desejam ver o desenlace desla cousas, e a
guarda nacional follar as sua cundirles de presti-
gio de que sempre goiou nesla provincia.
l)o interior da provincia do ha uolicia alguma'
importante : as frunleiras eslilo tranquilla*.
(Carla particular.)
MINAS C.ERAES.
Ouro Prelo, 26 de oulubro.
felicito aos bous Fluminenses pelos visiveis Big-
uaes de declinarn qoe a epidemia reinaute cometa
a dar. brandes lem sido a* provac.6es por que lem
passado nossos irinaos do Rio de Janeiro, mas tara-
bem, se ellas nao fossem. elles nilo teriam occasio
de mostrar coin (aula ostenlaco |o espirito de phi-
lantropia de que siu animados. S entre osanli-
gos Romanos se poderao encontrar exemplos de
lana caridade e desinteresse !
A boa cidade do Rio de Janeiro e a provincia do
mesmo noine conquislaram urna pagina brilliaute na
historia das naces, o luto de bendade que desen-
volvern ha de chamar a favor do Brasil as tympa-
Ibias de lodas as naeoM civiliaadas. Quando a En
ropa se liver conlircimenlo da solicilude que o nos-
so illoslrado governo deseuvolveu na presenta do
flagello, quando se souber que os habitantes do nos-
so paiz, secundando as vistas do mesmo goyernn,
disputavam entre si o papel de providenciar ; quan-
do se souber que sob as priores condires higini-
cas, o flagello foi o mais benigno e o menos morti
.\L>lt
aiiiiousia
la luilln
Inndeules, eni primeiro lugar os matriculados no
Collegio das Arles, o na Tafia dellesos matriculados
dni oulras aulas, anda e-lamo- pelo juizo que a este
re*peitu einilliUHi* ein oulra occasiAo, quando lize-
mos senlir esse bom resultado oblido com a Hornea-
ran do Sr. Barilo de Caniaraaihe para director da
Faculdade de IJireilo ; e iiem das nos..,- eipresses
ja reproduzidas o contrario se pode deducir ein boa
fe. Com cMello fallando de rigor nos cismes, esta
claro que iiemde leve nos passou pela idea o envol-
ver eru nos'as palavras o Euu. direrlor da l'acul la-
de, que, eiubora lenha voto uos eiames, quaudo a
elles preside, todava nao poje por si s decidir do
re-nli.i lo ilas volare*, sendo alia* sabido que S.
Exc. evila lado quaulo possa fazer an menas suspei-
lar que elle deseja, ou por qualquer modo prucura
exercer iulluencia naqu II poni, querendo pelo
contrario delxar toda a liberdade conaciencia das
examinadores, o que de cerlo llie Ife muilo hon-
ru-o.
l'eila, portanlo.esla nussa protestaran, que os ma-
lvolos qualifcaro como qijizereni, smenle acres-
ceutaremos por amor da verdaue, que quando dis-
semos que nos exames preparatorios do Collegio das
Arles cOHtiuuavaui a* cousas pela autiga, nao qui-
zemos dar a entender que mo linflam lnvido ein di-
tos exames, como ali-s sempre houve, anda qne in-
sullicienles RR e reprovares ; mas smente,que
nelle* se uAo turuava sensivel o rigor do mesmo mo-
do que nos actos da Faculdade. Quantu s pala-
vrasabusos uslenlados por seus velhos esleios,
da* quaes aprouve aos 1103*0* gratuitos ih--.ill.-n; 1.1-
dos formar urna earapura, iieiiluima explicarlo da-
remos, .por no-lo nao merecert-m os que com tanta
injii-lica e indignidade nos accoinmelleram. Se laes
palavras sao elTei'.iivaueute nina cara'pu^a, pode a
-en goslo eucaia-la, que.-n na cabera a adiar ajus-
tada.
Coiilinucm agora o despeitn e a maledicencia a
dirigir-nos livremcntc seus golpe* e a urdir-nos ci-
tadas, as trevas, procurando apadrinhar-se com os
mai's bem amparados, e chamar para o seu partido
caracteres que alias o repellem. He urna lctica j
muilo velha e sedira, e que lano menos nos incom-
moda, quanlo mais favoravel e liouros lie a opiniao
que fazemos da pessoa sem duvida respcitavel, a
quem arteiramenle buscam indispor contra o nosso
collega. Passemos a outro assnmplo.
Temus a satisfacen de aimuuciar a uossos leitores
que 110 dia II- do crrenle loram appreheudido* lias
feru possivel, porque todas a casses cuii'riraiii"o i "tMi,s engenbo Cschoera, do lermo de Seri-
___ -a... _' "'riniu o rsnillLI.^ <>.. 1 ., .. ....1 .1 _...|. ..1____
9
jfcsiu 1 -ciitautr.De S. Jesc da Boa-Morte
aiu-nos cid do correle que ale aquella da-
allecidn all S2 pessoas do cholera-mor-
NajUJla Ireguezia, que conta jnais de 8,000
almas bajri cinco leguas de extensao.ha apenas um
. enlAniiTO c duus l'acullalivus. Entretautu a epide-
mijf;r<4sa com intensidade em Indos os puntos da
;egoezia. cslendendu-*e inesinu ale as cachoeiras
i' t'iuipis* ua sua eilreinidade.
Pur nolicna de honlem sabemos que ronli-
n oa prospero o estado sanitario da poviia^to du
Mrejo.
Melim do citolera.Falleceraiu du cholera ou
dia 7 do crrenle 37 pessoas, sendo livres 18 (ho-
niens 10. moldares 81, e escravos 19, dos quaes li
humen e s roulberes.
tMecimenlo.Falleceu, victima do cholera,
o Sr. L'r. Jo* Tiloma/ dos Santos e Almeida, di-
putado assemblea geral pela provincia do Mara-
nhau.
10
Mofslia reinante.Em n rrecuezia de S. Jos
d'alcni Paralnba, prnviucia.de Minas, o Sr. lie Mi-
guel Eugenio Munleiro, de Barros, um dos princi-
pad fatt-ndeiros. convocou seus amigos, e organisou
com elles Din estabelecimenlo de caridade, ao qual
fui Iom doada tima casa, para nella se receberein
os infrlizes atacados do cholera. Foram Horneados
pela administrarlo do mencionada estabelecimenlo
ua Srs. I'rs. Luiz Sobral Pinto, Eduardo Auguslo de
Mirin a. Munleiro de Barrus e Antonio Arnaldo
fe Moura Ra*, que aceitaran! gratuitamente, e
bem asim dous phaniiaceulieos e enfermeiros. Asj
casa lie no ceulro da povoa^ao, e urna subscripro
bem liinenlada llie d garantas de existencia, e
presla aos pobres e iiecessilados tudos os soccorros.
Seg nJo cuuimunica a esmmissao sanitaria da
villa de Santo Anloiiiu de S, ein ollicio de i?,) do
niez passado, a enfermidde reinante continua all a
grasaar com intensidade. A enfermara est func-
ciooan lu com loda a regolaridade, uada faltando
aos dteutes pobres. O numero dos dueules lr.ua-
dos desde o dia 7 al 29 do mez prximo lindo foi
de 41, dos quaes fallecern! li, dos quaes \1 entra-
ran! 00 estado lgido, e que apenas diiraram 21 ho-
ras, 'iahiraiu curados 20, e ficavam 7, sendo I mo-
rihuinlo. \ em tiatamentu e 2 roovalescenles.
N* fri-puezia da villa, desde 1 lilil un adoecdo
X individuos, desles falleceram 3, (em prtanlo, se-
gundo o que rou*lava a commissao sanitaria, o nu-
mero dos allectados desde o da 1 de oulubro, mon-
tando a 170, e dos fallecidos a 30.
Na Ireguezia de-Santa Aun* de Macaco al o dia
25 se ve rain 1) casis do cholera, dos quaes II foram
falaes.
Na iejuezia de S.. Jos da Boa-Morte, segundo
coinmiinicacao de 28 du passadu, a enferuiidadegras-
aa cur. fdrea. Desde 2 do mesmo mez al aquella
data Ifin-sc sepultado 3ti pessoas, litando airecladas
inuila:. nutras. Kecebeu-se roa data de 8 uiu olli-
cio du< {fajbdelegado de polica daquella fregueza,
mas que nao diz qual a tr.urlalida.de havida desde
o dia
* Na titifermaria 'de Petrupolis no dia desle mez
existalo 12 (tenles; eutrou um preto de nacflo, es-
cravo. ehegado ha pouco lempo debaixo da serra, e
falleceu urna prela escrava Nu dia 7 saino curado
um individuo, e licaram II em tralamento.
Seguio boje s 8 horas e ineia da mauha o vapor
\iacahcnse, frelado pelo piesidente da provincia do
Rio le Janeiro, para ir levar novos soccorros aos
municipius de Cftmpo>, s. Joao da Barra e S. Fiiie-
lis. Loram mandados pelo mesmo governo o Srs.
I'r-. I'iarrandoii, Jus Mara do Cotilo el.uizUun-
cilvet da Silva Vas,' estodante Jo 6. auno de rae-
itcioil, Alfonso I jirdeiro de Negreiros Lobato, e du
.'!." anu Rodulpho da Cunlra Collares ;que se oll'c-
reeeagratuilameute; e o pharmaceulicu Juaquim de
Aztveh Curte Real. Foram medicamentos no va-
lor de cinco contus qualrocents e tantos mil res ;
assim :0111o 800 arroba* de carne, secca, 300 saceos
debrinha, 80 sarros de arroz, 100 barricas de fa-
iimI de trigo o to de roseas ; e 1:0009 para seren
dfcwrimido pelos eiifermos pobres que se tralarcm
etsaVeis domicilio*.
A* irisles cwnaiunicaci'ies que a presidencia leve
da cidade de Campas, foram recebidas quarla-fcira.
Net.su mesmo dia fretoo-se o vapor Macllense,
conlratoo-se o pessoal medico que foi, compraram-
se e cmharcarnm-se us gneros e medicamentos ci-
ma oienciunados, eoSr. viscoiide do Baependy foi
1 inanliaa a bordo, luto so para por si mesmo v;-
riHcar se suas ordeus foram exactamente cunipri-
das, cuino para despedir-s dos facultativos e ein-
pree;idw qoe rom tanta dedicajao >e prestaran) ao
reclamo que S. Exr. fez dos seus serviros. Fui
porta lor dos ollicios e comrouDicacoe* as autorida-
des daquelles I res municipios, o ajudanle d'ordens
de S. Exc, o Sr. letiente do rorpo policial da pro-
vincia Viitoni dos Sanios Rocjia.
A presidencia continua a dar as providencias ne-
cesarias para que aquellas puvus srjam soecurridos
a lempo, para que nada ibes falle nesla dolorosa
provsjiio. Na compra e embarque do gneros foi
S. Exc. coadj-ivaslo ullicazmente IpeloSr. viscoiide
de Oindeixaa ; o Sr. Dr. Luiz liniicalvi-s da Silva
\a fui u encarregadu da prompliliraritu e embar-
i|oe -lu. uiedicame^M ; e o St Francisco Teixeira
da MJMpda, gereiihT da companhia Macah e Cam
iptou-se com franqueza e a melhor vanlade
ao Trrtiinciilo du vapor, uo exigindu acuao o ue-
cwaatio para cobrir as deapezas da viageni.
Al ni doSr. Dr. Carduso, queso acba em lliipu,
parlii para u mesmo lugar u Sr. Dr. Jus Paulo de
. :i*; e ao delegado de polica expediram-se as
.onvrmentes orden* para mandar sviidiear dos fac-
a* publicados no Diario do Hio de honlem, provi-
deuciai. lo logo sobre as neeestidades mais argentes
que eolia aquella povoacan.
Bitctim do cholera.Falleceram do cholera no
dia>t da crranle 20 pessoas, sendo livres 7 ihomens
S, mollieres -'. a ncravos 13, dos quaes 9 homens a
jnollieres.
Mortalidade total dos cholenco* al honlem,
sendo:
... 1,591 ; homens 990, mollieres M
eu dever. e ttioguem pereceu a mingoa de cuida-
dos e recursos, ha de haver enlhusiasmu pela emi-
grarlo, a coloulsarao ha de ginhar incremento,
purque ningoem hesitara em vir faaer parte de um
novo dolado de lanas virtudes cbrislilas.
felicito de todo .....eu curasao os bous Flumi-
nenses, nao su pela dimiuiiicao da epidemia, cumb
pelo brilliaute papel que ella deii Ibes lugar de re-
presentar.
Mioas.felizmente anda nao fui a oiiiinelli la sen.io
pelo lado do Rio Prelo, onde se deram alguns casos
de que ah na cdrle se tere noticia primeiro. Ape-
lar disto porm o nosso digno presidente, o S. Vas-
concellos, lem sido incausavcl em lomar medidas
preventivas. O Bom Stnso de honlem esl recela-
do de |iecas olliciaes, ronlendo provdeucias que
nao >;lo senilo a cuulinuaco de oulras que S. Exc.
ja lem dado, e em virtud- das quaes he de esperar-
se que, a lermo* .le s;r accoimuellidus pelo cholera,
sja esle o ir.ais benigno e o menos mortifero pos-
sivel.
AJem das rommissues sanitarias que lem ja sido
iiMineidas para diversos municipios, com o appen-
dice da auluri*ar,1u para as despezas necessariaa pe-
las colectorias respectivas, lem S. Exc. por si mrs-
1110 feitn aqu na capital e suas, vizinhanca* ludo
que homaiianiente he possivel; na., s par preser-
var-no-, romo para acudir-nos 110 caso da nivasao
do cholera. No numero das providencias dadas se
|_cunla a proniplilicacao de leitos, enfennarias, re-
medios, ce, alam da limpeza geral em que se cui-
da, e de que o Sr. presidente lem traladu com um
empenho que Ihe fazhuiira.
Honlem foi S. Exc. visitar a Ihcsouraria, a casa
do banco, a me*a das rendas provinciaes, e o quar-
lel de priroeiru linha ; em lodas estas reparliriVs,
na secretaria do governo e no rorpo policial sta.i
dadas as providencias para o prumplo occorro de
aualquer que seja atacado do cholera, quando cafe
agello lenha. infelizmente de visitar-nos. lie por
lano consolador este estado, e iiinguem deixaride
sentir entbusiaamo vena]* o governo tao disvellado
a favor da popularan.
Dejro ain.la acresceular que pela polica se tem
feilo mailo ; que se lem apromplado leitos, redes
para comlurrau, ele. ; que as nossas boticas stau
soirrivelmenle prevenidas, de sorle que se o Jadeo
triante ca vier, guod eut averia!, nao nos ha
de apanliar d-sralros.
Estos providencias com TuJ.i nao prodozem o as-
quecimento de oulras que nao podemos dispensar,
como srjam os melhnramentos materiaes.
Li uo flom Sent de h -ntrin um ollicio do enge-
nheiro civil du Varna), coaleudo a importante iu-
formaQjo deque o Rio tiran.le he navegavel sem o
menor otistaculo pelo espac.r .1.- 10 leguas, que va.i
desde a vilju de Lavras at a do P.uihIiy! O mesmo
engeiilieiro que desceu o rio em compaiihia do dous
homens importantes, os Srs. Dr. Jus Jorge da Sil-
va e Jos Esleves de A 11 irado HjU-IIio, participa
que vai cmitiniiar a explorarlo, c com .elleilo se
ae abre mais estrfmportante va de communicarao,
eu nao sei onde iremos parar a poca he de uie-
Ihoi'jineulos, 6 o actual presidente lem visto rea-
lisar-se- em seu lempo lauta cuuaa importante, que
nao duvido que mais esta vi a elleilo.
0 estad sanitario desta'rapilal continua a ser o
mellur possivel : honlem livemos dous eolerra-
menlos de duas sei.lior.s do mesmo ame, morado-
ras ambas no bairro do padre F'aria, e ambas com
mais de 90 anuos deidad.-: Urna deltas, D. Anua
de Madureira Mura, aqu ligurou muilu m, lempo
do seu defunlo, ms ha longo* jaueiros viva la
no seu canliuho, onde um agudo pleoriz a fui pro-
curar, e ruubar desla para a melhor vida. A outra
Sr. I). Anua nao era milllia cunliecida, e pur Uso
au don della inelhores informacoes.
Cunliuiiain as preces em diversas igrejas, e u fer-
vor religioso de meu patricios nao se tem arrele-
cidu, o que se observa pelo consi leravel numero
de devotos que concorrem us mesuias igrejas.
1 tnho ouvidu Tallar na de*coberta de orna rica
mina de ouru na serra de S. Sebasltu do Aflictos,
daqui a unas 22 leguas, c aguardo inelhores infor-
maVOes para escrever-lhe sobre esle objecto.
Soubc agora qoe a cmara ue Baihacena mau-
dou offerecer au imperador um local a sua esc"llia,
dentro do patrimonio municipal, para edificaco
de nm palacelc, onde 8. Megeslade venha passar o
vero, atienta a facilidade de transporte qoe em
breve se espera ler entre aquella cidade e a corle
do imperio. A ida'he a mais feliz e patritica pos-
sivel. e euaconselharia um passu ideidico cma-
ra da capital, e esta livesse lerreuus aprupriados ;
mas como S. M. possuc ueste municipio e as vizi-
nhancas da cidade a Importaole candelaria da Ca-
chueirado C'in>t>o, creio quo neiihum local olleree
ina,01 ,s pi opurcoes de comino.lidade, salubridade e
belleza. Para um palacio de recreio nao ha mu lu-
gar melhor do que a Cachoeira de Csmpo.
(Carla particular.)
Jornal do Commercio do Rio.)
nhaem, e remetlidos para ela capital, onde so acham
depositados 110 arsenal de mariiiha. nove dos Afri-
canos bocaes, que haviam sido lunados antes da ap-
prelien.au do palhabole na barra de SiTinhem 110
dia 13 do mez passadu ; sendu a apprehensao dos di-
tos Africanos eflecluada do modo que vamos referir.
O Sr. Ignacio de Barros Wanflerley, proprielariu do
eiigeiiho Cachoeira, sendo avisado*pur nm morador
de suas Ierras, que nella* se internara, com o liin
de corlar madeiru, de que havia enconlradn os me*>
mos Africanos, ollicioo logo ao Sr. chefe de polica,
pedindo-lhe que dsse suas ordeus a respeito ; ein
virlude do que o mesmo Sr. chefe de polica mandn
iiiimedialamcnle fazer a apprehensaii. No sabe-
mos linda quaes os ucculladores dos infelizes pre-
lui \ o cerlo porm he que a polic.a prosegue com a
tasaior diligencia em suas indagarle;, c quedo re-
sollado dellas-iuloiraremos o publico.
No dia 14, chrgou dos partos do norle o vapor
Guanabara, que deixando todas as provincia em
quo locara sem alleraro alguma, (rouxe-nos toJa-
via a Iriste noticia de ler no Para reapparecido o
cholera, falleccndo viclimas delle, na capital, 3 a 11
pessoas diariamente.
Corria tambem qoe o mesmo mal se tinha roani-
feslado na cidade de Oeiras, anlga capital da pru-
vinra do Piaohv ; esla noticia porm sendo desti-
tuida de fundamento, nao pode ser dada como cer-
ta, e pelo contrario esperamos que se nao verilique.
A salubridade publica nesta cidade lem-se con-
servado no mesiuu p, acm que em nada lenha sido
alterada. Torna-re porm cada vez mais intenso o
calor que se esla sollrendo, em cuusequencia da es-
tarao.
Rendeu a alf.ndega 107:62;J3i936.
Falleceram esla semana 32 pessoas, sendu: livres,
14 homens, mu liares e 13 prvulos ; e escravos, 1
homem, 1 mulher e 2 prvulos.
HEHAHTigAO DA POIalCIA.
Parte do dia 17 de novembro.
Illin. e Exm. Sr.Na ausencia do Dr. chefe de
pulicia desla provincia, lenh a honra de levar ao
coiiheciinento de V. Exc. que das differentes parli
cipajoes hoje recebidas nesla repartida.', consta que
se deram asseguinles oceurrencias:
Foram presos: pela subdelegada da fregueza do
Recite, os marojos ingieres James Smilh, William
Samuel, e Eduardo BavL-y, todus a requisigao do
respectivo cnsul.
Pela subdelegacia da freguezia de Sanio Aulonio,
Antonio de Castro Fonlanil, para rerrula da ar-
mada.
Pela subdelegacia da fregueza do Poca da Pa-
lila, o preto h.iliciro Migoel, por lut'racc.iu das
posturas municipaes.
E pel sabdelegacia da fregueza da Varzea. o
pardos Jos Lilis, c Manuel Flix dos Sanios, ambos
por desordem.
Dos guardes V. Exc. Secretaria da policio de-
Pern 111 lineo |~ de uovetobro de IN">">.IIIm. e Exm.
Sr. cou.elheiro Jos liento da Cunha e Figutiredu,
presidente da provincia.O delegado do polica da
primeiro dislricto deate termo, Francisco Vernardo
de Carcalho.
DIARIO DE PERMITO.
PERXAMBtCO.
Ecri vos. 1,713
C.obJvio incerla
lioso apoin em favor do asylo provincial, qoe'em
grande p pretende fundar para as orphas desvali-
das, sobo titulo de Collegio do S. S. Coraro de Je-
ss, no anligo ruuvenlo de Santa Thereza.
D.'puis que S. Exc. suceinlameiile eipuz o nobre
c juslo lim da com ..caca, 1, lodo* esses Ilustres cida-
dos, dignos membros do nosso carpo do cominercio,
por li una *u 1 e gloria da provincia, possuidos da
maior satisfacn-i, aunuiraui aos dc-ejos de S. Exc. e
unnimemente concordaram ero dar 10 o" lirados
dos fundos de reserva de cada um dos eslabejeci-
inentos.
Essa ollera motila em 42:0004000 da ri.
Den- felicile os esforc-i* de S. Exc. para que em
breve vejamos a inaugurar i.1 de 1*1 casa, tao neces-
saria para essa* infelize, qoe na infancia e na mi-
seria pedem amparo e proteccao.
..Honlem sfi hora da manlia deram-se busca em
todas as casas de africanos libertos lias diversas fre-
guezias d'esla cida le 011 cousequeDcia de alguns ca-
so* de insuliordinacao que de cerlo lempo i esta par-
le alguns escravos lem pralicado, ja isoladaujenle e
ja em grupo*, rccominendando-se ao mesmo lempo
aos subdelegados que convidassem os senhores a fa-
zerem o mesmo nos aposentos, Irasles e obieclos de
seus escravos.
Nada se achou por ora que causasse o menor ves-
ligio desu*peita.
Acha-se nesta cidade. leudo viudo pelo vapor
Tomar, Mr. 11 enrv Law,engenheirn|encarregado de
escolher denlrodo porto desla capital o lugar mais
apropriado para a ronslrucrao do Dique mechanieo
f'olent.ilep ou Cale a haler controlado pelo
Sr. Ur. F raircisco Antonio Pereira Rocha com o
governo imperial.
Coiisla-nosl" qoe o lugar que Mr. Lav preferiu,
acha-se entre u anligo trapiche Primo < o corturoe
do Loqoeiru, tendo"J36 brasas de rrenle, e que a
car reir se prolongara at 900 ps inglezes a contar
do paredo da ra, pelo mar denlru.Je que nessa
distancia lera agua sullicienle para urna grande
fragata de lulja, rom o comprimento bastaule para
accommodar o maior vapor transatlntico.
. Trala-se de colher averiguarles sobre a existen-
cia de urna mina de cobre na riacho Amendoim
em Santo Amaro do Caf, termo de Ilpaiica.
A provincia de Sergipe j se achava tambem a bra-
qos com o terrivel flagello do cholera, o qual fazia
eslragos. principilmenle em Laraugeiras, Lagarto,
Capella, Divina Pastora, Campos e Maroim.
- O Sr. Dr. Pereira Pinto, presidente envanenle
nomeado para essa provincia, havia sollicilado e
oblido com loda a promplidao do Sr. ministro do
imperio, os soccorros necessarios; devendo alem
delles levar comsigo da Babia um ou duus mdicos,
e mais o Sr. Dr. Tobas Rabello, filho da inesma
provincia de Sergipe, o qual se offereceu ao gover-
no para curar gratuitameule es pobres della.
ALFANDEtlA.
Heudimeiilo do^lia 1 a lli. .
dem do dia 17......
238:012?,7t
16:88258(13
2J4:925a439
Oetearregam Au/e la da novembro.
Brigue americanos. Thurslonmaslros e veras.
Brigue inglezSprayba-alho.
Brigue inglez IVtlllnglaninercadoriat.
Brigue inglez5arcarvo.
Palacho sardoZarandafarinha e cadeiras.
Galera portuguezaGraHdaoliversus generus.
Barca p .rluguezaFlor da Maiaarcos c vimes.
Galera iuglezaMedoralaixja e carvio.
Galera malezaBonitamaetmismo.
Barca nacionalBrithantepipas vasias e sabio.
Patacho nacional Bom Jessnlem.
OONSUI.ADO GERAL.
Kendiineido do dia 1 a 16..... 29:746j>9i3
dem do dia 17....... 1:03099->C
30:7775899
L>lVERSAS PROVINCIAS.
Roudimeiilo do dia' 1 a 16.....
dem do dia 17 ,
uiKIi-
470
2
1,076
r URO DO SEL.
legre' 28 de ootubro.
nte impressionadns com as noticias
vapor relativas a epidemia que por
ao qne nos parece ja bale s nossas
iepio a nossa populacho se mostrara
ida, mas boje se vai reanimando vista
bcht sanitarias que se tem tomado .le-
pis da di'esada do Exm. Sr. harao de Muritiba.
Esl ja fondado nm lazareto na barra, bem monta-
do, ,i entrega direccao de um hbil'medir. Pa-
ra Pilotas, Rio Grande e Jaguarao tambem parti-
r* providencias tendentes i salubridade d-.qu.-lla*
pomac/ie, e a esta hora ja pelo centro da provin-
cia Mbem os moradore. deque meios se devem ser-
vir i>ara combaler o mal.se forem por elle visita-
dos.
Esta cidade e.t como nunca a Vimos a limpeza
da rua, o as-eiodas praias, ludo, ludo atiesta os
caldudos qua tem sido de*porladot|pelas providencias
lomudas pelo digno presiden! desta provincia. Ren
.ninCo-se a assemblea provincial, Iralou logo de vo
lar nina aiiiori-acao illlmilada para o presidente dis-
|>or los ilinheiro* (h provincia, conforme julgar n-
eeswrio a bem das medidas sanitarias, e soccorros
dequ possa carecer *popularlo, a nesle empenho
moilo se distingui a maioria della, que representa
' o partido contrario ao do Sr. Bello.
Em lodos as outro* assumpto* de que tem tratado
>amw observando que a maioria presla sempre o
mal Trnoco apoto e cnliaiica a' administrarn ac-
tual. A nossa populacho, compenetrada destes mes-
aoH KMilimenlos, e*la eonlenla, e v na nova ad-
mini(iraca,! o cometo de uma poca de jusilla, to-
lerincia e engrandecimento, que no lano alme-
javnne.
liulre ontros beneficios que colhemosda adminis-
tra ;do do Sr.gatr^o de Munliha, registamos tambem
solicitate e desvelo rom lem olhado para a guar-
RECIFE 17 DE NOVEMBRO DE 1855
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETSPE(T SEMANAL.
Nao lia re lacraa alguma de gazeta, que por s
mesma ludu pussa ver ou indagar ; e d'aqui vem
que todas acham-se collocadas na uecessidadc de
rcrerir-seaijjMis das vezes, a leslemunho de oulra*
pessoas i|ttmi merecem algum crdito. Mas nair.
todas as iltiW4%inroes rrcebidai sao inlalliveis, c por
isto nao raras vezes acontece, cahirem os jornaes em
alguma* inexacli les em materia de noticias. Ora,
ao que eslao sujeila as oulras redaeces, no pode
rao* tambem nos escapar, sai que'nu lemos 110-
nhum privilegio que nosV\e desle oaaiBario hu-
m.no. Entreunto, sempre que nos teg\Bpccedido
commeller involuntariamente alguma nKaclid1o,
somos o ptimciros a rectiflra-la logo que a descobri-
mos ou, se algumas re.clamasoes nos sao dirigidas
em termos comedidos, nos Ibes damos publicidade
a annuindo a ellas, ou routeslaudo-as segundo o re-
sollado de nos-as proprias indagares, e as exigen-
cias da verdade como lem sido o publico testemu-
nha.
Este nosso proeedimciito, porm, de poucu ou na-
da uos lem servido, porque nada ha quo pussa sa-
tisfazer a m da maloditencia; c una vez por ou-
lra vamos sendo doeslados por anonimos.servindo'de
prel-xlo a seos insultus esla ou aquella nulcia. To
darla, longe de nos incommodarmos com os in-
sollos que nos dirigem, vemos pelo contrario nelles
e bem tranquillos, a confirmarao desla mxima de
Bacon, qne tanto calnuem nosso e*piriln ; a a alma
humana, diz o relehre philosopho, nulre-se com o
seu proprio bem. ou com o mal alheo, e quando o
primeiro desles alimenlos Ihe falla, sacia-se rom o
ootr... i>
Em nossa revista pissada, fallando dos came*
na Faculdade de Dirrito desla cidade,' dissemos que
iosconstara tersa desenvolvido ltimamente nel-
les mais algum rigor; mas qoe pelo contrafio li-
ndamos ouvido dizer, que no* exames preparatorio*
do Collegio das Arles continuavam as ruma* pela
antigu, no que naodeiiava de haver prudencia, puis
que ludas n* innovarles c reformas sSo perigosas,
mxime quando os abusos anda sao sustentados por
sen velhos esleios. Estas simples palavras que. a
conlarem alguma nevadilla.., podiam milito bem
aer retratadas pela inaneira cima referida.valcram-
nos grande descomposturas annima*. Nao he nos-
so proposito responder agora aos insultos o doestos
qoe *..h aquella pretexto se nos lem prodigalisado,
neni jamis desceremos a faze-lo, pois que. a esle
respeito, nao nos desviaremos nm s pice da linha
de conducta que at o presente lemos segVjido.Como
porm, seja o lim manifest dascatilnurias que con-
tra nos lem sabido, rt indispor o Eitlt. direrlor da
Faculdade de Direilo rom uin de nosso collagas de
redacrSo, que tambem perloaea a mesma Faculda-
de. nao deix*reinu* v.ngaaaflpioilo algum a intriga
que para esta flm se laaa^Hprega.lo embora ni,
supponhamos S. Exc.
com a declararan que
mos os tiros da inalevoie
allinjam o alvo principal a qoe se dirigem.
0"anIo boa ordem e regularida.ie dos exames
Tere honlem lugar a abertura do Hospital Provi-
sorio Purtuguez, tito nu Corredor du Rispo, ro bair-
ro da Boa-Vista; alsislindo a esle aclo varias pes-
soas de .lis'.incrau. Pelas 10 huras da manhaa, pou-
co mais ou menos, celabruu miasa o Kvl. vigario
d'aqoella fregueza em um altar parn esle lim de-
centemente preparado; e ein seguida leu o Sr. Dr.
Jos de Almeida Snares de Lima Ita-los um breve
mas edilicanlc discurso anlogo a ceremonia.
Cbcgou honlem dos portosdo sul u vapor l'aran,
Irazeudo-nos jornaes do Rio de Janeiro, que alcau-
rim a 10 do correnle, o da Baha a 15.
Como ver.lo os leitores .lo buletins do Jornal do
Commercio que em oulr 1 parte publicamos, conti-
nuava anda o cholera a devastar a populacho da
provincia do Rio de Janeiro, e do municipio neutro,
uolandu-se ludavia quantu a eslealguinadeclinii.no
du nial, a vista du* ltimos quadros da murlalidadc.
S. A. Imperial a Sr. princeza I). Isabel linha sof-
frido ullimamento alguns accessos de febre nter-
mittente, mas felizmente u seu estado nao inspirava
receios.
O vce-presidenle da provincia do Rio de Janeiro,
alten.lendu as dilflculdades que havia ua rcunio
dos collegio* eleiloraes, em consequenria de lerem
sido invadidos pela epidemia reinante alguns muni-
cipios da mesma provincia, adiou a eleirao, quo de-
via ter lugar nu da 9 de dezembru, deven.In ser pa-
ra a mesma designado mai* nppoi lunainciile outro
dia.
Foram Horneados oppo*ilore< da seceso de sriencias
medicas e cirorgicas da Faculdade de Medicina da
corle, os Drs. Aulonio Ferreim Franca, e Lucas
Anj^ajajule Oliveira Cala Prela.
na^Krelo de 29 de oulubro prximo lindo, foi
noineWi secrelario.d *pre*ideucia da provincia do
Rio d Janeiro, o bacha/el Jos Francisco Cardo....
O Io oflicial da secretaria de estado dos negocios
da guerra, Bernardo Joaquimde M ittos, foi nomea-
do chefe de secra da mesma secretaria, sendo subs-
tlluido pelo lente coronel reformado Manuel Ro-
drigues de Moura, qne servia o lugar de 2- ..llicial.
Tuilia fallecido de uiua h\ tropista 110 municipio
da Estrella, o brig.doiro reformado Joaquim Ma-
riano de Oliveira Bello, com 80 annos de idade ; o
finado era lio do Sr. Mrquez de Casias.
Lti-se no Correio Mercantil :
O consclhu de Esladu c-.nla preseulemrnle nu-
! njasjajBjjtVii ordinarios e sale extraordinarios.
bros ordin.'irios sao os Srs.
de Monte .'legre.
de (IIi. 1 da.
Mrquez de branles.
Mrquez de Paran.
Vise.111.le de Jiiriimiriui.
Viscoiide de Maninguspe.
Viscoiide de Abaet
Viscoiide de I laborahv.
Viscunde du 1 ruguav .
a Os meuibros extraordinarios sao os Srs.
Viscoiide de Sapucaby,
Viscnnde de Lberaba.
Viscoiide de Gequiliuhonha.
Visconde de Albuquerque.
Euzebio de Oueiio/,
Sanios Brrelo.
Mello e Alvim.
A secrao do negocios do imperio he rompnsta
dos Sis. Olinda, Monte A Ierre e Sapucahv :a da
fazenda, dosSrs. branles, llapurahv e Gequilinlio-
r.ha : de juslira e eslrangeiros, dos Srs. Maran-
guap, Abael elroguay:a de m iiinha e guerra,
dos Srs. Albuqurrque e liberaba.
- Na seccan de juslica e eslrangeiros serveminle-
ridamente os Srs. Sapucahy c branles, duraute a
ansencia dos Srs. Abael Uruguay.
Os Ires novos nomeados ain.la'nao preslaram
juramento, om leom secrao determinada.
O mu*eu nacional recebeu um rico presente
da provincia do Ccara'. Consta de dezolo caixes
vel a tao vil manejo e
os a fazer, fruslrare-
a que elles
obstando
de pcixe fosseise de oulros ohjectos remetlidos peia
presidencia doCeara' ao governo im|>erial. Esses ob-
jectus linhain sido mandados aquella presidencia
pelo Dr. Marco* Aulonio de Mace.lo, quando este-
re de juiz de direilo na comarca do Crato.
Eni outra parte encoiilrarflo o* leilore* as ultimas
noticias du Rio Grande do Sul e Montevideo, as*im
como oulros muilu* despachos que aqu omillmos
publicados por dilTerenles ministerio*, sendo alguns
dentro elles bem impon mies.
Na capital da Baha anda nao so achava de 'lodo
exlincta a epedimia reinante, leudo fallecido della
no da 13 do correnle 9 individuos.
Na ridade de Cschorira, oude ullimamenle rcap-
pareceu o mal, i#presenlava a salubndade publica
am aspecto lisongeiro, em nutro* lugares p.remcon-
tiuu'ava elle ain a a srassir.comintensidade.
A Faculdade de Me decida cnnlinuavn de novo
eu Iraballios, vislo lerem cessado as razSes qoe oc-
casionaram a suspenslo delles.
Le-se no Jornal da Baha.
.. HonlemS, Exc. oSr. pre*idenle rennioem um
dos saine, do palacio as direclorias de todos os esla-
1-2538197
35200
1:289:i97
Exporlacao .
Rio de Janeiro, brigue brasileiro uMaria tagala,
de 303 toneladas, conduzio .. segunde: 11 ti pipas de
agurdenle. 10 ditas e 20 garrafftes de espirito, 72-5
barricas e 600 saceos com 10,478 arrobas de as.-ucar,
36 barricas sebo, 201 caixinhas velas de cera de car-
nauba, 3.900 coorinhos de cabra, 3,797 meios de
sola, 6il sacca milhu, 4 caixes calcado, 2 dilus es-
panadores, 178 caixinhas doce de goiaba, 4 rolus sal-
sa parrilhs, 130 mullios palha de carnauba, 2 paco-
les cera amarella, 101 sacca com 343 arrobas de
algodao, 1 barrica sement de algodao.
Parahiba, hiate brasileiro Caindes, de 31 tone-
ladas, conduzio 11 sc.guiile : 264 velumes gneros
eslrangeiros, 230 caixas s.bao. 21 saccas arroz, 9 ro-
los fumo, 2 fardos dito em folha, 9 saccas caf, 28
caixas cha, 175 pares de Lunticos, 156 .inzus de
cocos para agua.
Liverpool e Parahiba, barca iugleza oSaplion, de
493 tonelada*, conduzio o seguate : 730 barricas
com 730 arrobas de bacallkio, 700 saceos com 3,500
arrobas de >sucar. ,
KECEBEDOHIA 11K RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 16.....8:3325094
dem do dia 17........I:579s4l2
Posto que sempre esleja mui sobrecarregado de
Irabalhos, veudo-mc por isto obrigado a passar por
vezes mujlas horas da noile a ler 00 escrever, alim
de puder dosempenhar as iniuhas obrigares, e nao
poucu seja u que pesa agora sobre a Commissao de
llvgiene Publica, l.iduvia nao uuardarei nunca o si-
lencio, quando sgralar de minhas fuiccoes^e se lu-
car nessa Commssilo uuna Reparlic.au da Vaccinaque
dirijo; e foi por assim pensar, que Iralei (loque ae
dizia na caria particular publicada nu Jornal do
Commercio do Ra de Janeiro, e anda he o que me
leva a responder ao Sr.. capilao do porto e inspector
de marinlia.
Nao fui ao tpica citado pelo Sr. capilao do porto
e inspector de marmita, que me refer no lim de mi
nba primeira correspondencia, e de que me oceupei
na de 15 do crrente: foi,sim a eslas palavras. Ja
esto Utret do mo* tratos 0$ deputado* e de-
ntis qaarenlenarioi que com elles Id eslacant (no
Lazareto); tahiram lodos no ata 5 que se en-
conlrain no penltimo periodo dessa caria; e por
cerlo, dallas uceupaudu-me, nao me aparlei da ques-
lo, como fez o Sr. capila > d > porto e inspector de
ni. 11 tilia, que Irouxe para) dicusA-> aquillo de que
eu nao havia tratado, sem duvida porque Ihe pare-
ceu que isla poda embaracar-me em miuha resposta.
Nao leudo empreheudido provar queernm funda-
das as queixas das pessuas qua estiveraio em quarett-
lena no Lazareto do Pina, nao conteslarei o que diz
boje, e deveria ler dito antes o Sr. capilao do porto.
e inspector de marmita, a re-peilo do servir inlento
desse estabelecimenlo: jubjajei que devia mostrar
que as pessoa sulinielli.iaa a quarenlena nao deixa-
rain a ilhado Pina por causa dessa medida sanitaria,
prescripla palo aviso imperial de 2 de agosto do cor-
renio.aiino, mas em consequeucia dos soffrimeulos a
que, segundo diziam, sa riam epostas; e como nes-
se lempo era o Sr. capilao du porto e inspector de
mai inlia o director ou administrador do Lazareto, o
que prova o nie-uio llicio publicado abaixo de sua
correspondencia,visto qoe por es-e oflicio foi elle deso-
ncrado no da 8 de uutubru, entretanto que us qua-
rentenarios, a que se refere a carta particular do Jor-
nal do Commercio, deitaram esse Lazareto nu dia 5
desse mez, e ao direetor ou administrador desse es-
tabelecimenlo era qstj compela responder s quei-
xas de maos tratos, que se acharnm exposlos os se-
nhores depula lo*, dlsse em minlis correspondencia
de 12 do correnle que o Lazareto eslava sob a direc-
(t, nao da Commissao dasJHygeue Publica que na-
da tiuhs, nena tem com seu servro interno, e sim do
Sr. capilao do porto o Inspector de marmita ; itlo
aeeacha provado.
Podendo recorrer a algum diccioMaria, quando
se Irata da signiliraro de qualquer palavra, poucu
me cuslava desle rneio servir-me para saber o que
signilicava o verbo desacii -se; e foi, recurrendo ao
diccionario de Constancio, que julguei dever dar a
evplicarau do que se passou na Commissao relativa-
mente a quarenlena de que se traa. Se o Sr. capi-
lao do porto einspeclor de mantilla Uzease u mesmo,
e se nao conlenlassc com asprim-iras Mullas, vi-
ria qoe desacir-se com alguem significa quebrar a-
mis'tde. Nao sua mestre para dar liriies a pessoa al-
guma, e muilo menos ao Sr. capilao do porlo e ins-
pector de mariuhi, que me parece mailo instruido:
forr-a de cslu lo pro-uro subresahir, e quando se
trata daqoillo, que oAo he da minlia prnlissao, re-
corro aoslivruJ ou a pessoas que podem saber da ma-
leria.
Sendo o presidente da Commissao de llvgiene Pu-
blica, julguei de meu dever nao deixar desapercebi-
do o que se dizia na caria particular, a que respond;
c quando live de tratar do funecionario eucarregado
da direcy.au uu adminislracflodo Lazareto, dirigi-me,
nao ao A'r. lilisiariu, csim ao Sr. capilao do porto e
inspector de marmita, e anda assim proced depois
da sua primeira re*posla, entretanto o Sr. capilao do
porlo e inspector ae tuarinha, que provacilmeule
liao ignora quejhp o presidente dessa Commissao,
em suas correspajVeiicias su se oceupa de responder
ao Or. quino; o que me faz crer que as anas oc-
cupaeas, 11,10 Iba permittindo perder lempacom
polmicas, tambem Ihe bao permillem lembrar se
do que nao devia esquecer-se.
Son, senhores redactores, com a mais disliocla
consideraran,ulr.Dr. Joaquim de .-quino Fonseca.
17 de novembro de 1855.
V. S. Sendo esla a minita ultima resposta, devo de-
clarar qoe n3o live inlenrao de olender o Sr. cap-
lao do porlo e inspector de marmita. O meu dever,
como funecionario publico, obrigou-me a responder
carta particular qua deu lugar a esta polmica; e
confesso que slimei ler occasio de tratar desta
1 |fliiesiao para que licassein Iodos convencidos de que
a CouimfssAo de llvgiene Publica au era responsa-
vel por esses soirrinieulos, reaes ou exagerados, que
diziam ter experimentado a pessoas qoe haviam es-
tado de quarenlena no Lazareto do Pina.
. ---- ''' -----
-Srs. redactores. Os ineus afazeres quasi nunca
me peruiiltem ler as publtcatoes, qne quolidiaua-
uieulc se fazein nesta cidade ; mas laucando por
acaso urna vista d'olho* sobre u seu importante jur-
nal u. 261 de honlem 15 do correle, e deparando
coin unwartigo que linha por epigrapne corres-
pondencia do .tinajonas vendo que se Iratava de
urna parli do imperio, onde anda lu tanlo a explo-
rar, por mera enriosdade comecei a l lo ; e cora
quanlo o seu eslylo nauseabundo, sua liuguagem
lineal e lior.l .lenga logo me eujoassem nolavel-
mente, ludavia a minlia cariosidadu vencendo a ra
pugnaucia, que eu senta, me Tez pi ..seguir na leiltt-
ra ; e, qoan lo menoa-oaptrava, liquei absorto ob-
servando a maneira vil e atroz porque nessa corres-
pondencia be injoriado o illuslre Parense o Exm.
Sr. Jato Wilkens de Mallos.
Srs. redactores, eonhecen.lo mu particularmen-
te o Exm. Sr. Wtlkeus posso asseverar, sem receio
de ser desinonlido, que a-ua eduraran, seu prece-
dente, e sua posirao repellom soberanamente os im-
properios, insultos, e aleives a elle prodigalisado
por um inimigo cobarde e desleal, que o ataca na
trova, e sob o ved impeuelravl do anonynio. Por
que esle correspondente nao publicuu essas imputa-
cues lu ua provincia do Amazonas t Porque nao as
publicuu mesmo no Para' onde o Exm. Sr. Wil-
kens he bem condecido Ahi rertamenlea consci-
encia publica ihe lera feito juslica.
Sinlo profundamente, que pela immensa distan-
cia, que me separa do Sr. Wiltens, cu no possa f-
cil e promplamenle obler dorumrnto* especiaes re-
lativamente 4s imputarnos, que Ib s3u feilas : en-
llo eu desceria aos faclos, e sem duvida confundi-
ra o calumniador, qua alrairoadainenle procura
ferir o seu nobre a Ive -rio pelas costas ; mas to-
dava dire, que o Sr. Wilkens se acha mui alia-
mente enllocado para que posv.m alcanfa-lo telas
partidas de tao baixo ; e que tranquillo em sua con-
cieucia, e honrado com a confanca do governo ge-
ral, que o nomeuu secretario da presidencia, e um
dos dignos vice-presidenles daquella provincia
com 11 confianza t> estima de seos concidadaos que
Ihe deram urna cadena na cmara dos Srs. depula-
dos, sabe desprexar laes injurias calumnias, que
nao podem emanar senil. de algum miseravel, que
lem enconlrsdo no Sr.Wilkens ama nvencil barreira
a seus planos tenebrosos, nm insuperavel obstculo
na car reir de sua imtnoralidade, de suas prevarica-
ces.de seus critnes.
Srs. redactores, como em sua folha leve lugar a
aggressao, juslo he, que nella lenha (ambem lugar a
defez*. em que um dever de honra me einpenha
pelo amigo ausente.
Recife 16 de novembro de 1855.
A. J. de M. S.
preparatorios, assim como a facilidade com que a
elles sSo admittido iodislinciamente lodos os pre- beiecimenloj 'banem para VoTicUaMh'e,'
'I
CONSULADO PROVINCIAL.
9:9318508
Heudimeulo do dia I
dem do dia 17
1G.
:>3:623i3b
7158343
24:3388779
l'KACA DO RECIFE 17 DE NOVEMBRO DE 1855
AS 3 HORAS DA TARDE.
Hevisla semanal.
Cambios Sacoo se a 27 3|8 e 27 1|2 d. por
18a 60 d|v ubre Londres, fechan-
do-se a praca ao ultimo ;*e sobre
Paria de 330 a 352 rs. por L, ler-
minando hoje ao segundo.
Algodao As vendas da semana regularam a
58 por arroba do regolar, 58200
pelo bom, e 58400 pelo lino, ob-
ten.lo com ludo o ehegado de Pa-
jei'i, que se repula melhor da
provincia a 58300 por arroba. Es-
tes preces foram francos ale o dia
I j, depuis do qua] os compradores
o tem impugnado : entraram 690
suecas.
Assucar-----------A entrada fui boa, eapenas o bran-
co rescentio-se de alguma dimi-
nuirlo: vendeu-se cora todo o de
seguoda sotie superior a 48; eos
desegunda e terceira de 38600 a
' 38840 por arroba. Os mascavados
nao tiveram alleraclo.
Couros------------Venderam-se a 200 rs. e falla-se
que tambem a 205 rs. por libra dos
seceos salgados.
Ajo de Milao- Venden-se de 188 a 19&300 por
quintal.
Azeile-docc--------dem de 28100 a -28300 por jalao
do de Portugal.
Bacalhiio Tivemns tres estregados, o do bri-
goe llcrard vendeo-so a 118500,
e o do briape Spray, a prero oc-
,-ulto; seguindu o lerceiro para
os porto do sul. O mercado e*l
suprido com 9,000 barrica, len-
do-se relabrado de 128 a 128300.
Barricas vasias Venderam-se de I36OO a 28, ede
18 a 18600 as abatidas.
Cabos-------------Os de linho tem oblidlo de 33 a
438 por quintal sendo de patente.
Carne secca- O consunto tem sido limitado pela
diminuirn do preco do bacalhao,
e os pi ecos regularam de 4$500 a
58500 por arroba do Rio Grande,
da qual licaram em ser 2u.ni1) ar-
.- ^ **, nao haveodo nenhiiuia do
Rio da Prata.
Farinha de trigo- O consumo continua pequeo, e o
mercado continua suprido, lendo
ehegado alguma de Lisboa que se
vendeu de 268 a 288, e 603 lies-
panholas, qoe ain.la uao descar-
regaram, nem consta fossem 110-
. gociadas: venderam-se a 208 am
saceos de seis arrobas de Valparai-
zo, a 228 da de Batlimore. a 288
da de Philadelphia e New-York,
a 129 da Fouiaiie, e a 308 da Ues-
. _panhola. Ha em seajlO.OOO barri-
cas e 700 saceos.
Mauleiga---------Vendeu-se a 620 rs. por libra da
ingleza, e dizem que se vendern)
150 barricas da frao'ceza a 650 rs.
Massas ----- dem a 7 purea iva.
Toucinho O de Lisboa obleve 89 por arroba.
Vinagre- Os de Portugal obliveram de 1108
a 1208, e a marca especial deuo-
miuado Brea 1238 por pipa.
Vn 1 bus------------As vendas do ehegado de Lisboa
regularam de 2208 a 3008. e o de
Brexa a 310-
Velas------------ .Negociaran!-se a 640 rs. por libra
das de composicao.
Descont Rebteram-se letras de 9 a 10 por
cento ao anno.
Freles- ----- Do algodao do Ciara' para Liver-
Sool a7|8d., e desle porlo a 1(2
. Do assucar da Parahiba para
Liverpuul a 43 e desle portu a
70
I ocarn uo nosso porlo : 1 navio coin eobre pro-
cedente de Coqutmbu, 1 vapor e 1 de bacalbio.
Enlraram : 2 de bacalh 10, t com gneros das pro
vincias, 3 cora carregamentos da Europa, 1 com
earvao. 1 eslrangeiro com sal, e 1 em lastro, o
S.ltiram: 5 coin carregaraento de assucar para
partos eslrangeiros, 10 com gneros para as provin-
cias, 1 em lastro para carregar ha Parahiba, a barca
franceza Afane /.ouise para Mamullan, com parte
da carga que tronxe; e a escuna portugueza Ceres,
cum generus para Mcameles.
Ficaram 110 porlo 57 embarcaijoes a saber: 5 ame-
ricanas. 20 brasileas, I diaam.irquc/.u, I hambitr-
gueza, -thespaiilnilas, 13 inglezajCl noroegaense, 7
portugueza, 2 sardas e .1 suecas.^
Navios sahidos no dial'. *
Parahibaltale brasileiro Camueso, mestre Ma-
noel Supino da Penha, carga fazenda emais g-
neros. Passageiro, Jos Ignacio Pimenta.
Rio de JaneiroBrigue brasileiro Mara Luzia,
capilao Pedro Vaielte Filho, carga assucar e maia
gneros. Passageiro*, Jos Caelano Piulo, Manoel
Henriques Alves
Luanda por Moramedes e 1! -uguellaEscuna por-
lugueza uCresu, capilao Jos I.miren.. Sobral,
carga agurdenle e mais gneros.
Asu'Brigue brasileiro .iBom Jesusv, capilao Jos
Ferreira Pinto, em laslio. Coudoz o pralico da
Costa.
Assu'Jiate brasileiro Anglica, mestre Jos Joa-
quim Alves da Silva, carga fazenda e mais gene-
ros. Pastageiros, Gomes da Silva, Jos^Tfcmtuo
da Cosa e Silva, Antonio Jes Vianna, Bernardo
Ferreira Lins, Francisco Xavier de Menezes, Juao
Francisco Pereira, Simio Joaqaim de Souz. Jos
Gomes do Amorim e 1 criado, Jovencio T. Xavier
de Menezes, Aulonio Aune da6kta, Joo Evan-
gelista de Vascoiicellos Lima c I escravo, Antonio
Rodrigues Pereira.
is'arios entrados no dia 18.
Da commissaoBrigue jle guerra brasileiro ..(Re-
rense, comman lanle o capilao de fraga la Moru-
no. Eutrou honlem as 6 horas da larde.
lio de Janeiro e porlos intermedios7dias e 10 ho-
ras, do ultimo parlo 12 horas, vapor brasileiro
Paran, commahdante F. F". Borges. Passagei-
ro, desembargadur Jeronyoio Martniano F'iguei-
ra de Mello, sua seuhora, 1 filha menor e 9 es-
cravo, Dr. Caelauu Alvos de Souza Filgueira,
sua senhora e I escravo, capilao II. A. Barbosa
de Almeida, sua senhora e 2esrravo*, lenle Fir-
mino da Cunha Reg, alteres Pedro Martins, O.
Mara Ralbina de Jt-sns, ex-sargento Joao Mar.i-
iniano de Castro Babia, 2 soldados, 4 ex-praras,
1 desertor e 1 escrava. Segurm para o norl. o
Exm. presidente da Parahiba Dr. Antonio da
Costa Piulo e soa familia, o Exm. senador Anto-
nio da Cunha Vasconcellos e I escravo, Dr. Fran-
cisco de Arnujo Barros e 2 criados, Eulalio da
Cosa CarvaUo. C. F. do Amaral, D. J. Henri-
qqela litiiniarja, 1 filho e 4 escravos, Domingos
F. do Reg, aKoel Antonio Aldeia, cabo Tilo
Rodrigues de Almeida, 1 soldado, 8 ex-praras,
Pedro Jos A. de Miranda, e 1 escravos entregar.
F'icou de quarenlena por 15 das.
/Vacfos sahidos no mesmo di*.
IlusinPatacho americano Marllia Kendallo, ca-
pilao B. C. Pltiininer, carga assucar.
Para Escuna brasil.ira S.Jos-wneslre Paulo Jo-
s Rodrigues, carga assucar e rrtfi* gneros. Pas-
sageiro, Joo Carlos Menda.
Para pelo Maranhao Escuna brasileira Jos.
. mestre Joaquim Jos Alves das Neves, carga as-
sacar e mais gneros. Passageiro, Dr. Jos Ro-
berto de S e escravos. .
Canal pela ParahibaBrigue inglez Heraldo, ca-
pillo John Varren, carga assucar e mais gneros.
Passageiro, Antonio Muniz Machado.
Rio de JaueiroBrigue brasileiro Sagitario, ca-
pilao Manoel Jos Ribeiro. carga assucar e mais
gneros. Passageiro, Manoel Aires da Silva
Pinto.
RIO DE JANEIRO 9 l)BNOVEMBRO.
Colantes of/iciucs da junta dos corredores.
Cambios Londres: 27 l|i a W .
Paria: 35S a IR) dia*
n llambiirgo 660 a 90ii,i*.
Cambios.
Londres 27 1)8 a 60 e 27 1(4 a 90 das.
Pars 3S5 a 338 a 60 das.
Lisboa 99 11 !S Og) nominal.
Ilamburgo 660a 90 das.
FRETES.
Antuerpia 63|.
Canal .'. 60| a 65|
Eslados-I'nidos 60 a 80 c.
Ilamburgo 55| a 57|6.
Havre. 80 fr. e 10 %
METAES E FLNDS PBLICOS.
METAES. Ontai da patria. 288600
o liespajJjJUs 298000 a 295300
Peras de liafJJl lira. 1(^000
Lnerpuol i.'q nominal.
Londres 4|.
Mar-elha 55|.
Mediterrneo 65|a77|6.
Tresle55 a 65|.
n Mu,la doB Wf . 98000
.-olieano. ^BJJ^r; . 88700 a 88900
Posos hespauhiics . 18910 a JSOOO
da patria . U990 a 18960
fc- 1'..taces.....aj Nomiuai.
Apolices de-6 J . lili a 10." V II-
" provinciaes........ Aopar.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 17 DE NOVEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
ColacBes olliciaes.
Cambio sobre Pari350 rs. por fr. 60 d,v.
[Jornal do Commercio do Rio.)
Motimenlo da praca do fn GraieHo Sul de 29
de selembro a 26 de ouln+ro dr 1856.
A inconstancia du lempo ronlinuou a prejdicar
as nossas Iransacres mercanlis, porque durante a
primeira qainzeua do correte mez esleve u merca-
do em completa apalhia ; todava ueste* ltimos das
tem havido alguma animaran. O inovimenla mar-
timo foi diminuto, por consequeucia as entradas dos
genero insignificantes; exislindo actualmente o
mercado dissorlido e coin pouen existencia dos prin-
cipaes gneros do consumu para sopprir a nossa
campanha logo quo os-camiuhos (lem lagar a seus
transportes.
As entradas da farinha de trigo foram regulares,
como os compradores esperara abundancia no mer-
cado e baixa sensivel em seus procos afrouxaram ;
sua procura, limitando-se a pequeo consumo.
Vinh.i. De Lisboa superior nao ha, e a existen-
cia sendo de qualidade inferior continua empaladu.
Xarqoe.Conlinuo.i a afuir ao mercado diver-
sas partidas do interior, como cerca de 6.000 arrobas,
as quaes ae venderam a 440d e a 48130, e tambem
se effectuou a de urnas 14,000 airabas que existiam
retiradas do mercado a preco que nao transpirou,
porm que suppuinas, visto as informacoes que le-
mas de sua ba qualidade, que nao foi a manos de
1-5300. Segundo as noticias recebidas da campanha,
os gados acham-se ja regulares, e lalvez 110 meado
de novembro principie a nova safra ; mas os prejui-
zos havdos 110 artigo xarque no correnle anuo, lem
feilo prudentes os especuladores, em quem se conhe-
ce muilo punca animado para novas tratos, pois
que al baje s nos consta que lenha havido am s
para o sebo.
As gorduras baixaram a' vista das mas milicias
que vieram do Rio, onde o deposito he forte; llie-
rain-se vendas a 88 a grasa c 108 o s-lm.
(,011ro vaccuiis ser, o.. lem sido iniiig. procura-
dos e nao poderao baixar, salvo se as entradas da
campanha forem grandes; consta que ha baslantea
em caminho, demorados pelas continuas chuvas que
livemos. ,
Dito* salgados. Nola-se enlre compradores
grandes desejos de msegurar os printefro* que bou-
ver ede fazer contratos, u que defxa prever que os
prrr.os serao altos no |iriiicipio da afra. As noticias
do mercado da Europa viudas pelo paquete dao este
arligu em boa posicao
Com as grandes brizas e furtes correnlezas qou
bouveram nesle mez, receiou se que a burra sulfres-
se alleracJo, mas felzmeiile nao peiurou, pois son-
dou-se depois disso em 17 l|2 palmos, lendu nuen-
lanlu feilo alguma dilferenca, eamlnhando para o
sul, que a lomar mais funda logo que cesse a in-
fluencia da \asante.
Cambios sobre Londres. 24 l|2 e 24 3|4-
Rio de Janeiro t00|00 e90dias.
(Diario do Rio Grande,
dem.)
Pernambucoein. 1/ de novembro de 1850 -So im
pedimento do secretario, Miguel Paulo 'de'Souza
Haugel.
BANCO DE PEKSAMBtCO.
O Banco pe Per ti a rebuto continua 4 i0-
mui- lettiaa soljieo Hio de Janeiro, ea
tacar contra 1 mesma praca. Bimco de
Pernamimco 10 deoutubrode 1855,-0
ecrelario da direccao, Joao Ignacio de
Medeiros Reg.
O lllm. Sr. capilao du porlo manda fazer po-
niieo .que em virlude da ordem da presideucia, os
ca pitaesou mestre das embarcaedes. inclusiyehiales
que prelenderein sabir para os porlos do imperio,
artiran P"enllr "* uc",il0 de ea'girem desta re-
'i r.men.d,rBn,*n ,le a,e '""i arligu 19 da re-
3o den., fS c"mUni''- rl. de saude, alm
delw ,PC''S-. srela"a da capitana du
im nln t' C,,("le no" da 1855.-rVu
imenlo do secrtUrio,
Francisco Firmlno Monleiro.
f
MOVIMENTO DO PORTO
EDITAES.
Pela Ibesouraria da fazenda desla provincia se
laz publico, qoe D. Senhorinha Xavier dos Reisc I).
Rufina Autonia Xavier, allegando com aununcios
feilos nos peridicos desta cidade lerem perdido urna
a plice de rs. 4008000 de juro de cinco por cento ao
auno e de n. 90 dasemittidas nesta provincia em o
anno de 1843, requereram qoe 'se llies eotregasse
ootr.i apolice da mesma qaanlia e numero, na for-
ma da lei de 15 de novembro de 1827 ; o que a mes-
ma thesonraria pascar a cumprir. llavendo porm
qualquer individuo que dentro de um mei, a contar
da dala do prsenle annuucio, se aprsenle nesla re-
partirlo com a referida apolice, mostrando te-la re-
cebidu em bypotheca 011 uutru qualquer litulo, se
nao dar oulra apolice as supplicanles, pois que no
caso allegado da perdn de urna apolice iovolve abso-
luto anuullarau da primeira. E pora constar se faz
o prsenle annuucio. 1 hesoursria de fazenda em
Pernamhuco 16 de novembro de 18i.
Joao Goncalres da Silva.
O r. Anselmo Francisco Perelti, eoinmendador da
imperial ordem da -Rosa, juia de direilo espscisl
do commercio por S.M.I.aC. ele.
Fajo saber nos que a prsenle caria de edicto vi-
rem, que por parle de Jos Antonio da Cunha me
foifeita a pelirSo do LttjacJeguinte :
lllm. e Exm. Sr. l)t i de direilo do commer-
cio. Di Jos Anlonio'sHKanlu residente na ci-
dade do Porto, por sen bastante procurador
n esla provincia, como crssionario, e procura-
dor m causa propria dos bcideiroi do fallecido
Manuel Jos Mendes commerciante que foi n'esta
pr.ua, que devendo-lhes Jus Goncalves de Medei-
ros rs. 30S874O principal de sua obrigaro vencida
em selembro de 1831, que vence juro commerciacs
at efleclivu pagamento; Joao Jos de.Aguiar 3608810
res principal de sua obngar.au vencida em jaueiro
de 1836, que vence premio de meio por cento ao
mez; Manoel Barbosa Cameiu J11 mor 6J8000 rs.
principal do sua ubrigarAo vencida em novembro de
1836 a qual estipula o premio de 2 por cento, al
integral pagamento, e Joaquim Jos d'Aguiar
2288960 rs. por sua obrig>;ao vencida ein abril de
184, que vence premio de I por cenlo al real pa-
gamento ; cujos devedore* residiam n'esta provin-
cia mas em parte nao sabida, contra os qnaes vem o
upplicaule protestar judirialmenle em virluda do
do disposto 110 ^ 3 do arl. 453 do cdigo commercial
para iulerromper a prescriprao ; e a-im digne-se
V. Exc. de mandar lavrar u mencionado protesto, o
qual nao pode ser intimado pessoaimente aos suppli-
cadus devedores em cuusequencia da incerteza da
residencia dos mesmus, qvc provada e julgada, por
sentauca sejam os meamos citados por edictos ua for-
ma de direilo.
Pede a V. Exc. deferimenlo.E II. M.Hen-
riques da Silva.
E mais se au coiilinh.i em dita petejo, vista
da aflale o despacho seguate :
CSHiede.Recife 21 de selembro de 1855.
A. FTTerelli.
E mais se nao conlinha em dito despacho, em vir-
tude do qual u esenvao que esta subscreveu lavrou
o termo de protestado tbeor segu nte :
Aos 25 das do mez de selembru de 185 nesta ci-
dade do Recife de Pcruammico, em meu escripto-
appareceu o solicita lor Antonio Pinlo da Barro*,
e disso perante as testemuiibas abaixo assigoadas,
que na qualidade de procurador bastante de Jos
Antonioaja Cunha. prolcsla\a pelo routeudo na pe-
lirflu inicial, a qual lica fazen.lo parle do presente e
de como assim o disse e prolcslou, liz este termo em
que se assignuu com as mesillas leslemunhas.
Ea F'raucisco Ignacio do Torre* llandeira escrivao
interino, o escrevi.Antonio Piulo de Barros.Ma-
noel Alves Lessa.Manoel l?nacio de Torrea Ban-
deira.
E mais'se nao conlinha em dito protesto, e lendo
o supplicaute produzido suas leslemnnlias e sellados
os autos foram para a cunclusao, nos quaes .le e
profer a nenleuca du ilieor seguate :
A' vista da iuqunjao de fl. 7 fl. 8, pela qual esta
privado, que os individuos designados ua pelicao de
fl. 2 so acham ausentes em lugares nao sabido,' litan-
do que sejam citados para o lim na mesma pelic'to
requerido, passando-se carta de edictos cora o prazo
de 30 das e cusa. Recife 7 de novembro de 1856.
Anselmo Francisco Perelti.
E mais se uao conlinha, e nem se declara va oolrl
cousa alguma em dita sentenca, em virtode da qual
o escrivao qne esta subscreveu mandn passar a
presente pela qual e seu tbeor se chama, e ella a lo-
dos. 09 devedoros cima declarados para flcarcm sci-
entesdo ronlendo da priira,. e termo de protesto aqui
transcripto como pr.-iznji dito.pelo que toda e qnal-
quer pessoa, prenles e amigos os poderao fazer sei-
entes do que cima Rea espost...
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar edictos, que serao publicados pila
imprensa, e afiliados nos logaras designados no c-
digo commercial.
Dado e passado nesla cidade do Recife aos 14 de
novembro de 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torres llandeira, escri-
vao interino o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
"*" DECLARACOES
CORREIO GERAL.
As malas que tem de couduzir o vapor Paran
para os porto do norle, princpiam-se a fechar hoje
(19/a 1 horada larde, e depoi dessa hora s se re-
cbelo correspondencias com o porte duplo.
O arsenal de marinha contrata a compra dos
objecto abaixo declarados no dia 23 do crrenle
mez ao meio da para fornecunenlo do almoxarifa-
do :tinta branca, cairo vellio. ola, lio de vela,
saceos de con.lucrao, brotas surtidas, tiuteiros de
eslaaho, dedaea de reputo, caivetes, prunas de
pato, ditas de lipis, folhas.de Flandres grossa, flaa>
nelas da navios, lona iugleza eslreila, .lita larga,
lu o, pedras de amular, vistas d'osso, canelas, al-
vaiade, faina de cobre de 18 a 20 ultras, pregosde
ditu forro para as ditas, e azeite para o pharol.
Secretaria da inapec^ao do arsenal de mai inlia de
i
porto
impui
AVISOS martimos.
Para a Bahi
1 ara a Balita segu em poneos das o vek-ira c
bem conbendo btal. Castro, do qual ha ca piulo
rriDciaeo de Castro, por ja t,r p,rtequa JL'fi'
pa: para o resto, trata-se com o eu eafcajauaJariii
Domingos Alves Matheus, na roa d^CruT
Para o Aracaty segu em pouces das o bem
couhecido hiale Capibaribe; para carga e paasaaei-
roa, trala-se ua ra do Vigario u. 5.
PABA O MABAMIIAO' E PABA
Sahe com brevidade por ter maior
parte da caiga a barca brasileira i Bri-
lliante : para o reato trata-te Com o*
consignatario*. Novaea & C., rita do Tra-
piche a. l primeiro andar.
BEAL COMPAN1IIA DE PAQUETES IN-
GLEZES A VAPOB.
No dia 20
desle mez ea-
s.era-se Uo sal o
vapor 7'aata'-
.ominaaMfatJKa
Hevis, o Mal
depois da de-
mora do cas-
turne seguir
para Soulhamplon,tocando nos porlos de S. Vicente,
I enerilTe. Madeira e Lisboa : para passageiroa tra-
ta-se eom os agentes Adamson lloviie C, ra do
Trapiche Nevo 11. 42. Os volme que faHeude-
rem mandar para Soulhamplon devero star na
agencia 2 horas anles de se fecharem as malas, a le-
pis dessa hora uo se recebera volunte algum.
Para o liio Grande do ftki
segne com brevidade, per ler parte da carga prosap-
ia, o brigue brasileiro Sympalhia : quena
mo qnizer carregar o resto ou i* de passagtn, enleu-
da-e como capilao Candido Jos Francisca Goutarl
a bordo, 00 na roa do Trapiche u. 11, con o con
naturio Manoel Alves Guerra.
BaMat.
Vai seguir com brevidade o biate ua-
ctonal FOBTUNA, mestre Joaquim Josti
Silveira, tem grande parte do seu caxft- .
gamento prompto : para o uesto, lrala-sc
com os consignatarios Antonio de Almei-
da Gomes & C, na ra do Trapiche n.
segundo andar.
Para Lisboa, a galera portugueza uJo-
ven Carlota, capitao Boeventura Botgei
Pamplona : para carga e passageiros, tu-
se com os consignatarios Novaes iS C, ra
do Trapiche n. 5i.
Para Lisboa sahe o mais breve possivel par lr
parle da carga prompla, o brigue portugus Ma
II, de que he capitao Caelano da Cusa Mangle;
para carga ou passageiro, trata-se c.m F. t
bello & Filho, ou com ocapilao-ca praca do com-
mercio.
COMPANIUA DE
POB LUS'
o-mKsil
ACAO' A VA-
LE. KA.
Eapera-tte
al24doeor-
rente viudo
dos porlos
,(!() sul o ta-
par Ma-
rta II, com-
manda 11 le o
enenU tiui-
araes,e (le-
da com-
ptenle ile-
mora seguir
para Lisboa cun rsralla, pa.a psigaiaos eeucoto- *
mendas dirijam-se ao agente M. D. Rodrigue*, rda
do Trapiche n. 26. Pede-se encareoalameiiiii aos
Srs. portadores das cartas, levarem o resfaclivo
parle trocado para avilar demoras.
PABA PABAH1BA
Segu em poucos das-a lancha nacio-
nal Flor do Rio, por ter metade do car-
regament prompto : quem na mesma
quizr carregar, dirija-se a loja de Joao
da Cunha Magalhies, na q-ua da Cadeiu
do Recife loja n. 51.
LEJXOES
O agente Borj.i far leilSo em seu armazrm na
roa do Collegio 11. I.'i, quinla-tfjjra 22 do corren
11 lluras da manhaa, de varios objeclos de difleren-
les qualidade*. como bem obras de marcineria MVas
e usadas, obras de
beira, vidios
lustre, quinq
jeclus, os quaes"
mazem ; assim
bos us sexos, sem
O agente
juiz de or phaos,
em requer me n
e prata, relogtos para algj-
ra eima de mesa, um rico
iceza e ootios muTlos ob-
o patentes nu mesmo a*r- '
eacravos mocos de am-
prcro .ilgom. %
ruado pelo lim. Sr. I)r.
,e a seu desparho^ pnTeridq,
tutor dos menores filho do fina-
do Mauoel Jos de Araojo Machada, em presenra d
dito Sr. juiz, far leilao de ,'t escravos fjtrUncnlu*
aos referidos menores, ja lo ama muala de maia
idade, de bonita ligura^Hn mulatmlio dj^^H
e ama mulatinh de lf*Knos, os qnaes leem
vendidos no annazem do aienle anminciaiile,
na roa do Collegio n..1j, setla-feira, 23 do 1
te, as 11 horas da manilla-.
-J- O agenle Oliveira far leilo. jior des
do Exm. Sr. r. juiz especial do costana xio, exai
do em reqoenmenln do curador lisraifi anua fal-
lida de Manoel (iomes de Azevedu RamoJT'das di-
vidas de livro mes.-oa massa, na importancia de
rs. 1:639480, segundo a respeeliva relarao dallas
em poder do dilo agente, para came u'.ecipado
dos pretrndenles : sabbado, 21 do correnle, ao meio
dia em poni, no sen escriptorio, ra' da Cideia *v 1
Kecife. '
O agente Borja, autorisado pelo lllm. Sr. Dr.
juiz de orphaos conforme o eu despacho proRido
no requerimento do tutor dos orpbao* lilhos da fal-
lecido Caelano Pereira Uoucalvesda Conha, em-pre-
senra do dilo Sr. jtjiz. continuara o letllo de algous
beiisjaaniiunciados, perleoeenles aos mencionados
orpliaos a s.ber : diversas airas de brilhanle e dia-
mante, enlre us quaes sobresmliem 2 riquissimos an-
neles, allineles de peilo e bolees para abertura,
urna grande quanlidude de obras de onre como nem,
trancelvns de filagrana muilo riciaj, alfineles de peia-
cotn perolas. hiincos. rozelas, hotas pora camisa,
coroas, resplandores e sellas para imagasn, e oulraa
muitas obras; diversas pecas de prata como bem,
salvas, colheres. casHcnes, baca, ealribos. esporas,
ama rica bandeja grande ele, as sobras do cngeubo
Coquciros na comarca de Santo Anlao. e o encenlio
d'agua denominado Mamucaia, na froguezia de S.
Lourenrii da Malta pudendo aer vendido a prazo
com desobriga dos credores.tiu com firmas aaociaes
i nesla. prara : ler lugar o leilo .quarla-fcWa 21 do
crrenle a II horas da manhaa no armazem do'a-
gente annunciante, sito na ra do Collega n. I.",,
amida os Srs. prclen.lenles ayj bous cima luencjo-
nados, qoe quizeraan alguoresclarecimeiilos acerca
delles, poderao ae ri.tendei.
O
agente
Roberts
mi
lilil. Sr. inspector d?i
far leilo coin lieenca ar
* 5
fandGM-a e por orden) de
.1. Swensson, capitao do
brig-e William Trsate-
den, o qual na sua viagem
do Rio de >S aneirocom des-
tino para Stockholin arri-
boq a este porto, salvado
e rebocado pelo vapor in-
glez A von, por conta e ris-
co de quem pertencer, e
em presenca do >r, cnsul
interino da suecia e JNo-
roega, de cercn 800 saceos com caf, para
occorrer as despezas de



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DIARIO 9E PEr.MMr.UCO SEGUNDA FEIRA 19 DE NOVEMBRO OE 1855

it
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s&lvagtnii e dos colicortos
do dito brigue, quarta fei-
ra ldocorrente ao meio
dia no armazem altande-
#ado de J. A. de Araujo,
caes do Apollo.
~WSOS DIVERSOS
Aos senhares proprietarios de. navio
tiesta provincia.
Desojando ti redactor to almanak .la provincia pa-
ra o anuo de 1856 roclilicar a propriedade dos na-
vios, ruga a anua proprielarius so dignein mandar
una nola coni n.uome a toneladas, a' livraria ns. ( e
8 da (iraca da Independencia ate o dia 21) do cor-
rele.
Mauoel Guies l.ral Cempauliin pedeiu .1 to-
llo o seus deve Jures queirain ter a bondade de pa-
itr-lltes as si.au cotilas at ao lim do curenle mei,
mpareceudo par* tal lira na sua casa, ra do Cres-
) n. 9, segunJo andar, uu na ra da Cadeia 'le
snlo Anin n nf 2i. primeiro andar, onde podero
ti labenflRioiin.r alguus de s-us credilos e legalis.r
a. mesuias canias por mei de oulros liluloa, visto .
coma na frmsi do cdigo comrarrcial lie isiode ab-o
lula necessidade, certos de que lindo o presente mez
o aiiuuncianlts promoverlo a cobranca d mismas
dividas pelos meios judiciaes.
O bacliitel Joaquim Mendes da Una Guiraa-
raes Jnior, nao poden Jo despadir-se d lodos os
eos anugo* e collegas, pede-Ibes de-culpa, e oll'ere-
ue sea presumo na cidade da Fortaleza, pro-
vincia do Cetra.
Mj^H baria de Audradc fas ve.- ao publico, e
ptrillpalmpn.s ao cuminerciu, que (erajusto e cun-
li atado coupra da laherua perlenoanle a JoSo
liincilvos de iouza liuiuaraes, sila uas Cinco Pun-
as 11. 91 : quim sejulgar com direilu a ella declare
110 praxo de Iros das.
Attencao.
A irmonoSVlii de N. S. do Kusario do biirro da
Boa-Vista, leudo teilo bstanle sacncio alim de
prese!:,r ein solemue procissau a iinagem da mes-
eiilur.i un lia de sua fesla, no llie foi po-sivel,
lem de oulros motivos, pela fallad guarda de liuu-
irausfernnoi a dita procissao para o domingo se-
9, vislo Lerino novamcirle eiu commissao falla-
1 com o Ex'ii. Sr presidente, da provui. i... Esta-
vimo* na meute de que a guarda nos seria conce-
H^^Ha**m nos engaamos ; tendo-so honlein de
fallado cora o Eira. Sr. commaudanle su-
porioamfim du sabermos se vinlia 011 nao a guarda,
ftii enB que livemos a certeza de que a dita guarda
Jo vinha : per is i publico pora que nao pense que a procisso nao
naot por culpa da dita irmandade.
.Uaga-*c-11 segundo andar do sobrado da ra
ta.0. :!l : a tratar no segundo andar 11.
irui. ,
-sc ao lliin. Sr. lliesourejro das lolerias,
na d.: serte premiados o bilhele inteiro 11.
Klein de n 1 j'JO da pTimeira parle da
l;rceira lotera do livtiiasio l'ernambucano, os
quaea foram comprados na luja do Si. f'orlo, nao
pague a qul| OMpresenlaj |H>r is>o que sendo
comprados ai H da manla do mesiuo dia 17,
paucos instan!*.. epois foram extraviado! do bolso
do comprador, do que se fez logo aviso ao dilo,ven-
dedor, asiin :nmo ao mesmo Sr (liosoureiro.
O abaiio assignado vendo no Diario de l'tr-
ttambuco de quiula f'ira 11. :63 nos auiiuiicios
o eiicenho 'Mamucaia para ser vendido,
enhorne ubservacao lelaliva as obras feilas pelo
^^^Ko aaslRindo, por urna eaariplura .le conlralo de
ifeiloHas e eulendeudo o aluno assignado que esse
OOooticiu se deven limitar a veuda do solo Sjnieule
e i|3o do engenlio obrado como se ucha, poisque lu-
- obras llie perleuceui era quaulo durar o seu
Miilrato ; poi isso previne aos prctendentes ao dilo
(ingnito, que devein conlralar a compra do solo
D os proprirlarios- delle, e as obras com o abaixo
assignado, pila podeieui desfrutar a propne.lade, ou
.miau esper-r m que o abaiio assignado liude o pra-
/.o do seu conlralo. para receberem o engciihu 1110-
uule e trrenle, como se acba.
Manocl lloiriijues Campillo.
No dia ;:1 do crrenlo, na sala das audiencias,
BVJMaflgdar a do lllm. Sr. I)r. juiz dos feilos
in racional, se lia de arrematar um bote
R palmos de corojo 1 lo, avallado e 111 08, pe-
por i'iecurlalHiiiusma faienda contra Jo-
s Ricardo d,| Jesm.^Bjn lile se aclis eni deposilo
no arsenal de marinla" Kecife 17 de novembro de
185.'t.O solioilador do juizo,
Joaquim Tlieoduro Alves.
No dia i [ do crranle, na sala das
depoii qoeli.i lar a do lllm. Sr. l)r. jpi
da fazenda ateiooal, se hilo de arrala lar \1 cadei-
raa, I camap, liogode baen, lulo de madeira de
ilorde llOg. e I relogio de cima de
ii(Wfo'!-por eiecucao da ir.csma fa-
iqnira Ffancco de Paula E-leve*.
emlii .j .1.- ta^cB 0,solicildor do
jai"
No dial I do correnle, na sala das audiencias,
depois que lljn Bfj do lllm. Sr. i)r. juu dos feilos
da fazenda il B, se bo da arrematar 1 cuuinio-
^rlcauas, ludo no valor de llj>,
Safforao da mesilla fazenda contra
AnIonio Joaquim do Espirito Sanio, cujos ubjeclos
se acbaru no a.jpo liro de 185S.O solicitador do juio,
Joaquim Theedoro Alves.
No dia '21 do correnle, na sala das audiencia*.
drpois qe lindar a do Ulm.Sr. I)r. juiz dos feilos
da fazenda nacional, je bao de arrematar duas casas
larreas, sita na ra dBMathias l'erreira, em Olio-
da, urna 11. I:!, avaliflu cui I.1O9, e oulra 11. 1:1, em
'JU09, ambas penlnindas por esecucao da meima
fazenda conln JoSoCarneiro da Ounlia. Kecife 17
le novembro de 1855.U solicitador do juizo,
Jiqnim Theodoru Alves.
- No di :!I do crrenle, na sala das audiencias,
loi* qu findar ado Ulm.Sr. Dr. juiz dos feilos
.eiida nacional, se lia de arrematar 1 mesa de
ilajju madeira conduro', 1 Lauca pequea
^Bb*re!!o O cmieiras com Bsenlos de palha, lu-
10 valor (I; I}, peuliota*o por execurao da mes-
razanda cintra MnnelJ^uo^kreir.i dos San-
Recite 17 del RW5, O solicita-
do juizo. Jaafl Ibvc-.
\, da :!l
dtjpuif que fliKlar a do
sda (azoHdj imcional. se
(arte*, tita ns roa de
Ns abaiio assignado", eiltabelecidos neslapra-
ca, leudo em consideravJo convenio' feilo pela as-
sociacSo couunerci.il do Recife, que eleva os palacoes
tirasileiros e bespaohoes ao valor de ti, e allei.den-
do mesmo a difficuldsde de troces com que cons-
tantemente latamos, lanos coiiveuciouado eacenrda-
doein que uao^ para evitar a sabida dstes melaes
desla praca para a do Kecife, senao lambem para se
facilitaren) Irocos miu los, se d ans palacOes bra-
sileiros e liespanlioes o valor de ajUOO, e ueste valor
nos coraproraellemos a dar e aceitar ., ,1 ii.t inoeda
do huje em vanle at que subsista o mesmo conve-
nio na praca do Kecife, 11S0 devendo porm en liar
niais do que a quanlia de JOgOOO enj cada pagamen-
to. Parabiba aos 7 de novembro de tb\V>.Por Vic-
lorino Pereira Maia, Joaquim da Silva Cuelho, Jos
Lab Pereira Lima rk C, Francisco Alves de Soma
Carvallio cv Filbo, Manocl da iCosla Lira, Manoel
Pereira de Araujo Vianna. Antonio Kaphael 1i.1l-
vo, Fernando Anlonio de .vlenezes, Joao Jsis de
MedeirosCorreia ^ C, Joaquim Jos Kndrigues da
Cunta, Joao Clirisoslomo Pires, liabriel da Cosa
Monleiro, Antonio Francisco de Ohveira, Joaquim
Ferreira Soaaes, Caruairo da Cunha & C, Antonio
Vicente de Magalhaes, Jos Aulouio Pereira Vina-
gre, Jos (joncalves de Medeiros Furlado, Denlo Jo
se da Coila, Jo Jicinllio dos Res, Jos d Azevedo
>ilva, Anlonio Cantillo de llnllanda, Anlonio Fre-
derico Paula, Anlonio Francisco Hamos, Joaquim
Marques Oamazio. Anlonio dos Sanios Coelho, Jos
domes de AraujoQuinlella, Vicente do Reg Tos-
cano do Brilo, Jos de Azevedo Maia. Jos Joaquim
Peijolo de Miranda llenriques, Jos Flix do Reg.
Manuel Rabcllo deOliveira, Primo Pacheco BorRes,
Amonio Alexandrino Lima, M Rulino Olavo da Cosa Machado, Fructuoso Pereira
Freir, Joaquim Ezequel Barbosa. Jos Das de
Araujo Jorge, Anlonio Ricardo dos Santos, Mesqui-
(a Jnior, Joaquim da Cosa Lima, Jos Antonio
Mift-quesliiiirnaraes, Amaro de Barros Concia, Joao
Baplisla de Magalhaes. Joao Baplisla de Albuquer-
que, Ricardo Jos Francisco, Anluniu Lopes da Sil-
veira, Jos Januario Aianha, Amonio Huliuu Ara-
nba. .Iniquini l'.rhi'cn Borges, Ernesto Augoslu
Paula, Manoel de Medeiros Carvalhu, Custodio Do-
mingos1 djs Sanio*, Anlonio Tbomaz Csmeiroda Cu-
nia, Joaquim Silvano de Macedu, Joao Jos Lopes
Pereira, Manoel Jos do Espirito Sinln, Joaquim
Francisco Manlfiro da Franca, Marcelino Gomes de
L-iros, Jos fjSfalves deUlivrira, Jose.de Souza
Viira, Damiciano Nuiles Soares, Victorino Jos Ra-
plo, Manuel da Silva Medeiros, Francisco do Reg
Ponles, Pedro Jos de Albuqoerque (lamira, Anto-
nio Idas Ferreira Machado, Manoel Vidal da Silva.
Francisco Teixeira da Silva Piulo. N. Uadumlh &
C, F. F. Lima. Joao Piulo Monleiro da Silva. Aa-
Innio Joaquim Teiseirn. Francisco Jorge Marr*
B .lelho, l-aria A (uiio, Juao lavare- Ferreira, Ma-
noel Francisco de Oliveira Juni.r, Manoel Fraucis
co da Silva Coito, Jos Ferreira Das.
Joao da Silva Ramos, medico pela uni-
versidad de Coimura, Continua a rereher
em la casa na ra do Cabuga 11. lt. da
8 as II horas da manhftn e das :l m 4 da
larde, as pessoas que o quizerem consul-
tar, hem como a sabir com a cuslumada
promplidAo a qualquer hora do dia ou da
imite em que seja procurado.
de dade para ama
I ra larga do Ro-
CONSULTORIO 00$ POBRES
o mu*., nova i *.mvb*B. so.
O Dr. P. A. Lobo Moicozo d consultas homeopathica lodoi os di&s aos pobres, desde 9 huras da
raanhaaalo meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou nuite-
Oflerece-se igualmcule para praticar qualquer operacao decirurgia. e acudir promplameule a qual-
quer mulher que esteja mal de parlo, e cujascircumstanciasuao permutara pagar ao medico.
SO CONSULTORIO DO DK. f. A. LOBO 10SC0Z0.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual completo de me.ldicina horaeopalhica dn Dr. G. 11. Jalar, traduzidoem por
tuguez pelo Dr. Moscozo, quairo volumes encadernados em dous c acompanhadod
am diccionario dos lermos de mediciua, cirorgia, anatoma, etc., ele...... '0*000
Bsla obra, a maisimpsrlaiile de ludas as quetratam do esludo e pralicada liomeopathia, por'ser a nica
qneconlm abase fuidameiilal d'esla doutrinaA PATHOGE>ESIA 01.' KFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SALDEcouhecimenlos que nao podem dispeusar as pes-
soas que se querem dedicar ;i prntica da verdadeira medicina, interessa a todos os. mdicos que qui/.erm
experBieutar a rfoulriua de Hahnemanu, e por si mesinos se convencerem da verdade d'ella: a lodos os
aiendeirososenhores de encenho aun esiao longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capilesde navio,
que urna ou oulra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes:
a todos os pais de familia que pur circumslancias, que nem sempre podem ser prevenidas, sao |obriga-
dos a prestar in conlinenli os iirimeiros soccorros em uas enfermidades.
O vade-mecum do homcopalha ou. triduccao da medicina domestica do Dr. Ilering,
obra lambem tilil as pessoas que se dedicara ao esludo da homeopalhia, um volu-
me grande, acompauhado do diccionario dos termos de medicina .*..... 109000
O diccionario dos termos- de medicina, cirurgia, anatoma, ele, etc., eucardenado. SVJOOO
Sera verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralica da
homeopalhia, e o proprietario desle eslabelecimeulo se lisongeia de le-lo o mais bem munlado possivel c
uinguem duvida boje da grande superoridade dos seus mediramenlos.
PRECOS INVAKIAVE1S.
Bolicas da 5* ou 30" dvuamisaro.
De 12 tubos...............".....
De 24 -................
De 36 >...................
De 48 ....................
De 60 u...................
De 144 ........'.....
Qualquer destas bolicas em linduras, o dohro.
Cada lubo avulso
Meuores.
.. 8000
. 159000
. -209OO0
. 259000
. 309000
. 609000
Grandes.
I09OOO
209OO
259000
300000
:I590(>0
Mela unca de qualquer lindura da quinta dvuamisacao
Um frasco da verdadeira lindura de rnica ....
....... 1*000
....... 29OOO
. ". 23000
Na mesma caa ha sempre venda grande numero de tnbos de cryslal da diversos lamanhos,
vidros para medicamentos, e aprompla-se qualquer encommenda d medicamenloscom loda a brevida-
de e por procos muilo commodos.
o Alves.
as auilflbcias,
juiz doWeilcs
das audiencias,
iz dos feilos
ar urna casa
ro, em Olinda, n. 18,
com 20palade freole e 50 de fundo, avahada em
10*, penMhlda pea- evecortn da mesma fazenda
uoatra Apoiiuaro Franc
noveiabro de 1855.O
Joa
>aq^mi
trrlido. Recife 17 de
dor da juizo,
Theodoro Alves.
\ dia :!1 do correnler na sala das audiencias.
ir a do lllm. Sr. Dr. juiz dos feilos
Hqbial, iu lia de-arrematar um carro
|pm 60*, penhorado por cxeca,ao
h contra Francisco Lacas Ferreira,
_ no deposilo geral. Recife 17 de
11855.O solicitador do juai,
Joaquim Theodoro Alves.
Jii -Jl 4o carrele, na sala das audiencias,
depois qoe (indar a do lllm. Sr. Dr. joiz dos feilos
da hiena na-ional. se ha de arremalar urna canoa
com 30 palmos de comprido e 3 1; de vio, em mo
estafo, avalurii em 8*,. peiihoradn ,,or ex-curao da
'.rida'^conlrii Joflo Munit, a qaal s arha
no po'to d ron Nova. Recife 17 de novembro de
1855.O solicitador do jaizo,
Joaquim Theu loro Alves.
No dn -^1 da orMIe, na sala das audiencias,
depois qoe 0n4ar a do film. Sr. Dr. juiz dos reilo*
da fazenda nacional, se bao de arrematar -i barri'
com 16 canudas de agurdente branca cada um del-
: ainbjf no valor de 115680, penWados por
li mesma fazenda con Ira Jo Rodrigue*
Souza Aulouio Jos Marlins. Recite 17 de nos
veinbro d B&O solicitador do juizo,
Joaquim Theodoru Alves.
No di 1 4 ih ule fugio a abrinlia Joaqui-
ns, bem coiliecd. ieta cidade por andar sempre
n ra, e I. miles : baixa, corno re-
gular, ueni larecida, (Me raflado com gafurina
na rredfp, en Ihas grinlr, denles aberlos e imados.
com falla de um da parle.de cima, nulos grandes,
p pequeuos e um lano largos, rauito rearila, lem
a eiir fula, anda com veslido di quad/os encarnados
1 pVnrio da (osla, ha noticia qoe ella anda pelo
bairros de .111I0 Anlonio e Bos-Vita, e que de noi-
le nuda o tiacs e anda de chales : quem a pegar,
lew-a a ron da Crnz du Recife n. 64. que ser re-
compensad 3.
-- Fogio o da 1fi do carrenle. do rancho do Pa-
dre, no Kaihvlho, um mulrqoe crioulMe Dome An-
lonio, idad' :!0 aiinos, h nal finas, dim um signal de cabello no rosto um la-
IM de am ceice d civallo na bochechn, tern doas
presas na Meca, o calcauliar do p direilc eslri eifo-
l*lo deruni boba que o faz puxar alguma eousa pe-
la perna, e qaando ulha encarado melle um olho pelo
oavra ; levan camisa e ceroul de algodflo azol c
chapeo de pnlha : roga-se o favor de quem o petar
levar a seu leuhur Jos de l.emns da Konseca.no
Kibiiro Griui le, dislriclo de Nazarelh, uu ao alerro
da Boa-Viln a Jos Faustino de Lemos, me ser
recompensido.
Prec ai-se da om prelo eicravo para lodo o
arvirn : em casa de Pomaleau, uo aterro da Boa-
Vute n. 16.
Preci-a-se de urna mulher
de urna rasa de pouca familia ; Ba-
sa 110 n.32.
Na lojada Boa Fama, na ra do tjueiiua.lo u.
33, recebem se encommendas de ramosarliliciaes de
diverras fruclas, como pilanga, ubaia, caj', macaa
ele, lauto para ornato de bandejas de bolinhos, co
mo para doces seceos.
Aluga-se paja psssar a fesla um hora sobrado
na povo.-.eo de Reberibe junio a ponte, est acaba-
rlo e pintado de novo, e tein commodos para doas
familias por ter 4 salas e 11 qunrtos ." quem o pre-
tender, eulenda-se com o dono da loja de cera da ra
do Cabog.i n. 5.
Ollerece-se una porlugueza para criada de
Sisa eslrangeira 011 nacional, corla vestidos e faz lo-
a qualidade de costura : a Irstar no alerro da
Boa-Vista, loja de.fuuileiru da casa n. 52.
OITereee-se um hornera pi.ra caixeiro de qual-
quer casa de negocio, o qoal lem boa lellra e bs-
tanle pratiea de negocio, dar informares de sua
conduela, e lambem enlra cora alguns fundos, dan-
do-se-lhe inleressc : a fallar ua ra de Sanio Amaro,
loja n. 16. %
Precisa-se alugar urna ama que saiha cozinhar
c fazer lodo o mais ser vico de cass: na ra Di re la
n. 86, segundo andar.
Precisa-se de um menino para criado, que sai-
ha comprar na roa : a tratar na ra liireia n. 93
primeiro ailar.
No primeiro undui do sobrado 11.
4(i ila ra larga do Hozario, lia todas as
noites sjuJjOtejs^jerfV. tudocoui.muito a*-
teio e |)i'oiii|ilidio. podendo concorrer
toda e qualquer lamilla por estar a casa
decentemente promptapiii-acuse fim, as-,
sim como convida a todos os distinctos
cavalleiros, eonebrram com suas respec-
tivaspresencas, e lia tambembolinlios. de
todas as quatidades.
Prcisa-se de um peqatrfo para liberna ; a
Iralar na ra da Conceicao n. 6.
-Avisa-se ao Sr. Bowmau que no ciigenho I tin-
ga de Cima apparrreu agiese 1,1 vo que diz perlen-
cer-lhe, procuran lo aoJ| Metano do ine-iiio para
rompra-t : se llie coatHHRnde-lo envi pessoa
competente paralratai W n aciu, do contrario p-
de-o mandar receber, licando cerlo que mesmo
proprielario se nao responsahilisa pur qualquer in-
ri,Icnle qoe oceurra, puis o esrravu permanece solt.
Precisa-se de urna ama para todo servir-, de
ama casa de pequeua familia os ra eslreila do
Rosario 11. 10, terceiro andar.
, Anlonio Roberto, com loja m ra Nova 11. 13,
acaba de receber pelo ultimo uavio fraucrz um com-
pleto sortimenlo de fazendas do goslo como nejara,
chapeos de seda para senhora, dilos para meninos,
ditos de feltro braocos e de cores, dilos de dina para
hornera, gorras de velludo bordadas, ricas caixas de
charlo,' leque* de rhara.i e de penuasi luvis de pel-
lica de Jouviu, camiselas de cassa bordadas com
mauguilos para senhora, rico cnfeiles de cabeca e
flores, tilas, bicos de blonde, fagos de xadrez. obrf
da Cliiq|, c oulras multas fazendas de goslo, france-
zas e da China, que eslarao paleles ao comprador.
Alaga "se urna ba casa na Baia-verde da Ca-
panga, uiuilo fresca e se.ni precisar de ser piulada, a
a qual lem us commodos seguiules : 2 salas, 2 aleo-
vas, cozinba lra, grande cupiar, cacimba do agua
ile beber, banho de agua salobra, e grande quintal,
por 809000 pelos i mezes da fesla : a Iralar no pa-
leo do-Teiro 11. 32.
Roga-se 10 lllm. Sr. Ihesourciro das loleriai
da provincia ^e a lodosos caulelislas, que
guem o premio que sabir no terco que val
por Joao Francisro Borges e Jo3o Jos '
maraes, porque foi (irado da gavela do d
raes.
TRTAMENTO KOMOPATHKO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERAMORBUS
PELOS DRS.
J3 *-J /Sl C J fe "53 J/l.JilHlts
ou iiislrucc.io ao puvo para-se poder curar desla enrenuidade, administrndoos remedios 7nais ellicazes
para ala/ha-la, emquaiito'serecurreao medico, ou mesmo para cura-la iudepeudente desles nos lugares
em que nao os ha. "
TKADUZIDO EM PORTUC.UEZ PELO DK. P. A. LOBO M0SCOZO.
Esles dous opsculos contenas indacaroes mais claras e precisas, e pela sua simples econcisa exposi-
cao es (a ao alcance de lodasas-inlelligencias, no s pelo que dizrespeilo aos meios curativo", como prin-
cipalmente aos preservativos que lem dado os mais salisfaclorius resollados em toda a parle em que
elles lem sido postos cin pralica. ,
Sendo o Iralamento nomeopalhico o nico que lem dado grandes resulladus no caralivo desla horri-
velenfermidade. julgamosa proposito iraduzir esles dous imporlaoles opsculos tai Iinguz vernecu-
la, para dest'arlc facilitar a sua leilura a quem iguoieoi francer.
Vende-se tinicamenlc no Cunsulloriod Iraducior, ra Nova 11. 52. por 2&000. Vendem-se lambem
os nicdicanienlos precisos e bolicas de 12 fubos com um frasco de lindura 109000,' um dilo de 30 lubos
205000.
I ~
uas lole
*
diloTOi
pa-
la do
iui-
ma
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAIllDO DE ROFF E BOEN-
NINGHAL'SEN E OUTROS,
posto em ordem alphabelica, com a descripcao
abreviada de locfas as molestias, a indicarn physio-
logica c Iherapeulica de lodos os racdicaiu/Dlos hu-
meopalbiros, seu lempo de accSo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacao de lodos
o termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignan'les podem mandar bo exemplares, assimeomo quem quizer comprar.
O padre I liorna/, d Sania Mananta de Jess
Magalhaes se oflerece para ser capcllo para aquello
senliur de eugeubo que quizer ulilisar as missas c
mais dClos prnprios du miuislrrio sacerdotal, e para
ensinar priraeiras lellras, doutrina chrislaa, nrilh-
lOO.sOO de gratificado.
Desappareceu uo dia 17 de agsrslo prximo OtiU-
do, pelas 7 horas da noile, a prela l.oureura, Je ja-
rilo Angola, de idade 35 a -iOttnos, pour mj.i 111
menos, enm ossiguaes segu ules : um dedo da mao
direita incitado, magra, lem marcas brancas uas dsas
pernas; levoo camisa de algodaozinho, vestido de
cbila rosa, panno lino, e mais um truuxa de roupa:
roga-se a todas as autoridades policiacs ou capiles
de campo que a apprebendam e levem a sea seuaor
Joao Leilede Azevedo, na prara do Corpo Santo n.
17, que receber a gratificaran cima.
O abuixo assignajjulga de sea dever conti-
nuar a declarar que lailicalmenle a molestia
: vulgarmente chamada mbrpliea, ery.ipella, iriltins
I e pernas incitadas, qualquer que seja o estado du
doenle, e sirva islo de, protesto ao publico e ao go-
vernoem noine desses desgranados, qde al boje s
tein adiado cousolacao na sua dur. No he islo nma
basofia do annunciaiilc, mas uro aclo de pura cons-
cieucla. abaixo assignado dar a quem o procu-
rar as garantas possivel", e ao governo da provincia,
que sustenta uui hospital, com u qual lauto gasta e
sem liraro menor resollado, rITerece d*ea presumo,
p.ra dentro dr? um lempo cerlo* com todas as se
mlica, grammal.ca da lingua porlugueza, grainma- guranras, iralar de qualquer doenle que o governo
lica da lingua lalina, inu.ici e francez : u senliur de | ,he queira elre;;ar. ,,,1-nciante se sujeitara
mesmo i pena de prisSo como>slipulado for se nao
engenho que quizer, pode procurar o aniiuucianle
na casa de sua residencia, na ra da Concordia, das
ciiinprir o que promelter. (Ja mais pode o aunuii-
ci.uile olferecer : (.lu-iu j e.alreveu a fallar assim
pela iinpriMisa O aunuacianle he pobre e no pude
fazer a caridade de curativo gratuito', despendendu
iiBi elle dinhclro, parque sera dar o que nao lem.
I i mezes qu* o aDunciaMe esl BesU ridade j
aprsenla cmii,i casa, na ra do Padre Floriano
o. 18, dous escravos curados.
Manoel Borges de Meodonra,
CirjaiTOdeS. Paulo, verdadeiro surucaba.
Avisa-se aos Srs. academices, que de novo he che-
gdo no deposilo de charutos da roa larga do Rosa-
'nu 11. 32, um grande sorlimenlu de cigarros deS.
Paulo, vindo pelo Rio de Janeiro no ultimo navio,
e<]ue se vende em porcan e axelallio, sendo a ."00
r. o cenlo, e por menos em mnheiro.
CONSULTORIO CENTRAL
) horas da nianhaa em dianle de qoahakr dia.
.Miissa aditMiunti >a
Antonio lechuza de Barros, eslaMecido cera sala
de barbeiro na roa da Cruz 11. (!2, primeiro andar,
chumba denles com esta preciosa massa ; na mesma
sala vendem-se e alugam-se bichss por commedo
preco.
Candido Joe Lisboa, antijjo discipu-
lo do Sr. padre Joaquim i'aphael da Sil-
va, approvado plenamente pelo Ivcu
desta cidade, da' lices de latim, francez
e portuguez: na ra de Apollo r. 21.
O delegado do circulo Itllri .1110 da freguezia de
S. Jos faz saber ao Srs. professores e directores do
eiisino publico e do particular de ambos os se que na forma do arl. 86 I. da Ici provincial o. 3G9
de 18 de maio desle anuo, devein reraeller a esta
delegara al o dia JOdedezemhro seguidle os rela-
lorios Irimestraes de seus Irabalhos com declararn
do numero ric alumnos, disciplina e compendios
adoptados, Picando entendidos, que iguaes relatnos
se repeliro de 3 em 3 mezes.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O lllm. Sr. director da cotnpanliia de
Beberibe convoca os Srs. accionistas para
se reun rem em assemble'a geral no dia 20
do corrente ao meio dia, no respectivo es-
criptorio, para deliberar-se sobre o paga-
mento do 15 dividendo.Recife 15 de
novembro de 185.O secretario, Luiz
da Costa Porto Carreiro.
Pela delegacia do cincolo literario da fregue-
zia dos Afugados scienlifica-se aos senhor.es profes-
sores pblicos e particulares d'ambos us sexos; que
devero apreseular mappas do ,-lumnos, que fre- rem honra-lo dispondo de seu serviros, podem pro-
. Gratuito para os pobres.)
Hua de Santo Amaro, (Mundo-Soto n. 'ti.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho d
consultas todos 01 das desde s 8 horas da
inanlia alcas 2 ds larde.
Visita os enfermos cm seus domicilios, dai
2 huras em dianle; mas em casos repentinos
e "a^molesliasagudas e graves as visitas scrao
tci'.tt em qualquer hora.
A molestias nervosas raereoft Iralaraenlo
especial segundo meios hoje^cohsclhados
pelos praticos modernos. Esles meios exis-
ten! no consultorio central.
Massa adamantina.
lie gerloienle reconhecida a eicellencia desla
preparado para chumbar denles, porque seu resul-
tados sempre felizes rio jii do dominio do publico.
Sebasliao Jos do Oliveira faz uso desta preciosa
massa, para o fim indicado, e as pessoas que quize-
Anda se acba por alugar uiua casa lerrea, sila
no lugar Sanl'Anna de denlro, cujo lugir he o mais
salobre possivel para a eslarao prsenle : na ruado
Trapicha Novo u. dO.
Qneni precisar de um menino para caixeiro,
dirija-sc a ra do Rosario da Boa-Visla 11. 10, que
In achara com quem Iralar.
Precisa-se ae um escravo un escrava para co-
zinhar : a iralar na ra da Cadeia do Recife 11. 17,
luja.
A companhia lisa de cav.illaria precisa com-
prar 12 cavall", porm qoe nao rxcedam'a 809. om
s seguiules condices : 52'pollegadas de altura,
sem achaques nem manchas, at i) anuos, he bastan-
te que leuliam passo, trole e galope : quem os liver
para vender dinja-se an quartel da mesma, em Sanio
Amaro, deh-oiile dos Laxaros, da 9 a horas da
larde. '
J. JANE, DENTISTA, S
9 continua a residir na ra Nova u. 19, nriinei- S
9 ro andar. v
Aviso.
O abaixo assignado, procurador dos herdeirnsdo
liaado Fraiiicu 4 Silva, leudo de proleslar na con
fornidadt di le contra os devedores da diln cas,
Si a lortU 1 euhore> que nao quizerem ver de-
sdo us nomes e debilos no Diario, queiram
comparer,.- Linlro de 8 dia* par. Iralarein do paga-
otaJu de iiui. credilui. na ra do Jasmim. casa de
Vulonio, da Cosa Hibeiro e
iii se de nma ama para o ervico interno
ramilla : na ra da Cadeia de
amo. derYonfr du ordem lerceir d S.
m

quentaram suas aulas no correnle anuo, e bem as-
sim nola declaratoria da ra, e numero da casa. O
delegado do mesmo.
Francisco Luiz Macicl Hanna.
Precisa-se de unvmenino para caixeiro de ta-
berna : na roa Bella n. 30.
Precisa-se de urna aimfque cozinlie e faca ai-
muas compras na run para urna casa de pouca fa-
milia : ua ra da Praia 11. 46.
I.ava-sc e engomm-se com prompliihlo, aceio
e p/eco commodo : na ra da Roda, casa lerrea n.8.
Precisa-se alugar um escravo. mesmo sendo
de meia idade. para Irahalhar de ensada em um ci-
lio em Santo Amaro : quem tiver dirija-sc a roa es-
trella du Rosario 11. I.., loja.
Ocautelista Salustiauo de Aquino
Ferreira avisa ao respeitavel publico, que
nao sendo possivel correr mais loteras
de 0,000 billietes sendo a quarta parte
das mui acreditadas loteras do Rio de I
Janeiro, em virtude de e\islirem sempre
por vender quantia de j:0()0.s000 at
IhOO.sOOO de riMS^Uolerias vindouras
|.n.u-rio a5.000.fl Hes, c os precos dos
Ijillmles e cauU'las^flftesmas loteras re
5,001) bilbetes ua importancia de 25:000^
sendo) os billieU c cautelas pagos sem o
cbra-lo na
beiro.
Aluga-se urna ama forra ou escrava, de~ki.
conduca, para fazer compras e cozinhar para du.,
pessoas, preferindo-se lambem saber engnmmar : na
ra Nova n. 36, lopr. r
Precisaos* para o servico interno de ama casa
estrngeir, de nma pessoa que eutenda de cozinba
eengomme : na ra Nova n. 17, se dir quem pre-
cisa.
Alaga-ie o primeiro andar do sobrado da rna
do Hospicio, que foi da sociedade de diinsa Recreio
Militar : a Iralar com Frederico Chives, no alet'o
da Boa-Vkila n. 17.
Precfu-se de nm padeiro que saiba tornear e
que eutenda de ludo o mais trafico de padaria :
quem esliver neslas circumslancias, dririja se a roa
larga do Rosario 11. 18, que chara rom quem Iratr.
Terc-feira, 20 do correnle. vai prtca, rinda
a audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de orphos, o par-
do Antonio, avallado por 3009, escravo do nrplilu
JoSo Rodrigues l.ima, requerimenlo de Joao l.eile
Pita Orligueira, lulor do mesmo orpho.
Revista populpr.
Roga-se aos Srs. aisignanles lenham a bondade de
mandar procurar de n. 45 48 do 6. volume. na li-
vraria e enea demacro de Jos Nogueira de Souz,
ra do Collegio n.8.
Urna pessoa que mergolha na profundidade de
6 brcs de fundo, se nfferece para qoem da seu
reiUmo se quizer ulilisar : a Iralar era Caluama
cura Silvestre Qureima da Silva.
L'm pessoa venada em cinco Inicuas, varios
ramos icienlifleos historia, ernina para fura do Re-
cife, porm s pode conlralar negocio para a fregue-
rii de Snlo AotSo oa parle conjuntla a ella.
a sendoj os bilhebB c
^Z. d|isofato de fibr
to de 8^8r cento do 'iurposto ge-
ral, vendidos us lojasdo costume.
Bbetex 5fi00 sem descont .r>:000,<000
Meios 2.S800 n 2:5008000
Ter}os lj?920 >i 1 :GG6J666
Quartos 1^**0 >' 1:250000
Ouinto i$lrJ0 1:000.00u
Oitavo 720 > G25, Decimos 600 500S000
Vigsimos 300 i> * 250S000
Pernambuco 15 de novembro de 1855.
O cautelista, Salustiano de Aquino
Ferreira.
Aosenloo-se de casa desde o dia 10 do correnle
o escravo pardo de nnme Francisco, idade40 anuos,
alio, corpo regular, edr plida,cabellos prelo e cor-
rido, am lano amalutado por ler vindo do malo :
quem o pegar, leve-o i la do Queimado n, 63, que
sera gratificado.
Attencao.
Deaappareeeo na madrugado de domingo. II do
cnrrdhte, urna canoa de-carreirlaje um s pao, pin-
tada cor de chumbo, a qual j raT vista com frele n
camboa das Birreiras : quem a achou leve ea da
esquina, confronte ao lliealro de Sania-Isabel, que
ser genert.simenle gralifirado, ou avise para ser
procurado ; prolesta-se desde j contra qualquer
pessoa que esliver de posse della.
Poco da Panel la.
Na (raveasa da Saude haver lorvele uosiabbidos
e domingos a tareje, dai 6 l| ai 10 horas.
Iravessa do Vigario n. I, jloja de bar-
l DEHTISTAFRAHCEZ, t
-, Paulo Gaignoux, dentista, eslabelecido na 9
' ra larga do Rosario n. 3b, segundo andar, 9
9 colloca denles com a pressaodoar, e chumba A
denles com aVnassa adamanlina e oulros me-
la'- a
S 5 3P)ig99X99G9
DISCURSO SAGRADO,
Recitado em commemoraca o da in-
dependencia do Brasil, no solem-
ne Te-Deum que os habitantes da im-
perial cidade de Nictheroy,
fizeram celebrar no dia 7 de se-
Itembro de 1855,
PELO
SR. JOAiJlin PhTO DE CAMPOS.
Conejo honorario da cupella im-
perial, offlcial da ordem da Kona,
deputado assembia geral pe-
la provincia de rernarabuco,
profeasor de eloqiieneia nacional
fiu a 11I50 lycn da cidade do Ke-
cife, bibliotheearioda Kacnlda-
de de Uireito da mesma cidade,
e roco correspondente do insti-
tuto histrico do Brasil, etc.
lisie discurso Impresso e vendido nelos Srs. I.-
emmerl & Companhia, do Rio de Janeiro, por gra-
ciosa liernru do autor, vende-se na livfaria o. 6 e 8
da prai.n da lodepeiidearia, a I9OOO cada, ex- m-
plar.
Prerisa-ge de um esrrai-1 por aluguet para o
serviro de urna pequea familia : Da ra de Uospi-
gio 11. 7.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que mudou a sua aula pava a ra do Kan-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eextci nos desde ja' por m-
dico preco com'. he publico: quem se
quizer utilisar dseu pequeo prestimo o,
pode procurar r > segundo andar da refe-
rida casa a'.qu: quer hora dosdias uteis.
Precisa-se de sete Centos mil reis a
premio, dando-se duasescravas por segu-
ro : quem os quizer dar annuncie.
Aluga-se om sllio com boa cas de sobrido, 1
qual lem mullos commodos, sila na pnvoarUo do
Monleiro; a tratar n ra do Trapiche 11. 14.*
OITerere-ie om moco brasileiro para escriplo-
rio de advagado, oa ca cummrcial. o qual sabe
bem ler, escrever e contar : quem precisar diiija-se
a ra Oireili o. 86, segundo andar.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABRE E LIMA.
Anda exiltem algn exemplares euqumierirados,
e acbam-se a' venda na loja de livros dos senbores
Ricardo de Freitas & C., esquina da ra do Collegio,
o em caa do aulur, paleo du Collegio, casa amarell,
no primeiro andar.
rovos livros de homeopalhia em francez, sob
todas de summa importancia :
Hahnemaun, tratado das molestias enronicas, 4 vo-
lumes............
Teste, irolestias dos meninos.....
Hering, humeopathia domestica.....
Jahr, pharmacnpahomeopalhica.....
Jahr, novo manual, 4 vulumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Rapou, historia da homeopalhia, "J vulumes
llaj iiiinai.il. tratado completo das molestias
dos meninos. .1........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
I)e Kayulle, duulrina medica hnineopathica
Clnica de Slaonel .......
Casliiig, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de > jslen .......
Attlas completo de auatnmia com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripcao
de todas as parles do corpo humano .
vedem-sc lodos estes livros no consultorio bomeopa-
Ibicu do Dr. l.obo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro audur.
21 i^XIO
(jjOOO
"5000
(iSOOO
1(19000
ti00U
S000
168000
laOOo
S5O0O
790OO
69000
49000
IO9OOO
3O9O0
Obras de
011ro as mais mo-
dernas .
Os abaixo asijnade, donos da loja de ourives, na
ra du Calinga 11. 11, cuufronlc ao paleo da nialrit e
ra Nova, fatem publico, que esli recebendo con-
liuuadamenle mu lo ricas obras de ouro dus melho-
res goslos, faulo para senhuras como para llomens e
nieuiniis ; os precos continuara mesmo haralo- como
lem sido, e passa-se conlas com responsabilidad-,
especificando a qualidade do ouro de 14 ou 18 qui-
lates, licando assim sujeilos os mesmos por qualquer
duvida.Seraphim 4 Irmao.
O Dr. Dias Fernandes, medico, reside no
primeiro andar do sobrado da ra Nova,
esquina da do Sol : onde continua no ex-
ercicio de sua prolisso.
ESTA M T01 !
(.Iiegaram ainda a' ra do CollegiM
8 alguns exemplares do HYIf.0 TRIUB-
PH4L a lomada de Sebastopol, posto em
msica pelo pianista Jos Fachinetti, e
vendem-se a 2$00 rs. cada exemplar.
Bella impressiio do llio de Janeiro : ha
poucos.
O Claudio Uubeux mudou o seu
(^ escriptorio para a roa da Cadeia
(A em Santo Antonio n. lo, por c-
fA ma da cocheira dos mnibus.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fa-
zer publico que se acham a venda os bi-
llietesda quarta parte da'primeira lote-
ia do Hospital de Ca idade, cujas rodas
andam no dia 28 do andante mez. O
mesmo lllm. Sr. thesoureiro manda de-
clarar, que pelo plano abaixo transcripto
be que serao extrahidas.as loteras da
provincia, inclusive a presente do Hos-
pital de Caridade.Thesouraria das lo-
teras 19 de novembro de 1855. Luiz
Antonio Rodrigues de Almeida, escrivao
das loterias.
PLANO.
5,000 bilhctes 53OOO rcis, 25:0009000
Beneficio c sello de 20 por cenlo. 5:0008000
Premio.
1
1
1
1
3
7
14
30
70
1,540
1,668 Premios.
3,332 Brancos.

2005000
0O3O00
50OO0
20OOO
109000
55000
20:0009000
5:0003000
)000
)0000
sonjooo
6009000
7009000
7O0J000
605O00
7009000
7:7009000
. 20:0005000
5,000
Thesouraria das loteras da provincia,
7 de novembro de 1855.O thesoureiro
Francisco Antonio de Oliveira.Approvo.
Palacio do governo de Pernambuco 13
de novembro de 1855.I'igueiredo.
PROGRAMA
DA
FESTA DE SANTA CWIILIA
NO LIVBAMENTO.
No dia 0 do correle as 7 turas da noile
ser annuiiciad.iabaiideira por Ir girando-
las; as e meia lloras do dia -21 llavera missa
caulada, e depois desla ser a bandrira cuu-
duzida por meninas decentemente ve
enloundo a virgem canucos de luvor e
pauhados pela banda do segundo bi
de guarda nacional, q depois de percorrer
algoraas ras sera arvorada. Ao meio dia
sera aununciada ir fesladeSANTA CECILIA
por tres grandes girndolas, havendo % espe-
ras cantadas as selle horas da noile. No dia
2 as 10 horas ser a festa, sendo esecutada
antes a nova ooverlnra Nelf o|iera, as ves-
peras cecilianas ; arranjada grande orchts-
Ira por Alfredo Pinto. Cantar-se-ha a gran-
de missa denominada S. l-'elix, ornada com
novo solos, (iniciara o Em. vice-presi-
| denle c conego honorario o Rvm. Sr. vigario
Venancio llenrique de Kezeude, send^JI^
dor do evangelbo o pregador da ca
perial, o Hvm. ex-proviocial Krei
MonleCarmrlIn. As qaal ro hora da
subir aos ares um lindo ballao de nova
m-iicAo, e logo depois haver seita, esecu-
land.i-se varas pecas de gosl*. As sele j-
horas llavera' Te-Deum dando gracas ao todo S
poderoso, sendo orador o nosso irmo o Rvm.
Leonardo I irego, e logo depois ser recolhi-
da a bail-ira, dando lim a lodo festejo urna
estrella, que subir nesla occasifio : todos
estes actos serao prehenebidos com msica
mil-iiar. sendo da fesla a de polica, e
esta a fesla que us professores prclendem fa-
zer a su padroeira, para a qual de nuvo
n.gi M respeilasel publico queira honra-Ios k
com sua presenra.
AVISO IMPORTANTSIMO. c-^g
O cautelista Salustiano de Aquino Fer-
reira avisa as pessoas que compram bi-
Ihetes e cautelas las loterias da provin-
cia para negocio,que resolveu-sea vender
pelos precos abaixo declarados, sendo
a quantia de 500,S'000 para cima, dinhei-
ro a vista, na ra do Trapiche n. ol se-
gundo andar. Sao pagos sem o descont
e 8 por cento do imposto geral.
Atteiiyo.
Na confeilaria de^r^. l'orle, na ra da Cruz n.
17, acba se elfecUjfl Mt um grande sorlimenlo de
doces de todas ajBBidades, secco e de calda, por
menos preco qjdBra oulra qualquer parle ; jo m-
menle um grantHorlimeiiu) dejkanaze abacasis,
e outras muila fruclas ; assim como se aprorapla
qualquer encommenda para fura ou dentro do im-
perio com actividade e limpeza.
O abaixo *ssignado previne ao lllm. S. Ilie-
soureiro das lolerias e aos Srs. caulelislas, qoe nao
paguem os premios que por ventura possam sabir
nos bilbeles inleiros us. 16, 4157 e 4136, por ler o
mesmo abaito assignado os perdido na uccasiao de
vir para a thesouraria das loterias as 9 horas do dll
17 do correnle.
Luiz Anlonio Rodrigues de Almeida.
Pede-se au Sri director das obras publicas, e
digue ter a bondade de mandar publicar neate jor-
nal o uflicio do arrematante da poule dos Afugados,
dirigido so engenlie-ro encarregado da inspecclo da
mesma obra, o qual fura em retposta ao em que o
dilo engenbeiro determinas a se desmauchassea mes-
ma ponle por assim a directora entender.
\liiffa-se
1
para se passar a fesla duas casas na Turre, cada una
com 3 quarloj. 2salas, cozinb fr, copiar, o mui-
lo fresca, quarlo para escravo e estribara, por com-
modo preco : a tralar alraz da matriz da Boa-Vista
u. 13. #
Madama Scasso
modista.
Aterro da Boa-Vista 31.
I'arlicipa as senboras desla cidade,que recebeu am
sortimenlo de diflereiitcs ohjectos de modas, ricos
chales de tooqoim eslampados com um bello dese-
nlio, dilos burilados, dilos de relroz, romeiras bor-
dadas a maliz, chapeos de seda para senhora e me-
ninas, novas moda de grioaldas de flores escarales,
ricos corles de vellidos de ch.malole preto, diloade
seda branca para noiva, dilos de oores par baile,
lurbaules tecidos de ouro, ubrssqw as enboraf oSo
deisarao de comprar, uobreza de (odas as cores, ri-
fes, vestidos, enfeiles para lliealro e bailes, e oulras
militas fazendas de gasto.
Blhetes.
Meios. .
Tercos.
Qu artos
Quintos.
Oitavos.
Decimos
Vigsimos
5350.
2*625.
1$785.
l.>558.
1S070.
609.
540.
270.
COMPRAS.
Compra-se nma masseira para amassar pao: a
Iralar na ra du Rosario n. M.
Compram-se escravos^ recebem-se para ven-
der de eommissao : na ra Direila n. 3 defronte do
becco de S. Pedro.
. Corapram-se moedas de Drata e se-
dulas de l.S'OOO e 2.S000 ris, que nao se-
jam rotas: na ra du Cadeia do Becite,
loja de cambio h. 58.
Compca-se urna boa casa lerrea no bairro da
lloa-\ isla, que seja grande, tetilla bum quintal,'e
em boa localidade : que a (iver e quizer vender an-
nuncie.
Compram-se um diccionario portuguez de Cons-
tancio, urna grammaiica lambem porlugueza, por
Jeronymo Soires Barbosa, e urna dita franceza por
Bourgain, lo.lavm bom estado ; na ra da A~
umpeas o. :|(i,Trguudu andar.
Compra-se lila de Angula uu sumauma : na roa
Nova n. 43, loja de selleiro ao lado da igreia da Con-
ceicao. v
Compram-se acrj)es da divida provincial : oa
roa larga dn Rosario u. 36, segando andar.
Compra-se elTeclivamenle brouze. lalflo e cobre
velho : no deposito da fundirn da Aurora, na ru;
do Brum, logo na entrada n. 28,e na m
r3o em Santo Amaro.
VENDAS.
ffolbiulian
, PARA 1856.
Estao a' venda as bem conhecidas l'o-
Ihinhas imprtssas nesta tyriographia, as
de algibeira a 520 e as de "porta a 160; as
de algibeira alem do kalendario ecclesi-
asticoe civil, conten lim resumodos itn-
postos municipaes, provinciaes e geraes
que all'ectam todas asclasses da socieda-J
de, extracto dos regula mentos paroclliae,
docemiterio, enterrse sello, tratnmen!
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras pa-a la-
zer mantoiga e queijosde dillerentes qua-
tidades, dittas ecclesiasticas ou de padre a
480 rs. : vendem-se nicamente na livra-
ria n. 6 e 8, da praca da Independencia.
No lim do mez sahirSo a luz as de al-
manak.
Vestidos de seda
A 158 O CORTE.
Na ra do Qaeimado em frente do becco da Con-
gregaco pastando a botica, a segunda loja de fazen-
das de llenrique & Sanios, vendem-se corres de ves-
tidos de seda dequadros a 15/ o corte, dao-se as
amostras com peuhor.
rftONUKLINA DK SEDA.
Pelo ultimo navio francez chegou urna fazenda
nov ueste mercado com o lindo uome Frondelina,
loda de seda,' campo liso com lislras de seda malisa-
das, o que faz realcar o mais possivel, vende-se ni-
camente na ra do Queimado loja n. 40 de llenri-
que & Santos, em frente do becco da Congregarlo,
paliando a botica a segunda loja de fazendas.
Vende-se urna negra de 40 aonos, muito adia
e boa fateira e vendedora de roa : na ra das Cru-
zes n. 9 loja.
Eisos para carro.
Vendem-se em casa deE.H. Wyatl rila do Trapi-
che n. 18 eixos para carro de excellenle qualidade.
Vende-se no armazem de E. H. Wyall ra do
Trapiche n. 1H superior ac para molas do carro.
Braceletes de bom goslo.
Vendem-se bonitos braceletes de cornalina para
senhorns a laOOO dilos de diferentes goslos e cofes a
I80, ditos para meninas a 18900 esiao se acaban-
do : na ra do Qaeimado o. 63 loja de Joao Chrisos-
tomo de Luna Jnior.
l'eio e bora.
Na roa do Queimado n. 63 acaba de chegir a
bem roncei I nadas na val has l'eio e bom verdadeiro
ac inglez, resta apenas poucos eslojos e o proco de
1500.
, CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba em p<.rr,ao e a relalbo,
por prero commodo : na ruado Rangel u. 1.
j\a lorn das seis
portas.
Em frente do L'tvt'umeiriu.
Chales de louqoim prelos a oilo mil reis, la
La a" e ^ senhora dez luiloe, mauguilos
Dumadus quar, patacas o par, lavas de da de
cur a cinco lusles, avenlaes para meninas a dez tus-
loes, ves idos de seda para meninas da 3 a 4 aonos
a seu mil res, chales de teda a oilo mil re, n>'8
piuladas para meninos de 2 e 3 anncaj1 quairo vin-
tn o par, chales de quadro e de ganga anearBa-
dos a doas patacas.
Vende-se urna escrava moca, qoe taba engom-
mar bemf cozinba o diario, e he eannhoM para en-
ancas : na ra do Brum, plisando o chafara, con-
fronte a taberna, casa de 1 porta e 2 jane!!.
Vendem-se 2 carros de 4 ro-
das, sendo um novo, que serve
para um ou dous cavallos. e ou-
eio uso, tudo por muito bardD:
na ra da Cruz do Recite armazem n. W,
que achara' com quem tratar.
Na praca da Independencia, Idia
de Chapront & Bretrand relojoeiros, n- H
e 20 ha para vender urna collecao de ins-
trumentos de pliysica, incluido um ex-
cellente electro medical, tudo ou em por-
qus
A 5,600.
Na roa Nova o. 10, acaba- de receber um lindo
sorlimenlo de romeiras de relioz bordada, dita de
iiuho mnilo rias, ditas de barrs a 38600 cada urna,
e esparlilbos muito finos, ludo por pre?o cemmodo.
Vende-se urna loja de ferragens em muilo bom
lugar a afreguezada, por ser.em urna das nlatbores
ras desla cidade ; .vende-se com os fundos a voola-
de du comprador : quem quizer comprar aontfH.
Veude-se um reslo de saeca coro cera d car-
nauba, por preco commodo : na roa- Nova, loja
ii. 20.
Para senhoras.
Na roa do Queimado =. 33 A, loja juato a da Fa-
ma, eiisle um lindo e variado sorlimentomekpeos
com riquissimos enfeiles para senhora, inafceule
alpaca de seda de quadros dos mais liados goslos que
ha no mercado, chales de muilas qualidade, lencos
de seda, dilos de casemira eom fraojB, lava de e-
da, tudu de mailo bom goslo, qoe se vende per
muilo menos do que em oulra qualquer pirle ; e de
ludo se dao amostras.
Chapeos a
Chapeos prelo de pello, friucezes, o melhor que
pode haver no mercado: vendem-se na ra do Oaet-
mado o. 33 A.
Cabriolete.
\ ende-se nm bonito cabriolete com bom riegan
te ravallo : pira ver e tratar, ua rt:a da Rodi, oa-
"undTi do Sr- p,olino-
COM PEQUEO TOQUE DE AVAftIA
Indiana de quadros de seda e algodao, de
muito bom gosto. a 520 o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volt para a roa da Cadeia.
a la parisiene.
B'.eEou um lindo sorlimeutb de chpeos de teda
para senhora, meninase meninas, loja franceza, ua
ra Nova n. 10.
Mh ioiuta.
Junto ao variado sortimenlo de fazeodas france-
za, sau contemplados chales de relroz bordado a
J> maliz, maoleleles do ultimo goslo, lavas de pellica
ti ..I nnwi. de Jouviu, e inuilas oulras fazendas que se encon-
*~ tram na lja franceza, ua ra Nova n. 10, por com-
modo preco.
Veudem-se saceos com muilo superior gomma:
no aterro da Boa-Vista, loja de calcado o, 14.
Vende-se urna porrao de pipas vasias que fo-
ram de agurdente, despejadas ha poaco: na ra dn
Guia n. 64, segando andar.
Vende-se assucar refinado na fabrica de vapor
prala finaa 140 a libra : no Sargo do Carura,
quina da ra de Hurlas a. 2.
Vende-se a taberna de Apipucos, que foi de
Jacinlho Cardoso Pires, com poneos fundo, e U
bom lugar par negocio : na roa da Praia n. 54.'
Kap de Lisboa:
Vende-se rap de Lisboa, fresco, chegado de pre-
nle : na praca da Independencia, loia n. 3.
5:000500
2:500o000 I
l:(i66$666|
1:250s000
l:000$000|
325S00O
500.S000
2.-1S000
Pernambuco 19 de novembro de 1855.
O cautelista, Salustiano de Aquino Fer-
reira.
No dia 21 do correnle, na tala da audiencias,
drpois qne findar a do lllm Sr. Dr. juiz doi fritos
da fazenda nacional, le ha rie arremalar urna casa
Ierre, sila na roa de S. Denlo, em Olinda, n. 8,
com 20 palmos de frente e 80 de fondo, avallad em
2009, pandorada por execurfto da mesma fazenda
contra prior do convenio do Carmo de Olinda.
Recife 17 de novembro de 1855. O soltcilador do
juizo, Joaquim TUaodoro Alves.
A fabrica de chapos de sol da ra Nova n. 23,
esquina Ja comboa do Carmo recebeu pelo ullimo
navio chegado do Havre os objeclos seguiules : pali-
tos de panno fino forradosde seda prela e decores,
dilos de Heliui du China, flSu de palha de seda.dilos
de alpaca arela e de coreaVIhos de liuho de brela-
nli bralVcasacas de panno prelu e do uitimo os-
lo, riquisamins camisas com aberluras, puuhos e cp-
larinhos de linho, um lindo sorlimenlo de grvalas
de 'seda, am completo sartimenla de chapeos de sol
de seda e de panno para hornera a. senhora, assim
como chicotes, bengalas e mudos oulros objeclos de
goslo, os quaes se vendem por preco muilo dimi-
nuto.
Miudezasdeboui
gosto e baratas.
Vendem-se ricos loques com boiola. eapelho e plu-
ma a 23OOO e 39000 i novas luvas de pellica de
Jouvin lano para homem como para senhora a
IJ900 o par, Jilas do sed para enliora e homem a
IfliWI porm muilo boa fazenda, alflnelea de ma-
dreperola por diales a 800. lindas caiilnbas com
6 frasquiihos de eslraclo a 29000, penles de tartaru-
ga para alar cabello a 49400, dilos de baleia mullo
snperior qualidade a 19600, IJeiOO, I9OOO, 30o, li-
nbas de miada a melhor e a hiais lina qoe ha no
mercado a 200, 240, 320. carleirinha de agulhas a
320, ligas de seda e borracha o ullimo goslo a Pars
a 102i*0, dilasa 300 o par, boneles, roiiinhas de fil
lavrada feias em Paris a 19000, mailo bonita e
barata ricas cuixinlias de mendoas confeiladas pro-
prias para se dar de mimo a 29000 a caita, ailioeles
dourado emsaspe a 29000. rozetas donradas muilo
honilas ,i I90OO o par, meia de lata para padre a
1/800 o par. lilas e-cocez, (raneas, biccos linas, e
oulros ubjeclos por menos preco do que em -oulra
qualquer parle : na ra do Queimado n. 63, loja de
Joo Chri'oslumo de Lima Juuior.
HOYOS CORTES DE SEDAS
PARA VESTIDOS.
Ricos cortes de vestidos de sedas, corles do cam-
braia. de seda, corles aauasa chitas, chales de me-
rino de lindas cores, dfBjfcrelroz bordados, cami-
sus, camisas franeezas pa^^^nrm, pi*os paraca-
misa oulras muilas fazSBnovas: na ra Nova
loja 11. 16 de Jos i.uiz fln.
Fumo em foi ha.
Vende-se fumo em folha muilo superior para ca-
pa : na lrves- da Madre de leo o. 16, armazem
de Agoslinho Ferreira Seora Guimartes.
senle :

I



m.
Vendem-se qaadriohas da crioaliuliai, 1.a e
2.a edicao, resposla a saloia, cha forte, quadriuhas
ds mnlalinhas : na ra das Aguas-Verde n. 86,
segando andar.
Veude-se urna serava de DaeSo, qoe saasvea-
saboar, cozinhar e comprar : ua ra da HarfB a.
138.
Cuales de touquim.
Vendem-e chale da looquini bordado, braocae e
de cores, fazenda de muilo goslo a boa qualidade :
na loja de 4 postas, ua rna do Qaeimado n. 10.
Sedas brancas.
Na loja de 4 portas, ua ra do Queimado u. 10,
ha para vender corles de vestidos da seda branca,coiu
babados e aera elles, havendo sorlimenlo para esco-
tlir, e por preco commodo.
Vendem-se cobertores para escravos : ua ra
do Queimado n. 10, luja de 4 portas.
Superiores chapeos de castor branca com pello
e rapados; vendem-se na loja de 4 portas, na ra
do Queimado n. 10.
a i moliere.
Acaba de chegar loja franceza, na rus Nova n.
10, um lindo e variado sorlimenlo de calcado para
horneas como sejam.aborzeguintHlislico, pamete
buiins de am dos melbores fabrafeles de PaJ|
. Castor. T
Acaba de chegar om lido sorlimenlo de chapaos
de castor braocos e de massa preto, lodos mulle fi-
no e de modelo os mais modernos, de fellr.
braocos e prelo.
Chegou ra do
Queimado n. 1), pelo ultimo vapor vindo
da Europa as seguintes azendas manda-
das vir de encommenda, como' sejain se- *
da escocezas de quadrinbos miudos e
grandes de muito Ixinito^sjaadrfies, e fa-
zenda o melhor que lie fcvel a^l.sOO
rs- o covado, Mandarinel fciaiitc com
listras de seda, muilo bonlla^Mtadu a lp-
rs. o covado, liados vestada^Kloaezes
muito bonita asenda toda de seda a 1 bis
rs. o corte ; assim como ainda-iem um
resto ras ricas sedas orientaes ps#a aca-
bar a 1,$500 rs. o covado, chapeos de pa-
hnha venezianos a 4,S'50O rs. cada um,
como outras muitas fazendas de
a
4 n
l
assim
gosto-
1
SELINS 1NGLEZES.
E. H, Wyalt vendo no sea arma-
zem, na ra do Trapiche n. 18, m-
periores selins liso e com borranba,
ssim como chicle para carro' e
para mamaria de homem e se-
nhora.
Vende-se um oratorio dourado e troca-te urna
imageni de Chrsto ; lodo capaz de se celebrar mi-
: na ra da Couceiclo n. 1.
MANDAK1NE BRILH\NTE.
Acaba de chegar pelo ullimo navio francet nasa
f.zenda inleirimenle nova denominada Mandarme
linlhanle, sua qualidade he a melhor possivel, bu-
lan! larga, loda de seda eom lislra e qoadros aneti-
iidos, formando urna casearrilha, o qoe Ihe da mal-
ta graca, vende-se niCaraenle na roa do Queimado
em frente do becco da Congregado, paasando a b-
lica a segnnda loja de fazendas n. 40de Honrique A
Sanios, dAo-sr as aroo-lrai com penhor*
Vende- btalas nova chegadaa.i|Hmamnle
de Lisboa na (iralidaou e do l^^l
da Maia por preco commodo^^H 'u, Ma-
dre d. Dees n. 16, arm.aam da AgvjMtW Ferreira-
Senra GoimarSes.


OIIRIO OE PtRysiewn SEGN A F-Mft 19 OVFMBitO i .8S5

l* ulenci io-,bein atreauezadaecont bailantes brande
goslo : na aterro da Boa-VUI u,. 17 t
'V,,ud4i.ie ou arrenda se unJBm sillo na Po-
voacS<> don Alosado, lodo murado, coin pomar,
parrairal, caciaaba, tanque.* iveiro a comtnoda casa,
junio io leante coronel Vlaniii, quem o pretender
derija t 10 meifnio.
(Dhaily
t 800 rs. c eovado.
com liiiilw e variadas core*, rica lila com quadros de
corea lingindo sed, pelo diminulo preco de 640 rs.
o cova 1 j : un ra do (Jueintado n. 38.
Rico gaze de
seda,
coDi'qijadroada lindas cores, faiendj propria para a
oetta PArole da becco da Congresa^o, ra do Quci-
uiado 38.
Fazenda iea he
flavina.
Ctiewttla ltimamente pela barca frauce/a /.ui;a
1/aria ealn smenle ti venda ua ra .do tjueiniado
u. 38, zeoda be toda de seda com lavragem de cores, com
orna viia da largura ou ruis, pelo dimitilo preso
de ti|6i) e eovado ; do-se as amostra, deiando
penes.
laceas con f;ni ha.
Ven Jeid-se acca com farinlia da Ierra, nova e
hera tarrada, por preco cominodo ; na ra da Cadeia
le ftettft, loja n. 1.
ROLAO FRANGEZ.
Vcride-e esta lieltciosn pitada tanto em
|K>rnio como a reta I lio, em iomto na ra
la Crii.'. n. 20 primetro un Jar, ea reta-
Ihoa 'lO I, a oitava : na rna da Cadeia,
loja di.' \a & Leal.
Sa ra da Cruz n. 20 primeiro an-
dar, feude-ie urna porciio de caixas cora
.liaras enlatas, iuuitonovapoiterem
!gdo no urt'imo navio irancez, e por
banriitsimo piteo.
Veiide-e o excedente champagne
em calvas, ltimamente diegadodeFran-
ia, e licor de Kiisch : na ra da Cruz n.
20, prmeird andar.
Vendte ua ra da Cruz n. 20 pri-
uieiro andar o apreciavel eha' preto. em
libras, assim como cliocolate irancez o
melhor ([uetem upparecidono mercado,
e pw preco limito em conta.
TENTOS
ra volfarete. ^
Vt iidem-se na ruada Cruz n. 20 pri-|pai
iueiro andar, caixinhas com teutos muito
delicados para o apreciavel jogo de vol-
tareti., ou para outro qualquer jogo, l-
timamente vindos de Franca, eppr preco
baratsimo.
Vende-se tuna porco de frascos
com ixilhas de vidro, muito proprios pitra
coa$ei*var toda a qualidade de rape, e por
preco muito com modo : na rita da Cruz
n. 20 priineiro andar.
Vende-a* om tarro novo de
1 rodaa e de 4 assentos, muito
leve e de constroccSo moderna
comino.lo: na ra -Nqva, eocbeira de
Adolplir Bottrgeo.
lee muito lie!, idade 18 anuas, com principio de
maicineiro, entende de cozinha, uptiino para pa-
sen, bolieirn, ou arm.uent 'VijaBUcar, assim como
urna carrava de 30 anuos, engMfeanadeira, lavadei-
ra.cozinheira equilandeira, araba muito sadios :
ua ra de Hartas o. 82.
Reio:
nos
Vende-se um racravo do bonita tigura, possan-; inuitissinias, que a visla de vas boas qualidades c
baratos presos causa admirado aos compradores :
na roa dn Queimado. nos qoalro cantos, na bein co-
uhecida loja de ruiudezas da Boa Fama u. 33.
Bons gostos e de
boas qualida-
des. i
Ka ra do Queimado, nosquatru tautoe, ua secun-
da loja de fazendas n. 22, defronte do (obrado ama-
relio, vendem-se fazendas por precos que real-
mente fizem admirar ao publico : Panno prelo
liuissimo, prova de lim,1o, para casacas e palitos,
pelo baralHsimos preros de 29300, 35500 e 59000
o eovado, casemira prela de superior qualidade
a 29 e 29600 ocovado, alpaca preta muilo lina a
400, 300 e 600 rs. o eovado, cortes de colleles do
rustoes de bonitos padroes e corea litas a 700 n 900
rs., chales prelos de 13a e seda muilo crandes a
29800, chapeos de sol de seda prelos e de cores, f.i-
! tenda lupeniir- a 69300, camisa* fraucezas pintadas
liara hoinein a 1-9280, riseados dalndia muito Tinos
: e largos e muilo bonitos para velidos 280 o cova-
| do, telim prelo ro'aco, ftueuda muilo superior a 38
o eovado, sarja bespanhola muilo superior a 2,400 o
mri-
lll.UY.
das melliores fabricas da Suissa, lano de miro como
de prata, ditos foliados edourado<<; veqdcin-se mais
barato dn que em oulra qualquer parle,' na ra da
Cadtia do Hecife o. 18.
(telonios eober-
tos e descobertos
de o uro, paten-
te ingle/.
Vendem-se no eseriptorio do agente de i S?**',nen" nmlto fino a 2000 o eovado,'ou
, .. ., r ,- f "o selim o mais superior que pude ha ver e muito
leiloes, francisco bornes de Uliveiia. Illa uroprio para palito 19600 o eovado, chapeos de sol
da Cadeia do Recife n. 02, primeiro an-l <' panninho a 19600, HMiaa IraneaiM muito linas e
aUr nt m-.U miya-iom mAnma* r.il>piln& '"?"* de novo padroes a 320 o eovado, fil de li-
Qdl.OS mais SUpeilOleS 1 elOglOS ODei IOS ho liso e com flores a 19 el9li a vara, luvas de
e descobertos de ouro patente ingle/., de
um dos maisalamailos-labricantesde I.on-
pellica de Juuviii para homem e senhora, rhegada>
no ultimo navio Irancez a I98OO rs. o par, luvas de
1 seda de todas as cores com hellas a 19280, camisas
dres, vindos pelo ultimo paquete inglez. e | de meja ,m,it0 finas19, lavas de lio da Escocia
por menos preco cloque em Olltra qtial- i brancas c de cores i 400, 300 e 600 rs. o par, man-
(,.... ,,,.,,. las de eda para iiravalas, preta e de cores, muilo
boa razenda a 19280, panno lino azul de superior
qualidade a 49 o eovado, rica rnmeira de relroz
bordadas a 119, lenciuhos de relroz Iraucezes a
19280, cassas fraiicezas muilo lina e de bonitos pa-
droes a 300 rs. o eovado, cambraia finissima de sal-
pieos a 15 a vara, camisa* fraucezas miiil finase
bem fritas para homem a 28300 e J98O0. corles de
cassas para vestidos de bonitos padroes e com 7 va-
ras a 2p o corle, lencos brancos de cambraia de li-
ndo muito finos e arailes a 69 a dalia, ricos chales
de cha II y com listra de seda e bstanlo crandes a
89. ditos de merino muilo linos e lisos a 69, luvas
prelasde torcal. de Lisboa a 19120, cbally amarello,
fnzejida superior e que muilo se usa para vestido a
800 rs. o rovarin, romeiras de cambraia com lacee
le ricas (las de seda a I928O, grvalas de seda "de
bonilos padroes a 640, nreias de laia para padres a
29 o par. cortes de casemira finas e de benitas pa-
droes para caira a .r>9, hrinzinhos de linho de bo-
nilos padroes a 240o eotado, brim Iranrado de poro
linho e de bonitos padroes a 800 rs. a vara, lapim
prelo linissiino, proprio para vestidos e batinaa de
Paja* a IJ280o eovado, riscadinlios roncezea muilo
llaaTJpV bonitos padroes a 240 ocovado, meios lenros
prelos para ravata muilo superiores a 19, lencos
brancos de cambraia mnilo finos a :)00 rs., ganga
amarella muilo superior a 320, meias brancas "finas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, lilas prctas
muito linas a 320, dilas para homem, razenda su-
perior, seudo brancas, pretasc croas a 240 rs. o par.
Alm de lodas estas fazendas nutras mullas que so a
visla das boas qualidades he que se pdem ver o
quanlo sao baratas, nlianc,ando-se ao Sr. compra-
dores que nesle eslabelecimento nao ha fazenda al-
suma que seja avariada, e sim lado >cm avaria, de
bons gostos e boas qualidades.
Cortes de casia para quem uuer dar fes-
tai por pouco dinheiro,
Veudein-se corles de cassa chila de bouidoslo a
2, diios .te padroes francezes a2i00, caasns rozas
para leviar lulo, dilas prela de padrees miados'a
29 o corte, alpaca de seda de quadros de ludas as co-
res a 720 o eovado. lencos de bico lano pintados
como bordados a 320 cada un, sravatas de seda pa-
ra homem a 19 e I96OO ; todas estas fazendas'ven-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
|ist
mmmmmm-m*mm*mm
1 Deposito de vinho de cliam- W
Iwgrie Cliateau-Ay, primeiraqua- ^
idade, de propriedade do conde Q
I de Mailuil, iid da Cruz do Ke-
I cie n. 20: este vinlio, o melhor
, de toda a Champagne, vende-se
a 30$000 is. cada caixa, acha-se
tnicamente em tksa de F^. Le-
' comte Feron 1S1 CoinjMnhia. N.
I 15.As caixas sao mjHLulas. a fo-
goConde de Marcuil-e os ro-
C 0 al-lJl-a^ ^ tnlos das garrafas sito azues.
\ende se pelo menos qua> he possivel, mais barato j t
do queem oulra qualquer parle, cbally mnilo fino de' i
lodas as core : na ra do (.Inclinado n. ^3 A, loja
junio a da fama.
Vende-se un boiu rabriolel desroberlo com
irreios, e lamhem um carro de 4 assrnlos, novo.com
arreos.ludo a visla de quem quizer se tentar, lano
mais porque o prer;o he ra/.oavel ; na ra Nova, co-
cheira do Sr. (Juiuleiro.
Challv de
Moinhos de vento a 360, loucas de laa para aeiilroma .
ombombasd'c repoio para regar hortas e baixa, muilo Bas de lio da Escocia branca*
docapim. iiafundiade D. W. tlowmau : na rea i re" V" boniem e. seuliorae a-MJO, 3OOe600ri
do Brum os. 6. 8c 10. \vt, meias brancas e cruas para hoineni, (azcn'ila
muitiasinio superior a 160. 200 e 240 o per, tu
pellica de Jauvm brancas e amaiellas |mra honiem
eaenhora a 19900 o par, camisa de mcia moiio
as e de pura lila para homem a .'OOO rs., dilaa de
qual-
buni-
22.
Vende-se bico de biode branco e prelo de seda
verdadeiro, 30 por canlo mais barato que em
quer oulra parle,.c de toda as larguras muilo
las fila dilo : m roa Nova caa de relojoeiro 11
Vend-se urna morada de casa terrea com
quhital, 'sita na ra das Trincheiras : quem a pie-
tender, diripi-se a ra da Cruz o. 16.
A boa fama
VENDE. BA HATO:
Libras de lindas branca n. 30, 60, 70 e 80
Libras de ditas ns. 100, 120 c 130
Duzias do tesouras para costura 9
uzia de dilas mais finas
Macos com 40, 30 e 60 pecas de cor dao
t para vestido
Petas cem 10 varas de bico eslreito
Uzia de dedaes para senhora
Caisinhareom agulbas fraucezas
{Caitas coin 16 novellos de Mulla de marcar
tjrozas de bolOes para carniza
. leciras encarnadas para meninas
lia grandes para senhora
res de meia lina para senhora a 240 e 300
Meadas de lindas mullo linas para bordar 160
Meadas de lindas de peso joq
tirozasde botes muilo linos para calcas 280
Babados de lindo aberlos e bordados 120 e 240
Cartciras linas de jnarnquim paraalgibeira 600
Fivelas dourad para carca e collele 120
Tioleirc.se reeiros le |..orcelana,u par
Cbaruleiras entre linas
I9IOO
19280
19000
19280
240
360
100
160
280
.160
240
320
Doztas do torcidas u. 11 para candieirn
l'enle de verdadeiro bfalo para alisar
Karelo novo
prximamente edegado : no caes da alfandega, ar-
nazem n. 3.
Vendem-se no armazem do caes do Ralnos n.
500 *, saccas de mildo cheado da Paradba, superior
120 qualidade e preso commodn.
Pecas com 6 l|2 varas de fila branca de lindo
Caisasoom clcheles francezes *
Carrileis'de lindas de 200 jardas de boa
qualidade
Macindos com 33, 10 e 47 trampas
Suspensorios, o par
Cnrriteis de lindas de 100 jardas, aolor Ale-
landre "
lm de lodas islas miudezas vendem-se
80^
:MM) e .300 ;
50
60
70
60
40
40
oulras
Gace de seda a
1,000 cr cova to.
CdegAl pela barca franceza Bezur urna fazenda
para vestido da senhora com lislras c quadros asesi-
nados, o mais moderno que lem v indo, denominada
gaze ; vende-se pelo baralissimo prejo de 18 o eo-
vado ; na ra do Queimado n. 21.

aseti nados
A 1,600 o eovado.
Cdegou pela barca franreza llrzur urna fazen-
da para veslidu de seudora, o mais moderno que lem
viudo, denoiniuada chally, de quadros o lislras asse-
tinado., rom Mis de vara de largura ; vende-se uni-
caineule na rna do Queimado n. 21, pelobaralisiimo
preso de I96OO u eovado ; dilo-se as amostras eom
pendor.
COGNACVEKUAEIHO.
Vende-se o verdadeiro cognac, lano pin garrafas
como em garrafes : na ra da Cruz n. 10.
CASEMIRA PRETA A 4>500
0 CORTE DE LJA.
Vndem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
tolla para ra da Cadeia.
FLOR DE FLOR. .
A Faiinha de Santander Flor de Flor,
he melhor iarinha de trigo que existe em
lodo o mundo, por isso seinprc hequalili-
cada a mais superior em todbs os merca
dos, aondetem sido importada*; heeslaa
primeira ve/, que vem a este mercado,
porem garanle-se a veracidade da inor-
ma;ao: vende-se nicamente no arma-
zem de Tasso Irma os.
V-lfo IXEHEZ.
Vndese superior vinho de Xerez em barris do
1|t. emeasa de E. H. Wyalt: ra do Trapiche
"mendas de gosto
PAKA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo lina e padrOes novos;
cortes de laa de quadros e flores por preso comino-
do : vende-.se na ra do Crespo loja da esquina que
volla para.a ra da Cadeia.
Vendem-se no armazem n. 60, da. ra da Ca-
deia do Hecife, dnJIenry Gibson, os mais superio-
res relogios fabMados em luglalerra, por preco
mdicos, .
LE0N0B D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumespor lsOOO i"S., na livraria
n. 6 e 8 da pracada Independencia.
Vende-se caftm pedra chegda no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nica deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J! T. Basto&
Com panliia.
Pratos oces patentes
para conserva a comida
quente: vendem-se napra-
ja do Corpo Sutito, arma-
zem i!. 48, de Kostron Uo-
oker SfC.
Vende-se aso em cndeles de um quintal, por
| preso muito commodn : un armazem de Me. Cal-
i monliSi Companliia, prasa do Corpo Saulo n. 11.
Na ra de Visario n. 19, primeiro andar, ven-
' de-iefarelo novo,chado da Lisboa pelo brigueft's-
deranru.
POTASSA E GAL YIRGEi.
No anligo e ja' bem conhecido deposi-
to da rna da Cadeia do Recife, eseriptorio,
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgen) de Lisboa em pedra, ludo a
precos muito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos-
FAR1.NHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior iarinha de mandioca
em sacras que tem um alqueire, medida
velha por gOOO reis : nos armazens us.
i, 5 e "7, e no arm/.em delnmte da porta da
allandega, ou a tratar no eseriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. o\, primeiro andar.
&$$$$$$$$$$
POTASSA BRAS1LEIRA. (0
Vende-se superior potassa, la- Jg)
lunada no Rio de Janeiro, che- ft
gada recen temen te, recommen- gk
da-se aos senhores de engenhos os S
seus Iions elleitos ja' experimen- ^
tado: na ra da Cruz n. 20, ar- '
mazem de L. Leeont Feron & 9
Compaiihi;
AOS SOMBRES DE. ENGEN1IO.
Redondo de 640 para 50d r. a libra
Do arcano da invencao' io^
do Stolle em Berln, empreg
Eduar
as co-
alaodio miiitipeimo fiuasa 5 e 192 S, lesooraj~mx-
lo Hiiaa para papel a 1jW, dibu wneriore pera
Ipnia. inglez.. e hollandezas", com gran- ZZV^TZ^Mm^^
Je vantagem pura o melhoramento do l assucar, acha-se a venda, em latas de 1 !! A0".?1'.0'0.' pr?Pri" P" chara
iiinluH can
a, em latas ae i w i ru donrarti"j T" ""*run apr.. ricos jar-
libra,, juntocom o methodo de empre- m^ho,. ^JT^X^ TSSSSSt
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
<*
Vende-se urna balanra romana eom lodos os
smis perlences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
Esguiao de linho
e alagodao,
muilo superior, coin II vara a pesa, por :i;500 :
vrnde-e na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
a para a ra da Cadeia.
A3$500
Vende'-se cal de Lisboa ltimamente edegada, as-
sim como polassa da llussia verdadsira : na prara do
Corpo Sanio n. 11.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Roa da
Senzala nova n. 42.
Nestc estabelec.imento continua a ha-
ver ua completo sortimeuto de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Riscado de listi as de cores, proprio
parapalits, calcase aquetas, a 160
o eovado.
Vende-se na ra do Crespo,, loia da esquina que
olla para a cadeis.
Ca de i.isboa a 49000.
Vendem-se barris com cal vrrgem de Lisboa, para
I fechar cenias, pelo diminulo preco de 49OOO o bar-
ril : na ra da Cadeia do Kecife, loja n. 50, defrou-
1 le da ra da Madre de Oeo.
IT. 0. Biebcr & Companhia, na ruada
Cruz 1 11. 4.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Vende-se excellente laboado de pinito, recen
teniente i-llegado da America : ua rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a entender-se com oadminis
ador do mesmo.
Vendem-se era casa de S. P. Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Selliiisglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de cano e de montara.
Candiel rose castieaes bronzeados.
Lonas inglezas. '
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de gnuya n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Canias de ferro.
Taixas pare ennphos.
Na fuudirao' de feri-cWrlc 1). W.
lio\v 111 a 11 n na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortiment de taixas de ferio
ndido e batido de 5 a 8 palmos de
cea, as quaes acham-sc *. venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embaream-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vestidos e chales.
Vendem-se chales de seda: grandes com lgum
molo, pelo barato preco de 69OOO rs., corles de cas-
sa de cores com barra e alaumas piula de mofo,
pelo diminulo preco de 19600 o corle, iru como
uiilras maila fazendas por burato piero: na .ra
da Cadeia dn Kecife loja n. 50, deftunte da ra da
Madre de eos.
roopa dita par cabello. i,ilIlC Je leda d*.*5
los p.idrfies de diversas I. r.ur,,. e core, nava
inss.m, para barba, caniveles linmHii. e ,
as qualidades, bico fin.....t linho de bo,tlot
e diversas Isrguras, ricas r,nj de alsodSo BF
e de cores para cortinado, tesoura, p,2
mais Una. que he posiv,|enconlrar-e. e ouWZ
li.s.ma cou.as que ludo se vende por m. har
preCo que ao proprio comprador?cansa xlmir
c.1o: na ra do Queimado, no, qaalre canloi?
bem couhecida loja de miudezas. da Boa Fama. 3
A boa fama
VfcNOK BAKAK):
Kicos penleide lartaruga pare caliera
lliius de alisar lambem de larlaruua
1 Hilo, de marlim tamben) para alisar
Ditos imitando tartaruga para cabera
Lindas meia de seda de core para crian!
Meias piuladas Do daEicocia para exianca^,
Kandejas grande e de pintura fiuas 39000 e 4
COO
39OOO
19400
MODO
MO
640
no
isoou
aeo
te
Brinsde vella : no armazem de N. O.
Bieber & C.^ua da Cruz n. 4.
Oracao contra a peste e o cholera-
raorbus.
Aelia-se venda un livraria 11. 6 e 8 da praca da
Independencia um folhelinhu com difireme ora*
cues contra sfljbnlera-morbos, e qualquer oulra^ies?
te, a {0 rs. Vh um.
VEMiKM SE l'OR 49000
ricos corle de collele de casemira preta bordados.
49, dilos de sclim (iiubeni bordadus por 49, colleles
de velludo a 19, velludo preto com loque a 29, sc-
imi preto de Mamo a I9G0O, meias de seda branca
para senhora a 1-3 o par, leucos rom bico para mo a
200 rs., dilo de chita para meninos a 100 rs. : na
ra do Queimado 11. 18, loja. .,
Rape.
Vende-se o verdadeiroe muilo fresco rape Paulo
Ordeno : ua ra larga do Hosarika. 38, jante a
botica.
A boa lama
VEM DE BARATO.
Lencinhos de relroz de lodas as cores- para, pesco-
ro de senhora e meninas, pelo barato preco de 19,
baralhos de cartas limssimas fraucezas para vollarete
-----r
Papel atmaro grve e' pautado, resma
I ennas fiqaimas bico de lanca. groza
Ollas mofe boas em ser de laura,groza
Uculo de armario de aro cora graduacoea
-oueasconi armaco de tartaruga
Olla eom armaco de bfalo
I oucadores de Jacaranda enm bous espelhos
Meias de laia muito superiores para padre
Rica bengalas de caima com lindos ca
Uuas de junco com bonitos casle
Rico chicotes para homem e senhora a -.
Meias prelas de algodao para padre, o par
ravalaa de seda de toda ai core
Via 1" ye"aU,0 de '0'la, co", a m
Atacadores de cornalina para cauca
Ricos reloginho para cima de mesa
suspensorio linos de borracha, o pal
I enles muilo Gnos para suissa
Escoras muilo finas para cabello -
Capachos pintados muilo bonilos
Boloes liuisiino de adrepeoU paraca*
misa, a groza i^^w,
Alcaide ludo-islo -vendem-se oulra filai^K
sas. queu visla das qualidades e precos te adid
na ru do Queimado, nos qnatro calilos, ua le
miudezas da Bo Fama n. 3
Almanak deLembra
- Pala' ,Bi
l.;l"mee,n:MV,eom38l'. tino, e
li ravuras, por Aleandre M*gne deCaatW
o li." volunte, he .urna rniaaiaa. ene
principiada em 1851, e a que!
nhiim dos ramo d conhecmeM
redacrSo do autores, cujss produce, em
em prosa, lionrim as paginas do Almanak
c vende-se na agencia livraria n. 20 da
Collegio, onde se acham lamben os
auno anteriores. Preco 800 rs. por
too
i9oee
100, 500, 609
v aou
o
TOO
ESCRAVOS FU
Anda est [agido da abaiio a
Amonio, angico, j idoo, pnrem fot]
Unidor de ciliada, olhos pequeos,
as solas dus pe de cr.tvos, fetlur q
entre as doas pontes da l'a.sageni,
mora o Sr. I)r. Velloso ;' o dilo prelo in
ro, e tem sido vislo pela Turre e a'luurrs.
do a alguem ; protesla-se contra queui o
recollirr: qaem o pegar leve-o a Kirm
Olivcira, uo paleo do Carino, que o
Aulouio Joaquim
Mu dia 11 do correnle uif z fui
crioulo. de idade de 20 auno, mala1
estatura e figura regularesjjpp moa
Iriz >ubrt o olho dirrito, U
'cas de algoilao riscado azinVVes i'JOgsJ
tres dillas de madapolo com pilo dS
marca I). W. Bonman, qualro camisas
godaozoho, um chapeo novo de
coujjfa preta, unta jaqoula nova d
unrVhapo de sol novo de panhinhr>
coberfa de chila velha ; quem
v>ra FranctenManoel dos JiV
Brum 0.8, sera geoerusantaaB
_.-------___ |3B
DOS PREMIOS DA PRIMEIRA PARTE DA TERCEIRA LOTERA A BENEFICIO DO GYMNASIO PERNAMBCARO, EXTRAHIDA A 171)E NOYEMBRO.DE 1855.
NS. l'ttEMS.^NS. PREM.
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