Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00493


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Full Text



IKNO XXXI. N. 266.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
SABBADO 17 DE NOVEMBRO DE 1855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o Bubecriptof.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCARREGADOS DA SURSCRIPCAO'-
Kecife, o -roprielrio M. V. de Faria ; Rio de Ja-
m-iro, o Ir. Joo Pereira Martina ;'B*hia, o Sr. D.
Duprac*: Macei, o Senlior ClauTbo Fatcao Das;
Parahlb*. o Sr. Gervazio Vterar da Nalividade ;
atal, o !$r.Joaquim Ignacio fweira Jnior; Ara-
r, o Sr. Antonio de Lerae- ffc Ceara, o !*
loaquim Jos, de Oliveira ; Maranbao n Sr.Joa-
lim Marques Rodrigues.; Pash. o Sr. Domingos
Rere ola ni AekilesPes.oa Ce*r*iee; Para. oSr. Jus-
tino J. Rimo*; Amazona, a Sr. Jeronymo da lotia.
CAMBIOS.
Sobre Lona'res, a 27 5/8
. Pars, 348 rs. por f.
Liboa, 98 a lOOpor 100.
ROj| Janeiro, 1 por 0/0 Actes do Banco 43 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ao par.
Wa companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras, de 8 a 9 1/2' por 0/0.
METAES.
Orj.ro.- Oncas haspanhols. . . 299000
Moedas de GMUO velhas. . 16000
de 65J400 novas. . J6900O
da 4*000. . . 97000
Prata. Palacbes brasleiros. . 25000
. Pesos olumnarios. . . 29000
mexicanos. . 19860
PARTIDA DOS COBREIOS.
Ollnda, todos os das.
Caniar, Bonito eGaranhuns, nos dias 1 c 15.
Villa-Bella, Boa-Vista.ExeOuricury, a 13e28.
GoyannaeParahiba, segundas a sextas-foiras.
Victoria e Natal, nasquinlas-feiras.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira as 10 horas e 54 minutos da man lwa.
Segunda as ti horas e 18 minutos da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio; quarlas e sabbados.
Relaco, tercas-feiras e sabbados. .
Fazenda, quarlas e sabbados s 10 horas*.
Juii do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphaos, segundase quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quarlas e sabbados ao meio-dia.
=
EPHEHERIDES. DAS DA SEMANA.
Novernli. 1 Quarlominguanteas2 boras 46 mi-112 Segunda. S. Mariinho pm. ; S. Levins b.
utos e 48 segundos da larde. 13 Terco. Ss. Arradio e Paulilo mm. ; S. Zebina
9 Lita nova as 5 horas, 11 minutos 14 Quarta-. S- Abiliodac, ; S. Curias m.
e 40 segundos da tarde. 15 Ouinla.S. Clementino m. S. Felomeno.
16 Quartocrescenleas9 horas, 20 mi- 16 Sexta. S.'Goncalo de Lagos; S. t'lpidio m.
utos e 49 segundos da manh. 17 Sabbado. S. Gregorio Thaumaiurgo b.
23 La cheia as 5 horas, 31 minutse 18 Domingo. 25. S. Odom p., S. Esequio
44segundos da larde. m.; S. Barcela m. ; S. Oreolo m.
* i-
MTE IFF1CUL.
OOVEBNO DA PROVINCIA.
Illm. Sr.Satisfazendo pela rafata P-"-rle ao que
decidi ii dlreelori* em contelho,
tetreo i Iti do correle,
na Ktsilo que co-
fn cumprimenlo das or-
den* de Exm. governo denla provincia, voo re
eouder
ios tpicos do relatorio da commissao de
a i|ue se referem a parle do servi eo das obras
publica, de que me ado encarregado, e antes airar no attumplo nao posso deinr de lamentar
que paetoatrespeilaveis, como a mor parle das que
que com onham dita eommiss m, lenho Armado con
i tea eeme o libello aecusatorio, parto da fecunda
imaginable' do Sr. Luiz Filippe de Soma l.eao, e
tomado deM'arte a responsabilidade de um lecido de | nella Iransitam e nao sao prenles ou amigos do
eos de contos de res, u que nao cabe as furcas da
conservaran e por onlro lado nao lie de muila ur-
gencia allendeudo-se a nalureza a risca dos terrenos
atravestadns pela estrada.
Fiz lambem sem despeza especial um pedan" do
embarreamenlo do arco da Brrela a ganhar as pri-
meir.is areia, ckcei mais de oilocenlas brajas de
va lado na Iniberibeini para farer communicar com
a mar diversas leguasnos Duros, onde \ estrada
nunca fui regnlarmenle feila jauto ao marco de seis
mil bracas, par daresgoto as nabas do arco que all
mandei fazer jauto ao arco do Checheo.
Km suunna essas onze mil brajas da estrada'
das quaes pouras partes !iao sido regularmente fei-
ta*, acham-se em melhor estado do que uuuca,o que
pode ser e ser attestado por, todas as pessoas que


lu- i
r

irxosacoes infundadas, inetacridries palpaveia o con-
cluso til jgicas amontoadas pelo mesmo, senlior para
deconceilnnr oengenheiro, quecommetleu o horri-
Vel crim contra as prelencfle particulares, e n5o se quiz cur-
var a* exigencias dos prenles do Sr. Luiz Filippe,
ajilando quizecam obriga-lo a trepar a estrada da
Victoria na tadeira de Castro e ouleiros de Serra-
rla, para dallar intacta as virzeas de Mornos, e a
do siil. nos ouleiros de l'abiao ejlha das Cobras,
para poufr os canaviaes de JunwJci, a i fater vi||laa e arco* para desalagir-Hies os terre-
nos, etc. Segoirei ua minha respo-ta a marcha da
accusacjbi, e depoisde notar que a parle do relato-
ria que a mim se refere tanto lie um libello, que o
sea anlor > de leva tocou as obras que (por
condeseer deJeia com os respectivos arrematantes
ou ostros motivos condecidos'* nao quera censurar :
principiai * direi das censuras do orcaraento, que nlo
lia minha, e so (ratarei da qoe dizem respeito
a encurto das obras.
Vio a iccajatilo qoe o pavimento da ponte dos
-idos oDkrecin oiidul^coes, leu nos offieios qoe
repartijao, que a obra nao ia sendo feita
lod'|J rcgnlaridade e perfeirjo dearjavel, e
qu as inadeiras empregadas pelo arrematante nao
eram as metlioren poasiveii*, |iois entre ellas bavia
faranginliM, pitias f nutras madeiras brancas, lla-
lli tirn olla estas conrluses, todas erradas :
Primeiio, as ondulaces do pavimento proveas
da dosigr. nloade dos asalos de que (rain oofllcio da
aogenhi
jfrlo, a ponte nao lem consistencia.
HrOj as madeiras nao prestam.
Hit, eageoheiro he culpado de deleito, ou
alia de :onlemplacao para com o arrematante, em
prejuizo da provincia.
Ora, ei'i pAmeiio lugar s ondulces raais visi-
vas* pro i era da cheia de ii de juno d IS.H, a
qoal fu nhater as stima e oilava lilas*Je Msn.
as mais le alo ter siqo levada com tos* *|l\fl-
rMada < laandor langitndinl, sonda qoe as diffe-
rencas transvertaes, devidas as desigualdades da*
csttia*, ai. qaaai MiaajMWab.
nJa tucaVpPi desizaaldade nao altela
tateme a durajab era a solidez da ponte, ape-
gar doa.je aftirma o libello ; pois em nada oppOe-
se lisac lo dos esleios com.as madres.
Em texeko lugar, sena* silo madeiras de lei, bo-
je mu c i-loisde se encontrar, e nao se poderiom
bUr pelos precwdo on.amenlo da ponte dos A fuga-
do*, nao s(o tambera condecidas por ruin-, e ha car-
pinasqoi! reputam muito boa* as laes laranginbs e
pitias ororobas, e alem disto lie notorio que bavia
naaueiia-poca falta absoluta da madeiras.
Etafirr, o engenheiro fez o sen dever, e nao po-
da obter elliore- resoltados, como etpuz neste ofli-
eio de 9 ihi 10 de selembro de 1Kj:l, que a accusaco
llantas vrtes c'itnu, porem nao quiz reproduzir, por-
qus.illi ichava a jintificacSo de ludo o que ella cen-
sura va : endo iuteiramenle inexacto que eu de-
doraste m lempo algu/n, era na occa-iao do prl-
nteieo al testado (o qual foi dado depois de fei|o o
muro de encost a fincadas as primeira. filas de es-
teio.- nem ao dar o segundo, que a obra ia sendo
bem eus:ulada, qiuudo pe > contrario qneizava-me
,em toda; as sossOes di directora da mu cxecUcao
la puate e dos ernharacos com que lulava, por nao
ler algutn medre habilitado a indigitar no arrema-
tante, e para substituir o que elle linha, e ao qua'
atribaja aManr parte dos defeitos da obra : quando
iitneo reHario semestral de 7 de julho de 1833,
, dtclareT** roperfeicOes e irregularidades do tra-
liaJliM'l'iilo* ; quando be notorio que nunca visilei
a, obraann queinar-me ao arrematante c ao mestre
de siia iijjeiecoeao, qoe recusei muilas madeiras
e querlam empregar, e por tres vezes
dei irJamancliar parte do servico, onde as irre-
a-ldudes lomaram niaiores proporcoes: a vinle
s dt abril os tirantes da primeira oidem d es-
tn, a fosco depois o laen do pavimento para
substituir-te uma madre em mo eslado, e oulro
para clljear-se na caheca de ferro o um esleio fura
serrado tres a qo;il[o polegadas mais curio do que
devl*.
O rosa officio de 9 ou 10 de aeleuibro moslra que
nao me perlencia fjzer mais, e apenas accrescenla-
. (ei qu* tanto o engenheiro como a directora fizeram
todo o |ue *e poilla em pro| dos nteresses pnbli-
eos : niio lendopodido obter melhor eieeuc,1o da
obra.oiigindo do arrematante um abate Ue dez por
cenlo : a teabo conciencia detenido com o arrema-
lanladi pona muila menos conlemplt^ao que os
Srs. depalailos pnovlnciaes, que inandavam receber
a obra ileSnilivamenle, j* n,1o direi sem repararem-
se o* etlragosda cheia ; porm sem que o arrema-
tante ( ca*e obligado, nem se qoer a represar as
impar os>avimeiiro da ponte, invadido por
. vegelaiOes parsita*.
Segainda paoso o pasto -accusaco Iralarei agora
daeonli-iiiarjoda eslrsda do tul ateo ro' Pirapa-
ma e srto er obrlgad a dizer que toda essa parte
4o intitulado relatorio, alm re inexacto revela ou
ignorancia completa to estado da estrada nos a unos
aiilerUire ou exuraordinaria vontade de aggredir-
me. Itxcepluamlo anonas parte do stimo laen
etlragavlo pela cheia do i\ de unhn de 18->4, e cu-
jos repiros foram arrematados lia pouco, e algumas
. braca* Jos aterros lio texto lan;o estragados na
mesrai oocatiao, a onde so baov* concert de or-
ncia, toda a parte da estrada entre a ponte do* Afoga
dos, e ii do Pirapaiu.i, isto he mais de 11 mil bra-
ca, aciUi-se em mu bom eslado de contervacjlo, c
lao pono so parece com o que diz a aecusacao que
com lodo o riger do invern pode ser percorrida sem
* tirar J calcado.
* De li-ei aunas para c que lomei tonta da estra-
da dtf sol, nao s coinervei as obras feita como me-
Ihorei-n seivsivelineiile, sera'oatros recursos alm
do* da cousecvar.lo p*erraanente. Conserve! Jados
os ewoirreainentos *em o* dei'xar arruinar Vale
multo nielhorei urna cenlo o tantas braja ( diz o
libello dous laucos do de Pu Secco, que linham
tidooiabarreadosa-m outro lempo por Joao 1I> po-
tito de Moreira l.ima, oora um barro prelo inuilo
Sr. l.uiz Felippe de Souza l.e.i.'.
O leito da estrada esta perfeitamente Irnipo e bem
determinado de um e onlro lado por uma Jila de
rrlva regularmente a cortada ; ai grandes esenva-
ees, permanencia d'agua, capim, ervas aggresles
que alia enchergou o Sr. Luiz Filippe, nao eiis-
lem senao no libello aecusatorio a que rateando.
Quanto ao riacho do Pu Secco, he outra criar.lo
phanlaslica : ha com elidi naqoelle lugar om re-
g onde no invern corre uma aguasiulia vermelha,
porm nao he s all como em oolros muiloa loga-
res da Inda : a qual anda o repito, nonca foi fei-
ta regnlarmenle, e dos Duros a ponlesinha lao so-
roente destacadas : Seria com cll'eilo mais bonita a
estrada se se fizesse aquella mein duzia de bombas ;
porm lao lie cousa urgente, porgue o solo he aris-
co, all nao ha receio de lama, nata de atoleiros, e o
reg em nada difflculta o transito nem dos animae*
nem dos vehculos de toda a ordem.
Ponte ie Pirapama. O quarlo motivo de cen-
sura achou o meo accamdor acata obra, de caja
inspecc.lo lomel coula quando ja se achavam promp"
tos o* cas a o* mais ja arrematados. Primeiro, a
falla de alicorees no* cae ou muros de encnslo. Se-
gundo, ai duas estacadas cujo orcameiilo achou et-
cettivo, notando te, por exemplo, o preso de 8 r.
por cada esleio de 20 a 26 palmos. Terceiro, a falla
do* enrochameiilot exigidos pelo orcannyilo. Quar:
lo, o laboado nao ter duas pollegadas de ira**ura,
e alm disto, iltrlarou que as travs a vigas nSo
eram da* madeiras eligida* pelo orcamenlo, haven-
do algomaa de inga porco, camauary, e r/arrapal-
nhe e al algnma* ja podres.
A rc-post* do primeiro lopico achz-sc no proprio
libello, o qual eonfeisa que a rcparlic.io fizera o ata
dever mandando-te respon*abiliar o engenhiiro, e
quanlo ao andamento do processo, poda responder
o encarregado de promove-la, o qual era alambro
da coininissu. Quanlo aos rafurjos dos muros chn-
madot adrede estacadas como por detpceao) (eolio a
diier qoo nlo s: fizeram *> duas ostacadas, porem
duas con Ira-tapa la de belao, as quaet lea dez Ra-
mos de largura o desee ciaco, eetn aJguot luaa-
re* oilo palmo.- aliaii* do uival inferior da* alioercc-
dos muros; a. estafado, allJs-tiJTa *aa-*jmMrlia
prcta e algons paos-ferro com cosladiaho de ama-
relio vinhatieo, foram para proteger a execur,3o dee-
sa obra melindrosa, qoe faz honra a quem a exeru-
tou e com que ino se dispendeu mais qne o oreado.
O orcamenlo que a commissao achava excesivo
ser lalvez o mais escasso que se haj* feilo para
obras de semelhaule nalureza ; este preco de H-5 rt.
por rada esleio posto no sen lugar n,lo su njn he
extessivo como nao he sullicienle : os meus orra-
mentos d;lo nove o 109 rs., e s com muito Iraballi
foi posaivel obter-se os esleio* brutos por 69OOO rs.,
"caddo apenas dous mil rs. para lavragein, e todas
as despeas do fincanienlo. Nao he lambem de ad-
mirar-se, e o Sr. I.uiz Filippe nao vio os enrocha-
menlos, pois acliavam-se ellas no logar onde li/.e-
ramasconlra-skpata, e fura preciso desmnchalos
para este Um, fazendo-o ao depois por fra das pal-
plauchas, e do que leriam sido informados o Sr.
l.uiz Filippe e setis collegas, e o perguntassem ao
ajudantc encarregado da ohra, e nao evitasssem lo-
do o contacto com elle e comrgo. O laboado hc'o
chamado costadinho, u mesmo que exige o orna-
mento e tem duas pollegadas inglezas, nao te serra
de encommenda, e lodo elle lem a mesma grossnra
em lodut os aTinazeus. Em Um, quanlo s qoalida-
des das inadeiras, sao ellas tao boas c lalvez raelho-
res que em qualquer oolra ponte arrematada, e te-'
goiram-se a risea as prese r i pees 1I0 orcamenlo. Por
ofllcio de 5 de uovembro de iH'i-2 delerminei ao ar-
rematante que as liabas superiores e inferiores das
travs composlas fdssem desapucaia 011 po-d'arco.
e para liabas interiores madres, cujas qualidades
me perlencia decidir, qu s einpregassj bamb,
sicupirh-mciriin, angelim amargoso, massaranduba
verdadeira, pio-ferro, oiticica, carrapalinho, cu-
mani, pan-sanio, baba temi, cabraiha e em Um gn-
landiin e sapucarana. Pouco depois suprn-imi a an-
lorisacao para os dous ultimo. Conslanda-mc em
dias de junho de 18.V1 que se bavia emprendo uma
trave que diziam ser de ing-porco, ofliciei no dia
27do mesmo mezao arrematante iotimando-lhe or-
dem para subsliluir toda e qualqoer trave que nlo
fosse das madeiras autorisadas, liz arrancar uma -
cerca da qual havia duvi la. e dirgi-me 0llici.1l-
mente ao meslro da ohra, o Sr. Manoel de Gouveia
e Souza, pessoaao loda a confianza, mandando-lhe
copiada relarao das madeiras qu podiaiaflBempre.
gadas na obra, e tignilicando-lhe qoe Wrecloria
o responsabilisaria pelo emprego de oulra qualqner
madeira ; alm disto, a obra era visitada (res a qua-
iro vezes por semana por mim ou pelo ajudante F-
lix Kamos l.ieulier, eiil.lo meu apuntador ; e nunca
dosconstou infractes desle genero.
Nao me parece qu se podes**fazer mai, e du-
vido muito que posta existir na obra Irave alguma
de camassari ou de ing.i-porco : e quanlo ao carra-
patiuliovttMonsci-u por me constar er pao de du-
raran, em cujo desabono sxi lenho al agora 11 opi-
ni3o do Sr. Luiz Filippe, e stift collegas, e quanlo
ao eitado de podridao de algumas travs ou de qual-
quer madeira da obra, he mera invencao do Sr.
Luiz Filippe, e as felpas" que elle lirou e nao del-
taram signal na obra, terao de alguma quina onde
lalvez Ucassem algumas linios (|e branco, o que he
iiievilavel.*
Pasjarei agora aos oilavo, nono, decimo, e dci-
mo primeiro tanjo. Sao esletos Uncos feilo lti-
mamente na varzea do Cabo na direcc.lo impugna-
da pelo ocio e cunhado do Sr. Luiz Filippe, o Sr.
Uomiugos do engenhu Jurissaca, e isto basla para
de om e meio palmo ; be inexacto pois achavam se
naquella poca o* oilavo. nono e decimo laucos,
nao fallo do decimo primeiro, que inda nao foi
aperfeicoado ) com o aboulamenlo legal, o em al-
gn lugares com muito mais, e anda lem da mais
de palmo, apezar da cliuv* e do transito. Diz mai*
que nao achou os taludes cota a inclinaclo exigida
e vio-os quasi verlicaes e esboroado*. Neg redon-
damente os dous fados : os taludes achavain-
se o cham-se anda com a inclioaco do 33, 41.,
exigida pelo orcamenlo, e que he mu fcil verifi-
car comparndoos com os rama** dos arcos cajo
cahiuienlo aeoir.panham, o em corlo* lugares anda
sao muito mais rampadoa, como om certas par*** do
decimo Unco.
Foram infriadjb*, diz o Huello, os artigo da
orcamenlo, qoMnandan cavar valla* em loda a
exlensio dos lan<-o* para nao ptrmanecerem aguas
empopadas ; ah o libello nao se coiitentou em adul-
terar os fados, adullerou lambem o orcamenlo, o
qual manda cavar valla para cicoamento das aguas
plutiacs, pois ditas valla3o irregulares, conser-
vara charcos, ele. Neg os charcos, o quanto a ir-
regularidade da vallas que sao mallo maiores que
as exigidas pelo ornamento ) o negocio he do arre-
matante com os proprielariot do* terrenos, e o en-
genheiro so teri* nesle caso de dar conselbo e nao
orden. Apezar do que aftirma o relatorio, a bom-
bas dao escoainenlo as aguas, e nao ha em logar al-
gum agua que prejudique os (aludes da estrada, se-
11.10 a da repreza de Jurissaca na* Ierra de Campo-
alegre. A tal analvse de carnada de areia anda mos-
(ra mu estraonlinara cegueira ou ma vontade,
pois a commissao visiloa a estrada no mel do inver-
n, o era imposiivel que a carnada de areia, que
os ps dos cavallos iam misturando com o barro dos-
aterros, se conservas-e pura em loda a aliara, o que
seria ale contra as intencoes dos ornamentos que man
dam bytar 8 pollegadas de areia, aliui de que a mor
parle miilurc.se corfl o barro, e encauce se"; do
contrario, s se botara meia pollegada ou uma pol-
legada, como nos embarreaioenlos. Paja que a com-
missao achasia oque queria, fra preciso que o ar-
rematante bota-so toda a areia em um dia, e iiesee
mesmo dia se verificaste a visita da commissao. A
clausula do ornamento areia do Pirapama, que
ah vem lambem feilo cavado de balalha, nao lem
o sentido restricto qoe lite quiz dar o Sr. Luiz Fi-
lippe, iudica mais qualidade que lugar de extraccao,
como cal de Itamarac,etc.
E te por dizer o ornamento a areia provira do lio
Pirapama, te qdizese excluir oulra Un boa, ou me-
lhor, poder-te-sbia dizer com razao o que tem ella
diueram na atsembla, que a directora da obras pu-
blicas procarava embaraar os arcematantes. E an-
da que foto* ossa clausula uhrigaloria, haver nos
oilavo. nono c dcimo lauca}, areia que nao seja
provenanle dorio Pirapama '.' O Sr. Luiz Filippe *
seos coilagas tilo batanle versados na geologa pa-
para ponte, comporta* e nutras obras de importan-
cia, e nao para qualquer bomba ou arco de nma oii
dnas bracas.
Diz mais o libello* que o terreno onde passa o d-
cimo lauro he baixo e alagado, flcoudo a* aguas no
invento quasi ao nivel da estrada. He inexacto o
faci e inexacta a consequencia,4qne se quer tirar
pois loilas os terreno* que cirenlam Fabin, e era
fnrroio almvesta-lo* em alguma parle, (em a mes-
ma llura ; e se o* do cercado de* Campo Alegre
silo aligados, he pela represa do engenho Jurissa-
ca : e mesmo no invern as agua nunca chegaram
a mais de qualro palmas do nlat'l estrada, a qual
nSo fui coberla pela cheia. Quanlo a m direcAo
da eslrada he islo um. absurdo que s pode partir
dot Sr*. Domingos e Luiz Felippe, por quanto a
direenSo tomada he a mais recta,' a mais plana, e
quemis terrenos arisco tem .a prove lado, e lam-
bem a mais econmica ; po* os tro* lanjoda Var-
zea do Cabo, nao custaram junios muilu mai de
vinle cont. Ue verdade que existe um la uno qua-
si todo em Ierra de Jurissaca. E sao, un dizer do
socio do Sr. Luiz Felippe, cera 0*0 do assurar de
menos, e para evitar-lhe esse marr"aod|a-ae deixar
uma volta, subir e descer sem neesi lade os oileiros
de Fabiao .' !....
A vista pois do quo lic.i dito cobre esses leos o
eslado da eslrada do sul, he mais qoe satisfactoria,
pouco custou aos cofres pblicos, e todava ella he
plana, recia, e nossoc loda a perfeirjo inherente
a obra dcsla nalureza : aproxiioa-se do ornado lal-
vez mai que qualquer oulra parle das estradas da
provincia, os arcos a.lo bem construidos e a maior
parle dalles soflVeu sem abalo o embate da chela de
IHVi ; todas as pessoas entendedoras da materia lem
admirado a boa execurio desle lingos, o claro he
que s o'despeito pessoal, e vVho rancores de in-
tere-ses privados pndiam motivar o que delles disse
o memoro da'commissao que redigio eta parle do
relatorio, e foi ao que parece, cegamofjf acreditado
pelo* seus collegas. a
namJica(fif> do Cali.O engenheiro Waoler,
no seu relatorio de 18i3 referiodo-se a bifoscanao
que aprsenla a eslrada do tul na porleira do en-
genhu Massagana, onde divdese com ellcio em
dous bracos, dos quaes om segu por Mossangaua,
Mercez, a Salgado, a nutro* pelos engeuhos do
Meio, Penderama, Trapiche de Ipdjuca. Falla
da necessidade de esludo comparativo para de-
clder-se qual he a melhor desaat duas dircccOe.
A commissao cilou o trecho, *fco sei porque, vis-
to a estrada do sul anda nao ler chegado m porli"
ra de Meitaugaiia, dahi parti pira censatar a ra-
milicacHu do Cabo ( ou ante estrada do Pirapama )
que ueuliuina rf lai;ao lem com o expendido pelo Sr
Wauller, e '*faz parle inlegraole do verdtdcro o
nico lyslema de estradas indicado pela nalureza
Somenle na parle que respeila conservarao da | Ao raais quo em seo relalorio dase a commissin a
estrada da Vidoria, lenho de responder ao realo- respeito da eslrada da Vicloria, escaso responder ;
rio da commissao, porque nenhum Irabalho sob mi- porque nao o poderei fazer tao satisfactoriamente
iba direceo foi por ella condemnado. quanlo o far o nosso coliega a quem dizem res-
.\ estrada da Victoria, como loda as estradas que peito as censuras feilas por ella.
corlara terrenos arglosas, as parte* nao empedra- Desla sorte lenho concluido a* minha resposla,
das lie tao commoda do transito pelo venlo, quanlo l|llp he lac) incompleta quanlo he de esperar de
incommoda pelo invern. Nao ha misler de recor- quem a d, confio, porem, que as !uze*_la*;V. S.
rer-se aos principios da ciencia para saber-se que : sup|irir-lhe-h,o as tacanas. tfVL
agua e barro misturados e revolvidos Prodzem o fo$ uari|e y g Macoj .^ (|e ju,M jj4,^
que vnlgarmenle se chama lama. _,m Sf |)r Jo> Mamede A(ves Perreirn, di-
Ora, se o IS, lauco que lano inlimidou a coio-J rector dat obras publicas.O engeuheiro, francisco
Kie
H
ai
corta um terreno de natarez tal, que
:ig
as m en-
pora esta proviuci, o qual comiste :primeiro em
uma esleda geral parallela ao mar ; segundo ra-
Silau m hauros de arei* de Jniiqueira e Jnriasaca
traaa 11 liahaa* qoe lozar al na Al do larroaa,
de relva, a qual aecusoo-se de nao ser de pura rrlva
e couler capim frea e capim assii Confesso que
no mandei oatar a relva, e s pergunlarci se ha ine-
'hor em oulras estradas, do que duvido muito. Al-
gumas bomba, diz o libello, peruca utilidade pres-
tam porque achara-so,cima do nivel da valla* ; nao
he axacla essa asserrao, porm nimia que o fosse, te-
rao por ventura as bombas destinadas a desalagar os
terrenos naturalmente algados'.' Supponho que ulo .-
ellas sao feilas para dar passugem aos riacho e as
agua pluvjaes que sem isto licaiiam represadas pelo
alerrot da rtiradas como por baldos de acode. Ksle
he o lim dos arco* do oilavo, nono,*decimo e decimo
primeiro lauros da eslrada do sal, e elles os preen-
cheni e nao tom oolro. Se he vantajoao aos rendei-
ros de Jurissaca acabar com a lagoa de Mai Domin-
ga-, e pode se obter esse resultado por meio de uma
valla pura o riacho Bot, o Sr. l.uiz. Filippe ou seu
socio o facam sua cuta, o" que o governo devia
fazer, fez; alravesson a lagoa, e, como feita a es-
trada, a parle do uascente achava-se sem esgoto,
mandn collocar ah uma bomba para communicar
a declividade do nascenle com a do pocnle qne lea
esgolo natural. O mais perteuce aos prop ielario-
ou ren leiros, se quizerein desalagar os seut panta-
nos. Sao do mesmo genero e quilate* a* criticas
feilas ao arco do Catob, o qual tanto d as aguas
do riacho o necestario escoamtnto que na occasiao
da ultima cheia nao bavia diflerenca de altura na
aguas cima e abaixo do arco, e se o mesmo arco
conserva.se quasi seinpre cheio d'agua he pof causa
da represa de Jurissaca, que alaga aquellas campos.
Knlenderam os Srs. Domingo, Luiz Filippe eoulros
prenles que o arco era poqueno, porm entend
eu que era ufliciente, e nao me parece qoe me
corra a obrigacao de coqcordar com elle* acerca da*
obras, as quact elle nao tem ingerencia alguma-
Nao foi o mesmo arco rebocado, porque so se pode
fazer dito servr,o no-verSo-, e estando aberta a re-
preza de Jurista** Ido mesmo consta da minha
informaban de^B abril do auno correle, e pare-
ce-mo que fot a obra recebida Meando o arrema-
tante obpgndo a rebocar o arco logo que as aguas
dssem lugar, o qne deve sabage, commissao, visto
contar uo seu seio o inspecltdppa (betouraria. A
segunda bomba do decimo primeiro Unjo he des-
necestaria, diz o libello Entreunto vc-,se que a
parte da eslrada que pertence corla pelo meio o
pal da liba da Cobras, e (odas a aguas que ca-
liera ao poente da estrada em qma baca semi-cir-
cnlar fechada por oiteiros nao tem oulro escoamen-
lo alera da bomba, a qual era indispensavel. lie
verdade que dita bomba, sullicienle para esgolar as
aguas pluvlaes, nao pdc servir ao innilo do Sr.
Luiz Filippe para abrir o pal, lalvez seja por
este motivo desnecessaria !
O decimo primeiro lauco nao est concluidu, diz
o libello, pois deviajaaar nove brai;as alem do
Afogadinho e s clie$Sph(e bracas qaeni.
Ora, tanto o Sr. LUrz Filippe como o inspector
da Iheiouraria sabiam mnilo bem que foram desli-
gadas ditas bracas para seren unidas ao arco do
Afogadinho, e conilava isto do archivo da reparti-
5J0; porm a aecusanao nao quiz perder essa oaea-
si.lo de apresentar nmaduvida, embora apressenlas-
se mais adianle a rcalidade acompanhada de um
talyez '. Tendo sido o local da bomba do Afogadi-
nho mal osludado pelo engenheiro, diz mais adianle
liberfb, com a coslumada m vontade, como se
abomba do Afogadinho fosse urna obra de tal im-
ra nao itinurarem que o rio Pirapama fui que depo- onficaces que della partam perpcndicularmcnte
par* lubir com ws ribeiras do principaes ros e ra
oho*. (oreaira (ravetta do uniao aa-aliura aos priu-
dpacs afilueutes. (
O prolongamenlo da ramilicacalo de Cabo pelo
rio Pirapama i cima, cm ordem d facilitar o trans-
porte dos productos delta fedili|Stma ribeira, de
Irazer-nos o assucares do Barbalho. Malapagipe
L'linga l'avaj, Pirapama, MuHnole, Jardim. Liber-
dade. Pantorra e mais vinte engeuhos da freguezia
do Cabo c Kscada, aleunliado pela commitsao, sera
duvida por informaeo do Sr. Luiz Filippe, de es-
trada era duplcala de utilidade segundaria e contra
a qual disse pronunciarse aherlaracnlc. Bastariu
esse trecho para provar o nenhum conhecimenlo
da provincia, a falla completa de criterio queca-
rac(erisa o Irabalho da commi Ja respond parte do relatorio da commissao,
que se refere as obras a mea cargo do 185:2 para
c, entretanto nao posto deixar de accressentar al-
guma cousa em resposla ao que, sem duvida por in-
forn'iacao do Sr. Luiz Filippe, e de seus irmaos
disse o relatorio da direceo que eu dei era 1810 e
1KVI a eslrada da Vicloria de Calende a Tapera.
A direceo eniao seguida, c que fora impugnada por
lodos os meios pelos prenle- do Sr. Luiz Filippe,
he a quo mais se aproxima da linha recta trarada
de Calende para a ridade da Victoria, he que me-
nos extenso tem, c menos pender, pois diminuto
quasi meia legua na distancia de Morenos a Papero
e permitte passar das aguas de Jaboatao para as do
lina com pendor de 6 por cenlo a escavanos de 1
a 15 palmos. A outra direceo que he muilo mais
comprida, nlfasta-se da dirercao geral para ir mais
ao norle lomar as bem conhecidat ladeiras do Cas-
tro e maltas de Morenos, e encentra muilo mais
pendor e dilllculdades com a.nica vanlagemde nao
lirar parte alguma de cercado nem dos canaviaes de
Morenos. Parece-me que esta consideradlo nao
era tao valiosa ( afl'irniava o contrario o meu ami-
go o Sr. lenle coronel Francisco Antonio Pereira
da Silva '. qoe me obrigasse a desprezar a direceo
mais recta e mais fcil, e approvado foi o meu pro-
cedimcnlo pelo Kxm. presidente de enlao o con-
setheiro Honorio llertnelo Carueiro l.eao, boje mar-
que/ de Paran, quando quiz ouvir-me acerca das
reclauncocs que naquella poca fizeram os pren-
le* do Sr. Luiz Felippe de Souza Leo. Parcce-mc
que nada lenho a accrescenlac a esta minha respos-
la ao libello do Sr. Luiz Filippe. Segur pasto a
passo a aecusacao, rcspondenilo a lodos os seus t-
picos com loda a modemro, e lamentando nova-
mente ver 'semelhale moattruosidade assignada
por pessoas, que uo posso deixar de respeilar, peno
desculpa por alguma expressSo menos retpeilosa que
me lenha sido arrancada por justa indignacio.
Deot guarde a V. S. Piranga Itl de julho de
1835. Illm. Sr. Dr. Jos Mamecre Alves Ferrcira,
engenheiro director das obras publica.Henrique
Augusto Milel, engenheiro da* obras publica* do
sul dj provincia.Conforme.O secretario, Jaa-
quim Francisco de Mello Santos. t
de obra

mostrar o que delles diz o libello redlgido pelo mes- vortaucia que exigisse esludo minucioso do lerre-
mo senlior. Ditos lanno ja foram provisoriamente
recebido, diz a aecusaco : primeira e indesculpa.
vel inexactldo, pois o oiUvo e nono laucos foram
recebidos, ie me nao engao a 9 ou 10 do correte,
quando corrimissao ja havia encerrado ha muito
os seus Irabalho", e o dcimo posteriormente i visi-
ta da commissao, que ll foi no da Udemaiu.
Quanto ao dcimo primeiro lauro, o nico que se
achava eutao ja recelado provisoriamente, fra re
V <

I
cheio de pal, o qual fui gradaalmeule substituido -cedido por ordem do governo, anda imperfeilo com
a clausula de (icar o arrematante sqjeilo a corlo*
erierfeicoamenlos, que anda nao foram completa-
do. Podera eu, por tinto, deixar de responder as
criticas feita a estes leos ; porm laes criticas
sao tao sem fundamento e mostrara com (I eviden-
cia a cegueira e ogerisa do aotor do libello, que nao
posto deixar de responder e demonstrar a nenhum
valor dessa* phanlaslica nfrarres do occimento,
de qne vai semeada esta parle do relatorio. Diz o
libello qne a eqaimistao nao achou o abiulimenlo
por barro do 0II10 d'agua da Corcurana : regulari
el 01 1 ierro* de Molocolomb e da Imberibeir,
os quais te acliam perfeitamente limpo, o em um
etlado :|ue cauta ,-idmirac.ao a todos que por la cos-
tumava n pastar, nao sendo de eslranhar elle nao
terem, ibaolameiuo, quando deido 1841, qoe 01
porco t pela primeira vez, nunca os vi coro tal
ahauliniento e he provavel que nunca o liveram.
Seria m preciso para abalular etses dous latinos,
cuja exlensio he de duas mil bracas gastar nos pou-
Ora, o que houve a respeito '.'Kxarainei o lu-
gar do riacho onde queria fazer a bomba e achei-o
de barro massap ; porm recelando qoe douvesse
por baixo alguma camnda de pal preveni o caso
no orcamenlo, mandando substituir o pal por pe-
dra a qual ser paga alera do oreado.
O arremataule quando cavou os alicerces achou
cinco ou seis palmos abaixo do leilo do riacho, uma
carnada de Ireze ou quarloze palmos de pal, e re-
damou por causa das dilllculdades de extra-
a.
Ora, ser o engenheiro culpado de nao sondar o
terreno al quinze o vinle palmo* em loda a exten-
so do* laucos, ou mesmo em ludas as parles onde
se ho de fazer bombas,ou grandes etcavacOe'! Se
assim fosse gastar-te-hia em esludos graphicos a
metade da verba das obraa publicas, e lo*ar-se-hiam
mezes e mezes a etludar um lanno.
Esles esledos minuciosos, sondsgem etc, fazem-se
Illm. Sr.Em virludo do despacho do Exm. Sr.
presidente da proviucia exarado no relatorio da
commissao nomeada para examinar a ge*l3o dos
negocios da reparlico das obras publicas, da qual
he V. S. digno director, passo a responder parle
que me diz respeito, como encarregado da inspecr.io
ja parte da estrada da Victoria, tendo bastante que
a commissao nao se livesse feilo cargo de examinar
a estrada da Escuda de que sou especialmente en-
carregado, para que, -lafcndo-lhe os defeitos de
comlrucrao, erros de ornamento e vicios de couser-
vac.au, me habilitaste a servir melhor a provincia,
procurando quanlo em mim coubesse e quanlo fos-
se compalvel com minha acaudada intelligenca
corrigir os meus erros. E lano mais devo lamen-
lar esta lacuna do trabrlbo da commissao, quanlo
ella se presta interprelacoes, contra as quaes nao
posso deixar de protestar.
O silencio da commissao sobre a eslrada da Ksca-
da, que he irmaa co-genila das oot ras estradas da
provincia, cm lodos os seus erros e defeitos, autori-
sa a pensar-ae que ella leve por Um poupar-me, ao
passo que o* meus collegas eram analhematisadus
as obra* qoe lhei pertencem.
Nao presumo que ella livesse i intencao de enten-
der sobre mim o manto da pruleccn : romo porem
o seu silencio podo auterisar tal presuppoeto, o que
s lera o mrito de expor-me a um ridiculo que
n.1o pmvoquei, declaro positivamente que preteri-
ra a isso tor de responder ac'cuiares de qual-
quer nalureza.
reoonheceii ser de mao barro, he evidente que as
aguas plgviaes, mislurando-se com elle pelo Irn
sito Uo freqtAnle de animae naquella esl
poderia deixar de produzir o lerrivel lama
commissao nao se atreven a investir. Doo
Ir nos os meios condecidos e usados para etflr o
lamneal as e-Iradas ; areia grossa, cal(amenlo. A
mistura de areia grossa uos logares em qne ella he
de fcil acquisirao, fazendo predominar a parte si-
liciosa e aluminse do terreno, (orna o leilo da es-
lrada menos.sugeilo a produzir lama, mas se areia
lem de ser Irazi la com grande transporte; o seu em-
prego, ser 1.1o dispendioso, ou rrrais do qa o era-
pedramenln, sem ser tao proficuo.
O lauro de que te trata esl na ultima dxpolhese,
e por isso o seu etnpedramento ja foi arrematado
desde 14 de junho.
O mi eslado em que a commissao enconlrou
aquella lauco he o mesmo, segundo a informarse
qne ella obteve, em que se acliam 03 que seguem dal -
li at Queimadas. Nesta distancia estao compre
hendidoos laucos 10., til., 20., 21. e SS., doi quaes
o 19. linda nao foi recebido definitivamente, sendo
que o foi provisuriamenlc, licando o arrematante
odrigado a acaba-lo dentro da anuo de responiabi-
lidadr. Por consequencia, qualquer qne seja o sea
esludu de conservanSi. corro por conla do arre-
matante, que'nlia tem envidado *eu*'e*forr,.os doran-
(e este uvergo para evitar o m-ij pasto de Paos
A ma re los, deque falla a commissao.
O20. lanno acaba de ser recebido definitivamen-
te ha menos de nm mez, a sua conservanao porten-
to corda por conla do arrematante no lempo a que
alludio a commisao. ,
Os 21. e 22. foram recebidos definitivamente an-
da c-'.e amio.
Ora, sendo cumo sao lodos estes laucos lao novo,
lio pouco calcados, e por isso mesmo nao empe-
drado*, e apezar disto aherlos ao transito dorante o
invern, s a fornas sobre hamacas cabe evitar que
elle se tornera lamosos.
Nolou a commissao que o taludes da estradas em
inuil-j- lugares e-lao verlicaes ; que n* valla, ou
ao exilien), ou mcrecem apenas ser conla las como
equenos reg. Nao posso ser respousabilisado,
lem algum dos logare que a commissao vittou
10 taludes veMicics, porquanto, isto revela' defeito
de couslrucco a nito da coijervacno, a qual nao po-
de ser estendija al o aperreicoainento
roafacabadas.
Quanlo as valla he iialnral que' em um ou
oulro ra issimo.lugar ella uo leuham as dimen-
sic.s prescrplas, porque o fado de ser a extenso
de mil bracas de eslrada confiada a un (rabalda-
dor, respoude calliegoricamenle qoem pretender
que um hornera, pelo fado de ser empreg-do as
obras publicas, possue o do.n de ubiquidade, e lio-
sa ao mesmo lempo accudir tolos os pontos da-
quclla extenrao, para reparar de prompto a ruinas
que apparecerem.
Achou a commissao que o empe Iraiuenlo ero
alguno lugares esl esburacado e arruinado, e em
oulros as pedras de borda esboroadas. Com efleilo,
o primelros calcameulos da eslrada da Victoria c-
lao em mo estado eprecisam de um reparo aeral,
como em meu ullimo relatorio iuformei a V. S.;
porem he misler que se uo perca de vista, que
grande parle desse empedramenlo lem mais do dez
anuos, lempo este muito suflicient p"ara elle arfui-
nar-se, por melhor que houvesse sido a sua cogser-
vano, principalmente en> um paiz era que, alem
de oulras muilas causas de'deslruiro, os vehculos
de transportes uo sao ainda construidos segando
preceitos mchameos que se devem alleoder, alim
de que as suas rodas nao tenham uma -accao tao
destruidora. ',
Eulrelaiito, he forna contestar que o empedra-
menlo do Sotcorrn, feilo nao sei quando, nem por
quem, n'o leve pedra de horda ; lalvez desse is-
so logar commissao. suppr que ella houvessem
ido esboroadas. O empedramenfo da ladeira do
Engenho Vellm. feilo tambera nao sei quando, nem
por quem, est iuteiramenle arruinado*poc causa
das (orrrentes llutiaet que tem netse lagar grande
forna, porque a linha de maior declix-o be prxima--
mente parallela a directriz d e-lradaj^n conse-
quencia de ser o pendor desla muilo superior ao li-
mite marcado pelos preceitos da .-ciencia.' Como V.
S. se recordar, este empedramenlo nao foi al boje
reparado, porque de accordo com o que-eu propuz
em um dos meus primeiro relatnos, julgou-se in-
dispensavel lomar aquelle declive menos incommo-
do ao tranzito, pelo que seria Irabalho perdido rc-
faze-lo para' ser logo depois desmanchado. Hoje,
porem, que elle esta bastante arruinado, e que para
reparos foi volada urna consignaran superior as an-
teriores, be propicia a occasiao para melhorar-ie
aquella subido. 4) empedramenlo da chiU io Moc
e de quaii lodo b lanno a que elle pertence, princi-
palmente no lugar cm 'que appareceram os olhos
d'agua, em o anno anisado, est bastante arruinado,
como ja iuformei a V. S.
Este empedramenlo cxecula lo com pedras du-
rissimas, nunca foi coberlo nem calcado ao menos,
pelo pisar dos animaes, os quaes evilavam-o com lo-
do o esfurco para se nao cortarem, procurando so-
mente ciminhar peloi flancos da estrada, do que
resullou naturalmente licarem os flancos com o in-
vern muilo incousisteotes, perdendo as pedras de
borda os apoios laleraes. V. S. nao ignora que so-
mente o empedramenlo do 14. e 17. laucos foram
executados por arrematanao sob minha inspeceo,
por isso nao estoii habilitado para assegurar que os
outros, cojos defeitos notou a commissao, foram ou
nao executados) segundo as prescripnei do orna-
mento.
A respeito do empedramenlo nao posso deixar de
dizer, que cmqaaiilo o numero dos conservadores
for (o limitado quanto lie, nao pndem aqoelles ser
devidameule conservados por estes. Se pelo men
a pedras ja quebradas o postas as roargens da es-
lrada fussem Corneadas ao conservador, anda algu-
ma cousa se poderia fazer, do contrario he exigir-,
se aquillo que he humanamente impossivel, princi-
palmente em um paiz em que o habito do Irabalho
esta UM pouco arraigado, que com a mudan;,! de
um conservador menos zeloso nao se oblem mais do
que uma mudenca denoroe do individuo.
O servico dos conservadores, porlanto, limila-se
limpeza de vallas a taludes, a levantar as pedras
de horda, e a conservar as margens da estrada de
modo que amparen) as pedras de borda e deem es-
coamento as aguas pluviaes para as vallas, a que se
oblem, pondo trra onde he precito ; mas este tervi-
ro mesmo pelo invern Iraz comiigo o inconvenien-
te aponlado pela commssiao : a Ierra lenla de
fresco he muilo permeavel agua e em vez de dar-lhe
fcil escoamenlo embebe-a, |resultando d'ahi fica-
rem lamosas a margena di eslrada com o tran-
zito. *
llego Barros Brrelo.Conforme ; O lecrela-
rio, Joai/uim Francisco de Mello Santo/. .
Illm. Sr.Da posse da copia do relatorio da com-
miesao de exame da obra publica passarei res-
ponder as aecusaroes feila s obras, de cuja direc-
nao tendo sido encarregado. Segoirei na minhi de-
leza para maior lucidez a mesma marcha pela com-
missao empregada.
, Po/ie do Cachanqi>.\ commissao depois de cx-
por o eslado em que se achava aquella poule. con-
clnio dizendo que para um lal estado alm de ou-
lras causas coojuuclas ou separadas, he desparecer
que concorreram lambem :
l."A pouca lensao dos arames de snspefctao
quando foi concluida a ponte ;
2.A construcrao vertical dos moros de encost
para o lado do \o ;
3.O local em que leve de ser construida a pon-
le, licando por ele motivo o muro em quesian so-
bre um terreno de incerla estabelidade como fez co-
nhecer a cheia do auno prximo lindo.
Nao me cumprindo equi apresenlar minha opi-
ni3o sobre a boa on ma conslruceu- da ponte, direi
nicamente queja gaande cheia do anno paitado fu1
a causa da ruina em que ella se acha. O terreno so-
bre que eslo fundados o muro de encost, he d'al-
luvio, como quasi ludas as margeos do rioCapibe-
ribe, e al ama corla altura as agnas cavaran-Uo
a uma grande profundidade, junto dos alicerces, a-
moleceratn-n'o o d'ahi resullou sem duvida o aba-
'imenlo desle alicerces, que prodazio a detaprumo
do muro e >s leudas do arco. Alm disto na torca da
cheia uma grande mangueira, levada pela corren-
teza do rio prendeu-se na grade ou vareada da pon-
te, c ah forcejn de lal maneira do sentido trant-
versil, que a* linha e aj varas que eucostavam aos
muros de encost Uicram trincar as pedras de can-
tara na bate dai pilastras deHes muros de encost,
do lado da povocao, e tem duvida foi oia ama
das causa que muilo concoxreu para a ruina que
boje, se ola 00 muro de encost.
A cominiso lambem notou qua as covas ou sub-
terrneos em que pastara as prises do arames exil-
ie au pouca quanlidade de agua: o qoe te deu,
uo teja por m canslruccao da abobada, ou rnen-
le por haverem eslado como esliveram ha pouco bas-
tante lempo descoberlos recebendo jiguai plu-
via. .
Devo dizer que o poco de amarrarao, lem 30 pal-
mo de atlau t o ponto da amarraran fca 6 polmot
cima do fundo do |K>no, e por consegalnle muilo
eir que encelliou na frade, se eu, quando as
eslavam arrombandd o aierro junio do* pocos
arraraoda dita ponte, nao livesse acudido, a-
jndado por lodos o* habitante* da povocao do Cav
cbang, horaens, mulberet e meninos, e nao limite
embaraado em lempo, todat a ruina*, enlao
sem duvida da ponle do Cachang hoje someote exs-
liram os vestigios.
Continu'arao da estrada.Diz a commistao qae
as vallas acham-ie em eilado semelhinlo as das en-
tras estradas de qne ella tem fallado.Actoolrienle
as vallas da estrada de Pao d'Alho eriao prendien-
do o ftm para qne ellas foram feilas: em algor lo-
gares he exacto eiislir, alguma herva ou capim, o
qoe nao he de ealranhir por que todo* labena qua
no nosso paiz nos mezes de invern a vegetante lem
orna forna exlrtordinaria, e basla 15 a 20 dia* de
chova para o capim lomar ama grande altara, e sal-
da mais as .margen das estradas, onde as lama* e
estrumes do leilo desla s3o para ahi levadas pelas
aguas e tornara ainda a vegelajlo mais espan-
tosa.
O qne posto Anear, he qae PaWvar,ae tem
Irabalhadocont regularidad a lem lido o pelado
que vio-se ar-
commiaio
desaa* a-
na cota
exigida* no
orea-
disUnlo detsa agua que ah exista: alera de que
toda a parte dos cabo de rame, que fice dentro do
poQos conserva-se aempre bem aleatrondl como de-
via notar a commissao, e he por isso que nao se en-
eonlra-oxidarao n'aquellas parles dos cabos. Se a
commissao cucontrou alguma pequea quanlidade
d'agua n;les poco era esta proveniente da chu-
vas,que lenh.un cabido dia antes o que nao te pode
impedir, por isto que na- lampas Je madeira desle
pono ha juntas, c por ellas necesariamente hade
passar agua de chuva ainda qae em muito peque-
a porcito, como devia uotar a commissao, e essa
mesma pequea porcao costurn ser esgolada to'das
as semanas pelo* conservadores da eslrada.
Finalmente conclue a commissao dizendoque
vista da siiuacao que chegou a ponle, nao sendo
possivel qae ella pastaste do eslado convexo a um
diainclralmeule opposlo, uem qae os seu* agailhes
perdessemn perpciidicularisuio rupidamenle, e fa-
zenduse constantemente orcamenlns para reparos
nellas ; a commissao repara nao daver a reparlicao
pieyenido com tac concert o estado de ruina
que ella lem chegado c diz que he de parecer que se
houvesse a conservaeo devida,se houvesse mais cui-
dado nao chocara a um quasi total desmoronamen-
lo esse bello monumento.
Comecarei por observar, que reconhecendo a com-
m'sao que os arames da ponle nao liveram a lensao
sullicienle, desde a soa cunslruccao, quer agora ad-
railtir que quando ella se concluio eslava com o
assoalho convexo. Po de bem sabido queo atsoaldo
da ponte desde que se concluio leve uma baixa no
cenlro o lodo que lem pussado por aquella eslrad
o lem reparado. *
O prgprio engenheiro Waulhier raesrao n'Um dos
seu relatorio a presidencia, declarou que nao se
pode dar a lensao conveniente aos arames da ponte
por falla de instrumentos neceetarios.
Desde 1850 em qae V. S. toinou conla d'admi-
ni-iracao desta reparticao e eu fui encarregado da
eslrada de Pao d'Alho, proeedendo-se um minu-
cioso exame n'aquella ponle, reconheceu-se odefeile
de formar o assoalho um seio no centro, porm ob-
servoo-se que este defeito dalava dude sua com-
trucro, e qae a concavidade do assoalho da ponle
nao augmentaba, como de fado couservou-se sempre
a mesma al o momento da grande cheia (do anu
prximo passado, que causn o* grande* estragos ho-
je exilente.
Or*!r para remedar-se esse defeito, dous sao os
meios : o primeiro he empregar-se cunhai nai jun-
tas, e o segundo seria desmanchar a poole para en-
cunar os cabos de amarraeo
O emprego das cundas nao era mai possivel por
que os pontos de amarrarlo j nao as admilliam
mais, e por isso tmente o desmanchamaatoda pon-
le era o meio ndmissivel.
Ora, islo produziria um clamor geral, e o enge-
nheiro qua tal propozeise expor-se-hia a ser logo la-
chado de ignorante.
Em vista disto nao offerecendo a ponte perigo al-
gum, nem se tendo augmentado a curva do assoalho,
o que mais convinlia era ler uma conservanao ac-
tiva e cuidadosa, reparando-se qualquer ruina que
apparecette, como sempre ie fez, e o publico he tes-
lemunha.
Quanlo a commissao dizer que nao se leve a con-
servanao devida, e bstanle cuidado com a ponle,
ella fui menoi juila.
De todas as obra* da provincia esta be a que tem
merecido constantemente o mait serio cuidado, to-
das o auno os arames sao pintados e alcalroados, o
travejamenlo tem ido mutissimes veze reparado,
a agu has de suspcnsn, e a cav Ibas, logo que a-
presenlnin algumas fallas sao immedialamente con-
cerlaladas, e ahi eslau os Srs Slarr & C. que foram
sempre encarregados deslas obras de ferro, que o
pudem alie-lar. Alm disto (odas as semanas, 110
sabbado, nm guarda da conservanao he encarregado
de varrer e lirapar o assoalho de raadeias
ponle.
O que arabo de expor lam centenares de p
que lera sido testemunlias oceulares eque o
aflirmar. A chela do anno prximo lindo, como J
disse, foi a causa dasttfloas que te nolam na ponte.
Ajuntsrei que, teas aj** no dia desta grande cheia
nao livenem arrombado os aterro da Irada em
taotoi lugares, se o carplna Andr e o guarda da
de endireitar e aperfalr,
ruinando, como d; d'a
implcitamente reconbe
.presses gerae sobre esta eitraoj
No I i." lenco ha uma bomba-
que esl* Inferior s dimentes
ment.
Cumpre me declarar, que a commissao engen-
se completamente sobre o local desta bajaba, por
qajsegundo me ioformaram, a commisa**efere-e
a ama bomba feila no 13.-, cuja execofao foi em-
preileda com o mesmo irreraatanle, eexecotada con-
forme o ornamento.
Se a commissao livesse chamado o engenheiro pa-
ra dar-llie os esclarec meu tos necessaros nao avan-
Caria aecusaeo desla nalureza o mas infa^oinlii'
teriam mais acertadas, de qoe foram.
Quanto a dizer comminao qae nesta bomba as
aguas ficam estaiDada por nao poderaai sabir pela
mesma bomba em consequencia de ser esta o di-
metro mui pequeo, cumpre-me responder que exis-
te ao norte da estrada uma pequenina lagoa que se-
ca com difiiculdade no verao : e as suas aguas *e-
riam fcilmente esgolada por aquella bomba, e se
Gzesse para esse lira uma pequea levada ; porm
ele servio compete ao proprielario dat (erras '
nao a reparticao dai obra* publicis.
No 15.' lannodiz .1 commissaoexiste ulra
bomba (primeira do mesmo batanle grande ; mas
que nao tem apata, o que he defeito grave. A com-
missilo engaliou-se ainda aqu: a sapata exilie, po-
rai achava-se cobefli de u-pa aequena -anadafse
'do, que a encobria : o a a commissao livette fei-
lo um exame mai apurado, reconheeeria a verdade
do que existe.A lerceira bomba desle lannodiz
anda a commiiti*, lem o dimetro e ramaet moilo
interiore em dimentes.Soa abrigado a dir qu*
i anda aqoi houve engao, d parte da
[serc duvi I ella confundi a din
lomou o segando pelo terceiro. Sel
ba, como confessa a commissao lera ai dimensas du
ornamento, a lerceira o deve igoilmenlo %rr ; oslo
que foi o mesmo simples que terrio para a coas-
luiccao desle don arcos, cojo dimetro o ornamento
njarc ser da 5 palmos. Era quanlo oulras bota-
bas, que parece commissao lerem sido feilai cora
mos maleriaes, leudo de declarar qoe por duas *)-
zes recusei os ljollot aprcsenlados pelo arrematante
d'aquelle lanno por os adiar de riiim qaalidade, po-
rm os que foram empregados, com quanlo o3o fos-
sem de um feilio muilistimo agridavel villa, to-
dava sao de boa qualidade, porque o barro he
bom.
Os lijollos empregados oestes arcos foram feilo*
no engenho Qoizanga, e adi existen obra* feilts ha
algn annos com maleriaes semelhautes, que bem
provam a sua coosislencia. ,
No 16.' lanco.continua a commistao,ha am%ao*a-
ba que lem 3 palmos menos do que devia ter, en-v-
do islo causa que at agua! nao se escoem com a fa- '
cilidade desejadj.N3o curaprehendooioo a com-
mistao ainda aqoi enganoa-se e eonfondto o* bom-
bas.
Velo ornamento a bomba em queslio devia let-ti
palmos d dimetro, e ella tem b palma* e ',, tendo
que esse meio palmo de acresdrao foi proveniente do
enlaliicaraento do simple. Porlanto no tei como ex-
plicar Unto* erro* de medirao da parte da commis-
tao, e tempre conlrarioi ao engenheiro, porm co-
mo estes -fados pudem ser fcilmente, criticados
por qualquer peisoa, por iio limilo-me a nega-loo
e a dller que estea prompto a mostrar em qaalqner
occisioa exaclidao dessa dimensOe, a quemas
quzer medir.
Do S. Lourenco at a ponle do Camorim, o em-
pedramenlo esl defeitooso, nao lem a largura orea-
da, e o 13.- Iibco lcm qualro pollegadas da grossn-
ra, alm da pedra ser de m qaalidade, entre a*
quaes e nota o xiito argiloso, wndo as pedras que-
bradas em grandes pedanos, e chando-se algumas
da 5 e 6 polegadas emqaadro.fluando pelo ornamen-
to nao deviam ter mais de 2.
O empedramenlo de S.. Lourenno ale a pealo do
Caiar, o qual foi execuUdo pelo arrematante no-
nio Francisco Paes de Mell Brrelo, de confon
de com'o ornamento, tem as dimensoet exiglda:
nao sai qual he o defeilo que a commissao nota nes-
le empedramenlo ; poii que (em elle a largura de
15 pitmos. He verdade que no 14.- Unco, exeeatado
por administracSo, o empedramenlo lem a largara
de 13 palmo, como diz a commistao, no eutanto
que segando o ornamento devia ter 13 palmos. Po-
rm esta difiereona procedeu de engao da medievo
do adminkdrador d'aquella obra quando a execulaa,
engao que aendo condecido quando ja eslava' feilo
grande parte do empedramenlo, deixou-se de o cor*
rigir, porque aquella drmimiinao de Urgu-a nao
poda influir pira o transito e no enlanto poopava-
te a intil despeza de desmanedar-se o que j se
havia feito, sera utilidade alguna.
Tarabem nao se pode dizer que esia pequea di-
minuinaode largura toifeila por economa, por isto
que essa obra foi execut.i la licando um taldo de
I:7349i56rii ora favor do ornamento que era "Ue
9:094780 ris.
.No 15.* lanno be cedo qoe quando a commissao la
foi o arrematante havia dado principio ao empedra-
menlo respectivo com menor largura do que a exigi-
da no ornamento, pelo que levo de o alargar de-
pois.
T ni bem devia notar a commissao, que quando
ella la foi esteva o arrematante quebrando pedra* e
nao linda ainda collocado a segunda carnada do po-
dras miudao-oohre a primeira,e por esie molivo achei
o empredaJwilo apenas cora raelade da grouoraque
devia ler, bem como as ped ai quebradat de volme*
maiores; porque eram destinadas a formar a primei-
ra amida d calcada, qoe assim deve ser formada;
porem se hoje l passasse de cerlo vera o quinto
esl ludo difirante de enlao. porque agora ja se acha
concluida aquella obra.
Ponle do Camorvii.h. commissao no^uiz ca-
lcar no aualxse desla ponle, porm notosfa^** so fez
um oreanenlo tnpplemenlar.por ler a cheia do anno
^^Hpassiqo demonitrdo a nccetsidedt de ac-
n obras e acaba criminando a reparlirflo
"Tobas publicas por esse faeto como filho da pou-
ca allen-afo com que sao felto* 01 primeiro* ocramen-



.-
'
poole nao Irveisem corlado em lempo os galbos da tos: e bem assim lambem censara encarregar-se da
*
V
~y
,




I
!-
roustru-

evo ,,,,;., de olu ai tippbmenlares nos mesmos ar-
roma Isnles, diztiido qu* tfahi podem aparecer moi-
,,10.amo. Quem liver lidu o aiinaes das obras
pculados o paites os mais civilisados, quem liver
limenln do que he obras, cnamele reconlie-
[ qu o engenheir qan lo faz um remenlo n,'o>
Minpre prever lodos os embaracos e eventuali-
dades u;ue tnconlr.'iro na execurAo dos seus projec-
Al.11 disto eni um paiz como o uosso, onde ludo
be desronhecido e fallan) plantas de lodos oslugire,,
uohi-M rvccs-ivH a pequea quanlia que animalmen-
te, se finia com esludos grapliicos, o que seria se os
nliciios fixes.em .8 grandes loodagens e escava-
nes necesarias parareconhecer-se a grande profun-
didadi', a nalureza do terreno emque se lem de fazer
qoalqu-r obra! K por ventura he somenle no lem-
po do aclual adminislrador das ohras publicas que
se lem lettt orcaroanlog suppbmenlares ? No lempo
do Sr. Wan tutor, reconhecido com vatios conheci-
uieuloi, laulo iheorico. como pralices, nao se fue-
ran poi ventura orcamcolossuplementores-! Se re-
corr.r-io loa archivo des obras pdblicas, ou da the-
ourar a provincial, cerlameule ahi se encontrai.l,,
os da punto thealrn, ele, etc., e outros muilo, de obras impor-
Unte*.
Arud/is.A coiumissao nAo discute se a coj
CJo dos acudes lia o meio man couveniente,
ves d'ju os Inaares ilo interior da provi
lerobra queja se fez ensaio sobre os poroarlhesia-
nospirco que con a mor.te do engeulieiro encar-
regado d"ele trabalho poz-se termo a essas lenlalivis
ruallog-udaa. No rel.ilorio que tive a honra de tpre-
senlar, piando fui eslodar o rnelhor meio de abaste-
cerda agua a villa de Caruar, a povoarAo de S.
Banlo, va.tagrns eos mcoiivenientes ilos acudes arlificiaes
cuas represas nos ros:.e decbrri que acbava mu
cunvenicule, conli.|uar-se com os ensaios dos pocos
, arlhiaiauos, que poderiaiu ser de grande vanta-
gem; purera uAu riaveudo deleruiiuai-o para isso, e
soimuIi: inandaiido-se fazer acude lodos os anuos,
nao sa pode dizer que seja a repartido a causa dora
qjanasljlias.
A'udi io Ltmoeiro.r-So orcamenlo por mim for-
mulado para a coustrurao deste acude,, msrquei o
sangradero para ser leiio 'uma baia prxima do
rio l'iraihira-e que alm disso se abrisse urna leva-
,1 com c;nc^rfco de prolundfjade pira dar sa-
^HkltV8 superabupdanles. No mesoio orca-
mento ^..nfquei. que, a bomba para dar o esgoto is
aguas que na e> Snriiosa se reuuem por de-
\' iMieada no lugar perlo da Cruz
lio onde a. fu a lem someulefjO palmos de lar-
I delerminn qutJHkrra das escava roes do lu-
i Ir,tuba,bem coma da levada para a coudu-
;lo dimituas paro osla bomba, seriam applicadas a
factura J pequeo aterro que se deve fazer para
impedir (ne ai aguas da villa se reunissem a do acu-
do. Aianleceu que na consIrucAo das obras o dito
sangrad iro nao fui cullocado juslameule no lufar
marcado e por isso leve de ficar um pouco mais ele-
vado. Timben) a bomba com o lim deahto-la mais
da villa fui collocaoa ua exlremidade da na oude
esta lem 70 palmos de largura: e d'.ilii resullou a
diBerMia notada enlre o imprmenlo da bomba e
a I.rgV da ra. Embura nAo fosse a eiecucilo des-
sa obra por mim dirigida e nein fosse eu quem a exa-
niiua.se paja,o seu recebimento, todava devo de-
clarar, que usas pequeas alterscoea nada influirn
na solidez da obra ; a grande cheia do invern jas-
sido que inundon parle da villa do l.imoeiro o seus
arrabal,lo-, rnbrindo os aterras do baldo novo e qoe
nao eslava ainda bastante cakado, e a grande eleva-
rlo das atoas do rio qua subi mais de dez palmos
cima do Jilo baldo toram a nica e invencivei cau-
sa dos estragos que apareceram, e por lodos reconhe-
'id.i. Pulanlo ein vista de que lenho expendido,
e da impnvitla cama que produzio o arrombamenlo
d'aqoelto .ende, he sem rondameulo o parecer da
cojnmiss,1<', em.que pretende allrihuira engenliei-
JO'
ao rulad
**,
rendo Uze
raiidaacut
publicas,
-lo COIO
e poisi-
doKeuii
l'ir.iur eu/Aier.Conforme___O secrelsrio,
oinm Franciua de Mello Sanios.
Illm. Sr.De conformidade com a deliberarlo lo-
mada pela directora eni nisclho nasessito de 16 do
correjile, cumpre-me resannder ao relatorio da
eoiumusao de eiame ti* fjnsUq das
na paite que me he re'*^HV^^L.
a maior conciso e o mais resrrVn
ve|.
turada da norle.-tito ignor y. g. quenenhum
dos lautos, actualmeiileexeuladusnaquella estra-
da, fo. por mim jcado, e smenle recehi u quarlo
queseachavae,ecucao, quando fui encarrega-
do da mesma eslada. Todava por satisfago a jns-
lica e a verdade, nAo deixarei passar desaper-
cebidas as censuras menos razoaveis, que a com-
missAojulga dever laucar a esla reparlicao, por de-
feilosque nAo existemnaquella estrada.
Segundo /an;-o.Oeio que ni referencia que a
commisso f.z grandeza do perfil transversal, ea
generali lade do declive, pretende notar que sle
lauco nAo lem o abaulamenlo .lovidJ; nem a incii-
n.cao piccisa para o rpido escoamenlo das aguas
que cahem sobre o leito da estrada. He verdade que
una parte desse lauco, por elleilo da nalureza do
terreno fraco e nreuOso, fcilmente com o transito
perdeu o abaulamenlo que Ihe foi d"de ; porm lie
tambem verdade, que isso nao pr.judica a estrada*
porque a mesroa n.tureza do terreno nAo permiti
forroar-se lama como he sabido, e visto por lodo
que all p.ssam. Isio responde igualmente ao que
toca aettoaeao, que a| me |llrBee m^linlt
viilo que as agua, nao se einpossaui na estrada.
Nao devo admirar que a eommissAo nAo achasse
em abuuu pontos o meio palmo de arca que o or-
cameujl^andava por sobre a estrada admira, po-
mn, ape o enconlras.e em nutran ; porque quem
cgiihl o misler d'ara que se manda pr sobre o
leilo das estradas novas, e o elleilo que e
na
pumo be Rfhiubuch s.bioo 17 ot novemsrq oj w
,,. ... produz,
n deve c.-perarque pas-adocerlo lempo basta um. M Je """'lr'1 rui
eslacAo de invern) essa carnada de ara aprsenle a que leYe lu
espessura primitiva, e se conserve separada do bar-
ro, sem lorniar a mistura que se leva em visla para
tornar a soperlicie da estrado ni-oluvel as aguas, e
por consequencia incapaz de pruduzir lama.
Se bein que os taludes nao teiibam precisamen-
te as dimenses exigidas, observa a eoiumissAo, sa- ifn
lisfazem d seu lim. 1/arece-me que a commis-
sAo nao se quiidar ao Irabalho de medir a inclina
Sio daquellet taludes, e creio rpesmn que olhou para
elles ligeramente ; ou entilo eu ignoro quacs stjam
as dimejises exigidas d que ella falla.
na que V. S. mandasse alguns peritos examinar
aquella obra, sobre a qual se tem formado jirizos
lo errados, para se conheeer se ha fundamento no
qoe diz a commi-sAo. Com quinto a commissAo nao
Jnesse examinado o assoalho antes do concert, ai-
seguru que elle nao esla melhor de que d'antes, ues-
tando am iliflerentes salas todo furado ( o que nAo he
exaelol a em alguns lugares com laboas velhas que
precisavam ser substituidas, lendo apenas alguns re-
mendos,
O orsamenlo ieve em yiiU principalmente o as-
soalho>dasaladas audiencias, e dando para isso a
quanliadeISsOaScom a qual nAo se compra mais
de meia duna de laboas de. lonro, he claro que ojo
leve por lira substituir o assoalho, a sim remeda-
lo. Foi isso o que se fez, e que eu oAu digo seja bas-
tante : Mas digo que em vista do preco do ornamen-
to o engeuhetro que recebeu a obra Ao poda exi-
gir mais.
Doze travs, diz a commissao, qua eram exigi-
das pelo oicainenlu, nao foram empregadas, aclian-
do-se apenas duas novas. He notavel que a com-
missAo nao tivesso vilo sumo duas travs emprega-
das : e entretanto vise no orcamento doze. e nao
dez, que he o que la esta escriplo !
Devo dizer V. S. que as oulras. oilo Iraves fo-
ram empregadas na cumieira, na segunda ordem de
tercas, e uos frechaes, o que he fcil de conliecer-se
vendu-so qua mandando o ornamento substituir toda
a coberta, e s designando vslores especiaes para
um lora, a* priraeiras tercas e as lesouras,' natu-
ralmente as deinais pecas deviam sabir das travs,
duas das quars someute eram destinadas ao traveja-
menlo do segundo andar ; e foi isso o que se.fez.
Quaotoa fall de ladrilhoem urna das salas do
pavimento terreo, o orcamento nAo uundavj faze-
lo, porque tal sala nenlium misler lem, e se se acha
immunda he porque por parle da cmara nAo a mau-
dam hmpar.o ladrilhode outra sala foi concerlado: e
ruiuas, sAo estas posteripres ao coli-
gar ha dous anuos: e he sabido que
firraiilon aquelle orcamento a culpa dos es-
jatationadostjor aquella extraordinaria cheia.
-Ifltfle 4e Caruarn'.Sobre ense-acude e trregu-
lridade que uelle se deram. diz a commissao que
nada tem a accresceolar.a inormacaodada pelo ins-
pecloaali Ihesourariatto ofllcio de '28 de maio do
' crranle aino.De posse da copia deste oflicio pas-
sa a responder.
%||r iHBtr da lliesouraria no oflicio a que se
rcrere|t co nmioao,apenas faz umaanalye compara-
||J|Cmenlo deslc acode com os de Jiros a-
tf*fa]*RraX'ii mostrar que o lente coronel J 0A0
Vieira do Moli, ex-rremalante deslas obrase linha
liento ima iiidemnisacin que pretenden! Come-
r elle poi dizer que o preco de braca cubica de .->bra
de tvenai ia nsquelleorcamenlo era o menor de lo-
dos, variando anisa de 90 a hllOJWOU reis.e que esla
alTernca provinl.,; primeiro dse haver flxado em
I3800 rsii o milheiro de lijollos e dar-se somenle,
1600 deilis (ijollos para a dita brac.a cubica de obra
nXnqbstanlc.se ter dilo no mesmo orcamento, que
o lijoll dnvia ter dimenses regulares lendn-se cal-
culado 7DU1800 e fioo lijollos ao preco de 20:000
pira a mesma unidade de obra em onlros acudes :
segundo -: nAo se ter oreado as despeas, do reboco,
despeza que tem entrada em quasi todos os orca-
meirtos na razio de 33000 reis, terceiro linalnrenle
que uto fei comprehendida no orpimeiito a impor-
laaei da esrnvacAo para entranhar-se o paredAo do
acude de 1 palinaien rada margem do rio, e con
rluio dizetdo", que sobre estas fallas e irregularida-
des era d; parecer que aquelle arrematante linha
direita a indamnisacAo requerida. Hespondeudo
a cada um desles lopicos, direi primeiramcnle que
i larca di lijollo de Caruar era entilo q'uasi a do-
liro da dos lijollos do Recife.como se pode ver na o-
bra feta, que a facilidade da exlraco do barro,
exislenle i.tn grande quanlidade perlo da villa, o ba-
ralisimo srecu da lenha para cozinbar.a facililidade
de se-fazer all o ditos lijollos (pois que nao se pre-
cisade lelheiro sAo razoes mais que sulllciente, pa-
ra qoe all seja o lijolln muo barato, principalmen-
te na poca em que formulei orcamento deste
acude, que entAo all te vendiAo os lijollos al a
125000 res, o milheiro.
Em segundo lugar, que quando se diz que os ti
jollosaerAo de dinieutoes regnlires. he comprndo-
os comas marcas dos lijollos empregados naqaella
localidade; esegundo as dimenses all usadas- a
braca cubica de obra de alvnaria nAo |iodia levar
mais de HXI lijollos. *
Em leneiro lugar que se a despeza do.reboco nao
fui contad i ein separado foi em cousequencia de se
endido a cal precisa na quanlia cotai-
*****Ms mais obras, o a.roa ser tiradaalo ro,
mo do obra considerada Das verbas despezas di-
sa,-q nev orcamenlo fui maior que as nu-
tras. Fimtinenle v.t despeza da escavrjin nao foi
considerada 'm separado,procede de liaver sido des-
tinada a tetra d'ahi resultante para a toTmacSo' dos
aterras Junio du paredAo ao acude, em cujo calculo
do aterro < eu-se valor a Ierra precisa e que linha du
ser ercavada.
Jnanlu a observacAo feila de que o urramenlo
sBpplernenl ir desla obra nurcoii ^IjKXK) reis para
o de lijlos e alcm disto raarcou 1700 lijo-
nao lie diflcll
Assegoro a V. S. que os taludes de escavacAo do
. a 3'. lanjos da estrada do norte, tc, |0,|lls mais
de > .mximo que-se cosluma regularmente
l^lar; d.e inclinacAo : porquanto aluda no anuo pas-
sado foraw elles novamenle recortados, para evitar-
se os desraoronamenlos que liveram lugar com a
grande invernada de enlAo. As dimenses das
vallas silo insullicicnles. I'arcoom insuflicientes
he verdade, pela pouca consistencia da Ierra dos ta-
ludes, (o que den lugar aos recortes ditos) perqu
com as cliuvas gibe sempre alguma Ierra, qne ade.-
peilo do cuidado de conservado uca (|eila a<
vallas como quando oram exeeiuadas: mas eslas .lAo
o escoamenlo preciso, e Unto assim h*, que |iercor-
rendo eu a estrada constantemente, nunca vi esu,
aguas estaguadas, observailas pela commissao. NAo
posso taiuliein con formar-me com a opiniaoda com-
mi-sao acerca das dimenses dos arcos ou bombas
daquelle lauco, que no meu enlcndcr sao muito
suuicienlesparao esgoto das apias que devem ter
sabida por elles.
A prava dislo esla emque por mais copiosas ,,,
lenUan, sido as chovas, ale o presente porcao ne-
nhuniadagualicouretida^direila da estrada por
faltadelivrecu,.....v prTrneira de laes U.mh
da saluda as aguas que eorrein de um terreno culti-
vado, e se eslas live.sem embarac.0. em esgolar ne-
cesariamente leriim olleniHdo as plantaees, e os
donos deslas ja terinn feilo reclamace, i se res-
peilo ; o qoe nAo tem aconleci lo, porque aguas
acham espaco bstanle para evuar para o p.nu.io.
Um dos arcos (em dous rama, fundados. Mas nao
lio profundamente como diz a commissao. nem palo
molivo quella di. Essa bomba |, fud,da em
terreno qoeou.r'ora era alagado p,| pantano, e he
Tacto sabido que as bombas fundadas sobre lerre-
^s paludosos, dAo-se muitas vezes dessas fendasnos
ram.es, peta raz.lo que os alicorees desles nunca te-
em a mesma protondidade que as do'areo. Tae*
fenllas manifeslam-se logo q> ramal IBffreo *&.
lmenlo natural, e depois se conservan! sem altera-
cao por lempo immenso, sem compro,nelter a segu-
ranea ,1a bomba que nAo depande dolas : os ramos
sAo felos smente para sustentar ui taludes dos a-
lerros.
nAo
les para a braca callea ; dlrei que
conheeer- a cusa di'sso, porque he bem sabido qu i"a ru! O0"" i"feccii.nou o primeiro orcamento
Tercetro, guari, quinto e sexto laucos. Que a
commissao rlbese no le.ceiro e quarto'lancos com-
prehendo, mas que vhassequo o quinlo e sexto que
agora hequo eslAo sendo aculado., e ella nAo vio
porque de Fragoso para dianle nio nAo se pude ir
a carso) resenlem-se dos mesmo. dbitos nol.dos
nosegund,o, he o que me.parece extraordinario '.
Es.es lencos que foram oreados pur mim, da eslAo
concluidos ; apenas n seu arreaialante vai receber
agora a primeira preslasio, a commissao nAo .he-
gou l l,e lodavia j censura defeilosquenAo pode-
rao ser conhecidos se nao depois de acabada a obra'
Acerca da funda de um dos raimes do arco do ter'
ce.ro lanco.to lugar do Mara Simplicia, dase a
mesma ...zAo qoe cima iiMei : e essa fonda
comp.omelle a solide do corpo da bomba.
lie verdade qoe estando os conservadores a tirar
o mallo que exislia'naquelle lugar no buido da es-
Irada quando passou a conin.so, esse mallo cal.i.
on" l,e ",,lural- V" fndo do corrego em qoe
esl. a bomba, porm bem se qe elle linh. de ser
removido d.lli.peloqoc cscosadoselornava a obser
vacio d. commissao que aehou ser um- tal eir.ums-
lai.c.a muilo digna de particular mencAo. Quanlo a
falla desboco de cemenlouolada pela commissao
no seguudo arco do quarlo lauco, proven de ter es-
se cabido com o invern prximopamarto, o que en-
lrelaa|o mo lem aneciado de modo algnm a segu-
raba da bomba, e por isso nAo acbo oecessario que
se fca novo reboco,
Ca encerra o relatorio -h, commissao, sao lAo graves
qoanlo injustas e destituidas de fundamenlo. To-'
davia. a minha posiiao nesle momento he difticil
por ,sso que a palavra de oilo homens deve pozar
baslanle para que possa ser abalada'pela denegarse
pura e simple, da um engenbeiro, qe deve parecer
pe.lo. N*r m,, porem, ,rm molivo para
IJ.au deu. de a contrariar, e nao procure dizer a
Wds.lt como o onico abrigo para a minha cons-
ciencia.
Keeonhece a eommissao qoe algumas feudas j
exisl.ain no caixAo do edillcio, mas anirma qaella
augmentaran) com a collocacao da madeira da co-
berla. oude tero engiiiheiro encarrenado da ins^
peccaoda obra, querido .. ,egdo arcamenlo cor-
ngir osdefeitos quo commetiera no primeiro, eme...
dando o. esjiigoes o chocando qualro lesooras sem
a precisa .......rracao nos ngulos do edificio para
omparo dos mesmos espiuf.es. V. 3. sabe pereila-
menlc quesomeule inspeccionui o final da obra e
um corpo de guarda nao he casa em que os la-
d.ill.os dure,,i pr mu1() |eIupo. u ^.j, qu fo_
^ovamenle poslas, nem silo da madeira deler-
Wa no o.-amonto, nem lem as dimensiles uelle
como se pode ver na sala do seguro e na
bta.
Que isso fosse dito de outra "obra, de um lauco
de estrada do interior, que poneos veem, seria ai-
cao reprovada, mas pottivel de ser pralicad. ; mas
quedsejacomacadeiadeOlindi.aquia dous pas-
sos dcsta capital, onde todos a pqdem ver e exami-
nar, hocm verdade o que excede a loda a credibili-
dade Asseauro a V. S. e desalio a que me o con-
testen!, que ha inieira falsidsde n'aquellas nalavras
da commissao. O arligo 2. do 0r5ame.H0 dizia :
Far-se-ho duas portas de cosladinho de ama-
relio, sendo urna de 13 palmos do altura o 6 1|- de
lergura, para a entrada do sesoro, e outra de 10 pal-
mosdealturae.de largura para a priso do se-
guro. 11 t
He claro que essas dimenses sao as que lem as
porla das respectivas, e lima vez que as ponas se
ajusfe perreilamenle nellas. quo he o que 'osla a
vista de lodo o mondo que o queira ver, como dizer-
se que laes portas nif, lem as dimenses exigidas
pelo orcamenlu
Uuanlo a qualidade da madeira, su quem for ceg
ou mo conheeer o que sej amarello, dir que as
portas- 11A0 sao de cosladiuhu de amarello. l'orque
uAo.lisseacominissJo, qnal o nomc 011 qualidade
da madeira, de qut ella supp.it seren as porbs ?
" (>s caixlios esl,1o carcomidos pelobixo. n He pos-
sivel que a-sim seja boje, e que ota o fosse ha dous
auno, antes, quando foi leito o orcamenlo, em
tqual se nAo enconlra arligo Igum que os mandasse
substituir, e o engenheir nao o podia mandar fazer
pelo arrematante. I'ara todos os concerlos de portas
ejanellasdava o orcamenlo dez mil reis, quanlia
com a qual nAo se podia Tazer .imita coosa, e nem
diva ao engenheir, que recebesse a obra, o direito
de exigir muito.
1'ormUlo-roe V. S. que eu diga, que nesla parle
do roblono da commissao, ha nAo s.i falsidade,
como desbldale, quando da como feilo pelo arre*
muanle^ consentido pelo euganheirn, os remeii^i
dos poslos em urna jaoelb da sala do jury, com del
gados laboas de piulio e um pedaeo de Tundo de bar-
ril. Um dos roembros da commissAo ouv.o do car-
careiro d'aquella cadei.cn inhiba presenca.que laes
remendos eram anteriores ao concert e que o ar-
remala..#lenaohavia posto mos n aquella janella.
Eu mcs.no disse que achando-se a la jauella em
eslado tal que nao podia receber um concedo llgeiro,
como as outras, que exing.du ella a substituido de
urna das nielades, achei razoavel
egnlntes relleiei sobre este orcW'Uo'
sariamenle devoria produzir o ese.so
peza.
I odo o brrsno em que se ada construido esse
ed.l.ciocra alagado pelas mares, que o de.cobr.am
quando estavam vasias, e leudo alguns lugares rei-
vas na roaior parte de sua exleilSAo, pareca ser to-
do arenoso, e ,,, .,,gumi| |img ff par[e
snpenor, como ceralmenlo se onconlra noi outros
"ugeres da margem do rio Cipibaribe, de maneira
que calculou-,., Matl ea\ de urna braca ; porm
o?o que se priricipiou a Irabalhar recoqheceu-.e que
-^uelb lugar havia um pal de profundidade me-
dia do JO p,|ID0Si cnein j lmt-9 coberlo uma
carnada de ara, donde resoll., um aogmenlo exlra-
ord.nano de Irabalho, nAo so em fazer sahir toda a
lama all existente.como tambem do volu
ro necesario : e estendendo-se
da superlicie do
edificio foi
lime doaler-
lamaeal alm
terreno que devia ser occopado pelo
necessario tambem para srguraoca da
obra alargar-semais Indo o aterro, de maneira a 1-
carem os fundamentos do edificio em distancia con-
vemento do ponto, onde chegam a. aguas da. mares,
a .m deslas, ptla, SUas f.llra(es, nao otTenderem os
al.cerces.
Telas mesmas razoes o caes de extensa,, de 800 pal-
mos o aterro da ra-que Ihe fie, em frcolee que
nlolml.. ,|0 considerado no orcamento foi necesia-
t. fazer-se iminecliatamonie afim de se evitar qne
a crrante das agua, 'na oecasiflodi cheia dos rios
"30 corroessem os aterras al eoconlrarem as bazes
do edificio, poi. a experiencia moslrava que a esta-
cada que havia feito nAo era suflicienle, e que a cr-
reme das aguas tomava uma direccao tal que v-
nl.am d.roclamenle de encontr a ella. Ora, reco-
miendas todas esb. circum.lancias em um terreno
lodo novo, de nalureza fraco era neO.sario refnrSa-
rem-selodas as faudaees do edificio, para o que s/>
coi.str.o um engradamenlo geral cheio de belAohy-
drauheo. formando uma solida base sobre a qual os
alicertes asseutassera como se cosluma fazer em casos
semelba ules.
lodos estes acrescimos de obra baslanle dispen-
diosa cerlameule deveria.n produzir ua excesso de
despeza sobre o orcamenlo lal como boje te encon-
Ira. Alcm disto esle orcamento formalisado ero
que lodos os maleriaes achavam-se por mdico' pre-
co anda que por. falla de obras aquelle lempo, lor-
nou anda mais nolavel aquelle excesto.
e mais, a d,IUca|dade> se obler de nossos op-
ranos regularidad* na actividad, da execucAo das
obras, ...corre muilo pan as i.nperbice. dos or-
camento. de gcargfc, obras principalmente quando
silo elles organisaTlos por pereoas, que levadas pelo
desejoda prosperidade de sea paiz. reeeiam qea
importwefs real dos orcamenlo, seja a causa de nAo
se emprehender obras de palpilante nece-sidade :
para as quaes n.lo fallaran) recurso, se se quizesse
leva-bs a effeilo.
Dos guardo a Vv.Ss.-Uirecloria das obras publi-
cas. I de maio de l8M.-IMm.. Srs. presidenle e
ecrelano di commissAo de ex.....da reparlicao d.
obras publicas.-O director, Jos Mamede
terreira.
.lites
em todas lu. parlat os maleriies variam de preCo se-
gundo as eslacneseo consummu da'poca, e isso
mesmo ob.erva-sc aqu no Recife, quanlo mais em
Caruar.
Alcm di do deve-se nolar, que o primeiro orca-
menlo parn ,1 eonsIruccAo desse acude, foi formula-
du, quaiid, pfjyca. e rarissimas eraro as obras que
ahi sn fazi.n, pois entAo a edilitarau all eslava pa-
rausada ; porni logo depois comecou a augmentar-
se a povoi ,;,,o de Canjar--. pelo seu commercio ; e
desde ejioJiveram Impulso as edilicaces pariieu-
Istetj o |H conse'liite nao ni os maleriaes aug-
mentaran! i preco como ainda os especuladores fc-
ram ilimiiiuindo as dimenscsNjos lijlos : o o an-
dante nc eiigenbeirosquc enlAo Wde fazer o orca-
mtnbsupplemenlar guiando-so pejos *|eco. cr-
ranles ib poca, e dimenses enlao daoas aos lijlos,
formulou o seo orcamenlo com aquellas differencas
que eram piroprias.
Peloqiie lica exposlo reconhece-seque nao houvt
as fallas e i-regubridadeajoe o Sr in.peclor da Ihe-
ouraria provincial, quil altribuir ao orcamenlo d
acude de Uruar : e em vjs|a da disposico do
Eli provincial -Jty. parece que
i'x-arreqWBiiite nao linha direito a io '
preter.
He o que (enbo a honra de informar.
Dos guarne a V. S. Monleiro 22 de julho ..
lo53.-Illm.l)r. Jos Mamedo Abes Ferreira, di-
rector das obras public.s.-Oeogenliero,^0 up
como inculca a commissao, quando di que 'o en-e
nheiro qu.z corrigir no segundo orc.amenlo os erras
que m.melleu no primeiro nao Ht pr t,|0 que
exleu.ao linham a. fondas anles de comecar-se o
coocerlo que eu ja achei bstanle adianltdo. gal .
mente qoe as lesooras mandadas pdr por mim, ,io
concorreram para o augmento della., como adianle
mostrarei. Sffi ei tambem se ho primeiro ori-
niento commeltcramse erros ; sei sim que indo lo-
mar coU da obra, vi que o comprimen. exi-ido
para os esp.gesera inferior ao que deviam lies ter
f eulao yendo tambem que as paredes meslras mos-
travain tendencia para alb.lar-se do ceulro eom-
m.n, entend que urna tesoura cullocada e.n cada
ngulo do caixAo da casa preeucheria u duplo fin) de
apoiar a emenda que couvinha azemos espigues,
e ao mesmo lempo de amarrar as extremidades da,
paredes emeehando as linhas das Iqsouras nos fre-
cines. A p,;ro transversal daquelbs em ro!aco
a este, prende por lal modo as paredes na, exlremi-
dados, que evita qualqncr fenda nos ngulos. Qual-
quer^pessoa qoe liver alguma pralica de obraa como
la.qualquermeslrecarpina oue comparar o que
ommssAo com u que se observa na cadeia de
I, ha ib sem duvida admirar qoe sendo as te-
s collocadas as extremidades da, paredes, que
.. nada lem .offrido, ellas,a atbibua um desaprnmo
manifestado no centro das meamas paredes qut tilo
pode ser motivado senao por alguma cooia queac-
la naquelle ponto.
Esla causa li. est bem visivel, e ea mallo desej..
reclimicAo do
arremtame, quando se recusou a fazer aquelle Ira-
balho. que nao podia estar comprehendido na quan-
lia de dez mil reis marcada para lodos os concerlos
do portas e buegas. Eu devia receber a obra, nflo
segundo o que se rccouhcces casiAo. mas segundo o orcamenlo, enlre cuja confec-
Ao e eiecucao, quando se Irata de concerlos, dao-
se muitas vezes ruinas que nAo devem ser reparada,
pelo arrematan!,-.
Ort., estando, como disse, um dos memoras da
commissao mformido de qoe os remendos nAo par-
tirn) do arremalanle.a quem nAo torav.. substituir a
janella, nAo sei a que proposito Iraze-los a pello, 3
nAo ser que se tivc.se por lim somenle dar ratea a
ridicula beaefa das tabmnlms de caixio de doce
pronunciada na awemhl^n provincial. Diz.ainda a
commissAo qoe a cornija do edificb esl.. 13o arruina-
da nos augolos, que sastaca dtsmoronar-se com os
embales do venlo. O concert de que se (rala, esl
relio ha mais de dous auno* ; livemos 110 uno pas-
sado o invern e ventos fortes qpr^ lodos sabem, e
entretanto essa cornija que se esta desmoronando
tem-se conservado em sen lugar Devo dizer i V.
S. quenenhum receto se deve ter dos enbales do
vento ; porque mai, forte do que elles he n.n gato
de ferro que por cima prende aqoella parte da cor-
nija ao corpo da parede ; o que nao foi visto pela
commissAd", por n3o haver subido ao toldado. O re-
lelhnmento nAo isenla o interior do edificio da acco
destruidora da chuva.
lsso naoPdeve admirar ; nao he so na, casa da
cadeia dt Olnda que Uso acontece ; qualquer que
teja a caberla em que aslelhas nao sejam lomadas
com argamassa, 1ia de acontecer isso, principalmente
as monces de ventos fortes do sul que acoilAo a
agua que corre, pelas telha.. Ora o remenlo nao
mandava cacar as lelbas, o engenheir nAo o po-
dia exigir do arrematante. Quanlo a dizer a commis-
sao que suas reflexes su tem relarAo com a Taita de
eiecucAo do contrato, e nao com o que cumpria fa-
zer e escapou a vigilancia de quem fez e orcamenlo.
lenho mostrado qoe foi precisamente o cunlrario o
que ella fez : e creio ter assim respondido a parle do
rebtorbuue te refere a mim.cumprindo-ine ainda
observar, qne comparando-se a quanlia de 1.1.109
reis, all gasa com o que se fez; nao se pode razoa-J
veluienle dizer que .. contrato tora inteiramente I-
ludido.
.
Com ludo, eu confesso, qoe o todo da obra nao
ollerece aquello aceiu que seria para desejar.aquelle
apuro e esmero qde devera empregar um arrema-
lanlc escrupuloso e que fcilmente revela una au-
zenria prolongada do engenbeiro, urna Tilta de as-
sislonci continua na obra, por que esse engenbeiro
se acbava incumbido de outros Iraballms em Igua-
rass e llamara,-., e na podia conslanlemenle vir a
Olinda. Mas bem se re que estes delbilo., que alias
podendoser evitados em lempo, nao podem ser cor-
rgidos con. facilidade depois de feilo qualquer ser-
vico ; nAo sao da nalureza dos que anloriscm uma
recusa ou demolicao da obra. Eis o que c deu na
cadeia de Olinda.
Deo, guarde a V. S. directora da obras publi-
cas 1\ dejullio de lo.w.-II|m. Sr. I)r. Jos Mame-
de Abes Ferreira, engenheir director das obra,
publicas, Francisco Raphael de Mello Bege.
Conten! oUsecrelario Joaqun, Francisco de
mello Sanios.
Illm. Sr.-J>, abaixu assignados, presidenle else-
crelano da cominssilo nomeada pela portara de0
deslo me< para .exime da repailicAo das obra
publicas, requislam V. g. m nome da commissAo
a entrena do 0r5ame.H0 da casa de delnco e eus
diversos planos, bem como a planl,, riscos, perits c
de.cripcoesda dita obra.
Dos guarde a V. S. Recito :t0 de abril de iSX.-
Illm. Sr. I)r. Jos Mamede Alves Ferreira, direstor
da reparticAo das obras pub|icas.-//i<0,i0 .Intonio
dos Santos Antonio Ahe, de Souza Carealho,
secretario.
Illm. Sr.Kespondendo so oflicio de Vv.Ss. data-
do de haMem, junto remello o original da planta da
casa de detoncAo, assim como orna copia autentica
do orcamenlo deesa obra ; comprndo-rot fazer as
Illm. Sr. Por dcliberac.lo da commissao encar-
regad de examinara geslAo dos negocios a cargo
dessa reparte*., fa/.s0 Ilecesjar0 que v. g. me
remella coml^evidad. todos e quaeniuer trabalhos
existente, nem mesma repartojlo, relativos aos es-
ludos graphicos cmprel.end.do, e realisados em o
auno de 135 p.oximo pasado.
Deo guarde a V. S. Kecife 3 de maio de 1855 _
Mllm. sr. r. Jose Mamede Alves Ferreira, dreclur
da reparticAo dobras ponlicas.-n.Ma'oro -Wac/z-
ao freir Pereira da Sitca.
Illm. Sr .-Kespondendo ao ollicio de V. S. dabde
ded do correle oque me foi entregue hontem peto
mauliAa, cumpre-.n* dizer que o, irabalho exisleo-
I nesla reparlicao relativos a esludos grapf.icos e
que podp ler levado, a presenC. da commisrio ,a
a planlaS-e orcameutos, isto |le. us re,o|u.doS do,
esludos graplnco.. q. rt0 lraDalhos ,,,
un. dos eug.nh.iros 00 campo e no g.biuett, que
por ensequen*, nao vem nem podem vr ler ao
arch.vo desla reprlc4o. Pe* meu. relatorio. au-
nuaesve-se sobre que tero versado es.es trabalhos
emcadaum dos anno. de m.nha admi..istra5Ao
sssun como quaes tem sido o, Ut resaltados
Junto remello V. S. as planta, e orean,
concluidos duranleoawmrTi.il ae m ,,: ^
tente nesla feparlcao os qu,e. vio compauhados de
urna rebeao : com o que rae parece ficar a.sim ,a-
listona a requisicAo de V. S.
Deo. guarde a V. S. Directoria das obras publica.
..d.n.iode18.Vi.-I,lm. Sr. r. Theodoro Ma-
chado Fre,re Pereira d, Silva, memoro da comn.is-
to cncrregla de ex.miuar a geslio da reparticAo
dasobr.s.poblic,s.-0 director, Jose Mamede Alte,
terreira.
Illm. Sr.Os abaixo assignados tem a honra de
sol.cjar de V. S. em nome da commissao de exame
da iep.rl.c5o das obras publicas, esclarecmenlos
sobre os seguintes pontos: 1.. se planta da ,asa
de detencAo soirreu; aller.cio e qjaes ellas. 2>e
na mesma houve o accrescimo do caes e de alguma
oulra obra, em cojo caso podem se digne enviar-Ibes
os orcamentos desses accrescimos de obras : e 3." em
que lempo foram terminados o aterro e os alicerces
da casa de delnco, e em qoe lempo se principioo
a assenla.-acoberla.
Os abaixo assignados solicilam milro sim, a rerues-
sa de todas as propostas que foram fetas acerca do
rornecimento de maleriaes para .1 casa de delen-
C3o.
Deo, guarde V. S. Recito 15 de maio de 1855.-.
Illm. S. Dr. Jos Mamede Alves Ferreira, director
das obra, publicas.- Jiluiario Antonio dos Santos.
Antonio Alces di Souza Carealho, secretario.'
Illms. Srs.Satisfazendo as requ.sices dt Vv. Ss.
datada de 15 do crranle mez, tc.iho "a honra de in-
formar o seguinle:
A planta da casa de detenrio neuhuma alleraco
soffreuna sua disposcao era plano, porm quinto us
dimenses das paredes e'priucipalmente dos alicer-
tes foi necessario em visto da nalureza do lerreno
paludoso, aar-se a eslasparles du edificio as dimen-
ses indicadas nos perfis, que junio remello : assim
como foi necessario assenlar todo o edificio .obre uma
grade de madeira ebelume, para previnir algum aba
tmenlo no terreno. .
A tira do caes nao linha sido ..aprehendida 00
orcamento primitivo e por isso toi um acrescimo. e
atona deste uma estocada bita por delraz da
linha do caes hoje existente, e uma oulra estocada
em volta de todo o aterro da qual ainda boje
existem mu.tos bucos :e bem assim as abobadas das
celias do pavimento terreo do raio do norte, de cu-
jas obras nao se lizeram orcamentos especiaes.
O aterro do lerreno eiltrior dos diversos corpos
do edificio toi concluido como boje se ada em* liu*
de dezerabro de 1852. Os alicerces de todos os raios
das prises da casa central da IHajIllUil geral, o da
Casada-admiuisIrarAo. bem como cauos de esglo
foram coocluidos pouco mai, ou menos em fin, do
anuo de 1851 uu principio de 1812.
Ouaulo a poca em que romecou-se a asseubra
cubera do raio do uurle das prises que foi 1 pri-
meinrt suppoolio ler sido era dezerabro de 1853.
Incluso remello a Vv.Ss. lod.s as propostas em nu.
mero de 38 que at hoje me tem sido remetidas para
o contrato de rornecimento regalar ib maleriaes da
casa de deteuco.
Parece-me ler salisbito as requisires de mim exi-
aidas em ollicio cima referido, e se por ventura mi
tor das obras publicas. Antonio Aloes de Souza
Carealho.
Illm. 8r.Ketpondendo ao oflicio' de V. S. dala-
do de 51 dt maio altimp, incluso remello o, riscos
da torma d.s iberias da casa de dclencao, por onde
se pude Ver o tytleroi'all adoptado, tonto par,, os
lesouras como para as corvas do cimborio da casa
central. Descri.ninando a, obras de torro mencio-
nadas no orcamenljjjjbtu intorroar o seguinle : N0
artigo obra, linas de ferro balido e lunado coropre-
nhendem-se as tocliaduras, dobradic.s, ferrolho.,
torro pedrez, etc., etc., e finalmente todas as obras
que sAo de pouco peso e exjgem grande Irabalho
manual.
No arligo. obras grossas de ferio balido, compre-
iilieodem-se as grades de torro, tanto das janelbs
corno das ponas, loda a torr.gem das coberl.s, va-
randa.lrihuna.etc. Quanlo ao peso de cada nina des-
las obra, oblem-se bcilmenle calculndose o volu-
nte e combiuaudo-se com as tabellas queja cxislem
eitas, e junto por copia remello orna.
Sobre a nalureza da, argamassas direi, que para
lodo o alicerce toi a argamassa forjnada de cal, aria
e pi. de lijlo, e em alguns lugares toi composta de
cemento l.ydranlico. Desde que se lerminoo o ali-
cerce comecou-se eulao a empregar sempre a arga-
massa de cal e ara para u geral das construcce di.
paredes, excepto uaquelle. lugares onde era neces-
sario o cemento.
Todo, os torro, da. .alas e corredores ateta como
os assoalhos, sAo de madeira amarello vinhalico, ex-
cepto nicamente o forro do corredor geral dq cen-
tro do raio. que he de madeira de louro.
Quanlo as conlas daqoella obra paseadas at o ul-
l.mo de abril do crrente anno, rece-rae que eslAo
todas paga,.
Deo, suarda v.#S. Directoria das obras publi-
ca. de junhu de 1855.-llrm. Sr. |)r. Antonio AJ-
ve. de Souzrf Carvalho, secretario da commissao de
exame da geslAo da reparlicao das brts publiMs.
Jose Mamede Alces Ferreira, director.
Illm. Sr. Incluso remello a V. as copias dos
oflicio, rela.ivos a bra do acu,tato l.imoeiro, ,e-
gundo verbalmente reqoisitou-roJr
Dos guarde a V. S. Direcloria da, ol.r, pnbli-
cas 1.1 de junlio de l8V5.-|||m. Sr. Dr. Silvino Ca-
valcantl de Albuqoerque, membro da commisrio
encarregada do turne da geslAo das obrs. panucas.
Illm. Sr. A commissAo de exame da gestao das
obras publicas acl.ando excessiva, a, diraense, de
nove palmo, que V. S. da aos al.cerces do cae. da
casa de detone*., as quaes dimenson, nao combinara
com as ,b oolros caes construido, por essa rep.rli-
cAo, eso poderiam ser conseguida, com o auxilio de
me.os summamenle costoso, que nao consto torera
sido empregados, e nAo desejando precipitadamente
proceder a escavano para averiguamento, rogo a V.
S. qoe se digne examinar novamenle as ditos dimen-
ses, em cujus pera, a commissAo suppe ler havi lo
nolavel engao.
Dos guarde V. S. Kecife l:l de junto de 1855.
Illm. hr. I)r. Jose Mamede Alves Ferreira, digno
director da, obra, public.s._/(slario Antonio dox
Sanios.Antonio Alces de Souza Carealho.'
Illms. Srs.Alim de responder mais salisfactoria-
menje ao oflicio ,1c Vv. S.. datado de !3do crranle,
relativo a profun.lidade do alicerce do caes da casa
de detencao. maudei proceder as convenientes esca-
vace. para descubrir a bases d.iquelfa obra, e assim
tocil.lar qualquer came sobre suas dimenses, po-
rm a nalureza du lerreno arenoso de qne he torma-
do aquelle atorro com allura^le trazo palmos cima
da bana-mar. as in.lillrac.es.d'agua pela proximida-
de do rio e ainda mais pela, endiente, da, mares,
einbaracaram-me de obler aquelle resultado, e qu
nAo se poden conseguir ,em grande cusi e dispen-
dio, o qne nao val a pena, alleudendo-se a que o
volme total do alicerce daqnella obra nlo he lito
grande qut qualquer diflerenca possa influir multo
obra o volumo letal das obra, daquelle edificio.
Todava n.lo pudendo evidenciar aquelle fado
pelas razoes ja expendidas, farel algomas observacoes
sobre o que se.pas.ou na execui.Ao daqnella obra.
Anles de se construir aquello caes havia-se feilo
urna estacada por delraz do alinhamenlo dcsle;
donde resollou, qne a crrenle da. agua, encoulran-
do aquelle obslaculo no seu curso que enlao era'por
lili) tormou grando. escavacOes junio a base, abrin-
raraentos. do aquella ^recco u.n canal ba.lante pronndo
em alguns lugares, o que uccasinnava con,tonlemen
te desabamonlos de tonco, da referida estocada. Foi
para evitar aquelle, estragos e garantir as obras do
edificio de sollrerem minas, que se conslruio o caes
hoje exislenle. Para co.islrucc.Ao do alicerce desse
Caes nao foi preciso tozerse mais escavacao-alguma,
por isso que aquella direccao j havia nm canal for-
mado pela corrento das aguas, no qoal se cnconlra-
vt a profundidade variavel de cinco a qoinze pal-
mos : e enlao sobe o fundo dessa escavacao ja feila
comecou-,e a coosIruccAo do alicerce 4o caes, to-
zando um enrocliamenlo de metralhas lia base. Em
visla disso ficou aquella alicerce com a profundida-
de variavel de S a 15 palmo, e por conseguinte com
a profundidade media de palmos. Islo he pelo
qoe diz respeilo a profundidad* do alicerce, quanlo
as de mais dimenses be fcil qualquer verilicacao
por eslarem a vista. Quanlo porm a dizer-se que.
nenbum du. caes construidos nesta cidade liveram
alicerces de la,, grandes dimenses como o da casa
de deleitan, devo observar qoe o caes do Apollo em
loda a su. cxbnsio desde punte de Recito al a
frente do armazem de Jos Antonio de Araujo em
nenlium lugar leve menos de 10 palmos de profun-
didade, e em algomas parles nAo s teve o alicerce
15 palmos- de profundidade como ainda 15 palmos
de grossura. Tambem o caes do Cpibtribe em se-
guimento a rampa da ponto da Boa-Vista teve lunar
onde os alicerces chegaram a SI palmos de altura, e
bem assim o caes da ponte da ra da Aurora.
Dos guarde a Vv. Ss. Direcloria das obras publi-
cas 18 de junhu de 1855. Illm.,.Srs. Elisi.rio Anto-
nio dos Santos e r. Autonio Alves de Souza Car-
valho, presidente e secretorio ib commissao de "e'xa-
rao da reparlicao das obras publicas. O director,
Jos Mamede Alces Ftrreiyi.
das estradas, ele, conforme exige o regubmenlo
da reparlicao no art. 5" $g 8 e 9.
Recito 5 de julho de 1855. Illm. Sr. r. Jos
Mamede Abe, Ferreira, director da reparlicao das
obras pblica,. silcino Cacalcanti de Albn-
qaefgue. *
Illm. .-sr.Hespondeudo ao ofllcio de V. S. dala-
do tft hoje, lenho a informar que a carta corogra-
phicaeo mappa eslal.slioo da. eommimicares da
provincia de que Ir.bm os 8 e 9 do arl. 5 du re-
glamento desla reparlicao anda 1.A0 foram toilu
por tolla de lempo e co..,.giso atpecial.
Heos guarde a V.,S, .reclurii das obras publi-
ca, 5 de jolho dt 1855. nim. Sr_ ir, Silyino Ca
valcanli de AlbuquerqHe. nombra da cominillo
'nspeclora da reparticAo das obras publicas.O di-
rector. Jos Mamede Alces Ferreira.
Illm. e Exm. Sr.-Eslanua' prximo a principiar
o.nvern, e recelan lo muito de que as crrenles
das aguas du Cipibaribe por oceattta das cheba ar-
ruinemos aterro, j feilos, eap.ua, amparado, por
uma estacada, dei principio a. caes, ota ece,saria-
menle tem de ser construido e.n frente do respecti-
vo edificio, mas como a importancia dessa obra ..Ao
i.vesse sido contemplada 110 orcamenlo da"easa de
debncao, por isso julgo ,to msu dever levar ao co-
nhecimento de V. Exc, afim de saber se devo im-
pender ou pos-o continuar com essa oora.
Dos g.arde a V. Exc. Direcloria das obra, nu-
Itieiro Jose Ildefonso de Souza Ramos, digno presi-
denle da prov.nc.a -O direclor, Jos Mamede Alces
herrera. Conforme. O .ecrelario, Joaauim
francisco de Mello Santos. ua/mm
Illm.'Sr.Como V. S. me ordenan, eu vou res-
ponder a parle do rel.lorio ,la,commi,.Ao de exame
do. uegoc.osdareparl.cAo das obras publicas, que
cezad -- _-Ca,i,--=d.e,e",-'".' e f*'-l'e> cuna
gencia.
Nada
dou
Noto a cummisaAo aue ,u,i ""
empreibd.ou coulralada aVl_*22
e .em designacao das.l.ara.d,!r^n*l,l,,M',"'
er da moralidad, do seu rusto oui"^
...porbncb.
yuamo a n.oral.uado esla ni prov.d.TIi ,
enloda importancia total de.le at.rV* ^^"-
raze, qu-,e leve para ,1, torra. sci^.V-'S"' "
as empreitodas ou conlralos, toi adaobr o
rosou-esc pruneulo. cora cerla profundidade:. nao enb.2
de braca. cutoca.,ouoouer
Comparacap entre a, eonstruccoei feilas t oco.
a do, matonacjChego >u uliimo e piincioal,
ligo do relatorio da eomroissib ua parte quTdter""
de i^orl^H"0br,<'l91?'ve"',-'fells al odia 11
ue maio de INj., e, l,(2,y0| |,r.r. ...1.^, -_
quanlo-que v.rdadeiru volum.^l nV^,
ra nca'd.I ii? ^C.Ub"'- lMVe"' IN.rU.lo aa
i a de2l*'a*i u'*Cas chicas para re-
culo da mmiMiii '
Esta grande dJUerenca be motivada
inexactidAo de ab,m dimenses que
calculo de algn, vujnme. (como s. "I
n._2) mas anda fkrb, capadoa,c?
que me permillir mmlis corla iotelli-
direl acerca da compar.ico fcib entre os
cct^meTp^.,Pen,,a,laPr V-S' ""*"*>
Fxecucanda, oorai.-Quanlo ., duvida que apr-
senla a commissao sobre a.dim-uses do. alicerces
do caes, elb he .nruud.da: porque quando fo, e
ventada a plan la hydronraphica do po'rlo desla cida-
de e suas visinhane.,. schou-se que na linha onde
to boje construido aquelle caes havi. na baixa
mar 3, .1 1|2 c palmo, de profundidade. e islo ,e
dava quandu nenbuma obra si f,zi. ; porm, a me-
d.da que seto, aterrando aquelle lag.r;(cuju Ierro
princpiavadu per.ine.ro di pra.a camin ava para
u no, augmentou aquelle rundo, o que n-c.saria-
nenledtvia acontecer, visto que se estrenara o rio
nesta pape : de sorte que hooveram lag.irrt naqui-l-
rVllf0,a?ne lK'""" com tl8e palmoide pro-
fund.dade, de maneira que toi preciso fuer-se alli
um enrochamenlo para poder ed.lic.r-teo cae, .,
quesccomumio uma pdrcAo im.nensa de lijlo, Ha
tond.dade, e em nenlium meuu, do (i, con. as larau-
. 1- V 6r 1-,.Palmo. "''iguem dir que e.n
an..ia a"S pror;"",","."' PrecP ,ere.m exces.iva"
aquellas dimen.ftes. ,nlu nao ter a illustrada-com-
nussao aprese..la.lo os motivos que haviam pira des-
coufiar da. dimen.e. que ihe foram indicadas, para
seremaprec.adasjpmcomo nAo ler. visto queda-
v dava. procedidoWescavacoe. necessarias pira co-
nheeer .verdad.. mbl caso teri.i vl qe pr
tondidade media de 9 palmse a largara de I |,->
Sfe.\MTm ,1','dlC1"la, 9au qoe lem os
alicerce. daquelle caes.
i. r*speil" df JeW'da que a com.ni.sAo brabera
lera sobra as alterques da. di.nen^e. das paredes
da casa da inspeccao e do. alicerce de todas Vs edi-
l.c.cucs. ass.m como sobre a, ...tormacf.es que bou-
veram no. arligo, do regula.nento, rom estas a|le-
racu.., deixando a V.#S. a resposla desla ulii.na par-
le dir, quanlo a primeira. que se a Ilustrada com-
m.ssaoduvidava que laes alteracoes se lives-era hi-
lo, melhor sena qoe livesse examinado las
da obra, oque n.lo era difiicit oueracAodo qu
genr Ouyida., que nAo sssenlam sabr fund)
algum solido.
nJ'^V" braE?la Parl0 ia la'oro da com-
n. sAo h.e a qoe mais se approxima da verdade,
quanto a dascnpelu d, obra feila at It de mato
.to i /* S ""'*"'' concluido estiman,
tZ bra ^,U enlre 'I- -'tfde loda a i...
??, : P""V ma,ln* *"" "" "aliacn he
interior ao verdade.ro estado daqnella obra
Compo.ido-se o edificio de Iras raio, da casa cen-
tral e da de administracau, e existindo deslas parles
um raio prbmplo. a casa central o a casa de admi-
n.slratao, Miando nicamente 110 raio as Mirada,
das estremas da gratara, na cas, ctnlral, apenas o
nb.ervalorio. c na cata de .dmimslracao smente
alguns repart.mentos internos no primiro andar, a
Meada, o, rebocos,- e os ladrill.o, ;. |e | ln,i, 0.
utro. dou. ralos at tilas pared, etUriores cima
do. alicerce, um / p.linos e oulro 13
ees dos reparliroento. desles raios
promplos. parree-me que pode-s< dizer, soiu
de errar, que do edificio e.to rnai. de dous l-rco.
to.los. Estoado tambera feilo lodo o aterro, o caes
.que so em Urna roquea exlensAo anda nao esl na
airara que deve licar os cano, de tolo e o muro de
circuilo quasi promplo. com o porto, os lorree, e
a, casas da guarda, ras com os dou, tercos das que existen) feila. o edi-
licio, poder-se-ha sem dnvida atouma dizer, qua o.
J| da mlegralidade da bra eslAo feilos.
*"IU-"^,,U!.di,.0Ura'lalveu.riareil. al o db Ifi
em
. d.V-
cula da coinm^J.'"'" CUU":" pt"> ""-" ""
Esb grande dWerenca be motivada nAo s pe.
servirn) 110
ver da tabella
mi.,Ao : o, alicer.es doi'c'orraf0ra,""c''lcil,M eo,n-
meutos inlerioxeTdos V.fZ V^n HU^cJS^
esle. ali-
irolar qu. nao leudo a com.ni^o visto
cercesque eilao feloe bem visiveit
os dos repsrtiinentos d.s esas da ouar,bi
.1.1 > lam __
ves, enxarga.se
'tos ai abt-
mo muro e que fica enlre .ib e o muro
Admira igualmente que nao totscra vi.t
badas das celia, do pavimento lento u
do norte, as.im como as obob.da. dos lorreOei e Z
Km pequeas obra, que na dita tabella eslAo m*.
uados. Na comparafllo feito enlre obra q
venara execulada e o nnm.ro de lijlo, comprado.
nao leve a commissAo em consideracAo nem o hj
gasto para se reduzir a no, nem o. que se ,
pregaram nos cnrorh.roeiilo'. do cae, e das estoca-
das, ein linalroeuto no que exist, em deposito
Devo aqu Nolar que o p de lijlo que te a,(o
n aquella obra nao toi somenle o que figura nos ,lo-
rumenlos. cuja mSo ,fobra toi paga ero parado
pdr barrica, poreui alm di,i0 u(Vo tanto oi naiiu
a jornal, que entrava na tolha das ferias.
O enrocliamenlu em toento do es, e das estoca-
das alli ...slruida, p.ra evilar as e.cav.Ves prov..
nenies das mares, tambera loi toito cora pedaeo. de
lijlos comprados para aquella obra.e por ceaeom-
1^ na., pode deixar de ser tomada em co2
e.la obra.
quae. devem,
enterra-
1 estas par
sog-
fundameiilu
e o, alicer-
exaudo lainbem
recelo
forem eslas suflicienles eslarei
sempre promplo a
torneccr outra, quaesquer que.Vv.Srs. julgucm con-
venientes.
Deo. guarde a Vv. S,.4|rectorl. daobra, Pbli-
ca, 18 de maio de 1855. Illms. Srs. presidenle .
,eretorio d. cuinmissAo de exame da'reparlicao das
obra, publicas. o director, Jose Mamede lio,
Ferreira.
Illm. Sr.Em uome da commissao das obras pu-
blicas, tenbo a honra de solicitar de V. S. se digne
enviar-lhe com a possivel hrevidade, o risco da co-
berta da casa de detencAo, c na tolla delle o risco do
syslema de tesoura, : a de.criminacao do peso do
torro de que tolla o segundo orcamento, em parles
componentes da obra, com especialidade do torro li-
mado ; e eselarecimentos obre o seguinle : |e, em
que altura on recorte do alicerce alli principiou. a
empregar argamassa de cal e arca ; *, ,e todo o tor-
ro que se acha piulado e de que se nAo pode conhe-
eer a qualidade he de vinhalico 0,1 louro ; .>, se io-
das as conlas da casa de detencao al o mez de abril
se acham aflieclivamente pagas.
Dos guarde V. S. Recife 31 de maio de 1855.
-Illm. Sr. r. Jos Mamede Alves Ferreiri, direc
Antonio Alves de Souza Carvalho faz seus silen-
cioso, cumprimculo, ao Illm. Sr. Dr. Jos Mamede
Alves terreira, e roga-lho otJtaltorenles termo, do
arremalacAo o conlralos do alerrA casa de deleu-
c3u, bem epate aquelle oficio sobm estrada do sol,
seja esliver copiado.
21 de juuho. -fc.
Jus Mamede Bs Ferreira salistozendo a re-
quisicaodo Illm. Sr. r. Antonio Abes de Souza
Carvalho, inclino remelle todos os termos de con-
trato que houvecam para a factura do aterro da casa
de detoiicao, c bem assim a copia do ollicio dirigido
por esta directoria a. Exm. presidente da provincia
sobre a direccao mais conveniente para a eslrads
do sol.
Dos guarde a V. S. Direcloria das obras pobli-
cas -I de juubu de 1855.
Illm. Sr. Sallsfazeodo ao que verbalmente foi
por V. S. roquisilado. no dia 33 do correle, junto
remello a. plantos das povearoe, de llapessurlca,
Grvala, lo.u Jardim e
prlnteira* esUW reouida. e
De, guarde, a V. S. I)
cas 30 de j julio du 1855.__
valcanli de Aibuquerque,
Coma dos maleriaes. Netle artigo .pp.recem
diversa, inexaclides. porquanto so.nmando deste
za total bita com aquella obra al30 de abril urosi
mo pastado em 297:0350580 rs. figura na con la
da commissAo somento 289:ll3ri7l r,. -, havendo
uma diflerenca para menos 7:3905711 rs.. infloindo
grandementopara i.so a orai-sa,. ,|a imporUncia dos
cano. da. alnnas, que he de 6:561,7955 rs., e din-
do-se tambem diflerenca em oulra, verb. Ha tal
discordancia nesb diflerenca. que as quantrdades dos
maleriaes que crescem ou bltaiu, uao se corre.pon-
dem com a, importancias respectiva,. Em algomas
verbas acontece qoe. crescendo na quanlidade? rail,
na importancia, e em oulr.sque, fallando na quan-
lidade, esta cora tudo cerlo na imporlaucia. o que
ludo se poilera ver melhor no mappa junio ,ob o n.
1. Devo tozar especial mencao da verba lavra-
wm de pedras na conl. que .presento a commis-
sAo poisque se deve ah considerar incluida lain-
bem a importancia da, pedras de ca alaria compra-
da,, e nao somenle a lavragem della, como parece
querer indicar o relatorio da commissao.
O aterro comparado com a sua despeza. Neste
rugo diz a commissao : considerando o alaga-
do en. que foi fundada a cas. de delencao, en. ludo
se.nelhante e da mesma nalureza d ,s que Ihe ficam
conl.guos, quer pelo lado .lo norte, quer p.|0 lado
do ,ul,deu-lhe a commissao. ,. ac. do altura ,
snamaior profundidade diminuindo gradualmen.e
ate enconlrar o permetro dt praia nu preamar.
Primeiraroeule notare, que eiso permetro da praia
110 preamar, avancavaem mais dos al.cerces que hoje exi-lem fundados na exlrami-
dade da travessa da ra da Coacordia. cosli.va de-
pois o oilAo da primeira cas. de madeira do llenri-
que Jorge, esegua nesla direccao al encontrar uma
cambo, era frente da travessa da ra la Palma da
qual anda existe parte. Direi ainda quc a aliara
de uin.jn-m-a p.ra maior prabiidi l.de no preamar.
em diminuti. porquanto na planto l.v-
a do porto e mais visiiihancas, bvanlado
... "" ci*deracao
lambem no pavimento da. celias
raios do sol e esle toi toiluum enrochamenlo de M
'jacos de lijlos, que 11A0 serviam para obra de para-
d. cojo enrochamenlo poderia e pode ainda ser vis-
10 peto commissao.
lalvez suppozesse ella, que as 35 canoas de me-
iralba que ligiiram na conla du, maleriaes chegaram
para lu lo i.so : porem cumpre-me dizer qoe uem.a
menos chegaram para tozlr desaparecer S
que havia as extremidad,? do cae.
Peto labe, (n. 3) v-se que segando uuhiIhI.-
de de braeas cubicas de obra de alven.fto.to em
g.ram .1.039.441 ljelos nesla especie de obra,
toudo-se -2.UM) i,j.,|, ,,ra cad. bra, cobica. samo.
lie lien, sabido nesla cidade, e esla claramente deter-
minado 110 orcazneiito toito para a ajtasastacAo a
que pode moilo fcilmente ser verifica
experiencia que 110 |m.do lijlo consanraiio J8I TOO
lijlos no qoe toi fabricado por empreilada, e tonal
porrao no feilo a jornal: que no, eurorhira*
cellas.do cae. e d.s estocadas s. empregaram
lijlos ; cuja, quanlidade. reunidas t de lO fjmr
exista em depi-uilo. somma 3,917.9-21 lijlo,
comparada com a quanlidade total de .fj-t.
sulla a diflerenca'de .58,539 lijlos,
otor disseminades peto recinto da
dos no atorro, e alguns mesmo
acto do descarregamenlo ele.
Nao pode ,er admirado queem uma
inaguilude.onde se comprou too elevad^amero de
l.jobw apparece.se apenas o extravio ,1 8,539 lij-
los. Se e ex.minar bem os documentos, os qo-e.
estiveram no poder da commis4o,ver-se-ha' qee nos
'iq po do lijlo somento se uirii-tonou o fabrico J
mesmo, islo he. o Irabalho da reduces., do lijlo
u que necessanamente os lijlos ''"mados j
f-wsem parle dos comprados para a obr,' he 1
desles lijlo, que sabiram os empregados-----
chmenlo., em trente do caes e a mesma
trenle das eslacarlas.
yoanlo a desproporcao que a coinidvH
acl.ar no numero dos o|raiios e a quanlidade d
material empreaado, provealas diiTceurts
cobija cima demonslradas, "por is.o em visla
correcces que lenho toito nao podera ht>er maisdu-
vida alguma Se a commissAo livste em vistt a
mullimj|idaaU de Irabalhos e a qualidade dos nossos
irab-jqWoreT, ae C" Ia' nao tori. lal reparo par.
la^'l, ,l,e ,c,,2 fundamenta algara.
Tambem aehou A commissAo que 1 cal e cernalo
nAo estova em retoefto com a eran le qoantidade de
lijlo comprado. Nao ha duvida alguma qne erfa
remeto nao exisle.segundo. bulos da commissao.
porem se e .Hender ao iba..- real que toi empre-
ado na obra de atvenar'--
1 roetma coa.
ia qlitlbs
.- -pena. 1.9I5W
aiqoeires que roram gastos no. rebocos, belso hv-
draulico etc.
Qaa..:o ao remento elle nSo toi emi.regado em to-
da a obr. de alvnaria. como creio que a commitsw
pensou.mas somenle 110 LelAo hvdraulco dos
cerces. nos rebocos do cese cano, de esgoto as
abobada, e ladrilhos das celias do p.,roeV.to toi
reo do r.io do norte, as contra vergas e capia*.
da, porta, e janella, do mesmo raio d. casa cenl,
e de adminislracAo. ,
..,^r.C<""'eque,',eiae8,"(ai""i,ll,le nnB 4onH
, r P^ot,,"^" co,n "JP'" gl". e muilo me-
nos con o comprad,., mas sortien.e com a. obr.,
que elle toi em pregado.
No que diz respeilo madeira, diz a commissao,
que a precisa par o Iravejarnenlo e coberta f
cada era 4:3108 que ja ,e liuna despendido L
QTton"^.1. prX'mo p,"-'d0 I"1"" *
.'-Il*fo90. (I- preciso saber-se ajoe na desp
laf.,lao inclu.-Jas l,33itr.vee ^eseg^br
grade dos alicerces e que iroporbrsm em 8:j)8tt
e a quanlia de l:0395UDJ era. que mporlirarni.
estacas que se empresaram as estacada, do Ierro.'
e.,tas duas verba* reouidas monto m 9:30*540
cuja quanlia sommada aqu iui maread, no orca-
menlu para o Iravejameniu, coberta, etc., qu. he de
,;Sa?;.P-r-'iU-. ,:i-(i1^0' '' liouveumteeoon-
iim de t..?9.K) na, obras do Iravej.maJ^cofJerta.,
ilrogr.i
O labiado, v,tgundo diz a commltsaa) pira todt ,"
>: II"9580. eulrelaiilo qoe at .
em 1848. v-se que na linha en. qoe 'esto eJXad
o z-.es. haviam 3, 3 l. e 4 palmo, de r1.r.,.ii,i. ,
das quaes as duas
I s folba.
loria das obras publi-
lllin. Sr.Dr. SilvinoCa-
mcinbro da commissAo
encarregada de examinar a gedao da repurltoAo das
obras publicas. O director, Jos Mamede Alces
Ferreira.
Illm. Sr.Informando a V. S. jomo verbalmente
me requisitou sobre os Irabalhos graph'itos toilosV.
anuo prximo passadu, relativos a conslrucaio de
Cades no interior da provincb, lenho a comtnuni-
caro seguinle: Os acudes cuja conslrucco f,._
esluda,la no anoo lindo silo os de Itopesserica, ra?
val, Boni Jardim, Cimbres e Baixa Verde, de cu-
jas povoaees levantou-se as ptoulas queja esliver
ram em poder de V. S e que comprehejide o lugar
onde deve ser toito o acude. zeram-se lambem os
uivelainenlos precisos, os quaes exi.lem em poder
do engenheir Mello Reg e Feliciano Kodrigues da
Silva para urganisaram o, respectivo, orcameiilos
Dos guarde a V. S. Directoria das obras publi-
cas 3 de julho de 1855.Illm. Sr. Dr. Silvino Ca-
valcanli de Albuquerqnr, membro da cou.ini.sAo en-
carregada de examinar a gestao da reparlicao da.
obra, publicas. O director, Jos Mamede Alces
Ferreira.
Illm. Sr.O abaixo as,ignado membro da com-
missao inspectora da reparlicao das obras publicas,
precisa que V. S. in.lrua se exi.le, e nu caso allir-
mativo, qoi Ihe remella a carta corographica dt
provincia, as.im a eslatisliea da communicacau d.
provincb coro mappa qoe marque o rumo e direccao
o z-aes, iiaviam .1, 3 l| e 4 palmos de protondidade
na ban.-mar, profundidadequeaugmealou 1 uitdi
da qne it crescendo o aterro, come cima disse e
sendo tambem sabido que a. marea te elevara de 'lO
palmos no preamar, cima da baba-mar, bremos
portonio neste lugar pelo, otoo lp.|m, e Dr;
(und.dade 1.0 preamar, e ..Ao 10 palmos como d.s"e
a coinu.iaa^ Entre a superlicie aterrada < a que he
>pienMom,i tal pela cu.ninssilo, ba a ., '-
quena dllreVenc de perio de 1.000 bracas ouadia-
das. Porquanto diminuindo-se em uns hieares e
augmenlando se em oulros oartes iguaes. pode-se
reduzir a superlicie atorrada a de um reangulo. cu-
jos lados dos ngulos rectos cjam um de 868 palmos
do emprmenlo, e o oulro de 590. o que produz urna
superficie de 4.J.II, -20 braSs quadra.las e nAo 1 6.1.5
como apreseotod a commissao. O aterro aeii'a se
presentemente com 4 e .5 palmos cima do preamar
do qoe se vr- quo. peto parle do ro. lem elle 0 nal '
utos do altura, c na paite opposta a esto nal
mo. de altura, sem contar o que lem abfl k Ioeo
leremos por altura media 13palmos, o 1 Sirenios
considerar o volunte Jolal du alerru rumo l!nT0'"
lellipipcdo, cuja superficie he iaual 4,5:11 bnets
-.,90 braca, cubicas, e ..Ao a n
J
'! 1 PW-He.. be 3.6T. braSas quadrda,
10 pafn^deallur., resultado das mediees a que
proceden a commissao no terreno corlado porum
EIj'rJ", r dl"?"*""'-"to. bvpothese a mai,
tovoravel. configuraca.dja ma.s appruxirrtfrb d. ver-
dade. sem ser a erdade raesrai, 110 dizer da con--
m.ssao! .
lazendo o calculo da importancia dos aterro,
com n volume cima de 5,890 bracas cubicas a
P'ecode.i>jtOIJO que he u verda.leiro |H-eco dos tr-
ros en. idntica, circoinslancias, produz a quanlia
le ;to:34'lOOrs. que difiere di quanlia que r.al-
iieule .e ga.lou r%s:3i9330 rs.) de 3:09;ttKl a cu-
ja dillereura anida se devera reunir o volme occo-
pado pelo, alicerces do edificio, e o dos canos de ci-
goto, que a elevara a 6:I3630 rei. Deve
liot.ir--e qoe quando principiou-so a alwrar aquel-
le lerreno, encontrara.-ss grande, pa< ou grandes
buracos cheios de lama, alguns dos quaes linham
mais ,lo -JO palmos de profundidade na baixa mar,
laes rm-ain os que se encontraran) nu lugar em que
est boje a porto do lelheiro da obra, no centro do
edificio e o do xlremo do raio do este ; sendo o que
se encentra no lugar que be hoje o centro do edifi-
cio o maislundo del les pois I i.iba 21 palmos de pro-
fundidade. Alem disso no extremo du raioesle__
depoi, de .sentada a grade dos lirerces, fui ne-
Idem (aduiinsIracAo1.
Cal prela. k .
ra paralellipipedo, co-11.lera branca. .
com 'l'j.dos srosso. ,
a obra toi oreado em
30 de abril p. p. M se tiulia despendido -i
havendo urna diflerenca para mais de,ifi90>-
alicndendo-se que nesla diflerenca vai indulta,, ne-
cesaria imporUncia ,1a grade, cabros, taboado par.
andaimes, ele. Esquece.do-te aqol t cdbnissAo dt
tallar no taboado que se coiisominio na e-tarada,
que andou por .JO duzias, o qual a preco de 0M
porduzia imporlou em 6:000100(1; na grade gat-
lou-se mais de 67 duzias de co-ladinllo d% amarillo
que importaram em 6:718$. Ora, sa rcumVmo* e
la verbas as de t:litWI60 de ca broa, de "5
nove prancliC.es ,le sinipira, 2K7J de 13 dito
amarello e 5(19 das laboas da. andaime, leremos
15:4629820. donde reiolli a diflerenca de l
pruvcubule dos forro, da casa da aJimu.slrtcio, e
da ni...reir que existo em deposito na obra.
Concilio a presente resposla pedin to'a V. S. que
me disculpa senAo o liz com a minociodad e clac,
za que eram preci-a., asseaurando, que o toi confor-
me 1 uiiuha curia inlelligeucia o prrmiluo e medie-
Ion a experiencia e observado da marcha desla
obra, que peto maior parle (em sido executoa. ,db
nimba direccao.
Dos guarde a V. S. Recito # de jolho da 185.5.
Illm.Sr. Dr. Jos Mamede Alves l'erriit, dig-
uissimo direclor da. obras publicas. O lindante
de engenheiros, Manoel Jiurenco de Matvs,
TABELLAN. I.
Despeza eila com a obra da rasa de deten/o du-
de o seu principio ale 30 de a$ttl de- Mtij.
Nalureza da. despezas. Ouanlidadc. lniporiaucia.
I'erias.urdeuados e vigas. 82-lKtHaB7 Objeclot diversos. >f/a,jJ
Piulara e v.dros. '4:881-
l.,otaria e bvrageiu. 7:967sv:l75
Pode lijlo. 7,U3i barricas 2:-58M,
Areae barro, arrematada) 11 -.-.Tasx^-jfj
29*115U20*
. .)1,.)78 l|2 nlq. 16:KK-t(Xl
.2l4lqueire... 2564*00
cessario desmanchar se parte della para se exIrahirV.Maos travess is '
nina carnada de lama que havia na profundidade de
5 palmus abaixo da mesma para de novo ser aterra-
do e assenlar a mesma grade. Porlauto nao admi-
ra que tondo-se encontrado estes grandes sorvedou-
rosdeari, hauvesse aquelle acrescimo de desperas
alom do calculado tem ter allencAo a lies circums-
taucias extraordinarias, e tora de toda a prevencao.
A verdade deslas asserce. se pode verificar porque
ainda existen) petsoas fidedignas que presenciaran)
estes beles.
dem ballde
l'errajens dem ,,le ferreiru). .
Idera (rade-i .
dem cano.das lalriua,.1,
arremaiacao. ,
dem lauques;. ,
Chumbo ...-.,
lironze, cobre o rame .
Tullas {de barro .
dem ,de vidro
Crnenlo. .
Secopira (pranclii-esi
A manilo (idem .
dem costado' .
Ideuijcoabdiiho; .
Iderrttaasoalbo .
I deatTOrro). .
35,104
tUUHtt
:9.".230t)
*924H7
:l27iHr
6:5615<.I5-,-
2:2,563140
1:376749
9IV.5
1:4*39228
'689160
5:li9(flUe.
225.3000
2H7(lt>0
l.ouro i.pranehoet.'. ,
dem (assoalho refug-.
dem (torro) .
Caibros.....
Kipas. ....**
Ctnni, cerdas, ttoalraoiV
Iravet(arreintbcao). .
dem i'li.inniraco .
.9
. 13
. Iduz, eJlab. 2::tl7900O
87 1(2 dtz.as. 8:5
. :Wduz. eStab. 3:24i
. 20 u
. I
. 32-5 o e 5 lab,
. 17
4.700
l.o.l.duzia..
Elaca
Melralha. .
Pedra de alvnaria
Taboa. de riinho .
I.ouzai ....
98
. 1,509
. 42
. 921
35 cirrocat
!l8
18.000
Total.
WWOO
6:.55a6a
)o>yo
1:6190160
3679180
8W99
794J790
9:4119880
79*200
1-0398lorj
i754
2:9.53t343
270fJ0
6O.587O0
2!i7:l0.5J8b.
!
V

\

' .
\
\
Kecife 5 de jolho de 185.-0 ajadsnto de en
ibeiros, M. L. de Malla,. JMMge-
-,
1 I
III
1
li inn
_______.
*




OIWIO DE Kr.MIL.Uf O SBIDQ. 11 Df NOVEM8RO OE 1855
v
4


->
**
*
'ABEL1A da avaliag&o das obras de aivenarialelt^na casa de detengo at 50 de abril de
1855.
C&LCLO EXACTO DaS OBRAS.
Alicerces
Elevacio
Aerle rio
/laio do norte.
/Alicerces
Reparliroenlo do r.-iioJ^fredor
> Andar lerreo.
'!,"( 2." ailar
I.t.lrilho das cela ....
' Abobadas..........
Acerase, da ete>. as paredes de entrada do raio
Accrescimo Mu mlremo do raio. *
Alicorees
Elevado.
Acrolerio
VAOS A DIMINU
Cata central.
VAO'S.
Can da administrara.
Alicerces.
Elevan... .* '.'
I-ronto.......
Acrultrio......
RepHrtlmenlo^Alicerce*.
) Paredes .
Ilaio do sul.
Alicerces.............
Elevadlo............
Rapar! imtuto e alicorees.......
Accretcinodeehn'. na* paredes do inl. do raio.
Accrescimo o extremo do raio.....
Han do t.
Aliceres ..........
Elevtcfc. .... ........
Rrparlimenlo a alicarces........
Accrescimo de elevado as paredes das eulradas
Accrescimo no extremo do raio.....
M tifo de circuito
Alicerce*............
Elevaca.........' \
Torrees.
Alicorees..........
Elevante........
Acroterlo.........
Abobada..........
II
556
55b
500'
74b
30n
440
240
480
480
10
30
190
190
UHI
8,7:
5
1.
6,75
3 I
O duplo.
I.adrilho
Alicerces
Alicerce
Alicerce. .
KlevajSo .
Odiiplo. .
Alicerces
Klrvacnv
Ktrnat.
do uro......
Caa da (iuarda.
m-%
Cae*.
Veame
Veame (olil.
Ciihoi de etgolo.
lolal. .. .
m
23
78
km
322
322
556
5W
7*
70
:lo
556
556
146
70
30
2002
1650
811
7.1
7:1
160
160
768
768
.4
Tanque.

9,75
6
1,3
7,75
1 4
4
1.1
U
8,75
6,75
5
5
8,75
5
6,73
6,5
.1,5
4,5
1,3
11,5
6,75
12
0.1
3
19
t",
20
18
l,'.
;),:,
8
70
19
12
12
10
12
12
7
12

l!l
.58,180
174.H0
1,783
011,120
59,670
26,400
11,120
25,920
20.140
2,800
10.500
475,285
. 11.812
22.22 i
94.620
1,710
118,554
18,828
22.140
40,916
.1,120
1.262
17,188
14,168
99,014
8,lb
58.180
11.160
60,420
10.5nu
f80
5830
19 450
60,420
7,000
0,900
78,078
127,050
6,400
9.855
0,657
0,227
-1
5,760
9,120
0
0
14,880
461,451
99,726
90,998
161,160
146,150
205,128
14,278
0,241
79.488
57,600
10,000
29,760
117,088
61,971
4095
Calculo da oom-
MISSAO.
411,71,0
11,812
2345
964.620
1,710
118,674
19,116
21.528
19,56
1,680
1.215
16.612
11,701
92,119
8,016
57,244
14,810
0
0
II
37.244
21,440

0
0
6,100
9,852
0,651
0
1,420
5.4i:
0,760
1.855
79 488
57.6(10
10,00
421,871
99,556
84,101
92,81
78,681
190,672
11,82*
0
14-17,15:11
22,900
I (7,088
61,974
0
Ru.:ife 25dejulbo de 1855.
1212.961
Dll FERENCAS.
es a
15,600
0,120
1,480
1,990
0.760
1,855
2,615
i
1.116
5,300
1,808
70 80
8,610
20,140
2,800
10,500
0,228
0.612
1,176
1,4-10
0,047
0,756
2,464
1,116
60,120
10,500
1,800
1,116
60,120 M
7,000
0,900
11,456
0.154
0.213
2.1401
,703
6,045
0
* (l
o
i.095
24.645| 219.017
TOTAL.
214.192
Eslas dinerencat provenida diminuido uo coiiiprimenlo paredes exteriores, heiii como da maior grossura que a commissao deu as pa-
redes para nao calcular em separado esle accrescimo.
A commissao deu maior comprimenlo do que elle tein,516em vez de 5Wi palmo
Utffereoca causada p, lo menor comp. que enlrou no cale. 709 em vez de74t
Uilleren.;.i causada pelo comprimenlu que enlrou uo calcfilo, 380 i, r de-
vendo ser ;H)6.
Difl'erenca causada pela riimiiiuican do comprimenlo e das altaras.
-1,920 I), c, lie ovulume ruado calculado dos lariiilhos das celias.
Nao caicularam.
dem, pela razau cima. -,'
dem.
I'equena dillerenca motivada pela maior groan dada uestes IflicerCM.
Erro no calculo dos vaos a diminuir.
Esta dilTerenjas provieram do erro de diminuicao nos comprimentos do ali-
ccrcet e paredes, 210 devendo ser 215 palmos.
Provem esta dillerenca da menor altura media lomada 8 em lugar de 1(1 pl
jila (Ulleienca provem da diminuicao do comprimenlo 162 em vende I68pl
Usas diflerencas provieram da diminuicao do comprimenlo nos alicorees e
paredes 108 em vez de 122 palmos.
Esla dillercnji lem a mama cansa da outra igual no raio do norle."
Ilprain mais um palmo na altura.
-Nao calcularan!.
dem.
Ideiu.
Todas e.las dilTerencas (em n mosoia Cusa que as do raio .lo sul.
| Coqgeiros na comarca da Sanio Antao. e o engenho
d'agua denominado Mamucaia, na freguezia de S.
Lourenco da Malta pudendo ser vendido a prazo
com desobriga do credures, ou cum lirma neiiociaes
nesla prar; : ler. lugar o leilao quarU-feira 21 do
correte a 11 huras da manliaa no ai inzem do a-
gente annilhrianlc, silo na ra do Collegio n. 15
anude os Srs. pretenrientes aos lieos cima mencio-
nado, qui- quizerem alguns csclarecimentos acerca
ilelles, poderao se eiileuder.
O agente Borja, autorisado pelo Illm. Sr. I)r,
jui/ de orphAos, conforme o seu despacho proferido
em requerimentodu tutor dos menores lilhos do lina-
do Manoel Jos de Araujo Machado, em presenca do
dito Sr. jui, far Icilao de 1 escravos pertencnte.
aus referidos menores, sendo urna muala de meia
idade, de bonita figuro, um mulalinhode 12 anuos,
e urna mnlaTiuha de 10 auno, os quaes leem de ser
veudidos no armazem do agente annuncianle, aito
na ra do Collegio n. 15, lerca-fcira, 20 (Jo corte-
te, as 11 horas da manhAa.
Provem esla dillerenca le ler a commissao calculado I la a
muro e ler lomado o 4|5 do lodo, porem (izerarn esle calculo om
menlo total errado 1950 em vez de 2002 palmos.
.Nao calcularan) esle volume.
eilnec.10 do
o compri-
lilem.
Eta dilTereuca provem de nao (er a commissao calculado
de que esla encostada uo muro detircuilu.
Kilo exilcm esles repailimeutos na casas das guardas.
o volume da pare-
No calculou esle volume.
TABELLA N. 3.
CALCULO 1X1 VOLIIMEIIO BBTAO* IIVRAL-
____________-Ella) DOS ALICERCES. A
Lugar onde fin em-
pregadv. S 5
.______!
laio .lo Hule.
Alicercetuienor. .
IHIo iul mu
Aii-ifT" """'"
AMa-ac...... J i;K|
Caaadaadminilrao.'
Alicuces ... ....
Baio do su .
Alicerce exteoi .
Wlto ialeriur......
haio do ene.
Alicorea xlenus. .
dem intc/ior. ,,, 10
_____. \
rlecif25de j.ilho de l85j.^ y aj
genheiro Maioel Lourenefl^*
TABELLA N.
hella demonslr..a d. .pplicacao dos lijlos com-
prados para a obra da casa de deieucao.
alurc:ada< ubxai, onde foram em-
pregadoi tu tijulos.
1,-147,333 brajas cibicas de ulna He
alToaaria a 2,100 lijlos cada bra-
ubica (otcamenlo). *.. .
7,03 Uarncas du pd oe lijlo fabri-
cado porempieilada, cunsumindo
cada Aracy 40 lijlo.....
l'o de lijlo fafcricad.i a jornal, igual
("Sao b qaa fui Ma poremprei-
lada........\
Enrochamputo f.-ilo em freiile do
oaa* estacad,, 183C palmos cor-
ren le ou 18JlJ>raca* crranles
' "Mt palmos de altura e e 5 de
^^^Koliido-se i 1|*miIheiro
de lijlos paro cada braca correle
fcnisKhatainlo leito tu celas dos
r.tN ilo tule J. cot dou- palmos
le ullur- ineJj.!, 20 da compr-
mante a 12 largura para cada
oto.........
Tijolo emadeposilo.....
w'HBi>allwdo>, enleirados no ater-
ro, Ahido:
O ajudanta de engenbeiros,
--------------------_____________________________________^^^ Manoel Lourenijo de Mattos.
MSSSZt r Sm t" muZlo^ i 0r- A"r!m Franci'r0 *' =--' da
tquino.^ue muilo longei imperial ordem da Uo-a, jdiz de diroito especial
do rnnimercio. nesla cidadedo Recife c provincia
dePeinambuco, por S. M. 1. e C. ele.
mema quebra de amiza le mVta7',',m~inL''Ll."'e~ i F*c 5alH;r "* 1ue u pre>He edital virem e del-
lamben! d,xCOrda.; UelcoZrVuT'.:'!!. ^.'^ 11"01! "vere'- P di. 27 do correle, se ha
est de mim o arrogar-me meslre da S. S.. coiTs?-
dU0rruJ"",: ""i"1"- /"'"'"'""''-e unicameli.r.
JUer-lhe que, desavir-se mo com--.hen.le u
O beneficiado sempre gralo aorespeilavel publico
pernambucano, espera nao desmerecer ainda desla
vez a sua illuslre pruleccAo.
AVISOS MAiUTMOS
O agente Roberts
ar leillo por ordem de
.1. Swnsson, capit^o do
brig-e Wdliam Trsate-
den, o qual na sua viagem
do Rio de al aueiro cora des-
tino para. Stockliohn'arri-
bou este porto, salvado
e rebocado pelo vapor in-
gle* Avon, por conta e ris-
co de quera pertencer, e
era presenca do >r, cnsul
interino da Suecia e No-
ruega, de cerca de 700 a
800 saceos com caf, para
occorrer as despezas de
salvagern e dos concertos
do dito brigue, terca feira
SOdocorrentcaomeio dia
no amazem alfandegado
de J. A. de Araujo, caes
do Apollo.
AVISOS DIVJBRSOS
Alitiauak.
Como se esteja eonleccionandoo alma-
nak. roja-se a todos os senhores que t-
Quero precisar de um menino para caixeiro,
dirija-.i' a roa do Rosario da Bua-VIsla n. 10, que
la Ncbari em quem Iralar.
Precisare ae ajMvp ou serava para co-
zinliar : a lr(r na raa da Cdeia do Recife o. 47,
loja.
()Herece-se ama ama para can da honiem sol-
leiro ou de pouca familia ; na ruado Jarilnn o. 48.
A companhia fu de cavallaria precisa com-
prar 12 cavallo*. porcm que nao ucedam a-SOJ, jora
as scguinles condisoes : 52 polleajdas de nllura,
sem achaques nem manchas, alo 9 unos, he baslan-
Je que tenham passo, Irole e galope : quem o tiver
para vender dinja-se ao quarlel da mesma. em Saolo
Amaro, defronle dos Lazaros, das 9 as 2 hora da
larde.
Eocarregi-se urna familia do Iralamanlo do
menino de idade de 1 a 4 aniio. que por esla follia
annuuciou : na ra de.Sanla Thereza n. 18.
Sorvetes.
Domingo, 18 de novembro. Iiaveni aorvela da 11
hora do du a 3 da larde, e das
a loa da Cadeia do
FESTA SOLEMNE NO COKPO SANTO.
'
Domingo 18 do c'orrente pela i 1
ras da manliaa, tera lugar na igreja _
Co'rpo Santo urna f'eta solemne com"28
qella pompa devida a' veneranda ima-
gem do Senhor Bom Jess dos Passos,
missa nova celebrada- pelo padre Jos de
Aragao Ebora, oraedorecitada pelo Hvm.
padre mestre da Capella Imperial Joao
Capistrano de Mendonca ; urna das me-
Ihores msicas variadas por diversos solos
cantados por quatro meninos orphSos, e
laus-perenne desde a festa at ao fim do
TeDeum, que a' noite deveter lugar.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O.Illm. Sr. director da companhia de
Beberibe convoca os Srs. accionistas para
sereuniremem assembla geral no dia 20
do ci-iptoro
ment
ia, no respectivo es-
io, para deliberar-se sobre o paga-
do 15 dividendo.Reciie 15 de
11- as!) da noite,
Kecife o. 15, primeiro andar.
Aluga-se urna ama forra ou escrava, de boa !
conduca, para fazer compras e coxiiihar para dua novembro de 1855.O Secretario Iji?
!l5S U'"b'm Mbr e"Rmn-m" = "l! da Costa Porto Carreiro.
__ Precisa-sfl nari n aiL. *- Pela 1,e'fSacia do circulo literario da fregu-
~R*^^X>*"TnVvriZ 5? h..f0Md" !--'pV
eengomme: a roa Nova n. 17, sedr, uemnr. fubl,co e Par"cul*r '"'mbo. o sexo, cfu
ci,a. que'" "*': deverSo apreseutar mappas dos alomos, que fre-
quentaram suas aulas no correle anuo, eberaai-
Alo;a-e o primeiro andar do sobrado A. roa *im no,a declaratoria da ro, e uamero da casa.O
...."<, Pranciico r.ui: Madel Hanna.
Precisa-se de um menino para caixairo da li-
berna : oa rda Bella n. 30.
Precisa-se de urna ama qaa ceziobe e faja al-
gnma compras na roa para ama usa de pouca a-
Uililar ; a (ralar com Krederico
la Boa-Vista u. 17.
Chaves, no aterro
u? 11
No pateo do Carino nfl8,
ha lodos os dia das 6 as 10 horas asim como nos domingos das 10 ap meio
200 r...
lia.
Pede-sc aos Srs. presidente e mais meoibro da
sociedade Noologi
dar pagar na roa
So devedores.Castellao A Vieira.
Precisa-se de am padero que saba fornear e
qoe enSMda de todo o mais trafico de padaria :
mlia : na roa da Praia* n. 46.
Lava-se a engomma-se com proroplidao, aceio
e preco commodo na ra da Kod. casa larrea fi.8.
laAnlooia de Soasa, (endo perdido om
ira, que teoham ahondada de man- meio bilhele da 1. parte da 1. lotea do vmna-
a Nova n. 30, a importancia de que pela mesma.
pede encarecidamente aos Sr.. caulelisias qae nao
paguem o que posa sahir por sorle no dito biMsta.
Precisa-se alugar om escravo. mesmo acodo
uuem csliver neslas circumstancias, dririja se a ra ?e me'. *0>'P"1"'1 lrbalhar de eniada em om f-
larga do Kosano u. 18, que achara com quem Iralar. I em S""'" Amaro : quem liver dirija-se a roa es-
verem alteracOes a mandar, se dignera en-
via-las a' livraria n. (i e 8, d
Independencia.
la praca da
Ar do> tijolos.
1,019,441
*fffS?** n","e,ra >-"<- v* o omcio por
Kecife 16 de novembro de 1855.
4,i. i KtUbirio .nttmtii d.< santo*.
a,.....t t""'0"*r-W qoemetem Vmc.
ESSSV" """ d-'P",',o de adminUtrar o
tatareta ,1o P,a. cu,, ervico tornndose cada vez
mais pesado na se pode haruioiiisar com o do oe-
l ".L. i* rMrtS" ""i!"' "eM" ,,,u ""meado par
:succede-l o Ur.joao terreira da Silva, provedorda
.auda.com quem Vmc. se entender a lal respeifo ;
' n.TvT"0," CC",:1. '"" louvr a ''"'sci'cia com
I que Vmc. desempenhou a commissao.
Ueos cuarde a Vmc. Palacio do invern de Per-
na,rn,oco8 deoulubro d0 18.V5.-yu,e Hento da (a-
mfinha ***l0t *>"
281,160
281,360
228.7.50
'.l,160
10,000
os ii igua no aclo do des-
ciirregamenlo ou elraviado.* .
58.51!)
Recii jela jullio de 1855 -O ajudanle de ege-
niieiros, Manoe, LoMrenco de Mallos.
e. ti secrelario. Joai/uim Franchco de
PEWAMBICO.
''t*do dia 16 de novembro.
J *' Sr.Na ausencia do Dr. .chele de
fWovincia. tenho a honra de lev^r ao
oo.meomen.o d y. Ee. que das diferentes part
epaeoes hoje receblas ne.la rep.rtcil.., eUI,sla que
se deram as segumles oceurrencias
.1 oram r.re.s: pelo jiI0 do, feilos da farenda, Jo-
se Anin de Oliveira. por falta de comprmanlo
#\h deveres de fiel depositario.
COMMERCIO.
rRACA O RECIFE 16DE NOVEMBRO AS 3
tTARDE.
HORAS OA'
_ Cotajftes olllciaes.
Cambio sobre Londres27 l|2 d. 60 div
abFANI)B(iA.
Hendimenlo do dia 1
dem do dia 16.
a IV
210:574tfi76
7:46751100
218:012J576
Oetearregam hoje 17 de novembro.
(alera inulezaMedoralanas e carv,1i>.
(jalera ingletaBonitamercaduras.
(jalera porluguezaGro/doo-idversos gneros,
Barca porlugueaFlor da Maiaarco e viriles
Brmua americanoA'. 2Aurfonmaslros a vergas.
Patacho sardo Zamncamassa* e albos
uUMBOI.AUO liERAL.
Rendiinenlo do dia 1 a 15. .
dem do dia 16 '. ,
cas.
Dado e ps*a novembro de 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandcira, eseri-
vo inleriuo o suliscrevi.
Anselmo Francisco fmetli.
DECLARACOES.
comprar o se-
26:19S2I5
2:907o728
29:7463941
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dia 1 a 15. ,' .
dem do dii 16.....
1:0225679
233*518
O Illm. Sr. c.pilao do porto manda faier pu-
blico, qoe em virtude da ordem da presidencia, os
capules ou meslres das embarcaees, inclusive hiale
que preleudereui sabir para os porlos do Imperio,
deverao apresenlar na occasiflo de engirem desla re-
parlicao odocuinclilo ile que lrara o artigo 19do re-
Eulamenlo das capitanas, a rarla de saude, alm
dos de mais despachos. Secretaria da capitana do
porto de Pernainbucn 16 de noverooro de 1855.No
impedimento do secrtlotio,
. Francisco Firmino Monteiro.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de
guiile :
, Casemira carraesim, covados 100 ; aniagem, varis
309 e ; esleirs 1,079 ; apalos felo na provin-
cia, pare 2,000 ; algodAo em rama, rt-robas 4 ; cu-
bo inodoro, 18 ; roldas de cortica para garrafas,
grozas 3 ; pavio, duzias 9.
Qoera quizer vender esles objectos aprsente as
soas proposla em caria fechada na ccretaaia do
conselho, as 10 liara do da 19 do correte mez.
Secretaria do comelho administrativo para bra
cimeolo jIo arsenal de goerra 12 de novembro de
1855.Bento Jote tjuntnha Un, coronel presiden-
le.Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogl e
secretario.
BANCO DE PERXAMBUCO.
0 Banco pe Pernaipbuco continua a to-
mar lettras sobie o Rio de Janeiro, ea
sacar contra a mesma praca. Banco de
Pernambuco 10 deoutubro de 1855. O
secretario da direccSo, Joao Ignacio de
Medeiro8 Kego.
oirectoria geral
lo
escravo
Jos, a'
suspeilu em
'elasubdeleL.'cia .la fr^uea do Kecife, Pa
Jos KodTigucs, |r desobediencia, e o err
I-ranciMo,' requerimenso de eu seolmr.
Pela soedeleacia da freguezia de S
parda {bel Maiia da Soledade, por
crime de furlo.
Ii ueU ubdele^acia da freguezia da Boa-Vita
(.andido Ferreir Lima, e Joanna Maria da Coneei!
.;an, ambo por Irriga,
Deo. guardai a V. Esc. Secretaria da polica de-
Pern.mboco 16 de novembro da 1855___l\\m_ e Esm
Sr. conselheiro ,lcs Benlo da Cunda e I'igutiredo '
a piovncia.O deleglo de polica do
le termo, Francisco Bernardo
' 1-2555197
Exportacao'.
A3o', Touros e Rio Grande do Norle.hiate bra-
ileiro aAngelleaa, de 82 toneladas, conduzo o se-
guinle : 25 casco diversos espirito, 4 volme
rumo, 5 .lilos c,f.-, 108 ditos sabiio, I dito 2 solbiis,
7 nitns bolacha", 1 dito bilros, 5(1 di los rharuU, DU
dilos doce, 1 dito quarlinhas, I dito arroz, 4^** ,
de bHlan.;as, 7 duzi. de coco, 12 funis. 12 medi- WtllTTtT tn i na
das. I baca G lampeoe, 10du/.iasMe chocalho, 2 lflolnULUI i! FUllLiLA DA
lilas de eandieiro, 10 .lilas de canecas de folha de I J^y^... "
I-landre, 1 sellim, 100 abanos. l_meiamuenda, I FHlVInlriA
lana de ferro, I caldeira de coKe\TauTe 40 ii- .. ,. llU 1W.
bra de rap, chapeos de diferente qoalidade, e.la se5Pecll% socrelma -8 l., asjblico para co-
1 sacca caf, 3 duzias de laboss de a.nlliofc2 pran- I n"eclnenlo daquelles a quem convasf e interessar,
cfcSes le codro, 7 uos de jangada, 354 volume ge- 2.e ,, ^ons*"" ''recti.r com appTovasSo do go-
ner.is eslrangciros.
HECEKEDORIA DEPENDAS 1NTERN
KAES DE PEKNAMUL'CO. """ w~ ~~^!S??????**&}*?"* Pwr
Precisa-se para condiuir carga para a Parahi-
ba ile orna harcara grande : quem a liver e qoizer
fretar, dirija-se a roa da Madre de Dos, armazem
de \ cenle Ferreira da Costa.
PAKA O MAliAMHAO' K PABA
Sahe com breviderde por ter maior
Kartc da carga a barca brasiieira .. Bri-
tante.: pasja o resto trata-se com os
consignatarios Novaes & C, ria do Tra-
piche n. 54 primeiro andar.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES IN-
GLE/ES A VAPOK.
No da 20
desle mez es-
pera-se do sol o
vapor 'lmar
rommandaule
Bevis, o qual
depoi da ,le-
jnora do cos-
ime seguir
para Snilliamplon,tocando nos porlos de S. Vicente,
lenerife, Madeira e Lisboa : para passaseiros Ira-
la-ae com o agentes Adamson Uowie & C, ru do
1 rapiche Novo ii. 4t2. Os volume que pretepde-
rem mandar para Soullmnploii 'deveA.i eslar na
agencia 21iora a ule de sefecharein as malas, e de-
pois dessa hora nao se receber volume algum.
Para o Rio Grande do Sul
segu rom brevidade, per ter parle tta carg
: quem
OlGiPI
Hendimenlo do dia I
dem do dia 16. .
a 15.
. veino da provincia se liiou o prazo de 6 mete, que
.Sadfc ; Pf'ffP correr da dala desle, para os Sr. prores-
*najj>E- sores publico de inslruccilo primaria provarem com-
peleiilemenle as uas IiabiiiUSrS na materias que
acrescerero a aquellas em que foram approva.los, se-
52"* losMlicavito do arl. 47 .la lei provincial'
lalo do correle anuo, segunda parte.
7:4997I6
K>2;178
8:339(094
DIARIO- DE PHWMBtCO.
Iloulem deriini- aepollura os reslos morlae
Sr-aaator Jco Pedro de Araujo e Aguiar, di-
roeWrdo arsenal de guerra desla provincia.
CMiRESPMBEMIi.
CONSULADO PROVINCIAL.
RendiiBentododia.1 a 15. 20:8255060
dem do dia 16....... 2:797e476
raasffM
MOVIMENTO DtS PORTO.
A_ --------------^ ..,,v, 'n,\,uuii um
ssim como pelo mesmo conselho director em i
So de 18 do mez aulecedenle e com aporovaco do
governo da provincia se deliberon qoe o ensillo das
materias do segundo arao Tosse admillido smente
as escalas de ms(rucCao elementar das frecuezia.
desla cidade, e na da cidade de Olioda ; sendo do
primeiro grao tolas as mais da provincia. E parir
cnimlar se mandn publicara; wesenie
Secretaria da direrlonajflf 16 ,|
1855.O secretario, Fn
rila do Trapiche n. 1G,
ViiAar 1iVU!/(ir(,1,._v0|[aoa0 aoSr, Dr_ Aaili.
m. puuco pode el dizer por ininha occopacOes me
w7,n,'n-'11 ''""vu p"a Polrmica. jornalislca.,
veT^i!,^ V'1J""n,: fUr^"U' e",r in
n Vf180 r,ur *>,e suscitada.
.,/?9- '"'' fl? Par,ic'!"- publicada no Jor-
?^**fc.^I**Jf*1"* 1,u"",u "' -'o laureto. o segoin-
le. wuoein^ lainbcui que uo .abbado passa.lo
douve no laxare'.o'nma grande balburdia e... coi.se-
|ue na de ido ebegar all como ie eperava, ordem
.ida piu-aaluinas peoa.qoe la alavoin.een-
ieodereju eslaa qaede\iriam ir-se esguairando ele.
e e-le u facto que o Sr. Ur. Aquiuo del la d
responder em ana correspondencia publicada em \M
do correnle dec'inandoa cuipabilidade sobre alguern
nulo clrame .ib a entender er o capilo do porlo
iVoeio entrados no dia 16. !
Terra Nova48 da, brigue nglez ..Sprav, de 244
lonela. as^capiUo llenry Roper, equi'pagem II,
catga 2.5/.. barricas com baealhao ; a Jame Cra-1
blree -\ Lompanhia.
Illn de Fernando 5 dia, patacho brasileiro eBom
Jeshsn.de 17 toneladas, meslre J.,Ao onralve '
do Kei, eqoipagem 8, em lastro ; a Barl'bolo-
men. Passageiro, Francisco Xavier do Sanios.
Babialidia, hiate brasileiro aVenus-, de 122 to-
neladas, meslre Florencio Francisco Marque,
equipasen) 9, am lastro ; a CaatHM Cyriaco da
Costa Moreira. Veio receber praiico e segu de-
baio de quarenlena para o Assu'.
.Vacio sahido no mesmo dia.
Liverpool pela ParahibaBarca ingleza Sapho,
oSpilo D. M. Keller, carga assucar.
i car O im-.
e novembro de
reren Freir.
.THEATSQ
DE
EDITAES.
Pela Miesour.iri-i da Calenda desla provincia se
. ISABEL.
Sociedade Dramtica Emprezaria.
SABBADO II DE NOVEMBRO.
Recita a beneficio do actor Bezerra-
ira a scena o drama em 1 aclo de Fredeiico Son-
deornado de msica
AS MEMORIAS DO DIABO.
iiior.lial que ouc.iiioooa semelhaiile" balburdia, u
forma do orrep')iideiite:
cedentes e traa ineiilu siimplunio e expleudido de
que liouveram alnumas quenas a que se retpoudeu
ealheuorica e cabalmente explicando, justificando e
defendende as p.woai aecusadas; locando s.i oslo
agora o r. r. Aquino porque quer que o capilao
do porto a iasr*r|,ir do arsenal da^narinha, conlri-
bua com o tan oniinaenle eu com lodo elle para
Indo .uanto ala liouvo de mo, forcando-me assim
a enliar em coii!*ilc,oei superflua a que nao raesu-
jeiUr.
requereram que se Ibes enlrcgasse
oulra apolre da mesma quanlia e numero, na for-
ma dhtle de l5de/)iovembro de 1827 ; o quea mei-
ma Ibesouraria passarS cuniprr. Ilavendo porm
qualqaerinduiduo-que dentro de um mez. acontar
da dala do prsenle anniincio, se aprsenle nesla re-
parhclo com a referida apolice, mostrando le-la re-
i-ebido em hypotheca ou outro qualquer titulo, se
mo dar.outra apolice as supplicanles, pois que no
caso allegado da perdu de urna apolice involve abso-
luta annullacjo da primeira. E para constar se faz
o presente annuncio. Theaonraria de faunda em
Pernambuco 16 de novembro de 1855.
/oao G+ncalves ia Suva.
Fersonagens.
Kobin......
Kapnere ...-.,
Mrquez de Lormia9. '.
Coude de Cernv .
Jo9o Gaulbier ....
Vaienlim......
Ta Calbarina ....
Baroueza de Runquerolles
Amelia......
Conderja de Cerny .
No nrlervallo do drama ao vaudeville a Sra. D.
Orsat e o Sr. Mouleiru por ol>equo cantaran o ap-
plaudido duetlo
A PANELLA DOS FEITIQOS.
FiudSr o espectculo cora a sempre applaudida
comed vaudeville em 2 aclos
Adores.
O beucliciado.
Sr. Piulo.
< Sebasliao.
a Mende.
Senna.
Monleiro.
Sra. I), hila.
a a Amalia.
a Leonor.
Je-nina.
ga promp-
ta, o brigue brasileiro Sijmpathia :*a|aem no mes-
mo quizer carregar o resto ou rile passsgcm, enlen-
da-se cora capilao Caodido Jos Francisco lioolarl
a bordo, ou na roa do Trapichen. 14, com o consig-
natario Manoel Alvcs Guerra.
Baha.
Vaiseguir com brevidade o liiale na-
cional FORTUNA, mestre Joaquim Jos
Silveira, tem grande parte do sen carre-
gamentoprompto:-parao resto, trata-se
com os comijlsjj^ii ios Antonio de Arnu-i-
da Homes^nrTna r
segundo andar.
Para Lisboa, a galera poitugueza Jo-
ven Carlota, capito Bosventura Borges
Pamplona: para carga epassageiros,lia-
se com os consignatarios Novaes & C, rita
do Trapiche n. 3. '.
Para Lisboa sabe o mais breve possivel por ler
parte da carga prompla. o brigue portuguei Laim
II. de que he capiUlu Caetaoo 'da Costa Marlins ;
para cursa ou passageiros, Irala-se cun K. S. Ka-
bello & Filho, j)ii com o capito ca piara do com-
mercio.
COMPANHIA DE NAVEGACAO A VA-
POK LUSO-BKASILE1KA.
Espera-se
ale 24 ilo cor-
rele vindo
dsi porto
do mi o va-
por O. Mu-
ra II, eom-
mandanle o
enenle Gui-
llarais, e de-
pon) da com-
pelenle de-
moro seguir
pora Lisboa com rafallas, pa.a pa>sageiros eencom-
menida .iirijam-e ao senle M. I). Rodrigues ra
ilo trapiche n. 26. l'e.le-se encarecidamente ans
Srs. portadores das carta, levaren) o respectivo
porte Irocado para avilar demoras.
PABA PABAjfHBA
Segu em poueos dias a bocha nario-
nal Flor do Bio, por ter metade do car-
reg.imcnto prompto: (jiiem ua mesma
i|tii/.er caiiegar, dirija-se a loja de Joao
da Cunlia Magalbes, u. ra da Cadeia
do Becite loja u. 51.
LE1XOES
O agenlc Uorja, aolorisndo pelo Illm. Sr. Dr.
juiz deorplulo conforme o seu despacho prolerido
no requerimenlo du tutor do orphaos lilhos do fal-
lecido Caelano Pereira Gnucalvesda Cunda, ei i pre-
Ao Sr. am que nao deve.
da provincia da Pa-
rahibt?.
Responde o proprietario do Diario de Pernam-
buco, que lodo o assigitautus d-quella provincia
n3o devem assignalura, e que semelliante aviso
se enlendem com quam esla em debito, que infeliz-
mente nao 3o poucos.
LOTERA DA PROVINCIA.
Hoje 17 do crreme he a
extraccaoda primeira par-
te da terceira lotera do
Gymnasio. Existe um ye-
careno resto dos feliaes
bliletese ca utelas dos cau-
telstas abaixo assii nados,
as lojas do costume.
Oliveira Jnior ^- C.
Muir attencao.
O catitelista Salustiano de Ariuino Fer-
reira ofl'erecebi I hetes e cautelas Vs pes-
soas que costumam comprar para nego-
cio, nestacidade epara lora, aos preros
abaixo, sendo em porcao de hOOO.s'OJ
para cima, dinheiro a vista, em seuescrip-
torio, na ra do Trapiche n. ."it segundo
andar. Sao pagos sem o descont de 8
por cento do imposto geral. *
B'dlietes. ...... 5354.
Meio........2(i75.
Tercos.......l^fiO.
Quartos......|350.
Ouintos. ....... i|085.
Oitavos. ...... 680.
Decimos ..... 500.
Vigsimos..... 280.
Pernambuco 17 de novembro del8.V).
O cautelista, Salustiano de Acpjino Fer-
reira.
Pede-se ao Sr. juiz da festiividade
solemne do Senhor dos Passos, que com
grande pompa vae ter lugar a igreja ma-
triz doCorpo Sanio, no domingo 18 do"
corrente, que se digne obter a licenca,
para que seja executado pela segunda vez
na noite do inesmo dia, o novo Te Deum
do Senhor 1). Pedro V., do compositor
Jos Fachinet, que merecen a geral a nro-
vacao, e que consta publicamente tcrVdo
composto e copiado exactamente no espa-
co de um meze quatro dias.e semauxilio
de instrumento algum. 0 Admirador.
No primeiro andar do sobrado u.
40 da ra larga do Rosario, lia todas as
noitessorveteecaf, tudocom muito as-
seio e prornptidao, pudendo concorrer
toda c qualquer familia por estar a caa\
decentemente proinptaparaesse.lfm, as-
sim como convida a todos os distinctos
cavalleitos, concorram com suas lespec-
tivaspresentas, e ha" tatnbem bnlinho de
todas as qualidades.
Precisa-se de um pequtno para, taberna ; a
Iralar na ra da Cnnceicflo n. (i.
Avisa-e ao .Sr. Bowman que no en:nho L'lio-
ga d Cima apparrceu om escravo que diir per(en-
cer-lbe, procurando ao proprietario do memo para
rompia-lo : e Ib convier vnde-lo envo pessoa
competente para Iml.u do nvgocio, do contrario p<',-
da-o mandar rereber, licainlo certo que o mesmo
proprelario .se nao responsahilisa por qualquer in-
ci.lcnle qae occorra, pois o escravo permaiiero sollo.
I'recbu-se de urna amo para lodo serv, o de
lima casa de pr quena familia na ra estrella do
llosarin n. 10, lerreiro andar.
Peseiiraininllou-se ou furlaram o meio bilbete
n. 2i!l) .la loleria do (ymnasio que corre no ama-
nha i. cojo meio bilhele fi comprado no aterro du
Boa-Vista 77 i0ja u0 Sr. Snlosliano de Aquino
l'eireia.sen.lo que no verso do nie-nio levou a lirma
lo vendedor em ineiaes A. M. II. eslii em lelirjs
impresaa, e que o mesmo esl.i prompto a atestar :
pede-ae a apprehcnsilo de quem se apresenlar com
elle caso lire 0.1 saiaalgom premiu.
Antonio Roberto, com loja ni roa Nova o. 13,-
aeaba de receber pelo ultimo navio francez um com-
pleto sorlimento de fazeudas de Reato como sejam,
chapeos de sed-i pura seuhora, dilos para menino,
dilos de fellro brancas c de cores, dilos de dina para
homem. gorras de velludo bordada, rica caita de
cliarao, lequcs de clianlo e do peanas, luvaa de pel-
lica de Jouvin, cainiselas de cassa bordada com
nianiiuilos para senhora, ricos cnfeilcs de cabrea e
flores, fila, lucos de blonde, jogos de adre/, obra
da China, c oulras mullas lateadas de Rosto, (ranee-
Aluga-se ninn boa casa na llana-verde da Ca-
pung3, muito fresca e sem precisar de ser piulad, -.,
a qual tem us rominodos seguintes : 2 salas, 2 alco-
va, co/.inha lora, grande copiar, cacimba de aeua
le beber, banho de agua salobra, e grande quinlal.
J^> Terca-reira, di) do corrente. vai a praca, finda
a audiencia do Illm. Sr. Or. juiz de orphao, o par-
lo Antonio, avahado por 30(19, eicravo do orphao
Joao Rodrigue. Luna, i requerimenlo de Joao l.eile
Pila Orligueira, tolor do mesmo orphao.
Revista-popular.
Roga-se aos Srs. asignanle< tenham a bondade de
mandar procurar de n. 45 a-48 do ft volume, na li-
vraria e eneadeinacllo de Jos Nogueira da Souza,
ra do Collegio n. 8.
I'recis.i-se de urna ama de leile qoe o3o lenhl
filho, para acabar de criar urna menina* na ra da
Senzala Velba n. 141, primeiro aodar.
_ Urna pessoa que mergulha na profundidade de
(i brabas de fundo, se nll'erece para quem de seu
presumo se quizer ulilisar : a Iralar em Caluama
com Silvestre Ouaresma da Silva.
Galvanoplastia.
Ooora-se e pralea-se com loda perfci.-.lo e aceio,
e por mdico preco, lodo c qoalquer uhj'cclo de me-
tal por mais delicado qoe seja: na ra Uireita n. 50
Urna pessoa versada em cinco liuzuai. varios
ramos seieolifico e historia, entina para fra do Re-
cile, (jorm so pode contratar negocio para a fregue-
zia de Sanio Anlflo ou parlo conjuncla a ella. S
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIUO DE RUOFF-E BOEN-
NINGHAUSEN OUTROS,
pnlo cin ordem alpliabeti', com a dcscripcSo
abreviada de lodas as m dsafhs, a indica^o phjsio-
logica e 1 herapeiilira de IdHC os medicamento ln>-
meopaihiro, seu lempo de acc3o e coocordancia.
seguido de um diccionario da signi(icac,ao de todos
os termos .le medicina c cirnrgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. .issigniiiiles podem mandar bu-.-ar os seos
eiemplarcs, assim como quem quizer comprar.
LOTERA
GIMNASIO PERNAMBCARO.
ftabbado, 17 10 corrente
indan as rodas da pri-
meira parte da terceira
lotera do Gymnasio : o
resto dos meus bilhetes e
cautelas esta' a venda as
lojas do costume, e no
aterro da Boa-Vista n. 48
e 68.O cautelista, Anto-
nio da Sha Gu i mares.
Armazem para alugar.
_ Aloga-se o armazem da roa do Encantamento,
aonde est collocado o lampeao, na caaa que faz tren-
le para a ra da Cadeia n. 1: a Iralar na mesma
ou em o ii. 25 da mesma ra da Cadeia.
I>.i-sc dinheiro a juros sobre penhore de ooro
e prala : na ra do Qneimad n. 'S, se dir a pes-
soa com qocm e deve Iralar.
O padre Th.unaz de Sania Mananta da Jess
Magalhes se nll'erece para ser capcllo para aquel le
senhor de engeuhn quo quizer ulilisar a missa e
mais aclo pruprios do ministerio sacerdotal, e para
ensiuar piimeiras ledras, doulrina chrisUa, arilh-
inelica, grammatica da lingua porluuueza, grampia-
tica da lingua Islilla, msica e francez : o senhor de
engenho que,quizar, p.le procurar o aiinuiiciantr
na casa de sua residencia, na roa da Concordia, das
9 lloras da inanhaa em diante de qualquer dia.
Precisa-se de urna ama de leite: no holel Fran-
cisco. '
Precisa-se de urna ama de algumas habilidades
e que lenha boa conduela, para casa de pouca fami-
lia : uo Passeio n. 7, se dir quem a quer.
Ufassa adamantina
Antonio liarboza de Barros, eslabelecido com sala
de barbeiro na roa da Cruz n. (fc>, primeiro andar,
chumba denles com esla preciosa massa ; na misma
sala veudem-se e alugam-se bichas por commodo
preco.
>Candido Jase Lisboa, antigo discipu-
10 do Sr. padre Joaquim Hapliae^da Sil-
va, approvado plhauaente pelo lycu
desta cidade, da' licoes de latiin, francez
e portuguez: na ra de Apollo p. 21.
I^ecisa-se alugar nro> escrava com habilida
la, para o servicio de orna caso de pou-
*rua da Cadeia do Recife, loja de
Meios >-81J0
Tercos l920
Quartos 1***0
Quintos 1 .Si 0(1
Oitavos 720
Decimos . 600
Vigsimo! 500
des ou seroi
ca familia
cambio n. .1
sencadodiloSr.j.jiz. conliiioara o leiklo de algn I por SOStKIO pelo 4 mezes da festa : a Iratar'no pa-
lien ja aiimi.iciados. perleiirentea ao mencionado leo do Terco n. 3:>.
0 CARA LINDA.
orphaos a saber : diversas obras de brilhaule e .lia
maule, ntreos quaes sobresabem i riquhtsmns an-
nele, allinele de polo e boles 'para abertura,
urna crande quanldndede obra deouro como bem,
Iraiicel.ns de lilasrana mullo ricos, allineles de peits
com perolas. brincos, rozela, bolfies para camisa,
coras, resplandores e sellas para imagem, e outra
J minias obra ; diversa pecas de prala como bem,
I salva, colheres, catiicaes, bacas, estribos, esporas,
1 ama rica bandeja graode ele, as sobras do engeoho
Rosa-se ao Illm. Sr. Ihesuorciro das loteras
da provincia e a todo os eaulelisln, que nao pi-
goem o premio que sahir no terco que vai assianado
por Joflo Francisco Borges' e JoAo Jos Leile Cui-
mar.les, porque foi (irado da gaveta do diioCiuima-
rdet.
Ainda se acha por alagar urna casa Ierres, sila
no lugar Sanl'Anna de dentro, ciijo lugar he o mais
salubre p 'ssivel para a estacio presente : na ra do
Trapiche Novo n. 20.
. Aluga-se urna cicellenle loja propria para
mu.le/as mi qualquer oulro estabelecimonlo, na ra
dos Ouarleis o. SB, a qual loja esl prompl com
orna ptima armaeflo qoe se vende por menos de
melado do seu valor ; a Iralar na mesma ra, na
padaiia do Sr. Manoel Antonio de Jess.
lotera du mnm.
&abbado 17 de novem-
bro andam indubitavel-
uieuteas rodas da referida
lotera, pelas 9 e meia llo-
ras da mai.ha no espaco-
so salfto da ra da Praia
n. 27. Existe ainda por
vender um pequeo resto
de bilhetes e cautelas lias
lojas j con lucidas do res-
peitavel publico. Per-
nambuco I5de novembro
de 1855. O cautelista,
Salustiano de Aquino Fer-
reira.
Ireila do Rosario n. 15, loja.
0 cautelista Salustiano de Aquino
Ferreira avisa ao respeitavel puWicQ, i
nao sendo possivel correr fifRb joleri:
de 6,000 bilhetes sendo a quaita
das mui acreditadas leterias do Rh de
Janeiro, em virUide de existir sempre
por vender i quantia de 5:OTS000 at
0:000*000 de rei, as loterii vndous
passarao a 5,000 hillietes, e os precos dos
bilhetes e cautelas das mesmas loterias de
3,000 bilhetes na importancia de 25:000$.
sendo os bilhetes e cautelas pago temo
descont de 8 por cento do imposto ge-
ral, vendidos as lojas do costume.
Bilhetes -"i.fOO sem descont 5:000j000
2:500^000
1:6668666
1:2OSOOO
l:000al0u
625fi000
500000
250S0O0
Pernambuco 15 de novembro de 1855.
O cautelista, Salustiano de Aquino
Ferreira.
Annuncio.
Jos da Silva Reis avisa aos seui amigos a ao res-
jjeilavel poblico em geral, qoe vai ao sol Iralar de
seo negocios lelalivo ao Iheatro de S*la-Isabel,
cuja emnreza elle -lem de contratar pelo anno de
186, as-ociado com o Sr. Germano Francisco de O-
liveir. que estando em Lisboa deve vollr a eU ci-
dade em Janeiro rio referido anno. O annuncianle
fescieAle dos motivos de sua viagem nsautoridadea
respectivas do thealro, e aqu estar lambem de tol-
la no principio do anno futuro.
Quem quizer encarregar-se dotra-
tamento de um menino brinco de 5 para
% annos quena annunciar por este jornal,
para ser procurado?
Precisa-se da orna preta escrava, de boa eon-
ducta, para o ervico interno de urna caaa : quem a
liver e quijer alugar, dirija-e au largo da Ribeira
n. I, laberna que fai quin para a ra de Santa
Rila.
Precisa-se de orna ama : na raa das Agoas-
Verdes n. 2, segoudo andar.,
O abaio assignado julga de seu deVer conti-
nuar a declarar que cura radicalmente a molestia
vulgarmente chamada morpbea, ervsipella, irislin
e peroas inchadas, qualquer qae teja o estado do
doeute, e sirva islu de protesto ao publico e ao go-
verno em nome desses desgraciados, que al hoje so
lem adiado consolacflo na sua dor. >Aa be isla urna
basofia do annuncianle. mas unj acto de puracoot-
clencia. O abaiso assignado dar a quem o procu-
rar as garantas pussivels, e ao governoMa proviocia,
que sustenta um hospital," com o'qual lauto'gasta a
sem tirar o menor resultado, ofierece o au rxestimo,
para dentro de um lempo cerlo e com todas as se-
gurncas, Iralar de qualquer doeute que o governo
(he queira entregar. O annuncianle se'sojeilari
mesmo pena de priOo como eslipulado for se nao
oniprir o qoe prometler. Qne mais pode o aunun-
cianle olTrrecer 1 Quem j se atreven a fallar aasio
pela impreusa 1 O annuncianle he pobre e nao pode
faier a -cardade de curativo gratuito, despendendo
com elle dinheiro, porque ser dar o qoe nao lem.
Ha 4 metes qne o annuncianle este nesla cidade e ja
apreseuta em sua rasa, na roa do Padre Floriano
n. 18, dous escravos curados.
.Manuel Borges de Mendonca,
Cigarro de S. Paulo, verdadeiro surucaba.
A visase aos Sra. acadmicos, qne de novo he che-
gado no deposilo de charutos da ra larga du Rosa-
rio n. 'J, um grande sorlimento de cigarros de S.
Paulo, vindo pelo Rio de Janeiro no ultimo navio,
e que se vende em porreo e a relalho, sendo a 500
rs. o ccolo, e por menos er milheiro.
Precisa-se de urna mullier de idade para ama
de urna rasa de pouca familia ; na roa larga do Ro-
sario n. 32.
ADVERTENCIA.
Os Srs. Jo.lo Hypoliio Meira Lima, Jos Clandino
l.eile, Jos Upes Guimaraes, Jos Mara Roorbon
de \ ascoucellos, Cosme Becerra llaplisla da Cosa
(do E*u\i, Nomeriano Jos de Barro, Joaquim Cor-
reia l.eal, Caelano Jos Coelho, Joao da Silva Vian-
na (do Caranhuns Frederico da Gama Cabral ida
Parahiba), Malinas Carlos de Araujo ridem,\ Jos
Joaquim de Almeida Castro (de fljrnaru'), Manoel
Carlos Saldante do Alen'car (.IoTb'), Amonio Jos
Habello GuimarHes (do Par Joao Carlos Damasce-
no (dem), Antonio Paes "da Silva (Porto Calvo\
Jos Joaquim lavares dem), queiram mandar pa-
sar- as assignalura do Fcho Pernambucano, dorante
o lempo que (ubscreveram para o mesmo.
Aloga-se urna cata na estrada dos Remedio,
propria para se pastar o verso ; a Iralar uo rnesmo
lugar com Jos Marcelino Alvos ds Fonteca.
O delegado do circulo Iliterario da freguezia de
S. Jos Taz saber aos Srs. pcutssore- e directores do
ensillo publico e do particular de ambos o setos,
que na forma do arl. 8ti S I. da le provincial u. 365
de 18 de maio desle anuo, devem remeller a esla
delegacia al o dia 10 de dezembro seguiute os rela-
tnos trimestraes do seu trabalhos com deeb.ra.-ao
Precisa-se orna ama de leile que nao lenha fl-
Iho : na ra da Guia n. II.
Precisa-s de urna ama de leile para acabar de
crear urna creance: a tratar na roa do Sebo casa ter-
rea n. 7.
Na loja da Boa Fama, na ra do Queimado n.
33, recebem-te encommendas de ramosartiflciars de
diversas fruclas, como pitanga, ubaia, caj', macla,
ele, lano para rnalo de bandejas de bnlinhot, co-
mo para do,ecs seceos.
Aluga-se para pastar a fesla atn bom sobrado
na povoicao de Baberibe junio a paite, /esl acaba-
do e pintado de novo, e lem c.xnmodos para doas
familias por ter salas e 11 quarlos : quem o pre-
tender, entend.i-se com o dono da loja de cera da ra
do Cabuga n. ,',.
OITerece-se urna porugoeza para criada de
caa eslrauzeira ou nacional, corta vestidos e faz lo-
da quatidade de costura : a irslar no aterro da
Boa-Visla, loja de funileiro da casa n. 52.
O abaixo assignado, tendo visto ueste Diario
n. 259 de U do correle o annuncio qoe faz Jos de
Benevides FalcAo, declara, que para com elle ainda
o dito Sr. Benevides no est de conta liquidada
nem saldo. Rqpife 15 de novembro de 1855.
Antonio Jos Barros Veiga.
Uuem precisar de um ponco de entulho gratis,
proprio para algum aterro, dirija-se a ra da Auro-
ra, taberna n. 5hj
Offerece-M un homem para caiieiro do qual-
quer casa de negocio, o qual lem boa lellra e bat-
anle praliea de negocio, dar informaeoes de sua
coudiicla, e larobem.enlra cora alguna fundos, dan-
do-ts-lhe iiileietse : a fallar ua ra de Santo Amaro,
a n. 16.
reeisa-se de urna ama para o serviro interno
"- um honieii) soltero : na ra da Coucor-
Icrceirn andar da roa etlreMn
KosaruFwTakjpqoal be muito fresco e est pintado
de novo,-* mWo limpo ; tratar no segando andar
da mesma casa.
Precisa-te alugar urna ama que saba cazinhar
o fazer lodo o ma> serviro de casi: na ra Direita
n. 8l>, secundo andar.
do nomero de alumnos, disciplina e compendios Precia-e de om menino pan criado aun sai-
adoptado, beando entendidos, qoe iguaes relatnos ba comprar na ra : a IraUr na roa Direila n
se repet'fao de 3 em 3 mezes. primeiro andar.

;


/



:
a!!..'
3Z
OlARIO DE PERHIIBIO SISADO 17 01 SVtMBRO DE 1*55
CONSULTORIO DOS POBRES
*o mak hova i
Dr. I'. A. lobo Moscozo di consultas homeopathicas lodoi a das aos pa'^'B/desde 9 horas da
manhaaaionieio da, eein casos extraordinario a qualquer hora dodia ou noile. ^
Onenice-ee igualmente para pralicar qualquer operaeao de cirurga, e acudir promplamenle a qual-
qoer mullier que esleja mal de parlo, e cujascircumslancias 11A0 permillam pagar ao medico.
SO CONSULTORIO DO DR. P. A. LOBO I0SC0Z0..
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual completo de aneddirina homeopalhica do Dr. O. II. Jahr, traduzido em por
luguez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados em.dous e acompauliadoda
um diccionario dos termos de medicina, cirurga, anatoma, etc., ele.
205000
Esta obra, a mais importante de loda asqueIratam daesludue prtica da liomcopathia, por'ser i nica
que conten abase fundamental Cesla doulrinaA PATHOENESIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTO; NO OtUiANISMOEM EVADO DE SAUDEconliecimentos que nao podem dispeusar as pes-
soas. que nequerem dedicar i pratica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que quizerem
ejDeriuieuJar a doulrina de Halinemann, e por si mesmos se eonvencerem da verdade d'ella : a todos os
azendei-iwe senhores de engenho que estao longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capiles de navio,
qne urna im oulra vez nao podem deiiar de acudir a qualquer incommodo seo ou de seus tripulantes:
a todos os pais de familia que por circunstancias, que ncni sempre podem ser prevenidas, sao|obriga-
do a prestar in continenti os primeiros toecrros em suas enTermidades.
O vade-riecum do homeopalha on traduccao da medicina domestica do Dr. Ilerins,
obra tambem til as pessoas que se dedicam ao estudo da homeopalhia, um volu-
* me grande, acompanliado do diccionario das termos de medicina......
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. .
Inp verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro
homeopalhia, e o proprretario desle es*.alielecimeiito se lisongeia de te-lo o mais bem montado 'possivet e
uintuem davida boje da grande superioridade dos seu medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
Boticas da 5" ou 30 dynamisacSo.
ti Inbps....................
3 '.*............-...."...
60 ................, .
De 144 ....................
Oualqui r desUs boticas em linduras, o dobro.
Cada taha avulgu................. .
Mata au 5 de qualquer lindura da quinta dynamisac,Ao.....
BMHheo da verdadeira lindura le rnica.........
* neema casa ha sempre venda grande numero de tubos de crystal de diversos lamanhos,
Kfuira medicamentos, e aprompla-se qualquer encommenda de medicamenlostom toda a brevida-
de e por precos muilo commodos.
TRTIEHTO HOIEOPATHICO, *
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS;
PELOS DRS.
u n-c m-c
00
H
Da
De
De
De
Do
Menores.
. 8*000
. 158000
. -20800(1
. 50000
. 309000
. 60900\)
109000
119000
na pratica da
Grandes.
I09OOO
209000
259000
309000
331000
19000
29000
28000
*r~ gjj -caa 1
Mjinii para sa podercurar desta enfermidade, administrndoos remedios mais eflicazes
lli /ha-la,* mquattlose recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independente destes nos lagares
loa nao os ha.
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles doos opsculos contenas indicaces maij claras e precisas, pela sua simples e concisa exposi-
cjio esta ao alcance de todas as iolelligcncias, iio so pelo qoe diz respailo aos meios curativo', como prin-
cipalmente aus preservativos que lem dado os mais satisfactorio* resollados em toda a parle em que
elles tein sido poslos em pratica.
Sendo o tratamento homeopathico o onicoqoe lem dado grandes resollados no curativo desla horri-
vel enfermidade, jlgamosa proposito Iraduzir estes dous importantes opsculos em tnigua verilen-
la,(pan dest'arto facilitar a sua leil'ira aquemignoreo francci. _
Ycade-*e nnicamenle 110 Consultoriodu iradoctor, ra Nova 11.52, por 28000. Vendem-se lambem
e medicamentos precisos e boticas de 12 tubos coni um frasco de lindura IO9OOO, um dilo de 30 tubos
2O9OOO.
hOTEMA DO GYMJAS10 PERNAM-
BUCANO.
AOS 5:000**, 2:.-)00S E 1:000.
O canleKsla Antonio da Silva Guknaraes, lem ex-
posto n venda os seus multo afortunados bilheles da
primeira parle da Vreeira lotera do Gymnasio, a
qual corre no da 17 de novembrn crrente,os qnaes
estA a venda naa seguintes lojas : aterro da Boa-
Vista ns. 48 e t ; ra do Sol n. 72 A ; ra do
Kaogel n. '54 ; praca da Independencia ns. 14 e
16 ; rua' da Cruz n. 43. e roa do Pilar n. 90.
PRECOS.
Bilheles inteiros 59500
Meios 29H0JD
guarios I9400
Oilavos 700
. Decimos 580 .
Vigsimos 300
O mismo cautelisla declara, que gamite iinioo-
Kle o seas b Iheles inleirns e'm nriginaes pagan-
i'cremios *;m o Jesconto dos oilo por cenlo-do
imposto geral.
!> J. JANE, DENTISTA, S
# coi tina a residir na ra Nova u. 19, primei- O
M ro sudar. sj
^wBOBSaoB-m'
MNSILTOIIO CENTRAL
...^.OMePATIIICO.
Gratuito para os pobres.)
Flia de Santo" Amaro, Mundo-Soto) n. 6.
> Dr. Sabino Olegario l.udgero l'iiiho di J3(
consultas lodos 01 das desde as 8 horas da w
ni mliAa al as 2 da' larde.
Visita os enfermos era seus domicilios, das
2 llora em diante ; mas em casos repentinos
e ile molestias agudas e graves as visitas sero
f '.as em qualquer hora.
As molestias nervosas merecen) tratamento
es le.cial segundo meios linje aconselhsdos
pi los prallcos modernos. Esles meios exis-
te miioconsutlorin central.
Novo livros de homeopalhia em francez, sob
(odasde summa importancia :
Hahnemann, fralado das molestias
lumes............
Teste, rroleslias dos meninos ,
.Hering, homeopalhia domestica*. '.
Jahr, pharmaenpea homeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Rapou, historia da homeopalhia, 2 volumes
Harlhinaiin, tratado completo das molestias
dos meninos. .^^......
A Teste, materia mcdieanomeopalhica. .
De J ayolle, doulrina medica homeopalhica
Clinica de Staoneli .......
Casling, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Njsien.......
Adas completo de anatoma eom bellas es-
lampas coloridas, conlendo a destripado
de todas as parles do corpo humano .
vedem-se lodos esles livros no consultorio homeopa-
Ihicu do Dr. Lobo Mostoso, ra Nova o. 50 pri-
meiro sudar.
chronicas. 4 vo-
. 209000
. 69000
. '. "79OOO
. 69000
. 169000
. 69OOO
89000
163OOO
10900o
89000
79000
69000
49000
109000
309OOO
LOTERA da provincia.
' AOS 5:000$, 2:560$ E 1:000.s'.
O cautelisla Antonio Jos Rodrigues de Soasa J-
nior lem expusln a venda os bilheles e cautela da
primeira parle da lerceira lotera do Uymuaiio, que
corre sabbado, 17 do correle, aos precos ahaixu
as lojas da prasje, da Independencia ns. 4, 13, 15 e
40; na Direila n. 18 ; e ra da l'raia, loja de fa-
zendas n. 50. Sendo pajas por inleiro as sones
grandes que obliverem sms ditas cautelas, na roa
do Collegio n. 21, flrimeiro indar ; e as que salii-
rem em seus bilheles inteiros lamliem o pnssuidor
recebe a sorle por inleiro, sendo os uilo por cenlo do
referido cautelisla, e o competente premio do Sr.
thesoureiro.
Recebe por iuleiro 5:0009000
a 2:.">009000
COMPRAS.
Compram-se moedas de ptata e se
dula* de ljjOOO e S000 re, ijue naose-
jam iotas: na ra da Cadeia do Recite,
loja de cambio n. 58.
Compra-se urna boa casa terrea no hairrn da
Boa-Visla, qoe seja grande, leuda bom quiulal, e
em boa localidade: que a liver e quizeravender an-
nuncie.
r Compra-se urna armadlo de taberna coni o
seus perlences : a traanlo caes do Ramos n. 26.
Compram-se um diccionario porluguez de Cuns-
lancio, urna grammalica lamliem porlugueza, por
Jeronymo Soares Barbosa, e urna (tila fianre/a por
Bourgain, ludo em bom eslado ; na *fu.i da As-
sumprAs n. 36, segundo andar.
_ Compra-se lila de Angola 011 sumauma: na ra
Nova n. 13, loja de sclleiro ao lado da igreja da Con-
ceicito.
Compram-se accOe* da divida provincial : na
roa larga do Rosario 11. 36, segundo andar.
VENDAS.
Bilheles
Meios
Te, jos
Quarlos
Quintos
Oilavos
Decimos
59.VK)
29800
19K80
1911HI
19120^
700
580
Vigsimos 300
1:6609666
1:2.509000
1:0009000
6259000
.5008000
2.509000
f olliiiilias
PARA 1856.
' Esio a' veqda as bem condecidas 1b-
llunhits impressas nesta typograpliia, as
de algibeira a 520 e as de porta a 100; at
de ulgibcira alm do kalendario ecclesi-
astico e civil, conten um resumo dos iir.-
postos raunteipaes, provinciaes e {jeraes
que all'ectam todas asclasses da socieda-
de, extracto dos regula montos parocliiaes,
do ceniiterio, enterrse sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras para fa-
zer manteiga e queijos de di 11 eren tes qua-
lidades, dittas ecclesiasticas ou de padre a
WOrs. : vendem-se nicamente na livra-
ria rj. 6 e 8, daprara da Independencia.
No fim do mez siihinto a luz as de al-
manak.
Vendem-s! 2 carros, de 4 ro-
das, sendo um novo, queserve
para um ou dous cavallos. e ou-
tro em mio uso, tudopor milito barato:
na ra da Cruz do Recite armazem h. 27,
que achara' com quem tratar.
^Na praca da Independencia, loja
deChapront & Bretrand relojoeiros, n: 18
e 20 ha para vender urna collerao de ins-
trumentos de physica, incluido um e\-
cellnteelectro medical, tudo ou empor-
cfies.
\a loja das seis
portas.
Em frente dt> Livrtmenlo.
Chales de looqoim prelos a oilo rcil reis, saas
para enfeile de senhoras a dez rosita, manguitos
bordados a qualro patucas, par, luvas de sida de
cor a cinc lusles, avenlaes para meninas a dez tus,
loes, vestidos de seda para meninas de 3 a 4 anuos
a seis mil reis, chales de seda a oilo mil reis, meias
pintadas para meninos de 2 e 3 annos*a qualro vin-
lens o par, chales de quadros e de ganga encarna-
dos a duas patacas.
Vende-se urna escrava moca, qoe sabe engnm-'
mar bem, cozinha o diario, e he cariubosa para cri-
anzas : na ra do Brum, pastando o chafarla, con-
fronte a taberna, casa de 1 purla e 2 janella.
A 5,600.
Na roa Nova n. 10, iraha-se do receber um lindo
sortimento de romeiras de relioz bordadas, dilas de
lindo muilo finaa, dilas de barras a 39600 cada urna,
e esparlillios muilo finos lodo por prec^i comniodo.
Vende-se orna vacca parida de pooco : un ra
do Caldeireiro n. 40.
Vende-se umn loja de Terrageus em muilo bom
logtr e afrezuezada, por ser cm orna das melhores
rujs dcita cidade ; vtmlc-se com os fundos a vonla-
ile do comprador : quem quizer comprar annuiicic.
Vende-se um resto d saccas com cera de car-
nauba, por preco commodo : lia ra .Nova, lua
n. 20.
Para senhoras.
Na ra do (Jucimailo r.. 33* A, loja junio a da Fa-
ma, existe um lindo e variado sorliuienl de chapeos
com riquissimos enfeiles para senhora, igualmenle
alpaca de seda de quadros dos mais lindos gos'.os qoe
ha no mercado, diales de minias qoalidades, lento
de seda, ditos de casemira com frujas, tovas de se-
da, ludo de muilo bom gosto, que se vendo por
muilo menos do que em oolra qualquer pirte ; e de
todo se dao amostras.
a l moliere.
Acal>a do cliegar i loja franceza, na ra Nova n.
10, um linde e variado sorliuienlo de calendo para
homrnscuino sejam, borzeguius clsticos, iapaldese
bolins de um dos melhores fabricanjes de t'aris.
Castor.
Acaba de chegar um lindo sorlimenl.i >de chapeos
de castor braucos e de msa prelos, lodos muilo li-
nos e de modelos os mais modernos, e de fellro,
braucus e prelos.
Vende-se urna loja de funileiro rom lodosos
ii!encilios,bem afrgoezada e com bstanles obras de
gosto : no alerro da Boa-Vista n. 17.
Venile-se ou arrenda-se um bom sitio na Po-
vsjhcao dos Afosados, lodo murado, com pomar,
parreiral, cacimba, lauque,viveiro e commoda casa,
juifto ao lenle coronel Vianna, quem o pretender
derija-c no mesmo.
Chali y
i 800 rs. o en vado.
com lindas e variada- cores, rica Ma com quadros de
cores lingindo seda, pelo diminuto preco de 610 rs.
o covado ; na ra do (Juciuiado n. ."4.
Rico gaze de
.seda,
com quadros de lindas cores, fazenda propria para a
noli* de fesla, pelo diminu preijo de 19 o covado '.
em trente do becco da Congregarlo, -ra do Quei-
inailo li. 38.
Fazenda
flavina
rica
he
a Massa adamanliua.
He geraloieiite reconbecida a excedencia desla
prepa raf3o para chumbar deules, porque seos resul-
tados sempre felizes so ja do dominio do publico.
Sebat iao Jos de Ollvcira faz oso desla preciosa
masan, para o fim indicado, e as pessoas qoe qoize-
rcos lionra-lo dispondo de seus serviros, podem pru-
Kra-1 o oa .travesea do Vigario n. 1, Joja de bar-
I DEHTISTA FRANCEZ. S
_ Paulo Oaignous, dentista, eslabelecido na
* n.a larga do Rosario n. 36, segundo andar, V
# cdloca denles com a pressilodo ar, e chomba 9
W denles com a massa adamanliua e nulrus me- (a
MU
DISCURSO SAGRADO,
Recitado em. coromemorac o da in-
dependencia do Brasil, no solem-
ne Te-Dqiim qoe os habitantes da im-
perial cidade de Nictheroy,
fizeram celebrar no dia 7 de se-
tembio de 1855,
PELO
SR. JOAQUH PIMO DE (AMPOS.
Cometo honorario da capella ini-
p*erial,offlcial la orl( ni ila Kosa,
, it eputado assembla geral pe-
in provincia de i'ernarabuco,
pirofessor de eloquencia nacional
do antigo lycu da cidade do He.
cife, bibliotheeario da Facnlda.
de de ireito da mesma cidade,
e "itoelo eorrenpondente do insti-
tuto histrico do Brasil, etc.
Este discurso impresso e vendido oelos Srs. La-
emioerl & Gompanhia, do Rio de Janeiro, por gra-
ciola licenga do autor, vende-ae na livraria n. 6 e 8
a da pra(a da Independencia, a 19000 cada, exem-
Precisa-se de um escravj por aluguel para o
seajviro de orna pequea familia : oa ra do Hospi-
LfTEMt DA PROVINCIA.
O I'loa. SrThesoureiro manda fazer pu-
bU:c, (Mkeachama venda na tliesoura-
ria I sloteriaj, na ra da Praia n. 27, o$
bilUte da primeira parte da terceira
lole>B4 ''Vinnasio, cujas rodas andam
impietriveraente no dia 17 do andante
mez. Tfiesouraria das loteras 5 de no-
vembroijfe 1855.Luis Antonio Rodri-
gues de Almeida, escriva > das loteras.
AULA DE LAT1M.
O cautelisla,
Anlouio Jos Rodrigues de So.u/.a Jnior.
Aluga-se um silio com boa casa de sobrado, a
qual lem milcos coiiimudos, sila na povoaciu do
Monlciio ; a tratar na ra do Trapiche u. 11."
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acliam-se a venda os no vos hi Ihetes
da lotera rpiarta, do recolliiment de
Santa Tliereza, <|ue devia correr a "> ou
9 do corrente mez: as listas esperam-se
pelo vapor PARAN', |ue partir' in-
fallivelmnte a 10 do corrente, e devo-
ra* aqui chegar a 17 ou 18: os premios
sao pagos a distribuieo das mesinas lis-
tas.
Obras de
ouro as mais mo-
dernas.
Os abaiiu assignados, donos da loja de ourives, na
ra do Calinga n. 11, confronte ao pateo da matriz e
roa Nova, fazem publico, qoe esta o recebendo con-
tinuadamente muilo ricas obras de ouro dos melho-
res aosloaJBhlo para senhoras como para homens e
meninos rjp precos continua**! mesmo baratos como
lem sido, e passa-se comas' com responsabilidade,
especificando a qoalidade do ouro de 1* ou 18 qoi
lales, licando assim sujeilos os mesmos por qualquer
duvida.Seraphim Iruto
Atten93.o.
O padre Vicente Ferrer de Albuqner-
ciue raudou a sua aula para a ra do Ran- ao mez P*'? le|DPo d 3 anuos', daudo-se par
gel n. 11, ondecontmua a receber alum-j SL^rVd. Sa^rTO^
Na onfeilaria de A. A. Porto, na ra da Cruz n.
17, acha-se effectivamenle um grande sorlimenlo de
doces de todas as qoalidades, secco e de calda, por
menos preco qoe em outra qualquer parte ; junta-
mente om grande sorlimenlo de ananazes abaca\is,
eoolras moilas froalas ; assim como se aprumpla
qualquer encommendV para fura ou dentro do
pero com actividade o limpeza.
Attencao.
Desappareeeu na madrugado de domingo. 11 do
corrente, urna canoa de carreira de um so piio, pin-
tada edr de chumbo, a qual ja foi vista com frele na
camhoa das Barreiras : quem a achou leve n casa da
esquina, confronte ao iheairo de Sania-Isabel, que
ser geiierusimeule gratificado, oo avise para ser
procurado ; protesla-se desde j contra qualquer
pessoa que eitiver de posse delta.
Poco da Panel la.
Na Iravessa da Saude haver sorvele uossabbados
e domingos a larde, das o \\i as 10 horas.
, Offerece-se om moto brasileiro para eacriplo-
rio de advogado, ou casa commercial, o qual sabe
bem ler, escrever e enntar : qnem precisar diitja-se
a ra Direila o. 8G, segundo andar.
Precisa-se de 10:0009 a joros de om por cento
ara sega-
jaros em
.., segundo
non trtternos eexternos desdeja por mo- audar,aie dir quem precis
d;.< preco comr he publico:

quem se
qtticer utiiisar d^seupequenoprestimoo,
1 i j i- de'ta der
pude procurar ih segundo andar da rel-1 pensado.
riela casa a' qu;Tjuir hora dos dias ttleis.j acj
lAs. Precisa-se de sete ceios mi
premio, daudo-se duas escrava
ro : quem os quizer dar annuwic.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Ainda (liilem arguns eiemplarrt enqoadernados,
1 acham-e .V venda na loja de livros dos Senhores
Ricardo de Freilas & C, esquina da ra do Collegio,
em casa do autor, piteo do Collegio, casa amarella,
no primeira andar.
l'"ogio ou furlaram urna cabra (bicho) com 2
cabritos, a qual lem urna das orellias troncha : quem
della dr noticia na ra da Gloria n. 70, ser recom-
" Dr. Dias remandes, medico, reside no
primeiro andar do sgj8aa)sj|da ra Nova,
esquina da do Sol :
eicicio de sua pro]
nlinua no
4LMM
Aosenloo-se de eaW desde o dia 10 do correnle
o escravo pardo de nome liancisco, idade io anuos,
alto, corpo regular, cor plida,cabellos prelos e cor-
ridos, um tanto amalolado por ler vindo do malo :
quem o pegar, leve-o i ra do Qoeimado n, 63, qoe
sera gratificado.
Chapeos a
Chapeos prelos de pello, franceies, o melhor que
pode haver no mercado : vendem-se na ra do Ouci-
mado n. :i:i A.
Cabriolete.
Vende-se um bonito cabriolrle com bom elegan-
te cavallo : para ver e Iralar, na ra da Roda, co-
cheira do Sr. Paulino.
a
COM PEQUEO TOOUE DE A VARIA.
Indiana de quadros de seda e algodo, de
milito bom gosto. a 520 o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
#la parisiene.
Chegou um lindo sorlimenlo de chapeos de seda
para eiiliora, ineninase meninos, i loi'a franceza, na
ra Nova n. 10.
Des iioii.s.
Junto ao variado sorlimenlo de fazendas france-
zas, sao contemplados chales de relroz bardados a
matiz,'manteletes do ollimo gosto, lavas de pellica
de Jouvin, e moilas oulras fazendaa que Iraa u loja franceza, na ra Nova n. 10, por com-
moda preco.
odem-se saceos com muilo superior gomma:
na alerro da Boa-Visla, loja de calcado n. 14.
Vende-a* Orna porclo de pipas vasias que fo-
ran. de agurdente, despejadas ha pouco : na ro* da
Goia n. 61, segando andar.
Vende-se om violao bem construido e com
bontsons : na roa Velha n. 119.
Vende-se aiaucar refinado ni fabrica de vapor
prata finaa 140 a libra : no largo do Carino,
quina da ra de Hurlas n. 2.
Vende-se om molecote com 20 annos, e nma
negra eom 24, cozinheira, urna dita de mcia idade
iavadeira e quilandeira por 3009, lodos crioulos e de
boa conduela : na ra da Senzala Velha n. 70, se-
gundo andar. Jumamente vendem-se 2 bancas meio de sala e 1 cama de vento de armacilo, ludo de
amarello.
Vndese a laberua de Apipucos, que foi de
Jarinllio Caldoso Pires, com poucos fondos, e *m
bom logar para negocio : na ra da Praia n. M.
Hap de Lisboa.
Vende-ie rape de Lisboa, fresco, eliegado de pre-
sente : na praja da Independencia, loja n. 3.
Vendem-se qoadrinhas das crioolinhas, 1. e
2." edicito, resposta a saloia, cha forte, qoadiinlias
das mulalinhas : na ra das Aguas-Verdes n. 8<,
segundo andar.
Vende-ac urna escrava de uacao, qoe sabe cn-
saboar, cozinhar e comprar : na roa de Hortas n.
IslOa
Chales do tou(|uim.
Vendem-se chales delouquim bordadus, braucos e
de cores, fazenda de milito goslo e boa qualidade :
na loja de i poslas, na ra do (Jueimndo n. 10.
Sedas brancas.
No loja de i-portas, ua ra do (.lueimado n. 10,
ha para vender corles de vestidos de seda branca.com
babados esem elles, havendo sorlimenlo para esco-
ther, e por preco commodo.
Vendem-se cobertores para escravos : na roa
do Qoeimado o. 10, loja de i portas.
Superiores chapeo! da castor bronco com pello
e rapados; vendera-se na loja de 4 portas, na ra
do Qneiraado n. 10.
-
Chegada ltimamente pela barca franceza l.uiza
Mara ; esta snmeule venda ua ra do Queimado
n. 38, em frente do becco da Congaegacao ; cuja fa-
zenda he toda de jaeda com lavragem do cores, com
urna vara de largara ou mais, pelo diminuto preco
de 13)600 o covlw< do-se as amostras, deiando
peiihor. '
>acCtmS com faiiuha.
Vendem-se saccas com farinha da Ierra, nova e
bem torrada, por preco commodo; ua roa da Cadeia
do Kecife, loja n. 1.
ROLAO FRANCEZ*
Vende-se esta deliciosa'pitada tatito em
norato comoaretalho, em porcao ua ra
da Cruz. n. 20 primeiro andar, ea reta-
llioa iO rs. a oitava : na rita da Cadeia,
loja de Vaz & Leal.
Na ra da Cruz n. 2 primeiro an-
dir, vende-se urna porcao de cantal com
saidinhas em latas, milito novaspor terem
chegado no ultimo navio trances, e por
baratissimo prec;o.
Vende-se o e\cellente champagne
em Misas, ltimamente chegado de Fran-
ca, e licor de Kiisch : na rua da Cruz n.
(i, primeiro andar.
Ventle-*e na rua da Cru% n.2(i pri-
meiro andar o apreavel cha' preto em
libras, assim comowhocolate l'rancez o
melhor uuet'ern apparecdono mercado,
e por preco jnuito em conta.
'TESTOS
paraVoltarete.
Vendein-sp na rua da Cruz n. 2(i pri-
meiro andar, cfi\inhas com tentos milito
delicados parufB apreciavel jogo de vol-
tarete, ou para ontro. qualquer jogo, l-
timamente viudos baratissimo-
Vende-se urna poni de frasco*
com 'olliasric vidro. muito pVoprios para
conservar toda a qualidade de rape, e por
preco muito commodo : na rua da Cruz
u. 2 primeiro andar.
Vende-se por preco que convida
urna escrava crioula de meia idade, bo-
nita figura, cor retinta, cozinhao ordina-
rio de urna casa,eusaboa excedentemente,
engomma pouco, vende na rua e sobre-
tudohe muito carinhosa para meninos :
na Cumboa do Ca mo n. 18.
Velan.
Vendem-se encllenles velas de carnauba pura, de
ti, 7,8. '.), III e 13 por libra, e por menos preco do
que em oulra qualquer parte : na rua Direila u. 59,
na fabrica da viuva do tinado brilo.
Veiule-s um carro novo de
i rodas e de assentus, muilo
leve e de consIruccAo moderna
por preco commodo: na rua Nova, cocheira de
Adolpho Ronrgeois.
Cbeguem freguezes ao que he borne ba-
rata para o passamento da t'esla.
Na taberna da run Nova n. "iO ha. bom doce de
goiaba, Queijos fresca es, champacnc da-melhor, pre-
sunto, paios, cbouricas, superior qualidaxle de imm-
leiga, chocolate e bolinhosde Lisboa, a inelIKir qoa-
lidade de clui lijsson e du Rio, cm Islas de 1 e 2
libras, velasde espvrmacele, holachiiihas d,e ararula
e ingleza. muilo superior loiicinhn de Lisboa, empo-
tras nuiilas cousas.
Vende-se um escravo de Unnil fionra, riossan-
Ic emuilo fiel, idade IX anno^!WhB5iincipio de
marcineiro, enlcnde de cozinha, oplimo para pa-
gem, bolieiro. ou armazem de atanor, assim como
orna escrava de 30 annos, engommadeira, Iavadei-
ra, cozinheira eqoilandeira, ambos muilo sadios :
na roa de Hortas u. 82.
Relgios
0,ia melhoKtt faluiejs da Suissa, lano de ouro como
de praia,aillos foliados edourados ; vendem-se mais
barato do quer-m oulra qualquer parle, na rua da
Cadeia do Kecife n. 18.
Relogios cober-
tos e eseobertos
de ouro, paten-
te inglez.
Vendem-se no escriptorio do agente de
leilet, Francisco (iomes deOliveira, rua
da Cadeia do Kecife n. (>"2, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
edescobertos de ouro'patente inglez, de
um dos mais afamados fabricantes de Lon-
dres, viudos petr^iltimo paquete inglez, e
por Inenos preco do que em outra qual-
quer parte.
A boa fama
VENDE BARATO :
Libras de linlias brancas ns. 50, 0, 70 e 80 1I00
Libras da dilas ns. 100, 120 e 130 10280
Dnzias do lesduras para costina 15000
Dozia de ditas mais finas 19280
Majos com 40, ">0 e 60 peral da cordao
para vestido 240
Pei;as com 10 varas de bieo estrello 560
Duziade dedaes para senhura 100
Caiiinhas com agullias francezas 160
Caitas eom 16 novellosdl lio ha* de marcar 280
tiro/as de holOes para carniza 160
Pulceirasencarnadas para'meninas 240
Dilas grandes para senlmra 3
Pares de meias linas par senhora a 240 e 300
Meadas de linhas muito linas para bordar 160
Aleadas de linda* de peso 100
Crozas de bolOes muilo linos para calcas 280
Babados de linho abrtos e bordados 120 e 210
Carteiras linas de inarrjquim paraalgibaira 600
I- i velas douradas para calcas e collele 120
Tinleirose areeirosde porcelana," par 500
Charuleiras enlre finas \-jf)
Duzias ile torcidas n. 14 para randieiro 80
Penles de verdadciro bfalo para alisar 300 e 500
Pecas com 6 ||2 varas de lila branca de Huiro 50
Caixascom clcheles francezes 60
Carrileis de linhas de 200 jardas de boa
qualidade 70
Macinhos com 35, iO e 47 rampas 60
Suspensorios, o par 40
Carrileis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
xaudre 40
Alero de lodas estas miudezas vendem-se oulras
rauilissimas, qoe vista de soas boas qoalidades e
baratos procos caosa admiracao aos compradores :
na rua doQueimado. nos qualro cantos, na bem co-
ntienda loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Bous goslos e de
boas qualida-
des.
Na rua do Queimado, nos qualro cantos, na segun-
da loja de fazendas n. 22, defronle do sobrado ama-
relio, vendem-se fazendas por preco qoe real-
mente fszein admirar ao publico : Panno prelo
linissimo, prova de limilu, para casacas a palitos,
pelos baratsimos precos de 2*500, 39500 e 59000
o covado, casemira prela de superior qoalidade
a 29 e 28600 o covado, alpaca pretn muilo lina i.
400. 500 e 600 rs. o covado, curtes de rlleles Wk
fustoes de bonitos padies e cores (xas a 700 c 900
rs.. chales prelos de Ua e seda mullo grandes a
29800, chapeos de sol de seda prelos- e de cores, fa-
zenda superior \ 09500, camisas francezas piuladas
para hpmern a I928O, riscados da India moilo linos
e largos e muiln bonitos para vestidos a'280 o cova-
do, (clim preto maco, fuienda muilo soperioa a 8t
o covado, sarja hespanliola muilo superior a 2,400 o
covado,tnerin muilo lino a 29000 o covado, meri-
no selim o mais superior que piide liaver e muito
proprio para palito a 1960(1 o covado, chapeos de sol
de panninho a I96OO, chitas francezas muilo finas e
largas, de nuvos padres a 320 o covado, fil de li-
nho liso e com fUres a 19 e 19140 a vara, luvas de
pellica de Joovin para hoinem e senhora, chegada
no ultimo navio francez a 18800 rs. o par, tovas de
sed de lodas as cores com belolas a 18280, camisas^
de meia muilo finas a 19, luvas do lio da Escocia
brancas c de cores 1 400. 500 e 600 rs. o par, mau-
las de seda para grvalas, pYotas e de cores, muito
boa fazendo a 19380, panno fino azol de superior
qoalidade a 18 o covado. ricas romeiras de relroz
bordadas a 118, lencinhos de relroz francezes a
18380, cassas francezas moilo finas e de bonitos pa-
droes a 300 rs. o covado, cambraia fusima de sal-
picosa 18 a vara, camisas francezas muilo finase
bem feilas para hornero .1 28500 e 28800, curies de
cassas para vestidos de bonitos padrOes e com 7 va-
ras a 29 o curte, lencus brancos de cambraia de li-
ndo moilo linos o grandes a 68 a duzia, ricos chales
de chailv com lisiras de seria e bastante grandes a
88, ditos 'de merino moilo finos e lisos a 68, luvas
prelasde lorcal, de Lisboa a 18120, chally amarello,
fazenda superior e qoe muito se usa para vestido a
800 rs. o covado, romeiras de cambraia com tacos
de ricas lila, de seda a 1-5280. grvalas de seda de
bonitos padres a 610, meias de laia para padres a
"p par, corles de casemiras finas e de bonilns pa-
M para calcas a 59, brinzinhos de linho de bo-
nitos padrOes a 240 o covado, brim trancado de puro
linho e de bonitos padrOes a 800 rs. i vara, lapim
prelo finissimn, proprio para vestidos e balinas de
padre a 19280 o covado, riscadindos frnacezes muilo
linos e bonitos padres a 240 o covado, meio* lencos
prelos para grvala muiln superiores a 18, lencos
brancos de cambraia muiln linos a .'100 rs., gama
amarella nuilo superior a 320, meias brancas finas
para seiihfp a 240, 300 e 100 r*. o par, dita* prelas
muilo finas a 320, dilas para hnmem, fazenda su-
perior, sendo brancas, prelas e croas a 240 rs. o par.
Alero de toda alas fazendas oulras mullas que s a
vista das boas qoalidades he que se pdsm ver o
qoanto silo baratas, ifiancando-s? aos Sra. compra-
dores que ncsle eslahelecimentn nu ha fazenda al-
goma qoe saja avariada, e sim ludo sein avaria, de
bons goslos e boas qoalidades.
a
Cortes de cassn para quem quer dar fes-
tas por pouco dinlieiro,
Vendem-se curies de cassa cliila de bom goslo .1
28, ditos de padrOes francezes a 28100, cassas rxas
para sleviar lulo, dilas prelas dc.padrOes muidos a
28 o corte, alpaca de soda le quadros de lodas as co-
res a "20 o covado, lencos de bico lano piulados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra homeiii a 19 e I96OO ; lodas estas fazendas ven-
dem-se na rua do Crespo 11. 6.

Prelo novo
prximamente chegado : no raes da alfandega, ar-
mazem n. 5.
Vende-se uCia ferame na campleta de poliei-
roe lornciro, b'in como a'uuma madeira propria
para obras do dilo ofllcio : no lorie do Hados, rua
do Aroorim n. i'.l, hu ua dislilacflo do Franen, na
praia de Santa Itita.
Vendem-se 110 armazem do raes do llamos 11.
1, saccas de mjlho chegado da Parahiba, superior
qualidade c preco commodo.
Vendem-se saccas com milito, muilo grandes,
rhrgadas asora da Paralgba,e mullo novo: na ruade
Sonta Hila taberna n. 5.
CHALLY.
\ emle-se pelo menos que he possivel, mais barato
doqoeem outra qualquer parle, chal) mnilo fino de
lodas ascrrs : na rua do Oueiuiado ".n. 33 A, loja
luulo a da fama. .
Gace de seda a
1,000- o covado.
corr Has
que teWvii
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENUORA.
Indiana de quadros muito Roa e padres oovos;
cortes de laa de quadros e flores por preco commo-
do : vende-sc na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
, T JVeldT"s! "." """'ni u. 60, da rua da Ca-
deia do Kecife, de Henry ibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por preco"
mdicos. 1- SI-
LEONOR DAMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co LeonoK d'Amboise, duqueza He Breta-
nl.a, 2 wlumes por ljjOOO rs., na lifaVara
ir. 6 e 8 da praca da Independencia.
Vende-se cal em pedra cliegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto
Com pa tibia. .
de el
lam-
Deposito de vinho
pagne Cbateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propriedade do conde
de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cite n. 20: este vinhb, o melbor
de toda a Champagne, vende-se
a 6<000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron di Companhia. N.
B.As caixas so marcadas a fo-
goConde de Mafcuire os r-
tulos das garrafas sao azues.
#
POTASSA E CAL VIR6EH.
No antigo e ja' bem conbecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
precos muito iavoraveis, com os quaes fi-
carao os compradores satisleitos-
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-s na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Kostron Ro-
oker #C.
Vende-se ac em ciinhetes de um quintal, por
prec,o moilo commodo : 00 armazem de* Me Cal-
monl & Compaada, pra;a do Corpo Santo n. 11.
Na rua dotfpgario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado de Lisboa pelo brigoetVi-
deranra.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em sacras que tem um alqueire, medida
vel|ia por SOOO reis : tasjs armazens- ns.
3,5e"?,enoarmzemdetninte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
Vende-se urna ptima escrava ton
habilidades: na rua do Oueimado n. 63.
Uniao, na rua da Cruz n. 40,
ha para vender um sortimento de conservas finas co-
mo pilis pe, sardioes. asperges, lapgue de buf-
pale defoiesaucisses, beafslak, ehapunneau aniam
bou, poulel au ju d'crevisse, Iriandeau de veau*'
assim como diversas qualidade- de vinho., CMU
Champagne, Xeres. Madeira, Porte de ptima qua-
lidsde, vinho ile Franrn branco (anlign) e linio, di-
versos licor., hummel, etc., cognac engarrfate,
tambem ha peliscos aceiados ao modo europea a
qualquer hora. .'
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico deposito contina a ser na botica de ttar-
Iholomeu Frairhco de Souza, ua roa larga de osa-
rio n. 36; carrafas grandes59500 e pequeas 3aOU0.
IMPORTANTE PAKA 0 PUBLICO.
Para cura de phlisica em lodos os seu* diflereales
graos, quer motivada por conslipac.6es, toase, aata-
ma. pleuai/.. escarros de sangue, dor de coslado* e
peilu, palpilac.lo no corado, coqueluche, broochila
iliir na gargaula, e lodas as molestias dos o'rgSos pul
monares.
NAVA BHASA COMENTO TBSODiUg.
Na rua da Cadeia do Recife n. 4, primeiro a-
dar, escriptorio de Aucuslo C. de Abreu, cenli-
uuam-se vender a 80000 o par (preco fro, m ja
bem conhecidas e afamadas navalbs de bai*un feltas
pelo hbil fabricante q,ue foi premiada lia ei^osicao
de Londres, as quaes alm de durarem eilraardia-
riameule, mo se senlem no rosto na accao d cortar ;
vendem-se com a condieflo de, nSo agradando, po-
derem os compradores devolve-las ato 15 diaedepeis
pa compra resliluiudo-se o importe. Na mesau ca-
sa ha ricas lesourinhas paraTinhas, feiuia pete mes
mo fal'icanle.
Em casa de Henry Brbnn drC, na da
Cruzn. 10, vendem-se:
Lonase brin da Rusta.
Instrumentos pora msica.
Espedios com inoliluraa
Clobos para jardins.
Ce deiras e sofa's para jardim.'S
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambtico.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Em casa de Henry Brunn &j
Cruzn. 10, ha para vender
sortimento de ouro do me|
sim como relogios deoo.ro
A boa
Vende-ie bico de blonde hranco e preto de seda
verdadciro, 30 por cenlo mais barato qoe em qual-
quer oulra parle, e de toda as larguras moilo boni-
tas Utas dito : na rua Nova casa de relojoeiro n. i.
Vende-se nma morada de casa terrea com
quintal, sita na roa das Trincheiras : quem a pie-
lender, dirija-te a roa da Cruz n. 16.
Chegou pela barca fsSreaa Btzur urna fazenda
para vestido d senhora com M e quadros asesi-
nados, o mais moderno que leWviudu, denominada
gate ; vende-se pelo baratissimo preco' de 18 o co-
vado ; na rua do Queimado n. 21.
Vende-sjfcm bom cabriolel descoberlo com
irreios, e lamIHl um carro de 4 assenlos, novo.com
.arrcios.lndo i vista de quem quizer se tentar, lauto
mais porque o preeti he razoavel ; ua rua Nova, co-
cheira do Sr. Ouinleiro.
Chally de
listrase quadros
asetiuados
%
covado.
usa
u ii
franceza Btzur usa fazen-
etjjara pesco-
aral preco de 19,
*
m

POTASSA RRAS1LEIRA.
Vende-sc superior potassa, fa-
bricada no Rio de Jalieiro,. che-
gada iecentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos o
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
W mazem de L. Leconte Feron &
^ Companhia*.
Vende-se urna batanea romana com lodo* os
saus perlences,em bom oso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se roa da Cruz, armazem n. 4. .
Esguiao de linho
e alo oda o,
muiln superior, cornil varas a peca, por 3)500:
vende-se na roa do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a rua da Cadeia. '
A .31500
Vende-se cal do Lisboa ltimamente chegaria, as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. '*.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42. -
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Riscado de Iistras de cores, proprio
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loiu da esquina qoe
olla para a cadeia.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Moinhos de
VENDE BAR
Lencinhos drelroz de ledas l
(o de senhoras e meninas, pelo
baralhos de carias linistimas francezas para y*
a 560, touras de laa para senioras meuinea fro,
luvas muilo finas de lio da Escoria branca* e
res para homem e senhoras a 100. 500 e 60(1
par, meias brancas e curas parsFhemcm, t
muilissimo superior a 160. OU e tt^^^^H
pellica de Jouvin brancas e amarellas ^
e senhora a 19900 o. par. camisas de meia rr
as e de pura la para liomrm a ,39000 ri., dilas de
algodSo muili-sinio finas a la e tyiO, tesooras aaui-
lo linas para papel.a 13500, ditas superiores
bar.Ueiro a 11500, lequq* ineilo finos a 39, ricos al
loaduras para collele de niadrepenla e-de metal
500 rs., dilas para palitos a GOO o., calimbas
phosphnros proprias para charuto* a 20 rs., rii
ros dourados de porcelana para llores de en
maullos e precos, ricas fitas de seda lavraal
de lodas as cores e largaras, escovae linieai
roupn, (Jilas para cabello, Iranias de seda i
los padioes de diversas larguras e cores, swv
uissimas para barba, caivetes finissli
as qnalidadrs, lucos lliioajJMinho de bueilos padioes
e diversas larguras, rlcaflKija. de alaodAo brancas
e de cores para corlina mais finas que he possivel enconlrar-se.e tulras mui-
usas que ludo se vende per lie btalos
aos proprios compradores caosa tdmirn-
rua do Queimado, noa qualro cantos, na
bem cnnlseaidafloja de miudezas.da Boa Varna n. 33'
laMBusnu
cflFna ro
rlmU
A. 1,6
Cliegou pela barca
da para vestido de senhora, o mais modern/fque lem
vindo, denominada chally, de quadros o Iistras asse-
li nados, com mais de vara de largura ; vendes ni-
camente na rua do Oueimado n. 31, pelo f "rajissiino i
preco de 1S600 o covado ; dao-se as amostrar com
penhor.
COGNAC TEKIUEIKO. i
Vende-se o verdadeiro cogfkr, tanto em garrafas
como em garrafOes : ua rua da Cruz o. 10.
CASEMIRA PRETA A 4*S00
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esqoina qoe
volla para a roa da Cadeia.
FLOR DE FLOR.
A Farinha de Santander I'lor de Flor,
he a melhor farinha de trigo todo o mundo, por isso sempre hequali- bocea, as quaes acham-sc a venda, por
com promptidao' :
carregam-sc em carro
A boa fama
' ^y^BWBB A K ATO:
Rico peni!s de tartaruga para cabera
Ditos de alisar lambem de tartaruga
Ditos de marfim tambem para alisar
Ditos imitando larlatuga para cabera
l.indaseaeias de seda de carea para crianzas 1*9110
Meias pintadas lio daEcocia para criaiirasasMreeOO
Bandejas grandes e de pinturas linasItjOO e 4*000
Papel at maco grrvoe paotado, resma
{'nnas linissiroas bico do, lanca, groza
Ditas muilo boas tem ser de laura,groza
Denlos de ar maco de aro com graduaees
Lunetas com srmac,ao de (arlaroga
Dilas com armacSo de bfalo
Toucadores de Jacaranda com buns espe^^B
Meias de laia muilo superiores para pad^^H
Ricas bengalas de canna com lindo* casi
Ditas de junco com bonitos casle
Ricos chicotes para homem e selMtra a 19 190O
Meias prelas de algodtto para padres, o per '
tiravatas de seda de todas as cores
Filas de velludo de lodas seme, a vara i
Atacadores de cornalina paflrasaca
Ricos reloginho para rima de mesa
Suspensorios linos de borracha, u par 488,
Penles muito tinos para sui-sa
Estovas muito finas*ara cabello
Capachos pMadMaKiilo botillos
Botei fiuissiojpade madreperola-para ra- '
misa, a groza ** ,
Alem de ludo i^lo vendem-se oulras leuiln
sas, que vista na rua do QuCirnaHo, nos qualro cantos, u'aiajde
miudezas da Boa Fama o. 33.
Oracio contra a pestee o
morbus.
Acha-se venda na livrsria ly*
Independencia um folhelinho com I
venl c0es contra o cholera-morbos, e qoalel
ombombasderepuiopara regar borlase haia, re, a -10 rs. c.-.da um.
Siunm niafiBKd'tn5deD- W' BoWm"n s "'^ VENDEM-SE IH>K U00O I
do Brum ns. b. 8 e 10. rCB6 cr,es (|e co,|f(e <|e llS(!n,if,HCjL UrJj,
S SENHORES DE ENGENHO *8, ,U[o^e ">lim 'ambem bordado*?!
., _._ de velludo a l>, velludo prelo com loqi a 3*. e-
do do 640 para.500 rs. a libra
Do arcano(da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empi-egado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de emp
ga-aWno idioma portuguez, em casa de
Cruz.
CA. DE LISBOA A 49000.
Vcndem-se barris com ral virgem de Lisboa, pari
fechar cotilas, pelo diminoto preco de 49000 o bar-
ril : naarua da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
le da roa da Madre de Dos. (
Vende-se ezcellenle taimado de pinho, recen
"lemente chegado da America : na rui de Apollo
Irapiche do Ferreira. a eotender-se com oadmlnis
ador do mesmo. #
Vendem-se em casa de SvP; Johns-
ton,& C, na rua de Senzala Nova n. 4 2.
Sellins inglezes.
Relogio patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Taixas par; engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, pastan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
Jieber & Companhia, na ruada
n. 4.
ti ni prelo de Mamo a l.-yiKI, meias de seda brancas
para senhora a 1 o par, leuces rom bice | I **> a
JOOrs.. dilosde chila para meninos a Sefli* : na
rua do Queimado n.'18, loja.
Rape.
Vende-se o verdadeiro e nreilo fres* rap Paulo
Ordeiro : na roa larga do Rosario n. 38, jenlo a
botica.
ViHa-verde,
Cotilinu-se a vendar a verdadeira bolacha fina
denominadaVilla-verde, na paita,
perial confrunlo a fabrica de sab* 73, roa es-
Ireila do Rosaran. 39 A Un JBlfel n. 14, largo
do ('.armo, qnina da roa de ti
n. 36 ; e a que se vender em i |n irealquer
com a mesma deiiominaco Be laln.
arte
cada a mais superior em todos os merca
do$, aonde tem sido importada ; hcestaa
primeira vez que vem a este mercado,
pore'm garante-sc a veracidade da inor-
macao: vende-se nicamente no arma-
zem de Tasso I raos.
VINHO IXEREZ.
Vende se soperfcr vinho dc'Xerezem barris do
1|4, om casa de E. II. Wyall : rua do Trapiche
n. 18.
Vendem-se 2 raixfies grandes, 3 pequeos com
vidro, t om latelo, ludo proprio para deposito de
pad.rla oo refinacao : a fallar na rua da Cadeia do
Recife, loja de cambio n. 38.
preco commodo
embarcam-se ou
despeza ao comprador.
sem
Vestidos e chals.
Veudem-se chales de seda grandes com algum
mofo, pelo barato prero de 68000 rs., corles de cas-
sa de cores rom barra e allomas pinta de mofo,
pelo diminuto preco de 1&G00 o corle, assim come
onlras mallas fazendas por barato preco: na toa
da Cadeia do Recife loja n. 50, defronle da ron da
Madre de T>n.
Brins de vella : no armazem de N. 0.
Bieber & C. rua da Cruz n. A.
ESCRAVOS FTJGID06.
----------------------------------'-----------------AT
Ainda est fgido do abati asaignado o prelo
Antonio, angico, ja idoso, porer forte e bom traba-
lliadur de emada, ollio pequeos, com cicalrizes
as solas dos ps de cravos, feitor qoe eia do sillo
entre as duas pontes da Passagrm, junio ao que
inora e Sr. Dr. Velloso ; e dilo prelo iutilula-se for-
ro, e lem sido visto pela Torre e algores, trabalhan-
do a algoem ; prolesla-se contra qoem o empraaaar e
recolher i'qoero o pegar leve-o a Firmino Jos de
Uliveira, no pateo re Carmo. que o recompensar.
Anlouio Jonquim de Mello.
No dia 11 do correnle mez fugio e prelo J*8o
crioulo, de idade de M aunos, mais ota nenes, de
estatura e figura regulares,leudo urna pef ueua cica-
triz sobre o ollfo dirrilo, levando comsigo dea* cal-
is de algodao riscado aznl,*lres camisas do meara*,
tres dillas de madapoln* eom paito de linho com a
^Mrca I). W. lioman, qualro camisa* novas de al-
odflo/.uiho, um chapeo novo de palha americano
com lila prela, urna jaquel* novado ganga amarella,
um chapeo de sol novo de panninho prelo, a urna
cohertn de chila velha ; qoem o apprchrlder e la-
vara Francisco Manoel dos Santo* Lima, na rua do
Brom o.H, sera generosamente recompensado.
IOOS'000 de gratificarse
Desappareeeu no dia 17 de agoslo proiioij pjji.i-
do. pelas 7 hora da noile, a prela Lourenea, Ja oa-
co Aniiola, da idade 35 a 40aanns, pouco mi.-, au
menos, com os signses seguinle* : um dede da mo
direila juchado, magra, lem marcas brancas aa duas
pernas; levoa camisa da algodaoziobo, vestido de
chi. i roa, panno Uno, e maii orna liouxa do roupa-
rosa-sea lodas as autoridades pnliciaea ou capiUes
de campo que a aj>preb( inlain e levem a seo seaihor
Jalo Leilede Azevedo, na prca do Carpo Sanio n.
17", que receber a gralificailo cima.
PERN TYP. OB U. F. DEJFaBIA 1855

*


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