Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00492


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Full Text




V
I
:
X
t

I
i
t

AMO XXXI. N. 265.

l*or S aaexes atalantados 4,000.
Po S meses vencidos 4,500.
SEXTA FEIRA 16 OE NOVEMBRO DE 1855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subcriptoi.
i
DIARIO DE PERNAMBUCO
OS DA SUBSCRIPT.AO- CAMBIOS. METAES. PARTIDA DOS CORREIOS. AUDIENCIAS. I EPIIEMERIDES. DAS DA SEMANA.
irrarieterio M. F. de Faria ; Rio de J- Sobie Londres, a 27 5/8 Ouro.Oncas haspanbolas. 29SO00 Olinda. lodos ns rlias. Tribunal do Commnrpin. miarla* n cnhhsdns Nnvoml. i n..M^M..Mi___xe _-. ,a o_____i. c m....-..l. .
J
i DA SL'BSCRIPCAO*'
tfk-M. F. de Faria ; Kiode Ja-
Mn Marlins ; Babia, Sr. U.
^^K Senhor Claudiuo J-'aleao Di ;
'.' Gervasio Viclor Natividade ;
tal, o Sr. loaqaim Ignacio l'ereira Jnniur; Ara-
ity, o Sr. Aiuqal Letnos Brasa Cear, o Sr.
^^H J'c Jj latanhlo o Sr. Joa-
Harquei'l Lat^Hr-' Sr* ominl!0S
amo A tkire*%] 11 ctense; Para, oSr. Jna-
. Rami-; Ama RjoW.Jeronymod Cuta.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 6/8
48 rs. por f.
98 a 100 por 100.
neiro, 1 per 0/0 de, descont.
43 0/0 de premio. .
lompanhia de Beberibe ao par.
corqpanhia de seguros ao par.
Disconto de leltras, de 8 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
(Juro.Ornas haspanbolas. ; 295000
Moedas de 69400 velias. 165000
de 65400 novas. 165000
de 4000. 85000
Prata.Valacbes brasileiros. 25000
Pesos cplumnarios. ... 25000
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, lodos os dias.
Caruar, Bonito eGaranliuns, nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista,ExeOurioury, a I3e28.
Goyahna cParahiba, segundas csexlas-feiras.
Victoria e Natal, as quintas-feiraa.
PREAMAR DE II04E.
Primeira as 10 horas e 6 minuto! da inaiiha.
Segunda as tO borasc 30 minutos da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commcrcio, quarlas e sabbados.
Relaco, ter^as-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e n
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphos, segundase quintas as 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2" vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPUEMEBIDES.
Novemb. 1 Quarto minguante as 2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da tarde.
9 I.ua nova as 5 horas, 11 minutos
e 40 segundos da tarde.
16 Quarto crescen te as 9 horas, 20 mi-
nutos e 49 segundos da manha.
23 La cheia as 5 horas, 31 minutos e
4i segundos da tarde. .
DIAS DA SEMANA.
12 Segunda. S. Maninho p m. ; S. Levirjj b.
13 Terra. Ss. Arcadio e Paulilomm.: S. Zebina
14 Quarta. S. Abiliodiac. S. Guriasm.
15 Quinta.S. Clemenlino m. ; S. Felome**,
16 Sexta. S. Goncalode Lagos; S. ElpidiO m.
17 Sabbado. S. Gregorio Thaumaiurgo b.
18 Domingo. 25. S. Odom ap., S. Esequio
ra.; S. Barcela m. ; S. Oriculo m.
PAITE IFFICI1L.
OOVEBMO DA^KOVWCIA.
Illra. Sr.Informando V. S.*l>re o conlcudo

f
[ t-
L''t
doafflcto'qnno arrematante da poato dot Afogados
'tirigto ao Sr. Healrique Augusto Hile!, cumpr-
me dizer o que abaixJIa aegoe.
Sobra m defeiloeiftles, e qoalidades de madei-
ras que eiiilero na ponte dos A togados, que ora
si coastreiado o acu arrematante Antonio Ijnn-
ralret de Maraes, nada direi por naama com-
tnAo leso contado observar ene se al-
idi'irit existem de mi quatidade n'a-
Brle nao alo de certo da que o arrema-
eempiMi j rapartirilo tas obras publicas e
que foram por mim ealregues a elle ; porqoaolo ai
i|i>alitaiM di madeiras que recebeu erara as segu li-
tes : o esleios de ambiriba preta, as madres e li-
siltat eram de sapucaia e stpucarana, que me pare'
ceaa sor m uleiras de boas qualidades, como taes
furam jalgasias pele mestre (iouveia que ai ioaoeccio-
nou tanto mi que dix respeito a quolida-lr, como as
limentoes as achou couformes. Estas madeiras
piando foram entregues ao arrematante exisliam em
lomares ende multo bem se poderam examinar e
Contar, o qae me parece que elle por mais de urna
ve o linlia Caito, pois que na occasiao de as entre-
garla elle libia a qatOtidade que havia de rece.
bar, e luvendo dtivida no numero foram de novo
muladas e eiaminadas"por nos, tendo no meio del-
laa appartcide urnas travs de mangue qae me falta -
van.
Paranlo, ni* parece falso dizer-se qae eitavam
padrea estas madeiras, e que nao linhao as dimcn-
arequeridas, oque muito bem te pode provar pe-
a termo q le o mencionado arrematante assiguou
tiesta repartido, em coja occasiAo uenhuina observa-
<;it i fezsobrt quaJidades, estado ou dimeoses.
:o arretsajUnle qae no orcamento uo se desig-
a qaatiaWaadas madeiras ;pirece-ine qm elle
BJatjainento, ou entao nilu o enlendeo, por-
Waanio fossa taria adiado que no artigo
treeiro da) -jipilulo segundo se diz que os eateios ae-
reo de eMUiba preta, aapucaia, massaraoduba, si-
cupirameirim ou onlras qualidades reconliecida-
pela engenh-ira encarregado da obra como qualida*
dea propriMMam essa especie de obras. ParecajM
abre este objeet toda a clareza
orecita.
Oaanto a dizer o arrematante que nao Iba fui for-
oeeida n plaula da ponte, direi que sendo a nova
poete feita pelo mcsmo lystema da velha, linha elle
fepre vi-ta um modelo e nlo precisale plan-
ea* nada aitianUr, antes o confan#^a} lalvez
f e qoiudo em algurna cousa se visa embara-
I n engenheiro eucarreuado da obra a queaa
A ^P^tapaito a aoalie que pretenden fazer
qae no o julg 8nCM"
laso davra detiaF *.
IniUr dil^p^JJi^aOm devo cumprir as or-
den de V. l^rwa a dizer aUuma coasa a re
paito. A ptccipilacaocoBi que (oi feito este orea-
iiietoV(|Honuu as inexaclides que ae seguem,
I no numero de estelos o inexactido no
convprimento das linlias, recorrendo eu aos meus au-
tographoi arhei oesboro qae ea linlia feito para esae
orcamento, aoqaal u determinava fazer a ponte
com vinte e tres vaos, seodo o do cento com trinla
palmos, os doaa jautos a estes de vinte e cinco pal-
cada um, e o mais a diminuir at vinte p.il-
; houve eno urna troca no aclo de organi
ir o orcamento de tomar o numero de lillas prto
iJlo, e e laHrrs e das Knhai: igualmente ici que
I em vez de se dizer de trinla e cinco pal-
\ comprmanlo te deveria dizer de Irinta e
| viole e cinco paitaos de comprimen-
i vaos de (rinta a viole e deven-
ir ligadas por escarva-, e estai eu-
| meio palmos de imprmenlo para ca-
dade, razflo porque devem as liohas ser
bridas de cinco palmos que os vaos,
i ao comprimeolo das estivas, esta exacto
fulo a ponte feita com as mesmas dimen-
reaka, e tendo esta vinte e oito palmos de
largare entraaa faces interiores das vasas, e lendo
Ipalaaaide largara flcar a ponte com larga-
ririnj.1 palmos lomada entre as faces eiterio-
| vaz-M, igual ao comprimento que dei as es-
I <|ue licassem ellas com as extremidades li-
ba exterior das vazas, ullrapassando
eote as qoe tem de recebe/ as per-
varanda: e por isso se v<> qoe
de aKreitai* a ponte, (loando
ae desmancha urna ponte para se ceconstruir ^r4.
novo e no remenlo da no /a ponte se diz que se
deve aproveitar algumas madeiras da velha, que
osliverem em bom estado, enleode-se que estas ma-
deiras devena ser novamenle lavradas, e sendo a
ponte nova feita com as mesmas dimeuses da velha,
claro osla que as pecas de mtdeira a aproveilar-se
dessa ponle para aquella, nao podem servir para as
das mesmas especies que sao, porque devendo sereiu
novamenle lavradas dimuuem de grossura, porera
servirao para onlras peras do menores dmensoes,'
o que ueste caso ie deve dizer be que as liubas
velhas que eslive em ero bom estado s podem ser-
vir para estivas, as salivas Velhas para pilastras,
corrlmoes ou cru/.elas etc. : portento a desconcor-
dancia que julgou perceber o arrematante a difle-
renca da grossura das Alivas vellias para'aejvas nao
prejudicou a idea do aproveilamenlo a madeira.
nem o autorisa a f.izer o estrado da ponle' irregular.
Quinto a falla de rel'orcos que diz arremataute,
jolgo naa aer de aun competencia tratar disso ou de
ouir.n objecios qae dizem respeito a parle scieulili-
ca do rea nenio : julguei nao serem precisos e por
isso nao tralei dellen. .
A respeito da irodajde a hbil eogenheiro eu
n reverlo para seu autor inlacta. Aaaj^perjunlarei
eu ao arrematanleisii elle nao (el |pSr. enge-
nljeiro encarregado da inspeccao daTaVa da ponle,
a qnem se deve dirigir ludas as vezes que se aelia
embaracado na execurjo das obras que Iba dizem
respeilo, para jue elle soppra s falUa, eineude os
rros e explique o qm- eativer pouco intelligivvl no
orcamento ?E se os erro e fallas do orcamento,
lendo quem os emende e aoppra sao razoes sufllci-
enles para elle faier ai. obras mal feilas e com ina.
deiras de m quatidade ? Oo ae o srdido desejo de
meilo ganhar chicauaiido a cada passo porque conla
com alia proleccao 1... l'arece-aae ter comprido o
respellavel despacho da V. S.~ *
Dos guarde a V. S. !2 de selembro de 1853.
Illm. Sr. Dr. Jos Manaede Alves ler reir, dignis-
simo director das qpr.is publicas.O ajudaule de
engenheiros, Manoel Untrenro de .Mullos.
ralivos *a roncluissem. No da segainlc, debaixo da
leuda, M. Boura receben a visita dos graudes func-
eionarios do goveruo prsico, e, acompanhava por el-
lea, precedida de numerosos ofliciaes e pelos furra-
ciies di casi real, a legarlo de Franca fez a sua
entrada pela grande porta de Tehern. El-rei en-
viara para os principaes membros da misso tres dos
seas proprins cavallos ricamenle enjaezados ao gos-
to oriental.
sia pn
w
lado t
EHEMOR.
despeno a ananse que
'^WaalaaaaW*'
palera, erpor i
Escrevem de Tehern, 15 de julbo, ao ./oi-
leur o seguinte :
(( Emfim, eis-noi cliegados ao alvo da noasa grau -
de e maravillioaa viagein. A iniswq dafrjaaBl
est em Teherlaff e, aprovelando da autorisacao
que me lora dadn de seguri-la, posso datar esta.car-
ta da capital da Persla e Transmllir-lbe as iuror-
niarOM que podem inleressar aos seus leilores.
l'asso em silencio o Masa ulinerarie al Buiu-
clilr. As trinla e algunas legajas que separam asta
cfdade de Ispabao furam rallas com lelicidade. Vio-
le leguas pouco anais oa i uenoa sulea-' nconiramos o mfbmaodar enviado por el-rei Ali
serttb ea ceattref d krrradarqtM ^awle^M-
raz al Tehern sedevia enenrregar de todos os cui-
didos^relaivos a viagein. Oulro inilimandar, de
menor dignidade, nos espeiax'a em Bouschir com as
leudase os cavalles de sella t oulros iiecessahus pa-
ra conduzir as bagageus.
Em lodo o camintio, conforme s ordens pre-
cisas do goveruo prsico, sahiam drpulares ;i che-
gada de M. Boure e o acompanliavnm na partida.
Em Schiraz, o principe, irmjo do governador, veio
ao encontr do ministro de Franca com urna comi-
tiva numerosa de infanlaria e do cavallaria aug-
mentada por urna popularlo curiosa e diligente.
A mesnta ceremonia te reproduzio eiu Ispalian em
maiores propat(pes. O governador se eucamiiiliou
a duas leguas da cidade, e couduzio a M. Boure ao
esplenddo_pjle10 que, como em Schiraz, fra pre-
paratTopara a legarlo.
Nada fui poupado pelas autoridades prsicas
afim de honrar, segando us seus usos, o enviado do
imperador : revista de tropas, movimenlo dat po-
pulacos, bous oflicios em todos os momentos e de
todo o genero. -
O trajelo de Ispahan a Tehern se fez em 14
das de marcha, durante o quaes tivemos muila
vezes de sollrer um calor excessivo. Assim, ao ap-
proximai-nos da capital, linharooa g.anle necessi-
dade de repouso, que expliram sopcrabundaiilc-
mente as fadigas de,urna viagem de quatorze mezes,
e ae 2,800 leguas de Ierra ou de mar.
Chegamos a 2 de julho, pela volla de nove ho-
ras da manhla, a'uma legua de Tehern, sera que
podessemos ir mais adiaulc, porque os usos prsi-
cos fazem sempre urna ceremonia pomposa da en-
trada dos innslros cslraogeiros. F'oi misler espe-
rar em um ullimo acampamento qoe lodos os prepa-
o Dorante mais de urna hora, livemos de alra-
vessar as ras e os bazares por entre tropas que ra-
zian! honras militares e urna multid.lo immensa que
comtudo leve mu recenlementc duas occasides de
gozar de semelhante esper[aculo chegada deM.
Murry, miuistro de s. M. britnica, e i do envia-
do extraordinario encarregado de commuoicar a
el-rei da Persia a ascenso do imperador Alexan-
drell.
El-rei admillioM. Boore a apreseutar as suas
credencias a 5, dous das depois di oosia che-
gada.
a Conforme a etiqueta prsica, o segundo mes-
tre das ceromenias veio receber o ministro de Fran-
ca e o cunduzio, com lodo o pessoal da mistan, ao
palacio de el-rei, com a mesilla comitiva do da da
entrada era Tehern. Depois da noasa sabida do
palacio da legarao at a volla, ludo se passou con-
forme a-esliuulav.es do tratado concluido em 1828
entre a Russia e a Persia, e que regeu lodo o ce-
remonial relativo recepcao dos ministros que cii-
viaasem reciprocamente as duas cortes.
, II. Boure foi iotroduzido primeramente pe-
lante os grandes ofliciaes da corda, reunidos em
urna sala de espera, onde silo pralicadas por extenso
as formalidades do Katiouu e do caf. O mesrao
us existe em Conslantinopla. Dahi, depois de
ler calcado as chinelas pretas, que substituirn! as
tongas meias de laa vermelha contra as quaes a Rus-
prolcstou ha puncos anuos, turnamos o caminho
la da audiencia. Apenas avisUmos el-rei sen-
em aeu Ihrono, o gro-meslre de ceremorias,
que se tornara o nosso guia, lcvaulou a voz tanto
quanto exiga a distancia, e era extensa, e expoz que
o miuistro do imperador dos Francezes exiga ser
admitlido diante do antro do mundo quihlai
aleni) para apresenlar as suas credenciaes. A um
signal de el-rei, continuaran! o caminho, e depois
Je Ires pasaos o tres saltos estavamos dianlede Nasr s\
ed-din-Sclun.
Bt-rai sentado em um tlirouo de ncar e de pa-
rejea) ca aro trajo adornado de pedraria com p'ro-
Ius3e, nosesperava immovel. Tuiha sido prepara-
da urna poltroua para M. Boure ; o pessoal da
legarao devia car de pe. A sympalhia de S. M.
o imperador Napole.io para com el-rei, o desejo Ui
eslabelecer retardes duraduuras entre a I rauca
Cenia, foram o texto das palavras de que o min
do imaaaplor fez preceder a entrega das suai
denciaea. El-rei responden qae o1 reslabeleciotai
Mcy'ajri
, epot rez
sobre? o imperador, se lOleressou visivelmente pela
narraran da recente tentativa de assassiuato com-
meltda nos Campos Elyseos, tao felizmente
salvo no conuco^ do seu reinado. U reato da au-
diencia, que ae arolongouToulra lodos os usos, foi
consagrado ao assedio de Sebastopol e aos prome-
nores da lomada de Kerlch. El-rei n3o se deixava
interrogar, e por utro lado interrogava comu es-
tando muito ao alcance da siluacao. A forma dada
as perguntas revela) a viva sympalhia pelo nosso
exercito.
" Ao sabir da audiencia rual, durante a qual el-
rei rtilo cessou de mostrar una benevoleucia e urna
alldliilid.de extreftas, M. Boure dirigio-se casa
do primeiro mioislro Mirza-Agha-Khan.
Nove dias depois da nossa chegada em Tehern,
islo he, 12 de julho, o ministro do imperador assig-
uou mu tratado de conimercio e amizide que deve
unir a Franca o a Persia para o futuro. As ralifi-
eacoes desle tratado foram trocadas a 14.
En aqui o protocolo collorado frente desle
m portale documento :
Em uome do Dos clemente e misericordioso,
citos sao numerosos como as estrellas, cuja grande-
za traz a leinbraura a de lljemscliid, cuja magnili-
cencia iguala a de Daro, e berdeiro da cora e do
Ihrono dos Keyanieus, o imperador sublime e abso-
luto de toda a Persia.
iJoatyrt itt Debat.)
A Franca oflerece ueste momaale dous grande8
espectculos ao mundo : em Pars, o espectculo das
obras da paz, na Crimea o espectculo dos Irabalbos
da guerra, e estes dous trabaapo* o* relevam e se
glorifican! um pelo oulro. Se a Franca nao sou-
besse seuao bater-se com valor, em que leria apro-
veitado quarenla anuos de paz, qae serao um doi
litlos de gloria do nosso seclo ? Se de oulro lado
a Franca nao conliecesse senAo as artes da paz, nao
leria em sua prosperidade o qu lie necessario para
a defender. As sociedades ricas e eflemtnadas sao
um objecto de cubica, e aparecen) sempre alguna
barbaros, internos ou externos, que se apoderem
de presa, que Ihe he preparad!.
Pobre de ouro son rico de ferro
fender.
Diz o scylhs Arsacome em orna (r
Iho llardi. Nao peco as aaaMades
sejam pobres de ouro ; mas^p^^H
sempre ricas de ferro para defel
islo urna das cousas, que mais'
la anuos de paz, que temos ti
ter sido nunca millo e impolel
iulerrompida por guerras vale
didas e sustentadas com o mesme valar, a guerra d*
llespsiihs, a expedirn da Grecia e ajEConejuisla da
Algeuia no lempo da Keslaurafo, o creo de Au-
|em sido sempre
ente emprehen-
luer|iia e a guerra de A Trica tajeante
de 1830. A historia dir qae Wcito
e bravo a goerra da frica linha feito
Franca no interior em ISIS e 184,
no exterior em 185) e iKiB.dando-lhe,
da expedirlo da Crimea, esla gloria
cenlo e laboriosa, que nao pareca
das qualidades da gloria Trncela.
fls grandezas da guerra eas da paz nao igual-
le necessarias as suciedades que n.lo lem en-
trado anda em seu periodo de decadencia. A Fran-
ca lem ambas e estamos pci-uadia que oa eslran-
griros, que lem vindo ver nosV exposirao univer-
ntan^ Franca urna grande mpressAo.com-
paiaiido'i Helia (em Teilo com seos operarios
com o qaawanoooi seus soldado*.
Queremos procurar saber quar he a idea, que o
mundo civilsadoTaz da Franca ne.ste maaenlo, e
qual he tambem a idea, que a Franca f*** man-
dil civilsado. A exposirao ht o ponto de reuuao
feverciro por ter dilo que quera ser urna rovolucAo
social, foi no mesmo instante repudiada pelo paiz
iuleiro, lano he verdade que nao ha em Franca,
aenao una socedade possivel e urna nica socieda-
de viva, a de 1789..
Naadjuma das revolur,es|polilicas, que a Frain.i
lenaVbs ou tem soflrido, lem atacado a ordem su-
cia! naaaida de 178!), e iieuliuma revolui;ao poltica
o podera fazer, nao porque todas as conquistas de
fs'.i sejam iguatmeule inviolaveis e sagradas. A
igoattlade o he, a libcrdad aiuda nao ;a igualda-
Baaislio a commocao de 1KI e a de 1848 ; ata-
aa em cima um Isl- e em baixo em 1848( por-
que o iiivelamenlo nao he a'igualdade ), a iaualda-
de repellio os dous assallos, o de 1814, que quera
reslahelecer as casias, e a de 1848 que quera acs-
Iruir as personalidades. A liberdade nao he Uto
feliz ; nao lem podido adiar sen lugar e sua posl-
cao em nossa organisacao social : urnas eeies ella
lem inuilo e nao sabe conler-se ; nutras vezes lem
muito pouco, nao pode susleular-se.
O principe imperial dizia ullimameule, que a
Franca era nina democracia organisadd.aajjeo cam-
ponez toruava-se uella proprielario ; o afl ^ge-
neral ; o operario, manufaclnreiro ; o anpRgadu,
mini-tro. Com elleito ialu he verdade depois de
1789 ; cerlamoule depois de 8!) cada soldado tem
em sua barraca o baalao de iiiarecbal ale Franca,
como dizia I.uiz XVIII, esse re. qae vollou da
emigraran para consagrar as conquistas polticas e
sociaes de 8H Ella organisacao que gracas igual-
dade, (z que cada um regule seu deslino por seu
mrito ou demerito, nao he o resultado de nenhum
dos regimeus polticos, que lemsuccedido em Fran-
ca ; nao he nem de 17911, nem de I8:M>, nem de
1848 ; he de 89, comer com a era da socedade mo-
derna ; niuguem no-la "deu a litlo gracioso ; nn-
guem a protege e a conserva a Ululo pessoal ou riy-
naslico. Nos a demos a us raesmosem 1789"e
tambem nos mesmos a conservamos.'
Ab I se em Ink a igualdade tivesse prodbzido o
nivelameulo, assim como a liberdade creou at-
cenla, se o nivelda demagogia (ivusse destruido e
encadeiado o livre voo das pessoas, leria sido possi-
vel cuiao, que a igualdade olTresse da reacco, ro-
mo a liberdade sollreu. Mas graras a Dos, fomos
melbor inspirados^iio eremos que Totse um Iri am-
plio para a iguald^axver desapparecer do meio das
sociedades as personalidades gloriosas. A repbli-
ca de 1848 nao impedio que algeum tivesse l.ilenlu,
poder e o asceodcnle de um grande uome, contra
si. Nao abateu a liberdade para eslabelecer me-
lbor a igualdade. ataas uins]jloulrina a levaram
para ah, e ella Si hierophanles que pregavam
o aniquilamenlo t|apadividan peranle o eslado, nao
co^nprebend/udo que, quando o estado Taz a guer-
&
o dia seguiule Andr tendo o semblante lluini-
o de etneraora, dirigra-se igreja, a qual achou
I'ana p,r precaaflo como por impacien-
tle f?a antes da hora marcada. Ficou porla
~St I eam a vista e o ouvido alientos. Mais de vio-
^^K robarlas de manto oa de veo, passaram
a^aan seos gestos, em seas otilares, em
aase Andjr reconkecer aquella qae
mulberes enlraiam quando a igreja
'rncher-ie, e orna deltas paisiudo]
litar, itirtuoron esla nnica pa-
caheca al aos ps, observou
1 es ism oceupar, e reuiiio-
Ihavam, a terceira
e liiicindo re/a-lo
sem mesmo voltar
esleja na porla de
tar-lbe om rama-
tem lestemunhar a
spondeu Andr.
a parecer ler valo as Ires mulhe-
fl| Eajllando em casa, abandonou-se a lodos os so-
nboi que leve suggerir urna ventura rodeada de lan-
as lyatenos, e pouco depois Joseolregou-lbe um
.;; late, ni qoal o joven militar leu ealas palavras :
eaalele-se, senhor, mus dias eslflo em pe-
-volvea e revolveu o papel em lodos o sen-
sem poder comprebender sai origem nem seu
Aponts pude verificar que a-lellra era da aea-
esse caritativo aviso applicava-ee ^r
ventara entrevista para que fura convidado? Quem
o sabia senSo a mullier da vespera e a seuhora m\s-
lenosa. O espirilo do mancebo lluctuava muito in-
zleciso.
llei de ir, viva Deoe exclamoa elle repeat-
aamcnle.
(jiiem foi que enlregou este bilhele '.' pergnn-
teaaJoa.
Niegiiom enlregou.m'o, senhor, aclic-o.
aE pode ?
Debaixo di ,norU.
1 Naoviileiieuinma pessoa suspeila rondar pelo*
arraderes da casa '.'
Kealiuma.
i ealhio em looga e profunda mediuiean. Jos
la presenta intil, ia sabir ; mal o nnn-
disse-lhe r
ario necessidade i.'a li.
lado pelo salao, f depois lornou diri-
>rn :
^^^Llo me acompa.nliar:i.
is depois Andr alrave.'sava a cidade
lil desertas,e gauluva costeando as Irin-
queiras a Puerla de Tierra ; todava faltavam mais
de duas horas para que soasse a da entrevista.
No momento em que Mr. de Laverdant e Jos pas-
savam o liminar da rasa, urna joven mulata inui for-
mosa abrigara-se vivamente em urna porla viznha,
e assislir.i com inquietaran partida de Andr, leu-
do as feiroes consternadas e lagrimas nos olhos.
Desgranado desgranado murmurara ella co-
brindo o rosto com aa niaos ; elle vai a morle !
A pobre rapariga esleve prestes a lanrar-se para
deler Andr ; mas fallou-lbe a corageui.
Nem I.averdaul
to de deses
a qual depo
soluc.indu, e lii
LJos liuliam ouvido esse gri-
iouco havam vislo a mulata,
do joven militar, sjoelhara
lio urna especie dee^uleto,
ian'o o. 264.
lie es-
te amuleto !...
I.evauou-se enl.lo, e correa oa direecan que to-
mara Andr. .
Cbegando Puerta de Tierra que d para um dos
pontos do Pateo da Ftainha, o qual Tica fora da ci-
dade. Lnverdant exainiuou os lugares com a maior
allencao.
Nessa poca o Pateo nao eslava ainda bello como
boje, plantado de arvores e guarnecido de jarins
embalsamados.
Um tanto direita da porla de Tierra havia nesse
lempo um caasinho dcscnberlo e deseccado pelo sol
em um esparo duzentos pagaos pnneo mais ou me-
nos. Enlflo come^avam duaa Uleiras de arvores qae
lancavam densa sombra. A" entrada dessa roa ele-
vava-se om montculo no qual acbava-se um Rrupo
de arvores novas que tinbam os ramos mui baixos e
bem enfolliadoi. Na extremidade esteudia-se urna
vasta planicie -orneada de algumas casas.
Quando Andr acaboa de explorar o terreno, fez
signal a Jase de qoe se Ihe approxiinasse, o dis-
se-lhe :
Esla noile hei de ter urna enluevisla sobre a
qual (enhoduvidas.
Vossa excelleucia recis que a pessoa falte.lher'
Nao ; mas ao mesmo lempo que fui convidado
4 apresenlar-me aqui, recebi o bilhele que me entre-
gaste, e no qual aconsdlia-se-me cautela, tiraras
ajui at a hora em que eu voltar, examinars allen-
keiite todos os que passarem, etpreitarem, ou ae
dHalttrem, e para melbor o conseguirs podes mel-
ler-le debaixo daqoellas arvores. Quando eu apre-
senlar-me, se fdr urna mullier que vier ao meu en-
contr, nao te movers, se for um homem, armars
loa pistola, se forem dous ou mais homens, corrers
a soccorrer-me. Em lodo o ffo teja qual for a es-
Irada que me vires lomar a paaaT#li carruagem, se-
guir-me has de longe com a maior lagaridade possi-
vel, e lcara de sentiuella junto da casa em que me
vires entrar. Al brevemente.
Jos que acabava de accender um cigarro, incli-
nou-se lauraiido urna baforada de fumara, e antes
de Andr ler dado dea p.issos no Panto, onde circu-
lavam anda numerosos aasseadores, coinecou a exa-
minar o arredores.
Ha ilguma dabrura all, disse elle inveiligan-
do o grupo de arvores que havia de scrvi-lhe de ob-
servalorio^^
lendo o iWiado completamente inhabilaJo, Toi
explorar a avenida.
O maior silencio reinava dehaixn dessea tamarin-
dos misturados com os loureiros 1,1o odorferos das
Antillias, e larangeiras floridas. Debaixo den bo-
tada de foiliagen) apenas ouvla-aa o grio.eslridenie
Atiua alta magestade o imperador apoleAu, co-
ja*Jalvarao he semelhante do planeta Salomo, a
quem o tul serve de estandarte, o astro luminoso do
Armamento das testas coroadas, o sol do cu da rea-
leza, o ornamento do diadema, o esplendor dos
estandartes, insignias imperiaes, o monarcha illustrc
e liberal.
E S. M. elevado como o planeta de Salupie,
o soberano a quem o sol serve de estandarte, cu-
jo e-pleudur e magnificencia sao semelbautes aos
do ceos, o soberano sublime, o monarcha cojos exer.
das cottearachat, cujas azas seccas produzem duran-
te *o vo um rumor se mullanle ao do embate repeli-
do du dous pedacinbos de pao, e cujo cheiro infecto
mstiirava-se com o perfume exquisito que exhala-
vam os arbustos cobertos de flores.
Jos depoia de haver levado suas ivesligares
bem looge, vollou ao grupo de arvores, o qual achou
romo danles deaoceupado. Estabeleceu-se .ihi o me-
lbor que pode sem perder de vista neohuma das ave-
nidas que lerminavam na porln. Vio passarem
muilas colantes, muilos homens a cavallo e a p ;
porin todos desapparecerain seta manifestar ue-
nhuma iuteiicao. Pouco depois*nao ouvo mais
nada.
A noile que chega Uu rapidajaente nesses climas
dilosos que a gente passa do soR. trovas quasi sem
transico, Irouxo seu cortejo de estrellas, cada urna
das quaes, segando a expressao dos lilbos de Cuba,
brilha como urna la. lie verdade que elles acres-
ceulam que sua la brilha como om sol, e qae seu
sol reluz como um Armamento abrazado.
esde um momelo ninguem passava mais quan-
do ao toque de nove horas que os duzentos ou tre-
zenlos relogius da cidade deram como o echo mais
irriladnr que pode ouvir-se, urna volante parou
entrada da ra de arvores, e vollou a galope depois
que (tulla desceu urna mulher. Ao mesmo lempo
Andr appareceu porla de Tierra a p, e emboca-
do em um puncho, especie de capote quadrado que,
salva a largura, he exactamente semelhante a urna
casula de sacerdote. Aor levantara urna das pon-
as do puncho para cobrir o rosto. Adianlou-sc
pasa o grupo de arvores, onde sabia que eslava Jet,
depois parou a alguns passus alagando com a mao a
coronha de urna pistola. A mulher que vimoi des-
cer ha pouco da vulanle, drizira-se lentamente para
o ponto em que eslava Andr. Vinha cooiplota-
menle vestida de prelo, e cubera de maneira que
nao deixava ver nenhuma de suas feiraies. I.ancou
com precaucao om olhar !ein torno de si, depois fin-
gi cuiiHnuar seu camiuho, mas chegaudo a dous
passosde Andr, murmuren o uome do joven mi-
niar.
Son eu, respnn leu este dixando cahir a pona
macho.
niao a mullier rhegou-se vivamente a elle, e ti-
rando de debaixo do manto um ramalhele, dis-
se-lhe :
Comprehende, tenhor t
Andr tomou o ramalhete, e oflereceu o braco i
mensageira. Ambos entraran! na roa de arvores.
Quando Jos vio o amo a alguma distancia, saino
com precaucao do escondrijo, deilou-se por assim di-
zer de bruros, e vigou-o de long. Dua ou tres
vezes a companheira de Andr voltara a cabera jul-
gando ouvr rumor.
Que teme Vine. ? perguctou-lhe o militar.
Temo que alguem nos siga.
Nao leu ha esse receio. Se algum temerario
vier ao nosso encontr, teoho para recebe lo um bom
ponhal e duas pistolas encllenles.
O senhor arma-se assim par, ir lelicidade l
murmurou a mulher com espanto.
Porque nao ? replicou Andr. Quem sabe on-
de a felicidade nos leva t Mas lornou elle, Vmc. es-
t 1.1o embocada que posso dizer que caminho ao la-
do de um rQYSlerio 1
"Oh uo engaua-ae, senhor, e he intil aper-
tar-me assim o braco e a mao. Vossa excelleucia
semea em Ierra estril. Nlo tou a felicidade, sou
apeiias o camiuho que a. ella coado*.
i da industria ; anas he tambem aja.
de reuuiao das idus e das rellexaflf
. Os amas veeui, e por algum lem- fs aos individuos, ha cedo oo larde
(uoii) elle e-lao uceupados^ mas a iiw-
i a u liontBB jjetr
l lew i
iremos mullo.
cbaVtni
que ella nao se aprsente a todos os- visitantes intel-
ligentes e habis, que tem honrado e lionram Pars
com a soa piesenra. Esla igualdade franceza, lao
favoravel liberdade civil, nao pode, nao deve tam-
bem coociliar-se com a liberdade poltica ? em ou-
lros termos, s ha igualdade debaiso de urna aulo-
ridade absoluta f
Pedimos a lodos os observadores esclan
se lembrem duque viram em Franca desde,
1818. Havia entao em Franca urna grandtVeerda
de poltica, rujo- excessos nos mesmos temos censu-
rado muilas vezes. E havia menos igualdade'.' nao
era entilo a igualdade a le e a pralica do paiz '.' Niu-
guem cerlamenle pode negar que o comatercio e a
industria, que al ciencias e as artes se lem desen-
volvido de um modo singular depois de quarenla
anftos. Donde vera esle desenvolvmento, ecnu do
occordo da igualdadee da liberdade?- Enriqueca-
se pelo commercioe pela industria; i Ilustra va-se pela
guerra ou pelas leltras ; e logo por efleilo natural
de musas iuetiluices polticas, estas diversas supe-
rioridades, que nao deviam nada, senSo as suas ca-
pacidades, por quem o accasp do nasciroenlo ou do
uome nada linha feito, que por ccnsegainle nlo
causavam nemsacriAciosnem murmurios igu
democrtica, estas diversas superioridades acl1
seu lugar na poltica ; e ninguem cria que seu t-
lenlo ou sua glora o devesse excluir do manejo dos
negocios pblicos. Applaude-se que esles persona-
geils eminentes lenhain deixado de figurar na pri-
meira ordem ; comprehendemos muilo bem que com
o auxilio das revolucOei polticas a personalidades
mudam muilas vezes, equea face do mundo se re-
nova todos os dez anuos ; mas nao fazemos des-a-
ra pida mudaiicas de scena um assumplo de elogios
ou urna Iheura em favor da igualdade, porque uao
he a igualdade, que atribuimos estas peripecias. A
liberdade e a igualdade liuham creado de accordo
estas grandes personalidades e foi mister acabar com
a liberdade para as destruir. A igualdade, qoe era
s cusa de sua elevacjo, em nada concorreu para
a sua queda, e entre os destinos das personalidades
de outr'ora e as de boje, s ha urna nica dillerenco:
as de oulr'ora se faziam pela igualdade, como anda
se fazenijasde hojc,inas]as de oulr'ora consevam-se e
engraudeciam-se pea liberdade; e pam fazer compre-
bender bem o meu peusamento.para r.ir.er ver bem)co-
ino em lu lo istoestou inteirameule despojado de (oda
recordarlo do pas-ado, peco que se lance om rpido
olhar sobre a socedade do momento actual.
Nodelraio ; pelo contrario considero-a com urna
grande alleuco, porque he impossivel nao ver-ee,
que ueste momento se Taz urna nova socedade, e
creac.lu do urna nova suciedad^ be sempre um espec-
t.icuUi curioso e inleressaule. Esles operarios innu-
menrvaj, que lodos os dias mais se iniciara no nem
1.1818
reniunt: reniunl sepeclenlur
apeclalum
ipta.
Todo esse mundo reunido em Pars be aa.tnesino
lempa espectador a espectculo. Que pensa elle
de mis 1 Que (misamos delle 1 Duas quesloes ine-
vilaveis, que oMani. verdadeirameule fallando, a
philosophia da tposic.lo universal.
Esle povo, cutre o qual estamos, esta socedade
em que vivemos desde alguna dias, sa-dk o mundo
civilsado, qual he ella ? Qual he -aaparerdadeiro
estado ?... Oude esli os principios de vida, que fa-
zem sua forra e sua grandeza '.' Como esl ella i.io
cheia de vida e Uo poderosa depois de tantas revo-
luces'.'
A Franca veudo por sua vez a Europa represen-
tada ein Pars pelas obras e mnilo mois (inda, pe-
los enviados da industria, a Franca parece pergun-
lar : Qaal he boje o verdadeiro estado da Europa ?
Qual a dilTerenca que ha entre os povos ? Ha aiuda
liuguas dilTereulrs formas de goveruo, qye sao dis-
semelhantes ; all mais liberdade, aqui menos .mas
anda ha na verdade sociedades diuerentes na Eu-
ropa"? Nao pensara ellas, nilo vivem, n3o trabalham
todas do mesmo modo '.'
A Franca ha mais sessenta annos que lem tido
inultas vcissitodes polticas ; lem mudado seis ou
sete vezes de governo, e cada urna deslas mudan-
zas lem sido um grave alalo; mas quando se t de
parlo, a Franca h.i sessenta anuos, que s tem lido
una revolucao, a de 89, e foi esta revoluto que
fez a socedade moderna e a conserva. As oulras
revulucoes, a debrumaire 1799, a de 1811, 1815,
1830 e 1818 e mesmo a de 1851 tem sido revolures
polticas e lulo revolucej sociaes, e a revolucao de
Andr reconheccu perfeitamente o metal da voz
da mulher qua lallara-lhe na noile antecedente
na ra.
Jos seguia-os sempre em distancia andando de
rojo sobre a relva como urna vertadeira serpele.
Andr e a companheira nao tinbam trocado nina pa-
lavra desde um quarto de hora, quando o joven mi-
litar exclamou repentinamente, impacientado pela
duracao do camiuho :
Ali! oude conduz-me Ame. eulo '!
A' iiiinh i casa.
E he mui longe ainda ?
O senhor enfada-se em rainha compauhia '.'
Nao ; mas he permittido adiar o caminho'
longo... aqoem vai n felicidade. Quem he Vmc. ?
A aia da seora Antonia, a mulher mais bella
que Se teinvislo em llavana.
Dobrarata om ngulo do eaaajabo e Andr avistou
a poucos patios diaiite de si ota* casa piulada de a-
zul como o sao a mor parle das de llavaua. Na
frente havia urna ra de larangeiras, e alguns lou-
reiros floridos desenhavam um semi circulo no paleo
sombro.
He aqu disse a aia abrindo urna porlinha.
O coraran de Andr palpilava com violencia. Elle
eslava lao excitado pelo myslerioque u rodeava quan-
to preoecupado do lado galana dajveutur. Seguio
a aia depois de haver-se cerlilicaaaale que o puulial
eslava em seu lugar eat pistolas.paulara lirar-se fa-
cilmeiilc. aa
Jos arraslando-se sempre com precaarK, chegra
ao alcance das vozes da casa ; vio Andr e a com-
panheira enlr.irem, e applicou-se desde entao a exa-
minar como poderia inlroduzir-sc no interior, se o
rumor de alguma lula Ihe indicaste que havia neces-
sidade de sen soccorro. Depois que certificou-se so-
bre esse ponto, lancou a vala para o exterior da casa,
e Toi iinpressionado bem como o fra Andr pelo
aspecto sombro das paredes e pela etcurida-> das
janellas hermticamente fechadas, as quaes uo dei-
xavam adevinharque podesse existir o menor raio de
luz alraz das gelosiaa.
Jos meueou a cabeca em signal de desconfianza,
depois unia-se como urna cav/alide a um dos pilares
da porta do paleo, e applicou o ouvido aos rumores
que podiam chegar-lhe.
O silencio e a tranquilidade mais absoluta reina-
vara em torno da casa.
IV
Andr tendo a mao apoiada na de sua mysleriua
conductora, nlravessou urna especie de vestbulo
suiioi o e sombro como o exterior da casa ; mas urna
porta abrio-ie depois,e a luz de duas bugias brilbou-
jhe ao rosto. O primeiro olhar de Andr dirgio-ie
para um espclho que Ihe Ac va ironleiro, e elle re-
parou que auas feciies eslava paludas e seras.
Convtin advertir que isso nao era medo, porcm ef-
leilo de una einoro bem natural. Heceiando qoe
aia te euganasse sobre eisa pallidez, Audre sorrio,
e disse-lhe com voz tranquilla :
O caminho da felicidade he como o do co,
parece tslreito, e-carpado e dilficil.
As vezes respondeu a aia, principalmenle ues-
te paiz.
Josepha (assim cluimava-se ella) linha razao.
Havia na observaciio que ella acabava de fazer um
quadra iuleiro dos coslumes da vida ceje nial. Deve-
nios dizer atan uflander a virlude das raulbere, de
Cuba, qoe rodo n.n ha hilos da existencia interior, e
mesmo oas diiposcoes das catas coaaAra para forli-
partWaetr de dif-
ejae^i individuo se apodera do eslado. Baal8
Hija, qeaaqo nos mais JaVli
it aiTBerrre
governo lilieral e regular ; tiles fortilicaram s ms
inclinabes e at msdoulriuas. O mal linha anda
a rotiua do bem, e agjtou-se a queatao do direilo .o
trabalho do rgimen admiiiislralivo dos salarios do
mximum (los presos, coawieslas, que deslroero de
um s golpe'a liberdade o o desenvolvmento da
industria ; roas eslas Iheorias foram destruidas pelo
bom senso publico, e a igualdade ficou sendo a lei
do paii, sem por obstculo a nenhuma superiu-
dade. .
Fazemos eslas reflcxes para bem mostrar, qual
be o carcter de nossa democraria ; ella he organi-
sada pela igualdade, mas mo he opprimida, nem
diminuida pelo nivelameulo. A igualdade em Fran-
ca bem longe de exigir nenhum sacrificio da liber-
dade civil, bem longe de esmagar as personalidades
eminentes, as sustenta, as [anima coulra os ataques
dos dous extremos, conlra o falso espirilo de jerar-
cla, que ama os titulo e as distinroea nobiliarias,
conlra-o espirito de abjecao e nivelamento, que
aborrec a superioridade e o talento. Emquanto a
igualdade em Frauca for entendida e pralicada des-
la maneira inlelligenle e liberal, emquaulo drr-l
liberdade das iutelligencias e ao desenvolvmento
das capacidades ualuraes, o' logar que Ibes perlen-
cem, nossa democracia ser forte, poderosa na paz
como na guerra, porque o camponez feito proprie-
(ario, o soldado, qoe se lornou general, o operario
mauufactureiro, poderao depois de se terem eleva-
do por seu mrito, conservar o lugar que liverem
obldo, e nao haver nenhum ostracismo invrjoso,
que os puna por tut fortuua e por sua gloria.
Aqui aparece urna quesl3o sobre qae desojaramos
dier urna palavra, porque parece-nos impossivel,
ficar essa vjrlude ou ao menos
Acuidades quasi insuperaveis as, occasides de fra-
que/a. Oj
Primeiraineiile sao os aposentos abortos le lodos
os lados a lodos ventos e olhares, e se esles fossem
fechados restarlam aiuda ndiscrii.-io e ao ciume
muitos meios de exerceraua vigilancia. Os repart-
penlos sao feilos degrades como gelosias, aa portas
Hbnca se fecham, de sorte que os numerosos servos
o cada casa circulam de um quarto a oulro a qual-
quer hora, e bastara que a entrada fosse recusada
urna s vez contra o costurae a um delles para dis-
pertar desconfianzas.
Aecresce que enlre os servos deve-se sempre con-
tar dous ou Ires cscravos ptivilegiados, criam-as e
adullos de um e oulro texo que nunca separam se
da senhora, e que vvenlo sempre em seu quarlo,
cuja entrada Ibes be familiar, ou no salao assentndot
em um cauto, assislem a todas as visitas e a lodas as
conversares. as colonias pode diier-te que at ca-
sas sao de vidro,' de alio a baixo ve-se o qae nellas
se passa, e ouve-se o que nellas se diz. 'Mudar algu-
ma cousa desse despotismo interior sera indicar que
se quer obrar mal, e se urna serva ou um moleque
adiaste a resistencia do ferro I lio alraz de urna porta
que tenlasse abrir, immediatamenle lodos os servos
mariam reunidos, tendo o olho applicadu s fondas
da gelosia e o ouvido aliento.
Nessas condicoes de vida publica mesmo em iua
alcova, asmulheies das colonias uao smente nao po-
dem encontrar debaixo de seo tecto occasides de fra-
queza ; mas sao tambem garantidas contra toda a
conversarlo qae poderia compromeller sua honra,
salva a liberdade das palavras que sobretodo as co-
lonias hspanholas sao porraitlidas ua melbor soce-
dade.
Para que urna mulher possa infringir eslas leis de
vigilancia domestica quedeixara os maridos tranquil-
los, he preciso que menoscabe inleiramenle a decen-
cia, e acceile ser objeclo dos molejos da suciedade
colonial, socedade rigorosa apezar da extrema li-
cenca que as vezes atcela. Ella g isla pouco de ser
burlada, amostra a maior aiilipalha a lodos aquel-
es que parecein desprezar a boa reputarlo. Em
nenbiiiii paiz ha mais indulgencia para ai Traquezas,
e mismo para com os vicios, ruin tanto que nao se
faca delles ostentaran.
Rela ai mulheres um recurso supremo e perigo-
so, mas que raras vezes Ibes falla para escapirem
aos escrpulos do interior domestico. Esse recurso
he a prolecrao criminosa da aia, ou da eicrava pre-
dilecta criada Cornelias emaua inliinilade, cumula-
da de seus beneficios, e mais escrava pela dedicarlo
e pela allVirlo, do que pela lei. Todos os desfalle-
cimenlos de virlude rus colonias tem-se ellcluado
alraz de um desses dout mallos.
lie leva ler vivido na socedade colonial para com-
prebender bem que esses dous entes nao obrara as-
sim por corrupcao nem por inleresse, mas por dedi-
caco. Ajudando urna mulher a perder-se julgam
seriamente salva-la do escndalo que provocara
qualquer outra linha de conduela.
Era assim qoe Josefa fura imlozidaafazer-se men-
sageira complacenle da marqueta Anlonia Daguilla
para com Andr de Laverdant, e a emprestar sua
estancia (pequea habitarlo; que receben da mu-
nificencia da ama para a primeira entrevista. Con-
vm que o leitor corupreheiida que dcscrevemos aqui
coslumes excepcionaes, e que devenios considerara
socedade colonial debaixo de lodas as facei pondo
em scena linto fallas como virtudes, e desprezando
as personageni a os episodios que nos repugnara
Perier e Mr. LafQtte como banqoeiros : lge. Gao-
neron e Mr. Hartmae, como manufacturaba* (po-
deria nomear oulros moitoi) liuham que dizer so-
bre os negocios pblicos. Nao posto crer qoe nos-
sos banqueiros, uostot capitalistas e ooitos manufac-
lureiros de boje nao tenliam Iambem palavra til
para dizer, e islo em seu proprio inlerista a, se a
quizerem tambem, por vaidade.
Urna democracia bem organisada, onde o ia
de nao vai ter ao nivelamento, urna seciedaai
dada sobre a experiencia mesmo do mal, qat tendo
apparecido muilas vezes, tem sido oulras laajtas ve-
zes obrigada a eiicerrar-se nos limites da polilica,
sera poder jamis abalar a sociedades orna facifi-
dade admiravel de recobrar a vida a restabelecer-ee
de suas quedas, facilidade, que a Franca lem ao mais
alio grao, o de que abusa, por qae todos os dez ea
qainze anuos a Franca se arremeta aos pernos, pa-
ra ver como se sabe depoii delles i forcj de 'Valor e
de aclividade ; eis-aqui os (reos priactaaet que a
Franca leve de deixar no espirito debata hospedes.
Agora que idea faz a Franca
cordac.lo conservara ella da
Que coodusao tirar della ?
Crelos que nao nos engaaaa
aigoeto Totee transportado |
universal, sem saber antecipa
las maravilhas da arle foram Irazida
paizet dinerenles, deixando-tal
ca dos objectoi expostos, poderia <
posirao dts obras da mesma uarao,
at obras da industria europea de ama i outra
Qhe re-
iversal ?
podesa-
Ausiria, da
os olhos dos
o de fabricar,
cos pouco mait
nuineulo, e-lar,* vaiilageiis, e talvez nos defeilos da civili-
sa;ao, esles capitalistas de ludas as graduarde-, qoe
fazem circular constantemente, sena cnpitaes era lo
aaaaa valeres iitdustriaes, esla preponderancia, que
cresce lodos os (lias da riqueza mobiliaria tobre a ri-
queza immobiliaria, esses campotiezes, que lornam-
se rendeiros, ou que aules depoe na renda suas eco-
nomas^- que nao asempregarao,talvez ouis na trra,
Jodo esle movimenlo e esla eflervesceuciajde negocl-
que urna socedade uova se forma e se produz, e por
os annunciam nossa parle estamos persuadidos de que
ha um de sen volv mcnlo de aclividade cornmercial e
indus tral,que tornara iiyiulil ainda-por algum lempo
lodo oulro genero de aclividadaJf, negocios pri-
vados desviam-se dos negociofl Utos ea vida po-
lilica he um superfino incomamm para os principi-
antes da vida industrial. Enlre lano ha um mo-
mento, em que dous movis poderosos recouduzirao
ot innumeraveis capitalistas de nossos diasas prebe-
cupardes ou ao gosto da vida publica. Esles dous
movis sao o inleresse e a vtidade: o inleresse, que
faz comprebender as graudes fortunas, que ellas de-
pender da boa direcrao dos negocios pblicos ; a
vaidade que faz crer aos ricoi e aos fiuauceiros, que
devem ler um lugar na pralica das in-liluicdes po-
lticas.
A nova socedade, que cresce e se enriquece, ira
gradualmente longe, mas por mais longe que v,
chegar a um ponto, onde desejari parar, consoli-
dar-se, organisar-se, regular ella mesmo alguma
cousa o seu destino, e he uesse dia que ella lera de
occopar-se do problema, que a Franca tinha resol-
lido durante quarenla annos. Que lugar se deve
dar licerdade poltica .' ou aules para exprimir o
problema debaixo de sua formula menos inquieta-
dora : De que maneira a socedade cornmercial e
industrial participara da marcha dos negocios p-
blicos aV> regulamenlo do seu deslino ? Em nosso
anlrgo rgimen, |que doroo quarenla anuos, Mr.
Iremidade da Europa. Ot I
zer a diflerenra entre ai
Prussia, da Francia e da
experimentados, he o me
he o mesma arte, he o mesmo)
ou menos elegancia. O que diga das poresjianss, di-
rei tambem dos oulros producios da iodoilria eu-
ropea. A superioridade he agora a nica diferenea.
eotre o fabrico dos diversos paizes, tala differeoea.
nao he visivel sendo aos '" ij llyaliii ; os'olhoa
do vulgo so veem o seinelhanc,a ; fado'do carcter
uniforme da industria.
O espectculo que oflerece a exposicao das bellas
arles tem o mesmo carcter ; os homens da a/te po-
dem lalvez distinguir as diflerencas do paiz; ea ama-
dores ordinarios nao podem distinguir sanio ai df-
ferenras de escolas e de individuos. Toda a Eoropa
piula e esculpe boje do mesmo modo, como fia, le-
ce, forja, fabrica e edifica do metmo modo. Ha Bo-
rnes das arles euroojas, nao ha mais paizes. A ara
dade da Europa no circulo das arles e da indattra,
como no circulo dos coslumes odas deas, lia bale
um ficto consumado, tus podem queixar-sa dette
fado; oulros podem felicilar-se. Pucu importa, nao
depende de ninguem eximir-se' dat coosequeocias
boas ou ms desle fado. .
A que (levemos esla umdade industrial e cornmer-
cial da Europa '.' Que eonclutti devemee tirar del-
la Taes sao as doas quesloes, tobre as quaes pedi-
mos licenja para diser algumas palavras.
Porece-nosque a paz be a causa primaria e prin-
cipal da undade coanmercial e industrial da Europa.
Nao queremos deicoohecer os serviros que a guerra
presta militas vezes unidade das nacoes. A
guerra approxima as na^Oefae um modo cruel a
doro ; todava as aproxima, e oeste momela te-
mos diante dos nossos olhos um grande e cariara ex-
eraplo.
A guerra do Orieule esl em caminho de aproxi-
mar, urnas das oulras, as populacwes do Oriente*e
do Occidente. Dizem qae a guerra lem por fim unir
a Turqua i confederarlo dos estados europeas-; o
fim esl conseguido desde ja e pela guerra mesmo ,
porque, acontec o que for de boje em diante, e
qualquer que seja a paz, que te faca, a Turqua et-
li Uo envolvida ua Europa, lo arraslada no movi-
menlo europeu, que desafio-a |>ara que se separe
della daqui para o futuro e rolle para o sea J
ment. A guerra, como se v, presla unidad
incoes serviros inconleileveis ; mas so
para fazer a unidade, he tmenle a paz qu
e consolida. Com a paz de qairenta auno, o
Ise lem multiplicado de tjdvftorle enlre as nec&et, os
loslumes eas ideas se lenataproiimado e confundido,
a industria o o commerciose lem unido laoeslreila-
mentede urna a outra extremidade da Europa, que
ha presentemente mais semellianc,.! e eonformidade
enlre um Allemo e um Inglez, eolre um Franeez e
um Russo (salvo a guerra de boje do que havia ou-
lr'ora enlre um l.orreno e uro ascao, eolre um Nor-
mando e um Provencal.
(od^ftdmiravel; a unidade da Europa veio da
paz, eTTOnidadc por li mesma serve para eotreter
apresenlar uo Iheatro da socedade europea. Demas
advirto que a marqueza Daguilla nao linha oulro
Am nem oulro pensaiuenln, ao menos nao osconfes-
sava a si mesma, senito acolher em tegredo om ho-
mem a quem o ciume excessivo do marquez nao Ihe
Foi esle o meio que Andr achou mais eloqoente
Dar dizer a Anlonia.
Acho-le bella como um sonbo.
promeltido um aojo.
he moilo melbor.
TMtfm-me
encontr una mulher, o qae
permit ia abrir os saldes do rico palacio da cata Ue O silencio de Aodr amcicav lornnr-sc ameaca-
l'Obispo. J'eccava ainda smenle por coriosidade. i dor para Anlonia. Elle o tenlio^a no fim' de alga
A marqueza Daguilla viva cora efleilo como re- instantes, disse-lhe :
clusa em llavana; passeios, bailes uai tormoMieo, gue po0 faler, senhora. pata meracer lodi
colicortos msicos, espectculos, ludo Ihe era recusa-
do, e pira essa sociedade lao brilhanle Anlonia era
urna perola perdida no luxo esplendido de um pala-
cio, cuj.s portas de'mirmore jamis se liuham aber-
to (Imito de om homem.
Os maridos em Uavana sao igualmente sujeilora
esses dous exiremos: dao as mulheres urna liberda-
de excessiva, ou condemnam-nai por ciume aoi ri-
gores da solidan. .
Josepha deixou Andr no logar em que o vimos
ha pouco, e enlroi em urna siria visinha qae eslav
Iluminada emoblliada com assein, roas com modes-
tia ; todava conhecia-se que fora adornada a presta
e evidentemente para a circumstancia. Urna bella
esleir de junco fiuo cobria o assnalho, e no meio es-
lava suspen-a urna maca eufeilada de peanas das co-
fres mais magnificas.
Nessa maca liudamente embalada acbava-se urna
mullier moca e pensativa contemplando as espiraes
azues do Tu rao de o raa cigarrilha que seos labios lan-
cavam ao ar. Oovindo a aia entrar, a mulher saltn
vivamente abaixo da maca, lancou em um pequeo
brazeiro enllocado sobre um niovel ao seu lado a ci-
garrilha meio consumida, e pergunlou :
Josepha, elle veio ?
I.lle esl aqui, respondeu a aia.
Faze-o entrar.
Dizendo isto, Antonia procurou em urna (ufara
um refuaio para sua indolencia e sua craca crioolas.
Josepha chamou Andr e ficou em podame da
porla, a qual lornou a fechar cuidadosamenle.
A' chegada de Andr Antonia levaulnu-se corando
de pejo e de einocao. e disse :
Eutrc, tenhor ravalleiro.
Depois fornou a asseular-sc, e accrescenloa diri-
giudo- l-'ica comnosco, Josepha.
Andr mais respeiloso e mais tmido
tendera ser, chegou-se a Anlonia, beij<
ciosamente a mao, e assenlou-se na bu
sephaapresentou-lhe. Os mais oosados ...
dores de corac,des leriam experimentado em presen-
ta da marqueza os mesmos senlimentoa que domina-
vam Andr.
Com efllto, Antonia tinha urna belleza qoe infun-
da respeilo, cousa rara enlre as Havauetis; aeu
olhar inspirava obediencia, e seu aspecto era i
no-,i : das araras da mullier smente descobri,
nella n segunda prova.
Como todas as Hspanholas desle .paiz, era
talara mediana. Tinha a tez baca, mas a vida
culava debaixo desse alvo epidemia com eaaapan
rico e generoso. Seus olhos erara como duas for
Ibas; ella os linha grandes como a bocea, a qaal
era das mais mimosas. Seas ps eram pequeos,
suas mos anda menores, os bracos redondos, mas
musculosos, as espaduas gordas e roliras, E ludo
isso era animado por um nao sei que sem nome em
nenhuma lingoa, nem mesmo na do amor, um ojo
sel que em virlude do qual o homem Ac pasmado
dianie de tal mulher e laoca-se-lhe aoi pes-
que pre-
tlen-
Jo-
oitla-
. pata meracer lodas
s bondades cora que V. Exc. me liona. ^^^
Anlonia pareceu fazer um esforen sobre si i
e respondeu com voz evidentemente altera
emocao:
Eu sube que o senhor eavalleiro i
o desejo de agradecer-me a hospedasen! que
no meu palacio no dia em qae foi ferdi
Era a senhora! exclamou Andr envolvea^H
com o olbar.
Eu mesma! E como mo me era possivel rer
vossa senhoria em llavana, oblive de ininlia boa
aia que me emprestaste esta casa para aceitar nella
os agradecimculnsque o senhur desejava dar-me por
urna icrao lao simples.
Audr lornou apaixona laiuele ama das mos de
Antonia, e levon-a aos labios.
Oh .' senhor eavalleiro, disse a marqueta ti-
rando a nica rosa que adornava-lhe ot cabellos ne-
gros; guarde itlo em lembranca minha e desle dia...
As Havanezas.bem como todas as Hspanholas da
America, dao um preco extremo a dadiva da flor que
Irazem nos cabellos. I.embro-me de qoe am mea
amigo prestara em Franca serviros mu serios ae ge-
neral Rosas, dictador de Buenos Ayres. I'm oflicial
da marinha franceza janlando am dia em casa do
general leve occasiao de fallar desse amigo e de teot
servidos. Manuelta filha db dictador deaprendeo a
rosa que enfeitava-lhe a cabeca, e voltaodo-te para
o oflicial :
Vossa senhoria parle amanhSa para Franca ;
quando.la chegar entregue esta flor ao Sr. X... e di-
ga-lbe quaulo Ihe sou reconliecida pela iua dedica-
cao a meu pai.
A convertirn enlre Andr e Antonia, com quan-
to se resentiste um pouco da excenlricidade de seu
encontr, todava conservou-se nos limites da de-
cencia ; fui o que leria sido no proprio ttlSo do pa-
lacio da caia de Obispo.
E quando tornarei a v-la, senhora ? pergun-
lou Andr disaondo-se a deixar Anlonia por ordem
dt ait.
Josepha Ihe dir' amanhaa na igreja onde vos-
ta'senhoria dever ir ts nove horas.
Sepa rara m-ae.
Ojoveu militar seguio a Josepha, a qual fechan
portas com precaucao. Cbegando a que dava pa-
o pateo, enlreibrio-a com extremo cuidado, e
lepoit de ter ettendido a cabeca para fra afim de
rer e escular, disse em voz barxa:
" Veoha, tenhor eavalleiro.
Cunduzio Andr durante alguns pastos, e ladieou-
be a es toada que devia lomar para ganhar a avenida
AjAajBleTierra. Dobraodo o ngulo do muro
que cercara o pateo da casa, Andr enxergoa as
trevas om homem qoe disfarcav.i-se a Ul ponto qua
desapparertt quasi entre as pedras.
Era Jos..Andr reconhecea-o perfeitamente. A
velha aia deixou I.averdaul pira vallar; o Indio ru-
nio-se ao amo.
(CoiittrtKir-sa-aa.)

I






2
=
OIMIOOE PEWmWCD SEXTA FEIM 16 OE NOVEMBRO 03 1855

apaz. t unidade he ao mesmo lempo cansa o effei-
to. Col no, coni lima semelhanlf uaiao doscoslumes.
de idis, das arles, da industria, qoando cada um
tem ne:.>>sidade do seo prximo, a senle que Un ne
eaetidade delle, quandoo vapor abrevia todas as dis-
tancias, qoando a circularlo rpida dos viajantes
deelro<: todos o* prrjuitos e acaba com todos os odios
meternos, cerno a guerra seria pouivel por muilo
lempo na Europa.
Diste 'toe a guerra lia boa enlre povos, que nSo
se coiihrcem anda bailante ; ella abata as barrenas,
dastroe os obstculos', mas he mi entra povos ja uni-
da* aproximados : ella quehra os lacos, que sclem
formado, reoova os odios qufjp tem acalmado. O
inaiorni.il da guerra enlre povos civiliados lie des-
. Iruir i anidada da civilizarlo o separar pela bau-
deira aquellos que estilo unidos por oulros lacos so-
ciae, pela industria, pelo commercio, pelai arles,
pelo* costantes.
Porventaraquer islo dizer que temos em vista a
uoidadu absoluta da Europa, e qucrimos abolir a
dilVereuc,a "los estados e das nacionalidades '.' Dos
na permuta o que amamos na unidade commer-
cial e industrial da Europa, he dispensar-nos ella
precisa i,ente da unidade poltica, he respeilar el-
la a independencia dosdiversos estados, grandes ou
pequenc-s. Por minha parte, teulio sido sempre mui-
|U oDpmtn a essas grandes Iheorias da unidade da
Enroja e da ecnlralisaciio das naccs cvilisedas.
Amo o pequeuos estados ; amo enes grupos naclo-
liaes, amia o individuo parece tanto menos pequeo,
quanto o estado he menor. Nao sinlio-me disposlo a
Klorilic.il-me no engrandecimenlo do todo ; estou
ja muilo salisteilo de achar-nie o trigsimo segundo
toillionjsimo de ama grande confederarlo 'de io-
tneus> nao tenlio desejo de vr a ser ,m centesimo
vigeajmn millionesirao. l'or ventura os ros se en-
soberbecen! por terem urna grande cifra, que os
preceda.* Applattdem-se elles, quandosao mais no-
meroaas Naosei. Pelo queme diz respeilo, nao
leoho esta ambcao. A anidada poltica da Europa
nada tein qne me tente ; porque seria a abolido da
independencia de inuilos estados : seria a sujeiran
du Europa ao dominio da Inglaterra, da Russia, ou
mesmo. sa quierem, da Franca. Que ganhariamos
com Uto ? mais facilidade as commuicaces do
commercio da industria ? maii Uros enlre nosjos
visinhon a ufe? mais conformidade de costumes a da
ideas"! Haocerlnmenle : a paz nos deu a unidade
da Europa e a nojdade da Europa nos tem dado to.
^acabamos de enumerar, em exi-
Bajao o sacrilicio de sua indepen-
jbj-aqui de que nos devenios ap-
l;fl*Jf*Hpniais longe, senao na mesma
(Meando e augmentando lodos os dias
que nos unem a nossos visinhos, sem
r, tien iropor'a ninguem uossa preponderan-
la oflrer Iffo pouco a de ptssoa alguma de-
baiid do homo de unidade da Europa'. Temos da
unidade da Europa ludo quanto ella tem de lioni a
real ; o mais he questao de formula ou de vtidade
canquis Lidora. t -
A Alliimanlia 'pede deste lado servir de licao e de
exerapb Eurepo ; a-AUcinanhaha sessenta anhos
tem em mira a unidade e tem razao,porque era o paiz
da Europa o mais dividido e o mais relalhado. O
zollwaruin Ihe den a unidade commercial e indus-
trial; pode dar-lhc a unilorinidade da moeda a dos
pesos a medidas, e>etrao a uniformjdade das leis ci-
vis. Sao estas os verdadeiros bena da unidade. En-
treuic cm1848, a Allemanlia, em um momento
deeflrvescencia.quiz chegar a unidade poltica ;
nao o | de ; cata unidade absoluta, bella e grande
em torera, pereceo, vista de perto, oppressora e
contraria, aos sen limemos nacionaes das diversas
partas da Allemanha. A unidade poltica foi repu-
diada cuino nm jugo incoinmodo e olTensivo ; a Al-
lemaolu veio procurar no aperfeicoamento do sen
zollwere n a unidade commercial e civil que 1 he lie
sufncienle.
Htrc exemplo mais perlo de us : comeraodo a
deiuocm<:ia franceza, temos louvado seu amor pela
igualdad:, que, grecas a Dos, nao ehega ao nivela-
mento. Esta unidade commercial e industrial da
Europa, que tespeila a independencia poltica dos
diversos estados, parece-se poni poi ponlocom esta
ignaldale francesa, qoe reapeila o livre desenvolv-
mente das capacidades individuaes. O que faz a
prosperidade da tociedode franceza, o que faz qna
esta sociedado repare promplamente' os golpes, qua
recabe oj vibra, lie que o individuo tem ah o uso
da teda a san forca para s elevar, sem to/ nenham
recio de creer em seo provete um privilegio, que
posea diler o vo de oulro, he que finalmente a li-
uerdade eiti, na onlem civil.de accordo com a igual-
dado. O que faz tambem a prosperidade da Enropa,
ha que cada estado ah desenvolva livremeote seu
commercio e sua industria, sem que esse desenvol-
v meu te espontaneo prejadique essj conformidade
dasartlne das manufacturas, que he alai do seclo,
le que ninguem impoe a que todos aceilam.
Estas leis geraese qoasiinsiinclivas, qoe ninguem
impoe i) que todos aceilam, sao as grandes leis da
humauilade ; (Juera impoe portante em Franca a
igualdad* Niaguem Todos as aceilam, por que
ella molla do estado mesmo da socedade. Qaem
>ofc na Europa, on que estado na Europa pode ga-
eir-sec>ter creada esta uuidade commercial e in-
estrial ? Ningue'm A igualdad em Franca se
pratica s, ssm qne ninguem posta arrogar
I honra de a proteger. A unidade da Europa sa
timben) uos limites, que a razao e a nalurexa
milis llie prescrevaj^ sem que ningoera tj
linea ter a honra de trahalliar para ella o
preponderancia. Aprecio essas leis, que se fa-
urna especie de eonsenlimento, senao ria
enragio universal, qoe nao sao obedecidas por
constraugurianlo, mas que eneonlram por teda a
parta una adhesao espontanea, qoe (ioalmense sao
le, con o sao as da nalurexa, que o homem des-
cobre o reconhece, mas que s Dos as fej, e Deas
aas sustenta pela obediencia instinclivafecou-as
na ordeio material, pela obediencia inslinem lam-
be da interesses e nelina{oej humanastoa ordem
moral, Tenho fe ua igualdad, lal como a enlende
e a pratica a socedade franceza, e tambera tenho/
na aailnde, tal como a entende e a pratica a Euro-
pa; mus desconfiare! bastante da igoaldade em
Franca e da uuidade na Europa no dia em que
se qom.-r auxiliar, a igualdade com regulemen-
tos o i unidade com a diplomacia ou com a
guerra t
___________________ (Mem.)
HIERIOR.
X>B CSPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERMAJIBUCO
PARA'.
i de novembro.
Tantas, e lile eilraordinarias couzinhas, tem llo-
vido piresia boa Ierra, depois da minha ultima, qne
tetes',, contar-llie todas, nein dous nmeros do
seu intoressanle jornal serao saflicientes, se dellss
excloii ament se quizessem oceupar as toas colum-
nas; mas neni o pouco lempo, que me resta de mi-
abas oaaipaces, me chega para sso, nem desejo
cansar os seos leitores com estirados artigo*, como
faz o met collega, qoe, muilo baxlnho para que
elle nao ouca, nofim da historia nada tem dito, que
valha ii pena, porque ludo he invento de sua ima-
ginaci), posto que elle chame pilheriaB; teja co-
xido, ou seja assado, o eollega o que faz he escrever
rnsiilo, (porque Ihe sobeja o lempo) e nada (he con-
tar do que por aqu va. Eu porm, que nao o que-
ro imi ar, s Ihe escreverei quanto for preciso para
noticia '-Ihe algumas das mais nolaveis occoarencias,
e sam mais prembulo ou exordio ahi vio.
. O amigo caKutatico, que o Dr. Pierreleva de
Maranliiio, e o meu collagacorresiiondenle, qaeiem
por forca, que seja mea patricio, dando-lhe orlgem
uasmnr^disdo Amazonas, anda por esta capital
audaiasscaudo, posto queja nao com muilo ruim
caladc ri; parece que a capital Toi o bajar, que mais
Ihe at;radou, pois que leudo percorrimi toda a pro-
vinci;i, em nenliuma parle se demorou taulo como
aqu. He verdude qne aislo nada vejo de extraor-
dinario, porque o matlo quando vem cidade tica
lo encantado das sois bellezas, qoe nunca mais:
quer vallar para o mato, assim como faz o provincia-
no quando va a corte; e alem disso sendo o tal
amigo oiiaa|o do serUo, deve ter as mesraas i
nicesllRottos que os caboclos ; ora eslt
roados da juruhita, e por isso tambem
ve-o *r, e como na capital bonve lauta
que at pelas reparlices publicas hirva
e o bol sexo tomsva por sua conta e
la qus enlava no seu parreiral, e eniao aqu eslaba-
leceu o seu domicilio.
Dina-ase am amigo meu, medico, qna nunca en-
controu'nos seas livros tanta variedade de choleras,
como as que se tem apresentado agora; so o Dr.
Pierreleva admtte cinco por sua cunta e risco, o
Dr. Cantillo val mais adenle, diz, que ha doze; o
Dr. Barata, aflirma que he o azialico, desenvolvido
no Para, eo Dr. Malcher para nao dardo todo o seu
braco a torcer tem impingado (aos que nao laem o
Jornal do Commircia) que os mdicos do Rio de
Janeiro pensio, que he o cholera espordico impor-
tado do Para. Que injustica que elle fax aos mdi-
cos do Rio.....
A fallar-lhe a verdade anda ninguem sabe ao cer-
ta, qual he a molestia que (anlos militares de vcti-
mas tem feilo no Brasil ; nao se sabe, se he o calas-
f-lalico do Dr. Pierreleve, so o asitico parense do
Dr. Karala, se o parense imporlfdo como diz o
Dr. Malcher, ou se o espordico como quer o Ga-
millo.
Seja o que for, urna cousamc parecen singolar,
quando oovi dizer, que era o cholera espordico
desenvolvido cutre nos em consoquenca das cheias
do Amazonas, e foi que sendo esta a causa do sen
desenvolvinienlo, fosse a capital o prmeiro lugar,
que senlio os seus estragos, e que s um mez depois
fossem elles se manifestar as cidades e villas, que
estad as roargens daquelle rio. Iloje porm esta
desvanecida a minha admirarlo com as esplicaces,
qoe me deu um entendido na malcra, a qual he que
o menino assim que nasceu veio engeilado.e aqu foi
que se desmaman, cresceu, e chegou idade viril,
em que comecon a mostrar para qnanlo servia, e qna
depois diste foi que quiz visitar a sua Ierra natal,
e enlao por I fez o seu gyro.
Esta explicado parece plausivel, nao acha '.' que
resDOjaaJau os Drs. Malcher, Camllo, e Pierreleve,
daTrnc. e tem razflo, porque nem Vmc Beta es-
te seu eriadinho estamos Iniciados nos segredos de
Hipcrates, lii se avenhao os que o eslito.
No dia 15 do passado, aqui aparten o Guanabara
Irazendo a sea bordo o Exm. Sr. eonselheiro Sebas-
tiao do Reg Barros, moito digno presidente desla
proMiiciat A curia do Moraes logo que ouvio o ti-
ro na fortaleza da barra, annuncando que era o va-
por, meteu-se em grvala lavada, e corren presuro-
sa para a ponte da alfandega, e mal'fundeou o va-
por, encarapltaram-se todos no escaler do Juca,
guarda mor, e apresentaram-se bordo a curopri-
mentar S. Exc. mas o Sr. Reg Barros qoe he
fino c perspicaz nao deixou as bichas pegarem, por-
que logo conhecen, que aquillo era sangra em saude
para atenuai- as impresses.que Ihe caasariam os bel-
los feitos do Dr. Moraes, praticados nos seus glorio-
saMriiila dias, e sem dar a menor importancia aos
unialados ciimpriinentos, tem continuado a fazer
urna alininistracao juslicera e mparcial.com a qual
tem remediado as injosticas c desvarios do Dr. Mo-
raes, ja dinillindo bem do servico publico o pr-
meiro supplenle do sub-delegado do -i." dislriclo,
crea tura do Dr. Moraes, e ja resliluudo as comar-
cas de (".amela, e Maraj os seus antigos promotores,
que tende sido nomeados por elle, oDr. Moraes leve
a falta de delicadeza de os mudar, etc. etc.
O dignissimo Lelpo tambem qtiiz fazer-se Ignez
de Hurla, porem elle cortou-lhe os herpes. Eis o
caso: Leiao era director da instrucean publica, e
obtendoa nomearao de juz de direilo da comarca
de Maraj, leve de ser demillido daqnelle lagar.
Eotao o Sr. llego Barros niamlou', que a directora
passasse interinamente ao professor mais anligo do
liceo, que he o de lalim; mas o bom do mea l.eilao,
pensando que sebo he gordura,quiz Iludir i S. Exc.
pastando a directora ao Joao Diogo, lente de Klielo-
rica, seu pareule, e decidido correligionario polti-
co. U Sr. Reg Barros logo que soube, mandou,
que as suas ordens fossem cumpridas, e o l.eilao nao
leve remedio suao olieilecer,licando mamado o Jo.lo
Diogo, a quem boje cliamao os capotes, director ufe
um da, por ser este o lempo quo exerceu aquello
em prego.
O l.eilao alinou com a consa, e andava por Naza-
reih dixendo a Dos e a lodo o mundo, que se assim
procedeu, foi porqupsendo o professor de latim ja
aposentado, e estando leccionando com urna gralifi-
c.-.c.lo, na conformidade de urna lei provincial, en-
tenda, que nio fazia parle da cougregajJo; E en-
tilo que Ihe parece esta razdo '.' he de aospecada on-
de cabo de esquadra'.' Us meninos do trem dizem,
que o l.eitao eslava brincando, quando passou a di -
rectora ao Joao Diouo, mas que o Sr. Rogo (Barros
nao costando de brincadeiras, quando se trata do
servico publico, foi serio.
A proposito do l.eilao. (.litando elle aqni chegou,
fugindode medo do Paran, desembarcou sobradan-
do um graude canudo, dentro do qual, dizia, que
vinha o decreto de sua nomearao de joiz de direilo;
mas na occasio de abri-Io para mostrar o decrete
aos amigos, oh! dor!,.. qual nao foi a sua sorpreza
e a dos amigos vendo-o vazio ; o a melhor evasiva,
que achou, foi enalbar, que o Paran', aquelle
mesmo queonmedroiifoM.lhe havia prometlido orna
comarca, e que elle havia recusado, porque s Ihe
fazia conla urna das duas, on a desta capital, on a
ueSanlarem; mas algutu gaialos a isto davam-lhe
com oS'ondum malura tie tinhio razao, porque
allimamenle veio a noticia de estar elle despachad
para a comarca de Maraj, e sem mus reflexoes ac-
ceilou-a com ambas as maos, logo no dia seguidle
foi prestar juramento para cerlificar-se da verdade,
pois aluda suppunha que era illusiio; e em couclu-
so ah esta o dignissimo l.eilao.
l'ott magnas, lanlaigue tabocas
feto juiz de direilo de Maraj, e tito contente que
nao cabe em ai.
~ Joao Paes, que eslava no commando superior da
guarda nacional, substituindo o liarao de Jagoarary,
licou eoxofrado por ter este Jomado conla do seu
lugar antes de acabar-se a licenca de seis mezes
que obleve. O motivo porqqe assim procedeu o ba-
rao nao sci com certeza, mas ouco dizer que elle es-
la muilo desgostoso com algumas nomeacoes de of-
ficiaes, felas pelo Dr. Moraes, as quaes fecahiram
em pesaoas que nao eslavam habilitadas, trejoe Ihe
posso aflirmar he que elle ja pedio a sua demiss.lo
de commandante superior, mas nao foi attendido
por S. M.
Se bem me lembro, em urna das minlias paseadas
mlssivas, disse-lhe, e se nao disse-lhedgo-lhe ago-
ra que a salinlia, que devia ser aberta no dia 15
de agosto, como he coslume, foi adiada para 15
de outuhru em conseqoencia do mea patricio
calailalico estar nuquelle lempo de muilo mo
humor e por cerloa qui pro quos, que s o Dr.
Moraes e os do seu peilo Ihe poderao contar, foi de
novo adiada para o dia lt> do mesmo mez, em que
etim elfeilo foi inilallada pilo Exm. Sr. Reg Bar-
res, e hojeest trabalhando, posto que con muila ir-
reguljridade, pois que se um dia ha sessao dous e
tres nao ha.
O Dr. Moraes e os seas amigos lera deshancado..,
desesperados por nio ler elle sido o presidente da
tanha o anno passado, tem imaginad^ todos os
meios para rehaver o prestigio perdido do seu pap,
pois a tanto julgam elles importar a derrota qoe sof-
freram, e nesle proposito nao tem poupado fadigas,
ncommodos, intrigas, escndalos e al immoralida-
des para couseguirem o seu lim, de enllocar o Ma-
raes na presideucia, e o mais he que a isso chega-
ro, se por toda a seeaao, ou se por alguus dias so-
ineule, lie cousa que s o tempo mostrara, e per is-
so reservo-me para outra occasiao .dizer-lh'u, por
agora conlar-lhe-hci apenas a maneira por que o
sentara ni na cadeira presidencial.
No dia li da oulubro, em que devia ter logar a
sessao preparatorio apresentou-se o Dr. Moraes com
10 couipanliciros d'armas, sendo do anno passado
cujos coros estao crivados de cicatrizes, e os pe tos
cobertos de medallias tfhoimeur pelo valor que'mos-
traran) contra 18 adversarios (mas que la generosos
eram que so eslavam na defensiva, e nunca alaca-
Vitm, pela desigualdade de (orces) e um qne por
coinpaixdo on por descrean abandouon as iileras
era que prajneiro militara, para r alislar-sc as ciin-
tranasf ilo obstante ter proclamado alto e bom som
que era goauir de sote costados ; mas em ihn sso
nao vem ao caso, porque o hoiueui he feto de car-
ue e osso, e por terca se ha de dobrar, uiormeule
quando o subein levar pela maciola, para e que o
Moraes com as suas meluriat, e o Tilo com os seas
vrot lem roato gelo.
moa adianle.
ao Ihe ia contando : o dia i 1 de oulubro
nlo-se o pap Moraes com os seus 10 grana-
(nao faca caso de eu dar este nome ao Tito,
obelante ser elle peqneninn s 8horas da ma-
na talinha, e aproveilaodo a ausencia dos (re-
putados da verdadeira maioria, qne por eslsrem no
Sirio de Nosta Senhora de Nazareth, e porque o re-
giment manda, que a sessao preparatoria seja t
10 horas, nao se acharara prsenles (Jo cedo como
ellee; arnoveilande digo, a ausencia daquellee,
I mandaram chamar 4 snpplenles seus correligiona-
rios e juramentaran)-nns sem ler precedido convo-
caeao feila pelo presidente da provincia, e sera a-
presenlarem diplomas expedidos pela cmara munici-
pal, como recommenda o regimeuto, e desla terroa
constituidos em maioria, interpretaran) o regmeqte
a aeu bel praxer, e nomearam nova mesa cranosla
da maneira seguinle: -Moraes, presidente-llama e
Silva, prmeiro secretario e Tito leguudo secre-
'arocoulra todos os precedentes du casa, que lem
sido servir no segundo anno da legislatura a mesma
mesa do prmeiro, e contra as delermnaces expres-
sas do regiment, que wanrfam servir de presiden-
te e secretan-} os mesmos i/ue serciram no anuo
antecedente e quando os oulros depulndos che-
gacam, e quizeram discutir a legalidada com que
foram admillidos os ditos qualro supplentes, inet-
leram-lhes a rolha, naoquerendo o Dr. MoraesTlar
andamenlo a um requerimeulo, que nesle sentido
foi foito, e nao dando elle provmento ao recurso
desla decisao para a casa, volando em causa propria
is mesmos qualro supplentes.
Anda n3o be ludo, protelaram a entrada do Dr.
Sales, depulado proprielario. por espaco de qualro
dias, s para nao sabir um dos supplentes.
Aimla mais, tenho ouvido dizer que mandaram
dar urna denuncia na Viga contra o depulado Jos
Eslevo para ser preso, e nao vir tomar assenlo este
anno, n3o sei se he islo verdade, o que sei be que
o Jos Eslevao anda nao veio.
Foram elejlas as coramssoes permanentes da casa,
e ao passo que"os do lado delles estao eiu 4 e 5 com-
misses, os dooutro lado nao entraran) era nenliuma,
entretanto neuhum lera gritado, nenr. dado Mavs-
co como fez o Tilo o aono passado por nao ter feilo
parle de coraraiisao.algnml.
Consta-rae que o Tito eslu doenle, e dizem-me
que a molestia foi causada por ler estado elle
do desde s 5 al s 8 horas da mantilla
pedra fra debaixo d'arcada d'alfandega ned
oulubro, i espera do porteo da assemblea, e q
assim fez, porque leudo conscienca de estar intru-
samente oceupundo a cadeira de 2. secretario, li-
na* nudo que o proprielario legal viesse tomar-
Ih'a, e por isso quiz ir bem cedo.
Com mais vagar Ihe acabarai de contar as faca-
nhas do Moraes e de sua gente na talinha.
A feslo de Nossa Senhora de Nazareth esteve o
man brilhanle possivel, mas nao foi muito concor-
rida, porque apezar de todos os petares o meu pa-
trtei^mastatico aiuda melle respeilo.
car aqui, mas nao posso resistir aos lira-
dos annolia conscienca, que me ordena dizer al-
gumas palavras sobre a correspondencia do meu cul-
iega, quando traa dos mdicos desta cidade relati-
vamente i epidemia. Sim, revblta-me, assim co-
mo a lodo o fiel cliristao, e muilo principalmente
por ser dito por ministro do altar, qne o Dr. Castro
nao preilou serviros, e que s o Dr. Malcher foi
que os preslou, quando he Inleramenle o cdhtrario,
porque o Dr. Malcher assim que appareceo a epide-
mia, randoa-se para Nazareth cora a sua familia,
donde s vinha cidade das 8 da manhaa at o mei
da, e s depois que o pov^o comecon a censara-lo
por ter abandonado a cidade, foi que elle princi-
piou a vir tambera de tarde, e isto mesmo era das
5 horas da larde s 8 da noile ; d'ahi em diante
ninguem mais o va ; quem agoentava de ooite com
os doentes do bairro da cidade eram os Drs. Canlao,
Castro, e Balhoes, e lodos sahem que era de noile
qne a molestia atacava mais.
O collega correspondente sendo desairelo aos Drs.
Castro e Canlao, e moido por ver quo estes dous
senhores lem adquirido umitas simpathias, traa d<
os deprimir, mas infelizmente alaca-os pelo lado
por que sao elles menos vulifeetv
sua anmnsidade.
Ajleos. Al para outra vez.
posicao que Ihe compete n'nroe des grandes faces do
brilhanle prisma do Brasil.
Mas os dignsimo, co|n% olhn cerridol a expe.
ricncu, descuidado, de seus devores, foram surdos
as urgencias e reclamos da provincia, a despeito dos
le prudentes conselhos do Ilustre administra-
da mesma provincia, que animando-os e facili-
tando vcucimenlo dos obstculos oaTfcucaminliava
intereosado a favor do bem publico.
A illuslnssirna municipal divorciada do bem pu-
blieo lia dous mezes que dorme, assim como a Sra.
polica, por aso de nada Ihe noticio.
O meu curacaneado de legislaraqui cheguu.se
bem que um pouco exieuoado de tercas e impalli-
decido pelas saudades de sua esposa...que esquiva
o eeelheu, mas depois delle ijasliDcar o motivo de
iao longa ausencia, deu a misera um suspiro dede-
sabafo e diste:
Os meus tormentos cessaram u
n.uu-ura
llesetua-
dia ?iole
res e admita al e
r.dos-
RIO GRANDE DO NORTE.
Villa-flor X dojaWfro.
Meu amigo.Com quanto 9|ega que o homem
he escravo do que falla, e senTor do que cala, dev
firme nos principios de justcacousa que mais*
ra nojaundo pelo pouco aso qae della se f,
ihe amllcias desla minha Ierra, au| infeuneu:
ma extremosa doa^BMeje^yuaHp dos houri
ama das do nosso ejusle, mas nao rao foi possivel sa-
lisfoie-lo, porque alem de muilo alarcfado;' a expe-
riencia, verdadeira raestra do mundo, me tem acon-
edhado, quo no mando nadfrhe bom em ebundancia
senao o dinhero e a vrtiide.
As minhas missivas lera feilq persuadir a alguem,
qne sou do numero daquelles, que com a docura nos
labios, mas com o peilo devorado de ambicio, pro-
curan) empolgar nina tosido alada mesmo sacrifi-
caudo seotimentos qae todo homem deve amar, e
prestar-lhe culto. Nao, nao sou ambicioso, anhelo
a prosperidade de minha provincia o bem commom
e nada mais...
Altieio e independcnle pela minha natural pro-
pensao, i poltica e as suas dissencles, os meus da-
sejos reduzem-se s e. exclutivameule ao eagrande-
cimeulo de minha Ierra natal, cujos males profun-
damente me magoara : Estes senlimentos alentara
minha penna, dando Ihe mais vigor ; e obrigaram-
me a lomar a empreza nimiamente custosa deno-
ticador, quando s rae con vinha viver solado com
o pezo de meas anuos.
A as-:embla provincial Ja fiodon seus Irabalhos,
lindando tambem lisongeiru esperauca que fazia
menos acerbos os males, que eiperiroentaraus, por
que criamos, que, senu no lodo, ao menos em par-
te, muilos delles seriam remediados. Todos os an-
uos que approxima-se o da da aberlur.i da assem-
blea, um consolo geral apodera-se de lodos os cora-
Ses ; novas esperances concebem-ie, renasce para a
provincia ama nova poca, seu horisonle parece
mais risoaho os seus males se lornam menos impor-
tunos, novas alelos aguardam-se em sea auxilio e...
moju parturiens fica por lim chorando pitanga,
quando diz o vir gregis: Co/inmoum est cruci/ige
cam!...
De laWss as sesses nenhama foi lao ancosamenle
esperen como a deste auno. Os agricultores aocio-
soa e impacientes aguardavam-na quaes oulros He-
breas pela Ierra da promssao.crendo qoe |suas sup-
plicas seriam envidas, e que seus desejos de Unte
importancia e juslic.a seriam cumpridos, mas Io0
foi soiilio e a lisungeira esperanca d'ura dia melho-
rarem disveneceu-se, os mesmos males existen), as
mesnus oecessidades urgem. Qual a consecuencia
de ludo isto I Responda com madurexa quera liver
um pouco de sonso, vjue enchergar, se souber ler
os caracteres do futuro. VtniU a piangere le nos-
tre, e le tos! re miserie !
A agricultura, qae era todos os lempos tem mere-
cido a mais seria allcncao dos goveruus Ilustrados,a
agricultura, fonlo perenne da riqueza dos paizes
agrcolas como o nosso, que alimenta o commercio,
dando vida e vigor as de mais industrias, nao lem
podido merecer a proteccao e syrapalha dos digns-
imos do minha Ierra, esqueeldos lalvez, que he ella
um dee meios de que dispomos para nossa prosperi-
dade e futaro engrandecimenlo. Sei qae a provin-
cia oflerace ampios recurso, qae seu solo he rico de
minas e preciosidades ; mas nada sao, porque nao
temos a industria propria pela qual poseamos ser
prvidos abundantemente detsa infindade de pro-
doctos naluraes, e accomoda-los aos nossos variados
usos, e precises sempre crescentes, a ponto de clie-
garmos a nm grao de riqueza, bem estas e poder
etc., qual o que lem podido attiugir a Franca, a In-
glaterra, e a Lniao Americana, porque s a iadus-
lria he rica e capaz de engrandecer um estado. Por
tanto, devemos buscar iragricullurs, nico ramo de
industria, anda uo berjo entre nos, o verdadeiro
meo de nosso engrandecimenlo e do nosso fu-
turo.
A historia, que he a experiencia das naces, e a
sua mais sabia consclheira, uos refera a Hespauha
que uo lora|)0 dos Filppes, sen.lo senhora das con-
quistas da Asia, e possessoes da America pisava em
ouro. De que lite servio at preciosidades do Mxi-
co, o ouru do Peni, as riquezas do ludoslio.' Stiue-
ava outo por toda parle em quanto qu eslrangei-
ro, cuidadoso do seu futuro, oflerecin-lhe suas mer-
cadorias em troco de lana riqueza, al que o cor-
no abenroado de Juno exhauro-se,e a pobreza,a mi-
seria, e a teme, invadi seu territorio. Portugal,
engolfado as suas conquistas, descobertas, e nave-
gacao tambera baqueoa ao passo que a Molienda, a
bracos com a agriculturae oulros raaos de industria
loroou-se de pobre rica, e de rica poderosa. Por
cooseguinle, jtt que nao temos um commereio oosso
e nem oulros recursos sean a agricultura, devemos
ama-la, como nosso santelmo, e envidar ludo palo
sea florescimeiitn qae enguro nm fnloro glorioso, e
a nossa provincia oxclwivamenle agrcola temer a
" Nesles taudosos retiros
Onde s a pez habite
Procuro gozar a dila
" De soltar os meus suspiros.
" Do ciume os negros tiros
O meu peilo Iraspassaram
Porm por fim se acalmaran!
Essas feridas crues,
Detprezei d'atnor as leis
" Os meus tormentos cessaram.
O regulamenlo das cusas foi acolhido por aqui
com enthusiasmo pelos labelliaes, escrvaet, procu-
radores, meiriiihos, juizes el rrliqua. He a justica
urna vaccit ass com a devida corlezia) de quarenta
mil ltas.onde mamara ceulenares de especuladores,
e ledos elles aranjam dinhero para gastar a larga,
e a prova be que
Um passaro com lanas pennas
Nao se pode sustentar,
A jusi-a com orna si *
lem dinhero p'raluxar.
Desejo-lhe todos os bous, menos um hospede por
mez e meo. I.erabriucas ao amigo Arlequn) do
Norte, e dga-lbe que como eu
Passe dias divertidos
Tocaudo sua rebeca.
Dando pinoles no mundo
Passando a raao ua carera.
servarles fellas acerca do contexteda miisiva infame, i consta qde o Sr. capillo do porto e inspector de me-
coudas uo pasquim a que nos referimos, revcf-ali-
vo do veneno activo ahi comido na mais elevada
inviveocia no mundo
IfttaaBaLda pobreza,
pobre eiMuanto convive
se leisjnfa da riqueza.
Belladona.
PttMBIC.
T,
JUEY DOHEGIFE
Dia 15 de novembro.
'residencia o Sr. Dr. .llexandre Herntrdino dos
Res e Silva.
Promotor pobljeo o Sr. Dr. Aulonin l.uiz Caval-
canli de Albuquerque.
Esctivhi Joaqoim Francisco de Paola Esleves
Clerojatfk
FeM eham.nla as 10 horas da manhaa acharam-
se ?r9 B' senhores jurados.
loraejl (pensados por motivo de inulesliusos se-
nuinles senheres :
Matioel Pi|Kerretra.
AlexindrialBaximo I^al de Barros.
Christovao v ieira de Mello.
Jos Roberto de Moraes e Silva.";
Antonio Joaqun) de Soaza Kibeiro.
Virgino Rodrgaos Camplo.
Dexaram de ser iiotilieeMpe no multados por u3o
terem sido notilicedos os segniiles senhores:
Jos Estoves Vlauna.
Jos Joaqun) de Oliveira.
Joao Jos Comes.
Antonio Augusto Maciel.
l.uiz Antonio Rodrigues de Almeid
l'raacisco Antonio Ferreira.
Izidoro Jos Pereira.
Antonio Jo de Moraes.
I rauciaexi Xavier Carneiro da Cuaba.'
Foram multados em 209 rs. cada um dos senho-
res jurados seguintes:
"Ionio Duarle de Oliveira Reg.
r ilonio Concalves dns Sanias,
'oao Valeiilim Vlella. r
,Joao (joiiQalvfs dos Sanio-.
Joaqoim Ribeiro Pontos.
Jos CjtrMido de Barros.
terca.
Viendo assim nada apreciaremos a cerca das rede-
roes eiaradas no romero, e no fecho do artigo em
questao, e pintaremos "de sbito a occopar-uos da
malcra da verrina ; sendo que p3o podemos menos
3oedeplorar altamente que as melhores reputtces
o paii, que os serviros mais eximios e estremados,
prestados por estes raros cidadflot, sejam cotupnrco
dos pe\ peronhcnla baba doaaelumiiiailores, caben-
do aqui o que Shakspare ua saa Ophlia nos diz
respeilo calumnia.
i Sejas lu casta como o gelo,
Como a vrajm pove pura,
Nao escaparajada calumnia.
Varaos apreciar a r|ei lalhes, porque esles nos levaram mais alm das di-
men>es que pretendemos dar a esle pobre escripto
e o (aremos pelo modo seauiote :
Qae o Sr. coronel Meaezes aproveilaudu-se do
equivoco do capilao do palhabole africano, longe de
o prender Ihe facilitara a faga, sendo que antes de
requsilar o auxilio do destacamento do Rio Formo-
so, se locitpletara com 60 dos melhores Africanos.
Ha nessa aaserr,Sn t.io alroz calumnia que revolia
o carcter mais fleugmalico : he ahi Uo monstruosa
nverosimlhanca que repugna cousidera-la ; e ha,
em tira, lano odio, tatito rancor, qoe se toma im-
possivel, dize-mo-lo com cooviccJo profunda, que ae
nao oterveja e sua hedionda espanso, a sua rraji qorenlena de quinze, a que haviam sido tobmelli-
HllUII-
Jas tilo
ni res
: ln
I" oa
Jll
'W
Mal
tllnno
nos San
los do Siqueira Cavalcauli.
thias Mondes Rrxlrigues Canipelu.
Manuel Thom da Silva.
Jos Ignacio de l.vra.
Pedro Joaqoim Comes.
Miguel Augusto de Oliveira.
l.ulz Pereira de Mello.
Vicente'de Araujo Pinheiro.
Joao Vieira Paz.
l.uiz Marques Cavalcnnli.
Augostinho Rodrigues Campelu.
Andr de Sa Albuquerque.
Manuel lifJgQrio Paes de Audradc.
Pedro Cafjlon.ti Wandrrlev.
Jos Thomez Pires Machado' Poi lella.
Nio havendn numero legal pera liaver ics-uu, o
Sr. jaiz de direilo presidente do tribunal procedeu
o sorleamento de :I7 jurados suppleules para com-
pletar o de 48 e saturara sorteados os seguales se-
nhores :
Dr. Gabriel Soares Raposo da Cmara.
Joaqoim de Abreu Ribeiro Machado. \
Jos Antonio de Brilo.
Manoel Jos de Siqueira Pilaoga.
Francisco Jos da Silva Araojo.
Dr. Antonio Alves de Soaza Corvalltu.
Antonio Leal de Barros.
Francisco Gerardo Moreira Temporal.
Manoel dos Santo Muniz de Oliveira.
Ignacio Jote da Assumpcao.
Dr. Joan Vicente da Silva Coste.
Dr. Jernimo Vlella de Castro lavares.
Joao Valentn) da Silva.
Manoel Jos da Slva Crillo.
Jos lnnoceiicio Pereira da Costa.
Domingos Anlunes Vlella. *
Dr. Antonio Annes Jacome Pires.
Joo Antonio Pereira de Brilo.
Antonio de Souza Rangel.
Francisco Manoel Berengo!.
Benlo Fernandes Barros.
Anacleto Jos de Mcnduuca.
Jeito (ioncalvcs da Silva.
Antonio Concatves Ferreira.
Amaro de Barros Correa.
Jos Antonio de Brilo Bastos.
Joaqura de Souza Mello.
Jos Carneiro da Cunlia.
Antonio Joaqoim Dias Medronho.
Dr. Joaqoim deAquino Fonseca.
Feliciano Augusto de Vascoiicellus.
Jos Paulo da Fonseca.
Antonio l.eile Pilla Orligoeira.
Manoel tioncalves Ferreira.
Custodio Jos Alvea. |
.Alejandre Americo de Caldas Brandan.
Amaro (oiiralves dos Santos.
Concluido o referido sorteio mandou o Sr. juiz de
direilo proceder at nolilicaces, expediodo-se para
isto os competentes mandados c levaulou e sessao
adiando-a para o dia seguinle us dez horas da ma-
nhaa.
BEPARTahJAO DA POLICA.
Parte de da 15 de novembro.
IMm. e Exm. Sr.Na ausoocia do Dr. chele de
polica desta provincia, tenho l honra de levar ao
conhecimeulo de V. Exc. qne das difieren tes part-
cipacOes hoje recetadas tiesta repartir.', consta que
se deram as seguintes occarrencias: *
Foram presos: pela subdelegada da fregaexja de
S. Jos, FelicianoLAnloun da Silva e Claudias Ma-
ra l.uiza da F'oajpca, por briga.
E pela subdelefaca da fregueza da Boa-Vista,
Manoel dasFouseco Araojo Luna, por se adiar pro-
nunciado no art. -227do cdigo criminal.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de-
Pernamboco 15 de novembro de 1855.lllm. e Exm.
Sr. roiisclboiro Jos Bento da Canba e Figutiredo,
presidente da provincia.O delegado de polica do
prmeiro dislriclo desle termo, Francisco Bernardo
de Carcalho.
________________________ -
diicilo, e pois, que cabe por ierra esse hediondo ar-
tecfaclo de calumnias urdidas, tramadas nessa ea-
cerna de Caco, sonde novos Locustas, manipulase
lees artefactos lerriveise moraos.
E para dest'arle ujulgarmos, e comnosco lodos
qoantos raciocinam am pouco, que sao imoarciaes,
e que lem um sentiraeiito de juanee e rerlidao, nao
se observa prima facie que o honrado Sr. coronel
Meuezes, so por teutura se quizasae locuplelar, pre
valecer-se do equivoco do capilao do palhabole, qoe
poderla mni a salvo encarregar-se da carregac,3o,
: visto como, bem sabia da accphalta de toridades da comarca ? Que assuiiindo esse encar-
go pedera fazer aescolha seo geitoe impor v pre--
Cos, os quaes licartam compensados na commiosao da
venda que bouvesse de impor ao capillo, o qual por
ludo estarla? r
E, nao se observa que que o contrario pratcaudn,
isto be.nao prendando o capitao,daado-lhe fuga c em
seguido copinando os (O A/ricemos dos melhores ;
Jueprocedendoa appreheu.ao do navio,edo resto dos
frcanos, qae iposo ficto nao angariaria a gralidan,
e o silencio do capilao e tripularao, e oque he mais,
dos habitantes das circumvisiohancas que teriom de
presenciar esse acto nefando e impossivel ? !... Crer-
se-hia possivel qae se houvesse de commetter um
lal acto,|por quera al hoje,desde longuissimos aunot
do provos de honra, de abnegacao e das mais altes
virtudes cvicas e patritica,nao ha obliterado a no-
bre/a, os bra/oes dos seus rnaiores ?
Oh nao : um tal procedimenlo he impossivel, ina-
creditavel, porque peccarla contra a lgica, contra o
aenso com ni um, e tanto maisaasimo asseveramos em
preseuca dos precedentes honrosos, mesmo gloriosos
do dlstincto ctdadao de que nos uceupamos.
Nao ha nada mais irritante e illogico do qoe o sylo-
gtstno misero, de que o faci de o Sr. coronel Me-
uezes assumir o exercicio da delegada na emergencia
qae sedera, quando desde 1849 a nao exercia, re-
yelou a mtencao de locuplelar-se. de commetter a
iiidiiiuidade, o nefando aclo de que o aecusam
Pois que I Contrariamente se nao revelou a las)
meridiana, o seu patriotismo, a sua abnegacao, a saa
dedicacao ao paiz o ao governo, o sacrificio de assu-
mir Lio arduas funecoes n'uma conjnnclura lio .cri-
tica, qual a em quesia>, da qual Ihe iam resultar
odios e viogaoras de todos os iuteressados rteasa ne-
gociac.lo, que diz-so sao potentados e iulluentes na
provincia, e urna bella occasiao para os seus inmi-
gos o poderem calumniar o deturpar n aclo mi
rio, como fatalmente se veriftcou ?
E ao contrario de loes premissas eslabelecd
arteirameule se reconhece, que se a cupidez, qae se
um procedimenlo nefaudo o aconselhasse laurar
mao dssa bella opportuujdade para se sortir da h'ra-
C-os para os seus engenhos, que longe de assumir o ex-
ercicio policial delxaria continuar todo acephalo, e
por tamo sem receiodo menor incoramodo, al qoe
verifteasse mu a salvo a negociada t
Deixaremos de lado, por Jesprezivel, por ftil essa
detenga do portador chamando o destacamento do
Rio 1 ormoso, e a rapidez da viagem desle, uombi-
nario do espaco, entre am e oolro, destroe ipso /ac-
to a irg.icusa argnmenlacio que revela de aui mo-
do plausivel o intuito do venenoso mietmela ; pas-
taremos a considerar o oulro tpico da acensadlo fei-
la aos linios do digno Sr. coronel Menezes.
O odio inveterado que professa oinissivista rene-
nenoiu, familia veneranda Menean Drummond, he
proverbial : sendo que este, modesta, magnnima
como se reconhece que he, longe de retribuir ao
mtssivisla odio por odio, dente por denle, Ihe ha
perdoado eu antes o hadesprexado como ajea ente lao
a|ecto, qoe se couspurcana se por um momento s
elle se occuoasse ; e assim he, que se os digaos Srs.
i. Antonio e Gaspar Drummond o quizessem, po-
erlam levar ;i luz da poblicidade, a vida poltica se
nao a particular do mittivista e chamar a reminis-
cencia publica, seus feilos execraudosde 1814 a 1849
uos quaes sobresaldran torpezas por elle commelli-
dos, mesmo em negocios de frcanos, nesta cidade
e em poca nefasta, e de oulros actos execraveis no
cidadao e no fuuccionaTio Mas, nao ; elles o nao
farao, e lao pouco nos, que em nossa obscuridade
estamos em dia de ominosas chronicis, quer de Ore-
gos ou Traanos*
O miseravel- missivisla, qaerendo aggredir traico-
etrameule aos Srs. Dr. Alvaro licha, seu irmao, e
togro, achou qae imputando aos modestos Srs. Drs
Antonio c Gaspar, a mpunVao do boalo a que o
missivisla quizer.t ciar toda pnblicdade, se resalva-
ria, mas o tiro resvalou e qual o de Philocleles o te-
rna, e em isl desastre quelles senhores, como obvi-
menle reisulta do modo porqu; se expressra : Ti
meo Daaos el dona f eren tes. Esees Srs. regeilam
o vosso dum, vo-lo, dizemos nos : sobre vos !l8o de
recahir, missivisla, os senlimenlos da aggressio que
Ihes fizesles, a nosso ver inmerecidamente.
Creraos ser ocioso reflexionar obre a aecusarao
que quiz o missivisla renenoso fazer pesar sobre o
Sr. coronel Meaezes, por nao appreheuder a capilao
e Iripulacao, e evitar o descaminho das bagagens,
massames etc. do palhabole ; mes.tedo esse artefaclo
de occotacaos aventurotas, cah.-m por lorre ao eo-
tiderar-se que todas at atlenroes do digeoBelegado
convergirn) para assegurar a spprehensao des Afri-
canos, alim de que nao fossem exlraviados, como
havia receio que aconlecesse, sendo que he A;
que o capilao e Iripolaro logo que se Uniu.
perdidos, procururam salvar-se, fazeado desappare-
cer os vestigios pelos quaes podeesem ser descobcrlos
salvando mesmo ludo quanto podessem, e por tanto
nem'oma culpa pode retallar ao diano delegado,
por nao ter tercas sullcieutes psra verificar as dupli-
cadas diligencias de que prfidamente he acusado uao
ha ver levodo elleilo : ad impotsibilia nema tene-
ln-.
Nio devemos, nao queremos mesmo entrar na dis-
cusao,se o palhabole louxe s os 16 Africanos ou
se mais ot 0 : he negocio que ha de ser investiga-
do, e esraenlhado pelo Si. Dr, chafe de polica Paiva
leixeira, qne se acha no Ihealro dos acontecmentes
de proceder aos inqueritos; e por tanto deixaremos
essa questao no tala i/uo : ao depois, lalvez volta-
remos ao certamen ; por agora he ludo prematuro.
A aecusaco que se Taz a presidencia por conservar
na delegado quem desde 1848 nao exerce o em-
prego, nao merece resposta, he miseravel, porque he
sabido que quando cerlos empregos de conflahea,
gratuitos, sao aceites por cidadaos couspicuos, a uu-
loridade nao deve ser exigente : deve crr na im-
pussibrlldade eventual do eiereicio tanto, mais quan-
to sao empregoe-ejein (i substituios !
Muilas versoi temos ouvido acerca da conducta
do-commaiidante do destacamento o capilao FeHx
Joso da Silva, nao o elogiaremos, e lao poaco o ceu-
tararemoi. por eB quanto; mas emtodo ocaso,
cumpre duelo, elle mi couimissao que desempe-
nhou, nao foi outra cousa qne o braco eiecutou do
que a, cabeca Ihe ordenara: nada mais fez qae execu-
ler, aiiliando o delegado o Sr. coronel Meuezes :
foi a machina que o machinada fizera mover, e tem
este ella (Icaria inerte, para nada prestara, e esta-
mos ao caso de dizer : a .Vis utile guod facimos
.'tulla gloria est.a
Concluindo esta
COMMUICADO.
O Sr. coronel Menezes delegado de Serinhaem e o
Liberal Permmbucano n. 922.
o Bohiou chaste as ice,
as pur as untan es no,
a T|housbalt aot Icape calumny.
(7/ome/.)
A profunda convicrao que tomos de que o preten-
dido eauriptor da missiva do Rio Formoso. trins-
cripla no Liberal l'ernambncano n. 932 de ( do Br-
rente mez, e uo artigo da redacedo sob a epigraphe
tina nova vtrsao acerca do contrallando dos
Africanos, uo fez outra coota, quando redigira
essa infame terrina que dar ampia expansDo ao pro-
fundo odio que consagra ao eximio Sr. coronel cora-
meudador Gaspar de Menezes Vasconcellos de
Drummond, e a seus danos fiibot, aos terco a que
saimos da uosia obscuridade, do retiro am qae uos
hemos colloeado para deleodermos nao com a terca
da dialectict.da dicrao qoe nos fallece,mas com a ra-
zio, com a lgica, o indieado vario.
Fazemos. por em quanto, justica digna redacrao
do Liberal; esforramo-nos em erar que nao movida
por um arriere pernee dcefavoravel ao Sr. coronel
Menezes, e a seus dignos Clhos, mas para demon-lrar
ao administrador da provincia, qae a saa opposicao
nao he rraciooal e pessoal, mas uo ulerease publico
qnejoHiJara til Iranscrever essa prfida e infame
pliiliptea sob o escpo de activar o esmerlhsmeiilo
profundo da ejajeotilo,o contrabando dos Africanos.
E, lento mjii icredilamo-lo assim, quanto das ob-
esta pobre rapsodia, diremos que a
digna redacrao do Liberal (eria prcencliido um dever
cavalletroso, se espacasse a irradiado da missiva
para melhor t'pporliinidade, que nao a actual, por-
que implcitamente ferio gravemente urna familia,
um varao .i quem j havia^anuito clogiado.mrsino na
queslo sujeila Cincinatus.
COiyESPONDE^lA.
leudo de responder ao que em um tpica de
ama carta particular, publicada no Jornal do Com-
mercio do Rio de Janeiro de 18 di mez passado, se
dizia relativamente a coebeiras e estribaras, e ven Jo
que em oulro tpico da mesma carta se tratara do
que soffreram passageiros que etliverain de quaren-
teua no Lazareto do Pina, julgaei que tambem de-
via arredar da Commsso de Hygieue PukjMk
qualquer imputado que Ihe podesseser feila ; elJaaT
cerlo, declarando qoe esse Lazareto oao eslava sob
sua Jirerc.io, e sim da do Sr. capilao do porto e ins-
pector de iiiarinba, nao (iva a inlenrao de ofien-
de-lo;ma, res|wudeudo-iiie ella hoje pelo Diarioile
Pernambuco de modo, que rae faz crer qne se acha
molestado,querendo que de mira parllssem essessuf-
frintenlos de que se queixarara os passageiros, devo
dizer mais alguma cousa.
Os passageiros, que eram sobmetlidos qaaron-
teoa. nao se quexavam contra esta medida sanitaria,
e quando se quei vvsem. com islo uada liuha a Com-
missao, que s fazia dar cumprimente ao disposlo
no aviso imperial de -2 de agosta do corrate anno :
elles se quexavam contra o mo (ratamente, lalla
de commodos e regalardade do servico ele, a qoe
se viaro obrigados, e alo era relativo ao servico in-
terno do Lazareto e dizia respeilo ao Sr. capillo do
porto e inspector de marinha, que era o seu direc-
tor ; entretanto as imputacSet recaharn sobre a Com-
miosao, qae nade, liana com esse artico, nao me
era responsavol por esses sourimento?. Por voxes
queixatchegarara sos meus ouvidot, e no Diarlo te
Pernambuco e/isla urna correspondencia minha, em
quearredo da CommissJo as impnlaces que Ihe
eram feilas, sem comludo dirig-las sobre o Sr. di-
rector do Lazareto ; mas, caneado de ver qne as im-
pulaces conlinuaviun sem qae o Sr. capilao do por-
te o inspector de marinha, rompesse a silencio, jul-
guei eoavenieiile dizer a verdade em lodavia of-
fende-lo.
Niotei por me ler desevndo cJrw o Sr. proredor
da saaek do porto, o to que nunca inlerrompembs notsas rsUefes de inti-
mo amsade, que se deu o a que sejQtfere o Sr.
capilao do porto e inspector de marinlie ; e nao era
dat querente.ias que procediom as qneixas. Nao
houve desaveuca: o Sr. provedor da taude do por-
to, allendeudo as queix.s que Ihe eram dirigidas ,,c-
laspessoassubmellldasa quatiMiteneJyf se aclia-
vam entao no Lazareto, e prevendo
riatn os seus soOrinienlns em conseq
inerarao.que se poda dar com a ebegada del
que se esperova, cousullaa a Commisto, col
to .1* eeu ollicio, se poda rednzir a*
dos estos passageiros, e reunindo-se esla'em
exlrnordinaria', e vendo que era positiva a dispos^lo
do aviso imperial supra citado, responden-lhe qoe
n8o se achava autorisada a convir no que elle pro-
punha, visto que esse aviso mareeva o prazo de
quinze das como o mnimo para passageiros proce-
dentes de.portes infectados pelo cholera-morbni, ce-
so era que se viera esses, que eslavam no Lazareto ;
mas nao podendo, ou ralo querendo soflrer mais
nesse Lazareto o quo dizem havor experimentado
aqnelles, a qaem se refero a carta particular a qae
respoadi, dexaram a i I ha, sem qne fossem embera-
cados pelas pessoas eucarregadas do saa guarda. Se
he a isto, que o Sr. capilao de porlo e inspector de
marinha d a denoininac,ao de detavenca, confesso
que recebi urna.licao, eeutao licarei sebeado que,
desde qae nos corpos cullecOvos, era qae cada um
pode vlteoseguodo sua convicrao, nio houver una-
nimidadtTmla. declarada a dtsarenra. >
Creio pois ler dito quanto he liastaute para mos-
o porio
o, efall
peclor de marinha para a!ugr-!e tanto, eTallar em
desavenra; e por isto termiuarei dizendo queos
soffriineeUos, de que se queixivam os passageiros
que eram submeltidos quarenteua, procediam do
servico interno do Lazareto qou nao eslava sob "
direcraodaeaMlssaodcHvgieiio Publica, e sim
da do Sr. ea)pP d<> porto e innpector de marinha, e
qae esses passageiros dexaram a ilha, nao porque
se revoltsssem contra a quaruntena, qoe lhes era
imposta em virtode do aviso imperial,, o sim por
causa desses soOrimentos.
Sou, Srs. redactores, com toda a coutderacio etc.
Dr. Joaqun WAguino Fonseca.
15 de novembro de 1855.
Illm. Sr.Os pasageirot lo vapor ioglex Tay ft-
tialsaram ot 15 dias de quarenteua hontem, os do
D. Pedro II acabara,u boje, e ot do Paran deven)
terminar no dia 7 do crrenle, lodos elles gozara
saude e lem estado juolos na mesma casa, em con-
sequeneia de nao liaver outra em que se podesse re-
colher separadamente os qoe iam ebegaudo. Na ce-
sa do Pina, ainda nao acabilda, estao actualmente os
passageiros do vapor Acn, e para os accommodar foi
preciso fazer parar a obra, ahi estao mal agazalhe-
dos espera que os passageiros dos tres primeiros
vapores saiam para entraren) para a anliga cese.
eomiohos.it
Manoel J08-
I. pipas
1 eaxa
signado e Thomai de Aqoino Fouseca \ FUIio, ma-
nifestou o segointe :
6 barricas carvao animal, 4 dila* cera em gromo
ti pipas e 20 barrifvlnho, 5 pipa vinatjr*, 5 caixas
bolacha. 50 pecas cabos de cairo, 20 moies sal ; a
Thomaz de Aquiuo Fonseca & Filho.
50 barril cal, 1 caixa livros ; a BalUtar i Oli-
veira. *
20 barrieasfarinh
barricas raortarda-, f
quim Ramoso Silva.
21 pipos, 10 meias ditas e
e 6 barris vinagre, 158 caixas
aellas inanleiga de porco,
los cbounras, 20 harnea*
molduras ; a Franciso* Sevi
iba.
14 pipas, G meias ditas e 12 ba
dos Santos Pereira Jardn).
1 eaixa hnpressot, 1 dita livros
guel Jos Alves.
210 pedras para moiiho, ISSaitrs para ditos; a
Francisco lavares Crrela.
2/7 pedras para moiiiho, 10 barricas batatas, i di-
ta farinha de dita, 1 caixa pellos de galo ; a Manuel
Ferreira ds gilva. ,
6 barricas cera em granee, 3 fardo o 1 barrica
malva. I dita macolla, I dita charape ; a Jos Bap-
(ista da Fonseca Jnior.
4 eaixa rap ; a Amorra Irmaot cv Campa-
nilla.
1 barril a/eite dora) ; e J080 Pedro Maduro da
Fonceca.
5(1 barr rol ; e Beato Ca.idido de Moraa.
3 caixas drogas, 1 dita cidos, 1 dita garrafas va-
sas, 1 fardo maeella ; Manoel Eliaa de Moure.
10 volumes mobil, 1 grade cebollas, 1 eanaelra
batatas, 1 barril azeile doce, 1 dito vinagre, 2 volu-
mes pedras par pietat; a Vicente Alves de Soaza de
CanraUo.
:W barricas eletota ; a Candido Alberto Sedr. dj
Mol.
1 barril viudo ; a Moreira & Doarte.
5 ditos dito, \z barricas sardioha*, 1 caisinha re-
trato, :i livros encaderoadosj 1 eaixtuha i embru-
Iho doce, 2 ditos papel, 2 dito e 1 late. 2 dito li-
vros, I coudec roupa, 2 erebrulhoa ooro ; a or-
dem.
I sacee^atrjoj a Domingos Jos Ferreira. .
1 eaixMptoTlehat. 1 dte oleo de crave, I
atarcao, 1 carnuda dragas, 2 ditas ditas, 1 dil
uis de vidro e loafa, 1 dita plaqjas med
barris marfim. 1 caiiinha espirito de sal
a Moreira j Fragoso.
62 barra peixe salgado, lOOcanaslras hlalas, 16
caunihas cera em velas, 10 ditas tebo, ; a Novar &
Companhis.
11 barris vioho ; a Jos Marques-do Santos
Aguiar.
30caixas maceas ; a Uenry Payanl.
1 colxao de Ua, 1 caiiinha lete,; a Jeec Ca
do ritrBarros. <*
2,500 resleas ceblas, 10 caixas doce, 16 fardos
albo ; a l.uiz Jos da Cosa Amorira.
i
X
\
f
1 caixiuba broxas, 1 dila livros de pies de ooro ;
nloiio Pedro dasNeves.
a A
depois de catada e lavada, de que tem summa ne.
sdade. Os vapores do su 1 o norte sao esperados to-
dos os dias eo passageiros que vieren tem de ir pa-
ra o mesmo lazareto. At(eodeajaj> ao estado de
taude e at circamstaucias. em qoTse achara,e mesmo
nao sendo justo que on primeiros quareoteuaros
continen) a permanecer alem dos das marcado s
por estarem em contacte, sem qoe depeodetse este
aclo de suas volitado, ou de opiniao, que seja ho-
je levantada a quareoteiiu dos passageiros dos tres
primeiros vapores, urna vez que na i podem sabir se-
paradamente. Essa Cumrasso, espero' que delibe-
rar coa) urgencia, mandando qae se observe o ajo
jo'lgar acertado.
Dos guarde a V. S. Provedora de saode 5 de
oulubro de 185.Illrn. Sr. Dr. Joaqun) d'Aquino
FoDteca, Presidente d,i Counnissao de llygiene.Dr.
l/oao Ferreira da Sica, provedor da ande inte-
rno.
. Illm. Sr.Nao obblaute a razos apresenladas
por V. S. em seu ollicio datado de hoje, em vista d
disposeao do aviso imperial de 2 de agosto do cor-
rente aono. que he terminante nao admtle e\-
cepcao, a Commissao de llygiene Publico nao pode
deixar de pugnar polo comprmanlo do dito aviso, e
he de opiniao que se preenclnm os quinze, dias de
quarenteua a que foram submeltdis-o3 passageiros
do vapor Paran, viste que he o mnimo, que o
mesmo aviso permiti mpr.
Dos guarde a V. S. Sala da seseos da cuminis-
sao em sessao extraordinaria 5 de agosto de 1855.
Illm. Sr. Dr. Joao Ferreira da Silva, provedor da
sonde do porto.Dr. Juaguim d'Aguino Fonseca,
Presidente da Commissao.
2 barricas linliac, 2 fardos maeella, 2 barricas ce-
vada, 1 fardo sabugueiro, t dito retalltos, 1 barrica
gil, 1 caixinha drogas, I paeote penen-as, 2eaixa ri-
dros ; a Joao da Conceicao Bravo.
1 barril vnho, 1 dito peixe salgado, 2 condece*
quinqulharia, 1 barril tardinhas, 34 cestos conde-
fas; a Duarle Antonio Serra.
2 barricas mostarda, 2 fardos planta medoimry,
1 dito maeella. 1 coixtnha drogas, 1 (lardo tuba. 1 di-
to paplas ; aJ.SoumJiC.
6 barrica mostarda, 1 fardo malva, 1 dito grama.
2 ditos plantas, 1 dito macolla, 2 caiiinhaaattcidos o
er, 1 dita drogas, 1 barrica dormideira, t
lia; a Joaquim do AlmeidaPinte.
1 caixinha broxas, 1 dita ole de cravo, 1 farda
flore medicinaes, 2 dito maeella, 2 caixa dren, 3
fardos papel, 1 dilo tilia, 1 caiiinha "
1 fardo peneira, 1 barrica saod
nha cbloralo de potaisa ; o 1
Brilo.
7* caixas drogas, 1 barrica sevsda,
dros, 1 dila broxas, 2 ditas agua ingle;
so, I fardo alfazema, 1 dito alecrim,
1 dito peneira; o BartbaUomeu 1
Souza.
I caiiinha tintas, oleo de alfazema e alecrim. 1
fardo maeella, 1 barrica iinhaca ; a Jos Alexanti
asa. i-""u
cj w
Pl'BLICAOES A PEDIDO.
Verso dedicadas ae Illas Sr. Malar Ja o
Bornareii el VooooosoeOoo.
Se he dado a um altores
Do torcesro batalbau, ,
Da penna laucar a mao,
Pare elevar-se ao Pind,
Seo peusamento exprimiudo.
Se lie licito a o alumno.
Por aeu mostr peohorado,
Com estro assas acauhado,
Ter ao menos inlencao
De mostrar saa gradao.
Aeeilai,|aobrc mejor,
Em tributo d'amizade,
Versos que dicte a saudade,
Que he o que a pobreza
Pode dr, com mais franqueza.
O lempo destruidor,
Em lodo opera inudanca.
Mas nao ritca da lembranca
Deste corpo lpojocano,
O vosso modo urbano.
Sera eterna.a im
De teu instructor |;
Serao de Joao Ben
gjs^s aprovellosa liri
Pon mola dos pelotees
Lumbrada sempre (raremos
Aquella larde saudosa, .
Era que a sorle invejosa
Vos apressando o ponida
Ordenou a deipidida.
Mas not resla um lenitivo
Com o qoal nos consolamos,
He que ca vos esperamos,
Mesmo assim prasenleiro,
No dia seis de Janeiro
Illm. Sr. presidente e mais merobros da commis-
sao de hygieue desta provincia. Diz Paulo Luz
Oaignoux, dentista francez que preasa a bem do sea
direilo. VV. SS. serem servidos examinar a prepara-
rlo de qoe se serve para chumbar denles, e deno-
minou massa adamantina, em ordem de verilicar-se
que a dita prepararo direre inteirameute de todas
as conhecidas.
Pede VV. SS. serem servidos deferir-lhe como re-
qaer.E R. M.
Paulo Luiz Gaignoux.
A mam, denominada pelo supplicanleadaman-
tina, o por elle apresenlada a commissao de hygieoe.
publica, difere de tedas as apresenlada nessa mee-
m occasiao por corros; sendo a confrontaco feial
na presenca de lodos.Sala das soasos da > cominos-
sao, :)0 dejiilbo de 18o5..1. Fonseca.

&
2 barris vinho, 1 dilo agurdese ', a
Lemos.
1 barrica farinha de trigo ; a Ad^^^H
qoeira.
1 fardo lio de tinho ; a Jos Pire Ferreira
152 canaslras batatas ; a Couveia & Loite-
fi caixas cera em velas; a Jos Alves da Silva Cu-
raara.jL
1 ba/nea drogas, 2 caixas ditas, 1 caixioba spa-
los ; a PoJicarpo Jos Lay ne.
50 barris cal ; a Fonseca Modeiros A CoBM-
nhia.
oMarris cal, 1 caiiinha rap ; a "Hos Vetlezo
Soares. N
50 caixas batatas ; a Jote Mrcele*' "Uosa.
20 barris viuho, 15 meias pifW rris vina-
gre, 20 caixas baaha. de porco J! toaciaho.
20 caixas ceblas, Mcarraetr" Y a Antonio
Joaquim de Soaza Ribeiro. ^ ~'
4 caixas sag, 132 pedras pTra moinlio, 2 caixas
chapeos de pallia, 1 barril podra pomen, 2 ditos vi-
oho, t caixinha cestos de viines, 1 barril chour
1 dilo carne de porco, 1 dilo loacinho ; a Minoel
do Reg Lima.
21 gamellas cera em volas, 30 barricas farialia de
Irgo, 10 sceos semeas ; a Jos Pereira da Co-
aita.
i aocorelas viuho, 4 ditas vinagre ; a Joaquim Jo-
s (jomes.
COMMERCIO.
i'RACA DO RECIPE 15 DE NOVEMBRO AS 3
aKMaift DA TARDE.
Cotacfies olUciaes.
Cambio sobre Londres00 d|v. 27 1|2 d. dnheiro.
Cambio sobre Pars(JO d|v. 330 r. por fr.
Descont de 1 a 5 mezet9 1(2 \ ao anno.
ALFANDEtjA.
Rendiroenlo do da 1 e 14% 208:l577O0
dem do dia 15........22:4I6#U"(>
230:574*676
Deicarreeam hoje 16 de notembro.
Galera portuguezaGraliiiodi serao gneros,
(alera malezaBonitamercaduras.
Hiato brasdeiroCapibaribegneros do paiz.
Impor laca o.
Barca pottngueza GralidSo, vinde de Lisboa,con-
100 barricas farinha de trigo ; e Manoel Joaqun
Nuties Bairao.
10 barris vinho, 3 caixas chapeos, 1 caixinha mer-
cearia, 40 birria choaricas, 10 ditos pidos ; o Au-
gusto Cesar de Abreu.
1 fardo tola ; a Lino Ferreira Piulo.
:t barricas capa-rosa, 1 dila pos, 4 caixa broa, i
dita oleo de alfazema o alecrim. 6 dila droga)
fardos ditas, 6 barrissevada, 6 ditas alfizema,.^
dos sabugueiro, 1 'dito tilia, 1 caixiobe
lotue, 2 barris roxo-lerra, 2 dito sal ama _
xinlia oleo junpero, 1 barril ocre, 3 Urdo]
8 caixas vidrus, 2 barris rosas e flores, 1
capsulas ; a Antonio Luiz de Oliveira Azi
2 barr vinagro, 10 dito vinho, 1 dito
ce, 12 caixas cebla ; a Feliciano' Jos (
11 caixas marmelade ; e Domingos Jos]
(uiniaraee. .
40 barr loadabo ; a Jote Joaquina
Castro.
15 barris dilo, 20 ditos loacinho de porco, 6 ditos
sevada ; a Antonio CaoemiroConva^.
5 barris cal, 3 canastras batatas, flaWrlouc-
nho : a Joaquim Malaqntas Pacheco.
1 barril grao de blco, 1 dilo vmho ; e Peoneir*
& Bellrao.
20 barr vinho, 2 caixas chapeos; a Aulono Pe-
reira Borges Pestaa. "
1 caixinha ilrogas ; a Ignacio Jo
. (i barris mostarda, 7 fardos macelli
de lili; a Domingos Alves Malinas.
I barril vnho ; a Antooio Ferreira
i caiiinha imagem ; a Francisco Ce
maraes. a
Barca iagleza Herald, viuda de
consignada a Me. Cairaool & C.
guale:
2.160 barricas bacalho ; ao consignatarios.
Brigue melex .S'oppAo, vindo de Terra Nota, con-
signado a Me. Calmout & Companhia, raanitestouo
seguinle :
2.800 barricas bacaie; aos consignatarios.
(lalo brasileo Catiro, viudo da Baha, consig-
nado a Domingos Alves Matheo, mantteslot o se-
guale :
canas fazendas ; a J. Keller A C.
t dita chitas ; a H. Cibson.
I secco cola ; a Antonio Joaquim de Souza Ki-
beira.
II volomes fazendas, 1 dito rendas, 10 latas oleo
de ricino, 200 molhjs piutsaba, 60larda algodao
112 ditos tabaco, 2 pacoles e 28 caixas ctteri
ditas rap a ordem.
ONSUJinO CEI
Rendimento do dia 1 a 14. .
dem do dia 15 .
IIV,
Rendimento do di
dem do dit 15
Exporlac
Baha, hiele brasileo Ameiia)axte '
conduzio o segtflnle : 200 barrieas bacelb
bolas resma de papel, t eaixole rmlh,. olpbta
painso, 2 bacas pequeuat de lateo, 1 teta oleo-
paro tinlai, 25 feixea de adoelas, 5 guarilo an m
sendo 4 cheias de lampos e 1 vesia, 5Totes
arcos de ferro, 10 quartolas, 1 meia pipo. 3 pipos. 8
barris de 4.", 46 dito de 5., azeite de earrapoto, 70
barris tebo, 35 caixa e 137 saceos cera da carnauM,
3 saqaiabos dita amarella.
nova, escune- dinamarquesa Coquela, de k
adas, conduzio o seguinle : 2,l70acoeeoan
.80O arroba de assncar.
Lisboa, palacbo brasileiro aConslaucias.de 204 to-
neladas, conduzio o seguinle : 2,150 necee cota
10,1 oO arrobas de assncar, 30 barris de 5., 1* dito
de-4., 8 ditos de 3. c 2 pius niel, 3 duna de ta-
beas de amarella.
Acaracu' palo Cearn, palacbo brasileiro uEmula-
CAo, de 131 toneladas, conduzio o seguinle : (39
votemos genero cslrangeiros, 20 ditos ditos naeto-
uae.
Boston, barca americana uMaryland, da 338 to-
neladas, conduzio o esoinle : 2,950 saceos com
11.750 arrobas de assncar.
HECEBEDOK1A DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 14.....'<'*2SJ3M
dem do dia 15........
7:eSaa|ri6
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 14..... 17:7381354
..... 3e873rJu
dem do
A
dia 15
t \
k I
I
I
\

20:82S960
V

~~-
*m----------
aaiaa^raaer





OIMIO D KRIUIBUCO SEXT* FtIR 16 DE ROVEMBRO DE 1855
MOVnENTO DO PORTO.
V.
\
"S
> litio entrados no dia 15.
Parahiba*2l horas, date brasileiro .CnnceirSo Flor
ils Virtudes, ile 86 tonelida, mettre Ixiduro
Barreta d* .elle, equipagem 4, carsa loros de
nangas; a Paulo Joi Baplisla. Passageros,
. JiiAn Francisca de Lima, lunario Joaquim Mou-
teiro, Manoel Maria Brainea, Jos Francisco.
lili de Aom#plo7 1 $ dtay>, brigue ingle bao. de I 9 toueUiUs, c apilAo John Cooper, equi-
p8em9, (i
CadiaW di,i r Ingleza Augusto, di 372 lo-
. ouladct, eaaek W. pavne, equipaaem 18. carga
sal; a Me. Ulxtoi.t & Companhia.
Arribuu ae- m igua-aberlaPatacho bri-
titeiro Legal Mide, commandanle Brax Jos dos
Rei.
Ierra Nova119 lias, barca ingleza Mida-, de 219
" toneladas, cacillo T. Weilleack, eqnipaaem 1i,
carga 2,700 I iirrieai cum oaeilho ; a Me. Cal-
moil & Comiaehia. ,
Sai'w laliidos no mesmo Ha.
GenovaEscura dinamarqnea Coquel, capilao
W. Krag, earg asaacer,
Bo-loiiBarca umericaua Marylanil, capitn A.
liurdlh, carga nssucar.
Acaracu' palo Ciar Astil' Patacho brasileiro
EmulacSoo, mettre Amonio Gomes Pereira, car-
ga faztndat e mil generes. Paatagoiroa, Anlonio
Joaquim, Joao Automo Capote, Goncato de Al-
meida Seuto. Antonio Joaquim Rodrigo, Firroi-
iin Barbota? Ciudeiro, Ladislao Acriiio de Almci-
da Forluua, llieufll Almeida Fortu-
na, Francisco ,:ordairo il6 Rocha Campillo. l'om-
pu Nom Peaaoa, Francisco Mondes Pereira
nr.Jeiquin Mendes da Crot Calmarles Jnior
eseravo, Fr inci.cn Bclarmiiio dea Santos Frei-
t;., l.uix Augusto Kohirn Maviguier.
Hio'le Janeiro i> portes intermedios Vapor t>rasi-
l;iro Guaniliarau, commniidante o 1. lenle
Salome. Pamageiros rteala provincia, Candido
Pereira Mouti im, Luiz FTnneitco da Silva. Euie-
bie deQueiroi Matoso Kibeiro e 1 eseravo, Virgi-
lio Alve* de Mina Uordilho e 1 eseravo, padre
Candido de Senu Requiso, Luiz Soarea Martina
e 1 criado, Minoel Alves de Lima (iordilho, Cor-
iif lio Cicero Dantas Martina e 1 criado, Beniein
Danta* Maitirs. Manoel Jos Marinho da Cuoha
e I criado, Anlonio Jos de Castro Lima e 1 es-
eravo, Innocerii-in Jote de Almeida, Antero Si-
moes da Silva e t eseravo, Francisco Baplisla da
CunJi" Madureira, Salvador Vicenta Siapucaia,
Casimiro de lijrfa Madureira e 1 eseravo, Ernes-
to Franch ima Santos, lar. Jote Maria da
ido, Tito Augusto Pereira de
Mallo- la Silva Vlanna, (juilhertne
rteuUItu, Jiio Bernardo de Maialhiles, Jos
e 1 eseravo, Tito da Silva
n Anlonio da Silva Machado.
At pessoat que sa propozerem a esta arrematado
eomparecim na sala das sessOes dji mesma junta no
dia cima declarado pelo meio da cumpelenlcmen-
le liabililadas.)
E para conilar se mandou allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Seerelaria da Ihesournria provincial de Pernam-
buco 9 de nsverobro de 185.*>.O secretario, A. F.
d'AnnunciafUo.
Clauulai especiaes para a arrematacio.
I. Executer-se-hao os Irabalhos de conserva-
do do 1. termo da estrada da Victoria de confor-
midade com o orcamento approv.ido pela directora
em eonaelho e appresenlado a appruvac,3o do Esni.
Sr. presidente na importancia de 2:057J00P ra.
2. O pagamento veriflear-te-ha em dex tta- pre
(Oes menaaei.
3.a Seo arrematante (iver enmprido todos os me-
tes com suas obrigaQcs, liver tralialhado pelo me-
nos com metade dos Imbalhadores livres, e deisar a
estrada em melhor eslado do que a recebera, lera a
titulo de gratificado mais det por 'cenlo da impor-
laDcia total da arremala;3o.
EDITAES
\
As da 3.a classe' receberao orna Ierra parlen do
premio ao assenlar prisa, oulra igual quantia no
fim do primeiro auno de ser.viro e o retinle no fim
do contrato.
As gratificar,* que competem s segundas a ler-
ceiras cltstes sarao pagas conjunclamente com a
priraeira preslacSo do premio.
Observacftes.
I." NSo se levar em conla aos voluntarios da J.a
ciaste o lempo que passarem coma doentes nos hos-
pilaes.
2.a lempo de primo em viriue de sentenca
nao sera contado para o pieenchimenlo dos prazos
do ligamento dos voluntarios qualquer que seja a
ciaste a que perteneam. E o desertor sofTreru alm
disao a perda das vaulageus do premio e do lempo
de servido anterior.
3.a Qualqaer pessoa que se propozer a agenciar
voluntarios para as tres classes cima mencionadas,
e que os a prese u la re m a bordo deste brigue barca,
lera a gralitlca^ao de ij por um estrangeiro e 5 por
nacional.
4.a O estrangeiro para ser admiltido deve exhi-
se defembaraeadu para se poder contratar
co uacioual.
, 3.a O premio c gralificaeo serao pagos quando a
praca contratada Mr admillida a bordo.
Bordo do brigue barca llamarac, surto no mos-
queiro de Pernambuco em o 1" de novembro de
1855. Joao Maria H'andenkolk.
DECLARADO ES.
O lllm. Sr.inspector da thesonraria provine al,
cin cumprin ordtin do tini. Sr. presidente,
da provincia de i oriente, manda fazer pabttco
mu, peranle a junta da fazen-
oesma lhisooraria,se ha de arrematar a quem
ser a conservado permanente do t
(slradi da Victoria, por lempo da 10 mezes
I dia 10 de dezemhro prximo vimlouro,e
idelUaOSOpOrt.
lacjio sera faifa na rormada lei provin-
II n. M3 de I i de roaio. do anno lindo, c sol as
ilausulas especlieeakaixo copiadas.
qoesepro'pezerema esta arrem^larao
sala das sessoes da mesma junla no
dia aciina. dKlirado pelo meio dia compleiittmeu_
te habilitadas.
E liara c-nisinr te mandou atTix.ir o presente e pu-
nararia provincial de Pernam-
ovembro de 1855. O secretario, A. F.
(C.iiiHitneii
Clausula! ttpeciaes para a arrematarlo,
icolai -se-hao oa Irabalhos de conservar;ao
ierra o da estrada da Victoria de confor-
om o rcamenli> approvado pela directora
), c apresentado a approvarao do Eim.
'la provincia na importancia de......
2:VJOgooo
2. O pagaoiitulo verificar-se-ha em dez preslar&es
iDtnsaes.
3.a Se o arr i matarle eomprir lodosos mezes com
suas obrigacOei, se forem horaens livres pelo menos
metade de seos trabajadores, e deixar em melhor
quej recebera, lera a litato de graliliea-
u (or cenlo da itnpoitnncia total da ar-
rerajt-^aa.
o que nao se adiar previsto as presen-
> tm no orramenlo, seguir-se-ha o que
dispo raapeiloa lei provincial n. 286.
orme. secretaria, A.F. '.InnuncMfao.
Iro. lr. inspector da thesoararia proviu-
nento da ardan do Exin. Sr. presi-
a correte, manda fazer
ti de detenbro prximo vindou-
ro peraoteala^P^BBtzeii^a da mesma thesouraria,
ir a quem por menos fuer a obra
do > lanroda estrada da Exada,
na eleni;.ao di: (>20 brai.'as avallada em................
:O920OO
A arremata a tara fe
-I. Para o que nao se achar previsto as pre' liir documento do seu cnsul, cotnprovando achar-
,eutes clausulas nem no orcamento teguir-se-ha o
que dispoe a respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, A, F. d'Annuheiarao.
'.'" O lllm. Sr. inspector d thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da orden, do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 8 do corrente, manda faxer
publico que no" dia 29 do mesmo, perante a junta da
hienda da mesma thesouraria, se ha de arrematar a
quem por menos fuer a eonservacflo permanente do
i termo da estrada da Victoria, pelo lempo de 10
mezes, a conler do dia 10 de dezemhro proximojvin-
onro, na importancia de 2:057;jiH> rs.
A anemalajao ter feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anno lindo, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As peatoat que te propozerem a esta arrematarlo
comparecam na sala das se dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou aflixtr o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelariajda thesouraria provincial de Pernam-
buco 9 de^jpvembro de 1855.O secretario, A. F.
d'.lniunciarCO.
. Clausulas apeciaes para a arrematara.
1". Eexecutar-se-hao os Irabalhos da conservaco
do 2o termo da estrada da Victoria de conformidade
cora o orcamento approvado pela directora em
conselho, e apresentado a approvac,oi.'do Exm. Sr.
presidente da provincia, na importancia de..........
2:057000 rs.
2.a O pagamento verificar-se-ha em dez prtslacOes
neniaos.
3. Se o arrematante cumprr todos os mezes com
suas obrigares, te forem hoinens livres metade pe-
lo menos de seos trabajadores, e deisar a estrada
em melhor estado do que a recebera, ter a titulo de
la oa forma da le provin-
p^p^pHdo anno fiado, e sob as
caei abaixo copiadas.
|ue e propoterem a esla arreiualaeao
ala das tesees da aatsma junla no
lo pelo meio dia cempelenlerucnle
ario. ^^-
fUia/ o presente e pu-
K vara con,'
bhcar pelo
^provincialde Pernambu-
gv^ O secretario, A. F.
^Jciaupara a sfeBiafaro.
npedrameulo '.1%
trida Isc .i!a. fsr-se-Mo de conformidad
nreaintii irado pela directora em con
;o do Exm. Sr. presidente
nporla ncia de :092a00 rs.
te dar principio as obras no pra-
rer concloi-las no dedoze mezes
forma do artigo 31 da lei provin-
a. 286.
O pagnenlo da imporlaocia da arrcmalarlo
iliiar-te-ln na forma do artigo 39 da mesma lei
provincial n, 286.
arrifmalanle excedendo o prazo marcado
para e induljo das. obras pagar urna mulla de cem
er < cada roer, embora Ihe seja concedida
jm supp
iK ^P'
I

/
Inte durante a execo^k^b^ubras
proporcionan! Iraasilo ao publi "~ris*-rtiJiictlSSiJera brigado a empregar na
execotao dan obres, pelo menos melade do pessoal
de gen le liv e.
7. Para ld o mais que nflo se adiar dclermi-
nido naspr -sen es rlaosolas, nem lio orramenlo,
seguiri-te-hi o que dtepe a respeilo a lei n. 280.
Conforme--O secretario, A.F. d'Annunciacito.
O lili i. Sr. inspeclor da lliesooraria pruvtn-
'al, am co nirimenlo da resolucao da junla da fa-
xer publico qut no dia 6 de dezem-
>ro proxiimi viadooro, val novamente a prac,a para
rremal.do quem por menot lizer at obrat
,>plemenl ares a fartreirr-se na ponte sobre o rio
Capibaribe oa estrada de Po d'Alho, no valor de
12:8913822 rs.
E para contlar le manduu afinar o presente e
publicar pilo Diario.
Seerelariida thesouraria provincial de Pernam-
buco 10"de novembro de 1855.O secretario, A. F.
tfAmtnnciiirUo.
O Mu- Sr. in'ptctor da lliesooraria provin-
cial, em cumprimenlo da resoluto da junta da fa-
zenda, mana fazer publico que perante a junla da
fazaad* da uesuia thesouraria, te ha de arrematar
a quem por menot li/er no dia 6 de de/.embro prosi-
mo faluro, o* reparos de que precisa cata da cu-
mata municipal e eadeia da cidade de Cunda, ava-
liaihaeinJ:-J0t)8OIOrs.
E para eontltr to mandou allixar o preieirtc e
publicar do iario.
'sotir.ino provincial da Pernam-
bueo 10 de novembro de 1855.O secrelario, A. F.
) II'm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em c imprmenlo da ordein do Exm. Sr. pre-
tidenle da provincia de 8 do crranle, manda fazer
publico que ao dia 29 do mesmo, pertote a jonl da
hzenda da mesma tkesourarit, se ha de arrematar
a quem rr menos iizer a conservarlo permanente
Uo 1, termo da estrada d Victoria, por lempo de
10 mezei i conlar do eia 10 de dezemhro prximo
vindouro, f | lo pre{o de 2:057fl00 rs.
reinali ser hila na forma da lei provin-
|ln. .'M.'l de i 4o anno lindo, e sob as
VlNMe. iMpecines abaixo copiadas.
gratilicacao mais 10por rento da mporlancia total
ila arrema la rao.
5. Para o que nao se adiar previsto as presen-
tes clausulas, nem lio orcamento, teguir-se-ba o que
dispoe a respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme.O secrelario, A. F. d'Jmiunciarao.
-^ O lllm. Sr. inspeclor da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provrteia de 8 do correle, manda fa-
zer publico que no dia 29 do mesmo, peranle a
junla da fazenda da mesma thesouraria, te ha de
arrematar a quem por menos lizer a conservaco
permanente do 3. termo da estrada da Victoria, por
lempo de 10 mezes a contar do dia 10 de dezembro
prximo vindouro, e pelo prejo de 2:0578000 rs.
A arrematar era feita na forma da lei provin-
cial fi. 343 de 15 de maio do anno (lindo, e- sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoasquese propozerem a esla arrematadlo
eompareoam na sala das sessoes da mesma junla no
da cima declarado pelo meio dia competente-
mente habilitadas.
E pira constar te mandou allixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 9 de novembro 4ei2j. O secretario, A.f.
d'Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo,
1. Executar-se-hao os Irabalhos do conservaco
do terceiro termo da estrada da Victoria de confor-
midade com o orcamento approvado pela directora
em conselho e apresentado a approvarao do Exm.
Sr. presidente da provincia, ni importancia de.......
2.-O57SOO0 is.
2." O pagamento verificar-se-ha em 10 prealaces
mensaes.
3.a Se o arrematante enraprir todas as condires a
que ae obrigar,se forem homens livres metade pelo
menos de sens Irabalhadores, e deixar a estrada em
melhor estado Jo qoe a recebera, lera a titulo de
gratificarao mais 10 por cento da importancia total
da arrematado.
4.a Para o que se nao adiar previsto as presen-
tes clausulas nem no orcamento seguir-se-ha o qus
dispoe a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. d'Annunciarao.
Joao Maria Wandenkolk, cavalleiro da imperial
ordem do Cruzeiro, Christo, e S. Benlo de Avia,
chele de divisao da armada nacional e imperial,
commandanle da eslacSo naval de Pernambuco,
comprehendida eolre os parallelos do Kio de S.
Francisco ecabo de S. Roque, por S. M. o Im-
perador, que Dos guarde, cavalleiro da ordem
de Francisco primeiro do reino das Duas Sicilias,
ele, etc.
Faro saber que em evecurao de ordeus do Exm.
Sr. ministro da marraba, queme foram Iransmilti-
uartel general, em olllcio ti. 63 de 10 de
ouluhro HltmoT^' disposlo as ntlrucres que
baiiaramcom 0 de0"5'0 ,59i ue 1J de hr'1 u0
crrenle auno, fie' berto a bordo do brigue barca
llamarac um ali,tamenlu ue voluntarios par itr-
virem nos navio dil armada nacional-e imperial,
sob as seguinle* *<">ditoes :
(^lasaes do alislamenlo.
1. Da mari'na8*m> cojo contrato fr sera lempo
delermin.ido. '
2. Da raarru,laScmi Por lernP0 lo um a (res
aonos. *
3. Da marii,,l38m com os prazos de seis a oilo
anuos.
Os venciinei1'0* e mais vantagens que as praca j
volraltdaj en1 virluda destas initrucres (em de
per
i.
,tlane superior 20, primeiro^~rir^anuheiros 189,
segundos marinheirot 159 e grumetes IO3.
Premiot.
Os voluntarios de f. classe s percehero os sol-
dos que Ihe corupelirem na forma cima referida,
sem terem direito i premio ou gratificarlo alguina.
Os voluntarios da 2.a classe, sendo marinheiros
terao 209, 459 ou 709, conforme forem os contratos
por um, dous ou tres annos. Sendo grumetes (e-
raoipeia mesma forma 109, 229 ou 349.
Os voluntarios da 3.a ciaste receberao mais umi
quarla parte do maior premio qoe poderiam obler,
conlratando-se como os da 2. ciaste, na praca de
raarinhejro ou grumete que Ibes competir.
Se nao. forem homens do mar e tiverem mais de
40 annos, s terao o premio correspondente aos da
2.a classe.
Gratificarao.
Os voluntarios da 2.a e 3.a classes terao alem do
premio cima dito, a gralicacav de 49 se forera es-
trangeiros, ou de 59 sendo naciooaes, se se apresen-
Jarein por s propros, independenlc de engajador.
Eala gratificarao ser repetida todas as vezes que
lindo o primeiro contrato a. prora quizej ainda ser-
vir por lempo nunca menor de 3 annos.
Vanttgeua.
A't praras comprcliendidas ncslas tres classes dar-
sc-lia guia de desembarque 110 lim do contrato' com
lano que previnam ao cominaudanlc dous mezes
antes de qua pretendem em lal poca deixar o ter-
viso; e licam isonlos do recrularaenlo, lendo na-
cionaes por lempo igual ao que lenliam servido ;
excepto o caso de circumstaucias extraordinarias.
Asylo de invlidos.
Compele a todas as pravas naclonaet que para
elle concorrerem com um da de sold por ruz.
Pagamento dos premios e gralilicarjoes.
Aos da 2. ciaste, seo alittameolo for por um au-
no tara entregue o premio integralmente uo aclo de
assenlaretn praca ; se por daos ou tres annos em
tres preslac.es iguaes, sendo a prirueira paga ao is-
seniar araca, a tegaada quawFvendd'o metade do
praze, e a terceira 00 lim do contrr >.
Cartas seguras vindas do norte paraosSrs. :
Antonio Alves Vilella, Anlonio Thomaz Carnro da
Catata.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
Oconselho administralivo, em cumprimenlo do
art. 22 do reg. de 14 do dezembro de 1852, faz pu-
blico, que foram aceitas as propostas de keller
C, Henry Gibson, Goimaraes Cv Uenriquet, Ma-
noel Anlonio Marlius Pereira, Anlonio Francisco
Coi rea Cardoso, Jos Baplisla Braga, Souza & Ir-
maoe Anlonio Valenlim da Silva Barroca, para for-
necerem :
O 1., 1,456 varas de algodaozinho, a 190 rs. ; 140
covados do panno preto para polainas, a 29200
res.
O 2.<>. 653 varas de britn branco fino, a 500 rs ;
35 grozas de boloes brancos grandes de o.so, a 220
rs. ; 18 dilas de dilos pequeos, a 220 rs.; 411 ditas
de dilos grandes preto., H) rs ; 2 cans com fo-
ha de Flandres, a 21*000 rs. .
O 3.0, 803 varas de brini branco liso, a 440
ris.
O 4., 12 duzias de (aboas de louro superior de 15
a 18 polegadas de largura, a 4690(10 rs. ; 12 dilas de
dito inferior, a 349000 rs. ; 8 costados de pao d'o-
leo, 119000 rs.
O 5.., 2 caldeiras de ferro eslanhadas, a 500 rs.
a libra ; 2 caixas com folha de Flandres, a 24SOOO
rs., 12 Icnri'ics de cobre fino de 7 libras cada um, a
850 ra.a libra.
O 6., 1 caxa com vidros de 18 a 20 polegadas.por
(09000 rs. ; 20 cadinhos do norte de n. 10, a 200 rs.
o 11.", 20 dilos de n. 12, pelo metmo preeo ; I arro-
ba de rame de ferro de amarrar, a 240 rs. a li-
bra.
O 7.i, Idquinlaes de ferro ioglez de I ,!3' polegadas,
a 9&950rs.
O 8., 2 quinlaes de ferro de verga de varanda, a
129000 re.
E avisa ans supraditos vendedores que devem re-
colher os referidos objeclos ao araenal de guerra
no dia 16 do corrcnle mez.
Secretaria do conselho administralivo para forne-
clmento do arsenal de guerra 14 de novembro de
1855.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal
esecretario.
BISPADO DE PEBNAMBLCO.
Estando por S. Ex. Rvma. designado o dia 25 du
corrate para a solemnissima procissao de. Corpus
Clirisli. que devesahir da matriz de Santo Antouio
pelas 4 horas da larde, e pelas ras do Cabug, Cru-
zes, Cadeia,*Collrgio, Pracinha e l.ivramento, em
direccao ao pateo de S. Pedro, deste ao larco do
as das F'lores, Nova e matriz de
nlonio ; espera o mesmo Exm. e Kvm. Sr.,
que os moradores das mencionadas roas ornem as
jaoellas, e mnndein limpar as testadas das casas de
suas residencias, recordando-se que nao devem con-
sentir homens as janellas emquanlo a procissao
transita, como Ibes he recommendado na constitui-
do, pela quat se rege esla dioce. Palacio da So-
ledade em 12 de novembro de 1855.O provisor,
Francisco Jos lavares da Gama.
O lllm. Sr. capilao do porlo salisfazendo o dis-
poslo no aviso circular do ministerio da marraba ile
25 de outubro ltimamente findo ao qual refere-so
a ordem do Exm. Sr. presidente de 7 o correle
mez, manda fazer publico a traducen abaixo da no-
ta dando conheclmento da medida sanitaria, a qoe
lera de tirar sujeilas as mbarcacOes brasileiras qoe
partindo dos porlos desle imperio forera ter a Bue-
nos-Ayres.
l'raducrao.
* Da copia aonext ao aviso n. 108 de 17 de oulu-
hro de 1855, dirigido a repartirlo da mirinln pea
dos negocios eslrangeiros.
Ministerio do governo e relaces exteriores, Bue-
nos-A\ res 27 de selembro de-1855.
Ao Sr. encarrefaue de uegocios de S. M. o Impe-
rador do Brasil, cavalleiro commendador l)r. Joa-
quim Thomai do Amaral, ele.
O abaixo aiaignado lem a honra de dirigir-te a
S. S. por ordem especial de S-Exc. o Sr. govetna1-
dor, manifeslaado-lhe qoe a capftauia do porto re-
preseulou ao-foverno a inconveniencia quo resulta
de que os navios de guerra eslrangeiros e os paquea
les em contraveneno da pratica anteriormente ob-
servada em o nosso ancoradouro, e que he(tambem
commumeule admillida, 1180 s nao te aproximara
ao navio que o governo tem estacionado no canal
exterior para a visila de saude e do porlo quando
procedem do ullraroai, coso nein anda esperara a
dita visita para desembarcarem os pattageiros.
Se em todas as pocas pode ser prejudicial este
abuso, oa actualidade em que nao s a Europa, co-
mo o mesmo Brasil, se acham infectados da terrivel
epidemia do cholera-morbus, indululavelinenle po-
de comprometiera saude publica.
Era til cato S. S. compreheudera bem a absoluta
necessdade de que d'ora.em diante lodos os navios
de sua nacjlo sem dislinccao alguma, quando chega-
rem a uossa baha procedentes do ultramar, e an-
da quando lenliam locado em Montevideo, se apro-
ximem antes do desembarque de suas equipajes,
passageros e oulros objeclos ao referido navio do
.estado' situado no canal exterior, para a dita risita
T^--V-j___*i___,_____ ^,L,______ .m...w
l.ongilude 00. 35' 38" E. do observatorio de
maiinha de S. Fernando.
O foco luminoso ett.i elevado 142,5 ps sobre
nivel dos preamaret do equiuocio.aprescnlando urna
luz branca liza visivel a 20 millias, sempre que a
permita o eiladoda almoiphera e.o olhodo observa-
dor se ache 60 ps aobre a superficie do mar. Ma-
drid 28 de jolho de 1855.Joaquim Gutierre! de
Bu baleara.
Sjecrelaria da capitana do porto de Pernambuco
8 de novembro de 1855.O secretario, -Alexaudre
Bodrigues dos Alijos.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco pe Pertiurpbucocontinua a to-
mar lettrns sobie o Rio de Janeiro; ea
sacar contra a rhesma praca. Banco de
Pernambuco 10 de outubro de 185.O
secretario da direcrao, Joao Ignacio de
Medeiros Reg.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administralivo lem de comprar o se-
guinle :
Casemira carmesim, covados 100 ; anagem, varis
."(09 c 'i ; esleirs, 1,079 ; sapalosfeilos na provin-
cia, pares 2,000; algodo em rima, arrobas 4; cu-
bos inodoros, 18 ; rolhas de ro lira para garrafas,
grozas :) ; pavios, duzias 9.
Qoem quizer vender esles objeclos aprsenlo as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
ronselho, s 10 lloras do da 19 do corrente mez.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
cimeuto do arsenal de guerra 12 de novembro de
1855.Benlo Jos Lamcnha I.ins, coronel presiden-
te.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
secretario.
urna grande qnantidadede obras de ouro como bem, |
iraiicekns de filagrana muilo ricos, a I (i notes de peila
com pendas, brincos, rozelai, boles para cainita,
coroai, resplandores e aellas para imagen), e.outras
muitas obras ; diversas pecas de prata como bem,
salvas, colheres, caiti;aes, bacas, estribos, esporas,
orna rica bandeja grande etc., at snbrat do engenho
Coqaeiros na comarca de Sanio Anta, e o engenho
d'agut denominado Mamocaia, na fregueza de S.
Lourenro da Malta podendo ser vend lo a prate
com desobriga dos credortt. ou com firmas negociaet
ntsla prari : lera lugar o leilao quarla-feira 21 do
corrente as 11 horas da manira no armazem do a-
gente annunciante, silo na ra do Oollego n. 15,
aondeosSrs. prelendenles aos nens cima mencio-
nados, que quizerem alguns eselarecimentos acerca
licites, podero so entender.
O agente Borja. aotorisido pelo lllm. Sr. I)r.
juiz de orpbaos, conforme o seu despacho proferido
em requcrimeolo.do tutor dos menores filhogdo lina-
do Manoel Jos de Araujo Machado, em presenta do
dilo Sr.juiz, far leitao de ,'! escravos perleucents
aos referidos menores, sendo urna mulata de ineia
idade, de bonita figura, um miilalinho de 12 anuos,
e urna mulalinha de 10 aunos, os quaes leem de ser
vendidos no armazem do agente anuoncinnle, sito
na ra do Collegio n. 15, lerra-feira, 20 do cune-
te, s 11 lluras da manliaa.
AVISOS DIVERSOS-
Aliiiiiuak.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGUALSEN E OUTROS.
posto em ordem alpbabetiea, com a descriprao
abreviada de todas as molestias, a indicarlo physio-
logiea e Iherapeulica de todos os medicamtnlot ho-
meopathiroi, seu lempo de aciao e concordancia,
seguido de um diccionario da significaran de todos
os termos de medicina e cirurgla, e paito ao alcance
dat peasoai. deoovo, pelo
DR. A. .1. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignautes podem mandar buscar os seus
exemplares, assim corno quem quizer comprar.
Urna pessa com liabilitaces preci-
sas encaiTeg?-e de cubrancasem Macelo:
a tratra na ra do Queimado n. 7 pri-
meiro andar ou annunciem Sitas moradas
para seren procurados/
LOTERA
Ocautelista SaltMtiano de Aquino
Ferteira avisa aorespeitavel publico, que
joao sendo poasifel correr mais loteras
de (i.OOO biihetes jendo a quarta parte
da mu o as leterias do Rio de
Janeiro, em le de existirem sempre
por vender quantia de 5:O0OgO0O ate
6:0000e0derers, as loteras vindouras
passarao a5,000 bilbetes, eos precos dos
biihetes e cautelas das mesmas loteras de
5,000 bilbetes na importancia de 25:000.^
sendo os bilbetes c cautelas pagos sem o
descont de 8 por cento do imposto ge-
ral, vendidos "as lojasdo costume.
Biihetes .sGOO sem descont 5:000^000
DE
S. ISABEL.
Sociedade Dramtica Erhp'rezaria.
SABBAVO II M NOVEMBRO.
Recita a beneficio do actor Bezerra.
Ira a scena o drama em liados de Frederico Son-
liornado de msica
AS MEMORIAS DO DIABO.
Personagens. Actores.
Kobin..........O beneficiado.
Kapniere.......* Sr. Pinto.
Mrquez de Lormias. Sebnslio.
Conde de Cerny..... Mendcs.
Joao Gauthier. '.. 11 Senna.
Valenlim. ........ Mouteiro.
Ta Oiilmiin.i......Sra. 1). Hila.
IVroiieza de Rouquerolles Amalia.
Amelia........ Leonor.
Condena de Cerny Jesuina.
No inlervallo do drama ao vaudeville a Sra. O.
Orsat e o Sr. Mouteiro por obsequio cantaran o ap-
plaudido duetto
A PANEL LA DOS FEITI&OS.
l'iudar o espectaculu com a sempre applaudida
comeda vaudeville em 2 actos *
0 CARI UND4.
O beneficiado sempre grato aorespeitavel publico
pernainbuc.ino, espera iiao*desmerecer ainda desta
vez a sua illuslre prolecjao.
AVISOS MARTIMOS.
Para pelo Mara-
nkao.
A escuna nacional JOS s pode rece-
ben-carga ate odia Ki.seguindo aos por-
tas indicados no dia 18 do corrente mez
impreterivelmente conlarar-ra cjue
para o resta trata-se com o
rios Antonio de Almeida (lo.
rita do Trapiche n. 10, se
dar. i
Para a Baha segue em poucos'
bem conhecido ltate Castro, do
b'raucisco de Catiro, por j Jetarme da carga
pa : para -o reslo, trata-se Com o seu consignatario
Oomiugos Alves Malheus, na ra da Cruz.
Para o Aracaly legue em poneos dias o bem
couhecido hiale Capibaribe; para taiga e passagei-
rof, trata-te na ra do Vigario o. .
Precita-te para conduzir carga para a Varahi-
ba de urna barrara grande t quem a liver e quizer
fretar, dirija-se a roa da Madre de lieos, armazem
do Ycenle Ferreira da Cosa.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES IX-
GLEZES A VAPOR.
No dia 20
deste mez es-
pera-sedo sol o
vapor Tamar
rommandan te
Bevs, o qual
depois da de-
mora do cos-
luiiie seguir
para Soolhampto 11,tocando nos porlos de S. Ycenle,
Tenrilfc, Madeira e Lisboa : para passageros tra-
ta-se com os agentes Adamson llowie otC, ra do
Trapiche Novo 11. 42. Os volumes- que pretende-
ren aaandar para Soulhampton deverao estar na
ageneit -2 horas antes de sefechnrem as malas, e de-
peit dessa hora nao se receber.i volume algum.
Para o Rio Grande do Sol
legue rote brevidade, por ter parle da carga promp-
ta, o brigue brasileiro Sympalhia : quem no mes-
mo quizer carregar o reslo ou ir de passaucm, cnten-
da-ae com o rapilflo Candido Jos Francisco tioularl
Jbordo, ou na roa do Trapiche 11. 11, com o consig-
atario Manoel Alves Guerra.
Baha.
Vai seguir com brevidade o lila le na-
Como se esteja confeccionando o alma-
nak, toga-so a todos os senbores que ti-
verem alteraces a mandar, se dignem en-
via-las a' livraria n. Oe 8, da praca da
Independencia.
Quem quizer encarregar-se dotra-
tamento de um menino branco de o para
i annos queira annunciar por este jornal,
para ser procurado.
Nos abaixo assignadas, eslabelecidos ucsla pra-
ra, lendo em considerarlo o convenio feilo pela as-
Micacflo commercial do llecile, que eleva os pataces
brasileiros e hespaohoes ao valor de 39, e alter.den-
do mesmo a dilliculdade de Irocoa com que cons-
tantemente luamos, temos convencionado e arcorda-
do om que nao s para evitar a sabida (lestes metaos
desla praca para a do Herir, senAo tambem para se
(acilitarem os (reos mu.lo*, se d ans pataces bra-
sileiros e hespaohoes o valor de tjOOO, e neste valor
nos compromellemos a dar e aceitar a dita moeda
de boje em vante al que milj-i-la o mesmo conve-
nio na piara alo Herir, nao devendo porm entrar
mais do que a quantia de.">0$OO em cada pagamen-
to. Parahiba ana 7 de novembro de 1833.Por Vic-
torino Pereira Maia. Joaquim da Silva Coelho, Jos
l.uiz Pereira l.ima & C, Francisco Alves de Souza
Carvalho & Filhii, Manoel da^Cosla l.im>, Manoel
Pereira de Araujo Vianna, Anlouin Rappael lial-
vo, Fernando Antonio de Menezcs, Jo.'io Jos de
MedeirosCorrea & C, Joaquim Jos Rodrigues da
Iainha, Joao Clirsosl01110 Pires, (iabriel da Costa
Moiileiro, Antonio Francisco Ferreira Soaaes, Caroeiro da t'.njih.i C, Anlonio
Vicente de Magalhaes, Jote Antonio Pereira Vina-
gre, Jos Concalves de Medeiros Furtado, Benlo Jo=
s da Cosa, Jos Jtinlho dos Reis, Jos de Azevedo
Silva, Antonio Caimito de llnllaoda. Antonio lre-
derico Paula, Anlonio Francisco Ramos, Joaquim
Marques Damaxio, Anlonio dos Sanios Coelho, Jos
(iomes d Araujo Ouinlell.i, Vicente do Reg Tos-
cano de Brilo, Jos de Azevedo Maia, Jos Joaquim
Peixoto de Miranda llenriques, Jos Flix do Reg,
Manoel tabello de Oliveira, Primo Pacheco Borges,
AnloBio Alejandrino Urna, Mmoel da Silva Neves,
Rufino Olavo da Coila Machado, Fructuoso Pereira
Freir, Joaquim Exequel Barbosa. Jos Dias di
Araujo Jorge, Antonio Ricardo dos Sanios, Mesqui-
ta Jnior, Joaquim da Costa l.ima, Jos Antonio
Marques (luimaraes. Amaro de Barros Correia, Joao
Baplisla de MagalhAes, Joao Baplista de Albuquer-
que, Ricardo Jos Francisco, Antonio Lopes da Sil-
veira, Jos Januario Arsnlia, Antonio Rufino Ara-
nha, Joaquim Pacheco Borges, Ernesto Augusto
Paula, Manoel de Medeiros Carvalho, Custodio Do-
mingos dos Santof, Anlonio Thomaz Carneiro da Cu -
nha, Joaquim Silvano de Macedo, Joso Jos Lopes
Pereira, Manoel Jos do Espirito Santo, Joaquim
Francisco Mouteiro da Franca, Marcelino Oomcs de
Leiros, Jos Connives de Oliveira, Joso de Souza
Vieira, Domiciaoo Nones Soares, Victorino Jos Ra-
pozo, Manoel da Silva Medeiros, Francisco do Reg
Pontes, Pedro Jos de Albuqoerque (iaudra, Anto-
nio Oas Ferreira Machado, Manoel Vidal da Silva,
Francisco Teixeira da Silva rilo, N. Gadumlh &
C, I'. F. Lima, Joto Pinto Mouteiro da Silva. A11-
Innio .Idtiquim Teixeira, Francisco Jorge Marlins
Bilelho, Fari & Como, JooTavares Ferreira, Ma-
noel Francisco de Oliveira Jnior, Manoel Francis-
co da Silva Coito, Jos Ferreira Dias.
GIMNASIO PERNAMBCASO.
5>abbado, 17 do corrente
andam as rodas da pri-
me.ra parte da terceira
lotQria do Gytiraasio : D
resto dos meus bilbetes e
cautelas sta' a venda as
lojas do costume, e no
aterro da JL>oa~Vista n. 48
e 68.Ocautelista, Anlo-
nio da Sha Guimaraes.
Meios 2.S800 . )) 2:500|00O
Tercos 1S920 l:o66jjf666
Quartof l$UO 1:250^000
Quintos 18160 1 -.OOOjOOu
Oitaros 720 >t 625S000
Decimos 600 )> 500|000
Vigsimos .0() )> -250j>H)00
Pernambuco 15 de novembro de 1855.
O cautellsta, Salustiano de Aquino
Ferreira.
JoOo da Silva Ramos, medico pela _
versidade de Colmbra, coelinaa a receber
em sua casa na roa do Cabaga n. 16, dat I
8 as 11 horas da mauha a dat 3 s 4 da
larde, as pessoat qoe o quizerem consul-
tar, hem como a sabir com a coslomadi |
promplidao a qoalquer hora do dia oo da
noile em que seja procurado.
O l)r. Dias remande*, medico, reside no
primeiro andar do sobrado da ra Nova,
esquina da do Sol : onde continua no ex-
ercicio de sua.proOsso.
HOSPITAL P0R1GEZ
De beneficencia
Tendo ae aljrir-se solemnemente o Hos-
pital Portuguez de beneficencia nesta ci-
dade, no domingo 1S do corrente as 10
iioras da nanhaa no sobrado sito ao nor-
te do corredor do Bispo, pertencente ao
Sr. Joaquim Ignacio Kibeiro Jnior, sao
pela respectiva junta administrativa con-
vidados todos os Srs. subscriptores para
assistirem a este acto de religiSo e carida-
de. NeSte dia estara' patente o estabe-
lecimentoa todososSrs. vizitantesde um
e outro sexo, desde as 9 botas da mailiaa
at as2 da tarde, e desde as 4 ate as 10 da
noite.Recite 12 de novembro de 1855.
Manoel Ferreira de Souza Barbosa, se-
cretario.
Alusa-se um eseravo oplimu cozinbeiro e sem
vicio algum, proprio para servir em urna cesa de fa-
milia : a ira lar na roa do Rangel o. 42.
Armazem para alnaar.
Aluga-se o armazem da ra do Encantameulo,
aoude est colimado o lampeo, na casa que faz fren-
te para a ra da Cadeia n. 23 : a tratar na mesma
ou em o n. i da mesma ra da Cadeia.
D-se dinheiro a juros sobre pendura de ouro
e prata : na ra do Queimado n. 37, se dir a pes-
soa com quem se deve tratar.
Precisa-se de urna ama para lavar e eneom-
mar para urna crianra ; na ra Direila n. 86, se-
gundo amlir.
O padre Thomaz de Santa Marian na de Jess
Magilhaet se offerecc para ser capellao para aquelle
seiihor de eugeuhn que quizer ulilisar as missas e
mais aclet propros do ministerio sacerdotal, e para
ensillar primeiras ledras, doutrina christa, arilli-
melica, graanmalica da lingua portugueza, gramma-
tica da linguii launa, inutict e francez : o senhor de
engenho que quizer, pode procurar o annnnciante
na casa de sua residencia, na ra da Concordia, dat
9 horas da mandila em diante de qoalqner dia.
Vrcctsa-se de urna ama de leite: oo hotel Fran-
cisco.
Attenyo.
FESTA SOLJMINE NOCORPO SANTO.
Domingo lo do corrente pelas 11 ho-
ras da manhfia, tera' lugar na igreja do
Corpo Santo urna testa solemne com a-
qella pompa devida a* veneranda iina-
gem do Senhor Bom Jesus dos Passos,
missa nova celebra da pelo padre Jos de
Aragao Ebora, ora rao recitada pelo Rvm.
|>adre mestre da Capella Imperial Joap
Capistrano de Mendon'ca ; urna das rne-l
lhores msicas variadas por diversos solos
cantados por quatro meninos orpbaos, e
laus-perenne desde a testa ate ao lim do
TeDeuin, que %' noite deve ter lugar.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O lllm. Sr. director da companliia de
Beberibe convoca os Srs. accionistas para
se reunirem em assembla geral no dia 20
do corrente ao meio dia, no respectivoes-
criptorio, para deliberar-se sobre o paga-
mento do 15" dividendo,Recie 16 de
novembro de 1855.O secretario, Lui/,
da Costa Porta Carreiro.
Nao tendo sido possivel a irmanda-
dedeN. S. do Rozario do barrio da Boa-
Vista, por motivos, apresent'ar em pro-
cissao a imagem da mesma Senhora no
dia de sua fesla, declara fue tera' lugar
no domir^o 18 deste mez, e que somonte
trarsitaraiasruas da mesma Treguezia, e
roga aos devotos da mesma Sttihora quei-
ram ajudara esreaetocom a esmola qe
jt'ergunta-se ao juiz da irmandade de N. S. do l.i-
vramento o mnlivo porque ainda nao presin contas
i coinmisaao que foi eucarregad.i de fazer a passada
procissao da mesma senhora, visto que te deseja sa-
ber os nomes dos qoe coiitribuirain par* ella, e a
importancia dessas esmolas, mesmo para evitar du-
vidas!!!'.' outro sim seja se dispemou ao adminislra-
d,or do litar de Santa l.uaia de prestar contas men-
almeule, de tal admini^lrarAo !!!'.' ou se est admil-
tido na aclnal mesa o i_^' hodie mihi eras ti-
bi ^n!!!*fOs olhos vivos de Santa Luzia.
Precisa-se da urna ama de algumas habilidades
e qu tenha boa conducta, para casa de pouca fami-
lia : no l'asseio n. 7, at dir quero a qoer.
Precisa-se detWOS a premie por hopolheca,
pelo prazo de ti mezes, pa -amlo-se os juros adiinla-
dos, dando-se poraegoranc^i urna boa niobilia de ja-
carando e um bom piano,o qual a vale UO5; quera
quizer anoncie para ser procurado.
Ausenlou-se de caa deade o dia 10 do corrate
o escravo-pardo de nome Fraocitco, idadeW annos,
alto, enrpo regular, cor plida,cabellos prelot e cor-
ridos, um tanto amalolado por ter viudo da malo :
quem o'pegar, leve-o ra de Queimado a. 63, qoe
sera gratificado.
Precisa-se de um menino para criado, que Mi-
lu comprar na roa : a tratar na rua^ireita o. 93
primeiro andar.
Selxa-feira 16 do correte, finda i audiencia
do lllm. Sr. I)r. juiz de orphaos, no lagar do retn
me, vai a praca a req inri ment dos herdeiros por
renda, pcW lempo de seis aonos, a qualro cents
mil res aaauaes, o sitio na estrada di> Kosarinho
di fallecida, Anna Rite da Sacramento : quem pre-
tender comparsa ao referido lugar.
Yiinimcio.
Jote da Silva Reis irrita aos seui amigos e ao res-
peitavel pblico em geral, que vai ao tal tratar de
seus negocios relativo ao thealro de Sanla-Isabel,
coja empreza ella tem de contratar pelo anno de
186, associado com o Se. Oermano Franeitca de O-
hveira, qoe estando em Lisboa deVe rollar a esta ci-
dade em Janeiro do referido anno. O annunciante
faz scienle dos motivos de toa viagem as autoridades
respectivas do thealro, e aqu estar tambem de vol-
ta no principio do anno futuro.
Precisa-se de urna preta escrava, de boa con-
ducta, para'o servido interno de um cata : quero a
tiver e quizer alagar, dirija-te ao largo da Rberra
n. 1, taberna que fax quina para a roa de Santa
Rila.
Precisa-se de urna ama : na roa dat Aguas-
Verdes o. 22, segundo andar.
O abaixo meignado julga de tea daver conli-
nuar a declarar que cora radicalmente a molestia
vulgarmente chamada morphea, erytrpella, litliris
e peritas indiadas, qualquer qoe teja
lente, e sirva iato de protesto ao publico
verno em nome desse degrac,idos, que
(em adiado cousolato na toa dor. fijo be islo orna
basofia do annunciante, mas fim ai cons-
cienela,. O abaixo assignado dar a quero o procu-
rar as garanlias possiveh, e ao governo da proviuda,
que susleola um hospital, com o anal
sem tirar o menor resoltado, oOereee o ten presumo,
para dentro de um tempe cerlo a com to
cranos, tratar de qualquer doentc que o govarno
Ihe.queira entregar. O annunciante te ojetter
mesmo a pena de prisao corno estipulado for te nao
cumprr o que promeller. Que mais pode o annun-
ciante oflerecer "f Quem j te atreven a fallar assim
pela imprensa t O annunciante he pobre e nao pode
fazer a caridade de curativo gratuito, detpeodendo
com elle ninbeiro, porque ser dat* o que nao tem.
lia i mezes qua o anuuuciaule est nesta cidade e ja
aprsenla em sua cata, na roa. lo Padre llorano
n. 18, dous escravos curados.
Manoel Borges de Meodouca.
CigarrodeS. Paulo, verdadeiro surucaba.
Avisa-se ros Srs. acadmicos, que de novo he che-
gado no deposito de charutos da ral larga do Rosa-
rio n. 32, um grande sorlimenlo de cigarros deS.
lano, vindo pelo Rio de Janeiro no ultimo navio,
e que se vende em porreo e a relalbo, sendo a 500
ra. o cenlo, e por menos em milheiro.
Precisa-se de urna mulher de idade para ama
de urna casa de pooca familia ; na roa larga <
sario ii. 3-2.
d-Tslide e d porlo e para' obler sua classificac,ao
depois de submetlido a ella.
O abaixo assignado espera que S. S. se tirva adop-
tar asTnedidas convenientes para que os comman-
daulcs' e capitaes de navios da nacao do S. S. mo
i_p*sa,rh allegar ignorancia.
palinixn signado nproveil.indo esla occasiao,
renovj* a S. S. os protestos da sua mais elevada con-
slderaSo e apreso.Valenlim Alsina.Conforme,
Jonquiin Maria Nascenlet de Azambuja.
Secretaria da capitana do porlo de Pernambuco
8 de novembro de 1855.O secrelario, Aletandro
Rodrigues dos Anjos.
O lllm. Sr. capitn do porto em cumprimenlo
da aviso circular da reparlicao da marinha de 17
de outi'bro ltimamente findo, e de ordem do Exm,
Sr. presidente em odelo de 17 do corrente mez com
referencia a elle manda fazer publico o ejemplar
abaixo lo aviso aos nave&anlet enviado pela legacao
imperial em Madrid, relativamente a" orna altcraeao
no pbar'ol da ilha de Tarifa.
OHIECCAO' DEUIDROGRAPI11A.
Acito aos nacegantes.
Pharoes das cosas de Ilespauba.
Pelo ininislerio da uiarinlia c coicniunicadas pelo
do flmenlo, se receberum neslo e>labelecimento no-
ticias relativas alteradlo que se ha de cITecluar
em a lu do pharol de Tarifa debaixo da direcea0
do corpo do engenheiros de caminaos, ciuata e por-
os e empresenta das quaes se ha redigidoo seguin-
le antjuDcio.
Pharol da ilha de Tarifa Estteito de Gibrallar.
Em o t- de selembro do prsenlo tono alomiarri
detde a per al ao nascer do sol, o novo apparelhu
CAtacliupttjco de primeira ordem, grande mdelo
com queeev lorio callocaV0 em a parle mais meridional da ilha
de Tari la, seV' ,ua siluacd que em nada ha varia-
do segu
LuM-ISt?, -i0000" N.
ctonal FORTUNA, mestre Joaquim Jos atarseu religlw corado
-.. '. j i Pela delegaciaflo circulo literario da freciie-
Stlveira, tem grantler'pa,rte d seu carie- -
jamentoprompto.: para o resto, trata-se^
com os consignatarios Antonio de Alme"
da Gome SiC., na ra do Trapiche n. 10
segundo andar.
Para Lisbjii, a galera portugueza Jo-
ven Carlotan, Capitao Boventura Borges
Pamplona : para carga epassageros, tra-
se com os consignatario Novaes & C, ra
do Trapiche n. 5V
PARA O MARAMHAO" E PARA
Sabe com brevidade por ter maior
parte da carga a barca brasileira Bri-
llante : para o resto trata-se com os
consignatarios Novaes & C, ra do Tra-
piche ti. 5i-primeiro andar.
Massa adn aiitina.
Antonio Barboza de Barros, estabelecido cota
de barbeiro na roa da Cruz n. 62, primeiro andar,
bichas por commodo
que ha de reger no cambio n. 38.
Aluga-se
Para Lisboa sabe o msis breve possivel por ter
parle da carga prompta, o brigue portuguez Laia
II, de que he capilao Caelano da Cosa Marlins;
para carga ou passageros, Irala-se com F. S. Ra-
liello & Filho, ou com o capilao na praca do rom-
mercio.
COMPANHIA DE NAVEGADO" A VA-
POR LUSO-BI.AS1LEIRA.
Espera-se
alei 21 do cor-
rente vindo
dos porlos
do tul o va-
por D. Ma-
ria II, com-
mandanle o
lenle lioi-
marAes.ode-
poli da com-
petente de-
mora seguir
pura Lisboa com escallat, para passageros eeacom-
tnendas dirijam-se ao agente M. 0. Rodrigue, ra
do Trapicho n. 26. Pede-te encarecidamente asi
Srs, portadores dat cartas, levarem o respectivo
porte trocado para avilar demoras.
LEILOES.
O agente Borja, auloriado pc)o lllm. Sr. Dr.
juiz deorphilus conforme o leu despacho prolerilo
uo requeriineiil-i dolulor dos orphaos lilhos do fal-
lecido Caelano Pereira Uooralvesda Cunba, em pre-
senta do dilo Sr.juiz, continuara o leilao de nlgoni
bem ja anuuiiriados, pcrlencenlcs aos mencionados
orphaos a saber : diversas obras de brilhanle e dia-
mante, entre as quaes sobresaliera 2 rquissimos an-
ncloet, alfiaetej de pello e boloes para abertura,
zia dos A togados scienlifica-ae aos senbores profes-
sores pblicos e particulares l'ambos os sexos, que
deveao apreseutar mappas da alumnos, que fre-
quenlaram suas atalas no corrente auna, e bem as-
iini nota declaratoria da rus, e numerata casa.O
delegado do mesmo.
Francisco Luiz Maciel Hauna.
O secrelario da- irmandade de N. S. do Bom
Patio convida a todas os seus irmaos, para no dia 18
do corrente reanirera-se uo consistorio da mesma ir-
mandade. para reunidos em mesa geral proceder-se
t nova aleicao da nova mesa
auno de I85- a 1856.
Precisa-se de urna preta de boa conduela, sa-
liendo bem cozinhnr, para casa eslrangoira : a tra-
tar na rna das Flores n. 20.
Precisa-se de um menino para caixeiro de ta-
berna : na roa Bella n. 30.
Precisa-se de urna ama. que co/.nhe e faja al-
gumas compras na roa para urna casa de pouca fa-
milia : na ra da Praia n. 16.
Lava-se e engomma-te com prompliitfio, aceio
e preco commodo : na ra da Roda, casa terrea n.8.
Maria Antonia de Souza, leudo perdido um
meiu biHiele da 1.a parle da 3." lotera do Ijymna-
sio, o qual se acha assignado no veno pela mesma,
pede encarecidamente aoS Srs. caulelistas qoe nao
paguem o que possa rahir por aorle na dito bilhete.
Precisa-se aluaar um eseravo. mesmo tendo
de maja idade, para Irabalbar de enxada em um-si-
tio em Santo Amaro : quem liver dirija-se a ra es-
trella do Rostrio n. 15, toja.
O delegado do circulo liIterario da fregueziade
S. Jos faz saber aos Sri. professores e directores do
ensno publico e do particular do ambos o sexos,
que na forma do art. 86 Jj 1. da lei provincial u. 369
de18.de maio desle anno, devem remellar a esla
delegad) al o dia 10 de dezembro seguiole os rela-
tnos Irmeslraes de seus Irabalhos com declnraclo
do numero de alumnos, disciplina, e compendios
adoptados, lirando entendidos, qnc iguaes relaloriot
se repetir jo de 3 em 3 mezes.
Precisa-ie do urna ama do leite que nao leulia
tillio, para acabar de criar urna menina : na ra da
Senzala Velha u. I primeiro andar.
lima pessoa que mergulha na profundidado da
6 bracas de fundo, se oflerece para quem de seu
presumo te quizer ulilisar: a tratar em Catuaraa
com Silvestre Ouarcsma da Silva.
Galvanoplastia.
Doora-ie e pratea-se com toda perfeic,Ao c aceio,
e por mdico preco, todo e qoalquer objeclo de me-
tal por mais delicado- que teja; na roa Direita n. 50.
Precisa-se de urna-escrava para engommir.qiier
teja captiva, quer forra : na Solidado oo tillo do Ta-
sel, ou oa ra do Trapiche casa de Lasserre.
A pessoa que annuhciou querer 400 a jurds
sobre hypolheca, dirija-se a ra da Praia n. 36.
Urna pessoa versada em cinco linguas, varios
ramos scientificos e historia, entina para fura do Re-
cite, porm s pode contratar negocio para a fregae-
zia de Sanio Auiao oa parte coojuDcia a ella.
sala vendem-se e alugam-se
preco.
#
Candido Jos' Lisboa, anligo discpu-
lo do Sr. padre Joaquim Rapnael da Sil-
va, approvado plenamente pelo hcu
desta cidade, da' lices de lam, francez
e portuguez: na ra de Apollo n. 21.
Casa de com mis-
sao de escravos.
Na roa Direita n. 3, confronte a| travessa de S.
Pedro, sobrado de 3 andares, recebem-se escravos
de ambos os sexos para se vender de cominisso, nao
se levando mais por este Irabalho do qee dous por
cenlo, e sem despeza alguma de comedorias, oflere-
cendo-se para islo toda a seguranza e commodoi
precitos para os ditos escravos,
Precisa-se de um pequeo de 12 a 14 annoi
para taberna; na roa da Conceicao o. 6, se dri
quem precita.
Precita-se de om feitor ; no sitio de A. V. da
Silva JJarroca, na Magdalcua.
Precisa-se alugar orna escrava com habilida-
des ou sem ellas, para o servir de orna casa de poo-
ca familia ; na ra da Cadeia do Recite, loja de
ADVERTENCIA.
Os Srs. Joao Mypoliio Metra Lina, Jos Claudiuu
Leite, Jos Upes IJuimarSet, Jet Maria Boarbon
de Va-coucellos, Coime Bezerra Baptiala da Costa
(do Exu'), Nomeriano Jos de Barrea, Joaquim Cor-
reia Leal, Caelano Jos Coelho, Joao da SI i Vian-
na de Uaranhunti, Frederico da Garaa Cabril (da
Parahiba), Mtlhias Carlos de Araujo iilem), Jos
Joaquim de Almeida Catiro de Cinuru',, Manoel
Carlos Saldanha de Aleoear (do Exu'), Anlonio jote
Habello Guimaraes (do Para), Joao Carlos Dmatce-
uo (dem), Antonio Paes da Silva (Porlo Calvo', e
Joso Joaquim lavares (dem), queiram mandar pa-
gar as assignaturas do Echo Pernambucano, durante
o lempo que subscreveram para o um
Aluga-se orna cata na estrada des Reatedioj,
chumba denles com esla preciosa massa; na mesma ProP^,, para se passar
urna excellente loja propria para
mhnleas oo qualquer ootro eslabelecmento, na cua
dos uarteis n. (>, a qual loja est prompta com
urna .ptima armaedo que se vende por menos de
metade do seu valor"; a tratar ni mesma ra, na'
padaria do Sr. Manoel Antonio de Jetus.
LOTERA do gyisasio.
&a Libado 17 de novem-
bro andam indubitavel-
mente as rodas da referida
lotera, pelas 9 e meia ho-
ras da manhila no espaco*
so sal&o da ra da Fraia
n. 27. Existe ainda por
vender um pequeo resto
de biihetes cautelas na8
lojas j condecidas do res-
peitavel publico. Per-
nambuco 15 de novembro
de 1855. O cautelista,
Salustiano de Aquino Fer-
reira.
Na'.dia 16 do correlile a orna hora da larde.se ha
de arrematar, por venda, ni sala das audiencias do
Dr. juiz de direilo da primeira vara do cvel, a cata
terrea n. 130, em chaos foreiros, sita na pavoaclo dos
AftjBailos.ua rua.de S.Miguel, com yi palmos de fren-
te e 37 de fundo.com 1 pequeo sillo cum 380 palmos
de frente e 40 de fundo, com alguns ps de fruclei-
raa em mao estado, e por itso avahado em 2509 rs.,
por etecur,o de Joo Jos do Reg contra Manoel
Gonjalves Serrina : os pntendentes poder.to concor-
rer do supradito dia e hora cima.
lugar com Jos Marcelino Altea da Footeca.
Precisa-se urna ama de leite qoe uio leaba fi-
lho : na roa da Guia o. 9.
Precisa-so de urna ama de leite para acabar da
crear urna creanca : a tratar oa ra do Sebo casa ter-
rea n. 7.
Na loja da Boa Fama, ni roa do Queimado u.
33, recebem-se eocommeoda de ramos arliftciaes de
diverja* fructas, como pilanea. ubala, caja', macaa.
etc., tinto para ornato de bandejas de boiinbos, ce-
nt para doces seceos.
Aluga-se para pistar u fesla um boro tobrado
na povotco de Beberibe junto a ponte, est acaba-
do e piolado de novo, e tem commodos para duas
familias por ter 4 salas e 11 queras:
leader, enleuda-se com o dono da loja de cera da fa
do Cabug n. 5.
Ollerece-se una portuguexa para criada de
casa eatrangeira ou nacional, carta vestidas e (ai to-
da a qualidade de costura : a testar no aterro da .
Boa-Vista, loja de funileiro da casa n. 53.
0 abaixo assignado, tendo viito netle Diario
o. 259 de 9 do crrante o annuneio que fax Jos de
Benevidet laido, declan, qee para com elle linda
o dito $r. Benevidet nao eat de contal liquidadas
nem saldo. Recite 15 de novembro de 1855.
Antonio Jote Baos Taiga.
Qutm precisar de um penco de entullio trrJlis,
proprio para algum aterro, dirija-se a na da Auro-
ra, taberna o. 56.
OlTerece-te um lioinem para caixeiro de qoal-
quer ceta de negocio, o qoal tem boa leltra e bat-
anle pratie de negocio, dar oformacoet de ina
coudocla, e tambem entra com alguns fundos, du-
do-se-llie inlereste : a fallar na roa de Santo Amaro,
teja o. 16.
Precisa-se de urna ama para o servicio interno
de casa de um homem solleiro : na roa da Concor-
dia n. 26.
Aluga'-se o terceiro andar da roa estreila do
Rosario n. 28, o qoal he muilo fresco e est piolado
de novo, multo limpo ; a tratar oo segando andar
da mesma casa.
Precisa-te alugar urna ama que saiba coziohar
e fazer toda o mais'servico de can: na roa Direila
o. 86, segundo andar.
Poro da Panelln.
Na travessa da Saude ha ver sorreje vos sabbados
e domingo* a tarde, das 6 1|2 as 10 horas.
Offerece-se om meto brasileira para escriplo-
ro de advogado, ou cala commercial, o qoal sabe'
bim ler, escrever e contar : quem precisar diija-se
a roa Direila n. 86, segundo andar.
Precisa-se de 10.-0009 a joros de om por cenlo
ao mez pelo lempo de 3 annos. dando-se ura sego-
ranca predios oesla praca, sendo pagos o joros em
quarleis: na ra da Sexuala Yeibe n. 70, segundo
audr, te dir quem precisa.
Fugio uu furteram ama cabra (bicli
cabritos, a qual tem urna das orillas troncha ; quen
delta dr uolicia na roa da Gloria a. 70, ser rtcoo-
pensade.
Anlonio Tavarea Firreira agradece gmerpta-
mente a lodos os Srs. qni atsistiram no dia 14 **
corrente mez, na igreia de N. S. da Carmo, o *c'
fnebre de leu prelado 'icio Jlo Maria 'tetra.
Attef^ao.
Na eanfeiltria da A. A. Porto, >a ra da Crot n.
17, acba-se elTeetvameote um grande sortimento de
doces de toda as qualidadet, secco e de calda, por
menot preto que em oulra qualquer parte ; jorrU-
mente um grande totumelo de amnaxes abicair
coutras muitis fructas ; assim como se aprorop"
qualqoar encommenda para fra ou dentro d* *'
nerio com acliviaade e liroMU.



QIMIO OE PRM*BC0 5 XT FE!"* 16 F n0VMBVRO Ol 1855
X
CtDMSUt.TOft.0 O* POBRE*
O mA NOVA 1 AHlft &0.
O D '. I*. A. Lobo Moscmo d consulta! homeppalb/cat todo* os das aospobres, fe0'8 y horas manba itlomeio da, e emcasosextraordinarios a'qualquer hora do da ou noile.
Ofle ece-se igualmente para pralicar qualquet operario derirurgia. e acudir pramplaroeutc a qual-
qoer mu Ihet que estoja mal de parto, e' cujascircumstauciasuao permitan) pagar ao medico.
HO COSSULTORI NI. P. A. LOBO I0SC0Z.
SO RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina homeopalhica do Dr. G. II. Jahr, traduzido era por
luguez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes enradernados em dous e aeompanhadode
m diccionario dos tormos de medicina, cirurgla, anatoma, etc., etc...... 203000
Esta obra, a maisimporlanle de toda* as qoetralam do etludo e pralica da homcopalliia, poriser n nica
l d'esla doutrinaA PATHOGENESIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
I ESTADO DE SAUDEconliecimenlos que nao podem dispensar as pes-
ia da verdadeira medicina, inleressa a todos os mdicos que quicrem
nemanu, e por si mismoi se convencerem da verdade d'ella: a lodos os
aiendeirose ssnhores de engenta ue eslo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capilesde navio,
m deixar deacudira qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
por cirenmstancias, que nem sempre podem ser prevenidas, sao abriga-
dos a prestar in eonnenli os primeiros soceorros em suas eufermidades.
O vademcum do homcopalha ou tradcelo da medicina domestica do Dr. Herios,
obi i tambera i 1 is pessoas que se dedicam ao estudo da homeopatbia, um volu-
anhado do diccionario dos termos de medicina...... 109000
O diccionario dos termos de medicina, eirargia, anatoma, etc., etc., encardenado. 19000
Seis verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralica da
homeopalhia. e o praprietario desle estabelecimeitto se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
uiuguem dovida boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVEIS.
Boticas d 3a ou 30* dyuamisario. Menores.
tubos.......................8*100
........................I08OOO
.......................20900II
a........................2SJ000
..;................... :I05000
....................609000
r deslas boticas em linduras, o dobro.<
..................
talquer lindura da quinta dynaniisacAo........ .-
leira lindura de rnica.............
a casa ha sempre i venda grande numero de lobos de crystal de diversos tamanhos,
lieamenlos, e aprompta-se qualquer encommeoda de medicamentoscom toda a brevida-
de e por prejos muilo commodos. ___________
TRiTAIEHTO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
00
De
Do
De
l)e
De
M.
$1!
4H
b"
Pe 141.
ualq,
Grandes.
105OOO
-209OO
2.i000
:t09000
:ijjooo
19000
29000
29000

nais eDicazes
s nos lugares
CHOLERAMQRBUS.
PELOS DRS
aparase poder curar desla enfermidade, administrndoos remedios 1
i-la, emquaolofserecorreao medico, 00 mesmo para cura-la independeute desle
IDO EM POBTGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doos opsculos contmas indicacoes mais claras e precisas, e pela sua simples e concisa eiposi-
clo es lii aoalcaoce de todas as inlelligeucias, uflo so pelo qoe diz respeito nos me ios curativos romo prin-
irvativjis que lem dado os mais satisfactorio? resultados em toda a parle em que
etes limi sido posto* em pralica. ... ... .. .
Sendo'o Irataojertto homeopaihico o unicoque tem dado grandes resollados nocuralivo desla horri-
veleslermidede. jolgamos a proposito traduzir estes dous imporlanles opsculos em hngua vernecu-
la.lpiiradesfarle facilitar a sua leilnra a quem ignore o francer.
nenie no Consultorio do traductor, ra I\ova 11.52. por 2JSO00. Vendem-se lambem
o e boticas de 12 tubos cora um frasco de liuclura IO5OOO, um dilo de 30 tubos
2050*
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Anda exislera alguna eteniplares enquiniernados,
e acbam-se a' venda na toja de livros dos senhoros
Ricardo de Kreilu^r C, esquina da ra do Colleuiu,
e em casa 110 priraeiro andar.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-sc um completo sortimento
de fazendas, Jia e grossas, por
precos mais ba>:o$ do queeinou-
tra qualquer parte, tanto em por-
gues, como a retallio, afiianrando-
e aos. compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinaran com a
mator parte das casas commerciaes
nglezas, Irancezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem veridido, e pol-
uto ofi'erecendo elle maiores van-
tagens do que outro qual(|iier ; o
proprietarto deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venhara (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Bolim.
Attencao.
Uesappareeeu na madrugado de domingo, ti do
correle, urna canoa de carreira de um s pao, pin-
tada cor de chumbo, a qual jt fui vista com frele na
camboa das Barreiras : quem a achou leve rasa da
esquina, confronte ao Iheatro de Saula-Isabel, que
ser generosamente gratificado, ou avise para ser
procurado ; protesta-se desde j contra qualquer
pessoa que esliver de posse delta.
Clially
A 800 rs. ; covado,
com lindas e Miradas cores, ricj l,ta enm quadros de
cores lingimlo sed, pelo diminuto preco de 610 rs.
o covado ; iu ru do Queimado n. 38.
COMPRAS.
Compra-se urna ;irmac,ao de taberna com os
seus perlences : a tratar no caes do Hamos n. 2i.
Compra-se urna escrava que cozinlie e engonr
me, no precisa ser moca, agradando paga-se bem :
na praca da Boa-VisU u. 22.
Compram-se um diccionario porlugue/. de Cons-
lancio, uuia grammalira lamliem porlugueza, por
Jeroiiymo Soares Barbosa, e urna dita fiauceza por
Bourgaiu, rudo em hom estado ; na ra da As-
sumpcSs n. 3b, segundo andar.
Compra-se lila de Angola ou sumnuma : na ra
Nova n. 43, toja denelleiro ao lado da greja da Cou-
eeicao.
Compram-se acroes da divida provincial : na
roa larga do Rosario n. 36, segundo andar.
gaze
seda,
le
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
BUCANO.
AOS 5:000;,, 2:500|' E 1:000^.
Homo da Silva Guimares, tem ex-
pelo i venda os seus jouilo afortunados^bilheles da
prime ira pule da lerceira lotera do Gymnasio, a
da 17 de nuvembro crrenle, os quaes
W seguintea lojas: aterro da Boa-
; ra do Sol n. 72 A ; ra do
praca da Independencia ns. 14 e
l. e ra do Pilar n. 90.
PRECOS.
Rans
16;'
Billietes inteiros
Meios
Quarlos
Oilavos
lllOS
I eautelisia declara,
5500
SIMO
19400
700
:*o
300
que garante und-
seos bilheles inleiros ein origiuaes, pagan-
ni o descont dos oilo por ceulo do
ral.
i. MI DENTISTA, S
a ra Nova n. 19, primei-
1$ r i andar. %
-ivist is de familia do llecilc
la senhora habilitada e com moila pralica fie
educ i do seio femenino, ufferece-se aos
houridoss lores, que saudo queirsin 'servir-se do
> supplicante avisa com lempo para
uta ; determina abrir um collegio no dito
parece mpilo til e necessarin, pois que
o qaeinrm ir matriculando de In.je
le as suas lilhas, seiitlo (eolia urna collecclo
ni para o dito lugar c recebera
-Vita* e iuloruas: quem llie convier,
Vigario, segunda aii/iar da cata u.
"ii lie o supplicante.
fo
Novos livros de homeopalhia em. fraocei, sob
todas de summa importancia :
Hahnemaun, tratado das molestias
lumes. '...........
Teste, rrolestas dos meninos.....
Herios, homeopalhia domestica.....
Jalir, phdimacnpivi hoineopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Kanou, historia da homeopalhia, 2 volames
rlarthmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........
A Teste, materia medica homeopathica. .
De Fayolle, doutrina medica homeopathfca
Clinica de Slaoneli........
Casling, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Nysten.......
Alllas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, conlcndn a descrin^n
de todas as parles do oor|H> humano .
vedem-se todos esles livros no consultorio horaeopa-
Ihicu do Dr. Lobo Hoscoso, ra Nova n. M pri-
meiro tildar.
LOTERA ii\ PROVINCIA. '
AOS 5:0009, 2:500jjl E 1:000$.
Ocanlelisla Antonio Jos Rodrigues de Sou/.a J-
nior lom exposl .venda os bilheles e cautelas da
primeira parte da lerceira lotera do Gymnasio, que
corre sabbado, 17 do correte, aos" presos aballo
as lojas da prac,a da Independencia ns. 4, 13, 1 e
40; tua ireita n. 13 ; e r'ua da Traa, loja de fa-
zendas ii. 30. Sendo pagas por Inleirn as sortea
grandes que obliverem suas ditas cautelas, na roa
do Collegio ii. 21, primciru andar ; e as que ahi-
rem cjn seus bilheles ioteirus tambera o possuidor
recebe a sorte por inlciro, sendo os oito por cento do
referido eaulelista, e o competente premio do Sr.
thesoureiro.
Gratuito para os pobres.) *
ra de ^/undo-.Voroi n. 6.
.udgero Piibo, da
loncnlUs I -de s 8 horas da
le.
ns em seus domicilios, das
is em casos repenlinos
i e graves as visitas serio
citas em qualquer hora.
>sa raerecem Iralamenlo
especial segundo meios boje aconselhados
pelos pralicos modernos. Estes meios exis- .
le a w citxullor jo central.________ ^
pre
tad
chronicas, 4 vo-
. 209000
. 69000
. 7000
. 69000
. 163000
. 69000
K9000
169000
10900o
85000
79000
69000
49000
IOjOOO
305000
Bilheles
Meios
Teisos
(Juarlos
Quintos
ilavos
Decimos
59300
2J800
19880
19400
13120
700
380
iuteiro 5:0009000
B 2:3009000
)) , 1:6669666 1:2509000
1) 1:0009000
6259000 5008000
2309000
VENDAS.
Hitra ademanlina.
latente reeonhedKla a excellencia deslt
1 para chumbar denles, porque seus resul
s sao j.i do dominio do publico.
< pliveira faz oso desla preciosa
musa, para d fim indicado, te as pessoas que qoize-
reni honra-l dispondo de sew serviros, podem pra-
.travessa do Vigario u. I, jloja de bar-
bel; o.
ii m&
; DEUTISTA FRANCEZ. S
^ Pauto Gaignoui, dentista, estabelecido na
do Rosarlo n. 36, segundo .ndar,
9 enlloca denles com a pressSodo ar, e chumba %
denles com a massa adamautina e oulros me- %
9 taes. aj
DISCURSO SAGRADO,
Rlicitado em commemoraca o da in-
epeadencia do Brasil, no solem-
ne Te-Deum que os habitantes da im-
perial cidade de Nictheroy,
fizeram celebrar no dia 7 de se-
itembro de 1855;
PELO
>R. JOAftUIM PIISTO DE CAMPOS,
t-lal,offlciulda ordcnula Kosu,
utatlo i assembla geral pe-
la icia le l'ernaiubuco,
pruiessiOL-deeloquencla nacional
do autig cu da cidade do lie-
rife, biblotlii cario da r aculda-
de de ireito da mesuia cidade,
e socio correspondente do insti-
tuto histrico do Brasil, etc.
discurso impresso e vendido uelos Srs. I.a-
enunerl k Compauhia, do Kio de Janeiro,, por gra-
ciosa ItenCQ do autor, veude-se na livraria n. 6 o 8
di praca da Independencia, a I9OOO cada', Mein-
pl ar.
l'recisa-st de um eserav j por aluguel para o
servioo de um* pequea familia : ua ra do Hospi-
' LfiTERUS DA PROYIH.C.
O Pira. Sr. tliesuureiro'inaiidala/.er pn-
i|tu *e acliam a venda na tliesoura-
Vigesimos 300
O eaulelista,
Antonio Jos Rodrigues deSouia.Jnior.
Aluga-se um sitio com boa casa de sobrado, a
qual tem mullos commodos, sita na povoaaao do
Monleiro*; a tratar na ra do Trapiche 11. 14.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
A^liam-se a venda os novos bilheles
da fotetia tjuarta, do recolliimento de
fcnta 'Jliereza, t|ue devia correr a 5 ou
9 do corrate mez: as listas etperain-se
pelo vapor PARAN, <|ue partir' in-
fatlivelmente a 10 do corrente, e deve-
ra' aqui cliegara 17 ou 18: os premios
sao pagos a distribuirao das mesmas lis-
tas. *
Obras de
ouro as uiais mo-
dernas. ^
Os abano atsignados, donos da loja de ourives, na
ra do Cakuga n. II, confronte ao paleo da malrix e
ra Nova, fazem publico, que esli recebendo con-
tinuadamente muilo ricas obras de ouro dos medra-
res costos, fanlo para senhoras como para horoeos e
meninos ; os precus continuara mesmo baratos como
tem sido, e passa-se conlas com resimntabilidade,
'especificando a qoahdade do ouro de (4 ou 18 qui
lates, icando assim sojeilos os mesinos por qualquer
duvida.Sertphim \ Irraao.
Precisa-se de urna ana de leite, pa-
ga-se bem : na ra Nova 11. 46, segundo
andar.
Gralitica-se cog 109000 a quem levar a ra do
Sol n. 3, segundo andar, ou descubrir quem pegoo
um eso fgido no dta 6 do crrente, pelo ladoxla
roa das Flores. -
f ol h iiiias
1 PAR 1856.
Esto a venda as bein condecidas o-
llunlias impressas nesta typographia, as
de algibeira a 520 e as de porta a 160; as
de algibeira alem do kalendario ecclesi-
astico e civil, contin tnn resumo dos im-
posto* rnunicipaes, provinciaes e geraes
(|tte all'ectam todas asclasses da socieda-
de, extracto dos regula montos parocliiaes,
docemiterio, enterrse sello, trata men-
t de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras para a-
zer raanteiga e t|ueijosde dilierentes qua-
lidades, dittas ecclesiasticas 011 de padre a
480 rs. : vendem-se nicamente na livra-
ria n. e 8, da praca da liidepeiidein
No lim do mez sahiro a luz as de al-
manak.
Vende-se urna oplima escrava com algumas
habilidades : na ra do Qoeimado 11. 09.
Vendem-se 2 caiioes grandes, ."I pequeos cora
vidro, e um balcao, todo proprio parx deposilo de
paiUna un rcliiiagin : a fallar lia ra da Catlea do
tecife, loja de cambio 11. 38.
Vende-se urna loja de funeiro coro lodos os
ulencilios.bem afreguszada e com bastantes obras de
gosto : 110 aterro da Boa-Vista n. (7.
Veude-se um moleqoe de idade de 14 anoos
de boniia figura ; no pateo do Carino n. 1.
Vende-se nu arrenda-se ura bom silio na Po-
vonjo dos Afosados, lodo murado, coin pomar,
parreiral, cacimba, lauque.\ivcir& e commoda casa,
junta o lenle corouel Viaolll, quem.o pretender
derija-c ao mesmo.
a l moliere.
SAcaha de chegar loja frauceza, ua ra Nova 11.
10, um lindo e variado sorlimenlo de calcado para
hpmens como sejara, borzeguins elsticos, paloese
bolins de um dos inelbores fabricantes de Pars.
Castor.
Acaba de chegar um lindo snrtimenlo de chapeos
da castor brancos e de massa pelos, todos muilo fi-
nos e de modelos os mais mudemos, e de fellro,
bra
comquadrosde lindas cores, fazeudj propria para a
noile de festa, pelo diminuto prego de 19 o covado
em frente do boceo da Congregarlo, ra do Quei-
mado 11. 38.
Fazen.ua rica he
flavina.
Chevada ltimamente pela barca franceza /Atiza
Mana ; n. 38, em frente do becco da Congregacio ; cuja fa-
zeoda lio toda do seda com lavrauein do cores, com
urna vara de lareura o mais, pelo dimiuulo prego
de 19600 o covado ; dio se as amostras, deisando
peiihor.
finito batato-
Peras de cambraia com salpico brancos, vendem-
se para acabara I900 cada peea ; na ra do I.ivra-
iiienlo, casa da esquina u. 2.
laceas con faii.ilia.
Vendem-se saccas com farinha da Ierra, nova e
bem torrada, por preco cominodo; na ra da Cade a
do Kccife, loja 11. I.
ROLAO FRANCEZ,
\ enue-se esta deliciosa pitada tanto em
poirfio comoaretalho, em noirao na ra
da Cruz n. 20 primeiro an^tr/e a reta-
llioa 40 r|. aoitava: ira ra da Gadeia,
loja de Vaz & Leal.
Na rita da Cruz n. "(J primeiro an-
dar, vende-se urna pornio de caixas com
sardinhas em latas, muito novaspor terem
cliegado no ultimo navio francez, e por
baratissimo preco.
Vende-se o excellente champagne
em caixas, ultimainentecliegadodeFran-
ca, e licor de Kirsch: na ra da Cruz n.
5, primeiro andar.
Veude-se na ra da Cruz n.20 pri-
meiro andar o apreciavel cha' preto em
libras, assim como chocolate l'tancez o
melhor queteiii apparecidono mercado,
e por preco muito em cunta.
- tbwtos;
para voltarete.
Vendem-se na rita da Cruz n. 20 pri-
meiro andar, caixinhas com tentos muito
delicados para o apreciavel jbgo de vol-
tarete, 011 pana outro (|ualquer jogo, l-
timamente viudos de Franca, epor precio
baratia'imo-
Vende-se urna poriSio de frascos
com rolhas de v'idto. muitoproprios para
conservar toda a qualidadede rape, e por
preco muito commodo : na 111a da Cruz
n. 2 primeiro andar.
Vende-se poir prei-o que convida
tuna escrava crioula de ineia idade, bo-
nita ligura, cor retinta, cozinhao ordina-
rio de utnacasa.ensaboaexcellentcmente,
VENEBARATO:
Libras de linbas branca ns. 50, 60, 70 e 80
Libras de ditas ns. 100, 120 e 130
Uozias de tesouias para costura
Uuzia Je ditas mais linas
Maro com 40, 50 e'60 pejaa de cordao
para vestido
Tecas ccn 10 aras de bico estrello
I'u/.iade dedaes para sei.liora'
Caitinhas cora agulhas francezas
Caisas cora 16 novellos de linhatde marear
Crozas de boliles para carniza
l'ulceiras encarnadas para nieuinas
Hitas grandes para senhora ""
Pares de meias finas para senhora a
A boa fama
19100
19240
19000
19280
560
10
160
-280
160
240
320
'240 e 3004
Meadas de linbas muilo fiuas para bordar 160
Meadas de linbas de peso 100
Crozas de bolOcs innilo linos para calcas 280
Babados de linho aberlos e bordados 120 e 240
Carteiras finas de marroquim para algibeira 600
Eivelas douradt para calcas e collete 120
Tioleirose areeirosde porcelana,o par 500
Charuteiras entrefinas 120
Ho/.ias de torcidas n. 14 para candieiro 80
Penles de verdadeiro bfalo para alisar 300 a 500
Pecas com 6 Ip2 varas de lila branca de linho 50
Caixas com clcheles francezes 60
Carrileis de linhas de 200 jardas de boa
qualidade 70
Mantillo* com 35, JO e 47 grampas 60
Suspensorios, o par 40
Carrileis de linhas do 100 jardas, aulor Ale-
landre 40
Alm de lodas estas miudezas vendem-se outras
muilissima-, que ti vista de suas boasqoalidades e
baratos preces causa admiradlo aos compradores :
na ra do Oueimadn. nos qualro cantos, na bem co-
nhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Bous gostos e de
boas qnalida-
des.
FAZENDAS DE GOSTO
para vkstidos de senhora.
Indiana de quadros muito fina e padroet novos ;
cortes de lila de quadros e flores por prejo commo-
do : vende-se na ra do Crespo luja da esquina que
villa para a ra da Cadeia.
-(- Vendem-se 00 armazem o. 60, da ra da Ca"
di ia do Recife, de Hcnry tiibson, os mais superio"
res relogios fabricados em Iuglalerra, por prefo*
medios.
, LEONOR DAMI018E.
Vessde-se o excellente romanc histri-
co Leonor d'Amliuise, duqueza He Breta-
nha, 2 voluntes por lsOOU rs., na livraria
n. e 8 da praca da Independencia.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no uqicO deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto',*
Companhia.
ven
re
na
Ca 11 nliosa para
do Cu mu 11-18.
Telas.
ra e sobre-
m (.'i unos
Deposito d
vinho

de
cham-
pagne Chateau-Av, primeira qua-
lidade, de propriedade do coode
de Marcuil, rita da Cruz do Res-
cife n. 20 : este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-sa(
a 56$000 rs. cada caixa, echa-te
nicamente em casa de L. Le*[
comte Feron & Companhia. N.'
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcal|-rrie. os r-
tulos das garrafas sao ai
a boa (ama
VENDE BARATO:
Lenemboa de reirs de lodas as core para pesco-
00 de senhoa^^^Ki,, ()e)o Ui)ril[u ,,rec | 1.
bara tos la *!fljajhMs'fr,nj^i Jrt volUrtle
?... '"T"*,.,lc ,r*r nlio.aa. nienmas a 640,
lavas muito linas de fio da Escocia brancas e de co-
res para lioa^H^Hor ,400, ooOeCOOra.o
par, meias 1
iiiiiii^hii aMBftt
pallicatleJ ^H
e senhora a I9MKJ 1
nas e de pura ta- para,
*lodio muili
lo finas para papel a 150*i," ri
barbeiro a l>00. leqoes muilo fios a 3, ricas abo-
nadoras par collete de madreperols e de metal a
500re., ditas para palils.a 600a,, caitinhas cora
phosphnros proprias para charoles a 20 rs.. ricos jar-
ros dnurados da porcelana para fiars de diversos U-
maubo's e precos, ticas a lavradas e lisas
de lodas escores a largaras, escovas fioissimas para
roupa, Jilas para cabello, trancas de seda de bni-
. ersaslar-uras ecores, uavalha fi-
uissitnat para barba, caivetes iiuitsinos e de lodas
01 Anas de linho de bu ni ios padroes
as franjas de alaodSo brancas
lesouras para castora as
Bn"a r^e. a outras mui-
liaima< ,ov ido baratos
pre(M ^4alH sdmirn-
5ao: na ra i nos (]jalro cantos, na
bem ^tMJsMgMaMMadezas da Boa Fama o. 33-
liomem, fazenda-
2 o par, luvas je
Jas para humera
a muito II-
rs., ditas de
[ilesoorss mni-
superiores para
/

/
A boa
om-se excelieiv4ea.velas do carnauba pura, de
6, ?,S. i), 10 c 13 por libra, o por menos preco do
que em oulra qualquer parle : na ra Direita n". 'J,
ua fabrica da viuva do tinado Unto.
Veudcrn-s chaos de dilfei entes larguras, a
vonlade do compradores, para fazer casas, os quaes
tem perto de OH palmos de fundo, e silo plantados
de arvores defruclo .limitadas era boa ordein,sitos na
ra da Esperanca, que he a que se abri da Soleda-
de para a Estancia : a tratar com Manuel l'ereira
Teiveira, raorttlof no mesmo lugar.
Erva tnalle.
lie chesatl de Paraguay a verdadeira erva malte,
e vende-se o Forle do Mallos, ra do Codorniz,
taberna 11. 9, a 79500 1 arroba, a a 3'20 a libra.
Vendem-se travs de qnalidade e de louro, de
30 e 10 palmos, > canoas pequeas de 1 s gao, sen-
do 1 da amarello e outra de borditozinho, Unto .por
precos commodos para fechar cotilas :,f>s prelan-
enles dirijam-se a Antonio "Leal de Uarros, na na
o Vigario n. 17.
I
is, na ra da Praia n. 27, os<
paite da tercerral
miasio, cujas rodas andatnj
ifotelerivemente 110 cha 17 do andante|
i-ias o de no-1
hrodelS Antonio Rodr-l
t,l,ele Almeida, escriva 1 das loteras.
-'j ALLA.DE LATIM.
cente Ferrer de Albuquer-
^HB11 aua aula para a ra do Ran-
,*d n. 11, oiKe-.ontinua a receber alum-
nos internos eexteino desde ja' por mo-
dico prero come he publico: quem se
erutilisar deseu pequeo presumo o,
pode procurar rt(i segundo andar da refe-
ri da cata n'nn;'r>iiprlw>w> flnirll
V
I CONSULTORIO H0M0P4-
1 TIIICO.
i& (Giatuito para os pobres.)
0 28. RA DAS CRLZES 28.
* O Dr. Casanova da consullas e faz visi-
sss a qualquer hora do dia.
(g^ Os medicamentos homuiopathicos maitacre-
dilados do Universo, ao os que silo prep-
ranos pelo Srs. CATELLAN e WEBER,
(f pbarmaceulicos em Pars: nesta casa leut
t sempre um grande sorlimenlo desles me
^} dicaiueiitus em tinturas de todas as djna-
(A misares; e em glbulos preparadas pelo
g proprielario desle estabelecimento: carlei-
Wg ras de lodos os tamanhos, e muilo mais em
fe conla do que em qualquer oulra parte.
t carteira de inedicamenlus. 6SOO0
mk 1 frasco de tintura a escollter l.'jOOO
Tubos avuisos, a .100. 500 e 19.
W Elerneulosdehorau-opalhia, ivol. 69000
7 eaiueutos preservativos e curativos do cho- 2
Precisa-se para eusinar a tres meni-
nas em um ngenho, de urna senhora que
para isso se aclte habilitada, que tenha
>oa conducta e todas as condicoes que
seexigempara urna boa mestra.:. a quem
convier procure no pateo da matriz de
Santo Antonio, sobrado de um andar n.
I, que achara' a pessoa com quem deve
tratar.
Precisa-se de sete centos mil reis a
premio, dandese duas escfavas por segu-
/vt ntiior
1gi< oTvnilii/.io
ia parisiene.
t^hegou um lindo sorlimenlo de chpeos de seda
para senhora, manioase meninos, loja franceza, ua
roa Nova 11. 10.
Des lioi.s.
Junto ao variado sortimeuto de fazendas-france-
zas, sao contemplados chales de relrnz" bordados a
matiz, maatelelm do ultimo gosto. luvas de pellica
de Jouvin, e Ailas outras fazendas que se encon-
trara na loja frauceza, ua ra .Nova 11. 10, por com-
modo preco.
Vendem-se saceos com muilo superior somma:
nu aterro da Boa-Vista, loja de calcado 11. 14.
Vende-se una porcilo de pipas vasias que fo-
ran. de agurdenle, despejada ha poocu : na ra da
Guia n. 61, segando andar.
Vende-se um violio bem construido e cora
bous mos MB roa Velha o. I I'J.
Vende-se aisucar refinado na fabrica de vapor
prala finaa 140 a libra : no largo do Carino,
quiua da ra de Hurlas n. ->.
Vende-se ora moleeole com 'JO anuos, e urna
negra cora -24, aezinheira, urna dita de meia idade
iavadeira e quilaudeira por 3009, todos crioulus e de
boa condurla : na ra da Seii/.ala Vcllia n'.TO, se-
EUiido andar. Juntamente vendem-se 2 bancas de
meto de sala e 1 cania de vento de arraaeao, ludo de
amarello. -
Vndese a taberna de Apipucos, que foi de
Jaritilho Caldoso Piras, com puucos fundos, o em
bom lugar para negocio : na ra da l'raia n. 54.
Hap de Lisboa.
Vende-ie rap de Lisboa, fresco, cliegado de pre-
sente : na praca da Independencia, loja n.3,
Vendem-se quadriubas das crioulinhas, 1." e
-2. udicao, resposta a saloia, cha forle, quadiiulias
das inulalinhas : na ra das Aguas-Verdes o. 86,
segundo andar.
Vende-se urna escrava crioula, moca, propria pa-
ra lodo semen de una casa e ve::der na tua : quera
a pretender, dirija-se a ra de Joito Feruandes VI-
eira, sobrado 11. 15.
Vende-so urna escrava de oaedo, qoe sabe en-
saboar, coziubar e comprar : ua roa de Hurlas o.
138.
Chales de tuu(|uim.
Veudem-te chales de louquim bordados, brancos e |
de cores, fazeuda de muito gosto e boa qualidade :
na luja de 1 postas, na ra do Queimado 11. 10.
Sedas brancas.
Na loja de 4 portas, ua na do (Jueiiiiarlo 11. i,
ha para vender cortes de veslidosdo seda branca,cora
babados esem elles, havendo sortimeuto para esco-
tbr, e por preeo commodo.
Vendem-se cobertores para cscravos : 01 ra
do Queimado n. 10, loja de 4 portas.
Superiores chapeos de castor bronco com pello
e rapados; vendem-se na loja de 4 perlas, ua rna
do Queimado u. 10.
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson HowietSiC, ra do Trapi-
Vende-se um carrj
4 rodas e de 4 assenll
leve e de conslrureai
por preco coininodo: na ra Nova, coc
Adolpho" Uourgeois.
Cheguem freguezes aoipte he bom e ha-
rato para o passamento da testa.
Na taberna da ra Nova 11. 50 ha, buin doce de
goiaba, queijo frescaes, champagne da melhor, pre-
sunto, paios, chouricas, superior quajidadqtde uiao-
teiga, chocolate e bolinhosde Lisboa, a metmir qua-
lidade de cha hysson e do Rio, em laife de 1 e -2
libras, velas de esperroacete, bolachiuhas de aramia
e ingleza, muito superior toucinhjn de Lisboa, e ou-
tras muilas cousas.
- Vende-se um escravo de bonila figura, possan-
ie e muito fiel, idade 18 anuos, com principio de
Tiiarcineiro, entende de cozinha, ptimo para pa-
L'ctn. bolieirn. ou armazem de h.socar, assim como
urna escrava de 30 anuos, engommadeira, lavasteiI
ra, cozinbeir.1 e quilaudeira, ambos muilo sadios :
na roa de Hurlas 11. 82.
Na ra lo Queimado, nos qualro cautos, ua secun-
da loja de fazendas n. 22, defronte do sobrado ama-
rello, vendem-se fazendas por precos que real-
mente ftzem admirar ao publico : l'auno preto
linissimo, prova de liman, para casacas e palitos,
pelot baratsimos precos de 29500, 3;500 e 59000
o covado, casemira preta de superior qualidade
a 29 e '29600 ocuvado, alpaca preta muilo lina a
400, 500 e 600 rs. covado, cortes de rlleles de
fustes de bonitos padroet e cores lisas a 700 o 000
rs., chales prelos de lila e seda inuilu urandes a
29800, chapeos de sol de seda prelos e de cores, fa-
zeuda superior a 69500. cainitas francezas pintadas
para humera 19280, riscados da India muilo finos
e largos e muito bonitos para vcslidos a 280 o cova-
do, selira preto niaro, f.i/.en.la muito superior a 3.7
o covado, sarja hespanhola muilo superior a 2,400 u
covado, merino muilo fino a 29000 o covado, meri-
no selim o mais superior que podo haver e muito
proprio para palito a I96OO o covado, chapeos de sol
de panniiho a I9OOO, chitas francezas muilo finas e
largas, de novos padroes a 320 o covado. fil de li-
nho liso e com flores a 13 e 19440 a vara, luvas de
pellica de Jouvin para hornera e senhora, chegada
no ultimo navio francez a I98OO rs. o par, luvas de
seda de lodas as cores com belotas a 19280, camisas
de meia muilo linas a I9, luvas de lio da Escocia
brancas c de cores, 400. 500 e 600 rs. o par, man-
tas de teda para grvalas, prelas e de cores, muilo
boa fazeuda a i~2M>, panno fino azul de superior
qualidade a 49 o covado, ricas rnmeiras de relroz
bordadas a 119, leuciuhos de retroz francpzcs a
19280, cassas francezas muilo linas e de bonitos pa-
droes a 300 rs. o covado, carabraia finissima de sal-
picos a 19 a vara, cainitas francezas muilo finas e
bem feilas para hornera a 29500 e 29800, curtes de
cassas para vestidos de bonitos padroes e cora 7 va-
ras a 2>o corle, lencos brancos de cambraia de li-
nho muito linos c-uraudes a 69 a iluzia, ricos chales
de chaUy com listras de seda e. bstanle srandesa
89. ditos de merino muito linos c lisos a 69, luvas
prelas de torca!, de Lisboa a 19120, chally amarello,
fazenda superior e que muilo se usa para vestido a
800 rs. o covado, romeiras de cambraia com laros
d ricas lilas de seda a 19280, grvalas de seda de
bonitos padroes a 610, meias de laia para padres a
29 o par, corles de casemiras tinas e de bonitos pa-
droes para calcas a 59, hrin/inhos de linho de bo-
nito- padroes a 240 o covado, In 1111 trancado de poro l }
linho. e de bonitos padroes a 800 rs. a vara, lapim
preto finissimo, proprio para vestidos e balinasjle
padre a 19280 o eovad
linos e bonitos padres
prelos para grvala muilo superiores a 19, lencosL,
brancos de cambraia muito lios a 300 ra., ganga"r
amarella muilo superior a 320, meias brancas "fina
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, d'ilas preta;
inulto linas a 320, ditas para hornera, fazeuda su?
perior, sendo brancas, prelas e cruas a 240rs: o par.
Alem ile todas estas*fazendas outras muilas quf mW
vista das bas qoalidades he que se pdem ver o
quanto sao baratas, nfiancando-se aos Srs. compra-
dores que ueste estabelecimento nSo ha fazeuda -al-
gnma que seja variada, sim ludo tem avaha, de
bons goslos e boas qualidades.
Cortes de cassa para quem quer dar es-
tas por pouco diuheiro,
Vendpra-secorles de cassa chita de bom gosto n
29, ditos 'le padroes francezes a 29400, castas roas
para alcviar lulo, ditas prelas de padroes mralos a
29 o corte, alpaca de seda de quadros de todas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico tanto pintados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra hornera a 1 c I96OO ; lodts estas fazendas veu-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
Farelo novo
prximamente cliegado : no.raes da alfandega, ar-
mazem 11. 5.
Veude-se urna ferrtmeula cmplela de poliei-
ro e lomeiru, bnn como a'guina madeira propria
para obras do dilo olcio : no Forte do Mallos, ra
do Amorim n. I), ou na dislilaco do Franca, na
praia de Santa Hila.
Vendem-se 110 armazem do caes do Hamos n.
4, saccas de milho cliegado da l'arahiba, superior
qualidade e preco commodo.
Vendem-se saccas com milho, meilo grandes,
chegadas agoraida Paralaba,e muito novo: na ruade
Sonta Rila taberna 11. 5.
POTASSA E GAL Y1RGE1.
No antigo e a' bem condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
11. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Jaa^H
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudoa
precos muito avoraveis, com os quaes i-
carao os compradores satisieitos-
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
qnente: vendem-se na pra-
ca do Gorpo Santo, arma-
zem n. 48, de liostron Ho-
oker #C.
Vende-se ac em cimbeles de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de He. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Saulo n. 11.
Na ra do Vigario n: 19, primeiro andar, ven-
de-se trelo novo, cliegado da Lisboa pelo brigoes-
deranfa.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por oSOOO reis : nos armazens ns.
3,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptoiio de
Novaes (.Companhia nasi-ua do Trapiche
n. 54, primeiro andar.
49000,
19200 M
640/
800 t
l5vft
39OOO
29000
2>00a
500
3
POTASSA RRAS1LEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada lecehtemente, recommen-
da-se aos senliores de engenhos os
seus bons eileitos ja' experimert-
tados : na ra da Cruz 11. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.

IOS
das melhores fabricas da Suissa. lano de ouro como
de prala, ditos fuli losedourados ; vendem-se mais
baralo do que em oulra qualquer parte, na ra da
Cadeia do Kecife 11. 18.
II elogios eober-
tos-e descobertos
de ouro, paten-
te oglez.
Vendem-se no escriptorio do agente de
leiloes, Francisco Gomes de Oliveira. ra
da Cadeia do Recife n. (2, primeiro .an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e descobertos de ouro patente ingles,, de
um dos mais afanados fa,bricantesde Lon-
dres, v indos pelo ultimo paquete inglez, e
por menos prceodoque em outtka qual-
quer parte.
o, riscadinhs francezes miTio- Vende-se urna balance rom
. 240 o covado, meios lencos L,,,, perlences. em bom uso e de 2,
i
Vende-sc bico de blondo hranco e preto de teda
verdadeiro, 30 poi cenlo mais barato que em qual-
quer oulra parle, e de toda as larguras muito boni-
tas filas dilo : na ra Nova casa de relojoeiro 11. 39.
Vende-te um moleque de 9 annos : na roa das
Cruzes 11. 9, loja.
Vende-se urna morada de casa larrea com,
quintal, sita na ra das Trinche'rns : quem a pte-
t".wl... a*riln-44 a rna ila frn, n I T.
CHALLY,
V ende-se pelo menos que he possivel, mais barato
do queem oulra qualquer parte, chally mnito fino de
todas as cores : na ra do Queimadu u. 33 A, luja
junio a da fama.
Gazejle seda a
-------1,000 o covado.
Chegou pela barca franceza hezu urna fatenda
para vestido da senhora com listras quadros asesU-
nados, o mais moderno que lem viudo, denominada
gaze ; venrle-se pelo baratissimo preco de 18 o co-
vadu ; ua ra du Queimado n. '1.
Vende-se um bom cabriole! descoberlo com
arrejos, e tambem um carro de 4 assenlos, novu.com
arreiot.ludo vista de quem quizer se tentir, lano
raajs porque o preco he razoavel ; na ra .Nova, co-
chead do Sr. Ouiuleiro.
Chally de
[tetras e quadras
aseti nados
\ 1,600 o covado. I
Cbegou pela barca franceza Uezur urna itzer.-
da para veslidu de senhora, o mais moderno que tem
viudo, denominada chal), de quadros e lslra asee-
tinados, com mais de vara de largura ; vende-fe ni-
camente na rna du Queimado 11. 21, pelo baratissimo
preto de IJOOOo covado ; dao-se as amostras com
peiilioc.
COGNAC VEHDADEIRO.
Veude-se a verdadeiro coguac, tanto em girrafas
cumo em garrafes : ua ra da Cruz n. 10.
CASEMIRA PRETA A 4>'i00
0 CORTE DE CALA.
Vendem-se na ra do Crespo, luja da esqnpa que
volta para a ra da Cadeia.
FLOR DE FLOR.
A Facililla de Santander Flor de Flor,
he ajnelliorfaiiiilia de trigo que e\iie em
todoomundo, por isso sempre Iteqialili-
cada a mais superior em todos os uerca
dos, aoqde tem sido importada ; hiesta a
primeira vez; que vem a este mecado,
pore'm garante-sc a veracidade daiuior-
mat;3o: vende-se tnicamente no arma-
zem de Tasso Irmaos.
romana rom todos os
000 libras : qnem
dirija-se roa da Cruz, armazem n, 4.
Esguao de linho
e algodao,
muilo superior, com 11 varas a peta, por 39500:
veude-se na ra do Crespo, loja.da esquina que vol-
ta para a ra da Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da itussiaverdadsira : ua praca do
Corpo Santo n. 11.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimeuto de moca-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de Vapor, e taixas de fewo batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Riscado de listras de .cores, proprio
para palitos, calcase jaquetas, a 160
ocovado.
Vende-se na ra do Crespo, loia da esquina que
olla para a cadeia.
Chales de merino' de cores,
bom gosto.
Vendem-se na ra do Crespo, lojf.l-^,-:,,, _,
volta para a cadeia. Sjrda t*v"a* Ouc
Moinhos de vnto
ombombasde reposo para rega. borlase baila,
decapim.nafundicaddeD.W.l0WInail: uatl
do Brum ns. 6, be 10. ,
AOS SENHORES DE E^jeNH0.
Redozido de 640 para 500VS. a libra
Do arcano da invencao' door. Eduar-
do Stolle em Berln, empregdo nas co-
lonias inglezas e hollandezas, Com gran-
de vantagein para o melhoamento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
lluras, junto com o metliodo 'e einur
ga-lo no idioma portu^a^^ d
N. O. Bieber & Cjom^zhi.
Cruz
VENDE BARATO:
^^Bsenles de tartaruga para cabera 49500
alisar lambem de tartaruga :t2000
raarnm tambem para alisar 19400
imitando tarlarnga para cabera 1M00
Lindas meias de seda de cores para enancas 1JK0O
Meias pialadas lio da Escocia para criancaa 240 e 400
lian lejas grandes e de 'pinturas boas 39000 e 4*000
Papelalmaco areve e paulado, resma
Peonas tiniasimas bico de langa, groza
Ditas muilo boas ti
Oculosdearmasao
Lunetasoon Je tartaruga
Ditas com armario de bfalo
Toacadores de Jacaranda cen bous espedios
Meias de laia muilo superiores p
Kiras Iieuaalas de canna cora linde
DiUs de junco com bonitos casta
Kicos chicotes para homem e m
Meias prelas de algodao para p res, e par
davalas de seda de lalas as cor I8e1-J00
lilas de vellurto de lodat ai estes, a vara 160 a 320
Atacadores de cornalina para ti 400
Ricos relosinhos pafti cima da 1 49000
Suspensorios linos de borracha, t 410,000, 1500
Penles muilo linos para suissa '00
Escavas moilo finas para cabello 1 1 '
Capadlos pintados muilo bonitos
llotoes linissimos de madreperela par
misa, a groza
Alem dn ludo itto vendem-se
sas, quea vista das qualidades e pr atsftirar:
no roa do Queimado, nos qualro cantos, im
miudezas da Boa Faina n'. 33.
IEGHAHISIO PARA EHi
HHO.
NA FUNDICAO DE FERRO
NHEIRO DAVID W,BO>rVNIAN. >A
RA DO BRUM, PASSANDO O J1A-
FARIZ,
ha setrip'e um grande soruoMOlo dos segrales ob-
jeclos de mechanimos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas e meias moeudat da ra.' moderna
conslriireao ; taitas de ferro fundido In, de
superior qualidade e de lodosos tamal n; rodas
denudas pira agua ou animaos, de lodas as propor-
eoes ; crivos e boceas de fornalhae registros de bo-
ero, aguilhoes, bronzes, para tusos e cavi
nho de mandioca, etc., etc.
NA MESMA FUNDICAO.
te eseculam lodas as encommendas cem a superio-
ridade j conhecida, ecom a devida preslez e eotu-
modidade em prego.
Oraco contra a peste e o cliolera-
morbus.-
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia ura follielinho com dillereme-
coes contra o cholera-morbas, o qualquer oulra pes
le, t 40 rs. cada um.
COM PEQUCNO TOQIL D6 A-VARIA.
Indiana de cpjadros de seda e algod
muito bom gosto. a 520o covado.
na que
/
/
volta'
e-se na rus da Crespo;
ira a rea da Cadeia.
loja
Vendem-se C escravos motos, saaul'
I luida niulaliiiba recolh
retina assucar, > prelas
meia idade ua ru^^^^|
VEN DEM S POR 49000
ricos cortes de coUele de casemira rea bordados aj
19, ditos da selim lambem bordados p Heles
de velludo a 19, velludo preto loque a 29, se-
lim preto de Macao a I96OO, meias de seda brancas
para senhora a Vj> o par, lencos rom bico para n
200 rs., ditos de chita riara meninos a lOrs.
ra do Queimado 11. 18, laja.
Rape.
Vende-se o verda
Ordeiro : na roa Iar|
botica.
+ *aulo
verdadeir
Verde,
bolacha I
asa da rea Im-
rua es-
ment
luaiquer parte
ia, na ruada
I
VIM10|XEHE/..
Vende ?e soperior vinho de Xerez emoarris do
1|4. emcaia de E. H. Wyalt: rus d 11. 18.
, Vendem-se ceblas de LiAoa che-
gadas ltimamente : na ra d:
Dos ao lado da Alfandeea n. 3Q
CAL DE LISBOA A 45000.
endera-te barris com cal virgem de Lisboa, para
tediar contas, pelo diminuto preco de 43000 o bar-
ril : ua ra da Cadeia do Recife, loja u. 00, defron-
le da ra da Madre de Deus.
Venae-ae^cellente taboado de pinho, recen-
lemenle etiegeo da America : na rui de Apollo
trapiche do rerreira, a eutender-se com o admiras
ador do mesmo.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins iugltv.es.
Relogios patente inglez. I
Chicotes de carro e demontaria.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Gherry em barris.
Camas de ferro.
Taixas part engenhos.
Na fuudirao' .de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortiment d taixas de ferio
fundido, e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes achara-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou car'-egam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Conliiua-se a
denominada
perial cont--^'
ireif f0"le
. o rtosario
^^xfmo, quina da roa de Horlas ti
n. 2(t ; e a que se vender em or.tra
cura a mesina denumiiiicae he I
m casa de N. O. B
da Cru/. 11. V, veude-se :
Vinho de Madeira em quurtos e oitavos
barris.,.
Vinagre bra neo.
Tintas em oleo.
Lonas.
Brinsda Russia.
Papel de embrullio.
Saceos de estopa.
Cemento. .
Poi:."camodos presos.
-^Vendem^ter-iBtanps feri.es de iaJ%--^^'
caranda', conttrucriJo trertical e com to-
dos os melhoramentos mais modernos,
tendo viudo no ultimo navio de Harabur-
go : na ruada Cadeia, armajem n. 8.
O- CORTES TURCOS.
v endem-se estes delicados cortes (fe catsa prcl;
com pintas carinezius e lblrados, os mais lindos po-
siveis pela sua uuvidadede padres, e.s se vende
lias lojas dos Srs. Campos & Lima, rea do Cresp
Mtnoel Joto Leite, ra do Queimado ;.Narciso
na Carueiro, ra da Cadeia, por pteco muito I
conta.
ESCRAVOS FGIDOS.
Anda esta fugido^do nbniso assigoado o preto
Antonio, enuico, ja idoso, porcm forte e bom traba-
Ihador de eniada, olhos pequeos, com ckatrizes
n.s .olas dos pes de eraros, Teiler queeia do sitio
entre as duas pontea ds Passagem, jnnlo ao qne
mora o Sr. Ilr. Velloso ; o dilo preto Intitulante for-
ro, e lem sido visto pela Torre e algores. Uanalbaii-
recolber : quem o pegar leve-o a Firmino. Jos de
Ulivetra, uo pateo do Carino, que o recompensar.
. Aulonio Joaquim de Mellu. .
.Vestidos e chales.
Vendem-se chales de seda grandes cura algum
mofo, pelo baralo preco de liSOOO rs., corles de cas-
sa de cores com barra e alaumas pintas de mofo,
pelo diminuto preco de IgtUKl o corle, assim como
oulras muila fazendas por barato preco: na ra
da Cadeia dn Recife loja n. .'i0, defronte dn ra da
Madre de Dos:
Pli ihm
I
Brirude.
Bieber & C.
ra da
no armazem dN. O.
Cruz n. 4.
Nu dia It do correle mea fugioo preto JoSo
crioulo, de idade de 20 annot, mais ou menos, de
estatura e figura regulares,leudo urna pequea cica-
triz sobre o olbo direito, levando cpmsigo duas col-
eas e algodao riscado azul, ires camisas do tutumo,
ires diltas de madapoln coro peHe xle. lisittu com a
marca I). W. Bouiau, quatro camisas nov-js de al-
goriauxintio, um chapeo novo de pnlha americano
com lita preta, nina jaqoela nova de gaiifa aiuarella
um chapeo de sol novo de panulnho pvto, e urna
cobertu de chita velha ; quem o appyobenuer e le-
vara Francisco Manoel dos Santos I.ima, na ra do
Brum n.8, sera generosa mente recompensado.
100S000 de gratifica, o.
Desappareceu no dia 17 de ar.olo proii.no pi.u-
do. pelas 1 horas da non, a pr..ia Lourenca, Je ua<
tJoAngla.daidade35a40ann9S, pouco mu
menos, com osaignaes segura tes : um dedo Jt mao
direita mellado, magra, lem marens brancas nas doas
pernas; levon comisa .le alodaoiioho, vestido de
cima rosa, panno liuo, etnais urna irousa de aaupa:
roga-sea lodas as autoridades policiaes ou espilles
de campo que a apprehendam e levem rseu seofcar
JoSo l.eite de Azevedo, na praca do Corpo Santo n.
17, que tecebera a gratificado cima.
PEEN TYP. DB II. F. DEIFaRIA


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