Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00491


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Full Text


UNO XXXI. N. 264.


Por 3 mezes diantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
QUINTA FERA 15 OE NOMBRO DE 1855.
Por armo adiantado 15,000.
Porte franco para o snbscriptoi.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Hunos da snisciui'c \o'-
il'e, o proprelafio M. F. de Faria ; Kiode Ja-
, o Sr. Joan Percira Martins; Baha, o Sr. D.
Miteein. oSenhor Ctaudino FalcAo Das;
Gervazio Viclor da Nalivdade ;
lifbTinado Pereira Jnior; Ara-
^gOYe Lemos Braga ; ('.cara, o Sr.
(ira ; Maranhao o Sr. Joa-
Tgues; Piauhy, o Sr. Domneos
oa Cearense; Para, oSr. Jus-
tino Sr.'Jeronymo da (.osla.
4
CAMBIOS.
Sobre Londres a 27 5/8
u Paris, Mri rs. por f.
Lisboa;-98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 por 0/0 de descomo.
Acgoes o Banco 43 0/0 de premio.
a Companhia de Beberibe ao par.
i* da companhia de seguros ao par.
Disconto de loltras, de 3 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas haspanliolas. 293000
Moedas de 6*400 velhas. 169000
de 65MOO novas. J63X)0O
de 4C00. 9000
Praia.l'atacbes brasileiros. .. 29000
Pesos columnarios. 29000
' mexicanos..... 18860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, lodos os dias.
Garuar, Bonito eGaranliuns, noJMias lelo.
Villa-Bella, Boa-V ista, Ex c Ouricury, a 13 e 28.
Goyanna eParaliiba, segundase soxlas-feiras.
Victoria e Natal, as quintas-feira*.
PREAMAR DEIIOJE.
Primeira s 9 horas e 18 minutos da manha.
Segunda s 9 horas e 42 minutos da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do.Commercio, quartas e sabbados.
Relacao, terjas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Joi/.o deorphaos, segundas quintas s 10 horas
1" vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPII EMBRIDES.
Novemb. 1 Quarto minguante as 2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da urde.
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 4 segundos da tarde.
16 Quarto crescenleasO horas, 20 mi-
nutos e 49 segundos da manhaa.
23 La cheia as 5 horas, 31 raioulos e
44 segundos da tarde.
DAS DA SEMANA.
12 Segunda. S. Martinho p. m. S. Levin, b.
13 Terca. Ss. Arcadio e Paulilomm.; S. Zebina
14 Quarta. S. Abdiodiac. ; S. Curias m.
15 Quinta. S. Clemenlino ni. ; S. Felomeno.
16 Sexta. S. Goncalode Lagos; S. Elpidio m;
17 Sabbado. S. Gregorio Thaumatargo b.
18 Domingo. 25. S. Qdom ap., S. Esequio
m. ; S. Barcela m. ; S. Oriculo ni.
PTKIAl.
PROVINCIA
Satpetltecae doV>Va* o novambro.
^^^t-Ao-E\ro.-43Hpndante'soperiiir da miar-
Mftnlonal do municipio do Kecife, recutnmendan-
do a expedirlo de saas ordens, para que seja dis-
pensario .do semeo da mesma guarda nacional o
k.1 jrf.
Appellado, Joao Martins de Barros.
Ao Sr. Valle.
EXTERIOR.


mesma
guanta1 "o esquiidr de cav.-illaria Gaudino Lopes
tteOliveira. que se ada encarregado da adrainis-
trcano IraUdlIui daes'radavdmfuuio.Communi-
cou-se Cirio do Morra).
Hilo__Ao impudor da lliesouraria de faza/ida,
ricvolveudo o requerimenU 6 mait^apeis qu; viu-
ram animo* a su i infoimacfli Httl, relativos
ao aforamenlo jH^WreaveVuiarinha que pos-
saarn V. Pan V CtrflP e D. Mara Fe-
licia da SHv SaMeir-per ^elriTrlo aterro da Roa>
Visi, afim de que proceda a respeilo de conform-
m a citada inforinacio.
HiloAo inesrno,.aulorisando-o a (mandar passar
titulo de aforamenlo marinh
n. 36 A no aterro da Boa-Yisla, o qual Jos Joa-
aim Anluties lioate por compra a I). Mara Rosa
d'Aitiiropcau.
DiloAo (oesiiin, IrausiniltinJo para os conve-
itientej exame* copia da arla do consellio aritniuia-
trlivo para fornecimenlo do arsenal de guerra data-
19 de ouloliro ultimo.
no, dizeudo que pode expedir tuas
e o inspector da alfandega consinta
no desMgan itcnlo de direitos dos mappai, globos e
cari geographicas quesemandaram vtr do Havre
para .i anla de geograahia do Collcgio das Arles.pro-
vidMtiando o hiesmo lempo para que tae* objeclos
sejain entregues ao director da Faculdadc de Direilo
a firn de verificar so esto exactos.
DitoAo mesmo, devolvcndo coberlos com copias
nao i> das inforiia^oe do capilo do porto desta
ei4ad va, mas lamben! do parecer do procurador liscal
luquella lliesoui-aria.u rcquerinrenlo em que o Dr.
lippe UBjM Nello.pede por aforamenlo mus
urna |H>rc3b de alagado de marinha entre o caes do
Ramos e a doka all projeclaria, e declarando pie
proceda a respeilo de conformidade cm a primeira
das citada* infortnac&es.
HiloAo cninmandaitc superior de Olinda c
Igujiajaj^inleirandoto de liaver a vista .le aoa in-
Pefendo favoravelmenle o lequeriiuciilo
iiinil do 1." halallio de infanlaria do
lcipio de Olinda, /as Figueira Curado e rc-
eomnieiidaod^ que o faja eliminar da lista do ser-
vico activo. .
DitoAo coinmandante superior da guarda na-
cibnal de Garanhons, devolVendo a proposla da sec-
jAo ile batolMo de reserva da mesma suarda nacio-
nal, para que Maode organisa-la lo conformidade
esm o dis|Naf* nSVt. 5.">.da lei n. 602 de 19 de se-
^emliro de ft(.
DitoAo director geral do Monte Pi do* servi-
dores do estado, transiiiittindo para o lim conve-
niente orna letlra na importancia de :il>!i:i rs. sac-
ila peli,thesoiirria de fazenda detia prmincia a
llieso reiro d'aquellc eslabeledBpto, a
legundo cunta da conta que remelle fi arre-
dos diversos conlribninles do mfpno eslaLe-
lo na referida provincia. Commonicou-se
iooada lliesouraria.
I Ao ddegado do primeiro distrido
Recif, deelararirio que transmi ., lliesou-
r.-KiJJprovincial para ser paga, eslamiv rio* termo.
tegaa a eonta qae S. roe. remellen das despezas fei-
las com o usterdodjps. presas pobres ,la cadeia do l.i
uioeirorinden prirDJJko de -elembr,i#le o ultimo de
|WwqBKXa>jEIJ|*'S Otsjllli-I^rs., rfol-'
taer dosisnartoa 5. me. para mdico dn |a-
jhoa. Fieram-sc as necessarias commu-
r 4# prwidentfl da comraissao de hygiene
pobtna.-^Bm respMla ao nfflcid em que diz Vmc.
que Manoel l!irgs-de Mendonja lem infringido o
fcgsatode 29 de setembro de 1851, espeeulan-
[olritanienlo da morpliea, at nnnunciando
fim uTia enfermara na ra do Padre Klo-
, lenlio a cleclarar-llie, que a commissOo de hy-
^bo publica est no sen ilirpilo em pugnar pela
a$lo dos rticos 25 i 77 do citado regulameulo,
ka ffso dirigitrM as autoridades compe-
^^BMonvm confessar que o individuo
l|ac radicalmente nao cura a eleplian-
I M urna maoeira extraordinaria os
vdos doeoles como oceuUrmenle oler-
, assislido dos mdicos do logar ; e
porlanlb'iura elle o molhur epfermeiro que po-
de Iiavtr no hospital ilos lazaros.ao menos pela con-
surnada curiosidadecom que }e aproxima dessesin-
felir.es de que lodoi fogem e Hies presta os necessa-
rios sccoiros, senuo que por isso nao duvidei de
permitlir que a administrarlo dos eslabelecimentos
de raridade o admillisse i exercer o seu prestimo
oaquelle eslalialecimenlo por nlgum lempo, e sdb a*
condir4es que ella julgiisse cuiivenienle : o que ludo
pyVe (car ileliaxo .las vistas da referida commisso.
-rdmclu-se ueste sentiJo a mencionada admini-
tracie. + *
I I B
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
*julietaria em I i de norembro de 1855.
PresiriencituJo Etty. Sr. desembargador Firmino
Antonio rie Sooza.
I altaram ecm causa o Sr. desembargador (tira-
na e n Sr. dejiutado l.emos, Inmou assento o Sr. de-
purado Maaoel Joaguim Hamos,d Silva.
'. Aggravo.
OSr. presidente deu .provimenlp ao aggravo vn-
r carta iijsleojunhavel do juzo municipal c do
mmercio da comarca dp Cabo, em que foram '
AEcravanf. Micuel Tolentino Pires Kalcflo ;
Agfravado, o jdzo. .
Uetiyiacao de dia.
O primeiro .lia utH para o julgamento da appclla-
C3u segniute :
Appellanle, Gaspar de Menezes Vasconcellos de
Drummond ;
Appellado. Thomaz d'Aqu'.no Fonseca, por si e
como lotor de seos tilhos.
J'dem, par, os seguiotes embargos :
Embargante, Joflo Frederko de Abren Reg ;
Bmbargadow, Soares &'Companhia.
\Paitagent.
Appellanle, Francisco Poiricr ;
Appellado. o eoiisul Trance/..
Do Sr. Valle ao Sr. !.e,1o.
lrobarganliLil). Mari Carolina de Brilo Carva-
ltao. poqfi e jbo tulora de seus filhos ;
G. Klndr.
ALLEMANHA.
Munich (Baviera), 15 de setembro.
A sessilo de abertura das cmaras acaba de termi-
nar. As tribunas eslavam chelas de espectadores.
Olnervouse que na tribuna reservada ao corpo di-
plomtico o miuitlro frauce! e o ministro russo se
enconlraram por acaso ao lado um do oulro, e tro-
caram algumas palavras.
Eis-aqui o discurso que pronnnciou el-rei :
Senhores senadoreee genitores depuladns.
Reunindo pela- primeira vez era torno de mim
as cmaras depoi* da eleirjo dos deputados para o
sptimo periodo linanceiru, experimento urna viva
salisfaro em poder recordar que as bendada paz
tem sido conservadas cm nossa patria, *que no
meio de grandes lutas a confederar;o germnica po-
de iiianler a sua uuiiio.
a Nestas circum-t mcias. a -ilu,i.;io das queslOes
que formam o principal ohjerlo da Hiela actual, o
regulamento cas nossas finalizas para o sptimo pe-
rodo financeiro, ser consideravelmente facilitado.
Maudei submelter a um novo exame o projecto de
orcamento, e anda foi pssivel reduzir os encar-
gos imposlos-aos conlribuintes.
Simultneamente com a le das fl|ncas e oes-
lado das despe/as odas receitas pctaumnl.is. ser-
vos-hao subuietlidns os. projectosve le, que se li-
gam eslreilamente a este assuniplo^eSe o impos-
to da renda pessoal e dos capitaes, sobro o imposto
das patentes, sobre a organiac3o judiciaria da pro-
vincia rhenana, subre a.ilolaeao consagrada usca-
minhos de ferro. Este ultimo projectu de lei forne-
cern igualmente o meio de cobrir as despezas da ex-
pnsii;,io uiiixerftl allem a da indoslria do anuo de
18>i. A decisilo relativa a este objecto rievia ser
tomada u'um momento em que era impossivel fazer
disto urna proporedo submetlida Dieta ; mas nao
duvido que a alta siguificacjio desta .la nacional
receba anda lioje o vosso assentimenlo.
a O complemento dos caminhos de ferro do l'a-
lalinado necessilar lamhem a apresentaeflo de va-
rios projectos de lei. O encerraniento prximo do
periodo financeiro actual motivar a propoairao de
um projecto de lei especial sobre a elevaran proviso-
ria de algiins imposlos. O projecto do cdigo penal
que nao pode ser discutido na ultima setsAo, sor-
vos-lia aubmeltido novamenle, e lite ser addicio-
nnrio uin projecto de cdigo das penas de pnlicia.
Conforme um voto expresso anteriormente, o ni pro-
jecto sobre a ditllnefio das estradas nacionaes, de
crculo e de dstriclo,. ser aubmeltido s votsas de-
liberares.
1 Assim, os Irabalhos que vos esperara sito uunie-
rasos e iraportaules. A vossa dedicacjlo e o vosso
patriotismo permillirAo que promovis o hem do
paiz. O meu enverno para este Din contribuir de
conformidade cornal seu dever. Appliquemo-nos *
obra com urna cneaue.i profunda cheia de re-
conliecimcnto no auxilio do Omnipotente, que aca-
ba de atleiiuar por meio de um,, abundante colhei-
la as craves inquiptacnes dos aunos passados; con-
tinuara' a ser o nosso amparo e a nossa defeza, se-
ja qual for o Tuturo, se este futuro nos encontrar
unidos na lirielidade que quenjMs manler como a
anlga beranra do povo bavaro?
(dazilte de Augtlmurg.)
'Journal des Dcbalt.)
ro logar qoe sabemos apreciar as numerosas heneaos
que o Omnipotente concede nossa chara patria.
Somos lAo reconhecidos quanto lie pssivel.
.i Declaramos aberta a sessao dos Estados Geraes.
dem.
IITERIOR.
lid iintu,
dos e rev
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
AMAZONAS.
Barra 28 de outubro.
Para lite dar urna idea do susto que (eraos padeci-
do nesla cidade, basla-lhe dizei- que ja se pensava
estar na vespera de um ataque de nma forja des-
conhecidapuremsupposla Norte Americana, qual
vinha tomar a trra,como me disse a mnha ne-
gra qu.in.lo por coriesidado insist queme dssesse o
que pensava o povo que aquelles senhores poderiam
aqu querer.
O facto foi, jqne um empregadinho do Ihesooro
n'um bacabal visinho do igarapc da Cachoeira, ten-
do trepado em urna bacaha, c deixando o chapeo ao
pe da arvore, um moleque que lambem dava o seu
passeio de domingolevou o cjiapco, e perseguido
pelo dono, correu.(Jjuiz o acaso que amulherde
um tal Marcellino com comitiva mostrasse o mo-
leque corrciidu, c n.lo parando este sua interpel-
lajao,' mas continuando a correr com o tal chapeo
na mao, assm foi que no cerebro da Doua de tal
ni cinco phantasraas era mangas de camisa,
lea de riseado, barbas ruivas, armas, terea-
revolversos qoaes appruximarera-so as n-.u-
lliores, correram para o matto. O chapeo eiicon.
Irado foi evidentemente de um delles levado pelo
moleque ..Hendidos lao evidentes svraptomas
de urna aggressJo eminente que a auloridade te-
eollieu dos ditos das comadres, decidi o sabio ba-
ctiarel em ciencias jurdicas e sociaes, que Uo dg-
UaSfUe desfructa esta provincia em ralla de quem
a qnizesse administrar coin o nao menos docto
doutor de sciencias que nao apparecem, o chela de
polica de fazer marchar ao eucontro do iui-
mige.
. A|iezr do que o coinniandanle das armas vacil-
lava de dar as ordeus para ridicularisar assim a for-
ra publicae a fardado cxercilo, forra Ihe foi obed
cer aos doulores, e maodou o lenle Cimba i fre
te do destacamento de 16 pravas que o chele julgou
sofiicienle para aniquilar os Estados-Unidos, dar
um passeio para a Cachoeira. Que houve relaces
de sanguinolentos combates, que se foi assustar a
seuhora do lenente, coalando-lhe a inorte do mari-
do e mais gracejos, nao llin von contar para tas
perder lempo ; basta-lhe dizer que o lenenle, que
he homem ssudo, sem ser hachare! cm sciencias di-
versas, depois de ler positivamente vedado de car-
regarom ai armas pira nao liaver alguem aleijad
llava. 1i
9CM
mo nescio talvez, por ottde estara a grande ciitarie
d Barra do Rio Negro (pos ha diversos ros negros
no nosso Brasil), me queira pergunlar : menino do
bode? bobel? Quem he este bode?... ja se lem falla-
do de oni burro naquella Barra, o qual lie viee pre-
sidente e por isso se condece.Mas o bfde '.''! Per-
guutc a quem quizer, eu ca nao caio nesla...
O Sr. Jo3o Wilkeos de Mallos o secretario da pro-
vincia aclta-se bastante incommodado por indecen-
tes gritaras que de dilTerentes partes se levantam
contra sa illustrae.io e merecimentos, e at mesmo
contra sua probidade, dizem mis qoe est levan-
lando um sitio com os Indio que Ihe arranja o cora-,
padre Isidoro, digno juiz municipal e inu hbil en-
genheiro, director e administrador das obras publi-
cas, e os quaes originariamente se tic a tu das snas al-
leas com o pretoxlo de imaginarias obras publicas e
de argonaulicat expedices para desconhecidosros,'
oulros preteiidem que os (>0J3 que pagou ojoao Gal-
lego para se livrar da cadeia, nem pela menor parte
cahiratn no bolso do juiz Ber, roas que o mes-
mo Sr. Wjlkens ftcou quasi cora o lodo, engaando
ao Ber com promessas que ha de realisar ni prxi-
ma sessao das ranuras. inandaiido-HJkVd corte a pa-
tente de una ordem estrangeir entros anda pe-
gam-se a reclamar a preienra do Sli Mallos no Pa-
ra onde se torna necessaria para Hsinar ranee:,
digo inglez aos meninos, dizendo que o endito do
franeez, digo ingle/, he a sua mais propria oceupa-
co, sendo elle mesinn muito francs ; ha maldi-
zeutes e iitvcjosos quo prelendein desacreditar a sua
popularidadu. dizendo que os domala na corte,
lendo-se pegadu no nico matulo do Bazonas que
por la appareceu, romo uaquelle que effeiMivanieote
dispunlta do todos os votos dos ArnazooBnses, rie-
monstraram-se menos esperlos do que aajrepulam
geralinenle por aillos fluminenses; os inmigos do
elevado Joao, preteudem que logo que Manoel Tir-
ina/, l'inlo Ihe lirar o seu apoio, o nomc do Mallos
mo apparecer cm chapa alguma, e vai brildar iso-
ladamenle como ruina de um ineldor passado as
columnas dn liilrella do Amazonas, e no* despa-
cito da repartirlo especial das lenas. A proposito!
mesmo a este respeito as linguas indiscretas querera
insultar a illuslrae.io do elevado Joao.
ido sei se Vmc. la lem condecimenlo de que por
i se eflb orgauisar o servido das medicos da*
as, MBIa%afuelle lempo c quaudo os avisos
initiisleri|bjs a osle respeo, e os olucios do Sr. -Ma-
noel l'eljljBdo, ato licavain por todo andamento se-
pullados uas columnas da nossa lirildanle Kslrella'.
Pois bem,eu Ihe digo que assim fui, que o governo
nao andan errado, suppondo que o principal in-
tenta] dessa nossa provincia, desse Edn inculto e
deserto era a populacho, e haveudo a lei das trras,
que o primeiro motor de mu tal resultado era a me-
dciio c demarcar Ao da mesma* no Amazonas, e que
nsu
I
... lorr
i pe
I ene
de setembro.
_ Iloje, a urna dora, leve lugar a abertura
sao legislativa. El-rei pronuncios o disc
gui
ii tVe|tT "Ka verdadeir elifTacao qo
esta vez vos possa annoniar que o nossas relajoBslllivo por oro Cira
comasoutras potencia e distinguem por enli^r^
menlos de amiente e di benevolencia. No meio da
guerra em que varios estados amigos ainda se acham
empenhados, continuamos a manler osxsleroa de
urna estricta neutralidade que, observado religioro-
sameiitc por mis, de apreciado p4as potencias belli-
gerantes.
O exercito de .Ierra e de mar coulinu.i a mere-
cer a nossa approvacAo em consecuencia da sua dis-
ciplina e du seu zelo no curoprimeuto dos seus de-
vere.
A exteiiso do material da marinlia, lendo-se
tornado urgente, de o olijccto da minda particular
solicilude.
O alto ioleresse quo nos inspiram as nossas co-
lonias e as nossas possesses em nutras parles do
mundo, me faz considerar como nma verdadeira fe-
licidade poder anuunciar-vos que a paz e a ordem
ahi reinara';' que o estado sanitario das libas neer-
landezas em geral multo se tem melhuradu nos l-
timos mezes, e que o estado da colbeila he favo-
ravel.
Os passos que (emos dado desde rrioilo lempo
para obter da parle do imperio do Japao urna mi>-
dilicatao do svslema de exclusao seguido por este
imperio nao sao infructferos: os privilegios conce-
dido* pelo governo japonez a ool'ras mues nos silo
igualmente garantidos.
a A commisso de Estado encarrogada de exami-
nar a situadlo dos escravos as possesses de alcm-
raar, apresentou recenlemenle o seu relator!". Li-
songeio-me de que o seu traballio laborioso possa ler
em resultado a apresentacSo de um projecto de lei
sobre.e-la uleressanle materia.
o Se no invern passado diflerenles parles do paiz
licaram allliclas com o rompimeclo dos diques e cora
as innunda(des, a generosa benevolencia dos nossos
compatriotas rivalsou com a do eslrangeiro para re-
parar e suavisar a calamidadr.
O alvo que tenho sempre seguido com ardor era
fazer caminliar de accordo o desenvolvimento moral
com a prosperidade material da najio, animando a
inslrucrao, asscieuctas e as arles, assim como as
emprezas da industria e de utilidade publica, c pro-
tege-las laOlo quanto fr pssivel.
O producto das contribuices corresponde larga
mente nossa especlativa.
A situacao faVoravel das financas do Estado per-
mute continuar a amorlisacAo da divida. Propo-
nbo-me dar-vos em breve a occasiAo de examinar os
projectos de lei osjjkem virtude ilo rtico 5 adilicio-
ual da le f|lfaflB^Btal, vos devem ser apresen-
lados.
Estes prnjMMlVIei e outrns projectos legisla-
tivos uos rainisTtlim um vasto campo para tesiemu-
nharnesta sessao ovpsso zelo para cora a trela im-
portante que vos de confiada.
' Sendores, ,a patria lem novamenle os odos era-
varios sobre nos. Espera do nosso comraaru accordo
fructos c.-ipazet oe consolidar a ordem e a prosperi-
dade. Focamos o que pdennos para que esla espe-
ranza nao Jeja mallograda. Mostremos em prime-
gosa manipulado ;eram guarda naciolf,i:,0'""veno cullura "s*" iienhntjia, c mesmo poti-
Por Xavier Eyma.

\
II ,
uidr descia a cavallo a longa cata dei'-
|e momento dewmbocava por urna das
i aculares, a caa de Habana, urna massa
I e de soldailos que conduzia um escravo con-
i defiri, o qual a jusliea miudava acontar
pele algoz erq Indas as encruzildadas.
fim men, rie um minuto todas as pessoas qo. aa-
via ua rua lerobispo, e lodos os criados da casas
otuxevam para assistir a esse espectculo odioso, dan-
Htjs que nao erant de alegra nem de rava, mas
1I|V siniplesmenle gritos cada vez quo o azor-
ragaaPkhia sobre as costas do comlcinnado c azia
saltar o sancue. Era segundo parece um espectculo
o helio quo a rua.pouco antes populosa,licou deser-
ta em menes de pieia hora.
Mas assustado pelos gritos da populara dados em
coro, o cavallo de Andr empinqu-se tilo rudemeute,
que eahio para traz, arraston o ravalleiro em sua
qoeda, e de|iois correo como furioso. Como en j
iline, a rua eslava deserta nos-e momento ; assim
iiinguem arhou-Se ahi para rieter o cavallo nem para
oecorrer o cavallero. Porm ao mesmo lempo que
elh- cahia, dous gritos parliram simultneamente de
detraz das gelosias de urna casa, e logo depnls Andr
ileamaiarin, o lendo o rosto coberlo de sangue, foi le-
vantado e amulado antes do que couduzido para
aro palacio, cujas portas loruarara a lecdar-se viva-
nenie,
Tres inullioie* rodearam o joven militar para Ihe
prodigalisarein eu cuidados: urna era a marqueza
Uarsailla, n nutra urna negra velha que administrou
Inga ao (elido remedios de sin composicao, acompa-
nliadas de palavras sacramentis, e a terceira urna
joven Mala chamada Tubina, a qual ennservava-se
de joelhos e mo> o temblante consternado dianle de
Mr. de Laverdant.
Vide OUtrio n. 263.
Quando Andr recobrou os sentidos, smenle a ne-
gra velha eslava a eu lado. A marqneza e lobina
haviam desapparcciddi apena a vida annnnciara
vollar.
Eu hem taina que nao era necessario chamar
om cirurgiao, mnrmuroo a uegra vendo Andr tor-
nar a abrir os ulhos. Acaso algum .lenle resisti
nunca aot meus remedios '.'
Dizendo islo a uegra persgnou'-se depois de ter
locado com o dedo ndex as golas de sangue uue
mancltavam o vestuario do joven militar, e ao mes-
mo lempo occoltou no bolso da saia urna hola do vo-
lunte de nuz, na qual csiavam piulados sigitaea caba-
lsticos.
Depois dirigndo-e a Andr, disse-lde :
Vossa excellencia j est em p; quer que man-
de vir urna volante para reconduzirlo i sua casa t
Obrigadu pelos leus cuidados, responden An-
dr ; mas antes de ludo quero que me digas a quem
devo dirigir meu reconhecimento pela dospedagem
que mo foi concedida. Como cdania-ee o dono ou a
dona desla casa '.'
JA negra qual a marqueza ao sabir dera sitas or-
den. lornoii !
Que importa isso-a vossa excellencia f Fizemu
nosso dever, e o viziudo tena feilo o mesmo, te o
accidente douvesse acontecido dianle de sua dabita-
C3o. O senhor nflo nos deve ueulium recondeci-
mcnlo por lao pouco. Quer que mande buscar jimi
colante t
He intil, disje Andr. A.noite approxima-se,
e preliro vollar a p ; o ar livre me fara bem.
Como quizer, seodor.
A' vista da resposla evasiva da negra. Andr quix
aproveitor o lempo quo Meara neme anlaD para exa-
minar a rica volante que, segundo o uso, aedava-se
collocarta junto do sof, esperando poder recoulie-
ce-la no pateo da Rainha e saber assim o nome, que
Ihe era oecultado com recalo calculado ; ma a escu-
ridao cliecau rpidamente como acontece no clima
das AutiUafl, c densas (revas cobrirara lodos os ob-
jectos que deavam o joven militar.
Kerondnz-nie ate i porta da rna, diste elle
negra.
f- De boa vontade, senhor.
Que bella malicia, diste com siga Andr, ocenl-
tar-me q nome de quem deu-me hospedagem 1 von
reconhocer a casa pelo numero e pela rua.
iiaes) enegado na Cachoeira maudou o destacamento
lomar dando, e voltaram ;\ tardinha lodos para casa
com melltor appetite de que linltam sahido,
escreve no Diario
T!ja\f'ar, apresentou-ta com voAlado de dar ca-
beeadas efta ; fe^^^^^ffiToenoncia nTfTni-
po ve revelar egMtqllaloes malficas do lal
menino, e houve parullirs mais providencias pre-
ventivas na noite designada para o rebenlamento do
inovimenlo, c assim foi que fcamos salvos e livres
dos couces do menino do bode e do club Quebra,
onde se tramou a revolueao. O facto era serio O
bode nao podcndo.bem acertar no Carapan e qae-
rendo com ludo lomur viucunra do vil inseclu que o
persegue nos jornaes do Para, acerlou com urna su-
cia de compadres que costumam reunir-se na casa
do Quebra, que para nao falhar, o mais acertado era
seguir o sabio Burguemestre de Saardam, que em
procura do czar Pedro manda prender a todos, (fu*
ra o czar mesmo que Ihe .d esle conseiho !) assim
a casa tjo vice-consul porluguez toda, o lenente
Paulino, b eommahdante das armas, o conde, e mes-
mo o chefe de policiaf(eolre esle e o bode lia intri-
gare candidatura para a prxima legislatura), fo-
ra)ppoiilados pela vindicta do bode furia da
molecagem, a qual se quiz excitar com o grito sem-
pre grato em tte* occasies, fura- os Portugoezesu ;
um inajor do mallo (nao do exercito) de nome Vas-
concellos, devia ser posto na frente do movimento,
devia-se arrancar o pao da bandeira do vice-consul
e subir com (al Iropbeo a casa do chefe de pulicia
com o pretexto, que o pao da bandeira nao cabia
a un vice-cousulado. e como necessaramente o che-
fe has podesse fazer'a alta noile a vontade da plebe
amotinada, assim devia isso servir-lhes de pretex-
to a proromperem em excessos coutra a pessoa e
casa do chefe e das mais pessoas, as quaes alguma
cima Ihe tenho citado.
Altos louvores sejam dados ao doulssiino Dr. die-
re eao nosso destacamento! o qual tendo comman-
danle (que be o teneute Paulino) e o commandanle
dasariMt mesmo ameacados, manifestou nao equi-
vocas ^opeusoes de pegar o bode pelos chifres e de
Ihe ostquebrar. E de facto he quando as proprias cos-
tas estao ameacidas que ha de valer a doutrina nos
doutore! I euca lambem dsso roe felicito, bem que
ignorantsimo e longe de me julgar habilitado a
doulrinar sciencia alguma, porque uo barulltoque se
segua tambem podia ede^ar a parar-roe na cabes
alguma pancada perdida e estonlear mais anda o
milos desle seu criado.
Talvez que Vmc. lanas margena do Beberibe,
ignorante das illustraces detta capital, mullo mes-
Mas a negra que linda instruccoes, abri a porta
do salan, c disse a Andr :
Vosa excellencia quer seguir-mc ".'
Caminha.
Ella alravessou tres saines sumptuosos, depois duas
salas de jautar contigua, depois ama galeria que
dava para um jardim embalsamado do acacias e de
larauxeiras.
Audr comprehendeu logo que a negra quera des-
orienta-lo ; pois bem sabia que em nenduma casa de
Havana as salas de jantar e as galeras do para a
rua onde lica a entrarla. Seritindo o ar fresco e per-
fumado du jardim, pensou que adiara adi um indi-
cio ; roas sua eiperanra foi ainda baldada. A negra
abri urna barreira pequea que dava communica-
c;l i para um jardim vizinho, o qual alravessou dia-
gonaTinenle, conduzio Andr a tima porta oceulta na
parede c roostruu-lhe a rua apenas esclarecida por
alguos lampces que erobalavam-se no ar.
Eis-aqui seu caminho, senhor, disse a negra
indicando-lite a esquerda; siga em frente, e boa
noile!
Toma islo para ti, responden Andr melteudo-
Ihe na inAo urna inueria de ouro.
Obrigado, senhor, Dos o guarde! murmurou
a negra duendo urna reverencia.
E fe oh o u a porta.
Irra disse Audr comtigo examinando o lon-
go muro coberlo de ramos das arvores do jardim;
evidentemente nao foi poresla pona qoe enlrei. Eu
nao eslava aqu no momento de minda queda ; mas
na rua do Odispo.
E como sentia-se com febre, accrescenlou:
Amanda virei explorar os lugares, e saberei
a quem devo a salvar.ao. E'le uiv-lcrio lorua-se
nteres sanie.
Vollando para casa, o joven militar achoa a Jo-
t que esperava-o muito inquieto, eonluu a aventura
ao mayoral, e este prometteu pr-se em campo no
dia seguinle ; mas todas as iiilonnarr.es que pode-
rom tomar foram infructuosas.
O muro que Andr reconheceu perfeilamente per-
tencia ao jardim du conde rie Penalver; mas S. Exc.
eslava auteale de Havana ha maia de om mez, e a
casa achava-4e deserta. Al liabilaces cuntiras nao
oTfereoiam o aspecto rico e sumptuoso das talas em
qae tora recebido o joven militar. Em qaalqoer ou-
7
quissiinos terrenos occopailos, sendo cm unta pila-
vra quasi toda a proviucia trra devolnla, assim em
parte nciibuina a niedlcao c deinarcac.io de Ierra
devululas, nao poda encontrar aflia acrAo mais li-
Pondo lal supotifao o covt
dypethese: (em-lh* parecido que sendo o cargo do
inspector Beraf' ^Bedces um emprego que exice
alcm dos conlieePRntos (eednicos uecessario*, una
aclividade e robustez frrea, energa, habilidade, e
pratica de mandar e de fazer-se obedecer, certava
bem a sua escolba uonieaiido-o para tal pealo na fal-
ta de um nacional que se ticesse presentado ; um
ofliclal superior engajado de oricem N. europea, o
qual pareca reunir as qualidadet reqoisiladas, ot
conhecimentos lechnicos por ter sobido os postos no
imperial corpo de engenheiros d'Austria, robusto,
activo, enrgico e ludo mais, por ter feilo sem uovi-
dadeas campanhasda Italia eda Hungra, percorrf-
do varias trras e feito a campando lie Uruguay sem
padecer iucommodos, e sem optar por urna vida
mais socegada; em contrario, apresentando-se promp-
lo a chamada do governo pa'ra voltar para esta pro-
vincia depois de ler ja passado entre mis quasi um
anuo, e mais prompto a candar algumas vanlagens
disputando aos tigres as trras que occupam,para de-
dica-las a cullura e a civilisarao.
Pois, meu tenltor, o governo n'uma e n'oulra hy-
potheseerrou perfeilamenle.Percebeodo o Sr.Mallos
que os matulos l das cabereiras dos nossos ros es-
panlavam-se ao imbombo dos boatos mais eslrava-
ganles que a astucia inventa e a ignorancia propaga :
que deviam ter expaltos dos seas sitios em pro!
(note bem isso!) em pro do governo do Mo d
Janeiro pegou-se elle, assim pretenden! aquelles
detractores do elevado Jo3o, naquella fraqueza da
ntelligencia (apgia, para se inlerpur como protector
dos Amazonenses*, contra as estravagancias do gover-
no central, o qual pretenda que as Ierras devolutas
do Amazonas deviam ser medidas, e demarcadas.
Soceguem, diste enlo elle, soceguem mtus com-
padre, em qoanto o elevado Joao diciar a lei na
repartiro especial das trras, e como secretario da
provincia ao bacharel em scienciaajurldicas e sociaes,
oinguem vos medir.. Ao governo actual, dizia o
grande Joao, as circamslaucias do Amazonas sao
mu especiaes mu especiaes!... quaudo os cai-
xeiros da companhia do Amazonas ppareceram
como parle no negocio das medires, disse o Mallos,
em frente d mappa, do pessoal e material uecessa-
rio c da cauta da despeza dalti resultante que apre-
gcntou o eH"*' mappa de exberbilanle de muito
exIiorbitanS! despeza de enorme... de mullo
euorme !!
A mim me consta, e pode-me acreditar Vmc.
que fallo hem informado, que a despeza residanle
do mappa do inspector geral de medicito que he o
(al ollcial e conde europeu, sobe apenas a 10:UOQ9
rio, sso he -2:508000 por legua quadraria
lo mnimo meio real por drara, na renda
i) em quanto o prero que o regolamen-
adroilte para a medirlo pode subir al
lentos !
inimigos do Mallos pretenden! que elle
com os malulos e o governo fez absolutamente o pa-
pel o* Fgaro que promovendo a racuada e conser-
vando-te no favor dos cattuados (os cassuarios foram
naturalmente o enverno central e os interesset da
nar.an, ) corre de ama a outra parle da acea : bei
dotlore una parola Don Balisin sonda vos!...
Assim,quer o Mallos dar-se aos matotot coran om-
nipotente no Rio, e ao governo como o homem mais
possante dos nostos serloes -A respeilo dos terre-
nos da companhia, ha mesmo urna outra versan :
dizem queem quanto a cotila do inspector geral su-
ba a 10 contos para te medir um s territorio,n
Mallos fez por muito menos que nao se mediase ne-
ndun I Relato-lite ludo isso para que cheganrio
l laes boatos Vmc. Ibes de o apreco qoe tnereeem !
O facto he que o governo acabou de ficar persuadi-
do de que ascircumslancias dn Amazonas eram mu
especiaos, que o mappa do inspector era mu. exor-
bitante, a despeza das medin.es muito enorme, e
que por fim era de mais conveuiencia e utilidade pu-
blica, deixar arran]ar-se por menos o elevado Jooe
os accionistas, do que insistir que companhia cum-
prisse com os compromissot do contrato que passoa
com o governo, e em virtude do qual lira dos cofre
pblicos i contos e tantos por anuo !
He fado, porem, que as oaos imbecis, dos cai-
xeiros que figuram aqu como agentes da com-
panhia, as colonias estpidamente dirigidas, amea-
cam de si' lornarem Om sumidouro de loria e qunl-
quei subvcncAo que o governn Ibes der ; boje mes-
mo embarcara :!ii pracas para reprimir o levanta-
metilo em Serpa, que continua desde aquelte baru-
Ido que douve contra o engenheiro, o qual como os
preleude fazer trabalhar lie naturalmente a pessoa
menos grata e nobre a qual recadera lodos os resen-
timentos, alera dsso na: ha presiganga ou cadeia
que persuada a estes desgranados, que a carne secca
que lliet dao nao fetk, qae querem ? contra a pre-
venrio n3o ha remedio '
Nesta outra de Mau,-que temos mais perlo, con-
lnua-se com a mesma recolaririadc, a nada fazer.
Para Serpa embarca tambem o chefe de polica,
para investigar e prender, e por fim rcslabeleccr o
socego al an prximo vapor !
Adeos, digaae he pergonlarem quem he que lite
'escreve, quo he a tjii comadre Araevan.
ABA'.
i outubro.
tm (eilo o rhelera fin
orbus ; oulros o ti/era
i o cholera-morbos. Ku segaii
porque ciiaque tamaita forra ai
rnrtt T"Ti*"iiiiflir muta viril
ra do enviado a latero. Mas tamauha gloria ci-
frou-se na gloria de Jer amado a sua genle, porque
o reforco nao pode faaer subir os maiores alem de
13. Appellaram por tanto para a maro que devia
trazer infallivclmente ao Sr. Jos da Viga. Mas
qual foi-se a primeira mar.a secunda' a terceira
etc. etc, e nada do homem. Voltam-se para a en-
trada do Sr. Salles, pede-a palavra o Sr. Dr. Paes,
e ada-te a entrada, segando o regiment. No dia
segointe, que he o da abertura, usada palavra com
que linda ticado na vespera o Sr. Dr. Pe, e os
agudos dgnissimos da direla fallam tambem, re-
plicam, Ireplicam, e elles mesmos levam nisso o
lempo, at que chega a dora de receber-se o pre-
sidente da provincia. Foi entgo qce virara a pro-
telacSo calculada que os linltam altrahido Que
agudeza !
Outra : Tnbara protestado contra o presidente
intruso e Ilegal ( Ilegal, porque realmente os depu-
tados deviam deixar de comparecer e trabalhar,
espera que a auguslissma direita reuniste os seus
Miembros e se contlloisse maioria) linltam protesta-
do, e aceitara a nomeacAo. que delles fez o presi-
dente illegal para receberem o presidente da provin-
cia Urna de dual ou o protesto est contra pro-
testado pelo Tacto ; ou o desejo de agradar ao pre-
sidente da provincia e merecer-lhe as boas gracas
a prudencia emlim acontelhou-lhes a por de parte
o protesto.. Boas consceucias que assim transi-
gen].
Oulra agudeza: Tihham planejado fingir qu
iam a missa du Espirito Santo, mas tomaram ama
conlra-volla eempoleiraram-se nat suspiradas ea-
dtiras de presidente e secretario, na ausencia dot
lecitiiuos donos,Essa he de meninos de escola !\
Marchara c contramarchain os grandes parlamenta-
res,e vein adiar as cadeiras ocrupadas'.u O' home '
quem fui dizer a elles o que ns ia fazer ? Per-
gunlaro admirados um para o oulro. Entre nos ha
traidores, diz o sobre lagudistiroo ex-presidenle,
i lao bello plano nao podiam elles addvinhar. Se-
nhores nAo volto mais 'a assembla emqttanto nao
houver nma maioria que me torne a por naquella
cadeira'que de minda, inind, e rainha pela qual
sacrifique! rescntimenlos, esqueci o que nunca de-
vera ler esquecido, e....n Uro maldito pigarrocor-
lou-lhe a voz. Depois de longa' pausa, niudou de
cara, e contiouou em lom de fazer chorar as pe-
dras : ii Esloucondemiiado a presidencias epheme-
ras. Aqui, de isto Na junta de Hygiene vejo-me
obrigado a nAo issentar-me na proeminente cadei-
ra de presidente emquaiitoe-ver o.... ( morde ot
beijos ) o.... ( pisca otollnis ) o.... o Gamillo. Que
fatalidade roe persegoe Porque assim me foge o
que mais desejo 1 Desamparou-me a minda boa
relia V !... Nao vs nAo deveis esquecerqaanlo va-
quanlo vos honro, e o governo deve estar pelas
exigeuciai.....o
io dia posterior ao da abertura no comparece-
maiores; licaram-*e as immedia<;es da s-
perdidat. Que folcanca
parlices '. No oulro dia ap-
depois 9 !... 1
Ira parle ssu nao tera sido razAo sufticiente ; mas
era Havana tal fachada, lal interior. O luxo reina
lano fura'como dentro, e mesmojnais vezes -fura do
que dentro. Muito odiante ficaJHpalaco do mar-
quez Daguilla; mas ningaemVBa que se livesse
dado hospedagem a pessoa alguimvna tarde antece-
dente.
Devemos dizer qae a discricAo dos criados a que
Jos dirigio-se era sincera, pois no momento em que
o cortejo do negro acontado atravessra a ru, toda a
casa partir em seu seguimento ssini como um
bando de passarinhos quaudo se Ihe abro a porta da
gaiola. -Ningoem senAo as Iret malheres que vimos
em torno do ferido, Uvera noticia da presenra de
Andr nessa casa.
Com tanto mait razao o facto foi negado as ha-
bitai;oes vitinhas. Por um momento resolveu Andr
publicar sua aventura por toda Havana para ver se o
myslerio sabido emlim da cidade toda seria desco-
berto mas refleclio que devia liaver ama razAo para
qoe as coasas se tivesscm passado assim, ama razao
superior a toda a idea de modestia, por mais excessi-
va que possa ser imasinada. Kesolveo pois guardar o
silencio e esperar com grande pezar de Jos, o qual
comec,ava a suspirar muito por voltar ao ingenio
de Filgcsl
Durante quinze das Andr applicou-sc a examinar
todas ai ricas volantes que de larde tulcavam o pasco
da Kainltae o l.araeda, procurando reconhecer a que
vira no salan do palacio.
Em nendum dos crculos onde as mulheres reu-
nem-se para a dansa e para a msica, nem no titea-
tro, nem nos passeios, nem as igrejas, nem as va-
randas, cm que as Havauezas paitam o serao atsen-
tadas ero urna butaca (cadeira de dal .neo e contem-
plando os que passam, em nenduii, parle emlim
Andr podera sorprender um gesto, ^i.ia palavra,
um olbar que podesse autorisar saas suspeitas.
As Havanezas sempre graciosas, aaveise indul-
gentes animam pelo que se chamara em Franca fal-
ta de recato, os ditos nm tanto ousadea,' e mesmo as
derlaraes queima-roupa. Andr experiineiilou
esse meio, foi mais ou menos bem acolhido ; porm
nao pode sorprender o fio do mvsterio que procu-
ra va.
Urna manhaa elle voltou mu triste e desanimado
om homem da eajieranra, mita,
. e acdou-se pata sempre ;a mu-
lava sempre a repinicar, e a roeeder
mesma tecla. Ainda oulra circomstan-
cia :dcspedc-se urna nuil der, toma o chapeo, pe
o chales, d o bejo, desee o primeiro degro... diz
ainda ama cousa ; desee o segundo, ainda outra
cousa ; desee o quarto. urna leindranra, o quinto,
d sexto, o sptimo etc, nao sao descidus mudamente
da rua faz-te ainda um adeot de leque ; e In dore-
moto canto a dohrar-se o significativo leque diz ain-
da adeos*
A cholera fez quanto pude ; despedio-se mas repi-
nica ainda, leva-nos 5, *, 3, pessoas por dia, e a
l'i levuu-nos 11. Felizmente, o Sr. codselheiro
Reg Barros nAo dorrae, tem tomado muilas medi-
das preventivas como desinfeccao das rasas em que
morrerm cliolcricos etc.e acaba de offlciar com-
missAo de Hygiene para que examine se o ceraile-
rio he prejudicial debaixu da qualquer ponto de
vista, talubridade publica, o quando o seja, infor-
me qual heo lugar mais apropriado para a eonstruc-
cau de oulro. Ora, o povo tem erabrrado enm
a pusirAo du nosso cemiterio ; mas nao eslun por
esta birra do povo, porque essa posirAo devia ser
muito e muito bem ettadada por quem a escolheu.
Porm nao sei o que tem essa agoureira bocea do
povo, quaudo se pe sobre alguma cousa Vre-
se daqui, vire-sedacols, oque o povo scisma he
cerlo.
Abrio-se a assembla provincial no dia 26, termo
do segundo adiamentu feito pelo Exm. Sr. Piulo.
A. sessAo preparatoria foi urna sessAo de protestos :
para os protestantes a uoraeacao do Sr. Dr. Moraes,
era um acto deshonesto, illegal, arbitrario, urna
farra ; e elle um presidente intruso. Mas urnas pa-
lavrinhai proferidas pela esquerda, conliveram a
Nata indignarao dos honestos da direita.
No grande dia conlava a esquerda' 15 deputados,
e a direita 13 : e cabe aqui render urna homenagem
publica ao Sr. conuco Manoel Jos de Siqueira
Mendes, cujo patriotismo f-lo abandonar as suas
obrigares do conuco e de lente no semiuario ( ati-
rando-as sobre o paciente aguentador de iguae mas-
sidas, lodos os anuos ) para (ir Camet e Igarap-
miriin em ntica de deputados que completatsem a
desfalcada maioria. A' sua irreaistivel eloquencia
ceden o medo que tinham csses sendores de vir a
capital, e apresentaram-se aqui, com grande glo-
ver Iheuriat medicas em defeza do seu empirismo.
Em oulra correspondencia examinaremos essa ihao-
i ia, e te o que ah ha de bom be applicavel sau-
gria, ou te alguma coasa h por ahi contra produ-
centem.
Para que este empenho de chamar a campo o dilo
cojo das instituirles cannica, o espadaebim do
jornalismo....eao de isso, Sr. Dr. Frtncjajjl
va Castro '.' Logo, mait lugo o espadachj
sentir a sua agiliriade : ouvio ? Por otafl i, qoe
esse empondo du intil, porque at aveoiflFeslio
lomadas. E, poit que too espadaedim, como o dito
cujo, no ajuste de cotilas S. S. lera de lado ou da
Trente dous espadadnos. Pnlia-ajnijfaarda, Sr.
das alturas ; nAo sao piparolada, aail3|^o-llie ; he
apenas urna collecclo das suas bernardices, co'leccao
que se dade completar em menos teatpo do qoe o
quo lem gatto a sua pachorra em hiver qs dofea-
meulos comprobativos da imporlacSo pela Defen-
sora. ,j^
Paisendo a oulros objeclos, de qaW ia eaqne-
ceodo, entretido comigo, ou antes com o dito cujo,
(tletcreve o mea coco as glorias da adattoisiracSo do
eximio paraense, isto he, os foguetes das jataetlos
palacio, e a exlinccao do quilombo pelo Sr. Manoel
Fernandes Ribeiro : atira orna intrigainha de come-
dia, a ver te pega, como se o Sr. Kego Barra Bao
u conheces*e ptimamente; e bellieea nooJtDr. Late
(3o, como a vbora que teve a loucura de se p
morder n'uma lima! Invens flm
nao ler elle coiuseguido a variaba
ferecida : v urna relractaco
feita pelo Dr. I.eitao ao hornera
dencia, e nAo um dever ou ui
publico. Foi.um capitulo dea]
Dr. Arldur o nao ir lodos os dia
aecusa-se por ir apresenlar-se ao
pregado que chega depois e lem
co de emprego provincial! Dea im
Nauseabundo coco I
Agora, nao se morre mais do chalara Alrcaras!
Parabens chegouroe um preservativo contra.o
cholera '. urna collierinlta todas as avaohais, be ex-
cessiva a alegra.
Que cardade lera comhosco o aostos amigos trans-
allantcos deixam que o cholera devaste a Euro-
pa, e nos mandam os seus salvada*es preservativo"!...
Por cautela,veio o preservativo acompanhfto de um
curativo. O primeiro que appareceu com o novo
talva-vidafoi om dos medrosos, desaniohado l do
fundo da proviucia para vir aguenlar a presdesela
do Dr. Castro, por quem Ihe fpi dado em retribu-
Cao de lAo grande sacrificio o tal segura de vida.
Um chamico fez a decomposicao do liquido salva-
dor : e quer saber o simples que acbou ? maioria de-
luida, presidencia evaporada, pdrenesi'do rehave-la
a lodo cusi, egosmo,ipresuuipcao em grande dse,
cegueira, e impostura. Toes ingredientes, previoem
ou curara, nAo o cholera, Tiras a colera d' ama de-
cepc.io terrivel.
Morlaldade dorante o mez de outubro.
Cdolericos.......
molelia .

1IS
do circulo da Filarmnica, onde toda a nobreza ba-
vaueza achara-se reunida em um baile de subscrip-
eio, os nicos qoe dAo-se em Havana para que se-
jam mal etplendidos. Laucoti-se ainda vestido na
maca, dizendo a Jos :
Minda paciencia esl esgolada. Sou um tolo,
ou enlAo essas mulheres tem uo rosto urna mascara
impenetenvel. Partiremos depois da manhaa para
Fitges.
Seja fcila sua vontade, senhor, murmorou Jos;
mas vossa excellencia esl cerlo de ler procurado
bem '!
Oh I exclaman Andr apoiando-se no cotuvelo.
sabes alguma eousa'.'
Nao, senhor.
Senles agora deixar Havana '.'
Eu 1 Dos nAo permita lal Mas parecc-me...
O qae ? ..
Fallo assim porqnc nAo detejo que vosa excel-
lencia lome ama determinaran irreflectiria ; apenas
chegar a Santiago, o senhor'se arrepender de ler
partido...
Ao!...
Andr conlciitou-se com esta cxclaiiiar.u'. sorrio
vendo Jos sabir, e pondo a cabera sobre o Iravessei-
ro, durmi algumas huras.
Na noile do mesmo dia elle demorou-se muito no
l.araeda respirando o ardo mar, cujos agros perfu-
mes cdecavam-ldc misturados com o cheiro delicado
das arvores que assomhram o passeio. 'lodos ot pas-
teadores linltam vollado para a cidade ou feilo parar
as volantes porta do theatro principal situado no
l.ameda.
Depois de haver gozado algons instantes dessa to-
lidao deliciosa. Andr seguir o caminho da ci-
dade.
Cdegando ao meio de utna das ras visiuhas ao
porto lao agitadas durante odia, e (Ao desertas noi-
te, elle tentio baterem-lde levemente no hombro, e
ao mesmo lempo urna voz murmurou :
Senhor de Laverdantl
Andr voltou-te vivamente e acdon-so dianle de
nma mu der calcada de luvas pretas, e que linda
om maoto que cobria-lhe o rosto, e cahia-lde at
cintura.
Vossa excellencia he o senhor Audr de Li-
verd.int'.' perguiHou-llie a mulher.
, ora oulra, e
qnalidades,
foi
por fim Inda*.
Enterueceit me o ver a senil
conselhero Reg Barros, qu4
berlura leve do proferir o
o Sr. Dr. Angelo. Nao pd
lorosa era a lembr.inoa qoe el
cia-o O Sr.' Dr. Angelo: alem do ouan
nao era homem de reacues caprichosa:
A direita daaassembla dirigi um vol da agr-
decimenlo ao Exm. Sr. conselheito, peditM^-llie,
que.Jaaccitando esta ovacAo como o fiel traptumpto
da vontade, acredite-igualmente que o encontr dos
nossos pozares lirraou para todo o sempre a uniao
da nossa estima. Bel...............-lo !
Li a correspondencia do meu ciicii. He ama se-
quenda de embirraocias. F.mhirrou com o cooi,
por nAo ser palavra porlugueza : entretanto diz que
coto significa em porluguez macaco de prego e in-
mundicia !
F.inbirrnu cora a carnplionia por ofTender-lhe os
delicados tmpanos ; entretanto Le Clcrc disse islo
na sua nova rethorica. I.e choc mente des sillabes
nides est un plaisir pour [oreMe. A empresa do
berri rigor,% do Ergo agre rastrU Ierran riman-
tur, he ama belleza para Iodos. E purque '.' Di-lo o
mesraq^st Clerc : ("est que les sons, guoique ru-
des, i^rplaiscnt, quand nous coyons la cause de
lenr rudesse. O correspondente collega nao vio, ou
nAo quiz ver a causa porque o chamamos oossoco-cor-
respondente,sabendo alias o que qaer dizer coc.juslo
e mui jasln era que arripiasse coro a aspereza. Em-
birroa comja inveneAo. porque cer lamed lea de en-
contr analoga. Embrrou com aquelle dilo cojo,
das instiluires cannicas, sem merecimentos para
gloriosamente adquirir unta, nomeada ; mas feliz-
mente os mcHecimcnlos do dilo cujo n3o pendem da
vontade de despertados belgas. Embirrou com o
meller-me em seara alheia ; tambem elle diz que
nAo he medico, e melle tao ousadameote o bedlho
pa sciencia de Esculapio. Ou, dira que nao he me-
dico, que nAo he o Dr. Castro, para poder dizer,
sem atlrahir os apupot da rapaziada, qae u Dr. Ca-
tro perde-se da vitta pela altura que tem checa-
do?... Embirrou com alooca preteneAo que me le-
va a nAo conhecer qae os leitores rem-se de mi-
nhas gracas desenchabidas; mu isso mesmo, essas
bernardices mereceram-lhe o trabalho de desenvol-
195
Na primeire quinzena morrerIf3*rj7 pessoas, e na
regunda 128.
Na primeira quinzena pereceram do diolera 39, e
na segando 79. Augmente de cenlo por cenlo. Com
febre amarelU foi exactamente o contrario ; ai
primeira quinzena morreram 17 pessoas e na segun-
da 8 ; portanlo diininuicAo de cento por cenlo. Esta
diroinoicao porm nao passoo da febre amarella,por-
que na primeira quinzena os obilos das differentes
molestias, axceplo cholera e febre amarella, tubiram
apenas a 11, em quanto qoe na quinzena, qoe antea
de Itonlem tiuduu-se elevqu-se ao numero de 41.
Itendiraento das repartieses poblicfadM
Alfandega e consulado.....lOCI
Kendae internas .
Hondas provinciaes
Ver-o-peso. .
.*
->b:3a^H
1:673,85
13-.281/3**
seriamente.
O cavallero mais bello, o mais perfeilo, de Ha-
vaua.
Vmc. vem pedir-me algam favor para lison-
gear-me assim ?
N'Ao adevioha anlcs que venho cumprir ama
mis-,io ;
Entao falle.
Pois bem, tornou a miilder abaixando a voz, c
depois de haver olhado com precaacio em turno de
i, ama seuhora deseja ter urna conversaran secreta
com vossa excellencia...
J .' perguntoa A mire.
Nao, amanha.
MARANHAO
6 de novembro.
Comecareiainda esta vezpelaooliciaquemaisgrala
lite pode ser: o cholera contina a retpeilar-oos,
uAo obstante a frequencia, quasi permanente, que
lemos tido com o Para, e algn por tos da sal, aon-
de eli^jultmaraeote se manifestou geralmente, se
a(tribue>esse favor da Providancia a quadra actual
.los venios geraes que conservara constantemente o
lempo seeco e fresco ; nao dexa tambem de valer
bstanle, i linipeza das nossat roas, poif. que esla
capital passa por sera cidade mais acetada de todoo
imperio, alm de que, o rgimen de rigorosa qa-
renlena, que liavemos seguido, ojo detxadeanuito
ter contribuido para que applaudamos al boje o tal
atiatico, que caprichoso em sua marcha,""
como do Para Baha, e dad i ao Re,
logares intermediarios, que bem Ihe
depois elles voltar. Ama a sarpr
ns o detestamos.
As noticias ltimamente viuda* do Para:
como qoe absolutamente extinelo, sendo
casos, que n'uma ou n'outra localidade apparecem,
complelappnle beuignot.
Louvamot atss todas as precao^Oes qae o sabio
adminislrador dessa provincia lem posto em pratica,
afim de evitar a iroporlaco do mal. nAo obstante a
Tanto peior! Mas onde
manhaa se
Amanda.! somante ?
tei de ene.mi!a-I.. 1
O tender o saber as ooze horas da
quizer ir igreja de San-Francisco.
Bem.
Vnssa excellencia ir ?
S.m falla.
w Aileos.
A mallier ia retlrar-se com rapidez; mas Andr
deteve-a segurando-a pela saia, e disse-lka;
Na igreja do San-1 i.unisn, sira ma por que
-un.11 reconbecerei essa seuhora?
Nao he preciso que vussa excellencntra reco-
iihei;a, comanlo que ella o recouhera. Somenle
ponlta-se junto da porta principal a direita da pia
ila agua beuta, eapplique bem o ouvido s palavras
que forem ditas netse lucir.,
Hf i de cscular. Mas di/.o-me, mensageira de
ventura, a seuhora du uo tttenot nwfa?
Que importa a dade? antes de aancer o tal, a
flor abre aorvalho da noile.
Isso nao he claro ; mas dize : He lormosa ?
Nao ha no cao urna s estrella que o hrildo de
seus olhos nAo fara empallidecer. Ese vowaex-
cellencia ouvir pelas ras urna cancAo exaltando a "~ ^a leme ma's ""{' '
belleza, saiba que he ella quem a inspira. Todos Nada. Al amandaa.
tornam-se poetas adorando-a. Al amandaa !
Ale mandila. A proposite, como se chama. 1
Ah o senhor cavallero be carioso ; dar-se-ba
caso qoe seja indiscreto ?
Acabando estas palavras.a mulher mysleriota la ru-
gir ; mas paroo sbitamente, e occullou se sombra
de urna porta attrahindo Andr, o qual desemkai-
nhon logo o pnnhal. Era netse tempe ama precau-
cao idispensavel em Havana.
Elle* vram-me balbocioo a pobre mulher
(remend.
Quem ? pergunlou Laverdanl. ,
A mullier sem responder, eslendeu a m3o para a
exlremidade da rua, e mostrou-lhe doas sombras
grandes que caminhavam costeando furtivamente a
parede.
Elles vem para esle lado, murmurou ella ; oc-
culle-me. e faca com qae nAo reconheeum ao senhor
nem a mim.
SAo serenos'! pergunlou Andr collocando-se
dianle de sna protegida.
Se fossem serenos, respondeu esta, eu nSo os te-
mera. Eis aqui, accrescenlou batendo no bolso, eii
aqui o que os tornara surdos, modos ecegos.
Andr abaixou o chapeo sobre os olhos, e assegurou
a liberiladc dos movimenlos do braco direito, no
fim do qual brilhava o punhal desembainhado. Os
dous hoinens approximaudo-se do ponto em que se
achavam Andr e a mulher, a qual acocorra-se Un-
to para dissimolar melhor sua estatura como para
melltor occullar-se, aparlaram-se da parede, e ga-
nharaui o meio da roa.
Fingiram pastar negligentemente, e com os elhos
baixot: mas seos olhares oMiquos linltam tentad
adevinhar que semblante encobriam as aba bailas
do chapeo. Todo o que poderam ver foi ot relm-
pago que lanrava na escuridAo a lamina do punhal.
Apressaram o' passo, e dobraram o ngulo da pri-
meira rua.
Vmc. tem muito medo daquelles dmeos ? per-
gunlou Andr.
Tenho graves razoes para is*n. Agora separe-
mo-oos ; tome direita, tomare! a esquerda.
x'ao leme mais nada ?
A mullier lelirou-se correndo. e perdeu-se logo
na sombra qae as varandas lancavm na rna, Andr
volton lentamente para a casa depois qoe os passos
dessa mensageira mysleriosa deixaram de toar no si-
leocio da noile.
(CAa.)
>

*

-
,


m
"?
DIARIO OE PIRNAMBUCO QUINTA FtlM 15 DE NOVEIBRO DE 1855

*m
l
l
vezarla dos quarenlenados contra o rigor dos lazare-
to e a improficuidade de laee medidas, que entre
no* ao menos a experiencia tero dcmonslrado, valem
nuilo. rr.esrau etn relcelo ao temor que cuiiipre evi-
tar, que ieja iocutido na populado, que vendo do
lado do governo o emprego do meios contra o mal,
uuir-se-ba para melhor comhate-lo, usando de todas
essas medidas de hygiene privada que a historia lem
demouslradu ser o maior inimigo dessas e oulras que
laes epidemias.
O Dr. Sauluier de l'icrre l.eve pai, am medico
encanecido na tonga pralica da scieucia de Hip-
crates, acaba de publicar um folheto bastantemente
luminoso, em que trata do cholera, (presentando
sua opinit) sobre a que assoloa o Para, e vai Tazan-
do estragos-pelo sul. Indica.tambera varios reme,
dios condecidos por elle naquelle* lagares da Asia
por onde tindou, o apreseuta outros que a sua expe-
riencia e grandes eoohecimentos mdicos. aconse-
lliam corno proficuos em combater o terrlvel fia-
gello.
Naturalineule lite lia de ir :1 mao algum ejemplar
daquelle importante Iraballio, e eniao cont que
Vmc. em beneficio i seus leilores, Iranscrever al-
gun dos seos mai imporlautes trechos.
No-dia ultimo do mez prximo paseado, teve lu-
gar a apur.irao geral dos deputados a assembla le-
gislativa provincial. O governo obteve completo
triompho.
O* Estrellas e os quidams do Progrtsso ailara
cornos carees que mellen) pena !... Vmc. nao faz
dea, que aspecto cmico, digno do eslndo do maior
phisioBoniMta, nlo aprsenla agora o Dr. Carlos,
queseehve.o triumplio dos seus preso i cauda dos
isltt los vis a vis coiu o Jos dos Bois, que se ve
dessas boas iscas, que lem sido o sonlio
H do oiico bater de suas cscorrupichadas al-
gibetrs !
Eis os uomes dos 28 iadividoos que forroam ac-
tualmente o nosso corpo legislativo provincial.
Os SrHuMjk Votos.
1 Comoiomador Jos Joaquim T. Vieira
Bairort
3 Ur. Jlo Pedro Dias Vieira
3 Dr. Caelaflo Jos de Soma
i DjuJos Sergio Ferreira
5 BKPqtMiteo Lea.idro Mendos
6 Padre]
lio L. Heoriqoes Pacova
i Serra Aranba
lllva Ferro
mi Brrelo Jnior
i Serra Lima
indre da S. Mourao
2 Dr. Blfderico Jos Correia
M) da Sonia Belforl
rancisco Soler dos Keis
M ndo Mendes de Almeida
6 Marcofino J. Brandan
7 Dr. Fia iciscu de M. C. de \ ilheua
8 Igoaoi Aotttio Mendes
Bjpa Silva Braga
30 BaraVsk
M Bardo do Coroata
32 Dr. A. de B. de Soma Gaioso
23 Dr^l^HBllarques Rodrigues
IKe 6. Hachado
33 Dr. Antonio Kegu
36 Jos Martaauu g. Bas
27 Dr. R. Alejandre V. de Carvallio
38 Commendedor Jlo Francisco Lisboa.
Na eathegoria dos supplentes levaram os oppos-
ciouistas a mesma derrota, lano que o primeiro
dos seas, ahi figura alguns furos' abaixu do menos
volado. Doladogovernisla....
O Dr. Carlos, qne ha muilo ja fechou oseu escrp-
lorio medico, que ja trancou(o laboratorio da advo-
gacia, cousla-me que igualmente fechar o seu con-
sultorio poltico, e marchara' a' plantar batatas com
mtjosc dos Sois'.... Eis o resultado da tal in-
5 diabo os fez, o diabo os ajuntara'...
O vapor da companhia do Amazonas Tabatnga,
acaba de chegar do sul.
Basta pof hoje.
I
PIAUHY.
\"aleiiea 35 de selembro.
Sinlo nao poder dispr nestj occasiao do lempo
necessaiio para dar-lhc desenvolvidos, e Cenital por
lentim, todos os apoulameulos que tomei, e es que
me enderecou o meu Cyrineo-I alenciano, de que
lite falle na minha penltima; p*' o 6Jh 4|*BhiG:
re oqae me ocosrre oeste instante, reservando-ala
para o seguinte crrelo, quamajenldo Ihe escreverei
extensa e minociosaeoeule. Conteute-se, pnis, com
o poaco de hoje, acreditando Vmc. que o pouco he,
afgnaili vezes, precursor do muilo, e que cada um
cuterra seo'pai como pode.E no mais je suis lon-
jear* volre servifeur..
Sem mais corruptos, comeco:
No dia 17 do crrante abri o Dr. Borges a
sessao judieiaria do jury deste termo, designada pa-
ra aquello dia-, pelo dito juiz de direilo, que aqui
cliegbo li a noite. Foram prsenles 3 processos
rom 3 reos, sendo 2 de crime de morle, e um alian-
caJo, per imeacaaque diz fizara a um qudam, de
i era aggregada,os qaaes nao enlraram m
nto por motivos, que pa mipha seguinte Ihe
abena Ibe fallarei de am bello e eloquen-
i com que o judicioso e inlelligenle jui/. de
o Dr. A. Breas* Leal Castello-Branco, il-
i os senliores ^pfedos, e entao cilarei alguns
dicinlius delle, quem verdadeiras flores, que o
vento arrebato!....
Ah 1 quanto lamento nao haver aprendido a la-
chigraphia !De veras, meu charo,se en soubesse
tachigraphar Ihe dara inleiriahqoelegaolissirao dis-
curso do Dr. Borges, e Vmc. se convencera da ve-
racidnde do que Ihe disse na minha anterior a cerca
do talento, saber e illuslracdo deste respeilavel pi-
anliyensu.ODr. Borges, havendo entrada no guio
de urna licenca, que requereu e obteve pjHrHnezes,
no dia 31 desle, parti, na manhia delle^ara a ca-
pital desla provincia.
Ora, laiba hoje, queo major Antonio Barbosa
Julio, delegado suppleole deste termo, fra, ha poo-
cos dias, chaaaado urna conciliario, parante o juizo
de paz des* IBla, por Candido da Bocha Falcao, a
i de entregar este um silio que llie havia com-
IJsJN" que, com razao, se oppunha o
Itoor isao que comprou, com o
a roelhor boa f, aquella sitio, de
__>uhor absoluto. Porem a verdade
Candida da Bocha veadeo ao meu amigo
Ptio, e qne agora arrependendo-se dessa
^importuna ao major Barbosa para Ih'o eolre-
ouhecendo as bemfeitorias qne este ha Tei-
i lammo sacrificio de ootros seus inleresses, e
nameute, encontrando a justa resistencia, pro-
P'"io umj aceao jodicial ao benemrito, B. Julio, a-
bracando-se, para isso, a am asqueroso, mas em ver-
dade pjderoso, leme, com qae contava triomphar
da boa f e da siropHcidade desarmadas a imprevi-
deutes ; isto he,lanrou mSo do especioso pretexto
de nao haver a inulher delle Candido annaido na
venda, etc. etc., e eis a senhora do Sr. Falcao a fi-
gurar na queslo'...,.Nao sendo meu fim o referir-
'he um faci,, que uenhum inleresseba para o com-
inuru de seus leilores, ou os leitores do seu Dia-
rio;sonao para fallar-I he do desfecho, que lem
maisgra;a, pela paluscada que o succedeu, do que
essaenfiada de enredinbos o tratanladas miseraveis
qae a elle se ligaram, Iralarei tao smenle desse
desfeeio, ou desenlace desse drama pyrronburles-
co, que, por alguns dias, me enfastiou, e (auto mais
porqui minha mesquiulu individualidade, por mi-
nha glande desgrana, andoa envolvida naquelle an-
!u\ sendo que eu nao linha, como nao lenbo anda,
o menor inleresse, ou perda.... Vamos 1A.
Os imigos dos dous contendores, quero dizer, dos
Sra. major A. B. Julio e capitolio C. da B. Falcao,
acardaram em os conciliar particularmente, Tazando
qao Barbosa entregaste quelle lodo o dinheiro que
WdHe recebera & \.Ja > Vmc. que Candido fi-
aoeT raellior servido, pois que era seor%nico fim ha-
ver o silio, que, por arles de berliqueberloquc ha-
llill iMAdido.....,.
. Mnito bero .' Depois de concillados os dous se-
nliores, assenlaram us amigos qne era bom dan
elles urna solemne demonstrado de seu regusijo por
essa nunca almejada allianea.... e, pois, cungregam-
sc era um circulo, na noile de 19 deste,e comeram a
entoar h\ mnos e cao^Oes locantes ao sempre divino
e venerado dos das vinhas, o orculo mais aatbu-
iasliio e maravilhoso de todos fofguedas hanqnol'
ria, ijmnulicos & &, o rochuochudo e vermelha-
t8o llacelu>\ Os devotos desla divindad, a mahri-
ca du sectarios acrrimos, e que cada dia adqofre
novos proselylos, pezar das sociedades da tempe-
raaia, esgolaram quanta garrafinha havia as pou-
Ce, rautaram, (ocaram, dansarao, emfim, diverti-
rn'm-sc (oda a noile. E para complemento de tanta
doeura, la esleve no meio um liiilo ou Irna de co-
media, queso uasceo mesmo para um completo des-
Trnclavel. 4l configura{Io physica deste biltre
concorre para o fazer um truao. EquerVmc. um
retracto delle* Se quer, fique com desejo por esta
vez, pois Ihe all rajo de pedra e cafffjoe s Ih'o da-
reina seguinte cafla. Por hoje, baila que Vmc.
saiba, que he um ourives acabjncado, que, quando
loma o divino esprilo,metamorflosca-seem prophe-
la, em poeta, em sacerdote, em medico, em astr-
nomo, ele, osleuta-se inspirado, anuuncia prxima
a resurreieao da carne, e paleulea-*e um enle por-
tentoso, timi dessas maravilhas divinas de Malio-
mel!,..
Quando elle toca esle estado, mellera-no como na
noite de la, no meio da paluscada, c, rodeando-o
grilam-lhe: Antonio Benlo, ahi vai mole: e o
bobo do bufao, cbm ama careta com que o euri-
quecau a nalureza, e lao feia quanto elle he despre-
sivel, entra a expender as suas poesas de ouleiro, e
a desafilar as gargalhadas desoompassadas da mull-
dao, que o apupa, fazendo todava crer que o ap-
plaude !
Assm lerminou a conciliajao. Assim (ermiiiou
a paluscada. O parvo do ourive, com suas caran-
lonhas, biocos e versos de encruzilhadas deu muilo
realce scena, e habilitou so para haver um diplo-
ma de perfeito Iruao, bobo, bu Tao, ou como quize-
rem, visto que salie ludo pelo mesmo be'cco.
Um sallimbanco, de nome Jolino, chegou es-
la villa no dia 19 deste, irazendo como companhei-
ro inaeparavel, o seu burlesco palharo, que he um
SMgro hediondo na phjsianomia, asqueroso nos Ira-
jos qjaje veslia, os quaesconslsliam em andrajos no-
jentoa e relucanles, despresivel no carcter, sinislro
na conliguraco e na voi !... Sao dous desses char-
lataes ambulantes, que anda fazem vida boa a cus-
a das loucuras do vulgo 1 *
_ O Joliio maudou suspender urna corda no la-
gar mais publico desle povoado, na qual sallou como
331 um possesso,des das 4 3|* lloras, s 6 da larde de 19,
332 em quanto o jogral do palhaeo sallava ecaretava
327 como se urna legiao de diabos Ihe eslivesse a mover
384 os msculos da cara, e Ibe dominasse lodos movi-
274 lucillos! |
268 O saltatriz que piuotava na curda como se plno-
268 tasae nnm largo lerreiro d'ara, o damarino de cor.
385 da, como Ihe chama a gente trivial, entre a qual
260 cu estou mellido e Taco parte, passou urna finta gc-
9M ea)l em todas as bolsas, onde elle julgou que nao da-
252 m bole em vjo 1 Ningem Ihe encommendara ser-
248 mao algum ; entretanto qae elle pregava-o a casia
247 daqoelles que uem ao menos o iam ver saltar e gri-
247 lar Ora, forle paliTe ConTesso-lhe, rsea charo
245 senhor, qae tive medo que o brejeiro do sallimbanco
245 nao mecravasse a sovella com alguma de suas sones
213 sem sorle, e me obrigasae a passar um dia sem co-
241 mer (pois Vmc. deve saber que eu sou pobre, e que
240 Irabalho boje para comer amanbaa.... ); mas depois
236 abnegaei o pnico, e resolvi-me a maoda-lo lab'a,
236 igualmente com o sea socio palhaeo, se se atrevesse
235 a fusligar-me... Felizmente nao veio ler ca, e nem
235 vira, pois que ja se To e o diabo o leve por l lon-
211 ge... Por ventara, ulguera Ihe disse que eu sou sera
325 dinheiro e tambem desabusado : se isto succedeu,
323 agradeco a esse sajeilo, que (do bem falln a ver-
217 dade. E Vmc. nao furia o mesmo qae eu ? De
6 cerlo e com razao. Ora veja : eu que como e visto
mal por nao ler rendas de qealldade alffunia ; eu
que trabalho noile edia para manter-me dignamen-
te no seio da sociedade de que sou membro ; eu fi-
nalmente que vivo aTTeilo a os soflriraentos ntimos,
que lamento csia alluviao de palios ridiculas e
aviltantes que afleiam o genero humano ; que arre-
do-me da amisade desses homens mui trivises,e qae
sou apologisla do philosopho.qae deixa o vulgo de-
baixo de seus pese lem a fronte elevada, meditando
na dignidade da alma do hornero e no poder omnis-
ciente do Creador, eu que assim sou, nao posso to-
lerar de bom grado que um especulador verdadeiro
charlalaa, todo serapiotado de maravalhas e ooro
pis, a tancar urna derrama em todas as fortunar
valendo-se da misera vaidade da geule vulgar, aera
que um pobre lire das guellas de seos lilliinhoi o
pao ion o dinheiro com que o compra,) para com
ejle cevar ti ociosidade de um peralta vagaboaMo, e
uem que se estymaliie a um horneen que eondeiuua
l'r.incamenle esaas misereveis comedias em qoe
o (em.loda ipu
mo homem d bom seaiso. h
parlilhar calas ideas, e pois regosvjptne por me di-
queman apoia
lencianos, que e-Ido com a pedra no sapilo, ou com
pultfd na orellia.Saiba j. lioiilem chegou-nos
a noticia de qae o choUra-morbus chegou i Oeiras,
descaurou das costas o sen malfico sumi, e pro-
melle ser htipede de nnssos comrcaos d'aquella ci-
dade.E para panno "amostra, prcludiou a sita
tarefa iuTcrn.il de dcstrulcdo, mandando para a
Ierra da verdadera igualdadeo remilerio, o l-
enle A. Jos da Silva Moreia, um soldado e mais
oulro individuo Sania virgem que nolicia
lerrivel I!.. .
Deve Vmc, porem, allender-me, e persuadir-se
que nao Tui cu o portador d'esla historia, e que
nem por ella me responsabiliso, sendo que at me
convenro do contrario, e lano mais quando, sollici-
laudo de urna pessoa. que de pessoas de Oeiras reee-
heu carias, se me informa u'esles termos : lllm.
" Sr. i-i. lie verdade que Tallecen, ha pouco, em
Oeiras, o lenle Anlouio J. da S. Moreira, que
havia chegado recentementeda Baha,tendoape-
ii as durado de: minutosde'poi* quefoi accommet-
Tio da molestia, que se diz ser o cholera-morbus ;
e denlro de alguirias liorns perecen igualmente
umsoldado, que com elle assistia, e mais urna
oulra pessoa :mas, n.lo obstante, ha n'aquella
a cidade pessoas que emitiera opinies diversas,
isto heurnas querem que leuha sido o cholera o
a ceifador d'essas vidas, outras que tenham sido a-
n laques apoplticos ele.
Seja o que for, mon cher corresponden!, o que
he cerlo he estar aqui o povo alvorolada pelo le-
mor do senhor ou senhora cholera, que na verdade,
he sinislro !E o lillio do Ganges, o naejffe azia-
lico, a viajar pelas mais empiuadas sen#dBrasil!!
V. o raonstro mariuho a devassar os va^|^oeticos
serloes do PiaUhy !!Dos de misericordia (eode
piedade de nos !...
Na seguiule lhe direi oque occorrer mais acerca
do terrfico filho dos mares da Asia.
Tudo vai por c no mesmo p, escaceam os g-
neros gaslro-machicos ( calenda la como quizer es-
tes meus Iropejosde lingua...), en Tome cresce ; o,
ricos passam vida de ipes, diverlera-se, entregara-
se devassidao,porque leera dinheiro ( he o mes-
mo qae dizer : teemtudn...). em quanto a popula-
cao, por isso que pao possue uenhum ramo da in-
dustria, geme na penara, esperando as chuvas de
1856 para poder plantar o pequeo erotineiro roba-
do ...Tambera temos Iraiiguitlidade publica, con-
junclanenle com atrazo publico le geral, graras
ou fowrnement du Brsil !,..Bemdlcto seja !...
Eis acabado esle panel, quando ainda (eolio tanta
cousa di/er-lhe 1... Mas, est bem, tic ara para
primera.E adeos, al la'.D iembranras ao seu
correspondente do Bio de Janeiro, o qual he meu
oohecido, ao da capital da Parahibi e ao de Ipo-
juca, a' quera pedir' qae continuo a embellecer,
com seas escriplos, o /Mario de Pernambuco, dig-
nndose Vmc. de aceitar os qae Ihe envia o sea
amigo. Palmeira.
26-
Pegoei hoje d'esla grossa peona para dzer-lhe que
amauheci hoje doente e qae nao sei se Ihe escreve-
rei mais d'esle lugar. Por isso que vivo desgosloso
por rae ver ferido pela mais desabrida dctraccJo e
virulento stygmade meia duzia de villess invejosos,
para quera a verdade severa he intoleravel, por cau-
sa de minhas raissivas ao Diario ; por isso que nao
quero dadas nem tomadas com certos miseraveis,
suspendo miaba correspondencia ao seu Diario, na
qoal so proseguir) quando chegar a' Therezina. Bem
juslas sao as judiciosas qaeixas do seu digno amigo e
correspondente de Ipojuca, mui acertada Toi a reso
lurao que elle lomou de cor* com a soa corres"
pendencia !Elle conheceu, primeiro que eu, qp
escrever para o publico he larefa ooerosissima e pe-
rigosa u'esles remolos "serloes, onde Tallar rigorosas
verdades he despertar as iras furibundas de homens
aeilos lisonja, que Ihe rende a familia dos baju-
ladores com a qual nao pode o eaerjlpr imparcial e
desiuleressado.Elle lem, p^rUpfoTdezenas de jus-
tificaees sua resolueao.
Saiba ainda, qae o terror, J^que o rAoieraee
venha assentar entre nos e dejipiir \idis e es-
licraijfcs, te ha apoderado tanto do epirit dos ha-
iiilajUee da cidade d*ttrae dos d'esla villa,--qne
grande numero dos d'aquella cidade se lijo retirad0
plR.Toracque os d'esla,villajsl^o na -ftyji|iaiiilii
8o. L'us dzem queaUandoelo W4os ossaa interes-
Vane lioje passe para o seu /ario um
paragraphq Imjanhenho. que escrevi quando,
viudo del B*"e' pe,a casa do Sr- lenle
coronel Jo3e Htereira Ferraz, onde estive
BaWb tratado ptimamente. Elle
(em mais fazendat de gado, e eu s passei pela era
que elle mora sempre, que he a chamada llurjhsi-
nhofJM desla que Ihe fallarei. He urna famosa
habilajlo. Ha orna casada lelha," posto que-ter-
rea, bm feila e melhor asseiada como pode Vmc.
imaginar o que sera o asseio e arranjo da casa de um
homem rico e brioso, qual he o Sr. Baplista Ferraz,
c que deseja e se esmera em Iralar benigna e aisla-
damente, uio smente aos seus numerosos amigos,
mas ainda a lodos aquelles, que qoaesquer que se-
jam, pousara sob o ledo de sua habilacjo. Esta
casa tem um como muro grande, denlro do qall ha
bastantes fruteiras de diversas especies, que che-
gam al junto i casa, e a fazem agradavel pelo ar
puro qae se respira, principalmente quando sopra n
S. E a viracho da larde e da madrugada. Da
cas ao>sul, segue-se ura extenso lango de cerca for-
te, que comprehende seis corraes novos, grandes e
^bem feitos em que se beneficia o grande pezo de ga-
dos que possue a fazenda.que he urna das qae criara
bem nesle municipio, isto he, he urna iflUa que
cria gados grandes e os engorda soffriveUaMhe. O
dito proprielario qae he am homem instraido e in-
lelligenle. tem tratado de melhorar as suas fazendas
enriquecendo-as com aguas seguras por meio de aba-
des, oos qaaes a abundancia d'agua evita ao pro-
prielario a perda incaleulavel, que supervem-lhe da
morlandade nos seus gados, quando a falta de chu-
vas em o mez de oulubrq, traz como consequencia o
desTalqae de lodas as Tontos etc. ele. .Esta util me-
dida de fazer acudes nos serloes he de urna necessi-
dade(anlomaispalpavel do nosso Piauhy, quanto
he conhecida a iocerteza das chuvas e a certeza que
se observa, de que o grande numero de brejos, la-
goas, olhos d'agaa.J etc., e outras fonles, vai dmi-
nuindo gradaalmenle, sendo a cansa deste phenome-
no os raaos invernos, qae atrazam ata provincia ha
16 anuos, coro pequenas inlerruproes. A olilidade
desla medida sonbe-a comprehender o Sr. llaptisla
Ferraz, e por isso tem carado della e alguma cousa
lia conseguido. Oala que lodos os outros proprie-
laros, nao smenle deste lermo como lamhem dos
oalros da provincia, pensassem como oSr. J. B. P.
Ferraz, e pozessem era accao os esforcos qae ha pos-
to e contina incaiisavel a por |em movimenlo este
bom cidadao I Provera a Dos, qae livessemos
tantos ltaplislas piauhyenses como esle Baplista fia-
ra inense! Feliz!....
Kica para oulra occasiao o resto do paragrapho
que escrevi no meu peculio acerca do Sr. J. B. P.
Ferrar, pcis que por hoje basla. ,
O pmmolor publico desla comarca o Dr. Jos
I.niz da Silva Moura, tem Teito daosarem u'um pe,
e pisaren) por brazas, cerlos hichinhos que tendo
suasculpasa espiar, viviam deseanc^dinhos uo re-
gajo da tranquillidade que he devida ao justo, ao
homem de bem e pacfico, ao cidadao acatador das
leis e da sociedade. Elle lera Teito reviver proces-
sinhos, que dormiam no cartoro o somno do esque-
cimenlo, e os mininorios andavam assm inclumes
e desassombrados! Prosiga, prosiga,- Sr. Dr. Jos
l.uiz, auJH verdadeira opiuiao publica o bem dir.
' Jaa Bpromolor acaba de denunciar, peraule o
l)r. jiflUe direilo, do dous proTessore de primeiras
ledras ; do da cadeira da povoac.3o dos Piceos, o
padre Joaquim Jusscliio Verialo Formigu, por ha-
ver excedido o (empo que Ihe Toi concedido, por li-
para ir provincia do Cear, ficando, n'es-
a cadeira ca) ebaadono, e por nao haver
aova liceuc, visto que o lempo concedido
Biira e nica, que tirou, nao Toi siifilcienle
pa^rTBe chegar a sua residencia, ele. ; do da ca-
deira de Deiras, Jos Alvares Moreira, por desidia
habitual, por cojo motivo nao tem alumnos ele,
jale.Isto he o qae diz o promotor, e he o que Ihe
^refiro, pois que elle ouvi.eu mesmo de nada sei.
Por dtilreos habitantes d'esla villa grassou ho-
je ama ncidade desagradavel, que os lem posto
em alarma, em convolsno. em clicas !E o qae se-
r ?!I.h' o direi, e creio que Vmc. se ha de admi-
termos
uem djP"VJh>meu amigo, d*ftue esta
ir villinha lie^kVluzidH a' .ajrf*solidao. se,
ao menos, chegar nolicia cerla de foe e cholera-
morbus esla', com elleito, em Oeiras -
Estou Tora de minha habitarlo, e nao podendo
mais dispr de minutos, encerr eslas ludias pedin-
do-lhe que nao repare para os borres ele.
Diga mais um adeos ao sea amigo e criado.
Palmeira
lieos guarde n V. Exc. Beeir* 5 de novembro de
1855.lllm. e Exm. Sr. BarBo de Capibaribe, dig-
nissimo presidente da cmara municipal.Zoilo dos
Sanios Pono, administrador geral da companhia de
Biheirinlios.
ConformeO secretario, .1/anoe Ferreira Ac-
chli.
DIARIO DE PERNAHBICO.
Chegou honlem dos portos do norte o vapor Gua-
naeara, Irazendo-rtos as cartas dos nossos corres-
Cndenles qne vao transcriptas em oulro lugar, e
sm assim gazelas do Para que alcancam 2 do cor-
renle, do Mafanhao a 3 e do Ccani 7,
Como verdn os leilores da caria do nosso corres-
pondente do Para, linha reapparecido o cholera na
capital desia provincia, fazeudo diariamente de 3 n
II victimas.
lodas as oulras provincias porem dessa lado
acham-sc ainda Telizmenlo isentas daquelle flagello.
No Cear tinham sido capturados 8 dos presos qae
ltimamente se evadiram da cadeia da capital.
J.-se no Cearense de 30 do passado o seguate ;
Sobral.Morreu de Tebre lyToide o Sr. Anto-
nio Joaquim Bodrigues, proprielario abastado, e ura
dos cidadaos mais respeilaveis d'aquella cidade, cu-
ja morle lem sido geralmente sentida por todos
aquelles que o couheciam, e apreciavam suas boas
qnalidades. A Ierra Ihe seja leve.
a Cralo.O Araripe, peridico qae se publica
naquella cidade, tras urna serie de alternados, que
em oulro numero Iraoscreveremos, esobre os quaes
chamamos a alteurdo das autoridades superiores.
Entre oalros crimes retere dous assassinatos,
que all liveram lugar, nn principio de ootubro den-
tro da propria cidade do Cralo era pleno diajia pes-
soa de Lourenca Mara da Concei(do, e OOtro na
serra do Araripe uos fins de selembro na pessoa de
um pobre homem por pm cigano. Aquella comar-
ca esl se barbarisando, e reclama cuidado especial
do governo. <
COMMICADO,
OS AFBICANOS E O SB. CORONEL MENEZES.
A verdade he como a corlira, que por mais
que se procure mcrgulhar na agua, vem
sempre a superficie o apparece.
Ha circumstancias Ido criticas em que o homem
se v enllocado, que meditando e refiectindo com a
mao na consciencia, tomando a final o partido que
aquella Ihe diclara, vc-se depois de surgido o gigan-
te que Unto Ihe Tez vacillar na arena da discussdo,
testemuuaandu ocularmente as pechas virulentas
qae Ihe mimosea a mao ioiqua, e enviudo de cada
lado esle prolocjuiaantigo : Preso por cao e pre-
so por nao tereSo. t- Eis o que se da na questao
recente OtmAfricanoi apprehendidos e Seri-
nhaem.
Vimos oo Diarto de Pernambuco de 17 do pas-
sado urna carta de Serinhaem, em que conlava-se
minuciosamente o Tacto da apprehensao do palhabo-
te aportado na ilha S. Aleixo, o qual conduzia Afri-
canos a entogara alguem.
EspalbtoBa estes boatos e chegando ao couheci-
menloiBBsir. roronel Menezes, que os supplentes da,
de polica se achavam impossiblilados,
iver sahido do termo em virtode de urna
Desperada ; oulro, por gravisfima enl'er-
tnidade, e osoulros immedalos por nao quererem,
como dzem, entrar em exercicio, entao o Sr. coro-
nel Vteneaas, como delegado elleclivo, mas que ha
muito, por seus padecimentos chrouicos, se va in-
hibido de exercer aquellas fuocres, forcejou sobre
sua vontade e rtassumir aquella autoridade colin-
lento somente, alm do dever que conhecia ser-lhe
imperioso, livrar a provincia do escarneo que por
sem duvida se havia de lauear-lhe, se acaso se efTee-
luasse o contrabando dos Afiicaato. ajatopurtadea.
Eis pois o Sr. coronel .Menezes ao exercicio da-
quelle cargo : d logo terminales provincias que
julga de raisler, expede ordens, chama a destaca-
meato do Rio Formoso, ciuco leguas distante da
barrado Serinhaem, e aquello apresentaudo-se em
poucas horas nesse lugar, faz a preza do qae acha ;
islo he, no palhabote e em 162 ATricanos. Logo de-
pois, chegando o mesmo Sr. coronel Menezes soube
pelo commaudante daquelle destacamento queja
regeos na madrugada do dia 12?.' Como prevenir
a sublratao dos ATricanos antes momo que o Sr.
coronel Menezes ordenasse, como o fez, ao inspec-
tor do lugar, que seguio com gente armada para
sobi'e-lar qualquer estravioou furto, emquaulo che-
gasse o deslacaraento ? Como obelar a sublrardo dos
hahus com coi das, velas e oulros objectos antes de
se expedirera as ordens precisas ao inspector e ao
commaudaule do destacamento ? I
Era preciso que esse capiao fosse um ente tao
oescio e dejerassa ignorancia, para que, suspeilando
que boatos desagradaveis |se espalhavam por ahi, e
os quaes bastante o erimioavam ; ficasse elle quedo
e tranquillo, qual oulro Joas dormiudo a somno
sollo, quando um eminente naufragio eslava sobre
elle, ou que cllemesmo se culregasse i punidlo da
lei, assemelhanca da mansa ovelba que vendo o
voraz lobo, nao se move 1
O periodo do lempo que houve, antes que ao na-
vio negreiro chegasse o inspector com pessoas arma-
das, e depois o destacamento, foi occasiao mais que
opportuna para sublrahir-se nao s escravos, como
quaesquer outros objectos, e mesma a fuga de toda
a Iripolaeito, visto como ilodos ja consjderando-se
perdidos, o nico meio que Ihe reslava era, U|M
suas pessoas do ergaslalo que irremissivelmelwPP
uhain de visitar.
Nesses ensejos nao Tallara almas vis, geuios abjec-
los, que ainda mesmo allrontaudo pericos, ousam
laucar a garra ao que podem, porque sempre ludo
he ganhosem erapregar-se capital.
Conclue, pois, a versao o seo libello difamatorio
quando diz rae parece em minha humilde opiniao
que tudo Toi devido (a apprehensao) ao acaso ; e se
he certa a Versioque corre, foi feila por um empre-
gado publico que quiz contrabandear sem empregar
fundos, e a capa de autoridade !!
N3o sei como se possa memosear Untas infamias
a qacm infamias nao merece, quem com infamias
nao sabe tratar.
lie para admirar que baja pessoa que com Unto
arrojo queira conspurrar o nome do cidado probo,
da autoridade circumspecla, do delegado llustrede
Serinhaem, o Sr. coronel Menezes I
Hornera de recouhecida probidade, de familia
dislincU, rico proprielario, homem, que segregan,
do-se do tumulto dos horneas, tem-se com goslo de-
dicado as Tadigas agrcolas i
Se'pois, esle honrado cidadao, ha Unto lempo qae
pisa oslo de Seriohiem, que era lautas occasides'
ha dado provas de sua honradez, que na carreira
de soa vida sempre raereceu bom cooceilo; qae
nunca se Ihe descobrio pechas hediondas, e meos
se enchergou embustes mesquinhos ; s agora achou
opportuuidade para pulverisar-se com 6o ATricanos,
e desl'arle querer lisuar sua repuUcao, e perder em
um dia o que ganhou era centenares deltoaJ '
Nao he crivel; o bom senso repelle e anal
lisa.
Esla iuiqua e torpe aecusarso nascida Ulvez de
resenlimeulns despeitosos, nao desaira a pessoa do
Sr. coronel Menezes, nao desabona o seu crdito,
nao o torna odioso para com o governo, que sempre
deposilou-lhe confinara, Unto que ha muito Ihe in-
vesto i autoridade de delegado deste lugar.
Durma o Sr. coronel Menezes em su) couscieaeia,
porque os tiros da calumnia anda mesmo desractia-
dos por mao|certeira, ndo podem ferir a pureza e a
honeslidade de quem lem a necessaria dignidade
para entregar a*o soberano desprezo essas ajenlas
invectivas.
Fazemos eslas reflexoes nicamente por nao resis
liemos a voz do coracao que nos palpilou quando vi-
mos a maneira acrimoniosa porque se quer eoville-
cer e deluipar a honra do Sr. coronel Menezes, fa-
zendo-se-lhe prczenlc mao cheia de um cardume
de ignominias e opprobrios, que ainda mesmo que
se forceje, nao podem casar com o procedimenlo lha-
no, e patritico desle dislioclo delegado.
Forera estes os uossos seoliracnlos; esla foi a uos-
sa inlencdo ; nao devendo por tallo lirar-se a illa-
cao de ser esle nosso escriplo apresentado para lam-
ben) vilipendiar a esse ou aquella que baja lomado
iniciativa dest questao africana, que or tanto se
Tememos a Dos ; respei Unios os homenss^ preza-
mos a boa amizafle ; e tendo sempre por norte estas
verdades evanglicasomnis enim qi acciperinl
gladium, gladio peribunl.
- O amigo da verdade.
ca Isgnba deila tilllnha, famaram, comeram do- rar e aflllgir menos qne os meas companbeira Ya-
HEFARTigAO DA POLICA.
Parle do dia 14 de novembro.
lllm. exra. SrNa ausencia do Dr. chefo de
polica desla provincia, tenho a honra de levar ao
conhecimenlo de V. Exc. que das diferentes parli-
cipaeocs hoje recehidas tiesta repartir.', consta que
se deram as segrales occorrencas:
1- "rain presos: pela subdelegada da Treguezia de
do Recite, Manoel Joao dos Aojos, o porluguez
Antonio Ignacio Cardozo, por feriraentos, e Joao de
Almeida Res, por desordem.
E pela snbdelcgacia da Treguezia dos Afogados,
Manoel Cabral de Mello e Siman Jos Cabral, am-
bos por crime de tentativa de morle.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de-
Pernambaco 14 de novembro de 1855.lllm. o Exm.
Sr. eonselheiro Jos Benlo da Cunba e Figueiredo,
presidente da provincia.O delegado do polica do
primeiro dislrclq deste lermo, Francisco Bernardo
de Carcalho.
IISII
lllm. e Exm. Sr.Compre me,passar as mdos de
V. Exc. o presente relaloro, em que designo o
serviso do aceio das roas desla cidade, execulado
sob miaba direccao do dia 30 de oulubro prximo
lindo a 3 do corren le.
Foram uovamcute aceiadas as qualro freguezi
as seguinles mas, Irayessas, ele.
Ba do Codorniz, Moeda, Lapa, Encantamento,
Cacimba, Scnzala Nova, dita Velha, Cruz, Guia,
Taooeiros, Iravessa do Bom Jess, de Apollo, do
Porto das Cauoas, ra do Vigario, Iravessa do No.
ronlia, Boia, Chafariz, Joao Piolo Miudinhas, 1.a-
ma, Campello, Quaresraa, praea daObrpo Santo,
ra da Cadeia, Caes de Apollo, largo da Assembla,
rua/lo Crespo.Praca da Independencia,ra do Cahu-
ga, pateo da Matriz,ra Nova, do Sol, de Sanio Amaro,
do Mundo Novo, da Boda, praea (lo Capim, Iravessa
do Calabouc.0, pateo do Paraizo, ra da Florentina,
diu de S. Francisco. Iravessa do mesmo nome, ra
das;Cruzes, dila larga do Rosario, estreila do dito,
ra do Oueimado, paleo e roa do Collegio, pracinha
do Livrainetito, becco do Padre, dito da Bomba, pa-
leo do Carino, roa de SauU Thereza, da Concordia
paleo de S. Pedro, dito do Livramento, rafe de Her-
as, das Aguas-Verdes, dos Marlyrios, DireiU, pa-
leo da Penhi, ra da Praia, pateo do" Ter^o, roa
das Cinco-Ponas, Augusta, do Padre Floriano, lar-
go das Ciuco-Poutas, ra do Nogueira, d'Assump-
{, das Calcadas, pateo e ra de S. Jos, dila de
SauU Cecilia, dos Copiares, do Jardim, aterro da
Boa-Vista, becco do l'erreiro, roa do Carnario, do
Hospicio, praea da Boa-Vista, ra do Aragao, da
Conceidlo, Iravessa da dila, do lamba, rna do
Rosario, dos Pires, paleo eruadaSsnla Cruz, R i boi-
ra, ra da Alegra, da Cloria, Ponte Velha, dila da
Matriz, Velha, do Colovello, c Mondego.
Continua-se a aterrar a ra do Alecrn), cujo
trabalho apezar de ser longo, be de grande ulilida-
de em consequencia de se adiar alagada a mor par-
te da dila ra, como ja tive a honra de inaniTesUr
la V. Exc. era raeu precedente relaloro; igualmente
acerca du outros (rahalhosqueeslao era proseguiraenlo
como, o aterro das Cinco Puntas era frente do forle
da mesma denominaran ; os aterros da ra da Boda,
e d'uma das Iravessas da ra da Concordia, servin-
do-me em grande parte para estes e outros aterros
da catira, que tenho adquirido.
Continuao tambem a aceiar as ruai e oulros lo-
gares desla cidade.
Fez-se o servico com 96 trabalhadores e apootado-
res ; as ferias iroporlaram em 1893840 rs., alugue
das carrosas que trabalharam diariamente as fre-
guezas de Santo Antonio e S. Jos 1058000 ris;
areia empregada no aceio deslas Treguezias 23S680
n. He lado quanto tenho de levar ao conhecimenlo
de V. Exc.
POMCIA.
nao achara a trioolarao, que se havia evadido, besa
como alguns bufaes subtrahldos por meninos exp^^^jj^[ia[o Ulnbe.m M lem, adulterado.
los, qae madrugaran! antes do deslacaraento apre-
sentar-se, e quic. voassena todos elles, se por ven-
tura se nao achasse antes mesmo do appareci-
menlo daquellaforca, naquelle navio um inspector i
do_|a aanle aruj.d. TJemOg pelo ar. cu"ltttl" "-
ronel Menneat ~~
Enlrelanto #e acto que ressumbra Unto zello e
pericia da parte daquelle illnstj^jelegado, que s a
dedicarlo pelo seu paiz, e IrnHKproviucia dessa
pecha, se por ventura os aventoretros levassem ao
cabo o sea malvolo designio, que s ura estimulo
de patriotismo o coagira a reassumir o cargo de de-
legado ; querem iuiquaineute cobrir esla nobre ac-
rdo com e manto de odiosidade ; querem irrogar
injurias a um conspicuo cidadao lo recorrimendado
por seus litlos; querem marear a sua reputadlo
illibada al hoje ; querem em summa eclypsara glo-
ria que justamente gauhou o acto subido do Sr. co-
ronel Menezes, quando envidou seus esforcos (Ul-
vez incompativeis nessa occasiao cora o seu estado
physico) para salvar a dignidade da provincia era
urna conjuntura tao seria, aiuda direi mais, que-
rem mesmo hoslilisa-lo e difama-lo para com o go-
verno da provincia !
Elleclvamenle he o que se collige da noeatcerio
acerca do contrabando de Africanos, que apparece
as columnas do Liberal Pernambucano de 6 do
andante.
Este episodio formulado, como elle confessa, por
um Serinhaease, s ostenta insinuaroes virulentas
e doeslos hediondos, para pot meio de dizem,
mas nao affirmo conspurcar (com clamorosa in-
justicia) a honra, vilipendiar o crdito, e reduzr o
Sr. coronel Menezes, qual oulra arvure sem folhas,
que logo fenece e monc.
Mas nao, frustradas sardo lodas esUs invectivas,
infructferas serdo todas eslas njenlas accuiacoes .-
porque, segando o bello peusmento do grande
Chaleaubrianl, a critica nanea matou o que deve
viver, e o elogio sobre ludo nunca dea vida, ao qae
deve morrer.
Diz a nova versao que o Sr. coronel Menezes, de-
pois de tirar 60 dos melliores Africanos, maodou
entao oflicio ao caoiraaudante do destacamento, pe-
diudo-lhe auxilio de forra pira coadjuvar a appre-
hensao.
He al onde pode chegar a ousodia e requintada
protervia! !
(Juera conhece de parlo o Sr. coronel Menezes ;
quem com elle lem (ido trates comu.erciaes, quem
tem bem appreciado as suas oplimijwjuilidades,
seu cavalleirisrao, ftandez c urbanidad^ ha de com
lodas as forras repallir essas diatrihes, essa vil ca-
lurauia que se Ihe atira mao cheia, para o ve-
rem lalvez sorver o calix da angustia. He por sem
duvida banal procedimenlo !
Tambem a noca versao aualisa, porque o Sr. co-
ronel Menezes que sendo delegado desde 1849, s
agora necia emajaencia a (talo de dedicara e ci-
vismo lomou etBkda delegada? diz mais que pa-
ra Tazer bom pJpeTassim praticara.
Se por ventora daodo-se, como se deu, o Tacto de
aporter este navio de Africanos na praia de Seri-
nhaem, quando as autoridades com juslas causas es-
tro impedidas, exislindo apenas o delegado ellcctie
vo, que se achava com parle ha moito de doente, -
este mesmo delegado sabeodo do eiabsraeu das au-
toridades, se couservasse no seu castello em sanio
ocio; e por estes motivos, aquella navio reparlisse
o seu Tardo africano com os nteressadps, que vi-
dos o esperavam; o que se dira desse proceder do
delegado ? a quem se /illriboiria a injoria por qoe
passira a prnviucia t Dir-se-hia com juslica, que
o delegado, ainda mesmo no leito das dores, de-
vera por urna imperiosa circoraslanca reassumir lo-
go e logo a autoridade para dar as providencias que
jolgasse de raisler, alini de nessa emergencia salvar
a provincia desle opprobrio, e que cuido por sua ne-
gligencia iuqualilicavel doixou de proposito 1er lu-
gar aquello desembarque escandaloso Tace de au-
toridades, sendo rjbr esle Tacto ou srdido proceder
digno de ceosuras graves, e de graves execracoes.
E o que se responder a isso ? naci.
Acensa ainda, a nova versao, ao Sr. coronel Me-
nezes ; qae nenhama providencia dera para a pri-
ado da lripq"*ao ; que se nao eucootrara malas,
bahs do JJpo, porque nao postea forra que evi-
Usse o rouln dos ATricanos, sendo que at furtaram
cordas, velas, cadernaes, etc.
Nao sei como se poderte uessa occasiao capturar a
lripolac,ao, croando no dia 11 do passado, o em que
appareceu o polhabole negreiro, nao havia em Se-
rinhaem e sim no Bio Formoso, Torca policial, a
qual pela marcha forjada que lizera, a recommenda-
eao do Sr. coronel Menezes, pode chegar estas pa-
------
rra 36 )utu
lllm. compadre Sr. Carapato).
Presumivelmente) 9o Iurupary tapera.
Nao sendo possivel akaorar a menor noticia da
actual residencia de Vmc, dirijo-lhe este,en de-
sespoir de cause a Iurupary tapera, pois que se
prsame que he no commercio com o SaUoaz mesmo
e na residencia delle, que Vmc. ague.a o seu pene-
trante ferrdo a sua demouica lingoa para commu-
nicar-lhe a noticia, a qual pouco antes de sorair-se
daqui, Vmc. me lera pedido a cerca do relaloro da
expedirlo do Bio Branco, o qual live occasiao de ver
penetrando de Too uo archivo da secretaria da pre-
sidencia. Um moco Arara, mea primo, incumbe-
se de levar e de eotregar-lbe a presente.
Estendo com cuidado de nao cahir as unhas do
operador Ber. e prtenlo sempre sur le qui vive,
ndo pude tirar por Copia todo aquelle ioteressaole
documento nem trechos delle, apezar de udo ser
comprido, vou Ibe dar somente um soccinlo resumo
que assim depois de nina s. c Tuitiva lelura me
ficou bem gravado na memoria.
Isso nao admirar a Vmc, que se lerobawom
quanlo iuleresse lodos os carnvoros da BarrapHpe-
ravamos o exilo daqaella illustre expedirao ; urna
comadre Urub' que vem s vezes tardinha para
conversamos mesmo depois da chesada do Sr. ira-
briel, persista sempre na firme opiniao qoe em bre-
ve havia de romper do mallo qoe circamda esla po-
voacao o capildo Henifica na Trente dos bois do rio
Branco, presurosos de aproveilarera o eosaio para
achar o caminho de nossas brigas, (ao generosamente
Ihes aprsenlo pelo cuidado, e sabednria adminis-
trativa do nosso digno bacharel em scieacias jur-
dicas e sociaes o lllm. e Exm. primeiro vice-presi-
denle Miranda.
A final a chegada do Bemfica na mesma canoa na
qual linha sabido, veio desengaar a comadre Urubo'
e demonstrar a evidencia qae por este vez devem
anda ler paciencia os bois do rio Branco no seu
leal desejo de irem alimentar-nos e morrer honra-
damente de teca, em logar de eervirem l de presa,
tigres, ouras, jacars e quanto ha de bicho feroz,
immundo e odioso qoe contiouam a usurpar esta
bella Ierra digna sem duvida de ser antes explorada
por Aratas, Carapans, homens e mais Matos do-
mesticados que sabem prezar" a civilisarSo o me-
recimento de a sacculenlos beelslakes. Porem,
desculpe a minha temeoina loquacidade, ja' me vou
chegando, eis o documento.
llelatorio apresenlado ao lllm. Sr. bacharel em
scieneias jurdicas e sociaes o Sr. Manoel Gomes
Corrfa de Miranda, Exm. e dignitsimo primeiro
fice-presidente da provincia do Amazonas peta
commissHo scienliflea incumbida pelo mesmo egre-
gio e Exm. Sr. de persuadir aos bois do rio
Branco deembarcaretn no rio Jauapiri, em se-
lembro de 1855.
u lllra. e Exm. Sr.Conforme a consulla do con-
seibo de eogenheiros era exercicio eftectivo desla
provincia, os senhores Bemfica, Bolelho e Oliveira,
cora Serafim da Silva Salgado, como membro hono-
rario reunidos debaixo da (Ilustre presidencia de V.
Exc foi reconhecido iudispensavel para conseguir-
mos o fim de abrir urna conimunicardo entre a Bar-
ra e os campos do rio Branco, de antes de ludo nao
sahirmos nem da Barra, nem daqoelles campos, mas
sim de um poulo lerceiro e descoiihecido geodsica-
mente como lopographicamcnte.
Tendo-se pois V. Exc. dignado na sua -alie lo-
ria designar-nos a bocea do rio Jauapiri, de cu-
li jo curso,dirccr.ioele,nada se sabia por nanea
ler sido navegado, cima do lago Loangoa"
qae paseamos no oilavo dia da nossa navega-
a {fio como o mais proprio para servir de ponto de
ti sabida da nossa explorarlo, por ser muilo prova-
Barra, nem em alguma eommonicacao platicada
a com o rio Branco pelo Tacto mesmo de nada
absolutamente constar de positivo a este respeito,
a e determinar que por Uo procedentes molivoseje-
guissemos este rio aleas suas cabeceirasassim
a enmprimos entrando na bocea do dito Jauapiri,
a em 16 de julho prximo passado, e proseguimos o
ii nosso fim sem descauro ale o da primeiro de
u agosto, nao eocoolraude a uinguem, que nos dis-
sesse onde eslavamos, sempre eolre margena co-
t bertas de mallo sem vesligio de homem, esera pi
u sada de boi, al que na mesma data do primeiro
de agosto lacertos por onde finalmente Unios e
recejando de estarme* ja em territorio eslrangei-
o ro ( ) Francez, Boliviano, luglez, Peruano ou
e Hollaiidez, ou chegados mesmo ao lugar Ireme-
hondo onde acaba a Ierra, e o mortal temerario
cabe, lomado de vertigem irresislivel no abysmo
u do infinito vacuonao vendo lim algum em pro-
el seguirmes mais adianlecomo mesmo uio nos
a podamos dar a ultima razao do motivo, pelo qnal
n trabarnos al la chegadoe nfio seguiudo Ulvez
a am oalro rio, que nao fosee o rio Branco, e que
ii correase em direccao oppoita tal que ludamos
o seguidoassim regresamos na referida dala'leu-
ce do mesmo naquelle dia re.eehid i por mel de um
peixe que descido do rio Branco com seu despa-
cho nos linha segnido, urna pelirao aberta din-
ir gidaa V.Exc. e as-aguada por|nunierosos bois do
a rio Branco, ua qual recouhecendo em termos mui
a lisougeiros a sabedoria e obsequiostdade de V.
Exc. de querer-Ibes abrir um caminho para a
Barra, e recouhecendo mesmo os nossos proprios
ci esforcos declaravsm nao querer eujellar-se ao ro-
deioe fadigoso embarque no rio Jauapiri para
m chegarmos at o mesmo, riizem os bois do rio Bran-
ci co na sua peticBo. deveriomos pasear Tadigosas jor-
o nadas por cerras e maltes inhspitas e perigosas
para depois embarcarmos em um rio rocoso, pe-
queno e cortado por 50 cachoeiras, como o Jeua-
piri:V. Exc. portante nao se admire, que pre-
ferimoi em tal cato o embarque do' eoslume oo
velho espacoso balelao do Heuriqoe, que danles
vinha levar-nos para a capitel; he isso Exm. Sr.
K soalmcnle este humilde policio so digno Bem-
o fiea e sim mandarinos ella por amJraL peixe que
ii despachamosatraz da oipedirao^toia. nolicia nos
veio por diversas piranhas, que viabam da Pe-
ii dreira, e ao qual recommendamoi i maior pressa.
a Agradecendo pois respeilosamente a V. Exc a
ii sua cura, temos a honra de preveni-loJaMe rao-
ic vid jsl por um senlimunto de bro natural) assim
ii nos ufanamosna rara bovina temos resolvido
da nossa parle ir ao encontr com urna esponta-
cc uea tentativa, aos generosos esforcos de V. Exc.
o Vamos prtanlo logo que chegar a sea auge a
vasanle guiados pelos conhecimentosda posiejo
a geodsica de S. Joaquim e da Barra do Rio Negro
que conservamos, resulUnte das observarles dos
astrnomos Ponles e SiraOes, despachar urna ex-
ci pedirdo que penetrara em quanlo possivel na-
quelle rumo fazendo Trente Barra, de modo
que se V. Exc. condescender em ordenaraoaseos
eogenheiros de prem-se oulra vez de vlagem, no
i mesmo romo com a frente para nos, presumimos
ii que ehegariamos no fim de algumas semanas fa-
zeudo,como convm nossa ndole s legua ejpeii
ii por dia.... dar urna reciproca e imigavel eabe-
cada com aquelles professionaes cojo ribombo
resoaria eternamente na grata memoria de nossos
netos livres da igoominiosa e obsenra morle de
liares, jacars, etc. que agora consUnlemeDte nos
i ameara.
ii Tendo pois Ul asserco daqoelles bois mais
ainda convencido de que seria improficuo de todo
prosegoiniiosa nossa tentativa reprovada peles
bois rootavassim Toi que voltamos. e regressamoe
tiesta cande em 1 i do mei de agosto, sera termos a
deplorar erraenor sinislro, Temos visto moiu casU-
nha, moito brea e inuiu audiroba, muilo peixe,mui-
lo tucano e mullas tartarugas, as quaes erara mu
saborosas ; as oocas pareciim plantadas, quasique
chegavam Talla, e mesmo os peixes mui teimosos de
sua nalureza, ndo demonslravara a menor descou-
fianra e pullavam pordenlro da panetla que para
esle fim cosiumavamos por ao fogu oa hora da reei-
rdo nocturna.... Taes, Exm. Sr. sdo os resultados
da memoravai explor.irao que V. Exc mandou pa-
ra os caoaMaiiBKio-Brauco, dignando-se confia-la
nosso danta; patritico, e nosso Truco presumo ;
temos procoWdo eteroisar o nome de V. Exc. e dos
mais dislinclos cidadaos que liveram mais parte na
sua organsaran, baptizando com seus nomes as di-
versas cachoeiras e mais lugares lemarcavele que
eneonlravamos. Os geographos daqui em diante
nao podem deixar de regiilrar nos seus autos o rio
Miranda, no qnal conttnua'mos a navegar desde o
dia 26 de junho, date na qoal, leudo chegado a urna
Wfurcaco do Jauapiri, libamos deixado a esqaer-
Jj aquelle rio de Agua Prela, como esl deaeripto
no diccionario chorographico do Amazonas, e te-
mos couliuuado a direila era Agua Branca, a
cachoeira do Bemfica, onde o engenbeiro Gabriel
fez em 3 de julho a meraoravel descoberla do-gra-
nito porp, a a ilha de Monte Chrislo que pascamos
era 12 de julho. O ce raoute 'labor u avistado em
16, onde se quiz mondar o sargento para buscar re-
forro de farioha era S. Joaqoim, o qual porem ne-
gou-se a esta honrosa incumbencia com a banal
deceulpa de nao saber por onde eslava o rio Branco,
e laclo menos o forle S. Joaqoim ; o lago do Bote-
Iho, ii a praia do Salgado e a cachoeira do Bom
Successo onde em 13 de julho alagamos 35 dos
100 paneiros de forraba, que lindamos levado, cir-
cunstancia ella que Toi tambera un dos motivos da
nossa volla, pcis que seiia estada de summa im-
prudencia seguir a viagem sera farinha sufficiente,
o ii promontorio de Santo Elias n e as 3 cachoeiras
^do elevado -Joao. que avistemos em 31 do mesmo
niez de julho, aoode nao houvdtoais canal as aguas
do rio Miranda, e que assim fram denominadas,
om coramemoraedo do mui dislinclo secretario de
V. Exc. o lllm. Sr. Joao Wilkens de Matos.Ajun-
tando-se aos resoltados mais cima expoclos tao im-
portantes descobertes geograpliica, pensamos que
ludo isso com OBLCouto* e Untos em que imporlou
a despeza da nosBfadigosa e\pedii;ao, a na(3o sem
duvida alguma comprou mui barato.
O vinho que o lllm. Sr. inspector da thesouraria
mandou tornecer para a expedirao era poaco para
os remedios de que uecesailava p lastimavel estado
de sande do engenheiro Bemfica.
Dos guarde a V. Exc.Barra do Rio Negro
kr etc.lllm. c Exm. Sr. Mauoel (ornes Correa de
i Mrand.i, diguissimo 1. vice-pMsideole da prof
viuda do Amazonas.Conforme, BoHlhaj, Conlra-
< aasignado. Seraphim da Silva Salgado, enge-
nheiro da provincia, reearmado.Eu rae assigno
er como sempre com muitaiconsderadlo e parlicu-
lar estima.Sua comadre. Arara.
ir:
'
PUBLigAAO A PEDIDO.
(*) Note V. Etc. qoe ja m 39 de junho os astr-
nomos da expedirlo tinham verificado que eslava-
mos, conforme um, 60 logoas a lete Barra, e
conforme outros, no meridiano tirado pelo fogfio do
Sr. Dmaso nierilissimo subdelegado de Serpa, cor-
tado pete parallela que atraveisa a lerceira cachoei-
ra do fio Japur na sua primeira caneada.
Subscripto promovida na Treguezia do Becifo em
favor do Hospital Porlagoez Provisorio em Per-
nambuco, para servir de asylo aos Porlugaezes
desvalidos.
Os {llms. Srs.
Dr. Jos d'Almeida Soares de Lima
Bastos rr~T.......
Manoel Ferreira da Silva Tarrozo. .
Um anouimo.........
Jeaquim I.uiz Vieira.......
Jos da Silva Ley.......
Manoel Pereira de Figueiredo l in-
cida...........
Antonio Luiz d'Oliveira Azevedo .
Domingos Rodrigues d'Andrade. .
Joao da Conceirdo Bravo.....
Francisco d'Assis Brito......
Guilherme Frederico de Souza Carva-
lhu............
Thoraaz de Faria........
Lino & Pinto.........
Bailar & Oliveira.......
Manoel da Silva Nogueira.....
Jos Antonio de Carvalho.....
Joo da Silva Regadas......
Jos Teixeira Bastos......
Ferreira & Araujo.......
Jorge Tamo.........
Antonio Anlunes Lobo.....
Francisco Joo de Barros.....
Manoel Teixeira Bastos.....
Dellino dos Anjos Teixeira ....
Joc Jorge Pinto........
Antonio Lopes Pereira de Mello .
Vaz & Leal ....
Sebastio Jos d'Oliveira
Fortnalo Cerdoso de liouv
MarcejMo Jos Uonralves d
Joao Antonio Mallos Abreu
Joaqoim Jos de Faria Machado. .
Manoel Couralves de Oliveira .
Francisco Gomes da Silva Saraiva. .
Antonio da Silva Guerra. -.
Manoel Jos Carniro......
Theodoro Feroaodes da Cuuha .
Narciso Mara Carniro.....
Augusto Cezar d'Abreo......
Jos Duarle das Neves. .
Anlouio de Su Lopes Fernaudes. ^,
Jodo Jos Rodrigues Mendes. '"*.
Andr Manoel d'Arroda......
Candido Alberto Sodr da Molla. .
Luiz Augusto Feruandes Vieira'. .
Francisco Antonio Correa Cerdoso. .
Vicente Ferreira da Costa.....
Jos Antonio da Cunta & lrmao .
Manoel Joaquim da Bocha.....
Manoel Coelho Pinheiro.....
Ferreira & Matbeus.......
Domingos Jos da Canha Lsge. .
Placido Jos do Bego Araujo. .
Francisco I.uiz d'Oliveira Azevedo. .
Antonio Joaquim Vidal & Compa-
nhia ...........
Joao Ferreira dos Sanios.....
Joaquim Pinto Lapa......
Francisco Guedes d'Araojo ....
Joaquim Pinto AIve_.
Jos dos Sanios Pararla Jardim. .
Joaqun) Ferreira Valeute.....
Luiz Jos de Sa Araujo.....
Joao Evangelista da Costa e Silva .
Isidoro Bastos d'Oliveira.....
Francisco Jos Pacheco d'Oliveira. .
Jos Monteiro de Siqueira. .
Manoel Joaqoim Ferreira da Silva
Braga ... .1.....
Antonio Francisco Lisboa. .
Antonio Alves Barboza. .
Auloiio Pereira de Oliveira Maia.
Antonio Jos Coelho de Rostrro. .
Andr Barbn Soues.....
Manoel Fernandas da Costa. .
Jos Alves; Barbota......
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Joao Lieio Marques. ....
Manoel Jote de Aroerim. .
Joaquim Bibeiro Pontea. .
Domingos Joaquim Ferreira.
Manoel Custodio Peixolo Soares.
Antonio Muniz Maakaud,
Manoel Ignacio de Oliveira
Justino Antonio Pinto. .
Manoel do Cuate Guodes-
Jotquim Candido da Cruz Sequera, .
Antonio I.uiz Vieira.....,
Aolooio Joaquim da Soaza RiSeiro. .
Luiz Antonio da Silva. r, .
Mauoel Muximiano Guedei. .
Serafim Miguel da Silva.
Antonio Iteraos.....K^
Jos Goncalves BellrSo. .J|
David Ferreira Bailar. .
Jos Peixole da Fonceca.
Joaquim Antonio Rodrigaw
Jos Lopet Ferreira .
Joao Jos Soares Vvat.
Antonio Goncalves Delirio .
Mauoel Marlins deCaivalhe.
jos Maria Sodr Mqtla. .
Jote Hygino Gaedes .
Seiat & Azevedo. .
Manoel da Silva Pontos.
Jos Marcelino Soaza. .
Francisco JosBegalo Braga.
I.uiz Domingo de Soaza. .
Policarpoj Jot L-ayne. .
Jos Maria Thomaz da Silva. .
Manoel Jos do Nascimento Silva.
Netto & Sanios........
Antonio Joaqoim Fernando! da Silva.
Martinho Lopes dos Res.....
Julio Auguslo*Torres......
A u Ionio Jos Carniro Gaimaraes. ?
Joao Martina de Barros. ./.
Augusto Ferreira Seara Guinara; .
Antonio p. Teiiilfa D.....
Jeronymo Pinto de Souza.....
Francisco Martin* de Aguiar o Silva.
Antonio Feruandes de Castro. \
Francisco Anteojo de Abreu Pereira'.
Joao Antonio Pereira .Monteiro.
Aotonio Alberlo de Souza Acarar.
Bernardiao Jos da Silva Braga.
fos Rodrigues da Silra.....
Antonio. Joao Furtado. ....!,
Joo Manoel Pires. .....'.
Jos Pereira.....
Joao Jos Fernandes de Carvalho. .
Benlo Candido de Moraes.....
Lua Freir de Andrade. ..'.'.
Manoel Jote de Paiva.....',
Antonio Jos Lopes da Silva. .
Manoel Antonio da Caoba.....
Aotonio Jos Paulo de Carvalho. .
Fortunato Gaedes de Gouveia
Manoel Mallos Machado. .
Antonio Joaquim de Castro. T
Joao Domingjies Bamos.....
Luiz Correa Duarle.......
Francisco Bibeiro Pinto Gaimaraes.
Palmeira & Beltrao .......
Manoel Antonio Monteiro dos Sanios.
Jos de Almeida Flix.....
Joao Pereira da Silva. .....{
Antonio Jos Pires. *, .
Joao Correa de Carvalho. .
Aolooio Estevao de Figueiredo.
Francisco Jos* Mello* Jfl
Aotonio Ferreira Monteiro. ,
Custodio Rodrigues Vieira. .
Joaqoim Francisco da Silva Jnior.
Francisco Estanislao da Costa. .
JoaqujajbFrandsco dos Santos. 4
JosJJijalves de Brito.....
Manoel Jos Goncalves da Silva. .
Antonio Azevedo Cruz. '. .
Kapbael Feruandes branles. .
Pedro Monte da Silveira.....
Joao Luiz de Araujo......
Joaquim da Silva Santos. .
Jos Joaqoim t.oucatres Casco, .
Antonio da Suva Campos. j|. .
Beroactlo Pereira do Valle .
Francisco Jos Gaimaraes .
Antonio Alves de Moraes.....
Fortunato Ferreira da Silva. .
Jos Francisco 'Marlins Cabral. .
Jos Joaquim Pereira Campes. .
Francisco Moreira Piolo Barbota. .
Jos Pedro de Alcntara Lopes. .
Jos Maria Marques .
Antonio Pinto Fernandes Tavarei. '.
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Antonio Bibeiro Feruandes. j^
Manoel Silva Lopes. .... TJ
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Francisco Marques Lemos Bibeiro. .
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Jos Porlella da Costa e Silva. .
Francisco Jos Gomes. ... .
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Joao da Cuuha Magalhaes J unior. .
Joaquim Ferreira Coelho.....
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Francisco Jos dos Passos Gufmaraet.
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Jos Gomes Paula.......
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Beroardino Francisco Junqneira. .
Antonio Nones de Almeida. .
Anlonio Jos Lopes......
Francisco Jos Pinte de Oliveira. .
Jos Antonio Goncalves da Rocha.
Joao Paes de Oliveira.....
Jos Gomes Loareiro. .
Anlonio Ferreira.......
Caetaoo Jos Fernandes. .
Jos Ferreira da Silva. .' .
Anlonio da Silva Ferreira. .' .
Aotonio Jos Barbosa". ... .
Jos Dias da Cunba. '.....'
Pedro Candido Lopes.....
Jos Bernardo Alves Viaiua. X
Joao da Costa Lima Porto. .
Adolphodo Espirito Saato.
Augusto Frederico dos Sautos
Jos "lavares Bastos. #'
.Manoel da Silva Afra.
Bernardino Coelho
Manoel Teixeiradei
Joaquim Lopes Fe
Subscriprdo promovida em livor do
luguer Provisorio em Pernaoibao,
de asylo nos Portugueses desvffrrdes r>
noel dos Santos Pinto.
Os Illms. Srs.
Anlonio Jos Soares......
Um annimo.........
Joo da Cuuha Neves......
Miguel Joaquim da Costa.....
Chrislovdo Ferreira Campos. .
Francisco Jos Augusto Ferreira .
Anlonio Marlins Duarte.....
Jos Benlo Gil Carmine.....
Joo da Silva Boa-Vista.....
Joao Pires Soares.......
Jos Autonio Fernandes Fradiquc .
Erasrao los de Mello......
Antonio Jos Leile de Araujo .
Jos Autonio do Magalhaes ....
Beulo Candido Bolelho de Azevedo .
Duarle Antonio Serra......
Jodo Simos de Almeida.....
.lodo Ferreira Baplista......
Beroardino da Silva Lopes ....
Anlonio Jos Pedro Goncalves. .
Jos Antonio da Cuuha Gaimaraes. .
Joio Carlos Coelho da Silva. ,
Francisco da Silva Santos. ....
Jos Arlbor Pinto de Abreu. ,
Manoel Anlonio Flores.....
Jos Fortaoalodos Santos Porto. .
Jos Francisco Barrote.....
Francisco Jos da Silva Maeieira .
Anlonio Jote Fetnaades de Carvalho.
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OIMIO OE PEMMBUCO QUINTA FEIM 15 DE NOVEMBRO OE 1855
Manoel Joaquim da Sirva Macieira.
Manoel Jim Cardoso.....
'Macrdode Amara 1
Joaquim l'uarle dos Santos
lino di Silva Boa-Vista
lanoel Jjk Gomes Lima.
Joto Pereira Moo!
JoSo Baplisla Ci H.....
Jos Joaquina 9mltt> Moura. .
Dominaos los Vieira Braga. K .
Domingos Faareira Tasso. .
Jo* Antonio Berntrdmo. .
Jordao Jos de Oliveira ....
Domingos'] eiseira Basto ....
Manool Jos Gomas Braga .
Jaa Fernandos Kiheiru ....
I Jos da Silva.....
#
Pinheiro. .
Hkvado.....
Jasada Corta Sai
Amonio Ha^^^CpMTos ...
Martinho Ja Sitvi Oliveira ....
SMl Mirques de Oliveira. .
rAntcniu dea Santos Konles. .
Bemirdiue^i Silva.....
MUNlin JusGalamba F-sparlero.
Jos Ferreira Alvos.......
Jc^ojoim c a Coa! Hrto.....
nardioo Anteetto de Frias Bra
Daatingos Martius dos Santa
Jaso Marques da ajjtivelra. .
Joaode Azevedo Raaaaa .
Jos Francisco Maaj.....
Joio Antonio Arantes ....
Total.
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38000
38000
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28000
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18D00
18000
35ftfOt
ilanotl Ferreira de Sozi Barbosa, secretario.
PRAGA OOBBCIFE14 DjJrlToVEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cotacfies olliciaes.
pambio sobre Loudres60 div: 27 1i2 dinlieiro.
Lambo sobre Pars60 div. 350 rs. por fr.
ledo Ctiar para Liverpool7|8 d. tj>; por al-
Rodio.
Dito dito dito70| e 5 % por outros gneros.
Aseara r uuscavado regalar2S208 e 2S220 por ar-
roba.
ALFAISDEOA.
Reudlmaalo do da 1 a 13. .
Idam do dia 14......
1U8:924033
9:2338667
'JOS: 1578700
Oescarregam hoje l.i da novembro.
larca iuglezaBonitamercadura*.
Urca inglizaSaphabacalhao.
Brigae iuglezHeraldiiletn.
gue amuricanoS, Thurt unmaslros a vergas
jalera porluguezaGraidilodiversos gneros.
CONSULADO GERAL.
Rendiraenodo dia 1 a 13. .
dem do lia 14 .
19:6289021
2:935*1
2->:563j>l49
U1VERSAS PROVINCIAS.
RoudimentoAo dia 1 a 13. ....
JU di 14.......
8738708
10J387
8R19095
GE-
RECEBE1X)R1A DE RENDAS INTERNAS
RAES DB PERNAMBUCO.
Rendimanto do dia 1 a 13.....6:250*277
dem do lia M........ 573;0I
n
trada da Eactda, far-ae-h3o de conrormidade com o
ornamento approvado pela directora em consellio e
8presentado a approvacao do Esm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 4:0928000 rs.
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
10 de un mez, e devera conclni-lasnodedoze mezes
ambos contados na formado artigo 31 da lei provin-
cial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arrematado
realizar-se-ha na forma do arligo39 da mesma lei
provincial n. 286.
4." O arrematante excediendo o prazo arcado
para conclusa das obras pagar* unw multa de cem
mil reis parteada mez, enibora lhe seja concedida
prorogacao.
5." O arrematante dorante & execnc.ao das obras
proporcionara transito ao publico e aoscansos.
6. O arrematante ser obrigad a
execurao daa^L
de gente liara.
j" l'm ta(, ais que uio se achar determi-
naste oj* presentes clausulas, nem no orcamenlo,
segnif-lg.|
empregar na
kras, pelo menos melade do pessoal
na o qne dispoe a respeito a lei n. 286.
Conforme. secretario, A. F. d'Annunciaeao.
#1 i----------r------------------ |.-....- iiu i'uuvi tu 111 uuici,
"- U iiim. sr. inspeclor da ihesouraria provine .wtralaodo-se como o* da 2. classe, na praca de
ni .__ > mirinliui'.i un nmmiilii *> II..____
proii-
da ca-
Inda, ava-
0 presente c
6:823a
faWaT -
01L
Solado provincial.
landirnen ododial a 13..... 15:5338010
dem do dia 14....... 2:2050344
7389351
MOVTMENTO DO PO
Navios entrados no dia 14.
las intermedios12 dias e 6 horas, apor
lairo Guauabara, commandante o I. tenen-
aquim Salom Ramos, l'assageiros, alteres
o de Oliveira Mesquita. Joaquim
tos, Manoal Pinto Car-
mnllier. Sesuem para
"alenda, Jaslino Jos de
noel Itayuaundo Cwdo-
D. (iullherinina Ma-
nna Knanle, Osear Uo-
5 recrutas, 3 ei-pracas do
1 praja. Fi-
Aatonio Gonjalvca du
doso, MiiOoelTav]
o so!, Emilia Ua
.Souza e Silva, al:,
M, Manuel Seares u
harlaenr) 1 cria
eiercilo 1 recruta para a maana,'
coa de qnarenlena por 15 dias.
Dayport 3 dias, bricuc inglez Star, de 228 to-
neladas, capilao Charles Doean, eqnipagem 11,
carga carvao ; a Scotl Wilson & Coropanhia.
Moljo dias, brigae inglez Wellington, de
209toneladas, capilao D. Cnmming, eqoipagem
M, eari;a falendas .e mais gneros ; a Astley &
Compachia.
.Vacos sahidos no metmo dia.
oaPlacho biasileiro aConstancas, mestre Jo-
s Joaquim Pereira, carga assacar.
1 ogleza Tasso, capilSo W. Slabb,
carga asiaaar.
Ma braslleiro Amelia, mestre Manoel
Olas Costa Jonior, carga azeite de csrrapato
W-tMraa. Passageitos, Joaquim Alves Na-
rjt inibsl Andr Ribeiro, Jone Jorge de Car-
Wno, t'ranoisco Jos Cardoso Guimares esua
aohora, Camillo Jos de Mallos Vasqueiro, Ma-
el des Reis Jnior, Manoel Garcia Gil Pimen-
? 1 eseravo, JoSe Ribeiro Borges, Antonio
rea Gil Pimentel e 1 eacravo. Miguel Luiz
iaooa, Fr. Joaquim do Espirito Santo, Antonio
Nal* du Rocha e 1 eacravo, J0S0 Pedro Alcaraim,
Antonio Loorenro de Araujo, Luiz Rodrigues
Nuoes. Bernardo Jos Correia de Sa, Julio Accio-
li de Brito e 1 eseravo, Joaquim Rodrigues Seizas,
Mar* I eopoldina e t flllia, Jos da Silva Reis. .
EDITAES.
O Wm. Sr.inspector da thesonraria provine al,
umpriraento da ordeni do Eim. Sr. presidente,
ovimiai de 8 do correnle, mana fazer publico
o dia 39 do meimo, parante janla da fazen-
lamesma thesonraria,se lia de arrematar a qaem
naooi. fizer^ a conservado permanente do 4"
da isl-adada Victoria, por lempo de 10 mezes
atol.? dia 10 da dezembro prximo vindouro.e
paja proip de 2:4208000 rs.
: A arrematado ser feila na forma da lei provin-
al 343 de 15 de rano do anuo findo, e sob as
, clausulas eipeciaes anaixo copiadas.
As pexoas qoesepropoz.rem a esla arremaUjao
eomparecam na sala das sessoes da mesma junta n.
dUacimn declarado pelomeio dia competentsmeu
te liabilitidas.
E para constar se mandn iflixar o presente e pu-
blkar pelo Diario.
cretarieJiAesooraria provincial de Parnam-
boco 9 de uflJMbro de IB. secrelario, A. F.
*gta a arrimatarao.
is de conservado
\|tloria de coufor-
ovado pela directora
provaco do Eim.
mporlancia de......
na em dez prestaroes
nprir lodos os mezes com
ero horaens livres pelo menos
uslrabalbadores, e deilar em raellior
1 a tetebera, teni a ltalo de gralilica-
dez por cenlo da importancia total da ar-
rematar, o. '
? Para o que nao se achar previsto as presen-
elaoiiilas nem no oreamento, seguir-se-ha o que
l respeito a lei provincial n. 286.
^nforme.-O secrelario, A. F. a"Annundaco.
^0 lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraria pro\n-
1 comprlmenlo da ordem de Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 8 do correle, manda fazer
publico que no dia 6 do dezembro prximo vindou-
ro pranle a junta jla fazeudada mesma llwsouraris,
ee na de arrematar a qnera por renos fuer a obra
da eropedramento do 3 lauro da cslrada da Escada,
na eitenoao de 620 bracas avaliada em...............
4:0928090 rs.
A arrcmatarao ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anno lindo, e sob as
ClaaMlas eapeciaes abano copiadas.
A* peooas que se propozerem a esla arrematarlo
canaarefim na sala das sessoes da mesma junta no
Ha cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitad.*.
R pan constar sa mandn afiliar o prsenles pa-
fcrieer pele Diario.
liarla da ihesouraria provincial de Peruambu-
eo 10 > novambro de 185.5. O secrelario, A. F.
~A*nwu1ar3o.
Clvuntlai especiis para a arrematarte.
I. Ai obr, da ewpedraratat* fr lujo da es-
al, em cumprimeoto da resolurao dajaota da fa-
zenda, manda fazer publico que no dia 6 de dezem-
bro prximo vindouro, ni novamenle a praja para
ser arrematado a quem por menos tizer as obras
upplementaresafazerem.se na ponle sobre o rio
Capbaribe na estrada de Po d'Alho, no valor de
12:8918822 rs.
E para constar te manduu atinar o
publicar pelo Diario.
Seerelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
bncu 10 de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Annunciarao.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimeoto da resoluo,aoja junta da fa-
zenda, raauda fazer publico que perante a junta da
fazenda da mesma theaouraria, se ha de arrematar
a quem por menos fizer no dia 6 de dezi
mo futuro, os reparos de que precisa
mar municipal e cadeada cidade de
liados em 2:2008000 rs.
E para constar se mandou alTixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernara-
bueo 10 de novembro de 1855.O secrelario, A. F.
d'Annunciaeao.
O lllm. Sr. inspeclor da llujjbraria provin-
cial, em cumpriineulo da ordem de Eaam. Sr. pre-
sidente da proviuca de 8 do corraaj,manda fazer
publico que no dia 29 do mesmo, perlnte a junta d
fazenda da mesma Ihesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos frzer a couservacao permanente
do 1. termo da estrada da Victoria, por lempo de
10 mezes a coular do dia 10 de dezembro prximo
vindooro, e pelo prejo de 2:0579000 rs.
A arrematado sera leila na forma da lei provin-
cial 11. 343 de 15 de maio do auno findo, e sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematarlo
eomparecam-na sala das sessoes da mesma jonla no
da cima declarado pelo meio dia eumpelenlemen-j
le habilitadas.!
E para constar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da -ihesouraria provincial de Pernam-
buco 9 de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1." Executar-se-hao os Irabalhos de conserva-
co do I. lermo da eslrada da Victoria de coufor-
midade com o orcamenlo approvado pela directora
em coosellio e apausenlado a npprovacao do Exm.
Sr. presidente nj|roportancia de 2:0578000 rs.
2. O pagamento verificar-se-ha' em dez sta- pre
(Oes mensaes.
3.a Se o arrematante liver cumprdo todos os me-
zes com suas obrigaroes, liver trabalhado pelo roe-
nos com metade dos Irabalhadoree livre?, e dexar a
eslrada em melhor estado do que a recebera, lera a
Ululo de gratificarlo mais dez por ;cenlo da impor-
tancia lolal da arremataran.
4.a Para o que nao se achar previsto as pre-
sentes clausulas nem no ornamento seguir-se-ha o
que dispa a rc*rjei|.a jkja jruuncu-il 11. '286. afjj.
Cuajarme.O secretario, A. #'. d'Annuneiaes^
Pllm. Sr. inspector d,. ihesouraria provin-
cial, ero cumpriroento ji'onleni do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 8do correnle, manda fazer
publico que no dia 29 do mesmo, perante a junta da
fazenda da mesma Ihesouraria, se ha de arrematar a
quem por menos fizer a conservacao permanente do
2 termo da eslrada da Victoria, pelo lempo'de 10
mezes, a contar do dia 10 de dezembro pru\imo\ in-
ouro, na importancia de 2:0578000 rs.
A arrematacao ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anuo Dudo, e sob as
clusulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematacao
eomparecam na sala das sessoes da mesma junla no
dia cima declarado pdo'meio dia competentemente
habilitadas.
1 E para constar se mandou aflixir o prsenle e pu"
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco 9 de novembro de 1855.O secrelario, A. F.
d'Annunriariio.
Clausulas especiaes para a arremalacS.
i: Eexecotar-se-hao os Irabalhos da conservacao
do 2 lermo da estrada da Victoria de conformidade
com o orcamenlo approvado pela directora em
couselho, e presentado a approvaco do Exm. Sr.
presidenle da provincia, na importancia de.........:
2:0578000 rs.
2.a O pagamento verificar-se-ha em dez prestaroes
mensaes. -
3.' Se o arrematante cumprir lodos os mezes com
suas obrigaroes, se forero horoens livres melade pe-
lo menos de seas Irabalhadores, e deixar a eslrada
em melhor estado do que a recebera, ter a titulo de
gralificacao mais lOpor cenlo da imporlancia lolal
da arrematacao.
5.a Para o que nao se adiar previsto as presan-
lea clausulas, nem no orcamenlo. seguir-se-ha o que
dispoe a respeito a lei provincial n. 286.
Conforme.O secrelario, A. F. d'Annunciarao.
Olllm. Sr jnspeclor da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr.
presidente dafl ^B de 8 do correnle, manda fa-
zer publico que no dia 29 do mesmo, naranle a
jonla da fazenda da mesma Ihesouraria, s" ha de
arrematar a quem por menos fizer a couservacao
permanente do 3. termo da eslrada da Victoria, por
lempo de 10 mezes a contar do dio 10 de dezembro
prximo vindooro, e pelo preso de 2:0578000 rs.
A arrematacao ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anno (Godo, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematacao
eomparecam na sala das sessoes da mesma junla no
dia cima daMarado pci0 meio da
mente habilitadas.
E para constar se mandou
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernain-
hbuco 9 de novembro de 185. O secrelario, A. F.
d'Annunciaeao.
Clausulas especiaes para a arrematacao,
1.a jjjpecatar-se-hao os Irabalhos de conservarlo
do teacelro termo da estrada da Victoria de eonfor-
roidade com o orcamenlo approvado pela directora
em conseibo e apresenlado a approvac,ao do Exm.
Sr. presidente da provincia, na importancia de.......
0579000 is.
O pagamento verificar-se-ha em 10 prestarnos
es.
Se o arrematante cumprir todas as condirOes a
que se ohrigar, se forem horoens livres melade pelo
menos de seus Irabalhadores, e deixar a eslrada em
melhor estado Jo que a lecahara, lera a titulo de
gralificacao mais 10 por cenlnF Importancia lolal
da arrematacao.
4. Para o que se nao achar previste as presen-
tes clausulas nem no orcamenlo seguir-se-ha o qus
iluii..n n l ni----'___* I ......
pitaes.
compelente-
itlixar o presente e
dispoe a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. d'Annunciarao.
Joao .Mara Waudenkolk, cavalleiro da imperial
ordem do Crozeiro, Chrislo, e S. Benlo de Aviz,
chele daf visao da armada nacional e imperial,
commatijiite da eslarao naval de Pcrnambuco,
compreftejVlida entre os parallelos do Rio de S.
rrancisceecabo do S. Hoque, por S. M. o Im-
perador, que Dos gijardc, cavalleiro da ordem
de Francisco prisneifo do reino das Duas Siellias,
ale, etc.-
Face nber qae em execucjio de ordena do Eim.
Sr. minilroda marinha, qne me foram transmitli-
das pelo qnartel general, em offlelo n. 63 de 10 de
outubro Ultimo do disposto as- instriirres que
baixaram com o decreto n. 1591 de 14 de abril do
crrente anno, flca aberlo a bordo do brigae barca
llamarac um alislamenlo de voluntarios para ser-
virem nos navios da armada nacional e imperial,
sob as seguiules condicOes :
Classes do alislamenlo.
1." Da mariohagem, cujo contrato fr sera lempo
determinado.
2." Da roarinhagem, por tempo de um a tres
annos.
3.a Da marinhagemeomosprazosde seis a crlto
annos.
Os vencimentos e mais vanlagens qne as pracas
contratadas em virtude deslas instrucres tem de
perceber, sao asseguinles:
Soldos por pez.
Classe superior 208, primAR marinheirs I89,
segundos mariulieiros 1.58 e grumetes 108.
Premios.
Os voluntarios de 1.a classe so perceberan os sol-
dos que Ihb compelirem na forma ncima referida,
sem lerem direito premio ou gralificacao alfiuma.
Os volunlarios da 2. classe, sendo marinheiios
lero 208, 458 ou 708, conforme forem os contratos
por om, doos ou tres annos. Sendo grumetes le-
raoipela mesma forma 108, 228 ou 348-
Os voluntarios da 3. ciaste receberao mais urna
quarta parte do maior premio que poderiam obter.
marinheiro ou grumete que Ibes competir.
Se i>ao forem horneas do mar e liverem mais de
40 annos, s terao o premio correspondente aos da
2." classe,
Gralificacao.
Os volunlarios da 2. e 3. classes lerao alero do
premio cima dito, a gralificacao de 48 se forera es-
trangeiros, ou de 58 sendo nacionaes, se seapreseu-
larem por si proprios, indepeudenle de engajador.
Esta gralificacao ser repelida todas as vezes que
findo o primeiro contrato a praca cjnizer ainda ser-
vir por lempo nunca menor de anuos.
Vanlagens.
A's pracas comprehendidas nesUs tres classes dar -
se-ha guia de desembarque no fin do contrato com
lano quc'previnam ao coromandanle dous mezes
antes de que pretenden! em lal poca deixar o ser-
vijo ; e flcam isenlos do recrulamenlo, sendo na-
ciunaes por lempo igual ao que tenham servido ;
excepto o caso de circunstancias extraordinarias.
Asjlo de invlidos.
Compele a todas as pracas nacionaes que para
elle coucorrerem com um dia de sold por mez.
Pagamento dos premios e gralilicicoes.
Aos da 2." classe, tp o alislamenlo for por um an-
no ser entregue o premio integralmente no acto de
assentarem praca ; se por dous ou (res anuos em
tres prestaees iguaes, sendo a priraeira paga ao as-
sentar praca, a segunda quando veucido melade' do
prazo, e a lerceira no fim do contrato.
As da 3.a classe receberao orna lerca parle do
premio ao assenlar praca, outra igual qoaolia uo
fim do primeiro auno de servio e o restante no fim
do contrato.
As gratificares que compelem s segundas e ler-
ceiras classes serio pagas conjanctamenle com a
primeira prest a cao do premio.
Observacoes.
NSO se levar em conta aos volunlarios da 2."
o lempo que passarem como doeules nos (tos-
es.
2. O tempo de prisao em virtude de sonlenca
nao sera contado para o preeochimento dos prazos
do alislamenlo dos volunlarios qualquer que seja a
classe a que perlenram. E o desertor bfTrer alero
disso a perda das vanlagens do premio o do lempo
de sen ico anterior.
3." Qualquer pessoa que se propozer a agenciar
""litarais para as tres classes cima mencionadas,
e osapresenlarem a bordo desle brigue barca,
a gralificacao de 48 por um estrangeiro e 58 por
nacional.
lera a
;4.a O estrangeiro para ser admillido deve exhi-
bir documento do seu consol, coinprovando adiar-
se desembarrado para se poder contratar no servi-
co nacioual.
5.a O premio e gralificacao serao pagos quando a
praca contratada fr admillida a burdo.
Bordo do brigue barca llamarac, soflo no mos
queiro de Pernambuco m o i" de novembro de O 110
1*55- Joao Maa IVandenkoH;.
DECLARACOES.
As malas que deve conduzir o vapor Cuana-
bara para osporlos do sol, principiara a fechar-se
hoja (15) ao meiadia, e depois dessa hora s se rece-
ber correspondencia com o porte duplo: os jornaes
deverao ser entregues 3 horas antes de se fechareis
as malas.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em cumprfmento M
art. 2a do rer, de 11 do dezembro de 1852, faz pfl"
blico, que foram aceitas as propostas de Keller
& C, llenn Gihson, Guimaraes cv Henriqnes, Ma-
noel Antonio Sl.irtm-. Pereira, Antonio Francisco
Correia Cardoso, JosBaptista Braga, Souza & Ir-
uuioe Antonio \ alenlim daSilva Barroca, para faje.
necerem :
O 1., 1^456 varas de' algodaozlnho, a UIO rs. fW
covados de* panno prelo ara jal. inaj, a 28200
ris. %>*
O 2.. 653 varas de biim braoeo fino, a 500 rs :
35 gro-zas de DnlufjHP*B|tandes de osso, a 220
rs. ; 1S ditas de dJeWfrqeJeHC a 220 rs.; 40 ditas
de ditos grandes paKos, 220 rs; 2 caixas com fo-
Iha de (landres, a 2(8000 rs.
O 3., 803 varas de brim branco liso, a 440
ris.
O 4., 12 duzias de laboas de looro superior de 15
a 18 polegadas de largara, a 468000 rs. ; 12 ditas de
dilo mfenor, a 348000 rs. ; 8 costados de pao d'o-
leo. 118000 ra. v
O 5.., 2 caldeiras de ierro eslanhadas, a 50 rs.
libra ; 2 caitas com follia de Flandres, a 24-3000
rs., 12 lences de cobre fino de 7 libras cada om, a
850 r.a libra.
O 6., 1 caixa com vidrosde 18 a 20 polegadas.por
lOsOOO rs. ; 20 cadinhos do noria de o. 10, a 200 rs.
o n., 20 ditos de u. 12, pelo mesmo preco; 1 arro-
ba de rame de ferro de amarrar, a 240 rs. a li-
bra.
ainlaes de ferro inglez de 1 yi polegadas,
PUBLICAgA'O LITTERARIA.
!? Contina a vender-se a -obra de di-
reitoo Advogado dos Orplios, com um
apndice importante, contendo a lei das
_ ferias jaleadas dos tribunaes de justica, e
iento de distas, para uso dos
jui/f; Catares, emptegados de justica, e
aquelleT^aue flfcqnentiim os esttidos de di-
reitq, pelo p'ro de .sOO cada exem-
plar; na loja do Sr. patn^e Ignacio, ra
da Cadeia n. 36 ; loja de encadernacao e
livrot, ra do Collegio n. 8; pateo do Col-
08., 2 (fuii taes e ferro de verga de v ara ma. a
ajB rs.
jJJPisa aos supraditos vendedores que devem re-
colher os referidos ohjeclos ao arseuai de guerra
no dia 16 do crrante mez.
Seerelaria do conselho administrativo para forne-
cimenlo do arsenal do gaerra 14 de novembro de
1855.Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal
e secrelario.
BISPADO DE PERNAMBUCO.
Estando por S. Ex. Rvma. designado o dia 25 do
correnle para a solemnissima procis-ao de Corpus
Chrjsli, que deve sabir da matriz de Santo Amonio
pelas 4 horas da tarde, e pelas ras do Cabug, Cru-
zes, Cadeia, Collegio, Pracioha e Livramento, em
direccao ao paleo de S. Pedro, deste ao largo do
Carmo, e desle as ras das Flores, Nova e malriz de
Santo Antonio ; espara o mesmo Exm. e Rvm. Sr.,
que os moradores das mencionadas ras ornem as
janellas, e mandem limpar as testadas das casas de
suas residendas, recerdando-se que nao devem con-
sentir horoens as janellas emquanto a procisaao
Irausila, como Ibes he recommendado na conslitui-
C3o, paja qual se rege esla diocese. Palacio da So-
ledadeem 12 de novembro de 1855.O provisor,
Francisco Jos lavares da Gama.
O lllm. Sr. capilao do porlo aatrsfazendo o dis-
poslo no aviso circular do minislerio da marinha de
25 de outubro ltimamente findo ao qual referc-se
a ordem do Exm. Sr. presidenle de 7 do correnle
mez, manda fazer publico a Iraducrao abaixo da no-
la dando conheeimenlo da medida sanitaria, a' que
lera de ficar sujeitas as embarcaces brasileiras qne
partindo dos porlos desle imperio forera ler a Bue-
nos-Ayres.
Tridnccao.
Da copia annexa ao aviso n. 108 de 17 de outu-
bro de 1855, dirigido a reparlir5u da marinha pela
dos negocios eslrangeiros.
Minislerio do governe e relac,0es exteriores, Bue-
nos-Avres 27 do selembro de 185J.
Ao Sr. encarregado da*'negocios de S. M. o Impe-
rador do Brasil.-cavalleiro commendador Dr. Joa-
quim Tlioma/ do Amaral, ele.
O abaixo assignado tem a honra de dirigir-so a
S. S. por ordem especial de S. Exc. o Sr. governa-
dor, manifeslando-lhe que a capitana do porto re-
presenlou ao goveruo a inconveniencia que resalla
de que os navios de guerra eslrangeiros e os paque-
tes etn contraveneno da pralica anteriormente ob-
servada em o nosso ancoradouro, e qae he tanibem
commumenle admillida, nao s nao se aproximara
adtnavioque ogoverno lem eslacionado no canal
atlerior para a visila de saude e do porlo quaudo
procedem do ultramar, como nem anda esperara a
dita visila para desembarcaren! os paisageiros.
Se em (odas as pocas pode ser prejudicial esle
abuso, na acloalidade ero que nao s a Europa, co-
mo o mesmo Brasil, se acharo iufectados da lerrivel
epidemia do cholcra-morbus, indubitavelmente po-
de compromelter a saude publica.
Em lal casoS. S. comprehendera bein a absoluta
uecessidade de que d'oraem dianle lodos os navios
de sua narao sem dislinccao algnma, quando chega-
rcro a nossa baha procedentes do ultramar, e ain-
da quando tenham locado cm Monlevideo, se apro-
ximen) antes do desembarque de snas eqnipa^ens,
passageiros e oulros ohjeclos ao referido navio do
estado situado no canal exterior, para a dita visila
de saude e dp porto o para obler sua classilicacao
depois de submeltido a ella.
O ebaixo assignado espera que S. S. se sirva adop-
tar a.s medida* convenientes, pu* que os comman-
daules e capilaes de nivios di naca de S. S. nao
pessam allegar ignorancia.
0 abaixo atoado aproveilnndo esta occasijo,
renova a S. S. os protestos da sua mais elevada con-
sideracao e apreco.Valeulim Alsina.Conforme,
Joaquim Mara Nascentes de Azarobuja.
Secretaria da capitana do porlo de 1'ernambuco
8 de novembro de 1855.O secrelario, Alexandro
Rodrigues dos Anjos.
O lllm. Sr. capilao do porlo em curaprmenta
da avise circular da reparto da marinha de 17
de onlubro ltimamente fiudo, e de ordem do Exm.
Sr. presidente em oflicio de 17 do correnle mez com
referencia a ello mauda fazer publico o exemplar
abaixo do aviso aos navegantes enviado pela legaro
imperial em Madrid, relativamente a urna alterarlo
no pharol da ilba de Tarifa.
DIRECCAO' DE HIDROGRAPHIA. <
Aviso aos navegante*.
Pharoes das cosas do Hespanha.
Pelo miuislerio da marinha e coaamunicadas pelo
do fomento, se receberain nesfe eslabeleciraenlo no-
ticias relativas i alleracao que se ha de eflecluar
em a luz do pharol de Tarifa debaixo da direcr,i
docorpode engenheiros de caminhos, canaes e por-
os e em presenca das quaes se ha redigido o segura-
te auuuiicio.
Pharol da ilha de Taa Eslieilo de Gibrallar.
Em o I. de selembro do prsenle anno alamiar
desde a por al.'ao nascer do sol, o novo apparelho
cataclibplrico de primeira ordem, grande modelo
com qae se acaba de substituir o anligo pharol gira-
lorio collocado em a parte mais meridional da ilha
de Tarifa, sendo sua siluacao que ero na J lia varia-
do a segrate:
Lalilade 360000" N.
Loogilude 00."35' 38" E. do observatorio de
marinha de S. Fernando.
O foco luminoso esl elevado 142,5 pus sobre o
nivel dos preamares do equinocio.apresentando urna
luz branca fixa visivel a 20 milhas, sempre que a
permita o estado da almosphega c o olho do observa-
dor se ache 60 ps sobre a superficie do mar. Ma-
drid 28 de julho de 1855.Joaquim Gutirrez de
Ruhalcara.
Secretaria da capitana do porto de Pernambuco
8 de novembro de 1855.O secretario, Alexaudre
Rodrigues dos Anjos.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco pe Pernambuco continua a to-
mar lettras sobre o Rio de JjaMiro, ea
sacar contra a mesma pra^a. T$anco de
Pernambuco 10 deoutiirode 1855.O
secretario da direccadv Voao Ignacio de
Me de ros Reg. L
CONSELHO ADMINISTRATIVO.'
O conselho administrativo leWalc comprar o se-
guinte :
Casemira carmesim, covados 100 ; aniagem, varas
509 e ; ; esleirs, 1,079 ; sapalosfeilos na provin-
cia, pares 2,000 ; algodao em rama, arrobas 4 ; cu-
bos inodoros, 18 ; rolhas de corlira ajka garrafas,
grozas 3 ; pavios, duzias 9.
Quem quizer vender estes ohjeclos lkesenle as
suas propoilas em carta fechada na se^Baria do
ronselho, s II) lloras do dia 19 do corremmez.
Secretaria do conselho administrativo ijHa-torur-
cimenlo do arsenal de guerra 12 de novWBnio de
1855.Benlo Josc Lamenha Lint, coronel prtfciirtu-
le.Bernardo Pereira do Carmo ./imior^ogal e
secretario.
Pamplona: para carga epassageiros,tra-
se com os consignatarios Novaes ii C, ra
do Trapichen. 5i.
Para o Rio de Janeiro sabe com muita brevi-
dado o brigue nacional Sagitario, de primeira
classe, o qual lera a maior parle do seu carregamen-
loprornplo; para o restante e passageiros, Irata-se
cora Manoel Francisco da Silva Carneo, na ra do
Collegio n. 17, eegofto andar, ou com o capilao 'a
bordu.
Para a Bahiaohiale nacional Amelia pretende
saTu'r no dia 13 do correule, por ter o seu carreta-.
menlo quasi proroplo ; para o reslo e passageiros
Ira-se com o seu consignatario Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, ra da Cruz n. I.
PARA O MARAMIIAO' E PARA'
Sane com brevidade por ter maior
parte da carga a barca brasileira Bri-
Ihante : para o resto trala-se com os
consignatarios Novaes StC, ra do Tra-
piche n. 3i primeiro andar.
Para Lisboa sahe o mais breve possivel por ler
parle da carga prompla, o brigue portoguez Ijxia
II, de que he capilao Caetano da Cosa Martina;
para carga oa passageiros, Irala-se com F. S. Ra-
bello & Filho, oa com o capilao na praca do com-
mcrcio.
LOTERA
LE1XOES.
Como se esteja confeccionando o alma-
nak, roga-se a todos os senhores que ti-
Kerem alterarOe a mandar, se dignem en-
via-las a' livraria 11. (Je 8, da praca da
legio, livraria classtca n. 2 e na praca da idependencia.
Independencia n. G eS.
THATRO
DE
I. SUWL.
Sociedade Dramtica iftpreearla.
SABBA* i7 DE NOVEMBRO.
Recita a beneficio do actor Bezerra-
Ira a scena o drama em 3 actos de Fredeco Sou-
licornado de msica
AS MEMORIAS DO BIABO.
Personagens. Adores'.
*obin4.........0 beneficiado.
Rapmiere.......Sr. Pinlo.
Mrquez de Lormias. ; p Sebasliao.
Conde de Cerny..... Alendes.
Joao Caulhicr ...... i> Senna.
Valenlim. '....... Mooleiro.
lia Calhana......Sra. D. Bita.
Baroneza de Runquerolles Amalia.
Amelia........ Leonor.
Condera de Cerny Jesuioa.
NqJnlervullo do drama ao vaudeville a Sra.
rsaap o Sr. Monleiro or obsenuio cantara
plaudido duello
I>.
INqjr
Crsaap o Sr. Monleiro por obsequio canlarao o ap-
plaudldo duello
A PAMELLA DOS FEITICOS.
O beneficiado sempre gralo ao respeilavel publico
peruambucano. espera nao desmerecer ainda desla
vez a sua illuslre proteccao.
AVISOS MARTIMOS
LETES IN-
Par pelo Mara-
nhao.
A escuna nacional JOS s pode rece-
ber carga at odia Ki.seguindo aos por-
tos indicados no dia 18 do corrente mez
impreterivelmentecomacarg& que ti ver:
para o resto'trata-se com os consignata-
rios Antonio de Almeida Gomes i C., na
ra d Trapiche n. 1G, segundo an-
dar.
Para a Baha segu em poacos dias o veleiro c
bem couliecido hiato Castro, do qual he capilao
I lancisco de Castro, por j ler parle da carga prom-
pla : paraBresto. trala-se com o seu consignatario
l)ommgoJ*s Malhcus, n^HTda Cruz.
Para o Aracaly segu ear^oucos dias o bem
conhecido hiale Capibaribe; para carga e passagei-
ros, trala-se na ra do Vinario 11. 5.
Precisa se para conduzir carga para a Parahi-
ba de gma barraca grande : quem a tiver e qaizer
fretar, dirija-se a ra da Madre de Dos, irmazem
de \icenle Ferreira da Cosa.
REAL GOMPAN1IIA D
GLEZES A VA
No dia 20
desle mez es-
pera-sedo sul o
vapor Tomar
commandante
Bevis, o qual
depois ifa de-
mora do cos-
luinc seguir
para Soulhampton,tocando nos porlos de S. Vicente,
TenerilTe. Madeira e Lisboa : para passageiros Ira-
la-se com os agentes Adanison Uowie & C, ra do
Trapiche Novo 11. 12. O totumes que pretende-
re m mandar para Soulhampton deverao estar na
agencia o horas anles de sefecharem as malas, e de-
pois dessa hora nao se receber voluine algum.
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade, por ter parte du carga promp-
la, o brigue biasileiro Sympathia : quem no mes-
mo quizer carregar o rcsli ou ir de passagem, enleu-
da-se com o capilao Candido Jos Francisco Goularl
a bordu, ou na ra do Trapiche n. 1 i, com o consig-
ualariu Manoel Alves (Jucrra.
Babia.
Vai seguir com brevidade o hiate na-
cional FORTUNA, mestre Joaquim Jos
Silveira, tem grande parte do seu carre-
gamentoprompto : nara o resto, trata-se
com os consignatarios Antonio de Almei-
da Gomak&C, na ruado Trapiche. 16,
segundo andar.
Para Lisboa, a galera portuguesa Jo-
ven Carlota, capitao Boventura Borges
11 agente Borja far leilao em seu armazem,
na ra do Collegio n. 15, quinla-feira, 15 docorren-
le.as^Q horas da manba, de urna grande quanti-
i-al^HKCCl0S Perlencenle a "na pessoa que re-
mJBl f'a da provincia, consislindo n'uraa
e*ceayla>Tiiobilij de Jacaranda com pedra, urna di-
ta de Mrello, urna rica cama franceza com corti-
nados, um oplimo guarda-vestidos, comroodas, la-
vatorios cora pertences, aparadores, mesas grandes e
peqaenas, loara evidros para servir de mesa, um
rico candelabro, lanleruas, vasos, ca'luugaseeiifcites
de porcelana para sala, algumas obras de ouro e
prala, e outros inuilos objeclos, qua impossivel fura
mencionar, os quaes se achanto patentes no mesmo
armazem no dia do leilao, e se eolregarao pelo
maior lanco offerecido ; assim como varios escraves
pecas de ambos os sexos.
""" C G 'Aslley & Companhia farao leilao, pe* in-
lervencao do agente Oliveira, de porcoes de tintas
preparadas a oleo, aleo de linhaca em botijOes, de
barris de pie e alcalrao : quinla-feira, 15 do cor-
rente, as 10 horas da manhaa, ao armazem da ra
da Moeda, oulr'ora eslabeleciineulo de assucar do
Sr. Luiz Antonio Vieira.
~j ase"'e BorJa, autorisado pelo Ubn. Sr. Dr.
juiz deorphaos conforme o seu despach proferido
uo requerimento do lulor dos nrpb.los lilhos do fal-
lecido Caetano Pereira Goncalvesda Conha.em pre-
sencadodiloSr.juiz, conliuuar o leilao de alguns
bensjaanuunciudos, perleuccnles aos mencionados
orphaos a saber : diversas obras de brilhante e dia-
mante, enlreas quaes sobresahem 2 riquissimos an-
neloes, aliraeles de peito e liolOes pira abertura,
urna grande qaanlidadede obras de ouro como bem,
Irancelms de lilagrana mujlo rices, alfioeles de peilo
coro perolas, brincos, rozelas, hotes para camisa,
coroas, resplandores e sellas para imagem, e oulras
minias obras ; diversas pecas de prala como bem,
salvas, colheres, caslicaes, bacias, estribos, esporas,
ama rica bandeja grande ele, as sobras do engeuho
Coqueiros na comarca de Saulo Aniao. e o eugenho
d agua denominado Mamucaia, na freguezia de S.
Lourencn da Malta podendo ser vendido a prazo
com desobriga dos credores, ou com firmas negociis
nesta praca : lera lugar o leilao quarla-feira 21 do
corrente as 11 horas da manhaa no armazem do a-
gente annoociaole, silo na ra do Collegio n. 15,
aonde os Srs. pretendemos aos bens cima mencio-
nados, que qnizerem alguns esclarecimeulos acerca
ilelles, puderau se entender.
AVISOS DIVERSOS.
Alntanak.
Precisa-se
lia. para en
rd) da Cad
una ama para casa de pooca l'a-
ar e fazer>lauin servicodescasa:
o Kecife, defronte do b "
na roa da
gan. 25*
Galvanoplastia.
Pora-so c pralea-se com toda perreicao e
l'ut aj^ico precopflWpTTcJUalquer objecto de
tal por ftis delioado|deseja; na ra Direila
il da Europa d-se bom
la-
um hbil cozinbeiro.
iUtrif, do Collegio
cisa-*e porjH^iel de um
boa e
^LJBgundo anda
iiaUnav
abundante leite.
ue seja sadia e le-
uha mullo
Precisa-se de urna ama qae saina cozinhar
bem e fazer o mais servio de urna casa de pouca
familia, e quede conheeimenlo de sua conduela: ua
ra da Boda 11 52.
No aterro da Boa-Visla u. 33, precisa-se do
urna escrava que cozinhe e emgomme.
Precisa-se de um caiieiro que tenha pralica
de uberaa, e d fiador a sua conduela : na ra do
Sebo n. 23.
Precisa-se de urna escrava para engommar,quer
seja captiva, quer forra : na Solidade no sitio do Tis-
sel. oa na ra do Trapiche casa de Lasserrc.
Joao da Cunha Beis faz publico que perdea
urna lellra da qaantia de reis 1:2408000 a vencer-se
em 15 de evereiro de 1856, aceita pelo senhor
Uenrique oncalves de Albuqnerque, senhor do
engento Desterro, comarca de Pao d'Alho, cojo se-
nhor ja esla prevenido e pedio esta declaraco fizesr
se alim de poder pasear nova lettra ao proprielario
liis lioandoja perdida de neuhum valor.
Os directores da companhia de Segaros Marti-
mos Ulilidade Publica, emcumpriroeulo ao artigo 41
dos eslalulos, coovidam os Srs. accionistas a compa-
recerem no escritorio da companhia no dia 15 do
corrente ao meio dia, roa da Cadeia do Recite n. 12,
primeiro andar.Os directores, Manoel Joaquim
Hamos e Silva, Luiz Antonio Vieira. Kecife 10 de
novembro de 1855.
GIMNASIO PERNAMBCAHO.
Sabbado, 17 o corrente
andam as rodas d pri-
meira parte da tercena
lotera do Gymnasio : o
resto dos raeus biihetes e
cautelas esta*, a venda as
lojas do costume* e no
aterro da Boa-Vista n. 48
e 68.Ocautelista, Anto-
nio da Sha Guimard.es,
HOSPITAL PORTOGUEZ
De beneficencia
Tendo de abrir-sc solemnemente o Hos-
pital Portuguez de beneficencia nesta ci-
dade, no domingo 1S do corrente as 10
lioras da manhaa no sobrado sito ao nor-
te do corredor do Bispo, pertencente ao
Sr. Joaquim Ignacio Ribeiro Junfo
pela respectiva junta administra!,!
vidados todos os Srs. subscriptoreajpara
assistirem a este acto de religiao e carida-
de. Neste dia estara' patente o estabe-
lecimentoa todos osJSrs. vizitantesde um
e outi-o sexo, desde as 9 horas da manhaa
at as 2 da tarde, e desde as 4 at as 10 da
noiteRecife 112 de novembro de 1855.
Manoel Ferreira de Souza Barbosa, se-
cretario.
Aluga-se om eseravo oplimo cozioheiro e sem
vicio algum, propno para servir em urna casa de fa-
milia : a tratar na ra do Rangel n. l
Armazem para alagar.
Aluga-se o armazem da roa do Eocanlamento,
aonde esla collocado o lampeSo, na casa que faz fren-
te para a ra da Cadeia n. 23 : a tralar oa meaaaa
ou em o o. 25 da mesma ra da Cadeia.
Aluga-se o primeiro andar da ra estreita do
Mearla n. 17, proprio para escriptorio, oa pessoa de
pouca ramiha : a Iralar no mesmo anoar. A pessoa
qae nesle mora o desoecupar logo qae se alugar.
Da-se dioheiro a joros sobre penhores de onro
e prala : na ra do Queimadu n. 37, se dir a pes-
soa com quem se deve Iralar.
uPrccisa"se de 250S a juros sob penhores de oa-
roebnlhanWs: quem quizer dar annuncie.
Precisa-se de ama ama para lavar e engom-
mar para urna crianra ; na ra Direila n. 86. se-
gando andar. '
O padre Tliomaz de Sania Marianna de Jess
Magalliaes se offerece para ser capellao para aqoelle
senhor de engeuho que quizer otilisar as missas e
mais aclos proprios do miuislerio sacerdotal, e para
ensinar primeiras lellras, doolrina christaa, arith-
melica, grammalica da lingna porlagoeza, graroroa-
lica da Imgua latina, musita e francez : o senhor de
engeuho que quizar, pode procurar o aonnuciante
na casa de stia residencia, na ra da Concordia, das
S horas da manhaa em diante de qualquer dia.
Oabmo assignado declara pelo prsenle qae
lem justo a compra da ca-a terrea sila na ra do
hospital do Paraizo n. 7, perlencenle a Sra. There-
za Mana de Jess,moradora ua mesma casa. Kecife
2 de novembro de 1855. r
Manoel do Nascimento dos Santos.
Precisa-se de urna ama de leite: no hotel Fran-
cisco.
Atteneao.
Pergonla-se ojuiz dairmandade de N. S. do L-
vrameulo o motivo porque ainda no presin contas
i commissao que foi encarregado de fazer a passada
procissao da mesma seuhora, visto que se deseja sa-
ber os nomes dos que contriboiram par. ella, e a
imporlancia dessas esmolas, mesmo para evitar du-
vidMll!? outro sim e j se dispensoo ao administra-
dor doalUr da-eianU Inizia dr rtrestsHntas meo-
alenle, de tal administradlo !!!! ou se est admil-
lido ua acloat mesa o j_/- hodie inilii eras li-
!.'Os ollios vivos da Santa l.uzia.
m que annnncion qm
s, dirijT-se a H dos Prazees, o
Vista, a ollima casa pintada de rionnli
Precisa-se de urna ama de alsdfaas babilidadea
pouca fami-
LOTERA 00 GYWASIIj.
Sabbado 17 de novem-
bro andam indubitavel-
mente'as rodas da referida
lotera, pelas 9 e meia ho-
ras da manhaa no espado-
so salo da*rua da, Praia
n. 27. Existe ainda por
vender um pequeo resto
de biihetes e cautelas as
lojas j conhecidas do res-
peitavel publico. Per-
nambuco 15 de novembro
de 1858. -'O cautelista,
Salustianode A quino Fer-
reira.
Ocautelista Salustiano de Aquino
Ferreira avisa ao respeilavel publico, que
nao sendo possivel correr mais loteras
de 6,000 biihetes sendo a quarta parte
das mui acreditadas loteras do Rio de
Janeiro, em virtude de existirem mpre
por vender quantia de 5:00t|
6:000o'000deris, as loterasj|
passaiio a,",000 biihetes, eos pre*j
biihetes e cautelas das mesmas loteras de
5,000 biihetes na importancia de 25:000$
sendo os biihetes e cautelas KOS sem o
descont de S por cento doWposto ge-
ral, vendidos as lojas do costume.
Biihetes 54-600 sem descont 5:000#000
2il800
1S920
Meios
Tercos
Quartos
Quintos
Oitavos
Decimos.
Vigsimos
:>: 5000000
1:6(66
U0 ^4:2500000
1160 ,, ^ i:000i00o
720
600 .,
5Q0
Pernambuco 15 de novenfti
O cautelista, Salustiano da
Ferreira.
I
Jo;lo da Silva Kanros, medico ptli
versidade de Coimbra, continua a er i
em sua casa na na do CabaM
8 as II horas da manhaa a#
tarde, as pessoas que o^ajajj
lar, bem como a saliir 3
proraptidao a qualquer nerS
noile em que seja procaraMl
A pessoa qae aonancioa qo
sobre liypotlieca, dirija-se a na "
Urna pessoa versada em cinco M
ramos scieolificus e liisloria.ensina para fra'do Re-
cife, porm s pode contratar negocio para a'fregie-
zia de Sanio Antio ou parte conjoocta a Ha.
Nos abaixo asoigoados, estabelecidos nesta pet-
ta, tendo em considerarSo o couvenia feito pela as-
sociacSo commercial do Kecife, que eleva oa pala-
ces brasileiros e heipanhoes ao valor de 29000, e
allendendo mesmo a difliculdade de Irocos com qoe
conslanlemente latamos, temos convenciado eacror-
dudo.em que nao so para evitar a sabida deates me-
laesdesta pra(a para a doJRecife, senao tambera
para se facilitarem os Irocos miados, se d aos pata-
roes brasileiros e hespanhoes o valor de 29000, o
neste valor dos compromeitemos a dar e aceitar a
dila moeda de hoje ovante alo que subsista o mes-
mo convenio na praja do Recife, 'u2o deveodo
rm entrar mais do que a quantia'de 50S060 ee
da pagamento. Parabiba aos 7 de novembro do
1855.Por Victorino Pereira Maia, Joaqun da
Silva Coelho, Jos Luiz Pereira Lima & C, Fran-
cisco Alves de Souza^ Carvalho & Filho, Manoal da
Cosa Lima, Manoel Pereira de Araujo Vianna, An-
tonio Kaphael Galvo, Femando Antonio da Mene-
zes, Joao Jos deMedeuros Correia c\ C, Joaquim
Jos Rodrigues da Cunta, Joo Chrisostomo Pires,
n le r
Precisa-se de um bom cozinhei-
10 para casa esangeit a de pouca
familia : ua ra da Cadeia do Re-
cife n. 21.
A abano assignada avisa as pessoas que leem
nenhores em sua mo por maior esparo de 6 mezes,
Pe os venham rcsgalar denlro do prazo de 8 dias,
fia depois de pasudo o prazo marcado, a abaiio as-
signada os vender para seu pagamento, visto que
nflo pode por mais lempo conserva-Ios.
, Antonia Carolina dj Cooccic,ao.
Roga-se ao Sr. que por engao trocou um
chapeo de mola por oulro da mesma qualidade, no
dia 10 a noile, uo bolequim do Sr. Paiva, queira
aiinuiiciar a sua morada para lhe ser entregue o seu,
ou o procure no oilao da malriz de Sanio Antonio,
sobrado n. I i, primeiro andar.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS.
posto em ordem alphabetica, com a de.criprao
abreviada de lodas as molestias, a indicaj.lo physio-
logica e therapeulica de todos os mcdicamenlos lio-
meopalhiros, sen lempo de aejao e concordancia,
seguido 4e um diccionario da significarlo de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO NORAES.
Os Srs. .issignanlcs podem mandar buscaros seus
ejemplares, assim como quem quizer comprnr.
Aluga-se um armazem na ra da
da Praia: a tratar no Manguinho, sitio de
llerculano Alves da Silva.
Urna pessoa com habilitadles preci-
sas encarregp-se de cobranoas em Macei:
a tratia na ra do Queimado n. 7 pri-
meiro andar ou annunciem suas moradas
para serem procurados.
Por dclilT.ieAo da mesa regedura da venera-
vel ordem lerceira de 8. Francisco desla cidade do
Kecife continua estar e\posla i visla' dos liis a elli-
gie do milagroso S. Roque, advogado conlra a pesie
alo o dia 18 do corrente mez, havendo nessedia mis-
sa cantada e ladainha a noile, pai o que se ruini-
da a lodos os devotos a compareccrcm na referida
greja, alim de que coro as suas fervorosas oraioes
iinplorem a protervo da mesma imagem, para que
nos livre do llagelio da pesie da que lem sido victi-
mas os uossos patricios.Secretario,
aldino Joao Jacintho da Cunha.
Os ,ibaxe*8ssignados, com casa de negocio oes-
la cidade, pedem nos seus devednres, que se dignem
salisfazer seus dbitos antes do fim descorrerte mez,
alim do nao verem seus nomes as columnas desle
Diario, como ser forcoso para se evitar a prescrip-
co de mas dividas, conforme o dispoito no cdigo
commercial, da qual salisfaco resultar reciproca
vanlagem, evilando-se desle modo despezas judi-
ciaes e desgostos. Recife 12 de oovembro de 1853.
Andrade ik Leal.
'"S^Bo?1
OlllO.
de alguma
ira casa de
e que tenha boa comlucta, para
lia : no Psseio n. 7, se dir aj
Precisa-se de 800 a B Fhnolheca,
pelo prazo .le b mezes, pagaaa^HIAoradiauta-
Jo, dando-se porseguranej urna boa mobiliale ja-
carand c um bom piano,o qual s vale 6US; qaem
quizer annuncie para ser procurado.
Massa adamantina^
Antonio Barboza de Barros, eslabeleeido con sala
de barbeiro na roa da Cruz n. 62, primeiro andar,
chumba denles com esla preciosa massa ; na mesma
sala veudeimse e alugam-se bichas por commodo
preco.
Candido Jos Lisboa, anligo discpu-
lo do Sr. padre Joaquim Raphael da Sil-
va, approvado plenamente pelo lycu
desta cidade, da* licocs de latir, francez
e portuguez: na ra de Apollo v.. 21.
Aluga-se orna preta de ptima conduela, sa-
nando bem engommar e cozinhar, daudo-sa prefe-
rencia i casa eslrangeira : quem prelender, dirija-se
aos qualro cantos da Boa-Visla n. 1. .
Qdem annnnciou pelo Diario do i.' do cor-
rerte querer alugar um bom silio, dirija-se a ra da
Guia, casa n. 5, segundo andar.
jj^aivo assiguado pede aos seus devedores,
luesiiajBjriem salisfazer seus dbitos antes do fim do
corrale met, alim de nao verem seus nomes nai
columnas desle Diario, como ser forcoso para se
evitar a prescripcao de suas dividas, conforme o dis-
posto no cdigo commercial, da qual salisf.irao resul-
tara reciproca vanlagem, evitando se deste modo
despezas judiciaes e desgoslos, Recife 12 de novem-
bro de 1855.Manoel Carneiro Leal.
Augusto Frederico de Oliveira pede a lodos
que liverem cortas a receber da ^asa do sao finado
pai o Sr. Hamo de Beberibe, que bajam de as man-
dar entregar uo escriptorio da ra da Aurora o. 26,
alim de serem opporluoamenle pagas ; bem assim
como declara que nao reconhece como valido qual-
quer pagamento feilo ao seu caiieiro por alaguis
quer de seus proprios predios quer dos de seo finado
pai, quando nao (enba lirio lagar em virtude da
aprsentelo de recibo impresso assignado pelo pro-
prio finado seu pai, ou por elle Augusto F. de Oli-
veira, sendo qae ao sea caixeiro foi sempre expres-
samenlo vedado firmar recibos por qualquer cobran-
que lizesse, segando j foi em outra poca annun-
ciado.
Perdeu-se om coracSo com um diamante em
tres vollas de cordao de ouro, no bairro da Soleda-
de : quem o achou e quizer restituir, ser gratifica-
do, levando i cau da sobrado nos terrenos de ller-
culano Alves da Silva, ou ao silio daqoiaa defronte
da do silio dos doas lees, na eslrada de Joao ler-
nandes Vieira.
Casa de commis-
sao de eseravos.
Na ra iiireita n. 3, confroole a travesea de S.
Pedro, sobrado de :t andares, recebem-se eseravos
de ambos os sexos para se vender de commissao, nao
se levando mais por esle Irabalho do qee doas por
cenlo, e sem despeza alguma de comodonas, oOere-
cendo-se para islo toda a seguranca e commbdos
precisos par os ditos eseravos,
AlugS-te orna ama forra ou escrava, de boa
conduela, para fazer compras e cozinhar para doas
pessoas, preferiado-se tambera saber engommar.
Precisa-se de um pequeo de 12 a 14 annos
para taberna ; oa ra da Conreino n.jf se dir
quem piecisa.
Gabriel da Costa. Monleiro, Antonio Francisco da
Oliveira, Joaquim Ferreira Soare, Carneiro da Co-
nlia & C, Antonio Vicenta de Magalhaes, Jos An-
tonio Pereifa Vinagre, JoseHJoacalvie de nledeiros
ajeriado, Benlo Jas da Coala, Jos Jacintho dos
s, Jos de Aaevedo Silva, Antonio Camillo da
lauda, Antonio,)?tederico Paola, Antonio Fran-
cisco Ramos. Joaqom Marqaaa Damazio, Antonio
dos Sanios Coelho, Jos GorjBla. Ara ojo Quintella,
.Vicente do Reg Toscano deTales Jos do Jtieve-
do Maia, Jos Joaquim Peixoto de Miranda Manri-
ques, Jos Feliz do Reg, Manoel Rabello da Oli-
veira, Primo Pacheco Borges, Antonio Alejandrino
Lima, Manoel da Silva Nev, Rufino Olavo da Cas-9
la Machado, Fructuoso Pereira Freir, Joaquim
Ezequel Barbosa. Jos Dias de Araoja Jorge, Anto-
nio Ricardo dos Santos, Mesquita Jnior, Joaquim
da Costa Lima, Jos Antonio Mirqaes GaimarSes,
Amaro de Barros Correia, Joao Baplisla de Maga-
lhaes, Joao Baplista de Albuqnerque, Ricardo Joa
Francisco, Antonio Lopes da Silveira, Jos Jnuario
Aranlia, Antonio Rufino Aranha. Joaquim Pacheco
Borges, Ernesto Augusto Paula, Manoel de Medai-
ros Carvalho, Custodio Domingos dos Santos, Anto-
nio ThomazCarneiro da Cunha, Joaquim Silvano de
Macedo, Joo Jos Lopes Pereira, Manoel Jos*'
Espirito Sanio, Joaquim Francisco Mo
Franca, Marcelino Gomes de Leiros, Jos 1
de Oliveira, Jos de Souea Vieira, Domii
nes Snres, Victorino JosJJajsoso, Manoel" da ]
Medeiros, Francisco do ^Ponles, Pedro
de Albuquerque Gaiidra^Henio Dias Ferreira ]
chado, Manoel Vidal da flk, Francisco Teizeira da
Silva Pinlo, N. Gadumlh cV C F. F. Lima, Joio
Pinlo Monleiro da Silva, Antonio Joaquim Teiieira,
Francisco Jorge Martins Bulelho, Faria i Cont,
Joao Tavares Ferreira, Manoel Francisco de Olivei-
ra Jnalor, Manoel Francisco da Silva Coito, Jos
Ferreira Dias.
No'.dia 16 do correule a urna hora da larde.se ha
de arrematar, por venda, na sola das audiencias do
Dr. jurie direito da primeira vara do civel, a casa
terreaTB30, era chaos foreiros, sila na povoarSo do*
AfosadoaTua roa de S. Miguel,com47 palmos d fren-
te e 37 de fundo,com 1 pequeo sitio com 380 palma*
de frente e 450 de fundo, coro alguns ps de fruclei-
ras em mo eslado, e por isso avallado em -250* rs.,
por eiecucao de Joo Jos do Reg conlra Manoel
Goucalves Servina : os pretendemos pederao concor-
rer no supradilo dia e hora cima, tkj
Ausenloo-se de casa desde i
o eseravo pardo de nome Francia;
alio, enrpo regular; cor palida,i
ridos, om tanto amatuladu por
quem o pegar, leve-o ra do i
sera gratificado.
rrenle
Sor veles.

de A. V.
o. lEMxar p,
ca ubb;i caso se
ama estreita do Rosario u. 12, ha sorvelestodas
as nuiles a 200 rs., e nos dominaos depois das I llo-
ras,bous sorveles de crema a 360.
Precisa-so de um fHtor, ; no silio de
Silva Barroca, na Magdalena. -
Apessoa qoe annuncieu no Viar
de ii> uesi.i cidade : dirija-se a ra da Cadeia dfRecife
U. T.'oj.l.
Precisa-se alugar urna fescrava com habilida-
des ou sem ellas, para oserviro de ama ca*i de poM
ca familia ; na ra da Cadeia do Recita, loia da
cambio o. 38.
Aloga-se urna escellenle loja propria .ara
miudezas ou qualquer ontro estabelecimenlo, na ra
des vnarleis n. 20, a qual loja esl prompla com
urna ptima armacao que se vende por menos df
metade do seu valor ; a tratar oa raeima rus, n
ptdat ,a do Sr. Manoel Antonio de Jasas.
Deupparecea no dia seguoda-leira lSj
reate da casa do abaixo assignado, om motel,
de nome Candido com os signaos seguintas: i
balsa, para a idade que lem 14 annos, bem I
corpo e muilo fornido, edr preta e cara liza, I^L
grande, em cujoscautos costumam ser ue cabello* ana
lauto veraselhados; feices regalares, cabaca om
tanto redonda e meia grande, cosluma elevar o beiro
superior quando falla a ponto de mostrar os denles,
sendo estes perfeilissimoi, olho* vivos e todo elle
denota esprtela ; nao tem achaque algum ; como
ha pouco veio da cidade do Kio-Formoto (onde he
muito conhecido) e em cuja comarca tem mSi e an-
ligo senhor Amonio Luiz Santiago, no riacho do Pa-
dre, fregaezia d'Agua-Prela, he provavel que para
alli.se tenha dirigido : por isso roga-se a lodas as
pessoas que o conhrcerem, e as que pelos signaet se
convenram ser, assim como os autoridades poli-
liciaes, capilaes de campo ele. que o avistaren], de o
agarrar e manda-lo a sen senhor na rae Direila n.
!I3, primeiro andar, que sera salisTatoriaraeule pago,
alera de ficar-ie oorigado, adverle-se que tal vez te-
nha elle associado-se a algum viandante, por isso re-
commenda-se muita vigilancia para com os comboys
moito principalmerte para com os do serian. Sabio
uuicaraeute com a roupa do corpo.calca azul a carni-
za d'algodaozinho de mangas corlas, sem chapeo, a
pelo meio da, por iiso se sappoe que algaem o con-
du/a, mormenle nao se lendn dado motivo nenhum
para dita fgida, lem cicatrizes velhas de chicote
principiando do p ao pescoeo,
Francisco Seraphico de- Asdt Fatconcellos.
Precisare deum menino para criado, que sai-
ha comprar na ra : a Iralar na rua^Oireila n. 93
primeiro andar.
Selza-feira 16 do corrente, linda a audiencia .
do lllm. Sr. Dr. juiz de orphaos. no logar do coslu-
rae, vai praca a requerimento dos herdeiroa pst
renda, pelo lempo de seis annos, a qualro canto*
mil ris annn.ies, o sitio na eslrada do Rosariubo
da fallecida, Aona Rila do Sacramento : quem pre-
tender comprela ao referido lugar.
Annuncio.
Jos da Silva Reis avisa aos seus amigo a ao les-
peitavel publico ero geral, qoe vai ao sol tratar de
eus negocios relativos ao thealro de SanU-Isabel,
coja empreza elle tem de contratar pelo*ono de
1S5. associado com o Sr. Germano Francisco de O-
tja, que estando em Lisboa deve vollar a esta ci-
asnjaeeiro do referido anno. Oanuunciaule
elenle dos motivos de sua viagem s autoridades
respectivas do Ihealro, e aqui estar tambera devol-
(a no principio do anno futuro.
Precisa-se de ama prela escrava, de boa. con-
ducta, para o servido interno de ama aasa : quem a
liver e qaizer alagar, dirija-se ao largo da Ribeira
a. 1, liberna qae faz quios para roa d Santa
Rila*



/
v--
uimiHnn


r/
CONSULTORIO DOS POBRES
ftO UVA IfOVA i *.wrjkR ttO.
0 Dr.P. A. Lobo Moicozodcoasuilas homeopalhica lodoi os dias aos pobre, desde 9 horas da
manha at* amo dia, e era casos extraordinarios a qualqoer dora do dia ou noile.
Offer***-f* igualmente para praticar qaalquer operago de.cirurg.i, e acudir promptamente a qual-
r mulher que esteja mal de parlo, e ctiiascircumstanciarnao perroillam pacar ao medico.
PIMO DE PEMMBUCO QUlWTfc FEIHA 15 GE HOVEMBVRO DE 1855
qoe
1 CONSULTORIO DO DR. P. A. LOBO M0SC0Z0.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual complelo de raeddicina homeopalhica do Dr. C-. H. Jflir, traduzidoem por
tugoez'peld Dr. Moscozo, qualro volumes eneadernados em douse acompanhadode
un diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele, ele. .'. 20JO00
Esta obra, a mais importante de (odas as que tratara doestudoe pralica da homeopalhia, pnr)seru nica
que coolm a has* fundamental d'esla doutrinaA l'ATHOGENESIAOi: EFFETOS OSMKUIC\-
MJUTOS NO ORGANISMO KM ESTADO DE SAliDE-eouhecimento. qnenSo podem dispensar as pes-
ioati que e querem dedicar n pralica da verdadeira medicina, iuteressa a lodos os mdicos que qnizerem
kperimenlar a doutrina (Je Hahnemann, e por si mesnios se convenceren! da verdade d'ella: a lodos os
azemleirose senhores de eoftenho que eslo lonse dos recursos dos mdicos: a lodosos capttesde navio,
qne urna ou oulra vea nao podem deiiar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
a todos os pais de familia que por circunstancias, que ntin sempre podem ser prevenidas, sao lubrica-
dos a prestar in eonlinenti os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O- vldMaecum do homeopalha ou traduccao da medicina domestica do Dr. Herins,
obra lambem ntil as pessoei qoe se dedicam aoestudo da homeopalhia, um volu-
ta* grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 10000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. itJKXX)
.Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopalhia, e o proprielano deste estabelecimento se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
uin juera dovida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
Boticas da 3 ou 30 dyoamisago.
De M V
De
-8
60
Menores.
. 89000
. I5000
. Ju-Oon
. 258000
. 308000
. 60000
Grandes.
I05OOO
3 000
&>000
:10500o
359000
isooo
2}000
S|000
De iO_..............'.'.'.'.'. ".
OualqWr destis boticas em linduras, o dobro.
Cac'a tubo avalso................
Meia anga de qualquer tiuclura da quinta djnaniisagito ... ". ".
Um frasco da verdadeira lindura de rnica.........
sima casa ta sempre venda grande numero de tubos de crystal de diversos tamanhos,
ridri para medicamentos, e aprompla-se qualquer encommendu de medicamentoscom toda a brevida-
de is por prejos muilo commodos.
" __ TRATAIEHTO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
' PELOSJDRS
f para se poder curar desta enfermldade, administrndoos remedios mais eflicazes
_, emqanto'se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la inderieudente desles nos lugares
DO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
wposculos contornas indicacjs mais claras e precisas, e pela sua simples e concisa exposi-
"Be de todas as intelligencias, nao s pelo que diz respeilo aos meios curativos, como prin-
preservalivos que lem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parte em que
jjostus oui pnlica.
homeopathico o nico qne lem dado grandes resultados no curativo desta borri-
tas a proposito Iraduzir estes dous imprtenles opsculos em lingos vernecu-
Hr a sua leilura a quem ignore o francs.
late do Consultorio do traductor, roa Nova n. 52, por 29000. Vendem-se tambero
e boticas de 12 tubos com um frasco de lindura 103000, um dito de 30 tubos
!iendo o c
enferraiin^^B
la,loara de-
nde-se'i
os rredicamenli
309091.
LOTI WA DO GYMNASIO PERNAM-
^ BL'CANO.
AOSllOOOi, 2:500$ 1:000S.
1 Antonio da Silv Guimaraes. lem ez-
poslo venta os seus muilo afortunados bilhelcs da
prinuira parte da lerceira lotera do Gvmnasio, a
qual torre do dia 17de noverabro crrenle, os quaes
estao a venda as seguinjes lojas : aterro da Boa-
Vista n. 48 e 68 ; rna do Sol 11. 72 A ; ra do
Mgti n. 51 ; praca da Independencia ns. 14 e
!; ra da Cruz n. 43, e ra do rilar n. 90.
PRECOS.
Bilhelcs iuteires 59500
Meios 298OO
Quarlos 19400
Oilavos 700
Decimos 580
Vigsimos 300
Oitocsmo cautelisla declara, que tarante nuica-i
sus bilheles inteiros em originies, pagan-
do oa premios sem o descont dos oilo por cenlo do
impasto geral.
. J. JANE, DENTISTA, S
a aliona a residir naroaflova u. 19, primei- 0
9 andar.
Aviso aos puis de familia do Hecife.
Uflia senhora habilitada e tora muila pratica
lucir criangas do zexo femenino, ulerece-se 1___,
honrados senhores, que lindo ajueiram servir-se do
seo presumo, a soppUUmle avisa com lempo para
*er pi ocurada ; delcrnnna abrir um collegio no dilo
lugar; Ihe paree* muilo til e necessario,, pois que
nao la; e seudo. queirim ir matriculando de boje
em dianle as suas til has, sendo lenha urna col Ierra
le f alumnai, ella val para o dito lugar c recebera
T,*a*'>'! islas ezteri,as'o internas : quem Ihe convier,
dirij.i-se roa do Vigario, segunda andar da casa u.
13, <\ie bise dir quem he ;o supplicanle.
CONSlLTORlfmffu^
HOMePATHlCO,
(Gratuito para os pobres.)
^tua de Sattlo Amaro, (Afuntfo-A'oeo) n. 6.
O Dr. Sabioo Olegario l.udgero Pinito di
Illas todos os das desde s 8 horas da
1 at ai 2 da tarde.
1 a enfermos em seus domicilios, das
em dianle ; mas em casos repentinos
(olesliasaKudiiegraves'ss visitas serao
1 em qualquer Hqjfc.
As molestias nervoafc merecen) Iratamenlo
especial segundo meios hoje aconselbados :
I polos pralicos modernos. Estes meios exis- :
lem no consultorio central.
Novo* livros de homeopalhia em francez, sob
todas de summa importancia :
Hahnmaon, tratado das molestias chronicas, 4 vo;
Masta adamantina.
H gerltueole reconhecida a excellencia desla
prepnracAo para chumbar denles, porque seos resul-
tados sempre felizes sao ja do dominio do publico.
Sebatliao Jos de Oliveira faz uso (lestaJMciosa
mmii, para o fim indicado, e as pessoas qVquize-
rea Itonra-lo dispondo d seus servicos, podem pro-
cura-lo ba .travessa do Vigario o. 1,loja de bar-
beirc.
: DEHTISTA FRANCEZ. X
^ Pa|ofiignoux, denlisla, estabelecido na
icga do Rosario n. 36, segundo andar,
9 cidloca denlesc*m a pressaodo ar, e chumba )
^^^Hpa>aa adainanliiia e outros roe- *J
SCURSO SAGRADO,
tado em commemoraca o da in-
lpendencia do Brasil, no solem-
1 Te-Deum que os habitantes da im-
perial cidade de Nictberoy,
-fieeram celebrar no dia 7 de se-
tembiode 1855,
PELO
SI. JOAOUII PINTO DE CAMPOS,
Coneg honorario da capella Im-
perial, offlclal dalordcmda liusu,
diputado assembla geral pe-
la provincia de Hernambuco,
p rofessor dceloqnencia nacional
do antlgo lycn da cirtad do Ke-
elife, bibliothecario da Kacnlda-
de, de Direito da mesina cidade,
e socio correspondente do insti-
tuto Histrico do Brasil, etc.
Es disenrso impresso e vendido Dlos Srs. La-
emmert & Companhia, do Rio de Janeiro, por gra-
ciosa licenca do autor, vende-se na livraria n. 6 e 8
da praa da Independencia, a 10O0 cada, exem-
plar.
Precisa-sede um.escrava por aluguel para o
servi<;o de urna pequea familia j na ra do Hospi-
gi*n. 7.
Lf/TERIAS DA PROVINCIA.
O l'lm. Sr. thesouieiromandalazerpu-
Wio-, <|tteaeachama venda na tliesouta-
1 a 11 loteras, na rua da Praftar'n. 27, os
hilLtte da primeira parte da lerceira
lolet, do Gymnasio, cujas rodas andam
im[)ieteiivelmenteno da 17 do andante
me/.. Tuesourria das loteras 5 d no-
vemljrode 1835Luia Anlonto Rodri-
gues de Abielda, escrivu jtjas loterias.
AULA.DE LAXIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que inudou a sua aula para a rua do Ran-
ga 11. 11, onde continua a recebqr alum-
no* internos eexternos dete ja' por m-
dico preco come lie publico: quem se
quiter utilizar deeupequeo prestimo o,
pod procurar r*segundo andar da refe-
rida casa a' quu'quer hora dos das uteis.
lumes.
Teste, rroleslias dos meninos .....
Ilcrins, homeopalhia domestica.....
Jahr, pharmacnpa homeepalhica. .
Jalir, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas. ... .
Jahr, molestias da pollo.......
Itapou, historia da homeopalhia, 2 volumes
Harthmaun, tratado completo das molestias
dos meninos...........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
De Eavolle, doutrina medica homeopalhica
Clnica de Slaoneli .......
Casting, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Njslen.......
Attlas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, conleudo a descripcao
de todas as partes do corpo humano .
vedem-se todos estes livros no consultorio horoeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, rua JNova u. 50 pri-
meiro andar.
LOTERA DA fmm\.
AOS 5:000*', 2:500^ E l.:000.s'.
O cauteJa Antonio Jos Rodrigues de Souza J-
nior lem eiposio venda os bilheles e caulelai da
primeira parle da lerceira lotera do Gyronaaio, que
corre sabbado, 17 do correle, aos prejos abano
s lojas da praca da Independencia bs.,4, 13, 1. e
; rua Bireita u. 13 ; e rua da praia, loja de f
)das n. SO. S*ndo pagas poHnleiro'iis sorli
grandes que obliverem suas ditas cautelas, na rua
do Collegio n.l, primeiro andar ; e asquesalti-
rem em seus bilheles inteiros lambem o possuidor
recebe a surte por inleiro, sendo os oilo porcento do
208000
. 63000
7OO
oaooo
169000
9000
wooo
16*000
1000o
8SO00
79000
9000
49000
109000
309000
Em urna correspondencia nerla no Diario de
hontem, diz o Sr. Dr. Aquino. em resposla ao cor-
respndeme do Jornal do Commreio, c|ue na corle
noticia alguns factos irregulares aqu praticados as
quarentenas, laescomoa retirada de algutnas pes-
soas em obscrvaeo no lazareto do Pina sem formal
ordem da provedorio da salido, sob cujas ordens es-
lava e esta o dilo cslabelecimeulo, nada llio compe-
tir di/.er, visto estar esse lazareto cargo c direcca
1I0 capillodo porto e inspector do arsenal de man-'
liba, dando assim a entender (|ue outro he o culpa-. I
'i", o por lano nao ohrigado a responder; cumpr"
manifestar que tal occurrencia|leve lugar, creio, por
o.Sr. Dr. Aquino, na qiulidado de presdante da
commissAo de IKgieno Publica desavrse rom o seu
colleg o Sr. Dr. provedor da saude contrariando*
resohirn por este ollimo Sr. lomada para o IcrnJI
da observado, o anal declarado na vspero pelo
mesmo Sr. Dr. nao s 110 latar/lo as mesillas pessons
quejulgaram facultativa tal declararn, come a mim
na sua reparlico, em presenca de mais de urna pes-
soa, e nflo por quem apenas liuhu enl.m sob suas
vislas o servido de tal estabelecmenlo. Recife U
de uovembro de 1855.
Eliitiario Antonio dos Santos.
. I'recisa-sc de nina ama : na rua das Aguas-
Verdes 11. U-2, segnudo andar.
O abiiizo assignado julga de sen dever conti-
nuar a declarar que cura radicalmente a moleslia
vulgarmente chamada morphea, erydpella, rislins
e pernas indiadas, qualquer que seja o eslado do
docule, e sirva isio de protesto ao publico e aogo-
verno em uome desses desgracados, que ale boje s
lem adiadoconsolacSo na sua dor. -Nflo liaislo urna
basofia do annuncianle, mas um acto deJfera con-
ciencla. O abaixo assigoado dar a queftTo procu-
rar as garantas possivels, e ao governo da provincia,
que sustenta um hospital, com o qual tanto gasta e
sem tirar o menor resultado, odeece o seu prestimo,
para dentro de um lempo certo e com todatMs se-
gurancas, tratar do qualquer duenle que* garvemo
Ihe queira entrojar. O annuncianlu a* aajeiliri.
mesmo a pena de prisao como eslipuladoTBTie nao
cumpnr o que prometlcr. Que mais pode o annun-
cianie offerecer ? (Juera ja se atreven a fallar assim
pela imprensa ? O annuncianle he pobre e nao pode
razer a candado de curativo ^raluilo, ilcspearinndo
com elle dinheiro, porque sera dar o que nao Uw.
lia metes qoe o anuunciante est nesla cidade c i
aprsenla em sua rasa, na rua do Padre Floriauo
n. 18, dous escravos curados.
-Manuel Rorges de Mendonrja,
Amonio Fernandes da Costa, preto livre, he
sennor c possoidor de alguns escravos^ um delles
cnoulo, de nome Olegario, cora olllcio de raarcinei-
'0, succede que ha poucos dias foi para a marinha e
alislou-se por catraieiro. diionrin w fnrm ...
.
Chally
referida can'
Ihescureiro.
Bilhelcs 59.;
Meios
Teirjos
Ouartos
Quintos
Oilavo*.-
Decimos
800"^
competente premio 00 Sr.
S800-
1880
l&WO
19120
700
580
Vigsimos 300
e por inteiro
D
5.OOO9OOO
2:.5OO00O
1:6669666
1:2509000
1:0009000
6259000
5009000
2509000
O cautelisla,
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
Aluca-se nm sitio com boa casa de sobrado, a
qual lem mullos commodos, sila na povoacito do
Monleiro ; a tratar na rua do Trapiche u. 14.
Precisa-ie de nm criado para todo servioo de
um homem solteiro ; a tratar na rna do Queimado
n. 7, primeiro andar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos billfetes
da 'lotera quarta, do recolhimento de
Santa Tliereza, que devia correr a 5 ou
9 do corrente mez: as listas esperam-se
pelo vapor PARAN', que partir' in-
iallivelmente a 10 do corrente, ^deve-
ra' aqui cliegar a 17 ou 18: os Pfcmios
sao pagos a distribuicao das mesmas lis-
tas, s
Obras de
ouro s mais mo-
dernas .
Os abaixo assignados, dooos da loja de ourives, na
roa do Cabog n. 11, confronte ao paleo da matriz e
roa >nva, fazem publico, qus estao recebando con-
tinuadamente muito ricas obras de ouro dos melho-
"s gostof, fanto para senlioras como para homns e
meninos ; os preros conlinuam mesmo baratos como
lem sido, e passa-se conlas com responsabilidade,
especihcando a qoalidade do ouro de 14 ou 18 qui-
lates,(cando assim sojeilos os mesmos por qualquer
duvida.Seraphim Irmao.
--------Precisa-se de urna ama de leite, pa-
ga-se bem: na rua Nova n. 46, segundo
andar.
u r (;lirica-5 "i IO9OOO a qoem levar a rua do
sol 11. 23, segundo andar, ou descobrir quem pegou
um xexeo fgido no da 6 do corrente, pelo lado da
rua das t lores.
Precisa-se para ensinar a tres meni-
nas em um engenho.de urna senhora que
para isso se ache habilitada, que tenha
boa conducta e todas as condicoes que
seexigempara urna boa mestra : a quem
cou^er procure no pateo da matriz de
Santo Antonio, sobrado de um andam.
1, que achara' a pessoa com quem deve
tratar.
Precisa-se de sete centos mil res a
premio, ando-se duas escravas por segu-
os quizer dar annuncic.
O SOCIALISMO
|PKLO GENERAL ABRE E LIMA.
Anda exislem alguns exemplares enqondernados,
e acbam-se a' venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de Freitas & C, esquina da rua do Collegio,
isa do autor, paleo do Collegio, casa atnarella,
eiro andar.
ro
- rrecn
nm, 111
s (erceirof franciscanos a nova e verda-
enha ; em eas* da Narciso Jos da Costa
paleo do ('.armo n, 2.
fCACA'O COROGRAPHICA.
a'a venda na livraria classica n. 2,
no pateo do Collegio, a obra intitulada
Breve Moticia Corographica do Im-
perio do Brasil, escripta em 1851; e ro-
ga-se aos senhores assignantes que tenham
a bondade de mandar buscar os seus
exemplares, no armazem de leiloes, na
ruado Collegio n. 15.
por catraieiro, dizendo ser forro ; o sup-
plicanle provou perante a auloridade competenteaer
0 dilo sua propriedde, qne o houve por compra ao
sr. Jos Alfonso Ferreira ) e para que pessoa algu-
fcfazer pprehensao no dilo escravo. pre-
kuer auluridade policial ou rapitaes de
f,a^P',I'B.vendo dil croulo fora ile sua casa de
t das em dianle, ooderao prender e leva-lo em sua
casa, na rua de Sania Hita, que paga a tomada e
mnito obrigado iica a quem o lizer.
CigarrodeS. Paulo, verdudeiro surucaba.
Avisa-se aos Srs. acadmicos, que de novo he che-
gado no deposito de clurulos da rua larga do Rosa-
rio u. 32, um grande sorlitncnto de cigarros de S.
laulo, viodo pelo Rio de Janeiro no ultimo navio,
e que se vendo em porrao e a relalho, sendo a 500
rs. o cenlo, e por meuos em milheiro.
Precisa-se de urna molhcr de idade para ama
de urna casa de pouca familia ; na rua larga do Ro-
sario n. 32.
ADVERTENCIA.
OsSrs. Joao llypoliio Heira Lima, Jos Claudino
.eile, Jos Lopes Uuimaraes, Jos Mara Bourbon
de Vasconcellos, Cosme Bezerra Raptisla da Cosa
(do txu ), Nomenano Jos de Barros, Joaquim Cor-
rea Leal, Caelano Jos Coelho, Joo da Silva Vjan-
na (de (.aranhons), Frederico da Gama Cabral (da
1 araluba), Malinas Carlos de Araojo (dem), Jos
Joaqun) de Almcida Caslr.o (de Caruaru'), Manoel
u 1 .*. !5'?.l(Ja"h" d0 Aleocar ,do Exu'), Amonio Jos
Kabello Ouimaraes (do Par\ Joo Carlos Damasce-
no (dem), Antonio Paes da Silva (Porto Calvo e
Joso Joaquim 1 a vares (idem),^airam maudar pa-
gar as assignaluras do Echo Pmftmbucano, durante
o lempo que subscreveram pari mesmo.
No da 23 de oulubro do corrente anno, fuco
acnoula de nome Umbelina, que reprsenla ter 40
annos, com os signaes seguinles : altura recular,
cheia do corpo, cabera grande, orelhas pequeas,
roslo redondo, denles limados, t>m urna cicatriz jun-
io do nariz do lado direito, toas aDd,r llm i,nlo
pesado, levou vestido ro.,,saifca|ul #pauno da Cos-
a : quem a pegar leve-a rul^Hna, casa 11. 91. J "
Uoje haveru a muilo superior carne decarntiJ"P1
ro, naesquina do pal*6 do Paraiz*,'jcougue u. i. | nl'
jMWe^eaos Sis. presidente mais mambrosda
"Me Noologica, que lenliam fcndadMo man-
dar pagar na rua Na va n. 30.
*Ha dovprlnror
HOO rs. <; coMdo,
com lindas e variadas core", rica l.'ia com quadros (fe
cores lingindo seda, p.-L diminuto preco de 650 rs.
o covaJo ; na rua do (hiciinmlo 11. 38.
Kico gazede
seda,
com quadros iie lindas cores, fazcmU propria para a
noile de fesla, pelo diminu preco de 13 o covado i
em frente do bcrco da CosgregecSo, rua do Ouci-
inado n. ;8.
Fazenda rica he
flavina.
Chafada ultimamente pela barca franceza /Atiza
Mara ; esta smenle i venda na roa do Queimado
n. :)8. em frente do becco da Congregado ; cuja fa-
zenda he toda de seda com lavmeem de cores, com
urna vara de largura ou mais, pelo diminuto prVcu
de lJHiOO o covado ; do-se as amostras, deixando
penl'or.
'tiito barato.
Pecas de cainbraia com salpico brancos, vendem-
se para acabara tSf30 cada peca ; na rua do Livra-
raenlo, casa da esquina n. 2.
Sacea com (aiiuha.
Vendem-se saccas cqm farinha da ierra, nova e
bem torrada, por nraea coro modo; na rua da Cideia
do Kecife, loja 11. 23.
ROLAO FRANCEZ.
Venae-se esta deliciosa pitada tanto em
porcao comoaretalho, em poito na rua
da Cruz n. 2G primeiro indar, a reta-
Ihoa 10 rs. a oitava: na rua da Cadeia,
loja de Vaz & Leal.
Na rua da Cruz n. 2 primeiro an-
dar, vende-se urna porcao de cai\as com
sai-dioiusfbm latas, milito novaspor terem
i'liegw lo no ultimo navio trance/., e por
l>l'rHi<*aUio prefo.
Vend"*
Til
n
M
M)
oulras
em
ca, e licor da
2(i, ]>rimeui
e\cellente champagne
mente.chegadodeFran-
1: na rua da Cruz n.
dar.
Vende-sena rua da Cruz n. 20 pri-
r o apreciavel cha' preto em
ni cerno chocolate francez o
tern apparecido no mercado,
muito em cunta.
voltarete.
Vend^i-se na rua da Cruz n. 26 pri-
meiro andar, caixinhas com tentos multo
delicados para o apreciavel jogo de voU
trete, ou para otitro*qualqucr jo;;o, ul-
timamente vihdosde Franca, epor preco
baralisimo
Vende-se urna po
com rolhas de vidro, mui
conservar toda a (lualidade^ie rape
ito prr^Prrbs
asco*
para
epor
preco muilo cotnmodo : na rua da Cruz
2fJ"primeiro andar.
Vendc-se por preco rjue eaaarvidg
esclava rnotila de lucia
I
5Bledore.
A pessoa que
Biinmtriw
-----r dav SSO3 a
" ,1" L l,en,,re,> dirjale a rua do Queimado
icar.i quem faz esse
precisa
a n
11. J7f primeiro andar, que se indica
negocio. ,
Aluga-se umjfasaaM eslrada dos Mtiedios,
P opna para l>*a0tTl-, a Irataf-Do mesmo
lugar com JosoMarelino Alves da Fdaweca.
A pessoa que qoer 2509 a juros sobre penho-
res.dir.ja-sca rua estrella do Rosario n. 4, que ah
sediraquem osd. M
Precisa-se urna ama de leite que nao Icnlia Ti-
llio : na roa-da Guia n. 0.
. Na bolica da rua do Rangel n. 61, vende-se
una escrava moca e de bonia figura, a qual cose,
cozoba, lavae engomma.
Precisa-se de ana ama de leite para acabar de
crear urna cranla: a tratar na rua do Sebo casa ter-
rea n. /.
Aluga-se para ama de cozinha ama mulher :
na rua de Sania Rila, lado direlo, esquina que faz
para a rua de Sania Cecilia, casa pintada de verde e
portees amarellos, achara para tralar'quem pre-
COMPRAS
Compra-sc urna armae.So de taberna com os
seus perleoces : a tratar no caes do Hamos n. 26.
Compra-se ama cadefrinlia feita na Ierra ou
ama dita de reboco feta na Babia, mas quslquer
urna dellas seja debom goslo eque eslejam com pou-
co uso : quem tiver amiuncie ou dirija-se a, rua do
Rangel 11. 36, primeiro andar.
Compra-se um ou dnus bahs de 3 ou i pal-
mos, rnbertos ou mesmo sem serem cobertos, que
estejam em bom estado ; quem tiver annuncic.
Compra-so urna escrava que eozinhe e engom-
me, nao precisa ser mota, agradando paga-se bem :
ua praja da Boa-Visla u. 22.
t.omprnm-se um diccionario porluguczde Cons-
tancio, ama arammalica lambem porluguez, por
Jeronymo Soares Barbosa, e urna dita franceza por
Bourgain, ludo em bom estado ; na rua da As--
sumpeas n. 36, segundo andar.
VENDAS.
ta figura, cor retinta?co/.inha
rio Je urna casa,ensabo#e\retlenl
gornma pouco vende na rua e sobn
r"*ww mtatdcnnnhosa para meninos :
a Camboa do Ca rao n. 18.
' pBe
na roa D

Vendem-ia excedentes velas I
6,7,8. 9, 10 e 13 por libra,
que em oulra qualquer parle :
na fabrica da viuva do finido Brilo.
ubi pura, de
nos prego do
Direila o. 59,
olliiilias
PARA 1856.
Estao a yenda as l>em condecidas fo-
Iliinhas impressas nesta typographia, as
de algibeira a 520 e as de porta a 100; as
de algibeira .alm do kalendario ecclesi-
astico e civil, contm um resumo dos irr.-
postos municipaes, provinciaes e geraes
que ail'ectam todas asclasses da socieda-
de, extracto dos regula montos parochiacs,
docemiterio, enterrse sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras para (a-
zer manteiga e queijosde dill'erentes qua-
lidades : vendem-se nicamente n livra-
ria 11. 6 e 8, da praca da Indeprndencia.
No lim do mez sahirflo a luz os alma-
naks, assim como as foihinhas de resa.
Vende-se ama ptima escrava com algumas
habilidades : na rua do Queimado n. 6').
Vende-se um escravo croulo, moco, de bonita
figura : a tratar na rua do Queimado n. 9.
_ Vendem-se 2 caixoes grandes, 3 pequeos com
vidro, e um halrao, ludo proprio para deposito de
pad.ria ou rcfinag.lo : a filiar na rua da Cadeia do
Kecife, loja de cambio n. 38.
Vende-se urna loja de fuoileiro com todos os
ulencilios.bem afreguezada e com bastantes obras de
gosto : no aterro di Boa-Vitta n. 17.
Vende-se nm mu loque de idade de ti a 11 us.
de bonita figura ; no paleo do Carino n. 1.
PARA A FESTA.
Aluga-se nomelhor lugar da Torre, um
sitio com grande casa nova, estribara e
cocheira equartopara eitor: a tratar na
rua da Cruz n. 10.
ST CORTES TURCOS.
Vendem-ie estes delicados corles de cusa prela
com piulas carmezins e listrados, os mais lindos pos-
siveis pela ua novidade de padres, e s se vendem
lias lojas dos Srs. Campos & Lima, rua do Crespo ;
Manoel Jos Leite, rua do Qaeimidan, Narciso Ma-
ria Carneiro, rua da Cadeia, por preco muilo em
conta.
v Vendem-se sellins com pertences pa-
tente inglez, e da melhor qualidade (pie
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson Howie&C, rua do Trapi-
che n. 12.
Veodua so chaos de dill'erentes larguras, a
vnulade d* compradores, para fzer casas, os quaes
tem porto de 400 palmos de fundo, e silo plantados
de arvor'es de fructo alionadas em boa ordem,silos na
rua da Esperanca, que he a que se abri da Soleda-
de para a Estancia: a tratar com Maneel Pereira
Teixeira, mondar no mesmo lagar. '
Erva matte.
He chesadi de Paraguay a verdadeira erva malte,
e vend-se no Forte do Mallos, rua do Codorniz,
taberna n. 9, a 7>300 arroba, e a :t20 a libra.
Vendem-se trave de qualidade e de louro, de
30 e W palmos, 2 canoas pequeas de I s pao, sen-
do I de amsrello e oulra de bordaozinho, ludo por
presos commodos para fechar contas : os preten-
denles dirijam-se a Antonio Leal de Barros, na rua
do Vigario n. 1 ..
Vende-se nm carro novo de
i rodas e de 4 issentos, muito
leve e de conslruccao moderna
por preco commod: na rua Nova, cocheira de
Adolpho Bourgeois.
Cheguem freguezes ao que he bom e ba-
rato para o passainento da festa.
Na taberna da run Nova 11. ">0 ha bom doce Se
goiaba, queijos frescaes, champagne da melhor, pre-
sunto, paios, ehouricas, superior qualidade de man-
teiga, chocolate e bolinhosde Lisboa, a melhor qoa-
lidade de cha hvssnn e do Kio, em latas de 1 e 2
libras, velas de espermacete, bolachinhas de ararula
e inglezi, muito superior loucinhn de Lisboa, o ou-
lras muilas cousas.
Vende-se ama casa de laipa muilo bem feila
muito propria para passar a festa, na Cpuoga, sita
no pollo do Jacobina, lem um quintal bastante gran-
de de comprimenlo, e lem o palmos de freule :
quem a pretender, dirija-se a rija Direila n. 9j.
Vende-se nm escravo de bonila figura, possan-
ie e muilo fiel, idade IKanuos, com principio de
marcineiro, entende de cozinha, ptimo para pa-
gem, bolieiro. ou armazem de assacar, assim como
urna escrava de 30 annos, engommadeira, lavadei-
ra, cozinheira eqoilandeira, ambos muito sadios :
oa roa de Hortas 11. 82.
Re|po/ios
A. boa fama
VENDE BARATO :
Libras de linhas brancas ns. 30, 60, 70 e 80 1;1U0
Libras ile ditas ns.. 100, 120 e 130 '"-*"
Du/ias de tesouras para costura 1!>0 Uuzia de ditas mais linas l-i';so
Mai;os com 40, 50 e 60 pecas de cordao
para vestido 240
Pegas cem 10 varas de liico eslreito 560
l'u/iade dedaes para senhora 100
Caixinhas com asulbas frsncezas 160
Caifas com 16 novaUayie linhas de marcar 280
tlroias de boles paflMajua I lili
Piileeiras encarnad^meninas 240
Ditas grandes para sVnora 320
Pares de meias linas para senhora a 240 e 300
Meadas de linhas muilo finas para bordar 160
Meadas de linhas de peso 100
Crozas de boloes muilo finos para caljas 280
Habados de linhn aberlos e bordados 120 e 240
Carlciras linas de marroquim para algibeira 600
l-'i velas dnirad.is para cairas e rllelo 120
Tinlirosc areeirosde porcelana.o par 300
Charuleiras entrefinas )20
Duzias de torcidas u. 14 para candieiro 80
Pentes de verdadeiro bualo para alisar 300 e 500
Pegas com 6 l|2 varas de lili branca de linbo 30
Caixaicom clcheles Trnceles
Carrileis de linhas de 200 jardas de boa
qualidade
Marinhos com :i5, 10 e 47 grampas
Suspensorios, o par .
Carrileis de liuhas de KIO jardas, autor Ale-
xaudre
Alm de lodas oslas miudezas vendem-se
muilissimas, que ;i vista de suas boasqoalidades e
baratos precos causa adnnracao aos compradores :
oa rua do Queimado, nos qnalro cantos, na bem co-
nhecida loja de itlQdezas da Boa Fama n. 33.
Bons gostos e de
boas qualida-
des.
Na rua do Queimado, oosquafro cantos, na segun-
da loja de fazendas 11. 22, defronte do sobrado ama-
relio, vendem-se fazendas por precos que real-
mente fazem admirar ao ptlblico : Panno prelo
finistimo, prova de limito, pan casacas e palitos,
pelos baratsimos prer-os de 2&500, 39300 e 38000
o covado, casemira prela de superior qualidade
a 25 e 2&600 o covado, alpaca preta muilo fina a
400, 500 e 600 rs. o covado, corles de colletes de
fuslor de bonito padrOes e cores fizas a 700 o 900
rs., chales pretos de lila e seda muilo grandes a1
2H00, chapeos de sol de seda pretos e de cores, fa-
zenda sipenor a 63300. caronas francezas pintadas
para homem a 19280, riscados da India muito finos
e largos e muito bonito para vestidos a 280 o cova-
do, setim prelo maco, fazenda muito superior a 3}
o covado. sarja hespanhola muilo snpenor a 2,4tOo
covado, merino muilo fino a 29000 o co\ jilo, meri-
no elim o mnis superior' que pode haver e muito
proprio para palil a 19600 o covado, chapeos de sil
do p inninlio a 18600, chitas francezas muilo fina e
largas, de novos padroes a 320 o covado, fil de li-
li ho liso e com flores a 18 e 1140 a vara, luvas de
pellica de Jouvin para homem e senhora, chegadas
110 ultimo navio francez a 18800 rs. o par, lavas de
seda de lodis as cores com belolat a 18280, camisas
de meia muito finas a 18, lovas de lio da Esencia
brancas o de cores 3 1IK), ,">(l(l e 600 rs. o par, Jk-
tas de seda para grvalas, prelas e de cores, mfllo
boa fazenda a 192S0, panno fino azul de superior
qualidade a 49 o covado, ricas romeiras de relroz
bordadas a 119, lencinhos de relroz francezes
15280, cassas francezas muilo finas e de bonitos pa-
dres a 3tK) rs. o covado, cambraia finissima de sal -
picosa J9'a vara, camisas francezas muilo finase
bem feitas para homem a 28-500 e 29800, curies de
cassas para vestidos do bonitos padroes e com 7 va-
ras a 28 o corte, lencos brancos de cambraia de li-
nho muito linos e grandes a 69 a duzia, ricos chales
de challv coro lislras de seda e bastante grandes a
88, ditos de merino muito finos e lisos a 68, luvas
pretasde lorcyrl, de Lisboa a I9120, chally amarello
fazenda superior e que muilo se usa pan vestido)
800 rs. o covado, romeiras de cambraia com lares
de ricas litas de seda a 19280, grvalas de seda de
bonitos padres a 610, meias de late para padres a
29 o par. corles de casemiras linas e de bonitos pa-
Iroes para caigas a 39, brinzinhos de linlio de bo-
s padres a40 o covado, brim trancada de-pufo
o e de bonitos padres a 800 rs. a vara, lapim
i ''"'^S0- ProPr'0 Para veslidos ebatinas de
dre a 19280 o covado, riscadinhos fraVicezes muito
Opose boultoi padres a 210 o covado, meio*4encos
fctei para grvala laoHo supenores a 1J, lencos
raucos de cambraia muilo linos a .300 n., ganga
amarella muilo superior a 320. meias brancas finas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, dii.s prelas
Smlo finas a .to, dilas para homem, fazenda su-
rior, sendo brancas, prelas 9 cras a 210 rs. o par.
Alm dejodas oslas faajjyidas oMras martas que s
vista das boas oa^iidades I^Jr pdem ver o
qumniiilo liarattar; afi%ntrtl-se aos Sri. compra-
dores que ueste estabeJaj^ieaste nao ha fazenda al-
guma que seja avariP7$ aiSido sem avaria, de
bons goslos e boas nulid(dcs.w
Corles de cassa para quem quer dar fes-
tas por pouco dinheiro,
bom gosto .1
FAZENDAS DE GOSTO
PAKA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana dc-quadroi muilo fina e padres novos ;
cortes de laa de quadros e flores por prego commo-
d: vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia."
. JVe"(lem-se no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Kecife, de lienry Uihson, os mais superio-
res relogios fabricados ero Inglaterra, por precoi
mdicos. v i"*-
LEONOIS DAMBpiSE.
Vende-se o excellente romanee histri-
co Lftiior d'Amhovae, duque/a de Breta-
nha, 2 volumes por IsOODrs., livraria
n. (i e 8 da piarada ludepeifflencia.
Vende-se cal em pedraehefjada noulr
timo navio de Lisboa, e potassaamericana
da mais nova
de Apollo n.
Companhia.
no nico de
2B, de A.
da rua
Basto 'A
&
das melhores fabricas da Suissa, tanlo de ouro como
de prata, ditos foliadosedoorados ; vendem-se mais
barato do que era oulra qualquer parle, na rua da
Cadeia do Kecife o. 18.

Relouos cober-
tos e oescobertos
de ouro, paten-
te ingle,
Vendem-se no escriptorio do agente de
leiloes, Francisco (ornes de Oliveira. rua
da Cadeiu do Kecil'an. 02, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e descobertos de ouro patente inglez, de
um dos mnisal'amadosfabricantesdeLon-
dres, viudos pelo ultimo paquete inglez, e
por menos preeodotpie em outra cjual-
f|iier parle.
Vende-se bico de blondo hranco e prelo de seda
verdadeiro, 30 por cenlo mais barato que em qual-
quer onlra parle, e de loda as larguras muilo bolil-
las fila* dito : oa rua Nova casa de relojoeiro o. 22.
Vendem-se corles de cassa chita do _.
2, ditos de padres francezes a 29400, cassas rotas
para aleviar loto, ditafe preta dcjiadrOes miudos a
29 o corte, alpaca de seda de quadros de lodas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico tanto pintados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra homem a 19 e 19600 ; todas estas fazendas ven-
dem-se na rua do Crespo 11. 6.
Farelo novo
prximamente chegado : no caes da alfandega, ar-
mazem n. 3.
Vendem-se cabos para espanador, b**> fritos e
beminvernisados.mais baratos do que cruMfr'a qual-
quer parle : na rua das Cruzes 11. 13. .
Vende-se urna Trramente complela de |M|i-
roe lorneiro, bem como a'guma inadeira p**V"a
para obras do dito ofiicio : no Korle do Mallos, rua
do Amorim n. 19, ou na distilacao do Franca, na
praia de Santa Kila.
Vendem-se no armazem do caes do Ramos n.
1, saccas de milho chegado da Paralaba, superior
qualidade e preco commod.
Vendem-se saccas com milbo, moito grandes,
chocadas acora da l'arabiba.e muito novo: na rua de
Sonta Hila taberna n. 5.
CHALLY.
Vende-se pelo menos que he possivel, mais barate
doqueem outra qualquer parle, challv mnilo fino de
todas as cores : na rua do (lueimado n. 33 A, loja
junto a da fama.
Gaze de seda a
. 1,000 o covado.
Chegou pela barca franceza Ilezur urna fazenda
para vestido de senhora com lislras e qaadroslasesti-
nados, o mais moderno que lem viudo! denominada
gaze ; vende-so pelo baralissimo preco de 18 o co-
vado ; na rua do Queimado n. 21.
\'eode-se um bom cabriole! descoberlo com
arreios, e lambem um carro de 4 assenlps, novo.com
arrcios.ludo i viste de quem quizer se tonta, laulo
mais porque o preco he razoavol ; ua rua Nova, co-
cheira do Sr. Quinteiru.
Chally de
jislras e quadros
asetinados
A 1,600 o covado.
Chegou pela barca franceza Btzur urna fazen-
da para vestido de senhora, o mais moderno que lem
viudo, deuomiuada chally, de quadros e lislras asse-
linados, com mais de vara de largura ; vende-se-uni-
camente na rna do Queimado n. 21, pelo baralissimo
preco de I96OO o covado ; d<1o-se ns amostras com
peirhor.
COGNACVERDADEIRO.
Vende-seo verdadeiro cognac, lauto em garrafa
como em garrafes : ua rua da Cruz n. 10.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CALfA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
FLOR DE FLOR.
A Farinha de Santander Flor de Flor,
he a melhor farinha de trigo (jue existe era
todo o mundo, por isso sempre hequalili-
cada a mais superior em lodos os merca
dos, aondetem sido importada ; he esta a
primeira vez que vena a este mercado,
porem garante-so a veraridade, da infor-
mado: vende-se nicamente no arfoa-
zem de Tasso Irmao?.
VINHOPCERI./.
Vndese soperior vinhn de Xerez em harris do
1|4, emeasa de E. H. rVvalt: rna do Trapiche
n. 18. Vj-
Deposito de vinho
pague Chateau-Ay, primeiraqua- <$
| 1 Idade, de propriedade do conde
| de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a oi'OOO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
POTASSA E CAL VIRGEM.
No antigo eja bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
n. ltggba para vender muito superior
potassjfc Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal vrg%m de. Lisboa em pedra, tudo a
precos multo favoraveis, com os quaes i-
caro os compradores satisl'eitos.
Platos ocos patentes
para conservar a .comida
quen^^veiidem-se napra-
ca d<^prpo Santo, arma-
zem n. 48, de iostrn llo-
oker #C.
. Vende-se ajo em cimbeles de um quintal, por
prec,o muito commod : no armazem de Me. Cal-
monl & Companhia, praca do Corpo Saulo n. 11.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado d* Lisboa pelo briguefc's-
deranra.
' FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 5S000 res : nos armazens ns.
3, 5 e 7, e no armzem delronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes A Companhia na rua do Trapiche
n. o-, primeiro andar.
GHABOPE
O unico Jeposil
(holoiucu Francis
rio p.M ;
HH'Oltnfl
Pira rnta
graos, quer motivada por
na, pliuriz'. escarns de
peilo, palpilacSo no cora,...
or na amanta, e loda aiaVI
monarca.
NAVAI.IIASA
Na rua da Cadeia
dar, escriptorio de
nuam-se a vendes
bem conhecidas e afa
pelo babil fabri
de l^mdres, as q
riamene, naoseseuleni'noreB
veiidem-K com a condicao de, iRo acradao^^^^
dercm os compradores devolve-las t 15 dias di
pa compra re*^uiiido-e o importe; 7ca^
s ha ricas lesourinhas para unhas, feilas n*l
mo la'icaole.
/
b. Bieber&C, ras
de-se :^
uartos e oitavos
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada iecentemente, tcommen-
da-se aos, senhores de engenbos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruzn. 20-, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
1

Vende-se urna balanca romana- com lodos os
eus pertences,em bom nso e de 2,000 libras ; qoem
pretender, dirija-se i rua da Croi, armazem n. 4.
Esguiaodeliitho
e algodao,
muito superior, com 11 viras a pega, por 39500:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para aarua da Cadeia. %
A3$500
Vende-ie cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como polassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Santo n. 11. ,
AGENCIA
Da Fondicao' Low-Moor. Roa da
Sen zal nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas -de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Riscado do Iistras de cores, proprio
para palitos, calcase j aquetas, a 160
o covado.
Veude-ienarna do Crespo, loia di esquina qoe
lia para a cadeia. r ^
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a cadeia. ^ M
Moinhos de vento
ombombasderepoxopara regar borlase baixa,
de capim. na f andigan de D.W. Bowman : ama
do Brum ns. 6, 8el0.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o HBmamento do
assucar, acha-se a ven^H Platas de 10
librasajajunto com o melHK de empre-
ga-lsWo idioma portuguez, em casa de
. O. Bieber St Companhia, na rua da
Cruz. n. 4.
CAL DE LISBOA A 4JO00.
Vendem-se lianis com cal virgein de Lisboa, para
lechar contas, pelo diminuto prego de 49000 o bar-
ril : na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
te da roa da Madre de Oeos.
Vcnde-se escelleule taboado de piuho, recen-
lemente .chegado da America: na mi de Apollo
trapiche do Ferreira, a eotender-*j|*ODl oadrniuis
ador do mesmo.
m
da Cruz nj
Vinho i
barril.
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lonas.
Briajtal.UBsia.
Papel deeibrulho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos precos.
Vendem-se dous pianos fortes de ja-
caranda', corntrucejao vertical e com to-
dos os melhoramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo nwKo deHambur-
go : na ruada Cadeia, armazem n. 8.
Vendem-se ceblas de Lisboa che-
gadas ultimamente : na rua da Mi
Dos ao lado da Alfandega n. 3t.\
Vende-se um moleque de 9 annos : na i
Cruzes n. 9, loja.
Atteu<;o.
Vendem-se duas carTojai e dous beis bous, terni
as carrocas de pouco uso : quem pretender, dirja-
se ao Manguinlio, sitio que foi do Aado Canda
que achara com qoem trata.-.
Veude-se urna morada de casa terrea
quintal, lila na roa dai Trincbeiras : quema He-
tnder, dirija-se a roa da Cruz n. 16.'
Vende-se um.casal de pacas, proprio para nm
presente : as Cinco Puntas >. 118.
Na rua do Crespn,
tro portas vendem-se riscal
com quadros, fazenda mui lit
tido a 300 rs. o covado, do-j
compenhor. *.
Oraco contra a peste e o,jcholera-
morbiis.
Aclia-se venda na livraria |
Independencia om folhelinho
goes contra o cholera-morbos, ei
le, a 40 rs. cada ara.
Na rua do Crespo n. 4, loja dc-4 pe___
dem-se cassas de quadros de cores fingiude ca*
da. raaaarfa mui linda para vestido'a 400 n
COM PEQUEO TOQUE DE AVAj"
Indiana de quadros de seda e ale
^Inuito bom gosto, a 520 o cova
Vende-se na roa do Crespo,
volta para a rua di Cadeis.
esqus* que
V ende-se urna fau4;na das melhores de pateo
da Mua Cruz : qom jf ^"""ar este negocio, (tari-
ja-se a padaria do paler la Cruz n. 6. qoe le
dir quem fai te n*L & lambem se dir* lo
comprador porque se v
scravoTm
Vendem-se 6 escravds mogos, s
1 linda mulaliuln recolhida que cose, enavmma e
refina issucar, 2 pretas ngommadeiras e 1 dita de
meia idade : na rua Direila n. 3.
Mannore branco da
Ihor qualidade
Vende-se um restante de pares das
dras marmnre para consolos a um uo
vonlide do comprador,, por prego
que em oulra qualquer parte, por ser
c.lo de factura : em casi de Kabe (
Companhia, rua da Cadeia de Recife al
ine-
VENDEMSE POR'UfOO
ricos curies de collete d casimira preta
4, filos de selira lambem berduVii F
de velludo a 18, velludo prelo coa ta
Om preto de Macao a 1&600, meia* de se
para senhora algo par, lencos com bico para
a0 rs., ditos de chita para meninos a l
rua do Queimado n. 18, loja.
Na loja das seis
portas.
Em frente do Livr\
Brim de alcndJlo.com 5 palmos de
para lenges e toalhas a cruzado a
com 3 palmos a qualorze vintoai,
encarnados a croas patacas, e de qi^
de lila lambem duas, patacas, crl_-
cambraia a dous cruzados, proprios par*
Rape
Vende-se o verdadeiro emoito fresco rspo Paolo
Ccrdoiro : na rua larga do Rosario n. 38, ionio *
bolica.
Villa-verde.
nr
Vendem-seemeasa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montaria.
Candieirose casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Sarris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Taixas
Na fundicao'
Bowmann, na
do o chafariz
completo sor
Conlinoa-se a vender a verdadeira bolacha fina
denominadaVilla-verde, na padaria da roa Iai-
perial confroule a fabncade sabSo n. i:
Ireila do Rosario n. 39 A e 4j, Rj
do Carmo, quina da roa de Horlal
n. ti ; e a que se vender m outriaal
com a mesma denomiuagSft he fslea]
ESCRAVDS
Ainda esla
Antonio, angico, _
Ihador de ensada,
as solas dos ps di
entre as duas
inora o Sr. Dr. Vi
ro, e tem sido vis
do a algnem ; pi
recolher: quem
Oliveira, no paleo
No dia 11 do cprrenle mei
4
para engenhos.
de ferro de D. W.
rua do Brum, passan-
continua haver um
de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco ,commod e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vestidos e chales.
Vendem-se chales de seda crand
mofo, pelo barato prego de ttfOOO rs.,
si de cores com barra e alconas pi
pelo diminuto prego de IIJ000 o corte,
oulra* multa fazendas por barato prego: na rua
da Cadeii do Recife loja* o. 50, defroale da roa di
Madre de Den. _
Bros de vella : io armazem de N. O.
Bieber & C, rua da Cruz n. 4.
com aliim
m de cas-
mofo,
lim como
crioulo.de dad* de 20 anuos, Bis ou mSo*; de
estatura e figura regolares,tendo urna peqltVe, oteg-
triz sobre o olho direilo, levando comsigo duas cal-
cas de ilgodao riscado nal, tres camisas do mesmo,
res dillas de madapoln com peilo de linbo eeHr
marca D. W, Bowman, qoatro camisas novas de al-
godi)o7.inl)0, nm chapeo novo de pnlha americaao
com fila prela, urna jaqueta nova de ganga anuielli,
um chapeo de sol novo de panninho prelo, e jmm
cqberla de chita velha ; quem o appreheuder e h-
ya Francisco Manoel dos Sanios Lima, na ro do
Brum u.8, sera generosamente recompensado. .
l'ugio na noile do dia 9 para fo d corrente
mezum negro Cassange, de nome Manoel l'eqoeuo,
de 45 annos, pouco mais ou menee, corpo secee, ps
largos e seceos, figura secca e barbado, levnn camisa
branca e calca de riscado azul, chapeo de palha coa
urna fita prela, lambem levoo orna tronza de roupi ;
pdese couhecer melhor por ser quebrado, e tim-
ben) as milos por ser amassador de padaria : aven
o pegir leve-o a padaria frar.ceza do aterro da Boa-
Vista n. 50, que sen recompensado.
IOO.S'000 de gratiicarao.
Deiappareceu no dia 17 de a^-oslo prxima picu-
do, pelas 7 horas da noile, a prela l.ouieuga, Je da-
rflo Ainjola. de idade 3J a 40mnos, poa^^H
menos,"com os siguaes teguintes : nm dedo
direila juchado, magn, tem manas hrancfl^^^HE
pernas; levou camisa de algodjtozioho, vi Jo de
dula rusa, panno liuo, e maii urna Irooa) "
roga-se a todas as autoridades poiiciaes i
de campo que a apprehendam e te-
jlo l.eile de AzevedO, na prig*M 17, que receben') a gralificagSo cima.
PEBN TYP. DE M. F. DE.FaRIA 1855


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