Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00489


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Full Text
.
L
ANNO XXXI. N. 262.
Por 3 mena dUntados 4,000.
Por 3 meces vencidos 4,500.
TERCA FEIRA 13 DE NOVEMBRO DE 1855.
i.
Por anuo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO
t
*
I


ENCVRREGADOS DA SUBSCRirCAO'-
Recit,, o piopriebrio M. F. de Faria ; Rio de Ja-
aairo, Sr. Joao Pereira Marlns ; Ualiia, o Sr. I>.
IVuprad; ltce, o Senhor Claudino Falcan Das ;
Parahiba. Sr. Gervazio Vctor da Natividade ;
Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Jnior; Ara-
aiy.oSr. Antonio de Lemos Braga ; Cear, o Sr.
Joaaaim Joi deOliveira ; Maranbao o Sr. Joa-
quim Marque* Rodrigues; Piauhy, t Sr. Domingos
Herculano Adules Pessoa Cearense; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramo; Amazouas,|o Sr. Jeronymoda Cusa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 5/8 *-*
Paria, 348 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 por 0/0 de descont.
Accoes do Banco 43 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ao par.
da companhia do seguros ao par.
Disconio de leltras, de 8 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
uro.Oncas haspanholas. 299000
Moedas de W400 vellias. 169000
de MOO novas. J63X)00
de 4000. SfOOO
Praia.Palaces brasileiros. 2JO00
Pesos columnarios. 29000
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS C0BRE10S.
Olinda, lodos os dias.
Caruar, Bonito eGaranliuns, nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Visla,ExeOuricury, a 13e28.
Gtjyanna eParahiba, segundea e sextas-feiras.
Victoria e Natal, nasquinlas-feiras.
PREAMAR DEI10JE.
Pi'nueira s 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda s 8 horas e 6 minutos da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quarlas c sabbados.
Relajan, terces-feiras e sabbados.
Fazenda, quarlas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphos, segundase quintas s 10 horas
1' vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quarlas o sabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES.
Noveinb. 1 Quarlominguante as 2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da larde.
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 4U segundos da larde.
16 Quartocrescenleas9horas, 20 mi-
nutos e 49 segundos da manhaa.
23 La cheia as 5 horas, 31 minutse
44 segundos da tarde.
DIAS DA SEMANA.
12 Segunda. S. Manirtho p. m. ; S. Lvins b.
13 Terra. Ss. Arcadio e Paulilomm. ;S. Zebina
14 Quarta. S. Abiliodiac. ; S. Curias m., .
15 Quinta. S. Clementino m. ; S. Fclomeoo.
16 Sex 17 SaJjbado. S. Gregorio Thaumatargo b.
18 Domingo. 25. S. Odoni ap., S. Esequio
m. ; S. Barcela m. : S. Oricjilo m.'
I PARTE IFFIGIAL.
COMBKJU.DO DAS ASMAS.
Finubn na cidade do He cite, em 12 d.
J|>r< 1855.
ORDEM DO DA N. 1*7. '
O marechil de camP commandaule das armas,
determina ao> Sr commandanta dos eorpos, que os
papen.quo gando o regulamento de-Jl> do fevereiro
da 1853, '" '** aer remettidos para o ministerio da
gaerT.am'deslino repartirlo do quarleV-pieiilre-
-eearil, de ario ser entregue* impreterivelmenle
'alaria militar cinco dias depols daquelle que
lanado no mesmo regulamento para aa
; ito he, nos dias 5 dos metes de Janeiro,
B e outubro de cada anno.
Jftaa oulrosim, qne os recmlas e deserto-
rorm*mandados para os eorpos, sem serem
nadas do oflicio de qaartel-mestre-general,
daverio ter apreaenlados ao mesmo no dia aeguinte,
pelas 9 horas da mantilla, alim de terem o devido
destino.
. Assigondu.Jos Joaquim Catino.
Conforme.Candido Leal Ferreira, .jndante de
ordeM encirregado do delallie.
EXTERIOR.
, PARS
29 de setembro,
Em tem|>o fallamos** certas medidas com que o
govertlo de reino das Duas Sicilias, probibudo ex-
portara dos o ojelos destinados Crimea, mesmo
ns generas alimenticios linda excilado o descoo-
lenlamenlo da Franca a da Inglaterra, que con la-
vara aom os recursos das feriis provincias da Sicilia
e do reino de aples para contribuir na conserva-
da seas exereitee do Oriente. As potencias pro-
ram contra esaaa medidas, cuja revogarao pedi-
rara, a a corle da aples, levantando em parte um
interdicto, que se poda julgar inspirado por um sen-
timento punco benvolo, deu a estas potencias a pri-
ra stlisTarao, que ae suppunha devia ser seguida
de. urna repararao completa, mas pelo contrario, o
(averno napolitano aggr.vou sus injuslicas com ac-
tos directoi a rrtfleclidos, de que os gabinetes de Pa-
rs e Loniers so moslraram jostamente oflen-
dldos
Urna Boile- do mez de agosto, o principe supe-
rintendente dos llieatros, leudo admillldo em seu
camarote Mr. George Fagan, um dos addidos da le-
efo britnica, o director da polica, o Sr.
racio Mazza, fez publicamente ao principe se-
is adtaeeslaces, motivadas sobre as oes
e condeca poltica do diplmala ingles, <' 1 lie
inlimon -. prohibirlo de o receber para o futuro.
O Sr. lixii eiprimio-sc sobre Mr. Fagan em ter-
mos violenlus.e ljanosos : SirAV. Temple, minis.
irada Iaiilaterra,Wso de lori XlRiljJp,-pedii'
espHec>:. J ~~ JT -
Qoasi no mesmo 'momelo um n.vio francs, che-
gaado ao porto rie Messina e temi saudado a cidade
segundo us usos inlernadotiaes, nao foi correspon-
dida pel Corlateza ; seraldanle omissio conilituia
laallo ao pavilfca da Franca. Mr. da La
Coor, ministro da aj^nra, tambera pedio explica-
voltar para aples, receben ordem de voltar im-
medialnmente a Londres para continuar alli.suas
funches.
As ultimas cartas, que tamos racebido de ap-
les, tem a dala de 18 de setembro ; ellas nada dizem
sobre as modilicacoes rainisleriaes, de que nos Talla
o despacho telegrapdico de Vieona; mas nossos cor-
respondentes nos dio algumas informares sobre a
siloarAo geral do reino de aples, e acham nesla
eiloacao sendo a excusa, ao menos a explicando da
conducta, qne o governo leve iillimameulc,conduela
que nao fui sempre hbil e prudente e Ihe acarretou
terriveis embalaros.
< Enganam-se, dizem os nossos correspomlentes,
cojaspalavras nos limilassaa a reproduzir, eaga-
nam-se qoaodo se altriluta aa decretos, qne prohi-
ban! a exportarlo dos gneros alimenticios a um
senlimenlo|de malevolencia pelas patencias occiden-
taes : considerai-ocs polticas nao eotrararo netas
medidas, que toram lomadas oa previdencia de ama
crise alimenticia, exactamente como se fez no anno
d. 1853. O governo enlao, que quera dar s po-
pulacoet um leslemuulio de sua solicilude e conser-
var os gneros alimenticios no prero mais baixo
possivel, nao desilou em prohibir a exportarlo dos
Br.1os. Que aconteceu '! O povo applaudio, e os pro-
prelariosse tjaeixaram. Talvez selenita dada de-
masiada impartancia oonducla do Sr. Mazza. O
director da polica nao linda cerUmenle a inteacao
de oQeuder o governo era o ministro da Inglalerra.
e provavelmsote naocompredeodeo que sua iuter-
venjo seria contraria aos privilegios diplomticos e
oflenderja as mais simples conveniencia". NX> im-
porta, sua falla he grave, a he justo que seja poni-
da ; mas he justo que se queira levar toda a sua
responsabilidad, at a pessoa do rei ? Numerosos
exemplos provam que o rei e o seu governo tem
militas vezes condemnado e punido os rigores inmo-
derados da polica.
o Em 1853, poucos dias depois da lula de Miln,
o director da polica, lendo observado algans symp-
lomas de agit.ir.ao em aples, linlia entendido que
devia prohibir o uto das barbas compridas a cha-
peos pardos que ella consideraya como sgnaes de
ajuulamenlo. Um secretario da legaco da llesp.-
nha nao faz cato desla prohibiro ; foi preso : o rei
censurou enrgicamente esle excesso de zelo. O
ageole que fez a pristo, fui inmediatamente demil-
lido. Na mesma poca, os privilegio* do corpo di-
plomtico Toram desconhecdos pela autordade judi-
ciara na pessoa do marque/, de VMuma, ministro
da Hespaoha ; o erro foi immcdialameolc reparado
por ordem expressa do rei.
* "JBttF|es de erros sio inevilaveis ; feliz o
P''' 1 Bfcb uao raras vezes Entrclauto he
venlaJ Wk podi exprobar muitas cousas poli-
ca da Ma^aws, ella he muito desconlia'dao romp-
a, mi tem allcnres as pessoas, que lhe sao sus-
peilaa, iienbum respeilo liberdade individual dos

s expi icaries dadas a principio pelo governo na-
politano nao Toram aceitas pelo gabinete de Londres,
nem pelo de Pars,eesla causa de irritaran reuni-
da as qie j* exittiam, poda fazer" receiar que a
Franca a Inglaterra recorrestem is armas. A Aus-
tria agiku-se cuta islo, dizera que nao s por ler vi-
vo inlereue ao re de aples, alliado da casa impe-
rial pelo sea casamento com urna .rchi-duqneza, se-
io anda porque sua palitica lhe prescreve evitar
r-idaj BMp*jbj^iumerci.,is c iutoleravei* abusos, que
ajsl V>}% Per'3'i ('e 1" o governo se
aetii^awBE^ *
Estes perigos sin reacs ; havecia ata fu em llga-
los. Na Sicilia os partidos, que querem a separaran
dos dous paizes irabalham a conlinuam sua obra,
como a conlinuavam em 1847 e 188, contando as
f me*raas s>mpalhias e os njeimus apoios. No reino
e aples, os partidos revolucionarios eslao edeios
de audacia o acliyided.e ; nao distimulam nem seu
fim nem toas es'perancas ; querem a lodo cusi der-
ril>ar a djmnaslia reinante, abolir o governo mo-
narchico e fundar a repblica sobre suas ruinas.
Em 1Hi8, estes partidos eauediram o rslabeleci-
niento em aples de unfllruo constitucional
semelhanleao que o rei CaaHRIberlo acabava de
"dar no Piemonle ; ellas nSoo quereriam tao poueo
hoje. O rei he um grande obstculo i execurao
dos seus designios; be pois do rei que elles se
5?5?^,!?^"i,!^fM*-. e I"""" Terir. Em 1848, oxislia para
rcilar ah perlurbarcs que nao deixariam desir ex-
ploradas palos partidos revolucionarios to nume-
rlos e lio activos oaquelle paiz. ,
AtTirrrase que a corle de Vienna cfl'ereceu sua
mediaran, oa se quizerem, seos bons oflicios, e que
sitas represenlariVs obliveram do rei de aplas cer-
.pararOes exigidas palas potencias adiadas. Um
rispacli (elegraphicu de Vienna nos fez saber em
""yVAaafeai esta, repararoes : OSr. Mazza foi de-
mitHa e ubslituido un ais fu neones de director
lteia pelo Sr. Bianchini. O re aceitou a d-
lo co principe do Ischitella, ministro da guerra
b da ma.'ioha, coja pasta foi conTada ao general Pi-
aaa, e o general \Y i apear foi HomTdo secretario
eeslac'o. O Sr. Mazu era director da poficia lia
ou tres anuos; eaprincipe de Ischitella diriga
ais da sete anuos a administrarlo da guerra e
aiarinhaa; o rei n linda escoldido para esta posto
uporlanle e diflicil 15 de roaie de 1848, islo de,
lo meaiDO dia iz* que suslentavam nina lula cucar-
a as raatde aples contra os parlidos revo-
lucioqarios armados e sublevados.
Manle-aooosque o principe de Ischitella. nao
leixado de favorecer o rei Fernando em seus
eafurcot para crear um exercilo numeroso e disci-
plinado, a ciweguio elevar a mais ,de 100,000 a ef-
feclivo do exercilo em p de guerra. Esle ministro
pois liulu leda a conuanoa do rei, que separou-se
darle cero bastante petar, a he sem dovida por esle
motivo, que lhe cooservou este iratameuto, ao lem-
po que aceita va sua demiss.lo e o substitua. O ge-
Bipeare, se bao nos engaamos, era ins-
HU^da gendaruxa.'ia e seus deveres uaodei-
a allioidade com oa do director da poli-
a ten ha creado para o general o cargo
atado da polica, que nao exista,, e
k^ordeos o aovo director, o Sr.
Bianclnni ; esabaremosbreveroenle.
lili Inglalerra mos-
Iram-w dispotlas a aci ^B tem of craeMj a o que pode fazer crcr, de que o
principo CajB nini- eriundo^m Lon-
dres, qne tinas torUado a eixar seu posto e
os revolucionarios mu commtttio central geral da
llulia, a qual derramava de lodos os lados suas
provocacoes para a insurreicao ; esla commis nda dado ao rei o epttheio de bombardatoze de que
se Tez o rei Bomba. Um dia esla cummissao tomoo
urna deliberado para por a premio a cabera do rei
Fernando e o Mero da lUUa ; urna quantia de
lOO.tKX) ducados foi pro.mellida iquelle que livras-
se a Italia do sobredito tj raimo. A coinmissao esla-
belecia comoum principio Tunitumental, qaa o ho-
mecidio fclilico nao ha umeriine, obreludo quan-
do te (rala de liyrar-se de um inimigo, qoe dispoe
de meios poderosos e pode tornar de algum modo
imposiivel a emancpalo de um povo grande e ge-
neroso. Esla deliberadlo foi espalhada com pro-
Tusao no reino de aples, acnmpanhada da urna
preclamarao ao exercilo, na qual se couvidavam os
soldados napolitanos as voltar suas armas conlra o
rei, alim de purgar a Ierra deste monslro de ini-
quidade. a
v Era pois urna lula de mor te, que os parlidos
revolucionarios liuham empandado com o rei Fer-
nando, isto se passava em 1818 ; mas nada mudcu
al hoje quaulo as eiseocial ; o rei e seu governo
sao sempre os mesmos inimigos, promplos a emf re-
gar os inesmos'meios.
A agitarlo revolucionaria nao dorma jamis, mas
parece que ha lre roezes lem tomado nova activi-
dade, como se preparaste paraalguma empreza ou-
ada. As prodamaroes de Mazzini, eiprobando
aos|Ilalianoa sua lelhargia, dixia. Para desperlar-
mos a sernios liomens, he misler de um papa e de
om rei, que nos murmurem ao ouvido palavras de
liberdade para nos trahir. Na da 30 de agosto,
de anda o rei de aples, he o governo napolitano
que ataca com urna violencia jnaudila ; elle os de-
nuncia mocidade napolitana, cujas paixoes es-
Torca-se em inflammar, e a impela i rerolla, qae aa
propagara por toda a' Italia. Qoe tmela t brada
elle, nao sabis que a iniurresao he a consa mais
del de emprehender e Tazer Iriumpdar Aprovei-
lai-vospois daoccasiao, que se vos oerece, se nao
prefers ser o objecto do juslo desprezo da Italia e
do mundo inteiro.
Porventura de para admirar, se o rei lera lulo
serios receios.so seu governo os parlilha, se a poli-
ca lornou-se mais' desconfiada, mais inquisitorial.
mais arWtraria '.' O re tem boas razdes para crer
que, em materia de conspirarles e altentados polti-
co, nao se deve desprezar iienhom indicio, e que
os tiros, que parlom das fileiraa inferiores, nao sao
menos para receiar. Portanto reina em aples urna
grande ioquielacao nas regies do poder c resulta
dahi urna grande lensao nas molas do governo. El-
la siluaco he grava a nao pode durar 'maito lampo
Convein que ella se resolva logo, de urna ou de
oulra mueira. Muitas vezes te lem perguotado,
se para evitar a explosae de urna cuse lao vilenla
nao se deveria laorar mi, da conslituiro, que o
rei Fernando deu espoottnearaenle ao povo nos
primeiros dias do mez de Tevereiro de 1848. O rei
o quiz, mas Tazem-lhe muitas objeres. U ansaio
nao leve xito e'foi acompaohado das mais deplora-
veis desordeos, a anarchia invadi a capital a as pro-
vincias, e o rei se vio obrigado a defender com as
armas na mao sua pessoa, sua autordade e a.cons-
lituiro, que foi suspendida e anda o esl. Por-
ventura as circnmslanciat lhe seriara hoje mais Ta-
voraveis.'n
Tal he.o quadro trarado por nossos correspon-
dentes, qaadro cheio de tristeza he desanimo. O
governo das bas Sicilias tero poderosos inimigos do
interior e no exterior : no interior faerftes de todas
as sorles setnpre impacientes de o laucar por trra
sempre iuplacaveis em seuevdio, sempre inTatigaves
em suas intrigas' e conspiraroas. > No exterior as
mesinas ioj uslicas, e os mesmos odios. (Jomo se
pode duvidar deltas '.' Todos os dias nao vemos o
governo c o rei de aples acensados, infamados e
ameacados como malfeilores 1 Julgue-se pelos exem-
plos seguiole*.
....Nao se deve crer qoe a demissao do Sr. Maz-
xa implique a pacificarlo da Italia meridional. A
nuvem negra continua a augmentar rpidamente
ao redor da cabera do rei de aples. Ha em
que elle procura um refugio debaixo dos caslaahei
ros de Caslellamare ; o remanso segoe seus pas
a o ruedo oacoinpanha como sua sombra. As noti-
cias, que acabamos de receber de aples trali
cada vez mais urna si I o ara o desesperada. O ter
reinava am Napolea/os emissarios do Robespierre
coreado, vigiara noite c da.... au conhecemob
cousa qae seja maA digna de compaxao e mais des-
prezivel ao mesmo lempo, que a conducta desse rei
tal qual nos refercm nossas ultimas corresponden-
cias.
ii O mais humilde subdito daquelle reno,por po-
bre qoe seja, e cheio de todas as .fllicc,es, que po-
dem esmagar a humanidade, anda que lenha ludas
as miserias de Job sem ter a sua resignacao, caa
de joelhos e agradara a Oeos vao ser rei de ap-
les .'.... Dizem que o imperador da Austria reco-
licu a mjasau de fazer admoettaraes ao rei de ap-
les a respeilo da bastonada, dos aroles, dos Trros,
a lu Kesulluo dadi urna Iregoa na crusada que o rei Bom-
ba Taz contra seus deis subditos. Mas como se diz
todos vergam a boiieza de sua educarao ; os napo-
litanos o saberao brevemente.
Nao lemos iiecassidade dedizcr.que nao eslava-
mos por detraz dacorlioa, qoando o irmao de Fran-
cisco Jos comeron seu pequeo sermao ao re das
Duas Sicilias, mas de vemos suppor que elle cha-
moa a allencao do rei sobre a ditierenra qae ha en-
tre a siinaro da Austria e a do aples a qoal
pode (ornar perigosissma para um a especie de
exercico, a que o outro pode enlregar-so impune-
mente. Nao agentes de polica ; quando os espides a os agentes
policiaes se apoiam em urna grande forra militar,']
o soberano pode prender, torturar, espingardear ou
enforcar teus queridos subditos, sem preoecupar-se
moilo das cunsequeucas ulteriores ; mas quando
Tallam bayonetas, he preciso ler cautela....a
Se aquelles que escreveram estas linhai, propo-
/.eram-sc eslabelecer a ordem e a paz no reino das
Duas Sicilias, eslreilar a uniao necessaria dos dous
paizes de qae he formado, assegurar aos seus po-
vos a possa de um governo livre e moderado, inde-
pendenle e nacional, direrqos que se enganaram ;
eremos que com semelhantes violencias anima-se in-
fallivelraenle a audacia das facres, impellem-nas
a derribar a autordade legitima para a substituir
por um poder revolucionario. Quanto anos, la-
mentaramos semelhante resultado ; e certamente
estamos bem longe de approvar a conduela do go-
verno napolitano. por muitas razos desejariamos
que elle modificasse leu systema de adminislrarao
e poltica ; mas estamos convencidos de qoe, se
elle suecumbisse aos esforros dos Iparlidas revolu-
cionarios, sua queda, igualmente Tunala i Sicilia a
ao reino de aples, produziria um estado de cau-
sal iuconciliavel com a seguranza da Italia e peri-
goio para a tranqoilidada da Europa.
( Journal des Debates. ) i
BALANCO DA RECEITA E DESPE/A DOS ESTABELECIMEMOS DE CAU1DADE,
VERIFICADO NO MEZ DE OUTUBKO DE 1853.
*, ReceUh.
Por saldo em 30 de setembro a saber
Em letras. .
Em recibos. .
Era cobre e olas.
1:0829145
8:3885i7H
824J638
10;29579
K.cebido do Sr. Joaquim Francisco
Duarlc, tdesourero do coaselho da
adminislrarao dos orpdaos, iBjporlan-
cia u> renda do segundo andar d ca-
sa dos expostos, vencida no #iraettre
lindo a 15 de agosto......
Da thesopraria provincial, importancia
da sabveurao vencida no Irimeslre da
julho a setembro, a saber:
Despez.
Pagos a 1-26 amas que compareceram a
revista de 7 do correte, a saber :
15 iiileinas existentes na cas. a I "o por
ruez, segundo o respectivo recula-
mallo ....... 967333
\1 ditas queja eslavam des-
pedidas, idem.....i'.iiiHiti
1
1:4639997
1375500
Hospital de caridade. . . 3:2509000
Dito do* lazaros. . 7509000
Casa dos expostos. . . 8759000
4:8759000
Da mesma thesouraria por conta da quo-
ta volada para a obra do hospital Pe-
dro II. .......... 2:0009000
' v
Do Sr. Salustiano de Aquino Ferreira,
importancia da parle que coube ao
hospital Pedro II, oa sociedade qae
gratuitamente lhe deu o mesmo Sr.
Salustiano nos bilbetei iuteiros ns.
2188 da segunda parta da segunda lo-
tera do tiytauaso Pernambucano e
2548 da tercera parle da mesma lo-
tera............ 59000
Do procurador di administraran, impor-
tancia do rendimento dos predios ar-
recadado ueste mez......2:8009000
nle
SOS E MSTIMS DE NEW-YORk EM i 8K4.
Tar madama Marta Fomiwtay.
Sarak Cardwtll a Nem-Yorkense.
XI
A'i sete horas em poni Juliano entrn em casa
da misi Serafc, e um qnarto depois a rapariga apre-
sentoo-se com om vestido cinzenlo e decolado.
Vamos logo disse ella, o reverendo B.... ha
^prenunciar esla noite um discurso sobre a escra-
e estou a ociosa por chegar.
O lealp de Juliano alongou-o a lembranca da imi-
ta antecdanle. Depois retando a mora, e fazendo-a
Klar-se no sof beta pe rio de seo euracSo, mur-
.':
-_0 que he a /lirlalioit ?
iricana incltnou a loura e linda cabera so-
to do rapaz, e disse-lhe :
lo saber, mas nao esla noile. Vamos !
I
am na carruagam cdesarain brevemente
eaaa da dloomerista de Coltage-Place. Os dous is-
as eilavam j cheios de convidados das pdytiono-
mlas inai exlravaganlet e dos caracteres mais diver-
so, lim homem levanlou-ie, e dirigio-se a om es-
tradido preparado para ajea otaselo. Era delgado
e de estatura mu alta. Seu peacoco fino eslava leso
Vida Diario a. 260.
como sua grvala branca, a longos cabellos negros
cahiam-lhe sobre os hombros. Seu nariz demasia-
damente compiido rontraslava de um modo singular
com sena albos pequeos e obliquos romo os dos Chi-
nezes. Tinha na mao um manuscripto, cujo volume
enorme fez Juliano estremecer. 1
Ladies and genttemen, exclamoo elle cometan-
do, formis o aodilorio maia intelligente qoeacha-se
reunido no mondo a estas horas 1 Teoho ufana de
fallar-vos sobre urna questao impurlaule como a da
abolir.tio da eicracatura ; mas nao abosarei de vos-
sos momentos, a limilar-me-hei por esla noita a fa-
zer algumas qbservaces rpidas, a
Falln hora a maia 1 A crearao do mundo, o di-
luvio, a formacao das ling jas, a ascravidao na anli-
guidade, a fusao das ra^as, as grandes descoberlas
modernas, a igualdade universal.... ludo foi por elle
passado em revista ; a lermnou por urna aposlrophe
vehemente aos tlateholders (1) e por om longo di-
lliyramho em louvor dos Eitados-nidos, que pro-
clamou a maior, mais Torte e mais generla narao do
mundo.
O andlario applaudio-o eslroodosamenle, Juliano
suspirn e diste consigo : ,
He misler que este homem enteja ao metmo
tempo muito embriagado emo convencido da suas
opinies para ousar fazer dellaio texlodenm discur-
so l.lo Taligante.
Sabe no dia seguinle que ene orador abolicionista
ara um anllgs plantador da Carolina, que antes de
declarar soai opinies novas Uvera a precaurao de
vender lodos os seus escravos.
Depols desse primeiro discurso pedio a palavra
ama mulher veslida de cairas aladas nos lornozelos,
da urna blusa e de um mantelete.
20:1128079
5119328
764*548
33 ililas exlernas a 49 idem
idem.......
66 ditas ditas a 19600, idem,
idem........
126
Aos empregados dos eslabelecimontos
de caridade, seus ordenados de julho
a setembro.........
Aos enfermeiros e serventes idem idem.
Ao regenta do grande hospital, despeza
de setembro. ........
Ao dilo dos lazaros, idem, idem ...
Ao dito da casa dosexposlos, dem idem.
A Lourenco Jusliniano da Rocha Fer-
reira por 191 aanguesosas ....
A Joaquim da Silva Castro por 4948 li-
bras de carne, que forneceu no mez
de jolito..........
A Jos Anloiiin (ioiiralves por seis ca-
mi-ollas para loncos......
A Patricio Jos de Souzt, importancia
da musir que acompanhou uladanda
celebrada no grande hospital, por oc-
casio do auoiveraario.....
A Antonio Bernardo Quiuleiro, impor-
tancia da cera e armario do grande
hospital e do hospital dos lazaros a
sber :
Grande hospital no anuo passado a no
rorrele ........ 509000
Hospital dos lazaros idem no
auno passado.....2O9U0O
2:7399873
1:1678500
3139500
474*745
2399720
2689520
909750
4949800
354IIO
I29OOO
A 1). Florinda Cocido da Silva, impor-
tancia da renda do armazem oceupado
pelo hospital de caridade, a vencer 110
ullimo de dezembro......
Com a obra do hospital Pedro II, no
correule mez, como do livro respec-
tivo ......-..,.
Saldo em caita, a saber :
Em letras.......1:0829145
Em recibos ......" 504509
Em cobre e uolas. 6209234
708000
69000
159613
12:6069091

7:5069888
20:1125979
Admiiiisirdr.'io geral dos eslabelecimentos de caridade 31 de oulubro de'1855.
O escrivao, o thesuurciro,
Antonio Jo*t Comes do Comi. ./,-,. >ires Ferreira.
MAPPA do movimeiito dos .estabelecimeritos de caridade no mez de 011 labro de
1835
GRANDE HOSPITAL.
Existiam.........
Etitrnram....... .
I Curados .......
Sahiranw Meldorados.....
f Nao curados.....
Morrcram-*?
ExJslaal
"iDepois ilrsta eaaoca.
7(1
21
ao
2
T
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11
8
8
0
1
(I
4
27
102
29
28
2
2
0
10
89
HOSPITAL DOS LAZAROS.
Existiam......
Enlrarar.....
Curados .
Meldorados .
Nao curados.
Morreram ,
Exislom. .....
CASA DOS EXPOSTOS.
PERNAMBUCO.
BEPARTigAO DA POLICA.
Parla do dia 12 de novembro.
Illra. eExm. Sr.Na ausencia do Dr. chele de
polica desla provincia, leoho a honra de levar ao
conhecimento de V. Exc. qoe das difiranles parti-
ciparles honlem e hoje recebidas nesla repartirn.
cansa que se deram as seguintes occorrencias:
Foram presos: pela subdelegada da freguezia de
Sanio Antonio, o pardo escravo l'ilippe,por espan-
camento.
E pela subdelegacia da Treguezia da S. Jos, o
pardo Francisco de Paula de Siqucra, por insul-
tos ; e o prelo escravo Olegario, por se haver au-
sentado da casa de seu senhor e ter-se engajado na
escuna Lindoia.
Daos guarda a V. Exc. Secretaria da polica de-
Pernamboco 12 de novembro del! 855.III m. e Exm.
Sr. conielhairo Jos Bento da Cunda e Figutiredu,
presidenta da provincia.O delegado de polica do
primeiro dslrclo deste termo, Francisco Bernardo
de Carzalho.
(1) Proprielarioi de aaeraYM.
a Ladies and gentlemen, disse ella, a liberdade
das roulheres he como sabis um principio admitli-
do presentemente em quasi todas as partes da Uniao
Americana ; porm sua applicac.no he retardada pela
inlliienca astrangeira a jesutica. Devemos por meio
de proclamardes e de mttlings ohrigar o governo a
dar-lhe entrada na legislac.au. Cerlamenle a espi-
rifas,eia/ados como os volaos, nao lie iieceisario de-
monslrar a excellencia das ideas de que declarei-me
ha mullo lempo apostla. A mulher ha em todo
igoal ao homem, lem as mesmas necessidades, at
mesmas aspiraroes; deve lar lambem 09 mesmos di-
Veiloi. Cede a historia I agrede qunnlos grandes no-
mes de moldares nella Vibrara gloriosamente I E
aliai al agora lemos sido enllocadas em posirao sem-
pre inferior! Mas concedam-oos completa liber-
dade, sejam abertal para nos bem como para os d-
meos todas as vas professionaes, legislativas, com-
mereiae. e polticas, nao seja mais o divorcio rodeas*]
do de condirOes que o lornam s vezas impossivel,
ou melhor, seja abolido o casamento, esse resto de
aervidao,o amor, palavra mentirosa que oceulta urna
cadeia.seja lubtliluido pela livre escolha das mullie-
res... e enlao, smente enlAo he que o mundo dei-
xando aa roupinhns da infancia se Tara adulto, enlao
o prosresso que al agora tem andado a passo de boi
lera as azis do vapor e da eleclricidade, enlao a ci-
vlisar,ao se adianlarn, poii a influencia da mulher
lera geral, a sea reino universal 1 a
Tres salvas de bravos acolheram as ultimas pala-
vras da oradora, a miss Sarah voltando-se para Ju-
liano, diise-lhe com enlhusiaimo :
Mulheres que Tallam assim nao merecer lodos
os direitos que reclamam '.'
Merecem, responden o mancebo ; todava pelo
iuleresse da cauta lamento que cita mulher aloquen
./
Exisliam........
Entraran!....... m
Sahiram......'.'.''.
Morreram-^"'8 ** resde enlrada
(Depois desla poca .
Exislem ....
.Veros.
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Admuislraco geral dos eslabelecimentos de caridade 31 de outubro de 1855.
O escrivao.aMonio Jos Comes do Correiu.
CMARA MUNICIPAL SO RECIFE.
SESSA'O EXTRAORDINARIA DE 31 DE OU-
TUBRO DE 1855.
Presidencia-do Sr. Bario de Capibaribe.
Presentes Os Srs. Reg a Albuquerque, Reg, Oli-
veira, Dr. Sa Pereira, Barata,e Mello, .ibrio-se a
sessao, e foi lida e approvada a acia da antece-
dente.
Foi lida o seguinle
EXPEDIENTE :
Um oflicio do Exm. presidente da provincia, dizan-
do ser conveniente que o barracao das Cinco Ponas
Tosse applicado somcnla para aiylo dos mendigos,
devindo por isso ser lodo elle entregae ao chele de
polica, removendo-se d'alli o resto dos acougues.
Mandou-se offlciar ao chafe de polica, pondo
sua disposirilo todo o edificio, a ao procurador para
restituir a Adelo Jos de Mendonca a quantia por
I que arremalou cinco tullios dentro do mesmo arru-
gue, abatido o valor correspondente ao tempo, du-
rante o qual Tez o arremilaute uso dos lalhos. Disto
mesmo mandou-se icienllficar S. Exc.
Outro do mesmo, mandando lhe inTormissa a c-
mara, se j eslava tratando da irrigarlo das ras
desla cidade. Resolveu-se se respondessa i S. Exc.
qoe a cmara eslava tratando desle e de outros ob-
jeclos, tendentes i limpe/.a publica o particular da
cidade, formulando posturas para sua execurao, e
de modo que o servico da irrigaco seja antes arre-
matado, que administrado, por parecer assim mais
conveniente e econmico ao cofre municipal.
Outro do enganbeiro cordeedor, observando que
o erapedraraento da roa do aterro da Boa-Vista se
ada deteriorado, apresenlando ionumeras cavida-
des e oulras ruiuas, qae precisam de reparos.
Mandou-se responder, aulorisando-o a mandar pre-
ceder aos reparos necessarios, e aos de quaesquer
oulras ruinas, que Torera apparecendo, da modo que
se nao augmeuiem.
teoHvin
le nao seja mais formoia c nSo leaMvitile e cinco
annos de menos.
Eis ah como sao os Vgcete* espiritos su-
perPiciaes que apreeiam a oafltor snmeulc pela mo-
cidade o formosura, e quaaHp pelo mais prufunda
indiflerenca, 00 grande desdem. Ad conlinuou a
joven miss Tazeudo um gesto de indignarlo, n3o amo
os Francezes ; sao caracteres sem olevaro creados
para a servido. Se Tosse possivel *m um dia trans-
portar para a Franca quinhentas Americanas e su-
geila-la. aos usos e costuraos do paiz, nao ptssariaiu
quareula e oilo horas sem que houvesse urna revo-
lucio em favor da mulher I
Voss responde-me, querida Sarah.como se nao
Tosse bella, bella a poni de malar de amores lodos
01 Francezes do muudc !
O principio da liberdade das mulheres, rcpl-
coii altivamente a Nevt-Yorkense he superior a ludas
as vanlagens physicas, e para ajudar sea triampho
eo nio hesitara, se Tosse preciso, em Tazer o sacrifi-
cio de miuha belleza.
Eis urna resposta, disse Juliano com sigo, em
que urna Frunceza jumis teria pensado.
E preveudo qoe o eco e o iuTerno nada poderiam
conlra opinies lao solidas, tomn o nico partido
razoavel qae reslava-lhe para nao ser laucado Tora :
inclinon-se profundamente diante da jovan New -
Vorkense, o que esla lomoo por am gesto da assen-
tiraento e de admiracar.
Muilo bem exclimoa ella, godo de ve-lo con-
vencido I Na verdade voss a seos compalriolas lem
ndole generosa, esmenle necesiitam de serem col-
locados debaixo de orna influencia livre a fecunda.
Praza a Dos, murmoroo Juliano ternamente,
qae ao esleja sempre Jabalo da sua 1
Sarah deu-lde a mo a beijar.
Oulro do fiscal de S. Jos, informando adiar pro-
prio para situaraode salgaderas, o lugar da Caban-
ga, para oode prelendem Antonio Jos da Costa o
Silva, Manoel Joaquim Ferreira, e Carlos Augusto.
de Araafjo mudar ai que tem, no Cortume e ra
Imperial; mat que, quanlo ao prazo de tres mezas,
pedido pelos requerentes para a transferencia quel-
le lugar, daa mesmas salgaderas, caba cmara
deferir-Ibes como I lie parecesse juslo, e compalivel
com as circumslandas aclaaes do paiz. Inteirada,
e concedeu-se-lhes o prazo requerido.
Oulro do mesmo, dizendo -que na semana de 22
a 28 do corrente, se malaram uo matadoaro da Ca-
banga 565 rezes para consumo desla cidade. In-
teirada.
Oulro do juiz de paz mais volado do primeiro
dislriclo desla Treguezia, pedindo expediise a c-
mara diploma ao supple,nle competente, em lugar
do eleitur por a mesma Treguezia, que se ada fura
da provincia, Honorio Pereira de Azeredo Couli-
nho.Que se expedisse, assim como a supplenles de
obtrai Tregoezias, em lugar dos respectivos eleilo-
res, que consta tenham morrido, ou mudado para
Tora da provincia, ou que, por auzentes derla, nao
possam comparecer no da da eleicao.
Urna informdrao do advogado lobre o oflicio do
solicitador, lido na sessao antecedente, dizendo que
ic couveni cmara a desappraf>riar,ao do terreno,
sito na pra^a do Capim, peutaM|pte a Mara da
Concelcjo eieutilho, devia seryccolhda ao depo-
sito geral a quantia de um conlo de rs., am que foi
julgada a avalarao.
O Sr. Baral. requereu, e foi approvado, o adiu-
menlo deste objecto, en. quanto te inleirava me-
lhor delle.
Urna patino vinda da presidencia para ser infor-
mada, do porleiro e guardas do camiterio publico,
reqaerendo Ibes mandaste S. Exc. pagar, do prin-
cipio do correle anno municipal am disnte, o a-
crescimo de 5O90O0 rs. sobre seus vencimenlos, que
Ihes marcoa o regulamento do cemilero, mas que
nao foi consignado na Id do orrameulo municipal,
como o foi o do administrador. A cmara resolveu
se infnrmasse a S. Exc. que achava justa lemelhuule
pretenrao, e como tal parecia-lhe que devia ser al-
(endida, porque lendo a le provincial n. 357 np-
provalo, sem reslriccao, o citado regulamento, que
ausuiiiiou os vencimenlos, s a esquecimenlo se
poda altribufr o nao ter-se marcado quota para seu
pagamento, como se Tez para com o administrador.
Aqu assentou-se de nao continuar com a leilura
de oflidos e outros papis, que anda reslavara pa-
ra se tratar de objeclos de urgencia, laes como um
parecer da comraissao de polica sobre a irrigarao, e
o projeelo de postaras, apresenlado na sessao ante-
rior pelo Sr. S Pereira.
Lido o parecer, no qual a comraissao lendo 'em
vista a conveniencia e a economa do tervro, Teito
por arrematarn, indicava que qnanlo antes te con-
vidaste por edilaes quem por menoi fizesse a irri-
gaco, marcando-se as ruai em que se deve ella pra-'
licar, e as horas, sendo as carrosas Teila's segundo
odezenho que a cmara apresenlar ; jalgou-se in-
completo o mesmo parecer, por nao eslabelecer as
bases para a arrematadlo, e passou-se a diseusso
'das posturas, que coulinham materia ideulica, e
mais ampia ; sendo approvadoi 01 arligos 1. com
supprcssao de algumas palavras, a requerimenlo do
Sr. Olivira, 2., 4., 5., 7. e 8., lcando prejudicad0
o arl. 3., por ja se adiar prevenida a sua ditposicao
nos arts. 5. e 22 do til. 7. das posturas de 30 de ju-
nho de 1819 ; e modificando-so a requerimenlo do
Sr. Olivcira, o arl. 6.. no sentido do s serem obri-
gados os donos de estabelecmeolos'de portas-aber-
las a varrer as parlas das mesmas casas.
OSr. Reg e Albuquerque voluu conlra o arl. 2.
Marcou-se esso para o dia 5 de novembro se-
guinle .
Foi arrematada por Jos Goncslves da Porciun-
cula a obra da ponle de podra e cal sobre a estrada
de Joao de Barros por a quantia de 2:0008 rs., e
nao assim o alugud da casa da ra da Florentina,
por nao apparecer quem liciUisse.
Despacharam-se ai petirr.es de Antonio Jos Soa-
res, de Antonio Ricardo do Reg, Antonio Jos da
Cosa e Silva, Antonio Manoel Esleves, Eduardo
Frcderico Banks, Francisco Muuz lavares, Fran-
cisco de Paula Figueira de Saboia, Francisco Ilj-
[Cllio de Andrade (2j, Francisco Pereira de Agoiar,
Jos Baplisla Ribeiro de larias, Jos Adelo da
Silva, Jos da Costa Rabello, Manod Francisco
Soares, Mapoel Ignacio de Olivira, Manoel Joa-
quim Ferreira Esleves, liomao do Reg Barros; e
levanlou-se a sessao. .
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a escrevi-
Barao de Capibaribe, prndenle. Reg e Al-
buquerque Oliceira AVi Pereira.Mello.
Illm. e Exm. Sr.Teudoa donra de apresenlar a
V. Exc. a deignae,3o do servido do aceio das ras
desla ddade fei lo sob minlia direcrao d dia 22 a 27
do corrente.
Limpou-se novamcnle nas qualro Tregoezias as se-
guinlaa ras, travessas, etc.
Ra da Lapa, Mocda, Tanoeiros, Scnzala, Nova,.
ila Velda, prara do Corpo Santo, ra do Pharol,
;co d. Lama, do Campello, Joau Pinlo, yuares-
a, ChaTariz, Norouda, teta do mesmo nome, tra-
vesa de Bom Jess, ra dVCriiz, da Guia, becco
Largo, ra da Cadeia, largo da Assembla, Pan)
ra do Coliego, do Crespo, das Cruzcs, yueimado,
paleo do Paraizo, travesa da Uniao, dila do Peixe-
Fril, ra larga do Rosario, estrella do dito, Iravessa
da Cadeia, ra do Cabug, Nova, das Laraogeiras,
das Triucheiras, do Passeio, da Concordia, do Sol,
de Sanio Amaro, da Roda, pateo do Carmo, roa de
Uorlas, paleo de S. Pedro, Aa das Aguas-Verdes,
paleo da l'enhi, dilo do Livrameolo, ra DireMa,
paleo do Trro, ra dos Mari)rios, das Cinco-Pon-
tas, Augusta, do Padre Floriano, do Fagundes, largo
do I orle, das Cinco-Ponas, Aterro da Boa-Vista,
becco do Ferrero, roa "do Camarao, do Hospicio,
prara da Boa-Vista, ra da Conceirao, Iravessa do
Tambiu, ra do Aragau, do Rosario, dos Pires, pa-
leo eruadaSaula Cruz, Rbeira, ra doSebo,Trom-
pe, do Colovello, da Gloria, Manguera, Alegra,
Vellit, ra da Matriz, Ponle Velda.
Acha-se concluido om lanco de aterro no cenlro
da 1 ua da Concordia, em eilensao de 200 palmos.
Esla grande parle da ra, que d'anles era alagada
nas grandes mares, e onde se conceutravam as aguas
de chuva tornando um charco immnndo, com cerca
de 8 palmos de proTundidade, esl presentemente
aterrada, e he urna bella rua do passeio, oude se
transita sera o meuor incommodo.
Dei cemero a aterrarla rua do Alecrim, que te
acha alagada em grande parle, e de tao baixo o ter-
reno d'esla rua que, i cxcepr.lo do espaco sobre que
edificaram casas, o mais se ada qaasi lodo [inun-
dado, desorle que, as grandes mares pendrara al a
rua Augusta. Todava, apezar do grande alagado
quo lia mistar aterrar na sobrectada rua do Alecrim,
pode ser que de mil palmos de extensao, presumo
concluir esle trabaldo, para o qual de de adquirir
algumacalira e padreguldo, alim de nao ser Teito lo-
do o aterro com areia, o que se turnara mui dispen-
dioso. '
Vai-se continuando a remover alguos enluldos,
aceiar as roas, rravessas, ele. como se observa.
Deu-se principio a'aterrar com ealica a rna da
Roda nos lugares baixos como se oxaculou nas ras
de Horlas, Fogo, e oulras.
i 'ez-ie o servicio com 56 Irahalhadores e apontado-
res; as Tolhas das lacias das quatm Treguezias im-
portaran! am 2359800 rs., aluguel das carrosas que
(rabalharam diariamente nas Treguezias de Santo
Antonio e S. Jos 1269000 ris; na Treguezia da
Boa-Yisla 309000 rs.; arcia empregada no aceio das
duas primeiras Treguezias 199840 ris.
Dos guarde a V. Exc. RecITa 29 de outubro de
18S5.Illm. e Exm. Sr. Barao de Capibaribe, dig-
nsimo presidente da cmara muuicipal.Joao Jos
Repenllnamenle ouve-se grande agilacao na sala
viznha, e por ordem de Sarah Juliano corre a in-
forraar-ie da causa. Ha um amigo da casa que ca-
bio atacado de apoplexia. Transporlam-no para um
leito, e Ires mulheres medicas qoe aedam-se na reu-
nan dispulam entre si a honra do sangra-lo, em-
qoaulo Juliano volla para junto da bella Americana.
Mas esla apresentando-o a um genllemen de seu co-
odeclmento, diz-lhe :
Vou ver sa posso ser til s minhas amigas
douloras ; entretanto encurrego ao meu amigo We-
lervcllconiug,redactor do Sew York Tribune,ae f.i-
zer-lde compendia ; adaos !
Juliano desejara enviar ao inferno o sendor Wes-
(crvellconing. Oulro liere pen/adm, disse elle com
sigo, que vni marar-rac com urna columna de sua
gazela Od quem me dera estar anda uo delicioso
serao da honlem Os das succedem-se...
O senhor parece mu pensativo disse-lhe o
gazelisla nesse momento.
Eo pcosava naquella mulher que eslava tao
bella honlem, que lem lauto brildo doje... Vmc. es-
leve no baile que ella deu-nos ?
Nao, eu (inha ido como-relator a um meeling
bloomerisla de Croy. Vmc. nao pode crer o elTeilo
prodigioso que produzo esta reunio, na qual a elo-
quencia, o enlhusiaimo pelo direlo e pela jus-
fijja..,
Havia ao menos l mulheres bonitas'.' pergon-
(ou Juliano esperando escapar por urna conversado
iucidenlal ao discurso que o ameagava.
Nao sei, responden Triaraenle o senhor Wes-
lervellconing, ni outros Americanos o que procu-
ramos sobreludo nas mulheres sao principios polti-
cos e opinies independenles; pois eralim...
Ali 1 viv Daos exclamou Juliano ardeodo de
impaciencia. Vmc. perde o seu lempo Essas mu-
lheres eu as aborrern I 80 amo aquellas que sao jo-
ven, c lindas e qae procurara o prazer.
une homem he Vmc. Trenqiiillise-se. nao le-
nh') a intenrao de conlrariar suas dea. Eitou mes-
1111 persuadido de que no fundo o senhor approxi-
1111-e de mnli.i maneira da ver. Varaos astenlar-
nrs naquelle soT, e depois qae eu lhe houverex-
puslo meu sj lema, dr-me-ha o seu ; e compara-
rumos.
He intil, senhor ; Vmc. lio republicano e de-
seja a emanciparan da mulher ; eu sou absolutista, e
Taco todos os dias votos para que ella recaa na escra-
vidao. Sua ainliir.i i seria ser presidente em um
paiz onde as mulheres livessem o direlo de volar ;
eu nao conliero posirao mais legitima nem mais dig-
na de iuveja do que a de sulla em Constantino-
pl. I...
E depois desla bella resposta Juliano rerou-se
deixando ao senhor Weslervellconug pasmado de
lana extravagancia e indignado por urna sem cere-
monia de que smente julgar capazes os genllemen
di Kcnlucky.
Sob pretexto de ir nTormar-sc do estado do doen-
le, o mancebo foi reunr-se a miss Sarah.
Ento '! disse esta avislando-o.
Vendo busca-la,.
A mim I
Sim, os em philosophoi faligam-me, e morre-
rai .se a senhora nao \er comigo.
Isso agrada-lhe lano quanlo a mim, vamos !
E despedndo-se de Laura foram ceiar na hospe-
dara de Thompson em Broadwav.
XII
Chegando, sobiram sala superior. Nao havia l
uiuguem ; asseularam-se no cauto mais commodo, e
Santos Porto, administrador geral da companhia da
Ribdrrabos.
Conforme.O secretario, Manoc. Ferreira Ac-
cioli.
CMNMUICDO,
OS AFRICANOS E O PRESIDENTE Di
VINCIA.
O publico ja te acha suflicienlemeote informado
cerra desse desembarque de Africanos em Seri-
nliaem. Somenle urna Tolda anti-presideacial an-
da ignora os acontecimento/, v nuveas e pyate-
nos, acasos e imbroaMos naquiiloquja j. foi pnbli-
pado, qae he simples e clartajj fftlte natural e
Tacil de comprehender. As partes ufficiaes publica-
das, as narr.res mais exleusas, as explicares
mais satisfactorias nao podem trumphar da ceguei-
ra calculada, da miopa arlilicial daquellet que nlo
querem ver. He diflicil oa verdade abandonar o
terreno em que julgavamos encontrar ama ma.
A ambirao revolla-se, o espirito reage contra odesa-
ponlaraenlo forrado ; e se a mina tem de ser expe'
rada pda penna de um escriplor, ella enlranba-se
pela discussao, anda em risco de nao colber resul-
tado e de produzir somenle um enTadonno ta-
mandu.
Va, pois, o tamandu por conta do Liberal Per-
nambucano'. O publico que lhe agradece urna dis-
cussao que ja o impacienta, e que da notsa parle
feriamos dado por linda, tem pretender convence-lo .
mais do que elle se acha.
O que houve na verdade at aqui nesse negado
que ja nio esleja suflicieutemenle esclarecido"! Hou-
ve um presidente tau bem informado, qoe tale avi-
so de am ciime projectado muito antes qoe elle se
realisasse, Uto zeloso que expedio immediatameale ,
as ordena convenientes t autoridades subalternas.
Ilouve um primeiro sapplente de delegado em
em exercico, no logar em que sa receiava o crime.
o qual deu as providencias que lhe'cabam, pondo
alerta os seus agentes inspectores de quarteirio. .
O que ha, pois, era ludo isso de ceusuravel, e qoe
merera as furias do Liberal Pernambucano ? Sa-
rao as pessoas que oceupavam os logares policiaes ?
Politicamente, essas pessoas eram excellentes;Tho-
raens de carcter honesto e moderados em poltica
elles perlenciam principalmeute n bemconlieeida
familia Rgueira, e nao familia Cavalcanli, que
era Serinhaem he lao uumerosa e importante, a que
em toda |a parte| he objeclo das appredensoea e da
aqlipaldia do Liberal Pernambucano. Policial-
menle, essas autoridades deviam salisTazer o"tgover-
00. O delegado coronal Menezes, posto que ha
lempos nao exercesse o cargo por causa dos seus
achaques, era reputado anda capaz de prestar boas
serviros. Os factos at aqui parecen] 4er demons-
trado que o governo nao se engamva a este respei-
lo, e quando se livesso engaado, o que por ora
duvdamos, nao he seguramente disto que lhe Tare-
mos um crime. Entretanto o hourado Sr. Antonio
Germauo Rigueira ia desempenlnrado o lugar de da-
legado, e quando' se achasseimpedido havia oolros
suppleotes.
Passara-se mais de tres mezes, lempo sulUcienle
para aa supp-que o crime que se receiava nao se-
ria eemiuetltdo, ou porque o aviso Tosse falso, ou por
qoalqtjcr oulra circumslaucia. 0 Sx. Antonio Ger-
mano que teawatCsOcios importantes qoe tratar no
Recite, e que nao suppoe iodispensavel a saa presen-
ta em SeriudBjB), passa o exercico ao sen imme-
dalo. O qae aom.a pretidencia com isso.? Onde ha
que o Liberal vio os nossos delegados darem parte e
Pediremlicenra aos presidentes quando leem de dei-
xar por alguns dias o exercico dos seas lugares i
E mesmo oSr. Antonio Germano, nao tendo'ja mo-
tiv para crer que leria d fazer alguma cosa im-
portante oa'delegacia de Serindaem, o que de qne o
impeda de vir o Hyife ? Por ventura aquelles que
anlre nos se resignam a aceitar os pesados lugares
de polica, tem ter pagos e cora lautas inconve-
nientes, compensados por pequeas vantageus, f._
zem jurameulo de ficar pregados aos logares, sem
que um dia possam respirar dt> suas fadigas e tratar
de seut negocios urgentes ou de suas molestias ? E
quando o tempo de tres mezes Toase insoflicienle
para aa pensar que o,entrabando deeuuciado, se
tinha desvanecido, e Hp uecssario que decorres-
sem seis mezes, um 11 dous e Ires, o que nao os
parece razoavel, que imputario merece a presiden-
cia por cansa da viagera eroprehendida pelo Sr. de-
legado tupplenle ?
Entre as partes ofliciaes qBj foram publicadas,
al pelo Liberal Pernambucano, om oflicio do Sr.
Antonio Germano prova que elle passra adelegacia
ao seu mmedialo odiilinclo Sr. Jos Weocetlo Ri:
aueira. Esle, achando-se anda em convaletceara
de urna enfermidada grave, nao pode todava passar
o exercico a oulros supplenles por se acharen] im-
pedidos ouausotes. O Sr. Jos Wenceslao era pois
quera se achava de pone da delegacia, emboraesti-
vesse em conv'alescenra, o que seguramente nao be
um grande obstculo para o exercico ordinario de
qualquer lugar, mesmo de urna presidencia.Sa o
Sr. Meuezes,sendo o propietario das praii
nhaem, pode couhecer priraeird, do que
Wenceslao, quando sa approsJfJj i costa o pea
avistado junto a Ida de S. M
.reiro, e lervio-se do seu llr
vo para prestar por ai om serviro ao seu p
responder conlianra que o governo nelle depotl.-
ri, nao ha dovida que lio mui digno da elogios, ta-
bora parecer ler a ingennidade de suppor qoa.pela
ausencia do Sr. Antonio Germano, Serinhaem esti-
veste sem delegado algum, nao obstante estarem a
delegacia e a subdelegada reunidas na pessoa do
Sr. Jos Wenceslao, e os inspectores do quarteirio,
que s3o por assim dizer os olhoi e os brarot d'etsas
autoridades, estarem lambem notseui postas, e ante-
riormente avisados em consequeneia da ordena |p
governo, bem como o commandaule da forja pu-
blica.
O que ha poisem ludo isto de censara vel ao gover-
lizeram urna lisia extravagante de pralos. J se en-
tende que durante a oeia Juliano esleve muito amo-
roso, a lambem miss Sarah foi mui terna. O man-
cebo lomava-lhc as mSos emquanlo ella ioclnava-
lhe a cabera sobre o hombro, e apertava-a pos bra-
cos, cousa a que a rapariga abandonava-se com urna
facilidade que exaltava o amor proprio do poeta nao
menos vivamente do que a imaginario. Elle julga-
va-se amado, a Toi em voz terna que murmurou au
ouvido da joven Americana.
Tu me amas, Sarah T...
Sim, amo-la!...
Entao s minha, nleiramenle minha !
Meu bello poeta '. disse a mora pastando seos
dedos delicados pelos cabellos do rapaz, tu me ama-
ras anda se eu te dissesse nSo '.'
Juliano 11,10 a ouvia mais, eslava louco de alegra;
porm Sarah conservara toda a sua tranquillidade.
Veja disto ella a Juliano levanlaodo-ee, e di-
rig ndo-se a urna roseira magnifica que ostantava ua
sala mas bellas flores abenas.
E inclinando seu rosta gracioso para urna linda ra-
sa, parecen aspirar-I he todo o perfume,beijou-a e tor-
nou a beija-la, inclinou muitas vezes a bastea de ma-
neira que a flor brilhasse-llio um momento noi ca-
bello! e sobre o peilo; depois sem separa-la do ramo
vbltoo para junio de Juliano, a disse-lhe com des-
embarazo : gv
Eis oiaaflb>Iicic3o da flirtalion...
Que qapMoaa dizer f
Se comprelMpde as imagans deve agora lber
al onde podem negar suas esperanzas.
E...isso he irrevogavel 1 aventaron Juliano em
tom quaii terno.
Irrevogavel como a liberdade dai mulhere di




I
1
I
nu lomada (lelo Sr. Aiilonio Germano da virao Recite,
dos incoitimoilos de saude do Sr. Jos Wenceslao e'dos
motivos nobret ou igoobei, palriolico ou Interessei-
ros que muveram o Sr. Menexes a cumprir o ten <1*.
ver '! Tero elle culpa de que n Sr. Menezes lomaste
conla da delegada occupada pelo Sr. Jos Wences-
lao o que aquelle, e nao esle, mandarse aviso ao
commandanttdo destacamento, que fez i apprehcu-
sao ? E memo o que hi em ludo isso que nos lulori-
se a censuraresses senhores, podo que elle e a pre-
sidencia tenhem responsabilidades muilo distinctos '.
Vamos porm ao laclo. Vea navio e cenlo e ses-
senla e dons Africanos formn apprehendidoijpelas
auloridados. haoe o Liberal o que quer isla dizer 1
quer diter que ri contrabandista infame per-leu a
pcapriedndo sobre que fundava as suas esperanzas
de ouro.c uer dizer qee cenlo e setsenta e duas almas
destinadas ao caveir Uno libertadas pelas auto-
ridades, legaes, quer dizer que foi dada urna solfrivel
lisio, un bomexemplo, e que um immenso resulla-
da foi ob.ido.
Mita apprheaflo, diz o Liberal, (oi m acaso.
Seja. Afstos to todas as medidas de segurara pu-
blica lomiida pelo Sr. eonselheiro Jos Denlo, todos
ns servir*) prestados pelos destacamentos volantes
que alia Um ssoalhado pala provincia ; acasos sao as
grandes e nprezas de ulilidade publica, o eitabelec-
rnenlo de instruejao publica que fundou a tj,ler de
Unios estorjss ; acasos sao todos os mclhoramenlos
moraes e maleriaes que elle tem promovido. S nao
sioaatso-i ura ou outro espancamento que apparece,
WflT0 C'ime que se perpetra,delquo o presideo-
mkae responsavel como complico. Logo.porcm
qae o criminoso he preso, que nm, contrabando he
appcehendido.houve evidenlicamenle um acaso, em-
bora as orden* mais positivas da presidencia, embora
o deveres mais Simplicia das autoridades subalter-
na* al oinleresse d'ellas, fizessem da apprehensao
urna canta muito regular. Sejam, porm, os servi-
'.'os grano iosos.que Tai oSr.Jos^J Denlo prestando na
tua ailmlnistraeao, fillios do seu tino administrativo
ou de su;i felicidade inaudita, de toa habilidade de
governar ou da boa fada que o protege e da ninfa
Egeria que o acooselha, o que he rio he que o Sr.
Jos Denlo nao pode drizar de gloriar-se dos felizes re-
Soltados que teraoblido, e mismo, se quizerem, de
presidir a tao intelligeolet acasos.
liai a tripulacao do navio composla do capitao
a quatro laarujoi escapou-te, e dizem que tambem
ilguns a<* escritos. Ora he forte novidade, he cri-
ne iuconeebivej, qe recabe como cumbo der-
retido sobre a eaberi do presidente da provincia, a
'uga de algn Individuos em urna praia em mu los
lugares despovoadi, eantas que as autoridades os t-
veasem marrado !
Eis alii pelo que diz respailo aos fados patsados e
sabidos. A' vista d'elles.o que caba presidencia nos
sabemos ti he justamente o que ella tem feito. Era-
.pregar todas as diligencias para prender a tripulacao
conteabar dista ; proceder a todas as invesligajoes
neeessari.is; libertar os Africanos que foram sub-
trahidos, no caso de qoe islo teja verdade ; processar
o* criminosos, quaesqoer que elle sejam ; examani-
. nar memo se bonve alguma irregnlaridade da
parle das autoridades de Serinhaem, o que dovida-
mos, e reipoiisabiJlM-las nesse caso, sao evidente-
mente os deverer tto goveroo no estado em que as
cousas se acham. missau do Sr. chefi de polica
a) Serinhnem nao pode ler oatro fim, e o carcter
d'esse migistrado he parajtodos nos, inclusive para o
Liberal, um flanea do-que prediiemos, O Sr. che-
la de polica poder nao aehar no caso em queslio
mailas toiiteraanhas em um dittricto agrcola, onda o
trafico nSo pode ter muito impopular; poder con-
vencer-so de que todas as cousas se passaram menos
mal, ou que nlo ha meios de remedia-las, que algu-
. mas diligencias sao talvez perigosai em uro lugar po-
voado por tantos escravos ; mas estamos persuadi-
dos de que o Sr. Paiva Teiteira se conservar na al-
iara da sua posicio, e far aquillo que o mais intel.
ligente, activo e bem intencionado poderia fazer.
Al l, esperemos.
Entretanto descance o Liberal, qoe a presidencia
r negocio est mimada dos melhores desejos e
lis austera isencao. A presidencia, armada
cotn os mcurtot do poder e com solemoidade da
sua potict.i, oflo precisa, nem pode paeluir com cri-
minosos.Se o Sr.'eonselheiro Jos Denlo fosie um
jornalista empeohado em guerrear de todos os modos
um {ircsdenlo de provincia e em congregar
mullas jifleijes, lisongeando as paixSes e dis-
famando is verdadeiros crimes, poda ser que proce-
des do modo do Liberal Ptrnambucano. Como pre-
sidente,' (lienao tem as mesmasnecesiidades ; e se
aJgum da, por hypolhese, por um erro fatal de in-
telligencii, o Sr. Jos Dent protegesse algom cri-
minoso, n'esse dia estamos certot.'ssjne elle seria
apenas o remplice do Liberal Parnambucano. Nao
hipoisesia folla que o excede, nem Ihe pode dar
'(oes era materias de moralidade e imparcialidade
politice. Y.
PUMO OE PfMURUCD TERC FHH 13 "F NOVEMBRO Of iftU
CORRSPONDE\CIVS.
Senhores redaclorei :Disjante, como me acho,
desea cidiide parlo de duzenlas leguas, nao posso
ter noticias dclla, e menos da corte se nao com
graade di: mora ; e por isso s ha poueo* dias foi que
liviconh cimento da diatriba com que o Sr. Mello
Franco depulado su ppleo te pela provincia de Mi-
nas, auxiliado pelo Sr. desembargadOr (jomes Ri-
beiro, mimeseou-me na cmara temporaria na fes-
sao deste anno. Ao ler to execravel, quanlo fu-
riosa calilinaria, o men priajairo impulso foi dar-
la* immodiilimenti a conveniente respoita, mos-
trando a ftlsidade das impolajoes que me foram
fritas per aquellesdous senhores, e" ao mesmo lem-
po Cazendo sobresahir a deslaldade com que elles
se houveraro, aggredtado aminha honra na tribuna
nacional, sem que e all roa aehasse para detonde-
la ; mas (lepoii entend que convinlia aguardar o
resultadc do processo que o gaveroo imperial man-
dn instaurar. Nesle proposito me acho, e pois
ou rogu ao publico dessa capital, a de ledo o Dra-
sil que suspenda o sen juizo sobre os fictos qoe os
Srs. Mel Franco, a Gomes Ribeiro me atlriboiram
aaeevaraade a esta ultimo qoe nao proceder! como
alie, qoe al boje guarda silencio a* respeilo dos
horroroios crimes, e imputables que lhe foram
por seu proprio irmio em urna corres-
que ha Iras, ou quatro aunos cireolou
Ma; atambern afirmando aoSr. Mello
i aggredida, aie portarai
jrei como ella que abasando
atado, nlo leve ao mena*
de da espeilar a ausencia daqaelle que
uto coniecia, ade quem nanhuma oitoaaa hava
aajabsaa. Nasta ocosiao a gr adero aos meus dig-
nas anillos, a compatriotas diputados por aata pro-
vincia desembargador Figueira de Mello, a rs.
PaetDa-reto eDraodao, a ixpretsa reprovarao qna
maaifaslaram ao procedimento dos Sri. Mello Fran-
co, a lio mes Ribeiro, protestando oootra o abuso
que elle* fue rain di immonidade da tribuna legis-
lativa ; recebara pois os dilos meus amigos o ma
realsincero agradecimenlo. Rogo-lhes, senbn-
redaclores, que publiquen] estas liuhas da
tea ate. ele.
/o3o anilina Corra Lins iranderley.
Villa da Oflricury lo de outabro de 1855.
Srs. redelorti. Lejtk> o teu conceituado Dia-
rio n. 258 de 8 do corrsll, nelle depirei com urna
correspondencia assignada pelo Sr. coronel Tibur-
tino Pinto de Almeida, e corno quer que nessa cor-
respondencia exisla urna asserrao a men respeilo,
que nlo he verdadera, e sim s fillia de um enga-
o, por isso apresso-me em declarar, o que ocror-
reu alim de qna as cousas sejam apreciadas como
devem ser. Eu nunca asseverei ao Sr. coronel Ti-
burlino, nem a ninguem, o ler elle sido lembrado
por mim para primeiro suppleule da delegada desle
termo, se foi ou n3o S. S. apontado por mim ou por
outros uunca lhedisse : he verdade que a Sr. coro-
nel Tiburtino. entendendo-se comigo fallamos sobre'
a sua nopnearao de primeiro sopplenle desla delega-
da, mas au iRe asseverei quem o (inha lembrado
para isso per lantov eslou persuadido de que S. S.
s por m interpretarAo dada s miohas palavras, foi
qoe fez semelhanta declarajao. Cidade da Viclnrio
10 de novembro de 18.V.
francisco de Souza Cirne Lima.
Srs. redactores.Tendo Vmcs. se dignado de dar
em seu bem conceituado Diario n. -226 do 1 do
cerrente, publcidide a minha correspondencia em
resposta ao artigo ou autes o famoso ti bello dos re-
dactores do fc'cAo Pernambucano, inserto no n. 74
de 21 de setembro ultimo, contra o Exra. Sr. Jos
Pires Ferreira, Ihesooreiro dos eslabelecimeutos de
caridide, persuadi-me ero vista das raides por -mim
produzdas, e das provas eotao exhibidas em defeza
do mesmo senhor, que aqaelles redactores vergando
ao peso dos remorsos de haverem lo injustamente
ferido a bem merecida repularao do Sr. Pires Fer-
reira, se cunfessassem convictos de sua precipitarlo,
roanifesliDilo sen prorapto arrependimento.
Desla persuaso porm nos veio tirar o Echo n.
82 de 19 do correnle, em o qual os seus redactores,
desaponlados pela derrota,que snffreram com o des;
morooamenlo do colosso, que arteirameote haviam
levantado contra o momo Sr. Pires Ferreira, em o
predilo n. 74, e baldos de provas que podessem des-
truiros nossos robustos argumentos, arrimaram-se
ao seu favorito bordo e conlinuaram a derramar so.
bre o mesmo Sr. Pires Ftreira toda a bilis de sua
natural loquacidade, atirando-se de novo a elle com
toda a sanha, com que soe aggredir as pessoas a
quem sao desaflectos, o que mais fortifica a bem Ar-
mada repolacao, de que goza aquello senhor.
Islo posto, me dispensara da responder agora ios
dilos redactores, se por ventura nao tivessera elle,
voltado a carga asseverando calumniosamente que
dasexposlas concedidas aos cidadjos, que mencionei
em minha primeira correspondencia, algumas bou'-'
veraro qua foram vergalhadas e outrasprostituidas!!
Oh I mea leos, em que lempos estamos nos!'.'
Como he que um escriptor publico, que alardeia de
philantrooo e desinleressado patrono dos desvali-
dos, ousa assim assasssiuar a reputarlo de cidadaos
respeitaveis,deiiando cehir do bico de sui penna Uo
revoltete calumnia'.' 1
Se-porm a vossa inlencao he somente servir de
escudo ao fraco contra o forte, a estigmalisar
o criroe ; nos vos conjuramos, a fim de qna de-
signis ne s os ames das exposlas, que foram ver-
galhadas e prostituidas, mas tambem os das pessoas,
em cujas casas ellas estas hoje ou ja esliveram.
Com isso Taris um importantsimo servico a hu-
manidade, daris a conhecer ao publico os autores
de tao reprovado procedimento, e habilitareis ad-
ministracao a proceder contra ellas. Se porm o
nao fizerdes, nos julgaremos desonerados de respon-
der-vos e o publico imparcial, que nos observa o
aquilata, qoe decida de que lado estao i razao e a
verdade, e sobre qual das frontes deve ser impresso
o ferrete de calumniador.
lie graciosa, se nao ridicula, a increparlo que nos
faz o celebrrimo membro da reducrao do Echo,
quando assevera que elevamos a algarismos enor-
mes o numero das exposlas maiores de 8 annos, ou
remeltidas pelas autoridades policiaes ; bem como
que nlo o informamos de que classe eram as expos-
tas concedidas a particulares, para dahi tirar a con-
seque ucia deque linha ficado em pe a sea censura.
Nao desejandq, Srs. redactores,abusar da bondade
da Vmcs. nem can jar a paciencia do respeitavel pu-
blico, que tao indulgente tem sido para comnosco,
reprodaxindo fictos de queja urna vez nos oceupa-
mos; diremos somenle que nao tendo nos em nossa
primeira correspondencia determinado o nomero das
expostas maiores de 8 annos, ou remeltidas pelas au-
toridades de polica, e havendo declarado que no
lempo da actual administrado dos estabelecimentos
de caridade, apenas a exposta Simphronia fura por
sua livre e espontanea vontade, removida do collc-j
gio das orphias para a casa do Sr. llr. I.uiz Gome8
Pire ira, sendo as de mais da classe das coudas na
ordcui da presidencia, he lgico que os nossos argu-
mentos nao se prestam a miseravcl consequencia,
que delles tirara e referido membro da redacrao do
EcAo.
lito'posto, eslabeleeeremos o seguinle dilemma:
Ou S. S. eulendcn perfeitamentc o que leu, e quiz
maliciosamente torcer s nossas argumenlsccs, ou
jilo eotenden o que lea.Xo primeiro caso acho
mos esse procedimento improprio de um redactor
que se ditjusliceiro, imparcial e esintertseadopa-
trono dos desvalidos: no segundo caso lastimamos
semelhaole ignorancia, nao podendo entretanto dei-
xar de applicar-lhe o corriqueiro proverbioUgere
et non inletligere, burrigere.
Nao terminaremos a tarefa qne exponlanaameo-
te encelamos, sem assegurar ao Sr. da redacrao do
Echo, qoe com quanlo nao eslejamos costumados a
argumentar charurdando-nos no la.mac.al das des-
composturas, todava nao querendo ficar debitados
para com S. S., lhe devolvemos intactas todas as ex-
presses plidas com que al agora nos tem hon-
rado.
Queiram, Srs. redactores, dar publicidade a estas
toscas linriai do mu emulante leitor e obrigadissimo
cr'a(lo. O inimigo da calumnia.
YARIEIUE.
DAS MACHINAS A VAPOR
1 (Di Preste.)
I.
Entre as invenc,5es qoe mais lem conlribnidp para
o poderoso desenvolvimenlo da industria no sculo
XIX, nenhuma ha que goce de um grao tao elevado
como a do vapor transformado em forja motriz.
Um sabio qoe potsuia no mais alto grao o rata o
precioso tlenlo de por a sciencia ao alcance da lodo
o mundo pela clareza da expresiTO, e do pensamen-'l
lo, Aragc-, publicon em 1829 ama memoria batan-
a nolavel destinada a dar ao francs Deniz Papin
urna gloria que elle nao fiueria para si. Provou que
qoelle genio nolavel pertenca o inconteatavel mere-
cimenlo da primeira idea da machina a vapor, eque
em um escriplo publicado em 1690 estabelecera d
maneira mais precisa a possibilidade de fazer mover
um pistn pelas alternativas da dilatadlo a da con-
densarlo do vapor da agua. Nao Jio applicou po-
rm a esta descoberia.
Quinze annos depois nm obsenro artista inglez,
Newcoroen, qoe exercla a profissao de ferreiro em
Darmonth, rorihorando o trabalbo de Papio, cons-
Irula a primeira machina chamada do simples efTeilo.
Era a infancia da arle ; mis apezar da imperfeicao,
o seu uso espaltrou-se rpidamente em todas as mi-
nas decarvao para esgolar as aguas.
He na verdade curioso e interessante o estudo de
lodo o progresso e de todas as applicaces desle ap-
parelho que, forja de paciencia, di ensaios e tra-
balho, tem-se transformado ao cabo da 150 anaos,
nessas rpidas locomotivas que arrastam na sua car-
reir 50 wagues pezadamenle carregados, sendo ad-
ntir-avel essa gigantesca machina Napolen, coja for-
c de 1:000 cavados faz percorrer quatro leguas por
hora co:n nm peto de tres milhoes de kilogramos, v
Newcomen iutroduzo o vapor sob nm pistn mui-
to pezido a conservado em equilibrio pelo sea con-
Irapezo. Quando Osle pistn tivesse chegado ao alto
da sua carrera, para o que exiga apenas urna in-
significante forra motora, enchia-se d'agua fra o es-
pado annular comprehendido entre a parle exterior
do corpo da bomba, e um segundo cylindro umlpou-
co mais largo em que eslava envolvido. A frialdade
traii'inilli.la a travez do metal, conduzia o vapor, e
enlAo a poderosa absornrao causada pelo vacuo gnia-
va o pistn ao seu pirlo de partida. As asles das
bombas fixadas na outra exlremidade da alavanca
Irariam o apparelho a maior elevarao, o destas al-
ternativas resnltava um jogo conliuuo. I. ma craan-
i era apenas encarregadu de abrir e fechar succes-
sivamenle os registros do vapor e da agua de con-
densarlo.
Nesta poca a arle de polir os cylindros e de for-
mar grandes pajas de ferro eslava poueo adiantadu ;
para remediar essa falta de accordo nos apparelhos,
conservEva-sc sempre urna porcao d'agua na supr-
ele superior do pistn ; mas reconhecia-sa qoe o
pislon descia muito mais rpido do qoe ctanjnha
Tendo se examinado a causa com o maior cBdado'
vio-se que um pequeo bnraco feito atravez do pis-
lon deixava cahr pingo a pingo urna porcao d'agua
fra no meio do vapor, de qui resultava urna con-
densarlo quasi instantnea.
Esle fado, tao insignificante na apareucia, era tal-
vez o mais capital de todos os que deviam imprimir
um poderoso impulso no progresso. O condensador
eslava descoberlo, e he anda hoje a chova d'agda
fria que duplica a forca das nossas machinas.
Depois de Newcomen veio James Wath, nm dos
genios mai vastos qoe jumis se dedicaran) s arles
mechaoicas.
Nascrdo na Escocia, em Greenock, no anno de
1736, operou urna reforma completa as machinas
de vapor. A sus lon^ga e dislincla carrera permiltic-
Ihe gozar, antes da sua morle, da gloria qne lhe re-
sullava das saas descoberlas, e da creajSe de im-
mensas fabricas prximo de Rirminghao, s quaes
deu nm poderoso auxilio. Sao aquellas que em ma-
ne* d'um secuto, quintuplicaran! a riqueza do seu
paiz.
Wall foi o primeiro que promovendo o vapor al-
ternativamente sobre cada face do pislon, duplicou
o seu efleilo uo.mesmo cylindro. Tendo reconlieci-
doqueaiojiccaono cylindro o resfriava, a aug-
raeutava o consamo do vapor qoe provinha do com-
buslivel, eilabeleceu um compartimento particular
pelo qual se faz correr a agua, pondo esle novo or-
go em communicarao Unto com a parle superior
como inferior da bomba. Desla maneira o vapor,
logo que a passagem esta aberla, precipila-se em nm
condensador nico, e prodoz lim vacuo quasi com-
pelo pela sua volla ao estado liquido.
A exlremidade da asle do pislon esta ligada i da
alavanca principal, que se chama balandra, oflere-
cendo una grande uiflicuidad em conciliar os dons
movmaaslas, dos qnaes um deve percorrer em linha
recta, e outro formar um circulo. Watt resolveu es-
le problema por orna combinacao tao simples e lio
legante como engenhosa. Esle syslema aind pre-
sentemente lie conbecido pelo seu nome, parallelo-
grammo de It'alt, dequeainda hoje estao munidas
todas as machinas de Iransraissao de moimeolo in-
directo.
Foi.em fim elle quem indieon o verdadeiro grao
de que devia u india gozar o vapor, sem com ludo fa.
zer delle urna perfeita applicajao.
Um americano, Elivier Evans, nao tendo mais do
que nojoes bastante incoroplelas sobre os trabadlos
de Wall, conslruio a primeira machina de alta pros-
sao, na qual a forja elstica do vapor eslava separa-
da pela elevarao da temperatura.
Nao admitlia condensador e aflastava pela parle
exterior do apparelho, em cada exlremidade, esse
vapor que alternativamente passava pela parte infe-
rior e superior do pislon.
Conslruio urna carruagem de vapor que devia tra-
italhar em loda a qualidade de caminho. Depois de
aiguns ensaios asanle mediocres, tentou organisar
urna companjiia para eiplorar este novo melhodo
de Irnnsporle. Tendo-se porem malogrado este pro-
jeclo, reuuncou delle. Mas logo depois M. M. Tre-
vilhicko Vivan, aprovetando os seus trabalhos,
chegaram a apjescnlar urna verdadeira locomotiva,
que, apezar das snas imperfeijoes, nao deixa de ser
a origem daqucllas que admiramos em todos os ca.
minhosde ferro.
Nesle sentido fizeram-se numerosas lentaliva, co-
meraudo em 1778 pelo marqoez do Jonffroy ; em
1775 por lord Slanhope, a em 1801 Mr. Symmeton.
Todava o primeiro navio que apreseotou resultados
pralicos, eque se empregou em um serviro de via-
inlesedemercadorias, foi sonitrnido era 1807 em
NovaYork pelo americano Fullon. Foi elle quem
assim moslrou civilisarao um elemento de um al-
cance incalculavel tanto cm relacSo gnerra como
paz.
Urna dasinvenrfles mais nolaveis pelo grande nu-
mero das vantagens qne produz, ha aquella, qoe por
meio da alta e beixa pressSo, com on sem condensa-
cao, com ou sem hlenle, offereco vontade poueo
oa muilo trabadlo, com poueo ou mnilo combusli-
vel. He devida ao|inglez Woolf, deJWatt, e conlera-
poraneoo seu emulo. Compe-sede dous cylindros
de (liQerenles dimetros. No primeiro 1 inlrodoz-ie
o vapor de alta pressao. Quando o seu efleilo se
lem produzido sobre o pistn, em vez de retirar
para a parle exferior, fiz passa-lo pira o segan-
do cylindro, onde chega com perlo de mea almoa-
pliera, e funeciona de novo em baixa pressao, e com
condensarlo. Tambem se obtem ama grande eco-
noma de carvao.
Na expoiicSo de Paria enconlram-se mollas michi-
nis que pertencem a esta classe. Naojdexaremos de
fazer menjao das de Mr. Scolt, e Mr. Smilh, de
Vienna, de Mr. Lacrois, a de Mr, Panweli, em
Rouen.
Aproveilando o vapor sua sabida de urna machi,
na de alia pressao para o applicar a um segondo cy.
lindro munido d'um condensador, Woolf hava pre-
sentido a vanlagem qne havera a tirar d'um calo-
rico que at aniso se hava despresado. Era um
grande passo, mas avia muito a fazer, e Mr. de
Trembley p>receuler conseguido esse resudado.
II
Mr. Trembley resolveu desde o principio dos saas
trabalhos, servir-se do vapor habitualmente perdido,
para volitilisar nm liquido fervenle a urna tempera-
tura inferior ti da vaporisacao da agna.O novo vapor
assim creado sem augmento de despeza, devia fazer,
mover ama segunda machina, ja independenle da
primeira, ja coojunctamenle com ella. Theorica-
menle, este ponto de partida era extremamente cn-
genboso; restava apenas lixar a disposirao dos novos
Uaiao Americana, pronunciou a joven miss era lora
secco e magestoso.
A era) resposta Juliano senta gelar-se-lhe sbita-
mente imaginario ; todava nao quiz parecer de-
sistir can tanta facildade de seus intentos: um
revio de osperanja sorria-lhe anda no fundo do co-
rarao.
O! diste elle ifagando-lhe a face com a mao,
amo-te bastantemente para esperar anda.
' E letanlaiido-se, ambos saturan), Juliano lomou
a prkrera carruagem que euconlrou, e reconduzio
iniss Sarah a sua casa... sera oatro incidente.
XIII
Bem cuma tora conveiicionado, Juliano dirigo-se
no da seginta ao aposento da bella New-Yorkense ;
ella nlia saludo. Depois de haver entrelido o lempo
a direila e n esquerda, o mancebo vollava tranquil-
Jmenle a Broadway ; maa passando dianle do hotel
l.ovejr y, vcio-lhe a idea de ceiar.
Qu*t nao foi sua sorpreza quando vio era om can-
*. *,la a mM Sanh ceiando. nao com o senhor
Wiliiim, ao qual elle encontrara no hotel Malllard,
mas ct,m outro genllemen que nunca vira.
Ella eslava ter menle inclinada sobre seu hom-
bro, o sua puscao era tao compromellcdora quanlo
o poda ser para urna Americana.
Apenas aristn o joven Francez, ella poz-se a rir
adizir :
Juliano meo amigo Juliano I esl gastado
omige *
Nao ha motiva para isso, rejpaasicu elle con-
T,,,,^t?"n MM tem nm Kacler amavel, e
a iwoitipta para assignar-lhe um diploma de bom
Que desavergonhada I diise com sigo Juliano.
..aba que 0 pero amanhaa T Venha assenlar-
Vejamos a
systeraa;uma
vez de urna es
de numero de
ca, lendo trazi
graos centgrados
pscie de |
bsacos
cien un
orgaos. Com a maior habilidade e felicidade, re-
solveu esle segondo problema.
Apresentaremoi o mais rpido posiivel o jogo do
seu systema.
Do vapor da agua empregado na alta pressao em
um primeiro cylindro, pissa a um apparelho parti-
cular chamado vaporisador. Compe-se de ama ca-
xa alravessada de alto a baixo por um grande nume-
ro de pequeos tubos de metal, cuja base mergullia
em um reservalorio de ether sulfrico al um'lerco
poueo msis u manos da sua altura.
Apenas este vapor chafa ao contacto com os tubos,
condensa-se, e o sea calor, assim Irausmillido ao
ether, volatisa-se, a da-Ihe a exlenjao media de urna
atmosphera, seteoilavos poueo mais ou menos. A
agua da condensarlo move-se na caldeira, que fica
entSo alimentada pela agua dislilada.
O vapor do ether pe em inovimento o pistn de
n 2. cylindro, onde opera de maneira ordinaria,
salva a sua condensa;,lu que opera em um appare-
lho, anlogo aquella em que tem origem. Anda
coniem uniros pequeos tubos circulados de agua
O elher tornando ao estado liquido, produz o
vacuo, e depois volla a urna bnmba, onde so apr-
senla vaporisajao pira de novo ser volalilisado.
Desla maneira temos era cada cyliudro nm vacuo
produtido no condensador pelo fro do ether em um,
e pelo fri da agua no segundo. Neslas alternativas
de vaporisacao, e de liquidarlo, nao ha perdas senao
as devidas as valvulai.de seguranza ou is fallas pro-
duzdas pela impossibilidade de urna uliuacto malbe-
malica.
O cousumo de carvao fica rednzido a menos de
50 por cento, a alero dsso a parla do apparelho, em
que circula o etfier,deleriora-se muito menos do que
o que trabalha pelo vapor da agua.
Algumas objeccoes se apresenlavam ao uso de um
liquido auxiliar eminentemente iuflammavel. Mr.
Trembley havia ndwado muilos oulrot sem esle in-
conveniente ; um dallas, o chloroformi, foi pela
primeira vez appiicado por Mr. Lafont, orflcial da
raarinlia imperial, a urna pequea machina de vin-
le cavados. Os seus resudadas depois da um servi-
jo de quatro annos no porto de Lorien!, determina-
ran! ogoverno francez a fazer applicar urna machi-
na mais consideravel a bordo do oavio Galilea, que
no anno ultimo estove em ParU.
Esta machina aslabelecida anda continua a ser
objeclo de esludos muilo serios, qoe he de esperar,
deem resullsdos decisivos.
Agora trataremos de outro syslema seguido pelo
capiao sueco Erieson.
Em urna machina de alia pressao perdemos, pela
evaporisajao ao ar livre do vapor, a maior parle do
calrico desenvolvido pela combusiao do carvao ;
istohe, o calrico oblidoa grande cnslo produz pou-
eo efTeilo, a evapora-se inmediatamente. He pelo
contrario nma machina de baixa oo media pressao:
em primeiro lugar a agua do condensador eleva-se
com pura perda a urna alta temperatura, exlravas-
sando-se depois.
O problema, cuja solncao Erieson procorava ha-
va vinle annos, he o seguinle; fazer servir urna
quantidade determinada di calrico, representada
peto carvao ; elevar a temperatura dura gaz qual-
quer (de agua por exemplo); colhar o fruclo desla
dilalacao, e iproveilr o calrico pela applicacao de
um novo volume de ar, que, pela sua parte, devena
fornecerum novo Irabalho mecnico.
oacao que elle adopti
na dear passa rapidami
peneira, composta d'
feitos em nma lamina me
urna temperatura elevada (!
Esle ar sbitamente rescaldado
dilata-se, e oblera-se a forca'produzida por esta ex-
pansao; logo depois torna a pessar atravez da penei-
ra, resliluindo-lhe o calrico perdido por um ins-
tante.
Em ama palavra, esla apparelho da folha metli-
ca adqoira urna reserva de calor. Nao fareraos a
descripcao da machina, porque nao corresponden ao
pensamenlo que lhe servio de origem. Todava es-
te phenomeno de bruscas alternativas de calor e da
fri em um lempo aapreeiavel pelo contacto com as
maltias da rede metlica be eOeclivamente capital ;
he comtudo de esperar que em alguns annos se con-
siga aperfeicoar a. parle mecnica do trabalbo de
Erieson.
Esta questao ue aproveitar a maior parla do ca-
lrico devido a combqsto do carvao, tem sido ob-
jeclode sabios estados de Mrs. Reech e Regnaall, O
primeiro principalmente applcou-se a indagar, por
via da mais atienta analyse, as condces que devem
salisfazer-se para aproximar, qoaule posiivel, deite
fim.
Nao nos ccoparemos porTioje destes desenvolv-
melos, raaa,!imitamo-nos a dizer que elle tomn
por ponto d partid^ a machina de Mr. Semoine,
baseada no emprego das laminas metlicas de Erie-
son, e qoe, passando em revista os mais desrjaveii
aperfeir-oaraentos, eonduio manifestando desejo de
ver continuar os estados pralicos, que tanto devem
uteressar no futuro,
Os esludos de physica sobre esle grande problema
do mximo Irabalho, qoe deve obler-se do calor,
ppoia-se em urna base que procuramos fszer co-
nhecer.
O calrico, diz elle, lie um fluido imponderavel:
mas ainda que as suas molculas nao se manifestara
senao pelos seus efieilos, exislem e nao se transfor-
mara e nem se perder jamis. He o sen movimen-
(c, a a sua passagem que produz o Irabalho mecha-
nico de urna maneiri, qni quasi podemos assimilhar
i accao do vento, que enchi urna vella sem que o
ar saja absorvido. As 'molculas em movimento,
encontrara o tecido eo impeliera, mas aquellas qoe
nao podem passar atravez delle raudam de caminho,
mas nunca desapparecem.
ur
Continuando listar do syslema de Erieson, dire-
mos que quando o fogao lem feito passar urna certa
quantidade de calrico na agua, que por consequen-
cia se transforma em vapor a impeli o pislon, esse
calor loma a encenlrar-se integralmente j no va-
por sua sabida do cyliudro, j no nnmero de graos,
a coja temperatura se eleva a agua do condensa-
dor. '
Como j dissemos em um dos arligos anteceden-
tes, a dea de Erieson he introduzir da novo nesle
condensador, onde existe qualqucr orgao anlogo, o
principio de forja que ji tinha operado no seo pri-
meiro Irabalho.
Ha j alguns annos as ideas sobre esta materia
lem se transfrmalo. Os exames a que o eminente
physico Mr. Keguault lera procedido ha mais de
qualorze annos, lem contribuido para fazer adoptar
a hypolhese que linha sido sujeita ao calculo por
Mrs. Joule, Thomson, e Rankiue em Inglaterra,
Mayer e Clauiss em Allcmanha.
O calrico he ama origem de forja, mas nica-
mente por meio da IransformajBo.
Em qualqor machina se promoverraos o vapor,
ama parle dos atoraos calricos melaniorphosea-se
em Irabalho mecanino. Ao sabir do cylindro, esse
vapor ja nao coulra mais do qne ama parle da-
qaelle qae all havia Irazido. A difierenja na en-
trada e sabida he a vanlagem que ha, porque he o
qoe a machina, ebai.xu deste novo Irabalho, pde i
nossa diiposijflo. Urna parle dos tomos calorferos
fitingue-se, mas, como em todas as coasas, esta ex-
lincjao he momentnea ; o calor dilata o fluido, e a
forja prnmove a. movimento.
Quando em um lubo comprimimos vivamente o
ar por meio de um pistn, a luz a o calor produz-se
inmediatamente. Alm disto quando o vapor esl
rescaldado, dilatase.e faz subir o mesmo pistn.
Esle movimento nao se produz porm sem o auxilio
do cilorico do vapor.
De ludo islo resulla, que em urna machina cada
kilogramo de carvao fornece-not lano mais trabalbo
como vapor ma sabida ; e em orna machina d'ir
onde a difierenja ser maior enlre a tempenlara
desse ar, quando nella o impedimos, a a qoe lhe fi-
ca quando o deixamos livre.
Estes pheuoracnos, sujeilos ao calculo e expe-
riencia, levaram Mr. Regnaull a concordar na se-
guinle cifra ; em um apparelho que marcha na ra-
zao de cinco almospherus sem condeosajao, nao se
aproveita mais do que um quadragesimo de calri-
co transraillido do fogo li agua. Se accrescenlamos
a condensajao, chega-se apenase um poueo mais de
um vigsimo.
Urna segunda conclusan desla Iheoria he a grande
vanlagem, que se euconlra em aproveitar o vapor
rescaldado. Ainda nao ha muito lempo que a bor-
do de um navio da marinha imperial la Biche, se
faziam experiencias a respeilo de urna caldeira in-
ventada por Mr. Relleville, e que al ao presente
tem produzido excedentes resultados. He de etpe
rar que estojara de accordo cora os. principios que
tomos exposto.
Forma-sede umaetpecie de serpentina seraelhan-
la i nm alambique, de torro concavo balido, de al-
guna centmetros de dimetros, a qae circula em
lorno de um fogao central,sem que a chamma o lo-
que, nem faja aqoecer. He nicamente pelos raio
onde sa prodnzem nesta pequea distancia qne se
obtem oseo color ao fogo. A agua loca pela parle
inferior ; poueo depois reduz-se a vapor que, me-
dida qae augmenta, absorve cada vez mais o calri-
co em contacto com o tubo. Quando chega parte
superior, toca em urna temperatura, a por conse-
quencia eiryma pressao elevada ; he nata occasiao
qua a machina o absorve e o ulilsa.
Um apparelho regulador, exlremamanle engenho-
so, proporciona quantidade d'agua injectada a
pressao final. A vlvula d'alimentajao he manobra-
da por um orgao de compensajao, que opera lano
quan| he menor o calor,e eonseguinlemenle a pres-
sao menos elevada ; emquanlo pelo contrario se os
efleilosaugmeolarem, admille-ie enllo urna peque-
a quantidade d'agua, e fornece menos vapor ao
cylindro.
Passaremos agora it disporijoes dos orgaos das
machinas, qae sao innumeraveis. Ha cylindros B-
xos, verlicaes e horisoolaet. A forma do aparelu0
a qae estao ligadas as diverstt pejas do movimento
ha influenciado por dafferentes motivo. Alguns
desses apparelhos sao fundidos, oolros de ferro for-
jado. Cada constructor tem os seus lypos. Em
Franca tomos por muilo lempo visto os de Maods-
lay, que nos havia fornecido machinas, para barcos
a vapor da forja de 220 cavados ; depois a de Faco-
celt e Presin, que estabeleceram muilos apparelhos
magnficos para grandes fragatas de 250 cavados.
Na exposicoo actual eocootra-se a este respeilo to-
da a especie de combinijio.
A maior parle das machinas qne se observara na
randa gilerii he d'um unico-cylindro d'alla pres-
e hlenle.
Citaremos em primeiro logar a de Mr. Farcol em
liut-Oncu, na qual lodo o madiioismo segu nma
posiro extremamente engenhosa.
O pistn da bomba alimentar e o da bomba do
ar conservam-se na racima direcjo horisontal, cujo
movimento de vai-vem nao deifa de operar tubre
urna molla suspensa de maneira que o ponto em que
ella impelle a asle descreve urna liuha recta. He
umi applicajao muilo honrosa do parallelogramo de
Wall.
Notamos tambem o apparelho de cylindro bori-
lonlal da escoto das artes e oflicioi de Chalons, e os
de MM. Cail. Dourdon, em Paris, e Maldant, ero
Dordeaux.
A Suecia tambera euvou urna muilo linda ainda
que pequeua machina a vapor hlice, cujos dont
cylindros sao inclinados na razao de 45 graos. A
maneira de os collncar ve-se desenvolvida no Sim-
"#to que MM. Tod e Mac-Gregor, fem Glasgow,
nos oflerecem ama notavel reduejao, e as de MM.
Wlissingen, em Amslerdam, e Gucbe,em Nantes.
Mr. Schneider, de que recomibendamos as bellas
locoynolvas, aprsenla urna applicajao do ferro for-
jado as machinas do navio, cojos cylindros hori-
sontaes sao directamente superiores aos condensa-
dores. Resulta urna grande economa de .collocar
convenientemente o jogo dos orgaos.
Mr. Hoy er, em Lille, expoz nm motor de paten-
te no qual es dons cylindros sao oscillanles, eo alio
das duas asle dos pislons reunidos por ama peja
que d o impulso a urna nica molla.
Nao deixareraos de mencionar a machina de cy-
lindros fios verlicaes de Mr. Newmann, era Ax-la-
Chapelle, e Dulnider, em Stockolmo.
Sao estas as principaes machinas que se acham na
expolelo, e ainda que o seu numero seja mui li-
mitado em relajao s qae estao expolias i impor-
tancia dos seas aparelhos e o engenhoso desenvol-
vimenlo de cada ama das suas pejas lie digno de
nolar-se. sendo de esperar que os seus construc-
tores procurem fazer introduzir os syttemas segui-
dos, cojos resaltados prometiera as maiores vanta-
gens.
(Jornal do Commercio de Lisboa.)
COMMERCIO.
to aqu junto de mim. Conversaremos em francez ;
meu genllemen nao labe urna palavra a esse res-
pailo.
Juliano foi assenlar-se junto (tolla, a diste-lhe :
Miss Sarah, obrei mal em ama-la.
Ah I porqoe enlao '.'
Porque voss entende o amor dfferentemenle
da mim.
E como ?
Em Franja urna mulher qae ama he toda da-
qaelle a quem ama.
A Franja, meu charo Juliano, he nm palz ve-
Iho que s tem velhas rotinas, velhas ideas e velhos
costones,. .
Ah,,, eu penaava que a palavra amor signi-
licava o mesmo para (orfcs os paites.
Entre nos essa palavra nao taro sigoificarao ;
engano-me ; he ridicula.
E eu que linha smenle amor para olTere-
cer-lhel
Foi por desconfiar disso meimo, dise a New-
\nrkense rindo, que permilt a esto genllemen ga-
lantearme. Vossc nao he rico, ao passo que elle go-
za de qnarenta mil piastras de renda.
Ah he asse o vosso amor, Americanas !
Nao conhecemos onlro/ o hornera a nossos
olnos nao representa mais do que certa somma de
(liulieiro, isto he, de abaslanja. Nao casamos com o
homem, mas com suajriqueza.
Juliano eslava liileralraeiile purnado dessa fran-
queza que articulava ludo e nada dissimulava.
E todava, disse elle como se falliste a si mes-
mo, um homem e urna mulher que amam-se saodi-
tototl Quando o bomam he forle e enrgico acha
sempre com que veslir tua esposa ou sua amante, e
urna flor pra adornar-lha o paite, ou os esbeltos.
Que importa que nao sejam satisfeilas todas is aspi-
rarles para o luio, se o curanto, a mo, os labios,
e os odios lem um eoracao, urna mao, labios e odios
que Ibes correspondan!'.' Ha no mundo alguma som-
ma do dinhero, oa alguma potijao que valha os
transportes, os extases de duas almas que abando-
nam-se ao teu amor? Ah! Sarah! exclamoo elle
dirigindo-se i Americana, cuja belleza pareca ues-
te momento mais provocadora do que uunca, eu qui-
zara ter din milhao de piastras para lanja-lat ao
mar por urna" s pulsajAo do seu eoracao.
Se vossO livesse essa tomma lerii mais certeza
de conseguir teu fim fazendo-me presente delta. Mas
vo-e nao lio culpado pela tua loucura, meu charo
Juliano ; a culpa ha das Francezas, as quaes bem co-
mo eu disse-lbe honlem, sao ai mulheres mais est-
pidas do mondo. Sao ellas que enlretem na socieda-
de a somma de ideal, isto he de mentira, qne ahi se
acha. Em vez de procurarem o qua he real e positi-
vo, em vez de pedirem francamente so homem abas-
tanja e mesmo luso, contentara-se Ora com om es-
pidi amavel ou com nma bella pbysonomia, ora
cora om vao ltalo, ou com ama prometa fugitiva
do amor: coosas todas qne nao valem a litiuha de
eda com que alo meu borzeguim. Se voss quer
casar com nma Americana, code logo em enrique-
cer ; do contrario volle para sen paiz, onde urna
Franceza riel nao hesitar em dar seus escudos a um
poeta de tao bella figura.
E qne aconselha-me vossc 1 pergunlou Julia-
no com astucia.
Que fique e trabadle. Ilei de catar brevemen-
te } m>s (onlinuarciiios semnre a ver-not; pois vos-
se ficar sempr meu imigo, nflo he assim f
Ah suspirn Juliano, i a flirlation 1
A fiirtalion te acabar*;, porque mea fim estar
olee de ricino, 1 sacca cera de carnauba, 350eaixas
sabito, 3 tarcas arroz, 1 barrica assucar refinado, 1
sacra caf, 70 caitas charutos.
Passp de Camaiagibe, hiale brasileiro Santa Lu-
zia>, ds24 tonelada.,conduzo o seguinle:1 barrica
3 arrobas de bolachinha, 24 cocos de fiandres e 23
cha pos de palha, 2caixai sabio, 12 saccas sal, 4 ar-
robas de carne, 4 libras da rapa, 1 lita assucar re-
KECKBEDORIA DE UBNDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'RRNAMBUCO.
Reiidimento do dia 1 a 10.....5:534*046
dem do dia 12......... 342}811
EDITAES.
5:876S857
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 10. 10-3988484
dem do dia 12......J sgajtjOO
12:9835081
PAUTA
doi prefos correntes do assucar, algodao, e mais
teneros do paiz, qu se despacham na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 12
a 10 ds novembro de 1855.
Assucar emcaixatbranco I. qualidade
I) D 1) 2." B
i) mase.........
i> bar! e sac. branco.......
roascavado.....
refinado ..........
Al;;odao em pluma de 1. qualidade
2.' n b
0 3. a
em carojo.........
Espirito de agurdente......caada
Agurdenle cachara........
' > de calina....... a
restilada.........
" do reino........
Jeoebra.............caada
.................botija
Licor............ caada
" .......iajk. .. garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqueire
em casca.........
i
V
9
3-5900
23:00
38840
59400
.5?j0O0
48600
18350
3650
9400
9480
3*80
9600
9580
240
9580
9240
58200

caada


nma
um
Aztilc de mamona ......'
a s roendobim e de coco
de peixe.......
Cacau.............
Aves araras.......
napagaios ^ .
BoUchas............
Bisciiilos ^.........
Caf bom............
reaslolho..........
com casta.........
uido ...........
Carne secca..........
Cocos com casca........
Charutos bons.........
ordinarios......
regala e primor .
Cera de carnauba.......
em velas.........
Cobre novo mao d'obra ....
Coaros de boi salgados.....
verdes...........
s espixadoa.......
de onja ........
cabra corlidoa .
Doce de calda.........
goiaba........
secco ..........
jl...........
Eshipa nacional........
eslruugeira, mao d'obra
Espilladores grandes......
pequeos.....
Farinha de mandioca.....
b milho.......
a aramia......
Feijao...........
Fumo bom..........
ordinario........
em folha bom......
a a ordinario .....
restollm .....
Ipeacuanha..........
Gonima......'. .
Gangibre. %......
Lenlla de achata grandes .
> r> pequeas.
' d loros....... >
Praadas de araarello de 2 costados urna
b louro.........
Coslado de amarello de 35 a 40 p. do
c e 2 '. a 3 de I.....
b de dito usuaes.."...:.. s
Costadinho de dito........ >
Soalbo de dito........... >
Ferro de dito' .
Costado de louro
Costadinho de dili
Soalho de dito .
Forro de dito ,
cedro .
Toros de latajuba
Varas de parreira

cenlo

>
11
@

>
um

alqueire
. al
9640"
19760
19280
59000
109000
39OOO
79000
89960
49500
39000
39500
69400
59OOO
39840
19100
9600
29400
109000
I29OOO
9160
9200
9100
9200
159000
9240
3200
9160
9*60
9280
19280
19000
29000
13000
19600
29000
39O0
69ifo
PRAGA 1)0 RECIFE 12 ENOVEMRRO AS3
HORAS DA TARDE.
ColajCes offieiaes.
Cambio sobre Londres60 dlv. 27 5|8 d.
Descont por 30 dias10 ^ anno.
Conrot seceos salgados200 rt. por libra.
Frete de Parahiba para Liverpool, assucari5| e 5
% por tonelada.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 10.....147:3011503
dem do dia 12........28:319>272
175:6200775
' Oescarrtgam hoje 13 de nocembro.
Barca ingleza.S'up/whacalhao.
Drigoa inglezHeralddem.
Galera inglezaMeioramercadoriat.
Barca portuguezaGraliidodem.
GONSUIADO GEBAL. .
Rendimento do dia 1 a, 10..... 11:9189763
dem do dia 12....... 3:43*9345
15:3539108
, DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do da 1 a 10.....
dem do dii 12 ,
754*481
239870
7789251
alean jado, eia>u marido satisfar todos os meus ca-
prichos.
E se elle nao qjtttf preslaf-se a isso'.'
Tanto peor pt^Blle.
Teuho entilo i^K urna probibilidade de ven-
tura?
Sim, te voss cstiver rico I
Juliano julgava sonhir; todava exclamou para
dissimular tua salisfai.ao:
Dravo Se o meu compatriota Mr. Esquirol a
conhecesse, cortamente escreveria seu nome uo seu
calendario, e a festejara como urna sania.
Juliano sera duvida nunca lera Mr. Esquirol, nem
Uo poueo a bella miss.
Emito seria necessario um calendario especial;
posdeveriam entrar nelle os nomes de seis milhoes
de Americanas, responileu a New-Vorkensecom ufa-
na.
E Juliano qne linha graudissimas lenlsjes de
ianjir a ceia pela jane lia, saudou a Sarah, e relirou
sem ao menos olhar para o genllemen, o qual duran-
te loda a conversarlo fizera a figura singular que os
leilores podem imaginar. Felizmente nesse pniz nao
te conliece o ridculo.
XIV.
Doutdits depois Juliano a Ricardo conversavam
na casa da sexta avenida. Eram seis horas da ma-
nha; Juliano eslava ainda deitado emquanlo Ri-
cardo folhtava alguns papis.
Ura criado baleu .1 porta, e onlrogou ama carta
perfumada dirigida a Juliano.
Quem pode escre ver-te tao cedo'! exclamou
Ricardo lanjando a carta sobre o leilo do amigo, o
qual ahrio-a logo seolindo palpitar-lhe o eoracao.
He algom convite tem duvida, respondeu elle
com ar diilrthido.
Exportacao .
Parahiba, hiato brasileiro Conceijao de alaria,
de 27 toneladas, conducto o seguinle : 303 volu-
mes gneros eslrangeiros, 1 alambique de ferro, 1
serpeolina de cobre, 1 caixao 36 violas e 150 folhi-
nhas de porta, 1 gjgo quartinhas branca, 10 late-
A letra era elegante e delicada, e a assignalura
(rajada por mao firme era a de Sarah. Elle leu :
a Meu charo Juliano, voss he um rapaz encllen-
le, e rauilb agradavel s vezes j falla como escrevem
em Franja, slo he, com fogo, groja c poetia. e li-
veste alguns cem mil doltors seria um genllemen
completo e muilo estimado de nossas mulheres. Mas
ah! aqu nao lio Franja, e seu espirito brilbanle
nao lhe far casar com urna moja rica. Nos outras
Americanas nao pergunlamos ao liomim que pede
nossa m3o se he amavel, a se he poeta, se he orador ;
porm siinplesmeiite r/ajaio coi. Ora a resposta nrf
decide segando n numoflne cifras de qne te compe.
Urna choupana e um eoracao parecem-nns muilo in-
spidos, e fazeinos quasi tonto caso de urna como de
outro. Ura marido nao he para nos um amante, be
um homem que paga nossas dividas, maniera nossa
caa, e d-oos loxo e riquezas. m compensarao
damos-!he astas regularmente um lidio de doui m
dous anuos. Somosfrin e positivas porque o nossu
calor dissipou-se flirlando ; eit porque geralmentc
somos companheiras facis de viver.
O ciume, esse seiilimeuto tai, desenvolvido era
Fronja, nos he completamente deseooherido : con-
cedemos aos nossos maridos a mesma liberdade que
Ihes pedimos. Era urna palavra o casamento em
vez de ser para nos ama cadeia pesada he simples-
mente um I ajo que apenas sentimos, e que uunca
nos maltrato.
H Adeos Agradeja-me l-lo deseng nado; poiio
que faz a detgraja da vida he nao ver it cousis de-
baixo do verdadeiro aspecto o nao dar-lhes o verda-
deiro nome.
a Parlirei amanhaa para a Carolina doSul com
meu marido.Sarah.
Juliano icabava tristemente a leitura desia carta
quando Ricardo ergueu a cabeja e diise-lhe rindo :
9
quintal
duzia
49000
89000
59OOO
49000
,389000
330OO
19500
29400
9900
109000
149000
7300*
309000
149000
89000
69000
39500
79ODO
69O0Q
39200
29OOO
39OOO
O Illra. Sr.inipector da Ihesonraria provincial
em cumprimento da ordem do Eim. Sr. presidente'
da provincia de 8 do correle, manda fazer p
que no dia 29 do mesmo, peruute a junta da fa
da da mesma tliesouraria.te ha de arrematar a quem
por menos fizer a cooservajSo permanente da *>
termo da estrada da Vicloris, por tempo de 10 meses
a contar do da 10 de dezembro prximo vindonro,
pelo prejo de 2:420*000 rt.
, i "f,"!3'8?30 ra feita na forma da lei pTerin-
caln.343 da 15 da mito do anuo Ido, o sob a.
clausulas especiaes abaixo copiadat.
,*]*"' 1ue Propozerera a etla arremaiajo
5^?!!" f" ',ala d" "*,8e8 da me,roa ]"
taba.b,dud:sC!*rad0Pel0me di' -P'"--
b.ica?'pre,oCUCrtoS.e maDdU ""'"' Ptee"e nl
Secretaria da thesoonria provincial de Pernam-
*ZLXllmbro de ,855- -.. ? i
i .C,,.'il"'.a, "Pfia" P"ra a rretnalaeio.
do qoarlo termo da estrada da Victoria de confor-
midade cora o orjamenlo approvado pela directora
emconselho, empresentado a approvaro do Exm.
,rlf>e"le Provl,lcia na 'mporta"ncia de......
2:4209000 rs.
2." O pagamento verificar-te-ha em dez prestares
mensaes. -t v**y~*
3. Se o arrematante cumprir todos os mezes com
suas obrigajOes, *e forem hornees lvres pelo menos
melade de seus trabalhadores, edeixar em melhor
estado do que a recebera, lera a ((uto de gratifica-
j3o mais dez por cento da importancia total da ar-
remaUjao.
4.* Para o qua nl se ichar previsto as prasan-
lesrlausulas uem no orjmenlo, segnir-se-haoo que
ditpoe retpeito a lei provincial n. 286.
ConformeO tecrelario, A. F. d'AnnundacSo.
. ~~~ O lllm. Sr. inspector (da Iheiourarit provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 8 do correnle, manda tozar
publico que no da (i de dezembro prximo vndou-
ro perantea juntada fazenda da mesma Ihesouraria,
se ha de arrematar a quem por menos fizer a obra
do empedrameolo do 3 lauco da estrada daEscad.
l0929O0O rsde 6M bra" iv*V"t em.........."
A arrematarao ser feita na forma da le ptorin-
cial 11. .Ii.t do 15 de maio do tono findt, ese
clausula! especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerera a esto arretulaeao
comparejam na sala das sestees da mesma junta no
da cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadcs.
E pan constar se mandou aflixar o preseatoi pu.
blicar pelo Diario.
Secreuria da thesourarii proviocial de Pernambu-
co 10 de novembro de 1855. O secretario, .4. F.
d Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
1 A' bras do emPedramento do 3o Unja Ja es-
trada da Escada, far-se-hao de couforuuidade cera
orjameoto approvado pela directora em conseibo e
apreseotado a approvajao do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 4:0925000 rs.
-.' O arremalaute dar principio asobras n pre-
so de um mez, e devera conclu-las nodedoze mezas
ambos coudos na formado artigo 31 da lei pre.
cial n. 286.
3." O pagamento da imporUncia da arremaUcao
realizarse ha na forma do artigo 39 d% metala lei
provincial n. 286.
4. O arrematante excadendo o prazo marcado
para conclusao dat obras pagar! ama mulla de cem
mil reis para cada raez, embora lhe seja concedida
prorogajao.
5. O arrematante durante a execujao das obras
proporcionar transito ao publico e ios cautas.
6. O arrematante sera obrigado a erapregar M
execujao das obras, peto menos metode do petsoal
de gente livre.
7. Para ludo o mais que n3o so-achar determi-
nado ikis presentes clausulas, nem 110 orjamenlo,
teguir-se-hi o que dispoe 1 retpeito lei n. 28.
Coutorrae.O secreUrio, 4.F. tAnnunciacao.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolujao da juoU da U
zenda, manda fazer publico qoe no da 6 de dezem-
bro prximo vindouro, vai oovaraente a praja par
ser arrematado a quem por menos aur as c
supplementares a^azerem-se na ponte sobre o rio
Capibaribe na estrada de Pao d'Alho, no valor de
12:8919822 rs.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Sserelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 10 de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da thetoararia provin-
cial, em cumprimento da resoluclo da junto da fa-
zenda, manda fazer publico que perante a juala da
fazenda da mesma ihesouraria, se ha de arrematar
a quera por menos fizor no dia t de dezembro prxi-
mo futuro, os reparos de qae precisa i casa da c-
mara mrjutoipaJiB adeia dj cidade de Olinda, ava-
llados erTf^:20ffiJO!^rsW^-v'
E para constar se mandn Wixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria .da Ihesouraria provincial de l'ermian-
bueo 10 de novombro de 1855.O secreUrio, A. F.
d .1 anunciar ao..
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 8 do correnle. manda tarar
publico que no dia 29 do mesmo, perante a jua*
fazenda da mesma Ihesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos fizer a conservado permanente
do I. termo da estrada da Victoria, por tempo de
10 mezes a contar do dia 10 de dezembro prsimo
vindonro, e pelo preco de 2:0579000 rs.
A arremaUjao ser taita na forma da lei provin-
cial 11. .143 de 15 de maio do anno lindo,etobas
deasulas especiaes abaixo copiadas.
Ai pessoas que se propozerem a esla arrematar*
comparejam na sala das sessoes da mesma junto no
dia aciraa declarado peto meio dia rntnnrlrjatcman
le habilitada!.!
aguilhadas........'
quris..........
Em obras rodas de scupira para c. par
b eixos o a cu
Melajo............
Milho ,..........
Pedra de amolar........
filtrar.........
rebolos........
Pontos de bol /.........
Piassava.............
Sola ou vaqueta..........
Seto em rama..........
Pellos de carneiro........
Salsa parrilla ,.........
Tapioca.............
Unhas de boi..........
Saliao............
Esleirs de perperi.....
Vinagre pipa ..........
Callejas de cachimbo de barro.
caada
alqueire
urna

ceulo*.
molho
meio
urna
cento
y2
nma
u
miiheiro
19600
19920
19280
449000
20-7000
9200
29000
9640
69OOO
9800
9000
9320
29400
5200
9240
179000
49OOO
9210
9120
9160
309000
59000
MOVIMENTO DO PORTO.
oavios entrados no.dia 12.-
Aricaly12 dias, hiale braiiletoa sCapibariben, de
: 0 toneladas, meslre Trajano Anlunes da Costa,
cqnipagem 7, carga couros a sola ; a I.uiz Borges
(le Siqneira. Pasiageiros, Maooel Martina de
Vasconcellos Porlo, Falisberio Martins de Mace-
do, Joao Pereira da Malta Oliveira. Ficou de
ubservacao por 3 dias.
Coiuimbo30 dias, barca ingtoza oHchardsonu, de
;JT toneladas, capillo John Morgan, equipagem
13, carga cobre : o capitao. Condoz 1 passagei
ro. Velo refrescar e segu para Swansea.
Sacio sahido no mesmo dia.
Aitilhas por MaraahaoBarca franceza Louise
Idarie, capitao Talibart, urga parle da qua Irou-
xe. Passageiros para Marauhao, Duchemin, Has-
asi de Sainville, Juao Pereira do Reg, L'llisses
Jos de Agniar, Severioo Dias Carneiro, Raymnn-
do Borges Leal Caslello Branco, Joao Pedro dos
Santos, Oasiao Ferreira da Oouveia Pimenlel Bel-
leza, Joaqoim da Cosa Barradas Jnior e 1 es-
- A proposito... e miss Sarah !
O diabo a leve I exclamoo Juliano Irado.
O desejo he galante .' Dize-me qua he de leus
amores com ella.
Ah! responden Juliano em lom apparenle-
nunto leviano, quero ter a sorto do re Midas, te
crer mais 110 corajao das mulheres desle paiz !...
Tinlias quasi adevinhado o que ia acontecer.
Como eutau.
Juliano conlou-lhe o seraoem i^sa de miss Laura,
a neia no hotel Thompson, e o encontr no hotel I.o-
vejoy ; liu icualmente a carta qoa acabav de rece-
ber, acompanhando ludo so com brilhantei impre-
carrics e motejos a respeilo das mulheres livres e dos
phlosophos americanos. \
Pobre amigo suspirn Ricardo quando Ju-
liano termnou toa uarrarao ; volla quanlo antes
para a Europa Aqu nao podes vivar, ao passo
qc e la ainda ha lugar para os doudos !
E onde ha doodos maiores e sobre ludo deu-
das maiores do que aqu'.' excla moa Juliano
cora arrebatamento. Mulheres que dtixaram as
saias e lomaram calcas, qne aspirara a serem
evogadas, representantes do povo, e presiden
de repblica ; nutras que nos dizem francamente qne
o amor he sentimenlo ridiculo, e que nada |he real e
di un de inveja sanio os dollars !... Na verdade ha
em Charenton muito gente que nao disse nem fez a
quarta parle dessas enormidades !
He assim qne te terves do toa intelligenda I
Em vea de observares cada couia tranqoillamenle
apaixonaste ao principio decidido desde logo a acha-
res delestovel lodo o qae vos ver oa ouvir. E se eu
te repelisse mui seriamente qoe tu es o deuda, o qae
este povo he prudente?...

19280- ~P para constar se mandou aflixar.o presento a p'
llacSo.
conservajdo
coiifArmidade
loria em
da Exm. Sr.
acia de.......,..
t prestajOes
go-
lem
lar em iheoria urna liberdade, caja praliea he
ral ? E quanto aos direilos das mulheres, elle*
sido menoscabados, llaqui a alguns annoy, e Islvec
a alguns mezes a liniao Americana acrescenluri um
Oorao brilhante i sua coroa de progresso pela ap-
plicajao deiles principio! to justos quanto fecaadee,
a saber:
Oue a mulher he livre;
(,'ues deve formar uniao segundo seo livre ar-
bitrio, e pelo tempo que lhe eoovier;
Oae seas lidio sito sua propriedade, e nao a de
um pai sempre duvidoso, e qne por este Ululo de-
vem ter o seu nome...
Dianle destas idat que ganham aqui terreno de
da em dia, quo alrazade-parece Franja que intoa-
va-*e ada rilarla a resneflnda Turqua relativamente
a Uuiao Americana^.. Os Francezes sonhaja o li-
vramenlo das muljreresem Cunslanlinopla eTfn d-
millem a ndeptndencia das mulheres em ]
York... Ciiinprebendern somente a mcia liliarda
nao admillcm tenfio a iocontequcucia...
Ah ah j vejo que preparai-te para tozar da
teu baleao o degrau da tribuna. Mas que tiros de
pistola silo aquellos que euro ?
He a tosa de 4 de Jaiba, he 1 to
que vai celebrar-se.
Euiao deixo-tepaH Ir vi-la.
M^MTaVM-
blicir pelo Diarfo.
Secretoria da Ihesouraria provincial da Piraanr '
buqp 9 de novembro de 1855.O secreUrio, A.
a Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
1. Executar-se-hao os Irabalhos de coasarva-
jao do I. termo da estrada da Victoria de confor-
midade com o orjamenlo approvado pala dina
em conselho e appresentado a approvajlo do I
Sr- presidente na importancia de 2:057900C*s.
2. O pagamento verficar-se-ha cm dez aresta-
joes mensaes.
3. Seo arrematante liver eumprido todos os me-
zes com suas obrigajoes, liver Irabalhado pelo mo-
nos com melade djw trabalhadores livres, e deixi?
estrada em mejhot.estado do que a recebera. Urri a
lilulo de graflfleatlo mais dez por cento da iranor-
lancja total da arrematarao.
4.* Para o que nao so achar previsto as ara-
senles clausulas nem no orjamenlo seguir-se-a o
que dispoe a respeilo a leljp-oviocial n. 286.
Conforme.O secretario, A. P. d'nnunctofo.
O lllm. Sr. inspector d Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da orden, do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 8 do corrente, inaoda fazer
publico que no dia 29 do mesmo, perante a unta da
fazenda da mesma Ihesouraria, te ha de arrematar a
quam por menos fizer a conservajao permanaate do
2 termo da estrada da Victoria, pelo tempe si W
mezes, a contar do dia 10 de dezembro proximolria-
ouro, nS importancia de'2*579000 rs.
A arremaiajo ser feita na forma da lei provin-
cial .1. 343 de 15 de maio do anno dudo, Mb as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematocao
comparejam na sala das sessoes da mesma junta no
da cima declarado peto meio dia cumpeteotemenle
habilitadas..
E para constar te mandou aflixar o
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial da
buco 9 de novembro de 185.).O secretorio,
d'AnnunciacOo.
Clausulas especiaes
1. Eexecutar-se-hao o
do 2 termo da estrada da
com o orjamenlo apMa
contelho, e apresenladoai
prc-idenls da provincia-,?
2:0579000 t.
2. O pagamento verificar-se-ha
mensaes
3." Se o arrematante cumprir todos os meus com
suas obrigajOet, te forem homem livres melade pe-
no;
Eu nao Tuerta mait convencido do que es-
lou!
E ilisaSo he cerlo. Essas ranlheres que pe-
dem para si a mesma hberds/to qoe a dos htraamf
estao em seu direto, assim como aquellas que ne-
gara o amor dizem a verdade. Quando deseja orna
coosa nma mulher nao contentar teu raprirho a des-
peito de todas as regras 1 Logo nara qoe Jo acei-


DIARIO CE FERHIBUCO TERCA FElftA 13 DE NOVEMBRO DE 1855
aienus de agu Irabalhadores, deixar a Irada
elhor iliaco do que a recebera, lera ululo de
c*$lo maii lOpor ceulo da importancia lolal
di arrematacao. \
Per qoe nao ae echar previsto as presen-
clusulas, uem uoorsamento. seguir-ie-ha o que
t a rcsp eito a lei provincial u. 286.
ooforme.O secretario, A. F. d' Annunciacao.
O Ulm. Sr. Inspector da thesooraria provip-
ial, em cumprmento da ordem do Eim. Sr.
iretidenle da provincia 'lo 8 do correle, manda fa-
er publico que oo dia 8) do mesmo, peranle a
junta di fazeiida da mesma thetouraria, se lia de
arrematar a qoem por menos fizer a conservasao
permaneole do 3.* termo da estrada da Victoria, por
tuiupa de 10 loezej acontar du proiimo vindouro, e pelo preso de 2:0573000 rs.
A arrematacao ser feila na forma da lei provin-
cial n, 313 de-15 de maiodo anuo ilindo, e sob ns
clausulas especiaes abano copiada?.
A pessoas que se propozerem a esta arremalasao
eoroparcsara na sala das sesses da roeima junla no
dia cima deparado pelo meio dia competente-
mente habilitadas.
E jura constar aa mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Mara da Iheaourarja provincial de Pernam-
buco 9da novembro de 185>. O secretario, A. F.
d'Annanciar'm.
Clausulas especiad para a arrematado,
1." Executar-se-hSo os Iraballios de conservas io
dolerceiro termo da estrada da Victoria d| confor-
Ude coid |i orcaiaenlo approvado pela directora
ei conselho e apreseotado a approvacflo do Exm.
Sr. presidenta da provincia, ua importancia de.......
2:0379000 re.
2. O pagainenlo verificar-se-ha em 10 preitaeei
me osa es.
3.* Se o arrematante cumprir todas as condices a
que sa obrigar, se forom hmeos livres melado pelo
menos de seui Irabalhadores, e deixar a estrada em
melhor estado Jo que a recebera, lera a titulo de
gratificaeso ruis 10 por cenlo da importancia lolal
da arremalaplo.
4.' Para o que se nao adiar previsto as presen-
tes clausulas nem no occamenlo seguirse-ha o qus
diipoe a lei provincial o. 286.
tToaforrae.--0"secretario, A. F. i'AnnunciacSo.
ioio Mara Waodenkolk, cavalleiro da imperial
orden do tireaei.ro, Christo, e S. Beato de Aviz,
cnefe de di visto da armada nacional e imperial,
oeasjeaedaiile da eslacSo naval de l'eruarabuco,
aedida entre os parallelos do Kio de S.
ce cabo de S. Roque, por S. M. o lm-
*, que Dos guarde, cavalleiro da ordem
s Francisca primeiro do reino das Duas Sicilias,
te., ele
bar que em eiecujao de ordens do Eim.
Sr. ministro da mancha, queme foram Iransmitli-
ss pelo quatlel general, em officio n. 63 de 10 de
catabro ultimo do disposto as initrucroes qoe
baixaram coro o decreto o. 1591 de II de abril do
correle aneo, Tica aberto a bordo do brigue barca
Itamarac um alistameoto de voluntarios para ser-
virn) oes navios da armada nacional e imperial,
sob aa segoint.es coudirOes :
Clasies do alislamento.
1.* Da marinhagem, cojo contrato for sem lempo
determinado.
Da marinhagem, por lempo de om a tres
aoes.
3.' Da marinhagem com os prazos de seis a oilo
anuos.
Os vencimtntos e mais.vanlagens quo as pracas
ceMratrtdas era virlude destas instruc;Oes tem'de
perceber, s3o as seguinles:
Sidos por mez.
(Jasse superior 203, primeiros marinheiros 183,
segundos marinheiros 159 grumeles 10.
Premios.
H voluntarios de 1.a classe s perceberao os sol-
da que Ibe compelirein na forma cima referida,
geni lerem direito premio ou gratificasao alguma.
)s voluntarios da **. classe, sendo marinheiros
Ifie.ttt, l5 ou 70$, conforme forem os contratos
por Din, dous ou tres annos. Sendo grumetes te-
rao pela mesma forma 109, 229 ou 349.
Da voluntarios da 3." ciaste receberao mais urna
qoarla parte do maior premio qoe poderiam obler,
contra tan do-e como os da 2. classe, na praca de
marinheiro ou grumete que Ibes competir.
Se nao forem horaens do mar e liverem mais de
40 annos, s terso o premio correspoadente aos da
. elasse.
Gratificasao.
O* voluntarios da 2.* e 3. classes te rao alera do
iremio cima dito, a gratificasao de 4j se forem es-
trangeiros, oor de 59 sendo naciouaes, se se apresen-
Ureui por si proprios, idepcudente de engajador.
Esta gratificasao ser repetida todas as vei'es que
lio o primeiro contrato a praca qoixer anda ser-
Yir por lempo nunca menor de 3 aunos.
Vanlagens.
A's prados compreheodidas nestas Ircs classes dar-
su-ha guia de desembarque no lim do contrato com
tacto qoe previuam ao commandante dous mezea
antes de que pretenden] em tal poca deixar o ser-
o alisUmento; gratificasao esl qoe nio se abonar
repetidamente ao mesmo individuo porcada novo
contracto soccessivo que fizer nao sendo este por
mais de tres anno. Q< premios referidos ser-lhes-
hlo pagos integralmente no acto de assentarem pra-
Sa se o alislamento for por um anno ; se por dous
ou Ires annos em tres prestaroes igoaes, a primeira
alisfcita como no primeiro caso, a segunda quando
vencido melado do prazo do contrato, o a terceira
Ando o mesmo prazo, Sendo nacionaes compete-lhe,
o aylo de invlidos concorrendo para elle com am
dia de sold por mez.
Nao leva-se em conta para o preenchimeuto dos
prazot do alislamento, ou contrato, o'lempo que pas^-
sarem ao hospital, e era o deprisao em virlude de
senleoca, soflrendo de mais a mais o que desertar a
perda das vanlagens do premio, e do lempo do
servico anterior.
Os estrangeiros lambern silo admiltidos a eogaja-
menlo apresentando documentos do seu consol de-
clarando estarem desembarrados do servico da ret-
pecliva nasSo,
' 3. CLASSE.
Marinhagem emitido de seis a oito annos.
Devem ler os requisitos dos da segunda classe, ex-
ceplo a pratica da vida martima, pelo que e com
mais de 40 annos nao leem augmento de premio es-
tipulado aos desla classe conlralaodo-se como os da
segunda, na prara) de grumete, ou marinheiro. Sr-
venlo pelo lempo de seu contrato com o sold dos da
segunda classe.
Recebem de premio o marcado para os dessa cias-
te com o augmento da qoarla parle conforme a prasa
que Ihes competir, distribuida pela maneira seguin-
te : tersa parle logo qoe tenhao assenlado prasa, ou-
Ira tersa parte no lim do primeiro anno de servico,'
e o restante lindo o prazo do alislamento ou eoga-
j amento.
leem direito a gratificasao de apresenlacao, e sen-
do nacionaes corapele-lhes o asylo de invlidos coa-
correado para elle com um dia djfeoldo por mez.
Soflrendo disconto no lempo do engajamenlo da-
quelle qoe estiverem em pristo cuinprindo senten-
ca, o lambem a perda das vanlagens do premio, e
do lempo do servico anterior, no caso de desertaren!.
Os estrangeiros lambem podera ser engajados com a
apreseularao de um documento do seu cnsul de-
clarando cstarem para isso desembaracadosdo servi-
So da'respectiva nacao.
4. CLASSE.
Ser rindo no carpo do imperiaes martnhfirpt.
Devem ser horneas da vida do mar, de 18 35 an-
uos, oa al 40, cidadSos bratileiros, fortes, saos, e
capazes de todo o sen ico. Servirao 10 annos na
praca de grumete; nao pastando dentro do primei-
ro a classe de marinheiros, pois n'esle caso lie so-
mente 6 annos o tempo do servico. Vencem sidos
por mez: cabos de marinheiros lfijOOU reit, e 189
res embarcados, primeiros marinheiros 129000 reis,
e I49OOO reis embarcados; segundos ditos 10JOO0 rs;
terceiros ditos 89OOO reis; e os grumetes 59000 reis
em trra, e 79OOO reis, embarcados. Abona-ie-lhes
por premio do engajamenlo IOO9OOO reis, se forem
marinheiros, e 609000 reis sendo grumeles: pagos
como os dos voluntarios da 3, classe. Compele-lhes
assylo de Invlidos concorrendo para elle com um
dia de sold por mez, e mais urna sraticacao men-
tal igual a urna tersa parte do sold, que vencem,
no lim de 10 aonos de serviso, e a metadedo dito
soldo depoit de 16 annos. Compele-lhes mais a re-
forma depois de 20 annos de serviso, ; teem direito
a bafea do lim do lempo que se declara deverem ser-
vir,
Soflrem o disconto no temp de ses engajamentos
daquelle que passarem em prisao cumprindo tenten-
Sa, e perdem as vantagens do premio, e assim o tem-
po do serviso anterior quando por ventora deser-
tem.
6. CLASSE.
Sercindo no Batalhao Saval.
3 Devem ler os requisitos da 4, classe, sendo porem
a idade del.S atlanoos podendo-se admitlir estran-
geiros mediante previa aulorisajao do governo.
Servir 6 annos, pelo menos, com o soldo diarlo
de "ilO reis, os I. sargentos, 330 reis os 2. ditos,
120 reis os cabos, e 100 reis os soldados. Kecebem o
premio de 15OQ00O reis te nao forem maiores de 40
bam' iteraos do recrutmenlo, sendo ua- anuos, e o du IOO50OO rei* se liverem mais desla
or lempo Wl .iTr-que tenbra-servido ; -veede, page ccr.foirae esta estipulad? para os voluo-
al
raordinarias.
eicepto o caso de circumstancu
Asylo de inval
Compele a todas aa pracas nacionaes que para
elle concorrerem com um dia de soldo por mez.
Pagamento dos premios e gratilicarOes.
Aes ata 2. claase, se o alistamento for por um an-
uo ser entregue o premio integralmente no acto de
(reaa praca ; se por dous ou Ires anrios em
Basoet igoaes, sendo a primeira paga ao as-
aeiitar prafa, a segunda qoaodo vencido metade do
praxe, e len:eira 00 lim do contrato.
As da 3. ciaste receberao ama tersa parte do
premio ao aisenlar prasa, outra igual quanlia do
fim do primeiro auno de servico e o cestnute no lim
do coedrato. ,
As gralicasesqoe compelen) s segundas e ter-
ceirat classes serio sagas conjenctamenle com a
primeira prtilasao do premio.
Observa cues.
1. Nata seevar em conta aos voluntarios da 2."
ciaste o lempo que passarem como doentes nos hos-
. putei-
2.a O lempo de pritao em virlude de senlenca
rilo sera coabdo para preenchimenlo dos prazos
de aliatamenlu dos voloularios qualquer que seja a
ciaste a que perlencam. E o desertor sorera alm
disto a perda dat vanlagens do premio e do lempo
de servico anterior.
3.' Qualquer pessoa que se propozer a agenciar
votaamUnoi para as Ires classes cima mencionadas,
o que otapreenlarem a bordo deste brigue barca,
ter.i a gVatificacao de 49 por um cslrangeiro e 59 por
. lucional.
4.a O dltrangeiro para ser admillido deve exhi-
cumenlo do teu cnsul, comprovando achar-
ee>detembar*sado para se poder contratar no tervi-
naclonal. ^
1 O premio e gralificario terso-pagos quando a
piaca contratada fr admiltida a bordo.
Bardo do brigue barca Itamarac, surlo no mos-
ro de Parnambuco em o 1 de novembro de
JoSo Mara Wandenkotk.
fcECLARACOES
A capitana do porto de conformldadejcom as ins-
toaesoes mandadas obaejvar pelo decrete n. 1591 de
li de abril do correle anno, convida a lodos os in-
dividuos que se queiram voluntariamente alis-
tar no servico da armada, a comparecer na mes-
ial capitana a horas do seu expediente, bem como
o* que mediante a competente gralicacao queiram
agenciar o mesmo alistamento, sendo, pelas dilas ins-
tr uccoes, as gratificasOes e premios que se oflere-
cem, tanto aos agentes como aos alistados, os prazos
por que etles tsein da conlraUr-se, o tempo qoe de-
vem servir para ebler escusa do serviso militar,
percebem n'um e n'oulro caso, eas
ps que as leis conceden!, como sejam
o de invlidos, o augmento tuccessi-
vo 1 tas, e a reforma ou isenco do ser-
0 inteiro on proporcional een-
tnarinliagem, ou no) corpos
de marine*, tela m oeira abaixo declarada :
aaaaaaaaaaaVE'
Starinhajrm $trr a tempo determinado.
Devem terilMaSi aasa, a acostumados a vida do
mar. ServirJatqV lampe que qoizsrm. Vencem de
sold por mez, 909000 ri. os da classe superior,
189000 rs., os primeiros marinhetap, 159000 ris,
os segundo} ditos, e IO9OOO ri. ua fbmetes.
Nada renbem a ltalo de premio ou gratificasao.
Tarto guia de desembarque, prevenlndo doos mezs
anlet ao commandante respectivo, que Ihe ser im-
mediatamente dada, nao havendo n'itlo inconveni-
ente para o serviso.
Bihibir-te-ha aos que forem nacionaes ama re-
larva, entregue com a guia de desembarqoe, decla-
randdque a contar da dala da mesma guia sao ten-
ias do recruUiaeiilo por lempo de um anuo, ou por
lempo igua'. ao que liverem servido nos navios do
Estado, se este prazo for menor; isencao somenle
suspensa no caso de circumstanoiss extraordinarias.
Sajado naciouaes compete-Ibes asylo de invlidos
concorrendo para elle com nm diada soldo por mez.
Os estrangeiros tamben) podem ser admiltidos ao en-
gajamenlo apresentando documentos do respectivo
eansul declarando acharem-se desembarcenlos do
serviso di respectiva nacao.
9.a CLASSE.
i^irinhtsem tervlndo por um a tres annos.
Devem ser fortes, saos, e acostumados vida do
mar. Serv Vu o lempo de seu contrato vencem
o sold por mas j cima declarado. Recbete
pelo engajimento os pramiosseguinlcs: sendo gru-
metes, 10, 22, ou 349000 ris, segundo se contrata-
ren par tu, deus, on tres a doos ; se foram raari-
nhairea 91), 45, oo 70#000 ris, e recebarlo mais a
iiralificaca de 49000 res os estrangeiros, e 59000
l oa aacountt, ipcasaatanda-aadiiecliraenla pan
larios de 3." classe.
Teem direito as gratificasOes designadas as le
do exercito, no caso de reforma dos contratos,' e a
vencerem mais estando embarcados os 1. e 2. sar-
gentos a quarta parte do toldo, e ot toldados toldo
alebrado.
Compete-lhea asylo de invlidos concorrendo para
elle com um dia de soldo por mez. Compele-llie*
mais a reforma depois de 20 annos de servico, e ob-
leera a baixa preenchido o tempo que se declara de--
vereraservir. Soflrem o disconto no tempo de seus
engajamentos do que estiverem em prisao cumprindo
sentenca, e perdem as vantagens do premio, e assim
o tempo de serviso anlerior* 6. CLASSlT
Menores aprendises marinheiros.
Devem ser cidadaos brasileiros de 10 a ;17 annos
de conslruccSo robusta, e-spropriado a vida do mar;
podendo-te admitlir menores de 10 annos tendo suf-
ficienle desenvolvimenlo phisyeo para os exercicios
do apreodizado. Recebem o premio de IOO9OOO reis
pago de prompto integralmente aos pas, tutores, ou
quem suas vezes fizer.
Passam a grumetes logo que liverem a idade de 17
annot, cantando d'ahi em diantc o lempo do serviso
para obterem a baixa como qualquer outra piara do
corpo de imperiaes marinheiros.
Vecem mensalmente o soldo de 39000 reis,'o com0
pele-Ihes asylo de invlidos concorrendo elle para
com um dia de soldo por mez. E nao leva-se-lhes
em conta no tempo do engajamenlo oque passarem
em prisao cumprindo sentenca, e perdem; quando
deserlem, as vanlagens do premio, e t lempo de
serviso. anterior.
(iratificasSo aos qne te propozerem a alistar vo-
luntarios para a 1.a at 5.a classes.
Receberao por cada um idneo 49OOO reis se for
eslrangeiro, e'.'iJOOO reis sendo nacional.
Capitana do porto de Pernambuco, em lo de no-
vembro de 1855.
Eliziaro Antonio dos Santos.
Capilao do porto,
a- O lllm. Sr. capilao do porto salisfazeodo o dia-
posto no aviso circular do ministerio da marinha de
25 de outubro ulasamenlc lindo ao qual refere-se
a ordem do Exm. Sr. presidee de 7 o corrate
mez, manda fazer publico a tradcelo abaixo da no-
la dando conliecimonlo da medida sanitaria, a que
tem de ficar ujeitas as embarcacOcs brasileiras que
partindo dos portos deste imperio forera ler a Bue-
nos-Ayres."
Triducrao. .
Da copia annexa ao aviso o. 108 de 17 de outu-
bro de 1855, dirigido a repartisio da marinha pela
dos negocios estrangeiros.
Ministerio do governo e relasoei exteriores, Bue-
nos-Ayres 27 de setembro de 1855.
Ao Sr. cncirregado de negocios de S. M. o Impe-
rador do Brasil, cavalleiro commendador Dr. Joa-
qun) Thomaz do Amaral, ele.
O abaixo assigoado tem a honra de dirigir-se a
S. S. por ordem especial de S. Exc. o Sr. governa-
dor, manifestando-lhe qoe a capitana du porto re-
presenlou 10 governo a inconveniencia quo resulla
da que os navios de guerra ettrangeiros'e os paqu
les em contraveneno da pralica anteriormente ob-
servada em o nosso ancoradouro, a 'que ha tambem
commumenle admitlida, nao s nao se aproximan)
ao navio que o governo lem estacionado no canal
exterior para a visita de saude e do porto quando
procedem do ultramar, como nem anda esperara a
dita visita para desembarcare os patsageiro*.
Se em todas as pocas pode ser prejudicial este
abuso, na aclualidade em que nao s a Europa, co-
mo o mesmo Brasil, se achara infectados da lerrivel
epidemia do cholera-morbus, indubilavelmente po-
de comprometler a saode publica.
Em tal caso S. S. comprehender bem a absoluta
necessidade de que d'ora|em diante lodos os navios
de sua nasao sem dislinccao alguma, quando chega-
rem a noasa baha procedentes do ultramar, e an-
da quando teuham tocado cm Montevideo, se apro-
ximen) antes do desembarque de suas equpaseos,
passageiros e onlros objeclos ao referido navio do
citado situado no canal exterior, para a dita visita
de saude e do porto e para obler sua classificaslo
depois de submeltido ella.
O abaixo aisignado espera que S. S. se sirva adop-
tar as medidas convenientes para que os comman-
danles e espilles de navios da najao de S. S. nao
postam allegar ignorancia.
O abaixo aasigaado apravervaado e*U oecasiM,
renova a S. S. os protestos da sua mais elevada con-
siderasao e apreso.Valentim Alsina.Conforme,
Joaquim Mara Nascentes de Azambuja.
Secretaria da capitana do porto de Pernambuco
8 de novembro de 1855.O .secretario, Alexandro
Rodrigues dos Anjoi.
O lllm. Sr. capitn do porlo em comprmanlo
da aviso circular da reparlicao da marinha de 17
de outubro ltimamente lindo, e de ordem do Exm.
Sr. presidente em officio de 17 do corrente mez com
referencia a elle manda fazer publico o exsmplar
abaixo do aviso aos navegantes enviado pela legaso
imperial ero Madrid, relativamente a urna alteracao
no pharol da ilha de Tarifa.
DIRECCAO' DE HIDROGRAPHIA.
Aviso aos navegantes.
Pharoes das costas de Hespanha.
Pelo ministerio da marinha e communicadas pelo
do fomento, se receberam ueste ettabelecimento no-
ticias relativas alteracao que se ha de eflectuar
em a luz do pharol de Tarifa debaixo da direcrao
do corpo de engenheiros de caminhos, cana es e por-
os c em presenca das quaes se ha redigido o segra-
te anuucio.
Pharol da ilha de Tarifa Eslreilo de Cibrallar.
Em o 1." de setembro do presente anuo alumiara
desde a por at .no nascer do sol, o novo apparelho
catacrioplrico de primeira ordem, grande modelo
com que se acaba de substituir o anligo pharol gira-
lorio enllocado em a parle mais meridional da ilha
de Tarifa, sendo sua situacao que ero nada ha varia-
do a seguinle:
l.atitude 360000" N.
Longilude 00.35' 38" E. do observatorio de
marinha de S. Fernando.
O foco luminoso est elevado 142,5 pes sobre o
nivel dos preamares do equinocio.apresentando urna
luz branca fu visivel a 20 militas, sempre que a
permita o estado da almosphera e o olho do observa-
dor so ache 60 ps sobre a superficie do mar. Ma-
drid 28 de julho de 1855.Joaqoim uulierrez de
Rubalcara.
Secretaria da capitana do porlo de Pernambuco
8 de novembro de 1855.O secretario, Alexaudre
Rodrigues dos Aojos.
oireetoria geral
IHSTRDCCaO PUBLICA DA
PROVINCIA.
Pela respectiva secretaria te faz publico, para co-
uliecimenlo dos Srs. professores e directores de esco-
las e eslbelecimenlos particulares de 1 ns truecan pri-
maria e secundaria, que aiuda nSo liverem apre-
seatado ao Exm. Sr. director geral interino as li-
censas que obliveram para abertura de ditas escolas
e eslbelecimenlos. os programmas de esludose re-
gulameulo interno, e urna nota declaratoria da rale
numero da casa onde se acham ; para que o (acara
al o dia 20 do corrente, sob as penas infligidas'nos
arts. 99 e 101 da lei provincial n. 369 de 14 de maio
do correle anuo.' E para constar a quem convier,
maodou-se publicar o presente. Secretaria da di-
rectora geral da instroccSn publica 8 de novembro
de 1855.O secretario, Francisco l'ereira Freir.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco pe Pernairbiico continua a to-
ma i- le Uns sobie o Rio "de Janeiro, ea
sacar contra a mesma praca. Banco
Pernamb&co 10 deoutubrode 1855.1
secretario da direceo, Joao Ignacio
Medeiros Reg.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
guate :
Para o meio batalhao da Parahiba.
AlgodaoziDho, varas 803 brim branco lizo, ditas
803 ; panno preto para pollinas, covados 80 ; bo-
lees brancos srandesde osso, grozas 20.; ditos ditos
pequeos de dito, ditas 10; ditos pretos, ditas 23 ;
sa palos, pares 304.
Meio batalhao do Cear.
Algodaozinho, varas 653 ; brim branco lizo, ditos
653 ) panno preto para polainas, covados 60 ; bo-
les brancos grandes de osso, grozas 15 ; ditos ditos
pequeos de dito, ditas 8; ditos pretos, di-
tas 17.
Fortaleza do Brum.
Caldeiras de ferro etlanhado pequeas, 2.
Armazens do arsenal de guerra. Oflicinas de 1.a e
2.a,elase.
Cabos de linho velbo, arrobas .0 ; taboas de M^
toalho de louro superior, duzias 12 ; dilas de a*Jk>
dedllo inferior, ditas 12 ; ditas de dito de pinito,
ditas 20 ; costados de pao d'oleo, 8 ; secante, libras
20 ; ochre, arroba 1.
Oflicinas de 3.a classe.
Ferro sueco quadrado de 7)8, quintaos 20 ; dito
inglez dito de polegada e U, ditos 10 ; dito de verga
de varauda, inglez, dilos 2.
4.a classe.
rame de lalao entrefino, arrobas 2 ; dilo de fer-
ro de amarrar, dita 1; caixas com folhasde Flandres
singellas, 2; ditas com dilas dobrndas, 2 ; lenses
de cobre fino de 7 libras de peso cada nm, 12 ; cai-
xacom vidros de 18 a 20 polegadas, 1 ; cobre, arro-
bas 20 ; eadiohos do norte de n. 10, 20 ; dilos de
dito de n. 12, 20.
Quem quiaer vender estes objectos aprsenle as
suas propostas em caria fechada, na secretaria do
conselho s 10 horas do dia 14 do corrente mez.
Secretaria do conselho administrativo para forhe-
cimento do arsenal de guerra 7 de novembro de 1855.
lento Josi Lamenha I.xns, coronel presidente.
' Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vagal e
secretario.
COJjSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
guiste :
Catemira carmesim, covados 100 ; auiagem, varas
509 e H ; esleirs, 1,079 ; sapatos feitos na provin-
cia, pares 2,000 ; algodao em rama, arrobas ; cu-
bos inodoros, 18 ; rolhas de cortica para garrafas,
grozas 3 ; pavios, duzias 9.
Quem qnizer vender estes objeclos aprsente as
suas propoalas em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas do dia 19 do correule mez.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
cimento do arsenal de guerra 12 de novembro de
1855.Bento Jos Lamenha Lint, coronel presiden-
te.fyrnardo Pereira do Carmo Jnior, vogal a
resolveu nao pastar bilheles, e por isso pede ao be-
nvolo publico luja de vir comprados no eseriplorio
do Ihealro onde e-tao a sua disposieflo.
Principiara' as 8 horas.
SABBADO 47 DE NOVEMBRO.
Recita a beneficio tfo actor Bezerra.
Ir a scena o drama em 3 actos de Vrederico S011-
licornado de msica
AS MEMORIAS DO DIABO.
Personagens. Actores.
Robn.........O beneficiado.
Sr. Pinto.
11 Sebasliao.
Meudes.
Seona.
11 Monleiro.
Sra. D. Rila.
a Amalia.
i) Leonor.
Jesuina.
a sempre applaudida
Ra pinjara
Mrquez de l.orHiias. .
Conde de Cernv ....
Joao 1 iaulhii r.....
Valentim.......
lia Catharina.....
Baroneza de Ruoquerolles .
Amelia.......
Condesa de Cerny .
Findar o espectculo com
comedia vaudeville em 2 actos
0 C4R4 LINDA.
O beneficiado sempre sralo so respeilavel publico
pernambucano, espera nao desmerecer aiuda desla
vez a sua Ilustre protecr.10.
THEVTRO DAPOLLO.
Ejjiectaculo phsnlasticodeexerciciot physicospor>
Mr. libbin, no dia ten.-a-feira 13 do corrale.
Depbis da orcheslra executar urna bella overtura,
comecara o expeclaculo da maneira seguate :
I1 parte.
Nova pndula acria, cuja cmpaiolia collocadaen-
tre as maos do expectadur dar a hora pedida com a
celeridade detejada.
A columna de luvat.'
O novelo de liaba.
O tapa-vento mysterioso. ,
A burra.
O cofre de cryttal.
O electro medical.
2a parle.
A caixa de joias.
Ai bombat e as balas.
As moedas.
A garrafa inexgolavel.
As rollas sympalicas.
3a parle.
Finalisar.i com ai vistas dos principies monumen-
tos da Europa em poliorama.
Eis o programma do expeclaculo que Mr. Robn
lem a honra de olerecer ao publico desla cidade, de
quem espera a sua generosa coadjuvasao.
Os bilheles te acham venda no mesmo (lieatro
cima iodicado, em casa de Mr. Hebrard, roa do
Trapiche Novo o. 22. e em casa de Mr. Scasso, at-
ierro da Boa-Viela o. 31.
Comecara ai 8 horas.
dos, que quizerem alguns esclarec men-
t acerca delles, "poder3o se entender.
Leilo de ti pipas de seno, sendo parte do
carregamento da polaca hespanhola
Mathilde, condemnada nesteporio.
Com auloriasao do lllm. Sr. inspector da alfan-
dega J. E. Roberls Cara leitao no dia 13 do correa-
te ao meio dia, no armazem alfandegado do Sr. i.
A. de Araujo, 110 caet de Apollo,'de6 pipas de sebo,
as quaes serao vendidas por conta de quem perlen-
cer, para pagamento das despezat inherentes ao car-
regamento da mencionada polaca.
O agente Borja far leilflo em seu armazem,
ua ra do Cullegio 11. 16, quinla-feira, 15 do corre-
le, as 10 horas da mauhaa, de urna grande quaoli-
dade do objeclos pertenecidas a urna pessoa que re-
lira-sc para fura da provincia, cousistmdo o'uma
excedente mobilia de Jacaranda com pedra, orna di-
la de araarello, urna rica cama franceza com corti-
nados, um ptimo guarda-vestidos, commodas, la-
vatorios com perlences. aparadores, mesas grandes c
pequenas, loura e vidros pera serviso do mesa, um
rico candelabro, lauleriias, vasos, calungaseenfeites
de porcelana para sala, algumas obras de ouro e
prala, e oulros muilos objectos. qua impossivel fra
mencionar, os quaes so adiaran pateles no mesmo
armazem 110 dia do leilflo. e se entregarlo pelo
maor lango oflerecido ; atsim como varios escraves
pesas de ambos os sexos.
C. J. At'.ley & Companhia farSo leilo, por in-
lervencao do agente Oliveira, de um explendido sor-
timenlo de fazendas, ledas modernas e as mais pro-
prias para a prxima festa : quarla-felra, 14 do
corrate, as 10 horas da manha* em ponto, uo sen
armazem, ra da CaJeia do Recite.
C. G. Astley & Companhia farUo leilo, por in-
lorvencao do agente Oliveira, de porsoes de tintas
preparaos a ole, oleo de lindara em bolijSes, de
barril aSpixe e alcatrao : quinla-feira, 15 do cor-
rente, W10 horat da mauhaa, no armazem da roa
da Moeda, oulr'ora eslabelecimenlo de assucar do
Sr. Luiz Antonio Vieira.
Hoje 15 de novembro o agente Ro-
berts pora' em leilo, na occasiao em que
zer o da graxa,. no armazem do Araujo,
um excellente cabriolet patenje inglez,
proprio para ospassadores de festa.
AVISOS MARTIMOS
CONSUITORIO DOS POBRES
SO WLVJk IlOVk 1 MMBMM 50.
O Dr.P. A.Lobo Moscozo d consultas homeopathieai todoi os dita aos pobres, desda 9 horas da
manha aleo meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia on notle.
OHerece-se igualmente para pralicar qualquer operaso decirorgia, e acudir prompUmante a qual-
quer mulher que esteja mal de parlo, e cujascircumslanciasnaopermitlam pagar ao medico.
M CONSULTORIO DO DR. I A. LOBO 10SC0Z0.
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VENDE-SE O SEGINTE:
Manual completo de meddiema horoeopalhica do Dr. G. 11. Jahr, traduzidoem por
tuguez pelo Dr. Motcozo, quatro volumes encadernados em dous e acompanhadoda
om diccionario dos termos de medicina, cirorgia, aoatomia, etc.,ele. ...... 909000
Esli obra, a mais importante de todas as que tralam do eslndoe pralica da homeocathia, porlser a rtica
queconlm abase fundamental d'esta doulrinaA PATHOENESIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAUDEconhecimeotos que nao podem dispensar as pee-
soas que se querem dedicar pralica du verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que qoizeren
experimentar a doulrina de Hahnemann, e por si metmos se convenceren) da verdade d'ella: a todos os
azendeirosc senderes de engenho qoe eslo Ion ge dos recursos dos mdicos: a lodosos capities de navio,
que nma on outra vez nao podem deixar de acudir a qualquer iocommodo seu on de seos tripulantes:
a todos os pais de familia que por circunstancias, qoe nem sempre peder ser prevenidas, sao abriga-
dos a prestar in continenli os primeiros soccorros em mas enfermidades.
O vade-mecum do homeopatha oo tradcelo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambem til is peasoaa qoe se dedicam ao eslodo da homeopalhia, um vol-
me grande, acompaobado do diccionario dos termos de medicina...... 10*000
O diccionario dos termos de medicina, cirorgia, aoatomia, etc etc., encarde*nado. 3000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nio se pode dar om passo segaro na pralica da
homeopalhia. e o paprietario desle eslabelecimenlo so lisongeia de te-lo o mais bem montado poiiivel a
ningnem duvida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
Boticas da 5a oo 30a dyoamisaso. Menores.
12 tubos....................... 89OOO
24 ................. J 159000
36 ....,..................209000
48 a.......................259000
60 > .......................309000
De 144 d .......................0O9OOO
Oualqui r destas boticas em linduras, o dobro.
Cada tubo avuliu..................... 19000
Meia onca de qualquer lindura da quinta dynamisasao.......... 29MO
Um frasco da verdadeira lindara de rnica............. 23000
Na mesma casa ha sempre venda grande nomero de lobos de crystal de diversa tamaitos,
vidros para medicamentos, e aprompta-se' qoalqoer eucommenda de medirameoloscom toda a brevida-
de e por presos rouilo commodos.
AVISOS DIVERSOS
secretorio.
PUBLICAgA'O LITTERARIA.
Contina a vender-se a obra de di-
reitoo Advogado dos Orphos, com um
apndice importante, contendo a lei das
ferias ealeadas dosijibunaes de justica, e
o novo Regiment fi distas, para us dos
juizes.escrivaes, efhpregados de justira, e
aquel les c[ue li'eqcieii tu m os estudos de ili-
reito^-pet43r}o-'de 3#000 cada exem-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, ra
da Cadeia n. 5G ; loja de encadernacao e
livros, rita do Collegio n. 8; pateo do Col-
egio, livraria classica n. 2 e na praca da
Independencia 11. 6 e8.
RIO DE
JANEIRO
O brigue nacional MARA LUZIA, ca-
pitao Pedro Valette Filbo, com brevidade
vai "" ao porto indicado, tem grande
eu carregamento tratado : para
passageiros e escrivos a frete,
es da' as melhort;s ccommoda-
trata-secom os corrtiejnatarios An-
io de Alnleida Gomes & C., na ra do
pieben. 16, segundo andar.
Para o Rio Grande do Sul
segoe com brevidade, por ler parte da carga promp-
ta, o brigue brasileiro Sympathia : quem no mes-
mo quizer carregar o resto ou ir de passagem, enten-
da-se com o capilao Candido Joi Francisco lioul.nl
1 bordo, oo na ruaadb Trapiche u. li, com o consig-
natario Manoel Atves Guerra.
Baha.
Vai seguir com brevidade o biat na-
cional FORTUNA, mestre Joquim Jos
Silveira, tem grande parte do seu carre-
gamento prompto : para o resto, trata-se
com os consignatarios Antonio de Almei-
da Gomes &C, na ra do Trapichen. 10,
segundo andar.
Maranhao e
Para. *
A escuna nacional JOS, capitSo Joa-
quim Jsei Alves dasNeves, vai seguir em
poucos dias, aos portos indicados: para
o resto do seu carregamento, trata-se
cornos consignatarios Antonio de Almei-
da Gomes & C., na ra do Trapiche n.
16, segundo andar.
Para Lisboa, a ga lera portugueza J o-
ven Carlota, capitao Boa ventura Borges
Pamplona : para carga e passageiros, fra-
se com os consignatarios Novaes & C., ra
do Trapiche n. 54.
Para o Rio de Janeiro sabe com muila *revi-
dade o brigoe nacional Sagitario, de primeira
classe, o qual tem a maior parte do seo carregamen-
to prompto ; para o reliante e passageiros, trata-se
com Manoel Francisco da Silva t'arrico, na roa do
Collegio i", segundo andar1, 00 com o capijao a
bordo.
Para a Babia o date nacional Amelia pretende
sabir ou dia 13 do corrente, por ler o seu carrega-
mento quasi prompto ; para o reslo e' passageiros,
tra-se com o seu consignatario Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, roa da Cruz o. 1.
*PARA O MAUAMHAQ' E PARA ;
. Sahe com brevidade por ter maior
parte da carga a barca brasileira Bri-
Ihante : para o resto trata-se com os
consignatarios Novaes &C., ra do Tra-
piche 11. .">4 primeiro andar.
Para Lisboa sahe o mais breve possivel por ler
parle da carga prompta, o brigue porluguez jxia
II, de que he capitao Caetaoo da Cosa Martina;
para carga ou passageiros, Irala-se com F. 8. Ra-
bello & Filbo, ou com o capilao ca praca do com-
Almanak.
Como se esteja confeccionando o alma-
nak, i verem alteraries a mandar, se dignem en-
via-las a' livraria 11. 6e 8, da praca da
Independencia.
Na loja n. 2 da ra Nova, alrazda matriz, pre-
cisarse de oftlciaes de atraate de obras grandes.
Precisa-se de ama ama para casa de pouca fa-
milia, para eogommar e fazer algum serviso de casa:
na rus da Cadeia do Recite, defronte do becco Lar-
go n. 25.
Fugio do engenho baquioha urna escrava
rrioula de nome Monicn, idade de 35 annoa, alia,
fula, com falta de deules aa (rente, com bstanle
leite, a qual fo comprada uesta prasa ao padre Jos
Francisco de Arruda : a pessoa que a pegar, dirja-
se i ra Direita n. 3, que ser recompensada.
O abaixo assignado pede a todas as pessoai que
Ihe sao devednres por ledras ja vencidas e outrasde
contas de livros documentadas, tanto aqoelles qne
sao agricoltores como algumss pessoas desta prasa,
que vendam resgalar seus crditos al o Om do cor-
rele mez ; este prazo he para os qoe moram nula
prasa, e al o fim do corrale aooo para com os se-
nhores que sao agricultaalft, principalineajb para
aquel les devedores que oftaiio assignado JpToles-
tou seus dbitos peranle o juiz do commorcio des-
ta capital em 30deiunho prximo pesiado, como
consta dos editaos publicados em 3 de julho do cor-
De
De
De
De
De
209000
259000
309000
359OOO
TRATAMENTO HOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS,
PELOS DRS.
oo inslrurciV.1 ao povo para s poder curar desta enfermidade, administrando os remedios,.! ais eflicai.es
para ala/ha-la, emquanto'se recorre ao medico, 00 mesmo para cura-la iudependenle desle 1 lagares
em qoe nao os ha.
TBADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DB. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes dous opsculos contornas indicaces mais claras e precisas, e pela sua simples e concisa expsi-
to esta ao alcance de todas as intelligencias, nao s pelo qoe diz respailo aos meios coralivoa, camoprin-
cipalmeole aus preservativos que lem dado os mais salitfactoiios resultados em toda parta am qoe
elles lem sido posloi co pralica.
Sendo o (ralamento homeopathico o nico que tem dado grandes resoltados 00 curativo desla horri-
vel enfermidade, julgamosa proposito traduzir estes dous importantes opsculos em lingos vernteo-
la,para dest'arte facilitar a sua leilura a quem ignore o francs.
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, roa Nova n, 5-J, por 29000. Vendem-se tambem
os medicamentos precisos e boticas de 12 tobos com om frasco de lindura 103000, am dilo de 30 tubos
205000.
Aluga-se um
DE
S. ISABEL.
Sociedade Dramtica Emprezaria.
Segunda recita concedida pelo Exm. Sr. presidente
em beneficio do anuo Roberto de Al-
buquerque Mello.
QUARTA FEIRA 14 DE NOVEMBRO.
Reprcsentar-se-ha pela segunda vez o bello e mul-
lo appliudido drama em 4 actos, original porluguez
de A. M. de Souza
* O CHBISTAO' E O MOURO.
OU
A QUEDA DOS NFIEIS.
Segue-se o minio engrasado duello babuino
O ESTUOANTBKA LAVADE1RA.
Cantado pela senbora DTAmalia e o Sr. Lisboa.
Dar lim ao espectculo a primeira represenlaeao
da nova comedia eni om acto, escripia eipressameo-
le para o beneficiado, intitulada o
RECEM-NASCIDO
Personagens. Actores.
Vite lio, velbo pintor..... Sr. Mendes.
Allonso, amante de Seraphiua. Lisboa.
Ferrabras, pifano disf.irc;ado em
recem-nascido....... O beneficiado.
(ionsalo, criado de Vilello Sr. Monleiro.
Im sargento do batalhao de Fer-
rabras......... Piulo.
Margarida, mulher de Vilello. Sra. D. Rila.
Seraphina, sua filha..... a Leonor.
i) Amalia.
LEILOES.
Rosa, criada amante de Goosalo.
A scena passa-se no Rio de Janeiro, n'um dos ar-
raladles da cidade.
lie este o espectculo que o beneficiado aprsenla
ao respeilavel publico, a quem pela segunda vez pe-
de toda a prolecsao que se potsa preslar a um ente
impossibililado de gauhar os meios de sua subsis-
tencia. 1
Oba^aficiidoniloquereodolurnar-seimportano, pretejxdente aos
Oagente Borja, autorisadopolo lllm.
Sr. Dr. juiz de orphaos, conforme o leu
despacho proferido em requerimento do
tutor dos orphos, filhos do finado Cata
no Pereira (ioncalves da Cunha, em pre-
senca do dito Sr. juiz, fara' leilo de mais
lgunsbenspertencentes aos menciona-
dos orphaos, a saber : diversas obras de
brilliante e diamante, entre as quaes 80-
bresahem dous riquissimos qpnelles, al-
linetes de peito e botoes para abertura,
urna grande quantidade de dfcras de ou-
ro, como bem, trancellinsde ilagraa mui-
to ricos, aifinetes de fto com perolas,
brincos, botoes para clmisa, coras e res-
plandores para imagem, e outras militas
obras, etc., diversas pecas de prata, como
bem, salvas, castiqaes, bacas, um tabo-
leiro grande, estribos, esporas, etc., urna
casa terrea sita na cidade de Lisboa, com
13 janellasde tientee 7 de tundo, botan-
do estas para a rita do Abarracamen'to e
aquellas para a ra do Jardim, tendn
qual quintal murado, as terrasem Portugal
na provincia do Douro, e as sobras das tr-
ras do engenho Coqueros, na comarca de
Santo AntSo, ambos ja' annunciados, o
engenho d'agua denominado Mamttcaia,
na reguezia de San-Lurenco da Matta,
tambem ja'ahnunciado, podendo ser ven-
dido a prazo com desobriga doscredores,
oiicora fitmas negociaveis nesta praca,
e quatro escravos mocos de bonitas ligu-
ras: tera' lugar o leilo terca-fetra 15 do
coarente, as 10 horas da manhiia, no ar-
mazem do agente' annunciante, sito na
ra do Collegio n. 15, aonde os senhores
bem cima menciona-
renle anno nos lugares pblicos desta cidade como das pessoas do povo, pelo
he de cbstume, c lambem no Diario n. 151 de ter-
ra-feira 3 de julho do corrente aniio, qoe coostoo a
relcelo de 21 devedores que foram publicados, e
que seus dbitos importan) em 7:8819367. O abaixo
assignado declara a estes seus devedores que s es-
pera o prazo aleado nesle annuncio, que vai pu-
blicado 3 vezeaf para nao chamarem-se a ignoran-
cia, e para depoii quando tormos a juizo nao terem
razao dequeixa. Becife 12 de novembro de 1855.
Joaquina Antonio de Santiago Lessa.
Galvanoplastia.
Doora-se e pralea-se com toda perfeisao e aceio,
e por mdico prero, todo e qualquer ohjedo de me-
tal por mais delicado qoe seja: ua ra Direila n. 50.
Aluea-se orna loja de om sobrado sito na Pas-
sagem da Magdalena, quina que volta "para os Re-
medios, com armadlo e utencilios de taberna ou sem
elles : quero pretender, pode enteiider-se com o ad-
ministrador Manoel Aolonio de Jess, na ra larga
do Rosario n. 18.
No hotel da Europa d.i-se bom ordenado para
um hbil cozioheiro.
Paga-se generosamente a prclas qne vendam
azeite de carrapato ; assim como se compra urna
carros em bom uso ; os pretendentes dirijam-se
co chaira que fica na travessa do Ouvidor.
Domingos Jos da Cunha Lopes faz publico
qoe venden a sua padaria, sita na ra da matriz da
Boa-Visla n. 26, livre e desembarazada, aos Srs. Mi-
nel dos Santos Coimbra e Antonio Abel.no Leile
raga, em a qnal Ozeram os mesmos compradores
sociedade sobre a firma de Coimbra & Braga, como
consta do recibo e leliras quo me aceitaran!, a qual
padaria nao foi s vendida ao Sr. Miguel dos Santos
Coimbra, como o fez publico pelo Diario 11. 260.
Quarla-feira, .14 do corrente, fiada a audien-
cia do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazcnd.i, no
lugar do coslume, vSo em nltima prasa osbens se-
guinles, por eiecosoes da fazenda provincial: por
venda a ca*a terrea 00 pateo da Ribeira n. 17, com
32 palmos de frente e (38 de fuudo, com cozioha den-
tro, cacimba propria e quintal murado por 1:0009,
peuhorada a Manoella Mara do Nascimenlo ; o ter-
reno j anuunciado no becco do Quiabo'da pnvoasao
dus Afogados por 259, peuhorado aos filhos de lleulo
Joaqoim de Carvalho ; a casa terrea na ra do Han-
gel a. 53^>enhorada a Joaquim dos Ris Oomes por
9009; unrsobrado j anuunciado, sito na roa de S.
Jos n. 20, peuhorado aos herdeiros de Antonio Mi-
guel por 6009 ; a casa terrea na ra de S. Jos o.
36, peuhorada a Antonio Francisco Moclo por
1009; dila no becco do Bureos n. 25 j annnciada,
peuhorada ao padre Riphael Antonio Coelho por
5009 ; a renda aunual da casa terrea peuhorada a
JoSo Thomaz Pereira, na roa de Santa Rila n. 107
por 219 ; os movis penhorados a Caetaoo de Assis
Campos, que eslarao prsenles, todos em 169 ; a ar-
masflo da loja de sapatos peuhorada a Joao Gomes
Pereira, oa ra Direila o. 100 por .109 : quem qui-
zer arrematar comprese.
Precisa-se de nm escravo por alosuel para tra-
balhar em ulrra reniacao em Fra de Portas, ra do
Pilar n. 131
Precisa-se alogar um prelo para o serviso de
pouca familia a tratar na roa doQueimado n. 7.
A pessoa que annunriou querer lomar 1:0009
a juros com hypolheca, dirija-se a ra Nova n. 44,
segundo andar, das 9 as 3 horas da tarde.
Precisa-ie de. urna ama qoe saiba bem cozi-
nbar, dando-se 189 mensnes : a tratar na ra da
Aurora n. 58, a l.i se dir quem precita.
Os directores da companhia de Segaros Marti-
mos L'lilidade Publica, emcumprimcnlo ao artigo 41
dos estatuios, eonvidam 01 Srs. accionistas a compa-
recerem no eseriplorio da companhia no dia 15 do
correle ao meio dia, roa da Cadeia do Jlecife o. 42,
Kimeiro odar.Os directores, Manoel Joaquim
moae Silva, Lniz Antonio Vieira. Recite 10 de
uovembro de 1855.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRA HIDO DE ROFF E BOEN-
NINGHASEN E OUTKOS.
posto em ordem alphabelica, com a descripcao
abreviada de talas as molestias, a indicacao physio-
logica e llierapeolica de lodos os medicameolos ho-
meopathiros, seu tempo de accao e coocordaocia,
seguido de um diccionario da siguiGcacflo de todos
os termos de medicina e cirorgia, e posto ao alcance
DR. A. .1. DE MELLO MORAES.
Os Srs. nssignantes podem mandar bascar os seas
exemplares, assim como quem quizer comprar.
armazem na ra da
da Praia: a tratar no Manguinho, sitio de
Herculano Alves da Silva.
REMEDIO
IMCOMPARAVEL
w
CARROS FNEBRES.
ADMINISTRADOR AIWA.
Este estabelecimento sito em um arma-
zem, pertencente aos rcligiosc Francis-
canos, confronte a secretaria de polica,
esta' ojompetentemente montado; tendo
excedentes carros para prvulos e adultos
com ricos adornos, excellentes pannos
com ricas borlas e franjas, tudo de confor-
midade com o regulamento do cemiterio
publico; tem ricos caiques de novos mo-
dellos tanto para uns como para o'.itro#;
vende mrtilhas de pinito e enearrega-se
de tudo quanto pertence a ekccucao de
um enterro, sem que os doridos tenham
o menor incommodo; pois acba-se este es-
ta bel cimento cora proporc/ies de bem
servir por ter pessoas destinadas a todos
os misteres; para tratar, no mesmo arma-
zem com o administrador a toda hora do
dia ou as ras da Cadeia de Santo Anto-
nio casa n. 54 e nado Qucimado n. l,e a
nite na de Santa Thereza n. 32.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nac^es podem
teslemonbar as vindei deste remedio incomparivel,
e.provar em caso oecessario, qoe, pelo nao qoe delle
nzeram, Jem seo corpo e membros tnteirameate
saos, depois de haver empregado intilmente oulros
Iratamentos. Cada pessoa poctr-se-ha convencer
dessascuras maravilhoias pelaleitura dos peridicos
qoe ih'as relatan) todos os dias ha mnilos annoa ; e
maior parte dellas silo liio sorprendentes que admi-
ram us mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com esle soberaoo remedia o oso da seo
raros e pernas. depois de ler permanecida I
ampo nos hospitaes, onde deviam soflrer aa .
J*o Dellas ha rauitas, que havendo deixadal
as; los de padecimenlo, para se nao submellerom a
essa operarlo doloroso, foram caradas completa-
mente, mediante o oso desse precioso remedio. Al-
gumas das taea passoas, na efoso de seu reconheo-
menlo, declararam estes resultados benficos diante
do lord corregedor, e oolros magistrados, anm de
mais aulenlicarem sua aflirmaliva.
Ninguem desesperarla do estado da sua saude aa-
tivesse bastante confiansa para ensaiar este remedio
constantemente, segoindo algum lempo o trata-
menloque necessitasse a nstnreza do mal, cujo re-
sultado seria proVar incooleslavelmente : Que todo
cora !
O unguentoVte til mais particularmente no*
seguititu casos.
Precisa-se de um bom cozinhei-
10 para casa estrangeia de pouca itf)
familia : na iiui Ja Cadeia do Re- M
Sl cifen. 21. A abaivo assigoada avisa as pessoas qoe leem
penhores em soa nulo por maior espaso de ti mezes,
que os vendam reagalar dentro do prazo de S dias,
pois depois de passado o prazo marcado, a abaixo as-
signada os vender para seu pasamento, visto que
nao pode por mais lempo conserva-Ios.
Antonia Carolina da Conceicfio.
Precisa-se de nm caixeiro que leuda pralica
de taberna, e d fiador a sua conducta : na ra do
Sebo 11. t3.
Roga-se ao Sr. que por engauo trocoa ora
chapeo de mola por oulro da mesma qoalidade, oo
dia 10 a noile, no bolequini do Sr. Paiva, queira
anuuuciar a sua morada para Ihe ser entregue o seo,
00 o procure 00 oito da matriz de Sanio Antonio,
sobrado n. 11, primeiro andar.
Alusam-sc duas escraves proprias para ma
casa de familia : quem desejar dirija-se a ra da
Praia n. 1, defronte a ribeira do pene.
Na ra do Collegio n. 21, segando andar, pre-
cisa-se por alugoel de urna ama qoe seja sadia e te-
lilla mullo bom e abundante leite.
Precisa-se de urna ama qoe saiba cozinhar
bem e fazer o mais serviso de orna casa de pooca
familia, e qued conhecimeoto de sua conduela : na
ra da Roda n. 52.
No alerro da lina-Vista n. 33, precisa-se de
orna escrava qoe cozioha e emgomme.
' -.- Aluga-se o primeiro andar do sobrado da roa,
das Cruzes n. 22, a tratar 110 mesmo sobrado cima.'
Precisa-se de W08000 a juros,dando-se em hy-
polheca orna casa nesta eidade : qoem qnizer dar
sonancia pira ser procurado.
Urna pessoa com habiltacoes preci-
sas encarrega-se de cobrancas em Macei:
atratra na ra do Queimado n. 7 pri-
meiro andar ou annunciem suas moradas
para serem procurados.
Hoje terea-feira, 13 do corrente, peranle o Sr
l)r. juiz de orphins, na sala das audiencia, as II
horas, se ha de arrematar por ser a ultima prsa, om
escravo pardo dos herdeiros do fioado Antonio Ro-
drigues Lima, a requerimento do tutor dos meamos
Joao Leite Pita Ortigoeira ; os licitantes podem ver
o escripto oa mo do porleiro.
Por deliberacao da mesa regedora da veoera-
vel ordem terceira de S. Francisco desta cidade do
Recife contina estar exposta i vista dos fiis a efu-
gio do milagroso S. Roque, advogado -contra a pesie
ateo dia 18 do correle mez, havendo nessedia mis-
sa cantada e ladainha a noile, para o que se convi-
da a lodos os devotos a comparecerem na referida
igreja, alim de qoe eom as soai fervorosas orares
implorem a proleccao da mesma imagem, para que
nos livre do flagelio da pesie de que lem sido victi-
mas os nosso patricios.Secretario,
Galdino Joao Jacintho da Caoba.
O abjixo assigoado declara pelo presente qoe
lem justo a compra da casa terrea sita na ra do
Hospital do Paraizo o. 7, pertencente a Sra. There-
za de Jess, mortjora aa mesma casa.
*- Aluga-se ama preta de ptima conducta, sa-
bendo bem engommar e cozinhar, dando-se Drefe-
rencia a casa eslrangeira : quem pretender, dmja-se
aos quatro cantos da Boa-Vista a. 1.
1 Quem annnnciou pelo Diario do do cor-
rele qaerer alugar om bom silio, dirija-se a'ra da
Guia, casa n. 5, segundo andar.
O abaixo assigoados, com casa de negocio nes-
ta cidade, pedem nos leus devedores, qoe se dignero
satisfazer seos dbitos antes do fim do torrente mez,
alim de nao verem seos oomes as columnas deste
Diario, como ser forcoso para se evitar a prescrip-
<;ao de lias dividas, conforme o disposlo no cdigo
cominercill, da qoal salisfasao result ira reciproca
vanlage.n, evitando-se desle modo despezas judi-
ciaes e desgostos. Recife 12 de novembro de 1855.
Andrade & Leal.
O abaixo assignado pede aos seus devedores,
que se dignem satisfazer seus debilos antes do fim do
correle mes, alim de nao verem seos oomes oss
coluanons desle Diario, como ser .forsoso para se
evitar a prescripcAo de suas dividas, conforme o dis-
poslo 110 cdigocommercial, da qual salisfasao resol-
lara reciproca vanlaeeni, evitando se desle modo
despezas judiciaes e des&nslos. Recife 12 de novem-
bro de 1855.Manoel Carneiro Leal.
Angosto Frederico de Oliveira pede a lodos
qoe liverem contas a receber da casa do lea finado
pai o Sr. Harao de Heberibe, que hajam de ai man-
dar entregar no eseriplorio da ra da Aurora 11. 26,
atim de serem opporlunameule pagas ; bem assim
como declara que nao reoonhece como valido qual-
quer pagamento feilo ao seu caixeiro jaj alaguis
quer de seus proprios prediosqur dos dBeu fioado
pal, quando nao tenha tido lugar em Urtode da
a presenlasao de recibo impreso assignado pelo pro-
prio finado seu pai, ou por elle Augusto F. de Oli-
veira, sendo que ao seu caixeiro foi sempre exprei-
samenle vedado firmar recibos por qualquer cobran-
Sa que lizesse, segondo ja foi em outra poca annuu-
ciado.
Perdeu-se om coracSo com um diamante em
tres volias de rordao de o'uro, no bairro di Soleda-
de : quem o nrhnu e quizer restituir, ser gratifica-
do, levando i casa de sobrado nos lerrenos.de Her-
culano Alves da Silva, 00 ao silio da quina defroote
da do silio dos doos lees. oa estrada de Joao l-'er-
nandei Vieira. .
Aluga-se orna negra para o serviso de casa, a
qual cozinha o diario; na prasa da Independencia,
loja n. 1.
O meio bilbele o. 1307 da qoarla lotera do
recolhimeuto de Santa Thereza do Rio, de Janeiro
pertence a Domingos Antonio de S, de Goiaona.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Odres decabesa.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Enfermidades doanoi.
EaupsOes escorbticas.
Fistolas 110 abdomen.
Frialdade oa falla de ca-
lor as extremidades.
Irieirai.
Gen'givas escaldadas.
Inchasoes.
! Inflammasao
malriz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
deolhos.
Mordedoraidereplis.
Picadura demosquilos..
Pufmoes.
Qoeimadelas.
Saroa.
Soporasoes ptridas.
Tirina, em qualqaer par-
le qoe seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dai articulasen.
Veas torcidas, en noda-
dal nai pernas.
do figado.
da bexigraW
Veode-se este ungento no eslabelecimenlo geral
de Londres,n. >U,Slrana,t na loja de todos obo-
ticarios, droguistas c outras pessoas eocarregadasde
soa venda em toda a America do Sol, Flavina e
Hespanha.
Vende-se a 800 ris cada bocelinha, contera nma
ihslrucsao em porluguez para explicar o modo da
fazer uso deste ongueolo.
O deposito geral he em casa do Sr. Sonm, nhar-
maceolico, na roa da Crnz n. 22, em Pernam-
buco.
P*
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, roa do Collegio a. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, finas e grossas,
presos mais baixos do que em
tra qualquer partjjitfo em por-
cOes, como a retalMHBancando-
se aos compradorea^Lla. s preco
para todos : este estabelecimento
ahqp-se de combinacao com a
mater parte das casas commerciaes
inglezas, francesas, allemias e sui>
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto offerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os-
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.

Casa de coinmis-
sao de escravos.
Na roa Direila o. 3, coafronle a travessa de S.
Pedro, sobrado de 3 aodares, recebem-se escravos
de ambos os sexos para se vender de commissao, ao
se lev ando mais por esle trabadlo do qee doos por
ceulo, e sem despeza alguma de comedorial, offere-
cendo-se para isto toda a seguranra o commodos
precisos para os ditos escravos,
Os abaixo assigoados pedem aos seos devedores
o favor de mandaren) satisfazer suas lettras ha moito
vencidas, antes do fim do corrente mez, aftm de nao
verem os seos nomes as columnas desle Diario,
como ser forsoso fazer para evitar preicripsao.
Pernambuco 12 de novembro de 1855.
C. Starr & Companhia.
NAVALHASA CONTEKTO K TESOlJltAS.
Na roa da Cadeia do Recife n. 48, primeiro an-
dar, eseriplorio de Aoeuslo C. de Abren, conti-
niiam-se a vender a 89000 o par (preso fixo, as ja
bem conhecidareafamadasnavalhs de barba feila*
pelo hbil fabricante que foi premiado na cxpoeicJo
de Londres, as quaes alm de duraren) extraardina-
riaroente, nao se sentm no rosto na aecBo d cortar ;
vendem-s* com a condsao de, nao agrastende, no-
li erem os compradores devolve-las al 15 diasdefoia
pa compra restilaindo-se o importe. Na mesma ca-
sa ha ricas lesoorinhai para unhai, feilas salo ajea i
mo (akricSDle.




*


Precisa-se de nraa boa ama do leite : na ra
da Cruz o. 48, segundo andar.
Novo litros de homeopathia em rrancez, sob
toda*de sumraa importancia :
llahueii ann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
lumes............2U3000
Teste, rroleslias dos nieuinos..... tifOOO
Ilcring, homeopathia domestico1. .... 78000
Jahr, pharmaenpa homeopalhica. f>SOO0
Jahr, novo manual, i volunics .... ItljOOO
Jahr, roo hallas nervosas....... liJJOOO
Jahr, nu leslias da pelle....... 88000
Kapou, historia da homeopathia, 2 volumes 1G5000
ilarlhmaiin, tratado completo das molestias
dos meniuos. ......... 10800o
A Teste, materia medica homeopalhica. 89000
le Fajolle, doulrnu medica homeopalhica 73000
CUnieajh! SUonelt ....... WOO0
Caatiiig, verdade da homeopatliia. 45000
Diccionario delN>slcu....... lOjOO
Atllas completo da anatoma com bellas es-
lampas coloridas, contendo a descripgao
da lodai at parles do corpo liumano 308000
vsdem-sc lodos estes livros no consultorio horaeopa-
thico do l)r. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro amar.
Massa adamantina.
Antonio Barboza de Barros, eslabelecido com sala
de barleiro na ra da Cruz n. 62, primeiro andar,
chumba denles com esta preciosa massa ; na mesma
sala veudi-m-se e alugam-se bichas por commodo
prego.
'AUiga-e nma eicellente loja propria para
miudezas ou qualquer outro estabelecimento, oa ra
dos Quarlui d. 20, a qual Joja esta prompta com urna
"ptima armagao que se vende por monos de melade
tt|*jeu valor : a tratar na mesma ra, na padaria do
hr. Manoel Antonio de Jess.
Miguel Jos dos Santos Coimbra previne ao
reapeltavel publico, que comprou avadara sita na
ra por dstrax da matriz da Boa-Vista n. 26 a Do-
minios Jo*) da Conha Lases, em i da oulubro pro-
timo passudo, livre e desonerada de todos os dbitos
e onu a que a mesma eslava obrigada.
Candido Jos Lisboa, antigo discpu-
lo do Sr. padre Joaquina Kaphael da Sil-
va, approvado plenamente pelo lycu
Oesta ci|4^e, da' lices de latim, francez
e portujjatz : na ra de Apollo n. 21.
I\ir es lerceiros franciscanos a nova e verda-
ileira estanenlia ; em easa de Narciso Jos da Cosa
l'eraira, no pateo do Carino n. >.
aluerra do Oriente.
fariocipaes senetaes, e estampas co-
taamas balalhas : na ra Nova n. 9.
O SOCIALISMO
ERAL ABRE E LIMA.
gnos ejemplares enqoauernados,
da na loja de livros dos senhores
lotera \ proyimia.
AOS 5:00^2:500^ E 1:000*'.
Ocautelisla Antonio Jos Rodrigues de Souia J-
nior lem eiposlo venda os bilhetes e cautelas da
primeira parte da terceira loloria do Gymnasio, qae
corre sabbado, 17 do corrente, aos prec os abaiio
as lujas da praga da Independencia ns. 4, 13, 15 e
40; roa Direila ii. 13 ; erua da Praia, loja de fa-
zendas n. 50. Sondo pagas por iuteiro as sones
grandes que obliverem suas ditas cautelas, na ra
do ColleRio n. 21, primeiro andar ; e aequesahi-
rememseus bilhetes inleiros lambem o possuido
recebe a sorte por inleiro, sendo os oito por cenlo do
referido caulelisla, e o competente premio do Sr
'hpsoureiro. ,
Recebe por inteiro
o
OHMIO DE PtRlUiBUCO TERCA FIB> I i DE nOVfcmB.nO DE 1855
Bilhetes
Meios
Teigos
Uarlos
Quintos
Oitavos
Decimos
"HmOO
2-7800
19880
tswo
15120
700
Vigsimos 300
5:0005000.
2:.>OO5000
1:6668666
1:2500000
1:0003000
6253000
5003000
2509000
* I C, esquina da ra do Collegio,
*, paleo do Collegio, casa amarella,
R*
no primei-o andar!
-r-, Precisa-se de 8009 a premio por hopolheea,
pelo prazo de 6 mezes, pagando-se os juros adan la-
dos, dando-se por seguran;,! ama boa mobilia de Ja-
caranda c um bom piano.o qual su vale 6009; quem
fzer anuuiicic para ser procurado.
bTERIA DO GYMNASIO. PERNAM-
BUCANO.
AOS 5:000#, 2:500$ E 1:000$.
O caute! isla Antonio da Silva tiuimares, tem ei-
peato vend.
primeira cari
qual corre no
estilo a venda
Vista1 ns. 48 e
^Rangel n. 54
l16 ; ra da
muilo afortuuados bilhetes da
irceira lotera do Gymnasio, a
de noveinbro crrenteos quaes
ieguinles lojas : aterro da Boa-
f?roa do Sol n. 72 A ; ra do
. praga da Independencia ns. 14 e
Cruz n. 43, e ra do Pilar n. 90.
PRECOS.
Bilhetes nteiros 53500
Meios 2J800
Quartos 19400
i Oitavos 700-
Decimos ."su
Vigsimos 300
O mesmn caulelisla declara, que garante nica-
mente os us birheles inteiros em originaes, pagan-
do os premios sem o descont dos oito por cenlo do
imposto geral.
j I AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
rie mudou a sua aula para a ra do Ran-
u. I; onde continua a receber alum-
aruos eexternos desde ja' por mi
PcCD como he publico: quem
r.utiliiar deseu pequeo presumo o
pode procurar n i segundo andar da refe-
rida asa a' qur'quer hora dos dias utei.
I t. 4. JANE. RENTISTA, I
9 continua a residir na ra Nova n. 19, primei- m
'9 ro andar. 3
aviso aos pas de familia do Recife.
Urna senhora habilitada e com moila pralica de
tll?A erB0 honrados senhores, que sendo queiram aervir-sa do
seo presumo, a supplicanle avisa com tempo para
ser procurada ; determina' abrir um collegio no dito
"S" ; 'he parece muito til e necessario, pois que
nao ha ; e sendo queiram ir malriculando de boje
em dionte a suas filhas, sendo tenha urna colleccao
rc 20 alora oas, ella vai para o dito logar e recebera
ensiouilas esternas e internas : quem Ihe convier,
flnja-se ,i ra do Vigario, segundo andar da casa n.
Id, que la tie dir quem he o supplicanle.
SUTORIO CENTRAL
HOMOPATIIICO.
Gratuito para os pobres.)
lua de Santo Jma/L {Mundo-poto) n. 6.
O Dr. Sabino niegan* Ludgero Pinho d
eorumiu Iodos os dra desde as 8 horas da
manhi al as 2 da larde.
Vis i os enfermos em seus domicilios, das
i horas cm diante ; mas em casos repentinos
de molestias agudas e graves as visitas serio
ei'.as ein qualquer hora.
As milesiia* nervosas merecem ira la ment
especial segundo meios hoje aconsclliados
pelos prnl.cos modernos. Estes meios eris-,
m no consultorio central.
w
moBaetam
Massa adamantina.
Me geralmente reconhecida a excellena desta
preparacio para chumbar denles, porque seus resul-
.ado. sempie felizes sao j do domioio do publico.
SebasUao Joso de Oliveira faz uso desta. preciosa
Ia *!"?"" ""T"1". a Pessoa, qu^ qu!z -
rom honra-lo dispoudo de seos serviros, podem pro-

t1
DKHTISIA FRAHCEZ.
Pialo liigBOjj dentista, esUbelecido na
cotlnra (I Miip^rnm a
Ha, eslabelecido na
o B. 36, Mgundo andar,
ra pressaodo ar, e chumba
adamantina e outros me-
9ssa9 a^t*
DISCURSO SAGRADO,
Recitado em commemoraga o da in-
dependencia do Brasil, no solem-
ne Te-Deum que os habitantes da im-
periiol cidade de Nictheroy,
fizeram celebrar no dia 7 de se-
tembro de 1855,
PELO
SR. JOAOUII PINTO DE CAMPOS,
Conego honorario da capella Im-
periaU, offlcial da-ordom la Kosa,
depatado u assembla geral pe-
profensor deeloquencla nacional
d^an.t-?i,1Ecu ,,a clrta,le o e-
eife, l.illiollicca io da K'aculda
de de Uireito da mesma cidade.-
e socio correspondente do insti-
tuto tiistorlcodo IIa.Mi, etc.
Esle discurso impresso e vendido nelos Srs I a-
cramert & f.ompanhia, do Rio de Janeiro, po e'ra-
nosa hcenra do aotor, vende-se na livraria n. 6 e 8
.la praca da Independencia, a lJKKX) cada, oxrm-
frecia-se de om escravj por aluguel para o
servinode urna pequea familia : nu ra do lloni-
-io n, 7. F
LflERIiS DA PROVINCIA.
O l'lni. Sr, thesoureiro manda lazerpu-
Micf-> queseacliama venda na tliesoura-
i ia I is Interias, na ra da Praia n. 27, os
bilLf tes da primeira parte da terceira
lotei-e do Gymnasio, cujas rodas andam
imp eterivemente no da 17 do andante
mez. Thesouraria das loteras de no-
vembroile 1855. Luiz, Antonio. Rodri-
gues de Aimeida, esciivu > das loteras.
."^ Terar-relri, 13 do correte, depon da andien-
tla do Illm. f>r. joli de orphaos, aera arrematado um
eseravo, pardo, moco, avaliado em 300, pertencen-
W s orplas de Antonio Rodrgaos Lima.
'i caulelisla,
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
Aluga-se um sitio com boa casa de sobrado, a
qual tem mullos commodos, sita na povoacao do
lonleiro ; a tratar na ra do Trapiche u. 14."
No dia 2o do correle pretende a mesa regedo-
ra de N. S. do Bom Parto, erectd na igreja de S.
Jos de Riba-ma, Nslejar a sua padroeira cm
aquella decencia que poder, coadjuvada pelo publico
desla cidade, e sem o qual nada se Tara, com quanlo
esleja o publico alropelado de subscripeOes, todava
confiamos nos devotos, que nao deiiara de nos aju-
dar oeste acto 13o sublime, principalmente aslllmas.
Sras., que com mais vera devem ajudar a feslvida-
de de M. S. do Bom Parlo.
O delegado do circulo luterano da freguezia
de S. Jos commonica aos Srs. professores pblicos
e particulares desta freguezia, que devem presen-
tar a esta delegacia ale o fim deste mez mappas dos
alumnos que freqnentam suas aulas no corrente an-
uo ; devendo os Srs. directores dos eslabelecimentos
parliculares mencionar os nomes dos professores e
professoras de seus eslabelecimentos, a ra e o nu-
mero da casa respectiva, e a licenra,
Precisa-se de om criado para todo servco de
umjiemem solleiro ; a tratar na ra do Queimado
n. i, primeiro andar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetes
da lotera quarta, do recolhimento de
Santa Thereza, que devia correr a 5 ou
9 do corrente mez: as listas esperam-se
pelo vapor PARAN', que partir' in-
fallivelmente a 10 do corrente, e deve-
ra' aqu cliegar a 17 ou 18 : os premios
sao pagos a distrbuicao das mesmas lis-
tas.
Obras de
ouro as mais mo-
dernas .
Os aball assignados, donos da loja de ourives, na
ra do Cabog n. 11, confronte ao paleo da malriz e
ra Nova, fazem publico, que eatao recebendo con-
tinuadamente muilo ricas obras de ooro dos melho-
res gustos, fanto para senhoras como para bomens e
meninos ; os prerus conlinuam msalo baratos como
lem sido, e passa-se contas com iaponsabilidade,
especificando a qoalidade do ouro de 14 ou 18 qui
lata, hcando assim sujeilos os mesmos por qualquer
duvida.Seraphim & Irmao.
Precisa-se de urna ana que tenha bom leite para
criar urna menina de 30 dias, paga-se bem : na ra
do Collegio n. 2.
Aluga-se ou vende-se um eseravo muilo pro-
prio para armazem de assucar, do que j lem moila
pratica : a tratar oa roa da Cadea do Recite n. 13.
Precisa-se de 1:500 a juros de 1 1|2 por cen-
lo, da-seos juros adianlados de um auno, e por se-
guranza hypolhcca cm um sitio : quem pretender
incie.
Josc Candido de Barros mudou o sen escriplo-
raa ra da Cruz n. 52, primeiro andar. *
Kj fu; Alreil* do Rosario ha sorvetes (odas as
ooa domingos depois das 3 horas
ireme a 360, havendo todos os das
05.
Precisa-se de um caixeiro : a (ravessa da ra
da Concordia n. 26.
Precisa-sede um srvenle mojo, preferindo-se
eseravo, para Irabalhar na casa das aferi(0es, paga-
se bem: quem quizer, diiija-se a mesma casa, ra
da Hornillo a n. 36.
No sobrado n. 17 do aterro da Boa-Visla, pre-
cisa-se de urna ama forra ou captiva, que saiba co-
zinhar e engommaf^
Anda.sevendIO imposto dasaferlcSes perlen-
cenlo ao corrente nano de 1835-183o\das fregueziasde
Santo Amaro de Jaboalao e Murbeca : quem pre-
tender, dirija-se a ra da Flo/enliua n. 36, a Tallar
com o errematanle.
Precisa-se de urna ama de leite, pa-
ga-se bem : na ra Neva n. Mj, segundo
andar.
GrjKfica-s*. com 10SOOO a qoem levar a roa do
Sol n. 23, segundo andar, ou descubrir quem pegou
um eseo fgido uo dta 6 do correnle, pelo lado da
ra das Flores^
Precisa-se para ensinar a tres meni-
nas em um engenho, de urna senhora que
para isso se ache habilitada, que tenha
boa conducta c todas as condicues que
seexigem para urna boa mestra :* a quem
convir procure no pateo da matriz de
Santo Antonio, sobrado de um andar n.
1, que adiara' a pessoa com quem deve
tratar.
Precsa-se de sete centos mil res a
premio, dando-se duas escravas por segu-
ro : quem os quizer dar annuncie.
O cautelsta Salustiano de Aquno
Ferrera, ollerta de muito livre e espon-
tanea yontade, para as obras da igreja
do Divino Espirito-Santo, as seguintes
cautelas, da primeira parte da terceira
lotera do Gymnasio Pernambucano.
4 oitavos n 2248, 4 ditos n. 2249, 4
ditos n. 2545, 4 ditos n. 2544, G tercos
n. 2587.2591, 5055,5059, 5041e 5045,
6 quintos n. .547(J, 5477^478, 5479,
3480 e 3511 ; as quaes sefeham em pe-
der do thesoureiro da irmandade.
CONSULTORIO HOMffiOPA- f
THICO.. S
i (Gratuito para os pobres.)
. 28. RA DAS CRUZES 28. S
0 Dr. Casanova d consultas e faz visi- 2L
tas a qualquer hora do dia. w
I Os medicamentos homccopalhcosmaisacre- @|
ditados do L'uiverso. So os que s3o prepa- JZ
rados pelos Srs. ATELI.AN e WEBER, O
t pharmaceulicos cm Pars: nesta casa lem A
sempre um grande sorlrmenlo destes me- T?
dicamenlos em tinluras de todas as dyna- S)
misaroes; e em glbulos preparados pelo *
proprietano deslo estabelecimento: carlei- *?
ras de lodos os tamaitos, e muito mais em I
coula do que em qualquer oulra parte.
1 carteira de 24 medicamentos. 6SO00 W
1 frasco de tintura a escolber. 1^000
Tubos avulsoa, a 300, 500 e 18.
Elemenlosdebomceopathia, 4vol. 6)000 w)
N. B.Cada carteira eucerra os medi- (f>
camentus preservativos e curativos do dio- Z
lera-morbus. A
Compra-se urna cadeirnha fola na Ierra ou
Z^derebKfe,ana l,a,,ia- -""squalque
?o .. i J3, ebm S0*' e'"" eMe>"n "" Pou-
KauelW a,munc,c ou 0"j-*c a na do
Kaugel ii.36, primeiro andar.
Compra-se um ou dous bahs de 3 ou 4 pal-
mos, ruerl0?i uu me, ,em 5erem iai
eslej.m em bom eslado ; quem liver annuncie.
VENDAS.
Volhiiilias
, PARA 18S6.
Estao a venda as bem conhecidas fo-
Ihinhas impressas nesta typographia, as
de algibeira a 320 e as de porta a 1GO; as
de aigibeira a lem do kalendario eccles-
astico e civil, contera um resumo dos im-
postas municipaes, provinciaes e geraes
que allectamtodas asclasses da socieda-
de, extracto dos regula montos parochiaes,
docemiterio, entePros e sello, tratamen-
to e varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e" regias para a-
zer manteiga e queijosde dillerentes qua-
hdades : vendem-se nicamente na livra-
ria n. 6 e 8, da praca da Indeprndencia.
No iim do mez sahirao a luz os alma-
naks, assim como as folhinhas deresa.
, Vendem-se C escravos motos, sendojflhre
I linda mulalioha recoliiida que cose, ensonur
rehoa assucar, 2 prelas engommadeiras e t .J.i
meta idade : na ra ireila n. 3.
M a mi o re branco da
Ihor qualidade.
Vende-se um restante de pares das melhores pe-
los,
ima e
ila de
Hie-
dras marmore para consolos a .
vontade do comprador, por preco mais barato do
que em outra qualquer parte, por ser para ultima-
cao de factura : em casa de Rabe Schmellau .V
Companhia, ra da Cadea de Recife n. 37.
VENDEM-SE POR 48000
40S|C,Url' de."'""" ,de casemi" Preta bordados
a ha *f lambtm bordados por 45, colleles
de velludo a la, velludo prelo com toque a 2?, se-
lim prelo de Macao a 1S600, raeias de seda brancas
BE* sen ,0,ra a,18 Par> lenSs om b'co para mao a
-tw rs., ditos da chita para meninos a lOOrs.: na
ra do Queimado n. 1, loja.
Na ra do Crespo n. 4, loja de 4 porlas, ven-
dem-se cassas de quadros de cores fingindo cassa se-
da, fazenda mu linda para vestido a 400 rs. o co-
Vado.
Attencio.
^le^eAae,'"?eKTirt com 'Romas habilidades,
CM id.de de 28 annos, pouc maia ou menos, por
preco commodo ; na ra Direila 11. 75.
COM PEQUEO TOQUE DE AVAR1A.
Indiana de quadros"de seda e algodio, de
muito bom gosto. a 520 o covado.
vorPta1ru\7.QdCer' "* "' ^"^
a,~Z Vane"se nmn ,abcrna das melhores do paleo
oa aaula Cruz : qoem inleressar esle negocio, dir-
ja-se a padaria do paleo da Santa Cruz n. 6. que se
orra quem faz te negocio, e lambem se dir ao
comprador porque se vende.
- Vende-se urna morada de m* terrea com
|jU quema p.e-
-Je-se um casal (k pacas, proprio para um
as Cinco Ponas 11. 118. *
urna morada de casa terrea
quintal, sita na ra das Trincheiras
lender,diri|a-e a ra dajCruz n. 16.
presenft: n.
Na ra do Crespn. 4, loja de qua-
tro portas vendem-se riscados francezes
com quadros, fazenda mui linda paa ves-
ijdo a 300 rs. o covado, dao-se amostras
compenhor.
GHAROPE
DO
BOSQUE
O uuico deposito continua a ser na botica de Bar-
Ihelomeu trancisco de Souza, na rMirga do Rosa-
rio n. 36; garrafas grandes5J500 e pequeas3000.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtisica em lodos os seus dillerentes
graos, quer motivada por constiparles, tosse, asth-
ma. pleuriz. escarros de sangue, dr de costados e
peito, palpitacSo no corarao, coqueluche, broncbile
dur na garganta, e todas as molestias dos orgo pul-
monares. r
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado: no armazem
de Adamson HoWie&C, ra do Trapi-
che n. 42. r
Vende-iC un casal de escravos com algumas
habilidades : a tratar n Camboa do Carmo n. 10,
segundo andar.
Velas.
Vendem-se cicellenles velas de carnauba pura, de
o, ",8. 9, 10 13 por libra, e por menos prero do*
que em oulra qualquer parte : na ra Direila u". 39,
na fabrica da viuVa do finado Brilo.
~ No-.irm.izem do caes da alfandega n. 7, de J.
i- P. de Mrllo, vendem-se saccas de farinha da Ier-
ra muito nova e bem torrada.
Vende-se a armacao da loja da roa Direila n.
K>, toda envidracada, propria para calcado ou outro
qualquer eslabelecimento, oll'trrcce* loda a vantagem
por ser o local muilo bom, e o aluguel muito em
conta.
amisas france-
zas,
de pcitos finissimos, de muilo bom goalo ; vendem-
se Por 2100, 2S600 e 2800 a camisa : oa ra do
yueimadon.33A.
Cortes de case-
. mira de cores
A 4.5000 RS.
He muilo barato, cortes de casemiras de lindos
goslos a 49500, fazenda que se lem rendido por 58;
chegnem ao barato que j resta pouco: na ra do
Qaeimado o. 33 A.
Attencao ad ba-
rato.
Riscados francezes de lindos e modernos goslos,
cores fias a 240 o covado, alpaca de teda de qua-
dros, razenda muilo nova e superior qualidade a 800
rs. o covado, chales de chally bordados, riqussima
razenda a 13a, loncos grandes de casemira de todas
as cores com fraojas a 2500, e oulras muilas duen-
das, que visla os Srs. compradores nao deixanlo
de comprar : na ra do Queimado u. 33 A.
Na la Nova, loja n. 2, verldem-sebara-
to, a dinheiro a' vista.
Casacas de panno prelo 10*000
Sobrecasacas de,pajino de cor 125000
Colleles de seda para meuinos
Chapeos para homeui
Camisas de linho para homem
Ditas de cores para dito
Lencos de seda para senhora
Ditos de fil de linho
Veos de fil de linho
Vinagre aromtico, 1 frasco
Pavies para candieiro. 1 duzia
Ditos para dito, I groza
Kspclhos (le quadro
Cairas de casemira
Ditas de dila
Abotoaduras douradas
l.eques de papel
Ditos de seda
l.enros de telim prelo
Collarinhs para camisa .
Lencos de seda para grvala
Corles de colleles de fusiao
Ramos de flore*
Luvas prelas para senhora
Ditas de cores de seda
Filas para cartas dolsarliareis
Alraz da matrii, na ra Nova, loja n. 2, db Aosi
Colombiez.
A boa fama
VENDE BARATO :
Libras de lnlias brancas ns. 50, 60, 70 e 80 1I00
Libras de ditas ns. 100, 120 e 130 I528O
uzias de tesouras para costura 1000
Duzia de ditas mais linas 1280
Maros com 40, 50 e 60 pegas de cordao
Para vestido 40
Pecas com 10 varas de bico estrelo 560
Duzia de dedaes para senhora 100
Caizinhas com agulhas francezas 160
Caitas com 16 novellos de lindas de marcar 280
rozas de boloes para carniza 160
l'ulceiras encarnadas para meninas 240
Ditas grandes para senhora 320
Pares de meias finas para senhora a 240'e 300
Meadas de linhas muilo finas para bordar 160
Meadas de linhas de peso 100
Orozasde bolfies muito finos para calcas 280
Babados de linho abertos e bordados 120 e 240
Carteira finas de marroquim para algibeira 600
Fivelas douradas para cateas e collee 120
linteirosc areeirosde porcelana,u par 500
Charuleiras entrefinas J20
Duzias de torcidas n. 14 para candieiro 80
Pente de verdadeiro bfalo para alisar 300 e 500
50
60
70
60
O
19000
69000
49OOO
29500
I92OO
500
:i9000
1BOOO
loo
19000
1-3000
89000
69000
59000
19000
2JO00
49000
320
. CORTES TURCOS.
Vendem-se este delicados corles de cassa prela
cora piulas carmezin e letrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padres, e s se vendem
uas loja dos Sr. Campos & Lima, ra do Crespo ;
Manoel Joso Leile. ra do Duem.dn N,r.i u.
PUBLICAf.A'O COROGIIAPIHCA.
Esla'Anda nu livraria classica n. 2,
no pateHo Collegio, a obra intitulada-
Breve Noticia Corograpbiea do Im-
perio do Brasil, escripta em 1854; ero-
ga-seaos senhores assignanles que tenham
a bondade de mandar buscar os seus
exemplares, no armazem de leiloes, na
ra do Collegio n. 15.
osLeile, ra do Queimado ; Narciso Ma-
na Carneiro, ra da Cadea,
conta.
por prego muito em
PABA A FESTA.
Aluga-se no melhor lugar da Torre, um
sitio com grande casa nova, estribarla e
cocheira equartopara eitor: a tratar na
ra da Cruz n. 10.
PIANOS.
Vndem-se em casa de Henry Brunn &
Cf, ra da Cruz n. 10, ptimos pianos
chegados no ultimo navio da Europa.
Oracao contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-sei venda na livraria n. 6 e 8 da pract da
independencia om folhelinho com diHereoles'ora-
leTaXs! c0aCdhauma:m0rbaS' e qU'qUer "lr' *
Vende-se um moleque de 9 annos: Da ra das
Lruzes n. 9, loja.
Atter^o. .
Vendem-se duas carroca e dous bois bous, sendo
as carrocas de pouco uso : quem pretender, dirija-
se ao M.nguinho, sitio que foi do finado Candido,
que achara com quem trta.-.
Vende-se urna bonita parelha de
cava los para carro, cor ruca, no-
vos e em boas carnes, outrocam-se
por dous ca vallo desella: na ra
da Cadia do Recife n. 21.
ATTENCAO!
Na ra do Collegio'n. 3 loja, vendem-
se por 26*000 as seguintes obras em per-
ieito estado: Melii, opera 7 vols.. BavouX-
Con hts 2 vol., Berenger, Justice Crimi-
nen vol., De Felice Droit des Gens
vol., P. Bonin, Comentaire
Vende-so um eseravo de muilo bonita fig
de idade, pouco aais ou menos, 18 annos : q
pretender, dirjante a roa l-'ormnsa, na quiuU
terrea, do finado Sarao de Beberibe, vindo pela
da Aurora.
Veudem-se chao de difieren les largur;
yonlade dos compradores, para fazer casas, o
lem perto de 400 palmos do fundo, e sao pll
de arvores defruclo abobadas emboa ordem,.
ra da E.speranca, que he a que se abri da Soleda-
de para a Estancia: a tratar com Manoel Tereira
Teixeira, morador no mesmo lugar.
Erva matte.
He chegada de Paraguay a verdadeira erva mallc,
evende-se notorio dt, Mallos, roa do Codorniz,
taberna n. 9, a 7500 a arroba, e a 320 a libra. '
Vendem-se travs de qoalidade e de louro, de
30 e 40 palmos, 2 canoas pequeas de 1 s pao, sen-
do 1 de amarello e oulra de b'ordaozinho, ludo por
precos commodos para fechar contas : os pretn-
danles dirijam-se a Aulonio Leal de Barros, 11,1 ra
do Viga,no n. 17.
1
Vende-se om carro novo de
4 rodas e de 4 assentos, moito
leve e de construcrao moderna
por-prero commodo: ua ra Nova, cocheira de
Adolplio Burgeois.
Cheguem freguezes ao que he bom e ba-
rato para o passamento da festa.
Na taberna da ra Nova 11. 50 ha bom doce de
goinba, queijos frescae, champagne da melhor, pre-
sunto, paios, chourigas, superior quahdade de mau-
lega, chocolate e bolinhosde Lisboa, a melhor qua-
lidade dechhvsson e do Rio, cm latas de 1e2
libras, velas de espermacele, bolachinhas de araruta
e ingleza, muito superior toucnho de Lisboa, e ou-
lras muilas cousas.
Vende-se urna casa de (aipa mnlo bem feila 1
muilo propria para passar a Testa, na Cponga, sita
no porto do Jacobina, (emnm quintal bstanle grao-
de de comprimentu, e lem 50 palmos de frente :
quem a pretender, dirija-se a ra Direila n. 95.
Unio, na ra da Cruz n. 40,
ha. para vender nm sorlrmenlo de conservas finas co-
mo pilis pois, sardines, asperges, langue de buf-
pale de foiesaucsse, beafstak, chaponneau au jam,
bon, poulet au ju d'crevisse, iriandeau de veau :
assim como diversas qualidades de vinhos, como
Champagne, Xers, Madeira, Porto de ptima qua-
lidade, vnho de Franja branco (anligo) e linto, di-
versos licores, hummel, ele, cognac engarrafado,
lambem ha peliscos aceiados ao modo europeu a
qualquer hora.
Vende-se um eseravo de bonila figura, possan-
tee muito fiel, idade 18 annos, com principio de
marcineiro, enlende de cozutia, ptimo para p-
gem, bolieirn. 00 armazem de assacar, assim como
urna cscrava de 30 annos, eogommadoira, lavadei-
ra,cozinheirn equilandeira, ambo muilo sadios :
lia roa de Hurlas o. 82.
Vende-se a casa terrea n. 33, sita na ru de
Mocololomb, nos Afogadns: ,1 tratar na ra do
Queimado o. 21.
Vende-se urna porcSo de pipas vastas que fo-
ram de agurdenle, despejadas ha pooco: na ra da
Guia n. 64, segundo andar.
Rollos
Pegas com 6 1|2 varas de fita branca de linho
Caita com clcheles francezes
Carrileis de linhas de 200 jarda de boa
qoalidade
Macinhos com 35, 40 e 47 grampas,
Suspensorios, o par
Carrileis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
xandre w
.Mera de (odas estas miudezas vendem-se oulras
muilissimas, qae visla de suas boas qualidades e
baratos pregos causa admiragao aos compradores :
na ra do Queimado. no quairo canto, na bem co-
nhecida loja de miudezas da Doa Fama n. 33.
Bons gostos e de
boas qualida-
des.
Na ra do Queimado, no quatro cantos, na secun-
daloja daJazenda n. 22, defronle do tobrado ama-
rello. veWdem-se fazendas por pregos que real-
mente fazem admirar ao publico : Panno preto
iiniwimo, prova de limao, para casacas e*T>alils,
pelos baratsimos prego de 2500, 39500 e 59000
SS.V*2.Vcasemir" prel* d" Periof qoalidade
?r,a S^ocovado, alpaca pretn muilo fina a
1U0,,oOO c 600 rs. o covado, cortes de colleles de
lusloes de bonitos padrOes e core lizas a 700 o 900
Sun.? pre"" de laa e ,eda muil grandes a
-3800, chapeos de sol de seda preto e de core, fa-
zenda superior o 6-;:)O0. camisas franceza pintadas
para homem a 19280, riscados da India muilo finos
e largos e mu:lo bonitos para vestido 280 o cova-
do, aetim preto macao, fazenda muilo superior a 3>
o covado, sarja hespanhola muito superior a 2,400 o
covado. merino muito fino a 2jO00 o covado, nwi-
uo setim o mais superior que pode haver e mullo
proprio para palito a 19600 o covado, chapeos de sol
le panmnho a I96OO, chitas francezas muito fina* e
largas, de novos padroe a 320 o covado, Gl de li-
nho liso e com flores a 19 e 19440 a vara, luvas de
pellica de Jouvin para homem e senhora, chegada
no1 ultimwuavio fnincez a I98OO rs. o par, luvas de
seda de todas as cores com belolai a 1280, camisas
de meia muilo linas a 19, lava de Uo da Escocia
brancas e de cores 400, 500 e 600 rs. o par, man-
as de seda para grvalas, prelas e de cores, muilo
boa fazenda a 192S0, panno fino azul de soperior
quahdade a 49 o covado, ricas roroeiras de relroz
bordadas a 119, lencinhos de relroz francezes
19a>0, cassas franceza muilo finas e de bouilos pa-
dres a 300 rs. o covado, cambraia finissima de sal-
picos a 19 a vara, camisas franceza muilo fina e
m reiias para homem a 2500 e 29S0, corle de
ssas para vestidos de bouilus padroe e com 7 va-
- a 9 o corte, lengos branco de cambraia de li-
i muito finos e grandes a 69 a duzia, ricos chales
chally com lislras de aeda e bastante grandes a
ditos de merino muito finos e lisos a 69, luvas
prelas de lorgal, de Lisboa a I912O, chally amarello,
tarada superior e que muilo se usa para vestido a
UU rs. o covado, romeiras de cambraia com laro
le ricas fitas de seda a 19280, grvalas de eda de
bonitos padres a 640, meias de laia para padres a
o par,cortes de casemiras amas e de bonitos pa-
dros para caigas a 59, brinzinhos de linho de bo-
nitos padroes a 240 o covado, brim Irangado de puro
ludio e de bonitos padroes a 800 rs. a vara, lapim
preto Gnissimo, proprio para vestidos e batinas de
padre al 9280 o covado, riscadiuhos francezes muito
linos e bonitos padrdesa 240 o covado, meios lenco
pretos para grvala muilo superiores a 19, lencos
branco de cambraia muilo finos a 300 r., ganga
amarella muito superior a 320, raeias branca fina
para senhora a 240. 300 e 400 rs. o par, ditas prelas
muilo unas a 320, dilas para homem, fazenda su-
perior, sendo brancas, prelas e crua a 240r. o par.
4Bm le loda estas fazenda outra muilaa que s a
vUTa da boas qualidades he que se pdem ver o
quanlo sao baratos, afiangando-se aos Sra. compra-
dores que nesle estabelecimento nao ha razenda al-
goma que seja avariada, e fm ludo sem avaria, de
bons gostos e boas qualidades.
A boa fama
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENI.ORA.
, Ji1.,5,de..quadrM mui, fina e Padro novos;
v.^iadequa,,ro' e * Por rego commol
voVto7r-urd.acXaTloja ^aiot '"
mdico.?'09 f,bricad0e'ln8l.lerr., por p're^
LEONOR DAMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d Amboiie, duqueza de Breta-
nha 2 volque, por 1000 rs., na livraria
n. 6 e 8 da prac.a da Independencia.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, epotassa americana
da ma,. nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. 2-B, de A. J. T. basto \&
Companhia.
8 Deposito de vinho de cham- S
pagneChateau-Ay, primeira qua- #
hdade, de propriedade do conde t
de Harcuil, ra da Cruz do Re- j
cife n. 20 : este Vinho, o melhor
de toda a Champagne^ vende-se
a otii'OOO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixa. sao marcadas a fo-
goConde de Marcuilcosi-
los das garrafas sao azues.
0tt<5OSMI
POTASSA E CAL VIRGEI.
No anti<;o o a bem conhecido deposi-
to da ra da^adeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para venden muito superior
potassa ,da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
preros muito favoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos-
Pratos oco8 patentes
para conservar a comida
qunte: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Hostron Ro-
oker #C.
Vende-se ac em cimbeles de uro quintal, por
prego muito commodo : no armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, praga do Corpo Santo n- II.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo.chegado da Lisboa pelo briguez;-
aeranca.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por gOOO reis : nos arrriazens ns.
3,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ra do Trapiche
n. 54, primeiro andar.
0
POTASSA BRASILEIRA.
0 Vende-se superior potassa, fa-
0 bricada no Rio de Janeiro, che-
0 gada recentemente, recommen-
M| da-se aos senhores de engenhos 1
J seus bons" elTeitps ja'.experimen- J
9 tados: na ra da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron & 0
Companhia.
:
VENDE BARATO :
I.encinhos de relroz de toda as core para petco-
go de senhora e menina, pelo barato prego de la,
baralbos de carias finissimas francezas para vollarete
a 500, loucas de Ua para senhora e menina a 640,
luvas muito finas de fio da Escocia branca e de co-
re para homem e senhoras a 400, 500 e 600 r. o
par, meias brancas e crua para homem, fazenda
muilissimo superior a 160, 200 e 240 o par, luvas de
pellica de Jouvin branca e amarella para homem
e tenhora a 1900 o par, camisas de meia muil fi-
nas e de pura lila para homem a 3J}000 r*., ditas de
algodo muilissimo finas a 1; e 19200, tesouras mui-
lo fina para papel a 1500, ditos superiores para
barheiro a 18500, toques mnilo linos a 3JJ, ricas abo-
toaduras para collete de madreperola e de metal a
500 rs., dilas para paul a 600 r., eaisinhas com
phosphoros propria para charutos a 20 r.. ricos jar-
ro dourados de porcelana para flore de diversos ta-
maitos e pregos, ricas fita de seda lavrada e lisas
de (odas as cores e larguras, eacovs finissimas para
roupa, ditas para cabello, trancas de seda de boni-
tos padrees de diversas largura e eere, navalha fi-
nissimas para barba, caivetes finissimos e de todas
a qualidades, bico finos de linho de bonito padroes
a diversas largura, ricas franjas de algdao branca
e de cores para corlinado, tesouras para costura a
mai finas que he possivelenconlrar-se, e oulras rani-
nsimas couaas que ludo se vende por 1,10 baratos
pregos qe ao proprios compradores causa admira-
gao: da ra do Queimado, nos quairo cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama o. 33.
Vende-se urna balanga romana eom lodos o
saus pc-rlences.em bom uso e de 2,000 libras: qoem
pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
Esguiao de linho
e algodao,
mnilo auperior, com 11 vara a pega, por 35500-
vende-ae na ra do Crespo, loja da esquina que vM-
ta para a ra da.Cadeia. s ~
A31500
A. boa fama
COMPRAS.
AVISO.
Em
Goianna, becco do Pavao n. 14,
armazemdeAranhaA Alfruquerque, com-
pra-se toda equalquer porrao de assucar
e paga-se por liom precio,
_ do cod. pe-
nal 1 vol., LeTerrier, curs. de droit pu-
hhc. 2 vols. Nazareth, process crimine.
1 vol., Nicolhni droit penal 1 vol., Va-
tel Droit des Gens 2 vol., (iioberti Phiio-
sophiedqA. Rpsminio vols., Riter Philo-
sophieCretienne 2 vols., Geographiede
Goe.tr 1 3 vols.
Vende-se por preco que convida
nma escrava crioula de meia idade, bo-
nita figura, cor retinta, cozinha o ordina-
rio de urna casa, ensaboa excedentemente,'
engomma pouco, vende na ra e sobre-
tudo he muito carinhosa para meninos :
na Gamboa do Caimo 11. 18.
Vende-se om piano inglez em bom eslado, e
por prego commodo ; quem o pretender, dirija-se ao
atorro do Boa-Vida n. 31, sobrado, primeiro andar,
qae aln achara com quemtralar.
Vende-se um casal de cachorros d'agua, mui-
lo gordos e bonitos ; vendem-so tambem separados :
na ra das Cruzes, lohrado de Ires andaras, esquina
do becco da Pol n. 32, segundo andar.
Vendem-se saccas com milho, muito grandes,
chegada agora da Parahiba.e muito novo: na ruade
Sonta Hila taberna n. 5.
Vende-se a taberna da rna da Florentina n. 30,
vislo que o dono desoja relirar-se desla provincia
a Iralar de MU aaude : quem prelende-la dirija-se a
amesma, que com o domo fara todo negocio.
Na ra do Vigario n. 22, vende-se por preco
commodo grana em bexiga, paios e sebo, chegados
ltimamente do Rio Grande do Sul.
das melhores fabricas da Suissa, lano de ouro como
de prata, ditos foliadosedoorados; vendem-se mais
barato do que em oulra qualquer parte, na ra da
Cadeia do Recito n. 18.
Relogios cober-
tos e descobertos
de ouro, paten-
te inglez.
Vendem-se noj|criploiio do agentede
leiloei, Francisco Gomes de Oliveira,-ra
da Cadeia do Recife n. 02, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e descobertos de ouro patente inglez, de
um dos mais afamados fabricantes de Lon-
dres, viudos pelo ultimo paquete inglez, e
por menos preco do que em outra qual-
quer parte.
VENDE BARATO:
Ricos pentes de tartaruga para cabega
Ditos de alisar tambem de tartaruga
Dito de marlim lambem para alisar
Hilos imitando tartaruga paca cabega
Lindas meias de seda de core para criangas .
Meias pintadas fio da Escocia para criangns240e400
Bandejas grande e de pintura fina39000 e 4*000
Papel almago grevee paulado, resma 4000
4500
teooo
10400
13400
1*800
19900
640
800
12000
500
39000
2B000
29OOO
.500
Vendc-se luco de blondo branco a prelo de seda
verdadeiro, 30 por cento mais barato que em ooal-
i-Mi.'r unir, n.rla n A r. I .!_ -. l____ ..
Temas finissimas bico de langa, groza
Ditas muito boas tem ser de langa,groza
Uculosde armacao de ago com graduagoes
Lonetas com armagao de tartaruga
Ditas com armagao de bfalo
Toncadores de Jacaranda com bons espelhos
Meia de laia muito superiores para padre
Rica bengalas de canna com lindos castOes
Ditas de junco com bonitos castOes
Ricos chicles para homem e senhora a lee iXH)
Meias prelas de algodao para padre, o par 600
Grvala de seda de todas as cores 19 e 1s200
ritas de velludo de toda as core, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca 400
Ricos relogmhos para cima de mesa 49OOO
Suspensorios finos de borracha, o par 400, 500, 600
Pentes muilo finos para suitsa 500
Escovas muilo finas para cabello 610
Capachos pintados muito bonito* 700
Boloes finissimos de madreperola para ca-
misa, a groza 1200
Alm de tudo isto vendm-se oulras muidas cou-
sas, que a visla das qualidades e pregos faz admirar:
na ra do Queimado, nos quairo canto, na loja de
miudezas da Boa Fama n. 33.
COGNAC VERDADEIRO.
\ende-se o verdadeiro cognac, tanto em garrafas
como em garrnfoes : oa ra di Cruz u. 10.
CASEMIRA PRETA A 4 v A 0 CORTE DE CALfA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia. *
FLOR DE FLOR.
A Farinha de Santander Flor de Flor
e a melhor farinha de trigo que existe em
todoomundo, por isso sempre hequalili-
cada a mais superior em todos os merca
dos, aondetem sido importada ; he sta a
primeira vez que vem a este mercado,
pore'm garante-se a veracidade da infor-
maeao: vende-se nicamente
zem de Tasso Irmaos.
VINHO IXBREZ.
Vende se soperior vinho de Xerez em harris do
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim comb potassa da Russia verdadsira : na praca do
Corpo Santo n. 11. *
AGENCIA
Da Fnndicao' Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
yer um completo .ortimento de moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
china, de vapor, e taixas de ferro batido
e -coado, de todo o tamauhos, para
dito. K
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase jaqnetas, a 160
o covado.
o,toidar.,.c:dr.ni,,a.do Cre,po- wdfb....
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
"?;"d0 Cre,po',oja di "*"" "oe
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar horlas e bal...
decapim.n.rundigaOdeD.W. Bowman: naru
doBrumns.6,8el0. *
RELOGIOS
cobertos e desco-
. bertos de ouro,
Patente inglez.
Vendem-se no escriptorio de S*Blhall Mellar 6:
Companhia,-ne ra da Cadeia do Recife n. 36, 01
man superiores relogios cobertos e descobertos de
ouro, patente inglez, de um do melhore fafcrieau-
ies de Liverpool, vindo pelo ultimu paquete inglez.
Va loja das seis
portas.
Em frente do Livrameulo.
m?r'd? alK0.da ~n>5 palmosde largara, preprlo
2!S05.a "ua,orle ""'en, chales de ganga
fliTT h 0B5 Patae"' ""eqnadros a imSt^.
de laa tombem doa patacas, corte, de veslido de
cambraiia douscinzado, proprios para rao buho.
Emcasa de Henry Brunn JtC, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumento, pora msica.
Espelho.com moldura.
Globos para jardins.
Cadeiras e wfa' para jardim.
Oleado, par mesa.
VisUs de Pernambuco. *
Cemento (pmano.
Gpmma lacea.
VARAS E GRABES.
Im lindo e variado ortimento de modaHs aara
varanda. e ?radaria de gosto meder^hTo :
fuhd.gao da Anrora, em Santo Amaro, ,
to da mesma. na rae do Brum.
m casa deN. O. Bieber&C, i-uas
da Cruz n. i, vende-se :
Vinho de Madeira em quartose oitavos
barr..
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lona..
Urinsda Russia.
Papel de embrulho.
Saceos de estopa.
Cemento.,
Por commodos precos.
Em casa de Henry Brunn 4C, ra da
Cruzn. 10, ha para vender um grtwfe
sortimento de ouro do melhor go.t^-
sim como relogios de ouro de patente.
IEGHAIISIO PARA EI6E-
IHlk
NA FU.NDigAO DE raR*0 DO ENGE-
MIEIRO DAVID W- BOWNrAN. rlA
RA DO BRUM, PA5SANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortstanlo <
jectos de mechaniamos proprios para en|,ar.ho,
ber : moendas e meia moendas da mais moderna
conslrocgo ; taias de torro fundido batida,
superior qualidade e de lodos os lamanlios ; rod
dentadas para agua ou animaes, de loda as propor-
ges ; crivo e bocea de fornalhae regilre de be-
diro, aguilhe, bronzes, parafusos c eavilhOes, awi-
uliu de maodioca, etc., etc.
'WIESHA FUNDICA O.
11 Todas as enrommendas com a
e eiecutam I
su per io-
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Heduzido do 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencaol do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado na. co-
lonia, ingleza. e hollandeza, com gran-
de vantagem para o' melhoramento do
assucar, acha-se a vendaajpn latas de 10
librar, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. 0--Beber & Companhia,' na ra da
Cruz. n. 4.
CAL DE LISBOA A 5000.
Vendem-se barri com cal virgem de Liiboa, para
Techar conta, pelo diminuto prego de 4)000 o bar-
ril : na roa da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
le da roa da Madre de lieos.
Vende-se eicellenle laboado de pinbe, recen-
temente cliegado da America : ua rm de Aoollo
trapiche do rerreira, a entender-se com oadmini.
ador do mesmo. ""
Vendem-seemcasa de S. P. Johns-
ton & C, na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins ingleze..
Relogios patente inglez.
Chicote, de carro e de montara.
Candieiro e casticaes bronzeados.
Lonas ingleza.
Fio de sapatro.
Vaqueta, de la.tre para carro.
Barri. degraxab. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
ridade j conhecida, e eom a devida presteza e eom-
modidade em prego.
Vende-se um rico volo de chaves,
todo marchetado de madreperola com
muito_ bon. son>-e atato certo de re-
gra: a pessCgue o pretender comprar
dirija-se a jW^a da Independencia n.
lie 1(1.
Vende-se a armagao de urna taberna con *
pouco fundos que tem, no largo da Trempe, cora
commodos para grande familia independenle 4* ta-
berna, com bom quintol, cacimba que baje agoa
dentro de casa e com a qual se faz garapa f
mae, do que est mnilo afreguezada. e o alu-
guel he muito commudo : o pretndeme dirijam-se
ao sobrado u>. 1 no mesmo lugar, que adiarlo com
qoem tratar.
Rap.
Vende-se o verdadeiro e moito fresco rap I'aol
Crrdeiro: na rna larga do Rosario*n. 38, iueto a
botica.
Villa- \evde.
Conlinua-se a vender a verdadeira bolacha Bu
denominadaVilla.verde, na padaria da raa fa-
pernl confronte a fabrica de sabio n. 173," roa es-
Ireila do Rosario n. 39 A e 45, Hangel n. 14,' largo
do Carmo, quina da raa de Horlas n. 2, Livraatetito
11. -2b ; e a que se vender em oulra qnalqaac parle'
com a mesma denominagjlo lie fala.
ESCRAVOS FUGIIKR57'
rtfgiram do engenho das Malta*, no dia 5 de
novembro de I8T>3, 3 esjravo, sendo o negra Jalo,
vermelho, erioulo." idade de ;ij asno, spadado,
olhos brancos, nariz afilado, lera na perna ditaita
urna marca de ferida embaixo juoto ao ior*s^H|
muilo f.illaiile e muito mentiroso, eleVou ots^^H
de 18 libras na perna esqoerda. Oulro chairad*
Mauricio, baixo e grosso ej piula, rearesenUtor jo
auno, em cima da cosas da mi direiln tem urna
marca de um talho de urna foce.bebe innito tomo
levou urna pega re I.". libras. Oulro, mulato Jeto-
nyroo, idade de 22 a'2 oaam, baiio, ros., Wrriga
grande, falla arraslada e gagnejada, oflicial de sapa-
leiro, cabello estirado, eom ama pega na pera de
!.-> libras: quemo pegar elevar ae emeaf 'das
Malla, aera bem recompensado.
s- No dia 11 do corrale mez fugio a preto Jlo
crialo, de idade de 20 annos, mais oa miau, de
talara e figura regulares.leodo urna pequea cica-
Inz sobre o olho direito, levando conmigo duas cai-
gas de algodao tiscado aznt, irw camisas do mesmo,
ires dittas de madapol.0 eom pello de tinho cora a
aj*. O. W. Bowman, quatro camisas aovas t'o al-
goiUozinho, nm chapeo novo de polha
com fita prela, ama jaquela nova de gan|
*m chapeo de sol novo de panninho_ pr
coberta de chita velha ; quem o apprehtt
vara Francisco Manoel dos Santos Lima, irua do
Brum D. 8, sera geuerosameote 1
Fosjio na aoite do dia
mez um negro Gxsaosje),
de 45 annos, pouco maj
largos caceos, fisora 4
branca e caiga do riscado
corrente
1 Pequeo,
ecco, ps
letn camisa
de pal ha com
no arma-
quer oulra parte, e do toda a laraurasmnin h < superior vimio uo .\erez em harrisdo
l ma. dito: nraKov.Ja7ra^^^^^^ Ue E" W>s" : r Trapiche
n. 18.
V
Taixas para engenhos.
Na fundicao* de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do o chafarz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carreganwe em carro
sem despeza ao comprador.
Vestidos e chales.
Vendem-se chales de seda grandes com algnm
moto, pelo barato prego de 63OOO r., cortes de ca-
sa de core com barra e alguna, pinta de mofo,
pelo diminuto prego de 18600 o corte, assim como
oulra muilai fazenda.por barato prego: oa ra
da Cadeia do Recito toja n. 50, defronle da ra da
Madre de Dos.
Brins de vella : no armazem deN. O.
Bieber & C, ra da Cruz n. *.
una tita prela, tambem o atoa tronza de roupa
pode-se conhecer mf Ihor por ser quebrado, e tam-
bera as ranos por ser amassador de padaria : quem
o pegar leve-o a padaria rrazceza do atorro da Boa-
Vista a. 0, qae sera recompensado.
O abaizo^plgaado, morador oa raa da Con-
cordia, da boa ^ralificagao a quem Ihe apprchender
o seo eseravo pardo Hercnlano. que reprsenla Icr
16 auno, que do sitio a ilharga da igreja do Mon-
teiro aonde e eonservava acerca de dous annos dea*
appareceo domingo 28 de oulubro (Iodo, a iris he-
ras da manhaa. Nesse mesmo dia fol encontrado oa
Varze, aonde foi nascido e criado, e no segaiote es-
tove no engeoho San Joao no dilo lugar da Varua.
aonde f( iilo por diversas pessoa, e proco
< >ruc
um lavrador do rilado engenho Francisco Xavfir
torrea para o comprar, cojo Xavier he sobrlnh do
Uado Jos Xavier Lins Wanderlcy a qoem dit es-
eravo perlenceu-, levou urna caiga de lazsoda de
linho com quadros, camisa de madapobTo e chapeo
de palha pintado de novo com tint azul, e orna fila
cor de rozo Ierra, he regalar de corpo. fuma, lem
em urna das canellas urna cicatriz por causa de orna
ferida que leva, lem o denles alvo e os da irenle
largo, abre nm pouco a pernas quando caminha,
he balenle vivo e a cor he sobre escara. Rogi-se a
aotoridades policiaesa captura d* mesmo.
Antonio Pinto de Barro,
1 OOa'000 de gratifkacao.
Desappareceo 00 dia 17 de agosto prxima pasu-
do, pelas 7 horas da noite, a prela Loa renga, de a-
gao Angola, de idade 3 a 40 annos, penco msas a*j
menos, enm o sigoae leguintea : um dedo da me
direila inchado, magra, lem marcas branca as de*
perna; levou camisa de algod.ozinho, vestido de
chila roa, pann* fino, e mais ama Irona o* iHN
roga-sea Indas as autoridades policiaes ea eapiUaa
de campo que a apprehendam e levem a teu seubei
Joao Leiie de Atevedo, na praga do Corpo Santo
17, qae recebera a gralifleagao cima.
<
*
a
4
*
PEBN TYP. DE M. F. DB|FaR1A 1855
r .
Til ***


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