Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00486


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Full Text


I.
u

1

i
AMO XXII. N. 259.
3 mezes ndiantados 4,000.
r 3 mezes vencidos 4,500.

SEXTA FEIRA 9 OE NOVEMBRO DE 1855.
-**-
Por 3 mezes vencidos 4,500. SJUD Kp ror anno adiantado 15,000.
||l iWias "^^SP^W^^^^" Porte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
;arregados da subs4:ripcao'- i i uIIIIIK ~~ ,.---------------------------------------------------------------------- ---------^=^^---------------------_____________________________________________________________________
0r.ariet,noM.F.deF,ria;RiH.J,.Lh,n|J1^. ^"BIOS' METAES. PARTIDA DOS C*M*EIOS. AUDIENCIAS. K.HgMrP ,w.
EMCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO'- CAMBIOS.
Reeife, o proprieterio M. F. de Fari; Rio de Ja- Sobro Londres, a 27 5/8
oeiro, o.Sr. Joo Pereira Martina ; Babia, o Sr. D. i,-:, >* f
Daarac; Maeeio, o Senhor Claadino Falcao Uias ; I 'S' J rs' Por '
ranilla, o Sr. I'.orvazio Viclor da Nalividade ; Lisboa, 98 a 100 por 100.
tal, i) Sr. Joaquim Ignacio Pereir Jnnior; Ara- Hio de Janeiro, 1 por 0/0 de descont.
ily. o Sr. Antonio de l.cmo. Brasa Cear, o Sr. Accoes do Banco 43 0/0 de premio.
Joaquim Jeae de Oltveira ; Maranhao o Sr. Joa- .i.,. .' ,' -V
quim Marques Rodrigue; Piauhy, o Sr. Domingos Lompauhia de Beberibe ao par.
Itrcnluno Acalles l'essoa Cearense; Para, oSr.Ju.s-" da companhia de seguros ao par.
i. Ramo*; Amazonas,|e Sr. Jeronymoda Cusa. | Disconio de leltras, de 8 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas haspanholas. 295000
Moedasde 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 4000. 99000
Praia.Palaces brasileiros. 29000
Pesos cotumnarios. 29000
mexicanos..... 1860
PARTIDA DOS
Olinda, lodos os das.
Caruari, Bonilo eGaranhuns, nos dias 1 e 15.'
Villa-Bella, Boa-Yisla,ExiieOuricury,a 13e28.
Goyanna eParahiba, segundase sexias-feiras.
Vicioria e Natal, as quintas-feiras.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira s a horas e 18 minlos da raanha.
Segunda as 5 horas c 42 minutos da tarde.
parte rnciiL.
QOVEBNO DA PROVINCIA
Illm. e Exm. Sr. A commissao que V. Exc.
naje examinar com a maiima pos-
iloda a quesiilo da repartalo dai o-
durante 0 carrtpte auno tiuanceiro
i de dar o eu parecer especifirada-
tiscalisaco, inspeccao e execucjlo dos
i coalicionada re part cao, tem a honra
|. Exc. o resultado do sea exame.
i da tarara que (ui imposta a com-
desejar um parecer que abran-
i da provincia execuladas ein dif -
a conU da' importancia total de
os seut precos medios comparados
diversos tempes, e outras observa-
Mas oppondo-se a isto a imposti-
rte dos casos de avahar da exo-
aradas pelo lempo, e per ou-
la.de dnenmentos da auli-
kiblicu e da antiga ihesou-
*de por V. Exc. exigida e
la malor parte dos seus
I pblicos, a commitsao teve
f* determinados objeclns e s
cuja importancia e inutivus
^ de preferencia a tua allen-
Hysar somente o estado liter-
al eparlr"o e sua contabilidade, as estradas d
le Po-d'Allio. da Victoria e do norte, a ca
tenclo, a ciclen de Oliuda. os e-tudot grapl
b Garuar e Limoeiro, confo
^^^aDmo a
Hmilir
ha* I'
I paisa a re
Hilado ivierno
4 repartijao
suibeiite
regulanienta d
nevos i-egoUmen
lipo i sua conlabilidade.
publicas tem sido tucces-
W de 10 He julliu de 1835 e
[oslo do mesino anuo, pelos
qne llie foram dalos em 1813
eneia do Sr.aaMo da Bua-Vitta, pelo re
selembro de 1816, pelo de 7 de
(Minrule pela lei provincial n.
Ma'dp 1855. Kan competlmlo i
t o seu juizo obre essa legisla-
especia ferc o organisacao aclual da re-
ttiTrlf', e a cdavertlencia de urna escripluraeSo
que poilia haver adaptad ao prompto conhecimeu-
| das diversas receilas e despetas, visto qae est
aeuli! incumbida de examinar a liscdisariiu, ins-
Ita e execacao dos Irabalhos da repartido das
i publicas, passa simplesmente a eipor o esta-
do interno iti mesm>.
esiiripluraQo, da receita -e despeza dessa repar-
adla limitada da livro caixa do thesnureiro
turnas notas teilas em livro particular do di-
I Gomo este ,livro nao pode ser considerad*
3i lai tmente xaminado|uelle, que te achou
bi o escripturado pula Tirina por que princi-
* a ner na organiweio da repartido. Alm des-
! exame coufrontou r commissao os aeMgos de re-
la e Vuspexa deete livro com os respecnvoi docu-
los, e obiervou que ssi os da receila existen ar-
ados na repailica.., por lerem tido o de despe-
raanUidos m taesauraria pura o exame das cou-
odtto lliesuureiro. som que delles te deixasse
..ai;uma. Isto parece se deveria ter feilo para
recorrer a inetoiiraria. como fet a commis-
, alim da verificar a exacliao da eicriptaraco do
me ero caixa.
I mais em cada exercieio dona Iiyros de
expndienle do director e um da actas
t)a directora, nt quaet tambem seacham
#M eip dia, cumiando dianas actas, mu
>** approvacao das urcamentos qae foram
'tasfae puj em* coijrnutaclo.
tdeqoe
tnslnrmentas,
oOIrot baviain.
iu, por se aclia-
tou a verificaran
bem Mo. He digna de reparo a contradicho em
que cahio este engenlieiro, dando alicatados ao arre-
matante, edepoit deixaodo ver com o seu nflicio de
i de selembro que laes alleslados eram lilhos da
pouca allencao que presin ao servico de que esla-
va encarregade, oo de contemplado para com o ar-
remalante, em prejuizo da provincia. O arrema-
tante apressou a onclusao da ponle. A directora
leudo discalido se devia ou nao prevalecer-se do tr-
ligo 36 da lei o. 286 para manda-la demolir e cons-
truir de novopropox presidencia que ella loase
aceita com o abate de 10 por ceulo uo valor da
arrenialaco.
Cabe aqui advertir os inconvenientes da nao exe-
cui.-a do art. 64da lei regulamenlar das obras pu-
blicas ; por quanto nao se loriara dado o* tactos que
tem sido exposlos, se os engenheicos dssem, como
deviam, as notas semanarias que exige a lei, dos
Irabalhos feHos flor arremalar.au, em erdem a re-
conhecer.se o andamento regular das obras.
Cumpre lambam nolar que a ponte lerii 500 pal-
mos ile Itataejat, devendo ter, teguudo as condi-
ces com qua fo arrematada, 720 palmos pouco
mait ou menot, como se exprime o orcamento.__
Esta dlflerenca provem da precipitado com que fo
feilo orcamento, quaudo a ex ten (ao da ponte ja
havia sido cncurlada pelas muralhas de encost fei-
las por administrarlo. A commissao, sem anslytar
o mal que pode causar esse estreilamenlo do rio, de-
ve declarar qfte, teodo supprimidas por causa del-
Irabalho coolratado, 3 fila, de esteio, sof-
rematanle o descont de 700*920 rt.
'inuafao da estrada at o Pirapama.
epois da ponte do Motocolomb observon a
lo que n-e-irn'la esta pessimamenle conter-
E Grandes escavacOes nos lados feilat pelas aguas
pluviaes, all te conservam, mostrando que de ha
muilo n,io solTrem reparos. O uenhum abahula-
meulo que se nota, he motivo para qo* as aguas per-
manecam no leilo da estrada at que o lempo at faca
deappareeer. O capim e hervs agrestes em mul-
los lugares couservam-se crescidos; em onlros a areia
tem de tal sorle predominado sobre o rmbarrea-
menlo que tai te poi, que a estrada nao fa dilTe-
renra sentivel do seu estado anterior a elle, e o
transito se torna incommodo. Exittem tambem
dous leos seguidos, que deveudo ter embarrea-
dos, foram coberlos de una Ierra prela, que pare-
ce ter sido exlrahida das lagas adjacentes. O re-
sulttdo do emprego de semelhanle material lis a-
char-se nessa parle da estrada, durante o iuvemo,
em ver de alerro, lama, e no verao eourundir-se
aquelle p com a areia, uotando-aje quo m alguus
txgantktiUe nie-mo ja iio existe.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados.
Relaco, tergas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphios, segundase quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do oivel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPIIEMERIDES.
Novemb. 1 Quarlo minguanle as 2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da larde,
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 40 segundos da larde.
16 (uartocrescenteasOhoras, 20 mi-
nutos e 49 segundos da inaiiha.
23 La cheia as 5 horas, 31 minutos e
44 segundos da larde.
>a Ij.nvi
pro-
rem
declara Rao n mesi
otas qae nao eslava'
sn servico, oque impossi
de seu lumea etqualidde.
Alera do qae fica dito, a commi-snu julga de seu
oever levar ao coahecimuulo de V. Exc. qoe nao
existem na repartirlo, como eonfessa o seu direct
8 mensaes e olas semanarias que tiu
ja** a dar os eagenheiros encarregados da rasaa >he pai
pe execucSo dai obras. Ola
gados i
e vigat- nao saod.it madeirase'igidas'uo rcanint
(artigo 1/; achande-se entre ellas algamas de ingi
falta a commissao joiga muilo imprtame ,
>* resollado graves inconvenientes, como
eooleceu com as ponles dos Afogados e do Pirapa-
e aliante se vera. A ejittencia dessa falla
instilua urna infraccio minifesta dos seguinlet ar-
Ugos da lei regulamenlar da obras publicas :
Afl. 10. O director lie chele da reparlicilo
das obru publicas, e como (ni corapelem-lhe as se-
gainles aitribui coes.
,.k. Exigir de lodos os empregajlot relatorios
mensae, eauuuaes, primeiro conte'udo a descriprao
exacta la quaolidade e qualidade do trabalho exe-
o oo mz ou auuo j segundo, a conla docu-
tadi da despea feila durante o referido lempo ;
(tro, as observarues que parecerem convenien-
labre qrulquer ramo do servio relatado.
Ar:, 12. Aos taajeiilieini, e ajudaules, como
aawtbriis da directora, compelem as attribuires e
deveret seguinlet....
cipio
i ti. rganis,ir aapresenlar ao director no prin-
jjtm B auno fiuanreiro, om relatono
Irabalhos executados em cada
liver sido encarregado duran-
Aanu lindo, com a couta dai
toado en
despeza>
xoa da l
taraj,
do

a culata
jr
urna 9aii
la tfmeL
despozaT
RaT semanaria dos Irabalhos
|ue as coulas sa referirem, em
II a reconhecer-se nao su o andaiuenlo regular
como se acha no caso de dar-se ilinlieiro
a rematante ou emprerrc"iro 'em pagamento de
aas dns preslaces, mt reqjeltida a directora
ros. udmirufredank e intpectoret.
(Lilar corumstao declarar que,
famiuado os documeulos de
^as obrrsdeque tero de tratar, dei-
ime em relacio ao lodo da escrip-
lae ducoinenlos em nu-
como por ja te adiar era exa-
itouraria.
Bilrada to Sul.
Sul principia no aterro dos Afoga-
m ponles do mesmo nome, a do Mo-
^^aCarvalhos; na distancia de algu-
la divide-se emduas, urna das quaes
*! /S*** l0 ""h" Afogadmho, passando a
Ma, e outraj chamada a r.miliw.ito
cora um lauco pr.impto e os mais
riitpeeaa|w pontos em conslruccao at a villa
do Cabo,
Poni w Afogaio.
i punte, ha |h>u .coucluida, est, noque he
Igeira, muitissil \ mperreita, nao te tendo
y< at coiidirdj Bo orcamento; por qudlo
concluida coiJBJrregulariadtde tal, qoe i
pbrem at ondulares que uHe-
vimenlo. Este defeilo hesem
de uniformidade nos esleos
B^Bl^KSae, segundo mesmo aedepre-
ffieio do enguiiheiro que a intpeccio-
^^H dirigido a' repartirlo,
ii*xcc/leiidn untaos du-
las. Seiuellianle circums-
laneia de-ria Influir uecessarlameiilaapbre a punte, j
produtiHioa falla de regula-idadeRseu pavimento,
lAo de.agiadavel ,i vitla, ja coocorrendo para menor
lioa/.d.illa; visto que, nao hateado permita ligac.lo
dot esteic e dai madres nlre ti, he claro que gran-
de contisleucia nao Heve ella ter. Nota-se mais que
at madeiras lli em pregada-., nlo sao em rende
parte et consideradas ato coastruccAo, porque en-
re ellat se conlain a chamadalaranglnha e ou-
m do qualidade igual, como se pode ver no ollicio
a enaeiiheiro a queja se referi a coraroitsJo.
te as causas do tilo graves defeilos, a com-
anssan ex por liaeiraraeolc o histrico de to-
, Em 9 de iunlio de lHSi dea o en-
jilieira osaiarfeg.idu da m.peccao desta obra um
trfoao arrm.laiile para receber a primeira
tSj!,^rl'"t' d* oura' Pr j ler feilo o
-"tu isso Mis dava dirallo.A repsrlirao
Jeecao fez ao pagamento, que se reali-
|l de agosto deu novo atletlado para rece-
lda pre.laco, nt o director olllciou-lhe
que examiuassWleuidadosaraeote todo o
, qual Ihe (stslava nao estar de ae-
ndicces do contrato, e qoe huuves-
rcumslanciadamenle i repar-
vise. Entao o metmo enge-
priatento desta orilem, ollicion em
dizeirdo que na verdade exitliam
ecaladas at enWo grandes iuiper-
erarivde tal natureza que alTec-
isteucia da poiua. A' vis-
ar, mandn taliinar ao
atoe ludo o Irnhalho fri-
que ja haaaB feilo dous
tido sempM execnlaila
>aac(ao do entenlieirn, que o
aatiiva, divi elle adverli-ln
mas n,1o depois de se
ado da adianlamenlo, e
primeira prestadlo com
o, a de ter o mesmo dado um
testando que o trabalho ora
do P.io-Secco ha um grande regu Iraiis-
versal a estrada, onde por todos os motivos, parece
devia existir um bomba, o qual no invern figura
dar saluda a um riacho, tal he a quanlidade d agua
que por ah passa. O stimo lauco tambem se rsen-
le de defeilos geraesj mencionados, sendo de notar
que existe um areial entre a ponte dos C>rvalhot e
a povoacao do mesmo nome, que nenhum raelhora-
raento tem tido.
Ponte do Pirapama.
Os moros de encost nao foram feilos com a
fundidade exigida as condicroes do orramenU,
que devia cunedrrer para que rachassem."
A commissao chegoo ao conhecimenlo de que por
Sita falla se mandara rrsponsabilisar o engenlieiro
dmioi-lrou a contlrucjio dos referidos muros.
Mamedia-la, coostruio^e, lambem por adminis-
,r"">i ao P nos muros, duas eslacadas. cojo orca-
menlo na importancia da X7689000 n. a coinmis'sih
pafeaoa excessivo, nolando-te 'elle, por templo, o
preco de 891100 rs. para cada esteio de 20 palmos de
compnmenlo, e p.dmo em quadro de face.
o que dix respoiluiis obras feitas por arreroala-
cao, euinpre dizer qufaltas seutiveis achou acom-
onotao.
O arl. (i do orcamento delerminoa que se fizeste
em toda a exteusao dos muros de ncoslo, compre-
heudidosos seus ramaes, um enrocharoenlo de pal-
mo de aliara sobre um e meio de base, com o lim de
evitar qualquer escavaco que as aguas podetsem fa-
aer. A commissao mandando examinar a sua visla
esse enrochameiilo 11,10 o pode descobrir, pelo que
rece poder aQirmar qao nao existe.
iboado da ponte nao tem a grasura de 2 mia-
gadas marcada no orcamenlo (arligo 13)As Iravet
alcumaj
pan
el 1
de(K)H-
allettads
iegdndo
porco, camassari.carrapatinhn ele. etc., que sao re-
contiecidas como improprias de tal emprego. As a-
moslrasque a commissao ettrahio das ditas madeiras
atiestan] a sua qualidade e a podridlo que ja as vai
invadindo, n3o obstarte acora mesmo acabar de ser
definitivamente recebida ponte.
8.*, 9., 10., e 11.- latvon da estrada.
Estes Uncos que terminara uo riacho Afogadinho.
exu-eino i que tem chegado a estrado, ja foram pro-
visoriamente recebidos. N'elles foram infringidos 01
artigo, dos respectivos orcaruertos qoe determinara
se faca um abaliulament de palmo e meio: Esse a-
baliulamento po,le-se dizerque nao existe, semlo em
loda a exlensloda estrada, ao menos em quasi toda
! ora 111 lambem iofrinsiJoi osarligosque exigen
inclinacao dos taladas, sendo el lesera grande parle
quasi verdeaos. '
Alm d'isto eslao geralmonle esboroados por talla
da mcliiiarao exigida, e da conservado a que os
arrematantes sao obrigados antes da entrena defi-
mliva. B
Foram ainda infringidos os arligos que manda van
cavar em todo o compnmenlo dot laucos, ao p dos
taludes, vallas para nao permauecerem a* anuas era-
pojadas ; porquanto, as vallas alm de feilat irregu-
armente, ecom escivacOes extraordinarias para o.
lados, conservam as aguas sem esgoto, e formara
charcos que acorapanhaiu a estrada em quasi luda a
extensaodus. referidos laucos.
Elle defeilo he filia da irrcgularidade do -livelj-
mento do leilo das vallas, e de serem eslat inferi-
re! as bombas, sera qoe posta haver o preciso esgoto.
as largas e profundas escavacoes que em alguus lu-
gares fazem os arrematanlet para extrahir o que
chamara areia. tem tambem coocorrido poderosa-
mente para o mesmo resallado. Em varios lugares
dol.- lauco nao existem vallas ;em oulros eslao
ellas muilo distantes dos taludes da estrada, e muilo
largas, tortupsas e obstruidas de mallos.
Este defeilo nao deixa de se reproduzir algumas
vezes nos oulros laucos.
Foram lambem infringidos ot artigot do orcamen-
to que mandara por em loda a estrada urna carnada
de areia de um palmo de altura : em alguna lugares
ella nao excede ama polegada, e em nenhum tem
mait de meio palmo. Acresce a isto qae determi-
nando o ornamento do 8.' lauco que a areia fotse
exlrahida do rio pirapama, que fica muilo prximo,
ella o foi, da raesma sorle que nos oulros laucos, li-
rada das escs aces feitas nal vallas, contando ape-
nas ama parle approveilavel e duas de Ierra igual a
do aterro.
:-_a,n''em no foram devidamente observados os ar-
ios orcameutos que mandara plan lar um cor-
tizos
dan de relva nat.exlremidades laleraes da estrada .
ex me o capim, porra nao est planudo em ordem,
^J*" m .dade, achando-seal o capim re-
Algumas bombat pouca ulilidade preslam, por-
dasvallas. limad ellas, denominada .la Mai Do-
minga-, nao efiectua o e^olainenlo da Ugoa do
mesmo nome, por formar esta urna especie de hacia
parece a com.n.s ma lagoa b,,n no*, ser esgoUda. cora ecoliorai./pe-
la bomba do Bolo, havendu ama valla que fizess se-
guir as aguas para aquelle lugar.
lia lambem urna bomba no 10.: Unco, couslruid i
sobre o riacho Calle, que nao satisfaz o Ora a' que
he destinada. San lau acanhadas at suas dimensoes
qae consUulcmeiile lera quasi lodo o vacuo lomado
pelas aguasdat chovas e do mencionado riacho. lie
fcil conhecer a inconveniencia, da pequeuhez d'el-
la ; he claro que as aguas demoradas em seu cuno
pela resistencia que encontrara lendem a' represar-
se e a forcejar contra o alerro da estrada, que, tija
dito de paiagem. he era lodo esse Unco muilo bai-
lo. Contra a diiposico do orcamento. (e lalvez por
isso ja lera alguna lijlos arrancados.) esta bomba
n3o foi rebocada.No II.'lauco exisle outra, a te-
gonda .reste lan^o. que 'tem quasi ot mesmos defei-
los desta desuella pouco se Iratou. As aguas qoe
Ihe licaiii do I,do inferior tambera esUo einpocadaa
ao p da estrada, porm em menor quanlidade' que
do lado superior ; o que moslra quanlo he intil a
referida bomba.
Ol.- Unco uo esta' concluido em loda a su ex-
lentao pmsdizemlo o orcnneiilo que elle lindara
,1 br*.;;is alera do riacho Afogadinho, su Olale tra-
ballm Teilo ato 211 bracas a' quem.
lendo Md<. o local da bomba do Afogadinho mal
esiutaaiu pelo engenheiro. deu isso lugar a que u
arrerflTanU reelainasse contra o orcamenlo d'ella :
sua rtclanucae fm arten.lida e novo'orcamenlo fei-
lo. I alve/ que, por nao lar anda concluida a obra
da hninb, u.lu esleja tambem a da estrada nesta
parle.
A' respailo do lo.- Unco deve ainda notara rom-
mutao qua o terreno por onde pasta he lio haixo e
alagado, (cando as aguas no invern quasi ao nivel
da estrada, que fcilmente se tem de arruinar, e for-
ma um dos inconvenientes da direccfio que foi dada
a' estrada.
A' vista pois do que fica dito tobre estes Uncus, o
estado da estrada do Sa! est longo de ter satisfac-
torio; ella acha-se mui iraperfeiU, epnstue lodos os
principios de fcil ruina. E lendo tido infringidas
varias condices dos ornamentos de suas obras fellas
por arrematar, he claro lambem qoe, por contem-
pladlo dos eogenheirot, ou outras consideraces, foi
inflingido, alm de oulros, o arligo 36 da lei n.
286. Esle arligo obriga os arrematantes, para lerem
alleslados dos eugenheiros o receberem as suas pres-
tacoes, a' s seguir exactamente na execacao da
obra o plano e condicOes approvadas, e a' observar
lambem at Intlrucres do engenheiro incumbido da
inspecco da obra ; ficaodo sujeilot a demolir e cor-
rigir o que for reconhecido defeiluoto pelos ditos env
pregadot.
Ilan,ificartio do Cabo.
O engealieiro Waulhier no sea relalorio de 183
diz sobre a estrada do Sul o seguirte :
Em meio da ditlancia do rio Pirapama ao Ipo-
jaca a estrada pode tomar duas direcroes difieren-
tes, que iinem-se outra vez i pouca ditlancia do rio
Serinhem : a primeira que se aproxima mais da
costa tem a vanlagem de seguir por um terreno mis
chao, o de poder ter mais rectilnea, em vez de
qoe a tegunda, lendo de atravesar um terreno oceu-
pado por nomerotos niteiros, ou seria muilo volteada
ou com frequentes sabidas edescidas ; masdeoulro
lado, urna grande porcau dos terrenos cortados pela
primeira dirercao acha-se alagada pelat cheiat, de
modo qoe nao sei possivel escolher coro acert a
mellior d'essas duas direceet, seuflo depois de eslu-
dos comparativos feilos com lodo o cuidado. Sem
poder estender discutir a mellior direcelo da es-
trada do Sul, segundo os restrictos principios da sci-
eneia, por Ihe fallar tempo para os exames necesa-
rio, a commissao nao pode doixar de censurar alia
mente a conslruccao da ramilicacao do Cabo, pro-
potla pela directora ao Sr. Souza Ramoa, e manda-
da execiitar, a qual segu,tao encoclada estrada do
Sol que da villa do Cabo, (onde vai ler) i esta nao
dista mais de ama legua. Pude-te dizer que no tul
da proviacia existem duat estradas ; urna, a prin-
cipal, iao prxima au liltoral que os poneos enge-
nhos por onde passa, d'ella te nao aproveiUm, pre-
ferindo por economa o transporte martimo ; e ou-
1ra, que com ella forma um ngulo agudu, lio dis-
pendiosa pelas suas pontea e oulras circumsUncias,
que se nao houvesse sido emprebendida, ja eslaria
muilo mais prxima do Rio Formoso a estrada do
Sal.
Havendoo projeclo de ligar a ramificaran _do Cal
com a estrada da EscaMa, a juslica e os interessea da
provincia etlgem que a commissao se pronuncie a-
lierlaiiienle contra esta via da comraunicacao de
ama ulilidade tecundaria.
Quandu as cinco grandes estradas de loda a pro-
vincia te acliam no estado que ha sabido, quando as
da Vjcluria e de Pao dIAlho, que > as mais adian-
Udas, eslao ainda t3o incompletas e imperfeilas,
quando anda nao foi encetarlo oAaaaabnte desvio
da Serra da Kotsa, ja esludado, e qae he o caminho
de lodoo senao, quando a navegac* costeira a va-
por vai Ulvez mostrar a necessidade de novas estra-
das, parece na verdade que naosarSo mui conveni-
cntcmeulc applicados os grandes dispendios com es-
iradas em duplcala e teus ramees".*"
slrada da Victoria.
A estrada da Victoria, alm de resenlir-ae de*al-
gun. defeilos ja aportados, acresce, que eslando em-
pedrada, com algumas inlerrupcoes, al 17.* lan-
o, esl este emuedramento em diversos lagares et-
buracado e arniinado, e em oulros esboroadas at
l>edras das borda.A' esle respeilo a commissao ha
'* orar aata, tooaM*^adrat livettem a altura
de 2 ', palmot que marca m os orcameutos, e as do
leilo um em duas carnadas, nio sena lio rpida a rui-
na. Ilajeudo nos 15 palmos do leilo do empedra-
menlo u otcoamento necessario para o esgoto das
aguas, o mesmo nao acontece para os lados da es-
Irada, unde existem aloleiros, por ser o terreno mui-
lo brando, e ficarem as aguas empacadas "por fallf
de ahahulamenlo.
As valjs em alguns lugares acham-aje obstruidas;
em oulros sao lo insignificantes que mais merecem
o nome de pequeos regos, e lugares ha em que de
lodo nao existem.
Ot taludes uos diOerertes Uncos nao lem a indi-
nacao necestaria e pretcripla para evitar o es-
boroamenlo, sendo em alguus lugares quasi ver-
licaes. >
A ponte construida sobre o riacho Seraphim Pin-
to parece a' comnaiisao menos conveniente. Esle ra-
clin, sendo de mullo pouca torca, baslava para, pas-
saRem de suat aguat urna bomba com o vao de 8
palmos, a qual aiuda que fosse mais dispendiosa
(suppe a commissao o contrario) nao eslaria sujeila
a continuada substituirlo de estivas que se deterio-
rara rpidamente.
Procurando analytar loda a estrada, nao oi pos-
tvel a' commissao patsar alm do 17." Unco, pois
no logar dj Cumbo, onde esle termina, he lal o
lamaral que he lemeridade nvsli-lo. O referido
lugar, o de Paus-Amarellos, e era geral loda a ex-
lensao da estrada at (Jueimadasr, duas leguas a'
quem da Vicioria,segundo as nformaces recebidas,
se achara no estado o mais lastimoso.
Com o lanfo 18., que em 9 de selembro de 1850
priocipiou ser feilo por admoislracao, se dispeu-
deu a quantia de 16.23H9357 rs.; em 27 deag.islu do
anuo seguirte hoove oulro orcamenlo supplemen-
Ur no valor de 13,7708200 rs., c finalmente, em 8
de julhu de 1852 te dispeudeu mais 2,6978762 rs.,
para te concluir por arremalacio esle Uncu.Con-
frontando-se o algarismo gasto no 18. lauco cum al-
guus anteriores, ve-se que o 16. e 17. imporlaram
na quantia de 15.3118280 rs., leudo mil'a qualro-
cenlas bragas: ao pasto que o 18., de noveceutat
e noventa e oito oraras devia alxorver, segundo os
orcamentos, a qqanlia de 32:7078219 rt. ; afllrman-
do, poreni, o director das obras publicas que su se
gaslou a de 28,6205959 rs., por nao se ter esgolado
toda a importancia do orcamenlo supplemeolar.
Aos grandes aterres e eicesiivas eicavacoes se de-
ve iao alia despeza. A' estas mesmas cautas e i
m qualidade do barro com que foi feilo o aterro
allribue a commissao o deploravel etlado da etlra-
da ; o que por cerlo se no daria, se Ihe fosse dada
oulra direecao, como, segundo he sabido, preten-
der e fizera os Irabalhos preparatorios, o engenhei-
ro Porlhier.
Surada de Po d'Alho.
A estrada de Pao d'Alho al a ponte do Carao-
rm, lugar al onde chegou a commissao, he urna
das que se achara em mellior estado, nao obstante o
qae se passa a pender.
Ponte do Cachang.
A commissao lerdo examinado eslu poBle reco-
nheceu achar-se o muro de encost alm da ponle
desaprumado cerca de Ires pulegadas, offerecendo
seriot receios de desabamento para dentro do rio.
Independenle da edificaran da base mostrar ler sido
feila convenientemente, os aguilhoes de suspensa
que asseulam subre o referido muro eslo inclinados,
de modo que lodoo poso ou o resultante das furcas
all distribuidas, converge a augmentar a desunan
ja comecada to desaprumo nolavel), concorrendo
para fender ou abrir nos tercos o respectivo arco de
esgoto das aguas. Para um tal esUdo, alm de ou-
tras causas cvnjunctas ou separadas, parece a com-
missao que concorrerao lambem: 1., a pouca len-
so dos arames de suspenso quando foi concluida a
ponle ; 2., a cooslruccao vertical dos muros da en-
cost para os lados do vao ; 3., o'local em que le-
ve de ser construida a ponte, ficaudo por ette mo-
tivo o muro em questau sobre um terreno de incer-
ta estabilidade, como fez conhecer a cheia do anno
prximo lindo.
A commissao lambem oolou que nat cavas ou
subterrneos onde passam as prisas dos arames
exisle nao pouca quanlidade d'agua, o que, (ou se-
ja por m conslruccao da abobada, ou somente por
haverem etlado, como esliveram ha pouco, bastan-
te lempo detcoherlut, recebendo aguat pluviaes)
parece commissao muilo inconveniente, visto ser
de opioiao que Ues lugares devem ser perfeila-
mente seceos e constantemente limpos, alim de os
arames se conservaren) sem a adherencia de corpos
heterogneos que os damnifiquem.
Finalmente, vista do que fica cima expendido
relativamente i siiuacao a que chegou a ponle d
.achanga, nao seudo possivel que ella pattatse
estado convexo a um diametralmente opposto, nem
que os seos aguilhoes perdessem o perpeudicularis-
mo rpidamente, e fazendo-se constantemente or-
cameutos para reparos da ponle desde 1819 al ou-
tuhro de 1851, a commissao repara nao ler a repar-
tirlo das obres publicas prevenido cora tees ranear-
los o estado de ruina que ella tem chegado.
Assim he de parecer que se houvesse a conserva-
Co devida na ponte |do Cachang se honvesse mais
cuidado, nao chegaria a um quasi total detmoro-
namenln esse bello monumento da provincia.
roiifimiacuo dn entrada.
At vallas acham-se era um etlado semelhanle no
las oulras de que a cummissao lem tratado.
Nu 11. Unjo lia urna bomba que etlt inferior at
dimensoes exigidas no orcamento, do que resulla
ficarem as aguas eilagoadas. No 15. Unco exisle
DAS DA SEMANA.
5 Segunda. Ss. Zacaras e-Isabel.
6 Terca. S. Severo b. m. ; S. Atltico.
7 Quarta. S. Florencio b. ; S. F rosdoeirao.
8 (uinla.S. Nicostralo n.; S. Caslonom.
.9 Sexta. Ss. Urcissinoe Agripino bb.
10 Salibado.S. Anilr Avelino f. ; S. Nvmpha.
11 Domingo. 24. Patrocinio da SS. Virgem
Mai de Dos ; S. Martinho b. ; S. Verano b.
outra (a primeira do metmo) batanle grande, que
etl nas dimensoes conforme aoorcamento, mas que
nao lem sapsta, o que he defeilo grave. A tercei-
ra desle Unco lem o dimetro e os ramaes muilo
inferiores em dimensoes ao que marca o orcamen-
lo. Exislem aiuda dous pequeo! arcos, que loco
primeira vitla mostrara ser mal construidos, nao
s quanlo ao material, como ao que he da arle e
fura determinado. No 16. ha oulra bomba que lera
no dimetro menos tres palmos do que devia, sendo
islo causa de qoe at aguat nao se esroem cora a fa-
c hilarle desejada. Em oulro lugar em que cllatse
acliam reunidas em detrimento da estrada, parecen
commistao conveniente que existase urna bomba.
De S. Lourenco al a ponte de Camorim etl o
empedramenlo defeiluoto. Al-0,15. Unco, exclu-
sive, devendo ler de largora, segundo os orcameu-
tos respectivos, 15 palmos, apenas tem 13 ; e do 15.
em diante nao s lem esle defeilo, como lie de pe-
dras de m qualidade, entre as quaes se nota xisto
argiloso, e lera sllrrplcsmente 4polegadat de profun-
didade em vez de 8, como era exigido.
A pedra alm disto ha quebrada em grandes pe-
dacos, achando-te algumat de 5 a 6 polegadat em
quadro, quando pelo orcamenlo deviam iiao ter
mais de 2. W
Ponle de Camorim.
Detla ponle Ique se acha em conslruccao, foi ha
pouco feilo um orcamenlo tupplemenlar, elevando
a despeza em mais doze conloa, por haver a cheia
ultima demonstrado ter insufncieule a obra con-
forme fra primitivamente planejada e oreada.
A commissao, sera entrar uesta analyse, nao dei-
xa de notar que esse uso 13o frequenie na reparti-
r.lo das obras publicas, de orcamentos supplemen-
lares, translornando ou augmentando at obras ja
oreadas, parece qoasi tempre fillio, da pouca allen-
C3o com que >u feitot ot primeiros orcamentos. E
sendo eiilreguessetsas obrat supplsmentaret aos mes-
mos arrematantes, sem haver arreraalaro, podem
apparecer inuilos abusos.
itrada do norte.
2. Unco.
A grandeza do perfil transversal satisfaz o lim que
teve de preencher a estrada, mas o declive determi-
nado oo orcamento nao foi em sua gederalidade lei-
lo de modo a desviar as aguat do teu leilo, que etl
quasi na horisoulal. DesU declive jolga a com-
missao que1 te nao podia prescindir, mxime era ler-
renos irregulares, como aqaelle era que os declives
longiludinaes sendo maularles, as aguas se-demo-
raro mais na estrada. .
Comquaulu delerminaaMorcmenlo que em lo-
do o compnmenlo do TWda estrada se larfrasse
urna camadt da areia do meio palmo de altura,'no-
lou a commissao que em algumat parlet deste Unco
se deixou de salislazer essa delerminarao. E romo
o terreno natural daquella localidade teja brrenlo,
pbserva-se ja.nesses poolosalgum lamar.il ; o que
por cerlo nao t tornar incommodo o trasilu, cumo
se oppor conservarlo da obra.
Se bem que os taludes nao lenliam precisamente
as dimensoes exigidas no orcamenlo, parece quesa-
tislazcm o seu lira.
As dimensoes das vallas sao ioaufllcieutes para o
prompto esgolu das aguas, lendo por isto de ficarem
eslagnadas ; o que sem duvida arruinar a' estrada,
ja esboroaudo as Ierras dos (aludas, ja fazendo demo-
rar no seu leilo aquella porcao d'agua que mo po-
derem comportar.
Os arcos mencionadas no orcamenlo exislem. mas
julga a commissao que mal preencherao o lim
que sao destinados, visto nao lerem a capacidade
precita, o que por cejto difticullar o livre curto das
agoas, quando augmenlarem devolume. As diffe-
renles e prolundas fendas que se uolam nao t nos
arcos como nos ramaes, bem provam a sua pouca
solidez ou m conslruccao.
3., 4mY. e 6. lauros.
Esle laittjbs geralmenle apresentam alguma re-
jularidade, nao obstarte resenlirem-te dus defeilos
que foram ochados no 2. Unco, nao t em relaco
ao declive do perfil Irantversal, como a natoreza'do
teu leilo.
Os arcos foram feilos conforme os orcamentos res-
pectivos, roostram estar em bom estado e podem
bem servir, exceptundose poreni o do 3. Unco
no lugar denominadoMaria Siajjlicia.-que alm
de-estar com um dos ramaes aBuailt e apresen-
lando ja urna grande leda, stBaa eBruido de
mallo arrancado da eslrada peloPcSaervadores e
tambera o segundo do 4. lauco que^sl mal con.
servado, e licou sem o reboco de cemento que presa* Wicaa thesonraria, sao osseguinles, colligidos do
goe quasi inleiramenle a seus propriot recorios. vio- i crescenla. Quanlo pois a detpeza feita com esle
se a bracos com grandes difhculdaJes, e leve de pro- trabalho (a casa de delenrao) al o 1 do correrte
seguir emteut Irabalhos sem aquelle poderoso au- impurtoii ella em 63:5558806 n, nolando-te porem
xilio que os mencionados orcameiilot Ihedeveriam que exisle um graude deootilo de
nra.ljp U.d nAM... j___- Jl...____... .m ~
creve o orcameulo.
A respeilo da conservacSo devida, a falla he geral
nesia como em todas as estradas.
Cota de delenrao.
De ha muilo que se traa nesla provincia da edi-
ficacaode urna nova cadeia. Ja em 1838 o Sr. ba-
rio da Boa-Visla falla em seu relalorio sobre os
projectos de ama prisao com Irabalho oesla cidade,
apreseuUdos pelo iuspeclor geral das obras publicas
e sobre o orcamenlo da raesma que havia de euviar
a aisembla.
A le n. 110 de IN'c> aulorisou a conslruccao de
una prisao penitenciaria e ama casa de correcco.
N.unearara-se duas commissOes para Iralar della,
sera que apreteiilassem trabalho algura ; havia eu-
tao a idea de que devia ser construida uos arred-
rea desta cidade; recurreu-se al, para auxilio des-
sa edilicai.ao, i urna tubtcripciiu voluntaria, a qual
chegou a produzir a quanlia de 2,5628800 rs., que
foi recolhida aos cofres provinciaes.
Filialmente o Sr. marquez de Paran, quando
presidente deila provincia, aulorisado pela lei n.
213 de 1818 a mandar construir nesta cidade ama
casa de delenrao, fez orgaaizar os plauos o orca-
mentos da raesma, e ouvido o parecer de urna com-
inissao de mdicos, jurisconsultos e eugenheiros,
leve principio a obra 28 de Janeiro de 1850 nos
alagados do Carino Velho.
Orcamentos.
Dous rjameutos desta obra foram prcseoles
commissao ; o primeiro feilo 17 de fevereiro de
1819, abraogendo nao s lodo o edificio, como o a-
lerro, iinporiava na quanlia de 237,9038731 rs., e
servio de base a execuco por adminitlracao ; ose-
guudo, parcial, datado de 18 de maio da 1852, u,i
importancia de 70,0008 foi organisado, segundo se
v das condices qae o acompanhara, expressaraen-
le para ser poslu em arrematacao oacabamenlo
do raio do norte e casas da inspeccao e adrainis-
IracJIo.
A commissao comparando-os, achou que no pci-
inoiro lestes orcamentos, que servie de base ao
principio da obra por adminisiracao, e qae fui feilo
quando, segundo diz o direolar. os maleriaes esta-
vam mui baratos, foi a brrfcarlubica de alienara
grotsa com aigamassa deca a reia calculada em
prestar. Mas, porque asset dout documentos ofli-
ciaes de lamanha importancia, revestidos das so-
lemnidadei da lei, Ihe pareeiam er elementos nece-
sarios da invesligacao que ia proceder, a commis-
sao procuren olilitar-se de ambo<,sebem|queorgani-
zados em pocas ditTerenles e para llns diversus, es-
lorcandn por apoiar-se principalmente naquelle dos
dous que director das obras publicas repulava
prefehvel.
Assim enllocada a commissao comparou os proeje*
eslabelecidos nos dons orcamenlo,, adiando o que
ja disse ; eadoplou u nico a Mire que se Ihe ofle-
recia, de proceder a diversas medicoet visla dos
planos, e formular os seus clculos, confronlaudo os
resallados oblidos com o que se acha consignado not
dous orcamentos e ai coniat prestadas Ihetouraria
provincial, conforme adente se ver.
fxecurao da obra. '
O Irabalho feilo que observou a commissao e-la
de accordo com o delineado nos plauos, salvas algu-
mas alleracoet oo modificarles do desenlio primiti-
vo que nada influem no svalema adoptado e se-
guido.
Tendo a commissao procurado saber o que se ha-
via passado a respeilo da rasa de detenc.Vi. o qual
nao linha sido incluido no ornamento geral, verifi-
cou que a execuco dessa imprtame obra havia si-
do empreheudida, e levada a lermo, tem que della
fotte ftjilo e approvado plano nem orcamenlo al-
gura. Com esta omi-so foram inflingidos o arl. 5
1. e o arl. 18 da lei n. 286, os ques exigem pla-
nos e orcamentos para todat.as obras, e o arl. 45 que
da o seguinle : As pequeas obra-, ou reparos
poderao ser execuladot sem depeirtWia de orca-
menlo, por aiilqrisarao do presidente da provincia,
urna vez que o seu valor presumivel nao exceda de
4008 rs., e por delerminaco do director ao enge-
nheiro quem incumbir, a obra, sendoo valor pre-
sumido al 1008 rs. Neste caso o engenheiro tara
imraediala particpalo ao presidente da provincia,
para approvacao da deliberar. e despeza. Pelo
que diz o director, esta obla foi execulada prece-
dendo smenle aniorisaco verbal de um dot ante-
cessores de V. Exc.
Segundo o metmo direttor, alera das paredes da
sa|a de inspeccao, solTraram alleracoet' nolaveis u
alicercet de lodas as edilicaces, (comparadas euro o
que fui oreado) ; e o caet leve nos alicerces 9 pal-
mos de profuudidadc sobre 11 '-i de largura,
comprehendida a altura da muralha lem 22 pal
Parecendo commissao inadmissiveis poc^l
molivus, taes dimenses, a existencia deltas
xaria de constituir nina violacao dos art.
44, que determinam qae a execuco das obr
adiniiitlraclo teja detempenhada na comformii
dot planos e orcamenlo!. Sem fallar de oulras in-
fraeces menos nolaveis destet arligos, a commissao
prescinde lambem de insistir sobre a nzao poderosa
que teve o legislador para exigir a apresenUcao pre-
via de orcamenlo., e a execuco na conformidade
desses mesmos orcameutos que servem do guia na
decrelacSo das ulnas.
listado da otra.
. A 16 de maio desle auno exista fcitnlodo'o aterro.
O raio do norte eslava prompto, faltando-Ihe ape-
nas a enllocarn das escadasdo extremo da aradaria.
A parte do edificio destinado a in-pecco achava-se
igualmente prompta, menos o observatorio sustenta-
do por columnas. A' c-sa de adroinishacao falla-
vam ainda todos ot reparlimentos ou divisOes du pri-
meiro pavimento, bem como os rebocos, cacadas, U-
drilhos e algumat slnsignificanles divisOes do pavi-
neniojerreo. jNoa raiot do Sul e Este linham as pa-
redesjf_p 12 paliaos de allura. O muru.de circuito
_ maleriaes, e nilo
lenlm ainda rases para tuppor que excederei ao
orcamenlo. '
Entretanto hoje diz o mesmo director que havia
principiado a obra sem sondar o terreno, c no seu re-
lalorio de 1851, e nuiu ollicio emlerecado com-
missao em maio do correnle auno, aportando at
cnusai porque excedeu o orcamenlo, assevera que
a aquelle terreno lodo descoberlo na baixatnar eia
de urna apparencia engaosa; porm, logo que se
priucipiou Irabalhar, recimheceu-se que aquelle
lugar era om paii de protun lidade media de 20 pal-
mos citara est muilo superior ao alva do rio !
No aveulura a commissao reflexes algumat tobre
ele mni singular miraste, conlenlando-te, tempre
que for possivel, cora a simples exposico dot fac-
(ot.
No alerro gattaram-te por administraro 25:078
canoat de areia, que imporUram em 26:7678800 rs.
saturnio o preco medio por 1806" rs.Por contratos
particulares e por arremalacesdespenderam-se nes-
ses mesmos alerro_s_ ( oreados primitivamente em
J':000800 rs.; 11:5798530 rs, que unidos aos gastos
a adminitlracao fazein a quanlia de reis38:3498330;
releva ponderar que a somma que reprsenla o va-
lor da areia empregada no aterro feilo por adminit-
lracao, anda se deve addicionar alguma detpeza
para remoeao elombamenlo desta metma areia, que
nem -empre seria despejada not lugares mais conve-
nientes, viudo ainda augmentar um poueo os gattos
lotaes do alerro.
Cumpre lambem uotar a parlicularidade de serem
riles empreitladot oo contralados com a t declara-
Co de superficies quadradat, sem designaran alguma,
asgnale ou determine com precisao a profundidade
ou alturas diverses, a lim de se poder ajuizar da mo-
ralidade de teu cutio ou importancia.
Pelo que diz respeilo ao preco da braca cubica cal-
culado pela commissao, ella o eslimou em 68800 rt.
quanlia tuperior i de 68760, porque a reparlicaodas
obrat publicas conlralou parte datte mesmo aterro
sujeilo a' exame (lermo u. 61 de 7de abril de 1852),
e milito raalsevnltada do que a de SWXJO rs. porque
fui oreado pela metma reparlicao o alerro fronleiro
a casa de delenco, ra do Capibaribc, e o caet de
Apollo.
Calculando a' esle preco de 68800 rs, lodo o aterro
da casa de detencao.e dando-lhe porhypothetea pro-
fiindidadede que ltimamente falla o'direclur.e com
a qual commissao de raaneira alguma pode concordar,
seria elle importar em n. 49:3278600, e nao era
co mais de rs. 38:3498330, que a commissao ve-
cou terem sido gattot.
ComparorSo entre as conslruccaes feitas e a
conta dos maleriaes.
A commissao nesle Irabalho distingui duat espe-
cies de maleriaes.Os primeiros, aquelles que pela
natureza do seu emprego, he fcil de saber a quan-
lidade reai eirr que fnram gastos.Os segundos sao
aquelles que nao offerecenl a raesma facilidade de
juigar a quanlidade precisa era que foram emprega-
dos. A commissao sappe que se pdense fazer uin
exame nestes ltimos, acharia resultados analogosa'
aquelles a que chegoo no exame dus primeiros, con-
forme pasta a' expor.
Calculou a commissao no estado em que acha na
obra a 16 de maio prximo passado que se deveria
ler gaslo 1,232,961 bracas cubicas de lijollot de alve-
uari.i, dados, mas nao concedidos os augmentos nas
dimensoes, que furam apuntadas pelo director; e
98,692 bracas cubicas de menos do que aquelle nu-
mero, segundo os orcamentos. Esta dilTerenca mais
avallara se por ventora as catas da guarda* portei-
ro, lorreOes, muro de circulo & nao fuurassrm n'es-
... tet orcameutos com os maleriaet englobados com a
estavTiTOma grande exlenslo pi omptaeialBaalgomiw mo d'obrt.Comparanda a>CBmeraairoadel.232'Mi|
parles apenas em meia allura, era oulras n*Om ler- cora os lijollos incluidos
Cu a mu iilrai na_Aai>nJ __________ 1 t> *
co, e em oulra. carecendu tmenle do parapeilefe
guari tas e de lodo o reboco. O caes ainda nao ha-
via chegado a altura designada no risco auxiliar
apresenladn pelo director commissao. Finalmente
o reboco dos lorreOes da entrada, casas da guarda e
porleiro arhavam-se muilo adiaoladot, > e ludo em
regular andamenlo. No etnteito da commissao po-
de-se eslimar loda a obra existente entre a 2i.) da
tua inlegridade. '
Conta dos maleriaes.
Os maleriaet que figurara nas conlas prestadas at
o lim de abril de 1855 pela reparlicao das obras pu-
I IC.IS A Ihf-lul riri. 'lo ntunninl.g tltlMlJ n J 1 ...
"ocumenlos, que foram prsenles Commissao.
808 rs., ao pasto que no segundo, organisado para Costados de amarello.
ser a obra arrematada, e quaado os maleriaes,
gundo o mesmo director, ha viamsubido exlraordinu-,
menle de prei;o, foi a dila braca cubica oreada
era 708 ; diil'erenca que no poda deixar de in-
fluir de um mudo coosideravel subre o cutio do
edificio, na lotalidade do sea valor. No primeiro
dt dilot orcaineuiot fo a coberia do hexgono or-
ead* em 2,0008, e no tegundo, feilo para arrema-
tacao em 74.5700 rt, alm de oulras divergencias de
menor importancia.
No primeiro orcamenlo, qoe servio debate ad-
miniairacao dot eugenheiros foram o ferro, a ma-
iira e a pedra calculados e oreados pelas uuidades
de objeclot laes quaet deveriam ser empregados ; e
no segundo, porque se deveriam guiar ot trrema-
laules, foram ot ditos maleriaes calculados, (oman-
do-se por unidade a libra, o palmo linear, quan-
drado e cubico para avaliarao respectiva ; convin-
do nolar sobreludo o peso da ferragem limada e
seus valores, que variara consideravelmenle sem
a menor proporco, segundo os objeulos que he
destinado.
O tegundo orcamento finalmente conlinlia varias
cuudirocs cuslosas de acceitar. He fcil de coraprc-
liender que, a vitla de ludo itso, a obra no achou
licitantes. Aquelles que a lal se propozeram, desis-
liraui logo com a leilura desse orcamento. a de-
lerininacao da presidencia de qae fosse conlinuada
por ai remalacao a casa de delenrao ficou malograda,
leudo ella de proseguir debaixo da admioistrarao das
obras publicas.
Comoesses urcamentos (da mesma sorle que as de-
ferentes plaas! eslivessera em detharmonia enlre
i, lauto no que loca a dimenses de resistencia e
islribuicau de maleriaes, como no que te refere ao
eu cusi e ao valor da mao d'obra respectiva ; a
commitsao para poder regular se, julgou dever ou-
vir por escriplo o verbalmenle ao director dat obrat
publica!. As informaren., desle doixar.im u teu es-
pirito cada vez mais vacillanle e incerlo entre a
adopcao de um ou oulro, podendo-se das palavras
delle inferir que d preferencia ao segundo orca-
menlo, o qual nao he em verdade senao frito para
complemento do raio do norte, caa da inspeccao e
da adminitlracao, ja alguma couta adianlados n'a oc-
casiao em que foi organisado. Em. face de seme-
lhanle discordancia, a perplexidade da commissao
nao podia deixar de rrescer, quando o proprio en-
genheiro, aulor do plano dos orcamentos, pareca
oscillar enlre opinioes diversas a encontradas.
Na falla dat luies que etperava receber de pgtsoa
to compelerte e auturisada, a commissao, eoire-
Operarios ,
7216 Barricas p de lijlo. ...
4711 Caibros........
3441trl9 uzias taboas de louro.
t Ciinoa comprada e concert de
canoas...........
Ordenado do administra lor, .
Aluguel doarmazem parajes male-
riaes.........
47100 Telhat........
Kerrageus ,......
S>0 Durias caivas.......
Conduccao de maleriaes ....
Cordas..........
32*w <( Alqueires de cal prela. .
2 Tanques de ferro......
5 Barricas de cemento branco. .
635 Tenas de vidro......
28 Canos de cobre......
M* qq I @ 9 Chumbo. .
28i ft Cobre em falla.....
12 Chapas de ferro......
Tinta e pintara do forro do raio. .
Hilo dila das vareadas :io interior.
266 Vidros.........
1496 Travet.........
Canos de chumbo.......
2&078 Canoas de areia.....
Vigiar os maleriaes de noile. .
Cabos 3 peras 5 .(_._ s......
659 lluzias de rias......
3 1'ilet...........
661 Estacas.........
Pedras miudas|e conduccao das|mei-
mas..........
30797 Alqueires de cal .
470 Barricas de cemento e conduc-
cao...........
Lavragem de pedras 36,655 palmos
20 carriithos de mao......
160 3(4 Duzias de laboas de ama-
rello..........
36 % Canoas de melralha. .
2 Bombas de ferro e concert. .
21 Pranchoes.
4024126 lijlos
1 Barricas cal hvdrauliea. .
2500 Canoas areia pira amassador.
128 Ditas agua dito......
50 Cargas e I canoa de- areia fina
para fingir........
4 lambas de madeira.....
Travesa..........
Diversos..........
78:5598808
2:2568580
1:8668140
7:5163066
StjfOOO
1:1538228
7:2369665
8030011
1:11:49510
314*394
10:1848913
2:1568110
608000
5li88(Hll
7073625
9023601
2818000
918012
ItKWODO
4508IKKI
1193120
' 9:7018160
3117,3035
26.769.3800
1:3618-120
2688620
1108620
368000
70.36U0
2:896.52ii0
6:8608710
3:S30SO
8:ll6o3.-)0
2803000
13:8913000
3I2S.500
256-3900
5058000
663000
67:1158765
228000
3:02o420
3108000
128000
1608000
5.58200
3:4048298
acudes he o meio mai conveniente de prover de
agua ot lugarea do inlerior da provincia. Em oo-
Iro tempo leutou-se cora esle fim a abertura da po-
cos aslesiaims;. A morle do engenheiro encarrega-
do desse trabalho poz lermo a essa tentativasmal-
logradaa, como se pode ver no relalorio do Sr. ba-
rao da Boa-Vista, em 1839. *
Acude do Limoeiro.
OMirector em ollicio dirigido presidencia em
7 de outubro prximo pastado diz que o sangradou-
ro desle acude, que fica ao lado do riacho iartolii-
ra, eslava superior ao nivel do baldo de metmo ara-
de e islo seguramente aconteceu, porque o enge-
nheiro que levantou a planta esta obra, deu-lbe
Mmenle cinco palmos de profandidade, evidente
mente insufllcivnte.
No primeiro orcamenlo deixou-se de presUr al-
lencao a faclora.de urna valla, qoe devia traier ao
rio as aguas que na estacao-invernosa se deposiUm
em um lagar baixo qpe existe alraz da villa, no
lado opposlo do rio, e para'o quo te fea urna tiara-'
ba de 60 palmos, sucedendo que as aguas encon-
trando sahida al o fim dessa bomba, ah paravam,
ionundando a villa, porque desse lugar por dianle
nenhum beneficio apropriado lioha recabido o ter-
reno, iaual ao de loda a ra.
O arrematante reconhecendo a necessidade da-
quetle melhorameoto o fez, a tea arbitrio, e pedio
depois o seu pagamento, que Coi mandado tatitfa-
zer pela pretidencia com aadincia e- annuencia da
reparlicao dat obras publicas, que reconlieceu entao
a necessidade da mencionada valla, como te v do
uOicio que em data de 3 de outubro de 1853 diri-
gi o respectivo engenheiro.
Outra irregularidadaexisla ainda, oao manos dig-
na de nelar-se, e vera a ser : que leudo a roa 70
palmos, e a bomba que a corla .transversaacneule 60,
tornou-se necessaria a abertura da valla, a qoe se
referi a commissao, a qual nem s prejudica o
t>lano e regularidade dat edifiearoes da villa, como
serva de estorvo ao transito publico, podeodo dar
origem a alguna tinitlrot.
Esta obra foi inspeccionada e aceita por om oge-
nheiro que a consideron perfeiU ,- o qoe depois
succedeu, demonstra evidentemente que elle se na-
ta engaado ;.por quanlo, apeaat apparereu uma
endiente, toda a obra te detmoronou, sendo pracaatar
uma somma quasi igual i primeira despendida, para
sua reparacao.Gastou-s primsiraroenle 2:3008000 ;
o director em ollicio dirigido em 7 de outubro .de
1854 a presidencia diz que os reparos chegariam a
1:6508000 ris, e o orcamento]ultimo,de que a com-
missao leui conhecimenlo roousa a2:2009000. Nesse
ollicio he elle de opinio que nao se pobe assigoa-
lar exactamente as causas que occasionaram a ruina
do acude, mas parece allribai-la, priocipalmaole a
endiente do rio. A commitsao concordando ara
parle com esta opiniao, accrescenla todava qae Ihe
parece ler concorrido poderotamenta ajara aajaaala
resultado 0 tranibord.imenlo da-agua* do acude por
cima do paredo do baldo, em cunseajtjneia de Dio
ouVreccr o sangradouro a precita capacidade para a
sabida das aguas, que haviam crestado.
/ Rs. nenio ocla 270:8973261
Despezat feilat directa
Ihesouraria at o ultimo da
abril prximo lindo
Areia...... 11:5798530
Ferragens .... 4:717887
Madeira .... "918790
Ccmenlo 150 barris . 1:0208000
Looca 18000. . 6058700 18:7478607
Hs. 289:6143870
O alerro comparado com a sua despeza.
Considerado o alagado em que foi fundada a casa
de delencao em ludo semelhanle e da mesma natu-
reza dus que Ihe licnm contiguos, quer pelo lado do
norle. quer pelo do sul. deu-lhe a commissao uma
braca de allura na toa maior profondidade, dimi-
nuiudo-a gradualmente at encontrar o perimetro
da prala no preamar.
Figurn o volume de um parallelipipedo de 10 pal-
mot de allura, tendo por mxima superficie 3635
bracas quadradat retullado das mediroes que pro-
ceder sobre o terreno,) corlado por um planu ncli-
uadu diagunalmenle (hypothese a mais favoravel,
configurarn a mais aproximada da verdade, sem ser
a verdajtle metma,) e obleve com etles dados 1818
bracas cubicas, que a preco de 68800 res cada uma.
iinportaoem rs. 12;3623000; o que esl de accordo
com o orcamento primitivo da obra.
E com efleito, no orcamenlo do direclor, ao qual
cima se referi a commitsao, foram os alerros cm
3iie.lo calculados em 12:0008 ts. e um anuo depois
e haver romerado a obra foram osses clculos redi-
ficados em o relalorio dirigido ao Sr. Sonza Ramos,
presidente da provincia. N'elle aflirraa o direclor,
(aliando de etrolha do lugar da caca de delencao, que
elle i. leve o inconveniente de angmentar ot Iraba-
lhos por causa do grande alerro de qoe necessilava,
nao obstante attim metmo ficar mais barato do que
cu.lana um terreno de extensau equivalente em
qualqner poni de centro da cidade. E depois ac-
uas contas prestadas al lint
de abril do correnle anno: lia em resultado ura ac-
creteimo de 1804 milhciros de lijollos. Esle metmo
numero de lijollos dispendidos, comparado com as
bracas cubicas do orcamenlo, aprsenla a tensivo)
dilTerenca de 1960 millieic.s de lijollos. A primei-
ra dillerenca (a dos dados olrecidns pelo direclor a
preco de reis 16B678 milheiro de lijollos importa em
:t0:087-3ll2; e a segunda (calculada dos orramenloa
e plaas importa em rt. 32:688-3880.
Tambera o grande numero de operarios, qoe, te-
gundu as conlas, Irabalharam nas conslruccoes nao
parecen a' commissao esljr em relaco com as male-
riaes eflectivamenle empregadot. E a quanlidade
de cal e cemento que reclama o mixto para o extraor-
dinario numero de lijollos que figura no resumo dat
cuntas,nao conserva a proporco devida, ou correla-
C5u necessaria.
Fora oreada a madeira precisa para Iravejamenlot
c roberas em rs. 4:3168600. Oispendeu-se al Im,
de abril 13:16lsl90rs. UiQereuca para mais reis
9:14134994.
OUboadO fra oreado para lo la a abra que se refe-
e segundo orcamenlo em rs. 5:1178580. Despn-
deme at los de abril re. 22:0108166. DiQrenca
para mait !6:!t025.S6.Vai incluida nesta dilleren-
ca a neceessaria importancia da grade para os alicer-
ees, c a iu-ignilicanle quanlia gasta com os caibros,
loboas de andaimes precitos ao estado das couslruc-
Ces, quando e orgauisara o segando orcamenlo (18
ue maio de 1852).
Esla linguagem dos nmeros explica melbor que
todjt os raciocinios, qual .leva ser o pensameulr) da
commissao sobreests fictos. Por quanlo estas enor-
mes dillerenras adiadas entre os clculos da commit-
sao, entro ot orcamentos, o ai cuntas das despezas
apreseuladas Ihesouraria, denolo (dado o devido
desconlo aos erros inherentes a' Irabalhos de seme-
lhanle natureza) que houve realmente grande extra-
vio, pois nao he licito tlribuir a' precipilacao e in-
curia do engenheiro, aulor do orcameulo, diflerencat
que em alguns catos sobm a' mais do triplo do va-
lor oreado ou calculado. Tambem nao podem difle-
rencat laes ser explicadas pelas variacet dos preces
dos maleriaes iro mercado e da mao a obia respecti-
va ; pois he tbido que eslas variacoes no tem tido
taca que justifiquen! as proporees que observam ca-
tre o oreado e dispeudido.
Acompanhara eale relalorio lodas as tabellas dos
calculse olas explicativas, para dissipacao de toda
duvida ou reparo.
Cadeia de Olinda.
Ini completamente illudido o contrato que se fez
para a reparaco desse edificio, e parece que melbor
fura nelle senao ler locado, porque o seu estado, se-
gundo aQirraam petsoasdo lugar, he peior do qoe era
aules do. concerios; e er a commistao que he real,
pelo que vio e pasta a' expender. O eaixo do edi-
ficio ja linha algumas fend.it, porem com a colloca-
rao de novat madeiras oulrat fendas appareceram,
provenientes do mao syttema da coberta.ou de ter o
engenheiro encarregtdo da inspeccao da obra queri-
do, no segando orcamenlo, corrigir os erros que com-
mellido oo primeiro einendaflate os espigues, e collo-
cando lliesouras, sem a naflBria amarrarao, nos
ngulos do edificio, para anVptro daquellet. Alm
dessas emendas que liveram os espigues encoulram-
te nutaat em lodat as tercas novararnta postas, ha-
vendo algumas de 3 pedacos de madeira de difleren-
tet qualidades e dimensoes.
O astualho nao esla' mellior, e em difieren tes salas
conserva-te tudu furado, em oulras com as artigas
taboas, que sem estarem Turadas todava precisavam
de -ob-lilnici.i, e cm alguns lugares com pequeos
e ridiculos remendos.
Doze Iraves que eram exigidas pelo on;amenio
nao foram empregadas, achando-se apenas duas no-
vas.
O ladrilho do pavimento lerro nao soflreu concer-
t algura, e esta' inteiraroenle estragado, havando
orna sala i rara un 11 por falla abtolula delle.
Ai parlas que furam novamenle postas, nem sao da
madeira determinada no orcamenlo, nem lemas di-
mensoes nelle exigidas, como se pode ver na sala do
seso -o e na inmediata. Ot caixilhos eslao carco-
midos pelo bixo, e as porlat das janellat muilo mal
concertadas, achando-se al urna, na primeira sala
da c isa do jurx, que esla' remendada com onze pe
qiienos pedacos de mui delgada laboa de pitillo, e
um de fulha de lia mires, devendu-se aiuda nolar que
sendo esla janella de abrir ao meio provavclmeule
porque se qui/. poupar'a detpeza das dobradicas.que
e-las un quebrada!, pregou-se-lhe meia lampa de
barril pelo lado de dclraz, ligando o dout lados da
ianeJU, de modo que este casse inteii ica.
A cornija do edificio esl armiada nos ngulos
e desmoronando-se com os embales mait forlet do
vento, o que parece proceder do nao ter tido con-
venir lilemente reparada.
O relelhamenlo nao satisfaz, porque no isenla o
inler or do edificio da aeran destruidora da chuva
cujos vesliaiot bera scnsivelmenle se fazem notar.
O que a commitsao lera dito respeilo desta obra
he com referencia ao contrato, e ao modo porque
elle fui execulado, podendu ainda dizer alguma
coiisa acerca de reparos indispensaveit, qae escapa-
ran! visilancia do engenlieiro, e que entretanto
parece agora ler allendido i na necessidade, suh-
metiendo approvacao de V. Exc. om lerceiro r-
Camcnto para a continuaran dos reparos daqoelle
edificio, e islo no espacii de menos de dous annos.
Acudes.
A commlnSo nao descutira se a contlrcjao dos
' Acude de Caruaru'.
Sobro eslearude e at irregulariotxdes que neHe
se deram, a commitsao nadjjjaitn que acerescenUr a
informaeac. dada a V. ExflKlo inspector da tha-
souraria uo seo ollicio de 28 de maio du corrale
anno, cuja copia tolicilou com os papis relativos, a
--quol iiileiramenle ajaaiajere.
icos.
res, desda o roez de
Janeiro do
mente tlMkre
eoM PPSOn
liHfflaawb prox
Imporlaram eq
julhodoauno iajmmo^ prximo at
crrente anno civil, comprabeadendo as estradas do
sul, norle. Eseada, Pao d'Alho e Viciarla? ceolro
da provincia, arrabaldes detti Cidade. e pantano
de Olinda, BoWeoraoa desfwaaa gifia 'MNpaMM
e. tintos.
l)o relalorio do engenheiro direclor dat obras po-
blica a preiidenciada provincia ve-te que uada se
fez no panlauo daWrdb a respeito de estudos gra-
phicos, nao obstan#a somma despendida. Fallara
mujlas plantas mencionadas no .referido relalorio,
lae- cuino as do 15 lauco da eslrada doral, dorio
Una, Tamandar, BarraujolRio Formoso, rio Jaboa-
l3o, das cotlai do norte, do sul da provincia, dos
acudes de IUpesserica, Grvalo', e a do Bom-Jar-
dim, que na plaa detla povoacao nao passa de om
Iraco encarnado corlando um valle contiguo a mes-
ma povoacao com a deoomioacSo de acude.
Todos etles Irabalhos, no dizer do direclor, esli
em poder do engenheiru Milel, excepto este olli-
ffl o das cosas do norte da provincia. I
Nota-se em geral ura grande dqfailo nat plantas,
e vem a ter a falta dos respectivos perfil, os quaet
t existem nas plantas da estrada da Eseada. Sa'
por om lado ha fajla dos Irabalhos graphicos apoa-
lados no relalorio mencionado, ha por oulro lado
algunsja consignados em relatnos anUriores .-'as-
sim a planta do acude da povoacao da Baixa Ver-
de levantada a 8 de novembro de 1852, e a To acu-
de de Cimbres nu mesmo auno, como se v dat da-
las das proprias planta'. E nem te pode allribuir
islo a um equivoco, porque compulsando os relalo-
rio- de 1852 a a85i vio a commistao qae as cHaces
dos Irabalhos urnas vezea te repelem.e outras te con-
iradi/em. O acude S. liento, por exemplu, foi ar-
rematado em 19 de maio de 1882 e vem menciona-
do no,relalorio de 1853 comn Irabalho desle anno
nanceiro. No relalorio de 1852 da-se como promp-
lasas plaas do segundo e lerceiru Uncos da estra-
da da Etcada e idntica repetirlo se faz no de 1853.
No de 1852 da-se por promptos ot Irabalhos gra-
phicot e ut respectivos orcamentos de alguns lauros
da eslrada do norte al o quiulo ; e no de 1853,
diz-se que eslao prqmplos aquelles Irabalhos ale'
o quarto Unco.
No de 1854 diz-se qne estudou-se o lerreno e fez-
se o orcamenlo para concluido da segunda parle do
primeiro lauro da eslrada do norle, quando, como
se vio, nos relatnos anteriores, se soppoe feilo esle
trabalho.
Nao parara aqui as conlradiccet da directora em
suas asseveracoes ofliciaes no relalorio do anuo fi-
nanceiro lindo apona como Irabalhosdesse auno, as
plaas da cidade do Rio Formoso, levantada em
1853'( relalorio ) da cidade de Nazarelh levantada
em 1853 ( dala da mesma planta \ da villa fia In-
gazeira levantada em 1852 (dem ), da villa Bella
levantada em 1853 (dem ), dt povoacao da Baixa
Verde levantada em 1852 (dem. )
Kequsiitou a commistao, como Ihe 'eompria, a
caria corographica da provincia, eos mappas etU-
tislicos exigidos pelos S 8. 9. do art. 3. do recu-
lamente da reparlicao datobras publicas, a le
reapofta qoe estes Irabalhos au forana (
falla de tempo e de consignaran especial. Convexo
nolar qoe a mxima parle dat plauUs, qae foram
apreseuladas a commissao, nSo linham sigual algum
de approvacao da directora em coeaelhe, nem Uo
pouco at dalas indspeusaveis para se conhecer a
poca era que foram levantadas. -
A commistao ao terminar oa seus Irabalhos lem
a cousciencia de ter procurado detempertiar com
lodo o escupulo e vonlade de acertar o penoso de-
ver que nomeaodo-a, Hie trapo o reconhecido relo
de V. Exc. pela liscalitacSo dos dinheirus publico,
e pelot melhoranaaMoa malana-s da provincia. Nes-
le exame, servinda-se anicsmerUe dos dados*olliciaet
da inspeccao occnlarados principios professionaej
mais comesinhos, ella Uve por desnecetsario recor-
rer a iuquiricoes, e a outras rrevat. E pois, quaes
quer que tejam ot pequeuot erres que nesle Iraba-
lho possam ler estapado, quaes quer que tejam as
a i le ncoes mais ou menos justas, mais ou menos en-
genhosas que possam admillirat suas cancloses, a
commissao se persuade de que ellas nanea serio se-
riamente contestadas.
Dos auarde a V. Exc. Hecife 10 de julho de
1855.Illm. e Exm. Sr. ccnselheiru Or. Jos Bea-
to da Cunha e Figoeiredo, presidente da provin-
cia.Eliziariu Antonio dos SantosAntonio Alves
de Souza Caivalho.Manuel Coelho Cintra.Jos
Pedro da Silva.Bernardo Pereira do Carao J-
nior.Manoel Antonio Vital de Oliveira. Silvino
Cavalcaulede Albuquerque.i.oiz Filippa deSoa-
za l.eo.
Cato Detencao.
Todo calculo est bateado de accordo com as altera-
cues para maia.reclamadat poro Sr. director dat obraa
publicas.
AotorpaT.
Cato CMifroJ de inspeccao.
brar. cubic.
Alicerces como. 190 espett. roed. 9,
Sal. 12palmot ..... .22311
b. c.
Elevacjo.at a coberta. comn.
190, etpett. 6, alt. 83 94,620 i
b. c. \ 75,5Or
a diminuir o vao de
reos delli61. 15,3731
3p
I portti de 8il2 2*181.
4 janellat de i 19,116
8|9 1,72)
Acrolerio, ou frentespicio corop. 199
etp. 15, alt. 6 palni.....
a
S
i

1,710
b.e.
99,588
b.c
,09
|-----
/.
uimi Rnn
ii r nten



sr,n*
r
\
... Raio do norte.
AUJ!,op. 636 espt. med 8,9
tt. ta.......t
tara,ai cobuta
comii. 636 Mp. 8,
un. in,
a diminuir o vio de
, jandlas de 4pf a ( 162,000
b. c.
80 p.,. s,7)
3]inelludtl|0> 6,840
360 pe. 1,080)
Acroterio, ou frontispicio,
corap. 826ip. l,5lt. 5. 4,0i0
Earede interior do corredor
geral, aiieeroe, comp. 386
p. med ,9 alu l. .31,980
Hevacao at coberta,\
comp:C, esp. 3, alt.I
portas de 4|8. 4,992} =r
Parede divisoria dai cal .?
la. allcerce,comp. 322 c
(rsani. ) eap. ,,,. o
.9, ilL 19... 26*32.
fclevacao alea coberta de a
* reMrtimenu, ou
divisla de 36 comp.
apea. 3. alt. 19. 82,440.
*Ha iaaui?o de alve-
"r*a para o lagea.
meoto < orcamento.) 17,380.
421.874 386,078
Casa da admini'tracao.
Alicerce comp. S30, espeas. med. 7,8,
--It- 1......... 21,528
b. c.
Elevacoo at a coberta comp.
230, esees. 4, alt. 43. 39,860
diminuir o rio de 33
jaswtlis de 6|9 i 192 pol.
e. 6,336 b. c urna porta 32,744
da 8flK a 480 pi c, ou
( soeannndo ).....6,816
Acroterio," ou frontispicio (da
frente triangular ; comp.
70, espes. 3, melado.da
alu8.......
Dito (dos lados ) comp.
iaa,spe.l,8,ait. 8 .
Parede do corredor das divi-
so Internas, alicerces,
comp. 168, esp. med. 45.
alt.l. ......
Elevacao le o l* pa-
vimento comp. 168,
X 2, alt. I di. ) 14,286
lir o lo de 10 b. c. i
twruatle. 684) ,J84\
.10 .... 1300) 54W '
Pande, d vse do pavimento ter-
reo, ali:erce, comp. 140, espes.
ed. 4,8, alt. 12 ...
Elevacao (le 7 paredes divisorias,
coro. 20, esp. 2, alt.MO. .
OUBIO QE PtRlUIBUCO SECTA FlM 9 DE HOVEMBRO OE 1855
y
1,680,
> 2,895
1,3151
9,072,

3
7,860
5,320
. 84.303
Canoa io esgoto.
Aiieeroe, cjmp. 79, caps. 8,8, alt. 3,5. 22.862
Klevaeao, lomp. 792, espes. 2,3, alt. 7. 13360
Outre lado de ignaes dimensoes 13,860
Abobada, comp. 392, esp. 1,8, dime-
tro 3, (retn. 9.)....... 10,692
66,842
b.c.
necapituiaro.
Casa cenital de inspecrao 09,558
KaiodoNorle......421,874
Cesa u'adinioislracao. 84,303
Raio do Sul......92,081
Rio do I.este.....78,681
4(5 do miro de circuito. 1*0,672
Torreos ,1o entrada 33,824
Casas da suarda e porteiro. 22,900
Cae do ierro.....147,088
Caaos de esgoto .... 61,974
01,974
b.c.
, 1:232,961 brabas cubican.
olas expUcaticas.
Cada uros braca cubica de jollo calculei em 1,800
Ujollas. ~
Cada urna braca quadrada de telhado em 120 telhas.
, Nongono, ou casa central de inspeccao, admitti nos
calculo as tegointas alteracoes, reclamadas pelo enge-
Alicerces, espess. 1,8,alt. 2. palmos: parede, esp-1,
alt. 12 palmos. No raio do Norte, alicerces, espess. 0,9 e
*!* *B'>0. Nos ratos do Sul e Lest iguaes Itera-
os alicerces das paredes lateraes do corredor
( raio *N. ) espess. OS, alt. 2 palm. Casa da adrarais-
tracaagialictTces. esp. 0,8, altura 3 palmos, elevacao das
paredS-at n coberta 3 palmos. Estas alteracoes devera-
addkiomr.as dimensoes dos plauos e riscos que nos
toram apresentados. I ,
v
ilaio do
%
Alicarte, as tnesmas dimensoes das
aenorte........87,244^
EtMaoss), ctmp. (36, espesa. 8, alt.
13, inclusive mais un palmo I
neata dimensio, como compel- f
ata* das fragmentos das pare- ;
des- que servem de- gigantes as -
aresUs de hexgono .... 34,8401
92,084'
. Raio ate /:'.
Alicerce, as mesmas diraencoes das
do Norte s E. ...... 37,1441
Elevacao, comp. 638, espess. 8,
alt. 8, inclusive mais uin palmo
pilas raies cima.....21,440/
S
a
2
&
s
49,808
i-
a .

s
s
19,808
Aliemos, oim
6,8, alt. 6
qfS
78,684 J
uro de circuito.
espess.
. 77,220
Elevacao, comp. 1,986,
34, alt. 19,8
espess.
77,220 \
Parapeito. o>mp. 1,980, espess.
0,75 alt. 1,8. ..
133fl35
6,682
., 4417
/ do valor estimado em construecio. 113,482]
190-672 '
TORREO'Eii DA ENTRADA, CASAS DA GUARDA
E PORTEIRO.
TorrtSes.
Jn1*"' eomp- t0' "i** med- "
Klevaeao, eoinp. 73, espess. 4,8,' al. 30
do risco a miliar........
r'rontnroicio ou acroterio, comp. 73, esp.
1,8, alt. 6 d risco auxiliar. ....
Duplicando, equivalencia d'oatro torreSo. 33,824 33,824
Casas da guarda e porteiro.
Alicerces, comp. 98, esp, med. 6, alt. 6
do risco luilliar. ......3,420
Hewcao cs-mp.98, esp. 3, alt. 19, dito. 8,418
Parede divfci, alicerce, comp. 28 espes.
4, alt. 8............
Elevacao, comp. 28, alt 19, espess. 2 .
11480
2'. Porque so se acharo archivados nesla repai licao
os documeulos de receila e nao ns de despeza, que
lindo sido remedidos para a Ihesouraria a medida
que o Ihesoureiro pagador lea prestado as suas con-
tas, teve a commissao de recorrer a.aquella elac;ao,
para verificar a cvacliiMo da cscriplurar.o do li'vrii
caita ;
3-. Porque a actas das sessoos do cooselho da di-
rectora sao miii resumidas.
Sabe multo bem V. Esc. .que a le reaulamenlar
desla reparlicSo nao creon nenliuns oulros livros a
fora o hvro cnisi do Ihesoureiro, o de Dotas dos a-
gmiies pagadores, e os de registros. Pareciido-me,
porcni, quo csses livros eram insofucieiites, .itenili
que em visla do S 10 do artigo 10 d, mesma lei.que
aulor.sa o director a regular e dirigir toda aescrip-
loraffO eecohomia da reparlic-ao, podia eu crear
urna especie d. livro mestre, em o qual fosse fcilo,
em pagina especial, o lanCamenlo de cada urna das
ouras ejecutadas por arremalai-ao e admiqistracao,
coro o seguimento e alteracoes de suas despeas ; de
modo que, a cada momento se podesse conhecer as
ilespczas eitas com (al ou lal obra, a nalurea del-
la c ordens do governo a respeito.
He este o livro que a commissao nao cansiderou
legal, por so conler, segundo ella diz, algumas no-
las parliculares para o director. He verdade. que
cu rlisse aos membros da commissao, qne viero a
la repartisao examinar a sua escripturacao, queeu
havia fundado aquello livro parlicularmeute para
guidr-me. e mais facilmenle conhecer o esladp das
(lespe/as realizadas em qualqoer obra. Masnempvr
isso esse.livrodeixa de eslar escripturado com a
maior regularldade e clareza, e nao contera sim-
plesmenle algumas notas. E para que V. Exc. me-
Ihor se convenja, que o dito ivro, pelo eu melhodo
de escripluragao, satisfaz plenamente o fin para quo
0 cre,| junio o remello, pedinilo que por seus pro-
pnos olhos avalie V. Exc. dajustica e exaclidao com
que se exprime a commissao.
Pelo quo respeila ao segundo puni, devo antes
le todo dizer V. Exc, que nao sei bem ao que
lie que a commissao chama documeolo de receila.
1 resumo que seja is portaras que expeco ao Ihe-
soureiro pagador, para debitar-se no livro de recci-
t e despeza pelas quanlias que recebe da Ihesoura-
ria, pois que tenlio eslabelecdo a regra de que,
apenas recolhido ao cofre desla reparli(3o qualquer
quanlia recebida da thesooraria, o Ihesoureiro m'o
communique immediataiDente, para meu conheci-
menlo e governo ; e eu immediatamente ordeno por
porlaria qne o mesmo Ihesoureiro se debite oo res-
pectivo livro por aquella quanlia. Esssas portaras,
como ludo quanto parle do direclor, sao regislradas.
E se he ao livro de registro dellas que se chama do-
cumento de receila, bem se \c que por exislirem
estes nesla repartirlo, nao se sigue qoe os de des-
peza devana lambem aqui existir.
A lei manda que lodos os mezes o Ihesoureiro pa-
gador di- directamente a Ihesouraria provincial coa-
la da despeza realizada no mez anleriar, para poder
reeeher DOva quanlia depois de recolher qualquer
saldo, exi|je como documento justificativo, 'as ferias
dos operarios aasignadas por elles, ou pelos feilores
ou meslres, o os recibos dos fornecedores etc. etc.,
a ludo rubricado pelo engeoheiro eocarregado da
obra. Pelo que, nao podem taes documentos licar
nesla reparlicSo ; e nem ha nenhnraa razao que
aconselhe o contrario, orna vez qu servindo elles
para demonstrar o emprego dos dirflieiros recebidos.
he a Ihesouraria. oa qualidade de repartirlo fiscal,
quem o deve exigir eguardar.e nao a reparlicSo que
faz a despeza, a goal s se serve de ditos docu-
mentos para jutilfcar-se, e receber a competente
quilacao. ,
Se ao se tero exlrahido copia de todos elles, o que
lalvcz teria poupado a commissao o trabalho de ir a
Ihesouraria, ou antes o desgosto e embaraco impre-
vistos de envolver aquella repartirlo no aoathema,
que por esse lado se projeclava cominar a esta ; he
porque a lei o oao determina, nem clara nem taci-
ta mente.
Nem qtiando traa das alrilmicws dos empreados
da secretaria, nam quando defline o deveres dos
agenles pagadores, ella au falla em tirar copias dos
documentos de despeza ; a era impossivel que tal
delerminassc com o pequeo pessoal qoe criou.
Alera deque, ainda quando taes copias cxislisse
nao he natural que a commissao se quzesso g
por ellas para verificar a exaclidao do livro
das censuras que nessa parle forara dirigidas
repartirlo! !
Ettrada dJsul.
Antes de entrar na apreciara do que acerca das
estradas e de qualquer oulra obra diz a commissao,
devo dizer a V. Exc, que havendo engenheiros en-
carregados de cada ama das obras, resolveu o con-
sent) da diroctora, a quem V. Exc. mandn ouvr,
que cada qual respondesse ao relatoiio da commis'o
na parlo que Ihe he relativa ; e chegando s minhas
Duplicando, equivalencia de outra casa 22,900 22,900
. Caes do aterro.
Alweree, comp. 768, eso. 11^, alt. 9.
Elevacao, cpmp. 768, esp. med. 8,3, alt.
4, (priajeiro recorte;......
, sp. med. 6,8, alt. 4. r se-
*U )........
8. p. asad. $, alt., (lereeiro
des 2 ngulo oa extremos do
esuira ) .....
79,488.
26,112 J
19,986(
11,820j
10^0'
147,088)
Ilm. e Exm. Sr.Caraprindo-me responder, sa-
lando me ordena V. Exc. ao relalorio da commis-
so nomeadn para examinar a geslllo desla reparli-
*o, tenho aor dever faze-lo de am modo completo,
e sullicientti para por urna vez ainda justificar a con-
fianca que ale o prsenle presumo ler merecido de
v. Exc.; mostrando qual o valor qne podem a de-
vem merecer o falsos conceilos da peca de qne vou
ucenpar-me, prodcelo memoravel (seja-me permel-
lidodize-Ioule aecusadores injustos e prevenidos,
qne colloodos na posicao de julaadores, nSo oube-
ram dominar om seotimento.cujo fim bem conheco,
OM cota origem ignoro. E he notavel.Exm. Sr.,que
m nina peca de tal ordem podessem o odio e a pre-
venjio de idgon vencer opinides cordatas a tomar o
asmlo d un voto unnime !
Fcil ser -me-hia lancar urna vista d'olhos sobre o
lodo desle i elatorlo, para mostrar a V. Exc que o
aprenle colorido d moderado, imparcaldade e
jnslica que Ihe foi dado, onido a urna certa concisao
wm alean ;>onlo, n.lo he senao o efleito de um cal-
cnlohbilmente combinado, pira evitar urna exp-
sito franc, e desenvolvida, qne muilo deveria em-
baraear aos roesmo qne, havend de antemJo con-
demnado esta reparlicao, teriim de conlrariar-sea
( proprio, e revelar a loexactidao de mnitas propo-
s|5e que laviam avanjado. Preliro, porm, acom-
panhar o ndalorio na exposijao dos facto, a da eoro-
paraeto e npreciaco destes faxer sabir a verdade do
qne acabo Prevejo que serei mais extenso do que desejava,
a issp me peza ; porque na qoizera ronbar nina
parla do precioso lempo de V. Exp. lao oecessario
a nutras co usas. Has o caro anira o exige, a as cir-
oumstancusemqneine collocaram, me nao dispen-
san) d en itarem nm desenvolvimeoto longo, qne
procurare restringir o mais qoe poder.
Devendo oceupar-me dos capitules aecnsatorio* da
commissao na mesma ordem era que ellas foram tra-
tado, principiare! lambem pelo
Hitadointernodareparttcao ctua conlabilidadc.t,
pouco Importa saber quaes e quantas as leis que
aam orgausado a reformado a reparlicao da obras
fMblicas. A de a. 286 he qne actualmente a rege :
s disposiedesdesla (rnenla se deve alteader ;fl|>or
leio nada direi acerca da entras.
-Iratando dosysjma deescripturatJo, acha a com-
aaasao qne elle he deffecliva :
J' F0^00' D0 ,oe,'e reeeiti 4 despeza, s ha.
lm do litro caixa do thesoarelro pagider, qae foi
aehado enplorado om regra e em dia, algumas no-
kliyro parlicuUr do direclor, qae nao pode ser
""Hto como legal;
havendo os originaesqueofferecera mais garantas de
qne copias, que haviam de ser tidas como suspeilasv
por sorem exlrahidas pelos proprios que fazem as
despezas. Demais taes copias para a reparlicao se-
nam desnecessarias ; poV isso que pelo lan;amento
do domnenlo no livro de receila a despeza, (que he
um extracto do mesmo docomento>abe-se qual oob-
jeclo da despeza. e as pessoas que foram pagas.
Por tatito, nenliom cabimeulo pode ler a censu-
ra da commissao ueste poni, bem como acerca da
pouca eilensao das acias das sesses.
Por quanto a lei o que qoer, he que nenhum Ira-
halho de qoalqjier engenheiro seja levado ao conlie-
ciraenlo do governo, sem que teiiln sido revisto pelo
conselho da direcloria, e que isso se faca constar.
Basla que das acias se cooheca que os preceitos da
lei foram satisfeilos, para que eslejam ellas em re-
gra.
Ao qae diz a commissao relativamente aos instru-
mentos tiesta reparlicao, cujo numero ella nao pode
verificar, por Iha haver en dito, que urna parta del-
le exista em poder dos engenheiros ; devo ponde-
rar que quando eu disseqiie todo o instrumentos
nao eslavam no gabinete, acrescentei qne existiudo
a nota e o recibo do cada um, dados pelos engenhei-
ros qae os tiuham, fcil seria comparar esses recibos
com a relac.io total, para conhecer-se o numero.
Kesdenperam-me qoe isso nao era preciso, e que
apenaste enlrava no gabinete por urna forraalidade,
formalidade alus ociosa, e a que eu peder sublrt-
hir-rae, senao fora o desejo de apresentar ludo aos
olhos da commissao ; por isso qoe-nao sei ainda se o
exame dos Irabalhos desla reparlicao podia entender-
se a verilicacao da qnalidade, valor e. uso dos ius-
trumentos, os quaes sem ull'euder a pessoa algama,
posso dizer que nao seriara mellior preciados pelos
dous membros qne enlraram no gabi nete, do que se-
ria po> mim um tratado de economa poltica, om
praxisia un um expositor do direilo civil.
Nota a commissao que nao exisliam nesta repar-
licao os relalorios meosaes e olas semanarias dos
engenheiros eocarregados da inspeccao e execurao
das obras, eacha que issa he urna falta muilo im-
prtame, urna manifesla inrraccaodo $8 do artigo
10 da le regulamemarriesta.reparlicao, que da ao
direclar o direilo den exigir de lodosos empresa-
dos relalorio mensaes, 1 conlendo a descripcao
exacta da qoantida'do e qualidade de trabalho exe-
colado no raoi ou aono; 2 a conta documentada de
despeza feila durante o referido lampo etc. ele,
Creio queouenileria a mui esclarecida- intelligen-
cia de V. Exc. se nesla occasiao me propozesse de-
monstrar que aquella tfisposic;lo n3o lie eflo fa-
cultativa, e nao obrigaloria ; e qne por isso pode o
dirtclor d.s obras pnblicas usar, oa deixar de osar
defla, segundo entender que a sua appllcarao he oo
nao conveniente, evo, porm, dar a V. xc. a ra-
zan porque nSo tenho feito uo de tal disposirao.
Sabe bem V. Exc. que a lei actual nao he mais do
que o regulamento de 1850, reformado na parte que
estabelecia o syslema dassecres.com os seas res-
pectivos engenheiros chefes, recebendo directamen-
te os dinheiros da Ihesouiaria e os despeodendo.
Eulao havia moilas obras por adminislracao, e a
lei queria que o direclor, como o centro administra-
tivo da reparlicao, livesse em.suas raaos os nieios
precisos para conhecer do andamento qne os enge-
nheiros avam aos Irabalhos, e assim. exercesse so-
bre elle urna inspeccao continua e rigorosa, prin-
cipalmente as obras administradas, enjos pagamen-
tos eram feilos'pelos mesmos engenheiros.
Isso explica essa disposirao do regolamcnlode
1850.
Ora, presenlemenle a exlinceao das sectOes, a
creacao do lliesonreiro pagador e a preferencia dada
ao syslema das arrematadles para exeenrao das es-
tradas, lornaram quasique intil aquella" disposra),
que so pode ter lugar em um ou oulro caso muito
especial, o qne todava levou o legislador a conser-
va-la quando reforniou o reclmenlo.
Ao demais.se o pensamenlo da lei he lambem ha-
bilitar o direclor a andar a pardo que f.izera os en-
genheiros, que trabalham fra de saas vistas, devo
dizer k V. Exc. que esse fim he preenchido com as
inrormacOes que elles me dao sempre, todas as se-
gundas-reiras, quandase rene o conselho da direc-
tora, a cujas sessOea^kparecem os que se acham
em as commissoes nssSproximas desta capital. ir-
rae-ho qne das actas nao consta isso. He verdade,
e nao consta, porque a lei manda smenle, que das
actas conste as deliberantes do conselho e alppro-
varaodos Irabalhos que devem ser rem.ttidos ao go-
verno para execogao.
Se acontece que a natureza da commissao o dis-
tancia do lugar della a esla capital, nao permittem
que o engenheiro compareca s sessdes, elles no fim
daqnella, me dirigem nm relalorio especial, dando
conta de todo quanto fizerara. Nao s isto, alm do
relalorio annuo, dam-me om relalorio semestral, de
qne alias a lei nao falla, mas que eu exijo, e muilas
vezes meusaes, quando os entendo necessarios.
Aquelles (os semeslraes) Iralam amente do anda-
mento dos Irabalhos, quer por adminislracao,,'' uer
por arrematado do estado das obras odas medidas
que devem ser-lomadas com rolacao s execuladas e
por executar. Nao sao acompanhadosde conta do-
cumentada da despeza, porque uesla parle a disposi-
co do 8 8 do art. 10, cadocoo cora a creacao do pa-
gador e seas agentes, que tirn aos engenheiros toda
a ingerencia nos pagamentos, e couteguintemenle a
raculdade de arrecadarem os ducumeutos de despeza
para remelle los ao director.
Isso he atlriboii.ao do pagador, que directamente
os leva a thwouraria para justificar o emprego dos
dinheiros all recebidos.
Ondo esta, pois, como diz a commissao,a manifes-
la mlracjo da lei, a qne ella atlribae os inconve-
nientes que diz ter havido as poules dos Alocados
e Plrapaina ?
Cila lambem a commissao o arl. bi, que diz que
os engenheiros devenlo remeller i direcloria urna
ola do semanario dos Irabalhos feilos no periodo a
qae as eonlas se referem. Mas se nao existem con-
tas as mos dos engenheiros, se estes nada tem
com aquella, como podrr.in remeller as nulas qoe
Ihe sao relativas '! nao se ve' que, por igual, aquella
disposijao caducoucom a reforma de qoe lenlio fal-
lado"?
Isio rae parece lao claro, qoe me faz admirar, li-
vesse escapado ao relator da commissao, alias de es-
pirito lao argulo e perspicaz para oulras eoosas I E
minha admirarlo he ainda maior, Exm. Sr., quando
considero que o Sr. inspector da Ihesouraria, que
mi-lhor que qnalqner de saus companheiros, conhe
ce a lei, livesse ubscrevitlo dcilmente as infundi-
mao essa respotlas, julgo deve-las remeller por co
pia a V. Exc, addicionando a uroa u oolra aquillo
que julgar conveniente, e tiver relacao'com a admi-
nislracao geral, que devo exercer, e a inspeccao que
cabe-me ter sobre os engenheiros. Ao alio crilcrio
de V. Exc. deixo o jnizo que piide merecer cada
una dessas resposlas.
Ponte dos Afoaadot.
Creio que de nenhuma obra lera V. Exc. mellior
conliecimenlo do qoe desla. De todas asuecurren-
cias que nella se deram foi V. Exc. inforrrado um relalorio especial, que sobre esse negocio liz,
acompanhaiido-o dez copias de loda a correspon-
dencia e informaees do engenheiro encarregado da
execurao da obra, e do que formulou o orcemenlo.
Enlretanlo, vera V. Exc. ainda o qoe a esse'respeilo'
diz o engenheiro Milet, na resposta que di a essa
parle do relalorio da commissao, tendo por minha
parle somente a ponderar, que as que xas que elle
diz ter leilo contra a exerucao da obra, nunca me
parecern! taes, que reclauassem rafdidas directas
do director das obras publica* : pareciam-me antes
que provitihara de causas tp podiam ser removidas
pelo engenheiro, que alias nao rae pedia formal-
mente providencias.
Eiso que a lal respeilo me Hsse aquello engeiihei-
'o-.1)0 s,u reldlorio semeslral de 7 de julho de
18o3 :
a Emlm, o arremalanle da ponle dos Afogados
trabadla com forja e aclividade. j recebeu a pr-
meira prestarlo, e brevemente recebar a segunda ;
porm, a falla de meslre interaraente habilitado,
lem feito que dita poule nao sa fizesse com toda a
regularldade a perfeicao desejavcl.
Isso nao rae parece urna reclamarlo para provi-
dencias, que eu teria dado, assim como dei sem so-
licilacao, quando o arremtame prelendeu receber
a segunda preslanao.
Noque toca observacao da commissao, sobre a
extenrao que tem a ponte e a que menciona o atea*
menlo, provea isso de um engao que jii foi levado
ao conliecimenlo de V. Exc. na informacao que den
o aiudante que confeccouon o orcamenlo. Com lu-
do iiovainenle remello a V. Exc. a parte de romiaQ.lo relativa a esse ponto, cumprindo nolar.qne
com tal engao, os cofres pblicos nada perderam,
porque, como mesmo confessa a commissao, fez-se o
devido descont no valor da obra.
Alm dsso, convcni naoesqoecer que a obra da
ponle dos A losados,fie a nica que oflercc: o exem-
plo de ser o arromalanle casligado pelas imperfei-
cesqoecommelteu, ofrendo um abale proporcio-
nal ao depreciamenlo da obra, por efleito da roa exe-
cucao. Jsso me parece que he hoarnso para os en-
genheiros.
Continuadlo da estrada al o Pirapama, ponte so-
bre o Pirapama, 8., ti.o, 10.0 e 11. ancos.
Acho qoe nada tenho a dizer acerca desees pontos
do relalorio, vislo que nflo poderei fazer re(lex3o .li-
gnina que nao buiha sido prevenida pelo engenheiro
encarregado dalfbella estrada, tanto mais quanto as
censuras feilas pela commissao, s pdem ler relacao
ao mesmo engenheiro.
famificarao do Cabo.
O mesmo engenheiro Miiet raoslra que nenhum
cabimento tem a cilacao que faz a commissao daopi-
mao do Sr. Waulhier, acerca da estrada do Sol:
porque aquelle engenheiro reteria-se ao terreno que
se eslcnde do engenho Massangana margem do rio
Ipojuca, onde ainda n3o chegaram os Irabalhos da
estrada do Sul, e nem mesmo ha ainda presenlemen-
le estados defioilivos a esse respeilo.
Acerca da direccao d'aquella estrada al o ponto
em que se acha, eu em data de 5 de agosto de 1850,
(lemonstre a esse Exm.goverboa sua conveniencia ;
iseiqi Lcl"n" commissao mo a contesta positivamente,
SaWaBfcU0"m m posso aceitar a censura que me dirige a enm-
po por causa da raraificacao do Cabo, e appello
u juizo para o dos agricultores do centro d'a-
lla comarca, quo a lal respeilo devem ser melho-
res |ulgadores do que ella. ,
He fra de duvida que a villa do Cabo, pela sua
posicao, he destinada a ser o emporio do frtil valle
do Pirapama, a coja margem ella se acha. Mas os
seus elemento* de grandeza, e prosperidade nnnea
eriam desenvolver, se o governo por sua parte
ueixasse subsistir os embararos, que durante o inver-
n quasi que enlerrorapiam o transito entre a mesma
villa e a estrada principal, e a ameacavam de urna
decadencia prxima. '
Toda a gente que tem conlie-
cimenlo il aquella localidadesabeo qoe eram as var-
zcas dosciigenliosCuerra, Trapiche c engenho Novo,
yuem vinha de cima chegava bem at a-villa, mas
o. alu paraca, na distancia de menos de urna le-
gua,_ encoolrava os maiores barrancos. As recla-
maccs dpsproprielarios eram constantes e repeli-
das, o eu entendendo qoe ellas rem justas, propuz
a raraihcarao que o governo approvou.
Entretanto he digno de admiraco, Exm. Sr. que
essacensiiraaaache firmada por qualro depntados
provincua, que cm seus votos tem sanecionado
aqnalla ramificacao e mandado abrir novas .' Se
a corla exlencao que ainda teem as cinco gran-
des estradas da provincia he motivo para que
se nao appliquem dispendios com eslrada em
duplcalase raraaes, conlradilorios sao aquelles que
reconhecendo isso, consenlom se nao mandara que se
Dt$am taes ramaes. Port|ae se nao disse na assera-
otea provincial qne ramtficacoea erara contrarias a
juslica e inleresses da provincia, e anles pelo con-
irano admitlio-se como correle a sua atilidade,
mandando-so lazer oulras novas, que o governo.por
observancia a lei do orcamenlo, lem mandado exe- d
cular 1 Porque nao levanloo o Sr. inspector da Ihe, \>
Sil | ,Da VUl"" faVur Jo PrinciPio loe boje es?
A ninguem mais do que aquelle Sr. corra essede-
ver : curapna-lhe mesmo ter advertido ao governo
ae que a medida proposta pelo direclor das obras pu-
mitas era contraria a jusli5a e aos inleresses da pro-
vincia. Sua pesrrao de sentinella vigilante bocea
dos cofre da provincia, impoe-lhe o rigoroso dever
desero. primeiro' a dar o brado de alerta, quando
se tentar fazer despezas cootrarias a juslica e aos in-
leresses da provincia. Um inspector das rendas e
despezas pnblicas que reconhecesse ser ver ladeo
qne diz a commisao, e avaliasse o qoe deve ao go-
verno e ao paiz, nao procedera de oulro'modo ; nao
se deixaria dormenle em sua commoda cadeira de
espaldar, no memento em qoe cumpria Tallar com
ealdade, para ao depois associar-se a ara intempes-
tivo reclamo em nome da justica e dos ioleresses da
provincia ; reclamo que he urna censura disfarcada.
Illl .-avor'i > ,-------- J ai a
esta e ainda hoje o entendo a despeito da opiniao contra-
ria da commissao.
Pesa-rae qae a commissao nao livesse podido pas-
sar alm do 18 lanco, nao obstanla ser livre c con-
tinuado o lranilo entre esta capital e a cidade da
Victoria; quizera ver o sea juizo sobre a exeenrao
(lo Ll lanco, doqual fra arremalanle um dos mem-
bros da commissao; quezera pelo menos poder dizer
que ella tinha encontrado urna obra, cuja exeenrao a
salisliezera. Mas isso nao pode ser ; seria lemeridade
ir alem do ponto n que ella chegou !
. Hstrada de Po-d'sllho.
Relativamente a esta eslrada nada tenho a acres-
centar ao que se acha na informaban junta por co-
pia, sob n. 4, do engenheiro encarregado da mesma
estrada. Ah ver V. Exc. que ns censuras da com-
missao sao todas infundadas, e smente na%cidas de
equvocos e engaos, que fcilmente (eriam sido
evitados se ella se dignasse ouvir o engenheiro res-
peclivo. Poraqui'jA V. Exc. \!; que razao teve a
directora cm cootelh, quando em dala de 8 de
maio prximo panado solicilou de V. Exc. qne re-
coinmendasse a commissao que ouvisse os engenhei-
r?s> loando livesse de proceder a exames as suas
tX' j ''"'la funilaos motivos para crer, que
a falla de esclarermenlos exactos seria causa para
um falso juizo sobro muitas cousas, principalmente
exislmdo no seio da commissao espirilos manifesla-
menle prevenidos e predispostos para urna condem-
uarao anlecipada.
A'cerca da ponle do Cachang lambem o mesmo
engenhairo moslra quao infundadas sao as censuras
da commissao relativamente a aqulla obra, que rae
lem merecido constantemente a mais seria aliento,
isao me cabe enlrar na apreciara das censaras qoe
a commissao faz, pelos defeilos de construccao que
suppe ler havido na fundarlo dos muros de encos-
t ; tanto mais quaulo o alto e merecido conceilo de
que aqu gozou o Sr. Waulhier, o seu talento nao
desmentido, suas habiltac/ies emfim, valem mais do
qoe minha fraca voz e o pe acuberto das accusaces
da commissao.
Todava mauda a verdade qne eu dga.que a obser-
varlo da commissao acerca do local da ponte nao po-
de ler nenhum cabimento: pnr isso que desde que foi
Iracada a direejao da estrada (o que o Sr. Wauthier
j,i achou feito) o ponto da ponle tornou-se o que se
chamaponto de sujeicaoe o engeoheiro qoe leve
de executar aquella obra j nao o podia desviar.
Alem de que as margens do Capibaribe naqoella pa-
ragein nao ofierecem escolha.
Ponte do Camorim.
Na mesma informacao do engenheir a que me te-
nho referido, se acha explicada a causa do. orcamen-
lo supplemenlar feito para essa obra ; orcamenlo qae
au foi devido a penca allenrao. como diz a com-
missao, mas a cansas que "nao eram facis de ser pre-
vistas quando se fez o primeiro orcamenlo ; porque
tiaqueUe lagar nunca haviam sido observados os ef-
feilos das grandes endientes do Capibaribe, a ultima
das quaes, interiormente a do anno passado, dea-so
om 1844, poca em que os engenheiro* aclnaes nao
faziam ainda parte desta repartirse. A altara a que
poderiam chegar as aguas all e a forja de sua cr-
renle eram desconhecjdas por quem confeccionoa o
orcamenlo daqnella ponte.
A commissao conclue as suas observaces nesta
parle com as segnintes palavras : a E sendo entre-
gues essas obras sappleraentares aos mesmos arre-
malanle sem haver arremalacao, podem apparecer
muito- abusos.
V. Exc. consentir queeu diga qae, com referen-
cia a esta reparlicSo, aquella ceiisdra foi dictada por
ora seotimeulo injusto a urna dissimuiacao cheia de
fraqueza.
Ha injiislica em querer envolver esla reparlicao
no syslema dos contratos, que pela lei sao commelli-
dos a Ihesouraria, ainda mais Iratando-ae de urna
obra qae nao foi contratada, e acerca da qnal podia
o Sr. inpeclor da Ihesouraria propr ao governo o
quojulgasse conveniente para evitar os abusos qoe
podem resultar de um segundo contrato com u mes-
mo arrematante.
Felizmente lal contrato nao se effectoou, porque
o arremalanle hao qulz encarregar se daquella obra,
como bem o sabia a commissao ; porm coovinha
aproveilar a occasiao para na pessoa do director das
obras publicas se infligir urna censura ao governo
disimuladamente.
Se taes contratos podem dar lugar a abusos, como
assegura a commissao, ao governn de accordo com a
reparlicao fiscal compete lomar medidas em ordem a
remove-los. ,
Pela reparlicao das obras publicas s se fazem pe-
qoenas empreitadas, como muilo bem o sabe o Sr.
inspector Ja Ihesouraria. a quem enmpria esclarecer
a commissao a este respeilo.
Estrada do norte.
Pouco e ligciraojeote locou a commissao nessa es-
trada : a que elle dido ua iururmajSo sob copia h. 5 do engenheiro en-
carregado da mesma eslrada.
Nessa informarlo se acha detnonslrada a causa
das rendas notadas pela commissao cm orna das bom-
bas do segando lauco, as quaes nao compromettem
actuaMante a seguranca da mesma bamba, nem sao
devidas a n conslruc^ao, como se assegura no rela-
lorio a que respondo.
Casa de delencao.
Comparando o orcamenlo primitivo dessa obra,
com oulro addicion.:! e parcial, formulado especial-
mente pora servir Oo base a*irremataaBo da cooclu-
saodo raio do norte, achou a commiss quatro pon-
tos para os seguiutes nolaveis reparos :
1 O preco de urna brace cubica de obra de alo-
nara grossa no primeiro orcamenlo he de 80 rs.,
ao passo qoe uo segando orcamenlo qne devia ser
mas severa ao governo de que elle he agente pro-
vincial, a por um acto do qual grande responsabili-
dade Ihe esbe !
Eslrada da Victoria
A commissao engloba e generalisa por lal modo as
re texoes que faz acerca do estado d'essa estrada al
ol lauco, que eu nao tei se ella se quer referir a
parte do trabalho eieculado depois de minha adrai-
nulracan, ou anteriormente. Em lodo o caso, a res-
poslado engenheiro encarregado- daquella eslrada,
que \ Exc. vera por copia sob n. 3. explica com li-
deltdado os fados sobre que loca a commissao, enm-
prindo-me dizer que quando loraei conta desla re-
parlicao execulava-se o 16 lanco daqnella estrada,
po"sabi'daPd0e.d,a,,,e m8 Pd9 "* "
Relativamenle a ponle de Seraphim Pinto, eis o
que em urna informarlo especial rae disse o enge-
nheiro Milet, que a executou : Kcz-se urna ponte
de JO palmos sobre o riacho Seraphim Pinto, e nao
urna bomba de 8 palmos, uao por causa das aguas do
mesmo nacho, porem em razao de haver aoaoorle da
dita ponte urna varzea extensa, cercada de oileiros,
que alaga pelo invern, o na occasiao das eucheoles
do Jaboalao.arrojam-se as aguas desle rio com lana
orea, que arrancariam qualquer bomba de 8 ou 10
palmos. (Juanlna despeza com a snbilituirao de
Nao acho qae seja argumento poderoso o que pre-
tende a---------- "- -
tre as
615S11J
para reboco de cal branca, na razao de 19600 rs. por
braca quadrada, como a de 1:5988 rs. para reboco
de cal pr'cta ou emburo (diJlincjao qae se nao faz no
primeiro ornamento)' na razo de 15100 por brara
quadrada.
Se incluirnos o valor de cal fina precisa para orna
brara cubica, na razao de (100 rs. por braja quadra-
da (o que para urna parede de 5 palmos de largara
d approximativameiite 33600 rs. por braca cubica],
lomos qoe no primeiro oreamento toda a obra de pe-
dreiro para ama braca cubica acha-se calculada na
razao de 839600 rs.
Ora, dando o leguudo ornamento para a obra de
pedreiro o qne lica dilo, ou
Alvenaria }...... 1 5969780
Reboco fino........ 2:6158112
Emboco......... 1:3988121
r 16:8M0ir.
ve-se claramente, que esse total distribuido por 179
b. c. 095, d para cada braja cubica noventa e tre
mil e tanto res, preco muito maior do que o do pri-
mitivo orcamento.
2 1 No primeiro orcamenlo observou a commis-
sao qoe a coberta do exgono foi oreada em 2:000-3,
uo segundo em 7159 rs. Aqui esqueceu-se a com-
missto da notar, qne no primeiro caso pede-se urna
coberta de ferro, e no segando ama de madeira e
simples ; o que faz grande dilleienca no seu valor.
He verdade que se me disserera que aquellos 2:0009
sao insaflicienles para ama coberta de ferro actual-
mente, en nao conteslarei ; porque o farro hoje est
por ura preco duplo do de eniao. E en j disse por
diversas tfiezes, que no prsenle nao se deve argu-
mentar cora ura orojjhanlo que teve por base os prc-
_ ___------..>.. v eos de orna poca diOerente em que fra cenfeccin-
XiYcoE. rae i2.rb ', 10d4'"Dd"10 al *% h. U. pe isso tambera qu.^corao ja deinons-
tre, a obra de pedreiro ro eulao calculada em rs.
8:18600 por braja cubica, e posteriormente o foi em
a commis despeza do 16, 17 e 18 lanjos, para pro-
var que foi excesivo o qne se despende'u coro o ulti-
mo. O facto de serem lodos elles execulados por
adrainittiajao (excepto urna pequea parte do 18)
moslra que tendo sido os primeiro muilo baratos,
ambem le-lo-lna sido o ultimo se a natareza do
terreno a isso se nao oppozesse. E aqni engana-se a
commiss quando conta u valor total dos orcameo-
los em 32:7078219 ; porque os 2:6978762 do orea-
menlo para arremalajao da condueo do dito laen
foram lirados dos trate contose tantos do orcamenlo
supplemenlar, que nao haviam idoesgolados, quan-
do so resol veo concluir o lanco por arremalacao :
havia anda om resto de mais de cinco conlos.
Nao devo passar adianle sem mostrar, coraexem-
plos de lanjos na mesma eslrada da Victoria, e lal-
vez em terrenos mais favoraveis do que o 18
que o cosi desle na deve causar espanto. E este
lanjolem 998 bracas de exlencao, e cuslou...........
28:7208959. Se V. Exc. mandarexaminar os rra'-
ineulos da parte daquella" estrada, feila autes de mi-
nha administrar o, ver o seguinte :
Exlencao.
. 152 bracas.
... 273 .
. I3 .
parle.) 171 i> .
Ora, esla compararlo he inleiramenle favoravel
ao lo lauco.
iz a commissiao que ter-se-bia evitado tama-
ita despoza se outra fra a direccao d mesmo lau-
co, como segundo he sabido, pretender e fuera Ira-
balhos o engouheiro Portier. Sinlo dizer a V. Exc
que ignoro quaes fossem esses Irabalhos, que alias j,m
conhecido de todos. Allirmo quo til nao me pro-
pozera o engenheiro Portier ; antes pelo contrario,
mandando eu p*ra all, em marro de 1851 para subs-
tituir o engenheiro Milet, que tinha acabado o seu
contrato, elle conlinuou na direcrao por este dada a
aquella e*lrada, declaiando-rae qoe nao era conve-
niente mudar de direccao. Declaro, pois, que nao
sei o que alias diz a commissao ser sabido.
O eugenhero Milet. copia n. 2, justifica como ver
V. fcxc. aquella direccao, qoe lendo sido a princi
po impugnada pelos proprielarios d'alli, foi apezar
disso approvada pelo Exm. Mrquez de Paran,
quando presidente desta provincia, em vista das ra-
zes produzida pelo referido engeuheiro. Eu (am-
bem a susleotei prosteriorraeole perante a presiden-
cia, porque entend que ella ora a mellior de (odas ;
I.anco-.
2
> ,
7 .
9 (!
disto.
7:0009000
11:75-58000
27:1899000
7:7909000
maja de 93; rs.
3 No primeiro orcamenlo o ferro e a madeira
forara calculado e arcedos pelas unidades de objec-
tos taes quaes deviam ser empregados ; no segundo,
pelo qual se deviam guiar os arrematantes, forara o
ditos raaleriaes calculados tomando-so por anidaste a
libra, o palmo linear qaidrado e cubico, para a ava-
llara respectiva.
Nao vejo lambem razao pira esse reparo. A de-
signarlo das pecas por anidado de objecto est de
accordo com o roelliodo eslabelecdo no primeiro or-
ramento de englobar os valore ; no eulrelanlo qoe
devendo o leguudo ser execotado por arremalacao,
era conveuienla descriminar bem todos os valore de
cada urna das partes componentes dos objectos, para
que as pessoas que se propozessera arrematar a obre
podessem conhecer devidaraente asvantagens oa des-
vantagens que o orjamenlo oflerecia. Foi esse o
pensamenlo que tive. Por tanto esse dclalhes pa-
rece que deveram ser objecto de elogio anles do que
de censura.
4 a O segando ornamento finalmente, conlinlia
varias condires costosas de rceitar, e assim foi mal-
lograda a delerminacao da | residencia de que fosse
a obra arrematada.
Nao sei em que parle do orcamenlo se acham es-
sas cuslosas condiroes ; pois que ahi nao se estabele-
ceram condijes para arremalacao ; detennlnou-se
smenle os preceitos para execujao da obra.
As condiroes para arremalacao foram impostas oas
clausulas formuladas era separado e remellidas pelo
governo thesooraria.
Sehe s clausulas e nao ao orcamenlo que a cor.
missao quer refetir-se, devo dizer qoe ellas nao p
diam ser oulras, era vista da nalareza da obra, da
presteza cora que o antecessor ds V. Exc.'queria que
ella fosse execulada, e principalmente dos termos da
le. Os periMos do pagameulo, eslabelecidos por
cs'a, u,1o podem deixar de ser um embaraco para a
arremalacao de obra de grande valor, n'um paiz
em que os empreiteiros nao sao capitalistas. \
E tanto lie islo verdade que o Sr. inspector da
Ihesouraria, que agora como memhro da commissao
declara que taes, coudroes eram cuslosas de aceitar,
nunca reclaman a tal respeilo ao governo, como co-
laina fazer, sempre que acha um motivo para con-
trariar o direclor das obras publicas.
De fado se laes eondises eram iuadraissiveis, se
eram a causa qoe erabaracava a arremalacao da obra,
porque o nao disse a Ihesouraria ao governo T por-
que nao propz a reforma da clausulas t nao era
essa o seo dever, era qualidade de reparlicao fiscal,
qoe lem superintendencia sobre toda as oulras ?
e proceder de modo diverso nao he alraicoar o go-
verno, que nao pode descer a cerlos detalhes, nem
tomar as provideccas precisas, com relacao a este ou
aquelle objecto, senao sendo convenientemente ins-
truido pelos seus agentes ?
Mas nao ; so boje, qoando se trata de deprimir a
repartija de qoe sou chefe, he qne o Sr. inspector
reconhece, que as condijes, por cuslosas de aceitar,
mallograram o pensamenlo do governo !
V-se pelo que (Ico dito,' que nao existe a desliar-
monia que a commissao quiz enxergar nos dou or-
jamenlos, o que por tanto nenhum fundamento bou-
ve para essa perplexidade era que ella diz ler-se
achado.
E cabe aqui notar que a commissao evilou em-
pre pedir-me esclaredraenlos, que poderiam ler evi-
tado usenganusque tenho notado. S ama vez per-
gunlaram-me a qual dos orjamenlos dava cu prefe-
rencia, e posteriormente dirigiram-rae por interme-
dio de um de tus membros os ofllcios pelo modo
quo V. Exc. ver das copias juntas, n. 6.
Execurao de obra.
Felizmente achou a commissao qne o trabalho fei-
to est de accordo com o plano delineado, salvas al-
gumas modificajOes no desenlio primitivo, qoe na-
da iniliiem lendo alias ponco antes dito qae as plan-
tas eslavam em desharmonia entre si.
Nessa parte corneja ella por esforjar-se para de-
monstrar que inl'riiigirain-se os arla* 5 e 18 com-
binados cora o 45 da lei 286, fazendo-se o caes da
casa de delencao ;qu,c nao foi incluido no orjamen-
lo desta) sem previo orjamento.
Discord da opiniao da commissao, porque enten-
do a lei de modo difireme, fondado na razao mes-
ma de sua disposirio a que nao quizeram allender
os membros da commissao, que sao jurisconsultos.
. A lei quer, he verdade, que se nao emprehendaro
obras sem orcamenlo do seu valor, para servir de
base as despezas do cofre publico; pelo que deter-
mina urna distribuir e fundos: ,titulo 4. capi-
tulo 1. arts. 37, 38, 39) distribu ja qae seria per-
turbada a mesmo nnllilicada sem a cntela dos arti-
go* citados pela commissao.
Pergunlo : era o caes da casa de detenjao ama
obra a qoe podessem ser applicadas a dipoijoe
d'aqoelle arligcs'! era urna obra isolada, com quo-
ta espedal, com verba de despeza reservada '! Nao.
Era apenas um servir subsidiario, urna parte com-
plementaria de urna obra competentemente aulori-
ssda, leita para segurauja e garanta da mesma obra
cujo trabalho execotado era ameajado da ruina pe-
las correnles das endientes do rio em urna quadra
invernosa. Esse serv jo oa obra era qualquer caso,
nnnra podero receber urna menjao na dislribuirao
do fundos, nao teria verba especial ; havia de ser
sempre execulada cora a quola designada para a ca-
sa de detenjao ; quola genrica para toda as des-
pezas relativas a essa obra. Logo nao havia neces-
sidade de orcamento previo para ser feito o caes,
era tan pouco vlolou-se a lei.
Todava oao sendo comraons os casos como o de
que se trata, julgoet dever ioteirar o coverno do oc-
corrido, para que em lempo algumse nao dissesse
que aquella obra havia sido feila sem sciencia do
governo: em dala de 28 de abril de 1851 dirig a nm
do antecessores de V. Exc. o ollicio que por copia
remeti, sob u. 7.
Quanto a infracjSo que a commissao diz lar ha-
vido dos artigos da lei, que mandam que as obras
tejam execuladas de couformidade com o planos e
orjamenlos, me parece que essa aecusajao tem pou-
co valor. O plano da obra foi respailado e execota-
do, segando o confessa mesmo a commissao; ape-
na ama oulra parle da mesma obra, para seguran-
za desta, foi reforjada e,tomou maior desenvo!vi-
niente. Mas he isso cousa 13o pequea que nao de-
ve ser encarada como urna violajao da lei, visto co-
mo no seu lodo, no syslema, o plano nada soffreu.
Duvida a commissao por varios molivos qne os
alicerces da obra do caes tenham as dimensoes qoe
eu indique; nao se digoou porem indicar quaes es-
ses molivos. Isso me impossibilila, mas lambem
dispensa-me de refutar os fundamentos de sua opi-
niao.
Todava junta por copia sob n. 8, ver V. Exc. a
demonslrajao do que avancei, na informacao qae rae
foi dada pelo ajodante de engenheiro Manoet I.uu-
renjo de Mallos, que tem estado pela maior parle
do lempo encarregado da inspeccao d'aquella obra;
cuiuprindo-iiie accrescenlar que a planta hydro-
graphca-, a que elle se refere, foi levantada em
1818 por mi ni e por um dos membros da commissao
o Sr. capitao de fragata Elisiario Antonio dos
Santos.
E'tado da obra.
, Tamben) da mesuia informacao ver V. Exc. qne
a estimativa da coinniis-a relativamente a obra fei-
la he inferior ao que exislia execulado quando teve
lugar o exame. lia omissdes no'calculo da corarais-
sao que en nao quero considerar proposilaes. O lon-
go e paciente trabalho que exigen) as coraparajes
do calculo fatigara bastante o espirito e inlerrom-
pein a allenrao que se deve ter : pelo qoe nao cen-
suro a ninguem por taes omissOes, noto-as porque
isso rae lip preciso.
Conta dos materiaes.
.Veste artigo era que foi tambera incluida a despeza
com os operarios, nota-se igualmente algumas omis-
s6es na tabella apresenfada pela commissao. Na
iuformajao do ajodante a qae me tenho referido
achar V._Exc. demonstrada a razio da diflerenja
de 7:3809711 rs. entre a quanta achada pela com-
missao e a elleclivamente gasta.
O aterro comparado com a ra despeza.
Pejo ainda a attenjao de V. Exc. para a referida
demonstrara quao inexactas sao as bases sobre qu
a commissao fundn o seu calclo. Ahi ver V.
Exc. lendo lambem era vista a planta do logar que
janta remello, que a ara do aterro abrange um es-
pajo de 4,531 brajas quadra las, com urna profondi-
dade media de 13 palmos, representando um vol-
me de 3,890 brajas cubicas, qoe ao prejo de 69000
r*. d 35:3109000 rs. Desla quanlia convem dedu-
zir p valor do volme do alicerces da obra de alve-
naria feila (520,330 brajas cubicas), a que a corarais-
sao nao alleudeo, isto he, 3:1238300 de sorte qu
entre o valor do aterro execotado .a a quanlia gasta,
ha a diflerenja de 6:1329630 rs., qne deve ser atlri-
buida a aterro desfeilo e estragado pelas mares e
correte* do rio, e aos desperdicios e pardas inhe-
rentes a obras d'aquella natureza ; vislo como se
nao pode desconhecer qne era laes obras ha sempre
disperdicios, que nenhum engenheiro pode evitar,
tanto mais, que este nao he om feilor que esteja
constantemente no logar da obra, contando e rece-
bendo materiaes,
Nao aceito o prero de 68800 rs. que d a com-
missao para braja cubica de aterro, porque o de 6J
rs. que tomo por basa do calclo he o regalar e or-
dinario nesta cidade.
Quanto ao argumento qne a commissao quer ti-
rar da qnantia da 12:0009000 rs. que dava o orja-
mento primitivo para o aterro total, para fonda-
mentar o sea calculo, tenho somente a dizer que al-
l foi a braja cubica oreada a 28000 rs. prejo com o
qual se nao deve argumentar, tanto mais quanto eu
mesmo sou o primeiro a renunciar taes prejo, e a
confessar que aquelle orjamento nao satisfaz.
A commissao enlendeu-me mal se acredita qoe
eu disse que lodo o terreno aterrado ern nm pal de
profondiJade media de 20 a 22 palmos. Eu u que
disse foi que no centro do lugar onde se fez aquelle
aterro, achou-se ura pal cora a profundidade me-
dia de20 palmos e algons oulros em diversos pontos
cora menor profondidade ; mas nao quix dizer qne
o terreno em sua generalidade losse esse pal e que
em toda sua exlensao livesse a profundidade de 20
palmos.
He verdade qne no meu relalorio dirigido ao Exm.
Sr. Souza Kamos, quanito a obra eslava ainda em
cornejo e eu anda nao tinha motivos bstanle para
conlar com as circnmslancias qae vieram depois, eu
disse qoe nao supponha qae excedeise o orjamento.
Mas o qae Importa isso ?
Engaiiei-me, errei mesmo. E quem he que nao
erra '! Nao erroa tambem a commissao nos calculo
a qua procedeu \
Disse u tambera, como recorda a comraissio qae
i despelo das despezas ,1o alerro o terreno Gcaria
mais barata do qae qualquer ontro de exlencao
equivalente, em qualquer ponto do centro da cida-
de ; a disse orna verdade que demonstro.
Compare-sa a ara do alerro da rasa de detenjao
;i,33l brajas qoadradas) com a quanlia dispendirla
f38:34993:i0> e ver-se-lia que sabio cada braca qua-
drada a 89100 rs. prejo pelo qual se nao comprar
nenhnm terreno em local conveniente no centro
desla cidade. Ninguem melhor do'que V. Exc. sa-
be quanto foi vantajosa a compra ltimamente feila
do terreno preciso para o edificio do Gvtnnasio Pro-
vincial. Pois bem, faja-se a conla por' brajas qua-
dradas o se conhecera' que a 309000 rs. o palmo de
frente com 260 de fundo, costar cada braja qua-
drada 119500 rs. E ola V. Exc. que dos terrenos
da ra da Aurora e adjacenles aiuda nenhum foi
vendido por menos de 308000 rs. ao palmo.
Por lano o tec/eno da casa, de detenjao cuslou
minio barato e menos do que em qualquer oulro lo-
cal conveniente, como ea o havi dito.
Comparacoentre as construcciies Yeitos e conla
das materiaes.
He ainda na informaj.lo do ajuriante Mallos,'e as
tabellas annexas que V. Exc. achara a explicajao
dos engaos em que laboroa a commissao na con-
fecjao de seus clculos comparado com as des-
pezas.
oi^oi!8!*01'3 nolada explicada a oraiss'ao de
214,392 bracas cubicas de obra de alvenaria nao
contada pela comuiisso, que esquecea os alicerces
existentes no interior dos raios do sul e leite, o que
que me da direilo a dispensar a dadaco e niio con-
cessao qae me quiz ella fazer.
Tambera vai all demouslrado qne a enorme dif-
ferenja de 1,960 milbeiros de lijlos achada pela
minissao lie ficticia. Essa diflerenca nao ha sena
i 58,539 lijlos, que relativamente" a qusulid.nl
total de 4.021,810 da urna perda da 1 1|4 por cenlo
prximamente ou de 12 lijlos por milheiro. perda
qoe ua verdade nao se pode lachar de excessiva cm
urna obra crniio .T casa de detenjao.
Devo dizer a V. Exc. que a basedef 2,(00 lijlos,
que o ajudaule Mallos tomn para calcular o volu-
nte da braja cubica, he loda fundada na pralica e
na observajao, e esl de 'accordo cora o orcamenlo
feito para arreni.itajao d'aquella obra.
Se V. Exc. qoizer mandar ouvir qualquer mestre
pedreiro desla capital, saber de todos qae com me-
llo d'aquelle numero de lijlos com a dimensoes
que estes gcralmcnle tem, nao se pode fazer urna
brara cubica do alvenaria. Entretanto creio, pelo
resallado do ralcuo da commissao, qae ella lomou
por baso 1,800 lijlos a despeilo de ver que oo or-
jamento que i para ser execulada por arremata-
,<.. ^uu ^uiiiju uodumiii que uevia ser ;r-,.-s____ w : ^- -----------
execotado por arremataj3o e qoando os materiaes es- ,'nformd0. em,aae *> ah*m todos os dados, que
lavara mais caros, he de 708 rs.
Nessa comparacao ha engao alias bem visivel. Na
secretaria do governo devera existir archivados am-
bos os orjameiilaaf e se V. Exc. se quizer dar a pena
de os oxatajinar, <&ra que no primitivo os valores nao
se acham discrirmnados como nu segundo : quasi to-
los os preco elementares esiao all englobados no
rejo geral do objecto.
Assim, por exemplo, aquello valor de 809 rs. da-
do a urna braja cubica de obra de alvenaria, abran-
ge o de todo os materiaes e mo d'obra respectivos,
excepto o material cal branca, para rehoco, que tem
verba especial e est calculado na razao de 600 rs.
por braja quadrada. Entretanto que, quem allen-
der para o segundo orjamento (capitulo 4, Ia sec-
r.io. Avaliajao geral das obras) ver qae alm da
quanlia de 12:5968780 rs., valor de 179, b. c. 95 de
alvenaria na razao de 708, lia nao s a de 2:6158112
jao, eslabelecio numero de 2,100 que alias nao ha
arbitrario como parece, lendo em attenjao o vol-
me do nosso lijlo,
f.eralmente o lijlo que se vende so mercado pos-
lo em obra oceupa um esparo aproximalivamenle
da 240 po|e3adas cubicas, com as respectivas cama-
das de argamassa. ^
Ora lendo a braja cnbica 51,200 polegadas cobi-
cas, v-se que sao t,eces,,rio, -2,133 lijlos para
corapo-la. '
Pode-se lambem calcular pralicamente como fa-
zem os pedreiros ; isto he. contando 25 fiada., cada
urna das quaes com 86 lijlo,. 0 qae j^ 2,|50 lij-
los: he verdade qne esse calculohe um tanto favo-
ravel, e por pouco que augmente a dimensao do (i-
jolo, aquelle numero desee ; pe| que pode-se con-
tar quasi cora precisao com 2,100 lijlos para cada
braja cubica ; he esla a base que lomo par mos-
trar qae a quantidade daquelle material consumida
na casa de deenjao na he exagerada cono incul-
cara c-s clculos da commissao, e como se dissena as-
semblea provincial, sem o menor conliecimenlo e
observajao.
Cabe lambem aqni dizer: eslalinguagera dos n-
meros explica melhor que todos os raciocinios qual
deva ser o pensamenlo que se possa ter sobre o tra-
balho do relalorio !
Acha a commissao, qne o numero de operarios he
excessivo e nao esl em relacao com os maleriaes
empregados. Nao ha objeejao menos fundada e in-
juslificavel I
Quem tiver algama experiencia de constroejao de
obras, quera tiver mesmo lido os autores pralicos
sobre a materia, sabe que as constrneces de na-
tureza da de que se trata, a despeza com u pessoal
regula, pouco mais ou menos, por 2|3 da despeza
total. E elleclivamente temos nesla ddade urna
obra, que recoiihecidaiiienle he execulada com lo-
do o zelo, e sob urna inspeccao ramio rigorosa, a
qual oflerece urna prova muilo conveniente disso, e
um argumento muilo poderoso ero mea favor. O
hospital de Pedro II foi at apoolado naassembla
provincial como ora miraste com os disperdicios e
prevaricarles da casa de detenjao : en aceito aquella
obra por lermo de comparajao nesla parte.
Pela conla assigoada em 15 de marjo do corrente
anno, pelos digno e honrado Srs. Jos Pire Fer-
reira e Antonio Jos Comes do Correio, e publica-
da no Diario de23 do mesmo mez, v-se que sendo
o total da despeza all feila de 102:fi619750, a verba
jornaes Oe operarios he de 43:6909801 rs., qne cor-
responde a 2|5 pouco.mais ou menos daqnella
quantia. O lotal da despeza rfa casa de deten-
jao era, na occasiao do exame da commissao. de rs.
297:0359580.
Abata-se dessa quantia o valor do aterro rs.
(38:3199330), e ver-se-ha que os 82:0388870 rs. de
despeza com o pessoal esla em proporjao mais fa-
voravel do qne na obra do hospital Pedro II, por-
qoe nao chegara aos 2|5 do valor total.
Ora em vista ainda dessa linguagem das cifras, nao
lerei eu o direilo de averbar de injusto, senao sus-
peito o juizo da commissao? V. Exc. o decidir I
Acerca da desproporjo qne nota atVommissao da
cal e cemento em relajao ao lijlo, nao ajunlarei
nada ao que diz a Informacao do ajudaule MaAti
porque ahi achara V, Exc."urna demonslraeJb*|
do emprego daquelle malerial, que foi consumido
na razao de 17 alqueires por cada milheiro da, li-
jlo.
Tambem ahi encontrar V. Exc. a explicajao das
diflerenja indicada no relalorio da commissao, en-
tr os valores da madeira orjada e os da madeira
consumida.
A commissao nao distingui a madeira emprega-
da na grada do alicerces e estacadas, e confundin-
do-a com a da coberta, achou o accrescimo de rs.
9:14-18590 que nao lem relacao com a coberta ; en-
do_que n valor desla deu-se al urna economa de
1579950 rs. Tambero a diflerenja real no valor do
taboado na he senao d 1:4398760 rs., proveniente
de forro da casa da adminislracao e madeiras em
deposito, e nao de 16:9028386 r. como diz o rela-
lorio.
Tedho respondido, Exm. Sr., a mais importante
parle do relalorio da commissao, e creio le-lo feilo de
-modo a mostrar que ua obra da casa de detenjao ha
zelo, ha fiscalisajao e cuidado no em prega., do di-
nheiros pblicos. Nao quero com isso dizer qae nao
tenham all havido cerlos desvos, certas perdas de
servijo, cerlos desperdicios, na; porque em ama
obra de tal natureza he impossivel evili-loa, e ne-
nhum engenheiro podara embaraja-los. Nesla
provincia se lem feilo, e fazem-se muilas obras pu-
blicas, sem ser sob minha adminislracao, e porven-
tura na se dora lambem desperdicios nellas?
quem ousar nega-lo?
Na amiga obra do palacio, as da alfandega, Ihea-
tro publico, arsenal de marnha, etc., nao lero ha-
vido esses desperdicios? Todava bemlooge de mim
est o querer por eu duvida a probidade e zelo das
dignas pessoas qae as tem dirigido. Porm se to-
das aquellas obras tivessem sido examinadas por urna
commissao que adoplasse o mesmos principios esla-
belecidos no relalorio a que respondo; se oa seas
clculos repousassem sobre a mesma base, que aqni
entrn ; talyez qne a sorte dos individuos que as
tem inspeccionado nao fosse differenlc da da actual
director das obras publicas da provincia.
Cadeia de alinda.
Na informacao sol n. 5 do.engenheiro que rece-
beu aquella obra, nao s se acha demonstrado qoe
a commissao apreciou mal a: causas do desaprumo
das paredes do edificio, e nao distingui algnmas
pejas da coberta, que se achavam incluidas no nu-
mero das travs que ella achou de menos; como
tambem que a mesma commissao coramelleo en-
gaos que turnara inexactas algumas das suas atse-
verajes, laes como a de nao terem as portas das
prisocs as dimensoes exig Jas pelo orcamento, e de
ler sido concertada urna janella com um fundo de
barril. Taes inexactides, ainda qoe commetda
em boa f, como quero crer, fazem todava lem-
brar qoe nm do tre membros da commissao que
foram examinar aquella, obra, he o proprio depala-
do que por lal motivo, oa assemblea provincial,
primeiro aecusou esla reparlicao. '
Acudes.
Somente de don se" occnpoo a commissao, nao
obstante muitos oulros terem sido execulados nesta
provincia. Quanto ao primeiro sobre qne ella fal-
la, o de Limoeiro, na informajo sob. o. 4 d o
engenheiro qne confeccionou o orjamento delle as
explicarnos convenientes, qoe fazem ver qae a ex-
traordinaria cheia do Capibaribe no anno passado
se eleve o ter ejlearrombado.
Tamb'em a esse respeilo julguei conveniente onvir
o ajudaule Feliciano Rodrigos da Suva, que foi
quera receben aquella obra; porm achndo-se esto
em commissao na Serra id Russa, para alli oflcie-
Ihe. eat o presente ainda nao chegou-me a sua
resposta, naturalmente pela difliculdade de commu-
nicjca directa entre esla capital e aquelle lugar ;
pelo que, e por me parecer qae resposta do enge-
nheiro satisfaz, entendo qoe nao devo retardar esta,
qoe alias V. Exc. pedio com urgencia, e j vai de-
morada, pela razao do ser-rae preciso esperar as
resposlas dos diversos engenheiros.
Acerca do acude de Carnar, a commissao ref-
rete a am ofllcio do Sr. inspector da Ihesouraria,
aoqual o mesmo engenheiro cima referido res-
ponde de modo cabal e salsfatorio, como poder V.
Exc. ver na raesma copia de n. 4. Ao qoe ahi elle
diz me retiro inleiramenle.
Estados graphicos.
Nesla parte do relalorio ha urna tal confusa en-
tre Irabalhos distinctos, que sou forjado' i entrar
emum detalhe mioncioso, acomparthando cada nma
das asserjOes da commissao; cumprindo-me antes
de ludo observar que bom foi qae a commissao ve-'
rificasse, qoe do 1 de julho do anno passado, al o
ultimo de Janeiro se haviam gasto 4:4069850rs. em
estados graphicos para todos os trabalho da pro-
vincia, o que moslra qua esto verba nao consom
qnsntiasJfabnlosas,como se disse na assemblea pro-
vincial.
Nota a commissao qoe o meu relalorio do corren-
te anno nada diga sobre cstudos graphicos no pan-
tano de Olinda, nao obstante a somraa dispendida.
V. Exc sabe perfeilamenle que trabalho alli se flze-
ram ; porque com sens proprios olhos observou. Vio
qae orto linba sido limpo, qoe muitas picadas esla-
vam feilas, e qne se eslava levantando a planto do
mesmo rio; de sorte que o Sr. coronel Conrado
quando aqni chegou em Janeiro, j achou execula-
dos todos os estudos preliminares para o trabalho
que apresentou a V. Exc, o que, se isso nao fra,
elle nao teria feito em 13o poneos das. Se a plan-
ta do rio n3o foi presente a commissao, proveio isso
de que enlo nao eslava ella ainda passada a limpo,
como se acha hoje, sendo que at j a remalli
V.Exc.
He verdade qne algumas plantas, c nao muitas,
nao se achavam no archivo dessa reparlijao quando
a commissao as pedio, porque eslavam na mAo dos
engenheiros, que tinham de proceder a Irabalhos
em visla dellas, e outras mesmo para correcjoea e
rectifica jOes.
Eu disse em mea relalorio desle anno que eslo-
dou-se o acude de Bom Jardim, e a commissao o poe
em duvida. porque na planta dsquelhi povoajao nao
vio mai do qoe um trajo encarnado, corlaudo nm
valle. Se ella me dissrsse o qne he qae emende por
estudos precisos piu;,, grade, tatve que n ffe-
dessemos entender melhor.* Para mim aquelles es-
tados coosistem na observajao a exame dos terrenos
adjacenles ou contiguos ao ponto emque sequercons
Iruir o ajude; fque em linguagem technica nao he
mais co qae a obra feila para produzir a repreza,
islo he, o parodio ou atorro,), de sorte qoe a planto
geral de loralidade com a indicacn do poni da
obra conslitoe o eslud. a commissao qor notar
a falta dos perfis, devo dizer qoe ea oSn disse que
se tinha feilo o orjamento ; e nAo tenho colpa de
que ella ignora que o perfis $3o somente os elemen-
tos constitutivos do calclo para o orjamento, sflo
um resultado dos esludos, mas nao os mesmos es-
tudos.
Acha a commissao um grande defeito as plantas,
e he a (alta dos respectivos perfis, osquue s exislein
oas planta das estradas da Estrada. Mas isso nao
he exarlo, porque todas as plantas de lauros de eslra-
da lem os seus perfis, sem os quaes nao se poderia
confeccionar o orjamento devido: c a prova de que
o que digo he verdade, acha-se na secretoria do go-
verno. onde licam ai chivados lodo esses Irabalhos, a
medid que sao com os orjamenlos rrmellidaa>desta
repartir para serem execulados. Ahi se vssr quo
nenhuma planta a orjamento de laucos de eslrada
deixa da ir acompanhada do perfil correspondente,
tanto longitudinal comu transversal.
A commissao confunde as plantos dos povoados
oom os Irabalhos precisos para os orcaineulos dos
ajudes. Em 1832 levanloo-se a planta da povoajao
de Baixa Veide, porm s no anno paitado esludou-
ie o acude e se Gzeram os oivelaraentos e mai me-

}
J
a
deees precisas para o orjamento do valor da obra
Foi isso lambem o que se le relativmenl a (Sb-.
bres e Ingazeira ; pelo qne na ha essa repetir
que ella nota, por nao ler querido distinguir ,*
que sao differenles.
Quanto ao ajude de Sao Santo, lBb elle sido
oxecutodo cm 1832 ha obvio que havia de ser raen- '
donado no relalorio segaioto, em Janeiro de lcSTe
nao anteriormente.
Acetca da estrada da Etcada a commissao lambem
se engaa ; na ha repetirlo de minha parle. Ea o
que disse no relalorio de 1852 foi, que se tinham or-
ganisado as plantas do segundo etereeiro Ianj6s,e no
de 1853, disse que'se linliam organisado os orjamen-
los ; sao pois cousas distinctos.
O mesmo repelirei relativamente a estratlsjjb n<
le. Diisc apenas em 18.2 que eslavam concluidos
os estudos do qoarlo lanco, c se havia comecado os
do qoioto, e em 1853 disse qoe se lnha organisado
o orjamenlo do quarlo Unjo. A commissSo compa-
rando anda o relalorio de 1853 cora o de 54, acha
extraordinario qae este diga que fez se o orjamento
para segunda parte do primeiro lanjo daquella es-
Irada, quando no primeiro eo dava a estrada con-
cluida ale o quarlo Unjo, e se suppoe feito ene tra-
balho.
Mis extraordinario, porm, acho ea qoe a com-
missao ou o seu relator dando-se ao trabalho de ea- .
tar nos meas relatnos cousas pequeninas e sem va-
lor para reusurar-me, nao euconlrasse oo mesmo
relalorio de 18o3 (pag. 20ras seguinles palavra, fal- '
lando da eslrada do norte: A segunda parle desle
primeiro lanjo que chega al Olinda, nnnea foi exe-
culada, e nao lem a regularidadeelargura precisas-
porm, como seja de pequea exlensao tem-ie feilo
alguns reparos mais precisos, afina de facilitar o
transito, emquanlo se nao conclne.
Sempre que lanbo tratado de estado graphicos e
Irabalhos ua eslrada do norte, he referiiidn-roe a ar-
l'r de Olinda para dianle; purquasjjbi d'ahi em dian-
la qoe comecei os Irabalhos. Portento oao lem a
commissao o direto de dizer que ha conlradije na
minha assever.ijoes offldae ; a menos qae querr
que eu diga que ha malvola inleojio oo mu rela-
lorio.
lie verdade qoe levanlou-se em 1833 urna planto
da cidade do Kio Formoso, para o lim smento de
marcar-se a posijao da cadeia ; mil uo aun seguin-
le levanton-se outra mais extensa e dsjeenvolvida,
para Irajar-se o .armamentos, trabalho qoe svie
ser muilo mais minncioso do qae o prfBieiro, tanto
mais quaudo crescendo aquella cidade de da em di,
uo espajo de'um anno oflerecia 'grande alteraj3e.
AplantodeNazareih posto que levantada em 18S3,
nunca foi mencionada senao no relalorio de 1854,
porque so nesse anno me foi entregue.
Quanto a nao existir i caria corographiea da pro-
duca, respilo o quedisse a commissao : nao tem
havido lempo para esses trtfbaluos que exigera pa-
ro e proseguimento sem interraMoe : alm da que a.
nunca se mareen quola para i>o. e bem se veqov>w.
cora a quantia que seda para estados graphico at "lit ._'"
se pode fazer aquelle servijo.
Nao vejo que seja cousa 'imiiertaiito a dala, cuja
falla se nolou. em algumas plaas : s3o Irabalhus
que sao logo execulados a medida qoe sao feilos, e
na sei mesmo o que importa de bom oa mo, no-
la, no corpo das qoe ficam archivada nesta reprli-
jao do da, mez e anuo em que se eslodou o terreno.
Alem disso as plaas quando sao remettida ao go-
verno levam sempre asta dita, que 13o importante
parece a commissao ; e da acta da sessao em seja,
que ellas sao approvada pd saitihecjr qnal ella
visto ser esla a occasiao em qoe as planta a con-
sideradas validas.
ftarece-me, Exm. Sr., ter respondido a todos os
tpicos do relalorio da commissao, qae entre tentse
Lio vanados Irabalhos execulados"por esta reparti-
rlo, um s n3o choa qae podesse merecer urna pa-
lavra, nao ja de valor,.mas de approva.j3o .'
He natural qae os acluaes tmgeuhe'iros e particu-
larmente o seu chefe, que nao tem a pretenjao de
se crer infallivel, tenham commeHido muilas erro.
porque elles s3o homeos e o erro be partiUu da hu-
roaoidade. Elles desejariam que esses erras Ihes
fossem notados e advertidos por pessoas de boa T,
porqoem podesse e quizesse ensinar-lhes; porque
possuindo,o senlimento do dever elle os corrigiriam,
para melhor servir a provincia que o ehamou ai
seu servijo. Mas u3o sera nunca por meio de unja
censura svstematicamente injusta, calculada poli
efleilos da oflensa pessoal que pode produzir, que
ha de concorrer par o estimlo e aperfejoamanto
de urna clatse que v os erros de sua ntelgeaeU,
muilas vejas mesmo os actos mais puros, confund
dos como*anenj3o perversa, como crirae '- como toas
esligmalisados! Nada valem tantas obrai execula-
das denlro de espajo 13o curio, para qae se loe fi-
zesse a juslira, que sera o muco premio de tantas
fadigas, de tanta dedicara para vencer Irabalhos
immensos.
Noenlanloduas pocas bem distinctos separara o
seguimento e execujao das obras publicas nesta pro-
vincia: ao estado dellas convidara en os que qui-
zessem apreciar os trabalho dos acluaes engenhei-
ros. Compare-ae o que se fez em 13 anno, de 1837 a
1850, despendendo-e mais de mil e Miscaaloa con-
losde res, cora o qae se ha feilo em cinco aaiaos, de
I8.1O a 1833, despeudeodo se menos de mil cornos; a-
preciem-se as obras de arabas essas pocas. .Na pri-
raeira achar-ty-ha 29,500 braj>rrentes de eelra-
ia rerta7"-rm- ^ p^oXe so^n o Jaboa-
tSo, a da Boa V vierto do Bujary. Na
segunda encont^tK de eslrada execu- .
lacla e mais l8,^PImlexecujao, a obra da casa de
detenjao, o hospital de Pedro II.JOO brajas de caes
nesla cidade, diversas ponte novas, alera" de outras
em siibstituijao de antigs, varias obras pelo interior
da provincia, etc., ele, nao fallando na obra do ca-
raiterio publico e oa capclla, feilas a cosa da ea-
mar municipal, e oulros trabalhes-preparatorio da
valor.
Sao toes obras, Exm. Sr., qoe um dia no futuro,
eu o espero, ha de responder a sse espirito de ma-
ledicencia que se ha manifestado no presente.
Quanto ao juizo qoe V. Exe. possa faxer do tra-
bamos desta reparlicao, desvanej-me era espetar
que elle sera o que pode partir de ama ntelligeoeU
esclarecida, de um espirito redo, que tem titas era
sua m.lo quasi lodos esses Irabalhos e que tem a glo-
ria de ter sido quem mandou executar moilos delle,
recommendajeu pela importancia e pelo fias rae
s3o destinados a preencher.
Dos guarde a V. Exc. Direcloria das obras pu-
blicas 2 de agosto de 1833. Illm. e Exro. Sr. coa- '
selheiro Jos liento da Cuuha e Figueredo, digno
presidente da provincia.O director, Jos 'irirt
^t-e Ferrelra.
COMISANDO DAS ABBKAS.
Qaartal-teneral o commando das arxaaa de
Pernambuco na cidade do Recito;* 7 de
novembro de 18S6.
OttDEMDODIATim.
O marechal de campo commindaote das aflnas.
em visto das communicajOes ncutspe da presiden- *
ca com o fecho de lionlem, faz certo para cie;|ci
da goaroicao, e devida observancia, qa o pjivemo
do S. M. o Imperador houve por bem por iriso do
minislerio dos negocios da guerra de 19 de oulubru
ultimo, nomear para eommandanto do presidio de
remando de Noranha o Sr.major aggregado ao cor-
po de estado maior de 2" dae, Sebatiao Antonio
do Kego Barro, que deveri estar prompto a seguir
para o sea destino na priaeir oppo-lunidade de
transporte, continuando no ealriitoMev^a^ olterior
deliberajo, as funcejes qae esl extreendo no ha-
lalhSo 10.- de infamara ao qual se acha a^ldido.
Paz igualmente cea% o marechal de campo com-
maudanle das armas, qne o mesmo governo foi ser-
vido, por decreto n. 1ti49 de 6 do referido mea de
outubro abaixo transcripto, mandar crear conseihos
econmicos nos corpos arregimentodos do axerdto,
eapprovar o rcgutomenlo respectivo-, do qel, para
ler execujao sao mandados nesla data des exempa-
res a cada ora dos corpas aqui existente! e um aa
companhia fixas.
Decreto n. 1649 de 6 de outubro de 1855.
lendo-se abolido os cooselhos administrativos dos
fundos de fardamaoto, cread*! pelo alvara de 12 do
marco de 1810, semquedefiiemenle seprovideu-
ciasse acerca da maneira arique devem ser desem-
f4jenhadas outras lunjSesf jdminislraliva, qoe se
achavam a cargo dos ditos /seibos, como as d
trata o artigo G da carta Blel (le -* de noven
de 18:10, hei por bem mandirepar nos corpos
giraeutados do exercilo, consensos econmicos, i q
servir de regimeoto o regulanent
baixa, assignado pelo Morque de Caxies, do meu
cooselho, ministro e secretoriadt) estado dos negocios
da guerra, que tssim o .leona entendido e faja exe-
cutar. com os despachos ncemenos.
Palacio do Kio de Janerr de oolobro de 1855
J'i" da independencia e do imperio. Com a rubrica
de S. M. Imperador. Mrquez de Caxias.
Assignado.Jos Joaquim Coelho.
Conforme.Candido Leal Ferrrtra, judante de
ordens aacarregado de detalhe.
8
ORDEM DO DIA N. 144.
O Illm. e Exm. Sr. marechal de campo Jos J*a-
quimColho, cummandanle'da armas, manda Bil-
blicar para conliecimenlo da guarnljSo e fms con-
venientes a seguinte
Procitao,
Dora Pedro, por greca de Dos e unnime aecla-
majao dos povos, Imperador conslitueional e de.
fensor perpetuo do Brasil.
Fato saber aos qoe esto minha proviijo virem,qu
tendo subido a miuha augusta presenja urna consul-
ta do conselho supremo militar de justija, datada
de 12 do mez prximo passado, a que maudei pro-
ceder sobre o ofcio numero 110 de 9 de dezerbr
de 1852, em que o presiden te da provincia de M^B
Ceraes peda esdarccimavilos sobre os casoj. em que
os ofliciaes raililares destocados ou em Jervijo, po-
dem ser presos por autoridades eiviss cm virtadq de
processos crimescivis, ou anles dar culpa formada,
nos casos em que as leis o perrqiftem a respejp
paizanos, independelite de requisicAo ao ~
pruviucidl ou ao cora man da ule do i
mando-me inleiramenle com o (
hei por bem.normiiiha imralala
de 15 do nbredilo mez, nianda_
militares uas circunSlanciasS^J _
ser presos mt ordem das fm^
pendente da requisicAo ao gov
1
-^inde-
ibiman-
danles dos corpos respectivo, na foraM e mrti,
do processo e le de 3 de dezembro Jaj
elles nos crimescivis eslao sujeilo
ruiiipritido porem accresaajfclar
colliido a prises militare^ d__
menle parle do occorrido solad
plente, egundo o dispoto na
agosto de 1837, aviso d 29 do
visto qoe
cunimum ;
e ser re-
iramediala-
COB'-
de 19 e*a
nte,


-
\
1.
> .
V .

*
V

^Hfel oulubro 176.1, pargrafo sello.
i. mando sjiioridade a qiura compele e
a qutm o conhecimenlo denla perteu-
cer, i compran goardem 13o inteiramente como
devem e uella te conlem.
S. H. o Imaeralior, o mandou pelos cousellieiro
de guerra abano aasignudos. Joao Martina do Sou-
M Calda a foz nesla corle e cidade do Rio de Ja-
neiro aoa qualrq das do me/, de oulubro rio auno
do Natcimonlo de Nosso Senhor Jess Chrislo de
18S5. .
marecli.il do campo Joao Carlos Pardal, vo-
s>al secretario de guerra, a (iz escrever esubscre-
I. Bario dti Suruhy.JoSo Chrisostomo Calla-
fe.Conforme, Joao Baplista Ferreira.
As.-iatflWo.lote Joaquim Cocino.
Conforme.Candido Leal Ferreira, ajudanla de
or lens encnrregado do delalhc.
PERNIBIJCO.
10-
s, o*
uto-,
pro-
COMARCA DE SANTO ANTAO-.
\ doria :ll de oulubro.-
leu amigo. Abrio-so aqu o jury uo da S desle,
e encerrou-ta uo dia lt>. Eutraram em julgamenlo
MartnelJos uo, e Goillierme Francisco Anlonio, por crime de
i defezat: Manoel do Hosnrio do Carmo,;\'c-
nancio, escrav, Joto Ferreira Cima, Antonio Fra-
date de Azevi do, Jo3o Severino de llrilo, e Joao
Francisco da Salva, por offensas physicas : Jos Vi-
cente, por crime d'ameacas: Francisco Verissimo
do Hego Barros, por 1er soltado recrulas, e todos
forana, coiidemnados.
; O jury mostrou-atl'nuilo apaisonado do gro mi-
nino, porque, segundo me informaram, nao havia
eircunuUneia allenuaJile, que bem ou mal nao en-
raizaste. A p-oposilo, ri-me milito de urna cir-
cumstaocia atienuanle que fui rnesmo de larracha.
francisco Verissimo accusadp por 1er sollado
rulas, qae havia mandadofrender o subdc-
i Sarment Lima, o qual Uvera ordem de a-
o recrutam;nlo, o couselho julgoo que Verissi-
comnetlido o delicio, mas que ello fura
^^^f"* a exocucjio de urna ordem ille-
Bmmo subdelegado lem e nao lem di-
|*jtiir Qaaodo isso me contaran), eu,
tuU da serra, dei om sonoro Ubi. Mas
o be que sem embargo disso, portou-sc o jury
oais ou meajoa jhicciro, e bem leria con.
eus importante traballios, se n.to absnl-
laooel Yliemoteo, criminoso de morle, que
lido ciudemnado a goles perpetuas, c pro-
* no ro julgamenlo, foi com um escndalo
oso abso vido pelo jury por sete votos,.apelar
menta aecuarao, que, segundo me informa-
ran, itera o limito digno e honrado promotor pu-
blico Ur. yue ro, e que demonslrou com pro-
vas robustas o crime de semclhante monlro. Cou-
eatti procedimenlo, que medizcm,%ra
la pela maioria doa jurados, os quaes mui-
r censuraran) os seus collegas que naquelle come-
ta. Apezar de achar boa a inslituicao do
jury, quaii es ou concordando com o Sr. ministro
a juslira.era relami ana reforma, tirando do ju-
y aquillo que elle poderia moi bem deierapenhar-
aa sao fra a ndidereisca, e algumas vezes'escan-
daloso patronato, que o leva a absolver em muit.is
atines crirniuosos d'alla plaua. Oizem-nosque
rou ueste oinselho um Sr. que aiardei* em dizer
i'pa/a elle nao lia criminoso, e que nao faz caso
juramento. Consla-me que esle hornera moveu
nada seus cotppanheiros a volarcm no aenlido
ivo. Ni) acredilamos qoe liaja quera assira
, e por isso damos quarenlena a eases dizeres,
or serem repugnantes, os reputamos, por ex-
oraple, exagemdos. O digne e integro jniz appe'llou
desta absolvicao. Espera-sc que i vista deiima in-
juitica o UMuifesIa a relajad mande sejbetter a
novo julgaraeiito, a oes caos para qae o consellio que lenlia de julgar eme-
Ihanle hornera, melbor compreheuda a sua missa.
Paasemoa a;ora a outrai noticias, que por cerlo
lha nao bao d. agradar, oque cora graude pezar
vanis registrar.
*o que so levanl um clamor de cinco ou
{otloto contra algumas aulridades, e cun-
t>m pobre occleeiaslico d aqui : detpelados, di-
ziam aqaelles maoequius, que eram perseguidos, e
a todo o transe, e neste seulijo procuraram desa-
eredHar os seo- ''"^kMijnt. onclicml
* rtilfaji eptTKeTos"~
maia injorioets qoeTie podem imagn
ram o que puderanf, usarain da linguagem
priadellet, msntirar sem pudor. Ningoem, po-
re, fazia cato de feo vis a despreziveis calumnia-
dora, cojas bravatas eram iidas em completo e so-
berano de.prei;o. O goveroo e lodas as pessoas seu-
iesla comarca bem conliecera a iusigoincan cia
djgaafonUos raenlecaplos, e sabem que todo
fazia m pira nato apearem-se de seus pos-
to, pois d'atii Ibes vinliam immensos proveilos com
prejuixo de tolos. He sabido geralmeote que se es-
ta comarca Ice algum melliorainenlo foi devido
boa dniinisti a<;o, a energa a prudeueia dos Srs.
Urs. Perelli, Cirne Urna, e (ueiroz. ludo o que
enlSa vamos lie a prova detsa assercJo. O apoio e
o applauao do bom santo de toda a comarca a estas
aatoridadea, urna ja-tira bem administrada, urna
Vigilante, a reprsalo do crime, a perseaul-
i mal v< dos, a se tranca individual a de pro-
We, todj nos inituzia a crer qoe iamos a pas-
rgos no eaminlio do progrewo. Engao .'!
imas muJaujas, P9rcm, nos Irouxeram gravea
ruinas.
s tie almas mesqniubas, cunuchos de
intelligeneia, cujoa coraroes. *a cavam semen-
t em arirae.., laaMMi a parversidade a ponto de
maiidtrem^eipanettWm ungido do Senhor Core
n alentado seraellianlc, que fez contristar
s dn lodos, aconteceu uesla cidade, no do-
i deste, uapeisoa do Kev. coadjutor desta
t'nando, lia pnoc, seJieia. este padre
t* resta de S. Mtge, de que foi o pre-
pon auditorio lodo allecioso e devoto.
9 da noUe, denois dos ulliraos.aclos reli-
aoltaya pacQco para sua morada, foi que' os
satellite* dali^Uoaz. vomita los pelo averno cum-
adr. forjado enaa|ta/st/iosos e negros
roa. AsidtMo repentinJBItraicoeirameiite ao
^em ma cata por dout malvados, aollreu
> algumas pancadas, de qae feliz-
nao resultou ao um rerimenlo no dedo
la lo esquerda e algumas pequeuaa cou-
O padre eambileando al o cliao com o cho-
que da pr.flielra pancada, que receben pelas cosas
(eovardea!) obre o cliapo de tres hitos, e levan-
tando-se com rapidez, pode muda usligar cora o
chineo do i ol as renta da um dos malvado : am-
bo, porom, aos gritos de urnas mulhcres, que bra-
f siccorro, abandonando a empreza deila-
H a.^m que hnuvesie a menor diligeuci.'
ando aignmas pess las particula-
suas casas, ainda gritaram
uto dos malazejos, sem'cou-
Foi pena que pela rapidez,
i> os podesse o padre
apllltl.
Eram poueo ruis a lenas 9 horas da noile, e
laii un iwllo luar, quando istajjaecorreo^ Im-
iBedialanieiite divulgno-i la acontecimento, e de
urna manen a tao enacerada, que todos suppuuham
achar o padre bem merlo. Sluito povo ( liomeus e
mailleras) q j, ir,,}, edampadi nos retios profondo
parar, ao amao tempe Indignaen, te apinhoou
dHroafoia da casa do paciente, danto evidente
moatra de quer.r vinga-lo, pois o padre he eslima-
Tffo por ledos, menos por meia duzia de individuo
i entre o .inaes o io.tinclo popular aponlou logo
o mandatarios desle aacri;ego desacato, os qoa-
tra man fac moroso. O padre mesmo prolealou nao
te mimizaJa algama por esle mundo de meo Daos,
fila com o las facinoras, e isto por suspeitas sem
fauuamentt. de er elle o autor das miohas cho-
cbaa pobre cartiuhas. Todo o da de tegunda-
M) i cata do coadjutor continuon a estar
lepssoas, que de todas a parles o vinliam
yet titittr.
ffria. vigario saulio-se Uintoe llcou tao indigna-
n da casa do coadjutor, aonde foi, voou a do
jmtaii da conciliar;.! u a pedir providencias.
MU lodos vao indigitando qualro humen
bjno autores de-te allenlado, e o re-
gajaajJ|OKadus, a o nosso conciliador na-
da *V ira taem f
pap lem encarado tudO isso como
uta verdadeir philo.'opho christao, com reaignacio
**V^M jne tam sido lonvado pelo bom tan-
P, e reprovtdo po#alguns, que di-
yeitar-ae da boa vonlade de mui-
r-te de neos ioimigos. Ea par-
rimeiros, a digo qoe o padre
ro minislro do crucificado ;
DIMIO CE PERMIBUCO SEXTA FEIRK 9 l NOVEMBRO D ISSS
para o tribunal divino he que elle deve appellar,
pois d'alii os malvados nao poderao escapar.
Ora, quero-lhe dizer'agora, meu amigo, qual o
grande crime do padre : he por supporem ier. elle,
enmo cima dista, r esta obscura pessoa, que heseu
correspondente Sent no intimo d'alma, qae por
minha causa fosse tao barbara e estpidamente Ira.
lado um hornera a quem estimo; nao bastava
ser elle 13o vilmente detcoraposto e calumniado
por aquellos mesmos, que como se falla por
aqui, sao os motores do seu espaucamenlo, era pre-
ciso mais esta alrocidade. l)e ludo sao capazes os
malvados e os perversos Eston inclinado a crer, c
he niuilo verosmil que isto fosse um manejo dia-
blico para verse oseu correspondente dc-acorocoa.
va, mas euganaratn-se ; eu promello-lhe formal-
mente, a com loda solemnidade, que era quanlo
Dos for servido conceder-me respirar, nao aban-
donareis meu posto : aqui e emqualquer parle on
de me achar, serei inimigo acrrimo do crime, e
persegoirei com afliuco aos malvados. Enibora sej
fraquissima a minha penna, o bom desejo supprir
a intelligeneia, o me dar torcas.
Tornando a uusaa polica actual, esl ella em tao
completa modorra, qoe os malfeilores teni lomado
occasiau de prattcarein das suas cosluinadas heroici-
dades.
Houve uestes das, alcm do fado, de que venhn
de fallar, mais um espancamenlo. Cerlos billres
aqoi da cidade, blasonando estarem em seus dias de
ooro, lem insultado com bilhetes por baxa das por-
tas" (como sao infames!!) ;i algums pessoas, e amea-
tado com bailas, e pao a oulras, pois dizem elles es-
tar ua ordem do da bala, angico e pea.
Os ladrees de cavallos, afogeolados pela polica do
Ur. Cirne Lima, e Ur. Barros, j;i se lem approxima-
do pelo bom faro, e esldo no meio de nos: em lira
mil oulras cousas rao apparecendo, se nao se pozer
um paiadoiro a lano desvario, a (unta desordem. E
he posaivel que isto assim continu'.' l'enso que nao.
Isso esperam todas as pessoas gradas da comarca, e
Deoa nos livre, que nao sejam dadas as providen-
cias necesaarias.
Fico na e\pecta;3o do que se vai obrando por
aqu, para brevemente dizer-lhe alguraa coosa a
respeilo.
Iiou-lhe parte, meu amigo, qoe dons dos excora-
mungadosforampara esseUecfe, nao seifazer o que;
se de longe os avistar, arrolhe bem a bocea, e tran-
que os olhos, afim de nao fallar e nem ver serae-
'hanles pesies, q*e sao peiores do que o cholera-
morbm.
Tetaos por ca mais alguns eicummungados, visto
incorrerem na pena Ipso fado, independente de
seutetjfa declaratoria do juiz, os que mandara, acn-,
selham, ou consenlem os raaos tratameotos de cl-
rigos; os que nao obslam, estando a isto obrigados
ex-offieio ; os que ratificara a percussao, ainda qne
a nao maudassem, aconselhattem, ou consenlisaem.
Ilao de dizer que isto he urna lembranct de padre,
como se eu nao podesse ter, e 1er um Compendio de
Moral, qne esl no alcance de todos ; pois digam o
que quizerem ; eu cu tenlio conscencia da mi-
nha nihilidar, pois nao pasto de um pobre ma-
lulo.
A salobrdade publica vai sem altera rao.
Ja ,lem bavido por aqui algumas pequeuas cltuvas
para alegra dos agricultores.
Adeos.Seu amigo ex corde
O yieloriense.
(Carla particular^.
REPAHTieAO DA POLICA.
tarte do dia 8 de novembro.
Illiu. a Exm. SrNa ausencia do Dr. chefe de
polica desta provincia, tenho a houra de levar ao
conhecimenlo de V. Exc. que das dUTerenles parli-
cpares hoje recebidas nesla repartica-, consta nao
liaver occorrido houlem hesta capital novidade al-,
goma.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de-
Pernamboco 8 de novembro d 1855.llim. eExm.
Sr. Cfoaaiheiro Jos Beulo da Cuaba e Figutiredo,
presidaadeda provincia.O delegado de polica do
primeiro digirilo deale termo, Francisco Bernardo
de Cartalha.
-PdUGAfiAO A PEDIDO.

A mam pal o Illa, Sr, Jos* Antonio doa San
te Silva .
SONETO.
Como doYmes, senhor, ajf o socegado,
Das lidas tormentosas esquecido
D'este muodo*fallaz corrompido.
Como as ondas do mar alvorotado !
(linio ditaso que es, pui amado,
l'or teres seus embustes dbqbatido,
Sabio, justo, prudente e prevenido.
Leus do mundo os encantos desprezado,
Dorme, dorme em paz ; e venturoso
Podesse o filho leu alegremente,
Achar na vida om mar Uo bonancoso :
O grande Dos eterno Omnipotente '
Um porvir te couceda bondadoso
Urna vida de paz perennemente.
Jesuino Claro dos Santos e SUu.
i de novembro de 1855.
COMMHCIO
'KACA DO RECIFE8 DE ISOVEMBRO AS 3
HOUAS DA TARDE.
Colaces odlciaes. v ,
Mojo n Jo honveram colacOes.
ALFANDtiA.
Reudimento do dia 1 a 7. .
(dem do dia 8.......
7(i:l6*>bl
15:2190130
9l:38:tjG91
Detcarregam hoje 9 de novembro.
tialera inglezaMtdoramercaderas.
Brigne inglcz Titaniabacalhu.
Barca fraucezal.ouise Mariemanleiga.
CONSULADO (iERAI..
Rendimenlodo dial 7..... 5:0Up594
dem do dia 8....... 2:l62j880
7:177517*
DIVERSAS GROVINCIAS.
Rendimenlodo dia 1 a7.....
dem do dia 8.......
5553.187
91J88
(50S2C7
RECEBEDOHIA DE RENDAS IMERISAS UE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Remlimento do dia 1 a 7.....3:7678082
dem do dia 8....... 523:499
5:2905581
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiineriln do dia a 7..... 4:8495346
do dia 8........1:778s909
6:62892o5
dem
MOV1MENT DO PORTO.
iiasio entrado no dia 8.
Rio do Janeiro 28 das, barca brasileira Brilliau
le, de 287 tonelada, capilao Anlouio Ni'Kueira
dos Sanios, equipagem 13, em lastro ; a Novas
& Lumpatihia. Iieuu de quarenlena por 10 dias.
navios saludos no mesmq dia.
Aracalylliale brasileiro Aurora, mestre Eslacio
Mendes da Silva, carga hiendas e mais gneros.
I aasaaeiroJ. Joaquim Romao B.pti.ta e 1 criado,
Lourenco Jos de Queiroz Pessoa.
Rio de JaneiroBriaue brasileirc Mariana, capi-
tn Joaoda Cunha Jnior, carca azuardenlee mais
gneros. Paxageiros. Anlonio Elloy Marque
Jote Mara do Valle Jnior, Jet Figoeiredo de
Audrade.
Suspendeu do mosqneiro o vapor de guerra ingtaz
Rifleman, commandante Chrislian, igoora-se o
seu destino.
Ilha de FernandaPatacho brasileiroLegaldade,
commandante Braz Jos do Res,
EDITAES.
Joao Maria Wandeukulk, cavalleiro da imperial
ordem do Cruzeiro, Chrislo, e S. Beulo de Avie,
chele de dvisao da armada nacional e imperial,
commanduola da eslacao naval da Pernambueo,
comprehendida entre os parallelos do Rio de S.
Francisco ecabo rie S. Roqoe, por S. M. o Im-
perador, qoe Dos goarde, cavalleiro da ordem
de Francisco primeiro do reino das Duas Sicilias,
ele, ele.
Fni;osaber que em execucao de ordens do Exm.
Sr. ministro da marraba, queme foram Iransmill-
das palo quarlel general, em offlcio n. 63 de 10 de
oulubro ultimo do disposlo as nstroccoe qoe
baixarem com o decreto o. 1591 del t de abril do
crrenle ana*, tica aberto a bordo do brigoe barca
llamarac um aliilamenlo de voluntarios para er-
virem nos navios da armada nacional e imperial,
ob a tegointes condeces :
Clastes do listamento.
1. Da marinhagem, cojo contrito fr sem lempo
determinado.
2. Da marinhagem, por lempo de tfm a tres
auno.
3.a Da marinhagem cin osprazos de seis a oito
annos.
Os vencimentos e mais vantagens que as praras
contratadas em virlude destas instrucres tem de
perceber, sao as seguinles:
Sidos por mez. l
Classe superior 20, primeiro marit.heiros 189,
segundos maritiheiro 159 e grumetes 10?.
Premios.
Os voluntarios da 1.a classe so perceberao os sol-
dos que Ihe corapelirem na forma cima referida,
sajn terem direito premio ou gratificar,;!!) alguraa.
Os voluntarios da 2. classe, sendo marinhetos
lerao 205, 45 ou 70, conforme forem os contratos
por um, dous ou tres annos. Sendo grumetes te-
rao pela mesma forma 105, 229 ou 319.
Os voluntarios da 3. classe receberao mais una
quarla parle do maior premio qoe poderiam obler.
contratando-so como os da 2." classe, na prai'a de
marinheiro ou grumete que lites competir.
Se nao forem bomeus do mar e (iverem mais de
40 annos, t lerao o premio correspondente aos da
2.a classe.
(iralilicac.io.
0 voluntarios da 2. e 3.j> classes'terjo aliwn do
premio cima dilo, a gratificarn de 1; se forera es-
Irangeiros, ou de 59 seudo nacionaes, se seapresen-
larem por si proprios, independente de eogajador.
Esta gratificando ser repelida todas ns vezes que
findo o primeiro cntralo a praca quizer ainda ser-
vir por lempo nunca menor de 3 annos.
Vanlduens.
- A's praras compreheodidas nestas tres clastes dai-
se-ha guia de desembarque no fitn do coulralo coro
laflto que previuain ao commandante dou mezes
antes de que preleudem em lal poca deixar o ser-
*ico ; e licatii iteutos do recrutaroculo, sendo oa-
cionae por lempo igual ao que teuham servido ;
excepto o caso de circuuislancias extraordinarias.
Asylo de invlidos.
Compele a lodas as pi aras naconaes que para
elle coucorrerem com um da de sold por mez.
Pagamento dospAmios e gratificares.
Aos da 2.a classe, se o alislameuto fiir por uro au-
no sera entregue o premio integralmente no acto de
assenlarem pjjaca ; se por dous ou tres anuos em
tres prestarles iguaes, sendo a priineira paga ao as-
senlar prai;a, a segunda quaudo vencido melada do
prazo, a a tercera no lira do contrato.
As da 3.a ciaste receberao nma terca parle do
premio ao assenlar praca, oulra igual quaulia uo
i'tm do primeiro auno de serviro e o restante no lim
do emirato.
As gratificar-oes que coinpelem ;is segundas e ter-
cairas clastes ser.io pagas conjunclamcule com a
driraeira preslaro do premio.
Observarles.
1.a Nao se levar em cunta aos voluntarios da 2."
ciaste o lempo que pa>sarem como flocules nos tras-
pilles.
2.a O lempo de prsao em virtude de entone
oao sera contado para o pteeochimento dos prazos
do lislanieulo dos vuluularios qualquer que seja a
classe a que perlencam. E o detetlor soll'reta alcm
disao a perda das vaulageus do premio e do lempo
de ser\ ico anterior.
3.a Qualquer pessoa que so propozer. a agenciar
voluntarios para as tresclasses cima mencionadas,
e que osapreseotarem a bordo desle brigne barca,
lera a gratificarlo de 45 por um cslraugeiro e 55 por
uacionai.
4. O eslraugeiro para ser.admiltido deve exhi-
bir documento do seu consol, comprovando adiar-
se desembarazado pan se poder contratar no servi-
do nacional.
5. O premio e gralificarao scrao pagos qoando a
praca contratada fr admillida a bordo.
Bordo do brigne barca llamarac, surlo no nios-
queirn de Pernambueo em o 1> de novembro de
1855. Joao Maria ll'anden/.ull,.
O lllni. Sr. impeclor da lliesouraria provin-
cial, em cumplimento do despacho do Exm. Sr.
presidente da provincia de 2 do correle, manda l'a-
zer publico que nos dias 20, 21 e 22 do prsenle
mez, pera ule a junta da fazenda da mesma lliesou-
raria, te ha de arrematar a quem mais der o rendi-
raento do pedagio da barreira da ponte da 1 acara-
ra, serviudo de base a arrf malaru o offerecimenlo
feilo pelo liciaiile Anselmo Jos Ferreira, du qoan-
lia de 4500000 rs. por anno.
A arremataran era feila por lempo de 31 mezes,
a coutar do primeiro de dezembro do correle auno,
ao lim de juoho da 1858.
As pessoas que se propozerem a esta arrematadlo
comparecam na sala das sessoes da mesma junta nos
dias cima declarados pelo meio dia compelenlc-
menle habilitadas.
E para conslar se mandou allixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
bueo 5 de novembro de 1855. O secretario, A. F.
d,' Annunciario.
' O Illm. Sr.inspector da lliesouraria provincial,
em cuinpriiueulu da resolucao da junta da fazenda,
manda fazer publico que a obra dos reparo urgen-
te de que precisa o acude do Caruar, vai nova-
rucnle u prac,a no da 29 do crrente.
E para constar se mandou allixar opieseule e pu-
blicar pelo Diario.
Secretara da lliesouraria provincial de Pernam-
bueo 5 de novembro de 1855. O aecrelario, A. F.
d'Ammnciarao.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cial, em comprimento da resolucao da jaula da fa-
zenda, mauda fazer publico que vai uovamenle
prasa para ser arrematada a qnem por menos fizer
no dia 15 do corrente, a cunservac.lo permanente da
estrada do sul, avahada cm 5:4009000 rs.
E para constar so mandou allixar o presente o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernambu-
eo 5 de novembro de 1855. O secretario, A. F.
a" Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector d lliesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da orden, do Exm. Sr. pres-
deme da provincia de 2 do corrente, manda fazer
publico que no da 22 do mesura, pecante a junta da
mesnia lliesouraria, se ha de arrematar a quem por
mecos fizer a conservadlo permanente da estrada do
norte por lempo aelOmezus, a contar Mu 1" de de-
zembro prximo viudouro, e pelo preco de............
1:2019728 rs.
A arrematado ser feila na forma da le provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anno findo, o sob as
clausulas tspeciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremataran
comparecam na sala das sessoes da mesma unta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
bueo S de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d*Annunciarao.
Claunulas especiacs para a arremalacao.
1. Os tranalhos da conservarlo ua estrada do
norte, na distancia de 2,319 bracas, serao execola-
dos de *rmidade com o urrununlo apprnvado
pela ria em couselho, e presentado a appro-
vjro to Exm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 1:2019728 rs.
2.a O pagamento ser feito por prestarles mensaes
em vista do atleslado do engeuheiro que assegure a
execucao do contrato por parle de arrematante.
3.a O arremtame sera obrigado a empregar me
tade dos trabalhadores de pessoas livres.
4.a Se o arrematante entregar a estrada no lim do
contrato, em inelhor estado do que quando a reca-
ben, ter urna gratilicacao arbitrada pelo engeuhei-
ro, que n Jo exceder de 10 por cunto do valor da ar-
rematara.
5." Para o que nao se achar previsto as presen-
tes clausulas, nem uo urcameulu, seguir-se-ba o que
disnea a lei n. 286.
Conforme.O secretario, ./. F. d'Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 2 do corrente, manda fazer
publico que no din 22 do mesmo, peraute a-junta da
fazeuoa da mesma lliesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos lizer a conservarlo permanente
da estrada de Pao d'Alho, por lempo de 10 mezes
a contar do 1. de dezembro prximo vindouro, e
pelo preco de 4:0009000 rs.
A arremalacao ser leita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio "do uuuo lindo, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esla arremalacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia acuna declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
bueo 5 de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
1.a-Circular-sc-hao ditos Irabalhos de conformi-
dadetcom o orcameulo approvado pela directora em
conselho e appresenlado ao Exm. Sr. presidente na
importancia de 4:0009001'rs.
2.a O pagamento verificar-se-ha em dez presla-
efits mensaes.
3. A melade do pessoal sera de genle livre.
4,a Se o arrematante tiver cumprido ot dez me-
zes com as sua obrigar,oes, e deixar esta estrada era
melhor estado que a tomara, rece fiera a litlo de gra-
lilieacao mait dez por canto da importancia total da
arremalacao.
5.a Para ludo o que nao seachar previslo as pr-
senles clausulas nem no orjamenlo seguir-se-ha
que dispe a respeilo da lei provincial u. 286.
Conforme.O secretario, -*. F. d'Annunciarao.
lodo rommercro, meu antecessor, a pelillo do theor
segunle :
Diz D. Iguaria Joaquina Lijpes da Silva, viuva de
Jos Diogo da.Siha, e lulora de seus filhos menores,
que Malinas Velloso de Albuquerque he devedor do
seu casal da quanlia de 305820, Manoel Jos da Sil-
va Bello de 109960, Manoel Hilario Teiieira Caval-
cauti de 185560, Braz Anlonio da Cunta de 3176145,
Jos Vicenle Emery de 1229180, Anlonio Jo Pe-
reira Muniz de 275130, Francisco de Barros Pimen-
tal de 1155177, Joao da Mot'.a Rtgn de 385, Miguel
Lopes u> Silva de 1585680. Manoel Jos dos Sanios
de 305, Ignacio Ferreira Ximenes de679200; apor-
que ole o prsenle nao tenliam pago queira o sup-
(ilic.inte na forma do arl. 453 8 3.- do cdigo com-
im i nal protestar para resguardar e acautelar lodo o
direito que assiste a seus Iniciados para a cobraoca
das referida dividas, requer pois a V. S. ce digue
mandar lomar por termo seu prolesln, e que por se
acharem leus devedores ausentes era logares nao sa-
bidos, seja n prolesto intimado afir adidos para pro-
duzir os devidos ctalos. Pede M Sr. Dr. juiz do
dircilo do commercio di fermeulo.E. R. Me. O
advogado, Almcda. E mai se n3o CRntioha em
dita peiicao, na qual foi proferido o despacho do
theoraeguinle :
Distribuida, como requer. Recife 6 de julho de
1855.Silva Ouimares. E mais se nao conlinha
em dito despacho, era cumprimenlo do qual foi dis-
tribuida ao ecriv3o interino Mauoel Joaquim Bap-
lisla que lavrou termo de prolesln do theor segunte:
Aos 7 de julho rie 1855, nesla cidade do Recife de
Pernambocu, em meu escriplorio, veio a supplicanle
D. Ignncia Joaquina Lopes, e di se presente as te<-
lemunhas abaixo assignadas, qne proleslava pelo
conledoem ua pedirn retro, contra.os supplicados
devedores nella referidos ; a de como rima disse e
proleslou fiz eslo termo que assigoou rom as tesle-
munhas. Eu Manoel Joaquim Baplsla, escrivao
inlcrino o eterevi.Ignacia Joaquina Lopes da Sil-
va, uilhermino de Albuquerque Marlins Perora,
Manoel Eloy Mondes. E mais se nao conlinha em
dilo termo de protesto, depois do qual riassou a sup-
plicanle a produzir suas leslemunhas que joslifica-
ram a ausencia dos supplicados devedores em lugares
nao sabidos : cuja juslifir.ar,ao foi julgada por minha
seiilenra do theor seguinfe : ,
A'vista da inquiridlo de fdlhaa 5 a folhas*!), por
onde te prova qoe os individuo* designados na pe-
lillo de folhas 2 eslao ausentes em *ngares nao sa-
bido, mando que para ser-lhes intimado o protesto
conslaule do termo de folhas 2 verso, se passe caria
de edictos com o praz de 30 dias e cusas. Recife
3 de novembro de'IW.io. Anselmo Francisco Pe-
relli. E mais se nao conlinha em dita minha sen-
lenca, em virlude da qual o escriv>o interino desle
juizo abaixo declarado, fez pistar a presente carta de
edictos com o prazo de 30 da, pelo theor da qual
intimo, e hei por intimado o referido protesto cima
copiado aos supplicados devedores mencionados na
pelic.lo cima lroncripla, afim deque seja inter-
rompida a pres'cripcao ; pelo que loda e qoalquer
pessoa, prenle, amigos ou condecidos dos mesmos
supplicados, Ihes fardin aviso rie que por estacarla
de edictoi sao intimados do referido protesto.
E para qoe chegue ao conhecimenlo de todos man-
der patsar o prsenle, qne sera publicado pela im
prensa e dous de igual teor. que serao aflixados, um
na sala das audiencias, e oulro na praca do com-
mercio.
Dado a passado nesla cidade do Recife aos 7 de
uovembrn de 1855. .
En Francisco Ignacio de,Torres Bandeira etcriv.lo
interino o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
=
reito, pelo prero de !%000 cada exem-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, ra
da Cadeia n. 50 ; loja de encadernacao e
livros, ruadoCollegion. 8; pateo do Col-
legio, livi-aria classic'a n. 2 c na praca da
Independencia n. (i e8.
DECLARACOES.
O arsenal de marinha compra no dia 10 do an-
dante mez 100 arrobas de plvora grossa para o cou-
sumo dos navios da armada.
As pessoas que quizerem fafetr semelhante venda,
sao convidadas a comparecer no mencionado dia pe-
l-'S 12 lloras, com assuas prtpostes em carta fe-
chada, i
Secretaria da iuspeerjo do arsenal de marinha de
l'ernambuc* 8 de novembro de 1855.O secretario,
Alejandre Rodrigues doe Alijos.
Directora geral
INSTRCQ40 PUBLICA DA
PROVINCIA.
/.
. Parante a cmara municipal desla cidade con-
tina a estar em praca no dia 10 do crrenle, o alu-
guel da casa da ra da Florentina n. 7, por a quan-
lia de 3305 annual, olferecida por Jos Pedro Gaio
de Miranda. Paco da cmara municipal do Recife,
em tessan de 7 de novembro de 1855. Bario de
Capibaribe, presidente.Manoel Ferreira Accioli.
secretario.
0|Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio uesta cidade do Recite e provincia
de Pernambueo, por S. M. o Imperador, qne Dos
guarde, ele.
Fa^o saber aos que a presente caria tle edictos vi-
rem, e della noticia liverem, era como D. Ignacia
Joaquina Lopes da Sita dirigi ao Dr. juiz de direl-
,-
Pela respectiva secretaria se faaQa.ul.lico. para r%-
nhecimenlo dos Srs. professores e^weclores de esco-
las n eslabelerimi'Hlus particulares di rnslrucra'o pri-
maria e secundaria, que anda uoVftrem apre-
tcnladoao Exm. Sr. director geral Hjao as li-
ceuras que oliliveran para abertura de dMt^acolas
e cslahelecimenlos, os prograiumas de estl^Hkrc-
gulameolo interno, e urna nota declaralorialPKia e
nomero da casa onde se achara ; para que o tacara
alo o dia 20 do corrente, sob as penas infligidas'nos
ans. 09 e 101 da lei provincial n. 360 da 14 de maio
do corrente anno. E para conslac a quem convier,
inandou-se publicar o prsenle. Secretaria di di-
rectora geral da instruonn publica 8 de novembro
de 1855.O secretario, Francisco Pereira Freir.
A icpajln.ao das obras publicas convida as
pessoas que quizerem ser engajadas como serventes
da compauhia de operarios, a comparecern na
inesina as lloras da expediente. Directora das obras
publicas 3 de novembro de 1855.O secretario,
Joaquim Francisco de Mello Sanios.
BANCO DE PERNAMBUCO.
' O Banco pe Pernarrbuco continua a lo-
mar lettras sobie o Rio deSane!R, ea
sacar contra a mesmaprara. 'Banco de
Pernambueo 10 deoutubrode 1855.O
secretario da direcco, Joao Ignacio de
Medeiros Reg.
Tendo esla repartirlo necessidade de carpin-
teros de machado, calafates, carapinas, pedreiros e
ferreiros de lodas as classes, para as obras a seu
cargo, o Illm. Sr. inspector couvida aos que quei-
ram assim empregr-se, a apresenlarem-se-lhe, ou a
quem suas vezes faca, afim de screm admilldos con-
forme as suas habilitac,oes. Secretara da Capitana
do Por lo de Pernambueo 31 de onlubro de 1855.O
secrelario, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
grate :
Para o meio batalhao da Parahiba.
Algodaoziuho, varas 803 ; brin branco lizo, ditas
803 ; panno prelo para polunas, covados 80 ; bo-
loes broncos crandesde fsso, grozas 20 ; ditos ditos
pequeos de dilo, ditas 10; dilqs pretos, ditas 23 ;
sa patos, pares 304.
Meobal'lhao do Cear.
_Algodaozinho, varas 053 ; brim branco lizo, ditos
653 ; panno prelo para polainas, covados 60 ; bo-
rnes brancas grandes de osso, grozas 15 ; ditos ditos
pequeos de dilo, ditas 8; dilos prelo, di-
las 17.
Fortaleza do Brum.
Caldeiras de ferro eslanhado pequeas, 2.
Arniazeus du arsenal de guerra. Oflicioas de 1. a
2.a classe.
Cabos de liolio vellio, arrobas ,0 ; (aboas de as-
su- lira de louro superior, duzia 12 ; dilas de dilo
rie dito inferior, dilas 12 ; dilas de dilo de pinho,
ditas 20 ; costados de pao d'oleo,8 ; aeeantc, libras
20 ; oclire, arroba 1, .
Olliciuas de 3. classe.
Ferro soco quadrado do 7|8, quinlaes 20 ; dilo
inglez dilo de polegada e ,',, dilos 10 ; dilo de verga
de varanda, inglez, ditos 2.
1.a classe.
rame de lalao entrefino, arrobas 2 ; dilo de fer-
ro de amarrar, dila 1; caixas caj folhas de Flandrcs
singella, 2 ; dilas com dila dovadas, 2 ; lenres
de cobre fino de 7 libras de peso cada um, 12 ; cai-
xacomvidrosdel8a20 polegadas, 1 ; cobre, arro-
bas 2U; caduhos do norte de n. 10, 20 ; ditos de
dito do n. 12, 20.
Quem quiaer vender esles objeclos aprsente as
suas proposlas em caria fechada, na secretaria do
couselho as lo fiaras do dia II do corrente mez.
Secretariado conselho administrativo para furne-
cmeulo do arsenal de guerra 7 de novembro de 1855.
Bento Jos Lamenha Lins, coronel presidente.
Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
secrelario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O couselho administrativo, em comprmanlo dd
arl. 22 do reg. do 14 de dezembro de 1852, faz pu-
blico, que foram aceitas as proposlas de Claudio
Dubeaox, Francisco Maciol de Souz, Tmm Mora-
sen Vinasae, Anlonio Pereira de Oliveira Ramos
Jos Baptisla Braga, para forneeerem :
O., 50 arrobas de plvora grossa, a IJOOO
reis.
O 2.. 500 pares de sapalos feilos na provincia, a
I5SO0 r.
O 3., 96 manas de Ua, a 25700 rs. ; 63 cavados
de casemira encarnada, a 2S6O0 rs. ,
O 4.", 4,600 bules grandes de melal e com ra-
milla para o 4. batalhao do arlilharia, a 130 r. ;
2,300 dilos pequeos, a 130 rs.
O 5.a, 608 hoteles grandes do melal amarello com
granada para o 4.a batalhao de arlilharia, 1,048 di-
los pequenos, 8,076 ditos dilos com o n. 2. 4,554
dilos ditos, 1,176 dilos grandes com o n. 3. 756 di-
tos pequenos. 770ditos ditos com a lettra 12, 410 di-
tos, sendo lodos os grandes 110 rs., e os pequenos
120 rs.
E avisa ao* supradilos vendedores que devem re-
Ihcr os referidos objeclos ao arsenal de guerra
no dia 10 do corrente mez.
Secretaria o conselho administrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 7 de novembro de
185..Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal
esecretario.
* m
PUBLICACA'O LITTERAR1A.
Contina a vender-se a obra de di-
reitoo Advogado des Orpliaos, com um
apndice importante, contendo a ledas
ferias eairadas dos Inbunaes de justica.e
o novo Regiment deCustas, para uso dos
juizes.escrivaes, empregados de justica, e
aquelies f(ue freqientam os estudos de di-
IHTiiann
DE
H. ISABEL.
Sociedade Dramtica Emprezaria.
Segunda recita concedida pelo Exm. Sr.
presidente em beneficio do ano Ro-
berto de Albuquerque Mello.
- .S.\ lili Mu i 10 DE (NOVEMBRO.
Ropresen(ar-se-ha pela segunda vez o bello e
muilo applaodido'drama em 4 aclos, original por-
tuguez de A. M. Souza.
0 CHRISTAO E 0 HOURO
Ol
K QUEDA m l\FIEIS.
Segue-se o muilo engracado duetto bahiauo
O ESTUDANTE E A LAVADEIRA.
Cantado pela Sr.a D. Amalia c o Sr. Lisboa.
Dar' fim ao espectculo a prmeira reprcsenlacjio
da nova comedia em 1 arlo, escripia eipressamenle
para o beneficiado, intitulada o
Recem-nascido.
Personagetu. Actores.
Vilello. velho pintor. Sn. Mendes.
Atlon-o, amante deSeraphioa. Lisboa.
Ferrabras, pfano disfarcado.
em recemnascido.....<) beneficiado.
Goncalo, creado de Vilello. Sr. Monleiro.
Um sargento, do batalhao dn
Ferrabras.......a pinto.
Margarrda, molher de Vilello. Sra. D. Rila.
Seraphina, sua filha. ... Leonor.
Ros, criada amante de tion-
S'0........ Amalia.
A srena passa-se no Rio de Janeiro, n'um dos ar-
rabaldes da cidade.
He esle o espectculo qoe o beneficiado a presenta
ao respeitavel publico, a qnem pela segunda vez pe-
de loda a proterrao que se possa prestar a um ente
mposaihililadode ganhar os meio de sua subsis-
tencia.
O beneficiado nao qoerendo lornar-se importuno,
reaolveu u,io pastar hilheles, e por isso pede ao be-
nvolo publico baja devir compra-Ios no escriplorio
do Ihealro onde eslao a >ua disposic^o.
Principiar as 8 hora
AVISOS MARTIMOS.
RIO DE
JANEIRO.
Obligue nacional MARA LZIA.'ca-
pitb Pedro Valette Fillio, com brevidade
vai seguirao porto indicado, tem grande
parte do seu carregamento tratado: para
o resto, passagehos e escravos a fete,
(aos quaes da' as melliores accommoda-,
ctJe) trata-secm os consignatarios AnH
toniodc Almeida Gomes i\ C., na rita do Li
vi,
leiroglande, estribos, esporas, etc., urna
casa terrea sita na cidade de Lisboa, com
15 janellasde frentee 7 de fundo, botan-
do estas para a ra do Abarracamento e
aquellas para a ra do Jardim, tendo a
111 ni 111 tj i n ta I murado, as terrasem Portugal
na provincia do Douro, e as sobras da* tr-
ras do engenbo Coqueiros, na comarca de
Santo Antao, ambos ja' annunciados, o
engenbo d'agua denominado Mttmucaia,
na lregue/.ta de San-Lourenco da Matta,
tambera ja'annunciado, podendo ser ven-
dido a prazo com desobliga doscredores,
ou com firmas negociaveis netta praca,
e quatro escravos mocos de bonitas ligu-
ras: teta' lugar oleilaoterca-feira 13 do
coarente, as 10 doras da manba, no ar-
ma/.ein do agente annunciante, sito na
ruado Collegio n. 15, aonde os senhores
preteiidentes aos bens cima menciona-
dos, qua quizerem alguns esclareciineu-
tos acerca del les, poderao se entender.
James Crabtrec & Comqanhia farao leilao, por
intervencao do agente Oliveira, de -JOO prca* de ma-
dapoldesa variados a bordo do navio inglez Spiril
of Ihe Times, na sua recente viagem a este porto :
sexta-feira, 9 do corrente, 10 horas da manhaa, no
seo armazem, ra da Cruz no Recife.
Leilao de (i pipas de sebo, seudo parte do
carregamento da polaca bespanhola
Hatbilde, condeirnada neste porto.
Com aiiloi-is-acan do Illm. Sr. inspector da alfan-
dega T. E. Roberls far leilao no dia 13 do corre-
le no meio dia) no armazem alfandegado do Sr. J.
A. de Araujo, no caes de Apollo, de6 pipas de sebo,
as quaes serao vendidas por conta de qnem perten-
cer, para pagamento das despezas inherentes ao car
regamento da mencionada polaca. '
O agente Borja por autorizaran do Illm. Sri
Dr. juiz municipal da vara civel, Oliveira Ma-
ciol, a raquerimeolo de D. Jeronyma Mara de Al-
buquerque, credora ida firma social de Cotia & Le-
aos, far leilao de diversas fazenda perlencenlet a
dita firma, constando de mariapoloe, algodaoziohos,
brns para calca, raeias para bomem e senhora, orna
grande poreflo de relalho de chita e de ou Iras fazen-
das, roupa feila ele. as|quaes fazendas se acharSo
patentes no armazem da roa Collegio n. 15, do agen-
te aanonciaolp, onde teri logar o leilao, segnda-
le-ira 11 do corrente as 11 hora da mnnhsa.
AVISOS DIVERSOS-
Almaiiak.
Como se esteja confeccionando o alma-
nak, roga-se a todos os senhores que t-
verem alteracoes a mandar, se dignem en-
via-las a' livrria n. 6 e 8, da prara da
Independencia.
Trapiche n. 10, segundo andar.
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade, per ler parle, da carga promp-
ta, o brigue brasileiro Sympathia : quem no mes-
mo quizer carresar o resto ou ir da passagem, enlen-
da-te com o capilao Candido Jos Francisco lioulart
a bordo, ou na ra do Trapicheo, li, com o consig-
natario Manoel Alves Guerra.-
Babia.
Vai seguir com brevidade o Lale na-
cional FORTUNA, mestre Joaquim Jos
Silveira, tem grande parte do seu carre-
gamento protnpto : pera o resto, trata-se
com os consignatarios Antonio de Almei-
da Gomes &C., na rita do Trapichen. 10,
Segundo andar.
Maranhao e
Para.
A escuna nacional JOS, capitao Joa-
quim Jos Alves das Neves, vai seguir em
ftjoucos dias aos porlos indicados: para
o resto do seu carregamento, trata-se
com os consignatarios-Antonio de Almei-
da Gomes & C, na ra do Trapichen.
10, segundo andar.
Compauhia Rjasleira de Paquetes
de Vapor.
O vapor
(uanabra
comman-
dante o 1
lenle Sa-
lom, espe-
ra-se dos
p orlos do
norte a 11
de correnle
devendo se-
guir para
Macei, Ba-
ha e Rio, no dia seguidle ao aa sua chegada : agen-
cia na ra do Trapiche n. 40, segundo andar.
Para Lisboa, a galera portugueza Jo-
ven Carlota, capitao Ros ventura Rorges
Pamplona : papa carga passageiros, tra-
se com os consignatarios Novaes & C, ra
do Trapiche n. 54.
Para o Rio de Janeiro sahe com muila brevi-
dade o brigue uacioual Sagitario, de prmeira
classe, o qual lem a maior parle do seu carregamen-
to promplo ; para o restante a passageiros, trata-se
com Manoel Francisco da Silva Carnea, na roa do
Collegio n. 17, segundo andar, ou com o capilao a
bordo.
Precsa-se de 20:0009, pouco mais ou menos, a
risco martimo sobre o casco, carga e frcle para pa-
sar a salvagem e concerlos do brigue sueco IVm.
Tersmeden, capitao J. Soenssou, o qoal na viagem
do Rio de Janeiro com deslino para Stockholm arri-
bou a esle porto, salvado e rebocado pelo vapor in-
Sez Acn : as pessoas a quem couiier esle negocio,
teirain enviar as soas propostas em carta fechada
ao consulado da Suecia o Noruega, roa da Crux o.
1, al segunda-felre, 12 do correnle, ao meio din.
Quem liver contal com o brigue soeco it'm.
Tersmeden, arribado a este porto, queira apresen-
la-las para serein pagas at o dia 12 do correnle ao
meio da, no escriplorio dos consignatarios N. O.
Bieber & Companhia. ra da Cruz o. 4.
Para a Babia o Male nacional Amelia pretende
sabir no da 13 do correnle, ptr ler o seu carrega-
mento qoasi promplo ; para o resto e pasiageiros,
Ira-so com o seu consignatario Antonio Luizde Oli-
veira. Azevedo, roa da Cruz o. I.
LULO ES.
O agente Borja fari leilao sexla-feira, 9 do
correnle, as 11 horas da manhaa, em seu armazem,
na roa do Collegio n. 13, de graude quanlidade de
objeclos de diflereotes quididades como bem, obra
ae marcioeria novas e osadas, obras de ooro e pra-
la, relogios para algbeira,' vidrus e tiraras para ser-
viro de mesa, candieiros de meio de sala, lauleruas
etc., c oulros muitos objeclos quo impossvel Tora
mencionar, e ao meio dia em poni ira tambera a
leilao um ptimo carro de 4 rodas, e algn escravos
de arabos os setos, os quaes serao entregues pelo
maior (anco offerecido.
Oagente Borja, aulorisadopolo Illm.
Sr. Dr. juiz deorphaos, conforme o seu
despacho proferido em requerimiento do
tutor dos oppliaos, lilhos do linado Caeta
no Pereira Goncalvcs da Cunha, em pre-
senciado dito Sr. juiz, tara' leilao de mais
alguns Lens pertencentes aos menciona-
dos orphos, a saber : diversas obras de
brilhante e diamante, entre as quaes so-
bresaliera dous riquissimos annelles, al-
inetes de peito e botoes para abertura,
urna grande quantidade de obras de ou-
ro, como bem, trancellinsde lilajra mui-
to ricos, allitictes de peito com perolas,
brincos, botoes para camisa, coraseres-
plandores para imagem, e outras militasl^'qna'ti
obras, etc., diversas pecas de prata, como '_ p .ec
bem, salvas, casticaes, bacas, um tabo-
Precisa-se arrendar um sitio que leoha algum
arvoredo de frucln, o commodos para conservar i ou
6 vaccas, ainda que a casa seja peqoeua : na ra da
Conceicao i\. 9, se dir quem precisa, das 6 as 8 ho-
ras da manhaa.
Jos Mara do Vallen un ier, esludan le da Fa-
culdade de Direito, desta cidade, nao podeodc, pela
pressa com que se retiro, despedir-se pessoalmente
de (odas as pessoas de sua amtzade, faz pelo presente
pedindo-lbes disculpa, e offereeendo o seu limitado
presumo em Sanla-Calharna para onde parle.
Jj- Miguel Jos dos Santos Coimbra previne ao
^K>etavel publico, qoe enraprou a padaria sita na
.a por delraz da matriz da Boa-Vista n. ti a Do-
lingo- Jun da Cunha Lages, em 1 da oulubro pr-
ximo passado, livre e desonerada de lodos os dbitos
e onus a que a mesma eslava obrigada.
Jos de Benevidet Falcao ju|ga nada dorar
nesla'praca, a excepcao de ama lettra ao Sr. Joao
de Squeira lerrao qoe tem loja na ra do Crespo, a
qoal se ha de vencer em fevereiro de 1856. mas se
alguem se julgar seu credor por qualquer Ululo que
eja|apresenle-se hoje al ao meio dia na loja n. 12 da
ra Nova para ter salisfeilo.
Candido Jos Lisboa, mitigo discpu-
lo do Sr. padre Joaquim Raphael da Sil-
va, approvado plenamente pelo lycu
desta cidade, da' lices de latim, francez
e portnguez : na ra de Apollo r. 21.
O propretario da linha de OM-
NIBL'S faz sciente ao respeitavel
publico, que haveta mais ora m-
nibus na direcrao de Appncos, viudo a ficar cinto
mnibus para aquelle lugar, endo as horas da par-
tida do Recife .1 ,', 4,1 ,'3, 5 e 6 horas da larde,
e o regresso de Aplpucos, 6, 7, 7 !, 8 e 8 } horas
da manhaa, assim como limera nos dias uteii, om
mnibus do Recre para o Monleiro a T }( da raa-
nhja, e onlro do Monleiro para o Recife as 4 horas
:l|4Tla Urde.
Precisa-se de tima ama de leite, pa-
ga-se bem: na ra Nova n. 40, segundo
andar. ,
Obacharel Joao da Silva Costa, mo-
ra no bairro da ItbaVista, ra dos Praze-
ves.
Precisa-se alugur um piano em meio
uso : a tratar no rmazem da ra de
Apollo n. 20.
1.embrames aos dignos eleilores desla provin-
cia, para que se dignem levar em suas chapas o Illm.
Sr. Dr. Candido Aulran da Milla AlbUquerqoe, om
dos mais habis advogado do nosso foro, digno por
sem duvida de oceupar urna cadeira na asaembla
desla provincia, pala sua Ilustradlo e firmeza da
cararler. Se lembramos aos dignos eleilores desla
provincia o Illm. Sr. Dr. Candido Aulran he por eo
librennos muilo de perlo as boas qualidades do Sr.
Dr. Aulran, e eslarmos convictos do amor que a
mesmo lem a Pernambueo e ao seu progresso. O
Sr. Dr. Candido Aulran formou-se na academia des-
la provincia, onde casoo-se pela priineira e segunda
vez e lem educado seos filhos, e onde reside ha mais
de viute tantos annos, he por consegoinle digno das
alt.enr.6es dos Ilustrados Peroamboeanos.
Alguna Pernambueanos.
Precisa-se alugar nma ama de leite : na
das Crozes n. 28.
Precisa-se de um criado para fazer compras, e
ajuda'r algum serviro de cozinha : no Pociuho, casa
pairea de vidracas.
Precisa-se de om sacerdote para capellao de um
engenlm distante desla prara 7 legoas, e que tambem
entine primeiras lettras: a fallar na ra das Crozas
n. 40.
Di!seja-se fallar com o actual arrematante da
ponte dn MocoUilomb Antonio de Sooza Barroso, a
concluir om negocio todo d seu inleresse : na roa
doRan-el n. 60.
A pessoa que precisar de 1:0009 a preara de
I 11- |or ceulo, e que d um sitio por hypolheca,
dirija-sn a roa da Mangoeira, casa a. 11, que acha-
ra com quem tratar.
Maria Raymonda da Conceicao Goncalves,
parleir; legalmenle approvada, acha-se residindo no
lugar d i Caldeireiro, na freguezia do Pova da Pa-
nilla, era catado Sr. Joaqom Ignacio da Coala
quemd} seu presumo se quizm, utilitai, pode pro-
cara-la na mesma casa.
Manoel Bezerra Cavileaiffl faz sciente a qnem
inleressar possa, que comproa a viuva Vicencia Ma-
ra de Jess o sitio denominado Agua Branca ou Sa-
pucaie, na comarca de Nazareth, junto ao engenbo
Pirao, cuja eacriptnra foi l.ivrada pelo labelliao Sa.
A pessoa qoe anuuncin precisar de 1:0008,
dando por hypolheca um ailio, pode apparecer na
ra do Cabug n. 16, segundo andar.
.Precisa-se de 4O0J a juros, dando-se urna es-
crava por garanta : quem ido quizer.diriia-se ama
Bella u. 34.
Precis-se de nma ama de bons roslumet par
amamentar e criar um rescem-nascido, prefere-se
urna prola escrava : ua ra de Sanio Amaro (Man-
do Novo) n. 6.
Antonia Maria,da Conceicao, por ha ver oulras
nemes iguaes, de hoje em diente se assigoara por
Anin a Maria Gouzaga.
tiexta-feira, 9 do correnle, depois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz de direito da prmeira vara do
civel, ser arrematada a casa terrea da roa da Sole-
dade n... por 7-200, por eiecocao de Jos Alvea da
Silva (iiiiinares contra Francisco Geraldo Moreira
Temporal e ana molher. He a uilima prara.
PRESEPE
Troca-se por dinheiro, um excellente
presepe de milito liom gosto : no ater-
ro da Boa-Vista n. 75.
Aviso aos pas de lamilla do Recife.
lina senhora habilitada e com muila pratica de
edueai criauras do sexo femenino, oflerece-se aos
honra os senhores, que sendo queiram aervir-se do
sen presumo, a sopplieante avisa com lempo para
ser procorada ; determina abrir um collegio no dilo
lugar ; Ihe parece muilo otil e necessario, pois que
nao ha ; e sendo queiram ir matriculando de hoje
em dimite as suas lilhas, sendo tenha orna colleeeao
de 'JO alomnas, ella vai para o dito lagar e receber
pensionistas exlerna e internas : quem Ihe convier,
dirija-s roa do Vigario, segando andar da casa o.
a dir quem he o sopplieante.
de leite : ni ra
Carros fnebres
No esfabelecimenlo de Jote Piulo de Magalhee,
silo no paleo do Paraizo, casa n. 10, encontram-se
carros fnebres para defunlos,tJeozelas e anjos cora
ricos ornatos segundo ns ordena de cada um, alu-
gam-te caites para ans e oulros, e vendem-se rnor-
lalhas de piuho de lodo os tamandoa. Encenaga-
se de tirar cenras parochiaes, guias da cmara,for-
nece vestuarios para defunlos e aojos, nrmacoes em
casas e igrejas, carros de passeio, cera, msica, e
lado o mais que for uecesaario, por preces commo-
do e promptidu.
LOTERA DO GYMNASIO PEBAM-
BUCANO.*
AOS 5:000jJ, 2:500^ E1:000|.
O caulelista Antonio da Silva Gamaries. tem e*-
poslo venda o seus muilo afortunados bilhetes da
priraeira parte da lerceira loleria do ymnasio, a
qual corre no dia 17 de novembro crrenle, o qnaes
eslao a venda as seguinles lojas : aterro da Boa-
Vista n. 48 e 68 ; roa do Sol n. 7-2 A ; roa do
Kangel n. 54 ; praca da Independencia us. 1* e
16 ; ra da Cruz o. 43. e roa do Pilar n. 90.
PRECOS.
Hilheles inteiro ,"*500
. Meios 29800
Quartos 13-100
Oilavos 700
Decimos 'SO
Vigsimos 300
, O mesmo caulelista declara, qoe garanta nica-
mente os seas bilhetes inteiros em originaos, pagan-
do os premios sem o descont dos oito por cenlo do
imposto geral. *
Alaga-se um prelo captivo que enlende bem
de cozinha franaezs, por um prero razoavel, debai-
xo de certas condic,oes : na /ua do Trapiche n. 19.
Precisa-se de 1:0008 a jaros de 1 1|2 par can-
to ; du-se os juros adiaotado de om anno, e por se-
guranza hypolheca em um sitio.
, Guerra do Oriente.
Retratos dos principaes generaes, e estampas co-
loridas de algumas balalha : na roa Nova n. 9.
Na roa estrella do Rosario n. 19, precisa-se da
ama ama de leite quer forra quer escrava, pega-aa
com geoerosidade.
Oflerece-se urna ama boa engommadeira e paca
maisalgumiservicp de casa: na roa do Collegio n. 14,
segundo andar.
Na ra do Collegio n. 21, segundo andar, pre-
eisa-se por alugoel de urna ama qne seja ada e te*
nha muilo bom e abundante leite.
Furtaram hontem, da ra do la-
vramento u. 20, primeiro andar, dous
pares de botes modernos de pulstn, de a-
venltirinas sobre dous circuios, um preto
e outi-o branco antes do engaste; e bem
assim um par de botoes esmaltados de a-
bertura, representando urna folha de
parreira, na qual, sendo ella verde, se
nota o extremo da folha meio amareado,
como folha que principia a seccar, e com
urna pequea astea do lado opposto. Da
mesma casa ha algum tempo, se tem dado
outros diversos furtos, como de casticaes
de prata, salvas, anneis, argolas de se-
nhora e outros objectos, sem que se te-
nha podido obter resultado algum das
pesqutzasempregadas; assim,pois,solem-
nemente se declara que qualquer objecto
que por pessoa de sua casa for otierecido,
a venda nao heautorsada, e sim por ter
sdosubtrahido.M. A. Vital deOlvera.
LOTERA DO RIO DE JAHEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetes
da Ioteria^quarta, do recolhimento de'
Santa Thereza, que devia correr a 5 ou
6 do corrente mez : as listas eperam-sc
pelo vapor PARAN', que partir' in-
fallivelmente a 10 do corrente, e deve-
ra' aqui chegar a 17 ou 18 : os premios
sao pagos a distribuice^das mesma* lis-
tas.
No dia domingo, as 8 horas da noile, desappa-
receu um prelo com aapj cesta amarrada em om
panno parecendo uasjijjHfca, vndo do largo da Pe-
nlia para o de S. Pa^0falga-e elle ter se engaa-
do com alguraa pessoa pensando que fosse o dono;
assim roga-se a pessoa a quem elle por acaso dea pa-
ra guardar, ou ao mesmo prelo, dirija-se a roa de
Santo Amaro, esquina do Sr. Bom Jess das Criou-
las, segundo andar, ou a ra Velha 18 ; eontea-
do a tronza ronpa de senhora e 79480 em dinheiro.
D. Auna Maria Theodera Pereira Dorio, viu-
va do fhiado Luiz Eloy Dura~o, sean fllbes e gioro,
prevnem ao empresario on companhia da estrada da
ferro desla provincia, bem como a seus agentes, ad-
ministradores,, correspondentes, accionistas e direc-
tores, qae no facam trantacro nem contracto al-
gum com a administrarse presente oo futura do hos-
pital de caridade desta cidade a resoeto da liba do
.Nogueira, porque ella se acba ero litigio entre os
annunciante, o dilo hospital, os berdeiro da falle-
cida Felicia Aulonia do Amorim e oulros, e isto des-
de 18^1, sendo que"a cansa corre pela 1. var do
civel desla mesma cidade (escrivao Baplsla); e pelo
presente os annuncianles protestan^ contra lodo e
qualquer aclo que sera sua audienajMcoaeentimen-
to se liver pratreado, oo heover desnucar relativa-
mente ao dominio, posse, nsofroclo, e occopacao
daquella ilha.
OITerece-se um moca brasileiro para escriplo-
rio de advogado, oo de casa commercial, o qoal sabe
bem ler, ecrever e coalar : quem precisar, dirija-se
a roa Direila n. 86, segando andar.
Aluga-se pelo lempo da Testa e por preea com-
raodo, um si(io na Torre, margem do rio, cercado
de muro etc. : na ra da Santa Crui a. 70.
Precisa-te de nm caiieiro para padaria; no
paleo da Sania Cruz jante ao sobrado.
No Liberal Pernamlucano de 3 e 5do corren-
te se pablicou entre os avisos diversas nma historia
de noite de loa com a epigrapheos sais mezes e 11
diacojo Gm he provocar a publicarlo do fados
relativos a ana certa administrarlo de confraria,
que diz Uvera a duracao de 6 mere e 11 dias. Pre-
tende o psendo terlnuejo que esseellea quem quer
ferir, tenha encoberto a historia da administrarlo
dos 6 mezes e 11 dias ; mas, oo est eogaoado, ou
quer engaar a oulros; porque sendo o elle, a quem
se retere amigo de loda publicidade .para os acias
que eslo sojeilos a publica investigare, ola podia>
deixar de da-la aos deesa administrarlo das 6 metes
e 11 dias ; e para que ae convoca desla asaerto pro-
cure o relaloro com qne se pastea a adrainislracio
ao Illm. Sr. Tilo l'iock Romano em 24 de setembre
de 1854, impretso na lypographia desle Otorto. O
vrdadero serlanejo aceita a lava, com Unto qne se
descubra o falso serlanejo. Nlo he de cavalleiro en-
cobrir-se as sombras de anonymo para fel
oemente no seo adversario. Era qusnlo
dascobrir-ea coutente-sa com esta* poeca
vive prolesto de que nao ea teaeo dbcaaala
para qae est mnito prompto O tace
Para o terceiros franciscano* a nei
deira estamenha ; em easa de Narciso Joe da (
Pereira, no pateo do Carmo a. 2.
Pelo jaizo da prmeira vara civei vai praca
nos dias 9, li 16 do correnle a reada aanutl da
casa tarrea n. 9 da roa 't Lapa, no bairro da Reci-
fe, a requerimenlo do coutenhores da dila casa S-
m,lo Joa de Azevedo Sanios p ootros : convida-se a
quem quizar tancar que compareea na aodieocia|do
mesmo juizo uos dias designados.
Amassadores.
Precisa-se de dens amassadores qne enleodara"
bem do servifo de padaria ; paga-se bom ordenado:
na ra Imperial n. 173.
Da-se al 1:0809 a joros sobre paoborat on
com hypolheca' em casa ou firmas a cantelo : ua
padaria do Cosa, no aterro da Boa-Visia n. 41, se
dir quem d.
Precisa-se de ama ama para casa de penca fa-
milia : na ra estrella do Rosario n. 10, terceiro an-
da/.
A fesla de N. S. Mai dos Horneas, ne Madre
de Dos, he transferida para o dia 25 do corrala
por liaver noa dias 11 e 18 Testas na malriz do Corpo
Santo.
Perdco-se urna caria de abono dada pelo Sr.
Manoel Jos de Oliveira Mello, do eogenho Morojo,
a favor de Jos Rodrigue* de Sooza Santos da quan-
lia de 500c ; previoe-se a quem quer que ella for
apresenlada que nao a cumpra, valo o mesmo Sr.
nao mais se respoosabiisar por ella.
Ignacio Pereira da Cunha Camello, querenda
comprar a propriednde denominada Doas l'nas, per-
leneenle a Sra. 1). Francisca Pereira da Carlos, e
como nao posta fazer sem saber se existe alguma hy-
polheca oo penhora, faz o prsenle auuuucio para
ver se alguem lem estas clausula, itlo por espaoo de
8 dias. Recife 30 da outobro da 183*
Almanak de Lembrancas Luso-Erasileira
Pi ecita-se de nma boa ama
da Gnu; d. 48, segando andar.
"f
para 1856.
1 volme em 32, com 384 paginas, 426 artigo e
126 gravaras, por Alejandre Magno de Castilhosba
o 6.a volme, he nma peqpeaina eaeycloptjfH
principiada em 1851, e a qne nSo he etlranho a-
nbum dos ramo dos conhecimenlo humano, pe
redaccao dos autores, cajas prodncoet, em verana
era prosa, booram as paginas do Almanak da 1856,
e vende-se na agencia livraria n. 20 da esquo do
Collegio, onde se acham tambem o voluta* da
aunos anteriores. Prero 800 n. por cada volme.
_I


OiMIO DE PfRNMBUCO SEXTA FElfU 9
-4
CONSULTORIO DOS POBRES
50 ATJA WOVA 1 AWlfcAR ftO.
O br. P. A. Lobo Moscnzu di coni'nHai homeopalhfcas lodos os das aos pobre, desde botas da
mauhaaateomeio da, e era casosextraordinarios a qualquer hora do dia ou uoile.
Offerece-ae igualmente para pmliear qualquer operado decirurgia. e acudir promplimeute a qual-
mulnque leja mal de parlo, e cujascircumstaircias nao permitlam pasar ao medico.
0 NOViMEVRO l 1855
qoer
M MMMYb DO W. P. A. LOBO 10SC0ZO.
* ,
5 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Hauui compiti de moddicioa homeopailiica do Dr. G. H. Jahr, Iraduzido em por
*;uez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados em dous e acompuliadode
urrt diccionario dos termos de medicioa, cirnrgia, analomiii, ele. ele..... 0fi0O0
Esia obra, a mais importante de (odas asquelratam do esludo e pratica da lomeocalhia. oor'ser nica
qiiecoilem abase fundamental d'esla doulrinaA PATIIOUENF*! \ ni; Kr-'FF TOS Ihkmriiii-i
MEMOS NO OKGANISMOEil ESTADO DESALDE^oTecmen.o J n'o*iuS?X\
Z1ST ?edC1',r T"" da verdaileira -nedicina, inleressn a todos oa' mdicos q.ueqo..X,
experimentara doulrina de Halinemanu, epor si mesraos se conveucerom da verdade d'clla: a lodos os
!"tl"! 8e?hores ".ene"ho 1"? longo dos recurseldos mdicos: a lodosos capiles de navio!
2 il?~ "i" M 1-" P del" d"8r de acu(llr a ""'quer icommodo sea ou de seus tripulantes :
If" P318,"0 f8m.",B ,que PT fcoBUtanciif, que u.m sempre podem ser prevenidas, sao |obriga-
f prestar in eonlinenh os pnmeiros soccorros em suas eoferiiiidades
-> vade-niecum do homeopalha ou tradcelo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambem ut.l s. pessoas que se dedicam ao esludo da homeopall.ia, um >olu-
me grande acompanhado do diccionario dos termos de medicina ..... jOSOOO
l ^.^rTbf-^ara^s^ca'me'r^ot-^d-^^segur;. ua pralictT
^aro
Boticas a 12 tubos grandes...... "w
Boticas de 24 medicamentos em glbulos, a l, 128 e'l.'ooo rs
Ditas 36 Mm
Ditas 48
Ditas 60
Dita U4
Tubo* i vulsos
Frascos de raeia onc,a de lindura. '. '. ', '. '. '. ', '. ',
Ditos de verdadeira tiuclura a rnica. .* ."."."
Na mesma casa ha sempre venda grande numero de
vidros rara medicamentos, e
i.-Ta.) um" Pre,a de ""S5.- boa cotinheira
lavadeira e enaomraadeira, com 28 annos de idade :
na ra da Uuia n. 34, primeiro andar.
vSSSSW BAfA'AS l'ARA acabar-
\ilil m ja ,le""ud"a. no aterro da Boa
...,w ,"' poaC(" fu"cl<- o relalhu, sendo
d,pS.TM,lw-: "nhM ""Wl di-
mV>l\?. ,, '"e',i" 1""8 s'"''oras moilo boas a
ae s U i /i'"a|,a'U!' "mVcfc. rsaPaes drnim.ao Iti r., dilos de cangalha a 60 rs 1 a
. core, a 600 r.. o picle, dito almco
dilris de
conLia^l qUe wla' ',a,c'" aislados
" mmoN vende aarm.caoda
perl.no a Ja, (la. de liulio a (0 rs
cores a .10 r... u.ooras linas "aVw
lias miudezas que eslarao pali
npi adore, assim como se ven
mesma t,da enldr.cada e envernad, nroDr"ia
r^ualquer es.abeIccimenlo, ,wr SJj Xf.5l
Calitiolele.
ca^o1^irv^!^!::aa,eCOmbOI,>ee,eRan,e
ra do Sr. Paulino.
j-rua da Iluda, cochei-
ditos
dito
ditos
ditos
tubos le en si al de
. 84000
209000
: 259000
, :iooooo
. 609000
. I9OOO
. 2O00
.; 29OOO
diversos (amando*,
por presos muito'caZS.'"* <",a"'ner en"nmeDd ^^cam.n.oscom loda a brevida^
TRTAMENTO homopathico.
Preserva tico e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
ou luslritfcao ao povo para se podercorar de.la enlermidadc, aduiinistrandu os remedios mais ellici7
par at.dia-la, emquaato; se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la indepeudenle desles nos lu^ar
em que mto os ha. lugares
TRADUCIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P, A. LORO MOSCOZO
EsUs deas opsculo, conlema. indicaSOes mai. clara, e precisas, so pela sua simples c coucissex nosi
c,ao e.la ao alcance de lodas a* indiligencias, nao .0 pelo que diz respailo ao. meios curativo* como urin
plmenle aus preservativos que lem dado os mais satisfactorios resollados em loda a parle em aue
elles tcm Jido poslos em pratica. I pane em *'ue
Sendo o Iralamento homopathico o unicoque lem dado grandes resollados no curativo deila hnrri
val enre roidade, jalgamos a proposilo traduzir esles dous imporlanles opsculos em lingua vernacu
la.Ipara desl'arle facilitar a sua leilura a quem ignore-o francei. B ,ernac"-
Veride-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nova n. 52, dot 29000 rs.
Perdeu-se un cachorro d'dgua no
dia 24 do corrente, com ossignaesseguiu-
tex : todo brauco, com orelhas grandes,
curto, e estava um pout tosquiado, tem
apnai; urna nodoa porbaivo de urna das
orelha s. costuma acudir pelo nome JO-
Ll; quem o achar ou der noticia, di-rya-
sea ruado Trapichen. 15, armazem, que
sera' bem recompensado.
AULA DE LATIM,
Novos livros de bomeopalhia
lodas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias
lumes. >........
Teste, rroleslias dos meninos '.
ilering, homeopathia domestica. .
QJahr, pharniacnpealiomeopalhica.
padre Vicente Fcrrer de Albuquer-i Jahr, novo manual. 4 volums
pie mudou a sua aula para a ra do Ran-
Massa adan.anti
na.
Atilouio Barboza de Barro., eslabelecido com sala
de burbeiro na ru.i da Cruz n. 62. primeiro andar,
chumba denles com esla preciosa raassa ; na mesma
sala vendem-se e alugam-se biclus por commodo
preco.
em francez, sob
u|w F'^Tf i-viiiu ni; |)iiuiilu: q
qUIjf utilisar deseupequeo pre
pode procurar no segundo andar
(
gel n. i 1, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por mo-
pi*efp como he publico: quem se
jrestimo o,
1 segundo anclar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
l MI DENTISTA, S
cootiiia a residir na ra Nova n. 19, primei- #
4t ro ai dar. <>
Esta a sabir a luz no Ilio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXT.RAHIDO DE RLOFF E ROEN-
NINGHAUSjEN E OUTROS,
posto em ord/m atphabetica, com a descrip^o
abreviada de Todas as molestias, a indicacao phvsio-
logica e Iberapeutica de todos os mcdicamenlo ho-
meopalhicos, seu lempo de accao e concordancia,
seguido .ie um diccionario da signilicacao de lodos
o termo de medicioa e cirurgia, e posto ao alcance
das penoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Subsceve-se para esla obra no consultorio homo-
pathico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 500
primeiro andar, por 5J000 em brochura, e 69OO,
encadernado.
CONSULTORIO CENTRAL
(Gratuito para os pobres.)
/Iiia de Santo Amaro, (Mundo-Soco) n. 6.
I O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho d
g consultas todos 09 dias desde is 8 horas da
> manliga al as 2 di larde.
I Viiila os enfermos em seus domicilios, das
2 horas em liante; roa* em casos repentinos
e de molestias agudas graves as visitas serao
fetaii em qualquer.hora.
As molestias nervosas merecen) Iralamento
especial segundo meio. Jioje aconselliados
pelos pralieos modernos. Esles meios eiis-
lem na consrillorio central.
1 mmmx&Mxx
Massa adamantina.
He geiltueule reconhecida a excellencia desta
preparaiao para chumbar deoles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao i do dominio do publico,
ftebisliao Jos de Oliveira faz uso desta preciosa
rnaa, para o flm indicado, e as pessos que quize-
thico do Dr. Lobo Hoscoso,
meiro andar.
ehronicas. \ vo-
209OOO
69O
7MB
65OOO
... 1 (i"*(KVl
Jahr, moleslias nervosas. ... <;>nm
Jahr, moleslias a pelle.....' Sooo
llapou, historia da homeopathia, 2 vulunes I65OOO
ilarlhmanu, tratado completo das moleslias
dos meninos.-........ lOIOOn
A Tcslc, materia medica liomeopthica! 89OOO
l)e I ayo le, doulrina medica homeopalhica 78000
Clnica de Maoneli ....... 68000
Ca.liiig, verdade da bomeopalhia*. Whki
Diccionario de Kjileu..... joaOOO
Altlas completo de anatoma com."bellas cs'-e ^^
lampas tolondas, conlendo a descripeo
de todas a. parles do corpo humano .' 308000
yedem-se todos esles livros no consultorio homeopa-
rua Nova n. 50 pri-
Dasdez is nove, fregoezes.
Asorvelcira est prompla ; .
Uro sorvete dous luttoe,
Nao ha cousa mai. em coala
Kapazes do graude loro,
Ca da Ierra e d'alem mar !
Se vos queris refrescar
Com bello, gosloso e boro,
Deveis a bolsa afrontar.
Ma sorvele d'anauaz
No KosariojjuBlo ao becco ;
<) Soares que, nao he pecco
lem na venda la p'ra traz
Um petisco doce e secco. '
Ouem ueste tempe calmoso
Mesmo co'a bolsa mirrada
Sorvele ou agua nevada
Enaeilar desdenhofo
I'referindo'a limonada?!
Ao Rosario, rapagoes!
Nao choris pouco dinheiro
Que o Soares he baraleiro :
Ortai da bolsa os cordes:
Nada de peuua e linteiro.
Aluga-se
para se passar a fesla duas|casas na Torre, cada una
com 3 quarlos, 2 salas, cozinha fura, copear, e muito
iresc, quarlo para escravos e estribara, por com-
modo preco : a tratar atraz da matriz da Boa-Vista
LOTERA DA PROVINCIA.
AQS :000', 2:500.$' E 1:0000.
O caulelisla Antonio Jos Rodrigue de Souzi J-
nior lem eiposlo venda os bilheles e cautelas da
primeira parle da terceira lotera do Uymuatio, que
corre sabbado, 1, do corrente. ao precos abaiso
as lWas da praga da Independencia ns. 4. 13. 15 e
40; ra Direila 11. 13 ; e ra da Praia, loa de a-
zendas n. jO. Sendo pagas por inleiro
grandes que obliverem suas dilas
do Collegio o. 21,
. Precisa-se de'uma ama de lsite, sem
llip, tendo bomleite nao se olha a pie-
co: na rita estreita do Rosario, ctica
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ARREU E LIMA.
Anda cMslem algims exemplares enquaaernados,
cauiam-,ea venda na luja de livros dos senhores
Kitardo de trenas & C. esquina da ra do Collegio,
e em carado autor, paleo do Collegio, casa amarella,
no primeiro andar.
~ A'aga-se um sitio com boa casa de sobrado, a
qual tem mullos couimudos, sila na povoarv do
Aiouieiro ; a tralar na ra do Trapiche 11. 14.
Relogios
das inelliores fabricas da Suissa, lauto de miro como
de prala, ditos foliados edourados; vendem-se mais
barato do que em oulra qualquer parle, na ra da
Cadeia do Hecife u. 18.
l'recisa-se de 80> a premio por hopolheca,
pelo prazo de 6 mezes, pagando-se os juros adiauta-
do, dndole porsegurancj urna boa mobilia de ja-
caranda e um bom piano.o qual s vale 601)3; quem
quizerannuncie para sexbrocurado.
-;tirulifica-8e generMmente a quem levara ra
do Sol n. 23. segundo andar, ou descolirir quem
pegou um seseo fgido 110 dia 6 du corrente. nelu. Von,u
lado da ra das Floes. '*"* muito DrouL"TaL"a.'Je -"
A pessoa que por engao maudou remoller por
um prelo urnas eucommendas ruido Queimado 11
Si, queira mandar buscar porque foram recibi-
das por engao.
Aluga-se o sitio grande de Parnameiriin, aon-
doesteveo Sr. cnsul iuglez ; os prelendentes d-
rijam-se ao Passeio Publico, luja u. II.
Precisa-se de nm caixeiro que leuha pratica
de taberna e que escreva soflrivel, prefere-se que es-
leja arrumado e que por motivo justo se desarrume-
ua ra do Collegio n. 25, taberna da quina.
Em cumprimeoto de ordem superior, o delega-
do do disliicto Iliterario da freguezia deS. Kr P>-
dro Ooncalves, elige que lodos os profesores quer
pblicos quer particulares desla freguezia I he apre-
seulem ale o lim do correule mez mappas dos alum-
nos que frequenlaram suas aulas co correule anuo
e bem asim que os directores de esiabelecuneiilos
de insl.ucc.ues particulares I he declarem os nomts
dos professores e professoras que nos mesinos ensi-
uam.aruaeonumero da ca.a em que se acharo
collocadw. e a licenra que da presideucia obliveram
para eslabelece-los.
O0erece-se um homem de meia idade para
cueiro de qualquer casa de neuocio, o qual da fia-
dor de soa conduela, lem boa ledra e bastante pra-
lica de negocio de fazendas. molhados ou padaria i a
fallar na ra do Sauto Amaro 11. 16, loja.
Joaquim Jos de Faria Machado vai
guape a Iralar de seus negocios, e deia por
procurador Manoel Aulunio de Souza Ribeiro.
Na. ru Direila*. 69, padaria, precisa-te de
um Torneiro.
-Al
A boa fama
muito proDTi|para passar feta, C-pu..g, .,1,
n*....... -
Maiuan-
seu
uga-se Orna excellenle casa para se passar a
festa, na povoac,ao do Cachang : a Iralar na mesma
com o Sr. Komualdo, ao lado da igreja.
Precisa-se de um amansador que sejs perito em
soa arle : na na da enzala Nova, padaria 11. 30.
as sortes
cautelas, na ra
primeiro andar ; e asquesahi-
rem hon.a-lo.dispoodo de seas servicos, podem nro-Km,eus b'lhe!e" 'olelros *nibem o pSssuidor
cura-lona travessa do Vinario n. l.doiade bar- I V ",rle P0'11"61'. sendo os oilo por cento do
beiro. ,in e 1 refendo caulelisla, e o competente premio du Sr.
S w DENTISTA FRANCEZ. :
ft Pau.o Uaignuux, dentista, eslabelecido ua
ro do Rossrio o. 36, segundo andar,
eoDoca dente com a preaUodo ar, e chamba #
deatia com a massa adaioautina e oulros me- m
z
DISCURSO SAGRADO,
Hecita do em commemoraca o da n-
depijudencia do Brasil, no solem-
ne Te Deum que os habitantes da im-
perial cidade de Nictheroy,
fizeram celebrar no da 7 de se-
tembro de 1855,
PELO
SR JOAiilllH PINTO DE CAMPOS,
Conegohonorario la capella im-
perlal, oftlcial dn ortlem da Kosa,
dep utudo nsseiubla geral pe-
la provincia de l'ernanibuco,
professor de el oquencia nacional
do nitiio lyen da cidade do He-
cife, bibliothecarioda Kacnlda-
de tle Direito da niesiua cidade,
e socio correspondente do instl-
tuU'p histrico do Brasil, etc.
Este discurso impresso e vendido pelo Srs. La-
emmerl i Companhia, do Hio de Janeiro, por gra-
ciola llenura do aulor, vende-se na livraria o. 6 e 8
da praca da Iodepeodeucia, a ljOUO cada, exem-
plar.
Pnicisa-se de um escravo* por aluguel para o
serviro de urna pequea familia : ua ra do Hosni-
gio D. 7. ^
Aljga-se o seguodu andar da casada ra do
Trpicb; u. 1, propria para escriplorio, ou peque-
tul familia : a Iralar na mesma casa.
LOTERAS da provincia.
O ll.'m. Sr. thesoureiro manda fzer pu-
llico, (ii.icscai-.hama venda na thesoura-
ria da loteras, na ra da Praia n. 27, oa
elci. da primeita parte da lerceiiu
fie do l\ ntnasio, cujas rodas andam
Jretetiveimcnte no da 17 do andante
Tliesourariai das loteras o de do-
jibrodel855.Litiz Antonio Rodri-
i de Almeida/escrivao das loterias.
Precisa-se de ama ana fosca de meia idade,
iba bem cozinhar : a tratar na rita da Madre
n. 36.
irsoureiru.
Bilheles
Meios
Teicos
Quarlos
Quintos
Oitavos
Decimos
VigesimoH 300
.J900 Recebe por inleiro
5800 n
15880 >i
1W0
lOl-Jll ii
700 a i)
580 0
5:0009000
2:5005000
l:6t>69666
1:2509000
1:0009000
6259000
5009000
2509000
AO PIMICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, roa do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, por
precos mais bai.\os do que em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
c,oes, pomo a retalho, afliancando-
se aos compradores m s preco
para todos : este estabeiecimento
ahric-se de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglesas, rancezas, allcmaas c sttis-
sas.para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
ist oiferecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietarto deste importante es-
tabeiecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Kolim. K
de de comprimen, e lem 50 palmos de frente
quem a prelender, dirij.-se a ra ueila n. 05
Lniao, na ra da Cruz n 4(j
ha para vender umsorlimeulo de conservas tin
mopilel, pois. sardines. asperges, lauque dBhlf"
pal defoiesaucisses, beafslak. eli.ponne, n "
bor, poule. au j d'ecrevisse, Iriandeau' de vTa'
ass.m comod.versas.qoalidadesde vinho! '
Champagne, Xeros. Madeira, Porto de onn.00"10
Vende-se urna escrava com alguma hakilU.av
19100
19280
19000
19280
240
560
100
160
280
160
240
320
figura; na
SS&TS.'W com Summa
cT Ubern^n" '8' SI*" ^ Vra Po]W
1, laoerna n. 88 ; assim camo -
defronle da
pelo mus barato
lo que em oulra qualquer parte.
ihfl- "'"'' "esra "'"V- ,miiln "liJ. que
coiinnTodi.no de urna ca.a. engomma solTrivel e
lava moilo bem ; ao comprador'.e dir nuv0'
na ra do Rangel n. 5, das 6 horas a s 8
nhla,
': da iii.i-
VENUEBAKATO:
Libras de linhas brancas ns. 50. 60, 70 e 80
Libras de lila ns. 100, 10 e 130
,Duzias de lesouras para coslura
Duzia de ditas mais linas
Majos com 40, 50 e 60 pecas de cordao
para vestido
Pecas com 10 varas detiico eslreilu
Duzia de dedaes para senhura
Caiiinhas com guihas fraucezas
Caisas com 16 novellos de.liulia. de marcar
Orozx de bolOes para carniza
Pulceiras encarnadas para meninas
Dilas grandes para senhnra
Pare de meias finas para senhora a 240 e 300
Meadas de linhas muito (loas para bordar 160
Meadas de linhas de peso JOO
Crozas de holoes muilo linos par cairas 280
abados de linho abortos e bordados' 120 e 240
Carleira finas de marroquim para algibeira 600
Mvelas douradss para calcas e collele 120
Iinleirose areeiros de porcelana.o par 500
Charuleiras entrefinas jq
Diai do lorcidas n. 14 para candieiro 80
Penle. de verdadeiro bfalo para alisar 300 e 500
I esas com 6 Ird varas de fila branca de linlio
t.ana* com clcheles francezes
Carrileis de linhas de 200 jardas de boa
qualidade
Macinhos com 35, 0 e 47 grampa
Suspensorios, o par
Carrileis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
xandre
Alera de todas estas miudezas vendem-se <
mu.I.ssimas, que ii vista de suas boasqu.lidades
baraios precos causa admirarlo aos compradores:
na ra doOueimado. nos qualro cantos, na bem co-
tilleada loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Bons gostos e de
boas qualda-
des.
Na ra doOueimado, nosqualro cautos, na secun-
da loja de fazendas 11. 22. defronle do sobrado ama-
relio, vendem-se fazendas por presos que real-
mente fazem admirar ao publico : Panno prelo
linissimo, prova de limito, p>r. casacas e palitos,
pelos baratissimos precos de 29500, 350O e 59000
o covado, casemira preta de
a2Se-2CO0 o covado,
400. 500 c 600 rs.
FAZENDAS DE GOST
PARA VEST1D0S.DE SEN110RA.
Indijp de quadros muio (loa e padroe. oovos;
corle de laa de quadros e flores por ^reco commol
do vende-se na ra do Crespo loja di esquina qoe
volta para a ra da Cadeia. .'"------
SO
>o
70
M
O
'40
oulras
----
COMPRAS.
^-AVISO.
Em Goianna, becco do Paao n. 14,
armazemdeAranha& Albuquerque, com-
pra-se toda equalquer'porcao de assucar
e paga-se por bom preco,
Compra-se um escravo de meia idade para tra-
tar de um cavallo; assim como urna casa terrea
em Apipucos ou Monleiro, que nao exceda de 5003
a 600*1: oa ra da Cadeia do Recife u. 16.
Coroprs-se uiun escrava moja, sadia e que te-
nha bom e abundante leite : quem tiver anuuncie
para ser procurada.
Compram-se sedulas de 1ae29em bom esta-
do, com o premio de dous por cento : ua praca da
Indepeudeucia ns. 37 e 39, loja de calc.ado.
Compram-se accoes da divida provincial :7na
jua larga do Hosario n. 36, sagundo andar.
Compra-se um carro de carregar razendas, o
qual esteja em bom estado : quem o liver annuncie
por esta rollia, ou entenda-se ua porla da alfandega
com Ovidio Ferreira da Silva, que dir quem com-
pr3.
VENDAS.
Vende-se um escravo > bonita figura, nossan-
teemuilo fiel, id.de 18 anuos, cem principio de
marcneiro. eolende de cozinha, ptimo para pa-
gem, boheiro. ou armazem de assucar, m COino
urna escrava j|e 30 annos. engommadeira. lav.d"-
mVuat'rlorKsr"' '"'^ ^ "^:
^^"T^toir"^ C"SOmU,lr- ""S :
Vende-se a casa terrea n. 33. sila na ra de
Mocotolorabo, ims Afogados : .. (ratar na ra do
Queimado n. 2. "
Velas.
Vendem-se cscellcnls velas de carnauba pura de
t>. /, 8, 9, 10 c 13 por libra, por menos preodo que
em oulra qualquer parte : na ra Direita n. 59, ua
fabrica da viuva do linado Brilo. -
Vende-se um moleque de 1i anuos de idade,
scmdereilo: n ra estreita do Rosario n. 31, ar-
mazem.
Vende-se urna porcilo de pipas vasias que fo-
ram de agurdenle, despejadas ha pouco: na ruada
uia n. bt, seguudo audar.
Veude-.e um palanquim em bom estado ; ua
rea da Cuta, tajMU.B. 9.
VendojpHpde Lieboa a tUI rs.
praca da IjfJ^dencia, loja n. :.
de
a oilava: na
100 saceos aue foram de farinha
a ra da Seuzala Piova, padaria n. 30.
a do Vigario n. .TJ, veade-se urna boa
cscrfde2-t anuos de idade, ili para todo o
servido. .
Vende-se urna escrava de harao : ua ra de
Hurtas n. 138.
Vende-se Urna escrava crioulacom urna cria, a
qoal engnmm.i, cozinha e lava de sabao e barella
na" roa Velha o. 105.
Vende-se um excelleulc carro ile i rodas pro-
prio para ramilia ; quem o prelcurler, dirija-se ao
becco do Espinheiro,. primeiro tilio qae tem muro
uovo.
cun poucos
O caulelisla,
Aalonie, Jos Rodrigue, de Sorna Jnior.
Deseja-se saber onde esta' morando
urna parda de nome Amia Joaquina, na-
tural da tlha de Itamaraca', lilha de Maria
dasNeves, a qual foi ltimamente ama da
ca8adeum franfBz, morador na ruado
Rangel, para strihe dar noticias de seus
prente*: dirija-se a esta typograpliia.
,.T '~19 P008 a Premio um hvpolheca em urna
casa m um ,|U!f ,res |)airr09 dM| cjiade Que[n Q
quizer, entenda-te com o Sr. Jos Caetano de Car-
valho. ua botica do Sr. Barlholomeu
souza. n ra l.rga do Ro.ario n. 36.
Francisco de
Aloga-se urna casa de um andar c soUo com
quinUI. as seguinles ras: Augusla, Direila, M-
vramento, ou em oulra qualquer ra da Boa-Vista :
quem qmzer procure oa ra da Praia, armazem de
carne n. 29, ou annuncie por esle Diario para ser
procurado.
Precisa-se de urna ama para casa de duas pes-
soas : na ra das Iriucheiras n. 8.
Acaba de thegar nova pimeula da Jamaica,
eicelleole para temperos, assim como sag", cevadi-
olia e ervilhas : no armazem de Paula & Sanios
ra do Amorim n. 48.
No hotel da Europa precisa-sede um cozinhei-
ro queseja muito hbil.
Na ra da Madre de Dos n. 36, precisa-sc sa-
ber se nesl a praja existe Jos Joaquim Gomes da
Silva, naloral de Vilariuho, em Portugal, para se
Ihe entregar una carta da sua familia.
Arrenda-se ama das lojas do sobrado d. 11 do
alerro da Boa-Vista, olTerecendo mesmo commodo
para familia : u tralar no mesmo sobrado.
Attencao.
Precisa-se de olliciaes de aliialc, que
saibaui a/.er obra grande: na na da
Madre de Deosn ."(i.
O lliesuureiro da irraandade do Senhor Bom
Jess dos Passos, erecla na maHriz do Corpo Sanio,
de ordem .la mesa regedora, convida a lodo os r-
meos da dita irmandade, para comparecerem no dia
Udenovembro pelas qualro" horas da larde para a
eleicaoda nova mesa, que lera de reger a mesma,
irmandade para o anno futuro. Aalonio Francisco'
Mnrtius.
/
Oracito contra- a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria n. 6 c 8 da praca da
independencia um follietinho com diflerenles "ora-
<;oes contra o cholera-morbos, e qualquer oulra pess
le, a 40 rs. cada um. e "
Attencao.
Francisco Jos
Germano,
lielojoeira sjusso, na ra
JNova n. 561,
leudo reeebido um rico soriimenlo de relogios de
ouro suissos, chrouomelros, meios chronomelros
patntese orisonlaes, de segundos, ndepeudeutei, d
urna nova invengo, que para se dar corda n5o ne-
cessita derliave, cajos estWeram na eiposican de
laris ; assim como orisoulaes de prala, doursdos e
rollados, o. qoaes sao dos melhores fabricantes, o por
cujos se responsabilisa por um ou dou. annos o seu
regulamenlo, e quaulo ao preco se veudem mais ba-
rUos que em uulra qualquer parle ; assim como na
mesm- aeliarao um completo.sorliraenlo .le relogios
patenlc inglez, lano sabouete como de vidru, por
precos barastimos. Na mesma eiislem conslautr-
menle relogios amerieanos com disperlador e sem
elles. de um gosto muito agradavcl e por precos mui-
to em conta, que s avista os freguezes poderio
(lV3ll3r.
4
Veudem-se no armazem uu caes do Ramos n.
1, ssccas rom mi lio, chcgad.s de Maraanguape, de
superior qualidade. e H '
Veode-se a casa da ra da doria u. 10: a tra-
lar ua rehnacao da ra de Hurtas n. 7.
. ~ Veude-se um laboleiro envidrarado para veu-
der fazendas ; ua ra da Moeda, sobrado n. 23.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O uuico deposito continua a ser na botica de Bar-
lholomeu traucisco de Souza, ua ra larga do Rosa-
rio n. 36 ; garrafas grandes .59500 e pequeas 3.3000.
IMPORTANTE PARA 0 PLBLICO.
Para cura de phtisica em todos os seus diflerenles
graos, quer motivada por conslipaces, losse, asin-
ina, pleuriz. escarros de sangue, ddr de costados e
peito, palpilarao no corarlo, coqueluche, brandte
dor na garganta, e lodae ai moleslias dos oreaos pul-
monares.
,-'
Vende-se a taberna da ra Bella,
fundos, propria para principame : a tratar n pateo
do Paraizo 11. 18, taberna.
Vende-se na ra da Cadeia do Re-
cte, lojan. 19, obreias muito linas en-
camadas proprias para reparticOes, por
ja estarem cortadas do tamaito' dos ca-
rimbos, e pelo preco dei.S'OOO urna lib-a.
Vendem-s saceos com gomm muito boa, cou-
rinhos de cabra, esleirs de palha de carnauba, cera
de carnauba e.ebo.tudo por preco commodo: uo
armazem da ruada Madre de Dos n. 2.
VINUO'XBKEZ.
Vndese soperior vinho de Xerez em barrisdo
1l4. era casa de E. 11. W>all: ra do Trapiche
ii. 18.
Relogios cober-
tos e descobertos
de ouro', paten-
te inglez.
Vendem-se no escriptorio do ageutede
leiles, Francisco Gomes de Oliveira. ra
da Cadeia do Recife n. 2, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e descobertos de ouro patente ingle/., de
um dos mais afamados fabricantes de Lon-
dres, vindos pelo ultimo paquete inglez, e
por menos preco do que em outra qual-
quer parte.
Vendem-se chalesde (ouquiro bordados, fazen-
da suporior i na loja do 4 portas, na ra do Quei-
mado n. 10.
Vendem-se chapeos de castor branco, os mais
superiores que ha W mercadu : na loja de 4 portas,
ua ra do Queimado u. 10.
Vende-se pallihiha preparada para empalliar
loda a qualidade de ohras, mais era conla do que em
oulra qualquer parle : na na .la Crnze n. ). '
superior qualidade
alpaca preta muito lina a
. o covado, corles de col leles de
rustoe. de bonito, padres e cores nas a 700 o 900
rs., chale, prelos de 19a e seda muito grandes a
2SS00, chapeos de sol de seda prelos e de cores, fa-
zenda superior a 0-3500. camisa. rancezas pintadas
para homem a 19280, riscados da India muilo finos
e largos e muilo bonilos para* vestidos a 280 o cova-
do, selim prelo maco, Tatenda moilo superior a 3$
o covado, sarja hespanhola muilo soperior a 2,400
coyndo, merino muilo Guo a 25000 o covado, meri-
no setim o mais superior que p.le liaver e muilo
proprio para palito a 13600 o covado, chapeos de sol
de panmnlio a 18600, chitas francezas muilo finas e
largas, de novos padroes a 320 o covado, filo de li-
nlro liso e com flores a 18 e l 10 a vara, lnvas de
pellica de Jouvin para homem e senhora, chegada.
no ultimo navio francez a 1800 rs. o par, lavas de
sed. de todas as cores com belotas a 1280, camisas
le meia muilo linas 18, lavas de lio da Escocia
btaucas e de cores 400, 500 e 600 r. o par, man-
tas de eda para grvalas, prcla e de cores, muilo
noafazei-da a 18280, panno fino'azul de superior
qualidade a 4 o covado, ricas romeira. de relroz
bordadas a 1(8, Icnciiihos de relroz francezes a
18280. cassas franceza. muilo Tinas e de bonitos pa-
droe a .100 rs. o covado, cambraia finissima d sal-
pico 18 a vara, camisas francezas muito finase
bem lenas para homem a 2&500 c 28800, corles de
cassas para vestidos de bonilos padroes e com 7 va-
ras a 2j o corle, lencos brancos de cambraia de li-
nno mnilo linos e grandes a 68 a duzia, ricos chales
de clially coro lislras de seda e bstanle grandes a
83. ditos de merino muito Tinos e liso a 68, luvas
prelasde lurcal. de Lisboa a 18120, olially amarello,
t.izenda superior e que muilo se usa para vestido a
800 rs. o covado. romeiras de cambraia com laros
de ricas filas de seda e l280, grvalas de seda de
bonito padroes a 640, meias de laia para padres a
-8 o par, cortes de casemiras linas e de bonilos pa-
droes para clcaseos, brinzinhos de linbo de bo-
nito, padries a 240 o covado, brim trancado de puro
lii.hu e de bonilos padres a 800 rs. a vara, lapim
prelo tinissimo, proprio para vestido, o batioas de
padre a 18280 o covado, riscadinhos francezes moilo
linos e bonitos padroes a 210 o covado, meios lenco,
pretos para grvala muilo superiores a 18, lencos
liraucos de cambraia muilo lino, a 300 r... ganga
amarella muilo superior a 320, meiavbrancas finas
para senhora .210. 300 e 100 rs. o par, dilas prelas
muilo linas a 320, dilas para homem, fazeud. su-
perior, seudo brancas, prelas e croas a 240 rs. o par
Alera de toda estas fazenda. oulras milas que s
vista das boas qualjdades he que se pdem ver o
quanto sao baratas, aliancanda-se os Se. compra-
dores que nesle estabeiecimento nao lia fazenda al-
guma que seja avariada, e sim tudo sera avaria, de
bous goslus e bas qualidade.
no nico deposito da ra
2B, deA.J.T.-Basto&
dBird^ern."SlDuarmazen,D-60' deia do Recife, de Henry Gibson, os mais superio-
mldto? fabncad0-'I'>ellem, por p're^
LEONOR VAMBOISE.
Vende-se, o e.xcellente romanee histri-
co Leonor d Amboiie, duqueza de Breta-
nba, 2 volumes por ljp900 rs., na livraria
n. 0 e 8 da praca da Independencia.
Vende-se cal em pedrachgada no ul-
timo navio de Lisboa, epotassa americana
da mais nova
de Apollo n.
Companliia.
****** *******
Deposito de vinlio de cham- W
W PagneChateau-Ay, primeiraqua- *J
Q 1 idade, de propriedade do conde tt
^ de Marcuil, ra da Cruz do Re-
M cife n. 20: este vinho, o melhor
Z| de toda a Champagne, vende-se
' a ri.sUO rs. cada caixa, acha-se
P nicamente em casa de L. Le-
P comte Feron 4 Companhia. N.
9 B.*-As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
IECIAHISIO PARi
HHO.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENPF
NHEIRO DAVD W. BOWNIAN r*
RA DO BRUM, FASSANDO O HA
FARIZ,
ha sempre um grande sormeiilu dos guales 0D_
jectos de rnecliauismos proprio.para engHT. %
ber : moeodas e meias moendas -la mai
A boa fama
VENDE BARATO :
Leucinhos de relroz de toda a cores para pesco-
Co de senhoras e meniuas, pelo barato preco de 18,
baralhos de cartas finissimas francezas para voltarete
a 560, toucas de laa para senhoras e meninas a 610,
luvas muito linas de lio da Escocia branca e de co-
re para homem e senhoras a 400, 500 e 600 rg. o
par, meias brancas e croas para homem, fazenda
muitissimo superior a 160. 200 e 210 o par, luvas de
pellica de Jouvin brancas e amarellas para homem
e senhora a 10900 o par, camisas de meia moilo fi-
nas e de pura lila para homem a 38000 rs., dilas de
algodao muitifsimo finas a 18 e 18200, lesouras mui-
lo linas para papel a 18500, dila superiores para
barbeiro a 18500. leques moilo finos a 38, rica, abo-
toaduras para collele de madreperla e de metal a
500 r... dilas para palitos a 600 rs., caiiinhas com
phosphoros proprias para charutos a 20 rs.. ricos jar-
ro, dourado. de porcelana para llore, de diversos'ta-
maitos e precos, ricas filas de seda lavradas e lisas
de lodas as cores e larguras, escovas finissimas para
roupa, dilas para cabello, trancas de seda de boni-
los padroes de diversas larguras e cores, navalhas fi-
nissimas para barba, caivetes liniuimos e de (odas
as qualidade, bicos linos de linho de bonilos padres
e diversas larguras, ricas franjas de algodao brancas
e de dores para cortinado., lesouras para coslura as
mais finas que he possivel enconlrar-se, e oulras mui-
lissimas cousas que tudo se vende por J^^Jjaralos
precos que aos proprios compradores ca' 'jnira-
r,io : na ra do Queimado, nos qimlrn' .. >, na
bem couhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
A boa fama
POTASSA E CAL VIBGE1.
No antigo e ja' bem.conliecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
ti. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
precos muito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos-
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quelite : vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Kostron Ro-
oker #C.
Veode-e ar,o em cuolietet de'um quintal,) por
preso muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni c3 Companhia, praja do Corpo Sauto n. 11.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
oe-se Trelo novo.chegado de Lisboa pelo briguei-
aeranca.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por oo'000 reis : nos armazns ns.
3,5 e 7, e no armzen delrnte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
a. 34, primeiro andar.
_ man moderna
construccSo ; laixas de ferro fondido e.balido, d
superior qualidade e de lodos os'jamil
",
................w*-X ^TaaSa
dentadas para agua ou animaej, de todas as propor-
cf ; ""!?" e ,)occa, da fornalhae regi.tro de ko-
eifo, agu.iji&e., bronze, parafuso e earilhde, moi-
nhu de mndioca, etc., etc.
NA MESMA FNDICAO.
reeieculamlodasasencommendascom i siiperio-
ridade ja conhecida, e com a devida presteza e com-
modidade em preco.
S J 'nna.de 6, pedr.s de mVraSrTl
H para mesas, papel de peso ingle, papel da
gf embrulho, oleo de linhaca em botijai, chico-
m les para carro e arreios para 1 cavallos,
J formas de ferro para fabrica de aasucar, rtH
M Um da India para empalliar, tinta branca*
g verde, melal amarello pira forre,, cemente
JJ romano, armamento de lodas ns qualidade.
j cabos de linho, de cairo e de manilh, Ica-
g Irc; e pise de Suecia, champagne e \iohos
i lino, do Kenho : vendem-se no armasen
C. J. Astley C, ra da Cadeia n. 21.
POTASSA RRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada lecentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
s
10 Companhia. $
******* mmm***m
Vende-se urna halanca romana com lodo os
ns pertences^m bom uso e de 2,000 libra : quero
pretender, dirija-ie i ra da Cruz, armazem n. 4.
!jao de linho
fe algodao,
muilo superior, com II vara a peca, por to&OO
vende-se na ra do Crejpo, loja da esquina qae val-
la para a ra da Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ullimamenle chegada, as-
sim como pota.sa da'Hussia verdadsira : oa prara do
Corpo Sanio o. 11.
AGENCIA
Da Fnndicao* Low-Moor. Ra da
Sen zal nova n. 42.
Neste estabeiecimento continua aia-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos
dito.
os tamaulios, para
VENDE BARATO:
Kicos pcnlcs de tartaruga para cabeca
Ditos de alisar tambera de tartaruga
Ditos de marfira tambem para alisar
Dilos imitando tartaruga pafti cabeca
:ndM meia de seda de cores para crianvas
i.">00
:t,->ooo
18100
15100
19800
Vende-se hico de bloode branco e prelo de seda
verdadeiro, 30 por cento mais barato qae em qual-
quer oulra parle, e de loda as largura, moilo boni-
tas filas dito : na ra Nova casa de relojoeiro o. 22.
a viso aos fregue-
ses.
48000
18200
wo
800
18000
500
39000
2S000
28000
500
Meias pintadas fio di Escocia para crianens 240e 400
Bandejas grandes e de pinturas fioa39000 e'44000
Papel almaco aieve e paulado, resma
l'ennas finissimas bico de lauca, groza
Dilas muilo boas sem ser de lauca,croza
Uculos de armacao de aro com graduarles
I.ouetascom armado de tartaruga
Dilas com armacao da bfalo
Toucadores de Jacaranda com buns espelhos
Meias de laia m-uilo superiores par' padres
Kicas bengalas de canna com lindos casles
Ditas de janeo com bonilos casles
Ricos chicles para homem e senhora a 1* e 18200
Meias prelas de algodao para padres, o par 600
tiravalas de seda de todas as cores 1 e 1J200
lilas de velludo de todas as cores, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca 00
Ricos reloginhos para cima de mesa 49000
Suspensorios linos de borracha, o par 400, 500, 600
Pentes muito linos para sui.sa 500
Escovas muilo linas para cabello 610
Capuchos pintados muilo oonitos TOO
Ruines finssirnos de madreperola para ca-
misa, a groza 1orj0
Almde ludo islo vendem-se oulras muilas cou-
sas, que avista das qualidade. e precos faz admirar:
na ra do Queimado, nos qualro cautos, ua luja de
miudezas da Boa Fama n. 33.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-seo verdadeiro cognac, lano em garrafas
como em garrafes : ua ra da Cruz n. lo.
Riscado de listras de corea, proprio
para palitos, calcase jaquetaa, a 160
o covado.
Vende-se na roa do Crespo, loia c
olla para a cadeia.
Chales de merino' de cores,
A taberna da ra Nov i n. 50, lm de se achar
completamente sortida, tjm, que chegou de proii-
mo, latas de 1 e 2 libras com muilo superior xli, e_i_
que i visla da qualidade e do gosto, os compradorajflb
se convencer3o, assim como vende-se ludo por maM
lo barato preco,
Novas joias de
ouro.
Na loja de Oliveira & Goncalves, ra do Cabug
n. 12, ha um lindo, variado e modernsimo sorii-
menlo de obra de ouro, tanto de lt como de 18
quilates, consisljodoemadcrecos, meios ditos, rza-
la., correlo, e outro. dbjectos de go.lo: troca-te
tudo por sedulas, anda quesejam velh.s. Os pre-
sos sao maiscommodos do qae em qualquer oulra
loja.
CASEMIRA PRETA A 4?500
0 CORTE DE C4L{A.
1 .... aaaaaa .1 <'.n-nn I.:, i* _
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina aue
volta para a ra da Cadeia. '
FLOR DE FLOR.
A Farinha de Santander Flor de Flor,
lie a tnellior farinha de trigo que existe em
lodo o mundo, por isso sempre hequalili-
cada a mais superior em todos os merca
dos, aonde tem sido importada ; he esta a
primeira vez que vem a este mercado,
pore'm gat ante-se a veracidade da inlor-
tnaco: vende-se nicamente no arma-
zem de Tassi) Irmaos.
Vende-se urna grande escada fiza de 22 palmos
de compridoe4 1|2 de largura, opliraa para solao,
de madeira peli.i-marfim, muilo bem feita, por pre-
!a muito barato, para desocupar o lugar : oa ra de
lorias n. 82.
. de muito
bom gosto. *
JFSSTJmT 0 Cwpo'loja dl MqaiM "oe
Moinhos de vento
orabombasderepuio para regar borla e baixa.
decapim.nafandisaadeD.W. Bowman : uaraa
deBramns.6,8el0. ""
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias mglezas e hollandezas, com gran-
de rantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a yenda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
CAL DE LISBOA A 49000.
Veodem-se barris com cal virgem de Lisboa, para
fechar contas, pelo diminuto preco de 49000 o bar-
ril : na ra da Cadeia do Hecife, loja n. 50, defron-
te da ra da Madre de Dos.
Vende-se eiceUenta-tauoado de pinho, recen-
lemenle chegado da America : oa mi de Apollo
trapiche do herreira. a eulender-se com oadminis
ador do mesnu). w.uuiiuis
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton.& C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins >nglees.
Vendem-se dous pflPos forte de ja-
caranda', conttrucro vertical e con to-
dos os melhoramentos mais modernos,
tendo viudo no ultimo navio deHambur-
go : na ruada Cadeia, armazem n. 8.
Eme-asa dnjllenry Brunn uC, ra da
Cruzn. 10, vendem-se:
Lonase brins da Busaia ..
Instrumentos pora msica.
v Espelhoscom moldura.
Globos para jaidins.J
Ccdeirasesofa'sparajardi
meados para mesa.
VisUs de Pernambugo.
Cemento romano, i
Gomma lacea.
NAVA LIIASA CONTENTO E TESOURAS.
garuada Cadeia do Recife n. 48, primeiro au-
dar, escriptorio de Aueusto C. de Abreu. eonti-
nuam-se a vender a SO0 o par (preco liso, as ja
bem conhecidas e afamada navaUui, de barb Mili
pelo hbil fabrcame que foi premiado na eipoairo
de Londres, as quacs alm de dorarem eiIrairdiM-
namente, naosesenlem no rostoKa Mete d coeUr:
vendem-se eom a cndilo de, nlo auradande, po-
deffera os compradores devolve-la al 15 d asdarpols
pa compra restitaindo-.e o importe. Na meiouci-
s ha ricas lesounnbas para nnhas, feilas pelo ue
mo fat'ieaole.
VARASDAS GRADES.
L'm lindo e vanado soriimenlo de modellos para
varandas e gradaras de gesto moderolnimo -ia
rundicao da Aurora, em Sanie Amaro, e no deposi-
to da mesma, na ra do Brum.
-^-Vende-se um rico violao de cita ves
todo marchetado de madreperol; rom
muito bons sons e muito certo efe re-
gia: a pessoaque o pretender comprar
dirija-se a praca da Independencia n.
14 ei0.
Pechincha!
Nojr5r8a* Boa->Visla ao p da noole n. 10 ven-
dem-se cortes turcos ile meia casemira d dgodito,
moilo encorpdos a 1eoo, grvala e manas de se-
da a 400 rs., cortes de chita fnneia cota barra a
J;l lil, chales de Ua a 19000, dilos de lia e seda a
_ 3MO0, castores para calcas, de lindo* padroes, o eo-
vado 240, e ootras muitas fazendas por preco com-
modos.
Avisa-se ao publico, qae oa laja o. 4 da tua
Nova, de Jos Luiz Pereira Jnior, vendera-se mag-
nificos toucados para senhoras, chegado* receatameii-
le pela barca Loui$e Mane, pelo baraMimo areco ,
destacada did.
Veude-se a armario depura taberna com
pouco. ftirido qae lem, no lafgo da Trempe, com
rommoi -para grande troilli. indepeadeouts da la-
oerna, v bom qeiutal, cacimba qa. beta ISakak
iientrocre oa e com a qual e faz garepa para
mae, do que esi muilo alVeguezada, e o seu ala-
guel he muilo commodo : os prttendele, dirijam-se
ao sobrado u. 1 uo meMDo lugar, que echarte com
quem Iralar.
Muilo barato.
Cassa. francezas de cores fizas e bonilos padres a
2*1 cada covado : na ra ,do Oueiaitdo, loia de *
portas o. 10.
Rap.
Vende-se o verdaMeiroe muilo fresco rap Paolo
Ccrdeiro : ua ra larga do Hosario n. 38, jauto a
botica.
Vendem-se cambraias finas francezas de eom
fizas a 200 rs. o covado, georgiana de seda, fazenda
que Unge seda a 280 rs. o covado, perpetua de caras
com quadros escoceze a 300 r... cada covado, chita
lina franceza a 240 rs. o covado: na ra do
loja amarella n. 4, de Antonio Francisco (
BOM' E BARATO.
\eude-sc um terreoo com 60 palmos de frente, e
fundo -le baiio mar, prunipto para edificar por es-
tar aterrado, silo no aterro dos Afogados: ae pateo
ilo Ierro n. 4. '
Villa-vlrde.
Conlinua-se a vender a verdadeira bolacha fina
denomiuada^Villa-verde, na padaria ja tu Im-
perial confronte a fabrica d sabio n. 17* na es-
trella do Hosario n.39 A e 15,' Rangel n.
do Carms,-qirm-da roa de Horlas o. 2, Livramenlo
n. 2b ; e a que se veiitrer em oulra qualquer parte'
com a mesma deuomiuac.ilo he falsa.
. Vendem-se ai melhores bichas hambargoezas
que ha no mercado, tanto a cenlo cornjka retalho ,
tambem .a.alugam: na ra das CrV mu. 40.
Vende-* uaBjhate com 24 p*Me* de ctanpri-
mento, de bocca^TC de poolah- Urma moderna,
uovo, de cicupira 'eWrnarella, proprio para biroo :
quem prelender, dirjale a roa da Flore a. 19.
Vende-se na rOa da Cadeia do Recife, casa n.
bl, um escravo de 40 annos, robusto e de lodo ser-
vico.
Sedas ricas.
' Vendern-ta corle* de seda branca* ores, com
babados, fazenda superior : na loja de 4 porta, aa
ruu do yaeimido n. 10.
Vendem-se as bellas uvas nuuul
de Itamaraca': nft ra do ^
n. 39.
Vendem-se 4 escravos, sendo 2 de bonita* li-
garas, de todo o servico e ooulros 2 que cozinham
o diario de urna casa, e urna deltas engomma : ua
ra Direila o. 3.
JJri ns de vel la: i armazem de NfO.
Bieber A C, ra da Cruz n, 4.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de bistre para carro.
Barril de graxa n. 97.
Vinho Clierry em barris.
Camas de ferro.
Taixas pare engenhos.
Na fund rao' de ferro de D. W.
Bowmann na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de o a 8 palmos de
horca, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
em barcam-se ou carregam-se em carro
seci despeza ao comprador.
Vendem-se amarrados com 3 arroba* ', de car-
ne do erlo muito boa e barata-: na rn* da Cadeia
do Recife, loja de ferragens n. 53.
Vestidos e chales.
Veudm-se chales de seda graude com algum
moro, pelo barato preso de 63000 r., corles de cas-
sa de core com barra e alsumas pintas de mofo,
pelo diminuto prer.0 de 19600 o corte, assim como
oulras muilas fazendas por baralo prego: na ra
da Cadeia do Recife loja n. 50, defronle. da rqa da
Madre de Dos.
ESCRAVOS FGIDOS.
O abaixo aasgnado. morador Da rna da Con-
cordia, di boa gratificar,*!, a quem Ib* apprehenOr
o seu escravo pardo liereulauo, que representa ler
16 anuos, que do .ilio a ilharga da igreja do lon-
teiro aonde se conservava aceren eje dous anuos, a-
apparcceu domingo 28 de onlubfTj findo, as seis W
ras da manlia. ^eae mesmo dia foi encontrado na
\ arzea, aonde ro nascido e criado, e no seaviule es-
leve no engenho' San Joo no dilo lagar da Varzea,
aonde Toi vislo por diversas pessoa., e procorou a
um layador do cUado engenho Francisco Xavier
Correa para o comprar, enjo Xavier he wbrio*w do
linado Joso Xavier Lina Wanderley a qu.u dte es-
cravo perleuceu ; levou urna calta de lazeaela e
millo com quadros, camisa de madapoln e chapeo
de palha pintado de novo com tint azul, o mi fila
cor de rozo trra, he regular de corpo, fuma, lem
em umn das cauellas nma cicatriz por causa da ama
renda que leve, tem o denle alvo e e* Ha trente
largo*, abre nm pouco a. pernas quando caminha,
he bailante vivo e a cor he sobre escura. Rog*- *
autoridades policiaesa captura do mesmo.
Antonio Pinto de Barro*.
100$000 de gratificacao.
Desappareccu no dia 17 de agosto prxima pana-
do, pelas 7 horas da noile, a prela Lourenc^, Je
{.lo Angola, de idade 35 a 40annos, pooco *M*j au
menos, com o. signaes .eguinte. : um dedo d mao
direila inchado, m.gra, lem marcas branca* na* dua.
pernas; levoo camisa dn algodaozioho, vestido d
chila n)a, panno tino, e mais orna tronza de roupa:
rosa-sea todas s autoridades polifjfes na c* ni le*
de campo que a apprchendam e levttrn 4eu KBaf
Jo.no Leilcde Azevedo. p. praeMo f|*3p Sanio *.
I/, que recebera a gratificado aci
PERN TYP. DB II. F.
I llllTinnn
/
4
t
i

\
-


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