Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00485


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Full Text

AUNO XXXI. N. 258.
or S meten adiantados 4,000.
r 3 mezes vencido 4,500.
QUINTA FEIRA 8 OE NOVEMBRO DE 1855.

Por anno adianUdo 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBU
EH'CARREGADOS DA SL'BSCRIPCAO*-
Kecifql o propriel?rio M. F. de Faria ; Rio de Ja-
neiro,jid Sr.Joo Pereira Marlim ; Bahia, o Sr. D.
Dupra j; Macelo, .o Senhor C.Uudino Falcao Das ;
|aralii i, o Sr. Uecvazio Viclor ra Nalividade ;
alad, o Sr. Joaquim Ignacio I'ereira Jnuior; Ara-
caly.o Sr. Antonio de Lentos Brasa ; Cear, o Sr.
Joaqoira Josde Oliveira ; Maraniao o Sr. Joa-
ll Urque Rodrigues; Piauliy, v Sr. Domingos
a ano AcklesPeMO\>Cearense; Para, oSr. Jus-
> J Ramos; Amazonas,|o Sr. Jeronymoda Cosa.
CAMBIOS.
[Sofl^"L.ondres, a 27 5/8
Pars, 348 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 por 0/0 de descont.
Accoes do Banco 43 0/0 de premio.
da Cornpanhia de Beberibe ao par.
da cornpanhia de seguros ao par.
Disconto de leltras, de 8 a 9 1/2 por 0/0.
METAES.
I Duro.Oncas haspanholas. 295X100
Moedas de 69400 velhas. 16000
de 69400 novas. 165>000
de 4*000. 9000
| Piala.Pataces brasileiros. 29000
Pesos columnarios. 29000
mexicanos..... 1J>860
PARTIDA DOS C.ORREIOS. AUDIENCIAS.
Olinda, lodos os dias. Tribunal do Commercio, quartas e sabbadps.
Cartiar, Bonito e Garanhuns, nos dias tela. Relacao, tercas-feiras e sabbados.
Villa-Bella, Boa-Yisla, ExeOuricury, a 13e28. Fazenda, quarus e sabbados s 10 horas.
Goyanna ePrahiba, segundas e sexias-fuiras.
Victoria e Natal, as quimas-feirai.
PREAMAR DEHOJE.
Primeira s 2 horas e 04 minlos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
| Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
I Juizo deorphos, segundase quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
I 2* vara do civel, quarlas e sabbados ao meio-dia.
EPIIEMERIDES.
Novetnb. 1 Quarto minguante as 2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da tarde.
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 4 segundos da tarde.
16 QuartocrescenteasOhras, 20 mi-
nutos e 49 segundos da manha.
23 La cheia as 5horas,'31 minutos el 11 Domingo. 2
4i segundos da tarde. Mi de Dos
PARTE imn.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
7 de nocembro de 1835.
ir. deaembargador L-irutiuo
de Soma-
pedienli.
' i julica de 23 do prjimo
o fevereo impeiial appro-
para a casa da ra do
e Jnflo l'into de Le-
a ausa fallida de
da a
. applemenl.i extraord
l'elersbilnrRO de 25 de selemhro re
or," segundo o
InraUi. Itiuto s noticias seguints da Crimea :
ajudanle decampo general principe Gorls-
transmitlio o jornal do assediu de Sebasto-
25 de agosto al 8 de aetenrbro, e das ope-
lesla cidade, de 8 a 14 de selemhro ; quanlo
da bal tilia de 8 de selemhro, aera trans-
iorrornt por elle,
t 31, o liombardeimenlo de Sebastopol
din grande vivacidade ; de 31 de
lesclcnibro, pela violeafia do fogo epela
des fcojecj
Durante
ImJnleoa mu*
/^^^HhsT, con Ira o
ii. 10 ; duran!
UBljnentavarn de
vagranjdsqoantii" *
cheias
<*L
I ir-e bsrris exp
ntnetertm
podMe dizer que foi
migo concentrara prn-
fu basli&es na. 1, 2, 5
Schwarlz e as' bateras'
', ot tiro* de ileva-
0 inimigo la'.ica-
pinkol8rnienta.de
as sobre as nos-
forado uro e contra o lado
(le ittembro, a^tea prcMMis
leoeuta general de Bochmeyer, o ajadante de cam-
po general prncipe orlschakoff ordenou que st
laucaste entre as batera* Nicolao e Miguel urna
ponte llucluanle de pranehoes de 430 sagenas de'
comprimeolo e de 2 sagenas e J de largara entre
os parapeilos.
Este Iraballio, que foi ejecutado debati do
logo do inimigo, foi concluido dentro de 15 dias, e
a ponte foi inaugurada e exposfa ao transito no dia
da assompcao de Nossa Senhura.
A 28, pela madrugada, dianle do basliao n. 4,
locamos fogo urna mina, coja etplosao fez saltar
mus mineiros iumigos cont a Ierra laucada por el-
la ; desde este momento, durante todo o dia, os ira-
balhos subterrneos dos sitiantes ficaram interrom.
pidos.
Durante os dias 2ft28, em vrlude da vivaci-
dade do fogo das nossas bateras, nao" s o inimigo
nao conseguio avanrar, mas anda nem seqoer pude
reparar os damnos occaaionados pela arlilharia da
praja obre as suas Irincheiras extremas e os seos
approclies.
a Em a noile de 28 para 29 de agosto, a 1 hora
da m:iulia>, um projectil bem dirigido da praca in-
cendiou,na vsinhanra da enliga luneta Kamtchalka,
unj paol contendo urna pro v islo de plvora e de
botabas carregadas. A rom mor 10 occasionada pela
elpMtftbi tilo vilenla, que as vidraras da bale-
ra do Paulo e ate as das bateras de Nicolao flearam
quebradas, os destrozos dos pranehoes arremedados
ao ar vieram cahir al na vsinhanra da nosta ca-
deia ndiante do hastian n. 3. As bombas comecaram
a eslourar aiuda durante cinco minutos depois da
explosao. Os estragos devem ter sido consideraveis
oos trabadlos inimigos.
" A 29 de agosto, os tillantes comejaram a aug-
mentar a aclividade do seu fogo, concen(rando-o
conlra o basliao u. 2 ; altn disto, a's dez horas da
manhila e aomeio dia, eieeutaram em frente do re-
ducto Schwarlz, duas explose* que nos nao cau-
saraui damno algom. >
Ot traballiot do inimigo contra o bastan korni-
loff progre^ram mui lentamente ; a Iriocheira em
frentetUMP3" "ao foi reparada.
Na floras do arrabalde Karabelnaia, trabalha-
secom grande aclividade para reparar-te ot estragos
occationados pelo fogo do inimigo.
A 30 de agosto a condonada contra o basliao n.
a A 2 de telembro as 5 horas da manha e as 7
horas da noile, o inimigo locou fogo diante do bas-
liao n. i em qualro lomadlas de mina que occasiona-
ram alguna estragos pouco importantes as nossas
galeras.
Durante o da, os adversarios eieeutaram tra-
balhos dianle do reduela Schwarlz e alem da baha
da Quarenlent; nao tmenle ot seus approchet
contra ot baslioes KornilofTit.2 nao avan;aram, mas
anda, em virtude do fogo bem dirigido da praca,
poderam apenas reparar os damnos na tua sapa.
a A 3 de seterabro, at II horas da manha, a-ba-
lera inimiga construida por traz do ceiniterio rom-
peu o fdgo conlra a obra n. 10. Aura de fase-la ta-
jar, at nossas obrat tambera comecaram o fogo,
Iravou-se orna canhonada que duroo quasi urna
hora.
As 5 horas depois de meo dHi jnimigo exe-
cutou, sent uos fazer mal alum,dujexplosOes a es-
querda do capitel do basliao n. 4.*
As 11 horas da noile, os sitiantes lenlaram ac-
commetter a nosta cadeia disposla diante da collioa
Nalakoft, e apoderar-se delta, mas foram repellidot
para as suas Irincheiras.
c As 2 horas da manha, um projectil laucado da
batera Bostakolf fez sallar nm paiot inimigo na tua
balera de qualro prcas conlra o basliao n. 3.
" Os trabadlos dos sitiantes cnsstiram em aug-
mentara espessura das suas Irincberat avanzadas
diante do basliao Kurniloll; alm disto laongaram n
flanco esquerdo da sua ineia parallela desenvolvida
adiaute du basliao n. 2.
(i A i de telembro, a guerra' subterrnea adianle
do redneto Schwarlz e do basliao u. 4 foi feila coni
urna aclividade particular; tocamos fogo em qnatro
foroalbas de mina a que o inimigo respouden por
trez exploses, De mais os sitiantes abrirn) ranho-
neiras nat suas bateras conlra o flanco esquerdo
da nossa iinha de defeza, e allongou de cinco sage-
nas a sna tapa sobre a esquerda da collina Mala-
kou*.
A 5 de seterubro, as 6 horas da manha, o ini-
migo comerou urna Canhonada e um bombardea-
metilo mui violeulo conta asi e 2seci;es da nossa li-
nda de defeza; as suas bateras atiravam em des-
carga cerrada; responderam-lhe dat obrat do flan-
co dirito da nossa I indi de defeza por nm fogo nao
menos activo. O fogo te arrefeceu um pouco pela
2, foi Uu bem sustentada como na-vespera. A's* wlta das duas doras depois de meio dia, e parou a
doras da tarde, tocamos fogo em duas minas dianta,
do basliao n. 4 ; pela volta de 7 horas o inimigo exe-
colou lamben) doas explotes diaule Jo reducto
Schwarlz.
^H 3t dc agosto, jranle o dia o inimigo fez fo-
a collina Malakofr,
a batera n. 10; o
itislentado durante
e reparado.
di.:
A 23 de, agosto, sitiantes exentaras duatexplos&es direirt e a es-
i djo capitel do bastWo n. 4 ; mas, era razo da
ti. nao cauaram damno algumite nossas ga-
IrA arlilharia da praca alirou coBfstaolcmcnli
as Irinclieirt inirnigas mais euremas, afi
adir que o situte avtmrastie; todava o a1
o, concentrando um fogo do* mais vivos eon-
joatat obrse destroindo-Uies as canhoneiras,
io diminuir urr pouco o tMsso fogo e impl-
ala sagenas.para dianle dos sVus approcdes da
(rioeneira contra o bulia^aatoroiKarf ; alm disto,
abri, oa saa baleria^MlO pefas^isrvxo da antiga
luneta K'anilchalka, qualro canlionei "> para bater
face esquerda do dito basliao. Aa-plena con-
t basliao n. 2 oi continusda. i
A 211 de agosto, s 9 horas da njoite, o inimigo
ataoou fogo a om poco de mina reTorcado, adiaute
a. 4 ; rulo retullon dahi etrago algom nat-
/
os t/eus trabalhos no
bre a Collina Verde
aboralorio e coroa-
lo n. 2. O fogo da
mente eslat ope-
noile. as 21 horas segundo as observarnos feilas
pelo lelegrapho, o inimigo lanrara "0.000 Jtomdas
e 16,000 obuzes.
Este fogo l.lo lerrivel dccasioH mu
imporlantet em nottas obrat e Be no
reducto Schwarlz, oo liastiSo n. R liil-
kine,
ii llorante i noite apezar do ogolem sustentado
pelos salanles, a guarnido de Sebastopol reparou
os clranos laalo quanlo nH possivel; orna porfi
das pacas dta*spNhlas c das carretas quebradas foi
reparada.
" duct
;uardava provavelmenle
bombas. -
a As oto horas e mcia da manha, o inimigo to-
cn fogo.sem nos causar mal algiim em duas fornalhas
de mina contra as nossas galeras em frente do re-
dacto Schwarlz. Pela nossa parle, destts mismas
lorias tuffocamo-lo com funtaca.
As 5 doras e meia depois de meio dia, houve na
tria do inimigo adiante do basliao u. 2 ama nova
explosAo bastante forle,que lancooal sobieesle bas-
liao espejos fragmentos de pranehoes.
Eis aqni qaaes foram os trabalhos do inimigo:
na Collin.iVerde, reuni por meio de ama Iriocheira
a sua segunda e lereeira parallela; conlinuott a fa-
zer avanzar, a sua sapa sobres esquerda da collina
Malakoff, collocoo em posijao qualro novos morlci-
ros para bater o basliao Kornlou", e adianlott cinco
sagenas na tapa plena contra o bastillo n. 2; os estra-
gos em nossas obras foram consideraveis.
a No I de selemhro, durante 24 horas os sitiantes
sustentaran) um fogo mni violento, particularmente
coutra o basliao n. 2; os damuos em nofsas obras
foram consideraveis.
u As (i llrate maia da manha, o camouflet foi
dado com vautagem diante do reducto Schwarlz. Pe-
la sua parle o inimigo fez sallar orna mina disposla
diaule da raheca desta galera. Como as precedentes
esta cxplosao nao nos causou damoo algum.
n As 8 lloras depois de-meio dia, das nossas gale-
ras adiaute do basliao ns. 4, foi execulada urna cx-
plosao na drecro do miueiro inimigo que te apro-
ximava; depoit, cessaram os Irabalhos dos sitian-
tes.
a Os sitiantes estenderam, parallelamenle i colli-
na, urna triucheira curta, 'a 5 sagenas das nossas fa-
chinas dianle do basliio KornilofT, e apesar da vio-
lencia do nosso fogo, kvanc,ou um pouco conlra o bas-
liao n. 2 por urna dupla sapa plena.
vou urna lula com os pottos avanzados. A' uoite,
o adversario loroou a passar o Tchernaia; os nossos
posiojles.
lou das suas ba-
um fogo vio-
s. ftm de ti-
llar, por ordem
dos navios a va-
(Iromonettt,
foram tiradast
postos ayancados recobrara
No mesmo dia, o ini
lerias elevadas cima do a
lento contra os nossos navios a
rar-lhe a possibilidade de faze-
do commtrndante em chele, at
por, Wadimir, Crimea, Bett
Mborout, Danubio, Turco e G\
e estes navios metidos a pique.
A 12 e 13 de selemhro, o inQaao alirou pouco;
ueste ultimo dia, ttntou t\w^.t^m* ton, tnorleiros
que eollocra juotdo emuareadojaqehamadjurol.'ra-
ftkaia Prlttane. No ruettno dia, ios postes ayanca-
dos da nossa ala esqperda observaam que linham
sido eslahelecidossji. valle de Bailar, ao pe da al-
deia de Cosacos na airada de Oattnhasthik a Uor-
kussa, dous campos nos quaet sfBehavam seis es-
quadresde cavallaria e 3 balalra>et de Infamara,
com arlilharia.
(loiirnal iot
--------------------$
Nosso collaborador Mr. Eduardo Laboulye fez
apparecer nesle momento um novo volme de sua
tradurco de Channing. Este velme conten tres
excellenles tratados conlra a escravidao, que fazem
a maior honra caridade e ao talento de Channing.
Mr. Laboulye fez preceder esta tradcelo de um
longo estudo sobre a escravidao us Estados-Unidos;
extrahimos o fioal detse esludo, noqusl o autor cha-
ma a allencao da Europa sobre o progresso e a ac-
ivo fatal da escravidao em o Novo Mondo. He ama
das grandes quetloes do dia.
Depois da religiSo e da lei, qtte os defensores da
escravidao invocam lio falsamente em seu soccorro,
elles allegara tamben) a iiifcrinridide da raja negra
ea inimisade dos dous poyos. A inferioridade na-
*>
ida por um sabio
os Esladoa-Uiti-
na patria de a-
iitada mui a pro-
pulares ; todava
rjao de Mr. A-
de pro-
oceoparam eirrasS MMf'deatiuMa*.
A 6 de selcmBTo; detSB a madrugada, o ioimigo
comedn um fogo dos roais violentos contra at obras
da Iinha de defeza de Sebastopol e conlra as baleras
da praia. A tarde, o fogo do lado Uzailo cessoa,
mas o bombardeameuto conlinuou cora Itera ; alm
disto, dorante a noile, atiraram melraTha sobre os
oosso Irabalhadores aliin de impedir que reparas-
sem os damnos. Ldncaram bombas, balas e fuge-
les incendiarios sobre a cidade, o ancoradouro e o la-
do do norte.
a Os estragos em as nossas obras foram mui con-
sideraveis: o fogo incessantemente do inimigo im-
peda que fossem reparados.
, a A 7 de selemhro, a canhonada e o bombardea-
menlo recomecarara com o mesmo encainic.ainenlu
que nos dias precedentes. O fogo, sem ioterropcao
sobre loda a Iinha, era em descargas cerradas, e por
momentos redobrava de intensidade, ora conlra o
flanco direilo, ora conlra o flanco esquerdo da oossi
linda de defeza. Alm dos projeclis ordinarios, na
manha de 8 o inimigo lancou barris incendiarios
conlra a collina Malakofl.
(a Como foi dito mais cima, a relacao das ope-
racoet de 8 de telembro ser Iransmillda separada-
mente pelo ajudanle de campo general principe
(jortscbakolT. )
A 9 de telembro, os assaltaules continuaran) a
atirar conlra a bahia e as baleras do lado do norte;
a sua esqoadra eslava preparada ; algumas das suas
naos se aproximaran) da praia e da bahia de hami-
esch, 5 chalupas sadiram do ancoradouro. A' nossa
ala esquerda, urna paitb da cavallaria inimiga que
se achava no valle de Baidar recuou sobre a aldeia
de Varnoulka, evacuando a entrada do sul do valle.
a A 11 de seterabro, s 10 horas da manha, a ca-
vallaria inimiga, em numero de 10 etquadroes, se
dirigi a aldeia de Sch'oulu, onde ama parle dos ca-
valleirns te apeou, e, lendo oceupado os verges, Ira-
vais ?... Onde moras?., dizia Juliano sem fazer caso,
segando tea coslume, da retposla do amigo.
E tn j voltasle dentre ot telvageus'.' pergan-
lon Ricardo era loro meio amigavel meo irnico.
Sim, e eslou cerlo de haver empregado o lem-
po meldor do que lu !
Duvido.
Eia 1 que tena feila desde que nos lepramos .'
Tens vivido, consegois'le lalvez duplicar at duas mil
piastras que formavam entao leu capital, trabalhan-
do como um cavado de manejo e vivando da manei-
ra porque vive-se aqu, como bruto e como merce-
uaro. He verdade que esse genero de existencia
convem aos leus goslos e ao tea carcter. Eu eslive
com ot Indios da Florida, vaguei com os negros fu-
slivos da Luiziana, pastei doras deliciosas com una
linda lillia do Wiscoosn murgem do lago Michi-
gan, dorm em magnficos cannaviaes, em bellas e
sombras florestas, cheiat durante a noile, de gritos
extraordinarios, de relmpagos hrilhantes e de ruinas
phaulaslicat; passeei em delgadas e longas ptrogat
que desciam como Trechas ot bai/uus (2) de ribance-
ras escarpadas. Tendo a carabina ao hombro, as
pistlas a dala, a faca de dous gumea ao lado, eami-
nliet tempre dianle de mim caprichoso, livre, e sen-
lindo que o mundo lodo perlencia-me. Achei sera-
pre fraclos margeui dat estradas, car.a nos matos o
fontes nos bosques. Oh quant he fcil a vida a
quera ama o Sol e os zrandes horizontes, a qoem faz
como as aves que confiam na Providencia e conlen-
lam-se com aquido que achara a margem dot ros e
na extremidade dat florestas 1 E quanlo he bello vi-
ver assim indepeiidenle de loda a autoridade como
de lodo o trabadlo, e poder quandp assim Ihe apraz
deitar-te a genle sombra de urna arvore magnifica,
oa exposta ao sol sobre a relva dos prados 1 O ente
mais inlelligenle da creacao nao he o hornera, he q
lagarto 1
Eit o extravagante ineorrigivel I lornoa Ricar-
do sorrindo dat palavras do amigo, e consultando ao
mesmo lempo om livrindo de lembruuga qae linda
ua man. As viagens em vez de le darem juizo, fize-
ratn ainda m'nis louca la cabera de poeta, c apezar
de toda a arara dc loa conversarlo piltoresea, toa
obrgado a deixar-le al a larde. Sexta avenida n.
21. meu chara Juliano ; l le ser permillido diva-
gar i vonlade, e promclto-te ama allencao aturada
percorrendo ao mesmo lempo a ultima pagina do
Herald.
Ad '. creo que leu carcter meldo lico nao tem
n feto mais do oue crescer e embelezar-te depoit que
- le deive lia dous anuos nao le vejo, e...
? (iuarda-o para o recitares em
ndo cha. Eslou aneioso por ir aos
toral dot negros tem sido d
defensor, emigrado da Slita,
dot, o qual pagou tea ncofj
dopcao com urna descobei
psito em soccorro dos pri
a sciencia ainda nao aceil1
gaisiz, assercao que at ao presente carece
vas.
Alm do esqueleto ser o mesmo as duas raras, e
Dolar-te no negro nateido nos Estados-Unidos, desde
a segunda gerarao, um desenvolvimeolo do cerebro
que approxima a configurarlo de sua Saboga, dos
brincos, ha urna objeccao a fazer ao syslema de M.
Agassiz, e de que, anda'que elle fosse cerlo, nada
provaria em favor da escravidao. Porque anda mes-
mo que se demonstraste que o negro forma, nao
urna simples variedade do genero humano, portn
tima especie distincta, e te quizaren), menos inlel-
ligenle, islo nao impedira que tila rara inferior li"
veste o diada palavra e a ruja, e que e uegro em
lugar de ser destinado ao servir d> outrero, como o
animal, fosse nm individuo oascido para arbar toa
raullier, educar seus fillios e djjppar da saa vM. Bs-
in-tnraiiiiMa)i r-d-rs-fl)BCar l---->= iu-
lela' oo Bitad, |.....im wuaa* a lycaaaia do te-
nlior.
Porm,ku o repito, nadademuaslra esla inferiori-
dade natural; a inferioridade da educarlo existe
sem duvida algnm, e he nicetsario muilo lempo
para dar remedio a itlc ; purera he este um proble-
ma da mesma especie qoe he o da ignorancia de ura
povo.Uma poltica egosta declara esta ignorancia tj
remedavel.serve-sedella para esen
te da uacAo ; ama poltica christaa S
nao um dever a curaprir e orna
parar.
Ella allende ao lempo o nao exige
urna liberdade oa antes tima autoridade publica
qoe uao seria para elle senao urna arma na mao de
orna crianra. porm longe de vedar a esperanca s
clastes desbordadas dislrlbue a educarlo com mao
liberal e prepara lado para ama prxima emauci-
pajao.
Os villes do scalo XII eram lito igooranles e nao
menot hrulues que os negros, e entreunto em que
estado estaramos nos, te os nossos antepassados li-
vessem sido tratados com o desdent da elhmologia
americana, e se em nome de urna inferioridade,
qae toda a nobreza recondena, se houvesse perpe-
tuado sua servidao Repulamos para longe de nos,
estes prejuizos odiosos e ioteresseiros. O Evangelho
uao faz disnccio aolreos homens ; nao condece se-
nio irmos, todos lilhos de Dos. He esla urna sci-
encia que anda nao foi excedida, e bom ser que
tempre a sigamos.
Quanlo a inimisade dos dous povos, he ella verda-
deira uesle sentido, que os Americanos em seu or-
gulho lem para com os negros ama aolpalhia, qae
os povos das colonias catholicas, Hespandoes, Por-
(uguezes. Francezes, nunca partilharam. Pelo que
respeila ao negro, he segando a opiuiao geral, a
rara a mais affectuosa, sendo que esla moma (locu-
ra a enlregou escravidao, em quanto que o mesmo
senao ha coasaguido do Indio tempre promptn para
vingar-te. Esta inimisade he nm grande obstculo
para a emancipadlo ; o negro he um objeclo de hor-
ror e de desgosto para os Americanos ; e ha conlra
elles a mesma anlipalliia tanto oos paizeslivres como
no sul, e esta difliculdade nao foi condecida pela
anliguidade nem pela media idade. O seravo era
da mesma taca que o senhor, e no dia em que o li-
bertavam e em que elle tomava os foros de hornera
livre, nada o dislingoia mais dos oulros cidadaos;
mas a differenra de cor pet contrario perpetu a
servidao noteio mesmo da lbenla le e os cosa mes
repeliera todo o conlelo com nqaelle que Iraz em
tua peisoa o ferrete- da servidao. Negro e escravo
ludo he um. As almas sensiveis do tul, que to nu-
merosas, os polticos que considerara a escravidao co-
mo urna lepra lerrivel, os quaes sao anda em.maior
numero, nao veem senao um remedio para esternal,
he a emigrarlo, de a transportado da raca negra e
foi lendo isto era vista, que fuodou-se na frica a
colonia de I.iberia, para onde cada anno se enva
um cerlo numero de libertos. Channing, tem censu-
rara colonisacJo, rao,ira qoe he um meio chimeri-
co, te por acaso te tem por escupo o lira da escravi-
dao. De 1810 a 1850 o numero dos negros tem tido
um augmento de 717,000 ; he um crescimento de
71,000 almas par anno ; que-sociedade poderia fazer
a despeza de urna temelhanle emigrarlo? Sem da-
vida no lira do ultimo seculo hoave am augment,
em qae te teria podido execttlar medidas semelhan-
les, e era, isto o qoe exiga Jeflerson ; hoje lie muilo
larde, couvra aflroutar o mal directamente e nao
eusaar vaos paliativos. Jamis se expedir da Ame-
rica os negros, he necessario que elles ah vivam, ea-
cravos ou livres. A^epugnancia dos brincos ser om
ltalo suficiente para impor a escravidao a um poyo
innocente'.' Eis a que se re luz presentemente toda
a queslo.
Porm, dizem, se der-se aos negros a liberdade
e ot direilot de cidado, luyera guerra civil enlre ai
doas raras ou pelo menos o amalgama, islo de, a
confusao do sangoe-e o eofraquecimenlo e a degene-
rarlo dos huncos. He mui fcil a Channing res-,
ponder que.^jWgum dia apparecer a guerra ser
escravida^e nw a liberdade que a Tara nascer.
E pelo qoe diz respeilo confusao do singue,
justt repugnancia das duas rac,as ter batanle pa
a evitar. Se alguma cousa pode diminuir o nume-
ro dos mulatos he por sejri duvida a liberdade; ho-
je qae a mullter negra ou muala he um instru-
mento de deboche, o sangae se mistura e v-se es-
se tfislo espectculo de escravos filhot de pai i-
vre. de mulheres vendidas em leiloes, as quaes 1ra-
zem em suas veias o mais nobre saogue da Virgi-
nia. Se a oegra fosse livre iguaes misturas seriara
mais raras qae hoje.
He verdade qoe a jasta posirao sobre o mesmo
territorio de duasraraa de cores *jiITorenIcs, separa
mooalr'ora nossos pait cora os servos de seus do-
minios : e islo ter a liberdade. Se ha mait de um
meio termo enlre a escravidao e a liberdade, consi-
derada como condirao social, o mesmo nao aconte-
ce enlre o hornera escravo e o limem livre. Aqae-
le he um bruto, este um individuo ; o ultimo tem
direilot, o primeiro nao os tem, e se por acaso re-
coulieeer-se um s indispensavel de recoohecer-se
lodos eanDutros. Se o negro lem ama familia, con-
vem deixar-lhe os meios de nutr-la com o sea
trabadlo : eis a propriedade ; se elle possue argo-
ma cousa qae o senhor nao possa tmar-lhe, se nao
pode recosarlhe o rengalar coca jen peculio a pre-
priedade a mais precinta, a de sua pessoa, eis
liberdade como coosequeocia da propriedade. Et-
tas ideas, porm, aiuda nao estao derramadas e nao
foram condecidas de Channing, de outra torle elle
sera menos vago em teas meios de emanciparlo, e
talvez menos absoluto as condiroes, creio que ser
tobre este terreno, que se poderao fazer lransacri.es
enlre os receios do Meio-Dia e as mu vivti esperan-
zas do Norte. Urna servidao temporaria, orna expe-
riencia de alguns aunos de urna gerarAo talvez bas-
tada para assegurar a emanciparlo, e assim lea-
mos a ptssagem da servidao para a liberdade.
Chaningn nao he bastante claro nos meios que pro-
pe para que se previnam ot perigoi de una pre-
cipitada emanciparan, e he a ooiea censura que
llie fare, a nica falla que descubro em seo livro.
Porm ao lado desle pequeo deleito, seja-me per-
millido attigoalar partet admiraveis; sao as pagi-
nas em que Channing responde ao argument, qoe
compara am escravo ao roslico e que oppOe o bem-
estar dn negro miseria, i fome do Irlandez. Es-
te raciocinio especioso he materialista quanlo i
substancia ; porque sappe qae o homem como o
animal, nao (em outra necessidade senao comer e
defender-se das injurias do lempo, de outra torle
elle nada prova. Se o homem tem necessidadet
inlellecluaes e moraes que de necessario salisfazer,
assim como necessidades do corpo, neohuma com-
pararla se pode fazer enlre o uegro e o Irlandez, o
uegro he melhor nutrido, mas o rustico tem urna
llier e lilhos que Ihe perlencem ; ninguem pode
DIAS DA a
5 Segunda. Ss. Zacari
6 Terca. S. Severo b.
7 Quarla. S. Florencio
8 (Quinta. S. Nicostrato
9 Sexta. Ss. Crcisano
10 Sabbado.S.
dito'qui .
Amiricint
i he exirakio' de um volarue i
em de apparecer com o titulo de Fh
II.
esta noile
nliat-if.
Imm
adeos !
ailot passns que dar, e itso
mas apresserno-nos. A's tres do-
atravs dos bosqoat.
ras devo ler pago ao Sanco da America nm check
(3) de tres piastras, nt qualro horas tenho de prepa-
rar a expedirn de doas mil taceos de cacao para o
Havre, e tambera de vigiar a abertura de viole e cin-
co caitas, as quaes chegaram da India e coutem ca-
semirat qae devem ser enviadas esta noite para as
cidades do interior...
Qoe diste Juliano erguendo a rabera ; am
check de tres mil piastras, dous mil saceos de cacao,
vinle e cinco caitas de catemiras I... Donde liras to-
da estariqueza t
Be miaba casa.
De loa casa I Irra mea charo, lens-te adtan-
tado, e nao estratiho mais o perfume de piastras que
exhala tua pessoa, e que goslo de saborear.
Confesta que este perfume he melhor que o de
leus campos, responden Ricardo sorrindo em quanto
o amigo lendo as raaos nos bolsos, exaroinava-o como
urna barra de ouro.
Conversando os dous amigos linham entrado em
If'all-itreel, a roa mil vezes millionara de New-
Vork.' He ncrivel o numero dat companhat de ee-
guros, dos bancos pblicos e particulares, dat casas
de cambio e de outros eslabelecimentot linanceiros
qae conten esa parte rica da cidade. Entre lodos
ot oulrot edificiot o do Banco de Nctc-York he nota-
vel pela sua firmeza e pela enormidade das pedras
empregadas em sua conslrucr,ao. Quem v esse pa-
lacio das financas adevinda que orna preoecupacao
dos ladres e das alavancas perseguio o archileclo
queden e fez execotar o plano.
Ricardo que entrara no Banco da America volton
logo, e depois de muilas outrat viagens e da exped-
cao do cacto e dat casetniras, os dous mancebos en -
traralh em am nmnibos e dlnglram-se para ot saines
do Chevet de New-York : Robelin.
III
Robelin nao lem hospedara aberta a loda a hora,
e sement prepara otjantaresencommendados. Bem
difireme da cozinha americana que nao chaira a
nada e oio lem goslo de tuda, a cozinha provencal
do pasteleiro de Orand-street tanto alegra o olphsto
como o paladar. Por isso elle vai-se adiantaudo.
Itirardo e Juliano assentarum-te i mesa.
Eis urna cozinha de horneas inlelligenlet I e
clamou o segundo. Ali I meu charo Ricardo, que
triste pait para ot gulosos he a America Todas as
vezes qoe aconteceo-me ir at cidades desde at Noy a-
Orleant al Albnny nao achei por toda a parte senao
om aliment inspido e requemado. Dir-se-hia fe-
no, palha e fareloa cozidos em agua sem sal; abso-
lutamente um alimento de rayados. Entramos em
urna casa americana hora do jantar : em vez do
cdeiro appetitoso, qoe difunde-se mesma hora em
todas as nossas casas de Franca, o olphato nao tem
para deleilar-se roais do que vapor nauseabundo da
agua quenle que vai servir para a preparara a da be-
bida de' farMIli. Ah chamal a isso um poyo inlel-
ligenle "! um plv que nao sabe romer, um povo que
alinora s tele oras da manilla e janla s tres da
larde, um povo que nao conhece a sopa de ostras,
que coma na pona da faca, que qoebru ovos no co-
(3) Ordem.
po, que julga o presunto superior ao perdiglo re-
cdeaijo de lubaras e o whiskey (4) superior ao viudo
de Burdeos, que nunca ceia, e que s coubece as lor-
ias de batatas ? Bem se v qoe be uro povo novo
que oceupado ainda em edificar suas casas nao lem
lempo para cuidar na cozinha.
Todava vou dar-le urna noticia que responde-
r a todas as luat declamafoet contra este paiz. J
requer ha mezes para ser cidado americano, e es-
pero gozar brevemente desse ltalo.
Que I renegars toa patria? Pra vires a ser
Yankee! Mas o que he que te'wrcou a tal motit-
traoaidade t
Nada, seno que quero eslabelecer-me oeste
paiz.
Ser Francez, o deixar esse titulo por qnalqaer
outro he urna iodignidade.
. Meu Dos eslou longe de ver as cousas como
la. Deixei hontem o (talo de Francez, porque pre-
vejo que meu commercio e minhas relac/)es ganda-
r.lo com isso.
E... provavelmenle loa poltica a leas votos
eslarilo na allura de toas ideas em materia de nalu-
ralisacjta t...
Mui cortamente, e he porque-lodos aqu julgam
pelo meu ponto de vista que os negocios van tan beto.
Aqu nao ha opioiOes, ha necessidades. He om paiz
pralico e sisudo 1
Dtoso paiz com elTeito, que pode viver sem
principios e sem moralidade, e que nao tem outra
bassola poltica senao seus appelilet!
Todava reeonhecerat qoe he o primeiro paiz
do mando para o espirito de empresa, e aquelle re-
lativamente em que ha mais progresso material
feito ?
Nao esloa por isso, e vou rirovar-te o contra-
rio...
Ah antes quero dar-te ji razao do que discu-
tir intilmente.
Mas nao iremos esla noile a algom Ibeatro ?
Nao vejo bem que prazer eu poderia l ochar.
Os actores americanos engolem metaJe das avilabas,
e nao sei bastantemente o inglez para entender o que
elles dizem com a outra melade.
Como fallas loa Est justamente reconheci-
do qae os actores americanos sao aa pessoat que me-
lhor accentoam at palavras. Mat da-me esse He-
rald ; ahi acharemos a lisia dos diverlintentos para
hoje... Bem !... Em Wallacks representa-se Pala-
cio e Pritao ; em Broadway a Irlanda Aoo Lar ;
em Pardy's a Choupana do pai Thomaz ; ero Sainl
Charles a opera de Alelandro Slradella ; em Itar-
num o t'illio do naufragio ; nos Bockley's a opera
burlesca da Norma ; em Nblo ligorlo os Racel;
em Cattle-liarden canta a cornpanhia de Saretzeck...
Dize, nao ha para todos os gostos '.' Escolhe... onde
qnerea que vamos '.'
' Os Pjtrilano.
. Poit vamos ouvi-loi J
E os doas amigos levaatando-se da mesa tahiram,
l4) Agurdenle de midi.
e foram tomar na quinta de Grand-streel o mnibus
que ia a Broadway.
Ninguem estranhe ver Ricardo frente de urna
grande casa tem ter carruagem propria e andar tim-
plesraenle era mnibus. Ettet vehculos pblicos
tao usadot geralmeule em New-Vork : at inulderes
mais elegantes nao ot desprezam, e o ccmraercian-
let mais ricot sob pretexto de qoe he a moda, acharo
niiso urna applicar.io para seus piiocipios ecouo-
nicos.
Chegaodo a Caslle-Oarden, os doas amigos loma-
raro logar entre um numero extraordioario de es-
pectadores. O salao que he o mait vatio de .New-
Vork, e que j conleve seis mil pessoas no lempo
dos concertos de Jenny l.ind lcita nessa noile om
ten;o desse numero. O auditorio compunha se qoa-
i de Francezes, Italianos e oolms estrangeiros.
Quanto aos Americanos em loda a parle onde olve-
te boa msica ha certeza de ve-Ios brilhar pela
sua ausencia. Foi necessario o talento de Baroum
para induzi-los a assistir em matta aos concertos do
rcuxiooi tueco, e ainda assim nao eram amadores
viudos para admirar orna goela prodigiosa ; porm
vaidosos que pavoneavam-se com altivez ero lugares
pagot por preco extravagante, e que apinliavam-se
com ufana na barrica que lites offerecera a habilda-
de de seo compatriota.
Enlre os artista* do senhor Maretzeck que canta-
ra tiesta uoite figuravam motos esperanzosos qae
segundo ouvi dizer, foram depois engajados pela ope-
ra italiana de Pars : o tenor Baraldi e o bary tono
Graziani. Foram bem applaudidos.
Onde iremos agora 'i pergnntou Juliano a Ri-
cardo no ftm do espectculo.
Tomar um torvete, se quizeres no hotel Taylor
ou no holel Maillard.
No hotel Maillard. He um estabelecimento
francez, e ludo ahi deve ser melhor do que em qual-
quer outra parte. Vamos.
IV
Nao ha paiz onde se lomem mais sorveles, nem te
comam mais bolliohos do que not Estados-Unidos ;
por isso niuguem pode dar cera passos as cidades
grandes sem eocoutrar um patteleiro ou confeiteiro.
Cerlaraeitle he utna predominarlo de gostos das
mis louvaveii. He 1,1o bello ser culoso, e sobre lu-
do com iotelligencia 1 Infelizmente os Americanos
nao esto no ultimo caso. Devorara enormes bollos
de batatas, de morangos ou de groselhas, incriveis
quanlidades de assucar caodi, e deixam envelhecer
miteravelmente nos vidros o productos maii deli-
cados dot Marqat e dot Feliz de New-York. Se
oo houvessem confeileiros francezes eslabelecidos
na America, ahi tmenle teriam conhecidas as lorias
de fructas.
Ricardo e Juliano linham pois ido ao hotel Mail-
lard, e haviam-ie accommodado em nm canto do
salan. Quasi todas ai metat eslavam orrupndas, e
as physonsmias bem como a linguagem eram gcral-
menle francezas,
Parece que estamos rodeados de compatriotas 1
exclamoa Juliano ; se eu offereceise um ponche a
(oda esta genle ?
|edi-lo de dirigir sua vida como entender, e cul- t0^as
r sua iotelligencia e sua razao. Que relaca
eiisle enlre estes termos : o alimento.e a liberdade 1
A gloria de Channing consiste em dar o devidoa
^o a este sophisraa que nao diz respeilo splenle
escravidao. Era qaanlos paizes se mo imagina
o bem-eslar he a justificarlo do despotim e q
povo nao (em o direilo de queixar-se quaodo l
Irabalho etalatjo 1 Ser por acaso no Alcor.l
esta escriplo qu* o home'm naoxice tmente do
porm itm da palacra de Dos l
Q tratado de Channing acolhido com mait favor do
que elle outava esperar, nao (eve eutrelanlo suc-
eso immedialo. Um homem moderado, qi
lauja oalff dous partidos no seu primeira fi
mondo que tito i
de, tua opiniJo
impediria que ali
Id es offerecease
primeiro magiasrado,,
ciara, que aborreca
juslira, nao poderia reas
quaes tea nome esl para semgl
ra. He dehaixo desle poni de vj se o ootao
goveroo se lem apartado do anlrgo carainho. -
Tem cansado admirarlo este fatjto eslranho, qae
a America no momento da revoliteao leaha adiado
entre os seos rendeires, seos mercadorea, teas obrei-
ros, generaos, administradores, homens de estado,
e que hoje nao encontr mait polticos eminentes
eotre as geraries ricas, bastadas a quem a fortuna
d todos os recursos da educarlo ; a razao disto as-
la na influencia da escravidao.
O anl qae nao lem senao ora inleresse, esl sem-
pre proropto a sustentar talo o partido, whrgoo
(ory, demcrata oa federalista ; teclario do Uittm
faire ou proleccionista, cora lano qae este partido
aceiteetusteole a escravidao. O sol laoja om paso
victorioso na balanca e com o mesmo golpe detmora-
lisa a vida publica. Os homens generosos, ot amigos
sinceros da liberdade, qoe alo podem aceitar ata
igual patronato encerram-s na vida privada; oa
mais ardentes fleam no congresso, porm tera espe-
ranca de jamis chegar ao poder, d'ahi o eofraqae-
cimenlo poltico qae se man Testa ao observador a
qae justifica mais de ama aecusarflo preduzida con-
lra os Eiladot-Unidoi. A cansa da liberdade no
mondo ioleire soffre desta mineira a injnsica de
algans estados, e foi isto o qae Channing, demons-
troa victoriosamente. Elle tem razSo gasean ac-
ensa seus compatriotas de serem infieis a' sna mis-
sao e de comprometterem o nome da repblica. A
America tem bailado na opioilo ; oo ha'monar-
chia na Europa que nao creia ter-lhe loperioretn
cvilisacao, eque como prova nao possa alegar qtte
nao he manchada pela escravidao come a preleadt-
dida deminaet doaErtadoi-Unidot.
avassnllar os estados
esla a historia da
it e qoe
necesstde-
attrabido a
Como tem sul coataga
livres*MaOl
dat pela nalureza e pelos flljnlttij tatt) ainurn ao lemWatra probabilidade tenao a de ter mallra-
eenn-ne eslranho e de Inquietador. Porm toppoe-
--------r.w ^_ una vt'ZTlDmo lei.i pic.
na liberdade poltica, e que se dar* iramediaunteo-
le os direilos de cidado a pessoas incapazes de asar
dellei. N3q de itto ama consequeucia necetsarta
daabolirao, e ea quereria que Channing fosse mais
explcito neste ponto. Libertar os negros e fazer
delles cidadaos activos sao duas coasas difiranles,
e no meu entender separadas por urna longa serje
de annos, porque he necesserio muilo lempo para
formar a educarlo poltica de ama raca tao decahi-
da, e para eodireitar almas, que a servidao (em cor-
vado.
Libertar o negro he rccoohecer-lhe os direilos do
individuo e fazer dalle um homem. Nao vse separe
mais o esposo c a esposa, o pai e os filhos ; deixem-
se ao negro os frutos de seu proprio trabadla, e ain-
da mesmo que o obriguem a oo deixar o solo, em
que nasceu, e qae para o resgale de sua pessoa exi-
ja-se em cada semana alguns dias do seu Iraba-
lho, direi ainda que elle he livre e nao sei te este
meo, anda qoe mais lealo, deisar de ser mais se-
guro. Ao menos he assim que at cousas se passa-
ram no aoligo continente': o servo tornno-se um vli-
lao, depois o villao resgatou pouco a pouco sua cor-
vea e lornoa-se am rustico e Uoalmeole um cidado.
Nada te Taz aos pulos, e em poltica aiuda mtit do
que em qualqutr outra ousa, pedindo-se a abol
rao immediala mareba-te, segundo penco, para um
ahysrao, e compromeltc-sa a causa mais saeta. O
exemplo da emanciparlo ingle/a e fraaceza nada
provam, porque as condic^es sao todas diflreules e
o problema nao Iinha a mesma gravidade.
Dizem que no sul procurara marchar hoje por es-
ta vereda, nao separar as familias e dar aos negros
educarlo. Se proseguirem resoluta e chrislamcute
esla empreza, se a lei fizer o que deviam fazer lo-
dos, nlo lereraos a emanciparlo em um lempo
mui breve. O senhor se cansar logo de nutrir ama
familia cujo crescimeato nada ha que impera, e che-
gar a fazer com o uegro partidos Ae trabadlo co-
lado pelos doas lados, ,e aroriTacaa o> entra serta,
***r**^ "SiMhaLreputac,io,de caridade e de
raedera "
peros ataqtreS dos aDoilcronistas,
d3o tomava nanovo carcter, tornndote polti-
ca ; nao era tmenle"por acdar-ie amearado o teu
direilo que se inquelava o Sul, elle quera supre-
maca a l.'niao, oo quando menos quera assega-
rar no seoado urna igoaldade tal, qae fosse irnpos-
sivel ao congresso locar na escravidao, ainda mes-
roo indirectamente. He assim que esla lerrivel djbes-
llo veio envolver-se na poltica dos Estados-Unidos,
dominando-a ha viDte annos e fazendo com que a
America te desvie completamente do caminho aber-
lo por Washington e seos amigos. A coosa mais
importante hoj quando te nomeia um presidente,
nao contisle em saber te elle he capaz oa virtuoso,
mas se he favoravel escravidao, oo quando menos,
se nada emprehender conlra ella. Foi orna razao
desta nalureza qae fez a fortuna do presidente ac-
tual, M. Pierce ; e he certo que o inimigo da escra-
vidao, anda qae teja um dos horneas mais eminen-
tes do paiz, Mr. Everetl, por exemplo, nao lem ne-
nhuma probabilidade de chegar direccao suprema
dos Estados-Unidos. He isto. bastante para que a*
comprehenda o quanto depois de Irnta annos tem
baixado o nivel moral.
E he Isto o qae ltimamente,, por occasao da
dtscussao do bil Nebraska, exprima com grande
nobreza M. Sumner, representante do Massaebos-
selt, to senado de Washington.
Um ostracismo arrogante e implacavel persegue
presentemente nao s aquelle que se pronuncia con
Ira a escravidao, roas ainda aquello que nao quer
coitsliloir-se tea sustentculo. Tem-te iotrodazi-
do tima nova qualilicaco para as funcrOes publicas,
a qual leria excluido das mesmas fenles oa pas da
repblica", ainda mesmo Washington, Jeflerson e
Franklin. He este om laclo eslranho, porm in-
coutestavel. Se estes Ilustres persgnagens desces-
tem das espheras que habitara, se enlraisem nesle
ahuma anlagsfn a1
luaes
tornar
deria
denles a a escravidao
Ella o acedara zombando de li, ftspondeu
Ricardo erguendo os hombros.
Nao condeces nenduma das pessoas que eslAo
aqu ?
Sim, mas nao nos visitamos^
Entao porque ?
Nao de coslume.
Que por eslares na America julgas-le obrga-
do a viver americana, tem tociedade e sem rela-
jees '.' Eu pensava qoe ot Francezes eslabeleciara
por toda a parle os cottomes e nao. os toflriaro.
_ Pelo contrario, lemos todo o qae he necessa-
rio para sermut cosmopolitas; conformamo-not ero
um dia aos hbitos, s affeiros e al s anlpalhias
do povo, onlre o qual nos apraz viver. Os mait fer-
vorosos Amercanos dos Esladoa Unidos suoFriuce-
zes, que aqu lem diado sua residencia !
Isso nao thes serve de elogio. Comprehendo
que alguem faca-te rego pelo amor do jogo ou da
anliguidade, qoe faca-se Turco na esperanca de ser
pacha; mas Americano.' S om amor excestvo do
presunto, do fumo, oo das mulheres livres () pode
induzir a um acto tao extravagante! Mas dize-me,
condeces aquella moca assenlada mesa vizinha do
balco que esla desle lado'.'
Cortamente.
Quem he ella ?
He mitt Sarah Cardicell, ama das nossas mais
elegantes ladiet.
E.... falla francez'?
Moilo b;m; as familias ricas americanas da-
ves saber qae eat inteiramenle em muda nao fallar
senao a nossa lingua.
Tu a condeces bastante para rae apresenlares a
ella esla noile 1
Sem duvida.
Quem he aquelle rapaz que parece lio solicit
por agradar-I he?
ll'llliam Barnell, um caixeru do Banco da
Vniao.
Ella he admiravelrocnle formosa! Senhor A-
mercano, apresente-me a sua linda compatriota.
Um instante depois Juliano era admiltido ua in-
timidado de miss Sarah, a qual pareca adiar vivo
prazer as extravagancias poticas do joven francez.
Miss Cardwcll lindo dezennve annos, e so fami-
lia era urna das mais ricas e mais consideraveis de
New-Vork.
A joven Americana ja afamada pelo seu luxoe pe-
la sua prodigalidade, era inlelligenle e formosa, se-
gundo a belleza de tea paiz ; estatura regalar, ca-
bellos magnficos, odiar provocador, porle determi-
nado, tez alv.t e rosada, labios garbosos, emlim to-
das as gracas que fazem as New-Yorkenses, mulhe-
res mui bonilas desde a idade de quinao tonos al i
de vinle e cinco. Depois dessa poca am que a Ktta-
cezt pelo em trario ve forlilicar-sa etssaeovolvar-M
sua formosnra, nao reta mais a Americana do-no
nma feialdade apena supporlJt t uso excesivo
dos bollindos quentts arruina!
it
e entre
os era qne
constarte do sol,
que ten
re* assim como
cidadaos.
idos livre
avidao, ha
e coma o oeste foi
vldao Hpt^v novos Estados ah
ente, a igoaldade do sal teria
formaste tambem novos Esla-
Dan urna poltica de ambicio
d.JW. ,..^hja M-
sede de couepalrlV
iemo qoe f sul sonl* expe-
pmm ^ ^^irrr*.
nfederacao pao da
lina. Os proprie
fepn teriam d
da Uaiao; por
on tres Estados]
qualro on ten
lo ktjta qua
estampa a i
mais no sonado. He citadla a queslo ; o qoe oos
parece, e o que lie com effeito urna poltico de
conquistas,tje considerado no sul como urna politi-
ca de salvado.
Nao qoerem o Canad porque seria islo dar a' li-
berdade algumas probabilidades de mais ; porm
querem o Mxico para adi restabelecer a escravidao
e tirar toda esperanza dos partidarios di emanci-
pado. <
Channing vio comeco desta poltica, qoe aa?^
nu uria ama completa desorden) uas ideas america-
nas, o abandono de todas ai mximas e d todos os
principios da constiluicao. Fuiem 1837, qoandosc
tralon de Texas que. elle esereveu a carta i M.
Ilenrique Clay, a qual termina este volme. Em
quanlo qoe de todas as partes applaudism esta io-
vasao de um paiz livre por algum aventnreiro*.
Channing leve a coragem de defender a cansa i
Mxico opprimida pela forra, e ousou revelar ee
verdadeiro pensameuto da conquista. O qae qae-
riam os Americanos nao era ora novo lerritri,
pois qae nao lhes fallavam (erras na antiga Loui-
iana, era estender a escravidao, apartar de sna
fronteirai a visinhaoca perigosa de om pala livre,
encontrar terreno porfonde se derramaisem os negros
de Maryland da Virginia. Negaram-se estes execra-
veis motivos; entreunt elles sSo verdadeiros e sobre
osEslados-L nidos pesa esta nodoa indelevel, qne,no
seculo dezenove seus filhos conquislaram ama larra
da qual o Mxico Un^brotcriplo a escravidao, e
tico l^nroscr
bustrv Bntzes
marfim, e u abuso'^f trazezes das sociedades rain-
cha-ldes a pede rosada e embac,a-lhet a tez transpa-
rente.
Juliano linda, como ja vimos, um
res voluveis e enlbusiaslasque rev
de fogo al a mait leve de toast
gundo o choque que tua lauree
rao viva oo um dithyrambo animado^
va o calor piloresco de sna pronaneiacao.
bro-me bem da cidade em que nascera
era de Maraelha, mereca cerlamcnte sel
parte das vezes teria podido dispensar-te de fallar,
tanto seos gestos eram numerosos e cheies de itoa-
gens.
Ha pessoas qaa nao gottam das populasetdo meio
dia da Franca por cansa de sen pantomimo; en pe-
lo contrario, amo essat ndoles extraordinarias, qaa
tentindo incessantemente^ necessidade deseapi**
Abt
xonarem, manifeslam
let de fogo que todos
resoar Porque he qi
as iiares amam gen
razan bem simples"
mais demonstradlo cf
As mulheres sao as m
sua alma, indo-
alhicos fazem-
de qOasi todas
>7 Por urna
mais calor,
omeus.
todos os pailas;
gottam qoe os homens oatupem-se com ellas, lisou-
geem-nas e paresam nao somante pensar as finezas
que lites dizem, como tambem ler nisto o mais vivo
prazer.
A consequeucia natural do carcter de Juliano em
suas relacoes com at mulheres era dar-lhe nma ori-
ginilidade e ama vehemencia na conversacao, qoe
lornavam-no o homem mais agradavel aos olhos das
mulderes do norte, habituadas a tmenle encontra-
ren] aot seus compatriotas maneiras fras e serias.
Se fallava a ama molher formosa, Gcava inevilavel-
mente enamorado. D'ahi tambera resolltvt ama
exageratao de linguagem que nao dcixava de agr*
dar aquellas que ouviam-no.
A impressiio qne Juliano fez sobre sna bella in-
terlocnlora foi sem dovida favoravel; pois a joven
mies quando levanlou-se para relirar-se, ditaie-lhe
estendendo-lhe a mao :
At amanhaa!
. E accrescentoo voltando-so para William a Ri-
cardo:
AmanhSa hei de dar um baile aos mancebos
meas amigos, e declaro desde ja qoe o Sr. Janano
ter mea cavalleiro predilecto.
Ah! diste Ricardo com milicia, a Franca
triompha da L'ni3o Americana ; diga, William, que
ser de voss ?
Ah .' responden este, ha o premio de tres dias
de profunda afl'eicao !
Coilado 1 disse miss Sarah em loro livre e ga-
lante, console-se, mea charo William, vost he mea
cavalleiro esta noile, e ha de te-lo depoit d'amaabaa.
E studando a Ricardo e a Juliano, sahio a ponda
ao bras de William paraHirgir-te a asWafftoss-
I place. Quanlo aos dout amigos, voltaram pasteando
I
(Sy As Ulvomerislas sao mui favorecidas em algo-1 para a casi n. 2t da sexli avenida,
mas parles dos Estados Unidos. j (Continuar-te-ha.)
v
"~r"a



p
.
1
v
r

quemo primeiro aclo Coi restabeleeela. E como
Win -so da barbaria do Milico dpoi dislo 1 E ja'
que tallamos da craviilodeque wrva lamenlar-ae
ae qi eroria em vio regeitar ? A Virginia pode al-
legai-esta exeas,,porem quem ferigea a estaheleoer-
a escravidao em Tsh, e cubre qaem recabe a
resptosabilidadedula crin.?
a M. Clay, qa se rtnha constituido o
anuexafau, Chaaning se eleva a uma al-
mentos nolavel e com esta seguranza
||||eQatas humaDas, e sobre ludo
i que gaverna o mundo, elle pre-
cios, que esta conquista que Ibes
libante, sera' a mina da Dniao.
deale acto, diz elle, nosso paiz en-
Br da' usurpares, de guerras e de
Wa' o chamara' sobre si u castigo
fc Texas oSo sera' ura fie Ib
lata'sobre nosso futuro, e se ligara'
lade de ferro a uma lonja serie de
na. A annexacao de Texas sera'
tai que, se uma josla providen-
nto.udelerao senao no istlimo
vio uemaguerrado Mxico nem as
I { nto ouvio o ministro dos ne-
eclarar, que os Estados Unidos
tbolicto da escravidao mud.iva
de Cuba, e punha em perigo a
letuo Americauo ;l ; ello au vio
la da maior das democracias procla-
mundo a poltica que a Russia affec-
urquia ; poroi Chanuug linha an-
nunciado com antecedencia at onde a lgica dos
acootocimento, levara fatalmente a repblica. A
melado de suas prediees se lem realisado, a escra-
vidao lem impido a America para o caminlio das
conquistas; cisque a ootra roetade de mus re-
ceios se nao realisar, e que a Lniao nao est amea-
Sada, be levar um pouco longe a confianza no pre-
sente e fechar os olhos sobre um futuro, que ja se
deixi entrever.
com effeilo, uestes ltimos anuos duas medi-
da enormes, o bil dos fugitivos, e o bil dos terri-
torio) Nebraska e Kauzas, deram ao roesmo lempo
aoKluma preponderancia nanifesta e causaram
no norte uma irrii.rto, que pode (erraiar-se de
un taodo desagradavel. dvisto reina nos esp-
rttos, e dalii "aos fadoa distancia he menos do' que
pansa m os polticos sempra absortos nos inlcresses
do momelo.
O bil dos fugitivos publicado em 1850 chegou ao
nosio couliecmenlo por intermedio do Tio Thom ;
porque he contra esta lei, que se dirigi Todo o ro-
manes, e (al tem ido o efleilo produzido sobre a
opinbio por Miss Beecher Stowe, que pode dzer-se
que seo livro deu no bil dos fugitivos um golpe tal
de que jamis se re.labelecer.
Esta lei presentemente famosa, aulorisa o senhor
a perseguir e faxr prender nos Estados livres os
travos que fngiram das plantacoes e pe a seo
aarvi^b os offlciaes fedaraes e entrega-lhes o fugitivo
sem Jefeza, sem julgameolo e aem appello. Este
bil que procuram bascar ero uma disposieao parti-
cular da constituidlo tolla em favor dos paitos es-
eravoa, disposieao esta que toi confirmada pelo acto
federal de 12 de-fevereiro da 1793, este bil, dize-
mes, lem por si a legalidad!, mas be ata falsa le-
galidade, qua viola es direiles da humanidade e
que, Chaaning victoriosamente .ofundo. He uma
oodoi indalevel o* e.nliluic.o o axfctir uma lei
que viola manifotaroeaa o proprUb,ancJpio da
Unla-i, a in*tjkndencim|Kudoa; per isso nao
nos devemos admirar ds9aMttjBgi aun ete-
acao Danto Vivru n. \ Virti de
[ibercladg|ipirllu dos fundadores da Bstituicao.
fcreilo poltico da eonfederaja, cada
umdMEl HBa urna repblica perfaita em al,
ana legilajjo interna anida a seo, al-
CottJssVbesepnr ondicOes iguajM
io faz ver, o gome de toaos
ites sao simplesmento Esta-
Ha ai nda um oulro cato na Biblia em que a
OUWO OE PtHUUISCO QUII FEIRI 8 DE NOVEMBRO 01 1855
l,ir.n """'"" quea ?** c a(>UMa ao1 Atados-Unidos. Sem dovid. por este mundo, a ja flnalmaole por ees. pender que
, ta T T "rt CTe"C,a T. 1* r,eC|lmeD,M "a mli,am em om dia I P a tormo. ....feiU. cm TuoZ'cZ
na justamente o con rar*. E.s o, lermos da le, ha as Ws humana, um movimen.o qu. sobro- te, para no. momentos que Ih. dedico, deixaV-me
aossommossacerdoese os Fhariteos public.ram v> ao primeiro choque, e a prosperidad, do, E|- po.suir da calgine trisleza.e dominar pdo soleen
tarlo, afiro de qae toda a pessoa, que ,oubee on- l.dos-L nulo,, osla prosperidade devida beta*. Quando me acho inteiramenle obscurecido pela,
d.e.t.vt.hnslo ofodenuocrp.r.qopude^ do WatdQlf, a judie, da constituiclo, peder .ombras nuvens do do.pro.or. ou alordoado pe
oer preso M.uralmanle o dever offlo.il do engraudecer-ae .inda por moUo .empo, depoi, qu. desgosto, corlo o, blco, de mnh. penna.lacro o tin-
ca a dlpu.o, quesabra onde .ava Chr.s.o ora ex,,gulr eipiril do, homeil8 de mti. ^ leir80 e'n, ^ ao J a "
TZl^H* ^ ^ Tg h,sl0"1'"a repblica romana que fez. conquista no veze.. remon,ando-me ao futuro e IrogradaZ a"
.bandou.,em ludop.ral.gar.se a elle com mu.- mundo, quando a ambiSao sub,liluio o espirito de paswdo. con.igo e.qu.cer o prsenle.
Iiberdade.
Accrescentai qoo ha uma fortuna material que
bandouatsem ludo para lgar-se a elle com mu i
los oulros que nao couheciam a lei de Mojes e
que eram amaldicoados, que Marlha e Maria tomas-
,ero o cuidado delle, que b.nhassem aeus pe. com .
lagrimas e os onchugassem com ,eu, cabellos, nao cias, e que a este reopoito os Eslados-Unidos es-
ha ah. ment algum, porque cada homem pode de- 13o longe de ler clis(ado ao fim da carreira. Sua
semnenhar deveres aue Ihe sao acradaves : arhnu- amhirnn m> r 7X*._____ _,
, ---------^------, B---------- -----_. ,.,.,,,.., u.io !d sanao nascer, e lie mui provavel
,e ; porem o ducipulo qne poda desempenharjim que em um lempo bastante breve, elle, nao se dele-
fOOT QCmnrdlirivfl, Klln fui animnsnmantn nrn. r\n rmnn ii;. I'K-: -__*_ __ ..
drer desagradare!. Elle foi animosamente pro-
cur.r a autoridade do dslriclo de Jerusalem. que
se chamava Cenluriao, e Ihe entregon sen Salvndor.
Nao tinha elle nenhuma dedicado por Jess ? Sem
duvida ; mas elle sabia ser sesihor de seu. prejuizos
emquanto q>ie Mara e JoAo nao opodiam ser. Ju-
das Iscariotes tem uma ma' repularao na chrislan-
dade ; Novo Testamento o chama filho da perdij-in
erepresenta sua acrao como um peccado, elledtf
mesmo qne Satanaz se apoderou de Judas para
obriga-lo a commelter este aclo odioso. Porm pa-
rece que ha ah nmerro qnando menos, se acredi-
tamos nossas leis republicanas e nossos homen. de
Estado ; Iscariotes no fez senao desempeohar suas
obrigaroei consiiluicionact. Elle tomou seos 30
dinheiros, quasi 15 dollars { um Vankiee o teria
feitopur 10, porque este tem menos prejnizos, ) era
o premio legal do servido prestado. Ha verdade
que os christaos consideran, este premio como cri-
miuoso, c os mesmes pharisos, que nao se inqnie-
tayam muito com a ledo Heos, nao ousaram man-
char o templo com este premio do sangue ; ma, nem
por isso este diaheiro deixava de ler sido gaoho
honrosamente, era um salario 13o honroso como
aquelle que recebem por igual servjo os commis-
sarios ou riepalados do governo dos Estados Unidos.
Que erro Judas Iscariotes nao lie um traidor, era
um grande patrila. Elle vencen seu, prejoizo,
desempenhou um deverpenivel, fez um servico da
mofe alta moralidade ; manleve o imperio da lei
e da constiluic.ao o fez. ludo o que poode para salvar
a Vniao.
Jadas Iscariotes nao era um Iraidor, era um
santo. A lai de Dos ordena-nos que jamis fe-
deramos a lei humana.
o SANTO ISCARIOTES ORA PRO NOB1S.
Convencei-vo, bem, nao est no poder de pes-
soa alguma doler a marcha da liberdade humana.
Nada temo a este respeilo ; nada, porque creio no
Dos Eterno. Podis publicar vossos decretos, nos
appellaremos semprc para a lei suprema, c o lem-
po levar lodos os decretos que a conlrariam. Vos-
sas leis nao obrigam a Dos. Podis ajunlar toda
a palba e lodo o fono da trra e fazer cordas para "UB euell09> e nao Pelas queslea do dii, poe mai
encadear ornar; durante lodo o lempo em que as ,arde cid* C0U5a em ." lugar, o por exemplo, d
Ondas estverem Irannilillat nnrlarai. -- lr..i_ ao COdSO Civil O nrimcirn Inn.r i, .. .:. M
ambirao nao faz senfo nascer, e he mui provavel
rao, como diz Channing, senao no islhmo de Pana
m. se por acaso elles ah flearem, e dominarao
assim toda a America do Norle e todas as An-
tilhas.
As estrellas se mulliplicarao ao infinito sobre a
baodeira da coufederar,ao, os Eslados-Unido, serao
o maior imperio que a trra lenha vislo.
Porem ludo islo nao he senao orna falsa prospe-
ridade. Ella pode reduzr os espritos levanos, que
julgam as cousas superficialmente, ella nao occulla-
r;i aos espirilos seror a gangrena interior que roe
as inslilorOes. A escravidao divide em duas a re-
publica. Ha dous modos de entender a poltica e
a religao no norle e no sul ; os coslume e as idea,
nao sao as mesmas ; ha no norle desprezo para com
0d paizes em que cxislem escravos ; ha no sul odio
coulra o norle, e lambem ambirao. Crer que se-
melhanle germen nao fermentara jamis, imaginar
que a Luio se mantera, quando os espritos e os
coracOes estao divididos, he coohecermal a historia.
Cedo ou larde os senlimenlos e as ideas se Iradu-
zem era actos ; o, ioteresses roaleriae, podem re-
lardar wra duvida uma separado, porem elles nao
a impedirao. Esta separadlo ve-la-hemos nos ? Se-
ria insensato cousliluirmo-nosprophela, ainda quan-
do os Estados-Unidos conservam o seu desli-
no em Mas iiiaus, o quando lautas causas de pros-
peridade equilibrara o mal da escravidao ; porem
se a escravidao augmentar e senao tomar-se medi-
das enrgicas'para deter este cancro devoradur,
pode afflrinar-se que os dous paizes nao ficarao li-
gados, ou haver uma declaracao dolorosa, ou nesle
supplicio deMizeoci ser o morto que envenenar o
vivo. Por uro juslo relroccsse a escravidao do negro
perder a liberdade do branco, como oulr'ora no
anligo mundo a servidAo das provincias arruiuou
esta liberdade que Roma em seo orgolho quzera
que ha cerla. leis, certas medidas que nao fazem es.
trepilar|que|naooccupam aopioo, e que entretanto
sao decisivas. A posleridade que julga a, lei, pelo,
seo, effeilos, e nao pelas quesles do dia, pe mais
Entrante pois a liberdjide di
irte i a dos.Es la para ludo que drJJ^^B
cae, i cidadaos do,
eravo, que sa tem su
em o airo,
estes Esj
dot.l.'nidot,
t eojultuicdo feder,
ndeiieftl
lo ac, negocios e leis iotoriores; ora, a escridSo
est oesta calhegoria c parece por consequencia que
OMapeoaoaeohitndjjlHlo lem de intervr nestn
ivtr i _5 'P"**., na, mais cima,
igar a abolico sera ella a obra particular de
Ttacntemente he claro qne este principio he ab-
*' V* elle impede ye o congresso abulia a
idao, impede gualmejate qae se forc os Es-
jvres a participar djfti mtlque elles abor-
"[ O qoe faz entre Udafa leos fugitivos ?
n le que obrizos magistrado., os olu-
os livres prender o es-
_nido a nm dominio l^ranni-
ca, a iro pdder que o direlo das genio, nao reco-
Jihec* em oulros lermos, a lei conslrange osEslados
livre. a lornaPem-se cmplices ^.da escravidao, 'fa-
zende a sua polica e ajudaodo o despotismo do
ul. E o qua be islo senao sustentar a escravidao
subalternamente a renunciar aos principios de 1-
erdide qoe animavam' os autores da conslilpicao 1
[o abdicar a soberana dos Estados.po'rque ae o'con-
, greoni pode forjar lodo, os cidadaos da eonfedera-
jao a manter a escravidao, porque nao decretara
_ ellos extensao territorial da servidao e nlo lanci-
na escravos por toda a parle? O laclo sera enor--
me, mas nao seria mais de uma applcacao nova de
um principio ja eslabelecido.
Esli lei que dou no espirito da conslituiao um
golpe lio forte e que indignou os.senlimenlos mais
obres do coracao humano, lem ja excitado cororao-
S&es ; mai. de um magistrado lem recusado executar
a lei ii um delles, um uiz upremo do tribunal da
Vermonl, pedio que antes de prender o escravo e
do rcsllnir ao seolior sua propriedade, se Ihe apre-
oeolaise judicialmeale o aclo de venda consentido
pelo Omnipotente.
Podera lodos estar cerlos de que dosta medida in-
coojlilncional o iniqua nascerao graves erobaraco..
O sal trlumpha neste raomenlo, mas he fcil do pre-
ver uma reacio prxima e quem sabe se o mesmo
principio de intervengo oaeelle lem feito estabe-
lecer se nao voltar alguBtdia, conlra ai mesmo ?
Qwroiu ter urna id. da %iii ca que suscita a
le de, fogitivos o ao mesmo lempo da enrgica re-
iwqoe se prbpara ero a nova Jlnglalcrra que
-eido fiel a, grandes IradicSes da lber-
aaagom sesuinte extrahida de
lado por Tlieodoro Parker.
j conhijcido em Franca, he um dos
anhoi espirilos do nono culo, elle fondn
urna igreja onde eusina o theismo poro,
~ I Ma igfja pelo vigor de soa pala-
a, iBrodo o iuaudilo espectculo de philosophia
exigida em religao e pralicada como um cullo.
O gredo de Parker.o que Ihe permille proieguir
4* obra impossivel, hequealleexlrale do chris-
tianimoa oa moral, e se conslitue o defensor dos
de nao i.lervencao do coogreo, no que diz respeilo TTSi, V ,'' PrCnra aam&" '' quer
i ccravidao nos Estados e nosterri.orio,, principio JTcL nTT H 'T^ "^ < <"'*"**
reconhecido pelo aclo legislativo de im, conhe- P 'f.vduo,, elle nao Iransige com os di-
cido pelo nome de compromrso. A intenso ver-
"adeira o a .iguicacao desle aclo lie de nao regu-
lar nem prohibir a eravidao em algom lerrilorio

vra,
irona de seu discurso faz
lidade, e o modo-por-
Mando, prova qoe
ios Estados Unidos
oppriroidos. A yngr
.cuidar nos tribual
qae tramos Pha
o Hbsrdade est
do q'io. caridosanie
-Eu me adnioaaaHlHa'ces da loquacidadedcs-
las nenie, qoe no, ordenan a execoco do bil do,
fugitivo., uma da, lei, a mais odosa|em um mun-
eto da odiosa, lei?, uma lei qae nSo poda fazer-w
e qo, nao deve respeilar-se. Eu me admiro que
olguem oose dizer-nos que a ledo Deos, lei es-
Ipi. no. cos e nos coracoes, ordena-nos que ja-
mai desohedecamos orna lei humana. Mullo bem
admitamos que assim stja. Enlao era dever de
Dan el rennnciar o seu culto, em vrtude da ordera
: de Daro ; e enlrelaiito Daniel reuva Ires vejes por
du :om as janellu aborta,.
Sera tambera dever de Joaoe Pedro renunciar
o pi-opagacflo do clirislianlsmo, o enlrelanlo elles
respondern!: u Julgal vos mesmos se he justo jan-
le d.j Deos obedecer aos homeus antes que a Deos. i>
Sana lambem dever de Amram o de Jochabed lo-
mr onu recem-nascido Movze, e lanra-lo no Nilo.
porque a le do rei Phara que ordenava esta me-
dida ora uma lei canslituicional, o em (losen ama-
v-a lo pouco como era Boston o sentimentalismo
pxiiHeo. E eolrelaolo Daniel nao obedecen, Joao
o P,sdro au ceauram de pregar o evangellio ; Am-
am e Jochabed recusaram a obediencia passva ao
lcrelo, do rei. Eo creio que toda a forra do ho-
raeej o mala occopado durante lodo esle invern,
tara algom trabalho um destruir o juizo que o mun-
do ifonunciou sobre lisias Iro, resoloclj,. Porm
be penaflliita nfaio.*
(I)Deapachol|f, nurcy, m. Loal embalxa-
ta em Hespenur, de 3de novembro de 1854.
... ..Wv.unu0 HU^ uKiua ciii seu urguiuo quzera uw cuc, i|ue susieuia, que ut .tulleces pdid susieuiar
guardar para si t em lugar de fazer della o bem unl ataque sao excellenles.
commura da, nacSes. Se o sao, nao leem mostrado, perdoe-me S. S.,
Cbaoning diz cora razao e em uma bella passagem com quera desejava estar de accordo neste ponto
ha certas leis. certas med,i i.. r,.,^ *. como estamos em muilos oulros.
A salubridade publica vai sem allerarao, o ainda
apezar da, informa;Oes de pessoa qoe tepolava si-
sada, nao chegou o cholera ; contra os importante5
serviros de alguns eororoandantes de vapores,
ondas esliverem tranquilla, podereis diztr : Vede ao cod'8o civil o primeiro lugar entre a, lei, da He nolavel, que al pouco lempo, lodos elles lei-
prendi o oceauo. Podei, vociferar contra a le da- """olucSo, emquanto que entrega aoesqueciment maram para nao subir ao porto desta Cidade, hoja
quelle que lem em sua mao a Ierra como uro bot.to dex cousliluijoe. abortadas, as leis da escravidao u Del contrario leimara em querer subir, occullando
,_ bil dos fugitivos, o de Nebraska, sao medidas que quanlo podem a circumstancia de lereraido aoPar,
inleressam ao futuro. InTelizroenlo Channing nao e lra"Ddo carla "W116 do Maranhao.
exisle mais ahi para Unjar o alarma, como o fez Ha poocoa diaaoj|pojT 2ocanli/i.<, illudindo a boa
por occasiao do negocio de Texas, e (alvez esteja.
passada a hora em que a America poda ouvi-lo.
O qne Channing diz das leis, lie lambem verda-
dos homen,. A posteridado apanina mais de
w reputacao, e lia nimia distancia eatre o juizu
contemporneo, e o da hiiloria. Isto he verda-
de, principalmente pelo que respeila aos polilicos.
Confundido.com todas as paixfies e com todas as
intrigas do momelo, elles levam consigo esse
sussurro que fazia a aoa celebridade; e quando che-
ga a hora do julgamenlo, nada mais resla do que
esle genio lao abado que umitas vezes nao era oa- r'e ira cousa senao e echo complcenle dos errosdo con"Dandanles dog vaPres esla0 de. c'a:braDca
dia. Relendo o discurso de M. Clay e as carta, de pafa r"e,em m q0!""0 qaerem' de'xen,-
Channing, esla idea me tocou vivamente. m de coaslraDSia,ealos ">. acabe-* w
sorvedouros de dioheiro, chamados lazaretos, medi-
ees de saude, hygisne, on como em ditailo melhpr
oa peior nome lenha.
Nada se perdera, creia-me, se ura eommandante
*) a Ivi "ii- ---- ------------u p-i.i nn.i
quelle que lem em sua mao a Ierra como uro hftaa dex "sluioe. abortadas, as leis da escravidao
de roa, o ocano corop uma gola de orvalho ; po- K
deis dizer : Vedo como as ondas depoero sua furia.
Ma. quando vier o vento I
Ha oro grande ensino nesta eloqoencia violenl
que nos leva lao longe de Channing Ella prova
quanlo dos doas lados se envenena a lata, e m
que nada se ganha em desdenhar os sabios
de orna voz imparcal e moderada, porque se
echa logo em presenca de urna paixao que nada
tm o que esl roais'dsposla a obrar do que a
fallar.
O bil qoe ronsllae o lerrilorio de Nebraska c de
Kanzas bil publicado a 30 de marco de 185*, be
mais perigoso anda do que o bil dos fogillvos. O
Nabraska e o Kanzas. sao dous inmensos territorios
comprehendidos entre o estado do Missouri e as mon-
lanbas Rochaso,; em oulros termos, sao paizes enl-
locados ao norle da famosa linha lirada em 1820v.
por occasiao do comproroisso do Missouri, e segundo m homem a quem por duas veze, a America
prova PSI
ik
e oa om.
da deaWos
esle acto he prohibida a escravidao oestes novas
provincias, assim como nos novas lerrilorio* de Min-
neoMlas, de Ulah, deOregon e de Washington. Sao
nomes de deserto, que nos sao desconhecidos, mas
baia-sedeura mide paiz como altaba, a ||r.p.n!
e a l'rauja reunidas, be o coraco do canlinenle ame-
rii-i*ra oro "1.IH.I* uuiraCmio ntrre o cuma o
miis favoravel, rico p=la fertilidade do solo e abun-
dancia das aguas, que antes de virfte annos ser
No passado encontr urna serie de undosas recor-
-......""" """" ilude aquelles qua se contenlam com a, apparen- do esperanja, qoe me rcanimaro, no presente de-
- ce pees e so decepcoes...
Quanlo a miro o domera s vive do passado para o
fotoro, e roorre semprc no prsenle.
Ser uro dos jroeu, paradozos ; mas tico coro
elle.
Finalmente esl Sebastopol na, rasos dos alladoi,
tomada, e nao deixada, como correu na primera
nolicia, resta saber o que farao elle, desse nionlao
de ruina,, que ainda pesado a ouro, nao pagara as
despezas que, coberlo de bullanles, nao indemniza-
ra os prejnizos.
Consta que anda por aqoi um seu Diario,, que re-
fere delalhadamenle esse brilhanle feilo d'armas, es-
se morticinio horroroso ; mas eu anda o nao vi, e
nem lenho pressa. Semprc he cedo para ler-se infe-
licidades, secnas de tingue, e barbaridade.
Os homen, uaose limittam ao que rigorosamente
exige a jusli;,, e d'ahi os males, que o, fiagellam.
Nicolao quz conqoialar a Turqua ?
He violencia, alada qoe o lal paiz nao he dos que
mais sabero o que seja juslica, defenda-sea Turqua,
roas respeile-se a Russia.
Sustentar os dreilo, da Turqua querendn usurpar
O, da Rossia, e itso custa de milhOes de vidas, que
podiam muito bem continuar sem se importaren)
com qualquer das duas, sobre injasto, me parecehor"
roroso. ^
Anda ha quero Tito esleja satsfeilocnm os dela-
Ihcs dos tres dia. de ataque, e at alguns laraenlam
nio haverera rebenlado todas minas ; porque teriam
mai. coro que saciar sua sanguinaria curiosidade.
Os navio, inglezes, como Ihe Klsse era miuba ull-
ma,estveram embandelrados por Ir, dia,, em com-
peusacaodaseas,soglez.se francezas, quedeitaram
lulo por algum lempo.
O cnsul britanco,cavallero alias aqoem respeilo
deu B pequeo cha aos Inglezes e Fraoceze,, que
aqu exislem. Teve baslantelprazer com a nolicia,por
que em verdade.se o cerco co ulinua.os Ingleze, como
soldados, perdam loda a repularao. Islo digo eu, e
nao elle, que sustenta, que os Inglezes para sustentar
coberto de ert.do, n.rescenles, o que se a escoda = ta'.^wJ A !
o nao manchar, dar "*- .....______ J_s* "e lei d,vlna 1ue fe
o nao manchar, dar liberdade uma enorme pre-
ponderancia no senado e ainda man na opoao.
Evidentemente fsegoindo-se o- compromiso de
Missouri, a escravidao est perdida no futuro, e nao
pode resistir ao eslabelecimenlo de oito ou dez no-
vos Estados livres. que se juolarao lo oeste e .i No-
va Inglalerra, seu odio conlra a cravidao. le Zl't"2ZZZ S r ^ 'ranSaCl algUma'
i..o o que senliraro o, p.an.adore, do sul, no u.liroo be n L,fr az nTbL h a "m!. ^ '"T
...no Cegaran,, faier abrogar o aclo que osero- arte & o, I^! d"er do cidadag,/.
baracava. Foiemnorae da soberana do. Balado, !.i! J? 1- "'.f" e reBQ ^"aerifi-
que lies recobraram par. a escravidao as probabi- Zic*7?uT ?\ T"" ""' rennncie,n a
lidade,que ll.es linham sido inlerdiclas human,,lade. '"> nma loacora, quando
lidade,que llies linham sido inlerdiclas.
O aelo de 6 de marco de 1820, ainda que esteja
no bil de Nebraska, nao ser applicavel no, novos
territorio,, por nao ser coociliavel com o principio
cienna.
nav he u
--------------------------- .... .^'mi in i i tu l 1U
uo t.8Uao, ma, deixar os habitante, perfeilamenlo
livres para rgauuarem e regularen! suas initilui-
oes doroeslicas como elles o enlenderem, respec-
tando todava a conslitnicio dos E.lados-Unido,.
AMiro coroprehendamo, bem o alcance da lei no-
va : o congresso abandona o Nebraska e o Kanzas
ao aran.
Se O emigracSo for feiu na maior parte pelos pro-
pnelanus de esorvos, elles volarao a servidao, o
dia em que o lerrilorio, lando mais de qoareola
mil almas, tornar-M um Estado o for admitlido na
confederado ; se ao contrario Je he a alternativa
ao menos provavel) a maioria dos plantadores for
cranosla de homens livres e iaimigo, da escravidao,
o NeJiraka e o Kanzas serao para sempre Ierras de
liberdade. He assim que os tuccessores de Was-
hington abandonara ao acaso, e pomo uma ma-
teria indfTereole, os direilo, de muilos milhes de
h.mens e o mesmo fuluro do continente. Agora
pode dizer-se, se com efleilo o eloqaente M. Snn-
or, represntame do Massachiissetos no senado,
linha oa nao razao de exclamar, combaleodo ama
lo colpavel indfferenca :
Oasenlimenlo, generosos qoe animavam nos-
,o, generosos anlepassados e Ihe, davam orna gran-
dea histrica, lem perdido pouco a poaco'.o seu po-
der. Ura. vez assegurado o beneficio da liberdade
para elle, mesmoo, os cidadao, desle paiz se lem
lomado indiHerenles a liberdade dos oulro,. Elle
deixaram de cuidar nos escravos. Os senhore, se
bao approveilado desta indfferenca, e ainda que
nao consliluam santo uma minora, ainda mesmo
no, Estado, em que exislem escravo,, elle, lem 13o
bem perturbado os interesses, empregado lao bem
a lctica parlamentar e principalmente, Um usado
de ama uniao perseverante, e que nada detem, que
hao conseguido dominar nossos grande, partidos
a medida qu. chegaram ao poder; elles lem
conseguido lorna-lo, favoraveis ssnas vislas,
e |lem inspirado ao governo uma poltica favo-
ravel n escravidao, fatal liberdade e direc-
tamente contraria aos sentimento, do, grande, ho-
mens que fundaram nossas inslluices.
a Nossa repblica lem augmentado em popolarao
e poder, porem o seu carcter lem bailado. Ella
nao he o .que era em sua origem, istu he, uma re-
publica que Mirria a escravidao, porem com petar,
que nao lolerava a escravidao senao all onde nao
poda raze-la desapparecer, que a probibia onde el.
la Oto exista mais ; preseutemenle he uma propa-
ganda oranpolenle que favorece e defende aberta
He buje o dia, reservado pela igreja, ospecialmen
mente a ascr.vdao e procura esmagar qnelleT'quc l*""*? cu"""eroora^ On.do. ; e em verda-
Ihe resistero. 4 dc'. "eslc a"no Pe, cholera asitico e cholera russo
tencia para a repblica dos Ertados-Unido,. Ja
eKiavida, lem lomado uma aoforid.de prejudicio
oa America ; se ella der mai, uro passo e coo.egn*
lem escolbido para arbitr de seus deslino,, e a
quera ella lem eiculado coijo leria feilo para com
Washington, o que fez entretanto pelo que res- I"ada "' Ptrder,, creia-me. se um eommandante
pela esta questao, o autor do eoiopromis de 18 H) VaPr 0SSt ,rancafi,do em uma d,essas Proylnc,as'
m ao to*v v ata uue Ibo YoltM causa.
Nada, senao aagmentur a chaga e (ornar o mal d ^"t """" "
mai, poderoso. A quesUo lornoo-se em1850 mai, ler-
nvel do que em 1830, ella se repre.eolar logo mai,
ameajadora do que em 1830. A fecundidade da in-
o mondo ;^eos
faz sahir de nossas faltas um mal que nao se detem T? C"m0 ,eBJe,tad?' 2J S*!^ "
nao quando pelo m mesmo excesso .em JT. "'*"". aM ando. a-nado "' re" Para
genao quando pelo seu mesmo excesso lem prodo
zido o remedio. Ero substancia, estes comproroi,-,,
.os lao gabados repoosam sobre um erro. Nao bal
.obre interesses que transige M. Cl.y, porem sm
sobre direilo, que nao admitiera Iransaccao alguma,
Nao e transige com a con,-
nao ,eja um crime.
eieocia.
diverso he o carcter de Channing ; elle
nm poltico ; nao. procora atlencSe,; quer
reilos, sabe que a liberdade e-a familia nao sao crea-
oes da lei, e qoe o Estado deve nclnar-se dianle
do ndvdoo. Emqnaalo M. Clay defende a escra-
vidao em nome da propaledade, que he oro crime
qoaudo lem o homem por objeclo, emqoanlo elle
oppe como um argumento decisivo qae seria ne-
cesario um roilhar o dtenlos mlhOees de dollars,
islo he, seis milhares para fazer cessar o despolis-
mo do senhor, eoroo se a grandeza de uma liijuslir.a
a legalizasse, como se o Iraballio do escravo nao ba-
lasse para resgalar-llie a liberdade, como se a poss
deum homem podeise dar um direilo elerno sobre a
pessoa de seus filhos ; Channing repelle estes vaos
sopblsm.s, e, sem arle, ma, naosem eloqoencia, der-
rama est.s vordades qne tem echo em todos o, co-
rajes. Nada he triste como a lei tura desles discur-
sos deM. Oay, que oulr'ora excilavam o, applau-
so, do senado e agilavam o Novo-Mundo ; nada he
doce e consolador como esses opsculos, qae valiam
a Channing o desdem dos poderosos e dos felizes do
da. A posleridade chegou j para estes dous ho-
mens, e o julgameuto comecou : M. Claj-, o hbil
pollico, o Jieroe do momento, recebes os applanso,
dos sens contemporneo, he a recompensa dos esta-
dista, qne se mergulham as opiniOes correnles, re-
cepenmi mcrcedem suam, tani vanam. Ainda que
suas intencoe, teuham sido recta,, a histo-
ria com que elle contava, ser severa para com aJH,
porque repellndo a emancipado, elle foi cruel pi-
ra com aquellos qoe sollrem, e porque com seus in-
justos compromraos elle augmanlon ero logar da co-
rar, um mal que podo ser mortal para a America.
A historia pelo contrario sera' mais do que indol!
gente para Chanuing qae nao cuidava nella. Coro-
ando este homem dc bem, |ella provira' uma vez
mais qoe ha mais scienca o poltica em um cbrislio
qae, segae a grande lei doEvangellio, do que em
um homem do estado que segne as combinac.Oes e
asallencGes dos partida,, e bem cima do, contem-
porneo, ha pouco famosos ; u fuluro colloe.ra' esle
pretendido visionario, que vio lambem eile pastor
dedenhado do, sabios, porquo Channing foi o con-
elheiro sincero dc seo paiz, o amigo dos oppriroi-
dos, o apostlo da juslica e da liberdade.
Journal des Debis.)
HfERIOl.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARAH1BA.
- de novembro.
AEuropaloraa ura mediocre inlere.se no que se !&l^ttZ.Z?-- ^^SS^S^JS.
.. no. Eslado-Unid..;. parece qoe nada ha JrTS^KS tT^ZTZ^El m"''""""-.-
cafes ;:=t;S i~Ez-: ^:k=5=
tonei. par. a remzMica ln, R.,.,1.,11 ?*~ m'lrac;'. Da ^e o n3o ir a presente la neceafcjfee do h.var ain
na Aro|ria w til. der raai. uro passo e coo.egn" Sobrado, m'olivo, detrler. I.nh. i u *,""..* ",man'a necessida Ha poucos dia,o _
f do coramandanHBJKCaodsI'O, subi a esle porto
irazendo carla >* Vara, e limpa do Maranhao.
e pedio demora drJBJ P das para lomar rarv3o ; os
passageiros, qoe iara para essa provincia, desembar-
caram, tomaram cavallos e foram por Ierra, temando
o lazareto do Pina, porque nao conlavam poder ah
encqolrar encarregados|da saude lao coodesceodenles
como os nossos. .
Um tal procedimento, se se acredita as qaarenl
as, devia ter rigorosamente ponido, porqoe inulilisa
o resultado de tantas despezas, incoramodos.e contra-
riedades ; e so nio devem merecer castigo, se o,
cial.
Tero estado mai, moderada, o
rem suave, e naluralaaenlo no
par
astmbtaa provin-
st dscosFes cor-
doce lemanjo da
para a factura da obra, ma, a .monda va; sendo
peior que o nelo ; ante, tiohamo* a nossa pinge-
la por onde passavamoe, e boj. tamos em sea lugar
(ao qu me parece) ama barcac* arrogada, leudo
de altura cima de tua corcunda, de relicto com o
nivel do terreno em que esl collocada nao meno.
de cinco p, de orte que ,e nao pode all passar,
sera grande risco de quebrar o narit na quina da al-
gum lijlo ; resta fater-se o atorro, e a camar nio
o lem podido effecluar.
Quero acabar de eontar-lhe a historia do jury,
porem Vmc. guarde segredo.
NSo obstante o qae levo dito, nao posso deixar
do confessar-lho, que leamos um completo jubilen
se o llr. juiz de direilo interino o Sr. Barros Lacer-
da nio fizesse doas appellarSes ; porque de 20 reos
que respondern! ao jury, apenas foram dous con-
demnado, a gales, e um a nove mezes de prisao ;
nao he que entre nos nao exista a instrucrao ueces-
saria, para que o jary preencha o seu flm, mas lal
he a indiirerenra para com lado quanlo diz respeilo
a adruinislrarao ; lal he o imperio do egosmo, o in-
leresse particular, a frieza, a invalidado do espirito
publico, qae uma lal lei nio pode ser execulada.
A salubridade publica continua o melbor que he
possivel, e quando considero clier ami na felicidade
qae hoje gozamos, e no infortunio que tanto tem
perseguido os nossos irmaos do Para, Baha o Rio,
nao posso ter satisfcelo, porque nvalio os muilos e
terriveis soffrmentos porque lem passado, e (emo,
que a nossa ventora se nao transime ero uma sorte
Igual a sua. e enlao desgranados de nos, que baldos
de recursos leremos um fim desastrado ; posso-lhe
asievcrar. que a nossa popularlo paa sem experi-
mentar os soccorros de medicina,eolre os os mdi-
cos o crorgiOes ,3o mal poucos mesmo'para acudir na
paz. Porem, molo por cerlo confiamos na solicita-
de do nosso goverao, e na candada do, fiis: digo
caridade do, fiis, porque nao ha homem algom por
poderoso e abastado qae seja, qae n3o dependa, pa-
ra viver no mondo, da coadjava$io do. oujros ho-
mens. As commoddade, e serviros que a riqueza
pode prestar-no, a nada monta em villa da, deli-
cencias da amisade, do, aflago, da ternura, da boa
vontade e affeiezies de ura coracao grato;e da randu-
ra e goslo com {ae se expressa,e reconta as boas ac-
crics do bemfeinjf, o homem quem aquello esl.n-
dera o braco do valmeolo e caridade.
A pessoa que exerciiar esta virlude recebe mais
tarde oa mais cedo o premio dos seo, hon, oflicos,
e generosos senlimenlos, dos mesmos com quem a
praUe*ra.
Exceptes se encontram nesta regra, pela malda-
de e vis senlimenlos de alguns ingratos soccorridos ;
porem enles 13o infelizes merecem mais compaixio
do qae censara. E de que onlra cousa se pode fa-
zer digno quem desconheceodo os seos verdadeiros
inleresses. e a sua precaria situacao, retribae o bem
com o mal ? Torna pois a l, qualquer que islo
ouves (diz S. Lourenco Jasliniano) e pensa como
deve. amar o prximo. Nao serao Iratdos contra
(i por (eslemonbas o ceo nem os anjost la seras ac-
cusador de li roesmo. Se vires qoe elle he mistar
oa esta para perigar de torne oo prisao e carcere
he quebrantado de fro ou nueza, da-lhe nao lodo
o que poisuas, nem parle, mas a t necessidade,
porque le fique para dares a oulro. Recebe os es-
(rangeros em loa casa ; aos enfermos busca algum
remedio ; consola os tristes ; aconsetha os nescios, o
lira do mo camlnho os qae errara; e a|todos se po-
des presta um beneficio} da humanidade da loa
substancia ; e se nao podes por obra, se quer com
piedade moslra compaixio.
Esto he o sacrificio e o dom qoe aos ricos e po-
bres he commum.
Pode fallecer a fazenda temporal, e a suade do
corpo, assim mesmo os oolros doos, por onde a mn-
gua do prximo poda ser reparada ; mas nunca a
'allecer a piedade do coracao, e a af-
ide. .
digno vgario tem ja feilo preces ;
ma procissao de penitencia ; mui-
tfevoc3o'com qne se lem portado
ita vlto. A polica lem prohibido
a venda de gneros corrompidos, e multado aquelles
que assim o. conservam ; por vrtude do que vi o
logo-lo-digo bem frentico sustentar! que a polica
eslava obrando despoticamyjBjjj, porque loraava
aquelles gneros para os deiUn^B, e multava igual-
=E
=
-
Cariosa como lem estado, quiz saber quaes os bu-
s.nta casa da Misericordia, linham olvidado este
icio de generosidad.. Enconlrou-se com dou,, que
nio esperava^ Foi uraa curiosidade indiscreta,
prinrtaJtafjlB agora.
As pslfliae cmaras, e compromissos de ir-
mandad^p tecm oceupado seriamente.
J teve Vmc. occasiao de abrir um desse, cdices,
chamados postura, ou comproroisso ?
Se ainda nao teve, pe;o-lhe que na primera op-
portunidade de vacancia o faca, principalmente se
forem de Mina,, sao preferiveis para enlreler um
quarlo de hora, s poesas de joveu naroorado, e ao
mais romanlis.do relalorio presidencial ; sao mesmo
em mioba opoao, superiores as medidas de qual-
quer junta hygieoica.
A nossa assembla, creio que descohro essa cali-
fornia, e lem tomado nma invejnvel farladella.
O padre Pinto, presidente da raesina, fet um dis-
curso, em ronha fraca opoao, nico quo at hoje,
tem estado accorde ao fim da assembla, porqoe s
leve por base o nteresse mais vil.lda provincia.
N'aquclle bem elaborado discurso propoz impor-
tantes medida, para a nossa agricultura, que apezar
de seo delinhamenta, lem sido preferida pelo regola-
ment do ceraiterio, e quesles de capricho particu-
lar, o inulilidade notoria, bem como ,e a Jacoca
deve chamar-se villa ou cidade, ele. ele. ele.
Numerosos appaiados doo eu de minha banca ao Sr.
padre Pinto Pessoa, que deixando a mesa quiz dar o
exemplo, o mostrar quaes as quesles, que lendem
ao melhorameolo do paiz, quaes a, medidas qae de-
vem engrandece-lo.
Honra! aquello distinto orador.
Anda j lodo em qaente com a prxima futura
eleie.30 provincial.
Surgem candidato, s dalia, de qualquer cnlo, e
ainda qne o nosso areopago provincial livesse lana
gente como offlciaes tem a guarda nacional, nao che-
gana a accommodar a metade.
Sao efleilo, do syslema conslilucional circular-
mente modificado. Os circulo, sao para a poltica,
o mesmo qae o yr para a industria. Vivam, por
tanto, os circatoRo vapor, que liaode udaotar-no,
tanto na estrada do progresso, qoe Deos mesmu, em
vez de se arrepeoder oulra vez do haver feito o ho-
mem, o admirar pela primera de sua obra.
Saude e quanlo quizer Ihe desejn, quer por circu-
lo., quer por quadrados, por tantos annos quanlo,
gaalou o ratto mal, aferrado a vida, que go-
oo le crculo, em todos os senlidos, chamado
mondo.
' W.WIBI
Mamaoguape 29 de oolubro.
Deos louvado cher ami, desencanlou-se o lobis-
homem, que tanto, medo. tem causado, tantos in-
curamodos occasionado"; sendo que o lal desencan-
to, Irooxe para un. paz e contontimentn, e para ou-
lro, a maior conslernajo aegaida das mais pao-
geutes dores : o jury desta villa Irabalhou, l.ndo-se
effectivameulo aberto a sessao no primeiro do cr-
ranle. Aiuda agora soffro cansado por efleilo de ISn
excessvo trabalho ; responderam nunca menos de
20 reos ; a vista do qoe lera Vmc. carradas de ra-
zOes inferindo que muita gente m exisle nesta mi-
nha abengoada ierra.
Estou convencido porem que far um juizo mu
dffereole do, Mamanguapeuse, quando eu Ihe ex-
plicar a razao de um lal pheoomeuo.
l'or aqui clier ami, a menor parvoce he molivo
sullicenle para se dar um processo ; processa-se por
i- amor dosgurgolhos, porsovejos, oslra, e porcas pr-
- nhes.resultando podanlo screm os processados J
a solvidos, nao havendo ratao para punifto, o o w.
s municipal viver sempre plhysico por carregar com
a lanas costas; nossa cmara o3o pode fazer ero ao
a menos aquelles mellioramenlos pelo, quaes o Rublco
io insta com a maior urgencia, por Ihe fallar o roelhor,
- qae he o diaheiro.
Anim por exemplo, alravessando um riacho por
-incipaes mas desta villa, e he deabsoln-
edo haier all uma ponto, que facilite
Lagos, braneo, solleiro ; 23
FeliHnina. Africana, escrava" de Joao
Queiroz, 16 mezes.
Jos. Africano, escrava d. Firmo C.ndid.
veira Jnior, 50 annos.
RU Mara do, Prazere, parda, vova si
( Caridade.)
Simo, Africano, escravo de Domin: 1
70 annoa.
Olimpio, crloalo, escravo de Joaqaim Malaqaia,
de Moraes, 3 mezes.
Ubaldo Pereira
anuo,.
Amalia, branca, ulna de Jo3o do Reg Pacheco,
1 anno.
Flora, branca, fllha de Mara Amelia de Sooza
Teixera, G roete,. ( Caridade.)
Maria dn PaixSo, branca, ulieira 63 annos.
Manuel Machado Ceatinho, branco, solleiro ; 22
annos.
Anua de lal, parda, solteira ; 60 anno. ( Can-
dada. )
Anna Francisca Maria da Roclia, parda, ..ira ;
60 annos.
Antonio, branco, filho de Mariana Freir Pedro-
sa, 15 mezes. ( Caridade.)
Pedro, crioulo, escravo de Urania Maria Ro-
drigue, da Silva, 6 da,.
Francisco, pardo ; 3 metes. ( Caridade. )
Gregorio, Africano, escravo de Jos Antonio da
Cunta, 35 anno,.
Jos Joaqaim do Naumeoto, pardo, Caado ; 90
annos. (Caridade.)
Anna Margarida de S. Thereza de Jesu,, brnnca,
viuva ; 70 aonut.
Francisco, pardo, filho de Jailina
cimeula, 6 mezes.
Ricardo, crioulo, escravo de Joaqum da Fonse-
ca Silva, 33 anno,.
Caetano, branco, filho de Cetano Jos Mandes,
5 mezes.
Lionizo, pardo, filho de Francisco da.
Moura, 5 annos.
Maria da Cooceiclo Silva, branca, viova, 38
anous.
Eduardo, branco, filho de Gaspar Adolpho Bor-
geais, 6 anno,.
Joaqaim Jos Ferreira, branco, solleiro, 18
annos. <
Padre Leonardo JoaoGrego.triotle.
Luiza da Por-
Chagas
CONMUICADOS.
Prii
Resolvido 'desde muilo lempo a nao entrar em
polmica de natureza alguna., por conhecer os tris-
tes resaltado, qae toda, ella, dao, nao posso delibe-
rar-me agora a levaolar a luva que'por um modo
13o deaabrido me atirou o Sr. Dr. Felosa. Mas
obrigado pela posicao que oceupo, a sustentar e de-
fender as minlias opinins scientficas, lanco mao da
peona para em poucas palavras appresentar ao pu-
blico compleme os fundamentos em que me ba-
seei para dzer, como aioda digo, qoe o caracters-
tico da accao noxaldos Romanos consista na alter-
nativa que ao senhor do escravo se oirereciid. en
Uegar a este, ou pagar o daino per elle^R
Abriodo o Dig. no lv. 9- til.- i de no.roajii ac-
tionibus, eu ahi encontr, logo no primeiro frag-
mento ou lei, estas palavras do Id. Gaio: r, Ntale,
aclione. appellanlar, qua> non ex coolraclu, sed
ex noxa alque maleficio servorum adversos nos os-
i.tuuntur. Quorum actionum tist-et protestas kose
est, ut, si damnali fuerimos, lceat nobs deditio-
neipsiascorporis, quod deliqueril, evitare litis es-
timalionem. b Ora, posso en ou nao com fundamen-
to reputar como caracterstico, da cenlo nu'xal aquil-
lo em que o proprio Id romano fatia consistir a
ci' ac potistas de nma tal accao, isto he, a sua vir-
lude, a sua propriedade eapecifica, a sua nalureta,
a soa essencia, o sen poder ?
Bem vejo qoe as palavras de Gao no fragmento ci-
tado,si damnati /i(frimus,-podem flfflfcte.te con-
duzira um engao,e fazer-nos pcrguulaiTadWkmoIcl.
como he qoe um direilo de qoe o senhor do escravo s
pede usar depois da condemnacSo em virtude da accSo
noxal, pode conslilor a tis ac potestas desa accao,
ou coroo me exprim eo, o mu caracterstico'! Nao
era aples a aceito noxal independente do direilo de
escolha que perlence ao senhor do escroto, direilo
que quando mullo pode modificar os effeilos da ac-
edo j proposta, j debatida, j julgada ?
Ma, a islo responde-nos o mesmo Icl. na lei 29
do citado til. do Dig. Non solum autem qui i'n po-
(eslate non habet (diz elle) recusare potad noxale
judcium; terum etiam'habenti in potestate libe-
rum est evitare judicium, si inde/ensatn eam per-
sonan relinqual. Islo he,nao s- aqueta que
oao lera o escravo em sea poder, p44e evitar a ac-
cio poxal, mas at he permeltidoqaelle que ponue
or, jaTIr Vmc. reparado Ihe nao
nossa agricul-
roente, uo ovlttn f uuulfal
penas
Sendo en lavrado
ler ainda dado noticia do estado da
lura ; o que agora faro.
Nao sajjkaonomisla, porem parece-me ,er verda-
de, dizMe, que o florecer da agricollrfra esl de-
pendente dequalro cousas :
l. Da hondada do terreno ; 2. da modcidade
dos imposto, ; 3. da facldade do tranzilo o com-
municacOe,; i. da certeza da venda pela prohib-
cao do genero estrangeiro.
Quanlo a primera, a bondade do terreno ; o nos-
so Mamanguape be o o melbor que se pode imagi-
nar ; porqoe (eraos em abundancia terreno, pro-
prios para a plantacto da canon, algodao. roca de
mandioca, milho,- feijSo e caf ; os engenhos de as-
socar a margem do rio qae Ihe d o nome, dao pro-
vas desla verdade ; esle anno a safra he ridicula
neda provincia ; em razao do pouco invern qae ti-
veraos, mas aqui he onde a ha milbor, temos sem-
pra muilo milho e farinha de mandioca, qae expor-
tamos para essa provincia em grande escala ; o qne
prohibe o progresso da nossa agrlcaltora (alem de
oulras caosas) he a nossa pouco industria, nao pas-
eamos de acaohados rolineiros ; mas nio somos nos
o colpadosde lano alrazo ; Vmc. maito bem sabe
que o governo pode dar-nos o ensino elementar
da agricultura,as escola, primarla,, concilios agra-
rios, sociedades de incitamento e mellioramenlos
agrcolas, esposicao dos producios, e oulros que fo-
mentam, animam o honram a lavoura e o culti-
vador.
Um pesado trbulo molo nos opprime ; a. venda,
fela na nossa capital pouco ir/leresse no, deixam ;
temo, pouca, concurrencia de compradores, e por
lano ja v quo os gneros nao podem sabir de prego
nao te dando a compelenca. Nio tomos vas de
commumeacao para o mercado dessa praca; con-
tamos bem com despezas iusaperaveis, estamos en-
tregues a barcaceiros, quesojeitam as cargas que Ihe
confiamos repelidas avadas pelo mo agasalho
que Ihe dao.
Saude e moila, felicidades Ihe desejo ; do totr
ami.
O velho da roca,
Ta psr-tfaa^ ."jirraun uhit.hir^aA
abandenand
ado
d'a
airarte
PERMBl'CO.
REPARTigAO DA POLICA.
Parto do dia 7 de novembro.
Illni. e Exm. Sr.Na ausencia do Dr. chef de
polica desla provincia, lenho a honra de lew ao
conhecimcnto de V. Exc. qoe da, differenles parli-
cipac6es hoje recebidas nesta repartir.., consta aue
se deram as seguinles oceurrencias:
Foram presos: a minha ordem, o prelo Jo3o An-
tonio, por ser criminoso.
H. Mrur^n33''3 da freBaia o Recito, a par-
da Mana Guilhermina, por insultos, e o prelo Fi-
lippe, por furto. ^
E pela ubdelegacia da freguezia de Santo Anto-
nio, o pardo Marcelino Cardoso Bitalha, para ave-
rigaroe. sobre oro furto, e o menor Luiz, por ser
encontrado adrando pedrasem oulros.
Deo, guarde a V. Exc. Secrelaria da polica de-
Pcrnambuco 7 de novembro de 1835.Hlra. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Bento da (yintra- a Figutiredo,
presidenleda provincia.O d.leg.do de polica do
primeiro dislnclo deile termo, Francisco Bernardo
ic Carvalho.
RE''ACAO DAS PESSOAS FALLECIDAS NA
toBSS santo antomo- em o-
Manoel Luz Ferreira brinco, solleiro : 32
anno*. '
Clemenliio, pardo, eacravo de Bernardo Anlooio
de Miranda, 7 mezes.
Maria Cecilia Mendonca, branca, solteira 19
Estanislao da Costa Ferreira, pardo, solleiro : 30
anno.. (Caridade.'
rdad"0'1 LUI' Pard' ,olleiro I ""M- ( Ct-
Primo Feliciano da Silva, pardo, solleiro: 9
anno,.
Eugenio, crioulo, escravo de Mara Miranda 20
aneo,.
Pelrnnll. Vieira de Arroda Cmara, branca, ca-
sada ;.!.) anuos.
, J'.'fnf M,a"a.Affricana livre, solteira t 50 aooos.
( Caridade.)
Franeelina Baplisla, croula, soltaira ; 18 annos.
( Caridade. )
Parophilio Peixolo da Silva CSuleanle, branco,
solleiro ; 18 annos.
Ladislao, crioulo, filho de Roaa Miradas Vira.ns
6 an.os. ( Carid.de.)
Ann Joaquina do Coracao de Jems, uries, Tia-
ra ; 6o anuos.
em o defender: a E o que dit^jiiToWScoTfmado
ainda por Ulpiano na lei 21, ibi. QoTOes doroinus
ex noxaii causa convenitur, si nolit suscipere jud-
cium, in ea cansa res est, ul debea l noxaj dedere eum
cujus nomine judicium non soscipilur, aul, si id
non facial, judicium suscipietur omnmodo.
J se v porlanio pelos textos citados qae, la
de ser a accao noxal independenle do direilo d
colha qae linha o senhor do escrave, pelo coa
dependa delle a ponto de nao poder proseguir, to-
das a, veze. qae o aenhor chamado in ju< por um
(libelo do sea escravo, o abandonava anles da litis
contestatio.
Mas se esla doulrina de Gaio e da Ulpiano he
verdadeira, nao pudendo haver duvida sobre ella,
como nos explicara os clebres professores Orlolan e
Du Canrroy (1), lenho en on nao razSo para diter
qae o caracterstico da accao noxal consista na al-
ternalva oa no direilo de escolha que linha o senhor
do escravo? Poda oa nao o Icl. Gaio affirmar, em
contradiccao, na lei 1", que a vis ac potestas dessa.
acc3o,era a mesma alternativa, o mesmo direilo de
escolha de que acabo de fallar, embora ah nos diga
que o senhor sendo condemuado, poda evitar pelo
abandono do escravo o pagamenlo do damno on a
mporlancla do leligio, lili, rrrtimationem ? (2)
He p.rtindo (alvez do fondamenld- cima assen-
tado, que o Sr. Orlolan molo bem se exprime nos
seguinles lermos : ... He a essas especie, de accOes
nnxaes que principalmente deve ser applcada a re"
llexo por nos fela :*-que se deve ver a'ellas, n5o
uma especie de accao particular, que lem soa exis-
tencia propra ; mas sm uma
uma certa qualidade de que podem ser arreciadas as
diversas accoe, resaltantes dos deudos. Com eflei-
lo, he a accao furti, vi bonorum raptorum,injurio;,
ex lege Aquilia, ou oulra semelhole, que lie dada
conlra o senhor, segando o escravo corametteu um
forto, um roano, urna injuria, ara damno, oa oulro
delicio. Ma. ella he dada com a qualidade particu-
lar de ser noxal. Uto ha, com esta alternativa acres-
rentada condemoasao : Aul noxa dedere ;
de sorte que e senhor s ser obrigado a soflrer as
conseqaencias da accao ou da i-ondemnacto, se nao
preferir abandonar o escravo autor do delicio. Ah
sim, a expressSo noxal indica uma ijuadade das
acroes, e n3o ama aceto pApriamenle dita.
Heneciooas saas|/?ecifa(i'onc, I. Vi. s, lambem
consagra a mesma deolrna. a Esl ergo odio no.ra-
lis, quam instiluunt, (diz elle) quibos a servo dam-
niim daluin, contraquemeuroque serv possessorem,
ctqitidemattcrnative, ut damnura resarlialnr, aul
lervus noxa: detar.... Es( ergo hoce harom aclio-
nam natura. l.o(e(ipsoe sint qualitalis adjecti-
ttee, el (ot sub se comprehendanl species, quot sunt
delicia vel qaasi delicia. E ao que diz Heineco
podartaiDo. addicioa.r o que diz / 'fnin, e oulro,
eulofe, roas, cuja, expresses deixamos de Iranwre-
ver para nos nao tornarmo, failidio. Em verdade
nao tomo, noticia de romanista algum que combata
a opiniao do S.. Orlolan por mim seguida no ponto
em questao ; "embora lodo, reconheram qae a denn-
ininacao de noxal tem da, palavra, noxa e noxia.
Mu he porque nenhum delles confunde a raiz do
termo noxal com a natureza peculiar, com o carac-
lerislico da aceto, com a sua t ac potestas, como
se exprimi Gaio,..
abslenho-ne de entrar em outros
deaenvolvimentos mais a respeilo d'esla matara, pa-
ra que nao pareca qoe quero dar licOes a qoem quer
qae seja. lelo reservo eu para os qoe forem meus
discpulos, pois qae a esles lenho obrigarto de guiar
e instruir. Quanlo aos mais ahi esiao os livros; o
podeodo cada qual applicar u elles sua iutelligeo-
ca, creio que de boro grado ma diapensaram todos
de ama preleccao escripia sobre uma materia, em
i|ue liada posso adianlar ao qae disseram os grandes
inestres da scienca.
A vista do expolio jalgo ler demonstrado qne nio
commell nenhum erro, nem profer nenhum absur-
do, quando dase qoe o caracterstico a acfoo no-
na alt\
tinha o se\
le cabe agora
kardadein,
la do Direi
Dr. Bros
O Te-Deum dos Porf
triz da 8. Fre Padr
Que espectculo sublime nto he 1
poMinistros lo Deos vivo enl R
cntico, ao Altissimo ; um eloquant. ora
do rtbresahir na Tribuna Evanglica
orlhodoxa de seu corae,8o ; artistas de suh
cimento fatendo resoaTemplo com ,aeos!!D*trB-
menlos melodioso, ; Baa'povo naluralmenta "IWo-
ao a' Divindade pro.lrado ; o fumo perfa!Daid do
incens, que dos lliuribulo, sobe ao espa;oV MB>0
que levando ao co o, cntico, ugradoa do, .vil*,
a allocucao do Orador, o. son, harir-Miionos da |or-
cheslra, as oracoe, da turba ? Que espedae0'0,0"
blirae, qoe sceoa tao magnifica !
Todo he immenso nos Templo, cta Jenho Ue0*-
A magnificencia de envolta com a pirf.de,a fi^.d.
rodeada de encanto,, encanto, qae s m encdolrnm
no seto da nos*, religao.
Tudo ido reprodut-se hoje na matriz
Santo.
Alli ae divisa ricas lapidarias, a. teda*
cados, e os velludos ; os vaw. primoroso^
cellana, donde brotara odorUaaafja.
bro, de prat. em relevos co|9
Ras, que derraman, por HH
dos cry.l.et, e do ourpj 0 nfj
peiros, e do, ministro,, que
emfim, qae embalsama lodo
ga com mgico e s.nlo xtasis1
prehendem um lem pa como a
e no como om edificio matett\
O ficto da acclamacao
V e de sua devasto ao (I
va passar desaperciba
dem l'url.'uezei UaJ
nacin,1 echooa i
s pensamen
para rend
dedo om rei
Nos os Brasilriros I
os nossos irmios i fl|_
que as nossas orares aniel
lao sinceras, o vehem*nl|
que mais prezir aj
E porque ni
Os Brasileiro' i
do pros'ewo.e islo p>
de S. M.el-rei D. I
om grande passo j
quelle reino ; fof7?
mao berafazeja da [
le viga aquella
mundo, e que se achaca,
do, partido,...
Porque mui sinceramente ato aei deven ws inte-
resiar pelo objeclo, qrMlfat hoje a gloria < los Por-
Inguezes?
NSo he esse rei o neto do primeiro im pajajaW
ds Brasil, o hroe que nos emancipo., aqn fjj^^^H
no. fez livres, e que jamis morrer para o. torartes '
librrimos"!
E oao he esse re o filho querida d'.quell a qi
voou a mansao colale, a rainha Ilustre, a mai ex-
tremosa, a filha da torra da Santa Croa 1
Nao he esse re^sobrinbo do meihor don a tar-
eh.s, nosso dolo, o Sr. D. Pedro U 4,
Quera sabe se o aclo miMil loe .ignific'Kjvo quc
ora celabra-se na mat/iz in Corpo Santo, ^
um prolealo solemne coulra antigs riv.lid.<
se desgracadameote ainda exislem,deveui dt baje
xtingoir-se ?
.llavera boje oa quelle Templo diflerena ita nacio-
nalismo ? A orajio nio ha commum 1 TooW o. co-
racoes nao sentem as mesmas emoees ".' R,,poi., eu
m. convenco de gue se os Brasileiro,, mn-
bncanos congfalulam-u nceramento pata|felietdi-
dede que vil gozar o reino da Porlogal. he porque
haiigual felicidade em acabar-se, urna vez ^or toda,,
com esses precoMHa. de.nacionalismo, que uto
lrat^aena-jjfM^gaTOcla1aeniDre btaes io eapiri-
to deM'raterL dad, qat dev^rrnar entre dous pai-
te, alijados.
Todo sao irmios ; porque entre Brarieiros e Por-
luguetesV ha atarease, reriprcos, inleresse, de fa-
milia, interesses de amigos, inlataises de honwa,
civilisados), ioteresses emfim de humanidade '..
Se estas rouca, liuhas pouco exprianem me* sen-
limenlos dehoje, sioto isto ; mas o erro ni \ de
pensaroenlo, \e sim da inlelligenca, que d
n3o pode ligar bem as ideas, e o qoe M
racto.
Soa Brasileiro, e ura deses Brasileiro, qtrat m no-
me de Deo. clamrei sempre peta liherdade.q. tfo
algum dia do n*s.o nlo. desapparecer.
Prezo Porlu gal como m>oacao amiga, onde Ma-
ceram meus ^lepassados.
As cinzat os meus antepusados sao por mim de-
masiadamente respailadas.
O inters. qe tenbo cm escrever esta. li
o m.s nobre ppsivel. _
CircumscreVd*se elle n'aro s ponto i
A lniao. v.
m O paire Duer*
\
I i
nlias he
Srs. redactor:
publicada no Li
anonymoO in
veza im
lugar no
eerta modalidades Ider-me em doos tl8?
a quem sera
do coronel Ti
ama mentidlo/<
especialmente
ceno,
sea coa
,'dijo eu, mailo
prximos ele;o>t,
naram-se; porque
perdeo a influe
digo) e nem haver
intrigas esiao mais
tem o Sr. Tiburlim
as acabar ; nao be
sendo pelo contraro o
prova he, que nos poneos
polica, tem snecedid. flfcli
rcspondenle a narrar o fado, que
Ira a pessoa do Sr. Rvd. Forlaualo el|
o delegado nao leodo tomjjflboenliama
a tal respeilo, lem dado MaVquo i
sucia Ferraz lenhan amearad.
das daqui: de maneira, que, m
vieta nao tancar .oaajjfl ra ttt ddad, "care-
mo, reduzido, ao, oosm rio. recursos, e ,-
mos de ver v^aM i que Dcc'' s
l^re, di
Em quanH > lo tpico principare agradajcenJo
ao correspondente as ir.i (f. ex prestadas Uas:fl*-
vras-tM, excelleoteitWiilJc.-e depois co> *
licenca dird, qNie observados o, meus
em relicto minha conduela
qualquer lado que se encare ja o
pai de familia, nao poda oEm
zer meihor nomeacao, e tnesmo em reladlo1
ca, visto como s me fallar aci-
idenlco, devo proceder, co
do ; qnando porem ? a "
cale a Id, ver o\
1821,1821, 183W) 1833
nos vulto se Ifjjmfar HH
p.reca qualquer anjjal
de e de-ra.a goveri^Ef
,e me aprsenlo ou Mi
qnanlo dizer o corres
cao leve em vista a eleb-ao
ravel; porq.e lodos vos
la freguezia na legMa1
pree.
Nenies
aif
k
de
(1) bxplication listorique de. Instituto, liv.
tit. H.lnstilutes de JusiMen (raduitc, al exuli-
quee, liv. t.C. 8- n. 1291 d. oitava t>
(2) Noxcc dedeodi, diz Verau,H alkm d-
minos a lege accipil. a t; |^H
l.sando pois desse poder aBdiraVn senl
i.wdtftcaca os effeilos da r|a mKuW luando-
cava o ecr.vo depois da eonWmojcolt mas lam-
bem destrua essa accao, impedind. que ella tune
concedida, se o abandooava logo in jure anles da
/'ilij corUetlatio. He o que retulla da combioacSo
da le com a tai 21 e 29, cima iranscriptat.
por influencia rainha,
deilor por perlencer
., qae morando
. aaaji citado de
p.esfaaaaacs, comj^k
um votinho pat^^^^^HHfo q
que lambem
satur,
E querer agora
rado, e independentes eleiloro, da com,
to Anuo da me prodigalisarem nm favo'
s prl jjbi-
tl.lr
fP^
B COfl p*H-
hon-
reato 9n-
q,W Mtn-
V
ruriinnn runmivii

iirniin
*



1
r
^~
BIH'O D KM.IBDCO QUINTA FtIRI 8 D KBVEMBRO BE 1855
pro roa tUeram Ainda se torna mais digna ife las-
tima mi mauhoM iminuacso; porque m a. minha
noroeac,ao l'oi lembrada pelo Sr. Dr. Fraucisco de
Soia Cirm Lima, como lie revelou-me, a a outra
pessoai desta cidade da Victoria, claro eil.i que o
lira dio foi a insi pondeule ; valo
como te assim tos nao h'avia apre-
senlar orna peaaoa ser ao Exm. Sr. pre-
sidente dala provincia, ama vez que fosse aquella o
fim da nomrajso.
Ja se eaqiiceau o correspondente que 01 Praeiros
Jecahiram desde selembro de 1818, quando lamben)
oeeupiv (|,or favonio Pernambocauos) ama ea-
daira na asiembia legiilaliva detta provincia, e que
ladas ai influencias loeaes succumbiratn debaiio da
Como poij libar, se le ou aquel-
le perdeu a influencia, se nos os Praeiros ainda nao
fomos rehabilitados em uossas postees?
Rospoodmido ao 2." tpico, perguotou ao corres-
pondente ; qual a providencia que lomara o dele-
gado no fado occorrido, se nao instaurar o processo
paraserem dase artos os delinquentes e conheci-
do, serem punidos? For ventura nao foi instaura-
do com (oda publicidade na sala das audiencias'.'
dea teslemnuhas, sendo duas referi-
I outra tnmbem referida pelo Sr. Antonio
Munii de Almeida, o Rvmd. Sr. vigario Francisco
Xavier dos Sanios, o qoal se rregon a islo ? Como
delegado nenhuma providencia
9 de proposito a caso pensado
soa repulacao, iocutndo-se receios
im. Srs. presidente da provincia c
citado desta cidade? Mas
providencias que. eliga o corres.
i aem formalidades; estas porm so
ios de conhecidos os.delinqueu-
tiver ero erro desejarei r ios-
iraM
lliejrn presidente da provincia
|ne em sna sabedoria achar
igando ao correspondeule do
ajue tne faca justiea ; pois
ir delegado nSo nodia prevenir u
e em quaulo a rainha nomeacao,
ama pode acairelar dezar ai
Etmi. Srs. comelheiro presideu-
iejkilici.
a constante Idlor.
eitorcac
"'
da arlaa
jacta ; a mencionada junl,i apressa-sa em significar a
V. S. am nomo da indigencia porlugueza desta ca-
pital o seu sincero e affecluoso recoohecimenlo por
Uo generosa avultada coadjuvaejio, qotl nio po-
de destar da attrahir sobre V. S. n heneaos do
eo.
Dos guarde a V. 8.. Sala das sesgues da junta
adminislraliva do hospital portugnez de beneflcencU
em sessio iie 5 de novembro de 1855. Illm. Sr.
Manoel Jos DantasJote de Almeida Soarn de
Lima Btutot, presidenteWanotl Ftrreira de Sou-
za Barbosa, secretario Bernardina Gome* de
Carvallo, Manoel Francisca da Silta kCarrifo,
mordomes.
VAREME.
possotd
nha, se
samar*
larra*
orrer
o publico a
vii tres morad o-
^^m soffiemos na pouco
dislrielo
^^Httilara
H^HNHgaes
eetree em numere de
o Xavier Machado, a
mediante a devida paga, as
quealli per! eiislem,
Antonio Alves Ferrei-
Vicenle ; de ha inui-
liso da permissao do
ronitos houveram, co-
. Joaquim Correa Go-
andarley, que sempre re-
lonio Alves como senlior e
, idus mesmas liravam lo-
que alias por all quasi
Uto na Boa Viagem para as
viznhancas da lbura.ae oppozes-
KaRKm que se fazia de l-
pelo retando proprietario ; mis
stornou-se nutro : o Sr. Lima des-
i que linha nn Boa Viagem por urna
elle encamiuharaui, procura
eilabarecor-sa as Ierras que tem
aeimba, esleudendo ahi seu domi-
|m nao Irepidou ante os meios,
' itjosa tendencia ; e ei-lo
recorre ao seu pteslimoso
peranle quem nos chama
OH> M)4a titulo deindem-
matas Cacimbas; e nao
aa algn de nos expende-
-i apresenlado ti lulo
fice
cerlo
oin
' mi
1M
a**
an
odireito sobre aquel-
amante a pagar-
o damno assim a
rde esperar-e me-
ava como iuslrumer.-f
a o que hoove d>
; a am tomouoSn.
Jetar entendeu elle, qoe na
i eondemnacSo; a outro pinlio^
eslava no valor de o9, e U\
^^^Hp t>*'* della se apossaov.-f y*
vesse um em presumo com
: quanto a mim. para nao
caa-wria ama penhora, dei
*, pros precalgos,
las, loso que coiislou-
ma, intentou qtieixa
[onda vara municipal
per coma aqoi lemlio
das matas da sna pro-
do so passou a ke-
ll,|>erante quem eis-
manosencao. T
aguarda o desfecho dttsla
oir ao publico : he elle o
kideja le dera umaiin-
MrJa eiecucao por letra/; que
jt** tribnnaes de jus/ica, e
liara no parlamento tqu'anlo
contra mim e oulros, fistara irre-
la aleada de nm/joiz de paz
ama -vez qflfc a sepultura
Bliores^b%dacIores, o seu
l reseotimentog dos
ppinio publica, alini
Ci o caso sujeito, e
i anlores de 18o vio-
uno Caminha.
Carta uo visconde de kikikikt. a sca
esposa, viscondessa do mesmo titulo.
I.
Minha chara viscondessa,
Minha joia preciosa,
Meu cravinho, minha rosa,
Minha prenda idolatrada,
Minha Lilia abandonada.
I|.
Dcsculpe, rica sen hora.
Este doce fraseado ;
Eatou hoje assucarado,
Tenho a bossa da ternura,
Porm he de pouca dura.
III.
Maldita seja a demanda
Que.ua corle me releo).
Eslou qnasi sem vintem.
Quanlo entra, quanto sahe,
Para a jusliea l vii.
IV.
O juiz fallou-me em porcos
Que grunliem que tem riiabo ;
Aqu torce aporca o rabo.
Coraprei dous porcos, meu bem,
O juiz ja porcos tem.
V.
0 vil animal suino
He na corle um grande empenho,
Vale mais que o Sanio Lenho.
Doui porcos alem-tejanos
1 oruam os becca humanos.
VI.
Eu nao digo que os taes beccas
Por dous porquinhos se vendaiu,
NSo digo que elles se reudam.
O que digo, e s dire
He que um porco ensote a le.
VII.
O meu letrado, menina,
lie lamparina forense :
Talvez a prima o nao pense,
Pois olhe, tem bona tuatoes
Com aggravos, peticOes,
VIII.
"l.m le tirado c ua corle
Nlo come carne de ovelha.
Tem caleche, tem p.irelha.
Anda caca e tem bom galgo,
E o seu foro de fidalgo.
IX.
O ralaoi lame tem
Soberanos, que nao lem cunta.
Eu trago a cabrea tonta,
Inda que venca o morgado
Fico, meu bem, depeoado.
Pois o tal escrivduziiilio.
Do anno do uascimeoto !
Que prodigio que protento !
Ouando precisa dinheiro,
Mette a penua no tinleiro.
XI.
Esfollaria o diabo
Se Ihe cahiise as unhas.
Ouando toma leslemunhas
Digam pouco, oo diaam nadi,
Sempre tem boa pitada.
XII.
fco conlieeo-llic a mnllier
Venda tripas de varea.
Hoje tem peculio o sacce,
Couta varios devedores
Empresta sobre penhores.
XIII.
J)a partidas semanaes,
E bailes em ifuncrau d'aunos,
Dizem lguns Musulmaoos
Aasignantes do Chiado,
'.'ua ella tem o sea peecado.
XIV.
Tenha prima que nao lenha,
Nao m importa a vida alhela,
Nao he bonita nem feia.
He palu Jase v que he menos mi.
XV.
.Manda vender os perus,
l,almlias. patos, capes, ,
Presuntos e salpicfte ;
ludo em Gm, seuhora miuli
Que llre pinga a escrivaniufl
XJ
m
J
IIICAC
A can.
liada'o oair'era fraudkez e
uKaradUad brasllairo.
^^HmI da provincia pedimos ve-
^^Klo dos irtigos da Com-
aduicional abaixo decla-
itakio.
em ser eleitores, iSo ha-
dos Jepatadoa/: Eicep-
)SNTa\4LISAubs!
[otados proa/iociaes
1 dus geraes,h pelos
<
Caniiiat'%.
do eorrenlp aelei-
ea provincial, lem-
as, os cidadao .ta-
lado Rio.
Porlella.
Hennques.
de Lacerda.
IvaSaufiago.
' lavares.
Ferrcira.
Oliveira.
,ca.
verra Mello.
^Brl Mello Reg.
Castro Nunes.
>s Res e Silva.
i de Albuquerqne.
|s de Amorim.
j'incalves (juimarlei.
'. -..i, ,.
I
Dr. Naboi ^avalcanti.
Dr. Com F^
r V
r
Empregads
rer;
Dr. Antolio Ep
mingos Affanie Nery Far-
de Mello.
>or de S. Jos.
HOSM
Iilm^.
Iroir um
hospital
ENCA.
ao cons-
hn. aaaia cidade, e
para om fin tao i
na. junte adagiotrativa do n -tal to
cuacoi rer
ineu_rirocurador !
He meWor nao fallar nieto.
Creia que me tenho visto.
Nesta noasa demandinlia
Entre ujeruz, e a caldeirinha.
" L XVII
Nao ha dinheiro que farle
Estes raines da juslifa !
Eu nao sei se isto he cobica.
Porm sei que ha quem pensa
Que isto nelles he doeuca.
XVIII
Este mundo, chara prima,
He (al e qual Dos o fez
Tem seus visos de entremez.
Onde a todo* os instantes
Somos os comediantes.
XIX
Mas tratemos d'outras cousas
Que este mal ji uao tem cura,
Quem Ih'a dar hoje procara
Ou um grande tolo he,
Ou rema contra a maro.
XX
lalvez ja saiba, seuhora.
Que temo novo lozeiro
Tem o uome Peneireiro
Esta nova pasaarola.
Pica, ferra, pia. esfola.
XXI _
lodos lem mado do bicitu.y
Tem asas de cr escura y
Quando morde, mordedura
He morle certa : nao tem
Ningeru que lhe queira bem.
XXII
Hoje os passaros, menina,
Escrevem para os jornaes
Ha redactores Pardaes
E nos prlmeiros ensaio
Corujas, e papacaios.
xxm
Queira Dos que o tal bichioliu,
Me nao loque pela roupa
Seo maldito me nao poupa
Temos pistolas no caso.
Crea que vai ludo raso.
>'X1V
Os kikrikis, tidalga
Tem'nai veas langoe azul.
Hei-de baler-me no sol
E mostrar aoa taes amigos
Que nao sou um papa-figos.
X\V
Meu pai de eterna memoria
l'oieapiaod'ordenanca; .
V. na guerra contra a Franca,
Segundo diz a gazela,
Baleu-se contra o Mnela.
' XKVI"
E na ponle de Amarante
Peleijou de tal mancira.
Que inda a plvora roecheira
A verde farda bordada,
Que Iculio muitn guardada.
XXVII
E o cbapeu s tres pancadas
E a sen verde,audaz penacho,
Pa lavra de honra, que o radio !
Eu se piiho o tal faichinho
ponho em Irnroes de vinlio.
'L XXVIII
Juta por mim son assim.
fc fui, e liei de ser.
ttnein me quizer comer
B^Hp'il'i, pe;o mecas.
EiJ^fc quarenla pecas.
XXIX
Quando eu era rapazola
E jogava o meu pean
Dalia o nome de roldan,
E atirava de rabicho.
Pedrada de criar bicho.
XXX
A viscondessa bem sabe,
Por bem sou um carneirinlio
M.ii por mal um porco etpnho.
l'm Leao, urna panlhera
Um tigre em chefe, orna fera.
CONSULADO UERAL.
Kendimenlo do dia 1 a 6..... 3:19980-2
dem do dia 7....... l:79*o7U2
5.-01W94
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeutodo dial a 6..... 50oJ>t:27
dem do dia' 7 .- 183*60
5JJIH87
Exportacao".
Rio de Janeiro, brigus brasileiro Marianna, de
238 fondadas, conduzio o seeuinte : 200 pipa
agurdenle, 450 sceos com 2,250 arrobas de assu-
car, 681 uceas milho, 59 doria de cocos de beber
agua, 1 cauote diversas obras de prata e.pedacos de
dita. LIO barr doce em calda, 12 frascos dito de ta-
marindo refinado.
Aracaty, hiale brasileiro Anrora, de 37 toneladas,
conduzio o seguinle : 597 volumes seeros eslran-
giros e nacionars, 8 barricas com 32 arrobas e 13
libras de asur,ir, 2 s.-.ccas arroz, 10 dilas caf, 2
harneas bolachinha e biscoilo doce, 124 chapeos sor-
tidos, 18 bonetes para menino, 10 caixas charutos,
1 rolo salsa parrilha.
Valrwraizo, brigne hamhurguez Augusto, de 271
toneladas, conduzio o srguinte : 2,300 saceos com
14.015 arrobas e 20 libras de assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PKKNAMUUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 6.....3:2983776
dem do dia 7...... 4683306
3:7673082
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 6.
dem do dia 7 ,
3:5639673
1:285jl73
4:849C:146
MOVIMENTO DO PORTO.
avias entrados no dia 7.
Porto12 das, barca portugueza Flor da Maia,
de220 toneladas, capitao Jos de Azevcdo Caua-
rio, equlpagem 20, carga arcos e alhos; a Manoel
Joaquim Hamos e Silva. Passagciros para esta
provincia, Joaquim da Silva, Manoel Martins de
Carvalho, Antonio Yieira da Costa, Antonio Frau-
cisco Pocas e I fillio menor. Antonio Jos Pero-
ra Pires, Francisco Alves Vieira, Jos Joaquim de
Figueiredo, Domingos Jos Rodrigues, Joaquim
Manoel Alves Soarea, Joaquim Simo, Jos Ri-
beiro, Joaquim da Silva Boavista e 1 nelo, Joa-
quim Antonio de Araujo, Jos Mamede Ferreira
Ribeiro, Joao de Brilo, Manoel dus Res, Manoel
de Sooza, Antonio Jos Marques, Antonio Car-
ueiro, Joaquim Goocalves de Andrade, Joaquim
lioncalves Morena. Antonio Pinto, Jos Alves
Augusto de Abreu Cardoso. Ficou do quarente-
na por 10 dias.
Rio de Janeiro 20 dias, barra dinamarqueza
Emma Arvrigue, de 291 toneladas, capilo C.
W. lirunliirh, equipagem 12, em laatro ; a
Schramm Whalely & Companhia. Ficou de qua-
renteua por 15 das.
EDITAES.
Joao Mara Wandenkulk, cavalleiro da imperial
ordem do Cruzeiro, Chrislo, e S. Bento de Aviz,
chele de divislo da armada nacional e imperial,
commandnnle da eslacao naval de Peruambuco,
comprehendida enlre os parallelos do Rio de S.
Francisco ecabo de S. Roque, por S. M. o Im-
perador, qne Dos guarde, cavalleiro da
de Francisco primeiro do reino das Duas
ele., ele.
Faco saber qoe em etecuco
Sr. ministro da inarinha, oueju^^Lw"' Ifansinilti-
das pelo quarlel '.encra^a^^aerti. 63 de 10 de
oulubro tilliiiu^uAfM^^^^nas inalrucres que
baisaram coa^^^^-^OT 1591 ile l de abril do
crrente ^f ^'Serto a bordo do brigue barca
llamaran -Slislamenlo de voluntarios para ser-
vireiB-fra^niivios da armada nacional o imperial,
snbaij>guiutes condires :
-<^*^ Classes do alstaroenlo. '
1.* Da marinhagem, enjo contrato fiir sem lempo
determinado.
' 2. Da marinhagem, por lempo de um a Ires
anuos.
3.a Da marinhagam com osprazos de seis a oito
aunos.
O veucimenlos e mais vautagens que as praras
contratada em virtude deslas inslrucres tem de
perceber, sao as srguintes:
- Sidos por me/..
Classe superigr_208, primeiros inarinheiros 185,
publico que no dia 22 do mesmo, parante a junta da
meama thrsouraria, se ha de arrematar a quem por
mecos fizer a coDervai;ao permanente da estrada do
norte por lempo de 16 mezes, a contar do 1 de de-
zembro prximo viudouro, e pelo preco de............
1:20197% rs.
A arremalar.ao ser feitl na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de inaio do auno Ando, e 10b ai
clausulas aspeciaes abaiio copiadas.
As pessoas que se propozerem a esfa arrematadlo
comparecam na sala das seasOes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para comtar se mandou afluir o prsenle e pu-
blicar pelo Diario'.
Secretaria da Iheiouraria provincial de Pernam-
buco 8 de novembro da 1855.O secretario, A. F.
dtAnnunciacao.
Clausulas especiacs para a arrematarao.
1". Os trabalhos da conservac.au na estrada do
norte, na distancia de 2,319 bracas, sarao executa-
dos de conformidade com o-orc-mento approvado
pela directora em consetho, e apresenlado a appro-
vacio do Exm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de l:20l728 rs.
2.a O pagamento ser feilo por preslacaies menaae
em visla do alleslado do engenheiro que assepure a
execuclo do contrato por parle do arrematante.
3.a O arremalanle ser obrigado a empregir nie-
larte dos trabalhadores de pessoas livres.
4. Se o arremalanle entregar a estrada no fim do
contrato, om melhor eslado do qne quando a rece-
ben, ter urna gratilicac^to arbitrada pelo engenhei-
ro, que nao exceder de 10 por cont do valor da ar-
remata cjlo.
5.a Para o que nao se adiar previsto as presen-
tes clausulas, nem no un;ameoto, seguir-se-ha o que
dispfie a lei n. 286.
Conforme,O secretario', A. /'. d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesonraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 2 do correte, manda fazer
publico qoe no dia 22 do mesmo, perante a junta da
fazeuria da mesma thesuuraria, se ha de arrematar
a quem por menos fizer a conservado permanente
da estrada de Pao d'Alho, pur lempo de 10 mezes
a contar do 1. de dezembro prximo vindonro, e
pelo prejo de 4:0009000 rs.
A arrematarlo sera (cita na forma da le provin-
cial n. 343 de 15 de inaio TJo anuo lindo, e sob as
clausulas especules abaix copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematado
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meiu dia cumpeleulemen-
le habilitadas.,
E para cumiar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 5 de novembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Annunciacao.
Clausulas especiacs para a arrematado.
!. Execular-se-hao ditos trabalhos de conformi-
dade com o orramento approvndo pela direetotia em
couselho e appreseiUado au Exm. Sr. presidente ua
importancia da4:000S00t' rs.
2.a O pagamento veriiicar-ie-ha em dez presta-
cres mensaea.
3. A melade do pessoal sera de gente livre.
4,* Seo arrematante ti ver cum'prido os dez me-
zes com as suas obrigares, e deixar. eslaestrada em
melhor estado que n tomara,recebera a titulo de gra-
lilicaeo mais dez por cento da importancia total
arremataran.
5." Para ludo o que au se
senles clausulas nem
que dispoe a
Conforui'
la cidS4
Pernambuco "10 deoutubro de 1855.O
secretario da directo, Joao Ignacio de
Medeiros Reg.
lando esta repartido necessidada de carpin-
leiroi de machado, calafates, carapina, pedreirose
ferreiros de todas as.classes, para as obra a sen
cargo, o Illm. Sr. inspector convida aos qoe quei-
ram assim empreaar-se, a apresentarem-se-lhe, ou a
!uem snas vetes faca, aiimdoserem'admittidos con-
arme as snas habilila(es. Secretaria da Cspilania
do Porlo de Pernambuco 31 de oiilubro de 1855.O.
. secretario, Alexandre^Kodrigues dos Anjos.
O Illm. Sr. regador interino do Gymnasio Per-
namhocano, manda declarar qoe esle estabaleci-
mento admitle do dia 2 de Janeiro do anno prximo
vindonro em dianle alumnos internos, os quaes de-
vein apresenlar cerlido de idade, de vaccina, e re-
cibo do quarlel da penao, pago ao Ecnomo. Quan-
to ao enchnval os prelendentes enlendam-se com o
mesmo Illm. Sr. rrgedor interino.
Secretaria do (jyiuuasio Provincial de Ptijnambu-
co 29 de oulubro de 1855. o secrctario^rfllonio
da Assompcao Cabral. v
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselh administrativo tem de comprar o se-
guinle :
Para o meio batalhaoda Paralaba.
Algodaozinlio, varas 803 ; brim bramo lizo, dilas
803 ; panno prclo para polainas, covados 80 ; bu-
toes brancos grandesde osso, grozas 20 ; ditos ditos
pequeos de dito, dilas 10; ditos pretos, ditas S.);
sapatos, pares 304.
Meio batalhao do Cear.
Algodaozinho, varas 653 ; brim branca lizo, ditos
653 ; panno preto para polaina, covados 60 ; bo-
lees brancos grandes de osso, grozas 15 ; ditos ditos
pequeos de" dito, ditas 8 ; ditos pretos, di-
tas 17.
Fortaleza do Brum.'
Caldciras de ferro estanhado pequeas, 2.
Armazeus do arsenal de guerra. Olllcinas de 1.a e
2.a classe.
Cabos de linhu vellio, arrobas i>0 ; taboas de as-
soalho de louro superior, duzias 12 ; ditas de dito
de dito inferior, dilas 12 ; dilas de dito de pinho,
dilas 20 ; costados de pao d'oleo,8 ; secante, libras
20 ; ochre, arroba 1.
Olliciuas de :).' classe.
Ferro snco quadrado de 7|8, quintaos 20 ; dito
ingles dilo de polegada e W.dflos 10 ; dito de verga
de varanda, iuglez, ditos 2.
4. classe.
rame de lalo entrefino, arrobas 2 ; dilo de fer-
ro de amarrar, dila 1; caixas com fqlliasde Flandres
singellas, 2; dilas com ditas de cobre fino de 7 libras de peso cada um, 12 ; cai-
xacom vidros de 18 a 20 polegadas, 1 ; cobre, arro-
bas 20 ; cadinhos do norte de n. 10, 20; ditos de
dito de n. 12. 20.
Quem quier vender esles objeclos aprsenle as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselh s 10 horas do (lia 14 do crranle mez.
Secretariado conselh administrativo para turne-
cimentodoarsen.il dCRuerr7de novembro de 1855.
fenlo Jos Lamt/H^.ijn*, coronel presdeme.
Bernardo Pereit-a do Caitl JuM'or^jwgal e
secretario. _,-
* CONJI>laWrTA|MrN IST RATIVO.
administrativo, em qumprimenlo do
S. de 14 de dezembro de 1852, faz pu-
foram aceitas as propostas de Claudio
boaox, Francisco Maciel de Souza, Timm Mom-
sen & Vinasse, Antonio Percire de Oliveira Ramos
Jos Biplista Braga, para fornecerem :
01., 50 arrobas de plvora grossaa 119000
Maranhao e
Para.
A escuna nacional JOS, capitao Joa-
quim Jo Alve das Neve, vai seguir era
poucDS dia aos porlos indicados: para
o reito do seu carregamento, b-atarse
com os consignatarios Antonio de'Almei-
da Gomes & C., na ra do Trapiche rf;
16, segundo, andar.
l'ara o Para sahe na presente semana n ltale
S. Josi, mostr e pralico Paulo Jos Rodrigues, por
ler o sea carregamento prompto ; s peda recebar
algomes miudezas Irala-se com Luiz Josdet9
Araujo, na ra do Brum n. 22, ou nn praca.
Tara o Rio de Janeiro sahe quinla-feira, 8 do
crrenle, o brigue brasileiro Marianna ; recebe
nicamente passageiros e escravos a frete : quem
pretender, enlcuda-t* com Manoel Igoacio de Oli-
veira, ou com o eaplo Jos da Cunha Jnior, ua
pr-ca.
Companhia Ji.tusileira de Paquetes
de Vapor.
O vapor
Guanabra
com man-
dante o 1
Carros fuoebres
O conse
relti, commendador da
juiz de direilo especial
do Jtecite. e prvin-
m d
^ammerco nesla
la de Pernambuco, por .M.^"imperador que
Heos guarde etc. ,
Fajo saber aos que o preseu(e ed|al vjrenl) de||e
noticia tiverem, em como n, dia 8 do proximu fulu.
ro mez de novembro, em ruai.a .)UD|ica desle juil0
na casa sjas audiencias.tse la e alremi)(ar por van.
da, a quem mais der. segodj,, ,||M avaiia5oeSi j par
de brincos de o uro com ajllavail e t qiiarto a O|5o0
rs a oitava. ISoOO rs. \ o pares de uolues de pu.
uho com 8 oilav.s a 2&00yrs. a oilava |esooo .
1 par de brincos com 4 0'lavaj e meia a l500o a
o.lavas 4JJ50O rs. ; 1 par de briaca, com .j oilava, a
1300U? a oiuva. 320C { cor,,a0 com 2 oita.
vas e uaiea a 23000 rs. 0iava, 59OOO rs. ; 1 copo
com 80 oitavas a 140 ry a oiUvili llPoO rs.; 18
nanos com o peso de 21(, oitavas a 1i0 rs. a oi,avai
2*9*00 rs. ; a sexla pari^ do ecraY Oaetano, de
[Braz Tizona.)
COMMERCIO.
ca.
ilecite 3 de novembro dt
mais ffJjIt^^^^Qa iunla
^^Hficcii-
Bmnlas.
Mala ajonli adminis-
U bsnificancla um of-
io qoal deie-
'KACA DO ECIFE7 DE NOVEMBRO AS<
HORAS DA TARDE.
CotafGes offlciaes.
Cambio sobre Paris60 d|v. 350 rs. por fr.
Cambio sobre Londres27 5|8 d.
Coaros secos salgados200 n. por libra.
Frote daqul para o Canal65| e 5 % 1
AcjOes da Companhia Peruambucana ao par. .
ALFANDEljA.
Hendimenti) do da 1 a 6. ... 58:629^441
|dem de da 7........17:534J820
76:1648261
Duearrtgam hoje
sSi
notembro.
Galera ingleza(Hedoramercadorlas.
tstoeiar-se a nmsa empreza de caridad) Migue inglez IVftiniabacalho.
tar tb la a sra precisa fon a cos- Brigus braiiilMfaafoffttari'idh'wsos gneros.
* ediScio. nri iwe Am mm. Barca Innr-nrsmit* f-ri*,- ^ri..
iros 15 e grumetes 10.
.' Premios.
A de 1 .* classe s pe ceberao 'os sol-
pelirem na forma cima referida,
lo .1 premio ou gratificarlo alguma.
2.a classe, sendo marinheiros
conforme lorem os contratos
Sendo grumetes le-
Tuularioa da 3.-' clasle Hrao mais u
quarla parte do ma'or prenw^q'o'erpoderian obler.
conlratando-se como os da 2.a classe, na praca. de
marinheiio ou grumete que Ibes competir.
Se nao forem homens do mar e tiverem mais de
40 anuos, s lerflo o premio correspondente aos da
2.a claise.
GoUfieatSo.
Os voluntarios da 2. e 3." claases lerao alem do
premio cima dito, a gratificac,o de 49 se forem es-
trangeiros, ou de 59 sendo uaciunaes se se apresen-
tarem por si proprios, indepeudenle de engajador.
Esla gralificafo ser repelida todas as vezes que
lindo o primeiro contrato a praca quizer ainda ser-
vir por lempo nunca menor de 3 anuos.
Vaulageus.
A's praeas comprehendida nettas tres classes dar-
se-ha guia de desembarque no lim do contrato com
tanto que previnam ao commandanle dous mezes
anles de que prelendem em tal poca deixar o ser-
vcu ; e ficam iienlos do recrutamenlo, sendo ua-
ciunaes por lempo igual ao que lenham servido ;
exceplo o caso de circumslaocias extraordinarias.
Asvlo de invlidos.
Compete a todas as praeas nacionaes que para
elle concorrerem com um dia de sold por mez.
Pagamento dos premios e gralificrOes.
Aos da 2.a classe, se n alistamenlo for por um an-
uo ser eutregue o premio integralmente no acto do
assentarem praca ; se por dous ou tres anuos cni
tres prestarles iguaes, sendo a primeira paga ao as-
sentar praca, a segunda quando vencido melade do
prazo, e a tercelra no fim do contrato.
As da 3.a'classe recebero urna lerc.a parlo do
premio ao assentar prara. outra igual quantia lio
ilm do primeiro anno de servico e o restante 110 fim
do contrato.
As sratificaeOcs qoe compelen) s segundas e ter-
ceiras clrsses sero pagas conjunclamcnte com a
primeira preslacSu do premio.
Observarles.
1.a Kilo se levar em conla aos voluntarios da 2."
classe o lempo que patsarem como doeules nos hos-
pitaes.
2.a O lempo de prisSo em virtude de senlenra
nao sera contado para o preenchimenlo dos prazos
de liatamento dos voluntarios qualquer que seja a
classe a que pertencam. E o desertor solTrer alm
disso a perda das vautagens do premio e do lempo
de servico anlerior.
3.a Qualquer pessna que so propozer a agenciar
voluntarios para as tres classes cima mencionadas,
e que os apresentarem a bordo desle brigue barca,
lera a gratificarlo de 49 por um cstrangeiro e 59 por
nacional. ,
4.a O estraogeiro para ser admillido deve exhi-
bir documento do seu cnsul, compruvando adiar-
se desembarazado para se poder contratar uo servi-
co nacional.
5. O premio e gratificaeo sero pagos quando a
praea contratada for aaniillida a bordo.
Bordo do brigue barca Ilamarac, surlo 110 mos-
qucir de Pernambuco em o l" de novembro de
1855. Joao Alaria Wandenkulk.
O Illm. Sr. inspector da Ihesuuraria provin-
cial, em cumprimento do despacho do "Exm-. Sr.
presidente da provincia de 2 do crrenle, manda fa-
zer publico que 001 dias 20, 21 e 22 do prsenle
mez, perante a junla da fazenda da mesma Ihesou-
raria, se ha de arrematar a quem mais der o rendi-
mento do pedagio da barreira da poule da Tacaru-
ra, servindo de base a arrematarlo o olTerecimenlo
feilo pelo licitante Anselmo Jos Ferreira, da quan-
tia de 4503000 rs. por anno.
A arremataran ser feila por lempo de 31 mezes,
a contar du primeiro de dezembro du correle anno,
ao fim de juuho de 1858.
As pessuasquese propozerem a esla arremslacjio
comparecam ua sala das sessoes da mesma junla nos
dias cima declarados pelo meio dia compelenTjV.
menle habilitadas.
E para constar se mando;
publicar pelo Diario.
Secretaria da IheaOufaria provincial de Pernam-
buco o de novembre-ae 1855. O secretario, A. F.
i Annuuciacj9Z
- OJJfm. Sr.inspector da thesonraria provincial,
erri_cijTprimenloda reaolucBo da junla da razenda,
manda fazer publico qoe a ubra dus reparos urgen-
tes de que precisa o acude de Caruar, vai nova-
mente a praca no dia 29 do correnle.
E pira constar se maudou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 5 de novembro de 1855. O secretario, A. F.
a" Annuntfarao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolur.au da junla da fa-
zenda, manda fazer publico qoe vai novamenle
praca para ser arrematada a quem por menos fizer
n dia lo do correnlof'a conservncflo permanente da
estrada do sul, avahada em 5:4009000 rs.
E para constar se mandou iffixar o prosele e pu-
blicar pelo Diarlo.
Secrelaria da thesoorarii provincial de Pernambu-
co 5 de novembro de 1855. O secretario, A. F.
d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector d Ihesouraria provin-
cial, e curoMimeiilo da ordem do Exm. Sr. presi-
a)nl nrrl U da ( rln cnrr.ol mnH> f..
uat.ao, com idade de 50 -
svaliado no lodo por 3^
escrava Joaquiua, dilo.
rs.; cujos bens assim .
por execu^ao de Mano
cesionario do commen
de, contra os eiecutadu.
meida c sua molher.
E para que cliegue a noticia
dei o*asar o presente, que sera
preriaa, e dous de igual theor qu,.
um na praca do commercio e olr
diencias.
Dado e passado nesta ciov^de do R
29 de oulubro de 1855. i
orres Bandeirar escri
os pouco mais ou menus,
11'0 rs. ; a sexla parle da
aliada no lodo por 400$
liados foram penhorados
reir Magalhes, como
Pereira de Andra-
el Luiz Coelho'de Al-
l 2.*, 500 pares de sapalos feitos na provincia, a
19800 rs. '
O 3., % minias de Lia, a 28700 rs. ; 63 cavados
de casemira encarnada, a 29600 rs.
O 4., nada para o 4.0 batalhao- de artilharia, a 130 rs.
2,300 ditos pequeos, a 130 rs.
O 5., 608 bolOes grandes de melal amrello com
granada para o 4. batalhao de arlilharia, 1,048 di-
los pequeos, 8,076 di I os di los com o n. 2, 4,554
ditos ditos, l,I76.ditos grandei om o 11. 3. 756 di-
tos pequeos, / /Oditos ditos com a leltra 12, 440 di-
tos, sendo todbs os grandes a 140 rt., e os pequeos
a 120 rs.
E avisa aos supradiloa vendedores que deveni re-
colher os referidos objeclos ao arsenal de guerra
uo dia 9 do correnle mez.
Secretaria do conselh administrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 7 de novembro de
1855.Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal
e secretario.
far o presente ,
0 Dr. Anselmo Francisco Prelli, commendudor da
imperial ordem da Rosa, juiz dedireito espacial do
Commercio, por S. M. I. e C, etc. ^ '<
l'aro sabir aus c;oe o presento virem q no dia
8 do mez de novembro prximo futuro se. ia de ar-
rematar por venda a quem mais der, dep i da au-
diencia deste juizo na casa das audiencia os bens
seguinles :a escrava Marianna, crioula, idade
aunos, avaliada em 3509000 ; 1 canoa de carreira
em 509 ; 2 pares de ca-lir-.es e urna salva de prata
de lei contrastada com o peso de 626 oitavas a 200
r.. L900; urna colher He terrina lambem de
pral>n2 dilas para sopa, 7 ditas para cha, 1 par
de fivelas para suspenaurios todo com o pefco de 258
oitavas a 100 rs. 25-9800 ; obras de ouro, 1 dedal, 1
Irancclimcom medalha, 1 colar, 2 cordoes, 1 cruz
com a imagem de Ctiristo, outra dita sem imagem,
1 aiiel com dous coraces, ludo com o peso de 19
oitavas o um quarto a 29500 rs. a oilava 489150 ; 1
anel de crhtolilas por 19000; cujos bens vao a pnu.a
por e\ecui;Ao de liento Fernandes do Passo contra
Jos (jomes Moreira e Izidoro Jos Pereira.
. E para que chegue a noticia de loSos mandei
passareditaes quo serfio publicados pelos jornaes e
aftixados na praea do commercio e casa das audien-
cias.
Dado e passado nesta cidade do Recite aos 31 de
oulubro de 1855. Eu Fraucisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivao interino o snbscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
Peraule a cmara municipal desta cidade con-
tinua a eslar em praca uo dia 10 do correnle, o alu-
guel da casa da ra da Florentina n. 7, por a quan-
tia de 3309 annual, ofierecida por Jos Pedro Gaio
de Miranda. Paco da cmara municipal do Recife.
em sessao de 7 de novembro de 1855. BarUo de
Capibaribe, presidente.Manoel Ferreira Accioli.
secretario.
O Dr. Anselmo Fraucisco Perelli, commendador da
imperial ordem da llo-a, juiz de dircito especial
do commercio, por S. M. I. e C. ele.
Faro saber aos que o prsenle edilal virem, que
por falla de licitantes vai segunda vez em praja pu-
blica deste juizo no dia lOdo crrenle, para ser ar-
rematada por venda a quem mais der, com o aba-
le da quarla parle na forma da lei, a melade da bal-
caca denominada lurora Feliz, avaliada no lodo
por 1:2009000 rs. ; cuja melade fazendo menean do
referido abale, he da quantia de 4509000 r., a qual
foi penhurada aas herdeiros de F'rancisco Carueiro
da Silva, por execacao de Jos Antonio Basto, por
si e como sessiouario de Joao de Oliveira o oulro.
E para qne chegue noticia aos licitantes, man-
dei passar o presente que ser publicado pelaim-
prensa, e doos do igual Iheir para serom allixados
nos lugares designado! por lei.
Dado e passado nesla cidade do Recite aos 7 de
novembro de 1855. Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivao interino o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Rosa e juiz de direilo especial
do commercio nesta cidade do Recife e provincia
de Pernambaro, por S. M. o Imperador, qne De'
guarde, ele.
Faro saber nos que o prsenle edilal virem le noticia tiverem, que no dia 8 de novembro pr-
ximo futuro se ha de arrematar por venda,em praca
publica desle juizo, a quem mais der, a qual fera'
linar na casa das audiencias a terca parte de um
sobrado de 3 andares na na du CordonU n. 2,^8/ra-
liado lodo o sobrado em 7:0009000, cujajsrgi parte
importa ua quantia de 2:3339333j^-r>ahorada pur
execug.lo deMarioelPeijTr^iTgalhes. sessiouario
do comi'-aaiUSC rjlSPereira de Andrade, conlra
luiz Cyelho de Almeida e sua mulher.
/que chegue a noticia de lodos, mandei pas-
enle, que ser publicado pela imprenia, e
arigual theor que serao afiliado*, um na pra-
'a doeommercio e nutro na.sala das audiencias.
, Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
oambuco aos 19 de oulubro do 1855. Eu Francisco
Ignacio de Torres'Bandeira, cicrivao inlerjno o fiz
escrever.
4htelmo Francisco Perefti.
PUBLICAgAO LITTERARIA.
Contina a vender-so a obra de di-
reitoo Advocado dos Orphos, com um
Jante, contendo a lei das
alcaaT!a^Vribunaes de justica, e
o Ivegimentl^gustas, para uso dos
fescrives, eni
es que freqnen
J> pelo preijo de .>$..
subs^Tplar; na loja do Sr. pad
da Cadeia n. 56 ; loja de en*j
li vros, ra do Collegio n. 8; p _
legio, livraria classica n. 2 e n
Independencia n. (i e8.
ra-se dos
p ortos do
norte a 11
do correte
deveudo ic-
golr para
Macei, Ba-
ha e Rio, no da seguale ao da sua cheguda : agen-
cia na roa do Trapiche u. 40, segundo andar.
Pata Lisboa, a galera portugueza Jo-
ven Carlota, capitao Bos ventura Borges
Pamplona : para carga e passageiros, tra-
se coto os consignatarios Novaes & C, ra
do Trapiche n. 54.
Para o Rio de Janeiro sahe com milita brevi-
dade o brigue nacional Sagitario, de primeira
classe, o qoal tem a maiat parla do sea carregamen-
to prompto ; para o restante I passageiros, trata-so
com Manoel Francisco da Silva Carneo, na mado
Collegio u. 17, segundo andar, ou com o capilo a
bordo.
Precisa-se de 20:0009, .poico mais ou menos, a
risco martimo sobre o Casco, caga e frele para pa-
sar a nalvageru e concert do brigue sueco 'Km.
Tersmeden, capilo J. Soenssoo, o qual na viagem
do Biu de Janeiro rom destino para Stockholm arri-
ba* i esle por(o. salvado e rebocado peto vapor in-
^Ht-'-on : as pessoas a quem confiar esle negocio,
quairam env4af-as sua propustas em carta fechada
ao consulado da S&eeia e Noruega, roa da Cruz n.
i, al segunda-feira',-1- do correnle, ao meio dia.
No eilabeleeimenlo de Jos Pinto de Magalhes,
silo do paleo do Paraizo, casa n. 10, encoolrasn-se
carros fnebres para defuntos, doozelai e anjos com
ricos ornato segando as orden* de cada om, alo-
gatn-se caiioca para ras e oulros, o roadam-se mor- -
laidas de pinho de todo os laminos. Encarrega-
se de tirar licencas parochiaee, guias da,cmara, tr-
nate vestuarios para dctunios e aojos, aroacOes em
casai e igrejas, carros de paaseie, cera, mnsica, a
todo o msii que for necessario, por presos commo-
do e promptidio.
lotera do gymnasio pernam-
BUCANO.
AOS 5:000/jr, 2:54M| E1 OOOj.
O cautelista Antonio da 9if*Goiroare, tem ex-
poalo n venda os seos muilo afortunados billietes da
primeira parte da tercelra loleria'do Gymnasio, a
qual corre no da 17 de novembro correlas, os quaes
esiao a venda nss seguinles lojs : aterro da Boa-
Vista n. 48 e 68 ; ra do Sol n. 72 A ; roa do
Raogel o. 54 ; praca da Independencia os. 14 e
16 ; ra da Cruz o. 43, e roa do Pilar n. 90.
PRECOS.
Bilhetes inteiros
Meios ,
Qaartos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
O mesmo cautelista declara, qoe garante coica-
mente os seos bilhetes inteiros em orginaes, pagao-
tenenteSa- do os premios sem o descont dos oito por canto do
lom, pe- imposto geral.
Aluga-se um prelo captivo que enlende bem
de cozinha franaeza, por um preeo razoavel, debai-
zo de cenia condenes : na roa do Trapiche a. 19.
Precisa-se de nma boa ama de leile : aa roa
da Cruz n. 48, segando andar.
Guerra do Oriente.
Retratos dos principa* generan, a estampas co-
loridas de algamas bjtalhas : oa roa Nova o. 9.
Na ra estreila do Rosario o. 19, preeSsa-ie de
urna ama de leile quer forra quer escrava, a piga-se
com generosidade.
19400
700
580
300
tor
DK
Sociedade Dramtica Emprezaria.
Segunda recita concedida pelo Exm. Sr.
presidente em beneficio do ano Ro-
berto de',Albuquerc[ue Mello.
SABBADO 10 DE NOVEMBRO.
Representar-se-ha pela 'segunda vez o bello e
muilo applaudido drama em tactos, original por-
tnguez de A. M. Souza.
0 CHRISTA E 0 IDORO
O
A QUEDA DOS INFIEIS.
Segue-se o muilo engrar.ado duelto bahiauo
O ESTUDANTE E A LAVADEIRA.
Cantado pela Sr. D. Amalia c o Sr. Lisboa.
Dar' Om ao espectculo a primeira representacao
da nova'comedia em 1 acto, escripia eipressamenle
para o beneficiado, intitulada o
Kccem-naseido.
Personagens. Adores.
Vitello, velho pintor. Sr. Mendes. f*
AfTonso, amante deSeraphina. Lisboa.
Ferrabras, pfano dUfarcado
em recemnascldo.....O beneficiado.
Uoncalo, creado de Vitello. Sr. Monleiro.
L'm smenlo, do batalhao do
1 F'errabras....... Pinto.
Margarida, mulher de Vitello. Sra. D. Rita.
Seraphina, sua tilda. ... n Leonor.
Rosa, criada amaule de (iou-
calo.....; a Amalia.
A cena passa-se no Rio de Janeiro, u'um dos ar-
rabaldes da cidade.
lie esle o espectculo ao respeitavcl poblico. a quem pela segunda vez pe-
de toda a prolecro qoe se possa prestar a um enle
imposibilitado de sanliar os meio de sua subsis-
tencia.
O beneficiad no qnereudo (oroar-se importuno.
re*olveu nao 'sar bilhetes, e por is-o pede "
nevlo puh' H devir compra-Ios no esc
do tlie"'- a sua disposii-So
() agente Oliveira fa IeilSo^da*7flSD'''moe*'
billa do Sr. Alfredo Voule, superior a qu'quer ou_
Ira al hoje eipaUa^ajanda nesta cidade.vPC'a soa
eicellejiteTpalidaifBHkiurado gosto ; con9sl."do
em lindos solas e tiarll de ditos, cadeiras de rej1.'0.
usuaes e de balauco, consol, mesas de sala de f's''
tas e oulras, lindas estantes para livros, secrela13-
bellos loucadores e espelhos, lastres, eandieiros lle
globo, tanternas e candelabros, cortinados e vene
sianas. quadros, relogio, vasos de porcelana, enhi-
les para cima de mesa, om ptimo piano, banca de
jago, mesa elstica par janlar e outras, aparadores,
guarda-lotiza, gaarda-vestidos, commodas, marquo-
zas, lavatorios, leilos de mogno ioglezes com corti-
nados moderaos, ditos de ferro, apoarclhos de looca
pan mesa, ditos para cha e caf, iiaadeja, garrafa,
cumpuleiras, copos para vinho e psra agua, o outros
chrvsi.ie, esleir de forro de sali\ trem de cozinha e
ulencilios para jardim, assim como um superior ca-
briole! com arreios para um cavallo, e numarpaSos
oulros arligos muilo apreciaveis, inclusive ijercHo
de vinhos finos engarrafados da Madeira, yPorto e
Xerez, agurdenle de Franca e genebraj^quinla-
feira, H do correnle, as 10 horas da manljtS, no sitio
que foi da morada do referido Sr. VouJre, por detraz
do do Sr. Accioli Lins, coro frente jydra a estrada do
Mansuiilio. e com entrada por e^vCou pela da Sole-
dade.
O agente Borja far^rella'o sexla-feira, 9 do
correnle, as II liorasV'wn.aubaa, em sen armazem,
na ra do Collegi^>vT5, de graud^^uaulidade de
objeclos de dilTeiwTles qualidades como bem, obra
de marcineria nvas e usadas, obras de ouro e pra-
ta, retogiosjusfff algibeira, vidrus e loucas para ser-
flja^reandieiros de meio de sala, lauteru.is
/Uros muitos objectos que impossivel fdra
^^^o meio dia em pouto ira lambem a
leilaTPSrn'S'ptimo carro de 4 rodas, e alguos eseravo
de ambos os seos, 01 quaes serao entregues pelo
maior lauco ollrecido.
Oagente Borja, autotisado polo Illm.
Sr. Dr. juiz de orpliaos, conforme o seu
despacho proferido em requerimento do
dos echaos, filhos do finado Caeta
ira Gbncalves da Cunha, em pre-
ito Sr. juiz, ara' leilao de mais
pertencentes aos menciona-
, a saber : diversas obras de
amante, errare as quaes so-
iihem dolB riquissimo annellnes, al-
^n^ de peitoW botoes para abertara,
uma frandequantdade de obras de ou-
ro, como\^m> tranceajinsde filagra mili-
to ricos, atWtes de pfcjto com perolas,
brincos, botiSs para camNe, corase res-
plandores paraSypagem, e outras niuitas
obras, etc., diverW pecas de psata, como
bem, salvas, castjaM, bacas, ihp tabo-
leiro glande, estribos\ esporas, etc\? urna
casa terrea sita na rula,),, e Lisboa, com
13 j mellas de frente e 7 err fundo, botan-
do estas para a ra do Aban r acmenlo e
aquellas para a ra do Jardim, tendoa
qualquintaj murado, as terrasem Portugal
na provincia do Douro, e as sobras das tr-
ras do engenho Coqueiros, na comarca de
Sanio Antao, ambos ja' annunciados, o
eagenlio d'agua denominado Mamucaia,
na f regue/.ia de San-Lourenijo da Matta,
tambera ja' annunciado, pdtendo ser ven-
dido a prazo com desobriga dos credres,
ou com firmas negociavets nesta prac,a,
e quatro escravos mocos de bonitas lgu-
las : tera' lugar o leilao teica-eira 13 do
coarentc, as 10 horas da mu alian, no ar-
mazem do agente annunciante, sito na
ra do,Collegio n. 15, aonde os senhores
pretendentes aos bens' cima menciona-
dos, que quizerem alguns esclarecimen-
tos acerca delles, podeo se entender.
James Crabtree & Comqanha farlo leilao, por
iiiiervencao do acenleOliveira, de 200 pecas de roa-
se1a%-'MnM;^^rc't0 d0 DaV0 DSlel Spiril
-leirt, 9 do crranlo viagem a '
OOerece-se orna ama boa engommadeir e
maisalgumlservico de casa: na ra do Collegio n. 14,
segundo andar.
Na roa do Collegio n. 21, segundo andar, pre-
cisa-se por aloguel de ama ama que ia e te-
nha muilo bom e abuodaole leile.
O Sr. doeogeoboFigaeira oa Figoi
corretpoudeule, oa a quem perlencer c
mulalinlio, que representa ler 15 a 16 annoi
de, e diz er do referido eogenho, qoeira dirisir-se
ao armazem dejnadeira n. 25 em fraara do parta.
da ra Nova, que se lhe dar noticias do dito es-
eravo.
Furtaram honten:, da
vramento n. 20, primeiro andar, 1
pares de botoA modernos de p
ventitrinas sobre dous circulo!
c outro branco antes do ef^^H
assim um par de botoes esmalta
bertura, representando urna
parreira, na qual, sendo ella
nota o extremo da foiliameioamareliado,
como folha que principia a seccar, e com
urna pequea astea do lado C I.
mesma casa ha algum lempo
outros diversos furtos^con
de> prata, salvas^ahnt S2-
a c outrog'objectos. se
tilia fjpdido- obter resultan
pesquoaiialdmpregadas; assim. p
TUllT"
sen
alg
dos orp
;\illian
b.
nemente se declara que qualqi
que por pessoa de sua cata i
a vr'nda nao he autorisada
sido subtrahido.M. A.
I
brrenle
JANEIRO.
DECLABAqiOES.
ununn ruruniHn rynnyTnnn
Cartas gur-.exiateules na administracao do
correio para o ;_y :VAlbino Jos Ferreira da Cu-
nha, Antonio nQalvVs Ferreira, Autoniu Luiz Vi-
eir, Caelauo do Castro, Jo3o Antonio da Piedade,
J. Evangelista do asqimenlo, Joaepha Joaquiua
de Vasconcellos, Manoel\ Jos Ribeiru Cavalcauti Li-
ma, Dr. Silvino Cavalcauti de Alboquerque.
A repartijao da pla-as publica convida as
pessoas que quizerem ser 'Migajadas como serventes
da companhia de operarais, a comparecerem na
mesma shoras doexpediflile. Directora das obras
publicas 3 de novembra de 1855.O secretario,
Joaquim Francisco de Mfello Santos.
BANCO DE /PERNAMBUCO.
O Banco pe Pernambuco continua a to-
mar lettras sobreoJRiode Janeiro, ea
sacar contra n nwitia ni ac RnncA rlp
O brigue nacional MARA LUZ I A, ca-
pitao Pedro Valette Filho, com brevidade
vai seguir ao porto indicado, tem grande
parte do seu carregamento tratado: para
o resto, passageiros e escravos a frete,
(aos quaes da' as melhores accommoda-
coes} trata-secom os consignatarios An-
tonio de Almeida Gomes & C, na ra do
Trapichen. 10,segundo andar.
Para o Uto Grande do Sol
segu com brevidade, per ter parte da carga promp-
ta, o brigue brasileiro Sympathia : quem uo mas-
lo quizer carregar o reilo ou ir de passagem, enteu-
da-se com o ekpitSa Candido Jos Francisco tjoulart
a bordo, 00 na rus do Trapiche 11. 14, com o consig-
natario Manoel Alvas Guerra.
Babia.
Vai seguir com brevidade o hiate na-
cional FORTUNA, mestre Joaquim Jos
Silveira, tem grande parte do seu carre-
gamento prompto : para o resto, trata-se
com os consignatarios Antonio de Almei-
da. Gomes A|C., na ra qo Trapiche n. 16,
PfTM,,rlrs nrirtor.
Almanak.
Como se esteja confeccionando o alma-
nak, toga-sc a todos os senhores que ti-
verem alterarOcs a mandar, se diguem en-
via-hs a' livraria n- t e 8, da praca da
Independencia.
Prcisa-se arrendar um sitio qoe teohi algom
arvoredo de fructn, c commodos para conservar 4 on
6 vareas, ainda que a casa seja pequea : na roa da
Conceieaa n. 9, se dir quem precisa, das 6 as 8 ho-
rasala maiiliaa.
PRESEPE.
Troca-se por dinheiro, um expeliente
presepe de muito bom gosto : no ater-
ro da Boa-Vista n. 75.
Aviso aos pas de familia do Recife-
Urna senhoxa habilitada e com maila pralica de
educar criancas do sexo femenino, offerece-se aos
liuur idos senhores, que sendo queiram servir-se do
sen presumo, a supplicaute avisa com lempo para
ser procurada ; determina abrir um collegio no dito
lugal ; lhe parece muilo til e necessario, pois qoe
'bao 1 a ; o sendo queiram ir matriculando de boje
em dianle as suas Gibas, sendo tenha urna colleer,.1u
de 20 alumnos, ella vai para o dito logar e recaatora
pensionistas esterna e interna: quem lhe coovier,
dirija-se rna do Vigario, segundo andar da casa 0.1
13, que lase dir quem he o supplicanle.
Fugio do engenho L baquinha urna escrava cri-
oula (le nome Monnica, idade de 2.) anno?, alia,
fula, com falta de denles na frente, com bastante
leile ; a qoal foi comprada nesla praca ao padre Jo-
s Fr incisto de Arroda : a pessoa qne a pegar, di-
rj-ie a roa Uireila n. 3, que sera recompensada.
Precise-ie de 1:000 a jocos de 1 Ir por can-
to; cai-se os juros adianladode um anno, o pori ~~'
Acham-se a venda os novos billi
da lotera' quarta, do -ecolhimento de
Santa Thereza, qu devia correr a 5 ou
6 do corrente mez : as listas esperam-se
pelo vapor PARAN", que partir' in-
Tallivelmente a 10 do corrate, e deve-
ra' aqui ebegara 17 ou 18: os premios
sao pagos a distribuicao das mesmas lis-
tas.
No dia domingo, u 8 horasdanaile, desa;
receu um preto com urna cesta amarrada em om
panno parecendo urna trooxa, viodo do largo da Pe-
nda para o de S. Pedro, julga-se elle ter'as engaa-
do com alguma pessoa pensando qoe fosan o dono;
assim roga-se a pessoa a quem elle por acaso dea pa-
ra guardar, ou ao mesmo prelo, dirija-se a roa de
Santo Amaro, esquina do Sr. Bom Jess das Crinu-
las, segundo andar, ou a ra Velha n. 18 ; conten-
do a tronza roupa de senhora e 71*480 em dinheiro.
Aajtssoaque for senlior de urna parda qoe se
diz chamarse Francisca, cabello enrose
nariz afilado, a qual sospeita-sa pertencer'a pessoa
moradora na Boa-Vida, e estar rugida ha mais de l
anuos p se diz forra, mas deonlia-se ser eser
dirija-se a ra da Conceic.1, armazem
0. Joanua, a fallar cora Martellino 1
D. Anna Maria Theodora Pereira Dorio, vin-
va do finado Luiz Eloy Dorao, seos filhos e genro,
previnem ao empresario oo companhia da Mirada de
ferro desla provincia, bem como a seu Blan, ad-
ministradores, cnrrespor.detes, acci nietas a direc-
tores, que nlo fajam Irania airado al-
Kum com a administracSo presente 1 totora do bos-
Stal de caridade desla cidade a resucito da liba do
ogueira, porque ella se ada em
annuuciantes, o dito hospital, os herdeir ida falle-
cida Felicia Antonia do Amorim o outros, e isto des-
de 1824, sendo que a cansa corre pola 1. vara do
civel desta mesma cidade (escrivao Bapliti); e pelo
presente os annunciante protestan conti
qualquer acto que sem soa audiencia
lo se liver praticado, oa hoover do pralicar^
mentejjjo_dpminio, poase, osofruc;
daquella ilta.
Oft'erece-se om moco brastmro pira eseriplo-
rio de advogado, ou de casa commercial. o qual sabe
bem ler, eicrever e contar : quem precisar, dirija-se
a roa Direila n. 86, segando andar.
Aluga-se pelo lempo da feslae por preso com-
modo, om silio na Torre, mrgaos do to, careado
de moro ele. : oa ra de Santa Cana n.70r
Precisa-se de om csizeiro para nadara; no
pateo da Santa Crnz jonlo ao sobrado.
D-se at 1:000 a joros sobre penhores ou
com hypntlieca em rasa oa firmes a contento : ua
pa darla do Costa, 110 aterro, da Boa-Vlata n. 41, se
dir quem d.
Precisa-se de orna ama para caso de pouca fa-
milia : na ra eslreila do Rosario n. 10, terceiro an-
da.-.
A fesla de ti. S. Msi do Horneo, aa Madre
de Dos, he transferida para o dia 25 do correnle
por ha ver nos dias 11 e 18 fastas na raalrii do Corpo
Santo.
Perdeo-se orna eart de abano dada pelo Sr.
Manoel Jos de Oliveira Mello, do er
a favor de Jos Bodrigoes de Soasa'Santos da quan-
tia de 5008; previne-se a quem quer que ell
apresentada qne nao a compra, visto o mesm
nao mais se responsabilisar por ella.
, Ignacio Pereira da Cunha Camello, querendo
comprar a propriednde denominada Boas Unas, per-
lencenle a Sra. D. Francisca Pereira de Carlos, e
como nio possa fazer sem saber se existo alguma hv-
potbw -- paco de
utuoro de 1858
Pernambucanv de 3 e 5do corren-
le se publicou enlre os avisos diversos ama historia
de uoile de la com a epigrapheos seis mete e ti -
diascujo lim he provocar a publicado dos tactos
relativos a urna certa administrado de contraria,
que diz livera a duraeSo de 6 metes ell das. Pre-
tende o pseudo sertanejo que caso ellea quem quer
ferir, tenha enceberlo a historia da administraran
dos 6 mezes ell diis; mas, ou est engaado, on
quer engaar a oulros ; porqoo sendo o-elle-a quem
se refere amigo de lodo publicidade para os ^^H
qoe estao sujeilos a poblca invesligacSo, nSo |^^H
deixar de da-la aos deesa adminibrac)lo dos 6 ni
c 11 dias ; e para que se convence desle aserto pro-
cure n rclatrrrio com que se passou a administracao
ao Illm. Sr. Tito Fiock Romano em 34 da selembro
de 1854, impresso na typogra'phia desle Diario. O
verdadeiro sertanejo aceita a luva. com Unto que se
descubra o falso sertanejo. Nlo be d cavalleiro en-
colirir-se as sombras do anuoymo para ferir impu-
nemente ao seu advers mulo pois nlo
descobrir-se coutenle-so com astas has,
vivo protesto de qne nao so I iM frauca,
para que est muito proi encarnado.
Para o tercerroe franciscanes- nova e verda-
deira estamenha ; era easa de >'arciso Jos da Costa
Pereira, no pateo doCarmo n
Pelo juizo da primeira vara eivel vai i praca
nos dias 9, 12 e 16 do correnle a randa aonojl da
casa terrea n. 0 da ra Reci-
fe, a reqoerimento dos oonse
mao Jos d Azevedo Si
qoem quizer lanzar que
mesmo juizo nos dias di
O abaixo assignado fat aci
boje deixoo d ser ocio do Sr
deiro, na taberna sita n ueUnado n.
5,a qual gyrava debatxo }>, & Madei-
ro, e declara qne nada se deve a praea, e no caso
que alean te jolgue credor aprsente soa conta'no
prazo de 3 das para ser paga, na loja de fazendas.
1 ?e-" d Conceico n. 6. Recife 5 de novembro
de ISaa.Domiogos los VWra Braga.
massadores.
1 '"J**'49, '* doos amassadores que entendam
bem atnrlco da padarU; psga-se bom ordenado:
I
vil inn


u
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VENDE SE O SEGUINTE:
Manual completa da meddlcina homeopalhica do Dr. GV H. Jahr, traduzido em por
quitro voluntes enradernados en dous e acompandado da
M da medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 20&000
Esta obra, a anaiairap iodos as que Iratam do estudo e pr.itica da homeopalhia, por'ser a nica
5ne conim lamental d'sta doulrinaA PATHOGENESIA Ol KFFEITOS DOS MEUICA-
IENTOS -NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAUDE-coohecimenlos que nao pou>m dispensar as pes-
Oraticada verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que quizerem
hjiemann, e por si meamos se convenceren! da verdade d'ella: a todos os
nho que esto longe dos recursosdos mdicos: a lodosos capilesde navio,
p deuar de acudir qualquer incommodo seo ou de seus tripulantes :
rcnmslancias, que ntm semnre podem ser prevenidas, sao lobriga-
itnenti oa primeiros soceorros em tuas eiiermiilades.
u ou trsducco da medicina domstica do Dr. Bering,
ai que se dedicam ao estudo da homeopalhia, um volu-
ta do diccionario dos termos de medicina 10SOOO
ieina, ciruraia, sualomia, etc., ele, ncardendo*. '. '. MqjM
raaos medicamentos nao se pode ilar om passo seguro na pratica da
cal eslabelecimento se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
a baje ra eraode aopenoridade dos seus medicamento.
2- tnboa granjea.............. 8)000
Boticas de 2* mdicamente* m glbulos, a 10, 12 e 15000 rs
...............' 20000
.................. mSX
'.................. :10500o
?*l a.................: 05000
ira* ; ouca de lindura...........'!!.'..... ->-i000
Ditos de veidadeira indura a rnica.......".'.".'.".".'. '. 2M00
reavetida grande numero de'tubos' de ysla de diversos lmannos,
toa, a aprompla-se qualquer encommenda de raedicameoloscom toda a brevida-
preeos muilo conamudos. "^^
TRATAMENTO BOMOPATHICO.
Preserva tico e curativo
DO
CHOLERAWORBUS.
PELOS DRS.
^laatM-^. Jefe .
rapara se poder curar desla eufermidade, administrndoos remedios i"ais eflicazes
iaiilo.-erecuraj|o medico, ou mesmo para cura-la indapendenle desles nos lugares
RTUGUEZ PELO R. I>. A. LOBO MOSCOZO.
s indicarles mais claras e precisas, so pela sua simples e coocisaex 'nusi-
gencias, nao s pelo que diz respailo aos meios curativo*, como pnn-
V lem dado os mais saIisfactorios resultados em toda a parle eiu_gue
ii pratica. ^------~*^
teopaUncoo nico qo tem dado grandes resollados no cuRTvodta horri-
jsa proposilo traduzir esle dous imporlaoles opsculo m liugua vernacu-
erltiir'a sea leilura a quera ignore o francez.
menle no Consultorio do traductor, roa Nova n. W>, por 2JO60 rs.
: um cachorro (Tagua no
te, corn os signaqs seguin-
uco, cora orelhas grandes,'
mm pouco tosquiado, tem
odoa porbaixo de urna das
a_au.dir pelo nome JOL-
dfi-noticia, di-ryu-
x. _{,'>'armazem, -que
mi pensad^
ATI
Mass: Kin.anti'ia.
rede m;
-se bicha:
Antonio Barbota de Bam
de barberro na ra da Cru:_
chumba denlescom esla pn
sala vendem-se e alugaiu-se
prego.
Novoslivros de homeopalhia em francez, sob
todas de summa importancia :
Uahnemann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
e lee i iln com sala
primeiro andar,
enassa ; na mesma
has por commodo
lunes.
Teste, irolestias dos meninos .
Bering, homeopalhia domestica. .
Jahr, pharmacnpahomeopalhica.
ferrer de AIbuquer-;jahr, novo manual. 4 volumus .
Jahr, molestiasiiervosas.
&EDC0
la para a ra do llan-
continua a recebar alun-
mos desde ja' por mc-
publico : cjuem se
i deseupeijiiono presumo o,
v no segundo andar da refe-
a qualquer hora dos dias uteis.
a?ea;paJ!a:??sae
Z i. MI DENTISTA, S
I^^HM ruaNoia u. 19, primei- #
1 o do Jaaairo o ^^|
IIEPEBTOHIO DO
HI3HEOPATHA.
RfOIT E BOEX-
OTKOS,
^^^Bom a descripro
owleslias, a idica^o ph\>io-
^^^Hlodoa > medicamentos lio-
^^^B de ac>;o a coucardancia.
uioda sif uilicarilaalle todos
cimrgia, a posto ao alcance
E MELLO 10RAES.
hm. pa Ma obra no consultorio homeo-
pathi. MOSCOZO, ra Nova n. 00
>da-, por 39D0 em brochura, e ojOO,
SIL 10 CENTRAL
.H01ME0PATHIC0.
raluito para oa pobres.)
nnio-Nomi' n. ti.
rio Ludgero l'inho d
itias desde as 8 horas da
l.
^^^HBm seus domicilios, das
mas em casos repentinos
1 m as vsilas'serao ;
3 fei!
notas merecem tralamento
nju aconselhados
os. Estes meios eiis-
Kiiltorio central.
Jahr, molestias da peile.
Kapou, historia da homeopalhia, 'voluntes
Harthmann, tratado completo dasmolesli^is
^tlps menino...........
A TMJe, materia medica homeopalhica. .
De Fayolle. doutriua medica homeopalhica
Clnica de Staoneli .......
Casting, Modado da homeopalhia. .
Diccionario de >>-Ion.......
Alllas completo-de aualomia com bellas es-
tampas cnlorit'i *, coolendo a descrip^ao
de todas as parte. t<> corpo humano
vedem-se lodos -ses
Ihico do Dr. Lobo ilosr
meiro andar.
no consultorio horneopa-
pri-
20^000
(WIOO
78000
6S000
ltOOO
65000
83000
16J000
lOSOOf)
89000
75000
65000
45O0Q
305000

iHassa adamantina.
nihecid a eicellencia desla
humbar denles, porque seus resul-
iii ja do domiuio do publico.
Muir taz uto desla preciosa
atado, a aa pessoas que quize-
i de saos servidos, podem pro-
sea do Vigario n. 1,'Jojade ba'r-
: i HrairRAKCEz. :
ilehtiata, estabelecido na
i.36, segundo andar,
m a pressaodo ar, e chumba fl|
i jdamautina e oulros me- aj)
no aterro da Boa-
U n.17.
das 3 hont uro diante um co'm-
J bolos, bolinhos e naalaia de di-
sleToi>rio
icao e prec;
Alves R
, e declara
uns dias, e
:us amigos
esoal-
Dasdez as nove. fregoe___,
A sorveleira eal prompla',
I m sorvcle a dous lu-IOes.
-Nao ha cousa mais em coula
Kapazes do grande tom,
C da trra e d'alem mar !
Se vos queris refrescar
Com bello, gosloso e bom,
Devcisa bolsa afrouxar.
Jxa'correle d'anauaz
No Rosario junio ao becco ;
0 Soaros que nao he pecco
1 em oa venda l p'ra traz
l. ni petisco doce o secco.
Qoem uetle lempo calmoso
Mesmo co'a boha minada
Srvete ou agua nevada
Engeitar desdenhoso
Preferindo limonada*!
Ao $os i Nao choris pouco din
tjue o Soares he baral
Corlai da bolsa os co^Qes:
Nada de peuna e Viiieiro.
AJ*iga-
para se passar ii/esladuaijcasas r*"l'orre, cada nina
eom 3 quartos, ;! Salas, cuzinha '0ra- copear, e muilo
fresca, quart para escravo -' estribara, por com-
modo prec,o : a tratar aira- da matriz da Bda-Vista
o. 13.
40TERLV DA PROVINCIA.
AOS-'S:OQOJL 2:500$ E 1:000$.
O cautelisla Antonio jo.- Rodrigues de Souza J-
nior lem eiposto a venda oa btitetet e cautelas da
primeira parle da terceira lotera do C.v muatio, que
corre sabbado, 17 do correnle, aos pr'ecos abaixo
as lujas da praj da Independencia ns. 4,> 13, 15 e
40; ma ireila n. 13 ; e ra da Praia, loja de fa-
zendas n. SO. Sendo pagas por nteiro as fortes
grandes que obliverem suas ditaa cntelas, na ra
do Collegio n. 21, primeiro andar ; e as que salii-
rem em seus buhare* inleiros lambem o possuidor
recebe a sorte por inleiro, sendo os oito por ceolo do
referido cautelisla, e o competente premio do Sr.
thesoureiro.
Recebe por inleiro 5:0009000
2:5009000
Aluga ie urna casa de umVi.iar e sotao com
quintal, as seguinlea rnaa : AuRutla, Direila, l.i-
vramenlo, ou em oulra qualquer ra da lioa-VUla :
qutm quizar procure na taa da Praia, arinazem de
carne u. 29, ou anuunell por esle Diario para ser
procurado.
1'recisa-sB de urna ama para casa de duas pea-
s: na ra is Triucheiras ii. 8.
Precisa-sede um eufermeirn -unicieulemeute
lado para etse flu, para um eogenho distante
[>raca 7 lesoaa : na ra da Cruz o. 7, primeiro
andar.
^^ Precisa-se de 320J a juros, djmoVse de uarao-"
da 1 ou 2 eicravos moros : quem quizer dirijate a
ra da l'enha a. 31, que >o dir qoem faz esl ne-
gocio, ouaiinuncie por esla foltw para ser procu-
rado.
De novo se avisa as possaas que lem obras em
cata do abai*o assignado, que as mandem buscar
impreleri'velmenle no prazo de 30 dias da dala des-
le, do contrario serio vendidas para pagamento de
seu uv"5lho, licando em nada responsavel, Hecife
5 de uovembru de 1855.Joo Baumauu.
Acaba de chtgar nova pioeuta da Jamaica,
excelleute para temperos, assim como sag', cevad-
uha e crvlhas : io armazem de Paula iV Sanios,
ra do Amorim n. 48.
Antonio Jdaquim de Sooza llamos relira se
para o Rio Grande do Sol.
Aluga-se um oegro para vender pao pela ma-
nhia al as 10 horas do dia, ou mesmo para Iraba-
Iho de padaria, pagaudo-se bem : no largo do Ter-
co n. 38.
No holel da Europa precisa-se de um cozinhei-
ro qaeseja muilo babil.
. Precisa-se de urna ama forra da mcia idade,
que saiba bem cozinhar : a tratar na ra da Madre
de lieos n. :><;.
Na ra da Madre de Dos n. 36, precisa-se sa-
ber se nesta praca exisle Jos Jnaquim Gomes da
Silva, natural de Vilarinho, em Portugal, para se
Ihe entregar urna parta de sua familia.
Arrenda-se urna das lojas do sobrado n. 11 rio
aterro da Boa-Vista, oflerecendo mesmo commodo
para familia : a tratar no mesmo sobrado.
A t tencao.
*
Precisa-se de ofliciaes de alfaiate, que
saiba ni fazer obra grande: na ra da
Madre de Deosn. oti.
Precisa-se de urna ama de leite, sem
ilho, tendo bom leite nao se olba a pie-
co: na ra estreita do Rosario, botica
n. 23.
| PARA A TESTA-
. Aluga^e no melliupjfrjtar da Torre, um
sitio cana grande casa ijova, estribara e
cocheir equartopara IcTWr-^a tratar na
ua da Cruz n. 10.
VENDAS.
fi WsLTORIO H0M(I0PA:
i TRICO.
B (Gratuito para os pobres.)
28. UA DAS CRLZES "28.
O Dr. Casanova d consultas e faz visi- ^
las a qualquer llora do dia. ^9
{^f Osmedicamenloshomceopalhicosmaisacre- tk
M* diladeado Universo, ao os que s3o prepa- zZ
W rados pelos Srs. CATELLAN e WEBER, W
(A pharmaceulicos em Pars: nesta casa teui A
^ sempre um grande sorlimenlo desles me- 2
^ dicamentos em tinturan de lodat a dyna- \f
Hk misaces; e em elobulos preparadas pelo fA
7 proprietario desle^tabelecimenlo: rariei- 2
tjflj ras de lodos os larttanlios, e muilo mais' em W
A couta do que em qualquer oulra'parte. gk
w 1 carteira de 24 medicamentos. (S000 W
ffi& 1 fraco de tintura a escolher .-000 tt
,a Tubos avultos, a 300, 500 e 19.
W Elementosriehomtf'opalhia.4vol. 65000 W
4A N. B.Cada carleira eucerra os med- (fji
/S Ci"den',,s preservativos curativos do cho- 2L.
i lera-morbus. O
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREWlMA.
Anda exislem ulgiins esemjif^eiiquSVj^Qj^
e acham-se.a' venda na loi^^ ivros dos st
Ricardo de Freitas Cy^ .fia da ra do G
e eray"^l-(x "Collegio, casa a;
.10 com boa casa de sol
ni un ni o... si la na povoa^
r ua ra du Trapiche u. 14.
iro da irmandarie do Senhor Bom
ereela na matriz do Corpo Santo,
nesa regedora.xonvda a lodos os ir-
irinandade, para enmparecerem no di
bro pelas quatro horas da tarde para a
a nova mesa, que lem de reger a mesma
dade para o anno futuro. A,nlonio Francisco
MIS.
Oracao contra -a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria n: 6 e 8 da praia da
Independencia um follietiiiho com ditlcrenles ora-
i;oes cnica o eholiMa-morbos, c qualquer oulra pe*a
le, a 40 rs. cada um.
Vende-te unt rico violao de chaves,
lodo maichetado de madreperola com
muito bous sons e muito certo de re
gra: a pessoa que o pretender comprar
dtiija-se a praca'fa Independencia n.
lie 16.
Pecliramia^TT
No aterro da Boa-Visla ao p da ponte n. 10, ven-
dem-se cortes turcos de meia casemira de algodSo,
muilo encorpadoa a I56OO, grvalas e manas de te-
da a 400 rs., curtes de chita franceza coro barra a
ISiiO. chales de hla a 15000, ditos de l.ia e seda a
35500, castores para calcas, de lindos padies, o co-
vado 240, e oulras muitas fazeudas por Jireros com-
modus.
_ Avisa-se ao publico, que na loja n. 4 da ra
Nova, de .luso I.uiz l'enici Juuior, vendem-se mag-
nilico- loucados para senhoras, chegados recenlemen-
le pela barca Louie Marte, pelo baralisiimo prejo
de 95 cada um.
Veode-se a armario de urna taberna eom os
poucos fundos que lem, 110 largo da Trempe, com
coinmodos para grande familia jndepeodenles da ta-
berna, com Imiii quintal, cacimba que bota agua
dentro de casa e coiu a qoal se faz earapa para ani-
maos, do que esla muilo atreuuezada, c o seu alu-
guel he muito commodo : os preleodeulcs dirijam-se
ao sobrado 11. I uo mesmo lugar, que acharao com
quem tratar.
Vendem-so sacras com gpmma : defrnnte da
matriz da Boa-Vista, quina que vira para o Hospi-
cio, taberna n. 88 ; assim como pelo mais barato
do que em oulra qualquer parte.
Vende-se urna negra moca, muilo sadia, que
cozinha o diario de nina cas, ciigomma soflrivel e
lava muilo bem ; 10 comprador se dir o motivo:
na ra do Raugel n. 5, das 6 huas a s 8 }t da ma-
nhiar
Vende-se um escravo de bonita figura, possan-
le e muito fiel, idade 18 anuos, com principio de
marcineiro, eiilende de coziulia, uplimo para pa-
Rem, holieiro. ou armazem de a-sucar, assim como
um cscrava de 30 aonos, eiiRoininatleira, lavadei-
ra, cozinheira equitandeira, ambos muilo tedios:
ua ra de Hurlas u. 82.
Vende-se urna grande escada fu de 22 palmos
de comprido e 4 1|2 de largura, ptima para solSo,
de madeira pelia-iuarm, muilo bem feila, por pro-
co muilo barato, para desocupar o lugar : na roa de
Hurlas n. 82.
Vendem-se duas mezas de eiigoinniar, novas :
oa ra da Seuzala Nova n. 38.
ide-se a casa lerrea n. 33, tila na ra de
Afosados: .1 tratar na ruado
A boa fama
VENDE BARATO:
Libras de linhas brancas us. 50, 60, 70 e 80
Libras de ditat ns. 100, 120 e 130
Duzias de lesearas para costura
Duzia de ditas mais finas
111111 i, 50 e 60 pec,as de cordao
liara vestido
Pecas com 10 varas de bico estrello
Dozia de dedaes para senhora f
Cauinhds com agulhas frtncezas
Caias eom 16 novellos de linhas de marcar
Crozas de Imles para carniza
l'ulceiras encarnadas para meniuas
15100
15280
19009
19280
Hilas grandes para senhora
Pares de nielas finas para senhora a
240
560
100
160
280
160
240
320
240e300
-Meadas de linhas mullo finas para bordar 160
Meadas de linhas de peso jqo
Crozas de botes muilo finos para calcas 80
Bal.jdos de liiilin libertos e bordados 1^0 e 240
Carleiras finas de marroquim para algibeira 600
Pivelas douradas para cairas e cutelo 120
Tllenos o areeirosde porcelana.o par 500
Charuteiras entrefinas f-jo
Duzias de torcidas n. 14 para candieiro 80
Peutes de verdadeiro bfalo para alisar 300 e 500
50
60
70
60
40
10
Veudera-se excellenljr"velas de caruauba p_..
6, 7, 8, 9, 10 fe 13 por libra, por menos preco do que
em nutra qualquer parte : na ra Direila u. 59, ua
fabrica da viuva do' finado Brito.
Vende-se um moleque de 14 anuos de idade,
sem detallo : na ra esl cita du Rosario n, 31, ar-
mazem.
Vende-se urna porcao de pipas vasias que fo-
ram de acuardenle, despajadas ha pouco : na ra da
Guia 11. 64, seguudo andar.
Veude-isc um pslaoquiai om bom eslade ; na
ra da Guia, taberna 11. 9.
Vende-se upcdeLialoa a 60 rs. a dilava : ns
praca da Independencia, leja n. 3.'
Veudem-se 100 sace.
de trigo ; na ra da Seuz'
Na ra do Vigario''
estrava de 24 aneos de L^
servico.
Vende-se urna esc* J de narao : oa ra de
Hurlas n. 138. ^/T
~^de-se jiajr^scrava crioulacom orna cria, a
-ni" 'Kinha e lava de sabao e barella :
105:
jin excellenle carro de 1 rodas pro-
quem o pretender, dirija-se ao
iro, primeiio sitio que lem muro
que foram de farinha
Nuva, padaria n. 30.
13, vende-se urna boa
e, ptima para lodo o
Precisa-fe de um preto ou prela cozinheira, e
enlenda mais que ludo do arranjo de urna cata,
ira servir a- urna pessoa solleiru : Irala-se no hotel
Has.
Bilheles
Meios
TeiQos
Quarlos
Quintos
Oilavos
Decimos
55500
29800
15880
15*00
15120
700
,580
Vigsimos 300 11
1:66654)66
1:2500000
1:0005000
6259000
5005000
2505000
Kelo!
nos
das melhores fabricas da Suissa, tapio de ouro como
de prata, dilos foliados edourados; vendem-se mais
barato do que em oulra qualquer parle, na ra da
Cadeia do Recita n. 18.
-Precisa-se de 8009 a premio por hopotlieca,
pelo prazo de 6 mezes, pagando-se os juros adianla-
doi, dando-sc purseauranc.i urna boa mobilia de Ja-
caranda e om bom piano.o qual so vale 6OO9; quem
quizeranouucie para ser procurado.
JGralifica-se generosamente a quem levar a ra
do Sol n. 23, segundo andar, ou descubrir queui
pegou um sexo fgido no dia 6 do correnle, pelo
ladeada ra das Flores.
A pessoa que por engao mandou remoller por
um preto urnas encoinmeudas a rua'do Queimado o.
37, queira mandar buscar porque tarara recebi-
das por engao.
Aluga-se o silio grande de Parnameirim, aon-
deesteveo Sr. cnsul inglez ; os prelendeates di-
njam-se ao Passeio Publico, loja n. II.
pralica
O cautelisla.
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
Precisa-sn de urna ama que leuha bom leite
para acabar de criar urna enanca de 6 mezes : quem
pretender, dirija-se aos quatro cantos da Boa-Vista
n. 1, taberna. '
sa n.
, Precisa-se de 'um caiseiro que tenha
a\> taberna e que escreva soll'rivel, pretere-se que es-
leja arrumado e que por motivo juslo se desarrume:
ua ra do Collrgio n. 25, taberna da quina.
Em comprmanlo de ordem superior, o delega-
do deidisliiclo Iliterario da freguezia deS.Fr. Pe-
dro Coucalves, exige que lodos os professores quaamadon
pblicos quer particulares desla freguezia Iheapre^
seulera al o fin do correte mez mappas dos alum-
nos que frequenlaram suas aulas co correule anuo :
e bem assim que os directores ge eslabelecimeutos
de nstiucrjdes particulares llio declarem os nomes
dos professores e profesoras que nos mesmos ens-
nam, a ra e o numero da casa em que se acham
eolloeados, e a licenca que da presidencia obliverum
para eslabelece-los.
OOerece-se
l.eif
(jues
]>ede
* deaculna
m-
DISCURSO SAGRADO,
Recitado ;rn coaunecioraca o da
depend ncia do Brasil, no solem-
ne Te-De.un que os habitantes da im-
nd<> de Hlctheroy,
1. no dia 7 de se-
de 1(155,
l'LO
T DE CAMWS.
lo da eapela ioi-
111 da Ii osa,
ileputailo miwenibla geral pe-
la pro-riacla d< -.mbuco,.
prof' >onal
do antis;o lyiu'ir o le-
rife, bi^Mp^^^^^^^Hida.
tted^ darte,
ponde
fi;
SU
Coneg:1
um homem de meia idade pira
caueiro de qualquer casa de uegoei. qual d fia-
dor de sua conduela, lem boa lettra e bstanle pra-
tica de negocio de fazendas. raolhad'' "^, padaria a
' "ar na ra de Saulo Amaro njjr
au-
eova, gai,
<)Uartos, sala, de jaritar, cozila
eo: a tratar no segundo andar da mesma
casa.
Deteja-sH; saber onde esta' morando
na parda denomeAnna Joaquina, na-
urai da illiade ltamai-aca', ilha de Alaria
eveiiaqual foi ltimamente ama da
le um 'iancc/., morador na rita do
ngel, para se lhe dar noticias de seus
parentes: dnja-se a esta tvpographia.
tainlo*, ^r
do Par fon.
Licrna da ra Bella, con
1 11 .llar.
18,
Vende-se na TWFda .Cadeia do Re-
cite^aloLan. 19, obrein muito linas e.n-
c^irriadfs proprias para repartieses, por
ja estaUm cortadas do tamanho dos ca-
ri mbosfe pelo preco de i.fOOO urna libra.
Vendem-se saceos com gamma muilo boa, cou-
rinhos de cabra, esleirs de palha de carnauba, cera
de carnauba eiebo, ludo por preco commodo: do
armazem da ra da Madre de Dos n. 2.
VINHOIXEREZ. *
Vende se superior viuhn de Xerez enf harris do
1|*. emeasa de E. 11. Wyatt: roa do Trapiche
n. 18. .
Kelogios cober-
tos e descobertos
de ouro, paten-
te inglez.
Vendem-se no escriptorio do agentede
leiloes, Francisco Gomes de Oliveira. ra
da Cadeia do Rccil'e n. 2, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e descobertos de ouro patente inglez, de
um dos mais afamados fabricantesde Lon-
dres, viudos pelo ultimo paquete inglez, e
por menos preco do que em outra qual-
quer parte.
Vendem-se chalesde (ouquim bordados, Tazan-
do tuponor: na loja de 4 portas, na ra do Quei-
Vendera-se chapeos de castor bronco, os mais
superiores que ha no mercado : na loja de 1 portas,
na ra do Queimado u. 10.
Vendem-se saccas com muito bom milito e no-
vo : ua ra de Santa Rita', taberna n. 5.
Vende-se palhiuha preparada para eropalhar
toda a qualidade de obras, mais em couta'do que em
oulra qualquer parla : na ra Cru2e< n. 29.
O echar. I l.aso r/errtira deGouveia Pimen-
el d ora eni diaole se aasignai como abaiso se de-
clara, sendo quea addicSo he o appellido condecido
feVSeUe "ra e {ioaytit f,me"-
D-se 9009 a premio com liyaotlieca em urna
casa em om don (res bairros desla cidade : quem o
quizar, en enda-te com o Sr. Jos Cselano de Car-
valho, na bollen do Sr. Barlholome Francisco do
Sooza, ua ra luga do Rosario n. 36.
loteras da protibcu.
O lllin. Sr. tliesoureirp manda fazer pu-
blico, quese icham a venda na tliesoura-
^^ImIit as. i,a rila da Praia n. 27, os
.metes da primeira parte da terceira
lo Gm'nasio, cojas rodas andam
impreterivelmente no dia 17 do andante
aez. Thesouraria das loteras 5 de no-
nbrodel855._Luiz Antonio Rodri-
senrioo^de moa pequea CatailU Vua rtta do Hwpl4 Gue8 ae Ala3ei*a. esenvao das lotera.
Precisa-se de um feitor bom e fiel:
Alaga-se o segundo andar da casa di rus da .. ,. j ai^ _.
Trapiche o. Ii, propria para escriptorio, os paeje- n* a Scbo' 8(>Drido amareo, ou na
ua familia; 11 tratar ai meima raaa. esquina da 1 ua da Madre de Dos a. 45.
ltiAKf *le
1 losa licuc;a do autor, veude-se Da II
da pra{a da Independ
piar.
" oa jar t gra.
6 e 8
0000 cada, euni-
A lu
(cala, na povoacaTTSrf-jachang r"
coih o Sr. Roinualdo, ao lado da igrej^
Precisa-se de um amassador que sejavperilo em
ua arle : na ra da aenzala Nova, padaria n. TOT
COMPRAS.
ar A VISO.
Em Goianna, becco do Pavao n. 14,
armazem de Aranha& Albuqueixiue, coin-
pra-se toda qualquer porco de. assucor
e paga-e por bom preqo,
Compra-se um escravo de'mea idade para tra-
tar de um cavallo; assim como urna casa terrea
emApipucoseu Monlciro, que nao exceda de 500$
a CO : ua ra ala Cadeia do Recite a. 16.
Compra-se urna escrava moca, sadia e que le-
uha bom o abundante leite : quem tiver anuuocie
para ser procurada.
Compram-se bodulas do 19 o :; em bom esta-
do, com o pieniio de dous por cenlo : na praca da
luJepcudencia ns. X e3'J, loja de calcado.
Comprain-te aceAes da divida provineial :?na
jua larga de Rosario n. 36, segundo andar.
Compra-se um carro de carregar fazendas, o
qaal esleja em bom estado : quem o tiver annuncie
por esta folha, ou enlenda-se bi porta da alfaodega
com Ovidio Ferreira da Silva, que dir qoem com-
pra.
Compra-se effeclivameule bronze, lalao e cobre
velho : no deposito da fandicAo da Aurora, na roa
do Brum, logo oa entrada n. 28, e nafmesma rundi-
eflo eTn Santo Amaro.
~" Vlde-ae bico de blonde branco e prelo de seda
vcrdsdeirbvJJO por ceuto mais barato que em qual-
quer oulra parrey-Ajle luda as larsuras muito boni-
tas Illas dilo : na ruaAoTa>casa_do rolojoeiro n. >.
Avisoaosfreg
. zes. ~~
A taberna da ra Nova n. Or lm deseachaj
completamente sorlida, tem, que chegou de protj-
mo, latas de 1 e 2 libras com musitosuperiojrcSi, e
que vala da qualidade e do gusto, os compradores
se convencerSo, assim como vende-se tuduVpor mui-
to barato preco.
Vendem-se(cadeiras de he' meo/ americanas,
pelo prero de lltt cada urna :, n^JOa da Cruz o.
13, priiniiro andar. /. ^^
Novas j)ias de
o upo.
>'a loja de Oliveira n. 12, ha um lindo, variado modernissimo sorli-
menlo de obras de ouro. (a ito de 14 como de 18
quilates, cousislittd em adere,;i)i, meios ditos, roze-
las, correnldet e outros ob|ets de goilo: Iroca-te
ludo por sdalas, ainda que sejam veihis. Os pro-
cos sao mais eommodos do qoei em qualquer oulra
laia.
Pecas com 6 l|2 varas de 61a branca de liulio
Caitas com clcheles fraocezes
CarrileU de linhas de 200 jardas de boa
qualidade
Macinhos com 35, 10 e 47 grampas
Suspensorios, o par.
Currileis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
xandre
Alm de todas estas miudezas vendem-se outras
muitissimas, que visla de suas boasqualidades e
baratos procos causa admirarao aos compradores :
na ra do Queimado, nos qualro cantos, oa bem co-
nhecida loja de miudezas da Roa Fama n. 33.
Bons gostos e de
boas qualida-
des.
Na ra lo Queimado, nos qualro cantos, na se.nu-
da loja de fazendas n. 22,, defronte do sobrado ama-
relio, vendem-se fazendas por prego que real-
mente fazem admirar ao publico : Panno prelo
linissimo, prova de limito, para casacas a palitos,
pelos baratsimos preros de 23.1OO, 3*500 e 53000
o covado, casemira prela de superior qualidade
a 23 e 29600 o covado, alpaca preta muilo fina a
400, 500 e 600 rs. o covado, corles de clleles de
fosle. de bonitos padres e cores Inas a 700 o *J00
rs., chales prelos de Ua e teda muito grandes a
-J.-.^Oil, chapeos de sol de seda pralos e de cores, l'a-
zen.la sopenor a 69500. caminas fraocezas pintadas
para homem a 1^280, riscados da India muito linos
e largos e mu:ti> bonitos para vestidos 280 o cova-
do, selim prelo maco, fnienda muito superior a 35
o covado, sarja hespanhoia muilo superior a 2,400 o
covado, merino muilo lino a 29000 o coyado, meri-
no selim o mais superior que pude haver e muilo
proprio para palil a tJOO o covado, chapeos de sol
de pauniiho a I96OO, cintas fraocezas muilo finas e
largas, de novo padrdes a 320 o covado, fil de li-
nho liso e com flores a l3e 19440 a vara, luvas de
pellica de Jouvin para homem e senhora, chegada
uo ultimo navio francez a 19800 rs. o par, lavas de
da de lodas as cores com hellas a 19280. camisas
ia muito fioas a 19, luvas de lio da Escocia
cores ii 400, 500 e 600 rs. o par, man-
"^^rayalas, pret' e de cores, moilu
boa faze,. ^*H^pani(o fino azul de superior
qualidade a i..-.. ^"^vsicas rnmeira de relroz
bordadas a 11, 1*^ -^.^Jm fraucezes a
19280, cassas fraocezas nrosw. ^^booilos pa-
dres a 300 rs. o covado, cambr*. Nma de sal-
picos a 19 a vara, camisas irancexa^aw *^p Gnaa e
bem feilas para homem a 29500 e 2980rJaitirJes de
cassas para vestidos de bonitos padrdes e com
ras a 29 o,corle, lentos brancos de cambraia de li-
nho muilo finos e grandes a 69 a dutia, ricos chales
de chally com lislras de seda e bastante Brandes a
89. dilos de merino moilo finos e lisos a 69, luvas
pretasde torcal, de Lisboa a 19120, chally amarello,
fazenda superior e que muilo se osa para vestidos
800 rs. o covado. romeiras de cambraia -com lacos
de ricas fila de seda a 1)280, grvalas de seda "de
bonitos padroes a 640, meias de laia para padres a
29 o par, corles de casemira finas e de bonitos pa-
dres.jMra calcas a 59, brinzinhot de linho de bo-
nilosaJlpres a 240 o covado, brim trancado de puro
Imho, e de bonitos padroes t "
preto finissimo, proprio para
padre a lt60 o covado, nscadinlio
finse bonitos padroes a 240ocova
prelos para 'grvala muilo superior.
brancos de cambraia muilo linos a>
amarella muito superior a 320,
para Senhora a 240, 300 e 4
muilo linas a ;l0, dita:
-"^^sendoN \ -* a
ytfm de lodas\ jzendas outras muilas'quTsb .
Cvisla das boas quaiiuades he que se pdem ver o
quaolo sao baralas, afiancando-se aos Sr*. compra-
dores que neslo eslabelecimento nao ha fazenda al-
goma que seja averiada, e sim tudo sem averia, de
bous gostos e boas qualidades. ,,
a boa Jama
VENDE BARATO :
Leuciulios de relroi de todas'as cores para pesco-
co de senhoras e meninas, pelo barato preco de 19,
baralhos de carias liuisimas fraocezas para vollarete
a 560, toncas de lia para senhoras' e meninas 640,
luvas muilo linas de fio da Escocia brancas e de co-
res psra homem e senhoras a 400,' 500 e 600 rs. o
par, meias brancas ecruaspara homem, fazenda
iniiilissimn superior a 160, 200 e 240 o par, luvas de
pellica de Jouvin brancas e amarellas para homem
e senhora' a 19*100 o par, camisas de meia moilo fi-
nas e de pura Ua para homem a 39000 rs., ditas de
alsodao muilissimo finas a 19 o 19200, lesouras mui-
to linas para papel a 19500, ditas superiores para
barbeiro a I9OO, leques moilo linos i 39, ricas abo-
loaduras para collete de madreperola e de metal a
500 rs., dilas para palitos a 600 rs., caitinhas com
phosphoro proprias para charutos a 20 rs.. ricos jar-
ros donrados de porcelana para llores de diversos ta-
manhos e procos, ricas fitas de seda lavradas e lisas
de todas as cores e laranras, escovas finissimas para
roupa, dilas para cabello, trancas de seda de boni-
tos padrdes de diversas larguras e cores, navalhat fi-
nissimas para barba,'caivetes finissimos e de lodas
as qualidades, bicos finos de linho de bonitos padtes
e diversas largura, ricas franjas de algoiUo brancas
e de cores para cortinados, lesouras para costura as
mais finas que Ii possivel enconlrar-se. e oulras mui-
lissimas cousas que ludo se vende por Uo baratos
precoa que aos proprios compradores cauta admira-
dlo .* na rna do Queimado, nos qoalro canto,! na
bem conhecida leja de miudezas da Boa Fama o. 33.
A boa fama
VENDE BARATO:
Ricos penles de tartaruga para cabeca 49500
Ditos de alisar lambem de tartaruga 39OOO
Dilos de marlim lambem para alisar 19100
Dilos imitando Urtaruga para cabeca 19400
Lindas meias de seda de cores para enancas I98OO
Meias pintadas fio da Escocia para criancas240e400
Bandejas grandes e de pinturas fina3oO e aOOO
Papel al maco greve e paulado, resma -9OOO
Pennas finissimas bico de lauca, groza 15200
Ditas muito boas sem ser de lauca,?roza 610
Oculos de armario de ac com graduasOcs 800
Lunetas com armacclo de tartaruga I9UOO
Ditas com armacfio de bfalo 500
Toucadores de Jacaranda com bous espelhos 39000
Meias de laia muilo superiores para padres 29000
Ricas bengalas de caima com lidos casles 29000
Ditas de junco com bonitos castSes 500
Ricos chicotes para liomem e senhora a' 1) e 19200
Meias prelas dealgodao para padre, o par 600
Grvalas de seda de lodas as cores I9 e I920O
F'ilas de velludo de lodas as cores, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca 100
.Ricos reloginhos para cima de mesa -ioOOO
Suspensorios linos de borracha, o^iar 100, 500, 600
Penles muilo linos para suissa 500
Escovas muito finas para cabello 610
Capachos pintados muito bonifos 700
Boloes finissimos de madreperola para ca-
misa, a groza I
Alm de ludo isto vendem-se oulras muilas cou-
sdsv-fjiic.i vista das qualidades o presos faz admirar:
1 na do Oueiiiiaclo, nos quatro cautos, na loja de
.udezas da'Boa.JFama o. 33.
^ Cortes de meT casemira a 2$000.
Na loja de Cuimaries & llenriqncs, ra do Cres-
po n. 5, vendem-se meias caseiuiras de superior
qualidade, pelo baratissimo preco da 29000 o curte
de calca.
COGNACVERDADEIRO.
Veude-se o verdadeiro cognac, lauto em garrafas
como em garrafes: ua roa di Cruz u. 10.
CASEMIRA PRETA A 49500
0 CORTE DE C\L{A.
Veudem-se na ra do Crespo, loja da esquina qua
volta para a ra da Cadeia.
FLOR DE FLOR.
A Farinlia de Santander Flor de Flor,
lie a inelhor tarinlia de trigo jue existe em
todo o mundo, porisso sempre hejquali-
cada a mais superior em todos o* merca
dos, aonde tem sido importada ; heestaa
primeira vez que vem a este mercado,
porm garante-se a veracidade da infor-
macao: vende-se nicamente no arma-
zem de Tasso Irmaos.
FAZEUDAS DE GOSTO
PACA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo fina a padres novo;
coala* de lia de quadros e flores por preca commo-
do : vende-se na roa do Crespo loja da esquina que
volta par| a ra da Cadeia.
Veiideni-se aa anwzem o. 60, da roa da Ca-
deia do t eeife, df^^py Gibion, os mais superio-
res relogios fabricad* em Inglaterra, por preco*
mdicos.
LEONO D'AMBOISE
Vende-e o exceentfl'omance iistorv.
co.Leotor d'Amboise, duqueza e Brettr
nlta, 2 volumespor l.stOO rs., na livraria
n. I> e : d praijada Independencia.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Bato&
Companliia.
Deposito de vinho do cham- $P
W T)S{ ne Cha tea u-Ay, primeira qua-
fo lidade, de propnedade do conde
^ de Marcuil, ra da Cruz do Re-
Scife n. 20: este vinlio, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 5 ii'HO rs. cada caixu, acha-se
nicamente em casa de L. Lm
P comte Feron & Companhia. N.
^ B.As caixas sao marcadas a fo-
aj^ goConde de Marcuile o ro-
A tulos das garrafas sao azues.
POTASSA E CAL YIRGEM.
No a ntigo e ja'bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito'- superior
potassa da Russia, dita do-Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
precos muito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos.
Pratos ocos patentes
para conservar a coime
quente: vendem-se napra-
9a do Corpo Santo, arma-
zem 11. 48, de ti ostrn lio-
oker # C.
Veude-se aoo em cuuheles de um qaintal,| por
prero muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Compmhia, praca do Corpo Sanio n.' II.
. Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-sefarelo novo, cliegado de Lisboa pelo brigue-
deranQa.
FABINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueirc, medida
velha por 5<000 reis : nos armazens ns.
3,5 e 7, e no armzem delrnte da porta da
atfandcga, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
Par
r*<^H
peilo, pai.
dr na cargaala, a to
monares.
CHAROPE
DO
BOSQUE
. O nico di^^H
Iholoineu FraudacO
lia n.3i
tw ai botica de Bar-
^lal de Kosa-
lerentes
a**-.
casiadaae
brenchle
dos orgioi pul-
Brunn i
pianos
pinas, 4hd arligos a -
Vendem-ae
C- ra da Cruz n.
chegados no ulmo 1
Almanak de Lembrai
para 185t
1 volume em :1, eem 9M pagi_______ ______
lb grasuras, por Alelaadre Magno di
o 6. volme, he urna peqi-eai icjclopedia
principiada ems851,ea
nliuiii dos ranas ele anaalaeiilas bumsaoa, pela
redaegao dos autores, cujas produci
em prosa, honrare as paginas do Ais
e vende-se na agencia livraria n. < 1
Collegso, onde te acham taabem os volunies dos
a unos interiores, l'reco 800 rs. por
-
Em casa dellenry Brui
Cruz n. 10, ha para ve*
sortimento de ouro do me to, aa-
patente.

sim como relogiosd|
Lniao, na
ha para vender uml
mo pitets pols, sarSto
pal de [Yiei.y
bou, poulcl 1
assim como]
Champagne.
lidade.&UJ
versos l Ubre
lambem fia
ualquer hora
VinlipJ
harria. I
Vi
I POTASSA BRAS1LEIRA.
I ^ Vende-se superior potassa, fa-
I bricada no Rio de Janeiro, che-
I gada lecentemente, recSnnen-
. da-se
seus
8
1 aos senhores de engenlcjs os
bons effeitos ja' e.vperimen- \
tados : na ra da Cruzn. 20, aP-
de
mazem de L.
Companhia.
Leconte
Feron diO
Vende-se urna balanca romana om lodos os
us perlences.em bem oso e de 2,000 libras : qoem
elender, dirija-se a ra da Crui, armazem n. 4.
\
nufto 1
^^cai^dejllbo
e algodao,
muri superior, com 11 viras a peja, por 38500 :
vendee na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
la/pera a roa da Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
'Corpo Santo u. 11.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. ]
Senzala nova n. 42.
Neste eatabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moe-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcas e jaquetas, a 160
o covado.
Vende-se na roa do Crespo, loia di esquina que
olla para a cadeia. ^ *
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rui do Crespo, loja di esquina que
volta para a cadeia.
Moinhos de vento
ombombasde repuio para regar borlase baixa,
ecapim,nafundica6deD. W. Bowman : narua
do Brum ns. 6,8 a 10.
AOS SENHORES DE ENGENHO.'
Redondo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em. casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
CA. DE LISBOA A 4000.
Vendem-se bsrris com cal virgem de Lisboa, pa
fechar conlas, pelo diminuto preco de 4JKKX) o hai _
ril : na ra da Cadeia do Recire, foja o. 50, defron-
le da roa da Madre de Dos.
Veude-se excelleute taboado de piuna-recea-
lemeiitc ebegado da America : na rui
trapiche do Ferreira, a entender-se
ador do mesmo.
endem-se em casa de S.
C., na ra de Senza
inglezes.
os patente inglez.
es de carro e de montara.
andieirose casticaeslbronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
VinhoCherry em barris.
Camas de ferro. .
Taixas para engenbos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de fer
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
prerjo' commodo e com promptidao* :
embsu,'mvse ou carregam-se em carro
sem despeza' ao comprad o 1
Vendem-se amarrados com pirraba J, de car-
ne do seriao muilo bol a baratee na ras da Cadeia
do Recife, leja de ferrgeas n.53.
Vestid^ e chales.
Veudem-se chale* di* seda grandes eom algnm
mofo, pelo barato prende CjOOOr,, corles de cas-
ia de cores com barra a altumaa pintes de mato,
pelo diminuto precede 19000 o corle, assim como
outras mollas fadjendu por balite preco: na roa1
da Cadeia dn Recife leja a, 30, eefronle da nw da
MaiIm ila Xtmtv*
LbbbbbbWC0-
veao;
fado
L^L^Lvao a
Lou
Brinsd^^^^H
Papel di
Saceos de este
Cementojv?
Por commod'
Farinha dtfi
Na ra do Vigario
dar, vendem-se saccas
mandioca, muito no1
lidade.
Vendem-se machims
Iho, carriubos de
nos de n. 2 a 1-2,
de : na ra da Cruz a*.
meno an-
de
Cg bertas
Na ra do Crespo n. 5.
preg coberlas de seda a la*
mes e variados gostos que t
ero.
*~ Mito bar
Cassas francezaa de cores fi:
280 cada covado : na rna
portas a. 10.
Rape
Vende-se o veei
-Ccrdriro : na roa
poljea.
Vendem-se camraiasl
fixas a 200 rs. o covado,
ique finge seda a 280 rs..|
'.com quadros escoeexes a
Mina fiauceza a 240 rs. o cov
lija amarella.n. 4, de Aulonii
\ BOM E BARATO.
V'jndfc-se um terreno com 60
fund .t Iiano mar, prompto 1
lar terrado, sito no Iterro dos 1
do frerjo n. i.
Villa-
ulinoa-se a ven
dekiomiuadaVilla-vi
periat confronte a fab
IreMa do Rosario n. 3!
do Clarmo, quina da roa
11. 2oJ*-e a.que se vender
com s raesma denomina!
VenCiem-se as melhores
que ha ne altercado, lano a 1
lambem aealu^am: aa^^H
Vende-se
ineuln, 7 de
novo, de cicopi:
quem pretender,
Vendem-ae
leile, e oulra
ros,'00 silio da
Vende-se na rt
(11, am escravo de -loan
Sedas
Vendem-se curies de se
babadns. fazenda superi.
ra do Queimado n
VefliW.,.
de III
n. o9.
Tf^Vend* aij
cnente
Boa-Vista,
* -f- V.nd
eos e muilo,
ua ra do T
Vend
as habilidades :
Vendara;
guras, de tod
o diario de ai
rna Direila n.
Brinsde
er
uerua.
Apella
deN.O.
EStOA
irnos.
O'f^^^l LtH ,nn~
cor,lia, d boa 1 HHIIIIIIIBendpr
0 aeu e**HIIIH Hfft* ,"r
Ir J 11 Monis, des-HHIBei lio-

HHf>'s n"
late es-
w^M la Vares,
^^Brou a
um lawai citado en|cAai ^^^lii.r
^^^^^P" A"
linado Ja* * qsa
crava peileoe 1 lev*a ansa ce' laaasdi de
iapolao e chapeo
de palh de novu comliol* 1, e una Illa
cor do rolo terr lar de corpo, loma, lera
em um.id.i5 canalla* urna cicaUiz por causa de una
ferida que leve, tem os denle >s da ireute
largos, abre nm pouco as per camiuha,
he bstanla vivo e e cor he sobre escara. Koga-se as
aaloridades policiaes a captura do mesti
An Je Barros.
Desappareceu no dia 20 de outubro um mole
que de nome Joio com idade de pouco mais ou mo-
nos 20 anuos, cor prela, bem fallante, he fitlm
de Itamarac, tem am carolo na venlha, u cal-
ca dariscariiuho desbolldo, Camila MaJl^, chapeo
de pello preto, o qual moleque lia ealarale : quem o
pegar, levando a 1 em ra da Portas u
10^, sera liem recompeii-
LbbbbV0'
do Ja otilo
as ium deas
^B[ vestido de
de roupa:
|aee ou capilAea
100
Deseppareceu cojlii
do, pelas 7 ll
cao A afola,
menos, |
direila I
pernas;,
chita roa,
roga-se a tediu*
-
JoaoLetledAaa*ado. na praca do Coro
1/, qua recebar a gralifleasao cima.

I*

DRRN TVP nH |f
nsip.uia -.X


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