Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00483


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Full Text


ANUO XXXI. N. 256.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
i mezes vencidos 4,500.
TERCA FEIRA 6 DE NOVEMBRO DE 1855.

Por auno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
mi >"^2 P^K Porte franco para o sobscriptot.
DIARIO DE PERNAMBUCO
AHKEGADOS l>A SUBSCIUP^AO'. CAMBIOS.
priel'rio M. f. de Faria ; Kio de Ja- Sobre landres, a 27 5/8
Vao Pcreira Martin ; Baha, Sr. I). I l>ars 34* rs rL, l
M. oSeoliorClauduoFalcaoD.as; ,S,I' 4,'n
Gervaziu Vctor da Nalividade i L'fl-oa, 98 a loo por 100.
i Ignacio Pereira Jnior; Ara- Rio de Janeiro, 1
Aatofcio de Leraos Braga ; Cear, o Sr. Acc,6es do Banco 48 0/0 -
pee de Onyeira; Maranh.lu o Sr. Joa- J> rm.,.i:. i t ,
m.es Rodr\ue,; Piauhv, o Sr. Domneos wmptnhi de Beberibe ao par.
Ackile? PesVpa Cesrense; Para, oSr. Jus- Ua ompanhia de seguros ao par.
o; Amzoi}ae,|o Sr. Jeronymo da Cusa. Disconto de leltra^, de 8 a 9 1/2 por 0/0.
por 0/0 METAES.
uro.Onnas haspanholas. 293H)00
Moedas de 6JM0O vellias. 169000
de 635400 novas. 165000
de 4000. 9000
Prata.Palaces brasileiros. 29000
Pesos columnarios. 2ff00t
mexicanos. ', IJJ860
PAUTE FFICIL.
PARTIDA DOS CORREIOS. AUDIENCIAS.
Olinda, lodos os das. Tribunal do Commercio, quarlas e sabbados.
Caruaru, Bonito eGaranhuns,! das 1 o Ib. Relaco, terSas-feiras e sabbados.
Villa-Bella, Boa-\ isla, Exc(%kury, a 13 e 28. Fazenda, quarlas e sabbados s 10 horas.
Goyanna eParahiba, segundas uiextas-feiras. /iz do commercio, segundas as 10 horas e as
Victoria e Natal, as quinlas-feira*. quintas ao meio-dia.
PREAMAR DE HOJE. Juizodeorphaos, segundase quintas s 10 horas
1! vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
| 2* vara do civel, quarlas e sabbados ao meio-dia.
Primeira 1 hora e Ib minutos da larde.
Segunda 1 hora o 42 minutos da maohaa.
,
ffKlSTB.HIO 00 IMPERIO.
842 -ee 19 de ..sembr de ISU.
Mitra lei de 19 de agoilude 1S16.
Hei por t|eir. sanecionar e mandar que se execole
a resolaeao sogainle da assembla geral legislativa :
Arl. t. A lel.de 19 de agolo de 1846 sera obser-
vada coro as seguales allera I. OS memhros das juntas de qnalilicirio, e os
las asserablas parochiaes, que lem de ser
jtdsnTri^O} eleilores e supplenles conforme a
dsposicapdo til. 8 e seguales da dita le, serao
eleiles, dou pehto referidos eteitores, e na sua falla
pela* peaaoas designada no arl. 10, e dous pelos sup-
plenlos, na sua falta; pela, pessoas designadas no
t, 12, podeodo lis votes recaliir cm quaesqaier ci-
iloe da parochia qoe (enhain as qaaltdades para
A eleirao dos secreUrios e escrutadores dos*
eleiloracs cohtiugaru a ser leita por escruli-
fcrelo, volando porm cada tleilor era dous n-t-
sement. Serio secretarios os dous mais vola-
dos, e escruladores os dous inmediatos ero votos.
8 >. As provincias do imperio serao divididas em
inlosditlricloieleitoraes quanlos forero o* seus de-
paUdot assembla geral.
A primeira divino sera fcila pelo governo,
dato presidentes das provincias, e s por lei
sararterada. Na drieao-.guardar o governo
zuinles bases:
tregnezs de que te competer cada dis-
Iriete eleileral serao unidas etdre si seminlerrupcSo.
' Os diflerenles districlos eleitornes de caila pro-
cius. serao designados por nmeros ordiuaes. e
es, quanto forpossivel, em pppulacao de pessoas
O governo designar para cabera de cada dis-
traa cidade oa villa mis central, onde
ao collegio no dia marcado para
ios a atsembia geral, e no
tambem designar, lodus os
pois de observada, as for-
nisarao do Collegio; e as mais
i" do tit. > da lei, prncederab
lado, votando cada eleilor por
e escripia em papa) fornecidb
?ajos*. Heeolbidos os yoles em rocriftoiu secre-
tos e apurados, ficar elei
leobliver roatorii absul
'0 ningoap obliver na
^^b>)er- volando cafas Meilor
cidadaos majs rou<
>e anda no segundo
obliver maloria abaotirt de
lia iinioedialaoieiite a Itrcoiro,
nm
eteru
mugue.
proceder-ee-
vo laudo cada e-
imcntn en nm dos dous cidadaos mais
indo escrutinio, e licar eleito^le-
n Miv-*T Miara abitfaat-dc_ rtttmr\
de uin dislticlo lera opcaodo dislriclo que quier re-
presentar, e ser substituido pelo respectivo suppler
t, e na falla desle proceder-se-ha a nova elticjio. A
opsao sera feila denlro de tres das depois da veriO-
Kacao dos poderes ; e na ralla dclla a preferencia se
regulara pela disposicao do arl. 1i da lei.
14. As provincias do Rio de Janeiro e Sergipe
darao mais dous depulados, e mais nm de l'iauliy.
S l">- A eleicao dos merobros das ssemblcas pro-
vinciaesser lamben feila porditlrictos, guardndo-
se a respelo delta as mesmas regras eslabelecidat
para a eleicao dos depulados, e alleraudo-se o seu
numero da mancira declarada no paragrapho se-
gainle:
16. A assembla provincial da Rahia lera 12
membros, a Ires por dislriclo ; a de Minas-tierae
10, a dous por dislriclo; a de Pernambuco 39, a
Ir por dislriclo ; a de San-Paulo 36, a quatro por
distrcto ; a do Rio de Janeiro, lautos quantos derem
os seos dislriclo, a razio de 5, exceptuados o dis-
lriclo ou dislrictos da corle, e seu municipio ; a do
Oar 32, a quatro por dislriclo ; as de San-Pedro
e Marnbao 30, a cinco por dislriclo; a do Para 30,
a dez por dislriclo; as das Alagoas e Parahiba 30,
a seis por dislriclo; a de Sergipe 24, a seis por dis-
lriclo ; a de Piauhy 24, a oilo por dislriclo ; as de
ioyaz, Rio-Grande do Norte e Malo-Grosso >, a on-
ze por dislriclo; as de Santa Calharina, Espirilo-
Sanio, Amazonas e Paran 20. .
17. as provincias que liverero um s dislriclo
eleilorar o governo dividir pelos collegios do mes-
roo dislriclo o numero dos membros de que se com-
puiera assembla provincial, elegendo cada colle-
gio o numero smenle dos que liouver de dar.
5 18. Osdistriclosou subdivisi.es do dislriclo que
derem al 4 membros, assembla provincial darao
doos tupplentes ; os que derem cinco al seis mem-
bros, darSo Ires supplenles ; os que derem sele al
oilo, darao q'uatro supplenles, e assim por dianle^
S 19. Fica revogado o arl. 111 da lei.
' 20. Os presidentes de provincia e seus secreta-
rios, os rnimiuiidaiiies de armas e generaes em che-
fe, os inspectores de fazenda geral e provincial, os
cliefes de policio, os delegados e subdelegados, os
joizesde direito e niunicipaes, nao poderao ser vo-
tados para membros das assembias provinciaes, de-
pulados ou senadores nos collegios eleiloraes dos
districlos em que eiereereih autoridade ou orisdic-
cilo. O. votos que recaliirem em laes empregados
serao reputados uullos.
Arl. 2. Ficam revogadds todas as disposirdes em
contrario. *
l.uiafcPedreira do Coulo Ferraz, do mea conse-
llio, etinistro e secretario d esUdo dos negocios do
lU.Tetlo, assim lenlia entendido e faca exenular.
'-liodo Ro de Janeiro, em 1! de selembro de
t8o, 34- da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.i; l'edreira do
Cont ferraz.
EPIIEMERIDES.
Novemli. I Quarlo minguanie as 2 boras 46 mi-
nutos e 48 segundos da la de.
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 40 segundos da tarde.
16 Quarlocrescenleas'Jhoras, 20 mi-
nutos e 49 segundos da nianhaa.
23 La cheia as 5 horas, 31 minutos e
4i segundos da tarde.
assim o leuha entendido e faja etecu-
W4f mtate dlcHdJr^stttte^earqtiell. contra
queo ella decid ser declarado supptcnh-.
Ikeaso da ullima parte av pajagrapli.
steccdenlc. Onda a rleiro de depultm proceder-
!-ha a eleiro do uu sopplente, ouservsndo-se a
apeito della o niasmo qoe Oca dalerirunado para a
de deputaJos. _, A^J. ^__
do pera o depu H o supplen-
rvude diploma usla^Hj Benlica da ac-
I, dispensadareroessa da copiaTMftiad camii-
|a disposicao do arl. 79 da lei.
governo, nao obstante n regra estabelecida
-, podeni subdividir em mais de um collegio
em qacpeladissiminacoda populacao
roulodifHcilu reuniao de todos os eleitores em
s collegio, comanlo que nonc a distancia do
qoe se reunir o collegio soja menor de .10
da sua exlremidade.

/
. Osando o dislriclo liver mais de um collegiu
Sidos os elertrrea em cada um delles nos edificios
ignados pelo governo, e observadas as formalida-
:ados no 5-, procederAo a elcirnu na forma
lo mesmo paragrapho, deveudu porm a cdula de
ida eleilor coat* dous nomes, un psrs depulado
oulro para supliente, sem qne su faca essa desis-
riWMi coalados e apurados os votos,
que ser no mesmo acto transcrip-
tas do labelliio do lugar, e assig-
elfilotes que o quizeiem, sendo 1
tiibcUiaaja dar logo traslado a nuem
Desla jsvfrnaaajiao a" ser exTrahi-
pias d_ ^ala o art. 79 dalas', sendo
mujiteTparuWabesa do
da capital da pro-
das'acias nanea deiiar de ser
porm remedida
dislriclo a q
8 H
i 1>el coYeto (TeSitro do prazo e com (odas as for-
prVserpli no arl.79 da lei,anda quaudo
ala liajim de ehegar parlicularmeule ao
seu destino.
inla das depois do marcado |iara a elei-
i/wiiicipardjcabeca do dislriclo, reu-
s elai'ores do"s>speclvo rallegio, que se-
rio con irados, Tari com ellesa apurarlo, proce-
deodo na frmailos arls. 85, 86e 87 da lei.
O cidadao que reunir mairia de volos ser;, decla-
rado depulado, e supplenle o seu iinmedialo, ainda
que su tenhammaioria relativa. Os diplomas serao
expedidos pela enmara municipal, na rorro do arl
88 da.le.
o que for eleito depulado por mais
'------JTmTSTPUt da
Decreto n. IKjidelO de oii5 rf 1835.
Marca o ordenados dos prornotures pblicos das no-
vas comarcas do Parnabiba do Jaguary.de Baepeu-
dy, 0 do ludai, da provincia de Muas-tieraes.
Hei por bem marear o ordenado annaal de 9009
cada um dos promotores pblicos das comarcas do
Parnaliiba. Jaguary, Barpeudy e do ludaa, na pro-
tiucia de Minns-Geraes. /
Jos Thomaz Naboco de AraujoJ*lo meuconselUo
ministro e secretario de estado dosa^ocios^daosti-
ca, assim o leuha entendido Jasca eicirtar.
p Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de oulubro de
1855, 34 da iiidemndpncia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. Imperador. Jote Tkoma: fia-
buco de Arai-jit. \
Decreto n. J054 de 10 de outubro de 1855.
Separa os termos de Sanlo-Amaro e Maroim do do
Rosario do Cllele, ua provincia de Sergipe, ecrea
nelles nm juiz municipal, queaccumular as func-
ries.de juiz de orpbaos.
Fifcam separados o termos de Sanlo-Amaro e Ma-
roim do d> Kosarjylu Cllele, na provincia de Ser-
gipe, e haVera nelles um juiz municipal, e de or-
pbaos ; revogadas as disposicoes em contrario.
Jos.4 homaz NalTuro de Araujo, do mea consellio,
minislTo e secretario de estado dos negocios |da jusli-
1855,
ca,.'assim o (cuba entendido e fca eseculur.
- Palacio do Kio de Janeiro 10 de oulubro de
34" da independencia e do imperio.Com a rubrica
deS. M. o Imperador. yosaTAomo; Aoouco de
Araujo.
FflLHETIM.
UMO.,*

) LIVR
Par
> o man projec-
agem ; um ns
20 da oulubro J*e 1852. *
Esta rannhga e* qoii eiecsjtsjsj
la ; mas confesso qoe f'lq^^^L
tinelo vago diste-me que vivesse ai
perinca que falls-me 1 NO'f he o mjdo da morle
qae lanas vrzes lenho coademnado nosnotros. So
|OSurerdotes calbolicos leem razo Se lu Kalmca*
lAfiaso Oh seria urna coas liorrivel I Se vou
CBS rlenles enlrarcm-me na carne se
1 TsVazado por urna sede eterna se o aojo
>ajel vai erlender diante de mimaos espada
janle .li:icndo-mo : S maldito I nao en-
mansao do repouso e da beinavenlorau^a i)
tejo e minha razio pertorbain-se a esse pen-
fui o urna igreja, e orei molo lempo. Ce-
nia missa da casamento ; o orgao locava
mas que soavam na nave como nuia
Cb.irm muilo. Emquanlu eslava ajoe-
sillo de mim um sacerdote, vendo
o de laarimas, disse-me :
^meu (ilbo lie 's cura lo IJdinrVS fallas e consola lodos os in-
% VSj.
me i'llelii vsida, perdoe-me a acrao que
,er, o conl\B>e ler vivido lauto !
cnuit.rio alimW escolher o logar, op-
ear ; ludo l lieVeio. lincido. pobre,
arandeza. OsTk&">'o sSo amon-
ilina dos oolros, assWulluras locam-
!*lar inspido como ataiardm fran-
Ms arvores ; todas tia^iftadas aera
lluras, trocares a nao aciiei um
sombrado por grandt salgueirr.s-
me ser enterrado com lodos ; ano
MINISTERIO DA FAZENDA.
Decreto n. 1557 de 13 de outubro de 1855.
Equipara o emprego de ajudanle do procurador
fiscal do thesouro nacional aos de sub-direstor
das rendas publicas c contadores do mesmo tbe-
souro.
Usando da auloriacao concedida pela lei n. 563
de4 de julho de 1850, hei por bra que V ajudanle
do procurador fiscal do thesouro nacional, tenha
nao s vencimento igual ao de sub-direclor das
rendas publicas e contadores do mesmo thesouro,
como o mesmo tralamento qoe |hes he coucedid0
pelo arl. 38 do dccrelo n. 736 de 20 de oovembro de
1850.
O marquez de Paran, conselheiro de estado, se-
nador do imperio, presidente do consellio de minis-
tros, ministro e secretario de eslado dos negocios da
fazenda, e presidente do tribunal do thesouro na-
cional,
lar.
Palacio do Rio de Janeiro em 13 do oulubro de
1855, 34. da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Margue:
de Paran.
Decreto n. 1659 de 30 de ouiabro de IH55,
Crea na provincia do Rio Grande do Sul duas pa-
gadura/, filiaes da respectiva therouraria de fa-
zenda.
Tendo a experiencia demouslrudo a neeessidsde de
haver na provincia do Rio tirando do Sul duas paga-
dorias lilKu-s da Ihesooraria de fazenda, para faze-
rem os pagamentos das despezas com o exercilo
marinha que se realisao em diversos pontos da mes-
ma provincia, e outrosim que esse servico he mal
desempenhado pelas duas pagadoras que furam all
provisoriamente establecidas e eslao ero exsrcicio,
hei por bem, usando da aculdade concedida ao go-
verno pela lei n. 563 de 4 de julho de 1850 decretar
o seguinte:
Arl. I. Ficao-creadas na provincia do Rio Gran-
de do Sul duas pagadoras, filiaes da Ihesouraria de
fazenda, asquaes serae ancarregadas dos pagamen-
tos das despezas dos ministerios da guerra e marinha
que se fazem na mesma provincia, devendo urna
funceionar na cidade do Ro Grande e oulra em nm
ponto central da provincia onde a dila Ihesouraria
julgar mais conveniente pafa que taes pagamentos
sejao feilos sem relardamento.
O servico das- referidas pagadoras sera feito de
conformidade com a legislacau respectiva e luslrnc-
res que forero dadas pela mencionada Ihesouraria e
approvadas pelo governo. ,
Arl. 2. Cade um dos pagadores das ditas pagado-
ras perceber o ordenado aonoal de 1:2008000, e
alm disso 4009 para quebraa. O da pagadoria cen-
tral podera ler um fiel de sua esculla e coofiauca, e
sob sua responsabilidade, se for indispensavel para
que os pagamentos a seu cargo se eOecloem com
presteza. Este fiel perceber o ordenado de 8009
annuaes, e ser Horneado pelo respectivo pagador
com approvacao do inspector da Ihesouraria.
Os pagadores serio nomeados por decreto impe-
rial.
Arl. 3. Servira de escrlvaes ajudanlts das re-
feridas pagadoras empregados da Ihesouraria de fa-
Knda designados pelo inspector, que os devera, tirar
4, secfSo da mesma Ihesouraria, e substituir por
oulros sempre que assim convier ao bem do servico.
Aos empregados nomeados para esta commissao mar-
car o governo ama gra(ilic|ajo alm do sen orde-
nado.
Arl. 4. Os empregados aaa liverem de fazer pa-
gamentos fora dos lugares em que esljvcrem eslabe-
lecidat as pagaduras percebau urna ajuda de cusi
para as despezas de seu trauporte. Aos da Ihesou-
raria que forem servir as mesmas pagadoras ou fo-
rero reaavidos deltas se abonar oulra ajuda de cus-
i- EsunVajndas de rusto e a gratificarlo cima men-
cionada serio marcadas pelo governo
peitnanenle.
O marquez de Paran, conselheiro de astado, se-
nador do imperio, presidente do conselho de iiiinis-
Iros, ministro e secretario de estado dos negocios da
fazenda e presidente do tribunal do Ihesoaro nacio-
nal, assim o lenho entendido e faca execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 20 de oulaatft de
1855, 31, da independencia e do imperio.Com a
robrica de Soa Magesiade o Imperador.Marquez
d Paran.
Expediente do dia t.ide oulubro.
Circular.O marquez de Paran, presidente do
tribunal do thesouro nacional, salitfazendo ao que
requisilou o ministerio do imperio em aviso de 19
do eorrenle, recommenda aos Srt. inspectores das
Hiesoorarias de fazenda a maitezacla observancia da
circular do Ihesouro n. 18 de 2 de, novembro de
185! ; e Ihes ordena que nos bataneles de que Ira-
tra a mesma circular, fajam rspecificar a conla de
cada membro de urna rubrica da lei, em ordem a
conhecer-se qual o dispendio particular de cada nm
delles.
A' Ihesouraria do Maranhao, declarando qoe
proceden legalroenle recusando entregara impon-u-
ia da metade da congrua descontada ao conego da
cathedral, Josqoim Jeronymo de Castro, durante o
lempo da licenca que obteve do governo imperial *
que a cathedral pretenda que fosse considerada co-
mo perda a favor da respectiva fabrica ; por isso
que semelhaiite descont nao pode ser repulado co-
mo urna ptna por falta do cumprimento de devereti
caso nico em que .pelos estatuios da calhedral os
desconlns reverten! i fabrica.
DAS da semana.
5 Segunda. Ss. Zacaras e Isabel.
6tTerca. S. Severo b. :n. ; S. Alliico.
7 Ruarla. S. Florencioh. ; S. Irusdotiino.
8 Quinta. S. Nicosiraio ni. ; S. Castoriom.
9 Sexta. Ss. UrcissinooAgripino bb.
10 Sabbado. S. Andr Aveliuo f. ; S. Nvmpha.
11 Domingo. 24. Patrocinio da SS. Vifgera
Mi de Dos ; S.'Martinho l>. ; S. Verano"b.
- A' Ihesouraria do Espirito Sanlo.-O marquez i vez do augmento de crdito que pede para paga-
de Paran, presidente do tribunal do Ihesouro na- ment do escesso de despezj, havidu em consequen-
cional, remelle ao Sr. inspector 4jj luatourari do cia da duplcala de pagamento do ordenado do re-
Espinlo Sanio o requermenf. Sdo pato Manoet Uniente da provincia, deve o Sr. vice-presidenle re-
Gomes Montenegro, vigario encomroendado da fre- por aos cofres o que indevdadenle receben, visto
gueza de S. Malheus, para liquidar a parle de sua como a contar de 11 de marCo al 2 de maio do cor-
divida relativa aos exercicios lindos de 1848 a 1850. rente, s ll.e compela metade do ordenado, por ler
por Ihe competir faze-lo em primeiro lugm-, nos ler- direito a elle por inleiro, duraule o mesmo prazo, o
mosdas ni-tmccoas de 6 de agosto de 1847; e Ihe conselheiro llerculano Ferreira Peona, em viagem
declara que essa divida deve ser contada de 3 de para a corle,
novembro de 1HH, por s correr ao Eslado dessa 12
data em diante a obrigar.au d>.pacrr as congruas *' Hiesourara do Piauhy, approvaodo a rreacan
los parochos, como ja foi explicado pdKcircular de de "ma collecloria na povoacao dos Picos, c as por-
P.T
11 de abril de 1849, que se remelle porcopa ; pe-
lo que, se a mesma Ihesouraria liver p-tgo a con-
grua de algum vigario a contar de julho de I 848,
deve promover a iudrmnisac.ao da fazenda.
Pelo que respeila a duvida proposla pelo Sr. ins-
pector em oflicio de 17 de maio de 1850 n. 6i, qae
nuuea chegoo ao thesouro, nao sendo por isso res-
pondido, mas Te que ha copia nos papis junios, a
saberse pelas duas provisoes passadas ao sobredito
parodio, a primeira por dous anuos, e a segunda
por cinco, devia elle pagar o sello de 160 rs., qae
efleclh ament pagou na me'a de rendas de S. Ma-
lheus, uu o sello proporcional, como he sua opi-
niao,declara que o Sr. inspector bem enleudeu a
legislai.-ao que rege a materia, ja explicada por va-
rias ordens do Ihesouro, entre atjquaes ltimamente
a de 22 de abril de 1853 n. 102.
Deveria pois esse vigario, por ler pago um sello
indevido, estar sujeito t pena de revalidaran, e o
administrador da mesa de rendas s inultas do regu-
lamento, se nao fossein, como sao, por equidade,
disso relevados.
JHatailWiB tte
A' de Santa Calharina, declarando que nao
lem lugar a pretendo da D. Mara Magdalena Gon-
zaga, i percepcao da 6.' parteado sold de sea fina-
do marido o alfares Paulo Fernaudes Gonzaga,
porque os documentos com que pretendeu provar
que o dilo alfares tinha direito a ser reformado,
segando o alvsri de 16 de dezembro de 1790, nao
salisfazem exigencia da lei, por constarem de al-
lestacM gaciosas e serem os principaes fundados
em informacOes do mesmo oHieUl; devendo por-
tento a Ihesouraria promover a indemnisacjlo da
fazeuda pelo que se liver pago sobredita D. Mara
Magdalena Gonzaga ; e se esta vinva lulo liver
mejos do salisfaze-la, fica a Ihesouraria obrigada
patjaua inderonisato, da qual dar tonta ao ihe-
souro.
A' de S. Pedro.O marquez de Paran, presi-
dente do tribunal do thesouro* nacional, responden-
do ao olllfio n. 318, do Sr. intmela*.da Ihesouraria
do Rio Grande do Sol, de 30 de agosto ultime, em
que communica ler continuado a fazer as despezas
com a medeflo das Ierras para estabelecimento de
colonia contralada com o conde MonlmyN por
corita do ejercicio de 1854 a 1855, considerar/ '
crdito especial a ordero do Ihesouro u. i:
do -" -sa, anj-r^ j niT
centagens marcadas aos respectivos collector. e es-
crivSo.
- 13 -
A' Ihesouraria do Para, declarando improcedente
as razes pelas quaes pretenda a collecloria da ca-
pital da provincia escusar-se dotjabalho da cobran-
za da divida activa, por quantu ero a escripfora-
jao de mais um livro de receita e seu respectivo la-
13o podem augmentar tanto o trabadlo da collecto-
ris, que os empregados della nao baslem para seu
desempenho, nem a ordem de 10 de dezembro de
1851, mandando-eiecular as provincias a de 27 de
marco do mesmo auno, dirigida recebedorii da
corte, prohibe, como entende a collecloria, quo as
eslacies de rendas internas das capitaes, quaesqner
qae sejam as suas denomcOes, recebam a divida
acliva, com tanto que o facam em \ isla das compe-
tentes guias.
So do ere
Corren!
MINISTERIO DA GUERRA.
Decreto n. 1658 de 17 de outubro de 1855.
Faz extensiva a gratificaco de sold dobrado, nos
termos do art. 4- da lei n. 618 ^le 18 de agosto
de 1852, s pracas do exercito que lendo acaba-
do sen lempo de servici, nelle conlinuam sem
engajamentb.
Hei por bem determinar que as pracas do exerci-
lo, que tendo acabado seu lempo de servico conli-
nuam as lucirs sem engajaroeulo, por falla de su-
bslilulos que preencliam suas vagas, se faca exten-
siva a gratificacilo do sold dobrado, nos termos do
art. 4 da lei n. 618 de 18 de agosto de 1852.
O marquez de Casias, do meu conselho, ministro
e secretario de estado dos negocios da guerra, o le-
nlia assim entendido e expeca os despachos neeessa-
rius. Palacio do Rio de Janeiro em 17 de outubro
de 1855, 34- da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Marquez de Ca-
xias.
Rio de Janeiro. Ministerio do; negocios da guer-
ra em 15 da outubro de 1855.
Illm. e F.vin. Sr. Sobre a duvida proposla por
V. Exc. ero seu oflicio n. 133 de I." de outdbro ul-
timo : se os cirurgioes militares empregados as en-
fermaras, que alm desse seTrico inspecconam pra-
cas, officiaes, e paisanos que se apresentam volunta-
,Xrios, ou sio recratados para o cvico do eiercito,
Ut^comprehendidos na disposicao da 3. parle do
roxini
! isto he liorrivel !
Moulmarlre direila
neaaa grande cenlro da-pulrefai
este ter lanzad, ao mar I atwn
233.

Vermelho elle he 18o bello Eu iria de face vol-
lada para o eco sobre as ondas azues dilacerado pe-
?s ave".e Poxado para baixo por penes enormes.
1 referira isso a ser mettido em um fretro ; esse
cauao estreilo assasta-me. a gente ah nao pode es-
lender os bracos quando lem fadga, e alm disto o
corpo be cosido em urna morialha e calcado as vezes
com fardo quando he pobre; os ricos lem
bordados e veos de seda. Oh
. Ainamente no ceimlerio
da entrada biela urna especie de precipicio, onde
re.nava urna vegeltco magnifica. Cypreste, mais
velhos e altos do que os de Sculari sobresahiaro ao.
p.nheiros-laricos e aos salgueiros ; o. lumulos esla-
Jram derribados e destruido, pelo lempo ; as planta
Irepadeiras, as clemaliles, os pilrteiros, as madre-
silvas, esiend.am-se sobre ae pedras deslocadas e -
iiham-nas abracado lo bem que nao eram mais vil-
las ; o pnmbos Irocazes arrullavam sobre os ramos
e os lagartos corriam enlre as raizas. Moitas vezes
quando en ia vi.lar meu. pobres finados parei con-
templando ludas estas riquezas, e dsse comigo
He all que cu qoizera dormir Um dia as ar-
vorts foram arrancadas, os porohos expulsos, o pre-
cipicio enlulbadn, e agora he uro terreno arpado
plantado de lumulos un i formes com guarnicoes d
buxo. Sou alorroenlado pela idea de qae repousa-
rei em uin logar desagradavel.
Alm disto persegue-me um pezar lao singular
qunlo ridiculo; afllige-me nao poder asslir ao meu
proprio eulerro ; eu quizera acompanhar mea corpo
i igreja, e al sepultura ; quizera ver o semblan-
te de meas amigo', ouvir os commemarios e saber a
verdado das opimOes. Como ser o carro fnebre t
os ra vatios lero bellos pennachos 1 Orar algoem
dianle de roeu tmulo "! e se orar, que dir '.' Que
farao aquelles qae me amarara quando te relirarem
do ceimlerio 1 Ah te en podesse nao acompanhar
meu corpo ; mas a, menos ver patear o cortejo f-
nebre T llavera soldados e tambores cohjhlos, pois
sou condecorado. Bekir Aaa chorara, t meu pobre
cao flcara nuil Irisle por nao ver-ave. Vf valhoi
aniaule vollar para sea paiz, onde gracas a lieos
i. Serei
a reunan do
ninguem me acoro-
alando-mo, nao v destigu-
muilo... Na verdade he
!rero taeseeesaj. Qn
estiver morle ?
Ao ministerio do imperio.Illm. e Exm.Sr.As
disposicoes qoe acoinpanharam o decreto n. 1387
do 28 do abril do 1854 sujeitam a desconlos os leutes
da Facoldade de Medicina, considerando de exerci-
cio as gralilicates que percebem, mas nada dis-
poem a respeilo dos mais empregados da Faculdade,
que nao sao lentes e vencem todava ordenado. E
como no Ihesouro, por occasiao de nolar-se uo as-
senlamenlo do secretario da mesma Facnldade a li-
cenca de um mez que Ihe foi concedida para Iralar
de sua saude, suscilou-se a duvida se elle e os mais
empregados qae nao sao lenles, devem ou nao ser
comprehendidos nos arls. 130 a 135 daquellas dispo-
sicoes, sujeilo-a cousderasao de V. Exc. para re-
tolve-le como ihe parecer mait acertado, firmndo-
te assim urna regra a tal respeilo.*
estar de ora......I
lalvez eiilerradki
pavo p>'Caa> 9a
panharit^Bula
rar-me !
grande loucura
impurla-me na
Passee em Paris ; siuto-me j lao morlo que ia
com precaucao para que ninguem me locasse ; pois
um cadver cabe apenas se Ihe toca. Encontrei car-
ruagens, honiens e molheres qae passenvam ; o ru-
mor alurdiu-mc, e admrei ver tantas pessoas vivas.
Um menino pedio-me esmola, enlregoei-lhe minha
bolsa ; n3o liz isto por caridade ; mas de que srve-
me agora o diuheiro 1
Nao sabia quo fizesse para enlreler o lempo ; nao
queria vollar para o meu aposento, o qual lem-se-
me (ornado-to insipporlavel que apenas diego, to-
mo opio paraMorroir. Eslive no exercicio de armas
de fogo de Piemet, e alirei vinle e cinco balas com
milita destrezas
lrra I dissfr-me o carregador, em um caso dado,
o snilior nao fana m ponlaria.
Tranquillise-se, respoudi-lhe, tssevero-lhe que
nao errarei., .
Uina curiosldade eslranha iuveiicivel fez-me vol-
lar pelefeaes e conduzio-me al Morgue. Entrei no
edificio peqoeno, sombro, fro e hmido, que pare-
ce nasrido sobre as roargeus do Sena como om cogu-
melo venenoso. O povo apinhava-se s vidracas,
appromei-me tambem. Andrajos hediondos peu-
diam de gauches de ferro ; em baixo sobre o ladri-
Ihoide marmore negro eslavam eslendidos dous hu-
men parcialmente cohertus do srdido avenlal de
conro que ja lem servido a lanos cadveres. Um
era menino, eslava paludo e inleiricado ; uro sulco
azulado alravessava-o a lira-collo do hombro direito
para a anca esquerda, e ouvi algumas pessoas dize-
rem : Foi ttanagado por um mnibus, o O oulro
era humero de qoarenla anuos iuHaroroado, verde e
lvido ; pareca que baslaria por-lhe um dedo sobre
o veutre entumecido para fazer-lhe um furo. A
bocea retorcida, o uariz meo devorado.pelos pexes,
e as rbitas dos olhos que j tinham sido arranca-
dos, d.ivaro-lhe ao rosto um aspecto sinislramenle
groleslo ; as extremidades das maot e dos ps esla-
vam dilaceradas como fios velhos de linho. Tinlia
no braco e-qui-nlu urna piulura representando um
aliar, do qualtahia urna chainma rodeada deslas pa-
avras : n Sumare para minha Elisa.I n
Ijiorle lem..e vezes aspelos horriveis ; fiquei
mu perlnrbado, e repel durante lodo o da em voz
baisa estes versos :
Lvido e entumecido
Embalado pelo aceite
Das ondas na prnia fra
Dormirei bem es la noile I
guian para esse fim, declara qtfa *
ser especial um^redilo dado
sciviro nao altera a rgra geral de se deveV levar
despeza que por conla de tal credido sa lizer aos
exerciciot em que liver lugar o servico, e que por
conseguinle a despeza leita e a azer, em virfude da
cilada ordem, com o servijo realisMo no correle
exercicio, da roedicao das 'trras destinadas ao esta-
belecimeolo das colonias, deve ter levada conla
do mesmo exercicio, e nao do findo, como en-
tendo o Sr. inspector.
A" mesma.O marquez de Paran, presideu-
le do tribunal do thesouro nacional, respondendo ao
olticio do Sr. inspector da hesouraria do Rio Gran-
de do Sul n. 264 de 25 'de agosto ullmo, em que
perguotasea Ihesooraria.he competente para liqui-
da as dividas das exiinctas caitas dos corpos do
exercilo, declara que, se nao liverem sido remelli-
dos a couladoria geral da guerra os livros e docu-
mentos das ditas caixas, compleria sem duvida
Ihesourartarfazer a primeira liquidacao, nos termos
da circular de 6 de agosto de 1847 ; mas fnllando-
Ihe para isso a base essencial. a etcriplorar.ao, de-
ve o Sr. inspector remetler ao thesouro es requeri-
mentos de lodos os credores, acompanhados dos
documentos que os inslruirem, com dedaraco dot
corpos a que houverem perlencido, e da importan-
cia dossaldos que estes recolheram, afiro do serem
enviados ao ministerio da guerra, onde dever pro-
ceder-te liquidacao.
E porque o mesmo Sr. inspector declara, em seu
citado oflicio, que muilas pracas foram pagas na Ihe-
souraria com manifesta irregularidade, vista da
legislac.30 vigente, compre que na mesma occasiao
remella tambero urna relacau nominal das pracas a
que so referi, clarificadas pelos respeclivos corpos,
com declnracao da importancia da divida de cada
uina e dala do pagamento ; e Bem assim, qae in-
forme : I., como foi classificada essa despeza e cm
que verbas dos batneos esl contemplada ; 2., se
todos os corpos eslaciooados na provincia recolhe-
ram os saldos da respectiva casa ua exiincciio da
mesma, e a importancia delles no acto de serem re-
colhidos; :!., quanto resta de saldo de cada corpo,
depois de deduzida a importancia dos pagamentos
cima mencionadas ; e 4., finalmente, "os nomes
dos commandanlos que serviam em laes corpos na
sobredila poca.
- ii rz
iilia al- vis de ;10 de Janeno do anHproMmo-pass.ido, de
claro a V. Exc. que neohuma lei, regulamenlo ou
irdem eslabelece vanlagens especaes para este ser-
vico, nao coropelindo a quero o desempenha oulros
vencmenlns aloro dos do exercicio que lem nos cor-
pose enfermaras.
Oeos guarde a V. Exc. Marquez de Caxias.
Sr. presidente da provincia de Santa Calharina.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra em 15 de oulubro de 1855.
Illm. e Exm. Sr. Sobre a irrelencao do coronel
Antonio Cardoso Pereira de Mello, cujo requerimen-
to acompanhou o seu oflicio n. 809 de 7 de agosto
ultimo, ha por bem S. M. o Imperador mandar de-
clarar, que pelo regulamenlo de 14 de dezembro de
1882, estro marcados os vencimenlos que competen
aos merobros do conselho administrativo, podeudo.
trm, os directores dos arseuaes preferir os que
sscompelr por esse emprego quando sejam su-
periores aos da tabella annexa ao referido regula-
menlo.
Ueos guarde a.V. ExcMarquez de Caxias.
Sr. presidente da provincia da Baha.
expediente do dia 18 de outubro.
Ao geoeral comroandanle das armas da corle.
Kio de Janeiro, ministerio dos negocios da guerra
em 18 de oulubro de 1855.Illm. e Exm. Sr.Sua'
raagesladc o Imperador, conformando-se como pa-
recer do conselho supremo militar, exarado em con-
sulla de 3 de marro de 1854. houve por bem, por
sua immediata e imperial resolucAo de 13 do cor-
rente mez, mandar declarar a V. Exc. que nao po-
dendo ser reconhecidos cadetes de 2. ciaste os filhos
dos oiciaes e soldados d exlincta guarda de honra,
fica indeferida a pretendo do soldado do \ regimen-
t de javallaria ligeira Manuel Muniz de Noronha,
que pedia ser daineado 2. cadele. O qne com-
rounico a V. Exc. para seu conhecmeiilo. Dos
guarde a V. Exc Marquez de Caxias.Sr. ba-
rio de Tramandahy.
A' Ihesouraria do Amazonas, declarando que, em
ebalde repellia-os, elles voltavam sempre 1ra-
zendo-roe a imagera do mouslro qae eu .vira em
Morgue. Eram como o estribilho de meus pensa-
menlos. A persistencia dessa leiubranca faliga-me.
Achei urna aria paaa estes versos ; nao recito-os
mais, canto-os. w
MINISTERIO DA MARINHA.
Expediente do dia 28 de selembro.
A' capitana do porlo da Paroahiba, aecusando a
recepsao do oflicio de 10 do mez prssado sob. n. 1,
com o orcamenlo da despeza a fazer-se pela dila ca-
pitana ; e aulorisando, no.s alugar-se nma casa
para o seu eslabelecimeno, dando parle a presiden-
cia da provincia para a competente approvaco, mas
tambem a comprar o escaler e a mandar construir a
lancha de que trata o citado oflicibTtgajanHo t re-
madores qoe foram iudispeusaveis ao primeiro, e ot
mais depois que estiver proropla a laucha ; na inlel-
ligencin de que se expede ordem presidencia da pro
vincia de Pernambuco para, serem fornec idos pelo
respectivo arsenal de'marinha, os viradores, ancor-
les, bandeira nacional e flmulas de que se faz meu-
c3o uaquelle orcamenlo, e se oflici ao minislerio
ilos Bagados da fazenda para que pela Ihesouraria
de fazenda se suppram as quantias com que se deve
occorrer a laes despezas.
Expediram-se ordens uccessarias.
6 de oulubro
Ao capilao do porlo de Santos, aecusando a re-
cepeao do oflicio n. 395 da, 21 do mez pastado, em
?ue, visfa do decreto n. 1630 de 16 de agosto ulli-
roo. ^pede esclarecimentos obre o modo porque lia
de proceder a respeilo da matricula da Iripoiacao das
embarcacoes empregadas na navegado do cabola-
gero ; e duendo que deve observar a mesma pratica
seguida na capitana do porlo do Rio de Janeiro, a
qual consiste em fazer-se ola na matricula quaodo
occorre alguma allerajao na eqataagem, regislran-
do-se esla nota em livro compelenle, sem dependen-
ca de termo, e smente como um auxiliar para qual-
quer iulorinarao que convenha prestar-se.
A' presidencia de Pernambuco, acc usando a
reeepco do oflicio de 20 do mez passado, sob n. 68,
em que participa haver o inspeclordo arsenal de
marinha, com approvacao da mesma presidencia, es-
belecido no dilo arsenal urna aula de prirneiras lel-
tras e oulra do geometra pratica, dirigidas, esta pelo
primeiro lenle da armada Manoel Antonio Vital
de Oliveira, e aquella por Francisco Firmino Mon-
lero, abonando-se mensalmente ao primeiro a gra-
tificaco de 20, e ao segundo a de 14, pagos pela
verbaArsenal, e approvando a despeza snTenle
coro a aula de prirneiras lellras ; devendo porm ser
eila, nao por aquella verba, e sim pela deEveu-
luaesdo municipio da corle, e como lal menciona-
da as deraonstraces qae a Ihesouraria de fazenda
aprsenla lodos ot mezes, e qnanlo da oulra aula,
por ora nao pode ser aulorisada, especial nenie es-
lando a cargo de uro oflicial qne lem oulra i commis-
ses a desempenhar, e devera por isto inlerromper
muilas vezes o curso das lic&es.
-s-9
Ao quartel general da marinha, determinando
que se paguem os sidos a que tiverern direilo,
conforme as classes a que pertencerem, os individuos
perdoados por decreto de 4 de julho do anuo passa-
do, que nao devem ser considerados como cunjprin-
do senlcnca a bordo dos navios em quo se acham
embarcadot, porque o mesmo decreto apenas IhetA
impoz i coodicao de servirem nos navios do Esta-Jf.
do, segando requereram.
A' presidencia da provincia do Rio 'Grande do
Sul, approvando, em resposl.a ao olTlcio n. 75 de 28
da mezproiimo prelerilo, a deliberacao que lomara
de declarar ao capilo do porlo .la provincia que
nao deve exigir qoe as barcas de vapor da nave-
gado enlre a ^JjMajgjtfe,do Ri.iGra
hemcomodalli para a villa nejaguarao, c naa e_
baraaeOrs de cobcrla empregadas na mesma carrei-
ra, baja a esc.rplorac3o de que tralam os arls. .501
e 501 d cdigo do commercio, por isso que ellas
eslao comprehendidas na disposiofa da secuda parle
do aviso de 23 de julho ullimo. ^*fc
A' cenladoria geral da marinha, communican-
dp que, em conformidade do parecer do coasellio su-
premo militar de josliija, emillido em coosulla de 3
do correte, acerca do requerimenlo dos imperiacs
marinbeiros Romao Jos LourenSo,Marcolino Jorge,
Antonio Joaquim de Araujo e Innocencio Antonio,
pedindo ser pagos dos respectivos sidos desde o dia
ero que comecaram a cumprir as penas que Ihes fo-
ram. impostas por senlenc>s do mesmo conselho, To'
declarado, por immediala resolurao tomada sobre a
re/erida consulta em dala de 10 deste me/., que os
supplicanles, a vista da determinante disposicao da
provisHo de 1 de selembro de 1852, expedida em vir-
lude da resolueao de consulla do conselho supremo
mililirde5dejunhododito anuo, lem inconles-
lavelmente direrto aos sidos que deixaram de rece-
ber duraule o cumprimento das mencionadas senlen-
cas, por isso qae nao foram por ellas condemnados
ao perdimenlo dos mesmos sidos, e que assim se
deve pralicar com os que eslivcrem em idntica cir-
cunstancias.
A' mesma, determinando que fique de nen-
hum elTeito o aviso de 14 do mez prximo prelerilo,
que mandou abonar somenle metade dos respectivos
jornaes a diversos operarios, nos das em que nao
comparecessem, e continuar a pralicar-sc o que a
respeilo dos mesmos se achava em vigor antes do di-
to aviso; e prevenindu de que as presidencias das
provincias da Babia e de Pernambuco ora se expe-
dem as convenientes ordens, alim de se observar es-
ta disposicao acerca dos operarios que as mesmas
provincias se acham ero idnticas circunstancias.
Expediram-se as necesarias ordena ueste sen-
tido.
de novembro.
Oflicio Ax> Exm.- commandante superior da
guarda nacional do municipio do Recife, autoritan-'
do-o em vista de suas informacOes a roaudar ilimiuar
da mesma guarda nacional os seto guardas menciona-
dos na relacBo que remelle,virio lerem provado os de
n. 1 a 6 nao lerem anida aidad exigidafpor lei e o
de n. 7 ser eslrangeiro.
RelaCiJo a que te refere o oIBcio cima.
N. I Juviuiano Ferreira da Sirva.
2 Jomo Joaquim da Costa Leile.
1 Manuel Benlo da Silva Migalhaes.
i Constantino Lopes Guimaraes.
5 Eduardo de Azevedo Amorim.
6 Guilherme Augusto de Alhayde.
7 Bernardino Jos da Costa.
Dilo Ao mesmo, recommendando a expatR|ao
de suas ordens, afim de que a forja da guarda na-
cional designada para assistir ao Te-Deum no dia 4
do eorrenle, d as descargas do esly lo, requisitao-
do-se ao director do arsenal de guerra com antece-
dencia ocartuiaroe de mosquetera sem bala, que
para isso for necessario-----Otliciou-se a respeilo ao
meociouado director.
Dito Ao mesmo, aulorisando-o em vista de sua
informarao a mandar dispensar do servico da roes- "
ma guarda nacional o profetsor de prirneiras lettra'
Audr Alves da Fonceca Jnior.
Dilo Ao mesmo, inleirando-o de haver em vis-
la do que S. Exc. expoz, marcado para parada ge-
ral do 8 batalhao da referida guarda nacieaal, e
para as das companbias do mesmo batalhao, os la-
gares indicados na nota que remelle. .
ola a qne se refere o oflicio supra. \
Para a parada geral do batalhao A povoacao de
Jaboalo.
Para a parada da I-
cao.
Dila da 2 O engemSo Macug.
Dila da 3" d Carauna.
Dita da 4 Pereiras.
Dila da1 a Finios.
Dila da 6* a Garjah de cima.
Dilo Ao Exm. marechal commandante de
mas, declarando haver antorisado o inspector da i
sourarja de fazenda a mandar pagar ae a I fe res Joa-
quim Cavalcpnti de Albuquerqua Bello nao s a
ajuda de costo e vanlagens de que S. Etc faz mea-
cao, mas tambem as despezas constantes dos docu-
mentos que S. Exc. remellen.
Dilo Ao mesmo, dizendo que .ihesooraria de
fazenda segando adirma o respectivo inspector, fez
na goia de soccorrimento pastada ao alferes Jos
/
compsnhia A mesma povet-
de Ba-
nasta pco-
Soa mu sugeilo a essa especie de obseteoes. Mul-
tas vezes durante semanas iuleiras repilo sem parar
urna phrase, una copla, uin verso al enfadar-me.
Depois da morle de Susana, quando eu roeifitava
mais do que nunca o isolamento, a solidao, orna vi-
da longe de toda esla humiuidade m, repelia a ca-
da hora, a cada minuto do da estes versos de Luiz
llouillel :
Longe da lefra, em que ora penamos
La as alturas conlieccis dos cos
Astro de ouro, mundo solitario
Em paz girando ao sopro de Dos :'
Pobre Susana fui a causa de sna morle vou ser-
vir-lhe de victima expiatoria. Onde esta ella ago-
ra 1 para que regioes, para que rsirellas retirou-se
sua alma terna e amorosa ? debaixo de que forma
uova existe ? A qoem ser dado recompensa-la das
dores que Ihe causei'! Esla historia da-me remor-
sos. Felizmente ero breve nao roe lembrarei de na-
da mais. (Juera saba se minha existeucia futura
nao sera entristecida para remissAo dessa desgraca f
Quanto a Selli Zayneb, siuiu um cime atroz quan-
do pens que esta no poder laquelle negro horren-
do. Mas para que queixar-me Nao fui eu mesmo
que assim o quiz t
XV
21 de uulubro de 1852.
Aeouleceu-me agora urna cousa extraordinaria, e
Braba cabeca est mu ptrlurbada. Acaso a mol-
cula de minha alma que preside u razao, como leria
dilo Sylvio, j deixou-me fugio approximac.io de
minha roerle ? Vendo que sua voz mo era mais on-
vida, senliudo que suas Torcas tornavm-se insufli-
cieutes e inuteis no combate, ira adianle'eoiiio ex-
plorador pela estrada que hei de soguir hrevemenie''
Enduudeci ou anda eslounn raen juizo? Nan sei!
Eis o que econlecen-rae :
. Hoje o lempo eslava bello, e sithi para ver ainda
alguma arvore antes de morrer ; as folhas amarella-
das pelo oulono agitavam-se ao sopro de orna briza
lepida romo na primavera. Foi s Tolherias. assen-
lei me debaixo dos caslanheiros, e contemple) com
tristeza os meninos que brincavam dianle de mim
cantando. Esses divertimento- Iraziam-me i memo-
ria Mezieres, onde eu via a loara Apollouia (ao lin-
da com seu vestidinho preto,' Eu observa va lodos
esses pequeos que sallavamem cadencia, e repelia
comigo o dilo cruel e razoavel de um Inglez : Os
meninos silo bellos ; mus por piedade deviam ser
suffocados quando chegam a idade de razio, a
Urna menina de dous anuos poseo mais ou me-
nos, folgava junto da cadeira onde eu eslava assen-
lado, qoasi a meus ps; encina de areia com grande
sangue fro um cesto, depois fazia montculos, sobre
os quaes planlava rnminhos soceos. Perlo della es-
lava urna miilher que a vigava com sollieilude.
Esse brinquedo duroo alguns minutos, depois a me-
nina asseutou-se, dirigi a visla para mim, e con-
lemplou-me muito lempo com firmeza singular e
semsorrir. De repente levantou-se, e deixando a
pazinha e o cesto, ehegou-se a mim collocoa-se entre
meus joelhos, e disse-me seriamente em linguagem
ainda mal articulada.
Boa tarde, senhor!
Inclinei-me, e abracei-a ; ella corou vivamente, e
em seus olhos ti um senlimrnlo lao triste que a meu
pezar fiquei commovido. Fallei-lhe cm voz lerna,
e pergunlei-lhe rumo ae chamava.
Chamo-me Mariquinlta, respondeu ella.
E passa ordinariamente bem 1
Ella parecen nao compreheuder iiiiulia pergunla,
e nao deu-me resposla. Tinha-me lomado a ben-
galla, e folgava coro a botla sem todava tirar os
olhos de mim.
Oh senhor, amo-o muito disse-me
radamentc.
Depois as-cnlini-sp sobre n ra. joelhos, apoinu a
cabeca sobre meu peilo, loinnu-me a mao e ficou
inimovel.
Entao a aya .ipproiimou-se e disse-lhe
du-a pelo mantelete :
Oh seohora Mariquinha, \ me. fatiga ao se-
nhor ; dcca.
A menina lancou-me os bracos em torno do rul-
enco, e poz-se a chorar gritando : .
Nao I nao nSo quero I nao quero \
Deixe-a, di-se eu aya, ella nao incommn-
da-me.
A menina em p sobre meas joelhos alirac,av.me
e beijavame ; com seus labios frescos, uenhum sor-
liso linlnMIie illuminadoo rosto, eelle'dzia-me.
GOVERNO S A. PROVINCIA.
Expediente do da 31 de outubro.
Oflicio.Ao inspector da Ihesouraria provincial__
Convm dar destino ao terreno que ficou devolulo
com a nova direccao da estrada do Manguin!
por tanto me proponha Vine., ouvdo olpra^,.,..
fiscal, o qne jnlgar proveiloso aos iotereine, da fa-
Viclorino Cesar as convenientes
ver esse oflicial consignado de se
vincia a qeanlia a \(f
DitoAo raspador da Uiesouraria de fazenda.para
mandar pagar ao capilo quarlel meslre da guar-
da nacional desle municipio a quantia de 40 rs.,
em que importaram os objeclos compradoiJra o
archivo e-eipedienle da secrelaria do reepectivo
do s...u.,i.m ^u^jde.-- -y-ffi
Dito Ao mesmo, recommendando a expedicu
de suas ordens para que o inspector da alTaudega,
consiula no despacho isealo de direilos de vari ob-
jeclos como tubos cauillares.laneelai.zinco laminado
ele, viuda |B|eWbarca francesa Luiza Mario,
nor encsffl aado commissario vaccinador, para
a repartid! Hrgo. Coinmunicou-se ao rc-
referido eovmt^Kf.
Dilo Ao ptWidenle do conselho adminialralivo,
para promove com brevidade a compra de 30 arro-
bts de plvora grosa, alem.da que (rata o oflicio de
30 de oulubro ultimo.Comrunieoa-se a Ihetoa-
rar' de fazenda.
Dito-Ao inspector da Ihesouraria- provincial.__
A visla do que requereu-me o padre Joaqun Ka-
pliael da Silva, censor do (ivmnasio Pernambucano,
que do despacho dessa Ihesouraria de 25 donatsado
recorrer a esta presidencia, lenho a dixeHLvVmc.
que, como a'lei provincial n. 276 n3o inhibe de oc-
cupar oulro emprego provincial, o senao aquella
que liver sido aposentado em virtude della, nao len-
do aquelle professor sido jubilado senao em virlude
|de lei anterior que BHn prohiba o poder ser de no-
vo empregado, he claro que nao deve ser privado
de todos os seus vencimenlos,por lauto mande Vine,
azer efleelivo o seu pagamento.
Dito Ao director das obras publicas, para man-
dar fazer quanto antes as obras de que precisa o I
andar do edificio que servio de cadeia, afim de ser
nelle acommodado o tribunal do commercio o as au-
diencias da juslica da primeira instancia, e isto de
conformidade com o ornamento e planta^ue Smc.
remetleu.
BTrtSr
uina
ao seu sem-
roui negros. Vendo-
oma reminiscencia confusa passou-me
de cor azul escura ; sobran-
iiiexpe-
puian-
Quero que Vmc. seja meu pal!
Tomei-lhe a cabeca as maot, e conlemplei-a al-
lentamenle. Seo rosto era redondo, suas foicoes in-
decisas como sao geralmente as das crian aC
pallidez baga dava um torr uniforme
blanle guarnecido de cabellos
Ihe os olhos,
pela memoria. Eram .
ceibas tongas e arqueadas tornavam anda mais ln-
guida a expressao profundamente Irisle que elles ti-
nham. Eu sentia-me perturbado pela firmeza de
seu olhar. Onde havia visto olhos semelhanles ?
Repentinamente o semblante de Susana represen-
lou-se-mc na lembranca, e reconlieci esses olhos ian
pristes que tantas vezes me haviam conlemplado. O'
Susana, es lu ? Um eslremecimento de terror agi-
tou-me o corpo lodo, o coracio palpilou-ine com
violencia, e senti uro suor daespanto correr at ao
chao. Meu Dos! meu Dos I he urna de vossas re-
velages ?
Eii permaneca aniquilado, altonito e immovel
joiii a idea de que a alma de Susana liahitava o^ef-
po dessa menina que viera para mim naturalmente
sem solicilacoo-, sem esforcos, e que nao quera dei-
xar me. Fazem hoje tres annos que Susana mor-
reu. No meio de roeus tlnistros cuidados eu nao li-
nha pensado mais nisso ; porm esse incidente ex-
traordinario lembrou-roe violentamente esse anni-
versario.
Entretanto a menina conlinuava a afagar-me;a
aya oliservava com sorpreza, e depois disse-me :
Desculpe-me, tenhur, ella nunca he assim ;
de ordinario nao falla a ninguem; tic mu mansa,
roas nunca ri,e lem sempre umar tao Irisle que fa-
ri.i qua- a gente chorar.
(Jue idade lem '! pcrgunlci senlindo-me des-
fallercr.
A uiulhcr pareceu fazer um calculo mental,e res-
pondeu-me sera reparar no tremor qne agiinrb-me
as maot.
Dilo Ao mesmo, inleirando-o de haver appro-
vado e remllalo por copias a Ihesouraria provincial
os orcamentos e clausulas que vieram annexos aee
seus ofUcos n. 363 e 371, afim de servirem de ba-
se a arrematarlo da caaMttao permanente, nao
s da estrada do norte, raajhaabem da de Pi do
A Ihe. Ofliciou-se a respeilS a mencionada Ihe-
souraria.
Dito Ao juiz municipal da 1 v
que o transporte LcgaUdade, lem de!
presidio de Fernando no dia 6 do
commaodando que|faraapromplar ceta
dados qae esto as circei
ser------a^-para afinel? presidio;
as necessarias commonicacoSt'i
Dito Ao commandante do corpo
I
I
'i
I
grito eapertei-a contra o corajao. Eniao um sor-
riso divino illumiiiou-lbe com urna alegra infini
o semblante pouco antes 13o pensativo ; ella deja
calor a cabeca sobre meo hombro, e ehorou sem
gnlos nem solucos.
f Mmenle a alma de Susana esl nesla menina.
ITinstante Uve o peuumento de furla-la. fuair
elliT -
la, e guarda-,
vez a viver ao sea
videncial. Deve ha'
mar, nos arredorrs de
gum canto perdido, onde
fjre para comecar oalra
is esse encontr era pro-
"ratanha margen) do
ant e de Concarneau al-
poderia lalvez viter ain-
da tranquillo e feliz junio dessa menina, jonto" dessa
nova Susana. Sonho de loucura A aya me lerit de-
nunriado, e alm disto nao lenho coragem para
Fiquei duas horas com a menina absorto, e sem
ver cousa alguma em lomo de mira ; senliudo ama
re profunda descer-me ao coracao, e rendando gre-
cas a Dos cem todas as minhas torcas. Ouando o sol
ja encoberto pelas nuvens da tarde, comecou a des-
apparecer, a aya quz levar Mariquinha ; mas esla
agarroa-se aos meus vestidos, e recosoo deixar-me.
Nao quero nao quero dizia chorando ; elle
he o meu bom amigo .'
Foi urna scena quasi terrivel ; .
mais que fizesse, Mariquioh.it grilava c sol!
pela minha parte eslava fraco bem como um 1
bundo. Algumas pessoas paravam dianle de Jos, e
comecavam a olhar curiosamente para o nosso lado
loroei a menina nos bracos c disse-lhe :
Oh justamente ella fez esla manhai .loa. an-
nos e tres mezes. Ah lembro-me porque va na-
cer. Foi nma madrugada lerrivel ; minha ama pa-
decer lodo a noile, e pelas quatro laVa den m
sita menina ; mas lo dbil Hj^magrlnha que fa/.ia
lonsoa que eslfMpor-
semare dueole, e
Assim esta pequea nascera nove meu
ra por hora, depois da morle de Susan
J063 llO-
; ite um
Obedeca saa aya, miiilia filliiulia ; lornareia
vr vc-la ; mas se voss nrto quizer vollar imra sus
casa, nao me vera mais.
A pobresiuha conleve os solucos, e vollaudo pera
a criada o semblante decomposlo, disse-lhe com voz
suflbeada:
Vamo-nos embora ;
Depois abracou-me ; a aya lomou-a nos bracos, e
retirou-se ; mas emquanto a meniua pode ver-me
nSo lirou de mim n visla enviando-me beijos coro as
mios.
Quando da desapparecen alrtz das grades, des-
perlei de meu entorpeeimento, e fug dahi cho-
rando.
He minha convieeSo enraizada, inubalavel que
Susana-existe, n qneeui vi.
utfmiar-e-no.)
, .vc3<-
FKFMPIflQFUPnuTD-nn
11
iiitii inn




V
si>ndo que lliesoui arir provincial tem ordem ptra
pagar estando nos tersaos lgaos l conla que Smc.
nmelleu da despeza fefta no mez do oolubro ollimo
ctiiB o slenlo do9 doos calcetas empregados na
limpeza e assein do quartel daquelle corpo.
Dilo Au delegarlo do 1 dslriclo do tern)o do
Rocife. recommeniandi a axpedicao de auaa ordem,
para que sejam errecadados .o entregues 10 com-
uindaule superior da gqirda nacional deste muni-
cirjjo, o armamenlo e corrame que pela 3 baUllio
de infamara da mesma guarda nacional,' te ditlri-
iniio a Antonio Augusto de Souta Navarro Lius, que
leodo-ae amentado do diilriclo do hat,slhao, rumia
achr-se residii.do actualmente no Arrial, perleu-
ceule a freguezia dj> Pojo da Panella. Parlicipou-
se suprado cnmmandante superior.
Portara Ao agente da companhia dns barcas de
vapor, para'mandar dar passagem para o Ceara por
conla do grwerno, n vapor que se espera do sul a
Amerito Vespucio de Sal.lauda Accursio que leve
baixa do sorvico do exercilo.
Dita Considerando-so vago o posto de alferes
da 8" comptqhia do 3 bataldao de infamara da
guarda nacional do municipio do Recita, visto nao
ler solicitado a competente patente o cidadSo Juvino
Garueiro Hachado Kios quo fora Horneado para o
referido posto. Parlicipou-se ao respectivo com-
mandanlc superior. ,
RIO DE JANEIRO.
17 de outubro.
Molestia reinante.Adte-hontem recebeu o
Sr.-ministro da guerra, communicacjo de que o cho-
lera continala a fazer estragos na fabrica da plvo-
ra e suas immediafoes. A's doas horas da tarde da-
v S. Exeas sus urden* para que do arsenal de
guerra se remeltessem camas, colerines, roupas e ou-
lros objeclos para Iralamenlu dos doenles, e deler-
aninava que o coronel cirorgiAo-mor do exercilo, a-
corana libado do secretario do corpo de saude, o Dr.
JosThomaz de Lima, seguisse immediatamenle para
aquelle estabelecimenlo, o ubi tomasse todas as me-
didas que apropriadas fossam para melboramenlu do
citado sanitario do lugar.
Loga depois das cinco horas da Urde Jargou do
arsenal da niarinha um vapor que para condueco
dr-sses fuucciouarios preslou essa repartir. Aps.
viasemenfadnnha, ein consequencia de vento con-
trario, chegou a vapor da Mau i H e meia da
imite.
lnfermefite nao te pode seguir para o Fragoso,
polque na estaca* do ramiuho de ferro nao se en-
contrn pessoa habilitada a comprir as ordens do Sr.
burilo de Mau, que por pedido do Sr. ministro da
guerra se apressia determinar foisem s dous em-
preados e lodo o material transportado era trem ex-
traordinario ao lugar do seu destino. Assim tiveram
du Picar em Man os Sra. Ramos e Lima parasegoi-
nim hoMem de manhaa.
Auleriormenlo ja pelo ministerio da gnerra se ti-
nhain remettido medicamentos e oulros objectus pa-
ra o estabelecimenlo de urna enfermara, indo o Dr.
ltenrhiuo Jos Pires. 2." ciruresilo, Jo corpo de sau-
de, e fres pralicantespara coadjuv.irem o Dr. Anto-
nio Joaquim Lopes Lira qo trata ment das pessoas
p.-rlenccules fabrca, e mesmo de quaesquer outras
que carecessem dos succorros pblicos.
De Pelropolis nenbuma noticia dsagradavel rece-
bmos hoiilem. O Sr. vice-presidenle da provincia
quaudo ullimamenle all esleve, visitou Iambem os
dous collegios dirigidos pelos Srs. Kopke e Caloge-
ras, os quaes achou em perfeilo estado sanitario, e
o--seus directores lem tomailo todas as precaures
que a prudencia acouselha para que sejam aque'llos
e-tabelecimentos preservados do mal que nos fla-
golla. e combatido se por infelicidade apparecer na-
qnella localjdade. >
Parlio hontera para Mago o Sr. Dr. Jos Caclano
do Andrada Pinta, chofe de polica da provincia,
Kompanhadodo Sr. tr. Jos Francisco de Azevedo
Peiina, e de um tildante dert>.e anuo de medicina,
em consequencia das Aesagradaveii noticias recebi-
dus daquelin villa e suas immediacOes relativas i
~aftoletfln reinante.
itieni seguiram honlem doas
* Marlins Hucha e Jos Vic-
iaos pelo governo da pro-
l'ara S. do
mdicos, osjp
ferino
1 chole,
neslas^H^
At,
du efiolar
bllec
se 6 e
do mal
cao naqueHa freguezia, e lem
ui viciims.
hato sido accomoMltidas
legarlo de polica de Campos, o Sr. Dr. Jos Manoel
da Cosa Bastos, eommuuiracilo de que a epidemia
reinante infelizmente grassa Iambem uaquelle ira-
portante municipio.
Desde o principio deste mez alguns casos e de-
raro do cholera bem caraclerisarlos, e os prmeiros
aneciados foram o engenheiro Amelio Pralon e urna
enliora dos arrabaldes da cldade. Estes reslabele-
cer.m-se. mas desde odia al 11 i urna hora da
Urde lindara fallecido 19 pessoas, sendo l(i etera-
vos, 1 homeiu livre e duas mulliarat Iambem livres,
e ficava em pango un oulra de 45 annos de ida-
de. lodos enes infelizes falleccram denlro de 6 a
. lloras de enfermidade. O mal vai gradualmente
(oruando.se geral e naquille ultimo dia mais de 40
casos se apreteniaran, nolando-ae quo quasi todas
as peesoas livres se lem salvado, e o uiesmo lera
acontecido a maior parte dos eicravot afTecladot.
A eommisslo aanilaria da cidade tem-se reunido
repelidas vezes e lomado providencias adequadas
para que os enfermos sejam promplamenle soccor-
ridos. As saciedades brasilcira e porlusueza de
beneficencia lem coda umi a sua enfermara que
puzeram disposicjo daquella commissDo ; dma
oulrn sociedade iambem de beneficencia lem a sua,
e a cominissAo sanitaria eslab'leceu duas que ja
funccionain : de forma que ha all um numero de
enfermaras sulllcien le para a popularn.
Foram distribu los os parochos das freguezias da
roca impressos contando conselhos an povo sobre o
lr.iiain.-nin da epidemia, poslo que nao conslasse
que nella se livesse desenvolvido 13o hnrrivel tlic-llo.
A populado est felizmente animada, uiueuem se
lem ausentado ; lodos os medicas 'mesmo aquelles
que liaviam deixado a clnica, se lem prestado com
dedicarlo ;*muilos cidadaos leem feilo relevantes
servido, eoulrot estau dispostos a faze-los, que pes-
soaes. quer por meiudc.donalivos para o tralamento
dos enfermos pobres, dando ja o exemplo um cida
do que pedio se occullasse seu nome.
Naoobslanle tao generosa procedimento, os alra-
ves-a lores comer;aram a especular com a miseria
publica, e o prego dos gneros de primeira,necesiida-
de elevou-se extraordinariamente ; porem aulo-
ridade temou a resolu$lo de mandar esperar os im-
portadores desles gneros as eutradas da cidade, e
Irate-los para lugar de aiile-mSo designado, onde o
povo se prov do neeessario pelus pre$os correles
anles da epidemia, e nisso foi ella muito coadjuvada
pelo fiscal da cmara, o Sr. Francisco Dias Furlado,
quo se ha tornado ere-tur de lodo o elogio.
A municipalidade ja comprou o terreno para o ce-
miterio ; acliam-sc redigidas a posturas prohibin-
do ns enterramenlos nos templos, e embarque de
gneros de primeira necessidade, e pez dinbejros
dispoiicao do respectivo fiscal para comprar gneros
alimenticios e vend-los pelo mesmo preco com
is'.iald ide pelo povo.
Vollou de Mag o chefe de polica da provincia,
o 8'. Andrade Piulo, leudo deixado o Dr. Penua e
o esludanle de nvdicina que o acompanhoj, depois
de providenciajraanveniciitemeiile sobre as necessi-
dades daquelIMnnicipio, oude at o dia 16 liaviam
fallecido 81 pessoas da molestia reinante, sendo :!2
na freguezia da villa, 43 na de Guapymirim e 9 ni
de Suruhv.
PIMO ce PttW>WBUCO TERCI FEIRI 6 DE NOVEMBRO OE 855
-20-
Emdous arllgos anteriores assignalamos. senao
todos, a maior parle dos mais graves inconvenientes
que roslumam andar de companhia com as presiden-
cias da partido.
Arrisquemoscacora alBiimasJobservaoes sobre certa
medidas de cuja adopcao depende lalvez o melho-
ramenlodcsle imporlanlissimo ramo do servigo pu-
blico. A volta Jellas hflo de apparecer iialuralmen
te oulros vicios do syslema queatbem poucp lempo
prevaleca quasi sem limitacao, porquanto oassu'mp-
lo nesle parlnuilar he copioso nao se esgola fcil-
mente de urna ou duas atsenladas.
Ns Dfc temos carreira administrativa propna-
menledila. Fallam os lasares e tirocinio ou apren-
duado onde os talentos novis se ensaiam, facam as
provasesehabilitem para os cargo mais elevados,
em cujo excerciqioachemao mesmo lempo o galardao
dos aervicos passados, e ofTerecam garantas do bom
desempenho s serviros futuros.
EinvoidislS, as escolhas se fazem de aventura,
segundo as occasioes, e tobreludo segundo as neces-
idades e conveniencias de partido ; nao sendo de lo-
do sem exemplo presidirem exclusivamente a ellas09
cegos caprichos do acaso.
Assim, anda sempre a poltica de encontr boa
adminislracao. O presidente que vai nosinteresses
de urna parcialidade lem por seu primeiro cuidado
contrariar e destruir ludo quanto fez o seu anteces-
sor da parcialidade opposta, quer no locante orga-
msacao,dos partidos, qUer no que respeila mesmo
parle puramente administrativa da apa miisao, por-
, voaeio de Ilabapaaua & wparatao ou disiincco alguma enlre cousas alias
JJMfkvos e 3 livres. e aeham ,llsll"clas ? 'ua natureza, e no seu odio ceg e ine-
el exigem que se leve a ferro e fogo os homens
lilil',.!,. 1,"... .L|_J_ 1.1
iniUa porem appareci-
1 oacias -
O cnsul geral do Brasil na Suissa rommunicou
ultimaWinle ao governo imperial qoe o espirito de
einmnicSo para o Imperio cada vez se desenvolva
niaiaoaquellepaiz, par manfir* que quasi da
mente e_ de lodos os pontos sTIhe pediam informa-
Cdes acerca (Tas diversas emprezas de colonisaro pro-
movidas no Brasil.
Oque em toda a Confederaran Suissa se
era saber de hale utlieialV "
desejava
fidedigna, se erara ou
off crecidas
a enga-
i) loverdadeirai as condicoagL
pw diversos agente que all se pi
jar colonos.
Para ese lim havia o presi
ral dirigido ao mesmo cnsul _
pedia as mais circifmslanciadas irj
orgiinisar;ao e progressos da colon
alim de hahililar-se a esclarecer aos'governos can-
tonaes, que as solicitavam, e que, ao passo que de-
sejavaro favorecer a emigrarlo, se moslravam Inda-
via dtscoofiades dos referidos agentes, especuladores
vidos, quena colonisarjos filainaosanos lucros,
lem sacrificado urna grande parle dos pobres co-
UbMSMie para ca lem vindo.
Mnesma desconfianza contra laes agentes se no-
ava em dill-rentes governos da Allemanba, princi-
lenfe nos que confinam com a Suissa, ou com
jprelem frcquenles relaces pelas muilas e fa-
Jas de communicac;lo que ligara esses paizes,
como sejam Haden, Wiirleraberg, a Baviera, a Hes-
u Eleiloral, a Uesse rSa-Ducal, o o-ilros que pe-
dem considerar-se verdadeires fucos de emigra-
lalvez conviesse eslabelecer^desde'j consolados
guraes nesses di versos paizes, com o que nflo s fica-
- na logo o Brasil nelles representado, senao que le-
riam o respectivos governos eom quem entenderse
directamente, edequem haver informacoes. a axem-
plodo que acaba de succeder com o presidente do
governo federal.
Esle assomplo da colonisacjlo he de inlereise vital
ftirao imperio, e nao ha meio que se dio deva uli-
lisar para lomar a emigrado popular e acreditada
na Allemanba.
Parsce-nos qoe, creadas os consulados geraes, se-
na de graydo vaatagem fazer-n> publico em ludas as
provincias, por meios ofliciaes, que lodos os que f-
rem ou mandarem agentes aquellos paizes para o
firn de conlralar colonos, ae devem por em imme-
dialo contacto com 09 cnsules brasileiros, preslon-
do-lhes tqdas as informages indiipensaveis sobre as
condicOes, vaulaeens e garantas com que se pro-
piem a realisar os engajaanulos.
Desle modo, os empafl Kres de colonisacSo
poderao dispensar esseJHHaiarios vidos c de
re._que lem especalarJacotn a*emi;rac;ao de lan-
i.pasNC-qaeeirls, precisando mudar
de fortuna, elTecluarAo
iiiformadoi pelas las
I dcixaiao emlim a patria,
desconfianzas qoe gera
os oulros qoe os prece-
aui levianameule embar pelos es-
inanle.
- .'erreira Pinto, em .lata de l
, escreveu de San Joc da Barra, ao Sr. vi-
ce-presidenle da provincia, dizendo-lhe que naqutl-
I cidade lem sido affectadas 200 pessoas da enfer-
^^pe reinante, dasquaes tem fallecido ->6. A po-
pnlar.no, qoe m
quilla, mas imposv
4ar lao hnrrivel J*
O Sr. Dr.Bei
do pelo governo di
(uiaiulo a eptdernia'
le e os Drs. Povoa i'
I'arias.com os estudi
Viautia e Jaaquim '
sido iaeansavaia no _.
loe, quer de fortuna.
O Rvm. vigario, os Srs.
e aterrara, eslava mais tran-
.calcular o paradeiro que
dPI|ue para alli foi
ia, chegou jusl
icio assuslador.
quim Antonio de
cia Antonio Loba
eir Range|, leem
dos doenle-. quer po-
maJg-
..i. Et-
_ commendador Joaquim
lliomaz d-_Farias, Andr oncalves da raja e Ma-
noel Francisco da ConceicJo, leem auxiliado de urna
forma diana de louvor os esforcos da comini-slo sa-
nitaria daquella cidade.
o lugar ebamade rtraga, daquelle municipio,
ao norte da barra de Campos, tem havirio alriuns ca-
sos, mas nao consta que nenhum fosse falal.
Km Ilabapuan j.i se achara os estodsnles de mc-
ilieina mandados pelo governo, e no consta appjre-
cee illi nenhum outro caso de cholera.
rem-to lomado medidas tendentes a combaler o
lal. uvao ser salisfeilss as que propoe o Sr. Dr.
knciam-nos de Macac com dala Je houlcm,
hulera contmuaa alli a fazer victimas, e que
na nldrugada do dia 17 fallecer era poucas horas
um caixeiro porluguez.
A eufermaria dirigida pelos Srs. Drs. Brandao =
Ofiveira, eslava manlada no melhor p.
19
Moteilia reinante.Cumpre-nos accretcenlar
a noticia qae honlem demos.de S. Joo da Barra,
que o Sr. Ludgero Goncalves da Suva, juiz munici-
pal, re lem.porlado rje urna maneira que o honra e
o torna dijno ds lodo o louvor, assim como os Srs.
capito .i,, porlo e fiscal da cmara.
11 F'"* ereve o Sr. Dr. Bernirdino Alves
Machado, presidente da commissao sanitaria da villa
da Estrella, com dala de 16 leste mez, dizendu que
continua a sejrponco atUstatorio o estado daquella
localidade. Ficavam muribundas duas pessoas em
casado commendsdor Albino, e havia sido aftectado
Luiz Pinheiro de Siqaeira, que exercia as
B as insli|(itoes. Em resultado, n3o so pessoal das
reparticoes solfre frequenlemente grandes alteracOes
e iiiversnes. senSo que as reformas enlendem militas
vezes com o syslatnn financeiro, com as obras publi-
cas, com a insirucco primaria e secundaria, e com
diversos oulros ramos de administracao das pobres
provincias.
As mulatoes djaaena tem lugar a cada nova
fidencia, e a caja assembla que o sto eleiloral
Paz alternadamente ao poder ; e tem havido occa-
sio-s em que estes profundos transtornos se operam
uas provincia* por delegados da mesma polica, e
anda do mesmo gabinete. Como Penelope, mas com
um moral de mapas, elles despendem a vida em le-
cere deslecer Irania inlerminavel.
Destc modo nao ha Iradices possiveis ; e a obra
da administiacao, desenvolvimenlo e prosperidade
daa provincias, que devia ser continuada de um para
oulro presidente, sem embargo da mudanza das pes-
soas, inlerrompe-se, deslre-se e rccomeca-sc de no-
vo a cada passo. No mel desla perpelua inslabili-
dade e dianle desla espectculo iiKcssante e perni-
co'o de iiiversies, reaccOes e conlradicOea, os pani-
nos, cuja ambicio o avidez so refina pela excilacilo
mesmo dcla especie de jogo, lornam-se sofregos dos
seus lances e azares, abaslam-se das mais largas es-
peranza,, habiluaiu-se a nada respeilar, e nao ha
por (un oujecloalguin de inleresse publico, por gran-
de e respeitavel que seja, a que se nao atlrevam, e
que au subordinen) e sacriliquem a seus privados
interesse.
Dissemos que sem escolla e tirocinio, e sem car-
reira r. accesso.cra difllcil hover sujeilos intelligenles
e pralicos, e boa eleicjlo lias escolhas. Mas demos
que, apezar dos estorvos polilicos que empecem a
lierdade e criterio indlspensaveis para ellas, e sem
embargo da penuria de capacidades que as difllcul-
lam ; de maravilha se acert na nomearao de um
bom presidente. Nao baja receio qoe dahi resulle
um proveilo cslavel e duradouro. i) elle as provas
que der de capacidadaedelino administrativo, mos-
re-se bomem recio e imparcial. Todas catas, e ou-
tras boas parles de que por venlura seja dolado, hAo
A? '*" exigencias da poltica.
O bom presidente ser mudado, subsliluido por
algum fautor do pulido, e talvez apresenlado para
todo sempre, que lano monta como dizer sumido e
enlretido em eommissoes subalternas e muito quem
do seu merecimenlo, senao de todo esquecidu e des-
prriade. ^
Essa preponderancia dos inleretaea polilicos sobre
todos ns oulros se fazia sentir de um modo pesado e
mloleravcl, mormentg as provincias de segunda ou
terceira ordem. Dellas ha grandes e pequeas, que
variara infciilamenle de importancia, daodesde vm-
te al dous depulados, e pesara muilo, pouco ou na-
da, nos deslinos geraes do imperio.
Cnmprehende-se que adoptando o governo cenlral
urna poltica qnalquer, lem indeclinavel necewida-
de de chamar em apoio della as verdadeiras induen-
ciat do paiz.Eslas nascem cresceme vivemroais ordi-
nariamente nat grandes provincia,onde, por conse-
quencia, he natural c dsculpavel, at cerlo ponto,
que o governo ensaie a sua poltica praliea e espe-
culativa. Mas a que lira e cumqne proveile impel-
lir as pequeas a parodiar as grandes, agitando-a,
extenuando-as, e excitando a ss vaidade. at que
nlem, como a ra da fabola, por quererem
aniparefbar com ai grandes e posiantes ? a troco de
tres oo qrJlJro votos j anticipadamente destinados
absorpeo.
mo. Sera cnmbinarmos em indo com as anas ideas,
reconhecemos (odavia que urna discussao franca,lar-
ga eimpam,il|lie de lodo o ponto vaolajosa. Seja
porem Uvre a cada um encarar ... cousas do modo
quequizer e,qUnder. Essa liberdade reclamamos
para iras meantes, em primeiro lugar, no proposito
em que asamos de Iratar es|B e oulros assomptos
com calma a redamo, sem personalidades irritantes,
sem fel nem azedume, a fra do ponto de vista dos
paitlo-, estrello, mesquiibo c quasi sempre falso.
Molestia reinante.A' eufermaria de Pelropclis
foi recolhido no dia l.j um prelo eteravo atacado do
cholera, masque n.o ameacava perigo. No da 16
entrarain Ires individuos, dous levemente ataca-
dos, sendo um livre e um asertivo, e oulro portuguez
em tao ilion estado que fallecen pouco depois. No
dia 17 al ai 6 horas da larda nenhum cas se linha
dado, eos Ires .lenles cima mencionados linham
melhurado.
A mor;a allema de 13 annos que adoerera no
quarteirao Bingin, e eslava se tratando em casa,
entrn em convalescen;a, o 1 do quarteirao Simme-
r 1* continua envtratamenln.
Em Iguassu' era salisfatorio o estado sanitario.
Na Parahiba do Sul nada havia.
De Valenca, em data de ii deste mez. annunciam
que fallcceram Ires escravos na fazenda Barra das
I lores, do Sr. bar.li do Bio Prelo, e que se acham
alguna oulros enfermos com svraplomas do cholera.
Naquella villa foi no referido dia atacado um escra-
yo de I). Anua Maria de Jess.
Por noticias de liunfem s 8 da manhaa sabemos
que a povoazao e estabelecimenlo dos Srs.Carvallio
e Rocha, no porlo do Brejo, continuavam felizmen-
te livres do cholera.
21
Molcitia remante. Pelas cominonicar3et of-
liciaes de Angra, Paraly, Vassouraso Piraliv, nao
consta que tenha havido naquelles municipios caso
algum da enfermidade reinante.
Itaborahy arha-se em bom estado. No Porlo das
Caixas continua a ser atacada a escravalura da fa-
zendado Sampaio, subindojaa9 o numero dos
fallecido*. Acbavam-se em iratainenln O e conva-
lescendo T. Quasi todos 09 doenles que se reco-
Ibem a enfermara se aprsenla) nu estado lgido e
em extrema fraqueza.
Na freguezia de Tamb|/ deraro-se tres casos fe-
laes da molestia. Honlem teguio para aquelle lu-
gar, por ordem da presidencia, o Sr. Manoel Vieir'a
da Fonseca, esludanle do 6-. anuo de medicina, e
urna ambulancia.
Em lVlropolis no da 18 nao se deu caso alaum
da molestia. Na Serra da Estrella manifeilaraii,-se
os symptomas precursores em quatro individuos,
posto que levemente.
Na olaria da companhia deMaua' falleceu naqoel-
le da um individuo do mal reinante, e na fazenda
do Sr. padre Joao Sosres de Souza Coulinho tem
sido alTeclados alguns escravos, e ja perdeu um.
A villa da Estrella achava-se em bum estado na-
quclla mesma dala, c do Pilar sao mais salisfaclo-
rias as noticias.
Na fabrica da plvora leude a declinar a epidemia
c ha agora um excellenle hospital na casa emque
resida o Sr. director, e cedida por elle para aquel-
le lira.
A 18 em Ignaasu' conlinuava bom o estado sa-
nitario.
O Sr. Dr. Tonsel, medico dos colleeios Callogeras
e Kopke, de Pelropolis, e que foi pela presidencia
encarregadu de prestar-se Iambem ao tralamento
dns enfermos pobres da epidemia naquella povoa-
ejjo, mediante umagratihcacfio, leve a senerosidade
aceilando o encargo, desistir da ralili.-acao, visto
que deteja aproveilar lodos os ensejos de paaar o
Brasil sua divida de gralidao pela haspilalidadeque
llie lem prestado,
O procc.lmenlo desle dislinclo medico he digno
da lodo o elogio.
O Sr. Jos Francisco Alves Coelho, residente em
Tamby, odercrengratuitamente quarlos, camas, p3o
e nt seus servijos pessoaes aos indigente, que alli
forem alTecliiadosda mal reinante.
O estado tanil.irio do municipio de Itaguaby he
tulisfaclorio, Nao havia um s caso de cholera al
IS do rorrenlo.
Mas, emfim, parece que urna nava poca cometa
a despontar, em que todas ou a maior parle deslas
Instes aberrazes va cesaar.
Como meio de obviar em parle os males que attig-
nalatnos, o Sr.|minislro do imperio avenlurou este
anuo no seu relatorio a idea da crcajao dos referen-
darios e auditores do conselho de estado, de cuja
classe houvessem para o diante de sabir os presiden-
tes de provincia.
Do mesmo peusamenln resullou sem duvida o re-
conhecimento da nocessidade de um estudn nfais re-
gular do nosso direilo administrativo. Pela mesma
raparlie&o proveu-sea composizao de urna obra sobre
este assumptu, especie de compendio escripto, a vis-
ta e no espirito das dccisOes do conselho de estado
que sobre andarem dispersas, sem fazerem corpo o
syslema, s3o pouco con heridas e vulgarisadas Esle
imprtame Irabalbo f.d commeliido a urna dasnussas
jovens inteligencias, em quem o culto da poesia e o
gotu da Literatura se allia felizmente aos tlenlos
polticos, e a orna fcil indispulavel aplidao para os
estucos serios e profundos.
Per esle Ibeor, a carreira administrativa ficar es-
talielecida, e dar-se-bao os accessos numerosos e ara-
duaes dos referendarios e auditores para as presiden-
cias, e entro estas, das de primeira c segunda para
as de terceira ordem. O circulo para as etco-
llus se alargar anda mais se o etercicio da ju-
dicatura fr de um modo cmplelo separado dasal-
Iribuicoetda policia, como ja ae lentou em um pro-
jerlo apresenlado a cmaras. Nos lugares de chefe
de polica pdenlo mullos fazerem as suasprovas
para subirem depois s presidencias.
Detapressados em kaeral dos cuidados osclusiva-
mento polilicos, leudo de continuar e nao de contra-
riar a marcha dos seus antecessores, que ser sobre-
tudo I administrativa, encontrando Iradicoeseilaveis
e um syslema regular e seguido pnrond'ese guiem,
os presdanles terao a desempenhar um encargo lan-
o meejos pesado quanln ser a certeza deque, des-
empeimanda-o bem e honradamente, se adianlarao
em uia carreira que al agora nao exista paradles.
Esla etMeza aera um poderoso incentivo para que
procuren] aliiojir a perfeicao na sua etpecialidade.c
-indidaluras eleiloraes, queeram
Hfji indadinavel como meio de
posicajnfcm fuluro que al
funczOes de juiz muaicipal.
O Sr. vice-Dratiiiente d
Tice-prai foi p
p.mliades
e avenamosacorc deste asstirapto
aubreniodo lisougeiro veriao-nosacom-
ajioa dos noasoa collegai do jornalis-
23
DIKEITOS DE POHT.MiEM NO SUND.
O coraiuercio dos Estadns-Unidus com o Ballico
nao po.lia capar aos embarazos opposlos nave-
gazao por este tributo. Elle sofTren c reclamoo, as-
sim como liaviam feilo os oulros estados. Mas as
circunstancial presentes sao taes, que nutrimos a
esperanza de qoe a sua reclamazao, ao revez daa
oulras, seja coroada por um resultado mais lison-
geiro.
De 1837 a 1813 mandaran) os Eslados-Unldoi ao
Ballico 901 navios, que pagaram 3.681,900 francos
de-porcenlasem ; de 1811 a 1818 261, que paearam
1,601,438 francos ; e de 1819 a> 1853 534, qde pa-
garim3,000.000 de francos, apriucipaes produc-
ios que os navios americanos levain ao Ballico sao
algo.iao, arroz, labicqasazeile de baleia, ele. Um
carresamenlo de .OOtTbalai de algodo paga 1,720
dolan, de800 toneladas de tabaco, 1,400 dolais,
da 1,000 quarlolas de arroz 700 dollars, sem com-,
prebendar aqu os direilos de pilolagera e outro V^
mesma natnreza.
Esta tarifa d.i indirectamente urna grande vanla-
gem Inglaterra lobre os Eslados-Uuidus. mormen-
le no que respeifa ao commercib do algodao, porque
ao passo que esta materia bruta he tributada no
Sund na raz3o de 3 %, o do de algorl.lo, de que a
Inglaterra enva animalmente ao Ballico cerca de
15 a 20 milhdes de kilogrammas. paca apenas 1 ',.
Por esla razao, alera das oulras, era impoasivel que o
gabinete de Washington ficasie surdo s queixas do
commercio americano.
O Sr. Whealon, jurisconsulto celebre deste paiz.e
verdadeira aoluridade em materia de direilo das
gentes, tratando de ealabelecer o principio da livre
navegaziTo nos eslreilos, da mesma forma que no
Ocano, diz expressamente :
Dad. mesmo que urna seinelhanle via de com-
mnnicazao perlenza em ambas ai suas margens ao
dominio do mesmo .'..berano, e seja tao eslreita que
o canb.io possa defend-la de urna a oulra margem,
esla soberani lerrllorial seria em Iodo o caso limi-
tada pelo direilo que leriam as demais naQdei na-
vegaz-lo dos mares ligados entre si por esla passa-
gem. a wr
Ora, lodos sabem que a Dinamarca possuc soraen-
le orna d is margens do Sund, pertencendo a omra
a Suecia.
Fundado peste principio, o gabinete, de Washina
Ion, que nunca rccouhecOra ftdireilo de porlagom
do Sund, deu principio as negociazes em 1814. At
entao as Iransaczoes dos dous paizes reponsavam em
orna convencao de 1826, na qual se esllpulavam van-
lagens consideraveit para os navios dinamarquezes,
dizen.lu-se apenas, quanto a passauein do Sund, que
os dos Eslados-l"nidos gozanain de todas as vanta-
gens concedidas as naces mais favorecidas.
He cerlo que ao concluir-se o tratado de Londres
em i8il o Sr. Webster formulou algumas reclama-
Z6es contra este tributo odioso, mas a final deu-se
por satisfeilo cora a concessao que raanleve os Esta-
dos-Unidos na categora das nacOes mais privilegia-
das. Enlrelanlo o Sr. Uptbur, homem enrgico e
resolulo, astenlou de libertar por urna vez o seu
paiz da porttgem do Sund, e como a Dinamarca
recusaste allen.lerat suas rapresentazOes, cnmtcou
a dispr-separao emprego de meios coercitivos.
Nesle intento, incumbi o capitn Kannor, odlcial
de niarinha diilinctu, e muilo pralico na navegacao
do Ballico, de elaborar um projecto era virlude do
qual os prmeiros navios que conduzissem mercade-
ras americanas para o Ballico deviam ser comboia-
dos por urna esquadrilha de guerra. E j urna pe-
quea diviso de inco vasos montando 258 candiles
se acliava prompla a acompanbar ons oito navios
mercantes proposlos para o Bltico, quaudo a ex-
plosao de um barco de vapor, pondo termo aos dias
deste ministro, veio adiar por algum lempo o seu
projecto.
Enlrelanlo o Sr. Calhoun, seu snecessor, recome-
jouas negociazOes, queriuranle algum lempo qiasi
se limitaran) a informacoes e corresf.ondencias pre-
liminares. Em 1848, poca da guerra dus ducados,
esperaiido-se qoe a Allemanba instara pela aboiizao
da^arlagen), oor occasiao do tratado de paz. os Ei-
negocioi amencanu, Ber|lnger, pergunlou ao seu go-
verno se o aulorisava a reaevar Iambem o odereci-
menlo dos 250,000 dollars. O Sr. Marcv respondeu
pea negativa, sob o fundamento de que os Eslados-
tuidos nao linham que pagar indemnisazoes para
poderem exercer um direito lio incoulrstavel como
o da livre passagem do Sund. a
As negocateos continuarain com esta reslriccao
durante o resto do anno de 1853, e parle do de 1854
reconendo sempre o tuinitlro dinamarquez ao seu
nVLra. rte.d,laC"" evasivas, e allegando lora dif-
icuiqaiies liqanceiras, ora o inconveniente de liber-
tar una nazo da porlagem sem libertar loso todas
a-oulras, ora a actual guerra do Oriente, alora fi-
nalmente al o 111.10 estado da saude delle ministro.
t.m urna das suas notas porem chegoo a dizer ,que,
em sua opiuiflo, o nunca a Dinamarca consentira es-
pontneamente ua abolicBo dos direitos do Sund. a
NM ultimas informacoas que deu ao seu governo,
o agente americano suppanlia que a Dinamarca era
apmada pela llussia netla oppresso do commercio,
eque, sem querer recorrer' forza .-iberlt.esla ulti-
ma potencia entenda comludo sujeilar as deraais a
seinelbante eiarcao.nao admiltimfo nos seus porlos a
navio algum qoe nito mostr certificado de baver
pago os direilos do Sund. .
A este ponto lem chegado as negociacOes diplom-
ticas entre os Estados-Unidos e a Dinamarca. Se-
sundo as ultimas nolioias de Washington, o gabine-
te do _r. Pierce parece resolulo |a por por obra o
a "ligo projecto do Sr. Lpsbur, forjando a passa-
aera do bunU. Mas alin do que ja' tica ponderado
acerca das luiences da Bussia, diz-se que a Dina-
marea se asteguroo tambera do beneplcito da Prus-
sia, qoe recusara associar-se ao projecto do governo
americano.
A queslao, que he do si grave, tira dobrada im-
portancia de occatiao em qoe se agita. Ella respeila
a liberdade dos mares, que nesta poca todos reco-
nhecem em principio; e um dot dns mais iinpori.in-
les da guerra do Oriente he libertar a navegacao do
mar Negro e do Danubio.
Seria em verdade singular qde no meio de Indo
isto conlinuaisera embarazadas por meio de impo-
SiZes tao pesadas a vexalorias as passageos do Bal-
<\ 1ue.be elle mesmo un dos theatros da guerra.
Os queixumes contra essas exacOes silo geraes ;
nao ha paiz cujo commercio sao solffa por causa del
Ia6 ; enlrelanlo o deaejo de atlrahir, ou o receio de
alienar o EsMdo que as malem, pode indoir as de-
Iilieraz8esat.isj)e||igerantes e dns seus alliado, e
precipitar ou adiar a crise provocada pela altitude
do governo da Uniao.
Se pela etpeciafdade da sua posizao o Bratil esla
condemnado a ser mero espectador dos aconleci-
menlos, em cuja solucao alias inlressa, porque os
productos da sua agricultura e at transaccOes do seu
commercio -odrera como os dos oulros pavos civi-
lizados, iodos nsla parle, solidarios entre ai, o
Brasil ao menos fara volns para qaejeesa solojao Ift-
uha lugar promplamenle. e no sentido mais favo-
ravel n suppressAo de todas as barreiras, facilida-.
de das commqnicares, a liberdade da navegacao
em fim.
Molestia reinante. Em Cordeiros, freguezia de
a. ijoncalo de Nilberobv, manifestou-se o cholera,
e no espaco de 3 dias rorrernm 5 pessoas, sendo 4
ove e 1 escravo.
A fregqezia de Campo Grande continua ero per-
feto estado sanitario.
Em Paraly e Marica nao se lem dado caso algum
do cholera.
A Macana chegou arribado um barco de Cabo
rno, ido desla corte, levando a seu bordo um es-
cravo aneciado de epidemia e no estado de alaidez.
Achava-se na data de 15 em Iralamento, mas sem
esperanza de salvarlo, Alguns casos tuspeilos lem
all appareci tu, posto que beuignos.
Da barra do S. Joflo coramuuicam qne lem sido
atacadas 80 pessoas mais ou menos, de urna enfer-
midade com quasi lodos os svraplomas da reinante,
e de queja su.-cnmlWra um escravo marinheiro que
foi desla curte.
Na enfermara da Pelropolis foi recolhido no d)a
19 11 m prelo escravo do Sr. Antonio Jos Teixeira,
ido do Fragoso atacado do cholera, o qual aprsen-
la symptomas pooco favoraveis.
Na Sorra da Estrella, segundo noticias de 21, a
enfermidade lomoa carcter serio. Alera de casos
fulminantes em 2 prelos, um pertencenle aoSr.
Bernardo domes do Coulo e oulro ao Sr. Francisco
Jos Nunes, que fallecern) em poucas horas, exis-
liain dous em esludo lgido, o urna pobre moca cer-
cada de lilhs; no dia anterior falleceu um escravo.
Na Estrella, conforme noticias do dia 20, lem
apparecido alguns casos no arraial da freguezia,(pi-
do sido dous falaes na noite anterior. No logar
Taqara, entre aquella villa e a frequezia do Pillar,
suceumbo um escravo do Sr. Ricardo Torapsou em
seis horas.
Do Pillar sio mais satisfactorias as noticias.
Soceorros aiu pob- et. O Sr. visconde de Ara-
ruama e seus lilbos, os Srs. Benlo Carueiro da Silva
e Manoel Carneiro da Silva, tomaram a si o cura-
tivo de lodos os pjbres que en ierra ir am da epile-
freguezia de Quissaraaii, em Macab, para
ndaram contratar na corle ora disuado
esiahelcccram urna enfermara, que est
etlqjJaM medicamentos necessarios, nflo
C' O Sr. Jos t. ;r^-g Xavier, subdelegado da Bar-
|W de S. Joo, cOsJ .endadores Aiilonio l.eopoldino
Ribeiro e Anlonioltibeiro Rastos,\a.nlonio Joaquina
Flores, Francisco de Sa Pinto de Slagalhacs eon-
Iros habitantes daquella freguezia, se oderecerara
para a soa cusa fornecerem lodo o neeessario pira
t> Ira lamento dos pobres que alli enfermaren) do
cholera.
O Sr. Francisco Teixeiea Me Miranda, gerente da
companhia Macah e Campos, desislindo do frele
de alguns objerlos que foram agora remedidos para
o tralamento dos enfermes da epidemia daquelle
lugar, declarou que nos respectivos vapores teriam
gratuita condueco tudos aquellos que para tal fim
lossoin remedidos para aquella cidade, para a de
Campos e villa de S. Fidelis.
O Sr. commendador Ballhazar Jaceme de Abreu
e Siuza fez donativo da quanlia de 500J pare os po-
bre! alTeclados da epidemia no muuicipio de Ni -
Iherov.
Mucury, an seu digno director, etc. Houve Iambem
om esplendido baile dado pelo tenante-coronel Jos
Benlo Nogueira, o negociante que recebeu os gene-
ros, e 11 elle reinoo o maior prazer at a madrugada
o dia seguinle.
(Bom Sent.)
CHOI.ERA-MORBLS.
Campos 12 de outobro.
A epidemia do cholera-morboa que ora nos (nal-
la veio revelar muiia miseria, muito padeciraenlo,
veio ao mesmo lempo fazer admirar moitss accoes
nobret e generosas, verdade|rarnil)le caritativas a
grandemente chrisiaat.
Se a caridade odicial n,1o andou com esta preven-
c.lo que Itie cumpria, a caridade particular, merca
de Dos, val em Campos excedendo toda a espacla-
liva.
Quando .lizemos a caridade ollicial. nem por pen-
samento se pense que nos referimos ao uosso mui
digno Ved-gado ; nao, S. S. vai-se elevando a toda
altura de seus deveres, he incansavel, e grandiosos
servizos vai prestando a Campos: e se o que agora
faz o uosso diuno delegado de polica nao est feilo
ha mais lempo, a culpa nao he delle, e sim do Sr. S
Re3) que ha mais lempo o nio hahililou. apexar
dos continuadosodicios que Ihe fbram dirigidos.
Nflo nos referimos lambam ao domo diligenteliscal,
que coulinua a tornar-se digno dus maiores e mais
honrosos elogios.
Seuflo fosse essa dedicaeflo com que os homens ca-
ridosos se hao prestado aos all vios dos padecimen-
los das classe* pobres, muilo caso grave ja se leria
dado, muila morle ja leria sidoinevilavel.
De que servia estarera os mdicos promplos, de
que servia as boticas avjarem aa receilas. ae grande
numero de pobres ralo linham nem quem Ihes fosse
procurar medico, nem buscar medicamento-, era
zelar sobre tr.(menlo e diela ? !
Pois bem, esses lerriveis inconvenieoles esta o sa-
nados ; o uosso amigo, o Sr. Cassalho, o homem das
lembranzas falizet, nrganisou ama cruzada contra o
cholera, lembrou-seelle de que em cada quarteirao
devia haver um vigilante da caridade, e iramediata-
mante em cada quarteirao oderecea am individuo que
vela incessanlemente sobre as necessidadea das elas-
ses menos abastadas.
Se o philanlropico proceder dos grandes capitalis-
tas da corte que abrirn) suas bolsas dando grandes
quanlilallvos para o Iralamento dos pobres", que di-
remos nos rJaasaa homens generosos que se preslam
a loda hora do dia e da noite; por si, pelas pessoas
de suat casas, a zelarem os doenles para que nada
Ibes Talle, a soccorre-los peenniariamente, se for pre-
ciso, adminisliarem elles mesmos os medicamentos
e cuidados preciaos, expondo-se assim a serem ata-
cados de urna molestia tao terrivel como o cholera "!
Para homens laes nao ha elogios, e o Cruzeiro
couleula-se em recommendar gralidao publica os
norries dos segrales bemfeitoresata humanidade:
Os Srs. Cassalho de Oliveira, ThoraTinoco, Julio
Lamben, Manoel de Azevedo, Alexandre Gomes,
Rodrigo Nunes, Francisco Luiz, Silva Campos, Bes-
ta, J. A. Un Cruz, Magalhaes Baslos. Rev. Siqueira,
Lordeiro de Carvalho, Eduardo Moora, Oliveira
Bastos, I.ouzalves de Oliveira, Pinlo Franca, "B. J.
de Mallos, Pereira Pinlo, Coimbra, F. Goimaraes,
fnuo Neves, Capistrano fde Almeida. Camauho Bil-
lancourl, Pires Simoes, Rosa Pessanha, Macado, Pe-
reira da Magalhaes, conego Collares, Ribeiro de
Souza, Silva Lima, Belannino, Coelho da Rocha,
1'erreira da Silva, Domingos Ribeiro Fernandos
Vianna, Js de Campos, Mallos Judice, Jos LeSo,
Chrispiin Nogueira.
(Crmtiro.)
para decidir a queslfle do dia, pelo que Ihe di/
. Nanea vimos tanta dgerscncii molivada pela cha-
pa dos excluidos, que, a fallar verdade, ettavam no
seu direilo. O mesmo farl. Vmc.ou eu se parlicipas-
semos da exclusflo do pao-de-l que serve.
Foi urna eleicao civilisada ; trocavam-ie votos com
a maior tem ceremonia deste mundo ; pelo que 01
iDeraet, tendo poucos clltarei, liveram um bom
lugar nu supplenaia. Copj noncas exeepces lodos
hzernm a p.rroola salvadora : os liberaes davam 2
por i, j por 2, a maneira de ovos, como ja se dji
no stu Jornal, '
Para nao lomar ama columna da folha envio-sha
o-.. mais volados, aigniiietdo-lha que o senado
fi MoUa'que ^W* valeu muito, na.
2*2 .""i8 ,,nro"0-Porque a mtioria seus ami-
Ksn ? '", *' Ut- """ ""nari ento.Fun-
d.ram.,e talvez em sua opiniio proferida na cmara
sobre a possibilidade jurdica de os senadores rem
fns'l; *-IPr.V,,nC,"S- .Tod"i houverem prosli-
tos que nao declinaran! de volar
1 Dr. J. G. Seaurado. .
2 Dr. Joo Sertorio .
3 B.ira.i do Tiel. ....
4 Conego Dr. Andrade .
Conselheiru C. de Campos
6 Vigario Valladao
551
551
547
541
54i
sera escre-
ue honlem se
S. PAULO.
8. Paulo, 15 de outubro.
I enho guardado urna pequea tregoa
ver-lbe ; nao allriboa isto eleiclo a qu
procedeu n provincia, < que nos lem dado na
pela barba, e sim ao choleramorbus. Nflp se assos-
le, porque me explico. O cholera Irouxe-nos qoa-
renienas no porto de Sanios, de modo qoe os vapo-
res dahi 1110 largara senao depois de longos diaa.
Usa pois dada a explicacab qne considero impre-
lerivel, a vista da devida alinelo que dou admi-
nistrazao de sua folha.
Como j,i Ihe diaae. reinava aqoi algum desaosto
pela auseucia de medidas preventivas da molestia
reinante. Creio que agora nao ha razao de queixa.
n porto de Santos lem-se desenvolvidojarga acti-
vnimlB, segando nos annoncia a Kecista Commer-
-.wt 1 1:11
i^nela^preparada pola irmandade das bras^dVve
Re bom irmao o Sr. Manuel Gaelano de Abreu.A.n-
da oao vio--u aqu urna aaleranidale tao adilllcaole-
obresahiam a*meninas do collegio Amarat ornada
com as vestes virgin.es, cada urna carregando urna
pequeua imagen. Toda a cidade acompanhou a pro-
cissao, contra o oso geral de ver e.a coima daja-
nella. Mou amigo, o caso he grave : lenho visto
aall|,rVOr ^ellsi(>so *8ra I08 as barD I -
tadoi-Unidoa te reigrvaram para se purera entao .i
frente deaaat inalancWs.
Concluido porem o armisticio de Malina, o gabi-
nete de Washinglou rnovou aa suas reclainazes e
aulorisou al o seu enbarregado de negocios a ofie-
recer, se fosse necesario, urna indernHisacilo de
250,000 dollars pela abolicao perpetua da porlagem.
Maa a tobslituicao d< membros do gabinete di-
namurquez ditlicullava. as neguriacircs. Ao conde
Knnlh havia saccedido o conde Moltke. Esle ulti-
mo ministro nao recusava Iratar, mas procurava ga-
libar lempo, esperando que pela Rnssia e pela In-
glaterra, adiados da Dinamarca, poderia afinal obler
ama s .1 ur.'m favoravel. Porm em urna conferencia
decisiva, em dezembro de 1818, objertando o mi-
nistro dinamarquez as dillicul la.les do momento, e
pedindn o a-Jiamenlo da materia tl i expiraran da
conyer.zSo de Londres de 1841, itlo he, al 1852. o
enviado americano replicou-lhe que os Eslados-Uni-
dosdesejavam negociar separadamente e nao de
c.irabinacao com as .tenais potencias, pois que, na
queslao do Sund, a sua posirao nao era idntica a
dellat; e que se a Dinamarca linha algum titulo pa-
ra irapor a porlagem ao commercio americano, que
houvesse Ib produzi-lo. O conde Moltke recusou
collo-ar a quesLV) no terreno dos principios, e insis-
llildo na amiga piatica,qiieosKsl,i.lui-i:iiidosliaviam
acedado como as demais n..es qoando entraram
na lisia dellas, fez valer Iambem as dillicnldades da
guerra enl.lo Iravada. assim como u mo estsilo das
suas finanzas, que nilo permillin a' Dinamarca pres-
cindir pelo emquanlo de umi fonle ile reudas 1.1o
importante. O enviado americano olereceu enl.lo
ob 2-)0.000 dollars de indemuisazao, eesla circuras-
tancia, segundo o sen parecer, operou urna mudan-
za completa uas dispusieres do ministro dinamar-
quez, que Ihe proraelteu apoiar esla propusiera do
modo mais decisivo.
Entretanto a renovacao das hostilidades nos duca-
dos fez interrorpper anda urna vez as ncguciacAet,
cuja terceira pilase, que lie em duvida decisiva, co-
mezosi em 1853. Por um despacho de 15 de judio,
o novo secretario de estado, o Sr. Marcv, eoipenlion
o encorreando de negocios em Copenhague a conli-
noar a obra interrompida, o fuii lando-se na ausen-
cia de todo e qnalquer direilo por parle da Dina-
marca para impr o trbulo de porlaceui nos navios
americanos, exprimi a firme resoluzo emque esla-
va o seu governo de dar a esta qoesUo urna aolocao
formal e definitiva.
Curapre notar que ames de se renovaren"; aa ne-
gociacoet por ata terceira vez, o encarroado de
NAVEGACAO' DO MUCl'RV.
Victoria 3 de outubro de 1855.
De urna carta escripia de Mururv, por oessoa que
nos merece inleira confianza, exlrahiraflhguns tre-
chos que nos parecern) mais impor|ana)aBcerca dos
Irabalhos qoe presenlemenle ae fazem uaquelle lu-
nar por coola da companhia Mucury, qoe tem em
vista, como sabem nosso leitores, a communicacao
de alguns municipios de Minas com o litoral. Como
de sabido, a companhia leiu veucido immensos obs-
tculos para poder levar an cabo seus desejos, porm
ullimamenle ja algumas /ropos lem conduzido gene-
ros de Santa Clara para Minas Novas .' O Sr. Tbeo-
philo Otloni, iulelligente e incansavel director da
companhia, lem sabido fazer milagrea, e o qoe era
honlem umt aspiracao he boje ora Licio consumma-
do!,...
Nesla ridade va-se fazendo o possivel ;eeou
tenho a felicidadede ser dos mais medrosos, dou-
por satiseilo, e muda genle comigo.
Aseommissessanilarias, as quarenlenas, as pos-
urasmuiiicipaeiari koc, a divisJo da capital em dis-
tnctos mdicos, animan ja a populacao.Pelo que.eu
que nao lenho merlo da censurar quera quer que se-
ja, quando se traa de uto morre* devo aqoi con-
signar qoe o povo esta contente eom o Sr. Dr. Al-
meida, mormenle as gentes das povoaSes marti-
mas, para onde a presffencia lem sido diligente.
Ai preces conliuuam com todo o fervor. Todas as
treguezMs da capital, e quasi todas as da p/ovincia.a
seu lorno, lem pedida por nostos"irmSo* da Rio de
Janeiro e Pabia.
Corren anle-hontem urna solemne procissao de pe-

~ Dr. Pedro Taques .,.'.!"'
8 Consalheiro Cahral. ..'...'
0 Commendador Rosa .
10 L'lchda Cinlra ...***"
11 Dr. Nebias ....
12 Dr. J. de Ara 11 jo .
13 Dr. S. Coelho.....'.'.'.
14 Cooego Teixeira.......
lo Paula M.........,
16 Dr. Ribat. ...
17 Dr. Barata *
8 Pereira Chavea ........ C
19 Amador ....
20 Dr. Godoy. ...
21 Dr. Pinlo Porlo..... '
22 Marcellino.....
23 J-. Alvea.......'.'.'.
24 DesembargadnrFernando. ,'
25 Dr. Marlinho Prado......
26 Commendador Qoeiroz ....
27 Dr Qaeiroz Telles ....'.,.
28 Dr. Uiogo. '. .
29 Dr. Jos Alves ...".*." *
30 Barao de Guaratinguel .
31 Dr. Joao Theodoro .
32 Mello ...... '
33 Toledo.......I'.!' '
34 Vigario Pinto.....
35 Senador Fonseoa .....
36 Engenheiro Porfirio...... .
A maioria dos eleilores liberaes voloo, em grande
parte, nos membros da primeira chapa.
Ninguem prev o que saldr daqui.
Est dado o poni na Faculdade de Direilo.
Conlinuam at parlielpazoes de perfeilo rilado sa-
nitario en toda a provincia.
(Carfa particular.)
{Jornal do Commercio do Rio.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBTJCO.
ALAGOAS.
Macei 3 de novenbro.
Cono Ihe disse em minha ultima caria, esperava-
moa a cada intlanla pelo Exm. presidente da pro-
vincia Dr. Antonio Coelho de S e Albuquerqoe,
o qual, segundo conlleva devia vir ne brigoe de
guerra Cearense : una embarcacaoque aqu enlrou
no dia 24, causoo bailante alarma por Uaiar ban-
ta brasileica no mastro grande ; soppondo qoe
o brigoe da guerra, mudos dirigiram-se presuro-
sos Jarago para serem os prmeiros a cumpri-
raeolar a S. Etc., fiearara desaponlados, porque
era um pobre barco mercante procedente do Ass,
carregado de sal.
No' dia 28 porem, fez' o paiol signal de vapor do
norle, deala vez nao poda baver engao, iremulava
no vapor a baudeira (.residencial ; era o galhardo
e ligeiro Amazonas que traiia a seo bordo o presi-
dente : apromptou-se a msica e guarda de honra,
e os presurosos bifurcaran-te no gineles, e, na
forna do eslylo, dirigiram-se ao logar do desem-
barque para recebaren e acompandarera al o pala-
cio o iliostre recem-chegado.
S. Exc. achou a provincia em perfeiloaocego,
sendo-lhe a adninislra^ao entregue pelo Ep. vi-
ce-presidenle Dr. Roberto Calheiras de Meflb, que
anciava por arrear a onerosissiraa carga, e retirar-
se para ten engenho.
Em toa segunda adminlatreco, qae prolongon-se
por 6 mezes, alravessou o Sr. Calbeiros doae crises
gravea :o cholera e_aj_velezoea provinciaes :-
acert o placidez com que leram lomadaT'as medi-
la Carvalho, ,
6. Negociante Paulo Joaquim Telles
Jnior..........
7. Commendador Maooel Gomes
Ribeiro Jnior.......
8. Ollicial-maior Nicolao Tolealine
da Cosa..........
9. Dr. Ambrosio da Cunta Maeha-
duCavalcantl......J .
10. Dr. Francisco de Araujo Barros.
11. Dr. Ignaejo Jos 4 Mendeaca
Uehda..........
12. Dr. Salvador Correa de Se a
Uenevides......
13. Advogado Francisco Fernanda
dot Sanios. ...,-,
14. Padre Gelalio Veapatiano d
Co,U..........
15. lcneute-coronel Joaquim The- JT
moteo Romeiro........ > C25 '
16. Dr. Rodrigo Nelto Firraiuno de )'
Moraes.....
17. Inspector Anlonio da Silva Ij
boa......
18. Delegado Maooel Jos
de Oliveira .
19. Empregado publico )
nardo de Arroxellas Gal
20. Dr. Jote Antonio Babia
lilla......
21. Padre Jacintho Candido de!
doea......
22. lenle coronel Tluolonio R\
beiroe Silva. .. .
23. Coronel Manoel da Coala Mo-
raes (Caf).........
21. Jos Prospero Jehovsli di Silva
Corneta.........
25. Dr. Jos Sesinando Avettno Pi-
nho- 1.......;
26. Dr. I.oorenco Accioli Wander-/
ley Canavarro. ...... /
27. Advogado Lucio Soares i'Al-
buqoerque Eustaquio. ^ .
28. Major Alaria CarloV dejCarva-
Iho Gama .... .
SoppMnlet.
,1. Major Francisco Antonio de Soo-
za Pinto......"...
2. Manoel Claodino de Arroxelas
Jaime.........
3. Dr.ManoetCtarBezerrade Get.
4. Dr. Antonio de Carvalho Ra-
; pojo.....'. .
Menciono os quatro primeiroMeipplen'.es porque
ha bem fundadas esperancas de que pelo menos deut
lomarao as cora esses o qoe com muilo ag e graza disse acerca
dos supplenlet da assembla desla provincia 1
luslrado correspondente disse tarto qoe te aetig-
ua con on W.. Incorri na groaaeria de nao agra-
decer-lhe oportunamente ,1 cortezia a beniguidade
com que nos tratou em sua bem elaborada corres-
pondencia, dilada desla capital ; aproveite agora a
occasiao 1 embora arde 1 para faze-Io declarando-
Ihe que aquella sua missiva foi aqui mui ami
ha muilo que sao I idas com avidez'e :i
espirituosas e succoientas produezoes do cori
denle de Ipojuca, a quera envi oraj^
meus respeitoss cumprimenlos. Fe
lustre collega do Passo de Ca
so cosmopolita, fez-lhe a devida j
plenamente no joizq qoe delle I
pondencia de tUo mez patead
as missivas do nobre lidadnr de. 1
a o homeminlelligenle, moral A cida
patria que ludo envidar para ene
vas da prosperidade.Nao poseo forlar-nie tan-
agradecer cordealmeole ao dig-
nimia bondade cora q
palenteoaajrerca de a
demais modesto he o cetTes-
iliando-se com tanto rigor ;
l>ni elaborada*, e digaas de

\
Tudo se encaraiuha para termos era 1856 (por lo-
do auno) acabada a estrada de Santa Clara al Phila-
delphia. No enlaulo moilo irao fazendo as besli-
uhas de carga, sobreludo 110 lempo de aecca. As
tropas >la companhia ja conduziram este annu al-
gans ceios de volumet, e succedeu que as primei-
ras cargas chegadas 11 Minas Novas fossem as de Jos
liento Nogueira. Poi urna entrada Iriumphal en-
tre gyraudolas e salvas de todas as partes da eidade.
A nuile umt banda de msica acoraparthada pelas
principaes pessoas da cidade pe curren as ras dando
repelidos vivas ao director da compauhia do Mucurv,
e por lim recolberam-se casa de Jos Benlo, onde
houve esplendido baile. Philadelpdia ja ho urna ci-
dade, onde eiislen) empresa los en edificios mudos
conlos de risperlencenlesa particulares: so na prt-
ca da companhia esiao tratadas quatro casas, urna
por 2:5009, duas por 2:0009 cada nma, e as oulras
por pouco meos. As inadeiras esiao-se tirando; a
leda est feta, c ja serra-se laboado. M. E. ja ia
abrir a loja em Onia soffrivel casa. No malo, que
nao liuliaum. jjnorador era 1852, planta-se este
auno seguramente 100 alqueires de railho. A colonia
do Uraco vai regularmente, e preslara o -ervicn es-
sencial quo della se esperava. e vem a ser garantir o
lr.in-.iio dos viaudantes e fazenda, e impor respedo
aos seivagens, que com effeilo sao nuraorosissimos.
O primeiro ncleo de colonos alleinaes eslava promp-
t,o a partir da Europa ; se a utira do cholera uao
tver la feilo grande impressa. evos (eremos em ou-
tubro ; he genle que pelo modo da escolha n.o pci.le
Jenar de ser excellenle. Com adjutorio dos colo-
nos da Leopoldina abrio-se um carainho (ou abri-
rara-o elles fazendo o director da companhia niela le
dat despezas) de Sania Clara para a colonia. Sao
com elfedo sete leguas de Sania Clara ao primeiro
morador.
O director da companhia, o incansavel Sr. Otloni,
foi a Leopoldina acompanhado do juiz de paz da co-
lonia e mais alguns fazendeiros ^ all foi muilo ob-
sequiad... Depois de examinar os Irabalhos daquella
tlorescenle colonia, emharcou para Caravellas no
porto de San Josa de Peruipe, onde por vezes o va-
por Mucury lem ido lomar carga. Em Caravellaa o
Sr. Otloni foi muilo obsequiado, dando-lha um ch*
oDr. lleurique Jorge Bebcllo, juiz de direilo da
comarca,
Emlim o litoral locentro ja se identifican) no en-
thusiasrao pela empreza Macury.
{Corrtio i* Victoria.)
Ooro Prelo 24 de selembro.
No dia 20 de agosto chegaram a esla cidade (Mi-
nas Novas* os prlnclros volumes do fazenda e gne-
ros importados pela companhia do Mucurv.
Fado de 1.1o grinde importancia,eque he o prin-
cipio da nova era de prosperidade para todo o norte
da provincia de Minas, nao podia pesiar desaperce-
bido. Era occasiao npporluna de manifestaremos
habitantes de Minas Novas a syrapdhi e bem fun-
dada esperanza que ha muilo lempo lera despertado
a empreza do Mucury, cujo Iriunjpho' he hoje urna
realidade.
EcomelTeilo grande foi ojphiio e enlhusiasmo
que se desenvolveu ueste dia. Immeusas gvrau.lo-
las sodas a porfa de grande parl das casas da cida-
de auniineiaram a chegada da Iropa conductora dos
gneros, e foi um espectculo tocante o do prazer
com que todas nviluamertle se felicitaran) por 13o
prospero aoffetecimento, e pela certeza de um riso-
nlio futuro.
A'noileillumiiaram-se tedas as casas e todas as
autoridades a cidadaos reunidos percorreram as roas
dando vivaa a nacao brasileira, ao imperador, a cons-
litoieao, ao presidente da provincia, companhia do
ziH^tslo sapecadas.
A caridade levantuu-se logo nesta boa cidade. \hi
percorrem as ras da capital, esraolando pela pobre
za, os Srs. barao de Tiel, cooegos Andrade e Mon-
le-Larmello, Dr. Olfoni e Azevedo. O prodnclo ser
apolicado a classe infeliz, se desgrae.dameule vi.r a
eurermidade. MuiioscidadSos dislinguiram-se pelos
donativos. Ja seacha preparada urna'enfermara em
um predio ollerecido pela Ma,rqueza de Sanlos.Est
a cargo do conego Monte-Carmello, que nesla qua-
dra se ten desvelado cora sai pessoa e dinheiroTlle
esle mesm.hornera cuja qualidade maiacaracleristi-
ca lie a caridade, o mais perseguido palo Sr. Bis-
po !... E nao lei de fallar!...
Venhamos materia idenllca : eleires provin-
ciaes, assumplo bem cAolerlco.
A prsenle confeccao de depulados, lao curiosa
romo vai correndo.lem provocado a attencao al dos
indiirerentisl.it. que neuhuma importaucia ligam a
estas incas. Estamos na poca da intriga publica.da
caballa deshonetla, da fermenlazao geral, e al mes-
rao da calumnia, armadura usual das parias iracas.
Anda aao se vio en S. Paulo urna eleizao tao dispu-
ada c curiosa pelas oceurrencias que Ihe vou con-
Fez-se urna reunan de oilo membros mais ou me-
nos inllueulee du credo saquarema as salas do barSo
do (guape. Avenlou-se a idea dominante das incom-
patibilidades, e se quiz desdeja applicar aos magis-
trados ; ueste sentido ereio que foi fila umt chapa
de .i(> uomes. A opiniao mcompaUvel fez ver qne,
governislas, os taqnareraas tiohara por dever qua-
drar-se ao espirito de urna lei jasancciouada.acom-
palivel enlendeu que, pralicada j a idea nova, sem
a precedencia dos circuios, ella se lomara mais lata
e oppressora; pois que a incorapatibilidade seria ex-
eusiva a loda provincia, nao ha urna divisae llni-
tada, circular, cono miciou o governo. e as cmaras
abrazaran. Coraezoo aqui alguma desharmonia que
ficou abalada por algn terapo. Enlrelanlo venceu
a idea inco.npalivel. fez-se a chapa.
Todava, a reunan cummelleu um erro : nao se
combino segundn uso que cada membro influente
icasse adslrielo ao que eslava feilo antes licou es-
tablecido quo cada un era livre de recommendar
seus amigos por ventura excluidos. Em bom portu-
guez esla clausula quera dizer que houvesse chapa
sequizessem. Sem duvida ; porque, se a cada um
be livre reoommendar seu afilhadinho, a chapa com-
poudo-se de 36 candidatos; cada confeccionador ten
psfo menos o recommendados. Aqui temos, poit. o
direilo firme de se recommendar 40 candidatos ex-
lernos. isto he, urna nova chapa. Consta que em ple-
na sessao alguns declararan proviamente aeus afi-
Ihados.
k-1,ac'x?ne.a 0sclusi,0<1 Isnns, como Drs. Ne-
bias M. Benlo que he grande influencia na comarca
da FranCa, e oulros, irouxe desmoralisacjio na cha-
pa. E, pois, de repente, ahi vem orna rechapa eom-
palivel, qoe igoalraide peccou m exclusao de al-
gum nomes. C.....,,.me que o excluidos te reuni-
ram e llzeram esla revolla, fazendo sua chapa cir-
cular pela provincia. '
Fazaidadoamilgamaqaeren()n a| dj rf
honlem, sendo que a bico de penna se conla 67can-
didatos para .16 lugnres, cada um queimaudo o ulti-
mo cariucho, inclusive os caranchos.
No meio de lodo islo o govern/de brizos croza-
dos ; pois nao quiz dar o menor bafejo em semelhan-
te lula, lia mudo lempo nao se v disto, e pois loo-
vando o governo, admirei. Aleo Dr. Lima, secreta
rio do governo, qoe cuslumava favorecer l um ou
oulro amiguinlio, jrmou-e de nealralldade, des-
pedrado os inrelizes caranc/ios,que esmolavamas car-
las milagrosas.
Assim pois, na presente qnadra eleiloral, conta-te
quilro evercilos belligeranles ; saqoarema genuino,
nao genuino, liberal e carancho. Declaro qoe a clas-
sificacaocorre por cuta -ie quem perlencer. O libe-
ral he que folgo com esta variedade ; he provavel
que mella quatro dos seus. t
Era ludo isl.. ha urna idilidade publica ; sobe a
renda do crrelo extraordinariamente este anno. Um
curioso faz o .eauiule calculo, que em verdade he
approxirr.ado : 67 candidatos; cada um escreve urna
supphcaao desgrajadoe paciente oledor ; ha 750
pacanles ; somuia a primeira mala 50,350 carias, a
bO rs.. dao a quanlia de ,):0I59. Nao ha exageracao
se nem lodos enderezara a infallivel dercular, o que
he cerlo he quo a maioria secunda o pedido, e o li-
beraes Iambem escrevem.
Appareceu um porlodjcodosinsargenles, intltala-
do a Provincia, com o fim, diz elle, de combaler a
nepotismo de urna das chapas. Se nao fc.ssem os
terrores do cholera, a corrente phase divertira a
muda genle, nao ululante os belli renles emprega-
rem meioa comlemnados pelo direilo das gentes
eleiloral. Alguns collocam frente daa duas frac-
Zoes os barf.es de lelee Iguape. Saba-ee porm que
o primeiro ralo interven! na segunda ejMpa, limilou-
se a aecoinraendar cinco amigos de lera ; e o segun-
do a recommendar a candidatura d.^ excluidos da
primeira. Daqui nascer muilo aconlecimento que
Ihe irei referi la, se Vmc. nao applicai-ne e the-
loura quando escorrego.
16 deoutdbro.
Reunio-so honlem o collegio eleiloral da capital,
daa faniltria'rrue nos preservaram daquelle terri-
vel agello, e a liberdade e aocego cora que te pro-
cedern) as eleic&es, provam anda mais o tinu ad-
ministrativo do Ilustrado Alagoano.
No semestre governalivo do I. vice-presidenle
da provincia as obras publicas liveram notavel in-
cremento ; a seguranca individual e de propriedade
contervoa-se no lisongeiro estado en que a deixoa
o presidente ; rtromptos aoccorros de medicina fo-
raitt enviados jtanos pontos da provincia, em qae
se tornaram ircersajgp!, o sobre tudo villa do
Norle, oude unas febreVnalignaavftUearara a po-
polaco ; assim. pois, o Sr.^Dr. Roberto con a mo-
destia que o caraclerisa, sooWten-de oostentacao
ia salisfazendo todas as exigencias reclanadas pela
gerencia da administrarlo publica, que marchou
tranquilla e regularmente ; a imparcialidade e jus-
Lea que eslereolypan todos os seos actos o tornam
credor dos encomios e gralidao de sefli patriciot *,
Iambem a provincia se mostr afanador contar en-
tre os seus filhos o horaera Ilustrado, hoQeslo, pro-
bo e justo que actualmente be,eu digno 1." vice-
presidenle.
O Sr. Calheiras de Mello retiroa-se da odninis-
Irario, deixando cheios de saudades seus numerosos
amigos, e penliorados todos quanlos gozaran do teu
(ralo afTavel e corlez.
Dev ser mui agradavel para um presidente dei-
xar a adninislracao com a .consciencia de haver
comprido seus deveres, e saber que licam saadosos
seus administrados I
O Exm. Sr. S e Albuqoerque parecen-nos rau
satisfeilo com a admioittracab do teu digno subsli-
lulo, de quera ras nui bon concedo, tecendo-lhe
os merecidos encomios; lonou S. Exc. contt da
presidencia no dia 29do prximo paseado mez, e com
actividade que todos Ihe eonhecemos, logo no dia 1.
do corrente foi visitar o lazareto do porlo do 1- ran-
ee?, afim-de coohecer por si mesmo quaes os objec-
tos e utensis de que mais necessila aquelle estabeleci-
menlo, fundado por sua nunca as-s louvada previ-
dencia, quando era anda menos que problemtica a
visita do cholera em nosso paiz.
Ep mesmo fui um dos que pensci' e disse que a
somma applicada i conslrucc.io do lazareto do Fran-
cez eVa dinheiro atirado praia ; pois nunca presu-
m que a Ierra de Sania Cruz ver-se-hia a brazos com
o nedonhn Ashaverus E que seria desla .provin-
cia sem aquelle til e indispeusavel estabelecimenlo,
onde someole podem ser recolhldos e fazer quaren-
tena os passageiros viudos de portas infecciona-
dos'.':
Consla-me que S. Exc. pretende fazer seguir em
corarattao, pelos porlos ao sol desla capital al o
Penedo, o Dr. J. S. A. Pind, afim de informar-te
dos lugares em que mais couvenha eslabeleceren- com nissOes de salubridade o soccorros e tomarera-se
(odas as medidas sanitarias, para estarmos preveni-
dos no caso de sernos atacados pelo terrivel ini-
raiso.
lia bastante tempe quo nao roo cabe o desprazer
de regisrar fados graves contra a seguranza indivi-
dual ; infelizmente porm lenho de parlicipar-lhe'
desla vez, 2 homicidios, occorridos no mez prximo
paitado ; um no dislriclo de S. Brat, perpetrado na
pessoodo infeliz Antonio Joaiquim por on seu ca-
nhado, que eom elle andava desavindo, o qual pode
evadlr-te, e aioda nao foi explorado, apezar das di.
licencias da polica ; o oulro acontecen no lugar
urub, e foi comnetlido por una praza de polica
qua fazia parte de una escolta quo diligenejava
prender criminosos : o soldado, vendo un sugeito
correr, e julgtndo-o criminoso, disparou sobre o fu-
gitivo a arma de fogo, do que Ihe resajtb3~i norle :
o soldadoacha-se preso e vai ser proceesado. '
Era minha ultima epstola remelli-Ihc una lista
de 32 pessoas que eu suppunha que serian os notsot
deputedos provinciaes: engaiei-me apenas em 2 in-
dividuos, e hoje que j se tabe con certeza o retal-
lado final d a apuracio de tojos os collegios, envio-
lbe;a seguinle lisia rectificada dot bemaveoturadr
membros da assembla provincial com os respectivos
votos que obliveram :
1. O coroaaendador Jafiinlho Paes de
Meodonea.........
2. Dr. HarmalindedeBaiTegAccio-
ly Waoderle ,
3. Tenente coronel Francisco de
Paula Metquita Cerqueira .
4. Dr. Pedro Anlonio da Coala Mo-
relra..........
5. Tente coronel Yieentecle Pau-
*M5
459
5I
m
429 votos.
428
421 .
4li
1
chil
ponde
suas mita.
mparelhar com ai melhorea produczSet desse ge-
nere ; continoe pois o eoltega, era toa nobre trela
que faz com isso bom servico a provincia e especial-
raenteao seu municipio. S
Ja je cnvSm.exerciclo ojfn lugar de juiz mu-
nicipal desla-capUal o Tfr^arlos Aaguslo da Si|-
veira Lobo^ae aqui chegou.no vaamr TocoiiHim,
pareeen-nijJB|aioa de nuita inlelliajoacia e 1
IrazSo. t4%gar de promoloajpublico Vai Oear
com a retirada do Dr. F. de A. Barro,^^^^
neste vapor, deixandn-nos saudoso. Esta' tambera
para vagar e lujarvjijotpeelor da Ihesouraria pro-
vincial, cora^^Ijpito Dr. Ignacio Joede Men-
donza Utoa.VPafondo Ihe cummoniqoei, foi
nomeadojuiz d* drelo da comaaeB de Flore
acdou-se igualmente vago o lugar de inspector do
algodao, pela retirarle do nosso amavel e" sempre
lembrado Joaquim Bernardo, que foi ehi nomeado
professor do ymnasio ; fervem pedidos e
nhot para lao pingues logares}
I.i urna nota que os Ilustres redactores delta Da'
se dignaram de fazer ao mea protesto relalivam*..
te a injustica que ahi se nos fazia sobre me.-
preventivas do cholera, e agradecendo aos illu
redactores a benevolencia com que se houv
paracomoosco.julgodo meu dever aiuda insistir
sobre o mesmo assumplo, pode conseguir do mea
especial amigo, o secretario Moura, a teguinle co-
pia de um ofucio qae a vice-presidencia des
vincia dirigir ao Exm. conselheiro presidente deesa
e creio que com essa copia b)-^H
respondido i ultima parle da nota dej
legas.
lllm. e Exm. Sr.Fleo inleirado
de V. Exc. em senaofTici
14 do correle, e em reej
tendo tomado a cojolinuare!
didas sanitarias aomeu al
proceden les dosportos do
lera. '"
Devo observar a V. Exc. qae o
ipen-
de agosto ultimo e
laro a V. Eic que
ndar lomar as Re-
cerca dos vapores
"km reina o ehe-

! ro dos va-
pores de qne.trala V. Exc. emaeu supijciladooftieio
de 21 do agosto ( o Z'oca/iMits^aoj locou.anles qoe
a epidemia se livesse declarado ua capital da Babia,
e que o segundo ( o Imperador nao leve cqramu-
nioazao alguma con aqoMA iofornou o provedor de saodc do
livo commandante. Asaegvro por ull
que pela minha parle nutro goal sol
pregarei todos 01 esforcos ao meu alca
nao se inlroiloza aqui u mal que
Dos guarde ele, 22el|
e Exm. Sr. conselheiro Jos]
gueiredo. presidente da provincia de Perna
O vice-presidenle Roberto Calbeiros d
segundo rae
respec-
V.Exc.
em-
que
Tea Babia.
55.Illm.
Cunta e Fi-
PERN
TIIESOURAKIA DA
l'craonstrazao do sa
* co de 1855
Saldn era 2!) de
Rcceila de 1 a
Dcspcza ideo. I
. 102oW3J(OI2
-180:7773923
82:8809682
Era

s"T
915241
97:8069000
97:8978244
9TMBIKI
O Ihesoureiro,
Thomaz Jotdu A'ifcti G'uaiavto'.
, ().?cn*o da receda e despezn,
Antonio Cardozo de Queiroz eaeagu
Demonslraco do saldo existente na caita .1
fi 1. o.'1? em W 'ro Saldo cm 29 de selembro 269::i08?>593
KeceiU de 1 a 31 do corr. J
Dcspeza idem .
Saldo, .
Em notas.....
letras.....
O Ihesok-r.
Thomaz Jos ia ''iljtft.iiiiiir
O escriv .i.i da reem^e despe
Antonio Cardozo <4P (jueirvz I
Demonslraco do saldo existente na ca
das loteras em 31 de oolubro de 18*
Saldo om 29 de selembro 7:5078833
Beceila de 1 a 31 do corr. 4:2408000
\1
\
I
621 votosfDe4P*l;' lero^.
568
563
561
'm cobre.
-afn nulas
_, O Ihesour
TAoina; Josdi
O escrivo
Antonio, Cari
1 ''Mtd
ilaot
Qymros Fonma.



DemonstracAo do saldo exilenle ni caixa especial
do ealiprnaoto da rtia* deba cidade em 31 de
oulubro de 185.
Saldo em29 de seltmbro 74&S89
KeceiUde 1 a31dcoiT. 6:6399130
Hjspeza dem ....
Saldo.......*. .
Em cobre. 1186619
> noUB......3:761000
DIARIO DE PCRRAMBUCO TERCA FElfU B OE NOVEMBRO DE 1855
7:407*619
3:500#000
3:9078619
3:9076I9
O theaoureiro,
mida Silva Guimao.
o da receita e despexa.
t rotoso de Queiroz Patueca.
I>emouslrac,ilo do saldo exilenle na caita especia)
da con-lrutcjo da ponte de Recita em 31 de ou-
lubro ile 1833.
Saldo em 29 de Miembro J3:61*I76
Receita no corrate mez. 439110
Despea dem.
Saldo.
Em cobre.
notan.
102
dl:4ffcs)000
24:0045286
5005000

*
u
quintal
duzia
21:504*386
U Ihcsoureiro.
Thoinaz Jos da Silia Guswuiu.
O eseriva'o da rereila e deepeza,
Antonio Cartazo de Queiroz Fonseca.
l'eraotislriicSo do saldo eiislente na caita especial
daa apollis era 31 de oatubro de 1RV>.
saldo em de selembre. 90:2008000
Resella de 1 a 31 do corr. 40:0008000
----------------130:2008000
Hspera dem.........2:6008000
Salde?.
. 127:6008000
i 0*lhesouriro,
ThomS Jote da Sfica (.'mutilo.
0 escrivo da receita e despea,
nimio Cardozo de Queiroz Fonseca.
UO DE PERMBl'CO.

-
>m lalisfacao qne IritnserevemotTcarta infra
JotSr Sahrarnm Whetely negociantes desla pra-
do-nos a grata noticia da nao eiisl.-ircia do
cholera em Sergipe.
Sn. Redactores. Lendo uo teu coneeilutta jor-
le hoje, qu* corra o boato do cholera ler appa-
1 provincii da Sergipe, apressamo-aios em
r a Vraes., qos tendo recebido um portador
lado (3 do correte) de Maroim, com datas
do iiiez paitado, os uossos correspondentes
1 iittormam que al aquella dia, nenlium ca-
rltoha manifestado naquella provincia.
sfaclorii rogamos a Vmcs. de pobli-
pa(a que tciiilo obrigarlo a quem sio de Vmcs.
loa, vancradom e creados, Schramm H'he-
tely.
ReeJTa 5 de novembro de 1853.
Soalho de dito ....
Forro de dito ....
cedro .
Toros de tatajba .
Varas de pnrreira .
agutinadas........
quiris..........
Era obras rodas de sicupira para c. par
eixos a su
Melado........
Milho........
Pedra de amolar .
flllrar .
rebolo .
Ponas de bol ... .
Piussava.......
Sola ou vaqueta .
Sebo em rama ....
Pelles de carneiro........
Salsa parrilba..........
Tapioca.............
Unlias de boi..........
Sabio ..............
Esleirs de perperi.......
Vinagre pipa ..........
Calieras de cachimbo de barro.

. caada
. alqueire
. urna
*",
a
. celtio
moldo
, tiieio
i
1 unta
S

cauto
a,
unta
n
millieiro
38200
28000
38000
1*280
1*600
1*920
1*280
41*000
208000
8200
18600
640
8000
8800
4*000
8320
2*500
5*200
8200
17*000
4*000
8210
0120
9160
'.108000
5*000
EDITAES
Joao Mari Wandenkulk, eavalleiro da imperta1
ordem do Cruzeiro, Chrislo, e S. Beuto de Avia,
chele de diviso da armada, nacional e imperial
commandanle da estacao naval de Peruambuco'
compreheiidida entre os parallelos do Kio de S
francisco ecabo de S. Roqoe, por S. M. o Im-
perador, que Ueus guarde, eavalleiro da ordem
deFranc.sco primeiro do reino das Duas Sicilias,
ele., etc. '
F.'rosaberqaeemexecucSodc ordeos do Eira.
Sr. mililitro da marinha, queme forain traosmilli-
das pelo quarlel general, em Hiri 11. 63 de 10 .lo
oulubro ultimo do disposto as intlrucces que
haixaramcom o decrelo ri. 1591 de 14 de abril do
le ann, tica aberto a bordo do brigoe barca
diencla deite juio para todo contedo na mesma De-
licio. ^
E para que chegue a noticia de lodoa mandai pas-
tar a presante, que sern affliada nos lagares do cos-
tume, a qoal vai por mlm assinnada e sellada com o
sello desle juito que ante mim serve, valendo sem
sello ei-eausa.
Dada pastada nesta cidade de Olioda ios 27 de
oulubro de 185o.E11 Rnflito da Silva Ramos, es-
crivao, a eterevt.
Mantel Joaquim de Miranda Lobo.
DECLARACOES.
Itamarac um alistameolo da volunlarius
para ser-
naciooal e imperial,
COMM ERGIO
Fr
00RECIFE5 l>E NOVEMBROAS 3
HORAS DA TAKDE.
Gtta46ei ofllciaes.
diqoi para Liverpool5|H d. c 5
per I
Ir um navio para os Eatados-Cnidos cm
leilaa32 cent, por tacco.
ALFANUBv.A.
Readtreenio do dia 1 a 3. .

24:80011619
19:842*176
44:6428795
tarregam hoje ti i* novembro.
nMidoramercadariai.
-Tastobtcalho.
aglaz(Melloiderd.
t.*icana Conradlarinha de Irigo.
Mafjmhe Manemarcadorias.
Hiato asilcirof orfunalomo e chanlos.
NSUI.AOO tiEHAL.
memo do dial a .')..... 779*; 120
> Ha 5....... 1:6568766
fcAMfOBfi
LMVER8AS PROVINCIAS.
^Haiaa.....
99*807
1268507
* 2268:114
ORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
do dia 1 a 3.....1.6428910
lo dia 3....... 7:l6j926
2:379*866
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmettlo do dial a I.
do -rlit 5 .
1:333*361
1:2098:124
2:8128:188
PAUTA
I corratja alo assucar, algodiio, e mais
do paz, que se despachan! na mesa do
te Peruambuco. na semana de 5
10 di novembro de 1&55. 1
m caijatbranca 1. qualidade
2."
1 mase,
bar. esae. uratteo. .
11 matea va r i-
refinado .* .
llgodio mi pluma de 1." qualidade
_3__^/&_-* v i> 2.
p 3.a o
r
I
2.a a marinhagem.
ta carolo. .
Espirito de agoardente
Agurdeme caclutfa .
caada
de eanna.......
reatilada...........
do reino........ o
............ caada
............ botija
. ,..... caada
........... garrafa
- duat arrobas, nm alqseirc
I........caada
lobini e da coco
....... 5>
......... @
W.........urna
lragaio9.........um
i)
ceoto
a
Bola r
Bise .....
Cafe
itnlho........
asta.......
ido.........
ic necea ........
1 con. casca......
Charutos bons.......
ordinarios ....
u regala e primor
Cera de carnauba .'....
em velat.......
Cobre'novo maod'obra .
Couros de bol salgados .
' verdea.....
eipiados.....
de 005a......
cabra corlidot .
Doce de ilda.......
gciaba........
tecco ..........
i**...........
F.slpa ntcioDal........
etfrrageira, m3o d'nhra
E f3qnetio|.......
Firinha de mandioca.......alqueire
a
um
alqueire
milito
b i) araruia
Feijao.......
Fumo botn ....
" ardioaro.......... *
era ralba bom........
< ordinario.......
* rettolho........
Ipecaeui.uha ............ a
G*mma.............. a|q.
Oengibr!.............
Leuha do aehat grandes...... ceoto
pwwa.....
a toros....... a
Prauchaa de amarello da 2 coslados ama
.......
Costado de amarello de35a 40p. de
e. e aXidel..... ,
rja dito nauaet....... o
Cosladioho de dllo........ 1
Soalho ile dilo........... ,,
Ferrado dito........^ ,
^tlddA louro.........
CeaUdl Vda dito........
58400
58000
4*600
1*350
600
9380
180
*480
9600
' 9580
240
9580
9240
5*000
1*280
8600
4*760
1*280
5*000
10*000
3*000
7*000
88960
4*500
3*000
3*500
6*400
xw
33840
1*400
*600
2*100
11*000
13*000
9160
*192
*I00
9200
15*000
9300
920O
*160
9360
9280
19280
19000
2*000
1*000
1*600
2*000
3*500
6*400
8*000
39OOO
7*000
49000
3*000
38*000
39000
1*500
3*400
9900
10*000
14*000
79000
30*000
149000
8*000
6*000
3*500
7*000
6*000
virem nos navios da armada
mb ai seguinles condi;6et :
Classet do alislamenlo.
jtornhagem, cujo contrato fr setu lempo
por lempo de um a Iret
I 5." Da marinhagem com o prazos de seis a oilo
annos.
Os vencimentos e mais vanlagens que as pracas
coolraladdt em virlude (latas inslrucces tem de
perceber, sao as seguinles:
Suidos por mez.
Clatse superior 208, primeiros marinlieiros 18*,
teguudoi mtrinheiros 13* e grumetes 10*.
Premios.
Os voluntario* de 1.a ciaste so perceberao m sol-
dos que I lie compelirem na forma cima referida,
sem lerem direito i premio ou gralirtcacjlo algumt.
Os voluntario da 2. classe, sendo marinheiros
terao 20*, 4&* ou 70*, contorme forem 01 contratos
por um, dotas ou Iras annos. Sendo grumetes te-
rao pela mesma forma 109, 22 ou 31.
Ot voluntarios da 3." classe receberao mais unta
qnarla parle do maior premio que poderiam obler,
contratando-se como os da 2." ciaste, na praca de
marinheiro ou grumete que Ibes competir.
Se nao torem homens do mar e Uverem mais de
40 annos, so terao o premio correafMidente a'os da
2.' ctate. *
llralilirar.'io. .
Os voluttUriot da 2." e 3.a clastes lerao al-ra do
premio cima dilo, a gratificarn de 4* se forero es-
trangeirot, 00 de 5 tendo naciauars, se se apreaen-
larem por si proprios, indepeitdenle do engajador.
Bjja gralillcacao ser repelida todas as vezes que
tafaaaa primeiro contrato a praca quier ainda ter-
vir por lempo nanea menor de 3 tunos.
Vanlagens.
A's pracas comprehendidat nenias tres cltsscs dar-
se-lta guia de desembarque no liui do contrito com
lano que previntm ao cemmandante dous mezes
antes de que prelendem cm tal poca deixar o scr-
viju ; e licaiii itenlos do recrutamenlo, tendo na-
ciouaes por lempo igual 10 que letiham servido ;
etceplo o caso de circumtlancias extraordinarias.
Aiylo de invlidos.
Compele a (odas as pravas naciouaes qoe para
elle concorrerem com um dia de sold por mez.
Pagamento dos premios e gratiheaces.
Aot da 2." classe, se a alislamenlo Mr por um au-
no sera entregue o premio integralmente no acto de
assenlarem prac.a ; se por deut ou tres annos cm
tres prestac/ies iguaes, sendo a primeira paga ao as
enlar pra;.i, a segunda qoando vencido melade d
prazn, e a lerceira no lim do contrato.
As da 3.a classe receberao
premio ao tttenlar praca, out.^-
fim do"primeiro auno de servido e o restante
do contrato.
As eratiliracoes qoe compelcm l segundas e t
cairas classes terao pagat coojunclameule com
primeira pretlac4o do premio. '
Ouservares.
1." Nao se levar em conla aos voluularios da 2.;<
classe o lempo que pastarem como doenles nos hos-
pilMS- 11a
2.a O lempo de pritao cm virlode do nlenca
nao sera contado para o preenchimento dos praios
do alislamenlo dos voluularios qualquer que seja a
classe a que perlencam. E o desertor soOrern alm
disto a perda de serviro anterior.
3.a Qualquer pettoa qae se propozer a agenciar
voluntarios para as tres claates cima mencionadas,
e que osapresenlarem a bordo desto brigoe barca,
lera a gratificacjto de 49 por um ettrangeiro e 5* por
uacional.
^.O^esJrangeiro para ser admillido deve exhi-
bir docmTnto do seu cnsul, comprovtndo arh,ir-
se'detembartc^dTTpara se poder contratar no crvi-
50 uacivnal. "*-v.
5.a O premio e gratificsi.'ao terao pagos, quaudo a
praca contratada fr adni-'Hida a bordo.
Bordo dn brigue barc? Itamarac, surto no ruos-
queirn de Peruambuco em o 1* de novembro de
1855. Joao Mara H'aiidenkoH.
A reparlicilo dat obra* publicas convida at
pessoasque quizeretn 1er engajadas como serventes
da companhia de operarios, a comparecerem na
mesma as horas do expediente. Directora daa obras
publicas 3 de novembro de 1855.O tecrelario,
Joaquim Francisco de Mello Santos.
BANCO DE PEKNAMBLCO.
O Banco pe Pernairbuco continua a lo-
mar letttiis sobre o Rio de Janeiro, ea
sacar contra a mesma praca. Banco de
Peinamlmco 10 deoutubr de 185.O
secretario da direccto, Joo Ignacio de
Medeiros Re(jo.
leudo esta reparlicao necessidade de carpiti-
teiros de machado, calafates, carapinas, pedreirns e
ferreiros de ludas as closses, pura as obras a seu
cargo, o Illin. Sr. inspector convida aos que quei-
ram assim empregr-se, a apresenlarem-se-lhe, ou a
!|uem saas vezes faja, aiim de seren admillidos con-
ormeai suashabili'.atoes. Secretaria da Capllania
do Porto de Peruambuco 31 de oulubro de 1855.-^0
secretario, Alexandre Rodrigues dos Aojos,
O lili". Sr. regedor interino do jimiasio Per-
namhucano. manda declarar que eile estabeleci-
mcttlo admille do dia 2 de Janeiro do ,nuo prximo
vindouro em diante alumnos internos, os quaet de-
vem apresenlar reriido de idade, de vaccina, a re-
cibo do quarlel da penso, pago ao Ecnomo. Quan-
lo ao enchoval os prclendenlesenlendam-se com o
mesmo lllm. Sr. regedor inlerino.
Secretaria do CyranasioProviuclal de Pernambu-
co29 de oulubro de 1855. O secretario, Anlonio
da Assomprao Cabral.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselho admiuislralivo lera de comprar o se-
guate ':
Para o arsenal de guerra.
Plvora grossa, arrobas 20.
Quem quier vender aprsenle ai suas proposlas
em caria fechada, na secretaria do consellto a 10
lloras do dia 7 de novembro prximo Intu o.
Secretaria do consellto adminislrtivo para forne-
cimento do arsenal de guerra 31 de oulubro de 1855.
Bento Jos Lamenha J.ins, coronel presdeme.
Bernardo Pereira do Carmo. Jnior, vogal e
secretario.
pretender, entenda-se com Manoel Ignacio de Oli-
veira, ou com o capitao Jote da Cunta Jnior, ni
praca.
LEILO'ES.
PUBLICAgAO L1TTERARIA.
Contina a vender-se a obra de di-
reito-o Advogado dos Orphaos, com um
apndice importante, conteodo a Ici das
ferias e aleada* dos tribunaes de justica, e
o novo Regiment de distas, para uso dos
juizes.escrivaes, empregados de justica, e
aquelles que reqnentain os estados d di-
reito, pelo preco eje .s'OOO cada e\em-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, ra
da Cadeia n. 56 ; loja de encadernacao e
livros, rita doCollegio n. 8; pateo do Col-
legio, livt-aria classica n. 2 e na praca da
independencia n. 6 e8.
. DE
S. ISABEL.
Sociedade Dramtica Emprezaria.
, SECUNDA RECITA.
Das duas vendidas para o festejo da acclamacao
do Sr. O. Pedro V.
QUARTA-FEIRA 7 DE NOVEMBRO.
Hepresenlar-se-ha pela primeira vez ueste lliealro
o bello drama em 3 aclos,
O
O eaixeiro.
/
A scena passa-se em Paris, em casa do banqueiru
uaento Darbert.
Terminar o espectculo com a muilo engranad
e sempre applaudida comed* em 2 aclos.
QUEI PORFA MATA CiCA.
Principiar s 8 htras
C O lllm. Sr. inspsctor da Ihesouraria provincial
manda convidar aot passuidores de cautelas dat lo-
teras da provincia, vriididat pelo cauleltsta Manoel
da F'nnteoa de Medeiros, para apresenlarent tuas
reclamaroe" na mesma Ihesouraria no prazo de 30
dias, n contar da dais deste, afim de ler lifcar a de
sonerarao do liador do mesmo caulelisla qoe assim
o reqoereu.
E para couslai a quem inlerestar posta se mandn
affixar o nf*>*filc e publicar pelo Diario.
SecuMTta.da Ihesouraria provincial de Peroam-
buo/30 de utubro de 1855O secretario,
I A. F. d'Annundacao,
O Illm^gr. inspector da Ihesouraria provin-
cial manda fazr publico que do dia 3 do correnle
por diante pasam-sc 's ordenados c mais despeas
proviociaes vencidas le o lim de oulubro prximo
lido. Secretaria da t esouraria provincial de Per-
oambuoo 2 de noveuiL ) de 1855.O secretario, A.
F. d'Anuuneiajao.
O Dr. Anselmo Fraucisc. Peretli, commendador da
imperial ordem da Ros. juiz de dtrcilo especial
do commercio, por S. M I. e C. ele.
Fa(o saber aot que o pr. tille edital virem que
no dia 26 de uovembro te ht : arrematar por ven-
da a quem mais der,depois ndiencia desle juizo
na cata das mesma audieuci um tilio no lugar
de Asua Fra conleudo tres c; de taipa, avaliado
por 2:0009900 o qual foi pen\ lado por execueflo
da firma social do Reg Albiniu iue & C. hoje teut
Nerdeiros,apnlra Melquades Ari uea de Almeida e
la inulher.
E para que (chegue ao conhef menlo de todos
maudei patsar editaes que serao aflixados nos luga-
res designados no cdigo commercial.e publicado pe-
la imprensa.
Dado e pasiadotiesta cidade do Recifo aot 3 de
novembro d 1855. En Francisco Ignacio de Turres
Bandeara, escrivao interino o tnbtcreri.
Anselmo Francisco Peretli.
O lllm. Sr. iatpertor da Ihesouraria de fazeu-
da desla provincia, manda fitzer publico qu.nosdiat
23 e 30 do correnle mez e 6 de novembro vindouro,
lem de ir a prarjagt ajuem mais der, as lrrr,-s,,'na-
leriaes e mais bens tbaixo declarados, perlenei'ucs
a exliiicla capaila de N. S. do Soceorro, as pea*?*'
aquem convier dita arrematado deverao compa\'
cer na metma reparlieSo a I hora da larde dos re
ridosdia.
Secretaria daihesooraria de fazenda do Pernam-
bucoem 18 delalobro de 1885.
Um pralinho de pralal avaliado em '
Umsmo pequeo dem.
Os matenaes resaltantes da demolirSo da
capclla e resto delta, dem.
r>0 bracas de Ierra em redor da capclla
dem. f
AVISOS MARTIMOS.
RIOIIE
JANEIRO.
O brigue nt.cioiial MARA LUZ I A, ca-
pitao. Pedro Valette Fillio, com brevidade
vai seguir ao porto indicado, lem grande
parte do seu carregamento tratado: para
o resto, passageiros e escravos a fete,
(uosquaes da' as melliores accommoda-
ces) trata-seojn os consignatarios An-
tonio de Almeida Gomes 4C, na ra do
Trapichen. 16, segundo andar.
Para o UioGuinde do Sul
segu com brevidade, per ter parle da carga promp-
ta, o brigue bratileiro Sympalhia : quem no mes-
mo qaizer carregar o reslo ou ir de passegem, enten-
da-se como capitao Candido Joto Francisco Coulart
a bordo, ou na ra do Trapiche n. 11, com o consig-
natario Manoel Alves Caerra.
Para qaalquer um dos portos do norte, sendo
Cearu, Maranhao ou Para, pretende carregar ou fre-
lar-se o hiale i'. /oje\ mettre e ctico Paulo Jos
Kodriguet, com Unto que teja para um dos porlos
etn direittira : a quem convier, pode entender-sc
com Luiz Jos de S Araujo, na ra do Brum n. 22,
ou na [iraca.
Para as Hlaselos
Acores
se^te com muita brevidade, por ler par-
te de seu carregamento prompta, a escu-
na portugueza LEONOR, capitao Joaquim
Garca Fig'ueira ; quem nella quizer Car-
JCgar ou ir de passagem para o que tem
e\cellentescommodos, entenda-se como
consignatario Francisco Joao de Barros,
ra do Vigario u. 7..
^ Para a Babia tibe netlesSdias o muilo velei-
ro lale brasileiro Amelia ; ja lem parle de seu car-
regamento promplo : para o resto e passageiros, Irav
la-te com o seu consignatario Anlonio Luizdeli-
veira Azevedo, ra da Cruz u. 1.

BM,
/
3009000
35O9OOO
estiooo
maior, Emilio Xavier Sobreira de
O official
Mello.
O Dr. Manoel Joaquim de Miranda Lobo, juiz de
paz do Cralo dt S, em virlude da le etc.
Fa;o saber que por parlo de Berntrdi'no de Sena
tat, me ro retta urna pelico por etcrtplo, pela
qual me requera qae o adinitlitte a justificar a au-
teocta, e locerteu de domicilio de Joaquim Alhaua-
sio de Araujo Lima, e justificado, julgado, quauto
baile, lita mandaste paitar carta de edicloa por 30
din, e ter o mesmo topplcado citado para a pri-
meira aadieucia desle juizo, para, por meio da eon-
ciliayao ver te quer amigavelmenle entregar ao sup-
plicaole cinco obrigacOas e urna lellra na importan-
cia de 2:1589583, e juros comanles da mesma lellra,
oa o valer dalla. E porque o tupptictnle Bernar-
dina de Sena Dias juslilicaate o deduzido m tua
peti$lo, por bem dt miaba tenleuca proferida nos
reipertivotaoloidejiiiliAcatao Ihe maudei pastar a
presente minha cana de edictos por 80 diat, ye\
qoal cito, chame c, requeiro no referidolJoaqum
Athanasiu de ArMjc, Lima, para que deprt de Dado
o referido termo u 'K^m*~" "ar leiuaa
'late a-
Jos
UNA, mestre
Silveira, tein grande parte d^
gamento prorapto :' para o resKM
com os consignatarios Antonio de 1
da Gomes & C, na ra do Trapiche 1
segundo andar.
Maranhao e
Para.
A escuna nacional JOS, capitao Joa-
quim Jos Alves das Neves, vai seguir cm
poucos das aos portos indicados: para
o resto do seu carregamento, tn a-se
com os consignatarios Antonio de Almei-
da Gomes & C, na ra do Trapiche n.
16, segundo andar.
Para o Para tahe na presente semana o hiale
S. Jos, meslre e ortico Paulo Jote Rodrigues, por
ler o seu carregamenlo promplo ; t poda reeebtr
alguints miudezai irata-ie com i.uiz Jos de S*
Araujo, na ra do Brum n. 22, ou oa praca.
Para o Rio da Janeiro tahe quinla-feira, 8 do
correrte, o brigue bratileiro Maranna ; recebe
un M| .(jejHgeiros e escrtvo* a rri. .--------
, ,~ S11"!1",0live,, fari l'l'o da magnifimoca-
bilia dosr. Alfredo Youle, superior a qaalquer ou-
Ira al hoje eiposla venda nesla cidade, pela toa
atedente qualidade, e apurado gotlo ; conslslindo
em lindot totat a bancas de diloi, cadeirat de reiliot
osuaes e de bataneo, consolos, metas de tala de vjti-
las e onlrat, lindas etlanles para livros, secretaria,
bellos toocadores e espelhos, lustres, candieiros de
globo, lanlenias e candelabros, cortinados e vene-
sinnat, quadros, relogio, vasos de porcelana, enfei-
les para cima de mesa, um oplimo piano, bancas de
jogo, mesa elstica para jenlar o oulras, aparadores,
guarda-laura, guarda-veslidos, commodas, marque-
zas, lavatorios, leitos de mogno inglezes com corti-
nados modernos, dilos de ferro, apparelhos de louea
pan mesa, dilos para cha e caf, bandejas, garrafal,
cumpoleiras, copos para vinho e para agua, e ootros
chryslaet, esleir de forro do tais, Irem de cozinba e
ulencilios para jardim, assim como um superior ca-
briole! com arreios para um cavallo, e numerosos
oulrot arligoa muilo apreciaveis, inclusive porcio
de vitihos linos engarrafados da MadeVa, Porto e
Xerez, aeuardenle do Franca e gettebra : quinla-
feira, 8 do correnle, at 10 horas da inanliaa, no sitio
que qi da morada do referido Sr. Youle, por delraz
du do Sr. Accioli l.ins, com frenle para a estrada do
Manguinho, e com entrada por estt ou pela da Sole-
dade.
II. Brunn lar leslao por inlenenc.lo do agen-
te Oliveira, de nm expleudido tortiraento de ftiast
das de teda, laa, linho e de ilgodao, recen lmenle
despachadas: terce-reira 6 do correnle as 10 horas
da in.inliaa, no seu rmazem, ra da Cruz.
O agente Borja tara leilao sexta-reira, 9 do
cor.ente, as II horas da manha, em seu armazem,
amado Collegio 11. 15, de graude quaolidade de
objeclos de diflereules qualidades cotao bem, obras
de marcineria iu\,i. e asadas, obras de ouro e pra-
ta, relogiot para algibeira, vidros c loufat para ser-
vico de insta, candieiros de meio de sala, linternas
ele, c oulros muilos objectos qoe impostivel lora
mencionar, e no meio dia em pouto ira tambem a
leilao um oplimo carro de rodas, e alguns escravos
de ambos os sovo*. os quaet terao entregues pelo
maior lance offerecido.
Oagente Borja, aulorisadopolo Lllm.
Sr. Dr- juiz de orphaos, conforme o seu
despacho proferido em requermento do
lulor dos orphaos, flhos do finado Caeta
no Pereira Goncalves da Cunha, em pre-
senca do dito Sr.juiz, fura' leilao de mais
alguns bens pertencentes aos menciona-
dos orphaos, a saber: diversas obras de
brilhante e diamante, entre as quaes so-
bresahem dous riquissimos annelloes, al-
iinetes de perto e botoes para abertura,
urna grande quantidade de obras de ou-
ro, como bem, trancellinsde iilagraa mili-
to ricos, alfinetes de peito com perolas,
brincos, botoes para camisa, coras e res-
plandores para imagem, e outras muitas
obras, etc., diversas pechas de prata, como
bem, salvas, casti("aes, bacas, um tabo-
leirogrande, estribos, esporas,.etc., urna
casa terrea sita na cidade de Lisboa, com
15 janellasde frente e 7 de fundo, botan-
do estas para a ruado Abarracamento e
aquellas para a ra do Jardim, tendo a
qualquntal murado, as terrasem Portugal
na provinc'r. do Douro, e as sobras da tr-
ras do engenhoCoqueiros, na comarca de
Santo Anio, ambos ja' annunciados, o
cngenlw d'agua denominado Mamucaia,
na freguezia de San-Lou renco da Ratta,
tambem ja'annunciado, podendo ser ven-
dido a prazo com desobrtga doscredores,
ou com firmas negociaveis nesta praca,
c quatro escravos mocos de bonitas figu-
ras : lera' lugar o leilao terca-feira 15 do
coarente, as 10 horas da manhaa, no ar-
mazem do agente nnnunciante, sito na
ra do Collegto n. i.">,\aonde os senhores
pretendenles aos bens cima menciona-
dos, cpie quizeretn algitns esclarecimen-
100 nmeros.......7^ 40#
1800 ditos de......... 20$
Acham-se a venda os novos bilhetes da
lotera 4 do recolhimento de Santa The-
reza, que devia correr a 5 ou 6 do corren-
te. Os premios erao pagos logo que se
tenha leitoa distrbuicao das listas.
AGRADECIMENTO
A cummissao encarregada do .oleinne l'E^JRUM,
que bontein leve lugar na ureja matriz do Corpo
Sanio, ello ao llirouo de Portugal de S. M. ei-r*i D. Pedro
V faltara ao sou dever se nao palenleatte ante o pu-
blico o mais tincero e grato rucotiliecimeuto para
com os Btms. Srs. bitpo diocesano, presidente da
provincia, commandanle das armas, commandanle
superior da guarda nacional, diere da estacao navaf,
corpo consular, de mait autoridades civis, milita-
res e religiosas e mallas outras corpotaces e pessoas
gradas, que concorreram e abnlhanlaram com sua
presenta lao digno e respeilosoacto ; da mesma for-
ma vem agradecer, e fazer tambem publico o quao-
lo seacha penhorada pela assislaucia da briosa guar-
da nacional desle municipio, cuja brigada comman-
dada pelo digno coronel o lllm. Sr. commendador
Domingos Affouso Nery Fermr.i se preslou a (zer
ai honras do es!vio dorante a eolemnidade.
A mesma commissao finalizando este simples,mas
sincero agradecimenlo, pede disculpa das rallas que
est convencida, appareceram no desempenho das
tuas funcces, matcerla da benevolencia do publico
conla com a toa usual condescendencia.
Recite 5 de novembro do 1855.
Jos Teiteira Basto.
Aureliano de Almeida Rodrigues Isaac.
Vicente Alves de Sonza Carvalho.
Jas Moreira Copes.
Francisco Joao de Barro*.
A commistao encarregada do TE-EM, que
ro celebrado em 1 do correnle, na igreja matriz d
S. Fr. Pedro Goncalves, a expensas dos subditos
porluguezes residentes nesta cidade, cm aeco de
araras pela inaoguracjtrdo esperancoto reinado de
S. M, el-rei de Portugal I). Pedro V, jalga da sua
obrigatao agradecer a todas as pessoas que concor-
reram para abrillantar este acto, e assim se dirige
por este meio aos juizes e msanos da irmandade do
SS. Sacramento do Recite pela boa vontade a fran-
pueza com que prestaran! os ornamentos e a igreja
do Corpo Sanio para lorti.,r mais pomposa a toiens-
nidade ; 10 Sr. padre meslre pregador da capella
imperial Joao Capistrano de Mcndouca. pela bri-
lhante e bem deduzida uracSo que reCilou ; ao Sr.
Jos Fachinelli, nao so pela coraposicilo da msica
tos acercarles, r^dersS^ -fr- S^Jr-lnr T V c|Uant ',eb't0
r-f C^tiy f aeslt>-senlior ; advertindo-se que, com o
qoe gratoila e exprestamenle fez e offereceu p
dilo Te-Deum, como tambem palo desvelo e cuida-
do na sua boa execucao, da qual foi director o Sr.
Jos I ernandes da Silva Teiteira Mell, ao Sr. Dr.
Maooel Mara de Moraet Accioli, vigario de S.
Bento, que igualmente te presin como Rvd. attis-
lenlean mesmo 7>-eum,sem que por irto recebesse
offerla alguma ; e finalmente aot Srs. Antonio de
Son/i Pavolide e Marcelino JoGoncali
Ir. o ao Sr. Jote Joaquim da Cotia Mait,' aqaeUas
pelos serviros empregados na armarao e arranjos do
templo, e este pelo trabalho assiduo ua
dosdifferenles objeclos necetsarioi para lao
e digno arlo ; pelo que a mesma cominln
ra la por lautos servens mencionados, ds
(a forma um leslemunho publio do ten recouheci-
mento espera merecer desculpa dos mesmos senho-
res pela publicarlo deslas linhat.
Reci/e 5 de novembro re 1H">.">.
Jos Teixeira Bati.
Aureliano de Almeida Rodrigues Isaac
Vicente Alvet deSouza Carvalho.
Jos Moreira Copes.
Francisco Joao de Barros.
Precisa-se de um fetor bom e fiel:
n? ruado Sebo, sobrado amarello, ou na
esquina da ra da Madre de Dos n. 45.
Os credores de Francisco Antonio
Pereira Braga, sao convidados a compa-
recer no dia 0 do corrente, ao meio-dia,
na ra do Trapiche n. ."i, afim de che-
arem a um accordo quanto ao dehito
I a-.i Irmos la/i-ni leilao de
larinha Ballimore, que venderoj
dos compradores, paa fecha,
7 do correnle, ao meios3ltrem ponto,
d Sr. Jote Duarte dat Nevet.
AVISOS DIVERSOS
LOTERA do rio de jane ,
Resumo dos maiores premios d*-(oteria
8. de N. S. da Gloria, eUrahidaem 10
deoutubr de 18$5. ,"
N.
10
20
21 VL
20:000o*
10:000
4:000,,
2:000."}
1:0004/
400$
00
200$
-i
2577
450. .
5460. .
5103. .
180,
2972 ,
990,
1187 ,
2874 ,
4818. .
501 ,
1454,
5100 ,
5877 ,
4479 ,
4004,
5225 ,
0,
518,
415,
097,
968,
1275,
1018,
184,
2091 ,1"
2217 ,
2545, !
2882 ,
5540,
4005 ,
4592 ,
4631 ,
4902 ,
5117.
5255 ,
5541 ,
100 premios de
1800 ditos de
Resumo dos maiores premios da' leria^
57 do Monte Pi, extrahida em jj/ue
5255 1
5400 ,,
5687 .
100$
40$
20$
o utubro de 1855.
N.
-L2L-3341
3275 .
2-294 .
5124 .
2255 .
15801905-
.^~-v$(j;tfyffi .. -_ _
') 228 45. 23042787
' 3310307841905015
I 50925414.......
i 200 403 8612057
12217289150265208
15241 546235973652
--<40594586t-40615151
578858105 S525970
60" 26 78 90 335
623 695 715 653
80102810 491090
1 i% \- 28713171480
1483^-157516141783
1809-V'81519342049
2059-^214222572460
274987050033113
3133-55053005 3613
3674'582838763884
3937--397139984076
410*413042364431
47,/0493151055155
5^54525356045745
p-"tAi^-t>923
v 20:000$
. 10:000$
4:000$
2:000$
1:000$
400$
200$
numero que se adiar presente, toraar-
se-lta a conveniente deliberacao.
Aluga-te una casa de um andar e tolao com
quintal, as seguitilet ritas : Augusta, itircila, l.i-
vramenlo, ou em outra qualquer ra da Boa-Vitla :
quem quizer procure na roa da I'raia, armazem de
carne 11. 29, ou aiinuncie por esle Diario para ser
procurado.
No dia 7 do correnle, depois de linda a aadi-
eneia do lllm. Sr. Dr. juiz da segunda vara do civel,
na sala da mesma, se ha de arrematar a loja de toiu-
dezas.sila na ra larga do Rosario n. 35. penhora-
da ao reverendo padre Raphael Anlonio Coellto.por
execucao de Joaquim Jos da SVa, consenhor da
mesma casa, por alugucis vencidos e nao pagos, sen-
do o escrivao Santos.
Previne-se aos amantes das uvas do tilio de
grade de Ierro confronte aa viveiro. na Passagem,
que a conlinuarem com at visitas uoclurnas, lero o
desgoslo de verem sent oomet por exlenso.
Precisa-sc da urna ama para casa de duas pes-
toat: na ra das Trincheiras n. 8.
i Precisa-se de umenfermeiro suRlcienlemente
habilitado para esse ftm, para um ensenho distante
desla praca 7 legoai : na roa da Cruz n. 7, primeiro
andar. ,
Precisa-se de 309 a juros, dando-te de garan-
ta 1 ou '2 escravos mojos: quem quizer dirija-te a
ua da Penha n. 31, que se dir quem la/, esle ne-
I
ra
gocio, ou anttuucie por esli falla para ser procu-
rado. r
O buhle n. 381 da 1.a parte da 3.a lotera
do Gymnasio Pernambucano perlence a Betiln Jos
da Fonseca e Silva, do Aracaly.
Precisa-se de 200J a juros, daodo-se por segu-
ranza una casa que rende llt mensaet.
l)-se 9005 a premio com hypotheca em urna
casa etn um dos tres bairrds desla" cidade : quem o
quizer, eu|enda-le com o Sr. Jos Cielano de Car-
valho, na bolica do Sr. Bartholomea Francisco de
Souza. na ra larga do Rosario n. 36.
Precisa-se alugar urna ama do leiie : na rna
das Cru/es n. 28.
De novo se avisa as pessaas que lem obraym
casa do abaixo assignado, que as mandein buscar
mprelerivelmenle no prazo de 30 diat da d et-
(e. do contrario serao veudidas para pasamento de
ten ir ili.illia. flcamlo em nada responsjrvel Recife
5 de novembro de 18j5.J0S0 Baam/nn, '
Acaba de chegar nova pinefi, da Jamaica,
excellenle para temperos. iistiro, MRO-, ceVildi:
nha e ervilhas : no armazem/d,, P.ni. x ....
roa do Atnorim 11. 48.
rmazem/'da pa|a & Sluloii
.-MP&lT*** t onza Hamos relira se
para o mi* Orande do Sat.
- Alaga-te um n5gro para vender pao
!.a",?'f-"!.0.n^gdodi. "< mesmo
pela roa-
v para traba-
Jhodepadarta, Bagando-te bem : no largo do Ter-
No lio'ei da Europa precisa-te de um cozinbei-
roqaese.imutoDaDI,.
1
ca f *n ti t r_ j
Aiuassadores.
Precita-te de dous amattadores que eolaadam
bem do servico da padarla ; paga-te bom ordenada:
na ra Imperial n. 173.
O absixo atslgnado faz scienie 10 poblico, que
hoje deixou de ser todo do Sr. Luiz Cabral de Me-
deiros, na taberna tila na travesea do Qaeimado n.
5,a qa.il gyrava debaixo da (Irma de Draga V Medei-
ros, e declara qoe nada se deve a praga, e no cato
que alguem tejulgue rredor aprsenle tga conla no
prazo de 3 diat para ter paga, na loja de lazendit,
no arco Ja Omceicao 11. 6. Recite 5 de novembro
de 1855.Domingos los Vteira Braga,
Pergti-ila-te ao Sr. E. F. Bailar, que razes Ihe
assislcm para cncaminhar cata de A. de A. Porta
as conlas qae Ihe sao apresenladts para pagamento
das despezas de fralameulo da finada Jacinlha ? Per-
gonla se igualmente a S. S. se nao sabe qaem flcou
com o espolio da dita finada, constante de abrumas
poucaa altaiat de ouro, urna cama etc. ele.; e se esta
pessoa que esl na po-se dos rereridoi bens nao lie a
mais obrigada a paear os debitot da predicta finada
do que A. A. Porto, qae por candado a reeolhea a
tua casa at a noile 1 Sao pergunlas que reclaman)
urna respesla serta.O impaciente.
Arrenda-te urna das lojat do sobrado o. 11 do
Ierro da Boa-Visla, ollerecendo mtmo cbmmodo
para Tamilia : a tratar no mesmo sobrado.
AttencSo.
Precisa-se de ofliciaes de alfaiate, que
saibam fazer obra grande: na ra da
Madre de Deosn. 56.
Os cante!istas Olivei-
ra .Junioi & C, venderam
a sorre de l:ij00#0O0fru
11. 4638, em 20 vi^esiim
da quarta parte da seg
da lot ra do Gymnasio,
assim como algmas de
'i50,000,tle 100,00 e 50,?
ris; convidan, portanto.
os possudores de ditas
cautelas, a virem receber
o premio, apenas se fzer
a distrbuicao da ista ge-
ral, emseu escriptorio, na
ra da Cadeia do Recife
n, SO, primeiro andar.
Oliveira Jnior C.
Dominicos Joaqun* iia Coila previne a S
B fuern possa tnleressar, que no dia 1 do pre- SJ
I sent, sua mulher MarianuadaConceicao, ta- S
t\iodeiua casa sem elle ter sabedor do mol-
voyj levou em sua companhia urna prela e
3 moKaiies caplivot; 'pelo que mnguem fa-
Ja negoc\_ com tua mulher sem elle ter ta-
lador.
K
Os senlior
Antonio Jos
KMW6LWstXWnBtlUi
. Ayres
de Albuquerque (i.iHj^^flovmiano Dia-
mantino Alves-Lima, teem cartas em casa
de Novaesc C-, ra do Trapiche, n. 34,
primeiro andar.
Precisa-se de urna ama de leite, sem
lilho, tendp bom leite nao se ollia a pie-
co: na ra estreita do Kosario, botica
d.23.
No aterro da Uoa-Visla casa n. 39.
precisa-se de urna ama deleite para criar
um menino de .poneos dias.
Os cautelistas Oliveira Junioi i\C,
tem resolvido vender os seus bilhetes e
cautelas, da primeira parte da tercciralo-
teria do Gymnasio, pelos piceos abao
notados, pagos sem disconto.
Recebe por iuleiro.
Bilhetes.
Meros.
Tercos.
Quartos.
Oitavos.
Decimos.
Vigsimos
Os cautelistas,
panhia.
Alaga-te urna escrava que sabe coser e cozinhar
ofinyelraenle, propria para criada de urna casa de
familia : a tratar na rna da I'raia o. 1, defronle da
ribeira do peix.
1009000.
Gratifica-te com tOOSOUO a quera tivar acbado a
quantia de iiKij em duas notas, tendo urna verde de
-IHI^ e a outra do Banco, poit se perder da roa da
Cadeia Velha at os Alagados : quem quizer retli-
luir, dinja-se a casa das alerice, ra da Floten-
lina.
Nos abano assignados fazemos scienie ao cam-
mercio, qoe no dia :lt de oulubro prrniuio-passado
foi dissolvida amigavelmente a sociedade que gyroo
nesla praca sol a r.izilo de Pacheco & Montcro, no
cstabclecimento da loja de louca, tila na preciaba
atraz do Corpo Santo n. 66 ; continuando o tocio
Monleiro no ayro do referido estabeJjipireTrtO.e tam-
bem nt liqoidacao da eilncl*firnia. aWcife 3
novembro de IS"ij.-^h0 j0sc Peh
veira, Jos Monteifrjde Siqueira.
Precisa-je-e om craj0 : t tratar na roa Di-
reilau. 91, Xrimeifu andar.
Al
Panel
5.S500 . 5:000s000
2s800 2:500,<000
1*880 1:666S066
isioo 1 .-230.S000
700 625!000
580 oOu^OOO
300 250x000
Oliveira Jnior & Com-
ga-se durante a testa urna cata no Poco da
'concertada e pinlada, e muilo perto do ba-
"tjT na roa do Qaeimado, botica n. 15.
' Precisa-se de um criado para lazer comprase
ajodar algnm tervifo, de cozioha : no Pocinho, cata
erre a de vjdrajas.
O abaiio assignado perdeu no dia i) de oola-
bro prozimo passado tres carias e varios recibos de
59a 309. em diflerenles dalas dos annos de 1816 a
1851, pastados por iota Marinho Wnndetley, em-
lirulhadoseni orna conla qae moslrava a tomma de
mait de :I009. aa quaes Ihe foram dirigidas por Joa-
quim Mauricio Wanderley, a quem perlence, o que
j e aiiuuiiciar pelo Diario ns. 217 a 219 : roga-te
a pessoa que os tenha adiado o favor de os restituir
no armazem da ra Nova n. 67, qae ser generosa-
mente recompensada.
Domingot Aniones Villaca.
Precisa-se de um bom forneiru para ir para a
Paralaba, paga:se bem : na ra Imperial n. 37.
Precisa-te de um eaixeiro de 10 pfa 12anuos,
com alguma pralica de labcrna : ua roa
Aluga-se
para se passar a fela duatlcasas na Torre, cada unta
eoi3 quarlos, 2 talas, cozinha lora, copear, e muito
fretta, qaarlo para escravot e eslribaria, por eom-
modo preco : a tratar atraz da matriz di Boa Vista
n. 13.
Precisa-se de urna mulher de idada tmenle
para tratar de orna peatn doente : ua rus do Pilar,
em Fura de Portas n. 135, segundo andar.
Convida-te a lodot os proprielariot de cerro-
ca a irem a ra do Pocinho, na loja do tobrado em
que mora o Sr. Miguel Feiiciu da Silva, para nume-
rar as mtsntat, not dias de trabalho, dat 6 ai 9 ho-
ras da manbaa, e nos domingos lodos os das, por
rdem da cmara municipal.O agentu da camera,
Serra Grande.
Aloga-te um armazem na ra da Praia : quem
o pretender, dirija-te ao Manguinho, litio de liercu-
lauo Alvet da Silva.
LOTERA DA P80V1MIA.
AOS 5:000, 2:500 E i:000.
O caulelisla Anlonio Jos Rodrigues de Sooza J-
nior lem expolio a venda ot bilhetes e cautelas da
primeira parle da lerceira lotera do Uymnasio, que
corre sabbado, 17 do correte, aot preetH abaixo,
as lojat da praca da Independencia at. 4, 13, 15 e
10; ra Direila n. 13 ; e ra da Praia, loja de fa-
/endas n. 50. Sendo pagat por ioleiro as tortea
grandes que obtiverem toas ditas cautelas, na roa
do Collegio n. 21, primeiro andar ; e aaque sahi-
rem em jgus billietet inleiros tambem o pottuidor
recebe a sorle por inteiro, sendo oa oilo por cento do
referido caulelisla, c o competente premio do Sr.
Ihesoureiro.'
Bilhetes 59500 Recebe por inleiro 5:000000
Meiot 29800 a 2:5009000
Te. eos I988O uarlos 19*00 s a I 1.-666)666 125QI00O
guintos 19120 1:0009000
ttavot 700 D 6259000
Decimos 580 o a 5001000
Vigsimos 300 a 2509000
O caulelisla,
Anlonio Jote Kodriguet de Souza Jnior.
Precisa-te de um hornero portugus: para feilor
de t/m engenho, na Tregaetia de Nosta Senhora da
Becada.
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite-
para acabar de criar urna crianra de 6 mezes : quem
pretender, dirrja-te aot quatro cantos da Boa-Visla
Jt. 1, taberna.
Precisa-se alagar urna escrava para comprar e
cozinhar para duas puteas: na prara da Indepen-
dencia ns. 18 e 20, loja do relojteire.
Alnga-se o teixeiro andar da casa n.
55 da ra da Cadeia doBecifct, que tem os
commodos seguintes: sala de Frente, al-
cova, gabinete e_quarto interior, mais 2
quartos, sala de jantar, cozinha e trra -
90 : a tratar no segundo andar da mesma
casa.
Deseja-se saber onde esta' morando
urna parda de nome Anna Joaquina, na-
tural da ilha de Itamarac', liiha de Mari
das Neves, a qtial foi ltimamente ama da
casa de um francez, morador na ruado
Kangel, para se Ihe dar noticias de seus
parentes: dirija-se a esta typographia.
ALUGA-SE o primeiro andar do so-
brado n. 19, da caruboa do Carmo, mui-
to proprro pai-a estudyl
andar do mesmo.
^*ta^-te~o^ptjido andar df Hbrgdo B. a j, D1
roa da Lapa, por | 7~mfi0 : au
Vista n, 7.
Precisa-se de um pelo ou de urna prela para
o servico de urna cata : a tratar na ro* atraz da ma-
triz da Boa-Vista n. 26.
Ainda est por alugar a muito boa
sitio na Captin&a, com muilos arvoredos de varias
froclis, mullo boi acua para beber, e muitoi com-
modos para grande familia; aloga-te por reala 3009,
e por anuo 400), dloheiro vista : a fallar na ra
do Ctbuga, loja de Joaquim Jos da Costa Kjotes.
Os abaiio atalguadot declatam que venderam
a Sra. D. Joaquina Mara da Canceira.i o seo ettabe-
lectmenlo de refinar aatncar, sito cm Fra de Perlas,
ta roa dot Uaararapee o. 16. Itecife 1. de uovem-
bro de 1855.(ionralvei & Res.
0 ASSESSOR FOREHSE
ou
o formulario de todas aa acco'es co-
nhecidas.no nosso foro
PELO
DR. CAKLOS ANTONIO CORDE1RO.
Acaba de ser publicada e acha-se a venda na li-
vi aria da esquina do Collegio b. 20 de Ricardo de
Freilas & C. a primeira parle do Asaesear Forense
cuntendo, alera do formulario de proceso perutite o
jorv, ( adoptado pelo governo 1 nolavelmente aug-
mentado com loda as peliroet, detpachos, e mais
termos que nella foram apenas indicado! :
O formulario completo dos recorsos.
O do procetto de habeas-corpus.
O dos termos de bem viver.
O dos termes de segoranca, quer ci-oflicio, quer a
requermento de parte.
O formulario do processo por Webramenlo detlea
termos.
O de lodos os procesaos peliciaet, e qne eabem na
aleada.
O de tuii appellacet.
O do procetto per abato de liberdade de impreusa-
quer por crme de injuria, quer por crime da ca-
lumnia.
lo procesen de responsabrlidade .dea emprega-
W privilegiados.
O do procetto por crime de contrabando.
Esle trabalho acha-se feilo com tanta minociosi-
dnde e clareza, que ot Srs. juizet, delegados e sab-
delet^doi.escrivae, advogadot, inspectores de quar-
teirSo, procuradores, oueulro qualquer empregtdo
dejutlica. a.amdo^&4tt^.mHmiJtem^!iigKart
te prnceisav o poderse iettaorar otaduzi-lo por
u amaos regalar e legalmente : taca sao as eipli-
cafdee do Attettor Forense.
.Na cp-i cima indicada, vende-te tambem a col-
leccao de principio, regrai, maiimate alloma* de
direito em geral, peto mesmo Dr. Cordeir, obra de
mmensa vantagem para ot Srs. juizet, advogadot,
provisiiuiados, etc.. por isso que nella a eucontra,
em ordem.alpbabelica, todat ai regraa, maiimas de
direito, etc., com cilacJo da* rontes de oade sao co
Ihidas;
O prefo do Aisessor Forense be 58 brochado, 'e
US encadernado.
O da colleeso dos principios e axiomas de direi-
to he 28.
ROBI
FFECTEIR.
da Boa-\"-"
etiisi^-tatj
n.
co.-n
SSTJOSO -nm^r
Aluga^s>Tjma escrava que lava, engomma, co-
zuba e cose bem : quem precisar, dirija-te a rna da
Cadeia do Recife 11.25.
A pessoa que bolou na caita da admiuitlracjlo
do correio urna caria para o Sr. Antonio Jovila Cor-
rea da Silva no Para, e oulra para Lola Corroa de
Araojo no Maranhlo, queiram vir lalitfazer seus
devidos portes para poderem seguir seus deshilos,
visto acharcm-se com sello inferior ao devido.-
BOJE HE A ULTIMA PR4CA.
Hoje 6 de novembro, em presenca do lllm. Sr.
Dr. juiz dot orphaos e auseolos desla cidade e seu
termo, IrSo de arrematar-te pelo maior prec.0 qae
offerecido for. a armario e fazen Jas da loja dat Cin-
co Puntas 11. 62. pertenrenle ao casal do tinado Jos
Andr de Oliveira. O etcripln acha-se em m.1o do
portiro do jais* Amaro Aotonio de Farias: as fa-
zendas podero ler examinadas na mesma loja, cojas
chaves eslo em poder da meeira iuvenlarianle, que
mora na casa em cujo andar terreo estl aquelle et-
labelecimeulo, e qne requereu i arrematarlo annun-
cada.
Precisa-te de urna ama forra de roeia idade,
que saiba bem cozinhar : a tratar na ra da Madre
de Dos 11. 36.
Ns ra da Madre de Dos n. 36, precisa-se sa-
ber te nesta praca existe Jos Joaquim (Jomes da
Silva, natural de Vilarinlio, em Portugal, para se
Ibe entregar urna caria de tua familia.
O bacharel Gatlio Ferreira deoouveia Piraen-
lel d'ora em dianle se asignar como abaixo se de-
clara, sendo que a aditicio he o appellido conhecdo
de tua familia.asiao Ferreira de Gouveii Pimen-
tel Belleza.
Hoje 6, as II horas, na sala das audiencias,
depois de Anda a do Sr.- Dr. jniz de ausentes, se ha
de arrematar a casa terrea n. 1, sita na ra do Je-
remum, na fregnezti, dos Afogsdoi, com 18 palmos
de frente e 40 de fondo, cozinha Tota, quintal ma-
n, Mdo' caeimbjj, e chao toreiro, perlencenle a he-
10W nica if *"%-'^i| lea.
Dasdez s nove, fregaezet,
A sorveleira etl prompta ;
Cm soi vete a dous lasloes,
Nao ba cousa mait em conla !
Itapazes do graude lom, I
Cu da Ierra e d'alem mar I
Se vos queris refrescar
Com bello, gotloto e bom,
Deveis a boba afrontar.
Ha trrele d'nanaz
No Rosario junto ao becro;
O Soares qoe no he pecco
Tem na venda t p'ra traz ,
t 111 pelitco doce e secco.
Quem uesle lempo calmoso
Mesmo co'a bolsa mirrada
Sorvele ou agua nevada
Kngeilar desdenhose
Preferudo a limonada?!
Ao Kosario, rapagei 1
Nio choreii pooco dinheiro
Que o Soares he barateiro :
Corlai da bolsa os cordies :
Nada de penna e linleiro.
Hotel de Jaboa-
tao.
Este eslabelecimento te echa dimaeiidameule pr-
vido-com o necesario aceio de todo quanto te faz
mitter para receber qaalquer pestoi que nelle se
queira hospedar por nm ou mait diat. As commodi-
dades sao as melltoret: poit alm di oplimo acco-
Ihimenlo e pawadio que te goza, h.-i nm excellenle
btnhciroperlo da cata, eslribaria para cavallot, ele,
etc. O oono deito eitabelecimenlo assegara ao pu-
blico qoe ha envidado lodot ns teas esforecs afim de
que pessoa alguma deixe de Picar moilo satsfeili.
Precisa-se de orna ama portuguesa para casa
de pouca familia, e tambem precisa-i: de ama prata
escrava de meia idade, qae seja sadia : no aterro da
Boa-Visla n. 78.
[)BtLXF
O nico autorisadoJL
decreto ttttpenat.
Os mdicos dos I101 pitaes recommendam e Arrobe
de l.afl'ecleur, como sendo o nico aulorisado pele
governo, e pela real sociedade de medicina. Esla
medicamento d'um goito agradavel, e fcil a tomar
em secreto, esta em oto na manidia real desde mait
de fiO annos; cura radicalmente em pouco lempo,
oom pouca despeza, sem mercurio, as affe
pello, impigent, ai contequen.-ias das sarnas, ulce-
ras, e os accidentes dos partos, da idade critica, e da
acrimonia hered.taria do* humores; conven aos ca-
Inrrhos, a bexiga, a* ceotracfOet, e fraqueza dos
oreaos, procedida do abuso dat injeccie* ou de ton-
das. Como auti-s) phililico, o arrobe cura em ponoo
lempo ot fluxot recentes 00 rebeldes, qoe veJveui
iiicetsatttes em cousequencia do emprego da copai-
ba, da cubeba, ou das iojecfoes qoe repretentem o
virus tem neulralita-lo- O arroba LafftcUur ^he
especialmeule recommendado contra a doencas, iu-
velerada ou rebeldes, ao mercurio e ao iodurelo de
polassio. I.isbuune. Vende-se oa botica de Brrale de
Antonio. Feliciano Alves de Auvedo,praca_de>D. Pe-
dro ti. SS, onde acaba de clicgar urna grande porrao
de garrafal grande*o pequeas viudas directamente
de Parit, de Cava do dito Boy veau-I.afleelear 12, ru
Kicheo Parit. Os formulario! dic-tc grati* em
cata do agente Silva na praja de D, Pedro, n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima & Irmlos ;
l'erntmbuco, Soum; Rio de Janeiro, Racha & F-
lhos ; el Moreira, loja de drogas ; Villa Nova, Joao
Pereira de Macales l.eile; Rio Grande, Fran de
l'auloCoutoAC.
LOTERAS Di PROTQfCIA.
O lllm. Sr. thesoureiromandaiJter pu-
co, que se acbam a venda na thesoura-
das loteras, na ra da Praia n. 27, os
bilhetes da primeira parte da terceira
loteriB do. Gvmnasio, cujas rodas andar
impreteriveimente no da 17 do andante
mez. Thesouraria das loteras 5 de no-
vembro de 1855.Luiz Antonio Rodri-
gues de Almeida, escrivao das loteras.
PUBLICACA'O CORORAPHICA.
Esta'a venda na livrarla classica n. 2
no pateo do Collegio, a obra intitulada-
Breve Noticia Corographka do Im-
perio do Brasil, escripta em 185 i; ero-
ga-se aos senho.-es anignantes cjue ten ham
a bondade de mandar buscar os seus
e\emplares, no armazem de leiles, na
ruado Collegio n. 15.
ARADOS DE FERRO.
^ Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se para vender aras
dos dsrriciv qualidade.
uriunn rurum
*


^OUIHdOE FtRNAIBUCO TERCA FEIRA 6 NOVEMBVRO OL 1855
*
COUSLTORIO DOS POBRES
* m& txova i .^xmmM fto.
m.-PtHS'/" AJ Lfbo MmP0I!,> inannaa ateo meio da, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noile.
Oaortee-se igualmente para pralicar quitquer operae,3o dectrurgia, e acud promptamenle a qual-
quer nulher que esteja maldepurto, e cujascircumstauciifoio permitan) pagar ao medica.
RO ULIORIO 110 DR. F. A. LOBO I0SC0Z0.

RA OVA SO
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina horaeoualhica do Dr. ti. H. Jahr, traduzido eru por
lutuez pelo Dr. Moacozo, quatro vclumes encadernados em dous e acompanhado da
uro diccionario dos lurmos de medicina, cirorgia, analomia, ele, ele...... 09000
Ella obra, a aiaieiiipurlante de todas as que Iratam do esludo e pralica da homeopathia, por'ser a nica
^Zll^lA -*? Sc,?3?J /~la d0l"na-A PATHOUENESIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTO -NO OUI.AMSMOEM ESTADO DE SAUDE-coohecimenlo que nao podem dispensar as pes-
icar a ortica da verdadeira medicina, iuteressa a lodos os mdicos que quizerem
m de Hahnemanu. e por si mesmos se convenceren! da verdade d'ella: a lodos os
le engenho que estilolongedos recursosdos mdicos: a lodosos capiliesde navio.
Bao podem deixar de acudida qaalquer incommodp sen ou de seus tripulantes :
ia que por circomslancias, que nem sempre podm ser prevenidas, sao lobrica-
dos a prestar in eoMinenli os primeiros occorros em suas enfermidades
imeopalha ou IrsduccSo da medicina domestica do Dr. Hering,
ll as peasoasque se dedicam aoestodo da homeopathia, um volu-
de, acompanhado do diccionario dos termos de medicina..... lOaOO
rmos de medicina, cirorgia, anatoma, ele, ele, encardenado. SoM
in preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
riesle estabelecimeno se lisongeia de te-lo o mais bem raunlado possivel e
ningneni duvida boje da grande superiondade dos seus medicamenlos.
Boticas a 12 tubos grandes.............
Boticas ila 24 medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 158000 rs......""".
Hilas 36 ditos a ..... .uvannA
ditos a.................. TO0OO
diios ...... ......... ZSZn
a...... ......... 2S.
Tubo,,Ti.............::;:::;..... t
Eraseoe da meia onca de lindura....... ..... 'whmi
Ditos de verdadeira tinclora a rnica.......'.,.'........ ~Zm
lempre venda grande numero e lobos' de crysta d diversos Umaunos
tt&E?E?22Sr *~ -0dicamenloscom^oda.^vta:
O padre JoSo Capialrano de Mendonra, pro-
fessor da pnmeira cadeira de geographia e historia
do Gymuasio Provincial de Peruamburo, lera aber-
lo, durante as ferias, em sna casa, n. 3, da ru da
Concordia, um curso de ReograaMa e historia, e ou-
tro de rhelorica e potica, cujas ligues lero princi-
pio do da 3 de Dovembro : usseuhores esladanles
que se quizerem matricular, podero dirigir-se a
mencionad casa das 7 as 12 lloras da inanhia.
i'rrcisa-se da urna ama de leite : na ra da Au-
rora priineiro por tilo pastando a fundicio.
Uii-seaqiiaoUSdeSO a 100 a jaros, con
penhores : na ra Nova, luja u. i,e dii quem da.
No dia 27 do rnez passado desappareceu da ra
do Cabug, de casa de Vicente de Paula Oliveira
Villashoas, um mulato por uome Flix, de idade 10
annos, levoo camisa branca caifa de riicadiabo
'ul ; elle I-e meio acnboclado. cabello estirado, e
bastante esperto ; e por nAo ter lido noticia alguma,
roga as autoridades que em suas diligencias empre-
guem alguns meios ; e mesmo algum particular,
pois sera gralilicado.
precisa-se de um prelo captivo cozinheiro, pa-
ra casestraugeira, pagando-se o aluguel mensal-
menle, e altaneando o seuhor o seu comporlamaiilo:
na ra Nova n. 21, loja. '
Os credores do fallido Andr Nnuzer queiram
apresenlar suas contaj cusa o abalimeuto de 30 i no
escriplono de Paula ,& Santos, ra do Amorim n.
1h, para serem conferidas e pagas.
Precisa-se de urna escraya qae saiba cozlnhar
o diario de urna casa : quem tiver annuncie para ser
procurado, oj*Birija-se a ra do Oueimado n. 28.
lerceiro andar.
89000
TRITAIEHTO H010PATHIC0.
Preservtico e curativo
00 CHOLERA-MORBUS,
PELOS DBS.
ase poder curar dcsla enfermidade. adminislrandoos remedios Irais eliicares
para ala /ha-la, emquantose recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independenle desle nos luizares
em que nao os na. *
:UGEZ PELO DR. I. A. LOBO M0SG9Z0.
Sales dous opsculos cuaternas indieacoes mais claras e precisa*, so pela sua simles e concisaex nosi
Cao esta ao alcana illigencias. nao s pelo que diz respeito aos meios curativo*, como prin-
tem dado os mais salisfaclorios resultados em toda a parle em aue
apathlcoo unicoqoe ten dado grandes resulladosnoconiivo desla horri-
trnosa proposito tradusir osles dous impon mies opsculos am liosua vernac
la,para desl'arte facilitar a sua leilura a quem ignor o Trance?. 8 uacu
le no Consultorio do traductor, roa Nova n. 52, por 25O0O r.
COMPRAS.
100.s000degrati6cmjao.
Desappareceu no dia 17 de agosto proximj pjjlJ.
do, petas i horas da noite, a prela Lourenca, de ,.
cao Angola, de idade 35 a^40annos, pouco ma.-i menos, enm os signaes eguinles : um dedo da mao
direila luchado, m.gra, lem marcas brancas nal dm
pernas; levou camisa de alsodaozinho. vestido de
chita roa, panno Uno, e mais urna Irouxa da roupa-
roga-sea todas as autoridades policiaes ou capiUes
de campo que a apprehendam e levem a seu seakor
Joao Leitede Azevedo. na pra^a do Corpo Santo n.
I, que recebera a gralificarao cima.
Pt-rdeu^e um cachorro d'agua no
dia i lio corrente, coin ossgii;ie*segun-
te* : tedo bruuco, com oreUias grandes,
curto, e esta va um pouco toaquiado, tem
apena urna nodoa por baixo de urna das
orelhas.cottuma acudir pelo nome JOL-
LI: quem o adiar ouder noticia, di-iija-
r^o lia picaril, l, armazem, (jue
sera' bem feC'
AULA OILLATIM. _^
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-,
que mudou a sua aula para a ra do Ka ti-''.
i cnumti denles com p-la preciosa masa
iua a receber alum- ss)a veodeai-se e a|um-se bichas
nos nftirm ios desde ja' por mo- ptejo
dico preco como he publico: quem se
quizer utilisar de sen pequeo prestimo o,
pode pi ocurar no s ndar da refe-
rida casa a' qnal< dos das uteis.
S J. MI BATISTA, I
coiitin na a residir na ra Nova n. 19, primei-
lar. aj|
Est a aliir a luz no Rio de Janeiro o
^Mircsa^afkirrintiiji
Antonio Barhoza deTCtrros, estabelecido com sala
ffaWruada Cruz n. 62, primeiro andar,
na ine-ma
por com modo
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE ROFF E BOEN-
VINGHAUSEX E OUTROS,
posto eni ordem alpuaheliea, com a descripeo
abreviada de lo i s, a indic(Ao pliysio-
logica e l lerapeulica de lodus os medicamenlos ho-
meopatlii--os, seu lam de accao e concordancia,
seguido de uro diccionario da significarlo de lodos
o* termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessors dopovo, peto
I MELLO MORAES.
esta obra no consultorio homeo-
palhico do OSCOZO, ra Nova n. 500
|000 em brocliura, e 6900,
eucadoroidn.
Espera-s do Varis pelo priineiro vapor inglez
Madama Tlieard com rico surliinenlo de fazendas de
(di '
- Precisa-se de um prelo escrvo que saiba en-
gommar bem e coziuliar, para urna cas de pouca fa-
milia : a tratar no paleo do Carino n. 8.
Novos livros de homeopathia cm francez, sob
todas de sumina importancia :
Haknemann,- tratado das moleslias
lumes..........
Teste, rroleslias dos meninos.....
Hering, homeopathia domestica.....
Jahr, pharmacopcahomeopalhica. .
Jah, novo manual, i voluntes ....
; Jahr, molestias nervosas.......
Jalir, mjjhstias da pello.....
Hapoo, historia da homeopathia, -Jvoluiqes
Harllimanii, tratado completo das molestias
' dos meninos..........
A Tesle, materia medica homeopalhica. .
De Fayolle, doulrina medica houieopathica
Clnica de Slaoneli '.......
Casting, verdade da homeopalhia. .
Diccionario deNvslen.......
Attlas completo de analomia com bellas es-
tampas coloridas, ronlendo a descripcao
de todas as parles do corpo Iiuiimiiu .
vedem-se lodos estes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Hoscoso, roa Nova u. 50 pri-
meiro indar.
chronicas, 4 vo-
. 203000
69000
... 7000
69000
. 169000
. 69000
89000
169000
10900o
0000
79000
69000
49000
109000
30g00fJ
CONSILTOIO CENTRAL
IIOMOPATIIHO.
(Gratuito par* os pobres.)
ro, 'Mundo-,N'aaaaaaaaV
O (ir. Sabino Olegario I.udgero
colisa, la* todos os das desde as I
manhila aleas -2d tarde.
Visua os enfermes em seos do
'njs-un cas
:caves as
boro,
rvosas merecem Iralam
especial tefoqdo meios hnje aeonselli
pelos jralicos modernos. Ea/cs'meios eiis-
ollorio eentral.
r9E-^K3K3SE9QB8888dl
Massa adamantina.
He gerluienle reconhecida a excelleocia desta
fepa! 'lumbar denles, porque seus resul-
tados -es sao j do dominio do publico.
iaa 4a Oliveira fpz uso desla preciosa
matsa. indicado, e as pessoas que quize-
rem ionr i-|., dtepoiido de seus serviros, podem pro-
travessa rl n. 1,-jtoja debar-
P909
: BENTISTA FRANCEZ.
a P*ul Uaiaooui, estabelecido na 9
> o. 36 segundo andar, 9
Icnlen D a pressfodo ar, e chumba 9
V dntei com a massa adamauliua e oulros me-
la. Z

Paetelaia franceza, no aterro da Roa-
Vista n. 17.
Tem lados os dias das 3 horas em diante um com-
p elo ilo de bolos, bonhos e nasleis de di-
versa qualtdade, aasim como l'azem-sc de encom-
ia podios, paslelfies, loriar, inphanles, genoiies
c nougii, lado com perfeicao e preco commodo.
O Dr. Joaquim Antonio Alves Ri-
Jjetro, medico, vi ao Ceara', e declara
que sua ausencia sera* de alguns-dias, e
pede particularmente aos seus amigos
desculpa por nao se despedir pessoal-
mente, em consequencia da rapidez; de
sua viagem.
DISCURSO SAGRADO,
Recitado em commumoraca o da in-
dependencia do Brasil, no solem-
ne Te-Deum que os habitantes da im-
perial cidade de Nictheroy,
fizeram celebrar 110 dia 7 de se-
tembro de 1855/
PELO
SR. JOAOUS HiTO DE CAMPOS.
Coneg'o honorario da capella I111-
p< riitl.oniclal i ordem da Kosa,
deputudo aasemb^a geral pe-
la provincia de Fernaiubuco,
prol'essor de elocuencia nuuioiial
do eintlg-o lren da eldade do Ke-
clfe, bibllotheearlo da Kaculda.
de tle Uirelto da meima cidade,
e socio correspondente do Insti-
tuto histrico do Brasil, etc.
' Este discurso impresto a vendido pel Sr. 1.a-
emmert iy Companhia, do liio de Janeiro, por gra-
ciosa liceura do autor, vende-so na livraria n. 6 8
da praca da Independencia, a lOOO cada, ejem-
plar.
Prncisa-se da om escraro por aluguel para o
servico de urna pequeo familia : na roa do Hotni-
gio n. 7.
Alngt-w o sagondo andar da cata da ra do
Trapiche o. 11, propria para etcriplorio, ou peqe-
ua familia : a Ualar na merma casa.
tt cojistiTORio nmmn:
(Giatuito para os pobres.)
28. RA DAS CRUZES -28.
AO PUBLICO.
I No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de 'azeodas, linas e grossas, por
preros mais baixos do que einou-
Aqualquer parte, tanto em por-
*, como a retallio, affiancando-
aos compradores u in s preco
todos : este estabelecimeno
ahrio-se de combinarao com a
r parte das casas commerciaes
as-,-tancczas, allemaas e suis-
ra vender fazendas mais em
Mu se tem vendido, epor
rto otTerecendo elle maiOFes van-
%ens dbque outro qunlqiir ; o
pi-oprietano deste importante es-
ta belecimento convida a' todos os-
setis patricios, e ao publico em g>
ral, para que venbam (a' bem Jos
eus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & RrJlim.
PARA A FESTA.
Aluga-se no melhor lugar da Torre, um
sitio com grande casa nova, estribara e
cocheira equartopara leitor: a tratar na
na da Cruz n. 10.
^AVISO.
Em Goianna, becco do Pavao n. 14,
armazemdeAranba& lbuquerque, com-
pra-se toda equalquer porcao de assucar
e pagarse por bom preco,
~ ^on>pra-e um eteravo de meia idade para tra-
tar de um cavallo; assim como urna casa terrea
em Apipuco ou Monleiro, qoe nao exceda de JOO
a WXtj : ua ra da Cadeia do Recie 11. 16.
Compra-ae urna duzia de cadeiras de amarello,
mesmo usada, com lauto que sejam fortes : na ra
da Cruz, armazem 11. 16.
Compra-se urna escratl moja, sadia e que le-
nlia bom e abundante leite : quem tiver annuncie
para ser procurada-
Corapramse sedulas de 1 e 28 em liom esta-
do, com o premio de dous por cento : na praca da
Independencia ns. 37 e 39, loja de calcado.
Vende-se no aterro da Boa-Vista n. 17 sobrado
de um andar, 3 venesianas com sua canas em bom
estado, um relogio de quadro bnm regulador e de
bom goslo, urna burra de ferro batido, Indo por pre-
co commodo.
Cabriolete.
Vende-se um bonito cabriolel com boro e elegante
cavallo : para ver e tralar-, na ra da Roda, cochei-
ra do Sr. Paulino.
Rane
VENDAS.
musca teis
Queimado
Oracao contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da praca da
Indepeodeocii om folhetinbo. com diflerenles ora-
cOes contra o cholera-morbo, equalquer oulra pes
te, a 40 rs. cada um.
EnjcasadcN. O. Bieber&C, ra
da Cruzn. 4, vende-se :
_. Vinho de Madeira em quartose oitavos
barris.
Vinagre branco-
Tintas em oleo.
Lonas. fc
lirios da Kussia.
Papel de embrulho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos peteos.
Vendem-se as bellas uvas
d& Itamaraca': na ra do
n. 39.
Vende-se um bom cabriole! com ex-
cellentes mollas: na ra do aterro da
Boa-Vista, cocheira-de Miguel Souge.
Na cidade de Olinda.rua do Amparo, na casa 11.
40 vende-se sorvele nos domingos das 7 horas d
noile emitanle.
Vende-se muilo bom rap de Lisboa e
eos e mmlo fresco por ter chegado no ultimo Jvio :
11a ra do Trapiche armazem de assucar n, 3.
Vende-se urna negra crioula, moca. c*m todas
as habilidade : na ra do Livramento n. 4.
Vendcm-se i esciavos, sendo '2 de bonitas fi-
guras, deludo o servico e osoulros 2quecozinham
o diario de urna casa, e una della engomma : na
ra Direila u. 3.
Vende-se um bote com 24 palmos de compn-
iiienio, 7 de bocea e 3 de poulal, forma moderna,
novo, de cicupira e amarello, proprio para bordo :
quem pretender, dirija-se a ra das Flores n. 19.
Vendem-se duas vaccas, urna com cria, dando
leile, e oulra sem cria : na eslrada de Joao de Bar-
ros, 00 sitio da capella.
Vende-se na rfia da Cadeia do Hecife,
61, um escravo de 40 annos, robusto e de lodo ser-
vico.
Sedas ricas.
Vendem-se corles de seda branca e de cores, com
haba.lo-, fazenda superior : na loja de4 porlas, na
rui do Oueimado 11. 10.
BOM E BARATO.
Veude-se um terreno com 60 palmos de Trente, e
fundo le balso mar, prompto para edificar por es-
lar aterrado, sito no aterro dos Afogados : do paleo
do Tergo n. 4.
Vende-se urna negra crioula de 30 anuos de
idade, com una mulalioha de auno e meio de idade,
engomma com perfeicao o faz o mais
Vende-se o verdadeiro e muilo fresco rap Paulo
Crrdeiro : ua ra larga do Rosario 11. 38, junto, a
botica.
Vendem-se cambraias linas francezas de cores
fuas a 200 rs. ocovado, georgiana de seda, fazenda
que finge seda a 280 rs. o cavado, perpolua de cores
com quadros 'escocezes a 500 rs. cada rovado, chita
fina franceza a 210 rs. o covado: na ra do Crespo,
loja amarella n. 4, de Antonio Francisco Pereira.
Vestidos e chales.
Vendem-se chales do seda crandes com algum
mofo, pelo barato prejo de 6JJ000 rs., corles de cas-
sa de cores com barra e alaumas pintas de mofo,
pelo diminuto prego de 8600 o corle, assim como
oulra malla fazendas per barato prcro: na ra
da Cadeia rio Recite loja 11. 50, defronle da ra da
Madre de Dos.
Vende-se ou aluga-se orna negra cozinheira e
lavadeira e um molecole de 20 annus: na ra da
Senzala-Velha n. 70, segundo andar.
Vende-se urna prelajde nacAo, com 38 annos,
boa cozinheira e lavadeira, e engomma alguma cou-
sa : ua roa da Guia 11. 34, primeiro audar.
Vende-se um resto de saceos com superior gom-
ma do Aracaly, por preco commodo, para fechar
conlas rie venda : na ra Nova, loja de Joao Fernn-
des Prenle Vianna.
Vende-se urna escrava mora, crioula, bonita
figura, e ptima conduela, a qua se afianca, e com
varias habilidades que se dirSo ao comprador, e ven-
de-sc por preco muilo commodo : na ra da Cru-
es, taberna n. 20,
Vende-se urna casa terrea, sila no bairro da
Boa-Vista, na ra do Rosario n. I ; a Iralar na ra
de Apollo n. 13.
ff Veloulinasde lorias as cores pelo de.-Rrac.a- fas
$ do prer,o de 610 rs. ocovado : na ra do Gres- g)
9 po loja n. 9, de Joao Moreira Lopes.
VINHO' IXEREZ.
Veude-se superior vinho rie Xerez em barris do
1|4. emeasa de E. H. Wvatl: ra do Trapiche
n. 18.
Kelogios cober-
tosedeseobertos
de ouro, paten-
te inglez.
Vendem-se no cscriptorio do agentede
leiloes, Francisco Comes de Oliveira. ra
da Cadeia do Reciten. (J2, primeiro an-
dar, os mais superiores relogios cobertos
e descobertos de ouro patente inglez, de
um dos mais afamados fabricantesde Lon-
dres, viudos pelo ultimo paquete inglez, e
por menos preco do que em oura qual-
quer parte.
Muilo barato.
Cassa francezas de cores fizas c bonilos padroes a
280 cada covado : na rua do Queimado, loja de 4
porlas n. 10.
Guerra do Oriente.
Relralos do principa ceneraes, e eslampas co-
loridas de algumas balallias : ua rua Nova 11. 9.
Vendem-se chaleKrie (ooquim bordados, fazen-
da uporior: na loja de i porlas, na rua do Quei-
peos de castor, branco, os mais
110 mercado : na loja de 4 portas,
ado 11. 10.
ou sem
servico
na rua do Colovello 11. 47.
illa-verde.
Contiiiua-se a vender a verdadeira bolacha lina
denominadaVilla-verde, na padaria da rua Im-
perial confronte a fabrica de sabio n. 173, rua es-
trella do Rosario n. 39 A e 45, Hangel 11. 14, largo
do Carmo, quiua da rua de Uyorlas 11. 2, Livramento
11. 26 ; e a que se vender em oulra qualquer parle
jafMI a mesma denominadlo he faifa.
|f| Vela estearinas Ue b, pedras de marmore 4.
Iggjpafa mesas, papel de peso inglez, papel de S
vr emhi 11JI10, oleo de linhaca em botijas, chico- S
^ tes parir-scarru e arrotos para 1 e cavallos, J
formas de Ierro para fabrica de assucar, ro- MI
Inu da In.ira para empalhar, tinta branca e J
verde, metaKamarello para forro, cemento "
romano, armain^nlo da todas as qualidades,
cabos de linbo, de\cairo e de mantilla, alra-
Irao e pixe de SueSio, champagne e vinhos
finos do Reuho : veiMjem-se noarmazemde
C. J.AsUey faaiil*k
0 Ur. Casanova da consultas e faz
tasa qualquer hora do dia. '
Osmediciroenloshomoeopalhicosmaisacre-I
dilados do Universo. 3o os que silo prepa- ,
rados pelos Srs. GATELLAN e WEBER, '
pharmaceulicos em Pars: nesta casa tem 1
sempre um grande sortimento deales me-
dicamentos em tintura de toda as dyna- I
misaroes; e em glbulos preparados pelo 1
proprielrio desle estabelecimeno: carlei-
ras de lodos os lmannos, e muilo mais em I
conta do que era qualquer outra parte.
1 earletra de 21 medicamenlos. 6S000
1 frasco de Untura "a escolher 1>000
Tubos avulsos, a 300, 500 e 1.
Elementos de homceopathia, 4vol. 68000
N. B.Cada carteira eneerra os medi- 1
camenus preservativo e curativos do cho-
lera-morbu. 1
para.se passar a
testa.
Aluga-se urna grande e encllenle casa que oeste
diasse aeabou de construir com lodoo goslo em San-
to Amaro de Jabuatao.com o neressario commodos
e aceo para urna familia que se trate com disIMiccao:
quem a pretender, enlenda-se com o seu propriela-
rlo no hotel do mesmo lugar.
Joo Vicente da Silva Costa acha-ae morsndo
no Coelhos, na ao norle, e junio ao grande hospi-
tal da earidade. -
Precisa-ae de urna ama de leile : na fu Nova
n. 20.
Quem precisar de um portuguez com boa con-
ducta para feitor de algum eugenho, dirija-se a rua
do Hospicio n. 15, o qual lefi moita pralica por ja
ter estado nos engenhos.
Vendem-se dous pi
caranda', construccao ver
dos os melhoramentos mais
tendo viudo no til ti moaia vio
'' Cadeia, armazem
fortes de ja-
e com to-
nos,
ibur-
rua.
Cruz
Lonase brins da llussa.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos para jardins.J
Cndeiras e sofa's para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
domina lacea.
1ECHANISM0 PARA ESGE-
NHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIHO DAVID W. BOWNIAN. WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ba sempre um grande soriimenio dos seguinles ob-
C:tos de mechanumos proprios para engenhos, a sa-
r : moendas e meias moendas da mais moderna
construccao ; laixas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou auimaes, de todas as propor-
Cles ; crivos e boceas de fomalliae regulros de bo-
eiro, aguilliSes, bronzes, parafusos ocnvilhSes, moi-
nhu de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FUNDICAO.
e eicculam lodas as eocommendas com a superio-
ridade j conhecida, e com a devida presteza e com-
modidade era preco.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundiefio de C. Starr 4 Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas toda de ierro, de um
modello e comtruccaov tnuito superiore.
terreno para mais de meia legoa
* pretender, dirija-se rf ruadas
lira quem faz o negocio.
cos com muilo bom milho e 110-
laberna 11. j.
fc-'e palhinhaNfrv/parail.'i para empalhar
el...le de obras, mais em conla do que em
puer parle : na rua das Cruie n. 29.
Vende-se bicol e blonda branco e prelo de seda
verdadeiro, 30 po .-cento mais barato que em qual-
quer outra parle, 1 a de toda as largura muilo boni-
las lila dilo : n rua Nova eaa de rclojoeiro n. 22.
Vendem-st. os perteucea ila casa de pasto !
rus da Senzala V elha, esquiua do becco dos Por-
to, a qual lera bastantes commodos para outro
qualquer negocir]: quem n pretender dirija-se .1 rua
do Trapiche n. IB, laberni.
v viso aos fregu-
uc '
zes.
A laberi,,'lroa Nova n. M,
complelaiifU't'sorlida, lem,
loctr, muito nova e de superior qua-
alem de se adiar
. que chegou de prozi-
mo, latas d. ./e 2 libras com muilo superior cha, e
que vista ni qualidd e do goslo, os compradores
se convencerlo, assim como veude-se ludo por mui-
lo barato prcro.
F .inha de mandioca.
Na rua {do Vigario n. 5, primeiro an-
dar, venfem-se saccas com farinha de
mand
(ida di
Vend se ufti piano de jacarando com pouco
uso, muilo- om, e por preco commodo ; assim .como
um tuurad' de Jacaranda e um bcren de dito, por
seu dono s relirar para tora : ua rua do Cabuga,
loja do Sr uimarAes, se dir quem vende dilos en-
jertos. ,
N vas joias de
ouro.
Na lo| de Oliteira & Uoiifalves, rua do Cabuga
,n. 12, t um lindo, variado e inodernissimo sorli-
eiito obras de ouro, lamo de 14 como de 18
quilate joosistindo em adereros, meios ditos, roze-
las,ctjl(' 1 loe- e outro, objectos de goslo: iroca-se
todo pofvedulas, anda que sejam velhas. Os pre-
cos sao mal commodos do que em qualquer oulra
loja. \
VeodenHlelcadeiras de bataneo americanas,
pelo preco de 10y -cada urna: na rua da Cruzn.
13, primeiro and
Vendem-s"**.jlnii8s dedebulhare moer mi-
lho, rarrinhos de maii^trrui1^4Ae^i>regos america-
nos do u. 2 a 12, e estanto de mito Loa qTrat!3S--
de : na rua da Cruz 11. 13, primeiro and.r. 1
Vendc-se um cabriolel descoberlo, com f
reios, ludo novo e mullo bonito, por preco com?
do : na roa Nova, cocheira por ba 1x0 da cmara,
. Ccbertas de seda e laa.
Na rua do Crespo n. 5, vendem-se por me'
preco coberlasde seda e laa,lurcs,rios mais bel
mos e variados goslo que lem apparecido nesf^
ero.
A boa fama
VENDE BARATO:
Libras de linlia brancas ns. 50, 60, 70 e 80 1I00
Libras de dilas ns. 100, 120 e 130 19280
Uuzias de tesouras para costura 19000
Duzia de ditas mal Anas 19280
Majo com 40, 50 e 60 per; de cordao
para vestido oW
Pe^a cun 10 varas de hico eslreito 560
Duzia de dediles para enhora 100
Caitinhas com agulh.. francezas 160
l'aixaa com 10 novellos de linhas de marcar 280
droa de bnloes para carniza 160
l'ulceira encarnadas para menina 240
Hilas grandes para senb.ir a 3fj
l'ares de meia* linas para senhora a 240 e 300
Meadas rie linhas muilo finas para bordar 160
Meadas de linhas de peso 10O
Crozas de bol oes muilo finos para calcas 280
Hallados rie liuho aberlos e bordado 120 e 240
Carteiras linas de marroquim para algibeira 600
Fivelas riourada para calcas e rollete 120
Tinleirose areeirosde porcelana,o par 500
Charuteiras entre finas 1-20
Duzias de torcidas 11. 14 para caudieiro 80
Penle de verdadeiro bfalo para alisar 300 e 500
Pe^as com 6 l|2 varas rie fila "branca de lindo
Gaitas rom clcheles francezes
Carrilei de linhas de 200 jardas de boa
qualidade
Macinhos com 35, 40 e 47 grampas
Suspensorios, o par
Carriteis de linhas de 100 jardas, autor A4e-
xandre ',0
A lem de todas estas miudezas vendem-se oulras
muilissimas, que vista de suas boas qualidades e
baratos precos causa admiracilo aos compradores :
na rua do Queimado, as quatro canto, na bem co-
nhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Bons gostos e de
boas qualida-
des.
Na rua do Queimado, Dos quatro cantos, na segun-
da loja de fazendas n. 22, defronle do sobrado ama-
rello, vendem-se fazendas por precos que real-
mente fazem admirar ao publico : Parano prelo
linissuno. prova de limSo, para casacas e palitos,
pelos baralusimos preros de 29500, 39500 e 59000
ocovado, casemira prela de superior qualidade
a 25*29600 ocovado, alpaca prela muilo lina a
100, 500 e 600 rs. o covado, corles de colleles de
fustoe de bonitos padret e core fizas a 700 o 900
rs., chales prelos de Illa e eda muilo grandes a
2SS00, rhapeos de sol de seda prelos e de cores, fa-
zenda superior a 69500. camisas francezas pintadas
para liomem a 19280, riscados da India muilo finos
e largue e muilo bonitos para vestidos a 280 o cova-
do, selim preto mani, fazenda muilo superior a 39
o covadu, sarja hcspanhola muito superior a 2,400 o
covado, merino muilo fino a 29000 o covado, meri-
no selim o mais superior que pode haver e muito
proprio para palito a I96OO o covado, chapeos rie sol
de panninho a I96OO, chitas francezas muito fina e
largas, de novos padroes a 320 o covado, fil de li-
nho liso e com flores a 19 e 19140 a vara, hura* de
pellica de Jouvin para homem e senhora, chegada
no ultimo navio francez a I98OO r. o par, lavas de
sed rie lodas as cores com tfelola a 19280, camisas
de meia muilo finas a 19, lavas de'fio da Escocia
brancas c de cores i 400, 500 e 600 rs. o par, man-
tas de seda para grvalas, prela e de cores, moitu
boa fazenda a 19280, panno fino azul de superior
qualidade a 19 o covado, rica romeira de reiroz
bordadas a II9, lenciiihos de relroz francezes a
13280, cassa fsanceza muilo fina e de bonilos pa-
droes a 300rs. o covado, cambraia finissima de sal-
picos a 19 avara, camisa francezas muilo finase
bem feitas para liomem a 29500 e 29800, corles de
cassas para yeslidos de bonilos padroes e com 7 va-
ras a 29 o corle, lencos branros* de cambraia de li-
nbo muito finos e grande a 69 a duzia, rices chales
de chal)- com listras de seria e bastante grandes a
89, dilos de merino muilo finos e lisos a 69, luvas
pretasde torcal, de Lisboa a 19120, chally amarello,
fozeuda superior e que muito se usa para vestido a
800 rs. o covado, romeiras de cambraia com lacos
de rica filas de seda a I9S8O, grvalas dt seda de
bonilos padroes a 640, meias de laia para padres a
29 o par, cortes de casemiras finas e de bonitos pa-
droes para caifas a 59, hrinzinhos de linbo rie bo-
nito parirOes a 240 o covado, bnru trancado de puro
lnho e de bonitos padroes a 800 rs. a vara, lapim
prelo linissimn, proprio para vestidos e b'alinas. de
padre a 19280 o covado, riscadinhos francezes muito
finse bonito padroes a 240 o covado, meio lenr;o
prelo para grvala muilo superiores a 19, lencos1
brancos de cambraia mnilo fino a 300 ., ganga
amarella muilo auperior a 320, meias branca fina
para senhora a 240. 300 e 100 rs. o par, dilas. prtas
muilo finas a 320, ditas para liomem, fazenda su-
perior, sendo brancas, pretas e cruas a 240 rs. o par.
A lem de lodas e-la- fazenda oulras nimias que s i I
visla das boas qualidades he que se pdem ver-as- K
quanlo silo baratas, iiliancando-se aos Sr*. compra-
dores que neste estabelecimeno nao ha fazenda al-
guma que teja avahada, sim ludo sem atoara, de
bons gostos e boas qualidades.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS J)K SENIORA.
Indiana de quadros muito fina e padroes aovo*;
corles de laa de quadro e llores fior prec* commo-
do : vende-se na roa do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Vendem-se no armazem o. tO, da roa da Ca-
deia do Recite, de Ueary Gibaba, os mais superio-
res relogios fabricados em inglaIerra, por precos
mdico. r r a
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-e o excellente rorcance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumespor l.sOOO 1*., na liviana
n. 6 e 8 da praca-da Independencia.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lilboa, epotissa americana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto&
Companhia.
Vendem-se a rpelhores bichas hambursuezat
que ha no mercado, laato a cantos como 1 retalho ,
(ambem se alogam: na rua das Croa n. 40.
NICO DEPOSITO DE RAPE' AREIA MJETA
, ,. DA BAlilA.
Ol? T' V"rtp mia?S."V ditador.p, se vende nica-
mente de o librasj
REMEDIO IMCOHPA8AVEL
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeiraqua- h
lidade, de propriedade do conde
de Hareuil, rua da Cruz do Re-
cite n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 36$000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao az.ues.
POTASSA E CAL YIRGEI.
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recite, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa era petflBtudoa
precos muito lavoraveis, com os quaes -
carao os compradores satisf'eitos-
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Sanio, arma-
zem n. 48, de Uostron Ro-
oker %-C.
Vende-se ac em cuchetas de um,quintal,| por
preco muilo commodo : no armazem de He. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Santo o. 11.
Ni roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado da Lisboa pelo briguet-
deranj-a.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se iMperior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqtteire, medida
velha por 5S000 res : nos armazens ns.
5,5 e 7, e no armzem delrfinte da porta da
allandega, ou a tratar 00 escriptorio de
Novaes & Companhia na rua do Trapiche
5i, primeiroandar.
UNGENTO HOL^^^M
M libares de iadividpos de id oafAes poden
I estemuiihar a virtudes desle remedia incomparaval,
provar em casoueceasario, qae, pelo uso qae dalle
hzeram, tem sea corpo e mei iramente
aos. depoi de haver eoipregado ioultln
Iratameolo. Cada pesas poder-se-ba convencer
dessas coras maravilhoia pelaleilura das peridicos
que Ih'a relalam lodos o dta ha olio anuos ; e
maior parte dellassao lio sorprendentes que adrai-
ram os mdicos mais celebres. Qoantae pessoatre-
cnbraram com este soberano remedio uso da seos
braco e pernas, depa re ter pero Wdo longo
lempo nos hospilaes, unde deviamsoflr* a amputa-
do : Helias |U muita, que havaauJ uteewes
a>> los de padecimeniov para m pa* m Ueram a
essa operario dolor.osa, forun curad implela-
menie, mediante o nao desee precioso n Mdio. Al-
gumas das lae pessoas, aa efewe de seo reconheei-
menlo.declararam eilesratulladosbeot dianle
do lord corregedor, e outro magistrado*, afim de
inaisautenlicaremtua afflrmaliv.
>inguem desesperara do calado de sua
livesse bastante confi.nca para easaiar a
conlanUr.nle, segainde algum tempe
ment que uecessilasie a natareze da anal, coja re-
sultado sers provar inconleslavelineale : e ludo
cura I
O uayuenfo he til ma parlitmlarwinU noi
seguinles casos.
Alporcas.
Gaimbrat).
Cairel.
Canceres,
^Tladur.
res de eabeca.
das costas.
des membros.
fcnrermidades em geral.
Enfermidades do anea.
Eruet&es scorbalicae. -
Fislulas no abdomen.
Frialdade oa falta de ca-
lor as exlremidade*.
Frieiraa.
Gengivas escaldadas.
5
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons ell'eitos ja' evperimen-
t tdos: na rua da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron 4
O Companhia. 0
Vende-se urna balance romana com todos os
^saus pertences.em bom aso e de 2,000 libras : quea
;. pretender, dirija-se roa da Cruz, armazem o.'A
psguSo de linhl
e algodao^
FLOR E FLOR.
A Farinha de Santander Flor de F
he a melhor farinha de trigo que e^js
todo o mundo, por isso sempre
cada a.mais superior em todos
dos, aonde tem sido importad**. hep,Ci
primeira vez que vera a est 'mewado
porem garante-se a veracidnd^, dg nfor_
macao: vende-se nicamente 'BQ arma.
zem de Tasso trnao.
Brinsdevella^ noat,maze_(iejjiQ
Bieber & C, rua da Cruz n. 4.
Venrie-e urna pretn de naco, qoefTnzinha
110 ater-
bem, ensahoa, e he perfeila engommodeira :
nore. | ro t Boi-Vieta a. 74, so dir .
I vend
'^'
a boa fama
VENDE BARATO :
l.encinhos de relroz de lodas as cores para pesco-
Co de senderas e meninas, pelo barato preco de 19,
li.,r.i llios de cartas liuissimas francezas para voltnrete
a 56U, toueas de lAa para seuhoras e meninas a 610,
tuvas muilo finas de lio da Escocia brancas e rie co-
res paro homem e seuhoras a 400, 500 e 600 rs. o
par, meia brancas e croas pura homem, fazenda
muilissimo superior a KiO. 200 e -240 o par, lm as de
pellica de Jouvin brancas e amarellas para hornera
o senhora 1JJ900 o par, camisas de meia muilo li-
nas e de pura laa para homem a 39000 rs.. dila de
algodio muilissimo finas a 18 e 19200, lesouras mui-
to finas para papel a IriOO. ditas superiores para
barheiro a 19500, leques moito linos a 39, rica abo-
iii.nliir.ts para cllele de madreprrola e de melal
500 rs., ditas para palitos a 000 rs., caUiilias com
phosphnros proprias para charutos a 20 rs.. ricos jar-
ros delirados de porcelana para llore de diversos ta-
maito e preros, ricas filas de seda lavradas e lisas
de lodas as cores e larguras, escovas finissima para
roupa, dilas pura cabello, (raneas de seda rie boni-
los padroes de diversas larguras e core, navalha -
nissimas para barba, caivetes liuiasimos e de lodas
as qualidades, bicos finos rie linho de bonitos padroes
e diversas lurguras, ricas franjas de algodAo branca
c de cores pya cortinados, lesouras para costura a
mais fina que he possivel enenntrar-se. e oulras mui-
lissimas cousas que Indo se vende por tan baralos
prefo que ao proprios compradores causa admira-
cilo: na roa rtu Queimado, nos quatro canto', n
bem conhecida Inj.i de miudczai da Boa Fama n. 33.
A boa fama
VENDE BARATO:
Rico penles de tartaruga para eabeca 49500
Dilos de alisar tambera de tartaruga 39000
Dito rie marlim lambem para alisar 19400
Dilos imitando tartaruga para eabeca 19100
Lindas meias de seria de cores para chancas 19K0O
Meias pintadas fio da Escocia para enancas210e400
Bandejas grandes e de pintura finas39000 e ifOOO
Papel almaro grrvc e paulado, resma 4J0O
l'eunas finissimas bico de lauca, groza 19200
Dilas muito linas sem ser de laura,sroza 640
Oculo de armarn de ac com graduarles 800
Lunetas eom annacao d tartaruga I3OOO
Dilas com armacAo de bfalo 500
Toucadores de Jacaranda com bons espelho* 39000
Meias de laia muito superiores para padres 200O
Ricas bengalas de caima com lindos casloes 29000
Dila de junco com bonito rasloes 500
Ricos chicotes para homem e senhora a I e 19200
Meias prclas de algodAo para padre, o par 600
(ravalas de seda de lodas as cores 19 e I92OO
Fitas de velludo de todas as cores, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca 400
Ricos reloginhos para cima de mesa 19000
Suspensorios finos de borracha, o par 400, 500, 600
I'eules muito linos para suissa .vaj
Escovas muilo finas para cabello 610
Capachos pintados ..... "tifia 700
Butes lini<-ir ca-
misa, a gr fa^ oo
Alcm de I
sas, que ; |a, quajidg.ics e preros" raz a
Imailo, nos quatro cantos, na loja de
;M fama n. 33.
es de meiti casemira a 2S000.
a de lluimaraes ,\, Henriqne, rua do Cres-
vendem-se meias casemiras de superior
de, pelo baratissimo preco de 29OOO o corle
Vendem-se sellins com pertencespa-
teTite inglez, e da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson Howie&C. rua do Trapi-
che n. t2.
BT CORTES TURCOS.
Vendem-se estes delicados corles de cassa preta
com pinfts carmezins n lislrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padroes, e s se vendem
as l('is dos Srs. Campos i Lima, rua rio Crespo ;
Mano 1 Jos Leile, rua do Queimado ; Narciso ala-
ria areeiro, roa da Cadeia, por preco muilo em
conta.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se o verdadeiro cognac, tanto em garrafas
como em garrotees: oa rua da Cruz n. 10.
CASEMIRA PRETA A tfSOO
0 CORTE DE CAt{A. r
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquifa que
di Cadeia. .
muilo superior, com 11 varas a pesa, por 39&00 :
vende-ie na roa do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a rua da Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
lim como polsa da Russia verdadeira : na praca do
Corpo Sanio n. 11.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Roa d
Senzala nova n. 42
Neste estabelecmento cm^feTha-
ver um completo sa^jirSento dmoen-
das c meias moendarpara engenho, ma-
ch.nas de vapor, e Uxxzi de Ierro batido
e coado, de todos
dito.
os tamauhos, para
Riscado de listras
do cores, proprio
jara palitos, caifas'*) jaqnetas, a 160
/
Cre
H'
o covado.
Vende-se ne rua do
olla para a cadeia.
Chales de merino' de cWes
bom gosto ,
Vendem-se na rua do Crespo, loia*
volta para a cadeia. '
Moinhos de vent
ombombasde repuso para regar loriase bai
decapim, nafundicade D. W^.fievrmen : na rua
do Brum ns. b.SelO.
loia da esquina qoe
de moito
nina que
matriz.
Lepra.
Malee das pernas.
4oa peitos.
deolbea.
Mordedura de rep tis.
Picadora de mosquitos.
PulraOes. -
0 uei mad el a.
Sarrte.
Sporir,6es pairida.
Tihb, eea qualquer par-
le que se 1
Tremer de ne
l'lcerae M bi .
do fi.
das afiiabfoee.
Veas toreid
das as p
Incharjies.
InfiammacJo do figedo.
da bexiga.
\ende-seesle ungento no esla'belecimenlo geral
de Londres, n. 244,Ji/raw*,e ni loja rie todos es bo-
ticario, droguista e oulras pescos cncarregadasde
sua venda em lode a America de Sul, lavaoae
Hespanha.
Vende-se a 800 retirada bocetinha cool^m urna
inslrur^ao em porlngoez pera eiphcar
fazer uso deste ungoenlo.
O deposito geral he em eea deja^aaS phar-
maceulico, na roa da Cruz a. a
buco.
C. STARR 4 C.
respeloMunente*nnoB*an. que 00 ata e
labelecimenloem Santo Amaru.eonliuHi
com a raaior perfeir.ao e proraptidJo. lod
Ue de machiuitmo para o uso da aja-aB
vega^ao e manufactura; e que para maior
de sen numerosos freguezes e do pubtic
leem aberlo era um dos graadae>9H
Mesquita oa roa de Brasa, ilraz
riohi
DEPOSITO DE MAC
construidas no dito seo esfabeleeimeel
AH acharSo os compradores
ment de moendas de canna, corf
melos alguns delles novos e a^T
experiencia de moitos anuos lew
sidade. Machinas de vapor de baiza e
laizaa rie lodo lamanho, lano balida
das, carro de mi e dito* par conda
assucar, iiichiois pan moer mandi ^^^
ra dilo, furnos de ferro batido para fa I
ferro da mais approvada construccao
alambiques, crivos e portas para f
inlinidade de obras de ferro, qoe seria idonio
enumerar. No mesmo deposito eiisic orna pessoa
mlelligenle e habilitada para reeeb
commendas, ele, ele, que os annoncianl lan-
do com a capacidade de suas' ofucinii e mac
e pericia de seos ofticiaes, se compromet
ezecutar, com a maior presteza, perfeijo, e exacta
eonformidade com os modele*ou desenlio,e inslroc-
cOesquelhes forem fornecid
DO
AOS SENHORES
Redozido de 640 p
Do arcano da in ve
do Stolle em Berli
ENGENHO.
500 rs. a libra
;ao' do Dr. Eduar-
empreado as co-
lonias inglezas e lyflandezas, com gran-
vantagem p^ io melhor a ment do
fvenda, em latas de 10
o methodo de empre-
ortuguez, em casa de
mpanhia, na roa da
de
assucar, acha-se
libras, junto cof
ga-lo no idiorj
N. O. Bieber
Cruz. n.4. ll
CA D LISBOA A \endem-se birris com cal virgem de Lilboa, pera
fechar contas, pelo diminoto preco de 49000 o bar-
ril : 01 rua da Cadeia do Recif, loja n.-O, defron-
te da rua da Madre de Dos.
Vende-se exeelleole taboado de pinho, recen-
temente chegado da America : nti rui de Apollo
trapiche rio lerreira, a enlcnder-ie com oadmini
idor do mesmo. *
Em caa de Soulhall Mellor&C&rnpanhia, roa
da Cadeia do Recite 11. 36, vendan,-,,, relogiosxo-
beriose descoberlos, de ouro, patale inslez, muito
supetjbr.
-'-Vetidem-seetncasade S. P. Johns-
tr & C, na rua de Semala Nova n. 42.
xilina inglezes.
rtelogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montar a.
Cardieirose casticaes bronzeados.
Lonas\ingIezas.
Fio de pateiro.
Vaquetas dy lustre para carro.
Barris de grSixa n. 97.
Vinho CherryVm barris.
Camas de ferror\
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Bi;um, pastan-
do o chafanz continu: haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se superior rap Piolo Cordeiro, qoe
muila aceitacao Um lido por ser o que maia se asse-
melha aode bisboa, assim come lodas as mais qua-
lidades : na praca da Independencia, loja o. 3.
Vendem-se amarridos cor* 3 rrobas % de car-
ne do serx^jBuito'baa e barall:_ na roa da Cdela
do Recifr jgb de rraeam e
BOSQUE
O nico deposito contina a ser na botica
Ihotomeu Francisco deSooza, na rua largado Ros
rio n. 36; garrafa graSajafjjjTOO e pee
BKHA.wgm o tu
Para cura de phtisica e (bajos es tena didereoles
grao, quer motivada por constipa
mu, pleuriz. escarros de sange^H^
peilo, palpilarao ne corceo, M 1111_____
dor na garganta, e lodas as moleslias d
NAVALHASA CONTENTO ETESOt
Na rua da Cadeia rio Recife 11. 48, p erro ao- I
dar, eeariplorio de AOuslo C. di M, coali-
noafjJPa vender a 89000 o par (1 ai j
bem eonhecidas e afamadas navalh.is de barba fritas
pelo aabil fabricante que foi premiado na exposirao
de Londres, as quaes alm de dura|-------------
riamente, uaoseseulem no rosto na
vendem-se com a condieAde, nj
derem os compradores delve-las
pa compra restituinrio-e o Importen
sa lia ricastesuurinhis para onhas, I
mo fak'icanle.
TAIXAS DE FERRO.
fumh'Qao' d'Aurora em Santo
muro, elambem no DE
rila .do Brum logo na entradary
te do Arsenal de Maxinha ha
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como ert geira,
batidas, fundidas, grandes, uenas,
razas, e fundas ; e em ambos os I
extstem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
Precc |gts commodos.
MRA5DAS E GRlDES.
Um liado evariidosorlimentodemodelles para
varanda e gradaras de gosto moderoissime: na
fundicao da Aurora, em Santo Amaro, e no deposi-
to da mesma, oa rua do Brum.
V
Na
ESCRAVOS FGIDOS.
*--
w
Desappireceu n dia 20 de oulubro om roole-
que de nome Joao, o6m idade de pouco mal ou mo-
no 20 annos, di/prela, bem fallante, he Blho
de Itamaraca, em/uin cero{0 oa verilha, levoo cal-
ca de riscadiobo ilesbolado, camisa branca, chapeo
de pello pre(o, 6 qual moleque he calafate : quem o
pegar, levando a roa de Pilar, ees Fura de Portas o.
103, sera bem recompensado. .
Funjo no sabbade 6 de outobro 1 prela Merian-
na Beoguela, escrava de Francisco de Frelias Garoe
boa e son mulher, levoo vestido escuro desbolado s
um tab'ileiro com roleles, lem o dedo grandes do-
pes torio para dentro : inlileda-se forra, porqne Ihe
concedemo etsa graca pormorle de nos ambos :
pesoa conhecida dii que vira o prelo forro Joaqoim
catador, e vendedor de miuaeza, sedozi-la no mes-
mo saneado noile na escada do Sr. Jote Claudinn
Leile na rua do Rosario, a dito escrava Mariinna,
pera que nao fosse para casa de sua senhora : esse
prelo Joaqoim foi escravo do Si. Thomax de Aquino
FoDseca : presume-se que a lenba ocultado, lisio
queja de oulra fgida, pela qual esleve na cadeia
foi interceder por ella. SuppOe-seque ambos lahirarn
a vendar miudezas para o mato. O abaiioassicnede
roga a todas as autoridades, capitaes decanpoea
pessoassuaconhecidisa apprehenslo da ditaV^a-
vi, que se responsibensa pelas despezis.
Francisw de Frtilat Gambo.
Ne dia 1. denovembro, a* 6 hora d Urde,
fug o cabra relii; por ha recommenda-se aos
capules de campo, aaajra ..esa a. autoridades poli-
ca., a apprelienalo de dte cabra, e leva-lo a roa
do yueiraado n. 37 A |oj, de 1,^,^0. alm
ta^rto ^. ,reP,csen"'' 'er 26 a 27 annos
fallar I! %?**'VUt' >"<*emnaracado no
LU ,e..m4*> Keeo eorP- Pte soperioVdo
n!tr.... eB,*,D<; levo 2paresdeeaicas'eom
Itstra axul a camisa de algodioxinho branco alguma
oonsa1 oja ; soppoese ter foglrto para S. Benlo pela
eslrada de Santo AnOlo por ser natural daiii.
s
.
PEBN TYP. DB M. F. DEFaRI' iS""


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