Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00480


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Full Text
4HN0 XXXI. N. 253,
Por 3 mero adiantados 4,000.
Por 3 meroa vencidos 4,500.
V
SEXTA FE1BA 2 OE NOVEMBBO DE 1855.
Por armo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
mm
DIARIO DE PERNAMBUCO
- ~ : ....
Eli,\DOS DA SLBSCRIPCAO-- CAMBIOS. METAES. I PARTIDA DOS CORBEIOS. ,1 ACDIENCIAS. EPIIEMERIDES. DAS DA SEMANA.
SUADOS DA SLBSCRIPCAO
meter io M. V. de Fara ; Rio de Ja-
^^^Ka Marlins; Baha, o Sr. D.
Hupfad ; M uhor Claudiuo FalcAo Das ;
arihiba nfaiio Vctor da Nnlivididc ;
(alai, o lr. Joaquim Ignacio Pereira Jnior; Ara-
Si. Autonio de Lemas Brasa ; Cea ni, o Sr.
Oliveira ; MiraiihAo o Sr. Joa-
S^^^^^^^Htdrigues; Piuhy, t- Sr. Domingos
culaiio AekilesPesso Ciaren*; Para, oSr. Jus-
matosas, o Sr. Jeronymo 4a Cusa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 7/8 e 28.
Pars, 350 rs. por f.
Lisboa, 98 a loo por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/a por 0/0 de rebale.
Acces do Banco, 30 0/0 de premio.
n da Companhia de Bebetiba au par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de lellras, de 7 a 9 por 6/0.
METAES.
Ouro.-^Dncas bsspanholas. ._
.Moedas de 65400 velbas."
de 6JM00 novas.
de 4<>00. .
Prata.Patacbes brasileiros. .
Pesos columnarios. .
mexicanos. .
PARTIDA DOS CORREIOS. I ArDIENCIAS.
29500OIOlinda, lodosos das. Tribunal do Commercio, qoarias e sabbados.
165000 I Carnarii, Bonito eGaranhuns, nos dios 1 e la. iRelaco, tercas-feirase sabbados.
169000 Villa-Bella, Boa-\ isla, ExeOuricury, a 13 e2S. Fazenda, quarlas e sabbados s 10 horasv-
99000 Goyanna e Parahiba, segundas e sextas-feiras.
19940 Victoria e Natal, as quintas-feiras.
19940 PREAMAR DEHOJE.
19860 Primeira sjl llorase 6 minutos da manhaa.
Segunda s 10 hurase30jminulos da larde.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphos, segundas e quintas is 10 horas
11* jara do civel, segundas e sextas ao meio-iia.
I S^Pira do civcl, quarlas e sabbados ao meio-dia.
EPIIKMERIDES.
Noverab. 1 Quarjo minguante as 2 boras 46 mi-
nulos e 48 segundos da larde
9 La nova as 5 horas, 11 minutos
e 40 segundo da tarde.
> 16 Quarlo erescente as 9 horas, 2(ftni-
nutos e 49 segundos da manha.
23 Luacheia as5 horas, .11 minutos e
4 segundos da tarde.
DAS DA SEMANA.
29 Segunda. TrasladacodcS. Isabel
30 Terca. S. Euno m. S. Macario m.
31 Qnarta. Vigilia) jejum, S. Quinlino
1 Quint a. JsFesta de Todos os Sanios.
2 Seis la. Commeinoracio de lodos os def untos.
3 Sabbado. S. Malaquias b. S. Horberto.
4 Domingo. 13. S. Carlos Borromeo are.
S. Joannicio ab., S. Claro presb., S. Pierio.
iinirncuL.
A PROVINCIA
la 39 ao eatafere.
nlni'trador to correio, para infor-
fko porque hon lem uAofoi receida na-
lajtarlir-Ao a mala do vapor inglez, que runfla
da mesma repartido ja fechada.
i agente da companhia do paquete? de
mo que o vapor Tocantins procedeule
uorle deve sabir lioje para os do sul s
lo mesnio. racommeiulandp que roan-
igem de criado para o Kio de Janeiro un
iKmnlhi* ao hachar! Jos de S Cavalcanli
Ir. Tenho lias roaos o ollieio. rio forma de
f. S. me acaba de dirigir, diiendo :
columna ofiicial do Diario it Ptrnani-
jullio ultimo, que achando-ine de ps-
ito se esperar um navio negreiru que des-
a toa illicita carga na desembocadura
inliaem, ou arias por intermedio do chafe de poli-
dades locaas para estorem vigilantes, e
Sisa infricrAo dasleis : o que nAo obs-
Diario de Ptrnambttcu de 17 do cor-
quanjo efleclivamenle appareceu u ne-
d'aquellas autoridades eslava no
enca ilesb colpavel e inetplrcavel,
ando as informares que V. S.
cerca de iO Afriranos que com-
inelo, ao menos Ttiforamfurta-
i perpetua esenvidao com a soa
que estando V, S. longe de querer
nada Me podera ser mai satisfaclu-
a cerleu de que as asse.rret cuntidas
|s infcrraaa-rt recehidas por V. S." fo
jije, al que isto se d, julgndo sru Dsenlaiite do governo deS. M. Brila-
irov i ocia, revocar ilembranca desla pre.
obngaces con'.rahidas entre o Governo
II na convenci de 2) de novem -
^^Br contra a negligencia das
luna oieuciouadas, como urna quebra-
placOe, como um acto discordante dus
do Governo Imperial-para extinguir o
ivos, e como um incitamento renova-
ratico, Im mullo abandonado ue,la
oiapre communicar, que considero
iaile a questao que V. S. suscita.
rece congruente eeilar sobre ella urna
|jinalica, qae me parece smente dever
la imperio, enlre o ministro de S.
rao Imperial, i cuja alio co-
lmo semprc levar, com a maior fi-
lante se passa na adminisIracAo pro-
Segundo batalltio de in/antaria. ^a
Tenente Jos Marcellino de Araao, approvad ple-
naiiienle as materias de exame da primeira parle
era manejo de arma e rogo, e simplesmente era
manobras de hatalhao; aalisfet plenamenle na se-
gunda parle qaanto a detalhe, e-cripturai.Ao e eco-
noma. Exaraiuadu na respectiva arma no da 27
de ulubro.
-\ono batalltao de infatuara.
Capitao Joao Baplista de Souza Braga, approvad
plenamente nas materias de exam da primeira
parle em manejo de srma, fogo r inanobras|de ba-
lalb.iu; salisfe/. plejiainenle na segunda dita quau-
lo a delalbe. escriplurarau e ecouomia. Es.nni-
nado na re'a|ieclivu arma no da 27 de oulubro.
lenle Vicente de Paula Kios de Ohveira, appro-
vad plenamente nas materias de exime da pri-
meira por le em manejo de arma efogo, e simples-
mente em manobras de balalbao ; satisfaz plena-
mente na segunda dita quanlo a detalhe, ccrip-
luracao e eeonumia. Examinado na respectiva
arma no da 27 de oalubro..
'lente Ignaeio I,ornes de S Queiroz, approvad
simplesmente nas materias de axame da primeira
parte era iwanejo de arma, fogo c manobras de ba-
lalliio; satisfez simplesmente na segunda dita
quanlo a detalhe e escripturarao, e plenamente
quanlo a economa.Examinado na respectiva ar-
mano dia 27 de oulubro.
Cfirpo de acallar,a daj/uarniro fixa da pro-
rincia da Baha.
Tenente Jos Joaqoim Coellio Jnior, approvad
plenamente nas materias de exame da primeira
parte em manejo de arma, fogo e manobras de
balalbao ; satisfaz plenamente na segunda dila
quanlo a detalhe, escripluracjlo e economa.Exa-
minado na reipecliva arma no dia2i de oulubro.
Assignadn Jos Joaquim Codito.
Conforme. Candido Leal Ferreira, ajudante
de ordens eucarregado do detalhe.
ADDICIONAL A bE S. 139.
O marechal de campo commandante das ar-
mas, em harmona disposirau conlida no aviso
do ministerio dos negocios da guerra de -2-2 de se-
lembro do crrenle anuo, em o qual re declara com-
petir.as autoridades militares a execucau das senten-
cas dos tribnnaes militares, determina, que as pra-
vas que por criine de desercAo foram sentenciadas
pela jnnla de jnslica em sessSo de 26 do crranle,
a Irabalhos pblicos para o presidio de Fernando,
liqnem excluidas lemporariamente dos respectivos
corpo<,deven las i embarcan para aquclle presidio no transporte
IjegaUdade, que se fara de vela uestes dias. As guias
d'esles sentenciados com as copias das seulencas, s-
rAo remetlidas au quartel general, afim de terem o
conveniente destino.
.\ssignado Jote Joaquim Coel/to.
Conforme.Candido Leal Ferreira, ajudanle de
ordens, encarrecado du detalhe.
I de proceder Iraria confuses e demoras que nao com- | Weiber, Pitetli, Klin e Pedro Kebaillier, sao os
portan) olimites do nosso artigo ; tentaremos cbo- I principis autores dessas roarchetarias, dessas id-
ear o carcter particular da exposicao de cada urna croslaces, dessas esculpturas que encantara e des-
das nacoes que loinaram parle no concurso. Pas-1 lumbram os visitantes das galeras da exposicao.
aremos rpidamente sobre a Franca em que ja te- I As folhas d'aco fandido, as serra, as limas, a cu-
raos fallado muilas vezes a este respeilo. I ieiaria sao representadas cora esplendor por !MM.
Alguns alem censurado por ler feilo para si o : Jakson e Talabat Sommerlel, Dantan eC., Malain- pescadores, balis de salvacao. Um desenlio de R.
quechamam aparee do lio, o menos qaanto ao gy, SUnvenghre de Nogent quanlo i culellaria B- Napier e lilbu servindo principalmente para um na-
espaco que ocenpa : he fcil responder a esta ceu- i na, por MM. Sabaler, Drumn e Gerard deTbier8
sura que o espaco fui por ella cheio de lal sorle, quanlo culellaria gros-a, e em fim por M. Char-
lo de M. Helme, os de Ilallingworth e de M.
I.amb.
A marinha e a arte mililar, a das construccoes ci-
vis lem um Iropho na gtande nave do palacio dos
campos Ehseos em que assignalaremos modelos ma-
ravilhosairenle execuladus, navios, barcos, balis de
uiu enjergando V. S. no p
ensau do negreiru, e na cor*
publicad,i mi Otario dcHcrua^^, j
uta da sincerjd4vT~ciMii que prk
liavj) meu dever, e assim salisl'azer os
^ibYerr imperial; e antea, sem
migo a mais ligeira confarqncia
m ao menos por mera benevo-
-ando-sc pelo contrario tao preocupado
aj6es qae recebera, e com una caria
pa no Diario de 17, que repulo
n poaao.neslas circunstancias, conlafs|
r, e Iranquilisar; pa-
alifcras quaesipier eiplca-
iceis e claras que ellas|sejam,
declarar a V.S. que.sem ue-
-ado, lisongein-me de nlo ler
nidjir-me do que devo i minha
a de meu paiz, e ae meu governo.
. os meas protestos de eslima e per-
V. S,. Palacio do governo de -l'er-
1 oulubro de 1815. Jos lenlo da
ufo.Sr. cnsul de S. M. Brtan-
^UlMJftCIO.
DtllDO SAS ARMAS.
ral ] de dai arnn de
ce ucUie do Recite,eaa 31
o.br A IMS.
OREM DO DIA N. 133. ,
! sesujeilaram, nos termos do
de 3 de marco de 1851 e do
le ministerio dos negocios da
a%tembro do correnle anuo os se-
Au> mencionados, e determino de
aa ordens em vigor, que esse re-
pea respectivos assentamentos.
TRIBUS AL 1)0.
Seisaafualeiarla "em 31 de oulubro de 18,Vi.
cto do E\m. Sr. desembargador Firmi
Antonio de Souza.
l'u'tagen?.
Appeilanle, l.uiz Antonio Vieira ;
Appellados. os administradores da massa fallida
d Ricardo Rnyle ;
Do Sr. Leso aiSr. Valle.
Embarfranle, Malinas Lopes da Costa Maia ;
Embargada, D. Mara Leopoldina da Costa Kroger.
Du mesmu ao nie-mo.
Appeilanle, Joaqoim Correa Telles.
Appcllado, Joaquim Dnmingues da Silva.
Do Sr. Santiago ao Sr. Leo.
que ninguem lem motivo para queixar-se, e alem
disso, que por outro lado est dentro du que he seu,
e que > sua modestia nAu poda chegarao ponto de
se turnar negligente em urna fesla \ qae convidava
o mundo inleiro. Pralicou nesla crcumslanci com
toda a franqueza e largela do ama nacau que as-
pira s liberdades industriaes e commerciaes mais
completas e mais esclarecidas. Expoz os seus pro-
ducios proprios e as materias primas das suas colo-
nias, arranjou esta immensa encyclopedia em urna
ordem adiniravel, tornou ludo patente, ludo publi-
co ale as menores particularidades dos seas pruces-
sos, das suas operacoes, demonslrou qual he a sua
Wca, provea que dentro dos seus limites u somma
desvalores creados1 pelas pessoas induslraes se eleva
sobre a dos valores creados pelas grandes, que as
pequeas industrias etigem menores capitaes, em-
pregam mais bracos, desenvolvem mais inlellgeu-
cia, e proporcionam mais bem-eslar com menos
complirares socaes du que os procesios das manu-
facturas organitadas sob o imperio da diviso du
Irabalh elevada ao extremo ; proven tambem que
o desenlio e a forma augmentara muilo sera oulras
despezas mais do que a da imaginado o valor das
mercaduras que se podera applicar, e resgalara
cura vanlagen. ou a inferiorutade dus processos me-
chanicus, ou a insufflciencia dos capitaes.
Nss artes do desenlio,'nos artigos de luxo, n era rival era parle alguraa : a elegancia e o goslo,
o senlimenlo geral da forma s.tu taes, que a impres-
saogeril ha inli a da su i superioridade artstica
sobre todas as nacoes. Os seas artigos ten] o cunti
da dislinccAo deudo ao Intento do- seus desenliado-
res e i habilidade rncumparavel dos seu artistas,
Possuem a graca, possnem o nn sel que, o qual
d vida e alm i materia, per/unje s flores, cures
ao objeetu,; e i-lo sem preuccup.icao patritica,
pois que se enconlra em loda a parle, no palacio
dos campos Elysens, a cha mua immorlal do engenho
trance/., que be para a Franca o que as minas de
farro e o oarvAo sao para os Inglezes, e de mais um
capital iuexgolavel.
Comediremos pela rainha de todas as suas indus-
tria, a industria lyonesa : muslrou-se mais bella des-
la vez do que nunca fura, nilo lem realmente una
s parte frata, os \eludo-, os broca los, us setins, os
os tafelas. ludo be de urna varieilade inlini-
l/T de urna riqueza inaudita, de um goslo exquisi-
o, gracioso uiiiiiiavel. Os ornamenlos de igreja
s.io urna ubra prima de fabricaco, de urna belleza
grandiosa. As rendas altestam um grande progres-
ire
vio a vapor em conslioccAo da forca de mil cava I los
e de 3,600 toneladas. O James Bugns cuja meda-
conio o fee das nacionalidades diversas qae o com-
pe ; as suas remedas, apezar de corla falla de uni-
da le, nilo deixam todava de apresenlar crto inte-
resie, ora suh o aspecto da elegaocia e da boa qua-
lidade, ora pelas conrii^es econmicas, parliculares
U principaes indaslrias. A Hungra e a Bohemia
-ao as centros principad da industria agrcola e mi-
neral do imperio : a Moravia e a Hungra sao espe-
ciilinente ricas em exploraran mineral, o carvSo de
pedra, os cukes, os mineraes de ferro, o chumbo, o
Tai .un com
m.
EXTERIOR.
GOHBESPONfDENCIA SO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS.
, Bongival 7 de oulubro.
A rj-BoiifSo universal ie 18i."> em Par/.
O cunliugcnle ordinario dos aconlecimenlos, to-
mando cada vez mais um logar importante em a
nosst correspondencia, al o presente nos lem cuns-
irangidu a dar apreciaroes somente pnrciaes acerca
desle grande fado econmico e industrial desfa au-
no, de sorle que os nossos relalorios solire esta ma-
teria parecem dever^contiuaar-se indefnidaineulr.
Pretendemos hojt^aproveilanlo algnns instantes de
desean, pasiilu n'um lugar em que os chos da
polilicj>'tTigam enfraquecidos, pretendemos, reco-
coinuiandante das Minas pn-~HtwfjW as nossas recordaeoes mu frescas e mui re-
da guaroicau o resultado do snles*^iara_ nao eternisar ara I raba I ho que aca-
bara por turnar unto dala demasiado aniega e um
nteresse demasiado retrospectivo, enlr. -de urna
vez para sempre em um estado deliii'\ivo.
N.lo taremos nina descripcaocircu slunciada, um
cathalngo completo dos differentos productos expos-
|Os, dando a cada um um exame canparalivo do seu
estado enlre os diversos povos : semelhanle maneira
OLHETIM.
^
--
KQSTHUMO. *
Por Mmbrn* Da Gibs.
VIII
uoro ue
elegante"
Denos honra
Juan lo s lelas
nho tAo brilbanle como l.yon, a respeilo das suas
sedas : aqu ja nao lis a riqueza da materia, he a
elegancia dos desenbos, lie a brilbanle execucAo, os
algodoes ornados, os lecidos de linho, de canhamo,
as fazanslas de laa lem ama grande importancia
que fazera da Franca a rival feliz da Inglaterra, tao
poderosamente materia.
O leste do paiz he como urna grande escola de im-
pressAo em que se vao formar todos os mestres e
contra-mestres da fabricacAo universal.
A metalurgia he mui rica, as machinas francezas
Ao verdadeiras obras primas que exclam a admira-
cAo dos proprios inglezes, ns slabelecimentos de
ladres, de Derosne e Cail, de Cav, de Gouiu, de
Bubdicum, de Mlus, dt Mazzeline, do Creuzal, da
Ciatat, de kuvliln trouieram poderosas machinas,
locomotivas, ao passo que oulras fabricas mais espe-
caes : Cirafleiissaden, Dabied e Ducommum, Calla,
Decosser, Slechelin e uniros, euviaram objeclos de
grande perfecao, machinas engeuhosas que con-
rorrein para o eslabelecimciilo da mechanica.
Os insiruiiicnins de exaclidAo de astronoma, ci-
rurgia, relojoarla, levara vaulagem sobre todos us
oolros, desde os chroiiomclrus at os phares, desde
os oculos al os pianos e orgAosl assignando ao paiz
nas sciencias o lugar qae oceupa nas artes.
Os productos chindeos sustentaran! a sua anliga
repulacAo, e como se sabe, achimica li una cien-
cia interameiile franceza. As cristaleras de lincea-
ra!, S. l.uiz eClichy lulam de um.i maneira briltianle
com a Bohemia e a Inglaterra, as fabricas de por-
celanas, de faanca e de esmalte teni urna dupla su-
perioridade industrial e artstica ; a marcenara se
excedeu a si prupria, a marcenara he urna industria
riere lillio quanlos aos instrumentos de cirurgia.
Os objeclos fundidos de ferro, zinco, cobre, de'"
tinados a qualquer uso sAo de ootavel perfecAo.
As manufacturas imperiaes dos Gobelinos de Bean*
vais, da Savonnerie e d'Aubusson euviaram as suas
lapessarias de urna reputacAu maravilhosa ; Sevres
e S. Gabain as suas porcelanas e os seus vidros.
Em fim os arligos de Pars que compoem tAo
grande quantdade de indaslrias diversas, comple-
tan) o conlingenle da Franca conlinenlal. .>ao vol-
I iremos obre as joias, a ourivesaria e os brenzes
que ja temos examinado.',
Enlre as colonias oceupa o primeiro lugar a
Algcria com os seus melaes, as suas madeiras, os
seus vveres alimenticios, os seos vinhos, os seus
leos, as soas materias lecves, lado quanlo faz u
[seu futuro, a carbonilla, o fumo, o linho, o ricino,
'a oliveira, a nnreira, o Irigo, o milito, a cevada, a
aveia, os fructos, objeclo do nina exportarn con-
siiieravel ; as lAas brutas sAu soberbia. Os produc-
to- da industria rabe se compOe de M^os, toques,
sapatos, sellos, jaezes e armas. Em fim, vem as
Antilhas, o Senegal, a Goyanna que apenas euvia-
ram um pequeo numero de amostras.
A Inglaterra, depois de se ler preoecupado do-
rante algum lempo das quesloes econmicas que fe-
chara aos seus productos os mercados da Franca,
mostrou grande acodamenlo em responder ao ap-
pcllo que lite lizera. Doas mil dos seus uaciomies
euviaram a Pars'os penhores da sua aclividade in-
tusirial e cnmiiiercial. e as suas colonias virim
com o esplendor das suas riquezes e a sua immensa
variedade, rematar o complejo brlhante.
O principal carcter desla expnsicAo he o numero
e o barato dos producios, lie a superioridade do ope-
rario, mas lamhem he a inferioridade do artista. As
mnase a melallurgia sau mui netaves, 2G'i amos-
tras de ca van de pedra allestain quinto as explora-
^es do precioso combuslivel sAo innomerosas, os
productos de ferro sAo dignos de todo o elogio, tanto
pola belleza dos especimens como pela sua judiciuta
cnllocac,-io. Entre os vegelaes, as remessas das colo-
nias oceupam urna arga parle,- a sua accAn na indus-
tria manufacturera e na alimenlacAo do paiz as dis-
linguiram.
ti- iuslrumenlns da agricoltura superiormente es-
tallados sb todas as relac,oes, estiveram presentes^
charriias, grades, cylindro's, extirpadores.
pos locomotivas que se vAo acl
furmam o arsenal agrcola mais co1
feilo qne se tenba reunido al enl
-_,. .\s.macbinas de fabricaco altest
afjportantcs apc>fa>ea3a"le",',, !t,e'''i,
prensa
das raa
Iba deixa ver todas as acomiuodaces inleriores desle \ zinco, o cobre, o e-tauho leslemunham urna vare-
navio destinado Australia. dado de producres mui uolaveis ; alem disso, os
Para completar os elementos martimos exisle o : v'slanles do palacio dos campos Elyseos lem podi-
modelo em relevo dosdoksedo porlnde Sunderland, "loexaminar o mercurio de Briinn, o nickel e o co-
os da ponte de Salt Ash, da ponte Clipslon por Bo- il,ilU de Berndorf, oaolimonio e a prala da Hongra,
nel, o do Mcriuos Sal de Bradforl, a Vicloria Brid- j oufu de Kefuinitz.
ge, eniDm o inaguilic.o modello da Bnlauui.i, ess.i Quanlo aos producios agrcolas, i allencAo se fixa
primeira ponte tubular que liga n Inglaterra i Es' principalmente sobre trigo, a cevada', o cenleio, os
cossia, conslruccf-es lodas elevadas onde o commer- aromas da Hungra, d Moravia e da Bohemia, o-
ci requer. arroz da l.ombardia, o millio dos .dominios impe-
a hydraulca pala ei
adairas o dos cjibo% '
sace lem um iriim- que serven: para abrir tleu8*
veis assim como os esgotos que do em um rio e con-
fundem-se com as aguas.
Sempre fui miseravet; mas todo he relativo; nim-
ios invejaram minha pobreza, qual para riles teria
ido grandeza ; porm duvido que as riquezas mais
incalrnlaveis livessem podido fartar-me. A' forja
de projeclos iusensalus consegof cr.ar para mini ne-
cassidades impossiveis de erein aatisfeilas ; a renda
do Imperio romano parecera -iiisollicienle as minh.is
phantasias, c eu seria pobre possuiudu os thesourus
de Gulcunda. O luxo de Hcliogabalo qae mandava
rcar de diamantes as salas de seu palacio, nAu pa-
utas notas que sAO a nar- i rece-me mnilo extraordinario, e axho a estatua de

T,
a*
5 I
mi pean-
de -,in.
Ileae
uti
lava api
n a raen
Como ti
^^^^^|v" untos de minhas
io fallado do niinlia mAi
UMMenle. Sera urna basophia
i! lie a exprsalo involuntaria
e ilominouwiie a existencia,
i preinHuraniente fazer
aaielta joventude que atlrihui
tas dores que vAv^ancar-ine
empre seuti que alguma eousa fal-
; Untio procurado por lodos os
erida. pela qual coma meu sau-
ta separnu-se Je mira rcpenli-
i-me vacillanle e perturbado,
perdeu o guia, lenlio ido de en-
arvoren do caminlm, e lenhn me
vez de queixar-me de mi-
Iciulo cunfar minhas penas
visa-las, leidio vivido de
Ideiicias, tenho sido 10 mesnio
teaapn iso he fraco, o lquur far-
Mes a quebrar se, o outro vai
itorrai i le substituir nunca os praze-
resdoetill, se enfaslici-me tanto de
minha ai porque nAo me amaraiii
liberes julgim ler cum-
io amor quando lem-se
soa alfeicn ; uiuauain-se. Bera
o sania e sublime da
lia eslo as,caricias
ero indigna de um imperador. So eu huuvewe li-
rio grande riqueza, teria si lo pergosu, logo he me
Huir que tenha sidu sempre pobre. Deinais se a hon-
vesse liilo, leria ado um estupido moi desejoso de
augmenla-la, c poueu se rae leria dadu de restaurar
0 Baixo Imperio para maior gloria dus sopliislas, lil-
leralos, hslroes e dansariiios. Todava quantas via-
ger.s leria cinprehendido quintos llieilrns leria
edificado quanlas feslas leria dado aos artistas, aos
poetas e s mulheres, esas manifesla{oes divinas da
iulelligeuci.i e da forma quintos livros, qnantos
quadrus, quanlos monumentos, quintas estatuas,
quantas symphniiias teria feilo exechtar Que Dos
bondadoso eu teria sido para os escolhidos do Espi-
rito, para os inventores e ousados conservadores que
lancam-se no paiz do de leria feto construir para ir explorar o fundo dos
marea que balines gigantescos par* sabir al s es-
trellas que eiercilos de obreiros pac arrancar das
eiilranhas da Ierra lodo o seo legreda !... Dos me
perdoe, eslou lonhandn ainda Ah '. he em scismar
sem cessar loucuras senielhanles que tenho consu-
mido minhas melliores facilidades.
Alravs de ludo o que tenho amado, possuidu, de-
tejado, procurado, querido, pedido c decidido, de-
cid, ped, quiz, procore, desejei', possoi e amei os-
tra consa. Quem lembra-se da cancAo de Goethe :
1 ailas vamtalmn'.'
Minha mal vivend.i juulo de mm, vigiando meu
espirito com snlicilude inalernal, dirigindo para si
rAo suprema [ todas as necesidades de alfeicAo qoe e senta e nAo
oube olilisar, empenhaudo minha juveirtude era um
ie era para mm m piulo I traballu anidnn, leria acaso modificado suflicieute-
, cavnu-me im cu- nicnle rainha ndole para impedir-ine de ser inleira-
meule desgracado '.' He urna perganla a que nao
pusso responder quando iutorrogo-ineimparcialoieu-.
te. Us prazeres que ella reservava-me parecem-me
lalvez grandes porque nao os conheci. Eu me leria
talvez enfastiado brevemente itolles ; le-la-liia dei-
xado para ir em procura' das affcicSes facis que at-
Irahem os mancebos e os dosprendem do lar domes-
tico. Quaes sAo os filhos que amara m respeilam de-
vdamenle as m5is f Sao os vejo, rjanlleci alguns
qoe /ombavam c fallavam dos maules daquella que
.os conrebera. Senl o cora^ )erlar-se-me de
colera.
Dz-se : a tornara de nm pai c amor de urna
A casa W. Jakson enviou os mais bellos objeclos
de ajo de serralheria, a casa Bedfortdc Srheflield a
mais bella colleccilo de limas que se lenham visto,
as fauces de orfelt e foucinhas de Butterley aug-
mentara linda a importancia da exposicao ingleza.
Nas arles raetallursicas, os pequeos bronzes pa-
ra objeclos do aatceueria, as fach.iduras para os lu-
gares interiore das casas, as fechaduras de seguran-
za, os serviros de mesa e de cha, a louca de ferro es-
maltada e oulros artiga* se recnmmendam em geral
pelo preco e exeeucAo; as agolhas lem una superio-
ridade bem cobhecida.
Em urna das nossas ultimas correspondencias fal-
lamos da ourivesaria e das joia, nAo repetiremos
quinto sAo inferiores sob o aspecto arlislico. A cri-
laleria esl igualmente mui atrasada, os vidros cor-
lado- e mol lados sAo pesados; mis no dominio scicn-
lilic magnficos objeclos de 11,7i de dimetro foram
expostos por M. M.)Mance irmao de Oldbory.
Quanlo aos lecidos, a Inglaterra que lira de loda*
as paragens as suas materias primas, levaos allas^"
as parles inanufacturadose quadraplica lusem valor.
A sna industria lecivel mais importante he a do ilgo-
d.ii,desenvolvida nos dislriclis de Mauchesler.de Sal-
forl largamente representada em Paris.os lecidos de
lia se resumem especialmente nos cadarcos de Irlan-
da e nos chales de Escossia. As sedas inferiores s de
Franca lem urna sabido peifeitaiuenlt nolavel; as
meias, os bordados, as rendas, as musselinas horda-
das mechanica, os tapetes tambem possuem um
merilo inconteslavel. As industrias concernenles
nobilia e decorarles nAo sao urna das parles brilhau-
tes da exposcAu ingieza. O Caoulchouc ah figura
sb lodas as Turmas, navios, mallos, vestidos, sapa-
tos, cabos de facas, madeira, espingardas.
As luvas e os saptos sAo para os Inglezes urna
fonle de exporla;ao, vendem os -eus objeclos desle
na America, e comprara para si os de Fran.
O seu uecessario he
Gran bV"1'''- as 1
!Pho(ograf1,io"'aomuibe11''9
1 na.Au s5dde ,im' "ec
pecalidade para a
litliograplias, os
ae a encader-
evpe unen
as macb
csposicao
JobIi Brch. que servio para a cnn-lrucean do^
co de cristal, as eiras de Jackson, as machi.
fiar algodAo de MM. l'l.ilt irmao. as de perr
linho do M. M. Comh & C, a machina mecha.
esco-sivo.
Um dos gran.lcs a-,,.
ngleza, he o desenvolvimenlo do seu continenle co-
lonial, e em primeiro lugar a ludia : la depois de
4,000 annos a civilisa(Ao nao tero dado um passo, e
a companhia impotente para imprimir nos hindus
unho do nosso ultimo seculo, apenas envin os pru-
uclos desla immovel aclividade: osllo- bordados
b unba d'Appald, os apparelhos de M. Crippe de dalo em qae a arle armoniosa fascina os olho-, joas
Manchester para gravar sobre cylindro de estofas de- em a materia deixa a mito de obra mui longe della,
cubados no papel, o indicador de nivel de M. Cof- armas esculpidas, esmaltadas e douradas. Toda a Iu-
fcy, e o ventilador Je Lond.
A relnjoara hn sempre irrcpreheusivel, os cliro-
nomelrps de MM. DaviiJ e filho, Frodschane e Bri-
cker se dislingem da maneira mais saliente. Os
insimlenlos de ptica sao pela mor parle instru-
mentos de primeira ordem : Lond Boss jiintou ao
modelo do sen telescopio pholographicos do svslema
planetario. Os microscopios de I.udds e King de
dia est uu palacio dos campos Elyseos.
A Austria lem um carcter iuteiramenle especial,
he nina Ierra de maravilhosa riqueza, da n.i pa-
tria os ccreaes, a lAa e o ouro era taes condirOes
que lalvez nAo estoja tonge o dia em que pussa pesar
com grande peso sobre os deslaos do mando civl-
Sldn.
O Canad lem um gracioso Irophco: e,m sua base
Rrislol sAo de excellentc contruccAo, e as prepara- \ esliu collocados barrs chciosdn vveres alimenticios.
ees microscpicas de Topping sao bem feitas; a eol-
leccAo dos inslrumentos Irignomelrtoos do tenente
coronel James he a mais cmplela que se possa ver.
No dominio das,machinas que serven) para aqne-
cer, ha um apparelbo fumivero do Dr. Aruoll, gra-
des de llooles, folies de M. Omuns extremamente
inleressanles. Os apparelhos elctricos do profassur
Wheislone, o telegrapho elctrico de Walker. o de
M. Healay, ao qual um man artificial serve de pila,
a collecrAo de (ios melallicos para lelegraphps sub-
marinbos, minas de caminho de ferro de M. Nenal
sao principalmente dignos de altonjAo. .
Quanlo aos producios chimicos mencionaremos o
prus M. Warren Delame, a camphora, os calomelanos, o
sublimado corrosivo de Baker, os apparelhos de pla-
tina de Beulhuiius e Froeudes, o graphilo de Brodo.
nao sii exclusivamente franceza, mas eicluzivamen- Os couros e os papis tem habis representantes, os
le pariziense: he impo-sivcl enumerar e descrever as
maravillas,que prodozio e expoz, MM. Grohe,
Tahan, Barbedienue, Fossey, Meynard, Chaix,
couros corlidos de M. Ilepburn, os marroqujns para
encadernacAn de MM. Walso e Robert, os marro-
quins daMM. Welson e Walker, os papis de lu-
mai. Differencn maravilhosa que nAo he irreflecli-
da. Tudo lem sua razAn na lingiiagem tradicional.
Ou estoja mora uu viva, a mi nanea deixa filho.
O espirito da rainha visila-me frequenlemeole. Urna
vez apparecendo-me em sonho, ella salvou-in- a vi-
da. Lemliro-me de que la/em dez annos ; foi du-
rante a noile de 2b de setombro, eu eslava era urna
aldea dos Vosgos, situada em um valle acanhado qoe
(cava entre duas montanhas. Tinha ido cafar dahi
a algumas legua*, e voltara alia noile cavallo bali-
do por urna chuva fortissima. Quebrado de fadiga
lancei-me logu no leilo, onde actiei um sorano pro-
fundo como amorto. Dorma desde qual ro horas
quandu tive nm sonho' singular de que nunca me es-
queci. Eu era menino, estiva deitado na cama, e
todava linh.i urna consciencia confusa de que raeus
vjnte anuos haviam-me leilo hornera. Conlempluva
os quadros suspensos as paredes, raconhecia um
retrato de Washington e nina imagem da Virgera
que huvjaiii adornado oulr'ora meu quarlo. Ouvia
um murmurio nao dislinclo de vozts, relinchos de
cavallos. estatus de toctos, o sobreludu dominando o
tumulto um rumor scmulbaule ao curso de um rio
cheio ; Iremia de fro e protestava reprehender a
criada por nao ler-me coberto bem os ps. I ni sen-
limenlo inexprimvel de terror liuha-se apoderado
de mim, eu nAo ousava vallar a cabeca lemendn ver
rercaes carnes e peives em consena, na parte supe-
rior, madeira de cunslruccilo, sustentando os utensis
de agricultura e de lenhador, emfim pelles. O Ca-
nad tambera possue riquezas mineraes, envin a
Paris bellas amostras de ferro, de cobre, pv ritos.
raalachilos.'prata e ouru nativo.
A Inglaterra ainda lemoutras colonias, o Cabo da
Boa Esperara;,?, a ilha Mauricia, a Guyana e a Ja-
maica ; dahi tira assucar, caf, rhum, pimenla, o
arrow-kool, madeira de linturaria e de marcenaria,.
madeira de con-lrucr,au, vinhos. pelles Clijos bellos
especimens figurara na exposicao. Todas estas colo-
nia as quaes vende todo os seus productos, Ihe dio
era Iroca Indis oslas materias primas, fonle ..le urna
enorme prosperidade, e Iho permitiera expur ao
mcsniu lempo nos campos Elyseos as riquezas da
sua laboriosa e infaligavel produeco, e as riquezas
das Ierras fecundas onde ainda fluclua u seu pavi-
Ih.iu.
O imperio d'Auttria aprsenla na exposicao uni-
versal um contingento lao mulliplo, 1,1o complexo
riaes, e o fumo da Gallicia. As laas consliluein um_
dos productos mais im portantes da Austria, em par-
le alguraa a laa de carueiro uno lem sido mais cuida-
dosamente preparada, em parle alguma nAo se en-,
contra urna collfcrao mais inleres-inte. Toda agen-
to para na laa de carnciru do cunde Francisco de
Thun Honeinsseii, e nado principe SchwariVnberg.
As madeiras da Gallia, us couros da Hungri.t, a
quincallera, os productos cirnr^icos eu sob-lan-
cias alimenticias, as culellaria de Corintho e da Is-
lyria tem urna importancia coiisideravel. Asserraa,
as armas, os quadranles, os rtulos para objeclos, os
pltosphoros, as vellos d'acido slearico, Ao de evcl-
lente fabricaba'; as farinhas, os vinhos, os rssuca-
res alleslaiu processo* mui adiantadus, os cobres es-
lanpados, os cachimbos, os boles de marcar sao de
ama baralcza incrivel : esle merilo eminente d ba-
rato pertence a oulros muilos objeclos. Os bromes
e as joias sao pouco numerosas, entretanto sempre
diremos que raines de ta'jaco de prala eos bellos in-
feiles de granada merecen ser mencionados.
As porcelanas se dislingem antes pelo carador
prnprio da industria altomAa, pela baratez, do.que
por qualidades parliculares ; com tudo as imilacoes
da China so mui uolaveis, e a fabrica do conde' de
Thum possne incontesUvelincnte o primeiro lugar.
A industria do barro cozido lie ainda mais comple-
tamente representada do que a das porcelanas, rec-
neao nicsm lempo a boa esecueo c o baixo preco.
A crislalleria da Bohemia man lem a sua anliga re
pularao, e se os producios-francezes Ihe sao algumas
vezes iguies o superiores sob o aspecto do uoslo e
da forma, o merilo das cores e do Irabalbo he incon-
le.stavel. Os crislaes gravados sao de urna pcrfe'sAn
inimtavel, as filagranas de Veneza, as venturiiuj sAo
ao mesmu lempo de urna perfeicAo e de um preco ad-
mraveis.
Os lecidos formara a principal riqueza da fabrica-
cao austraca, especialmente os panos e os vellidos.
Q adamascados de fio, os lencos impressos do
iJi/grracli, os algodoes de M. Dornalzer sAo
importancia ; os chales sao es-
le nada deixam que dese-
ara movis, os tapetes nAo
is afamados, as pelissas de
Uro lem urna amplidAo e
um conforto que altralTeifrsdJ^ucaji^eisi-
A--i.'iial.ida em Londres eAWSl pelas "fr^liv
marcenera, a Austria ev,.z desta vez em Paris mo-
vis de evcelicnle e solida clecucao. A imprtna
imperial d vienna he fiel sua velha repulacAo,
auligo cslabelecimenlo publico lem feilo para a in-
dustria, os seas productos galvanoplsticas, as suas
chromolilhographias, os seus quadros em chroino-
lypographia, os seus hyalographicos sobre vidro sAo
obras-primas em lodos os sentidos. As cncaderna-
ces de albuns de veludu com enfetes de ouro cous-
tiloem urna das especialidades da industria mila-
no/.
A factura dos instrumentos de msica de cobre
est ua Austria mu adiaulida, e cuustilne la urna
mui imprtanle industria. A consIrurrAn das ma-
chinas dinda nAo tem feito todos os progressos de-
sejaveis, mas em summa tudo quanlo acabamos de
dizer seta sulliciente para fazer conhecer a impor-
tancia da industria no imperio, e cerca da mil e oite
cenes expositores ebegados ao concurso, naodeixa-
rao de obler numerosas e grandes dislincces.
Se se considera como ultimo termo da civilisa^Ao,
o fabrico dos producios a baixo preco para o consu-
mo geral, ninguem vacillar em conceder Allema-
nha urna preeminencia as-gnalaja ; os seus priuci
paes arligos sao aquellos com cfl'cilo cojo uso est
mais valgarisado, e que al se prestara a uraa gran-
de fabricacAo sem que exija um material cooside-
ravcl.
Ae^posicAoprassiana lauto pelo numero dos ex-
positores, como pela importancia c variedade dos
producios, resume de alguma sorle a exposicao des-
le mundo germnico em que a fabricaco dos pan-
nos, os arligos de culinaria, do quiicalheria, a fun-
da-raudo ferro o de zinco, e era geral o imprego
industrial de todos os metaes conhecidos sAo d
cxploracao quas geral.
A Prussia qne se estende alrnvez da Allemanha
desde a Franca at a Russa, e que se divide era duas
partos lolalmenle separadas ha conduzda .por um
prodigioso moviraento industrial, de um la
visiulianca da Franca de oolro peto visinhaueja do
Mar do Norte, do Bltico ; he mui rico em mate-
rias mineraes, em carvAo de pedra, chumbo, cobre,
nickel, prala, especialmente em ferro'e zinco. Tero
melaes braucos, cinzenlos,ele, apresenlando um ca-
rcter laminoso mui nolavel.
Os productos agrela ala da sHo iuleresse, com-
puem-se principalmente de I5as. de cOrcses e de li-
nho, alguma laa de carueiro da Silezia, Paroonia e
llraodburg apresenlam as mais bellas qualidades da
laa fina.
Nas artes chmcas, os cidos da dislilaciio dos cor-
nos gordos, as substancias pira a Untura, os produc-
ios da industria de assucar, sAo moi bem preparados
e de um baixo preco nolavel ; citaremos tambera
ouros lierrt fabricado*.
Em machinas, a exposicao prossiana he -
completa ao menos inleresaant. As machina-
por, as locomotivas, as de retinar awocar
machinas da fabricacAo, de pannos de
lestam mrito de execncAo assim, coma o
adianlameitto da industria melallurgca vainopre
progredindo.
Os uteucis d'a^o, u culellaria de 11
Schmelz, as armas brancas da II
chlok que sAo exportados em
Amerita e para Asia, os robn
menlos a boles, fieiras de ferro, de cobre, c
tubos sem fim de chum
llias, os art
ferro,
lo -. as arn
das por|
.letlinad.i a ul
parece dever i
da Allemanha j
Os lecidos td
prussiana, algodoes,
dos e lecidos de sed, tecida
completos. A sua exposicao
A manufactura real de
s a industria cermica, i
las decoracoes e pinturas sao J^^^H ]
toicAo.
-Nas arles de reproducrrio faje
cia em grande numero, e ili i
qaauto ao que (oca s c
cartas de geograpla. As
especimens a do alh.
coza da Prussia pelas pr
produc
tupeudos
jar, os eslofos
redera em na
vigem, os vestid
verdadeiro joii. A "g
senta ao mesrao lempo
rial os ducados de Saxe
ha, q principado d
Schasboarg.,Kud
de cujos producios
ca perfailam'ente.
Se continuarmos
encontraremos em
grAo ducado de H
os madeiros da Floresta i
mos e o fumo, as machinas
a relopiaria, os
clrenwasse
Rheno,
e c ''-aaaaaaaaaaaaal
, lem I^^^^^^^^^H
fuja Acendi urna vela, e sahi da alcova. A ca-
sa al ao primeiro andar eslava cheia de agua, a qual
suba fria e brrenla e comecava a ganhar n corre-
dor, onde ficava a minha porta. Voltei janella, e
claridade vucllanle de minha luz. vi movis leva-
dos pela trrenle, qoe iam de encontr aos edificios.
Solire os tocios liavia mulheres que chora vara A
chuva enchera demasiadamente o riacho que alra-
vesava o valle, elle sahira das ribanceiras e devasla-
va a aldea. Onde esliio os barcos t grlei a urna
das mulheres qae via. Na ponte deMaltardive n res-
pondeu-me ella. Galguei o parapeilo da janella,
sallei nessa agua fra como gelo, e salvei-me uadau-
do. Minha mi acordara-me a lempo.
Ainda esla noile ella visitou-me ; mas desta vez
era um sunhu lerrivel, cujo sentido escapa-me. Eu
tomara opio segundo o Inste habito que derara-me
meus enfados, e o sonho perseguio-me curo a-conli-
uuidade lucida que deleita us theriakis. Qaando
acordei ainda tremendo de susto, escrevi logo o so-
nho antes de adormecer de novo, e vou copia-lo tex-
tualmente.
Achava-me na sala de janlar de um dos aposento
que tenho lido, ocdipado em acender fogo em um
rech que tinha a forma de caiii de mumia. O fu-
go compunha-se de mechas de algodAo que eslavam
Trias quandu eu as (ocava, e que dffuruiam grande
> rute nAo fui cuchillo, e
cipRarim-sc logo.
i, furmi-
ulos, e laiicaraiu-
iio fazcndu-ine dese-
Se eu tivesse sido
^^HP>* tornado pramplamenle
^H>t< Roimean milou
^^^^Wtei mais ,to
"la soliiillo,
pensamentos invisi-
phanlamas, e como meu medula sempre em ing- calor qaando me afaslava : no mu liavia agrian e
ment, cliamei minha mili em voz alia. Apenas fal- desenlias em miniatura, lvinquilln eu soprava esse
lei, ella appareceu era que eu soubesse pur onde i braxelro vtraordlnario, entrou urna mulher que es-
Uvera oulr'pra empregada no servico de minha mii,
e que chamava-se Julia. Tirou o chale e o chapeo
sem ver-me, e dirigiudo-se a urna velha qoe me cria-
ra, disse-lhe : Venho da casa de minha ama ; ella
manda dizer a vuss muilas coasas: nAo est melhor
nem peior ; morre anda.
Ouvindu oslas palavras', vnltei-me ; Julia parecen
consternada vendo-me. De quem fallas? pergun-
Lei-lhe filando nella'os olhos, afim de ler-llie o peu-
sanieuto Ijdo. Ella heslou muilo lempo, emfim
moveu us beicos, mas de sua bocea nao sabio ucnhiira
rumor ; eu nAo ouvia Ihe as palavras, via, lia. Nessa
especie de lingaagem visivel conloii-nie que iniulia
inai vivia amia. Antiganiotc os mdicos queren-
do puupar a familia mais tongas angustias, haviam
lomado a delberacAu de faze-la paasar por mora, e !
pira dar sua mentira uiua cor irrecusavel de ver-
dado, lnliam fingido fazer urna autopsia, u que he
enlrou. Eslava paluda, e os cabellos cahiain-lhe so-
bre urna cami>ula branca bem cumu no da de ana
morlc. Chegoa-se a mim, assenloa-se na beira da
cama, -tumon-me a cabeca ms mAns e abracou-me
dizendo : Ihe : o Tenho medo. Ella lornou-rae : Levan-
la-le a Encarei-a com admiraco ; ella tomou-me
sobVeos joelbos e poz-se a embalarme cantando por
uraa aria mui terna estas palavras : Levanta-te !
levanla-le O rumor que eu ouvira augmenlava
de mnalo em minuto, e issemelhava-se ao bramido
do mar. a Tenho medo, tenho ruedo o dizu eu.
Lcvauta-te levairla-le repela rainha mai a Fiz
um gasto de menino arrafado, e respond : a Nao
queru levaiilar-ine. Levanla-le grilou minha
uiAi einpiirrando-nio com violencia cunlra a parede.
Senl una dr na froule c acordei. Eraqnanto eu
dorma minha cabeia liulian-uin elVeilo balido coa-
Ira a parede da alcova.
Eu clava acordado e esculei. O rumor que ou-
vira alravs de meu torano e de meu sonho lornara-
sc dislinclo. Gritos de iifOiecAo, n susurro de urna
trrente, o aceite da chuva no ledo, um lomullo
urdo e prolongado que vnha de longe cliegou al
mim. Preripilei-me fnra da cama, corr janella e
abri-a. O eco sm eslrellas eslava escuro como vel-.
ludo prelo, alguma cansa de cpV amareitada passava
bramindo debaiin de miaAa janella. Eu ouvia vo-
zes lamentosas quo fallawm. u Que he isso ? gri-
teiHe a inundac^o, responderam as vozes, fuja !
Apezar do espanto que causou-me essa revelaran,
pareceu-me que ja linha ouvido urna historia seme-
Ibanle. que ia m* linha sida feito essa confidencia ;
mas nAo poda delcrmiuar a poca.
Ordenei a Julia que me conduzisse nu mesmo lis-
iante onde eslava minha mai.Tinraedialamenle, e
sem IransicAo achei-me subindo a encada da casa cm
que eu a vira pela ultima vez. Futan pareceu-me
que leinbrava-me prfeilamente indas as particula-
ridades desse acontccimenlo vollaram-me ao espiri-
to, e eu diza contigo: a Como pude esquecer-
nie dessa aventura? Empurrei urna porto que
recuiiheri e entrei em urna sala grande onde ele-
vava-se um buhar que servia da leilo. As pare-
des estovara revestidas dn estuque amarello, em
(oda a cornija estendia-se urna lileira de turbantes
verdes ; nos quiltro cautos havia umf cabeca de ne-
gro que revolva os olhos e verta saugue pelo nariz.
No lugar do luslre peuda as avessas un moinho de
vento, cujas azas giravam cun grande rapidez. Nada
sorpreudeu-mc. e recordei-ma de ler viudo a es-
se aposento. Purera nao via minha mai ; pergun-
lei a Julia onde eslava c cll.i fazeudo-me um gesto
myslerioso, ergueu a cortina de urna cama que eu
nAo linha visto, dizendo-roe : E la I
Approximei-me leulamenle de rainha mAi, iomei-
Ihea cabeca nos bracos,apoiei-nao peitoe abrarel-a.
Fiz isto com Iranquilidade, com urna especia de fri-
era, como urna cousa nalural que aconlccia-me
Indos us das ; todava eslava mui admirado de ve-la
anda viva.
Era ella mesma; porera pareceu-me emmagrecida,
eachei seus cabellos mais prelos. Ella fallava-me
como a um menino, e bem como oulr'ora chamava-
me: charo lilhinho. Tocou com o dedo a fila encar-
nada que eu linha ao peilo, e dsse-me : Tens-le
portado tAo bem, que o professor deu-te a nic-
dalha '! n Respondi-lhe em rabe, e ella lornoii-me:
a Como sobes agora bem o laiira o |Faltou-me da*
mai e nao uusei dizer-lhe que linha morrillo. Cou-
lou-uio assim sua historia :
Ninguem sabe que exisla, a polica conserva rae
a aqu, viga-mee impodc-me de sabir. Jipis, pens
i' sempre era ti ; lodosos domingos espero ver-Ir,
a porque he o di* em que sabes do enllegio. .Vio
vejo a ningueak, ncm minha mal, neni meus ir-
iii.los, uem minhas amigas. Ah eslou muilo en-
Uihil) iiiiiiiiiii uii.mu i.itci wailfl uuiuuaiai uub lie iiiuuoi uvui iniiiiiu,- .nin^iii, .sil naiuu 'iltlltu .II
mu fcil fazer de noile com vidros de aagmenln e it fallada, acrrescenlou elioraudo, e faliga-me eslar
instrumentos de cirurgia de porcellana da Saxunia".
Depois haviaui medido minha mai no caiAo, donde
linham-na lirado nuvaineiilc, o linliam-se retirado
oscrevendo um epilapliio em seu bilhele de visito
lamhem para fazer crer na realidade de sen estrata-
gema. Havia dezesele annos que minha mAi viva
deilaiak-em urna alcova secreto morreada sempre da
mesma doenra, pastando por murta para lodos o vi-
venda tmenle,para Julia, a qual ia vela de quando
em qaando, e urna criada que strvia-lhs de eufer-
meira e de camarista.
K semprc deilada.
Chamou a camarista o disso-Ihe : Repara bem no
meu filho afim de recouhece-lo de ora ero diante, e
deixa-lo entrar Indas as vezes que elle, quizar ver-
me, a
Por ama IransieSn imperceptivel e qae n'So. possd
enmprehender vi em seu lagar nm joven turco de
barbas laurea, vestido de sohrccasaca verde, que
volvia as conttsde um rosario repelindo : Ya lalifl
ya lalif I ya lalifl Todava era ainda miaa mi.
a Agora sou liomem, disse-lhe eu, lenho algoma ri-
queza ; te Vmc. quec, comprare uraa casa de cam-
po bem retirada onde viveremos felizes e descenhe-
cidos do mundo inleiro ; Vmc. passara por minha
prenla, e ninguem saber de sua existencia. -
Ella tinha recobrado sua forma natural; levan-
to u se e dsse-me : \' como he bello o meu jar-
dim. Com effeilo*alravs dasjanellas .iberias avis-
tei tilias amarellecidas pelo oulono. a Ha dezesele
annos nAo lenho sabido, tornou ella, ests grande,
leus barbas, poderos drfender-rae; vou vestir-rae, e
iremos passear junios. Paro e poz-se a rr diien-
do : Mas meus chapees lera dezesele annos, e lodos
cscamecerao de mim na ra.
Aconselhci-lhe que improvisaste urna louca de
renda preto, o promelli-lhe conduzi-la a um lugar,
onde niiigucm podera reconhec-la.
Deseemos urna escada grande, na qual corriam
finios debaixo dos degrot, e achamo-uos no Jar-
dira das Plantas. Ella caminhava lenlamento apoia-
da em meu braco. O lempo eslava magnifico, o co
azul, o os pas-arinhos cantavam nas arvores baulia-
das de luz. Minha mai alcgrava-se i visto dessa ua-
lureza esplendida, respirava livremeate, e dizia-
nv: -
Ah quinto eslou contenta de achar-me esm
ligo, meu filho, esto sof aleuta-me, e tira-me a
Ierra que linha nos olhos. -
Um Auverniaiio ca regado de um realejo da Bar-
baria segua-nos tocando a grande aria de Piquillo,
cujas palavras eu cantava a meia voz.
Tinharaos chegado ao edificio do Museo ; cm tur-
no dq mostrador do reoslo reconheci as qoatro
ci becas de negros que revolviam ot olhos e verliam
saugue pelo nariz.
A vollarnios uraa avenida, nm homem que era
guarda dos animies ferozes avisloa minha mSi, e
disse-lhe com voz grossera ameacundo-a com um
chicle :
a Com que direito passeias aqui ? Bem-sabes que
esls mora ; vou preuder-le. o
.Minha mai abracou-me. e puz-me sobre o peilo a
cabeca que agtava cauvulsivainenle. Natse mo-
nienlo desappareceu. ludo.
Achei-me depois, anda uo Jar Jim das Flauta,
na gloria interior das celias oude iiulrcin-se os aui-
mios vivos. Havia muilos curiosos, o tambera o
Auveiiniauo, que lucava aiuda a mesma aria, cujas
palavras cu conlinuava a cantar em voz batea.
Diauto da nos ia um guarda contando-no a histo-
ria eos cosime dos*difterentes. aniraaes que va-
mos. Chegsndo adianto de urna hyeua, ella parea
e disse:
Flis-iqui a maguifica hyena da Barbaria ; tea
grilo assemelhas ao de nm menino, tua voz he
ouvida desdo o Sahara al prara das Victorias ;
notre-se somente de cadveres, e si^ enlende a dia-
lecto do Mogreb.
Canlemplei a hyene, a qual filava-me olhos
cheios de lagrimas, e nesse animal immundo reco-
nheci minha mai, o Tenho fama, dsse-me ella ;
verdadeira leuden
O Wurlcmbergi
colas e mineraes, i
calillara, fabrica
ees, foucinhas, objeclos uo
ravel. -
A Saiehe especialmente nof
duelos leciveis. A Baviera he moi
(os chimicos e metal!
Ilamburgo, Brtjm e Luberk, el
losen iramenso commercio do que pon
trias proprias tem com ludo urna expof
allencAo. Podemos citar
brcados em Ilamburgo, os
sados, os movis, as conservas
O grao ducado de Luverrrbt^^B
las suas pelles de cabrito e urna bibliol
Francfort lem sobredulo caracteres d
obras de typogriphia c de lilhograpliiei
eido de liesse conla em o numera dos j
ios magnficos objeclos de'g ii v.
ros vernisados. O Eleiturad
les e enfeiles de meninos. Oldembar
pelas jots de pedra.,
A Suissa conla ot artigos m
joaria, joias, sedas lisas, filas, f
arligos de palha, esculplura de |
los malhcmalicos, utencis iao
joaria. pianos, couros, pelles, teto
aperfeicoados, desenho, macl
dos ns tesleinunhos de urna grana'
duslrial e cominercial.
No oulro lado dos Alpes, na Penins
nconlramos entre os merabros do graude con
industrial a Sirdeiiha, a Totea na a a Romana. O
nao me dAo de comer o Melli a mAo pelos v
da grade para aaga-li ; ella laatcaa-se sobra mira,
e cortn o punho de un
Dei um grila|accorcli rilado real-
mecle pois mvaalgo que itorme tempre no
quarlo eslava em p rosi
Fle sonho perturboii-me mais do qae ea de
ra ; reavivuu- ule a lembranr mai, o fcz-
ine pensar nella todo o ni meu apo-
enlo lu.lo m'a tras i i lo, seu>
movis que pude salvar da end, i que
esl sobre a mesa, e tua candela qoe alio
nesle momento. Suas caones pre.1 vam-
rae na lembranca coro as intoa
va, e os acceutos de soa voz.
Qaando eu era menino de
me, ella tomava-nie sobre
murmurando brandamentc al
Havia urna aria que aliacn1
aria lerna, triste, melodiosa,
urna bravura que deleilava-me ; no
cavallaria, de tambores de troml > qao
era a cancAo de Malplaqoel. Minha mai a repeta
at que eu adormecesie. Hoje essa araa.lan
viudo vinle vezes aos labios a canto-a
meu tmulo assim como naquelle lempa en. a
lava sobre mea berro.
Essas imagens reoonduziram-me miaba
cia Tornei a vor a chamin junto da qaal a
lava-me para fall i o labo-
leiro verde de relva onda corra aps d8s gilinbas
que fugiam encanijando ; o grande bosqi
valhos, cujas sombras amedi
o cao grande de Terra >
Jmenle cumigo, e o barro qn
minha aia levav,
QuAo longe
Asemalho-me a Carlos Moore aniquilado que
java loruar-s menino.
Ab! quem me dera ser ainda ara estudaoto de
dado som pesar da vespera esemapprebensAo dudia
seguate 7 Qoe he deste bom lempo do eolio
Que lie de nossa aula da larde, e daosas I
somuos nos leitos eslreilos'.'Quo ho < i- fe-
rias, e de nossas lagrimas q rm
raez de onlabru.
Iristemente
mentar o lempo doce
uha ama td coa do. Oh 1 mas
quanlo tenhu tollri lo !
O Senhor pe s veres I
tinadas a padecer ni
oulros homen-
da desgraca al
rirei o conejo e mo a nAo quero qus
sejam manchados de sango* "e dostalpicos de meus
milos os cabellos pretos que minha mai tinha lan-
o prazer era anoellar.
[Conlinuar-se-ha.;
ando crealuras des-
u de que os
'n templa rAo
; mas *fa-





don revelara os progresos dasua asricullu-
i industria rnauufactureira. A inineralo-
: nrlos de Sol, a appliracAoda eleclricida-
ntna Jaequieral por M. Banelli, escola
de relojoara, s iias,mnerae-. osinarmore*, os al-
^^Hk, as I i se (azem singularmente observar.
A Toscana Ititeressa u mesnio lempo o industrial
e o sabio, olTerece magnifico* npparelhos scienlificos,
aaiaajaa preciosos, pra'.a, mercurio, cobre, ferro;
pedras, granitos,
agito*, jaspes, le. Tambero lem et pro-
i ola* visinhos, aile doce, aleoois, lias,
i. O. lecidoa de laa, a seda e de
n qaje -jam (So perfeitas como pudiam ser
para o futuro industrial do paiz;
uileria eslSo era va de um desen-
lenlo mili cousideravel. Emfira, de Toacana
- tae* como os mosaico* de Floren-
eos, as moselielarias, as es-
leir?, os vellidos de M. Geova-
iidade, os Estados da igreja
m um intaresse real,' nlre as
servamos especialmente urna
i tullece ;lc>dmadera, o rnais bello canha-
inundo c oda rica ; vimos bellos mosaicos,
res esculpido-. Roma parece raais applirada
* indinada do i|ue as boas artes, lestemunha os seus
movis de mar dielaria, um collar em que os anneis
~e ilma extendi de o,2S lem sido
a mcsina peca, urna reprodcelo em
brome dourado da columna Trajino, e pholographi-
as in-ii relices.
V llespanha posase lodos os dementas de urna
industria aperfuirnada e com ludo ainda est lonae
Jai as riquezas, enviou amoslras de
chambo, de cobre, de tinco, de
i. de mercurio e de prala, lodos
:u explorados, e lem enxofre,
sallemma e mar mores.
Os seus prodactosda arte florestal s.10 lolalmenle
completos, os ccreaes, as favas, a garaiua, as ameu-
i ricino, os leos e oa vinhus nao sao de menor
iporlancia para a llespanha como os productos da
inesma iiir.lo para algoma oulra natiio que finura
rnductor oulr'ora das laas mais finas,
a rehaver o seu antigo losar. Nao
remo enlri os eoa productos chlmicos senao al-
- orden ilearicas e os eotxot, fazend todava
meusao especial doi marroqoin* de Madrid ; os pro-
s n3o aprsenla! inlercsse algum,
s artigos de ornamentos religiosos
i, mas nao teamos elogios saluden*
I as armas e oulros bjectas de metal, lavore*
sierro, adamascados, gravuras por meio da'
. jlo dos, tapidos nao fez ao palacio da
I ue poden a lazer, Va lenca,
'uslria se ahslcve, Barcelona
racamenta, todava as sedas
tent spe-
le de pre-
^Hp o
os de algo-
DIIRIO DE PERMiBUCO SEXTA FEIBI
HOVMBRO DE 1855
Jl
impelle todos os ramo da adividada homana pa-a
urna via de progresso rpido.
IITERIOR.
Tauro.
^movis de niar-
i^^Hps, das
tp Rico, dos charutos
igenle que deixando omita
ido de certa inleresse, es-
^^^Bdas colonias,
es propori;Ses e urna venta-
da as suas riquezas agrcolas ja mui
[oela n frica occidental, as Ih.s
e Cocheo em Guie, as ilb'as
tape, Morarabiqne, Sfala, Kios
leo, Sror e Ti mor, ot Acores,
ram enl ercepc,ao no
Oa cereaes, es vinhus, o
or meio de amoslras parle da
encarra lambem urna bel-
ucclo, de madei-
I* pedra, porcelana, pa-
sada.
Suecia, a Noroega e a Di-
qun-i em urna siluarao
(B-ee del posc.lo extrema
ente. A Suecia enviou algu-
te, entre as quaes urna ma-
ivcl, mostr que partido tein
j>H*mytli\tllorgicas tem-
ar, diales, sebw, A Noroe-
do iBovimenlo ali-
nenlos de exadi-
10, pelles, lavas,
do algodao, em lira pia-
. a industria oeeileudeza lem
jstavei pelo qne toca as machi-
raaaeria he de grande pertaic.au,
o corte dos diamantes, a
fina, dos pannos, das cobertu-
- obras typngraphicas, as
^ teslemanlramque pro
^^Dmiri uuva, e pe na
a par do coramercio. As c'olo-
ava. as Molucaa e varias ilhasdo
atares situado* entre a China
i patria materias primas
a sua prosperidad um longo fu-
ncacao hs-. tratonsacao do egoisinu poltico vieava e corroni
CORRESPONDENCIA DO DIARIO 1>E PBR-
NAMBUCO.
PARAHIBA.
Bannneiras 22 de onlubro.'
Nao he, meu charo, smenle nos grandea circuios
e pinga*, que aa nvesligacOes do eapiritos se poem
ein m>.viinento,c par das ideas de reforma,de pro-
gresso, de que se preocupara ai grandes canecas do
nosso sccnlu; lambemoAs es do malo temos os nos-
sos momentos d enthesiasmo, lemos e escalamos o
queso passa pelo mundo poltico, e seguidores leaes
dos verdadeiro apostlos do progresso, Dos, nunca
cubaremos de enlnar os nossos hj muo* eisesdis-
linclos campees das liberdades patria*.
Sim, Sr. corres|ondente, secomeQelto ha uro fac-
i r.n onlom poltica que;ieja rapaz de levar-nos ao
quasi cstuhelecimento de uuu crensa be ("gondo
pens) essa, marcha leats, mas indubitavel do en-
grandecimcnlo e prnsneridade, porque de lempo a
esta parle se vai eneaminhnndo a graiKte Ierra da
Sania Cruz, e nem era para uvi lar-seque semelhan-
lerevolurao fosse aperada no espirito esclarecido do
sceulo em quo vivemos, porque sempre foram estas
as tendencias do povo Brasilero.
0 Brasil de boje nao be o mesnio que o de bontem,
e o sceptico mais emperrado rAo dasconliecer ao
fundo de seu peilo, que na actual ordem de coosas
solviste o bello reluci que expande por lodos os
augulos de nosso vasto paiz, os resplandeceules raios
do astro qne ha d muile luzir no futuro de nossos
das.
Nao admira, pois, que em quanto a velha Europa
adormece aturdida pelos ecbos que relumbam nos
sngrenlos campos de suas bellicesas correras, o Bra-
sil, osse joven gigante do mundo comece i ver desa-
bruxar em (orno de si o germen dessa forra r\ li-
gadura que o ha de lomar oolavel ue mappa das mais
filustres aa^fies; e se por ora nao podemos anda
hombrear ao grande colotsu da civilisacao europea,
porque impvssivel seria que o infante na aurora de
sua existeucia, acumpanhasse as octogenario em sua
encarnecida experiencia e progresso, tambera nao lie
menos cerlo que os passos agigantados desse infante
hio de mullo breve eleva-lo o augo de grandeza e
prosperidade.
. Marchemilibor lano debaixo dos auspicios desse
reculo luminoso, m cuja frente vemos acezo o ar-
dile do progresso e da civilisaj3o, e Iridiamos f
em Daos, e nos homens que o da de nossa regenera-
to nao tardara. Tudo se couseguir havendo or-
dem.
1 elisiiienle a este respeilo pudemo-uos louvar no
patriotismo dos homens que dirigeio o limao do es-
tado, e haja vista a promoc.no dos grandes melhora-
menlns de que o paiz vai gozando dede a poca
atsignalada da mudanca dcs-a ordem de cousas em
que eram arrabuiadas as nffssas garaotias sociaes
ou antesos direitos mais sagrados doa eidadios, e
da patria; fallo dos priraeiros lempos em que a cu-
quera procurara ; e se realmente nao podis saber
quera s-ja o Aldeiao, porqoe nSo vos aulorisamos|a
penetrar o aegredo de nosso gabioele, nao podereia
igualmenle saber quem sejam seos amigos, conse-
gunlemente saber quem sejam seus amigos, con-
seguintcmente ja v qne precioso epilhelo da
proletario com que preleodestes brindar a algnem
de nossa amisade, devarri ser revenido sobre vos
mesmo, que lalvez com razao liqueis mais bem fr-
vido.
Concluo, pois, vos aconsclhando qoe tenliais mais
um pouco de dlscernimenlo, e vede que no tribunal
da consriencia publica enconlraro sempre execra-
cao aquellos que, nflo mostrando razao no que di-
zem, provam bem oque So, obrando vosso modo
descommedido. Basla.
Disse mais do que desojara,
>ia aot que me ferem.
Fiqoemos aqui, almejando a Vmc. das venturo-
sos e prjyftes sem vicio.
'O Aldeiao.
a porlaulo pefo ve-
PEKMBIXO.
?
pa
os H08S0S hbitos ecoslumcs.
Ma, parece que rjie lenho apartado do fim a que
me dirijo, que he apaas a comrauuica-Ao do fados
que por aqui sepassao, e para que do-ineu enllin-
siasmo nao resulte ficar coro a pecha de pedante in-
qualilicavel, devo por termo aos meos dispafatados
raciocinios, e se pequei p?ra os entendidos, de boa
vonlade Mies pego perdi.
Ent&ndu etn materia, devo.commnnicar i Vmc.
que o socgo publico ueste lerrao continua i trilhar
t senda da inalterabilidade graca ao espirito de or-
dem porque sempre se conduzio a nossa laboriosa
pupulajao, no unanlo nao poderei de boa f asseve-
far que a seg^uranca individual e gozein riaqurllas garantas que te devia esperar no
lempo de hoje:. assim, vemos que o imperio da tor-
ca bruta parece querer supplanlar as mais poras
Ibenrias da juslca e da razao, donde resultara ine-
vllavelmeiile que o direilo do raais forte poder f-
cilmente vir a ser o regulador de nossas aeges e
paixes, se o principio da antoridade e
linuar nao inspirar a contiancay>-w
que fira elevado no acertadri' / do Exin. Sr,
Paes Brrelo; por oulro la.!__ lie o direito de
propriedade carece de forrN m qoe o ponda a
salvo do arrninmcllimeut'.i Z~^*"V'm invasores, e
ahicsl oo/i'eiiplo na roniimiJala e escaudalosissjraa
k^rti'prainiablida le'usiau'iiue algui ni pretende salra-
pear o escravo do Sr. Justino Perrira de I-arias, de
rujo fado ja por vezes me lenho oceupado : oh !
quanto se pude tornar perigoso um precedente que
aoto desacredita a moralidade e as luzesdo seculo'.'!
Convcm pois.quo da parle do poler constituido e le-
gal serias providencias sejao tomadas em ordem a
reprimir seuielhanle dentado sera qualificagao.'O
farlo de um escravn? O indiff dades ,:
. Acha-se na ordem do da i eleirao provincial, e
com ella, o jogodos polticos que pleteiao os bellos
aaaealna; o choveiro, dos mendigos be espantoso, e
creio que desla vaz nao haveri em minha provincia
quem nao requeira em termos habis um assnlo no
seio da dignissinia : farao os eleitores os concesses
COMARCA DO BREJO.
20 de outubro.
lia rauilo nao don a Vmc. noticias desla comarca;
a a razao disto nao lem sido senao a falta de cousas
oarravetr.
Bem sabe Vmc. que o cbronsla nao crea, nem in.
venta ; a su.i rassao consiste erri relatar fielmente os
lacios: e ale est dispenso de conlinciila-los; porque
a ser assim invadira a sera do bisloriador, i quem
incumbe a critica dos acoutecimentos.
Reina entre nos perleita paz sem ser prejudicada
pelos fados, que passo a nolciar-lhe.
Nao dexou de causar seos sustos por aqui a ni
noticia da epidemia.
O parodio lem recommeudado preces, e peniten-
cia, e a municipalidad* j.Vctau principio a algnmas
medidas sanitarias: mas eslao muito nqum do que
desejaraos; os focos peslilenciaes afii estSo, e a raca
suina Iranzida eraabandaocia pelos ras.
lavemos sessao do jury 3 de selembro. Houve
ousJQlg.menlos. Podemos dizer que paguei.
Nao se fere, nem se esptica :
Nao se rouba, nem se arranca
A M'da mais a \iinguem;
E desla arte vamos bem.
Bem diz o rifao: lano faz a rapomna semana,
que no domingo nito rafa mina. Ha de saber Vmc.
que no processo do roubo da D. Joaquina Vianna,
o pronunciado um tal Belarraiuo, este luogo veio
ter raao a osla comarca e metleu-se por alii alguns
e porque paga va seus espines, nao poude ser agarra-
do, nao valendo irem-lhe toca, d'ortJem do dele-
?ado, mas tinha eu ouvldo dizer que este eslava dei-
xando o rapaz perder mais a ceremoniae para
mandar-lhe a casa ; eis se nao quando o moco esca-
fedeu-se ; e depois de correr Afea e Meca deu com
os ossos onlra vez no seu nicho: o demo porem que
sseapa e desenrula Iranstornou-lhe o capricho ; sen-
do o (al Sr. Irancaiado no dia 1 Ueste por quem
menos elleesperava. Na verdade meu amigo, nao
he mo expediente enlregarjMpzesas diligencias a
individoos parliculares.por a(s palrull.as ofiiciaes
sao menos subtis do que us rizinhot manhosot.
Romelterain-o para a cadeia de Caruar: t3o se-
gredos da poliria; mas o colieclor dat dicenas
rendan xplicou u caso dizeodo: Ohomemesl en-
dinheiradu; lem sais amisades por aqui; o diado
Ojo, ocarccrciroli! tildo de Ado, os guardas
he
espe-
tUnos de Eva. &, ora na vordade foi esta prisao um
bom oa lirado do gog da polica.
No termo de Pesqucra liouve no inez p. p. nm
rapU de moja, esla anda de dio em dco, e tem fei-
lo um.alarma qoasi semellianle ao qoe fez em illo
lemport a Sra. Helena. Na prxima llie noticiare!
Wo pe a p Sania Juila.
I.otamos com a secca, e estamos qnasi sem
ranea das eJtUeai de outubro.
.1 ale.
(Carla particular, i
i >.
REPARTigAO DA POLI
iilr.' niif/foy Parle do dia 31 de out
sjaaxfece, e J-^Tih^iXMH^rNa ausencia do Dr/ diefc
polica desla pr^iica^errav-^^oniifS-^Tc levar a
conheciraenlo de V.-Ete. iroe da diflercnles part
ciparOe hoje recctiidas uesla rr|iarlir. constam
seguales oceurreqras:
Foram presos: Pedro Antonio Aives, porluguez,
solleiro, pintor: ; ordem do subdelegado da frrgue-
za de Santo Antonio, por suspeito de crime in
fiancavel.
Manoel Bnto de Almcida, ; ordem do subdel
gado da Ireguezia de S. Jos, por desobedienle.
E Epifana, preto, escravo, a rcqueriraenlode sua
Deudora, i ordem do subdelegado da freguezia do
Poro da Panella.
lloiilera pelas 10 horas, da manhaa na freguezia
da S da cidade de Olnda, o estudante Jo.c Cipria-
no de Mendonr i Furlado surrou com urna peja ao
sea collega Epfano Verres Domingoe da Silva, e
Pelas 10 luir.o ,l,i nuilv do mesrao dia, e na mesraa
freguezia Juao Faustino Montoro, preto lvre. por
alcunha Jo.1o Biaba, fui raorlalmente Terido cora
duas faradassobreopeloesqueido por Jos Gon-
que quizerem, certos de que sempre bao de degradar calves de Magalhaes Bastos, ambos os autores desles
dem.Cosme, pardo, escravo nascido'a 27 de se-
tembro do correte anuo. '
dem.Alice, branca, nascda a 28 de abril do cor-
rele anuo.
dem.Francisco, pardo, nascido a 22 da Janeiro do
anuo prximo passado.
dem.Msrlinians, pardo, nascido a 9 de jaldo do
crrenla aono.
dem.Lenides, branca, nascida a 8 de agosto do
corrente anno.
dem.Mara, parda, nascda era fevererro do cor-
reo! anno.
dem.Euzebio, crioulo, escravo,
mezes
i O Sr. Francisco Antonio deOliveira, negocian-
te, morador t natural da cidade do Redfa, de quem
lenho conhecimeiilu deide 1817, lem ido sempre
um cidadao piraanle e amigo da ordem, lomando
parle activa a favor do governo, em todos os diver-
ios aconlecimeolos daquella provincia,-* offerecendo
muilas vete* a seu dinlteiro para as-precisOes do
estado, rota* en mesmo presencie, paasando em
1836 por arguella provincia, quando fui encarregad"
da reslauragao do Para na qualldade de presidente
e cummandanle da* afnas, pois constando-Ib qoe
por aquella provincia se me entregavam ent al-
uaseido ha 2 ; guns coutns de ris, i^sulficientes sem duvida para
I a* precisOes do Par, foi procurar-me lugo, i ase
33
dem.Ro**, criaeda, ecrava, attMcidt a de se- jautorsou a declarar ao inspector da idesourari,
lembrodoeerrenteanno. koepodia dspdr de quanto qozesse, atduzealos
dem. Justina, parda, escravs, aascida ha 10 conlosde ris, sem oulro orrM que serem llie resli-
me,e, luidos a medida que fossem entrando nayas quan-
Aos31.Antonio, branco. nascido a 18 de abril do lia> nos cofres do lliesoaro.
correnle anno.
dem.Brgida, erioula, escrava, aascida a 8 do
rorrente.
Ao lodo -i!.
Freguezia de Sanio Antonio do Recife 31 de ou-
tubro de 1855.O vigario, Venancio llenriquet de
fezenio.
MAPPA iemonitralico dos doentes tratados no
hospital regimenlal de Pernamhueo no me: de
outubro de 1855.
Hospital Da i s 2 g ra E
Soledade 1 de P CQ w E - OJ er
novembro. .9 ! * a
u 101 137 en s bJ
Summa 238! 111 5 92 238
Eslas palavras, que partidas da ootree poderiam
por ventura pezar pouco. sao de urn grande valor,
quando se allende que parlem de um hornera probo
como oSr. general Andreas, toldado severo e infle-
xvel, em cujos labios jamis pousaram a lisonja ea
mentira.
Oftariaees.
Falleceram 2 de tubrculos pulmonares, 1 de ph-
Ivsica luyugea, 1 de diarrhea e I de gaslro menen-
gele agudo.
Dr. Prxedes Comes de Soma Pitanga,
Io cirurgiao encarregado.
U provas de grande aclividada
iiroducrau industrial iuconles-
rendas de tecidos elegan-
nnos, armas, etc. O ca-
os producas lie o seu bailo pre-
^H^ os recommenda aus
^^^Hinltenrao dos homens
i marcenara, a carrase-
los da agricallura, ai
o material dos caminhos de
>l*io de um cararler eminen-
: "lilemente commefcia!.
l onenlal do mundo europea,.*
rasus>:ilada dontem se liga ao Orie.nle sob O1
al: comooulr'ora.produz marmrea;
i, sedas, vestido bordados de
las,
\ Turqua ualuiente atrasada oflerece lodavia
La bella collrci;:lo de leos, alunassaboes, materias
Has, pelles, pen-
vbrancas. lami-
trauspareules, que
MB* adiantada, tapetes,
^VM adamascadas, ca-
^^Hwaliga fecundidade,
lente a mesraa que
ano se losse exclusiva e sm-
ifioo i Pars vestidos bur-
ineulosde ouro, Inica
los. bracalelC'i csmallados e escul-
nl.
'.mmobilidade ineiivel de*de
I odos eorrasponderam
arolramo* somcMe na sna exposl-
ateodao, e nada de tecidos
adaetaade baisela bem fabricados
neos objeclos tes-
-i sos a qoe gr;io a Uniao Americana
'a esc Machinas de
rounmelrus de dos cy-
s machinas de especies
>asah>t a sua verdadeira ori-
le urn ineldur con-
1 pedra o cobre, e-
s teciveis, milbo e
-aa r canella. cerarai-
ha inte-
de eu'
Paraguay
as arrloslras le suas
^
o (Lilil, eslao ao-
aadbaaMa
concorrenles delta grande lula induslrial e com-
niercial dsste anno, provasaprrabundanlemeulo que
cnvolvimeoto nelavel qoe se produz eio nossa
(poca, rorrespoudendos necosikladej sempre nova
o seu mndalo em quanto se nao compenetraren! da
grande necessidadede alleiiderein s e nicamente
para o mrito dos que eslao no caso de serem os ver-
dad'eiros escolhidcs para a nossa representarlo pro-
vincial, e porqoe razao se nao da de fazer urna escu-
lla digna da provincia.qoando lemos urna mocidade
e Caliliua, abulere iwlra cspecalicaZX..
Os eleitores, cuitados pela sua mxima parle sao
Iludidos em sua boa f pelos manejos e (raficancias
de homens, que nao tendo em mira o bem da pro-
vincia, apenas tralam de efhspirar contra os mais
dsliiclos caracteres, querendo arvorar no meio de
nossa representadlo provincial um exercilu de apa-
niguados com quem coule para suas bachanaes, etc.,
eis aqui donde partir o erru de escolha, so os elei-
aares nao comprrhenderem a sua alia missao, cha-
mando pira seus interpretes, nao a assalariados
dete ou daquelle polenlado sem crilerio, masa
bdmeus que lioorem o lugar que va ocecupar.
Lemos o seo Diario de 9 do correnle, cm cojas
paginas se acba estampado um anuuncio em que
o irmao do subdelegado desta villa se inscreveudo
pelo bananeirense roostrou cxeburantemenle o
que lie, o que vale e o que pode ser. Com efleilo,
bastara appellannos para o juizo esclarecido dos
homens hunestas deste termoe mais aindapara o
jalla sensato de lodos que nos leram, a nos e ao
homem do anuuncio, para darmo-nus por bem con-
tentes com a resposla merecida ao malfico visiona-
rio ; mas ser prudente que reslabcleramos de novo
a verdade dos faclos, o assim confiaremos melhor no
Iriumpho de novo appellu.
Dssc o homem do annuncio, que haviamos ca-
lumniado seu irmJo sublelegado, qoe eramos um
mentiroso sem par ; e nesle sentido cobrindo-nos
de imprajierus. moslrou-se salisfeito por se haver
nivelado ao msero regateiro, que nao sabendo o
qoe 'fad, na pesa o que iliz, o que escreve. So-
mos porem assim desconsiderado, porque em nossa
correspondencia que se remetle o visionario do
annuncio distemos o seguinle :
O tebdelegado acloalmenle em exerccio n3o
satisfaz as menmeles do governo, e al me coma
(ntese bem) e al rae cbnsla que commelle abuso
de poder, o que se prova com a publicacao do ofll-
cio, ale., etc. '
Or!, se por semelhaiile puhlicacSo se v clara-
mente que o coinmuncatile nada afflrma ao certo,
e apenas se liases noconstacomo dizer-sa qoe
foi ciilomuiaddr aquelle qoe assim' M exprimi ? O
Aldeiao, Sr. do auiiuncio, osla eslabelecido em so-
lidos precedente a lodos oa respeilo, e nao aera
com as vosaas niulmrias e asquerosidades que ha"
veis de o deshancar de seu posio de comrnunicanle
que- humildemcule seconfessa ser do Diario de
Ptrnainbuco, elle tem a dignidade precisa para sa-
ber o que de, e o que faz, e porlanlo, sem querer
emporcalliar a sua penna no lamaral mmuudoem
que ^o^ chafurdasles, apenas se satisfaz cum o que
exhibi em respuHa ao vosso aunando, mostrando
qoe, o n.1o coinpredendeste o que lestes em a nos-
sa sobredila missiva. ou qoizeslos mais urna vez fa-
zer de regaleira um degradante papel. S* da vussa
um dos parte esta a razio, o publico que decida.
Ouanto a 8lluao deque vosservisles para espes-
nliar a alguem que se escreve cora alelIraM, a
qoera chamis de nosso proletario.
i de um Iouco que nao alcanca
criiucs foram presos a ordem do subdelegado res-
pectivo que os vas processar na forma da lei.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica dc-
Pernainbaco 31 de outubro de 1855.lllm. e Exm.
Sr. conselhsiro Jos Benloda Cunha e Fgotiredo,
presidente da provincia.O delegado de polica do
priraeiro dslrcto deste termo, FrancUco Bernardo
de Carcalho.
(REI.ACAODOSBAITISADOS DA FREGUEZIA
DE SANTO ANTONIO DO RECIFE DESTE
MEZ DE OUTUBRO DE 1855. '
4os4.Thereza, parda, nascda a 22dejulhodu
correnle auno.
Aos 7.Antonio, pardo, nascido ha 3 mezas,
dem.Mara, parda, escrava, nascida a 15 de e-
lembrn do Torrente nno.
demMara, erioula, escrava, nascida ha 7 mezea.
dem.Cypriano, crioulo, escravo, nasciJo ha 2
mezes.
dem.Pedro, branco, nascido a 30 de agosto do
correnle auno.
dem.Joio, branco, nascido a 21 de juubodo cr-
tenle anno.
dem.Manoel, brinco, nascido ha 7 mezes.
dem.Candido, crioulo, escravo. nascido ha 3
mezes
dem.Angelo, crioulo, escraya, nascido a 15 de
julho do correnle anno.
Aos 8.Odn, branco. Bascado a 18 de novembro
de-1852.
Aos 13.Antonio, brauco. nascido ios 31 de maio
de 1852.
Aos li.Jos, branco, nascido a de selembro do
correnle anrJb.
dem.Vctor, pardo, escravo, jiascido ha 4 rnezes.
dem.Jos, branco, nascido a 19 de marro do cor-
renle anuo.
Aos-16.Sopliii, parda, nascida ha 2 anno.
Aos 18.Mara, branca, sol condilione, nascida a
22 de jundo do anno prximo passado.
dem.Manoel, branca, suh condilione, nascido a
29 de malo do corrente anno.
dem.Elisa, parda, escrava, nascida ha 5 mezes.
Aos 20.Malinas, branco, Sanios leos, nascido a
24 de fevereiro de 1844. '
Aoa 21.Marcellino, pardo, nascido ha 16 anuos.
dem.Zeferuo, pardo, escravo, nascido ha inez
e meio.
dem.Antonio, branco, nascido a 26 de fevereiro
do auno prximo passado.
dem.Manoel, crioulo, escravo, nascido ha um
mez.
dem.Mara, piola, nascida a 4 Je outubro do an-
uo prximo passadu.
dem.Koaalia, erioula, escrava, nascida a 4 de se-
lembro do correte anuo,
dem.Odilon, branco, nascido a 13 de maio do
anno prximo, passado,
Aos 23.Mara, branca, Sanios leos, nascida ha
14 aimos.
dem.Cela no, branco, nascido a 25 de abril do
correte anno.
Ana 25.Benjamn, branco, nascido a 2? de oulu-
bro de 1849.
Aos 26.Mara, parda, nascida a 13 do correule.
Aos 28.Jos, branco, nascido "a 15 de julho do
corrente anno.
dem.Amelia, branea, nascda a 31 le jolho do
correnle aonu.
Hoje que agrejacommemoraosdcfuntos, reja-no,
licita descer ao tmulo em que descanen um varao
Ilustre e perturbar o silencio do soniuo da elernida-
de, para chamar a alinelo dos Pernainbucanos so-
bre a memoria de um cidadao digno da saudade de
sua patria.
ribe, nascido nesta cidade, e de
aos assaz conhecido, nos das
nar sua familia, seu nasciinenlos
priraeiros annos.
horrendo rana mocidade em epoca em que os inei-
os de educacno luterana eram por de mais escassos e
diflices nesta provincia, o barao de Beberibe entre-
goo-se desde logo a vida commercial. tendo por guia
essa probidade e exaclidao que Iheeram proverbiaes
e que llie foram inoculados pelas lic,Gts de urna mo-
ral severa, que llie deram seas honrados pais.
Augmentando seos meios de forluua.vendo coreados
com felicidade seos lio orados esforro-, o seu corac.30,
era vez de con Ira ir aos seolimenlos generosos que
enlau se raanifesiavam com os acontecimentos poli-
lieos,e palpitar sement ao impulso do allrativo ma-
terial do ouro, que fcilmente podia ser adquerido
nsquella poca por quem o livesse por uniea mira
oa sociedade, experimentan, e mnnifesloo tenden-
cias bem diversas. Muilas vezes elle abandona seos
proprios negocios, sacrifica seos nteres-es valiosos,
para dedicar-se aos negocios pblicos, i causa do paiz.
que ovio nascer ; eo faz com tal dedicaran a enlhus-
asmo, que o seu exemplo arraslra oulras dedicares,
oulros eiilliusiasmo'.
Chcga e poca de, independencia : os priraeiros
raios de nossa emanciparan poltica alimentara a
chamma patritica qoe ja scinlilava ems eu corceo-
As commores que e 'segurin a aquelle grande
fado acliam no barao de Beberibe, enlau francisco
m campean esforzado da or-
otado de alma e corarao a nossa
ila.
quadra de 1824 que elle preslou os
e entnenles servaos,' -^*r** u* ^-^J
osos quanto im-
sua fortuna. As rela-
^(ie oTrar^aVi^BebeBfBe elreliiiha com as for-
gaes, os ser^Agfae Iba prestir por meio de
'nis, lidedignas^B desinteressadas |commuDra-
ue havia eslahelecido com aesquadra bloque-
do porlo de Peruambaco, chamaram sobre sua
oa as indisposic.es e odios dos rebeldes por tal
mcJo, que para salvar a vida, vio-se na necessidade
de evadlr-sc, abandonar seas inleresses, grande par-
le dos quaes foram sacrificados a vinganra do ini-
raigo. Duzentos escravo-, que hoje bastaran! para
fazer a forlona de qualquer individuo, forara-Ihe
rondados e extraviados, alm de oulros ben.
Eis romo a erse respeilo se exprimi o finado gene-
ral l.ima e Silva, em um documento que o acaso nos
trouxc s raaos :
a O Sr. Francisco Antonio de Oliveira, negocian-
te naquella cidade maulivera com o cominaiidante
las fon;is uavaes qoe bldqueavam o porlo do Reci-
fe. correspondencia activa, intoimando-o de tudo
quando se paaaava ua cidade, e Ihe podia servir de
esclarecmenlo, para bem desempenhar a commissao
de que re aedava encarregado, sendo por isse moti-
vo obrigado, logo que se torhou suspeilo ao governo
rebelde, enlau eiislenle, ausentar-se para Torada
cidrde, abandonando toda a sua fortuna, de oude
resullou. alm de oulros prejuizos, a perda de mais
de duzenlosfescravos. Oulro sim,fui devedor ao mes-
mo Sr.Oliveira de particulares e evadas informarnos
do estado polilico da provincia, que muilo servirn!
Para me orientar dos-negocios delfa.u'
Dominada aquella desgranada situarn da provin-
cia, reatabeleclda a ordem e o governo legitimo, o
bar.lo de Rebsribe volla aaos afazeres de sua vida do-
mestica, aos Irabalbos de seu negocio ; contempla
com resignar,,!,i corajosa os prejuizos que alai encon-
(ra, mas nao se arrepende de seu procdder. Sua
dedicacilo nao esmorece, seu fervor pela causa pu-
blica continua a ser o mesmo.
Elle eiKrvtem irlarnes com os presideules e cora-
mandantes de armas que aqu chegam, e presta-Ibes,
por meio de seu trato amisade com os principaes
commercantes desta praca, serviros valiosos, ja in-
fluin lu para dissuasan de preconceitos e previses
perniciosas, j cercando o governo desse respeilo,
prestigio e Torca moral, que sao o mais solido fun-
damento do seu pedestal na sociedade.
Infelizmente para o paiz o calix dos delirios nao
eslava anda esgotado!
Fura preciso tragamos al as ultima* fezes de dc-
ccpc.8o!
Aproximani-se pocas nefastas,
nosa quadra de 183l,com os horrores da Abrilada e o
estrepito da abdicarlo. O governo enfraquecido, o
principio da autoridade desmoralisado, a anarehia,
como tiH abulro devorando as entranhas da socieda-
de, a iropa de linda dissolvida, ludoollerecia um as-
pecto mcdonlio, e drrramava o terror nos espirito*,
que mal podinm antever o desfecho do triste qoadro
que a lhe*antnlhava. flrapos sedicioso* j> apre-
senlavam em diversos puntos, p deaordem ereseia
emcagfjas com fragor horrivel.
He nessa-occasiao qoe nm homem de animo1 forte
de coracao palriola,-i dedjeacao inhabalavel, con-
voca doos amigos tao prestantes~e valleros corj
e propoe-ldes a ereaclo de urna furca de Irezentos
voluntarios, por elles alistados. Tardado e pagos,
para ser otlerecida ao governo e garantir a ordem.
Esse homem foi Francisco Antonio de Oliveira, aens
dou* corapanheiros Toram o honrado negociante,
coniraendador I.oiz Gomes Ferrcira.eo Ilustre fina-
do Gervasio Pires Fcrreira.
Colloeada sob o commaudo de nanea assas chora-
do Francisco Jacinldo Pereira, eujos servicos naquel-
la poca sao por de mais condecidos, Tui esla fortja
distribuida em tres pontos diversos, ella deveu-se a
dispersan dos sedicioso*, o restabeleeimeuio da or-
dem, e a sa(varan de nossa sociedade.
Quando outros serviros nao recommcudaisem
posteridade o nomo do finado de qoe nos oceupamos,
baslava- gmenle esle para (ornan na memoria gra-
ta todos os Pernambacanos!
Felismenle ahi ainda vivera inuilos contempor-
neo dos suecesso* a qtfe nos referimos, para nlleslar
a veracidad do qu avanramos. Ah axivlem ainda
especialmente us senhores bario de Tramatvdaby e
bar3u de Cacapava o cujos testmonhos poderamos
invocar.
O segando em um papel escriplo por leo puaho,
assim se exprime :
Mas nao devem ficar ainda ah a lembranca dos
actos patritico- do barao de Beberibe, o sen rora-
r.lo modeslo e n dominado por senlimenios nobres,
ncliava lodos os dias novos estmulos, novos motivos
para taler com forca pelo engranderimenlo do ua
provincia, cujos melhoramenlos foram para elle
urna profUwao de T. Nao houve empreza, associa-
ao, ou mesmo idea de prosperidade e engrandecl-
inenlo por Pernambuao, que o nSo livesie frenle
como apostlo, ou colaborador fervoroso e incansa-
vel. Ah eslao a Associarao Commercial, a Compe-
ndia de Beberibe. o Thealro publico, o Banco Com-
mercial. o remilerio publico, em qoe o nome do
238 j bario de Beberibe se acba inscripto em seus funda-
mento.
A par deslas qualidades cvicas, o digno barao
possuia lambem em alio gro virtudes domesticas,
que mais elevara a distincdlo de que era digno.
Chafe de familia exemplar, como esposo e como pai
era ainda como amigo nm desses caracteres fiis,
desinleressadus, extremados, prestrnosos esensiveis
que ilirticilmonte se encontrara.
De urna probidade que locava ao estremo da seve-
ridade, foi em toda sua vida inimigo implacvel,
aznrrague vivo de ludo qnaolo era bandalheira e
velhacada. A dasse dos traanles acdou nelle sem-
pre urna d irreira invencivel as suas preleuc5es, e
por isso lambem raorlalmente o odiava.
Descendo ao ultimo jazgo, onde desranru em paz,
deu a lerrao que era da trra, e sua alma voou a
manro dos justos, deixando inconsolaveis sua vir-
tuosa esposa esele lilhos, qualro dos quaes, de segon-
das nupcias, licaram privados dos desvelladns aire-
los que a >s oulros prodgalisou at idade varonil, e
creando elles bonscidadaos, bons amigos, espelho
fiel das virtudes paternas : dons destes ; pela posi-
cao social que oceupam, se roostram dignos de per-
petuar a memoria de tao digno pai : seu* nome* os
recommendam a considersco publica : o Srs. Dr-
Augusto Frederico de Oliveira e Miguel Augusto de
Oliveira, sao dous lilhos dignos de Francisco Anto-
nio de Oliveira.
O priraeiro lem j seo uome inscripto na historia
do paiz, figurando ua representaco nacional, cora
aquella dedicaran derinlcressada que comparlilhoo
do corarao paterno ; o segando, Ilustrado Tazendei-
ro alcanrarn pela agricultura o mesnio brildante
papel que seu benemrito pai pelo coramercio.
Quando no mundo deixamos Ido bellos penhores,
o desranru do tmulo be menos triste, e nunca soli.
(ario. Do que Tui o bario de Beberibe hoje he lu-
do iuseusibilidade e p. O qoe seus lilhos podem ser
da de refleclr muilo no sen tmulo, e dar vida ao
seu uome.
termo.7b. yeneetlo Affonso /ligueira Pereira
de Batios, delegado 2.- opplenle.
Srt. reiactores.VtrtOtdido de que Vmcs. data-
jaro para seu jornal os eseriplos de olerse geral
edevalo, inlhn.eto,a-.peso.,,, pul)Uea!ao
feniamerlos e nfleMes, que vao ablxo copiado,
vislo tomme eonvenc,o lambem de que elles *^H
mem verdades palpaveis. qile t Bnj, refM
raoril e religlSo.
Elalii.rne/i amig, ero quem rolar molla inlelligencla e summo
gosld por esc retir, ee ru quem eonheco aplidao e um
espirito medlaalivo e dado s grandes causas.A-
ehando-os digas de acquitiran, vos tentar vdlgari-
sa-los pela- imprensa, dando assim uma prova do
muilo qoe avallo laes producres, e da eslima e
considerago em qu lemas seu autor, digno, per
cerlo, de melhor sorte do que qne na entre-
gue I
I"m semelbnate obsequio de Vinca, rae habillani
para mandar s columnas do seu mui popular c gi-
gantesco Diarto mais algumas prodceos de inle-
resse lillerario, tanto minlias, como anda mala d'a-
=
voini(jan,to a looi
providencias a respeilo
(he quaea as providencia
sicario se daviam vad'
cidos, e a le me r
discretamente indigta
caipa formada, a canil
liliqueles; e assim efl
lenlro da minha casa, i
^^fcclo ; e enlio Irnrarain-i
os Srs. vis
nao he exart
sera qne eiti
que s elle
algoina co
de publico
e en pargm
i, visto com
Jo Tu rain couhe-
inder pessoas in-
i e peawalmend
e inl
o.
Depois do que despeii
onlro.
gario,
Dizer-sa porem i\o Liberal e'ado que alguns mo-
cos qnizeram usar de represalia, armando- para
esse fim, nao se se he exaclo ; e se isla ae paatou,
tamliem posso allirmar que o nao lizaram com re-
ceodeqoe o digno commindanla do destacamento
de polica re oppora a essa auareda. O Liberal
comineando, se dirige ao Bxn. SV. presidente da
quelle apreeiave! amigo, ,i qaem sou devedor provincia, inlerpelando-oo que diz a islo E di
de Tavores pela hondada cora que-me ha drstin- ] is accrescent.E nao vai-ae a> Si fe d
COHRESPOMRCIiS.
gumas
ue
Sn. redactores.Como ha app
correspondencias no seu, e outros jornaes, era
se diz que a polica desle tarmo ficara em aband
pela minha ida ltimamente essa eidade, rogo-Ib
o favor de inseiir os 5 documentos, abaixotranscrip-
1jwrajescl'"-i"aajio do publico.De Vane? ti:
lllm. Sr.-^eaa*l*^rJ-f#fTmcu de 6_e*
correnle, dirigido pela reparlicao di) po
delegada, ordeno Vmc. que, logo qua la
neecimrnto de que no lttoral perloncenl
quarlerao se procura tentar alguna desema* qoe de
Africano-, empregue lodos os rneies possiveis para.
obstar que is-nsuccedj, e partcipe inmediatamen-
te a esla repartirn para tomar as mais providencias
que forera de misler.
Dos guarde Vmc. Delegada de Sernhaem
16 de julho de 1855.Antonio Germana Rigueira
Pinto de Souza, delegado em exercicio.Sr. ins-
pector da narra do Gamella.
Na raesma confor.nidade oflciou-se :i lodos ins-
poclores do lilloral.
lllm. Sr.Conrlando, que se procara tentar des-
embarqae d'Africanos no lilloral deste termo, cujo
districlo est sob -ua jurisdiccao ; recomroendo i
V. S., cm virlude do olllcio da polieia de 6 de julho
correnle, queappliqoe (oda a su allenjao, e em-
pregue as providencias seu alcance, para que nao
seja coiisummado semelhanle crirre ; e quando as-
sim acontara, oque ri,lo he de esperar, por que nao
lia prub ihilidade, eslou convencido, de que V. S.
obrara com luda a energa para *er a tai observa-
ra em sua plenitud contra os ssus quebranla-
dores.
Dos goarde a V. S.Delegacia d.e Serinhaem 20
dajnlho.de 1855.lllm. Sr. Jos Venceslao AlTon-
so Kiguera Pereira de Bastas, dignissimo subdele-
ga lo do 1. districlo.Antonio Germano Rigueira
Pinto de Sotara, delegado supplenle.
11 Ira. Sr.Tendo de fazer nina viagero para tara
desta (ermo, passo V. S., como me cumpre, as
funeces de detegado, que nelle oceupo ; e como
quer que eu possa demorar-rne, o seja preciso, na
forma do regulameuto n. 12o de 3l de Janeiro de
1842, forueccr ao Sr. Dr. juiz de direilu da comarca
at o dia 20do correte uma lista dos individoos apios
para jurados, e ja tendo dado para isso terminantes
ordens, faro remes-a ;i V. S. da lisia anterior, re-
mellida pelo mesmo Sr. Dr. juiz de direilo, para ser
alterada como for conveniente ; e bem assim orna
celaran enviada pela subdelegada do 2.- districlo, e
algumas lisias parciaa, por diversos inspectores, dts
quaes, e com as qoe faltara chegar esla repartirlo,
se lem de formular a lisia geral na forma da qoe
remello, a qual devera er devolvida ao dita Sr. Dr.
juiz de direilo, contarme exigi.
Dos gnarde V. S. Delegacia do (ermo do Seri-
Chega o verligi- 'il>aeni 7 de outubro de 1855.lllm. Sr. Jos Ven-
ceslao Allou-o Rigueira Pereira de Bastos, dignis-
simo delegado 2.' supplenle desta termo.Antonio
Germano Rigueira Pinto de Souza, delegado 1
supplenle.
lllm. Sr.Constando-me.que o priraeiro supplen-
le de*ta delegacia Tora ao Recita, ha poucos das
sem que algum dos immediatos at hoje haja en-
trado em exercicio desse cargo, drl iderei-me.ua qua-
lidade de eflecliro do mesmo, i reassumi lo para que
o servir." publico nao soffr qualquer embaraco, on
inlerrupcao, o qoe Ihe communico para sua intelli-
grjrcia e direccSo.
Dos goarde V. S. Delegacia do termo de Se-
rinhaem 12 de outubro de 1855.lllm. Sr. subdita
gado do !.- districlo do mesmo termo.Gaspar de
Menezet l'asconeello diDrummond, delegado des-
te (ermo.
lllm. Sr.O delegado 1.' opplenle em exercicio
u'esle termo, oficiou-me em 7 do correte, corn-
raunicaudo, que ia fazer uma vragem para Tora do
lerrao, c que por isso passavam'o ua qualldade de
2.' supplenle : E nAo podendo en aceila-lo, por me
adiar (lente, ha dous mezes, oflcie ao (i.- supplen-
le, por ser o nico desimpedidu, qoe poda succe-
der-me, que nao seudo adiado em casa, por estar na
capital da provincia, voltou de novo meu poder o
adido; resignando-mc eutao prestar aa publico
qualquer serviro smenle que estivesse compalivel
cum ornen estado. Eis que aciente hoje pejo olllcio,
datado de lionlera, que V. S. dirigio-ma na qualida-
de de suddelegado. de haver V. S. a*sumido o ex-
ercicio daquelle cargo, pelo motivo que refere, cum-
pre-me enviar-lhe, como envi incluso* lodos os
papis, quo me imndou aquelle delegado com os
proprios olllcio originaes, de que fiz mencao.
Dos guanlr V. S. Mrinhiem 13 de oulubro
de 1855.lllm. 8r. coronel Gaspar de Manzes Vas-
concellosde Drummond, dignissimo delec -de desjn
cuido.
J moito obrigado me confesso a Vmcs. pelos
favores d'esta ordem, que se hflo dignado fazer-me,
restandn-me, por hoje, lao somenle reilerar-lhes os
protestos de minha gnlido e respeilo, cora que me
honro serDe Vmc?.elc.,'e(r.
D./l.A.P.C.
Valenra do Pauhyselembro de 1855.
l'KXS\MI \ I os t nKKI-F.XO'ES DE A- C-
1.Ooaodo o espinho do solTrimenta nos punge a
alma, um sentimenlo de piedsde apparece em nossa
mente, e entina lembranca de Dos preside ao nos-
sos sentidos.
2-As desgrara. fazem o luamcm austero e reli-
gioso ; a ausencia absoluta d'ellas, dando asylo a
Prazeres conlinnados, o lornam altivo e corrom-
pido.
3-He grande c manfesla njustica o charoar-se
do estupidas s mullieres ; ellas teem quasi todas
lana inlelligeuca e agudeza quanla falla i grande
numero de homens.
4.O geral dos homens ignorara -os grandes mvs-
lerios e arcanos qoe .encerrara o mundo physico e
moral e a sua existencia e propenso.
8-Esta mundo he um grande thealro. em quei
cada pessoa representa o seu papel :*Vraui(as, aspi-
rando robresahirera, alim deprera-se superior a* ou-
lras,leudo fuadas as vistas nos louvores que am-
bicionam,se ridicnlarisam ; e no desprezo dos mais
homens que nao as desculpam, enconlram a puni-
rao de sna vaidde.
6.Nao ha magua que tanto punja o coracu
sensivel com uma dor piedosa e funda, como aquella
que nasce da compaiao e pezar pelas miserias e sof-
frimentos, quer physicos ou moraes, do nosso se-
melhante.
"A dv pocrisa era muitas homens lie o nico
disfarce que Ibes esconde a infamia de seus carac-
teres, e a indignidade de seas lorpes peusamenlos
aeces.
8.etradir e maltratar na ausencia quelles i
quem na presenca se elogia e prodigalrsu-se olTerec-
oienlos, he a peiore a niais iuloleravel cobardia, e
perfidia ; e lodavia he o qne mais se v entre os ho-
mens.
9.Homem honrado e homem de bem s3o termos
qoe hoje eslao adulterados, e que se tomam em sen-
tido contrario; porque raras vezes sao bem cabidos
nos individoos qoe os apptiram.
40.Tanta matar he o cuidado do avarento ero
contar os rfaes de sua despeza, quanto menor o do
prodigo ou dissololo robre o excesso nos desperdi-
cios ; elles s3o doos individuos de pensamcnlos os
mais opposlos e variado, sendo qne ambos padecem
de um mesmo achaqueTalla de jaitd.
II-O hornera beam ente mysterioo. por nalu-
reza, forma e propensoes ; he um mixta de dignida-
de e nobreza, de miseria vileza.
2-As paixes nos lisongeiaro fagueiramenle em
quanto as podemos nutrir ; mas depois, quando ja
oo* teem redazido ao avillarnenlo, nos escarnecen)
cruj^lfla**'**-
' "Sao detande e Tortalece o homem no*
lukrl i?'"805 C infor-^--aa^tVd'dge-o no des-
" [Cinco e prosperidade '
14.Respeitai, e lende como sagradas,
a reputac,ao e a lioneslidade alheias.
I"'.Os bous costil mes e a religiosidade sao
o dote de um novo qne ainda nao est corrom-
pido.
16.O que esluda os homens c cliega a conhe-
cesBs, he o meos sojeilo is suas perfidias e malver-
sadles.
17.Se quizerdes coiitrahlr amisade, procorai Ta-
z lo com o hornera puramente religioso.
18.Ha homens to insensatos c despresivelmen-
te desvanecidos, que reprehenden! ecensuram nos;
outros aqaelles mesmus error e mos habitas deque
elles proprios sao achacados, e em que cabem con
mais Trequencia, descaramenlo e barxeiraT"^
19.As dontrinas do alheismo^aao um hnrrivcl
veneno, qoe mala a fe eallroliea as alma* Tracas e
notantes em seus principia* rellgiMo*, e um desper-
tador fervoroso da urenca e piedad* dos verdadeiros
christaos. y
20.Ningnem moslra lana predleccao e respei-
lo pela religiao qoe o hypocrita ; mas de certa que
elle, taziindo ostenUcao d'ella para fingir virtode, a
ultraja e ludid ra.
21. I) presumpeosn he bem infeliz :entre oa
oulros, elle sempre esl solado : poisque. formando
de si uma idea mui vanlajota, chega a acreditar qoe
ningnem Ihe guala em mPaita ; na opioiao dos
mais, elle he o mais vil e ridiculosa.
22.Fugi de estreilar-vo* em ainf>rujj^com ho-
mens calvos, v-gosou com os marcados Je'vtafeilo
exteriores corpreos, que bajara nascid
a manda, a perfidia e
teem sua morada.
?olida eonvenrendo de que. apezar de seus ef
ios, lie impossivel policiar o pala sem outros a
ftes V
lomando eu esla earapora para minha cabera,
como presentemente agente' de pulida, peco lie
para responder em minha-defez, que I-
e para poder tirar um coudniu, me raa
de mais tange.
Ounnd;> na heroica Goianna nal alisa sMjr
ogoveruo lemporario para expul-
I.uizdo Hego Barreta, enlo governado!
buco, eu Tui honrado com o posta de i
das ontanancas, e com esta* expuz .
as dalas dos Algarves em Kosa Senhotj
de Olinda oxilando a fjr;a"ominan ,_u
merilo brigadeiro Aleixe Jos de Ol
nenie oa captaojde prime relinda,
pela junta do governo da proviuc
do ciunmando da Ida de llaman
sei orna compandia com o numero de
da qnal fui nomeado commandanle,
po* a guerrilha, fui o seo eaplli
edelo de ora enldosiasmo sagrado pela t
roarclrei por ordem do presidenta da
1821 para o sal. onde liz toda a eai
cendo o poto de major, pela boa
liz a retirada, quando no* campos do
reca tamo* privados do ncwso valenle >
o major Francisco Gonralves Mata-caj
183.'!, como lenle -roror.el chefe do
da guarda nacional de Sanio An
honradissimn Pernambucano Manoel
Sanios, entao presidente da provincia
grave ferimenlo do sempre l*.^^H
nel Carapeba, marchei para Panella
condozndo o meu balalhao e'oa guarda
de Grvala, Bezerros e Caroar, e por-
commissao como era do meu dever, |
elogios do governo da provincia,
meado chefe de legiao da guarda'
Aniao, por portara do Exm.
Iho Paes de Audrade, cutio presi
ca ; em 1836, em virtode d
palenle desle posta, que me tai coi
nemerdo Exm. barao de SuaaaanaJ
do, por asim liaver pedido a S. U.
legislatura desla pravineia ful di
quinto deputado provincial, i
versas legislaturas. Tenho ^^|
oceupado os cargas de jqiz ordln,
dor, juiz municipal, delegado
minha coosci'ehcla.
Ora, com lodos estes piecedentes paral
a minha nomearao de priraeiro supplen
gado de polica de Santo Anla.
algurrra deshonestar e desconceiluar i
res dos xm. Sr. presidente a
lcia.
Dga-me, pois, o meu amigo do
oucauo, em que pequei no fac
que tem peccado a polieia da
ahi se dao faclos semellianies e al
Ouereria por ventura que en amantoaaj
sobre loucuras, enedendo a cadeia sem
dales prescriplas no sagrado cdigo, pe
es lenho exposto a minha vi
Iconseguir de mm. Permita:!
'I01- '-^sliaayque nao ha polic
venir semelfiai^ fltl
conhecimenlo depo^ aa pra'iii
Ihor garanta do cidadao e'sflH
Iralamenlo a seus semelh
evperiencia ; parque ha 39 anno
oceupando diversos cargos, ainda n
irato, e nem conhejjo um inimigo.
.l.i ao valenle e heroico povo Pe
tao bom agazalho me lera sempre i
derimenlo me aeompanhar raud 1
Queiram Srs. redacloresadtnallar
seu bem couceilua'.
dadeiras expresases do seu constau
Tiburtino Pinto \
Srt. ied/crazziadB|,fndo o Liberal Pernambuca-
no n. 913 depare\^om a narradlo do infame Tacto
que se deu neala'iridade na noile do dia 21 do cor-
renle rnez na.petiroa do Sr. II.. padre Forlonato
Jos de Souza, e VdMMjndo sobre algumas exprs*
soes que ahi vem, assenlei que deveria lambem di-
zer alguraa consa sobre o mesmo ohjecto.
Ero qualidade de priraeiro supplenle do delegado
de polica desle termo enlrei em exercicio no dia
16 do mez correnle ; no dia 21 feslejoo-se na gro-
ja malrz desta freguezia S. Miguel corrr proeissao
i larde, e a requisirSo do lenle Juao Antonio de
Miranda, tdesoureiro da fesla. dei ordem ao com-
mandanle do deslacamenlo de polica, o muilo dig-
no lenle Jos Antonio Pestaa para marchar,
sendo h guarda da calda servida por paisanos.
Serian entio 9 horas da noile, e quando ainda no
paleo da matriz durava o fogo artificial que o dito
reverendo vollando > sua rasa, ao chegar porta,
foi accommeltido por dous sicarios desronhecidos,
como fui por elle informado, poucos momentos de-
pois de dado o fado, o qual foi presenciado por Au-
na Ftida e ama ana filha, que passavam entio dfc
volta, da matriz, por Delfina Mara, que sentada
sna porta na raesma ra, vira parrar dous homens
logo apa do Bv. padre, os quaes foram os mesmo-
sicarios qne aerviram-e (como pens) dessa oeca-
sieo tiara prk em pralica lio brbaro prejecto ;
porque os moradores Jda ra re arhavam anda ca-
irelados com o Toro no paleo da matriz, e junta-
mente o destacamento maniendo all a ordem, e
prevenndo qualquer disturbio; e ainda assim
foram perseguidos por,dous paisanos da guar-
da da cadeia, mas que nao o* poderain captu-
rar. Cooservando-me em cusa do reverendo"otTen-
ddo por algum lempo, ahi eutfaram os Sr. Anto-
nio Muiiiz de Almeida, cunhado do Illhi.Sr.Dr.
Franciico de Souza Cirne Lima c Ermes Pilota de
Borba Cavalcanti, clamando o primeirp :O man-
dante tai o, coronel Ferraz c Joao d e Goeae per-
guular do-lhe eu que sciencia linda para avancar a
lano 1 Re*pondeu-mc que assim diziam, e eo re-
torqui-llie quearam ditos vagos de iuiroigos. De-
pois de ter observado um leve (oriniento sobre o
dedo mnimo da m5o esqaerda do Rv. padre, e di*
zendo-lhe que voltaria na manhaa do dia seguinle
para proceder ao carpo de delicio, relirci-me a mi-
PUtICACOES A PED
Illm. Srs. eleitores da provi-
gos de lisonja, e s apreciara
dente de considerarles, que aafg^^^H
dadeiros representantes da O^^^H
por sua* qualidades pessoaes i
rupar os argento d'assembl.
esquerais de vosso patricio, o mu distl
advogado o Sr. Dr. Elidi Janseu da j
duquerque, mo^o de eicellentes qo
muito se (em distinguido em sua nobre
cujojalenlo de sempre admirado u
ragern**s'|esemberBco. Nao vos esqaerai
llie um teslemunlio' da cuiifianca, q
sitar nesse bello ornamento dt) foro. Nao >
rais emfim de am Pernambucanu a
posijao, e credor da uro lul*a9|lflB|
animar a briosa mocidade ; he pre
ainda nao lveram ; he preciso qu-
ndera qne em Olinda eirte alsa*g
apreciar as qualidades do Sr. Dr. EHi
saprece-lo, nao pode esquecer o nome di
dense, que rem duvida dasampend
eoldai- como lildo pata a valka e dreadea
ida, ouli'ora tao florescenle.
^ Cm Jo poco, e i an.
wKnda 30 de oulubro da 1h
NBCROLOSIA
A' muilo senlidisslma morle da
Carolina Penira Carrillo..
Carrilho do Reg Bar
Salal do Rio Grande do]
Una lagrima de Saudade I
Fei no dia 4 de^-seb
1855.jpelas 5 horaiUW lafd<
geca, essa fiorjfoe ao dsabi
seu ptale emurcheceu a morreu de ama
rauleslia^-j(atro-enterile que dedal.'
combate la, j ajmnislrau io-ie re.
meopalhia, mas ludo foi inuli
e a molestia se achara senhora de ( sra.
os vomite* e a dor abrasadora no e, apo-
derara com ama vitalidade inexplicavel : o* vomi-
tas qno reprodazam-re freqaenfemenieaem dar lera,
po nem lugar a infelr tomar medcamenlo ; e no
curio espado de 5 diaa Tallece*, contando apenas 4
lustros de ana vida mais virtuosa e earinhott das
esposas. Seu coraran penetrado da mais vrva
ji na hora de suaderradeira partida para a mairso dos
justos, ao lembrar-se de deixar sen Del esposo e sua
tenra filhinha, primeiro Troci de seu amor cnjn-
gal, pedio-a que n quera ver, e lar Oe-
bei bracos para a innocenle dei! iijflo,
dando Ihe afindl o sa oltiroo iiila I
Sen poto qne tanto am roxya
mo da morle digse-lhe ella lid-
Como hel-de roe sep. n(JHB
occasiao em qne se ada
banda chamou todos da
si fez as suas despea !
ie dolaron qu no* sirt
Idea! Oh! morle a-
candida, de* corceo i
esposa eilremosa, deesa
o peueiiaue
dor e saud.i-
nha casa, e (llegando a calcada defronle, ahi.esla-1 virtuosa, deixando lodos rarpindo aa m
vam em conversaba varias pessoa, e entre esta* o
negociante Manoel Jos Pereira Burgas, o coronel
Ferraz e Juo Florentino Codito de Goe* Cavalean*
li ; e ralo chejp 6 Bv. Sr. vigario Francisco Xa-
vier dnrAMflE"a me dirigi a palavra, pedindo
les aaudades!
Receba pojs ella l ne
pousam as almas dos jaslos nossas den
vivo senlimanlo. A Ierra que vio
[ recebe > eorpo, lite aeja leve.
y
lirinnn ruriini

laiiTH m




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QUMO SC-PEMMBUCQ SEXTA FCIRA i 0E NOVEMBRO OC 1855
COMMERCIO.
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lRACAD>RECII-B 31 DK OUTUBROAS3
DORAS DA TAIIUK.
Demonio por pouco lem
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> DO MEZ DE OLTUBRO.
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. 63:08ic*fin
. 9i7:747j3
kpv/ilot. .
> ultimo de
17:3i35bM8
1:738S868
MOVIMEWTO DO PORTO.
i entrados no dia 31.
Liverpool56 'lias, lera inulea Medorao, toneladas, eepiUo F. Scoll, equipagem 16,
Ka raleada a e tois gneros ; a James Kyder
Gompanhia.
Terra Nova13 das, barca iugleza Tutea, de 241
tourlada*. capllSo William 8labb. equipagem 13,
cama 2.710 barricas coro bactlhao ; a Calmoiil &
Cowpanhia.
Havre42 dias, barca francezaol.ouise Mario, de
190 lunelada, eapilgo Tailibart, equipanem 12,
cara fatendas emais gneros ; a Laaerre& Cooi
panhia. Passageiros, Joo Lins Cavalcanli tt>
Albuquerquo, l'ranz Linden, Antn Theodoi
Herrm Llloer. .
iiacio taida n< mismo dia.
.Suspenden do lamelra o brigtie Expresso, iguo-
ra-se o se destino ; drbaizo de quarealcna.
EDITAES.
19:l)8ltt.i66
1:.J974T
7.54gfei5
... 158898C.
. 17:3tilB83!l
cito de cariadc.
......... 1tfr4
le IVruauhuco 31 de oulubro di' 1855.
11 escrivo,
Faustino Jus dos Santos.
CO.NSUI.ADO tiEUAL.
I JJO. 28:i16J189
II....... 110-li
28:5569340
^W PROVINCIAS.
HHIIH.a30. .
I:I21055
439036
1:1073091
MES* DO CONSULADO VE
K'CO NO MEZ DE 011LBKO DE
eolo. i4:U2127
. 165I2
--------------2:158639
1:7589600
uta f1;is
'jiraaguiras
471,1000
8399630
lorciunal. . 1:0159631
le cerlidoe*. 119840
-. i 11*17*7111

28:5563i0
iaaaaVriitiii'''i(.'.


48*199
da Para-
5B1J56S
oulros
. . 27382*5
mde dii
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5819280
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29-.723343!
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3:1798302 _ulJ.___/-
di Pcrnambw'rtl de nulubro
rvrerardo Marta-Im-
Exportacao .
e brasiltiro eDuvid-.no, dP:M|l
> o seguiule : II volomrs bo-
om 84 arrobas e II li
- arroz, 25 dilos
Baratos,' 4 diloi
ditos niel, ^ ealdeir.i para
hecioienlos, 800 fotnelos e 292
tacho brasilero Santa
02 voltuo lomo, Ib ditos espirilos. 3
itn> urna cama, 3
ule, 3 moinhos de
i* lie ^^s teguinle : 800 barrica,
10 taceos estucar, 100 pipas aguar-
a escala pe* PeneJo, liiale brasilei-
de 58 toneladas, condoli o secuin-
bra, 6 ditas cerveja, 40 dila
calho, 30 b'arris vinho,
e 20 nietos ditos manlei
vinazre. caia velas
^^HiqueijO'. 3 ditas Calendas.
^^Htre, t dil caneila. 1 dita 20
rij- oleo de linliata, 3 fardos
ira, 4 saceos pimenlas, 1 dito
preparad. 4 arrafOe* coini-
^^^Hm e bolachas doce, 8 caisss
^^HHlM sibil o.
^Kenuas INTERNAS GE-
^H^HNAMBIACO.
^K'oMl.....38:1459089
...... 2>;318
O r. Francisco de Assis de Olivrtra Maciei, w
municipal da segunda vara da-la cidade do Re
f, e seu Irrmo, por S. M. o Imperador que Dei
guanle ele.
h'i^o saber que pelo l)r.Al?aiiilro'Bernardiiio doy
Reis a Silva, julz de direilo da segnnda vara com-
mercial desla comarca, I lie foi coniaiuiiicado lerde
signado o dia 15 de uovembro prximo vinifboro,
10 horas da manbaa para abrir a quinta" settao or-
dinaria do jury delta termo que Iraballiara eni das
consecutivos,liavendo precedido osorteio dos quaren-
lae oitojuizes de fados.que tein deservir na referida
aessao de cunformidade com o artigo 3*> do regula-
menlo o. 120 de 31 de Janeiro de 1812, e loram sor-
laados e designados os cidados segaintes :
.Santo Antonio.
1 Antonio Doarle de Oliveira Reg.
2 Antonio Goncalves dos Sanios.
3 Jo,to Valeutim Vilella.
4 JVao.Goncalves dos Santos.
5 Jos Alexandre Ribeiro.
Ilerie. ,
6 Antonio Joaquim de Soma Ribeiro.
7 Jos Joaquim de Oliveira.*
8 Juo Jos tiomes.
9 Candido i'liomat Pe re ira llulra.
10 Joaquim Ribeiro Poutes.
11 Malliins Manoel de Jess.
12 Jos Candido de Barros.
13 Antonio Augusto Maciel.
14 Luiz Antonio Rodrigues de Alineida.
ifi Candido Jos Lisboa.
16 Jase Velloio Soares.
17 Joaquim Uuarle de A'zevcdo.
S. Jon.
18 Alcaandriuo Miximo Leal de Barros.
19 Miguel Seraflm de Cuslro Nuiles.
20 Antonio Jos dos Santo Servin'a.
1 Josi' Esleves Vianna.
boa-I uta.
22 Francisco Antonio Ferreira.
23 Izidoro Jos Pereira.
24 Di. Antonio dos Sanios de Siqueira Cavalcanli
25 AntonioC'arneiro da Cunli.i'.
26 Antonio Jusc de Moraes.
Ti l)r. Joo Jos Piulo.
28 Jos Mara Freir Gameiro.
( A". I.ijurcm-u.
29 Francisco Xavier Carneiro da Cunda.
30 Uirislovao Vieira de Mello.
.ij'ugadu.
31 Jos Marcelino Alves da Fouseca.
Jaboatdi. '
32 Malinas Mendes Rodrigues C,ampello.
33 Virginio Rodrigues Campello.
34 Manoel Pires Ferreira.
35 Manoel Tliom da Silva.
36 Jos Igoacio de Lyra. >
37 Pedro Joaquim Gomes.
38 Miguel Augusto do Oliveira.
39.Luiz Pereira de Mello.
40 Vicente de Araujo Piuheiro. -
41 Joo Vieira Paes.
42 Luiz Marques Cavalcanli.
43 Agoslinlio Rodrigue' Campello.
,1/uriifu.
4-1 Manoe' Grigorio Paes de Andrade.
45 Jos Roberto de Moraes e Silva.
46 Aodr de S> Albuqu>-rque.
47 Pedro Cavalcanli Wanderley
48 Jos Tiioir.az Pires M^cli.'-1"
os qnaes r a caifa um de-per si, Lem como'
usados em geral se convida para eom-
casa da assembla peoviucial em a salla
o do jury, tanto no referido dia e hora, como
nos mais dias,seguinles, em quanlo durar a aessaoj
sol as penas da le se fallaren).
E para que chegue a noticia de lodos ntaudau mli
s pas uos lugares mais pblicos, e publicado pela impren-
sa, como remellar guaca aos subdelegados do lerinfl*
para publica-los e mandaren) fazer as nolificaces
uecessarias aos jurados aos culpados e as leslemu-
ohas que se acharen) uos seus dislr icios.
Cidade do Recife 30 ilo oulubro de 1855. u
Joaquim Francisco de Paula Estevcs Clemente, es-
crivao do juxj-. a^screvi. Francisco de Atsis Oli-
veira Maciel' ^\
O Ur. Anselmo FraliciseoPerelli, commendador da
imperial ordem 'da Rosa, juiz de diroilo especia^
do commercio por S. M. I. e C. etc.
Fajo saber aos que o presente edital virem, |que
no dia 5de novejnbro prximo futuro sv ha de arre-
inainr por venda a quem mais der, depois da audien-
cia destejuizo, na casa das mesmat, um sitio de Ier-
ras c->m urna casa de viveuda.de laipa, situado o di-
ta sitio e a casa em Ierras de Anlino de Allemao
Si>neiro avahado por 4003, qual foi penhorado
por execuco de Malhias Lopes da Costa Maia
contra Alsela Mara da Silva, viuva de Francisco
Pereira Marques.
E para que ehegae apconheciment de iodos man-
de! pausar elilae- qcio-scrAo publicados pela impren-
sa e afiliados iiosjugares desiguados no codign cuin-
inercial.
assado nesta cidade do Recife aos 6 de
ulUjIWdd 1855.
u Francisco Ignacio de Torres Bindeira escrivo
interino o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
asscntai-em praca ; se por dous ou tres. annos em
Ires preat<;oes iguaes', sendo > pruneira paga ao as-
senlar prari, a segunda quandu vencido metade do
prazo, e a (erecira no lim do contrato.
Aada ;l." elassa receberflo orna terca parlo do
Sremio ao nssenlar praja, nutra igual quanlia no
m do primeiru anuo de servir e o f Minute no lim
do c mralo.
gratificaedesque compelen) aegndas e ter-
ceiras classrs serflo pagas cnnjunclameute com a
primeira prestad-ai) do premio.
Observares.
1." Nfe ae levar em cunta aos voluntarios da 2.
r.lasse o lempo que passarem coma doeutes nos hos-
piaec.
2.' O lempo do prisSo em viriude de sentenca
iao sera conta'to para o preenchimeuto dos prazos
10 aliataruenlo des volontarios qualquer que seja a
lasse a que perleiieam. E o desertor solVrerii alm!
nsao aperda da> vantaijcus do premio e do lempo
le servico anterior.
3.* Qualquer petsoa qu se propozer a agenciar
dentarios para as lrcscta qac osapreseularem a borilu desle briane liana.
r,i a gratificaio de 4? por um cstrangeiro e 59 por
acional,
4. O estrauajeiro para ser admillido deve exhi1
-t documento do seu cnsul, comprovando achar-
* desembarajado para se poder contratar no servi-
do nacioual.
. O premio o cralifirarao serflo pagos quando a
praca contratada for admitiida a bordo.
Borda dn brigue barca llamarac, surto no mos-
iiieirn de Pernambuco em u de noveinbro le
'855. Joo Mara It'aitdenkolh.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
manda convidar ios possuidores de cautelas das lo-
teras da prouncia, vendidas pelo caulelista Manuel
da Fnnseca de. Medeiros, para apresenlarem mi-
reclama^cs na mesma tbesuuraria no pfazo de 30
das, a contar da data deste, afn) de ler lugar a dc-
-or.eracao do liador do mesiiio caulelista que assim
o requeren.
E para constara queminleressar pona se manduu
aflixar o presente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco 30 de oulubro de I.S'i.t) secretario,
-/. F. d'Annunoiar&o.
O r. Anselmo Francisco l'erellj, commendador da
imperial ordem da Rosa e juiz de dirolo espacial
do commercio nesla cidade do lenle e provincia
de Pernambuco, por S. M. o Imperador, que Dos
guarde, etc.
Faro s-ber aos que o presente edilal virem e delle
noticia livercm, en) ruino no da 5 de-novembro fo-
luro se lis de arrematar, por vend, a quem mis
der, em praja publica tiesto juizo, que lera lugar na
casa das audiencias, 30 fardos ruin fumo da Babia
com peso do 210 arrobas, avahada a 5?. I :_j>)-~ rs.|;
30 saccas com arroz do Marauliao com *l3i arrobas
11 libras o 29 rs. a arroba. 2609800 rs. ; 10 han icos
com tourinho com 17 arrobas e 16 libras a 79 rs. a
arroba, 1229500 r. ; 30 balas de papel com 12 res-
mas cada urna, a 800 rs. a resma, 2889000 es. : 400
caixas com durillos da Babia a fiOOCe. cada una,
2109000 rs. ; 746 mamis a 40 rs. rWa um. 29^810
rs. ; cojos li !> assicn avahados foram peuliorailos
aos execulados Barbosa e Lima a requerimenlo do
exequente Dr. Gabnel Soares Rapozo da Cmara.
E para que rbegue a noticia de lodos, man ki pas-
sar o prcenle, que ser publira-iu pela iinpreusa, e
dous lo igual llieur que serflo afliados, um na prn-
<-a do commercio e outro na sala das audiencias.
Hado e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco aos 25 de oulubro de 1855. Eu Francisco
Ignacio de Torres Baodeira, eseriiflo uterino o liz
escrever.
Iiitelmj Francisco Peretti.
Ismael, pagem de Munuia. Sr D. l.ulzinlia. I
Hormezinda, joven ehrit3a, es-
posa de Munuza.....a Leonor.
Alvida, conlidenle de Horme-
zinda......... i Rila.
Nobres, Asturianos, guerreiros cliriilaos, ditos
noaros, pagenn, etc.
O espectculo da segunda recla ser annonciado
len;.i-leira 6 Jo correnle, e ter lugar na quera-
le ira 7.
Os bilheles acliam-se a venda no escriploro do
Ihealro.
Os senliorea que encommendaram bilheles, po-
dem procura-Ios as mio do bilheleiro de boje al
vn-inhila, sabbado, as 2 lioras da larde, perdeudo o
dircilo as suas eucommendas, passada esta hora
marcada.
TEDEUM.
AVISOS MARTIMOS
RIO D
JANEIRO
O brigue iu.cion.ti MARA LL'ZIA, ca-
pitao Pedro Valette l'illto, com brevidade
vai seffuir a porto indicado, lem grande . ", i defl
parte do seu carregamentotratado: para
o resto, pastageirus e esclavos a fete,
(aos tjuaes da' as melhores accotnmoda-
coes) trata-secotn os consignatarios Au-
tonio de Almeida Gomes dt C., na ra do
Trapiche n
I (.segunda andar.
DECLARAJO'ES.
Segu brevemente a es-
enua nacional JOS, ca-
pitfio Jos .loaipiim Alves
das Ner6s: para o resto do
seu carregamento, trata-
se com os consgnate rios Antonio de Al-
meida Gomescv C., na ruado Trapiche n.
I (i, segundo andar Este navio s toca no
Maranhiio a receber platico.)
Para o Assii
salte com muita brevidade o biate An-
glica : a tratar com Antonio Joaquim
Sevc, na ra da Crtr/.n. 15, primeiro an-
dar.
BANCO DE PERNAMBICO.
O Banco pe Pernambuco continua a to-
mar lettras sobre o Rio de Janeiro, ea
sacar contra a mesma pino. Banco de
Pernambuco 10 de oulubro de 1855.O
secretario da direccao, Joao Ignacio de
Medeiros Reg.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O eonselbo administrativo tem lecomprar os ob-
jecios secuinles:
Casemira carmesim, covados 1UU : aniagem, varas
509 c >i ; esleirs, 1,070; sapatosfeilos na provin-
cia, pares 2,523 ; mantas de la, w, ; clcheles pa-
ra capoles, pares 110 ; casemira encarnada, cava-
dos (3 ; boles grandes convexos de metal dourado
como n. -i, 5,2(10; ditos poqueuus, 3.318 ;-ditos
grandes com o n. 2,8,096; ailos pequeos, 4,55i;
ditos grandes romo u. 3, 1,176; oilos pequeos,
756 ; dilcs Hudes com a letlra R, 770 ; ditos pe-
queo* ditos, BO; aluotiao em rama, arroba* ;
cuhzu Inodoros, 18 : rolhas decortica para garrafas
e|>yv..is 3 ; pavas, laiias 9.
ijuein os quizer veuiler aprsenle as suas proposlas
a caria fechada na secretaria do cnnselho as-10 ho-
4 dt- iiovembru prximo fuluro.
CAnaellio admlnlslrntivo
i.il Ue ftiierra oi le
' Ijtmenha Lint, r fio Pereira do Carino Juuvr, vogal e
Pura o RoGt.i lete da Std
segu com brevidade. por ler parte 8iJ
la, o brigoe brasdeiro Sympothia : mu quizer carreiiar o resto oo ir le p4H tenlee-
da-se cun o capilao Candido Jos Frane|eew Goularl
a bordo, ou na ra dn Trapicho n. 1 i, com o consig-
natario Manoel Alves Guerra.
Para qnalquer um dos portos do norle, sendo
Ceara, Maranhao ou l'ara, pretende rarresar ou fre-
Isr-s (Miiale .V. Jo', metrc e pratico Paulo Jos
Rodrigues, jom tanlo que sja para um dos portos
em direilura : a quem couvier, |>do eulender-se
rom Luiz Jo-e de S Araujo, na rna do Brum n. 22,
ou na praca.
Paraasilhasdos
Acores
OS subditos porliigucze residentes ein Per-
namhnco, leudo resolvido render Brajas aoTO-
DO PODEROSO, pela acclamaeo e erevacao ao
tlu-gno de Porlngal de S. M. EL-REI.D. PEDRO
V., fazem cehbrar na lureja matriz do Corpo
Sanie um TE-DEliM )ior lao fausto motivo :
rommis*<1o absiio assianada, encarregada da sol-
emnidade, h,vendo dirigido conviles aos lllms
Srs. cliefes de repai tirotea civia e militan'S deeia ci-
dade para se diaiurem comparecer com os seus em-
presados a psla solemnidad, pedo mu reapeihisa-
nenle desculpa ao memos 8r9. crapregadus, por
nao Ibes fer feito directainenle convilea a cada um
de per si, alienta a riifliculdadc e falla de lempo pa-
ra lodo pi over em la-s orcasies, esperando que da-
da esla aincera de uhoralaislir ao referido arto. 111.- deve principiar
Iras da manbaa do da 'i de novembro, (lo
9Be ja llies tributa a commissao os seus agr-
menlos.
Kecife 31 le oulubro de 1855.
Jo Teixeirn Basto.
Vrenle Alves de Souza Carvalho.
Aureliauo de Almeids Rodrigues l'aac.
Jos Mortra Lopes.
F'rancisco Joo de flarros.
.Dominco 4 de novembro deve lerllugar'pelason-
zc lioras da manlia na igreja matriz do Corpo San-
to, um solemne TE-UEM em accSo de gra-
bas ao OMNIPOTENTE pela accIamcAo e eleva-
oilo no Ihron.) de Portugal de S. M. EL-REI I).
PF.DRO V.: os abaiiu assisnados, como )nernbros
ilirectores desla eolemnldade, dirigen) o presente
aviso a todas .iqiiill.m pes-oas naroiiacs ? estrange-
rasqoe nao ienliam reeebda convites Arfeclos para
assistir ao dito TE-DEIM e Ibes rogam alten-
la a falla de lempo para cumprirem o seu dever. se
dignein nao obstante, comparecer a este acto, e pe-
dindo por roiueguinle, desculpa, por semelhaiiie
omissao inleirameole involuntaria.
Osinemhros directores ronlam limbem, que os
seus eompatriolas, como fiis suhdilos do MESMO
AU(.i:STOSE.NHOR. recebero o dito avis. na
forma mencionada, pelo que esperan) a seu compa-
recimenlo.
Recife 31 de oulubro de 1855. .
Jos Teiieira Bailo.
Vicente Alves de Souza Carvalho.
Aureliauo de Almeida Rodrigues Isaar.
Joa Moreira Lupes.
Irancuco Jo3o de Harros.
A commissocima mencionaba aproveila a occa-
sio para pedir aos donoi e bolieiros respectivos dos
curros que lem de conduzir as dillerentes pessoas pa-
ra o TE-DEUM queiram entrar cornos seos
rarros pelas ras da Cadeia VellTa, Croz. becco da
Linguela, roa do Torres ao largo do Corpo Sanio ;
e desle lugar na sabida, seguirem pela ra do En-
cantamento, Madre de Dos e Caca da Alfandega i
poole do Recife : 9 que se espera se eiecule para
malhur corotnodidade do publico e do transiio dos
mesmos carro.
LOTERAS da proyiicia.
?Sabbado 5 de novem-
bro prximo futuro, he a
extraccSo da quarta par-
te da secunda loteria-t.do]
Gymnasio, existe um pe-
queo resto dos afortuna-
dos bilhetes ecautelas dos
cautelistas abaixo assig-
nados, as lojas do costu-
me.Oliveira Jnnior SfC.
A pessoa que lem aoniinciado precisar de80(10
rs., com liypolheca em um piano e mubilia : dirja-
se a ra o Rangel, n. 36, primeiro andar.
Precisa-se de u'm
Attncao.
das da
u tnnasio
ario 5 de novembro, andar
cjuarta parte da segunda It

forttt
idAk for-
i^Bro atr
iii.ieTi presi-
irnio Jtutwr,
se-
feitor porlugue', p.ra um
sitio perlo desla prac^i : na roa da Concordia, sobra
do de em andar, confronte a entrada di cadeia nova.
No dia 5de novembro, na sala das audiencias
e linda a do lllm. Sr. Ur. juiz de direilo da primeira
vara eivel, se be de arrematar de venda, o sitio lur-
Ejeia. avahado por 5009 rs., a reqeenm'iito do cou-
mlior Jonquim Jo- de -Miranda: he a ultima praca.
Na ra duf.abui, n. 16, primeiro andar, pre-
cisa-se de urna ama pare o servico interno de urna
casa de pouca familia.
Preoisa-se de urna ama, para coztnhar e en-
gommar, para urna casa de pouca familia : na ra
do Hospicio, taberna n. I.
Na ru Direila n. 48, faz-6c todo negocio con
urna armaeAo, propria para um principiante.
A pessoa que annuiiciou querer 20u> is. a ju-
ros.de 2 por cenlo, sobre hypollica em urna escra-
va: dinja-se a l'ra de Ponas, ra do Pilar, n. 103,
para tratar.
A mesa regedora da irmandade da gloriosa Se-
nhora Sania Amia admiuislradora da igreja da Ma-
dre ilc lieos, faz sriente a todos os liis, que no dia
2 do mez de novembro vinduuro, principia haver
via-sacra por esparo de 8 dias, as 7 horas da noile.
LOTERA
idas na
aterro da Boj
Pre
miha, son
ga do Rosario n.
Prscisa-se
quem se adiar neslas
larga do Rosario n.
com quem tratar,
grande de mais de milbeir
elle.
Precisa-se de um es
servico de urna pequea
vio n. 7.
Aluga-se o sesundo andar
Trapiche ii. li, propria para eacr
oa familia : a tratar na n
AO CORPO El
DA P
9 LIA DE PEHiN\MI'.l."t'^J
9 O Dr. Sabino Olegario l.udcerol'<
* sejandoa honra de ser um dos "m<
9 assembla provincial, ruga a todos oe so
% res elelores que llie preslem seas votos, per #
9 cojo favor Ibes ficar.-i sumnim-nle hngado. f(
9 Recif* 26 do oalubro de #
SeS3-da.?S*C3
0 ASSESSOR FOREISE
sejue com muita brevidade, por ler par-
le de seu carregamento prompta, a esc.ti-
iki portuguesa LEONOU, cipitao Joatpiim
(jarcia Figueira ; quem nella quizer car-
tegarou ir de passagem para o que tem
evcellentescommodos, entenda-se como
consignatario Francisco Joo de Barros,
rua do Vigario n.7.
Para o Araraly sabe no dia (i do uovoubro, o
biate Aurora, para passageiros trala-se com Martin
v Irmilo : rua da Madre d Ueus n. 2.
o Acaracu' com
Q^ry^~
'*- Ide Po-d
Al 12 dn correule segu jiara
escala para o Cear, o patacli
carga ou passauelr.is. trala-se no es
noel (ionoalves da Silva, ou cun u
Precisa-se de um prelo escravo que saiha en-
aommsr hem e ozinhar, para ama casa de pouca f.i-
mifla : a tratar no pateo do Carino n. 8.
O cirnrgiao Francisco Marciano de Araujo Li-
rna contina a dar comalias lodos os dias na rua da
Gloria n. 71.
Precisa-se de M^'juro* cam seguranza em
urna mulatiulia de 12 aenus, queja sabe cozer betn:
quem quizer annoncie pea ser procerado.
O hacha re Kmsrino tiomes Prenle, niiii po-
dendo pela brevidade de soa viazem, despedir se de
lodos os seus amigo-, pude Ihes desrolpa. oll'erecen-
do-lhes sinceramente seu diminuto presumo na
provincia do Ceara.
A abiivu assignada faz srienle qoe ninguem
ronlrale nesncio com orna parle do ecravo Jone, de
nu;ao Angola, pois he perleucenle a abaiio assigna-
da, e elia nao o venden a pessoa alguma.
Filippa Mariada Conceieilo.
Perdpq-se na rhira uma'carleira vellia de
courn rom W? em sdalas,i le -J(l-*,2 de 10* c2de.r>"!,
duas letlras de 1:COI000 acella pelo Sr. AnUnio
Ricardo do Reg, e alguna papis que a ninguem po-
den) ser uteis: quem a achnu. querendo restituir os
papis, fieando com o dinheim, procure ao iussrao
ia rua de Collesio, sobrado n. 3, ou deile a
por haisn da porta da toja de livros ns. 6 e
da Independencia.
GIMNASIO FERHHBDC4H0.
Sabbado, 5 de novelero,
andim indtibitavebitii
as rodas da referida'lote-
ra, pelas 9 horas da ma-
nha da rua da -Prai n. 27
Pernambuco 51 de oulu-
bro de 1855.O eauteis-
ta, Salustiano de A quino
Ferreira.
Quem.se julgar credor da remiaco de
1iont;alves4 teis, em Fra de Portas, uta
dos fiuararapes, aprsente suas coritas
al ao iimdo corren te mee, para serem
pagas.
OU
o formulario de todas as
nhecidas no nosso foro
DR. C.\RL03Afl|
Acaba de ser pobliraH
vraria da esquina do
Freilas !>- C. a primeira parte
conteiido, alem do formularlo '
jury,{ adoptado pelo govern )
mentado rom todas as pelioftes, desp
termos que nella foram apenas
O formulario completo dea c
O do processo de habea -
O dos termo* de bem viver.
O dos termes de segoranca, q
requerimenlo de parte.
O formulario do proceeso per quebra
termos.
O de Igdos os processos polio:
alfada.
O de suas appellacoes.
O do processo por abuso de liberdadj
quer por crime de injuria, qeer por
lumnia.
O Jo procesao.de responsahilidade I
dos nao privilegiados.
O do crime de s^^^H
C0*
teito con lar
3* Joao Augusto de Padua Fleury. leii'lo if>
9 concluido osseus esludos na Eacudade de 7
(Qj Drn-ilo desla cidade, relira-se para
proi incia, no primeiro vapor quo s es
ra do norte,
i
de w
0%
Na casa acl
lectilo de prl
direilo em
inmensa val
pruvisiond
em ordem al
direilo, etc.
Ihidas.
O preco do Ao4
G^encadernadu.
O da collecoo de
lo he 29.
Para
\crt
LE1XO es.
regedof interino do tiyunasio l'er-
mouda declarar que este est.iblec-
i.do di.i 2 do Janeiro do anuo provimo
dianle alumnos Hlenlos, os quaes der
rtertidifo de idade, de varcina, e re-
artel da pensao, pago ao "Ecnomo. Quau-
iclioval os prelendeiilos eulendaiii-se com o
mesroe lllm. Sr. regedor interino.
Secrelaria do (jymnasio Provincial de Pernambu-
co 29 de oulubro lo I89. O secretario, Antonio
da A-suiupo,io Cabral.
'CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O cotselho admiuislralivo lem de coraprai
guinle :
Parad arsenal de guerra.
Plvora grana, arrobas20.
Quem quiser vender aprsenle as suas propusta
em carta fechada, na secrelaria do conselho as 10
horas do dia 7 de novepihro prolimo fuluro.
Secretaria do oonselbo admini-trtivo para forne-
cimenlodo arsenal de guerra 31 de oulubro de 1855.
fenlo Jos l.ameiihn f.ins, cormiel presdeme.
Bernardo Pereira do Carato Jnior, vogal e
secrelariu.tjfk
leudo esla.reparlic.ao necessidade de c.iipiii-
leiros de machado, calafates, carapinas, pedreirns e
ferreiros de todas as classes, para as ajbias a seu
cargo, o IUm. Sr. in-peclor convida aos que quei-
ram assim einpieuui-se, a apresenlarem-se-lhe, ou a
quem suas vetea faca, ahm de serem admilliilos con-
forme as suas li.ilmu ic/ios. Secretaria da Capilania
do Porlo de Pernambuco 31 de oulubro de Is'i'i.O
secretario, Alexaudic Rudrigues dos Anjos.
No'
mansos, pi
Precia]
capliva, lev
ancho do Sr. inajor Villa-wrc, aa eatrada
Ihu, eheiwu de novo urna junta de bois
prio de servico.
O agente Borja, Jmtorisado pe
juiz de direilo especial doRpmmerci
despacho proferido en) rt'qi
lao 0i inassa fallida de Eran
leilao dos beus perlenceiiles a referida mas-a, coos-
lando lila de amarell >, cadeiras americanas, lilas do Por-
lo. marquezas, lavalorios, louradores, uma carleira
ile amar .lio. urna ptima banca de costura, ianter-
nas. candieiro desala, e nutras muilas obras de mar-
ciiieria, e mais objeclos ele.; cinco liarris de vinho,
  • er- is pipas vasias e urna ptima escravo de 30
    ajenos de idade, pouco mais ou menos': segunda-
    eira, 5 do correnle, as 10 lloras da manbaa, no ar-
    (mazon do Sr. Caliaido Albcrlo SoilrO da Molla, na
    travessa da Madre de Heos D. I i, sonde se 'acharao
    patentes dilos objeclos.
    O agente Uorja fara leil.io em seu armazein,
    na rua do Collegio 11. 15, sabbado 3 de novembro,
    as 11 horas da manbaa, de un) grande e variado sor-
    timento de obras de marciueria, inclusive uma por-
    oao de cadeiras porlusurzase bolialidezas, que lem
    de ser enlresues pelo manir preco obtido, varias
    obras de ouro e prata, relogios para algibeira, e ou-
    tros inultos objeclos que uo mesma irma/em se acha-
    ran patentes etc. ; e ao meio da em ponto rao lam
    bem a leilao um cicelleirie carro le i rodas, diversos
    escravos mocos de ambas os sesos, entre os quaes, ha
    um moteque de -% anuos de idade, assim como I va-
    cas de leile com crias: em ludo islu nao ha limite
    de preco alguna.
    ion-
    V
    ;W:.'>7t5i07
    1 DARECEBEDORIA DE RENDAS
    t'.ERAES DEPEItNAMBUCO^DO
    ;TL'BRO, A SABER:
    ^^^Bes ....
    le marinlia". .
    56250
    '.127:11 II
    70J02'
    5:0625736
    rporaces
    de chan -
    Ciae da
    ^^Hri'dicu .
    wrci.ual.
    oes de fa-
    des-
    rcos do
    os. .
    inlcriur
    roUpis
    eslrau-
    93960
    5309216
    I:6i0000
    3l1776
    17:7159200
    18120
    7:937 1 O
    I7it2
    1:3819830
    1209000
    199200
    7489000
    2:4049969
    69000
    38:5709407
    ernambuco 31 le oulubro de
    lanoel Antonio Smiles do Ama-
    DO PROVINCIAL.
    i30.
    31:7063993
    I69=777
    31 769770
    MESA DO CONSULADO
    1 HEZ DE Ol'TBRO DE

    Vi0i7ll
    416:008
    31:8869770
    II de oublurn
    O ettriptnrario,
    Luiz dt Azectdo Souza.
    de
    Joao Maria Wandenkolk, cavallciro da imperial
    ordem do Cruzeiro, Chrislo, e S. Beula de .1 viz,
    chele de divisao da armada nacional e imperial,
    eommandaiile da eslaoao naval lo Peruambuco,
    compreheintida entre os parallelos de Rio de S.
    l-'raucitco ecabo de S. Roque, por S. M. o Im-
    perador, que Heos guarde, cavalleir,, da ordem
    de Francisco primeiro do reino das Duas Sicilias,
    ele, etc.
    Faco saber que em eiecoco de ordena do Ettn.
    Sr. ministro da marioha, queme foram Iruiisniilli-
    das pelo quarlel general, em ollico u. 63 de 10 de
    oulubro ultimo a do dispoito as nlrucc,oes que
    baitaram com o drereio n. 1591 de 14 de abril do
    crranle anuo. Tica aberto a bordo do brigue barca
    llamarac um alisUinento de voluularios para er-
    virem nos navios da armaija nacioual e imparial,
    sob as seguinles condirOes :
    Clas'es do alistameuto.
    i. Da mariuhagem, cujo coulralo foraeni lempo
    dclfrniiii ido.
    *a Oa mariuhagem, por lempo de um a tres
    aunos.
    3.* Da maiiiiliageiu cun os prazos de seis a oito
    anuos.
    Os veucimenlos e mais vanlagens que as pravas
    conlraladds em viriude destas nstruccOes lem de
    perceber, sao as seguintes:
    Sidos por mez.
    Clas-ie superior 209, primeiros inariiiliciroa 189,
    segundo* marinheiros 159 e grumete* 10}.
    Premios.
    Os voluntarios de 1. dasse s perceber.10 os si-
    dos que Ihe compelirem na forma cima referida,
    em lerem direilo a premio ou graUlIcaiao alguma.
    Os voluntarios da 2." classe, sendo marinheiros
    lerXo 209, 459 ou 709, conforme forern os contratos
    por um, dous ou Ires anuos. Sendo grumetes le-
    r,1o pela mesma forma 109, 229 ou 309 e 409.
    O* voluntarios da 3." clas.e receberSo mais um
    quarla part do miior pr.-mio que puderlam oliler.
    conlraland'j-se como oa da 2 classe, na prat^a de
    marinheiro ou grumete que Ihes competir. (
    Se nao furem hoinens domar e tiverem mais de
    40 anuos, s terflo o premio correspoudeale aos da
    2. csse.
    ralficacao.
    Oa voluntarios da 2.* e 3.a olj-os Ipiio alem do
    premio cima dilo, a gralificajo de 5 se forein es-
    trangeinls, ou de 59 sendo naeiouaes, se se apresen-
    larem por si proprios, nJepeiidenle le 'engajador.
    - Esta gralicajo sera repelida todas as vezes qut
    findo o primeiro coulralo a praca quizer anda ser-
    vir por lempo nunca menos de 3 aune.
    Vanlaeens.
    As pracas comprebendidas ne se-ha guia de desembarque 110 lim do contrato coiji
    lauto que previnam ao commandanle 8ous mezes
    antes de que preiendem em tal poca denar o ser-
    e ficam isenptos do recrutameulo, sendo na-
    os por lempo igual ao que lenham servido
    eieeplo o caso de-circumslanciaa extraordinarias.
    11 de invlidos.
    "Compele a (odas as pragas oacionaes que para
    elle enneorrorem com um dia de sold por me.
    Pagamento dos premies a gralificaedee.
    Aos da 2." clssse, se o ali-lameulo fr por um aa-
    no aera entregue'o premio integralmente no acto de
    PliBLlCAgA O UTTERARIA.
    Contina a vender-se a obra de di-
    aeitoo Advogadodos Orphaos, tora um
    apndice importante, contendo a lei das
    ferias eairadas dos tribunaes de justica, e
    o novo Regiment de Cttstas, para uso dos
    juizes.escrivties, empregados de justica, e
    aijuelles que freqnentam os cstudos de di-
    reito, pelo preco do ri.sOOO cada c\em-
    plar ; na loja do Sr. padre Ignacio, rua
    da Cadeia n. ." ; loja de encadernaco e
    livros, rua do Collegi n. 8; pateo do Col-
    legio, livi'uria classica n. 2 e na praca da
    Independencia n. e-8.
    3
    DK
    Sociedade Dramtica Emprezaria.
    Rrrila concedd pelo Kxm. Sr. Prrati-
    denU* da Provincia,
    em Ce-lcjo da feliz aoolainaoaj de S. M. o Sr. I).
    Pedro V, de Poriu^al. '
    Vendida-para 2 imiten. 1
    9 DOMINGO DE NOVEMBRO.
    Logo que o Eim. Sr. presidente da provincia com-
    parecer na trihun, a companhia dramtica cantara
    peranle as effigies de SS. MM. Imperiies e Fide-
    lissima,
    0 I1YHNO DE D. PEDRO V.
    Gomposio eiprrsAHineiiie prn este da pelo pro-
    fesor de msica o Sr. Jos Fuchinetti, (linio o i|u.l
    a orch64ln executar a brilhanle ouverlura, origi-
    nal porluguez.
    \ BATALH1 DE ALMOSTER.
    a qual linda cun o bello
    IIVM.NO DE I). MAU1A II.
    Seguiudo-se a primeira representarlo do nuvu
    drama em 4 actos, urginal portuguez, do Sr. A. M.
    de Souza, intitulado
    0 CHRISTiO e o iooro
    ou
    A QUEDA DOS MIIS.
    "rronajeti. Adores.
    O. Alfonso, dnqne de Canlabrlji. Sr. Piulo.'
    Veremuinto, velho amigo do duque
    e tutor de Hormezinda. .... ji Senna.
    Pelui uerreiro clirislao irmiio de
    Hormezinda........ Beterra.
    Leandro. liSo de Vereronmlo e ami-
    go de Pelaio........
    Aliouso, pagem de Pelaio. Munuza, mouro, governador de Gi-
    jO...........
    AVISOS DIVERSOS.
    O Dr. Joaquim \ntouio Alves Ri-
    beiro, medico, vai ao Ceara', e declara
    tpiesua ausencia sera' de algn- dias, e
    pede particularmente aos seus amigos
    desculpa por nao se despedir pessoal-
    mente, em consequencia da rapidez de
    sua viagem.
    Lotera do (ivm-
    NASIO PERNAHBCNO.
    Amanlia, sabbado 3 do crtente,'
    audaui as rodas da ultima parte .da
    segunda lotera supra ; as lojas da pra-
    ca da Independencia nmeros 4, 13, 15
    e 40, e as outras do costurae. acba-se
    a venda um resto de- bilheles e cautelas
    do caulelista Antonio Jos Rodrigues de
    Souza Jnior, aos precos do costume; as
    sortes que saliirem em suas cautelas sito
    pagas por inleiro sem a menor demora j
    logoquese distrbuam as listas, na rua
    do Collegio 11. 21, primeiroandar, as que
    Siiliircm em seus bilhetes nteiros, tam-
    ben: o possuidor recebe a sorte por inlei- j __
    ro, seuao os .8 por cenlo do referido cau-
    lelista e o competente premio do Sr. tbe-
    soureiro.
    se por aluguel le uma prela forra ou
    nd.i saber cnzinhar o diario de uma ra-
    ! r^milh : quem qnicer, dlrija-se a rua de
    pollo n. 7A,-\pawfa^lar.
    stelaria l'ranceza, "is-aterro la
    Vista n. 17.
    Lem lodos os dias das 3 hon*s em dianle um com-
    pleto -o-lmenlo de bolos, bnlinhos c pistis do di-
    versas qualidades, ssim como fazein-se de eucom-
    mi irla piiiiii-. pasleldes, lorias, uphanles, uenoises
    c noug, ludo com perfeicao e precos commodo<.
    Perdeo-se da rua do Crespo al a rua du Sole-
    dade um o.nllele de sem prelo : qu'-ni o adiar e o
    qa;/.cr restituir, dirija-so a rua da Soledade n. 46.
    Aluga-se uma muala capliva para o servico
    interno de uma casa, e alianra-se as habilidades : a
    tratar na' rua da Gloria u. 8t.
    Precisa-se de uma vacca boa e que dj bastan-
    te leile : quem tiver, dirija-se a rua da Cadeia do
    Kecife n. 30..
    A provedoria da Sanio ja leudo declarado em
    resposlii ao mi nuncio do intitulado lluarda da Soli-
    de a raz.io por que a uns navios liirham -ido impos-
    (os l.i dias de observado e uniros 10, e baveudo pro-
    metlido nao vollar mais a e-te assumpto, deimu de
    responder a^, l'iyilantc ocrea dos tingues Mariana
    e S. Manoel por eslarem de iccordo com essa de-
    claradlo ; uimpria portantu que o l ialanle pro-
    vasse, que navios cmi) iguaes dias de v'ugem e as
    mesmas rircumslancias linham soffrido maior no-
    mero de dias dn quarenlena. A primeira embarra-
    Silo veio com > das ca segunda com 3.">, se Ihe for
    possivel apresenlar o nome de qualquer navio que
    tetilla sido tratado difTereuleineiile se llierdara ra/Su.
    Conlina a provedoria a asoverar ser falsa a asser-
    flo de demorar-se as viilas dnas. Ires c mais huras ;
    e como em resposla a islo o Sr. l'ajilante conlou a
    historia do vapor Tomar, acaba a mesma de reqoe-
    rer a exibie.io du aulhngrapho para Ihe ser imposta
    a pena de quem assevera fal-idades. 0 secretario,
    Pedro Downells.
    -WATRIZ DO BA1KO 1)E SANTO ANTONIO.
    Domingo, 4 de novembro, complclam-se 44 dias
    que tem e-lado i veueracao dos liis a imagem de S.
    Sebaslilu, e como esle aclu.lenlia de ser ultimado
    com algumas solemmilades quando se verificar (er
    desipparecido o llaiiello accommellido, e de presen-
    te se faca preciso apres'r as obras da icreja, por
    rujas razcs derlara-sa ao rcspeilavel publico, que
    cessa no referido tlia 4 o Ierro al enlflo ahi resado c
    cora solemnidad!', havendo uma pratica recitarla pe-
    lo reverendo Fr. Lioo.Francisco Simes da Silva,
    escrivo.
    Lisboa.
    Monleiro.
    Mendes.
    . iae^a*iii.
    Aarail*;o ao Sr. Joilo Tavare* Lo
    sua r pei i a vel familia, o boro tralmuerno que
    recelii em sua casa diirajnlej}'rsl3 anuos, B
    que faUen eUeu>*^rtrtiTlivro, e em vir- 3
    lude de roinlia rpida salii la para o Araca- ^
    H| ty. offere;. ao mesmo Sr. naquelU cida-le o J)[
    _V meu limitado presumo, e a alguus amigos, a >
    R quem por Taita de lempo nSo o pude fazer Jj
    BE pe-soalniente. Kecife I de novembro de 1855. IR
    35f Manat Maia da Silca. K(
    Desappareceu no dia 20 de oulubro um mole
    que de nome Joo. c ou idade de pouco mais ou mo-
    nos 20 aunos, cor prela, bem fallante, he filho
    de llamarac, loin um carne > ua verilha, levoo cal-
    ca de ri-cadiuho desbotado, camisa hranra, chapeo
    de pello prelo, o qual moleque he alfaiale : qnem o
    pegar, levando a rua du Pilar, ero Fra de Portas n.
    103, -era hem recompensado. ,
    AMASSAUOH. .
    Precisa-se de um bonramassador : na rua da Sen-
    zala Velba n. 84.
    Precisa se de uma prela ou um moleqne para
    Comprar e cozinhar : na prja da Independencia ns.
    18 c 20.
    Aluga-se uma escrava (|uo cngoinm perfeila-
    inenlp e traa de uma casa rom lodo arelo, pois
    lem disto muita pratica : na Passagem la Mndale
    na, prni)"iro sobrado depois da ponle pequea Na
    mesma casa da-se por aman enlaoSu urna crianza de
    2 mezes de idade.
    Preci*a-se alugar um bom sitio : a
    liver, queira annunciar poreila folha.
    Preciase alugar uma ama para linio servido
    de perlas dcnlro : na traca da Independencia
    u. 38.
    > Na rua do Encantamento u. \ cose se, engom-
    maese e coziulia-se para fra. Iodo com perfeicao :
    quem precisar, dirija-se no segundo andar.
    ! O ahaiso assEnado, habilitad pira fazer dc->
    nfarcaces e medilaces de lerras.offercceoseu pres
    limo a quem delle se quizer utilisar, prometiendo
    servir com proniptido e relio ; reside na rua Im-
    pen.il n. (13.Manoelde Al...eida Lima,
    Precisa-se de orna ama para o servico interno
    de una rasa le familia : na rua da Cadeia', lefroule
    da ordem Icrceira de S. Francisco u. 1.
    recisa-se saber se e\isle nesta provincia o
    portuguez Jos Kiheiro Dias, natural da Povoa de
    Medoes, e na falla pessoa de sua familia, para so lite
    entregar uma carta de importancia vinda do Para, a
    qual evisle na roa Nova n. 2.1
    Precisa-se de uma ama para lavar e eogom-
    mar : no aterro da Boa-Vjsta u. 2G, segundo andar.
    Precisa-se de 2009 a juros sobre liypolltect) em
    urna casa nesla cidade, que rende 109 meosaes :
    quem quizer dar aununcie.
    O Sr. Homar lino Correia de Sena Cesarlo lem
    urna caria nu rua lo Crespo; loja da esquina qne
    volla para a rua da Cadeia.
    Precisa-se de um forueiru ; na prac,a da Sau-
    la Cru't, junto ao sobrado.
    Precisae alugar urna negra que saib cozi-
    nhar o diario de.uma casa, e fazer todo o ser'.icaa
    uecessaiio : no paleo do i 'reo padaria n. 38.
    Pela segsuda vara do civel,' escrivAo Molla, se
    ha de arrematar os bens movis, inclusive um sitio
    com coqueiros e qualro correes de peive no lugar do
    Rio Doce, perleucenle a Sebasliao l ranci-co Belm
    e seus lierdeiros, |>or ciecu(ao le Joaquim Francis-
    co de Aliu e sua miilber, sendo a ultima praca no
    dia 3 de novembro prximo futuro.
    l'recisa-se de um prelo captivo para tratar de
    cavados e oulros servidos destilo; assim corno de
    um bom cozinheiro: na rua da Cadeia do Recife n.
    52, primeiro andar, eacriplorio.
    O padre Joo Capislreno de Mendonra, pro-
    fessor da primeira caaeira de geographia e historia
    do Gymnasio Provincial de Pernambuco, lem aber
    lo, durante as lerias, ern sua casa, n. 3. da rua da
    Concordia, um curso de geographia e? historia, e ou-
    tro de rhelorira e potica, cojas lic,oes lerao princi-
    ; pin no da 3 de novembro : os senhores eludanles
    pessoa qoe que se quizerem matricular, poderlo dirigir-se a
    mencionada casa da* 7 % 12 horas da roanhaa.
    Precisare alugar um proto que n.lo seja moca
    para servico de casa : na Iravessa ila Trempen. 7.
    Uiria preta crioula de 30 annos, que
    sabe cozinhar e engoramar, precisa de
    quem Ihe abone OOKOOO rs, para com-
    pletara (ptahtia de sua alloma, sujeitan-
    tandosea servir pessoa que tal esmola
    Ihe queira fazer, ale que Ihe seja possivel
    pagar a dita somma, hcando os serviros
    prestados como indemnisaeao dos juros da
    mesma: a quem'eJte ne^w;io convier,
    anuDCKvrMote MARIN
    Alux-sc uma^pR^bcrava de bajuco-tumes
    para ama de qualqurr casa ^b'anceip!
    inuilo zelosa nu ?ervioo de ii:iiavM^^:o
    de crianzas e cose perfeilamaule quaiqucmjlura :
    iju-m a qoiter alugar procure em F'iira de Portas no
    becco do Vieira casa junto ao Sr. Siqueira.
    Precisa-se de uma ama de leile : na rua da Au-
    rora primeiro porhlo passando a fundirn.
    Ama de leite.
    Quero precisar de uma ama de leile diriga-se a
    ua du Brum do Recife n. 28.
    Lava-se e'engomma-se com asseio e prompl-
    dau : quem precisar dirija-se ao becco do Rosario
    n.2.
    D-se a quantia de -U,- a 1009 a juros, com
    penhores : na rua Nova, loja n. I2,se dir quem d.
    Aluza-se uma casa terrea muilo grande, com
    ti quarlo', 2 salas e bnm quintal, na rua dos Coelhos
    n. 13 : qocm pretender, dirija-se a taberna pegada
    a mesma casa.
    A T0M4D4 DE SEBASTOPOL.
    HYMNO TaUMPHAla.
    Dedicado a SS. MM. o Imperador dos
    Francezes, rainha da Cnia-Rretanlia, e
    sultio Abdul Aled id, e posto em msica
    pelo hbil pianista Mr. JFachiinetti ; n-
    tida tupreuaodo Rio di; Janeiro; vn-
    dese a 2, Collegio n. 8.
    Alqga-se o grande sitio do Cajueiro, entre as
    duas pinito- da passaeem da Masdalnuj. lem um p-
    timo viveiro,muilas fruleiras.de todas as qualida^s,
    grande casa de sobrada, cor boira, jardim etc. rquem
    quizer dirija-se ao mesmo silio.
    Koga-se a pessoa que Imcou um chapeo nove
    deixaiidu um vellio do ronisiurio de N. S. do Terco
    em orea dilo do Te Deuut. baja de o entregar visto
    ser pessoa condecida, e nSo o fazendo s; declarar
    o nome 'promelte-se segredo caso faca entrega.)
    Precisa-se alugar 3 prelos robustos: quem li-
    ver o quizer dirjase a rua de Apollo n. 7,A que en-
    contrar com quem tratar. i
    Perdeu-se um cachorro d'jgua no
    dia 24 do corrente, com ossignaes seguin-
    tes : todo brauco, com orelhas grandes,
    curto, e esta va tim. pouco tosquiado, tem
    apenas uma nodoa porbai\o de uma das
    orelhas. costuma acudir pelo nome JOC-
    Ll: (| em o aeharoudei noticia, di-rija-
    sea ruido Trapichen. 15, armazem, que
    sera' betn recompensado.
    Alue-se para se pussar a fesla um silio najes-
    irada dr Monleiro, com bstanles caminados, muilas
    arvorcilos c craude cacimba coip boa auna : a fallar
    na rua do Collegio n. 8, segundo andar.
    Alug.i-ae uma das mellioresrasas da Boa Via-
    gem, perleucenle ao palrimoiii, acalnda de novu,
    tanto em roodilicicao como caiada e pintada : a tra-
    tar na rae Imperial n. 37. Na mesma casa ven-
    dem-e ) (loriadas de pedra de cantara, 10 cepos de
    2 pa'mos c meio, uma porrAo dos dilos de 2 e I pal-
    mo, assim como cenlo e lautos pemos le lage.
    Offercce-se para servir de ama secca uma mu-
    llipr de baos costumes: quem precisar, annoncie por
    esle jornal.
    Manoel Goncalve Aga,
    administrador do esiabcleanm>nlode carro* fnebres,
    silu em um armazem perlencenle aos religiosos fran-
    ciacanos. confrnnle a -ecrelaria de polica, faz cen-
    le an publico em geral c aos seos amigos, que se
    aetia munido de l>do os preparos para enlerros
    cairui sejam -. ricos candes de velludo de novoe mo-
    dellos, lauto para anjos como adultos, ossim como
    em ai reua-se de litar lieencas da cmara e parochn,
    de forni.-cer carros de passeo. cera, ar ruaces coe- j
    lento des preteudeules, msica e coovilcs, promel-
    teiulu e npregar lodo o zelo e promplidao nas obri-
    gacOes que conlrahlr cm qualquer pessua que o
    procure em o armazem cimadiloa qualquer hora do
    dia, e i a noile na rua de Sania Thereza u. _32. .
    Alaga-ae um bom armazem com solilo na rna
    da Prala n. 40: a fralar com Guilherine Selle, roa
    do (llegie n. W.
    A pessoa que anniiiiriuu querer !._ t>otnecar
    uma escrava por 200, dirija-se ao paleo do Corma
    li, 7. pimeiro and
    Na rua do Qneimado n. 38 deseja-se fallar e
    Sr. Marcelino Jos Rodrigue* Collaeo, a negocio d
    urgencia.
    Precisa-se de uma preta avndeira e sabndo
    engomuar melhor : no sitio de Sr. Penlon, na Pon-
    te de TJchoa, ou no armazem, na roa di Cruz de
    Recife o. 42.
    C* Clltl I
    VENDADE i
    A directori
    desta iraca, a
    tendo de convert
    Cai\al''ili
    se deliberu em Asi
    conistas, na da
    e existindo |
    para cmf
    tem designa
    douro para
    em leilao merca
    serao as referida)
    rematantes no pi
    Janeiro de 183(i,
    a qajjiej cofres do mesmo i
    s t
    como quantia so
    estas importancias i
    moeda corrente. I
    te un fundo di
    c t|ue o valor nomipal
    de 100X000 re
    1855.AssignatH
    presidente.Augu*
    tafo.
    C. STARR
    respeitosamente innuuf^^H
    labelecimculu em S
    runra maior perfeicao e |
    de ile inachinismo para o l
    vegajao e manufactura; c qtl
    de seus numerosos fre^
    leem aberloem u
    Mesquita na rua do Brum, airea
    DEPOSITO DE
    construidas no dilo seu elabelecimculo.
    All acharu os compradores um conijl
    ment de moralas de canna, com
    montos alguus delles no
    experiencia de moilot ai
    sidade. Machinas de va
    laias de todo lamanho. lait
    das, carree de mo i
    assucar, machinas para nt|
    ra dilo, tornos de ferro li
    ferro dk mais approva '
    alambiques, crivo.-
    inlinidade de obras de j
    enumerar, fio mesmo j
    iuUlligenle e Habilitada j
    iemnien las, ele, etc., i
    com a capacidadedei
    pericia de seus officiac
    esecular, com a maior preste
    confoimidade com os modelosou deseul
    oes que Ihes forem fornecidas.
    RStflLAFFECTEI
    O nico autorisado pm i coniei
    Os mdicos
    de LalTecletir,
    governo, e pela
    medicamento d*
    em secreto, esta
    de GO. anuos;
    oom pouca despeza
    pe le, Impigen
    ras, e os accidentes dos
    acrimonia hereditaria
    l.irrhos, a beviga
    orgilos, procedida l
    das. Como anli-svplu'
    lempo us Mu
    inoessaules em
    ba, da cuhel
    virus sem neutrali
    especialmente recomineiMlado
    veleradas oo rebelo
    polassio. Lisboiine. S'ei.
    Antonio Feliciano Alver-
    dro n. 88, onde ao
    de garrafas grandes e p
    de Par, de
    Kicheo
    casa do aee
    Pon
    Periamboco. Soom; I'
    llios ; el Moi
    Pereira de
    Paulo Lalo ,:
    GHAEOPE
    no
    BOSQI
    117
    O nico depn-itij^^H
    tlialomeii Fr:'ncisr^^H
    rio n. 36; samfe^^H
    1P0RIA?T|
    graos, quer molii
    ma, pli-uriz. eaca
    peito, palpitarlo
    ddr na garganta, e I
    mouares.
    1BLC0.
    renles
    toase, asth-
    dr de costados e
    jaeluche.-branchile
    as ai molestias dos orgos pul-
    MFIIinD [VCUDIRD [unnurninn



    \r
    y DE
    tlMUMNCO SEXTA FEIRA 2 Qt N0VVIM8R0 GU855
    CQKSULTORIO DOS POBRES
    SO mUA. 1OVA 1 ffBAB O.
    o noce
    t niuihcr qua
    insultas hoinespallilcas todo
    .ordinario a qua
    ilquer oper
    asmmosla.
    rgia, c acudir promplamenlr.
    rmittan pagar ao medien.
    hurasOa
    a qual- .
    Muita atteneao.
    i-aulelilu Salusliano de Aquino Ferreira vende
    para negocio l.illieles e cautela, das loteras da pro-
    vincia, sendo a quaulia de 10<>3 rs. para cima a dt-
    nliciro i vista : na rus do Trapiche n. Mi, segundo
    andar, pelos ptegosubaxu declarados. O tullirles
    e cantlas sAo pagos un o descont de oilo por Ceo-
    io M
    mmmn do dr. p; l lobo ioscozo.
    50 RA NOVA SO
    VNDESE O SEGUINTE:
    nedJicina homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, traduzido eni por
    Moicozo, qua tro volumes encadet nados cm dous e acumpanhadu de
    iouario dos termw de medicina, citurgia, anatoma, ele., etc...... 20&000
    r -ta uor.i. a maisimiiortaiite de todas asquelralBmdoesludoepralicadahomeocalla.por'ser ,i nica
    mental ,'esla dolrinaA FATIIOENESIA OUEFFEITOS DOS MEIHCA-
    I" JIO EM ESTADO DESANDEconlieciuientoi quonSo podem dispeusar as pes-
    dicar a pralica da verdadeira medicina, interesas a todos os mdicos qne quizercn
    'oulrina de llalincmsiiti, e por si niesiiius se convenceren da verdade d'ella: a todos os
    es de eugcnho<|u* estaolotise dos recursos dos niedco a todo os capilcs de navio,
    nao podem deivar de acudir a qualquer iurominodo seu ou de seus tripulantes:
    fainil a que por circumstaucias, que utm sempre podem ser prevenidas, sao|obriga-
    slart conlinniti os primeinm soccorros eru suas eiifermtdades.
    ua do honwopatha no triducgfio da medicina domestica do Df. Hering,
    n til pessoas que se dedicar ao estudn da homeopatas, um vnlu-
    rande, acoronaohadn do diccionario dos termos de medicina ...... 103000
    is termo:, de medicina, cirnrgia, anatoma, etc., etc., encardenado. :l#000
    6 hem preparados medicamentos nao se pode dar um paseo seguro na pralica da
    iroprietano desle esUbclerimeiilu se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
    hoje da grande superioridade dos seos medicamentos.
    . ... 8000
    Bilhrlcs 5SI0O
    Molos 29070
    1ergos tiStn
    yo artos I.NIII
    yuinto- I3S09II
    Oituvo til
    llrcillllls ."..">n
    v iseaimos 280
    Boticas
    a 12 tubos grandes.
    i medicamentos cm globnUj, a 10, 12 e 153000 rs.
    ditos a.................. 20000
    ditos .................. 3JS000
    d'tv ,................. :10900o
    ditos a.................. 08000
    ...................... 19000
    a-do (indura.................. 29000
    a lindura a rnica............. i-iOOO
    einpruM venda grande numero de tubos de crjslal de diversos tamaito,
    iprompla-se qualquer eucomincnda de medicamentoscom toda a brevida-
    mi i commodo-.
    Pr
    TRATAMENTO HOMOPATHICO.
    eservatico e curativo
    00 CHOLERA-MORBUS.
    PELOS DRS.
    tu povo para se poder curar desta onfermidade, administrando os remedios "ais ellicazes
    mquanlo'se recorre an medico, ou niesmo para cura-la indepeudente dcsle< nos lugares
    lia.
    ?L'ZIDO EM PORTUfcUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
    jsculos conlm as indicages mais claras c precisas, so pela sua simples e concisari posi-
    e de tolas as inlelligcncias, mo so pelo que dUrespcito aos meios curativo), comoprin-
    ervativns que Icin dado os mais satisfactorios resaltados em toda a parle eiu que
    i sido poslos co pralic.
    Denlo tiomeopathicn o nico que lem dado grandes resultados no curativo desta horri-
    jolganioaa proposito Iraduzir estes dous importantes opsculos era lingua vernacn-
    sna Icilura a quem ignore o trance,
    lamente no Consultorio do traductor. rua ,Nava-n. 92. por UaOO rs/
    ANVUINCIO.
    i mas, na n
    ^^Hp da
    undo da pon-
    ^^^^Bimenlo achiran es
    utro, c o pu-
    Mnentu de hiendas
    c sem avaris,
    fmf, pregos liara-
    3o pira bem sei-
    que se dignaren!
    gue-ie*
    LOTERA DO (YMNASIO pernam-
    ' BECANO.
    CASA DA FAMA.
    AOS .j:000S,2:.j00JTE 1:000$.
    ti caulelisla da casa da Fama, Antonio da Silva
    Guimaracs. tem cxpolo .i venda os eus muilo afor-
    tunados bilbeles e(caulelas da qu'arla parle di se-
    gunda lotera do livmuasio, a qual corre no'ia ililc
    novemliro do corrento anuo, os quaes cstau a venia
    bassegnintes casas : aterro da Bo-Vista m. 18 c
    68 ; ra do Sol n. 'X A ; praca da Independencia
    ns. 1 c l(i ; ruado Itaasel n. i ; ra da Cruz
    n. \'i, e roa do Pilar n. 90.
    IMtECOS.
    intelfos
    ll.M.
    Ferrer de.Aibuqucr-
    parau t-na do Ran-:
    uta a receber alitm-
    (le ja' poi- rao-
    e publico : (juctn se
    pequeo prestim o,
    indo anda da rel'e-
    toi'a dos dias litis.
    ^^de Janeiro u
    JO DO MEDICO
    IE0PATHA.
    I Rl'OFF V. BOEN-
    OUTROS,
    con a descrinco
    i indicac.io pbvsio-
    (odos os medicamentos lio-
    i i: concordancia,
    -;iii(ie,u\ln de^odos
    e |iaslo ao ^
    lelo re
    \. J. Di MELLO MRAlX
    e para esta obra no consultorio homeo-
    ' MOSCO/.0, na Nova n. :iO0
    i cm brocliura, o 0O,
    Billieles intoiros .'70ll
    Meios .jim
    y arlos 1-1.(1
    Oitavos TO)
    Decimos (OH
    Vicsimos 3->jti
    O mesmu cautelisla declara, que -arante unid-
    mente os seos billieles iiileirns em originaes, pasan-
    do os tres premios erandes sem o descont dos o*i
    por tent do imposto gcral.
    Paras enlioras.
    0atollo assiguadcis cun loja de ourives na ra
    do Cabuga n. II. confronte au paleo da matriz o'ma
    Nova, lazcm publico, qne receberam de uovo muitas
    olirns de ouro, ie principalmente puleeiras de oslo ,
    continiijn a vender barato em proporcilo as obras, e
    pa-sa-se urna coula ruin respoiisnliilidade, declaran-
    do a qualidade do ouro de li ou 18 quilates, candu
    assim o comprador garantido Seraphim c\ Iriiiiio.
    Novus livrosdc liomenpalbia em trame/., sob
    todas de summa importauria :
    llalincmann, tratado das molestias- ebronicas, i vo-
    <) caulelisla, Salosliano de Aquino Ferreira.
    Proeha-t* de nina -no- para osetvico iulerno
    e externo de urna casa de pouca Teinilia : na ra Di-
    re it a n. 7.
    Muita attencao!
    O cautelisla Salusliano de Aquino Ferreira avisa
    ao^peilavel publico, qiiutumuu a lirme resolugo
    de vender bilbeles e cautelas das lolnias vindoura
    sem o ducnulo de oilo por cenloda lei, pelos precos
    abanta declarados, principiando com a primeira par-
    le da tercena lotera do Uymnasio Vernambucano.
    permanecendo (irmes estes "presos cm quanjaajiao se
    mu lar o plano actual das loteras da proVMa, o
    qual lie ju-lameutp a quarla parte das mu Medita-
    das loteras do Kio de Janeiro.
    Kecebh por inteiro .iOOOSUOO
    2u*iO0S00O
    I :(o0t i:2M3m
    ' > 1:0tK>p(K)0
    . l-eooo
    ' ."^09001
    iOKHIO
    l'ei nambuco 2b' de oulubru de 185.). O cante-
    lista, Salusliano de Aquino I ei reir.
    M;i."s;i adairiaiitina
    Auloiii i barboza de Barros, eslab'elecido com sala
    de liai I,uno na ra da Cruz o. 62, primeiio andar,
    chumba denles com esta preciosa mansa ; na moma
    sala veudem-se e alugam-se hicliss por cummodo
    prero.
    Es|iera-se de Pars pelu primeiro vapor inglcz
    Madamc Tbeard com rico sortimcnlu de fa/endas de
    goslo.
    Bilbeles 39500
    Meios 29800
    lerc/is 19680
    yuarlos I9I00
    Quintos I9I20
    Uilavos 700
    Decimos 580
    \ igesimos :ioo
    t> Velbulin-s deludas asores poeajira- 9
    9 iloprectida l>o loja 11. 9, da Juo Moreira J,.
    Ma**Jli!*@-|)B#*a*aj)W
    t'lMIlf.Wtipllg
    Vende aa sapearlor vinh" d Xerezem barrisdo
    l|t.em casa de K. 11. Wyn ; r.ia tfu, Tipiclie
    n. 18.
    RclogiQs desco-
    bertosdeottro,
    PATENTE EZ.
    \cndeui-t:noe8ciipto!o do agmiletle
    leloe*,francisco (lomes deOliveira, tua
    daCadeia do leciie n. (i, os tuais supe-
    i'roi relogios descobet-to de oui-o pa-
    tente ingle/., de um ros mais afamados fa-
    bricantes de Londres, e por menos prero
    doqueem 011 tra cpjalquer parte, e chega-
    dos honlem pelo paquete iiip-lez T1A-
    MAR.
    Vendc-sC urna casa terrea sili na ra de Santa
    Tbereza n. 17 : qnem a pretender, dirija-se roa
    Velba n. 18.

    COMPRAS.
    Compra-se dous carimbos de mao, assim como
    precisa-se alugar oilo escravos, quem liver para esse
    fin appareca na ra do Collegio o. 9 pora Iralar
    com o abaino assignado.
    Halnslino Ephigenio Carnciro da Cvnlu.
    ^-AVISO.
    Vndese lino verdadeiro, 30 por cenlo mais barato que cm qual-
    quer oulra parte, e de toda as largura* iiioilo boni-
    la> litas dilo : na ra Nova ca-a de relojoero n. 22.
    CVMBRVIA IMPERIAL.
    ^a ra do yueim.i. o n. I, vendem-se
    FLOR DE FLOR.
    A Vainilla de Santander Flor de Mor,
    lie a tnellioi l'ariidia de trigo que existe em
    todo o.inundo, por isso sempre hequali-
    eada a uiais superior em lodos os merca
    dos, aonde tem sido importada : lie esta a
    primeira've/. que vem a ete mercado,
    pore-m garante-s a veracidade da inior-
    maeiio: vende-sc unu ente no utina-
    zem.de Tasso limaos.
    Bous gostos e de
    boas qualicla-
    des. ,^|
    I 4A
    Na ra do yueimadu, uosqualrocantos,na souun-
    du luja de Tazeudas 11. 22, ilefronle do sobrado ama-
    relio, vendem-se as seguintes tazeadas, por presos
    que realmente fizem admirar:
    Casemira prela de superior qualidade pelo bara-
    tsimo preco de 2 e 2S<>00 o covado, ezcellenle
    fianno preto lino, prova de liman, para casaca-e pa-
    ll a 5500, :>} e 5, alpaca prela inuil fina a 400.
    500 e (00 rs. o covado, corles de col leles de uatto de
    boa qualidade c bonitos padres a 700 e 900 rs., bo-
    nitas cassas fraucezas e mulo linas a '.100 rs. o cova-
    do, canibraia muilo lina de salpico, propria para
    vestidos e roupa de enanca a a vara, camisas
    Tiaucezas multo linas cun peitus de esguiao para lio-
    mem a 2*800. corles de cassas para vestidos de bo-
    nitos padres a 2-">, lencos brancot de cambraia de
    liuliu muilo linos e Brandes a C9 a duza, mcias linas
    para seubora a 210. 'JOO e 100 rs. o par, ricos chales
    de chal; rom lislra de seda e bastantes grandes a
    99, dilus de merino multo linose lisos a (i?, luvas de
    seda de cores para bomem c senhora a 19 nar, di-
    tas prela. de lo rea I, Iszenda superior, viudas de Lis-
    boa a 1jI2, ricos curtes de seda para vestido, pelo
    baralissimo prero de 209, ditos de cambraia de seda
    de lindos- padres a 09, chally verde c amarello,
    muilo superior Cuzcuda, c que milito se usa para ves-
    tido a 800 rs. o covado, romeiras de cambraia e fil
    com lagos de rica lilas de seda a 19280, grvalas de
    seda ele bonitos padres a tiO. meias de laia para
    padres a 29 o par, corles de casemira finas e de bo-
    nitos padres "para caigas a 39, brinzinbos de puro
    linbo a 210 o covado, riras colxas de damasco c mui-
    lo grandes, pelo baralissimo prego de 105, brins tran-
    cados de puro linho e de bonitos gestos para caigas a
    800 rs. a vara, meias cruas
    COGNAC VEHDA0EIRO.
    Vende-se o verdadeiro cognac, lauto em garrafas
    Como em garrames : ua ra da Cruz n. 10.
    FAZEHDAS DE GOST
    PARA VESTIDOS DE SEMIORA.
    Indiana de quadro* muri fina e padrOei novo) f
    cortea de laa de qnartro* e (lote* par preg comroo^
    do : vende-se na roa do Creu loja da esquina que
    volt para a ra da Csdeia.
    LEONOR 'AMBOISE.
    Vende-se o encllente romance Itisl
    co Leonor d'Amboise, duquexa de Iireta-
    nlta, 2 voltiraesport.vOOOa's., na livraria
    i), (i e S da piarada Independencia.
    Vende-se cal em pedmxliefjada no ul-
    timo navio de Liiboa, e potassa americana
    da mais nova : no nico depotito da rita
    Je Apollo 11. 2R, de A. J. T. Basto &
    Companliia.
    ARADOS DE FERRO.
    Na l'und C. Starr.-A C. em
    Santo Amaro a vender ara
    don c> ferro 1 ualidtfdc.
    REMEDIO IMCOMPABAVEL
    8
    l
    I
    para bomem a200rs. o
    " 9 I par, chales de tarlatana de bouitos padres a 19, cr-
    mats mo u mas camuratas que leem viudo ao jy
    mercado, pelo baralissimo prego de -ViO a M
    i
    i
    O vara.
    Em l.oianna, Ijecco do Pavaon. 14,
    armazcmde.Vranl),T.\ Albuquerque, com-
    pra-se toda'equalquer jjorcao de assucor
    e paga-se por Ijom prero.
    Cumpra-se urna bengala de licorne : quem a
    liver annuncie ou dirija-se a ra do Amorim n. W,
    lerceko andar.
    Compia-se uin escravo do meia idade para Ira-
    lar de um cavallo; assim como urna casa terrea
    em Apipuebs 00 Mnnleiro. que nao exceda de 5009
    a 009 : na na da Cadeia do Kacife n. l(i.
    rea ihii> tenba bum
    ile Santo Antonio:
    l-se a 111 du Cfespu
    Compra-se una
    quintal k em bas ras no
    quem liver aiiututcie, ou dir
    11. 13.
    Comprare um braco te balanga grande e que
    seja do autor ItoinAo : na ra larga'do Kosaio
    n. 50.
    --r:
    VENDAS
    xap!
    LLTdRIO CENTRAL
    HM(E0P\THI(().
    ratuito para.os pobres.
    . (Mundo-Soto n. li.
    ^^^Klo'l.udgern l'inlio d
    s desde as 8 horas da
    1 tarde.
    lennos em seus domicilios, das
    ile; mas em casos repentinos
    c graves m* visiuis serio
    recera iralamenlo
    lo meios boje acouselhados
    odenipa. I'.strs meios esis-
    nllorio central.
    Inmes.'
    Teste, 11 oleslias dos'inenius.^, /.
    Hcring. lunneopalbia domestica. '. '. '.
    Jahr, pli.irm^cniajtoineapaliica. .
    TtnTrHoj mafllTat i volumes ....
    Jahr, molestiasuervosnsv- ......
    Jahr, molestias da pclle.......
    Hapou. historia da bumeopalbia, 2 volumes
    llarlhmanu, tratado completo das molestias
    dos meninos........
    A Teste, materia medica homeopalhica. .
    De Vajolle, duulrina medir homeopalhica
    Clnica de Staoneli .......
    Caslng, verdade da homeopalhia. .
    Diccionario de Njslt 11......\
    Atllas compiti lie analomia com bellas es-
    tampas coloridas, ciiendo descripgao
    de todas as parles do corno humano MaMM. S'"*p"*^**i^**..iiaii,
    vedem-sc todos este, livros no consultorio horneo^ "e 6l ''
    bCOOll
    79000
    '9000
    1 (9000
    19000
    89000
    itiOOO
    10900o
    89IKI0
    7901K)
    13000
    ioooo
    109000
    Oraetto contra a pesien o rltolera-
    lur-lnts.
    Aclia-se venda na livraria 11. ( e 8 da pragn ila
    Independencia am rolbeliuho com dillcrcnlcs "ora-
    coes colilla o Cliolcra-motlnis, e qualquer oulra pes
    le, a id r. cada um. .
    D SC RSO SAGRADO,
    Recitado em commemoraca o da in-
    dependencia do Brasil, no solem-
    ne Te-Deum que os habitantes da im-
    perial cidade de Nicthero
    fizeram celebrar no dia 7 d
    tembro de 1855,
    PELO
    SK. .IIIVI.H III l'IMII IIK CAMPOS.
    Cone-io honorurloj^j;iU,.jia
    iaJ^J,' vL*Ht*oT,i<*t>i ilepitiado a asisi-iabln ^era) j
    la pi-pvincia ir t'erjiuiMbneL
    profesor mitigo lyen da cluiwlc. rife. l>iLliotliei-:,ri.ln Kuenlln-
    (Ir le liirritn da tmanra eiajul'r.
    ' c socti curi-esisuiiilciite lo in>ti-
    1 uto liisturico do Itrusiit, etc.
    . Este discurso impresso e vendido lelos Srs. La-
    emmcrl cV Companhia, do lliu de Janeiro, por gra-
    ciosa liceuga do autor, vende-se na livraria n. Be 8
    da praca da Independencia, a 1*000 cada, ev-rn-
    plar.
    Ven na ru da Seuzala Nova n. i, se dir ciiim
    Vnd^m-se os perlences da casa de p.i-lo da
    la \ eUia, esquina do becto dos J'or-
    lem bastantes cummodos para o'ulru
    ocio : quem a pretender dirija-se a ra
    fe n. "ti, taberna.
    Vende-se urna parelha decavallos
    para carro, cor rusta, novos cbo-
    j. nitos. 011 troca-se por dous caval-
    los bous de sella : mi panagem da
    Magdalena, no'sitio de sobrado
    alm do viveito ; no mestno sitio
    se quer trocar tuna cabra secta
    por oulra que tcnlia leite. voltan-
    Joa dillerenea.
    Narna da Cruz 11. (i. primeiro an-
    dar. e\isletn a'venda asseguintesmercado-
    rias ullimanienle cliegadas, e por rnuito
    cummodo prero:
    Champagne oinellior possivel, em Cha'pelo muito novo c superior, em li-
    bras.
    Chocolate o inellior que lem appatecido,
    em libras.
    Licor de Kirsch, em caixas.
    Lentos para vollatele 011 ottlro qualqucr
    pgo, em cai\iutas cnvernisada.s milito
    canos, milito boas
    i des de caigas de cesemirasde "Igodo a 19, merino
    Irelo, fazenda muilo boa a 19500 o covado, lapim
    prclo o mais lino quc'he possivel encontrar-se, pro-
    prio para vestidos e balinas de padre, (lelo baralis-
    simo proco d|iL-2S0 o covado, riscadinlios Irancezes
    muilo linos fJ"de bonitos padrees a '2W o covado,
    meios lenco* pretos para sravata, Tzenda superior,
    a 19, lencos broncos com lislras,' de cambraia, mui-
    lo linos n ;t()0 r.. brin branr trancado de puro li-
    nho a 19^00 a vara, c alcm de todas estas razenda*
    outras muitas que su i vista das boas quididades lie
    que se pode ver o quanto sAo baratas, aliangando-se
    aos senhore- cnmprailores que nsle eslahelecimento
    11.01 ha fazenda algnma que seja avariada, c sim ludo
    sem averia, de bons gustos e boas qualidade'.
    He fazenda mili-
    to linda, os me-
    lindres.
    Ksta fazenda be iiileiramci\lc nova, chegada no
    ultimo navio franco*, e de todas as que se nsam pa-
    ra vestidos, he a mais bella, he dr 1,1a e seda, e de
    largura regular, cada curie lem Kfcovados e meio,
    evende-u' pelo barstissmo prego de 0950*1, sabe o
    covado a 500 rs. : na ra do Quemado. nos qualro
    cantos, na segunda loja de fazendas u. 2, deironte
    do sohrado amarello.
    Curies de meia casemira a 2x000.
    Na loja de (uiinariles A licniiqnes, ra do Cres-
    po n. 5, vendem-sc meias casemiras de superior
    qualidade, pelo baralissimo prego de 9001) o curte
    de caiga.
    il. boa fama
    Ilion pontes de tai taruga para atar cabellos a
    Dilos de alisar tambein de tartaruga 1I-"
    Ditos de inarlim tamliem para alisar I---
    Ditos relos de verdadeiro bfalo para atar A
    cabellos 1J-J1
    l.tivas "cjas de lorgal com
    tbico do Dr. I.obo Moscoso,
    I meiro audar.
    ra Nova u. 50 pri-
    M
    COi\SlLT0KI0 HIlffiOPA- 8
    w^;?l,*'i
    w
    c,
    aa adamantina.
    coubecida a evcellcucia desla
    -rile, poique seus resul-1 '
    i dmiu.ifl do publico,
    faz uso . c as pessoas que qui/e-
    l'us servigos, podem pro-
    do Vigario n. I, jloja de bar-
    TISTA FRANCEZ. 8
    >x, d Milista, estabelccido na
    losarlo n. 38, segundo andar,
    : essao do ar, i: chumba
    adamantina e nutros me- CJ
    LOTERA i)0 R10 DE jabeiro.
    w> billietes da
    , que devia
    eseute.iios lugares
    s listas espet'am-se pelo va--
    eradbr, no dia 2 do tituro me/.
    S premios sent pagos lo-
    t buido as mesmas
    MI DMfTA,
    (Gtatuto para os pobres.,
    28. RA. DAS CRUZES s.
    0 Dr. Casanova da consultas e foz visi-
    tas a qualquer hora do dia.
    Os medicamentos hommopathicosmaisacrc-
    dilados do Univvrso. rados pelos Srs. CATEI.I.AN e WEIIEK,
    pbarmaceulicus em l'arts: nesla casa lem
    sempre 0111 urainle sorlimeuto deles me-
    dicamentos em Unturas de ludas as dyna-
    inisacoea; e cm alobulos* preparados pelo
    propriclaiio dente c.labeleciinenlo: carlc-
    ras de todos os tamanbos, e muilo mws em
    ,cou!a do quo em qunlquer oulra parle.
    1 carleira de 1 medicamentos. 5000
    I irasco de tintura a esrolber ibOO
    I; ubos avulsos, a :IOO, 500 e 19.
    . Elemenlusde homet'opalhia, ivbl. 5000
    ! B-Cada carleira encerra os med-
    .camenfci preservavos e curativos do rho-
    lera-morbus.
    |E |iara mesas, papel de peso
    m
    de
    inalez,
    mtiimuro
    papel de
    embrulhu, ulcu de linhaga em liotijas, chic-
    les para carro e arelos para 1 e 2 cavallos,
    formas do ferro para fabrica de afincar, ru-
    tilo da ludia para empalhar, tinta branca e
    verde, inelal amarello para forro, cemento
    romano, armamento de todas as quulidades,
    cabos de linho, de cairo e de inanilha, alra-
    Irto e pixe de Suocia, champagne e vinlios
    nos do llenlio : vendem-se no armazem de
    C. J. Asttey ^ C, run da Cadeia n. -Jl.
    \ ende-se urna canoa nuva de amarello com 10
    palmoi de romp uto, propria para qualquer servigu.
    i
    i
    19, piimei-
    thesoureiio das loteras,
    ublico que se acham a'
    1 da quarta parte da se-
    masio na thesouta-
    ia da Praia, n. 1,
    raenle no
    tesouraria
    tbro -le 18").").
    :esd'Almeida, escri-
    <^)o ii trata m-se
    que ira ni empregar
    '. ou fazen-
    i tura possam
    irora para
    luella :
    liora du
    la Jamaica,
    . cevadi-
    Mtila i\ Santos, roa
    I'rec
    lldc-S8
    . Dnundj.|eira
    Mada.-ne Thcard libara
    aio por, b\ pnlhaca,
    a inobilia de jaca-
    |uem qmzer annun-
    le al a chegada de
    a loja dcslo por cau-
    Precisi-se de urna ama forra ou capliva, para
    os servigos miemos e externos de orna casa de piuca
    ramilla paga-se bem : a tratar no paleo do Carn,
    n. ^0, primeiro andai.
    ey Urna peisoa versada em latim, francez in-
    glez. porluguez, pbilosophia, rhetorca, eeometria,
    ar.lhmel.c.,, minia lilleratura.e com algum conlieci-
    minio de physica, oOerece-se para ensinar fra .hsla
    cidade, porcm so pode contratar negocio para a fre-
    guezi,, de Santo Aniao, ou paite que Ihc eslea mui-
    lo co= juncia, .a '
    I'recirera
    mailo bonsqommodos, paaa-se bem sendo as rus
    legumles : em a freauezia de Santo Antonio', ra
    do Quemado, l.abug, larga do notario, Nova Col-
    legio, Cadeia, Crttzes; no bairru do Kecire, Cadeia
    Cruz, Vigano: quem a quzer alugar, enlenda-se
    rom Antonio Joaqun) Vidal, na ra da Cadeia de
    Hecife, ou com Joaquim de Paula Lope*, defroule
    da esoadinha da alfandega, c na ra Augusta n 'li
    assnn como se compra urna canora o um bu liara a
    mesuia.
    AO PIILICO.
    No armazem de fazendas bara-
    r, ra do Collegio n. 2,
    se um completo sortiroento
    de fazendas, fina* e grossas, por
    precos mais baixps do que em ou-
    tra qualquer parte, tanto em por-
    gues, como a retalho, ailiancando-
    se aos compradores'um s prero
    para todos : este estabeleciment
    ahrio-se de combinarao com a
    maior parte dis casas commerciaes
    inglezas, francezas, allemaas e suis-
    $a&,para vender lu/.endas mais em
    conla cloque s isto llereeriido elle maiores van-
    lagetis do'ijuc oihio (|iial(|iter
    pitrprieUrio deste importan
    tabelecimeulo convida a'todos os
    seus patricios, e ao publico em ge-
    ral, para que venham (a* bem dos
    seus nteresses) comprar, fazendas
    paratas, vno armazem da ra do
    'Collegio n. -2, de
    Antonio Lfe dosSantosiiRoIim.
    -tm casa de Soulhall Mellar c\ Companhia, roa
    Ja Cadeia do Kecire n, 30, vendem-ie relogios co-
    berlos e descoberlos, de ouro, palcnle inslez, muilo
    superior..
    regu-
    A .taberna da ra ,\ova n. 50, lcm de se adiar
    coinplelain.ntc surtida, lem. quu cheuou de prxi-
    mo, lalasde I e -J libra com muilo superior cha, e
    que vista da qualidade o do misto, os compradores;
    se eniivencerao, assim como vende-se ludo |H>r mui-
    lo barato prego.
    -Vende-se um bslcio de lonro para qualquer
    esi.aiielecimenlo : na ra dos Tauociros, sobrado
    amarello. .
    Faiinha de mandioca.
    Va ra do Vigario n. ">, primeiro an-
    dar, vendem-se sucias rom larinha de
    mandioca, milito nova c do superior qua-
    lidade. '
    Vende-se om braco de halanea. grande, enn-
    xas. e i arrobade pesos indo em Iwra estado: quem
    pi deudor dirija-se -s Cinco ponas n. tit>.
    Kua ci Queinia-
    . -c la .'
    I.uvas r-*
    Lindas
    Meias pin?
    Ilaudeijasg'
    Papelalmago ere ve
    Papel de peso paulado muilo super
    Penas linissimas bieo de lauca, grej
    Ditas muilo boas, gro/a'
    Canelas linissimas de marlin
    llculo-ile arinagu de aeo deloda, as gradnacees.1
    Lunetas com arn.ngilo de tartaraga fitOQO
    Toucadores de jacarauda rnm f.oin espellie J9OO0
    Meias de lai.i muilo superiores para- a*fJteJi-'2.','000
    Kiras lienta I as de ca mu com lindos rastoe -29 e .19000
    Chicotes linos para bouiem e nenliora a I o jOOO
    Meias pretas de algodao para padres tiOO
    (cvalas de seda ile ludas as cores I9OOO
    lilas de velludo eslreils c de todas as core,
    a vara UM
    Atacadores do cornalina para casaca 400
    llicus relouinlios para cima de mesa 9000
    Escovas linissimas para cbelo roupa, navalbas li-
    nissimas para barba, mcias pintadas e cruas de mui-
    Deposito de viulio de cham-
    tagne Chateau-Ay, primeira qua- v<
    idade, de propriedade do conde
    de Marcuil, ra da Cruz do Rc-
    cife 11. 20: este vinlio, o melhor
    de toda a Champagne, vende-se
    a tSOOO rs. cada Caixa, acna-se
    tnicamente em casa de L. Le-
    comte Fe'on & Companhia. N.
    B.As caixas sao marcadas a lo-
    goConde de Marcuilc os r-
    tulos das garrafas sao azues.
    a ra do Vinario n.151, primeiro andar, lem
    1 venda a superior llanella para forros de sellins ,
    chegada tecenlemente da America.
    Vendem-se lonas largas eeslreitas, por prego
    cummodo : em casa de Kox Brothers, ua ra da Ca-
    deia do Hecife 11. ti.
    POTASSA l CAL YIRGEM.
    No antigo e ja' bem condecido deposi-
    to da rita da Cadeia do Recife, escriptorio
    11. 12, ha para vender muilo superior
    potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
    e cal virgem de Lisboa, em pedra, tudo a
    precos rnuito iavoraveis, com os quaes fi-
    carao os compradores satisfeitos-
    Attencao ao novo sortimento de fazendas
    batatissimas-
    Novas chitas de cores segurase algumas de pa-
    dres novos a lO, 10. -_KX), -J e 40 o covado,
    curies de chita de bonitos desenhos. padres iuleira-
    iiienlo novos, com LI covados por :t. riscados frail-
    ee/.es finos a 40 e 00 o covado, cassas france/as de
    cores, padres bomtus e delicados a 600 rs. a vara,
    nova nielpoineni s de quadro* de cores a MO, "0 e
    800 rs. i. cavado, lumbargo fino, de boa qualidade,
    para lengoes, crroulas e lo>lhasa 99. 03000 e MR) a
    pega de Ovaras, novo panno fino para lepgoes.com
    maitde varas de laruura a c, chales de laa
    grandes de cores com barra a i>j(J0, ditos de case-
    mira linos e muilo bonitos de cures com bata por
    89, selim preto macao superior, proprio para velli-
    dos e colleles, por prego que em p chuls de seda grandes e pequeos, e oolras mullas
    fazendas, que a dinheiro a vista se vendan) por ba-
    ratissimos prego- : ua rila da Cadeia do KecireS loja
    n, O, defronle da roa da Madre de lieos.
    Pratos ocies patentes
    pan conservar a comida
    qnente: vendem-se na pa-
    9a do Corpo Santo, arma-
    zem n. 48, d Hostrn Ho-
    oker &C.
    .Vende-se ago era cuubctes de um quintal,) por
    prego muito commodo : no armazem de Me. Cal-
    mont A Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
    fiama do Vigario n. 19. primeiro andar, ven-
    de-sefarelo uuvo.chegado da Lisboa pelo brigue/.i-
    deranra.
    PAK1NHA DE MANDIOCA.
    Veude-se superior farinha de mandioca
    em saccastiue tem um alqueirc, medida
    ***' "1100 res : nos ai inazens ns.
    ro te da porta da
    y

    Milharesde uidividuosde ludas as nagoes pudem
    tcstemulibar at virtudes deste remedio incomparavel,
    e provar em caso ueeessarw, que, pele nao qae della
    li/eram, ten ten corpo e anea iMeirameete
    sao, depeis de haver empre nutro? *
    Iratamenlas. Cada pesaos p ^^^E reaveucer
    dessa curas tuaravilliosaipelateitura do peridico
    que ll.'j relatam lodo* os das ha muitus ai
    ataior parle deltas alo lio torprendeiilrs 1;
    raro u< mdicos mait celebre,. .Inania (
    cobrarain cata etle loberano rwnedio o oso de teas
    taracoe pama*, depois da ler permanaeido tongo
    meoaaa bospilaes, ondedevura suflrer 1 amputa-
    '."ao Helias ha muita, que liaveudo deixado cues
    as\ los de padecioioartat, para a nao sobmetlerem a
    essa operagao dolbToea, carada complela-
    nicnle, mediante o uso desn medio. Al-
    vumasdaslepeio,Mal u leconheci-
    ""i'lu,decl.raraaaetiaraultadosbenelicos danle
    do lord corregedor- _____ ____________ ------
    niaitatlrnticarem
    A'ingaeiM desesperara di
    K
    do lord corregedor, ujtrui
    n tua aH9
    "igoem deteti..
    Iivesie birstauleJeonlianga para eotaiar ele remedio
    con.laniemenle, seguideT ttata*
    ment que necessilas.e a nitui 10 re- |
    sudado seria prevar iucoatestaveimenle : cura I
    O ungento he til mait ,
    ., legitimes cu
    I.epra.
    Males d
    allaudega, ou a tratar nt
    Novaes & Companhia na ru
    34, primeitoaudar.
    Caim|,ra9, > Mrnrn
    Callos.
    '-anceres. ,
    Cortadura.
    Dores de cabeca.
    das costas.
    los meiuuro-
    tufermidades da culi,
    em-gerat;
    Enfermdades do anos.
    Erupges escorbticas. -
    Fstulas no abdomen.
    Frialdade ou Taita de ca-
    lor as exlremidade:.
    I rieiras.
    Gemtiv9 eseaUoV,.
    Iiichagoes.
    In'flammagao do fi^do-
    da bexiga.
    Vende-se este ungento ui W^^M
    de Undres.n. M4, Aifrtmal, 1
    licario, droguistas e outras peisoas iiiiiiiin fafl rjeV "'"'
    ua venda em toda a Americ do ul, Hevaiiae
    llespaiiha.
    Vende-se a 800 ris cada ^^Br* *
    nslrncgao em portrjgncz pr^ 10 d ,
    lazei uso deste umiuenlo.
    O depuejlo acra) be em caa do
    uiaceulicu, na ra da Cruz
    buco.
    Vende-se um eserava
    qual cozinbs, engomma e lava'
    na ra Veih n. t85.
    \ endem-se as inelltorn
    que ha no mercado, tanto a ce
    tambein e alucam : a rua di
    Vende-ieuma mobilia em
    leo da Kibeira de S. Ja, 1
    Vende-as urna aera
    idade, viuda, do serla : a tratar
    n.b'.l.
    UMC UliPOSlTO DE r*pe
    DA BAHA,
    rua da Cruz, n. I, escriptorio dd
    tlliveira Azevedo, nestedeposil I
    c.1o desle muito acreditado rape,
    mcule de 5 libras para ri
    mm Mr
    EWIN MAW, ESCRIPTORIO D
    SAS HRAA & C, RUA DO T
    CHE N. n.
    Tem para veuder um e
    ment de taixas, moencl.
    das para eiigenlio, cuja super
    lie ')em condecida do* Senhoi
    nho desta provincia, dos 1
    darfAlagoas. desde qu;i
    ' Itnesmo fabrican ti
    ' Me. Calmont&Cdestaprt
    l'OTASSA BRAS1LEIRA.
    Vende-se superior potassa, fa-
    ^ brieiida no Rio de Janeiro, che-
    (0. gada recen temen te, recommen-
    z^ "-se aos senhores de engenhos os
    r seus Itons elleitos ja' e.xperimeii-
    r tactos: na rua da Cruzn.'2fli, ar-
    m i/.em de L. Loeonte Feron &
    ffr Companhia.
    Vende-se urna balanga rpmana com lodos
    i
    El
    lo boas qualidade*. trancas de seda de todas ir*. ?."^.e.r.f""::?m bom us6.e J'f'. l'bras : quem
    res e larguras e de bonitos padres, lilas linissimas
    Iav radas c de todas as larguras e cure, bicos liui-si-
    mns de liuho ile bonitos padres e de diversas lar-
    suras, lesouras as mais tinas qne lie poevel euci.n-
    trar-se e de ludas as qiialidades. riquis-Jrmas franjas
    /i viso aos Srs. li-
    vreiros.
    Na rua Nova n. 41, fabrica de cliapeos,rcccbn-se
    pelu ultimo navio viudo de llamburgo urna nuva
    Taclnra dosobjeclos seguintes: oleado de dilleren-
    lescore imitando a marroquim, proprio para enea-
    denurtores, papelao de diHereules nmeros egms-
    luras, proprio para os uiesmos; e vende se mais cm
    conta do qne em oulra qftalquer parle.
    Vende-se superior rap fauln Cunleiro, que
    muila aceilaga-o tem lido por ser o que mil se asse-
    tnelha aode Lisboa, assim como Judas as mais qua-
    lidades: oa praga da Independencia, loja n. 3.
    Vendem-se amarridoscon 3 arrobas ',' de car-
    ne du sertao muilo boa e barata : na rua"d Cadeia
    do Hecife, loja de Terrageiis n. 33.
    Vendem-se duasmoradas de casas terreas lia
    rua da Koda n. I, e rua de Hurlas (3s. u nrf.
    ledenles dinjam-se ao Dr. ilulino Augusto de Al-
    enla, no seu escriptorio, rua do Collegio.
    PARA A PESTA.
    Aluga-se no melhor lugar da Torre, um
    sitio com grande' casa nova, eslriliaria e
    cocheiraeqjjartopara (eitor: a ti atar na
    rua da Cruz 11. 10.
    URLICACAO C0R()GRAP1UC.V.
    Esta'a venda na livraria classica n. 2,
    no paleo do Collegio, a ohra intitulada-
    Breve Noticia Corographica do Im-
    perio do Brasil, escrpta em 18.">i; e ro-
    ga-se aos senhores assignantesipte tenliam
    a bondade de mandar buscar o seus
    esemplares, no armazem de leilr.es, na
    rua do Collegio n. 1,3.
    Enmasa de llenrv Rriinn i\C, rua da
    Cruz 11. 10, vendem-se:
    Lonase brins da Russia.
    Instrumentos pota msica.
    Espelhoscor moldura.
    lobos para jardins.
    Codeiras e solas para jaidiut.
    I Meados para mesa.
    \ istas de Pernjnnbuco.
    Cemento romano*.
    domina lacea.
    PIANOS.
    Vendem-se em basa de Henry Duron &
    C- rua da Cruz n. 10, ptimos pianos
    chegados no ultimo navio da Europa.
    Chales de touqutiu rom
    ramos de seda matiz, fa-
    zenda inteirame te nova,
    pelo diminuto proco de
    SCO^OOO rs. eada ua.
    -* Vende-se una nagra de .> aunm de idade,
    pouco mais ou menos, boa c.orinheira, laxa de sabio
    e tn Indo o servigo de una ca'.i : na rua da Madre
    de lieos n. 3b\ loja.
    Vende-se mu piano de jacarando com pouc<
    uso, muito liom, c por prego commodo : assim como
    um loucador de jacaraild e um bereu de dilo, pur
    su dono se retirar para rdra,: ua rua do Cabuga
    loja do Sr. Guimar.les, se dir quem vende dilos ob-
    |eclos.
    Vndese eslamenha para hbitos de lerceiros
    Iranctscinos : na rua do Encuutamenlo n. 7(1 A.
    Mudczas bara-
    tas
    Os airemalanles da loja. da rua dos Ouarteis n.
    JO, junio a padana do Sr. Manoel Antonio de Jess
    estilo resollidos a acaba- com o restante das miude-
    zasque existem. por toda esla semana ; paranlo, a
    ellas, meus ailaos, qnn he boa occnsiilo de se lazer
    pecliHichs, pois vendem-sc por lodo e qualquer
    prego que se oll'rrcga. a ainda ha hom sortmenlo.
    Vende-se nnlln. em Mecas grandes 55, arroz
    de casca a ."IJjJo oalqdeire, oleo de ricino cm latas,
    com,, hem 3 travs do a-ueira de 10 palmus. 10 loros
    de.11 -100 du'.i a IH palmos de compridu, por prero
    commodo na rua do Vigario II. .">.
    Vende-se um sobrado ua cidade de Oliuda, na
    rua de S. liento u. I -, quein prelender, enlcnda-se
    cun Wt.imel Nanea de .Mello, na rus du liomlim.
    Novas joias de
    ouro.
    Na loja de Olifeira VV iongalves, rua do Cabuss
    n. i-2, ha um lindo, variado c moderuissimo sorti-
    mento de obras de ouro. tanto de f, cmodo 18
    quilates, cousislindu em aderegos, meios ditos, role-
    tas, correnles e ontroi objeclos de goito : troca-e
    ludo por sedul.s. ainda que sejam \films. Os pre-
    gos silo maiscommodos do qoe cm qualquer oulra
    '"Jilt
    Vendem-se Jcadeiras .le
    pelu prego do 10.'* cada urna
    l't, primeiro andar.
    - Veudem-se
    j brancas e de cores com boletas proprias paru ror-
    : tinados; e alm de tudo i-lo outras muitissiinas cou-
    snsque a visla do suas boas qualidade e o baralis-
    simo(prego porque se vrndeiii. nao he pnssivel haver
    : querri deixc de comprar na rua d.i (,liieiin,.ilo nos
    quiltro cantos na bem conbecida loja da loa Tama
    n. 3.
    Vcndeui-se sellins com perlences pa-
    tente ingle/., e da melhor qualidade que
    lem vindo a este mercado : no armazem
    de Ada tusn llowieeV C. rua do Trapi-
    che ii. V2.
    tsr comes TURCOS.
    Vendem-se estes delirados corles de cassa preta
    com pintas carine/.ins e lislradns, os mais lindos pos-
    iverS pela sua novidade de padres, c s se vendem
    ! as lujas dos Srs. Campos ci l.im, rua do Crespo ;.
    Manoel Jos l.eile, rua do Oueimado ; Narciso Ala-
    ria Carneiro, rua da Cadeia, por prego muilo em
    conta.
    Vtfdem-sc no arma/em n. 80, da roa da Ca-
    deia do Recife, de Henry Gibson, os mais superio-
    res relogios fabricados cm Inglaterra, por precos
    mdicos.
    bal.meo americanas,
    nj roa da Cru u.
    machinas dedebulliar c muer mi-
    - -^->.ii i. iriuti lili-
    Iho.camnliusdemno muilo leves, pregos amcrica-
    nos de n. -_> a l-J, es aullo de moilo boa qaalda-
    de : na rua du Crus n. 13, primtin. aiui.r,
    Vende-se um cabriolel descolierlo, com ar-
    reos, tudo uovoe mullo bonito, por preco commo-
    do : na rua Nova, coclieira porhaixo da cmara.
    Cuberas .le seda e laa.
    Na rua do Crespo n. 5, vendem-se por mdico
    prego coberlas de seda o laa,lurcs,dos mais bellissi
    inos e varia los pimne que Km apparecido nesla g-
    A boa fama
    Na rua do Quemado nos qualro cantos na bem
    conbecida loja de miudezas da boa fama n. 33 cp-
    contra-se sempre um completo srrlmenlo jle miS-
    dezas de todas as qualidades e de diversas gostos e
    que tudo se vende por tilo baratos pregos que aos
    proprios compradores cua admiragao :"
    Libras de liuhas dc| novelo, brancas u. jO,
    oU, e 70 a
    Libras de linllU, ditas n. SO, 100, M a
    l)u/.ia de tesouras para costura a
    Duiia de tesouras linas para costura a
    Pegas com 11 varasde lita do seda la w .ida
    Magos com 10, .">0, IX) e 7,pega de curdAo
    para vestido
    l'egas com 10 varas de bico cslrclo
    uzia de dedaee para senhora
    Caixinbas com agulhas france/.as
    Caitas com II. novellos de lindas de marcar
    I'ulceiras encarnadas para meninas
    Croras do hotes para carniza
    Pares de meias linas para senhora a JiO, :lO e
    Meadas de linhas muilo finas para bordar
    Meada, e liuhas de peso
    tiruzasde boles mulo linos para calcas
    Aculheiros Tinos com ngulhas sorlidas
    liabados abcrlosde linho liaos e bordados, a
    vara a 10e
    l.apis linos envernisados a duza
    Carteiras de marroquim para algibeira
    l'ivelas douradas para caigas e collete
    Tratirelina pelos de borracha para relogios
    a 100 e B
    Tnleirosc areeirosde porcelana o par
    Cbariiteiras cnlre lin.i-
    Duzias de lapis sala er envernisados
    Duzias de torcidas para caiidieiru n. H
    Pealen linos de bfalo para alisara 300e
    Pegas com b 11-2 varas de lila branca de linho
    Caitas com clcheles
    l .irrile de linhas de liOOjardus i|c boa qua-
    lidade
    Macinlios cotn;!J, :in c iligraiupaa
    Suspensorios, o par
    CASEMIRA PRETA A 4*600
    v 0 CORTE DE CALCA.
    Vendem-so na rua do Crespo, loja da esquina eme
    volla para-a rua da Cadeia.
    Brins de velk : no armazem de Nj.O.
    Bieber & C, rua da Cruz n. V.
    pretender, dira-e rua da Crr, armazem n. 4.
    Esguiao de linho
    e algodao,
    tnuilosuperior, cornil varas a peca, por ,'IqSOO:
    vende-ie na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
    la para a rna da Cadeia.
    A 3$ O
    Vende-se cal de Lisboa ltimamente clta^ada. as-
    sim como potassa da llussia verdadsira : ua prWa do
    Cor|io Santo n. II. -. -
    AGENCIA
    Da Fnndicao' Low-Moor. Rua
    Senzala nova n. 43.
    Neste estabelecimento continua a ha-
    ver um completo sortimento de moen-
    das e meias moendas para engenho, ma-
    chinas de vapor, e taixas de ferro batido
    e coado, de todos os tamawhos, para
    dito. K
    NA ILNDICAO DE PERRO I
    INIIEIKO DAVID W.BOW]
    BA DO BHl'M
    FABIZ,
    ha sempre um grSude sonimento dos
    jeclosHt mectiaaimos proprios par en
    ber : moendas e meia rinend.
    constru
    superior qaflIH
    dentadas p
    ges ; crij
    eiro, aguill
    nho de mam
    ropor-
    ^^^K)e bo-
    da
    IjflIJO
    l80
    19000
    lyjso
    IJtOO
    WO
    560
    100
    160
    80
    240
    160
    360
    160
    100
    d80
    aoo
    240
    lO
    600
    120
    160
    rm
    120
    0
    80
    i 00
    ".O
    60
    TO
    .V)
    10
    rUNUli,.!
    e eiecutam todas as eocommenJb
    ridade j conbecida. e com a deida praalaa
    modidade em prego.
    Vendem-se em cas
    ton & C., na rua de Seioala No^
    Sellins ingiezes.
    Relogios patente BgifJr
    Chicotes de carro e de montara.
    Candicirose eastieaes bronzeados.
    Lonas inglezas.
    Fio de sapateiro.
    Vaqwqjas de lustre para ca
    Barris de gra.\a n. 97.
    Vinho Cherrv em barris:
    Camas ile ferro.
    Taixas para engenho*
    Na fundicao' de ferrt
    Bowmann, na rua do Brunj,
    do o chafariz continua have
    completo sortimento de taisa de
    fundido e batido de palmos
    bocea, as quaes acham-se a ve
    prero commodo c cora promptidao
    embarc;im-se ou carregam-ie em c
    sem despeza ao comprador.
    ESCRAVOS FUGtDOsT

    .ESCHAVA FG1DA.
    Riscado de listt as de core, propo
    para palitos, calcase jaquetas, a 160
    ' o covado.
    Vende-se na rua do Crespo, loia da esquina qae
    >olla para a cudea. ^ H
    Chales' de merino' de cores, de muito
    bom gosto.
    Vendem-se M rua do Crespo, loja da esquina que'
    rolla para a cadeia. ^
    Moinhos de vento
    umbombasderepnxopara regar borlase bata,
    decapim.narandigaodeO. W. Bowman : na roa
    do Brum ns. 6, Kc 10.
    AOS SENHORES DE ENGENHO.
    Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
    Do arcano da i n veneno' do Dr. Eduar-
    do Stolle cm Berln, empregado as co-
    lonias inglezas e hollandezas, com gran-
    de vantagem para o melhoramento do
    assucar, acha-se a venda, em latas de 10
    libras, junto com o methodo de empre-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de
    N. O. Bieber & Companhia, na ruada
    Cruz. u. 4.
    CA. I)E LISBOA A 4*000.
    Vendem-se barnscom cal virem da'LUboa, para
    leuliar tontas, pelo diminuto proco de 48000 o bar-
    r : ua rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
    le da rua da Madre de Deui.
    Venda-se cicellenle tabeado de pinito, receu-
    li'iiientc ebejado da America : na rui de Apollo
    li-apiclie do l-erreira. a cutender-so com oadminis
    ador do mcsnio.
    - Na ru do Viganon.il, ,,,
    . o andar, tem para vender di venas m Uesappareceu no di, t:
    aras para piano, violo c flauta, como u>, pela7 horas da m
    ciam,quadrilha3, valsas, redowas ^lln-'s*,, An,'''U ,da<*e marso*
    tiekes, modinhas, tudo moSnlssimotlXSRZSl
    el legado do Rio de Jpneiro. per as
    As 9 horas de 20 i Wm
    Met o despejo daasasn a pi^H
    de>B a 25 annos de dade.stecT
    mpridas, olhos rand, ,^do
    um dtlleild cabuide para cima do rosto, nariz, ero-
    go, levou vestido -e cbiU aroaralla
    misa de aiiioiaoilnho usadn.len
    cefim de ouro c6m urna medal
    iisalnd.deonre.;,og.seoscapMaead camp a
    a -loria -salitond-de polnae. a app.efc.osao.. .tere-
    la a roa da Cm do lUcife defronle do cliafaria
    rneni'e D" W recolnl>"'Cari. nerosn-
    Kugo no ubbado 6 de oolubroa preUMariau-
    ua BenL-uela, eserava de Francisco de Krila.6me
    boa e sua mulher, leron vellido escure de-bolado s
    um taluiteiro com roleles, ten osdedo srandesdo-
    pos turtos par dentro : iotituU-se forra, porque Iba
    concedemos essa graga por morte de us ambo :
    pessog conbecida dix qae vira o preto forro Juaquim
    ciiailor e Vendedor de miunezas, sedoei-la no is.
    mo sibbado ;i noile na escada do Sr. Jos Qaadino
    l.eile ua rua do Kosario, a dita eserava JUarianna
    para que nlo fosse para casa de sua sendera : esse
    preto Joaquim foi escravo do Si. Thomai de Aquino
    Fouseca : presume-se qoe teuha ucuilado, >ij|o
    queja de oulra fgida, pela qual iste
    fui interceder porella. SuppOc-sequ
    a vender miudezas para o mal
    cadeia
    (sahiram
    ro;a a todas as autoridades, enroo e a
    pessoas suas coubecidasa appr dita a
    vi, que se respousabelis.
    A'roi
    Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
    para vender superior retroi de primeira qualidade,
    de rabrtc-inlehiqueiralinhas d roriz e de nume-
    ro, e fio porrele, ludftehegado pelo ultimo navio vn-
    dn do Porto, e junrarnenle vinho superior, feitnria
    em peque nos gafa de dcimo.
    l trot
    aes ou capite
    rfn a s*u seohor
    iorpo (Sanio n.
    roga-aea ludas as auloridade
    de campo que a apprebendaiu
    Pr,
    17, que recebera a gralilicago cima.
    PEBN I. DE M. F. DE f ARIA
    _u
    *S5
    MHUnn FVFUDIAD [UPnUTDinn 'I H T
    Htl


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