Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00470


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Full Text
N. 199


Atino de I829y
DIARIO DE PERNAMBCO.
/
,.. iss^ra* Dtor, d""u ..<.. p., ort.ta. i
?i!S*" d^Setembro. &Pedro de Arbues M.
Preamar as 8 horas e 30 minuto* da manka.

ODE
Recitada no Jardim Botnico no Jim do
jantar, com que os Acadmicos Olin-
denses ah festejrao o faustsimo an-
niversario da nossa Independencia, pelo
^Acadmico Lourengo Trigo de Loureiro.
T)
EflcE, Filhas do Ceo, prestai-me a Lyra,
Prestai-mc o "sacro dom, fazei que eu possa
Celebrar neste Da ein digno verso
A Brasileira Gloria.
Meus toscos dedos rudes, e inexpertos,
Pelas canoras cordas discorrendo,
C'os Apollindos sons atinem, achem
Sons deste Dia dignos.
Colete viracao, Divino influxo,
Que a rude mente humana ao Ceo elevas,
Estro brilhante, creador dos Hyinnos,
O espirito me inflama.
Medindo os doze signos, vezes sette
A nos volve este Dia, oh fausto Dia !
Oh! Dia de prazer, de gloria infnda!
Ah! para, sol, detem te....
No triste, e vil colonial estado
Hia de novo abysmar te, Patria!
Mas Pedro, que o nao Soffre, a voz Levanta:
Independencia, ou morte
Dos campos do Piranga ovante o grito
Mais veloz, do que o raio, corre, e (roa
Em todo o orbe Brasilio, que encantado
Fica no Here, Que o Salva.
Nos gratos coracoes dos Brasileros
Aras perpetuas se Lhe erige, e nellas
Perpetua gratida Lhe jurad todos
Em quanto livres forem.
Emborn vis columnas, vis escravos
Do feroz Despotismo, agora tentem
Frustrar tamanho bem, Pedro E' Constante,
Pedro E' Fiel, e basta.,
E se acaso o nao Fdra, poderia
A cinzas reduzir-se o Brasil todo,
Mas nunca escravizar Brasilios Peitos
Esse monstro hediondo.
Somos livres. e havemos de ser livres
Em quanto vivos formos; pois que temos
Respeito ao juramento, e nos juramos
Independencia, ou morte.
I
Honrados Brasileiros adoptivos,
A mar mu bem podis vossa Me Patria,
bem que sejaes injustos contra aquella,
^ que estaes mais ligados.
Lidad&os Brasileiros sois, gozaes
De todos os direitos, de que goza
Os Brasileiros natos, se jurastes
A nossa Independencia.
Nao mais Portu^uez o que adheriu
A' Causa do Brasil; e atraicoa-la
E' nao ser Portuguez, nem Brasileiro,
E' ser um fementido.
A Causa do Brasil foi justa, e santa:
Ponderosas razes o constrangra
A subtrahir se ao todo, e quem conveio
s Traidor nao foi a Lisia.
Trado* nao foi a Lisia: desta parte
Do antigo Estado, em novo Estado erecta,
A justica approvou, fz-se seu membro,
Por ser forcosa u escolha.
Mas desde que se decidiu por ella
Deixou de Luso ser, sacros empenhos
Contrahiu e'o Brasil, e vilalos
E' de quem nao tem Patria.
Seguir do Immortal PJdro o claro exemplo,
E' da Gloria immortal seguir a estrada :
Deixar de O imitar ofteiide-lO,
E' mesmo expo-10 a pr'igo.
Eu em Lisia nasci, eu muito a preso:
A liberdade, e a paz, por que suspira,
Ancioso Jfee desejo : isto bastante,
E nada mais lhe devo.
Tres lustros, e dois annos sao passados,
Que no Brasil existo: o Brasil pois
A' muito minha Patria; e meu dever
Por ella dar meu sangue.
A Lisia desejar mais austa sorte,
A sorte, de que digna; e dar a vida
Por nossa Independencia, e Liberdade,
E' o que incumbe a todos.
Entre Brasilios natos, e adoptivos
Nao ha differenca alguma; todos temos
Mesmas obrigaces, mesmoa direitos :
Somos Coneidadaos.
Eia pois, Brasileiros, unia....
NaO vos illuda eases vis captivos :
Co' a Patria ser escravo torpe morte:
Morrer por ella vida

.
:
.
-
~
*ir


/



*
mf

(798)
-i
solap de graneles potencia?, e cabilde
jNR.Ed*.-~ l*.<*yto a ** ^f^^^Sil surgi a
constante Lor qeite Tsefif nff s rienfe. Bt> do^Bra il si r*u3 a
bemconceituadafolhaaOdeacimatrans- resplendecente Luz da Libeidade, mais
cripta, cujapubcacaosemepede. clara que o mesmo soL
F Lourenco Trigo de Loureiro. Do do Ja pao surgi a el}a>*
nonren (o g ^^ ^^^ (escwd^ d^s- matevok)8> pa-
i* re*nwo- 4s clubs eojtanaa*!**; apos
tm*mHH* d* D^cio^irio werta a Di- si o airo* despotismo coui a competente
ff fff, hi trStma ffi &S Li- cafiTa de Fonzos.
1
no
xicografo no oSmy da P&v* 1&
F,
Pko-de-lk Bucado, que com v-
nho, e com o maior gosto i^golem os
Orca Lugar onde p***m* m Ccm^ttcremaes a saude Cpor se verem h-
Papa-algodoes, quandoa Ley Ibes ebega ^O^r^^F^^^^
por caza. r"
fasete AS te eoluttmistas C a p*a*coitimn....-;
foco te oScompsturas, e dasmate ne- Q*-e*tm. ^viao fazer no pel-
rndameSr Ut da vi*, pvad. loinho, o. ^af vra J
dsCidadSes.easseude.ttoachodadi*. daba, na Balna, l"*^"?0^
oidiaemtod Brasil. PernamVroeo; e *a menos da se i
As dos Constitacioaaa. sa amantes correspondentes do Cruzeo,_ ^VJ
deste G*erao; respet a Ley, e re. IW, guando he a i^ M"
batem fortemente aquella, empegad mate em Telescopios, Campoaezes, Cu-
todos o ihfeios derconcilmcao para apla- riozos Sucurnubas &c. &c. c.
car as furias d'utna guerra el vil. H. He o homem, que '"'-
Homem. Obra do Creador doU- dade de David, S. Luiz Re de franca,
niverso mui til a sociedade quando Ho- D. Affoaso 1. de Portugal elm
Tuero, Sfocles, Cicero, Virgilio, &c e tos, mu proficuomjPM.na e a hurnam-
pernicioso quaadoDoiitor lombriffB, Zu' dade: e na qual^ade de Fet .wnc.o ,.
a eaflf-tlfc, Papa-algodaS, Lile, di- de Hespanha, eD. Miguel 1. de Por-
zertor da Parabibe, e &e. e. tugal, nmi pernicioso
Jore. Entre t.ds, Mancebo : en- Rusga. He onde se conhece o ca-
tre os coLumnistas querdizer tt>nsHrueio. chorro, que s ladra na porta do oenhor.
nal. Na verddesaS, tts que Ihe fezem Sepultura.-.Lugar ondejazem um
mais euerra' sen numero de victimas sacrificadas pelos
%m. ~ Est cenonae com o Li- despotas absolutos. Neste mesmo Jugar,
xicografo, uaBdodi sm de mau a- os chamados Farropilhas,, repug.rao um,
eoiro e acfeeeato = par o sucias da s*n*or au-
columna, e xm>bo*ForUigwei: damesma tomasia columnas) com receto de que es-
|e ta egregia eorja de concilibulo, trasle-
Martt/r. O qe padece por agu- gue-ftre o infectaos humor deque com-
ma cousa. ForaS imiaensos, os* que pa-
i


posta. .
Traigao. Jantar para os cokimnis-
tas : o qe costiinaao fazer os sucios jap-
nicos allucinawdo certos Portuguezes pa
ra apanharem delles o que precizao.
Unhm, "+* Teve-a bem grande o Pa.
decerao pela Fe de Jesu Christo; e sern
numero os que tem padecido, e padecen.,
nos Paizes Uvres, pek> despotismo ; pritt*
cipalmente milare*.
Nobrezm. Quando eoraposia de
liomens ^stinctos porBabedwia, firmeza pa-algodaS, em erto tempmho (nojej
de carcter, e vthades, a swteu4adora ehorado.
da ConstituieaS, e de vastissimos reinos ; Varanda. (Em vez de Varella,
e dispersadora assoitanle dos baulutistas: por significar templo dos idolatras, e por
mas quando ella e por homens intuitos, isso aprasivel aosj'barisaicos columnas.)
intitulados nobres somente por e^lendi-
deza de cabedaes, estados, fatos de
carcter, e por oowsequeaca toluveis ;
aduladores, ebiltres; a contammadora
4#s Tferpao i^titoetoim, mia e deg-
Pulpito d'onde o Doutor lombriga prega
a discordia.
Xd. Costumao tomar os colum
nistas paira despertarem do somno, e po~
derem descwpetAar as fua^ies dos seus


c*>
.a.
Avizos ffertieufere*
MEiitbw_~s$ foWf kW* SflfW*j&

clubs no.teffMWk
Zvrro. -r SfcQ.tao* grandes, os que
dao os desgranados col un) as, quandp^G
Ibes toca as escanifradas can^*s.e poenfr
e-y> s 3 mataduras ao lempo, JF* ?, *>*** ^ ""* %&
Tenha pacienta &Sho( P^tor, S^ior to Oliml* *** ^"*S
con, aYnnha^ tortunac5es, que tac- ^*^a^^^
bem teve, qu^n" a c Wei*a.de choear.. quem nj qwwj ***"^ ^^
rices en, queJa, Jlou o ^o^o Cfcico- gabug^ ^^\^l^
filo* a. 4%C^VVv^ .jpX q o c&ixa. a ww*. oa ^ Wr^
o^izptesv, *
Veinte?^
grafo ue> caulista
O Joven Trunao;.
----------~*-T-
.-
AManh?,, que se coptao T do corren-
te tem principio a venda dos Bilhe-
ts da primeira paite da sexta Lotera do
, CavaAtafc (^r^AVUC0>e4pez, Uw
l

a paite aa sexia junet u" ^^H,n iTxwn m w<* anda.
Seminario cojo Plano *q*M se ,rh : r o**: ra f**g ffS^yf
Boa-vi^ta era casa lo The?oureiro Jo* r**, 1m> WW ^^L'* e pan*
Martina Ribeiro, no Recite en, casa de ftW prtfP, I '^"tullu^
de Oliod em ca do&ema, e na Ro- n# fe Co*OT da ** / W
a ^edos Santos PinkUo; ml -WM kWJ^ **' *M'**
potera devora ter a sua ex W5 ate 15 e^J,.^ iaade 20 an-
de Novembrop. f, o mis tardar. T-o- H">a ec cozinha,
ben. se participa a todos o Snrs., a quem nos, pa .da dPf^ (lo ,. no
coube alsum premio pesta quinta Lote- engoma e ensanoa, ra u e
se competente pagamento desdi o I a AW P W .^ $
IT-porfe m ^.r4^ ^ comX; nw Nova J 79.
desde as 3 a* asg boros da tard* **$.& pouco Marte da Cdi.de
ce**, Snte. deOteoPor^. ^^S^decapim, mandil

M. .
3^0 ilbete*# 6*00
J JSiUieta
JDUo
JPitP
2 Ditos
4 Pitos
Pites
.8 paos
JA Ptt&
J^ DUes
l Pito J. 9 tiwcp
JlUtoull. Jtvpnco
)94 Wtos *
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*
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giasp^rapJanliWtje^ecapim, mandWa
82:4W00 loutraslavouras, e^W vanos /*)
de fructo ; Quatro Cantos, na Cidade de
5iOOOfOO Olinda sobiwip. Jf*- ).
filMAOO Hiimmulequecnoulo, idade 14 pa-
SOW meTeSzi^ O frito de hu.na .;
ra do Livramento loja de fazendas D. 4.
600|(
4C0 l:JttQJOOP
aoo#ooo
4W4oa()
mt

1 pe^teR^em faz^r Jarrisons Por-
VP V$ani, Me fazendas Inglesas
375^000, ffif fera 17 ^ocprr^te, na ra da

JJi67^iiftdosi
2333 BraiiQgft j
3500
177^000
$ .S:75a#QQ0
AJlga-s-

Hma cazabewin, ou niaisandares
no bair'ro do Kecife, as rua>- da
Cadeia, da &WP,. ^ Mrifi, ou eni ou-
tra qualquer que nao seja em beco ; an-
-nuB'ie or e*te Diario.
i&\m o plQuenOj qu* tenua caaa

TI I !"
-^T
T

T.
TT


A-
-...i
ri> -."
"W
(800)
de vivenda, e seja perto da praca ; an>
nuncie por este Diario.
Hum sobrado de hum andar, que te-
i)1ia cmodo para huma pequea familia
ou mesmo casa terina, em qualquer das
ras do -bairro do Recife; annuncie por
este Diario, ou dirijase a ra Nova no
primeiro andar do sobrado P. 35.
Arrenda-se.
0i
braltai
Noticias Martimas.
Entradas.




Ia 13 do corrente. Genova e Gi-
rar ; 62 dias, trazendo do ultimo Por-
to 32," Polaca Sarda Indeferente, M. "SW
colac Dodero, equip. 13, carga difieren-
tes gneros, a Nicolao ^Otto Bieber, faz t
quarentena de 6 dias. -^iLisbca ; 44 di-
Oc... as, B. Triumpho Americano, M. Ma*
Sitio denominado Mangabeira, a* '* c;w/-fl0 L,..; n
j t-l- -i_ ir J j ue' fcnnoes, equip. 14, carea gneros
margem do rio Bibiribe defronte do p- \S*i rj b ,
i ^ c o do raz, a Antonio Marques da Costa
Arrombado, no fundo da. uataa de S Soares __ ^ 8'
Bento, con, grande puraar de Mangaba* *hn e M ^ John o^otLerl, *
ras, Larangeiras, Coqueiros e mais ar- ,p Jr' umj .. u *',
^r- ^ ?.. I__?- ^i ii.- _____! qp. 1C, carga fazendas, a Heynvorths
eCompanhia.
Dia 14. Ambris, 26 dias, E.
Margarida, M. Antonio dos Res Fidal-
o, equip. 12, carga 167 esclavos e mor-
rao'7 na viagein, a Joao Maria Seve.
Rio de Janeiro, Bahia, e Maceio
26 dias, trazendo do ultimo Porto dia*'
LT^vl. i V *'o0uel"mdo10" P-M-N. I. Beaurepaire, Com. ja que voita para o Coleg.o. T V^ Ma|)oe| ^.^ da ^'^
l reir, passageiros do Rio (Je Janeiro Ma-
Iioel da Silva Torres Brzitero, Fran-
Ht, r. u a- ;; S, seo Marque* de Aran jo Gosnia Esto1
Um Cavatlo no d. sexta fe.ra 11 do dm|, Tor4 to Joze ^ >
co. rente no lugar do Remedio a8 5 Alfbega da Baha, n tratar da saude
emern da tarde cora os aurnaes ,e- -alloeIftFel,lilIlde8 na Cm, Tenti
Vores de fruto, mata de lenha, grande
terreno para plantabas, baixa para ca-
pim ou orta, dnas cazas unidas com c-
modo para duas familias, huma das quaes
se acha com*hum oitat cabido, o qual se
levantar a custa do mesmo arrendamen-
lo ou como se ajustar, e com terreno pa

*

4.
Furtou-se.
*

'.
horas e ineia da tarde cora os signaes se-
gu rites, p esquerdo calcad^ dos maxi
nhoa por baixo, cor lazao, frente aberta
puxado ao lado esquerdo, cauda ao meio,
e com o ferro AB unido, quem soubpr ou
ti ver noticia participe a Joze Antonio, no
Affogado ra do As60uge.
atado Maior do Exercito e J escravo.
Sabidas.

m


Ia 13. Nenhurna.

Amas de Leite.
*#
p
ERciZA-se de huma, a qual tenlia
bom leite ; ra Direita D. 24.

Escravos Fgidos.
**
Miguel, com os signaes segantes,
Dia 14. Par&hiba; B. Ing. Co-
hiet, M. Tilomas Barus, equip. 10, em
lastro. Ilha de Fernando; B. mer.
Panam, M. William Yarneli, equip. 8^
carga mantimentos, passagein s Major
Francisco Feliz Macedo Commandaiite
da dita Ilha, hum destacamento comanda-
do pelo Capitao Antonio Gomes Leal, '
Tennte Anudante Daniel Duarte Pache
co. llnente Antonio de SouzaPinto,33



_ 0-_ "ft"""o mgwiiiiCT, ., i a-c.icuie AiHcuuoae oouzai*jnto.3
muleque, nacao Ca^ange, com calca de Soldados, 3 Inierioret, 3 Cabos 4 mu
bnm, e camiza-do mesmo, sem chapeo, Hieres de Soldados, 8 degradados, 3 Offi-
mmto ladino, com mu tos signaes de fogp ciaes de Pedreiro, 1 Commissario Luiz
quetifjuce dasua trra, eesta aiizente da Costa Porto Carreiro, Antonio Joze
desde 10 do mezpassado; os aprehende- Duarte e Ignacio Joze Ribeiro que vao a
dores pc-dem leva-lo a botica de Miguel negocio. Porto; G. Port Flor do
Joze >Ribeiro, ra do Quehnado N. Porto, M. Maoel de Souza'jVlonleiro,
equip. 21, carga assucar, passageiro Jo-
"*"---------^----------- ao de Menezes Souza e Mello.

-fa^1 'o r? c""^*x>
Ferwmlntco na Tipogrqfia fio Diurio.





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