Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00454


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Full Text
Anuo de 1846.
Sexta-feira 27
O DIAR10 puliKci-se todos o din que nao
forem de guarda: o prero daasiigiiatura lie ele
40OO rs. por quartl, JWOf adiantadas. O*
annilnciqs dos assignanles so inseridos a razJo
.le Jo res por nla, 40 ris e-n typo difieren-
le, e a repetir pela melade. Os que nao fo-
rem assignanM* pgo 80 '*'S por linla, e 100
em ijpo difirante.
FllAS-ES DA LA NO MEZ DE NOVEMBRO
|.ua cliea a I, ai 6 horas e SI minutos da maali.
Mingosnlsa 10, as A horase 24 mo. da manli.
La nova a il.ul horas e 3 mi. da larde.
Creacatite a 2 5, as s. horas e 11 mo. da tarde.
PARTIDA. DOS CORRF.lOS.
Goianna e Parabylta Segundas e Sextas feiras
Ui Grande do Norte, chega na Qu.irlas feiras
no meio dia parte as mesnm horas as
Quintas feiras.
Calin, Serinliaem, Rio Formoso, Porto Cairo e
Maceta, no 1.a, 11 e 21 de cidi mez.
Garanhuns e Bonito a 10 c 24.
Boa-Vista e Flores Ue 2.
Victoria as (Jiiiiitis l'eiras .
Olinda todos os dia.
PREAMAR DE liO'JB.
Primeira a fl h. 42 minutos da manha.
Segunda a 12 b. 6 minutos da tarde.
Novembro.
Anno XXII.
n. aft*.
DAS da semana.
efunda. S. Clemente. Au.l.da J. dos orpl-.
edo J.doC. da 2. v.,doJ. M da 2 v.
24 Terra. S. Porciano Aud. do J. .lo civ. da I.
v. edo J. de paz do 2. dist de t.
25 Quarta. S. Jocunda. Aud. do J. do civ. da 2.
v e do J. de pai do 2 dist. de t.
20 Quinta, S Bcllin.' Aud. do J. deorphos,
do I municipal da l.vara.
2? Sexta. S. Josapliat. Aud. do J. do cir. da 1.
t., edo J. de paz do I. dist. de t.
24 Sahbado. S llortulano. Aud. do I. do civ.
da I. v., e do J. de paz do I. dist. e J. de t.
29 Domingo. Saturnino.
CAMBIOS NO DIA 20 DE NOVEMBRO.
Caml.io sobre Londres 2 a 2S'/a d. p. If 00 d.
Paria SSa ris por franco.
Liflioa 100 % de premio. '
Desc. de letras de boas lirmns I '/, p. %omez.
OuroOnrashespanholas.. JOJIOOO a,toJ&00
. Modas de ttstno vel. HOzO-n. a'l0i
de 0*400 nov. I#000 a I0|l00
a de 41000... B/Ott a Hit
rrala Pataces.......... ij a J/*0
a Pesos eolumnares. IfSso a 2*000
* Ditos Mexicanos. tfOtO I#940
, Milida.......... IfTOO a 1*780
Accocsda Comp. do Heberibc de iOjOOO ao par
DIARIO DE PERNAMBUCO
PAHTE OFFICIAL.
LE N 259, DE 13 DE NOVEMBRO DE 1846.
Varea o subsidio < ajada d< cuito para o memoras da assem-
bla legislativa provincial em a legislatura re 1848 1849.
Antonio Pinto Chlchorro da Gama, presidente dapro-
viucia de Pernambticq. Faco saber todus os sois ha-
bitantes, que a assemblea legislativa provincial dceje-
tou, e eu sancclnnci a lei srguinte :
Artigo nico. Oaubsldio, e ajuda de custo dos depu-
ados provinciaes para a legislatura de'1848 1849 ser
i rgulado pela lei provincial u. 127, de 30 de abril de
Ficao revogadas a* Icio e disposicf s em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quein o co-
nhcciiuenlo e execuco da referida lei perleucer, que a
cuuipro e faco cmiiprir io inteiraiucnle, como uella
te conlm. O secretario-interino desta provincia a faca
imprimir, publicar e correr. Cidade do Recife de Per-
nambuco aos treze dios do inez de novembro de mil oi-
tocrnlos equareula e seis, vfgcsimo-quinto da indepen-
dencia c do imperio
L, inionio Pinlfi .Chichorro da Gama.
Carla de le, pela qual V. Exc. manda executar a rrso-
luco da assemblea legislativa provincial, que houve
por bein' sauccionar, inarcantjo u subsidio e ajuda de
custo aos depulados provinciaes na prxima futura le-
gislatura, na furnia cima declarada.
Para V. Exc. ver.
Tlieodoro Machado Freir Pireira da Silva a fes.
Sellada e publicada nesla secretaria da provincia de
lYinanibuco, aoi 13de novembro de 1846.
<4 nion iu Jui de (Miveira.
Registrada a jodias 293 do livro 1. de registro das leis,
que serve uestasccrrlaila da provincia de Pernainbueo,
aus 13 de novembro de 1846.
Slanoel Jos de Soma Luna.
LEI N. 160. DE 13 DE NOVEMBRO DE 1846.
Aularisa a preiidtneia a mandar concluir quanlo anlet a obra
do Ihealro publica; a dispensar da adminisiracao dames-
tna obro a eompanhia, que della te acha encarregada ; e a
convencionar com toa eompanhia o pagamento dos avanrot,
que lem feilo. Cria o lugar re administrador para o
memo Ihealro; e conlm diversas ontrai disposices acerca
do acallntenlo dette edificio provincial.
Antonio Pinto Chichorro da Gama, presidente da pro-
vincia de Pernainbuco. Faco saber a todos os seus ha-
bitantes, que a assemblea legislativa provincial decrc-
tou, e eu sanecionei a lei srguinte :
Ait. i. Fica autoiisado o presidente da provincia i
mandar concluir, quaulo antes, a obra do ihealro pu-
blico desta cidade.
Ait. 2. Fica igualmente autorisado a convencionar
com os accionistas da maneira, que julgar inajs conve-
niente o pagamento das quotas, que adiantaro para a
factura do mesiiio ihealro, fazendo cessar a admlnistra-
co dos meamos accionistas.
Arl 3. Fica creado u lugar de administrador para di-
rigir o Ihealro, depois de concluido, nomeado pelo pre-
sidente da provincia com o ordenado de un cont e oi-
toerntos mil reis; podeudo ser nomeado desde j e en-
carrilado do dirrrcao da obra.
Arl. 4. Para conclusao da. obra, lieiio destinadas des-
de j as sobras, que posso haver nos artigos de despe-
jas decretadas pela lei do orcamento vigente, e o pro-
ducto das loteras concedidas por esta assemblea.
Art. 5. Einquanlo nao correr arroda de una lotera
do Ihealro 6111 Utn anno.se pao perniltlir o andamen-
to de outra qualquer.
Arl. 6. Ficao revogadas lodas as lcls e diiposicOcs em
contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades, a qi0li o
conlircimento eexecucao da referida leipertencer, que
icumpro cfajoo cumprir t;lo inleiamentc como uella
c conlm. O secretario interino da provincia a faca
Imprimir, publicar e correr. Cidade do Recife de Per-
iianiburo, aos Irezc das do mez de novembro de mil oi-
toceutos e quarenta c seis vigesimo-ijunto da iude-
pendeucia e do imperio.
L. S. Amonio Pinlo Chicharro da dama.
Carla de lei, pela qual V Exc. manda execular o de-
cirlo da assemblea legislativa provincial, aulorisando-o
i maudar concluir, quaulo antes, a obra do theatro pu-
blico desta cidade. convencionar com os accionistas
da maneira, que julgar litis conveniente, o pagamento
das quotai que adiaiitro, e. dando otttias providencias
a respeto.
Para V. Exc. ver.
Ignacio Antonio Horaria fez.
Sellada e publicada nesla secretarla da provincia de
l'ci'iianibuco, aos l3 de novembro de IS-Ki.
i4n(omo Joti de Oliceira.
Rrgistrada a folbas 294 do livro 1. de registro das leis.
que serve nesla secretaria da provincia de Pcrnambuco,
os 13 de novembro de 1846.
ilanoelJoi de Souia Luna.
transcripto, que por copia Ihe fo remetido em officioda
presidencia, de 23 do crrenle.
. Primeira seccao. Copia. lllm. e Kxm. Sr lla-
vrndo por bem S. M. o Imperador, por sua innnrdi.ita e
imperial resolueo de l4 do crreme, tomada sobre-pa-
recer du concelho supremo militar, de 18 de srtembro
prximo passadn, mandar declarar, que as disposiceg
do decreto de 16 de maio de 1821, determinando, que os
militares despachados ou promovidos, entrrm logo no
exercicio dos seus postos e gozem das honras, sidos e
quarsquer vanlagens, que por leis Ihes competirem,
sao applicaveis aos ofticiacs reformados, quando se
achnr expresso nos decretos ou resoluces, que Ihes
cnnlerii-eiii as reformas, quacs os postos, que por ellas
devein ni ; mas que, no caso contrario, taes olliciaes
iiki podem gozar de brneflelo algum da reforma, sem
que o tribunal do concelho supremo militar por seu des-
pacho declare, como se tem platicado, qual o posto e
sold, quceni virtude. da Iri compele a cada individuo;
Cumprindo aos presidentes das provincias, logo que tr-
nho rominunicaco ufflclal da mencionada dcclaracn,
otiseja por esta secretaria de estado, ou pela reparlicao
do concelho supremo militar, ou que os agraciados Ihes
lenho apresentado suas proprias patentes, mandar en-
trar os mesmns olliciaes no gozo dos postos emais van-
lagens da reforma, e satisfazer-lhes a.dillerrnca dos sol-
dos, quando pQrventin a tciilia ella lugar, desde a dala
dos decretos ou resoluces, que os reforuiro : assim o
cominunico a V. I.\c. de ordeih domesino augusto Se-
phor, para que telilla inlciro cumplimento pela forma
especilicada, allni de que nao continu o abuso, que em
.ligninas provincias tem tido lugar, de inaudarem as au-
toridades dolas, apenas teein noticia das reformas dadas
a coitos ulliciau'qiic aellas perleiicem, sem declaracao
expressados postos em, que devein ser reformados, que
os agraciados gozem logo dos postos e sidos, que en-
teiidem dever-hes competir pela rel'iirma ; o que, alm
de irregular, he em prejuizo do thesouro publico, a
quein os agraciados devem pagar os competentes direi-
tos, e dos empregados desla secretarla de estado, e da
do concelho supremo militar, que perdem os emolu-
mentos de taes patentes, que por aquello motivo dejxao
de ser tiradas ; o que tudo se ha por muito recommen-
dado a V. Exc.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio-de-Janeiro, ein
lli de nombro de IS-ili Juiut l'auln doi Sanios brrelo.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco. (!uni-
pra-se e rrgistresc. Palacio de Pcrnambuco, 20 de
novembro de 1846. l'into Chicharro. Conforme
'iunruru.Vui'irrsA'ili'a, nllii ial maior interino.
Jote da Silva GuimarAct.
AJudante de ordens.
1843: e 3." das posturas das cmaras munlcipafs da
Boa-Vista, Cimbres e Victoria.
Communicado.
PERNAMBUCO.
(.'niDiiitti.dn das orinas.
QUARTEL-GENF.RAL NA CIDADE DO RECIFE, 24 DE
NOVEMBRO DE 1846.
OililFIl DO DIA N. 136.
D'ordciu do Sr general coinmandantc das armas pu-
blica-se, paraconhccincnto dos Srs. oflicacs das quatio
classes do exercilq, o oBlclo da presidencia, abalxo
transe ripio,
lllm. e Kxm. Sr. Devendo-sc solcmnisar, com a
maior pompa possivel, o dia 2 de dezembro prximo fu-
turo, auutversario feli do nascimento de S. M. o Im-
perador, convido a V. Exc. com os Sjs. olielaesdas qua-
tro classes do exrrtUo para concorrerein ao cortejo, e
slsliictn i grande parada, qoe no mesmo dia tera lu-
B'r, comparecendo no palacio desta presidencia i* II
oras da inanhSa. Dos guarde a V. Exc. Palacio de Per-
lumnico,21 de novembro de 1846.- Antonio Pnlo tfct-
I" Chxchorr da Gama. lllm. cExm. Sr. brigadeiro An-
tonio Concia Sera. coininandante das armas.
Joie da Silva Guimaree,
AJudante d'ordeos.
QUARTEL-CENERArTciDADE DO RECIFE, 26 DE
NOVEMHRO DE 1846.
OKDBM DO DA S. '37.
r 0 Sr- general commandaiitc das armas manda publi-
car. para conheciuicnto da guarnico, o aviso abalxo
A&SEMBLE'A PROVINCIAL.
SESSAO EM 26 DE NOVEMBRO DE 1846.
FKESIUENC1A DO SR. SOCZA ItlXUB..
SUMMAR10. expediente. Pareceres. KomeafRo di
urna cimmiuio para examinar o estado da thesouraria pro-
vincial, -r Approvacio da ultima redaceo de alguns pro-
cetas: dos de ni. 32, 44 e 49, em i.' discusso ; e dos de
ni. 34, 43, 45, 46e 47, em 3.* /Idiainnifo, pea dora, da
2.* discusso do artigo1).' das posturas da cmara munici-
pal do Limoeiro.
As onie lloras e iiiria da manlia, o Sr. 1.* secretario
faz a chamada, e verifica acliaicni-sc prsenles U Sis.
depulados.
OSr. Presidente declara aborta a sesso.
O Sr. 2. Secretario le a acta da sessao antecdeme, que
he approvada.
O Sr. l.' Secretario menciona oseguinte
EXPEDIENTE.
Umofficio do secretario interino da provincia, parti-
cipando, que os pareceres ns. 65c66, appr'ovaudo as
cuntas das cmaras inuuicipaes das cidades do Recife e
Goiauna, llverfio o competente destino. Inteirada.
Oiilro do mesmo, transiiiilllndo a iuformaco da c-
mara municipal desla cidade acerca do requerimento,
em que alguns moradores da ra da Praia pedem ade-
inolfcSo de todo o quarteiriio da ribeira, que tica em
frente de urna parle da dita ra. ^'coiiiuiio de nego-
cios das cmaras.
Outro do mesmo, remetiendo dous otlicios do inspec-
tor da thesouraria das rendas provinciaes, com a rela-
cao dos devedores da dita thesouraria.
O Sr. Nunes Machado manda mesa oseguinte reque-
riineulo, qne he approvado.
Rcqueiro, que, se archivando os papis remettulos
pela presidencia sobre os devedores da fazenda, se olli-
ie ao Exm. Sr. presidente, pedindo ocompleinciilo das
informacaes pedidas sobre o iiiesmo objecto. 8. R.
A'nni Machado-
O Sr. l.'lSecrtlario, continuando a mencionar o expe-
diente, l: .
Um rcquerimenlo de Antonio Le te de Azevedo. em
que, allegando, que Antonio Correia Pessoa de Mello, a
quein elle comprara un ramo dos dizimos do gado, ob-
tivera da assemblea um abate da quanlia de 1:200/rs. ,
pede ser adinillido a parlilhar desse abate.-- ,4'eominn-
nio de faeiida e orcamenlo.
Outro de Luiz Gonzaga e mais propriclanos do lugar
da Capunga. requerendo despacho de una pelicno, que
diiigiro a assemblea, pedindo a derogacaoda postura da
cmara municipal desla cidade, que prohibe aedilica-
co dentro dos muros e cercas. t' comiuissao de nego-
cios das camaAf. ,_ ,
(Conltnuar-se-ha.)
IAKIU DI PuSAIBC..
Na assemblea, a ordeni do dia para a sesso de hoie
he condnuaco da de aiilchontem : 1.' discusso do
pojecto ... 48, uelnte.preta o art. 2." da lei provin-
cial n. 1M, qne creou o municipio e freguezia de Agoa-
Pret: 2/ do de ns. 32, 44 c 49 ; este, restitulndo a fre-
euezia de Hezerros o lugar denominado Carangueo, c
Sctcrminando, que os limites entre a dila rreguezia e
do Bonito sejao os inesinos, que havla proscripto a le
nruvincla! n. 65; aquello, alterando o compromiso da
rmandadedoSJ. Sacramento da cidadeide uolanna ; e
i erogando a lei n. 115, de 8 de malo de
un
aquel'outro
EXACTA NOCXO DA JURISMCCAO Ef.CLESIASTICA 0U
KPISCOPAU
Em vao o artificio c a violencia tonino envolver as
trovas a jiirisdiccao ccclesinstica : a inslituicao de f.hris-
to he tao simples c ao mesmo lempo clara, que nao se
pode nunca perder de vista. Elle a confina aos apost-
los, c, com esclusan de todos os mais Hels, na pessoa
dollos. aos bispos, que Ihes devino succeder no aposto-
lado. Jeziis-Cliristo no dco ao governo da igreja Ulna
forma republicana ; quiz antes, que houvcsse um cho-
lo visivcl, o qifal guiarla do primado, nao so do honra,
como dejurisdiccao, ca esta, no exercicio das /acuida-
des, fosseiii todos os bispos subordinados. Tudo islo per-
tente ao dogma : o contrario he heresia.
Este dogma, explicado em tormos equivalentes, ex-
prime, que a jurisdiccao episcopal, conforme a instilui-
cu divina, deve ser inlrirainentc indoprndentc daju-
risdieco secular, em ludo aqulllo, que Ihe pertonce. A
prova he clara : se a atitoridade ecclesiastica devosso sor
subordinada do principe secular, seria este o chrfe da
Igreja, porque, pelo titulo de chofe, ou principado en-
tendemos aquolle, cuja autoridade todas as outras es-
tosubjoitas, scni i|iic este reconheca cima de si supe-
rior ; mas he de incontrastavel evidencia, que Jozus-
ChrUto destinon para primado e chefe da igreja Pedro e
seus successores, e nao Tiberio c os successures de Tibe-
rio. A grande mctamorpliose, que tem apparecido nos
nonos dias respeito da religio calholica, procede de
inteiitai-se tirar ajurlsdlccao episcopal a sua original In-
dependencia, c de submetie-la e subjuga-la sobera-
na temporal : esta inetainoi pliose he lunosta ; poique
i ausa elieitos graves em toda a religio, nos seus dog-
uas, na sua mural, na sua disciplina, em cada una das
sua- i op.ii tienes e produz elieitos igualmente perni-
ciosos em respeito sociedade civil, visto que nada ha
no estado civil, em que a religio nao oiilrc. Antes de
esclarecer mais o que fica enunciado, he mais lgico
expormos j as rasfles, pelas quars so pretende justificar
a subjeicao da jurisdiccan episcopal ao llirono. Nao lie
possivel, que urna tal opinin achc o mnimo fundamen-
to na sagrada escriptura, ou ua liad i? So, ein cujas fon-
tes littcralmente se eontm a doutrina, que defendemos,
contesuda por fados publicus e os mais solemnes, na
historia ecclesiastica mencionados. Os que se interessiio
em defender a doutrina opposla apoiao-se no direito
natural, fundando nellc os scus^argumenlos. A igreja,
diicm elles, est no estado, c nao o estado na igreja : e
como o supremo tribunal e chefe do estado he sem du-
vidao principe secular, logo a jurisdieco ecclesiastica
por direito natural Ihe he subjeita. Adiniro-se a impor-
tancia, que diio a um argumento, por si mesmo Io fu-
lil, e que qualquer discpulo de lgica dealroc com una
bem simples dislincro. Ambas estas proposices sao
vordadeiras : a igreja est no oslado : o estado estaa
igreja : preciso he, que se distinga o objeclo proprio de
cada tima deslas. O fim do principado he a felicidade
temporal: e o da igreja a eterna salvaco das almas ; lo-
go mu tudo aqulllo, que pertence felicidade temporal
n pincipado he 0 tribunal supremo ; e a igreja est no
estado, porque he composta de homens, que devein
procurara felicidade temporal, c ueste sentido olla nao
s depende do principado, como at mesmo nao' pudo
ostentar jurisdieco, que nao tem. Ein ludo aquillo,
pois, que se refere ao seu reino espiritual, o estado esl
na igreja, e jurisdieco da inesniu he subjrito o prin-
cipado : sobre esta vnois, elle nenhuina jurisdieco lem,
porque o fim Ihe he eslranho, e porque Dos, fundador
da igreja, esta s coufiou, e esta s conferio toda a
jurisdieco necessaria para governar as almas, e para
dlrlgl-las a eterna saivacSo. Ein ludo aquillo, <|uo nos
respeita como homens, a jurisdieco secular he por sua
natureza independciile da jurisdieco ecclesiastica ; po-
lui iiaqiiillu, que mis relaciona como chrislos, a juris-
dif.,.iii ecclesiastica he por sua natureza iinlepeiulonte
da jurisdieco secular. O que se pode concluir desta
propusico a igreja est no estado = devendo tani-
bem adinillir-se absolutamente esta outra = o estado
est na igreja = ? Jesus-Clirislo quando disse == dal a
Cczaroquelie de Ce/.ar, e Dos oque Dos perton-
ce, nao destruio preventivamente todos os sophismas do
liussil sceulo?
Podem tamben! dizer, que, como compete ao principe
secular o direito dcassrgurara felicidade temporal dos
povos, dahi se segu, que Ihe convui um outro direito
de ajui/ai e julgar, se o exercicio da Jutlsdlcclc da igre-
ja prejudica os intrressrs du estado, o por isso he, que
a jurisdieco da igreja deve ser dependente do llirono
Este segundo argumento lie anda mais ftil do que o
piimoiro. A jurisdieco da igreja como he que pode
prrjudicar os interesses do estado ? De duas una: ou
ella traa de objecto puramente temporal, ou se conten
deiilro doslimitcsdo espiritual: noprimeiro caso, lu-mil-
la pin si mesilla, porque nao se d.i o iim, para qm- Cliris-
to a insumi : se, pois, se conten dentro dos limites do
espiritual, devenios convencer-nos, que ella nao preju-
dica, antes auxilia, e faz prosperar o bem temporal, lie
preciso renunciar a f cathniica, a pia trenca, abusar
inicuamente dasa raso, que nos convcnceni, de qne o
autor da revclacao uo lem alterado, noni poda alterar
o sj stciua do direito natural. Se consideramos a insli-
tuicao de Cha islo, relevaremos lanta magnitude o per-
feico, que, mesmo a nao tora sua religio oulros argu-
mentos para nos demonstrar a sua diviiul.ide, bastava S
a forma de governo, que elle deo sua igreja. A sua re-
ligio nao he local, mas universal, c de ndole cosmopo-
lita, e esta naverdade Iheconvinlia, por ser obra de lieos.
Elle deo a religio como nico meio para ennseguir-se
a sal vacan, c a esta devem ser chamados lodos os homens.
Ora agora, sendo toda a trra dividida em tantos reinos,
iudepeudeiitos un dos outros, c gnvernados por lcls di-
versas, segundo adiversidade dos climas, eda ndole dos
povos; e sendo os modos de governo obra das mos dos
homens, c consequentemente subjeitos a todas as pai-
xos dos mesnios, Jezus-Chrlsto se tivera dcixado a ju-
risdieco da igreja dependente do poder civil, em breve
lempo verla acabar-se a sua religio, dilacerar-se em
lautas pai tes, e niodilicar-se em tantas manen as, quau-
las as naces, onde tivesse ella sido recuuliecidaj e as-
sim, os homens terlo perdido o nielo da salvaco, ea
grande obra da redempeo leria litado sem eB'eito. Pa-
ra obstar a tantos e taes inconvenientes, a divlua sabe-
doria soube construir urna forma de governo, que, ao
mesmo lempo sendo ihdepriidentc da potestade civil,
he capaz de se accommodar com qualquer forma de go-
verno poltico, c fazer com que os clirislos, dispersos
por toda a lace da tena ein tantos e tao varios goveruos,
l'm-1110111 um s corpo ligado por uina perfeita unidad de
soiitinienio.s, e por um estrello coinmcrcio de amor fra-
ternal. Una forma democrtica, ein que ajurisdiccSo
estivesso rm lodosos liis, em vez do sor npporluiia, se-
rla contraria ao divino intento. Urna forma aristocrti-
ca, que poiesse toda a jurisdico as mos dos bispos,
de sorte que cada um driles l'oste um chefe absoluto na
sua diocese, soui alguina dependencia, seria taiuhein
oslranlia s vistas da cierna sabedoria. Se um hispo ad-
ininistrasse, som depriideucia de outro tilhunal eccle-
siastico, a Igreja rluista nao seria mais nina, mas to
riamos tantas grojas isoladas c indepondonies entre si.
quantas losseiu as dioceses, e niesino quandu em um
sj jlema desta natureza, se podesse conservar o doposi-
tii da f Intacto, os sequazes de Christu, existentes por
luda a torra, nao formario mais tima s familia, nein
so rolacionai io, nrm jamis se amario cuino irinaos ,
poi i'in em tal forma de governo nunca estara sCguro o
deposito da doutrina revelada, pois que, se porventura
um hispo prevarcasse na fe, porqiiem seria elle repre-
hendido, a nao reconhecer un tribunal, que ihe seia
superior? Equantu- seria fcil a prova ricacao, secada
pastor nao fosse obligado a dar conta (taquillo, que
insina.' De outra parte un hispo nao formando corpo
com os outros bispos, como poderla obrar Indepeiidcu-
temente da potestade secular, dcbaixo da qual eslivesse
constituido-? Com se oppr, como resistir, como rrcla-
ni n os seus dirritos contra a i i >.; ? Se tantos absur-
dos nos-levara a aristocracia, maiores desorden! nos
levara a democracia. Islo he por si mesmo evidente. So-
mente a monarchla corresponde a todas as intoii-rs do
Dos; porque. Iruiloa igreja um s chefe, un s supremo
pastor, lodosas liis do universofasem um verdadeiro
corpo, nina verdadoira familia, porque todos eslao u-
nidos um centro coiiimuin,=A doutrina sagrada nun-
ca poder soficr alleracaes, porque, ein qualquer par-
to, que nppaioca o erro, este he fcilmente sultbcado
pola ini'.iodata acto da autoridade suprema, .4 quein
cada um bispn he obrigado a obedecer=.Fazendo corpo
todps os pastores com o romano pontifico, seu chele,
cada um dilles, no ministerio do sua jurisdieco, lie
sustentado por lodo o corpo, de modo que nao lio tao
fcil, que elle fique despido da liberdade e da indepen-
dencia. Se se precisar, pois, ceder por algum lempo
neerssidade, ceito he, que o iuteresse couimum ter
semprc alerta os outros pastores o o seu chefe, para re-
vindcaroin o direito divino, que nao he subjrito
\nesei ipeo, c rcslabeleccrem o governo ecclesiastico
no plano decretado pela encarnada sabedoria: exorno
esta jurisdieco nao o lleude ao governo civil, he evi-
dente, que ella se conforma com todas as constiluire*
politicas, sojo monarchicas, ou aristocrticas, ou de-
mocrticas. Este he o governo estabelecido por Dos.
I.'ma elle quer quesejna igreja, e nao tantas pequeas
repblicas confederadas; mas urna na realidadc, que
tem nin chele c urna s jurisdieco episcopal,pela cadel-
ra de Pedro, centro, quesediflumlc por todas as Igreja
particulares; e della cada bispo administra a suaporcao.
So nao agrada considerar os bispos como lugar-len-
les, ou vigarios de papa, isso puuco importa materia;
basta, que se confesse.que, segundo a inslituicao divina,
cada hispo, no exercicio de sua jurisdieco par-i.il, he
subjrito ao bispo de Roma, em virtude do primado del-
le, c que osla subordinar.o he essoncial forma do go-
verno instituid" por Chrlsto, sem a qual forma nao po-
do dar-so \ ordadeir.i uuidade, nein se podem remover
us incovenicutes cima mencionados.
Esta uuidade do jurisdieco, e esta independencia da
potestade secular tem conservado a Igreja semprc cutre
as mais impetuosas tempestados, a ponto de Ihe ler dado
urna consistencia e eslabllidade, que resisto qual-
quer prova. Todos os reinos do mundo, com breve
lempo de iluiacao, uns aps outros sr teem aniquilado,
porque sao obras das Iracas mos dos homens. Sement
a igreja christa fita illcsa entre as ruinas dos terrenos
imperios, o permanecer atea consiimmaco dos sooulos
sem alteraro alguma, porque he fundada pelo dedo
omnipotente de Dos.
Indaguemos o exercicio desta jurisdieco desde o seu
principio. Apparcceo no mundo o divino restaurador;
comecoii a pregar,' a absolver os poetados, c a dictar
leis ospiriluaes. Tomn porventura licenca do procu-
rador romano, ou dos magistrados danaco? Depois
da sua nioi lo, os apostlos apresen!ro-se us lugares
niaispiililitu.de I. i us il.iii : auuunciro em alta vo-
7.0* a resurreicu ; promettcio a absolvieo dos poeta-
do-, em nome doli ; ailniinistrio o sacramento do
baptismo a milharos de possoas : r julgro elles notes-
sirio o consenlimento da potestade secular? E se esta
(porque barbara) ns cliamoii aos trlbunaes, e Ihes inti-
ii'.oii silencio, ellos, todava, sem receio Ihe responde-
ro, que nao podio obedecer, e coutiuuro no eler
ciclo independento da sua jurisdieco. TeriamoS nos a,
religio chrisla, nico meio da eterna salvaco, seo
seu fundador, e os priiuciros seus sequazes nao tives-
scui exercido com independencia, e com plena liber-
dade a jurisdieco espiritual ? as rumanas provincias
o evangclho fui promulgado com o pincelado Impera-
dor ? J cio erigidas umitas igrejas, e ero governa-
das pelos bispos com autoridade propria, antes que
disso son ln-s.se a corte. Quando se vio levantar um novo
no imperio no Imperio, os tj ramios de Boina, incapa-
zes de disliugiiirem o reino espiritual do temporal, ar-
.ii.ii ao todo o seu despotismo para subincrgir a igreja
no seu proprio sangue, porni por quein frao obede-
cidus os seus decretos' O furor da persrguicao se ar-
rojou priiiiriro sobre os pastores; lmpozcro-lbes silen-
cio ; impediiu-lhes o exercicio da sua jurisdieco : mas
os bispos conliiiiiro a cathechisar, a administrar
sacramentos, a celebrar o culto, a reger suas dio-
ceses, a reprehender, a castigar, a regular a dlstrl-
buico dos bens eccleslaslicos, a condeinnar os er-
ros, a reunir-so em concilio, a estabelecer leis dis-
ciplinares, como ministros de um governo indepen-
dciile do llirono dos Cezares. Forao por esla invic-
ta constancia injuriados, atormentados, levados aos
patbulos ; mas, embora, nunca se introduzlo alteraco
na jurisdieco episcopal, conservou-se illibada : e a
cruel perseguico Ihes reproduzio urna maior corda de
gloria, e um novo cumulo de respeito e de conside-
rarn.
Depois de restituida a paz igreja por Constantino,
a heresia levantou mais atrevida a cabera, e logo pou-
co depois se armou de lodo o poder imperial; mas a
jurisdieco episcopal, oppondo a energia, que Ihe
davo a sua mudado c independencia, triumphou de
todos os erros, e conservou, mo grado de todas as po-
tencias, puro e illeso o deposito da f. Muitos princi-
pes chrislos* se constituirn juizes da doutrina revela-
do propozerao coucoidatasde accouuuodaco, coudem-
MUTILADO


to
erew?*- ,b.">,ve,5' "ispoiero arbitrariamente dos brns Itereise do throno c multo mais o mercase pessoal
ccirsnslicos ; mas baldados se tornara:) os cus esfnr- do principe varia conforme as circunstancias que van
e rin nli.lr7. nft a*ni plano*. A jurisdiccao epis-I ppareecnilo. e por liso s mesmas alteracSea estar
rl>' '" vl r in !>. pri i eoiiCio anillarte, aliolk) mhjcia amoral; terna degradadas as verdades inai-
loilot o* abitaos, e geni rxercitoi nem meios lempuraes evidentes, e anllicnticailos os erros mais palnaveii. Ha-
....ipo
venceo todos os lyrannns.
Kstai obra prima da sabedoria divina em nossos des-
granados tempos tein experimentado tambeni o rflfei-
tos do universal despotismo, o qual nao poda tornar-
se loo universal no chrislianismo, a nao ter sulijiigarto
tanto a jurdiccao episcopal. Quintos bracos ella tem to-
dos agora <%to algemados ; uo se podem mover nem
obrar, a nao ser de conformidade com as imiinacoes do
governo temporal, Eis o fatal sepredo, que se lia cin-
pregado para perder-nos. Os bispos nao teem mais tri-
bunal de judicatura sobre materias ecclasiaslieas. F.sle
direilo, dizem, era proprio do throno, e elle agora o
rcivlndicoii. Os bispos nao podem mais currgir com
castigos corporaes, anexar de que nos primeiros sec-
los da igreja tivessem eiles exercido a faculdadc de peni-
tcncarcm, e at de encarcerarcm os conlumazcs pecca-
dores, e apezar de que o Hirsuto S, Paulo tivesse tam-
bem usado de todo o rigor com o Incestuoso de Coiin-
tho; porrino moderno direito natural tem declarado
er este un iuviolavrl direilo do throno : at nao he
permittido aos bispos fulminaren! excommuiihan, nao
obstante ser esta pena espiritual, c como ella pude per-
turbar, dizem, a ordem do estado, aos soberanos
pertence o iinpedi-la. Aot bispos se nao permitle pu-
blicar regnlainentos para manler-sea disciplina, se nao
obtiverem estes o regio beneplcito. A nicsina douiri-
na pertcncenle f, que os bispos antes eiisinavo aos
uesmos principes, na qualidade de seus pastgres, agora
deve paliar pela censura de jnues seculares. Tam-
ben) as bullas pontificias dogmticas teem sido subidlas
llieiina eseravido. Os bispos nao sao agora mais se-
nhore da livrecscolha dos lentes e dos livros para a
instruccao do clero nos seus seminarios preciso he
siibjeiiarem-se s mstrurcrs do governo. Kinfiui o
governo secular al dirige o culto nos templos com a
mcsuia aiitniidade, com que regula os pblicos espect-
culos nos theatros.
Iiiiilrmo-nns agora acosnldrrar as revelantes conse-
qtiencias, qui as anti ccdenlcs altcraces demonstradas
cautas religiao e soeiedade civil, para quedesle mo-
do taramos iilria mais justa da sabedoria do divino le-
gislador. Para o que he de rrligiao, cada nm est ha-
bilitado para entender, que o presente svstema dcstroe
a unidad* por Jejus-Christo tao Inculcada". Aonde a ju-
isdiro lio he una, que ligue todos os niembros em
un corpo. he inister f.i/.erein-se tantos corpos separa-
dos, quantas sao ai Jurisdicrdei. Subjugada a lliiuuoa
jiirisrtlrco episcopal, ella deixa de ser una; lie preciso,
pois, que sejao tantas as jiirisiliccocs, quantas as sobera-
nas, das quaes depeiiilein : logo os clii istilos de un es-
tado nao formao com os dos outros esiiidos un s corpo,
mal tantos corpos de liis, quanlos os principados, a que
pertenrrin : porm Jcziis-Chiisto quiz vrrdadeira uiii.ii>,
e mu corpo verdadeiamentc nico, e este proinetteo
o seu espirito, a sua taridade, os seus auxilios e os seus
doni suhreiiaturaes; de modo que elle uo considera
como seus membros todos os < h listaos, que nao formao
mu su corpo com o sen chefe visivi I, que eslabeleceo
centro da uniao, e Cunte donde dimana a jurisdiccao
episcopal, A mesilla doutrina perde a sua solides, eti-
ca despida de auxilios, e em continuo pt rigode se des-
vairar e de perecer, entregue volublidade das huma-
nas opinies. Qual seria o seu apoio f A jurisdiccao
episcopal : mas porque modo? Sendo una cni todos os
bfcpos do mundo, formando estes com o seu chefe uin
su corpo E porque nao quiz Jotis-Christo confiar o
deposito da sua doutrina aos principes seculares? Clara
be nina das lasflrs; porque, sendo os principes seculares
mis iiulependentes de omos, segue-se, que os christos
nunca formaran limad corpo, una verdadeira uuidade,
que n'uina rrligiao de amor he um requisito csscnci.il
Despertemos por um momento, e reronhccanios todo o
honor da nossa stuaco. Se o mesmo tillio de Dos
deseco do co trra, e assumlo um corpo passivel, se
cmpregnii tres anuos' no ministerio de instruir os hn-
inens, se derramoii o seu saogue sobre iulaue patibulo,
nao fez elle ludo Isso pela nossa salvarn.' Mas para
conseguir este intento, que meio nos deixou elle em seu
testamento? A sua doutrina. Kis-ahi tuda a nossa (ar-
ranca = Qui non crtdideril eondemnaitur, E para, que
este meo de salva, o nunca se perdesse de vista msti-
tulo na sua greja a furnia mais adequada para a conser-
var sempre pura e intacta. A este flu teudero as Ins
tituiccs apostlicas, lima innidailc de marlyrcs antes
quiz perder entre larincntos a vida do que violar o
sagrado deposito, Ulna inlinidade de ilumines cunsa-
grou-sr Ulll apurado rsludo para a di Tender das pro-
fanas novidades. Quantas e qufiu fortes retinencias se
l7ero em todos os lempos s tentativas dos licregcs ?
Quanlos concilios se Convocarla para aulhenticaiem
com solemnes derlaracrs as verdades combatida!? Pa-
ra que tantos cuidados? So para nao se perder nunca de
vista o meio por Jezus-Chi Isto cusiuado para nos salvar*
inos. Mas prestemos a nossa atientan aos elidios fu-
nestos, que i esuha.i socirdade civil
palp
verao rseriplores, que, para adular acorte, abandona-
i a leui talentos lisonja, e repellado urna e militas ve-
zes a incsina musa, com arleira sagacidade, assim ta-
ran perder o horror ao erro, e interpretarn as verdades
a seu bel-prazer : poder ser contradictos, mas uina
eontradiero a erroi encapotados no veo da verosrnie-
Ihanca he sempre funesta. Que far, portanto, os prln-l''~
cipes ? Ousar aprrl'eicoar por si uesmos o s\ stema da | ''
jurisdiccao ecclesiaslica "
Edial.
Miguel Arehnnjo Monttiro de Andraite, oficial da imperial
ordem da lima, cavaltelro da de Carillo, e impeelor da al-
fandega de Pernambuco.por S. M.I., o Senhor D. Pedro II,
que Deot guarde, ele.
Taz sabcr,quenoda27(hoje)docorrente,aomclo-da,
se bao de arrematar em hasta publica.na porta da inesma,
cinco caixas coutendo seiscentos e sesenta covados de
fazendas de teda e algorio para colletcs, no valor de
G/OOOO rs., e urna dita coutendo 30 dutias de chales de
dae algodao.no valor de 5i0#000n., impugnadas pelo
Joo Manoel Ribriro de Couto, no despacho por
arrogandose a divina hispir i guarda Joao M;
cao, e attribuindo-se a infallibilidade, que nao que- factura de Kal-mann !t iloscnmund : leudo a arremata-
reni conceder ao papa. Uin tal procedimento he teme-
rario, siin, mas neerssario, porque sem este ultimo pai-
so de usurpacao nao poder por milito tempo couser-
var-se ai muras : e para que o leitor emenda o que
temos a recelar dos abusos da usurparn da jurisdic-
cao episcopal pelo poder civil, ou temporal, o convida-
mos a prestar attenco .oque o despotismo dos impe-
radores romanos oiisoii nos seculospassados praticar
Quando Roma perdro para sempre a liberdade, tnr-
nou-se escrava dos Cezares, os quaei havio concentra-
do em si, tanto n sacerdocio, como a censura, eestud-
i a.i o modo de consolidar estas ditas usurpaces, ambas
perniciosas, t oque fizero? Atindanlose norrorisemo-
nos! Persuadirn ao povo, que el les, em lugar d'alina,
com) os outros hoinens, erao investidos de um genio,
ou intelligeneia celeste, que os diriga em todas as suas
operaces. Esta fui a origcm da apotheosis. Os roma-
nos daquelles tempos nao erao to fanticos, quepres-
tassrin a puros liomeni honras divinas; entendiao siin
prestar culto ao genio ou intelligeneia celeste, que li-
nda animado a machina corprea do seu principe. Esta
apotheosis te attribuio Tiberio, ero, Calligula,
Douiitiano, isto lie aos mais afamados monstros, que
apparrccro sobre a trra para llagello da vn lude c
deshonra do genero humano. Que lico terrivrl! Ora,
uina igual censura exrrcida agora prlo principe sobre o
pOVO, nii que. ilisposir.io poria o pOVO para COIII elle.'Oll-
lio elleit de certo nao produziria sen.i o aquel le, que he
proprio da violencia. A violencia nos primeiros pasaos
amotina os nimos depois os irrita, e lina luiente pe
em rraico a frca npprimida. Os direilos natnraes
q au lo mais se inculcan, mais se estiman, equanto mais
se eslimao mais vivos desejos estimulan, para seren rei-
vindicados. Alui de ludo isso, a usurpacao dajuris-
ilie.rn episinpal e as alteraces em materia de reli-
gio modificada aos interesses do throno, nao prodiizem
nunca verdadeira persuaso nos nimos ilos povos; por-
que as verdades oppostas san muito simples e limito cla-
ras. De oulra sorle seria preciso, que se arrnjassem as
foguclrai a Escriptura Sagrada, as obras dos santos pa-
dres, as actas dos concilios, ese adiuiltisseiu novos ele-
mentos de iiisliucco religiosa, o que nunca jamis ser
poslivel: poli o povo ratliotico nao perder jamis de
vista e lao fcilmente os pontos fundamentan da la
rrligiao. E niesino quando elle, porque constrangido
pelo despotismo, chegasse a perder a ideia da verdadei-
ra rrligiao anula assim nao deixaria de prestar no-
villos com attenco qiiem Me dissesse, que nina rrli-
giao assim nociva aos iiimeiis, nao poderla ser obra de
Dos ; e por isso, quando a violencia tivesse bastante-
mente irritado os nimos, estes se revoltario contra o
principe usurpador, e contra os ministros do despotis-
mo. Ento linalineutc, desapparecia por uina vez da fa-
ce da i. i a a, juntamente com o thronu, o altar. As con-
\ails.i. s ila l'ian. a, por na do laclo, provu ajustica de
to funestos presagios.
cao siilijeita a direilos.
Alfandcga, 2C de novenibrode 1846.
j|f lauel Krehanjo Monttiro di Andrade.
Declarnces.
Crrespondencin,
Oprimeiro he, que se rompem todos os vnculos da
uniao, os quaes forniavo de todos os povoi cbrlslSo
um s povo; c isso transtoma o coiiiinercio, o progresso
das artes e das sciencias: excita mitiizadcc c rivalida-
des, e nos torna fracos para resistir s armas dos ininii-
gos do christianismo. Apoltica do presente seculQ he
toda einpenhada a levantar muros de dlvlso entre chris-
taos echristaoi, ecorlar qualquer canal de commuu-
caciio religiosa. Concedido que fosse ser regulador da
jurisdiccao episcopal o principe, assim como tambem da
doutrina, e que llsessc todu o esfoifo para Introducir
em todas ai dioerses dos seus estados a uniformidad!-,
todava nao podr ia elle alcaucar nunca este intento,
sem que prrjudicasssc os seus interesses. Elle seria
obrigado a dissimular a diversidad!' das opinies, a res-
peitar usos difl'errmrs, a conformar-se cun os diversos
genios dos bispos, e a uo ser assim, distrahiiia os ni-
mos dos subditos, a ponto de se nao interrssarem estes
pelo bem nem do principe, nem do estado. Ka corte
nao se podem rstudar as esciipturas, a tradico os
concilios, a historia ecclesiaslica, as scieneas tbeolo-
gicas : ah so ha precisan de ouro e de prata. Uin
favorito, ou favorita idean, a logo com immediata ins-
pirae.m urna decso de l, que depois novamente se
reroga sem difficiildade por outra igual inspiraco
contraria. Quem nao v, riiinin, que a usurpacao da
juriidcco episcopal transtorna tambem a Interna har-
mona de qualquer estado particular? Se a censura
episcopal he capaz de produzir licni ticos cllitos, se-
ra isto toda a vez que fr ella exercida com absolu-
ta independencia ; porui o contrario acontece, quan-
do lal jurisdiccao se acha rscravisada. Se fallarmos do
principe, fleando elle senhor da jurisdiccao, emao se-
r elle nenio da censura. Quem poderla dizer-lbe__
Senlior tal e tal cuusa vos nao he periuittida pela
religio ; nisto e miquillo pecis gravemente ? Se
elle fosse o depositario da doutrina o iniorprrtr da
moral, o hispo dos bispos, quem teria nao digo co-
ragrm mais direito de reprehender ao seu impe-
rante, de o juii.ii.il. de liga-lo e consigna-lo a Satauaz,
aliin de o emendar? Que bai reir o povo poderia oppor
ao amor proprio de quem o govrrna, c que por sua le
sempre tende para o despotismo ? Nesle horroroso sys-
tema, seria o principe o verdadeiro censor, os bispos
seus ministros, que obrario conforme os impulsos do
seu imperante. Aonde a moral nao pode livremenle ex-
jir o leus oraculoi seno por ordem do throno que
terriveis devastares nao drverd experimentar os ili-
retos do diriman ? Este improprio termo he plano do
perfeito despotismo inculcado por I hoiuai Ilobes, pois
que debaixo de Ilusorias apparrncias, realmente deve
passar por bom, licito e justo aquillo, que o principe
manda. Mas o amor proprio deste imeressar,se-ha ni-
quillo, que he til ao povo ? Tomar elle esU mascara ,
adoptara livremente este formulario ; mas em ver-
dade nao querer mais do que o agu proprio iiteres-
e. A eite accommodar elle a moral e exrrcer na
inesma conformidade a censura sobre o povo. E -
oe imaginar-ie eiudoinaii funeito para os fieii ? O n-
Senliort rdaclorei.-- Quando esperava, que o Sr. Ma-
noel Thoin de Jeins me chamaste responsabilidade
pelo que expuz no Oiariu-Novo n. 2l9, eis que apparece
em seu Diario, de 12 do presente, um certo Jos Gabriel
de Morara Mayer, niajor reformado, defendendo o Sr.
Thoin! En deixo de responder a esse individuo, por-
que, para <> faxer, era preciso descer de miiiha dignida-
de, pois he bastante lembrar-me, que esse desgranado,
para ser acreditado em Prrnambuco, traiisfurmou-sr
em beato, e a tal ponto tem levado esta impostura, que
a uns causa di'ie a outros riso. Uin hjpocrita, que, com
a inesma facilidade, com que ueoll'endi', mente, calum-
nia e levanta falsos, nie dirige cartas pediudo-ine per-
do como christo, nao merece seno despreo. Pode,
pois, esse desgracado diter contra miaba pessoa oque
i|llizer, que cu nao Ule dou resposta, puis uo (levo fa-
zer caso do que diz um maluco. Porm melhor lerli
que a pancada, que odoiulna, dsse antes para disseriar,
cni nutra pastoral, sobre admudade de ti- Sr. Jesus-
l-1 sin, do que para melter-sc a desafiar a quem so-
lemnemente o despreza.
Eis, Senliores Ri-dadores, a resposta, que tenho a dar
por esta ultima vez ao falso anacoreta, hou etc.
Joii Feij de Mello.
Baniburral, 2i deiiovcnibro de i84.
COMMEaCIO.
Alfandega.
RENDIMENTO DO DA 26........6:398^527
DESCXRRECAd IllUt 27.
Galera~Sieord-F/iniercadorias.
HrigurTanjo-I.idem.
Ilrigiie.tiii/t--li.-u-a Ibao
PolacaAneo-Aoi'olagedo.
Patacho//ozaidcarvao.
Geral. ,
Provincial.
Geral. .
Provincial.
Consulado.
RENDIMENTO DO DA 25
DEM DO DA 24.
COSSASS
570/I86
l :G-2uT>08
1:518/843
518/400
2:0.17/243
HoviiiHiilo du lorlo.
Navios enlradoi no dia 26.
Liverpool; 37 dias, barca iugleza Etk, de 317 toneladas
capilao Roben (.'rockclt. equipagem 12. em lastro- a
Lalham llibbrrtfc Coiiipanliia.~Despachou paraPer-
nambuco r Hahia.
dem ; brigiie uglit H'filmorr/and, de 105 toneladas, ca-
pitao Nicols ( annay em lastro; a Ldthaui liibbcrl
& tompanliia.
AVivins eahidnt nomesmo dia.
Assu ; Imite brasildro S Joo, capitn Manoel Pinto,
carga varios gneros. Passagelros, Joao do Reg Bar-
ros, Manoel Barbosa do Nasciinento, Pedro Soares de
Wacedo, Pedro Soarcs de Araujo, com 1 escravo, Luiz
trrela de Araujo Furtado, com 1 escravo, Antonio
Francisco BapiUla Collares, Brasileiros.
labia; barca iugleza Etk, capito Roberto Crockctt em
lastro.
Parahiba ; hiate brasildro Poa-Viagem, capitSo Manoel
Ignacio da Cunlia, carga fazendas e mais gneros. Pas-
sagdro, Joi Lucas de Sousa Rangd Jnnior, Raneel
de Sousa I.uca.', Antonio Joaquiu Francisco de Sousa,
c Jos Francisco de Sonsa.
dem; hiate brasileiro Pureta-de-Uaria capito Ber-
nardino Jos Bandeira, carea, varios gneros. Passa-
gelro, Joo Baptisia de Quclrz, Brasileiro.
0 brigue portuguez Veulura-Felis recebe a
mala para o Porto no dia 15 de dezeinbrodo cor-
rente anno, mpreterivelmcnte.
l'.Msiem no correio os omcios abaixo, que, para se-
; ii i re n i o seu destino, devem primriro pagar o respectivo
porte, por seren de Interesse particular.
Uin ofliclo do Exm. presidente, ao Exni. ministro da
guerra, interesse do soldado Antonio Candido.
Un dito do dito ao dito, interesse do cabo Antonio Jo-
s Pacheco.
Uui ditodo dito ao dito, interesse do toldado A. Mo-
reira.
Um dito do dito ao dito, Interesse do anipecada Ber-
nardino Antonio Ribeiro.
Um dilodo dito ao dito, interesse do cabo liernaidi-
no de Sena,
Um dito do dito ao dito da justica, interesse do sen-
tenciado Daniel Rodrigues de Sant'Anna.
Uin dito do dito ao dito da guerra, interesse do ani-
pefada Domingos Crrela.
Um dito do dito ao dito da justica, intereise dos sen-
tenciados Elias Gomes Ferreira, eFrancisco Antonio de
Lima.
Um dito do dito ao dito da guerra, interesse do sol-
dado Francisco Jos da Silva.
Uin dito do dito ao dito da justica, interesse de Fran-
cisco Lopes Castelbra neo, Florencio de Souza, e Po Ro-
drigues.
Um dito do dito ao dito da guerra, interesse do se-
gundo cadete Francisco Rodrigues Ramos.
Iiii dito do dito ao dito, interesse do soldn Gracilace
Alees.
Un dito do dito ao dito, interesse de Jacintho Jos
de Mendonca e Silva-
Um dito do dito ao dito, interesse do cabo Ignacio
Jos da Proenca.
Um dito do dito ao dito, interesse do soldado l/.idoro
di Paixo.
Um dito do dito ao dito, ioteresse do corneta Jos
Antonio da Assiimpcao.
Uin dito do dito ao dito, interesse'do soldado Joo
Baptista Vleira.
Um dito do dito ao dito, interesse do anspecada Joo
de Vargas.
Um dito do dito ao dito, interesse do soldado Jos
Francisco.
Um dito do dito ao dito interesse do toldado Jos
de I.libares.
Um dito do dito ao dito da fazenda, intereise de Jos
Mara Fernandes e Silva.
Um dito do dito ao dito, intereise de Jos da Silva
Braga.
I ni ditu do dito ao dito da justica, interesse de Jos
Vieira da Silva.
Um dito do dito ao dito da guerra, interetsc do solda-
do Martinbo Pedro.
I ni dito do dito ao dito da marlnha, interesse de Ma-
noel Ambrosio Concdcao Padilha.
Um dito do dito ao dito da guerra, interesse do tol-
dado Manoel da Concelco.
Un dito do dito ao dito da justica, interesse de Pi
Rodrigues dos Santos.
Um dito do dito ao dito, interesse do sentenciado Pe-
dro Alves Chagas.
Um dito do dito ao dito da guerra, interesse do cade-
te Pedre Luiz de Barros.
Um dito dodito aodito interesse do soldado Vicente
dos Rris.
Pubicacoes luteranas.
ECHO DOS FOLHETINS DE EUROPA
Pelo tnel^pret autores franctztt, allemaet e inyltiti, i
Iraduxian en portugus pelo* nono principia, autor '
braiileirot t publieadot todot ot tabbaitot em falhetotd, l'l
paoiniM em 4 Huidamente imprciio, em papel Ano, ,uu,_
Iradot com ettampat apretenlando at melhurtt irrnai d
obra, detenhodat pelo Sr. Augutlo IHoreau.
Os emprehendedores desta publicaco entendern
3ue, proporcionando a toda.a classede leitores, o go5't
este ameno recreio littrrario, medame urna quaotia
diminuta, diegariao a conseguir seu lim.
Muuas sao as publlcaces deste genero, coinecadg,
no Brasil, que infelizmente parrao no meio da cernir
ou cahlrao na nullidade, qur leja em.MBeequcncU dj
in escolba das obras, qur pela poucM^Cfo na eu-
fregados exrniplares, ou uicsiiio pela ^danca da mi
prrsso, e subido preco da asslgnalhi
Todos estes obstculos esto previstos,esero remo-
vidos pelos emprehendedores do ECHO DOS FOlW"
TINS ~, por Isso que elles conto com o trabalho n>
pessnas mais activas e capazes de leva-lo deseja,,i
perfrico. J se v por consegnliite, qNie i un grande
numero de assignantespdeproduslro nececsarin,
Par

Os Srs. accionistas da companhia de Beberibe queirao
realisar a entrada de 6 por ceuto ltimamente pedida
ate o dia 30 do corrente.
Ocaixa ,
M. da Silva.
THEATRO PUBLICO
GRANDE I OG ARTIFICIAL
NO
DIA DE DEZEMBRO,
Anniversmio de S. M. I. e C.
Concordando alguns benemritos patriotas em apre-
tentar um brilhante fogo de arlilicio, desde a ra da
t-adea at palacio, o director do thealro se lembrou de
construir um tablado seguro, e decentemente guarne-
cido com as cores naciunaes, para todas as familias, que
oiiiarcm camarotes, guzarem gratuitamente do dito ta-
blado : epara combinar as horas dos dous diverlimen-
los, principiar iiifallivrlmente as 8 horas em ponto, e
acabara as ;0 horas e incia, hora propriade principiar o
fogo de artificio.
A' chrgada do F.xm. Sr. presidente, se representar
i Liberdade"'" e"' a"e figu"lo: 011nlla' Dcspoilsnio,
Em seguida subir a scena a magestosa peta nova
D. JOS II
nalocanda de Armeuslad, chegada do Rio-de-Janeiro
prximamente no vapor S.-Stba.USo, coinposta pelo Sr
O director do theatro declara ao respeltavel publico
|ue esta anlorlsado pelo Sr. Andr Alv'cs para an.lunl
laraappancao de um novo panno de bacca, e, L
mostra, que nao se precisa mendigar auxili ei -"n
quando o genio brasileiro quer lanfar n.o do, recu sos'
que prodiga Ihe liberal.isou a natureza (palavrasTo
proprio artista, a que ,c refere o director)
a prompta impressoo e puntual entrega desta obra de re-
creio e instruccao. Os leitores, porm, seroamplalrn."
indeintusados pelo praier, que deve resultar-lhesde un,,
publicaco regular do que ha de mais selecto as pro-
dceles romnticas da actualidade.
Subscrev-se, na piara da Independencia, IIj.
ns. 6 e 8, a 210 rs. cada folheto. -- Esta quantia, ij.
gundo as condiefles da assignalura, deve ser paga .
receber-se o folheto.
Temos a honra de annunciar, que vamos publicar
conjunctamente rom a Leda, mas em nmeros sean
dos, as MEMORIAS DEUM MEDICO, que a PrniepubiJ."
a em seu folhetim, romance de Alexandh Dcio,
Nad^ diremos a respelto do seu autor ; Alexandrf. Di-sai
lie bein conbecido, porlanto qualquer reflexo a rw_
pello do seu tlenlo e instruccao, qualquer juico a res.
pelto de suas numerosas publicacoes se torna escuiado"
A respeilo das MEMORIAS DE UM MEDICO, bem pouca
de nossa parte poderemos diser, pois apenas temos vino
elido alguns captulos, que apresentao muito Interesse
j fairndo esperar, que sero cada vez mais intereistD-
les os seguintes ; a leitura da introdueco basta par
excitar o deiejo de te ler ludo, e fazer vir a dor de nig
estar anda publicado todo o romance. He a obra pre-
dilecta de seu autor, a que elle mais ama, segundo n
noticias, que temos, por pessoas.que nos escrevro de
Pari, e pelo Correio da Eiropa, jornal frailees, queie
publica ein Londres, e que tambem j comecou a pu-
blicar as MEMORIAS DE UM MEDICO. As pessoas da
confidencia do autor, e que j viro o manus-ripio, lhe
attribuem tanta aeco, encanto e interesse dramtico,
quanto ao celebre romance o Conde de Monle-Chritte
se nao mais. 0 autor da correspondencia do Mercantil
que est em Pars, lhe teceo elogios taes, falla deste ro-
mance com tanto entliuslasmo, que excita o desrjodeo
ler ; emliin he boje o romance mais lido e mais gabado
dos que se publieo em Pars. 0 nome do autor rrai
bastante para o tornar recoinmendavel : Alexandu
Dunas nao sabe eserever cousa, que uo preste.
O redactor do ECHO DOS FOLHETINS, querrnd
mostrarse em dia com as meihores publlcaces deste
genero, er fazer um servlco a seus leitores, publicas.
do desde j as MEMORIAS DE UM MEDICO, vista das
inforinacdcs, que tem; desejando nao tornar muito pen-
da a nova assignalura, publicar todas as semanas mu
folheto de doze paginas por 160 ris para os assignatei
do ECHO DOS FOLHETINS, isto he 1,990 ris por cadj
trimestre pagos adiantados. Para as pessoas, que nao
asslgnarem o ECHO ser 320 por cada folheto, isto lie
3,840 ris por cada trimestre pagos adiantados ; numen
avulsos 400 ris. As pessoas, que assignarem as MEMO-
RIAS DEUM MEDICO por seis mezes, tero as insmai
vantagens, que os assignantes do ECHO. Por esta ma-
neira ser fcil a lodos, e bem pouco pesada a leitura
de uin dos meihores .romances, que boje se tem publi-
cado.
O redactor do ECHO espera ver animados todos o
seus esforcos, e se esmerar em desrmpenhar todos o
seus deveres com todo o zelo c exactido possiveis.
Subscreve-se, na piara da Independencia, livraria
ns. 6 e 8, a 160 rs. cada folheto. Esta quantia, ic-
gundu as cundlcdes da assignalura, deve ser paga ao
rcceber-ie o folheto.
Se a brevidatle c clareza sflo qualidades, de que
se deve revestir qualquer svstema de ensino, he na
verdade excellente odas novas cartas para aprender
a ler, composlaspelo professor S. II. de Albuquer-
que, onde, alm da nuii bemfeita divisiio do alpha-
betu, segoem-se immedia.tamcnte os nomes, romos
quaes se aprende igualmente as ss liabas, o que se
nSo consegua pelas antigs cartas, visto que estas
as trazifio em separado.
A vista disto, be desupnor que ellas sejilo bem
aeccitas, pela superioridade, que levfio s outras.
Acbilu-se a venda na livraria do Sr. doutor Coiti-
nho, esquina defronte do Collcgio, pelo mdico
prende oitcnta ris cada urna.
O ORADOR FRANC-MACON, ou escolba de discurso)
pronunciados por occasiao das solemnidades da maco-
neia. relativos ao dogma, historia da ordem, moral,
s iuicacues, s Testas das Injas, etc., etc. Um volume
de mais de 500 paginas em francez. Vende-se por <0/
rs., na ra do Queiinado, n. 27, loja de Mauoel Jote
Goncalves.
Avisos marilinios.
PRESEPE.
ea30eMu'rTC1,,a* "!r,!l"<' J" conlratadoi a 20O00
S:, .ngrMZ'eoXnle^ri'r"^^ UatlUt
para recebereiu0g, .eus pap?, en,e, M 7 ll0ra5 noUe- nha.
= Para o Maranho sahir com a maior prestea o
brigue escuna brasileiro Ke/oi ; tem metade_ de seu
carregatnento prompta : para o resto dlrijao-Je o
consignatario Manoel Duarte Rodrigues na ra do
Trapiche, n.24, ou ao capito c pra tico Francisco
Bernardo de Mallos.
= Para o Aracaly sai, em poucos dias a lumaca Lar-
Iota mestreJos Goncalves Simal, por ter a maior
parte da carga prompta : quem na mesma quizer car-
regar ou ir de passagem entenda-se com o inetiiio
meslre ou com Luiz Jos de S Araujo na ra
Cruz, n.26.
=Para o Ro-Grandc-do-Sul seguir breve o briguf-
barca Generoso o qual recebe escravos a Ircte, e para
passageros tem os meihores coinniodos: quem preten-
der, pude tratar rom Amoriui Irmaos, ra da Cadeii, n,
Ao.
Vcnde-se o vcleiro hiate Espadar-
te de Iole ile 27 toneladas de nni'o
boa conslruccao, prompto a seguir via-
gem, e que se acha fondeado deronte do
trapiche do algodo ; a tratar na ra do
Torres, n. 14.
Para o Rio-de-Janeiro se-
gu, no dia 29 do corrente, o bri-
gue nacional Despique; o que se
faz scienlc aos Srs. passageros
e a quem liver escravos a emuar- ,
car : esles devero estar a bordo
naquelle dia s 7 horas da na-


Obrigue Soare, de primeira marcha, far-se-ha de
vela par o Rio-de-Janeiro, no dia aabbado, 28 do pre-
sente Ujei; oque se participa a quem tiver esclavos a
rmbarcar. 9
Para o Aracaty o hite nacional fiertie segu via-
;i'iii rom milita lnevidade, coi o mesino carregamento,
que trouxr de S.-Matheos; rrcebe alguina carga a frete:
os pretendentrs dirijao-se a ra do Vigario, n. 5
Para o Ceai seguir, at o dia 4 Ir dr/.embro pr-
ximo, o bem condecido patacho /.fiurentina, por terqua-
si toda a carga pronipta ; porni anda recebe alguiua
carga para acabar de aliai rotar ; atsim como trm ex-
cedente coiiiiiiodo para passageirot : quem quier
rarrogar ou ir de pauagem, rntrnda-se como capitn
do inesino, ou coiu Joaquim Tcixcira Leitr, ua ra da
Cadeia de Saiita-Aiitimio, n, 25, casa.ein que.mora Fran-
cisco JoaquiMMTdozo,
administrador da mesa do consulado, Joao Xa-
vier Carnrlio daCtinha, inudoii a sua residencia, da ra
estrella do Rozarlo para a praca da Boa-Vista, casa n.
32, segundo andar.
= Therea I'acs de Miranda rctira-se para a capital
do imperio, levando cm sua companhia uina cunhada,
dous obrinhos menores e quatro cscravo.
Precisa-se alugar uma preta para vender fa-
zendas : na ra Nova, loja n. ti
9IPtP>Soj.i.i ij,;ii i o
r Santo-Aii
|iiiiiiCaril
______
Leloes.
Hojgrao meio di, haver leudo to uma linda
(vaccainglexa, vinda na galera ingleza Svrmt-Fih,
I na praca do Corno-Santo.
-- Sabbado, 28 do correntc, lia leilao judicial ein
I prescita do Sr. Dr. jui deornhaos.de l'azendas, que fo-
Irao da loja do finado Lulz Jos de Sonza na ruado
loihimado, ?. 10, as 10horas do dia: qucui quizer arre-
lin.'it.ir compareja.
I visos diversos.
Lotera da matriz
di ciliado da Victoria..
Tendo-se apena vendido ponco me-
tosde metade dos bilbetes desta lotera ,
le nao podendo, por conseq tienda, eTei-
tuar-se o andamento das rodas no dia 11
d< correte; he o mesmo andamento
transferido ainda para o dia 1a de dezem-
bro prximo futuro na esperanca deque
para esse lempo se tenha completado a
extraerlo do resto dos referidos bilbetes.
o postilho.
O n. 23 fez a distrihuijo da mala, e acha-se a venda,
I na praca da Independencia, livraria n. 6 e 8 ; na ra do
I Colleglo loja de livros do Sr. doutor Coutinho e ua
Itypographia l'nio.
O NAZARENO N. 64.
est a venda na livraria da praca da Independencia, li-
Ivraria ns. Ge 8. ao mein-da, e na ra rstreita do Rota-
Irlo, casa da F n. 6. Este numero est digno de atten-
lco, e he multo barato a 80 rs. cada rxeinplar : procu-
|reni os IVeguezes.
Aluga-se oterceiro nndar do sobrado da ra
rstreita do Rozara, n. 31 a tratar no mesmo so-
Drado,
Custodio Francisco Ramos embarca para o Rio-
|de-Janeiro oseu escravo crioulo, de nomcLuiz.
Perante a segunda vara do civel, doutor Na-
buco, se ha de arrematar, por ser ultima praca ,
[sabbado, 28 do corrente um sortimento de ferra-
Igens, penhoradas a Jos Rodrigues Ferreira, por
execucilo de J. n. Woirhopp & Companhia.
Km o Passeio-Publico, na loja do chapeos de
Di, de Joo Loubel, se achilo ricos sortimentos de
chapeos de sol, de seda, tanto para hoinctn, como
i de mais lindos gostos para as senhoras. que apre-
cio o tempo (estivo eque em lugar algum deste
mercadoos ha de tito bom'gosto ; e seus baratos
jirecos nimo aos Srs. compradores. No mesmo
estabelocimento se achilo a venda ricos castOes pa-
i bengalas e mesmo ponteiras, e bolotas para as
|mesmas. Outro sim tcm de presente inventado
uns chapeos de sol grandes, de 32 pollegadas ,
para senhores de cngenhosdclles usarem no campo.
Na mesma loja se eoncerto o cobrem-se com per-
fi'iro e asseio e isto sem demora : tambem se ven-
dem chapeos do Porto.
-JOAQUIM DA SILVA LOPES pede as autoridades poli-
ciaes e capites dr campo a captura de um esclavo de
nome Jos de narao Rebolo, estatura regular; Falla
l o bem que parece ser crioulo ; representa ter 3>
anuos; trm op esquerdo mullo grosso, e na perna
nina ferida. Elle escravo fo de Manoel Henrlqucs da
Silva, da cidade de Goinna, e foi embargado por divi-
da nrsta praca, e arrematado em praca publica pelo juiz
da segunda vara. Quem delle der noticia, dirija-se a
ra da Cadeia Velha n. 29.
= Precisa-se de um caixeiro, que tenba praca
do venda: na ra Direita de Fra-de-Portas, passfn-
do a intendencia, n. 135.
Perdeo-se, no domingo, umapulceira dcouro,
com quatro coraes encarnados : quem achou, que-
rendo restituir dirija-se ao largo do Rom-Jezus, a
uma preta quitandeira, de nome Theodora, que da-
r o achado.
Desoja-se saber a morada do Sr. Antonio.Cor-
reia Pessoa de Mello : na ra do Caldeirciro atrs
dos Martyrios sobradinbo n. 4, ou annuncie.
Precisa-se de uni Portuguez, de H a 16 annos,
para caixeiro de uma venda em Olihda : a tratar no
mesmo lugar, defronte do Lupe.
Na loja de liypolito Saint-Martn & Companhia,
na ra Nova, n. 10, ha um novo sortimento de fa-
zentlasde gosto, recebidas pela ultimo navio, viudo
leFranca, sendo: ricos MANTF.l.KTKS DIO TODAS AS
'ORES e dos moldes.que se usiio hoje em Pans;man-
tasdeaeda do melhor gosto e padres modcrnos;len-
cosdesedaesrtim; chapeos de seda, para senhora,
ricamente enfeitados, e de bom gosto; ditos de pa-
tia ; ditos para meninose meninas; luvas de pel-
lica, para homeni, de todas as cores ; ditas para se-
nhora, curtas ecompridas, ricamente enfeiladas; di-
tas de seda, curtas e compridas, muito ricas ; veos
para chapeos, de todas as cores crep e seda para
chapeos, de todas as cores; fitas de todas as quali-
dades e larguras ; dores para chapeo, cabeca o en-
feites para vestido ; bicos de blonde, muito ricos e
de todas as larguras; espingardas para caca; sel-
linsfrancezes, muito bons ; ditos inglezes, muito
superiores; e outras muilas fazendas, ludo muito
em conla.
Precisa-sede uma ama forra ou escrava quo
saihaensaboar.engommarefazcro servico interno
de uma casa de pequea familia : na ruada Alfande-
ga-Velha n. 5.
Precisa-se de ofliciaes de alfaiate,
de obra grande ; na ra Nova, n. 6o.
Ua chrgadn novas dragonas para omciars de guar-
da nacional, viudas do Rlo-de-Janeiro pWo ultimo va-
por, porpreco coiiiniodo : na ra da Cadeia doRccife,
loja de mludeas de Guedes 8i Mello.
Quem annunclou querer comprar tuna ovelha
dando lcite. se aiuda quier, dirija-se a ra Velha, n.
117.
Altiglo-se os segundo e tertelro andares da casa da
ra do Qucimado n. 17 : a tratar na loja da misma
asa.
= Aluga-se a grande olaria, n. 7, sita na travrssa do
Mondego : a tratar com F. Pires no Aterro-da-Boa-
Vllta, n.37.
O matar Jos Gabriel dr Morars Mayer embarca pa-
ra o Rio-de-Janclio a sua escrava, parda, por nome Do-
mingas.
Aluga-sc uma casa terrea com quatro portas na
fieme, e una meia-agoa no fundo da mesma, sita uns
Cinco-Ponas : quem a pretender, dirija-se a Boa-Vista
na travessa do Veras, sobrado n. l.'i.
= Precisa-se de urna ama secca: preferc-se estrau-
geira : na Soledade, padaria n. 22.
=> O abaixo asslgnadn, vendo nos Diario um remedio
para bobas e eravos seceos, cujo remedio he cousa ex-
traordinaria, e leudo engrnho, ha inultos annos, c ten-
do perdido diversos escravos, e desde o annuncio des-
te remedid, teudo salvado todos, e por t m Sua senho-
ra, que padeca esta molestia a ponto de j nao se poder
caljar, e com este remedio ficou perfeitamente saa, e
tambem um tillio de ldade de20 annos: e como vio este
remedio produzir estes efl'eitos, por isso faz este annun-
cio para beneficio dos Srs, de engrnho, tendo visto ne-
gros aleijadose perderem vida, por causa desta moles-
lia.. Faz este annuncio para beneficio da huinanldade.
Antonia Coma Pana di Millo.
'= Precisa-se de uma ama, que tenha bom lelte : na
ra Nova, loja n. 9.
Alfonso Saint-Martin, na ra Nova, n. 14, segun-
do andar, por cima da loja do Sr. Diogo Jos da Cosa,
rrerbeo pelos ltimos navios viudos de Franja mais
sortimento ao que j lein annunciado, constando do
segulntr: manteletes de grnsde Naple preto, guarne-
cidos do franja de retroz muito em moda, os quaes
assento o melhor possivel; mantas da inrsina fazenda,
igualmente guarnecidas de franja de retroi ; chales de
seda muito superiores, e de padrfies modernos ; inan-
ias de seda de cores, para todos os piejos, e d'entre
ellas as ha do que ha de melhor c mais rico nesle ge-
nero ; curtes dr srda branca e de cores, para vestidos ;
chapeos de seda para senhora, de muito bom gosto,
modelo a la Duchsse c a la Pamelas ; ditos de palha
de Italia, lisos c abertos, para senhora ; ditos para
meninas, de novos modelos chapelinhos para meni-
nos de 2 a 8 annos, modelos a olivare ; lencos de se-
lim mn i lo elegantes para senhora ; bargc verdadeiro,
desse que se fazem os taes vestidos, que, a justo litqlo,
sao tiio afamados ; cortes de ganga de quadins para
vestidos, Imitando pe fcilanicii te seda, eque nao desbotao
e d iiiiiii a enfadar; sorliuirnto de luvas de pellica supe-
rior, para Iminem r senhora; panno preto da luellior
qualldade a 6/000 rs., e casimira prrta chamada selim
zfir, inulto superior a 4/000 rs. Os Srs., que preten-
dere m ver qnalqurr dcstes objectos, tero a boudade
de mandar avisar ao aiinuncianle, que inmediatamen-
te Ili'os levar em suas casas.
Aluga-se por preco rasoavel o
armazem da ra de Apollo, n. 3o com
embarque para a mai : a tratar com
Joao KpIcvcs da.Silva.
-Os Srs. do nos de
obras e iiir.strrs pedreiros que precisaren! de alguns
matei-iaes, como cal branca, dita preta, barro amarcllo,
dilO preto, arela lina de fingir, dita grossa, telhas, li-
jlos de ladrilho, ditos de alvruaria batida, dita gros-
sa, lijlos de tapa ni en lo largos, ditos estreitos, ludo
mais rin conta do que em outro deposito, queirao dlri-
gir-sc ao armazem n. 8, por delrs da ra deS.-Fran-
cisco, ou aoarinazeiii n. J, defronte da respectiva Or-
deni 7'crceira.
Ainga-se uma casa com copiar e traprira no lu-
gar de S.-Auna com dous portors c jaum ao lado a
qual pode servir para duas familias, trndo a iiirsiua 4
salas 7 quartns cozinha, cochelra e estribarla, com
terreno plantado de capini para um i-avallo alm de
algumas arvores de.fructo : os preteudentcs diiijilo-
se a piaja da Boa-Vista botica n. 6, ou a esta typo-
graphia que se dir quem aluga.
AO BOM TOM PARISIENSE.
RA NOVA, N.7.
XEMPETTE, ALFAIATI,
trin a honra de participar aos leus ireguezes que dis-
tolveo desde o dia 15 de setembro do auno passado ,
a suciedad!- que liuli.i com os Srs. Colombiez S Com-
panhia largando ao mesmo lempo a hija dos aobrrdi-
tos Srs. As pessoa que o quizerem favorecer rom a
sua freguezia o achara na sua loja na ra Nova ,
n. 7. Tem pannos para calcas, colleies e casacas, de to-
das as qualidades os mais novos chegados de Pars, c
a coltecjo dos mais recentes figurihos ; e recebeo no-
vaineiiie un lindo sortimento de objectos de luxo c
pbantaiia, de diversas qualidades.
-- Precisa-se de dous lavradores ; em casa do doura-
dor, ou fabricante de candlciros de gaz na ra No-
va n. 52.
Precisa-se de um caixriro para um deposito de
seceos: na ra Direila, n. 18, a tratar ale as 8 horas, e
de ao meio-dia at 2 da tarde.
' O abaixo assignado avisa ao seus devrdores, que
Amaro Francisco de Moura e Oliveira deixou de ser
cobrador de suas dividas desde o dia 24 do corrente,
por isso nao levar em emita qualquer recibo, que possa
apparecer desta dal.irm diante, passado pelo nieimo.
Jiiui/uim Pereira Aranlrt.
Desapparerro, da casa n. 55 da ra da Cruz, no
dia 22 do corrrnlr, dous rrlogios de algibrira com os
signaes srguinlrs : um de ouro, suisso, de sylindro,
com mostrador descoberto, tainanho regular, pontei-
ros de ouro, a coberta da machina de dentro tambem
de ouro e a coberta de Tora lavrada, figurando urna pas-
sagem: o outro dito, de prata, ordinario, demostrador
descoberto, bastante grande, e juntamente um trance-
lim de cabello. Roga-se a qualquer pessoa, a quem fo-
n ni oflierreidos, o obsequio de os levar dita casa, que
ser recompensada.
Alugo-se varias casos na Copungn,
proprias parase pessar a fcsla, por te-
rem muilos commodos, com grandes sa-
las, cjuartos, cozinha, estribara, quartos
escravos, copiar, &c. : a tralar na
Aluga-se um sobrado de dous an-
dares e sot5o, com bonita vista e bas-
tante fresco, sito no largo do Hospital do
Paraizo, esquina da ra da Roda : a tra-
tar no pateo do Cumio, sobrado novo de
um andar, n. if>.
= r-'o largo da Soledade, n. 32, se fazem chapeos para
senhora*, vellidos e qualquer outra roupa pe* como
bordados de todas as qualidades, e camisas para ho-
inein, ludo na ultima moda, e por piejos ciiiiimodos.
Ra de Apollo, us. 'ie 5o.
Troca-sr, por casas terreas e tambem vende-se a
dinlieiro por prrjo rasoavel, como convier aosprcten
denles, um grande terreno qucdrilao fundo para a
man-, o qual est estacado r aterrado e tcm um ar-
mazem edificado dos nmeros cima declarados, che
de esquina ; o seu bom local merece toda a preferen-
cia para quem quirr levantar mu elegante predio e
ofl'crece vanlagriu a quem sailia apreciar a ba locali-
dade do dito terreno : a tratar com Joao Estcves da
Silva.
Ha 1. dias, pouco mais ou menos, que se deo
por falta dos livros seguintes : Direilo das gentes da
Europa, -2v.; Manual dos juizes de paz; 1 dito de
direito natural de Franca,; 1 dito do direito natural
e privado. F.stos livros suppOc-sc lerein sido furtados
por pessoa mesmo de casa : quem dellcs sotiber ou
Ibes forem otTereeidos podera apprehende-los o
leva-Ios a ra do Sol. n. 11, que ser recompensado ;
o so estivercm vendidos so Ihe dar o importe delles.
THEATRO DE APOLLO
ABERTURA
S. H.-T.
Os Srs. socios queirfio mandar receher os bilhetes,
que lhes pertencem e nagur as mensalidades, que es-
tiverem devendo, ao thesoureiro o Sr." Delflno dos
Anjos Tcixeira, na ra de Apollo. E igualmente
aueirffo apresentar as suas propostas para convida-
os, sem cuja approvaeilo n.lo poderO estes ter in-
gresso.
Aluga-se uma ptima casa terrea sita na ra
Nova, que vai para a Trempe, com mu i tos commo-
dos para uma numerosissima familia, muito fresca,
com bom quintal e cacimba de boa agoa de beber:
a tratar no pateo da S.-Cruz, u. 70, primeiro andar.
Precisa-sealugacum sobrado na ra do Cabu-
ga ou Nova : quem tiver, annuncie.
I'erdeo-sc, desde a ra da Cruz vindo pela
ruada Cadeia do liecife, ponte, Passeio-Publico, pa-
teo do Colleglo, praciuha do l.ivramento, pateo do
dito,atea ra Direita, um cmbrulhu contendo seis
varas de bico largo : quemo tiver adiado e quizer
restituir, dirija-se a ra do Rangel, n. 17, que sera
generosamente recompensado.
0 Sr. Manoel Joaquim, alfaiate, que morou no
Mundo-Novo, queira annunciar a sua morada para
negocio de seu muito interesse ; isto no prazo de i
dias : do contrario perder toda agencia.
Drsapparecro da casa do abaixo assignado, no dia 2.'t
do corrente, um uioleque, crioulo do Marauhao, escravo
de Joaquim Haymuudo Corrria Machado,da mesma cida-
de, que representa ter l4 annos de idade, cor fula, lri-
cos grossos, snln aneelli.is bastaulc altas; tcm um signal
na cabrja, de golpe, levou cal ja de viseado aiul e ca-
misa branca : quem o pegar, leve a ra do Vigario, n.
25, pi iiuciro andar, que ser recompensado.
b. J. da Fornica Jnior.
Quem precisar de urna ama, a qual tem muito e
bouiieite: dirija-se a ra da Cadeia-Velha do lenle,
n. 19.
Trancelins de qualquer modelo, anneis flores, filas,
aderejos, piilcriras, brincos, etc. ; ludo o inis bem
feilo possivel por prejo mdico.
Aula de iiavegao
Agostinho Fernandes Catanho de Vasconcellos
contina acnsinar navegaeno pralica e theorica, na
ra Imperial, n. 39.
Compras.
para
ruada Senzalla-Velha, n. 38, ou no
mesmo lugar da Capunga, sobrado novo.
Precisa-sede um preto cozinlieiro ,
para cara de um liomeru solteiro, se agra-
ciar, tambem se compra, convindo as
partes : na ra da Cruz no liecife ,
n 43.
Compro-se duas ou tres canoas, que nfiote-
nhio mais serventa que silo para fazer un aterro :
a tratar com Manoel Antonio da Silva Molla, ou an-
nuncie.
= Compra-sr nina negra moja, que saiba cozer, cn-
gommar c coiinhar, e nao tenha vicios : na ra Nova,
n. 3.
Comprao-sc escravos de 16 a 20 annos de idade,
sadios, sem vicios,' com omcios e sem riles: na ra Di-
reita, inbrado, n. 29.
Compra-se a obra em um volume que tem
por titulo o actual estado da monarchia portu-
gueza e as cinco causas da sua decadencia : na
ra largado llozario, botiquim da Cova-da-Onca,
n. 3-i.
Vendas.
Vende-se urna morada de casa terrea na ra
Imperial, n. 91 com bastantes commodos, frita
a moderna : no pateo de S.-Pedro n. 16.
Vende-se um prrtobem procedido, trabalhador
de en\aiia, por 350,000 rs.; 3 canoas de correira a
saber; duas abertas novas, pintadas a oleo, de car-
regar familia e uma pequea de um SO pao: ua
ra estreita do Rozario, botica, n. 10.
Vende-se CERA EM VELAS do Rio-de-Janeiro ,
sortimento completo de t at 16 em libra e bogias
paracaslicaes de4,5e6, em caixas e as libras;
colla da Babia superior, as saccas c as arrobas,
tor preco muito commodo : na ra da Senzalla-Vu-
ha, armazem n. 110.
No botiquim da Cova-da-Onca na ra larga
do Rozario, n.'M, contina-se a vender bichas de
Lisboa e de Ilespanh, em qualidade iguaes s de
llamburgo por preco commodo.
Potassa da Russia,
verdadeira e nova, em barris pe-
queos, por prego muito commo-
do: na rita da Cruz, n. 10, casa
de Kalkmann & Roscnmund.
Polassa.
Vende-se a bem conhecida e
superior potassa da Russia, lti-
mamente chegada a este porto, e
igualmente vinho daMadeira, en-
garrafado, o mellior que se tem
conhecido: na ra do Vigario, ar-
mazem n. 4,deRo(te&Bidoulac.
Vendem-se 3 escravos, sendo: um molequo
peca de 17 a 1K anuos; uma moloea, da mosma ida-
de ; urna preta quitandeira; lodos vendem-se por
preciiflo: ora estreita do Rozario, n. 23 pri-
meiro andar.
Vendem-se presuntos e queijos inglezes ; latas
con biscoitinhos finos e marmellada; tudo muito
novo : na ra da Cruz, no Recife venda n. 66.
Veiidem-sc lindos molcques, de 14 a 18 an-
uos; 2 ditos de 7 a 11 anuos ; 1 pardo ptimo para
pagem de 17annos; um preto bom canoeiro do
30 annos | 2 pretas com algumas habilidades sen-
do uma de nac,3o com uma cria mulatiuha de 2
annos com todas as habilidades; una parda, do
25 anuos, com algumas habilidades i na ruado Col-
legio, ti. 3, segundo andar.
Casa da F,
na ra estreita do Rozario, n. 6.
Nesto estabelocimento achio-sc. a venda as can-
trias da lotera da matriz da cidade da Victoria ,
cujas rodas ndito no dia 12 de dezembro. A rilas
os procos sao os do costume.
= Veudem-se7pretascoinhablidades,de 16 a 25 an-
nos dr idade; 1 molequc de 18 anuos de elegante figura
e de nuii boa conduela; I pardo bom carfeiro, de 20 an-
uos c 1" ni robusto; l preto de ineia idade, por barato
prrjo; I mulata de I."> annos, de imiiit.i figura : no pa-
teo da matriz de S.-Anloiiio. sobrado n. 4.
Vende-se urna prrta moja dr boa figura perfeita
coziiiluira muito diligente para o servijo de una
casa; eque sr dar a conteni uma dita rngomma-
deira coziuhelra e cose, com urna mulatinha de um
auno muito bonita ; 2pretos de 20 anuos proprios
para pageos c- para todo o servijo; um tnoleque.de
12 annos, muito bonito : na ra larga do Rozario, vol-
tando para os quarleis, n. 24, piimeiio andar.
-- Vende-se cxcellente marmelada e doce de ginja, em
latas, por commodo prrjo: na ra Nova, venda da es-
quina da ra dr Santo-Amaro.
Vendriu-sc uvas brancas ainda na parreira: na ra
da S.-Crii?., n. 3.
Milita atten^ao.
Vende-se polassa russiana
muito nova ede muito superior
qnalidade: os senhores de en-
genho, que goslao de fabricar
bom assucar, mandem com-
prar a potassa russiana a Cu*
nli a & lu or ni, na ra da Ca<
deia, loja n. 50, que o bara-
tsimo preco, por que se ven-
de, convida.
Vende-se um i avallo mullo prquenn, proprio para
menino, dr eflr eastanlia, com inultos bons andares bat-
ios sem drfrilo alguiu, e muito manso : os pretenden-
tes dirijo-sr a ra larga do Rogarlo, botica de rJartho-
lomeo.
= Vende-se um lindo molrque de 14 annos, pouco
mais ou menos ; l>em como duas pretas, boas para todo
o servijo, sem vicios e por preco commodo ; e um casal
de escravos, proprio para todo o servijo c por prejo
commodo: na ra do Crespo, n. 12, a fallar com Jos
Joaquim da Silva Maya.
Vendem-se duas cauoa's, em bruto,
uma propria para abrir e outra para ca-
noa de carreira : no tclbciro por tras da
igreja de Sanla-Rita, petencente a resti-
laco de Franca & Irmo.
Vende-se um rico guarda-roupa, envidrajado, por
50/ rs.; urna cama dr angico para casados, com colchan
e encherges, por 40/ rs.; um lavatorio novo, com ba-
ca e jarro, por 0/ rs. ; dous pares de mangas de vidro
pequeas, por7/rs.; um par de banquinhas de ana rel-
io coiu gavetas, por 8/ rs.; uma banqulnha quadrada
com um so pr, que pode servir para meio dr sala, por
12A' rs. ; e uma cama dr vento de armajao, por 10/rs.;
urna estante nova, para livros, por S/rs. : nesta typo-
graphia sedlrqOriu vende.
Vendr-sc, para fra da provincia, uma escrava
cabra, de 18a 20 annos, sadia e robusta, que cozinha o
diario de una casa, lava betn, engoinma sollrive)men-
te, e tem milita aptidao c dse mbarajo para todo o ser-
vijo : iiii Oliiuta casa do doutor Lourciro se dir
quem vende.
CARNAUBA.
No armazem de farinha do caes do Collcgio conti-
na-se a vender cera de carnauba a rctalho, de min-
io superior qualidade
JOLIVRO DE TODOS
ou
Manual da laiule,
Contendo
todos os esclarecimentos throricos e praticos necessa-
rlos para poder preparar c empregar, sem o soccorro do
professor, os remedios, e se preservar e curar-se protnp-
lamenie, com pouco dispendio, da mor parte das moles-
tias cu raveis, e conseguir um allivio quasl equivalente
Adr, as molestias incuraveis.
'' Seguido
de um tratamrnto especieo contra a coqueluche, ede
regras hygirnicas para prevenir as molestias ;
pelo doutor G. de Ploesaucllcc.
Prejo 4/080 rs. em brochura.
O suppleinento, indisprnsavrl a quem tm a obra, da-
se gratuitamente aos compradores. O dito supplemen-
tr tras as tres diflerentes rrecitas para a composijo da
agoa sedativa;este precioso remedio, que tamanba rrpu-
lajaoj tem ganho, e que drve existir em todas at casas
para remediar promptainentc aos accidentes e incoru-
modos repentinos.
Vendc-c na praja da ittdepemieacia, Uvrana as, o c 8.
i MUTILADO


"
J-
*
._ Vendc-se a cxcellentc historia de Saint Clair das
Ilhaaeni 3 voluntes: na praca da Independencia, hvra
*" "\eiVlc-sc abordo do brigue Conecicao-Caboclo sal
do Ass.i de boa qualidade : trata-se abordo con. o cap
to.ou com Ainoriin Irmaos, ra da Cadea n. la.
== Vendem-sc nioendasde ferro para engenhos dc^ as-
sucar
por
e "
to.
Tuade Apollo, armazem, n. 0.
= Vende-te potatsa branca de superior quaimai
em barris pequeos ; era casa de Matheiis Austln
Companhla, na ra da Alfandega-Velha, n. db.
Superior farelo.
Fardo de Trieste, em bar-
ricas de 5 arrobas ; o qnal se
reeomnienda como o mais nutritivo de quantos aqu se
Itunorto e por isso o mais proprlo para melhgr en-
uoi'dar os cavallos : vende-se no primelro arinazcm do
caes da Alfandega Indo do arco ou cm casa de J. J.
Tasso Jnior.
= O corretor Ollvelra tem para vender cobre ein o-
llia e pregos de dito para forros de navios : os preten-
dentes dirijao-sc ao niesiuo, ou aos Scnhorcs Mctquita
& Dutra.
Vende-se potassa da IU.&-
sia pelo inuilo mdico prc
jo de 160 rs. a libra ; cal vir-
gen! de Lisboa chegada no
ultimo navio : no armazem da
ra do Trapiche n. 17.
R ELOGIOS.
Vendein-se 4 relogios 2 de ouro novo e sulstot,
um dito uin pouco usado e uin de prata em muito
boni uso ; 3 correntes de ouro novas ; tildo por mdi-
co pirco : na ra da Cidria n. 4.
= Vcndcm-se as mais modernas caitas de tartaruga,
de riquissimo gosto, com chapa de ouro; superior ra-
p de Lisboa multo rresco : na ra larga do Rozarlo ,
n.24. ,
Vende-sc cal vlrgcm em nielas barricas ebega-
da prximamente, por 'pr(,f0 cuimnodo; na ra da
Mor,la armazem n. 15.
Ka rua do Crespo, lqja itova
n. 12 de Jos Joaqun.
da Silva Haya,
vrnde-sebrim Je puro linlio de quadros c llstrasde
cores que sao muito proprios para a fesla pelo ba-
raiissimo preco de 720 rs. cada vara ; ricos corles de
casimiras elsticas, para calcas .& 6? e 8U00 rs. cada
corte; alpaca preta aBOOe l#60urs. o covado ; pannos
linos, preto e decores, por barato pirco j cortes de col-
Irle de velludo selim c gorguro; ludo por preco ba-
rato ;assim como mu i ico sorthnento de lencos de seda
para grvalas muilo proprios para a fesla.
-- Vende-se nina negrinha rerolhida de ID anima,
que cose, eiigomina alguma cousa e lie d
gura ; um pardo bom carreiro : no
nba do caes do Collegio.
2*800 rs cada um; cortes da fazenda victoria, a 3/600 rt.
cada um: ricas cambraias com lislras de seda, a6/000 rs.
cada corte; ditos de gosto chines, a 5*000 rs. cada um
corte; castas chitas para vestidos, a 2/8000 e 30500 cada
corte ; cambraias de quadros de cores escuras, para ves-
tidos,a 3/500 rs. cada corte; calcinhas para meninas de
escola a 400 rs. cada um par; nielas linas para meninos,
de dlfferentea tamanhot; e mitras muitat fazendas, que
ludo se vender por preco barato, atsim como um resto
das ricas e baratas Linternas com casllcaes de tintsima
casquinha, e que te veudempor 9, lOe 12 mil rit cada
par.
Lances
da fortuna aos 20:000# rs.
Bilhetes, ineios, quartos, oitavos, e VIGSIMOS da
lotera4o theatro deS -Pcdro-de-Alcantara de Rio-de-
lanelro ; na rua da Cadeia doRecife, loja de cambio do
Sr. Vlcira.
Vendem-se as maissuperioies dra-
gonas paraofliciaes subalternos da guar-
da nacional chegadas ltimamente do
Rio-de-Janeiro, por mais barato preco
do que fin outra qualquer parte : na rua
da Cadeia do I\ecife,.loja n. 5i.
Na fabiics de sab3o da rua Impe-
rial, n. 116, vende-se sabio amarello
epieto, muilo superior e muito secco ,
pelos precos abaixo mencionados e tam-
bem no aimazem do Sr Jos Rodrigues
Fereira na rua da Cadeia do Rccile.
Vcndo-se um alfinetode peito, do ouro de le e
de bom gosto ; alguns trastesj annunciados c mul-
to baratos : na ruadas Larangeiras, n, 2.
\o AteiTO-da-Boa-
vista, lojan. 14,
vendem-se lencos de seda p'ara homem e senhora,
a 640 e 1000 rs.; chitas linas, a 140 rs. o covado.
Vende-se um preto de nacflo, moco, bastante
altoe reforcado do corpo, propriopara armazem le
assucar, por ter disto pratica, e mesmo para parelha
de cadeirinha : na rua da Cadea, n. 59.
CHEGUEM FREGUEZES!
Na rua do Collegio, loja nova do miudczas do an-
tigo barateiro, n. 9, vende-se o segu nte, por barato
preco: botfies de madrc-de-perola, a 480 rs.; bico
cstreito, a 40 rs. a vara ; meias de menino o menina,
a H0 rs. o par: pellos de marroquim, a 1280 rs.; tor-
cidas para eandieir, ns 12,13 e 14, loo rs 1i du-
; raixa e carteiras de. agulhas finas francezas ,
'- j___j. ou ,. hntrtp-; jurados, de
100
100
IOO
95
Sabao amarello encuixado, a libra a
Dito dito a granel a
Dito prelo encaixado a ....
Dito dito a granel,a
Sendo partidas de mais de 5o caixas ,
abate-se alguma cousa no preco, e man-
da se levar aonde for mais commodo ao
comprador.
Na rua do Crespo, loja nova,
n. 12, de Jos .foaquim
fia Hilva Maya ,
vendem-se ricos chapeos de seda lindamente enfeita-
dns para senhora chrgadns ltimamente de Franca,
pelo diminuto preco de i2/l>00 rs. cada um ; mantas do
grande loni a 0/000 rs. cada una as quaes se tornao
rccoiiiinendaveis para as tciiliuras que coslumuo ir
passar a fesla
Vendem-teboas e lindas tedas brancas para vrt-
tidosde noivado ; ditas escuras do bonitos padres ; ri-
cos chales e mantas de seda escoceza do melhor gosto
que pode haver ; giiarnices de flores para vestido ; cal-
aos de dita para chapeos de senhora ; chapeos de seda
com plumas e caios ; diloi dep.ilha mu bem eufi-
tados, para meninos; luyas de seda, compridas e cur-
ias de lodas as cores, com dedos c sem elle ; ditas
de pellica, brancas e de cores, tanto para homem como
para senhora ; dllas com enfeites ; chapeos de sol,
u seda para homem e senhora ; ditos de panno ; co. ._
''?WEffi-W>&'&B&%%S^^*" !de cambraiade listras para vestidos; bonegui.it para
fc-j Vendem-sc novot cortes de cassa de novoa gg hoincni c senhora ; sapalus de lustro e marroquim.pa-
3 padres e cores muito finas, pelo baratissluio jfcs
! .m.a a* 14 rs ,.,i, mi, cortes de chita de no- fe
bonita li-
aiina/rin de fari-
prreo de \\ rs cada um
da ultima fej
ttiplhriri'c Cv-,'
B vos padrcs ; muilo finas cambraias, da ultima
\' moda ; lencos de seda da India os nielhores ,
| que teeniapparecido, assiin como mais inferio-
res ; merino preto, muilo fino; pannos finos de
lodas as qualidades c cores; esguiao e biela- |
nha de puro liuho ; toalhas de mesa de todos os
tamanhot; assim como um completo torilmen-
te de fazendas finas ludo por piceos que a
vitta dfllat he iinpottivel o comprador deiaaf
de comprar : na rua do Qurimado loja nova
da casaamarclla uos quairo-cantos n. 29.
com'fundo dourado, a 280 rs. ; botfies
metal branco e preto, a 300 rs. a grosa pnedidas pa-
ra alfaiate, do marroquim, a 560 rs. cada urna; luvas
de algodHo, brancas e de cores, para homem e se-
nhura, a 320 rs. o par; luvas do pellica, para lio-
mem e senhora, a 800 rs. o par ; carteras pani al-
gibeira, a 160 rs. cada urna ; lita de 13a, a 160 rs a
peca ; linhasde cores em carretel, a 320 rs. a dtizia ;
pecas de cordiio, a 20 rs. ; e outras mu.tas miude-
zaspor mais barato preco do que em outra qual-
quer parte. .. .
Vendem-se al 9 sacadas de pedra mtilatinlia ,
lavrada, porpre?o commodo; na rua de S.-Francisco,
palacete novo, al 9 horas.
Vendem-se cadeiras de angico, bem rornuias e
bem feitas, mais em conta'doqueem outra qualquer
parte ; na rua Augusta, n. 31, ou a tratar com Jos
Fernandos Collz, na rua Imperial, n. 145.
Na loja da esquina
confronte ao arco de S.-
Antonio, n. > ,
de Guimaries Serafim & Companhla vendem-so
cambraias largas, de padres os mais modernos, que
tcemvindo a este mercado, pelo diminuto proco de
320rs. o covado; cortes de chal fino, muito mo-
derno pelo barato preco de 3200 rs. o corto; alm
destas fazendas, ha um completo sortimento, e ludo
se vendo por preco muito commodo.
Vende-se a venda da rua da Madre-de-Iieos,
n. 22, com poneos fundos e bem afreguezada, tanto
para a prar;a como para o mallo : a alar na mes-
ii.a venda.
Vcndem-se, na loja de livros da rua do Crespo,
n. II, os seguintes livros latinos : Selecta, a 1280 e
1000 rs. ; Fbulas, a 1000 rs ; Cornelio, a 1000 rs. ;
Virgilio, a 1600 rs. ; Salustio, a 1000 e 1280 rs.; Ho-
racio, a 2000 e 2500 rs.; Ovidio, a 1000 rs.; Proso-
dia da stimaeiiicflo, a 10,000 rs.; ditas francezas;
Telemaco, a 1000 rs.; grammalicas ditas, a 1000 rs.;
ditas inglezas, a 1000 rs.; Thomson, a 1600 rs.; dic-
cionario dito e francez, a 1600 rs.; diclionaire cro-
nologiqueelraisonn des descouvertes cnFrance,
17 v. em brochura, a 8000 rs.; obras de Pantheon ,
1 v., a 2000 rs.; diccionario classico, a 5000 rs. ;
doee superior ; cha; charutos regala. Esle gneros
sao todos da melhor qualidade e te achilo amostra*
para ot tenhores compradores, no armazem de Fernan-
do de Bucea na rua do Trapiche n. 34.
Nt'sV??(
DES PORTAS Nc'
Pechlnchas novas para a leaia, rmmet: cor- i
tes de velludo da melhor qualidade e lindos
padrdet, que teem apparecldo, a 5/000 rs. ; di-
tos de tetlmde cores, de listras e quadros ,a
2*500 rt. i merino de duat larguras a 2#000rs. I
o covado; alpaca superior ,* 1/280,rflh*a- I
do ; panno fino verdeeOr de garrafa .TTflOOO
rs. o covado ; dito preto a 1/50U rt. ; lencui '
de teda da India a 1/2S0rt.; sedas de cret, |
de lindos padrdes para vettldo^ de. senhora,
a 1/000 rt. o covado ; nielas comptldas, estam-
padas com bonitos desenhos, imitando seda, a
320 rs. ; luvas de pellica, para homem ti/
rs.; ditas para senhora, a 320 rs ; alem destas
ha outras muitas fazendas bem como : ricat
cambraias de coret; lindos rltcados para vesti-
dos de senhora, por Imltarein castas, de difle-
renles cores.
Vende-se, na rua Nova, loja n. 38,
o supplemento ao vocabulario portuguez
e latino, por Bluteanx, obrt prima ra-
ra e inlercssante para os amadores dg/
lingo nacional.
Vendem-se bezerros francezes, de Nantet, de
superior qualidade, os mclbores que reem viudo a
este mercado, por atacado ou mesmo em duiai,
vontade dos compradores Kr mal barato preco do
que em outra qualquer parte : ni rua da Cruz, n SO.
2 B^^i?-fiB^5E^ iKSEBEWiWSfiViHSStW
Vende-se poassabranca, da
mais recem-cliegada por mdi-
co preco : em casa deL. G. Fer-
reira & Companhia.
I>a rua do Crespo loja nova
n. l, de Jos Joaqun
da Silva Maya ,
vendem-se superiores cobertores de algodiio proprios
para escravos a i000 rt. cada um ; una aienda de
linho escuro tamben) para roupa de escravos ou sac-
eos de assucar por ter de umita duiacao, por barato
preco.
= Vende-te urna parda reeolWda perfeita engom-
madeira cote e coziulia ; 4 escravat mocat com ha-
bilidades urna dellas cote, engoinma e cozinha ; urna
negrinha, de i4annot, boa para ser educada; urna
mulatinha de l5 anuos que cose e fas reuda ; una
preta de 35annos ,.por V80/ rs. que cotinba lava
roupa e vende na rua ; 0 escravos mucos bous para o
trabalho de campu ; um dilo bom carreiro ; mu dllo
bom ollicial de alfaiate um mulatinlin, de anuos, bom
pagem ; dout inoleques de l2 a lO anuos: na rua
do Cretpo n 10, primeiro andar.
-- Vende-te um preto de nacao de su .minos, de bo-
nita figura ; um pardo, de 18 annos bom para pagem,
entende do servlco de campo c he bom carreiro ;
4 pretal com algumat habilidadet, que se dii
se vendem por prego muito commodo : na esquina
rua doGabug; junto a botica do Sr. Joo Morcira.
Na rua da Cadeia Velha, loja
n. 29, de J. O. Elstcr ,
vendem-se o seguintes vinhot engarrafados, de su-
perior qualidade : viuho do Porto multo velho ; dilo
da Madelra ; llucellas ; Careavellos ; Sherry ; Rheino ,
Hordcaux ; Cherry-cordial ; Teneiillc ; Champanba ;
marca cometa ; e tainheni superior genebra hollande-
za ; agu'ardentc de Franca ; velas de composicao ; cha
preto. ...
= Vendem-se, recentementc chegados queijos lon-
drinos ; presuntos ingle7.es ; conservas ; cerveja bran-
ca ; nido da melhor i|tialidade ; vernizjcopal, proprlo
para fabricantci c pintores de carros : na rua do Tra-
piche, ii. 44.
I>a rua da Cadeia Velha, loja
n. tt9, defronte do Becco
Largo,
vende-se um giande ..oitimcnto de pel-
lucia df sedrt inn e mais utensilios para'
cbapeos bem como: chpeos de papelao,
a too is., e de massa a i'2oo is. ;
cbapeos de pnlhiuha de iao a 6^0 rs. ;
bonetes de dita a48ois.
Vendemsebiebas grandes dellam-
bnrgo chegadas ltimamente ; e tam-
liem se alngo, por preco commodo ; no
Atciro-dh-Boa-Vi.^ta primeira venda
ao p da ponte, n. i
Vende-se urna casa terrea, peque-
na, no pateo do hospital do l'araizo, envi-
co'mprador ; urna negrinha de annos, multoboni- rJraCada e em bom estado qiiem a pieten-
la; todos tem vicios ncm achaquea : na rua da Con- ;," i u.:^
cordia. pastando a pontezinha a direia, segunda der, dinja-se rua estrella, do Kozano,
"^, segundo andar, que
casa teriea.
-- Na rua da Crut no Recie n. 20, ha para ven-
der duat eseravas mocat de bouiat figuras com al-
giimas habilidades ; dous mulatiiilios sendo uin de 10
unise .nutro de 12; sola em pnrcao e a relalho; cou-
rot miudos ; beserrot; esteirat de lodos os lmannos,
feitas no Cear ; u...a porcao de barricas de sebo do
Aracaty ; um oculo de ver ao longe
-- Vende-te farmha de trigo da marca SSSF de ra-
minho ; no caes da Alfandega armazem do Bacelar, a
tratar com Manorl da Silva Sanios.
Vndese urna cadeira de dous bragos, feta a
moda, em bom uso, por preco commodo : na rua de
Manoel Coco, ou da Calcada, n. 16.
Vendem-se 18 duzias de assoalho do huiro ,
por preco muito commodo, por se querer desoc-
cppar "armazem, sito na rua da Praia deS.-Itila ,
n. 23 : a tratar na rua cstreita do Rozario loja n. 3^.
i>a rua to Crespo loja'nova,
n. 1*1, (lcJii.se Joaqtiim
da Silva Maya,
vcudc-te um resume dos bem acreditados cortes de In-
dianas para vetlidot de senhora, pelo barato preco de
34
dir
de comprimento que te achao no caca do fallecido Jote
Ramos: a tratar como Sr. Thomaz, administrador dat
obras do dito fallecido llainot.
Vende-te uinaescrava do gento de Angola, com
urna cria de um para dous anuos, bem ladina, e que
sabe fazer todo o tervico de urna i ata como teja : co-
zinhar bem, e engommar : na rua do Collegio n. 3.
Vende-se, por muito barato preco, urna mnbilia
quasi toda de Jacaranda c em muito bom uso ; um pia-
no quati novo e de excedentes votes : cinOlinda rua de
Mathias Ferreira, ao chegarans Quatro-Cantot.
Vende-se urna prela inoqa, sem vicio algum
o motivo da venda se dir ao comprador: na rua
Bella n. 40.
Vende-se sement de alface, muito nova, tan-
to branca como preta : na venda da esquina do Atcr-
ro-da-Boa-Visla, n. 88.
Vende-se um carro de quatro rodas, com os
seus compelentes arreios: no largo da praga da Boa-
Vista cocjieira, n. 30.
[\o Alerro-da-Boa-Vista so-
hrado n. 1, easa de modas
francezas, de llillochau,
vendem-se ricos e muito lindot chapeos de seda bico,
crep c palha lina para senhora c meninas ; tomas
enlejiadas para as ditat; chapeos e manas para luto ;
lliidissimos e ricos capoles blancos de fil bordado c
cassa dita para senhora ; cortes de vestidos bordados,
de fil, cambraia e tarlatana; cambraias lisas e bor-
dadas ; tarlatana fina, branca e de "cores ; manas de
bleo preto ; ditas de tarlatana bordadas ; boas lilas de
setim e tafet de todat as larguras ; ricos bicot de
blonde ; ditot de linho ; flores linas para chapeos e
enfeiles de vetlidot ; ditat para minados ; lencos de
teda, para gravatas de senhora; ditos de casta fina ,
para homem ; luvat de pellica para homem e tenho-
ra ; tmenlos para meninas; ditos para baptisado ; lu-
vas de seda, curias e compridas, para senhora; bicot
de lindos padrdet, para cabec'det ; lencos bordados,
de cambraia de linho ; ditos de cambraia; dlrot de cam-
braia imprimida ; meias de teda para senhora; ditat
de Moho para meninas ; lindas bejoulerias francezas ,
imitacao perfeila ; tiras bordadas ; ditat de fustao; e
muitos outros oblectos de moda. Na mesma cata f.i-
zein-te venidos de casamento do ultimo gosto por
ter todos os ficuriuos os mais novot, e ludo o mais, que
necessita o toilete de una noiva.
Cal virgem.
Vendem-se ancorase barricas com cal
virgem de Lisboa chegada ltima-
mente por preco mais barato do que
cm outra qualquer parle ; na rua da Ca-
deia loja n. 5o.
=Vcndein-se passas miudat, para fazer podins ; eere-
jat e ameisas seccas ; feijocs ; ervllhas ; lenliha ; cham-
Iianha ; vinho do Porto ; Scheri y ; Madeira ; vi olio do
Ilcito ; San ternes ; Qarettc, em quarlolas c calas ; di-
to engarrafado a 400 rt. inulto bom; superior cognac;
ihiini de Jamaica; arrqe genebra de liollanda ; vinho
de Malaga velho, em meias garrafal ; fraseos de todas
as qualidades de fructat da Knropa; repollms conser-
vados ; barris pequeos de caviar, de uina libra ; mos-
tarda francesa e ingiera ; Scherry cordial; latas de sal-
mao ; sardluhas; ervilbas t
LIMA,
Na rita Nova, n. 2, primeiro
andar,
G] tem para vender dragonas, ban-
nj das e fiadores para olficiaes su- ^
'H periores e subalternos da guarda jL
p| nacional; mantis e coldres gua.r- B
1^ necidos de galSo de ouro; cbapeos ffl
armados ; espadas de a0 e metal 1!
do principe; ditas com copos dou
rados ; estrellas para abas de far-
das ; galdes de uro fino para
calcas, bonetes e divisa de todas as
patentes; botoes de metal para r
sobre-casacas militares ; ditos pa- ||
ra arlilharia ns. iei; luvas de
{| camurca branca ; umaneio com- m
i^1 pletodos mais' modernos, para ca- "
E vallo de ollicial da guarda iincio-
!^j nal ; o que todo se vende por pre-
C co commodo.
kH
Escravos Fgidos.
Alerta !
O moleque Jos, crioulo, q.ue.represenU a idade do
16 a 18 annos, fugio no da 23 do correte; levou cai-
ras de brim pardo claro, camisa branca; he bem
parecido, cor fula, olhos pequeos e as palpebras pe-
lo lado de dentro pretas, que parece estardoente nos
u .i |, segunao aunar, que ubi se
quem a vende por preco commodo.
Vende se, na rua da Cruz, n. 6o,
cera em velas do IWode Janeiro, de 3 a G
em libra, cm caixas pequeas, e por preco
mais commodo do que em outra qualquer
parte.
Vende-se um fardamento completo para infe-
rior da guarda nacional, por preco muito commodo;
ha rua da Madrc-dc-l>eos. n. 8.
i* Vendc-se a casa terrea n. 20 no becco do Veras,
a sabir da praca da Boa-Vista e para a rua Velha, por
commodo preco : na rua do Queimado loja de fer-
ragensdoor. Oordeiro, se dir quem vende.
Vende-se farellomuilo bom e novo, em sac-
casde 3 arrobas : no armazem do Bacelar defron-
te da escadinha e na rua da Cruz, o. 52.
Vcnde-se urna espada pateada sem roca >
canana ; 1 talim ; 1 banda rica; 1 fiel; 1 barretina ; ,
tudo quasi novo e cm mUllO bom estado por pre-lpelxc e carne ; contervas de pepinos e ceboillnbot; cer-
qo commodo : na rua Nova, n.58. veja preta c branca, da celebre marca Harclay ; aielt
olnTH: tem um dente da frente do lado superior par-
tido aomeio, que ao primeiro golpe de vista parece
faltar-llie um dente; tem o pescoco comprido; ne
muito humilde, e falla muito brando: quem o pe-
gar, leve a rua do Crespo, n. 11, que sera bem re-
compensado. ,
Fuglo. no dia 11 do correntc da casa de Frantit-
cos Jos Duartc um escravo cabra, de nome Migun ,
cabellos macios alto, cor uin tanto fechada mel'-
rolho, rosto redondo.grosso do corpo.pas largas, pero
um tanto grossat, rom um nielo gelto para denlro, inou
chapeo e calcat de couro. Este cabra eslava no sillo os
Roa-Viagem c conduzia leite para o Recife ein uin c-
vallo : quem o pegar, leve a rua dellortas tobrauo u.
48, quereceberoO/rs. degratificacao.
- Desapparccee no dia 22 do correte, pelas / ""
e meia da noite, um preto, de nome Jos, de iiacau
guela de 30 annos, pouco mais ou menos, ot ..
tura regular, be9os grostos^ nariz grande e chalo i
c maos pequeas, pr
nas cabelludas ; levou calas
uina la rf"
ter sido seduzldo. noga-c .-.. -- je.
capitaes de campo de o pegarem e levarem a
nhor, Izidio Jote Capailea, no caet da Lingoea. i
gencrotamentc recompensar. ...
- fgido! doengeuho Tapicura os"
annunea-
Ainda te achao
cravos de nomet Antonio, Cactano eJoanna, -
dotno Diario de Pernimtmco c Diario de t>oto oe'
corrente; tendo o primeiro, de nome An,on.'",ll' -|,0,
rua das Cinco-Pontas. ha das, o qoal he cri0U'"'frU.
chelo do corpo. pernas e ps grossos com a cj'" dc.
gada de calor de ligado, do meio da canella-aV,"llir-
dot, e he carreiro: roga-tc a sua apprehcusao as au (
dadet pollclaes, capllaet de campo, e '"*"/"* buR,
que os levcm ao metmo engei.ho, ou rua a .
n. 16, onde te dar generota recouipcnta, recoi
Antonio, que ioi '
dando-se a apprchensan do dito
nesta praca
com al-
ropresenta ter 40-annos de idade, cor fula, com -
gamas marcas de boigas pintas, ou carpciiino
-Vugio'a escrava Maria, de naci Congo, ladin
P
guillas morcas uu uon
maefla do rosto ; venda azeite de carrapato, aus
tou se da casa de sua senhora, na tarde do d
corrente : quem a pegar, leve a rua de<*-'". l0.
n. 22 ou a rua da Concordia ; casa de Jse A,m.
niode Miranda, quesera generosamonte
pensado.
PERM. : >"A TTP. DEM. F. DE rARU
.-1846.


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