Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00440


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Full Text
Atino de 184G.
Quarta-feira 11
O DIARIO public'-se todos oj das que nSo
forern de guarda : o preco 4non rs. por qiiarlcl, pagot adianlaelat. J
nniincios dos aislan".les sSo inseridos j-.z.o
do 10 ris PT linl.., *0 r en lypo difieren,-
le. e aa repelicoea pe mel.de. Os que no ro-
rem .sss.n ".les p.(fSj 80 ris por jjofra, c ICO
eni typo'difieren te.
P11ASES DA LA NO MEA DE MOVEMBRO
i ni. clieia a 3, es 0 horas e 5' nulo da insnli.
Mineoantea 10, .st'l.or.se SI min. da manli.
\ .nova 18, X lior-i e 39 min. d. Urde,
c'rescenle a &, horas '' u* Wrdc-
PARTIDA DOS COnRF.IOS.
Goianna t Parnlivl*. Segundas e Sextas feiras,
Rio Grande do Norte, chega mi Qunrtas feiras
no rneio di. parle lias mesinas horas n.s
Quintas feiras.
Cabo, BerinlMem, Rio Formoso, Porto Calvo e
Macejo. n6 I.*, II c II de oada mea.
GaranhunJ e Bonito 10 e.
Bo,-Vista e Flores a He J*.
Victoria as Quintas Coiras .
Oliiijn todos os di.
PREAMAR de hoje.
Prmeira a 10 h. bt mininos d m.nlia.
Segunda a II b, 18 minutos da tarde.
de Xovombro.
Anno XXII. N. HW.
DAS DA SEMANA.
W 0 Secunda. S Oreslcs. Aud. d.> J. dos orpr.
\T* cdo J.doC.da2.v.,doJ.M da J v.
rO Tere. S. \nrlre Avelino Aud. do J. dociv.
da l" v. e ilo J. de pal do J. dial de I.
I I Oiiarte. S. MartlullO. Aud. i!o J. do cit. d
i. v ,c do'J.de pa do 2 dist. de t.
II Quinta S. Dioqo. Aud. doJ. deorpliios, do
I municipal d. I. vara.
i! Sexta. S Eugenio. Aud, do J.dociv. da
I.V. e iln J de paz do I. dist. do I.
14 Sahliado. Ss Clemenlioo Aud. do J.do ci.
di l t., e dnJ.de pal do I. dist. e I. ele f
ti Domiugo. O Patrocinio de Noss. Senliora.
CAMBIOS NO DA 10 DE NOVEMURO.
Camino sol.reLondres 18 a MA. P '# ,r<,
Paris 854 ris por (raneo.
. Lisboa IOOVo Desc. de letras de bous lirmas I Vi P- Ve0 mez-
ftnrOncaahespanholas.. Slnnl a 31*.
> Mod.sdeOjInOvel. IfljIOO a l#40n
t deejtoonov. l(03no a |0l*uo
. de t#00o... n^lOO a tMO"
Prata Palacetes........ la80 a J/w
Pesos cohimnarcs lft)9 a tfWO
Ditos Mexicanos. It0 a I0MO
Miuda......... 1*160 a l|Tn
necoesde Comp. do lleberibe do bOjOOO ao par.
DIARIO DE PERKAMBUCO
PERNAMBUCO.
AaSEMBLE'A PROVINCIAL.
SESSAO F.M 1 DE KOYF.MIIIIO DE IMG
PRESIDENCIA DO 3S. SOL'ZA TEIXKIBA.
(Coutinuaco do numero antecedente.)
0Sr. Yilltla Tavgres: Srnlior presidente, en me nao
de'vla meller mala Pin qiiestdes. que dissessein respeito
obras publicas, e tas quaes, anda que per aecidens, se
trataste de engenheiras; porque, em consequencia de baver
aqui discutido oprujeeto sobre a ponte do rio Japomlm,
e ierfallado.de passagcni, eiu obras publicase engenhe-
roi..... reeebi un dia destes nina carta de um tal Milet,
em a qual me deseompfle de rima alt em buixo (profundo r(-
Uneio) lmenle porque eu dlsse. que elle uo era eiige-
iibeiro babil, ou cousa, que o ralba, e lamentei ter-se
gasto mullo riinlielro dn provincia com esse individuo,
r uniros que taes, quando be para notar, que tanto nao
be engenbeiro, e ncm nunca o foi, que, cm nina corres-
pondencia, que elle inptmo pulillca no l.idador, apenas
se chama baebarel em Ieltras=; o que para iniii, da-
dos cellos Oielos, nao lio cousa nenbuma.....
O Sr. Ntmts Uarhado;Sija o nieu nobre amigo su-
perior ludo isso: v;i a infamia qiieui toca.
O Oidor: .......alm de que, consla-ine, que esse
individuo en aqui tendedor de sapatot, c sabio dessa oc-
cupacno, alias bem honesta, para ser por alguein ein-
prrgado como engenheiio da provincia. He cora efl'elto
para lastimar, Senbnr presidente, que um ettrangelro
piusa atacar e insultar em nosso paiz a um diputado,
pirque profere na assemblca suas opinirtes, pelas quaes,
. o vii lude da lei fundamental, be Irresponsavel: en-
tretanto, como me consta, que na compaubia do tbealvo
j iililieo desla cidade iumi lia eslrangeiros.....
O Sr. Carneirada Cunda : No ; sao todos Rrasileiros,
c milito dislinclos.
O Orador : .....c cstiangeiros. como esse sapateirn,
;i que me retiro.... esse miseiavel, que he apatrocinado
jii/i ilguem, stnenle poique me pretende ferii...
O Sr. Simes Mat liado : He una infamia, que eom-
mellciao aqnelles, que se servirn delle como Instru-
mento para Isso....
O Orador : .. en entrare! na discussao : sendo toda-
va para farer sentir, que, adiaulada como se ella ada,
eji esclarecida, bein me poda dispensar de fallar, e,
em rerdade, fa-lo-bia, se nao fosse o drsejo, que tcnbo,
de .-ijiiil.ii' aoj meiis nobles amigos, autores do projecto.
e de responder;! certas proposicoes do nobre deputado,
o Sr. Kiguelredo, as quaes por gein duvlda nao devela
passar ineolumes.
Sr. presidente, de (mo qiinnto disse o nobre deputado
pude eoneliiii-se, que a compaubia dn tbralro, longede
se oll'cnder com a ideia consignada no pi ojelo, devera
ir ,i easa de sens animes agradecer-Ibes o favor, o bene-
licio inesnio. que Ibe fizi-Mo, lenibiando-sc da medida,
que se discule ; porque, cm rerdade, o nobre depulado
emelga lanos trabalnol, tanto prejuito, tantos sacrili-
i ios da pane da i oiupanliia. (|ue be de crer, que ella, a
ser jsso assiin. ambicione ver-se lirre da trela, de qui-
se encarregon. l-.nli-et.inlo, cu vejo o contrario, porque
0 nobre depulado, que tanto exagera rsses prijuizose sa-
erifrios, be o primeiro, que rerela un desejo rutraordi-
nai In de sustentar a enmpanhla, e de fater cabir o pro-
jecto. l.alrl anijuis in herls. (Apoiadas)
Kespeito milito as lu/.es e os conbecinieutos jurdicos
do nobre depulado ; mas peco :reii(.i gara ponderar-
Ibe, qnp no me pareeeni ajustadas as rellexri, que -
1 i im nloii sobre a queato, e mililu menos cerlos prin-
cipios, ipie en nao esperara, que parlissein do honrada
un nibro, que, ; forra de querer snslcntar sua opiniao,
labio na mais flagrante contradiccfio.
Senlioiis, ou o nobre depulado tem convicio dos
principios, que durante a discussao, e por necasiao de se
tratar desla materia, leni expendido na casa, ou nao :
nu ininieiro caso, elle uo (leve sacrificar rsse princi-
pios, seja qnal for o recelo, de que se pnssua ... lio se-
gundo, dte desistir de sua pretCBcSo, o votar comoos-
co. Mas o nobre depulado val buscar um lucio teViuo,
que concille, como elle di/., o respeito, que se de\ e aos
cuntalos, com os dtelos da casa ; c he ueasa especula-
ran, perde-me o nobre depulado, que nos da armas
para combalc-lo. (Apoiados)
Ou a asseiubla provincial nao l.ni direito de res-
'inilir o cntralo, ou tein : se nao leein no pode al-
tera-lo, e por cousrquencia resliingi-lo, ou ampla-
lo em favor de qnalqucr das paites; e se tem, en-
13o pode lii/.erqualquer alleracan, e essa lano pude ser
' in lavor de una, ciniio de oulra parle: ora, o nobre
depulado apresenlou emendas alterando as condicesdo
contrato ; logo rrconbeceo na assemblca o dircilo de.
resclnnb n misino contrato ; c be isso o que disseeii le
"douna Ilagranli cnulrndicco lie principios, em que
e.'iliin i, nobre depulado, em vista das ideias, que 008
'ein aqni tranunitilo. He veidade, que o nobre depu-
'adoqui, explicar esle seu procediiiiciilo, acobeilando-
s com o recelo, que lein, de que passe tal qual o pro-
jrtto, e assiin, comas emendas por .clip presenladas,
31 redita, que o negocio ir mellrar ;H, nao nbsiaue
I licacffo, que be IIIII pomo breada, eu suppo-
"',0, que o i.obre depul.iilo nao l'uar justificado, i in-
1(1 niais quanlo para dimite aluda descubro principios e
iasesdo nobre depulado, que sao rcconhccidamcnle
niproeedeutoi e peiigoss).
Iralando de justificni suas emendas, Hssc obonrado
'"' nibro, que auppuiiba, que ellas deveriej preferir ao
projecto nissa parle, de que se lala, porque lendem a
iaraniir e mam, i roiiirulii, fmoumlii < mnnbros dacom-
Wnhia quizinm cumprir as eondieei : em verdade naosei,
como o nobie depulado arriscou l.ies idei.is porque,
sendo da iialur !""."* contratantesfiq%4i obligad..;, rat-u Brmec
valioso ; que ambas as partes cnuq.rao as condicoes nel-
>e esilpuladas, ngnm vejo, que o nobre deputado quer,
'|ue passe una Ideia, que lemlr a dar un favor ilninen-
s. mu arbitrio extraordinario rompanliia.... faiendo-
nnte inniprir ooiiu.iio, emquanto quiser, cm
1 "Hipletd dainno c pnjui/o dos eofi es da pro\ ineia Se-
nliores, nosci como sepossa estabeleccT e aeoeitar una
''I condicao.....ei.tretaulo, o nobre depulado asslm se
I xpiimio toniei com o lapis suas propiias palavras,
II "i be engao nieu Mas dcixemo-nos disto ; vamos ao
ponto fiisanie da qneslao.
Quando o administrador da provincia cuiitralou com
Ignnt individuos a (orina(So de urna compaubia para
confeccionar o tbealro desla cidade, elle se nao despiu
da atitorWnde de presidente, ho demililo de si o poder,
lie lein, de examinar, se os accionistas teein, ou nao,
-------------..MU-----1--------------IV-J------------------L-------'-UL'-JUL. .
cumprido as condiciies do contrato c eu sntendo, que,
quando taes condicoes nao lenbao sido cumpridas, o
presidente pdc ipso fado ter o contrato como rescindi-
do. Ora. o nobre deputado sabe perfcitaunnie, que a
companliia nao tem cumplido com as condicrs do coii-
Irato, e condicoes csseiicialissimas, alo lie, aquellas, que
fa/.em a base do mesiiio cuntalo, como, v. g., o enipres-
lliuo de cen cnnlos de rCis, meio subsidiario para aca-
bimenlo da obra dn tliralro; e como pretende snslcn-
tar, que ncontiatoesl cm pe, (|iie nao esla rescindido ?
Olanlo iiiim, erabasUanlc o administrador da provin-
cia para rescindl-lo ; mas, como em materias, obre que
pode baver una duplice lutelllgencia, bom he, que o
poder competente se explique e interprete, por isso nao
acho fora de proposito, que fajamos a dcclaraco cons-
tante do projecto.
Fallemos agora dos trabadlos, prejulios e sacrificios,
por que tem passado a compaubia, nao esquecendo a
Ideia de que foi por obsequio ao presidente de entao, que
a coinpanliia se formou, c den principio obra do thc-
alrn.
Priineirainentc, dirci, que, se a companhla tomou
priio lauto I raba Ib o por obicuuio ao presidente da pro-
vincia naquellc lempo, o actual aduiinistrador della re-
jeita e agradece esse obsequio, e nao se fa/em favores con-
tra vu n la de = tnri'lo npn dalnr benepeium = ; c em segun-
do lugar, provarei, que a compaubia, longe de icr esaes
prejujzos, que imagina o nobre depulado, longe de ter
fi-ilo saerilicius, ao contrario, tem vantagens reacs, e el-
las se acbao consignadas no contrato.
Senbores, ha iniiila dillcrenca entre grandes Mniaaeni
e raiil.-igens : neni seinpre o negociante faz tiansac^es,
fas negocios com grandes lucios e ganhos : alguna ha
mesiiiB, que se conlentao com pouco, segundo seu ge-
nio, disposicoei de seu coraco, bondade iiatuinl, ele. ;
mas nao se pode di/er por isto, que aquclle, que ganha
pouco, ou que se contenta com um lucro mediocre, tem
prejuito, la/, sacrificios, etc. Ha queni de diuheiro a 3
por cenlo ao mez ; ha quciii o d a2e 1 ; c tambeiu lu
quein ainda o de a ineiii por cenlo ; nas seguc-se que
quein o der por esse mdico lucro soiire prejuizos, e faz
aacr I relos t Nao ; nao eanba tanto como os Borrara*! (ri-
Uttlas) mas sempie ganha. A conipanbia, pois, esla ues-
te caso. Kinpieslouo seu dinbeiro a 6 por cenlo ao an-
uo, mas com a rantagem de ter a divida segura com
una hrpolbeca especial sobre o tbealro, com mais a
rantagem de ser a administradora e directora do nicsinn
Iheatro, e de ler preferencia nos camarotes e platea,
etc. K, Senbores, nao be esse snicnle o interejse, que
tira a compaubia : nao teui ella, de mais a mais, a glo-
ria, como diz o nobre deputado, de haver enneorrido
ara a factura do Iheatro j "o esla, inesinn aqui. sen-
o engiadi-cida e louvada pelo nobre depulado ? Pois
men
nieu
P
d_ .
isso be lainbem una vantagem cun Inlcicsse, porque
o lucro nao consiste smente no reccbimciilo de lucios
pecuniarios (potados)
Ura agora, enleiidc o nobre depulado, que a adminis-
tra cao nflo be urna ranlagein ? Est engaado: se nao
Ira/, dinbeiro, tras auloridade, na/, dependencias.. e
quanta gente nao baver por abi, que ambicione um lu-
gar, inesnio seui ordenado, porcn revestido de um tal
un qual poder, para usar de aulni idade, ter dependen-
cias, e ele. ? Mesmo a preferencia aos eamarotes e pla-
tea, se agora he cousa de pouca valia, pode para o fu-
turo ser de umita rantagem. 0 nobre deputado nao
espera, qeje vamos em augmento, que a provincia che-
gtie ;i par, por excmplo, do Rio-dr-Jaueiro.....
0 Sr. Fijueiredo I Para esse tenipo, est acabada a
administrcao da compaubia.
0 Orador : --Entao suppoe, que haveinos estar esta-
cionarios por milito lempo; mas eu lile peco, quanO
pense lao desfavoravelinente de nos. Haremos, te lieos
nosajudar. ser Uih novo grande ecivllisado: nao esta-
la innito longe essa poca; c entilo, quando livermos
e\ei llintes enmpanhias dramticas e de cantona, quan-
do livermos essal excellenles conipanbias italianas,
lempo, em que necessai iamenle o Ibealro sella (le Cll-
eber, como suecede luje na curte, nio yalealgiiina i oii-
sa a preferencia ao* camarolea eplat/a? Mas, enhores,
eu quero suppor, que slo ludo nlo lie ranlagein ; para
que quer a coiupaiibia suslenlar-se na ailuiiiiislrai;ao do
tbealro, para que quer o nobre depulado disputar cm
favor do direito della?
O honrado deputado, Sr. presidente, nos disse, ha pou-
co, que elle entenda, que, ainda passando o p rojee tu
tal qual se acba redimido, ainda se confeccionando cala
lei, a compaubia poda unr de seus direilui. lato be, resis-
tir le; (he o que concluo das cxpresses do Sr. depu-
lado) maspermitta-me, V. K\c que eu faca algum rc-
paio nessas inesuias expressois. [Apoiados]
Senhor presidente, eu acho prudente, c milito acerta-
do, que se nao profirao na casa estas idebis, e outras
quejandas: c se ellas boje podm rir em apoio do que
pretendemos.... amanhna vlrfl, sen duvlda, estorvar a
obra mais perfella e mais justa ... Para que esta espe-
clc de w'nuiiriTO, da parle do nobre depulado, em um
negocio como esle, r quando ja por abi se diz. que lia
quem preiend.i usar ,le sru direito, islo he, resistir i exe-
cocao de una lei desla tasa ?
O Sr. figueiredo: Nio ha tal: quein be esse .'...
O Orndor: -- 0 nobre depulado d-me licenca para di-
?-lo? Quer, que eu revele casa o que por abi se diz f
Pois bem : cu dirci, qttr se di*, nao sei se com rasao,
un sein ella, que ha quem pretenda nao dar cumpli-
mento a le desla casa, que manda correr no Orocom-
iiium os fei'tos da fa/.enda proriurial: en dundo disso:
qnei o v er esse uij impvido, (susurro prolongado) que re-
uma uatia lii, confeccionada pelo poder competente,
e precedida da mais esclarecida discussao ; mas entre-
tanto, diz-se ; c be para nao dar corpo esses coulros
boatos, que eu peco ao nobre deputado, que naoi'nrinue,
perde-me a eapressio, que a eompanbla do iheatro po-
de, uao obstante passagem do projecto em discussao,
usar de seu direito, isto he, resistir lei.
Julgo ter respondido ao nobre deputado, tocando nos
pontos cardeaes de seu discurso.
i'r Caraeiro da Cunha : Deppis de tao larga discus-
sao, eu me siuto possuido de limidcz, querendo aven-
turar algumas reflexoes emaddilamento as que na ses-
so passada apresentei. *
Sr. presidente, eu fugrei do defeilo, em que fui ar-
gido de barer cabido, quando a prmeira ves falle!, re-
neiindo proposicoes que ja una ve* hoiivcssein sido e-
niinei.idos nesta casa; seo flz entao foi suppondo-as
verdad, iras, e por isso no-Oso de serrn de uovo repe-
lidas ; mas, como ful argido desse defeilo, nao dese-
jarei agora rrineidi nelle, multo mais, quando aques-
oo tem sido hbilmente esclarecida e elucidada.
Sr presidente, mo posso deixar de principiar por
observar a discordancia, em que, explicando o projecto,
se achilo os seus uobres autores : un. dilles, que infclis-
te se naoacha prsenle, respondendo, em aparte,
.__discurso, disse, que o projecto nill autorisav
adminlstrafiio a detlater, de propria auloridade, a eoin-
ponbia, que Ul ntelligencia nao poda ser prestada ;
opiniao esla. em que he contestado pelo oulro nobre
autor do projecto, que esl na casa, o qualsuppc nos
principios do direito administrativo a concessao con
Irria. Nao me posso, na vrrdadr, conformar com tal
doiitrina; supponho a ollenslva do direito; mas, de-
xandii isto de patte, porque acredito incontestavel a
opiniao de que tnjn de sera deciso proferida no julio
contencioso) ponOo de lado a qneslao de direito, eu pro-
curare! encarar s emendas de nina uiaueira mu sim-
ples; e be f.izendo-o pelo lado das conveniencias publi-
cas da nossa provincia: sio os sena Interessea, que se
acbao em discussao; delles be, que Hala o projecto, e
felizmente as emendas olTerecldas pelo men nobre a-
uiigo os guardrao por ntanelra multo justa c hon-
rosa.
Sr. presidente, no principio desta discussao, eu tire
vontade ardente de salisfazer um desejo, que nascia do
nieu coi -a cao, o de abracar o meu nobre amigo; masen
O (arel fura ; alio, Sr. presidente, porque o nobre de-
pulado, fazendo esforcos sobre al mesmo, despmdo-sc
deste amor, que nos temos ordinariamente pelas nossas
opinijea c peloa nossas principios, einpenliou-se, para
que podesseacasacbgar, nesta materia, a um lison-
gelro accordo loi este um nobre c patritico intento :
desla victoria, que elle alcaiitou sobrsjVsl inesnio, nao
posso deixar de Ibe render agredcclinentos.
Mas, Sr. presidente, eu di*a, que as conveniencias da
provincia lie, que mis devino determinar a apprnvar-
mos as emendas do nieu nobre collega; o Sr. deputa-
do, que me preceden, eosoutros, que fallarao, nao a-
chro nellas senao vanlagens para a companhla, e ne-
uhuina descobiirao para a provincia. Eu conbeco, que o
nobre depulado, autor das emendas, com mullo maior
lucidez do que eu o farei, suslenlar o seu peiisainento ;
eu o relo t:io claro, que quasi dispensa explicaao; mas,
apezar disso,procurarei explicar o sru pcnsauenlo, pelo
lado das conveniencias publicas,que por elle he lao fiel e
religiosamente guardado.
Sr. presidente, a casa me permltlira, que eu me sir-
va agora do relalorio do Sr. Vauthier. lanas yetes aqui
invocado, e por isso frade qualqtur suapelta : desse
relalorio vcros nobres depnladns, que para conclu-
jio da obra do Iheatro sao neeessarios i.'i eonlos de res;
pela emendado nobre depulado aluda tftu o thesouro
de fa/er o dispendio de 12 conloa, e a conipanbia o adi-
anlaiucnto de SVl : be esla, portanlo, a parte, que va-
mos pouparao cofre provincial ; he esta Utna (lela lavo-
rarel, c mais anda, se ada unimos a dispensa, em
que lica a provincia, de salisfazei as quotas do/ acclo-
nislas. que Importao em \i eonlos: rindo ludo, assiin,
aprefaiera soinniade 75conlos, importancia, que nao
pode ser salsfeita, sein grande e porreiiluia perigoso
sai i Iflcio.
Slm, Sr. presidente, nao he quando a provincia se a-
cha em apuros linancclios; nao be quando tamo carece
de dinheiros para desenvolver o melboiaiuenlo material
e moral della; mo he ful una lal siliiaco, que devenios
prodigar sacrificios, que nada ha, que desculpe, e que
podcni ser lao fcilmente dispensados.
Mas di* mu nobre depulado, que acste sacrificio es-
lava a companhla obrlgada, e que o no fes; seja eutbo-
ra assiin; neni por isso deixa de ser provelloso o reme-
dio proposto, de viratempo, c de ser por Isso um a-
ceilo.
Ainda di* un nobre depulado, (pie afinal tem a pro-
vincia de pagar eapial e juros ; cu acho conveniente
na fallarme* multo em juros, em vantagens; porque
esses juros, e-sas vantagens, esses interrsses que se
diz ter a companhla, resumm-ae neirenoine, (pie ella
adquiri cm ler com oriido palrolcainente para nina
bra de nlilidade publica, justo renoine, que Ha uo
[urdir, mesmo quando dissolvlda, assiin COIIIO o n.o
nerdeo o nobre administrador, que a tentn e erroua
empresa, oSr. Bario da Boa-Vlia sslm como o nao
pirileo um dns seus mais /ilusos collaboradores, o Si.
Jos Ramos de Oliveira. preslimoso cidado, queja esla
no reino dos justos,e a quein vai esle tributo de saudade
C l i'i'oiilie. i.....lito.
Mas, Sr. presidente, desfeitas como filo, as vanla-
gens, que erradamente se suppunba ter a coiupaiihia,
fio vejo rasao na argumentarn dos nobres depura-
dos.
Sr. presidente, houverSo episodios, nesta discussao,
degravldade Inmensa : e como se elles referirlo, eiii
parle, a pro|iosicoes, que foio apresentadas pelo nobre
deputado, que se assenta a nieu lado, e coinoeu o acoiu-
panlio as mesnias, uo posso deixar de explicar o sen-
tido dellaa, e principiare! pela nuedisia respeilo a re-
sistencia, que poda ser frita lei, caso a companhla
enteudesse, que os termos de dircilo a isso a aconsc-
lharao.
Sr. presidente, cu nao suppunba, que una lal propo-
sieo fosse considerada como ipainuaclo perlgoaa, co-
mo alten tadora ila ordem publica ; porque cu acredito,
Sr. presidente, que inda a dminiilrarua, loda a eorporarao
pode e deve encontrar resistencia moral na opiniao pu-
blica, c legal oosjuizes e tribunaes: cal denos, se as-
siin nao fura!
Disse lanibem um nobre deputado, que, se a forma-
co da coiiipanbia foi Icita por obsequio ao aduiinislia-
dor, que cnlo era da provincia o actual adminislra-
dor o rejellara : eu nao sei, se obsequios, que leein por
fun n im lliui.menlo da provincia, podem ser rejela-
dos ; supponho, que nao podem, ncm devem ser por
um verdadeiro adininislrador.
Por ullitno disse-se, que a compaubia, por capricho,
quera sustentar sua adiulnlstraco; mas. Sr. presidente,
cu supponho, que serei dispensado de faier a defesa da
coiupanhia nessa parte, de aecusaeo de capricho, por-
que um nobre depulado, que be autor do projecto, e
que nao be suapeilo, a defendeo, coiifessando ter ella
prestado importantes aervicos : islo responde a ludo.
Sr. presidente, eu termino, votando pelas emendas
olleiecidas pelo ineu nobre amigo ; as quaes, ainda
que mo tivea honra de as assignar, sinceramente abra-
co, como conferido medida de conciliacao racional nes-
la queslao; sim, Sr. presidente, foro ellas apresen la-
clas, nao como pomo de discordia e sim como veis salva-
dora : os nobres depulados a drspedacro, e com ella
as nossas illuses.
0 5r. Jtaquim Tllela, notando, que o orador, trac 6
precedeo, comquanlo prumellesse tratar da queslao por
um modo diverso, considerando-a em relaeo as conve-
niencias, nada dase a respeito; nolando, que, apezar de
pronietter elle argumentar com a informaco do Sr Vau-
thier, tocou nella apenas de leve, fazendo um calculo,
que, alt-in de inexacto, nada nflue na queslao, niostra,
que a companhia no tem cumplido as obrigacoes, que
contrahfra ein virlude do contrato, c que, assiin, o con-
trato se acha rescindido, pola que he albeio aos princi-
pios de direito,que, quando niadas partes iiaocumpre
as condicoes de um paci, a oulra seja obligada a cum-
prir as que Ihc diicm respeito: analysando as emendas,
niostra, que ellas estabeleceiu o mesio, que o projecto,
com a dille-renca de prolelarein a poca, em que deve ter
lugar a resolucio, que o projecto quer, que se tome ja;
e porque seja islo contrario ao liui, que lodos leein ein.
vista, que be acabar com a obra do Iheatro quanlo antes,
conclue q orador, depois de nutras multas observajes,
votando pelo proiecto, e contra as emendas.
Terminada a discussao, be o projecto approvado, sen-
do rejeitadas as emendas do Sr. Figueiredo.
OSr. /'residente d para ordem do da da sesaao le-
gitime: ~ leitura de projectos e pareceres; dacusso
de pareceres adiados; terceira discussao do projecto
n. 37; segunda do de n. '.ti; priiieira dos de ns. 38 e M,
e segunda (lis posturas da cmara da lloa-Vista: ele-
ranlaa sessao. (K.ro 2 horas c mcia da tarde.)
SESSAO EU 9 DE NOVEMBRO DE 184.
PBESIDF.NCI DO SH. S0UZ Tr.IXEIRA.
SUMMARIO. expedieste. ~ ApresenlaraC de dous pare-
ceres da eommro de cantas e orcamenlo das cmaras muni-
cipaes.e de um requerimento do Sr. Sello.Admisso do Sr.
Reqo Dantas. Approvaclo, em terceira discussao, do pro-
jecto ii. 37.- e em segunda do de n. X>. /nlerrupriio da pr-
meira do den. 38.
s onze horas c ineia da manhaa, o Sr. I." secretario
faz a chamada, e verifica eslarcni presentes 21 Srs. de-
pulados.
(I Sr. Presidente declara abena a sessao.
O Sr. 2." Secretario l a acta da sessao aiiiercdcnle,
que be approrada.
0 Sr. 1. Secretario menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Tina representaclo dos habitante* do lugar denomina-
do Grvala, freguatia de S.-Jos-de-Bezerros, pediudo,
qiieaassenibleaprovinci.il desligue essa povoaclo da
mencionada fregiie/.ia, da qual ella dista'.sels legoas.a eri-
ja em paro, hia, eili'-lbe por motril a igreja, que lexis-
te, coiieorreiiilo assiin, paraipie os Sacramentos Ihesse-
jao admiiiistraclos com a presteza c lcquencia, que se
faz de mister, e que he incompatirel com a distancia,
em que se elles acho (la referida l'regiiezia. A'coui-
mtsso de eslatistica.
l.'in requeriiiienlo dos proprielarios moradores nos
Cocios da fregue/ia da lloa-Visla, e as suas iminedia-
fes, solicitando a constracelo de urna ponte, quede
pasaagein daquelle lugar para o Aterro-dos-\l'ogados ;
e indicando para essa ponte a mesma locaiidade, que
outr'ura designara o engenbeiro Vauthier. A' commis-
io de rommerro cobras publicas.
Sao lidosc appiovados os seguintrs pareceres :
i A couiiuisso de contas e orcaineiilos das cmaras
iniiiiicipacs exaininou com a devida alinelo as contas
da cmara da cidade deOlinda do auno, que d correo do
1. de oiitubro de IRM 3l) de setembro de 18-45, c achou,
que a sua receita, dentro do anuo, foi da quantia de
r. 3:887/210, c a despean da de rs. 2:8(W#3iO ; sendo o
saldo a favor de rs. 1:178/871). Achou mais a cominissao,
que as verbal da despera esto legalisadas com os docu-
inenlos, queacompanbriio e por islo he de parecer,
que as contas podem ser approvadas.
Sala das coininisses, !l denovembro de 184(i. Pin-
to ,t'Munida. Souza l.eao. u
A coininissao de cuntas e orcamento das cmaras
miniicip es, examinando as emitas da cmara da villa do
l'.io-do-Albo do anuo, que decorreo do l. de oulubrodc
ISi-i a 30de setembro de i846, achou ter ella arrecada-
do, dentro do auno, a quantia de rs. 2:051^9-14, e t*r des-
pendido rs. 797 de rs. i:,Vi#67, que, unido divida activa, de 087/855,
monta I:!)i2/.'i22. Observou a commlulo, que as des-
pe/as eslo pruvadas e legalisadas com os documentos
apresen lados; e por isto be. de parecer, que as contas
podem ser approvadas.
Sala daacominissei, 9 do novembro de 184. Pin-
to i'Muir,ila. .S'iiiiju Leo.
I.c-sc na mesa, c he approvado, o seguinte requeri-
mento :
i K eqm 11 o, que a commisso de polieia proponba as-
seniies convenientes ao regiment desla assemblca, pa-
ra se i egulareiii os casos c a nianelra, porque se devem
convidar os suppleules para subsllluirem os niciiibros
cllcclivos da casa. Lopes Sello.
Sao lidas c ajipiovadas UOTe redaceocs de diversos
projectos.
O Sr. Vcixoto de llrilo participa estar na ante-sala, para
lomar asseuto, o Sr. deputado supplenlc Francisco tlias
do Reg Dantas.
Convidada a coininisso a dar o seu parecer, sahe da
sala, c, cut-nudo pouco depois, manda a mesa o seguinte
parecer, que he approvado.
Acoiuinisso de conslituiclo c poderes, consideran-
do, que o Sr. Francisco Klias do llego Dantas he sup-
plente, c que fra chamado para supprlr a falta de um
depulado ellecliro, que nao co.nparccco, he de parecer,
que se Ibe d assenlo.
Paco d'assemblca provincial, 9 denovembro de 1840.
Sunes Machado, .loaquim filela. Vendes da Cunha. u
O Sr. deputado be inlroduiido com as formalidades
do esiyllo, e, depois de baver prestado juramento, toma
assento.
OIIIIIM 00 DA.
Terceira discussao do projecto, que divide a fregueiia ios
Afogados.
Os rr. Slendonca e Pessoa mandlo mesa .' seguiure
emenda addiliva ao artigo 30, que, sendoapoiada, entra
em discussao:
ii Depois das palanas =. legue/.ia da Varzca ac-
crescenle-ac = pe tencendo freguezia do i'oco-da-Pa-
n.illa a parte comprebendida entre o rio Capibaribe e a
Imlia, que vai, cm ruino certo, da barra de Caiuaragibe
com o inesnio rio, passagrm do Caldereiro.
05r. Tllela lavare esl disposto a votar pelo projecto
em discussao, mas, antes de o fazer, deseja, que algum
dos meinbros da coinmissflo, que o apresentou. Hiede
e~ei.il i. iinenios aci'ii'a da dlvisao nelle estabelecida;
pois quer saber, se o u.'iao, que o projecto aprsenla
como uni dos pontos dessa divisao, licaaoNorte eaoSul;
e lu in assiin, de qual das duas casas de Gabriel Antonio,
sita na nargein do Capibaribe, deve partir a dita di-
viso.
I
I
mmm


^-.
I
t-i-J-J1--D-....._____
2 S/- ^f"0] "" Spn'icr presidente, nao me parece boa
a (liviano das (las rregueilas, como est consignada no
projcpto, por nccatinnar graves dnvidas r conflicto* do
junsd.ec.io que cumpre evitar rom o lualorcuidado.
Ao lado da casa do Gabriel Amonio, c poncas braca*
lisame dola ha nina estrada espacosi, que divida aqm 1
la propriedade do engenhoa Cordel ron : porque a des-
presou a nobre commissito, para designar como limite
das tregelas da Varzea c dos Artigados o oito da cana
le mu particular, que tem duas naqucllo logar, deivan-
dooni duvida qnnl das casas, cqual dos olios dolas
servir de Mola divisoria?
Prrfiro antes na siilidluilir as frcqiiczias da provin-
cia ,i designa r-lhes limitessoinclhanlos. iiiornieiite qlian-
do ha outros niais seguios ou intuais, que podciu ser
aproveitados, como na especie vrteme.
Prolongando-so a freguezia do 1'oc.o-da-P mella pela
ni II geni diroita. e a da Varzea pe i csqui-nla, desde o
Cordeiro at o llriiui, dcicnnhrco a utilidade publica
da excepcn folla em favor de duas ou tros proprieda-
dcs, que, estando na inargein esquerda, diTmntc do
Apipncos, Rcao todava poileneendo froguezia do Poco,
3uando as liiuitropht'S dcllas fazeiu parte da fi oguoiia
a Vanea.
Esta'cxccpcn me parece tanto menos rasoavel, quan-
do, para estalulec-la, a nobre coiuiuissao dcsnrczou
o limite natural dorio, que separa as duas freguesas
actualmente.
Se aos moradores daquelles prodios convem recebar
o pasto espiritual da mitrli do Poco, que llie Rea mais
prxima do que a da Varzea, ea conveniencia delira deve
'" attendid.i pin casos desta ordem, igual altenco cum-
pla ter rom sens vizinhos, desde o Cordriro at a al-
una de Apipncos, os qnaes, nao obstante se acliareui
mais porto da dita matriz, Rcao sendofregnezes da Var-
zea, segundo a divisao decretada no projecto.
Rio outros lempos, quando a iilela da restaiiraco da
\anoa encontrara aqui poneos defensores, fui 11111 dos
que a apoialo constantemento. Iloje a sustento com a
inesiiia energa, os procuro evitar, que, adoptndo-
se limites duvidosos na derrrlaco dessa medida, se
racacniu o projecto un presente prrigoso aos morado-
res daquelles lugares,Tdando-se occasiao a futuros cou-
llictos de jui isdieco entre as autoridades das fregu-
/as dos Artigados, do Payo e da Vanea. Este pongo
desapparecor, so, em vez de npoiarmas a ultima das
freguetia* mencionadas no costado do Sr. Gabriel An-
tonio, muannos, como divisas, a estrada do Cordeiro
e o rio Capibarlbe.
Posto tenha a conviccao de que o projecto ha de pas-
-11, como est redigiflo. nao inRuiudo de inaneira al-
guina na sua sortc o mrii vol, nao o approvarri, rrser-
xando-nio ao monos a consolaco de nao concorrer para
.1 Ihaco de limites scinelbaiites, cuja utilidade debal-
iic lenho procurado.
IISr. JSunriMarhailo fa diversas reRexoes, tendentes
a provarem a conveniencia, que ao publico rosu lia da
divisao, que estabelece o projecto rm discussao: ola,
que, cnniquanto ahi se niio especifique qual das casas
deGabriel Antonio, sitas na margeni do Capibarlbe, he
aquella. Culo oi tito deve servir de ponto de partida para
referida divisan, todava, a circumstancla de declarar-
te, quPPSSf oitn he aquello, donde deve partir una li-
lil!, que va corlar n vrtice do ngulo, que fin na a es-
trada municipal com a amiga estrada da vanea, iniii po-
sitivamente designa essa casa, ca posioiio do respectivo
oitao: e conclue, declarando, ejnr vola pelo projecto,
' pela enn nd.i da couiinlsso, que o apresonluii.
O Sr. filendonra declara, que podia dispensar-sede
fallar, por ter o nobro depulado, o Sr. Nunes Machado
esclarecido a materia; mas, como emende, que anda
pode haver duvida a respeito da linlia divisoria entre as
duas frogurzias da Var/ea c A Togados, anda dir, que a
linha, deque se trata. Rea beui designada, quando se
dao tres pontos, por onde olla deve seguir a mesilla di-
rpccao, p quando o nicsinn nan acontece com ontios,
que nao cstejo na mesiiia reda. O orador contina a
demonstrar as rasos, que levro a eotnmlitio a itor
:i emenda, que oll'eroeoo aoart. 3*| o, nao llio parecen-
do neoessaiio repetir argumentos Jd aprrsentados, cou-
tonta-sc rom o que a respeito se Icio diln, c vola pelo
projecto em ultima discussao
O Sr. yeito: Senhor presidente, as rastres produsidel
pelos meiis nobros amigos nao san ennvincontes, o ca-
recem da importancia precisa paia jiistilicaicui esta par-
le do projecto em discussao.
Ditera ellos, que mis nao podemos fazer a divisan do
nutra maneia, porque os povos daquelles lugares rnn-
lierao nlsto. Creio, (pie nos ciunpre procurar, o mais
pnssivel, harmnuinar as noSSat decibles com as conve-
niencias do publico, mas nao somos nimbados a receber
aqnl a lei de iiingueni, acechando, spiii refleso, o ac-
ordo, a que se roferom os nobies deputadn,
F.tn qupsies seinelbaiites, em que os pai Oculares con-
Silltao nicamente sens luteresses, nao he cMi-aordiiia-
1 lo, que todos os dlssiilentes lenllflO raso para prefei i-
rein este 011 aquelle limite; mas, quando se trata da con-
leceo de lois, que devcni por termo a laos dissiden-
1 as, o que convem lie atlender i Utilidadegeral, em-
bola so tenha de oRondcr ao loteretse de um un outro
individuo.
Assim, pnis, nao considero Irrevogavol aquello arcor-
do, e a alterado, que quircra fazer-llir. consiste rm
dars iros rrrguezlasdo Popo, da Vanea e doa Alagados,
limites tan claros, p to naluracs, que pvltassPlil futuras
. utitcstaciics entre os mora.loros dolas, CConflictos cu-
li- i-utoi id oles respectivas. Ora, 1110 parece, queda
inaneira, porque o projecto est redigido, se nao ro-
lliovrnj estes conflictos de junsdicco: iieiu o nobrp de-
piiiado ha de mostrar a conveniencia, a utilidade publi-
ca, que ha, rm se dexar n cslrada, que corre puncas
M
bracas distante da casa do Sr. Gabriel Antonio para col-
lnear-sc a linha divisoria un oitao da dita casa. Alm
ile nao se declarar no projecto, qual das las casas do
Sr. Gabrirl Antonio, cqual dos oites rrgulo a divisao,
ndoptando-se a linha proposta pela coiumisso, tere-
inos, que parlo da familia, de quem morar naquelle si-
tio, portencor a froguezia da Vanea, ao passo que o
restante drlla, que oceupar as dependencias da casa,
pie Rcao alem do olto, tica para a frogue/ia dos Afoga-
dos; isto he. as autoridades de ambas as frogiiozias il-
cao com acao dentro de um predio to pequeo, .01110
aquelle. Mas. removendo-se osle inconveniente, seguln-
do a linha divisoria pela estrada do (ordeiro, qual a
asao de o nao fa/.eruuis agora ?
QuantO a transposi^n do rio, para incluir-sena fregue-
y.ia do Porp as tres propedades, de que fallci, doran os
nubrps deputados a rasan da conveniencia dos habitan-
tes dolas, que consideriio milito prximos da matriz do
Poco. ( reio, que as leis rntre nos devem assentr na
utilidade piiMiea, e nao.no intorrsse do mu 011 outro
particular ; mas, se assim o nao emenden a couimisaafp,
parece, que nodrvia limitar o favor aos habitantes da-
quelles predios, estendondo-o a todos os moradores da
inargeni esquerda do t.'apibaribe, desde o Cordeiro al
o llai balito, os quaes lodos Rcao mais prximos ila men-
cionada matriz, e mais distamos da da Vanea Conceder
assim a uns o que se nrga a outros, que mais dirrito
toem, he o que nao desojo ver platicado no nosso palz,
linde a oonsiituiciio considera todos iguaos peraute a le.
Sea nobre commissao convioretn cliuiiiiar do projec-
to esses defeilos, leiei a satisfarn dedar-llir o liieu vo
lo; mas, se forem conservados, nao varillo ein votar
contra elle na tercena discussao, apezar de o haver ap-
]>rovado as duas primeiras, esperando, como disse en-
lo, que fosse convenientemente alterado.
Encerrada a discussao, he o projecto submettido vo-
tacao, eapprovado com a emenda.
Segunda discussao do projecto n. 23, que concede alia
tmenlo ao arremtame do imposto de '2^500 rs. por ca-
bera de gado consumido no municipio do>i ojo.
Nao havendo quem o impugne, lie pollo a vi
approvado.
volacao r
lei^dl'VsS? di,CUM0 do ProJecto n- qe revoga urna
He approvado sein discussao.
Prlmclra discussao do projecto n. 38, que autorisa o
r.Ti'. ."'C 1co"ced"- o privilegio de seisaunos ao in-
trotiuctor druma machina de lavrar logps, movida por
O Sr. Netlo : Niio lendo assistido ,i sessao de aabbtt-
do, nao linha conheclmonto de haver sido dado para
ntdem do da do hojo esto projecto. Todava, para que
nao soja votada sein discussao materia, que reputo de
grande importancia para o pait, drliberri-me a pedir
alguna esclarecinienlos nobre commissao, autora do
projecto.
Nao comprchendo bem a nature/.a do privilegio, con-
cedido .10 peticionario, porquanlo o priinriro artigo
me parece, nest parte, algiima cousa obscuro. Diz
ello o soguinte (l).
Nao sei, so esse privilegio exclusivo h da proprieda-
de da machina, 011 se he do direito do lavrar lagos nos-
la provincia ; se he da propriedade do invento do au-
tor rstou, que est garantida pola ennstiluicao, e nao
neeessita de nina autorisacao nossa, para que outre 111
M nao possaaproveitar dola; se, porm, o privilegio he
de lavrar lagos por meio de machinas desta ordem, ou
de mitra sonielhante, nosla provincia, rpcpio, que pre-
jiidiquo os direitns do impnrt.ir.an, o esteja aim do al-
ca neo di casa conced-lo ; porquanlo, por motivo so-
melh.inte, j o gnvorno, dopois de ouvir o concolho de
estado, doclaroii inconstitucional, e mandn suspen-
der exociico de nina lei nossa.
Tainbein me parecem um tanto repugnantes com a
libordade do Industria, garantida pela constituirn aos
subditos do imperio, esses privilegios, durante os quaes
os Itrasilrirns Rcao na iinpossibilld.ide de recorrer i
inesina industria.
Algumas vozes so leem concedido favores semelhan-
tos para iiitroduzir no paiz algiima industria, que, srm
ellos, nao seria introduzida, por causa dos grandes ca-
lmaos, que exige, o por nutras raides desta ordem.
Mas est a do Sr. Jos da Maya uestes rircumstaneias,
1111 liar tantas vantagons provincia, |>arn nos dclibe-
rarmosa ronceilor-lho o privilrgiu requerido?
Aguardo as iiifoimaenos da nobre commissilo, para
docidlr-iur, a vista dolas, acerca do projecto era dis-
ctis-o.
0 Sr. Y Hiela Tararea: Sr. presidente, en tal vez nao
devosse encelar esta discussao, respondendo no nobre
depulado, que acaba de sonlar-se, porque esse ira ba-
ldo dej/eria pertencer, sein duviil.i, aos nobres inem-
lirosili eoinoiissn, que apresontou o projecto; nito
me proponbo mesmo a dofend-lo. moinienle, como se
elle acha redlgido; mas podi a patarra para fazer al-
guin reparo em proposiciVs, que ouvi o nobre depula-
do emlttir na casa, e com as quaes me nao conformo.
0 nobre deputadn disse, que desoja va saber de que
qualidadr he o privilegio, de que se trata 110 projecto,
porque esse privilegio pode sor, ou o da propriedade da
machina, 011 o ilndiroilo .lo lavrar lagos. Quan loa propri-
edade da machina, eu emendo, que nao he preciso pri-
vilegio (npoinrfn) porque .1 propriedade de cada um de
nos esl garantida pela cnuslituieo do imperio, c por
consequencla nao precisa a cnmiuisso estabolecer essa
medida : l>e pnis dio direito exclusivo de lavrar lagos, di-
que 30 nata, e he por osle lado que llevemos encarar .1
qnestn.
Disse o nobre depulado, que linha IIMI llovidas, seo
projecto podi 1 passar, pulque entenda, |uc ia olfeudcr
os dircitos de iuipoi taco.
Pareco-me, Sr, presidente, que esta duvida nn pro-
cedo porque, a proceder, a Cnmequencla nocossaria
seria, que a assembla provincial nao deveri.i animar
Industria algiima, nem poderla concorrer para o ino-
Ihuranieiilu do cortos ohjectos, porque DOS sabemos,
que esto consignados 111 recoita geral dircitos de 111-
portacod respeito deoblectos, sobre que na provincia
septilo operar um ape/rrlcoamento, por exemplo, us
direitns de mpnrl.ieo sobro os sapatns ; mas, se a in-
dustria dos sapaleiros chogar a ponto do havcrein tan-
tos sapatns, quatiios liastoin para oecorror ;s uecessida-
des di provincia, acabada fica essa iuipnsico; p, no pen-
sar do nobre do nobre diquilido, essa Industria so nao
deve oporar, porgue val, se nao directa, indirectamen-
te offender os direitns de linporta(fio. Oa, isto, que
acontece ,i respeito dos sapalos acontece respeito
de qunlquer nutra Industria mesmo com as podras,
etc., re. : e nao ser conveniente, que no paii so
lavre. lana podra quinta soja uccessaii.i para que
pnssaillOS dispensar essa iniportaro .' para que uo
aeoiiieca. que as obras p.irom por filia de pedral' Creio,
que siiii. Olanlo Utilidade do privilegio.. nn adi-
anto idela, o espero, que a nobre coiuniissfio, autora do
projecto nos explique esta materia, Met Rui fui apenas
fazoralguin reparo, cuino disse,em propositos, que nao
1110 pareei ajustadas! a nobre COlUinlSSdO trana do
merectinento da questio.
Nao havendo numero legal para continuar a srsso,
0 Sr. presidente d para ordem do dia da sessao seguid-
lo : 11 1111 1 de prujoctos o pareceres; cuuliiiuaco da
de boje; primen a disrus-o das posturas addiciliaes da
eidade da Victoria o do I.iinnciro, p dos projeetns ns. 36,
40 o -11 ; c levanta a sessao. (Era una hora c niela da
larde)
SESSAO F.M 10 DE NOVEMBRO DE 1346.
fllfsiDl.M H DO SK. SOUZ TEIXEIRA.
SUMMAR10. BXranuUTR, ApprnmcXo da ultima redat-
(iiodopi-jreinn. 37 prttrninea'o tUumprajieto doSr.
t'iiti/m Uiirliadn. llequerimrnto do Sr. Reto. t'onti-
nunrwda primeira di$cusio do projecto n. ,'18.
As onze horas da mariha, o Sr. 1." secretario faz. a
chamada, o verifica acharciu-sc prsenles 23 Srs. de-
putados.
O 'residente declara aborta a sessao.
USr. 2." Vrrelaro l a acta da sess.to antecedente, que
he npprnvada.
O Sr. 1." Serrelario menciona osegiiinlc
EXPEDIENTE,
Um oflicio do socrrlai io interino da provincia, aconi-
panbadu de outro, a que a cmara municipal de Oliuda
junta una rrproscnlac.o documentada, e em que pede
a approvacSo da coiiiposicio, t|iic fes com o seu credor
exequonte, Mauoel I.uit da Vciga. -- ^'coinmiinio de ne-
gocios da eamarat.
Outro do mesmo, acensando remrssa de um oRiclo da
cmara municipal de Garauhuns, que cobre o b.ilanro
da sus receita e demeta rm o anno municipal liiuio,
(le |K4.ria l84(i. A' commissiio de contal e 01comento das
enmaras.
1 ni rcqucrimeiilo de Manoei Pereira Brando, fiscal
da fregus ia da Seda ridade de Olinda, podiudo, que na
lei do 01 canicntu municipal llie seja marcado um orde-
nado igual aos que peicoboni os tiscaes das freguoiias
do Poco e Afogadus. -- A' commissao de negocios das c-
maras.
He approvada a redaeco do prujrcto 11.37 deste anno,
que divide a fregm-zla dos Mugados.
lie julgndo objeetu de dclibciaco c mandado Impri-
111 ir o SoguintP pi-ojelo :
A assembla legislativa provincial de Pernambuco
rosolve :
Artigo nico. A sede da froguezia de Ilamb, muni-
cipio da eidade de Goianna, fica desde j transferida pa-
ra a capilla lilial da invoeacto de Santu-Aiitonio, ediii-
cada na povoa(io de Pcdras-dc-Kogo, leniturlo desta
provincia, a qual Reara por isso servindo de matriz.
Fico revogudas todas as Iris c dispusi;es em con-
trario.
(i Pat;o da assembla legislativa provincial dePeinain-
buco, i de iiuvembro de 1846. Cunha Machado. >
___________ [Coatmuar-tt-ha}.
Consiliario.
IIRNDIMENTODODIA 10.
Geral. .
Provincial.
27UI0
73/614
3M/BIS
.llovinicnlo do Porto.
y avio tullido no dia 9.
Liverpool; barca ingle/a tVilliam-Htuitll, capitao I. D.
Goulding, carga algodan e assucar.
Navio entrado no dia K).
Kalinoulh, ilha da Madeira e Canarias ; 20 dias, paquete
ingle/ Erpreu, coinmandanie Thomas James. Passa-
griro, Luis Antonio le Serqueia, iirasileiro.
Navio tullido no metmo dia.
Para ; patacho brasilriro Eiperanca, capitn Joaqiiim
Antonio Goncalvcs dos Sanios, carga dillerpnles g-
neros.
1 _____i
Krliiaes.
Jacome (lerardo Utaria Lumaehi de Mello, eierivoda alfan-
dega detla eidade, tervindo interinamente de inspector, em
virlude da lei, etc.
faces saber, que no dia I (liojp) do corrrnte, ao melo-
da, sr han do arrematar, em hasta publica, c na porta da
inesma, !Kj chpeos para senhorra, no valor de 190/rs.,
para Liverpool: quem quizer ir de passagem, procura-
r em casa de Deane Youle 8c C.
Farn o R:c-de-Jncirosi*giif em
poucofl dios, 0 lirigne nacional Despique-^
recebe carga, passageiros e csravos a
frele : "trata-se com Machado 8< Pinlieiro,
na rua da Cruz, n. 6o, ou com o capi'ao,
Domingos Henriqne Mafra.
Vende-sc a sumaca S.-.Wnria-*oa-Sorte tundeada
ao p dos Arrecifes deprimeira marcha por barato
u-oco : a tratar na piara da Independencia ns. i e
5 ou a bordo al as 8 horas do dia.
Para o Ass com escala prlos portos da Calcara ,
Pelitinga e Tauros, segu breve o berganllm Sajiliri.,-'
para carga r passagelros trala-se no armazein ao lado
daeadeia n. 2!i.
Para n Habla a sumaca Vira-A'iiruia pretende sa-
bir na mar de qulnta-folra l2 faz corlo aos Srs. passagolros, para, de vespera, trata-
ren! com o capitn ou com Ainoiim limaos, na rua da
Cadeia. n. 45.
Para o Arac.it> segu viagem a sumaca Carila,
mestre Jos Goncalves Simas: quem na inesma quirr
carrogar ou ir de passagem, dirija-se ao mesmo mestre,
cu a rua da t'rut, n. 2n, a tratar com Luiz Jos de S
Arauio.
Para a l'aliia seguir em poneos dias o Oate Ten-
tador, forrado e pregado de cobre c de superior iiisr-
Impugnados pelo guarda Mauoel da Fonseoa de Araujojcha: quem no mesmo quizer carregar ou ir de passa-
Luna, no despacho por factura de Didier & olombiez, | geni, trate com Silva ib Grillo, rua da Mrda, n. 9.
sob ti. 1650: sond a arremaiago subjeita dircitos. A bem condecida barca Etplrilo-Srntn sahe para
a eidade do Porto o mais breve possivel : quem na ines-
ma quizer carregar ou ir de passagem, pira o que tem
excellentes commodos, dirija-so ao consignatario Fran-
cisco Alvos da Cunhi, na rua do Vigarlo, u II, ou ao
capitn, Rodrigo Joaquim Crrela, na praca do Com-
merrio.
Para o Ass segu viagem, al 18 do corrrnte, o hia-
to S.-Jou, por ter a inaior parte do seu carregamciUo
prnmpta: quem pretender carregar. oq ir de passagem,
dirija-se a loja de cabos de Caetano da Costa Moreira,
ou a bordo do mesmo.
Alfandoga, lOde novembro de 1846.
Jacome Ucranio alaria Lumaehi de Mello.
Jacome Gerardo, etc.
Faz saber, que no dia 12 do corrente, ao meio-dia, na
porta da mrsma, se lio de arrematar em hasta publi-
ca .100 grnsas de torcidas para candieiros, no valor de
120JIMIO rs., o 75 garrafas do xaropo de naf, no valor de
50/000 rs., impugnadas pelo guarda Jos Alvos Teno-
rio : sondo a arremalacao subjelta adircilos.
Alfandoga, 10 de novembro de 1846.
Jacome Gerardo Mara Lumaehi de Mello.
Odoutor Gervatio Goncalvet da Silva, juii municipal da 1.*
vara du termo do llecife, preparador dot proeetioi, que
teem de ter tulimetlidot ao jury, pos S. M. I. e C, ou
feos guarde, Ste.
F.ico saber, que pelo doulor Antonio Tristaode Serpa
liiaiiiln, juit de direito interino da primrira vara do
crime dosla comarca, me fura feita a participacao de
haver, ueste termo, convocado para o dia 24 do prsenle
me/, pelas9 horas da inaulii, a quima srsso ordina-
ria deste anuo, pan aqual saln'ro solteados os 48 Se-
nliures que se seguem : Luiz Goiifalvcs Agr. Anto-
nio Joao da llesurrcicao e Silva, doutor Lniirencu .los
de Figueiredo, Jos Francisco de llanos Rogo, Antonio
los Pire*, Antonio Vioira Coolho, Jos Maria ScheAer
Jnior, francisco de Paula i.orreia do Aiaujo, Domin-
gos das Nevos Tcixoira Bastos, Ignacio Alvos Monteiro,
Antonio de Souza Lo.iq, Jos Mauricio de OlivoiraMa-
cicl, Francisco Solano de Araujo, Luiz da Veiga Pessoa,
Antonio (iuii-.iIm-s dos Santos, Jos Francisco Hiboiro.
Amonio llraiidau Malheiros, Jos Lopes Rota, Luiz do
llego llai i, tu, .Inaqniu Antonio de Faria, Jos Jrro-
nyuo Monteiro, Joaquim Carueiro de Souza Lncrrda.
Luiz Antonio Vioira, Jos Maria da Cruz, Joaquim da
Silva Fot reir, Manuel Ferreira Aiitunes Villaca, Anto-
nio Jos da osla. Francisco Joaquim Macliado, Luir
Jos Gomes da Luz, Jos Tcixoira Guimares, Joaquim
Maiia de Carvalho, (.'anulo Jos Volloio da -ilveira,
bacharel Jos Itodriguos do Paco, Manool Antonio Ri-
boiro. Jos Antoniu Pinto, Jos Marcrllino Alvos da
Fouseca, Miguel Augusto'do Olivoira, Mauoel Gomos de
Lima, M.iximano de Olivoira Mussurrpe, Jos Xavier
I-'.ni-tiiu. Ramos, Januario Alejandrino da Silva Ribciro
Caneca, Jos Gomes Tavaros, doutor Joao Jos Pinto,
Francisco de Carvalho Paos de Andrade Jnior, Jos
Gomes Leal, Jo.io Ferreira da Cunha, Manuel Antonio
Aires de l'rito, Mauoel I.upes.Macii-1.
Os quaes bao de servir durante a referida sessao; para
o que sao pelo presente edital convidados: devenda
comparecer, assim como os inlrressados, no da c hora
designados, sob as penas da le, se faltaren).
F. para que chegue noticia de todos, mandei passar
o presente, que ser publicado pela imprensa c atfixado
nos lugares mais pblicos deste termo. Recite, 9 de
novembro de 1846. Eu Jote A/fonto uedet Alcanforado,
esorivao o rtrrevl, Gervatio Goncalrct da Silva.
Ao sollo r.r oficio, valha sein sello r.r causa___Slea.
liCiles.
Kalkmann & Rosenmtind farao leilSo, por interven-
fiiodo corre tor Olivoira, de um sortimenlo de mlii-
dozas, entre ellas fitas de seda, ferrageus linas, espu-
gardas lazarinas e urna porc.o de bichos de massa ,
proprios para ornamentos de salas ; cojos te vendern
oin lotes a vonlade dos compradores : hojo 11 do cor-
rente, as 10 horas da manhaa.
o* 0 corretor Olivoira far loilao, por mandado do
respectivo luizo, e a roquerimonlo dos credores do fal-
lido Amonio Joaquim da Silva Castro, de todas as l'a-
/endas (la loja desle : quuta-fera, i2 do corrente as
10 horas da manhaa em ponto, no seu armaicm da rua
da Cadeia dn Rocife.
= L. L. Vaulhier. nao leudo podido concluir a venda
da sua mobilia de casa, em o lello do 9 do corrente, pe-
la iniiltiplieidado dos iilijeetos, continuar a venda do
restante, por estes dous dias, na sua casa, na rua do
Aragan.
h visos diversos
Ih'claraeo s.
0 paquete ingles Eiprett recebe as malas para Ra-
bia o Rio-do-Janeiro, amauhSa (2) as 11 horas, iuinre-
tcrlvplmente.
O arsenal de guerra tem de remoller para a provin-
cia do M.iraiili.io 400 arrobas do plvora nacional : qual-
qurr Sr. consignatario, ou dono de navio, querrndo,
pude comparecer no mesmo arsenal aleo dia i2 do cor-
rente, comalia proposta rm carta fechada, declarando
o ultimopreco, peloqual lor.i de froto por cada urna ar-
roba da mencionada plvora para aquella provincia.
Arsenal de guerra, 9 de novembro do i846
O oscripturarlo,
Francisco Serfico de Atsit Carvalho.
THEATRO PUBLI' O.
Sabbado, 14 do corrente,
se representa a Insigne poca nova. = Olhelloe o intrigan-
te de Ifiioii dividida em cinco actos e olio quadros.
I'ara tirar todo o equivoco (testa pera Com a tragedia
Olhello, fazemos soionte ao respoitavl publico, que a
qiiesevai repesonlar he imprrssa em Lisboa, composl-
cao do Sr. Jos Maria da Silva Leal, a qual obtiven.es
por especial favor do Sr. Francisco Guedos de Araujo, c
he urna das mais sublimes prodceles laquollo insigne
Iliterato, que, imitando o poiisamonto do grande Sbaks-
pear, enrujuecea a siena poriuguoza. lio complieadis
Mujo Icin de se arrematar urna es-
clava lavaileir.-i por 33osooo rs., por exe-
rncao. na prac do juizo ijo civel da t.*
vara, no Aterro-da-Uoa-Vista, as 4 lio-
ras ra tnrfU.
=As pessoas constantes da rea cao abaxo transcripta,
e que teem em snu poder termos de lorinos de mai iuha
lavrados.som seren aluda assiguados polo aniiiincian-
to, hajo de os apiesentar no hotel Francisco, onde as-
liste o aiiiiiiueiantc, at n dia do seu embarque, que le-
ra lugar no dia 12 do rorrenle, para se cuinprir osla fr-
inalidade, srm a qual as parles niio se pndem ulilisar
dos termos, e teem de requerir nova niodieo, e o nn-
uuneiante que tem direitua roceitor a Sua graliRcaviin,
deixa ocnmpctoute procurador, para ser ella cobrada
na occasii, da nova modico. que so fizer, do tal modo,
que as parles tero do fazer duplicada despeza; o que se
avisa, para nao allegarem ignorancia.
I.uit Leger Vaulhier.
iiManoel Duarle Rodrigues. Pedro Goncalves de Santa
Auna. Amonio lleiiriqnes Mafra, Gaspar Jos dos Res,
Jusiiiiianno Amonio da Fonsoea, Jos Pedro da Silva,
Barlholoniro Francisco do Sousa, Antonio Jos de Albu-
querquo. D. Maria Francisca do Rogo, Manool da Cu-
nha Guiiinrrs Ferreira, Manool Luiz de Mello, Fran-
cisco Jos Raposo, Joo da Molla lintolho, Victorino Jo-
s de Souza Trav.isso, D. Maria Margarida Vello/o, Ja-
cintlio Klcodnro Marlyr (Ir Ol'voira. I). Malla, le Pinlin
llnifies, |). Maria Roza da Assumpcao, Rornardti Juj
Carueiro Monteiro, Joo Kaptisla Krbstor, Jos Autouio
da Silva, Manool Rodtigucs dos Anjos, Jos Rodrigues
do Pusso
l'iirtio da rua dasCinro-Ponlas no dia 5 do
crreme as 8 horas da noite quando eslava a sabir
um coiuboio urna redo aborta rom varandas de mais
do palmo de largura o fio da mesiiia he torcido com
nina coberta de chita dentro. Roga-se a quem a dita re-
de for oflerecida de apprehende-la e leva-la as Clnco-
Ponlas n. 71, quesera bem rrcom'pensado.
~ Offeroce-so urna mulhrr para ama de casa de ho-
mem soltoiro ou de puuca familia ; quem de seu pres-
umo se quizcrutilisar dirija-sc a travessa de S-Pe-
dro, n 6.
~ Aluga-sc um sitio em Apipucos com lodos o
commodos competentes para grande familia junto ao
rio com estribarla para dous cavados, bstanlos l'iui-
teiras : atrs da igroja de S. Goncalo na lina-Vista a
tratar com Anacido Jos de Mondouca.
= Kngomma-se roupa de Inda qualidadc por proco
lililj l'EIIVAJlfit.
Na assembla, a ordem do dia para a sessao de hoje
he a mrsma da de bou tem.
C WME LO.
lieias;
2/000 rs.
PUBLICACO LITTF.RARIA.
o HOTF.L i oinicitr
Uittorja Comtemporanca
ros
Eugene Sue
Acabado chogar do Rio-dr-Janoiro, o vende-se em
trps volumes na praca da Indppendpncia, livraria n. 6 e
8 : a grande Horneada, que leni adquirido sru autor, he
stiuicicnlc para o elogio desta historia.
>visos in.'iriiiiiMis.
IAIffindga.
RENDIMF-NTODODIAlO........5:253/5l7
=Freta-so para qualquor porto d Kiirop a escuna in
gloza Carolina, dn loto de 100 toneladas, de limito boa
lunslrucco, e exceden le marcha : a tratar com ns si us
consignatarios Adamson liowie Si C, na rua do Trapi-
che, o. 42.
=Fara o Crar sal ir iinpiolcrivelineiiie oo dia 20 do
corrente, a sumaca nacional Saala-LVii:, mostr Jos
Joaquim Alvos, forrada e pregada de cobro; para carga
ou passagolros, trala-sr com seu frotador Victorino Au-
gusto Itoigos, no largo do Corpo-Sanlo, n. 25, de 1 ai 3
horas da tarde. _
-- Para Liverpool sai o vapor Ingrel Anlelope, capitao
01 Brlru; deve aqui chogar dos portos do Sul, al o da
12 do crreme, e seguir, depois de 24 horas, sua viagem |
andanionlo das rodas, anuiinciado para o dia 7 do "cr-
reme inez, nao podo infelizmente ser realisado; porque,
deprndendo elle da completa venda os billu tes rsta
tom sido morosa p pouco adi.im.ida. A vista do que,
novainente transiere o sobredjtg andamento para'o di
I do corrente,: na esperanca de que os Compradores de
billiotes o habllltard para levar esse acto a eirrito em
o novo dia designado cossando assim tantas transfe-
rencias, Instamos dcsagra.l.iveisao publico e milito mais
aoabaixo assigu.ulo. Coutlnuo a estar o vendaos b-
Ihetos nos lugares do costme. He realisado o anda-
monto das rodas no consistorio da Concoico ; eos pre-
mios serio pagos iiflinediatanientc e com a uHiua
proinptidao com que teem sido os das oulras loteras,
de que he thosoureiro Antonio da Silva utmio.
-- j-urtarao, do um sitio, na estrada para Bofm, urna
eartoira pequea desenhora, coberta do couro de
patento, cometido papel, linlolro um silicio peque-
o de oiir.) una peniia de mai lim e prala um Inpls
de prala e mais nmroa perlences. Quem descubrir a
inesma eartoira a pode entregar no silio que ll do
Lobato ou na rua do Trapiche n. 40 que srr bem
recompensado da:ido-se al inaior valor do que real-
mente tom.
~ Da-so diiiheirn premio sobre penhores de ouro,
prata r hj-potheca em casas torreas: na ruaestreita do
Rozarlo, n. 30, segundo andar.
Procisa-se de um eseravo coiirfhriro paro Ulna
casa de hornera solteiro ; na rua da Crin, no Recll'e ,
MUTILADO


**

&
= Aluga-se nmi excdeme cata, na ra de Mathias-
Fcrreira ra Olinda, com a necostrla commodidade pa-
r una grandf familia, ficando qoaal dcrronlo do so-
brado amnreflo : a tratar na ra do Amparo, n. 50.
= JOS' LOURENQO MIIRA DE ,vAS<.ONCELLOS
iransferlo o Pinino, durante as.ferias, de LATIM, **-
CEZ F. RIIETORICA. do paeeo do Ter9o para a ra d.
AURORA, pHmelro andar, n. 48; e pi-incipiara a ltj do
'"Il'o'ibaixo assignado, certo de que o aiiniincio deste
Diario, de 10 do correte, se enlfi.de con. rile, roga ao
mo.doi.ieimo o obsequio de publicar csses factos .
que disipara o abalxo osslgnado ll.c responaer, como
merece um...... '
. Manad Jote Lutt.
=3 Joaqun Pedro Thomat, subdito pnrlugurz, retira-
, pira Portugal a tratar de sua sade, na escuna Feliz-
l'nin.
_ O profcssrtr substituto das cadeiras de rhetorica e
c.ngr.iphiado collegio das artes de Olinda tecciona, nes-
u ndade,.felo tempo das ferias, as materias drssas ca-
deiras : aJOTles. que .se quizerem matricular, dirijo-
se ao pateo da Santi-'-tUt na Roa-Vista,... 4, alim de da-
re'in os seus uomes; c defins se designar da, hora e
Alug'-'e um sitio, na ra da Casa-Forte, com co-
piar e gradarla de ferro na frente, estribara, cooheira
militas aeofMiniodard>s, e varias casas de precos bara-
tos, tanto na Campia e rua da Caca-Forte, como na es-
trada do P^o ; oprlmelro andar do sobrado amarello
d,i na Augusta; a loj do dito, proprla para venda; una
Ineiiiha na travesa do Monteiro ; os 3.* c 4. andares
do sobrado da rua do Ainorii, n. i5 : trata-se no pri-
ineiro amlar do mesmo.
= Alnga-se una casa terrea, na rua do Jasinlm atrs
leS.-Goncalo, jnntoado Sr.Gadatilt; tem duas salas, dou
liarlos, eoili.l.a e cacimba ineielrn : um sobrado na
rua do Ngueira, n. 16, com duas salas, dous quartos,
cojinha fra c dispensa : trata-sc na rua de Apollo, n.
0, terceiro andar
Preclsa-se de um calxeiro, que lenlia pratica de
' enda, e que seja de boa conducta: qiiem estiver nesta.
clrciiinstanclas, diija-se a rua do Camarao da Boa-Vis-
ta, n 7.
= Perdeo-se, desde a rua do A raga o at o hotel Fran-
cisco, na noite de 8 do correte, urna rede de cor par-
da r loiixa, com corddcs de algodo: rnga-se a qualquer
pessoa, que a achou, querende restituir, dirija-.sc ao
.inclino hotel, quesera generosamente recompensada.
c O abalxo assignado declara todos os credorrs de
en fallecido mio, o doutor Manoel Pedro de Moris
Ezequiel
Maver, que o nico coherdeiro, que ficou senhor da le-
piliina do dito fallecido, he o coherdeiro Jos Keijii dr
Mello, de qnein os ditos credores devenid haver sitas di-
vidas ; pnrqiianto nem nabaixo assignado, nein suas
innaas licrdrao do dito fallecido.
O major Jos Oabriel Je Moran Alayer.
= No da l4 do enrrente, pelas 4 horas da tarde, pe-
ante oSr. douior juiz do civel da 2.' vara desta cldade,
se ha de arrematar a queui in.is dor, por, venda, um si-
to de trras com casa de vivenda, no lugar da estrada
de N.S.-de-Beleni, ein chaos foreirm, con. as coiifron-
taces consumes do eseripto ein poder do portelro, Joo
Jaiuiarin SerraGrande, penhorado a vluva e hrrdeiros
du fallecido Joanes Pinches, por execiico do cinsul de
S M llritanica, cscrivn Hego : os licitantes compare-
can no dia e horas apenados, por ser a ultima praca.
Pede-se a Sra. I). Alaria da Piedade Uaplista de
Olivrira, que annuncie sua inorada, ou mande fu
du ltangel, n. 3, prin.eiro andar, reerber certa soinma
de dlnliclro, que Ihc vcio de Macelo, para tirar-te de
sua nio o ni relogio con. cadeias e Iraiieelini, qiiPrsto
I.....horados pela dita soiiima: entretanto,o abaixo assig-
nado protesta contra a condicao do penhor, que tem
de prrencher-se do da 12 do correnlc en. diantc ; por-
que, leudo procurado a S. Me, para rrsgtar o dilo pe-
nhor, nao llir tem sido possivi I rncontra-ta.
I'mbrlino (iurdnde Millo.
De boje por diante continan eslar abena aloja
de Imica da rua da ( adeia do Rccifp, n. 8, que foi de
langero Tclxeira Lopes, para se vender por todo o
preco, que se adiar, a louca, que na mesma existe, c
iiuc ennsta de garrafas tinas c ordinarias, campolcl-
ras dilas, galhrilciras, mangas, bules de todas a>
qualidades, chicaras, apparrlhoi para cha, pralos com
linipa,. ditos travrssos, lanternas, candiciros c outras
niuilas. que na incsma se acudo.
-- Iloje, n do cnente, pelas 4 horas da tarde, pean-
te o douior juiz de direito do civel da segunda vara,
no Atcrru-ila-Boa-Yista, ein casa de sua residencia, se
lia de arrematara casa Je sobrado de um andar, sito no
Aterro do mesino bairro, penhorada por exrcuco de
Juaquini Jos Ferreira contra Francisco Domingos da
Roclia, sendoesla praca a ultima das tres, e na qual tem
deser adjucado o predio. Os pretendentcs dcvcrii com-
parecer no lugar e hora indicados.
Ao nniauliecer do dia terca-fera, 10 do correnlc,
desappareeeo do segundo andar da casa, na rua estrel-
la do Rozarlo, por cima do fscrtptorlo do doutor Pedro
Ignacio, um par de castigaos de piala : e como um mo-
leqne eneoulrasse na cacad* unta pessoa de chapeo
braneo c casaca, aqual nao he desconhecida, por isso
se pede, se foi da referida grafa, que baja de os
mandar eiurcgnr.qiic, do contrario, sempre se fu pu-
blico o seu nome,para nao coiiiinuar a platicar da mes-
ina inaiieira coi outras casas: assim como lainbcm se
pede a algiima pessoa, aquem frcui ott'eiecidos ditos
casii(a>-f, dos appiehendcr.
Arrenda-se una padaria e duas casas para peque-
a familia, na Passagcni da Madalena. junto a ponte
graude: na rua da Gloria, sobrado, n. 59.
Piecisri-jiC de tuna ama para casa
tle un, iiomem estrangeiro solleiro, rjne
nao Hie ser iucunibi outro qualitner setviro, senSo cuiaar nos
rranjos d.-i ctsa ; sendo u pessoa u-
tumi ile Portugal, ou millo paiz eslrau
geirc, seta pteferiiia : quem fStivfr nes-
' ciictimsta ocias tlirija-se a mad.i
(adeia Vclha n. 5-j.
ManoelCavalcanti crioulo, pedrriro morador na
ruad, -..Jos determina vender nina casa na praia
o Porte : se Iiouvcr alguiii impediiuento por onde
elle nao posta vender, aiiiiuncieiii.
Peranle asegunda vara do civel .doutor iNabuco ,
se ha de arremata. no da 14 do crrenle, una lylo-
K'apliia de madera, guarnecida de ferro, com sen,
perienccs; 10 calvas de limas preparadas; 8 caixas de
vl,|roparacaixilhos;4 dilas de ilito con. fallas; urna
Mii.acoiu estampas de gesso Indo penhorado a Luixi
"elil/. jiorcxecue;in de HusseI McllorsfcC.
Uao-te iO^OOO rs. a juros sobre penhores de ou-
>: no pateo do Pai ai. o, n. 24. M
Quem pr,.risr le una ama da leile dirija-te ao
Pateo do Paraizo, iic24.
Aluga-seo niao do sobrado n. 7 da rua Nova, pro-
Pr'opara pouca familia, ou homein solteiro ; a iratar
"a rua do Cabug loja n. .
Alnga-se urna casa com copiar e Irapeira. no lugar
"' 'aiit'Aiiiia, com doiitporldesejardim ao lado, aqual
servir para duas familias; leudo a luesti.a quatio
faz sciente ao respeitavel publico que contina a en-
tinar toda c qualquer dapr.a figurada, em casa de sua
residencia na rua do Rangcl sobrado de um andar ,
*. 48..
-Aluga-se um escravo padeiru pelo pre^o de 10/
rs. meiisaes : no pateo de N. S, do Terco sobrado de
um andar, n. 2G.
Dn-se a premio a quantia de 600/rs. : na rua das
Trincheiras n. 4G, priineiro andar.
Alugo-te em S.-Anna algumaa caas para a
fetta com bstanles commodos sendo urna dellas
a luir do rio defronle do Sr. Gabriel : a tratar no
Manguind, sitio de porto de ferro, defronte da igrela.
O abalxo assignado fax saber ao respeitavel pulili-
tfu, e p.-.rliciilaiMviite aos pais de familia, que abri em
*ia casa, no Aterro-da-llna-Vista, n. 82, una auh de pri-
meiras lettras, e os cursos de geograpliia edelingoa
franceza: as pessoas, que desejarein seguir qualquer
deslas aulas, poden dirigir-sc a indicada residencia, a
qualquer hora do dia: i ir lambeni dar llccs ein casat
particulares Dr. Jnaquim de Olivrira Souza.
Cvpriano Vanyeller retlra-se para Inglaterra.
Uina senl.nra de bons coslumes, aqual sabe dcs-
empcnliar o servico de qualquer uina casa d.' por-
tas adentro, se ofl'erece para ama de casa de hoinein
solteiro: quem a pretender, dirija-tea rna do Axcllc-dc-
Peixe, casa, u. 14, que achara com quem Iratar.
AOS SRS. DONOS DR TABERNAS F. ARMA7.ENS
QUEVENDEM MMUIDOS..
O arrematante das aferirors dos pesos e medidas desi
municipio fax sciente aos mesmos Srt., que, nao obstan-
te deikarem de vender ngo'ardeutedn paiz, sao obriga-
dos a trr lerno para bebidas espirituosas, pols que ven
dem espirito de outras qualidades; asslin como, que nao
lie peissive!, que nina taberna, que Ii'in lodos osJlqllidos
para vender, inclusive aieitc doce, deixe de vender vi-
nagre, para oque o arrematante est disposto a denun-
ciar a qnein compete, desles a busos: e para mals escla-
reeimenlo val abaixo transcripto o artigo 10 do regimen-
t das aferiroes :
Artigo 10. Todos os armatens, casas de negocio, de-
psitos, cstabclecimcutos de cominercio. ou induslria
de qualquer nature/.a, que sejan, lixos ou volantes, onde
se compre ou venda, ein grosso ou a retalho, mercade-
ras ou gneros, solidos ou liquidos, e onde seja ucees
sarlo pesar e medir, sern obligados a trr, coinoju se
achnva eslabelecido, collecces ou temos completos de
nMos e medidas, na forma do padro do imperio, se-
gundo a nature/.a do nbjecto ; eos arn.azens e tabernas,
onde se venderem dillerenles liquidos, conlinuai ,io a
ter una collecfao, ou lerno de medidas para cada um
licites, com as especlficacrtes seguinles : um para a-
zeite de carrapalo e de pelxc ; un para a/.eile dee; um
para vinagre; um para vinho, c outro para todas as inais
bebidas espirituosas.
= Alfonso Saint-Martn, na rua Nova, n. 14, segundo
andar, recebeo, pelos ltimos navios viudos de Franfa,
uais snrtimenlo do queja lein anniiiiciado, coiislando
do seguinle : manteletas de grosdenaplc preto, guar-
necidas de franja de relrnz ; manas da mesma faieuda;
chales de seda de novos padnVs, multo bonitos e supe-
riores ; mantas de seda, igualmente de milito bom gos-
to, e de entre ellas o que lia de mais rico; cortes de se-
lla lavrada para vestidos, brancos e de cores; chapeo*
de seda para senhoras, ricamente ornados e do ultimo
gosto ; ditos de palhinlia, lisos, abertos e rendados, mo-
delo a Piuelas ; ditos para meninas, abertos c lisos ;
titos de palha da Italia, redondos, para meninos de 2
8 anuos; lencos de setim de priineira <|iialidade, para
pescoco de senhnra; bareges veriladciros, de multo bom
gosto, para vestido; corles de vestidos, de ganga de qua
Iros, milito boa fa/.enda ; luvas de pellica milito supe-
riores, con. seus braceletes ; outras prrlas com malhas;
dilas de pellica de priineira qiialidadc, para linmeni, as
quaes nao enruguccem por multo que dellas se use ;
panno prelo de Paris, todo de la, tem mistura de algo-
dan, milito leve c de multa dura, panno slc propissi-
ino para o clima dos anuos trridos ; casimira preta, de
tecido beasado, chamado silln xclir, inulto lino : a virtu-
d desse novo tecido, lie de nao mostrar o cordo por
vclha, que fique a casimira, e assim d um uso extraor-
dinario : os senhores, que pretenderen! ver qualquer
lestes olijei-iiis, tr<"> a boinlaile demandar avisaran
anniini iante, que nimediatanieiitc Ih'os levar em suas
casas, ficando certos, que o Alfonso he camaradii.ha, c
nao vende caro, nao.
Quem tiver cavados para sangrar, ripar e tirar
n. b.
tras inicacs L. C. L. nao se enlende com oannuncian-
le, que, posto algiima cousa posstia na estrada da Sole-
dade para o Manguind nao quer vender e mora na
rua Nova n. 58.
Agencia de passaportes.
Na rua do Collegio, n. 10, e no Atcrro-da-Boa-Vista,
loja, n.48, tiro-se passaportcs, tanto para dentro co-
mo para fura do imperio; assim como despach5o-se et-
cravos: unto com brevldade.
I'recisa-se de um eaixciro brasileiro para venda ,
e que nao exceda de 10 a l2 annos ; quem esliver nes-
tat circumstancias dirija-te a Hoa-Vitta, na Ponte-Ve-
Iha venda n. 33.
= Compra-se um corijao de ouro com uas varas e
lucia, sem feltlo: na rua de S. Rita, n.9l.
onipro-se, para fra da provincia, escravos dr
ambos os sexos de 12 a 22 annos : na rua larga do Ro-
tarlo voltandi) para ot quarteis n. 21, priineiro an-
dar.
Coinpra-se urna carroca de um boi em nicio
uso ; defronte da igreja da Solcdade, n. 2.
Vendem-se snphs de angeo ; cadeiras de dito ;
llancas de ineio de sala a25*i)l)i) rs. cada urna jogos
da bancas de columnas a25/rs. ; marque/as de ang-
e o, as melhorrs que apparecem a25#rs. ; comuiodas
de amarello; nielas ditas de dilo ; lucias ditas de nn-
glco ; camas de angico ; cadeiras para seniora ; dilas
para meninas se asscntareni a mesa ; loucadores de Ja-
caranda ; banquinhas dequatrn ps de condur ; ludo
dos inelhores moldes c por preco mais barnto que
pode ser: nina prela. de30 anuos ponen mais ou -inc-
nos e da qual, a vista do comprador, se dirO as habi-
lidades : na rua da Caniboa-i'aruio n. 8.
Vende-se um cava
preco m" i tri-
car ro.
por
Ir ptimo tle
comino lo ; no
36
n. 7. qualro frascos
pode
salas, eie ,|Uar(oli .o/jolia, cocheira c estribara, com
urreno plantado de pin., para um cavallo, al.uiiic
alBniai arvuret de fruclo : os pretendentcs diiijao-te a
P'tfa da Boa-Vista, botica, n. (5, ou a esta typograplna,
(lui'>ediiquemaluga. .
Aluga-se, pela fesia ou por anno, uina casa no In-
Rar do Coxang, do lado do rio e da sombra, com duas
alas, cinco quartos, cozinha fra, lugar para estribara
fprrios : o*, pretendentcs du ijiio-se a praca da lloa-Vit-
i. botica, n. G, ou a ella typographla, que te dir quem
Precisa-se''d'ouslavradores ; em casa do doura-
uor, ou fabricante de candielros de gaz na rua No-
va n. 52.
Iravaje dirija-sc ao becco da Carvallia
O cap i lio de fragata (.'aciano Alvcs oe souza i.iz
cente que, por havereni sua familia outra pessoa do
inesnio nome, se assignar, d'ora ein dianlc, (.'aciano
\lvc- de Snll/a l'ilglli ras.
-- Joanna Maria do Jcsus fu publico que, encaini-
nhai.do execurao contra Ilenriquc Jos Brayner dcSou-
?a Rangcl e sua mull.er fej penhora cln una casa,
sita na rua Direita dos Afogados cjuc llie eslava hypo-
thecada; qual,niiaiido ein praca, nao huuve lancador:
por isso torna a ir a dita casa iiovameme a praja para
Ihe ser adjudicada con. o batimento da le. Os preten-
dentcs pod-iii comparec r no lia II lo crreme pelas
3 lloras da larde, aporta do Sr. doutor juli da segiinila
varado civel, no Atei ro-da-Boa-Vista. pois he a ultiin.l
praca. A casa foi avallada ni 480/000 rs. como se ve
dos edilaes publicados neste Diario, ns. 1BI," 104 c JC5
deste anno.
Km diinda, rua do Raido, junto
do Varadotiro, loja do sobrado do Sr. Joa-
quim Lopes de Almeida, ha una pessoa,
que secnearrego de apromptar qualquer
comedoria, ou quilqucr qualidade de co-
mer de peixe : as pessoas, que precisa-
rciu, podem mandar avisar com antece-
dencia que seri servidas com todo o
tisseio e^iromplidao.
AOS SNRS. DE ENGENHOS E A TODAS AS PESSOaS ,
QUE irVI'KRF.SSAREM.
O arrematante das aferiroes deste municipio do Ite-
eife previne aot mesmos Sis., que as ancoras quecon-
luzein lquidos para vender no ilito municipio devein
ser af rldas pelo mesmo arrematante segundo o arti-
go 13 do regiment das afericrs.
CASA DAS AFERigOF.S, RUADAS LARASGEI-
RAS, N.29.
Oariemalantedataferices desie i.iuuicip.o de no-
vo lema prevenir a quem Interetsar, que.es
vel dar venciiiiciilo a lodos nos ltimos das.
Na rua de Dorias, sobrado n. 22, priineiro andar,
entina-te, emquai.to duraren, as ferias da academia,
11,drica, geographia, e geometra: as pessoas, que qui-
zerem militar-s do seu presllino, poden comparecer
a qualquer hora.
-Os'Srs.donosde
obrat e incstret pedreiros que precisaren! de alguns
maieriaes, aamo cal branca, dita preta, barro aman lio,
dito prelo. arria lina de fingir, dita grossa, lelhi
oos de ladrilho, dilos de alvenar.a batida, dita
ta, tijolot de tapamenlo largos, ditos estreilos
mala en. conla do que em oulro deposito, queirao lli i-
gir-sc ao armazcm ... 8, por detras da rua de .-.-Fran-
cisco, ou ao annazem n.3, Jefrontc da respectiva Or-
den. Tcrceira. .
Luizda Cosa I-eite declara, que o annuncio aa
venda de un. sitio com casa na ettrada dasoledade para
o Manguluho ou Varzea com a aitignatura das Ict-
lelhas, li-
dila gros-
tudo
Aterro-d^-Boa-Vista, n.
Vendem-se, na rua Imperial,
de vidro, cada um com nove libras de acido clilorhydor
co, vulgo iimrialico.
:=Vendc-se a venda da rua de Apollo n. 1, junto ao no-
vo porto das canoas, e lima casa terrea na rua da Con-
cordia, nova, limito beui construida, junto s casas do
Sr. Josi Antonio Crrela Jnior ; vende-sc ludo, por seu
dono rrtirar-se para (ora da provincia com sua familia:
a iratar na mesma venila.
Vendem-se ricas sedas escoceas para vestido; di-
las brancas para novado; mantas de seda as mais ricas e
de mcllior goslo, que Icein viudo ao mercado; lales de
teda igualmente ricos ; luvas de pellica de todas as co-
res, tanto para Iiomem como para senhora; ditas cum-
plidas brancas com cnfciles; lit's de seda de diversas
cures, tanto compridas como curtas; lindat guarnlcdes
para vestido; os mais bonitos cachos de llores para cabe-
c.a e chapeo de senhora; chapeos de seda para canaca de
senhora, os mais modernos, que ha; ditos de sol para ho-
u.eui e senhora ; um completo torlimento de calcado de
todas as qualidades, lauto para Iiomem e senhora como
para meninos ; boas c novas perfumaras; chapeos le
palha para meninos, os mais ricos e galantes, que poden.
Iiaver ; bem como ontias multas fazendas. at quaes se
vendein por preyos os mais coii.modos pottlveisj na es-
quina da rua do Cabug, junio a botica do Sr. Joo Mo-
reira.
Vendein se sel a oito arrobas de sebo, do mais su-
perior, que ha, lauto em i ni como de capas, a preco de
4/rs: nos arniigucs de Joo Dubois, rua do Rozarlo lar-
5a, nt 6 e 11 : no mesmo ha presentemente sebo de i ni
e cameiro, proprio para u.eisin'na: as pessoas, que j
iinli.i i encomnicndado, venhao busca-lo quanlu antes.
1 Na livraria da piara da Independencia ns, 6 c 8 ,
vendem-se Eiilrelenii.ciitns lyi icos de A I.. K. poesa
hr.isileira, cninposla c publicada no Rio-dc-Jauciro ,
onde inei ei-eo eral acceilafo, pelo bou. gosto da poe-
tia.
= Vende-se unta preta de i2 a 14 annos proprla
para aprender o trrico de una casa ; na rua das Cru-
v.es, n. 41, priineiro andar.
Vende-se lagedo de Lisboa ; no largo la Assem-
bla Provincial escriptorio de Francisco Sevcriaiino
Ka bello & Filho.
Vende-se cal virgcni clirgada ltimamente de
Lisboa ein caixas e barricas ; no largo da Assen.bU'a
Provincial escriptorio de Francisco Scverlanno Uabel-
lo S Flho.
ALEGRA.' ALEGRA !
Chegou finalmente esta Io drsejnda e encantadora
latenda, denominada Alegra : uo he preciso te-
ser elogio a esta faicuda porque o s'U nome bem dii-
xayer-se qual nao ser sua qualidade; e di inais, tende
ella a propriedade de fazer-se u.uiioi ola s pedimos
as (ennora* de bom gasto que se quizerem prevenir
de un elegante vestido para a noite de Natal de man-
daren, a luja de Antonio Luil dos Sanios S Companhia
na rua do Crespo, n. II,
Vende-teUlna linda gargantilha de ouro pelo di-
minuto preco de 30/ rs. ou Iroca-sc por 10 oilavas de
ouro de le ; na rua de S.-Rila-INova n. 62.
Vende-se uina parda recolllida que cose, ei.gom-
ma e cozioha tinto inulto bem; 4 eactava mocat, uina
dellas cose engouiuia e cozinha; las negrinhas mili-
to lindas, de 14 annos queja cosein e fazein lavarintu;
una mulalinha, de 15 annos ptima para se acabar
de.educar ; urna preta, de 35 annos por 280/rs., que
cozinha, lava roupae vende na rua ; b escravos mo-
cos bons para o trabadlo de campo; un. dito, bo.u
oicialde alfaiale e bou. pagem ; un prelo velho por
220/ rs. : na rua do Crespo, n. 10, priineiro andar.
Vendem-se corles de la multo lina a 4/000 rs. ;
pecas de canas bordadas com 8 varas c ineia a 2/1100
rs. a peya ; ineias de seda prela para hoinein a
rs ; lentos adamascados superiores, a 500 rs. ; cor-
les de meta casimira, a 3/600 rs. ; lascados largos
proprios para camisas a 180 rs. o covado ; pescocinhos
de fil fino a 960 rs. ; cambraias lisas coiu 8 varas e
meia a2/880 rs ; mantas de algodo, para senhora
a 1/280 rs. ; cobertas da India, a 1/6 0 rs. ; chapeos de
castor superiores de Lisboa a 7/400 rs. ; corles de
la e seda mullo superiores por preco con.modo.
Vende-se urna I.interna bordada, por 4/000 rs. ; 2
bandejas ainda novas por 5/00 rs. ; una cama de
rento por 3/000 rs. ; nina gamela comprlda por
1/280 rs ; mu candieiro de escoda por 400 rs. ; dous
quadros, por i/'20 rs. ; 20 lampeOes pequeos ainda
novos por 1/280 rs.; um garrafiio ruipalhado por
400 rs. ; 8 mas,ailas pruprias para berro ou cama
pequea por 800 rs. um chapeo oleado para pagem ,
con. galn falso por 2/000 rs. ; un. cachimbo allenio ,
de excedente goslo por 2/000 rs. ; duas bancas de
condur con. gavetas en. muito bom estado por
12/000 rs. : na rua das Larngeiras, n. 2.
Calvario.
|Vendem-se os pertences de urna venda, como sejjo:
4 temos de medidas de follia um dilo de pao um diti
de pesos de u.cia quarta at uicia arroba uina baban-
ca com conchas de pao c correntes de lati, 2 canleiros,
duas pipas arqueadas de ferro uina porcao de taboas
le picho proprias para alguma armarn pequea, por
ji terrm servido ; ludo em bom estado : na rua da Au-
rora n. 48 on na rua Funuosa, n. t.
~ Vende-se urna csciava ptima para o servito iil-
terno de uina casa eque cozinha lava c engomma
bem por 350/000 rs. ; urna dita de 21 annos, por
250/ rs. ; iiin escravocanoeiro e pescador por 350/ra, ;
um dito para eiigenho por 420/rs. ; um bonito pardo,
bom o/.inheiro, por 4.Wrs. ; uina elegante mulatinha,
de 15 annos com boas habilidades e le boa conduc-
ta ; duas escravas para todo o servico: na rua de Agoas-
Verdes, o. 48. .
-- Vende-se urna escrava moca boa rngommaael-
ra cotrrelra e que emende alcuilia couta de coii-
nha ; narua da Cndeia-\elha, n.30.
= Vende-sc una cadeira de armar forrada de teda;
macacos para arrumar carga ; encerado! para connr
gneros : na rua do Ainoi iin n. 15".
jk~- Na rua do Rangcl, n 11, aiuda ha para vender
varlat obras de ouro tanto para tenliora como para
homem sendo : cordOes, anneles, brincos, etc.
~\'ende-se uina manta bride, picadeira cilba de
lia, pente de ferro, escova formao n.acete canudo
para disteis ; ludo para cavallo e ein hom estado por
Mf rs. ; mil candieiro le estudantc em bom estado ,
por 2/000 rs.: na rua das Larangeirat, n. 2.
Vendem-se duas prrlas, sendo unta criouta, e am-
bas muito mofas e de bonitas figuras; na rua de S.-RI
ta n.91.
Vende-se una porcao de velas de carnauba por
atacado, ou areladlo; na rua das Cinco-Pontas, con-
fronte a matrii de S -Jos n. 154.
=Vende-se mu inoleque, de 12 a 14 annos : na rua
da Cruz n. 62.
Casa d F,
na rua eslreitB do Hoznrio, n. 0.
Contnuao-se a vender na casa cima as cautelas da
lotera da malri da cidade da Victoria_, cujas rodascor-
rriu a 21 do corrrnle mes : os precos sao os do costume.
Cera do Ro-!e-.|ai,eiro.
vendem-se na loja de ferragens, n. 44, da ruadaCa-
deia do Reeife velas de cera delibra e meia at 16
en. I i bra da mcllior qualidade por ser fabricada pe-
lo mcllior fabricante que ha na oOtle, por preco mul-
lo commodii ; assim como bogias de 5 cG ciu libra da
mesilla qualidade.
Vende-se um sobrado de un andar, na rua da Cal-
f.ada-Alla : un. litio no lugar do GkpiUt com duas ca-
sas de taipa urna dellas com venda, arvoredos balxa
para capini e milito boa agoa ; 2 cavados, um rodarlo
e outro melado que servem para carro por seren j
ensillados : na rua das Larngeiras n. 18.
-- Vende-sc un violto de chaves quasi novo com
excellenles rotes por preco comiuodo ; na rua da
Cadria-Vclha loja n. 33.
Vende-se una morada de casa de sobrado
le mu s andar comsoto quintal e ca-
_:L cimba varanda de ferro, sito na rua Dlrci-
la n. 56 ; na qual ten. nina pequea parte um orphao;
e faz-te todo o negocio ainda inclino a prazo c volla
em alguma casa terrea, ou escravos : a tratar com Jos
Ignacio Soarcs de Maccdo ein seu sillo Divertido, na
estradadQ Manguluho, on na rua dos Quarteis, no
priineiro andar por cima da padaria do Sr. Manoel An-
tonio de Jess.
Vendem-se Memorias economicasda academia real
de Lisboa, 5v.; Elementos le geometra por Eucll-
des um v. ; Methodo fcil de escripturar os lirros, un
um Cnarda-l.ivros moderno 3 v. ; obras do Mr-
quez do Pombal 4 v. ; Rccreacao plulosophica 10 v.;
Caltas do papa Ganganele 6v. ; Cdigo commercial ,
um v. ; Historia completa da Inquisicao da Italia, Hes-
panha e Portugal ornada com 8 estampas um v. ; or-
lograplia le Maihrcira Uin v. ; o (idado luzltano ,
mu v. : no pateo do Paraizo, u. 24.
Vendc-se nina venda com poneos fundos, na na
do Collegio n, i7 : a tratar na rua do Crespo, loja n. 3.
Vendem-se 4 lindos moloques de il a 18 annos ;
2 ditos, de 7 a 11 annos; un. pardo ptimo para pagem,
de 17 annos ; 2 pretos sendo um carrelro e o outro ca-
noeiro ; duas prctas de 18 annos com algumas habi-
lidades; unta dita, de 25 anuos com um filho inulati-
uho de 2 annos, a preta cozinha o diarlo de urna casa,
engoi.....a bem, cose chao e lava ; las pardal, de_l5 a
25 anuos, com algumas habilidades: na rua do Colle-
gio ii. 3, segundo andar.
-.-. \ emle-se sal, a bordo do hiatc Etpadarte fundea-
lii defronte do trapiche novo a tratar a Ik>i1o do mes-
mo lilate ou na rua do Torres, n. 14.
Vende-se magnifica cera em velas do Rlo-de-Janel-
ro sortlmenlo completo de I al 16 em libra e lain-
bem bogias de 4, 5 e 6 ein libra em caixas e as libras, a
vonlade do comprador ; collada Kahia superior, por
prreo cmnn.odo : na rua da Senzalla-V'clha armazem
n. mi.
__if* \ ende-seum cavado ruco, grande castra-
(JO-o^, do, bom carrrgador que serve para sella,
..U. Z-JP e tanibein he de carro ; na rua da Gloria ,
sobrado n. 59.
Vendc-se urna escrava de nacao Angola de boni-
ta figura que eoiinlia o diarlo de una casa e lava de
varrclla por preco commodo ; na rua Direita, n. 18
__Vende-se unta casa terrea, sita na rua da praia do
Caldelrelro, n. 5-: a tratar na mesma casa.
Na rua Nova loja n. 58 continuao-sc a vender ,
por barato pre^o sapaiese sapatos para homem e de
como n.arroquim e couro de lustro.para senhora.
Vendc-se un. n.iilatinho, de 16 anuos ; um dito ,
le 13 annos ; dous dilos, de 20 a 22 annos com bo-
nita figura ; um inoleque llenarn de 18 annos ; 3 et-
cravos de servico de campo ; uina negrlnha de 13 an-
nos ; 6 escravos 111090S con. bonitas figuras o com va-
rias habilidades : na rua Direita, n. 3.
Os vigsimos
da lotera do monte-po lo Rio, no Reeife, cata de cam-
bio do Vieira na rua da Cadea, ... 24.
Vende-sc urna terrina una cafeleira azul duas
garrafas lapidadas dous palos coberlot, dous copos
para agoa, 3 pralos grandes travrssos, duas manlei-
gueiras azues uina Iritcira gsul 3 pralos ames para
(alias ; ludo por 16/rs. : na rua das Larngeiras. n.2.
Vende'-se nina escrava de n.no, de 18 a 20 annos
deidade; cotlnha, engomma, lava de rabio: a tratar,
na rua estrellado Horario, loja de inarcrnrlro, n. 3l.
__vrudem-sc lies Donitjs escravas de 20 annos, com
prendas, que se laro ver ao comprador ; um inoleque
do i8annosboni trabalhador de machado e foucc ; um
ilito de lS anuos, proprio pranmelo: na rua larga do
Rozarlo, n. 24, priineiro andar.
__Vendem-se 25 escravos, chegados ltimamente do
Aracaly, sendo 6 pardas, quecoiein, engnmmao, lavao
ecozinlio; olo negras com algumas habilidades, sen-
do urna da lisla, eqiiilandeira ; nove pretos c mulatos,
o servico do campo leudo um mulato
, *. nronrios para o servico do campo
Vendem-se sapates de bezerro v.ndos de Nantrs; Cm cozlnhelroi um inoleque de i2
r. 1 ( lili __!._ n -> I -. .> il., nmi -.. lio linle., lio
dilos de feitio ingle; sapatos de couro de lustro de
nina e duas palas; borzeguins gaspeados ; dilos com
pona de lustro ; sapal.nhus de laa para rriancas de
pello ; sapalos de lustra c inarroquin ; borzegulns ,
para senhora ; sapatos de tapete, para homem e senho-
ra ; e outro? mullos calcadot, lecentemenle chegados :
na praca da Independencia; ni. I3e 5, lujado Arantes.
__ Vendem-se, na rua da Gloria, tobrado n. 59, te-
Ihat velhat lijlos, metralha, ca]c,a emgranfle porcao,
u-.ia porjao de pedral para alicercet de qualquer obra,
caibro-, ripas, e portas con. at sualcompetentes grades.
= Vende-se uina venda na rua da Aurora, beiuaie-
guezada para a trra, con. coinmodot para familia, con.
quintal e cacimba, e com os fundoi e gneros, que agra-
daren, ao comprador ; com alguiu diuhclro a visla "
o mais a prazo: a tratar na mesma venda,
annos; cuma ne-
grlnha de 11 anuos: irala-s'e na rua da Cruz, n. 5l.
Aos Srs. proprictarc^de
en grullos.
Vendem-ic taitas de ferro eoado, moendas de canon
para agua. 0.1 anin.aes, rodas dentadas, crivos, boceas
de fornalha, e mais objeclos necessarios para engeiiho ,
por prero eonunodo : na fundicao de ferro de M.' Cal-
I111.1 S C, na rua do Hrum no Reeife, ns. 6 e 8.
= Vendc-se marmelada ein latas ; caixinhas de mas-
sas finas de difi'creotes qualidades ; cera de carnauba ,
tanto em poredes como a retadlo ; urna canoa de car-
reira, ein inulto bom uso por preco rommodo : narua
da Caileia-Velha, n. 2.


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W^
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J V ndem-M lencos Ir leda In India, a I fHO ra. ; ^
frltcadinhns Ii.iiui/.rs do bonitos padroes pa- :$
ra vestidos de senhora de coros Boas, l 240 rs. S
sj -ovado ; cortos de casta-chita; de rlooi pa- 2
fj droes o de corea intrito lixas com 7 varas, a .'i/ 5
9 is. o corto; chitas largas franeezis, pidios Sgs
^s muito moderno* c de tii.i- milito fina, a 380r. I
23 0 cavado; cortos de lucias casililil as. de siipcrio- SB
fij ios padroes e de nina durara superior a casi-
J2 mira a 2#4I>0 ri. o corte ; ricos chales de laa e
53 soda muito moderno* a W tyMO t 4000
Sjj rs.; casan linas, o maii rico possivel de corea
3 II xas e dricos padrdet, a i/200 rs. o corle ,
panno preto o do loil is as cores e (pialidados ;
' -puro linho; chalse nian-
cimio un completo
ertimeuto de faienda Unas indo por proco
t/Jo Pin couta i|iio he impossivel a vista da l'a-
tenda o comprador deixar do comprar : na rila
do (luriinadn nos quatro-cantos casa aina-
rrlla toja n. 29.
j^ |>.limo mrm tir |i,ni> .ts ,
Jj brelanha e esquino de-puro
^-*4 ,as n"1' '''' '" crep ; assim
Potassa branca,
da mais superior qualidade em
barricas pequeas, e desembarca-
da no dia 30 de agosto prxi-
mo passado, vende-se por pre-
go commodo : emeasa de L. G.
Ferrara & C.
Na loja da esquina da ruBtloCollegin,n. 5,
dciiiimaracsSera.m & C.,
vemle-se, alcni de um bonito sortiniento de fazendas ,
por prrrot bastante moderados, as segninies :
nortes de novas casimiras francezas, a .... 4/000
Ditaa dllM im Ihores, a.........."MfiOd
Ditas prrtas franco/as, o covailo, a 3/000
Pannos, pretos, azu.es, verdes e de outras cores
diHi'ionlos, desde 2/100 rs o eovado a .
Cortea de calcas de prlle do diabo a .
Chalet de 15a e teda, grandea, a......
I eih os do cambraia guarnecidos a bico, a .
Lindezas para vestidos, o eovado. a .
Eacocezca de ISa ealgodao, com ladrea fin-indo
soda o eovado, a ..........
("ortos de l.ia c soda pira vestidos a .
Chila-cassas o corte a........
Cortcsde colretcs de fusto francs, a .
Lencos finos para grvala a..... .
n Vendein-se iiinondas de ferro para engonbos de as-
snear, para vapor, aguac bostas, de diversos taannos,
por proco com modo o Igualmente taixaa de fono cnado
e batido, de todos os lmannos: na praca do f'nrpo-San-
to, n. II, em casa do Me. i.alinont Si Couipanhia, ou na
ruado Apollo, ariuazeni, n. .
12/000
1/440
2/wo
>G40
/wo
/-320
7000
-.' :'n
1/000
/O0
Voll arele.
Na esquina da ra do Cotleglo loja u. de tiuima-
raos Soralim & Companhia, vondoni-se cartas franco/as,
linas, entre-finas o ordinarias ; ditas portuguezaa ; to-
das por proco mais bai ato do que ein oolra qualqucr
parte.
Venile-se potasta branca do superior qualidade,
em barra pequeos; em casa de Matheiis Austin &
Companhia, na ra da Alfandega-Velha, n. ,'lti.
Vende-se o primoiro voliiinc do (inania nacional ,
de Ni. i a87, boa encadcrna(ao, por .'l^noo rs ; os nii-
ineros avulaos do inesino (Suarda nacional de n 88 a
:'2S, por uieiiile do sen valor por K20 rs ; a rollec-
caodo b'is prnviiiciaes, de N.s I a 136, boa oncaderiia- guindo.
cao, por |ii eco cniuinodo : na ra das Larengeiraa
n.2.
Vende-se cal virgein em pedra "nova chegada do
Lisboa pela escuna Prlis-Vnio ; na ra de Apollo,
n :W, innr/.ciii de Mendos St Tcrroio.
__Voniloiii-so telhas iiiadoiras servidas e mais ma-
teriaos das obras que se vio demulir no quintal do so-
brado ii S9da ra da Gloria.
Vende-se um prcto.de 20 a o nos, sem vicios nem
achaques, com alguinas habilidades ; um preta moca,
sem vicios nem achaques, e que he boa quitandeira ,
por pico commodo : na ra da Cadcia do Reclfe, n.
4ti, loja do chapeos.
Vcndein-ae portas de costadinho de vinhatico
ainarollo pelo novo plano da cmara ; una varanda de
ferro, como 19 palmos de frente : na ra Nova, venda
n. (5
Vondem-se duas tonlhas e duas saias abortas de
bonito lavarlnto novainenle acabadas da agulha po
[in'io coiuinodo : na ra do Qticlinado n. 57!
Vende-se cera de carnauba, multo superior, a
0/400 rs. em retalho, o (i/000 rs. emporran; una casa
terna com commodos para padaria por ter Torno na
traveasa da ruado S -Rento em Oinda que desee para
o aljulio.n. 34: a tratar na ra da Cuz, no IVecife, n. 48.
%a ra do Crespo, loja n. f>5,
de alos Francisco Das,
vendem-se as segulntal fazendas abaixo declaradas :
Indiaiinas de novos padroes, polo barato preco,
cada corlo de ............ 2/000
Dita em covados............ /220
Riscados franceos, muito largos c de qiiadros,
o eovado a ........fiv>
Cortes de chitas com llstras imitando velludo, a VO00
Ditos decusa ondeadas, de bonitos padroes a 4^000
Ditos de outros gustos a........ 3/200
Cassa-chitas de cores llxas a vara a /320
Camhr.ta transparente, com lislrasavelludadas,
a vara a............../OO
Dita* em cortea, de novos padrees, a yooo
Chales de laa o seda do bonitos gustos a 0/000
Pazenda deqnadros.....tito encornada, para cal-
cas de cores lixas, pelo barato proco cada
eovado, de .... ......../320
Moi-in muito largo, pelo diminuto proco, cada
eovado, de ..........1/400
Superiores dalos de cores, de multa durarao, a 2/OO
Ditos de laa, de novos padrdes, a.....1/000
Algudao trancado muito encorpado, de cor al-
vadia propria para ronpa de escravos o eo-
vado a..........' /220
assa lisa inferior muito larga a vara a /240
I-; outras innliaa fazendas que se venders por procos
milito rasoavois o das quaes se dai.io as amostras tra-
zendo-ar o competente penbor.
Vendo-so um preto do naco, de 20 anuos, pouco'
mais ou monos limn eanueiro do bonita figura, sem
vicios nem achaques ; na ra da Concordia, passamlo a
pontetinba a direitn, segunda casa torrea.
Viidcse tuna Inja tle ruitulrz.is ,
l.ivinnicnlo rom
lien o, on a prazo
sila na prarinBb do
poneos landos, o din
ni iii.i doCdbog, loja de nnndezas, n. i.
Farelo de arroz, em barricas,
de /| a 5 arrolins cada barrici a 35oo
rs., muito preferivel ao Trelo de Iri
o
< I ta I lainheniset ve para engordar cri icio:
no ortnazem do Bieelr, defionlc da
escadiitha e no do Biogne?. junio ao
arro da Coneeit fio.
= Vende-se um guarda-roupa em boin uso ; um
lavatorio tainbem em bom uso com son competente
II.... -o
jarro o hacia : no Atorro-da-ltoa-Vista n. 78.
Vondr-se un grande sitio com oa.sa de sobrado,
dentro 9a cidade por proco multo commodo ; noquai
so poilein fazer lina poneos de silios.ou abrir ras para so
edificar : a tratar com Y Oadatilt no sen sitio no Man-
Superior Trelo.
Farelo de Trieste, em bar-
ricas d<- r> arrobas ; o quid se
rrciunmenda como o mais nutritivo dequantos aqu se
ImportSo e por liso o mais puquio para ineiiior en-
gordaros cavados ; vende-se noprimeiro armateui do
caos da Allandoga indo do arco ou oni casa do J. J.
Tasso Jnior.
Vende-te nina preta de naci moca op/Jma co-
/nlieia lavadeira de sabo e quitandcira e que
tem boa figura : na praca da Independencia livraria,
ns. Oe 8, se dir com quein se llevo Halar.
k O corrotor Olivoira tcni para vender cobre em Tu-
lla o pregos de dito para forros do navios : os preten-
dentes dirijii-se ao inesino, ou aos Scnhores Mosquita
& Duna.
Na ra do Crespo, leja nova, n. la,
de Jos .lo.iquin da Silva Maya ven-
dcin-sc ricos chapeos de seda para sc-
nliora. chegados ultimamenle de Franca,
e que sao muito proprios para o tempo de
esta, tanlo por seren de bom goslo,eom>
pelo diminuto preco, por que se vendem
Vendem-se livros em hranco com
capa tle panno leilos em Ilambnrgo ;
na praca da In -lependencia livraria,
ns. 6 e 8.
> nconleMavelnicntc barat i-
reiro da roa do < respo, loja
n. 5, ao p ('o arco deo.>
Antonio, vende :
Chitas de soll'rivris pannos, lindos padroes, o
eovado a.........140. 100, 180 e 200
Ditas muito finas, algumas france/.as, ricos de-
senlio*, o eovado a..........240 e 280
Nadapolfio, i-Mllenles qualidadcs.a vara 100, 1S0 e 200
Dito mullo filio, a vara......... 240
Algodo'inho, excclloutes qiialidadcs, so'rivel
largura, a vara........... KiO
I.oneos de caillbraia arrendados para senhora a. 400
Ditos lie oassa inisluiados com seda para gr-
valas, a.........'..... 400
Hilos ditOl para nielado, a........ 200
Ditos do sclim lavrado, a. ...... 2,240
(i iltai suissas com vara do largura, o eovado a 320
Lindeza fingiodo muito bom soda, o eovado a 240
Cortos de pollo do diabo o gau,breos de tres
covados e nieio, a.......... 1,440
Ditos de brius francezei de lindos padrrs com
duas varas e nina qnai la, a....... 2,240
Ditos de casimiras, padrdet novos, com- tres co-
vados e meio, a........... 1,800
(hales do Ia e oscocojos lingindo merino, a. 3,000
Ditos do caiubraia bordados, a....... 1,000
Panno fino verde cacuro o eovado, a.....2,000
Ditos cor deviuho c azul escuro muito finos o
eovado, a. ...........4,000
Chitas saramas de lindas ramagens, o eovado a. 200
Pccinbatde cainbrala lisa muito linas, com sois
varas r meia, a...........3,400
niscadinhus franceies, lindissimos padroes, o
eovado, a............. 240
B, B. dao-sc as amostras deixando penhor.
Joau Jos de Ca vallio Moraes ,
agente, nesla provincia, do contrato to
labC0 rap princeza, de Portugal, fuf
puMieo qne so nclia a venda o ihcmiio
rap cliej-ado pelo ultimo navio de Lis-
boa em porcSoea retalho, pelo pieco
marcado pelos con I taladores de 3.s(ic
rs. cada bote j a dinlieiroa vista
la Gadeta do Hecife loia de
Vende-se potassa da Ilus
sia, pelo niiiiio mdico pre-
co de 100 rs. a libra ; cal vir-
gem de Lisboa cliegada no
ultimo navio : no armazcmda
ruado Ira piche n. 17.
Vent!cm-se sellins inglezes, els-
ticos, lisos e bordados, para montara de
homem e senhora : na ra da Senzdlla-
Nova, o. 4i.
Vende-se um escravo ,
todo o servico tanto de sitio
padaria por preco commodo
do Crespo loja n. i5.
-- Vende-se ou troca-so poi um papagaio Tallador ,
um casal de rolas brancas com um lilhu ; no largo das
Canco-l',,nas, padaria n. 154.
. Vcndem-te ra ios racravol mocos de bonitas figu-
ras, com h.-ibidades ; nina pros parida de dous ine-
zcs ; na ra Nova n. 21, seguuno andar.
-- Vcndc-se arroz braucu superior por proco coin-llhc custou, o que tao barato pretende vender
modo ; na ra da Praia venda*. 46. | Vende-se farlnha de trigo da marca SSSF de ra-
bom para
como de
: na rim
'"'nho no caes da Alfande^a armazetn do Bacelar, a
tratar com Wanorl da Silva Santos.
=Vendem-se superiores charutos de regala ebega-
xlos no vapor Imp'raitor por proco :-uiiiiiodo ; na rua
do Trapiche n. 34, tcrcelro andar.
\a rua do Crespo, loja nova
n. 12 ele Jos Joaquim
da vSilva Ifaya ,
vende-se brim Xe puro linho de quadros e istras de
cores e que sao muito proprios para a fetta pelo ba-
ratissimo prejo de 720 rs. cada vara ; ricos cortes de
casimiras clsticas para calcas a 0/ c 8/000 rs. cada
corte; alpaca preta a 800 e 1^000 rs. o eovado ; pannos
finos, preto e do corea, por barato proco i cortes de col-
loto de velludo selim egorgnro ; tudo por prec.o ba-
rato assim conioum ricnsortiineniode lencos de teda,
para grvalas muito proprios para a festa.
Vende-se sement de alfacc muito nova e de qua-
lidade branca o preta ; na venda da esquina do largo da
Ho.i-\ isla. n. 88.
Na rua de >% pollo, armazem
n. 18.
vende-se potassa da Rnssia nova, da fabrica nacional
do Rlo-de-.Ianoiro. Esta potassa he muito forte e su-
peior a cstrangeira, que tem vindo e ja tem sido ex-
perimentada por diversos Srs. de eiigeulio, que assim
o aflirmao. Cal virgein de Lisboa a proco muito baixo.
Com mod ida des para a fesla.
Ha ocamente chegado ao mercado um grande sor-
timento dos bom procurados chapos de Chile: seu bem
manufacturado tocido, igualdade e alvina da palha, os
loman assat recnminendados aos amadores, tanto mais
sondo seus profos mais commodos do que em parle al-
guma. Vendem-se as segiiinles lojas : ruado Queima-
3; nada esquinada rua da Cadeia-de-Sanlo-Anlonio,
n. i; c na praca da Independencia, fabrica de chapos,
n. 7.
va rua do Crespo loja nova,
n. l'l de Jos Joaqtiim
da Sijva llaia,
vende-se um restante dos bem acreditados cortes de In-
dianas para vestidos de senhora, pelo barato proco de
2.1800 rs cada iimi cortes da faieuda victoria, a 3/000 rs.
cada mu; ricas eambraias com listras do soda, ali./ooii rs.
cada corte; dilos de gosto chiiiei, a A4000 rs. cada um
corto; cassas chitas para vestidos, a 2/8000 e 3/500 cada
corto ; cambalas de quadros de cores escuras, para ves-
tidos, i :', -.'iiin rs. cada corte; calciubas para meninas do
escola a 400 rs. cada um par; meias linas para meninos,
<\c (lillerentos tamanhos; e nutras militas fa/.endas, que
Indo se vender por prc^o barato, assim como um resto
das ricas e baratas lanternas coin casi caos de uissinia
casqulnha, e que se vendem por 9, t0 e 12 mil tis cada
par.
Itapc princeza [\ovo-Lisboa
a ISOOOrs. a I i lira.
De todos os rapos, que a industria brasileira tomate
boje fabricado, nonhiim imita uielhor o veedadeiro ra-
p princeza portugttez do que o intitulado R API PfilN-
( I.Z\ NOVO LISBOA, fabricado no Rio-de-Janeiro, sen-
do lao porfeilaa sua semelhauca, que os mais veteranos
tabaquistas o lomo polo genuino rap princeza de Lis-
boa.
O deposito deste excellcnte rap, he no armazem de
Alvos Vianua, rua da Seuzalla-Velba, n. m0; e lambem
so vendo nos tres bairros da oidado : no do Hocife em
casa dos Sis. Jos Dias da Silva e Pnnlc 8t Sampaio, lo-
jas de ferrageiis rua da C.ideia-Velha ; no de S.-Anto-
nio em nata dos Sis Antonio Domingos Perreira rua
do (.'rispo, n. II ; .loaqiiim Iota .ody. luja de iniude-
>ai rua larga do ltotarin ; .los Joaquim da Costa lo-
ja do miudexat na rua doCabugti; no Aterro-da-oa-
\ isla lujas de inludezaidoi Sis. Antonio Ajes de Ca-
iro 3i Companhia, Antonio da Silva Cuinaracs e Tilo-
ma/. I'eroira do Mallos Estima.
Vendem-se espadas prateadas para
ofliciaes de guarda nac'unal : na rua No-
if).
va, n.
Vende-se um terreno as torras, que forfio do en-
genho da Torre, muito porto do rio por fiear na es-
trada
dios d
. que vein da l'assageiii-de-S.-Anna com 300 pal-
le frente e (HO dilos do fundo com muitOl pos do
cajMi ros, o em esquina da outra estrada que vem da
Ponte-de-Uchoa pelo proco mais cominudii possivol
do 2/000 rs o palmo : na travessa da rua da Concordia,
n. 5.
Vemle-se um sitio na estrada dos
Aifiictoa com boa casa de vivenda, de
pedra e cal cacimba de agoa de beber,
e estribara a tratar- com Jo.iqoim de
Ulivcira e Sooza junto ao mesmo sitio.
Na loja n. io, da rua do Crespo ,
vendem-se pecas de bollanda pela, com
-o covados a asooo rs.
co
na na
>ja de miudezHs,
n. 5i; tambem se vendem s oitavas o 4o
ris
-- Vendem-se, por preco niuitissimo commodo, os
seguimos trastes, em mullo bom uso: una mesa re-
donda do molo do sala um par de banquinlias de au-
glCOj uina inosa de Jacaranda; um sopli de angico
nina ama com eiixcrges e colchos ; dous paros de
mangas de vidro pequeas um dito de lanternas ; uina
mesa de jantar com apparadores ; uina mesa do on-
Rouiniar; una tama do vento com armacau um la-
valorio com a sua competente baelae jarro; dual ban-
qumhas com gavetas ; um excedente banheiro ; e ou-
tros inuitos arranjos domsticos. Os prrtendeutel di-
rijan so a esia lypogmphla onde torio as InforinacOei
do dono, que cu. breve des. ja relirar-se paia fra da
provincia; raso, poi que se desfai daquillo que caro
A Menean !
Na rua da CuileiH, loja n. 5o, de Crf-
nba & Ainorim ainda resta para vender
urna pequea porciio do formi.lavel ra-
p de Lisboa ja bem renheciHo. dos fre-
guezes pelo uaraliasimo preco de 3sooo
rs. coda bote ; dito de Paulo Cordeiro,
do Hio-de-Janeiro tjiie muito imita ao
de Lisboa por i^'.oo rs. o bote. Tam-
jem lia para vender rap de Lisboa, do
nllimo cbegjdo por 3s6oo rs o bote;
e garante-se a boa qualidade de todos
Piobotiquim da Cova-da-Ouca n rua largado
Hozarlo n. 34, couliuuau-sc a vender bichas de Lisboa,
de superior qualidade, por preco commodo.
Jjnft Vendem-se dous earriiilios quasi novos sendo
.sV.ao.: u in de duas rodas e o oulro de 4 dilas ; esto ser-
vepara um ou dous cavados por ler lauca de sobrr-
salanjo; tndos por proco muito coinuiodo : a tratar com
Joao Ignacio do llego na esquina da rua do Livraiuon-
to sobrado do um andar
. ^Vende-senina bonita escrava, alta, bem parecida,
ae 4 anuos que engomnia, cose be muito fiel o in'.o
tem vicios oque se allanta : um preio uiestic Ir a ba-
litado, do enxada, que ganba na ruae paga certoSOO rs.
diariamente; 3 canoas,sendo duas abortas de carregar
lamilla novas bem arranjadas c piuladas a oleo e
urna pequea de um s pao : na rua ettrojta do Roa-
no botica n. 10.
NO ATERRO-DA-liOA-VlSTA LOJA fl. 3, DE JOAO
CHARDON,
vende-se merino muito fino de 4/000 rs. al 0/000 rt.
o eovado ; pannos franceos finos chegados agora ,
do 4#T>00 a 12/000 rs. o eovado os inrlhoies, que ba*
nesia praca ; muito bous o ricos loncos de seda sarja
setini preto e de cores para grvalas ; bons chapeos de
sol, de seda para homem ; lindas bijoularias chapea-
das de onro; grandetortimento de calcado de todas a,
qiialidades para senhora ; bonitas e gajantes perfil-
marias, chegadas agora ; miscrosCoploji'ajHuito fino,
oculos finos de todos os graos ; chavenas d porce||an.[
para caf ; ricos appareihos da verdadelra porcclliu',
l'i anecia, dourada pava cha cahinhas de dita para
guardar Sibao e eseovas 'esca i adoros de dita ; globos
paju landicirosde machinas e outras nms
fazendas de lojas franoeas; tudo por pre90 coinniodo.
0t|
'Z* Novas pecliinchas e de entre
t?jf annunCilto as seguintes s cortrs de cambraia
f& com listras de cores a 4O00 rs o corte ; seda
T decores de lindos padroes, para vestidos de
*v* senhora, a 1/000 rs. o eovado ; selins de lis-
fm tras e quadroa de cores de bonitos nadjes ,
\ para rollete, a 3/000 rs. o corlo; casimira imn-
8? to superior a 1/800 rs. o corado ; lindos de
S seda da ludia a I/2S0 rs. ; luya
fpara senhora a 320 rs. ; nielas pretat para
nioionos, a200rs, ; linhas de ns. 00 a 120 a
2/M0 rs. a libra ; pontos lisos, a l|U00 rs. a
i dii'ia pcc.as de fila de reiroz com 20 varas,
Sr a 500 rs. a peca ; assim como una grande por-
t5 cao de chitas, a H0. 100. 180 e. 200 rs. e mul-
ata to finas ine.luindo algumas francezas a 220 ,
1T 210, 280 300 c 320 rs.
Aterro-da-Bo Vista, loja
n. 14,
vendem-sc riscidos francezes de qua-
dros e cores xs a 2oo rs. o covailo.
Vendem-se 4 escravos sendo: duas prrtas mo-
fas de bonitas figuras; dous inulatinhos sondo mu
de l6 annos e o outro de l2 ; sola ; couros iiiiudo ; be-,
zerros ; e una porcao de barricas de sebo; cstoii is
cera de carnauba : na rita da Cruz, u. 20.
Chitas-finissimas, a 160 rs. o
cotado.
A priineira loja do Aterro-da-Uoa-Vista n. 10 acaba
de receber lindas chitas magnificas em panno e de um
gosto exquisito por seren todas guarnecidas de bico
preto, pelo preco cima dito; ricos lencos de teda,
pequeos, para mrninas, a 480 rs.
Na rua do Crespo, loja n. 9,
de Domingos Gu i maraes,
acaba de chegar de Pars um rico e variado tortimento
de faiendas linas tanto para senhora como para lio-
iiiom- tiidoeselhido e do ultimo gosto, como sejao :
cortes de seda decores para vestido; ditos blancos, pro-
prios para casamento os mais ricos, que teem appi-
reciilo chap-'ns do sol, para senhora, o mais ricas,{ei
eos posslveis; ditos para hoinem; luvas de pellica bran-
de palha e de nutrs muito bonitas cores com cordors
de gosto mndernissiiio ; ditas de seda para senho-
ra curtas c cumplidas ; ditas de pellica, para hu-
men), brancas e cor de palha pespuntadas ricos un-
tes de casimira de cores, lisas, de listras o quadroi
ricos cortes de collete de velludo seda c gorglinTo ,
tanto lisos como bordados i'iquissiniameiite ; pannos
niescladns para palitos casacas e rsobre-casacas, os
mtlt proprto para este palt i por serein tanto ou mais
leves que o merino; molas de seda de todas as cores,
para senhora e boiuein ; suspensorios muito ricos, tan-
to em cores como ciu qualidade ; ricas mantas de soda ,
para senhora com franja ; chales de seda ; e outras
militas fazendas, que se mottrarOaos compradores e.
que, assim como as declaradas vender-se-liao por
preco muito commodo.
Escravos Futidos.
-- Fllglo, das 0 para as 8 horas da noite do dia 8 do
enrente, o cabra Francisco ; levou calcas do algodo
trancado camisa de chita ; tem o rotlo comprlo, bar-
ba serrada ; tem no hombro direito um osso sabido pa-
ra fra. Este eseravo be casado e he reinrltido pelo
capitn Manuel Jos Fernandos do Ass ; lovnu tain-
boiii nina rodo. Roga-so aos eapl;es do campo r l-
dss as autoridades don pegaretn o levarein a rua da ij-
deia Inja de forragens de Joao Jos de Carrera Mo-
raes, que recompensar.
Kngio. na noito do da > do correte, um piolo de
nomo Franrisco ; representa ter 38 a 40 anuos, ponen
mais ou menos alto, grosso do enrpo denlos alvos,
caroca na frente da cabera ; amia adoentado ; levou ca-
misa e coruiilas de algodao da torra nina calca de brim
cinzento, usada,'chapeo de couro j volho nmturraoe
una rede. Este preto ja estove fgido bastante lempo
no serbio por isso filia a moda do serian. ltoga-.c as
anlhni idades pnliciaes e eapities de campo do o ap-
prehenderein e levarein a rua da Cruz, no Recifo, n. 52,
que sern bem gratificados.
= Fugio, do er.genbo Gungacari, um preto de no-
mo Joao Hanaua figura urdinaria, rrinnlo; tem una
cicatriz debalxo do odio esquerdo ; fugio coin un ferio
no pesenco : quein o pegar, leve ao dito oiiroiiIiji ou
no principio do Aterro-dos-Afogados sobrado n.
Fugio, do engenho Matto-Crosso da fregncxla do
Cabo, no da 20 de oiitubro prximo passado o eseri-
vo Joo ennhecido por Joo Marcenriro ; he doslo olli-
clo e carpioa ; representa 30 aniiot ; te:u olhos grandes,
testa larga bocea grande boleos grossos bous den-
tes pi(s bom foitos sem iienhuma barba falla gaga ;
foi seguido at lenas do eugenho S. -Estovan ondoso
verilioou da polica daquellc lugar, que dito osera o
esleve apolado all mesmo por una piola chamada
Del lina e seus Irniiios todos estes escravos sao de iiun
viuva all assislenlc ; cuja viuva coin dilos seus fsel--
os esto dando principio a mudar-so para as partos a .
Curcuranaa, para onde lia tuspeilas, que lennao na -
dado o escravo (Ugido. Rogase as autoridades pon
ciaet, capitfies de campo e pessoas particulares 'I"'
poguem e levem ao lito eugenho ou na casa ai
Burgos nonooifo, rua Dlreltt. 'l'' scrao reco.u
*2r&XSS!y&f fgido, desde a noite do
subiera 29 de agosto do crreme auno o molecot.
F < cJ ; .oprosonu. .8 aniins odios grandes, toricos
"t. nariz chato, denlos limadot ;_scmpre muito
7iso. o que, apezar de sor de nacan falla con o
iriolo ', Por tor viudo pequeo ; levou camisa e a -
godozinho trancado calcat de tuarl azul um sus
pens, o de neia, de cor nina jaquela de pamm ver-
de rola no cotovello esquerdo chapeo
mais nina trouxa com o resto do sua roupa
pal
Rn
mais una iruua ...ni u .. ..- -------. ;,_:_
as autoridades polieiars, l-rotuovo afaptura do Mier.
do preto ; e ke reco.nmenda aos eapilaet de campo a
quemsedai generosa recompensa pal a o h-var a
quein se dar generosa rrraui^- .J~-r' Ni,up.,
rua daSenzalla-Velba n. n0, a cata de Alees Nianpj^
M. F. DE FAIMA. l8}C.
PEll*h : ^"A TYP. DE
1


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