Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00437


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Full Text
^nno de1840.
Sabbado 7
) PM/flOpuMic.-ie todos o dias que nao
r -le nutran ; o prero ri signatura lie ae
.."nuncios Sos aMgnaotfi* inMndo r.t.0
d" 20 ris por lintle, 40 r.s en typo d.fferen-
W, e a repcticoe* pelo apiade. Os que nao lo-
reln .asignantes pg5o 0 r.s por liaba, o IGO
eni lypo duTercnte.
1-IIASES DA I.UA NO MEZ DE WOVEHBRO
, chata a0 horas 51 minuto da manli.
Mioeoanle. 10. horas e 21 mo. d. roanh.
lW"noT a .8, hor5 30 min. d. larde.
Cacele >ti,< horas '' ""'" d "rJo-
PARTIDA DOS COr.RF.IOS.
Ooinnna c Paranvli* Secundas e Sellas reirs
Rio Grande do Norte, clicg as Quartas feiras
no meo dia e parte nal mesinas horas uas
Quintes feiras.
Cali, tferinhacm, Rio Formoso, Porto Calvo e
Macoy, no l., II e 31 do cida mei.
Oaranlliins e Rtlito a 10 el.
lio i- Vistee Flores n II e 2.
Victoria as Quintas feiras .
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE UOJE.
Primeira a 7 ( 42 minutos da manlia.
Secunda a S ti. 6 minutos da tarde.
de Novcmbro.
Anno XXII.
N. 2SO.
DAS DA SiiMANA,
f J Secunda. Conunejnoracao dos difuntos.
Y 3 Term.S. MslaChias. And. doJ. do civ. da I.
v. e'do J. de pal rio 2. dl*l di t.
4 Quarta. S. .Icannicio. And. do J. do civ. da
2. v e do J. de paz do 2 ilist. de t.
6 (Juiula S l'ilml.co. And. do J, deorph.os,
co I municipal da I. vara. .
8 Seila. S helero. Au.l, do J. do civ. da
I. v. edo J. de paz do I. diit. dfl l.
7 iwliliado. S. Financio. Aud. do J. do civ.
da I. v., e do i de pal do I. dist. c J. de f
8 Domingo. S. Seve.iano e seus companheiios,
mailyres.
CAHl'lO^O DA DE .NOYEMUItO.
Canil,io sobre Eonrirrs 10 d. p. ffa o d.
ii Paiis 365 iis por franco.
Lisboa 100 */ de premio.
Dcsc. de letras de boas Urinas I '/iP- */aonlcz-
(),.,Otacas hespanboU'c.. 31J000 a ipoO
Hoedasdc fiJlOO vcl. Ij200 a
a deOMOnov. ItifOO a
> de 1*0(10.. !>.S"l00 a
Prnla Palacc.. ?,... IJ0
Pesos cnlunMarc. 10 a
|>lns Mexicanos. tj9tO a
II Uiild.1.......... IjfTCO '
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1/uO
VOOO
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Acccs da Comp. do lleberibc de .0*000 ao par
irnSM
DIARIO DE PERHT AMBUCO
PAHTE OFF1CIAL.
DECRETO N 475 DE 23 DE SETEMBRO DE 1846.
Modifica o decreta ." 326, del di outubro de 1843, que esta-
btleceo ai eitaecs naves cm toda a extens/io da costa do
imperio.
Tendo a pratica mostrado a necessidade de algumns
aiteraeoea no decreto n. 326, de 2 de outubro de 1843,
hci por brui decretar, que elle continu a ser circulado
.oin as innriilicacoes seguintel :
Primeira. Fica suppiimiria a secunda srcco, ou do
centro, deque trata o paragrapho segundo do artigo
priiueiro, eo scti districlo reunido ao da primeira src-
..in, ou doSlll, formando ambas nina s estacan naval.
Segunda. O navios de iiciia prrtcnccutrs a esta pri-
meira estacan ftcar debaixo das ordena immediatas do
nuarlel-geueral da inarinha.
Terceira. O dever imposto pelo artigo sexlo ser dea-
empenhado na ettacSo fio Stil pelo eoiiiinandaule de un
dos navios de guerra, por eominissao do i|iiarlel-gene-
ral da marinba.
Quarta. A esta^ao do Norte continuar le m alterne So,
dcvrndo. porm, o respectivo coiiimandnnle fin chele
dirigir a sua correspondencia olliciil com o governo,
relativa aoservifo e disciplina de ana diviso, por inter-
medio do (piarlel-geueral da ina'iinlia.
Quinta. Os eoiniiianilautes das estaces, c na sua au-
sencia os coniiiiaiidanles de quaesquer navios dcllas, Te;
18 de outubro de l816. Joan Paulo deiSantoi Brrelo. --
Sr. presidente da provincia de Pernambuco. (umpra-
C. Palacio de Pernambuco, 3 de novembro de i846.
rPinfo Chicharro. Confonne. No impediuieuto do olli-
(iil inaioi, TheodoroMachado Freir Pereira da Silva.
EXT UOR.
HESPANIIA.
Escrcve-se de Madrid, a 11 de seleinbro :
k O embalxador de Franca entiegou lioiitem ao presi-
dente do concellio os actos ofllciae relativo ao casamen-
to da infanta rom oSr. duque de Montpensicr. Cr-se,
que a asslgnalura ministerial ser dada amanhaa ou
depois.
Os dous casamentos devem celebrar-se a 10 de ou-
tubro. nizem, queosprincipesfra11ee7.es chegard a
Madrid do l.a4 de outubro.
Em palacio fazem-se preparativos para recebc-los.
llein depressa eilarfl promptos os aposentos, que Ibes
||o ilestiuados.
t) Sr. conde luitatid demnrou por um dia a sua
partida para Parla, anu de poder levar despachos c me-
didas fornecidas pela niesnia infanta : eltaa medidas de-
vem servir pira diversos objectos, que comporaO a
cu i lielli.i do cas amento.
M. Bulvccr ainda nao tcui instrucOes do sen gover-
), c cre-se, que a Inglaterra nao te intenco de con-
.- I I i i na M ,. --wa>> -> "i. -[..... |-- .------------,-----m || u ( !_, \,t ^,ai. t (I.....I lllblllt\l I J iinu -' -"------------J--
vrrd salisr-ixcr as exigencias do presidentes das provhi- Irariar as vistas da llespenba e da Franca. Todava,
cias, nn so quando l'ureni feitas para manter a ordein e M,
traiiquillid.ide publica, mas ainda i|iiando tenho por liui
o bcni do servico nacional, cm qualquer dos seus ramos,
una vei que os niesmos cominandanles se convencod
iii ei ssidade OU conveniencia de taes exigencias, e que
ellas se no opponho no ilesempeiiho de algmna espe-
cial cnmiiiissan, de que pnrvcntur.i se achem cncarre-
gadoi.
Antonio Francisco de Paula e llnllanda Cavalcantl de
Albuqiierque, do meu conceibo, ministro c urcrclario
de estado dos negocios da fazenda, euearregado interi-
namente dos da ninriuha, asalu o tenia entendido efa-
(aexecutar cun os despachos necessarios.
Palacio do ltio-dc-Janeiro, 23 de setembio de 1846,
vigesiino-ijuintn da independencia c do imp rio Com
a rubrica de S. U. o Imperador. Amonio Francisco de
Paula l Hallando Cavalcnnti de AlUuquerque.
Cois mando das armas.
Illm. e Exm. Sr. Por aviso da secretarla de estado
dos negocios da guerra, de 30 de outubro de 1844, como
se ve da copia una, foi determinado, que a companhio
de aitiliees licasse [inmediatamente subjeita ao dinctoi
do arsenal de guerra, faxrndo amente o servico da
guarniclo em casos urgentes. Ilem que asrdeos do
guveri de S. M. o Imperador divn ser, como tem sido,
!>or este coinmnndo estrictamente observadas, uem por
so elle se julga inhibido de levar a eousideaco do
niesnio govrino aquellas observares, que Ihe parecc-
rein condiiceiidriiles os lins, a que se propiV.c qucou-
tros nao podem ser, que a man tenia da disciplina c
regulariilade no servico.
Cunscio deste piir.i ipio, e autorisado pelo aviso if. 10
de Janeiro de 1833, tenlm de ponderar V. Exe., que a
comnanhia de nrtilices dcsta provincia, fazendo parte
da loica do exercllo, pelo plano da 0rga11isa5.no deste
em clreuiiislancias ordinarias 011 cxtraordinniias, no
deve, segundo a terminante disposico do 1." do nrt.
a.'doregiilnmento de 8 de mnio de 1843, estar, como
desde eiitao, segregada de minha jurisdiccao, e inhi-
bido, por tal motivo, de exercer sobre cslacouipauliia as
lmenes, que mr sao directamente iiirumbidas pelos pa-
lios 4, 6,7, 8, 10, II, 13, 14 o i5 do referido art. ;
pilo 7, 8, ecom especialidad!' pelo art. 13, ludo do cita-
do Rrgiilamento.
Osando se organisrao as coinpanliias de arlihce, se
(inuuiitleo iinicaiueiite ans directores dos arsenaes de
guerra aquillo, que justamente Mies deveria competir,
1 inspocco, na parte relativa aos Irabalhos; co uiail qm'
Bttlwer tem dirigido una terceira nota ao presiden-
te do eoneelho. Esta nota consista ainda cm observa-'
efe* de una nature/a inleiranicnte geial ; e nao se ba-
seava cm Fnitrcfio algunia positiva do gabinete in-
gle/, continuando o cmbaixador de ^. M. B. a obrar
segundo as suas inspirarrtes pessoaes. Essa nota parece,
que deve ser a ultima, que o Sr. Isluritz recebera. M.
Bulwcr conele, declarando, que nao dirigir mala aesse
resucito communicaco alguina ao gabinete liespanbol,
meiins que as inslnieces, que reeebcrdo seu governo,
nao Ihe imponhao esso dever.
Segundo una nova organlsaco decretada pela rai-
nha. coiupor-se-ha oexereito de reserva daqui em diante
de 16 reghncntos, de tresbatalhes, e mais un batalliao
para o* regiment* deitinadoi s iilias Halaarei. <)s cor-
pos ccoiii|ianliias de veteranos foro licenciados
!-egiiildo todas as noticias e correspondencias, que re-
cbenlos da 11,'spjnha, parece, que a maioria, que lias
Artes anotara' o ministerio, c approvara a praaiecto dos
dous casamentos, he to nuinerosa c to decidida, qup
os nppnsiiionistas se moslro de antemao desanimados.
He tal he, como nao ha que duvidar, aattitudc das ca-
u.iijs, nao lia lambeiu rasao de se tratar da polmica
pie Ibes chegilo
'.ocava disciplina e n gularidade do cvico, aos com-
maudnntes das armas; disposico, que coqclliava dujdo
interesse, eque, no meu entender, deve eontinuar. V.
Exc, portanto, pesando bem todas estas consderafoes
e o Inconveniente, que resulta do absoluto desauexa-
inento desta parte da (orea de linda dos cominandantes
das armas, resulvei como inelbor entender.
Uros guarde V. F.xc Quartel-general na eidade do
llecife, de iunlio de 1846. Illm- e K\m. Sr. Joao Paulo
dus Santos Brrelo, ministro e secretario de estado da
ni g.11 ios da guerra. Antonio correia Sfro, bngadeiro
e eonimandante das armas
l'iinieira seccao. t'opit III. e Exm. ir tta-
vendo por bem S. M. o Imperador approvar, por sua
iiiuiirdala e imperial resolucilo de 14, 0 [inreccr do eon-
eelho snpi emo militar, exarado fin consulta de J, ludo
do coi rente met, noqual se declara:
Primo, que os comiii. ndantes das armas no desem-
pcnlio de suas aitrlbuicoes marcadas no regulamenlo
11.203. de 8 de malo de 18-13, devem expedir as suas or-
illos os conpanbias de aitili.es dus arsenaes de guerra,
e exigir a execiicao dcllas, sobre objectos concernentes .1
disciplina, ccouomla eaduilnislravao militar, 1 111 mi lu-
de do danoslo as leis e detrrminarors rio governo ge,
ral ou provincial, de mancha, porm, que taes orden
se uo encontivni com as aUribuiccjcs dos directores dos
dito arsenaes, e com os develes, a que seJSo abrigados
os individuos daquellas companbias, cm cunipr.niento
de preceitos dcslas ultimas autoridades, a quem sao su-
bordinados; .
mulo, que os directores dos arsenaes de gucira
leudo
diato
lias liiucci.
veni inlioinelier-se no que for relativo aos ohjecto nie-
le militares, cima indicados, e que perleuceni a
intpcccSo c encargo dos comtnaudastes de armas:
Tercio, que aos cmiimandantes das companhias de
arlifices cuiupre obdeccrcm os sobrrdilas autoridade*,
na parte, que compete a cada una, como tica expendido,
devendo, portanto, receber do quartel-general
idens do servico, renieltcndo-lbe 03 mapp..
tes, informacoes e mais documentos que sao obi
os commandaiites de corpos, a excepeau lao smente
c'aquclles papis, (|ue forem reconbecidos desnecessa-
lios, vistas as circuinslaticlas peculiares das menciona-
da* coiiiiiaiiliias: ^. .
Assim o manda o mesmo Augusto flenhor communi-
car a V. Exc para seu conlieciiuenm e devida execucao.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Kio-de-Janelro, em
;undo, que os din clores dos arsenaes ae guina,
a liscalisao, dctallie do servico c governo .iniue-
subre todas a placas das companhias de arlilices
uccdes internas desles estabcleciiuentos, uno de-
dos jnrnaes e de .ligninas prolcslncnos, que llies en
das provincias, ludo isto deixa de interessar dnqu
i em
(liante.
A sessao das corlea.no durara mais de oilo ou de
dias.
Algunsjordaes pretendein, que Trislany c outrns fl-
lircillas lurnaro a apparcoer na Catalunha, a frente de
um bando de.'100 carlistas. Este boato, que clirguu al
Madrid, nao tem rundanicnlnalguin. A Catalunha, as-
sim como todas as oulras provincias, goza d
completa tranquillidade.
AMESIfA SEPri.NTMONAL.
Pelo vapor Caledonia se recbenlo cm Paris jomaos dos
Estados-T'nidos do |. de selembro. Na vspera, linha-
sc recebido ein" em .New-York a noticia de una revolu-
co, que rebenlou 116 Mxico, lia manbaa de 4 de agos-
to, e que alias nao he seno consrqueiicia daquella, que
jliaviaoccoriidoa 31 de jullio na eidade de \i ra-Cruz.
Abaixo se sretic'o bolrliui ullieial dirigido a tal respeita
aocominandaiite do districlo de Vera-Cruz pelos cheles
da insurreifo do Mxico.
EU.HCITO iivresi.icANO lisertadok
Mxico, 4 de atjostodc 1846.
Esta mailha, quasi toda a guarnlciio da capital
piescnlenieiilc sob as ordeus dos abaixo assignados e do
general D. Juan Morales, e oceupandoa eidadclla, decla-
rou-sc contra o governo cm breve estar ella de posse
de toda a eidade, porque as tropas, que conlinuno sob
as orden* dos generad Paredes e Bravo, sao insignili-
caiites. esto muito descomentes, e quasi accordes com-
noseo : nao pode com rllelto *er oceulto poi muito lem-
po a lodo o boni Mexlcano.qu* a causa, que defendemos
lie .1 do povo e da independencia nacional.
Vamos, pois, em seu nome, e cheios de conHanca no
vosso sincero palriolismo, convidar-vos a apoiar una
empieza to nobre, e a dar assim um dia de gloria ao
nalr, ao qual leudes frito lanos serviros He fura de In-
da a especie deduvlda, que a causa, que defendemos,
iriuiiipbar rapidamedte, nSo s porque o suppostn go>
veino pode desde j considerar-sc como derribado, mas
porque (oda a naci est einafcnjinocSu e di 1 id da a ven-
cer aquelles, que qui rein sacrilica-la. t)s triiimphos
obtidos pelas nussas armas em C.uadalajara e o prouun-
eiainento de todo o districlo de Vcra-Crut atlcstao esta
verdade ; e rcsU-nos sinentc diier-vos, que os gene-
raes lindero e Prez pronunciro-se a 31 dejulho, na
eidade da Vera-Cruz, c convidarlo, pelo intermedio de
urna comniisso, o Ilustre general S.int'Anna avir lin-
ini iliataiueirte p'or-sc a frente do exercito, que sustenta
1 indi qicndencla e as I i beldades da nacao, confonne o
Clano. que tem proclamado, e cuja copia transmitlimos
E*c." ,
O rnlhusiasmo do povo c do exercito nao pode ser
maior : elides, ouca| c individuos de todas as clas-
ses da soeiedadc se uo* apresenlo a centenares,
Congralulaiuo-iius em nome da naco, que em bre-
ve miliT. testainunhar o *u rcconlieciincnto aos seus
dignos servidorc. ^ 4 1
a Dos e liberdade !
'J. Mariano de Salat.-Valenlim liorna Fariai.
AMERICA MERIDIONAL.
Por va dos Estados-Unidos lambem se rrcobero cm
Parlz noticias de Venezuela, com data de 7 de agosto.
Le-se n'uina correspondencia dla Guyara de b, o sc-
guinte : ,
A nossa repblica esta cm rommocao-tJesde o I.'de
agoslo. em coiiiiqnencia da clei$fio do novo prcsldenic.
Osalarmistas predizein una rcvoliico.mas estas predic-
ird, aegundo cr.uins Entretanto, es-
li sajKensns lodos os ncgoeos. O euearregado de ne-
gociosde Franca rouvidouos seus compatriota a lerem
os seu* Inventarios todos promptos. lie urna medida de
preeaucao, que todos julgraomuito prudente,e que leni
inposto rrspeito ao partido, que procura perturbar a
ordcni. O cnsul americano recnminendou a niesnia
medida aos seus compatriota*. As eleices conclnir-se-
hoaS, cento provavelmenle rennscero a ordem ea
lonlianca. Veris pelo Liberal de Caraccas do 1 de a-
goslo, que os governos da Nova-Granada c do Equador
noineirao commissnrios para enneiliarem as suas dlssl-
riencias, e prnvavelmente se assignar logo um Halado
de paz entre estas duas repblicas.
- (Prole j
ASSFJIBLK'A PROVINCIAL.
SESSAO EM 4 DE NOVEMRRO DE 1846.
PRESIDENCIA BO SH. SOLZ TEIXIIBA.
STJMMARIO, RUBDnJrtB, AwntUat'A '*' '" pryecio
,l,i rmnmiisao tleeslaliica acara da ditiali da frequezia dos
Afoandni. Appravafao da ultima reiluren dos irojcclas
ni. 20<2I, ei/'iim reoiierimenlo da Sr. funes fachado,
retatiPQ a falsi/icacao da ci n.flO. -- 'enlinuofau dopri-
Dieira discussadopiojeclo n. 33.
sonzc horas da maiiha, o Sr. 1. sccrrtaiin laja
amada, c verifica acbarem-ae presentes 21 Sis. de-
pu lados.
O Presdeme declara aberla a sessao.
0 Sr. 2." Secretario le a acta da scssoantecedente, que
he approvada.
O Sr. 1." Secretario menciona o Srguinte :
EXPEDIENTE.
Umoflieio do secretario merino da provincia, com-
inuuiandn, que fol leinettida thcsouraria das renilas
piovnciaesaielai.n dus 1111 iiibrns da assemblca, que
lompareecro no ncz -de oulubro ultimo, alim de Ihe
seren pagos os respeelivos subsidios. lulciradu.
Oulro rio mesmo, reineltendo um ofTicio do jui' dos
leitns dafcienda, com acopia nullienlica do despacho.
pelo qual elle se negou a daresecuco ao paraaer daas-
senibla, que concede a moratoria ao coronel Jos Cario*
Ti ixi ira. A'commiisao decomlitvitSo poiirll.
Oulro do 1111 sino, aecusanilo reinessa de uniouicio da
eniuinissu administradora da obra do thcatro publico
com a relaco, exigida pela assenibla, do nuinero de
iwgionisin., .1110 coi..|rfi.in n e..mi....,l.a cocal i euada da
dita obra, e daquelles, que tci 111 concurrido paradla,
com declaracao das quanii.is, com que cada uui tem BOv
Irado. 4'qHemfez a exigencia.
Dulro dOBf. deputado Antonio Allouso Ferien a, i n
tlCipaildo, le de polica da provincia. Inleirada.
inrequerlmeuto, cm que (.hrisiovao Starr^uiii-
Ouiro rielsicvSo Prnto-Marlyr de Hguiredo Wr-
derlej, arrematante dos diiimos
pi de Iguarttas, solicitando
dos cucos
ulna incriiria
no inuiiici-
Icgislaliva,
pin ue Iguarassit, nuiiiiiiiiuiu ,nu^ ............r............>
,iue 1 ('guiando o mudo de ai ti cadaco do dito UipOlO,
aaranla o pleno cumprlmento do contrato celebrado en-
trea ihesouraria provincial e O peticionarlo. A com-
missm de hqisluco. ....
lie julgadu objcclo de dclibcracao e val a Imprimir o
1,miedo anresentado pela coilimistao de estatisiica, so-
* .. *. I\_____..U.l. .l..rt .1 ('.... ...I.. .!
readivisao da fii'gnezia dos Afogados.
OSr Sunesr*Marhdo: Senhor presidente po
siai da diseussao, que lionleiu houvr na casa, lia iiltiui 1
hora, foi presentado um faci da maior gravidade, que
neccssai lamente lera de produzir um grande ilcito so-
bre o re.speilo c consideraco, que d. vem merecer us ac-
tos dista casa; e foi, Senhor- presidente, ndamenos
que o da falsilicaco de urna decisao tomada pela asscni-
bla cm una Ici. ....
Os ineua compaihclros se lembraraO, que o nosso col-
leg oSr Dr.Reto, bontemdlaae, que, tendopa**aoo
uacsa um projecto de le a resuello da pietencao da
1 -amaia de Olinda, foi adulterada urna sua emenda, que
a casa tanibi mtinlia volado, e que a le, assim adulte-
rada subi a saneco, e u presidente a sanccionou: ora,
rslou, que ninguem deseouhecei a nceessidaile de es-
clarecer, Senhor prisidente, rsse laclo para conhecei
mos oucn porventura foi o seu autor: creio, que deve-
nios lomar una medida, que leuda a prevenir, que, por
falsilieacocs seinelliautes, se iiiutiliscm os actos desia as-
Kemblea; poique par certo uo couvcn, que baja al-
cuiiii, que, *uppoudc-*e cima das decisbes da casa,
adultere, a seu a. bitrio, aquillo que ella volou : poi lan-
o, sou de pnmilo, que tanjo essa Ici, que se diz husmea-
da, como oulros quaesquer documento*, que a seme-
ntante respeilo nos possao esclarecer, sejao remeltidos
cnminissao de polieia, para que ella, examinaudo-os
todos, proponba aquellas medidas, que entender conve-
nientes, aiim de prevenir, que as decises da asseniDIa
provincial coiitmueui a ser illuilidas por quem quer
autseja; e peeoa V.F.x., baja de inaiidar-mc papel, para
c.......iiar um reqiierimenjo nesic sentido.
L-se e he approvailo o seguintc reqiicrimento:
.. Reun 10, que sejo rcinetlidos a coiniuissao de I
licaosautograpboi da Ici n. 90,de6 de malo de lbll,
o parecer dacominrsso de redaeco, e da acta iluda,
en nuca mesma Ici fol approvada, aliui deque propo-
nba aquellas Medida, que julgar convenientes, para
1,revenir, que sejo as leis e acus desta assemblca rl-
benlas, e punidos os autores desles escndalos.
i Hachado.
ji. or.D do .
/^onliiiuafio da primeira dUcusso doprojeclo n. 33, acerr
Ja prnUlfo da cmara de Olinda.
O Sr Filela 'iit'orri: -- Sr. presidente, nao pretenda
ntrarlo cedo na discutio dcsta materia ; mas. tendo
dado bontem alguna apartes ao discurso, a
potlf o ncsle negocio he a.saz enibaracosa, lauto porque
noestoutao habilitado, como o nobre deputado, atril-
lar tiesta queato, visto que elle a lem estudado de mul-
lo tempo, e se tem oeeupado della, assim 110 furo, em
qualid.irie de advogado, que he, como nesla casa, c em
1 asan de represntame da provincia, como, e principal-
mente, porque me pesflo no espirito algumas consldcra-
coes, que e\i peco licehca V. Exc, e casa para reYti-
lar, e sao estas = aquelles, que me nao eonhecerem de
perto dirao: vos vos oceupais de nina questo particu-
lar, e promovis um interesse privado; vos pretendis
ileleiiilerun Imposto, queja nan existe, que. foi aboli-
do pela constiluieo do imperio e acto addieional, c *o-
In i( ai 1 a 'gal* assim o eorpo de commcrcio=>; e, Sr. pre-
sidente, quem sabe, se baver alguem, que attribua o
meu piiicedimeuto consderaces oulras, que nao se-
jo nicamente a.eonviccao Inleira, em que esiou, da
jusiica da causa, que pretendo defender?! Entretanto,
confiando muito nojuizo dos ineus eoncldadm, no jul-
io desla asseinbla, cu nao duvido entrar na discussao,
leudo para responder qclle*. que nao li/ercm jusilla
a* minha* intenotet, 01 faetts de minha vida publica **-
n/i ruiulMetn -.(apoados] por ah poder-se-ba ajuizar, se
11 seui cipa: de pinceiler lie um modo cunlrarin as ttU-
ubas coiivicies, sejo qu.ies forem as consideraedes,
[lie irnha em vista. Uto posto, vamos materia.
Nao sel, Sr. presidente, e poderel aeumpanhar o no-
bre deputado, O Sr. Lopes .\elto, em todos os puntos de
leu discurso, porque, em verdade, fa'lou lao bem, des-
envolved a ni.ile 1,1 cun i.iul.i h.ibilidade, citou lanas
leis, irouce tantos (actos casa, que fura mister nina me-
moria multo relia, c Utn talento singular, oque cu nao
lenho, para em tildo responder ae. nobre deputado. Nao
obstante, fare quanlo em miiu couber por desempenUar
a niisso, de que voluntariamente me encarreguei ; e se,
como he de tuppor, eu nao satsfizer ao nobre Reputa-
do e casa, peo desde j mil disculpas, alteula a novi-
dade da malcra, e aexiguidade de lempo, que tive pa-
ra esluil i-la. ...
Sr. prrsidente, nao sei porque rases fol concediao
desde lempos Immemoriaca cmara municipal da ei-
dade de Olinda o direito de cobrar o imposto chamado
da batanea de pesar o atsucar insta eidade mas sei, que
a cmara lempre .-Uve de posse desse direito, ale que
0 Sr. 1>. Joo V se me nao engao; lh'o tirou por provi-
s.10 ile i'2 de agosto de 1727. Mas, tendo a mesma cma-
ra allegado, que a falla dessa irreendaejodiminua con-
aidrravelmente as rendas do municipio, eque scio, ella
nu era possivcl oecorrer s mi 1 ssiilades publicas, to
servido O governo de cntao tomar a conceder o '"es"
inposto, na forma j concedida, por vil lude de praHsao
regia de 28 de abril de 17IW. Na posse, pois, da coliraii-
ca deasc Impoa* eafteva srwaae iiiwiulpali*aie de u-
nda, seiu que, nao obstante a promulgacao da consti-
luieo do Imperio, aoRVess alguina resistencia ou re-
luctancia da parle dos eniili ibilinles, al II (le junbo de
1836, poca, em que foi promulgada a Iri, que creou a
inspeccitodp assucar e algodo. Em vlrtuaedesta ici en-
tendeo alguem, que eslava abolido o imposto em ques-
to, c alguus cunlribuintes, firmados nesla rasao, resis-
lro ao pagamento do niesnio imposto ; mas, leudo a
cmara mandado exccilln-los, assim succedeo, Icnjlo
toilos elles sentenca contra, por frea da le proviuclal
de 4 di malo de 1830, u. 0, c anigos 21 e 22....
OSr. .Vello : De inaiirira que os juizes derao sen-
teneas em 18:16, fundados as leis de 1830
O Unidor : nobre deputado parece, que esta no
proposito de alrapalbar-ine, mas uo n conseguir : a
Ici, que creou a inspeceo do assucar lie rie 18JO ; em
consequeni a dessa Ici alguna cunt ibuintes do impos-
to em qucsio se oppozero sen pagamento ; a cmara
proredeo cxeculivainente contra elles, e os juizes derao
sentencaa favor da cmara, fundados na lei de 4 de
malo de 1830 ; mas segiie-se d'aqtll, que as sen tencas fo-
1836, ou que as leis__dc30 regulassem a
ii.inh.-is rasoes nao procedein, nao convencem ao nobre
riepuladn......combati-as, quando se dlgnar responder-
me faca a refutaco, que Ihe parecer ; mas nao me de
apartes da natureza desles, que tendem a apresenlar-me
oque por certo nletou.
apa
na casa como um Inepto...
Mas ia'cu diiedo. Sr. presidente, que. leudo alguus
contribtilntes resistido ao paganientn do imposto, de
que se trata, firmados nessa le de I8,5b, que creou a
inspeceo do assuear, lodos elles obliverao, depois de
renhldo pleito, sentenca contra, por forca da disposi-
co legislativa de 4 de malo de 1839 artigo 2l e 22,
e lenho, para provar minha* proposic&es nesla paite,
oa doeumentoa necessarios. Aqu esl urna sentenca
proferida pelo Sr Dr. Cnzimiro Jos de Moraes Sarnien-
to, quando juiz insta eidade, e fundada nos principios e
legislacSo, que cu acabo de referir ; aqui esta um ac-
eordi) da rrlato do districlo, connrmauloessasenlen-
ra. Eiipnssoa ler uinaeoutra cousa = -I vista uapro-
viio de 28 de atril de 1730, e le i provincial de 4 de mam de
., mnio de 1830 artigo l\,desprezo as embargos a fi., quenem
sustentado! faro ; mandando, que se prosiga, ''-"'"I'-
21 dea6rI de 1841.- r. Canmiro Jos de Moraes Sar-
ment.
. Accordao em relaco, etc. Confirma a sentenca de
fi. por algudos seus fi^M*"/0^ H fToT
., n/27, dril dejunho quecreouno Recife a **^Js"n*"^fZ^
,, 'a quatidade do assucar salgodaa. Me Mi*-o^rnoslo na
asnear, de cenlo e rMi ris por Mea, etc. .'<< 9r
aar as bolineas publicas dos trapiches desla puaca do Rs-
., l%eperlellntiPa cmara de Olinda, elcpoi.aum m-
embar-
ro do
_ desta
emouTaMie ao lempo, em que se oble-
ve nes casa a abolijo do Imposto, sobre queseques-
tiona.
Desengaados os contribulntes de que essa ancora,
nue se apegavao, isto lie, ale. 11. 2,, de 6 dejunho de
MR. nao iiodia auxiliar sua prelencao, visto que os
jui/es de primeira instancia c os Iribunaes superiores
enti ndio o contrario, e condemnava-os ao pagamento
devido, recorrrao esta assenibla, e entao foi aqu o
ipuslo abolido na le do orcamenlo de j de malo de.
1841, artigo 30, que ilispoc desu mancira = As cmaras
manicipaes conlinuardo a arrecadar, dentro de leus munici-
pios, as imposices, que Ihes [oran concedida! pelai leis do or-
camenlo anteriores, e que anda ndo /ordo revocada* : nao
adeudo a ramara de Olinda arrecadar nmii o imposto das
iiinii'iu de pesar nos trapiches da eidade do Recife ; mas

TT


2
fftieni dir, em vista desta Irl, de nina disposico (lio
terminante, que o imposto cmqueito j eslava aboli-
do ? So i) eslava, para que esta le nao ora Isso urna
Inntlti1l4.de? Todava, o tmbre deputado assim o quer.
o lira nina semrlhante oonclusao. porque as leis de
orfainento anteriores i esta se estabelcco hu imposto
sobro o assucar imposto, que elle quer, irla o mesmo,
que foi de longa data cstahclecido, e doailo cmara
de Olinda. Examinemos, porcui, essasleis, c vejamos,
se se pode concluir dcllas o que pretende o nobre di-
putado.
He verdade, Sr. presidente, que desde a promulga
cao da primeira lei de orcamento provincial, que se fez
depols do aclo addlcional, cu vejo sempre como receita
provincial a taxa de 100 rs. eig cada caixn de assucar,
40 rs. Pin cada fecho, ou barrica, &c. ; mas, alm de
que o estabeli'cimi'iiln desla iinpnsicio su por si nao
importa a aboliro da di' que se trata, tatito mais cjii.-iii-
to he aquella de 180 rs., Pesia de 120 rs., accrescr,
3ue eni lodosos captulos dessas leis, e em que se traa
e estnbeleccr a receita municipal, sempre se diz lioao
appliradas 10 augmento das rendas iniinicipaes, 8ic.= ;
donde concilio eu, c crelo, que com boa lgica, que a as-
seuibh'a sempre considerou approvadas essas rendas,
queja llnhoas municipalidades, c para augmento das
quaes decrrlava taos o laes iiiiposlcdes : e sendo cm m-
xima parte a renda da cmara municipal de Olinda pro-
veniente da arrecadifao do imposto chamado das ba-
lanras depesar assucar, est claro, que, longede ter sido
por essas leis de orcamento, que se refere o nobre di-
putado, abolido csse imposto, ao contrario, fui sempre
nellas considerado c approvado. Senliores, nao sou
ou s, que pens nssim, sao os Hites dentro paiz, sao
os tribunac superiores; e, se ainda ha pouco, cllei
una sentones do Sr. Moraes .Sarniento, e un accordao da
relacao, conrmando ludo quanto digo, e contra os
Srs. Johnston Patrr 8t C., posso asseverar ao nobre dc-
pntado, que a cmara municipal de Olinda tem vencido
quasl todos os pleitos dcsta ordem....
OSr. Arito: A relacao J tem julgado em sentido
contrario.
0 Orador: Ser por outros molivos, mas nao pelo
ineret amento da quolo, porque a relacao tem dado
sempre sentenca contra os Srs. Calmont & Companliia,
.Santos Braga, Jos Antonio Alves da Silva, Estovan luna-
rio dos Santos, Francisco Jos Silvcira, Antonio IVreira
da Cimba, Mendes & Oliveira, Joan Pinto de Lomos, Ma-
noel Itibeiro da Silva, Hereiilano Maria Hessone, Cma-
ra Pimeiilrl, Domingos Jos Vlcira, Henrique Forster
& launpanhia, Manuel Francisco Pontcs, H, O. Ilicbcr,
e Tus Ray.....e 8c.
O Sr. Avilo: Domingos Jos Vleira, nao; este ven-
eco a causa, fui eu advogado, posso aflii ina-jo ao nobre
d, pntado; porm aprsente a relaro dos accordos,qui-
lla contra a cmara ....
O Orador: O nobre diputado he, que o (leve fuer,
quando me replicar! iiiim s cabe apresentar docu-
mentos, queme faffio beni.....osque pudem l'azcrmal,
aprsenle o nobre depatado, se os tem. ...
O Sr. Xetlo : Temos a historia do ceg franrez.
O Orador : Tenho mostrado, pola, que osjuizes, as-
slm de primeira instancia, como da instancia superior,
prnso lambona, como eu pens; c, sendo o julgaiiicu-
to dos trlliunaes un argumento valioso, acredito, que
acata o tomar cm multa consideraran.
Mas, Senhor presidente, o nobre deputado nao est
por cousa nenliuma, e, fazendo do adverbio mais, oni-
prrgado no artigo M da lei de A de malo de 1841, o scu
ravallu de balallia, nos disse, que a cmara de Olinda se
iinli i agarrado este mni, para mostrar, que o impos-
to nao eslava abolido antes da lei, quando csse mais nao
tirilla passado na casa, valo que ello deputado hara si-
do o autor dessa emenda, oni aqual nao baria esse mais,
oque ao depois, na Icrccira discussao, ou na rrdacro,
acorcsccntio esse adverbio.....
O Sr. Sello: Na copia do authographo.
O Orador: Crelo, que o nobre deputado j disse una
vez, que foi cm terceira discussao, ou na redaeco.....
OSr. .Vello: Nao, Senhor.
O Orador: Ku inoslrarci: porm, para que tanta
crimina por causa do muf? guamo inlni, ilrein o mam,
:k'cresceiilom o mni>, aconclusao be a mesina.
Scnhnros, desde que se legisla, abolindq un imposto,
crelo, que he doulrina corronte, que su se dcixa do pa-
gar osso imposto d'ahi por dianlc, porque a lei nao pode
ter forra ii Iroactiva, e enlo lauto faz dizer ssm /ira abo-
lido o imposto =, como dizer o ha mais direito pura eo
litar o imposto, itr ele. = Ora, o que di/ O ai ligo.'t'J da ci-
tada lei do A de maloae 1839? Di/ assiui = nao podendo
acamara do Olinda arrecadar miis o imposto, etc. =,
o tirando-se o atis fica nao podcodu a cmara de Olio-
(ti ai recadar o imposto, ele. =: ora, nao se esta rend
toda luz, (pie, ainda seui o NUlfi, os contribiiititi s desse
imposto sao obligados a pagar o que devein cmara
at a data dessa I. i de A de maio de IS-iI ? [Sao he claro,
que a expreisO iiiipoaVnrfofl ruinara arrerndar o imposto
nao podo ditrr reipcllu dlreilu j adquiridos, con-
ii alus j.i feitos, cll'eilos, que fu raodevidameiile prudii'
aidotpor Irla, que rntJo vigoravSoI Para mlm, isto h<
.seni llovida, mas quero adiuillir, |iie O adverbio mu
he s quem d direito prcteneftodi cmara de Olinda ;
porque nao o trou o nebre dcpulado da lei? Eucrcio,
que poderei piovar, que eslava isso no pudor do nobre
deputado, e que, se o nao fez, lio porque noquiz----
O Sr. AVllo: O nobre deputado nunca provar isto.
O Orador: Nao so afllija; eu vou prova-lo. Rm 1841,
o nobre deputado, cscrevendo no Diario de Pcrnambuco
sobro osla materia, o em rrsposla aoaricmatanic do Im-
posto, deque se trata, disse (motlrundo, t leudo o Diario)
De pasiagem, todava, Vinero l'm.i., que na Id do orea-
menlopriiriiirinl vigente foi incluida uain emenda additica,
(( oeieeida por mim, em termos absoluluuirnle exclusivos da
nlriifdo da cmara de Olinda; e qut julgontio aproveitnr-
Ihei tanto, quanto pareen Vms., e uoSr. Elias de Maura,
i uo olilnnl encontra-la, alterada em la tssencia, talves
(i por descuido da imprensa','pois a vi passar inclume em ter-
reir disensin, e nao era mais suseeptivel de moilifieariio, em
' t'irluaV rfo reouiiimrnl Aa nssembtia, ele. *
Assevera aqui o nobre deputado, que vio passar sem
o mafia sua emolida oin teiceira discussao: logo nao era
preciso modilicaru algunia, c por isso nao se pode beni
coinprrhender as expressoes = e n i era mai< smceptivel
o que se dedui do sentido, cm que falln o nobre depu-
tado tiesta correspondencia, elle a vio passar na re.lac-
' .n* com o mu.!, e entendeo, que cnlu nao era possivcl
inodifcaco alguma..... creio, que est engaado o no-
ble deputado, cm vista inesnio doiegimeulo da casa ;
por(|ue o reginiruUi diz no artigo 123 que a redaeco se-
ra 'tihinrltida u approvaca daassembla, cque, bem que adit-
cttssttu deve smente versar sobre estar ou nao confirme o ven-
cido, guando pelas rtflexoes etc. se conhecer, que lia incohe-
rencia, contradiccao, absurdo, etc. poder-se-ha tratar da ma-
teria. Ora, si* o rnaij nao passou cm terceira discussao,
se u ihiim iioise ochava consignad na emenda, por que
raso nao perlio o nobre deputado a palavra, qn indo se
tratou da redaeco, para oppr-sc aoimi? Nao poda
into remediar csse mal,de que sequelxa.' Nao Ihe per-
miilia o regiiiieulo da casa a mudilicaco, que disse cm
sua (orrespondencia, nao Ihc era posvcl faiei.'
O Sr. fliclto: Prova, que eu eslivosse presente'
O Orador: Nao provo; mas rstou toncluiido dos
principios, que estabeleci, que se poda remediar esse
mal <1 noli,....., que o regiment nao prohibe faie-lo,
quando se trata da rcdac9.n0.
OSr. AVllo: Seeu cstivrsse presente..... por corlo.
O Orador: Deixemos, porm, esta queslao do mai,
c vamos i outras, que o nobre deputado cstab Ic-
ceo seodo talves a mais importante a qucslo de que
impusio, do que se irala, he contrario constitu-
yo do imperio e acto addicional; mas, como o nobre
dcpulado, rallando na sessn de iiontem, disse, que limi-
to se admirava de que appaiecesse na casa Dina resolu-
to, cwuo a que ae discuto, visto que a assembla pro-
vincial j linha interpretado cunvcniontouieiitc cs,.i li 1
do jde maio de 1841, o j fura rojcitada na casa una rr-
soluro como esta, de que se oceupa a cmara na aeua-
luladc, eucrcio, que devo mostrar ao nobre dcpulado,
que cssa reoolucao, que se refere, cabio, ou fui rejei-
lada na casa inconsiiiucioualmenle c que por cooae-
qttencla qualquer nutra medida substitutiva della foi to-
mada (ora de regra, c contra a constituido ou acto ad-
dicional, que t imbem he conttltuicSo.
O acto addicional diz no ^ l. do art. II, que compele
As as.seinblas provinciaes organisar os seus regimen-
tos internos sobre as segiiintes bases =que neiihiiin
projeclo de lei 011 resolncao poder entrar em discus-
sao, sem ter sido dado para ordem do da, ao menos 24
horas antes, ole. = ; mas a resolncao, que me reliro,
e que tratara de inlerpretrar, como eu interpreto, a lei
de A de maio de 1841, nao foi dada nunca para ordem do
dia ; logo, nao podia entrar em discussao, o soll'rer, co-
mo solt'roo, urna rejeico. Ora, que nao foi dada pan
ordem do da posso provar lo claramente como a luz
meridional.....
0 ar, A'ello : O Sr. presidente daquellc tempo, que
Ihe responda.
O tirador: O projeclo de resolncao, que lie n. 14, e
da dala de 4 de abril de I84.'l, nao podia ser dado para
ordem do dia sean depois dessa data, isto he, de A de
abril por diante: ora. elle foi rejoitado a 10 de abril, lo-
go derla ter sido dado para ordem do dia 8, visto que 9
foi domingo de Ramos, c aqui est a folhinha de 1843pa-
ra prova-lo ; (risadas) mas nein pelo livro das actas, nein
pelo caderno das ordena do dia daquelle lempo, que lu-
do est aqui (apuntando e mostrando o livro das acias e o
caderno das ordens do dia, que mandn pedir d mesa ) se
Ve. que tal projeclo de rcsolupo fosse dado para or-
dem do dia : logo a sua rejeico foi Ilegal, foi anti-
constitucional, o quilquil artigo, que subsista em con-
traposiro daquellc projecto, urna vez que nao foi elle
rejoitado legalmeutc, nao sei se se pode dizer constitu-
cional..,.
O Sr. A'ello: Foi una emenda, que passou em ter-
celradiscusso da lei do oreaniento ; c parecc-me, que
se nao do emendas para ordem do dia; pelo menos, no
regiment nao encontr tal cousa; o se a folhinha o
determina; veja se l se enenntra isso....
O Orador: (depois de multo silencio)... Eu fallo, Se-
nhor deputado, do projecto de resolucalo 11 14 do anuo de
1843, que, interpretando, como este, de que agora nos
occ upamos, a materia em queslao, foi rejoitado ontao
Contra a consiitnif.lo do estado.... Agora, Sr. presiden-
te, entrare! na queslao, de que o nobre deputado mais
scocrupoo, istu he, da constitucionalidadc, ou incousti-
tociouaildade do imposto, sobre que versa a discussao.
O nobre deputado entende, que esle imposto lie con-
trario constituico do imperio, porque ahi se estabe-
leci', (pie a iniciativa dos inipostos he privativa da cama
ra doi Srs. d( pillados ; o diz, que, una vez promulga-
da a constltulcao, crsiario todos os imposto*, at que
fossein iniciados na cmara respectiva, o adoptados pelo
poder legislativa ; mis eu nao sei at que ponto piule
ser verdadeira a doulrina do nobre deputadj. Cunce-
bo, meill Senliores, que, promulgada a constituirn
do imperio, neiihum imposto pude ser iniciado senao
na cunara dos Srs. depulados ; ueiiliiiin pode sernova-
inenle estalielecido, sem ter iniciativa nessa Cmara:
mas nao posso concluir a cessacu de todos os inipos-
tos, qualquer que soja sua nature/a, o especie, do sei
facto da protuulgaoto da consiiluiro, sem que bou-
vesse le expressa, derogando-os Ku pens desta sor-
te, nao s porque onteudo, que a opiuiau contraria nos
levara ao absurdo de suppr o paiz sem renda alguna
por algtltn lempo, senao tainbein porque, consideran-
do, que inipostos ha, que sao de nina natureza diversa
dos inipostos ananaes,, acredito, que, para que aquel-
los se julgassem legislados pelo poder legislativo geral
o approvadoa, basta o sou silencio retpeito. Senho-
ros, inciativa quer dizer direito ou prorogativa de pro-
por cm primeiro lugar, mas nein porque a cmara dos
Srs. depulados tem o direito e prorogativa de 1110por
ent prltnelro lugar os inipostos, seguc-se, que drvo
fiear abolidos, oque estejo de faci oxtinclos qiiantus
inipostos ostavo legislados antes da consiiluiro.
l4pei(adoi) Kste imposto, de que se trata, nao he da
iiesnia natureza, que os inipostos, que o nobre depu-
lados stippe ; tem una applieac.o especial; foi esta-
beleeido com o carcter de perinaucncia, c por isso a
proranhiacaO da cnoslltnlcala ipsa faci nSo o aliobo : ero
preciso havor lei expressa; isto iiohouve; e, ao con
trario, creio, que ein alguiuas se faz menco (leste im-
posto, cuino no orcainaoto geral de 1832, se me nao
engao. K, Senliores, a constituirn foi promulgada a
2A de marco de IS'4, o o acto addicional a-12 de agosto
de 1834 ; mas havemos de suppr, que o povo de nosso
paii fosar to neacio, tac neiclo o poder administrativo
da provincia, e todal as autoridades della, que conseii-
a cmara de Olinda cobrar umaioiposicao por
espa'co de 10 anuos, (isto he fallando sii t a publicaco
do acto addicional) contra a constiiuirao do imperio ?
Pode caber isso no possivrl ? Eu creio, que esta cir-
ciimstancia deve pesar limito no espirito dos Srs. de-
pulados.
Sr. presidente, he sempre mi,se nao perigosa, a don-
trina de derogar leis por induros, mormente quando
se trata de materia tal, que pude haver sobre olla u-
ma duplico Intelilgencia ; mas, sea Inducao vale hl-
pina cousa.... euto vaina para provar a legitimidade
do imposto em queslao, sobre que o poder legislativo
geral, por el paco de 10 anuos, guardn .sempre silencio,
como que sane, miando, approvaiuio, dando nleiro vi-
gora lei ,T_niga, em virludc da qual elle foi cslabeleci-
dn, c exista, Apaiados)
Ochemos a poca da cnustituii;o proprianieiite (lila,
c vamos a do acto addicional : o que ahi vemos he Justa-
mente a inesnio, que vimos ento, accrescendo, que
oxislem actos da assembla legislativa provincial, pelos
ipiaes bem claramente se mostra, que a assembla con-
sentid na cobraura du imposiocomo pertencente cma-
ra de Olinda, erevonheceo mesinooseu direito. Senlio-
res, a primeira assembla provincial, (|e tivemns em
virludc du aclo addicional, foi 0111 I83A, e desde essa -
poca t maio de 1841, em que se coulirmou a lei n. 90,
minea houve urna assemlila, que rovugasse este im-
posto ; que o consideraste mesmo j exmelo, e ao con-
trario.....
O Sr.Nelto: F.st engaado.
O Orador : Nao cstou ; porque o nobre deputa do
sabe peTeitamciite, o lan perli llmenle, como eu sei,
3ue a assembla (provincial sempre approvou a eonla<
t receita c despeta da cmara .de Olinda, e em as quars
constantemente vinha cuino verba de receita a arreca-
dac.io (leste imposto.... se o nobre deputado quer, cu
Uiando pedir secretaria.. .
OSr, Sello : Nao incisa; mas que cnnclusao lira
dahi'
O Orador : Eu deixo ao nobre deputado a liberda-
de de tirar a cnnclusao, que qultcr : trago isto, para
provar, que nao foi s o corpo legislativo geral, mas
lanihem o provincial, que approvou csse imposto; a-
lm de que. o poder administrativo da provincia, que
exerceo sempre o direito de approvar, ou nao, as ar-
reinat.iees mandadas proceder pelas cmaras inunicl-
pacs cin casos, como este, de i lupus to, laxas, barrei-
ras, ele approvou as arreinalaecW, que do impos-
to da batanea de pesar assucar licita cidado man,Ion
proceder a cmara dr Olinda. Aqui est um olnViu do
Sr. Iiaio da Boa-Vista, datado de 11 de oiitubro de 183U,
miqiia!, em qualidade de presidenta da provincia, ap-
provava a airomaiar,ao, que a cmara de Olinda fez,des-
se io posto ; c eu eslou, que, se esSe imposto eslivosse
abolido, como quer o nobre deputado, e fosse assiui
contraria.! coustituirio sua arreeadac.io, a primeira au-
loridade daproviucia nao approvaria tuna tal arrema-
taban.
O Sr. A'ello ; Recordc-sc do que diz.
0 Orador : -- O nobre deputado nao m ha de apanhar
em conlradiccao...
OSr. A'ello : Nao falle cosa soberba.
U Orador : Nao sei o que pretende.....a'setta, que
tarrame Meira atlrar.....nao me ha de ferlr, eora'o
aseguro, fioucc este argumento rasa, porque me
pareci Apoiar a causa, que defeiulo O imposto tinto
oao ,stava abolido, que a assembla provincial reco-
iihoceo-o, approvauao as comas da cmara de Onda
em (pie vinha ello mencionado, e o presidente da pro-
vincia taubeiu 11 conheceo-o, approvando a arremata-
jsjfi que a cmara maudou fazer, desse imposto. Nao
sei onde est aqui a ioVia de contradiccao.,,,1
Senhorcs, eu devera terminar j meu discurso; mas
nao posso fa/.e-lo, nao o devo mesmo, sem respon-
der a um tpico do discurso do nobre deputado ; c vem
a ser aquello, cm que ejlc fez sentir casa, que aca-
mara de Olinda nunca se interesson por este negocio,
nao pedio mesmo a continuarn d.i ai-recadado do im-
posto..., c agora apparece, reclamando vina nterpre-
tafao da casa, porque arrematou esse imposto um par-
ticular.
Sr. presidente, esta considcr.-if.ao do nobre deputado
pude fazer peso; cumpre, pois, desvanecer casa de qual-
querprevenjo.que possater respeito; cumpre mesmo
defender acamara de Olinda. Ella arrematou o Imposto
em queslao a un cidadao ; este pagott-lhe o prefO da
arrematado; mas, quando vai cobrar,o imposto; oa
1 011(1 ib .mes negao-sc a elle, allegando sua abollpao :
ora, nao deve a camasa procurar sustentar o direito,
com que procedeo essa arrematarlo ; nao est ella na
obligarn de garantir ao arrematante o contrato? Ento
entende o nobre deputado, que podemos assim ferlr di-
(ellos adquiridos, destruir contratos feitos, faltar boa
f?! Nao; eu errio, (jue nao devemos proceder desta
furnia. (Apoiadas) Senhores, cu nao quero saber de
quem he a queslao ; (apoiarfo) quero saber apenas, se
tem direito, se tem Justina quem a promove : se tem,
facamosess.i juslira, porque be esse nosso primeiro do-
ver : sim. acarnos justica, e ao depols examinemos,
quaos as pessoas. quem foi ella feila Tajamos justl-
ca, e depols vejamos o estado dos cofres provinciaes ;
(apoiados) facamos justica, e depols occupeino-nos dos
ineios de niclhorar o estado natural e moral de nosso
paiz; c nao nos deixemos arrasiar por bellas theorias,
que se desloen tem na pratica, e nein fascinar porideias,
Iue, apresontaudo, primeira vista d'olhos, o matiz das
ores, nos levo ao depols iniquidade c injuslica.
Paro aqui, e creio que tenho explicado o meu voto :
talvez nao lonha satisfeito ao nobre deputado.
O Sr. Sello: Satlsfez-me milito....
O Orador: Obligado; mas eu pojo sua indulgencia;
porquantu elle deve saber, que eu Uve muito pouco
lempo para ver esta materia; que nunca estudei, por-
que nunca me oceupei (Pella ; e que por consequencia
nao eston 110 caso de bator-me coin o nobre deputado,
que, ainda ha pouco, acabou deconfessar, que tem dis-
cutido esta queslao; que se tem ocoiipado della por
militas vezo; que tem sido advogado dos que resistein
ao pagamento do imposto.
envi lambem a V. S- o modelo da dcclar*fo prrs
cripta no artigo 1." do acto soberano, cima inencion
do, c com scntimenlo de dislincla estimaran Sou dev
S. hiimllisslino servoU. lledini, Internuncio apstol!,-!,
- Rlo-de-Janeiro, 29 de setembro de 1840. Ao I||n
Sr, vice-consul pontificio em l'eniainbueo.
i( Est conforme. -- Angelo Francisco Carneiro.
apostlica
Voto pelo projecto.
(Conlinuar-e-aa.
nimio ne pervuiiuico.
Alm da materia, que fez a primeira parte da ordem
do dia de hoiilem, tralar-so-ha boje na assembla :
di primeira discussao do projecto, que restabeloce a
iusp-ei o do assucar o algo ao ; c do que autorisa a
presidencia a contratar o esiabelecimonto de urna ma-
china de lacrar lagrs, movida por vento, conforme o
modelo offerocido por Jos da Maya: da segunda discus-
sao das posturas da cmara municipal da Ha-Visla ; e
da terceira do projecto relativo a roncluso da obra do
1 lie 11 ni publieo ; c do que d lculdade ao goveruo para
mandar construir mu :n;ude cm Pajah-de-Flores.e ou-
Iro na Cloria doOoit.
COIVIIVIE^CIO.
Alfa ruleta.
RENDIMENTO DO DIA 0. ....
M -eil'lll i;i IIOJE
Escuna tiglezaCarolinacarvo.
Geral. .
Provincial.
Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 0
6:0I6>B82
nn4f076
.-.l ll-il
1 tsao/isff
Movimcnl do Porto.
Savias sahedos no din 0.
Portos do Snl o vapor brasileiro Pernambucana, coinman-
dante Joo Mili lo Heni ique. Leva a son bordo: liara Ma-
oei, Rodrigo Castor de Albtiquerque Maranhao, o Mr.
Ilerncl com sua senhora: para a llahia, Daniel Antu-
nioel, Italiano; Manuel Podro Alvaros Moreira com
11 m escravo. Leonel Eslellita Fernandos Nolto com
do US esclavos, Andr Rodrigo do Castro, Joo Lente-
za da Cutiha Paranagu com un escravo, Francisco,
Marques dos Santos 00111 um escravo. Carlos Ferreira
Franca com um escravo, Arcillas Podro de Metieses,
Art bu r do Espirito Saulo Monezes com um escravo,
Podro Corlhu de AI boga com um filho menor c um
escraro, Gustavo Aniceto de Sonta, Lu-/. Antonio Po-
relra Franco com um escravo, Virginio Hnriques Cos-
ta com um escravo. Ricardo Pinheiro de Vascoucellos,
lente lenlo Jos Goncalvcs, Joaquini Tiburcio Fer-
reira Gomes: para o Rio-de-Janeiro Jos Carlos
Manso da osta Res com um escravo, CaetnO Maria
de l'aiva Lopes Gama, Auna Riightmoii com um lilho,
tenenie-eoronel Luiz Antonio Favilla, lente Jos
Ciraco Ferreira, e nina cscrava parda a entregar, lin-
da do Coar.
Paraliyba; hiato brasileiro (kmecicao-Ftar-da-Virludc, ca-
pllaa Antonio Manuel Alfonso, carga varios gneros
llai.
Jacome Cerardo Maria Lumarhi de Mello, escrivao da alfan-
dega dcsta eidade, servindo interinamente de inspector, em
virtude da lei, ele.
Faz saber, que 110 dia 7(hoje) do crreme, ao melo-
da, na porta da alfandega, so ha doariematar, em has-
ta publica, nina caixa com dez glosas de brincos dou-
rados, 110 valor de7A000rs., impugnada pelo guarda
Jernimo Jos Ferreira 110 despacho por factura de Lc-
tellier: sendo dita arrrmataro subjoita a dirritos.
Alfandega, (Jde novembro de 1846.
Jarmne Cerardo Maria Lumachi de Mello,
Dfclar^o
ra :ue^,e,P^o,'n.,e ^>d?>",S "^1^ "^ "" "'"* ^^Ui^cZ Krto
Z wj m!V1ue aellachegarrin.a da casa, cm que mora Francisco Solano de Padua do
aprovejiar o referido perdao, so dinjo qual foi elle o rosponsavrl. "''
VK I-CONSULADO PONTIFICIO EM PERNAMBUCO.
=?= O aliaixoassignado encarregado do vice-consula-
do nomnelo tiesta provincia, leudo recebidpde S. Exc,
o internuncio apostlico na corle desla imperio, a carta
circular, que segu, inrluindo um rxeinplar do aclo de
soberana clemencia de S. S., o papa PiS |X, a todos os
seus subditos, que esiiveieni no caso dos artigo* m He
inenclonadns
provincia, pa
quem poss.i
casa do \ ice-consulado, ra da Aurora, n. 10, onde se
larrar a declaraco indicada no decreto de amnista,
que tambem segu.
Vico-consulado pontificio ein Pcrnambuco, aos 2 de
iiovcuibio de 1846.
Angelo Francisco Carneiro.
N. 74. A Sanlidade de Nosso Senhor, querendo
distinguiros primeiros (lias do scu pontificado por um
singulaiissinio ai tu de ele uencia, naconlianra deque
aqnelles a quem este iuterossa correspondera com
sinc(;ras o coijslantis provas de fidelidade o adheso ao
seu soberano o pai ; benignamente se ha dignado con-
ceder aos inesnios um geral perdao, com algn
copean proprla de seinellianles casos.
Dos Inclusos oxcmplares observar. V. S. scUjfjeor,
e juntamente o modo, 1 or que o devem platicar Muel-
les subditos pontificios emigrados do seu paiz, que a V
S. fe dirigirem par* alcancar o efleito. A rtspeito do que,
PI IX.
Aos seus fidelissiinos subditos, sade
beocao.
Nos (lias, cm que nos coinmovla o nosso coracio
pi-ufundainciite a publica alegra pela nossa exaltarn in
poniicado nao podemos disfarcar um Sentimental d.
dr, pensando, une nao puncas familias dos nossos sub-
ditos erao excluidas de participar docommuin praze(.
porque na privarn das domesticas coiisolareaaupi^!
taro gran de parle da pona por algum dos seHLrrS
clda leudo oflendldo a ordem dasoeird
grados dirltos do legitimo principe. Volvemos tainbem
um vista couipasslva para uuiilos jovens inespriienlri
Jue apeiar de arrastrados por lisonjas fallazes, no inrl
os tumultos polticos, nos parecido mais^sednzidos, d0
3ue seductores. Por isso desde ento meditamos estn,
er a nio, eolferecer a paz de coracSo aquellos extra-
viados filhos, que qulzessem mostrar-sc slnceramonie
arrece adidos.
Ora, a aB'cico, que o nosso bom povo nos ha patca-
t eado, c os signaos de constante veneraeo, que a Santa
S tem recebido em nossa pessna, nos tem persuadido
que podemos perdoar sem perigo pnbjico Dispoums]
pois, e ordenamos, que os primeiros dias do nosso pon-
tincado sejo solemnisados com os seguimos actos de
graca soberana : -
1,'A todos os nossos subditos, que s achilo actual-
mente no caso de punieo por delitos polticos, perdoA.
mos o resto da pena; com tanto que ellos faco, por es-
cripia, solemne drelararao, sol sua proprla honra, de
que nao querem abusar, 0111 modo e lempo algum, desta
graca ; mas antes querem fielmente eumprir todos os
deveres de bons subditos.
o 2." Com a niesma condceao serao admiltidos can o
nosso estado lodos aquellos subditos exilados, por titiiu
poltico, que dentro dopraio de um-amio, desde a pu-
blicaco da presente resolncao, por molo dos nuncios
apostlicos, ou outros representantes da Santa S, flze-
rem conhecer da nianeira conveniente o desojo de se
aproveitarem desteaclo de nossa clemencia.
o 3.* Absolvemos Igualmente todos os que, por llave-
rom tomado parte em qualquer machinarn contra o
estado, se achn vinculados por precrtos polticos, 011
declarados incapatos dos ofTicios inunicipars,
4." He nossa intenrao que sejo suspensos e sup-
pi millos os prucedimentos crimiiiaes, por delicias me-
ramente polticos, c ainda nao condecidos com um jui-
zo formal, e que os suspeilos sejo liviemenie solios,
tuna vez que nao baja delles quem peca a roiitiiiuai 10
do processo, na esperanca dejuslilicar a propria into-
cenela, o de revindicar os seus dirritos.
A Nao he nossa tntenco, porm, que as dispo-
9es dos precedentes arligos sejo coinprelicndldos a-
quelles potiquissimos ecclesiasllcos, ou ofliciaes mili-
tares, e cinpregailns do goveruo, (pie lenho sido j con-
deinii.iilos, ou csto emigrados, ou sttbjeitos a p'rores-
sos, por dolidos polticos : e acerca destes nos reserva-
mos tomar outras dctcrniinaces, quando o conheii-
iiiculo dos respectivos ttulos nos aconscllie a assim o
fazer.
6. Nao queremos igualmente, que nesta grafa se-
jo coinpreliendidos os del idos coiomuns, de que se lia-
jo tornado reos os condeninados ou suspeitos, 011
exilados polticos : c cmquanto a estes he nossa tnten-
co, que lenho plena execufo as leis ordinarias.
Nos queremos confiar, que todos aquellos, que usa-
reni da nossa clemencia, saberd em todo o lempo ros-
peitar estes nossos din los, e a sua proprla honra. Es-
peramos mais, que por este nosso perdao soccegados
os nimos, quererd depr quaesquer odios civls, que
sao sempre causa, ou o licito das plidos polticas; c
assim se reslabeleca verdaderamente aquelle vinculo de
paz, com que Dos quer, sejo rstrrilamente unidos to-
dos os ti 11 ios de um pai. Quando, porm, as masases-
porueas ein alguma parte failiem ainda que com acer-
ba dr da nossa alma, nos recordaremos lambem sem-
pre,.que, se a clemencia lie o mais suave attriliiilo da
soberana, a justica he tambem o seu primeiro dever.
Dado em Roma em Saula-Mai-fa-Maiur, no dia 16 de
jiilhodo anuo M. D.CCCXLVI, do nosso pontificado an-
uo primeiro. Pius I'. P. IX.
Est conforme, Angelo Francisco Carneiro.
Avisos martimos.
Para Cotinguiba segu viagem nesles dias a Su-
maca Flor-do-Ange11171 : para carga e passageiros traa-
se cora u mostr Bernardo de Sonsa, 011 com I.ui/. Jos
(le S Araujo na ra da Cruz, 110 Recife 11. 20.
Para Liverpool sai o vapor ingloz Anlclope, capito
O llrien; deve aqui chegar dos portos do S11I, al o dia
12 do ebrreule, o seguir, depois de 24 horas,sua viagem
para Liverpool : quem qoi/.er ir de passagem, procura-
r em casa de Deane Youlc-lt C.
Para o Rio-Crande-do-Sul sahir com brevidade o
brigue Tigre: para carga r passageiros Ira la-se com o
capito, ou na ra da Cruz, n. 4A, com Nasciincnlo i
Amorini.
I'ara o Rio-de-Janeirorgne etn
poneos dTas, o lirigne nacional Despique;
recebe carga, passaceiros e esc c a vos a
frele : trala-se com MacliaiJo c* i'inlieiio,
na na ta ( ruz, n. (i >, ou com o capi'ao,
Domingos llenriipie MaftM.
sasssMMssaasaaaiaiasssBaaasaaaaaisaas^apsssaaaw
l.oiloes.
= Lu/. I.. V.-iuthier, prximo a relirar-se desla pro-
vincia, fard leilo, porntervencAo do corroior Oliveira,
de toda a mobllia de sua casa, consistiudo em apara-
dores, mesas de janlar, de jogo, de molo de sala, espe-
Ihos grandes, um ptimo reloglo patente ingle, de cima
de mesa, marque/as, cadeiras. ditas de halanco, um
lindo plano, 111111 burra do ferro, louca, vidros, varias
obras de prald', e uniros muitos iiteusilius assaz nei
ros para urna casa : assim como de alguna esc ra vea de
ambos os sexos : srgunda-frira, i do crrente, as 10 ho-
ras da uianlia, na sua casa, ra do Arago, 11. 12.
.....
fmmamm
'visos diversos
Antonio Thumaz de Souza Ma^-allies faz soi.-nie.io
>;-. Manuel Joaquini l'inlo Ouiniaics, que da nublica-
rospu
O NAZARENO N. bl,
esta a venda na praca da Independencia fivraria, 11. (i
o 8, o na ra c.uciiu do Rozario, n. (i cada da F. Rc-
cominenda-se a loliura deste numero, pois est digno
dos amigos da ordem.
Ollcrcce-se una ama parda pala ludo u servid de
casa : na travessa de S. Pedro, n. 34.
- O Sr. de cngenlio do Lano, Antonio Jos de Mello
l.oelho, que, ha lempos, escreveo una caria subte un
mulato de nome Manuel,que se acba em seu poder, para
o comprar, pode cntonder-se com o sen prnpriu senhor
boje, Manuel (oiiiis ( avalcatiii, o qnl lio inoradorem
laquivira, iras do M-.lAiurei.ro Cavahanli, I,uno da
comarca de Na/.aia Ih
. abalxo assignadns participa o ao publico, que
teein feito sociedade debaixo da lirmal'ls limaos: sen-
(to osla firma enca rogada da liquidaco das extinclas
firmas Cals, ain & Gals Jnior.
C*U, aini Si Calijtmior.
MUTILADO I


===
Hoje.7 do correte,pelas 4 hora da tarde, i i
,1a residencia do Dr. juiz dn civel da sogun.l i
i..,n de ira praca, para Ter arrematada. acaa de sobra-
do de um andar no Atcrro-da-Boa-VISta, pojihorada a
francisco Domingos da Rocha, por execuco de Joa-
ouimJoj I-erra, para a qual casa he boje- a u tuna das
ircsjiracas, em que tem de ser a netma adjudicada ao
. veqnente ferreira : os pretendentes podem compare-
cer no lugar e hora indicados.
0 POSTILBA.O.
Oh. 22 faz neceariamento a distribulcaq dala,
hojea tarde, e acha-se a venda, na praya da Indepeu-
dencia. Narrarla n. 0 e 8 ; na na do Collegio, oja de II-
,io do Sr. doutor Coutinho, c na typograplua I man.
Jloje, as A horas to tarde, na pia-
a ()q tii/o .lo civel da segunda vara, do
h-lloa-Vista tem de se arre-
matar urna esrrava, por rxecneao.
-- D-sr*diiiheiro a juros cnin'prnhores de ouro e
prata, e rebatein-se sidos c ordenados : na ra do Rail-
!r,.| ii. 36, prlmoirn andar.
__ p, um escravo cnziuheiro para nina
casi de honiefn oltclro ; na ruada Gru, no Reclfe ,
--Oiiein tiver cavalloj para sangrar, ripar c tirar
travaje dirija-se ao becco da C uva I lia n.5.
F. Augusto /Irt i'iub'irca para o" Rio-de-Janeiro
san escravo crioulo de nome Miguel.
lo-.. Marque da Costa Soares inudou a sua resi-
que, por haverem sua familia ontra pessoa do
lome, se assiguar, d'ora em diante, Caetano
bairro da floa-Vista,' n. 5.
OcapllSode fragata Caetano Alves de Sonta faz
seientc
mesiiia nome, se assig
Alves de Soma Filguciras.
L. L. Vaulhlcr, es lando para embarcar nto da ti
dn correte inga a todas as pessoas em cujas biblio-
trlieas exista., livros pcrtcncenlcs ao annunclaiile.quc se
sirvan devtlve-los.
loan na Mara te Jcsus fai publico que, encainl-
.ihan.lo etecueo contra Henrique Jos Biayncr deSou-
/.i Ringel e sua uiulher fe penhora em nina casa ,
sita na ra Direita dos Afogadus que 1 lio eslava liypo-
thecada; a qiial.aiiando cin praca,"niio hauve 1 11 >;. > 1 < > i-:
por isso torna a ir a dita casa novanieiite a praca para
Ihe ser adjudicada com o abatiniciito da le. Os preten-
dentes podem comparecer no da II do correnle pelas
H horas da tarde, a portado Sr. doutor juls da segunda
varado civcl no Aterro-da-Uoa-Vista pols he a ulli-
praca. A casa fui avallada em 480/000 rl. como se v
dos editaes publicados ueste Diaria, ns. Hil, lt)4 e Jfc'5
deste auno.
Cals Jnior relira-sc para a Kuropa.
Una senhora de bon* costumes se ollerecc ir pa-
ra qualquer engeuho ensinar meninas l.'r, eserencr,
contar, coser, tanto de alfaiate cuino costuras chcs, *
bordar : quem do sen prestlino se quizer milis.n an-
nuncie por esta fot ha, para ser procurado.
I'recisa-se deum porluguez, que esleja no caso de
scrraixrirn de um engenho. distante dista cidade 12
legoas : a quem isto convier, dlrija-se aloja do Sr. Ma-
nuel t'nnralvcs da Silva na ruada Cadeia do Recife.
Aluga-se una boa casa no Pooo-da-Pnnolla para
passamenlo de festa, para "grande familia : quem a
pretender, dirija-se em Fura-dc-Portas, a tratar com
Manorl da Silva Nevos.
L. I.. Vauthier relira-sc com sua familia para a
Kuropa.
Em lind.i, rna do Balde, junto
do Varadouro, loja do sobrado to Sr. Joa-
qnim Lopes de Almeida, lia urna pessoa
que se encarrega de npromplar qualquer
comedoria, ou qualquer qualidade de co
mer de peixe : as pessoas, que precisa-
ren), podem mandar avisar com antece-
dencia que seio servillas com lodo o
usseio e'promptido.
Miguel de Ollvclra Oardozo doixoii de ser caUelro
dos Srs. Vietorlno & GiiimariU', desde o dia .') do cr-
reme.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra do A-
inoriin, n. 13, por proco coiiimodo : a tratar na iiiesma
casa, no segundo andar.
-- Precisa se de una criada, e de una ama de leitc :
na ra Formosa, esquina da na daUuiao.
No dia 7 do rorrete, poita do lllm. Sr. doutor
juiz do civcl da segunda vara, ahora do cosime, le
li.io de arrematar por ser a ultima piafa, una mobilia
dej.ic-araud.-i, < uniros movis, penhorados a langero
'fcixoir.1 Lopes, por execueo de Avrlal IrinSos.
-- Aluga-se o otaria n. 7, sita na travessa do Monde-
io: a fallar com Francisco Pires,no Aloiro-da-Uoa-\ is-
la, n. 37.
-d)eseja-se alngariuna preta roa,de niela idade, pa-
ra o servir cMrruo e iulei no de luna casa de pequea
familia que seja ninllier de bous costumes, e que nao
ande de limito : podrr dirigir-se na ra do Sebo, n.
37, casa pegada venda, antes do sitio de Joanna dos
l'assos.
mente eninnioda e militoarvoredo fructferos:na ra
larga do Rozarla n 30, primeiro andar se dir quein
1../. qualquer desses negocios.
Aluga-se um soBrado psra se pas-
sar a festa em linda ladcira do Va-
radouro, defronte de S.-Sebastiao, com
com modos para urna grande familia ,
quintal murado cacimba, c um parrei-
ral.com urna porcao- de uvas : quem o
pretender, dirija-se a refinocao de assu-
car, junto ao mesmo sobrado, ou no Re-
cife, rna da Cadcia-Velbi n 5o
AOS SNRS. 1)E ENGF.NHOS F. A TODAS AS PESSOaS ,
QUE IMERKSSAKI-.M.
O arrematante das afericor deste iiiuniclplo do Re-
cil'e previne aos inesmos Srs., que as ancoras que con-
duzein lquidos para vender no dito municipio deveni
ser aferitlas pelo mesmo arrematante segundo o arti-
go 13 do regiment das aferieoes.
Precisa-sede douslavradurcs ; em casa do doma-
dor, ou fabricante de candiclros Je gaz na rna No-
va n. 52.
CASA DAS AFERICrtES, RUADASLARANGKl-
RAS, N. 29.
O arrematante das aferieoes deste municipio de no-
vo tem a prevenir a quem interessar que, estando a
dencia,' da ra atrs da matriz para a ra Foruiosa do liudar-se o tempo marcado das ditas afoliados, teein
APLLINKA.
A coinmisso adiniuistraliva marcnii o da 14 para a
partida do frrente mrz ; -at o dia 7 para receber as
propostas de convidados : advertindo, que depois do
dia mareado nao admitir proposta nlguma.
-f.audinoAgnstlnho.de barros declara, que Joao
Xavier da Mata nao he mala seucaixeiro.
Aluga-se um nioleqiie cozinheiro que cozlnhn o
diario de una cala, e que fai lodo o mais sei vico: quem
o pretender, dirija-se a ra Direila, n. t, priiiielro an-
dar.
Preeisa-sc de uina ama de lette ; na ra do Quei-
nado, n. 40.
No dia 4 do correte foi fuado por urna preta,
dopesenco de una menina um corda.) grnsso com
uiiiainoeda de piala un bullo e una figa ludo en-
calmado cm ouro. A quem foroll'erecido o dito roUDo,
pode lomadoe entregar a Manorl Firinino Ferreira, na
Havrisa do Qurlmado n. 3 que gratificara gencrosa-
nealc,
Antonio Joao Ralnos coiupiou, por m deni do Ite-
verendiisimo Sr. vigario da .-idade da Parahjba Joa-
'liiiin Auloiii Marque* um lulluleile n 24-73 >' outru
dtu de n. 812 rio piim. ira parle da prtmeira lotc-
na da matriz d.i idade da Victoria os quaes sao re-,
me nidos ao mesmo Sr. vigario.
Preeisa-se de un. p. nueno de 14 a l(i annos para
nina venda e que da niesma tenha alguma pralica ; na
i ua do Aniorim n. 17.
0 Sr. Vanoel Jos Ribcin. queira procurar um*
.anana ruada Cadeia do Iteclfe loja n. 20.
Arremla-sp, por festa, o sitio, qe
l'"i do fallecido Jos Carlos Teixeira f
lugar da Cruz-dc-Almas, proprio pasa
grande familia, por ter rnuos commo-
dos quemo pretender, tlirija-se ao nies-
tiio t.ilio, i ii no rtia da l'raia, n. 7a
.-srdeun, leilorpara tomar tonta de um
I" que.no M|io 1. do Col-po-Sanlo 11. 00.
rrenda-ie, pela lista, ou por anuo e lan.bem
ude por preco i-onimodo um pci|ueno sillona
) anea perio do rio com caa de vivenda, bastantc-
eoiirurrido poucas pessoas; motivo por que declara,
que nao se responsabilisa pelos que deixarcm de ale-
lar dentro do tempo marcado ; pois que nao he possi-
vel dar vencimcnlo a todos nos ltimos dias.
SOCIKDaDE
MELPOMENENSE.
O foncelho deliberativo faz sciente aos Srs. socios ,
que os bilhetes para o espectculo de sabbado (hoje;
entregao-se boje mesmo, na ra da Cadeia loja n. 8.
Traspasso-se as chaves de um dos nielhores arnia-
zens da ra da Piaia, por sua localidade : a tratar no
mesmo aniiazem, u. 2, ou na ra Direita padaria, n.
Aluga-se a armacao da loja da Hoa-
Vista, n a^ toda cuvidracada e pro-
pria para qualquer negocio : a tratar
i ti i da Cadeia
Lniz Vianna.
leja de calcado, de Joo
mi&&3mn^&Z!&&&
TI
s
1.1
ni
LIMA,
rita Nova, n. 2 ,
Ln

i
I
I
1
i- *TJ
Sirguciro, ra iYocc/, n, 2 pn
metro auddr,
prximamente chegado to l\io-
tle-Janeiro, tem a boma de ofl'c-
[Ji recer aos Sis. olliciaes da guarda
(p. nacional e exercilo nlguns objec-
jjTl tos perlencentes a seas uniformes, ij
n\ seiuloeslesos do ultimo uso naquel- dji
ijl la edite, a saber: cbapeos armados,
iHl dragonas, bandas, fiadores, espa-
|p] das de ac metal do prineipe ^
}-^ ditas com copos domados, talins, '
cananas, carlriras, manase col- lijj
dres guarnecidos de galo de ou- dj!
ro litio, galbes de ouro fino pa- h-,
recalcas, bonetes e divisas, de |
todas as patentes, boles para so-
bre-casacas luvas de camuisa
branca, ele U mesmo, tendo cor- tjj
respondencia com as piimeiras ca- Lj;
sas do Hio-de Janeiro,esla babili- ^
lado para se incumbir de mandar
vir daquella corte ludo quauto Ihe
sija cncommandado, com a maior
brevidade c coinmodo preco.
FGFSFJi rPfrrJ?,
5a
Aos Senliores armadores
calfaiatrs do dignlssmo clero avlso Gulrnarae* Fera-
Ihn & C com loja na esquina da ra do Collegio, n. J,
que veiidein-sc os aeguiutes artigos, que se tornao in-
Aipensaveis s/uas occupaee, a sab.r: volante no-
vos, largos e esireilos, sonidos em core; trina, larga e
ealrelU gal5crTnglodoodoverdadelro ouro; Uitode
nalheta com novo liseos, de um quarto ale duas polle-
gadas de largo ; rendas a.narcllas, largas c estrellas, de
novos padroes; espigiiilha branca c aniarclla; tlela
de todas as cues ; e ha nm excellenle sorliiiiento de e-
liin-nanel; cambraias lisas c ordinarias, lilo de linlio
bronco, com una e nieia vara de largura ; bobiuel da
niesma largura; escoinilha preta ; sargelim de todas as
cores, e tan.bem pelo ; (esta fazrnda he achanialotada,
finge eda c por isso suppre a falla da vei botina i do vel-
ludilhoi panniilios pelos e cor de rosa ; mitin prelos;
hollanda pela, parda c branca fianquelmi prelo; prm-
ceta pretal alpaca; lila branca de pateiile ; dita preta
muito superior; edita ordinaria
I Leu. assim, taiiibein se venden excellentes nielas
curtas, de linlio, fcilas no Porto; babados de linho, lar-
gos e eslreitos, ao que cl.amo l.ainoia. fabricados em
Guiuiarfie ; peca do verdadeiro panno de linho de Alle-
maDha.com 25 varas, por r/rs.: todos os artigos ci-
ma annunciados serao entregues,- a preco mais mode-
rados posslveis, e podemos asseverar, que por menos al-
guma cousa do que em outra qualquer loja desta ci-
--K ra de Hortas. sobrado n. 22, prlmeiro anda.,
ens.na-sc, in.quanto durarem a ferias da academia,
rlietoi iea geo,apl.ia, e geometra: as pessoas, que qm-
zernn ut.li.ai -se do seu presumo, pode... comparecer
' 'i" Ainga-'se'uma e.M com copiar e trapeira no lugar
de Sant'Auua, com dou portOes e jardn, ao lado, a qual
mide servir para dua. familias; leudo a mesma qualro
alas, sete quarlos, co/.ini.a, cocl.eira e estribara, con.
t, re 10 plantado de capi.n, para un. cavallo, alcm de
al i a.Srvore. de frue.o os pretendentes dnijao-se a
la lloa-Vista, botica, n. ou a csU typograplua
nue'se dir quem aluga.
1 ..... i I. lI
SCCIEIHDE
HARM0N1C0-THF.ATRAI..
A com.njj.ao administraliva fn sciente ao Sh.joc.0,
qm
lilil
Ir,
bcrou a sociedade que
zo de .'Odias, nao pagassem ou as meiasniensalidade
a que estao obrigados pela resolucip de 14 de abril
de 1839 ou por Intelroas acedes, que assignn
AO BOM T0.il PAMSIENSB.
HUA>OVA,N.7.
TE>! P lTTI A LFAI ATE,
tem a honra de participar aos seus tregeles que dis-
lolco d.sdeodia 15 de setembro do anuo passado ,
a lociedade que tiuliacomos Srs. Golombie/. &t Coin-
panhla largando ao mesmo tempo a loja dos sobredi-
tos Srs. As pessoas que o qui/rrein lavorceer eom a
sua nreguezia o acharad na sua loja, na ra Nova ,
n. 7. Tem pannos para calca, cllete e casacas, de to-
das as qualldades o niais novos chegados de Pars, e
a collecyo dos mala recente* ligurinos ; c recebeo no-
val nente um lindo sortimenlo de objeelos de luxo
phantaila ,dc diversas qualldades.
fabrica de chapeos de sol,
ra do Passeio-Publico, n.5.
-fljV Joao t.oubet tem a honra de participar ao res-
peitavel publico que acaba de receber de F*ran-
| ca pelos ltimos navios franceies um bello
sortiinento do ultimo gosto sendo : chapeos de sol ,
para lioiurin e senhora de seda lisa, lavi.id.i e furta-
cores eom cabos e castejes muito ricos ; seda de todas
as cores c qualldades ; panninfios rntrancados e lisos.
ludo para cobrir chapeos de sol; chapeos de sol de pan-
ninho de toda as corea para homeni eom cabos e
easles ricos : tambem concerta os mcsinns, tanto
de liomrm eomo de senhora ; pois tem ludo quanto he
necessario para os ditos e prometi umita brevidade,
para fater qualquer concert : ludo por preco coin-
modo.
iresse, fabricante de orgaos
c realejos no Aterro*da-
Boa-Vista, n, Jl,
avisa ao publico, que elle contina seu oflicio; (ai or-
gaos para igrrja*, de todos os tamaitos, com trombeta ;
realejos eom tambor c campanilla, conten.!.i quadiilli is
para danc.ir: as pessoas que ohonrarcni emvisitar, acha-
rO, entre outra obras j proniptas.uiu orgo para igrej.a,
quesen.l ouvido inio teiuapparecIdoTiqui) a duas linas,
a Clavler e chave de realejo, para falla de organista ou
por falla de saber loca lo, ento se toca com a chave [co-
mo c fosse um realejo) obtendo a niesma voi, conten-
do noscyludr.is a missa, ou qualquer inuaica para igre-
ja, e o hymnns para Indas as Testas e .lias san tos do a uno,
reunidos na mesma obra; dito orgAo, fortepiano lam-
bem J prompto. Concerta os ditos iiislruineiilos e p..e
marcha novas; concerta piano- nualqtter Inilruincn-
to de msica, conccrnenle ao seu ollicio.
Compras.
Compran-so escravos de ambos os sexos: na i ua
.Nova, loja de ferragens, n. 10,
= Comprao-se leos de lavariuto de cainbraa de
linho : no sobrado n. 12, da na do Arago.
Compra-te um livio em porluguoi, novo ou velho ,
que ensiue a judar a bein morrer: quem livor, annuiicie.
-- t.oinprdo-se, para tora da provincia, escravos de
ambos os sexos do 12 a 22 anuos : ua rna larga do Ro-
larlo voltando para os quaiteis :i. 24 piiniciio an-
dar.
-- Compra-M un. taboleiro de ganiao ; quein livcr,
annuueie.
Vendas.
Aos Srs. proprielark de
clsennos.
Vcndem-so taixas de ferro coado, moendas do canoa
para agua, ou animaos, rodadentada, crivos, boceas
o foruallia, ornis Objecto nrcetsarlo para engenlio ,
,.or preco rommodo : na fiindicao de ferio ilo U. t.al-
Iuiii 8 C, na ra do Itriim Ao Reclfe, ns. (i e S.
Na praca da Independencia, loja demiudea, n.
:), vendem-se luv.s de pellica, sem dedns, para senho-
ra; ditas para liomem; o ditas de eda de todas as cores,
tanto de hornea com de senhora.
Vcnde-sc una cscrava de liaran, de 24 annos, que
joilnha, lava e ongonuna muito bem, por ISO'rs.; nina
parda, boa ama de casa, de 20 annos. por 320/rs.; uina
oscrava de naci, de. 25 anuos, por 250/ rs ; un ese avo
bom pescadore oanoeiro, por350/. i un. dito de na-
i, de 23 anuos do idade, por 420/ rs.; um excellente
...e.lio de dou* andar e mirante; duas casas le roas,
com siiflicicntos coniniodos, em boa rna, e que tambem
un. iu-se por mu sitio p.rlo da praca; mu dos melliorrs
sitios que ha na estrada de Joo-de-llarros, com elegan-
te casa, imii bein plantado; um dito na Caa-Forte com
boa casi o multas liucteiras a tratar na ra d'Agoas-
Vcrdos, n. 4li
Vondc-seassoalho o forro de louro maisem eonta
do que em outra qualquer parle: passando a ribeira,
no ainiaieinde Joo Sonad, r, n. 23.
__Vende-te um ronlan grosso de ourodc lei, com iros
voltas. c um relogio tambero de ouro : na ra do Roa-
""-'\a pia.inia do I.ivraniento, loja de faiondas, n. 40,
do Magalhaes i Irmao, ha para vender nina porcao de
chapeos de niassa, inulto bous em qualidade, a 1/800 rs-
cada um.
__ Vendem-se espadas prateadas para
olliciaes de guarda nacin l : na ra No-
va, n. ift-
s= Vende-sc um terreno as tenas, que fono do en-
geuho da lorie, inulto perto do rio, por llcar na es-
trada queveni da Passagem-de-S.-Anna coin 300 pal-
mos de liento o 000 ditos de fundo com inultos ps de
cajueiro* e em esquina da outra estrada que vcui da
Ponte-de-l'cli.'.a pelo pre90 mal cominodo possivel
do 2/000 rs, o palmo : na travessa da ra da Concordia,
Rap princesa Novo-Lisboa
a 18000 rs. a libra.
De torios os raps, que a industria brasileira tmate
note fabricado, nrnlinin imita inelhor o verdadeiro ra-
p nriacea portuguei, do que o intitulado RaPF. PR1N-
t'K/.A NOVO LISBOA, fabricado no Rio-de-Janeiro, sen-
dolao perfella a sua scmclhanca, que os niais veteranos
t.aliaquistas o tomo pelo jenuino rape princesa de Lie
deposito deste encllente rap, he no arinazem de
\lves Vianna, ra da Sen/.alla-Velha, u. llj* tambem
te vndenos tres bairro da cidade: no do Reclfe ,em
easa dos Sis. Jos Das da Silva o Ponles 8t Sampaio, lo-
jas de ferragens ra da Cadca-Volha ; no de S.-Anto-
nio oin casa dos Srs. Antonio Domingos Ferreira ra
do Crespo, n. II ; Joaqnim Jos Lody, loja de mili.le-
jas rita larga do Rosario ; Jos Joaquim da Cosa. lo-
ja d niiude/.as na na do Cabug ; no Alerro-da-oa-
Vista lojas de miudezas dos Srs. Antonio Ayjrs de Ca-
iro U Companliia Antonio da Silva Guimarcs e Tilo-
ma?. Pcreira de Mallos F.sliina.
> a ra do Crespo loja nova,
n. 12, de Jos Joaqnim
da Silva Hala,
%ende-e uin restante dos bem acreditados cortes de in-
diana para vestido de scnliora, pelo barato proco de
2/800 r cada um; cortc9 da faicnda victoria, a ^oi) rs.
cada um; ricas cambraias com lltra de eda, a6/000 rs-
eada corte; ditos de goto chines, a .^00 rs. cada um
corte ; UM chitas para ve.lidos, a 2^8000 e #300 cada
rorte ; eamliraia de quadros de core eacuras, paja \es-
tidos, a atfOO r. cada corte calcinbal para meninas de
escola a 4lX) rs. cada um par; nulas Unas para menino,
de diflirentes lmannos; o nutras militas fazrnda*, que
ludo se vender por preco barato, assim como um resto
das ricas e baratas lanlcrnas com caslieaes de nnsim
casquinha, c que se vendempor", ule 12 mil re cada
Vende-sc, por negocio mili favoravcl, nina olaria no-
va o bom construida, com um pequeo sillo, que rsU
l ni plantado com diversas arvores do pan, o de fora,
tendo barro prximo a mesma olaria, alen, de outra*
militas vantagen para o comprador : quem pie cuder,
procure no lugar do Monteiro ao eu proprietarlo Jo*6
Camello do Rogo Barros.
= Vende-se um guarda-roupa em bom uso um
lavatorio tambem em bom uso com seu ompetento
jarro e bada: no Aterro-da-Roa-Vsta .7.
Vende-se ou troca-sepor um papagaio tallador ,
um casal de rolas brancas com um tllho ; no largo aas
Cinco-PoBtas, padaria n. I.Vi. -
Vendem-se varios escravos moco de bonita HgU-
ras, coMthabilidades ; una preta parida de dous ine-
/ea; na ra Nova n. 21, segundo andar.
Vende-se una preta muito moca, sen vicio* eem
achaques que engonima, lava, coznha, faz doce* co-
se alguma cousa ; na ra da Palma sobrado novo da
esquina, logoaoahir do Pociuho, da 8 hora da ma-
uhaa em diante.
Vendem-se, por precisan duas cscrava ele 1 a
20 annos eom boas habilidades ; na ra de Aortas ,
n. 84. .
-Vende-sc cal virgeni em podra nova, cnegada ae
Lisboa pela escuna Frlh-l'nio na ra de Apollo,
u. ,li, ariiia/.em de Mondes i Terroio.
Vendem-se lelhas madeiras servidas e mais ma-
teriaes das obras que se vio demolir no quintal do so-
brado n 50 da ra da Gloria.
Arronda-se uina padaria e dua casas para peque-
a familia na Passageni-da-Magdalena Junio a ponte
grande : na rna da doria sobrado n. .)0
Vende-se um preto, do 20 annos, sem vicios lien
achaques, eom .ligninas habilidades ; um preta moca ,
em vicios nem achaques e que he boa mutandeira ,
pm pirco commodo : na ra da (.adela do Recite, n.
40, loja do chapeos.
-- Vendo-se superior carne do. serta.), por preco
commodo : na ra do Rangel, n. II.
Vendem-se 4 portas de cosiadlnho de vinnatlco
aniarello pelo novo plano da cmara ; una varanda de
Ierro, como 19 palmos de frente: na ra Nova, vcuda
= Vende-se urna duiia de eadeiras; duabanca; nina
romninda ; nina mesa para escrever nova : na traves-
sa da Concordia n. 7. .
Vendem-se duas loalhas c duas saias aberta Uc
bonito lavariuto ; nnvamentc acabadas da agulha por
preco commodo : na ra do Qucimado n. .i7.
= Vende-so um grande sitio com casa de sobrado.
dentro da cidade por proco multo commodo ; noqual
se podem fazer un poucos de sitios.ou abrir ras para se
edificar l 1 lUr com N. Gadault no seu sitio no Man-
guinho. ,
Vende-se cera de carnauba, multo superior a
6/400is. cm retalho, c 00000 rs. em porcao ; una casa
terrea com eomniodos para padaria por ter torno na
travessa da ruado S -liento em Olinda que desee para
aljube n. 34 : a tratar na ra da Cuz, no Reclfe, n. 48.
fta rna do Crespo, loja n. 14,
de Jos Francisco Dias,
vendem-se as scgulntcs faiendas abaixo declarada:
Indiannas de novos padroc, pelo barato preco ,
cada corle de............ '/J0*'
Dita em covados....... /""
II iscados fianecies, muito largo c de quadros,
o corado a........ .Al
Corte de chitas eom Ostras imitando velludo, n ^J0*'
Dito decaua ondeada, de bonito padres a 4/0
Ditos de oulros gostos a........vk!
Cassa-ehitas de cores fixa, a vara a /Tfi
Cambraia transparente, crTm listratavelludada,
a vara a..............
Ditas em. ortes. de novospadn.es a ....
Chalos do I a a o seda de bonitos gosto a .
Fazenda de quadros, niiiiiocncorpada.para cal-
cas de cores lixas, pelo barato proco cada
covado, do .... .......
Merino muito largo, pelo diminuto preco cada
envado.'de ...........
Superiores chales de cores, de multa duracao, a
Dltoidelaa.de novos padrdes, a ... .
Algodao trancado milito encorpado, de cor al-
vadia prnpria para roupa de escravo o co-
vado a ...........
Cana lisa inferior milito larga a vara a .
Eoulras umitas fa/.endas que e yendera por presos
muito rasoavel, o das quaes se darn as amostras, tra-
zendo-sc o competente penhor.
Ventlo-.se nina loja de miudezas ,
sita na procinhu do Livramento coin
poneos luntlos a ilinliiro, ou a praio ;
na rna do Cabug, loja de miudezas, n. i.
km Vende-se graxa superior, para vapore, engenho,
fabricantes de velas e para dar em encerados a 200
o 240 rs. a libra, o sendo em porcao dar-se-ha por me-
nos ; a fallar na ra da Praia, arniaieni, n. 18. ^
Farelo de arroz, em barricas,
de 4 a 5 arrobas cada barrica a 3j5oo
rs., muito preerivel ao farelo de trigo; o
qual tambem serve para engorda criAcSo:
no armazem do Bacelar, del'ronte da
escadinha e no do Bioguez junto ao
arco da Conceicao.
Vende-so um prelo de nacao, de 26 annos, pouco
mais ou menos bom canueiro, de bonita figura, sem
vicio nem achaques ; na ra da Concordia, pastando a
potktninba a direita, segunda casa terrea.
O LIVRO DE TODOS
ou
Manual da tadr,
rnntcndo
todos os esclareeinientos theorlcos e pralicos necessa-
rio para poder preparar o empregar, em o soccorro do
professor, os remedios, o se preservar o curar-sc promp-
tamonte, com pouco dispendio, da mor parte das moles-
tias enraveis, o conseguir mu allivio quasi equivalente
saide, as molestias Incnraveia.
Seguido
de um tratamento espeollico contra a coqueluche, e ir
/A60
ii/OOf
/320
1/400
flO
1#000
/220
/240
rearas higinicas para prevenir as molestia
pelo doutor G. de Plocsqiicllec.
Preco 4^000 rs. em brochura.
O siipplemento, indisponsavel a quem tem a obra, da-
te gratuitamente ao compradores. Odito supplemen-
lo liai as trosdillerentes .recitas para a eoinposicoda
agoa sedativa;este precioso remedio,que lamaiiha repu-
lacaoj trn ganho, e que deve existir em todas as casas
para remediar proinptamente ao accidentes e incom-
uiodos repentinos.
Vende-se na piara da Independencia, livrarians.6e8.
Por 2# rs. cada exemplar
do tratado do logo de I'ofiarde com as leis geraes do jo-
go. nova edlcao, um vol. de300pag.: na iTvraaiada es-
quina da ra do Collegio.
M
~


a*ajp
&
CS
Vendeni-sc lencos do seda da Indis, a 1/440 rs. ;
riscadinhos francr7.es de bonito padroes pa-
ra vestidos de senliora de cores finas, a 240 rs.
o covado ; corle de cassa-chitas de ricos pa-
drees e de cores limito lixas, com 7 varas, a 3/
rs. o corte ; chitas largas francezas padroes
muito madernos-e de tintas muito finas, a 320 r*.
o covado; cortes de nieias casimiras, de superio-
res padr* c de Utaaduracao superior a casi- j
mira a 2^400 r. o corte ; ricos chales de liia j
seda muito modernos a 3/ 3/S00 e 4^1)00 I
rs.; cassas Anas, o mais rico possivel, de cores |
fixas e de ricos padroes a f>#200 rs. o corte ,
panno preto e de todas as cores e qualidades ;
bretanha r esguian depuro linho;chalese man-
tas de seda c crep ; assim rumo mu completo
sortimeuto de fa/.endas linas ; ludo por preco
tao na conla que he impossivel avista da fa-
tenda o comprador deixar de comprar : na ra
do Quelmado nos <|uutro-canlos casa ama-
re I la loja u. 29.
Potassa branca,
la irais superior qualidade em
barricas nequenas, c desembarca-
da no dia 30 de agosto prxi-
mo passado, venderse por pre-
co commodo : emeasa de L. G.
Ferreira & C.
Na loja da esquina da ra do Collegio,n. 5,
ele titiininraes Scraiim & C.,
vende-se, alm de um bonito sortimento de faicndas ,
por precos bastante moderados, as seguintes :
Cortes de novas casimiras francezas, a 4^000
Ditas ditas lucidores, a......... .'fiOll
Ditas pretas francezas, o covado, a 3/000
l'amios, pretos, azues, verdes e de outras cores
ilillercnlcs, desde 2/400 rs. o covado a 12/000
Cortes de caifas de pehe do diai>o,a .... 1/440
diales de laa e seda, grandes, a...... 2/560
Lencos de cambraia guarnecidos a bico, a >640
Lindezas para vestidos o covado a /240
Escoceses de laa ealgodo, com xadrez Ongindo
seda o covado, a.......... /3M
Cortes de ISa c seda para vestidos a 74000
Chita-cassas, o corte a........ 2/240
Cortes de colletcs de fustao francez, a 1/000
Lencos finos para gravata a....... /400
= Vendein-se moendas de ferro para engenhos de as-
sucar, para vapor, agoa c bestas, de diversos taannos,
por proco coimnodo ; e igualmente tallas de ferro coado
e balido, de todos os lmannos: na praca do Corpo-San*
to, n. 11, em casa de Me. Calmont O Companhla, ou na
rua de Apollo, ariuazcm, n. 6.
Volt rete.
Na eso, ni na da rua do Collcgio loja n. 5, de Cuinia-
rfies Serafir & Coiupanbis, vendein-sa caitas francezas,
tinas, entre-linas e ordinarias ; ditas portuguesas ; to-
das por proco mais barato do que ciu outra qualquer
parlo.
= Vende-se potassa branca de superior qualidade,
oui barril pequeos ; em casa de Mathcus Ausiiu cSt
Couipanhia. na rua da Alfaudega-Velha, n. 3.
Vende-sen armneo de nina loja ,
fcila ao goslo moderno e quasi lod.i en
vidtacaila por commodo preco : a tra-
tar com Tliomaz, matecneiro na rua da
Catleiu de S.-Antonio n. ai.
Superior farelo.
Fareki de Trieste, em bar-
ricas de 5 arrobas ; o qsial se
recommenda como o mais nutritivo de quantos aqui se
importan e por isso o mais proprio para mellior en-
gordar os cavatlos : vende-se no piiineirp ai mazcui do
caes da Allandega indo do arco ou cm casa de J. J.
Tasso Jnior.
Vende-se una preta de nacao moca ptima co-
'/inheira lavadeira de sabao c qutandeira e que
tcm boa figura : na praca da Independencia liviana,
ns. 6 o 8, se dir coin quem se deve tratar.
= O corretor Oliveira tem para vender cobre em fo-
llia c prrgos de dito para forros de navios : os preten-
denles dirijo-se ao niesmo, ou aos Senhorcs Mesquita
& Dutra.
Na rua do Crespo, loja nova, n. a,
de JosJonqtiim da Silva Maya ven-
dem-sc ricos chapeos de seda para se-
nliora, chegados ltimamente de Franca,
e que sao muito proprio para o tempo de
festa, tanto poi seren de bom gnsto,como
pelo diminuto preco, por que se vendem.
Vendem-se livros em liranro com
capa de panno leitos em Jlamburgo ;
na praca da nJepcndencia livraria ,
ns. 6 e 8.
= Vende-se marmelada em latas caixinhas de nias-
sas linas de diflorentes qualidades ; cora de carnauba ,
tanto emporcos como a rctallio ; una canoa de car-
reira, em multo bom uso por preco commodo : na rua
da Cadeia-Vrlha, n. 2.
Vcnde-se potassa da Hus
sia, pelo muito mdico pre-
co de 160 rs. a libra ; cal vir-
gom de Lisboa chegada no
ultimo navio : no armazcm da
rua do Trapiche n. 17.
Rap de Lisboa.
Vende-se este excedente rap na rua larga do Hozado,
n. 24 : afianca-se ser ornis moderno e da mellior qua-
lidade possivel.
= Vende-se urna litelra nova com os competentes
arreios ; un apparelho de arreios para dous cavallos,
com ferragens tudo novo e chegado iiliiiiiainente da
Franca por preco commodo : no Aterro-da-Boa-Vista
n. 52
Vcndem-sc terrenos proprios para
se edificar e pitra sitios por muito coni-
rnodo^preco, na nova rua, que vai da
Trempc para o Nanguinho : a tratar com
Nicolao Gadault, no seu sitio na estro
da do Manguinho.
Veudem-sc 8 cscravos mocos, bons para todo o
trabalho de campo ; 3 moloques, de 16 annos ; um pre-
to volho inulto forte, por 220/000 rs., bom para tra-
batbar e botar sentido a um sitio ; 6 escravas mocas ;
duas ditas quecozinho, cosem engommo e lavSo
roupa; tima negrinha de 14 annos, recolhida com
bons principios de habilidades ; tuna parda de 20 an-
nos de bonita figura : na rua do Crespo n. 10 pri-
meiro andar.
Na rua de \ pollo, armazcm
n. 18.
vende-se potassa da Kussia nova, da fabrica nacional
do Rio-de-Janeiro. Ksta potassa he muito forte e su-
peior a estrangeira, que tem vindo, e j tem sido ex-
perimentada por diversos Srs. de eiigcnho que assim
o aflirmo. Cal virgem de Lisboa, a proco muito baixo.
Vendem-se.3 lindos tnoleques de 14 a 18 annos ;
um dito, de 7 annos ; um pardo de 18 annos, ptimo
para pagem ; dous pretos sendo um carreiro c o ou-
tro oanueiro ; tres pretas sendo uuia dolas de nacao,
com nina cria de 2 anuos ; um mulatinho, com habi-
lidades ; ditas pardas, tuna de 25 annos c a oulra de 15.
com algumas habilidades: na rua do Collcgio n. 3,
segundo andar.
Vcndem-sc dous bonitos moleques de naco, pro-
prios para pagens ou olucio ; duas pretas mocas de
20 annos ; sendo una dolas para fra da provincia : na
rua larga do Rozario rollando para os quarteis u. 24,
primeiro andar.
Vendem-se dous bonitos esclavo, sendo um de
18 a 20 annos e o outro de 2G a 30 de todo o servico e
ganhador de rua e que he ptimo para armazcm de
assucar ; na rua larga do Rozarlo voltando para os
quarteis n 24, primeiro andar.
Commodidades para a fesla.
Ha novaniente chegado ao mercado um grande sor-
linionlo dos bem procurados chapeos de Chile: seu bem
manufacturado locido, igualiladee alvura da palha, os
torno assai recomiuendados aos amadores, tanto mais
sendo sens procos mais cominodos do que em parle al-
i:...... Vendeiii-sc as seguintes lojas : rua do Qiieima-
3o, loja de miitdc/is, n. iG; na rua do Crespo, loja, u.
.'(; nada esquina da rua da Cadeia-de-Saiito-Anloiiio,
n. i; e ua praca da lndepeiideucia, fabrica de chapos,
n. 7.
Vende-se sal do Ass a bordo do
brigue nacional Despique, ou na na da
Cruz, n 6o, i. andar
-- Vende-se familia de trigo da marca SSSF de ra-
ininho ; no caes da Alfandcga ariuazeni do Bacelar, a
tratar com Manoel da Silva Sanios.
=Veudeni-se superiores charutos de regala chega-
dos no vapor Imperador por proco commodo ; ua rua
do Trapiche n. 34, terceiro" andar.
Vende-se um escravo crioulo bem parecido ro-
busto de 22 anuos sem achaques : na rua do Hospi-
cio n. 48.
Vende-se um preto moco de nacao para todo o ser-
virlo, e por preco commodu : na rua Dircita, n. 18.
== Vende-se urna pequea partida de sarca-parrlha,
por preeo coiiiinodir: a tratar com Firmino Jos Flix
da llosa ou no aruiazoin de Fernando Jos llragucz, na
rua da Ladela ao p do arco da Conceicao.
Vende-sc un par do lantoruas novas por pre(0
coimnodo ; na rua do Itaugel n. 42.
Vende-se una canoa abena de caraira por pre-
co commodo ; para ver no Forlo-do-Matto eslaleiro"
do Jacinlho o para ajustar ua rua da Moeda casa de-
fronte da de n. 9.
Vende-se sement de alface muito nova e de qua-
lidade branca e preta ; ua venda da esquina do largo da
Hoa-Vista, ti. 88.
\a rua do Crespo, loja nova
n. 12 de Jos Joaqun.
da Silva Haya ,
vende-se brim Je puro liuho de quadros c listras de
core o que sao limito proprios para a fesla pelo ba-
ratsimo proco de 720 rs. cada vara ; ricos cortes de
casimiras clsticas para caifas a 6/ c 8/000 rs. cada
corle ; alpaca preta a8(IOe 1#600 rs. o covado ; pannos
finos, preto o do cores, por barato pasco; cortes de col-
lele de velludo sctiiu e gorguean ; tudo por proco ba-
rato assim como um rico sortimento de lencos de seda
para grvalas multo proprios para a festa.
=Vendc-sc un ptimo osor.ivu pardo para o servi-
co de campo : ua rua da Cadoia do Recifc loja n. 20.
= Vende-se cal virgem em nieias barricas, che-
gada prximamente por proco mais commodo do que
oni outra qualquer parte ; na rua da Moeda ariiiazem
n. 15.
Vende-so um sillo enm baslantes arvoredos de
li ni lo pudendo ter-se vaccas solas ; inutis cambos
de pescarlas e sitie ellas una, de que com pouco traba-
lho faz-te um vivoirode mais de mil palmos ; junto da
casalein urna grande salina; e outras conveniencias ,
3ue se mostrars aos pretendenles : a fallar com o Sr.
ornariliuo nos Afogados rua do Motocoloiiib.
Vcndciii-sc 2 bonitos moleques de 10 annos ; 2
mulatinhos da inesina idade ; todos de inulto bonitas fi-
guras : na rua da Cadoia do Rccife venda de Jos Gon-
Valvos Fontes das 10 horas da iiiauhaa at as duas
ds tarde.
= Vende-se farinha de trigo a 70 e 100 n. a libra ;
na rua larga do Rozario n. 39.
-- Vendem-se por preco muitlssiino commodo, os
seguintes trastes, em muito bom uso: urna mesa re-
donda de mcio de sala um par de banquinhas de an-
gico ; urna mesa de Jacaranda; um soph de angico ;
una cama com enxerges e colchct; dous pare de
mangas de vldro pequeas ; um dito de lantoruas ; urna
mesa de Jantar com apparadores ; una mesa de en-
gommar ; una cama de vento com armacao ; um la-
vatorio com a sua competente hacia e jarro; duas ban-
quinhas com gavetas ; um excedente banhelro ; e ou-
tras inuitos arranjos domsticos. Os pretendenles d-
i ijo-ie a esta typographia onde teri as Informarles
ilu dono que em breve desoja rerar-se para fra da
provincia; rasao, por que se desfai chiquillo, que caro
ihe cuslou, e que lio barato pretende vender.
=VenJe se a venda da rua da Aurora, n. 48, bem
afroguezada para a torra e que tem comniodos para
familia com quintal e cacimba ; vende-se com os fun-
dos, que convlerem ao comprador: a tratar na mesma
venda,com Antonio Pcrclra dos Santos.
Joao Jos de Carvalho Moraes
dourados ; 2 candieiros para cima de mesa ; 4 lanlernas
de cristal; 14 quadros com molduras dourads ; urna
mesa de angico para inrio de sala; 1 lavatorio; tudo
quasi novo o por preco itiuito commodo : na rua lar-
ga do Rosario n. 27, aonde foi o botiqiini do falleci-
do Albuquerque.
Na rua Dircita, n. 9,
vendem-se saccascom superior farinha, por preco mais
rasoavel que em outra qualquer parte.
Vendem-se8 pretas de bonitas figuras, de 10 a 25 an-
nos de idade, duas das quacs cosem, e engommo; I mu-
lallnlia de 13 annos, com principio, de costura e engom-
iiiailn ; 3 pretas para todo o servico; 2 moleques, um
delles com principios de cozioha, de nacao e de
boa conducta : no pateo da matriz de S.-Aulonio, n. 4.
O ncontestavelmente baratei-
reiro da rua do Crespo, loja
ii. 5, ao p do arco de S.-
,1 n ton o, vende :
Chitas de soflriveis pannos, lindos padroes, o
covado a.........140, 160, 180 c 200
Ditas muito finas, algumas francezas, ricos de-
senhos, o covado a..........240 c 280
Madapoln, oxoolleiitos qualidades, a vara 160, 180 e 200
Dito muito tiuo, a vara.........
Algodaoztiiho. oxcciicnics qualidades, soll'rivol
largura, a vara...........
Lempos de cambraia arrendados para senhora a.
Dilns de cassa misturados com seda para gr-
valas, a..............
Ditos ditos para niel.ule, a. ...... .
Ditos de sotim lanado, a. ...,'.. .
Cassas suissas com vara de largura, o covado a
Lindeza lingindo muito bem seda, o covado a
Cortes de pello do diabo e gambreoes de tres
ei,vados e meio, a.......... 1,440
Ditos de brins francezes de lindos padroes com
duas varas c urna quarta, a.......
Ditos de casimiras, padroes novos, com tres co-
vados c meio, a...........
Chales de laa c escoceses lingindo merino, a.
Ditos de cambraia bordados, a......r.
Panno fino verde escuro o covado, a. '.
Ditos cor de vinho e azul escuro muito finos o
covado, a.............
Chitas santal de lindas ramagens, o covado a.
Peciuhas de cambraia lisa muito linas, com seis
vara, e meia, a...........
Riscadinhos franceses, lindissimos padroes, o
covado, a............. 240
N. I), diio-se as amostras dcixando penhor.
160
400
400
200
2,240
320
240
2,240
1.800
2,000
1,000
2,000
4,000
200
3,400
) A;AvVA A;A ^kkkM
k\A**+* t%> *M MU
#3
$
AGOA DO JA PAO.
He chegada urna grande porcao destajK^
tao preciosa como til agoa; pois, vendo '^
seu autor, o doutorMornayiConipanhia,
a grande cxlraccao c inmensos efl'eitos ,
que tem prodiizidn nao pode deixar de
continuar. Ksta agoa serve para limpar
a cabeca e amaciar o cabello; evita impi-
"geiis pannos c espiubas ; a clrela o ros-
to amacia a pelle do rosto; e se pode ser-
vir dola para evitar dores no rosto, quan-
do se faz a barba o que inultos j teem
experimentado,e por isso continuo a fazer
uso dola. Vende-se nicamente, na praca
da Independencia, lojas ns. 13 e 15, a 1/000
rs.; assim como outras inultas perfumarlas
e calcadas.
agente, nesta provincia, do contrato do
tabaco rap princeza, de Portugal fnz
publico que se adra a venda o niesmo
rap chegado pelo ultimo navio de Lis-
boa em porcSoea itlallio pelo preco
marcado pelos contratadores de 3s6oo
re. cada bole dinbeiroa vista na rua
da Cadeia do Kecife loju de miudezas,
n. 5r j tanibem se vendem as oitavaa a /to
ris
__Vendem-se 12cadeiras comassento de palhinha;
4 ditas de bracos ; duas banquinhas ; I mesa de meio
de sala ; 1 commoda com pedra em cima tudo de ja-
caranda e goslo moderno ; dous espelhos grandes ,
Vende-se um mnlecote crioulo de 18 annos de
bonita figura meio ofiicial de inarceneiro ; um lindo
nuil iii n lio de 9 anuos, proprio para olTicio ; uina par-
da de 24 anuos de boa figura, com varias habilida-
des ; um escravo de Angola de 26 annos, proprio para
o servico decampo : na rua dasCruzes > n. 22, segundo
andar.
Vende-se tuna lanterna bordada, por6/rs. ; duas
bandejas de bom gosto por 5/ rs. ; um ese ai i ador ,
por 480 rs.; una escada de mau, por 1/600 rs. ; um gar-
rafao por 640 rs ; 20 lampeos novos, por 2/rs. ; nina
cama de vento comleito de taboa por 3/rs. ; una
gamela comprida ,_por 1/600 rs. ; una campanilla, por
4S0 rs. ; um lampro de vldro para escada por 480 rs. ;
una bongala com casino de prata lavrada por- 1/600
rs. : na rua das Larangcirat, n. 2.
\ cuele ni-.e passas ni indas, para fazer podins ; eere-
jas o ameixas seccas ; fcijos ; erviihas ; lentiha ; cham-
panha ; vinho do Porto ; Schcrry ; Madcira ; viuho do
Rhcno ; San le nos ; Clarette, em quartolas c calvas ; di-
to engarrafado a 400 rs. muito bom; superior cognac;
i linio de Jamaica ; arrae ; genebra de Hollanda ; vinho
de Malaga velho, em nielas garrafas ; frascos de todas
as qualidades de fructas da Europa; repolhos conser-
vados ; barris pequeos de caviar, de uina libra ; mus-
anla francesa e ingleza ; Schorry cordial; latas de sal-
mao ; sardinhas; erviihas e mais outras conservas de
prive e carne ; conservas de pepinos e erboilinhos; cor-
veja preta e branca da celebre marca harclay ; azelte
doce superior ; cha ; charutos regala. Estes gneros
sao todos da mellior qualidade e se achao amostras
para os senhores compradores, no arinazeui de Fernan-
do de I.noca na rua do Trapiche n. 34.
As cautelas da lotera da cidade da Victoria achSo-
se de hoje cm diante expostas venda no Aterro-da-
Hoa-Vista. as lojas dos Srs. Cactano Lui/. Ferreira,
n. 46; Tliomaz Perebra de Mattos Estima, n. 54; Leal
& Iriuo, n. 58, e Antonio Ayres de Castro, n. 72 ;
assim como na travessa do Vera,, n. 13, onde os fre-
guezes ai harn scinpre um variado sortimento de bons
Humeros. O pagamento das que sahlro premiadas
na passada lotera do Livramrnlo, contina a ser feito
como d'antes a toda e qualquer hora do dia, sem ex-
ceptu de domingos e dias santos.
Vendctn-se vidros para espelhos ,
de varios tamotibos; ditos para vidiaca.s:
na rua da Cruz, n 10.
CHOCOLATE DK SAUDK.
ATERRO-DA-BOA-VISTA.JA FABRICA DE LICORES,
DE FREDERICO CHAVES, 26 ,
ha sempre um grande sortimento de chocolate de todas
as qualidades Nao se faz preciso dizer as boas quali-
dades, por ser conhecido e por ser bem superior e
ontrn quaesquer, que leeui viudo c que vrriu das ou-
tras provincias do imperio como tamben! da Europa ,
Eorque o niesmo fabricante nao se tem poupado a tra-
adlos para o obter superior a todos os que poetan se
presentar. Os precos das qualidades sao : saude (ca-
nda e baunilhaa 400 rs. ; o chocolate ferruginoso', a
1/000 rs. a libra. Este ultimo se acha agora mu co-
nliccidu e em toda a Europa acha-se mu' vanglorla-
do, porsuas virtudes tnicas; e por este motivo lorna-se
inuilnocessaiio nos paizes quentcs, onde sempre se pa-
decen! as frouxidoes de estomago e nos maos os tni-
cos se loruao indispensavris. a mesma fabrica ha li-
cores de todas as qualidades e de todos os precos com
ricas tarjas dourads, e por preco mais commodo do
que em oulra fabrica ; genebra ago'ardente do reino ,
dita de aniz dita de Franca em caadas ou engarra-
fas vinagre branco c linio multo forte a 400 e 500
rs. a caada ; espirito de vinho de 36 graos.
N. H.=Qucm comprar o chocolate eut arrobas, o obre-
ra mais em conta. *
Vende-se vinho tinto commum, em
quarlolas, pelo bar'atissimo preco de qos
rs. cada urna : na rua da Cruz, n, 10,
Vendem-se sellins inglezes, els-
ticos, lisos e bordados, para monrnria\|e
hornern e senhora : na rua da Scnzalla-
Nova, D. 4i.
Vende-*e um escravo bom para
todo o servico tanto de sitio Como de
padaria por preco commodo : na rua
do Crespo loja n. i5.
Escravos Fu sidos."
= No dia 30 de outubro prximo passado fugio da
casa de Antonio Alves Karboza morador no bairro do
Rccife um escravo de Angola de nome Agoslinho,
alto, seceo, pernas compridas, ps grandes mal fol-
ios e com os dedos arrrganhados gago de nascenra ,
bem parecido cor retinta sem barba ; representa Uj
a 22 anuos ; levsu calcas de algodao da trra e camisa de
rlscado j usada : quem o pegar, leve a seu senhor, que
recompensar generosamente.
Fugio, do engenho Malto-Grosso da freguezia do
Cabo no dia 26 de outubro prximo passado o escra-
vo Joao conhecido por Joao Marceneiro ; he dcste offi-
ci e carpina ; representa 30 annos ; tem olhos grandes,
testa larga bocea grande boleos grossos bons den-
tos pos bem leitos sem nenliiima barba, falla gaga;
foi seguido at trras do eugcuho S.-Estevao onde it
vi-i ilicoii da polieia daquelle lugar que dilo escravo
esleve apoladp all luesmo por uina prela citaiaadi
Hollina r -eos irmos todos estes escravos sao de uinaf
riuva all assislente ; ruja viuva com ditos seus escra-
vos esto dando principio a mudar-se para as partes das
Curcuranas para onde ha auspeitas, que tcuhuo man-
dado o escravo fgido. Roga-sc as autoridades poli-
clacs, capitaes de campo e pessoas particulares, que o
peguera e levem ao dilo engenho, ou na casa do
Ilurgos noRecife, rua Dlreila, n. 29, que scro recoin-
peusados generosamente.
= Fugio, do engenho Gongacari, um preto de mi-
mo Joo -Banana figura ordinaria, crioulo; tcm um i
cicatriz debaixo do ollio esquerdo ; fugio com um ferro
no pescoco : quem o pegar, leve ao dito engenho, ou
no principio do Aterro-dos-Afogados sobrado n. 31.
=s Fugirao do engenho Tapicur ulliiiiaueiitei u
escravos srguinles : Antouio crioulo alto chelo do
coi po pernas e pos grossos com a cutis eurugada, de
calor de ligado do meio da canclla at os dedos : Cae-
tao, alio, chelo do corpo rosto carrrgado bcicus
grossos|. tendo (ao usenlar-se ) urna ferida em ump;
levou camisa e ceroula, de algodao da Ierra: Joanna ,
da mesma altura bem parecida beicos dobrados;
tendo por cima do lombo uns boles procedidos de al.
guias rclhadas c a mo dircita fechada que pouco
abre. Quem os negar, levem ao dilo engenho, ou na rua
do Calinga n. lo, que ser recompensado.
Fugio, na nolte do dia 5 do correnle, um preto de
nome Francisco ; representa ter 38 a 40 annos pouco
maisou menos alio, grosso do corpo denles alvos,
careca na frente da cabeca ; anda adoentado ; levou ca-
misa e comillas de algodao da trra uina caifa de brim
cinzonto, usada,'chapeo de como j velho nin siirio r
nina redo. Este preto j estove fgido bastante tem po
no serlao por isso falla a moda do serian. Roga-se as
authoridades policlaes e capitaes de campo de o a|i-
prolioiideiem o Icvarem a rua da Cruz, no Rccife, n. 52,
que sei,1o bem gratificados.
es Da villa de Qucxerainobim provincia do Ccar ,
fugirao os tres escravos seguintes : Eufrazio pardo, de
36anuos, de boa estatura, cabei;a e cara redondas, den-
les alvos beicos grossos, sobiamollias grandes e largas;
tem no rosto um signal de nin carbnculo, cabello qua-
si sollo ; anda muito apressado ; he sapateiro e tam-
bem trabalha de carpina : Miguel pardo irmo do
cima dito, de 19 annos, bem alvo pernas compridas,
ps grandes, secco do corpo, rosto regular de bonita
figura trabalha de sapateiro : Joao, cabra acaboclado,
de 29 annos, corpolenlo cabello cacheado, bem em-
pernado, cara larga, beicos grossos tientes alvos ; he
muito esperto ; tem um sigua! nos peitos de um ta-
ino, que Ihe derao entende milito do negocio de gado.
Quem os pegar leve a dita villa a entregar a seu se-
nhor, Jos Corroa de Barros ou Jaciuthu Jos de Son-
ta Plnirntel que ser generosamente recompensado :
e sendo porto tiesta praca, a Manuel Joaquim Go mes.
ENIGMAS
PITT0RESC0S.
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A pena faz as revoldcfies, a espada as
desfrucla.
perh. :'na typ. wm.f.df. fajua.184C
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