Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00436


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Full Text
Auno (161840.
Sexta-fe ira 6
wrf
O p/^llIOriMic^-se lodo 01 dim que nao
- m de guarda: < preco daassinnatm-a lia do
4100" rs. P01" Tiarlel' V"?0! adiar/lados. ()<
...inrios dos assignaote 5 inserido a raio
J 10ris or lin**. e yP dilTeren.
7. as ranal'6*' pela metade. O que mo lo-
rt'maisiO'nWJ p^So 80 ris pr liaha, c (80
en. i,Do"durefenie.
PI1ASES DA LA NO MEZ DE NOVEMBRO
PARTIDA DOS COnRRIOS.
Goianna a Paralivha Segundas c SeitM feiras,
llio (irandc do Norte, che-ja mi tillarlas (jairas
ao meio da a parte uas inesmas hora! as
Quintas feiras.
Cali, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Calvo a
M.icryd, no l., II c i I de cada mez.
Garanliuns a Bonita a 10 2 i.
Boa-VistaeFlores a lie !.
Victoria as Quintas feiras .
linda todos os dias.
PREAJKR DE HOJK.
Priineira a 6 h S minutas da manlia.
Seguida a 7 b. 8 minutos da Urde.
DIARIO DE P
de Novembro. Anno XXII. N. MO.
DAS DA SEMANA.
2 Secunda. Commemoraco dos defuntis.
3 Terca. S. Malichlas. Aud. do J. do civ. da I.
f.e do J. de px do t. dist de t.
4 Guara. S. Jcaimieio. Aud. do J. do cW. da
. v e do J. de pat do 2 dist. de l.
a O.iinta. S Filoll.eo. And. do J. deorplwos,
do I. municipal da I. Tara.
8 Sexla. S Severo. Aud. do J. do civ. ili
I. t. a do 1. de pal do I. dist. dr t._
7 Salitrado. S. Florencio. Aud. do J. d cir.
da I. y., e do J de pai do I. dist.eJ. de f
8 Domingo. S. Seveilano eseuscompanheiros,
miityrts.
CAMBIOS NO DA 5DF. NOVEMBRO.
Cambio sobre Londres d. p Ifattt
Paiiliaris por franco.
Lisboa 100% de premio
Dse, de (tras de boas firmal I '/,p. %
OiinOncssliespanlinUs.. 10*000 a
. Modasdc8i00vel. I8200 a
n de 85t00 nov. U/400 a
.i de jjnO.,. 9/100 a
Prnla Palaceida..... IJ9M a
. Pesos columnare. 11990 a
1 Ditos Mexicanos. 1*910 a
lida.......... i|700 a
Acceida Comp. do Itelieribe de 0J000
d.
aomez.
SI1200
10*400
ici.'.no
9>J0i>
/Ofcl)
2*000
l|40
II78H
o par.
EXTERIOR.
FRANQ.
r.uis, 16 ni. si n Muro.
I]a doui dias rspalhnu--se o boato de que urna nota
acerba tinlia sido dirigida prlo gabinete iirIc7. ao nosso
governo, acerca do c.isamento do Sr. duque de Mont-
pensier coiii a infanta D. Mara l.ulza Fernanda,
Iiifonaacdes, que temos todos os dados paT.i crf
como exactas, nos permitiera declarar, que esse boato
nao tem fundamento algum.
_ *. i.u tlda do Sr. duque de Montpensier pira Madrid
** esta definitivamente fixada de 25 a 28 deste niet
S. M. parti fila manhna para T.a-Fcrt-Vidnme,
onde deve passaralg.ins dias eoin sua familia.
O Sr. ministro do interior, da na parle, sabio de Par
boje inesmo para a sua tena de I-agrange. O Sr. conde
Duchatel tetn inlencao de se doinorarnlii un mci.
Eitaicircumstancias provo, que nao reina presente-
mente as allaa reglos do governo preoccupacAr* tiio
grave*) coltio algumas pestoas allictao desuppd-lo.
O governo receben noticias de Madrid, enm dala de
14 de setcnibro.. As cortes tlnho-se reunido de ina-
nha. O ministerio participou-lhes o casamento da rai-
i.lia e oda infanta. A mensagem foi muito beni acolhi-
da. Nomrou-sc nina coiuuiisso para a respnsla. Ella
be toda conquista de memhros amigos do governo. Ma-
drid goza da inais perfeita tranquillidade.
Teem-se Igualmente recebldo eni Pars noticias de
Roma, ati! 8 desle mez. Annulicia-se, que o soberano
pontfice devia assignar, na manlia daquelle da, a dis-
pensa para o casamento da rainlia de Despatilla rom sen
primo, o Infante D. Francisco de Assis. Um crrelo
extraordinanin levara essa dispensa iinmediatamentc a
Madrid, e chegaria provavclmcntc a 17 ou 18 a est ca-
pital.
(Pmu.)
pebnambuco,
AaSEMBLK'A PROVINCIAL.
SESSO F.M 3 DF. NOVEMBRO DE 1840.
MESIDENClA DO SB. SOU7.1 TLIX1 III \.
RECTIFICAIJAO.
O quinto aparte, me ao ultimo dos discursos do Sr.
Aunes Machado, lionlein publicados, deo o Sr. Nctto,
c que se acba na segunda pagina laCiosso n.248, segun-
da columna, linbas 107, foi atsltn prenunciado: Ettrc-
mt(n rfe medo, quando comidero o eitado finanreiro da pro-
vincia.
(Continuacao do numero antecedente.)
Segunda discutido do projecto n.3\, acerca da concluido
da obra do Ihcalropublieo.
O artigo I.* be approvado.
Kntra eni dlseussfio o artigo 2.
O Sr. Carneiro da ('mina : .Sr. presidente, cu suppo-
nbo, que he de grande conveniencia as dlscussoes o
rstabilieer-se de nina manrlra precisa os pontos, eni
<|tte se possa estar de aeeordo, e aqnelles, em que se
possa divergir : referlndo-ine ao projei to eni riiscussSb,
eu estaneJecrrei diversas queatfles, para mostrar, quaes
aquellas, em (|ue combino, e quaes as de que me aparto
jii.mto ao iilineiro .artigo, que j foi votado, e que
na'verdade obracei, por suppr de toda a ulllidade, por
entender ser conveniente e justo oenipiego de nieios
para a concliisiio do tbeatro, nada mais dirri ; porcni
agora, que se acba em dlscuaso o artigo 2., ru me ve-
jo obrigada a apresentar algumas obscrvncoe*, que po-
dein ser tradu/idas como oppsic.o toda a sua dUpo-
6rao.
O Sr. Villela Tarara : Nao be preciso tradnzlr.
O Orador : F.tl anda nao allcl, como he, que se po-
de prevenir isto ?
Maseu diila, que os observacoes, que tenho de faier,
tnlvea fossem olhadas wnio uppnsicao muito directa a
disposicao deste artigo, entretanto que o nao scrao. Diz
o artigo o segulni^ [).
Parecc-nie, (|uc este ai ligo dlspie diversas colisas : a
priineira vnn a ser a concessao dada ao administrador
da provincia, para elle convencional- coiu os accionistas,
sob a condicao da mancira qucjnlgar mais convenien-
te ; a segunda, como eonsequrncia dessa autorisacao,
vem a ser o poder contratar o pagamento das quotas,
que forao por os acuinuistas foruecidas ; o lerceiro pon-
to, ou ideia vetn a ser a de faier cessar a adiuinlstiajao
dos accionistas.
Ora. Sr. presidente, tendo en estabelecido a distinc-
fSo das diversas idelas, que contlnha este artigo, e-
iniltrel acerca de cada urna di lias o met jui:o, ou di-
rri a mancira, por que bel de volar sobre cada urna des-
las ideas.
Quanto a priineira, em que se aulorisa o presidente a
convencional-rom os accionistas, nao terei de (azer-Ihe
opjiosicao, porque supponho, que rrtcena poderes con-
formes nodiri'ito: tanto o administrador da provincia
como os accionistas podem acccilar. ou deixar de aecci-
lar as coudirOes, porque nenliiiina das partes pode a scu
talante impAr sua voni.de oulra, de modo algum.
A segunda idi ia, que veni como condicao do exercicio
lesse dlnitn, be, que se convenciente da mancira, que
for mala conveniente : para cxpllcacao distas ideias, se-
n-i obrigado a feftrlr-me a algumas, que forao dadas
pelos nobres dputados, autores do projecto; que be
esta a matielra mais segura e conveniente para evitar
engaos.
Sr. presidente, nao detejando de modo algum tocar
naseomparacOcs, queteem sido fetas, sobre o estado
actual, sobre o nosso estado passado, neni sobre o lri-
lliante futuro, que pode vii, deisarrl cada un de nos,
e populaco inteira, o formar em sua conscicneia o
sen juio seguro tremendo tralaiei siinples-
nciite da ideias, que tivero os nobres dputados, au-
tiiffrdo projecto, lutorisando o presidente Ao pagamen-
to das quotas adlanladas para a factura do thea.lio mas,
Sr. presidente, sou obligado a pedir liceo
para Hieinlrndtnir indirectamente na discussSo de um
artigo, que tem coin esfe toda referencia, ou antes he
inscparavel dellc ; c he aquello, que anplica como nieios
para pagamento das quotas a fritura das;obras as sobras
\ admiravelnicnte encantadas c encantadoras...
O Sr. Prtiidcntc; Nao est cin discuwo.
O Orador: P.cm : nao inslstlrci nisto, vamos ao mais.
A ultima ideia do artigo aulorisa o presidente a fazer ces-
sar a admlulstracao dos mismos accionistas.
Eu, Sr. presidente, suppondo, como disse, ha pouco,
(pie lauto o administrador da provincia, como os acclo-
vao ser considerados como parles contratantes,
nao pudendo por isso urna mpr outra a sua vonta-
de, sua oplniao, uo drvo snppor o presidente com o
poder de, per si, dissolver, por dlrelto proprlo, o contra-
to ; nem me parece, que a assetubla tenha direito de
autoriiar o presidenle, para que, por scu alvedrip, pos-
sa desazer o contrato feito entre um dos seus anteces-
sores, cuino o chc-fe do poder administrativo, ca coin-
panhia, que com elle linha contratado ; porque reputo
Inconveniente, injusta e pvrigosa inesmo urna tal ideia.
O Sr. Peixotodc Hrilo : Oiioui apresentoii essa ideia ?
O Qmior: Accclto o scu aparte.Esta ideia be a que
resulta do projecto, sol pena de licar como intil a dis-
posleSo, que aqui est consignada.
Agora, Sr presdeme, me permiltira V. F.xc. que di-
ga algnma cousa sobre o nascUnento da coinpanhia do
tbeatro.
F.nlrou ella na empieza, tendo em vista um orcamen-
to de 240 eontos ; compronictteo-se a fornecer o enipres-
limo t 1(10 conlos, para concluir asobeas do theatro,
loco que fosse icconbecido como insulliclenle o produc-
to das loteras ; eparaesso fin foro concedida* rasas
loteras : mas, pouco depois de extrabidns as grlmelras,
esta casa le* coneessoes lao largas, tan ampias e nume-
rosas a diversa inuaiidadcs c confiaras, que quasi mu-
tilisou este recurso.
O Sr. /Virolo rfe Uriln : Isso j foi dito e respondido.
f) (hiulor: Diz o nobre deputado, pie ja fot dito, e
que j foi respondido a verdade nao perde, c antes gar
nba em ser repelida, a ver se cala : e, alem disto, sup-
ponho, Sr. presidente, ter direito pleno para apresentar
quaesquer observacoes, quejulgue necessanas, embo-
ra tenhao sido respondidas essas observacoes, porque o
nobre depu lado fita com o di relio de Ibc nao dar res-
posla alguuia, e com islo me salisfaco.
Compronicttro-sca companbia, como ia cu duendo,
a este sacrificio, sem neiihuma vaiilagnn, po'que era a
emprrza encarada geralmentc cnnio obra lima do pa-
iriollsmo, e nao prometiendo lucros; fizerao o adiauta-
menlo de dinbelros por um prreo, que niiiua se vio no
mercado viio rom grande desgosto r.tiiarei.i-se indi-
tos dos seus eonipanhciros, menos temerarios pie ellos ;
permance.rao no seu posto, dcscnvolvendo louvav 1 des
interrsse, desvelo e ceonomia, c fueran, de nianeiraque
nodadeixa a desejar, urna obra magnifica, que nos en-
soberbece.. .
i'm Sr. Deputado: Com os ditibeiros da provincia.
O Orador: Sini, Senbor, 7.' conlos for5oo*destinados
pela provincia; a quaiilla calculada das loteras devia
render l40 conlos ; pon'm estas quasi nada produzindo,
se v, que a assembla, dando os 7) eontos, o le/, como
um meio de reparo para o mal c prejulzo, que Ihe linha
causado com a concessao de inmensas loteras...
O Sr. A'imc/ Mochado: De maneira que, quem nao
tinha obrigaeo eiilrnu coin 70 conlos, c quem tmba
obrigaco de dar lOO, deo 40.
O Orador: -- A assembla, quando fez essa roneessao
lv entendendo, que ella, por fado sen, linha imitilisa-
do o recurso pronirttido...,
O Sr. Nctlo : Nao, Senbor.
O Sr. A'i/iim alachado : Isso nao be nem subliiea de
aigumeniafao.
O Orador : Sr. presidente, nao posso concluir estas
pequeas observacoes, sem comparar o procedimento
da .isseinblca, ueste caso, coin oque lem lito em nitros ;
eu observo todos os dias esla casa Indulgente para com
os arrematante* < eontrattdore pblicos, e a par deste
procedimento, o emprego de rigor extremo c excessivo
com a adniii.islrajo do tbeatro, que lauto lem bem me-
recido....
O Sr. Joaquim Villela : Os, netos da companbia he
que bao de fazer o tbeatro?
U Orador: Ha de se marcar em julzo ouforadelleo
prazo ; be rsse o irmcdio, e esteaparle do nobre depu-
tado prova preveucao, que nao tem fado, que a justifi-
que.
" Sr. A'uhm alachado: No fado dos 25 conlos.
O Orador: Esse fado tem una explicafau lao na-
tural, que quasi dispensa delesa ; que s'uiienle poderla
elle fazer cargo adininistraco, se essa uo vcssc i on-
veitido, como fe, esses 25 eontos no pagamento de si r
vivos feitos e continuacao delles, e os tivesse consumido
cin objeelos i-r.ti ,iiilins ao inesmo treatro ; mas isto nao
se prova, nem inesiuo se av-ntura.
O Sr. Mcu.ltsda Cunha : Tinbao obrigaco, depois de
fa/.ei em o que lizero, de participar ao presidente os
motivos, porque nao cumprirao aquillo, a que se coni-
proincttlo.
0 Orador: Nao neg a obrigaco de participar as
suas circunstancia* c situaco; crelo, que o fez, c se
nao fez, nao cumpli o que devia, c obrou menos bem.
Sr. presidente, nada mais accrcscentarci a eitf re-
piito, nem inesmo acerca das disposici'ics comidas cm
omos artigo, que m'o prohibe o regiment : res,ivo-
inc para o fazer na tcrcclra disepssao, eiil que, fallar
mais de espaco.
O Sr. Peiiou de Titilo :--Sr. presidente, cu eslava
persuadido, |ue me bavia exprimido nrsta qiieslao
quando o projecto veio a priineira vez discusso, de
Ulna maneira lao clara, que se poderlao dispensaras
observacoes, que acaba de faier o nobre deputado, e
que nao passo de una reproduccao do que j foi dilo
e respondido. [Apoiadoi)
Senhore, eu nao icnho a presunipcao de me expri-
mir com. tanta clareza, que convenca, quando fallo;
mas cheguei a possuir-me desse orgulbo, <|uando tomei
a meu cargo esclarecer lodo o negocio da factura do
theatro, da companhia organisada, de seu procedimen-
to, e da medida, que esla assembla ia lomar, por lucio
do projecto, que se acha eni discusso, e me persuad,
que o nobre deputado eslava inieiimenle de accordo
com as inhibas ideias, porque o vi silencioso durante a
priineira discusso, na qUOl oblive o triuiupho de re-
ceber todo o apelo de un: nosso collega, que se propoz,
nessa occasio, a combater as doiitrinas do projecto ;
agora, poriu, pela inesperada npposlyo do nobre de-
putado vejo, que ootrassao as suas ideias ; e ponjue o
nobre deputado pequeas considcracdc accrcscentou
,- j se bavia expendido, eu nao tenho .outro re-
niedio seno responder-Ule, tocando eni algn pontos,
que multo me bavia reservado de traze-los para a dis-
cusso. '
O nobre deputado bem vio, pie foi opinlo tninha,
pronunciada na casa, e adoptada pela uicsma casa, que,
quando os contratos feitos pelo administrador da pro-
vincia chi coiupanhlas ou particulares, se nSo cum-
piissem, "o eramos noi os competentes para rescindl-
los esta he a opinio da casa....
O.SV. Carneiro da Cunha : tiU houvc alguem, que
nensasse de modo contrario.
()Omdor"":~--Maaopinao da casa foi esla : o nobreixn.
deputado nao se propz, e nem se querra dar ao tra-
balho de provar, que a coinpanhia ciiinprlo com as con-
diertes, a que se siibjeitou, e bem vio o nosso collega,
Sr Dr. los lenlo, confessar, que o contrato estava
rescindido ; portanto ha de eonvir, que vamos fazer a
eoninanhia um favor, que lalve* nao nierecessc ; rapoio-
dn) porque nao cumpli siibiellou : eu todava cstou, que se tenha esta deferen-
cia nara com una coinpanhia, que algiins servicos pres-
ru ; mas, Senhorcs.se o negocio fosse levado coin todo
o rie'or. leria outra marcha.
O nresidente la provincia, logo que reerbeo um pe-
dido da companhia, de 25 a 35 conlos de ris, para com-
,,., da obra, sem que livcssc preenehido o em-
ore o de 100 eontos, achando-se devedora de 08:000/,
devia desde esse momento ter mandado rescindir o con-
trato ; npou/." mu nen, o Kxn, presidente o r.yu-
tio e neiu agora a assembla insiste, para que o faca,
a murarla, o aulorisa para couveiicionar com a com-
panhia o pagamento das |uolas; o que importa utna no-
V"^,.o^oqnemaisheidedize,V para satis
Z. rt.nuladO. Na priineira discusso ine del
salisl'.r/.cr ao
>bre denulailo. Na priineira uiscussao me del ao tra-
a lo d i asinlorinacoos do Sr. engenlie.ro \auth,er,
u "auto pesarn no animo dos nobles dputados, c de
odaaassenilila; e o Sr. deputado se leve bem recor-
dar me O Sr vntl.ier niostrou. que pouco se poda
esperar da coinpanhia, ou quasi nada....
Vm Sr. Deputado:-- F. o contrato
mero entrar ne.taque.tto, potrnt, se o lizesse pro-
va. ia, que elle foi feilu com prejuizodos tnteresses da
P'oSr%ciro da Cunha : -- M ora ie contrato.
O Sr. Mende, daCunka: Contrato icon.no nao he
coiilr.il" : est millo. .
0 Sr. Carneiro da Cunha:- Pore*m que,., o pode deci-
dir sao os tribunaes, nao somos mis.
O Orador:- Senbor deputado. eu cstou persuadido,
que a companhia njei.a qualquer delesa, que se ItMjjre-
tenda f.i/ev..... O nobre deputado anda veto boje lecn-
-gui'cntos
obliga,' ,,
A companhia nao ifni.i.iva, que, quando a assembleo
provincial conerdeo a lotera para o theatro jii linlia con-
cedido outras, e bavia de continuar a excrcer essa facul-
dafle; portanto, se a coinpanhia va, que a concessao d.c
outras loteras podia prejtidicar o rpido andamento da
do theatro, em que linha firmadas todas as suas espe-
ranras, exigate como condicao, que outras se nao con-
cedesseni: e depois, permiti, para la/,, r a vonlade ao
nohredep.ita.lo, que sollresse a companhia mu mal,
que nao previo, com parallaacaO das loteras : nic Ral
ella sulliclente.nenie i.idcinnisad.. com as quotas au-
nuae,, que eoncedeo a assembla, e que lalve excedes-
sem ao producto das lotera, por mais rpido que lossc
o seu andamento? .
Mqun- Stnhoret: I.eia a iiilorina.ao do engenheiro.
(Mirador: .lulgo eseusado repetir Ulna Ir.lua lao
longa ; essa informai-o j se acba l.nprrss^a no jornal da
casa, e foi a resposta, que dei ao que loi referido na casa,
e que boje acaba o nobre deputado de repetir.
O Sr. Carneiro da Cunha: Se foi rrpetican, he por-
que he bello, e eu gusto de repetir o que he bello.
O 0rn/oi-: Pois bem, como insislcni na altura, lere
um tpico da inforiuaco, c igualmente do ollicio da pro-
pria coinpanhia-(/!j.
A vista do que tenho lido escuso continuar na itiscus-
lio ; observando aluda de passagem ao nobre deputado,
que, se elle cnnfessa, que a companhia nenhiiui lucio
espera do capital empregado, no pie cu taanbem con-
cordo, que provriio pode ter aacompanlna cm conservar
esecapllae Improductivos? Senhore, a companbia
acieitai de bom grado as quotas, que adiantoii; e
se nao qulzer,.o contrato sera rescindido; assiin o es-
pero.
OSr. alendada Cunha: Tambein espero, que assim
rja.
Fncerrada a disemino, be o artigo approvado ; c em
seguida lambem o so os arligos 3.", 4." e 5., e o projec-
to em segunda discusso, paiapassar toreen i
Priineira discusso lo projecto n.33, deferlndo a jire-
tenco da amara de Olinda, acerca da oobranca do im-
posto das halanca dos trapiches doRceife.
OSr. -A>o: Sr. presidente, em diversas occasira
triiho-nie levantado nesla casa, para combalcr a pnleii-
cao da cmara de Olinda, relativa ao imposto das cal-
xas, fecose barricas de assucar, pesados na baln, is
do* trapiche* deata cldad.'i cerneada urna dcllas deci-
di a assembla da maneira mais solemne e positiva,
que a arrrradaco desse imposto, incumbida ao presi-
dente da provincia, como parle integrante da receita
provincial, de.de 18:, nao podia ser reclamada por
aqurlla cmara.
Apezar le unta decisdes solemnes, e de numerosos
julg.unentos, proferidos no mesino sentido, em ambas
as Instancias desta provincia, a nobre conunisso de
leglslajo emende, que cmara de Olinda assiste di-
reito para cobrar o mencionado imposto at 1841; 'po-
ca, em que o considero abolido pelo artigo 39 da le
n. 90. tnmpre, pois, Sr. presidente, examinar os fac-
tos, em que se apoia o parecer eni discusso, e verifica,
a exadldo dojuizo da nobre commlsso arespeilo das
leis reguladoras da materia, que ella reputa favoraveis
cmara de Olinda.
Antes de entrar nesse examc, permita V. Exc, que
lere digno de reparo, que a nobre rommissao de
ICglslacfio oflereca bo/e um projecto interpretando, cm
sentido favo.au I inlcnco da cmara de Olinda, as
nesinas lei, cujos autores, ha mais de qualro annos,
duas vezes a iiilerprelro aqui cm sentido absoluta-
mente contrario a ella.
O A'r. Villela Tavaret: Nao apniado.
O Orador:O nobre deputado contesta um faeto.
3ue posso provar com o ai ligo 19 18 da lei provincial
< 10 de malo de 1842, que, regulando a receita da. c-
maras municipae, est concebido nos termos srguin-
tes (If).
Quaetq-Mer oulrai rendas, impailcOei ou laxai, queeile-
j'o na palie de cobrar ; nio podendo a cmara municipal
.. de Olinia arrecadar o importo foAre ni balancat di peaar
aiitttar nos Iraatea. do Rerife, concedido pelas leii anr-
k riort para a receita prnin'nrial; /cando assim inlerpreta-
, doi o arlijos 39 rfu lei n. 90, 21 da lei n. 79, 38 da (i
ti, 87, e ni demaii leis provinciaei reguladora! da rtretU
'a nfima cmara.
Nao sei como. Sr. presidente, depois desta interpre-
laco aiithenlica. dada por quem, mellior do que no,
devia eoiiheeer o espirito da leis interpretadas, have-
inos agora subnielte-las a nova intcrprrtaro, declaran-
do, que l'ol sempre da vonlade dos legisladores da pro-
vincia conceder acamara de Olinda o direito de arre-
cadar o imposto mencionado, que a lei citada de 10 de
inaio indina como applicado a outro fin, c confiado a
diversa aularidade.
O Sr. Villela Tavaret : Nao apolado.
O Orador:O nobre deputado insiste na sua liega-
tiva, e eu nao tenho outrn nielo de justificar ininha as-
ser\o alm do que emprrguri, recorrendo a le, que
em apoio della citei, at qu a casa decida pial de us
tem raso.
Antes de 10 de maio de 1842, a assembba .. .i)ou co-
nheeimento das cxtnrciiri, que sollrio os negociantes
da capital, sendo todos os dias atropellado. Sin lepeti-
las penhoras, requeridas pelos agentes da camurade
Olinda, para haverem a importanoia do imposto refe-
rido ; e, querendn occortVr a este mal com o remedio
conveniente, approvou nina emenda, que, na tesao
de 1841, tivea honra de ofi'erccer, e foi incluida no ar-
tigo 30da le: u. 90, de 5 de maio de 1841, que patsoa
1er (/.' .
As amaras munieipaes cnutinuarad a arrecadar,
u dentro dos seus municipios, os impoilck'S, que Ihcs
ii forao coucedidas pelas leis de orcainrntos anteriores
mo podendoa cmara municipal de Olinda arrceadar mu. -
oimpolo rfa iWnnra* de petar nssuear nos trapirkm du
eidade do Recife.
Ko;rt; Mais, mait....
O Orador : lisse mnit, que attrahio a altcncao do.
nobres deputado, foi dolosamente incluido na emeu-
da, depol.de appiovada eni terceira discusso, e quan-
do, pelo regiment da casa, nao acamis succcptivcl de
alteraeo. NSo sei quem procurou. por meio dessa fal-
silicaco criminosa, neiitraiisar a decalo da assembla,
e proteger os Intcresses los agentes daquella cmara :
poriu posso asseverar o fado, e para prova-lo conve-
nlenlcinente, rogoV. F.xc. se sirva de mandar virda
secrelaiia o livro das actas do anno de 1841. (He ali-
Da acia do dia 10 de abril consta o que acabo de
asseverar nella ic ai-ha n parindo-cagulnta Kotrou
cm discusso o projecto de lei do orf amento : ao arti-
go 38, mandn o Sr. Nello a seguintc iqenda : = Nao
podendoa cmara municipal de Olinda, arreeadar o impon.'
das balancat de petar minear noi trapicha da eidade do fc-
tife. t.Foi approvado coma emenda.
Leudo di'pow a volfoccaa di lei* du dito auno, obsei-
vei a ndulleraco da ininha emenda; e na scsso seguln-
te, alribuiido-a a inctilpavel descuido de quem copiou
oauthographo.qtic foi sanccionado.propnzeaasseniblca
approvou, quasi sem discusso, a seguintc emenda ao
artigo 19 18 da lei n.u 108 de 10 de maio de 1842 nSo
Hidindo a 'cmara municipal deOlinda arrecadar o imposto
tolirc us balancat de pelar assucar nos trapicha do Reeife, con-
elido pelat leu anteriora para a receita provincial ; /cando
assim nterin eludot o artigas, 39 da lei ii.90, 21 da lei n. 79,
88 da Id n. S7, eu deniais leit provine iaa reguladorai da re-
ecita da mama cmara.
Do que acabo de ponderar conhecer V. Ex. que oad-
verbiomuM, que [por algum tempo servio de popto de
apoio s preleiirocs exageradas da cmara de Olinda, e ac-
lualmente serve tan.bciuao parecer da nobre coininisso.
para elleito de considerar, como considerou, aquello Im-
posto incluido na receita da municipalidadc le Olinda
al 1841, nao foi approvado pela casa, e cm essa appro-
vaco de inaiieira algunia pode aulorisar a ii.lerpreta-
aSo dada pela nobre coininlfifia lei de 5 de maio de
1841, pie o conten.
Narrada assim a historia da referida le, releva narrar
tainli. in a do imposto em queslo, capreciar os factoa
e as disposicues legislativas allegadas.
Barta a cmara de Olinda a sua prrtenco ca provisao
do canecillo ultra.ua. ino, que cm 1730,se bem me recor-
d, quando governava esta provincia Hilarte Sodr
l'i ri ira de Tilio, resliluio-lhc a cobranca do imposto da
balanc.i, obrigando-a a fazer as despeza da feU c pro-
i issao do toriio-de-Dcos, c outras declarada na nicsiua
provisao; mas essa base, m considero solida para o
lempo, eni que lomos colonia de Portugal,desappareceo
intclrameiite, desde que nos emancipamos da inetropo-
le, porquantu, com nova forma de governo, adopta-
mos principios diversos para regular as iinposices do
pal*.
Assiin constituido eni 118900 iudependente, o Bra-
sil passou a reger-sc por leis proprias, c se adoptou as
portugurras foi por acto da assembla 1 onsiituinte,
que mandou respeilar, ate que fossem exprcssainen-
te revocadas, nicamente as mencionadas nodecrcto
de 1823.
No artigo 3G*i I da constilulco o poder soberano, de-
clarando privativa da cantata do dputados a iniciativa
sobre os impostos, ac bou com todos quanto, depois de
reunidas as cmara* legislativas, nao fossem assiin de-
cretados, c conseguiuteinente com o das balancas do
trapiche do Ueeife, que nunca passou na cmara tempo-
raria.
Nao lia na collccco das leis geraes urna so, que aulo-
rise a cobranca desse imposto, e a confie acamara de
Olinda ; r, sendo principio regulador dos imposto no
systema constitucional, c invariavelmenie seguido entre
mis, que a excluso de qualquer delles da lei do orea-
nientoimporta asna abollcao, perguntareleu : podr-
sela sustentar a legitimidadc do procedimento da men-
cionada cmara, quando arrecadava, e appllcava a des-
pezas de seu municipio um imposto, que nao tlnha sido
ancado pelo poder legislativo do Brasil t" A resposta he
obvia: nao; decididamente nao.
OSr. Villela Tarara : Sim ; decididamente sim.
O Orador: Seuhorri, onde estou eu, que ouco con-
testar a applicaco de principios consagrados na lei fun-
dami ntaldo imperio?
O ir. Joaquim Villela: Na assembla provincial de
Pcrnambuco.
O Orador: Estou-a desconhecendo, se ella penca co-
mo o nobre deputado, que me deo o priineiro aparte.
O Sr. Villela Tarara : O corpo legislativo saneelonou
esses actos.
O Orador: Mostr o nobre deputado a le, que o*
lancciouou. Eslou persuadido, que nio o conseguir,
porque, na verdade, nao h lei algum a a tal respeito.
Concedo, porcm, que o nobre diputado chegue ades-
cobri-la; mas, devendo os ell'eiios della durar lmente

___


V
>ni i. niuiu i,minee,ro respectivo, nao poma vigorar nli dasincco do arlo adriicional, que, no art. 10 S5.
Dnferin-nn* .-, faruldade de legislar sobre a llxacao las
epr>as prnrlnrtaes o mnnicipaes, e orear os impostos,
com o atino finanreirn respectivo, nao poda vigorar do-
pols riasineco do
con"
de
pira rilas neerssarios. A assembla provincial i
inclino na recelta di cmara de Olinda o imposto das ba-
taneas....
0 Sr.'Miela Tavare: Inclnio.
0 Ornrfor; O nobrc deputado nao cncontra lei al-
guma provincial, que justil,|.io o sen pensamcnt,,,
contra elle acabe, Be llr, ha nouoo. duas, em que a is-
semblo declaran a liuno rcsoluco. eill que sempre
rsirvr, df nunca conMcr aquellc imposto a cmara de
tmida. Outras existen, tamben,, i/ue repeliem seme-
nante prelencao porem, antes de as lr, consiuta a no-
bre commfssSo, que Ibe observe, que a posse, em qne
snppfie cssa cmara, nao lu tilo pacifica, como Ibe pare-
ceo, pois, no relat.irio de 18't?, ella se qneixa da reluc-
tancia dos negociantes, com passo a mostir I,
O rendiiiiento das bataneas de pesar assuoni nos tra-
n piches da cidade do Recife, e dos foros sao os dous ra-
mo, que inainrniente fazrm o patrimonio destaca-
mar porque os inais sao diminutos e proemios
Qiianfu ao primeirn, at o auno prximo passado se
c acharan embargados seus rendimentos pelo avalento
- Manoel Luis da Veiga, pan so pagar do urna quantia
enorme, que, di?, ello, esta cainire llic be devedo-
ra c como elle desistase desta empieza, passou esta
cmara a mandar por em acilvidade a sua cobra n-
delle
sima
rovisao do concelbo ultramarino de 17,10 ll. lembrando ao mesmo lempo, como mel, que Ih
i de dar .i referida cmara faculdade para pareca conveniente para sto se evitar, que o liscal cin-
revalidar a pt
e menos anda
arrecadar o imposto da balanca do trapiche do RecTfei
que est enllocada em municipio estranlio.
Mas o artigo 'I da lei de 4 de miio do 1839 parece do
ilginm maneira Justificar a menean da cmara de 0-
linda, o dispiV o que passo a lr (U).
i Asesinaras conlinuird a recober quaesquer ren-
das, que estejao na posse de cobrar, ainda que dellas
nao se Taca menco nosta lei, qur a cobran? das
. mesmas respoiteao pretrito, qur ao futuro.,,
!'n :'"''" Tarrr" : Para qne mostea este artigo >
U Orador: --Porque quero toroom o nobre deputado,
qualqiier outro ineuibro da casa, urna discussao
(a: be quando apparecc km negociante, a mamlo del
v outros:, dixeiido que nao paga ,em que tin digwissin
aisemblea delibere, etc.
Jiote V. Exc, que at 1836 a asjembla nao hara ain-
a respeto da fixaco dos imposto* necessarios, tanto i
arsprsas provinclaes, como s municipios. Nesse anno
tez-seaprlraelra lei do orcamento, quelbl sanecionada
em Hale junho, e, no art. 3 27 do cap. 2 dola, jo Inclua
na receita provincial, a caigo doprealdente da provin-
. ii. a laxa de IbO rs. por caixa. c40 rs. por fecho de as-
sucar, dando-se, uos artlgos 8 c 9 dossa loi, para a c-
mara do Olinda, cuja recita f,.i nclla tambom regulada,
assim como a das outras cmaras da provincia, as laxas
las passagens dos ros, t das bocetclras c mscalos, que
vcnueiaein no sen municipio.
neo-seao imposto em questao especial deslino na lei
de 11 de junho de 18>, como se inanifcsta do art. 8, que
passo a lr [U '
ii Na mesa das diversas rendas se arrccadar.d lO rs.
.. de cada caixa de assucar, 1 rs. de cada fecho, 40 rs.
no cada sacca de la, que forem exportadas. O pro-
s dari
despezns com o
"Iiw/m.i cobrancas ser applieado di desp
.....''">''' d"i inspectores. Untas, marcas, in'tramcnlos, scr-
i i/,rioff outras despezas, que forcm neceisaiias para o
cjpiWirntedetta repartieo.
IV/.inaisa lei, que acabo
m a i a
CfHICI
su car
cu Id
que acabo do citar, c dispensnu a ca-
de Olinda da abrigarn imposta pela provisao do
llio Ultramarino, pondo a cargo da Inspecclo (lo as-
c algodo as balai^as necess.irias, o deo-lhe a fa-
tde de as estabelecer onde fosse conveniente, como
nifesta do artigo 7, que passo a ler.
stabelecer-se-hSo nos lugares convenientes as ba-
Iflncas, que forem necessarias para posarom-se os vo-
umrs de assucar p algodo, fa/eudo-se marcar, com
tinta nos fardos de laa, e com o ferro abrasado nos vo-
" Hiiurs de assucar, a quantidade e peso dos gneros
envolvidos. '
Ora, arabada nssitn a b.ilaiifa do trapiche do Recife,
que estove outr'ora a cargo da cunara municipal de
""""a.....nnsegiiintonioiite a obrlgacao de pagar o im-
posto laucado pelo gorrino porlugurz sobre as calXU,
quenetla m peaastejn, e destinada a taxa notamente
cslabeleeid.i para o lim indicado, parece fina de duvida,
que nao podia ento arieoadar aquello impoito, que del-
xuii de serronbrinado pelas lela brasileas, a cmara
referida! am cuja reoeita, decretada pela aiaemble'a prt
rlncial, nao figurn elle, figurando outrol xincssa-
inrute declarados.
lie vord.ido, que, de lempos a lempos, a cmara do
uinida acreditava em tuas conut alguraai pareellai in-
significantea, pravanlentea das patadas da* - r ---------.,._ ..u ,. !< i, -,i ,,- -,,.,
traiieae leal, etenho mili robusta conrirra i da fraque-
/Tdosriindanientosdo parecer, que se discute, para oc-
cnltar qualquer disposirao legislativa, que possa vir ao
caso. i
Ao artigo, que acahei de ler, nao devi.ao o nobre fle-
putada e a coniniisso recorrer, se entendem, como af-
lirmao, que desdo a |o de 8 de junho de 1836. e mesmo
5 t%,'*Z*Vn r*,r""<',l concesso feita pela provisao
le I7J0 a cmara de Olinda. Mas. ainda assim, nao me
parece manifesta a ntencSo de eonilrmar-se a arreca-
darao das rendas nao comprehendidas as lels anterio-
res, pois, sobre ser anima a citada lei de 1839, e nao
nroduiir efleiloVilido alm do anno financelro respec-
tivo, nclla, e cm todas as anteriores do orcaineuto mu-
nicipal, a atiemblea, como j tire occasiao de observar,
nao habltoii as cmaras para perceberem imposices
eatranhaa a seus municipios
oi^0"0" 'lnr"" aaperanca, que a approvaeao do art.
I da lei de \ de malo de 1839 fea renaseer no animo, j
fatigado, dos agentes da cmara do Olinda, pois no au-
no snbsoqucnte a aasombla a fes osniorecer de repente,
ln<_-,,ll' As cmaras continuarlo a arrecadar, dentro de leus
a municipios, ai impotirocs, que thes forao concedidas pelas
leis de orcamento anteriores, e que ainda nti forjo iri-n-
(i gadas : nao podendo a cmara municipal de Olinda arre-
- eadar mnis o impnUo das bataneas de pesar assucar nos Ira-
i piches da cidade do feci/e.
O Sr. I.aurenlino : -- Dos sabe qupm concorreo para
sto .' '
O Orador: Concurr en ; c hei de semprc enneor-
rer, para que se tonirui medidas desta ordem, eniquan-
tp tiver assento na casa.
V, pois, V. F.xc. que a asscmblca insiste em negar
as cmaras o dlre'ilo de cobrar Impostas (ora de seus
municipios, o sobretodo nao contemplados as les de
seus ornamentos; clrcumstanclai estas, que concorrem
no caso cm qucslao, sondo que a cmara de Olinda
quer sejiilgm habilitada para percober una mposicao
paga no municipio do llecife, e que nao foi contem-
plada oni nenliuiua loi brasilea eral e provincial. 0
adverbio o, que se cncontra no artigo .'9 da le eita-
aa, tende sido escandalosamente introducido ahi por
niao estranha, como inoatrei, nao serve para apadjti*
libar o parecer rui disriissoo, c contrastar a intensan da
assemhl-i a respi ito da protonro da cmara de Olinda,
como est declarado no artigo l9 18 da lei de 10 de
malo de 1842. onde a niesina assembla interpretou au-
thenlicamentc aquella le e todas as mitras relativas
recolta da cmara de Olinda, da maneira seguinle {l).
(i Quaesquer outras rendas, impnsiroes OU laxas, que
estejao na posse de cobrar; nao podendo acamara
ii munlpal de Olinda arrecadar o imposto sobre as ba-
r laucas de pesar assucar nos trapiches do llecife, ron-
redido pelas leii anteriores pura a receita provincial; f,
pirene todo o cuidado e vigilancia para remover seme-
Ihantc mal, applicando as penas comminadas as pos-
turas aos trangressores.
Mandou-so incumbir Antonio Victorino Gnimaracs
o concert daa casinhas da ribela do pcxe. por a quan-
tia de 320/000 rs., conforme oseu ultimo lanco oflere-
eldo na praca, i|ue se proceden em 28 de agosto.de 184.),
sob as condifes especificadas no respectivo nrcainento;
o fui noinrado o Sr. doutor Aquino para Inspeccionar
a obra.
Foi lido pelo Sr. vereador Cintra um parecer da com-
missio de saiide, relativamente a um odelo do conce-
di de salubridade, eo Sr. presidente resolveo, que nao
poda ser mal admitlido, porque sobradle j tinlia si-
do pprovado mu reqiiireniento na sessao anterior.
nior, Antonio Francisco da Silvelr. n-. .
torlann. Augusto liorgrs, Por', ,g ,% Sj'f'I"s; Vi-
2 dito a entregar : par. os portos d sSU l 'Wo p
te da armada nacional c imperial, Jos Manoii II?"
raes Valle, com 1 escravo, cirure1Q (inl""r'.'le "-
.v,r.,'i^J^d\<:r"^., rfu,j ]e?av0,,;Xrc"n. su-
ma tonelad,.
ni '
I
Antonio M0'.'
Nnuieou-sc para exercer
iiiteiinamente o lugar de|Ro-Grandc-do-Snl
Baha ; i dias. torctlofrntoZgTfii ,
apitao Thomas Kirk, equipagetn 1") em ?.
Calmont k Comnanhia. P ,ei" ,,,tr Ve
Navios tobillos no metm
Una ; hiato brasileiro Ftlit-festino. ca
belro, carga varios gneros. Pawagei a^x?1"
reir, Brasileiro. bc". Antonio Mo-
Maranhao brlguc brasileiro enrfcwrta, canitao I
Joaqun, Alvesda Silva carga v.rto, ge.e"1, Sc
Genova; patacho aardo Providencia, canit-nM.i. .
llch. -carga couros. CapiI,, Marro' 'vo-
cordeador Antonio Rodrigues Sette. ficando adiada
para a sess.lo seguate a uomearo definitiva desse cin-
pregado.
A requerlmento do Sr. doutor Aquino ficou igualmen-
te adiado para a outra sessao o requerlmento de Mar-
cellino Jos Lopes'; c a reqiierimento do Sr. vereador
Barata, licou tambera adiado para a mesina sessao o
parecer dacommissao especial encarregada de confe-
renciar com o inspector de inarinlia e capitao do porto,
acerca de algumas exigencias, que em diversos ofncios
fez o mesnio capitao do porto.
Despacharo-se as peliefles de Antonio Luiz Goncal-
ves Ferreira, Antonio Jos Vieira, Amaro Antonio de
Faria, Antonio Baplista Ferreira, Angelo Custodio dos
Santos, Antonio Carlos Pe re ira de Burgos Ponce de Leo,
Antonio Jnaquim Ferreira de Sampalo, Antonio Jos
Antunes Guimares, Bernardo Lasserre, Caetano da Ro-
cha Percira, Delfino Goncalves Prreira Lima, Francisco
Mari i de Jess, Feliciano Primo de Sonsa, Guilhermc
Pursel, Jos l.'arnciroda Cunha, Jno Manoel de Siquei-,
ra. JoSo Gereinias Duliux, Joan de Frailas Guimares,
Manoel Monteiro, Manoel Joaquim Sil reir, Miguel Ar-
clianjo de Flguelredo, Mara da Conceirao da < un lia
Xavier, Thom Percira Lago. E, eu Joo Jos Ferreira
He Aguiar, secretario a stibscrevi Mello Cavatcanti, pro-
presidente.-- Carneiro Monteiro.-- Cinlra Manoel. Aqui-
no. Ilirata. Horros. Ferreira.
. brigue brasileiro Jqnitir
Antonio Jos dos Res, carga sal e assucar. Pa
ro, Zeferino Franctsco da Silva, c 21 eacravosTeT
Araca.y ; garoupelra brasllelra Bom-Fim, capitio to
rcnfo da Silva Lourern, carga farlnha.
Observarn.
vJpor P'rnnmfifona no I""1 o Para, por sehaver .
morado no Uaranhao mal* do que devla para Cr ai
guns concertos. i "" uter al-
Kal.
- do assim interpretados os artgos, 30 da lei n. 90, 21 da
lei n. 79, 38 da lei n. 87, e ns(temis /cispnviiiciuc rc-
guiadoras da receita da mesma comira.
A Id n. 90 lie a de .> de uiaio de 1841, c a de n. 79 he a
do 4 de malo de 1839.
Parere-nio, portante, demontrado, so nao com a pos-
svel evidencia, ao menos com a de que son capas, que
a SMembla provincial no sd nunca concedi cunara
de Olinda o Imposto das caixas, lechos e barricas de
assucar, mas lambcni, que o reserrou para a recelta
Jl11B10 HE PER\AI1BHC0.
Na assembla, a ordem do da paraasesso de boje
he: "leilura de projoclos c pareceres: primeira dis-
cussao do nrojecton. 35, que revoga o artigo 7." da lei
n. 44, de 12 de junho de 1837, e do n. 23, que ao aire-
matante do imposto de 2#>00 rs. por cabrea de gado
consumido em o municipio do llrcjo, no triennio de
1844-1846, concede o abate da qnarta parte da quantia,
eiu que Importa o prreo da arremata(o em os dous
priueiros annos do mesmo triennio : segundado de n."
37, em que foi refundido o de n.5, que divide em
duas a fregueza dos Afogados. dando nova a deiiomi-
na?o de freguezia da Vanea : o terfcra dos que men-
cionamos em o nosso n." 247, de 4 do crrante.
Jacome Gerardo Marta lumachi de Mello, escrivao da alfa,
deqa delta cidade, lervindo interinamenti de iniBcclor L
virlude da let, le. '""' ""
Faz saber, que, no da 9 do crrante, se lio de arroma
tarnii pra(a publica, pnru datim-m,,. mFlu^
14 barricas vastas, valladas em 6/000 rs.; urna balri d.
carne de porco. con, 4 arrobas, a 4000 rs. a arr.Vn
metai barrica com farlnha de trigo, por 6^000 rs.; um
barrica de bolacha com duas arrobas, a IKJftOrs a ait
roba; urna calxa con, urna arroba de bacalhn' n,
2^i00rs.; 8 libras de banha de porco. por f/2'rP.
duas quartolas vasias, avalladas em 4#l)00 rs.; eautr
barricas de carne com 24 arrobas, a 3/000 a arroo. lu-
do apprehendidoscm despacho pelo guarda Joao Dmiz
o Silva : sondo a arremataeo livrede dircltos.
Alfandega, 4 de novembrn de 1846.
Jacome Cerardo Maria Lumachi de Mello,
Deca raides.
O vapor Pernambucana fecha a mala para os porto,
do Sul (hoje 6j ao indo dia.
VICF.-r.ONSm.AOO PONTIFICIO EM PF.RNAMBTJCO.
Prccisando-!:e saber se existe nesta cidade ou provin-
cia, Saverio Margutti, natural de Sonigallla, empregado
no conmiercio, e de quem sua familia nao recebe noti-
cias desde o anno de 1820, roga-se-lhe, ou na sua falta a
alguem. que o conhorta ou ienlia conherido, e saiba o
ion estado o residencia, quelra vlr declara-lo neste vice-
consnlado, casa n. 16, da ra da Aurora. O encarregada
do rice-consulado Angelo Franciien Carneiro.
-- ,-............. .........ogaveis, iio-
ii..um elteito tein alem da desonoiaro dos volcadores
respectivos, sendo que ella
que ella versa lo simiente sobre ..
appltcacaoda ronda, ouadespeza municipal, o nao so-
bre a receita, que dispensa qualquer approvaeao, por es-
tar decretada por le. y '
A nobre eou.misso, son, duvida, tora reparado na
pa avia omento, rmpregada na lei do 8 do junho, para
cli lia concluir, con. a cunara de Olinda, qiie a assein-
bla provincial entao, uomeatendo asrendaa do muni-
cipio, confimiou a*imposicoes anteriormente conced-
las, eemciija posse estar aquella cmara.
Considero de ponca Importancia para o caso, que nos
oecupa, cssa conclusa,), ja poique os Imnoatoa, como
inateriaa odiosas, nao adinittem interpretaedea seme-
.lianlos, japorque, temi tomado os providencias in-
dicada*, a assembla nao podia rnto tero proposito de
confirmar urna posse, em que nao devia considerar a
amara dr Olinda, nao Ibe havendo urna lei concedido a
snaarrroad.icio.
,Sr- pH'la Tatare : Ento, un, genero nao pode
soflrer dous impostos.
U Orador: At mais de dous : porm he Inditpen-
avel, que sejao laucados por lei, c esta eondicao si
nao rralisarna especie vrteme.
Vojamos agora, se a assembla leve cm vista onerar
as caixas, fechos c barricas de assucar com duas im-
posicuts, eoiiio suppOe o nobre deputado. Consltenlos
as leis posteriores, para mclhor apreciarmos a sua in-
vCOCHO
6 no .ii iiL-o
artigo 40. relativo a renda municipal, deparo ainda t
a palana metilo, qc deooccasiao a prelenco da
mar de Olinda. < ao parecer cm discussao. que a c
s.dorou altend.vel Seempregando-a......836. a asst
bl. a quia confirmar as imposices est.anbas s iois
orcamento, para que usara dola tamben em 18!
quando eslavuo toda revalidadas, e nao bavia urna
posterior le de 8 de junho de 1836, que be a prlmcir
em que se cncontra a palavra auomrafo, empregada '
icspcito da renda municipal ?
Tenho cm maoa lei do orcamento de 18:17, ,
., \TT,Ula a rPC'ila Pro**clal. acho incluido nest;
l..'"l'"*A''d*'c.*'x',-i- fechos e barricas de assucar. No
com
a ca-
si..eroa..cndive. Seen.preVando^Vm'lo^Ta'sso,":
bl, a quia confirmar as imposices estiaubas s bis do
orcamento, para que usara dola tambom em 1837
quando eslaviio toda, revalidadas, r nao bavia urna so
ira,
,.....i a
pal ?
Parece mais rasoavel entender-se, que, expriinindo-
se ass.m a assembla, quiz distinguirs renda consis-
lentes en, impostos, que deven, ser decretadas animal-
mente, da nutra proveniente dos brns patrimoniaos da
cunara, que nao carecen, de autorisaeo nossa para
perinanecerem no patrimonio das cmaras da' pro-
Pete m nos, licar envolta na mesma obscuridade a
verdadera nlcnco da assembla provincial, e a lei do
oican,eiiiodel838, reportando-so, no artigo 39, a do
anno antecedente, quanlo s recoltas provincial e muni-
cipal, deixa subsistir a duvida. Outro tanto nao aconte-
ce cora a de 1839, que, noartigo 37, se exprime da uta
Cira srguinte :
As cmaras muulcipacs continuard a arrecadar,
^.S".!"" unic""'<". as imposices, qne Ibes forao
de 1837 P artlB0, ^ e 4i da lel ^e 9 de J"nh0
,..I0,K.i,,p-0>l5ao da lei citadoda se manifesta, que a
'MU?,\J.t^0i-yeem vl' conceder camara.^mu-
Tei de 9'de ih'ar,''^ <,UL' "llo=0' ""''"nados na
nielle ?il 1837> 'Vm "'"-"-a-la para cobrar
Ora sendo le S^oT'." f "',' ci de 'J,de, >\\!'ha de 'W concebida, co-
Z\m&?*J?nh d'? ,836, d''"" h.coaien-
sembla m,Plavra='a'"o=, be obvio, que a as-
to usci X a"tP"iC t0,"ar '"""'''"ntoda, ,,ue,-
au.arMeO,,dn"tr fJT^"1" d",a c,d"*" a
eaaintcncao ?.'. k d,'c,ardo' !'' ""> "'ve nun-
i a a iiiieucao, que a nobre co
tenefio contraria, aue olla conttaateuieiite repellio.
Antes de concluir o ilion discurso, consiuta V. Ex. ,
que faca um pequeo reparo.
Desde IMS drsapparrtyroo ai duvlda suscitadas com
a liiterpretacoo dada na lei de 10 de malo. A cmara de
Olinda nao rcclainoir contra cssa iuterprriaco ; neiu
hoje pede a lestaiii.uo do imposto, apezar da notoria
rxlguidadc da ronda do sen municipio..... contcnta-ie
con, nina lei. que habilite o cidadao, que arramatou a
CObranca delle em 1840, pa/a venc as causas, que ten,
perdido, o triumphar da reluctancia dos negociaiites,
juetiverau acoragein de allioniai o son icseutimcnto,
fundados as leis do palz___
OSr. Miela Tarares: He por unir, raso multo sim-
ples: porque quer sustentar a f dos contratos, e nao
quer pagar cota outros rendimentos o que he devido a
csse particular.
O Orador: Beni: fiz simples,nonio un, reparo, e
concluo, declarando, que voto coima o parecer cm ds-
cussao.
IV,,do dado a hora,
OSr. Prndenle d.i para orden, do da da sessao so-
l,unte: -- leilura de projoclos o pareceres ; e torecira
discussao dosprojectos do ns. 22, 24, 26, 26, 28, 29c30:
c levanta a sessao (Erio 2 horas o niela da tarde.;
Cmara municipal do Recife.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 2i DE OV-
TL'BRO DE184fi.
PRESIDENCIA DO Sil. MKILO CAVALCANTI.
Presentes os Sis. i iutra, ( arneiro Monteiro. doutor
Hejy, Barros, F.gidio Ferreira, doutor Aquino, c Barata,
que, depois de Juramentado na forma do eatvlo, tomou
assento, abrio-sc a sessao, e foi lida c approvada a acta da
antecedente.
0 M c,curio Ico um oilicu do Em. presdenle da pro-
mcia, exigindo com urgencia urna relacao do numera
de Higos e de oledores, que deo cada urna das fregue-
ziasdeste municipio, tanto na elelcao do auno de 1812
coma na de 44. \landou-se cuinprlr.
Outro, exlgindo urna rolaco nominal dos juizes de
paz e supplenles das freguesas e districtos de pal (les-
te municipio, com declaiacao dos que l achao jura-
mentados. Mandou-se cumplir.
Outro, participando, que mandara fitzer os concertos,
deque prrciaao o caos v Atorro-dos-Afogados, confor-
me i requitifio desta cmara. lnteirada.
Oulro do secretarlo da provincia, remetiendo, de or-
dem rio I.Mu. presidente, um exemplar da falla, que o
mesmo Exni. Sr. recitou assembla legislativa provin-
cial na abertura de su stsaoo ordinaria. lnteirada, e
iiianilou-se archivat
hegou hontem a este porto, procedente dos do Nor-
te, e com 9 dias de viagom, o vapor /Vnmmliuraim.
Por elle recebemos jornaes do Cear, que alcncelo a
31 de oulubio passado, c do Maianho, que por ultima
daia tratera a de 24 do mesmo mes.
Em a primeira dessas provincias nada ha va occorri-
do ,lr extraordinario.
Enia segunda, a Imprenta opposicionista eslava sen-
do perseguida; e os iuimigos polticos do Sr. Angelo Mo-
ni/, prineipi.ivo a ser processados por crnies imagina-
rios, o um delles, o Sr. Cascara, j se achava encarcela-
do, e go/ando de menos coiniiiudidades do que alguns
asssssnns, que, presos, como elle, cu, oquartel de po-
lica, tinho pcrmisso de passear por todo o edificio,
no entretanto que a etse cidadao, que, alen, descrca-
pito da guarda nacional, ten, urna condecoraco, uo
se conceda sahir do quarto, a que o havio recolbdo.
Era grande oprazor, que uianfestavo os Maianhen-
ses pola nomearn do Sr. Fianco de S. a quem snp-
poeni as inolbores ntencrs, e por cuuseguiito a neces-
saria disposirao para reparar ns actos menos justos do
vice-presidrnte, de cujas nios val receber as redeas do
governo.
Entre esses actos, o mais recente, o que mais denota,
que o Sr. Monis, anda metmo nos ltimos momentos
da sua adininisiraro, se nao esquece de dar toda a for-
ca ao partido, que se lign, e que o sustentara, be a
supprossno dos collegios eleltoraos do McaHm, Iguar,
Tutela, S.-llento, Cnroal, Santa-Elena eCiirupu, que
osse Sr. apadrinhando-se con, a disposico do artigo
Avisos mariiirnos.
<>3 da loi de lude agosto desto anuo, c sanente como
fim de dilicnitar aos seus adversarios os ineios de vo-
laren,, decretara por urna portarla de 6 do mes, que a-
caboii
Coirespoiidenci i.
Sr*. Jledartorei. i' a correspondencia, que, sob o no-
nio de Luduvina Emilia do Sacramenta fez imprimir
contra ni ira o Sr. doutor lodosa, attribundo pedo e
Influencia da riquesa a sentonca. que contra a dita Lu-
duvina profer : ponido aoSr. Feitosa essa rloganca no-
bre o generosa, que elle de min, tomou; dou-lhe licen-
a pira dlser impunemente u que aprnuvor ao seu ro-
sentiinento; contciito-nic com appellar para a opinio
publica, com indicar o noinc do met gratuito Inlmfgo,
c/ue to i si,,, i min se n,ostra em menoscabar a minlia rc-
pulaco de magistrado, nica glora, que anhelo.
I.i tamben, a segunda correspondencia do Sr. Feitosa,
impresas no Diario-nova de hontem, em a qual elle de-
clara, que alimenta arrrra de min, ideias. que cu nao sei
apreciar, c be ineu dever agradecer-lhe essa gneros!-
dado, tanto mais quanln quaesquer que sejo.essas ideias,
ellas nao deven, ser incoHtpalivcis com i, concedo, que
na sua primeira corres|.ondenci.i fez elle de uiiiii, coin-
parando-me com o Villefort de Alexandrc I).....,
-- Para Cotinguiba segu viagein nestes dias ,|a su-
mara Flor-do-Angclim : para carga e passageiros trata-
se rom omestre Bernardo de Sonsa, ou com LuizJos
de S Araujo na ra da Cruz, no Recife n. 26.
Para o IMaranho segu viagrm, com hrrvidadr,
a sumaca S.-Crus forrada c eucavilhada de cobre:
quemquirer carregar ou Ir de pasaag n, dirija-sea
Novaos Cnmpanhia ou ao lado do Corpo-Santo, n.Sft.
Para Liverpool sai o vapor inglez. Antelnpe, capitao
O Brieu; deve aqui chegar dos portos do Sul, ate o da
12 do correte, c seguir, depois de 24 horas,sua viagein
para Liverpool : quem qui/.or ir de passagein, procura-
r en, casa do Deane Youle ItC.
Pai i o Itiu-Crande-do-Sul sahir. com brrvidade o
brigui' Tigre: para carga c passageiros trata-s con, o
capitao, ou na ra da Cruz, n. 45, com Nascimeuto ci
Amoriiu.
"Para o Rio-de-Jancirosr-giie em
poneos dias, o litigue nacional Despique;
recebe carga, passageiros e escravos a
frele : trata-se com Machado & Pinheiro,
na rna da Cruz, n. 6o, ou com o capi'o,
Domingos Ilenrirpie Mnfra.
liCifoes.
.....s; lypo,
queoxclue rasas ideias vantajosas, que porventura o
Sr. Enlosa alimenta a ineu rrsprito : don fianraaoSr
doutor Frtosa de que, tranquillo em miiiba COUMlencfa!
anceiro a essa guerra, que ello me declarou
e que nada mais farei do que appellar para a oplnlflo
publica, para ininha enns ieocia, para os meus proprlot
iniinigos, e para o mesino Sr. Feitosa : cilea que me
Joii Tlioma: .Sabuco de Araujo Jnior.
faco justica.
COMMEBCIO.
Outro do procurador, informando o requerlmento de
Jos Vieira da Cunha, relativamente a obra, pie o mej-
11,0 Vieira principiou a fazer na ra do Aterro-da-Boa-
Vlsta. lnteirada.
Outro do ex-cordeador, participando, que, por incon-
venientes, nao Ihe era possivol vir pessoalinriite entre-
gar os objectos, que em seu poder oxistem, tendentes
ao lugar, que rxereco. Encarregou-sc ao porteiro da1
casa para fazer este rrceblmcnto
Outro do fiscal da loa-Vista, informando o requerl-
mrnto de alguns proprietarios inl'crrssados noairua-
inenlo da Soledade. Mandou-se rcmctler cominissao
deedilicacSo, com a planta copiada con, as alleracons
inand idas fazer pelo hxm presidente, cujo ollicio tam-
ben, so roiiicttoo.
Outro do dito fiscal, allegando nao Ihe ser possivol evi.
. tara rontinuaco do lixo. que sccosluina a depositar no
issao Ihe empresta, delbccco da Campia por Irs do acougue daquella regue-
Alfnndeffa.
RENniMENTO DO DIA0. .
DESCinilEII lo HOIE ti.
BrigueArmoriqucniercadorias.
Escuna ingbzaCarolinacarvo.
Briguei'nji'liriu-- fumo.
Adarason Ilowic&C. far. loilo, por ntcrvoiifao
do corretor 01 i vi ira, de grande e variado snrlimrnto de
fazendas inglesas, todas as mais proprtaa do mercado :
hoje, 6 do crrente, as 10 horas da inanha, no seu ar-
mazom, ra da Alfandrgn-Volba.
= I.uiz L. Vatitbier, prximo a retirar-se desta pro-
vincia, f'ar loilo, por ilcrveii9ao do eointor Olivoir.i,
de toda a mobilia de sua casa, cousistlndo en, apara-
dores, mesas do jantar, de jogo, de indo dr tala, espe-
dios grandes, un, ptimo re.logio patente inglez, do cima
de mesa, marquezas, cade i ras, ditas de halando, um
lindo piano, una burra de forro, lauca, vidrns, varias
obras de pr.it i, e outros mudos utensilios assaz necessa-
rios para urna casa : assim como de alguns esclavos de
ambos os sexos : segunda-feira, 0 do crrante, as 10 ho-
ras da manha, na sua casa, ra do Aragiin, n. 12.
* visos (J i versos.
Geral.
Provincial.
CodSlitatlo.
RENDIMFJST0D0DIA5.
. 12:47GyM0|
7.W4C7
451/401
1:189/958
.lloviiuento do Porto.
Naviot entmdoi no dia 5.
Portos do Norte ( con, excopvo do Para); 9 das, e do
ultimo porto 19 horas, vapor brasileiro /Vrnomiurana,
de 240 toneladas, con,manda,,ic Joao Miiitu II, ,n i-
que equipagem 30. Traz a seu bordo : para esta
provincia, Sluiiio llarboza Cordeiro, con, i escravo ,
Antonio Coirtia dcSa, Severino Alves de Caryajho Ju-
Tendo o teneiite-corond I.uiz Antonio Favilla de
seguir para a corle do Ro-de-.laneiio neste primeira
vapor, e uo podendo, pela pressa, ir pcssoalu,ente rece-
ber as ordena de seus amigos; por tal lalta involunta-
ria Ihes pode desculpa, o ollorcce alli o seu preslinio ,
no punco lempo, que hi Iriu a demorarse.
O Sr. de engenlio do (anlo, Antonio Jos deMrlIo
Coelho, que, ha lempos, esereVoo una carta sobre um
mulato de nomo Manoel,que se acha cm seu poder, para
o comprar, pode entender-se com o seuproprosenhor
hoje, Manoel Gomes Caralcantl, o qual be iiioratioreiu
Paquivira, irs do .-r. Liiurencu Cavalcanti, termo da
comarca de Nazarcth
Os abaixo assignados psrticipao ao publico, que
leeni feito sociedade debaixo da linnaCals I, n>aos: sen-
do esta firma encarregada da liquidacfio das exlinctas
firmas Cala, alnc 8t Gals Jnior.
Cali, aini Si Cals Jnior.
Cals Jnior retira-se para a Europa.
Ulna senhora de bon* costo,,,es se offerecc ir pa-
ra qualquer engeho cnsinar meninas lr, escrover,
contar, coser, tanto de a'f.iiato como costuras rhes, e
bordar : quem do seu prestlino se quwei utilisar, an-
nunoie por esta folha, para ser procurado.
Precisa-so de um rapaz de 8 a 12 annos, para caixei-
ro de urna loj no mallo, e promette-se tratar bem : na
ra larga do Rozarlo, botica II, 42.
-- Precisa-se deuin portuguez, que estoja no caso de
soroaixeiro de um engenho. distante dosta oblado 12
legoas : a quem sto convier, dirja-se a loja do Sr. Ma-
noel Concalves da Silva na rna da Caricia doBecife.
Aluga-se urna boa casa no Poco-da-Pandla para
[passaiiiriito dr festa para grande fon,iba : quem a
pretender, dirija-so em Fra-dc-Portas, a tratar com
Manoel da Silva Nevos.
-- Precisa-so de um pequeo de 15 a 16 annos : Ha
venda da ra da Madre-do-lloos, n. 22.
L. L. Vautliier retira-se com sua familia para a
Europa.
Quem annunciou, no dia 17 de oulubro praxlmo pas-
eado, querer comprar um-oculo. dirija-sc ao pateo do
Carino, u.5.
MUTII ADO


>&
_-. Em Ulinda, na do Balde, junto
o Varadouro, loja do sobrarlo do Sr. Joa-
quim Lopes de Almeida, ha urna pessoa,
que se cncarrega de apromptar qualquer
comedoria, ou qualquer qualidade de co-
mer de peixe : as pessoas, que precisa-
re m, podem mandar avisar com nntcrr-
dencia que sero servidas com todo o
osseio e promptidao.
Miguel ilc Oveira Cardozo drixou de ser caixriro.
dos Srs- Victorino & Guimares, desde o dia 5 do cor-
renie.
AUign-np o primeiro andar da casa da ra do A-
moriin, 13, por preco commodo : a Halar na incsuia
ca .. precisa se de una (riada, e de urna ama de leltc :
na ru Formota, enquia da ra riaUnio.
..Nodia 7 do corrcnle, porta do Illm. Sr. doutor
uiidocivel da segunda vara, adorado cnstumr, se
j,ode arrematar por ser a ultima praca, uina mobilia
de Jacaranda, e outros movis, peuhorados a Ludgero
'J'eiifira Lopes, por eiecucao de Avrial Irmbs.
_ Sabbado, 7 do coi rente mei de novembro, as 10
horas do da, se ha de arrematar a armaco e toda a lou-
ca da loja de Antonio Jos Vieira de Soma, por execu-
jiio, que contra este movem lolinstnn l'aier & C; cuja
arreiuataco he felta na mesiia loja. que lie na ra >io
Qneiuiado, n. 32, em presenca do Sr. Dr. juiz do civel da
secunda vara.
TraspassiTo-se as chaves de um dos melhores rma-
meos da ra da Piaia, por sua localidade: a tratar no
mesmo armazcm, n. 2, ou na ra Direila nadarla, n.
Aluga-se a armacao da loja da Boa-
Vista, n. a4 toda envidracada e pro-
priu para qualquer negocio : a tratar na.
ra da Cadeia loja de calcado, de Joao
na ra do Quci-
Luiz.Vianna.
pn-
LIMA,
Sirgueiro, rua 'Nova, n. 2 ,
meiro andar,
prximamente clegado do Rio- jr
de-Janeiro, tem a honra de olTe- Jn
recer aos Srs. oliciaes da guarda Jji
jp nacional e excrcito alguns ohjec- fl
I los pertcncentes a seus uniformes, if
rT sendoestestsdoultimousonaquel- jra
n la corle, a saber: chapeos armados, [W
[T dragonas, bandas, fiadore?, espa- lil
lfl das de ac metal do principe H)
Da-sc dinhelro a juros com penhores de ouroel-fi ... i j i: I-i
prala, e^rbalcin-se sidos c ordenados na nufdoRaii-| rj OB9 COII1 COpO.s rJouradOS tallos, r!
(pj cananas, carteiras, manase col- UT
Tt| dres guarnecidos de galao de ou- j>
p] ro fino, galoes de ouro fiuopa- fcj
J] ra calcas, bonetes e divisas,
irT todas as patentes, botdes para so- Q bre-casacas Invas de camursa }J
p' liranca, etc U mesmo, tendo cor- Jijl
pi respondencia com as primeiras ca- |il
~{ sos do llio-dc Janeiro,esta habili- \u
J^J lado para se incumbir de mandar [h
grl, n. 36, primeiro andar.
Aluga-se a ciarla n. 7, sita na travesa do Montei-
ro : a fallar com Francisco Plres.no A le ro-da-lloa-Vil-
ta, n. 37.
I>rseja-se aliigariiina preta forra.de meia idade, pa-
ra o servico externo e iuteiun de urna casa de pequena
iiiia que seja mullier de bous cnstuincs, e que nao
ande de timao : poder dirigir-se Da ra do Sebo, n.
:(7, casa pegada venda, antes do sitio de Janiia dos
PaSSOS.
AFOJ.LINKA.
A commitso administrativa niarcoii o dia 14 para a
partida do frrente mei; e at o dia 7 para reeeber as
prnpostas de convidados : advertindo, que, depois do
dia marcado nao admitir proposla alguma.
Caudillo Agnstinho de llanos declara que Joao
Xavier da Maya niio he mais seucaixeiro.
Aluga-se um molcquc cozinheiro que eo/inlia o
diario de una casa, e que fai todo o mais servico: quem
o pretender, dlrlja-sea ra Dircila, n. 91, primeiro an-
dar.
-- Precisa-se de uina ama de leile ; na ra do Quei-
niado n. 40.
No dia 4 do corrate foi furtado por uina preta,
do pesclo de uina menina mu cordao grnsso com
uina niocda de prala um buziu e una liga ; ludo en-
castoado em ouro. A quem for oll'erecido o dito roubo,
nide toma-lo c entregar a Manuel Firinino Ferreira, na
travesea do Qucimado n. 3, que gratificar generosa-
mente.
A pessoa, que annuncioii pelo Diaria n. 248 que-
rer comprar a collccco do mesmo Diaria, do me/, de
inaio do anno de J835 querendo ver o que pretende
na inesma collecco em casa de seu proprio dono, para
tirar por cerlidao, pagando 20/rs. dirija-se a roa 01-
reita n. 120 primeiro andar, das (i as S horas da ina-
11Ii.-i.i c das ilua- as quatro da tarde.
Antonio Joao liamos eomprou, por ordem do Rc-
verendissiino Sr. vigario da cldadc da Parahlba Joa-
quim Antonio Marques um billiete de u, 2473 c outro
uni dito de n. 812 da priineira parle da prlmelra lote-
lia da mal i? da i -idade da Victoria; os quaes sao re-
me nidos ao un sino Sr. vigario.
Precisa-se de um pequeo de 14 a 16 anuos para
uina venda e que da mcsina teuha alguma pratica ; na
i na do Aniorini n. 17.
r- 0 Sr. Maiioel Jos Rlbelro queira procurar una
i-arla na ra da Cadeia do Recite loja n. 20.
Arrenda-se, por fesla, o sitio,
foi do fallecido JostCailos Tcixeira
lugar da (Jrtiz-dc-A linas, proprio
grande fuinilia, por lee n:
dos : quemo pretender, dir;jo-se ao mes-
mo sitio, ou ni na da l'mia, n. ni
Precisa-se de um feilor para tomar conta de uin
pequeo sitio na |uacinh.a doCorpo-Santo ,n.66.
-- Arrenda-se, pi la lisia ou por anno e taniliem
c vende por prrio i-oiiiinndo um pequeo sitio na
\ ai lea perl'9 do rio com casa de vivenda bastanic-
1111 -me comiuoda e inuiloarvoirdos fructferos Ma ra
largadoItozario.il 30, priinriro andar se dir quena
l'az qualquer desses negocios.
Precisa-*e de una ama para casa de pouca f.uni-
lia na ra dasTiincheiras loja n. 46. Na mesiia loja
precisa-U alugar una pela.
Aluga-se um sobrado pi.ia se pas-
sara fesla cm Ulinda ladeira do Va-
radouro, defionte de S.-Sebasliao, com
couimodns para urna grande familia ,
quintal murado cacimba, e um parrei-
ral com urna porco de uvas : quem o
pretender, diiija-se-m rclinocao de asan-
car junto ao mesmo sobrado, ou no lle-
ede, na da Cadcia-Velhi 11
ra vir (l,.(|iicll,i corle ludo quanto Ibe jii'
rrj seia encommendado, com a maior iI
p] brevidade e cominodo preco.* f^J
rErJr.'-CiiIrg^
.
Vr#\=r \^r*=r^ i=a
que
1 n.
para
comino-
-- Os Srs. donosde
obras e mestres pedreiros que precisarem de alguns
inalri iaes, como cal branca, dita pela, barro amarello,
dito pelo, afiela lina de Ungir, dita Otossa, telhas, li-
jlos de ladi illm, ditos de alienara batida, dita gros-
sa, lijlo-, de tapamenlo largos, ditos eslreitos, tudo
mais em conta, do que cm oiitxo deposito, queirao diri-
g r-IC ao armazein n. 8, por uelis da rua dcS.-Frjn-
eisco, ou ao arma/.cni 11. 3, defronte da respectiva Or-
dem I'erccira.
Agencia de passaporles.
Na rua do Collegio, 11. 10, e no Atcrro-da-llna-Vista,
loja, n. 48, tiro-se passaporles, tanto para dentro co-
mo para l'iira do impe io; assiui como despachao-se es-
clavos: tudo com brevidade.
Atlciifo!
t^j' Dcsencaminhou-se da casa da
rua ta Cruz n. <), terceiro andar ha-
vera dous inezes, pouco mais ou menos ,
um alfinele de pcilo, de senhora, eneas-
toado em ouro, trabalho de relevo, con-
tendo o retrato de urna menina sentada
cm urna vlmofada de idade de 10 a i3
borzeguins e tonca .
e qualquer pessoa ,
que tenha visto tal alfinele, de o Irazer a
sobredi la cata, que .se dar Ires vezes o
valor do retrato nao se exigindoo ouro,
bem como se guarda segredo. Faz.-se ta-
manho empenho, por assim o exigir a
pessoa a quem elle pertence ; pois para
qualquer oulra he zero.
Precisa-se de una ama d leltc
mado, n. 44.
Na rua de Hortas. sobrado n. 73, primeiro andar,
ensina-se, mquanto durarem as ferias da academia
rhetorica, geographia, c geometra: as pessoas, que qul-
zerem utilisar-se do scu prestimo, podem comparecer
a qii il iin-i lima.
Aluga-se una casa com copiar etrapeira, no lugar
de Sant'Anna, com dous-iiorloi-s e janlim ao lado, a qual
pude servir para dlias familias; tendo aijji'siiia qualro
salas, sete quartos, co/.inhh, corheira e estribara, com
tei reno plantado de eapim, para 11111 eavallo, alin de
algumai arrorea de fructo: os prciendentei dltljlo-ae 1
prara-da lloa-Vista, botica, 11. I), ou a esta typographia,
que se dir quem aluga.
-- Aluga-se, pela fesla 011 por anno, uina casa no lu-
gar do t'axang, do lado do rio e da sombra, com dnas
sa|as, cinco quartos, coziuha fina, lugar para estribarla
e pelos : os pretendentes dirijao-se a praca da Boa-Vis-
ta, botica, 11.6, ou a esta Ivpographia, que se dir quem
aluga.
-- Cedc-se o armazein de carne da rua da Prala n.
27 em multa bom local por ser de esquina e muilo
proprio para venda : a tratar no mesmo armazein.
AO BOM TOM PARISIENSE.
KUANOVA,N.7.
TEMPRTTE ALPAIATE,
tem a honra de participar aos seus Iregueies que dis-
solveo desde o da 15 de setembro do anno passado ,
a socledade que tiiihacom os Srs. Golombie/. & Com*
panhia largando ao mesmo lempo a loja dos sobredi-
tos Srs. As pessoas que o quizerrin favorecer rom a
sua freguejia o acharan na sua loja na rua Nova ,
n. 7. Tem pannos para calcas, colletes e casacas, de to-
das as qualidadcs os mais nuvos ehegados de Pars, e
a collecco dos mais recentes figulinos ; e recebeo 110-
vamente um lindo sorlimenlo de objeclos de luxo e
pnantatla ,de diversas qualidades.
1'fabrica de cbapcos ric sol,
rua do I'usseio-I'ublico, n. ~>.
Joao L011 bet tem a honra de participar ao res-
peiiavcl pfiblieo que acaba de rrceberde Fran-
ca pelos iiltimos navios franceies um bello
sorlimento do ultimo gosto sendo : chapeos de sol ,
para lioinem e senhora de seda lisa, lavrada c furia-
cores com cabos e eastoes milito ricos ; seda de todas
as cores e qualidadcs ; panuinhos entrancados c lisos;
tudo para cubrir chapeos de sol; chapeos de sol de pan-
niiilio de todas as cores para homem com cabos e
casioes reos: tambem roncera os memos, tanto
de homriii como de senhora ; pois tem ludo quanto lie
neerssario para os ditos e promelle milita brevidade.
para faier qualquer concert: tudo por preco com-
modo.
LOTERA Di matriz iu cidadf.
DA VICTORIA. '
Antonio da Silva Gusmiio, thesoureiro desla lotera, faz
ver ao respeltarel juiblico, (|iie, nao leudo sido possivel
fazer andar as rodas da mesiia, no dia 20 do passado ,
como annuiieioii, em rasf.o de existir anda por vei.der
um crescido numero de bilbetes pretende lser an-
dar ditas rodas imprcterivrlmente no dia 7 do crlen-
le mez, no consistorio da igrrja da Coneeico dos Ni-
litares ; e por isso pede aos amadores desle jogo, que,
tendo atti-nrn s rasoes ponderadas no primeiro au-
nando, concorrSo a comprar o restante dos Mlbetes
cerlos de que, se antes do dia, que ora he mareado, se
concluir a venda dos mesinos bilhetes, l.ir.i immedia-
laniente andar as rodas ; assim como assegura aos que
se guardao para compra-tos no dia do andamento, que
nesie da se nao vender um s bilhrle, anda que al-
guns (iqiiem por vender.
T
Compras.
1)0111
rnezrs com meias,
ptevine-se a toda
Compra-se una venda sendo em bdui lugar : de-
fronte da Igreja da Snleiladc n. 2.
Compro-sc eseravns de ambos os sexos : na rua
Nova, leja de ferrageos, 11. 16,
Vendas.
Aos Srs. proprielark
engenhos.
de
5o
AOS SMIS. DK 1.NGKMJOS K A TODAS AS PF.SSOaS ,
OUE liNTKUKSSAKK.M.
O arrematante das alrricrs desle inunii-ipio do Re-
cife previne aos luesinos Srs., que as ancoras que con-
diizem lquidos para vender no dito niuiiieipio devem
sel -ateridas pelo misino aiieiiialanle segundo o arti-
go 13 do regiment das afciicocs.
Precisa-se de dous lavradores em casa do doma-
dor, ou fabricante de candiciros de ga/. na rua No-
va 11. 52.
Preclsa-se de serradores : na serrara da Pontc-
Vfdlia. Na mrsiua serrara eunliniia-se a vender jiiio de
oleo tanto em prancbes como serrado, po-carga ,
amarello e lomo; indo mais em conta do que em ou-
lra qualquer serrara,
CASA DAS AFEBICOKS, RITA DAS LARASGE1-
RAS, !S.2U,
Oarremaiantedasafeiires desle municipio de no-
vo tem a prevenir a quem interrssar que, estando a
tiudar-se o tempo marcado das dius afeiifoes leein
concurrido poucas pessoas ; motivo por que declara ,
que uo se responsabilisa pelos que deixarem de ale-
ir dentro do lempo marcado ; pois que nao he possi-
vi I dar vcncimeiiiii a todos nos ltimos dias.
SOCIEDiDE
MELPOMENENSE.
O conceibo deliberativo faz scienle aoa Srs. socios ,
' que os bUUetcs para o espectculo de sabbado (7)
^principiaos cntrrgar-sehoje na rua da Cadeia lo-
ja n. 8.
()IVeieee-se una ama seeea para casa de pequena
familia, 011 mesmo sem familia, que sabe cozinliar c
eiigoinmar : na rua das Cinco-Pontas, n. 17, ou aunuii-
cic.
Aos Scnliores armadores
e all'ii.iles do dignissiiiio clero avItSo Ciiiimaies -era-
liin & (.' com loja na esquina da rua do Collegio, 11. 5,
que vemlein-se os seguintcs artigos, que se tornan in-
dispensav lis .s suas occupaccs, a saber: volantes 110-
vos, largos e eslreitos, sorlidusju cores ; trina, larga c
estreila ; galoes lingindo os db rerdadero ouro; ditude
palliela com novos riscos, de um qqarto al duas polle-
gadus de largo ; rendas amarrllas, largas e estrellas, de
novos padroes; espiguilha branca e amarella; tlela
de todas as cores; c ha 11111 excelleule sorlimenlo di- se-
lim-papel; caiKbraias lisas c ordinarios ; lilii de lnho
branco, com nina e meia vara de largura; bobine! da
inesma largura; escomilha preta ; sargeliui de indas as
cores, e laiiibeiu pelo ; (isla fazenda be acliainaloi.ida,
finge seda 1 por isso suppre a falta da vei bolina e do vel-
ludillio; panuinhos pelos c cor de rosa ; mitins pelos ;
holland'a pela, parda e branca; frnnquelim pelo; prin-
ccia preta; alpaca; lila branca de patente ; dita preta
inulto superior ; e dita ordinaria.
E bem assim, tambem se vendem cxcellrntes meias
curtas, de liulio, feitas no Porto; babados de lnho, lar-
gos e rstreitos, ao que chamo tranioia, fabricados em
tiiiimai es ; pe^as do verdadero panno de lililao de Alle-
maiilia.com 85 varas, por 12/ rs.: todos os artigos ai-i-
ma annnnelados serfio entregues, a prreos mais mode-
rados posstveis, c podemos asseverar, que por menos al-
guma cousa do que em outra qualquer loja desla ci-
daile. ...
Aluga-se uina casa terrea sita na rua Imperial,
n. 71 ;.uma dila 110 lugar da malla da Torre, propria
para pequea familia nassarll fesla : a tratar na rua es-
treila do Rotarlo n. 43, segundo andar.
__D-se diuheiro a premio com penhores, mesmo
em pequeasquantias ; na rua do Rangrl, n 11.
Precisa se alagar una escrava para servir rm nina
ca: a de pouca familia: na rua da Cadeia do Recife ,
n.50, defronte da rua da Madre-de-lleos, ou iiiuuu-
c'- ,
__0abaixoassignado comoscacliacom precisan d
faier urna viageln a Europa, com a maior brevidade
possivel c nao o possa fazer sem deixar sua casa
desembaracaiki. tanto no activo como no passivo ; por
isso pede encarecidamente a todas os seus devedores
antigos, querpor lemas, obrigaedes ou conta de livro,
que francamente Ihes fou que, no prazo da 30 dias ,
vao saiisfazer seus dbitos alim de nao seren entre-
gues os seus nomes em relajan, para screm cobra-
dos judicialmente ; visto que toda a demora be preju-
dicial ao amiunciante. Momo Ferreira da Coila Braga.
Vendein-se taixas de ferro eoado, moendas de c.-iuna
ira agoa, OU auiuiaes, rodas di lilailas, ciivos, boceas
de fornallia, e mais objeelns 111 eess.11 ios para eiii^enlio ,
por preco eominodo : na ftinOlcfio de ferro de M.' Col*
luiii S (i., na rua do fiiiui no Recife, ni, ( e 8.
Na praca da Independencia, loja deiniudesas, n.
3D, vendeni-si- Invas de pellica, com dedos, para senlici-
ia; (lilas para hoineni; c (lilas de ceda de Indas as cures,
tanto de noineill com de senhora.
Vende-te nina escrava de nacffo, de-24aunns, que
eojinba, lava e engomma multo liem, por .'WO^ rs.; nina
parda, boa ama de casa, de -M anuos, por 320/rs.; Ulna
escrava de 11.11cSo, d. '2.'i anuos, por 250/rs ; um cscravo
liiiin pescador e eanoeiin, poi 3.'ill/ rs.; mu dito de na-
fao, de 23 anuos de idade, por 420/ rs.; un Mediente
predio de dous andares e mirante; duas calas limas,
com suficiente* commodos, em boa ru 1, t que lambepi
lroeo-sr por um sillo perlo da praca; 11111 (los uiellion-s
silios que ha na estrada de Joau-de-liarros, com cli-y in-
te casa, mili bem plantado; um dilo na Casa-Forte eom
boa casi c militas li ucleiras a tratar na rua d'Agoas-
Veriles, 11. 40
-- Vendte sebo do Porto, limito superior, rm Caitas
de arroba, no aiiii.ueni de F. Das F'crrcira, 110 caes da
Atl'audcga.
Vende-te assoalho de Ionio para forro, inals rm conta
do (|iie Clll oulra qualquer pane: passando a ribera,
no armaiein de Joo Salvador, n 23.
Vende-se um cordao grnsso de ourode lei, com tres
voltas, e um relogio tambem de ouro: na rua do lio/ i-
rio larga, n. 2'.),
-- Na praeinha do I.ivramento, loja de fazendas, 11. 40,
de Magalhes 3t Irmo, ha para vender urna porco de
chapi'otde liiassa, muito bous em qualidade, a l/iSllO rs.
cada um.
Vendem-se espadas praleadas para
olitiaes de guarda nacional : na rua No-
va, n. 16.
\ eiiile-se um terreno as tenas, que forao do cn-
i-iilio ila I 01 re, muito periodo rio, por licar na es-
trada, que vem da Passagcni-dc-S.-Anna com 300 pal-
mos de lenle e BOO ditos de fundo com inuilos ps de
cajuelros, e em esquina da outra estrada que vem da
Ponle-de-Ucha pelo preco mais couiiundo possivel
de 2/000 rs. o palmo ; na travrssa da rua da Concordia,
n. 5.
Rap princeza Novo-Lisboa
a ISOOOrs. a libra.
De lodos os raps, que a industria brasilea tem al
liiii'ido, nenliuiii imita inelhor o vrrdadriro ra-
pi- princeva porltiguez do que o intitulado RAPF. PRIN-
I^^BlOVO LISBOA, fabricado im Rio-de-Janeiro, sea.-
do lao perfeila a sua scuicIhanca, que os mais veteranos
tabaquistas o tomao pelo jenuino rape princesa de Lis-
boa.
O deposito desle exccllcntc rap, he no armazein de
Alves Viaiina, rua da Srnzalla-Velha, n. nO;e tambera
se vende nos tres bairros da cid ule : no (lo Recife em
casa do* Srs. Jos Dias da Sllra c Pontes U Sampaio, lo-
jas de ferragens rua da Cadeia-Velba ; no de S -Anto-
nio em casa dos Srs. Antonio Domingos Ferreira rua
do Crespo. 11. 11 ; Joaquim lote I.ody, loja de iniude
sas rua larga do Rosario ; Jos Joaquim da Costa lo-
ja de miudrzas na rua doCabug ; no Aterro-da-Boa-
Vista lojasde miudcas dos Srs. Antonio Ayret de C.i
tro Se Companilla Antajjta i)^ Silva f.uimariies e TI10-
maz Pereir.i de Uaftot F.stima.
Na rua do Crespo loja nova,
n. l!, de Jos Joaquim
da Silva Afaia,
\eude-se 11111 rcslante dos bCDMcredilados cortes de In-
di anas p.u.1 vestidos de senhtVb pelo barato preco de
2/800 rs cada um ; corles da hienda victoria, a 3/600 rs.
cada um; ricas cambraias com Ultras de seda, a0/000 rs.
cada corte; ditos de gosto chines, .1 54ftOO rs. cadatlitt
corte; cassas cJillas para vestidos, a #KM> e 3/500 cad*
corte ; cambraias de quuli os de cores escuras, para ves-
tidos, a 3/500 rs. cada corte; calcinhas para meninas de
suda a 400 rs. cada 11111 par, incias linas para nicuinos,
de differentes tamanhos; e outras umitas fazendas, que-
tudo se vender por preco barato, assim enmo uro resto
das ricas e baratas Linternas com casticaet de linissiiiia
casquinha, e que te vendem por 9, lOc 12 mil ril cada
par.
Livros nova mente ehegados de
Bruxellas e de Pars,de mo-
dernas edieoes, que esloa
venda por mdicos precos,
na livraria da esquina do
Collegio:
Curso de dirrto natural, segundo o estado actual da
seiencia por Ahrens edic.io de 44 1 v. eui 8." ; da
Deiiioeraeia na America, por Tocquevillc ") v. em 12 ;
Sysleiua penitenciario nos Eli idos-Unidos por Hcau-
inoni e loeqneville 2 v. ; Carlas sobre America por
Chevalier 2 v.; Curso de economa poltica pelo mes-
mo 2 v. em 8 u 1811, Tratado de dircito penal, por
I'. Rostj novas edivoes ; Curso de economa poltica,
pelo nicsiiio ediiao de 43 2 v. em oilavo ; Theorlado
cdigo penal, por Chauvrau, edlfio augmentada com
atdoutrinas do prorettor Koitard 4 v., 1843 ; Obras de
l'olhier odicSo Diipin, 8 v. -, Curso de direilo civil ,
porZacbarbr ; os Cinco Cdigos explicados por J. Ro-
gron e comparados com os novos cdigos da Hollan-
da 1846; do Poder palerno marital e tutelar por
Cha rdon 3 v. em 8.*; Curto de dircito civil, por De- _
man te, 3 V em Oilavo; Curso de dircito coiumerclal ,
|ioi-I'ardcssus. nova eilii-ao .' v. em oilavo; Direilo
commcrcial martimo pojrBooJajr-Pttt] .2 v. ; Tratado
da bltra de cambio por l'erril ,' I v em oilavo ; Ma-
nual de direilo cummcreial por llravard ; Direilo ro-
mano pelo incsino ; Sociedades coiiimerciaes, por
Dclangle, I v. ; Historia romana por Niebuhr, trad.
fi anee/a de Colbery 4 v. 1843; Obras completas de
llenlban nova edico, 3 v. grandes cm oilavo ( ven-
de-se o quarto laiubcui separado); Novos cursos de
philosopha e de liiieralura por llecart 1840; Trala-
dotde orithmetlea egeomeu ia por l'ourdon e I.cgen-
dre, I8i(i; Obras entupidas de I.ainarline 1 V. grande
em oilavo ; Obras economico-polit. de .1. H. Say, nova
edico; Obras completas de Michelct,3 v. em oilavo;
Obras polticas de Sismonde e de B. C'onstanl ; Historia
do 1 iinsulado e do imperio por Thicrs ; liede de elo-
quencia jiidiciaria, de errver ; Historia da vida de I.-
Chrilto pelo padre Ligny, riquissinia edeao com nim-
ias estampas; Opsculos Iheologlcos de Muizarclli,
ti v.: Grandezas do cathollclimo d'Aug. Seguier, 2 v. em
oilavo, 1842; Rttudos philosopblcos sobre o christlanis-
1110 por Aug. Nicols 4 v. 1845 obra admiravcl .
apidniJda pelo clerico catliolieo c particularmente
elogiada pelo artel, de Kordeaux em uina pastoral in-
si'ila na obra ; I'.stmos sobre a Inglaterra, por 1*011
l'aueher, 2 v. em oitavo 1845 ; Tendencias pacificas da
soriedade cuiopca por liuraud 1845 ; Associacao das
alfandegas allemes por M. Richeiel, 1 v., ISt!; Et-
tudos sobre os reformadores ou socialistas modernos:,
Saini-Sinion OiM-n e l'ourier por M. Rwbaud nova
edico 2 v. 1841; Seiencias sociars por J. Rey f de
Grenoblej ,'t v. 1842; Krnnoniia social, por Pecqueur,
ni v em oitavo 1842 ; Tratado das provas em direilo
civil c criminal com referencia aos cod. das n.icors, por
llnniiiei, um v. em oil ivo, de mais de700 paginas, 1844;
Curso de direilo publieoe administrativo, porLaferricre
f he o mais rcenle Irabalho sobre esta materia); Obras
de Turgor,, de MalUlUt e d'Ad. Smllh etc. formando
una bibliolhrca do economista novas edieoes enriqui-
cidas de olas extrahidas dos principaes economistas ,
como Mac Culloeh llossi, iilanqiii ele. 1843 a 45;
Obras de Dnmai, nova edico, 4 v. ; Dilogos ou ques-
(oes de direilo, diseusso cabal de todas as quesles
de direilo que sao anda controvertida!, c que se apre-
sento mais frequenli oieiite 110 foro por .1. Coulon ,
3gr. y. em oilavo 1840 ; Explieacoo histrica dos ins-
umios precedida de historiada Icgislaco romana', por
rtolau 3 v. cm oilavo, 1844 ; Curso de legislacjio pe-
nal comparada pelo mesmo 2 v. em oitavo ; Tratado
da aceao publica por Mangln 2.* edico de 44.2 gi os.
v. ; Manual de direilo romano por Maekeldy 1841 1
v. cm oilavo ; Tratado de dircito criminal, por M. llau-
ler 2 v. era oitavo ; Tratado de medicina legal por
Deverglec Sedillol da Buinanidadc e de suas diversas
01 di-ns de civilisaco condicao do progresso social c da
feheidade dos povos na unidade por Honnrlain mu
gr. v. cm oilavo, 1844 ; seiencia poltica fundada sobre
1 telenda do boroein, ou estudodas raeas humanas de-
bai.xo da relocffo philosophica histrica e social por
V. (oiiiiet; Manual de direilo publico i-eclesistico ,
por Diipiu 1845 com os relatorios de Porlalis e os
principios sobre os recursos por excesso de poder, at
cougregaedes seminarios, e o ensino publico a prin-
cipal legislado relativa a polica e ao rgimen dos cul-
tos tos bilis eclesisticos etc.; una clirunologia dos
papas c o catalogo das principaes obras sobre o direi-
lo cannico um v. ; Tratado do governo representa-
tivo por'fh. Descubes em oitavo ; Obras de Carlos
Comi ; Obras jurdico-philosophicas, de Kanl, de Ler-
minier c de Jouliruy ; obras completas de Cicero tra-
ilucciirs france/.as 30 v. em oitavo ; ditas de Platn,
13v. em oitavo liad, de Consin ; Do Aperfelcoamenlo
moral ou dn rducacao de si mesmo por Dcgerand ,
4 v. ; ( tuso de liiieralura antiga e moderna de La-
harpa, 8 v. ; Oracdes fnebres de Roisuel e de Flecgier,
2v. ; o livro sclentifico dos porqus? por D. Levy ,
I843,umv.; Obras de Vctor Cousin, 4 v grandes em
oilavo.
=Vcnde-sc, por negocio mui favoravcl, una olaria no-
va e beni construida, com um pequeo sitio, que est
bem plantado com diversas arvores do pal, e de dir,
leudo barro prximo a inesma otaria, aliu de outras
militas vanlagens para o comprador : quem pretender,
procure 110 lugar do Moulelro ao scu proprielarlo Jos*
Camello do Reg {farros.
Vi nde-se um bonilo sitio na estrada nova do Man-
guiuho para a Soledad*, com casa, jardim cplantaco:
quem o pretender, dirija-te ao mesmo silio, tratar com
t. C. L.
NO ATI-RIlO-DA-II0A-\TSTA LOJA N. 3, DE JOAO
CHAllDON ,
vendem-se muito finas cassasaberlas, de novot padrdes,
para vestidos de senhora ; laplin preto sarja hripa-
nhola para vestidos; llores; filas linas, novas c lin-
das, tanto para chapeos desenhora como para enfeitest
de vestidos ; ricas Invas de seda c de pellica para se-
nhora boas meias usase bertas para dita; chapeos
da ultima moda ehegados agora para senhora ; cha-
peos de sol de seda para homein ; ditos muito ricos ,
para senhora ; lindos e riquissimos chales mantas e
lencos de seda de quadros para dila ; pentes de segu-
rar da ultima moda ; calcos para rspartilhos ; tacos
para botinas de senhora; agulhas francezas mullo fi-
nas de indos os nmeros ; ligas para senhora ; ricaa e
novas perfumaras ; r nutras multas fazendas de gotto e
da moda; ludo chegado ltimamente. Ka inesma loja
vende-se urna rica mesa de costura de charcj verda-
dero rom seus pertence de marfiin.


---------r
Mm

3s
m

T.
Vondem-se loncos de seda riscadinhos fraucozes de bonitos padres pa-
ra vestidos de senhora de cores linas, a '210 rs.
o 'ovado i cortes de cassa-chilas do rlcoi pa-
dres e de cores muito lixas, com 7 varas, a 3/
rs. o corto ; chitas largas fraileras padnVs
muito modernos e de tintas muito linas, a 330rs.
o covado; corles dmelas casimiras, do superio-
ies padres e de.^Ba duraran superior a casi-
mira a 2/400 rdrVcorle ; ricos olales de laa e
seda muito modernos a 3/ 3/500 e 4/1)00
rs. cassas linas, o mals rico possivel de cores
lixas e de ricos padres, a 5/200 rs. o corte ;
panno prcto c de todas as cores c qualidades ;
bretanha eesguiao depuro linho; chlese man-
tas de seda c crep ; astitn como un completo
(orlimento de fazendas linas ; ludo por proco
to em < una ijm- he impossivel a vista da Ca-
lenda o comprador deixar do comprar : na ra
do Queimado nos quatro-cantos casa ama-
relia loja n. 29.
.....Wt&TStW/iK'/SWSffii*
m
Potassa branca,
da mais superior qualidade em
barricas pequeas, e desembarca-
da no da 30 de aposto prxi-
mo passado, venderse por pre-
co commodo : emeasa de L. G.
Ferreira & C.
JNa loja da esquina da ruado Collegio,n. 5,
deuiniaraesSeraiin & C.,
vende-se, alm de um bonito sortimrnto de fazendas ,
por preces bastante moderados, as srguintcs :
Cortes de novas casimiras frjncezas, a 4/000
l'il as (lilas melhores, a......... 6/000
Ditas protas francezas o covado, a 3/000
i' ii.nos, pretos, azues, verdes e de outras cores
dillorentes, desde 2/400 rs. o covado a .12/000
Corles de calcas de pelle do diabo a 1/440
Olales do lia e soda, grandes, a...... 2/TiliO
Lencos de cambraia, guarnecidos a bico, a /640
Limli'zas para vestidos, o covado, a /240
F-srocez.es de laa ealgodo, com xadrez lingindo
seda o covado, a.......... /320
Coi tes de laa e seda pira vestidos a 7/000
Cliita-cassas o corte a........ 2/240
Cortes de colleles de fustao franect, a 1/000
Lencos Tinos para grvala, a....... /400
(raiulc sortimenlo de cha-
pros do Chile.
Na loja n. 3, da ra do Crespo ao p da esquina do
meo de S,-Anloni,>, lia ehegado, enidireitura, um gran-
de sortimenlo de chapeo (lo Chile, novamente man-
dado* vir para a ostaco da fesia ; sito bem mauufaclu-
lados, bein alvos pallia muito igual c preco uiuilo
coinnindo ; vendoni-se tanto a retadlo como em por-
roes grandes. A ellos, portan tu, que a lista esu a
porta
= Vendeni-se modulas de ferro para engenhos de as-
sucar, para vapor, agoa e bostas, de diversos lamanhos,
por proco commodo ; e Igualmente taixas de ferro coado
c balido, do lodos os lamanhos : na lirada do Corpo-San-
U>| n. II, em casa de Me. Cadnont Si Companhia, ou na
ra de Apollo, armazeui, n. 6.
Vollarcle.
Ka esquina da ra do Collegio loja n. 5 de liulma-
.ies Serafn) & Companhia, veiidem-sc carias fraiu ozas,
linas, enlre-finas e ordinarias ; ditas purtiiguezas ; to-
das por proco mais barato di) que em outra qualqucr
parle.
= Vendem-se seis escravos, entre ellos un casal,
bous para o Irabalho de campo ; una piola, de 2(1 an-
uos que engomiua, CMlnba e lava de sabio c varrolla ;
nina dita quecoiinhao diario de una casa c cose
um piolo, do 20 anuos, de nacao, de bonita figura; todos
mu vicios nem achaques : na ra da Concordia pas-
sandoa pontozinha, a direlta, segunda casa terrea,
= Vende-se potassa branca de superior qualidade,
em btrrbl pequeos; em casa de Malhrus Austin i5l
Companhia, na ra da Allandega-Yellia, n. 36.
Vende-se a atmncSo de urna loja ,
feita ao gosto moderno e quasi Indi en-
vidrara.la por commodo preco : a tra-
tar com Tliomnz, marceneiro na ra da
Cadeia de S.-Antonio n. ai.
Superior fardo.
Fardo de Trieste, em har-
neas de o arrobas ; o qual se
recommenda como o mais nutritivo de quautos aqui se
inquinan e por isso o mais proprio para inelhor en-
gordar os cavallot : vende-se noprimeiro armaaem do
caes da Alfandega indo do arco ou cm casa de J. J.
Tasso Jnior.
= Vende-se uina preta de nacao moca ptima co-
zinheira lavadeira de sabiio e quitandeira e que
teui boa figura : na praca da Independencia liviana,
ns. (ie 8, se dir com qiiem se drve Halar.
= O corretor Olivcira lem para vender cobre em fo-
Iha e pregos de dito para forros de navios : os preten-
dentes dirijo-se ao mesmo, ou aos enhores Mcsquita
& Dutra.
Na ra do Crespo, loja nova, n. ia,
de Jos Joaquim da Silva Maya ven-
dem-se ricos chapeos de seda para se-
nliora. cliegados ultimamenle de Franca,
c que sao muito proprios para o lempo de
Testa, tanto por seren de bom gosto,como
jielo diminuto preco, por que seveudem,
Vendem-se livros em branco com
capa de panno feilos em Hamborgo ;
na praca da Independencia livrai a ,
ns. 6 e 8.
Vende-se marmelada em latas ; caixinhas de nias-
sas finas de difl'erentes qualidades ; cera de carnauba ,
tanto em porces como a retadlo ; una canoa de car-
reira, em muito bom uso por preco commodo : na ra
da Cadeia-Velha, n. 2.
Vende-se potassa da Rus
sia, pelo muito mdico pre-
co de ICO rs. a libra; cal vir-
gein de Lisboa chegada no
ultimo navio : no armazein da
ra do Trapiche n. 17.
Rape de Lisboa
Vendc-se este excediente rap na ra larga do Rozario,
n. 24 : alianca-se ser o mais moderno c da inelhor qua-
lidade possivel.
= Vende-se urna liteira nova com os competentes
arrojos ; um apparelhode arreint para dous cavallos ,
COM fcrr.igens tudo novo c ehegado ltimamente da
Franca por proco commodo : no Atcrro-da-Boa-Vista
n.52
EN a ra de Apollo, arroazem
n. I.
vende-se potassa da Russia nova, da fabrica nacional
do Rio-do-Janeiro. Ksta potassa he muito forte e su-
peior a esirangeira, que tem vindo e j tom sido ex-
perimentada por diversos Srs. do engenho que assim
o allirmao. Cal virgem de Lisboa a preco muito bailo.
Vcndem>sc terrenos proprios para
se edificar epara sitios por muito com-
modo preco na nova ra que vai da
Trempe para o Manguinho : a tratar com
Nicolao Gadault no seu sitio na estra-
da to iManguinho.
Vendem-se 8 escravos mocos bons para todo o
i rali illni de campo ; 3 moloques de l(i anuos ; um pre-
tovolho muito forte, por 220/000 rs., bom para tra-
balhar c botar sentido a um sitio ; 6 escravas 1110938;
ilna, (lilas que co/.inho, coseiu rngominio c lavan
roupa; una negrinha de 14 annos, recolhida com
bons principios de habilidades ; iinia parda de 20 an-
uos de bonita figura : na ra do Crespo n. 10 pri-
meiro andar.
Vendem-se 3 lindos moloques de 14 a 18 annos ;
um dito, ile 7 annos ; um pardo de 18 annos, ptimo
liara pagem ; dous pelos sendo um.carreiro e o 011-
troeanoelro ; tres protas sendo U'iia dolas de nacao,
com urna cria de 2 anuos ; um mulalinho, com habi-
lidades ; dilas pardas, urna de 25 anuos c a outra de 15,
com algumas habilidades: na ra do Collegio n. 3,
segundo andar.
Vendem-se dous bonitos moloques de nacao, pro-
prios para pageos 011 ollicio ; duas protas mocas de
20 annos ; sondo una dolas para fura da provincia : na
na larga do Rotarlo voltando para os quarteis n. 24,
primen o andar.
Vendem-se dous bonilos escravos, sendo um de
18 a 20 annos e o oulro de 2 a 30 de todo o servico e
ganhador de ra o que lio ptimo para ariiiazem do
assuear ; na roa larga do Rozario voltando para os
quarteis n 24, primeiro andar.
a Vende-se farinha do araiuta em barriqutnlias
eolia da Baha de superior qualidade por proco coin-
inodo : 110 armazein do Bacelar, defrontc do caes da
Alfandega.
Vendem-se varias obras do 01110, tanto para senho-
ra como para liomoui ; assim como algumas de piala:
na ruado Rangel, n. II.
Vende-se nina dinia de guardanapns de linho ,
por 10j! rs. ; I pluma para oflical superior, por 5/rs. :
na ra do Crespo, loja de iniudezas, n. II.
Vende-se nina tscrava, que cozi-
nlia o diario de urna casa, vende na ra.
compra faz ( muito fiel : no paleo do C'ani.o sobra-
do de um andar, 11. 1G.
=Vcndcm.se3 exemplarcs da excedente obra o Jadeo
Frrante de Mr. Eugenio Sue tradueco folla no Por tu;
.Syuonimia i-himioa 011 nomenclatura amiga c moder-
na dos productos chimicos com a dcscripeo de suas
propriedades obra til a todos os pharuiaceuticos ; a
Industrial l'm Iliense; jornal publicado na cldade do
Porto os dous nmeros j publicados he obra til,
porque (rata de ludo que be industria, agricultura,
artos e roceil.is diversas, com rstampas F.ste jornal
tem tido inulta extraroao ain 1 01 11.gal. .Na ra da> 1 a-
dela do Recife luja de Joao da Cunha Magalhcs. '
Commodidades |>ara a Cesta*
Ha novamente ehegado ao mercado um grande sor-
timrnto dos bem procurados chapos de Chile: seu bciu
manufacturado tecido, Igualdadec alvura da palha, os
lorno assaz recommeudados aos amadores, tanto mais
tendo seut procos mais commodos do que em parte al-
guma. Vendem-se as seguinles lujas : ra do (jucima-
do, loja de niiude/.as, 11. 16 i na ra do Crespo, loja, 11.
3; nada esquina da ra da Cadeia-de-Saulo-Aiitonio,
n. 1, e na praca da Independencia, fabrica de chapeos,
n. 7.
Vende-se sal do Ass a bordo do
brigue nacional Despique, ou na ra do
Cruz,, n. 60, i. andar
Vende-sc farlnhadc trigo da marca SSSF de ra-
niinlio i no caes da Alfandega aruiazem do Bacelar, a
tratar com Manoel da Silva Santos.
=Vendein-se superiores charutos de regala cliega-
dos no vapor Imperador por proco commodo ; na ra
do Trapiche n. 34, terreno andar.
Vendo-se um eseravo crioulo bem parecido ro-
busto de 22 annos sem achaques: na ra do Hospi-
cio 11. 48.
Vende-se um preto moco de nacao para todo o ser-
vico, e por prcro commodo : na ra Direita, n. 18.
Paula Rila de Barros vendo a nai te.que tem na ca-
ta terrea, 11. 2, na ra do S.-Bento em Ol ma : a tra-
tar na nirsnia ra com a annuueiante ou em seu
procurador, Lourenco dos Santos Kradique casa 11. 43.
= Vendc-sc urna pequea parlida de sarca-parrilha,
por preso commodo : a Halar com Firmiuo Jos Flix
da llosa ou no annazein de Fernando Jos Bragucz, na
ra da Cade!.', ao p dn arco da Conceico.
Vende-sc um mappa e olante tudo por mdico
proco : na ra de Agoas-Verdos, 11. 15.
, Yojide-so um par de lanternas novas por preco
commodo ; na ra do Rangel, 11. 42.
Vende-se una canoa abena de carreira por pre-
co commodo ; para ver no Forle-do-Malto eslaleiro
do Jai 'indio o para ajustar ua ra da Mucda casa de-
fronte da de u. 9.
Vendc-se sement de alfacc muito nova e de qua-
lidade branca e preta ; na venda da esquina do largo da
lloa-V'ista, n. 88.
Xa ra do Crespo, loja nova
11. 1*2 de los Joaqun.
da Silva Maya ,
vende-sc brim Je puro linho., de quadros c I istias de
cores e que sao muito proprios para a fcsla polo ba-
ratsimo preco de 720 rs. cada vara ; ricos co^^^B
casimiras elsticas para calcas a 6/ c 8/000 rs.
corte ; alpaca preta a 800 e lfGO rs. o covado ; pannos
linos, preto e decores, por barato proco; cortos de col-
lote de velludo srlini o gorgurao ; ludo por proco ha-
r lo ; assim comnum ricosortuneutii de lencos de seda
para grvalas inulto proprios para a festa.
s=Vende-*c um ptimo eseravo pardo para o trri-
co de campo : na ra da Cadeia do Recife loja n. 20.
= Vendo-se cal virgem em meias barricas, che-
gaila prximamente por preco mais comuiodo do que
cm outra qualqucr parte ; na ra da Moeda arniazcm
n. 15.
" Vende-se um sitio com bastantes arvoredos do
fructo podendo ter-se vaccas sol tas ; multas camboas
de pescarlas e ende ellas nina, de que com pouco traba-
dlo faz-te um viveiro de mais de mil palmos ; junto da
easa tem una grande salina ;. e outras conveniencias ,
que se mostrars aos prctendentes : a fallar com o Sr.
Bernardlnn 110S Afogados ra doMotocolomb.
Vendem-se 2 bonitos moleques de 10 anuos ; 2
muladnhos da mesma idado ; todos de muito bonitas fi-
guras : na ra da Cadeia do Recife, venda de Jos Gon-
c,alves Fontes d as 10 horas da inanha at as duas
ils tarde.
i=Vendc-seum mulalinho de 13 annos ; 1 dito.de
18 annos ; um inoleque de nacao de 18 annos; 3 escra-
vos, entre elles um pardo de 20 annos carrelro ; duas
ngrinlias sendo urna dolas da Costa de 14 a 18 an-
nos ; 3 escravas de naci, mojas que cozinhao e la-
v5o : na ra Direita ,11 3
Vende-se farinha de trigo a 70 c 100 rs. a libra;
na ra larga do Rozario n. 39.
~ Vendem-se por preco muitlssimo commodo o
seguimos trastes, em multo bom uso: una mesa re-
donda de mcio de sala um par de banquinhai de an-
glco ; una mesa de Jacaranda; um soph de ngico ;
nina cania com enxerges e colchet; dous paret de
mangas de vidro pequeas um dito de lanternas ; urna
mesa de jamar com apparadores ; una mesa de en-
gommar ; urna cama de vento, com armacio ; um la-
vatorio com a sua competente bacia e jarro; dual ban-
quinhas com gavetas ; um cxcellente banheiro ; c 011-
tros niuins arranjos domsticos. Os pretendentes di-
rijo-se a esta tyjiographia ,-onde lerifi as Informarles
do dono que em breve desoja redrar-se para fra da
provincia ; rasao, por que se desfai daquillo que caro
Ihc custou, e que to barato pretende vender.
=VenJe se a venda da ra da Aurora, n. 48 bein
afreguezada para a trra c que tem commodos para
familia com quintal c cacimba ; vende-se com os fun-
dos, que conviercm ao comprador : a tratar na mesma
venda,com Antonio Pcrcira dos Santos.
Joao Jos de Carvalho Moraes ,
agente, nesta provincia, do contrato do
tabico rapd princeza, de Portugal fui
publico que se acba a venda o mesmo
rap ehegado pelo ultimo navio de Lis-
boa em porcSo e a retolbo pelo preco
marcado pelos contraladores de 3s'6co
rs. cada bote a dinheiroa vista : na ra
ta Cadeia to Hecife loja de mituiez is,
n. 5lj tambein se vendem as oitavas a 4o
lis
Vendem-se 12cadeiras coniassenlo de palhinlia ;
4 ditas de bracos ; duas hanquiuhas ; 1 mesa de roela
de sala ; I commoda com podra em cima tudo de Ja-
caranda e gosto moderno ; dous espelhos grandes ,
ilourados ; 2candieiros para cima de mesa ; 4 lanternas
de cristal; 14 quadros com molduras domadas ; urna
mesadeangico para molo de sala; I lavatorio; tudo
quasi novo e por proco multo commodo: na ra lar-
ga do Rozario n. 27, aonde foi o [botiqun! do falleci-
do Albuquerque.
a na Direita, n. 9,
vendem-se saccascom superior farinha, por prcc.o mais
rasoavel que em outra qualqucr parle.
, Vendem-se bandas de seda de caixos e franja, fia-
dores de (uno, o adragonas para olliciaes subalternos da
guarda nacional; ludo do ultimo gosto e superior qua-
lidade, ehegado ltimamente d.i Rio-dc-Jatieiro, oque
se vende por preco rasoavel; na ra da Cadcia-do-Rcci-
fo, loja, n. 51.
Vendem-sc8 prrtas de bonitas figuras, de 16 a25an-
nos de dado, duas das quaes cosrro, o eaigonimo; I mu-
latinlia do 13 anuos, com principio, de costura c engoni-
mado ; 3 protas para todo o servico; 2 moleques, um
delles com principios de cozinha, de narao e de
boa conducta: no pateo da matriz de S. -Antonio, n. 4.
Vendem-se ricas sedas brancas lavradas, para ves-
tidos de nnivado; linas compridasde pellica, enfeitadas,
paratenhora; ditas curtas de cores; capellas e guarni-
ces de (loros para vestidos ; bons chapeos de seda para
senhora, rhegados lillimamente de Franca; meias de
laia para padre; sapatos de lustro e bo/teguins para
homern o senhora : e um completo sortimenlo de fazen-
das, por prc^o com.nodo: na eq lina do Cabug, n. II,
junio botica do Sr. Joao Moreira.
-- Vende-sc mu armario com vidr.ica, proprio para
loura ou videos, por 3/200 rs.; una espingarda do espo-
leta eoni todos os portencos por 4/rs ; tres capachos no-
,-os por 1/440 rs.; um escarrador por 480 rs ; un lava-
torio de rosto com bacia o jarro por 3/200 rs ; e mu jo-
go do liamas de abrir por/rs. : na ra das Larangei-
ras, n. 2.
O incoiitestavclmentc baratei-
reiro da ra do Crespo, loja
n. 5, ao p do arco de S.-
Antonio, vende :
Chitas de soflrirris pannos, lindos padres, o
ovado a.........140, 160, 180c 200
Ditas muito finas, algumas france/.as, ricos de-
senlio*, o covado a..........240 e 280
Madapoln, excedentes qualidades, a vara 160, 180 e 200
Dito muito fino, a vara......... 240
Algodozinho, excedentes qualidades, sollrivcl
largura, a vara........... 160
Lencos de cambraia arrendados para senhora a. 400
Ditos do cassa misturados com seda para gr-
valas, a.............. 400
Ditos ditos para metade, a........ 200
Ditos de scliin lavrado, a. ...... 2,240
Cassas suissas com vara de largura, o covado a 320
Lindeza fingindo muito bem seda, o covado a 240
Cortos de pelle do diabo a gao.lirones de tres
Boyados e nieio, a.......... 1,440
Ditos de brins francezes de lindos padres com
duas varas e nina quarta, a....... 2,240
Ditos de casimiras, padres novos, com tres co-
vados e lucio, a........... 1,800
Chales de laa e escoceros lingindo merino, a. 2,000
Ditos de cambraia bordados, a.......1,000
Panno fino verde escuro o covado, a.....2,000
Ditos cor devinho e azul escuro muito finos o
covado, a.............4,000
Chitas sai-aras de lindas i amageos, o covado a. 200
l'ei inlias de cambraia lisa muito linas, cum seis
varas o mola, a...........3,400
Riscadlnhos francezes, liiidissimos padres, o
covado, a............. 240
N. B. do-se as amostras deixando penbor.
NAPE' PRINCIPE
do Rio-de-Janeiro.
Scmprc acharad' os tomantes as casas abaixo designa-
das este superior rap principo do Rln-de-Janern em
libras e indas ditas e lean pro fresco. Torna-so rc-
commendav I lano pelo aroma agradavel e f.icilida-
de, com que destila, como por nao seccar nem ferir o
naria cuiiservando-scsempre fresco na caixa Deposi-
to na ra dn Trapiche n. 34, cscriptorio de Novacs
i Companhia ; ra da Cadeia do Recife lujas de iniu-
dezas dos Srs. J. J. do O, Moraes, J. C. F. Soares Jnior,
Pontes S Mello, Guedes St Mello A. F. Pinto 4 Compa-
nhia e de fazendas de J. da C. Magalhacs c Cunha &
Mnoriiii ; ra do Crespo Henrique A Companhia e An-
tonio Domingues Ferreira; ra doQueimado, loja de
ferragens, de Campos & Aducida de mludcza, de J.
M, da Cruz di Companhia Codcera Si Gulintraca ; ra
do Livramcnto loja de fazendas, do r. C. de Albu une ; ra do Rozarlo loja de iniudezas ,* de Victrln
Moma e venda de J. M. Rodrigues Valenr
praca da Independencia loja deC. G. Hrockeinfciu- e-'
quina da ra do Cabug e lojas de F. J. Duarte e'j r"
da Costa; Aterro-da-lloa-Vista Caetano L, Cor.
T.P. de M. Estima c A. A. de Castro & Companhia; ,,'
ca loja de cera, dcM. F. Rodrigues ; ra do Rozario"
venda n. 43. '
XflQWVRv^,
?o(08>wn V
Novas pechlnchas e de entre ellas sa_
aununcio as seguinles : enrtts de cambraia
com listras de cores a 4/000 rs o corte ; seda
decores de lindos padrfles, para vestidos de
senhora, a 1/000 rs. o. covado ; selins de lis-
tras e quadros de cores de bonitos padrdes ,
para rollete, a 3/000 rs. o corte; casimira mui-
to superior a 1/800 rs. o cavado ; lencos de
seda da India a 1/280 rs. ; divas de seda ,
para senhora a 320 rs. ; meias protas para
meninos, aSOOrs,; lindas de ns. 60 a 120 a
2/500 rs. a libra; pontos lisos, a 1/000 rs. a
duna pecas de fila de retroz com 20 varas ,
a 500 rs. a pera ; assim como urna grande por-
cao de chitas, a 140. 160, 180e 200 rs. e mili-
to finas incluindo algumas francesas a 220 ,
240, 280 300 c 320 rs.
= Vendem-se barricas e meias ditas com farlnh. gj^.
lega muito superior; barricas c meias ditas com cal'
virgem de Lisboa ; barricas com potassa branca c preta;
(echaduras para pona de armazein ; peneiras de rame;
rodas de arcos para barricas; bichas de Hamburgo
tudo por proco commodo : na ra do Vlgario nua-
sem u. 9.
Vendem-se brzerros francezes, de Nantes, de
superior qualidade os melhores que tccni viudo a
este mercado, por atacado ou mesmo em duzias, a
voutade dos compradores por mais barato proco do
que cm outra qualqucr parle : na ra da Cruz, n 20,
WV* KM MM ** VV tVMIM MWWVmi i\\\ tW
AGOA DO JA PAO.
He chegada una grande porriio dosta
to preciosa confo til agoa; pols, vendo
seu autor, o doutor Mornay Si Companhia,
a grande extraccao c iiuiueusos ell'eitos ,
que tem produzido nao pode deixar de
continuar. Ksta agoa serve para limpar
a taboca e amaciar o cabello; evita iuipi-
gens pannos 0 espinhas ; a clareia o ros-
to amacia a pelle do rosto; c se pode ser-
vir della para evitar dores no rosto,-quan-
d(i se faz a barba o que inultos j teem
experimentado,e por isso continan a fazer
uso dola. Vendc-se nicamente, ni praca
da Independencia, lojas ns. 13 e 15, a 1/000
rs.; assim como outras multas perfumaras
c calcados.

i'^
Vendc-se um mnlecote crioulo, de 18 annos, de
bonita figura meio oleial de marceneiro ; um lindo
nuil i ti ii Im de 9 anuos, proprio para ollicio ; urna par-
da de 24 annos de.boa figura, com varias habilida-
des ; um eseravo de Angola de 26 annos, proprio para
o servico de campo : na ra das Crines n. 22, segundo
andar.
Vende-se una Linterna bordada, porGjfrt. ; duas
bandejas de bom gosto, por 5/ rs. ; mu escarrador,
por480 rs.; nina oseada de ui3o, por 1/600 rs. ; um gar-
i alan por 640 rs ; 20 lampones novos, por 2/rs. ; nina
cama de vento comiedo de taboa por 3/rs. ; una
gamela cmprala por 1/100 rs. ; urna rampanhia, por
480 rs. ; mu lampean de vidro para rsrada por 480 rs. ;
una bengala com caslSo de prata laviada por 1/600
rs. : na ra das Larangeiras, n. 2.
Escravos Fgidos.
= No dia 30 de outub'ro prximo passado fugio da
casa de Antonio Alvos Ka i hoza morador no bairro dn
Recife um eseravo de Angola, de nomo Agosiinlio,
alio, seeoo, peinas comprldas ps grandes mal fri-
tos e coin os dedos arregauhados gago de nasrenra ,
bem parecido cor relima sem barba ; reprrsenta 18
a 22 anuos ; levou calcas de algodo da torra e camisa de
riscado j usada : quom o pegar, leve a seu sonhor, que
recompensar generosamente.
Fugio, do engenho Matto-Grnsso da fregneiia do
Cabo, no dia 26 de outubro prximo passado o esera-
vo Joao conhecido por Joo Marceneiro ; he leste olh-
eio e ca pina ; representa 30 anuos ; tem olhos grandes,
testa larga bocea grande beicos grossos bons den-
tes ps bom feitos sem nenhuma barba falla gaga;
foi seguido at torras do engenho S.-Eslevao onde se
veiilieoii da policia daquellc lugar que ddo eseravo
esteve apelado all inrsmo por nina piola chamada
Delliua o seus maos todos estes escravos sao de uns
viuva alli assisiinle ; cuja viuva com ditos seus escra-
vos eslao dando principio a mudar-sr para as parles das
Curcuranas para onde lia suspiKas, que lonhao man-
dado o eseravo fgido, llega sr as autoridades poli-
uiaes, capiles de campo e pessoas particulares, que 0
prguem e levein ao dito engenho ou na casa dn
liiirgns noRecife, ra Direita, n. 29, que scro recom-
pensados gene rosa n ie ille.
= Fugio, do engoiilio Gongarari, um preto, de no-
nio Joo Ha ua na figura ordinaria, crioulo; tom una
cicatriz dobaixo do olho esquei do ; fugio com mu fono
no peseoco : quom o pegar, leve ao dito engenho, ou
no principio do Aterro-dos-Afogados sobrado n. 31.
( un i i un a andar fgido desde o dia 24 de outubro,
o preto Paulo de nco Congo, baixo enrpo delga-
do, cabera grande falla atravessada ; reprsenla 31
annos velo do Rio-do-Peixe. Este eseravo foi com-
prado a Diogo Jos da Costa na roa Nova. Rng
todas as autoridades polkiaese capitos de campo que
o'apprehendao e Itvein ao Recife esquina da Lingocia,
que serio generosamente recompensados.
= Kiighao dn engenho Tapenla ultimameiitei os
escravos seguinles : Antonio, crioulo, alto, cheiodn
corpo pernas e ps grossos com a cutis enrugada, do
calor de figado, do molo da cauclia at os dedos: Cae-
tano, alto, cheio do corpo, rosto car rogado bec"s
grossos'. teudo (ao usenlar-se ) una l'erida em nin p ;
levou camisa e ceroula do algodo da ierra: Joanna ,
da mesma altura hem parecida, lricos doln
(indo por cima do lombo uns botos procedidos de al-
gumas relindas o a mo direita fechada que pouco
abre. Quein os negar, lvem ao dilo engenho, ou narua
do Cabug n. 16, que ser recompensado.
PERN. : Njr TYP. DEM. F. DE FABJA, 184G.


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