Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00427


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Full Text
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1
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I*
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'...
JV 9 108.
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A NNoSin i3i o.


FRECQ DA ASS1GNATRA
* ...... c- v

640 /e^/s POf ji/jst-s:


IARIO
.
DE




i
-.
!
m -A-
P ERJYMMB UCO.
*

HQJE QUARTA FgRA 21 D MAJO DE 1828
S. Man$o M.
Preamar as 10 horas e 7 minutos da manha
CORRESPONDENCIAS.
Sr. Redactor.
V
C
Les hommes les plus supreficich
omtoujours t les plus prompto
prendre parti contra moi
J.J.R.
'/.
V
0MO oshomens se enfeiticao por
tu do quauto he maravilhoso ; vou dar
j>arte de huiu acontecimento, sem duvi-
da digno dos lempos, nao dos turbo-
lentos romanos, mas daquelles em que
resplandecas os coritos de hir da Euro-
pa ao Japa em duas horas, e maifli-
g'eiros quejas aguias seretornavao ao pri-
! ineiro lugar, sement coin huma leve i-
dca do acontecido. Em hum.da que por
falta de reminiscencia nao perca, qundo
influa no met fsico toda a forca do ineu
temperamento, ao ponto de cahir na mi-
santropa, perto das oito horas da tarde,
sarhi lora do povoado dsta Cidade, e
\encamin}iei me ao aterro dos afogados,
A la clara, que escurecia as scintillau-
tes maquinas celestes : huma virajao a-
tnena : o mornosile'ncio da uoute convi-
da va s mais serias contemplaces, inda
aquailcs espiritos quena tem hum pen-
> dor para concentraren! se. Tomo assen*
to debaixo de huma arvore no centro do
aterro; e apoianuo a miuha cabera so-
bre o bra^o direito comecei a contem-
plaras Grandezas de Dos no universo,
e o.quanto a malicia humana tem coope-
rado paria, se nao conhecerem os princi-
pios inaltraveis do seu Auctor. A m-
nha_ imagiacao me levou rpidamente
as quatro partes do mundo. 'u va o
imperio dos Mcdas, a liberdade da Gre-
cia, o poder dos Persas, o gigantesco e f
supersticioso Egypto, a pasente capital
outra hora de hum povo foqte e guerrei-
ro, agora cabera do rebanho do Hroe
do Glgotha. Quando me aproximara
ao tomo do pensar, deviso junto a mitin
hum vulto altiamagro evultb em huma
capa cinzenta. Estermeei, e qasi dou
hum grito. Apenas balbuciava, 01190
huma vos, que diz ; nao temas. Soce-
g*ue : e interrogo o aspecto; que per-
tendeis de inim ? Elle me responden :
nada, que te seja nocivo: quero que to-
mes nova forma, e levar-te a regiao da
Azia. para conheceresos homens, e ve-
res corn os teus proprios olhos o quauto
he susceptivel o ente racional, classe, a
que pertences, (piando se trata da srdi-
da conveniencia. Como pode isso ser
( he refornei ) seeu nao son da seita de
Pytagoras, que crea na transmigruca *'
Anima te : nao recees, e tem coufiauca.
Suspendeu-rue pelo* cabellos, e ellevou-
me pela vasta campia eth(rea. Nao
tiuha passado dous minutos que sent



I 442 3
materia debaixo das mirillas plantas. n-
ter rogo u-me o meu conductor-: sentes
algum cancho nesla loriga viagem ? Eti
lhe respond, quiera impossivel tsn ta
curto espado estar fatigado Pois bem:
tu ests no cii do bado tormentoso.,
Oiha para o oriente, e reconbece a cos-k
la da Cairara, notavel pelos naufragios
dos Almeidas, e Sepulvedas: Vede o ca-
bo das crrenfes, rios dos reis, e dos si-
riaes, Mozambique, c fronteira a esta, e
a os rios e cabo a de Madagascar, Qui-
loa'j Mombassa, e M el inda Mogador, o
reino de Adel, e .. >. Nao posso alcancar
com a minhaVista tao longeva extensao,
( lhe dice ) : ao que esfregando as mi-
nhas palpebras avistei toda a immensi-
#dade da co*ta desigual at a Tartaria
grande, e para a parte do oriente a Chi-
nesa. Ves ( eontinuou ) o extenso reino
de Mogol, e a costa de Malabar ? Siiii
\ejo, lhe toruei. Pois pausada a costa,
e prximo ao reino ( prosegue* ) est a
Cidade de Madab no reino de cambaia,
onde pettendo descobrir o q.ne tu tanto
desejas. Dictas estas 'pala,'vras de novo
me suspende, e com a mesmff rapidez
fomossulcanao a aLobeda celrste; e com
pouca defferensade tempo, ionio adtscer,
e pizar solida materia. Era o rochedo
- da celebre fortaleza de Dio.
Ests quasiao termino datua viajem,
mas primeiro. ( diz o genio que me
conduzia) recorda as meroranda* faca-
nhas dos Portuguezes, quaudo por ob-
dicncia ao sen legitimo \\\3 e amor da
Patria, izerap escurecer a> dos inacedo-
nios, e romanos, coevos dos Cesares, e
Trujanos. Aqui se eternizaras os Hei-
lores, os Noronlias, os Cas tros, e Mas-
carenhas; nao obstante este tao gallar-
do Capitao alcancar defendendo estator
taleza hum perene renome ; foi pe (ido
na mi Patria, vendendo-a a hum re es-
rangeiro. Qiiem poderia ere lo, qne
esse tao prudente capitn e valerosa sol-
dado fgee hum dos que por srdida
conveniencia havia de chamar o sceptro. .
de ferro contra os seus coucidadaos, que
lhe ajudarao arrancar as palmas do lu-
> dio Quanto melhor lhe fra ter sido se-
pultado depois das suas extraordinarias
aeces, que deixar no cabo da vida'hum
nome odioso taes como os Coriolanos, os
P t'# os S. M. ..., c outros de exa-
\
cranda memoria. Nao foi destes pari-
cidas que falln o lirio do Lacio:
Justum, el tenacem propositi virum
JYon civium ardor prava jubentium,
JSon vulltts instantes tyrani
Mente quatit solida.... (1 )
Perpara te pa/a o final de boje, que
est'elugado o momento de seres em
Madaba.\ Dicto, e feito ta grimpa o
torreao do palacete do grao Cacique de
Mnfoma. Por entre a fonda do tecto de
huma salla ricamente aderezada aogos-
fo asitico, devisei huma meza q-uadri-
1 -nga coberta de panno verde bordada
de prata, com tcese cadeiras de encost,
e a da cabeceira era sun.ptuosa, com h
docel de seda n alisa da de varias cores,
e bordada de fio de o uro com duas bor-
las, que deixavao cahir das peras fios de
perolas e rubins engastados em lino ou-
ro ; e no encost tinha o retrato de iVia-
famede como o alcorao na ma, e htima
pomba sobre o hombro direito : nasou-
tras tinha varios emblemas ana lagos a
esta infame, e leviana seia ; como a a-
lamp^da de Mecca, o alfange, o tmu-
lo, &c. Cbfegar os tresse que'devia
oceupar ^estes assentos de vestidos tala-
res, alguns negros com varios matises,
e outros de cores di versas; e turbantes
de-grande- custo, e tomarao os seus lu-
gares depois que chegou a cabeceira da
mesa o gram Cacique.
Estiverao hum pouco silenciosos, e
fazendo huma profunda reverencia o
Presidente Aiilou uestes termos. Sao pau-
sados dose scalos e seis anuos, que o
nosso Santo Profeta pela persigoi^a dos
seus inimigns fugio de Mecca para Me-
dina. Neste ta longo espaco tein tri-
HHMMH .M^.BOMiaB^ m MMMM. B^*
( 1 ) A varad justo, e na tensa* constante
J\'em do pavo o ardor, o mal ordena,
Nem do tytanno, que insta, torvo aspecto
Do firme pcito abala,
r
Por Elpino Duriense e cr-Garcao :
O constante Varo, que justo, c firme
Da dijfkil Virtude segu os passos,
O pesado semblante do Tyranno
J\"uo temr, ntto estranha.
O: 5. a Virt f



i


I 443
>J
unido as r^als ds vezes a sua dotitrina
desde huma pequea parte d' A frica at
a remotas plagas do oriente, e leria
conservado ta conoide-aveis conquistas
se huma verdadeira religiao nao tivesse
rprogrcdido logo qu foi trazida peios
* Poi h'guezes com pezar dos nossos cor-
religiosos; mais terin'-irios sofrilo se hou-
vesse hum sistema tal como o homeiu
Dos estabeleccu, e nao tivessemos cris-
taos tido diversas opinioes acerba da sua
religia, e queso tem o seo D^os na bo-
ca, nao reinando nocorfrca, (2) nateri;
do huma perfeita tolerancia, forcaudo os
p-nsamaUos }>or ineio dos castigos i-
nairJitos.
Ta santas doutrinas Tora o esqeci-
das* pela srdida fcenveniencia de aU
guns ministros do santuario, que trafi-
eava com a religia como se 'era cam-
peche, ou srdido tabaco, mercanca de
canto contrabando ( 1 ) He por esta can*
s;\ que bouveaf) as guerras do imperio
com o saceidocio; a >eparacao de cente-
rares de povos da igreja perda bein digna
de la neniar se nao s pelo saligue que
se derramcu como pelas consequencias
de tal separaca. Tem-se es pal hado po-
lm a pouco iubh de hum seeulo huma
abundancia de iuzes p lo universo, que
muito lento, e com uem fundamentadas
rasoes, que de todo nao acabern as nos-
sas tahas doutrinas. Compre por tanto
quem deseja o sen bem estar ueste mun-
do, formar huma iuivm sociedade para
embrutecer mais os espiritos (se he sus-
ceptive) de maicr gru de bruteza) para
nao chegarem as luzes aquelles a quem
convem adormecer no erro. O invehi
do amriam para adormentar os sentidos,
fui obra primorosa, que muita honrada
ao seu.auctor, e muito proveitoso para
os seus fina. Continuara pregar, e im-
por graves penas a todos que pertende-
rem outros li\rosquc nao seja o alcora,
lie o que nos convem por agora. Quem
nao ve nao .deseja ; e quem nao le nao
sabe, nois a sapiencia nao vern por jus-
piracao. .
Dando fim a esta arenga pedio a pa-
lavra o que e-tava no ultimo lugar: ma-
gro, travesso, cas taces se assemelhavao
' ---------------------------------"-
( 2 ) Historia gsral de Portugal por Mr.
de La jOlede tora 8
( 3 ) fiiln : Ely :
zf lagosta. Sendo Ihe consedida, -fleu
principio a sua fulla pela maieira se-
guinte: nao posso tolerar, (jue se me-
" poscabe a reliffia que professamos iw-
culeando-a de falsa, quando todas os
bous musulmauos tem protostado inor-
. jer pelo grande Profeta, e sua lei. O
\ presidente interrompendo o ; o'argnio
lptla falta de consideraca, e de.mais,
i .que hum iiho das Maldivas criado na
i >scuridadr, sem tero mais mnimo co-
ithecimento nao s do cocia tos governos, ordem natural a
ii ato reza, mais do que hemais comezi-
nho, nao cumprja se nao obdecer, e nao
querer entrar na espinhosa aualiseda re-
liriao verdadeira. Seiamos vigilantes
(continuou) para os nossos interesses, c
a maneira dos pedantes formemos socie-
dades, nao con o titulo de apostlicos
por ser incompetente, mas com odema-
amedistas para destus nos orovir con-
veniencia. Estaba leca,o-se correspon-
dencias para todas as parts, inda mes-
ino para a America se ueste paiz existi-
r m rnouros para poder progredir o bel
prazer dos francezes. Segredo, unia,
e constancia que nao poder fa I liar nos-
so plano. Tens (me dice o genio) co-
nheeido quaes sao as vistas dos teus se-
milliantes : agora vou restituir-te ao lu-
gar de onde te arrebatei; e guando mis-
tes for en. te farei ti'ausplantar a entras
Cidades para teres huma completa ntel-
ligencia, e mais proposito sobre as du-
vidas (jue tinhasde haverem apostlicos,
que nrdem a ruina das sociedades, e des-'
crdito dos Monarcas, fasendo acredita-
vel. que os juramentos sao como outras
quaes qiur palavras, que a poltica as
dosolve quando a conveniencia urge:
porem acautela-te. que os que estabele-
cem taes principios, desacreditando os
Mona*chas sao seus inimigos, e se por
dograca houvejuem postergo os seus
juramentos, ha outros que mui escrupu-
losamente os guarda, e fielmente os
cumprem, A priineira viagem,ser a Fran-
ca, quando esses apostatas fizoreni osen.
club magno, onde se tratar da eoires-
pondencia para o Brasil em geral; e pa*
ra os que ia cstao mais prximos. Aca-
bou de fallar, o segu.ndo-meoutra vez
nos cabellos, senti l;:im abalo, tal se To-
ra tocado pela maquina elctrica, e vi-
mc no lugar que tiuliu cscolludo pura as


L 444 ]
minhas medtacoes. Apenas me vi res-
tituido ao terreno domeu domicilio, pro-
curei a minha habitacao, aonde passei o
resto da noite e todo o dia subsequente
em huma profunda madorna, e pascados
outros passei a transcrever este aconte-
c ment, que peco, Sr. Redactor o trans-,
creva no seu peridico sem ocunho da
iut'allibilidade.
Seu respeitador
Epamin&ndas Pernambuca.no,
Sf. Redactor.
Li e reli a Carta doSr. Cartuxo inxi-
ridaem o seo Diario N. c105 e por mais
que trabalhasse a ver se nella meta o
dente, quero dizer, se a entenda, ja-
mis pude; nao* querendo porein ficar
em jejum, isto lie 6car sem entende-la,
por que temi ca para mim, que tem em
si couzas boas, suspeita esta, que tanto
tnais se augmenta, quanto eu desconfio,
que he.de num certo snjeito alto baixo,
magro e gordo a quem as ms Jiugoas
talvez chamassem em algum tempo, hu-
mas vezes republicano, e outras corenn-
da, mas nasei se coin rasad, rogo a Vm.
que como mais instruido do que eu, te-
lilla a bondade de a traduzir em Portu-
guez, ja que por iufelicidade minha nao
fallo/nem traduso lingoa estrangeira,
no que me far hum grande favor, e tal-
vez a maisalguem. Sou Sr. Redactor

Seo Venerador e Criado
Hum Barbadinho.
NUNCIOS.

I C=3" Na lista dos premios da Lotera
do Seminario de Ohnda devem notarle
as seguintes erratas com snas emendas,
levidas a impressa Nos premios de
98600 rs. N. 287 depois de 986 de-
ve ler-se 987 e o N. 3i)53 de-
ve.ler-se 3063 Nos premios maio-
res o'N. 2986 deve ler-se 2985^-
Finalmente no plano da 3.a Lotera fal-
ta o artigo que se deve subtender 20
Bilhetes a 20g000 rs. 40OJO0O
2 Alluga-se o 2f e 3. andar do so-
brado da ra c|o Livramento, quem
o pertender dirija-se'a caza|D. 10, detraje
a Matriz da Boa vista, que achara com
nem tratar.
; 3 Leilao que prtendem fazer EmT
Jlicoil & Boilleau no dia Sexta feira 23
do correte, ra da Cniz N. Q 60 as 10
horas da m uih de ferragens boas e en-
te r.r ijadas,
Espelhos de capa de papel,
Agoa de Cologue,
Tinta para esc rever,
Comiiiodas e Secretarias de maogno,
Mezas para jantar de nogueira,
Chapeos de junco para homens,
Calcas de lascado,
Carnizas de paoinho,
Botis para homem,
Chitas &c.
4 Segu viagem ateo 1. de Junho a
Sumaca S. Joze Viajante M. Bernardo
Joze Ferreira, quem nmesma quizer
earregar, ou hir de passagem podem^se
dirigir ao seu agente aqui Joa Vieira*
Lima, ou ao mesmo Mestre.
5 Na ra da Lapa no Armazem de Tilo-
mas de Aquino Tavares ha barricas de
bacaiho de marca defogo e muito boa
qualidade por 6$0 rs. o quintal, papel
aimacodai.a sorte, caixas piquenas e
graneles de superior aletria, e macarrao,
paiosde Lisboa em barris pequeos de 8
duzias, e uniros com 6 duzias, bom pre-
zunto] de lamego, bariis grandes com
azeitonas pipas de vinlio do Estreito de
superior qualidade que tudo vende mui-
to em conta.
6 Quem percizar de huma ama muito
abil para todo o arranjo de huma caza
capaz, boa eos tu reir, engomadeira, e
cozinha sofriveimente, dirjase ao Re-
cife ra da cacimba sobrado N. 12 de-
fronte do assougue, a donde mora a dita
ama.
7 Quem quizer comprar quartollas
muito boas para azeite de carrea pato e
por pre^o muito cmodo, dirija-se a Lo*
je de baus nefroute da Cadeia que la a-
ehar com quem tratar.
0 *
i
r
PERN. NA TYP. DO DIARIO RA DIREITA N. = 267


Full Text
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