Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00403


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Full Text
t
I
N. 178
Annode 1829.
DIARIO DE PEIINAMBCO.
Subscreve-se na Tipoerafia do mesrao Diario r&a Direita N. 0?7 1.e andar ero mzes por 40 rea huma falla
que sahir todos -. dia otis. ,
Sexta Frira 14 de Agosto. S. Eusebia.
H reamar as 4 horas e 5 i minutos da tardt.
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r .
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C-Q-^^D
ARTGO COMMUNICADO.
JEndo trotas, tao notorias, e publicas
as causas que tem os prezos Antonio Joa-
quim de Mello, e JozeTa vares Gomes
da Fonceca para recusaren! por seu Juiz
o Snr. Dezembargador Ouvidor Geral do
Crime Gustavo Adolfo de Aguilar, e os
Escrivaes Antonio Ribeiro Campos e Mi-
guel Arcanjo Postliumo do Nasciment;
os averbaro competentemeute de suspei-
tos.
Formados es artigos, e nao ha ven-
do hun so* dos 15 Advogados da Relacao
que se quizes-e .prestar a assignallos ( a.
pezar de nao couferem nenhuma incuria,
impertinencia, iicm indignidaie ) reque-
rrao ao ExcelSentissirno Snr. Chanoel-
1er para nomear Ihes hum ; mas deferip-
lhes, que vista das ras jes allegadas pe-
los Advogados em suas respostas, nao po-
da obrigar a nenhum a assignar papis
alheios, e contra a Ley, visto que el les
respondiao pelas suas assignaturas.
Entao lhe requerrao, que sendo a
defesa de Efcreito Natural, e a ninguem
podendo ser tirada 1 hes permitisse assig-
nar os artigos. Tiverao o seguinte des-
pacho au me he permetido conceder
aos Supplicantes aqqill que a Ley, so
manda fazer por Advogados, como em
^eral se declara nos Ass. de 2 de Maio de
1654, 11 de Feverero de 1658, 24 de
Maio de 1672, ede II de Agosto de
1685, e efri particular sobre suspeicao na
Ord. L. 3. ti.2 21 4> e menos
me he licito costrauger a Advogado al-
gum a assignar papis, que ellos reputaZ
contra Direito, avistada Ord. L- !]
tt. 48 7, e Ley de 18 d Agosto de
J769 7 ; devendo em tal caso sugeitar
rem-se os Suppltcantes aos meios lcitos
dedefesa, que lhes for aconselhado pelos
mesmos Advogados ; como entendendores
da Ley, e na5 dos que lhes dictar a sua
imaginaca. -
Porem, accommodando-se as Leys
aos mais frequentes successos, e nao po-
dendo prever todos os casos extraordina-
rios, e os mais que vai descubrindo a sua
observancia ( Aly. de 12 de Maio de
1769 ) he visto, que o Legislador quando
no. 4. dott. 21 do L. 3. das
Ordenacues prescreveo, que os artigos de
suspeicao fossem feitos por A.1 rogado,
nao teve em vistas a hypothesi extraordi-
naria de todos se esCuzarem, l por cer-
to motivos \ nem deve entender-se a Ley
tao literal mente, que destrua a sua inten-
oao, e os eternos, e soberanos "principios
naturaes, fbnte de toda a Legislara".
A recusac,ao he a porta da defesa:
tem Reo cauza de inimizade capital pa-
ra recusar o Juiz, e he este o principal
fundamento da sua defesa, ou outra nao
tem: mas os Advogados do Paiz, aonde
tal vez tao sacrilego arrojo esteja por pra-
ticar, e aonde as cousas va como Dos
saue nao nos conformamos (dizem)
Quid inde ? Fique o Reo sem detesa, e
julgue-o o seu inimigo. Horrivel pozi-
ca!!!
Dir-se-ha, queajustica, e legal ida-
de da suspeicao so existem nos cerebros
dos RR.., pols que os Advogados, enten-
dedores da Ley, lhas negarao. Mas nao
se pro'va, que os nobles Defbnsores sejao
infalliveis, impassiveis ; e que o nao
forao na ttese em qoestao, a'outfo lugar
se mostrar, Quje mal proveria de assig-
narem os Recusantes a recusacao r Que
bem resulta de lhe-* ser denegado ? Da
primeira, $e futeis os artigos, e despresa-
,dos, que perd chorar ? E se recebi
dos, e provadosf quanto ganho Huma-
nidade! Da sezunda, sao visiveis, e as-

't\
i i _".
;



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.

(692)
. .> j .


h
aisladores os inconvenientes.
Ociosa algaravia metafsica. Pois
bem; razao da Ley, que sendo a sua
alma, mquanto nao tur descoberta se nao
pode fazer applieacao, que seja exacta.
Por humas "Leys se conhece, e declara o
espirito das outras. Cartas de Leys de
4 de JnFno de 1768, efde 14 de Dezem-
bro de 177.4. A rasao da Ord. exigir,
que a suspeic.au seja feita por Advogado,
parece nao ser outra se nao a de evitar ar-
tigo^ in cu riaes, frivolos, e illegaes. Ve-
jh-seos Ass. de 2 de Maio de 1G54, de
24 de Marco de 1672, e de 11 de Agosto
de 1654. Ora; se esta lie a rasa d'a-
< quellaOrd.; se cessando a rasar da Ley,
{ cessa asna dispozicao, Ord. L. -2.
. tt. 29$. 5.c, U. 13 8, e.Alv. de
\7 de Outrijro de 1768; bem legal, e
' lasoavel seria a admissao dos artigosfei*
?" *os, ou assignads pelos Recusantes, pa-
ra que, procediendo, ou julgando impro-
cedente a suspeicao, debalde nao liouves-
sem bradado" os infelizes pelas garantas
da Ley, ou de honra, e louvor se cubris-
bom os Meslres, que Ihos denegaraoJusti-
na, e protesto.
Ficrao poKssem defesa os p rditos
. dons prezos contra todas as Leys Uivi-
v 4ias, e Humanas, e sao seu Juiz, e Escri-
vao os seus capitaes inimigos !!!
Os presos Antonio Joaquim de Mello,* e
Joze Tavares Gomes da Fonceca de-
dusein a suspe*ca5 intimada na audi-
encia ao outor Dezembargador Ou-
vdor Geral do Crime Gustavo Adolfo
de Aguilar pela forma seguinte.
E f. -N.

/ P. que o Magistrado que nao enm-
ure e guarda as Leys inteiramente, sen-
do-lhes allegadas, torna-se por esse mes-
mo feito suspeito as Partes, bem como o
he o iuinigo, o amigo deste, o que to-
nm o seu partido.
P. que o Ministro recusado tem fal-
lado cumprir as Leys em favor dos-Re*
casantes; porque por mls que lnes te-
nhao repetidas vezes requerido para eu-
ilrnrem.ein livraiuento, ja mais o tem po
dido conseguir ate hoje, contando j 5
mezes e 20 dias de priza, epezarde
repetidos despachos do Excelleutissimo
Chanceller, reeonendand j-lhe attendesse
s supplicas dos Recuzantes com prefe-
$ ncia a qualqner outro aervico de menos

urgencia, e taobem despachos do Excel-
lentssi mo Prezidente.
P. que sendo os Recusantes pronun-
ciados ha mezes na devassa de rebelliao
por effeito de testemunhas de eterna mal-
dicao, ate hoje nao se lhes deo a Nota da
culpa, e nomes das testemunhas.
P. que tanto o Ministro recusado se
propoz desde o principio a opprimir os
Recusantes, como seu inimigo, que os
pronunciou, apenas a devassa do pasquim
com 22 testemunhas, e os fez prender no
mesmo dia em que se lhes dirigi o reque-.
rimento por copia incluso, reatando-lhe
a aliciacao de testemunhas falsas para a
devassa, e requerendo-se-Jhe a averigua-
cao, que nelle se le.
P. que huma tao precipitada prisao,
como fica dito, prova o recei, ou temor
de que se descubrase o trama, antes de
abaladas as victimas ; o que cabalmente
se verifica, porque sendo as testemunhas
que ate entao poderiao fazer culpa Joao
Joze de Menezes, e Joze Ferreira Men-
des, este he fabulozo, e nao existi nun-
ca, e aquelle foi convencido de falso na
careacao com o 1. Recusante.
P. que o Ministro recusado, indefe-
rindo o Hequeiimento verbal do l. Re-
cuzante para prender, como comprehen-
dido em flagrante debeto, a fais'a le.stemu-
nha joao Joze de Menezes, no fim da
careacao, nao so deixou de qumprir a
Ley, mas se tornou parcial, e protector
d'aquella testemunha falsaria, inimiga
dos Recusantes", e por condescendencia
elle mesmo inimigo destes.
P. que os Recusantes, caneados de
padecerem os effeitos de huma tao barba-
ra, e inaudita conjuracao, de 6erem in-
nocentemente presos, e culpados, conju-
raca que se diz filha da Sociedade Secre-
ta nesta Cidade Columna do Imperio
- qual se diz peitencer o Miuistro re-
cusado, assim, pelo instar a dei'esa natu-
ral, o tem representado, e queixado-se de
tudo o mais, pelo intermedio do Conse-
lho do Goveruo, a S. M. I., e a Assem-.
blea Geral, requerendo a eftectiva res-
ponsabilidad^ do dito Ministro ; que por
isso mais se constituir inimigo dos Re-
cuzantes.
P. que a injustica c oppresse"* com
que tem sido os Recusantes oppremidos
pelo Ministro recusado, saonotoiias, pu-
blicas, e escandalosas.
Nestes termos .' .,
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(693)
*

P- que osjpresentes artigos ^ deveni canhoes brancos, e hum par de meias ro-
xas muito finas, anuncie por este Diario
a sua moradia, para ser procurado,, pois
se v^nde tudo por preco mui commodo.
receber para effeito de.ser o sobredito JVTi-
nistro jul^do suspeito, na conformidade
da Ley e do estillo.
F. P.
P. R. eC.deJ,
P. P. N. N.
Omn. mel. jur* mod.
Protestao produzir sumen te
prova documental '
P


S,
CORRESPONDENCIA.
Ede-se ao Redactor do tjuuSo (*)
do Povo 60 microscopios (por hver fal-
ta de lonetas) para osEstudantes do Cur-
so verem d* Olinda o Jury do da 3 de Se-
tembro facturo; quando nao, ter depas-
sar pelo disgosto d' os ver outra vez na
Salla da Cmara.

Avizos Particulares.
-

OSr. Antonio de Castro Ribeiro quei-
ra por obzequio declarar por este
". J?. Edictor. Cjonstando-me, que o
Sr. Dezembargador Ouvidor Geral do
Crime Gustavo dollo de Aguilar dissera Diario a'sua moradia para ser procurado,
em a sua resposta dada queixa, que con- Manoel Machado Avra, fas sciente
tra elle pz com os meus Companheiros a ao respeitavel Publico que o anuncio que
S. M. Lea Assemblea Geral da Naca, sahio no Diario N. 172 de 13 de Agosto
pelo intermedio do Goveruo em^Conselho em seu nome he falso'; e por isso adverte
desta Provincia, pelas injusticas earbU que elle temmuito com que pague aosse-
trariedades, que com nosco tem praticado us acredores.
desde 16 de Feverejro deste auno, que D. Mara de Brito Camera, cazada
euera contraditorio, porque ao msmo com Antonio Carlos de Almeida, avizaao
tempo que delJe me queixava, o ellogiava respeitavel publico que nao fassa5 negocio
no Diario N. 164, sou obrigado a fa- algum com o dito seo marido sobre com-
zer ao Publico esta solemne declaracao, pra de bens movis, ou de raiz de seo ca-
que o Sr. Gustavo como Ouvidor do Cr- zal por nao ter para isso poder algum,
me nao pode ser peor, ao meos para com huma ves que se cazarao por Escritura de
migo e meus Companheiros, pojs a 6 me- Arres> esda ella he rezervado o direito
zes que nos opprime ; assim como he ver- de puder vender, e arrendar, e aquele qtie
dade, que uodia 31 de Julho se portou comprar ao mesmo seo marido, perder o
bem (como devia) exercendo as funcoens direito da couza comprada, e lhe sera lo-
de Juiz de Direito, em cuja qualidade n' go tirada do poder do comprador,
aquelle Diario disse ter-se portado perfei- No 1. andar da caza N. 1 no be-
ta Magistrado, e nao na de Ouvidor do co do Monteiro dentro do Recife mora
Crime, por que ha factos, que sempre o hum sugeito.que ensina a ingoa franceza
cubrirao de vergonha, embora lhes tecao com toda a sua perfeicao gramatical/as
elogios o Cruzeiro, e oSuuydo Povo, de pessoas tanto nacionaes como estrangei-
cujos vehculos de descomposturas he dig- ras que ouizerem se aplicar a este idioma
no Colaborador ; goarde porem o Sr. podem dirigir-se ali desde as 2-horas da
Gustavo o Diario de hoje e nao perca a tarde at as 8 da noite que serao saptisfei-
Abellia N. 31 de 7 do cor rente mez, e tas do seu methoda.
outros muits Nmeros, para em sua def-
ajuntar a resposta de outra queixa.
Sou, Sr. Edictor
Seu Amjgo e criado
Antonino Jozea\e Miranda Falcao.


.

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^Avizos. -e*
A pessoa que ibi tratar sobre as ca-
zas de sobrado no beco da Noronha pode
hir tratar queja se tem os seus ttulos, ou
outra pessoa que quizer, dirigindo-se a
ra da Gloria caza D. 17, esquina do be-
co da campia.
.
" (*) O Sr. Campouez nao tome a peito
se escrever amigo de pernas para cima ;
% pois sao erros, que nao se admite conse-
^QUJem quizer comprar as vestes de lhos para se emendar ; e de gracas a De-
hum Padre MestredeCerimonias, isto he us nao ir o amponezda mesma
bum cabecaoroxo, huma batinaroxacom forma &c. I *
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(694)
No Annazem de carrejas *op da Para fora da trra hum escrave.do
Cadeia na espina do beto do defuAto gent.o ^ fnfla de ^f^
Maximiano, stconcerUScrroaa, s^es ~ 7Jd^e Zdo a esquL
carrinhos tanto de mao de segeiro como pateiro na ruduv v
de Ferreiro, fas carrocas novas de 2 on 4 que vira para o calejo,
rodas tanto de carregar por cima como
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'>
das de sua invencao de carregar por bai-
xo, ecarro^as para cavallos para as quaes
ja tem arreios promptos ludo por menos
quequalquer outro fizer e &lvez muitd
mais bem feito.
Vende-se.
HUm cavallo Russo bom^ esquipador,
carregador : na ra Nova op* da
ponte N. 36 2. andar.
Para forb da trra hura crilo, de 32
annos, adiantado no Ofieio de capateiro,
*em vicios : na Typografi se dir aonde.
Huma escrava cabra, deidade de 16
a 18 anuos, coze, cuzinha, e engoma :
na ra doRangel no % andar do sobra-
do D. 15.
Quatro bois mancos de carro muito
bous e feitos ao pasto : quem os perten-
der anuncie a sua moradia.
Hum Ejemplar Dicionario sciencio Me-
dica 6 vo! umes
Hum dito Flora do dito Dicionarid 8 ve-
lumes em 8.
Hum ditO Jornal complimentario, 31 vo-
luntes em 8.
Hura dito Biografa Universal, 52 volu-
mes em 8. c
Hum ditd dos Contemporneos 20 volu-
Na ra da Sahzalla velha caza N.
20 as obras seguntes em Francez
Quatro quartaos novos, muito bons
de carga, nao estao gordos, porem nem
porisso deixao de merecer oseu valor :
quem os pertender anuncie asna morada.
Huma negra lavadeira, engomadei-
Odia 8 do corrente mez de Agosto,
Furtou-se.
NOdia 8.
do Aterro dos Affogados, hum ca-
vallo cstanho claro, grande, hum tanto
descarnado com huma peladura em sima
dorins, hum tanto cabeludo daspernas,
hum quadfil baixo, cora huma marca ;
qualquer pessoa que oachar, ou delle sou-
ber o poder levar a ra dasCruzes N.
127, que ser bem recompensado.
Perdeu-se.
NO da 12 do corrente, desde a ra do
Rozorio at a Cidaue de Olmda
hum cabecao de prata com huma argola
de menos e as correias brancas de huno ;
a pessoa que a tiver adiado querendo-a
restituir pode levalla a roa doRozario
na Botica D. 11, ou naCidade de Ohnda
na Botica da ra de S. Bento, que sera
bem recompensado.
Viagens.
PAra o Ass a Sumaca Santo Antonio
Triumpho, quem nelle quizer carre-
r dirija-sea ra do Florentina 13. 8, a
falar com o Mestre Joze Ignacio Carnei-
ro.
-
Noticias Martimas.

Entradas.
JDa 12 do corrente. = Richmnd, e
Iha de Fernando ; 53 dias; trazendo do
nltnwi Huma negra lavaueira, eii^uiuauc- uuiiiiirv, *j. xn j ,v -"
ra, e cozinheirl sem vicios! qufinculca OBrien, equip. 9, esta ^arca,. deo
ter 20 annos de idade pouco mais ou me- a Costa e descarregou fai inga.
nos: na ra Nova, loja D. 6.
Boa Farinha de Mandioca : no Es-
criptorio de Lima Jnior Braga & Com-
panhia, junto ao Arc* de S. Antonio, a
cinco patacas cada alqueire.
Excellente vinho de feitria branco,
e tinto engarrafado a 32*> rs. cada huma
garrafa: no mesmo Escfiptorio.
e mais
gneros, e veio a ese porto fabricar.
Sahidas.
UlA dito. Aracati ; B. Ing. Rover,
M. Andrew Cook, equiq. 9, carga dife-
rentes gneros, passageiro Kenry Tho-
mas.
2,^-0 Frirnnbueo na Tipografa do Diario.
___;___L________^~-

kti
11


Full Text
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