Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00341


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Full Text
t

N 111.
t<
Auno de 1839.
r*
i
-
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Sabscrevft-s* na Tipografa do mesmo Diario ra Direita N. 267 1. andar m mezes por 64C reishnma folha
que sahir todos os das otis.
*
..... *''"

Sexta Feira 22 de Maio. S. Basilio Are.
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o


Prcamar as 8 horas e 54 minutos da mnnhn.
ii

Discurso que o Illustre Deputado o Snr. Hollan-
do, Cavbante fez na Sessao de 11 do torrente.
\
\



i
, Onvenienca, e teropo sao as bases do
argumento mas forte de hum honrado mens-
uro da Cmmissao, que quer sustentar o
seo parecer. ,fi? necessario verse convm,
e, se he tempo de aecusar os Ministros d'
Estado. Diz p honrado Membro, que nao
convm, porque elles ainda nadeTa con-
tas ; que nao be lempo, porque n^L SessacJ
O; dniaripederemosaccqmularmaior nume-
ro te deudos jcomettidos pelos Ministros.
Antes que responda a este argumento,
porgiutarei ao inwmo hotrado Membro,
q-M acaba 'de coiifrssiir nao ser \H til de-
ca uarcoutra os Ministros, nem fuzertnos-
lhss'rccomsndaco s, e censuras dis quaes
fe*es tem constantemente ridicuPrsado, e a-
chincalhado ; o que nos cuinprira fazer co*
mo fiscaes dos Direits dos Cidadaos Brazi-
liros? Nos nao deve nr'S decl mar, n i5
devenios censurar; nao devenios recomen-
; dY, nao he tempo, e ne-n convein acusar,
fi juem pn* os Sur*. Ministros livres para
d'if com a Nao do Estado no abismo, qnan-
do o Mona relia Se tur;a nos bracos da Re-
presentabas Naci al.
Sur. Presidente!' O mesmo honrado
membro em seo discurso apresenton id'as
m>ii favoraveis ineos sentimeritos: elle
iiicsirto oisse que he necessario fazennos hu-
mi aecu-urcao ma'xa ( para me servir ?c sua
propria expre$*a ); e eu digo que fiamos
huma aecusacao na forma da Le, para o
que nao s he o tempo multo opporluno,
mas al espero a presentar a estn Cmara
prnva de conveniencia: n5 quero deca-
macoe< vaga*; nada quero fura da Let: Bu
mandare i coi.no emenda ao parecer da Com
missao" estas denuncia* (mostrando huus
papis que tinha em mao ) pelas quaes
se mostrft tn,o nenhuma necessidade temos
das ConUt mas de convencer-nos, que uu h* tempo

fado daremos, quanto antes, huma pro va
de que os Representantes da ac.45 sao fis-
caes da Constituicad ; que o Brazil ama es-
tas inslituicSes; que nos as sosteutamos
costa de todos os Sacrificios, bem conven-
cidos de que para o seo progresso, he sem
duvida, necessario punir seos infractores.
Snr. Presidente Com a aecusaca dos
Ministros, vao faiscas de esperai^a animar
os Coracesdos Brazileiros, que as tenra
qusi.exti netas na consolidaca.5 do actual
Sistema : vao factos esclarecer o entend?
ment de alguna Brazileiros, que preso nem
nao ser o actual Sistema adoptado, compa-
tivef com a liherdad ; vao as penas, e os
castigos aterrar esses servs, e inimigos d'-
assocfcaciu' Brazileira, que com di cursos e
com obras ameacad a viuda do infame des-
potismo. Jamis o despotismo pausan no
forazil! ( apoiadog ). He necessario ser
niuito iilimigo da Represen taca<$ Nacional ;
he necessario nao conhecer uossa p >sic para afirmar que deixaremos de sustentar
tiesta Cmara as nossasactuaes instituirles:
lie necessario fazer muito in idea dos Brasi-
leiros, para duvidar d > seo amor a Consti
tu cao; Coiistituica qu deve ser susteoia-
da apear fy tolos os Sacrificios. Se" por
fvinestos incidentes, a CouStituicao conlr-
n iar a ser infringida no Brazil, se ella na5
f r de ora em/diante, exactamente observa-
da ; ados, berdade! adeos, uniao! ndeos,
tiajiquifidade! (na nossa idade ). Que n
conhece a nossa postead1, quem clihecc as
nossas rela9es, na5 pode dcixar de cooven-
cer-se. de que a Constituidas he o unicO
balsamo que nos pode unir. Cem bracos,
Scnhores, diri-fidos por hum homem hbil
em qualqiicr Provincia do Brazil, he forc*
Sufficiente para-sustentar a Libcrdade, e
esmngar o despotismo ; se esse na5 subtnet-^
ter-se Constituidas. Sirva de exemplo os
Hroes da Cisplatina. Quatorse horneas
fora capases de affrontar o coloso de hum
Imperio unido, e de sustentarem os direito
de sua Provincia ; e qnem foi o culpado ds
.decAida da Provincia Cisplatina corita



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7

*
Observancia da Constituyo ?*** Se o'Go-
verti susteiitasse estasanstituic^oes, que por



dade3 em geral tem attentado contra a for-
ma estabelecida" do Goveruo, e he por con-
huma livre convenca lora adoptadas pela sequencia Reo d'alta traica. Nao he s o
Provincia Cisplatina, fazendo parte do Iin- Ministro da Justina, e o da Guerra que sao
perio do Brazil, certamente ella nao se de- rcsponsaveis,. todo o Ministerio he Reo do
suniria. He aos emprehendedores do des- rnesmo delicio. Estes Ministros da Jostica
potismo a quem (levemos a perda de huma e Guerra, certamente fora os que assigna-
Provincia ( apoiado ). Desenganen-se. os ra5 csses Decelos, mas pergunto eu ; erao
despotas e seos satlites, a Liberdade he elea da competencia de suas respectivas Rc-
actualmente partilha d'America; o Genio parl9oens? Parece me que nao. O Decre-
ca liberdade adja o continente Americano to que suspendeo as formalidades em geral
desd'o Estreito de Bering at o Cabo d* (supondo que fosse isto compativel com o
Horti. sistema do Governo) nao deveria ser assig-
Compete nos pois, Senhores,, sustentar nado senao pelo Ministro do Imperio, he a
a Constitu5ao para defender a f&erdades este que se dirige o Presidente da Provincia
da NacaS; e como a sostentaremos? Pu- sobre os objectos em geral, e circunstanci-
nindo os infractores d'ella ( apoiado. ) Pu* as particulares d'lla, he este que compete-
nindo esses Ministros, que com o poder ein ra providenciar sobre as medidas geraes de
suas mas, uiina todos os dias nossas ns prevenca na rbita da Constituidas ; pois
tituices, e instjtuicesj que garantem nos- naS se limitava estas aRepartica da Jus-
sas liberdades : Ministros que aspiraG ver- t9a. He pois evidente que o Ministro do
nos debaixo de todas essas oscilaces, que Imperio nao deixou invadir a sua Reparti-
tein abismado ao9 Americanos Hespanhdes : cao, se nao pela conivencia na medida De-
a Constituicao nos d a Monarchia Consti- cretada; que por espertesavcustumeira he
tucioual, a Monarchia Constitucional he o que cedeo a ousadia do attentado a seo pre-
sistema mais compativel com a felicidade e c pitado Colega. O Decreto da creacao de
liberdade do Brasil, qualquer desvio'deste huma Commissao militar, desse execravel
sistema nos abisma as convulces, e as Tribunal de Justina, ou deassacinatp, coirf-
desg^asde nosss vizinhos. Nos que so- peteria (supord'o-o compativel com o siste-
mos os Representantes 'da Nacao, acaso vi- rna do Governo) sm duvida a Ileparti^a5
emos a este Augusto Recinto para gosar s6 da Just9a : mas aprecipitacaS do Coniveu-
das honras da Representacao Nacional, ou te Ministro da Justica tnao Ihe tranqoeou
procurar occasia de .promover nossos par- tatita ousadia, o Ministro mais familiarisa
ticntores internases?. Nao..... nos have- do a altentar contra o Sistema actual, foi
inos d dar proVas a nossos Constituintes o instrumento de que servio seo Ministerio,
que seos Representantes sao capases de sos- O Ministerio, Senhores, torno a dizel-
tentarera a Causa da Liberdade: (apoia- o, em-.todas as suas Repart9oens, he Reo
dos): e a Causa da Liberdade de Urasil na5 do rnesmo delicio. Taes Decretos nao sao J
pode progredir sem a Monarciiia Cortstitu- emanados se nao do Conselho dos Ministros;
cional, e A monarchia Constitucional nao taes Decrstos cormnunicao seos elf;itos '
pode progredir sem a punicad dop Minis- todas as Repart9oens da Publica adminis-
tros prevericadores. traca: e porque s Ministros que nao
Eu disse hontem tallando tontra este queran ter parle nesta medida subversiva
parecer da Commissao, que mandara a Me- conservaram as suas Pastas yendo o'cout-
sa huma emenda acompaiihada da Jeiiun- gio as suas Respectivas Reparticoens?
ci dos Ministros, da Guerra, da Juslica/e Maldito aferr das Pastas! Maldito aferr
do Imperio: hoja tenho mudado depare- ido Dominio! Se pois algum dos actuaes
cer. O Ministerio todo ""he Reo d'alta trai- Ministros .uspirasse evadirse imli^iacao
cao; o Ministerio todo attentou contra a Publica, que sobre elles acarretou tal pro-
forma estabelecida do Governo. Os Brasi- pedimento, nada os embalara,, pois na-
leiros fora todos insultados por Decretos da he mais fcil, do que a demissa de bu-
que atteula contra garantas que ja mais. ina Pasta. E qnein sabe, Senhores, se a
podem ser suspensas. A Constituyo ex- falta de huma proposica dessa naturesa nao
pressamente declara, que nenhum dos Po- he o que tem dado logar a conseivar-se a-
deres Polticos poder susponder os direitos inda junto ao Muarcha, o Ministro, ou
individuaes, que constituem as garantas do Miuistros, que o-aconselharao a referendar
Cidada, salvo nos casos mencionados em taes Decretos ?
outro artigo ; ueste menciona os casos, em Todava tal vez estas tutoras Constitu-
que podemser suspensas algumas das for- cionaes nao estejam ao alcance do Minis-
malidades que garantem nossos direitos; terio, e deveremos nos aecusar todo o Mi-
mas o Ministerio nao suspendeo algumas nislcrio ? Nao certamente. Consideremos
deseas formalidades, suspendeo as formali- huma (acija contra o actual sistemando Go-

*

1


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(445 )^




'.



tosindividuaes do Cidadao, marcados no
artigo 179 daConstituica.
2 Ter feito o contrario do que, a
Ley ordena, recusndose remetter As-
scmbla Legislativa, logro que fl reunida,
huma relacao circunstanciada das pmoes,
. nrx\ aSniplion- 1. Ter creado huma commissau mi-
cat. E,s porque mude, a opi. iao que hon- i. Pe. nambuco; pela
te,n 't' nlSy SS? iK -n?ia qal ni* attenta contra o li vre exercicio
no; elle tia deixa de^str leo, como j { p j dciario COmo contra* os duei
anostrei; oseo W^^^ff ^uSw2 do Cidadao, marcados n<
de ser reprehensivel ; e tanto mais, juaiuio
se accumuli a evasiva das i'ifonnacoens que
lhe forao pedidas por esta Cmara : e era
sei s hum tal ou qual comportamento nos
outros obiectos.de sua Repartica lhe faro
sragear a confiuuca Publica ^>J? ^[^Eta"* pencan tonada,
este e alguns outros delieto. na .a adm, ^ cm J^euci. d.My-
""'Xtriegmdo-nie poi, a acensan do, acucia de que bita o *35 do art. 179 ce
doue Ministros, accusaca que n5depende Constituyo der recrllt0.
da eonfis.aS propna dos mesmos Ministros, 1 er w P > 4
ene,,, de.ua. informefSen. para ser co- ***?T^X*oto
necada ueste Recinto; pois ja mostr, que come.de n M^.^"-' |11>ina
nJ he no exame d^circun.tuncias^m que --^-' S'^d. CnlSrn do.
que foraft expedidos os^Decretos, que fun- be. de exclusiva 1 tabcm <>-
do a accu.ack e sin, o attentado contra o pepnlndo. pa a tal t ',"*tao
sistem, dedusido do. mcsmo. Decreto.; bva contrae d.re ^ Jj^
aprsenlo, como emenda ao Parecer, as e- dao, ecomone | 1
.jiuncia. do Ministroda Guerra, e da Justi- nJoporl. co,|9ervado em effectivo ser-
ca; devo entretanto prevenir que nao du- Miliciano, cu, suas PO.i.rci-
vidare de adiar a accusasao do Ministro (Ot P ainda depois de ter cessa-
da Justica, para mais maduro exame doseo as '^ *^30 des ta maneira os C-
comportamento, em outros objectos de^n do Guerra, Tcxan ^ gerv
Reparti ; caso a Cmara ssim ojutaue dadao. que nao possi|,ilidadedaS
oportuno. Todo^eonheeemos a prec.p.ta- do^ ExfcUo se nao n ^
cao deste Mi.ni.tro, todos conhecemos que ^^J^^rnA P'or W, P- que
SS^S^^** tenlia dado lugar a falta de pgame,,
no delicto da su.pe.isa5 da saramas, como to ao mesmo Lxercito.
cria hura Tribunal de sangue ataca o Po- oflereco por Documen-
derJudiciario! e torna odioso o Sagrado Ao 1. delicio > promul-
gme do Monarcha! o Norae do Monarcha tood^^S^S"ri
qnedev .ef por nos defendido a par.dos W Je~ ^ peridicos da Corte,
objectos raais sagrados das oossas institu- W^Jm^ ePxecuca do mesmo
oens! t. .- r.^in.i Provincia de Peruambuco, me
Nos Decreto, emanados pela Repart- Decreto .t !Kroinci Mreditor a PX3.
ca6 da Guerra iculca-.e o Monarcha bar- P| ^t-ujo-m impossivel apre-
l,aro, e sacrificando o. direitos de.seos sub- tee *=' Xncn' do Decreto pela
dito, k vinganSa de Ministros prever.eado- 8en,r r'1'^ "Xndo sta Cmara d'elle
res; e que.ser taousado, ta insensa- eas,va do Reo q*ndo Todavia,
to, que^na deva ser .mediatamente pu- r''"^^^'.^"^ pera,,!
ido ? Advirtamos que o Decreto que en- comprometw-me mU ^o om P^ .
n cssa Commissa Militar, fo. acompanba- te a ^".missao JP H ProviIlca
do de outro q.ie nao admite o recurso dos execucao do mesmo u
Reos a. Grecas do Poder Moderador. Ora- de P"nam^icl0 offereso por doenmen-
i cas que coustituem huma das garantas de Ao u y. Augusta
nossos Direitos, c que s.5 o mal. nobre a- to o Olhp.o de K*0.m A, jt corrent,
don., do Monarcha, 'e que .elam o seo No- Cmara em data de de Abnl ^ ^^^
me cima d Esphera Humana. Cumpre- A- ^ n "elle foi promulgado, e os
nos.pois, Senhores, vingar-mos o ultraje, J!*'1^^" ulsaes?aAugu.ta
feito poreste Ministro, ao Montrcha, ter- Deere tos ^e,'^0e fia Nacional, o que
ininarei o meo discur.o co.n a le.tura das f^-%Pe^K6a do Rio no Recin-
denuncias. == .'" pamara na 0Ccasia5 das discusses do
/ Esta leitura foi irtterrompida pelo Ora- to da Cmara na ot ,,assado, me
/r, por novo, argumentos ereflexoen..- orYamento no auno P'" ] iar
ftJ*l*V" Cama'a ^''roe Pare-lnc f do facto: sendo-me inipossivel
) torio /ova a1 gforira Mwm, d apreseuta^.certnUSa, uuijfca4^ilk.
-


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/ 446 )
Augusta Cmara a tal respeito naSdssa deste'Porto para o da Bah'ra, no da 23 do
prxima passada. Ccroprometto-me ta corrate a Sumaca S. Miguel,- de que he
bem afyretrentar petante Commissa es- Mastre Joze Lapes de Amorim as Cartas
necial Cidadaos recrutados se assim for por sern lansadas na Gaixa Geral at as 6 ho. j

* : *
eTa exigido.
A o 4. de Victo nao me sendo possivel
presentar documentos emprometto-rae
provar com testemunhas.
-
Denuncio a esta Augusta C amar a a Ministro
e Secretario /'Estado da Reparticaoda Jttslica
Lucio Soares Teixeira de Gouva, pelos cfe/t-
tos Seguintet.
ras da tarde di> da antecedente.
Vende-se.




v
2 Hum escravo do gento de Angola
serrador, de i da de 28 annos, pouco mais
ou menos: na ruado Queimado O. 12.
3 Huma mulata, de idade 21 a 22 an-
nos, sadia, sem vicios, nem achaques, inci-
to boa reude+ra, coze xa, cuzioha o com-
inum: na ra Direita Joja do Sobrado D.
20.
4 Huma venda sita na ra do S. Joze
D. 37, detras do mufo do quintal da Pe-
nlia : na ineswa.
5 1 nina porcao de renda fina, de rnuito
e por
m,'
.




l.o Ter suspendido a Constitiricao
no que diz respeito aos drreitos indivi luaes
fora dos caso e circunstancias especifica-
das no art. 179 33. pois em caso algum
pode o Governo dispensar todas as forma-
lidades que garante*) a liberdade indivklu- bout gosto, prepria para roquete
al, c por tempo indeterminado, pelo q^e preco cmodo : na Saudade D. 36.
i tem attentado contra a forma esta bel*cida 6 Huma escrava, mossa, boa figura,
do Governo. som vicios uem molestias, boa eniromadei-
2. Ter feito contrario do qiue a ra e citsiubeira : na Praciuha do Livramen-
h\ ordena, recusando-se reotetter Assein- to sobrado de dois andares D. 21.
bla Legislativa, Iwg* que fw reunida, bu- %1 Para Gira da trra, hum eseravo ladU
ma relaca circunstanciada das prisoes t no de idade 26 annos, naca5 Ben, prnpno
de oufras medidas de prevanea tomadas para todo o serV 190 : na ra da Cruz N.
pelo Governo em eonsequeneia da ptwi- 5.
dencia de que falla o .33 do art. V79- da Pcrdcil-Se.
Constituca.
t % Hum meii) bilhele da Lotera do Se-
|. delicio offereoo per documenta o minario de Olindi N. 3,491, o qual foi
Diario em que o Governo usa promulgar os desaparecido do poder do anunciante ; r-
seos Decretos, oue junto a sua publicaca ga-seft peseoa que o liver achad e o quei-
etir" todos os Peridicos da Corte e a certe- ra entregar, dirija-se a ra do Queimadi D.
santoral da cxccnca do mesmo Decreto 6: visto que. a nenbuma outra pessoa serve
na Provincia de Pemambooo, me parece de utili-Ude, p>rque san indo alguu premio
suficiente a acteditar a existencia do facto ; j o Thezoureiro est prevenido.
*endo-me imnossivel a presentar certidaS ,
authentica do Decreto peta evasiva do Reo, Allurl-S8,
qrrando esta Cmara exig*o d'elle informa- m
cties a tai respeito. Comprontetto-melo- 6 Huma preta captiva sem vicies, que
tlava a dar tcstemnnhas^ perante a Com- saiba oosiuhar, e vender; anuncie pelo
misca especial jmra provnr a existencia do Diario para ser procurada,
delicio, quando a mt'sma Couimissafr assim L ,
ti etija. e
Ao 2. detrcfc, offerece por doenmen- Noticias Martimas.
in o Qfficio do'Reo dirigido a esta Augusta
Cmara em d$ Abril crrente.
P90 da CaMirara do* Deputados em 24- Peiirao sem patsaportes de saluda 0 dia %\ da
de Abril de 182*. f
crrante.
Jf

JUL'UL'ILBJ
Correio-
1 Jl Ela AdmwiBtrocaS do Corrato
Geral detta Cidade se las Publico que.parte
Ar\ o Rio de Jan tro, a Sumaca Tete,
Mestre Henrique Carne;ro, d )ii<> Joze An-
tonio.
Paca o Rio Permosio^ a Snaiioi O ia^
detepe, Mertre Custodio Sloreira dos Sau-
tos, dono Antonio de ou*a Cirties.

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rafm do
^1
i


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