Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00323


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Full Text
AUNO JUI. N. 301.
Por 3 me amantados 4,000.
Por 3 aw vencido 4,500.
P4
SEGUNDA FEIRA 31 DE DEZEMBRO DE i 855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DI ARIO DE PERNAMBUCO
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ENCARREGADOS DACBSCRIPCAO*-
i preprietirio M. F. i Faria ; Uto de Ja
j Sr. Joio Perelra Mama ; Bahia, o Sr. D'
; Hacei, o Senhor Rudino FatcSo Das ;
i, o Sr. Gervtzio llor da Natividade ;
., j Sr.Joaquim Igriacioerra.,onor; Ara-
aljV o Sr. Aatouio da LemoSraga ; Cear, a Sr.
Joaqun* Jote da Olirairi; Manliao a Sr. Joa-
Siw Marquei Rodrigue*; Puhy, c Sr. Domingos
rcelaao Ackiles Pistoi Ceanse; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramos; Amazonas, o. Jcronymo da Cotia.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 28 d. por 19
Paria, 348 rs. por f.
a Lisboa, 98 a 100 por 100.
a Rio de Janeiro, ao par.
Aecoes do Banco 40 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ae par.
- da companhia de seguros ao par.
Disconto de leltras, de 12 a 18 por 0/0.
METAES.
Ouro.Once* haspanholas. 299000
Moedas de 69400 velbas. 16000
de 69400 novas. 169000
> de 4)000. 99000
Praie.Patacbes brasileiros. 29000
Pesos columnarios. 39000
mexicanos..... 1S860
PARTIDA DOS COREIOS.
Olinda, lodos os dias.
Caruar, Bonito e Gara:
Villa-Bella, Boa-Vista,
Goyanna eParahiba, seg
Victoria e Natal, as quin
, PREAMAR
Primeira s 9 horas e Ib mi
Segunda s 0 horas a 42 mii
FAITE inCUL.
OOVESUfO VA ItOVXMCIA.
O Presldenteda l^vincla, temi
oaviao r ConmikRd Hygietie
publica, resolvtqae nos estttbe-
leclinentos qnatfttenuiiosse ob-
serve provlsojunente o se-
5UlnteBEGLENTO.
CAP11J.OL- _.__^
DOS 6STAJ.BCUnWT<''AREn:Bri*',uo8 E ttB
PESiL.
Art. 1. Haver unvu oais Lazaretos, que
foro* julgados neressari para o iim de evilar-se
a communicacao entres pessoas submetlidas
guaren lena.
Art. 2. Cada Latan estar sob a direcgo
do respectivo faeultativce todos os Miabeiecimen-
tos quarentenarios fon sob a inspeegao do Pro
vedor da Saude do' Por, ou de qualquer faculta-
tivo, se assim convier servico publico.
Art. 3. Alm do 'rector facultativo haver
uais no Lazareto u Sacerdote iiue servir de
Canellao, tira Mordoo, uro Cosinheiro, e tantos
Guardas de sade, Entneiros c Serventes, quan-
los forem precisos ; exondo as circumstancias o
exigirern, nm Coveiro
Art.- 4. Todos es empreados cumptiro
exactamente as orderque Ibes forcm transmita -
das pelos respeciivos rectores, o serio nomeados
pelo Presidente da ovincia, a excepcio dos
guardas de sade, qu o sero pelo Provedor da
Sade do Port, onspector dos eslalieleciinen-
tos quarentenarios ;dos Enfermeiros, Serventes,
Cosinhairo e Coveii que sero da escolha dos
respectivos Directore
Art. 5. Aos Dictorss dos Lazaretos com-
pete :
1. Dirigir o mico interno e externo, e tratar
cuidadosamente us dotes dos ettaheleciroentos qua-
rentenarios, prescroido-lhes os medicamentos que
lorem preciaos, e intuido aos enfermeiros a m-
neira de appltcat-os.
2. Velar no caprimento das obrigages de
lodos os empregado-que estiverem sob sua direc-
gao.
3. Fazer por triplo a historia das molestias
de.cada ndiviaW q> achar-se em tratamenlo, nao
oMlndo circainsicia alguma.
4. Commonir regular e pront plantele ao
Provedor da Sauduo Porto, ou Inspector dos Es-
labeleciraeutos quanlenarios o que oeeqrrer, pe-
dir as medidas qujulgar precisas, e providenciar
nos casos qae nao mittirem demora.
$ 5. Bemetteio mesmo funcionara es pe-
didos de iiiedicarntos que devora abastecer as
ambulancias dos izaretos, afim de que sejam for-
necido* promptarnle, e inspeccionar os que re-
cebe re cu.
5 6-
ruin a quarenten:
re faae-lo, de bvedor da Saude do Porto, ou
Inspector dos esta leeimeutos quarenlenaros ; co-
' rao lamben) quas que, adoecendo de molestia
que se procure evar, ..tiverem de ser transferidas
' para ovitro Lzaro.
$ 7. Lavrar m livro especial, competente-
mente rubricado alo Provedor, ou Inspector, uro.
termo, assim nautrada como na sahida de cada
individuo, e q> ser assignado por este e pelos
Directores e Sardoies. Du mesmo modo pro-
eedero quando iceumbir alguetn na quarentena;
mas neste casoer o termo assignado pelos res-
pectivos Diretlos e Sacerdotes e alguin dos guar-
das da saude.
Art. 6. AoSacerdotes compele :
II. Dizerllssanosdomingos, e dias santos.
2. Minisir os soccorros espiriluaes.
3. Assigir os termos, na forma do *.
do.art. o.
Art. 8V A' Mordomo de saude compete :
$ 1. Previ os esiahelecimenros quarentena-
riusde todos relmenlos e objecios de que eare-
Art. 10. Aos Serventes incombe :
l. Prestar-se ao servico de que carecem as
pessoas submetlidas a quarentena, dandu-lhes a-
gua para banho, preparando as camas, mudando
as roepasetc.
j Carrsgar em padiolas os doentes que ti-
verem de um para outro estabelecimente quaren-
tenarior remover os cadveres das enfermaras para
as salas morluarias, e leva-es oos lugares de 18
honvuco.
Axav 11. ,Am foiietaaiinr nima tm;
8 1. Dirigir os trabamos da cozinria, de ma
antena de tantos
os s pessoas ou
Aquellos porem
reste artigo ficaro
neira que a comida se faca bem, e fique prampta
hora lixa.
2. Ter sempre promptos os caldos, segundo
as ordens que receber do Mordomo,. eaquecer lo-
da a agua que for nacessaria para os baohos das
pessoas submetlidas a quarentena; tendo sempre
de reserva un vaso cora agua a ferver.
s 3. Observar o maior assoio e ordem na co-
zinha, e prestar todo o servico que della depender.
Art. 12. AosCoveiros compele.
1. Mandar abrir as cavas pelos seventes que
estiverem sob sua direccao, dando sepultura aos
cadveres que lites aprcsenlarem os Guardas d sau-
de, e que forem acompanhados de urna guia as-
signada pelo respectivo Direclor.
2 Observar toda a regularidade na abertura
das covas, com o espeilo devido us sepulturas,
cumprir oque Ihesoirdeierminadojscerca deste ser-
vico, o ter sob sua guarda e responsabilidade os
insimulemos e objeclos precisos para as inhuma-
coas.
Aat. 13. Todos os em pregados dos esiabeleci-
mentos quarentenarios residirao nos mesmos esta-
belecicenlos, c delles nao podero sabir sem per-
missao do P rovedor da Saude do Porlo, ou res-
petivo Inspector, e nunca(antes dehaver termina-
do a quarentena. Os enfermeiros, Guardas d
saude, Serventes e Coveiros pode rao faze-lo medi-
ante permissao dos rsspectivos Directores, obser-
vando-se a ultima eondic/io neste artigo imposta
Art. 11. Os citabalecimentos quarentenarios
em ierra sero guardados por destaca memos milita-
res, e seuscommandantes faro cumprir as oj-dens
que Ibes forem trausmittidas pelos directores,
afim deque sejam observadas restrictamente as me-
didas sanitarias prescriptas neste Regulamento.
Art. 15. Os Commaodanles e praeas dos des-
tacamenios residirao fra dos estabelecimenlos qua-
rentenarios, em aposentos para isto destinados e
aptopriados, e s devero ser rendidos depois que
houver terminado a quarentena imposta as diversas
turmas de quarentenarios.
Ait. Y6. Os commandantes dos destacamentos
militares evitaro, quanto for possivel, que as pra-
eas sob sen commanJo commoaiquem com o pes-
soal dos eslabelecimenios quarenienaeiof, ou com
pessoas que nestes se acharem, e sero responsa-
V.-
veis por lodos os abusos e infraecas que sk pral -
s as. pessgas^e lennina-I caie,,, fgra dessasjjstaheleciiueutos oliygrein luar
is-qne weiiTOTera-OTem' pr eTcTlsqomlaS BT *vt ido-^Ui#widts
as ordens dos respectivos Directores.
Arl. 17. 0 CommandanbiS dos destacamentos
militares dirigiro suas reclamacoes aos Directores
dos estabelecimenlos quarentenarios, e nao sendo
attendidas, ao Provedor da Saude do Porto, ou
Inspector desses estabelecimenlos Se mesmo as-
sim forem dsallendidas laes reclamacoes, recor-
rero Commissao da Hygieue Publica a qual, ou-
viudo aquellos funecionarios pedir providencias
ao Presidente da Provincia.
Capitulo ii.
DAS I.1UABBMB.N.VS.
Art. l.%Todas as pessoas que proeederemde lu-
gares infectados pelo Cholera-morbus, ou qual-
quer ouira molestia contagiosa, serao postas em
quarentena.
Art. 2. As quarentenas sero de observacao ou
de rigor : primeira ficaro submetlidas as pessoas
suspeilas, esegundaas que apreseularem symplo-
mas da affeccao que se procura evitar. Urna e
outra durarn o lempo que a experiencia aconse-
Ibar, ou as circumstancias exigirem
Art. 3. No mesmo estabelecimento qusreVite-
nario se nao podero Fazer as quarentenas de ob-
servagoe de rigor ;e a distribuirodos aposentos
de cada edificio ser de tal sorie que as pessoas
pertencentes quarentenas de datas difieren (es este-
jaro separadas, c quando isto nao for possivel pela
pequenhez do edificio, e afftuencia de pessoas, sero
estas divididas por lanos edificios ou navios, quan-
los forem precisos.
Art. 4. As pessoas que estiverem em qua-
rentena de observacao passaro immedia lamente pa-
ra ade rigor, se a presen la rem symptomas da affec-
cao que se procura evitar, e a quarentena neste ca-
so se prolongar o lempo necessariu.
Arl. 5. Em cada Lazareto haver um locutorio
commodo e convenientemente disposto, para receber
as pessoas que, com permissao do Provedor da Saude
do Porto, o Inspector dos eslabelecimentos quaren-
tenarios, tiverem de visitar os individuos que se
acliarem submeilidos ao isolamemto, guardando
sempre as maiores cautelas.
Arl. 6. Ninguem poder por-se em communica-
cao directa eiramediata com as pessoas em quaren-
tena, uem ter contacto com os objeclos que se acha-
rem nos estabelecimenlos quarentenarios, salvo em
casos de urgente necessidade, sendo ainda assim
indispensavela autorisac&o escrpta e assignada pelo
Provedo^da Saude do Porto, ou Inspector d'esses
eslabelaeimenlos, a qual dee ser apresenlada aos
respectivos Directores. Os individuos que a obtive-
2. Din? o servico de mesa, de modo que as
ios sejanregulares, abundantes e sadias.
,3. Ter h sua inspeccao a cozinha, para que
1 a -cosnida sejaireparada com o maior asseio.
Art. 3- M Guardas compele :
t. Cuntir todas as ordens que receberem
dos respective Directores, nao s relativas ao ser-
vico eilerno.omo ao interno das salas e enferma-
ras dos eselecimenios quarentenarios, dando,
sem parda i lempo, orna parte exacta de ludo
quanto oMeawern e dever ser referido.
2. Rotar noite fra dos eslabelecimentos
quaremenari, para que ninguem rompa o cordo
sanitario, e sitar as enfermaras, afim deque na-
da filie aos mes.
3. Far a escripiuraco de que precisaren)
os respective Directores, e deseinpenhar as com-
missoes. de e por esles forem encarregados.
Arl. 9. os Enfermeiros compete i
I. Appiar ponlual e exactamente ludo quanto
aos doentes ,'escreverem os facultativos.
2. Sasfazer os pedidos das pessoaqueesii-
verem as ermarias, urna vez que elles nao fo-
rem de enoo.ro s prescripces dos facultativos
3. Comunicar ssm demora aos Directores o
que occorrenas enfermaras, para que os Joen-
tes possant stsoccorridowjuer pelos facultativos,
quer petos tardles; falP remover pelos S3r\en-
S las morluarias os individuos que
failecerem.
rem ficaro sujeilos a urea
dias qua utos houverem sido
cousas com que coinmun
que infringirem as dis
retidos.
Art. 7, Pessoa alguma, maisde t.i dias, alem
do prazo marcado para os que exhibirem licenca
que achar-se em quarentena poder por-se em com-
municacao di'ecta e inmediata com as pes>oas,
que nao estiverem comjirehendidas dentro dos liini-
ies dos coidoes sanitarias ; o aquella que o lizer,
soffrera a prorogacao da quarentena por tantos
dias quantos os que me foro impostes ao entrar
no estabelecimento. ,
Art. 8. Ninguem que esliver em quarentena
poder deixar o estabelecimento em que achar-se,
mesmo terminando-se a quarentena, sem permissao
do Provedor da Saude do Potto, ou Inspector dos
eslabelecimentos quareutenarios, iransmiltida ao
respectivo Direclor, que dar a complanle guia.
Aquella que nao observar este disposicao ficar
sujeilo pena do artigo antecedente.
Arl. 9. As pessoas que se acharem no Lazareto
de observacao concluirn a sua quarentena no dio
que Ules for designado, e quando j nao apronsen-
tereissymptoina algnm'da affeccao que se procura
evilar| erabora esta venha posteriormente a decla-
rar-saa bordo do navio donde houverem saludo.
Arl 10. Os membros da Commissode Hygiene
Publia, o Provedor da SaudedoPorto,ou Inspector
dosestibelecimenlosquarenlnarios, ou seus agen-
tes, teo entrada nos eslabelecimentos quarente-
narios; mas, nocaso de communicarem com as
pessoas jue estiverem submetlidas ao isolamento,
ficaro feudos nesses estabelecimenlos, e submetti-
dos a mema medida sanitaria.
Art. 11J. A Commisso de Hygiene Publica in-
dicar en torno dos eslabelecimentos quarentena-
rios a lima em que deve terminar o livre accesso.
Aquellesqiea'transpozerera, tero rompido o cor-
do saniu-io, e licarao sujeilos as penas impostas
pelo art. 1.
Art. 1 Os doentes que se acharem em qi(a-
rentoua poiero, medanle permissao do Provedor
da Saude d> Porto, ou Inspector dos estaheleci-
mentos quentenarios, diamar faculialivos de fora,
os quaes nate caso licaro sujeilos ao isolamento,
e tero aposnto e meio de subsistencia. As des-
onzas que d\\ provierem, assim como o trata-
ment que coditos facultativos prescreverem aos
doentes, corrrao por conla destes, ou de seus
amigos, pare!ie5~oi: prolectores.
Arl. 13. As pessoas de reconhecida pobreza
que forem suhneliidas a quarentena serao manti-
das e tratadas ios estabelecimenlos quarentenarios
por conla dos ofres pblicos.
Arl. 14. Aipessoas, que adoecerem nos La-
zaretos de obseracao sero tratadas gratuita ment
|dos respeclivoifacultalivos nos de quarenleni de
rigor, para on.ksero conducidos, e se Ibes pres-
^uri |ironpi o veiimlieameole todos o soocorros
i
ORIGINAL DO DIARIO DE IJERNAMBjICO.
Han algia ^o00h> anno de 1855 te tem tu-
wmido no mepto a pettedo.Hada, tnt aioscrip-
(lo do ten tu uto. Ingripiait toa orelo fu-
ebre. Se ana hoje pjiamo orgulhetot ti einzit
da Dtete i lalve tm din tlln te Itvanlem dos
teu tepatero* not apparec.am no ctmpo da histo-
ria, pediado-n cenia da nnttt eiitlencia sobre e
trra.
Tritle dettii do genero humano! Ara tempre
prete, apeierlot teot tungos esforcot, 4.roda de
lioo. en ao rdiedo da Sisyplio, ou conileaaoaiio ao
tuppticio dajblalo Quer tibe 1 Talvrz tembem
Tivtmote osaritjos tero que te realite ama midas
Masut aspirare, do futuro. Potto que n* templo di
creato lerretli, de lodas ai partes te levante um
liymuu de gtor ao poder e a inlelligeiieia do ho-
rnera, parece qia david beiulorittJt peletquei-
itt Mccettivts ot teculos patudos, e que a cultu-
ra acial te tenoerpeluado sem se lomar melhor ;
de serle que es roes vio perdendo o teu perfume,
a j uto prado i n flores.
Mee ago, raiui pebre musa ; ruga este crep de
dor, deis* at cotiilerifuti melanclicas ; ellas nao
te perteacem. apona apenas ot rucios que assigna-
larira o mno qu esta aznuiuniiu. e fiqorin at ro-
DeiSet phttosoplctt para aquellos que se pavonean
as columnas teerioret.
O longo rtramqoe ha tres aunes prco'~opa lodo
a mundo, teta tara representaran |d"'.' i prolo-
go, na UhdmIh il Sebastopol. Pondo de 'parle nm*
vaulagera mu unndiria pira o luluro da homa-
aidadt. it rnilhaM de liecatombrt humanu steri-
Ktldu nesti luticruentn, quasi que tmente serft-
Art litongtr o orgalho e vaidade dot privi-
t d Ierra-
raoiaotowiaicto leve oulro^epuodios. O
desgasto da pona de urna batalha na Crimea e va-
rias contrariedades, derama morte ao imperador Ni-
colao, urna das persdoagens mtis eminentes do dra-
ma, o successor de Pedro (iraude, o representante
da casa dot Romtnofs, que mais esforc* praticou
para realisar os tonhos de gloria u de ambicao dos
teus anlecesaores.
Qumi lodas as narOes do velho minuto teflreram
dorante este periodo. O Piemonle tambeai paaeu o
teu feudo de tingue nesla tula fralrecida, enviando
Tinte mil dot seus filhos ao tacriTicio oriental. A In-
glaterra, alm das perdns enormes que eiperimen-
tou no campo da batalha, Coi victima de toavulses
internas. As sua vcllias intbluiroet licaram grofun-
dtmente abaladat, o teu orgalho golbico abatido na
pessoa da neta dot Todon, .de joelhos e orando pe-
ranleo latjaolo do prisioueiro de Sanlt-Uelena ; e
vio-te novtmente a miseria em todas as tuat varia-
das minifeslar/ies agitando ot tHhos da VerdeErin,
e lodos ot habitantes do rea* unido. Finalmente,
eslava reservado a este anno, prodigioso em desas-
tres, a postergarlo da tolerancia radiccional da In-
glaterra, pon a proscrijirao do* proscriptos que se
naviam refugiado sombra do seu paviHa.
A A unira e a l'rus-ia, conlinuandn a itolar-te ca-
da in inais da contenda oriental, cominclleram nm
erro grave arfatal, nao t coutra us interesas de to-
do p mondo germauico, comonimbem rontra as pro-
babilidades de urna paz prxima. A influencia des-
tas deas poteucias he de grande peso na balanca
dos destinos da Europa ; e ineonlestavelraente ,i siia
adliesSo causa das pnlenciaa occideniet, on i tm
inlervencao frunc e decidida nesla complicarJu, le-
ria mudado a f*ee das cousas, e lalve j te liveseem
estancado defloilivimenfe etaat fonlct de siogui hu-
mano, que correm ha mait de tres anno*. ^
At esquadraa* do Mar-Negro e do Bltico.. depois
do bombardeamenlo de Kinhurn natpraiasde Odes-
sa, nico feito qoe praticaram Me atino, vollaram
para ot teut respeclivoMealinot, afim de pastar a .
estatu invernosa ; mat tal vez que leuma nova e- c".
venlualidadede paz 1 lies permita vollar defir
mente para as plagas natars. A .,
Portngal vio levaatar-se a aurora de '/**
nado. Por alguna anooa, na \iOif '
ral cuidando ne* atut meliV-
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commereio, quartis e sabbados. '
rs dias lelo. I Relaeio, tercas-feiras sabbados.
ury, a 13 e 28. Fazend, quartas e sabbados s 10 horas.
I Juiz do commereio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meo-dia.
i Juizodeorphos, segundas*quintasis 10 horas
j 1' vara do civel, segundas e aextas ao meo-dia.
I 2* vara, do civel, quartas e sabbados ao meo-dia.
Utas- fairas.
is.
E.
lia manha.
sla tarde.
EPIIEMERIOES. "N.^
Dezemb. 1 Quarto minguanteaos 9 minutos
40 seguodos da tarde,
a 9 La nova as 7 horas, 47 minutos |
e 4s segundos da manha.
16 Quarto erescente as 4 horas, 361
minutos 40-segundos da manha.
* -' Luacheia is 8 horas, 18 minutos]
1 47 segundos da manha.
DIAS DA SEMANA.
,31 Segunda. S. Silvestreap. ; S. Nominando,
Terca, tljf Circumcico do Senhor.
tarta. S. Izidoro b. ; S. Argeo m.
Aprigio b ; S. A nievo p. m.
Tito b ; S. Prisco presb. m.
ibbado.SX&mio Esteliu.
Domingo. EpipBaajiia ( Manfestaco do Se-
Gaspar, BallhazereB.
dos Directores, em cons*quetpale demora no
fqroecimentu de medicamentos, ouie sua m qua-
lldade ou preparaco, ser lomWaem considera-
cao pela Commisso de Hygieuf"Pblica, que pro-
ceder como for justo.
Art. 23. Todas as vezes jie'or fundada a
queixa contra o boticario enaarjegio de fornceer
as substancias medicamentosa* aburra elle a mul-
la du 509 rs.. podendo o furn*meio passar arse
feilo por outro, se assimoresotver rCommisso de
HT8fBn Itobflt. ***
Art. 24. Os animaos vivos, irocede&les de
navios de portes infeclidos serc submellidos a
quarentena de rigor em lugar aprpado.
CAPITULO III.
neeimento de metf extraordinarios, a que no es-
tejam obrgados e estabelecimenlos quarentena-
rios, e se esses md)s forem permiltidos pelos res-
pectivos DirecloresUbes sarao facilitados, respon-
sabilisando-se ellisujlas despezas que d'ahi resul-
ta rem.
Art. 15. Nos Lzarelos de observacao haver
urna enfermara, qo^ervir nao s para os pri-
meiros soccorros, de;ue precisaren aquoiles que
apresenlarem symptoi'as da affeccao que se pro-
cura evitar, como lau^m para o tratamenlo dos
individuos que adeceirn de qualquer affeccaaque
nao f jr epidmica ou tntagiosa.
Art. 16. Nos Lazielos d observacao haver
salas separadas, deslioaps venlilaco das pessoas
submetlidas a quarenled. eos respectivos directo-
res tero cuidado em quige pralique regularmente
essa operajo.
Aru 17. Na proximi,de desses eslabelecimen-
tos existiro armazens ni. o para a venlilaco e-
desinfeceo das mercadoria como lambetn para o
deposito das que j estivere purificadas.
Art. 18. tn cada Lazttio haver um o rato
lio decentemente paramenl. o para se celebrar o
sacrificio da Missa e praticasreligiosas.
Art. 19. Em lugares proirnos aos esiabeleci-
msfitos quarentenarios, e delicados pela Commis-
so de Hygiene Publica, ser o-pul lados os cada-
veres d'aquelles que succumbirii durante as qua-
rentenas. as inhumages s observar o que
prescreve o regulamento do Certterio Publico, os
cadveres devero ser coberlos co\ urna carnada de
cal. Os individuos que a bordoWem a fallecer
de alguma das affecooes pestilencias, sero langa-
dos ao mar com as devidas precatoes, para qtie
nao sobrenadem. i
Art. 20, Em cada esubelecirinio quarente-
nario existir urna ambulancia proVIa de todos os
medicamentos necessarios, cujo fon>cimento ser
feito por um boticario da escolan 'Commisso
de HygienePublica, o qual deveri strjazer promp-
tamente os-ptdidos que Ihe forem diados pelos
respectivos Directores depois de vistos Aa Prove-
dor da Saude do Pono, ou inspector di eslabele-
cimentos quarentenarios.
Art. 21. Ascontasde ornecimenl de subs-
tancias medicamentosos para os esiab -imentos
quarentenarios sero pagas mensalme depois
de vistas pelos respectivos Directores, e tprova-
das pelo Provedor da Saude do Porto, otnnspec-
tor dos mesmos eslabelecimentos.
Art. 22. Toda a queixa dirigida por q.lquer
DO SERVICO EXTBRNO E ISTEBvrjJDOS ESTABaT
LECIMEXrOS Qa%F.NTElmiOS.
Art. 1. Os eslabelecinientosquarentenaiios
tero embarcaces convenienlemehl tripuladas, e
em numero sufScienli), para o triaorlo das pes-
soas e tnercadorias submetlidas i qprenleua. Es -
las embarcaces devero estar an*cadas no lugar
que Ihesfor designado pelo Provejr da Saude do
Porto ou Inspector dos ditos estabebimenios ; para
que o servico se laca com proinpo, seguranca
e regularidade.
Art. 2. O transporte de passagiros, bagaggns,
mercaduras, e objeclos que proederem de qual-
quer navio submeliido a quarenien, se far soha
vigilancia du Guardas de saude, e le manera que
se evite o contacto com a populacj.
Art. 3. Logo que qualquer naw for submelii-
do a quarenteua, as embarcaces dtlinadas ao ser-
vico sanitario iransportaro os pisageros baga-
gens e mercadorias; sendo esiat e quellesacompa-
nhados de urna guia do Provedor drSau Je do Por-
to, ou Inspector dos esUbeltcimetus quareutena-
rios, que nella indicar o destino re devera ter as
pessoas e objeclos, e quanto osdias de isola-
mento.
Arl. 4. As embarcages destiadas ao servico
dos estabelecimenlos quarentunario se conservaro
em lugares solados, sendo lavada; todas as vezes
que houverem conduzido ou pessoa accommeuidas
por alguma das affeccoes que se pacuram evitar,
ou mercaderas procedentes dt nvios infectados,
que tiverem ou tenham lido doeins a bordo. As
pessoas enenrregadas do transprtale passagetros e
tnercadorias se conservaro nosesiabtaei metilos quv
rentcnarios todo o lempo que durai o isolamento,
o depois de terminado esto, ntcomraunicaro
com a populagao sem que passem idr medidas sa-
nitarias, como banhos, desinfeegde de roupa etc.,
que a experiencia aconselhar.
Ari. a. As pessoas submeUdasj quarentena -
penas chegarem ao6 estabeleciutenlotquarenieiiarios,
sero desinfectadas pelos ineios quta scenca pres-
crever, e logo depois se Ibes f o nitrera um banho
Suas roupas sero mudadas por miras depois de
ventiladas. Se porem aohar-se dente a pessoa re-
cebida, o ruepaesito- leeattiitoi pnacruvei-a o que
Jrrtgar corrrenioote, procederido; A eonformidtW
com o disposto neste Regulamento.
Art. 6. Toda a roupa das pessas recebidas nos
osiabeieeimenios quarentenarios der ser durante
o isolamento exposta venlilaco en lelheiros apro-
priados e separados dos eslabelecinentos ; e ficar
sob a vigilancia dos Guardas de saule, que por ella
sero responsaveis. Aquella poren que perlencer
a pessoas fallecidas por algumi disiffeccoes pesli-
lencraes, a bordo ou em ierra, sea submetlida a
purGcaces mais severas, a fumigagies de chloro
immerso na agua do mar, ^go do calor ;
segundo as circumstancias e nattreza dos ob-
jeclos.
Arl. 7. As raercadorias pertenceites a quarente-
nas difieren:esestaro separadas urna; das ouiras, e
postas, sendo possivel, em armareis diversos. As
pelles, couros, crinas, las e residuos de animaos
sero depositados em lugares separadas e longe dos
eslabelecimentos quarentenarios.
Art. 8. Se recoiibecer-se que asmercadorias se
acliam em oslado de notoria infecejo, ou altera-
das, sero subioellidas aos meiosdepurifcagoque
parecerem precisos. Assubslanciasanimaes e ve-
gelaes que estiverem em pulrefoegSo nao serao re-
cebidas nos lugares de isolamento quarentenaro,
mas queimadas ou laucadas ao mar os manera qiie
nao sobrentidem.
Art. 9. As pessoas submetlidas a quarentcaa
de observag.io tero refeigoes abundarles : o almogo
as 9 horas da manha; o jamar as 3da larde, e s
8 horas da noite servr-so-lia o cha.
Arl. 10. Do tres em tres dias 33 fornecer s
pessoas que se acharem em quarentina de observa^
gao um Iianbo morno ou fri, seguido o dest-jo de
cada urna, e isio se far hora que com antece-
dencia for indicada pelo quarentenaro, ao servente
respectivo
Art 11. Tudo que exceder ao ipie fica dito nos
artigos antecedentes ser considerado extraordi-
nario.Urna tabella, approvada pelo Provedor da
Saude do Porto, ou Inspector dos esubelecimentos
quarentenarios, e exposta vista de todos, indicar
o prego dos objeclos que forem considerados ex-
traoidnarios os quaes, mediante a competente
indeinnisago, sero fornecidos pelo Mordomo.
Arl. 12. As camas sero feitas um8 vez por dia :
os lencoes, fronhas etc., se mudarSo de quiuze em
quinze dias, e aquellas vezes que for conveniente
ao asseio dos eslabelecimentos. As toalhas de ros-
to e de banho sero mudadas de cinco em cinco
dias.
Art. 13. As pessoas submetlidas a quarentena
fornecero os lencoes, fronbas e toalhas de que pre-
cisaron mas se nao poderem ou quizerem fa/.e-l ,
ficaro sujeilas despeza que disto proceder, e for
estipulada na tabella dos extraordinarios. Os esta-
belecimenlos quarentenarios fornecero gratuitamen-
te esses objeclos s pessoas pobres
Art. lj. As pessoas submetlidas a quarentena
de rigor recebero os soccorros que exigir o seu es-
tado e sujeilar-se-ho dieta que Ihes for pres-
en pa.
Art. 15. Logo que expirar qualquer doenla,
seu cadver ser removido para a sala mortuaria, e
depois de encommendado pelo respectivo Sacerdote,
Serventes, precedidos por um Guarda de saude, o
condu{irem esquife ou caixo ao lugar das inhu-
magoes, onde ser sepultado com o devido acata-
mento.
Ari, 16. Todos os objeclos que forem deixados
pelo fallecido, depois de inventariados pelos respec-
tivos Directores, e de passarem pelas medidas sani-
tarias, sero entregue* ao respectivo Cnsul, ou a
quera de direilo for. assignando a pessoa que rece-
be los um termo, em que ser tudo miunciosamen-
te de.-cripto. Esso termo lavrar-se-ha em livro es-
pecial, competentemente rubricado elo Provedor
da Saude do Porto, ou Inspector dos estabelecimen-
los quarentenarios.
Arl. 17. A's pessoas, que liverem completado a
quarentena, e oblido permissao de retirar-se dos
estabelecimenlos quarentenarios, se fornecer um
banbe desinfectante. A roupa e mais objeclos de
bagigem, que Ibes servirem durante a quarentena,
sero desinfectados antes de sahirem do estabeleci-
mento. .
Art. l. Terminada a quarentena, as embar-
caces destinadas ao servico ilos estabelecimenlos
quarentenarios conduziro ai pessoas que os deixa-
rem, e suas bagagens, e depositarn ludo no porto
de desembarque, que na permissao de sahida for
designado pelo Provedor da Saude do Porlo, ou
Inspector desses eslabelecimentos.
Art. 19. As cartas que tiverem de ser enviadas
pelas pessoas submetlidas ao isolamento a seus p-
renles ou amigos, assim como toda a correspon-
dencia ollicial ou particular que sahir dos estabe
racimemos quarentenarios, nao podero iranspor o
cordo sanitario sem que sejam previamente desin-
fectadas. O mesmo se far nao s com a roupa
das pessoas que se acharem tm quarentena, c que
tiver de ser hvada fora dos estabelecimenlos ; mas
tambera com os objectos de que ellas se houverem
servido.
Os infractores deste artigo, se l'orem empreados
dos estabelecimenlos quarentenarios, sero demitti-
dos e perdeio a terca parte dos seus vencimenlos de
um niez ; e se forem outras quaesquer pessoas per-
manarero em quarentena por mais 15 das alem
do prazo ordinario.
Art. 20. )s pessoas que estiverem em quaren-
tena, e que por se acharara era perigo de vida qui-
zerem fazer suas disposices lesianienlaras. rece-,
bero dos respectivos DireclOTec iodo o auxilio de
qtie necetnirarem, rflardaqua si\ tatftfeit a sua
ultima volitarle, e preeochidas as formalidades da
le.
Arl. 21. Os empreados do eslabelecimentos
quarentenarios, que altrapassarem.0 cordo sanita-
rio, e se communicarem directa e inmediatamente
com as pessoaS de fora, sem observarem as pres-
cripces e cautelas consignadas neste regulamento,
sero deiniliidos depois de passarem por todas as
medidas de desinfecto, e perdero a tetva parle
dos seus vencimenlos de um roez.
Arl. 22. 'Os empregados dos eslabelecimentos
quarentenarios que permittirem s pessoas submet-
lidas a quarentena ullrapassarem o cordo sanita-
rio, os; porem-se'em communicacao directa e im-
medialu com as de fora ; ou que emfim oceultarem
qualqu-r circtimslancia, que possa fazer retemos
eslabelecimentos quarentenarios as pessoas que ti-
verem terminado a quarentena, serio detnillidos c
perdero os vencimenlos de um mez.
Art. 23. As pessoas que, tendo rumpido o cor-
do sanitario, poderem e/adir-se, antes que sejao
retidos nos estaheleciinentos quarentenarios, e oc-
eultarem se na cidade ou deixondo esses eslabe-
lecimentos, pozerem-se em communicacao com a
populacao, sero mandadas, rom o auxilio do Che-
fe de Polica, para o Lazareto por 20 dias.
Art. 24. As pessoas que estiverem em quaren-
tena, nao he observarn tudo quanto se ocha pres
creseripto nesle Kegularuento. e lhes relativo,
como lambetn respeitaro a moralidade e a decen-
cia. Se o nao ffzerem, ser-lhs-ha prolongada a
quarentenc por tantos das quantos o Provedor da
Saude do Porto, ou Inspector dos ostabelecimemos
quarenienariosjulgar conveniente. Se o infractor
for algum dos empreados dos mesmos estabeleci-
menlos se Ihe far applicago do que disaoe o ar-
tigo i-i. deste capitulo.
Art. 25. Todos os empregados dos eslabeleci-
mentos quarentenarios sero alimentados pelos res-
peciivos Mordomos, segunde a cathegora de cada
um, em mesa separada daquella em que comerem
as pessoas submetlidas a quarentena, recebendo os
ditos Mordomos a quautia precisa, e que para is-
to for estipulada. Aquellas porem que preferirn)
ter em dinheiro o que para sua alimenlsgo se es-
tipular, recebero adianlada a quanlia oecessaria
que resiuro se tiverem de ser demiltidos, des-
contando-se porem osdias que houverem passado
nos eslabelecimentos.
Art. 26. Aos Commandantes e pragas dos des-
tacamentos se deduzir dos seus sidos a quanlia
precisa para sua a1irr,nUco ou ^ 0uizererni
recebero elles en. dinh;ro 0 que for determinado
para sua mantenga.
Art. 27 As pessoas sub.e,lidas (|Uarentena
pagaro a diaria que fordesig.ada em uM>
provada pelo Provedor da Sandez porl0i ou ,.
pector dos estabelecimenlos quaret^nanos 0 e^j
diaria ser destinada a sua alimenta,,,, a 0utros
fornecimeulos indicados na mesma
cepgo dos extraordinarios previstos nosa,,.^ jj
e 15 do capitulo 2% arl. 14 capitulo 3Ve a,s os
quarlel-mestre do dcimo batalhlo cieNinfanlaria.Ca-
millo Xavier de Mello, que visla di noN* que re-
melle por copii. Inte de pagar na recebedoVrja de
rendas internas a importancia dot direilo* emo^-
mentot que est a dever corretpondeale* soavhjo
que lirabem remelle por copia, pelo qual te Ihe
conctdeo despensa do trrico para opporlonamenle
ir esludir o curso de toa arma ni eacoli miliUr da
lNla, ex- corle.Offlciou-te neste teutido ao iatpteler da the- ,
' tuuraria de fazenda.
Dito Ao Etro. presidente do coosellte
]ue ferem iridieados hs tabella que for apprSda trilito do patriine'nio d wphitet,-*reai* fiee ia-
pela Commisso de Hygiene Publica, devendo v iBirido de haver iqueile consellio aotoritado o di-
dos elles ser pagos a vista dos forneeiraenlos, redor do eollegio dot urphaos consentir que am oa
antes qne essas pessoas deixem os eslabelecimenlos. .,iro educando patteilgun din com is mala en pa-
raarca
lo, uina
Arl. 28. Os Mordomis fornecero ios eslabe-
lecimentos quarentenarios ludo quanto lites for ne-
cessarios, e que devora ser de Iwa qualidade, alim
de nao solfrerein privages as pessoas que nefles
se acharem. Os que iransgrediretu esta disposigo
sero demiltidos.
Arl. 29. Cada eiupregado dos eslabelecimentos
quarentenarios lera um ordenado proporcional ao
seu trabalho, eem relagao sua cathegora, e alera
disto urna gralficago destinada a alimentos. Os
ordenados e. graiifcagdes sero marcados pelo Pre-
sidente da Provincia.
Arl. 30. Os Mordomas, por si ou por seus
procuradores, recebero dos cofres pblicos o que
for preciso para, as despeza? dos eslabelecimenios
quarenlarios, e para o sustento das pessoas pobres
submetlidas a quarentena, e dos empregados dos
mesmos estabelecimenlos.
Arl. 31. Se acaso as pessoas submetlidas a
quirentena tiverem reclamacoes a fazer, ou re-
presenlages a submelter contra os empregados dos
estabelecimenlos quarentenarios, se dirigiro aos
respectivos Directores. Se porm nao forem at-
tendidas pelos mesmos Directores ou as represen-
tados disserem respeito u estes,sedirigirao ao Pro-
vedor da Saudo do Porto, ou Inspector dos mesmos
eslabelecimentos, com recurso para a Commissode
HygienePublica a qual julgando-as fundadas, as
levar inmediatamente aoconhecimento do Presi-
dente da Ptovlucia.
CAPITULO IV.
DISrtSigo'ES CBrtAES.
Art. 1. O Inspector do Arsenal de Marnha
prestar promplamente os soccorros que forem pe-
didos pelo Provedor da Saude do Porlo. ou Ins-
pector dos estabelecimenlos quarentenarios um be-
neficio dos mesmos estabelecimenlos.
Art. 2. Os Viordomos preslarao nanea idnea,
correspondente s sommas que liverem de receber
dos cofres pblicos. >
Art. 3. Os empregadsc*- dos eslabelecimentos
quarentenarios que ineorj^gton qualquer falla
nj prevista neste rcaulfJHSo sero pela pri-
meira voz admoestados pulo respectivo Director;
mas no caso de reincidencia iujusnlicavel sero
J^ejBUUdos. Se por-r. a falta for raimojaUidiLJiJu-
algum dos empregados, cuja nomeacao compete t0^rn-un"la ,
l'residonoia. sera elle ouvido pelo Provedor, ou cBmora uor
Inspector, e advertido por este, se nao puder jus-
iilcar-so ; mas se reincidir, o Presidente da Pro-
vincia o demillir se assim o julgar conveniente
vista da nformago ou queixa do dito Provedor,
ou Inspector.
Arl. 4. Se acaso o Provedor da Saude do Por-
to nao poder ser o Inspector dos eslabelecimentos
qtiaretiteuaros, observar-se-ha. oquo prescreve o
Regulamento de 29 de Janeiro de 1S43 relativa-
mente ao levaniamento das quarentenas.
Art 5. A Commisso de Hygiene Publica lera
immediata inspeceo sobre todos os estabelecimentos
quareiitenpros;o Provedor da Saude, Inspector dos
mesmos eslabelecimentos communicar sem perda
de lempo lodas as circumstancias e oceurrencias
para que ella, de prompto possa Ihe .pedir provi-
dencias ou remediar o que esliver ao seu alcance.
Ari.-6- Nos casos omissos neste Regulamento,
providenciar a Commisso de Hygiene Publica,
precedendo approvagodo Presidente da Provincia.
Palacio do Governo de Pernambuco 11 de De*
zembio de 1855.
Jos Denlo da Cunha e Figueiredo.
'es que o* requitilarern, tendo purea essas pet-
,oa% reconhecida hunetlidade.
Dito
- Ao inspector da Ihesouiaria re fazeodi.
"m 'lior urgencia faga V. S.'seguir para co-
' anliunt.i ter entregue io jais da direi-
* 'bulaucim ja oromplat, remetiendo
lamben, urna pu.#o ^ ^
fra-edevidro K^ Torno
a maior brevidade, v.___, _
. "lo que lai-w: mu necetuno
que quaulo antes tria p, .- t. ,
^ ,."" Horneada i comece
a funccioiiar a commissau,,,. .'.a .
, xue orden em tneu ofli-
c.o de i dr> crrenle..
e cobertores e algins
a recdmrncndar-lhe
da reparljgjo da guerra de
ganisindo altis complicadas financas, e ; 2C(
aguardar um futuro mais lisongeiro.
A vellia e romntica Hespanha, depois das ,
sangrentas do anuo de 1851, comer a entrar h'l.h
estrada mais taaoavel e pacifica. Deafechoii um gra>
ue golpe nat suas instituires gothicas, receben un
cousliluigao liberal, de harmona com at ideas po
tilicas do scalo, melhoron de alguma surte o cahot
do seu systema linanceiro ; e posto que tb o enr-
gico governo de D. Baldomero Espartero ficatte li-
vre dot horrores di marchia, com ludo a ordem pu-
blica ainde nao esl inteiram.ule consolidada.
j4a Alia a lula enlre o pretndanles ao Himno do
imperio celeste, aieda continoou com vicissiludes di-
versas ; e alm do Caucito, ot baudos de Schamyl e
os soldados de Abdul-Medigid, vio ceifando desa-
piedidameule as tropas de Alenadre II.
Ot Btladot-Unidos da America, sempre envolvi-
dos nat esperas dubrat do teu clstico egosmo, e
sob a rgimen do seu self-governement, te conser-
varan) itenlot dos clamores da guerra do Oriente ;
mat entretanto a prxima eleigo presidencial tem
agitado e puslo em continua ebulirao lodot ot parti-
dos belligeniiles da Uniao ; e ltimamente urna
complicado perigost esleve em vspera da niaiiifes-
tar-se enlre Yankees e BrelSet.
Ha pouco o general Canrobert foi encarregido de
una mittSo diplomtica unto aos Estados Scandina-
vot, cujo Iim he associa-los at potencial accidentis,
sendo a Finlandia promellida Suiclk como ptga-
menlo do seu concurto armado no grande conflicto
oriental. Urna parte da Finlandia foi cedida i Ilt-
ala ao cmico ilo aeculo actual, e a nutra cooquis-
lada-/i reinado do imperador Alexindre. lie mu
ferli' tensa e rica de producios naluraes. Assim
deve excitar a cobica dos primitivos pomiidoret e o
desojo de conservaban da parte dot Rastos.
No meio de lodas etlat complicacCet, targe ama
i Ao vcilio mundo, e como coosequen-
i^-s'V^ r.ifetlta do imperio fraucez ao
p Juropa.
y mphos alcanzados pelos allia-
. (. ivot para a campeona futura, le-
. anda te pi'le copseguir a pez, te
/itu do desmembrinleolo da Crimea
d'entre ot seus dominios ; mat para este Iim te
mister que a Inglaterra abandone limbem Gihrtl-
lar nat costas meridloniet da Hespanha ; e entilo
[eremos como consiqueacia inevitavel a daclaracAo
solemne da liberdide dot mares, potsibilidade de
urna revisan dot tratados de 1815, e novot limites
territorial! finados pelas potencial coalisadas.
Finalmente, embora Luis Nipoleo teja boje al-
iado da Inglaterra, he sempre o seu mais rancoro.su
virnigo ; a mais cedo oa mais Urde ha do procurar
ngar-se das injurias ealTrontas que receben o pros-
apia de 1848 ; e visla lo estado de impotencia
< i oulrat luicOet europeas, he muito pussivel'que a
ctlenda actual se termine por urna alanca terak
en qne a Fringa e a Kussia se entendam para do-
ra r o mundo.
V tal o imperio da verdide que, ipezar dos soe-
ces, que ueste anno dividiram e ensanguenlaram
os p...s europeos, e interrumperam o desenvolv,
mentetts ortet e dasscienciat, sempre observamos
algunlymplomas, algumas tenlalivas que revelara
a inlulo do pentamenlo d'harmonia e compoai-
Slo datnidade da grande familia humana. Ette
concursa acifico, essa lula da iulelligencia, sob o
nome poVotode exposigo universal, em que lomi-
ram parla idas as nagoes do mondo, he a aurora es-
plendida dium dia de paz e concordia, o sol cos-
mopolita qatlem de allumiar o futuro da humani-
dade, -i aVmpada ineilingaivel que afugenlar
para sempreV idadrs limbicas da barbaria.
Onlro facld, io minos imporlaole, e que lende
pira o mesraoysallado de harmona universal fui
a nrgonisago r\ eongresso internacional, composlo
de homens eimlnlts de quiti ludas ai na roes da
Europa, tendo i- iim occapar-te com um tyalema
(eral e uniforme, e pesos e medidas, que suhstitun
o cahot que boje < este nome regula atrelaget dos
differenlet povotV're si. Ser mais urna conquista
nat barreins que. 'a teparam as nagfles, e um
pisto pira a contl|*x,.j0 do grande templo humani-
tario, rm que ui os homens terSo de viver uni-
dos e irmanicile, o^' Dos os creara.
Finalnsenle, atas^Woi*,e lenlalivas deste con-
gresso para a futi |,'Vlis as linguas em urna lin-
gua universal he o efoWdefiniivo e snpremo para
II1ITII
a regeueracAo social de futuro harmnico da especie
humana.
Se o verdadeiro principio da civilisaglo modern
he o periodo do descubrimeiiln da imprensa, i re
velagao da linguigem universal ser a coroago do
grande lira humanitario. Ha delatis anuos pouco
mais ou menos, um 1 ranee/, chamado (irosseliii. ti
veii'.ou um systema de linguagem universal. E feito inlelleclual foi geralmenle apreciado pelos ob-
tervadoris, mat a incredulidad* lint lea divinas do
progreaso desanimou esle operirio do pensainento.
e a invt'iira i licuu em complelo olvido, fcilrelanlu,
O auno de 1855 vio agilar-se novimente estaques
Uto magnnima ; e se ella fr retoivida dentro des-
loseculu, a nos ludios com o immurlal Giillcmberg no raeiado do
ticulo XV.
*Na esphera industrial o saccessn mais importante
fiir\i inauguragao da abertura du islluno de Suez,
isla grande empieza, que ligando ilous hemitphe-
/jos, por meio ^es novas e facis augmentar a prosperidade de
lodas as nagoes, e periniltir que a Ucrania, a Aus-
tralia, a China, as Indias e a frica parlicipem dot
beneficios da rivilnaro.
Agora, ae volvermot ot olhos para o nnsso conti-
nente, veremos que o Estado Oriental do Uruguay
contina agitado, e que o Brasil, retirando de la o
teu eiercilo e os seos subsidios, parece querer dca-
farle punir ingratidao dus Uricntaet, abandonan-
do os sua torle.
Apparentemenl parece achar-ae adormecida a
hoslilidade, lalvez inevitavel, de que lem appireci
do symplumit enlre o Brasil e o Paraauay. Esta re-
pblica larabem nao est em boa harmona com
Confederagao Argentina ; efljsla Confederagao anda
permanece no isadoqoesfoi chamado bicephatia, A
provincia de Buenet-Ayrea cooliua separada das'
outras que reconhecem Urquiza como chefe.
O auno de 1835 nos enconlrou e nos deixa i
menle na pjosse de ama pat inalleravel, e
cupados cora *,desenvo!vimento da nos*a prospe
dailemi.ru I e material. A scsao datnossasc
legislativas foi urna das mais esteris que temos I
e. se nao losse a nova lei de cleiges. esle penod
uossa oflicina-tegislaliva geral nao deUaria v
Exaudiente do da 27 da dezembro.
Ollicio Ao Exm. marechal commmandante das
armas, dizendo qua parece conveniente apromplar-
so ja a parle do novo hospital reg mental que se a-
cba em estado de servir, afim de serein all tratadas
as pragas que forem acommellidas do cholera, pois
quamiS o mal apparecer,;alm de nao se poder evi-
tar a communicagao com ot doentes, accresce uao ha
ver oulro lugar queonerega mais comm ididade, ten-
do que a hiver, S. Etc. o indicara.
Dito Ao mesmo, recororaendando a expedig.lo
de suas ordens, para que com a maior brevidade
parta para Garanhuns um medico militar, afim de
toccorrer as pessoas alicatas dj epidemia ; o que
torna-se lano mais necessario quanto naquella co-
marca existe am griude destacamento.
Dito Ao mesmo, inteirando-o de haver resol-
vi It', em vista de tua nformago dada acerca (o're-
querimento de Jos Narciso Camello, que fique de
ninhum effiilo o engajamento qoe contrahio Aor
Avelino Sobrea, de Mello, nelo do supplicanle.l
Dito Ao mismo, declarando haver autorisado o
inspector da Ihesonraria de fazenda a mandar abo-
nar a importancia dos tret mezes de toldo que pedio
o albires Manuel Fernandes dot Santos Franco no
requiiriminlu sobre que S. F.ic. informou.
Dito Ao mesmo, pira recommendar ao lente
DUo Ao mesmo, remet. .
,, y por copia o aviso
ia do
urente, mandau-
"Hebello da -Silva
l'ereira, a contar de Janeiro do aun.
' ,. "iroiimo via-
louru em diaflte n quanlia de at que K .,:_
de tea toldo o alfares ajadanle do quin., ..
de infanlaria sevenanu Rebello di Silva Pt .
Dte Ao juiz relator di junta de justiga,
raiilindo para serem relatados em settao da
junta os procesaos verbar dos soldados Js Dai
de Souza e Minocl Francisco di llosa, perleucenl
ao meio btlallio da Parahiba. ParUcipou-se
Kvm. presidente daquellt provincia.
Uilo Ao provedor da saude, dizenda que p
.dnullir cerno guar la evlraordinario diqaella re-
pirlig.1 > a Joao de Araojo Alfet da Fonseca esa tub-
sliluigao a' Ju'aquim de Araujo Alves da Fonseca
que se despedir.
Dile Ao juiz de direilo de (aranliuns.Con-
forme a communiquei a Vrne pin esta comatta tu
saituir, iodo por Maeei am medico mililar p*r*
Iralar dot doentetda epidemia, e das Alagots devera
tambem ter pin alii partido um dus esludanles de
medicina da Babia. Nao obstante mando agora en-
tro medico e torno a enviar outra ambulancia, ama
porrao de baca e cobertores e algans frascos da vl-
dru vatios, qoe requisita Vmc. Renov at recoramen-
dacOetqoe hei feito quinto etecurao das medidas '
sanitarias, e remello algons ejemplares do tratamen-
lo do cholera por meio do sueco do HtnaO para qoe
sejam distribuido! pela populacho.
Uilo Ao juiz de direilo de Santo Anteo.Para
esta comarca ja ordenei qoe partiste am medico, afitn
de oceorrer a qualquer casu da epidemia que infe-
(samcuie atn tenh de i>psitoi, e ja nmndii Urjj-
niBtiutancia para ter enlregae i Vmc.
Compre por Unto, que de aceordo cora is demais
autoridades, te empenta* Vmc era vellir tonta ai
prescriproet hygienicas, e em soccorrer prompla-
mente a qutm quer que succeder ser accommettido
do mal.
Dito A' cmara municipal da Victoria. Res-
pondo ao ollicio dessa cmara de 21 do correle, di-
zendo que para essa comarca ja ordenei que tegnis-
se um medico e ja mandei ama ambulancia para o
caso de infelizmente por ahi apparecer a epidemia.
Cumpre qoe esta cmara se desvelle di exeeogio das
medidas sanitaria- e rtcoramendtcoes qoe ja se lem
feilo. Remello urna porgao de ejemplares sobre a
tratamenlo do cholera por meio do sueco do lim3o.
afim de seren dislriboidos pela populagao. Com-
municoo-se ao delegado daqaelle termo.
Ditu A cmara municipal de Goianna, dizeado
que opportunamenl! sero enviados a issemblt le-
gislativa' provincial a conla da receila e despeza e
mais papis que acompinharam ao seu ollicio de 33
do correle.
Sortaria Uemiltindo, de confrmidide com i
proposli do chefe de polica, i Pedrolgnacio Wan-
derley do cargo de subdelegado da freguezia de Bar-
reiros, e nomeando para o mencionado cargo a Jea-
qnim Cavalcanli de Alboquerqu* Mello, bem u-
sim para o de primeiro supnlente de delegado dtquil-
le termo ao bacharel Joo Uircaoo Alves Maciel.
Communicoo-se ao referido chefe. I
COMMANHO D*8 ABMiS.
Qaartel ceaeral da oazoaaaoda daa artaas a
Fernaatbrco aa eld.de da Recite asa 29 4a
daaaaabro da IBAS.
ORDEM DO DIA N. 175.
O marechal de campo commandanle dat armas se
appraz em dar poblicidadeao oflicio abaiio trans-
cripto, que ao teu couhecimeni* foi tnzido por in-
termedio do Sr. primeiro cirurgiao capilSo du ar-
po de saude e delegado do c-irargiuo-mr do ejer-
cito nesla provincia. O mesmo marechal louva au
Sr. segando cirurgiJo enle signatario do rcfeaMp
offlclu pelos detejos que nulre de prestar sarvigoi ao
governo, ou antes humanidide,e Ihe astegura que
o seo offerecimenlo, recebido com agrado, ser op-
porlonameute aceilo.
UFFICIO.
Ditejiudo prestar serviros ao goveruo, e sendo
estn occasiao mais favoravel, por isto que cotaega a
deseuvolver-se a epidemia do cholera-morbus uo
interior da provincia, desd j me offerego pira que
algum que o ssignalaste no futuro. Il'tgragadamn
le a serenidide e at oflereiidat da civilisarAo que ia
mus gozando, livres dos conflictos que seram as am.
bgOes da poltica, foram de alguma torte perlurba-
dos (illa invasflu do cholera em muilos pontos im-
portantes da communliJo bratileira.
I'ei nambuco I Venus Urania, llor e perfume dat
(uat unjas da 'erra da Santa-Cruz, foco da intelli-
gencia e Torga '. O anno te pasuu, aem que soffresle
a menor alleragao na ordem publica. Inauguraran)
se varios mclhoramenlos asateriaes, e os teus fu los
foram dolados com um novo orgao de inslrucglo te
cundaris, que, se fr corMnienlemenle promovido,
podo abrir ama nova era ni educagao Iliteraria e
trielilifiea oos fatlot da tul historia.
I ni dos melhoramenlos inateriaes que mait avol-
lam, he notta estrada de ferro. Cumo os capita-
lista: inglezet nao encontrassem era seu gremio te-
Miiraiira sullicieule para empregar os teot capilaes
em conseqoencia da guerra que devaslava a Eurupa
e a Asia, vollaram aa vislat pan onde havia mait
reguranca. F'elizmenle naquella poca o Brasil o He-
reda niri bello prospecto ao espirito de empnza, e
o prejeelo do nosso raminho de ferro, que se achava
ara pouco esquecldo, desperlou cnlau a allengo
dos capitalistas britnicos; e com o concurso dot
de 1'o uambocu e dos especuladores do Inglaterra,
forra m-se a companhia, celebraram-se os contratos;
e no curio espago de seis mezes um encarroado por
parle dos contraanles aqu cliegoo, e aununciou-noi
bem-viodt nolicii de que te pretenda tancar a
pedra da primeira estrada de ferro de Pernambuco.
A noticia cahio entra aos como um raio, rauilas
pessoas dillicilmenle podiam rrer que realmente li-
vessemos ama etlrida de ferro ; mas o propicio dia
7 de serembro despertsu esla illusOes, e todos ain-
da se hao de lebrar dq* ftatv/cs momentos que goza-
rm, assistindo i eeraBJiKafclebrada na ilha do
de* Mw.es mi
rre^MtccIi
de ama patrsi apparenle chegaram aqui
eirot pof.pjirle dot contratantes. Sem
disto, anda eeniiiioou por algom lempo a,
le cercii da etacucao da obra. Os doui
eaiaa|J|jsnKloi pelos esbirros do Sr. C. de
teranaHpaxipio aos Inbalhos prilimioa-
isloaapasssva desapercebido. Enlretanlo
* peilimcii britnica nao se irrefecia, e s proeara-
va auperar ot obstculos, pin ata dii desengaar i
incrrdulidide dos tceplicos, mnslrando-lhes o prin-
cipio de execugao da uossa estrada de ferro.
Com elfeito, o anno qoe est a espirar vio tragada
a linha por onde tem de pistar a estrada, desde as
Cmco-1'ontas al a Ponte dos Carvilhos ; e breve
esles Irabalhos estarao defioilivamente concluido,
para di pois se comegarera as escavaedes necessariu ;
de orle que, diqui ha um anuo pouco mait oo me-
nos, leremos ama locomotiva, roncando e sikrlindo,
desde esta cidade at a decrepita villa do Cabe. As-
sim he licito qne nos congratulemos por ter dado
mais um pasto na cirreira da civilitigao.
Na esphera comniercial, nanea (vemos um anqp
mais prospero, (anlo para o commercianle, corno-pi-
ra o agricultor. Nossa marmita mercantil caatinha
n'um progresso admiravel, e juntamos mais um va-
por, o Mrquez d Olinda, n uossa bnlhanle cab-
lasem. A direcgAo di Companhia Pernambucana,
tendo levado a elTeilo a sui preslimosa e necesiarii
empresa, he digna de lodo o louvor.
Eis o balaugo mait ou menos exacto dos suecetsos
mais noliveis do anno de 1853, he o felo couio-
inaJo, he o passado, he a historia. Resta n*s agora
aprecia lo, tirar delle lices proveilosas que no* di-
rijam ua pratica dat nosaas aspiragbes fuluris, e tra-
balhsr para que < novo anno nos seja mais propicio,
e livre das calamidades qae nos tffligem.
Temos pafido por provagoes dolorosos, mu esle
periodo de snffrimenlot sir transitorio e ephezoero,
pois qoe um* bondide snprema regala o nots* das-
tino.
g o bem he absoluto ; s elle he necessario. O
mal nojaando he nm accidente, e he por isso qae
ineetstiilemente vencido. Ao puso que as
do bem sao definitivas, as derrotas do mal
Ja*l*.
A p'z. a abundancia, a prosperidad* para todos
pa A objeeto dot nossos desejos, os molivot dos nos-
tos voto* ; esla he a torle, leilor, qoe para Ii asp-
riaaof ao anno qae aminhSa vai comegar : o prsen-
le que a notas pobre muta le pode oflerecer.
{Abdolakr-Kralif.)


\
}
.-
pumo n mmma mm K,m \ ot oezeibro bi un

\
/
leja o piimeiro nomeidOj ni primeira commlsslo que,
hoavere en qualquer poni da provincia, onde te
fac.ni insis precisos 01 toccutro mdicos.
Dos guarde a Vmc. Recite 27 de deierobro de
185J.mu. Sr. Dr. Manoel Adriano da Silva Pon
tes, delegado do cirurgilo-mr do exercilo. Dr.
Olegario Citar Ctbotirit, 3. crurgiao.
Jot Joaquim Coelko.
OKDEM DO DA N. 176.
O Illm. Bxm. Sr. marechil de campo Jote Joa-
qun) Coellio, commandiole du armas. Banda de-
clarar para o 0 conveniente, que na da 28 do
crvente se daterminoa qoe os Srs. cirurgiOet len-
les do corpo de saude Drs. Miguel Joaqun) de Ca-
'ro Maearenhas e Eozendo Aprigio l'ereira Gui-
mares, fossem empregados no hospital regimenlal,
em lubsttuicao aos Srs. Drs. Trnjano de Soaza Ve-
ste e Aaguslo Carneiro Monteiro da Silva Sanios.
invenc,oes e os apere .calamentos da in ludria ou de
animar empreas de ulili lade publica, ele.
Ora, ser o contrato da cmara incluido n'algum
desles casos? Ha "iilro* muil s para juslitica-lo
dirlo.Nlo os conhecemos. E a prova mais forte
de que eise contrato n.ln lem correspondido aos re-
sallados que m esptravam, he que a.alimenta
publica lem peiorado e a fume vai augm
Deo principio a esta medida mnnieipa^a receio
qoe linliam os marchantes de condq^eiu o gado
para os logaros atacados da epveniia. E o que
con viuda eolio fazer ?Esla/oelecer a couducc,.'io
do gado desses logares eity^ue elle eslacava, procur.r
os pastos convenientet para descaotarem as reze,
ajudar emlim os Particulares que se empregam ues-
te commercio.
N3o taja pequeos motivos ou raines inconsidera-
das iyue nullicain a concurrencia. O principio
Carado pelo Diario do Rio de Janeiro, be, quanlo
-----D---- ------- .- -- ---------_,,, .,.....
que a 97 do correrle foram nomeadoapara servir nos, exlranho questlo e limitado a certas indu/-
em eommiatlo no interior da provincia
Meada ouiro-aim declarar,que houlem aOmeou o
couselao da guerra que lem de julg.r o saldado do
1.* balilhlo da infamara, Jauuario Alve Rodri-
gar., pelo crime de desirclo tm lempo de guerra,
sendo o eontelho compotto da inaneira segualo :
PrnUtnle.
O Sr. coronel Trajano Cesar Burlamaque.
Auditor.
O Sr. auditor Dr. Alejandre Uernardno dos Res e
,!va.
Interrogante.
O Sr. capillo Joaquim Antonio Pientznainer.
I'ojoe.
U Sr. capillo Manoel Claudiuo de Oliveira Crol.
O Sr. tente Aogasto Lopes Vi las Boas,
(la Srs. alfare* Amonio Dioottio de Soulo Gondin, c
Jos Francisco de Oliveira Moquita.
Candido Leal Ferrtira,
Capillo ajudante de ordent enearregado do detalbe.
timiOK.
baha.
A ALIMENTACAO publica.
I. .
Qoando o qoiiessemos nao podiamor*""s e',ul"
var-oo de expender algoraas idea c*8 'lo ^J'0'
te cima. Coropromelleoio-oos a M o oos.o
artigo antecedente, e compriuio. """ 0ID de,rer
Intuito de urna materia, que>nsUlu9 ""-
te ama qaeillo de nioment-
Fo, um imprvido ou y*"1* au na Va-
sou na caresta e pe/U em 1 P' arh,mo'.
(topois de sermos yMo1 P*>HF"to da peste.
Nada mais do qn/"mDt* ,n,oiSo "'onslrada
a fluencia dos /ros nenlieios, ap. ama crise
qu.tquer por/ PaMe om E-,ado- Ba,u ",lenlar
na parl\si^n'1 I0* ac<-on,m*,1 industria, no
j-)11F/ado qoe a-sulla o commercio, para sup-
porlnq!./f>"ca superveniente em lata cnm as pri-
' arcando desabridamente coro todas as ric-
es-.
'.* nm prejoizo este que a razio auxilia com n
iaalozes que a sciencia indigila para ser a lempo
modificado em tnat conseqnencias funestas. Est
pois ao cargo da autoridade governalriz, em quem
^he forja admittir o conhecimeoto cabal dotaos (ac-
tos, o precaver os perigot que ameacim o povo a a
adopelo de medidas qoe obviem seus males.
Juan lo nao fosse islo urna obrigaclo do governo,
emanado por lei natural da su mitslo protectora >
quaodo nao esleja consignado no pacto social o mis-
ter de velar iocessantemenle no bem estar da socie-
dad : ama razio ponderosa, qusl he a do proprio
inleresse, impelle o governo a exercer a soa activi-
dad*), no intuito de pracatar a najio da ama des-
araoa imminente.
A historia do passado, assenlada na soa cadeira
da metlr, vai dictando todos ot dias as auat Iir6es
proveitosat prosperidade do povo. Eolio le remos
alenlos a pagina que reaa dr. .-nigeria e da (bine.
a O povo, diz ella, cutta muito a altender s vuzes
da razo, quando Iha falta o necesario a existencia.
O grito da fome, parlindo das entradas myrradas,
be nm brado estrepitoso de guerra, he o esforrn der-
radeiro o terrivet do hornera, que vanle ti o as-
pecto medonho da morle.O vencedor de Merengo
titubiou nm instante cin face da inani{,1o popa-
lar. Agora rhesrno, rra inrriot-rra, a falla do pnw
he o mote sedicioso das rennioes de Hyde-
Park.
Mochegaremos. inarn; de Dos, a este extremo de
lesespero que traduz a falta completa de alimenta-
rlo publica. Entretanto esta vai pelerando e mes
mo d'icrescendo eansivelmenle, sem que se haja lo-
mado rasolurl enrgica, sem que dispoute a es-
peranza de havermos em breve inelhores gneros
alimenticios.
Acamara municipal, a quem ora nos reportamos,
iuteulou promover o fornecimenlo das carnes ver-
des em satisfago ao dever qoe Iha corre de dispen-
sar toas vistas benficas sobre os males doseu muni-
cipio. Applaadindo ai nlenrOes da noasa munici-
palidad-, nao podemos applaudir os meios de qoe
ella valen-se para chegr a este flm. Desconhece.
moa a disctalo qoe precedeu a essa medida ; ig-
noramos anda as ideas qoe se aventaran] no de-
curso dif sessoes; e por islo dizemos somenle da
tua ultima deliberarlo. Esta foi fazer om contra-
to com om particular para bastecer acidado de car-
nes verdes.
Al aqu mo he possivel nolar nenhom erro de
omcio da parle dos vereadores : pode-se mesmo di-
xer qoe todos elles applicaram os principios da scien-
cia formarlo do contrato.
Todava vejamos.
II.
A convicelo intima do povo que tigarva-se ero
poum a bracos com a fome, deveu apagarse algum
tanto com a noticia de t?r-se incumbido o corpo mu-
nicipal dalimeotaclo publica. A idea aterradora
de om flagello sobseqoenle e immediato ao da epi-
demia foi snb rermos de fome, no qoe hooves.emot escapado da
peale. A municipalidade bahiana, solicita e incan-
savel, revendo-se, por idas lucubrar-Oes scientificas,
no espelho luiido das municipalidade! da Europa,
esteva a ponto de realisar o desidertum social por
**u elemento democrtico.
Foi nma horrivel decepcao !...
Os gneros de priraeira neressidade comecaram
ear : as carnes verdea foram logo diminuin-
ho mercado. NSo subiram de prero, he verda-
de, mas desceram de quanlida.le. Ao romper do
dia os consumidores dirigem-so aoi lalbot, e quan-
do realisam a compra levam para as casas urna ali-
menticio insalubre, nina carne podre !
E b pobre nem isto consegoe I Os vendedores
tjmbeni se conspiram em seo prejuizo. A melhor
carne que existe, ha para este ou aqaelle, delerml-
nadameole ; he para este oa aquelle que em par-
ticular se contrata com Mies e cobre o preco laxado
com algoma quanlia maior.
Eit o estado era que te acha o mercado das carnet
verdes 1 eis as vanlagens da medida tomada pela
camera municipal !
III.
E como havii de sortir bous tfl'eilos aim contrato
naaeido de principio! errneas 1 O monopolio, em
que elle s* basea, precisa de um estudo atorada pa-
ra, segundo as contingencias peculiares, servir de
um agente econmico.
Dina exeeptfo detta ordena o mximo principio
da libsrdade de industria, consagrado pela econo-
ma poltica, he ohjeclo de lonjas vigilias, de largas
/elleloes do estadista. Enllo resallara os incon-
venientes do monopolio artificial. Si Genovesi dis-
a o valor das coasas, ou, para fallar de urna
motMrra mais correcta, o sao precti he ama rilarlo.
cojos termos o tizados pela natnreza e nlo pe-
lo Capricho do homcm "he preciso ver as modi-
ficacoot qoe pode sonre esta doutrina em beneficio
eral.
Para que appararam os inotinpolios particulares
basla maltas veres urna crise como esla. em que o
inleresse egostico e reprovado pode elevar u precn
da tua industria, em falta do concurrencia qoe vai
desapparecendo. Ecomo duplicar, nesta hypolhete,a
ac(a> taooopelisadora do individuo e do Estado 1
A primeira, dirto, he a excluslo de lodos em bene-
ficio de algont, a segunda ho a exclasao do algint
em beneficio de todos.
Mo sera islo o qoe justiliqae a excepcJfcj^
depende de nm concurso de causas, que
das, poderlo recusar as eonsequencias da
Excaplaam-se o* monopolios nataraei: a
dade, por exemplo, he, na phrase deRoati, un mo-
nopolio necessario! eicepluarr.-se os mouopilio
concedidos a perlieolares com o fim de premiar as
Iriat. N'um paiz novo, diz elle, n'umfaiz on-e o
trabadlo e o espirito de empieza nlo lem aiod'0 'n*
cremento necessario, a concurrencia nioi- vezet
lica paralysada, e nlo produz aquella em-'a,.'",u 'lu(-'
he a verdadeira cauta do aperfeiroamif*0 tria e da barateza dos producios. i>
(toando awim seja, quaodo em nosso paiz nlo
houvesse quem se empregasse- "u commercio das
carnet verdes, oulro oieio qu>,u1''1 monopolio de-
terja ser adoptado, e rrae",lcll|e a animar esse
ramo de commercio por n*^ da concurrencia. Que
esla dave ser pronto**'* P*la cjao protectora da
autoridade be o que'1,10 Pdcr.i conleilar : eolre-
tnto, nlo lie ma^01' concorrencia que nos lite
daremos irapuj/-
Como querv"6 8'a' on'ralo da cmara para o
fornecisIleJr,, Uils carnes verdes nlo nos poder li-
vrar da^"Bri* e na fom'- Oulro meio de roe-
lhoiar4'a,',nMll*5a0 publica, outras medidas mais
prj^Ttosas i saluhridade, uniros recursos e meios
pjticuos ao bem estar da socicdade.eis o que lia
fiuilo esperamos di nossa muuicipalidade.
Jornal da Baha.)
RETROSPEGTO SEMANAL.
RECIFE 29 EOEZEMBRO JJE 1855.
AS 6 HORAS DATARDE.
l'assou-se o dia do nasciinento de Chritto e as
oitavas que se Iha teguiram no meio de fesias e re-
memorare-es alegres, que slo um. dos mais bellos e
eolernecedores quadros da nossa vida religiosa. Tu-
das as grojas da cidsde e todas as dos'frrabaldet li-
veram i sua missa do gallo solemne, sem haver es-
pato para a gente quo ah afuma ; e muilos tem-
plos, e muitisiimas casas de familia celebrarn) a
novena e Iriduo do menino Dos, distinguindo-te
entre todas a novena dos missouarios capuchnhos
da Penha, em cuja Igreja houve urna prlica edili-
canle todos os dias. Para honra da moralidade e
devoclo do nosso povo, convem aqui consignar que,
no meio de lio grande coucurso omo o que se diri-
ga as igrejas ou as reonrOes particulares, nlo houve
om so fado que viesse perturbar os hymnos dos sacer-
dolet ou as anglicas choreas das paslorinlias.
Ainda a populacho se oceupa largamente com o
cholera, mas agora desassombrada e cheia de' cora-
gem, depais da descoberla do jumo de limao, como
potente remedio contra o mal. No enlanlo, qaal-
quer dorde ventre, qoalqner dysenlerta, qualquer
nausea forte qoe appareca, conlinoam a ser clasi-
ficadas pelo puvo como assillos de cholera, e os pa-
cientes a engulir logo grandes dotes de cumo do li-
mlo: he um abato, queja lem foro de moda.
Houve mesmo nina senhora que, queixando-sc de
grande incommodo uas enlranhas, foi-lhe logo a'p-
plicadoo virtuoso antidolo, c dah a pooco arrojou-
Ihe o cholera sobre a oama urna formosa criancinha,
de qoe eila eslava grvida : bella Iravessura do
cholera, de qne mallas oulras senboras hlo de par-
ticipar provavelmenle.
Ao romper do dia 27 do correnle apresenlou-se
om estivader do aanriryom vmitos, d)scnleria, do
res pelo ventre, e ouferus symptomns parecidos aos
do cholera : foi logo apreciado como cholenco, e
cada om coiitmeninu o caso a sea sello ; mas a visi-
nhanca, mas ai ras prximas, e dabi a pooco ama
aramia ajltoeneia de povo, em vea de fuairaan da
damnario, como em muras partes lem acontecido,
agglomeraram-se de tal sorle obre elle para o exa-
jtiuar qne se nlo se prohibiste logo o ngresso da
casa aos invasores, liiiham mandado o pobre do ho-
mem para um mundo mais feliz. Nlo moma do
cholera, que o nlo linha, e ja est salvo, mor-
ria abafado, pela curiosidade da muillidao. O cho-
lera he entre nos um brinco.
Nlo est Uo pooco verificada a existencia do fla-
gello no Allinho. Imanarla que recebemos de pei-
soa mrii circamspecla da cidade da Victoria, diz-nos
o segointe :
a A noticia do cholera no Allinho nlo se verifi-
ca : lem apparecldo, sim.dyarrhcat fortes, mas essa
molestia consta ter ja all grassado em ootros anuos,
com o metmo carcter, a '
No Donilo ja os notsos subscriptores tabem, pela
correspondencia que atxla-feila publicamos, qoe o
mal anda nio invadi a comarci.
Temos noticias recentes do Ro Formoso, de Na-
arelh e do Limoeiro, e nenhnma dellas nos diz na-
da a respeilo da molestia reinante.
Dos lasares que te diziam infectado, resla-not
apenas saber o qoe vai em Agua Bellas, donde
nao tem viudo esles dias portadores ; mas as dyseri
lerias endmicas que ltimamente all se manifesta-
ran), nio alo per si t tisual do cholera, como os nos-
sos leiioret conhrcem. por experiencia propria.
Em todo o ca'O, a presidencia vela noile e da so-
brea saode publica, e como ja lentos fe.lo saber por
oait de urna vez, a medicina datduas rrenrat esla
loda a poslos lantu no Itecife coma em cada urna
das comarcas. Nlo contente com islo. euctlfegoa o
Exm. prrsidruie siene Publica de examinar o estado de asseio em
que se nrhi a cidade do Recife ; e a commisso ha-
vendo eumprido esla ordem com todo o rigor, aca-
ba de declarar que este estado ha o mais saltfacto
rio possivel.
Convem agora que a populaco se tranqnilise, e
que, atfsrrilir qualquer ineom-odo, longo de o lo-
mar como um ataque de cholera, consalle o pralco
de soa esculla, e se guie pelos seos conselhot. Con-
fiemos sohro lulo na Providencia.
Enlraram esla semana, dj norte o vapor Tocan-
tin$, e de Tamandar o Mrquez de OlinJa, e na-
da Irouxeram da importante, alem do qut ja men-
ciooamot em nosso numero de qunta-feira.
Rendeu a alfandega oa presente semam.....
41:391^109 reis.
f alleceram no mesmo periodo livres 12 te-
mens, 7 mulheret, e 10 prvulos; escravos .1 ho-
rneas, 3 mulheres, e. prvulos: ao lodo iO pet-
HEPARTItJAO HA POLICA
Parle do dia 29 de dezembro.
Illm. c Exm. Sr.Levo ao conlicciraento do V.
Etc. queda, dillerenles parlicipacoes boje recebi-
das nesta reparlo, consta que fora nicamente
presa :
Pela sobdelegaca da freguezia de S. Jos, a
prela escrava Felsarda, por ebria.
Dos guarde a V. Ejfoeerelara da polica de
Pernambuco29dedezem5co de l^S.-IlIra.eExm.
9r. conselbeiroJoiBenlodaCunha e Figoeiredo,
presdeme da provincia.O chefe de polica, Mz
Cario* de Paita Teixeira.
este crime, que eruuc,i,|, impvido o sea hediondo
col, parece quero', destruir a nossa socie.la lo pelos
seus fundamer.'ioi ; e continuarei ainda a salcitar
dos nosso, representantes mu si ai liso de lei, que
mand.g a ju-lija publica aa-lo ; porque cada dia
ais me convengo da ineficacia, ou antes da nulli-
dade do noso cdigo psra o punir. Sm, da nul-
lidade ; porque se al a pubjica;lo do decralo de
3 de marco do anuo passado, apenas, era^possivel,
nlo ao pobre, mas a quem dispunha de algons
meiot, perseguir eos ladrees ; e por isto elles ja pro-
perseguiam a pobreza alardeando da impuiiidade,
depois de'Sf"crelo que Iriplicou os salarios do fo-
ro e obrlgo ao qaeixoso a pana-Ioslogo que te-
jam coiylu>dos ot adoi retpeclicoi, para nunca
man bAc-los dot reos, perden lo astim o pacanle
a coti* furlaJa e as ciescidas cusas, acredito que
dora avante so algum abastado que (cuba disponi-
veis20Oou 300 para perder, alm do furlo.'apre-
senlar urna queixa conl/a o ladrio. Al enian a
difliculdade coutistia em pagar tmente a quem
formulaste a queita, coulan lo-se que os reos ou a
municipalidade responderiam pelas costas ; o exte-
nuados de lanas pastadas e emperros da luslica, ot
queixososabandonavamaaccuacjIo por nlo poderem
pagar a um advogado que Ibe pedia para faze-la
100ou 150 ; mas emlim, sempre vioham a soffrer
alguma peua e islo ia-oa conlendo.
Agora, porem, depois do decreto o. 1369, quando
se furta ora cavallo, o paciente, emboca lenba as
melbores le-lem un lias e o ladrio o coofeste, te-
nlo liver 1009 disponiveit, nlo poder dar. nm pai-
to e o ladrio cada vez mais animado continuara a
escandallar a sociedade com suas depredacoet.
Nada aproveit* dizer u art. I8i do decreto, que
ot talariot pagot antes pelo queixoto /icario de-
bitados contra quem de direito for, porque os la-
drees lerio algam cavallo furtado, o nao com que
pagoein rusia-.
Nem eslou aqui declamando. Fallo por experi-
encia, e varaos aos fados. J lint dina, Srs. redac-
tores, em seu n. 277, que me haviam furtado elle
anuo eis cavados; e tal he a audacia dessj praga,
que aqui se deiiomins_/-companAia do tiro, que
dous dot seas membros, Henediclo Jus de Sania
Auna e Jeruoymo Tenorio, bavendo-me furtado
dous cavallos na noile de 12 de n ivembro prximo
passao, os veudereni, nlo sei aoude, por 10, o
apreseotaram-ie na feira da 17 do metmo mez,
mostrando o dinheiro a quem quizessi ver, dzendc
que era o producto dos nteus dous cavallos; que bre-
ve me vram dar oulro liro era sua eyrie he fazer
oulro furlu) e que me haviam de deixar s com as
porteiras do rcadu 1 e finalmente alardeando,
que boa era a noile que sabia a cada um por
o!!!
Ora, visto est que se elles alo conlassein com a
impunilade, com a ineflicacia da lei, com a prolec-
clo de quem quer que seja, e com as ligas que
atam ot bracos dos pacientes, nlo se atreveran) a
lano no meio de. urna feira publica !
E o mais lie que nlo fa^aram prumessa de no-
ves Uros porque oa noile de 19 vieram-me ao
engenho elevaran) outroi daos cavallos Oevali-
rain-se com ellet para o termo do Bivjo. Por. evi-
tar lanas cusas quiz apresenlar a mulla queixa ao
Sr. jaz municipal, o qoal, por ser rraio do Sr.
promotor, que linha de serouvido no processo, nlo
a pode aceitar. Lembrei-me do Sr. coronel Ti-
burtao Pialo de Almei la, nosso delegado om ex-
ercicio ; mas disseram-me quejo roa Benedicto era
filhodo urna cerla Josepba, quafra ou criada da cata
do Sr. coronel l'iburtino ou Fcrraz; e que Benedicto
IiiIm lana libsrdade nessas casas que (segundo a pro-
pria expressln) enirava pela porta da frente e sabia
pela dedelraz! acretcentando-se-me que Amaro Sa-
bino dos Sanios, socio do Benedicto e conhecido ge-
r.linate porladrao.de cavallos, nlo podendo por
lo obler um passaporle da subdelegada para mu-
dar-separa Pao d' AI lio, consegu ra-o do Sr. dclei'i-
do Tiburtiuo. Nlo allirmo seulo o que se diite-
ran). Nlo podendo acreditar lulo quanlo me di-
ziam e nem devendo desprezar, segu o eonselho
dos moralistas o iu dubis part tulior eligenda ett: n
e enderecei a minba queixa ao Sr. subdelegado Jos
Jeronymo FernandosCoelho, que a aceilou, e dislin-
guio-se nesae aclo pronunciando immedialamente
aos icos Henediclo e Tenorio.
Nem se pense qoe rita vou afaslando do meo'pro-
posito, irano islo pora chamar a alinelo do nosso
goveroo. e dlzer aos nosso* rapreaeoiauUa, per ex-
periencia proprio, que logo qne se concluirn) os
primeiros aclos do processo, recebi do Sr. escri voto
urna aola exigiudo :'.'j800 de cusas, apezar de ae-
rem os reos nellat con lemnado-! e re recebendo
oulras, na forma da sopractado regiment E co-
mo pedera proseguir nesla acca.i um pobre qne li-
vesse tmenle daut cavallos ou metmq alguns tra-
eos meios de sustentar sua familia '.' E qual a con-
sequencia ? Prejuizo para ot agentes do foro, e a
impunidade que se est vendo. Pois sera esta ga-
ranta, que a nossa consliloicao quir dar pro-
priedade, que he o mais solido alicoree da socie-
dade .'
Nao culpo com islo ao Sr. ministro da joslica,
que com este decreto contava qne passatse o pro-
jeclo de reforma judiciaria, o qoal maudava aecusar
publicamente o furto, mas o certo beque a reforma
encalbou no senado, e ot ladro?* eslo lucrando
com as casias creteidas e pajas pelo oOendido, pa-
ra nunca mais have-las ; e o povo solTrendo as con-
sequencas expendidas. Su, pois, os nostos repre-
tenlanles poderlo curar este pulrido cancro, qut
soffre a sociedade brasilera, com um timplet arli-
ko de lei, qoe s por si apreseutar em resallado
um tytlema de reforma ao Irabalho, moral e a
sociedade, que por meio de autoridades enrgicas
poder conjurar a malvado/, i de*a cfila infernal,
que por toda parle, o especialmente ne*la enmarca,
onde por criminosa condescendencia de algnmas
aulmidades, tem osen principal ninlio, invadem
qu'.lidiaiaineute o sesurauja da vida e da proprie-
dade do cidado h jnetto 1
Ja dsse cima, Srs. redactores, que Benedcloe I
Tenorio furlando-me o* ltimos dous covallns a 19
lo noyembro, evadram-se para o Brejo. All fo-
ram presos com os cavallos aqui farlados. Disto eu
sabendo no dia do correnle, par urna-denuncia,
que me deram ao ouvido "joo necero sigilo, requer
no dia 10 ao Sr. subdelegado para uilicia' e olliciei
ao Sr. delegado daquell, o dislincto Sr. major
Francisco Alves Cavlcanli Camboin, que em res-
posla me assegurou que os reos fieav.im all presos
e que os remelleria com a possivel brevidade. Con-
t, pois, que desla vez esset dous malvados lerlo
nma lrao que nlo esperavam, qum.'o proteslavam
deixar-me sem auiraaet, a o jury fazeulo juslica
dar um exemplo de aumraa ulilidade publica.
Com a resposla do Sr. delegado Camboim (nte-
se) recebi tambem urna caria iloSr. Joaquim Fran-
cisco Cordeiro Wanderley, morador no Capim pe-
dindo-me para solicitar dot reos, no inlerrogaloro
onde exlraviaram dous cavallos all loriados por el-
les e Amaro Sabino dos Saolot. quo com o paisa-
porto que obteva do nosso delegado, anda pelo Brejo
fizando cincos e truques altos '. Delxo este facto sem
commento, e aqui pararei, Srs. ledaclores, pedindo
aos nostos Ilustrados governo o representantes alga-
mas providenciase a Vmct. a mpresslo destas mal
tricada* linha* inspiradas pelo clamor e indigna(lo
publica, com o que linda mais obrigarlo a seu cons-
umo leilor, ele.
redro Bezerra Pereira de Araujo Bellrao.
EnaenboBenlo Velho em Sanio Ailo 211 de de-
zembro de 1855.
=c
mmmwmmm.
He este o ultimo numero do Oiorio de Pernam-
buco no correnleanno. Desejamos aos nottot subs-
criptores as melh ores retas otpiriluaes o corporaes,
e moi grande somma de prosperda les no anuo que
vai comecar. Agradeccmos-lbes cordealmenle a be-
nevla cooperado que nos preslaram no anno que
hoje finda, e preparamo-nos para, pelos nossos es-
Coreo, conlinuarmos a mereeer-lha o mesmo au-
xilio e tympalhia durante anno futuro de 1856.
AOS NOSSOS DIG
ljjSKteSENTANTEs":
Srs. redactores.in qoojjics. lveram
bondado de acolher e nterlf^ni sen noticioi
rio ai fricas observare* que liz i T, de ao
prximo passado contra o fnrlo.aavconlin
'car a minha fraca jroz eiu favur des oppr
PUBLICACOES A PEDIDO.
HOSPITAL PORTGEZ DEl:
BENEFICENCIA. T
Illm. Sr. Dr. Jos de Almeida Soarcs de Lima
Bastos.Estimadsimo Sr.Tendo eu ficado em es-
queclmenlo, e nlo lendo sido rogado pela commis-
slo, que foi enctrregada de liaver esniolas para o
Hospital Portugue/. de Beneficencia, talvez por ser
eu hoje cidadobrasileiro, com o que me consta
terem-se algon seuhorrs escosado a eoncorrer para
urna causa to juila, a cariilae do prximo ; por
esse motivo eu nlo ma ado dispensado de contri-
buir com a minba hito limitada olTerla de JOS,
aicando-me moilo senlirnVito de nlo poder nilere-
ce-la maior, e conforme o men desejo,
i .Pode V. S. manda-la logo receber na ra di So-
laahdc n. 70. .
o \^v"
Dos guarde a V. S. por muilos anos, e sou de
. S. ele. etc.
Carlos h'rederico da Sika Pinto.
' Recife 21 de dezembro de 1855.
Illm. 8rReraj a hoorosa carta de V. S. data-
da de 21 du cornte, na qual V. S. locado do ca-
rcter justo a un, do uovo Hoiplial Portuguez d.
Beneficencia se dina etraolar-lhe a quanlia de 50J>.
ficando com o peif de nlo poder fazer maior offer
la, como era o da)jo de V. S.
Vou levar ao cthecmeulo da jaula admnslra-
lva do hospital aclo de lana bonhtfroia e ca-
ndada ; aproveitj no enlanlo a occasilo para at-
segurar desde jaa V. S. o seo recoubecimenlo em
nome di indigeuq porluguezi nesta provincia, cu-
ja eaasa V. S. 4ba de auxiliar de um modo lio
sublime a general.
A commiislojajue V. S. alinde, fez |aslica aos
teuiplijlantropiaiseiitiiuentos, mas quando mes-i
rao fotae da sd parla um descuido, nada perdeu
com isso a sua cjsa, pois que felizmente V. S. sou-
be comprehendej que a esmola livre e espontanea
vence em merec^eute conseguida forra de con.
siderar"es e inslciicias pessoaes.
Dos guarde aV. S. Hospital Porlugoez de Be-
neficencia 2i deieiembro de 1855.Illm. Sr. Car-
los F'redericu dajilva Piulo.
Jote de meida Soarcs de Lima Baitos.
Provedor.
Maitl Perreira de Souza Barbota,'
Secretario.
Illms. Srs. -Achando-te Vi. S. moi icerladi-
mente dinginda grandeoza e philaolropica emper-
za, cujo plano o concebido |ur almas eminente-
mente -ai i-io.a com o fim superior a Iodo o elo-
gio de proporcitaraosPorluguezei aqui residentes,
ausentes da pala a familia, os meios de combate-
romas enferraudet que aflgem a humanidade, en-
contrando uo rbpilal Portuguez lodos ot recursos,
para os quaes nita ocanos se coituma apellar ; e
desejaudn euar qlil ao meu prximo tanto quanlo
o perrailleui oiotus esurcos, veoho offer I ir Vi.
Ss. os laeus sendos, apreteutando-me para gratui-
laiueiili! a.lininrar a conslruc(lo do edificio que
para e*le lint sapiojecta fazer, empieza para a qual
o coriheciraenKB cxptrieucia que (eulio adquerido
em oulras detl ordein me habililam a-tomar sobre
mira, tem rece, de iliudir a espectaliva e conHao-
Sa que porvealra em 4bimse liouver poslo. O que
pretendo ha afilas a administrarlo da obra sem o
niius du lodo (qualquer negocio pecuniario que
comelli leuliaelajao, para o que desejo qne haja
alguem que di se cncarregue.
Se bem que 5o teja portuguez, eu jolgo-me o-
brigudu em comienza a prestar todos aqaelles olli-
ciot quo tendero melborar a condiclo da humani-
dade, oade queque esla potsa carecer de nteus ser-
viros.
Ot prncipiotevangelicos de cari lado exliigaero
as divises pulirs e nacionaes, e fazem dos humen*
ledos amat e ratatta familia, e he debaxo deste
poni de vista qe eu ouso apresenlar-me rogando
a Va. Ss. qae o caso de aceitaren) o mea offereci-
menlo se dignei traasmiltir-me a planta e orca-
raenlu do edifico.
Dos guarde iVi. Ss. por molos annos. Sant
Amaro 1 de deerabro de 1855.Illm. Srs. dire-
ctores f mais minbros do Hospilal Portuguez.
Intonio Jote Gomes do Cor re'xo.
!e quera, e sua .envelada mli.o consenlo.... Corre-
rain os dona pr^.Haujaiinos, eja nu lerceiro elle
-epuznava vir PerMmbco, dexando sua lerna
mli, teu bom pai, e suas adoradas irmlas !como
elle previa a prococidade da tu morle eu inslei
com elle para nlo corlar a carreira j comecada, e o
raaolvi vir, porque quera te-lo tempru junto
mim, ve-lo anda umdiana tribuna, ou no gabina-
la considerado, e meracendo um nome que deixaite
posleri lade.A Providencia Divina nlo o qaiz.
Morrea I....... e apenas deixoa o nome de bom
lidio, bom irmo |e bom amigo! Morrea I I....
de um lvo (ranspoz elernidade....... e nao leve
em seus ullimos momelos nem as lagrimas mater-
na, ntin os amplexos de seu hom paiQuanlo he
cruel Na realidade !
Quaulas vezes qaiz elle abandonar as lelras, por
que quera ser grande, eme dzia que nunca o se-
ria, porque O livros pesavam-lhe.En animava-o,
e elle como men amigo oavia-me, e concenlrava-se
Ainda ha qoalru meza elle disse-me oulra
vez, qoe o esludo ja Iheera pesadoe eu ani-
mei-o.
Sempre concentrado e laciluroo passava as horas
e ot dias, o caminhava sem o saber precocemeule
para os umbraes da morle Os escrplos tristes e
melanclicos eram os qoe elle mais lia; porque te ra-
savam mais com as notas trilles de sea corro-
nlas nada deixou escripia, porque ambicioaava mu-
lo, e seu sentir magoado abafava e occullava em si
mesmo.
Morrea longe do leio paterno nlo teve o adeos
fraternal, nem o tea ultimo suspiro foi ouvidopor
sua eilremo*a mli! 1..
Foram impotentes ot medicamentos e os etforcos,
dedicarlo e inleresse de omi familia inleirt, qae
com a maior humanidade. e com um inleresse raro
tratar.ni di salva lo, empregando lodos os meio pos-
sivel, ma o*! chinado e lerroo."'*" ala portl
plisar alm..... He a familia du Illm. Sr. major
Candido Eraicdio Pereira Lobo, qae com o maior
carinho e desvello acompanhou at os ltimos m-
ntenlo o mea amigo, e entra lagrimas o vi despe-
dirle do mondo, e dizer-lhe o ultimo adeos, qoe
devo Iributar-lhe ama graldao eterna.
Olanlas preces enviaram i Dos pela salvacle do
meu amigo! mas a hora era chegada lude foi im-
prolicuo..... elle morreo.^...
O amigo perd-o : o'iJajmomenlo.
Subi a elernidade.'-
Elle foi-e: e deixou-me u'esle mondo
Sanenle orna saudade.
F. A. i*. B.
COMMERCIO.
l'RACA DO RECIFB29DEDEXEalBROAS3
UORASDATARDE.
Cota;0es ofliciaes.
NSo bouveram coiaces. '
-I.I'AiME(.A.
Kendimenlo do dia 1 a 28. .
dem do dia 29. ..... .
I5.'8i8930
,:ti3.(a048
fCCHROLOGIA.
A muito seitida morte do mea amigo
Manoel Carneiro dOliveira Jun-
qucii a. fiho do desembargador Joao
Jos d'OJveu a Junqueia, natural
da Baha
iVSo mi o remo, nem ouci-lo he dado '.
Da etenidade as sombras o incolveraml.....
(Viaona.)
Amanlieceu mor ama cidade, e
- i naloreza toblmc poela, tem oa
idos nem olhot para a revolucDes
lassageirasdos homen, vai conli
luindo na formarlo de seo poema.
|ue he o mundo.
(Cattilho.)
Gaerreara-stos povo*, subjugam-se cidadet, mo_
vem-se imperio, exterminam-se ot homens ; e a
Ierra em sen mrvimeoto vai mudamente camnhan-
dopara chegar i un lernio: e Dos vendo a loucura
humana deix aa machina mover-se, e espra....
mas o que espeu que o hornera ae conhera, cora-
prehenda-se, c rellecliudo sobre a toa crearlo
acompanhe a erra em seu mov ment ordina-
rio.
E os homen nao ouvem os brados da naloreza,
nem veom os estragos que estampado ua Ierra re-
flectem para seis olhosLoncos que sao Deslroe-
em-te muluammle, e esforram-se por Iranstornar a
marcha que o (reador dea n sua grande obraLou-
cos outra vez, tor que nlo veem o limitado caminbo
qoe Ibes he mrcado para nao pastar alm, nem
qae he to nceMo o lempo em que elles parecem
animar a nalueza.
Nasers o iionem ; apodera-se do mundo; e vai
pouco a poocoaproximando-se ao phanlasma, que
parece querer ievorar os ligeiros momentos de urna
vida que Deoilhe deu.A cada lance se o ve com
brajos ,-igiganlidos sorver militares de vidas: a cada
momenlo te o v arrancar o pai, a mli, o filho e o
amigo, cojo periodo inrerlo nos faz comprehender
qoe naila soiooi, e qne urna potencia estranha impe-
ra o homem, i acompaoba, e marc-lhe om lermo
que he irapossvel preve-lo. Mas o qoe he essa po-
lencia qae vaiha tantos scalos amontoamio cadve-
res sem cansar anda Ser n Providencia Divina
lieos, que nlo tuve os gemidos do til lia, os sol uros do
pai, e es ligrin.is do amigo nloSer o acaso, o
tilo t mas o qne exprimen) estas palavras vasias de
olido ? Poi Dos, n aulor do Universo fabricara
a sua grande nhas J nloCent he quera arranca o pai do rollo
desea til lio; t lilbo dos peitos de sua mli, o ami-
go dos bracos Je seu amigoElle creou o homem__
um ciiiiipnslo le materia e espiritorou a materia
da Ierra, e deti-lhe e espirito : a materia apos um
periodo mrcalo por elle s une-se a malcri : o es-
pirito somenle voa ao rea, essa immensidade por
onde o homem quer eutranhar-se, mas perde-iepela
incerteza do seo rumo.
Deoa nlo arranca da Ierra o bom filho, o bompui
e o bom amigosehflo para leva-Ios ao eco, e dar-
ibes ama nova sida. Esles desapparecem da Ierra
nlo para morrer, mas para desenliar no teio do E-
terno Os solocos e as lagrimas exhi,l*m-se e cor-
rem, mas logo aps a transposrSo co espirito desap-
parecem c seccamre;ta-nos somenle nm senlimen-
lo bem intimoa saudade,Ue esla verdade deter-
minada por Dos, e impretsa no coradlo do homem.
Mas porque lamentamos o dcsapparacmenlo do ho-
mem que est, oa pela natureza, ou pelo cora-
rla ligado ao homem Porque o pranteamos o-
re o sea tmulo, e militas vezes blasfemamos de
Dos ?
Nlo .aliemos ordem infallivel da creico 1 tira
mis lamentamos, e o pranteamos, porque nos pa-
reee que elle devia ter immortal !........
l. alistqu-ae mais um fias bandeirat da morle,
que mudamente rege avallada fileiras, e indistinc-
lamente as guarda...... l. descansa- uojazigo corlo,
. 36:481j978
Otcarregam hoje'.i it deiembu.
Barca (MirluguezaCarlota & Ameliade podras.
Barca iugleza7otr>n of Liverpoolmecidoria;.*
Bngue suecoHttlenantsucar.
CU.NSULADO GKRAL.
Rendimentodo da la 28. 9:82ls258
dem do dia 29....... i57s39
00^7932)3
DIVERSAS PROVINCIAS
Keiuliiiieiiliido du 1 a 28
dem do da C'.i ,
i305tS3
39c938
5:31.5C22I
Exportacao'.
Ararat), hiale lirasileiro u \urora>i,:ondii2o o se-
guinle : 186 voluntes gnerosestratgeiros, 1 bar-
rica assucar, 3 dita arroz, 70 aix* charutos, 7
barricas bolachas, 1 dila biseoulo, 1 rjla bolachinha,
4 barr manteigl, 2 todelet de fe'rroll caldeira de
cobre, 1 carapetco, 1 serpentina, l.'iixas sabio, 2
siccaa fio.
Liverpool com escala por Macei. berca ingleza
CunlesiD, de 410 lonelada, coodoioosegante :
2,480 saceos com 12.400 arrobas d assucar, 100ar-
robas de ostos, 23 fardos innlambi.
KECEBEDORIA DE RENDAS NTERNAS GBV
RAES DE PERNAM.OCO.
Kendimenlo do dia 1 a 28 JtCiOiuinT
dem do da 9. ........2;OI3o6tH
/
28:9969386
CONSULADO PRO\NCIAL.
Rendimentodo dia 1 a>3 J. 90:8:35I8
dem do dia 29 /. 3:3099111
94:1475629

PRACA DO RECIFE DE29-E/.EMBRO DE 1855
AS 3 HORAS Of TARDE.
Revista tem al.
Cambios .Mu pouco -iqo.s se fizeram, re-
gulaudo 2 d. por U-000, o qoal
ha sacatlots.
Algadlo---------Smente nlraram 26 saccas, e
nlo liouv venda.
Assucar A enlradalimiloa- eos, por i) lizeram-se algumas
vendas r que hatia em deposito,
regulano as do masenvado de
2)1U0 29550 por arroba, eos
branco Je 9800 a 39600.
Couros-----------Conliv iram do 215 220 r. por
libra s seceos salgados.
Agnardenle- Veoik -te de 809 829 por pipi.
Azeile doce------O deaiboa obteve 28W0 por ga-
llo.
Bacalho -*- Nloionve entrada, eodeposilo
and de 8,000 a 9,000 barricas,
ten.-te relalhado 139500 por
barca.
Carne sacca- As,indas regularan) por 6,000 ar-
rojs de 1*600 a 5 por anab di
' dsoolevido e da 49400 a 69200
d/Rio Grande du Sol. 1'irar.nn
rj ser 6.000 arrobas da primeira
rT,000 da segunda.
Farinha de trigo- *i vendas pouco augmenlaram, a
l preco* coohnuar.im de 27 a
19000. tendo o ultimo pela a de
SSSF : Firaram no mercado 6O0O
le Philadelphia, 900 de Genova,
/200 de Hespanha, 2400 de Rich-
, moni i 1400 de SSSF.
Mnnleiga------- Ven lea-ge algoma frauceza de 540
F a 570 rs. por libra.
Qaeijos- --'dem a 1J900 porcada nm dos fia-
| meneos.
Descont -i .- A falla de dinheiro tem felo su-
bir o rebate de letlrai para 1 I \'i e
1 1|2 por cenlo no mez para as le-
Iras de pequeo prazo.
Frates i Nada te fez em fretamenlos.
Tocou i e a porto um vapor, e vollou a ello arri-
bada o p.n; io dinamarquez Helena.
Entrara : 1 com madeira de pioln. 6 em las-
tro, 1 coafarv, o, i com fazendas da Europa, 1 de
San Miai- cnm encommendas, 1 de Cabo Verde
com tal de cabolagem.
Sahiri : 2 com assucar para os portos do impe-
rio, 15 i_diln o oolros gneros para portas eslran-
geiros i i de Cabotasem.
Fica m no porto 79 embarcaroes: sende, V ame-
ricana'. 28 brasileir js, 1 chilena, 5 francezas.1 di-
nama ueza, 2 hamburguezas, 5bespanho!a>, 1 hol-
landr>s, 21 hrglezas, 6 portuguezas, e & suecas.
IOVjTMENTO DO PORTO?
NtVi* entrado no dia 27.
/ de Janeiro16 das, galera ingleza Senphi-
na, de 299 tonelada, capillo J. S. Orr.'equipa-
gem 16, em lastro ; a Joltoiton Pater & Compa-
e infallivel mais um cadver, que o lempo como- nm*- Fleou de qoarenlena por 15 das.
mira!... O ten espirito sabio manilo celeste... utnl. ,AAaT'.",u^"">? m"m.odia:
.... /Rio Grande doSulBngue brasileiro Inca, cap-
a .i.rn |a MalhiaiTerreira Braga, carga a-sucar.
Eu o vi desprenuer-se da trra, o voar a
dade...;....
, "Ouizegui-lo...... a as ainda era cedo.O qoe 3
etUva "! levar o sea cidaver ao lumale, e deix .o
escanear..................... .
Dos ochamou i si, levon-o para seu celetl -
senln, eeu perdi-o,.............. Hoje lamento, o o
teu vo' a eteruidade. porque Heos o chimou ;ce-
do para lira-lo do immenso lodacal do vicio ,1 que
o homem fraco se precipua, mas por nlo po ,r mais
abrara-lo...... e ouvir d'elle esas palavras ae aoi-
mam o coradlo do amigo !. '
Morreu o meu amigo Manoel Carneiiy 'Oliveira
Junqueira; coitado 1 lio joven o lio e rancoso !
Contava de vida apenas q-iairo laslr cinco me-
tes, v i it te e um dias, vinle e dual hor? J tres quar-
los.
Sempre bom filho, bom irmlo e n ihor amigo 1
Eu lamentoperde-lo ... porque sei lano perd.....
e quanlo perderam seu extremoso al, sua adorada
mli e tuas lernas irmaas... .
.No auno de 1853 veio para Pe orobueo malricu-
|ar-te na Academia JurdicaV ceu o primeiro e
segundo anno, frequentou o laeiro, e a moleslia
que Ihe sobreveio o embarf-ou JJ*/Jaier aclo
Ihe
d'atle.-


Quanlo custou o mi eilreisa idlrtleparacio
de ten filho I Quanto rep,*1 u-lliefala1k--lo vir
. longe d'-ella receber as luz/ cienclivt',oriJm el-
'
ParahibaGalera americana nCuruelil, cipillo C.
S. Smilh, em lastro. Suspendeu do lameirlo.
Nottot entrados no dia 30.
Genova45 dia, hrgue sardo'Mara Elisa, de
171 luneladas, capilao Giuseppe Gaggrro, equipa-
sem 13, carga vnho e mais seeros ; a Basfos &
Lemos. Conduz a coinpanhia lrica para o Ma-
ranhlo.
Liverpool31 dias, barca ingieza Coriiilhian, de
218 toneladas, c .pilan R. Pilcairn. equpasela ||,
carga carvlo de pedra; a Roslron Rooker & Com-
panhia.
dem26 dias, barca ingleza Queen, de 253 to-
neladas, capillo W. Nanlt equiparem 12, carga
ftzendn e plvora ; a Me. Calmonl & Comptnhii.
."Vacio* taidos no mesmo dia.
AracatyMale krasilero Auroran, mcslre Eti-
cio Mende da Silva, carga fazendas e mai gene-
ro.
LisboaBrille escuna portuguez Atrevido, ca-
pillo Joaqalm Jase de Mesquila, carga isaocir.
Liverpool por MaceiBarca Ingleza uConlesI, ca-
pillo Rohert H. Kmw.-carga astocar e algodlo.
EDXTABS.
O Dr. Anselmo Francisco l'eretli, commeodador da
imperial ordem da Rosa, jure de d: \o esi, "al
do commercio por S. M. I. e C |'e j S
II a quem Daos guarde ele. re,
Fajo saber aos que a prattnlc ca.va.
noticia tiverem, era como a viava de
quet da Silva me lez a peitr;ao do t
Illm. eExm. Sr. Dr. juizdo commercio.A viuv
de Jlo Henriques da Silva nvealariante dot bem
de teu catal, quer prolestir judicialmente contra os
devedoret Antonio Goncalvet Valenle da quanlia
de 1009200 importe de ama letra vencida em 20 de
Janeiro de 1819, Antonio Joaqoim de Mello e Silva
du de 1)8(19, dito de urna dila em 28 de fevereiroda
1851, Thomaz Jos da Silva Gaimo resto de diver-
sa* letra vencida a quanlia da 1119310, Joaqalm
Fiuxi Lima di quinlia di 130JI47, dito de um
dita din em 30 de maio de 1847, Jote de Cirvilho
A'aa)oCavlcanlaiide3C9|Ki90, dilode nma dila
en 21 da jonbo de 1841, Joi Concille do Nae-
mento a de 2239250, dilo de ama dita dila em 4 de
atotto de 1845, Jlo Muniz Machado a de 108640
dilo de urna dila dila em 95 de agosto de 1829, Joa-
quim Fiuza Lima a de 1309117, dito de urna dila
dila era 30 de telerabro de 1817, Manoel Pereira
Guimarles a de 1949132, dito de urna dita em 30 de
asusto de 1846, Jos Francisco Bello a de 2:9769.
valur de tres letras vencidas em o mez de Janeiro do
anno de 1843, 1844 e 1845, Manoel Joaquina da Sil-
va Magalhles a quanlia de 8469500 coula de litro e
Manoel Luiz Brrelo a quautia da 7239318 dem e
como os sopra mencionados devedores estrjam au-
sentes e a supplicanle ignora as residencias aclaae*
dot mesmos, quer que V. Exc. a admita provar o
que allega, para serem expedidas at cartas deediclos
para a respectiva intimadlo duproletio,qae faz atup-
plicanle segundo determina o paragrapho 3 do ar
tigo 453 do cod. commercial. Pede a V. Exc.
leferimenlu.E. R. M.Marlins Pereira.
Tome-se por lermo o protesto da tupplicanle, qu*
joitificiri a ausencia dos supplicados que residen)
em parles nio sabidas. Recife 19 de dezembro de
1855.Perelli.
Aos 19 de dezembro de 1855, nesta cidade do Re-
cife de Pernambucoem meueicriplorio, veio Miguel
J de Almeida Peruambueo procaraderUailinle
de D. Jotepha Mara do Prazere e Silva, viava de
J..lo Henriques da Silva, e perante mim e at lesle-
munhas abaixo atsiguadis, diste que por parlede w
cojstiluiile proleslava pelo conleudo em soa pe
litio retro, quefazia parle do presente lermo par
o fim na mesma requerido ; e de como astim o di
se e proteslou, attisnou com as testcmuniat o pre-
sente termo. "Eu Maximiano Francisco Duarle
etcrivlo privativo do juizo commercial o escrevi.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco. Joaquim
Innocencio Gome.Norberlo Alves Cavalcaule.
E mais te nlo conliuha em lado aqui transcripto,
e lendo a tupplicanle pro Inzido aas|leilcmuahas
sendo-mc os autos concluios, dei a senlenca do theor
seguinu):
AlIcudendo a justiliracao de 11*. 6 lis. 7 verso
julgo prevada a ausencia doi justificados em logare
nlo sabidos, e mando que para o fim requerido em
soa-pcliclo defolhat2, sejam citados por edicto,
pastando-ie a respectiva carta com o prazo de 3o
date caitas.Recife 24 de dezembro de lS.x.
Anselmo Francisco Perelli.
E mais se nlo conliuha em dila rulenca aqui
copiada, por virludc da qoal o escrivlo que ti
subscrevea mandou pastar a presente, pela qoal
teu theor te chama, cita, e hii por intimado aaatup-
plicados cima declarados de todo o condado na
peticao e termo de protesto aqui transcripto.
Pelo qae toda e qualquer pessoa, pirante onarai
gos dui supplicados ausentes os poderld fazer (c-
enle do qoe cima lica exposlo, e o porleiro do joi-
zn afinara e publicar a prsenle not lugares do coa-
tume, e ser publicada pela imprenta.
Dada e pastada nesla cidade do Recife di Per-
nambuco aos 27dedezembrodc 1855.Eu Maximiano
Francisco Duarle, etcrivlo privativo dojuzo com-
mercial a tubscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
0 Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Rota, juz de direilo especial
do commercio desla cidade do Recife, provincia
de Permmbuco, por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro
II a quem Dos guarde Ir.
raro saber ao que a prsenle caria virem, 00
della noticia tiverem, em como Manoel Alves Guer-
ra me fez a peliclo do ilieor tegoinle
Diz Manuel Alve Cierra como leslamenleiro e
inventarenle do casal de seu tinado pai Manoel Al-
ves Guerra, qae sendo devedore Manoel da Conci-
ejo Jos Luiz Delirio Mavignier ao mesmo da
quaoia da 548|M>3&, mpaclancla de 3 lenas qae
aceitaran) em 22 de marc,o de 1837 e nao pagas, e
que Dio sendo conhecido o lugar da residencia de
qualquer delles, quer faze-los citar por edilos, alim
de serem intimados do prodslo da dila letra para
1 inlerropclodi mesma prescriprlo, admillindo V.
Exc. o supphcanle a justificar a ausencia em luga,i
ucerio dos referidos supplicados; pede a V. Exc.
Illm. senhor Dr. juz do commercio assim Ihe delira^
E R. M*Dr. J. Silveira do Souza, advogado.
Tome-se por termo o protetlo do tupplcaule jus-
tificando esle a auzeocia dos supplicados. Recife
12 de dezembro de 1855.Perelli.'
Aos 14 de dezembro de 1855 nesla cidade do Recife
de Pernambuco em meo etcriplorio veio Paulino
la Silva Miodello como procurador bastante de
Manoel Alves Guerra na qualidadede leslamenleiro
de seu finado pai Manoel Alves Guerra, e peranle
mim e ai lettemunhas abaixo assignadtt diste qoe
proleslava euotra Manoel da ConceicAo e oulros pelo
conleudo em sua pelillo retro, que faiia parle do
presente lermo para o fim ni mesma requerido ; e
de como assim o disse e prolestou, istignou cora as
lesliounhas o prese-te lermo. Eo Maximiano
Francisco Duarle et< o prvilivo do juizo om-
mtrcial o eacrevi.Paulino da Silva Miudello.An-
tonio da Silva Ramos.Leopoldo Ferreira Martint
Ribeiro.
E mais se nlo conliuha em lado aqu copiado,
depois do qae seado-me os autos conclusos dei a
senlenca do theor seguinte :
Vista a inqunelo de folhas 4 verso a folhas 6,
julgo provada a auzencia de Manoel da Conceclo e
de Jus Luiz Bellrlo Mavignier em lugares nlo sa-
bidos, pelo que mando sejam citados pur edictos,
para o lira declarado na peliclo de folhas 2, pat-
ando-se a respectiva carta cora o prazo de 30 das
e coilas. .Recife 21. de dezembro de 1855.
Anselmo Francisco Perelli. ,
E mai se nlocontinha em dila senlenca iqa
co liada, em virlude da qual mandou o etcrivlo que
esliiubscreveu, paitar a prsenle com o pratode 30
dias, pela qual e sea theor se chama e iolima, e
hei por intimados os tupplicados para todo o con-
leudo na pelicao e termo de protesto cima copi-
ados. <
Pelo que,loda a qualquer pessoa, paitntesou ami-
gos dos supplicados os poderlo fazer scentes do
que lica cima expotlo, e o porleiro do juizo ani-
sar,,' e publicara a prsenle nos lugares do costme
e era publicada pela imprem.
Dada e pastada nesta cidade do Recie-ios 27 de
dezembro de 1855.Ka Maximiano I-"r.-inciajco Du-
arle, ascrivlo privativo do juizo commercial a tubs-
crevi.Anselmo Francisco Perctti. .
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendadoV
da imperial ordem da Rota, juiz de direito espe-
cial do commercio desla cidade do Recife, capital
la provincia de Pernambuco por S. M. I. e C. o
Sr. D. Pedro II a quem Dos soarde ele.
Fajo taber aos' que a prsenle caria virem,
em como Jlo Jos da Cruz, me fez a pelicao do
Ihfta- segAte:
film. eExm. Sr. Dr. juiz de direito do com-
mercio.
Diz Joao Jos da Cruz, qae os supplicados abaixo
declarados Ihe sao devedores das qaanlias seguales:
Ruberlo Pe I les it C. ou seus herrleiros da quinlia
de 1:000$, d'uma letra "vencida em 28 de marco de
1831 e Antonio Jos Pire da Silva da quintil de
2059519, doma letra recocida em t- ia jolito de 184.1
ou seu herdeiroa, vheendo os juro estipulados na
mesillas letras, e para qoe nlo prescreva o direilo do
tupplican(a que lem para cobrar dos supplicados a
importancia dellas eos juros vencidos, vem protcs-
\tx iu Corma determinada 110 3, art. 18.) do cdigo
do commercio, alim de interromper n prescripclo e
requer a V. Exc. que mande lomar por lermo seu
protesto para seaiolinudn por edilos ao tupplieados
'islo te acharem aasentes e era lugares nio sabidos
pelo iiipplicante, justificando esle. Pede a V. Exc.
que assim lliej delira. E B. M.Jos" Narciso Ca.
nelio.
Nlda mais se conlinha em dita peliclo aqu trans-
cripta, a qual sendo-mc apresenlada dei o despacho
do ttteor teguinle 1 *
Tome-se por lermo o protesto do sapplcanle e jus-
1 liii ue esle a ausencia dol" supplicados llecife 19
' laM^o de 1855.Perelli.
^|b* se conlinha em dilo despacho aqui
^' "'' '-^oa-ganra
uva Aos 20 de dexpluo de
ieni "te de Pernambu, m a.
va
virlude do qual ae livrou o protesto
Ao 20 de detjibro de 1855, ue.la ehtoe do Re-
de Peruamb,o era meu etcplorio velo Uiguil
Jote de Almeidaernambueo, procurador batanle
do Jlo Jos da (,a e parante o.im a a teiiei.-
nhat abano aisiRida, date qoe por parte de ata
cootltainle prole,V| pe| coot.ndo em loa peti-
cao relro, que faaitiarte do pret-nte termo para o
fim na mesma rtjerido.e deeomoattiai o diatee
prole*lou asignoau,ra M ie,tea,tJrJw. 0 prt,eB,e
termo. Eo Uutifa Francisco Duarle, etcrivfc
pnvalivo do juizo marcial o eterevi. Migoel
Jote de Almeida Pnambuco. Notarlo AJves Ca-
-ilcanle, Maaoel d Santos Azevedo.
Nad. mais te coiftha eai dito teraao de araietu
|ui trantcriplo, Ddo 0 ...pp,,^, p^.j^ '
sua. leslemunliat, ,enrlo-ma at .otes coitetua.
dei 1 senlenca do llir guinle :
Julgo prvida a va da jusl.ficacio da fl. 4 a
> verto. ausencia |ag,res lo tabidw, doi
l.vidaoscontUnte, dpeiifjS* da flt. 2, ,. o un.
oa metra, pelicao dejado, mmdo que sej.ni ai-
ladot por edito, pa.sdo-s. a respectiva carta cea
o prizo.de 30 dias eita,. Recife ^ ^ deteuj.
bro de 1855. Aote, Fraocicn P,retli.
Nada mait te colina .m dita aenteaca iqm
iranscripla em virludtf. au,|. eKrivie oatl i.
subscrevea mandou pa,r prwenu, ^^ a, -|tog
com o prazo de 30ii.. ^ qM| ^
te chama e mlima a h por inlimado, ,0. ..ppi/.
cados devedores .asea. 8cirDa dedarado. "ae todo
o conleudo na policio urmo di proterto cima
irantcriplo.
Pelo que teda e qiqMr pe,,,, ^^
migo.da.dilo. tupplic, o. poderlo f.wr ,rt.0.
T d? I"6 c" Wlo, o porte.ro do ^oizo
fizar* "- n~ r do coaiomo e'rl
publicada pela imprenta;
Dado e pagado no\,de do Reife tVmtm.
buco ao. 28 de dezembroe i^.-Eo MaxioHaoo
Iraucsco Doarte, ecrT.prtW,W0 ,,,
a""'l0ia0^'-^''^ Franca JPtrelT
O Dr. Anjelrao Fr.nci,eretli, cimaun,,.,* J.
raperul ordem da RouiI d. dreii."^,
docommorciodestacidedo Recife, p,,^
de Peraambaco por S. 11. 8 C. o Sr. D *Zr
II a quem Deot goardec.
Fajo ..b.r.o,qo. a Mente cana d. edllg,
v.r.m,em como Jt^q.io, j, de M me
a peliQlo do Iheor segornl *
Illm.eExm.Sr.Dr.judu commercm.
Diz Joaqoim Jote de Moi, qaeteodo-ihe deve-
dor Jote Pedro de Mello, d,aantia de 3009, Prin-
cipal de um. letra vencida 8 de jonho de BiSe
vence 2 porcento ao mez, que ni prgrjer-
vi etta divida, e potsa o topante ter direito de a
cobrar a ludo lempo do rllo,dor en .eo repre-
tentenie. vem requerer a V. qe digne man-
dar tomar por lermo o ten pealo, e intimado por
dito ao aoppUcado, vi.to a.r ,0Mn(, e na MUff
o .uppl.ram. aonde existe, de a V. Exc. Ihe de-
lira m forma reqoerida.-E. M.Jeaq0ra Jose
US MllUTit.
E mai. M nlo conlinha em peliclo a qrjal dei
o despacho do theor segninle
Tome- por lermo o profe do tupplicanle, e
lustifique e.1. a ausenei. do pp,icad0. Recift 18
de dezembro de 1855.Pere,
lord"."' 3f0i0-c"n,inh' ^itapeliss,,,.^.
lade da qoal o respectivo e*0 l.vroa o termo
de prolesto do theor tegaihte
Ao. 20 de novembro de ISSneste cidade do Re-
cire em mea escriptorio viio jqQm j9ti d, ,.
ro, e peranle mira e ai letter.nhas abaixo aosig.
nada..d.sse que proleslava pal*>|0do em soa pe-
liclo relro.qoe taa parle do psenle lermo, par. o
fim na mesma requerido, e de.mo attim o die e
proletlou, itsigno,, cora >s lesraanh, o preaenle
termo. Eu Maximiano Fraacb Doarle. eserftio
prrvativo do joizo commercial crefil. Joaqnim
Jos de Moa,., Victorino de Ca* Moara. Anl.no
Joaquim Doorado.
E mais te nlo conlinha em duermo de prolerto,
e haveod o toppricanle prodolo a xas provas e
me tenrto estes aalot conclasoiaelle. dei a n-
lenja do theor segointe :
Jalgo prvida aosencia do jOflcada) em lagar
nlo sabido, e mando qoe teja cito por edito, pira
0 fim declarado na peliclo de I 2 pananio se a
competente caria com Ciaw->ao-.r.M cual..
Manguind 26 de dezembro dWf. Aog.llno
FranciKO Perelli.
E mais .'nio continh. em (a senlenca a,)ui
tnnscnpti, em virtode da qual eKrivlo que este
tubsereveu mandn pastar a prenie cirli de ed-
dt com o prazo de 30 dias, pclqu.i e sea Iheer
te chama e intima e hei por bemnlimado ao sop-
plieado devedorausente cima durado de toda o
conleudo na peliclo e termo de presdo e|ral ,nB(.
eriple.
Pelo qae (oda e qualquer pessoaarentes 00 ami-
gos do dilo sopplieado, o podio brer .nenie
do qae ucima Sea exposlo, e o peiro do juizo fl-
xara a presente nos logare do cosaje e ser publi-
cada pela imprensa.
Dada e pastada nesta cidade do idfc aos de
dezembro de 1855.
Eo Maximiano Franciteo Diarle cr i vio privali-
vo do juizo comanercJai a tobaerevi
^rueteio FraHtt PerMti.
O.Dr. Anselmo Franciteo Perelli, cnmen.faaor da
imperial ordem da Rosa, e jaiz drjirailo especial
do commereio detta didide do Rife, pre-cia
do Pernambuco per S. M. I. e C. Sr. D. F*jdro
II a quem Dos guarde ele.
Faco saber aos que a presente cari da edllos"*!-
rem, em como Manoel Antonio dos fcsos Sllvi',. *
me fez pelicao do theor segointe :. ^5^* *
Diz Manoel Antonio dos P.asos e %a, qae o Dr. J
Jlo Vicente da Silva Costa, Ihe e dvedorde
i letras vencidas, urna em 9 de m de 1H48 da
quanlia de 2619780, a outra a 9 de aalo do mes-
mo anno da qanla de 448#, ambas raotidat pelo
Dr. Miguel Archanjo.da Silva Coda Martinh da
Silva Costi, e que Manoel di Conha fcentel tam-
bem Ihe he devedor de 3 letras venc) a 1 .em
de novembro de 1850 da quanlia de 1%, e 2' 1 l
de fevereiro de 18)1 da quautli de 69, e a 3 a
1 de jupHu do metmo anno de igual qaitia, e eoato
se aproxima a poca da pre*eripclo dimesmM ao
termos do art. 413 de cdigo commteial, venta
supplieanle protestar peranle V. Exc. 1 forma do
art. 153 S 3 do dito cdigo commercial,rain 01 refe-
rido, aeus devedores,nlo s iflm de intromper 1 ci-
tada prescripcao, como pan que Oraoe tlvo ao irap-
plicaule em lodo lempo, direilo de aro qm con-
tra cada um oa seu berceiros, (em pa haver as
dila quantias, lano pele nrincipti co pe* jaro'
eslipulidos 1111 mesmas letras, leviode em ceaU
as qaanlias dadas por Maaoel da Cum Pimeulel,
par cond da mencionadeatuai letras ltenle do
recibos, por isto requer qiies. Ihe lo par lerme
ten prolesto, ntimando-ie pessoilmeo iu primei-
ro devdor Dr. Jlo Vicente da Silva ,ot(a. mora-
dor nesta cidade, e aos oulros par edil por se acha-
rem ausentes, assim peda 10 Illm. eExc. Sr. Dr.
juiz do commercio Ihe defiri.E R. I. Manoel
Antonio dos Passos e Silva.
E mais se nlo conlinha em dila pelo na qual
dei o uVpacho do theor teguinle :
Tome-se o protesto do tupplicanle sido o mesmo
prolesto intimado pctso.lmente ao 1 uVtdor. e aos
dous oulros Miguel Archanjo e Martiio, por pre-
catoria visto o primeiro JitfV__jl Achaojo, resi-
dir no lermo de Baan*I e MarlinhoT Sanio Al-a .
lio, cidade da Victoria. Recife 17 ddezembro de
1855.Perelli. r
E mais se nlo conlinha ero dilo daiaclio, e que
o solicitador Bernardino de Sem Dia me fez 1 re-
plica do llioor segonle :
Illm. e Exm. Sr.O supplieanle pie deriroeu-
lo quanlo ao devedor aasenle Manoeda Cuuha Pi-
meulel. E B. M.O lolicilador Berdino do Se-
na Dias.
E mais te nlo conlinha em dila rilica aa qaal
dei o despacho do Iheor seguinla : !
Ju*li(iqae o supplieanle a ausenciilo supplieado.
Recife 17 de dezembro de 1855. Alelmo Francis-
co Perelli.
E mais se nao conlirrita em dito ral despacho era
virlude doqual o respectivo escrivnjlavrou o ler-
mo di protesto do theor teguinle :'
Aos 18 de dezembro de 1855, nea cidade do Re-
cite de Pernambuco em meu escripirio v#o Ber-
nardino de Sena Dias, procurador Vanla de Ma-
noel Ai. !.:o dot Pin, e diste peate mim a ai
teslemunhis abaixo atsigmdas qae nr parte de sea
consliluintc, proleslava contra JoidViceule da Sl-
vo^sli (bicbarel) e oulros pelo inleudo em mA
peli(ie retro,que fazia parte do pronta termo '
o fim na mesma requerido, e de cato tssirr


pm
./
/
i
r

=s
rste*>, assignnucom na testemaeihaa o presarle
lefia*. Eu Maximiano Hr.nciteo Duirie, eterivo
privativo do juizo commercial o escrevi.Bernardi-
ndtSena l)*s, Bttanitlau Pereira de Oliveira,
Norberlo Alves 0 a v alean te. ,
B mal< aa nao cuntiiiha em dilo (ermo de protes-
to, depoi do qae se *ii qae o olllrial do juizo Fran-
cisco di Silva Nvet. iallreou o protesto supra ao
Dr. Joo Viceele di Silva Costa, do que deu fe. E
hartado o aepptieinie produzido as suas prove e
me trillo eiles ule conclusos, nelles dei a senteorja
4* llieor seguirte :
AUeudendo a juirlficacso de folhna 5 a fls. 6 ver-
te, fulgo prvida i lusencia do ju'lihcado Manoel
i Canta Piminlel lagar lio tbido, e min-
dequt parasifint declarado na pelicio de fls. 2, te-
ja citaos) passando-ie cari! de edictos cora o prazo
- ita :i0 .lias e cusa.Recite 21 de dezembro de
MJS. Anselmo FnncSo Perelli.
& man s alo eoniinha em dita sentenra, em
virlssls da qual o escrivo que esta tubscreveu man-
dara eessar presente carta de edietot rom o prazn
de 30 das, pela qual e mi theor se chama e intima,
ehei por beso iutimado ao topplicado devedor au-
teola cima declarado da tos*) o contendo em toa
pelcat e tormo de protesio aeinia lranic*|s>tos.
Pelo quetodie qualquir pessua, prenles ou ami-
go do dilo suppliealo pudrro fairr idenle do
quieclsaa fica eiposlo, e o porleiro do juno aullar
a preseule nos lugares do costume e ser publicada
ptla irapvwNa.
Oda paatada nesla ridade do Recito os 38 de
dezembro de t853. Cu Maximianno Francisco
Diiarie, sjerisso privaliro du jl eomrnercial, i
ubirevi.Anselmo Fiancisto Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, rommendador da
imperial ordein da Rota, js" do direilo eipecii|
do commercio deala cidade do Recita, provincia de
Peraambuco por toa mageitade imperial e cousli-
toetoaal enhor 0. Pedro II, a qoeri eot guar-
da ib '
Facotsber ot qae i presente carta de edictos vi-
rem.iTi como ForlunalCardozo de Oouvein me Tez a
pricl do iheor segurile :
Hit Forliinalo Carduzo de Cdoveia, cemmerciante
eslibcleciJo nesta cidale, que o finado JoAo Damns-
seao Silva, pelo ved "alteriraeulo, ficou a dever ao
supplicanle* quautiade 739j5i> principal de orna
lellra que acceilou w supplicaute em 24 de agosto
de 1848, e vencida em24 de oulubro do referido au-
no, aliq dos juras de 2 por cenlo ao aiez na mesma
estipula ios desee o im do sen veocimento; e como
nao fuste dita Mira sgatelo referido finado,o nem
ilepois do seu falleciiienlu pela viuva cibec/ de seu
catal, D, Josefa Mar da Couceic.Ho, e a pr..xme-se
a posa da piSacripcato para as aeces provenientes
da iilulut de cial! por uso ves* c tuppUranle protestar erante
V. E\c. coaira a prncripcao not termos do ait. 453
:l da eoigo 390, e aeituiules do regulamenlo o.
737, a Jesl'arle Acanto talvo ten dtreilo costra di-
to! ItereViftS du Qnado devedor pe accSii que Ihe
competir for dito Hiato: porlanto requer a V. Etc.
que lomasu-< por termo seu protesio, teja o mes-
rao intimado por e>co, visto coidu de presente
ignora-seo lugar da retHeocia da citada viuva e
sala herdeiros do lliaiju davedor, por cuja prava
protesta o supplican e. P. a V. Eic. Sr. Dr. joiz
je direilo docuinnm'cio cliferiaieiilo. E I. H. o
procurador Caateli^iraoco.
Nada mal se conlinlia em dita petico aqoi trans-
cripta a arado-ma ipresantada dei o despacho se"
goiwe:
Tom-e per ttriao o protesto do soppliciDte, e
justifique ole a au-encia dos supplicudos. Kecife
r8de deaembr de 18V>.Peretti.
Nada maitae coutiubi em dito despache aqui
traBajatoto, em virHJe do qual ae lavruu o protesto
do Ibtor seginnle:
A'i. 18 da, dezeianro do tSi.j nata cidade do Re-
cite de Pernamhuco em anea escriplorio veio Forta-
uato Cardozu da Gouveii, e ditae persjile mitn a a
tetleraanliat abaizoissignadas que prelesUva contra
o beroeiros du tinada Ji'.lo Damaasano e Silva pelo
couleudo em sua yeti;ie retro, que faaia parte do
proteste termo para o lia na mesma requerido, e de
como attim o distee prolestou ataignnu eom at tes-
lemunlias o prsenle termo.
Ea Uniimiiaa Iraaeisco UoitU, ancrHao priva-
tivo do juiZ'i comsseccial o escrevi. Fortunato Car-
dozo de T.euveia, Leopoldo Ferreirn Martins Riboi-
ro. Jote Coacalvesde Si,
Nada mis te coilinha era dilo termo de protesio
aqui traaarriplo. e leudo o sua)ilicaQle produzido suas
lestemaiilias, e seido-me os autos conclutot nelles
pretor i a enlenc.ateguiute :
Avala da inquii^ap de folhas 4 a tollias verso,
peta qoalse rno.tri que os ju-tificados eatao auzentes
em lagares na sabidos, mando que, para se Ihes in-
timar o protesto onslaate do letvno de falbasi verso,
*e piste carta de edietot ooi peas da 30 diat; a
cusas, Recito31 de dezembru de 1855.Anselmo
Francisco faSjfllT
Nada asis se cenlicdia em dita senteor,a aqn
traoscripta, era 'irtude da qual o rscrfvao que ota
tibscreveu maniou pa-sar a prsenle rarlade edic-
tos eom o prazode % diat, pela qual e Mu theor so,
chama a intima i hei-por intimados aas sopplicado
deveVwrat lotean> cima declarados de todo o' con-
theutjo as pelito o termo de protesto cima trans-
cripto.
Pt* quetodae qnalqaer pasaoa prenles o ami-
gas rkj| ditas tujplKa los o podero fazer scienles do
que wtOS fiea upow ; e o portelro do jaizo Aura
a nfrfeitte ** liiiates do costme, e ser publicada
sel issprensa.
Dada, e passida neata eidade do Recite aot 24 de
l dezaaabro Ea Mazimiuio Francisco Danri, escrivo priva.
*ive do jnizo ccrumerciat u tub'crrvi.
Aiutlmo FrtmciKo Ptretli.
O Dr. Anselma Francisco Peretti, commendador di
imperial luem da Has, e juiz de direilo especial
do rtsMrrrre deat cidade do Recife provincia de
Perosnrbnca pa tua olafeslade imperial e consti-
tucional oEr. M. Pedro ?. a quem Deas guarde
eta- ^^TaTI a,
Fae atoar aosqqt aprsenle carta de edllos virem
etn eonao lo\i alartra- delsrros me fez a pelicao
segointe:
Illm. e Bmi. Sr. Dr. joiz de diraito do commer-
cio. Diz JaBo Martins do Barros que os supplicado,
abaiso declarailos Ihe tl<> devedores por Cunta de li.
toas teslemnnhas foram-me os autos conclusos, e nel-
les profer a sentencia teguinle:
Mostrando-te da juslilicacflo de folhas 6 a folhas 7
versoestarem ausentes em lugares nts sabidos osjus-
lilicados,mando que para o fim declarado na pelico
a f llias 2 ejtto citados por edielosseom o prazo de 30
diat: e costal. Recife 27 de dezembro de 1855.
Anselmo Francisco Peretti.
Nadamais se coolinha em dita teolenca aqui trans-
cripta ero virtude da qual o eterivao que eslaiubt-
crevea mandn pastar a presente caria de edictos eom
o prazo de30 din<,pela qual e seu theor se chame in-
litaii.e hei por intmalos os aoppjicadot devedore9
ausentes acioa declaradas deludo o conlead na pe-
lisao, e termo de protesto cima Irsnscriplo. Pelo
que toda e qnalquer pessoa, prenles ou amigos dos
ditos supplicados os podero fazer scienles do que
cima Sea exposto ; e o porleiro do juizo fizar a
preseule notlagares do coslume.eser publicada pe-
la impreusa.
Dada e pastada nesta cidade do Recite aot 29 de
dezembro de 1855.
En Haximiano Francisco Doarle, eterivo priva-
vo do juizo cumrnerci.il o snbscreyi.
.lastima Francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, coromendador da
imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo espe-
cial do commercio desla cidade do Recife, pro-
vincia de Pernamburo, pur S. M. Imperial e
Constitucional o Sr. D. Pedro II, a quem Dos
guarde etc.
Paco saber aos que a presente carta de edictos
virem, em como Francisco Manoel da Silva lava-
res Jnior, me fez a pelir^o do llieor segoiole:
SrIS
0.11*0 01 MIHUtO SEIUN01 FUI 31 01 DFZKftRO H II8S
A' vista da inquirirn 4%* < ti. 4, pela qual
se prova que Antonio PKto de Souza Brito se acha
ausente em parle nao sabtla, mando que para ser-
llie intimado o protesto constante do termo de 11. 2
v. se passe carta d-editos eom o prazo de Irinta
dias, e costas. Kecife 22 de deiembro de 1855.
Anselmo Francisco Perelli.
Nada ruis te conlmha em dita aenlenca aqui
transcripta, em virtude da qual o escrivlo que ela
tubscreveu mandou pas-ar a prsenle caita eom o
prazo de Irinla dias, pela qual e tea theor te cha
ma e intima a hei por intimado o devedor cima
declarado de lodo o conteudo na peticflo e termo
do protesto cima transcripto ; pelo que toda e qnal-
quer pessoa prente on amigos do dilo supplicado
o pdenlo fazer acieple do que cima fica esposto,
e o porleiro do juizo fizara aprsenle not logares
do cusiume e ser publicada pela imprensa. Dada e
pastada nesla cidade do Kecife de Pernarobuco aot
26 de dezembro de 1855.
Eu Mazimiano Francisco Doarte, escrivo pri-
vativo do juizo commercial o tubacrevi.
Anteimo Francisca Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, rommendador da
imperial ordem da Rosa e juiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Recite por S. M.
I. e C. que Dos guarde ele.
Faro saber aot que a presente carta de edilot
virem, em como Manoel Florencio Alves de Mu-
raes, me Tez a pelicAo do theor aeguiule :
lllm. e Exou Sr. Dr. juiz do commercio. Diz
Manoel Florencio Alves de Moraet, eom luja de fa-
zendat na ra do Queinwdo desla cidade,-endo est-
ojar em diferentes quantias dos diversos devedores
Diz Francisco Manuel da Silva lavares Jnior, comanles da reacio junta, e que no lendo alies
protesto do theor
que sendo crednr de Antonio Jos Penira de Meu
dooea da qoantia de 1:3009000, de Joaquim Pe-
reira Bastos por 3:00OOtJ0. de l.uiz Caelano de
ouza por 1:104068, da Mignet Lau lidu da Ma-
deiros por 2808000, de Jo Alves Bezerra Cava!-
canti por 2259000, ato Joao Aliemao da Cmara Cis-
neiro |wr 1049000, Francisco de Paula e Azevedo
pur 789480, Amonio Correia de Mello por l:0i>.Vi
e Antonio Alvos Vianna por 2:2659750. ludo prove-
niente de lettras ja vencidas, quer protestar uo ter-
mo do 3 do art. 453 do cod. comm.
E por iato requer a V. S. mande lomar por ter-
mo o seu protesto e Intimar aos devedores, sendo a
iolimaes.0 falta poj edictos por serem pessoat que
i-slAo ausentes e dat quaes se nao tem nolca, a ex-
ceptu dosdnus primeirot que monm nesta cidade,
e do ol'.imo que reside na cidade de Goianna, para
0 qual se passar carta precaloria para as justicia
del", >i.una, e em geral a quero for apresenlada.
Nesles termos.Pede a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. Dr. jaiz de direilo do commercio deferimen-
to.E R. Me.Adtogado, Eparoiiiondas de Mello.
Nada maiase continua em dita pelicio, aqni lieni
e fielmente tranteripta. a qualtelido-me apresenlada,
dei o despacho do theur tegoinle:
Como requer, justificando M a ausencia dos defe-
deres enumerado! na presente petirau, exceptua-
dos os dous primeirus e o ultimo.
Recife 13 de dezembro de 18&5.Peretti.
Nada mais se continha em dito meu despacho
em virlnde do qual se lavroa o
segointe. %
Aos II de dezembro de 1855, nesta cidadedo Recife
fe de Pernamhuco, ero meu escriplorio veio Ftanciscd
Manoel da Silva Tasares Jnior, por seu procura-
dor Antonio Angosto da Funteca, e disse perante
mim e at tesleinunhat abano assignadaa, que pro-
testara contra Anlunio Jus Pereirs de Mendunca
e oulros pelo couleudo em sua petico do prsenle ter-
mo, para o fim na mesmi requerido, e de como
asaim o disse o prolestou, fiz este lermo que arsig-
nou eom as lestemunh.s.
En Maximiano Francisco Duarte, eserivo priva-
tivo do juizo commercial o escrevi.Antonio Au-
gusto da Funteca, Estanislao Pereiri de Oliveira,
Jos onralvea de Sil.
Nada mait se conlmha em dilo (ermo de protesto
aqui transcripto, e lendo o supplicaule pruduzido
soas lestemunhas, e Senda os autos conclusos, dei a
sentenra do theor segoinle.
Avisla da inquiririo de folhas 9 a 11 pela qoal se
moslra que l.uiz Caelano de Souza, Miguel Candi-
do de Medeiros, Jo-c Alves Bezerra Cavalcante,
Joo AlleHio da CmaraCisoeiro, Francisco de P-u-
la e Azevedo e Antonio Crrela de Mello te achain
ausentes em lagares nao sabidas, mando que para
ser-lhes intimado o protesto constante do termo de
fl 2 verso e fl 3, se pasta caria de edicto eom o pra-
zo de 30 dias o cusas. E mando outrn tim que pa-
ra a inlimacao do dilo protesto Antonio Alves Vi-
anna, morador na comarca de Goianna, se passe
precaloria, sendo o protesto em quasrfo intimado
titnbem a Antonio Jos Pereira de Mendunca e
Jo.qufm PSKeira Bastos, moradores ne-la cidade.
Recife 14 de dezembro de 1855.Anselmo Fran-
cisco Peretti.
1 Nada mais se continha em dita senlenca aqui
transcripta, em virtude da qnal o escrivlo que es-
la subscreveu, mandou pas-ar a presente carta de
elictos eom o prazo de 30 dias, pela qual e seu
theor chamo e inlimo e bei por intimados aos tup-
plicados devedores ausentes cima declarados de
todo o conleudo na pellejo e termo de protesto ci-
ma transcripta, eom excepto de Antonio Alves Vi-
anna morador na comarca de Goianna, para o qoal
ae patsara caria precaloria, Antonio Jos Pereif a
de Mendoiifa e Joaqun Pereira Bastos serao inti-
mados pelo p/olcslo em qoestao, visto serem mora-
doria nesta cidade.
Peto qae luda e qualquer pessoa prenles ou
amigos dos supplicados Ihe podem lazer scienles
do que cima fica exposto, e o porleiro do juizo fi-
lar a presente nos lugares do cosame, e ser pu-
blicado pela imprenta.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
narobuco, aos 11 de dezembro de 1855. Eu Maxi-
miano Francisco Duarte, escrivo privativo dojuizu
commercial, o sobsrrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commeodadur da
imperial ordem da Rusa e juiz de direilo especial
do commercio do Recife provincia de Pernambu-
ro por S. M. I.eC, oSr. D. Pedro II, aquem
Dos guarde.
Fajo -saber ios que a prsenle carta virem como
Francisco Tasares Correia me fez a pelicflo do
llieor seg inte:
IMin. e Exm. Sr. Dr. jaiz di direilo du commer-
cio. Diz Francisco Tasares Correia que sendo-lhe
Antonio Pinto de Souza.Unto devedor da quautia de
ras por alie acei-
noa anuos de 1842
1843 e Iraspassada por va de endossu ao suppli-
caule, acontece que leudn-se vencido ditas ledras
o supplicado na i as pagara e rrlirara-se para fra
da provincia, para lugar que o supplicanle ignora,
porque Jnhe sr prestes a espirar o prrzo marcado
P'lo^artigo 453 do cdigo commercial para a pros-
lio das crditos de temslhanle mloreza, por
querendo o supplicanle garantir o seu direilo
al o presente salisfeilo aos teut debitus, nao obe-
lante estarem vencidos os ttulos de dividas de nns,
prazosdaa contaa de livro de oulro,s, vem o
supplicanle protestar judicialmente contra o pruce-
dimenlo desses seus devedores, aliro de que te nao
toccorram a elle para allegaren) prescripcao era aeu
favor, prometiendo o supplicanle altender a'qualquer
quanlia que por ventura hijaiu dado por conla de seus
debilos.assuu pois requer o supplicanle quereduzido
a termo o aeu protesto teja luliioadu a dito teut de.
vedores por caria de editos, visto que lodos alies se
acharo, ausentes e em lugar nao sabido. Pede a V.
Exc, assim Ihe detira.K R. M.O suficilador, Jose
Coelho da Silva Araojo.
Nada mais te contiaba em dita petirao aqui trans-
cripta a qnal sindo-me apresenlada dei o despache
seguinte :
ToBie-se por termo o prole-do do supplicmlo e
justifique este a ausencia dos sr-us devedores cont-
lantetda rcJacAo junta. Recife 14 de dezembro de
18.V).-A. F. Perelli. ,
Naih mais se coulinba em dito despacho aqui
Irar.scr pto em virtude do qual te lavrou o protesto
atfsls%:
As 1 de dezembro de 1855 nesta cidsde do Re.
cfe de hrnambur. ero meu erriplorio veio o so-
licitador los Cuelhr- da Silva Araujo, procurador
batanle e Manuel Florencio Alvet de Moraes, e
por pariedeste disse perante nnm e at testemuuhas
abaiio asignadas que proteslava contra Antonio
Flix de A mije e oulros pelo conteudo em sua peli-
cao retro, tim na mema requerido, e de como assim o disse
e prolestou s-ignou eom ns leslemouhas o presen-
te lermo. lu Maximiano Francisco Duarte, esrri-
vo privaliv do, juizo commercial o escrevi. Jos
Coelho da Sil e Araujo.Jos Francisco de Me-
nezes Aroorb.-- Anlouie da Costa Ribeiro e
Mello.
Nada mais s< continha em dilo, termo de protesto
aqoi transcripl, depuit do qual eslava a relacan se-
gointe :
LetrasAntuio Flix de Araujo, 19 de novem-
bro d 1839, 93730 ; o mesmo. 19 de maiu de 1840,
1579643 ; Fidel Madeia Barros, 11 de Janeiro
idem, 1529220 *, oaquim Ignacio de Sanl'Aona, 17
de marro de 1841 1819150 ; Antonio Pereira de
Oliveira, 24 de joto de 1842, 1:2639010; Antonio
Bornes de Andrae, 2Nde selembro idem, saldo
1:2.'1.SAV>; Manot de Jess, 18 do oututiro idem,
151/040 ; Aiitonlolosi Alves, idem, idem, idem,
saldo 9979675 ; ArontojBorges de Andrade, i da
dezemliro idem, 3G;7I0 ; Joaquim Jos Pimeutel,
4 de novembro de H3, 349615 ; Antonio Borges de
Andrade. 19 de ouloro de !844, 1:0059700 ; Ale-
xandre Francisco Pir>nta, 21 de novembro de 1845,
969&G4 ; Juao DanlaPeixolo, 8 de dezembro idem,
619 ; Vcente Ferreirdos Santos, 18 de marro de
1846, 5129120 ; o mvno, 22 de setembro idem,
1:2339440 ; o mesmo, >. idem idem, 6409620; o
mesmo, 24 de fevreirtdero, 9259610; o mesmo, 18
It selembro idem, 83IS0 ; Francisco Alves dos
Sanios, 24 de fevereirodem, 6939980; Manoel
Teixein dos Santos, 31 dnovembru idem, 4799060;
o mesmo, 29 de junho d<87, 1:4169805 ; o m-a
mo, 28 idem idem, 7589 ;o> Joaquim de Senna,
8 de novembro idem, 489 :.uu Gonz ci, 9 de abril de 1848, 24H10; Pedro Leite de
Oaeiroz, 24 de dezembro di850, 225/; o mesmo,
idem idem de 1851, X'J; elu Js Biplisli, 17
de ulbo de 1850, 40S800 ; d Brito Salgaeiro,
27 de dezembro de 1849, 1(180 ; Manuel Alves
Maia Jnior, 20 da janeiroto 18J1, 1;0879100 ;
Manoel Pereira de l.acerda, dejulho de 1850.
1009 ; Hinlno dos Sanios Are*,, y de Janeiro de
1851,1169500 ; Jos Bezerra ts, tsldo 8809182 ;
Francisco Monleiru de Barroe.ddo 4069675 ; Jos
Raposo Cima, 1:5079786 ; Joto Sdveira Burges.
8669490;conla de hvroVaiino Ferreira da
Silva 449 ; Marcolina Mara do Stramenlo 469720;
Antera Americo Copes Rodrgoet),.; Manoel Joa-
quim de Oliveira Maciel 379320 francisca Mara
de Albuquerque 319730 ; Jos Ikjoel da Farsas
179520 ; Manoel J se Cesar 19946; Francisco Xa-
vier da Cruz 99180 ; Jos Francisc,Barra Grande
209 i Mana Franci.ea da Concedan ^yjo ; pedro
J So de Mello 179230 ; Antonio dRarros 22/ ;
Marcelina Ferreira Camera .ji>SJO>iH< oeI Jos
Ferreira Machado 9739815.
Nada mais se cunlmlia em dita enn
aqoi irlns-
vra das quartias sagmiile>
Manoel Sabino dsCosl. da qoanli. da 5J&I95, J*J o85^7s7dVprm7piT os til
teda Genrei:*. Dragada quanlia d 579482, Jo. m a favor de Jot da Silva Alves n
Franeisrodi Lapada quanlia de 104310, Elias de
Almefda f.isra da qoaalia de 42931&4o* des San-
tos Otivain d C. da quanlia de 989997, Jlo Pinto
de Senza da cuanta de 16%772, Joo Jos de Oli-
veira da qnailiade 96-880, JoSo 6tr Arauo Cezar
da qqHade1t960o. JutM'H'rira C.mpotda quan-
'ia ds lIUTit, J-is Piaocitco Gflvlo da qoantia de \tJ[L
.'I009890, Jaccrne i Pereira da quanlia de li:!>Mi(l. J^'\
| ii C. 'da qum.ia 939916, ^r inlerromper a pr.ripcao, vem requerer i V.
pira ,oe nao precreva o d.reito do .upplsc.nie qjaf E,. |glie ,,,. ,, pof |f^ o m pro(M|o
/
tero Sara eabnr dos u,.plcadt a Importancia das
suas cstttAs vm protesitr na forma determinada no
$3arl. 453 d> codifiodo cuuimercio a fim de'inl-r-
romper a preris;l>'; e requer a V, Eic.que man-
de tomar por tartas, a teii prale ios :lpriraalrotem sua "rnpriaspeisoaspor morarem
nesla cidade. '" i_,r*"- edictos, visto ae aeha-
rem anenles, i em lugares nao sabidos peto tuppli-
canle joslilleanto e liraE R. M.-Joan Mariiot de*tttrrot.
Noria nlaftseeorHiiilia em dita pelicfto aqui Irant-
eripta si seido-me ai. rsentodu, dei o despacho
,|u:ir
TssJB-se por termo o protesto do supplicanle, sen-
do o UMSRIO prcteslo 'intimado aos II primeirot sup-
Idieados e jusiRque o supplicanle a ansencia dos
oulros. Kecife21 de dezembro de 1855. Perilti_
Nada maia si cnliuln em dito despacho aqu
inisrripUem Vrludu do qual se lavrou o protesto
dothserttgsiqti:
Jos 21 di dizlmbro de 1855, nesla cidade do Re-
eifs da P-roamluco em roen ecriptoriu veio Joo
Martfus d> Barre, perante miro e ai leilemanhat
abaixo asignada! disse que pioleslava pelo conleudo
em ms palito attro que fatin parle du presente Ier-
ras psra o fot m rsesma reqaerido, o de coma as-
sim o disee a proiaAosx aasignua eom as teslemunhat
o prese ule iartoo.
Es Mixhnianni rVfJfjcisro Duarte eterivo priva-
tivo do juifsconimrrriiT o escrevi.
'alo Marlios de Barros, Jos Anlunio GonralvM
n SoslMa, Mamoe do. Santo, Azevet/o. ^
ds iviils te coilinha em dito tormo de protesto
ripio, j tendo o tuppliciuie prsdazido
e que justificada a ansencia e incerteza du lugar da
residencia du supplieailo ejulatida por senlenca a
justificara', se piase eseriptot de edilot para porel-
let ter o supplicado intimado do msmo protesto
de cnnformidade ao dispudo no paragraplm 3 do
a/1. 4*5 do cdigo commerri.il e arl. 391 du regula-
meato de 2 de novembro dr 18",.") ; uestes termos.
Jede a V. Exc. deferimento.E K.JI.-u ad-
vogadt, Calanho.
Nada mais se continha em dilaeielicae, a qual
dei o despacho do Iheor seguinte :
Tomarse por termo o protesto do supplicanle,
qae justificar a aosencia doftupplciado. Reeife
18 de novembro de 1855. Peretti.
Nada mait se continha em dilo despacho aqui
transcripto em virtude do qual o escrivo lavrou o
termo de protesto do llieor segointe :
Aos 18 de dezembro de 185-5 nesla cidade do Re-
cife de Pernambuco em meu escriplorio veio Fran-
cisco Tivaret Crrela, e perante miro o ai teslemu-
nhat abaixo ataignadas, diste que proteslava pelo
conleudo da pelillo retro, que fazia parte do pre-
sente termo para o tim na mesma requerida, e de
como assim o disse e prolestou assignou eom *
lestemunhas o presente lermo. Eu Maximiano
Francisco Duarle escrivo privativo do juizo
commercial o escrevi. Francisco lavares Correia,
i Leopoldo Ferreira Martins Ribeteo, Eslanltlja Pe-
reira de Oliveira.
Nada mais se continha em dito termo de .protesto
aqui transcripto em virtude do qoal o supplicanle
lendo produzido suas teslemustias e siabiudo os au-
tos conclusan dei e profer asaenleora do
segeint: v"'
4
E asis se nao ronlitrha ne oatra eoaaa alguma
sedeclarava em dita pelillo despacho em virlnde
do qual o escrivo lavroa o t mo de protesto do
Iheor forma e maneira sezuin :
Aos 14 de, dezembro de 185nesln ridade do Re-
cife de Peraambuco em meu .criptorio veio Joa-
quim d'Assumptd Queiroz iranle mim e at lt-
temunhat abaixo atsignadat ine que prolesUva
contra Jeronymo Jos CabraU outros pelo Con-
leudo de que trata sua pelirantlro.que fazia parle
do presente lermo para o lima mesma requerido,
e de como attim o disse e prostou Ib esto termo
que assignoa eom as ditas testkuohat. Ea Maxi-
miano Francisco lijarle, eMMo privativo de
juizo commercial o escrevi.jiquim d'Attumprao
Queiroz.Joaquim Leocadio legas___Joaquim
Niegas Jnior.
E maia te na i continha nemitra coasa alguma
se declarara em dito termo de oletlo e leudo o
supplicanle produzido saat tetleanhas, sellados os
documentos e sendo os autos colusos nelles dei a
senlenca do Iheor forma e manei aeguinte :
A vista da inquirirlo de fls. 4 fia. 5 verso, pela
qual se musir que os jutlifieadotrancisce de Pau-
la Borges Vrho.i a Manoel Jos Oliveira eslo
ausentes em lugares nao sabidoantndo que para
ter intimado o protesto constante, termo de folhas
2 verso, se paste carta de edilorom o plazo de
30 dias e cutas.
Recife 21 da dezembro de 185i-Anselmo Fran-
cisco Peretti.
Nada mais se continha nemjnlra coosa al-
guma te declarava em dila seniep aqui fi-lmento
transcripta, em virtude da qual escrivo qae etl*
subscreveu ni.ndou passar a preste carta de edic-
tos eom o prazo de 30 das, pelojoal e seu theor
se chama e intima e hei por intuitos us devedores
ausentes cima declarados de loe o conleudo na
ermo de protesto aqui Iranscrlo. Pelo que lu-
da e qualquer pessoa, prenles o amigos dos ditot
supplicados os podero fazer sciaes do que cima
fica exposto ; o o porleiro do jut afflxari' o pr-
senle nos lugares do cosime e ra publicado pela
imprenta.
Dado e passado nesla cidade c Recife de Per-
nambuco aos 27 de dezembro de 55. Eu Mazimia
no Francisco Duarte, escrivo rivalivo do jaizo
commercial o tubscievi.
Anselmo trecitco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Peret commendadnr da
imperial ordem da Rosa e jai direilo especial
do commercio desla cidade do me de Pernam-
huco por S. M. I. e C, ele.
Faro saber ars que a prsenle rta virem ou del-
ta noticia titerero, em como Marel Alves Guerra
me fez a pelicio do Iheor seguiuli
lllm. e Exm. Sr. Dr. jnz do imraercio. Diz"
Manoel Alves Guerra que sendo (.vedores Jos Fer-
reira de Oliveira Juuior e Jos Irrrira de Oliveira
ao mesmo da quanlia de 439839: importancia de
urna lelra que aceitaram em 15 ddezerabro de 1846
e nao paga, e que nao sendo adiecido o lugar da
residencia de qualquer delles, qer faze-los citar
por edictos, afim de serem intimaos do protesto da
dila letra para iiilerrupco da si pre.crprao, ad-
millindo V. Exc. o supplicanle aoslilicar a ansen-
cia em lugar incerln dos referidos ipplicados. Pede
a V. Exc. Sr. Dr. jaiz do commeao attim Ihe d>i-
n.E R. M. Dr. i. Silveira deSouza, advogadu.
Toroe-se por lermo o proletto d supplicanle qu-
jaslilicara' a ausencia do supplicto. Recito 12 de
dezembro de 1855. Perelli. i
Aot 14 de dezembro de 1855, nrla cidade do Re-
cito de Pernambuco em meu escritorio vein Pauli-
no da Silva Mindello como procuador bastante de-
Mauoel Alvet Guerra, e disse perale mim e as les-
temunl.as abaixu atsignadat queproleslava contra
Jos Ferreira de Oliveira Jnior Jus Ferreira de
Oliveira pelo canleudo em sua peliao retro, que fa
zia parte do presente lermo para dim nella reque-
rido, e de como assim o disse e ruleslou fez esle
termoaiue assignou eom as ditas Istemonhat. Eu
Maximiano Francisco Dutrle, esenao privativo do
juizo commercial o escrevi.Paulio da Silva Mlu-
deo.Leopoldo Ferreira Marlinsitibeiro.Aulo-
uio da Silva Rarnus.
E maia se nao continha em dita ptiflo s termo di
protesto aqui ludo copiado. Depia do que prodn-
zindo o auppiicanle suas lestemuuht e subindo-me
os autos a concluso, dei a scnlera do Iheor se-
Kuinle:
-V vista da inqairirio de fl. 4 al. 5 verso, pela
qoalsemoslra quo os justificados s Ferreira de
Oliveira e Jo-c Ferreira de Oliveira uoior te acharo
ausentes em lagares nao sabidos, lindo que para
ser-lhes intimado o protesto constate do tormo de
fl. 2 verso te passe carta de edictos om o prazo de
30diis e cusas. Recite 21 de dezerbro de 1855__
Anselmo Francisco Perelli.
E mais se naoconlinlu em dila selenca aqui co-
piada. Em virtude da qoal mandou o escrivo que
esto subscreveu passar a presente cono prazo de 30
dia, pela qual seo Iheor se chamaba e bei porin-
lirnados aos snpp cados ausentes dito do coniheudn
na pelicao e lermo de protesto aqui ludo transcrip-
to. Pelo qae luda e qualquer pessoaparenles, ami-
gos ou condecidos dos supplicados o: podero azer
scienles do qae cima tica exposto. \ o porleiro do
juizo afflxara' e publicara' presntenos lugares do
costme e sera' publicada pala mpreita. '
Dada e pa buco aos 27 da dezembro da 1855. Ea Maximiano
Francisco Duarle, escrivo privalivcdo juizo com-
mercial asubscrevi. *
An'Mmo Frutean Peretti,
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, coaajendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de dreilo especial
do commercio da cidade do Recifi provincia de
Pernambuco, porS. M. I. e C, ele, ele.
Fajo saber ana que aprsenle caa virem, em
como D. Bernarda Theodora Alv s na fez a pelicao
lo Ih -or, forma e maneira seguinte :
lllm. Exm. Sr. Dr. jnz do' direilo lo commercio.
Diz D. Bernarda Thedora Alvet, rinva de Jos
Joaquim Alves, qae sendo credora d- Juao Norberlo
da Sdva Muniz pela quanlia de 1:1:193225, e de Jos
Joaquim Teixein pela de 400 de duat lelrat mer-
cantiva ha muito vencida, protestad e pagas pelo
fallecido marido da supplicanle eom abonador dos
supplicados as ditit letrat, e nSo tenia os meamos
supplicadut at o presento talitfeilo ot seos dbitos,
vem a supplicanle protestar judirialnMte contra a
tolla dot pasamentos em que el.lo ot seus devedores
supn mencionados, afim de que nao anasam alegar
prescripcao em seu lavor, e requer a V.Exe. qoe lo-
mado o ten. protesto por termo, e justificada a au-
sencia dos metmos devedores, sejam estes intimados
por caria de edictos na lorma da loi, obrigando-se a
supplicanle a levar em conla qualquer recibo qoe
apparecn por corita, das mesmas letras. Nesles le-
mos pide a V. Exc. deferimento.E R. M.Procu-
rador, Manoel Jos Soares de Avellar.
E ninis se nn continha nem ootri coasa alguma
declarava em dita senlenca aqni fielmente transen p-
la, em virlnde da qual o etcrivflo qae esto tobtere-
veu mandn passar a prsenle caria de edictos eom
o prazo de 30 diat, pela qoal teu e Iheor te chama e
intima e hei por intima ios aos devedores ausentes
cima declarados de lodo o conteudo na pelicao e
termo do protesto aqoi transcripto, pelo que toda
qualquer pessoa, prenles ou amigos dot ditos sup.
plicados ot poderlo fuer scienles do que cima fi-
ca exposto, e o porleiro do jaizo afinar a presente
not lugares do cusiume e ser publicada pela irn-
prensa.
Dada e pastada nesla eidade do Recife de Pernam-
buco aot 26 de dezembro de 1855. Ea Maximiano
Francitco Doarte, escrivo privativo do juizo com-
mercial a subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francitco Peretti, commendador da
imperial ordem da Rosa, e joiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Recife de Pernam.
buco, e seo lermo por sua mageitade imperial e
eeonalitoclonnl o Sr. Dr. Pedro II. a quem Dos
Koarde etc.
Faco saber aot que a presente carta virem em
como Jos Antonio dos Sanios Coelho me fez a pe-
licao do Iheor teguinle :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direilo especial do
commercio.Diz Jo- Antonio dot Santos Coelho,
cominereianle etlabelecidu rn-sla praca que que'
protestar para conservacS" e resalva deseas direitot
e inlerromper a presrripraa contra os aent devedo-
res rndanles da relarao junta, dvt quaes alguna
residem nesla cid.de, mas dos antros nao labe: pe-
lo que requer a S. Exc. que se digne de man lar lo-
mar por lermo seu proletto afim de ser inlimado
aos supplicados ou aos berdeiro dot que forem falle-
cido, sendo-o |ifasnalmente aos residentes nesta pra-
ca ; o por edictos os ausentes em parte incerla, e ad
miltido o aupplirante a justificar a ausencia desle
para o indicado fim, em tormos do art. 453. 3. do
cdigo du eommercio arl. 53. 4. e arl. 391 do re-
gulamenlo nom-ro 737 :
Eattim pede a V. Exc. deferimento.E R. Me
Procurador bastante, Antonio Pinto de Barrot.
Nada mait se eoulinha nem oulra conta te derla-
reiro, mas, estando ambos ausentes e lando o supiili-
eanle de produzir a respectiva juslficac,ao, refleelio
roelhor a hem de seut intereses, que podendo for-
mar-te umsproeesto, como acontece em casos idn-
ticos, e julgadut por esto juizo, nao havia mitler de
tepara-los, augmentando assim urna despezz desne-
cetsaria, e qae V. Exc. oio pormillir qae pese so-
bre o supplicanle talvez temproveilo ; avisla do que
etpera que V. Exc. Ihe delira p-U forma requerida.
E R. Mr.Procurador, Rodolpno JoSu Barata ds
Almeida.
Nada muii te continha em dila replica aqsi trans-
cripta, a q tal sendo-me apreseotada dei o despacho
do Iheor seguinte :
Tome-te por termo o proletto do supplicanle, qoe
justificar a ausencia dot supplicados. Recife 17 de
dezembro de 1855. Perelli.
Nada maia te cuijlinha em ddo despacho aqoi
transcripto em virlude do qual se lavroa o Ierro"
le protesto do theor segoinle :
Aos 18 de dezembro de 1855, nesla cidade do Re-
cito de Pernambuco, em meu escriplorio veio
Lniz Jo. deS Araujo, e perante mim o ai tesle-
mnnhas abaixo miaadas, dase que proteslava
contra Francisco Marques Alvim e Joaquim Jos de
Mello, pelo conleudo na policio relro, que lata
pirle do prsenle lermo para o fim na mesma reque-
rido, e de como assim o diste c prolettoo, assignoa
coro at les emunhas o presento termo. Ea Maximi-
ano Francisco Dsarle, escrivo privativo do jaizo
commercial o escrevi. l.uiz Jos da Silva Araojo,
Manoel Jos Soares de Avelar, Antonio Pinto de
Barros.
Nada mait se nao continha em dito lermo de pro-
testo aqui copiado, e lendo o supplicanle produzido
anas lestemunhas, e sendo-me ot autos conclusos dei
a senlenca do Iheor teguinle :
AI temiendo a justificarn de lis. 4 3 5 verso, julgo
pruvada a auseocia, em lugares nao tabi les dos in-
dividuos nienciuna los na pelicio de lis. 2, para ser-
lhes intimido o protesto constante do lermo de lis.
3 e 3 vert', mando que se patse carta de edictos cun
o prazn de 30 das. Recito 22 de dezembro de 1855.
Anselmo Franesro Perelli.
Nada mais se eoniinha em dila senlenca a alai
de 189. 2 ; baelilha encamada, peta 1 ; panno
verde, eova/Jos9 ; fila de reros amarello larga,
varia 12 ; rooros de lustre, 6 ; pregos ripares do
Reino.6,000 : ditos caimas, 10,000.
Qoero quizar vender estos objectos aprsenle a
soat proposlas em caria fechada na secretaria do
conteni ns 10 horas do da 4 de Janeiro prximo
vindouro.
Secretaria do canselho administrativo para forne-
ci ment do arsenal ds guerra 29 da dezembro de
lo*.BcntoJoi Lamtnha Lint, eorenei presiden-
te. BtrnafUo Pereirs do Carme Jnior, vogal e
secretario. "
O contelho econmico do segando balilbio ds
nfaiilaria contrato para foro-cimenlo dat srar.asdo
mesmo batalhao, a principiar do !. de Janeiro via-
doarn em diante, a compra dot gneros tegoinles :
familia de mandioca, feijSo, arroz,-toucinho, carne
tecca, dita verde, sal. baralho. azeito doce, vina-
gre, atucar bronco, caf em grao, lerna em achat,
paet de ti e i miras e manteiga fraoceza: as petaoas a
uem conver Jornecer os ditos nenero-, dirijam tasa
ropotlas em carta fechada secretaria do mencio-
nado batalhao, no qoarlel do Hospicio, no dia 31 do
correle, at 9 horas da manh.ia, devendo lodos os
generoa serem de primeira qaalidade. Secretaria do
segando batalhao de infamara 28 de dezembro ds
1855.Jaaquim Jos l.uiz de Soaxa, altores secre-
tario.
cripta e lendo o supplicaule pro luzidsuas iP.|e-
inunhas, foram-me os autos conclusos Me i a sell-
enca do Iheor seguinle:
Julgo prvida a ausencia des juslificau e mando
que para o fim declarado na petirao de lus 2 se-
jaro citados por editos.pastando-se a respeta carta
rom o prazo de 30 das e casias.
Recife 21 de dezembro de 1855.AnselrFran
cisco Perelli
Nada mais se continha ero dita sentenra aqiraus-
cripla em virlude da qual o escrivo que esluut
creveu mandou pas eom o prazo de 30 dias pela qual e sea Ihe ,e
chame inlima a hei por intimados aos suppli*us
devedores ausentes cima declarados de todo o n.
leudo na pelicao e tormo de protesto cima lri_
cnpto. Pelo que toda e,qualquer pessoa, pare,,
ou amigos dos ditos supplicados os podero faz
scienles do que acuna tica exposto ; en p.rleirn ,
.;. n... ... j se declarava om dila pe icio, a ojia del e profer o
juizo fixara a prsenle nos lugares do costume, e te-. .. .... w"
r. publicad, pela imprenta. 7"'' "" """" Onn"* """'mis:
lome-te por termo o protesto da suppliranle e
'tifique esta a ausencia dos supplicados. Recife 17
Dada e pascada nesla cidade do Recito dt) Per- [;
namhuco aos 27 de dezembro de 1855.Eu Maxi-
miano Francisco Duarle, escrivo privativo do juizo
comanercial a subscrevi.
.Hiselmo Francisco Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, comineo lator da
imperial ordem da Rosa e joiz de direilo espe-
cjal do commercio, desla cidade do Recife provin-
cia de Pernambuco por S. M. I. e C. etc. etc.
Facii taber aos que a presento caria de editos
virem em como Joaquim da Assumpca Queiroz me
fez a peliro do llieor aeguinte:
Diz Joaqnim da Assumpcao Queiru/., que sendo
elle portador actual proprielario de urna letra do
valor de 8009 saccada por Jeronymo de Albuquer
que Mello aceito por Francisco de Paula Borges
L'choa e garantida por Manoel Jo- de Oliveira,
acha-se dila lelra vencida desda o dia 31 de maio
da 1851 e para queseja inlerrompida a prescripcao
da le requer o supplicanle a V. S. baja de mandar
passar caria de edito,pura que sejam citados todusot
resuontaveis topra referidos, por tsso qoe lodos se
acham em Ingar nao sabido como de fado nao te
labe o logar detoat residencias justifcala o sup-
plicanle na forma exigida por lei. Pede a V. Exc.
Illm. Sr. Dr. juiz de "direilo do commercio attim
digne-se deferir.E R. M.Padre Gunha Figuei-
red..
.nais se
se ara-
despacho
Torne tiiV
i,
'-1111 ii 11;< nem ostra coma algosas
i \ .dicao, a qual dei e profer o
" _j .',>rma e maneira seguinte:
'.rio o protesto do supplicanle jus-
^seneja q*os su, plicados. Recife 13
sezeaUu^a/ 18.-A. F. Perelli.
or lificalldu
temiirode 1855.A. F. Perelli..
ais te nao continha em dila p licflo e despacho,
emrlude do que o escrivo lavrou o lermo de pro-
,e'\o Iheor, forma e maneira teguinle :
A<8 de dezembro de 1855, nesla ridade do Re-
cito ucMiambnco, em meu rasrripterlo veio Ma-
"">>* Soares de Avell.r, procurador bstanle de
" Ber dr, Theodora Alvet, viuva de Jos Antonio
Alies, ij,.,nle mjm e ,t ifgiemjnhm ahaix assig.
nadas, ,e que p^ieg^y, por parle ,le J0n cnns|j
tilinto co,, joao porber|0 da Sjlvi| Mun1 e Joi
Joaquim jteri pe|a conlrui'o em toa pelicao ra-
ro, que Hj p;ir|9rto presente termo pira o lina^na
mesma req\)j0i e ,|e eomn ,(, .jj,,,, e proiet.
toa asignotom aj le,,emunhl, prraenie. g,
Maximiano lnr,co \)urttt etciivao privativo do
juizo cummer, e,crevi._Maniiel Jote Soaret de
Ave",r'-WFrrreira Mirlins Ribeiro.-Joa-
qum ll'nocent,,,,^,,
E mais se na.onlinha Ilm 0|lraJcoqsa alguma
ti declarava em,0 lermo ,,e prole0, e lendo a
supplicanle prod^,^, lealnnat)ha., ,e 4
os autos subram anc|ofJJO nei e prof;r,
senlenca do Iheor, e mieiri .
jp inqiiciirao de folhas 4
Estando provado
Ihas 5 .erso qoe ot fcg^ Joio Nolberlo
va Mana a Joi JssL TeUeira Mh||n BS,n.
nvi em dito pelicao a qui transcripta na qual dei. ranserrpta em virlude da qual o escrivo que esla
e profer o despacho do tbir seguale :
Tome-sc poi termo o proletto do supplicanle paro
ser inlimado petiualmenle aos devedores presentas
e justifique o mesmo supplicanle a ausencia dos
outros.
Recife 1 de dezembro de 1855.Perelli.
Nada maia se eoniinha nem outra rousa se decla-
rava em dilo despacho aqoi transcripto, em virlude
do que o esrrivu desle juizo lavrou o lermo de pro-
letto que he do llieor forma e maneira seguinte :
Aos21 de dezemhru de t835. n'esla cidade do Re-
cito .le Pernambuco, ea> meu escriplorio veio Amo-
nio Pinto de Barros, procura tur bastante de Jote
Antonio dot Sanios Coelho. e perante mim e ai le-
(emunhas abaixo assignidas disse qoe por parla di
teucuusliluiuto pruieslav peto conleudo em sua
pelicao retro, que faz parle do presente termo "para
o fim na mesma requerido, e de coiup assim o dase
prolesloo, assignou eom as lestemunhas o presento
lermo.
Eo Matimiino Francisco Doarte, escrivo priva-
tivo do juizo commercial o escrevi.Antonio Pinto
de Barrot, Miguel Archanjo Fernandes Vianna,
Jote Francisco da Mosezet Amorim.
Nada mais se eoniinha nem uutra coasa se decla-
rava em dito termo de protesto aqui transcripto, de-
puis do que se va a relaflo dos devedores astales
que he do Iheor segoims :
RelacSo dos devedores da casa de Jos Antonio dos
Santos Ceelho.
A saber, Joio Victorino das Neves, saldo da su
cunto vencida em 27 de novembro de 1839 reis
749887. Manoel Francisco Alves Cassclle, saldo de
urna ubrigacSo vencida em 6 de abril de 1837 rei,
166,1940, Jos Caelano de Muraes, saldo de duat
leltrut urna vencida em 26 de selemiirnde 18>:, e un-
ir em 16 de setembro de 1844 reis 359755, Sebastian
Ferreira Ferro, saldo de ama lellra vencida em 16
de novembro de 1842 reis 175040, Jos Barbosa
Brrelo, saldo de orna lellra vencida a 3 ds marco
de 1845 reis429330, Antonio Francitco de Flgue'-
redo, saldo da ama obrgac,ao vencida a 19 de feve-
reiro de 1845 reis 169598, Cosme Jos da Silva, sal-
do-de toa obrigario vencida reit IOO9OOO, Francitco
Xavier Pereira de Brito, saldo de nina lellra venci-
da a 15 de selembro de 1847 reis 169000, Joaquirfj
Alves Bezerra, saldo de suas lettras vencidas em fe
verera de 1847 s-jmeiro de 1849 reis 1009120. Jos
Rodrigues Burges, s.ldo de sua lellra vencida en 21
dejunhode l85l reis 4909500, Henriqoe da Sil-
va Lobato, de aeu debito vencido reit 299780, Juo
Anluuj Raposo, saldo de seu debito .reit 1459760,
Jacintlu Mara dosPrazeres, nido de seu debito reis
1079650, Joio Jos de Araujo, saldo d seu debito
reis 859280. *
Recife 17 da dezembro de 1855.Jos Antonio
dos Santos Coelho.
Nada mais se continha nem ontra cousa se decla-
rava em dila relario de conla dos devedores ausen-
tes aqui Irantcripl, e lendo o supplicanle produzido
suai leslemunhaa, sella ios ot autos sobiram a rnn-
elasdo e n'elles dei e profer a senlenca do Iheor
forma e maneira segoinle. ,*
A visto da inqoirico de II. 6 a II. 7 verso pela
qoal se musir qae as jusd.ficados se acham ausentes
em- lugares nao sabidos, mando qne, para ser-
lhes intimado o protesto constante do termo de
fl. 2 verso se paste cari* de edictos eom o prazo de
30 dias, e casias.
Recife 27 de drzembro de 1855.Antelaiu Fran-
cisco Perelli.
Nada mais e continha nem outra coasa se decla-
rava sai dita ientenr.1 aqm beni c fielmente tr ns-
crpts, em virlude da qual o ecrvao que esla sobt-
crev .i, mandou passar a presente caria de edictos
eom u prazo de ti uto <; pclaqual.ru Iheor se cha-
ma inlima ehei por intimados os ditot supplicados de.
vedores ausentes de lodo o conleudo na policio e
lermo de protesto cima transcripto. Pelo qae luda
e qualquer pessoa prenle ou amigos dos ditos sup-
plicados devedores os poderlo fazer scienles do que
acim.i fici etposto; e o porleiro do juizo fizar a pre-
sente not lugares do costume c ser publicada pela
imprem.
Dida e passada nesla cidade do Recito de Per-
nambuco, aut 29 de dezembro de 1855.
Eu Maximiano Francisco Doarte esrrivo privati-
vo do juizo commercial a subscrevi.
Anselma Francisco Perelli.
O Doulor Anselmo Francitco Perelli, commendador
da Imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo ea.
pecial do ommercio desla cidade do Recito pro-
vincia de Pernambuco, por S. M. le contlilucio-
nal o Sr. D. Pedro II, a quem Dos guarde ale.
Faco saber aos que a presente caria virem, em
com- Luir Jos de S< Araojo, negociante eslabele-
cido nesla cidade, rae fez a pelicao do Iheor se-
goinle :
Diz Lniz Jos de S Araojo, negociante rstabele-
cido nesla cidade, que Francisco Taques Alvim mo-
lador fra detla provincia, Ihe he devedor da quan-
lia de diiVilO e seut juros, saldo de 2 notas pro-
misorias sacudas no I.' da marro, e a tu da 1817 a
4 e 6 meze-, e Joaquim Jus de Mello, morador Tora
detla cidade e comarca da quanlia de 4389564, im
porte de 2 nolat promissurias saccadas a 6 de nbril
de 1845, a 12 e 18 111e7.es, e porque 11A0 tenhajn pa-
go referidas quanlias ato o presente, quer o tuppli-
i'nle pira reserva de seu direilo s para que se in-
terrumpa a prescripcao protestar na forma da lei, a
por isto requer a V. Exc. que se digne mandar to-
mar por tormo o ten protesto, para ser Inlimado aot
supplicados, por quaiilo eitesestejim ausentes desla
a#1ale e provincia, era I ugar iucerlo e nao sabido,
requer o supplicaule a V. Exc. que o admita a jus-
tificar o deduzdo, afim de que sendo julgado se pas-
se cartas de edietot eom o prazo do eslylo, afim da
serem os suppleados nliruedos do dilo pmle>io.
Pede ao Exm. Sr. Dr. jaiz de direilo do com-
mercio assim Ihe drfira. E R. Me Procurador,
Rodolpho Joio Barata de Almeida.
Nada mait se continha em dila petlcgo, a qual dil
o despacho do theor seguinte :
Ja profer despicho em reqoerimente emclhinle
detla pelicao relativo aot sesmos devedores.
Recife 15 de dezembro ds 1855.Anselmo Fras-
Perctti.
nala mais te eoniinha em dito despacho, em vir- tJjL
ubsrreveu' mandou pastar a prsenle carta de edic-
tos eom o prazo de 30 dias. pela qual e seu theor
se chama e inlima e hei por intimados os supplica-
dos devedi res ausentes arima declarados de lodo
conleudo na peiicaoae lermo de protesto cima trais-
criplo ; pelo que inda e qualquer pessoa. prenles e
amigos dot ditos supplicados, os podero fazer sci-
enles do qne cima fica exposto ; e o porleiro do
juizo afiliar a prsenle nos lugares do cosame e
ser publicada pela imprenta,
Dadae pastada nesla cidade do Recife de Per-
nambuco aos 26 de dezembro de 1855. Eu Maxi-
miano Francisco Duarte, escrivo privaliv'o do juizo
commercial a subscrevi.
Anselmo Francisca Peretti..
O Dr. Autelmo Francisco Perelli, commendador da-
imperial ordem da Rosa c juiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Kecife, provincia
de Pernambuco por S. M. I. eC. o Sr. D. Pedro
II a quera Dos guarde ele
Far> saber aos que a presento caria virem em
como a viuva e filhusdo finado Joao Mara Seve me
fezeram a petirlo do Iheor seguale :
Illm. e Exm. Sr. doulor juiz da direilo do com-
mercio.Dizem a viuva e llhot do finado Joao Ma-
ia Seve, qae ot supplicando abiiio decliradot Ihes
sao devedores das quanlias teguinles : Joio Flix
da Cruz, 4119000, de I obrigar,o vencida em 4 de
maio d 4843, Pedro Pinto* de Miranda Forjar, d<
quautia de 1069640, de saldo de Orna lellra da quan-
lia de 242)640, vencida em24de Janeiro de 1849.
coro os juros, ot herdeiros de Antonio de 6a Caval-
cinti I.ins, da quanlia de 5(109000 ra., de saldo de
3 lellras, a primeira da quanlia ds4001)000, vencida
ein 31 de Janeiro de 18i6. a segusa de 3005000,
vencida era 31 de janeir de 1847, a terceira de reit
3009000, vencida em 31 de Janeiro de 1848, Bartho-
lomeu Jos deMedeiros, de 2 lettras aceilai por elle
e gurami Jas por {Rodrigo de Medeiros Roeha, da
quanlia de 4489O00, a primeira da de 2249000, ven-
cida em 31 de ahril de 1845, a segunda de 2215
vencida em 31 de abril de 1846, Dr. Ettevao de Al-
buquerque Mello Monto-Negro de urna letra da
quanlia de 979200, vencida em 1 de agosto de 1848,
aceita por elle ; Francisco de Pauta Cordeiro, de
urna lellra aceita por elle da quanlia 779920, ven-
cida em 31 de dezembro de 1837 ; os herdeiros de
Antonio Machado Dias, por lellras pagas i diversos
da quafilia da 16:0299846 ; Jos BrandAo, de nm
va| pastado por elle a 24 de marro de 1847 ; Joao
Rodrigues de Freitas, de ama lelra de reato 50JO00,
da quanlia de 16079300, vencida em marco de 1847 ;
Francisco de Ferias Castro, ds urna leltra aceita por
elle da quanlia de 1009, vencida em 7 de oulubro
de 1838 ; todas estas lellras venrendo os juros nidias
estipulados ; e para qne nao prescreva o diraito dos
supplicantes que tem por cobrar dos ssppticados a
importancia dellai, vem protestar na forma deter-
minada no S 3 arl. 453 do cod. do comm., afim de
inlerromper a prescripcao ; e reqaerem a V. Exe.
que mande lomar por termo o sea protesto, pira ser
intimidbaos tres prmeiros snpplissdos em suas
propriat pessoas, por morarem nesla cidade, e ios
mais por editos, visto ae acharara ausentes em laga-
res n:Vi sabidos pelos supplicantes, depoia de justifi-
car dila aoaencia.
Pedo a V. Exc. assim Ihes delira. a-EH. Me.
Alcoforado.
E mait se nao continha, nem coasa algonia se
declarava am dila peticlo, a qual dei e profer o
despacho do Iheor, forma, modo e maneira se-
guinte :
Tome-so por lermo o protesto da topplicinie e in-
timado o mesmo protesto aos Ir* prmeiros suppli-
cidos mdenles nesla cidade, jutliflqoe dita sup-
plicanle 1 ausencia dos outros upplicadot, Recife
,18'le dctiimbrodr 1855.Perelli.
E mais seno continha em dila pelicio e despa-
cho, em virlude lo qual o escrivo lavrou o termo
de protesto do iheor, forma, modo e maneira se-
guate :
Aot 18 de dezembro de 1855, nesta cidade do Re-
cifl de'lVroambuco, em meu escriplorio veis' Mi-
guel Jos de Almeida Pernambuco, procurador bas-
tante da viuva e lllhos do finado Juao Mara Seve,
e peranle mim e at testemuuhas a baixu attignadas,
diste que por pule de seus cunsiituinte s proles-
lava contra Jos Cicilio Carneiro Monleiru e oulros,
pelo conleudo em tua petirao retro, que fazia par-
te do prsenle termo pan o llm na mesma requeri-
do, e de como as-iin s disse e prolestou, assignou
eom as te-lemuntias o prsenle lermo.
Eu Maximtaoo Francisco Duarle, eterivo pri-
vativo do juizo do commercio o escrevi.Miguel
Jos de Almeida Pernambuco.Joao Augusto Vas-
eoncellos l.eitao.Leopoldo Ferreira Marlint Ri-
beiro.
E miit te nao eoniinha, nem outra coasa alguma
ta declarava em dito lermo de proletto ; e lendo 1
supplicanle produzido mas lestemunhas, sellados 01
documentas, e sendo-me os autos con-lusos nelles
dei a senlenca du llieor, forma e maneira teguinle :
Eatando provado pela juatillcacao de fl. 5 a 11. 6
verso, qae ot justificados ti acham ausentes em lu-
gares na,, sabidos, mando que para Ihes ter inli.
ruado o protesto confiaste.do lermo de fl. 2 verso
ae patse caria de editor etn o prazo de 30 dias e
cusas. Iterife 24 dezembro de 1855. Auselmo
Francitco Perelli. j
Nada mi.is se continha, uem oulra coosa algum,
se declarava em dita senlenca aqoi Irantcripla, em
virtude da qual o escrivo que esta subscreveu man-
dou passar a prsenle carta de ediles eom o pra-
zo de 3ii das, pela qual e seu Iheor se chama, e
intima a hei por intimados aot devedores menles
cima declarados de todo o conleudo na pelicao e
termo de protesto aqoi transcripto, pelo que toda
e qualquer pessoa prenles nu imigot dot supplica-
dos, ospuderao fazer scienles do que cima len ex-
rosto, e o porleiro do jnizo afiliar 3 prsenle not
lutares dj cosame e ter publicada pela impiunsa.
Dada e passada nesla cidade do Recito Pe uani-
Luco aut 27 de dezembro de 1855.
Eu Maximiano Francisco Doarle escrivo privati-
vo do juist commereial a subscrevi.
AVISOS MARTIMOS.
-x Para o Araealy pretende tagoir por sslsa das
o hiato Capbaribe cum a carga que liver ; pora
o reto ou passageirot, dirija-se, a ra do Vigari
'5- ** .
Para Lisboa pretende sahir cora
muita br-evidadeo brigue portuguez im-
perador por ter a maior parte da carga
prompta : para o resto da earga Jrata-te
cornos consignatarios Novaes&C, ra do
Trapiche .,34, o eom o capitao na
praca.
Para o Araealy segu eom brevdade o billa
Etalacso; recebe carga e pattagiiros : (rala-te
eom Caelano Cyraco da C. al., ao ladu do Corno
Saolo n. 25. ^
Maranhao e Para'.
Segu em poneos dia o brigue enrona Graciosa ;
recebe carsa e passageirot: Irala-se eom o consig-
natario J. B. da Fonseca Jomor, na ra do Vlgsru
Ueal eompanhiade paque-
tes iiigie-.es a vapor.
No lim do
mez espera-ss
da Europa uro
dos va por es
desla rumpa-
ohia, o qisal
depoit di de-
mora do cot-
I a me tegaira
pira o tul : para patsageiroa. etc., trala-ae eom os
agentes Adamson Iowis & C, roadd Trapiche No-
vo o. 42. ^
PARA O RIO DE JANEIRO.
A barca b'a,ileira Ipojuca, forrada e encavilhada
de cobre, e j bem condecida pesai veloz marcha.
vai seguir pata o Rio de Janeiro eom pt/ateza, por
ler meio carregamenlo promplo : quem na mrima
quizi-r carregar, dirija-te a roa da Cadeia do Kecife
n. 12, escriplorio de Bailar V Oliveira.
Para o Rio de Janeiro segae eom brevdaae o
briuie brasileiro t.lcira ; so recebe carga miada.
escravus e passageiros, para o qoe tem exeellenles
commodns : a tratar eom o contignalario Jos Joa-
quim Diat Fernandes.
Para e Cear.
Segae no dia 5 do mes nssximo visdsuro o palha- v
bote Venus; para o resto da carga a pastaasire,
trala-ae eom Caelano Cyraco da C. M., ao lad do
Coipo Sanio n. 25. ,
Para a ilha de S. Miguel
pretende sabir eom a miior brevdade o palacio Al-
fredo, uovoe de primeira miraba : para o resto da.
carga e passageirot, para o que tem os mais reia-
dot coramndot, trata->e eom a consignatarios T. de
Aquino Fonseca 4 Fiiho, na ra do Vigario'a. 1,
ou eom o capillo na praca.
Cear, Mara-
nhao e Para.
Opaihabote LINDO PA-
QUETE, rai seguir eom
preste/a : para o resto
do leu carrega ment
paisageiro, trata-te eom
ov consiguatE rio, na ra do Trapisjhe
n. 16, segundo andar.
PAKA O RIO E JANEIRO
Segu em poucot diat o brigue nacio-
nal ADOLPHO: pera o resto da carga
e eteravot a rete, trata-te eom Antonio
Pedro dat Nevet, na ra do Vigario n.
5, ou eom o capitao Manoel Pereira de
Sa', na praca.
. AVISO MARTIMO. -
Para o Araealy taba o bem coobreido hiato Inven-
eicel; anda recebe algnma carga e passageiros: a
tratar na ra da Madre do eos o. 2.
" LELO ES-
tes em lugares neo tal^ mando qu# plrs s,rr|heaJ loifc do qual o tapplicante fez-me a replica do theor
nlimido o prstawto o.
'-<'"-. ..'.;_?-
ante do termo de folhas 2
verso se passe cato de t" m o rfe ^ dja
c cusas. Recit, 22d. fl/S d, 1855._Antelmo
Francisco Perelli. t '
Nada mais ss eonli.''? )0|r| ^^ tgaaa n
segoinle:
illm. e Exm. Sr.O supplicanle reipeitoiam
replica a V. Exe. declarando que na veri!
despachara por esle juizo dous requasjp
Pfpssto acerca dos divedores eooslantet Ja

Anselmo" Francisca Peretti.
-i-
DECLARAtJOES.
CONSEI.HO JtDMIMSTRATIVO.
O sonselli administrativo tem de comprar o te-
goinle-
Para o presidio de Fernando.
Fariqha de manlleje, Jqueires 60U ; papel alma-
re*l 8 f-dito fafalWu, dila 4 ; Mpit, duziii
caniveles Od, 6 ; foBilnha da algibeiri do asas
O leiliioda mobilia do Sr. Eduardo
Fenton, continua no dia segunda-Jeira 31
do corren le, as 10 horas da manhfia, no
litio defronte do do fallecido Exm. baro
de Bebefibe, estrada da PoDte de Ucba.
LEICAO' EXTRAORDINARIO.
O agento Borja far leilo em teu armazeiu. na
roa do Coltogio 11. 15, de qm grande e completo sor-
tmenlo de obras de marrinera, noval e usadas, om
rico sauclu.irio de goslo^odernistroo, obras de ou-
ro e prala, relogi-is patente inalez, laisso e hnrissn-
lal pan algibeira, candel-bros, Uotrrnat, loa;a e
vidroa para -ersiro de mes, ama grande porreo de
miodezas de dtv- rsas qualidailet muito modernas, e
oulros minios objectos, ele, etc., que se acbarjo p-
lenles no mesmo armazem no dia do leiln, os qaaes
serSo vendidos sem limito de preco algum ; aasim
romo varios esclavos moco* e de bonitas fisuras, de
amhot os sex't: sexla-feira, 1 do crranle, as 11
horas em ponto.
V -.-

7
?VISOS DIVERSOS.
aguerreotypa ^
eleetrotypo e
stercoscopo.
Ni antis e bem condecida galera e ofcina de re-
tralos do atorro da Boa-Vista n. 4, tereeiro indar,
contmna-se a lirar retratos por qnalqaer desses sys-
lemas eom toda a perferCSo. Ah se enconiH o rasis
rico e abundante sorlimcnlo de objectos para a col-
locaco dos rerselos, que tem viudo a esla capital.
Nao se entrega retrato aleura tem eslar parecido e de
un Irabalho perfeilo.. Os retratos em tlereoscopo
apresenlnm a pessoa em eu tamaito natural e eom
lodo o relevo como se o proprio individuo'fora, Ns
galera se acham amostras desle maravilhotp Iraba-
Iho. Has 9 liaras da manlias as 3 da larde est sem-
sre a galeria e offlrina a dispoticAo do publico.
O padre Th na/, de Sania Marianua ds Jetos
Maealhet inudou a tua residencia para o pifes da
Santa Cruz n. 12, fcauezia da Boa-Vista, e conti-
na a entinar p'imeira. |rllr>t, grammalira porsu-
gueza e o in-ni que ensinava ; e promelle todu cui-
dado e toda dedicac,Ao para oadiautamento de seus
discpulos. ,
Urna pessoa versada em lalim, france/, ingle/.,
porlnsui r, geographia, eeomelria. arylhmetira e phl-
loaopliia, entina para a fiegaer.ia de Santo Anln ou
parle conjunta a ella : quem precisar nnnnncir.
BUITISH CI.EBKS PROVIDENT ASSO? *
CIATION.
The suhscriptioni for the moaing monlli will be
received 011 the 2 nd pros, hetweeu llie hoartof.'i
& 6 V M at n. 8, ra do Trapiche. Applcatios
for new sharet will alio he received at the ahove ti-
me and place. By order.
Quem ichou urna pulceira ua malrii de Santo
Antonio, noile de Natal, quereudo restituir, leve-a
n rnn dat Trincheiras n. :i, qae eern reeempenstds,
Precisase de om menino para caixeiro de toja,
e qoe d fiador a ana conducta : quem pretender,
dirija-te a ra eslreita do Rosario n. 7.
O Sr. Bernardo Fernandes Gama deixou de ter
caixeiro di cum do abaixo a-Mnadu desde o dia 29
de dezembro.Firmiano Jos Rodrigues Ferreira.
,-veV abaixo assgnada sclenlifica ao publico, que
se apresta em protestar muir o annunclo fet n0
Diario de tihbado. 22 do corrcnle, tendente a ven-
da da caaa terrea sita qa rna do Senhor Bom Jestu
dasCriool.i, vino como a abaixo a teem dila pronrledade, e por tsso laptinda u3o po-
de ser etlecluada sem que a annunciante seja onvi-
da. Recife 29 de dererabr de 1K.">.
Dimatia da Costa Monltira.
rr
iirnliiri


V

K
V
".
0IM1Q Di PERHAiBULO SLGUNQ4 FEIRJ3I Dt OEZEMB.M 01 ,855
CUillULlttaiU QS PBULS
o d A*L*f J*^ WO^A I HJTkAl O.
_,. ur;r- *: Lbo Mescozo d. consulta homeopthica lodos os da aos pobres, desde '.'horasda
/.*" em,'"0s*lI'a<>r .. Be'ece-9* igualmente para pralicar qualquer operario decirurRia, e acudir promplameule aqaal-
qier mulUer que esleja mal de parlo, e cujascireuioitaneiainjoperuiillam pagar ao medico.
M CORSULfUKI DO DR. t. L LOBO I0SC0Z0.
SO RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual Vornplcto de meddicina homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, traduzido ein por
_ luguez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados en dous e acompaando di
un diccionario dos termos dt> mediciua, cirurgia, anatoma, etc. ele.
,._,-------,.,...... oeooo
Jiila obra, a mais importante de todas as qoe tratara do estado e praticada homeor.ail.ia, porlser ;i nica
que conten abase fundamental H'esla doutruaA PATI1()GENKIA ii; EFKETliS nnmF,l)I('\-
MENTOS NO ORGANISMO BM ESTADO DE SAUDEiconhecimenVo. uenTod.^dffenr a. p^
oas M se querem dedicar a pratica da verdadeira medicina, inlerelsa a todos os mdicos que quizerem
experimentar a rtoulriua de Hahnemann, e por si mesmos se convenceren! da verdade d'ella: a todos os
arendetro* e sculiores de ensenlio que eslao lonue dos recursos dos mdicos: a lodosos capilesde navio,
qae. urna ou onlra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulante :
a lodos os pas de familia que por circumstancias, que nam lempre podem ser prevenidas, saolobriga-
doe a prestar in conmenti os pnmeiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-mecum do tomeopalha ou Indocto da medicina domestica do Dr. Hcring, -
obra lanibem til ..pessoas que se dedicam ao esludo da homeopall.ia, um voln-
me grande, acompanhad do diccionario dos termos de medicina .,;... aOOO
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., .encardenado. 3*000
hm.!I!lih*. S t'.b?n.l,re1P"a'l(" medicimcntos nio se pode dar u m passo seguro na pralicada
of^fim dviL Pr0PHe,ar", eSle esl-"'e'n oouem dnvida hoje da grande superioridad dos seus medicamentos. Hwivoi
PRECOS INVARIAVE1S.
0* M tubos .
Oe i* .
De 36 a> .
Oe 48 > .
Bolicas
ticas da 5 ou 30 dynamisac.o.
De 60 a ...'.... "
De IU ...........\
Oualqoer destas boticas em linduras, o dobro.
Cda tubo avulso...........
Meta tica de qualquer lindura da quinta dyoamisco *.".".
Um frasco da verdadeira lindura de rnica........
la sempre venda grande numero de tubos de erysla de
Menores.
. 89000
. 15*000
. -205IKK)
. 239000
. :(3000
. 605000
Grandes.
103000
200000
359000
.103000
359000
19000
2*000
2&000
diversos (iroaulios,
drp^p*r5? ."to'^ra..ta""",Ml,",r enCOmmeda edicWn,o,co-m"toda' iV^idi
TRATAIEHTO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS,
PELOS DRS. ,
>u mstruccao ao povu para so podercurar desla enermidade, administrndoos remedios nais ellicazes
para ala/lia-la, emquaulo sercrorrcao medico, ou mesmo para cura-la iudependente desle nos lu-ares
em .que nio os ha. 8
TRADUZ1DO EM PORTUGEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Bajes dous opuscolos conlemas indieaces mais claras e precisas, e pela sua simples e concisa eioosi-
rao esta ao alcance de todas as inteligencias, nao so pelo que diz respeito aos meios curativo* como iiru-
cipalnieule aos preservativos que lem dado os mais satisfactorios resultados em luda a urle ein nue
elles lem sido pos los ein pratica. v H
Sendo o1 ir.taiqento homeopathico o nnicoque lera dado grandes resallados no curativa desta horri-
v.lenfermidade, juleamosa proposito tradour estes doos imporUnles opsculos em lincaa vernecu-
la,para dest arle facilitar a sua leiinra a quem ignoieo francei.
Vende-se dafcamcule 110 Consultorio do traductor, rea Kova 11.52, por 29000. Vendem-se lamhem
*Lm_ej!,c,,'ei,,0S P'""0' e bol,c, de l2 ,ubos conl l,m frasco de lindura OJOOO, um dilo de 30 tubos
O9UOO.
OagujiT'eot) >o.
f .Na roa do Crespo, sobrado o. 19, primeiro andar,
" A abriu um novo estabeleciinenlo daguerreolypo,
onde se aclia um completo -sorlinieulo chegado l-
timamente de l'aris. dos pertences uecetsarins para
se tirarem retratos de pessoas de todos os tamaitos e
idades. Tamliem se vio tirar em loda a parle aon-
m de for chamado para esse Ora, lano de vivos como
*de morios, vistas, edificios, etc. : quem se qoizer
uliluar, pode irn mesmo sobrado das 8 horas da
mantiua ai i d* larde ; s preco-, sao razoaveis.
RAP FRNCEZ. ,
O verdadeiro e genuino rape raucez
deveter preferencia sobre outro (jualquer
rar>>tanto pelo seu simples e agraaavel
Aoraa,como pela Sita quadade lii^yenita,
vitto no ter a menor couiposieo que
fera daino as pessoas que delle la/ern
uso., \ende-se por .sOOO cadauieio k-
logruma, que regula multo mais de urna
libra : as lojas dos Srs. Moreira ic ruado Cabuga'11., Joao Cardozo Ay-
iera dal^adeiado Rece 11.41,ei>o es-
czTptoriooJe Burle, Souza& C. ra da Cruz
11. W.
.^viso .importan-
tissimo para os
Srs. jogadores
das loteras.
O can te lista Salustiano
de Aq ti i 110 Ferrejra
avisa aos Srs. jogadores di
que os preros dos bilhetes e
loteras da pruviuci
cautelas licam fumes
tem
* DENTISTA FRASCEZ. i
Paulo Gaignoux, dentista, estabelecido na
ra larga do Rosario n. 36, seguudo andar,
9 colloca denlescom a pressilodo ar, e chumba <
denles com a massa adamantina e outros me- )
aj
@S89
Illm. Sr. presidente o mais raembres da com
missao de hygiene desta provincia.Diz Paulo Luiz
Gaignoui, dentista trance/, que precisa a bem de
seu direilo, Vi. Ss. seren servidos examinar a pre-
paraci) de que se servo para chumbar denles, e de-
noruinou massa adamantina, emordem de verificar-
se que a dila prepararlo diOere inleiramenle de to-
das as conhecidas. l'e a Va. Ss. sejara servidos de-
ferr-lhe como requer.E. R. Me.
Paulo Luiz (itihiuauj.
A massa denominada pelo supplicauleAdaman-
tinae por elle apreseiiladu i commissAo de liygie-
De publica, din*ere de Indas as apresenladas nessa
mesiiia ocrasiAo por outros; sendo a coiifrontacao
feila na piesenga de lodos. Sala das scsses da com-
mUsao 30 de julho de 183.Dr. A. Fonseca.
DO MEDICO
HOKEOPATHA.
EXTIIAHIIX) E KUOFF E DOEN-
MNHAUSEN E OUTROS,
poslo em ordem alphabelica, com a dcscripro
abreviada de todas as molestias, a indicacao phvsio-
logca e llierapculica de todos os medicamentos I10-
meopalhiros, seu lempo de acc.lo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilU-arao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, a poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO M0R4ES.
Os Srs. assignaules podem mandar buscar os seus
ejemplares, assimeomo quem quizer comprar.
Massa adamantina.
Ile^geralaienle recouhecida a eicellencia desta
preparacao para chumbar denles, porque seos resul-
tado, sempre felizes ao j do dominio do publico.
Sebastiao Jos de Oliveira faz os desta preciosa
MAIA IRHA'OS.
Teem a honra de participar ao respeita-
vel publico queteemaberto urna nova loia
e fabrica de chapeos na ra do Crespo,
no sobrado novo que faz esquina para a
ra da Cadeia, aonde os compradores
acharao desde hoje em diante um bello
sortimento de chapese azendas tenden-
tes ao mesmo estabelecimento, epor me-
nos precodoque em outra quakiuer parte,
tanto em ponjao como a etalho, e desde
ja Ihe recommendam cltape'os francezes
de bonitas e elegantes Jormas e de boa
qualidade, ditos t'eitos na tetra de todas
asqualidadesdepalha, seda, e montara
parasenhora, delustre para pagem, eum
rico sortimento de galoes finos, de prata
e ouro para os mesmos; chapeos de castor
francezes e inglezes, ditos de Italia para
homens, meninos esenhoras, do Chile finos
para homens, meninos e senhoras, bone-
tes de todas as q nulidades, assim como se
apronte qualquer encommenda tendente
ao mesmo estabelecimento, e tudo por
preoos maisbaratos do que em outra qual-
quer pacte.
C. STARR &C.
respeilosamenteannnnciam que no sen eilenso es-
labeleclneolo em Santo Amaro.conlinuam 1 fabricar
com a maior perfeicio e promptidAo, tuda a tfuaida-,
de de machinismo para o uso da agricultura, na-
vegajao e manufactura; e que para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico em geral,
leeni aberlo em um dos grandes armazens do Sr.
Mesquita na ra do llrum, alraz do arsenal de ma-
nnha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo seu eslabelecimeulo.
Alli acharao os compradores um completo sorti-
mento de moendas de canna, com todos os melhora-
menlos valguns delles iiovqs e originaes) de que a
experiencia de mullos anuos lem mostrado a ueces-
sidade. Machinas de vapor de baia e alta presso.
Unas de todo lamauho, lauto batidas como fundi-
das, carros de mAu e ditos para conduzir formas de
assucar, machinas para moer mandioca, 'prensas pa-
ra|dilo, furnos de ferro balido para farioha, arados de
ferro da mais Xpprovada construcrlo. fundos para
alambiques, crivos e portas para jornalhas, e una
nhnidade de obras de ferro, que seria enadonho
enumerar. No mesmo deposito eiiste urna pes ulelhgenle e habilitada para receber todas as en-
commendas, etc., etc., que os annuncianles coman-
do com a capacidadedereuas ofticinase machinismo,
e pericia de seus olliciacs. se comprometlem a fazer
executar, com a maios presteza, perfeicAo, e exacta
conformidsde com os modelos ou desenios,e inslruc-
coes que Ihes forem fornecidas.
1Z fnt*-** de f f-meiro : na ra da Vnzala
Velha n. 94.
Avisa-se eucacidamenlc ao Sr. J. da D. A.
C, venha qoanlo aas resgalar o seu penhor que
empenhoa por.ldiaeji vaicoin dous mezei sem
ler apparecido na B-Visla, oode nao ignora.
Precisase deraa ama de mela idade, que
leja perita cozinheii para ser empregadn smenle
ueste servico em raide familia, psga-se bem agra-
dando o seu trabalh e dando onheeimenlo a sua
conducta: a tratara ra Uireila u. til, primeiro
andar.
I'recia-se dama mulher de bons coslumes e
Bel, que saibn engomar coro perfeiro, para urna
casa eslriiigtira deimea familia, paga-se bem : a
tratar na ra do Tpiche 11. 38, arma/ern.
Precisa -se dnia ama que seja fiel e saiba
engnmmar, para mar coma de urna casa de lio-
raem sollciro: a llar ua ra do Trapicho 11. 38,
primeiro andar.
A&
Precisa-se doin criado: a
reila n. 91, primeo andar.
tratar na ra Di-
ROB I.AFFECTEUR.
Ounico autorUadu por dan'ao do contelho ret
decreto Imperial.
Os mdicos dos hospitaes rerommeudam o Arrobe,
de l.afiecleur, como sendo o nico aulorisado pe
enverno, e pela real sociedade de medicina. Este
medicamento d'um gosto agradavcl, e acil a tomar
em secrelo, eslaem uso namariuha real desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em ponco lempo,
nom punca despeza, sem mercurio, as aUecrOes da
pelle, impigens*, as consequencias das sarna, ulce-
ras, e os accidenles dos parios, da idade crilica, e do
acrimonia hereditaria dos humores; convein aos ca-
tarrhos, a bexiga, as coulraccoes, e fraqueza dos
orgos. procedW- do abuso das injecfcs ou de sou-
das. Como anli-syphilitico, o arrobe cura ein poui-
lempo os tluxes recentes o rebeldes, que volveo
incessaiites em consequencia do emprego da copac
b, da cubeba, ou das injerces que represeutem o
virus sem ncutralisa-lo. O arrobe l.affertcur he
especialmente recommendado contra as doencas, in-
veteradas ou rebeldes, ao mercurio e ao iodurelo de
polassio. I.isbonne. Veude-se na botica de Brrale de
Antonio Feliciano Alves de Azevedo,praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna grande porrAo
de sarrafas grandese pequeas vindas direelamente
de Par, de casa do dito Boyveau.Ijirrecteurt2. ru
Kicheo -1 Paris. Os formalarios dao-se gratis em
cas do agente Silva na pracadel). Pedro. H. 82.
Porto, Joaquim Aranjo ; Baha, Lima & IrmSos ;
Pernambuco, Soum; Rio de Janeiro, Rocha & Fi-
lfa* : al Moreira, loja de drogas ; Villa Nova. Joao
Pereira de Magales Leite; Rio Grande, Fran de
Paulo Couto A C.
Pargunla-sco secretarlo da Conceic.lo dos Mi-
lilaips, se esta ll a eleico da mesa regedora '.'
Isso perguntaCurioso.
Pergunta-Mao eapiUo C. aa quem mandn
encarnar N.S.duineecao dos Mililares le foi S.
S.,ou o bohcario.ru/. na ra Nova ?
O /. das csmolas.
A pessoa urna do Trapiche que querengom-
madeira, falle aua do l.ivrameuln n. 14.
Precis-se um eufermeiro com as habilita
S6e uecessarias.'ira um engenho muilo porto des-
la prac,, da-se ha ordenado : na ra do Noguetra,
sobrado n. 39.
Francisco es de Pnho faz seienla a quem
convier, que de 1 do correle em dianle deixa de
vender perfuman, em sua loja de mudezai, em
frente do I.ivranuto n. 32 A.
Aluga^uma ama forra ou capti-
va, que saiba rainhare engommar, para
casa depequta familia : no pateo do
Carmo, sobrar) n. 7, primeiro andar.
Urna pessOsecenlemenle rheg*da. perfeila-
mnle habilitada offlcio de alfaiate. se propoe .1
ser eonlrameslre e alguma loja, e responde por
suas obras ; queinto mesmo precisar, dirija-so a
roa do Vigario nt9, onde se dar couliecimenlo
idneo.
Alngi-se urmnleque de 20 annos, muita fiel,
e de hons costme na ra das Trincheiras iuolo ao
nicho.
O ahaixn asonado comprou a taberna da roa
da Guia n. 36, iSr. Rernardino de Soupa Pinto
quem liver direila ella apresenle-sa nesles 3 das.
Recite 28 de dezebro te 1855 '
Manoel Barbosa Ribeiro.
Pede-se aosllms. Srs. eucarregados de poli-
ca que se dlgnencapturar o pardo csravo, do l-
enle Francisco unrnlves de Arroda, de nnme Joao
Camaro, qoe sah de casa desde o dia 17 de dezem-
bro do corr.nl ano. sem motivo, o qnal lem o
signaesseguinlesllo. magro, pinta de branco a
cabeea e barba, fia fanhoso e descancado : quem
delle tiver noticiau ronduzi-ln 1 presenca de aeo
senhor ocima irnclonado, 11* birra de Caluama,
municipio de Coima, ser recompensado.
iOMPRAS.
Compri-se ualquer porcao de eaffca a 240 a
earroja : na cochra da roa da Roda.
VENDAS.
Foliiiilias
Vende-se ktt ocu,<5_ile armario de prala dou-
rada e vidros a/ues, slm bom estado, por 89 : ni
Iravessa do Veras, eaH~terrea n. 2i.
Em casa de N. O. Bieber & C, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Vinho doMadeira em quartose oitavos
barris.
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lonas.
lilins da I! 11.-.si,:.
Papel de einbrulho.
Saceos de estopa.
Cementb.
Por commodos preros.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companbia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de un>
modello e construccao muito superiore-
Em casa deHenry Brunn & C, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos para jardins.
edeiras e sofa's para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico deposito contina a ser na botica de Bar-
|helomeu Francisco deSnuia, ua ra largado Rosa-
rio n. 36 garrafas grande! 59500 a pequeas 39000
IMPORTANTE PAR* 0 PUBLICO.
Para cura,de plilisica em lodos os seus dflcenles
grsos, quer motivada por conspacoes, loase, astri-
a. pleuriz. escarros de sangue, dr He costado* e
peilo, palpilaco nocoracAo. coqueluche, btonchile
dor nagarganla,e lo-las as molestias dos orgss pul-
monares.
Patente.
Vendcm-ie relogiei de ouro patente imlez; no
escripiorio do agente Oliveira, roa da Cadea do Re-
cife n. (2, primeiro andar. |
Jarato ocjs patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
9ado Gorpo Manto, arma-
zein n. 48, de Rostron Ko-
oker #C.
Cartas franee-
zas.
Vendem-ie superiores cartas francezal para vol-
tarele a 500 n. o baralho : na roa do Qoeimado,
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Cousas (pase de
bons gostos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
massa, para o lim indicado, e as pessoas que qutze-
i abano so demonstra, os quaes sao pagos sem o ; rcm honra-lo dispoudo de seas servicos, podem pro-
i de oilo por cenlo da le as tres priireiras; cura-lo na travesa do Vigario n. 1, loja de bar-
serles grandes em quaulo existir o plano aclusl de j beiro. ^>
5,000 bilhcles, pelo qual sao eitrahidas as lulerins
da praaioeia. Elles eslao esiiostos venda as lo-
jas do cosame. S he responsavel a pagar os oilo
por cenlo da lei sobre os tres primearos premios
grandes em seus bilheles inleiros
ginaes.
Ur\TIWT4
Bilheles smo Recebe por inleiro 5:0005000
Meios smo a -J:5009000
Tercos 190-20 n . 1:6669066
Quartos 1M0 u 1:08000
Quintos 13160 1:00119000
Oitavos 720 ii 6255000
Decimos 600 0 . .5005000
4 igesiinos 300 s 2505000 O caulelisla .
Salustiano de quino terreira.
COMPANHIA
.Pernambiieaia.
A direccStO pede ao
Srs. accionistas (jne anda
nao (Sil a rain com n ulti-
ma prestacu de 13 por
eento, se di^nem paga-la
at o fin (Jo correnfe an-
uo : no escriptorio n. 26,
ra da Cruz.
Oeseocaminhou-se no dia 29 do passado, do
abaiio asssignado, de sua loja al a alfaudega, ou
dentro dtsta, urna cniteiraeom algumas notas e di-
versai carlai.facluras e mais papis, que a nioguem
mais podem inlrressar ; por laso roga-se a quem a
achasse ou saiba della, o obsequio bota-la por bai\o
da porla da loja de miudezas em frente do l.ivra-
mento, ou restilui-l.i, que lera geueroiameate re-
compensado.Francisco Alves de l'ioho.
Joaquim Cougalves de Almeida deseja saber
m que cidade, villa ou povaacao desla provincia
jreside seu cunhado Joao Mirqurs I'erreira Limat
para negocios de familia ; o anouncianlc reside ao
prestle oo aterro da Boa-Vista n. 70.
NO CONSULTORIO S
HOHdOPATHICO DO 8
DR. CASANOVA.
28. Ra das Cruzes -28. C$
, Ha sempre grande inrlimenlo dos mai ft
acreditados medicamentos homieopnthicos,
oarteras de lodos os tamaitos, e inoilo
mais em cunta do qae em oulra qualquer
parle. ^
Os pobres Iraiam-se de graca. 9f
J. JANE, BENT1STA,
veudidos em ori- 9 conlina a residir na ra Nova u. 19, primei-
^ ro andar. ae
Precisa-se fallar com o Sr., Manoel Mendes
r'erreira Cuimaraes, ou com pessoa encarregada dos
negocios do mesmo : em casa de Patn Nash & Com-
panhia, ra do Trapiche Novo o. 10.
O SOCIALISMO
PKLO GENERAL ARRE E LIMA.
Ainda exialemalanos eiemplares-enquudernados,
eacham-sen' yenda na loja de livros dos senhnres
Ricardo da lrcilas C, esquina da ra do Collecio,
e em casa do autor, pateodo Collegio.casa amarella,
no primeiro andar.
Precisa-se de orna ama para orna casa de poo-
ca familia : na pr ac do Corno Santo u. 17.
INDUSTRIA ALGODOEIRA PERNAM-
BUCANA.
FIACA'O E TECIDOS DE ALGODAO.
SOCIEDADE EM C0.1NAWA
Para a lundarao de nina fabrica de fiar e
tecer algodao, organisada por Francis-
co Maria Dupratna capitel da provin-
cia de PernamJ>uco.
. CAPITAL SOCIAL 300:000.>000.
Socioi em nuir.e colleclivo gerentes responsaveis
a sociedade, os Srs. Antonio Marques de Amoriin,
Justino Pereira de tartas, Manoel Alveg Coerra
Socio de industria adminislraimr dg malgril e
pessoal da fabrica e dependencias, Francisco Maria
Firma social, Ainorim, Faria, Guerra & C
10O^.t5*tt;:,e ^"^iasde
A doracao da sociedade ser de 12 anuos a contar
do prtmeiru da em que a fabrica principiar a traba-
A HOMEipTHlAEO CHOLERA.
Laico tratan^uto preservativo e curativo.
oo
CHOLERA MORBOS,
PeJd Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Acaba da sabir ti lu esleeicelleo'le opsculo, qoe
mallo deve coulribuir para a salvadlo do povo no
Iralamento da cpiaemta que se recen.
Vendt-se por. ...,.-.... IjOOO
He destribir grafa aos lenhoreassi guantes do
llietturo liomecialhieo oo ic.de-mecum do hotneo-
pitlia e igualmeule a todos os Rvms. Srs. vigarios,
que acreditam na hotneopalhia.
Consultorio central homeopathico de PeroambHco
(Muado N*- "
.Novo
6.
Jos de Azevedo Maia avisa ao publico, que
Joao Francisco Moreira deiaou 'de ser seu caiseiro
' -* P 28dedezembro(Jel855.
CONSILTOMIO CESTIU
HM0PATH1C0.
Gratuito para os pobres.)
Ilua de Santo maro, (Mundo-Noto) n. 6.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho di
consultas lodosos diadesde is 8 horas da
manhaa al as 2 da larde.
Visita os enfermos em seus domicilios, das
2 horas em dianle; mas em casos repentinos
e de molestias agudas e graves as visitas serlo
.feitasem qualquer hora.
As moleiljas nervosas merecen) Iralamento
especial segando meios hoje acouselhados
S pelos praticos modernos. Estes meios eiis-
lem no consultorio central.
XX8080E-XKfiaaBe8E3e
fovos livros de homeopalhia em francez, sob
(odas de lumma importancia :
Hahnemann, tratado das molestias chronicas, \ vo-
lumes. ........... 203000
Teste, n oleslias dos meninos..... 69000
Hering, homeopalhia domestica..... 7$000
Jahr, pharmacnpahomeopalhica. .'. tijOOO
Jahr, novo manual, 4 volumes .... I69OOO
Jahr, molestias nervosas. *..... lijOOO
Jahr, molestias da pella....... 89000
Kapou, historia da ItooMtpalhia, volumes lbjOO
llarlhuiann, tratado caMleto das molestias
dos meninos. f-...... 10800o
A Teste, materia medica homeopalhica. 88000
Oe Fayolle, doutrina medica hoineopathiaa "50OO
Clnica de SlaSneli ....... OjjOOO
Casliug, verdade da homeopalhia. 49000
Diccionario de N) lian....... 10&000
Alllas completo de. anatoma com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripgao
de todas as partes do corno humano 309000
vedein-se todos estes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova u. 50 pri-
meiro andar.
Precisa-se de nina ana de leile, pre-
fer ndo-sc escrava: quem pretender di-
rija-se a ra das Cruzes n. 11, segundo
andar.
LOTERA do rio dejaheiro.
Acham-se a venda os noirot bilhetesda
loteria 8 do theatio de San-Pedro de Al-
cantara, que devia orrer a 18 do pre-
sente ; as listas esperamos pelo vapor
nacional 110 dia I ou.2 lie janeiip \in-
douro : os premios serio pugot a' ditri-
biiiciio das listas.
Traspassam-se as cm)v*M nina linda arma
deamaeellienvidracada*s,hjfa u. 3Sda*iat;a
Independencia : a iralar M ra Nova n. 2:1, fabri-
ca de chapeos de sol, esquina da Gamboa do Carmo.
Ella poder'ser prorogada no lim do dilo nrazo.
ou dissolvida ame. por deliberacao da maioria dos
ocio, de oOttSOO reis para cima, se a saa duracAo se
lomar prejudicial.
O socios realisaiao as entradas de seus fnndos ao
passo que Ihes forera reclamadas pelos socios geren-
tes, que Ihes passarao os competente, recibos.
O maiuno-das entradas sera de 20 por cenlo do
capital subscripto, a primeira ntrala ser de III
por cenlo e sera reclamada pelo gerentes para ser
paga no correle de Janeiro prximo finoro.
llavera sempre pelo menos .10 das dinlervallo en-
tre cada chamada de fuudos.
A sociedade conla com o concurso das assgnalu-
Nt dossci.hoies de engcuhose plantadores de algo-
dio, por serem direelamente inleressados na promp-
la realisat;ao da fabrica. v
Ella podera consumir animalmente 110 a SO mil
d.meto 8lSua<' q"1",,luella se "' em Plco au-
Podera dar o tecido para suecos de assucar, e ron-
pa da classe pobre a 210 reis a vara ; o da Baha
que costumava vender-se de 260 a 280 res lem se
vendido ullimamenle a,320 reis, enohu mesmo a
esle preco agora que ha mais procurado.
A fabrica oceupar diariamente para mais de 200
(rabalhadores de 10 a 12 annos de idade para cima.
Alemdosaprendues que serlo muito numerosos,
ella empregara muilos *eceloes dos que Iraba-
lltam em leares a muo em diversos lugares d. pro-
vincia, sobre os quaes faiem com mullo cusi 5 a 6
vrasele tecido por dia, em pouco lempo selornarilo
habilii.dosa poder faier sem grande esforco iO a 00
varas por da sobre os leares mecnicos.
O eitio Ihes sera pago cerno as fabricas da Baha
^,ri"1!Ca,0qUe "'" Prudi''< m oroal de
800 a 19200 res por dia.
Os senliorcque residemfora da capital a.oue uui-
rerem entrar neslatil sociedade.poderSo drrigirsnas
cartas de pedido a qualquor dos tres socios gerentes,
ou ao socio de industria Dupral, que lem em seu po-
der o livro das sobscriptoes.
Elles declararao os seus nomes por extenso, do-
micilio, e o nume do correspondente n'esta capilal
encarreg..lod'eUetuar o pagamento das entrada,
das preslacoes, quaodo forem reclamadas.
Alem do bem geral qoe resultar para a .,
ca com a introdoccaod'esl. industria ecreacod'ei-
la labrica, os aociospodem contar, logo aue a fa-
brica estiverem pleno andamento, com um bene-
ficio animal de mais de 12 porceuto do capilal.
tina copia intpressa d. escritura da sociedade
ser. enlregne a Fsdanm dos socios na oceaslo de
etiecluar o pagamento da primeira prestaran de 10
por cento do capilal subscripto.
Pernambuco 1 de deaembrode 18.5.5.
F. Af. Duprat.
r Aluga-se urna grande casa com soiao, 4 qqar-
los, coiinlia fora, estribara, casa para prelos, 2 co-
piares, porllo de raadeira, bom quintal plantado,
sendo n. C.punga, canto da na dos Droges: os pre-
leudenles podem dirigir-se a ra do Queimado n. 7.
@SS@@:^@:*^@@$)
O Dr. Firmo medico, inudou
a sua residencia para a ra Nova
n. 23, primeiro andar, e conti-
nua no ejercicio de sua proissao.
P>RA 1856.
Estao a' veda as bem conhecidasfo*|
Ihinhas impresas nesta typographia, as
de algibeira w20 e as deporta a 160; as
de algtbeira tem do kalendario ecclesi-
astice civil, ntem um resumo dos im-
posto muntepaes, provinciaes e geraes
que ail'ectamodas asclasses da socieda-
de, extracto dsregulamentos parochiaes,
do ceuiiterio.-'iiterrose sello, tratamen-
to de varias cprestias, inclusive a dei cho-
lera, contos, ufiedades e legras para fa-
zer manteiga queijosde dillerentesqua-
hdades, ditas eclesisticas ou de padre,
oarnectas, c .onforme as rubricas e uso
deste bispadt. inclusive a resa de S. Tito,
efeitas pelo pdre Machado, o mais an-
tigo/blhinheiodesta provincia, (sem pri-
vilegio visto orno a constituicfio e leisdo
Brasil o prohbemj a 400 rs. cada urna:
vendem-8eu,icamente'nstlivrara n. 6 e
8, daprara
Oracao coitra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venia na livmria n. 6 e 8 da prac da
Independencia m folhetinho com diflcrenles'ora-
toes conlra o cillera-morbos, equalquer oulra peal
le, a 40 rs. cadium. r
Vendem- sacca .V feijio mulalinho rabilo
novo a 209 a saco : na ra do Vigario n. 5.
UOl'IDACAO.
Na anllua Te bem condecida loja de n'udezas da
ru i dos Onarleis n. 2, vende-se um eo-ipleloior-
limenlo de miudezas pur menos do qie poderia
comprar em primeira reSo.que lie paralmidar-se, e
afanca-se a boa qualidade,
Fabrica de bo-
toes.
Jos Baplista Braga, com fabrica ddlaloeiro, fun-
dilo e funileiro, na ra Nova n.dK, icaba de mon-
tar urna ouln fabrica de boloes de nial em ponfo
grande para fabricar loda a qualid.nl. de boloes com
numero, lellras ou qualquer diier qri o pretndanle
queira, lano para tropa de Ierra cao de marinha,
dopradosou em amarello, assim co o para os bata-
Ihoesd guarda nacional, por preci jaralo.
Vende-ie ui.novo e escllen-
le carro de 4 'idas e de moder-
no gisto : na -ia da Madre de
Dos n. 30, 'Iralarcora Sezis-
u.udo Joaqun da Silveira.
m PROPRMIOS.
V'endem-se e\celenles mastr de 75 a 80 palmos
da comprmanlo e de madeifa e qualidade, pro-
prios para subir madeira para F^i, por preco mui-
to commodo: nos Afosados. nValar com tialdine
Lo|ies de Oliveira, casa do defoio Canuto, paleo fie
N. S. da Paz.
Vendem-se ricos leques com plomas, botla, e
espelho a 29. lovas de pellica de Jouvin o melhur
que pd* haver a I98OO o par, dilas de seda ama-
relias e brancas para homem e seuhora a 19280, di-
las de lorral prelas e com bordados de core a 800
rs. e 19200, ditas de fio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem e seuhora OO rs., ditas
para meninos e meninas muilo boa Taienda a 320,
enctnhoi de relroz de todas as core a 1J, toncas de
la para senhora a 640, peni de tartaruga para
alar cabello, fazenda mullo superior a 59, ditos de
alisar tambera de tartaruga a 3, ditos de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imitando muilo aos de
larlarugaa la),.ditoi de alisar debtalo, faien-
da m.,|0 ,plor ;b.500rs., linda, mti de
seaa pintadas para criaucas de 1 a 3 annos a I98OO
o par, ditas de fio de Escocia lambem de bonitas
cores para enancas de 1 a 10 anuos a 320 o par. s-
pelhos para parede com encllenlos vidros a 500,
/OO, l/o I520O, toucadores com ps a I95OO, Illas
de velludo de todas as cores a 160 e 240 a vara, e-
covas linas para denles n 100 n., e finissimis a 500
n., ditas liinssima. com cabo de marfim a 19, tran-
cas de seda de todas as cores e larguras a 320, 400 e
500. a vara, sapallnhoi de Ua para enancas de
bonitos padrow a 240 e 320, adereces prelos para
lulo com brincos e alnetes a 1, toncas prelas de
seda para enancas a 19, Iravessas das que se usam
para segurarcabello a I9, pislolinhai de melal para
ro,n ".0li'r- l"lheleiri para azeile e vinagre
a -92U0, bandejas muilo finas e de lodos oslama-
senhora a 240 e 320 o par, dila. prelas muito boa.
' 400 rs., ricas canas para rap, com riqusimas es
hoT"-^!^00' .me,,,d' e "res par.
homem a 640, oharuleirai muilo finas a 2, rastoei
?.J!ng'"*?"., pastas para guardar papis
'^ rs;-,c^0' d,e m.cao de ajo praleados e don-
radosa 640, 18 e 1#200. lunel.s coi aro de hofalo
e-tartaruga a 500 rs. e 1, superite, e ricas benga-
iinlias a 29, e a jOO rs. mais ordinariai, chicotes pa-
^?. r. p5u,!,"0, e <"""*" fazenda muilo supe-
rior a O,, goo, 190o_ lwo alacadore,rd<
'elaa estaarmu.V 6, pedral de mar__
para,mesas, papel de peso ingtoz, papel _
embrullio, oleo da linliaca em botijas, chico- I
les para carro e arreioa para I e 2 cavaJIes,
formas de ferro para fabrica da sanear, ro-
lim da India para empalltar, tinta branca
verde, metal amarello para forro, cemento
romano, armamento de todas as qualida
cabos do linho, de caira e da manilha,
tro pue de neein, champagne e vjnhe i
finos do Henho : vendem-se no armazen de !
C. J. Astley & C, ra da Cadeia i(. 21.
@@-^ @#s@
carnalina para casaca 320, peules moilo finos para
soissa a oOO, escovas Dnas para cabello a 6411. ditas
para casaca a 640. capachos pintados para sala a
u*u, metas brancas e crqas para homem, fazenda
.upenor a 160 200 240 o par, camisa.' do n ei
n uno ftq*s a 1S e 18200, lovas branca, encorp.da,
proprtas para montana a 24*o par, meias de cores
par. senhora muilo fortes a 220 o par, ricas aboioa
duras > roadreperola e de oulra. muita. qoalidades
e gosto. para colletes e palitos a 500 r.., fivelas doa-
rndns para caira, c|| avradas e de (odas as largura., bicos finissimo. de
bonitos padrees e todas as laruoras. ricas irania,
brancas e de cores p.ra croas de noivas, lesouri-
nha- para costura o mais fino qae se pode encontrar
Alem de Indo tslo outras muili.simaicousal muilo
propnax para a testo, e que tudo se vende por pre-
co que faz admirar, como todo. o. fregueze. ja1 ia-
bem: na ra do Queimado, nos qualro canloa. na
Pastelaria
ceta,
aterro da B-tista ih #f."
Madama Blandin lera recejjido pelo ollimo ua-
sio francez chocolate Bwnilba 19T300 a libra, dilo
Baguere. a 15280, dito Bin Torc a 1J280, e ora sor-
timenio de cainnhas dsXfeilos.
Relogios
cobertos e des-
eobertos,
de ouro, patnle in^le/
\ eodem-se no escriplorb de Sonlhall Mellor A
Companhia, na ra da Cadria do biecife d 36 w
maissopenore. relagios co>erlos e deKoberlos,' de
lea de I.tieraool, viudos pao altivo p.qaile inglez
Vende-M um terreno navua de Homhco ia
alerr.416 e proinplo par. se tdifict, Ke orosimo'ao
quarltl : a Iralar n, ra do Trapie** ^M,mo "
u.l7m.men.Cer n^X V^T^ '*"*
Vinho de caj'.
Este encllenlo vinho eitg^-rafado, acba-n a ven-
da a 19000 a garrafa, na. seguirles taberna. : na
ru. da Cadeia do Kocife, casi dos Srs. Ponte. A lr-
mo ; na ra esareifa do Riiario, casa da Sr. P-
cas, e defronle na loja de des 3 A. Por ata-
cado vende-se na loja dos Sri Couveia 4 Leile, ra
do yoeimado n.27. *
Pipas -vasDis.
Vende-se porrao de pipas wsias pronrlaa para en-
cher de agurdenle, a prerolde 179 rada una a
Iralar no escripiorio de Manuel Algas Guerra, ua
rita do Tr. pichen. 14.
****.$$#*
POTASSA RA5I.EIBA.
yend,e-se superior pojassa, fa-
bricada ^10 Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
w seus bons ell'eitos ja' e.vperimen-
tados : aa ra da C-ui n. 20, a'r-
89 mazem de L. Len te Feron 4 0
Companhia.
r
0

0
1
bem condecid
n. 33.
a loja da miudezas
loa. na
da Boa Fama
Rices chapeos
para senhoras.
os m.iis lindo i molernos que da. viudos pelona
vio francez Jatt, toucadoi e eneiles muilo bonitos,
uvas de pellct Jouvin de loda. as cores, lano para
homens como ara senhoras : na ra do Collegio n.
4, casa de J. l-Mquc.

Palitos france-
zes
de ludas as quilidades, lano de panno como de se-
da, ln, lindo algodilo, o. mais modero s que se
pode encentra', sendo de panno de 19* 309. e de
algodo de 29para cima: na casa de J. Falque, roa
do Collegio 11.4.
ICIIAS DE HAMBlKliO.
Na ruae.he.la do Ro-ario, loja de barbero n. 2,
vendem se bichas de Ilamburgo, edegadas pelo ul-
timo navio, ais ceios e mesmo a relalho, por m-
dico preco.
Vende-si urna escrava criolita, de linda figu-
ra,_ engoBimaleira, cozinheira, lavadeira, e cose
chao^ e um eicravo de meia idade, proprio para
sitio on oulro qualquer servido.
Vendom-se n preco. moilo comraodos, os .e-
guintes objeclos: relogios de ouro patente, obras de
ouro de gosto moderno, metal amarello para forro
de navio, cemento romano muito novo, pipas vasias:
trala-se no escripiorio de Isaac Curio & Companhia.
ra da Cruz .0. 4.
Veudc-se um cabriole! em hom uso ; a trata
na ra do Ollegio 11. 21, primeiro andar.
Pannos prelos
de suiierior qualidade, para preros deJSOO, X*200,
*35O0, 4?, 19500, 59 e KjOOO : na ra do Crespo,
loja n. 19. H
. O Sr. Joao de C09IC. Pacheco e a Sra. t. Ma-
deiros Maclel, lem caria!na ra Nova u s.
Arrenda-so urna olaria
anda que seja para pouea familia
nuncie.
boa e que lenha ca|l>
quem liver an-
- lrecisa-Mporaioguel de um escraro para o
tv'o ordinario de padaria, p.gando-K lodosos
9: na padaria junto ao sobrado no paleo da
wTnJhj.
Rap-ss um sobrado com grandes contmodos :
a tratar com Jos Hygino de Miranda.
'.',
BO
GUARDA N.CI0NAL
Acha-se a venda no aleo do Carino n.
primeiro andar MANUAL DO
GUARDA NAC10NA. obra interessanle
a lodos os senborcs oiciaes e guardas, e
mesmo aos Srs. advdados, por comer to-
das as leis. reglamelos, orden, e avisos
concernentes a me' guarda, desde a
crearlo ila lei 11. (iOle 19de setciphrn de
1850. al 31 de demibrode 1854, arom-
paohado de um i 111 ranle iudice. Ha en-
cadernados e em liuli^av
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendero-.e superiores moiai de laia para padres
pelo1 baratsimo prejo de I98OO0 par, dilas de al-
SKasf^i -'-adoQueimado, loja
Camisas de meia
de pura-la a.
Vndeme* auperiores camisasde meia de Ua, pe-
lo barato preco de 3: na na do Queimado,
de miudezas da Boa Fama o. 33.
loja
e @$& $ ^-a@@s
Jouvin.
A's jnhoras de
. b/m gosto.
Verdadebleo de blonde blanco e prelo, e bo-
nitos chape de senhora por preco muito commodo.
A mesm-oja acaba de receber muilos relogios
americanrpnra cima de mesa, do ultimo goito ; c
lambem 'ogios francezes com caia, por preco
muito eirnnla.
0.59 A
confr',e Rosarlo de Santo Antonio, avisa ao res-
peila-1 publico, que recebeu ltimamente de Paria
um ande .orlinienlo de confeitos e cailiohasti
m.idelicada. que lem vindo a esle mercado, as
qu,-.' se acham espostas em um grande fiteiro para
bgi'poderem apreciar o que ha de mais delicado
nr? genero : vendem-se por preco commodo ; e le
a senhor logisla quizer fcar com porco, ven-
ene com um pequeo ganho.
AlctMti.
Vendem-se caizas com alelria, nroprias para casas
particulares por; seren muito em conla ; uo arma-
.zem do caes da alfandega, de Jese Joaquini Pereira
'-'i Mellon. 7.
I.uvas de pellica da fabrica de Jouvin, para
mem c senhora ; vende-se na ra do Crespo, A
n. 19.
Chales de me
ri
cora ama rica palma de seda na pona
por prejo commodo : na ra do Crespo,
Vendem-se queijos do Keinn, os
que lia no mercado a 29200, responde-:
daifa, ligo! a 320, alelria a 400 ti., m
t.lliiinru a ;ioO, linguic.is dn Itriuu *J
dos Martvfios, taberua n. 30.
.zemuoc
,/de Mekk
. '/ Ve
jl Me, loja de
Je Antonio Loj, Pereira de
vendem-ie s/ M cora o ja'
AVISO.
Na ra da'Cadeia do at"*
miude/.us, d- *-*:- '
Mello A C
bem conhecida l'eijao mujL'M'u, chegado
nestesdias do Aracaty, /iiale Capiba-
ribe.
-r Vendem-se os evcelrav romancea do Dr.
ftlaaailu Moreninha, conjLnila halada em mu-
ica, por 3?; e a Hosa [JL_ 1.em quizer
flArpVar, dirija-se a prara/ZW^-Vista, taberna
nTl.
CEU* DE
Na laja da ra do.Cresp
te cera de carnauba, p<
qualquer parle. ^
t Vende se un bwl
commoda : nos quaL '
Vendefti-se ra do Vigario, lab-/
*-se eicellen-
lo que em oulra
.1 ton .ro. por preco
aJjia Boa-Vista n. I.
*millt por 39200 : na
Sunflo de Almeida
ende-se urna porco do sola muito boa, pelle1
de cabra, vindo do Aracal) : a Iralar com Antonio
Joaquim Seve, roa da Cruz n, 13, primeiro andar.
Vende-se um cavallo pedrea, muilo manso e
novo, de carro, e tambem serv para sella por car-
regar at meio : na ra da Praia, loja de fazenda
n. 30, defronle do beeco do Carioca.
Vendem-se saccas com milho por preco oera-
modn : na (aberoa da ra das Flores n. 21.
Cortes de seda
superiores.
Veudem-so curies de seda da quadros, estrellas e
largas, de muilo bons goslos e modernas, assim como
lonco. ,lc cmbrala muito linos com bico. muilo lar-
gos, chales de la. e merino, liso, com barras de co-
res, liilr.s de seda e bordados, assim como outras
mullas hiendas por prejo moilo commodo, a d-
nhairo vista : na ra da Cadeia do Kecife, loja n.
50' defronle da ra da Madre de Dos.
Cura i.^falivel
cholera-morbiis.
-se v
H.2Q)"
*})
ort f
Acaba de ser publicado, e acha-ie v
vraiia universal, ra do Collegio 11, 2Q) ''
que trata do modo de curar osa^r
pelo samo do limito, por 200 n,
Tijolos de marmor
Acaba d. chesar u mar more, e vende-se no iinumiilj
00 becco do Goncalves
'da Of
f.
Moinhos do vento
orabombafderepusopara regar horta.e baiza
aecapim, nafundicade D. W. Bowaan Miarai
doBrqmns. 6. 8e10.
- COGNAC VERDADEIRO.
Vende-seo verdadeiro cognac, lauto em garrafas
como em garrofOps: aa ra da Cruz n. 10.
Crtes'de cassa para quem quer dar fes-
tas por pouco dinhfairo,
Vendem-se cortes de casia chita le bom costo 1
29, ditos de padrees francezes a2WO, ca.sas roas
para ileviar lulo, dil.s prela. de.padroe. miudo. a
J o corte, alpaca d seda de quadros de Todas as co-
res a 20 o co vado, lenjos de bico tanto pialados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra homem a 19 e 19600 ; ISdas estas fazendas ven
Jem-se na ra do Crespo a/B.
LEONOR D AMBOISE.
Vende-se o excellente romance lmtori-
co-Leonor d'Amboise, duqueza dk: tirebi-
nha, 2 volumes por 1*000 rs., na iivraria
n. 6 e 8 da pracada Independencia.
"Vende-se cal em pedrachegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto &
Companhia.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, veo-
da-sefarelo novo,chegado do Lisboa pelo briguezYi-
ieranca.
Deposito de vinho de cham- 0
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propriedade do conde
da
de Marcuil, ra da Cruz do Re-
cife n. 20 : este vinho, o melhqj
de toda a Champagne, vende-se
a 36$00O rs.'cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
cmte Feron Si Companhia. N.
B. As caixas sao marcadas a lo-
goConde de Marcuile osfo-
tulos das garrafas sao azues,
0#
POTASSA E CAL TIR6E&
No anltgo e ja' bem condecido depos
toda ra da Cadeia do Recife, escripto
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Huma, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa era pedia, tudo a
presos muito favoraveis, com os quaes i-
caro os compradores satisfeitos.
FARINHAjDE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, rriWrda
velha por 3|000 reis : nos armazea os.
3,5 e T, e no rmzem def ronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escripbjrio de
Nov*s&Companhia na ruado Tripiche
n. o4, primeiro andar.
A3$500
Veudc-.e cal de Lisboa uatlsnamente chegada, as-
sim como polas.a da Russia verdadsira : na prara do
Cirpo Santo n. II.
Vende-se ac em cijulietes de um quintal, por
p.-4o muilo commodo ; to aroiazem de ale. Cal-
n ont & Companhia, praea. do Coroo Santo n. 11.
Vende-se urna' balance, romana com lodosos
ios pertences,em bom osa* de 2,000 libras : qoem
prelendtr, dirl,a-sei ra da Crnz, armasemn. 4.
Brins de vella: no armazemdeN.O '
l'ieberSt C, ra da Cruz n. 4.
- Vnde4e encllenle taboado de pinho, recen-
mente chegado da America : na ras de Apollo
piche do Ferreira. a eoteoder-se com o adminis
dor Jo mesmo. _
' V'iHO XER%Z.
e so superior vinho de Xcrez em barris do
aa deE. U. WyaU: ra do Trapiche
AGENC
Da Fundicao Low-Hoor. Ra
Senzala nova n. 42,
Neste estabelecimento contina a ha-
rer um completo sortimento de moen-
das e meias moenda para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas d ferro batido
e coado, de todos os tamauhos nara
dito. *
AOS SENHORES, DE ENGENHO.
Redondo, do 640 para flM rs. a lifcra.
Do arcano da iqvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, emiragado as co-
lonias ngleza eioBandteas, rom glan-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, achaca s-enja.em latas de 10
libras, juzUojm.an]Letliodo de emprc-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
M. O. Bieber dt Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
Vendem-se envesa e S. P. Johns-
ton 4 C., na ruatie Senzala Noa n. 42.
Seilins inglezes.
Relogios patente iglea.
Chicles $e carro e de montarla. *,, .
Candieirps cassi^aes broikeados.
Lonas inglesas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa nt)T. Bsr**i
Vinho Cherry em baris;, J
Camas de ferro.
t
D. W.
pasan-
Taixas para -ntenho.
Na funj|5cao,1, de ftrr de
Bowmann, ija ra do Brm,
do, o chafara eontintu have/ nm
completo sortimento, de tasas de, ferio
fqndido e batido de o a 8 pala o de
bocea, as quaes acham^e Tend, por
preco commodo e com proapti . embarcam-se ou carregam-se em cri#
sem dspeza ao comprador. *% .
Jos Nones de Oliveira vende saa ferrtaunra J
de sua clUcina de eurve, toda perfita e em Brande^
porcilo, t de boa qualiifadevveiraesi com pro ou
abatnnenlo nos preros, a edbtaelo comprar loda ferramenta e utaocilio-da mesnva ufli-
cma : a Iratar no paleo da Sania Cnz, casa de mo-
rada n. 8.
Vende-se banda de porco derreUla', da Ierra, a
10U rs. a libra : nu ruado Raugel n.
\ ende-se urna prela mora, U>' lavadeira c
enRmmiidera, cose e cisfala : no Recife, roalda
Cruz n. 52. -
lECHABISIO PARA BH&E-
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWN1AN. AA
RA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
FAR YL,
ha sempre asa pande snrmento doi sertfates b-
JDctos de meclianismos proprio. para tftgat Nos, a sa-
ber : moenuas e meia. moendas da pala awderna
constrocrao ; (ai zas de ferro fundid balido, de
superior qualidade e da lodosos iafMtmos ; rodas
deutadas para agua ou animaes, de Oda aa propor-
coes ; crivos e boceas de fornalhae ngiilroa de bo-
eiro, agulhoes, draozes, parafusos eraviUOas, inoi-
nho de mandioca, ele. ele.
NA MESMA f0NDl(A'Q-r
c execulain lodas as encommendas cir a soperior
>s\ ridade ja condecida, eeom a devida ireeleae cofn-
rio anodidade em preco.
1:
4
i
SW
1\
-4
>:

ESCRAVQS PPGHK>.
-\>eappareceu do patacho nacieial .4ttrea um
prelo marinheiro, natural desla proviaoia, per uouie
Joaquim, o qual pude ser coaliccida pelo, liguaes
secutles: estatura medi.ua, arbl por baiso do
queiio, marcas de brvie'- rosto, testculos volu-
mosos, tuzara 45 annes >.__ f Injava calca e ca-
misa de algodSo azul etnafoo velhode baila: quyn
o capldrar, pode leeaS a bordo da dito patacho,'"
qoe se acha ancorado perlo caes 10 CaHeRio, ou
a roa da Cadeiatfo Kecife d. 12, jne ser gralifi-
cado.
Em 2Sjs1t>Wr<- He. a. 7 horas da MMe, fagio
a escrava JoSquin... c cor cabra, bu, bem pare-
cida, cabello cre.po. corUdo de nenie, com gafo-
rina na frente, denles limado, e corr falla de uaa na
frente da parle de cima, ten) rio brxo djietto 4 ou
o marcas de sarnas aradas ullimamfnte, lavon um
vestido de chita encarnada e S de diversas agilida-
des ; esta cabra he hem coohecidn [Urque anda sem-
pre na ra, <. de continuo eslava mdlida lio arouaue
da ra do Ranjel aonde corta cari* Jlauoel Eaize-
eserav. da
e-a a nada
insad.
isai molc-
s do 12 annos,
mez ao Sr.
pelo.Sr.
na roa
^_ le os
grande, roaato

i
dio com quem dizem ter negocio,
Benediclu Cedrim ; qoem a pegarl
Crot do Becife n. 64, que ser recq
Kagio na noite do din 25 do i
que crioulo, de nome Librale,
o qual foi comprado no dia 24 do i
francisco Xavier Cvale.nli. e il
Francisco Xavier Cavdkanti I.insJ
do Rosario da Boa-Vista ; o qaal
signaes segoinles : cor prela. oW
redor ps apallaeiadua, teta una da pernas que
foiq da, usa de poolas de iarnlos (letras da
orelh. .i .ou c.misn de ristatlo a cica de algodSo-
zinho azul ji velha e bailante sua: roga-ie as ao-


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