Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00321


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Full Text


SEXTA FEIRA 28
Por anno adittntado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
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Riinu aaai. n. w. >s\\///^Z 5tAIA htlKA 28 Ut OttllbKO t 18.
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Por, 3 mezes adianlado 4,000. .' J C Por anno adintado 15,000.
Por 3 mexes vencidos 4,500. ^jj P* Porte franco para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
lARREGADOS DA SUBSCRIPCAO'- CAMBIOS. HETAES. PARTIDA DOS CORREIOS. AUDIENCIAS. \ | EPUEMERIDES. DHjLOA SEMANA.
proprielerio M. F. de Furia ; Rio de Ja jSobre Londres, de 27 3[4 a 38 d. por lv Ouro.Ongas haspinholas. 2990001 Olind, lodosos dias. Tribunal do Commercio, quarias e sabbados. ^Jkzomb. 1 Quarto minguante aos 9 minutos e 24 Segunda 8 DelnWb S Tharsila ra
r.Joio Pereira Martina; Baha, o Sr.D"J Paris, 348 rs. por f. Moeds de 64 00 vainas. 16*000 Caruar, Bonito eGaranhuns, nos dias 1 a 15. Relacao, tarcas-leiras e sabbados. PV 40 segundos da Urde. 25 Terca *Sacmentoat.S J Cbrisic
o Ir 'Gemzio0'Victo! rd? NaUvd.de | Lisboa, 98 100 por 100. de 63400 novas. 169000 VUla-Bella,Boa-VisU,ExeOuricury,st3e28. F.nnda, quartas esabbados s 10 horu. \ 9 Lua nova as 7 horas,. 47 minutos 26 QuartaTS. Esievao ProtomW; S. Ma
r.Joaquim Ignacio Pereira Jnior; Ara- Rio de Janeiro, ao par. > da 4000. 99000 Goyanna eParahiba, segundas esextas-f airas. Juiz do commercio, segundas as 10 horai anas ^V a 48 segundos da manhaa. 27 Quinta. S. Joo Apostok) eEmalista
Antonio de Lemos Braga ; Cear, o Sr. Acodes do Banco 40 0/0 de premio. Praia.Patacbes brasileiros. 29000 Victoria a Natal, asquintas-feiras. quintas ao meio-dia. leguario crescente as 4 hora, 36 28 Sexta. Ss Innocentes mm S Castor
m*Mr^^-Tiu^SrDmS d*ComP8nbi*daBberibe,Pr- Peaos columnarios. 29000 preamar deuoje. Juizo de orphaos, segundas a quintas s 10 horas ^nutos e 40 segundos da manhaa. 29 Sabbado.S. Thom&avie Canluaria are"
AckilesPessoaCerens'e';Par, oSr.Jus da companhia de seguros ao par. mexicanos..... 1860 Primeira ; 7 horas e V minutos da raaohaa. 1 vara do eivel, segundas e sextas ao meio-dia. 23 LuaNjeia as 8 horas, IS minuto 30 Domingo. (Vago) S. Sabiuob. m. ; Ss.
no; Amazona, o Sr. JeronymodaCosta. I Diseonto de lettras, de 9 a 12 porO/O. | Segunda s 8 horas e 6 minutos da tarda. | 2* ara do dvel, quartas e sabbados ao meio-dia. I e 47 segurados da manhaa. nustianoe Agrinniano mm "S Anisio
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO'-
Becife, o proprietr-rio M. F. de Fnria ; Rio de Ja
eiro, o Sr. Joao Pereira Marlins ; Baha, o Sr. D"
Oafprad ; Macei, o Senhor Claudino Faleao Dias
Pamiba, o Sr. Gervasio Vctor da Nalividade
Natal, o Sr. Joaqun Ignacio Pereira Jnior; Ara-
caty, oSr. Antonio de Lemos Braga ; Cear, o Sr.
Joaquim Jos de Oliveira ; Maranhao o Sr. Joa-
uim Marques Rodrigues; Piaohy, o Sr. Domingo!
larenlano AckilesPeasoa Cearense; Par, oSr. Jas-,
lino J. Ramos; Amazooaa, o Sr. Jeronymo da Cota. | Diseonto de lettras, da 9 a 12 por 0/0.
CAMBIOS.
Sobre Londres, de 27 3)4 a 28 d.
Pars, 348 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, as par.
Acodes do Banco 40 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ae par.
da companhia de seguros ao par.
METAES.
Ouro.Oncas haspanholas.
Moeds de 69400 vainas.
da 69400 novas,
> da 4000.
Praia.Patacbes brasileiros.
Pesos columnarios.
mexicanos.
PARTIDA DOS CORREIOS. AUDIENCIAS.
2990001 Olinda, lodosos dias. Tribunal do Commercio, quartas e sabbados
16)000 Caruar, Bonito eGaranhuns, nos dias 1 e 15. Relacao, tereas-leiras e sabbados.
169000 Villa-Bella, Boa-Vista, Ex a Ouricury. 13 e 28. Faienda, quartas e sabbados is 10 horat.
99000 Goyanna eParahiba, segundasosextas-feiras. Juiz do commercio, segundas as 10 horas a
29000 Victoria a Natal, as quintas-feiras. quintas ao meio-dia.
29000 preamar deiio.ie. Juizo de orphaos, segundas a quintas is 10 horas
1*860 Primeira s 7 horas e 42 minutos da manhaa. 1' vara do eival, segundas e sextas ao meio-dia.
[ Segunda s 8 horase 6 minutos da tarda. | 2' vara do dvel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPUEMERIDES.
Quarto minguante aos 9 m
40 segundos da tarde.
9 La nova as 7 horas, 47 minutos
a48 segundos da manhaa.
Quarto crescente as 4 horas, 36
e 40 segundos da manhaa.
as8 horas, 18 minuto
dos da manhaa.
SEMANA.
24 Segunda. S. DelnW). ; S. Tharsila m.
25 Terca. NascimenloalSjLS. J. Cbristo.
26 Quarta. S. Esievao Protonler; S. Mariano
27 Quinta. S. Joo Apostlo e
28 Sexta. Ss. Innocentes mm. ; S
29 Sabbado.S. Thomaz de Canutara are
30 Domingo. (Vago) S. Sabiuob. m. ; Ss. Ve-
nustianoe Agripimano mm.; S. Anisio,
Gorreio de Pao-d'Alho e Naeareth.
Na prximo mez de Janeiro daremosi principio a
remeau do Otario para a villa de Po-d Alho e ci-
dade de Naxarelb, por um expretso nomo que tahi-
ra regularmente ama vez por semna, devendo pal-
iar a duas quando o numero de assigoautei augmen-
tar : onitores do referidos logare, e outros que
morarem naquella direcelo podem mandar abrir
suas asignaturas, contando com a certeza da re-
paite imcui.
i*
MINISTERIO DA JUSTICA.
Dmutlo n. 1670 ata 7 de novembro da 1835.
Separa o termo de Borofim do do Oueluz, e o de
Caal do de Santa Barbara, e crea em cada um
delle* ao de Leopoldina, na provincia de Mi-
nas Genes, o lugar' da juiz municipal, que aecu-
lar as fonccOes de juiz dos orph.ioa.
Hei por bem decretar o siguile :
Art. 1. Pica separado o lermo de Bomfioi do de
(Juelaz, e creado nelle um juiz municipal e de or-
pktaa.
Art. 2. Fica separado o lermo de Cete do de
Sao la Barbara, a creado nelle um Juiz municipal e
de orphSos.
Art. 3. llavera no termo de Leopoldina om juiz
manicpal a de orptdor.
Art. 4. Fiaam revogadas as disposicOes em con-
trario.
Jos Thomaz Nabuco de Araujo, do mea conse
Um,ministro e secretario de eslado dos negocios da
joslica, assim o tenha entendido e tara ejecutar.
Palacio do Rio do Janeiro, |em 7 de novembro de
1855, 34. da independencia c do imperio.Com a
rabrica de S. M. o Imperador.Jote Thoma: Na-
buco de Araujo.
Decreto n. 1672 de 10 da novembro de 1853.
Detaonexa o termo do Desemboque do do Araz,
na provincia de Minas Geraes.
Hei por bem que, ficando aem elTeiao art. 1. do
decreto o. 934 de 15 de marco de 1852, seja desan-
I snexada o lermo -do Desemboque do do Araz, aa
provincia da Minas Genes.
Joto Thomaz N aboco de Araujo, do meu conse-
llio, rainistro e secretario da eslado dos negocios da
jaslrca, assim o tenha enlenddo| e faca ezecular.
' Paloeia do Rio de Janeiro, em 10 de novembro de
1855, 34. da independencia e do imperio.Com a
rabrica de ^ M. o Imperador.Jotr. Thomaz Ka-
Hite de Araujo.
Decreto n. 673 de 10 de novembro de 1865.
Crea wo termo de Caoind da proriatea do:Cea, o
lagar dejaiz municipal, que acnmntatSaa fene-
caos dejatiz dos orphaos.
Hei por bem decretar o seguiolo :
Haver no termo de Cmind, da provincia do
Caer aun juiz municipal e de orphaos, revogadas as
diapotcSes em contrario.
. Joa6 Taomia Nabaco de Araojo, do meu ceose-
lh, rebristro e secretario de estado do* negocios da
joaUfa, assim o tenha entendido a faca eteeular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de novembro de
1855, 34. da independencia e do imperio.Com a
rabrica de S. M. o Imperador.Jote Thoma; Na-
buco de Araujo.
Decreto n. 1678 de 24 de novembro de 1855.
Desaanexa os termos de Maranguape do.dePilar, de
Campia Grande do do Brejo de Areia, e do Pian-
c do de Soure. na provincia da Paradina do or'
le; e crea em cada um delles o lugar de juiz mu-
nicipal, qae accumular as futiccGes de juiz dos
orphaos.
Hei por bem decretar o seguinte :
Arl. 1. Ficam desannez'sdos, na provincia da Ps-
uhibi do Norte, os termos de Maranguape do de
Pilar, do Campia Grande do do Braja de Arcia, e
do Banco do do Soure.
Arl. 2. Em cada om dos referidos termos haver
um juiz municipal qae accamolir as foneces de
juiz dos arphaos.
Jos Thomaz Nabuco de Araujo, do meo conse-
lae. ministro e secretario de estado dos negocios da
jasli;a, aasim o taoha enleodid a fat;a ezecutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de novembro de
1855, 34 da independencia e do imperio.Com a
rujbriea da S. M. o Imperador.Jos Thomaz Na-
Jtueo i Araujo.
'Decreto n. 1679 de 24 de notmbro de 1855.
Dictara de 1. ealrancia acomirca de S. Joao da
Mipibti, creada na provincia do Rio Grande do
Norte.
Hei por bem declarar de l. entrancia a comarca
deS. Jos d Mipib, creada pela lei n. 307 da as-
sembla legislativa' da provincia do .Rio Grande do
Norte.
los Tnomiz Nabuco do Araujo, do meu conse-
Iho, ministro e secretario de estado dos negocios da
joslica, assim o tenha entendido e faca ezecutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em -Ji de novembro de
1855, 3i. da independencia e do imperio.Com a
rabrica da S. M.o|Imperdor.Jote Thomaz Sa-
buco de Araujo.
3.' See/*o. Ministerio dos negocios da jnstie,a.
Rio de Janeiro, 1. de dezembre de 1855.Illm. e
Exm. Sr.Pos presente a S. M. o Imperador o
officio n. 186 de 8 do mes antecedente, qae V. Exc.
me dirigi, bem como o do promolor publico desea
capital, expondo a dovida em qae se achava de po-
der o Dr. Jos l.oureuco de Caslro a Silva conti-
nuar no exercicio dos empregos de lente do lyeu,
vaccinador e provedor de saude, nlo obstante estar
condemnado pela aasembla provincial a tres annos
de suspenso do lugar de juiz de dlreilo interino
que ezercia : e ficando o mrsmo augusto senhor in-
teirado do negocio e do que V. Exc. pondera no seo
citado oflicio, lioove por bem decidir que, sendo
exprese o art. itU > asaejilMl que a nana
de suspensao priva ass reos do exercicio dos seus
empregos durante o tempo della, e os impede de
,er empreados em outros que nao sejam de eleicSo
popular, e nao havendo odtro sim razio plaosivel
para qae esta disposico, que lie commum, deixe
de ser applicavel suspenslo imposta pelaa assem-
blas provinciaes, que na decretarao della proee-
dem como tribunal de jnstica (ast. 5. da lei de 12
de maio de 1840), a suspensao do lugar de juiz de
direilo interino, imposla ao Dr. Jos Lourenou de
Caslro e Silva pela assemblea legislativa desla pro-
vincia, importa a suspenslo de lodos os outros cargos
qoe elle occopava. O que communico a V. Exc.
paro sua inlelligencia, e pira fazer constar ao refe-
rido promsjor -publico.
Dos guarde a V. ExcJos Thoma Nabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia do Cear.
Submallera a approvacao dette ministerio, im-
talladas que sejam as duas pagadoriai, a tabella per.
nenie das ajadas de costo que deverSo (er os
ias erupregadoi, quandohouverem de fazer paga-
mentos fora dos lugares em qae se achirem func-
ionando as eslacoes pagadoras ; podeedo o Sr.
inspector comecar a abonar desde logo, provisoria-
mente, estas ajudas de casto, te assim for neces-
sario.
Devendo os lagares de escrivlo e ajudanles das
referidas pagadorias ser exereidos por empregados
da 1-seccaoda Ihesouraria, o Sr. inspector infor-
mar te- no ftu aaatsaute apessoal iisastada no
segundo qaadro provisorio ; lendo era vista que,
preenchido esse pessoal, devero ser despedidos
qaaesquer collaboradores e addidos que tenha i ihe-
aooraria.
No segando caes, isto he. no de dever-se augmen-
tar o pessoal, tanto quanto o exijam as priocipaes
necesiidadei do servico da thesoarsria, o Sr. ins-
pector demonstrar a conveniencia dessa medida,
indicando qual deva ser o augmento, e em que
classes. %
O qae o Sr. inspector cumprira' com todo o zelo
e puntualidad?.
13
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do dia 9 de novembro.
A' theaouraria da Baha, communicando que fo-
ram nomeados o juiz de direilo Jos Florencio de
Araojo Sqares para desembargador da relarao da
provincia ; o juiz de direilo Andr Cursiuo Pinto
Chichorro da Gama para jiz dos fetos da fazenda ;
e o juiz municipal Adriano Jos Leal, para juiz de
direilo da comarca de Monte Sanio ; e removidos os
juizes de direilo Francisco Xavier Cerqueira, da co-
marca de Monte Sanio para a de Caravellas* e Hen-
rique Jorge Rebello, dada Caravellaspara a deN'a-
z.irelh.
A' presidencia do Paran, remetiendo a copia
do decreto pelo qual foi o primeiro eseriplorario do
Ihesouro Joao oelnno da Silva dispensado da com-
misvlo em queso achava romo inspector da thesoura-
ria da provincia ; e igualmente o decreto de nomea-
co do primeiro eseriplorario da Ihesouraria de S.
Pedro Joao Cezario de Abreu para, a mesma com-
missSo ; a determinando que o etcriplarario Joao
Caelano se conserve oo ezercicio da commissao al
que chegae o seu saccessor, e na oecasiao de partir
para a corte Ihe mande abonar 6009 de alada de
cesto pan as despeza* da viagem.
A' Ihesoonria de Minas.O marqoez d Para-
n, presidenle do tribunal do Ihesouro nacional, res-
pondendo ao officio do Sr. inspector da Ihesouraria
de Minas n. 7!) de 26 do mez lido, em qae con-
lia acerca do procedimento qae deva ler, caso con,-
linoe fallar a rerrtigaa o iooro ripirario da
mrsmn ihestroTaria Joa Jamajaiam *-'rn-ttt jp Q
liveira Cala-Prela, qae ainda se Ihe nilo lnhe apre-
tentado, posto que hoavesse espirado em 5 de se-
(embro ollimo a licenca qae Ihe foi concedida para
tratar de teas negocios torada capital, declara ao
mesmo senhor inspector qoe, alm de ler o referido
terceiro escriplurario incurrido na pena da parla 2a
do art. 59 do decreto n. 736 de *> de novembro de
1856, esltambem comprehenddo na dispoiirao da
ordem n. 217 de 18 de agosto de 1851, e Ihe ordena
que inlims ao dilo empregado para apresenlir-se na
reparlirio dentro de um prazo razoavel sob pena de
demisso.
-10-
A'ihesouraria deS. Pedro.Omarquez de Para-
n, presidente do tribunal do Ihesouro nacional, remel-
leaoSr. inspector da Ihesouraria do RioGrandedo Sul
a inclusa copia aulhenticado decreto n.165'.i de-JO do
mez prximo panado, que crea nessa provincia duas
pagadorias filiaes da Ihesooraria de fazenda, para pa-
gadores das quaei se acham nomeados Estanislao
Jos de Freitas e Patricio Augusto da Cmara Lima;
e ordena que, dando immediala execuco ae dilo
decreto, ftra com qoe as pagadorias se installera o
mais breve possivel, urna na cidade do KioGrande e
ostra no ponto central da provincia, qne ao Sr. ins-
pector parecer mais proprio para occorrer com
aos pagamenlosjdos cornos de axercilo
.nados pela linha do Chuy a Miltdes, e por
oalrot lagares do centro da provincia.
O Sr. inspector designar o pagador Estanislao
Jos de Freitas pira a pagadora da centro, a o pa-
gador Patricio Antonio da Cmara Lima para a do
Rio Grande ; e bem assim os empregados da 4,
seccao da Ihesooraria que com el I es deverfo servir
de escrivSrs e seas ajudanles. Organizara, e po-
ra desde logo em execneBo, sobmellendo depois
a definitiva approvacao do governo imperial, as
insIruccOes pelas quaes se devem reger estas paga-
dorias.
Abonar provisoriamente urna gralificrao razoavel
aos empregados da Ihesouraria que forem servir de
escrivaes e ajudanles, e tambera as ajudas de custo
que devam ler para se (rantporlarem dos lagares am
que se acharem s ditas pagadorias.
m FIMOS DA F0RT114. ()
Pos Paulo Feval.
capitulo vr.
A eartelra.
I
Hara como urna ameacti as ullimas palavras de
RobiJson. Antea qae o pareeiro livesse lempo de
responder, elle tornea eom menos seccara :
Permilla-me que pergunle-lbe, senhor Sle-
pheu Williams, se presa mullo sen nome ?
()', tenhor I... exchinioa esli.
Aptrgonla pode parecer extravagante ao pri-
meirj aspecto; mas faco-a sriaiaeote..... Tenha a
bnnr'iade Se respoader-mc.
Pens que Tmc. disve di/er-me primeira-
menta.....
Charo selMor, inlerrompeu Robinson, espero
' qoe havemos de entender-nos naluralmenle... Fago
mais do que esperar, eslou cerlo... Mas para em-
Ear um dilo popular, pozermos o carro dianle dos
a conversado flear l0ga..... Nao pens qoe
. aeja am mtseravel em toda a forja do lermo...
Que!... exclamou Slephen Williams sallando
tabre a eadeira, am miteravel'
NSo, tornan Hobinson sem commover-se, seria
talvez h" muilo longe, e quero flear tobreludo no que
he vnrdade... Porm, se VrBc. nao he um misera-
vl, lomou a existencia como um jogo de azar, vive
a paras ou a nones; he o miis perigoso de todos os
Mes.
Foi para dizer-me ino, senhor Robinson ?
Perdoe-me!... Eii o qae acontece: Perde-se
a repulacio em Franca, por exemplo; passa-te para
America. Londres fica mui perto, i Blgica etl
esfglada e a Alletanha motlra-te inhotpitaleira pa-
ra om cerla geate... Na America vegela-se, nve-
te fallar da California e dat mina ; parte-te, ira-
balhu-te como escravo, ajunta-se quarenla oa cin-
coen a mil dolan de.ooro em p... Nao foi essa a
torania qae Vmc. gannoa em Sonora, seahor Sle-
phen Williams?... Robinson parou.
Ea o ouco. respondes* Slephen Williams, te
Ihe aoraz compor um romanea...
Com cincoenla mil dolan, eonlin. m o qoa-
kw barbado, pode qualquer vver mui honestamen-
te ; asas ess-aqui o etcolho : quer vlver como om na-
babo... arrisca o fraclo de neo trabejho sobra alga-
ma masa de jogo de Boston oo du qualquer outra
Vida Diario n. 398. "" '
devem ser folios com astittencia de empregados da1
Ihesouraria e ootrosim, informa qoe recesara ta-
lisfszer a doasrequisi;Oes do commandanle da cr-
vela a vapor Paraense, urna para qae fotsem Hornea-
do empregados da ihesooraria para assistirem e as-
signarem o inventario de novo commissario, e ootra
para que te nomeasse tambem ara empregado da
ihesouraria a lim de servir de escrivao de brigue
de guerra Caliope, vistas as dispoiices do t- ->'> lit.
1. do alvar de 7 de Janeiro de 1797, arl. 1., do avi-
*o do ministerio da marinha de 9 de dSHmfcro de
1815, 4., do art. Udi lei tt. 71 de 28 de telem-
bro de 1853, decreto o. 1395 de 27-de maio de
1854, e ai allribulffie* conferid s titaTaourarias
de fazenda pelo decreto n. 870 de 23da novembro
de 1851; declara ao mesmo Sr. inspector ; I., que,
erahora ot inventarios dos almoxarifados dos arse-
naes de_ marinha guerra, e os commissariados dos
navios de guerra, sejam actos peculiares dos respec-
tivos ministerio', qoe, em caso taes, devem re-
gular-se pela sua legislarlo e pralica, e com os
quaes nada lera as Ihesoorarias de fazenda, cojas
allrihuire?, na parte qae respeila i fitcalisacao da I
reeeta Cdespeza das eslarOes subordinadas aos di-
tos ministerios, stao expressamente marcadas nos
decretos de 20 de novembro de 1850 e 22 de no-
vembro da 1851, podara' todava o Sr. inspector
nomeiriempregados da Ihesouraria para assistirem
a esses inventarios, le assim Ihe for ordenado pela
Exm." presidencia da provincia ; e 2-, qoe, em vista
do 26 (I. 1. do citado alvara' de 7 de Janeiro de
1797, regularmente proceden o Sr. inspector dei-
xaudn de noraear um empregado da Ihesouraria para
servir de escrivao no J>rigue de guerra Caliope do-
rante a enfermldada de respectivo escrivao, por-
quanlo ai snbsliluicdet em casos taes acli am-se
prevenidas no referido 26.
-20-
A* allandega, declarando qoe o tribunal do
Ihesouro deu provimenlo ao recorto dos negocian-
tes Coelho e Diederich, mandado reformar a deci-
s3o da dila repartidlo a respailo do despacho de
orna ciixa com escarradeirai de porcellana, e de-
clarar que cumpre continuar a seguir, acerca da re-
ferida mercadora, o sy tema de medirlo al aqui
adoptado.
A' recebedora, mandando restituir a D. Anna
Hortencia Pinto a quanlia de 1039300, que pagou
peta lisa da casa terrea sila r.n roa de S. Carlos, vis-
to ler sido julgada sem effeilo a arremataran da dila
casa.
imponba a obrigecao de sellar lal pelican, previa
oa posleriormenle ao despacho, que antes de ser li.
rada por publica-forma, e so eilando ella incluida na
generalidade de qualquer outro documento ou papel
de que fazmencaoo paragrapho ultimo do arl. 35
do dilo reguiamento, o teu sello he somenle obriga-
lorio nos caaos ah especificados, noi quaes se nao
pode accommodar a referida publica-forrno, pelo que
nenhoma culpa oa irregularidade comraelleu o la-
belliao que a patiou para "ser sujeito imposioao da
mulla de que trata o arl. 87 ^ 5 6 do citado rega-
la ment.
Ao ministerio da juslira.Illm. e Exm. Sr.
Haveudo-te ordeotdo Ihesouraria da provincia de
Gojaz que pagine ao vigario geral e provisor da-
quelle bispado a respectiva congrua, a qual se de-
elarou ser igual a qae percebe o da dioeete do Par,
reprsenla agora o impeclor da mencionada Ihesou-
raria haVer sobrestado no cumplimento da referida
ordem al que se Ihe esclarec qual seja esse venci-
menlo, porquanlo nao consta elle na repartido, e
alm disso v-se dos orcamculos geraes qae he or-
eada para doas \ garios geraes e provisores daqaella
diocese a quanlia de 1:1009, sem especificarn do
quanlo compele a cada ura delles ; accresceodo que
o sacerdote que exerce era Goyaz-as fonccOes desse
cargo he cora da calhedral, e como os demais viga-
ros percebe a congrua de 3009 annu.ies, e serve ac-
tualmente de vigario capitular, por cojo motivo ja !
reclamara que se Ihe uzease eHeclivo o abono da gra-
lillcacao de 219, de que (rala a ordem n. 223 de 9
de seleinbro de 1851. O que lodo communico a V.
Exc. para que se digne de resolver a semelhanle res-
peito, informando-me da sua deciso, afira de poder
responder ao sobredilo inspector.'
A' presidencia ,de Para.Illm. e Exm. Sr.
Conslando-me por um oflicio da Ihesouraria de fa-
zenda dessa provincia, de 15 de maio ollimo, qoe
V. Exc, nao obstante as disposicOes do art. 26 do
alvar de 27 dejanefro de 1793, annuira ao pedido
do commandanle do vapor Paraense, e ordenara ao
inspector da dila Ihesouraria qae nomeasse um em-
pregado della para substituir interinamente o escri-
vao do navio de guerra Caliope ; lenho a ponderar
a V. Esc. qoejsemelhanl nomeacSo, alm de con-
traria t disposices citadas, opooe-ie aot principios
de urna administrado leguiar, em virlude dos quaes
afeas.rUitMka.Mtm ,.f rf, orneada Iaajm.r-mum aaBlL-sutajicicio
cao, ou ditpendio de dinheiros pablicus daqaeil ~
foncciona*rio, qae lem depois de inspeccioni-lo, e de
i n ler por jaizo acerca de sua moralidada.
14
Ao ministerio da juslica. Illm. e Bim. Sr.
Aos avisos de V. Exc. de 13 de agosto passado, em
que reqoiiila ordem para que o bacharel Eduardo
Pndahyba de Mallos, juiz mosicipal a do orphaos
do lermo de Maogaraliba, seja pago de seas orde-
nados db mes de julho ultimo em dianle, respondo,
declarando a V. Exc. que, havendo o dito bacharel
oblido, como juiz municipal do termo de Itaguahy,
Ires mezes de licenca por esse ministerio, conforme
me foi commumcado em aviso de 26 de marco*olli-
mo, que lindaran) em 25 de junho, foi removido,
durante esse lempo, para o termo de Maogaraliba,
segundo V. Exc. me fea conatar em aviso de 4 do
mesmo mez; porque nao se acham ot juizes rauni-
cipaes eomprehenddos na disposicao do arl. 40 da
lei de 18 de teterobro da 1845 n. 365, por nao serem
magistrados, segando se acha declarado na egisla-
cjlo, mas lim na classe genrica de empregados de
jasliea. os quaes nAo podem receber o seus venci.
menlotsenao depois da respectiva posse e exercicio,
como diepoem as ordena de 25 de fevereiro de 1834
e 17 de maio de 1852, e aviso circular do ministerio
a cargo da V. Exc. de 12 deijulho de 1849, expedido
sobre consulta da seccao da justica do contelho de
eslado de 11 do dilo mez, nao poda o referido ba-
charel ser pago de seus ordenados como juiz muni-
cipal de Mangaraliha a datar de 26 de junho, em
qoe terminoa a licenca, seoao desde odia em que
mostrar haver tomado posse e entrado em exerci-
cio desle logar. /
A* Ihesooraria do Para.O marqaez do Paran
presidente do tribunal do Ihesouro nacional, res-
pondendo ao oflicio n. 107 de 15 de maio do cor-
rele anno, em qoe o Sr. inspector la Ihesouraria
do Para consulla se os invenlarios a que ie procede
nos arsenaes de marinha e gaerra'no flm dos exerci-
cios, oa quando to sobsliluid^s os almoxaiifes, e
aqnelles a que se procede ,os navios de guerra
quando ha mudanca dos riyspeclivos commiisarios ,
A' Ihesouraria do Para.O marqaez de Paran,
presdanle do tribunal do ihesouro nacional, respon-
dendo ao oflicio n. 188 de 11 de oulabro prximo
passado, em que o Sr. inspector da Ihesouraria do
Para d coala dos motivos por que indeferira em
junho am requerimenlo do csptao-teaenle Achules
Lacombe, que pretende a restiluicae de parle do
imposto de 5 por cento pago pela gralincac3o de 609
mentaet que percebia como director do corle de ma-
deras, suspenso al segunda ordem, aoles de com-
da mniikiao, llie
nasaara qae o arl. 13 ca lei de f> de selembro de
1854 nao revoga, como suppOe o Sr. impeclor, a ad-
verleucia 2. da tabella annexa de 3 de novembro
det85t,equeoserapregadosque liverem pago o dilo
imposto por um nono lem direilo restiluicao da
parte do mesmo relativa ao tempe qoe fallar para
completa-lo.
-A' mesma, approvando a delibcarao lomada em
junta de sujeilar ao sello proporcional as conlas
que os negociaaiee passam na forma do artigo
219 do cdigo comaaercial, viilo rrh verdadiras
obrigarOes mercaorstj> que Irarriferem a proprie-
dade.
A' do Cear.O marquez de Paran, presidenle
do tribunal do Ihesouro nacional,'lendo dadoconhe-
cimento ao minitlerio do imperio do oflicio do preii-
dentedo Cear u. 28 de 17 de outubio ultimo, a que
acompanhou por copia mn requeriraento de> yarioe
Indios da povoa;So da Meeejana, qaeisando-se da
Ihesouraria por te haver recasado /mandar paisar-
ihes carlai de aforamenlo de anas Ierras a qae se
jnlgam com direilo, previnsraoSr. inspector da mes-
ma Ihesouraria, de confermidade com o aviso daquel-
la minislerio de 12 dt> correle mez, que S. M. o
Imperadorhoavepor bem mandar declararan dilo
presidenle,que, averiguado que os queixosot sao re-
almente descendentes dos prime iros indios, aos quaes
f.irafeila a concets3o das Ierras em queslao, pertcn-
cem-lhes os terrenos de quo lem eslado de posse,
sem que lites seja preciso obler caria de aforamenlo ;
devendo assim entender o aviso de 16 de Janeiro de
1851.
mAoi i
doivid
parle, e perde. Retiste i sorle. Assigna impru
denlemenle ledras de phanlisia... Vmc. achar esse
termo cortea..; e nm dia escapllndo das asaos da
polica americana, embarca no paquale para vnllar
Franca... lato he romance, senhor Slephen Wil-
liams V
O semblante deste eslava paludo, lodavia ella con-
Unha-sa bem.
Ea o ouco, senhor, e, palavra de honra,- ad-
miro-o [
Palavra de honra 1 repetio Robimoo desvian-
do o rosto,
Oh! dlsse Sleplien Williams em lom provo-
cante, al agora o senhor nao insiilloa-me directa-
mente : vejamos o qae lem a dizer sobre minha
honra.
Robinson erguea lentamente os olhoi para elle e
respondea : i
A esse respeilo nada direl. NSo Irata-ae disto,'
entre nos... Se devo exprimir minha maneira d
Csnsar, jalgo a Vmr. incapaz de ler rounado o n
re homem, cujo nome lomou.
Mullo ohrigado 1... balbuciou Slephen Wi
liams esforcaodo-se para sorrir.
Ms por ora, lornou Robinson, necessilo
nome.
Elle perlence Ihe .'
Nao muilo mais do qae a Vmc. I
Entao, disse Slephen saudando-o co:
se permitte, eu oconservarei at vcmoi.
Al vermes, pois bem, repeli Rob
dando-o por sua vez.
Hoove am silencio que Slephen pode
embanco de Robinson. Dizia comiigo :
cao he m ; porm a dello he raelhor?
ful que conheeeu-me anligamente, e qae
cipar do uegoeto ; facamosboa reiitlenc1
dianle alguns loizes, Rearemos salvos!
Sabe sua historia, senhor Stephin Williams '.'
pergantoo Robinson repentinamente.
Qoe diz.'...
Pergonto, se abe sea historia... NlC
historia do avenlureira, cojo nome escapa--me...
Ah ali! inlerrompea Slephen tria mphiste,
o nome escapa-lhe?... I
Hei do lembrar-me delle, nao se infqulele!...
Nao mus. dizia eu, a historia do desgranado que
descoota valoree de pacolilha, e qoe fogeV aolet do
prazo... Esse deizo parle por am instan te... Mas
a historia de um rapaz honesto, laborioso le inlell-
gente, qne era ha om mez eaixeiro principaVl de uro
bauqueiro de Boston.
Charo senhor, inlerrompea Slephen tai libera, o ni
retrato que Vmc. (az de mim he mu litoag elro. )h|elzrflpaz.
T, "I" mtzl lornou Robinson, ettf Slephen Vaulhier li
Williams de que fallo, era lado iiso, aoj Ja mais: '"'
seu palro, que alias conhece os bomensi ler-lhe-
bia confiado a casa inteira... Mai ha um ^iste je-
irona,
nson sau-
fttribuir ao
linha posi-
e um la-
koer parti-
|a, e roe-
verso de medalha : lodos nos somos sojeitos a Tra-
quear... Com grande jpanlo daquellet qae o co-
nheciam e eslimavam, esse Slephen Williams desap-
pareceu lavando cornaigo ledras de cambio no valor
de am milhao o trscenlo! mil francos... Vmc. em-
pallidece, charo'senhor... bem v que ignora sua
propria hislorbl!
O vi'jante/que nao podemos mail denominar Sle-
phen WijMaaM, licra com effeilo paludo, e suai
vam atacadas de um Iremor nervoso,
homem nao perde-se completamente assim
dia, continuoa Robinson. Slephen Williams
pido/'ceder a um movimeulo de loucora ; mas sem
da o remorso veio logo, e o remorso pode indo-
o ao suicidio... Salvo, interrompeu-te elle enca-
da o pareeiro, salvo se Vmc. sasnssinnu-o !
O falto Slephen levanlou-se e recuon vacillando.
Senhor I senhor I.....exelamoo elle com es-
panto. -
Robinson nao Ihe lirava os olhos de cima.
Seat cadver foi achado na praia na foz do Se-
na, dase elle levanlando-se tambem, sua carteira
conlendo um milhao e seiscenloi mil trancos, des*
apparecra.
E o senhor cr?r..
Creio lmenle ama cousa, he qoe essa carlei-
Ka est no bolso de sua sobrecama.
O falto Slephen Williams apoiou-se parede pa-
ra nlo cahir. Um suor fri corria-lhe da fronle.
Robinson dirigio-se ella a pasaos lentos, di-
zendo :
Sopponha agora que ion nm oflicial de jusi-
Cfl americano, leudo previamente preenchido es for-
malidades requeridas para obrar no territorio frin-
cez... que ponho-lhe a niao na gola, (Reuni o ges-
to a palavra) e que digo-lhe : Em nomo da lei esla
preso, Francisco Vanlhierl
Os olhos desle volviaro-se-lhe as orbital. ,
Bem v que lembrei-me do nome, lornou Ro-
binson ; ea o linha ha urna hora oa pona da lingus.
E cuma insloctivameote o prhdoneiro leniava li-
vrar-se, elle acerrsceiiloo conteudo-o :
Nlo se defenda, Vaulhier, he intil... eu o es-
trangulara dez vezei anles qae Vmc. livesse lem-
po de armar sea revolver... Ea o teaho moral e pin -
sieamenle preso, meu pobre rapaz ; ptnsicamenle
pelos meas punhos, moralmenle por esla dilemma,
que he mais forte do qoe meus punhos ; oo Vmc. ha
Slephen Williams, e nesse caso prendo-o como len-
do subtrahido um milhto e seiscenlos mil francos ao
ten patrio Peler Rrstol... oo nao ha Slephen Wil-
liams, e entao prendo-o como lendo commellido am
hojnicid as praiai do Havre sobre a pessea desse
literalmente aniquilado cabio de joe-
Ihos halliiu.....lo :
Sou um miseraval I lenho commellido mnitas
ser"- mem minha vida, a son cruelmenle poni-
'
A' presidencia de S. Pedro.O marquez de Pa-
ran presidenle do tribunal do Ihesouro nacional
responden do ao oflicio do Sr. inspector da ihesouraria
do Rio Grande do Sul o. 366 de 20 do mez prximo
lindo, qae acompanhou u publica forma de urna pe-
licao despachada pela allandega de S. Jos do Nor-
le, e em que pergunfa se o tibelliao que % passou,
sem estar o documento original sellado, esl sujeilo
mulla, nos termos do arl. 87 4 6 do reguia-
mento de 1(1 de julho de 1850, declara que, nao ha-
vendo no mesmo reguiamento disposicao alguma que
MINISTERIO DA GUERRA.
Rio de Janeiro. Minislerio dos negocios da guer-
ra, em 20 de novembro de 1855. Illm. e Exm.
Sr. S. M. o Imperador, lendo ouvido as seccOes
justica e ifi guerra e marinha do contelho de
o sobre o oflicio dessa presidencia n. 97 de 8
julho de 1854, propondo as duvidas ; Ia, se sao
mes a tentativa desollar recrutas, e o acto de
tura plena ; 2*, te, nao sendo crimes, qual deva
r seu procedimento ; 3", se a lal respeilo deve
guiar-te pelo cdigo, ou pelas instr necees de 6 de
abril de 1841. E conformndose com o parecer
das mesmas secres hoave por bem, por sua imme-
diala e imperial resolurao de 14 corrente, mandar
declarar : 1, que o aclo de soltar om recrula nao
lie crime no sentido que o cdigo d a esta palavra
rabora seja ponido com as penas marcadas as cita-
das iuslruccoes, donde se segne que nao se podem
applicar a esse aclo as regras que o cdigo penal
eslabelece para qualiflear a tentativa, visto qoe all
se julga crme a tentativa do crime, islohe, de urna
acc^lo como lal qualilicada pela le, e nao sendo cri-
me a soltura de am recrula, segue-se tambem que
au he crime a tentativa ; 2, que aquello qae sim-
plesmenle tentar sallar recrulas nao esUi sujeite a
procedimento algum criminal, salvo sa o fizer por
algum dos modos qoe a lei qualifica criminosos, co-
mo, por exemplo, se tentar soltar o recrula poj
melu de peila, pois enlao estar jncorso no art. 130
do cdigo penal ; se tentar acommcller com forci a
prisao, para o soltar, caso em qoe estar incurso no
arligo!22 do mesmo cdigo,e assim em mitras hypo-
Iheses all prescriptas ; 3', finalmente, qoe a \ isla do
que Oca declarado, he obvio que em semelhanles
casos deve aaalordade regular-se pela natureza
delles, resolvendo-os pelsi iuslruccoes de 6 de abril
de 1841, ou pelo cdigo penal, conforme esliverem
acautelados nesle ou comprehendidat naqaellat: o
que communico a V. Exc. para seo conhecimcnio e
execueao.
Dos guarde a V. Exc. Marquez de Caxiat.
Sr. presidenle da provincia da Minas Geraes.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 24 de novembro de 1855. feudo le-
vado a presenta de S. M. o Imperador o oflicio de
V. S. sob n.254 de 21 de Janeiro do prsenle anno
cobrindo o do coronel commandanle da 2a brigada
da divTsio do teu commando que inclua oulro do
lenle coronel commandanle do 3 balalhto de in-
lamaria, o tronl peste ejfTarwmmUa' ics ta-
bella das continencias mandadas observar par pro-
visao de 6 de marco de 18W, apresenlando ai du-
vidas aeajpinles:
1" Se am sargento que he cavalleiro da orJem
imperial do Cruzeiro ou da Rosa, quando for preso
dever ter recolhido prisio dos inferiores, ou ao
eslado-maior, se deve entrar no circulo des ofliciaes
de'palcnle ; esapassando por elle urna guarda com-
mandada por oflicial subalterno, lem direilo a que
este Ihe mande perfilar as armas ; 2", sa um len-
le coronel commandanle de balalhu, estando* fren-
te delle debaxo de forma, deve faver continencia a
nm oflicial de palenle inferior qae all passar, no
caso de ser dignilario do Cruzeiro ou oflicial da Ro-
sa ; 3a, le um coronel oo lenle coronel qae com-
mandar interinamente um balalhao deve lar ou nao
a continencia do potto immediato, na conformidade
do S 35 da mesma provsao ; i', se o majores e ca-
piles presos de correccSo devem fazer servico como
se pralica com os olliciaes subalternos, segundo o
disposlo no reguiamento de 1773 ; o mesmo augus-
to senhor, ouvndo tobre taes duvida o consellio su-
premo militar, manda declarar ; quinto a Ia, que
o sargeato condecorado com qualquer das referidas
ordeus dever ser recolhdo a ama prisao especial,
qu nao seja o eslado-maior nem o xadrez; que nao
sendo oflicial nao poder enlrar no circulo dos of-
liciaes, mas que Ihe deverao ser mandadas perfilar
as armas pelo oflicial subalterno commandanle da
guarda qoe por elle passir ; quanto a 2a, qae u-n
lenle coronel, estando frente de sea batalhao,
tara continencia ae dignilario ou oflicial do Cruzei-
ro, e ao oflicial da Rosa, embora Ihe sejam inferi-
res em palenle ; quanto 3a, que ao coronel oo l-
enle coronel que commandar interinamente ara
batalhao, se faca a continencia correspondente ao
posto immediala mente soperior, mas nunca maior
do qoe aquella quo couber aos coramamlantes ef-
fectivos; quanto a 4a e ultima, que os majores e ca~
pitaes presos de correcto nao devem fazer servico,
por ser isso al expressamenle determinado para os
subalternos.
Dos guarde a V. S. Marquez Cari deas.
Sr. Francisco Flix da Fonseca Pereira Pinlo.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra,
am 28 de novembro de 1855.Illm. e Exm. Sr.
Foi prsenle aS. M. o Imperador, com o oflicio de
V. Exc. sob n. 155 de 19 do crrenle mez, a copia
do que a V. Exc. enderecou o commandanle do cor-
po da guaroicao fixa dessa provincia, pedindo qae
se Ihe declare : 1.*, se o oflicial qae servir de fiscal
nos conselhos econmicos tambem vola ou nao as
deliberaces dos raesmos'.' 2:,se o reguiamento pi-
ra os referidos conselhos nao autora* lmt oscommandantes des ditos CBrpiJS pera "alera dos
commandanlesde companhias poderem mandar ele-
eer oa nomear om oflicial para servir ele vogal. oa
iiypolhese de nio dever volar o fiscal ? E o mesmo
augusto seahor manda declarar a V. Exc, para o
fazer constar, que os vogaes dos conselhos de qae te
trata sao s os commandantes de companhias, e que
os majores podem Gseaiisar e volar nos corpoi de
goarncao lita.
Dos guarde a V. Exc.Marquez de Carias.
Sr presidenle da provincia de Minas Geraes.
MINISTERIO DA MARINHA.
Expediente de 29 de novembro de 1855.
Ao commandanle da academia da marinha, deter-
minando, em conformidade da proposta apreseota-
da em oflicio n. 902 de 24 do correle, e de accordo
com a classifcac,ao fela pela congregaco dos lentes
da mesma academia, que sejao promovidos a goar-
das-marinhas os seguales aspirantes : Antonio Jo-
s Ferreira, Pedro Jos Alves, Lucio Joaquim de
Oliveira, Pedro Lopes Rodrigues, Francisco Jorge
da Silva Araojo, Geraldo Candido Marlins, Emi-
lio Augu.lo de Mello e Alvim, Augusto Cesar Pi-
res de Miranda, Jos Luiz Teixeira, Manoel Lopes
da Cruz, Francisco Forjaz de Lacerda, Joaquim Car-
doso Pereira de Mello, Jacinlho Fernandes Pinhei-
ro, Eduardo Wandenkolk, Antero da Costa Alba-
no, Manoel Lopes de Sania Rosa, Maooel Lopes da
CooeaMa.
GOVERNO SA PROVINCIA.
Expediente do dia 19 de dezembro.
Oflicio.AoExm. marechal commandanle das
armas,' inleirando-o de haver expedido ordem.
ihesouraria provincial, para que, a vista do reque-
rimenlo e mais papis que S. Exc. remetteu, man-
de pagar ao alteres do 2' batalhao de infamara,
Aurelio Joaquim Pinlo, a quanlia de 579600 que
elle dtspendera com alugueis de cava I los em sna
marcha da comarca de Flores para esta capital,
conduzindo presos de justica.
DiloAo mesmo, dizesdo que, com as copias
dos olficios do provedor da saude e do mdico en-
carregado do Lazareto do Pina, responde ao de S.
Exc' acerca dos commodos necessaiios ao destaca -
ment de primeira linha existente no mesmo. la-
zareto.
Dito Ao eksjfe de polica, declarando que po-
de aulorisar o delegado do termo de Barreiros a
aluga* por 200 annuaea a casa que ah se est
do agora... Nlo lenho essa morte na consciencia,
senhor,... juro-lhe que sou innocente, e rogo-lbe
que tenha piedade de rom 1
A carteira?... comecou Robinson.
Hesliluirei a carteira, exclamou Vaulhier ; o
milhao e seiscenlos mil francos de lettras de cambio
ainda esiao nella.
Reala saber o que fez Vmc |de Slephen Wil-
liams.
Oocs-me, e Dos Ihe infunda eoofianca em
mim!... Ea linha fgido de Boston bem como o se-
nhor disse, e linha vollado para a Franca, onde me
agnardava a miseria... Durante mel anno viv, Dos
sabe como... No fim desse tempo operado de divi-
das, e perseguido peloa meus credoret, achei-me no
Havre sem saber que lizesse, procurando talvez
um lugar em que o mar foste bem fundo para afo-
gar-roe... pois estos aborrecido desla vida, e deso-
jo evitar o desenlace qae termina de ordinario a vi-
da de mena iguaes.
Vaulhier fallava assim com deslenlo. Parou e
lancou no quaker am olhar que quera dizer : Cre-
ma r... Ao menor tigml de dovida faltavam-lhe as
forras para pleitear sua causa ; porm nos olhos de
Robinson havia mal compaixao qoe severidade.
Achci sobre a areif, s-onlinoou Vaulhier, qua-
si no logar qae o senhor dlsse, nao om cadver, mas
ama carteira... Nessa carteira qoe trazia o nome de
Slephen Williams havia dezeteis ledras de cambio
de qualro mil libras esterlinas cada orna, e ama car-
la dirigida ao banqueiro Peter Bristol... Disse corru-
go : se o proprietarin desla enorme lomma morrea,
he a Providencia que me faz seu berdeiro...
Robinson meneou a cabrea.
Ah I senhor, disse logo Vaulhier, era racioci-
nio deqaem se afoga !... Se, pelo conlrario, disse
ainda comigo, o dono desla carteira existe, culo re-
partiremos entre nos o dinheiro.
E lomon a carteira'.' diste Robinson.
Qualquer outro teria vindo, l-la-hia to-
mado.
E lomou tambera o nome qae ella Irazia'.'
Havia lano lempo que eu nao quera mais o
meu I d
E depois?
Vi qae ns lellrns eram sacadas sobre tenhor
Ricardo Des Garennet, em Paris, onde fui procra-
lo ; diueram-me que esteva em tea caslello mar-
gena do I,oir... Este Ricardo Bes Garennes he mi-
lionark), am Cresas... ea vinhe...
Vaulhier hesilou.
Vinlia ?... repeli Robinson.
De que serve dis-lo, exclamou Vaulhier. Sei
3ue oio obrei bem... mis achava-me sobre a borda
e am abysmo, e o acaso ienlou-me!... O qae aca-
bo da dizer he verdade, nao defendoma mais, e
enlrego-me iotelramenle no senhor recommendan-
do-me tua compaUaj.
Robinson ficou om lisiante pensativo, e depois
perguntou i
Contervoa a caria que eslava na carteira ?
Vaulhier enlregoa-a aberla, dizendo :
Nao eslava lacrada.
Robinson paasou-a pela vista, ama expressao de
tristeza difundise por suas feircs, e elle mur-
muran :
fioilado I
Mas, senhor Vaulhier, lornou lacodindo re-
pentinamente a cabeca como para afagenlar ama
idea importuna, nao descontam-se lettras de quatro
mil libras-esterlinas as caai de cambio.
Vaulhier bem o tabia ; por pouco nao morrra de
fome com o seu milhao e meto oa algibeira.
Foi honlem, responden elle, que apresenlei as
lettras caixa da cata Des Garennes, na ra do Hel-
dar em Pars... o eaixeiro pretextoo a ausencia do
patrao... pnrti para c ; anles de partir lomel am
oflicial de justica, o qual fez o necestario... o ulti-
mo caso minha inlencao era transigir com esse Mr.
Des Garennes.
Robinson poz-lhe as naaos sobre o hombro, e per-
guntou sorrindo:
Lembri-se de ler enconlrado ama vez na na,
em Boslon, am homem a quem Vmc. pedio es-
mola? 1
Ha nalavras qae offeodem e hamilham a lodos.
E-inola'... repeli Vaulhier.
Depois accrescenloo vivamente :
Espere.' espere 1... Urna vez... he verdade I...
ped com que podesse partir para as minas... O ho-
mem a quem dirigi-me eslendeu-me a mo...
Robinson eslendeu-lhe a mao sem cessar de
sorrir.
E em toa mao, accrescenloo Vaulhier. havia
cem guineos.
Robinson abri a mflo, na qual achavam-se cinco
burieles de banco de dez libras.
Bem como hoje!... exclamou Vaulhier eslu-
paiaclo.
Esfregou os olhos e reesou.
Essas barbas longas..... omecou com hesi-
lacao.
Passei am anno inlciro ua India visitando mi-
nhas feilorias... ~
Vaulhier nao o deixou acabar; pegou-lhe repenti-
namente na mao para leva-la aoi labios, e disse com
emocao profunda e sincera :
Ah miscravel de mimque o n.lorei'onheci'....
O senhor he o grande, o rico, o generoso banqueiro
de Boston...
Robinson poz-lhe o dedo sobre a bocea, a inter-
rompeu-o :
Sou Slephen Williams, enviado da America i
Franca para fazer as cobrancas da casa Peter Brlt-
lol... Honlem comprei debaxo desee nome de SI
phen Williams um milhao a seiscerrtos
DitoAo juiz municipal supplentc do lermo
de Goianna, autorisando-o a mandar Joao Josa da
Cunlia Menezes entrar no exercicio do officio de
escrivao da provedorisfle capailas e residuos da-
quella comarca, para o qual foi nomeado por de-
creto de 31 de agosto deste anno, ficando porm
obrigado a apresenlar o respectivo titulo no prazo
de 3 mezes coudos desla data.
DitoAo vigario do Altinbo. Tenho prsenle
o seuofficiode 15 do corrente, Mmmunicando-rrie
os casos fataesqueahi tera apparecido daepMemia,
e pedindo a remessa de alguns medicamentos ; m
resposla tenho a dizer-lbe que para essa i nasa rea ja
havia ordenado qua seguisse urna ambulancia a ser
entregue ao respectivo juiz de direilo, a quetu ago-
ra nova mente officio, recommendando que faca
proinptamente soccorrer quaesquer individuos, ae**
infelizmente forem accommeltidos do mal nessa lro-
guezia emquanio nao faco seguir um facultativo.
J tinha recommondado ao director da colonia do
Pimenleiras, que fizessecom que o respectivo fa-
cultativo se presiasse a tratar as pessoas que forem
accommetiidas da epidemia na circumvizinhanca da
mesma colonia.
Cumpre que Vmc. de accordo com as autoridades
desse lugar se esforc por animar a populacho e
execuiar as prescripeoes da Junta de Hygiene de
que j havia mandado para ahi alguns ezemplares e
agora remeti mais cinco.
DitoAo regedor do Gymnasio, devolvendo os
papis queSmc remetteu, relativos aofilbo de Ze-
ferino da Cuuha Bastes, que pretende ser admttido
no mesmo Gymnasio, e declarando que proceda a
respeilo nos termos de ou oflicio de 17 do cr-
reme.
DitoAo provedor da saude, dizendo que pode
elevar, conforme propoz, a 19 diarios o jornal de
040 rs.'que actualmente percebem os 4 remadores
que eslao servindo do escaler destinado para as vi-
sitas das canoas e barcacas na entrada do porto des-
te cidade.Communicou-sc ihesouraria de fa-
zenda.
PortaraAo director do arsenal de guerra, pa-
ra ornecer ao commandanle do 6' batalhao de in-
famara da guarda nacional do municipio do Beci-
fe 350 armas do adarme 13, as quaes deverao ser
trocadas logo que baja no mesmo arsenal armamen- .
lo do adarme 17. Fizeram-se as necessarias
comitunieaces.
DitaConcedendos Manoel Lourenco de Mal-
los, a demissao que pedio dd lugar de ajudante de
eugenbeiros da repartinao das obras publicas.
Expediram-se ascommunicaeoes necessarias. *
DilaMandando admiltir ao servico do efereito,
como voluntario, por lempo de 6 annos, o paisano
Amonio Marcolioo de Franca Lemos, que pVce-
ber alm dos vencimenios, que por lei Ihe competi-
rem, o premio de 300$.Fizeram-se as neronianas
copaiaunicacoes.
TJiaConcedendo a demissao que podio Anto-
nio Augusto da Fonseca do posto de capito da 3.*
_ companhia d 3- batalhao de infantera da guarda
aditicaado. afinr-tle.aariir.de cajeta na^uallalee- ionaldo municipio do Rorifa Commniirnn
mo, visto nao ler a actual segranos alguma e nao
offerecer as necessarias aceommodaees, como de-
clara S. S.'Communicou-se ihesouraria pro
vincial.
DiloAo mesmo, dizendo que expedir as con-
venientes ordens nao s para desiacarem com ur-
gencia para Barreiros disposicao do respecti-
vo delegado 20 soldados do corno de polica,
coramandados por um oflicial inferior, roas tam-
bem para que o director .do arsenal de guerra for-
neca ao mesmo delegado cincoenla armas do adar-
me 17 e f.OOO cartuxos embalados d igual adar-
me.Expediram-se as ordens de que se trate.
DteAo comroandante da esteco naval, de-
clarando que deu sciencia ihesouraria da fazenda
de haser o segundo lenle d'arroada Manoel An
tonio Viegas Jnior entrado no gozo de tres mezes
de licenca que Ihe foram concedidos pelo governo
imperial para tratar da sua saude neste provincia.
Ofliciou-St a respeilo referida ihesouraria.
DiloAo director das obras publicas, inteiran-
do-o de haver em vista de sua iaformacao autori-
sado ao inspector da ihesouraria d fazenda a man-
dar indemnisar a Margarida Mara da Cooceico
da importancia de urna sua casa de taipa que foi
demolida por ficar na direccao do 1* la neo da es-
trada de Muribeca.
DitoAo director do arsenal de guerra, para
mandar substituir por oulras as Africanas livres
Rachel e Manoala, que so acham (pregadas no
servico do collegio -das orplias.=Fizeiam-se as
necessarias communicaeoes.
DitoAo juiz de direilo da comarca do Boni-
to.Em addilamenlo ao officio que homem Ihe
dirigi, remeltendo-lhe urna ambulancia, lenho
communicar-lhe qne, segundo parlicparu-me o vi-
gario e o juiz do paz da freguezia do Altinbo, lem
apparecido allialgunscasosqueparocem da epidemia,
e que portento cumpre que 'Vmc. para la extenda
suas vistas e cuidados, prestando promptamento os
convenientes soccorros emquaulo nao vai um fa-
cultativo.
de rendas francezas, e quero conserva-las..... Mas
diga-me, senhor Vaulhier; quer toroar-se homem
honesto. -
Se eu livesse om prolector como vossa tenho-
ria... .
Quero tentar essa cura, e emprego o no mea
servico... Nao encubro que rreceaatlo de Vine... Qoe
ha ua carta que escreveu a Mr. Des Garennes?
Ha poMces, senhor, respoodeu Vaulhier com
embaraco, em qae a genle julga dever recorrer
audacia... minha caria he um lano inslenle, e cal-
cnlei-a de maneira que astustasse om pouco:.. sem
lodavia fallar das Ultras de cambio nem do oflicial
de joslica.
Muilo bem !... murmuren Robinson. Ella es-
l assigoada com o nome de Slephen Williams?
Ah I lim...
Tanto raelhor I disse ainda o quaker esfregan-
do as maos ; eu quera justamente escrever-lhe qoa-
si nesse sentido, e eslava muilo embarazado porque
elle conhece minha leltra.
Eu disse-lhe na minha caria que viesse fal-
lar-me...
Bravo 1... eu he qae o receberci... Mas visto
que lomo sen falso nome, Vaulhier, e visto que vos-
s nao qoer maii sea nome vefdadeiro, deixo-lhe o
mru : Robinson.....Orabas a Dos ha maila gente
assim chamada I
As pessoas desla hospedara?..... objecin
Vaulhier.
Encarrego-me disso, e respondo por voss.
Oavio-se urna carroagera que entreva a galope no
paleo, depois a voz de Mr. Des Ulrenoes apressada
e commovida :
(lude esl ella?... Morin Antn i na!... Onde
esla o digno senhor Slephen Williams ?
Qnal he o mea papel osa lado lito?..... per-
gantoo Vaulhier om tanto inqoielo.
Apoiar o qae eu disser e deizar-me obrar.....
respondea Robinson rpidamente. Allencaol elle
ahi vem i
Aos gritos de Mr. Des Garennes Morin e Anlo-
nina acudiram presurosos.
Elle esl all, diste Anlonina, com o bello se-
nhor que quiz bater o cabello rejivo.
Des Garennes nlo fez caso desla particnlaridade,
e ordenou :
Lavem-me jf> tea prestnra I
Se o servo quizar deixar-nos passar... murmu-
roo Morin.
. Meu Dos I que bello negro !... disse Des Ga-
rennes fieudo a Vendredi om aceno allvel ; bom
dia, amigo!...
Quanlo toa linda cor, apoiou Anlonina, nao
lia dovida.
Apezar desses cumprimenlos lisoqgeiros, Vendredi
unha-s se ao respectivo commandante superior.
DilaAo agente da companhia das barcas de
vapor, recommendando que, por coate do governo,
mande dar passagem para a corte no vapor qoe se
espera do norte, a Joao Evangelista e Antonio
Pedro Freir, que servirn) o 1* de commissario e
o 2a de escrivao no brigue de guerra Cearense.
Communicou-se ao commandanle da eslacao naval*
DitaHorneando de conformidade com a pro-
posta do chefe de polica para os lugares vagos de
suppleniesdo delegado do termo de Tacarat a bem
assim para o de subdelegado e seus suptenles da
freguezia do mesmo nome, aos cidados abatxo de-
clarados.
Para supplentes do delegado.
Luiz Joso Gorreia de S.
Amonio Pereira de Barros.
Francisco Xavier de Paula.
Antonio Goncalves Torres e Silva.
Francisco Antonio Gome* Novaes.
Manoel di Silva Leal.
Para subdelegado.
Manoel Joaquim Rodrigues Lima.
Pora supplentes.
1. Pedro Gomes de S.
2' Francisco Correa de Mello.
Jos Caetano dos Santos.
Vicente Correa da Silva.
Manoel Cavalcanii de Albuquerque.
JossvMatheos Rodrigues Larangeira.
Communicou-se ao referido chefe.
20
Officio Ao Exm. presidenle da Parahiba, re-
metiendo por copia o officio em que o marechal
commandanle"; das armas participa qae Francisco
Jos Mariano, a qne se refere a goia qae tambem
remette, nao foi recouhecido deserlor de algum dos
corpos em guarnirlo nesla provincia, e rogando
qae se digne de declarar se esse individuo dava ser
posto era liberdade oa aproveilado para reerola do
exercito, no caso de oto ler em sea favor iseocio
legal. Oflicioa-se ao referido marechal para i
t
Deisa passar.
Afasioa se immediatamente. Des Garennes, An-
louioa Morio entraran) ao mesmo lempo, O cas-
tellao tiren o chapeo e saudou profundamente repar-
Hado toa polidez com Robinsoo aJTauthler.
Qual delles he ? perguntou em voz baiza a An-
lonina que esteva a sea lado.
rtolonioa moslrou Vaulhier, e respondea :
Aquello I
Ah charo senhor... exclamou Des Garennes.
Mas Vaulhier deleve-o com om ar fri, e disse por
sua vez mostrando a Robinson :
Eile! ,
Des Garennes voliou-se vivamente para o quitar.
Ah exclamaran) Morin e Anlonina, isto be
mui'o !
Des Garennes parou anda ; o enlhosiatmo o saf*
focava ; mas alia nio sabia a qawm o offerecesse.
He ao seahor Slephen Williams, disse ean-
fim dirigindo-se a Robinson ao acaso qoe tenho a
honra...
Sim, seahor, iolerrompeu Robinsoo.
Mr. Des Garennes lancou-ie pela lerceira vez,
agarrn a mao do quaker e apertou-a com effuto,
exclamando :
Que felicidade I... Charo tenhor Slephen Wil-
liams, seo quarto est prompto no caslello... espero
que nao recusar...
Oh nao, senhor, respondea Robinsoo, fot por
Isso qae Ihe eterevi.
Bem I marmarua Anlonina beliscando o braco
do pai, loi eile qaem escreveu agora !
Ahi ha enredo I... disse Morin, o qual eslava
pasmado.
Das Garennes nao sabia que lizesse para mostrar-
se mal amavel.
Nao peteamoi um miaulo, lornon elle, voasa
senhoria concebe a impaciencia de madama Dea Ga-
rennes minha carruegeni o espera.
Robinson vollon-te para Vaulhier, e dista em vez
alia a inlelligivel:
Senhor Robinson, va prevenir a Vendredi.
Morin e a lilha eocararam-te estupefactos.
Estemos cegos ?.,. murmurou o velho.
Efles trocaran) os nomes, responden rapa-
riga.
Emqoanlo Des Garennes conduzia o seu Slephen
Willlnms carrungem,Anlonina acrescenlava seguro-
do o quaker com am olhar maravilhado :
Como no mea livro dos cavilleiros errantes,
onde elles mudara o nome para livrarem melhor as
princesas... Certamenle he am I
O ejMker astenlou-ie commodamenle no fundo do
carro, o castellao collocon-se era. Trente delle, Ven-
dredi eapoleirou-se ao lado do coeheiro, e os cavar-
los partirn a galope.
(Conf/ntiar-ts-Ai.)
1
i


!
v


*
DIARIO OE ffftlMIUCO SEXTA FIM 2J OC DEZEMBRO IE IS55
servir o individao de que se (rata era ama das pri-
aM militares. *
Dllo Ao mesmo. Recebi offieio de V. Eie.
da 1.) da novembro ullimo, e em resposla cmpre-
nla dizer-lhe, que tuppotto nao esteja abastecido
da vveres o mareada deila capital para ter lagar
eem recejo da detfalq** a ramate para essa provin-
cia do qne V. Etc. reqatiilou eni dito offieio, mor-
laente na paea presente Na que estamos ameaja-
doa de epidemia, todava txpedt orden ae intptc-
tor da thesanraria de fm nda, para prometa por
meio da ajulte a)n algam particular a reqtesea pi-
ra essa capital da gado, carneiroi e gallinliit.
Dilo Ao Etra. commsndantu superior da." r-
da naeioHl do Redfe, recorumnadando .' expedi-
jlo de luis orden para qoe seja disaatlsado do ser-
vijo da roetma guafda nadooa),''vrglo Ageito
de Castro Oliveira. qoe se *na strvindo o lugar de
iospietor de qearlelr*"ae*la fragetia.Coraran-
nicou-s* ao chefa A policia.
Dito M Exm. marecliat commandante das
armas, remetiendo copia de aviso do ministerio da
gaerra d 8 do correnle um eiemplar do Jornal
do Commereio a. 33$, no qual esta (alampada a
religo dos oiliciaes a qoe ae rofere o citado
avise.
Dilo Ao mesmo, para mandar receber rom
segurinja no qaartel do 10. batalhlo de nifanlaiia
oaeateaeiado padre Francisco Pi Pereira Campos,
licando diiptiijn da joii municipal da primeira
vara.Commonicou-se a esle.
Dito Ao mesmo, remetiendo com copia do
aviao circular da repartijio da guerra de 3 do cor-
rente um eiemplar do /orna! do Commereio n.
132, a qoe ae refere o citado aviso, no qual esto
estampadas aa relacoea dos oflleiaes, qoe por decre-
to da 2 do correte foram promovidos para os dif-
ftnte* corpos e armas do exercito, dos que troca-
ran de corpos a dos que passaram a efieclivos do
estado-maior da segunda claaae.
Dito Ao inspector da Ihetouraria de Cateada.
rccoDamendando a expedidlo de suaa ordens para
qae sejam comprados e remanidos ao Exm. preai-
> denle das Alagoas, na primeira opportuoidade, os
medicamentos constantes da relacao que trans-
mita.
Dito Ao mesmo, commuDicanJo afim de qae
rija constar a quem competir, que com aviso do
ministerio da fazenda de 5 do correte foi remedi-
do decreto pela qoal Francisco A (Tonto Ferreira
fdrtl nomeaJo amanuense da recebedoria de rendas
iatarnas desla provincia.
Dito Ao mesmo, communicando, alim de qne
o faca constar a qnero competir, qoe por decreto de
24 de novembro ultimo, segando conslon de aviso
do ministerio da fazenda de 6 do correnle, fora no-
meado para o logar de amanuense da alfandega do
Para, o amanuense dn recebedoria de rendas inter-
nas deata provincia, Joiquim Antonio alendes
Raes, a quem se abonar a quanlia de 2008 rs. co-
me njada de costo.
DiloAo mesmo, Iransmittiodo por copia o aviso
da justiea de 22 de novembro ultimo, no qoal ae
declara quaea os vencimenlos que competera ao ma
jer reformado do exercito, Antonio Jos de Olivei-
ra Fragata, actual major do lereeiro batalhao de In-
famara da goarda nacional do municipio do Recife.
Igaat copia remelleu-se ao respectivo commandan-
le superior.
Dito Ao mesmo, para qae, vista do que
poedtrou o provador da saude, mande abonar a
gralillcscao mensal de 509 rs., a contar de 6 de no-
vembro ullimo em diante, a Augusto Carlas de I.e-
inos-Pacheco, que se acha eoearregado da escrip-
- lura'jlo do lazareto do Pina, e de coadjavar o ae-
crelirlo daqoella provedoria.
Dilo Ao mesmo, inleirando-o de haver o ma-
jor Sebaslilo Amonio,do Reg Barros participado
Jue no dia 16 do corrento entnra no commando
do presidio de Fernando.
Dilo Aochefe de polica, iuleiraudo-o de ha-
ve- iMajiedido ordem a Ihnaooraria provincial para
rupdar pagar, estando noi termos legaes, a impor-
tancia do-doos recibos que S. S. remetteu da des-
peta feita com o concert de doos arrombamenlos
da ciideia do Brejo.
Dito Ao director das obras publicas, declaran-
de que, em vala de na i iforrotro, expedir or-
dem i ihesourar. provincial para que, era presen-
ta do competente certificado, pague ao arremtame
doa concertm 4 acode do l.imoeiro, Henrlque
l.oiz da Costa (jotaes a importancia da primeira
preslajln a qoe tem direilo.
Dilo Ao regador interino do Gymnislo Per-
nambacano, eommanicanJo haver contratado o
Allanto Carlos Sleober para leccionar na cadelra
de Hogoa allemla do mesmo Gymnasio. Igual
cominuuleacao se fet theiooraria provincial.
Dito Ao presidente da commissio de Hygle-
ne Publica.Compre qae a Commistlo de Higie-
ne Publica, examinando o serv; da limpeza qne
como medida sanitaria, mnndei proceder as mas
deata c Ida da, de-me urna informaejo a respeito.
Dito Aojniz municipal da primeira vara re-
metiendo para ter o conveniente desuno o anto de
vasto ra a idenlidade de pessoa a que ae proceden
no presidio de Fernando em o cadver de senten-
ciado Jos Fidelis de Sonta.
Dito Ao mesmo, devolveudo para lerem o
convenienle destino, u guias dea sentenciados Jo-
aquim Jos dea Sanios, Fnmcisco Jas de Honra,
Francisco Lox da Silva, Ignacio Doroingoes Tav'i-
i Souza Lima, que nao ebegaram ao
l Fernando, segundo communleou o res-
pectivo cammsndaple.
Dito Ao mesmo, recommen Jando qne d des.
lina aes 10 presos meecionidoi na relajao qae re-
nte* por copia, os qaaealendo regressado do pre-
sidio de Femando, acham-se a nua dlspeticRo no
transporte UfUdai.
Dito A' eamara municipal de Po-d'Alho,
remetiendo urna porcia de lamais de pos e tubos
capilares contando sement vacciniea.
Parlarla Ao ageote da oampanhia das barcas
de vapor, para mandar dar passagem para a Para-
laba por cuota do govaroo no vapor Gonabara, ao
lesMOle Temoliao Parea de Albdquerque Mara-
nbao. Participou-se ao nrarechal eommiMaete
dea arma*.
Dita Mandando admillir ao servico do exer-
cito eomo voluntario, por lempo de seis a nDos, o
paisas Gaspar Salgado de Albuquerque Maranhio,
que pstreeber lera dos vencimrntos qae por le
lite eompetlrem, o premio de 300 rs. Flzertm-
se aa neceas arias corarnunieajoes.
Dila Ao director do arsenal de gaerra, para
fater apromptir com orgencia, alim de ere rt-
metildos para o J5. batalhao de iafaotaria, confor-
me reqisitoa o^im, prndenle das Alagoas, os
artigoa da fardamento mencionados oo pedido que
lemette.
21
JvBeloAo Eim. manchal eommandante das ar-
ma*, recommendando a expedicao de suaa ordens,
para que seja destacada no lazareto do Pina urna for-
jaooraposla de igual numero de pracas da que se
***svia d'alli, devendo a inesma sar commandada
per na offlcial. Communicon-se ao provedor da
saude.
Dito Ao mesmo, raeoromendando que mande
proceder descont no sold do soldado do nono ba-
talhlo de inhalara Luir, Antonio Xavier para fn-
deeaaisajao da quantia de 88, que a thesoararla de
fazenda das Alagoas despenden com a apprehensao
do referido soldado quando se ochava ausente do
aaaino batalhSo. Participou-se ao Exm. presiden-
te daquella provincia.
DiloAo mesmo, nteiraodo-o de que, segando
canaln do aviso que remello por copia.expedido pe-
la repartirlo da gaerra em 28 de novembro ultimo,
fura approvnda a nomeecao de Joaquim Gelsino de
Mesuia. para o lugar de escrivio do hospital regi-
maniit desla provincia, e recommendando qoa or-
dene ao nomeado que avistada nota qn remelle
por copla Irale de pagar na recebedoria de rendas
internas a importancia dos direilos e emolumentos
per* a expedido do respectivo (fulo. (tfliciou-se-
a Ihesooraria da fazenda neste seolido.
Dilo Ao mesmo, remoliendo por copia o aviso
de 3 do correnle, no iiual o Emi. Sr. ministro da
gaerra determina que siga para a Babia un capto
da 1U- batalMo de Infamara, af m de render no
commaude do destacamento que all existe perlen-
eealo aa* mesmo batalhao.o capillo Jos Francisco da
Silva qoe deve recolher-se o sen corpo.
DitoAo mesmo, transmiltindo por copia o aviso
da reoaclico da guerra de 7 do eorrente, mandando
dar Italt do servico do exercito a cabo.de esqua-
dr%levtO- balalha de infanlaria Roberto Jos
Altea.
DA Ao inspector da theaooraria de rateada,
declarando qoe a despezt feita cota os cinco retra-
tas da maiinha, de qae traa a relacao que devolve,
doajt |er paga por conla doa 3:86S que o Exm. Sr.
aatertatro da marinha maniluu por a disnoiicao 4a
presidencia, vislo oto existir oulro crdito d'onde
paase sahlr semethante detpata.
Dilo Ao meam
do segundo batalhao de infanlaria Jos Joaqnim da
Silva Costa para indemnisacao da quantia de 159700
qoe este omcial devia a Carneiro i Dragos da ei
de de Nicllieroy e foi salisfeila pela pagado
(ropas da corte. Parlicipo-se ao Exm>rfrechal
eommandante desarmas.
Dilo Ao mesmo, recommendando a espedido
de so ordens, para que a* vista da ola que remel-
le por copla, seja arracadas na recebedoria de ren-
das internas a Importancia dos direilos o emolumen-
tos qae asteo a de*er Jos Luiz Caldaa Lina e Lnlt
Paulino Vieira de Mello por lerem sido Horneados, o
primeiro p.;i o posto de teneate-eorenel comman-
danle^pVtnhdhao n. 14 de infanlaria da guarda na
ciuvtrao Rio Formnso e o segunde para o da ea
^arlel-oseslredo estada moior docommando^Spe-
riordo municipio de KazHrelh, o bem assjarTFrao-
ciico Cordeire Uias doa Saulos e Franojlto Antonio
Gailo Jnnior, por lerem sido refotandos no posto
de major da anllga gibada naciou*"nle Helarao' a que ti referju^ffio $upra.
Tenente-eoronel commaarniile do bata-
lhao n. 44 da guarda natnnnl do Rio For-
moso Jos Luiz de Calflas Lins. Direilos 80J000
Sello 160
Emolumentos IBJOOO
Capillo qnarlcl-meslre do estado maior
de commando superior de Naiafth Luiz
Paulino Vieira de Helio Direilos.
y Sello
Emolumentos.
* y
Major reformado dar enliga gnarda nacio-
nal do Brejo, Francisco Cordeiro Das dos
Santos.......Direitos .
Seto.
Emolumentos.
Major reformado da anliga guarda nacio-
nal de Nazarelh, Francisco Antonio Correa
Gaito Jnior ..... DireHoa .
Selo
Emolumentos.
065160
509000
160
103000.
(109160
358000
9160
149000
499160
35000
9160
119000
de 1855.Illm. e Exm. Sr. conselheiro Jos Benlo
Conha e Figoeiredo, digtiisiimo presidente de
Pernambuco. Dt'.fino Augurio Cavalcanti de Al-
buqutrque, juiz municipal e delegado.
Palacio do governo do Cear em 12 de dezembro
de 1855. y
Illm. r Kim. Su; Fico de posse do ofTicio de V.
Bxc. datado if^f de novembro ullimo, em que ae
lerahra auaffeaiencia de certas medidas sanitarias
no iulecassio desla e dcasa provincia, e em resposla
bbofle diaer V. Esc, qae nesla dala exped a
autoridades, cjeem compela, r,< conve-
nles ordens,'aflm de qoe neohuma barcaca, ou
|uenas embarca;o>s saiam des porlos desta para os
dessa provincia, aem que levem a compleme decla-
rarlo do lagar de sua procedencia, asaim como do
estado sanitario da mesraa, Bcando eu cerlo deque
V. Exc. faro cumprir aa inesmas determinarles com
as que dos'portos dessa parlirem para os desla pro-
vincia, ludo na forma do referido oflicio de V. Exc,
quo issim lenho respondido.
Ueos guarde V. ExcDlm. e Exm. Sr. presi-
denta da provincia de Pernambuco.Francttco Xa-
vier l'aes Barreta.
Francisco Lat
rs* e Pedro de I
residi de Fer
i 9160
Lornmunicoa-se aos respectivos commandantes
superiores.
DiloAo mesmo, para mandar comprar e remet-
ler secretaria do governo 3 rarteiras homeopticas
dss pequeas, para irem para o Bonito.
DitoAo juiz relator da junta do jaslica, trans-
miltindo para ser relatado em sessaoda mesma junta,
o proceno verbal do soldado do 1 batalhao de in-
fanlaria, Antonio Ferreira da Silva Gama.Parli-
eipou-se ao Exm. presidente das Alagoas.
DitoAo Inspectordo arsenal de marinha, diten-
do que expera suas ordens para serem poslos a dis-
posicSodo inspector da thesoiiraria de fazenda os 18
barra deateilede peixe, e 4caix0es com arela prela
vindos do presidio de Fernando no transpone na-
cional Legalidade, e a disposicao do director das
obras publicas, o lastro de pedras do mesmo trans-
porte.Fiteram-se as necessarias communicaces.
DiloAo mesmo, approvaudo a deliberarlo qne
Smc. tomn de contratar a compra de carvao de
pedra peneirado para fornecimento dos vapores da
armada que locarem no porto desla cidade.
DitoAo mesmo, Iransmil lido por copia o aviso
de 27 de novembro ullimo, no qual o Exm. Sr. mi-
nistro da marinha manda contratar um conlra-mes-
tre da calafate para servir no arsenal de marinha do
Par.
DitoAo mesmo, ditendo que pode empregar na
obra de Lazareto do Pina as grades de ferro que se
forem tirando dos muros daquelle arsenal.
DiloAo leneole-coronel Alejandre Haooel .Al-
bino de Carvalho, dizsndo que linda a quarentena
em que se acha, e apresenlandosua nomeacaoo fara
entrar em exercicio do emprego de director do ar-
senal de guerra desla provineis.
DiloAo director das obras publicas.Tendo era
vala o qoe lem Vine, informado a respeito dosmeios
de se foruecer a agua polavel cidade de Olinda
sem qae seja necessario recon-truir oaoligodiqoe dos
Arrombados, ordeno qae Vmc, mande qoanlo antes
proceder por administrado a obra da levada, qoe
deve cooduzir agua directamente do rio Beberlbe ao
Varadouro, conforme indicou em seu offieio h....
Commuuicoo-se a cmara municipal daquella ci-
dade.
DitoAo juiz municipal da primeira vara, inlei-
rando-o de o haver designado para no dia 22 do
correle presidir a extraerlo dosbilhelesda segun-
da parle da lerceira lotera do Gymnasio Provincial.
Parlicipoo-se so Ihesoureiro das loteras.
DitoA admioistracao geral dos estabelecimenlos
de caridade, communicando qne segando consiou
deavlso da reparticao do imperio de26 de novem-
bro ullimo, S. H. o Imperador attendando no qoe
lite represeulou aquella administrai;ao, houve por
bem aceitar o litlo de protector da irmandade da
misericordia instituida nesla cidade.
Portara Demillindo de conformidade com a
proposla do rliefe de polica, dos cargos policiaes
queoccopam no termo de ScrinhSem Goncallo Fran-
cisco Xavier Cavalcanti Ccha, Manoel Francisco
liuarte, Francisco Aceioli de Gouveia Lins e (ion-
callo Francisco Xavier Cavalcanti, e nomeando para
sopplenles do delegado .do mesmo lerrne e para
os carRtT-de subdelegado sopplenles do f distric
lo da freguena de Serinhem Os cidadloa segoioles :
Para supplenles do delegado.
2 bacharel Ignacio Joaquim de Sonta LeSo.
3 u Manoel Nicolao Rigueira Pinto deSonza.
4 Jnao Eugenio da Silva Ramos.
5 Jlo Florentino de Albuquerque Maranhao.
Para subdelegado do Ia distrelo de Serinhem.
Bacharel Manoel Nicolao Rigueira Piolo de Souza.
Para supplenles do mesmo.
1 Jo3o Florentino de Alququerque Maranhao.
2 Jos Eugenio da Silva Humos.
3 Joo Alfonso Rigueira Pereira de Bastos.
4 Presciano Antonio Aceioli Lins.
5 Juviniano Antonio da Cunha. .
6 Pedro Alexandrino Ortit de Camargo__Commu-
nicou-se ao mencionado chefe.
DilaDemillindo, de conformidade com a pro-
posla do chefe de polica, del, 4, 5 e 6 sopplenles
do subdelegado do districlo de Mocos, pertenoanle a
fregutala de Ilarab a Claurtino Velloso Freir,
Francisco de Mendonca Araujo Lima,, Manoel Go-
mes Cavalcanii e Claudiuo Cesar Freire.o nomeando
para subdelegado e supplenles do referido districlo
os cldados segninles : .
Para subdelegado.
O 2 sopplenle JoAo Ferreira da Silva.
Para suppledtes.
1 Latidilino Rodrigues Machado.
2 Jeronymo Goncalves da Silva.
4 Antonio Manoel Correia.
5 Paulino Velloso Freir.
6 JoSo de Souza Oliveira. Comraunicou-se ao
referido chefe.
DitaExonerando, de conformidade com a pro-
posta do chafe de polica, do cargo de delegado do
termo de Serinhaesn o coronel Gaspar da Meuetes
Vasconcelos de Drummund, e nomeando para o
mesmo eargo a lenle coronel Joao Nepomoceno
da Silva Portella.Inlelrou-se ao sopradilo chele.
DitaExonerando o bacharel Francisco Goncal-
ves da Rocha, do cargo de promotor publico da co-
marca do Rio Furmoso, visto ler sido nomeado juiz
de direilo. Fizeram-se as necessarias communi-
.cacoes.
DilaRemovendo para o lugar de promotor pu-
blico da comarca do Rio Formse o da do Bonito,
bacharel Benlo Jos de Souza, e nomeando para a
2* das mencionadas comarcas,o bacharel Joao Evan-
gelista Martina.Fixeram as comraunicaedes neces-
sarias.
COMMANDO DAS AHMaS.
Qaartel festeral do commando das armas ale
Pemaaabuco cidade do Recife eaa 37 da
dezembro de 1856.
ORUEM DO DIA N. 174.
O marecbal de campo commandattle das armas,
declara, para os lins necessarios, qae nesla data eon-
trahiram novo engajamen'.o por mais seis anuos,
nos termos do regulamento de 14 de dezembro de
1852, precedendo inspeccao de sade, o segundo
sargento Ballazar Xavier de Menezes, n cabo de es-
quadra Basilio de Uzeda Luna e o soldado Francis-
co Jos de Oliveira, este da sila companhia, e a-
quelles da quinta companhia do quarlo batalhao de
artilharla a pe, os quaes perceberao, alm dos ven-
cimenlos que por lei Ibes competirn), o premio de
4008000 rs. cada um, pago segundo o disposto no
artigo 3. do decreto n. 1401 de 10 de jooho do au-
no passado ; e, Iludo o engajamento, urna dala de
Ierras de 22,500 brabas quadradas. Se desertaren!,
ineorrer.lo na peral das vanlagens dn premio, e da-
quellas a qoe llverem direilo, sarao lidos como se
fossem recroladoe, descontando-se uo lempo do en-
gajamento o de prito, em virlude de senlenca, a-
verbando-se este descont e a perda das vanlagens
nos respectivos ttulos, como he por lei determinado.
/ Jos Joaquim Cocino.
EXTERIOR.
nova marinha com os seus porlos militares, as suas
doras, os seus depsitos considera veis, tecumulados
por um 180 longo rspaco de lempo, isso he eynpreza
a que deve renuociar, e pe moilo lempo : quirn sa-
be se os seus verdadeiros Inttresses Ihe aconselhara
al de nao pensar mais nisso '.'
Porlanto o nico pretexto qae os governos po-
deriam invocar para prolongaren, as hostilidades ja
n3o existe.
O jornal ingle thipplng and Mercantile Gozette,
da o seguinte a respeito da desintelligeocia que
existe entre a Inglaterra e os Estados-Unidos :
a Os Estados-1 nidos a a Inglaterra olo se deixa-
rao arrestar a urna guerra deshumaoa para favorecer
as especular/ies de um partido poltico. A Inglaterra
e a America sSo os representantes delta grande aris-
tocracia qne, com razo, he qualificadafde principes
dos negociantes do mundo. Em qoanlo estas poten-
cias esliverem deaccordo o commereio vivir tran-
quillo. Os dous povos bem o sabem, e quando se
amellara discustOea polticas, como a que actual-
mente se agita, aos dous povos pertence fallar e
obrar.
Pouco nos importa os homens que leem as raaos
o poder; Whigs ou federalistas; demcratas oo
koownothings sao iguaes para nos. Urna medida im-
popular pode derribar ou mis ou oulros, e redazir
o poder administrativo de hoje a urna opposicao im-
peliente, araaoha porem, quando a prosperidade na-
cional se acha coraproaeltida e envolvidos os ver-
dadeiros inleresses do commereio, he misler que as
iiages atieudara seriamente, e vejam se devem sa-
crificar a sua prosperidade nacional a preconceitos
exclusivos, e arriscar as conquistas dos seos anlepas-
sados para salisfazerem a vaidade e o arbitrio de ho-
mens tur blenlos e inleresseiros. 'Portanlo pedimos
aos povos destas doas nacOes martimas qae reflic-
tam antee de cootenlirem que os seus governos os
arrojem a orna guerra* do qual o resultado serta do-
vidoso, cujas conseqoencias porem, em todos os casos
seriam irremediavelmente funestas ao commereio de
todo o muado.
\J*rnal do Commereio de Lisboa.)
Illm. e Exm. Sr.Hoje recebi nova coraraunica-
cao do Allinho, e della consta, que a epidemia que
all reina com o nome da cholera, continua a desen-
yolver-se e a fazer victimas, apfczar dos esforcos do
iuiz de paz Dionitio Ferreira Jacobina, que lem sido
incaosavel ara prestar aos accommetlidos lodos os
soccorros de que lem podido dispr. Djpois das ul-
timas noticias, qoe levei ao conhecmento de V.
Etc., deram-se roais tres casos de morte, que com-
plelam o numero de onze morios, e acham-se 28 ac-
corarrietlidos do mesmo mal.
Quando conclua este oflicio, foram-me entregues
os dous offlcioi de V. Exc. de 18 e 19 do correnle,
aeompanhados da ambulancia, que logo fiz abrir e
remeiler para o Allinho os medicamentos mais pre-
cisos.
Nao devo omitlir V. Exc. que a pessoa encarre-
gada de preparar a ambulancia, se nao adverlio de
mandar frascos vasios, que aqui nao ha por prego
algum. tornando-se por isso diffidl a dislrlbuiso de
algumas substancias liquidas, que s em vasos apro-
priados se podem conservar.
Vollando outra vez ao Allinho, julgo convenieule
iiiform.-ir .i V. Exc. o que me parece nao ter feilo
nos precedentes ollicios : 1, que quasi todas as pes-
soas accommellidas da epidemia pertenecen a ciaste
pobre e miseravel : 2o. que u dasanvolvimenlo do
mal parece ter procedido da mudanza ou aileracao
instantnea da temperatura, por copiosa chuva que
me consta ler all havido em das anteriores ao em
que appareceram os primeiros rasos da epidemia.
Dos guarde a V. Exc. mullos anuos. Caruani
23 de dezembro de 1855, Illm. e Exm. Sr. conse-
lheiro Jos Denle da Cunha e Figueiredo, dignissim
presdenle da provincia.Joaquim Conralcet lima,
juiz de direilo da comarca do Bonilo.
Illm. e Exm. Sr..No ultimo sabbado fallecen tro
individuo a meu legua da villa com todos os symp-
lomas do cholera (linha vndo do Allinho ) nao s
pelo que observen o l)r. Manuel Rodrigues Pioheiro,
qne Ihe foi applicar remedios, como polo qoe refe-
riram pessoas da' familia, e mesmo o vigario qae o
foi coa restar.
Nesse entretanto uns pequeos ataques accommel-
leram duas ou tres pessoas aqui : ora esles fados tan
positivos junios a boatos que correram, me levaram
a escrever a V. Exc. a carta de S3 desle, e a cmara
Estrahimos do .Vord, jornal de Bruxellas, pan
da Russia, os seguinles trechos de um artigo q
elle publica com o Ululo de Quem he que dctejal_
continuarlo da guerra ?
a Nao remontaremos ao passado as origens da
da guerra. Seriara escusadns, para o lim qoe lemos
em vista, reenminacoes. Basta que consideremos a
siluacao no seo estado actual, lal qual se aprsenla
aos olhosde lodos.
Os alliados alcencaram urna vanlagem effeclira
com a tomada de Sebastopol : o exeroilo pode com
razao ufauar-se da sua sciencia, da sua coragem, e
da sua perseverante.
O governo inglez, mais positivo, mais prallco
as suas aspirarles, conseguio um resultado muito
mais vanttjoso, e que lalvez n3o esperara comple-
tamente, quando romperam as hostilidades ; falla-
mos da destruirlo da esquadra russn no mar Negro-
a Nos oso faremos aos nostos leitores a offensa de
Ihes fallarmos da Independencia Ottomana. Agora
ja nao ha duvida alguroa de que nada ha que temer
da Russia por este lado.
Sejamos francos, nouca niuguem leve semelhanle
receto. Os propros rancores pessoaes, que podiam
referir-se a pessoa doimperador Nicolao, desappare-
cram.acabaramcom o imperador [contra quem se
suslenlaram. As causas que levaram a Franca ea
Inglaterra a pegar em armas sao hoje apenas urna
recordado. E todava sao estas duas potencias, que
inspiradas por um rencor fatal, imprudente lalvet,
continuara a guerra, atargando-lhe os limles, que
augraentou e ateou as paixes uo selo da grande fa-
milia europea, qae perpetuara as calamidades de
ama lula que, quanlo mais se prolongar, mais se
exasperar.
Julgam por venlura essas potencias que ja nao
caosaram bastantes damnos i Russia 1 Ha por ven-
tura as Cosas da Russia alguma cidade de impor-
tuno aspecto qoe nao lenha sido incendiada, ou al-
gum barco de pesca qoe nao fosse metido a piqoe ?
Pensara talvet fazer curvar a cabece ao imperio rus.
so cora mais algumas ruinas fumeganles? ^guerra
de exterminio e de assolaro he a mais deploravel
das guerras, e acabada Ha, aiada tica o desrjo da
vingance que reclama represalias da parle das vic-
limas...
o His, (alvez nos repon Ja m, o fin da gqerra para
os alliados deve ser a conquista da Crimea. Esta
(hese nao nos parece que resista a ama analyse se-
ria. Na Crimea esl anda um numeroso exercilo
russo, perfectamente abastecido, e animado; de um
espirito, qua anda mais exaltou a heroica defensa
de Sebastopol. Amigos e inimigos eslo concordes
em reconhecer a verdade do que deixamos dilo. Es-
te exercilo combale no sen proprio territorio para
repelllr o invasor eilrangerro. A fortuna, digam o
que disserem, pode ser por elle. Sopponhamos com
ludo, que succede o contrario, e que o exercilo ros-
so, depois de urna balalha perdida, he obrigado a
retirar-te al Perecop. Anda mesmo admllindo
esla eveulualidade, por ventora havera nlguem que
seriamente accredile que a conquista definitiva da
Crimea pelo exercilo fraucez ser disso a inevilavel
conseqoencia t Onde esiao na Crimea as pracas for-
tes que possam assegurar < posse aqaelles quo della
se aiseohorearem? E quem pode obelar a que um
exercito oo exercilos 'russos, refazendo-se no inle-
rior, e nomeadamenle as provincias do sul, 13o ri-
cas de vveres, reappare^am nos campos da Crimea,
para vingarem a violajaq da sua Ierra natal ? O tol-
dado Irancez he ralente, niuguem o duvida, mas alo
he iovencivel !
O exercilo francez recrula-se em Franca e os
Rossos combaten) ero sua proprla casa. Portanlo se-
ria necessario, se as tropas francezas-soffressem um
revez.dar novas satitfaeoes is susceptibilidades gover-
naracnlaes,assim|como ao amor proprio nacional, isto
he, recomecer o derrmame uto de ros de sangae
depois de se haver derramado lanto. Has entao on-
de ira parar esla carneficina humana ?
a E qoal seria o lermo de urna guerra qoe ja ab-
lorve sommas fabulosas, e cusla^exercltos inleiros?
A Russia defende-se. No universo nao se le-
vanta hoje una s voz que onse eslranhar ou censu-
rar a sua defensa.
Porque, pos, nao reslilnr n Europa e ao mun-
do inleiro os beneficios da paz I
Ma?, dirao, e a conquista de Constanliiopla,
esse sunho que por lano lempo lem sido o scopo
da ambicio russa ? He este o (hema favonio, he este
o pesadello de lodos os homens previnidos con Ira a
Russia. '
Abandona! esse sonho, ditero e as nossas espa-
das enlrarao na bainha, porem em qoanlo nao al>-
jurardeso vosso passado, hemos de combatervos,
porque nenhnma garantia temos qoe d'aqui a algum
lempo nao volleis aos vosso projeclos de conquista,
momentneamente interrompidos.
Para admillir urna semelhanle sapposiraa seria
mister primeiro provar, nao com phrases, mais ou
menos sonoras, qne a Russia leve a velieidade de
conqnislar Conslanlioopla. Porque ninguem pode
dizer que ella qoizesse unir o imperio torco aos seus
dominios, ja bstanle dilatados e numerosos, porque
lem procurado haver em Conslanlinopla urna in-
fluencia pelo menos igual i de Franca e da Ingla-
terra, ambirao, se isto he ambirao, que Ihe impunha
nao s a sua posirao geographica, senao o recelo,
alias justificado, de vero enfermo Iralado a moda in-
gleza, e parque quiz obstar, e hoje sabido he qoe .li-
nha ratao, a que o chrisiao nao seja na Terqoia ve-
0 Mpateur publica os segaintes exlrablos de
um offieio com dala de 29 de oulubro, que o minis-
tro da marinha acaba de receber do capitBo Goil-
berl. commandanle do bloqueio francez dos porlos
do mar Branco :
O coinmaodanle das forjas de S. M. Britnica e
eu tinhamot resolvido tomar e destruir todas as era-
barca(es costeirat e deixar passar livreraente os ou-
lros barcos que se viste serem somenle pertencenles
Is localidades. Porem (endo sabido mais larde qoe
o inimigo se linha servido destes ltimos para man-
dar 2,000 espingardas para diferentes poulos da
cosa, e isto para assim dizer i nossa vista, resolve-
mos impedir toda a circularlo de barcos, por mais
pequeos que fossem, o que se lera execulado reli-
giosamente.
O liltoral do mar Branco he guarnecido de nu-
merosas aldeias, algasias deltas bastante imprten-
les pela sua populacjo e pelo seu commereio com a
Noruega : entre as aHimas, 0%ega e Keraa eram de-
fendidas por alguna ceios de soldados, e Iratava-ae
dos Iraenlhos |de defeza ao longo dot eilretlos ros
qae para ollas condesara. Soumet e Kerret linhara
sido lambem providas de algumas forjas mililres,
e os seas habitantes etlavam armados e organisados
em milicias.'
Formamos ao principio o projeclo de nos asse-
ohorear das ultimas lre, pensando que poderiamoa
ahi destruir alguna estabelecimenlos do governo ;
porem sabendo por informacoes certas que os nume-
rosos navios que ah estavam o anno passado, li-
nham sido mandados para o Dwiua antes da nossa
chegada, e que esle aloque nao poda ler oulro re-
sollado senSo a destruirlo de algumas casas particu-
lares e a ruioa de moilas familias, renunciamos a
Itl expedicao.
As outras aldeias da cosa, apetar de lerem rece-
bido ama parle das espingardas mandadas de Ar-
changel pareeiam pouco dispostas a fazer uso del-
tas ; demais nao offerecam possibilldade de defeta
seria e estavam completamente a nosa discricao.
Tinhamos entrado era reaees cora algumas dellas
para comprar gado e vveres frescos para as eqoi-
pngens, e podiamosltcr assim onde nos fornecermos,
dorante lodo o noaeo eraaali u, ae actos ae grande
severdarie da parle do governo russo e ameacat de
morte ou de desierro para a Siberia a quem quer
que commooicasse voluntariamente coronosco, nao
viessem destruir estas boas disposijes.
Alem dos meios de terror, excitavam lambem
contra nos o phanailsmo religioso destes povos igno-
rantes, piulando-nos como nares barbaras e impas,
e distrlboindo-lhes medalbas qae deviam infallivel-
mente preserva-los dos tiros das nossas armas.
Promelliain-lUes lambem indemnita-lot largamente
das perdas que tivesiem poestatsa causa, se elle*
alirassem sobre nos em emboscada* e em loda a par-
le onde podesseni sorprender-nos. Desde esla
poca, observamojJiesloa povos das margeos um es-
pirito de hostilidf.de mrito pronunciado.
Nenham navio neutro tentn penetrar no mar
Branco, emquanto aqui estivemos. porem alguns
barcos russos quizeram passar para a Noruega,
aproveilando os espessos nevoeiros que reinam fre-
quenles vetes e as noiles de oulono algumas vetes
muilo escuras. Quasi lodos foram apprehendidos,
e o numero das nossa*'presas em lodos os pontos
da costa suato a 60. Como nenhom desles navios
podia ser mandado para Franja foram todos des-
truidos.
Emquanto estivemos no mar Branco, tivemos al-
gumas relajees cem a cidade de Vard'Loiz de No-
ta jao? Porem entao, qae devem a prometsa pelas
potenci.it occidenlaes'de respailar os tratados de
1815? Comejando T"ela Finlandia.a onde se parar
nesla Iransposirao da costa europea ?
O que se sabe do Norle e do Esle nao he de natn-
reta a prejudicar as esperanzas dot que querem *
pal a todo o prejo. Isto he por esta razo que as
bolsas >ao oeasar de -ver loda a cor de rosa'.' Seria
moli esperar do espirito de especulado.
Um fado qae sem duvida pastou desapercebido de
lodas aa circunstancias, nao delta de preocupar o
inundo poltico, he a apparijao de urca flolilha a-
mericana ma aguas da (recia. Jalga-se que a re-
pblica dos Estados Ueidot querera seriamente a re-
ptrajao de uros injuria ltgeira ha tanto esquecida, o
lempo parecera roa I escomido para isto, Tenindo-
se antes que lenha procurado disso nm pretexto para
poder valer-se do estado actual da Europa. Pode ser
lambem que a flolilha americana nao tarde appare-
cer as agoas de iples, cujas rfiflerenjas com os
gabinetes do Oeste parecem querer reanimar-se.
A publicajao na gazela de Vienna de 13 de no.
vembro, da concordata entre a Austria e a Santa S,
he acompanhada de nma ordeoanja imperial assim
concebida:
a Nos Francisco Jos &c.
a Desde que, pela vontade do Omnipotente, subi-
mos ao tlirono de nossos anlepassadbs, nossos esfor-
jos incessantes lendrem a renovar e 'a consolidar a,
bases raoraes da ordem social e da felicidade de nos-
sos povos.
a lomos sobre ludo considerado como nm dever
sagrado de fater consolidar as ralajSes entre o esta-
do e n igreja catholica com a lei.de Dos e o inleres-
se bem entendido do nosso imperio.
a He para esle. lira que depois de ler ouvdo os
bisos deslas provincias, decretamos, para urna
grande parle do nosso imperio, as nossas ordenan jas
de 18 e de 23 de abril de 1850, que corresponden! a
mullas necessidadeejvrgenles da Ordena ratt^loaas.
Para completar esla obra rica em benjao posmo-
nos de aecrdo com a Sania S, e a 18 de agosto des-
te anno eoocloimosnma convenjao com o chefe da
igreja.
Levaado ao cnuhecimeolo dos nostos povos, ou-
vido os nostos ministros e o nosso contelho do impe-
rio ; ordenamos:
1. Tomaremos ai disposijdes neceaiarias para
por em harmonia cora o artigo 8 a direejao do enti-
no calholico as provicetiasfem que esle accorde no
existe. At eolio as disposijOes ncluaes Helo em
vigor.
o 2. A nossa voutade he que os Iribunaet episco-
paes,em materia de casnmenlos sejam poslos em vi-
gor o msis breve possivel as provincias em qne nao
existera. Al essa occasao as modificacoes necessa-
rias a lei civil era materia de casamentos serao pu-
blicadas. Al entao a lei civil estar em vigor.
a 3. Em quanlo o resto das eslipulacOes da con-
velalo concluida por nos cora aSanla Se entrar em
vigor em toda a extenjao do nosso imperio no dia da
publicajao da'presente patente.
o O nosso ministro dos coitos &.
n Vienna 5 de novembro de 1855.
municipal era onicltkalgo que daquella dala. Porm
i nvestemos mais couta alguma,
como al, hoje nao
xado, desprezado e maldito s porque er em Jess
Chrislo e nao cm Mafoma...
Admitamos porem, apezar de falsa, e o que he
mais ainda, apezar da sna impossibilidade pratlca,
essa supposicao de que a Russia baja querido cun-
quislar Conslanlinopla ; pode por venlura snppor-se
que a Inglaterra, a Austria, a Prussia, a Eoropa in-
leira linalmenle, a deitariam realitar ? Por muito
Traca que seja a Turqua, nao he um imperio que m
possa conquitlar ir"uma noile. Ora nos oslamos in-
(eiramente pertnadidot de que, sea gaerra actual
deve ler alguro resultado moral para a Russia, ser a
de a ter profundamente convencido de que a nica
__o-, ronwifoiHlo por coala o ata lancia para KniBM,''d^Mo-aM7a(mea{Va
da repirUjao da guerra de 10 do crrante, retada*- nados.
de preeeder a descont nos vencimenlos do capillo
grajas a Deo-, enlondi convenienle indo isto parli- qaesUo na qual pode estar cerla de que encontrar
cipar a V. Exc, para que fiqo* daVcancado, por- armada contra si loda a Eoropa, he a questio do
que a noticia fara desapfjirecer o paniee qoe sem (irienie
duvida dever ter causado. neme.
Tenho continuado a conservar um piquete para D" tres c0"diS0e, 'ndispensaveis, em qnalquer
impedir a commnaicajao com o Allinha, onde se- lexlava ambiciosa da Russia contra o imperio otto-
gundo o que corre j o mal declina batanle. A par-, mane', a complicidade da Auslrla, a neurValldade,
w pelo henos das potencia* occidentes, e a posse de
nma namerosa esquadra, nem umas existe para a
jMtl'. Pode, he verdade construir alguns' navios,
Dos guarde a Vi Exc. JBoojto 23_da deuaibt rfgnisar ama ov* esqoadra, mas para armar nma
ao Dr. juiz de direilo mansin J?. Exc. nma ambn-
ruega. Ah soubeitios, por carias particulares re-
ceidas de Arehangel, quanlo eram considerareis
as perdas causadas ao commereio russo pelo nosso
bloqueio, e aononciava-se como infallivel a com-
pleta ruina das priraeiras casas du commereio do
paiz. Com effeilo, considerando que todos os afi-
nos enlravam no mar Branco pelo menos 600 na-
vios neutros, medindo, termo medio, 200 toneladas,
teremos orna cifra de exportadlo de 120,000 tone-
ladas ; e accrescescentando igntl numero de em-
barcajoes de cahotagem roseas e noruegas que fa-
llara regolarmcnte daas viagens por anno e Irans-
porlavam 15,000 toneladas, teremos um total de
135,000 (oneladas de exportarlo animal. Agora
suppondoqoe a imprtenlo em navios neutros che-
gava s ao dcimo da exportajao, teremos nina cifra
da 148,000 toneladas, cojo movimeato commercial
foi paralysado pelo nosso cruteiro.
Eslou profundamente convencido, Sr. ministro,
de que um bloqueio um pouco prolongado e dirigi-
do como o desle anno be o maior golpe qae se pode
dar a Russia as suas provincias septenlrionaes, as
quaes nao lem para os seus producios oulro meio
de exportarlo seno o mar Branco, e cojo commer-
eio linha chegado ha alguns annos a proporjoes
enormes e quasi ignoradas em Franja.
Desde o principio de oulubro linha augmentado
todos os das a inlensidade do fri ; as Ierras esta-
vam ha mullo cobertas de abundante nev, e a 9,
lendo o Ihermomelro desodo a 7 graos abaixo de
tero, e como circulavam incessantemente entre ot
navios pedajos de gelo, jolgamos eslar chegada a
poca em que a navegajAo ia ser compltame nte
interrumpida, e decidimos partir delinitivameule,
oque fizeinos todos junios no metmo dia. Ao pas-
tar por p do* Inglezes, trocamos repetidos vivas e
acclamajes, que lestemunliavara as boas relaees e
ailo cordeal e affecluosa que nao cessaram de rei-
nar entre as duas divisos daraol os qualro inezee
de unfa renniao qoasi qoolidiana ede urna penive'
campan.
i Da independemia Belga de 17.)
(Do nosso correspondente.)
I'ienna, 12 de novembro.
Em quanlo que osexercitosrepousam,aipennasjdos
diplmalas vio sera duvida por-se em movimenlo
mas he a paz que ser o seu lim? ou aulct ocenpar-
se-hao deeslendero Ihealro da gnerAi? Seria dilli-
cil jnlga-lo de urna maneira clara pelos dado* que
falli pera sua clareza. Em qoanlo que a Inglater-
ra parece nao querer fallar de paz, o nao alala senao
algumas legisles cstrangeirts, a Franja, cojas dispo-
tijesslo, na apprencia, mais pacificas, parece que-
rer fazer marehir ao lado de suas bandeiras lodos os
paites. He pelo menos no sentido quo se interpreta
a missao confiada ao general Canroberl. Porque
se nao fari acreditar a ningoem que se enva a Slo-
ckolmo oma pefsonagera lio consideravel para ah
levar um cordao.
He verdade, eomo se diz,qae ae premette aFinlan-
dia Soecla pelo prejo de sua allianra; e sendo is-
so verdade, querera ella ou poder tila resistir a ten*
DISCURSO DO PRINCIPE NAPOLEA'O.
no dio do ncatTamen/o da Expotico Universal.
Senhor. Ha seis mezes, quando te abri a expo-
sijao universal, eu tive a honra de apresenlar a V.
M. om resumo dos trabalhos da commiaslo a que
presido, para exeealar a primeira parte da sna mis-
sao.
Tiesta poca nao se podia prever o successo que
acaba de coroar os nossos esforjos. A opinio pu-
blica eslava dislrahida tobreludo com a difficuldades
da silnajo. Urna guerra looginquae encarnijada,
um creo obstinado tem precedenle na hisloria cha-
ma vara para longe as vistas inquietas do paiz. Po-
rem na nossa patria, as probabilidades do successo
medem.se pela grandeza das emprezas. V. H. con-
tinuo Iranquillamenle com o objeclu que linha em
vista; as soas previsSes realisaram-se; o immigo
que contara lanas derrotas, quanlos eram os eucon-
iros com o nosso glorioso exercilo,foi por fim expul-
so da cidade de. Sebastopol, que ceden ao valor dos
nossos toldados; a nossl marinha apoderoo-se de to-
dos os pontos da costa que julgou til atacar. A al-
lianja dos povos unida* contra a barbaria nlo linha
logar s nos campo*de balalha; a soberana da (GrBa
Bretanha com sna preseoja no meio de nos, deo dma
prova bem evidente dos sentimentos da nasio ingie-
ra, e a causa da civilisajao augmentoo-se com um
povo pequeo pelo seu territorio, porm grande pe-
los altos feitos dos seus maiorese pelo seu futoro
Corotudo no ioterior a exposijao oBerecia om es-
pectculo digno dos grandes acontecimenlos que se
passavam fora da Frjpja. Aqui tambero os primei-
ros pastos eaeoulraram numerosas difficuldades. Pa-
ra a claailicajao dos productos do trabalho. de tari-
las najes, representadas por viulee cinco mil expo-
sitores foi necesss'rio om zelo particular, cuidados
constantes e minuciosos que acabaram por tirar d
confusao a harmona, e permiltiram indicar as obras
mais nolaveis da industria e das arles.
Ai realidades, os ciomes inlernacionae* natcem
do isolamenlo ; basta mnilas vetes reunir ot povos
para acabar com estes ciuraes, A esle respeito a ex-
posijao universal produzio um resoltado iramenso.
De todas as parles do mundo aBluiram visitantes a
Pars. O espectculo dos progressos reaes alean ja-
dos para augmento do bem eslar moral e malerial de-
senvolvern! entre lodos, eslraogeiros e Francezes,
sentimentos d reciproca considerajlo.
Assim he que se propaga a fraternidade dos povos.
Eis o que podem nesla Franja restituida sua
missao, a vontade e a perseveran ja, apoiadas no di-
reilo que sustenta e na forja que execota as ideias
conforme! coqaaa consciencia do palt e com a verd-
deira opioile panuca.
Aprsenle! a V. H. urna serie de decretos a res-
peito da insiallajao e dos trabalhoj do jury interna-
cional. Esle jury comprehende 390 membros, divi-
didos em 31 classes e 8 grupos; he coroposlo de ho-
mens eminentes de lodos os paites e em todos os ra-
mos do saber humano. Este jury prencheu cons-
cieociosa e utilmente a sua missao, to diversa,
(So extensa e (So complicada,
Deixou-se a mais completa independencia aos jora-
dos, e devo repetir o que disse ja era geral e conflr-
ma-lo com um fado que faz honra ao espirito da nos-
sa poca. Eulre esles representantes de tantos po-
vos nao houve mais discordancia internacional de
que havia era oulro lempo entre as nossas provin-
cias da Franja. \
EmolajSo houve-a em lodo* e frapre, rivalidade
nunca. Assim vernos traduzir-ae'b espirito que ani-
mara esla honrada asssembla ein faclos'de grande
alcance e que sao para assim dizer ll medida das con.
sequencias que liado produzir succesaivamente a ex-
peiijao universal de Pars.
Emillio-se um voto unnime para a InVlroduejSo
da uniforrriidade de moedas, pesos e medidas ; for-
maram-se (ajos serios que bao de formar da tVirnpa
nma nica familia, como o dizia o imperador, V
antecessor.
O jury trabalhou com urna aclivldade infatigav
Todos os relalorios serao publicados antes do fflh drj^
anuo.
Chamado a presidencia do conselho dos presiden-
les e vice-prcsidenlc.s, jlguei dever preparar-me
para isso seguindo os pasaos do jury internacional.
Acompenlo de alguut homens dedicados esabios
examinei minuciosamenle as obrts nolaveis dos ar-
(islas e os producios da industria, Pude assim fa-
zer Idea da grandeza do progress reatisado no prex.
senle edas tuas consequsncias prximas.
Apresentarara-te dlfliculdades serlas e ate imposs-
veis de resolver de nm modo absoluto ; por occasiao
da classificajo e oatureza das recompensas qae de-
slio conceder-se.
Na industria he (3ogeral o prograsto de (odas as
especialidad* da prodcelo, de lodo* os pontos aur-
gera merecimentos e servijos tio reconhecldos,.qae
se hoevesse de repetir-se etle concurto universal, le-
ria impoasivel conceder recompensas individuaes, a
nlo destruir completaroeanta a seu valor pelo seu nu-
mero. Assim vimo-nos ohrigados a fizar para as
recompensas limites que parecerao (alvez esxreilot.
Osjurys da industrie, depois de mulliplicadat e
laboriosas deliherajet liveram a honra de recom-
mendar a V. M. um cerlo numero de dislincjoes.
Alem disso volaram :
112 grandes medalhas de honra,
252 medalhas de honra, *
2,300 medalhas de 1. clatse,
3,900 medalhas de 2.' ciaste,
4,000 menjoes honrosas.
as Bellas-Arles foi ainda mais difTr*vt*>e delicada
a larefa do jury. Abstivc-me de comparecrr e n|o
fiz mais do que saucconar a sua escolo?.^ Decl. re
tmenle qne desijava propor a V. M. ama alia dis-
(inejao para aqoelledos nossos artistas que segoiu-
do a gloriota (radiejao dos bous seclos da antigai-
dade, consagrou loda a sua vida e o seu tlenlo ao
genero que na miaba opinilo considero .como o ly-
po elerno do bella.
ia recomponas concedidas lis Billas-Arles sao
repartida* do segolnle modo :
40 eondecorajoes dadas per V. M. ;
16 medalhas de honra votadas palo jory ;
67 medalhaa de 1. ciaste |
87 medalhas de 2.a claas*
77 medalhas de 3.a clawe ;
222 nienjOes honrosa!.
Decretando esta* recompensas, vi* preval mal
urna vez, aenhor, que na Franja dos nossos diss a
verdadeira, a nica nobreza he composla dot tolda-
dos e dos trabalhadores que se distinguen).
A apreciajao exacta da poca da Exposijao Uni-
versal, poca qoe espero ficara' gravada na hisleria,
teva-roe a estabeleeer qual a parle queeoube
Franja e o triurapho qu* ella colhe. No meio doa
esforjos e dos sacrificios de ama grande guerra, no
meio dot embarajos de urna m colhella, ella mos-
trou ao mundo a sua forja o a sua riqueza, nlo
afrontando om s instante em seus Irabalhes paci.
fieos.
Onde foi ella pois buscar esle augmento de ener-
ga e de virlualidade'.' Foi ao trabalho livrt, porem
incassanle, essa grande lei da|homandade que faz
sahir o hornera da barbaridode e Ihe {>ermitte' enea"
miuhar-se cora segnranja para o curae da civilisa-
jao.
Accrescenlai, lervindo-me de palavras memora'
veis qae o problema do futuro be fater qae
lodos parlilhem do que s parlilha o peqoeno nu-
mero.
A posleridade reconhecer que dos estamos em
urna dessaspocaa.em que urna revolujlo dynastica
aalitfaz ama graude nacaaidade dn nova sociedade.
As gerajoes envelhecem como os individuos, e o
sofiragin universal devia ser a base do governo cha-
raido cooduzir Franca para o seu novo fim.
Desde hoje, contemplando os factos sem paixlo
e sem preconceitos, pode-se dizer, seolior, que vrjs
desle Franja gloria e trabalho.
Mo grado daquelles que se afadigara era loovaro
passado, e em rea/esenlar o povo francez como os
Romanos da decadencia : os seus esforjos para o fu-
turo serao infructferos como lem sido al agora.
Os eslrangeiros levarlo para o sea paiz, juncla-
menle cora a lembranja da notsa bospitalidade a
couviejao de quanlo pode fazer a Franja, quando o
sen li ment nacional subsutuio no seu governo aagi-
lacb estril das ambijes sobalternas.
Hoje temos exercilos numerosos, esquadras lemi-
veise alliados poderosos. Os povos fatem votos pe-
les nossos successos, festejara as nossas victorias e
accriraam os nossos tnomphot e o fatem porque sa-
bem qae o noiso interesse nacional' he um interesse
europed.
Ao lado dos resultados polticos da exposijao uni
versal Ulvez vos julgueis, seolior, qoe ella he desti-
nada a dar o signal demelborarnento as condicjoet
soeiaes.
O aperfeijoamcnlo dos raelhodos e dos instrn-
mentot geaeralisa o progresso. Urna especie de or-
ganisajao natural se estabelece entre todos os povos
e ella leva a modificar o que ha de restrictivo na'
leis qae regullo as suas trocas.
A^rovajao porque a Franca acaba de pastar,
raotlra que ella pode entrar nesle caminho que ha
de assegurar o interesse do consumidor sem ater-
rar o o productor oem diminuir o seu trabalho.
A agricultura i qual V.M. presta lana solieilode,
deve felicitar-te pelo aperleljoamenlo das machi-
nas. Pouco a penco o lavrador se liberta da parle
brutal do seu trahalho, e se a par dessas admirareis
machinas qae vio alargar o dominio da sna lberda-
de edasoa iolellrgencia, elle goza do crdito, o
mais poderoso instrumento do trabalho, desse cr-
dito verdadeira qu* em lempos tranquillos desen-
volve a prosperidade, e nos mntenlos de criae di-
miue o mal em logar de o augmentar, he fora de
duvida que dentro em pouco a siluajlo dos nossos
agricultores estar muilo melliorada.
Nao fajo aqai mais do que exprimir as ideas qoe
V. M comejoo a execolar.
Resla-me um ullimo e bem'agrtrfavel dever.be
agradecer a V. H. por ler perrailtido que[eu podes-
se servir o nosso paix. no mesmo anuo, nos campos
da balalha e neite concurso pacifico.
Devo lambem agradecer de ludo mea corajlo aos
homens inlelligentes e dedicados que me ajudaram,
e que euconlrei sempre promptos a cumprir os seos
deveres.
(Seguio-se a resposla do imperador.)
(Peridico dos Pobres no Porto.)
Barca fraocezaJosmercadoria*.
Barca portoguezaCarilo Ameliao resto.
Brlgae taeeo Therexamqalros.
Patacho porlugaezAlfredodiverse* gneros.
Brigue bratileiroAdolphopipas vasias.
IMPORTA*? AO'-
Patacho porlugoei Alfredo, viudo da ilha de San
Miguel, contigo*** Thamat de Aqoiao Fonseca &
rllho, manifesloe o segolnle :
1 sacca favat ; rrel Manoel ato Sanio Sepol-
o.
1 dila ditas 5 a Maaoel de AlaMtda Ribelto.
\ib pedras de momho, 1 caixla pelles de lita
Themaz de Aquino Fonseca (%
1 barrica el taoca favat, 1 piaB
panno de linho, 1 capoelra galliaH fsj barrica* pei-
xe, 1 arabrulho e4 melada* linhaTffarr.fo,, vinho,
Pa ignorare, 71 l.gts M,^, rt0 R^
l*v|
' f
1 pacota brim, 1 barrica e meia dita favat i br-
ica plantas, lcadella ; a Jos "Carneir*. '
1 sacca favas, 1 ancorela carne 4e poreo, 1 caito-
tinho fazenda* ; a Aulonio Jos d* Fincha. i
2 Mecas favas, 1 dito trigo, 420 pedras de reoinho
2 barrscame de porco, 2meias pipas vasias ; a Joj
lavares Cordeiro.
2 saceos Iremojos, 1 pacota panno de fiobo ;
Jos de Mello Cotia Oliveira.
1 sacca favas, 1 ancorela carne ; a Antonio Jos
da.Cosli Cabral.
1 pcete panno de linho, 1 caixolioho fnjclai ; a
Joa* da Cotia Hayalo.
1 barril e 1 eaixole carne de porco, 5 taccas favas,
I caitote doce ; a Amonio Hunlt M*ehado.
1 caixolioho flores, 1 paeol* ttmaitlea ; a Fran-
cisco Manoel da Conha Medeiros.
I tacca favas, 1 pcete roopa relia ; a Manoel Jo-
s Pacheco de Helio.
4 barricas batatas, 1 ancorela carne, 1 paeote pan-
no de linho, 200 pedras de molnho ; a Manoel Pe-
reira Lemos.
' 5 barricas peixe ; a Joio Mara Cordeiro Lima.
1 barril toocinho, 1 dito miudezas ; a Jota da
Cosa Lima Jnior.
, *. 'S1^ ,lremo,>. i diU trigo, 1 dila favaa; a
Jo de Medeiros Raposo.
1 barrica favas; Maaoel da Costa Lima.
1 pacotinho ementes de llor**, 1 barril carne. 3
cestos roseirss, 1 eaixole miudezas, 3 barricas fei-
jo ; a Candido Alfonso Moreira.
1 eaixole imagem; a Symplitio Jaaaaia da
Mendonja.
1 barrica favas; a Joao Jos do Monte
1 eaixole roseiras, 1 pacole meioles de linha a
Jlo da Cotia Soaret, ""'
1 eaixole frolat, 1 capoeira aliiohas, 2 maiakos
I barrica frutat; a Antonio Pereira de Ferias.
1 pacole cestas vasias, 1 volme albarda e eeirte*
a Manoel Jos da Silva Gairoarles.
2 aacca favas ; a Manoel Cattano da Silva Ror-
8.
1 pacole panno de linho
3 aaeoreta* carne da
Luit Caetano Borges.
1 dilo frutas ; a los Anloaia doa Saaie* Cae-
Iho.
1 barrica favaa ; a Antonio de Andrade Cor-
deiro.
2 bsrriqdiohat pesos, 1 dila favas a choericat; a
Footes & Irmlo.
1 pipa vasia, 1 pacole e 1 embruthe pana*, 2
eaixas flores, 1 condeja e 1 caixa frutas, 1 caixioha
doce, 1 canudo de falla, 1 caixioha, 4 pedras de
moinbo, 1 saquinho linha, 1 embrulho lava* : a or-
dem.
1 pacole semen tes; a Antonio Duarlade Olivei-
ra Reg.
8 barricas peite ; a Haooel Jet d Souza.
2 ditas e meia dita dito ; a Antonio de Azevedo
d'Amaranle.
1 paeote panno de linho ; a Francisco Tararas de
Soatt.
1 pacotinho linha e meiai; a Jo* Pachaco Sea-
res.
1 caixa Doces, 1 barril e 1 ancorela vinho ; a Ja-
s Jacinlho Mfdeiros.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do da 1 a 26 .
dem do dia 27 .

l
vi
f

; a Ja* Fernandas,
porco, 1 pcele liana ; a
r
92:857j6gt
3:6i>0184
96:5478704
D1VEHSAS PROVINCIAS.
Rendimentode dia 1 a 26 .
dem do da 27 ...... .
4464M3
290501t
5:2549464
RECEBEDORIA DB RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAHlrtJCO.
Rendimento do dia la 26. 24:285J084
dem do die 27....... I:167#52K
25:4529612
CONSULADO PROVIHCIAL.
Rendimento do dia 1 a 96
dem do da 27 .
80:1948079
4:4688165
84:66244
MOVTMENTO DO PORTO.
PERNAMBUCO.
COMARCADO BONITO.
24 de dezembro.
Como tenho portador nao quero deixar de eicre-
ver-lhe para dizer a vossignoria que depois de mi-
nha ultima nenhum caso mais se deu, e por isso et-
tamos inlciramenlc animados. Nlo nos chame de
medrosos, porque ae vossignoria ci eslivesse no aco-
cha-acocha, e ouvitae dixer :l morreo um com
caimbra, vmitos, dores pelas peinas, etc. etc., e
viste oulro cahido, nao ha vera de fater por menos,
para que Ihe hei de negar, en quasi Ihe digo qae li-
nha morrido !! Tem corrido c por lal forma a
infallibilidade do limlo, qne por qualquerconia qo*
se tinta, limlo no caso, ou o cato uo limito, de ma-
neira que j receio qoe designen! se possa dizer :
Escapara da molestia
Se nlo morrease da cara.
Porque nem para lodo ser bom u lal especifica.
Olhe qoe o cholera tero-nos adiado ero Sebastopol de
cautelas, sendo como creio, o limo 13o milagroso,
convem dizer Sr." morte qae esta foice jA nao cor-
ta.Pelo menos no Allinho contara qoe se dorara
bem cerno o remedio.
AdeosVerbo navidades nenhumatno mez pas-
sado se preuderam : em Pimenleiras um Agoslinho,
criminoso de morte em Goipap e outro marreco fi-
no quanlo ao adjecttvo eabresto.e que demais a mais
depois de preso soube-se ter ociado um enaltado.
O sol est ardentissimo, muilo calor e o prejo los
gneros vai subindo.
t retourner.
{Carta particular.
N. B. Foram pronunciados os pr'elos do Pi, de
qoe Ihe fallei j urna vez, e o lal marido no art.
192, os primeiros por lerem espaneado Jos Thomaz
mulher e fiTho, morrendo esle ; e o segundo por
haver assassinado a carne de sua carne, todos esto
presos, como Ihe disse.
REPABTirAO DA POLICA.
Parle do da 26 de dezembro.
Illm. e Exm. Sr.Levo ao conhecimento de V.
Etc. que dat diOerentes parlicipjoes bontem e hoje
recebidas nesla reparlijao consta que se deram^s
seguinles oceurrencias:
Pela subdelegada da freguezia de Sanio Antonio,
foram presos, os pardos Manoel Ignacio Pereira, por
suspeilo de ser criminoso de Ires morles, e Luit da
Franja da Silva Diniz, par briga,
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista, o
preto Jos Pereira, por ebrio, e o escravo prelo de
nome Marcos, a requerimento do senhor.
E pela subdelegacia da freguezia do Pojo da
Panella, o pardo caooeiro Antonio Flix dos Sanios,
por brlga.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da policia de
Pernambuco 26 de dezembro de 1855.Illm. e
Exm. Sr. conselheiro Jos Benlo da 'Cunha eFiguei-
kedo, presidente de provincia.O chefe de policia,
,'.ut; Cirios de Poica Teixeira.
{ -27-
: Illm. e Exm. Sr.Levo ao conhecimento de V.
k', te. quedas diflerentes participa jOes boje recebi -
ihis nesla repartirao, consta que se deram as seguin-
les occorreocits:
Hela subdelegacia da freguezia de S. Jos, foi
pretsSLa prela Umbelina Mara, por infracto de
posturas municipaet.
Pela .jubdelegacia da freguezia da Boa-Viala, o
menor J^s Antonio, Joao do Nasdmento, por ferir
a oulro ciim urna pedra.
Pela subdelegada da freguezia do Pojo da Pa-
nella, o pi;elo escravo Luiz, por fgida.
E pela d elegacia do lereeiro districlo desle lermo,
o pardo l.d ciano Joa deanl'Auua, para averigua-
cues sobre furto de aniranes.
Dos go >rde a V. Etc. Secretaria da policia de
Pernambiico27de dezembro de 1855.Illm.o Exm.
Sr. eousel beiro Jos Benlo da Cunha e Figoeiredo,
pretideni e da provincia.O chefe de policia, Luis
Carlos i e Paita Teixeira. ,
Havio* entrados no dia 27.
Rio de Janeiro13 dias, barca portogueza aleje,
de 422 toneladas, capillo Jlo Ignacio de Mene-
zes, eqnipagem 18, em lastro ; a Amerita (rmlos.
Ficou de quarentena por 15 dias.
Arribado com agua aberUPatacho diuaraarqaee
a Helenas, sabido desle porto em 23 do correte
para Gibrallar.
.Vacio sahido no mesmo dia.
Rio Grande do NorleLancha brasiletra a Flor do
Rio Grande, raestre Jos Hathios Gomes, carca
bacalhio mais gneros. Passageiro, Seraphim
Jos da Costa.
EDITAES.
COMM ERGIO
PrtACiUDO RECIFE27 DE DEZEMBRO AS3
HORAS DA TARDE.
CotajSes efflciaes.
Descont de lellras1 Ijl por mez.
Cambio si ibre Loadret28 d. e 60 div. letlrade (ora
- ALFANDEGA.
Rendim'ento do dial a 26.....338:638(704
Videra cjje dia 27........4:036*646
t: 34iCT53
" aiearrajam hojcVS i* dezembro.
Barca iu'pletftoton of Liverpoolcarvlo quel-
/madd.
v .
O Dr. Anseltao Francisco Perelli, eomotettdador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direilo espadal
do commereio desla cidade do Recife de Per-
nambuco, por S. H. 1. e C o Sr. D. Pedra II,
ele, ele.-
Fajo saber aos que a prsenle carta vireat, ora
Benlo Jos da Costa me fez a peticlo da ibeOT se-
guinle :
Diz Benlo Jos da Costa, qne ihes sao devedores
por letras e obrigaetea, os individuos constantes da
relajlo jonta, das qutntias mencionadas na mesan
relajao, e por isso, qoe nao ao nlo lela viudo
mandado pagar, senlo qua nem o sopplicaole cabe,
nem ha noticia do lugar cerlo da realdencia de cs*Ja
um dos individuos, est concloir-ee o prato da
piescri'pjo, para qae uao prejndiqee ao upplleao-
le, e para qae os supplicados se olo approveileaa *
desse direilo, quer o suppliennte protestar come pr-
testa, nlo prejudicar preseripcao nt ditas abriga-
joes, e reqoer a V. Etc. se digne mandar lomar por
termo o seu protesto, e depois de assignado, ad-
mita a provar a incerteza do lagar da residoecia
dos supplicados,' para qae probado e julgado por
sentenja, mande fazer a intimarlo do protesto por
editos na forma da lei.
P. a V. Etc. Sr. Dr. juiz de direilo do clmmerdo
o deferimenlo.E R. H.Procurador, Migad Ar-
chanjo Fernandes Vlanna.
E mais senlo conlinha em dila pelirao aqai Irans-
cripta, a qoal sendo-me apresenlada "dei e despacho
do theor seguinle:
Tome-se por termo o protesto do supplieaote, c
justifique esta a auseocia dos devedores, a qoe se
refere. Recife 14 de dezembro de 1855.Perelli.
E mais senao conlinha em dito me* despecha, em
virlude do qual o esenvao lavrou o termo de pro-
testo do Iheor segu nte :
Aoa 15 de dezembro de 1855, nesta cidade do
Recife de4 Pernambuco, ao meo escriplorio veio
Bentn Jos da Coala, e diste peanle mira e as leste-
munhas abaixo assignadas, que protestara contra
Francisco Mendes de Souza e oulros, palo contedo
em.wa petijeo retro, que fazia parle do preteate
termo, para o fim aa mesraa requerido, da como
assim o diste e protesto, assignou eem as leslemu-
nhas o prsenle termo.
Eu Matimiano Francisco Daarte escrivlo priva-
tivo do juizo commercial o escrevi.Benlo Jos da
Cosa. Estanislao Pereira de Oliveir*. Antonio
Pinte de Barros.
E mais senao conlinha em dilo termo de protesto
aqui transcripto, depois do qual se va a relacj do
theor seguinle :
Letras, Francisco Meada* de Sonta vencida em 3
de Janeiro de 1829, 3299600 ; Domieget Aflonso
Ferreira vencida em 2 de fevereiro de 1830. 1209;
Antonio Pedro de Barros Cavalcanti voacida em 2
de selerobro de 1837, 834$I80; Antonio Joa de
Souta, vencida om 24 de maio de 180, l:at9576 ;
ohrisajoes, Jos Antonio Casa Nava vaneitta esa 31
de dezembro de 1820, 1529 ; Amia Joaquina,
vencida em 31 de dezembro de 1825, 1209.; Pedro
Antonio Velloso da Silveira vencidaem 31 de de-
zembro de 1825, 1999860; Aolonie Fernandes da
Silva vencida em 31 de deaembro de 1S25. 4409 ;
Antonio Ribeiroda Silva veuda em 31 de maio da
1825, 25 ; Jote Vicente da Cunha Ssldaoha, ven-
cida em 10 de maio de 1825, 409 ; Antonio Jos d*
Silva Gusoiao vencida em 31 de marro de 18aG.
5009 ; Manoel Joaquim Duarl* Freir vencida eaa
14 de novembro de 1821, 1459; Fraoeiaco de As-
sis Domingos de Carvalho. vencida em 31 de janeira
de 1826, 3759 i Ignacio Jos de Araujo, vencida em
II de maio de 1826. 809 ; Maaoel Beterra de Mi-
neras vencida em 31 de Janeiro de 1827. 649 ; Mar-
relimo Jos Luit da Serrs vencida em 14 de jouba
de 1827, 4409 ; Joaquim Porfirio' de Alboqrqoe
Icha vencida em 31 de maio de 1828, 3109) An-
tonio Rufino de Araujo vencida ea 3 de julho de
1832, 3009 ; Jos Pedro Cdeatiae de Meadonja,
vencida em 20 de fevereiro de 1889, 42149490 ; rs.
11:1799760, cuja relajlo eslava aellida com a verba
seguinle:
Numero 122160.Pagou 160 rs. Recife 14 de
de dezembro de 1855.Carvalho Sena.
E mais aenlo coalinha em Bita relajan aqai beso
e fielmente copiada, e tendo s topplicant* produzide
suas.teslemunhas, e teanJa-ate o* aolo* rondases,
nelles de< e profer a Malenca do Iheor, forma a
maaeire at~,inle i
i
qn
A' vista da ioqulrijlo de fl. 4 i fl. 6 vera, pela
1jtl Ht provade que m individuos a'qBe trata a
relaj.no de fl. 3, etilo ausentes em locares ele sabi-
dos, mando qea aera ser-lhes intimado protesto
constanledo termo de fl. 2 veno, te paase carta de
editos com o prato de 30 dlw, e cusas. Recife 21
I
a-amV
*
.. .'-: -.."-r



DIARIO II PERMIt 'OCO SEXTFEIR* 28 Dt OEZEIBRO O l 5

\
da dezembro de 1855.Anselmo Francisco Peretti.
E man senfto continha em dita sentenca aqni
iranacripu, em virtude d qaal o esertvao que esta
labacrevea mandou p*sar a pnisenle tarta de edi-
lot com o prato da 30 das, pela qual e no theor te
chima h intima, a hei por Inllmado aos suppliea-
doa devedore iim cima declarados de todo o
coolaad* na aalicflo e lermo do protesto cima
transcripto. Pelo quo toda o qualqtm pessoa. p-
ranla* oa amigo* do dito supplicadat, o poderlo
fazer acienlea do que cima tica oipotto ; e o por-
tal ro do juno afiliar* a presente noa logares do coa-
tama a aera publicada pela imprenta.
Dada a pastada nata cidade do Recife aos 22 da
daztmbro de i 855.
Ka Maiimiea* Francisco Uarte escrivao privati-
vo da juno cuinroercial a abserevi.
Anselmo l-'rauciico l'eretti.
O Dr. Anselmo Francisco PereUi, commendadorda
imperial erdem da Rosa, e juit de direMo espe-
cial -do commercio desla ciliada do Recife, pro-
vincia- da Pernambueo, por S. M. Imperial e
Canetitiietoflal o Sr. D. Pedro II, a quem Dos
guarde ale.
a'ac taber aos que a presente carta de edictos
viran, ero como Jos An'.nnes tluimares me fez a
patiei* do Iheor seguiute :
Diz Jotti Anlunes uimtraes qne Jote Bornes Ri-
bete* da Casta ou oa berdeiroa detle. he devedor
ao tupplicaute. da quantia de 1:0069000, assim co-
ma Antonio da Silva Car val lio a Francisco Marn nno
das Chagas da quantia le 600|000, Jos da Costa
Ribairo da qnanlia da 80*340, Juliao Mara Freir
da qoana dar 160*000, por retira* e obrigacoes ja
vaneada*, e como aateja-a Andar o termo para a
prescripcao, qoer o tupplieaute protestar palo sen
di resto, afiea da nao prejudicar a dita pretcripcAo e
eeferanea dat metmat dividas.
Para que requer a V. Eic. se digna man-
dar temar por termo n sea protesto, e depuis
de amigando admita o tupplicanle a provar a
aaseuci* e toeerleza dos suppllcados, afim de se-
rosa latinados aos roesrnos o referido protesto
por edictos na forma da' lei.
Peda a lllm. e Eira. Sr. Dr. jniz de direito do
tameaeret > deflerimento.E R. Me.Procurador,
ligael Arehaojo Fernandet Vianoa.
liada raai te continha em dita peln-io, a qoal dei
o daenacha aaguinte:
Torae-s* por termo o protesto do sopplicante e
jasbQaae ate a ausencia dos supplicado*.
fe de dezembro de 18S5.Pintti.
Nada mala se continha em dito despacho ein vir-
lade da qual o escrivao respectivo lavrou o termo
ala protesto do Iheor segoinle.
Ao* 15 de detembro de 185o, nesla cidade do Re-
cife de Parnambuco em meo escripterin veio o so-
licitador Miguel Arcbiiio Fernandes Vjanna, pro-
corador bastante de Jos Antones Guimariles, e pe-
ranl* rainraas lettemtnhas eb.ilio asignadas, dis-
te qae protestava contra Jos Borget Ribeiro e oo-
troa pala canteado que fatia parta do presente ter-
mo, para o fim aa mesma requerido e de como aa-
sim a diste e proteslou assignou com as teslemunlias
o pieeanai termo.
Ba Maiimiano Francisco Doarle, ecrivo priva-
tivo da jateo commercial o escrevi.Miguel Ar-
chanjo nroaudes Vianoa, Jos Marianno de Albu-
querqoe. Jas Coelho- Nada mais se continha em dito termo de protesto,
era variada, do qaal dei a tentenca do Iheor *e-
gainte :
Teado liento a jattifleacao de feltias 4 a 5 ver-
to, jallo provadt ai ausencia dos supplicados men-
cionapos na pelicao de folhat 2, pelo que mando
quesejam parao flm na mesma pe nao declarado,
citados por edictos passando-se para isso a espec-
iara caita de edictos oom eiprazo de 30 dias e
Recife 21 de dezembro de 1855.PereUi.
E mais se nao continha em dila tentenca aqni
transcripta, em virtude da qaal o escrivao que esta
tobacreveu mandan pastar a preaenle caria com o
prazo de 30 diaae cusas, pela qual e teu Iheor se
chama a intima a hei por intimados aun supplicados
devedoret ansentes cima declarados, da lado o con-
lendo na peticAo e termo de protesto cima trans-
rttjpla.
Pala que toda e qualquer pes-oa, prenles oa
amigos dos supplicados llovedores os poderao fazer
oca**)te da que cima ea esposlo, e o porteiro do
juiao dur a presente nos logares do coslume e se-
r publicado pela imprensa.
Dado e pasado netta cidade do Recita de Per-
nambueo aos 22 de dezembro do 1855. Eo, Maii-
Stiaon Francisco Duarle, escrivao privativo do joizo
commercial, oatubscrevl.
Ameloio Francisco Peretti..
O Br. Anselmo Francisco PereUi, commendador
da imperial ordem do Rosa e juiz de dlreilo es-
pecial do commercio desla cidade do Recife, pro-
vincia de Parnambuco, por S. M. Imperial a
Constitaeional o Sr. D. Pedro II, a quem Dos
guardo etc.
Faca saber aos qne a presente caria virem, em
como AJeiandre Mackay & C-, me fez a pelicao
do theor seguinle:
Dizem Alezandre Mackay & C, ontr'ora com-
mercianlss estabelecidos nena praca, por seus bas-
tantes pr6curadore Johoston Poler 4 ., qne qae
1 reta protestar para conservaefla a retal** d* **u<
direilos a uilefrupc.au da pretcripcao quinquennal
contra os seus devedores ausentes e presentes, sendo
estes porm JoSo Dornellas por rs. 181500, Joaquim
de Sania Pinto c$ C, ">8t526, Manoel Novaesda
Cosa e Antonio da Cuoha Soares Guimariles
6MVM6, Jos Haria Celar do Amar.il 309000, Ma-
noel Canlozo Ayres 4739579, Manoel Jos Gonrjal-
e Braga 1915760 a Pedro Garcia Prales 3129.505,
por litlos qne vencem premio; dos constantes da
relaelu janla ato lem os snpplicaotes noticia seno
de Jalo Manuel de Barros Wauderley tins, deve-
dor da 2:1539800 por umaleltra, o qual reside na
comarca do Cabo e para esta oa na qae dito deve-
dor pama morar, requerem os mpplieautes a V. E*e.
Ibes maride passar p.rr carta procalnria, aBm de ser
petsoalmente intimado, assim como requerem mait
o sopplicantes a V. Eic. qae se digne mandar to-
mar por termo o seu protesto, aflra de por elle serem
intimadla as devedoret prsenles ou seos herdeiros
e parearla d edictos usalsenles, em parle incesta,
dignsatlo-se V. Esc. de admiltir os supplicanle a
justificar asoa aoencia para o indicado fim noa ter-
mos du nrl. 433 $ 3 docod. comm. arl 153 Si a artt.
391 do regnUmenle n. 737.
Eaatim.Pedaioa V.Bsc.su dignemdeferir-Ibes.
E R. MeAlct.forado.
Nada mais se continha em dila petrlo. a qnal dei
o desparti do Iheor seguinle:
Tome se por termo o protesto dos snpplicaotes
teaiSu o asesino protesto Intimado aos desadores
presente i, e plisndose caria preeatorla para a inti-
macio do snpplicadu Wanderley Lins. E justiQ-
qoajn os aupplicantes a ausencia dos devedores
cfliislantet da relacao jnnla.
Racife 14 da dezembro de 1855.Prritt.
** S4* mili8 ,e continha em dito despacho aqni
transcripto, em virtude do qual o escrivao lavrou o
* termo de protesto do theor seguiole:
Aes 17 de dezembro de 1855, rfesla cidade do Re-
cita de Pernambaco, em meu escriplorio Antonio
Pialo do Barro*, procarador bstanle de Alezandre
Mackay & G., e permite mim a as leslemnnhat abai-
ic aasicoadas dissa que por parte de teas con-litu-
inlet protestar* coaira Joan Manoel de Barros
Wanderlef Lias e aairos, pelo conleado em sua pe-
liceo retro, que fazia parle do presente termo para o
flm na mesma requerida, e de como assim o diste e
protetUiu attiaiiou com as ietlemunhaa o-presente
tarmo.--&u Masimiano Francisco Doarle, escrivao
fivalivfTjnjuio commercial, o escrivi.Antonio
inlo de Barros, Estanislao Pereira de-Oliveir,
Jno Augusto Vasconcellos Liiiio.
Nada mais a continha em.iito termo de protesto
aqu trantpriplo, a ao depois lia-t a relacSo dos
devedoie do Ihaor segoinle:
Relacao dot devedoret a Alezandre Mackay & C-,
representada por tena bstanles procuradores nes-
la provincia, a saltar;
JofloUano-Ide Barros Wanderlej Lins, por urna
lellra 2:1519800; Jeronvmo da Cosa Guimaraes e
Suva,,-* ama leltra Ht>667; Domingos Antonio
f aaaa Uaimaro/a, parsaldoda tres lellras 212963.1;
Joadiiiadino Mile a Atiionio Jos Ferrara da Cot-
ia, por t leltra 12OJ000; Je.quim Francisco de Mel-
lo Cavilaanle e Jos Joaquim Beterra Cavalcanti,
par aaiaietira 7009000; Manoe) Jos de Magar
IMea, |ier 4 ledras 2:0009000 ; Anlonio Borges de
Crrqorra, pori letlrss 2:3J8i755; Joaqotm da Sil-
va Guimarirs, por 1 iellra 2169000 ; Por procora-
to de Alezandre Mackay & C, em liquidajao Jo-
Unslon Paler | C.
Nada, mais se continha em dita rela;8o do* deve-
doros aqni Uantcripta e flalmente copiada, e depois
da qae teado a snpptiemle prodozidu assuas laste-
munhaa a sabiada as autos a couclusao dei e pcoferi
a saaleaca do Iheor aegainte.
Avista da inquirido de lis. 9 a fls. 10 verso, pelo
qual te ajt.lre acharem-se ot supplicados auseates
aro lanares najo sabidos, mando que pura ser-lhes
intimado o protesto coottaoto du lerme de fls. 3, se
parn caria de edictos coro o prana da 30 dias e
COIlM. ,_*
Renfe.l de outubro de 'i85j. tiuemo Pran-
ciim Veretli.
Nada mais. se continha em dila tentenca aqui
transcripta, era virtude da qul.1 o escrivao que esta
sMbsrretcumandou passar a prsenle caria coro o
praio de 30 dias pela qual e seu Iheor se chama e
iolima e hei por intimados os suppllcados devedo-
ra* ausentes cimo declarados de todo o conteudo
aa pelicao e termo de protesto cima transcripto.
Pela qo* toda e qnalqtier pes>oa prenles on
amigot dos diios supplicados poder de fazer tciente
alo ame cima Aea eipesto, e o porteiro do julio fi-
lar a preaenle as lugares do coslume, e ser pu-
nteado pela iiaprensa.
Dado e pastada nesla cidade do Recife de Per-
aambveo, ao* 21 de dezembro de 1855 En Maxi-
maaa Francisco Dtiarte. escrivao privativo do juizo
cammereial, o srbscrevi.
Antelmo Praneitco Vtretli.
O Dr. Anselmo Francisca PereUi, commendador di
irnptrial ordem da Rota, joiz dn direilo especial
do coromercio deata cidadn do Recife, provincia
de Pern'imbuco, por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro
II a quem Dos guarde (Ir.
Fac^i taber aos que a priaenle carta de edictos
virem, em como o vltcoad: de I.oiret, ontr'ora 4n-
uelo Francisco Carneiro me dirigi a pelicao do
Iheor aegoinia ;
Diz viscond da Luirs, eatr'ara Augelo Fraa-
citea Carneiro par asa bastante procurador, nesla ci-
dade, que adiando-** para eos elbt debitada* ot da-
tederet consientes da relacao inclusa por dividas
oanlrttildas aalet d prooiaUjacao do'aod. cea. bra-
sileiro, e eslindo prozima a poca marcada para a
prescripcao dos titulo cpraroerciaes, em perante
este juizo protestar os referidos tilulot. para attim
fazer nterromper a prescripcao ; e como os referi-
dos devedores se achara auseutes e em lugares nao
sabido*, sirva-so V. Ezc. mandar, que lavrado
o respectivo termo de protesto o admita a justificar
a ausencia dot ditos devedores, atlm de Ibes ser
intimado o seu protesto por caria de edictos como o
permitte o cdigo citado artigo 453 paraarapho 3
pede a V. Etc. Illm. senbor Dr. juiz especial do
commercio que Iha delira.E R. MJos Mariano
de Albuquerque.
E mais se nao continha em dita pelicao na qnal
dei o despacho do theor teguinte :
Tome-te por termo o protesto do sopplicante, que
justificar a auzencia dos 'devedoret conslantet da
retacan jauta.Recife 10 de dezembro de 1855.
PereUi.
E mais e nao continha emdilo despacho, em vir-
tude do qnal o respectivo escrivao lavrou o termo do
theor seguiole :
Aos l3 dias do mez de dezembro de 1855 nesla ci-
dade do Kecife de Pernambueo em meu escriptorio
veio Jos Joao de Amorim cuino procurador bas-
tante do viscond de Loires, Augelo Francisco Car-
neiro, e perante mim e as teslemunhat abaixo as-
signadas disse que protestava contra Bernardino Jos
Serpa eoutros constantes aa relacio que adianto se se-
gu, pelo conteudo em sua pelicao, que fazla parle do
prsenle termo para o fim na mesma requerido, e de
como animo ditae e protestava, assignou com as
lestemanhas o presente termo. En Maiimioo
Francisco Duarte escrivao privativo do juizo com-
mercial o escravi. Jos Joo de Amorim. Esta-
nislao Pereira de Oliveira. Antonio da Silva
Ramos.
E mais se nao coolinlia em dito termo, depois do
queseaua-se a relacao dos devedores, a qual h* do
Iheor seguinle :
Bernardino Jos Serpa devedor de II letras todas
no valor de 2299, alem do juro de 2 por cenlo ao
mez, letra aceita por Francisco Borges Jnior e ga-
rantida por Manoel -da Silva Tavares da quantia de
409, lem do juro da 2 por cenlo, dem aceita por
Simio Machado Bilancuurt Mello da qnanlia de
1009, alem do juro de 2 por cenlo, idem aceita por
Francisco Anlonio de Brilo da quanlia 1009, alem
do joro de 1 e meio per cenlo ao mez. Pernam-
bueo 10 de dezembro de 1855.Por procurado do
viscond de Loires, oulr'ora Angelo Francisco Car-
neiro, Jos Joao de Amorim.
E mait se nSo continba em dila retaceo, e lendo
o supplicanle prodatido as seas provas e me sendo
esle autos conclusos, nelles dei a tentenca do theor
seguinle :
A vistu da inquirido de folhas 6 folhas 7 verso,
por onde se raoslra eslarera ausentes em lagares
nio sabidos os individuos mencionados na relacio
de folhas 3 mando que, para ser-lhes intimado o
protesto constante do termo de folhas 2 verso, se pas-
ta carta de ediclos com o prazo de 30 dias e eustas.
Kecife 15^a dezembro de 1855. Anselmo Fran-
cisco PereUi.
E mais se nao continha em dila senlen{a aqui
transcripta, em virtude da qual o escrivao que esta
subscreveu, manden patsar a presente carta de
edictos como prazo de 30dias,pela qual e seu theor
se chama e intima, e hei por intimados oa suppli-
cados devedores ausentes cima declarados de lodo
o conleudo, pelicao e termo de protesto cima trans-
cripto, m
Pelo que, loda e qualqtfcr pessoa, prenles ou ami-
gos dos ditos suppllcados os poderao fazer tcienles
do que cima tica eipeslo, e o porteiro afiliara' a
presente nos lugares du coslume e sera' publicada
pela imprensa.
Dada apastada nesla cidade do Recife aos de
dezembro de 1855.Eu Maiimiano Francisco Du-
arle, escrivao pnvalivo do juizo commercial o es-
crevi.Aiulme Francilco PereUi.
O Dr. Anselmo Francisco PereUi, commendador da
Imperial ordem da Rosa, juiz de dlreilo especial
- rio commercio por S. M. I. eC. o Sr. D. Pedro
II a quem Dos guarde etc.
Faco saber, que Anloniu Joaquim Vidal me diri-
gi a pelicao do iheor seguinle :
' Illm. e Ezm. Sr. Dr. joiz de direilo do commer-
cio.Diz Anlonio Joaquim Vidal comraereianl es
iabelecidu nesla cidade com loja de ferragens, qne
sendo-lhes devedores Antonio Jos da Fonteca de
1299940 por duas tetras vencidas, que vencem pre-
mio, Manoel AntonioNogneira por409890, por una
letra que igualmente corre premio, Bonifacio da
Silva de 2819499 qae lambem vence juros, JoSo Da
inatcenu e Silva 1959602, por ama letra que corre
premio, Joaquim Aulonio Leile Goimardes por Ma
tetra 5-29, Francisco Antonio de Mesqaila 77-a9iO,
por lata que vence premio ; e para que se nao d
a prescripcao, e a todo lempo pnssa fazer valer seu
direilo, Jlo s contra' os mencionados devedores,
mas lambem conlra os sncressores e herdeiros dos
me-mos, vera requerer a V. Exc. ero virtude do
paragrapho 3 do art. 453 do cdigo commercial, se
digne mandar lomar por termo teu protesto, alim
de serem citados por edictos os referidos devedores,
depois de provada e jolgada a ausencia dos mesinos.
Pede a V. Ezc. deflerimenlo,Procurador. Antonio
Pinto de Barros.
E mais se nao continha. em dila pelicao, depois do
qua tegnia-s* o despacho o* mesma exarado e ter-
mo de protesto, todo do Iheor seguinle :
Tome-se por termo o protesto do supplicanle, e
justifique este a ausencia dos supplicados. Recife
11 de dezembro ds 1855.l'eretti.
Aos 14 de dezembro de 1855, oesla cidade do Re-
cife de Pernambueo em meu escriptorio, veio Anto-
nio Joaquim Vidal, e perante mim e as leslemu-
uhas abaixo aasienadas, diste qae protestava conlra
Anlonio Jos da Fonseca e oulros pelo conteudo na
pelicao retro, qae faiia parle do prsenle termo
para o fim na mesma requerido ; e de como assim
o disse e proteslou, assianou com as tesleinonhas o
presente termo.Bu Maxiima.no Francisco Duarte
escrivao privativo do juizo commercial o escrevi.
Antonio Joaquim Vidal. Manoel Jos Soares de
Avellar.Rodolplio Joao Barata de Alenla.
E mait se nao continha em dilo despacho e termo
de protesto aqni ludo copiado ; e produziudo o sop-
plicante, sendo-me os autos conclusos dei a senlenra
do theor seguinle :
Altendendo a jusliticaco de Os. 5 a Aa 6 verso,
julgo provada a auzencia em lagares naetabido* dos
odividuos mencionadas na pelicao da fls. 2, pelo
que mando, que para o fim na mesma pelicao de-
clarado, sejam citados por editos, passando-se a res-
pectiva carta com o prazo de 30 das e cusas.Re-
cife 21 de dezembro de 1855. Anaelmo Francisco
PereUi. .
E mais se nao continha em dita tentenca, em vir-
tude da qual mandn o escrivao que esla sobscre-
veu passar a presente cun o prazo de 30 dias, pela
qaal e seu theor se chama e cita, e hei por intimado!
aot supplicados de lodo o conteudo na pelicao e
termo de proletlo aqni ludo transcripto.
Palo que loda e qualquer pessoa, prenles, ami-
gos on eonhecidos dot supplicados auteulet, os po-
uerao fazr scientes' do que cima fca exposto, e o
porteiro do juizo ailar e publicar a presente nos
lugares do coslume, e ser publicada pela im-
prensa.
Dada e passada nesta cidade da Recife aos 24 de
dezembro de 1855. Eu Maximianno Francisco
Duarte, escrivao privativo du juizo commercial, o
subscrevAntttmo Frantueo PereUi.
O Dr. Anselmo Francisco l'eretti, commendador da
imperial ordem da Rosa e jdiz de direilo especial
do commercio detta cidaae deHecife provincia
de Pernambueo por S. M. I. e C. o Senbor D. Pe-
dro II, a quem Dos guarde, ele.
Faco saber aos que a presente carta do edictos vi-
rem em como Johoston Paler & C. me fiieram a pe-
lirao do Iheor seguinle:
Diz Johoston Pater & C. commerciantes matricu-
lado* no tribunal do commercio detta provincia que
querem protestar para conservarlo, resalva de seus
direilos e 1nterrupc*o da prescripcao quinquenal
contra os seus devedores ausentes e presentes, estes
porm sao Joao Jaeintho de Souza qae devo rit
2:7909595, a viuva e herdeiros de Antonio Luiz Ri-
beiro de Brito 12:0169060, Caetano Quinlinn Gtlhar-
do 8029927, os herdeiros de Antonio Xavier da Sil-
va 4619271, Caetano Jos Coelho 5595100, Jos de
Oliveira Campo* 3069301, Manoel Antonio de Aze-
vedo 859400, Manoel do Amparo Caj 1715 it'/i, Jo-
s Dias Moreira 6:2889402, os herdeiros de Joaquim
Jos Ferreira 1189300, Joao Leite Rodovalbo ri
7:5659262, viuva Cuoha Guimaraes 5699310. Fran
cisco Antonio Puntual 1479239, Antonio Carneiro
Machado Ros 1489135. viuva e iilhos de Anlonio
Dias Sonto 2:2019790, Santos Villara 5049355, Aa-
louio Marlins de Carvalho 5079490, por tilulot que
vencem premio ; e ot conslantet da relacao junta
nao lem us suplicantes noticia, pelo que requerem
a V. Eic. que se digne mandar turnar por termo o
sea protesto alim de serem intimados os devedores
presentes ou seus herdeiros, o por carta de ediclos
os ausentes em parle incerta,'dignan Jo-se V. Exc.
de admiltir os supplicantes a justificar a sua ausen-
cia para o indicado flm nos termos do artigo 453 3
do cdigo commercial arl. 53 4 e art. 391 do regu-
iamenta n. 737. E assim pedem a V. Exc. se dig-
ne deferir-Ibes.E R. M.Alcanforado.
Nada mais se continha em dila pelicAo aqni Irans-
daem15de '.Janeiro d!848 venceudn os juros de I lo da qnanlia de 2369; letra de Manoel Vicente
2 por cenlo i mez, quanlia de 169 ; Joao Ger-1 Elias Cavalcanti, piteada a 19 de novembro de 1840,
mano de Paul, V' Pr na letra vencida em 25 de
ootbro de 184 V da qanlla de 269800, veocendo o
______- ~ t\___ i-*..., ...____*. ur.___1 1 ...;. .
po'centaj mez; Miguel Lucio
> MeVlo, por urna dila vencida
O Dr. Anselmo Francisco Perettl, commendador da
imperial ordem da Rosa e joiz de direilo espe-
cial do commercio, desla cidade do Recife provin-
cia de Pernambueo por S. M. I. e C. etc. lc.
Faro taber aos qne a presente caria virem em
como D. Anna Titerera de Jess me fez a pelicao do
theor *eguinle :
lllm. e Exm, Sr. Dr. joiz ]do commercio. Diz
D. Auna Titerera de Jesat, qae lendo garantido o
pago por Manoel Joaquim da Molla ama letra por
elle aceita a favor de Joaquim Jo< de Oliveira da
quanlia de 4659280 laceada em 9 de jolito de 18M,
a 6 mezea de prazo, nao lite lera sido powivel haver
seo embolsoe porque ettejaprestes a prescrever quer
uaej do recurso de qhe traa o g :t do art. 453 do
cdigo do commercio,e porquo o supplicado Maooet
Joaquim da Molla, so acha ausente em lugar u3o
sabido requer a V. Etc. digqe-seadmilli-la a juttifi-
eata ausencia sendo qoanto baste,e julgado por sen-
tenca, mande tomar por lermo o teu proletlo e carta
de editos por 9 diat, a flm de por elles ser intimado
o supplicado oa forma do citado artigo. Pede a V.
Exc. deferimento.Por minh mili D. Amia There-
sa de Jess.Joao Ferreira Villrla.
E mais ss nao eoniinha em dila pelicao a qoal
sendo-me presentada dei o despacho do theor se-
cuittc :
Como reqoer. Recite 2:1 de oulubro de 1855.
A. F. Peretti.
E mais se nao conlinln em dito despacho aqui
transcripto, em virtude do qual se lavrou o^ lermo
de protesto do Iheor segoinle :
Aos 27 dias do mez de outabro de 1855 nstu ci-
dade do Recife de Pernambueo em meu escriptorio
veio a supplicanle D. Anna Titerera de Jess, e pe-
rante as lestemunhas infra as'igna las disse que re-
duzis a protesto a sua pelicao retro que offerece co
mo parle do prsenle e de como astimo di lerloa Oz este termo no qual se assignou com as les-
temunhas. Eu Francisco Ignacio de Torres Ban-
deira, eserivlo interino o eterevi.Anna Therezn
de Jess.Estanislao Pereira de Oliveira. Nor-
berto Alvet Cavalcanti.
E mais te nao continha, em dilo termo de protesto
aqui irantcripft, e lendo a tupplicaute produzido
euas lestemunhas e acndo-nie a* anlos concluios nel-
les dei n sent 115a seguiute:
Julgo primada a ausencia de qna Irata a pelicao
da folhas 2 e mando que se proceda a cilaco do
ausente, passando-se para ene fim carta edilal rom
o prazo de 30 diat e casias.
Recife 14 de dezembro de 1855.Anselmo Fran-
cisco Peretti.
E mait se' nao continha em dita tentenca aqui
transcripta, em virlude da qfial o escrivao que esta
subscreveu mandn passar a presente carta edilal
com o prazo de 30 dias,pela qnil e seu Iheor se cha-
ras e intima hei por intimado* aos supplicados de-
vedores ausentes cima declarados de lodo o conteu-
do na ajacAo e termo de protesto cima transcripto.
Pelo qSa toda e qualquer pessoa, pareles ou ami-
gos'do dilo supplicado poderao faztr sciente do.
que acima-flea exposto ; e o porteiro do juizo fizar | ca->80 commercial em favor de seus de
a prsenle nos logares do cosame, e tere publicada
pela imprenta.
Dado e passado nesla cidade do Recife de
nambueo aos 18 de dezembro de 1855.EbM
miao Francisco Duarte, escrivao privativo
commercial o subserevi.
Anselmo Frtncitra-^Pti
cripta, a qual sendo-me apreseulada profer o despi-
cho do Iheor segoinle:
Lavre-se lermo de protesto, o qoal ser intimado
aos devedores presentes e justifiquen! os supplican-
tes a ausencia dos oulros. Recife 15 de dezembro
da 1855.A. F. PereUi.
Nada mais se coulinha em dilo meu despacho aqui
transcripto em virlude do qual se lavrou o protesto
do theor seguinle:
Aos 17 de dezembro de 185 uesla cidade do Re-
cife de Pernambueo, em meu escriptorio vtio Anto-
nio Pinjo de Barros procurador bstanla de Johns-
lon Paler & C, e perante mim e as testemunhas a-
baixo assiguadas, disse por parle de seas constituin-
tes que protestava conlra Jos Domiogoes da Cosa e
oulros, pelo conteudo emsua pelicao relro,|que fazia
parle do prsenle termo, para o lint na mesma re-
querida, e de como assim o diste e proteslou, assig-
nou com as lestemunhas o presente termo. F.a Ma-
noel Francisco Duarle, escrivao privativo do joizo
commercial, o escrevi.Antonio Pinto de Barros.
Estanislao I'ereira de Oliveira. Joao Aqguslo de
Vasconcellos l.eila 1.
Nada mais se continha em dito termo da protesto
aqui traosciipto, pelo conteudo do qual foram cita-
dos os devedores prsenles, e sao os ausentes todos
os seguinles :
Jos Domingues da Cosa por 13 letras vencidas
2219896, Apolinario Florentino de Albuquerque
Maranhto por ama lerr 3:6059101, Silvestre Perei-
ra da Silva Guimaraes por sal lo de 22 letras venci-
das 1:9159131, Joaquim da Silva Guimaraes por 2
letras vencidas 1:5159780, Jos Anlonio da Crnz
Por sallo de 5 letras 8659910, Jnaquim Esequiel
Barbosa por saldo de 5 letras 9839962, Anlonio Lo
pes daSilveira por saldo de Ires letras 1:5869690,
Jos Antonio Lopes da Silveira por saldo de dnas
letras 1:3899745, Loiz Antonio Goncalves e Antonio
Taiaira Lopet de ama letra 66(. Luiz Jos de Bri-
lo por saldo de duas letras 1:1829400, Francisco
Duarle Coelho de ama letra 1289, Jos Pereira Gui-
maraes de doas letras 1:7679320, Francisco Caval-
canti de Albuquerque duas letras 1209, Joo Botelho
Nello orna letra 300f, annls & Cowie por saldo de
urna letra 1919965, Clemencia de Mendonca Guima-
raes por saldo de nma letra 2799515, Antonio Joa-
quim di Azevedo por saldo 64/186, Jos Corra dos
Santos por saldo 3:5989560, Manoel Porfirio de Ara-
11 h por taldo 1:2699650. Jos Marlins Alves da
Croa par saldo 33d300, Franewco IgMcio FrrK
Dias por saldo 889018, Antonio Joaquim de Olivei-
ra por saldo 4229233, Antonio Jos Machada por
saldo 2:2329818, Jeronymo Guimaraes da Cosa
Sflva por taldo 3749471, Manoel Antonio Gomet por
saldo 4939180, Joaquim Jos Moreira por saldo
509560, Joaquim Goncalves Dias par saldo 410*057,
Thomai da Silva Guimaraes por sali 469980, Cae-
tano Loiz Ferreira por saldo 8694OO, Claudino Sal-
vador Pereira Braga por saldo av.7849857, Thomaz
Dontlay por taldo 969, Maooel Jote Magalhaet Pin-
te par saldo 2079700, Jos Marlins Alves por saldo
3329500, viuva dos Santos Mendenca por saldo r i
2:2239754, Francisco de Barja Buarque por taldo
5869198, Joao Dominguet Peraira por saldo ....
1:2919544, Francisco Pereira Cavalcanti por saldo
1:2319401, Antonio Joaquim de Oliveira por saldo
1:5069018* Anlaaio M. de Almeida Leal par saldo
1:8669860, Anlonio F. Dias Machado por saldo .
2059540, Joaquim Gavalcanti de Albuquerquo Mel-
lo e Simio Pereir de Azevedo por orna letra 1:729
Maooel Lopes da Cosa por ora val saldo 209, l-'*-I x
Pereira de Lira a Jos Miguel de Lira por orna le-
tra 751200, Jos Leandro de Almeida por ama, obri-
g*Cao 2:0729080, viuva dos Santos Mendonca e Jos
Leandro de Almeida, por duas letras 1:3089, Joao
Ayres da Silva Olival por urna, obrigacao 9159454,
Elias Jos da Silva por sea obrigaeio 4009, Bernar-
do Joaquim Correa por sos letra 1009, Manoel. Jos
Pinto Coelho por duas letras 1:5829420, Antonio
Baplista Aguan, abonado por Jos jarlo da Costa
Nogueira porSua obrigacSo 1:3709307, Jos Domin-
gos Pereira e Jos Pereira de Andrade 4649. Alexan-
dre Lopes Ribeiro obrigacao 5:4919128, Jo.lo Anlo-
nio de Carvalho Siqaeira por tres letras 1:3639728,
Jufio Antonia Prior por taldo de tres letras 566},
Simao Pereira de Andrade por saldo de soa letra
949, Joaquim Jos de Sampaio Jnior e Antonio
Ferreira de Paria por sua letra 1:0609. Jos Manoel
Das & C. por tres letras 4:0939089, Claudio Dubeux
por 2:8003-
Nada mais se continha em dila ennta aqui trans-
cripta, e lendo os sopplicantes produzido suas les-
lemuuhas, e sendo-me ot autos concluios nelles pro-
fer a senteaca segoinle 1
A' vista da inquirirao de fl. 10 a ti. 11 verso, pe-
la qaal se moslra'eslarem os justificados ausentes em
lugares nao sabido*- mando que para ser-lhes inti-
mado o protesto conslante do termo de fl. 2 verto e
3, se pisse a carta de edictos com o prato de 30 dias.
Recife 21 de dezembro de 1855.Anselmo Francis-
co PereUi.
Nada mais se continha em dita sentenra aqni
transcripta, em virlude da qual o escrivao que esla
subscreveu mandou passar a presente caria de edic-
tos como prazo de 30 dias, pela qual e seu Iheor se
chama e intima ehei por intimados aos supplicado-
devedores ausentes cima declarados de todo o cons
titeada na pelicao e termo de protesto cima trans-
cripto.
Pelo que loda e qualquer pessoa prenles ou ami-
gos dos ditos supplicados os poderao fazer scienlet
do que cima fica exposto, e o porteiro do juizo fi-
lar a prsenle nos lugares do coslume e ser publi-
cada pela imprensa.
Dada e passada nesla cidade do Recife aos 24 de
dezembro de 1855. Eu Maximinno Francisco lluar-
ll, escrivao privativo do juizo eemmercial, o subs-
erevi.
Antelmo Francisco PereUi.
O Dr. Anselmo Francisco PereUi, commendador da
imperial ordem da Rosa e juiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Recife por S. M.
I. e C. que Deee guardu etc.
Faco saber aos que a presente caria de editas
virem, em como Manoel l.opea da Silva me fez a
pelicao do heor seguinle :
Diz Manoel l.opesda Silva, por teu bastante l"pro-
curador netta cidade que aendo seu cantliloinle cre-
dor de divertos, por ttulos de letras e documentos
assignados pelos devedores e algons;endocados, os
quaes se acham ha mullo vencidos, vem por isso o
npplicanle requerer a V. Ezc. para que admita
isa -otalo pata o lim de que por esta forma fique
. nterrompida a prescripcao na forma doart. 453 do
JEres e que
ado o lermo e depoit de atsignado tffo suppli-
1* por seo procurador e justificado qoaul* baste,
patse de editos para seren por ella intima-
ores, cajas moradas sao ignoradas
os devedoret sao os seguinles:
'de Mello, par ama letra vauci-
elicao e relacio a
Pft-'i
aii-J
de
Albuquerque MV'o, por urna dila vencida em 10
do novembro de 1911 da quanlia de 1699, vencendo
o premio de 2 por ceolo ao mez ; Manoel Francisca
Soares, por nm vale da quantia de 139 vencido em
26 de novembro de 1843. veneendo o premio de 2
por cenlo ao mez ; Jos Giinslon. nm vale da quan-
lia de 169 passado em 14 de jolhu da 1849; Lou-J,
renco Alves deitlhuquerque, um vale cedido por
Jos Caetano de Barros da quanlia de 339120 ven-
cendo o premio de 2 por cenlo ao mez; Mauoel Gre-
gorio da Silva, por um documento vencido em 10
de agosto de 1847 da qnanlia de 509 vencendo o pre-
mio de2 por canto ao mez ; Belarmioo Firmino lle-
zerra de Mello, por duas letras 11a quanlia de 239,
a primeira vencida em 21 de maio de 1848 e a se-
gunda em 23 de junhodo mesiuo anno, vaneando o
premio de 2por ceolo ao mez; JoSoNunesde Alen-
car Bratil, por ama letra da quantia de 409620,
vencida em 9 de dezembro de 1847 vencendo o pre-
mio de 2 por cento ao mez ; D. Mara Joaquina
Pessoa da Mello, por urna lelra garantida por Luiz
Caudido Carneiro da Cuoha, Jo3o Jos Ribeiro dos
Santos, e Jo3o Frederico de Abreu Reg vencida e
protestada em 24 de dezembro de 1845, da quanlia
de 2:1639255 vencendo o premio de 2 por cenlo ao
mez ; Joan Cavalcaoti de Mello Albuquerque, por
10 letras ua importancia de 2009 a primeira vencida
em 8 de novembro, a segunda em 8 de dezembro, a
terceira em 8 de Janeiro, a quarla em 8 de feteroi-
ro, n quinta em 8 de maree, a 6 em 8 de abril, a
stima em 8 dn maio, a oiiava em 8 de junlio, a no-
na em 8 de julho, a decima em B de aguslo todas
do anno de 1850 vencendo o premio de 2 por ceolo
ao mez; Malhias Alves Ferreira, por um vale pas-
sado em 22 de agosto de 1849 4a quantia de 169840;
Joo Ramos, por um vale passado em 29 da marco
de1840 da quanlia de 139300 ; Joan Jos Correia
da Costa, por duas letras orna vencida em 9 de fe-
vereiro de 1849 veucendo o premio de am e meio
por ceolo ao mez, e oulra vencida em 8 de abril do
niesmo anno, venceudo o premio de 2 por e*aJ,o ao
mez ; um documento vencido em 25de dezembro de
1848 vencendo o premio de 2 por cento ao mez ;
urna relacao do dividas astignadat no | de maio de
1840 ludo na importancia de 1:0969122 ; Joaquim
Marcelino da Silva, por urna carta aasignada em 21
de novembro de 1845 da quanlia de 619050; Jos
Bernardo Fernandes Gama, um documento da quan-
lia 519940 ; Antonio de Souza Geraldo, por um do-
cumento pasudo em 27 de agosto de 1851 da quau-
lia de I69 ; Joaqoim Baplisla Moreira, por nm vale
passado em 3 de junho de 1845 da qnanlia de
L14894O0. E sendo que alznns riestes devedoras e
respuneaveistejara fallecido!Hqoementendidos da in-
timarao do presente proletlo ot seus herdeiros. Por-
tento pede a V. Exc. Illm. Sr. Dr.julz especial do
commercio assim defira.E R. M.Jos Rodrigues
Ferreira, procarador.
Nada mais se continha em dita pe
qual dei o despacho seguiute :
Tome-*; por lermo o protesto do sjpplicante o
justifique esto a ausencia doi djrredorcs que men-
ciona. Recife 10 de dezembro da 1855.A. F. Pe-
reUi.
Nada mais se eoniinha era dUa despacho era vir-
tude do qual o escrivao lavroa o* termo de protesto
do Iheor segoinle :
Aos 12 de dezembro de 1855 nesta 'cidade do Re
cife de Peroambuce em meu escriptorio veio Jos
Rodrigues Ferreira como procurador bstanle de
Manuel Lopes da Silva, disse perante mim e as les-
lemunlias abano assiguadas que prolestava conlra
Jeronymo Ceiar de Mello e oalros pelo conleedo
de saa pelicao retro, de seu constiluinle.qne faz par-
te do presente termo,para o fim na mesma requeri-
do, e de como asiim o disse e proteslou fiz esle
termo qu* assignou com ns teslemonhas En Ma-
ximiano Francisco Duarte, escrivao privativo do
joiiocommercial o escrevi. Jos Rodrigues Fer-
reira.Aulonio da Silva Pessoa de Mello. JoSo
Augusto de Vasconcellos Leilao.
Nada mais se continha em dilo termo de protesto
em virlndedo qual lavre a tentenca do Iheor se-
guinte : '-
Ajyn ten do a jinlilicaclo de fls. 7 a fls. 8 verso,
jnlgo provada a ausencia des individuos constantes
do pelicao de rothts 2 em logares nSo sabidos, pe-
lo que mando qne acjm diados para o lim na mes-
ma pelicao designado passando-se carta d edito*
com o ptazo de 30 diat e cusas.
Kecife 14 de dezembro d 1855.Anselmo Fran-
cisco PereUi.
E mais se nao continha em dita sentenca aqoi
transcripta, em virlude da qual o escrivao que esla
subscreveu manden pastar a prsenle caria de edic-
tos com o prazo de 30 dias, pela qoal e seu Iheor se
chama c iulima e hei intimados aos supplicados de-
vedores ansentes cima declarados de lodo o conteu-
do na pelicao e termo de proletlo cima trant-
criplo. Pelo que loda e qnalquer pessoa, prenles
ou amigos dos supplicados devedoret os podero fa-
zer scientes do que cima fica expolo ; o o porteiro
do joizo aullara' o presente nos lugares do coslume
a *era publicado pela imprenta.
Dado e pastado nesla cidade do Recife de Per-
nambaco aos 19 de dezembro de 1855. Eu Maximi.i
no Francisco Doarle, eserivlo privativo do joizo
commercial o subserevi.
Anselmo Francisco PereUi.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador
da imperial ordem da Rota, juiz de direito espe-
cial do commercio desla cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambueo por S. M. I. e C. o
Sr. D. Pedro II a quem Deot guarde etc.
Faco saber aos que a prsenle caria virem, em
como D. Seiiliorinha de Oliveira Jacome Peixoto,
me fez a pelicao do theor segninte :
Diz D. Seuhorioha de Oliveira Jacome Peiioto,
viuva de Jos Joaquim de Mesquila, qae eslaudo
prxima a poca da prescripcao dos tilolos das di
vidas commerciaes, e sendo o casal da supplicanle
credor em commumeom Joo Jos do Hego, casa-
do com urna filha do sea finado marido das dividas
constantes da relacao da devedores inclusa, vem re-
querer a V.Eic.para conservacao de seu direito.que
sirva-se de mandar lavrar lermo de proletlo para in-
lerromper a prescripcao das mesmas dividas.sendo in
limada seo molesto pessotlmente ae que ettiverem
presentes dos mencionados devedores, e por carta
da editos aos qae estiveram aosenles era lagar nao
sabido na conformidade do qoe dispoe o codig*
commercial e regulamento.admitiindo V. Exea sup-
plicanle a prodnzir a juslificaco de ausencia ; pelo
que pede a V. Eic. Illm. Sr. Dr. joiz etpecial do
commercio que lbe defira oa forma da lei.E R.
M.Jos Mariano de Albuquerque.
Nada mais se continha em dita pelicao aqoi trans-
cripta, a qoal sendo-me apresentada dei o despacho
do Iheor seguinle :
Tome-se por termo o protesto da sopplicante que
justificar a ausencia das supplicados. Kecife 6 de
dezembro de 1855.PereUi.
Nada mais se continha em dilo mea despacho em
virtude do qoal se lavrou o protesto do theor se-
guiole :
Aos6 de dezembro de 1855, nesla cidade do Ke-
cife de Pernambueo em meu escriptorio eio D. Se-
nhorinha de Oliveira Jacome Peixoto, viuva de Jo-
s Joaquim ele Mesquila, e disse perante mim e as
lestemunhas abaixo assignadas, qae prolestava pela
conteudo em aa pelicao, pira o fim na mesma re-
querido, e de como assim o disse e proteslou assig-
nou com as lestemunhas o presenta termo. Eu Ma-
iimiano Francisco Duarte, escrivao privativo do
juizo coiniuercial a escrevi. Sanhorinha de Oli-
veira Jacome Peiioto, Gelim Coelho de Serpa Bran-
do, Joao Augusto de Vasconcellos Leilao.
Nada mais se continha em dito lermo de protesto
aqoi transcripto, depoit do que seguia-se a relacao
dot devedores teguintes.
Letra de Jos Slaria de Azevedo, passada a 1 de
dezembro de 1840, a 20 dias com joros de 2 por cen-
lo, da quantia de 39960; recibo de Francisco Leilao
Figueira, passado a 24 de dezembro de 1815, a 2
anuos com os joros de 2 por cenlo, da quanlia de
6Q360 ; lelra de Thomaz Filippe da Silva, pasead;, a
17 de jonho de 1844, a 4 mezes com os juros de 1
c meio por ceato, da quanlia de 479080 ; letra de
Joan Eugenio dos Santos, passada a 1 i da fevereiro
de 1843, a 15 dias com 01 juros de 2 por ceolo da
qnanlia de 379200 ; lelra d* Jos Ignacio de Sonsa
Habello, passada a 12 de jonho de 1841, a 40 dias
com 01 juros de 2 por cento da qoantia de 209320 ;
lelra da Francisco Anlonio Ramos, passada a 17 da
fevereiro de 1839,a 6 mezes com juros de"2 por cen-
a 5 mezes com ot jurot de 2 por canto da quantia de
2189164 ; publica forma de letra de Jos Loiz da
Coda, panada a 29 de oulubro de 1839, a 3 mezes
com os jnrot de 2 por cenlo da quantia de 3609760 ;
protesto de lelra de Jos Marques Vianoa e Fran-
cisco Jos dos Santos, passada a 20 de julho de 1841.
4 mezes com os joros.de 2 por cento da qoantia de
1439300 ; publica formaMaleira de Trsjano Ter-
tuliano da Costa, pastada a 20 de abril de 1842, a
40 disseom os jorot de 2 por Canto da qnanlia dt
339480 ; letra de Bento Raymundd\Nonalo, passada
a 8 de Miembro de 1844, a 3 mezes da. quanlia de
229 ; lelra do padre Francisco do Reg iVztos, pas-
tada a 20 de julho de 1838, a 2 mezet com jotqt de
2 por cenlo da quanlia de 4189 ; lelra da JoSo Tas
de Aguiar, passada a 12 de agosto de 1835, a 6 me-
zes da qoantia de 2199015 ; letra de Jote da Silva
Colares, pastada a 16 de tetembro de 1848, a 1 an-
no com os juros de 1 por ceolo da quantia de 4609 <
letra de Jos da Costa de Albuquerque e Mello,
pastada a 4 de oulubro de 1842. a 3 mezes com os
juros de 2 por cento da quaulia da 369; letra de
Joaquim Mara da Concedan, passada a 12 de jonho
de 1848, a 4 meaes com 01 jurot de 2 por cento du
quantia de 2189 lre5 letras de Antooio de Sa Ca-
valcanti Lint, passada a 7 de fevereiro da 1815, a 2,
3 e 4 anuos, a primeira na importancia de 2329728,
a de 2459176 e a terceira de 2579624 com os joros
todas de 2 por cento ; lelra de Veris-imo Antonio da
Cruz Soares, passada a 13 de selembro de 1843 da
qnanlia de 409 ; lelra de J. J. Gomes, passada a 1
de oulubro de 1842, a 30 dias cora os juros de 2 por
cenlo da quantia de 179424; protesto de lelra da Je-
ronymo de Albuquerque Mello, paseado a 9 de no-
lobro de 1849, a 12 mezes com os joros de 2 por
cento da qoantia de 1239 ', Id' da. Maria Francis-
ca, passada a 15 de fevereiro de 1848,a 1 mezes com
os juros de 2 por cenlo da quanlia de 979420 ; le-
lra de D. Lazay, pastada a 27 de abril de 1840. a 30
diat da quantia de 189 ; clareza de Joaquina Fran-
cisca de Mello Cavalcanti, passada a 16 de Janeiro
de 1842, com os jaros de 1 e meio por cenlo da
alia de 1779 ; clareza de Felisberto Raposo da
1, passada a 20 de novembro de 1810, a 4 mezes
lia quanlia de 289500 ; clareza de Francisco Aprigio.
Ja Fonseca, passada a 24 de maio de 184a, a 2 me-
sas da qoantia de 159 ; clareza de Francisco Ludge-
ra Rodrigues Canella, pastada a II de fevereiro de
1840, > 2 mezes da quantia de 179640; lelra de Leo-
cadia Monteiro F'toreza, pastada a>14 de' jolito de
1847, a 4 mezes com os juros de 2 por cenlo da qnan-
lia de 1509 ; clareza de Brza Marccllino do Sacra-
mento, passada a 26 de junho ite 1844, a 12 mezes
da quanlia de 169 ; clareza de Francisco Jote Pi-
mentel, passada a 29 de julho de 1843, da qoantia
de 129320 ; tetra de Manoel Francisca Nogneira,
passada a 19 de outubro de 1849, a 3 mezes com os
juros de 2 por cenlo ao mez da quantia de 839320 ;
Ires letras de Joao Francisco de Araujo, passadas a
7 de tetembro de 1816, para maio de 1847, maio
1848 e maio de 1849, com jurot de 2 por cenlo da
quantia de 3089298 ; letra de Bernardo Damiao
Franco, passada a 4 de novembro de 1846, a 3 me-
zes a 2 por cenlo da quanlia de 1139700 ; lelra de
Antonio Pereira Tyrano,passada a 3 de dezembro de
1852, a 2 mezes com jaros de 2 por canto da quan-
tia de 239560 : Manoel F. Nogneira, resto da soa le-
tra passada a 19 da outubro de 1849, a 10 mezes
com juros de 2 por cento da quanlia de 1069320 ;
letra de Joj SimSes de Magalhaet, passada a 3 de
tetembro de 1849, a 4 mezes com jorot de 2 por
cento da quanlia de 499700; lelra de Francisca Ma-
ria da Silva, passada a 4 de Janeiro de 1846, a 4
mezes com juros de 2 por cenlo da quantia de........
419320, esla letra e reslo; Ires letras de Anlonio
Francisco Honorato, passada a 1 de malo de 1852, a
2, 4 e 6 mezes com juros de 2 por cenlo da qoantia
de 369 i re,l d* 'e'ra ,le Simplicio Alves Feilosa,
passada a 16*de novembro de 1849, a .7 roezes com
jorot de por cenlo da quantia de 4369910 ; letra
de Anlonio dn Costa, passada a 16 de maio de 1847,
a 11 mezes coro os joros de 2 por cenlo da qaintia
de 2I9020 resto ; letra de Joaqaim Jote Bandeira,
hrje seus herdeiros, paitada a 8 de novemhro de
1847, a 3 metes com 01 jurot de 2 por cenlo da
qnanlia de 429360.
Nada mait sa continha em dila conla aqni Irant-
cripta, depois do que tendo a supplicanle produzido
soas testemunhas, foram-me aulos conclusos e nelles
profer a tentenca seguinle :
Altendendo a juslificaco de fls. B, lis. 7 versa,
lolfjo provd* *ruci.i em logar nS* sabido t
individuos mencionados na relacao de fls. 3 a fls. 4
verso, pelo qae mando que. para fim indicado na
pelicao a fls. 2, aajam citados por editos, passando-
se a respectiva caria eom o prazo de 30 das o cos-
tas. Recife 15 de detembro de 1835. Anstlmo
francisco PereUi.
Nada mait sa continha em dila sentenca aqai trans-
cripta em virtnde da qual o escrivao qae esta subs-
creveu mandou passar a presente carta de editos com
o prazo de 30 dias, pela qoal o seo (heor ss chama
e intima n hei por intimados aos snpplicados deve-
dores ausentes ncima declarados de todo o conleudo
na pelu;ao e lermo de protesto cima transcripto.
Pelo qu toda e qualquer pessoa parentaa ou mi-
go* dos dilot supplicados os podero fazer scientes do
qne cima fica exposto, a o porteiro do juizn fizar a
prsenle nos lugares do coslume e ser publicada
pela imprenta.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Pernam-
bueo aos 21 de dezembro de 1855.Eu Maiimiano
Francisco Duarle, escrivao privativo do joizo come
mercia o subserevi./nsetmo Francisco Ptrehi.
O QMIor Anselmo Francisco PereUi, commendador
da Imperial ordem da Ross, e joiz de direilo es-
pecial do commercio desta cidade do Recife pro-
vioeia de Pernamboco, por S. M. Ieieooslitoeio-
nal o Sr. D. Pedro TI, a qtiein Dos guarde ele.
' Faco saber aos que a presente carta viran, em
como D. Senhorinha de Oliveira Jacome Peiioto
me fez a pelicao do theor secninte :
Diz D. Senborioha de Oliveira Jacome Peiioto,
viuva do fallecido Jos Joaqoim de Mesqulta, por si,
como cabera do sen casal, que quer protestar para
conservacao e resalva dos sens direilos, resallantes
dot ttulos credilorios que conslam dat relacdes jun-
tas,m ordem a iaterromper a prescripcao quinquen-
nal estabelecida pelo cdigo commercial; parao
qoe vem requerer V. Eic. que se digoe-*le man-
dar tomar por termo o seu protesto, sendo novamen-
te intimado aos respectivos devedoret que se acha-
re m pretenlet em suss proprias pestoas e por edictos
aos ausentes herdeiros dos que forein fallecidos, sen-
do a supplicanle previameute admettida a justificar
a soa ausencia ero lugar nao sabido, e i.'oe se 11S0
liver noticia nos termos do artigo 453 3 do tnes-
mo cdigo e artigos 53 4 e 391 do regulamento n.
737 : assim pc-ts, pede a V. Eic. Illm. e Ezm. Sr.
Dr. juiz de direilo do commercio, deferimento.E
K. Me.Jote Mariana de Albuquerque.
Nada mait se eoniinha em dita pelicao, a qual dei
o despacho do iheor seguinle :
Tome-se por lermo o protesto do supplicanle que
justificar a aosencia daqaelles de sens devedores
que estiverem Inesse caso, sendo aos presentes inti-
mado o mesmo protesto aa forma requerida. Kecife
5 de dezembro de 185*.A. F. Pereti.
Nada mais te continha em dilo despacho, em vir-
lude do qual o escrivao lavrou o lermo de protesto
do Ibeor seguinle :
Aos 6 de dezembro de 1855, nesla cidade do Re-
cife de Pefttarobuco, em met escriptorio veio D.
Senhorinha de Oliveira Jacome Peiioto, viuva de
Jos Joaqaim de Mesquila, e disse parante mim e as
lealemuuhat abaiio assiguadas, qae prolestava pelo
conleudo na pelicao relro. conlra Feliciano de Tor-
res e oulros referidos ua relacao secuinia, que faz
parte da metma pelicao, para o fim nella requerido,
e de como atsim o disse e proletlno, assignou com as
lestemunhas o presente termo. Eu Maiimiano Fran-
cisco Doarle, escrivao privativo do juizu commercial
o escrevi.Senhorinha de Oliveira Jacome Peixoto.
Gelim Coelho da Silva MaraohSo.Jo0 Augusto
de Vasconcellos Leilao.
Nada mais de continha em dilo lermo de protesto
.ni transcripto e depoit do que te segua a relacao
de Janeiro da ISjJ a primeira da quanlia de 609480
a tres mezes, e segunda da qumlia de 499430 a 30
diar-arobst com ot Joros de 2 por cento ao mez ;
2 lellraraceitas por Joaquim da Fonceca Soares de
FigueireJo7>a*sadai a 30 de julho da 1842 a 3 e 6
mezet, ambas comsos joros de 2 por cenlo, e cada
urna de 259150; printetca e segunda via de leltra
aceita por Manoel Dominad* Jnior, passadas a 19
de Janeiro de 1826 a sessenla dia., >u quantia cada
ama da 1119150 ; letra aceita por Francisco Jote
Moreira, passada a 30 de novembro de 1842, prazo
de 11 'diat com 01 juros de 2 por cenlo ao mez-, da
quanlia da 229000; ledra aceita por Jaeintho Pire*,
passada a 23 de agosto de 1842, a 2 roezes, enm os
joros de 2 por eenlo ao me?, da quanlia de 709900 ;
leltra aceita por Joao Francisco de Oliveira, pactada
a 16 de abril da 1841 3 mezes, com os joro* de 2
por cenlo da quanlia de 439420 ; leltra aceita por
Manoel Marques Santiago, pastada a 16 de oulubro
de 1840, a 2 mete*, com os jurot de 2 por cento da
quantia de 679210 ; leltra aceita por Anlonio Vle-
ra de Bebeirot, pastada a 16 de maio dV|840 a 3
mezet eom jurot de 2 por cento na quantia da^reia
6O934O ; Iellra aceita por Francisco Leilao Figueira,
passada i 8 de oulubro de 1844 a 8 mezet eom jaros
de 2 por cento na qnanlia de 709992 ; Iellra aceita
por Juliao da Costa Monteiro, pastada a 19 de se-
lembro de 1835 a 60 diasdn quanlia de 219600 ; Iel-
lra aceita por Bernardo, passada a 28 de selembro
de 1842 a 1 mez, com os juros de 2 por cento da
quantia de H96OO ; leltra aceita por Antonio Fran-
cisco Macota, pasuda a 12 de selembro de 1844, a
8 roezes com joros de 2 por cento, da qatnla de
919971 ; Iellra aceita por Fraocisco Antonio idas
Chalas, passada a 16 de selembro de 1840, a 30 dias
com juros de 2 por cenia da quanlia de 189750 ; Iel-
lra aceita por Jos Anlonio Pessoa de Carvalho, pas-
Rodrigutt Ferreira, e perante mim e as tettemnnhas
abaiao aisignadas, disse qoe prolestava pelo conten-
do em sua pelicao retro, conlra Jos Fortunato de
Almeida e oulros, que faz parla do presante termo,
para o flm na mesma requerido, a de como assim o
liste e proleslon, fiz esle lermo qae assignou com as
testemunhas. Eo Maiimiano Francisco Duarte, es-
crivao privativo do juizo cammereial o escrevi.
Jote Rodrigues Ferreira, Getim Coelho de Serpa
Branda*.
E mais se nao continha em dito I troto de proletlo,
e lendo o snpplicante produzido ai toas provas, e
p* tendo estes autot concluios nelles dei a sentenca
1I0 fharsegoinlc :
A' vtaS* inquirido de Os. 2 a fls. 5 verso, pela
qual se mostra *jaj as individuos mencionados nS pe-
lico de fls. 2 se actam aosenles am logares nao sa-
bidos, mando que para ser-lhes intimado o proletlo
conslante do termo de fls. 2 verso a 3 se pasee caria
da edictot com o prazo de 30 diat a costas. Redfe
1* do dezembro de 1855. Anselmo Francisco Pe-
reUi.
E mais se nao eoniinha, em dila milencs aqai
transcripta, em virtode da qoal o escrivao qoa asta
tqbscreveu mandou passar a prsenle carta de adic-
to cor) o prazo de 30 dias, pela qoal e seu theor se
chama e iulima.e hei por bem intimados aos suppli-
cados devedoras aosenles cima declarados, de lado
conleudo na pellejo e lermo de protesto cima trans-
criptos. Pelo que tuda e qualqoer pessot, prenles
oa amigos dos ditos supplicados os poderao fazer
scianles do qne cima fica exposto : e o porteiro do
joizo fixar o presente nos lugeres do coslume, e se-
ra publicado pela imprensa.
Dada e passada nesta cidade do Recife de Parnaaa-
bueo aos 21 de dezembro de 1855__Eu Maiimiano
Francisco Duarte, escrivao privativo do joizo comi-
sada a 27 de selembro de 1842, a 4 roezes com os. marcial o subserevi.Ant'lmo Francisco Peretti.
joros de 2 por cento da quantia de 129000; Iellra
Francisco Loiz
aceita por Francisco Loiz Guimaraes, passada a 9
de abril de 1840 a 6 mezes com joros de 2 por ceolo
na quantia de 309000 ; Iellra aceita por Antonio
Clemente Baplisla, passada a 6 de maio.de 1815, a
3 mezes com jaros de 2 por cenlo na quanlia de
2299857 ; leltra aceila ror Manoel Magalhaes San-
tiago passada a 16 de outubro de 1840 a 9 mezes com
jaros de 2 por cenlo da quanlia de 679210 ; leltra
aceila por Manoel Antonio Cabog passada a 17 de
agosto de 1828 a 6 mezes com juros de 2 por cenlo
da qnanlia de 909000 ; ledra aceita por Antonio
Jos dos Santos, passada a 4 da novembro da 1842 a
4 mezet com juros de |2 por cenlo da quanlia de
229OOO ; leltra aceila por Joaqaim Pereira Ramos*
passada a 2 de novembro de 1847 a 6 mezes com ju-
rot de 2 por cenlo da quantia de 309000 ; leltra
aceila por Alezandre Joaquim Vianoa, passada a 1
de maio de 1845 a 12 mezet com joros de 2 por cen
lo da quantia de 1349110; duas ledras aceilas por
Anlonio Ignacio de Mendonca passadas ambas a l9
de agoslo de 1844, a primeira de 6 mezes e, a segun-
da |de 9, com juros de 2 por cenia ambas, e da
quantia cada urna de 319450 ; Iellra aceita por
Verissimo dot Santos Siqueira pastada a 1 de feve-
reiro de 1840 a 12 mezes com os juros de 1 e meio
por ceolo da quanlia de 209300 ; Iellra aceila por
Maria Francisca dos Prazeres, passada a 18 de mar-
co de 1839 a 3 mezes, com jaros de 2 por ceolo, da
qoantia de539000 ; leltra aceita por Francisco Wen-
ceslao Lopet Lima, passada a 28 de outubro de
1839 a 3 mezes, com juros de 2 por ceolo da qoantia
de 3159040 ; Iellra aceila por Manoel Gomes de
Araajo, passada a 6 de novembro de 1833 a 2 mezes
da qoantia de 1499692 ; leltra aceita por Martinho
Gomes da Silva.pastada a 4 de novembro de 1842; a
2 mezes, com jaros de 2 por rento da quanlia de
1909545 ; lettra aceila por Joao Jos de Oliveira,
pastada a 9 de marco de 1827 a 90 dias da quintil
de 8019850 I leltra aceita por Antonio Vieira de Vi-
veirot, passada a 5 de oulubro de 1839,a 60 dias,da
qoantia de 309000 ; leltra aceita por Francisco de
Paola, passada a 10 de fevereiro de 1840. a 2 mezes,
com jurot de 2 por cenlo da quantia de 339500 ; pro-
letlo de iellra aceita por Manoel Car loso de Almei-
da, Vieenle Alves Guerra e Jos de Barros Silva,
partida a II de oulubro de 1842, a 50 dias da qoan-
tia de 940S00; leltra aceita pelo vigario Joao Cle-
mente da Rocha, passada a 20 de fevereiro de 1843
a 8 mezes com oa joros da lei da qoaotia de 2239295;
Iellra acaila por Thomaz Jos da Cmara, pastada
em 25 de fevereiro de 1847 a 6 mezet da qoantia de
7909000 ; Iellra aceita por Jernimo de Albuquer-
que Mello, passada a 10 de malo de 1850 a 2 metes
eom juros de 2 por cento da qoantia de 2919000
relj j Senhorinha de Oliveira Jacome Peiiolo,
Iellra aceila pelo vigario Maooel Joaquim da Silva,
passada a 19 de abril de 1850 a 3 mezes com juios de
2 por cento da quanlia de 2009000 ; hypolheca de
Manoel Jos da Silva Leile, passada a 18 de maio de
1844, a 20 mezes da qoantia de 52*000 ; resto, hy-
pnlheea de Jos Ignacio Alves Xavier hoje seos her-
deiros, passada a 9 de novembro de 1849 a 2 mezes
ds quanlia de 1709700,2 vales de Manoel Lins
W'anderley, pastados a 5"de novembro de 1849, a 2
mazes da qnanlia de 159280 ; doas vale* de Jos Ju-1
lao Camello Lins, passados para 26 de fevereiro de
1848 para 12 de marco de 1818 da qnanlia cada nm
de 1096160. Senhorinha de Oliveira Jacome Pei-
xoto.
Nada mais se continha em dita relacio dos deve-
dores aqui|transcripla e lendo produzido a supplican-
le suas testemunhas, foram-me os autos eeacloses a
e nelles dei e profer a sentenca do Iheor segoinle:
Avista da ioqoiricao de fls. 8 verso, bala qual s
mostraestarem ausentes am logares oao sabidos o*
individuos designados na relejo de fls. 4 a 5, man-
do que. para ser-lhes intimado o protesto constante
do termo com o prazo de 30 dia, e cuitas. Recife 15 de de-
zembro de 1855.Aaselmo Frandaco Peretti. .
Nada mais se continha em dita sentenca aqoi
transcripta, em virlude da qoal o estrivSo qae esta
subscreveu'mandoo passar a presente cari* de edic-
tos com o prazo de 30 dias ; pela qoal e seu Iheor
se chima e intima e hei por intimados os supplica-
dos devedores'e ausentes arima declarados, para lo-
do o conleudo na pelicao e lermo de proteslo cima
transcripto, pelo qoe toda e quslquer pessoa, pren-
les e amigos dos dilos snpplicados, os poderao fazer
sciente do que cima fica eiposto ; e o porteiro do
uizo aftixar apresante uos lugares do coslume e se-
r publicada pela imprensa.
Dadae passada nesla cidade do Recife de Per-
nambueo aas 20 de dezembro de 1855. Eu Maii-
miano Francisco Dnarle, escrivao privativo do joizo
commercial o escrevi.
Anselmo Francisco Peretti..
O Dr. Au-elnio Francisco PereUi, commeodador da
imperial ordem da Ros c jaiz de direito espacial
do commercio desla cidade do Racife. provincia
de Pernamboco por S. M. I. aC. o Sr. D. Pedro
II a qnein Dos guarde te.
Freo saber aes qoe esta carta de ediclos virem.em
como Jos Rodrigues Ferreira rae dirigi a pelicao
do theor segoinle :
Diz Jos Rodrigues Ferreira, qoe tendo em seu
poder varias lellras j ha moito vencidas de devado-
res qne nSo sabe suas moradas, por isso quer o snp-
plicanle protestar era virtude dn^jue determina o
arl. 453 do cdigo do commercio, vista do qae re-
qoer a V. Eic. para qoe depois de assigoado o res-
pectivo termo e de justificar, quanto antes te paste
cartas de edsetos para ser intimado a seut devedores
para nao se prevateeerem da prescripcao. Sao os de-
vedores seguinles : Jos Fortnalo de Almeida
duas lellras vencidas em 21 de fevereiro de 1849, da
qoantia de 409 Jo6 Joaquim da Silva Madeira
dnas lellras, urna de rs. 509 vencida em 16 de fe-
vereiro de 1849, e oulra de rs. 809 vencida em 16
de maio do mesmo anno ; JoSo da Costa llenriques
de Carvalho nma leltra de rs. 359 vencida cm 22 de
dezembro de 1814; Francisco Jos Gomes dnas lat-
irs de rs. 449910 vencidas em o anno de 1851 ; Jos
Ribeiro da Croz ama Iellra de rs. 219" vencida em 5
de selembro de 1842 ; Camilto Ferreira Madeira um
va de rs. 149180 aseigaado em 26 de marco de 1846;
Anlonio Jos Moreira da Costa por um doeomentoa
quantia de rs. 829940, todas vencidas, e premio de
dons por cento ao mez. Portelo pede a V. Em.
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio deferimen-
lo.E. R. MeJos Rodrigos Ferreira.
E mais so nao continha am dita pelicao, na qoal
da o despacito do Iheor asguinle : Tomate por
lermo o protesto do toppleante e justifique esle a
ausencia dos supplicados. Recife 11 de dezembro
DECLARADO ES
Tendo o hospital regimeolal a cargo do 9." aa-
lalhlo de infamara da fazer arrematar ot ganaros
alimenticios para o trimestre da Janeiro a margo da
anno viudonro, convida-se a quem os qoizei foroe-
cer, para comparecer na secretaria do mesmo bal*-- "
Ihao no dia 28 do correle, as 10 horas da rneaha*,
e cujas gneros, tendo o* seguinles devem ter dos de
melhOr qualidadedo mercado : aletria, assncar re-
finado, bolachinhs de ararula, dita iogleza, biscoitot
doces, bolacha da Ierra, carne verde, dita secta, cha
da India, caf muido, velas de cera, doce de goiaba,
farinha de mandioca, dila de trigo, feijo, manteiga
ingleza, marmelada, roscas, toucinho de Lisboa, ar-
roz pilado, bacalhio, violto do Porto, zeile doce,
vinagre de Lisboa, sal, lenha, papel pautado, dito
almtco,-dito de peto, p3es de 4 0|0, frangot, 0*0*,
velas de carnauba, leile e garrafas de tinta. Quarlel
em Pernambnco 24 de dezembro de 1855.Manoel
Erosmo de Carvalho Moura, alfares agente.
A compaubia Oa de cavallara desta provincia
lem de contratar o furneciraenlo de agua parao pri-
meiro semestre do anno vindouro ; assim quera qei-
zer contratar, dirija a secretaria da mesma soa pro-
posta at 30 do eorrenle.!,. A. Ferreira, capitao.
Precisa-se contratar o fornecimento dos segua-
les gneros para consumo do 9. balalhao de infan-
taria : pAo de 6f0 e de 4(0, cif moido, dilo eaa ca-
rneo, estucar branco. manteiga franceza, carne ver-
de, dila secca, bacalhio, arroz, feljlo, azeile doce,
vioagre, toueioho, tal, vinhu, farintut, lenha : quem
os qoizer fornecer, aprsenle soas propostas no dia
29 do crreme. Quarlel na Soledade de 9.' balalhao
de iofaolaria 26 de dezembro de 1855.Villas Boas.
Tendo-se de proceder Desla provincia a demarca-
cao e balisarnenlo dat barras da Camaragibe, Porto
de Pedras, Taraandar ao sul e Maraoguape aovarte
na conformidade do disposlo no aviso da reparticia
da raarinha de 13 de novembro prximamente (indo,
ao qaal refere-se o ofllcio do Ewn. Sr. presidenta da'
27 do mesmo mez, o Illm. Sr. inspector do arsenal
de inarinha manda fazer poblico que coDtrata com
qualquer dat fondicoes desla eidade a acqoisicSenriae
seis boiaS de ferro precisa* para am tal um, da coa-
figurac&es constantes da planta existente nesla se-
crlana, qne ser franqueada a quem queira v-la
antes Ao contrato ; deveudo este ter lugar ao dia 31
do andante mez, pelas 11 hars da manbaa, prace-
dendo at retpeclivas propostaa enlregaes ab esta
.mesma hora.
Secretaria da nspeceae do arsenal de marmita de
Pernambueo em 15 de dezembro de 1855.0> secre-
tario, Alejandre Roirignes dos Anioi.
3"
os devedores do theor segu nte :
Lettra aceila por Feliciano de Torres, pastada a
28 de tetembro de 1842 a prazo de 3 meze* coro o*
joros de 2 por rento ao mez da qnantia 569152 ; lel-
tra aceita por Francisco de Paula Mendonca, passada
a 20 de ag.tsto de 1842 a prazo de 30 din eom os jo-
ros de 2 por renta ao mea da qaanlm da 409880, da Amis se n3o contlnba ero dito despacho, em Vir-
fevereiro de 1840a prazo da 30 dias, e oulra de 60 ja* do qoal o respectivo escrivao lavroa o termo de
com os juros de 20 por cento, ambas Da qoantia de jajalesto do theor seguinle :
I392OO ; 2 lellras aceitas por Antonio Luiz da STJ Mas 12 de dezesabro do 1855 orla cidade do Re-
uma passada a 13 da selevnnrd da 1841 e oufaa affM>,a> Pernejabireo eij_mea escriptorio veio Ja*
de 1855.PereUi
J
AVISOS MARTIMOS
Para o Aracaty pretende seguir par estes dias
o hiale Capibaribet com a carga qu* livor ; para
o rtlo ou passageiros, dirija-se a ra do Vigario
n. 5.
Para Lisboa pretende tahir com
milita br-evidade b brigue portuguez uIm-
perador por ter a maior parte da carga
proApta : para o resto da carga trata-te
com os consignatarios Novaes & C., roa do
Trapiche n. oi, ou com o capitao na
praca.
Maranhao e Para'.
Segu em poneos das o brigna escona Graciosa;
recebe carga e passageiros : (rala-se eom o consig-
natario J. B. da Fonseca Janior, na roa do Vigario
a.33.
eal companhiade paque-
tes iijgie..es a vapor.
No fim da
mez eapera-aa
da Borapa asa
dos vaporea
desla eoropa-
nhia, o qaai
depois da la-
mer do coa-
tome seguir,
parao sal :^tura p*s*ag*iros. etc., trats-se eosn-oa
agem5s Adtroson Howia & O, roa do Trapiehe Ne-
vo n. 42.
Para o Aracaty deve segair eom moila brevi-
dade o luate Aurora, o qnal ainda recebe algoma
carga : a tratar com os proprielarios, aa roa da Mac
dre de Deas n. 2.
PARA O RIO DE JANEIRO.
A barca brasileira Ipoj'uca, forrada e encayilbada
do cobre, o j bem coohecida-pela saa veloz marcha,
vai seguir para o Re de Janeiro com presteza, por
ter meio earregamento prompto : quem na mesma
qnizer earregar, dirija-se a ra da Cadeia do Recife
n. 12, escriptorio de Bailar & Oliveira.
Para o Aracaty segu com brevidade o mate
Einlacaoo ; receba* carga e psssageirbs : Irata-se
com Caetano Cyriaeo da C. M., -ao lado do Corpo
Santo n.2-5.
__ Para o Acaraco' sahe al o dia 6 de Janeiro o
hiato AtggOo ; aioda receba.alauma carga e passa-
geiros : a tratar com (iouvcia & Leile, ra do ynei-
inado n. 27.
Para o Rio de Janeiro segoe com brevidade o
brieue brasileiro Elvira; s recebe carga ajauda,
escravos e passageiros, para o qoe lem eieellentes
commodns: a Iralar eom o consignatario Jos Joa-
qaim Das Fernandes.
Para e Cear.
Segne no dia 5 do mez prximo vindouro o pallia-
bole enus; para o reslo da carca* passageiros,
Irala-sc eom Caetano Cyriaeo da C. II., ao lado do
Corpa Santo n. 25.
Para a ilha de S. Miguel
pretende sabir com a miior brevidade o patacho Al-
fredo, Trovo e de primeara marcha : para o reslo da
carga e passageiros, para o que tem os mais nenia-
dos comroodos, Irata-se com os consignatarios T. da
Aquino Fonseca & Filho, na ra do Vgario'n. 19,
ou com o capitao na praca.
LEILOES.
O agente Oliveira, aulorisndo peloSr. E. Feo-
tn, que aeguio proiimamente ao vapor Tay par*
Inglaterra, ftr leilao da n\oilo superior mobilia e
mait artigos da sua Casa de morada no campo, sendo
loda ella de madeirasescomidas, consislindo em ma-
sas redondas e consolos com lampo de pedra, safas,
cadeiras, ditas de balanro e de bracos, bancas de jo-
go, ditas para sof, tapetes e steiras quasi novas, de
forro de sala, candieires de globo, lanternas, vasos,
fizaras e oulros enfeiles de porcelana paro Mesa,
linda caiiinha de coslura, espelhos grandes, bellos
quadros, relogiot perfeilos com e*/da para 16 a 8
diat. am ptimo piano moderno, guarda-roapns,
gaarda-livras, commodae, toucadores, marquezae,
e ilos riqu i armes para casados e sinasloe, banqoj-
nhaspAra luz, lavatorios eW pedra semella, bar
oheiros de folha, mesa dejanlar, aparadores, guar-
loucas, apparelliot de louca fina para jactare para
almoco, crvslaes muilo ricos, armarlos, lindo cany
nho para roeoinos, Irent de coziulia, porcao da vi-
oltos da primeira qualidade, conservas, preparo pa-
ra iardiro, vasos de louca para dilo, e oulros moitos
o ojelos : seita-feira, 28 db correte, ai'fOoraS da
manhaa, ni indicada casa, na estrada da Ponte de
Udioa, defronle dollo do finado Exm. Jhrao do
Baarla*) '
AVI8Q8 DIVERSOS ~
1
Precisa-se de um eufemeiro com as habilila-
cOei necesarias, para om engenho muilo perto des-
la pnce, da-se bom ordeoado : na ra do Hogaeira,
sobrada o. 39.
Francisco Alves do Pinho fax setenta a quem
eoavier, qae de 31 do eorrente em dianle delude
vender parfaraarias em soa loja de miudeeat, em
frente do Livramenlo n. 52 A.



fjtummn
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nuuhaaato meio da, e cm casos extraordinarios a qualqoer hora do da ou n'-
Oflerece-se igualmente para praticar qualquer operacao deciruriia, e juudr promptamente a qual-
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que contm a bise fundamental d'esta doutrinaA PATHOGENESI> OU EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAUDEconhecmentos que nao podem dispensar as pes-
soas que se querem dedicar i pratica da verdadeira medicina, inter-'ssa a todos os mdicos qne qoizerem
experimentar a doutrina de Hahnemann, e por si meamos se eonvencerem da verdade d'ella: a lodos os
azendeirose senhores Je engenho qne esiao longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capilaesde navio,
que ama oo outra vez nao podem deiiar de acudir a qtuiqaer incommodo seo ou de seus tripulantes :
a todos os pais de familia que por circnmslancias, se nem sempre podem ser prevenidas, sao abriga-
dos a prestar in continenti os primearos soccorp** era suas eofermdades.
O vade-mecum do homeopatba oo Iraduc^ao Ja medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambem ulil t pessoas que so d*iicam ao estado da homeopalhia, um volo-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 11)5000
O diccionario dos termos de medicin, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. 3g000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopalhia, e o proprielario tele eslabeleciroeuto se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
uincuem duvida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
Boticas da 5 oo 30 dynamsaco. Menores.
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Oaalquer destis boticas em tincloras, o dobro.
Cada tubo avulso...................... 19000
Meia onca de qualquer tinctura da quinta dj oamsacao.....".*.'." UO00
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PELOS DRS.
ou mstruccAo ao poro para so podercurar desta enfermidade, administrndoos remedios mais eflicazes
par. ata/ha-la, emquaolo'terecorreao medico,ou mesmo para cura-la independenle destes nos lagares
em que nlo os ha.
TBADUZIDO EM PORTUGUEZ PEL6 DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Eslea doos opsculos contm as indeaces mais claras e precisaste pela sua simples e concisa eiposi-
03o est ao alcance de todas as intelligencias, nAo s pelo que diz respailo aos meios curativo, como prin-
cipalmente aos preservativos que tem dado os mais satisfactorios resaltados'em toda a parte em que
elles tem sido posto* em pratica.
Sendo o tratamenlo homeopathico o nico que lem dado grandes resollados no curativo desla horri-
vtlenfermdide, jaleamos a proposito traduzir estes di-os importantes opsculos em lingua verncu-
la, (para dest'arle facilitar a sua leilura a quem ignore o francei.
Veode-se nicamente no Consultorio do traductor, roa Nova n.52, por 29000. Vendem-se tambem
os medicamentos precitos e boticas de 12 tobos com nm frasco de lindura OQOOO, nm dito de 30 tubos
2(0000.
Traspassam-se as chavese ama linda armicAo
do aroarellaenvidrada da loja n. 35 da prac da
Independencia : Iralar na ra Nova n. 23, fabri-
ca de chapeos de sol, esquina da Gamboa do Carino.
Daguerreotypo.
Na fu do Crespo, sobrado n. 19, primeiro andar,
se abri um novo estabelecimento dagaerreotypo,
aonde te ach um completo sorlimeuto chegado l-
timamente de Pars, dos pertences necessarios para
se lirarem retratos de pessoas de lodos os lmannos e
idades. Tambem se v3o tirar em toda a parte aon-
de (3r chamado para este fim, tanto de vivis como
de morios, vistas, edificios, etc. : quem se qoizer
militar, pdt ir ao mesmo sobrado das 8 horas da
mauhaa as 4 da larde ; os precos sao raxoaveis.
RAP FRANCEZ.
U verdadeiro e genuino rape francez
deve ter preferencia sobre otro qualquer
rape tanto pelo seu simples e agraaavel
aroma, comopela sua qualidadehigyenica,
visto nao ter a menor composicSo que
faca damno as pessoas que delle azem
uso. Vende-se por ojjIOOO cada meio ki-
lograma. que regula muito mais de urna
libra: as fojas dos Srs. Moreira & Duar-
te ra do Cabuga' n., Joao Cardozo Ay-
ret ra da Cadeia do Recile. n. 41, e no es-
criptoriode Burle, Souza & C. ra da Sruz
n. 48.
Chegando ao conheclmento do
publico pelo ttlmanak do anno de St
1856, que be morto o Sr. Auto- ai
nio Carlos, pede-se encarecida- 1
mente a' Illm.sra. vitiva de An- 1
Ionio Carlos do engenho Una de J
Sanio Antao, de publicar por es- O
ta folha onde se acha morando, e K
quando pretende proceder o in- ^
ventario dos bens para nelle serem
contempladas as dividas passivas
dei.vjdas pelo seu milito -pre/.ado
marido, alim de ser tambem pago.
Um de seus credores
viso importan-
tissimo para os
Srs. jogadores
das loteras.
O cautelista Salustiano
de Aqu no Ferreira
avisa aos Srs. jogadores das loteras da provncii,
que os precos dos bilhelet e ciutelas ficam firmes
como abaixo se demonstra, os quaes sao pagos sera o
descont de oilo por cenlo da lei as tres prirreiras
ortet grandes em quanto existir o plaoo actual de
5,000 bilhelet, pelo qual sao eitrahidas as loteras
da provincia. Elles ettao expostos i venda as lo-
jai do costme. S he respoosavel a pagar os oilo
por ceuto da lei sobre os tres prirneiros premios
grandes em seus bilheles intiros vendidos em ori-
ginaos.
Bilhelet
Meios
Tersos
Qoartos
Quintos
Oilavot
Deciniot
Vigsimo!
59600 Recebe por ioleiro 5:0009000
2J800 2:5009000
19920 1:6669666
19M0 a 1:2509000
1JI60 1:0009000
720 i) 6259000
600 0 D 5009000
300 D 25M000
0 cautelista
Salustiano de Aquino ferreira.
A I Ion r3ri V
DEHTISTA FRANCEZ. 8
Paulo Uaignoux, dentista, estabelecido na
roa larga do Rosario o. 36, segundo andar,
9 enlloca denles com a pressaodoar, o chumba %
9 dtntes com a massa adamantina e oulros me-
taes. Z

Illm. Sr. presidente o mais memores da com
misso de hygiene desta provincia.Diz Paulo Luir
Gaisnoui, deolsia francez, que precisa a bem de
seu direilo, Vi. Ss, serem servidos examinar a pre-
parado de qoe se serve para chumbar denle, e de-
nominoa massa adamantina, em ordem de verificar-
se que a dita preparac.Ho difiere inteiramenlo de to-
das as coohecidas. Pede a Vs. Ss. tejara servidos de-
f*rir-lhe como requer.E. K. Me.
Paulo l.uiz Gaignoux,
A massa denominada pelo supplicanleAdaman-
tinae por elle apresentada commissao de hygie-
ne pablica, difiere de Indas at apresentadat nessa
mesma occasiao por oulros; sendo a confronlasAo
feita na presenca de todot. Sala dat testes da com-
mitsSo 30 de julho de 1855.Dr. A. Fonteca.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRA HIDO DE RUOFF E ROEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
posto em ordem alphabelipa, com a deseripcio
abreviada de todas at molestias, a indicarlo physio-
logica e Iherapeulica de lodos .03 medicamentos ho-
meopathiros, seu lempo de ac{So e concordancia,
seguido de um diccionario da sicnlcarAo de lodos
os termos de medicina e cirurgia, c posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo ,
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
. Os Srs. issigoantes podem mandar bascar os seus
exemplares, assim como quem quier comprar.
Massa adamantina.
Hegerlmenle reconhecida a excellencia desta
preparado para chumbar denles, porque seni resul-
tados sempre felizes sao j,do dominio do publico.
Sebaslio Jos de Oliveira faz uso desta preciosa
massa, para o fim indicado, e as pessoas que qoize-
rem honra-lo dispondo de teos serviros, podem pro-
cura-lona .travesa do Y gario n. 1, loja de bar-
beiro.
ea8e9*Mras*:MiM*#e
S J. JANE, DENTISTA, S
9 contina a residir na ra Nova n. 19, primei- *J
ro andar. m
Precisa-te filiar cora o Sr. Manoel Mondes
Ferreira GuimarSes, ou com pettoa epcarregada dos
negocios do mesmo : em casa de Paln Nath & Com-
panhia, ra do Trapiche Novo o. 10. ,
O SOCIALISMO .
PELO GENERAL "ABREU E LIMA.
Anda exislemalguus exemplares enquadernados,
e acliam-se a" venda na loja de litros dos senhnru
Ricardo de Freitas & C, esquina da ra do Collegio,
e em casa do aotor, pateo do Collegio, casa amarella,
no primeiro andar.
Precsa-se de nma ama para oma'casa de pon-
ca familia : na prara do Corpo Santo n. 17.
CONSULTORIO CEffRAL
HOMdOPiTHlCO.
(Gratuito para os pobres.)
Ra de Santo Amaro, (Mundo-Novo) n. 6.
O Dr. Sabino Olegario I.udgero Pinho d
consultas lodos os das desde t 8 horas da
manhaa at as 2 dt larde.
Visita os enfermos em seos domicilios, dat
2 horas em diante; mas em casos repentinos
e de molesliasagodas e graves as visitas serao
feilas em qualquer hora.
At molestias nervosas merecem tratamenlo
especial segando meios hoje tconselhados
pelos pralicos modernos. Estes meios exit-
lem no consultorio central.
HAIA IRHA'OS.
Teem a honra de participar aorespeita^
vel publico que teem aberto urna nova/toja
e fabrica de chapeos na ra do Crespo,
no sobrado novo que faz esquina para a
ra da Cadeia, aonde os compradores
acharo desde hoje em diante um bello
sortimento de chapees e azendas tenden-
tes ao mesmo estabelecimento, e por me*
nos preco doque em outra qualquer parte,
tanto em poreo como a tetalho, e desde
j lhe recommendam chapeos francezes
de bfuitas e elegantes lrmas e de boa
qualdade, ditos t'eitos na trra de todas
asqualidadesdepalha, seda, e montara
para senhora, de lustre para pagem, e um
rico sortimento de galOes linos, de prata
e ouro para os mesmos; chapeos de castor
francezes e inglezes, ditos de Italia para
homens, meninos esenhoras, do Chile linos
para homens, meninos e senhoras, bone-
tes de todas as qtialidades. assim como se
apronta qualquer encommenda tendente
ao mesmo estabelecimento, e tudo por
precos maisbaratosdoque em outra qual-
quer parte.
C. STARR&C.
respeitosamenle annunciam qoe no seu extenso es-
tabelecimento em Santo Amaro.continuam a fabricar
com a raaior perfeir^ao e promptidao, toda a quaida-,
de de machinisroo para o uso da agricultura, na-
vegacao e manufactura; e que para maior commodo
de teut numerosos freguezes e do publico em geni,
leem aberlo em um dos grandes armazens do Sr.
Mesqula na ra do Brum, alraz do arsenal de ma-
rinha
' DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu eslabelecimeulo.
All acharau os compradores ora completo sorti-
mento de inoendas de canna, com todos os melhora-
mentos (algans delles novos e ori'gioaes) de que a
experiencia de muilos annos lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baixa o alta pressao,
(ai xas'de todo lamanho, lano batidas como fondi-
das, carros de nulo e ditos para condazir frmat de
atsDcar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
rsito, Tornos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvada construccao, fundos para
alambiques, envos e portas para fornallias, e uma
iofinidade de obras de ferro, qne seria enfadooho
enumerar. No mesmo deposito existe uma pestoa
inlelligente e habilitada para receber todas as en-
commendas, etc., ele, que os annuncianlet contan-
do com a capacidade de suas officinas e machinismo,
e pericia de seus ofiiciaes, se comprometlem a faxer
execular, com a maior presteza, perfeicjio, e exacta
conformidade com os modelos ou deseuhos,e instruc-
eOes que lhes forem Torneadas.
BOM E BARATO.
Williaiii l.illey Jnior avisa ao respeilavel publi-
co amante do bom e barato, que recebeu pelo ulti-
mo navio dos Estados 1'nidos um rico e esplendi-
do sortimento de lampadas, lustros, candieiros, glo-
bos de todaa as qualidadet e lmannos, a precot ad-
miraveis ; assim como um rico e variado sortimento
de relegios de parede e de mesa do goslo mais mo-
derno possivel, e fabricada, pelo mais afamado fa-
bricante que eiiste em os Estados Unidos, pois
quem comprar nm desles relogios, em vez de com-
prar relogio compra chronometro, e quem duvidar
dirija-te a ra do Trapiche Novo n. 1, primeiro an-
dar, pois s cora a vida se acredita.
ROBILAFFECTEUR.
Ounico aulorisado por deciso do contelho real e
decreto ^imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o-Arrohe
de Laflecleur, como sendo o nico aulorisado pela
governo, e pela real sociedade do meduina. Elle
medicamento d'om gosto agradavcl, e fcil a tomar
em secreto, esta em uso na marinha real desde mais
de 60 anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
oom punca despeza, sem mercurio, as affecroes da
pelle, impigens, as conseqnencias das sarnas, olee-
ras, e os accidentes dos parios, da idade critica, e do
acrimonia hereditaria dos humores; eonvm aos ca-
tarrhos, bexiga, as contracroes, e fraqaeza dos
orgaos; procedida do abuso das injece,es' ou de sou-
dai. Como anli-syphililico, o arrobe cura cm poui-
lempo os-fluxos rcenles 00 rebeldes! que volveo
incessanlps em consequencia do eropreao da copac
ba, da cbela, ou das injecees qoe repretentem o
virus tem neutralisa-lo. O arrobe Laflecleur he
especialmente recommendado contra as doen^as, in-
veteradas ou rebeldes, ao mercurio e ao iodureto de
polassio. Lisbunne. Vende-se na botica de Brrale de
Antonio Feliciano Alves de Azevedo,praca de D. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chocar urna grande porcao
de garrafal grandese pequeas \Jndas direetamenle
de Pars, de casa do dito Boyveaa-Lafleclcur 12, ru
Bicheo i Paris. Os formulario! dao-se gratis cm
cata do agente Silva na prac de D. Pedro, n. 82.
Porto, Joaqun) Araujo ; Baha, Lima & Irmaos ;
Pernambnco, Soum; Rio de Janeiro, Rocha di-Fi-
Ihot; el Moreira, loja de drogas ; Villa Nova, JoSo
Pereira de Msales Leile: Rio (irande, Fran de
Paulo Coulo A C.
Fabrica de bo-
toes.
/
y
i<'a de 1
Jos Baptista Braga, com fakrta de laloeiro, fun-
didlo e funileiro, na ra Nova r. 38, acaba de mon-
tar uma oulri fabrica de boloes de metal em ponto
grande para fabricar toda a qualidade de boloes com
numero, ledras ou qualqoer dizer qoe o prelendenle
quera, lano para trapa de Ierra como de marinha,
dourdosou em amarello. assim como para os bata-
lboesde guarda nac'wnal, por pre;o barato.
Precsa-se de oa rapaz (prefere-te porloguez
dos ha pouco chegait.), para lomar conla e fazer
cerlos servicns de un fabrico de calcado : na ra da
lorii n. 30.
Jo3o Francisco Marques, estabelecido com casa
de negocio na villa do Passo, provincia de Alagoas,
declara que lendo encontrado oulros individoosdo
mesmo nome, c desojando evitar as dovidas que isso
pode oceasonar, desde o 1.-de Janeiro de 1856 era
dianle se assgnar Joao Francisco Teixeira Mar-
ques.
Precisa-se de ama ama de leile que lenha bom
leile e seja sadia : no aterro da Boa-Vitla u. 78.
Precisando-se fallar ao Sr. Jos Cae-
tano de Faria, e ignorando-se sua mora-
da, roga-se de annuncia-la ou dirigir-se
a ra da Cadeia n. 50, primeiro andar.
Manoel Ignacio de Oliveira Jnior.
Aluga-se uma grande casa com solao, i qunr-
los, cozinha fura, estribara, casa para prelos, 2 co
piare, poriao de madeira, bom qoinlal plantado,
sendo na Cipunga, canto da rna dos Drogas: ot pre-
lendentes podem dirigir-se a roa do Qaeimado o. 7.
O Dr. Firmo medico, mudou &
i sua residecia para a ra Nova 0
n. 23, primeiro andar, e conti- tfA
nua no exercicio de sua prossao. *#,
rttmt ^s tmi
O cautelista Salustiano de Aquino
Ferreira, avisa aos possuidores dos dous
meios bilhetes n. 10.52, da segunda parr
te dij terceira lotera do Gymnasio, em
que sahb o premio de 2:500.^000 rs.,
podem vir receber sem o descont de
8 por cento da lei, na ra do Trapi-
che a. 56, segundo andar, logo que sa-
bir a lista geral. Pernambuco 24 de de-
zembrode 1855.Salustiano de Aquino
Ferreira.
Bandeia de Nossa Senhora da Conceicao
dos Coqueiros.
Ser erguida hoja as 7 luras da uole.
O et-proprietario do hotel da Europa fax pu-
blico, quenada devenesta praga, mas sealguemstj
jolgar seu credor aprsente suas conlas legalisidas,
que serlo immedialamenle pagas ; igualmente roga
os seus devedoretj que venham saiisfazer teas de-
hitos na roa da Aurora n. .'18.
O Sr. Jo3o da-Couto Pacheco e a Sra. D. Ma-
ra nna Monteiro Hlma, vuva de Antonio de Me-
deiros Macel, lenHhas na ra Nova n 8.
Arrenda-se iba olaria boa e que lenha cisa,
anda que seja parfpouca familia ; quem liver an-
nuncie.
guel de um escravo para o
dara, pagando-se todos os
to ao sobrado no- pateo da
irado com grandes commodos :
iygino de Miranda.
na roa da Senzala
PERNAM-
em francez, 10b
Na confellaria da roa da CrOz n. 17,acha-se ven-
da um grande sortimento de doces seceos e de calda
de todas as (qualidadet, por preco mais commodo
qoe em ool/a qualquer parte, astim como Ismbem
te apromptam encommendas para dentro e fura do
imperio com aclividade e limpeza, e igualmente nm
grande sortimento de confellos e grande porcao de
aoanazes abaca'xis, proprios para embarque para fura
de Imperio, tudo por preco commodo.
Precisa-te de ama ama para engoramar e tra-
tar de erlancas : a tratar na ra do Brum n. 20, se-
gando andar, ou na rna do Vigario o. 9, armazem
de assucar.
Aluga-se uma tala muilo fresca, em um segun-
do andar na ra oo Qoeimado : a tratar na mesma
roa, leja ji. 21.
COMPANHIA
Pernambucana.
A directo pede aos
Srs. accionistas que anda
nao entraram com a ulti-
ma prestoslo de 15 por
cento, se dignen, paga-la
at o ini do corrente an-
no : no escriptorio n. 26,
ra da Cruz.
Alnga-se uma grande casa terrea cora muilos
comiDodos.Jsila na ra alraz da matriz da Boi-V is-
la : a tratar no Manguinho, sitio de Hcrcnlano Al-
ve* da Silva.
Novos livros da homeopalhia
todas de summa importancia :
Hahnemann, tratado dat molestias
lumes.........
Teste, rroleslias dos meninos .....
Hering, homeopalhia domestica.....
Jahr, pliarmacnpabomeopalhica. .
Jahr, novo manuaf, i volumet ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Rapou, historia da homeopalhia, 2 volumet
Harlhmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........
A Teste, materia medica homeopathica.
De Fayolle, doutrina medica homeopathica
Clnica de Staoneli .......
Casling, verdade da homeopalhia. ,
Diccionario de Nvsten ........
Alllas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, coalendo a descripcao
de todas as parles do corpo humano .
vedem-se todos esles livros no consultorio 'horneopa-
Ihiee do Dr. Lobo Moscso, ra Nova n. 50 ri-
meiro andar. r
Precsa-se de uma ama de leite, pre-
ferindo-se escrava: quem pretender di-
rija-sea ra das Cruze n. 11, segundo
andar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetes da
lotera 8 do theati o de San-Pedro de Al-
cantara, que devia correr a 18 do pre-
sente ; as listas espiramos pelo vapor
nacional no dia 1 douro : os premios serao pagos a' distri-
buicao das lista.
chronicas, 4 vo-
. 209000
. 69000
"9000
. 69000
. 169000
. 69000
89000
169OOO
10900o
89OOO
70000
69000
49OOO
IO9OOO
309000
INDUSTRIA ALGODOEIRA
BUCANA.
FIAQA'O E TECIOS DE ALGODAO.
SOCIEDADE EM MMMANDIT.V
Para a fundarao de uma fabrica de fiar e
tecer algodo, organtsada por Francis-
co Mara Duprat na capital da provin-
cia de Pernambuco.
' CAPITAL SOCIAL 300:0008000.
Socios em nome collectlvo gerentes responsaveis
da sociedade, os Srs. Antonio Marques de Araorim,
Justino Pereira de Farias, Manoel Alves Guerra.
Socio de industria'administrador do material e
pessoil da fabrica e dependencias, Francisco Mara
Duprat.
Firma social, Amorim, Faria, Guerra & C.
Esla sociedade admitle socios commanditarias de
1009000 at 5:0009000.
A durarao da sociedade ser de 12 anuos a contar
do prioaairo dia em que a fabrica principiar a Iraba-
lhar.
Ella poder ser prorogada no fim do dilo prazo,
ou dissolvida antes por deliberado da maioria dos
ocios de 5OO9OOO reis para cima, se a sua durarao se
tornar prejudicial.
Os socios realisar Ao as entradas de seus fondos ao
pasto que Ibes forem reclamadas pelos socio, geren-
tes, que lhes pascaro ot compeleiilet recibos.
O mximo dat entradaa ser de 20 por cenlo do
capital subscripto, a primeira entrada ser de 10
por cenlo.e sera reclamada pelo gerentes para ser
paga no corrente de Janeiro prximo fulero.
llavera sempre pelo menos 30 das d'intervallo en-
tre cida chamada de fundos.
A sociedade conla com o concurso das asignatu-
ras dossenhores de engenhose plantadores de algo-
do, por serem direetamenle inleressados na promp-
ta realisac.ao da fabrica.
Ella poder consumir animalmente 30 a 40 mil
arrobas de algodao, quando ella te aehar em pleno an-
damento.
I'odera dar o tecido para saceos de assucar, e rou-
pa da classe pobre a 240 rea a vara ; o da Baha
que costomava vender-se de 260 a 280 reis lem se
vendido ltimamente a 320 rea, e nao ha mesmo a
este prec.o agora que he mais procurado.
A fkbrica oceupar diariamente para '.nais de 200
Irahalhadores de 10 a 12 annos de idade para cima.
Alem dos aprendizes qoe serao muito numerosos,
ella empregar muilos leceloet dot que traba-
Ihara em teares a mo em diversos lugares di pro-
vincia, sobre os qaaes fazem com muilo custo 5 a 6
varas de ^cido por dia, em pouco lempo se lornarSo
habilitados a poder fazer sem grande esforco 40 a 60
varai por dia sobre ut teares mecnico.
O feitio lhes ser pago como as fabricas da Baha
20 reis a vara, o fjoe lhes produziri um jornal de
800 a I9200 reit por dia.
Ot tenhoret que retidem Tora da capital e que qufc*
xerem entrar nesliulil sociedide,podero dirisirtuis7
cartas de pedido a qaalquor dos tres socios gerentes,
oo ao socio de industria Duprat, que lem em seu po-
der o livro das subscripces.
Elles declarara ot seus nomes por extenso, do-
micilio, e o nome do correspondente n'esla capital
encarregado d'eflecluar o pagamento dat entradas
das pretlaces, quando forem reclamadas.
Alem do bem geral qoe resultara para a provin-
cia com a introdcelod'esli industria e creacao d'es-
ta fabrica, os tocios podem contar, logo que a fa-
brica liver em pleno andamento, com um bene-
ficio animal de mais de 12 por cenlo do capital.
ma copia impressa da escriptura da sociedade
sen entregue a cada um dos tocios na occasiSo de
effecluar o pagamento da primeira prestarlo de 10
por cenlo do capital subscripto.
Pernambuco 1 de dezembrode 1855.
P. M. Duprat.
no aterro da Boa-Vis-
Precisa-ee de nma ama:
la o. 60.
Precsa-se de orna ama qoe taiba cozinha
ngommar: na raa dos Guamrapesu. 36.
'*#*
Pela terceira vez se annuncia a pes-
soa a quem faltar um caixao com litas e
trancas de velludo, que se achou na estra-
da da Capunga, que baja de dirigir-se a
ra do Crespo n. 16 A, para se lhe en-
tregar, no caso que d os signaes certos.
Magaihtes da Silva Irmaos.
Precia-se de um caixeiro porluguez de 12 a 20
nnos para taberna, cora pratica ou tem ella : em
ora de Portas, ruado Pilar n. 84.
I'recisa-se
servico ordinario
mezes : na padari.
Santa Cruz.
SS Alaga-te u
a Iralar com Jos
Precisa-se de um forneiro
Velha 11. 94. .
Ausenlnu-se no dia 25 do crranle um escra-
vo cabra, de nome,Jos, representa ter 35 anno,
pooco mais 011 meos, eslalura maular, cheio do
corpo, Dlhos grande, e espantados, a bastante sonco;
levou chapeo de palha, calca e camisa de algodao
trincado da Baha : quem o pegar, leve-o a esquina
da ra Ja Madre de Dos, loja de miudezat, qoe ter
bem gratificado.
Joaquim Goncalves de Almeida deseja saber
em que cidide, villa ou povoacao desla provincia
reside seu cimbado Jo3o Marques Ferreira Lima,
para negocios de familia ; o annunciante reside ao
presente no aterro da Boa-Vista n. 70.
Desappareceu do patacho nacional Atlrea um
prelo oiarinheiro, natural desta provincia, por nome
Joaqun, o qual pode ser ennhecido pelos signaes
seguales : estatura mediana, barba por baixo do
queixo, marcas de engas no rosto, testculos volu-
mosos, figura 45 annos de idade, trajava calca e ca-
misa de algodao azul c chapeo velho de baila: quwo
o capturar, pode leva-lo a bordo do dito Mlacho,
qoe se acha ancorado porto do caes do Collegio^ou
a ra da Cadeia do Itecife .1. 12, que ser granli-
rado.
Em 25 do orrentc, is7 horas da nnilo, rugi
a escrava Joaquina, d c> cabra, baixa, bem pare-
c Ja, cabello crespo, corlado de pooco, e com gafa-
ria na frente, denles limados e com falla de um ni
frente da parta de cima, lem no hrajo direilo 4 ou
5 marcas de sanias saradat ltimamente, levou um
vestido de chita encarnada e 4 de diversas quilda-
des; esta cabra he bem coohecida porque anda sem-
pre na ra, de continuo eslava metlida no acouiiue
la ra do Kangel aun Je corla carne Manoel Euze-
hio com quera dizem ter negocio, c fui escrava de
Benedicto C.rlrm ; quem a pegar leve-a a ra da
Cruz do Recife n. 64, que sera recompensado.
Deseoraminhou-se no dia 29 do pastad", do
abaix. asssigria'do, de toa loja al a aifandega, 00
dentro desla, ama carleira com alguraas notas e di-
versas cartas,facluras e mais papis, que a ninguem
mais podem inleressar; por isso roga-se a quem a
achaise ou taiba della, o obsequio bota-la por baixo
da porli da loja de miudezas em frente do Livra-
menlo, ou restitu-la, que ier generosamente re-
compensado.Francisco Alves de Pinho.
Avisa-ae encarecidamente ao Sr. J. de D. A.
C, venha quanto antes retgalar o seu penhor que
empenhon por 3 das, e j va com dops mezet sem
ter apparecido na Boa-Vista, onde nao ignora. ;
Em casa deN. O- Bieber&C, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Vinho de Madeira em quartos e oitavos
barris.
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lonas.
Brinsda Russia.
Papel de c'nbruiho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos precos.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companbia
em Santo Amaro, acha-se para vende*
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e construccao muito superiore.
Em casa deHenry Brunn & C, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
- Loriase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos para jardins,
adeiras e sola'spara jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico deposito continua a ser na botica de Bar-
(holomeu Francisco de Souza, na ra larga do Rosa-
rio n. 36; garrafas grandes 59500 e pequeas3000
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
Para cura de phlisica em lodos os seus diOerentes
graos, quer motivada por constipares, losse, asin-
ina, pleuriz. escarros de sangue, dor de costados e
peito, palpitarlo no coraran, coqueluche, bronchile
dr na garganta, e todas at molesliasdos orgos pul-
monares.
Patente.
Vendem-se relogiat de ouro patente inglez ; no
escriptorio do agente Oliveira, ra da Cadeia do Re-
cife n. 62, primeiro andar.
I.IQIDACAO.
Na anliga le bem coohecida loja de miudezas da
roa dot Qoarleit n. 24, vende-se um completo tor-
(imenlu de miudezas por menos do que poderia
comprar cm primeira mao,qne he para liquidar-te, e
afianr.a-se i boa qualidade,
Vende-se nm novo e excelen-
te carro de 4 rodas e de moder-
no gosto: na rna da Madre de
Dos n. 36, a Iralar com Sezit-
nando Joaquim da Silveira.
Vende-se uma escrava de nncao. mofa, boa
cozinheira e ensaboadeira : quem precisar, drija-se
a ra da Penha, sobrado n. 19, segundo indar.
AOS PROPIETARIOS.
Vendem-se excelleoles maslros de 75 a 80 palmos
de comprunento e de madeira de qualidade, pro-
prios para sabir madeira para obras, por prero mui-
to commodo : nos Afogados, a tratar com Galdino
Lopes de Oliveira, casa do defacto Canato, pateo fie
I GUARDA NACIONAL.
a

Acha-te a venda no pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, o.MANUAL DO
GUARDA NACIONAL, obra interessanle
a lodos os senbores ofiiciaes e guardas, e
mesmo' aos Srs. advogados, por conter to-
das as leis, regulamentos, ordena e avisos
eoncernentes a mesma guardi. desde a
creacao da lei n. 602 de 19 de setembro de !
1850. at 31 de dexembrode 1854, acom- |
pandado de um importante ndice, lia en-
V caderundos e em brochura.
88:
COMPRAS.
Compra-se qualquer porreo de calija a 240 a
carrosa : na cocheira da roa da* Roda.
Compra-se cITectivamenle bronze, lalao e cobre
velho: oo deposito da fundijso da Aurora, na ra
do Brum, logo na entrada n. 28, e na mesma fundi-
rs, em Santo Amaro.
Cdmpra-se tima ampalbela de hora ou de meia
hora : nesla typographia.
Compram-se 3 psiohot de frocla-pilo de mis-
ta : nesla typographia.
VENDAS.
lolliiiiias
PARA 1856.
Estao a' venda as bem condecidas fo-
Ihtnbas impressas nesta typographia, as
de algibeira a 320 e as deporta a 160; as
de algibeira alem do kalenclario ecclesi-
astico e civil, contm um resumo dos im-
posto* municipacs, provinciaes e geraes
3ue airectam todas asclasses da socieda-
e, extracto dos regulamentos paroebiaes,
do cemiterio, enterras e sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras para fa-
zer manteiga e queijosde dili'erentesqua-
lidades, ditas ecclesiastcas ou de padre,
correctas, e conforme as rubricas.e us
deste bispado, inclusive aresa de 8." Tito,
e fcitas pelo padre Machado, o mais an-
tigofblhinheirodesta provincia, (sem pri-
vilegio visto como a constitucao e leis do
Brasil o prohiben)) aiOOrs. cada uma:
vendem-se tnicamente rtalivraria n. 6 e
8, dapraca da Independencia.
Orac3o contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-te venda na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia um folhelinho com differenles ora-
ches contra o cholera-morbos, e qualquer outra petfl
le, a 40 rs. cada nm.
Vende-se um cavallo pedrez, muito manso e
novo, de carro, e tambem serve para sella por car-
regar al meio : na ra da Praia, loja de fazenda
n. 30, defronle do becco do Carioca.
Vendem-se saccas com milho por preco com-
modo : na taberna da ra das I-lores n. 21.
Vcnde-se um oculo de armaran de prala dou-
rada e vidros zoes, em bom estado, por 89 : ns
Precisa-so de ama ama : na ra Bella u. 36* lravssa do Veras, can terrea n. 24.
Vendem-se os excedente) romances do Dr.
Macadoa Moreuinht, com a linda balada em m-
sica, por 39; e a Rota por 19: quem ot quizer
comprar, dirija-te a prara da Boa-Vista, taberna
U. -i. ,
CER DE CARNAUBA.
Na loj da ra do Crespo n. 10, vende-se encllen-
le cera de carnauba, por menos do que em outra
qualquer parla.
Veodeseum torno para tornen o. por preco
commodo : nos qualro cantos da Boa-Vista n. 1.
Veadem-te saccas com milho por 39200 : na
roa do Vigario, taberna de Joao Simio de Almeida.
A's senhoras de
bom gosto.
Verdadeiro bico de brande blanco e prelo, e bo-
nitos chapeos de senhora por preco muilo eommodo.
A mesma loja acaba de recebar muilos relogios
americanos para cima de nina, do ultimo gotto ; e
tambem relogios franceses com aixa, por preco
muilo em conti.
O 59 a
confronte ao Rosario de Sanio Antonio, avisa a* res-
peilavel publico, que recebeu ltimamente de Parit
umjgrande sortimento de coofeitos e eaixiohasas
malt delicadas que lem vindo a este mercado, ai
quaes se achara expostas em um grande fileiro para
hem poderem apreciar o que ha de mais delicado
oeste genero : vendem-se por preco commodo : e se
Igum senhor logista qoizer ficar cora porcao, ven-
de-se com um pequeo ganho.
Vende-se boa farinha para escravos ; a Iralar
no trapiche do pelournho.
Alctria.
Vendem-se caitas com alelria, proprias para rasas
particulares por serem muilo em conla ; uo arma-
zem do caes da aifandega, de Jos Joaquim Pereira
de Mello n. 7.
Vende-se uma porcao do sola muilo ota, pellet
de cabra, vindo do Aracaty : a iralar com Antonio
Joaquim Seve, ra da Crnx n. 13, primeiro andar.
" Vende-se uma fabrica de charutos bulante
afrecuezada, com commodos para familia : no paleo
do Terco n. 71. .
Novo sortimento de calcados francezes,
no aterro da Boa-Vista, defronte
da bonecan. 14.
He chesado nm novo e completo torlimenlo de
calcados de todas as qualidades, tanto para bomem
como para senhora, meninos e menitias, assim como
os mnilo detejados borzeguint e sipalos de Nanles,
tudo por preco commodo, a (roco de sedlas velhas ;
assim como muilo superiores velas de carnauba fei-
las no Aracaly pelo melhor fabrcame quo l hi.
Em casa de Timm Momsen Vin-
nassa, praca do Corpo Santo n. lo, ha
para vender:
Um sortimento completo de livtos em
branco vindos de Hamburgo.
Cortes de seda
superiores.
Veudera-so corles de seda de quadros, estrellas e
largts, de nM|lo lions goslo e modernas, asiim como
lencos'decirBVaia muilo finos com bicos muilo lar-
gos, chales da tai e merino, lisos, com barraa de co-
res, lialr.s de seda e bordado!, assim como oulras
umitas Iszendas por preco muilo commodo, a di-
nheiro vista : na roa da Cadiia do Kecife, loja n.
50' defronle da ra da Madre de Dos.
Cura hifalivcl
DO
eholera-inorbus-.
Acaba de ser publicado, e acha-se venda na li-
vraria universal, ra do Collegio n. 20, nmUolhelo
que trata do modo de curar ctsa terrvel molestia
pelo samo do liman, por 200 rs.
Tijolos de marmol-
Acaba da chegar nm novo torlimen
marmore, e vende-se no armazem
no becco do Goncalves.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quelite: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48,de Kostron Ro-
oker C.
Cartas france-
zas.
Vendem-ie superiore! earlat francesas pata vol-
larele a 500 rs. o baralho : na ra do QMmado,
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Cousas finase de
bonsgostos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leques com pluma, bolola.e
eipelho a j. lova de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a 19800 o par, dilat de teda ama-
relias e brancas para homem e senhora a 19380, di-
tas de torcal prelas e com bordados de coret a 800
rs. e 19200, ditas de fio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem e senhora a 500 rt., ditaa
para meninoa e meninas muito boa fazenda a 320,
lenciohos de relroz de todas as coret a 19, toacas de
lia para senhora a 640. pentet de tartaruga para
atar cabello, fazenda multo superior a 59, ditos de
alisar tambem de tarlaruua a 38, dilot de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a 19280, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da muito superior a 320 500 rs., linda meiat de
seda pintadas par criaucas de 1 a 3 annot a 19800
o par, dilat de fio de Escocia tambem de booilas
cores para eriancas de 1 a JO anuos a 320 o par, s-
pelho para parede com eicellenles vidros a 500,
H700, i0 e 19200, loucadores com ps a 19500, fitas
de vellodo de todas as coret a 160 e 240 a vara, es-
covas finas para denle a 100 rs., e finhmmas a 500
rs., ditas finissimas com cabo de marfim a 19, tran-
cas de seda de todas at cores e larguras 320, 400 e
500 rt. a vara, sapatinhot de las para eriancas de
bonitos padroes a 240 e 320. aderece, prelos para
lulo com brincos e aluoetes a 19, loucat prelas de
seda para enancas a 19, Iravettat dat que se osara
para segnrarcabello a 19, pitloliohat de metal para
criinc! a 200 ra., garheteirit para azeite e vinagre
a 25200, bandejas muilo finas e de lodos et lma-
nnos de 19, 29, 39 e 49, meiat brancas linas para
senhora a 240 e 320 o par, ditas prelas muilo boas
400 rs., ricas caixat para rap com riquitsimas es-
tampas a 39 e 29500, meias de teda de cores para
homem a 640, charuleirat muito finas a 29, caslOes
Po'beng,l8S "- P"u' P"1 gnrdar papis
a 800 rs., oculos de armado de ac praleados e dou-
ndosa 640, 19 e 1*200, lunetas com aro de bfalo
e larlarnga a 500 rt. e 19, superiores e ricas benga-
iinhat a 29, e a 500 n. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos e grandes, fazenda moilo supe-
rior a 640, 800,19. 19200.19500 e 29, atacadores de
cornalina para casaca 1320, pentei mnilo finos para
suissa a 500, escova finas pira cabello a 640, dilas
para casaca a 640, capachos pintados para tala a
640, meias brancas e crqat para homem, fazenda
superior a 160, 200 .240 o par, cawisas do meia
muilo finas a 19 e 19200, Iotas brancas encorpadas
proprias para montana a 240 o par, meiat de cores
para senhora moilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
duras de madreperola e de oulras minias qualidades
e goslo para colleles e palitos a 500 rs., fivelas don-
radas para caltas colleles a 120, ricas filas finas
lavrades e de todas ns largara!, bicos finissiraos de
bonitos padroes e todas as lareoraa, ricas franjas
brancas e de cores pira cama* de noivas, lesoori-
nhas para costura o mais fino qoe se pode encontrar.
Alem de tudo istoonlras muiliisimat cousai muilo
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
CO que faz admirar, como lodos os freg-qezes j sa-
bem : na roa do Queimado, nos qualro cantos, na
bem condecida loja de miudezat da Boa Fama
o. oo.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores mtias de laia para padres,
pelo baratissimo preco de I98OO o par, dilas de al-
godao prelas ,1 640 o par : na ra do Queimado, loja
de miudezas da Boa Fama n. 33.
Camisas emefo
de pura laa.
Vendem-ie superiores camitasde meia de Isa, pe-
to barato preso de 39: na ra ,do Queimado, loja
de miudezas da Boa lama n. 33.
Moinhos de vento '
ombombasde repuso para regar hartas, baia,
"ecapim, nafundicaodeD. W. Bowman : na ra
do Brum ns. 6, 8e 10.
COGNACVERDADEIRO.
Vende-sa o verdadeiro cognac, lano em garrafal
como era garrafn: na raa da Cruz n. 10,
Cortes de cassa para quera quer dar fes-
tas por pouco dinbeiro,
Vendem-se corles de cassa chita do bom costo a
2, dilot da padroes fnncezet a29400, e^itat roas
para aleviar lulo, dilat prelas de.padro. miudos a
2>ocor(e, alpaca deseda de quadros de lodat as co-
res a 720 o covadb, lencos de bico tanto pintados
como bordados a 320 cada um, grvalas de teda pa-
ra homem a 19 e 1j>600 ; todas estas fazendas ven-
dem-se na roa do Crespo n. 6.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duquza He Breta-
nha, & volumes por OOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da prara da Independencia.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. %-B, de A. J. T. Basto &
Companbia.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegadod. Lisboa pelo hrigaezV-
diTanca.
PANOS.
Vendem-se em casa de Henry Bruos
C- ra da Cruz n. 10, ptimos pian A
ebegados no ultimo navio da Europa.
. ARiSBAS I GRADES.
Um lindo e variado sorliment. d. modellos para
varandat e gradaras de gotto modernsimo : na
fundicao da Aurora, etn Sanio Aturo, e no deposi-
to da mesma, na ra do Brum.
Vendem-se dous pianos fortes de Ja-
caranda', construcqao vertical e com to-
dos os melhoramentos sais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de Hambur-
go : na ruada Cadeia, armazem n. 8.
Pastelaria fran-.
cesa,
aterro da Boa-Vista n. 17.
Madama Blanda lem reeebido pelo nltitao na-
vio francez chocolate Baunilha a 19600 a libra, dito
Btgoeret a 19280, dilo Baio Tare a 19280, ota tor-
timenlo decaiiinhasdeconfeitoi.
Vende-se nm terreno de marinha, tila ata F-
ta d. Portas, do lado da mar grande, no esrrer das
casis do Sr. Joao Leile Pila Ortigoeira, com210 pal-
moi de frente, e fondo* al a beisa mar, rooil. pro-
prio para armaxein d. recolher por ficar defr.nl* da
barra : a tratar na ra d. Livrimento n. 33, lojt.
TA1XAS DE FEBEO.
Na fundicao' d'Aurora ena Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO ha
ra do Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Marinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas; e em ambos os logares
existem qumdastes, pan*, carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precos sao', os mais commodos.
. Vendem-te Iingaic do Beino muito nOTs a
460 rt. a libra, ebieolate a 400 rt.: .a ra dn Mar-
Ivriot, taberna n. 36. *
Vende-se nm terreno na roa do Hospicio, ja
aterrado e promplo par. se edificar, he prximo ao
quarlel : a Iralar na ruado Trapiche n. 1.
Vende-te luperibr fejlo malnliuho dictado
ltimamente : na roa do Vigario n. 5.
Vinho de caj'.
Esle eicellenlo vinho engarrafado, acha-te ven-
da a 19000 a garrafa, nat tegninlet tabernas : na
ra da Cadeia do Rocife, caa dos Srs.. Ponte & Ir-
mlo ; na roa etlreila do Botarlo, casa d. Sr. Po-
cas, e defronle na loja de docs n. 39 A. Por ata-
cado vnd*-se na loja dos Sn. Gouvela & LaiU, ra
do Queimado n. 27.
Pipas
Deposito de vinho de cham-
ftagne Chateau-Ay, primeira qua-
idade, de propriedade do conde
de Marcuil, ra da Cruz do Be-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a G.S000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
1
a- m
POTASSA E CAL TIRGEI.
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Becife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Bio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudoa
precos muito avoraveis, com os quaes i-
caro os compradores satisfeitos.
FABINHA DE MANDIOCA.
Vende-e superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 3$000 reis : nos armazens ns.
5,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
13$500
Vende-teeal de Lisboa ltimamente chegada, as-
iim como potista da Russia verdadeira : na praca do
Corpo Santo n. 11.
Vende-se ajo em cunheUs de um quintal, por
preco moito commodo : no armazem d. He. Cal-
mont & Companhia, praca do Corpo Sanio n. 11.
Vende-se uma balanea romana com todos os
ten* pertences,em bom uso de 2,000 libras : nuera
pretender, drija-se a roa d%Crnz, armasennT4.
Brins de vella: no armazem dt^. O
Bieber dt C, ra da Cruz n. 4.
Vende-se excellente taboado de pinho, recen-
temen le chegado da America: na rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a entender-so com oadrainis
trador do mesmo.
VINHO XEREZ.
j superior vinho da Xerez em birris do
ja da E. H. Wyalt: roa do Trapiche
vanas.
Vende-se porcao de pipis vasias proprias para en-
cher de aguardeule, a preco de 179 cada nasa : a
tratar no escriptorio de Manoel Alves Guerra, na
ra do Trapiche n. 14.
0 POTASSA BRASILEIRA.
0 Vende-se superior potassa, Xa-:
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Pern &
Companbia.
*
s
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Raa da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de Tapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamaubos. nara
dito. H
AOS SENHOBES DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs. a libra.
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias ingieras e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber 4 Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Seilins inglezes.
Belogios patente inglez.
Chicotes de carro e de mentara.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Lonas inglezat-
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro. ,
Barris de grasa n. 97. a
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Tacas para engenhos. .
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixa de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Navalhas a contento.
Na'ra da Cadeia do Becife n. 48, primeiro an-
dar, escripaxio de Augusto C. de Abrco, conll-
nuam-se a veader a 89000 o par (preco Uso, ai j
bem conhecidas e afamadas navalhas de barba, feitas
pero hbil fabricante que foi premiado na eiposiriio
de Londres, as quaes alm de durarem extraordina-
riamente, nao te senletn no rosta na celo d cortar -
vendem-s. com a eondicSo dt nSo airadsndo, po-
derem os compradores davolve-las at 15 dias darais
pa compra restiloindo-te o importe.
IECHUIISMO Pili EIGE-
IHO
NA FUNDICAO DE FEBBO, DO ENGE-
NfJEIBO DAVID W- BOWNIAN. NA
BA DO BRUM, PASSANDO O oBA-
FABIZ,
ha sempre um grande sarm.nlo do* seguinle ob-
jectos de mechanismos propro* para entenhot, sa-
ber : moendas roela* moenda* da mait moderna
conslinccao; laixas d. ferro fundido batid, d.
superior qualidade de lodo. o. lamanho. ; rdat
deutadas para agua oo anima.*, de toda* as ropor-
Ce ; crivos e bocea* de fornalhae registro, debi-
e.ro, agu.lhfiet, brome, parafuto. .uvilhaw.VoK
nho de mandioca, ele, etc. ***, mor
NA MESMA FUNDICAO.
te eitecuiam todas as encommendadHom a superior
mn5wV,^a.COn^Cid e cora ""* Pre"" cora-
modidade em preco.
i
t
\
ESCRAVOS FGIDOS.
-.*.
Fogio na nole do din 25 do corrente um nwla-
que crioulo, de nome Libralo, idade de U anno*
o qual foi comprado no dia 24 do rottmo muao Sr.'
tranciaco Xavier Civalcanli. e afiaucido pelo Sr.
traociteo Xavier Cavnlcanli Lint, morador na raa
rto Ilosario da Bo*-Viila ; o qual moleque lem o*
signaes tegutntes : cor preta, ulbo* grande*, rotlo
redondo, pe* apalheladot, lem nma da* pernit qH
foi quebrad, usa de pontts t charutos detrs da
oreltia. levou camisa de riscado e calca de algodao-
zinhoazol ja velha e batante tuja : roga-. at au-
toridades policiaca ou qualquer capiUo d. caatM
que virem o dilo moleque. o qual foi do di.trcloSe
Serinhaem, o apprehendarn e levem-o roa Direit
o. 3, que ter gratificado.
Fogio no dia 17do correle oeteravo crioulo
de nome Manoel. com ot signaes seguinle* ; baiso'
cor preta, ps grossos, tem na tesli ama cicatriz h*
quebrado de imba as vtrilhas, levou calca cimni
de lgod,1oz;nho azul, sendo a camisa de meia mu
g. ; canil*, 'r sido-eneonlrado por Sanio Amaro
Pombal : roga-te, portanlo, at autoridades wlicia*.
e capitaet d* campo, qae o apprehendarn o^oiiri
sea senhor, no pelee da Santa Crot n. 6, nada.
que serao recompensados. !
PERN.: TW. DB M. F. DB FARIA. C
18S5


Full Text
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