Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00317


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Full Text

ANUO XXII. N. 295.
IPor 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
SABBADO 22 OE DEZEMBRO DE 1855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DE FERNAMBUGO

4

!

NCAHM] IBM DA SUBSCRIPC.VO'-
Recife, o proprrtmio M. F. de Faria ; Rio de Ja
neiro, n ir. Joo Perein Marlins; Baha, n Sr. D"
lliiprasi; Macei, o Senlior Claudioo Kalclo Dias;
Psrshtlia, o Sr. Gervasio Viclor da Nalividade ;
Natal, n Sr. Joaqun) Igaicio Pereira Jnior; Ara-
caly, Sr. Antonio de Lemos Brasa ; Cear.o Sr.
Joaquim Jos de Oliveira ; Maranhao o Sr. Joa-
quim Marque Rodrigues; Piauhy, c Sr. Domingos
Herculano Ackiles Pessoa Ceareose; Par, o6r. Jus-
tjno J. Hamos; Amazona' o Sr.Jeronymodi Costa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, de 27 3)4 a 88 d. por 1*9
o Pars, 3^8 rs. por f.
Lisboa, 9Sa 100 por 1J0.
Rio de Janeiro, ao par.
Accoes do Banco 40 0/0 de premio.
da Companhia de Bebente as par.
_ da compaahia de seguros ao par.
Disconto de ledras, de O a 12 por 0/0.
METAES.
Ouro. Oncas haspanholas. .
Moedas de 69400 velhas.
de 69400 novas,
de 4O0O. .
Prau.Patacoes brasileiros. .
Pesos eolumnarios. .
mexicanos. .
PARTIDA DOS CORREIOS.
299000 [ Olinda, lodos os dias.
16*000 i Caruar, Bonito e Carantonas, nos dias 1 e 15.
169000 Villa-Bella, Boa-Vista, EaiwOuricury, a 13 e 28.
990001 Goyann e Parahiba, segundas e sextas-feiras.
29000 I Victoria e Natal, naaquinlat-feiras.
**000 BBEAMAR DEIIO.IE.
198601 Prrneira s lioras e 54 minutos da tarde.
'!Segunda s 3 horas e 18 UMpUos da manha.
PlRTfEfffflGlil.
OOVEBNO DA PROVINi
gkptdlaale do di 18 de dezembro.
(>|HH-Ao Exra. eominaiidanle superior da guar-
da ueelonal do municipio do Kecife.Convenlio
inq seja a guarda nacioaal desle municipio dis-
pensada dos ejercicios e de dar guarnirn a prac,a
at o dia 13 de Janeiro prximo vindouro, conforme
V. Ec. propoi em seu ollicio de 16 do frrenle.
l'arlicipoo-se ao mareehal commaiidanto das ar-
mas.
DitoAo Em minislro do Brasil em Pars,
IrMMBttliarfe primeira va de lettra
, de ?ei*.(rfs*raiee de I a* er re-
sanar ,le Jeune & es lila ni Ha
., afirn de coiiiptetar-ss a desleir com a vinda
das Mfeia de caridade e da um missionario latarisla
para esta provincia.
DitoAo Exm. marijchal comniandanle das ar-
mas, rumetlendo por copia o ollicio em que o Eitn.
presMUnte da Parahiba parlicipa acbar-se doente
n aquella provincia o capitn do 10 batalhao de
inhnUrii Claudioo Agnello Castetln Branro.
Dito Ao juiz de diieito a Bonito. Cura-
quaulo al o presente uad.i haja a recetar nesss co-
reana relalivansenle a epidemia que" anda (,
algumas ptoilucias,,l,daviu alteodendo ao- H
ata representaran) em offxios de II do torrente o
deleitado dn termo do Bonito e a respectiva cmara
municipal," faco seguir para essa cornceas ser en-
tregue a Vmc. urna ambulancia, para qoe no caso
de appareeer em qualquer ponto dessa ciima(HH>>-
medanle flagello, lejam prompl i e eficazmente soc-
corndos o doemes eraquauto nln vai para ahi um
facultativo, deve i lo ser observadas as presen pees
da ceinmissao de hygiene.das quaes ja remelli ejem-
plares e agora envo a Vine mais algn*. Todas as
autoridades desia cornaca devem reciprocamente
auii'.iar se no (.hilantropien etnpenho de animar o
populagiae cumprir as cecommeiidacoes que j;i hei
feilo quaoto ao atodnde cxecolar as medidas sanita-
rias e prestar soccorros.Ofliciou-se nesle sentido
ao juiz muuieipal daqnelle lena* e.a respectiva ca-
lima, ota itiiin a thasourari da fazenda para
, enviar a ambuli.nci.i.
Dilo fe de polica .Maja V. S. de re-
comineiidafr os subdelegadas de indicia do lilloral
da provincia, qus na s Tacara constar aos liarcacei-
ros qu d'or.l em slianle e iiuiquaaito reinar o
cholera as provincias vizinhas nao podem ler
entrada no porto desla cidade sem virern munidos de
carta de saude firmada tela auloridade policial ou
pelo.Afspectivo capataz, mas tambem que nao cuti-
siniaaa que a. barcacas e canoas procedeiilcs de
outrds porlos tcquem ihm do seu dislrieto anm a-
presenlarem laes cartas passadas pelas autoridades do
lugar d'onde parrain. (tilicioo-se ao capitn do
porto para fazer igual recommendacAo aos capata-
zas, e comrauuicou-se ao provedor dasawtc.
DiloAo met-mo.Era resposla ao .seu ollicio de
houlem n. 878, leulio a dlzer-lbe que commuoican-
do o cuinmandanle das armas nao poder por Talla
de forcsi suiricicnle mandar reforor o destacamen-
to do Itio b'ormoso com lez pracas de linha, cunfor-
nie pariicipoi a V'.S. ma.idei que Tossem destacadas
para Barreiroi ;J> pracas do corpo de polica.Com-
uiunicou-se ao loareclial.
DitoAo juiz relator Ja junta de juslica, Irans-
miltindo para ser relatado em wasflo da mesnw jun-
ta o processo vtrbal do soldado do > balalbo de
|aranlaria, The so ao coinraandiiate das armas.
PortaraAo acaule da companhia das barcas de
vapor, rceomaleudando qoe mande dar urna pansa-
gam para o Gea', no vapor que se espera do sul,
jfjt atipan*.! ilutares va os pai.i pasugeiru(%a cs>
a, a Jeaqaim abra d Jasos e urna filha menor
*de orne Idaliiu.
de Medicina, sendo na mesroa ucrasio enviados
medicamentos t nutrogneros, que l'oram requisi-
lados pele E\m. presidente da dita provincia.
Dos suarde a V. Gxc. Palacio do governo da
Bshia |t de dexembro de 1855.lllm. e Exm. Sr
presidente da provincia de Peniambnco.^rar
Ti berio de Moncorvo e Lima.

AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados. | Dezemb. 1
Relafo, tercas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo deorplios, segundas a quintasis 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPIlKMERtDES.
Quarto minguanteaos 9 mnalos e
40 segundos da tarde.
9 Lita nova as 7 horas, 47 minutos
e 48 segundos da manbaa.
16 Quarto erescenie as 4 horas, 36
minutos e 40 segundos da manha.
23 Luacheia as8 horas, 18 minutos
e 47 segundos da manha.
DIAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Plorianom. ; S. Calanieo m.
18 Terca. S. Esperidio b.; Tbeolimo m.
19 Quarta. S. Dario m. ; S. Fausta.
20 Quinta. S. Liberato m.; S. Bajulo m.
21 Sexta. S. Thom ap.; S. Themislocles ni.
22 Sabbado. S. Honorato m. ; S. Floro m.
23 Domingo. 4. do Advento. S. Servulo, advo-
gado contra a paralisia ; S. Mjdonio m.
EXTEH10R.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERBIAMBUCn.
LISBOA.
."> de decembro. .
a-moibua_jlemoiiou-s'.' comas uossau nae i
dtaa que ellas se cerasM
ti capital, e orna procisrt* ce-secretario da academia real das srencias,
vM panlencia pel.s ras da cidade rom a auliqnis-
simaAoagcni de .Nowa Senhora da Saiide, espavo-
rio-se a horrenda peste 'liolerica, de sorle que ha
qumze dias que nilo temos nenhnm raso dos que se
ohsarvaram no hospital, que todava alguns facul
lllm. e Etm. Sr.Aceusando a recepto do ofli-
io que em 30 o inez prximo passatlu 'V. Exe. propon Jo a providencia de eslabetacer-se
um cordAo sanitario entre essa e esta provincia, no
local das duas colonia- roitiUres, no caso de que
ensMsse aqu u chotera morbus, tenho a responder
a V. lixc, que ja exped ordera ao director da co-
lonia militar Leopoldina para que se eulendesse a
respeilo com o ile Ptinelilelras.
Dos guarde a V. En:. Palacio do governo em
'* Maceio i da daitembro le 1855.lllm. e Exm. Sr.
coDsellieiro presidenta di provincia de l'enidinbuco.
Y. C. de S i: MbnquorfH.
Illoi. e Exm. Sr.Acenso a recepcAo do ollicio
qoe em dala da -27 di mez pastado me dirigi V.
Exc, participando a resolucu que lomara de man-
dar estahelecer um lazareto na itha de Santo Alei-
xo, e requialtaiido-me a providencia de nao deixar
daqai seguir barcada algum, ou pequeas embar-
cacOas sem que Ijve di'Cumentu declaratorio do lu-
gar da procedencia do etdado sanitario delle. e com-
pre-rus responder, que licatn expedidas as conve-
nanles ordens pata su observar nesla provincia o
que V. Exc. requisita relativamente as pequeas
eiDberoar.de*do cabot-gnm. ~
ateos guarda a V. Ex:. Palacio do governo em
Macei 4 de dezembro de 1855.Ului. e Exm. Sr.
cunselbeiro presidente da provincia de Peroambuno.
Antonio Cottho de Si e Albuquerquc.
film, e Exg.Sr.A>i'ade( a V. Exc. a cuminu-
, BicarSo que rtM fez em neo oflicio de 1:1 do crreme
.. mezf relauvair.enle ai> proveito que se tem tirado
na provincia l. Para, com a applicariio do -uinu
de lunlo no Iralamenio das pesauas all'eclailas da
molestia reiM10R
lieos guard! a V. Exc. Palacio do governo em
Mscri 17 de ilezeinbro de 1855.lllm. e Exm. Sr.
cooselheiro prnsidenle da provincia de Pernanibuco.
Anlonim Coclho de Si a Atbuquer'/ue.
lllm. Exm. Sr.Com o ollicio de V. Exc. de
7 do corra/ile mez recib os coalieciinentosque o
acomprvhharam. e immedialament* mandei sal.Ta-
zar o frele da raudoeSo dos gneros e medicamentos
a qa* se revace V. Exr.-.emoim outro ollicio da mes-
ma dala, ^y
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo das
Alagoas em .Vlaceio 18 da dezemuro de 1855.
Illa., e Exm. Sr. consellieiro presidente da provin-
cia de Periainliiico.Antonio C'jclho de S e Al-
biu/ueryue.
lllm. e Exaa. Sr.Tenho a honra de aecusar o
raeebiiiiento do olflcio que V. Exc. dirigio-m em
data de 13 do correnla, eommunicando-mc que se-
gua para a comarca de Garanliuus, com escala por
esta provincia, o Dr. em medicina Joaquim da Silva
Araujo .iaiaioiias, aura de tralar das pessoas que
all iuTelizminlo Tossem accommellidas do cholera,
M tu Ihe flanquea*,i iodos os Bietos de prompto
taapdrta, e o lize.se auxiliar com ahum dos esiu-
dantes da Facoldade de Medicina da Baha, se sto
me Tosse possivel. Ein resposla tenho a dizer a V.
Exc. que aqu cliegou uo vapor Paran no dia 15 do
taiivo.i julaain 'l"0jjp foi rigorosamente o cbolera
asitico. O cario hf^ue nao morreu ninguem da
tal molestia, tenlo gente pobre nos bospitacs, t al-
guns deudos em Riliiat'oles. Kiilrelanto anda uflo
podemos cantar u Te-Deum, porque elle militas ve-
les volta atrs, entilo he que arraza ludo. Estamos
i cauta de Dos, phrase moi trivial, mas de bom
cur.ho para exprimir a conlianc* chrislila.
Como j se desvaneceratn as preoccopacoes do
cholera, agora lodo o fervor est poslo as eleic/ies
para nova cmara municipal, que deve servir no
futuro anuo de 1856
A principio p ireceu que esla eleico nilo seria
disputada ; mas como a do Porto, contra toda a ex-
peclacfto, saino cabralisla da gemina, em Lisboa co-
mecou logo a mover-se lodo.
I'ma coiuiiiissio denominada central, foi composla
do visconde de Su da Bandeira, conde de Sobral,
Jos EstevSo, A. Rodrigues do Sampaio, conde de
Mello, Vellez Caldeira, Casal Ribeiro, Pinto Bastos
e visconde de Fnruos. h'izer.m esles urna reuuio
publica, onde esla commissao foi confirmada para
dirigir as eleices municipaes, accrescenlanda-se-
lhe mais (res Miembros da opposicao, n Dr. Tliomaz
de Carvalho, Sanl'Anna a Vasconcellos, c .Manuel
de Jess Coelbo.
I'assados dias publicaram esles um memorndum
aos eleilores, recordando-Ibes os predicados que de-
vi m ler as pessoas escolhidas para urna cmara la >
imporlaule como a de Lisboa.
Decidi administrativos em que se divide a capital, se reu-
iiissem oa eleilores e elegiveis para combinaron na
lista que devia ser volada no prximo domingo, 9
do correle, que be o di. da eleico. J lem havi-
do essas reanies. Na maior parle dellas lein-se re-
solvido qoe se reconduzam os aclnaes, excepto no
bairro do Roci, que querem renovado total, lan-
do ja muitos votos o advogado l.oiz Maria Jordo, o
director do banco Joaquim Pereira da Costa e F.
Chaves, mercador. #
Ha comludo probabilidades de licor a maior par-
le da actual vereaijo, que todava lem sido a mais
infeliz de qna'ntas tem ido aos pac;os do conselho. O
niolivn lio porque a reeleujAo faz-so mais fcilmente,
e os afluentes ou promotores eleiloraes estilo poo-
pandu'as Torras para as areieCes de depulados, que
eslilo prximas.
Veremos domingo o que faz esla gente.
As ultimas noticias do nosgo ministro da fazenda
sao, que linha sabido de Londres para Pars n dia
28, levando em sua companhia o no-so agente lillan-
cial uaqiiel.il cidade, Guilhernte Candido Xavier de
linio. No so sahe,ou nlo convem anda dizer. o.
que o Sr. l-'ontes ronseguio ein Londres, apenas cons-
ta por cartas quo vimos daquella capital, que os poa-
suidores dos nossos fundos nuquella pra^a iam Tazer
niilo promovida por Mr. Thornlon, natural-
lundo. sejam colados no
benzem lia muiln
3 dejtazembro.
.tomii o trata a op-
"os de Londres,
que tem sido de fa-
aao estamos no inver-
uo seuMab Vizaos honlero urna delle
l'"iinte,-'i >nas diz que acaba de chagar a
l'aris, e qoe-l r convidJBo a jaular pelo mi-
nisIro-docS eslrantaare, por isso nao linha
tido mais letTa]aaV ^^^p seis carias para Lisboa
e para mudar de Talo. Conclua porm dizendo,
que antes do natalaslava de Volta para o reino.fasjj
Os capitalista vo-se asdaendo. No Porto Tez-so
ja uina grande ml|lll llpfjfc da accionistas para fun-
dar um banco naquella^idnde cuno o de Lisboa.
Aqu liuuve laiqaa* oulra reuniao para se crear um
banco di coiiiiaaMo, industria e agricultura. Al-
berto de Moraaffliirvallio, Kradesso da Silveira e A.
/amilh >,lo os numea los para formar a .ssociacao.
.vradnres o proprielarios rnraes se
belecer una uuiao agrcola, para
mutuamente alim lie st ver-m livre
Jo no pessoal da rcU:;ao. Itetirou-se o Sr. Al-
bano da Silveira Piulo, a entrou em eu lugar rr Sr. I
Silva Tullio, que ja para all escrevia, mas nao ef-
fecli va mente. E-te jornal tem prosperado a olhos
vistos em pouealempo. Conla j mil assignantes, e
para o anno allmenla o formato, e amplia mais
as sceles em que arlualment se divide.
A cmara municipal de Belein de que era presi-
dente o Sr. A. Ilerculano pedio a sua demlssao em
consequencia rio governo n<1o castigar devdamenle
um nfllcial de arlilharia, qoe desatienden o fiscal da
mesma cmara no exercicio das su.s funcees. O
ministro acceitotfa demissao, qual Ihe f.ii pedida
com urna arrogancia digna do senado que falln alio
a D. J ao IV. Se (odas as cmaras assim lizessem
nao serjaiu tratadas Uto de re-u.
ie poalMIaudes Leal, foi eleito vi-
justa
homenagem ao sen tlenlo e c indic.lo. Aclual-
menl" esl elle compnndo urna oda para ser reci-
tad no dia 9 do correle, aun i versara da mor'le
dosempre lembrado e lao pranleado visconde de
Almrida Garrelt. A recitadlo ser no Ihealro de
D. Maria II, amesdecomecar a recita dessa ooite,
a qnal sera' composta do Fr. Luiz de Souza e outra
peca tambem obra do finado.
Fallecen um dos nossos melhores escolptores, e
professor da academia das bellas-arles, Francisco
de Paula Cerqueira Araujo. Era primoroso prin-
cipalmente em bnixos relevos e bustos. Os artistas
zeram-lhe um grande cortejo funeral, ehouve urna
oracilo recitada pelo professor Siqueira, lente de
arrhilelura.
lamliem morreo na sua Tabrica de Thomar. Ao-
toiiio Comes de Loureiro, enligo director do Bailen,
e dea mais velbos negociaiiles riesta prae,a.
f sualmente espirou victima de urna phtisica pul-
monar, aPTilha do fallecido Lino da Silveira, I).
Francisca de Castro, casado com I). Alvaro R.
Tinha pouco antes de morrer ficado herdeira dos
avultadissimos rabedies de seu pai.
Al ao dia 14 pelo paquete ioglez.
qo que de nos se exigia ? Mi) uaver na exigencia
do Sr. ministril urna usurpafo de altribuices?
=
Era a polica a autoridide otfmpelenie para arran-, inandou chamar o general Oribe para inlerpella-lo
Buslamante. que se achava sem ministros e sem
forras, querendo sahir de lo desagradavel posico,
HTEEIOR.
correte o dilo
seu destina com
eu u sua dispos
zendo-o acomp
Quaolo devn dizer a V. Exc,
[, que seguio para o
as uecessaria, pondo
e- couveiiieale, e fa-
soldado de polica,
lioin i para coadjuva-lo,
apenas couslou-me que
a epidemia bavia apoarscldo em Garanliuus, deler-
minei que do PAo da AMUoar ou Porto da Folba
seguisse para o dislriclo"dessa provincia aiguns dos
academicus existentes naquellas localidades. \ao
posso ueste momento ameverar, a V. Exc. se miuha
ordem roicurrprida.
Infelizment; a erupfo do cholera em tantas
localidades ao inesmo .mpo tornou insufficeule o
numero da Bjaslicos e acadmicos em servico nrsta
provincia. llo obslaulo o que levo dilo, larei tudo
que de mim ayepcn(|er para enviar um acaderSico
"ou medico para a comarca de Garanhuns.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo em
Macei 16 de dezembro le 1855.lllm. a Exm. Sr.
eonsellieiroDresidenleds provincia de Peroambuco.
Antonio Coelho de S e -ilbuquerque.
lllm: e Exm. Sr.Recebl nsmedic-nnenlos e mais
gneros a qus se refere o officio de V. Exc. de 7 o
correnlc, e muito agra>le;o a V. Exc. a promplidao
com qoe Toram elles Tornecdos.
Dos gnarde a V. Exc. Palacio do sov-rno em
Macei 18 de dezembro de 1855.lllm. e Exm. Sr.
conselheiro presdeme de Peroambuco.Antonio
Coelho ie S e Albuquerque.
lllm. e Exm. Sr.Redondeado ao ollicio de V.
Exc. de ->i di uoveinl.ro ullim, em qoe exige que
eu predispona alguns facnllalivos que ja tverem
experiencia do curativo do cholera morbus, alim le
eguirera par essa provincia, tenho a dizer a V.
Exc, que me sforrarei por desempenliar nao s a
dita recjiniiieiida~ao, mas tambem por prestar ou-
tros soceorros de que essa provincia possa necea -
lar, loga- qie para isso lenha requisi-Ao de V.
Exc.
Daos guardo a V. Exc. Palacio do governo da
Rabia iioedizamhro de 1855.lllm. e Exm. Sr.
presidente da provincia da Pernaiqjriiro.Airara
iberio de Monrotno a lima.
lllm. e EjflJ-^fJ tcTos^"a recepQao do ollicio
e Z^iSf'te it dnovembro ultimo, a em respos-
,,Blf!o a -niomooiear Ihe, que ja parliram para
Ala
loas algans medie a alumnos da Faculdade
Igualmente
juolaram pari
se auxiliaren!
dos cranos.
Voaaaar.iin para discutir e organisar
os e-taolos das SrsajAyres de S Nogoeira, J. Ma-
A
il..-se
niele, Calheiros e Gamboa
RIO DE JANEIRO.
28 de noverabro.
A direcloria da companhia da estrada de ferro de
I). Pedro II resolveo mudar a directo do rainal
que deve partir do poni norle da ra de S. Cbris-
tov.io o terminar no lilloral.
Segundo a delibera^ao loaaada antes de lionlem,
a eslrada deve vr terminar na l'raiuha, onde ie
construir um trapiche sobre terrenos perlenccules
aclualmenle ao arsenal de marinha.
Esla construrc.io deve ser feila pelo emprezsrio
Eduardo t'rice, casu esle aceite as cnndires pro
poslas pela direcloria, as quaes nos cansa eslarem
em harmouia com as disposi{es da lerceira clausu-
la do contrato, que estipula o preco de (i'J, 109 libras
Picando a execucao dependente do governo imperial,
e hnje por conseguinlo da companhia.
He de erar que o Sr. Auslin, engenheiro da es-
lrada e procurador do emprezario nesla corte, nao
se recusara a cumprir a resolur.io da direcloria ;
pois do contrario lera a companhia o dreito de con-
tratar esta parte dos Irahalhosda eslrada com quem
melhores vanlagens oflerecer.
{Diario do Rio ie Janeiro.
Na
linhas
9
A POLTICA DO BRASIL.
Montevideo, 10 de novembro.
Nacaa de hontem leem-se as segninies
ria Grande e Calas
l.iz.
Ainda miis. Esl-sS fazendo urna subscripcAo
para formar una companhia com o intuito de edifi-
car na fresca Cintra urnas 48 casas em silio apropria-
do, e que d alma e mocidade i decrepita, massem-
pre louc.i villa Mamielina. O commendadur Ale-
\andi e ^ullo de Carvalho he o promotor desla com-
panhia, e lem j o risco das novas edificac,es feitn
em Londres. O conde de I .ocote, emprezario rio
caminho de ferro de Cinlra, sahin-se logo dizendu
que elle j liaba aqu-.lla idea havia muilo lempo.
Siipp.inhu que lie baaolia Trauceza porque elle
naturalmente so se l-iiihruu de que esta esnecula'can
era oplinia e rendosa qusndo se fizer o caminho de
ferro, na occasiao que vio o annoncio desla prnjec-
t.ida rompanhia. Em summa, esta agiacSo e riva-
Inlade, sempre denuncia quajia, capilaes que lenlam
circular, e se euvergonhaate ealar ha lano lempo
reas eucollias.
O caminho de ferro dfPSshlarern vai continuando
(enlmenle.
Esla-se concluindu o gare provisoria em Sania
Apollonia. .Vio se diz jii quando estar promp-
to para nao errar como al aqu.
Sexla-feira vai o ministro do Reino Rudrigo da
Fonseca, islar os Iraballi >.. Anda sa n(o sabe se
os empreileiro* inglezes retomarj |a empreilada.
Por oraesiao scousas como denles. ,.
O do Alemtjo Ismbem Jxo vai j com a celerida-
de com que corOeVjou. tlouve desmlelllgaocia enlre
os enenheiros e emprezsrios, o que perturbou o an-
damento dos trabalhos. Agora eiftSo substituidos os
engeohelros, de qu- todava ha falla, a obra vai
por diente, j^
O de Cintra, posto seja o mais moderno* vai-e
adi Hitando a I.Ivez passe freule dos oulrps dous
irinus mais vellios.
Cliegon aqoi orna noticia, que algans acqam pro-
vavel. Ehe, de que ha uina companlih em Ingla
Ierra que se prope lomar a onclusaoda Ro*
caminhos de ferro, cujas |primeiras seceos esloa j
em andamento. Pude ser.
S. M. ei-rei D. Pedro.deu no dia 2 um expleudide*
janlar de corle, a que fui convidada a legacao brasi-
leira, para festejar o anniversario de seu auguslo
po, o imperador do Brasil.
S. M. el-rei I). Fernando esleve alguns dias de
cama, mas aclia-se reslabelecidn.
O.iiovo re tambem esleve impossihiltado do sa-
hir, por causa de urna ferida u'um joelho. s. M
nao he muilo amigo de appareeer ; ao Ihealro qca
si nunca vai, drila-se muilo cedo, e madruga muilo.
Applica-se infaligavelmenle aos negocise ao eslu-
do. Tem j ministrado alguns projeclos de lei, que
desejasejam apresent-dos s corles pelos seas miuis-
Iros.
OSr. Kiuinire, que eslava indignado para nosso
ininiUro no Rio de Janeiro, transferido dos F.slados-
Iraides, parece que recosa esla embaitada, porque
diz que o ordenado nao diega para manter a dignida-
de rio lugar. Tambem se diz que Jos di Vascon-
cellos ja' nao vai para Roma, rus tambem nao volta
para'o Rio.
O Sr. F. Ariolpho de Varohaaem, ministro do
lirasil em Madrid ja saflio de Lisboa para o sen
posto. Leva riiqiii boa colheila para a ana histo-
ria rio Brasil, que esla imprimudo n'qoella Borle.
Os nossos expositores na grande exposijao de
Pars aalio muito contentes, porque liveram recom-
pensas rio jury, entre medalhas e man(0es honro-
sas. Mando inclua nesla a lista para qoe se digne
publica-la para regosjo dos Porluguezes ahi resi-
dentes.
Para o anna novo esperam-se algomas alterar/ies
na imprensa peridica desla capital. Sahir um no-
vo peridico di oppnsirao intitulado o Patriota,
mas supi"""-' prenta e l.ei lamber se desconiij^;""- *''"
ee. 0 .s>ru/o anda vendo se a1!? *'"^ZTo
minislerial que tinha o Amulo, mas Jos., f ,
andador e lumheiro de lodos os minisleridt
por furca fundar oulro rom um titulo lao ri."u
Tj
le Fomento.
lenle
oriso do Commercio leve tambera :oa ali
-,' -rV ::.
' ultima hora.Depois de lertuos o artigo
do Nacional de hontem a noile, intitulado A po-
ltica do Brasil, eslivemos com o Sr. ministro
dos negocios estrangerros, que nos autorisou a
desmentir completamente as assereoes do dito arti-
go como falsas, o souienle produzidas para suble-
var a opiniae 6 augmentar as coraplicar5es da
siluacao.
Igualmente leraos no Comercio del Plata de
honlem o seguinte :
DesmentidoEstamos aulorisados pelo Sr.
ministro do interior paradesmenlir o annuncio que
faz o Nacional de honlem noile, sob a epigra.
|)he Poltica do Hrazil.
Em urna nota ofBcial do ministerio do governo
ao chefe polilico da capital, com data de hontem,
e publicada no Comercio del Plata do huje se le :
Ministerio do governo.
Montevideo, 9 de novembro.
Sendo completamente falso e calumnioso o
faci que se denuncia no artigo que debaixo da
epigraphe de Poltica do Brazil foi publicado
na parte editorial do peridico < El Nacional,
que incluso remello, e envolvendo esse artigo
assereoes injuriosas, com que se deprimo o proce-
d i memo oflicial de um dos membros da adminis-
traru, e insinuando se tambem faltas pretencoes
de dotninacao de tuna parle do territorio da rep-
blica, preietiQoes qua^e dizem epuncladas pelo rP
presentante de S.MTo Imperador do Brasil ; ex-
gtndo asiim'*,eonveniencia en moral pubjjca, co-
mo o proprio decoro da auloridade, que'se averi-
ge a nrigeni criminosa do. boa lo que sp invoca, o
qual, se exista,- he coheridamenlo calculado com
vistas sinistras e tendentes a alterar a iranguillida-
de publica, detariuinou o governo que V 8Mmc
sem demora todas as medidas conducentes a&fes-
cobrimeulo da origem daqnelle rumor.
Assim,'far V. S. comparecer em dia mar-
cado o redactor d Nacional D. Francisco X.
d'Acha, e Ihe exigir que declare o noroe da peesoa
ou pessoas que lheS commuutcaram os faelos co-
udos no artigo^cilado, cujos factos diz serem-lhe
assegarados de um modo positivo ; proseguindo
nesla informarjo al chagar ao indicado objeclo,
liando conla iinmcdiatamente ao governo doque se
ptssar jiara se proceder como convetn.
Dos guarde'a N S. muitos anuos.
Adolfo Rodrguez
Sr. eliefe poltico do departatuenlo da capi-
tal.
Ho Nacionala"ue honlem, tratando desses dcs-
montidos, diziamos nos :
Basta, senliores, basta Parsbens ao Sr. mi-
nistro do interior por esses desmentidos que sem
Remota se apreftou a dar nolicia que de boa fon-
le nos linlia sido communicada. Desmenlidos of-
fieiaes dessa natureza merecetn saudar-se com um
grite de Viva la patria .'
Fique-se, pois, ssbendo- que no se Ozeram
propostas de dous milhes de pesos pela Colonia
por mais que nellas se pensasse e fallasse. Mas
saiba-se tambem que nao quizenxos sublevar a
opinio, nem augmentar as coi
tuaeflo*, com o nosso artigo de hon
o#caso s as propostas poderiam
sullados, e pelo que fazem o min
cao que parece ler-se explicado com elle, bem he
que se saiba al ondechega ounieo resultado que
poderiam |ier aquellas propostas, se um dia lo-
maren! um carcter mais elevado do que o de con-
idenciaes, em que honlem dissemns tinham si-
do feitas.
Conste tambem mais o que debamos dito, e
arehive-se o Racinala de hontem, com o sou
ar'igo A poltica brasileira.
No inesmo artigo de honieni dissemos termos
*'do chamados pelo Sr. chefe poltico (quo nso
,e dignou receber-nos) em consequencia da nota
do miuislerio do governo, para que dossemos con-
la do artigo desmentindo officialmente.
Os nossos leitores sabem que recusamos prestar-
nos exigencia da polica, e, a este respeito, pas-
samos a explicar-nos.
Se realmente delinquimos, fazendo-nos echo dos
boatos que publicamos, se as leis da imprensa fo-
ratn por mis desrespeiladas naquelle artigo, nao
era o ministerio, nao era o chefe poltico que de-
viam podir-n'oscomas.
Como pois haviamos de presiar-nos declara-
car-nos o sefjiedo que nao jbdiamos descobrir se-
nao pelo modo esiabelecido ap lei ?
Oeixamos ao publico, ao (ninislerio e polica
a resolucao imparcial destas questoes, e 6 apreciar
se rumprimos ou nao o nosso dever negando-nos
formalmente salsfaco das exigencias d* chefe
poltico, convertido pela nota do ministerio em
juiz privalivo do mine.
Mas, ja que este assumpto tornou tamo vullo,
supposto tenhamos deixado desmentido o rumor de
que nos fizamos ocho, declarando nao ser oerto o
que se nos linha assagurado por fonta limpa, seja-
nos ainda pormitlido fazer algumas reflexdes.
Diz o Sr. ministro na sua nota :
... envolvendo esse artigo assereoes injurio-
sas, em qne se deprime 'procedment ofti-
cial de um dos membroi'da adminisiraoao, e
insinuando se tambem falsas pretencoes de do-
minado de urna parle do territorio da republi-
ca, etc.
>o que dissemos, publicando aquella noticia,
nada ha que possa ser considerado como b assercao
njuosa que ollenda inembru al..;iim dogabine-
lej. ; nem das mesmas propostas, dado mesmo.e
caso que ttvcssem sido feitas, se deduzem pro-
enepes de dominago.
I'ssas prunosicies envolvem quando muilo a
idea de um mutuo convenio. 0 Brasil, a troco de
estacionar-se na Colonia por ceno numero de an-
nos, oHereee oo Estado-Oriental tal ou qual sum-
ma. He isto a que se deduz das propostas que
dissemos lerem sido-feitas.
E por ventura nunca se virara no mundo igua-
es propostasJ O que propunham nltimamenico
siados Unidos Hespanha 1 Nada menos do
que a compra da ilba de Cuba por 20 milhes
do pesos I
'Como pois nos :sorpendemos de que o Brasil
nos fiztsiso as propostas de que fallamos ?
Pois que nao se annuncia como erto que o
Brasil vai postar o seu exercito de observacao, com-
posto de 6.000 homens, em territorio que nao es-
t averiguado Ihe pertenca da direilo ?
E se o governo do Brasil faz, ou pretendo fazer
isso, como he que se estranba que por um previo
ajusta se quizesse assenhorear da Colonia, satisfa-
zendo formulas que nao satisfar lalvez para esta-
cionar o seu exercito de obsjrvacao na fronteira ?
Se q jando fallamos das proposias do Brasil, bo-
je desmentidas officielmenie, dissemos :a Onde
eslo a dignidade do governo e a honra do paiz ?
rio lizemos mais do que imitar aos verdadeiros
Hespanhoes, quandolheschagou a noticiado offe-
reci ment qu Ihe aziam os Estados-Un idos pela
ilba de Cuba.
E porque dissemos isso, e desso modo osicnta-
vanns lodo o amor que consegramos nossa trra,
mandare-nos chamar polica, onde se nos faz
interrogar por um subalterno ?!...
E ptira isio he preciso urna noia omV.ial do mi-
nisterio do interior ? ^
Entretanto o Comercio del Plata dedica-nos
por causa-delle um dos seus ermoes-habituaes.'
Julgue agora o publico do ruidoso negocio m
que se nos qur envolver !
(Nacional.)
( Jornal do Commercio do Rio.)
et da si-
Em todo
esses r-
e a Na-
10 de dezembro.
Consta-nos que fora upprehendido pelos cruzei-
ros inglezes no Cabo Lopes um cuitar com cerca de
80 Africanos.
Tullamos dado lia das a-oticia de qoe se espe-
ravam da Costa d'Africa dous palbabotes, dos quaes
um delles tinha ja chcgadaBrPeriiambuco e liana
sido apprehendido era Serinliaem.
izem alguns qoe o culte/tornido pelos. In2le/es
he o oulro navio que se esperava e que se peusava
ser um balbabole.
Julgirnos porem que essa opiniao he errone
primeiro porque lodosos dados da noticia coafir-
mam que o navio que se espera he verria.leirainrnle
om palhabole ; saguado porque havia indicios (ar-
les sobre elle, que denoiavam estar preparado para
un trafico em maior escala rio que o de 80 Africa-
nos ; lerceiro porque o palhabole deve estar no rio
aire, donde veio o outro, e o uller foi apprehen-
dido nvCabo Lopes.
Ueniai, nao se encontraran! no cutler apprehen-
dido .aprestos que deuotasseui poder azer urna via-
yaque taz antes crer que elle nilo fosse
senao un eanductor de escravos nara a ilba de
I noinii, qi (-.distante do Cabo Lopes urna noile
leviaiteiu, e onde se diz estar um negreiro fazen-
do defosllo de Africanos, e esperando qoa algum
navio v aqoella'iiha alim de poder assim arraniar o
Iransporle dos necios.
Aguardamos iiifurmacoes mais circumslanciadas,
para della> inleirarmos mnossos leitores.
Diario ao Rio de Janeiro.,
^**>~~
13
Temos Tullas, de Valparaizo al(S7 de oulubio.
Da repblica Chilena nada liade inleress'e.
A guerra civil conlinuava a assolar a America
Central. Cualimala. repblica (onservadqra, sus-
tentava com torgas auxiliara* o partido dosfeonser-
vadores ue Nicaragua, a Honduras e S. Salvador
ap-nav un os demcratas.
Em Gualimala eslava altee.ida ordem poblica.
a o general Carrera hatfa Habido da capital para
reslabelecer a Iranqullidade em Quezallenungn.
O governo de Honduras via-se ameajado de urna
revolucao. O general Upez, qu* eslava desterra-
do em Guatemala, marchava a Trenle de ,i00 hq,
meus sobre Hondoras para depr o presdeme Ca^
banhas.
Nicaragua era victima, itao snmente da guerra
civil, mas tambem do chofera e da pilhagem. Na
guerra civil, que dura de ha muilo, pelejam muilos
cidadns norle-americanos que desiijam a annexacao
daquella repblica aos Eslados-L'nidos. Divas li-
nda cabido em poder dos demcratas; o Norte-Ame-
ricano Walker avanc,ava contra Granada, e o coro-
nel Kiimey, da mesma cao, eslabelecra um go-
verno formal em San-Joao do Norle.
Veno/uela era assolada pelo cholera, mas ficava
tranquila.
Na Nova-Granada fizeram-se as aleii0es pacifica-
mente, veucendo na maior parle dos departamentos
as cauri daturas liberae-. A graude questao all he
a centralisacao ou o federalismo. Ambos os -\ -le-
mas lera, propugnad ores lories e decididos.
Em Ualivia rebenlou de novo a guerra civil. No
norte houve um levaulamento promovido pelos
cinigradotque se achavam no Per, e fui procla-
mado presidenta o Dr. Linares, candi.lato popular.
.No sul pronunciaram-s-j algans esquadrOes de ca-
valiara .. favor do ser eral Sania Cruz.
sobre suas intenepes.
0 general Oribo foi A casa do presidente na noi-
le de 24 do passado, e diz-se que na occasio em
que com elle conferenciava recebera a viso de" ler
sabido da ptaea um piqueta de cavallaria para es-
pera-lo no caminho da villa da Unio para ac
pial, Com fundamento ou sem elleaccrescema-
va-se que se Iratava de urna tentativa de assassina-
lo na pessoa do general, o refere a gente deste que
lendo o general mandado vollar o seu carro para a
Uniojwla mesma eslrada por onde viera, ese-
guindo por um atalho e a cavado para sua casa,
fora detido o carro pelo piqueta de cavallaria, c
maltratado e ferido o cocheiro quando se reconhte-
ceu que nao ia dentro o general Oribe.
Km consequencia deste incidente real ou ficti-
cio, uo dia 25 pela manha appareceu a casa do
Cabildo oceupada por urna forca dos generaes Flo-
res e Oribe, eseguio-se imnved|itaniente um mo-
nimenio semelhante por parte dtSaconel Munhoz,
entrindieirando-se a sua gan3isWalfandega, no
forte de S. Jos, casa do general e quartel dos dra-
gos. A forca dos generaes eolligados compunha-
sede partidarios seus reunidos* villa da Unio,
e a do coronel Munhoz de alguns guardas nacio-
naes e do casco do balalbo de arlilharia de linha
que adherir ao movimento.
O presidente poz-se ao lado dos generaes Flo-
res e Oribe, quo considerou como defensores da sua
auloridade, e vio no coronel Munhoz e seus par-
tidarios un grupo do insurgentes contra a aulori-
dade legal.
Os generaes Flores e Oribe, obrando assim co-
mo agentas do governo, foram atacar saus adver-
sarios as posicoes que oceupavara. Stjguio-se
urna lula de tiroieios as ras, que durou desdj
o da 25 at 7, devendo notar-se que o dia 26
foi de treguas para que as legaces ingleza e fran-
ceza podessem festejar com um Te Deum e ban-
quete que tinham preparado, o seu triumpho de
Sebastopol.
No dia 27 o coronel Munhoz e seus partidarios
liveram de abanJonar suas posicoes e de submet-
ter-se, emigrando os chefes e o batalho de arli-
lharia para Buenos-Ayres.
Foi, como dissemos, urna lula do tiroieios as
ras da cidade, nao excedendo talvez a duzentos
atomens a forca de cada um dos conlendenles. En-
tretanto foi mais desastrosa doque as anteriores,
pois 34 Orientaes pagaram com a vida o novo en-
saio revolucionaria, e oulros tantos foram (e-
ridos.
Durante o conflicto fez o coronel Munhoz pro-
posites para um arranjo pacifico, s quaes nao
accedeu o presidente seno na parte em que tralava
das garantas individuaes dos corapromettidos. O
coronel Munhoz quera tambera a concessao de um
miuislerio que Ihe insprasse confianca e aos seus
amigos. At urna comraisso de seuhoras inierveio
na triste e sanguinolenta querella por pTtt da gen-
te da cMe, mas nem esta commissao, au os
parlamentarios de ensaca puderam evitar que a lu-
la terminasse por meio Ja mosqnetaria, cmo ha-
via comecado.
Os generaes Flores e Oribe Gcaram senbores da
siluacao, e o presidente pareca satisfeito com o seu
apoio e do accordo com edes. Esles generaes asse-
guravamqueno tinham oulro tim seno o dg sus-
tentar a autoridada logaLao Sr. Buslamante, cuja
moderaco e bons desejos inspirara, ermosnos,
mais conlianca do que a seguranca dada pelos seus
Sustentadores.
UPassados estes successos pode o Sr. Bustinan-
prganisar um ministerio, cessaqdo assim a inicri-
l|dade dos oficiaes maiores. Esse ministerio adia-
se organiado do modo seguinte : interior e estran-
geiros o Dr. 1). Antonio Rodrguez, guorrae ma-
rinha o
Duran*
Estes
ora D'esta arle deveu naseer a legiao immtaasa sos
melhorameolos maleriaes e moraes, que traduz a
palavra progresso : d'esl'arte a sciencia esteudeu as
fistesjaclos do governo do Paraguay, e pnn- mas raizas pela vaslidao conliecida do globo, em or-
nado, era consequencia do tratado de Derqui
re peludo
cipalmcnte a oceupaco de Apip, suppc-se
devidos ao faci de nao ler o congresso argentino
pr>slado o seU assentimento ao tratado cele-
brado.
Se porm o Paraguay, diz a Confedratelo,
offendeu, como eremos, os interesses do nosso paiz
nao se lleve ler para com ello a mais pequea con-
sleraco, nem se deve trepidar em usar para com
os seus interesses das represalias que a nossa avan-
ujada posicao favorece.
A Confederadlo he arbitra da existencia ex-
terior do Paraguay ; pelas nossas aguas tem sa-
bida o seu commercio : por ellas trans Iam os seus
correios e os seus' navios expedicionarios. Faca-
mas valer a nossa posicao, o nosso] dreito, as
nossa soberana, emquanto se obttn a repa-
ra -o de urna offensa, e se eitabelecem e de
finem as nossas relaces.
Se o facto de que damos eonhecimento ao pu
blco, e que lera indignado toda esta popu|aco, he
tal como se refere, e nao houver urna reparaco, o
governo argentino deve fechar o Paran ao com-
mercio paraguayo, ou impor-lhe pesados diretos
de transito. I'eve impor 50 por cen lo de di re los
aos navios que descerem com productos para-
guayos, e onerar com pesados encargos os gneros
que snbirem para abastecer aquella paiz*.
Estamos no nosso direilo de usar de tal pro-
cedmento para com um governo cuja poltica he
sempre tortuosa, o com o qual nao lie possivel. ler o
iralo francote leal que caracterisa o procedimenlo
do governo argentino em suas relaces com o inun-
do civilisodu. Faca-se isto |>or agora, eraquantoa
reivindicaco da offensa nao reclame meios mais
enrgicos e directos.
a Esperamos nformaeoes oficiaes para entrar
mais no amago de urna questao que he muilo vas-
ta em seu exame, e que pode ter resultados
mu'fecundos para os interesses da Confedera-
cao, a
auna
;;
Tnenti
il Cosa, fazenda Juan Jos
leiros sao dedicados L general Flo-
rara
barrar
virtude
Os jornaese acera do nosso correspondente de
Montevideo quehontem recebemos pelo paquete
Camilia do-nos rnolicia de mais urna tentativa
revolucionaria naquel'.a capital, mas que foi acom-
panhaJa de scenas luiuosas que consternaram loda
a pepurafoo.
Sabi-se quo desde o destecho dos acontecmenlos
do agosto os dous partidos quo onlo transigrara
se conservaran! em desconfianza e nreveny-ao ^pxlUltasliW gravo entre oTtoverno do Paragua v e o da
conua outro. Fallamos do partido de que eu che-
fe o coronel Munhoz, e do partido do ex-presiden-
le Flores, partido que tomou mais corno depois
da inexperada ligadaquellegeneral com j/ Manoel
Oribe, /
A gente da cidade, que assim parcalidade do coroiul Munhoz, dizia que os ge-
neraes Flores e Oribe reuniam forcas na villana
Uniao e all se dispunham para aggredi-la. A
gente da Unio, denominaco que ultimamento se
deu parcalidade daquelles generaes^ fazia igual
accusagiio ao coronel Munhoz o seds partidarios.
Este estado da cousas cada da se tornas a mais
amaecador para ofieui publica, e o presidente
iplomattcos estrangeiros nao tonia-
nesles successos seno a de desem-
,._uina forca de navios do guerra
ara guarnecerem a* alfaudega em
fcna circular que lites dirigi o governo,
pedindo ii proleccao a Bem da seguranca publica*4
o dos interesses geraes.
Esta circular fotassignada pelo Sr. Castellanos,
que no dia SO'aceiUra o cargo do minislro geral,
ocio com n qual julgou o> preaBeiile desarmar a re-
sistencia do coronel Munhoz, mas que nao produ-
zioeste resultado. O Sr. 'Castellanus resgnou o
poslo poucs horas depois de o haver aceitado e
exercido para aquelle fin
Os ministros que desembarcaran! on;as foram
os dojBrasil, Franca, Sardenha e Hespanha. Ca-
da urna destas nocoes deu um contingente de igual
numerodepracas para a guarda daalfandega.
A legacao imperial conservou se durante o con-
flicto em boas relaces com o presidente, offerecen-
do-lhe lodo o apoio ao seu alcance.
JNesla exposico dos ltimos acontocimeutos de
Montevideo nao enconlraro os leitores seno os
factes prtncipaes. Os pormenores da lula vem re-
feridos na carta do nosso correspondente.
Era Buenos-Ayres foi recebida com o mais pro-
fundo sentiraenio de pezar a noticia da derrota do
partido Munhoz, considerado all como o partido
liberal da repblica Oriental. A imprensa por-
lenha v ja esta repblica entregue s iras do ge-
neral Oribe, de quem assegura ler sido o trium-
pho, o reerguida all a bandeira da mashorca.
A Tribuna, jornal de Buenos-Ayres, annun-
cia a culebraco de um tratado entre o Brasil e a
Confedraijo Argentina para o fin de fazerem a
guedrajao Paraguay. AConfederacaoauxiliar oim-
perio cora 3,000 humens de cavallaria, facultar o
iransito pela provincia de Corrientes s forcas bra-
sileras, pora sua disposico algunsj pontos da
costa para deposito de carvo e receber em troca
destes servicos dous milhes de pesos !
Cremos que a Tribuna com estas noticias nao
se mosira seno activa e frtil em invencocs. No
Brasil nao ha o menor eonhecimento deste ajuste,
nem elle parece verosmil. Com elleilo seria no-
ta vel que um deposito de' carvo em Ifeum pon-
to do Paran, para supprimenio dos vasos brasi-
leiros que all vo em serviao das legacSes impe
riaes, e cuja visita nao pode ser prejuidjcjaT""fiera
desagradavel aos nossos yisjoJj8v.fe4B-^d^to de
urna i!>tipiilai;iojj)JirjjO(-i AsdoB^pasJTiiD^rujjiciam a existencia de una
15
Corpo diplomtico. .
O Sr. Miguel Maria Lisboa, que se achava em
dispaajibilidade activa Toi horneado enviado ex-
Iraofflinario a minislro plenipotenciario no Per.
O Sr. conselheiro Jos Frnueisco de Paula Ca-
vilcant de Albuquerque, enviado extraordinario
minislro plenipotenciario em Lima, Toi removido
no mesino carcter para a Kepoblica Oriental do
Uruguay.
O Sr. consthro Jos Mara do Amaral, envia-
do extraordinario e minislro plenipotenciario na
Itepublica Oriental do Uroguay, Toi removido na
mesma qoalidade para os Estados Unidos da Ame-
lca.
O Sr. harharel formado Paulina Jos Soares de
Souza foi Horneado addido da 1.' ctasse a legarlo
imperial em Vienna d'Ausliia.
O Sr. JoSo Bernardo Vianna Oas Berquu foi no-
mead addido-, da 1." classe legacao imperial em
Moma.
O Sr. Jolio Constancio Villeueuve, addido da 2.
elasse i lega^to em l'aris, foi promovido a addido
del.* classe alegarlo imperial nos Estados-Unidos
la America.
O Sr. Filippe los l'erera Leal, encarregado de
negocios no Paraguas, Totnomeado na mesma qua-
lidade para junto dos ajpbrnos das repblicas de
Venezuela, Nova Granada e Equador.
Molestia reinante. No cemilerio de Maruliv
em Nitherohy, foram sepultados no dia 12 desle
mez dous cadveres de pessoas Tallecidas da epide-
mia, reinante e 5 no dia 13.
Na villa do Parahiba do Sul, de 5 a II do corre-
le, foram tratados 71 doenles da epidemia reinante,
dos quaes :
Kalleceram. .,...: 17
Curaram-se.......17
I irasam em convalescenra 10
A'quella villa haviam chegado no dia 7 do cor-
rente os tres mdicos enviados pela presidencia, e a
caria om foi encarregado urna enfermara da chole-
ncos.
Bolelim do cholera. Kalleceram do cholera n
dia 13 do correle 10 pessoas, dos quaes Ires ho-
mens e 2 mulheres livres, e 5 homens e I mullier
escravos.
. Mortalidade total dos cholencos ate anle-hoiilem
3,825, sendo :
Livres .... 1,811 ; horneas 1.1*1.' rundieres 700
Escravos,.. ^59; 1,418, n 54J
Cond. incerla 25; a 23,
3.82. 2.582. l7:M3
Jornal do Commercio da Rio.)
ri.
BAHA.
15 de dezembro.
Tralamento do cholera-mort
Com quanto lenbaxnpsa satisfacao de ver que
se acha quasi exiinefaTl'esta ciikde aaoidemia do
cholera-morbus, todava, continuando ella a reinar
em alguns potitos d'esta o de outras provincias do
imperio, passamos a pabliear o tratamenlo seguido
pelo Sr. Dr. E. Lepre, dislncto medico de Pars,
o qual lavo a Lindado de enviar-no-lo em c
de 13 de outubro prximo passado. .
Possa este servico ser mil a lodosos liabilanla
J'este bello paiz, ao qual por muitos motHfe
sagro afleicoe reconhecimeBio.
A pessoa que for a arada dav Karrhea ( simpq
.orna ordiua io ) deve mmediadjBonfe tomar -2
grammas dosubnitrado da bismulte em um vPO,
Ofc1 '
Confederacao Argentina.
Eis o que refere a Confederacao:
Tropelas doVaraguaij.
< Temos vistaiuma carta de Corrientes, na
qual se participa a um negociante desla praca quo
o governo paraguayo tinha expedido da Iba de A-
pp cerca de 600 trabajadores correonos que
all se empre.gavam no corte demadeiras, havia
occtipado essa ilha, apoilerando-se do madei-
ras preparadas no valor de cerca deViO.OOO pe-
sos.
Um nassageiro de Corrientes diz une o go-
verno paraguayo linha mandado oceupar nova-
mente as Missdes Argentinas que bavia abando-
>4 6t
dema iiuiformisur o pensamenln de lodos para a fe-
licidade geral. A hygieoe he urna d'essas ideas ca-
tadas pelo progresso em algum montan de tui-
nas, a visla de algum cemilerio aindiado da cada-
veres.
Que'.deveu ento esclamar o geuio do secuto
Mil e mil inlelligencias, mil e mil bragas de me-
nos para a minha grande obra A lena prenhe de
victimas, quando eu preciso de homens O descan-
so, o repouso eterno, quando o verbo da miaba
exisleocia he s, lie nicamente o trabadlo A reac-
cao constante e centuplicada da morle contra o con-
lummitum da minha sublime miisao, que he a vi-
da !..... Nao importa....
E depois o genio, sem o bordao esbrazeado do re-
probo fulminado pela seuleura diviua seguio adi-
anle, nuvindo para outro fim a palavra augusta de
DosCaminh i a)
E depois o geoio disse-Seja creada a sciencia qoe
ensine o homem a locar a longevidade ;que con-
serve a saade do corpo para cumprir os avisos da
alma ; que eslabeleca por fim urna grande distancia
Ir o beico e o lomlo.
II.
ique por conla de outrem o demarcar precisa- i
ente a poca, em que nasceu a sciencia da saode.
Que ella dale rio pi incpio do mundo ou do lem-
po de Miithusalem, pouco importa o nosso ob-
jeclo.
Temos oolro fim n'esle escriplo.
Que o prejuizo he quasi sempre um juizo errado,
e qoe n'elle por is confirmar a decencao porque muilos passaram com
a chegada da epidemia vigente. A cidade da Balita,
em aitenc.io s suas disposeoes lacaes, eslava, aos
olhos de alguem, ao abrigo d'essas grandes invasdes
epidmicas, que coslnmam diaimar as cidaajaa mal
assentadas. Sobre esle Juizo he que mal assentaram-
se'o deleito, a negligencia ou pur tudo islu a Igno-
rancia. Como seja, de nada valeram essasdisposices
locaes, e a salubridade publica vio-se por Ierra,des-
prevenida, como eslava, para assoberbar as iras do
cholera-morbus.
Assim devera ser.
Os escriptores da Europa, fazendo sobresabir a
necessidade da liygiene. inesmo as pocas normaos
da existencia, j tinham feilo ver o aso impreserip-
tivel, que convm s na{des de todas as medidas sa-
sanilaria'.
Andial, rdazindo ao mvslerio as causas da epi-
demia qoe nos assallou, e.aolsyslema das-tentativas
a exlincro d'esse flagello, deixa lirarem-se conse-
qoeuciisque so explica a hygiene, e qoe s se re-
portara aos seus principios benficos.
Eis a historia da Europa moderna assatlada* pelo
cholera-morbusElle despreza as melhores dufposi-
coe. locaes, e tira-se capnchosameole no meio das
popula;c>. Entrelauto a Suissa, cercada de meola-
nlus, afundada nos valles e rodeada da lagos, vai
presenciando alacia a devastacao do inimigo oa res-
to do continente.
Ha um; explioacjlo possivel d'esse capricho que
maniTesla a epidemia em seu desenvolvimenlo. A
philosophia descobre o dedo de Dees em Judos oa
pbenomenos da natureza. .
Omiunlo actual, capaz de coraprehender a imma-
lerialidadeda Causa Primaria, deve taaobein dirigir
suas vistas para a verdade da sciencia.
lie esle o espirito do progresso, qoe coala as suas
victorias sobre o ignorancia pelos dias qne rpida-
mente se escoam da arapulliela do lempo.
III.
E agora a realidada dos Tactos.
Quem, ao alteular as institoices polticas do
paiz, nao refutar a sua efiectlvidade com a lgica
poderosa dos factos ? Aqu a creacao de urna muni-
cipalidade, all um cdigo de potturas, cuja Torca
motriz resolte a dynamica em ze.ro.
A salubridade publica entregue cmara roanici-
pal e commissao de hygiene, be um ramo desgar-
rado da arvore da scienaia. resequido e murcho pelo
sao do indiferentismo. Onde veremos o resaibo de
medidas proficuas saude do povo ? Na alimenta$flo
publica .' na limpeza das ras'.' uo local e na cons-
Iruccau das moradas '!
A postara que diz respeilo a esta ultima parle ain-
da nVesl convenientemente Tormuld.
O seo fim, que parece limitar-se a aforraosear as
moradas, precisa de mais lalilode, de mais alguma
expansao. Couvimos ua reforma e melhoramento
material, na pralica de archilcclnra e de goslo mo-
dernos. Esses casarfies, de que abonda a cidade, mo-
numentos decrpitos de um passado obscuro, e de
um goslo corrompido, reclamara oa ama demoli-
do ou ama transfigoracao. I-lo porm mo he
lado quanto se deve esperar da nossa civili-
sacao. *
O terreno, em que lem de assenlar o edificio, as
dimeuses, a medida da altura, para melhormeute
evilar-se a linmidade prejudicial saude publica, o
local arejadoelc, todas e-las circumslancias cabem
na aleada do poder incumbido de velar pela sala-
bridarle. Esses milhares de casebres.soloposlos ao
re; do clio, desprov idos da ar, sobre urna Ierra .h-
mida e fra, e aonde habita a classe mais pobre jla
sociedade, subministrara e oflereeem ama origem
de enfermidades, quil mais perigosa, qual mais fa-
tal, pelos poucos recursos de que dispoe essa
genle.
Ha bem pouco Usemos um exemplo d'esta verda-
de : foi justamente n'essas peqoeuas moradas que
mais victimas fez epidemia, que tanto mais se exa-
cerba, quanto menos observadas sao as disposicOes
hygienicas.
A idea de regalar a edificarlo das casas, con-
forme cerlos prbeipios sanitarios, he hoje do multa
importancia na Europa e principalmente na Prus-
a. ...
I Esle paiz, collocado com oulros na vanguarda da
civilisajao, compenetrou- e de ludo quanto ella im- ^
plica em toda a sua dilalabilidade. O espirito civi- w
lisador abrange o homem social debaixo de todas as
religues: anda maiso signal caracterstico, o sel-
lo de ama civilisacao encnnlra-se as menores eou-
> em oulras tantas adherencias da sua

cnico e o sublime enalvsla dos scalos pas-
, Eugene Pellelan, disse com muita razioTo-
da regenerarle do homem reapparece na sua mora-
da. E elle foi procurar a vellia casa da Grecia, de
doma, da Persia, do Egsplo etc. para historiar a ci-
vil'agio desses pavos.
A l'roj'ia tambem ha de reprtseatar um grande
na historia futura da humanidade. All vai o
tario buscar o plano da edificarlo, a qus de-
velmenle cingir-s", pois que, ao levan-
lar ama cas*, haaais alguma cousa que falla, alm
sta iinainMrve a saude dos que n'ella terlo
jfe morar. ^
Quanto i Ihmpiza das nossas roas, com ou-
tra pen quoTKo esla, poderiamos nos deicre-
v-la.
He com effeilo misrrima a sorle d'esla cidade fis-
calisada por phantaimas, varrida por sombras As
pracas publicas, os largos, asJadeiras apresentam, ou
represeutam o deposito de cnTco, de immundicias, de
auiniaes em palreTacc^lo ele. !
liras cmara transacta havia feilo om copMftf
com um particular de limpar a* ras di capital e
conduziro cisco em aarrocas. Esta medida, suppos-
ta a boa T e observancia do centrado, devera ser
de grande ulilidede, e de (sito o foi por algum lem-
po. Entretanto eisjs-tiTo quando continua o antigo
estado de lismpza das ras.
A eilrnc^ao d'cssa medida teria plaosivel razio,
de agua com assucar por 3 vezes de 10 em 10 inhj
nulos. Algumas veses ser neoessario lomar urna
segunda dose igual. Se no finj^e^^aw^bJaAajj|
diarrliei nao tiver ressadoraaB^B deve-se
correr a um purgativo, que^l s melhores
mdicos empregara logo no principio." aupnato de
sed 30 grammas em urna garrafa 'deyagua
.ssucr esummo de liuio ; um copo d$5 em
minutos, renovando-se no diasegninto.
Dwfa. .-
Se ape/ar d'slo a molestia pasjar ao lerceiro
periodo, deve-se empregar snapinnos em dffe-
i otiles lugares das pernase fazer friceoes de auimo-
niaco sobre o ventre, dando-so ao mesmo lempo a
seguinta pq^o.
Carbonato do ammoniaco 1 gram.
Aranioniaco lquido 18 a 20goitas,
S)lucao do gomma 60 a 100 gram.
Urna co'.her de sopa e em seguimento urna co-
Ihorada de caf de 10 em 10 minutos al que ap-
pareca a reairu, a qual ser combatida confonv>i>i-s'lodos os'parliculares podessem mandar varrer as
-----------.-------..i ras em que morassem : como porm seja-isso im-
possivel, qoem se incumbir espontneamente d'esse
misler !
Nao ha d'isso a menor esperanza. Na effervesceo-
cia da epidemia, quando lodos clamavam em altas
vozes coaira os monldes que nluiavam as nas ;
quando a commislo de hygiene desenvolveu toda a
aclividarie, de que he capaz, em prol dos seos com-
provincianos ; quando emfini o aspecto da morle
impunha solemnemente o aceio para a salubridade,
a immundicia publica foi formalmente sanecio-
nada.
fiesla-nos dizer da ilimenlacao publica.
(Jornal da Bahia.)
os symploraas lyphoides inflammaiorios.
Baha 11 de dezembro de 1855. "
AjJ'^Rmaldy.
UBRIOADE PUBLICA.
I.
Nada mais natural do que fallar desle objeclo, em
om lempo em que lio pouco elle existe. Collocados
al agora na expectativa, seguros de que se erape-
nhariam os competentes em remover os obstculos,
que se Ihs oppOe. sahimos por fim imprensa, para
dizermos da salubridade publica.
Do meio das grandes calamidades resurge sempre
nma idea de proficuidade geral. O espirito leviaaa
deve ceder o passo a rellexao do philosopho para,,
permilta-se a exprsalo, recolher o sueco do peusa-
ineiiio, que preside Iransformarao imprevista do
systema harmnico do mundo. Em face d'esses gran-
des aconlecimenlos, qne se operam no seio da huma-
nidade, cabe a esta proveilar o qoaolo possivel Ihe
lor para o seu bem.
Nao-he rje balde qoe se interrorape a marcha usual
das cousas'; nao he debalde que se prAduzem lodos
os dias os pilnamenos da ualureza. O genio da se-
rillo procede entilo d'este modo : gigante, armado
d um crisol, com mil* ino sopeza o instrumento
P'irilicador das ideas, com a outra vai recolheudo-as
d'aqni o d'alli, vai calando-as no seio das niassas, nos
dugros do Ihruno, no toi seliulio da sociedade, na
s. lilao rio ascetismo, uas obras do
obras de Dos.
COIIHESPONDENCIA DO DIARIO DE PEB-
NAMBICO.
. AUGOAS.
Macei 6 de dezembro.
Km minha atlima carta fiaj^he a descriprao do
lastimoso estado em que se aoMaram os povoados das
margeos do rio S. Francisco, ande o medonho cho-
lera lavra furiosa e intensamente. Nao pense que
carreguei muilo as cores no meu negro e deplora ve I
painel, ao contrario adocei-as quanto pude : as noti-
cias que nos lem chegado ltimamente daquelles lu-
gares ainda sao peiores, sobretodo as da infeliz ci-
dade do Petado, cujos habitantes continuara a ser
horrorosamente acoulados por esse horrivel flsgello,
horarm, uas I vomitado pelas lozes do Gabges sabr a humanida-
Idel
f



)

x.
OIMIO II FIMAISUCO SABIDO it Of OEZEMBRO OE .Sil
Vi varios ofticloe da) autoridades do Penedo, e
otre elles am lo Dr. ConiUntino Teixeira Macha-
do, que he am verdadero brado da agona, lodos
sao unnimes na descre ru do dap|nrvel estado a
que estii reduzdo o Penedo : a lerrivel molestia
tem atacado a lodos ; medico, pharmaceulico,
rnetnbros das eoinmntSes de salubridad e de^Mste-
cimento de vivnras, au .bridada policiaJl^^i. e
militares foram accommettido, ninguem >i .^ido
poupndo ; enm i|oanlo ni o ru conste que Unha ine-
cumbido psei de representado); a ciaste menos fa-
vorecida da fortuna, porn, hedecimada, a mortali-
dad* subi exlraordinaritimenle, as torgas, a recursos
eatatam quasi exhausto mas reslava anda cora-
geni, energa \reignacllo nos heroicos habitantes
daqoella infalU cidade I Todos lem cumprldo seus
deveres, pratiebdo-se niesmo actos da grande va-
lor a iiDiieijacau : do leilo de dores o distiuclo me-
dico a. Birkat d.i consultes 0 raceia ; nao se achau-
do anda reslabelecido c l)r. J. S. A. Pinho, ve-se
eelano, para acodir h centenares do enfermos, o
inoansavel e mu digno Dr. Constantino, que ape-
zarde atacado d jas vezas pelo flagello, e anda cou-
vatascenle. sacrifica-e para ministrar a lodos
praanplos soccorros 1,0 frofessor publico Larangeira
acaba de pralicar otn acto diguo dos maiores enco-
uuoa, nao abandonando o huspilal, de que fora en-
carregado, apezir de perder uestes dias sua esposa,
vicUra da epidemia ; os sacerdotes lando n frente
o dlgnp vigario Villarius mo descantan) de dia uem
de noite, levando os soccorros da religio < casas
dos-aicos e dos pobres, aos tiospilnes.'e onde quer
que o pao da espirito se.a reclamado.
Ai ambulancias, porineslavam quasi exhaustas,
us facultalivos prostradoj, os mais prestrnosos mem-
ore* jle commKs6es acommellidot pela molestia, a
epidemia recrudescendo espantosamente, e final-
mente afume, sequaz infellivel da peste; princi-
piando a extender os descarnados broces!
Tal lie o lgubre e lastimoso painel que travou
peaaoa fidedigna, que do Penedo escreve no dia 29.
Neate da, porni, ou no seguidle devia ler all che-
gado o l>r. T. B. F. E-pmdola a o pharmaceulico
J. J. do .Vlmeid.i, levancio inedicamenlus, viveras e
uniros soccorros que q solicito e desvelado presiden-
te Sa e AlbuquerqueTucra seguir mesmo antes de
saber que havia recrudecido a epidemia (como Ihe
disse era mioha pistola paisada}. Em vista, porm,
das deploraveis uoticiaa do dia 29, eram mui exiguos
esies soccorros ; entilo a Divina Providencia depa-
rou-nos nesta extremiale poderoso auxilio; foi a
chegada do Tocantins trazendo-uos a seu bordo 8
estallantes de medicina, procedentes da Bahia a com
destino M provincias do norte; esj.es mancebos
eram experimentados a ja eomprovados as locluo-
aas seenas da Santo Amaro a Ciclioeira, onde pres-
taran) bons serviros ; cansados e extenuados daquel-
le insano lidar regreitavam a sans lares, onde leu-
cionavaea pannr as ferias ; S. Exc, porm, coovi-
dou-os, inslou a insisti para que forera soccorrer
aos infeliies habitantes das margena do S. Francis-
co, e anas corajosos "mancebos por Um cedern as
instancia do eximio aduinistrador, e desembarca-
ran! resolvidos a ir desempenhar a ardua e perigosa
tarifa que Ibes impnnha a nobre uroHssao que abra-
saran. Consigno aqu d uomea desees Ilustres
mancebo!, aos quaes dirijo am voto de agradecimen-
to em nomo dos nfelize- a quem foram elles prestar
eos valiosos sai-vicos, declarando au mesino tempo
o posto* que Ihes foram pela presidencia designados.
Os Srs. Pedro Antonio Cesar, estudante do 6. anuo e
Fausto Nominando Maim de Vascoucellos do 5.. fi-
caramna capital ;a este ultimo linha sido destinada
a povoaeSo de Cururipe ; nao pode, porm, seguir
por achar-se ligeramente incoiumodado ; au 8r.' A-
dolpho Cabral llanoso da Cmara, estudante do 3
anno, coube o Penedo ; aos Srs. Francisco ery da
ronsecadoS.- auno, Bullarmino Correa de Olivei-
ra do :. e Francisco Jos de Medeiros Juuior, lara-
nem do 3.-, foiam designadas a villa do Porto da
Folha e povoac.de conliitdas ; e aos Srs. I.uiz Car-
los Lina Wandorlay, do 5.-, Gabriel Alcides Rapo-
so da Cmara do 3.-, Pao de Assucar e ai povoacues
vzinhas. *
Os medicamentos e. vveres que nos remellen o
digno presidenle dessa Droviucia, eonselheiro Jos
Hento^da Canhn a Figoeiredo, foram conveniente-
mente repartidos, e enviidos para os lagares affecla-
i dos pela epidmica: o (. esladanles partirm no dia
3 de tarde; cadi um devu estar hoja no posto que Ihe
foi destinado. He maito provavel qoevcom estes
valiosos auxilios melhorc. consideravelmeote o esta-
do dos povoados banhados pelo S. Francisco.
Mf dia 5 do correnle tire noticia de que Piranhas
nivia sido invadida, era a nica povoaco que
faltava na linha das margena do rio, e he o ultimo
purto em que chegam as canoas, distante do Penedo
cerca de 32 leguas, dahi para cima o rio he innave-
gavel. De maueira que a epidemia lem lavrado in-
tensamente em lodos os povoados comprehendidos
desde a faz do ,Taude rio at o ultimo ponto de na-
vegaofl, n'um inpaco de 38 leguas pouco mais ou
menos ; paritorio de Piasiabussu, seguindo tempre a
dtrecjao N. O. e atacando somente as povoa;6es
beira-no ; (pois'ai agora nao me consta que se
tenha desviado dessa Un lia ).
Na capital felizmente lem desapparecido os casos
suspeitos de chcleftna; um dos dous duentes vindos
do Penedo suecumbio, o oulro acha-se kinda gra-
ve, a est recolliido no hospital provisorio deja-
ragu. Entre as medidas ltimamente lomadas es-
queci-me de mencionar a crea;io de um corpo pro-
visorio de 150 |>racasVde guarda nacional destacada
ob o eomraaiido do major Adelo Lopes de Sania
Auna, e 50 pravas de gente do mar sob as ordena do
capiao do porto.
S. Miguel e Cururipe nsUo com bastante receio da
epidemia, pelo contrario o Poxim est animadisiimo
com a presansii all do digno juiz de direlto" da co-
rnarea. Correa Urna, oquat manido de livros e boti-
cas homeopalhicas inculn coragem nos espirito', per,-
suadindoapoplacaoqueelle lem poderoso preser-
vativo e elilcacissimo remedio conlra o cholera, e
que all ninguem succambiria ; o povo d-lhc in-
leiro crdito, porque lem visto milagrosos curativos
por elle feitos, e est lio phanatico que cheg a pe-
dir-lhe dtjoelhos que nao se retire da villa em
qnanto nao pa-ar a calaniilos quadra. Depois de
Ullar-lhe do nibre procedimenlo deste diga e ca-
rdoso magistrado, nlrf posso deixar em silencio a
inqualtleavellsviandadode umjuit municipal, que
lendu vindo ,i capital, e passaudo no sea regresso
pelo Pilar, foi espalhando o falso boato de que nes-
la cidade lavrava com furor a epidemia, e que ja
era glande a morlandade ; o matulos correram es-
pavoridas e os proprioe Pilarenses, segando me cons-
la, jii se preparavam pira corlar toda a communi-
caca com a capital, pedindo providencias ao go-
veron, em fim honve um verdadeiro alarma, causa-
do pela iudiscricao de urna autoridade que em lao
melindrosa auadra devia pesar melhor anas pala-
yras, e nao propalar am boatoue, mercdeDeos,
he-falso.
Vollando, porm, capital dir-lhe-hei que seas
habitantes, veido a infaligabilidade, zelo e energa
do activo adm uistrador da provincia, estao revest -
das-da animo u rtispostoi a arrostrar o mal com toda
a coragem, se elle nos invadir (do que Dos aos pre-
serve) ; com elleilo, S. Exc. parees incansavel: soas
ordensaflo prnmplas, efllcazes e enrgicas; ludo pre-
v, de Indo cuida oom uom solicilude inteiramente
paternal; esedha com ucrteira mo os homens pres-
trnosos c de accio para collocar frente das com-
raissfies imporlJiDtes j anima os fracos, elogia e ra-
en recorramos sempre est disposla a estender mSo rom viram-se i.npossibililadas de prestar aualauer l
riynlLT}?lltm^VeJu,e,f,'!?y?- mr1''t: Y" onaado todo o edificio, como pela falla
Comt! de JPPareU'l's apropriados.
N3o era possivel sem bomba levar a agua i
lura de unlsebrado, e lambem era impossivel ha
la de oulras povoagOes da provincia de S. Paulo,
cuja capilal nao te conUm sengo (las ou tres, e a
de Ulturla Irouxe-nos t4 medicoi, 2 pharmaeeu(ir,
200 saccas de farinha, 1,000 gallmhas e boa porcSo
de medicamentos I
A capilal contina em suspensa): depois de fal-
lecer no huspilal proviaoriotle Jaragun nm dos dous
individuos vindos do Penedo, foram atacadas duas
mnllieres, urna irmaa, e a oulra craiq que mAi do
fallecido ; a irmaa suecumbio, e a velha est grave ;
o oulro doenle est melhor ; at agora nao rae cons-
ta que lanha havido mais caso algum. tale. .
PERNAIBUCO.
COMARCADO BONITO.
12 de dezeiubro.
Tencionava, como Me disse, deixar eslas margens
danubianas, em face dos ponderlos motivos da que
Ihe falle! uaderradeira epstola, mas raroesaSo me-
nos valiosas me desmancharan) u proposito em que
estiva quando redigi aquella carlinKi, niesmo como
lio para bem de todos.nco... ., e assim eis-me de nc
vo no antigo posto, sempre promplo as ordena de
Mr. les evenemenls para os por uas paginas de seo
Diitiy-nacs, pelo modo porque oieuho feilo al hoje
islo he, com os ollios no parcere persums, do ma-
glUer Horatio
Todava dovo dizer-llw, que minha fictdn nao
est anda leliniliva. e qu.iu lii tiver de sahir ser a
despedida em firego, nao s porque j ma vez a liz,
como porque pode acontecer como agora,pois bem
sabe que o homem pe e Dos dispoe___Tive meus
desejos de niesmo licando, deixar o lugar para outro,
todava j porque me assisle muito boa voulade em
ludo quanlu loe a ootsigiwriaj por ser o escrever-
llie o nico entrcliiueiii i que leudo oestas alturas,
resolv o contrario, eamut :
Se uao podemos felizmente anda dizer, como no
zEdipo da foltalre la mor Uevoranl' habite par-
mi nuUf, conia so ja que elle, id est, o cholera se
acli.i doze leguas de Garauhuns, e trgo nesla pro-
vincia Urna carta de pessoa fidedigna daquella
villa diz oseguinte :
Estamos eum a mor le em frente, pois o cholera
s diaia de n* 12legus,que para Uuterrivel viajan-
te nao valem senao dous passos I
Nao sei se sera indiscrifjo miuia dizer-lhe islo,
suppouhamos que nao he exacto, o que nos pode re-
aullar dahi f sempre bem, porque ainrla abriremos
inaia os olhos sobre o raeoa preventivos.__ Dir-se-
ha, iito he mo, vero ioet!er o su,lo entre a popula-
cao, porm juuovive ella la o assuUaJa ser possi-
vel que fiquemos a4os, quando a pesie loca em Sergi-
pe, ja ealava em Alagoas,iao parlo de nos ?uo, uao
tamos essa merecimenlo para com o Creador, a quem
pelo contrario lauto temos ultrajado. O que conven)
lie uao eamorecermos, humilhemo-nos dianla de
Dos, pecamue-lhe com toda a coulriccao perdao de
nossas culpas, que elfe Pai de Misericordia como he,
nos dan' forja e a impaisibilidade necesaria para
resislirmos ao flagello. Cuidada e ronilo cuidado,
preparamos o espirito para Dos, porque talvez po-
demos de hoje al amanhaa apparecermos na sua
preaenc/i, a cuidemos du corpo para o lornarraos
menos accassivel ao choleraem neuliurna occa-
sio he mais Japplicavel o telai, que nao tabti* o
dia nem a hora de Eoang. Coragem e maiascora-
gem, porque, como todos sabem.a falla desta he urna
segunda molestia e peior que ludo. O morrer nao
he novidada para nos, nascemus para etae lien et in
pulverem reeerlerii. Eu, portanlo, e o que me ou-
rirein, meu amigo, estou resignado. Sugeito-me de
boa untada aos designios daqoelle de quem depen-
de a n issa salvacAu, poso esmorecer, mas at agora
uao cheguei a esse estado.
Consia-me que vio ser remedidos os presos para
o Kecife, e na venia le, fiearem elles aqu dentro de
tal cadeia que s por si poda dar miasmas pira em-
peslar urna cidade, be sacrifica-los e a nos, que te-
mos all aquello lernvel (co da exallace* de mo
gosto. A delegacia offciou a' mtmicipalidaile ulTere-
recendo-se para de commam arcordo tomarem me-
didas, e oui dizer que esla nomeara urna cominis-
do para etse fim.
A pioposlto de raadidas. lembra-me de ama lem-
branca qae achei felix. Honve quemre(leclisse que
as fogueiras pelas ras eram vaulajosas, ora, esta he
boa, disse um sujeito, pois o cholera vem no ar, o ar
vem por cima, o que putero, fazer asfbguciras 1
Se fosse assim lambem nao teamos medo delle, por
que passaria muito alm de nossas cabecas.
Anda que parasse.naodeveria dizer-lhe maiteob-
sa alguma, todava volvo a penna para outro lados
Tudo por c vai em paz, tem havido algumas prisoe.
pelo digno director, e subdelegado da colouia de Pi-
menleiras, e entre ellas a de um cujo criminoso de
morle.
Pela subdelegada da Verde foi posto em segaran-
Sa um nom ladr.lo de cavalios ; pela neim foram
apprehendidas ha dous dias 5 cscravas menores, so-
bre as quaes faziam-se posse dous, taes eacrava
foram remellidas ao delegado qoe hoje, depois de
um arranjo pacifico enlre osdous consenhores, en-
tregou a um dellea.
O Sr. Jos dosSantos Souza, primeiro supplente
de subdelegado do Verde, que ha maito esin'-eui ex-
ercicio por impedimento do elTectivo, tem dado mul-
las provas de boca empregadn, he activo e goia nc
sau dftlriclo, e ramo fura delle, de muita conside-
racao e tympathia.
0 calor por ca' esta' abrasador, temase as veas
armado alguma chuva, mas fica oisso. Algans di-
zem que o iqverno sera' bom para a peste, oulros
que njo, porque o ctajera he essencialmente urna
molestia dos paizes riioJTE eu, comquanlo nao seja
muito entendido nessas malerias.achosempre que as
chuvas nos seriam favoraveis. Em tempo de peste
nao te morre mais de nutra cousa. I)iz-ie por aqu
que no Altinho ja' fallereram trea.potem, este boalo,
se bem que repelido, nao o dou por muito correnle,
Adeos. .u relourutr.
{Carta particular.)
aCPAKTirA.O DA POI.ICIA
Parte do dia 20 de dezembro.
Illin. e Exm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. quedas dilerenles narticipasoes hoje recebi-
das nesta repartirlo, consta que se deram as seguin-
les oceurrenciis :
Foram presos: pela snbdelegacia da fregoezia de
S. Jos, o portuguez pintor Amonio Jos da Silva,
por desorden).
E pela delegacia do termo de Goiauna, o reo pro-
nunciado Manoel Theotonin di Silva, que se hara
evadido da casa de detenido desta cidade em a noi-
te de 9 do eorrente, como a V. Exc. informei em
officio de 15 do correnle sob n. Stt.
Dos guarde V. Exc. Secretaria da polica de
PernambucoSOde dezembro de 1855.Illm.e Exm.
Sr. eonselheiro Jos Bento da Cunha e Figueirelo,
presidente da provincia.O chele da polica, Laiz
Cario de Paita Teixeira.
-21-
lllm. Rjm. >r._r,evo ao conlieoimenln de V^
F-xc.^ifdM dillerenlcs participses hoje recehi-
""*MMr1'tf CQOsla iJJfj' deram ai sagain-
das H
tes occi
l-oraai ios : paja subdeTefacia da freifuezia de
,'o pardo bolieiro Veipaiiano de Lu-
sla quAJ,,
abdelna,-i
ada!^!mtadiii.0^''('<,3 'Z^'lem Iff"10 [i ""' **$** "<"<& d( P"*lra, munieipaas. "
. JT ad? *?? Pfomptts providencias E [ sabeJeleftacJa da freguezia da Boa-ViHa
qae me pareen impossivel fazer-se mais, ou obrar
com mais lino a energa do que o mui iHoitre a dig-
no presidente A. C. de Sa e Albuqoerque nesta ca-
lamitosa quadra em qoe nos vemos. Umi
opposieionist o reconliece yuaodo o
proceder da primeir autoridade, cornil,
confianca veo a coragem, a resignad
de coadjuvar a quem lo|nobrem*nt8 i
alliviar os males deseui presididas, como a
nuboso os sotTrimenlos de seus filhos: bi
os mdicos se apresentm com denodo para Ir lavar
os soccorros de sua proissao nos lugares msisfla-
gellados ; ha assim que os militaras se offerecein com
bravura para marchar para os nonios mais arrisca-
(11 W* a'rdoles le dedicafc com evanglica e
s*n'Pl narosidade rom propriedades, a qae, finalmente, lo-
dos oseidadaos oflerecem seus lervijos eom acrisola-
do deainlereise.
Recebemos pessimas nolicll
margen do S. Fraucisuo : a
redobrado furor.
Penedo, Piassabuis e P3o de Assucar acliam-se
cm deploravel estado.
Ko Penado haviam sido forlemenle accommelli-
ups pela mol istia o iluno vigario Villarins, seu
coadjutor e o r. M.^l. Feitosa, qae se acluin
gr.,;a.
-. Piassiibusi lavrava com foror a epidemia,
cnjoi estragnniinda 'seriam maiores pelo desanimo,
se nao fosse *~C8ragBm e eaetpa desenvolvidas pelo
intrpido commadanle do destacamento, slferai
Pedro Alexandrinu d"Gslji>que mereceu deS. Exc.
um elogio era orden, do dia-ptU",seu comporlamento.
Malta-Grande eslava mui ameacaosV e a esla ho-
ra lalvex lavre alli o mal.' ~
Em Anadia ha serios receio de invasao : um sol-
dado, precedente do< lugares infecelonados, cabio
alli gravemente atacado da molestia ; foi, porm,
salvo pelo jan municipal, Dr. Boxendo Ceiar de
o prelo Foix Jos Farreir da Silva, por suspeilo
de ser escravo e andar fgido.
U termo de Goianua e roi recolhido
casa de deeancao o crirpinoso pronunciado em Ca-
puana, Manoel Thoetonio da Silva, que d'aquella
raa se havia evadido de coja captura tralou a parle
iaria da harrear.
Dos guarde a V. Bc Secretaria da polica de
Ternambuco 21 da dezembro de I8V>.lllm. e
Sxm. gr. contjK Miro Jos Bento la Cunha e Figuei-
reda, preshleirlB la provincia.0 chefe de polica,
OM Cario, 4e Paita Teixeira.
DIARIO 0 PERMBUCO.
ii'iai les
povoadoti
proari.lo co
lioes, que a'pplicou-lhe algumas dses homusopallii-
cai; um outro individuo, vindo do Penedo, cabio
te na freguezia alo Altinho,
H. afcienolvera-se o cholera, a
m verdad o reaaectiv.. vigario communicou em
oiBciodirjgido a presidencia da provincia aja
caios da Harte e haviam dado ; mas anda se
no IMtor que fossem devidos a esta aftVcao.
intre aqfl| Ir lugar aos pontos da provincia'de
Alagoas.Jfoaaaacham aireclados, nao havia com-
mumcacaolj|n). ; entretanto le tioham dado na-
quela rragdsMalgumas eousas que pudem fazer
crer que essas^ioas, qua falleceram. foram victi-
mas de alguma intermitente perniciosa
Correu liuntam que na rregaezia da Boa-Vista
desta cidade urna familia fura atacada pelo cholera-
entretanto islo nao he exacto. Daas pessoas dess
Tamilis, que reside as proximidades do sitio do ci-
rurgiao Teixeira, lendn comido um pouco de doce
secco, colorido, segundo se suppOe. com um ,il de
cobre, foram aceommetlidns por vmitos, diarrha
e dores da ventre, lymplomai que se nulam no en-
veneuamenlo pelos saes des-e metal. O chafe dessa
familia, procurando pela manhaa o presidente da
co'nmissao de hysiene publica, reerio-lhe o oc-
corrid. deixando em poder deite um pouco do dilo
doce, e he de esperar que esses symptomas cessem
com as applica(Ctcj.que se.lem feilo aos doenles.
enfermo e uceumbio : lambem urna raulher fui h>-
vereenle jssallaMa |>eli molestia.
!>. Exc.-ao saber oslas noticias fez leguir para o
Penedo a Dr. Poisidonio de Mello Accioli, que ti-
nlia sido desuado ao Poxim.
O Dr. I', ile B. F. Espindola vio-so obrigado a li-
car em Piassabuss para soccorrer a populacAu a-
Iroitnenle Uigallada : nao sabemos am que ponto
se ada o Di. Telasphoro, Ulvez asteja em Pao de
Assucar, onde tambera ja datarn lerchegado os dou_.
cstudantes a o pharmai:eutieo Borges, que foram aoc-l
carrer a villa e lugar; circumvizinhos.
Para a Mtlla-Graiaje foi nm ambulancia e C00
rs. conduzidoa pelo ariete Tito Alexandre Ferrei-
ra Passos, que ntrepi lamenta, le ofTereceu i presi-
dencia para tnsrchar para quaaaiier dos poplos mais
arriscados.
Em conse(|ueucia (talas trilles noticia, resolveu
S. Exc. adiar para melhor quadra a eleicao prima-
ria para ejei ores eaaactaa da senador, a qual eslava
marcada pan o dia 18 prximo futuro.
-8-
Acaba de chegar o vafftr Mrquez d (kinda, que
tiultf ido [lahia em basca de soccorrqs. Como es-
peravamos, a Baha ainda nesta extrsfrnidade iao
nos falln : Jixe-m (azar esla Justina nossa ve-
Iha i liberal metrpoli ; quando em nossas apuro a
Pelo vapor ingle/. Tay, ciieg.idt> hpntem do Bfo
de Janeiro e liahia, recebemos jarnaes'qoe chegam
os primaros a l.i os segundos a 19 do correnter>
Alm das noticias do Monlevido que alcauearn a
i a qua os leilores encoulrarao, bem como as mais
imaajatanies do Kio, em ouliu lugar, eis o que mai.
ha
mi
ua magastade a imperatriz viuva, duqoeza de
Manija, mandou dar a' sania casa da Misericordia
--------ricordia
jrle, por intermedio da casa commercial de
10 kenney, a quanlia de 3:000*000 r... para ser
pregada em soccorros a's familias mioei.. ._
- ijndigenle ac-
mnietiiilas da molestia reinante.
L-sa no Jornal do Commercio de 11 do correnle
Incendio da cmdeiade l.oreni. Eicrevem-uos
de l.orena em 5 do correnle : u Na manhaa de 2, as
II horas e meia mais ou menos, deram signal dp'fo-
go os sinos e os cmelas da guarda nacional era a
cadeia desta villa, e ama das melhnres de toda' a co-
m"a q"e est iva em chammas, e da qoalfem pou-
c *W* e reitava um montao de cinzs e qnalro
paredtarniHudas.
a A cmara municipal qoe assim como (oda as
npiteas da provincia de lldelr ler as salas de suas sessoes, e archivo por
alma das prisdes, perdeu lodos seus papis.
As autoridades coucorreram todas ao lugar, po-
completa de apparelhos apropriados.
Nao era possivel sem bomba levar a agua al-
have-
em
, -. esaas
do lempo, talvez, dos coptloes generaen.
O foga suppa se qua foi posto pelo nico preso
que exista na cadeia, mas sobra isso ha suas duvi-
daa por ser elle um simples raer uta 0 ,.ue fr dei.
cubrir brevomenle o aclivo delegado de polica
appleiite em exercicio, o Sr. lenle J. N. G. da
Bilv ttaciel ; mas o povo qae atlribue sempre um
caso Oestes a um castigo do co, quer fazer crer que
devendo a nossa lurtr.sjima no dia 2 de dezembro
por luminarias, e fazer com que os seus muuicipe a
imiltissem, dando assim nm publico leilemunlio do
amor erespeilo que tribua o nosso bom monarcha,
e qua na.i lando procedido como Ihe cumpria, e
antes procurado mostrar opposicao, eis o motivo
porque o seu palacio enlendeu dever illumnar-ie.
Por decreto de 17 do correla foram creados con-
-uladosgeraesdo Brasil em Baviera. Wuriemberg,
Badn. Hesse Grao Ducal e llesse Elciloral, sendo
euearregado de todos elles o Sr. Jos Francisco Gui-
maraes, cnsul geraldo Brasil na Suissa, continuan-
do a residir na Confederado Helvtica. '
A corveta de guerra /aoe/.que segundo ordem do
Sr. ministro da marinha fui destinada a' viagem de
in.truecan dos guardas mariuhas e aspirantes', devia
-seguir alo o Cabo da Boi-Esperauca, e na sua volla
locar na liba deSauta Helena.
O Sr. miinslro do imperio, por aviso de 11 do
crrante, mandou extinguir i inmediatamente o cor-
dito sanitario que havia sido cstabelecido na, sorra do
CubalAoda provinch de S. Paulo, para evitar a
cnmmuuicac.ao da cidade do Sautos com a capilal da
provincia.
Foi agraciado com o litlo de barao do Gurupy o
Sr. Antonio Baymumlo Teixeira Vieira Belforl,
guarila-roupa de S. M. o Imperador a deputado pelo
Maraif'hao.
L-e no Jornal do Commercio de 14 o seguinte :
a Attattinato.No dia ,17 do mea passado foi br-
baramente assassiuado, na povoacio de Ilabapoana,
Joaquini Alves de Vascoucellos. Estando oceupado
era seua trabathos da ror;a foi accoinmeltido por seua
escravos, qne o culilaram de tal forma que fallecen
no dia 20. O asaassiuos nao foram presos, a como
em Itabapoaua nao ha autoridade alguma policial,
he provavel que uao te teuha instaurado o compe-
tente [II di (-su.il
O Sr. D. Fabricio Potestad, miuislro re-i,lente de
S. M. Calholica na curie, foi exonerado deste cargo
e segu no presente vapor para a Europa.
Do boletim cholenco que deixamoi transcripto
em outro lugar vero os leilores que o estado sani-
tario da capital do imperio ia melhorando, estando
a morlalidade muito reduzida.
Anida se senliaja Bahia o lerrivel flagello do
cholera, mas cosMleuiis inlensidade, lendn sido a
raorlali lade ASl 1" Jo rorrelo nicamente
de 5 pessoas, dail|uaes i aram africanas.
No vapor Paran saguio para a corte o segundo
batallrio de artilharia a p. No dia II dar o cn-
sul brilanico am baile au almirauta inglez que en-
lre nos esleve. '
Havia chagado a Bihia no dia 17 o vapor Bom-
fim trazendo noticias de que o cholera se tendera
por toda a rrocimie de Sergipe, sendo apenas be-
nigno no Aracaj.
Corra na Baha que e fazia sentir em extremo
em Sergipe a fome com lo los os ieus horrores.
Pelo vapor O. Pedro II, ehegado houlem de Por-
tugal, recebemos a carta do nosso correspondente de
Lisboa, que fica transcripta em oulro lugar desle
Diario, e lambem gazelas portuguezas que alcan-
(.iiii a i do rorrele.
Ojoiian rei de Porlagal e seu augusto pai estive-
ramum pouco mcoinmodados, mas felizmente acha-
rain-se ja restablecidos.
No dia 2 do correnle dra S. M. um grande jan-
tar, ao qual fura convidada a legaCSo bratileira, pa-
ra celebrar o anniversario do Sr. D. Pedro II seu
augusto lio.
O cholera desapparecera de Lisboa sem quasi ler
feito iienhuiii estrago ; todava a populacao anda se
receiava de quevollasse.
Na llespaoha novas desordans rebentaram em Sa-
raguca, mas taes foram as medidas tomadas pelo go-
verno, qaedenlro de poucos dias, tudo vollou oulra
vez ao estado normal.
As faeces carlistas achavam-se quasi exlinclas.
Em Franca lado eslava tranquilla.
A exp^jicSu encerraraie a 15 do passado, mas
em cousequencia de esperarse em Paria a prxima
chegada de augustos viajantes, sendo um delles o
rei da Sardenha, resolveu-se qu ficaria aberta at
ao dia 30. O imperador distnbuio as medalhas aos
expositores premiados e pronunciou o segoiule dis-
curso :
Senhoras.t K axposicao que acaba de encer-
rar-sa offerece ao_ mundo um gratula espectculo.
Durante tima seria guerra, reuniramse em Pars,
de lodos os pontos do nniveiso, para exhibir) os
sus producios, os homens os mais dislincloi na sci-
encia, artes, e industria.
Em circumslancias de lauta gravidade, quero
persuadir-me que esta reuniao he devida a geral
coiivic^So, de quo a guerra em que estamos envol-
vidos, aineai.a s aquelles que a provocaran ; que
lera sido sustentada para o interesas geni, e que
longe de ser considerada pela Earopacmo perieosa
para o futuro, lodos nellfvem mais um peahorde
independencia e seguranji. ( Sepelidos applau
sos.)
Todava, visla de tantas maravilhas que i.
nossos olhos se apresentam, ,a primeira impresso
que sentimos he o desejo da paz.
(( S'a paz, eHeriivainente, pode anda mais des-
envolver a aperfeicoar estes -ailmiraveis pro lucios
da humana iiUelligeucia. Deveis poKlgiT-vus lo-
dosa mira, para que a paz seja prxima eduraduu-
ra. Mas, para ser duradoura devera regular ampia
e satisfactoriamente a queslao que deu causa a ein-
preliender-se a guerra. Para que islo se posta
promptaiueute conseguir, a Europa deve declarar-'
se ; porque sem a pressaoda opimao gcral, a lula
enlre as grandes potencias amea^a prolongar-se,
emquanto qae, se a Europa se decidir a declarar de
que lado esla a razjo. lera dado uta grande passo
para a desejada solurao. Na poca actual de civi.
lisa^ao, os feilo dos exercilos, embira H api bfi-
Ihantes, sao transilorios ; he a opiaU ^1 Pica que
sempre e definrlrameiile alcanra a ullinBlucloria.
Vs'todos pois, que sois de opiniau qoe^i pro-
gresso da agricultura, induslria, e
ama o aran contribue para o be.
oulras, eque quauto raaior datan
ver as reciprocas rela^es, mais di
desaparecer os preconceitos naciaaB1
voseos concidados, quando liouvtt^ps
vosso paz, que a Franca nio odia po
que simpaliga por lodos aquelles que,
sejam o iriutnpho do dirajllu a da jasti
o Dizei-lhes, que sa desejam a paz, djvem,
meuos, aberlamenle manifestar os seos desejos pi
ou conlra 11119; porque, no majo de um paderoso
conllicluuurupea, a uidilleretica. he nm ealcilo er-
rado, e o silencio unta falda.
Emuuanlo a mis, pinos, que nos alliamos para
olriumpliode urna MMfekc*u,a' forgemos a'H)os-
sai armas sem abandolaumos as nossas olllcinas,
nem atlrouiarmoi 9 uno commercio.
u Seja.nos grandealias artes da paz como nis d
guerra. Sejaraos fortes na amisde, a lenhamos
confianca em Dos, que nos fara Iriumphar das dif-
ficuldades do presente, e das contingonciai do fu-
Inro.
Os premios distribuidos aos expositores foram
os seguiotes : Na industria11 condecoracoei
111 grandas medalhas de honra352 medalha de
honra2,282 medalhas de primeira clatse 3,8i.l
medalhas de2 clasie3,977 raences honorficas.__
as IMl.i--.Ut '10 condecorarles 16 medalhas
de honra67 medalhas de primeira classe7 me-
dalhas de segunda classe77 medalhas de lereeira
classe222 mencoes honorficas.
As condecorac.es foram reparlidas pelo aegain-
le modo :Franca, 115 ; Inglaterra, 20 1 Pruasla,
9 ; \ustria. 6 ; Blgica, i ; Sueci, 2 ; Toscaoa, 1 :
UsviatVi, I ; Suissa, 2 ; Hasta, I Piaraonle, 1 1 Ca-
nad 1.
A's condecoraras seguem se as recompensaa-
pecuuianas, pulre as quaes figurara m. Morel, ou
rives rom 900 francos de ron la. e Mm. Deriniane e
Maloisel, impressores con> 300 frs.de renda e 10
jnil frs. a in. Sudre pela sua inveneAoda telephonia.
a As grandes medalhas de honra foram distribui-
da-.2 a Franja, minislerio da guerra e da,mari-
nha ; 3 a Inglaterra, companhia das IndiasTJrieu-
lae, ministerio do commercio, a Dr. Kovlaj 1 a
Hespauha, productos de Cuba ; 1 a Porlugrf pro-
ductos agrcolas ; I a Toscana, Instituto imperial e
real; I a Uollauda, sociedad neerlandesa de com-
mercio. i)
No dia 17 a municipalidade de Pana deu um
grande banquete ao principe Napoleau e a com-
missao imperial da exposicalt universal.
c< Foram convidados : o*ebrpo diplomtico, os mi-
nistros, os presidentes do conselho da estado, sena-
do e corpo legislativo, os commiasarios eslraneeiro,
u presidentes a vice-presidenles do jury inlerna-
eioual, oajjudeputacao da municipalidade de Lon-
dres, ele. ,lisislrara ao banquete 500 pessoas.
ITm incendio horroroso devorara parle do estabe-
-lo militar de vivares no caes de Billy.
: algainas parlicularidajlea a este res-
peito
O neendTiWB*fesJijii-se na parle do edificio
onde exista o deposito de ,/igos ; ai oulras parias
deste estabelacimento sao dcaucadas : urna ao fa-
brico do pao, e oulra ao depaaao de fariohus.
k Julga-seque a causa do incendio fra o segain-
te : havia am apparelho para ventilar e remecher o
trigo, alim de o preservar do gorgulho ; e como da-
hi resullava levanlar-sa mnita poeira, daronosa a
liento que abi Irabalhava, cslabelecefa-se urna cba-
' min alim de allrahir a poeira a aanaumi-l 1 pela ac-
cAo do fogo ; ds(oiilia-se que accmnulsndo-se a
poeira as paredes da chainin se inflammra, e
deslacando-sa cm rarvo imflammado sobra o so-
brado que el* de raadeira, dera lugar ao iucenrlio.
. Puuao trigo se pode salvar : os occorros foram
promplo' e enrgicos. O faga rpanifestou-se s seis
horas da nojto do da 18, e s s nove pude ser do-
minado.
E lodos forai. insumidos pelas chammas ; o resto do
eslabeleclmento nada soffreu : n perda he inconsi-
deravel. *
aafl
A minan do general Canrobert jimio da corle da
Suecia loi bem succedida.
O roi a o povo accolheram o dislinclo enviado com
grande lianignidade.
Eis cnnio o Aflonbtadtt descreve a recepcao feila
ao general pelo re :
Hoje (7) a urna hora, o general Canrobert, na
qualidacle de einbaixador de Franja, foi recebirto>m
andlenc a pelo rei. O general Canrobert foi condu-
zido do holel de Bruinkebjerg ao palacio n'uma car-
ruagem da corle, puxada a quatro tiros broncos,
precedida por numerosos haledores, e cercada de
criado da casa real, todos vellidos de gal.
a Segua esla carraagem oulra patada a dous ti-
ros, onae iam o ajadante de campo do general Cn-
robert, o coroiial Corned), e o ajudanle de campo do
re M. BjoeriisTjerna, capliaode cavallaria, que por
orderu de S M. lien adjuncto como ajudanle de cam-
po pessoa do general, emquanto este illoXrs perso-
nagem residir em Slockholmo.
11 Durante o transito, o cortejo fui saudadocom os
gritos de Moa Canrobert! rfro a Franca '.
A porla do palacio real, o general Canrnberl foi
rerebidopelo marechai do reino, que conduzio S.
Exc. junio do rei.
Hoje o rei dar' ao general Canrobert nm gran-
de banquete, para u qual foram convidados os altos
dignilanosdo reino, a om grande numero de altos
ruiiccionariotj civil e rnililares.
Segunda-fera prxima, no thcatro real hatera'
urna representnrao em honra do general Canrobert.
a t.onsiara da celebre opera de Mozarel a Flau-i
la encantada. "
Alm disso, o rfconvidoii o general Canrobert
para assislir ao espectculo no camarote da familia
real, sempre que leseje asislir ao espectculo.
CorrequeaSoeeiaiecompromeller a sustentar
leaccordo com as potencias ailiadas os quairo pon-
dos adoptados na< conferencias de Vienna. todava
he crenca quasi geral que a cooperado da Suecia
nao sera maisefilcaz que a da Austria.
De Siockolmo passira o Ilustre general para Co-
penhague na Dinamarca, a lobre sua roisiao a esta
corle, diz o correipondeule de Paris do Times o se-
guate :
Pode consderar-se ofhcial a misso do general
Canrobert a Copenhague, e lia fundadas esperan-
cas de que ser bem succedido na sua embaixada.
l)i-se que estao combinados os termos de urna
convenijo militar, em viflude da qual a Suecia se
obriga a fornecer um contingente na prxima pri-
mavera, para operar conjunctamente com os alia-
dos, se a paz nao esliver concluida nessa poca,
devendo lambem as suas canhoneiras cooperar com
a esquadra alliaaa no norte. Uiz-se tambem que
um exsrciio, composto da Francezes, Inglezes e
Turcos, ser maMbdo Curlandia, du modo que
a Austria e a Prussia sejam (abrigadas a declarar-
se. Ainda nao he positivo que se tenha feito o of-
ferecimnnlo Suecia da Curlandia para a levar a
torar parle na guerra, mas as aspiracoes do povo
sueco, para rebaver a Curlandia, devem entrar
foreosaraente as principaes coodices da al-
anca
No Jornal do Commercio de Lisboa de 30 do
passado l-ie anida o seguiule acerca dessa mis-
sao :
lo
( A inissao do general Canroberl, que atlralte a
allencao da Europa, preoecup. mu particularmente
a opimao publica na Allemanha. Ojornal allemSo
de Francfort publica um importante artigo a ene
respeili., e qoe he digno de allcnjao. O jornaliaia
da como cousa aisenUda que o general Canroberl
esia ncarregadu de celebrar enlre as potencias oc-
cidentaes e as escandinavas, Suecia e Dinamarca
urna alhanca oll'ensiva a defensiva contra a Russia'
Examina esta hypolhese, e conridera-a irrea-
savel, fiiudaodo-se em Ires priucipatos argumenlos,
a saber : 1, as potencias escandinavas estao ligadas
enlre si por urna declaracao commam de neatrali-
dade : portanlo a Snecia nao pude pronunci*r-se
sem o acedrdo da Dinamarca ; 2o, a Dinamarca nao
pode obrar sem consultar a Allemanha, porque par-
le do seu territorio faz parte da confederado ger-
mnica ; 3, a Dinamarca contratan com a Pru9Sia
cerlos cumpromissos, que nao Ihe consenlem aban-
donar o e9lado de neotralidade. O primeirb argu-
mento he pro /ormu,^orque he a propria queslao
de que se trata. As potencias escandinavas jolgaram
ulil declarar-se neutraes em caria poea, se hoja
euledderem o contrario, nao teera que dar salisfa-
cao a uingnam. O aeguudo argumento nao he uma
dilliculdade sena. As leis conililalivas da confede-
rjao germnica, nao se oppoen, por forma algu-
ma, a que ai potencias que delta fazem parle con-
traan) alliancas particulares, conforme 01 leus in-
leresses e a sua poltica : estedireito nanea foi cou-
lesladu. e a Austria delle se utilisuo, assienamlo o
tratado da 2 de dezembro de 1854 com a Franca e
aliigtaterra. Pelo que toca aos compromn.09 l-
crelos, exisieules euire a Dinamarca e a Prussia
nada podemos diterrvajorqee rfSo 01 co0lemo, '
lunilamo-nos a assignaiaro facto, qoe, se he exaclo
demonstra qae a Prussia nao permanece inacliva"
no seu isolanieolo, porera que exerco uma preiso
sobre os estados secunlarios, para o afastar de se
associarem a urna causa qae he realmente a d
juslica o do do direito europea, o
O conde Mul que lano figurara como mini.lro
do fallecido re Luij Pilippe, acaba de dar a alma a
Dos ua idade de 1.1 annos.
Fallecen lambem a almirante llru.,1 commandan-
le era chele da .sqaadru frauceza no mar Negro a
que tanto alli ultimarneote se disliugoira.
Votlava o iilustre almirante para a Franca con-
duzudo a guarda imperial, quando ar, largar o por-
lo de Messina, um ataque de gola concentrada Ihe
nrara 11 vida, privande-o assim das honras que na
patria o aguar da va m.
A sessao legislativa de 1H55 a 1856 das cmaras
abno-se no da U ; o rei Leopoldo pronunciou o se-
gamle discurso:
Senliores.Receba prova*,conl.nnles da sv
palluca conlianca dosjovernos eslrangeiros '
mo rtuilo amado nUrj/T-o duque (le Brabante 1
Marsos paizes que am de visitar, poude cnlie-
Cer e a .aliar pelo ac.lamento que receben, qaal he
a elevad posicoqael'nossa patria ocenpa entre as
nacoes. Como pai e como rei comprazo meein cer-
tificar taes salimientos.
a patria me manifeslou, lomando parle no desgoslo
de minha familia.Comludo, no meio de roinhaa
penas. Dos me auxilion, deixando-mecomprir com
os meus deveres. --Vollando a atleuclo para essa
grande lula, que, ha dous annos existe no Oriente,
nao hesilei em reunir as minlias armas s das poten-
cias, que all eslao pelejando pela causa da juslica,
ciMtisacao e independencia dai nacfies (applaasoij.
Meveu-mo a praticar aaiim o detr-jo de participar
do triumpho, que todoi desrjaajoi aos principios per
que estamos cumbalendo ; os inilinclos generlo
dos pavos sub-slpinqs; e as iradlcjes de minha
familia ( applausos). Os nosso saldados, reunidos
aos dos tlenles exercilos da Franja, Inglaterra e mas era para irem ao seu qu,rl.| mtat fi.
Turqua, a aunliadoi pela zeloaa a acliva rapara- podromo, donde voltaram com alauni cen
cJo d,u esquadras, teem lomad parle em lodos o soldados para alastren) o hoioiial nndo ,, B.
npri..,.c i,lnri.]a .liM,i,a. ...iu r^_^ -1^ -__ .._. .. j^r._j____^ 11. r. ll"e "Ti
perigns e glorias, alargando a anliga fama do nosso
bellicoso paiz (grandes applausos'. (Jueiram os reo
corear, coro Uiumphos aiasla maiores, os uossos com-
muns esforjos, para que posaamos, denlro em pouco
lempo, alcanjar nana paz daradonra, afllanjando f
najos os seus legitimo* direitos (applaosos). As des-
pezas da guerra tornam necessarin o recorrer nova-
mente ao crdito publico. A escassez das cnlheitas
e a noia apparicao do cholera, juntas a oulras ines-
peradas circamilancias, lem causado diminuijao na
receita publica. Se, conlra os desejos do meu cora-
dlo, a necessdade me obligar a pedir novos acri-
heios, o mea goveroe deligenciar lomar esse en-
cargos o menos onerosos que seja possivel. submel-
lendo-vos projectos de lei, que lenham por fim rari
enlar a imposijao delle*. de forma que os faja me-'
no gravoso aa classe pobres da sociedade (applao-
sos). Tambem vos serio apresentados outro projec-
tos de le, tendentes a melhorar a ndininislracao. po-
ltica e a das rendas do estado.
(t Srs. seoadore e deputado. Espero, que no
desempenho da'eipiuhosa trela que vos foi com-
metlida, continuareis a dar provas de prudencia,
aclividade e de constantes desejos de promover os in-
lere.-se< da patria, I favor da qual vos tandas al
qni lomado tao conspicuo. Continuaremos desle
modo a seguir o ext rapio de um monarcha e da ama
najao, unidos por lajos indissoluve.is de afleclo e
confianjade alegria e alflicjao (grandes applausos'.
e sempre prompla para conservar na sua inlcgridade
as duas grandes beses da ppblica-fecidadeordem
e I i bordade o
S. M. relirou-se eniaocom o niesmo ceremonial
contra os militares franceze, e aproveilatam toda
ts occasioes para os moleslarem, quando se julga-
vam em forja para o fazerem impunemente. O ge-
neral Larchey e o embaixador linham ja Ijdo noli-
cia de aclo.de vilenla .sgressBo, commellidos pe-
los Tenesmo conlra militare soladas, e a propri
Kovernofradiaioinrorraado. Por isso Iratava-M de
Qifaaer partir com a maor bravidade; houlem po-
rm. depois da uma rita, pro,ocada ppr um dalla*,
um dos leus pealo de RUJllla esUb.lecida cerca de
Sania Sophia, fea fogo Mn,r, lfant ,0ldados da
guarda de huspilal francesa, universidad.
Ellas reaponderam fu.ie.ino fugiram :
lo Htp-
la. it
zas e defendern). HwH,^ fo-"dati
enfermeiros foram morldi e ,t0, emprai.do da
idminiilrarlo e sata soldalos licararn feido Des-
.ppareceram ouUo dous empregadp. da adminii-
Irajao sem que al agora iiba0 que foi feito
delle, apezar de todas as peiquizas reitas pela Por-
ia e pela autoridade franceaa. O Tunesiuos Um-
bem liveram muilos morios e ferides, md, jgno-
ia-se quanlos foram. De reato aiu la nj0 ,'a g,,.
nhecidos lodos os pruinenorea deste destacado iuc-
cesso. r
Logo qaecoraejoo a rita, foram chamadas for-
jas respeilavei, tanto pelo governo, como pe|0,
Francezes, para acabar com oeombale. O general
Pariset narllo com ama companhia, a o general Lir-
chey eafjnrava na embalsada', alim de mandar vir
se necsatario foaae, algum reforjo do campo d
Maslak ; finalmente tomaram-W as medidas maii
enrgicas para litrar a cidade da desorden.
a Os Tanesinos desde honlem i noite foram en-
cerrados nos seas quartei, onde sao vigiado e bre-
vemente partirn, o
No dia 15 do pateado ama lerrivel eiplosao queJ
leve lugar na Crimea, caasou consideravel prcjuizo
aoa alliado.
0 Moneur publica o seguinte despacho ;
Sebastopol, 18 da norembro, s seis horas
da urde.
" O nosso parque de arlilharia, chamado do
Mdnlio, cerca de Inkermau, i honlem destrui-
do em parte pela explosode Ires. paioes que con-
---.--.. .-* ^....... ....... iiirsmu ceieiliuill.il ft 7 -------- i -----
com que havia entrado, declarando o ministro -das '"mam 30,000 kilogrammas de plvora,; bOO.OOO
negocios do reino aberla a sessao. ^ t-arturins. Sflft hnmk o >,. ,;.,.:
negocios do reino aberla a sessSo. _
S. II. deixando o principe Eugenio deSaioola Co-
raanan como leu delegado, einbarcara-se para Mar
selha, onde chegara sem nenhum inconveniente,
sendo ahi recebido por uma deputajao do impera-
dor Napoleao, qoe o acompanhoa a Pans, donde
depois de alguns dias de demora pasiari a Londres
Eis como acerca riesla viagem se exprime uma
correspondencia de Tnrin eaviada a Independen-
ce Belge.
Todos aqu ligara grande importancia polti-
ca viagem do rei. Nao faltam comraenicrios.
qne he ceno he que esta viagem desagrada
aosultras dos dous partidos extremos
que conhecem que esta, viagaxn consolida ainda mais
as instiluicoes liberaos que elles detestan) ; os ou-
lros porque sabem que esla viagem augmenta o
esplendor desta illusire e anliga casa de Saboia,- que
aborrecen).
muito
uns por-
A este respeito nao deixa de ser cdfcoso regis-
trar nm faci poltico, que agora sa vai reali-
ttndo
* O partido radical, ou ultra democrtico, que,
com excepeo de urna insignificante miona, ainda
est ligado a Mazzini, levanlou a bandeira da mo-
narchia unitaria. O seu mole he :
Somos pela casa de Saboia. se reunir a sobe-
rana de toda a Italia.
* Islo nao prova muito em favor da inlelligen-
ci desses senhores, mas he uma prova de que os
proprios .adicaes nao podem deixar de reconhecer
a influencia que lem conquistado a casa de Sa-
boia. He iinicamenle nesle sentido, que o faci
a que me retiro, merece ser mencionado especial-
mente.
Quaoto ao estado financairo do reino, resulta cla-
ramente do seguinte trecho :
O governo sardo apresentou o orcamenlo
cmara dos depnla ios, pelo qual consta que as des-
pezas do exercito para o anno de 1856 subiro a
43 milhes' A Inglaterra foroece ao Piernn te um
subsidio de 25 milhes, e o deXc do orcamenlo da
gnerra fica sendo de 18 milhes de francos, vindo a
ser o dficit total de uns 30 milhes qne o conde
Cavour espera cobrir com um eniprestimo.
Um despacho lelographico, recebido de Bor-
lim, annuncia que o imporador Alejandre sahio
da Crimea iwdia 12, dapois de haver inspeccio-
nado o exercito as drfirSlifferentes posijoes no
Bclbeck e no Kaieha.
0 Invalido Hutso publica os seguintes porme-
nores da viagem do imperador.
S. M. o imperador sahio da Ninolaieff para a
Crimea no dia 7 de norembro", s IO horas e meia
da manhaa ; atravessou Perekop no dia seguinte
s 11 da manlia, e continuou a sua jornadaa pe-
la estrada de Simpheropol, onde chegou as 8 e
meia da larde.
a S. VI. I. foi recebido nesla cidade pelo prin-
cipe Gorlschakof, eommandantelem chefe das for-
Cas de mar e ierra da Crimea, e no dia 9 de no-
vembro sahio para liatclii->erai.
Durante a sua jornada o imperador inspec-
cionou diferentes divises do exercito da Crimea,
. eslrangeiros." llC.*0 *"* '*-S. M. I. visitou as tropas as posi-
uo ?** avannadas do lado do norte de Sebastopol, bem
como as do casal de Mackensie.
Mesas difiranles insrMjccoes, o imperador
fieot completamente satisfeito nao s com o per-
feilo estado dessas valentes tropas, mas Aticu-
lo
a A -iluaca.) interna do paiz, em face das iliflicul-
dadas (lo lempo qae vai correndo, he em geral sa-
tisfactoria. Todava, no meio de lautos elementos
de prosnendade ede seguranza, o meu coracao con
fraoge-se, considerando uaa olorosas provcSes por
que passamrspor causa dacaresga dassabsis'lencias
Ja o governo, as administrares locaejj, as associa-
tdes particulares se uniram inspiradas pelo mesmo
enlimenlo de solidariedade nacioi al. Vf-de cerlo
cooperareis nene moviraeiilo. V11 examinareis co
beuevola sollicilade, as proposUi que vos bao na ser
presentes, alim de favorecer o Irabjlho
lamiente, pelo seu bello estado sanitario eWp\c
de forca.
Pelo qae respeila s operaces ballica, penhum
feilo importante leve lugar nem no Bltico donde
jase retiraran) quasi lodas os embarcares ailiadas,
nem na Crimea ; toda a atlencao acha-se agora attra-
hida para a Asia oude os Turcos se tem coberto de
gloria.
Com mandados por Ornar Pacha alcanzaran) alies
ulliraanienle mais ama brilhanle victoria sbreos
Russos, os|ygeg bem que inferiores
que interiores em numero
antajbtaiaenle poslados.
ilimenlacao do pavo, lao dtgu .loi.'niosso dreios* |*'l!,V!,"1-,"Bw'"nui Yi
a Confio na dedicacao de lodos a na prolenjao d I* Despacho enviado pelo tnujxMtK dos negocios es-
rurirmmsianci.^.c,,-, 1 iraugciros da Sublime Porla ao ministro ottoraa-
As circuosla ncl a es actuaos tornara,'interessan-
tissimo projecto fe lei, que vos relativamente aos instlalos de be-"
labelecimentosde caridade,
a A in-ti uccilo nos seus .Hvers
catado.
1 no e
ndres
tanto para os poderes di
tersos
1 como
ifflat: I iannopla, 15 do novembro.
Lu 6 de novembro asforcaseob o mando
i graos, deve ser lile O*
Oder l'ach com agua at ao sflvaco, e debaiXo
loiuu para os poueresae'atado. como nr aoK>1 ,, f W-------*-------------
radias, objecto da mai rrT tiendo. Terei jl l UD1 9' forSaranl a Pssagem do rio
votar 11 nueslao da urcanU^ .1.,. ....!. ... Analcas a. 011 Onlliip.r. na fnn/ia
votar n queslao o)i organisaCao dos jurvs de exames
niverilario, dtteuo do duplo ponto" de vista da
libcrrtnde o da seBncia.
i As leu-as e alarles. Ma) seus progressos, d.lo
te.len.unhu do ilesenvolvimanio da vida intellectual
dopaiK, Anossaescohl,ioub. err, duas exposicOes
s.raultaaeas lornar-se disllnla por obras de raro
marecimenlo.
He com legitimo orgullo que ,.0 cpncurao aber-
10 pela tranca entre lodos* povos productores, a
Blgica vio appreciar a entnenle posrao que Ihe
grangearam a sua agricultor e a sua industria.
O commercio prospera ; as nossas relacoes com
o> longiiiquos povo, coulinuain a dilitar-sel As ca-
ntaras saberao com praier, qae s loas linhas de na-
vegacia a vapor enlre os Estados-Unido e o Brasil
que err? breve comecarao; a fouccion.r .ccresceru
outra |>ara o Levante.
Terei, de examinar as roodilicacoes le sobre
os dir .tos do assucar. O seu fim ser., augmentar os
reudimeolo pblicos, concorrendo pur essa forma
para uianter o uowo equilibrio linanceiVo.
Um projeclotrelaiivo ao zel da. letras de cora-
mercic, e oulro acarea dos conselh js de peritos, se-
rao apresentados nesta sesslo. tt-'f. e
a Timbera terei. de alten ter i modificacaie ne-
ces.ari.is na orgam.acao udiciana.
Continuara os estud'os pata a reviso do cdigo
penal. O segundo livro deve .ar-vos presente nesta
SOSIdO
O exercito continua a mostrarse digno pela
sua inslruccao epela soa'disciplina da sollicitude do
governo e da benevolencia das cmaras.
Tambem a guarda cvica continua a dar exu-
berantes prova do seu amor n(,a,as Insiitaices
* meujaoverno noraeoo uma commisslo para
eslodtr todas a questes conceroenlet marinha
militar.
a Ai'.ham-se cm ex icncao muila obra de ulili-
dade publica. O meu governo Jalgou-se obrigado a
lexa-las ao cabo cora a maior brevidade.
' Eiisle a maior aclividade na. linhas do cami-
nhos de ferro concedidas, que na maior parlo estao
concluidas e ja funecionam.
i A industria particular (aa Uovas propostis para
associar os seus capil es obra nacional dos cami-
naos le ferro. Serao presenta, ao veso exame.
a Estes Irabalhos .odos dario rocursojKpporlanos
as clas.es laboriosas de todas al n issas provincias.
b Senhores. celebramos o vigsimo quinto anni-
versario da nossa independencia. /e esta indepen-
dencia ha sido frtil em h-uelicios para o paiz, se
na sua origem foi recebida com alguma desconflan-
t, e hoja coma com a e.iuna a ci\in a sympalhia dos
governos a dos povos, he UeB deuda a' mo.Iei a.-an e
probidade, quesao os distiurtivos do nosso carcter
nacional, eq ue de vem ser a bise da no-si poltica.
O meu governo esla' disto compenetrado, e eucom-
prazome em acreditar que Ihe nao faltara' a leal
coope -acao das cmaras.
a Este discurso foi acoln Jo com acclamaces ca-
lorosa, e quando o ei se retiren, romperam os gri-
tos de viva o rai. u
No l'iemonte ludo e-lava tranqoillo.
O rei bro q parlamento em pi-s-oi, pronuncian-
do nesta occ.isi|o e seguinte discurso :
Srs. deputado a senadores.O anno que el a
lindar lem .ido para mira da cruiri proveles. Tan-
la amargura, porm, foi mitigad a pela atlaicio qu
.nAaia.
fi:000
a. ou Onlluer, na Georgia,
passagem do rio achava-sa defendida por
lo:wttu Russos. As nostas tropas alacaram os
fieductos mimigos baioneta, e os tornaran], ape-
zar d'uma tenaz resistencia. >
s Husaos foram lancadoa em completa deser-
dem, e os postos em debandada.
As nossas tropas lomaram 5~pecas, e 7 cai-
xas de municoes, e 40' ppioneiros. 0 inimigo
deixou no campa debatalha para cima de ^0
morios, entre estes contara-so dous olliciaes supe-
riores e lOOsuhalternus. As nossperdas raonUtii
a 68 morios a 320 feridps.
Despacho enviado [jalo visconde de Stratford de
Radcliile a lord Clarendon, ministro dos negocios
eslrangeiros : ^_
Tlierapia, 1 ;"> de novembro.
Na larde de 5, Omer Pafh atravessou a rio
Ingour, a frenia de -JtUOO homens, e derrolou os
Russos.cujafforca se compula.emO:000 homens,
incluindo a milicia, e em parle enlf\ncheiradoa.*#*
O inimigo leve perto de 400 morios e fti-
dos, 60 prisioneros, ires pecas de arlilharia. jt
perda dos Turcos passa de 300 homens. Os ofl-
ciaes inglezos fizerambonra a sua patria.
a Ei. o despacho textual remettido pelo embaixa-
dor"de tranca era ConslantinoDla ao tea governo,
acerca da vicluna de Omer Pacha'
Pera 14 d
n Omer Pa
gem do In
8,000 bom.
oa menos, I
georgianas. I
X
rartuchos, 300 bombas e atres projectis.
As materias inflammadas arremessadas 1
grande distancia occasionaram um violento incen-
dio no parque inglez, viziobo do nsao. '
abi bouve exploaoes parciaes. A's seis he
Francezes e Inglezes emprestes em
incendios, dominavam-nos.
As nossas pardas sao de 30.niorios, sendo
dous officiaes e de uns cera feridos,
ofCciaes.
Ainda que sejam muito para lastimara
perdas, devemos com tudo felicitar-nos que este'
successo nao ti vase consequencias mais graves e
mas crueis.
Nao posso dizer quaes foram as perda dos
nossos adiados, porm calculo que sero quasi
iguaes s nossas ; como succede quasi sempre oes-
tes casos, be difficH saber qual foi a causa da pri-
meira explosao.
Esle aconlecimento he na verdada muito pa-
ra lamenlar-se, porm o nosso municiamento era
tao crescido, que os recursos do exercito nada sof-
freram.
A perda dos Inglctes foi de 22 morios inclusive
um ollicial e de 110 feridos sendo 3 officiaes, houve
alm disto 4 soldados extraviados.
Foi publicada em Vienna a concordata celebrada
com a Santa-S.
' N'uma reuniao do conselho de miuislro. austra-
cos, qnal assistio 00 dia 14 deste raez, o imperador
Francisco Jos, foram examinadas as instruccoes
que M. de Prokesch deve levar para Consianliuo-
pla Estas inslrucgoes sao relativa a' queslao do
principados danubianos. Parece qae a discusso que
a este respeito deve haver na capital da Turqua ta-
ra' mui animada. Allirma-se per oulro lado qua a
Russia esla' resolvida a protestar contra qualquer
Iratado qae respaile a esla provincia sem a sua
approvacao, aqueja'encarregara os embajadores
em Vienna e em Berlim de apresentar as reclama-
res nesle sentido, a
Na Prussia nada
rido.
a A cmara dos senadores e a cmara dos depata-
dos fonm convocadas para 29 de novembro. Na
eleicoes lupptemenlares de Berlim, foram eleitos o
livrero Reimer, o eoeaelheiro municipal Poek, o se-
cretario municipal Bade, o eonselheiro do tribunal
Lehnert, e o presidente Winlzel. Em Magdebourg,
foi leilo o eonselheiro da legacao Gronner. a
O Univers, jornal de Paris, publica urna cor-
respondencia de Roma, a qual annuncia que a po-
lica desta cidade, fizara uma descoberta impr-
tente. '
Nodia 13, prendeu dous dos mais activos e
mais perigosos agentes de Mazzini, quo sao Man-
cini, da tilla d'Azinia, e Lueenti, fundidor de si-
nos era Roma. jjjw^^ .
Estes dous individuos linham alugado na rui
Laurina, umquario, que era o centro das .mano-
bras demaggicas, diz o jornal citado.
Depois da sua priso, em dia pleno, cncontrou-
aa-lhes mnilos papis impottantes, pariicolarmeajie
ama lista de coraplices e filiado cora raats da dous
mil homens, segundo te diz.
Tambem se Ihe enoontrou tira grande numero
.ie bilheles com a senha para se distnbuirem a gen-
te encarregada," por*Wa deltazziiii, do vigiarem
os differentes bairros da cidade. Estes documentos,
diz-se que todos finharnaaeripto, ourcito demo-
cratizo.
inte ao Journal
.ub,BW>', ouwuut.u v 3?guin\e 17i voiaia
nara eslrangeiros. 4 firdos tumo, .MI caitas
a> vela, barr, espirito, 3? eaixa. doce, 20
arroz, 1 fardo algodan, -2 saccat caf, 30 arro
de cxlraordinario havia occor-
De Alexandriu parlicipam o
desBibaU : _
O governo acaba da asir em vigor a resnloclo do
Oivan acerca da aboliese la escravatara. Nao s nao
he licito vender e comprar escravoaj^e Egyplo; po-
rm a lodo o qae ettevam em poder dos particula-
res se Ihe fez constar que esto lvre. O resol-
tados nao tardaram a apparecap: lodos os escravos,
homens e roulheres, abandonaran) os seas senhore.,
que debalde os reclamara polica, a hoje se
acham muito embarazado!; porque os criados de
servir e os trabalhadores, loronram-s mais exigen-
tes. Esla medida excedente em si. mesmn, lera
graves inconvenientes para aquelles a quem parece
beneficiar: era misler proceder com mais cautela
uoseuproprio interesse; esla repentina tran.ir.ao
do seu estado servil, de reata suave lias familias
mussulmanas, para umofliberdade illimilada, ser
usa de que muilos desses desgranados, especial-
mente malherea, se exponham a ama existencia
deploravel e a uma vida abjeela. Comludo dii-te
qae o governo trata de faier com que as molheres
escravas adoptem algum modo de vida, reservndo-
se a fucaldade de mandar forc para a diversa
officinasdependentes da adminiatraco aquellas que
nao liveram eroprego.
Das folhas qMMetjaaiios nada mais consla que
mereca ser a/k
CORRESPONDENCIA.
Como se possa suppor que a publicacao, feila ho-
je no Diario de Pernambuco de nm (ratamente' do
cholera morbut, revele nao acreditar en na vir-
lude therapeulica do suceo de limio, devo de-
claaarLflae nada ainda ha, que faca duvidar dessa
yirfl taoto mais que iam send "talisfactartas os
idos de uinajnsaio tentado em Maceio
com et slancia em ama pessoa accommellida
PoblicanClo esse tralamentos live em visla fazer
que ludo se manan de medicamentos, vsaihanT
applieeMos no caso de vir a falhar o sueco de limio,
em qaatenbo confunca, dando crdito, como devo,
a palavras do Dr. Silva Caslro ; porquaolo por es-
te modo nao experiment.wao embaracos, principal-
mente Muelles que residirem no campo'.
Sou, grs. rodadores, com toda a considerado, ele.
Dr. Joaquim d'Aquino Fonteca.
21 de dezembro de 1853.
PIBLICACES A PEDIDO.
nrembro.
orcou no dia 5 deste mez a p.usa-
exercilo inimigo compunlA-.e de
opas regulares, e de pouco mais ,
ihomens de milicias miugrelias%
. a de um combate que dorou 3
hora., e no qual os Huaos liveram pardas sansiveis,
os Turcas Iranspozeram o Ingour em quairo pontos.
O generalissimo marcha sobre Kutais.
O Joutnal des Debuts disrorrendo sobre esle suc-
cesso, diz o teguinle:
a II numero das tropas envolvidas, a importancia
das posiciej lomadas, d a esle successo as propor-
ces de uma balajha. Pode ler urna influencia a
favor dos exercitps turco na Azja. Coa) eueiln, de-
pois d acjjo u general turco parece qae pdde avan-
jar. Esle ilumnenlo do exercito ollomano pode
molestar sobremodo o general MourawieQ, e exaltar
a coragem das pnpularOes azialic, que podem tor-
nar-se mui perigusas para os Kusso. .N'uma oslaran
*m que o exercilos regularas se mnvem coin difTIcul-
dada, e que por conseguinle da otaiar iatporlancta
aos corpos volantes que podem levantar-s-, esla vic-
toria p le vir a ler mui importantes resultados.
A Independencia belga publica a segoiule cor-
respondencia de Constanlinopla, acerca da conllicto
que bouve nessa capilal, e que se disse ler sido en-
tre os anillados tanesinos e os turris, e que o cor-
respondenle assevera ler lido lugar entre os primei-
ros e aa soldados francezes pelo segrate modo :
A SORTE.
Esle mundo parasoiVs he nm composto
De tormentos, prazeres, vida e morle,
Se un alegre sua vida pasiam,
J oulros tristes carpem na sorle :
I
Ninguem, no mundo xi.ileigraca sofl're,
Nem tambem vives p'ra ser ditojo,
O mal lambem tem alternativa,
(.loando o mau he velho, jsip
II
leu he novo.
Porm ea para eveepcao,
Desta regra fui nascido
Pois sempre lenlio vivido
bem praier no coracao:
III
Ha vinle aaao, que soffro
Da orle doro rigor
Quanto mai bem eu desejo,
Tanto mau mal he matar.
Desta maneira soflrendo
llorribiliisima aorta
Para acabar com meas males
Me serve lmenle morle.
V
Qaem Unto na vida sofTre,
(Jos val a morle temer ?..
Antes com alia acabar
Tal desgraca e tal tolTrer!..
A. A. Arabiano.
COMMERCIO.
Co..,utioopla de novembro. alFANDEIA.
Houlem a uoile ocenrreu am lamentoso ucees- Rendiraento do dia 1 a 20. ,
o em Constanlinopla. Havia ja lempos que o o-
dados do contingente tunesino. notaveis pelo seu fa-
nalijmo, manifeslavam as dispasicoes mai hottis
dem
I
I
do dia 21.
285:8211003
16:1190247
301:940#244
iicarregam hojc22 it dezembr o.
Barqa inglezica //andf.zenda e I etiagan
Barca inglezaUnthutiatlmereadoria.
Barca inglezaMeteorbacalb'o,
Biigue inglezPhantondem.
Patacho americanoLecantfarinha a tanh. %.
Hiato brasileiroCapibaribegneros do paiz \
IMPOBTaiCAO
Barca ingleza Meleor, viada da Terra Nova, con "^
signada a Jame. Crabtrae & C, manifeslop o se- -v
juinte:
1,900 barrica bacalhia I lia ansignalarios.
Vapor brasileiio '.uanaT,,i|alo do porlo. do
sal,consignado agencia, maiiiratslou o seguale :
5caita. ; a Viata Pereira da Cfnha.
6 ditas e 1 picote ; a Novaos X c.
1 raixa ; a Manoel Ignacio deOliira.
ldila ; a J. falque.
3 dita ; a Chriiliani Irmao.
3 dila; a Ferreirn
3 dilas ; a Jola Pinto Reais da souza.
1 dita 1 a MUael Jos Al*et.
1 dita ; a Manoel Buarque de Macado Lima.
1 dila ; a John Soum.
1 dila ; a Manoel Alte Gnerra Jnior.
1 dila; a J. Lin Cavateanli de Oliveira.
1 dita ; a Antonio Pereira de Oliveira Hamos.
1 dila ; a J. Velloo Soare.
1 dita ; a Francico Pires Carneiro.
1 dila ; a Manoel Joaquim Lobato.
1 pacole; a Antonio Joaquim 6ve.
1 encapado ; a Manoel da Silva Sanio.
1 dito ; a Antonio Joaquim de Farias Junier.
oO.NSULAmfcEKAl,.
Hendimentododia 1 a 20 81:3578925
lam do dia 21....... 3:b75218

85.233lrl43
Exporlacao .
i.ia P,,la- P01*' hespanhola Angela, de 339
V.r,iL ^'a?ndolio Ju'nte : 120 pipa agoar-
ditas com 10,056 arroba, e 2 libra, da a....car.
talparaizo, bri,ue hamborguez elogeborga, de
2j5 toneladas, condulio 0 Mgaiale : 2.130 ac-
cos1 corr1 11,981 arroba. 8 |lDrM de aMaear.
Parahiba, hiate braailoiro .flor do-Br.il, da 31
toneladas, conduzio o segainu ;__175 volaatet ge-
fdrma
-JOaaccas
arroba de
carne.
(jenova, polaca hespanhola Henhqu, da 330
toneladas, cojtatitio e saguiole : 1,800 cocas ama
casca, 3,500 saceos cora 17,300 arroba da sanear
50 coaros salgado.
Falmonlh, hrigue porluguez Prenda, de 252 tu-
neladas, conduzio o ecuinle : 3,000 aceot eam
15,000 arroba de gaaacar.
Manelha, barca franceza Palanquim, de 292
toneladas, conduzio o seguinte : 4,100 sacco cata
20,500 arroba da assucar.
l'almonth, brigue sueco nGaslaf Melins, da 300
lonalada, conduzio o sesuiole : 3,800 sacee eom
19.000 arroba de assucar.
Canal, bitgue inglez Wellington, de 298 tone-
lada, conduzio 1 seguinte : 4,340 saccas com
21,651 arrobo e 8 libras de assucar.
Geoova, brigue sardo a llamo., de 242 toneladas,
conduzio a segunde : 2,800 sacco com 14,000
arrobas da assucar.
Kio Grande, brigue brasileiro Algrete, de 131
tonelada, enndozio o seguinte : 600 barricas a
200 meia dita cora 3,751 arroba e*Hars de as-
sucar.
IMVEKSAS PROVINCIAS.
Kendimentodo dia 1 a 20 4:35la79
dem do dia 21....... ;a5710
4*87*589
1
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS tiK-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimento do dia la 20. 18JB||0jO
dem do dia 91........l:a03fSaaJ
.
20588*410
CONSULADO PROVINCIAL,
Rendimeuto do dia 1 a SO 67:965*402
dem do dia 21....., 3.-618775
----------------
711584X77
RIO DE JANEIRO 14 DE DEZEMBRO.
Cambios.
Londres 27 3|4 a 60 da 28 a 90 dia.
Par 342 a 352 reii a 90 dias.
Lisbo 97 a 99 Obj.
Hamburgo640a643rsal90dui. 4j
FRETES.
Antuerpia 65|. I Londres 50|.
Canal......55| a 65| .Uatseltia 55|.
Estados-Unidos 70 a 90 c. Mediterrneo 60| a 7|.
Havre .... 60f e lOOio Triaste35 a 60].
Liverpool 50i.
ULTIMAS DATAS.
Interior.
Baha 4 de dezembro. Pernambnce 30 de nov.
Ceara'. 24 de novemb. Porto Alegre 23 da a
Maranhaa 20 de Rio Gr. do S. 25 da
Para* lbde S. Catharina 29 da
(Jornal do Commercio do Kio.)
BOLETLM.
LISBOA 4 DE DEZEMBRO.
Prerot correnle do genero de importar,ao d->
Brasil.
Por baldeacao.
Algodo de Pernambuco. ... & 115 120
Dte do .Mamullan.......n 110
Dito do Par.......... 110
Dito dito de machina.....a 110
Cacao............... j> 21800
Caf do Rio primeira orle. 29700 2)800
Dilo dilo segunda dila..... 2350 jVXl
Dilo dilo lereeira dita ; ... 2*000 2pl00
Dito dilo escolha boa,.....> 1*300 1*400
Dilo da Baha......... 2*400 2*600
Cburosseccosemcabeilo28a32 147 207
Hilos ditos 24 a 27.......a 147 187
Ditos dilo 18a 23 .....: a 147 187
Di los seceos espichados..... 152 167
Ditos salg. Babia e Para 28 a 32. 117 127
Dilo dito 26a|20....... 117-127
Ditos salg. deP.e Ceara 28 a 32* 127 147
Ditos ditos dito 26 u 2J> i>
Dilosditos doMaranhao 28 a32. a
Cravo girofe..........
Dilo do Marauban........ a
Gonnna copal #. .
Ipec.iciianlia.......... '
Oiiruc...........
Salsa parrilla superior.....
Hila dila mediana.......
Dita dila inferior......
Assucar de Pernambuco .
Dilo da Bahia........
Dilo do Para, bruto.......
Dilo maacavado.........
Dilo refinado no paiz em formas
Dito dito quebrado (pil). ...
Dilo dilo em p (rape)......a
Vaquetas de Pernamb. e Ceara nma
Dila do Maraohao....... a
Chifres do Brasil penenos. mil
,' Despachado
Arroz dn Maraiiho e Para ord. 11
Dilo dilo do melhor......
Dito dilo superior... ?*. .
Dilo dito miuilo......... 1
Pao campeche,.......
Farinha de pa'o do Brasil .11
Tapioca .... 'jSJj. .... a
Preco correnle ios genero it exportarn pura
o Brasil.
Captivos de direitoa.
Amendoa em milo doce do Al-
.arve..........
Dita era casca couca.......
Dila dila molar.........
Nozes.........
Figos do Algarve amcatxa .
Ditos dito braucos^kl.....
Ameixas............
Presuntos............
Chouricos....._ .
Carne easaccada. .
Toucinho.....
Itanba de porco. .
Cimente de Goa. .
Cera braaca por bahl
Dila amarella idem^aj
Dita em groase ideat.l
Dita era velas dem. ,
Azeile......
Agurdente eocascada 30 araos, pipa 2*GflOO
Viiiho niusralel de Srlubai. caix. 8*000 8*>0
Dito tinte marca P. S, a bordo, pipa 118*000
Dito dito, dilo dem......nc. 1209000
Dilo dilo marca B. e ., idam. pipi 120*000
Dilo dito dilo, idam. anc. I
Dito dito T. P. e Filhos, dem, pipa*
DUedito, dem.........ana 112*000
Dilo branco marca F. S., dem pip. 118*000
Dilo dito dito. dem......anc. 120*000
Dilo dilo dilo B.F. dem .... pipa IMKWO
Dilo dilo idem dem ...... anc. 122*000
Dito dilo marca P. (i., dem. pipa 1V*000
Hilo marca T. P.e Filhos!, tdera. pipa 110*000
DHo dilo dilo. idem......anc. lf^
Vinagre Unto marca F.e S.dem pipa
Idem idem idem........anc.
Dilo dito marca B. F., idem pipa
dem idem idem........anc.
Dilo dito marea P. G......pipa
dem idem idem........anc.
Dito dilo marca TAj F., idam pipa
dem idem idem. r .... anc.
Dilo branco F. e S., idem. pipa
dem idem idem........anc. 5IJ1I0OO
Dilo dito marca B. I-'.,idem pipa 40*000
dem dem merca f. G ^ pipa 44*000
Dito dilo dilo, dem. JE anc. 46*000
Dilo dilo dito T. P.e F.afdem. pipa 38*000
dem idem idem........arte. IUKKX)
MOVIMENTO MARTIMO.
Embarcacoe entradme.
fVdVSfS^to 21 da Bahia, bsrea porlogueza Fi-
gaeirenseTn^tnitao J. P. Dias.
dem iileras?Seuhora da Boa Viagem, capilo
A. J. da Cunlia. "^^-^-^
dem 25 do Rio de Janeirprbarea- Dorlogaeaa
Villa da Prala.t capilfln F. (i. da Anjo^--^
dem lo Maraohao, brigue. porluguez aFIbiF "*
Maranhao, capitao J. J. Caetano.
140
6aoto
19200
a*io*"
1*800 ,
1*800
9700
1*400
40*000
.">*400 5*601)
5*800 6*80"
6100 09800
WOO 4*490
2)00
800 900
19100 1*400
ojftjti
I3i0
1*300
coa
i*
300
360
360
2)800
401000
44*000
449000
469000
301000
38*000
489000
:
i
I
1


'


OIAR'O OE PERRMBUCO SBADO 11 DE DEZEH8RO |E IIS5
s
Desembrn 9do Hlo de Jnoeiro, Bahia e Pernam-
bueo, vapor ioglti clamar,* capilSo T. A. Bevit.
Sahidct. ,. ,
Novembro 13para Pe na moneo. Baha e Rio de
Janeiro, vapor inglni Tay, capilao J. W. Santer.
Hem 15 Para Pernambueo, barca portuguexa
Carila e Amalia, capilao C. Silva.
ldrm 18para n Rio da Jane.ro, brigue porlo-
aux trEolo, capiUo F. L. v Silva.
demdem, barca portoftue** aVenos,.. eapiUo
"idem'"para a BaW*.,|ggae portuguei Bella
tianeirense. capillo A. al. C. Silva.
dem 26 pra Penrtfrtiuco, barca porlogaexa
Omtante, capilla S. M. lo Rea.
dem 38P"ri 'Par.i brigue porlogue/ laru|o
III eeaitio F. A. de Alenla.
dempara olltranhao, brigue brasileiro Lesi-
lania.a capilao B. A. de Abtau.
dem para o l.io da Janeiro, barca portogoeza
oPragresisla,n capillo B. A. drRocrra.
I latera bro 1 para o Rio Grande do ul, patacho
> ingle a ciMiry Malheus, cnpilio R. ktlly.
A' carga.
Paral o Rio de Janeiro barca bratilera nleo-
dong II.
Mero.alera brnsilelra aPalmira.a
Para a Bahiabiigue perlugnex Encantador.D
dem dem Abrolea.
Para o Para palacho portuguez aCaulela.
Para Perntuibuc har* porlugoeM Mana Jote
dem brigue portugus Experiencia.
Para o Rio de Jimeiro^arca Inglesa Uellvel-
lo.
demdem bel! Lauro**.*
- Para a Bahiagalera porluguea Defensor.*
dembarca urca Famillitn. *
Para Pernambucobrig porlognez arojoi.o.
MOVIMENTO DO PORTO.
8349256 vencida em 14 de Janeiro de 1850, vencen-
do o juro de 2 por cento ao mea, Paulo Caetano de
Mello Albaqoerque do 1:700 principal do 3 lelra,
sendo urna de 3509 veucida em 12 de jaoeiro de
1851, oatra de 5509 vencida em 12 de novembro de
1851, e a tercera de 6009 vencida em IC da oulubro
de 1850, todas vencodo o juro de 2 por cenlo ao
mei, Guilberma Pinto Uenriques de 3849 em urna
letra vencida em 25 de Miembro de 1850, vencendo
o aro de 2'por cenlo ao mei, Jos Sorberlo Casado
Lima de 425446 Je ama letra vencida em 5 de no-
vembro de 18*6, vencend j o joro de 2 por cento ao
mea, Jos Rofin Ferreira de 419.170 em orna letra
veucida em 36 dedezembro Joaquim da Silva, or>rigarAo. 8679497 Mannel Pin-
to Ferreira Lima, dila. 1289260, Joao Bapliala II
oalho, dita, 3:4759335, Leman,, lellr, 4:0009,
O msmo, vale, 2509, O mesmo, lellra, 1:11 :lji250,
Manuel Antonio Teiieira da Silva, nbrigara,
3369555, Simes & Araujo, lellra, 247,-200, Jos
Mara dos Santos, nbrigagao, 6199550, Josc lieruar-
do Pereira, dita. 1209128 Manoel Ribeiro da Costa,
dila, HOi-S'JlO, Francisco Nunes de Araujo, 'lila,
4609630, Francisco do Repo Arrile, leltra, 3429070,
Jos Carlos Arcioli, dila, 2539420, Luiz Lopes Vi-
anni, dila, li'.l,59940, Kogero r'ernandes Barros, dita
406)600, Antonio Joaquim Frauklin, dila. 6"-9,
Henrique Jos Urayner de Snma Rangel, leltra.
juro de dous por canto ao mez, padre Joaquim Jos 2829M0, vigario Beriwrdino Jos da Rocha For-
de Verasda quantia de 4:6869905 de principal de | miga, dito, 1559230, Jos Cesar de Vasconcello,
doaa letra*, sendo urna de 3:3439 vencida em 14 de ohrfgagao, 1:4809878, o mesmo, lellra, 309670,
jiinho de 1850. e oulra de 2:3439905 vencida era
14 de dezembro do de 1830, vencendo o joro de 2
per eento ao mea, Flix Ausoslo Srella de 6829era
ama letra vencida* em 2b de margo de 1844, venen
do o joro de 2 por cenlo ao mez, Jo Soares de Fi-
gueiredo de 2005 em urna-letra vencida emll de
Livio Lopes Castelio Urano, |etlra, I0s9.il.), o mes-
mo, dita. 100-9, ltalbiiio Jos Siinea de Carvallio,
dila, 4009, Amonio Trislio de Serpa BroidAn, dita,
63984U, Jos Baplisla Gome, dila, 749899, Uarlo
Gomes da Silva, dila, 1339640, Antonio Alves Keito
sa, dita, 2059910, Miguel Arctianjo da Silva, dila,


Nocid entrad no dia 21.
Araoary-e das, hiale brasileiro Capibaribe, de
39 toneladas, mostr Trajano Anlunes da Costa,
equipasen) 7, cursa cera e mais gneros ; a Lula
Borgea de Cerqoeira. ..,,.' ,
Rio de Janeiro Baha6 dia* lr2, vapor inglex
Tav, eommamlanle S*>*ver. Paasageiro par.
esta provincia, Nicula Bruno. Ficou de quareu-
Rio'SI'janeir*t dias, brigo* francosCewmnr.
de 345 toneladas. capilSo Lelievre, equtpagem
3 a lastro a O. Bieber & Ompanhia. Fi-
co dequarenlena por 10 da.
BahaA dias. hi te hrasitairo nDoua Amigos, de
116 toneladas, sneslre fpio Rodrigues Vianna
Dantas, equipa|em 9, carga varios gneros; a
Loii Anlouio de Oliveira Aiovedo. Passageir*.
Antonio Uias Sonto.
Lisboa e porlos iulerniedios16 dita, vapor porlu-
uez D. Pedro II, commaudanla o lente Joaj-
qoim Viegas do O'. P.ssageiros, Manoel Caval-
caoli de Albuqoerque, Custodio Jos Pereira,
setembro de 1849, vencaodo o juro de 2 por cenlo 5i900, Francisco Gomes da Souza. dila, 2903,
aoroez, Manoel Eugeuio Peixolo Cavalcanle abona- i Francisco Gomes da Silva, dita, 1009900, Manoel
do por caria de 10 de junho de 1846 pelo vinario I Gomes dn Silva, dita, 969980, Thora Pereira de
Jacmlho M,, PeiuMo da qaaulia de 3969450 Caslro Cavalcanli, dita, 549400, Manoel Jote da
ftncipal de urna letra vencida em 18 de dexeinbro Silva, dita, 1689, Manoel Lacio da Silva, dila,
ate 1846, venceudo o joro de 3 por cenlo ao mez,
Francisco Gomes do Reg garantido por Jos Ro-
drigas* do Nascimento da qnanlia de 969240 em
urna letra vencida em 33 de jnuho de 1813 vencendo
0 juro de2 por cenlo ao mez. Raimundo Candido dos
Pessos de 919440 em urna letra vencida em 15 de
ulho de 1843, vencendo o juro de 2 por cenia ao
mez, Jos Pereira Arantes de 2409 em 6 letras de
40 cada ama. Tencidas, a prirueira em 1 de no-
vembro de 1845, a segunda em t de oulubro do
mesmo anuo, a lerceira em 1 da setembro, a quarla
em I de agoslo, a quinta em I de junho, a sexta em
1 dejulho, todas em 1843 vencendo o jaro de 2 pur
genio a mez, Domingos Jos de Miranda de..........
6169330 em una letra vencida eni 14 de junho de
184i, vencendo o juro de 2 por eento ao mez.
E para qoe nao prescrevsm estas dividas, e possa
o sapplicanle ler o dbreilo de cobrar a todo o lempo'
dos ditos devedoresosj seus representantes, vem re-
querer a V. Exc. que se dione mandar lomar por
termo o sen protestoe intimado por editoa aos aup-
plica.ios, visto so adiaren ausentes e iio saber o
suppllcanle aoude exislea. Pede s V. Exc. que
Ihe del a requeridaE H. M.Advoga-
do o Dr.Rego.
IC uiu coulinha, nem nutra coma algaida
e decl i dita plico aqui copiada, a qu.il
I apreaentada e por mim vista, lida e exa-
minada nella del e profer o despacho do tlieor,
forma a maneira senuiole :
Tomt-se por termo o protesto do npplicar.ta,
Ifeucia dus supplicados.Re-
cite 11 de dezembro da 1855. l'erelli-
tais se nao coulinha in-in oulra cousa algunu
larava em dito despacho aqui copiado, dopois
^^r,^^!W-^M*^^*',7,0,'
tonk> Ferreira da Silva Mam. Mari
leiro, Vicloriue Joa Monteiro, JoSo rraocisco
Merques, Jos .Vnlonio de Mondonga e 2 filhos,
J. Wtiuduard, IJomingoa Altes e sua seohora,
Domingos Corren de Freilas, Joo A. Correia,
>nlooio Callsgo Pereira, Manuel Jos Vax,, Cus-
todio Joa Marques, Domingos de Oliveira Prnlo,
Antonio de Oliveira Piulo, Manoel Alvesde Cas-
tro Pereira, Joaquim Pereira da Coala Laraogei-
ra, David Antonio Carvalho de Oliveira Braga,
Domingos Francisco, Amaro de Barros.
Naciot rahidot no mesmo da.
Em commltsUollrgne de gnerra brasileiro uCapi-
baribeu, eommandanle o capilio-tenente Herme-
negildo Barboaii de Almrida.
Loaoda Brigue |ierluguez Portador, eapiUlo Jos
Custodio, carga gu.mele. Passageiros, Joa-
I qolm Kilteiro de Brilo Borlamaqae.
Southampton e porlos inlermediosVapor .inglez
Tay, coramandenle Siwyer. Passageiros desta
proviucia, Ednard Feulon, sua senhora, 7 filhos
1 riada, Carlos Thoisaz PoingdaMre e soa se-
nhora, George l'atchetl, soa senhora, 3 filhos e 1
criada, Ednard 11. Wyat, sua senhora e 1 fllho,
Luiz Locien I'aolain, Emilio Bidoulac, lleory
Law
EDITAES.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial orden da Ruaa ejuiz de direile especial
do commercio desta cidade do Recife, por S. M.
l.eC, etc.
Feto saber aos que a prosete carta de edictos vi-
ren) en como Joaquim Joa de Muura me lez a p'e-
lifio do Ih-or segoiule : |
Illm. e Exin. Si. Dr. jaiz do commercio. Dix
Joaquim Joa de Moura, que sendo-lhe devedores
Mauoel Tiloma de Frenas da quantia de 5689400
principal de duas lelraa, sendo orna de2689400 veu-
cida em 15 de novembro de 1851 e oulra de 3009
venada tamben no ineamo dia, com os juros de 2
por cenlo ao mez. Jo-Jjaquim da Fonle Guinia-
rXeeda qoanlia de 3309 principal de una letra ven-
cida em 27 de m o de 1819 vaneando os juros a ra-
zie de pur canto ao maz. Jas de Bessa Guimaraes
da quantia de 2489054 de urna letra vencida em 7 de
dexambr* de 1841 venceado tambera os jaros de 2
por cenlo, Jos Joaquim de Campos da quantia de
ZCJ870 de urna letra vencida em 28 de dezembro
de 1847 venceudo tamben, os joros de 2 por cento ao
mea, Antonio Joaquim de Albuauerque Lina da
quantia de 459992 de 2 letras que sAo urna da qoan-
lia de 309 vencida am 36 de fevereiro e oulra de
6259993 vencida em 27 de margo ambas de IK.it
venceudo o juros de2 por cenlo ao in-z, e Antonio
Ferreira da Rucha da quanlia de 1:3329313 do prin-
cipal de 2 letras > prirueira de 1759440 vencida em
6 da fevereiro e a segunda de 1:1369873 vencida em
3 de julho ambas le 1849 e ambas vencendo os ju-
ro* Uro be m a raido d por cento ao mez, e para
que Dio prescrevsm estas dividas e posas o sappli-
canle ler o direile de as cobrar a todo lempo dos di-
tos devedores ou seu representantes, vem requerer a
V. Exc. que se digne maudar lomar por termo o seu
protesto e ialimi-lo por edictos aos supplicados,
visto eachareca ausente e nao saber o sapplicanle
aonde exislem. Pede a V. Exc. que Ihe delira na
forma requerida.'E R. M.Joaquim Jos da Fon-
seca.
Tena por termo o- protesto do supplicantee jus-
tifique este a auauoeia do. supplicados. Recife 6 de
dezembro de 18511 A. F. l'ereli.
Aos S de dezembro de 1855, oesta cidade do Re-
cife de Pernainbiico em mea eacriptorio veioJua-
quint Jos de Moura e di munhf abano auaignadas, qoe prolesiava pelo con-
teulo em sua petlgao retro contra Manoel Thomaz
de Frailas e oulroi declarados na dita petigo para o
Ana nella requerido, e de como aio> o disse e pro-
leston'a>sisnou r.om a't.;slemuohss O seauinle ter-
mo*: Eu Maximiaoo Frua^isco Duarte eserivo pri-
ylivo dojuizo comnSerciM o escrevi.Joaquim Jo-
*sc de Moura.Victorino de Castro Moura.Albino
Jas da Silva.
E mais se uii eonlinlia em dita petigao e termo
de protesto aqui lodo copiado. E produzndo o tup-
plicanle suas Icslenuotus, sendo-rae os autos con-
clesos dei a senleuga do llieor srguinte :
A' vista da inquirigSo ile II. 5 verso a II. 6 verso,
pelaqual se prova que os individuos mencionados
na peligto da, II. 2 se acluim-auseutel em lugares nao
sabidos, mando que para ser-lhes enlima.lo o protes-
to constsnle ido termo de 0. 2 verso 3 se passe carta
deedicloi n a prajo de 30 das ecuelas. Recife
14 de dezembro de 1835. Anselmo Francisco Pe-
relli.
E mais se nao continua em Jila sentenga, em vir-
tud* da qual mandoe e escrivao que esta subscre-
veu passar a (eizuinle cou o praae de 30 dias, pelo
qual* **u Iheo'se chama, cita o hei por intimados
aos supptieados de todo o conten ln na peligao e ter-
mo de protesto aqui ludo transcripto.
Pelo que loda e qualquer pestoa, prenles, amigos
ou conhecdos dos supplicados ausentes o podero
faaer acienle deque cima tica exposlo.1L n porleiro
do juizu afilian o publicara o prsenle nosugares
de eostume a publicado pela impreusa.
Dedo e panudo ue>la cidade do Recife aos 19 d
deneaVo d* 1835.Eu Maxiinlao Francisco Dnar-
le, eserivsjf privativo do juixo commercial'O sobs-
ertvi.
.-ruelmo Franctaeo Pei-elW.
O Dr. Anselmo lraocis Perelti, commendador da
imperial ord m da Hat*, joix de direilo especial
do eommerci > di-^^H Kdo Recife, provincia
de Pernimbnco. e C. o Sr. D. Pedro
II a quem Dos gaarlt lr
Fago saber jos qoe a p senle carta virem, em
como Viclorini d* Casti* Houra me fez a pelig'o do
Iheor, forma > maneira nguinie :
Illu. e Exm. Senhur Dt. juix do commercioDiz
Victorino de Castro Moura, que sendo-Ihe devedores
Fraariteo Bezurra da Rocha Cantillo da quanlia do
1:2469671 principal de duas llras, sendo urna de
559361 sencida em IIM dezembro de 1843 e ou-
lra'de 3919310 vencida nW 11 de margo de 1844. e
ambas vencen lo o juro d 2 por cenlo ao mez, Jos
Joaquim de S.i Pagado da quanlia de 1979820 pri*||
Jpal da urna lllrTventida em 13 da maiu de 1849
venceado a joro de 2 por cenlo ao mez, Jos Venan-
cio da Cosa.Aleorim ,ia quanlia de 2:1209720 prin-
cipal de 2 letras, sendo unta de 1:0199235 vencida
esa 26 daoulibro de 1841.a oulra de 1:1019195
vencida em 15 de marga de 1812 vencendo o juro de
2 por cont aamez, Ol Irado Nunes Pereirada quan-
,lia de 139410 le urna letra vencida em 20 de maio
de 1848, garantid pee Jote Malheua Nunes da Silva
vencendo o juro de 2 porcenlo ao mez, Jos Ma-
tlieus Nones da Silva da quantia de 2:0469115 em
duas letras, sendo urna de 1:6479275 vencida em 17
de junho de 1849, e outra de 3989840 vencida tam-
ben no memo dia, venceudo o javo de 2 por cento
ao mea, Francisco Antonio de tMU da quantia de
59B297 em duas letras, sendo urna de 3059100,
tenla em M de Janeiro de 1850, e oulra de........
3539387 vencida en 17 de abril de 14)50, venceudo o
jaajo de 2 por cenlo ao mez, SebisIJKI.ins Wauder-
ley Padrinho 17:19200 em <** leOf vencida em 28
ile maio da 1M(i, ven jnif juro de 2 por cenlo
ao me* Alaimdre Jos di*Campos garantido por
Jeronymo Fesrreira Pinto da qoanlia de 1699870 de
una letra vencida air 21 de Janeiro de 1850, ven-
cend o juro ile 2 por rento ao mez, Antonio Evao?.
geliela Doart da 9029439 em urna lelr--T7TjTiT3'eni
7 de oulubro de 1847, vencendo^- jur,, de 2 por
cenlo ao mez. Jos timesjjtfrle ,ie 4.379:13 em
ana letra veiifJila^sr'treouiubru de 1818, ven-
cendo o oro le 2 por cenlo ao mz, Filippe Piery
de MerffJoRga da quantia de 468/512 principal de
duna letras, asndo umi de 2349256 vencida em 14
d* jaoeiro de 1849 e oatra da mesma quanlia de
Aos 11 da* do mez de deanibro de 1855, nesla
cidade do Recife de Pernambucq, em meu escrip-
torio veio Victorino de Catiro Moura o disse pa-
rante mim e as testeinnuti abaiio assignadas, que
prolesiava pelo conleudo em soa peligo retro, que
faz parle do reseme termo para o lim nella reque-
rido; e de como assim o disse, prolestou, e assig-
oou com as lestemunhas o prsenle" termo. Eo
Maximiano Francisco Duarte, escrivao privativo do
juito commereial o escrevi. Victorino d Cartro
Moura.Carlos Francisco Salles de Brilo.Cosme
Vicente Ferreira.
E mais se nao continha era oulra cousa alguma
*l declarava em dita peligo, despacho e termo de
rolesto aqai copiado, depois do'qoe tendo o sup
pliranla produzido suaa lestemunhas e sendo-me
os autos conclusos, nelles dei profer a sentenga
do theor, forma e maneira seguinle :
Av vista da inquiridlo de folhas 5 folltas 6
verso, pela qual se prova acharem-se ausentes, e, em
lagares nao sabidos os individuos designados na
peligao de folhas 2, mando que para ser-lhes inti-
mado o protesto constante do termo de folhas 3,
se passe caria qoedilos com o prazo de 30 das e
costas.Recife 14 de dezembro de 1833. Ansel-
mo Francisco Perelli.
E mais nada se coulinha, nem oatra cousa .-lign-
ina se declarava ero dila sentenga aqu trans-
crinta, em virlude da qual o eserivo que esta
subscreveu manJau passar a presente caria de e ti-
los com o prazo de 30 dias, pela qual e seu theor
se chama e intima, e. hei.por iulimadus aos suppli-
cados devedores ausentes cima declarados de lodo
o conleudo na peligao e termo de protesto cima
transcripto.
Pelo que, (odae qualquer pessos,prenles ou ami-
gos dos ditos supplicados os poderflo fazer scientes
do que cima tica exposlo, eo porleiro do joizo aul-
lara a presente nos lugares do coatume, e sera pu-
blicada pela imprensa.
Dado e p.is-ido netla eidaae do Recife aos 20 de
dezembro de 1855.Eo Maximiano Francisco Du-
arte, escrivao privativo do juizu commereial o es-
crevi.AHtetmo I-rancuco Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, eommenador da
imperial ordem da Rosa ejuiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Recife por S. M.
I. e C. que Dos guarde etc.
Fago saber ao que a presenta caria virem, em
como Man el Pereira Teiieira me fez a peligao do
Iheor sesuinle: ,_^H
Diz Manoel Pereira Teiieira, que sendo-lhe Jos
de Albuquerque Mello devedor da quanlia de ris
1:0169475, e juros vencido*, proveniente de urna le-
tra por elle aceita a Joaquim Jos Tranco, endossada
a elle supplicanle, quer nos termos do arl. 453 3"
do cdigo do commercio protestar pelo pagamento
desla quanlia, afim de acaulelar seu direilo : e como
o supplicado ha muito sa (Cha ausente em lugar
nao sabido, e nem to poueo sa saiba se anda exis-
te, o que previamente justificar, requer e pede a V.
Exc. se digne mandar tomar por termo seu protesto,
e qoe este saja, por edito* intimado ao supplicado ou
seus herdeiros. E K. M. O advocado. Alrneida.
Nada mais se coulinha era dila peligao, a qual dei
o despacho seguiste :
Tome-se por termo o protesto do sapplicanle, que
justificar a ausencia do suppliculo. Recife 29 de
novembro de 1835.A. F. Perelti.
Nada mais se continha em dito despacho, em tir-
lu le do qual o eserivo lavrooM termo do theor se-
gu nle :
Aos 29 do mez (Te novembro de 1855 nesl.i cd.tda
do Recife de Pernainbuco em meu eacriplorio veio
o supplicanle Manoel Pereira Teixeira, e disse pe-
raule as lestemunhas abano assignadas que proles-
lava pelo conleudo em sua peligao retro contra Jos
de Alboquerque Mello, flaclarado na dita peligao
para o lira nella requerido, e como assira o disse e
prolestou assignou com as lestemunhas o prsenle
termo. Eo Maximiano Francisco Ouarte, escrivao
privativo do juizo commereial o escrevi. Manoel
Pereira Teiieira.Leopoldo Ferreira Marlins Ribei-
ro.Sorberlo Alves Cavalcanli.
Na la mais se eontiuha en dito (armo de protesto
aqu transcripto, e prodosindo o supplicanle a* suas
lestemunhas e sellados os aotos subiram a conclusao,
nos quaea dei a senianca aeguinle :
A' vista de folhas 4 a folhas 5 verso, por onde jul-
go provado aehar-se aosenle em lugar nao sabido
Jos de Alboquerque Mello ; pelo que mando que,
para o lim requerido na peligao de folhas 2 ceja o
ausente citado por edltos, passando-se a. respectiva
carta com o prazo de 30 dias e costa*.' Recife 15 de
dezembro de 1835.Anselmo Ufaocisoo Perelli.
Nada mais se continha em dita senlenga aqui trans-
cripta, em virlude da qual o escrivao qoe esla subs-
creveu mandou passar a presente caria de edilos
cora o prazo de 30 dia* e costas, pela qual e seu
Iheor se chama e intima e bei|por intimado o suppli-
eado devedor ausente cima declarado de lodo o con-
leudo na petigao e termo de protesto cima trans-
cripto' Pelo que (oda qnalquer pessaa, prenlas
ou amigos do dito supplieado a poderao facer Mien-
te do que cima tica t .posto; e o porleiro da jaleo
afiliara* o presente nos tugare* do costme e era pu-
blicado pela imprensa. %
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
uambuen aos 18 de dezembro de 1855. Ea Maxi-
miano Francisco Duarte, escrivao privativo do uixo
commereial o sabscrevi. &
Antelmo Francitco Prettw
O Dr. Anselmo Francisco Perelti commeudador da
imperial ordem da Rosa, juii de direilo especial
do commercio nesla cidade do Recife e seu lerino
por S. M. I. o C. o Sr. D. Pedro II.qoe Dos
guarde etc.
Fago saber aos que a prsenle carta de edilos vi-
remem com Marcolind Gungalves da Silva e outros
me dirisiram por escripia a petigao do Iheor se-
gu n le :
DizemMarroliuo Gongalves da Silva, e oulros
herdeiros do finado Francisco da Silva, negociante
que foi nesla cidade, que exisudo em seu poder di-
versos ttulos de crditos, querem fazer intimar aos
devedores por meio de edites, por serem, e os pre-
sentes em suas proprias peasoas o protesto judicial
para que nao corra contra os supplicanles a pres-'
cripcao que concurren* a favor dos devedores cons-
tantes da relagao junta,ludo segundo o determinado
pelo 3 do codito commereial; por lano pedem a
V. Exe. lllm.Sr. DcjaJuiz do eommercio Ihe delira
como requerem.-^vR. M. Como procurador
baslante Amonio da Costa Ribeiro e Mello.
Naq* mais se continha em dita peligao a qual sen-
do-lae apresentada nella dei o seguale despacho.
Tome-sejpor lermo o protesto do* supplicanles,
que justificaran a ausencia dos supplicados. -
Hecifo 24 de novembro de 1833. Perelli.
Nada mais se coulinha em dilo meo despacho, em
virlude do qoal o escrivao respectivo lavrou o ler-
mo du Iheor seauinle : J
Aos 24 dias do mez de novembro de 1855 tiesta
cidade do Recife de Peruarabuco n meu escriplo
rio veio Antonio da Costa Ribeiro e Mello, como
procurador bastante dos supplicanles, e disse perau-
le as leslemuiilias abaixo assigoadas, qua protesta-
va centra os supplicados pele coulendo na peligao
relro, e de como assim o disse e prolestou, fli este
que assisuou com as lestemunhas,
Eu Maximiano Francisco Duarte escrivao priva-
tivo do juizo commereial o escrevi Antonio da
Costa Ribeiro e Mello. Joaquim de Albuquerque
ello. ivAnlonio da Silva Pessoa de Mello.
Nj, >-*_e continha em dito protesto, e he
relagao dos devedoreTSW do lneor "ninle :
FranciscodasChagasCavalcS"' ^JJM" *9?-''''
Pedro Anlonio Velloso da SilveirX1"8:. 3889940,
Jo* Guslon, dila, 329, Joao Baplisla r ert'"a da
C.mara, dita, 639660, Manoel Brigido d? SHll"s-
dila, 3609, Joio Augusto baodeira de Mell
669666, Antonio Joaquim do* Sanios, dila
1009048, Jos Anastacio de Albuquerque, dita,
1.4439707, Manoel Crneiro Cavalcuti de Albu-
3erque, dita, 4149720, Jos Pinto de Miranda,
Ita, 9229279, Joao Lins Cavalcanli, di|a,629, Jos
Feruandes Jorge dita, 599548, Francisco Cavalcan-
li de Alboquerque Lcenla, dila, :140J690, Luiz
Antooio AKes Mascareuhas, vale, 569.
Nada mais sa continha em dila relagao, depois do
que, produzndo os supplicanles suas (eslemunhst,
com as qoaes proven a ausencia dos devedores, a
fazendo o respectivo escrivao os autos concluso*,
Miles proeii a seguinle senlenga.
A* vista da inquirigao de folhas 6 a folhas 8, pela
qual se prova qoe os individuos designado nn rela-
gao de folhas 3 enm a declaragao de ausentes, esto
com effeito ausentes em'logsret nSn sabidos," mando
que para se Ibes intimar o protesto, constante do
termo de fblhas duas, e versos, se passe carta de
editos Cism o prazo de 30 dias e cusas.
Recife 5 de dezembro de 1835. Anselmo Fran-
cisco Perelli.
ada mais se continha em dila miuha sentenga,
*f Virtud* da qual o icrivin qoe esta subscreveu
fez passar a presente carta de edilos raimo o pralo
de 30 dias, a pur ella h. i por intimados todos
os ausentes nesla declarados por lodo o conleudo do
protesto nesla incerlos, aftin de qne nao fiqueiu
prescriptos os debltosacima declaradcs, e ixissam
os supplicanles haver em lodu lempo dos supplica-
dos sua* respectivas importancias e assim todos os
parent-s, amigse conhecidos dos ditos ausentes
os poderao fazer cenles "de todo o exposlo. E
para constar raandei passar a presente, e mais doas
do mesmo Iheor, sendo urna publicada pela impren-
sa, e as duas alunada* pela respectivo porleiro no
lugares do coslume. Dada nesla cidade do Re-
cife de Pernambuco em 17 de'dezembro de 1835.
Sabscrevi. eu Maiimiano Francisco Duarte, escri-
vao privativo do juizo commereial.
Antttmo Francisco Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, commendador
da imperial ordem da Rosa, jaiz de direilo espe-
cial do commercio desla cidade do Recife, capital
da proviuet* de Pernambuco por S. M. 1. e C. o
Sr. D. Pedro 11 a quem Dos gnarde etc.
F*go saber aos que a presente carta virem, em
como Joiqoim da Silva Castro me fez a petigao do
Iheor e maneira seauiute :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juix do commercio.
Diz Joaquim da Silva Castro que em virlude do arl.
443 do codito commereial precisa protestar contra
os devedores na lorma qu determina o arl. 453 S 3
do dito cdigo, alim de interruinper a prescripgao
nos dbitos vencidos ha longo lempo: par isso requer
a V. Exc. que mande lomar por lermo o seu pro-
testo e como os dove lores moram em lugar ncerto e
nao sabido quer se passe carta edital intimando
aos devedores o protesto requerido os quaes sao os
da relagao juula, correndo joros todos estes dbitos.
Pede a V. Exc. assim Ihe delira.E R. M. Ad-
vocado, Dr. Reg.
E mais se nao continha em dita peligao na qual
dei o mea despacho do Iheor seguinle :
Tome-se por lermo o protesto do supplicanle e jus-
tifique este a ausencia dos individuos constantes da
relcelo junta. Recife 11 de dezembro de 1855.A.
F. Perelti.
E mais se nao continua em dito despacho em vir-
lude do que o escrivao lavrou o lermo de protesto do
theor seguale :
Aos H de dezembro de 1835 nesla cidade do Re-
cite de Pernambuco em meu e-criplorio veio Joa-
quim da Silva Cattro c disse que perante mim e as
lestemunhas abaixo assignadas que prolesiava pelo
conleudo em sua peligo relro. coulra os supplica-
dos Antonio Scralim d'Asiampgao e oulro* declara-
dos na seguinle relagao que faz parte do prsenle
termo para o lim na mesma requerido,e de como as-
sim o disse e prolusin aeaignoii o prsenle com
as leslemuuhas. En Maximiano Francisco Duarte,
escrivao privativo do juizo commereial o escrevi.
Joaquim da Silva Caslro*Manoel Jos de Souza
Boaventnra Acevedo de Andrade.
E mais se nao coulinha eui dito termo de protesto
aqoi transcripto depois du que via-se a relagao dos
devedores por letras e obrigaraes a qual he a se-
guinle :
Antonio Scralim da Assumpc.lo 1115330, vencida
em7 deaetembro de 1831, 7 de maio de 1836 ; pa-
dre Loorengo Gomes Monteiro 2029870. vencido em
30 deabril de 1837, 4 de ago-lo de 1838'; Amaro
da Cosa Souza 1959915, vencido em 4 de maio de
1839, 22 de abril-d 1840 ; Joaquim Jos Cavalcan-
li 2189340. vencida em 7 de abril de 1811, 4 deju-
lho de 1840 ; Seiaphim de Souza Silva 9919050,
vencido em 4 dejulho de 1841, 8 dejulho de 1841 ;
Antonio Jos FernanHes Guimaraes 1139085. venci-
do emSdeoutobro de 1841, 14 de setembro de
1841 ; Manoel Alexandre de Lima Jnior 589d20,
vencido em 14 de dezemhrode 1841, 22 de ouiobro
do r-'il ; Benlo Joaquim Marques I9C9710, vencido
em 22 de dezembro de 1841, 8 de julho de 1841
Jos Joaquim de Mello 5009, incido em 8 de Ja-
neiro de 1842, 18 de novembro de 1841 ; Paulo Go-
mes de Oliveira 2809320, vencido em 18 de margo
de 1842, 5 de agoslo de 1810 ; Luiz Antonio da Cos-
a 21057O, vencido em 5 de agosto de 1842, 15 de
julho de 1841 .Antonio Itezerra de Souza e Francis-
co de Asi Bezerra de Menezes 1909, vencido em
15 de agoslo de 1842,25 de fevereiro de 1842 ; Pe-
dro Velho Brrelo 5379600, vencido em 25 de agos-
lo de 1842. 9 de fevereiro de 1843 ; Candido enlo-
mo de Alboquerque 2939795, vencido em 9 de maiu
de 1843, 11 de margo de 1844 ; Jos Francisco Ca-
valcanli de Alboquerqae Mello 107/310, vencido
em II de maio 1844, 22 de agoslo de 1844 ; Vicen-
te Jos de Arruda 1:0769885, vencido em 22 de de-
zembro de 1844. 24 deabnl de 1845 ; Mauoel Ta-
Secrelaria da Uieseuraria provincial de Pernam-
buco 17 de dezembro de*1855.
O secretario.
A. F. d'Annuncitcao.
O Illm. Sr. inspector da ItiMourari provincial,
em i-iiiiipriiiuMiln da resolugaoda junta da fazenda,
manda fazer publico, qne no da 17 de janeiro pr-
ximo vindouro, vai novamenle a praga para er
arrematada a quem por menos fizer a conservagao
permanente do I. termo da eslrada da Victoria, ava-
hada em 2:0379000 reis, por lempo de 10 meces.
E para constarse mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da iliesourai i, provincial de Pernambu-
co 17 de dezembro de 1855.
O secretario.
A. F. a'AnnunciacaO'
O Illm. Sr. inspector da Ihosourara provincial,
em i-iimpriin 'iilo da resolugao da junla da fazenda,
manda facer publico, que no dia 24 de Janeiro prxi-
mo vindouro, vai novamenle i praga para ser arre-
matada a quem por menos fizer a conservagao per-
manente da estrada de Pao d'Alho avaliada em
4:000900(1 reis, por 10 meces.
E para constar se mandou afiliar u prsenle e
publicar pelo Diario.'
Secretaria da thesouraiia provincial de Pernam-
buco 17 de dezembro de 1855.
O ecrelario.
A. F. it'Aununciarao.
O Illm. Sr. inspector da IhesourarU provincial
em ruiupri nenio da resolugao Ha juui da fazenda,
manda fazer poblico, que no dia 24 de jaueiro pro-
ximo dilu o. perante a mesrr.a junta, vsi novamenle
a praga para ser arrematada a quem por menos li-
cor a conservagao permanente da eslrada do Sul,
avaliada em 5:1009000 res, por lempo de 10 me/es.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria dalhesouraria provincial de Pernambu-
co 17 de docrmbro de 1855.
, O Mcrelario.
./. /'. d'Aiinvnciarao.
O Illm. Sr. inspector dathesuurariajproviucial.em
i uuipriiiie ilo da resolugao da junta denceuda, manda
fecsr publico, que oodia 21 de janejntc-roiimo vin-
douro, vai novamenle a praga para *,;r arrematada
a quem por menos fizer a conservaglo premaiienle
da estrada do Norte, avaliada em 1:30197-28* reis, por
lempo de 10 mezes.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 17'de dezembro de 1855.
O secretario.
A. F. d" 4nmtnciaciu.
O Illm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provin-
cial, em comprimenlo da ordem do Eim. Sr. pres-
deme d* provincia, manda lacer publico, qoe nos
dias 8, 9 e 10 de Janeiro prximo vindouro vai nova-
menle praga para ser arrematado a quera maior
prega oflerecer, om silio na eslrada de Belem, com
casa de pedia ecal, copiar na frente e no fundo da
casa, um grande telheiro coberlo de le has sobre pi-
lare, com bastante* fructeiras de (rulo, baixa para
capim, umvivelro para peixesj, duas cacimbas, cer-
cado em parle com cerca de limao a porta de ma-
deira, avahado em 3:37590000, o qoal fo.adjudica-
do faieuda provincial, por execuco coulra o ex-
Ihesooreiro Joao Manoel Mende* da Cunta Acevedo
e oulros pelo alcance da mesma Ihesouraria.
E para constar se mandou afiliar o pcesente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco 15 de dezembro do 1855.O secretario,
A. F. d'Aniiiiiiciagu.
Pela recebedoria de rendas internas geraas se
declara que o correte mez he o ultimo para paga-
mento dos imposlos do anno de 18541855, a saber:
renda dos proprios naeionaes, furos de terrenos de
marinlta, decima addicioual das corporagoes de nao
morta, imposto sobre lujas, casas de descont, etc.,
dilo sobre casas de movis, roupas, etc., fabricados
em paiz estraugeiro, dilo sobre barcos do interior, e
laxa dos escravos, lindo o qual se proceder a co-
branga execoliva. Recebedoria de Pernambuco 4
de dezembro de 1855.O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacrela.
O Illm. Sr: inspeclor do arsenal de mariuha,
contraa com quem mais Vanlagens oflerecer a favor
da fazenda, a encoinmemla e compra de 4,000 bar-
rica* de buin cemento, para as obras do melbora-
mento do porlo, viudas da Europa, e entregues no
todo ou em parles oas poca que ronvencioaar-te,
leudo lugar o contrato no dia 30 do crreme mee,
pelas 11 horas da manhaa, em visla de proposlas em
cartas fechadas apresentada* al essa hora.
Secretaria da iuspecgao do arsenal deraarnha de
Pernambuco em ISdedecembro de 1835.O *ecr*-
taro, Alexandre Rodrigues dos Alijos.
r O Illm. Sr. inspeclor do arsenal de mariuha,
lendo precisan de contratar o foruecimeiilo de car-
vao de prdra peerado de boa qualidadejpara os
vapores da armada, por todo o lempo a decorrer al
lindar o correle eiercicio, manda convidar as pes-
snas a quem convenha ajilo contra lo, a a presentaren!
as suas piopuslas em cartas fechadas ale o din 21 do
cnrrenle, pelas 11 horas da mauhaa, acompanhadas
das_ complenles amostras, em que lera elle lu-
gar.'
Secretaria da iuspecgao do arsenal de mariuha
de Pernamboco em 18 de dezembro de 1855.O *e-
crelario, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
O Illm. Sr. insqector do arsenal -de marinha
manda lacer constar que os contralus menciooadoa
as declararnos com dalas de houtem effecluam-se o
de cemento a vista de amostras, acompanhaudo as
proposlas, e o de carvo sob a clausula de sar pealo a
boido uos vapores da armada dentro das respectivas
carvoeiras.
Secretaria da in.peccao do arsenal de marinha de
Pernambuco ao 19 de dezembro de 1855.O secre-
tario, Alexandre Rodrigues dos Alijo*.
Pela administraran do correio se fax poblico a
quem ioteressar possa. que de conformidade com o
arl. 9 do regulamenlo de 15 de maio de 1851, lera
de e proceder no dia 31 do crranle a abertura e
consumo das carias em ser do anno financeiro de
1854 a 1855, e as lista* eslarAo paleles na adminis-
traran.O administrador,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Correio g-eral.
A* malas qne tcm de conducir o vapor D. Pedro
II para o Rio de Janeiro e "Baha, serio fechadas
boje (22) as 10 1|2 horas da nuih,
AVISOS MARI
TIMOS
Para o Rio de Janeiro
igue com milita breviuade o brigue nacional 'for
do Rio: para o restante da carga e passauciro trata-
se com o- consignatarios, Isaac, Curio & C, na ra
da Cruc n. 40.
Lisboa.
DECLARAJO'ES.
2iii
vares Pacheco 3799970, vencido em 2i;o-julho !,
1845, 30 .lensoslu 16 1844 ; Rufino detSouza Silva
4009, vencido em 30 de agosto de 1845, 19 de oulu-
bro de 1813 ; prancisco do Sou/a Mello 1189, ven-
cido em 29 de novembro de 1845, 28 de julho de
1849 ; Rodrigo Caslor da Rocha Hartos 488912".,
vencido em 28 de mecen de 1850. 4 de" ooluhr de
IHi'J ; Theodoro Alvo Vieira 99JI10, vencido em
4 de ano.to de 1849, 3 de noveribro de 1819 ; Fran-
cisco Xavier Das Jnior 1239480,-venri,lo em 2 de
fevereiro de 1850. l5de maio de 1848; Jos da
Costa Nogueira 829800, vencido em 15 de novemn-o
de 1848, 5 de margo de 1844 ; Joao Correia de*Ea-
cerda 5369, vencido em 5 de selembro de 1844.
Recife 7 de dezembro de 1855.Joaquim da Silva
(lastro.
Nada mais se continha em dita relagao aqni fiel-
mente transcripta a qual foi sellada como se moslra
da verba, do theor seguinle :
Eslava o sello das armas imperiaes. N. 33. 160.
Pago 160 rs. Recife 10 de dezlnbro de 1855.
Carvalho.Seuoa.
Najda mais te continha em dita verba de sello-e se-
guindo-so a inquirigao de le-lemunlus foram-me os
autos conclusos depois de serem sellados nos quaes
dei minha senlenga do Iheor seguinle :
A vista da inquirirn de lie. 5 a Os 6 verso pela
qoal te mistra qua os Individuos mencionados na re-
lagao de fls. 3 etao auseiileaem lugares nao tbidos
mando que iojam citados para o fim requerido na
peligao de folhas 2, passando-se carta de editos rom
o prazo de 30 dias e cotias.
Recife 14 dedezembro de 1S55.Anselmo Fran-
cisco Perelti.
E mais se nao coniiolii om dila senlenga aqui fiel-
mente transcripta, em virlude da qual o esrriv =
que esta ha de sultscrever mandou passar a prsenle
e*rla_de edictos com o prazo de 30 dias, pela qual e
"cor se chama e intima e hei por intimado ;
.cados ausentes cima declarados de lodo o
ido na peligo e termo de protesto cima trans-
cripto. Pelo que toda e qualquer pessoa, prenles
ou amigos dos ditos supplicados Ihca poderao fazer
COrvSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em camprimento do
arl. 22 do regulamenlo de 14 de dezembro de 1852,
faz publico que foram aceitas a* proposlas de Joa-
quim Jos Oas Pereira, Joio Carlos Augusto da Sil-
va, Luiz Borgea de Cerqueira, Ma^alhaesr. Silva,
Eduardo Frederiro Banks, Ricardo de Freilas d C,
Souza & lrm.io, Jo.lo Feruandes Prenle Viauna e
Domingos Jos Ferreira Guimaraos, para forne-
cerem .
O 1., 223 libras de velas de carnauba, a 460 r*. ;
18 duzias de navios, a 1 ii> rs. ; 64 libra* de lio de
algodSo, ,i 540 rs. ; 1.304 pares de tpalos feilos no
Aracaly, t 19650 rs. ; 781 cauada de azeile da car-
ra pato, a 860 rs. ; 30 dilaa.de dilo de coco, a
29370 r.
O 2., urna pega de lona da Kuxsia, por 459000
ris.
O 3., 5 arrobas de oleo de liuhaga, a 300 r. a li-
bra ; 4 ditas de oca,; a I9o00r*.; 2 dita* de pos
pretos, a 220 rs. a libra ; 1 dila de roio-terra, por
2000 rs. ; 16 libras de zarcao, a 220 rs.
04.. 4 pegas de Qla.de la para silbas, a IO9OOO |
6 facas fiamengas, a IO0 rs. ; 8 resmas da papel de
peso, a 4J000 rs. ; 8 duzias de limas triangulas de 4
polegadas, 1 900 rs. ; 8 ditas de .lila* de 6 ditas, a
19300 rs. ; i dila* de limalOes de 5 ditas, a 19300
rs. ; 4 ditas de dito* de 8 dita*, a ljjOO r<. ; 3 H
limas meia-canna de 9 dilas, 29300 rs.
_ .).". 6 costados de amroslo, a 129000 rs. ; 6
eostadinlios de dilo, a 9SO00r**'
O 6.. 2 livros em bronco paula los de 200 folhas,
a 5>00O rs.; 6 ducias de lapis, a360 rs.; .40 garra-
fas de tinta prela. a 480 rs.
O 7., 12 pelle de couro de luslre. a 39750 rs. ;
2 pan-lias de ferro de 25 gal&es cada orna, a 359000
rs. ; 35 resnasele papel almago, a 39150 rs. ; 8 di-
tas de dito de peso, a 39950 rs. ; 5 ducias de lima*
chalas de 4 polegadas, a 830 rs. ; 4 dilas de dilaa
ineia-cauua de 4 diias,850 rs.;|2 dila* de ditas chalas
de 9 dilas, a 29300 rs. ; 2 ditas de dilas de 10 ditas,
>SUO rs. ; 2 dilas de lima* meia-canna de 5 ditas,
1 --111.1 rs.
O 8., 25 resmas de papel almago, a 33000
O 9.", 5 duzias de limas chatas de (i poleadas,
I.MOO rs. ; 7 dilas de dilas de 7 dilas; a 19300 rs. ;
6 ditas do dilas de 8 dilas, a 1.-),UO rs. ; (i ditas de
ditas de 12 dilas, a 49UJO rs. ; j dita, de dilas de 14
lilas. a 69000 r.; 5 dilas de dilas de 16 dilas, a
89500 rs. ; 8 dila de ditas chalas mugas da 8 ditas,
a I9.3OO r. ; 8 dilas^de ditas ditas de (dilas, a
39500 rs, ; 4 dilas de ditas mei-canna de 6 dila, a
19100 rs. ; 7 ditas de dila ditas de 7 ditas, a tnlOO
rs. ; 6 dilas de ditas dita* de 8 ditas, a 19500 rs. ;
6 ditas de ditas ditas de 12 dita*, a 49100 rs. ; 4 di-
laa da dila ditas de II ditas, a 69OOO rs. ; 4 dita*
de dilas ditas de 16 dilas, a 89500 rs.; 6 dilas de
dilas meia-canna muras-de ti dilas, a 39.3OO rs. ; |
ditas de dilas dilas de 8 ditas, a I9.3OO rs. ; 4 ducias
de limalOes de 10 dita*, a 39300 rs. *
E avisa aos tupradilo* vendedores que devem re-
colherao arsenal de guerra os referidos olmedos no
di 33 do torrente mez.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 20 de dezembro de
1855.bernardo Pereirm o Carmo Jnior, vogal
e secretario!, .
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco sobie odo Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
de Pernambuco 5 de dezembro de
A galera portuguesa JOVEN CARLO-
TA, segu para Lisboa ate 25 do corren-
te, tem a maior parte da carga prompta:
para o resto e passageiro para os quaes
tem e\cellentes commodos, trala-se com
Novaes & C, ra do Trapiche n. 34, pri-
meiro andar, ou com ocapitao na praca.
__ Para oCear segu com brevdade o palhabole
l'enus ; recebe carga e passageiros : a tratar com
CaelaiioCuiaeodaC. M., ao lado do Corpo Sanio
n. 25.
Para o Aracaly pretende seguir por esles dia
o hiale uCapibaribcu com a carita que tiver ; para
o resto ou passageiros, dirija-se a ra do Vigario
n. 5.
Companhia biasileua de paquetes de
vapor.
O vapor 'i'ocanlin, eommandanle o capilo de
Trgala Mancebo, esipera-se dos portot do norte em
seguimeoto para os do sul ale o dia 25 de dezembro
correle. Hecebetu-se passageiros, carga e eucom-
meodas : na agencia, ra do Trapiche o. 40, efun-
do andar.
Para Lisboa pretende sabir com
muita bi-eridade.o brigue portuguez 'Im-
perador por ter a maior parte da carga,
prompta: para o resto da carga trata-se
com os consignatarios Novaes & C., ra do
Trapiche n. 34, ou com o capitao na
praca.
Maranhao e Para'.
Segu em poucus diat o brigue escuna Graciela ;
recebe carga e passageiros : Irala-se com o consig-
natario J. B. da Fonseca Jnior, na roa do Vigario
n.23.
Para o Porlo, o brigue Trotador sahir no
di* 24 do correle ; para o resto da carga paita-
geiros, trata-te com os consignatarios Barroca Cat-
iro, na ra da Cadea do Recife n. ou com o ca-
O* tocio* realisaio a* entrada* de sens fnndos ao
patso-que Ibes foae/n reclamadas pelo tocios geren-
tes, que Ihes passaro competente* recibo*.
O mximo das entradas ser de 30 per cento do
capital subscripto, a primeira entrada (era de 10
por cont e ser reclamada pelo gerentes para ter
paga no eorrente de jaueiro prximo futuro.
llavera sempre pelo menos 30 dias d'intervallo en-
tre cada chamada de fundos.
A i.ociedade conla com o concurso das awigoalo-
ra* djssenhores de engeuhose plantadores de algo-
dilo, por serem directamente inleressado* na promp-
ta .reulisagao da fabrica.
Ella poder* consumir animalmente 30 a 40 mil
arrot as de algodSo, quaudo ella se adiar em pleno an-
damento.
Poder dar o tecido para saceos de atracar, e ron-
pa da ciaste pobre a 340 reis a vara ; o da Bahia
qoe i ostumava vender-se de 360 a 380 reis lem se
vendido ltimamente a 330 reis, a nao ha mesmo a
esta prego agora que he mais procurado.
A fabrica oceupara diartamenta para mais de 200
trabaliadore* de 10 a 12 anuos de idade para cima.
Al'im dos aprendices qul terio muito numerosos,
ella empregaru muilos leceles dos qua Iraba-
Iham em leares a mo em diversos lugares da pro-
vincia, sobre os quaes facem cora muito cusi 5*6
varai, de tecido por dia, em poueo lempo selornarao
habilitado* a poder facer aero, grande esforgo 40 a60
vara-i por dia sobre os leares mecnicos.
O le lio Ihes ser pago como as fabricas da Baha
30 reis a vara, o que Ihe* producir ura jornal 'de
800 I92OO reis por dia.
Os seuhores que residem lora da capital e que qui-
cerril! entrar nesta ulilsuciedade.poderao dirigir soa*
carina de pedido a qualquor dos tres tocios gerentes,
00 aa socio de industria Duprat, que lem em seu po-
der 11 livro das subscripges.
Elles declararse o* seus nomes por exlenso, do-
micilie, e o nume do correspondente n'esla capital
encarregado d'eflecluar o pagamento das entradas
da* presumes, quaudo forem reclamadas.
Alera do bem geral que resultar para a provin-
cia rom a iniroducgao d'esla indotlria e creagao d'es-
la fabrica, os ocio* podem contar, logo que a fa-
brir, esliver em pleno andamento, com um bene-
ficio anunal de mais de 12 porcenlo do capital.
lina copia impressa da escriplora da suciedade
era entregue a cada um dos socios na occasiao de
effecluar o pagamento da primeira prestagSo de 10
por ceulo do capital subscripto.
Pernambuco 1 de dexeutbrode 1855.
F. M. Duprat.
l-'ugin 00 dia 19 do eorrente o prelo Manoel,
dic ser .crinlo, levou camisa de riscadinho acol e
caiga da ganga "azul, osps batante apalhetados, es-
tatura baixa e grosto do corpo, meio paogudo, o ros-
to meio cheio, pouca barba, os olhos om punco ver-
melhos e pequeoos qoem o apprehender leve-o ao
Mangoinlio, silio de Manoel Uarqnes.
Aquem eonvier dar 2509 pur os serviros de
orna escrava por lempo de 6 aonos, procure na roa
de Apollo n. 2 A, para se Ihe dlcer quem fac ett*
negocio.
O Sr. Bento Jos da Coala coao liqoidatarie da
cas da viuva Costa & Filhos, protesta contra o de-
vedores da dila casa no Diario de 15 do eorrente,
em cuja relagao te l o nome do abaixo assignado
como devedor da quanlia de 1809340, e como natu-
ralmente *eja islo ura encano ou oulro de igual no-
me. o abaixo ntsigiiado declara que nada deve aquel-
la cfasa, com a qual nunca leve negocios de qualida-
de alguma. Hecife 20 de dezembro de 18S5.
Joio Jos* de ouveia.
Precia-se de urna ama : no aterro da Boa-
VUU n. 60.
HOSPITAL PORTUGUEZ DE
BENEFICENCIA.
Por ordena do Illm. Sr. provedor conlrata-*e com
qoem ivw. menas o fUer, e maiotet garanta* oOereca
de bo/ ^ipulagao. o fornecirneoto do* medica-
mento o Hospital Porlaguec de Beneficencia,
servindo de base os pregos marcados no formulario
da cata, o qoal se ocha palale lodo* o* dia* na se-
crelaria do Hospital.
O* Srt. phsrinaceolico, g quem eonvier o dito
fornecimenlo, podem dirigir as tuat proposlas em
carta fechada secretaria at o dia 28 do correle.
Secretaria do Hospital Pnrtnguec de Beneficencia
20 de dezembro de 1855.O secrelario,
Manoel Ferreira de Souca Barbota.
Caetano Jos Mendes e irmaos,
pedem aos seus amigos em geral,
que por especial favor dignem-ae
comparecer na igreja nova do Divi-
no Espirito-Santo, lioje, 22 do cor-
rente, as 5 e meia horas da tarde,
afim de assistirem aos ltimos sutlra-
gios, que se tem de celebrar pelo
eterno repouso de sua prezadissimq
iiidi, aSra. D. Antonia Tavares Sar
ment.__________
Jote Rodrigues Pereira, profundamente aara-.I
dece a todos o* senlmres que houtem Iba fice-
rara o especial obsequio e honra de ataiilir
ao funeral de sua prelada consorte, e acompa-
nhar cadver ao cemilerio publico : as*
mesmo* pede aceitera a aeguranea de eu*
melhore* desejoa.
I
O delegado do prmeiro dislricto do Hecife de-
tej fallar com o padre Justino Oomingue* a nego-
cio que Ihe dic respeilo, e por isso dirija-se a mesma
delegacia, ou declare sua morada.
LOTEHJi DA PROVINCIA.
ftabbado <*.'J do corren"
te, pelas t> ^ horas da ma-
nhaa, he a extraccao da
segunda parte da terceira
lotera do Gyinnasio : e*
xist um pequeo resto
de nossos atortuuados bi
Ihetes e cautelas, as lojas
j aun iniciadas.
Oliveira Jnior $ C.
pitfio na praga.
Pira o Aracaly deve seguir com muita brevi-
dade u hiale^UTOru, uquil anda recebe alguma
carga : a miar com os proprielarios, na ra da Mac
dre de Dos n. 2.
(jompanhiu
NAVEGACAO A VAPOR
LSO-BRASILEIRA.
O vapor
D. Pedro II
comma no
te o len-
le Viegatdo
O'. egue
hoje 22 de
eorrente pa-
ra Babia e
Hio de Ja-
neiro, e re-
cebe a* ma-
la do cor-
11 hora* da minliaa.
AVISOS DIVERSOS
co
1855.O secretario da direcro, Joao
Ignacio de Medeiros llego.
O banco de Pernambuco toma dinbei-
ro a juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 2V de
novembro de 1855.Joao' Ignacio de
Medeiros liego, secretario Ja direcro.
PONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de comprar o te-
jmu :
Para o presidio de Femando.
Familia de mandioca superior, alqueire* 600, dila
Na livraria da praca da Independen-
cia n. 6 e 8, distribue-se gratuitamente
um impresso contend) o tratamento di
cholera-morbus por meio do sueco de li-
mao, no qual se aconselli como excitan-
te externo a tintura de pitnenta uialague-
ta, e se insina o modo de a preparar.
Tendo-se conhecido hontem que os meni-
nos e pretos escravos concorriam a pedir
o impresso suppondo tegisto, previne-se
que smente se dar' a pessoas livres e
adultos de ambos os sexos.
_ OSr. Jo** Francisco Bento, fnestre ferreiro,
qneira dirisir-ae a livraria n. 6 e 8 da praga da In-
dependencia.
Alnga-se a loja de um sobrado silo na l'assa-
gem da Masdalena, junto do tohrado qoe fax quina
para a travesa do demedio, a qual luja lem tervido
de padaria, e aluga-se so com um forno : quem|a
pretender, dirjase a rna larga do Rosario, que
scienle do que acuna fica exposlo ; e o norleiio do de Iriso da marca S S S, bBircasH ; assucar branro,
le- arrobas 24 ; arroc dilas 10; tapiocas ditas 2 ; vinho
jiii/o filar a presente nos lunares do coslume, o te-
re publicada pela impreusa.
liado e pastado nesla cidade do
n,iinbuco .ios 19 de dexeinbro de II
no Francisco Duarle, escrivao pi
commereial o sobscrevi.
Anselmo hrai
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, jui/ deorplios
e ausentes nesta cidade do Recife de Pernambuco
e seu termo, por S. M. 1, e C, que Dos guarde,
ele.
Fago saber aos que esle edilal virem ou delle noti-
cia liverem, qua por eslejaico se esl instauran lu
proceaso de interdirgao contra I). Maria Joaquina
Mailius, viuva de Manoel Jos Marlins Ribeiro ; e
para quo ninguem se chame a ignorancia, mandei
ptasar o prsenle por meio de meu despacho.
Dado e passado nesla cidade do Recife sob nieu
sisnal o ello deste meu juico de orphflos, quo pa-
rante mim serve aos 20 de decembro de 1855.
Eu Florianu Correa de Brilo escrivao, o lie escre-
ver e subterevi.
Abilio Jos Tacares da Silca.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em cumprimento da resolugao da junla da facenda,
manda facer publico que as obras supplenentare a
faier-se na ponte sobre o rio Capibaribe na eslrada
de Pao d'Alho, vo novamenle a praga no dia 17 de
Janeiro prximo vindouro, para serem arrematadas
a quem por menos as ficer, avahadas em 12:8919822
reis.
E para constar te mandou afBxar o presente o pu-
blicar ->elo Diario. a
linio, medidas 40 ; agurdente tranca, ditas 4t)
papel almago, resmas 8 ;dilo paulado, ditas 4 ; pavt'-
nas la,ns, duxias 8 ; caitivelea linos, b ; folhinha*
dealgibeira do anno de 1856, 2 ; baelilha encarna-
da, pega 1 ; panno verde parajorrar mesa, covadoa
9 \i ; lita de relroc a jjarello larga, varas 12; cou-
ros de luslre, f>; pregos ripacs do reino, 6,000 ;
dilos ctiixaet, 10,000.
Quem quicer vender esles objectos aprsenle at
tuat proposlas em caria fechada na tecrelaria do
conselho ai 10 horas iluda 29 do eorrente mee.
Seerelaria do conselho administrativo para forne-
cimenlo do arsenal do guerra 17 de decembro de
1885./JWlio Jos lA-mmna Lins, coronel presiden-
te. Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
ecrelario.
Tendo-se de proceder nesla provincia a demarca-
cao e balisamentu das barras de Camaragibe, Porlo
de Podras, I'..mandare ao sul e Maraiiguape ao norte
na conformidade dodispolto no aviso da repartigilo
da marinha de 13 de novembro proximameiile lindo,
ao qual refere-te o officio do Exm. Sr. presidente de
27 do mesmo mee, o Illm. Sr. irupeclor do arsenal
de mariuha manda facer publico que contraa com
qualquer das fuodigSns desla cidade a acquisigSo dat
eis hoias de ferro precisas para um tal lim, deeoa-
liguragSes constantes de plaa existente nesla se-
cretaria, qoe ser franqueada a quem queira ve-la
antes du contrato ; devendo esle ler lugar no dia 31
do aodanle otee, pelas 11 borat da mantilla, prece-
dendo at respeclifas proposlas atreges al esla
mesma hora.
Serielari.i da iaspecga'o do arsenal de marinha de
Pernambuco ee"15 do decembro de 1855.O ecre-
lario, -4/e.Tondre flodrijue u Aniot.
INDUSTRIA ALGODOE1RA PEKNAM-
BL'CANA.
FIAQA'O E TEC1DOS DE ALGODAO
SOCIfilMBE EN (Mo!\M)l)
Para a fundacao de urna fabrica de liar e
tecer algodo, organisada por Francis-
co Maria Dupratna capital da provin-
cia de Pernambuco.
CAPITAL SOCIAL 300:000^000.
Socios em nome colleclivo gerente reponsaveit
da sociedad?, o* S/s. Anlonio Marques de Amorim,
Justino Pereira de Fanas, Manoel Alves Guerra.
Socio de imUisliia administrador do material e
pessoal Duprat.
Firma social, Amorim, Faria, Guerra i!s.
Esla tociedade admille socios rommanditaria de
IOO9OO al 5:0003000. *
A duragilo da tociedade ser de 12 anuos a contar
do primeiro dia em que a fabrica principiar a Iraba-
Ihar.
Ella poder ser prorogad* rtv lim do deliberagao da i.-iona do
Precisa-se de urna ama de leite, pre-
te r i ndc-se escrava : quem pretender di-
rija-se a ra das Cruzes n. 11, segundo
andar.
Attencao.
Na conftiiaria da ra da Crin o. 7, acha-se ven-
da um glande urlimeolo de doce* seceos e de calda
dt toda a* .qualidade, por prego m*i* commodo
que em oulra qualquer parle, as.im como tambero
se aproraplam encommendaa para dentro e fura do
imperio com aclividade e limjteca, e igualmente um
grande aorliraenlo de confeile e grande poigao de
ananace abacaxis, proprios para embarque paia fra
do imperio, ludo por prego commooo.i
O abaixo assignado deixou de ser caixeiro do
Sr. Jos Maria Gongalves Vieira Guimaraes.
i ojo Chrisoitomo Mackonell.
ArrenJa-se urna excellenle baixa para capim,
com grande cocheira, e vende-se urna boa carroga :
no Manguiuho, casa que fai esquina com as estradas
da Ponte de Ldioa e Allliclos.
Precisa-te de urna ama para engommar e tra-
tar de criangaa : a Iralar ua ra do Brum u. 20, se-
gundo andar, ou na, ra de Vigario n. 9, armaxem
de assucar. *
Desde o dia 15 des'le mee anda fgido nm rao-
laiinlio claro, de nome RomJo, de 14 anuos de ida-
de, levaodo caiga de ritcedo azul, camisa de algo-
docioho e chapeo de palha ja usado, lem de altura,
poueo mais ou menos, 6 palmos, e ha um poueo vi-
vo :aquem o pegar, lve-o a ra Velha, casa n. 94.
Pede-s'e ao aolor do artigo e correspondencia
publicados no dia piiiila-feira, 13 d decembro do
eorrente, na folha O Foco, em qoe veem aa-
signadet o Viraes e o Bedel, qoe aprsenle ao po-
blico a sua assignatura com a mesma coragem com
que eacreveu, e nao passe a ridieularisar a quem nao
tem com a sua pessoa a menor familiaridad^. O
abaixo attignado lem ducagao, sabe perfeilamente
apreciar a moral publica, respeitar e Iralar cora de-
liradeca aos seus superiores, e muito se envorgonba
pur ver Ipparecer na folhas publicas do seo
tanta indecencia, proasMmenle de algara detmo-
n.Usado, e uso de um tdao, que talvec sejulgue
civilisado e honesto. O bedel Rhgef&
Francisco Solano da Cruc Kibeirn rog l Sr.
Nacacio de tal e aos mais que leem penhc
inao que os vJo resgalar ate o lim do corre
lo t ler empenhado por oilo diat, e ji I
de 22 meces ; do contrario perderlo lodo direilo :
no armacera de farinha, no paleo da Ribeiro, n. 7.
O padre Vicente Ferreira de Siqoelra Varejao
pede a pessoa que deixou em sua eaa. durante sita
ausencia, certa qoanlia pecuniaria para (he ser en-
tregue, o favor de se dirigir i mesma Casa am de
declarar quem Ihe envin euiellupte dinheiro, e
para que lim.
Jos Brasiliuo da Silva rale deve a nenhuma
loja ou taberna, e nem a pessoa alguatt ; e algueea
porm te julsar seu credor, spreseBlSiirfo lilulot l*r
ses, sera immedialamenle pago. Recife, 21 de de-
cemhro de 1855.
O abaixo assignado, lendo
da Paraluba, onde pretende dei
loio constituido seus bastant
primeiro legar o Sr. JoSo da Cu"
em teguudo o Sr. Adriano \tvier Pereira de Brilo,
amitos nesla praga ; porlanto, ,.s pettoaique cora
o mesmo liverem nesario, podem dirigir-ifcaos seus
dilos procuradores. Recife 18 de dexerabro.de 155.
Salustino Ephigei.io Carneiro di Csjnlia.
OfTerecc se urna ama deleite : os,roe de San-
ta Cruc n. 15.
Na fabrica de chapeo de felw de C. W.
Mol, defroute do novo hospital militar, precita-se
dr um ollicial perfeito para propiasista.
Joaquim Ferreira Piulo retira-te para (ora da
imperio a Iralar de tua laude.
BOM E BARATO.
Williaiu l.illex Jnior avisa ao respeilavel publi-
i.-o amante do bom r barato, que recebeu pelo ulti-
mo navio dos Estado Unido* um rico e cxplendi-
do ni lmenlo de lampadas, lustros, randieiros, glo-
bos de todas as qualidades e lamauhns, a prego* ad-
miras -is ; assim como um rico t variado sorlimeuto
de relogios de parede e de mesa do goalo mais mo-
derno possivel, e fabricados pelo mais afamado f i-
bricanle qoe existe em os Estados Unidos, pois
quem comprar um destes relogios, em vec de conv
orar relogio compra chronomelro, e quem duvidar
dirija-se a rna do Trapiche Novo n. 4, primeiro an-
dar, pois su com a Vista se acredil.
Arrenda-se o silio da capaila da ConceigAo. na
eslrada de JoJo de Barros, rom grande casa nova e
um glande viveiro, com coqueiro* em roda do dilo e
niuila* fructeiras
Precisa-se alagar una prela velha escrava pera
rezinhar para urna pessoa : na roa da Sencala Ve
Iha n. 50T
Do poder do abaixo a.-muado deseneamiuhi
se urna lellra da quanlia de 1209 aceita em 10
eorrente mee de decembro de 1855, a 12 meces pri
caos, por Antonio Jos de Franco, morador em
Cruangi ; por isso previne s* que uingorm faga ne-
gocio com a dila lellra, pois ja se previno o acei-
tante, e al aceitan nutra : por isso quem a achon a
poder entregar ao mesmo abaixo assignado, qoe Ihe
licar obrigado. Eogenho Verlenle 18 de decembro
do 1855.Francisco Jos de Sonza Pinlo.
Precisase de om< ama com bom leite. paga-se
bem : na rila eilreita do Rosario, deposilo de pao
n. 4. "
Na roa Direita n. 91, primeiro andar, precisa-
se de um criado para acompanhar a,uma pessoa em
viagem al Una.
* Aluga te ura* mulber forra ou mismo captiva
No dia 24 do correte s 10 )4 ho-
ras da note parta de Apipueot nm
mnibus na direcgaO do Recife, eda-
hi partir- oulro depois de mima, a* 2 hora*, paia
Apipuco* : os bilhele* de entrada veodem-*e no *-
cnplorio da roa da CaJeia de Santo Aolonie B. 13.
SVLV DE lUNSA.
O abaixo assignado faz sciehte aos Srs.
assiguantesde sua sala, que a mesma se
acha fechada, e pretende abrir no dia 8
de Janeiro prximo futuro.
Antonio dos Santos Mira.
LOTERA DO RIO DE JAUEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetes da
lotera 8 do theatiode San-Pedro de Al-
cantara, que devia correr a 17 ou 18 do
presente ; as listas esperamos pelo vapor
nacional no dia 1 ou 2 de Janeiro vin-
douro : os premios serio pagos a* distri-
buicao das listas.
Precisa-se de um liomem para fazer
urna "viagem ao centro da provincia: a
tratar na ruado Crespn. 25.
' No da 19 de decembro, dat 8 as 9 horas da
manhd, desapparecea nm cacnorrinho d'agua, pe-
queo, leudo no pescogo om cordo com liga* e na
orclha direita una malha prela : roga-se a pessoa
qoe o tiver adiado leve-o ao aterro da Boa-Vista a.
70, que ser generosamente recompensado.
lili IRMAOS.
Teem a honra de participar ao respeila-
vel public quetecm aberto urna nova foja
e fabrica de chapeos na rna do Crespo,
no sobrado novo que faz esquina para a
ra da Cadeia, aonde os compradores
acharo desde hoje em diante um berip
sortimento de chapese fazendas tenden-
tes ao mesmo estabelecimento, e por me-
nos preco doque em outra qualquer parte,
tanto em porcao como a tetalho, e desde
ja Ihe recommendam chapeos franceses
de bonitas e elegantes lrmas e de boa
qualidade, ditos f'eitos na tetra de toldas.
as qualidades de palha, seda, e montarla,
para senhora, de lustre para pagem, eum
rico sortimento de gales finos, de prata
e ouro para os mesmos; chapeos de castor
francezes e inglezes, ditos de Italia para
homens, meninos esenhoras, do Chile finos
para homens, meninos e senhoras, bone-
tes de todas as qualidades. assim como se
apronlr- qualquer encommenda tendente
ao mesmo estabelecimento, e tudo por
precos mais baratos do que em outra qual-
quer parte.
, s,
nderlev, e
Lotera do Gym-
na8o Pernau-
bucano.
?o 5:000$, 2:500i e 1:000$.
Corre sabbado 22 de dezembro eorrente.
Os bilhetes e cautelas do cautehsta An-
tonio Jos Hodrigues de Souza Jnior, nao
estao sujeitao descont dos 8 por cento
do imposto da le; os quaes se acham a
venda as lojasdapraqa da Independen-
cia ns. i, 15, 15 e 40, ra Direita n. 13-,
da Praian. 50, do Livramento n. 30 e do
Crespo n. 5. Os premios sao pagos logo
que sala a lista geral.
Bilhete inteiro 3jj80o 5:000000
Meio bilhete 28900 2:500|000
Tercos 2/(000 1:68rjjf66
Quartoa l.sOO l:250j000
Qttiutos 1J200 1:000S000
Oitavos ^ 760 625JJ000
^ Decimos 640 500*000
Vigsimos 320 250J00O
O referido cautelist declara que s pa-
ga nos bil tes inteiros vendidos em origi-
r cento do imposto da le, nos
premio* ade, devendo o possuidor re-
ceber d Sr. toesoureiro o seu competen-
te premio, que coin os ditos 8 por cento
receidos do referido cauielista prefaz a
korte por inteiro, sem descont algum.
A\ho importao-
lissiiiK para os
rs.
eras loteras.
O caiitelistci Salustianu
de Aqui no Ferreira
avisa aos Srs. jogadore* da* lotera* da proviucia,
que os prego dos bilhetes e cautelas ffeam firmes
canto abaixo e demonstra, os quaes sao pago* tem o
des. onlo de oilo por cenlo da le as Ires prirreira
-orle, grasde* era quanl existir o plano actual de
5,000 bilhetes, pelo qual sao exlrahidaa a* lotera*
da provincia. Elle* ctlSo exposlo* venda na* lo-
ja do coslume. S he retponsavel a pagar.** oilo
por ceolu da lei sobre os Ires primeiro* premio*
grande* em seus bilhetes inteiro* vendidos em ori-
ginaei.
Bheles 600 Recebe por inteiro
Meios
Tergos
Qua ros
Quintos
Oilavos
llecinio-
Vigestmos
9rj00
2?>StJ
1Si>-iO
11W
15160
720
600
300
5:0009000
2:500*000
1:6609666
1:2500000
1:00*9000
6259000
VOOJOOO
2509000
SalutU
ll ,lIW
on dissolvida antes por ueiiuntvu v, -*- ^ .- TT" r_l------
tocio* de 5009000 rei para cim, se a sua duragae se para o ervigo de orna casa de pouca familia, pagan-
lornar prejudicial. I do-se generosamente : n* ra d Kotaiio u. 58.


O caoleliiia
di quino ferrtir*.
O arrematante do '.ttposto das aferigoet de>le
luniclpio fax cerlo aos douos dos estaoelecimeuloj
loados no lugares Giquhu Barro, l'er**, Tigipi
al a porleira de Sanl'Am.a, que .aadar uo da 2d
do correnle mea aferir u> referido* edabelfimeajo*,
e na metjna occatiao reetbcra a importancia do dilo
imposto, entregando o rtflhele firmado pelo dilo ar-
rematante, jado de conformidattocom a lei; por
isso so devoIBo prevenir para o irla indicado.
CiPEIXANU.
lira am ensenho a 12 legtiatdatjta eVader preci-
sa-se de umcapellAo, tabendo muaca, piannoe frau-
cex. para entinar com perfeigao : o Sr. reverenda
ueordot que'tiver a* qualidades necemaria* a jai-
1 xer propor-te Ule. na* so obler paga ge.nl**
ejuelia que s convencionar.como recebera um Ira-
laroenlo digan de su posigo : aanantie toa ra*i-
dencia para ser procurado.

4

i '
_LH




COitSUl TOi
OIIRIO DE PEr.IU.BUCb SBADO 22 Ot nEZMBRO Ql 1855
i
POBRES
u Ur.t. A. LoooMoscozo di con^| homeopalhica iodo os das aos pobre, desda 9horas da
aeanbia ateo meio dia, e em casos exlrC Jarios a qoalqoer hora do da ou noile.
Oaerecs-se igualmente para pralica qualquer operaco decirurgia, e acudir promplamcnle a qual-
quer mulhtroue esieja mal de parto, cujascireumslanciatnao permitan pagar au medico.
10 (MSOHQMO B0 IR. t, A. UWft iBSWlfe.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE :
Manual completo de meddicina homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, tradundo em por
tagne; pelo Dr. Moscozo, qualro voluntes encadernados em dous e acompanhadoda
um diccionario dos termos de mediciua, cirorgia, anatoma, ele, ele...... 08000
Esta obra, a mais importan le de lodas as que tratara do estudu e pratica da homeopatha, porlser a nica
coolem abate fundamental d'esla doutrinaA PATUOtlENESIA OU BFFEITOS DOS MEDICA-
STOS NO ORAWSMOEM ESTADO DE SAUDEcouhecimenlos que nao podem dispensar as pes-
ios que se querem dedicar a pratica da verdadeira medicina, inleressa a todos os mdicos que quizerem
eiperimenl ar a doutrina de llannemtun, e por ai mesmos se convenceren! da verdade d'ella: a lodos os
azendeirot e seuhorea de engenho que estao louse dos recursosdos mdicos: a lodosos capiles de Davio,
que urna ou outra vea nao podem deixar de acudir a qualquer iocommodo seo ou de seus tripulantes :
a lodos os pas de lamilla que por circnmslancias, que era sempre podem ser prevenidas, sao lobriga-
aoa a prestar fu eontinenti os primeiros soccorros em suas enfermidades.
q**ade-me:uro do bomeopalha ou tradcelo da- medicina domestica do Dr. Hering,
obra timbera til i.s pessoas que se dedicam ao esludo da homeopalhia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 109000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., eocardenado. 3j000
. Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopalhia, e o proprietario deste estabelecimeulo se lisoogeia de le-lo o mais bem montado possivel e
mneuem duvida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
. Bolicas da 5 ou 30 dvnamisarao.
t lobos.............
......-....?... v.\v
36 ..............
48
60
que
MEMOS
De
De
De
De
De
Menores.
. 89000
. 139000
. 303000
. 25JO0O
. 309000
. 6O9OOO
Grandes.
1080O0
toooo
259000
303000
55)000
d*\u :................... .
Qualquer deslas bolicas em linduras, o dobro.
Cada tubo avulsu......... Meia onca de qualquer lindura da quinta dynamisaco......... MMM
Um frasco da verdadeira tinclura de rnica.......... \ 23000
Na metma casa ha sempre venda graode numero de tubos dt cryslai d diversos taannos,
vidrotpara medicamentos, e aprompta-se tmalqucr encommenda de medicameDloscom loda a brevida-
de e por presos muito commodos.
TRATAMEHTO HOHCOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
C3aA.J.CSJl33 3B3 jrA.Hn.Kl,
iuslruccdo au povuparase puder curar desta eofermidade, administrando os remedios mais eflicazes
para ataeha-la, emquantolserecorreao medico,ou mesmo para cura-la iodependeole destes nos lugares
eca que Dio os ha. >
tllADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LORO MOSCOZO.
Estes dous oposculos contera as indicacOes mais claras e precisas; e pela sua simples e concisa exposi-
(le est ao alcance de lodat isiulelligencias, oSos pelo que dizrespeilo aos meios curativos como prin-
cipalmente aos preservativos que tem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parte em que
elleitem sido postet>em pratica.
Sendo-o tralamento homeopathico o nico que tora dado grandes resollados no curativo desla horri-
vel eofermidade, jolgamos a proposito Iraduiir estes dous importantes opsculos em lingua vernecu-
lajpara desl'arle facilitar a sua leilnra aquemignoreo francs.
Vende-te nicamente no Consullorio do traductor, ra Nova n. 5:2, por 29000. Vendem-se lambem
oe medicamentos precisos e boticas de 12 tubos cora um frasco de lindura IO5OOO, um dito de 30 tubos
9O9OOO.
lotera da novimi.
O cautelista Saiusliauo de Aqoino Ferreira avisa
as pessoas que eoinpram bilheles e cautelas das lote-
ras da provincia para negocio, o qual est resolvido
a vender os referijo bilheles e cautelas pelos precos
abano declarados, dinheiro i visla, sendo a quaolia
de 100a ale 1:0003, permauecendo firmes estes pre-
cos em quanlo nao se alterar o plano aclual de 5,000
bilheles, pelo qual sao estrahidas ai loteras da pro-
vincia. Sao pagos sem o descont de 8 por cenlo do
imposto geral, na ra do Trapiche n. 30, segundo
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Anda exislem alguna eiemplaresenqondernados.
e acham-se a' venda na loja de livros dos senhoro
Ricardo de Freilai 4 C, esquina da ra do Collesio,
em casa do anlor, pateo do Collegio, casa amarella,
no "primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para urna casa de pou-
ca familia : oa prac, do Corpo Saulo u. 17.
Notos livros de homeopalhia em francez, sob
todas de surama importancia :
Hkhneroann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
lumes. /........ 209000
Teste, irolostias dos meninos..... 63000
Bering, homeopalhia domestica..... 79000
Jahr, phanaaenpen homeopalhica. 63OOO
Jahr, novo manual, 4 volumes .... I63OOO
Jahr, molestias nervosas....... 69OOO
Jahr, mole.lias da pelle....... 89OOO
Rapou, historia da homeopalhia, 2 voluntes I69OOO
HarUimaini, tratado completo das molestias
dos meninos.......... 10900o
A Tesle, materia medica homeopalhica. 89000
De Fayolle. doulrioa medica bomeopalhica' 73000
Clnica de Slaoneli ....... 69000
Casliag, verdade da homeopalhia. 49000
kcionaric de Nyatco....... IO9OOO
Attlas completo de anatoma com bellas es-
lampos coloridas, contendo a deseripfo
do leda* a* parle do corpo humano 309000
vadeni-te todos estes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50, pri-
meiro aodar.
CONSLLT0R1O CENTRAL
nOMdOPATHlCO.
(Gratuito para os pobres.)
Ra de Santo Amaro, (Mundo-Novo) n. 6.
O Dr. Sabino Olegario Lodgero Pinho di :
contal!; lodo os das desde s 8 horas la
wahaa al a* 2 da tarde.
Visil os enfermos em aeus domicilios, da
2horas em diento; mas em casos repentinos
e de molestias agudas grave a visitas sarao
feitas era qualque hora.
A molestias nervosas merecer Iralamenlo
especial segundo meios hoje aconselhados
ilos pralicos modernos. Estes meios exis-
1 no consullorio central.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NTNGHAUSEN E OUTROS,
posto ein ordem alphabetica, com a descripcao
abreviada de todas as molestias, a indicarlo phvsio-
logica e therapeolica de lodos os medicamentos ho-
menpathiro.*, seu lempo de acc^lo e concordancia,
seguido de um diccionario da significarlo de lodos
o* termos do medicina e cirurgia, post ao alcance
da* pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO 10R.4ES.
O Srs. assignanlee podem mandar bonctr os sena
ejemplares, assim como guem quitar comprar.
Massa adamantina.
Hejjerliueute reconhecida a excellencia desla
preparado para chumbar denles, porque seus resal-
lados sempie felizes sao j do dvmiuio da publico.
Sebasliao Jos de Oliveira fas aso d 1 preciosa
massa, para o uro indicado, e a* pea ^Ha quize-
rem hoora-lo dispoodo de seos aaH bV*10 Pru~
cura-lo na Iravessa do Vigario ni ^Bk de bar-
bel ro.
Illin. Sr. presidenle e mais membros da com
missao de hygiene desla provincia.Diz Paulo Luiz
(aicnoui,' dentista francez, que.precisa n bera de
sea direilo, Vi. Ss. serem frvidos examinar a pre-
pararlo da qoe se serva para chombar denles, e de-
nominou maia adamantina, em ordem de verificar-
se que a dita prepararlo diflere inleiramente de to-
das a condecida. Pede a Vs. Ss. sejara servidos de-
ferir-late como requ.^r.E. R. Me.
Paulo Luiz Oaignoux
A massa denominada pelo.aapplicaU A
liuaa poi elle apnsenlana^^^Eiissno di
ne publica, difiere de todas a* Jiprcirnta
merma occasUo por"oulros; lio a
reaa na presentada lodos. Sala das 31
miisao 30 de julho dtf.\)r. A. FonseCK
DEBTISTAFRABCEZ. S
Paulo (iaignonx, dentista, estabelecido na
roa larga do Rcsario n. 36, segundo andar,
9 eolloca denles com a presslodo ar, e chumba1
0 dsnles rom a raaisa adamantina e outros me-
9 lae. ajj
! 4tlMS8C08
Pede-se a Hlm. direcrao da cornpa-
nliia de Bebcribe, que continu em idmi-
nistracHCi a ta\a do chaarizes e bicas do
Aqueducto, emuitoprincipalmsntequan-
do a mesroa tem tirado vantaj;um.~
Um accin Uta.
: j. mi dentista, :
% contina a residir na roa Nova n. 19, primei- 0
J) ro andar. as
Precisa-se fallar com o Sr. Manuel Mendes
Ferreira (Juimaraes, ou com pessoa encarregada dog
negocio do meatno : em casa de Taln Nasli ^ Gom-'
panhia, rus do Trapiche Novo u. 10.
Alug;i-se om sitio com boa casa de sobrado, a
qual tem molla* edmmodos. sita na povoaeao da
Monteiro ; a tratar na roa do Trapiche o. 14.
Urna pessoa versada era latipi. francez,Inglez,
Klugoea, zeograpMs, geomlrii, arithmetica e phi-
.^B^BBh para a freguezia de Santa Aniao ou
paite eonjaoTO a ella : quem precisar annuncie.
Dekoate da cndela velha aluaam-see vendem-
sa as mallM*** bicbM de Hamhurgo, por pre(o com-
Bonetes di seda para homem de f^os-
to muito modernos: vendenr-se na ra
NoVa n. 34, fabrica e loja de Cliristia-
ni & Irmao.
aodar.
Bilheles
Meios
Terjs
Quartos
Qointos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
59*00
23700
13820
1J3G0
19090
680
560
280
Recebe por inteiro
5:0009000
2:5009000
1:6669666
1.-2503000
" 1:0009000
6253000
5009000
2509000
G cautelisla
Salusliano de Aquto Ferreira.
Traspassam-se as chaves e urna linda armacao
deamarelloenvidracadadaloja n. 3i da praca da
Independencia : a Iralar na ra Nova n. 33, fabri-
ca de chapeos de sol, esquina da Gamboa do Carmo.
Drtgiitfrreotypo.
Na roa do Crespo, sobrado o. 19, primeiro andar,
se abri um novo estabelecimeulo daguerreotypo,
aonde se aclis um completo sorlimeulo chegado ul-
lim-menle de Paris, dos perlences necessario para
se ijiarem retratos do pes.ua de todos os tarnaaboa e
idades. Tainbem se vo tirar em loda a parle aon-
de or chamado para esse Om, tanto de vivo* como
de morios, vistas, edificios, ele. : quera se qoizer
utilisar, pode ir ao mesmo sobrado das 8 horas da
mauhaa as 4 da tarde ; os procos sao razoaveis.
Crrosftmel>r8, no largo
do Par tizo n. 10.
Neste estabelecimenlo enconlram-se carros da qna
l'dade que se exigir para defootos, douzellas e ao-
jos, cora ricos pannos e rnalos, por preces commo-
dos ; tambera se encarrega o proprielano de agen-
r attestados, licenjas, guias, fornece hbitos, ar-
ijoes, cera, motica, carros de p'asseio, etc., % con-
n o dos inleressados ; e veodera-se morlalhas de
pinliode lodosos Uraanhos.
ESPARTJHOS.
Espartilhos de lodos os llnanhos, cliegados pelo
ult.mo navio francez : no aterro da Boa-Visla o. 1,
loja de Madarae Millocheao..
Manuel Jos Le te
declara (pie aireiuatoii as
dividas activas da casa
commenial dos Srs. silva
$' Araujo, e rofsa aos dt.ve-
dores. da referida casa,
tenham a bondade nteri-
der-e com o aiiiiuitcJrHite
ia loja da roa do mado o. 10, aliiu de ami-
gaveliiieute saidarcm seus
dbitos.
O procurador liscal da thesonraria provincial,
faz publico, que Ihe foi remellida pela thesonraria a
relajo dos devedores de decimas da freguezia de
S. Fre Pedro Gonr;alves, dos .-ranos que reslavsm li-
quidar de 1833 a 1852, para proceder judicialmente
contra os mesmos devedores, e que por isso podem
recolber a importancia de seus dbitos antes de qual
quer procedimeolo judicial com guia do mesmo pro-
curador fiscal, que Ihe's ser dada na sua residencia
ra Nova n. 4 dentro do prazo de um raex. a con-
tar da data deste.
Recife 12 de dezembro de 1855. Cypriano Fe-
nelon Guedes Alcoforado.
LOTERA
DO
GIMNASIO PERNAMBCANO.
><%BBAI)0 2a de de
zembro he o mnima v< I
andamento da referida lo-
teria, pelas nove e meia ho-
ras da mauhaa, noespaeo*
so salo dama da Praiy.
n. '27: o resto de mens bi-
l u;les e cntelas estao n
venda as ojasj conhe-
fidasTffiPre>[n it.ivel publi-
co. Pernambnco 19 le
dezembro de 1JJ55. O
cautelista, Salusliano de A-
quino Ferreira.
COMPBAS.-

s
Sor ve tes.
Todo o da de Irabalho tem dua qualidades de
sorvele, servidos sem demora, a* 6 horas e meia :
no aterro da Boa-Vista, a segunda casa a encuerda
a quem venha da ra Nova.
RAP FRABCEZ.
u verdadeiro e genuino rape francez
deve ter preferencia obre outro qualquer
laptantp pelo seu simples e agradavei
aron^comopelasuagfclidadeljigyenica,
visto yei'a menFcomposic3o que
ino as pessoas que dell fazera
Vende-sc por n'0()() cada meioki-
rama, que regula muito mais de urna
I ,lim-a : iflBTojas dos Srs. Moreira & Duar-
teruadofTJabijga'n., Joao Cardozo Av-
ies ra daCadeiado Kecife n. M, ero es-
criptonode Bjrie, Soti/.a & C. ra da Cruz
n. 48. 1 |
fjf ^ueyandft ao conheciment do tjk
publico pBo ilmanak do anno de S
,1856, que lie morto o Sr. Anto- )j
nio Carlos, pede-se encarecida- Zg
me^2 ,Ilm- Sla- viuva de An-
tonirj irlos do engenbo Una de 0
Sanio Antao, de publicar por es- 0
ta fofliaonde se acha morando, e }
qU^J!? Pr^fnde pioceder o in- 2
^ intario dos bens para nelle serem J
"'"tAtoladas a* diyidas passivas w
detxaWppelo seu muito prezado
mando, alimdesertambempajjo.
Um de seus credores 9)
Engenho Wom .lesus do
Cabo
Precisa-se de um administrador para este enge-
nho, o qual lendo as liabrlilacoes necessaiias se Ihe
farao vantagens correspondentes : qurm se adiar
neslas crcumslancias, queira comparecer no Mon-
dego, em casa do commeodador Luiz (jomes Fer-
reira.
M
aia Irmao
avisam as senhorasde bom gosto que no sen novo es-
tabelecimeulo da ra do Crespo qnc faz qoina para
amada Cadeia, ha um variado sorlimeulo de cha-
peo, tanlo de pasaiocomo de montara, de bonitas
formas e riquissimos enfeiles, assim como se vundoni
gorros de malha de seda bordados de diversas cores,
lado por mdicos precos.
I Aluga-se
orna boa casa na Torre, com 2 salas, 3 quarlos, co-
zinha fra e copiar, muito fresca, qoarto para escra-
vos e a val los, por prego moilo commodo : a tratar
oa roa da Cadeia de Santo Antonio, armazem de m-
tense* n. 17.
Na padaria da ra larga do Rosario, junto ao
qnartel n. 18, precisa-se de um forneiro qoe enten-
da perfeitamenle do trafico de padaria ; quem ae
adiar neslai circomstancias, pode dirigir-se a mesma
qoe achar com quem Iralar, de maohBa at as 9, e
ie larde at as 3 horas.
Precisa-se de urna pessoa psra o servico inter-
no de om caa estraneeira, qoe cozinhe e engom-
me : na roa Nora n. 17, i* dir quem precisa.
Coropra-se urna prela ou prelo perito cozi-
nheiro, moro, de bonita figura c sem vicio, paga-
se bem : na ra Oireita, sobrado da qoina do boc-
eo da l'enha.
Compra-se qualquer porfo de calija a 210 a
carioca : na cocheira da roa da Roda.
Compram-se oovilhas e garrotes que sejam
gordos, e que leiibain do 4 arrobas para cima na
roa larga do Rosario, ajougue n. 5.
Compra-se ama junta de bnis mansos, proprio-
para curros, urna vez que sejam Rindes e cordos:
crioulos, ou j i habituados ao pasto; possuindo estas
circunstancias nao se duvidadar um bom prego ; as-
sim como una carrora deeerregar pipa por bailo
oa ra Angosta n. 94, taberna ccnrronle aochafariz!
Compra-s urna escrava que saiba cozinhar e
eniommar, ludo com perfeicao, nao se olba a idade,
mas que sejMle esemplar conduela ; agradando pa-
ga-se bem rna taberna da ra das Cruzes n. 20.
Compra-se ou hypolbeca-se urna casa Ierres,
sendo em boas ras e oa freguezia de Sanio Antonio
ou S. Jaso ; quera algum desloa- negocios quizer fa-
ter, annuncie por esle Diario, ou dirija-se a ra da
Virajo u. 9.
Compra-se urna barcaca nova ou em moilo bom
estado para o servico do lazareto do Pina ; a Iralar
na provedoria da laude, defrunte do arsenal de ma-
rinha.
____________________
.__________VENDAS
ffolhiulias
PARA 1856.
venda as bem conbecidas fij-
;has impressas nesta typographia, as
dgibeira a 320 e as de porta a 1 O; as
.t-.:i__:__ _i_-__ j_ l_i__j V .
Estao a'
Ihmbas
de a _
de algibeira ale'm do kalendario eccesi-
aiticoe civil, contem um resumo dos iin-
postos municipaes, provincun e geraes
que all'ectam todas asclasses daf socieda-
ae, extracto dos regula montos pafocbiaes,
docemiterio, enterrse sello, tratamen
to de varias molestias, inclusive ado cho-
lera, contos, variedades e regias para fa-
zermanteiga e tjueijosde tequa-
lidades, ditas ecclesiasticas ou^de pid c,
correctas, e conforme as rubricas1* uso
deste bispado, feitas pelo padre Martiado
o mais antigo folhinheirodesta pnyincia,
(sem privilegio visto como a constiturio
e leis do Brasil o prohihap) a 4r}0fs. ra-
da urna: vendem-se uniamente na livra-
ria n. 6 e 8, da prac,a da Independencia.
Oraco contra a peste e o cholera-
tuorbus. .
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da prars da
Independencia umfolhetMio>com diflerenles ora-
gdes eonlra o cholera-morbos, eqoalqoer oulra pesa
te, a 40 rs. cada om.
Novo sortiment de cacados frmncezes,
no aterro
da
He chesado um aovo e completo sortianenlo de
calcados de todss a* qualidades, laolo para homem
como para senhora. meninos e meninas, assim como,
os muito desejadoa borzeguins e sapatoa de Nenies,
ludo por pregoscommodo, a troco de sodulas velhas ;
assim como moilo.superiores velas de carnauba le-
tas no Aracaty pelo melhor fabrcame qoe U ha.
AII0ME0P4THIVE0CI10LEM.
nico trata ment preservativo e curativo.
DO
CHOLERA MORBTJS,
Pelo Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Acaba de sabir luz osleeicelleole opsculo, que
moilo deve contribuir para a sal vacilo do povo no
Iralamenlo da epidemia que se recis.
Vande-se por..........igooO
He destribuido gratis aos senhnresassi guantes do
Ihenouro homeopathico ou tade-mecum do homeo-
palhae igualmente a todos os Rvms. Srs. vigario,
que acreditan) na homeopalhia.
Comulturio central homeopathico de Pernambuco
(Mundo Novo) i. 6.
Cousas finas ede
bous gostos
NA-LOJ* DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leques com plumas, holola
espelhu a 23, luvaade |>ellica de Jouvin o melhor
que |ide haver a 1g80 o pnr, dilas de seda ama-
relias e brancas para humero enhora a 10280, di-
ta de lorgal prela* a cora bordado* de cores a 800
r-e l.>200, ditas de fio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para hornera e seuhora a 300 rs., dilas
rra meninos e meninas muito boa fazenda a 320,
seinhos de reros da toda' as corea a la, bracas de
la.i para senhora a 640, peines da tartaruga para
atar cabello, fazenda moilo superior a 50, ditos de
alisar tambero de larlaruna a 3, ditos de verdadei-
ro bofalo para atar cabello imitando muito aos de
tartaruga a I58O, ditos de nsar de blalo, fazen-
da muilo superior a 320 e 500 rs., lindas meia* de
seJa pintadas para cringas de 1 a 3 airaos a 18800
o par, dilas de fio de Escocia tambera de bonilas
cores para cringas de 1 a 10 anuos a 320 o fiar, s-
pelhos para pranle com ejee.lentes vidros a 500,
700, tf e 19200, toocadores com ps a 1500, fitas
de velludo de lodas as cores a 160 e 210 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e liuisiimas a 500
rs., dilas fimssiebas com cabo de marfirn a 1S, tran-
cas de seda de ledas as cores e larguras a 320, 400 e
500 rs. avara, sapalinhos de laa para cringas de
boolos padret a 240 c 320, aderegos prelos para
lulo com brincos e alfioetes a 1, louca prela de
seda para cringas a 1>, Iravessa das que se usam
para segurar cabello a lt, pislolinhas de metal para
crixngas a 200 ra., galheteiras para azeile e vinagre
a 29200, bandejas muito linas e de lodos os laraa-
nho de 13, 28, 39 e 4, meias brancas linas para
senhora a 2U) e 320 o par, dilas prelas muito boas
a 400 rs., rica caias para rape com riquissimaa es-
lampas a 3o e 28500, meias de soda de cores para
homem a tiiti, cbaruteiras muito finas a 28, castoe
para bengala* a 40 rs., pastas para suarar papis
a 800 rs., ocuios de armacilo do ago praleado* edou-
radosaOSO, le 1,i200, lunelJ.com aro da Bofalo
e tartaruga a 500 rs. e 13, superiores e ricas beaga
lio lias a 28, ea 500 r. mal< ordinarias, chicotes na
ra -avallo paqueaos e grandes, fazenda multo supe
rior a 640, 800,1.J. I92IK), 18500 e 28, atacadores de
cornalina para casaca a 320, pirales muito fine* para
suissa a 500, escovas finas para cabello a 610, dilas
para casaca4s640- capachos pintados para sala a
640, meias Atracas e cruas para homem, fazenda
superior a 110. 200 e 240 o par, camisas do meia
muito lioasalSe 19200, luvas brancas encorpada
proprias para aaentana a 240 o par, meias de cores
para -enhora moilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
duras de madreperola e de outra multas qualidades
e costo' para eoltetes e palitos a 500 rs., (velas doo-
r.ulas para caigas e colletes a to. ricas fitas finas
lavradas e de lodas as largura, bicos finissims de
bonitos padres e lodas as larcoras, rica franjas
brancase de cores para camas de nonas, tesouri-
nlus para costura o mais lino que se pode encontrar.
Al-'in de todo isla oulras muilissima* cousas moilo
proprias pareai fealn, e que ludo se vende por pre-
go que faz admirar, como todos os fregueze* i a -
bem: na roa do Queiuiailo, nos qualro cania*, na
hem conhecida toja de raiudezas da Boa Fama
n.33.
Cartas franee-
zas.

Vendem-se superiores cartas francezas para vol-
larele a 500 r*. o baralho : na ro do (Jueiraado,
loju de raiudezas da Boa,Fama n. 33.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se sopertVrcs meias de laia para padres,
pelo harati-simo prego de 18800 o par, dilas de al-
go 13o prelas ,1 640 o pr : naruadoQueimado, loja
de raiudezas da Boa Fama n. 33.
Omisas de meia
pura laa.
Vendem-se superiores camisasde meia de laa ne-
lobaralo precede 3: na ni do Queimado. loja
de miudezas da Boa Fama 11. 33. '
~ Y*ndom-ee duas decimas ooartas parles de
urna divida, pertencenle aos herdeiros do fallecido
coronel Joaquim Jos Luiz de So-iza. sacada e acei-
ta |>or Antonio Germano Kigoeira Pinto de Sooza e
sua isulher, no valor de 14:0008, cuja divida tem
por segnranga aabrehypolhec-i o engenbo Bnranhera
parlenrenle ao dito Autonio Germano, e finalisa o
'.'"o ^i,''scr'P,,, P" s0 pananiento em 21 de maio
de 1867 ; quem pretender compra-las, dirija-se ao
quarlel do Hospicio, das 8 as 2 horas da larde, a
fallar com loaqaim Jos Luiz de Souza, e desla ho-
ra em diante em casa do Sr. Jos Jacorae de Arao-
jo, ua.ci.iadc Nova, Sanio Amaro, onde achara e
ane uncanle, ou eolio declaro sua morada para ser
procurado. r
.
Vende-se urna vacca crioola, a qaal seta pari-
da de 15 dia, dando bailante leile : no becco da
Barreiras 11. l,se dir quem vende.
Vende-se no paleo do Carmo, qoina do becco
da Bomban. 13, vioho boro a 400 rs., dilo da Fi-
gueira a 480 e 560, lingoiga a 320 e 400 r., cafe de
carneo a 160 a libra, velas de carnauba para a 410,
passas a 500 ra., familia do Reino a 120.
outros genero, por prego cemraodo.
Vioho de eai
r
Esle escolenlo vinlio engarrafado, adia-
da a 18000 a garrafa, na aagoinle- laberna*
ra da Cadeia do Rocife. caja dos Srs. Fnica & Ir-
mao ; na roa eslreila do Rosario, casa do 9r. Po-
ra, e dajroule ua loja de doces n.:!'.) A. Por ala-
s oa loja dos Srs. Gouveia ,\ l.eila, ra
do Queimado a. 27.
Cura infavel inortiiis.
Acaba de ser poblir |Pe acha-*e a venda na loja
da ra do Crespo n. II, um rlbelo que trata do rao-
do de curar essa terrivel molestia, pelo samo de li-
**ao ; prego do folheto 200 rs.
Vende-se um ucravo de idade 18 anno, mui-
lo del e *dio, de bonita figura e possante, com prin-
cipio de rnarciueiro, enlende de coziuha, ptimo
para pagern, bolieiro, ou armazem de asiucar, pa-
daria, etc. : na ra de Hurlas n. 82.
Vendem-se saccas cora milho por prego cora-
modo: no escriplorio de Claudio Dubeui, na, roa
daCadeia de Sanio Antonio n. 13.
Veude-se maiileisa uiRleza a 800 r*. e 960, di-
la fraaceza a 760, alelria muilu nova a 400 rs., nia-
carro e lalharim novo a 360, ameixas novas a 440,
assucar em carogo primaira sorle a 130, banha de
porco a 440, btalas ingleza a 100 ra., boUchiaha
inaleza a 410, cha da India a 18020 e 2J60, dito
prato a 9IKK). espermacete americano a 880, dito
francez a 8011, carnauba a480, qneijns do reino mi-
lo frescaes a 29. vnho de todas as qualidades e por
precos commodos : na ra dos Marrvrios, Jebero a
. 36. W
Vende-se um lindo cachorro d'agua bastante
grande, e com algumas habilidades, assim como um
metro (passaro) vindo no ultimo navio chegado |do
Porto : no aterro da Boa-Vista n. 70.
Na ra do Qaaimado, loja n. -2, nde-fjj^H
(Mida e -eeaVee loda asqualidMVrfe frlMU
to bem eilo, no s a libras como em bsmiraje*
o de calda, e o secco em bacelinbas cnfeilada, pro-
prias para presentes.
Veude-se urna ta ara cabra, bonita figura
20 aneo, engommadeira, eece cbao, cozinha
cora ama cria de4 raezea,-p orna crioula de
nos, que cozinha, lava, fila renda e vende oa
na ra das Cruzea n. 22.
rige* a 400 rs. e 320, t0oci-
V PECH1MA.
Na ra do Queimado, loja de San-
tos Coelho n. 19,
Vende-se madapolao fino infestado com
12 jardas pelo baralissirao prego de 28600
cada pega, hriuzinhos de linho muito fi-
na fazenda, sendo pardo claro, escuro e
preto, proprio para loto a 640 o covado.
chapeos de palhinaa modernos a 49000
cada om.
Vende-se um oscaler novo com remos ;
do Pilar n. 56.
Vende-se um cabriole! em hom uso ;
na ra do Collegio 11. 21, primeiro andar.
a Iralar

Tijolos de marmore.
Acaba de etiegar om novo sorlimeulo de lijle* de
marmore, e vende-se 00 armazem de Tasso Irmaos,
no becco do Concalves.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas da me-
lhor qualidade que tem vindo a eta pra-
ca e por prero commodo : na casa de
Adamson Howie liC.rua do trapichen.
42.
Vende-se cera He carnauba superior: na roa
da Cadeia do Recife, loja 11. 50, defronle da rna da
Madre de Dos.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se o verdadeiro cognac, laolo em garrafas
como em sarro Toes: na ra da Croz o. 10.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas^por pouco d,inheirr,
Vendem-se corles de cassa chita de bom goslo ;.
28, ditos de padrOes frsncezes a2$400, cassa roas
para ataviar lulo, dilas prela* de.padres miudos a
28 o corte, alpaca de seda dequadrps de lodas as co-
ros a 720o covado. lencos de bico tanto pintados
como bordados a 320 cada om, grvala de seda pa-
ra homem a 1} e 18600 ; lodas esla fazenda ven-
dem-se na na do Crespo n. 6.
LEONOR DAMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise. duqueza He Breta-
nha, 2 volumes por l.ytOO rs., na liviana
n. e 8*da praca da Independencia.
Vende-se cal em pedra chegadtr no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da na
2B, de A. J. T. Basto &
- VendVse urna lapa em bom eslado
da* Cruzes n. 33,- primeiro andar.
no rna
-
0 59

dajbttrVista, defronte
i bor la n. 14.
NO CONSULTORIO
HOMfflOPATHICO D4> DR. CASANOVA. $
28. Ra das Cruzes 28. $
Ha sempre grande sorlimenlo dos mais (j^J
acreditados medicamentos homa-opnlhicos, ^j,
carleiras de lodos os lmanlo, e nimio V'
mais un conla do que era oulra qualquer
parle.
(Os pobres Iralam-se de graga.)
Patente.
Vendem-ie relogies de ouro patente inglez ; no
escriplorio do agente Oliveira, ra da Cadeia do Re-
cife n. 62, primeiro andar.
LIQUIDACAO.
Na antiga |e bem conhecida loja de miudezas da
ra dos Qoarteis n. 21, vende-se um completo sor-
tmenlo de miudezas por menos de que poderia
comprar ein primeara mio,qoe he parihiq-iidar-se, e
afianga-M a boa qualidade,
a ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Aiaro acha-se par; vender aras
dos c'- ferro de '->rr- qualidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companbia
em Santo Amar, acha-se para vender
moendas de caftna todas de ferro, de um
modello conatruccao muito superiore
con Trente ao Rosario de Santo Anlouin, avisa ao res-
peilavel publico, que recebeu iillimamenle de Paris
um grande sorlimeulo de confeilos e caizinliasa
mai delicada que lera vindo a esle mercado, as
quaes se acharo ezposlas em um grande lileiro para
bem 'poderem apreciar o que ha de mais delicado
neste genero : vendem-se por prego commodo ; e se
algum senhor locista quizer Bear com porrSo, veo-
de-se com um pequcun ganho.
, -Ceblas!^
Vende'n-se ceblas ebegadas uilioiamentc de Lis-
boa no patachotfri/Ao/ile: na Iravessa da Madre de
Dees n. |(, armazem de Agoilioho Ferreira Senra
Coimaraes.
Vendem-se pregos moilo commodos, os se-
gnioles objertos: relogio da ouro palente, obras de
ouro de gosto moderno, meta! aniareHo para forro
de navio, cemento romano moilo novo, pipas vasiaa:
trata-seno escriplorio de Isaac Curio & Companhia,
roa da Croz n. 49.
DO
GUARDA NACIONAL.
Acha-se a venda no paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, o MANUAL DO
GUARDA NACIONAL, obra interessanle
a lodos o senhores ofliciaes c gaardas, e
mesmo aos Srs. advogads. por comer to-
das as leis, regulameuloa, ordens e avisos
coocernenles a mesma euarda, desde a
rreagau da lei n. 602 de 19 de selembro de
1850. al 31 de dezembro de 1851, acom-
panhado deum importante ndice. Ha en-
cadernados e cm brochura.
Ciraixa do ro
Grande ero
bexigas.
Veude-se na ra da Cruz, o Recife, armazem
n. 13,
s senhoras de
bom gosto.
' crUaJiiio bico de blonde blanco e prelo, e bo-
nito chapeo de senhora por prego muito commodo.
A mesma loja asaba de receber muilos relogios
americanos pnra cima de meia, do ullimo goslo ;
tambem relogios franceses cora caita, por prego
muilo em conla. ^*y
Vende-n um carro novo de
qualro roda,-, e de dous e e qua-
lro aasenln a voulade, moilo
maneiro. vei]e-so um outro
dilo cliurriilo, muilo proprio
pira o malte, ara algom se-
nhor he engenho e por prego cofimodo: oa ra
Nova, cocheira de Adolpho BourgtW
de Apollo n.
Companhia.
!*ratos
ocos ^Mtei tes 5
1
couserVitr i comida
i|iieitfej veiideiii-se napra-
^; iem 1:. 48,* oker C
ama do Vigario n. 19, primeiroaaiar, ven-
de-sefarelo novo,chegado deLisboa peloMlgoe/-.'-
deranca.
Deposito de vinho de cham- &
y) pagne Cbateau-Av, primeira qua- (^
^ lidade, de propriedade do conde 0
(fo de MarcuiU ra da Cruz do Re- m
A ciffBu 20: este vinho, o melhor A
t de toda a Champagne, vende-se 5
a o6$0 l_rs. cada caixa, acha-se 3
unicinente em casa de L. Le- W
comte;Feron & Companhia. N. f
B.As caixas sao marcadas a lo-
goConde-de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
Vende-se urna caca terrea sita na ra de Se-
nhor Bom Jess da* Crioula, com soffieientes com-
modos : a tratar no becco do Vera* n. 20.
Cola da ;.-
hia.
Veoda-seB^BMdoQBaiuudo, le
n. 30, Mcelleala cola da Bahia, por
Doce.
Vende-se nma cabra (bicho) cae* malte boro
leH* e om cabrito : na ra da Senzala Velha a. 96.
Vende-se nma porgao desoa muilo boa, peales
de cabra, vindo do Aracaty: -a tratar eom Antonio
Joaquiro Seve, roa da Croz a. 13, primeiro aadar.
Vende-*e
afrecuezadaj
Terco |
Venij
fabrica de charutos
ilia :
bastante
no pateo
avo -, a Iralar
em lbrate 1
laja n. 3.
anee-
as com peito de linho.
1: m roa Nova, roja
No aterro da Boa-Vista
suato a :120 libra, HBrica
11I10 a:)2, chocolate a400r.. todo de Lisboa.Vi
perior vinho do Porto eugarrafado de 1K5I e 52 1
agarrafa, moscatel dcatatbal e Madeira Seica ai
15000 a garrafa.
Vende-se um terreno na Soledade. ra de Jo.lo
FerBaodes Vieira, com 140 palmo de frente, ou
metade ou o que o comprador qaiaer : a fallar eom
o proprio dooo na roa do Sol, loja o. 23.
ta armagSo envidragada, propria
a, calcado ou cera : a Iralar na
al de S. Rom Jatos da Crioula 11. 29.
Vende-se
um bom cavado rogo, andador bailo e muito bom
esqn'pador, por preco commodo : na ra da Cadeia
de SanW-^t^^wrmieni de maleriaes n. 17.
Afctr*
casas
larroa-
Pereira
Vendem-se caitas com alelr 1
particulares pnr seren muilo
zem do caes da altndose, d
de Mellon. 7.
Veude-se um preto afjajfl
anuos, sabe bem o offjcio djj
hom cozinheire : qoem prtei
Cruze u. 29, que a visla te I
Chapeos para
senhora
Vendem-se chapeos para senhora do mais moder-
no gosto de Pari, havendo porrjo para escolher :
oa roa Nova, loja n. 4, de Jos Luiz Pereira Jnior.
Palitos frailee-
zes. #
Vendem-se palitos e sobrecasacas de panno Tino
preto e de core*, todos forrados de seda, ultima mo-
da, a 204 : na roa Nova, loja n. 4.
OeOrtel.600
lie multo barato corlea de caed chita, de padres
lindo e modernos, com 7 varas, por 1961 : oa roa
do Queimado n. 33 A. M
Cura nfalivel
DO
eholera-morbus.
Acaba de ser puMttdo, e acha-e venda na li-
vraiia universal, ruado Collegio n. 20, um folheto
que traa do modo de curar ene lecrivel molestia
pelo sumo do liman, por 200 r.
Em cata de Timm Momsen Vin-
nassa, praca do Corpo Santo n. 13, ha
para vender .
Lm sortimento completo de Iivtos em
hranco viudos de Hamburgo.
Para meninos e
meninas.
ia abertOT forrados 1^
enfeitade 1 itim, ditos de dina com
nras lita_ ottot o* mais moderno pos-
vel vetfcjpi-sc na ra Nova n. 44,
fabrica e loja de vfliristiani & Irmao.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico deposito contina a ser na botica de Bar-
tbolora.B trancUcodeSeeza, na ra largado Rosa-
ra a. li: garrafa grande 5*500 e peauena*3)1000.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura da phtisica em lodos os seus diOerentes
graos, quer i.'iolivada por eonslipaces, losta, a*Ui-
ma, pleuriz. eccarros de angue, dr de coalados e
peito, palplaro no coraeflo, coqueluche, broBchite
dr nagargaBU.e lodaiaa molestia i dos orgSos pul-
monares
Em can deHenrv Brunn &C,,rw da
Cruz n. 10, vendem-e:
Lonase brins da Kutsia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos para jardn*.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
omma lacea.
POTASSA E CAL VIRGEN.
No antigo eja'iem conhetido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender'mtiito superior
potassa da Uuseia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, tudoa
precos muito favoraveis, com os quae* -
carao os compradores satis'eiljos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por oSOOO reis : nos arma/.ens ns.
3,5 e 7, e no a i m/.ei i r*tJBjl ronte da porta ila
alfandega, ou a trataino escriptorio de
Novaes n. 34, primeiro andar.
Vende-se urna balance romana com todot os
seus perlences.em bom uso ede 2,000 libras : qoem
prelender, dirija-seii ra da Croi, armaiem n. 4.
Pipas vastas.
Vende-se pori;o de pipas vasias proprias para en-
cher do aguardante, a prego de )79 cada urna : a
tratar oo escriptorio de M inoel Alves Cuerra, na
ra do Trapiche n. 11.
PO ^SA BRASILEIRA.
VenaSi-ae superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
, tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
f mazem de L. Leconte Feron &
ompiinlna. Maf
l
A 1?000 BS.
Vendem-se pa I i los de alpaca
Cadeia do Recite o. 3,
prela ; na ra da
A3S500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Kossia verdadiita : na prafa do
Corpo Santo n. 11.
Vende-se aro em cunhet.s de um quintal, por
preco muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
SACCAS COM MILHO.
Vendem-se saccas grande com milho moilo novo,
por barato prego, para 'fechar cuntas : na roa de
Santa Rita n. 5, lab/rna.
Cortes de seda
supeFores.
VeucVtaj-'e corle de eda de quadro, estrellas e
larga, da muilo bons gosto e modero**, tssim como
cambraia muilo lino* coot bieas muilo lar-
ade lila e merino, liso, com barras de co-
re, lislrat de sed^Hhdados. assim como oulras
muitas faaei.d.i- por Bffo muilo commodo, a di-
nheiro visla : na ra da Cadeia do Recife, loja o.
50, defronle jMflBrJa Madre de Dos.
^AGENCIA
Da Fundicao Low-jMbaor. Rna da
Senzala nova il 42.
Neste cstabelecimt^a^rKtinua a ha-
v^f- um completo ortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todo os tamauhos, para
dito.
Moinhos de vento
om bomba tderepuiopara regar horlas e baixa,
decapim, nafandir,aodeD. W. Barman naraa
do Bruin ns. 6, 8c 10.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 pata 500 rs. a libra.
Do arcano da invenpP do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin.'empregado as co-
lonias mglezas e hollandezas, com gran-
de vantagein para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Dieber Companhia, na ra da
Cruz., n. 4.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronceados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre paf-.i carro.
BaiTis de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
engenhoss.
ferro de D. W.
do Brum, passan-
Taixas para
Na fundicao' de
Bowmann na ra
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se (Su carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
8^000.
Vetiiiein-so ^xce Lien tes
chapeos de casrox braneo,
de Don i tas formas, pelo^ba-
rato preto de 5,000 lis:
na praija da Indcpenden-
tia n. *2A e 6.
Liiivlos cordoes de ca*^
bellos.
Vendem-se ricos cordat de cabellos elsticos, li-
sos e enfeilados, por baralissimo preco : na loja de
miodezas, na roa do gueimado n. 63.
Brins de vlla': no armazem deN. O
Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
Veude-se excellente taboadoila-^,<'^0' recen-
temente chegado daAu^T*?."V"1 de apollo
trapiche do FerrejC.>Te,,lenoer-se om oadm.nis
irador do meaja*
P^VIIMHO XEREZ.
e sepenor vinho de Xerer. em barris do
sa de E. H. Wyalt: ra do Trapiche
Em casa de N. O. Bieber & C, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Vinho de Madeira em quartos e oitavos
barris.
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lonas.
Brins da Russia.
Papel de einbrulho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos presos.
Para meninas.
Vendem-se excellentes chapeos de Italia, abas
largas e moilo bem en re lados, coa Ra Gota da di-
versos soslos, muilo proprio para meninas, atsim
como de seda de diversas cores por preco muito m
conta : napraca da Independencia loja na. 24 e 26.
para senhoras e
meninas. *
Na praca da Independencia ns.il e Jll, recben-
se ltimamente de l'aris una completo sotlimeut.-
da mai modernas chapelinas de teda, tanto aera
senhoras como para meninas, as quaes te veadem
por preco- mai em conta oo que em oolra qaaiajaei'
parle.
GORRO.
Vendem-se exeelientes
gorros de malla de seda
bordado!*, d diversas ^co-
res e dos melhores gostos
possiveis, por mdicos pre-
sos : na piMca ^ia liile-
liendenti.i ns. 24 e '16.
Clseos de palha da
Italia.
Vendem-se chapeos de palha da Italia, delira-
do e singelos. para homem e meninos, ebefados l-
timamente da Eompa, da ullima moda, ceta moilo
bom sorlimeulo, era caitas de 10 duzias cada urna,
por preco mais commodo qae em oulra qaalqner
liarte : em cata de Baslo &'Leniof, rDa ao Traciche
o. 17. .
Vestido de seda.
Cortes de vestido de eda de coree, padres d ol-
lirao soslo, e por presos moilo commodo, havendo
muilo para escolher : na loja de ? portas, oa roa do
Queimado n. 10.
Vende-se milho muilo novo a ,V;lO o alquei-
re, medida velha ; bordo da barcada Diligencia,
no caes do Renos.
Pianos ellegan-
tes.
No escriplorio de Domingos Alve Malheu, o
ro.i da Crea n. 54, ha para vender ricos e alega n
les pianos com excellentes vete, vindo de Bamb r
So pelo llamo navio, por preco mais mu dito do
que em outra qualquer parle.
Vend
'S
Fogio na madrugada do dia 18 do crranle,
TVJjoislo do brigoe nacional Flor do VMo, o escravo
de nome Atcto, crioulo, da esialora alta, retinto, e
lera buco ; foi nmprado j ha lempo ao Sr. Jeto
l'anUo : quem o pegtru, levando a-bordo do dito
brigee, ou no escriptorio da rlS*ijui n. 49, tara
moito bem gratificado.
PEKN.: TVP. DB M. F. DE

* ESGRATOS FGIDOS. ,
^o dia 17 demei de oulobro proiiou|Maaade,
fogio da cidade do Natal, provincia Jo*j Grande
do Norte, um escravo de noaie Louraurc, motilo,
bem claro, cora idade de l'J aaoosf ainda ajo barba,
baixo, e om lauto reforjado do corpo, cabellos pe-
los e crespos, porm quando fogia eslavam cortado
reules cora o caicej^^^H i, fecoes regularas, bei-
co um tanto srossoadl atada, aod* sempre com
a rabeca baila olhl fp ehio, moito samo,
oo-luma iiiculcaaiajaB be contador de histo-
rias, toengaita, 1 Ka, toma labace, e
fuma ; efleve nail FoeTrlrrale e sapaleiro, de
cujas ofliciuas poueaenlenue. Alero do sigoaea re-
feridos, tem entre os cabellos na parle da frente orna
pequea cicatriz proveniente de urna queda, e he
preciso levantar-se os cabellos para que te potaa ver,
cabeca um tanto redonda; cara om tanto achatada;
he moilo humilde, e costum* a iralar a toda por ae-
uhorzinho. Quando fajja levou camisa de riscadi-
uho azul de algodaozinho americano, calja do mes-
mo panno com lilra azul de largura de om dedo,
chapeo de palha usado com cordao por baiio j
queizo, e cosluoia a tirar o chapeo para traa das cos-
tas, Creando com elle deoendurado pelt)|^eicoi;o, tem
o andar um lano incliuado para dianle, dedo enr-
es, e Iras as unbas dos dous dedos grandes om lauto
crescida. Este escravo foi comprado em 1849 a Ma-
nuel l.uiz Baplisla, morador no sobrado do termo da
villa do Pilar da provincia da Parahiba ; passnu por
Sicupira-torta dislaole de Mamanguape 5 legoat:
julga-se que buscn o Recife, onde talvez se ache :
pede-se aos Srs. capitaes de campo a soa captura, e
o conduzam a esla cidade do Natal, que sero gene-
rosamente Gratificados, ou qoe o fajara recolber em
alcuma cadeia segura e parliciparero-mc. Muito cs-
pecialracule encrelo a lodas-as autoridades aoearre-
zadas do recrutamento, qoe lendo em vala oa tig-
naes que licum eipendidoa nao o facam embarcar por
engao ; c sa tar elle preso me communiquera, obri-
gaudo-me por aada e qualquer despeza que por ven-
tura se lizer. Odadejado Natal 2 de dezembro de
1855.Francisco di lah Lias dos (juimatiet Pei-
soto.
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