Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00315


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Full Text
-:.
INNO XXXI. N. 293.
Por S meies adiantados 4,000.
Por 3 meies venados 4,500.
1
-v-
QUINTA FEIRA 20 OE DEZEtBRO DE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
\
ENCARRKGAOS DA SUBSCRIPCAO'-
Recito, o proprielerio M. F. de Faria ; Rioile Ja
"neiro, o Sr. Joo Pereira Mari ni; Bahia, o Sr. D.
Duprari ; Macei, e Seohor Claudino Falcan Diai;
Parahiba, o Sr. Cervario Viclor da Nalividade ;
Natal, o Sr. Joaqun) Ignacio Pereira Jnior; Ara-
cly, o Sr. Antonio de Lentos Braga ; Cear.o Sr.
Joaquim Jos de Oliveira ; Maranhlo o Sr. Joa-
qnim Marques Rodrigues; Piauhy, o Sr. Domingos
Herealano Ackiles Pessoa Cearense; Para, oSr. Jus-
tino|J. Ramos; Amazonas, o Sr.Jeronymo da Costo.
CAMBIOS.
Sobre Londre, de 27 3[4 a 98 d. por 1
. Par, 34 rs. par f.
Li&ftoa, 98 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Acedes do Banco 40 0/0 de premie, m
da Companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Meeonto de lettras, de 9 a 12 por 0/0.
NOTAJES.
Ouro___On?as haspanholas. 299000
Moedas de MOO velhas. 16000
de 69400 novas. 169000
. de 4S000. 99000
Prata.Patacoe* braaeiros. 29000
Posos columnarios. 89000
mananos..... 1*860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os das.
Caruar, Bonito e Garanhuas, nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista,ExeOuricury, a 13 e28.
Goyanaa e Parahiba, segundas e sextas-feiras.
Victoria e Natal, as quintaa-feiras.
PREAMAR DE'BOJE.
Primeira 1 hora e 18 minutos da tarde
Segunda 1 hora e 42 minutos da manhaa.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados.
Relacao, tercas-feiras e sabbados.
Pazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphos, segundas a quintas s 10 horas
1* varado civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES.
Dezemb. 1 Quarto minguante aos 9 minutos e
40 segundos da larde.
9 La nova as 7 horas, 47 minutos
e 48 segundos da manhaa.
> 16 Quarto crescente as 4 horas, 36
minutos e 40 segundos da manhaa.
23 La cheia as 8 horas ,18 minutos
e 47 segundos da manhaa.'
DAS da semana.
17 Segunda. S. Floris.no m.; S. Calanico ra.
18 Terca. S. Eaperidio b.; Theoiimo m.
19 Quarla. S. Dao m. ; S. Fausta.
20 Quinta. S. Libralo m.; 8. Bajulo m.
21 Sexta. S. Thom ap.; S. Themistoclos ni.
22 Sabbado. S. Honorato m. ; S. Florom.
23 Domingo. 4. do Advento. S. Servulo, advc
gado contra a parlisis ; S. Midonio m.
PAITE ITFICI1L
!
OOVEaNO da pro
THapeaisiMB ao ata 17 do
OffietoA* herede polica. intelrando-o de ha-
ve trensmiltido a thesoararia da faienda provincial
para serem pagas Miando nos termos legaei, as con-
tas que S. S. remellen das despeas toitas como
alicato dos presos pobres da cadeia do Ourica)
deade o primeiro de julho al o ultimo de oulnbro
este anno, bem a tos para o espediente snico ecom a lavegem de
roupa todo d as da deranco.
DitoA j"'1 relator da junta de justica, trans-
mittiade aara ser relatado em sesslo da mesma
junta. proceeso verlial do soldado do quarto ba-
rtilharia ap, Fideles Ferreira de Ovei-
ou-se ao marechal commandanle das
a rasa
julo do porto, para enviar aos capa-
ll desla provincia, conforme requi-
silou o provadar 'd siude. as carias de sanie que
esle Iba remetttr.Communiesw-ia ao referido
|>rovedor.
DitoAo juii de direilo do Rio 1'orrooso.Com
qaanto al e presente nada hija s rocetar nessa co-
marca a respailo di. epidemia do cholera, todava i
vista da represen la c,3o do delegado desse. termo acer-
fc ca d falta qua abi ha de medicamentos, faco se-
gair a ser entregue a Vroc. ama ambulancia, para
que a casa de infelizmente apearecer aquelle lla-
gello lL Jualquer ponto dasaa con
^ama*jrWaaaumente loceorrdes os f em-
qaanto nao vai uro iaeoltalivo, deveade r8b vadas as preseripces da comrniaso da hyfssoa de
qoe ja remit ejemplares agora ejrvio mais
alguna.
Todas at aatoridades desse lugar tevos naeipro-
canaaaue auxeliar-se no philanrropio etapenho de
animar a popolaso, e eumprir as roeommerulacoes
que ja uei feilo qaanto ao modo ds eiecuUr as
medidas stuitarias e prestar soccorros.Ofticiou-
se a Ihesouraria de fazenda para remetter-aambu-
lauoia de queje trata.
DitoAo delegado do Rio Formoo.Em respes-
la ao seu officlo deil do corrente, lenho a dizer-lhe
que pec.caulela far,o seguir para essa comarca urna
ambulancia aura de serem alii soceorridos de medi-
camentos oe individuos que infeliimenle vicrem a
ser aecomettldos do cholera, o que Dos nao per-
mita.
A dita ambulancia he remanida ao Dr. juiz de
direilo, como lenho Jeito para outras comarcas;
cuiapre por tanto que Vmc. com elle se entenda, e
ambos de aceordo com as demais autoridades desse
lagar devem empregar lodos os esforroe em animar
a. populacho, fazeadn ver o quanlo be pejodieial o
taar eea semtlhanle conjuncin, e providenciar
de conformidade com as recoromenJaces que ja
flz a tal respeito.
DitoAo cocual daS. M. Fideiissima nesla capi-
tal.Accosando recebida a represen tarjo que o Sr.
cnsul de Portugal Joaqaim Baplisla Moreira me
dirigi am tt doale mez retolivameuU aoaoMito
* S. M. Fideiissima Manoel Joaqom da Santo-Aona,
actualcenla preso por suspeitas de ser desertor do
8. balalhode infamara, na qual nao s solicita
providencias para qaa no saja esle individuo com
ptllido a ir a Macei para se reconhecer se ha ou
nao reo de semelhaole crime, mas timbem para que
seja alie posto em liberdade, lenho a declarar em
reaposla que eavindo a respeito o marechal comman-
danle das aranas, me foi declarado por elle em dala
de H do corrente, que a sellara desse preso eil de-
pendente dos esclarocimentos que por intermedio do
Exm. presidente das Alagoas, foram exigido* do
mencionada batalhio, oa quaes a serem em sentido
affirmativo, lem reo de responder-pelo crime, visto
que a qualidade de estrangeiro nao isenta da pena
aquellos que alistando-sa ni> exercilo abaodonam as
soas ileiras. Renov ao Sr. Joaqaim Baplisla
Moreira os protestos de minha estima e conside-
rarlo.
DitoAo presidente da eommiss.1o de hygienaaau-
blica.Em solurao ao que pondera a eommissJe de
kygiane publica em oQicio da 12 do corrente, infor-
mando o requerimento do desembargsdor Jeronymo
MarUniapo Figueira de Mello, lenho a dtxer, que,
seca ser pelo receto qua nutre a commissao de po-
, detdar-sealgumaauimosidadepopularacabodepro-
. ferir o*segninle despacho :Se o aupplicanle nao se
quer conformar com a deliberarlo da eommisslo de
hygiene, pode recorrer ao governo imperial, cojo
Mito ion sobmetler a qnestio.
Jlandiindo admillir ao servico do eser-
por tempo de (ais annos tomo voluntario o p?.i-
saaeloaeiano BelmirO da Rocha, que perceber
alera des vpcimealos que por le Ihe enmpelirem o
premio de 300&.Eipediram-se as necessarias com-
manicaces a respeito.
MaReformando no mesmo posto o alfares de
avallarla da enliga guarda nacional do municipio
de Cimbres, Joaquina Salvador Pessoa de Siquelra
Cavatcaeli.Commonicon-se ao respectivo com-
rasodanteseperinr.
Dos goarde a V. S. Palacio do goveroo da Per-
nambuco, 14 de dezembro de 1855.Jo$ fentota
Cunha e Figueiredo.Sr. chefe de polica.
Illm. e Eira. Sr.Dando cumprimenlo a ordem
de V. Bic, coaUkta un officio de honlem datado e
hoje recebdo, itfornio a V. Eic, que den-se com
efleilo o Tacto de ter fgido da casa de delcucAo o
preso Manoel Theotooio da Silva, pronunciado co-
mo cmplice por ferimenlos no termo de Cmaro',
coja fuga lora motivada pelas circumslancias cons-
tantes da participadlo que em data de 10 do corren-
te me fez o administrador daqnella casa, e. que por
copia pasao s ralos de V. Exc devendo accres-
centar, que por esla repartirlo tem sido expedidas
as mais activas providencias para ser o mesmo cri-
minoso capturado, e que se nesles cinco dias nao
foi V. Etc. participada a fuga do preso, foi por-
que nao ni o negocio em si nao tem importancia,
como porque sinda nlo vai larde a communicaejo
indo hoje.
Dos guarde a V. Exe. Secretaria da polica de
Pernambuco, 15 de dezembro de 1855.lilm. e
Exm. Sr. conselheiroJos Bento da Canlia e Figuei-
redo, presidente da provincia.l) ehefe de polica,
Uti- Carlos de Paita Teixtirt.
Ules. Sr,Cumpre-me levar ao eonhecmenlo de
V, S., que lioatem, aa 8 horas e meia da note, en-
tre* para esle eslabelectmenlo o marojo frenee*
Bairar, o qual leudo sido recolbido ccllula n. 16
aonde j se achavain 5 manijo? inglezes, acooteciu
que o dilo Raizar, Iravando de um pio de vassonra,
que bavia na prisao, lBiecase a dar pancada nos
marojos ioajfeacs, e isso por eOeito da embriaguez
em que se alnava. A esse romor acudi imraediala-
menle o guarda que rinda va, o qual dando parle ao
ajudanle, ele procuro com todas as forcas remo-
ver o marojo para urna prisflo solitaria ; primeiro,
porm, qneaaehegasse a esse resulldo, loi preciso
empregar as diligencias necessarias : liouve seu tu-
multo e coufueSe no momento de agarrar-se esse ma-
rojo, n'esie iaterim chega orna patmlha com duas
molheres presas, o guarda abre de prompto a can-
cella, em ruja occasiao, quando todas as altences se
vollavam para o manijo embriagado, a quera era oe'
cessario conter, sem molesla-lo, segando o espirito
do regnlaaaenlo, o preso Manoel Theotooio sonbe
aproeilar-sa das c'ucumstancias do momento e eva-
dio-se, Vm que fosse presentido ; notando V. S.
que Manoel Theolonio eslava incumbido da fachina
aos lampeoes, e seu quarto era de 8 horaa a meia
note como he de costume, e aulorisado pelo regu-
lamenlo. Preveudp eventualidades iguaes, por ve-
les lenho representado ao Sr. director das obras pu-
blicas sobre a necesiidade de collocarem-se quanlo
anles em seus devidos lugares as quatro cancellas de
ferro, nico estorvo legitimo 4 laes tentativas. Com
efleilo, o diloSr. director tem activado ao Sr. Starr,
na promplifleacao das cancellas, eu mesmo j Ihe
fallei respeito, e elle prometleu-me que aleo fim
do corrente estavrm promplas. V, pois, V. S. que,
por maior qoe sej.i a vigilancia dos emprestados, a-
ido-se as coosat em mu cometo, aem tiada
enlia completado o eyslema de precao;5ea e de
segurancas preacriptas palo sobredi lo regulamento,
nao he possivel evarem-ee emergencias ; mas pos-
so aiseverar V. S. qoe fleo na esperanca Je breve-
mente recolher de novo priego o mencionado
Theolonio, para o que vou empregando os matos ne-
cessarioi. Devo observsr i V. S. que esse preso,
quaodo destacado em Cmaro, em qualidade de sol-
dado de polica, fra pronunciado por cagaplicida-
de em ferimenlos. Caa de delen^ao 10 dedeiemore
de 1S5.S.Illm. Sr. Dr. I.oiz Cirloe/e aiva Tel-'
seira, chefe de polica.O administrador, Floren-
cio Jote Carneiro .t/onfsira.
Conforme.O primeiro amanuense,' /ose' Xavier
Ftuslino Ramos.
---------*
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Seulto juditiaria em 19 de iesembro a> 1855.
Presidencia do Exm.-Sr. deeambargador Firmino
Antonio de Sorna.
Patiagens.
Appellanle, Franciie>4aJ'rado ;
Appellado, Joao MarrMsVde Barros.
Do SrPl.eio ao Sr. Gilirana.
Appellnte, Jos Soares Nogoeira Bsslos ;
Appellado, Manoel AaHpio Pinto da Silva.
Do Sr. Villares ao SrflMoa,
rgante, D. Mariaina Dorothea Joaquina ;
Manoel Pereira Magalhaes.
bidosos embargse modilicadoo ac-
cordo embargado.
ra,e que o goveroo inglez fra prioieiramenle
levado a procurar recrutas para a Legiao Eslrangei-
ra nos Estados-Unidos, em raijo da sympathia ma-
nifestada na causa dos alliados pelos proprioe habi-
tantes da l.'niao, e nao menos por Mr. Bochanan, o
mioistro americano na corle de 8. James. Ao mesmo
deram-se ordeos para que se empregatse mais escru-
puloso cuidado aflm de que o alislamenlo nao vio-
laste as leis municipaes dos Estados-Unidos, pre-
cauc.io que foi lomada anles para previnir as qoe-
xas rusias acerca dn America violar a sua protestada
neulralidade, do que em consequeneia de algara re-
celo de que o eu goveroo 'e povo oppozessem obs-
tculos serios. Mas medida que a guerra continus-
va, e o senlimenlo philo-russo dos Americano* se
foi tornando mais apparenle, o governo de S. M.
vio o erro qoe linha commeltdo, e, sem esperar
reelamaeAes ofliciaes, espontneamente revocou os
seos agentes e desisti da empresa.
Entretanto, o erro eslava commettido. Algum dos
agentes subordinados lornou-se traidoros proces-
aos tiversro logar, e lodos nos sabemos com que re-
ndado. Parece que ao mesmo lempo, o gabinete
do presidente Pierceinslruio o seu ministro em Lon-
dres para qeeixar-o contra estas violacoes da sua
legislacJo maaicpal, rommetlidas pelos agentes e
soba sancetei o goveroo inglez, exigir qoe dihi
em dianle ceaaasae tocio o recrutamenlo. A ido lord
Claren Ion responden qup s exigencias do governo
americano tinhaijl sido antecipadaque os ajen-
ies iinham sido revocados,'e o recrulamenlo termi-
nado.
Em addicao a islo proferio apologas e explica-
coes que foram reputadas satisfactorias pelo minis-
tro americano. Mai liveram em aAlo differunte no
seu gabinete. Outrodespacho fei tranimlido a esle
paiz, o qual, como lodos saben), era concebido em
um tora nao conciliatorio, e pareca designado anles
para provocar do qoe para applaear m ios sen tmen-
lo!. Come oslamos informados, o gabinete inglez
nao se allerou. Replicn por um despacho, brando,
mas digno; e eniao os navios de guerra foram en-
viados pira coadjuvar a influencia da diplo-
macia. Nesle estado se acha o negocio presente-
mente.
Nao nos desejamos esqoecer de que islo 'le um
expoiicjo ex parte em fsvor do nosso governo, e que
tem o defeilo de nao ser anonyma. Nao duvidamos
que esleseja o easo do gabinete inglez como forne-
cido por elle mesmo ; e lamentamos que tal expoai-
cao nao senha sido feila francamente e em seu pro-
prio oome. 'Calvez baja certas restriegues em eti-
queta diplomtica, que prohiban) que o texto do
despachos sejam publicados ; comtudo he evidente
qae nesle csso os termos em que sao concebidos
constitaem toda a diflerenja. entre as duas partes.
Folgamos de ver que o nesso governo lem coincidido
de tal sorle com as ideas que manifestamos quarla-
feira, qae al certo ponto poblicoo urna defeza e deu
orna eipjicarao do lea comportamenlo, mas enten-
demos qae nao henai columnas de um jornal, pos-
to qoe respeilavel, qae o lea appello confianza do
povo deve ser feilo.
fados, e qoe qualquer erro qae possa ler aido com-
meltdo ao principio, ha sido porgado aos olhos de
um generoso e candido disputante, por urna apolo-
ga e urna rclractaco. Mas pergontaremos ao bou)
senso e prudencia do povo americano se a propria
disputa, considerando-as soba relacao mais ampia
he nma dispula, pela qual du* grandes narnes de-
vam entrar em guerra ? NI* podemos conceher
urna satyra mais enrgica a todo o lystems de di-
plomacia, do que a admiieie-d) queelli he inca-
par, de resolver urna vil dispuKeomo esla.
O que be um governo 1 Qual he o uso dos em-
baixadores e dos ministros, ceejeodo o seu pomposo
sequilo de secretarios e addaga%se am erro retrac-
lado assim qne foi descoberto^-om erro que n.lo di-
vidira dous homens prudentes por cinco mnalos
s ser reparado nesle raso pafsjaae saogue t Cer-
tos como estamos de que nelHHz ha um senlimen-
lo universal de aversJo a ama guerra com a Ame-
rica, e qne w tormos levados a hostilidades ser com
a maior reluctancia qae desembainhareraos a espa-
da. Mas, a espada urna vez desembainhada, esta-
mos cerlos qne lal senlimenlo nao continuar por
muilo lempo.
Dizem que alo ha intenso real da parle do pre-
sidente Pierce e dos seus eaiatdros de recorrer a
hostilidades, e que o seu uniee ebjeclo he agitar e
excitar toda a UniSo com o designio de iofluir na
elei;ao presidencial de (856. Cosla-oos acreditar
que haja homens 18o faltos da principios ene espe-
culen! desla raaneira com o bem estar do seu pro-
priopaiz. Todava releva qad os Americanos re-
fliclam sabr asta qusstao. Opasso comportamenlo
como Inglezes he claro. Fagamos como nacJo i-
quillo que nenhura de nos heraa fazer como parti-
cular. Se lemoi commeltide am erro, confessamo-
lo, e estamos promplos a fazer qualquer repararlo
que um adversario pono esperar. Se as nossas apo-
logas forem recusadas,se anal lata recahir sobre
nos, tendo por conclusao urna gajerracnlJo .lie um
negocio de agradecimenlo para o qoe estamos de
alguma sorle preparados. (Morning Chroniele.)
Iln. Sr.Sirvs-se V. S. infoi*
fuga ita um dos presos da casa de d
. junto.
sobre a
de que
flLBJJTIIg.

I '

es riLim da famiia. (*)
Fob Paulo Feval.
ITLOIII.
Os rasea ib KU .do.
Urna ctdalatlte eenlenaria, cujo tronco felpudo,
tortuoso e groesereomo o carpo de om homem, es-
tendia-se no chao para levar- epoii at ao le-
lo, deixava cahlg..m tornn dajanella eos ramos
detgades que 0 rthlo sgila-a brar.damenlc. Defora,
atravax desia renda de follas,qnalqoer tarto ovsla-
do oe deas aman Us.
Rolando linha vinle annos, e Camilla qnasi deze-
seis. Rolando... mas Anlnnina die-nos : a nm ver-
dadero cer{aiiL Rolando linha estalara alia das
^^iais elegantes que podem baver; seo semblante
alegre, mas prompto |m refleclir as emo{Oes do co-
racJo, linha urna uraaa ingenua c irreiislivel. To-
Ijorriam vendo-o sorrir, o qoando a alegra bri-
a-ihe obrea fronle coroada parecia qae soprava m edjM de jovialidade.
Fallamos de Rolando tal Mpai agora na
hospedara do velhe Mora. No'anao de madame
Des arennes, sua t, lia nao era inleiramenle
aasim.
Bem sabem os leitores, que o c; vallo novo e brio-
ndu-e repeolmamenle lvre da pfia, sacode ai-
nenle as dinas e desafia o vento em sua rpida
ira. Assim, essa odotoatemprimida eitendia-se
roo ama mola. Tinha, primeira vista, o fogo ex-
i do galgo que qaebra a (relia. Nnguem
l torrir o galgertorbolenlo, qae corre
, e cujos saltos excedem os cimos das
eoos amiivam a Rolando pela sua joviali-
Biunicaliva e pelolanle, e tambem pelai
Mezas repentinas ; pois Activa triste s vezes,
Sisea dias Antonios teria dado para consola-lo
us lita mais brilhanle, oa iua (ouca mais adorna-
rendas, bem entendido, sem intenco de offen-
Pedro Tassel. A prosa disto he qne para a e-
nhora Camilla, Anlonna teria dado a tonca de ren-
da cara a fila mais brilhanle.
Camilla tambem era aleare ; mas tnha na fronle
a serenidade de um anjo. O laivo de malignidade
que lis vete ahi m'nturafl-sa, era um reOexo o v-
rjanle,
Rnb
EXTERIOR.
Estamos agora na posse do que suppomos que de-
ve ser lomado, como o caso do governo inglez na
pendente disputf com os Estados-Unidos da Ame-
rica. Urna exposicSo, emanando evidentemente de
fooles oflicises, foi publicada, com o fim de dar a
origem e a historia da conlenda, juntamente com a
posicao em qoe se achara na dala das nllimas noti-
cas dos Eitados-Unidos.
Segando esla eiposico, reputamos o fado con-
firmado,o que aventramos asseverar quarta-fei-
Vide Diario n. a."
nha de Rolando. Havia urna vaga semelbancja enire
o primo e..' prima. Nao'eram as mesmaa felroes,
nem a mesma physionomla, pois um linha o a?
magnifico, a oulra a Iranquillidade anglica: era
talvez um ar de familia, visto que os pas eram ir-
maos, era lalveaUmbema toaeldade myslenosa qoe
nasce da syinuMiia t HgC? her(o.
Rolando e Camilla^ Becas primeiros
orrisos, e hnham-e smido mesmo antes de o sa-
berem, antes de poaasrem nisso. A idea de que
qualquer a'conlecimento pods > sepira-lm jamis.
Ibes parecer durante mnilo lemp impossivel e con-
Iraria i nalureza. Quaodo ouviraaa pela primeira
vez cerlos boatos, que orriain enlre o serves do
caslello, quando rumprehenderam qoe Iratassv
casar Camilla, e que Rolando nSo era o noivo e*co
Ihido, liveram priini-iramenle um espanto progando
e urna tristeza inconsntvel ; dapois veio o eaprito
de revolla e disseram : resistlraajos, combsreremos
pela nossa ventura.
Como combater? Rolando fra creado no caslello
por caridade, bem como, repeta frequentemente ma-
dama Des Garennes, nao linha oulra prolecrio se-
nilo n da av, e Dos sabe qoe Bernardo, a camaris-
ta, oa mesmo a eozinheira linbam mais influencia
na casa do que a pobre velha.
Madama Des Garennes era lenhora absoluta; o
marido, ndole inferior e fraca, deixava-se dominar
lyrannicamenle com lano qoe fossem salvas ns ap-
parencias. Madama Des Garennes rodeava Camilla
de caricias, mas nao a amava, e a influencia da ra-
pariga nao vala definitivamente mais do que a da
velha.
Combater nao tendo armas! Felizmente para o
boin xito de sua casa, Rolando a Camilla nao cui-
davain muilo nos meios ; tinliam vontade firme de
se defenderem, e isso basta s vezes.
Camilla eslava assenlada em orna poltrona junto
dajanella, e Rolando ajoelhado dianle della eootem-
plava-a com admirarlo. Ella tirara o chapee de a-
rnazona, e seas cabellos roaravilhosos cahiam-lhe aos
hombros formando aunis loaros. Eslava ainda con-
movida pelo susto recente, pelo qoe corto ar pensa-
tivo entrstecia-lhe a fronle infantil. Eslava lio bel-
la qae qualquer teria feilo como Rotando, qoe a
admirava extasiado.
Foi para isso que viemos' murmurnu a rapa-
riga repelliudo dbilmente os cartnhns do primo.
lia tanto tempo, ilisse Rolando em vez de res-
ponder, nao le tenho aasim junio de mim romo nos
diai de nossa dilosa infancia I..I em qoe le beijava
as alvas mfins quanlo qoeria... e dizia-te : minha
bella primjnha, amo-le, amo-te I...
Camilla dea om profundo suspiro e loroou :
RIO DE JANEIRO.
2 de dezembro.
O paquete Imperalriz, entrado honlem dos por-
los do* sul, com dalas de Porto-Alegre ate 23, do Rio
Grande at 25 e de Santa Catharina al 28 do cor-
rente, traz-nos a lamenlavel noticia de ter rebenla-
do o cholera as harqueada de Pelotas, e de se (e-
rem dado depois alguna caaos na cidade do Rio-
Grande e na fronteira do Chuy. Felizmente apr-
senla va-e* o flagello em geral com carcter benigno,
e o povo nao se aterrava.. As aatoridades eompri-
ram todas nobremente o seu dever, e tres membros
da assembla provincial, os Srs. Drs. Jaciulho de
Mandones, Joaquim Mendonca e Cruz Secco, nalo-
raes de Pelotas, deixaram soascadeiras na represen-
tadlo provincial; o primeiro para acodir como^me-
dijo aos seus concidadAos e oolros psra oceuparem
os seus lugares de magistrados nesla poca de pro-
vacao.
Nao precisamos acereseenlar qoe em Porto-Alegre
ningaem Iembrou de esibelecer am cordao saui-
tariu! Desdo e di?no presidente da provincia al o
por meio.de. ama forma anonyma e de uliinw b. litante dnqjsel'a r''.-,\ miarats. uduadlt
soccorrer eflinazmenle e halntantes dos pontos ata-
cados, a de se prepararem para combater o inimigo
se por desgraca os accominetesse. Ahi estra sua an-
cora de salvacao. Tambera no Ro-Grande se esia-
beleceram qnarontenas para os barcos procedente*
dos porloe infectados; e o cholera, tombando de*.
sas medidas, foi rebenlar em Pellas, islo he, a nao
pequea distancia do ponto que se achira em inme-
diata comraunicac.ao cora o Rio de Janeiro, e que
eslava aindi livre do mil. '
De Santa Catharina, onde nlo (era havido mais
casos de cholera, nada lemos a acereseenlar carta
qae publicamos. I
urna maneira indirecta, que deve ser falta a rom-
municacao entre o governo inglez e o povo ioglez ;
mas denodsdamente eesn publico, fallando dianle
do representante do povo deve o ministro do povo
justificar-se, e mostrar qoe, ao passo que se nao
lem esqoecido da honra da Inglaterra, a.1o tem
alrnpelada a dos oulros Estados. He este o com-
portesBOuto qne desejaramos que lord Pslmerslon
assuraahe esta a posicao que ainda esperamos que
elle oceupe.
o islo de parlo presenlemente, e loman-
8 tal como he, islo he, contendo a ver-
varos que os minislros podeuem ler
aa fueram para evitar hostilidades.
Baenle admiltir qoe errassem quan-
ga, contra as leis municipaes dos
tos-Unidos, rerrular soldadas dentro do sen
lertilorni. NSo he preciso justificar nem allenuar
estes farlos, porsjoe elle* francamenle admitlem o
erreft^"A America lem direito de censor?-los por
isto, mas os Inglezes difficilmente podem fsze-lo;
porque o poder de organissr urna legiao estrangei-
ra Ihes foi concedido depois de plena deliberaclo, e
com a plena eonsciencia de que nao havia um Es-
lado independente em qualquer liemisplieaftiejK) qual
lor um
se podeuem procurar soldados, excepto por um sub-
terfugio des suas leis. .
Deve ter sido e fora bem sabido, que pura ol
los se havia recorrer a meios indignle usar de
pedienles e intrigascom effsilo, isto foi emprega-
do como fundamento de opposicJO medida, mas,
a despeilo de laes objeccoes deu-se a aat irisaco ;
e fera agora injusto que os Inglezes mudiiiem de
opiniao e cemarassem os minislros pelo nso que fi-
zeram de semellianle aulorisacao. A untca questJo
qoe subsiste he se, quando verificaran) o senlimen-
tos da America, eram sinceros em ordenar aos seus
agentes que acabassera com o recrutamenlo. Sobre
este ponto nenhuma opiniao pode ser pronunciada
em quanlo os despachos officises nao forem publi-
cados, e virmos a lingoagem em que os nossos mi-
nislros ae dirigem ao gabinete americano.
Em qaanto estes documentos nao forem publica-
dos, queremos crer qoe o case apresenlado pelo
nosso governo conlem urna exposico esacti dos
Ali^.meu pobre Balando, lemos cousa mui
djITerenla^que dzer hoje.
Depois! dapois! exclamou o mancebo com pe-
tulancia ; asoulras coasas nao ilajWo T.n n I r !
Sao mais urgente... disse^aeailla meneando
tristemente a cabeca. Se assim nlagvra. eo teria
vindo aqu'.'
Rolando nao dava-lhe nuvidos e exclamava :
Oh 1 eo nao podia mais conler-me!... Ha doui
dias... ha dous dias inleiros nao te lenho abracado,
prima t _ejka>
Pois baga, abrara-me, primo ; mas urna vez
rnenle.
itolando atfroveitou a permissao ; mas nao con-
fcrvou-se noelKBites marcado, pois a rapariga vio-
se obgada aescapnlir.
Se ross nSo quer faltar ferio, disse ella lo-
mando um arzinbo severo que assentava-lhe admi-
ravelraente, vollarei para o caslello.
Oh I. maligna!... disse Rolando. Pois bem,
fallemos serio... mas, urna vez smente, acereseen-
tou elle imitando o tom da prima.
Oh.' lonco "... Sou culpada por leres o desaso
dejirar sorle m?
Desato'.' exclamou Rolsndo. Julga la mesma :
Nao restavam mais do qne duas sortee na urna, nma
boa e oulra m, segundo dizia o coadjutor... e des-
sas duas sortei nma devia ser minhs e oulra de Pe-
dro Tassel. He um bom rapaz esse Pedro Tassel,
que trabalha para alimentar a rali... a pobre velha
eslava la, e eu senta um aperlo de coraejo, porque
ambos mham Isgrimas nos olhos. Eo a ouvia dizer
em voz bata : Pedro, roen fllho, se te fores nao du-
rare! muilo lempo, e morrerei abandonada I
Camilla upproiimra-ee 6 nao cuidara mais em
fugir.
Psssasle algomai veses o liminsr de toa choa-
pana cavada no tufo '! perguntou Rolando repenti-
namente. I.a nlo ha mais do qne urna mesa e dous
bancos, mas i3o I i m pos o lustrosos como crystal.....
Enlre a cama e a parede o crucifio est unto da
imsgem da Virgem... Amo, Camilla, aqualles qae
nada possuindo nesle mundo, oram em vez de mar-
murar 1... Veio-roe urna ideia emqnanlo eo os con-
teraplava oos bracos nm do outro. Metli a raao na
orna, tirei os dous blhetes, e lomei o mo deiando
o bom pira o pobre Pedro, o qaal canto da joelhos
emquanto a ma vacillava npprimida pela ale-
gra.
Camilla rindo e chorando lancou-lhe es bracos
em torno do pesclo e dase :
Fizeste bem, Rolando I Como deiiarel de a-
mar-te?
Eniao amis-me, muilo, como amo-le ?
Relacao dos offtctaet, officiaes inferiores e cadetes
promovidos por decreto desta data para as di-
ceriat armas e corpos do txercito.
Corpo do eslado-maior general.
Para lenonte-general, o marechal de campo Joao"
Carlos Pardal.
Para leneule-general graduado, o marechal de
eampo Francisco Xavier Calmon da Silva Cabral.
Para marechal de campo, o brigadeiro barSo de
Turyass.
Para brigadeiro effeclivo, o brigadeiro graduado
do corpo do eslado-maior de 1' elnsse Jlo Jos de
Costa Pimenlel.
Corpo de engenheiros.
Para brigadeiro graduado, o coronel Antonio Joa-
quim de Souza.
Para coronis, os lenles-coronis Galdinc Jnsti-
niano da Silva Pimenlel e Frederico Carneiro de
Campo, ambos por anliguidade.
Para teoenles-coroneis, os inajores Antonio Car-
neiro I.eao, por anliguidade, contando a de I de
abril deste anno, e Antonio Pedro de Alenittro,
por merec ment.
Para mejores efleclivos, o mijor gradasdo Vicen-
te Antonio de Oliveira, por anliguidade, e o capi-
jejaes Thomaz da Silva Paranhos, e Luiz Manoel Mar-
lias ds Silva, ambos por merecimento.
Para major graduado, o capillo Amonio Pinto de
Figueiredo Mendes Antas.
Para capiUes, os primeiros-lenenles Frederiro
Augusto do Amaral Sarment Menna, Manoel da
Cimba (tal va o, Antonio Theodoro da Rosa Gama, a
Pedro Moreira da Costa Lima.
Para primeiros-lenenles, os segundos-lenles
Antonio da Costa Barros Velloso, Horacio da Gama
More!, Francisco Xavier Lopes de Araujo, Joaquim
de Souza Mura, e Alfredo de Barros Vasconcellos.
Par segundos-tenentes, os alfares-alumnos Her-
culano Velloso Ferreira Peona, Joao Baplisla da
Silva, e Glicerio Eudoiio de Almeida Bomfim.
Corpo do eslado-maior de 1 claise.
Para coronel effeclivo, o corouel graduado Ernes-
to Augusto Cezar Eduardo de Miranda, por anli-
guidade.
Para teoenle-coronol, o majar Cselano Manoel de
Faria e Albuquerqoe, por anliguidade.
Para major effeclivo, o major graduado Francisco
Gomes de Frailas, por aotigaidade.
Par capitao, o lente Francisco Jos Cardrso
Jooior.
Para tenles, os alteres Conrado Jacob de Ne-
meyer e Baymundo Nonalo Gurjao.
Par altores, os alferes-aluranes-Manoel Barata
Ges, Antonio Alves dos Santos Sonsa, e Francisco
Cesar da Silva Amaral.
Corpo do eslado-maior de > classe.
Para coronis effectivo, os coronis graduadas Fe-
liciano Jos Neves Gonzaga, por aafifuidade. Tra-
jino Cesar Barlamaqoe, por anliguidade, Ignacio
Correia de Vasconcellos, por anrigoidade ; os lenen-
tes-curoneis Joaquim Procopio Pinto Cliicliorro, por
merecimento, Jos Mara Ildefonso Jacome di Vei-
ga Pessoa de Mello, por merecimento.
Para tenenles-rurllneia/JaTectvd, o lenentes-co-
rnneis graduados Alexandre Mara de Carvalho e!
Oliveira, por anliguidade, Luiz Manoel tinnceves,
por anligaidade, Jo3o Nepomoceno Castrioto, por
merecimento, Jos Joaquim do Coato, por mereci-
mento.
Corpo de ssude do exercilo.
Paracirurgioei-mres de brigada efectivos, o ci-
rurgiao-mr de brigada graduado Joaquim Luiz do
Bom Saeesso, os primeiros cirurgioe* capitaet An-
tonio Joaquim Lope Lvra. Jos Sergio Ferreira, e
Theodoro Rodrigues de Moraes.
Para cirurgiao-mr de brigada gradeado, n 1- ci-
roiciAo capitao Ignacio Manoel Doiningaes.
Para primeiros cirurgifies capitaes, m, primeiros-
lenenles Jos Joaquim Machado, PedK Tilo Keis,
Prxedes Gomos de Souza Pitanga^a Joto da Crux
Sanio.
Para primeiros cirrgiOes leantes, os segundos
cirotaioes tenentes Luiz Lopes Baplisla dos Aojos,
Jos Mara de Azevedo, e Luiz Antonio Piraenta.
Para segundos cirurgines lenles, os segundos
cirrgiOes alfares Ignacio Jos Garca, Manoel Jas
de Oliveira, Jos Candido da Silva Murcy, e Anto
nio Manoel de Medeiro.
Arma diarlilharia.
1. Regimeno de adunara a cavado.
Para major o capillo da 3. balera do mesmo re~
gimenlo Emilio LuizMallel, por anliguidade.
Para capitao, o 1 lente dun de arlilharia
de Matlo-Grosso Luiz BenedictovEeira Leile. para
a 3" balera, contando anligo^da|B 2 de dezembro
de 1851.
1 batalha.
Para major graduado, o capitao da I companhia
Carlos Filippe da Silva Mnniz e Abren.
3" balalhao.
Para capitn, ol' lenle do corpo de nrlilharia
de Mallo Grosso Francisco Nunes da Cunha, para a
8" companhia, contando anliguidade de 14 de abril
do corrente annn.
Para 2- lenle da arma, o altores-alumno Tilo
Lniz Manoel de. Jess.
Arma de caamUaria.
39 regiment.
Para capitn, o lenle do corpo de cavallaria de
Mallo Grosso, Agoslnho Monteiro Varella, para a la
companhia.
4 regimenlo.
Para major, o capitao da companhia do 3" Jos
Ferreira da Silva Jnior, por merecimento.
Para major graduado, o capitao da 4' companhia
Antonio Peixolo de Azevedo.
Corpo de Mallo Grosso.
Para capillo, o lenle do mesmo Antonio Pedro
dos Santos, para a 2. companhia.
Corpo de guarnidlo fixa do Paran.
Para capitn, o leneute do 5 regiment Jcsuino
Oivrapiu de Sampaio, para a companhia do cavai.
lana.
Para lenles da arma, os altores Joaqaim Soares
de Figoeiredo, Manoel Tlieolonin Rbeiro da Silva,
Manoel Jos de Faria, Carlos Frederico de Lima, e
Israel Soares da Silva.
Para altores da arma, os altores-alumnos Domin-
gos de Aranjo e Silva e Manoel Correa da Silva, o
I'sargento do 4'regiment Joao-Thom Cor I hn, o
sargento quarlel-mestrc do corpo de guarnicio fia
deGoyaz Ernesto Ferreira da Silva, o particular sar-
genlo-ajadanle do 5- regiment Jos Joaquim de
Carvalho, o I-cadete 2* sargento do'2' regiment
Francisco Xavier da Cunha, o 1' cadete do 1' regi-
ment Jos Severo Fialho, o 1. cadete sargsnto-aju-
danle do corpo de guaroiejo fixa di Baha Deme-
trio de Guiraio Coelho, o particular 1' sargento do
2' regiment Joao da Motta e Silva, o 1.-cadete do
4' regimenlo Francisco de Paula da Silva Rangel, o
argento adanle do 1- regimenlo Jos de Almeida
Brrelo, o 2* cadete 2* sargento do 4- regiment Jo-
s lleliodoro de Figueiredo.*
Arma de lafanlaria.
a 1 balalhao.
Para lenle-coronel commandanle, o major do
6- balalhao GuillierraetKavier de Souza, por mere-
cimento. ajVJl
Para capiUes, es tenonle Inoocencio Jos Cs-
valcanli de Aaaaqurrqjaa, pvra^ a 2..compaahia,
Jos Thomaz li^ralveoppar a 6.a companhia, e
Jn- .Mara Fiaretr daAuumpsao, para a 8" com-
panhia.
2- balalhao.
Para major, o capillo da -companliiajo t" ba-
lalhao Fernando Machado de Souza, por mereci-
mento.
3" batalhio.
Para capules, os lenles Antonio Fernsndes Bt-r-
ges, para a 6* companhia, e Jos de Sonta Lima,
para a 8a companhia.
4' bitalhoa?
Para capitao, o lenle Miguel Pereira Caedo,
para a 5" companhia.
5* balalhao. <
Para capitn, o lente Manoel Amauco de Al-
meida, para a 1.a companhia.
6- balalhao.
Para major, o capitao da 6* companhia do 10 ba-
t.lhio Miguel Jeronymo de Novaes, por mereci-
mento.
Para capitles. os tenentes Miguel Joaquim do
Reg Monteiro, para a l.> companhia, Joaquim Xa-
vier de Aranjo, para a 7a companhia.
7' balalblo.
Para capilar*, os lenles Augusto Cesar da Sil-
va, para a Ia companhia, JosEslacio de Lima Bran-
dao, para a 3" companhia.
------------*-------------------------,
8' balalhao.
Para cpilaes, os lenles Candido Leal Ferreira,
para a*la Companhia, Raymuodo Gonc,alves deA-
brea, para a 5a companhia.
9* batalhio.
ijor, o capillo dnselima companhia do 13
Saloslianoieranymo dos Res, por mere-
he boa !..... Infeliz no "jojo, feliz em
Sim... E todava Deosssbe o qaejeontecer
por isso!
Essa
amor!
Ob! feliz! feliz.' lornoo elle allrahindo a si
a rapariga com um arrojo de paiiSo. Minha priini-
nhn adorada !... Quo importo o torteamenlo*..... a
sorle toa ou ma ? Dize-me ootra rea que mrramas,
Camilla : basla isso !... Por favor, disse elle vendo
que a rapariga nlo alegrava-se promplamenle, nao
suspires tonto assim... Tenho qualro annos maif rio
que tu. Camilla..... Son homem I... Conheco a vi
da... Oh! ergues os hombros I Nato se que signfi-
cam esses grandes ares 1 Cerlamente n.lo somos mais
meninos!
Meu pobre Solando, disse a rapariga otario
mo grado seu, somos ainda meninos: (u qne deli-
ras e eu que le ouco... Quero dzer-lc atuds que
amo-le...
Muilo heml...
Nlo amarei nunca senlo a ti...
Muid bem! muilo bem exclamou Rolaudo,
o qual occnltava debaiio da alegra ana profunda
emocao. Se soubeases qu mo es linda quando me
diies isso I
Mas... accrescenlou Camilla,
Ah dase Rolaudo, ha um mai?
Mas he misler que en refiieta por li e por
mim, visto qae es cabera sem milo.
Rolando ergoeu os olhos ao co e pronuncion com
pesar :
J acabou-se I
Rogo tal dssga mo$a emtom firme, fallemos
serio.
Rolando modoQ tambem de tom e respondeu :
Bem sabes que fs(0 sarapre ludo quaolo
queres.
Camilla attrahl-o a janella e assenlou-se na pol-
trona. dzendn Assenla-te MM junto de mim, e deixa-le de
loocurss!... Tema; Rolando...
Oh! inlerrompeu o rapaz, temes sempre!
Sim, sempre qae (rala-se de ti.
Minha prima querida.'... murmorou Rolando,
o qual beijou-lbe a mao.
Tamo, eonlinuou a rapariga, pori,oe sorpren-
d patarras, porque julguei entrever myslerios.....
Descoofiam de mim, e teem razio... mas baldada he
sua cautela : qnanrio pronunciam leu mime em voz
baixa. ouro-os alravez das paredes...
Entlo elies fallam de mira?
Demasiadamente.
Que querein '...
Afaalar-te.
Para major, o capillo da sexta companhia do Ia
balalhao, Luiz Jos Pereira de Carvalho, por mere-
cimento.
10 bslalhao.
Para lente-coronel commandanle, o major do
2 balalhao, Joaquim Rodrigues Coelho Kelly, por
anliguidade.
Para capitao, o lenle Jos Antonio de Carvalho
Danlas, para a sexla companhia,
11* balalhao.
Para capitao, o leneute Francisco Goncalves Pe-
reira Lana, para a exl e.oanjianhia.
<* 12 balalhao.
PaVa maj
balalhao,
cimento.
Para capites, os lenles' Candido Francisco de
Santa Anua, para a terceira companhia, Jos Ma-
noel de Souza, para a quarla companhia, Jo3o Theo-
doro Pereira de Mello, para a sexta companhia.
13 balalhao.
Para lenle coronel commandanle, o major do
12 taalalhlo Jacinluo Machado de liilanrourt, por
merecimento.
Para capitao, o lenle Antonio Jos Ferreira Ca-
valcanti, para a stima companhia.
Balalblo de caradores de Mato-Grosso.
Para lenenle-corouel commandanle, o major do
9 balalhao Joo Nepomoceno da Silva Portella, por
anliguidade.
Para capitles, os tenentes Albino Alvaro de Faria
Coala, para a quinta companhia, e Cassiano Jos Mar-
tin., para a sexta companhia.
Meio balartas de cacadore* da Parahiba.
Para major, o capillo da terceira companhia do
batalhio de caeadores de Mato-tirosso, Vicente Coe-
Uio, por anliguidade.
Corpo de guarnicJo fita da Bahia.
Para major, o capiiao da primeira companhia do
5 balalblo de infautora, Joaquim Bellorl Gantes,
por anligaidade.
Corpo de guarnidlo fixa de Goyaz.^
Para major, o capitao da sexta companhia do ba-
lilh.lo de caladores do Malo-Grosso, Generoso Anto-
tooio de Moraes Cambar, por anligaidade.
Corpo de guarnidlo fixa de Minai-Geraes.
Para capitao, o lenle Antonio Hodrigoes Vello-
so Fimenla, para a primeira companhia.
Corpo de guarnirlo fixa de S. Paulo.
Para capitao, o lente Antonio Joaquim da Silva
Tamborim, para a primeira companhia.
Corpo de guarnirlo fixa do Paran.
'ara major, o capilao da sexla companhia do de-
cmo-primeiro balalhao de infamara, FrandSco R-
beiro da Silva, por anliguidade.
Para lenles da arma, os alfares Joaquim Mar-
tina Fonles Jnior, Jos Anselmo Valejo, Nicacio Al-
ves de Souza, Childerico Cicero de Alencar Araripe,
Joao Goilherme Marialh, Jos Cesarlo Varella da
Franca, Pedrn Luiz Paes de Carvalho, Malhias Pe-
reira Fortes, Joaquim Joa de Pinho, Antonio Mara
Coelho, Flippe Nery Monteiro, Luiz Antonio de
Souza, Fortnalo Theodoro de Lima, Laurindo Al-
ves Barbosa, Antonio Eloy da Cunha e Mello, Jlo
Antonio Leilo, Jus Mariano de Barros, Urbano
Fernandas de Barros, Rayraundo dos Sanios Lima,
Jos Mara do Nascimento, Domingos Francisco de
Castro RosoFerraz.Cyriaco Jos da Silva, Joo Mar-
lins de Araorim Rangel, Joo Mara Petra de Bilan-
court, Antonio Jos de Magalhaes, Goncalo de Mal-
los Rocha, Jos Manoel da Silva Marques, Francisco
de Paula Pimenlel, Joaquim Fabrico da Mallos,
Theolonio Joaquim de Almeida Fortuna, Betoear-
niense Drummond de Alencar Araripe, Auguato
Carlos d* Siqueira Chaves, Jlo d Silva Naaaeelh.
Manoel Joaquim Bello, Antonio Joaquim IrOTnos,
Augusto Cario. Mara de Mello, Antonio Pedro Hei-
tor, Carneiro Camina de Oliveira, Antonio Pedro de
Oliveira, Antonio Jo V,idal de iSecreiros.
Para altores da arma, o t. sargento do batalhio
do deposito Laiz de (ueiroz Coalinho, o 2. cadete
2. sargento da balalblo de caca-lores de Mallo-
lirosso Luiz Antonio Pulcherio, o 1. sargento do
11.a balalhao de infanlaria Bento Miciel da Crnz, o
1." sargento do 8." batalhio Joaquim Jos Gonfal-
ves, o 2. cadete l. sargento do balalhao de calado-
res de Mallo-Grosso Francisco Jos do Santo* Pul-
cherio, o 1."sargento do 13. batalhio Francisco Xa-
vier Brrelo, o saraenlo quarlel-mestre aggregado
ao 1. balalhao Laurenlino de San Pedro Neves, o
sargento ajudanle aggregado ao I.- balalhao Leoncio
Jos Barbota de Oliveira, o sargento ajodante do 4.*
balalhao Jos Fortunato Alves de Oliveira, o 1.a
sargento dn uMisf balalhao de caladores do Cear.i
Florentino Jos Pereira, o'sargenlo ajudanle do 13.'
balalhao Florentino de Oliveira Das, o I.* argento
do meio bitalhao de caradores do Cear Jos Kay-
mundo de Andrade, o I.* largenlo do 12.' balalhao
Jos Ferreira Campos Jnior, o >. sargento quar-
lel-mestre do 2.' batalhio Raymando de Almeida
Sampaio, o !. sargento do 4.- balalhao Antonio F-
lix de Figueiredo, o I.-cariele 1.'sargento do 13.'
balalhao Manoel Fernandea des Santos Franco, o
sargento ajudanle do 2.'batalhio Luiz Caitilho de
Aguiar, o 2.- sargento do meio batalhio de cacado,
re da Parahv bajjicente Luiz Pereira, o I.' cadete
do balalhao de lacadores do Mallo-Grosso Nnno
Anastacio Mooletro de Mendonca. o 2.- cadete 1."
sargento do 5.' batalhio Viclor Modesto Braga, o
1.' sargento do 1.- batalhio Joao Francisco da Cos-
a Estrella, o 1.-cadete sargento ajudanle do coran
de guarnirn fixa do Paran Manoel Marlins de Car-
valho, o sargento quarlel-mestre aggregado ao_9
talhlo do deposito Antonio Teixeira de Mirando
1.-cadete i.-sargento do 13.- balalhao Manoel MH
s Emygdio de Moraes, o particular sargento quar-
tel-meslre do meio balalhao de caeadores do Cenra
Bellarmino Accioli de Vasconcellos, o 1.' cadele 2.*
sargento do 13.* balalhao Hermes Francisco de Sour
za, o 1." sargento do 13.' halaJhao Jos Francisco da
SilvaGuinariles, o 2.' sarga%a*v*J." balalhao Ig-
nacio Leopoldino de Andrade, o 2.* sargento do 13.*
balalhao Joaquim Rodrigues de Souza, o 2,* cadele
l.'sirgenlo do I.- balbalo Manoel Joaquim Teltos,
o 1.' cadele do 2.- balalhao Franklin do Raf
rosCavalcanli de Albuquerqoe, o 1.' c.dele
ajudanle do 1.- balalhao Manoel de Faria Leu
2.* cadele 2.' sai-genioso3.- balalhao
Gomes, o 1.a cadele 2.' sargento do 8.'
fino V olla ir Csrapeba, o 1.* sargento
Ihlo Jlo Paulo Marlins Naningt
genio do corpo de guarnidlo lixa d
e Hooleiro
larques, o
Para casar-te?... exclamou Rolando com ex-
plosao.
Sim, para casar-roe.
Rolando levanlira-se nm pouco ; mas lornou a
assenlar-se. Sua grande, colera applacou-se como
por magia, e elle disse em tom determinado :
Oh 1 visto qae ali quero retirar-me, e qae
nao qneres casar, elle* se esforcarao debalde.
Como arranjas ludo! murmurou Camilla sor-
rindo melanclicamente.
Nao he cousa mu difilci!.
E se elles me for;arem ?...
Pensei nisso, lornoo Rolando com ar serio.
Ah.' pensaste nisso!... e adiaste um meio?
Sim... um meio mui simples.
Vejimoajteu meio.
Essa he ooa! Hei' de furtar-le !
O sorriso de Camilla lomou um laivo de amar-
gura.
E para onde iremos i* pergunlou ella.
Haver tempo para cuidar nisso !
* E como viveremos?...
Meu Dos! exclamou Rolando impaciento, vi-
veremos como podermos!
Camilla pegoa-lhe das m3os e dlsse-lhe branda-
mente, mas com dignidade :
Nao te agasles, Rolando, eu he que deverin
agastar-me, mea primo..... o qae acabas adizer
he mo... Meu pai ama-mr, e sempre foi ISm pa-
ra contigo... Minha madrasta mesma, apezar de sua
severidade...
Oh! f clamou Roland.cl.Vj* ;ra de sarcasmo,
He a mulher S ten pai... pronuncion Camil-
la ledamente ; mas nao reprehendo-te porque foi
tea c.orae,ao quera falln.
Oh 1 lornou o mancebo confuso, fiz mal segun-
do parece, pois assim o dizes, e estos triste... Nao te
furlarei, accrescenlou elle dando um profundo sus-
piro, e lodavia era.um bello meio!..... mas renun-
cic-o, mml'i priminh i.
Obrigada !... diase Camilla sorrindo.
Ah! nlo zorabe d mim!
Camilla offereceu-lhe a fronte murmurando :
Amo-te.'
Rolando deu nessa bella fronte um beijo Irisle e
desanimado, e disse :
Necessilo muilo qne me repitas isso agora I
Mas, urna ida 1 diste elle vivamente, ereio
qne islo pode substituir a furto, mesmo com van-
lageml
Os olhos brlhavam-lhc, Camilla interrorava-o
com o olhar.
Dirijo-me a ten pai, exclamou elle, e fallo-
Ihe pouco mais ou menos assim : Meo charo lio,
amo a Camilla e Camilla arr.a-me. Rogo-lhe que
couceda-me a m3o della... he verdadeque nada pos-
iuo ; mai Vmc. tambem nada possuia oolr'ora, e
boje he millionario, e erguendo a cabera, pos a mao
gravemente lobre o peito para acereseenlar :
Dou-lhe palavra de honra, meu charo lio, que
farei o mesmo que Vmc.
Camilla estiva silenciosa.
Eolio, minha prima, psrgantoa Rolando, qae
dizes a esse respeito t
Nada digo, responden Camilla aballando os
olhos. Acho esse meio bom... porm, is-aqoi o que
le respondera men pai... Ouve-me, Rolando, por-
que he esse o motivo de minha vinda... Mea pai te
respondera : a Eu suspeitava ludo isso, e muito
estimo ler-me determinado. Mea charo sobrinho,
fosle sorteado para o exercilo, nlo (oi minha a cul-
pa..... Hesgala-le, se quizeres; sio pouco me im-
porta.
Juicas que Mr. Des Garennes me respondera
tal cou Esteu certa.
Pois bem, eu seguira o conselho e me res-
gata ria.
Camilla encarou-o cora espanto e disse-llie :
He preciso dinheiro para resgatar-se.
Sem dovida, responden Rolando.
Entlo, lens dinheiro?
Sim.
Nao zombes!... exclamou Camilla ; (rala-se de
nossa ventura ou de nossa desventura.
Se dous mil francos podem bastar... comec,ou
Rolando.
Camilla balen palmas, depois abatxou os olhos e
murmurou :
Oode achasle esses dous mil francos ?
Foi minha av qaem m'os deu.
Qae raalher excellenle!... exclamou Camilla
enternecida.
Deo-ra'os honlem,eonlinuou Rolando. Eu nad
dava a isso grande importancia... Ella charoou-me
om canto e disse-me : a Mea filbinho, lenho t-
menle qualro mil francos..... nlo sei o qne Dos
reserva i minha veihiee, e as vezes pens qoe sou
demais na casa de meu filho... a
Coitada! balbuciou Camilla, cojos olhos esla-
vam rheios de Isgrimas.
Eu n,1o sabia o que dssesse, proseguio Ro-
lando com voz Iremula, lenho visto eouvido coasas...
mas nio filiemos a esse respeito! Ella tirou do seio
dous bilheles de mil francos, e mel leu-m'os na mao,
dizendo : He por esse motivo que reparto com ligo
em vez de dar-te lodo.
tu os tomaste ? pergunfou Camilla riva-
uniiia levauou
acr
AtHpnou
E
Hule.
L Ella obrigou-me a aceita-los.
CamillaJavaotou-se dizendo
aalvoi!
Rolando; todava eu quizara
saber...
SnlvaaH ll repela Camilla sallando de
alegra.
Relire-se, senhornha, exclamou Anlonina, a
qual abri a porta repentinamente, e lomando o
chapeo do Camilla, collocoa-lh'o sobre a cabera,
Dos sabe como.
Os Ricardoschegam de todos oslados, eontinueu
ella... Mr. Des Jardins ganha a avenida a cavad*,
Mr. de La l.uzerne vem em carro, Mr. Du Verger,
o substituto, desee da estacio com madama Augotta
Massoneau. e o gordo Do Taillis entra no patee com
o chicote e as polainas... Relire-se relire-se!
Dizendo isso a rapariga allrahio Camilla para a
porta irazelra.
. Por favor, explica-me.... disse Rolando, o
qual quiz reler Camilla.
Esla noile, respondeu a rapariga, la mesmo
vers...
Antonina abri a porto, e^mpellio Camilla para
fora, diiendo-lhe:
Seu cavallo esla ahi na primeira macieira ; a-
conselho-lhe alguns minutos de galope 1
Rolando apenas pode enviar de longe om beijo
ii linda prima, e a porta fechou-se novamemto.
Qaanto a Vmc, disse Antonina vallando a ella,
prohibo-lhe abracar-me como esta manhaa I
Nio ra'o perdoarias nanea, nao he verdade ?
disse Rolando levantando-a do chao.
Al a ootra vista, Antonina, acreseentoo elle
saltando sobre o peitorl da janella, retiro-rae assim
como vito.
Vamos hospeoi |riton nma vox grossa na
paleo.
Oh! oh! bradon do lado opposlo oulra voz
secca e quebrada, nao ha ningaem aqoi para rece-
ber-rae '.'
Antonina reparn proraptamenle a desordem de
seus cabellos. Um ultimo olhar qoe lanroo pela
janella mostroo-lh Rolando sallando a sebe de vergel,
e o veo verde de Camilla qae fiacluava entro as
arvores. ^
Dous coracOes I... murmurou ella ; nanea va-
se um casal asataa debaixo do sol !
(CoaMnor^-*a.)
"
ooel Eufratio da AssumpQao o segundo cadete 2.
argento do 13 batalhio Fraocisco Jos de Soasa
Neiva, o ( sargento do 8' balalhao Pedro Ribeiru
da Silva, o 2' cadete I- sargento do corpo d goar-
ni(Jo fixa da bahia Beuveuoto de Sonsa Marioho
Jnior, o 2- cadele 2a sargento do meio batalhio ele
caeadores da Parahyba Hermenegildo Gomes da
Castro e Silva, o 2* cadete 2-sargento do 1'bata-
Ibao Jos Aorelisno Xavier Bastos, o 1-cadete 1-
ssrgeuto do 2- balalhao Feliciano Caliope Monteiro
de Mello, o 1' cadole 1- sargento do 5- batalhio J"
s Anastacio de Carvalho, o 2- cadete 1. sari
3' balalblo Antonio Miguel Pereira, o 2'
sargenlo do 4' balalhao Francisco Luiz Marque
2. cadele 1' sargenlo do 4- balalhao Uiogo Xavier
de Soaza, o 1- sargenlo do 11- balalhao Pedro Al-
varo da Silva, o 2- cadele 1- sargento do 8" batalhio
Joaquim Jos Pereira Vianna, o 2- largefftbdo meto
balalhao de caeadores do Cear Jos Theolonio da
Macedo, o sargento ajodante do 12' batalhio Cicero
Franklin de Alencar Lima, o 2* sacgenlo do 13' ba-
lalhao Jos Fraocisco da Silva, o sargento qnsrtel
meslre do meio balalhao de eacadore do Piauhy
Honorato Ferreira Cabral, o particular 2'sargento
do 12* balalhao Jos da Dores Seqaeira Rovitco, o
1- cadete do i3* balalhao AJToiuo de Lima e Silva,
o 2- cadele do 1- balalhao Antonio de Godoy Morei-
ra, o 1' cadete 2' sargento do 1- batalhio Francisco
Antonio da Veiga Cabral de Moraes de Mosquito
Pimenlel, o particular 1- sargento do 7. batalhio
Serafira Nunes Goncalves, o legando cadete do ba-
lalhao do deposito Benjamn) Rodrigo Baptlsla, o
particular 1' sargento do I* balalhao Jlo Paulo de
I.una. o particular 1' sargento do 1 balalblo Jos
Caelano da Silva, o 1* cadele do 13' batalhio Alfon-
so Jos de Almeida Corte-Real, o 2* cadele 1' sar-
gento do 1'balalhao Emiliano Ernesto de Malla a
Silva.
Palacio do Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 1855
Marque: di Caxlas.
RelmfSo dos o/ficiaes aggregados ao corpo do estado
aaior da segunda classe que por decreto desla
data passam effecticos no mesmo corpo.
"Tenante-coronel Pacifico Antonio Xavier de Bar-
ros.
Tenente-coronel graduado Fraocisco GslvSo da
Barros Franca.
Mejores Pedro Alvares Cabral da Silveira da Cu-
nha Godolfim, Mariano Joaquim de Siqueira, eSe-
bsstiao Brrelo Pereira Pinto.
Palacio do.Rio de Janeiro, 2 de dezembro de
1855.Mrquez de Casias.
Relacao dos officiaes que por decreto data data sio
transferidos de un para oulros cornos do exer-
cto.
Para n commando do 4 balalhao de infanlaria, o
coronel commandanle do 1' Martinbo Baplisla Fer-
reira Tamarindo.
Para o commando do corpo de guarnirlo fixa do
Paran, o tenente-coronel commandanle do 10* ba-
idlhio de infanlaria Manoel Rolemberg de Almeida.
Para a 3.a companhia do balalhao de cacadore
de Mallo Grosso, o capitao de> companhia do. laV
balalhao' de infanlaria Joo Gervazie de Sonta
Pern.
Para a 4* companhia do meio balalhao de catado-
res da Parahyba, o capillo da 8* companhia de I*
balalhao de Infanlaria Antonio Juliano Correa da
Faria.
Para a 1.a companhia do corpo de guarnir fixa
do Paran', o capitao da 2a companhia do batalhio
do deposito, Joaquim Jos Moreira de Mendonca.
Para a seguod a companhia do balalblo do depo-
sit > o capillo da Ia companhia do corpo de gnarni-
caofiade Minas Geraes, Chrislovio de Abren Car-
valho Contreiras.
Palacio do Rio dr Janeiro eos 3 da dezembro do
1855.Marque: de Caxlas,
Dcixant de ser promovidos.
Corpo do estado-raaior da |. classe.
Tenenle Francisco llapheel d Mello Reg, por
nao ler salistoilo a condicao segunda do art. 8. rio
regulamento approvado pelo decreto 772 de 31
de marro de 1851.
Arma de infantera.
Tenentes, Alexandre Jos da Rocha, par estar
sujeito a conselho de inquiridlo, Verissimo Jos dos
Sanios Lima, por falta de exanta. Manoel Alves
Pereira" da Molla, idem, Jos Antonio Ferreira
Adriio, poreslar sujeilu a conselho da inquirirlo,
Joaquim Cardoso da Costa, por falla de exame, Ga-
millo Xaviaaade Souza, por eslarsujeito a conselho
de inquiridle.
Altores, Guilherme Merques de Sonta, poreslar
sujeito a conselho de inquirirlo, [Sorberlo da Costa
Ferreira, por estar cumpriodo sentenea, Guilhernw
Herculano de Medeiros, por ler sido julgado inca-
paz do servico em inspecQlo de laude.
Secretoria da estado dos negocios da goerra,, em
3 de dezembro de 1855.Libanio Augusto da Cu-
nha Mallos.
8
Relacao dos offieiaes subalternos transferidos 4*
uns pora oulros corpas, e dos mromoeidos por de-
creto desta dala, que sao distribuidos pelos ditos
corpos.
1.'balalhao de artilharia a p.
O segando-lenenle Tilo Lniz Manoel de Jesas.
1.'regiment de cavallaria ligeira.
Os altores Jos de Almeida Brrelo o Fraocisco
Augusto Piolo Peixolo ( do segando regiment.)
2.' regiment.
O lenle Israel Soares da Silva.
Os altores Francisco Xavier da Cunha, Jlo Tho-
m Coelho e Jos Severo Fialho.
fcaB _m 4.* regiment.
JDa aftres Domingos de Aranjo e Silva, Jos Joa-
Suim de Carvalho, Francisco de Paula ria Silva
angel Jlo da Molla e Silva.
5.' regiment.
OH sotes Carlos Frederico de Lima, Manoel
ThovMMo Ribeiru da Silva. .
Os aderes Joaquim Heliodoro de Figoeiredo (para
secretario com direilo a accesso), Demetrio de Gua-
rni Coelho.
Corpo de Matlo-Grosso.
Os tenles Joaquim Soares de Figoeiredo, Ma-
Woel Jos de Faria.
jOs alfares Ernesto Ferreira da Silva,Manoel Cor-
JWda Silva.
balalhao de infanlaria. -
icisco de Paula Pimenlel.
da Cunha Bitancourt, (do 10'
risllano Dezoazart (do 2.' ba-
" de Mello e Silva.
-





2.' halulhfto.
O* tenante Jlo Mia Petra de Biliancoarl, Jote
Mara do Naieimenle.
O alteres Joaqom Jote Pereira Vianna, Francis-
ca Jos de Souza Neiva.
3.' batalhlc.
C) leantes DorsiogM Irauotsco da Cutro Rato
Ferraz. DalecarHenteDrammonddeAleocar Artnpe
IMatloal Antonia So)(re*
OUBIO DE miBUCO QUINTA FEIRA 20 DE DEZEMBRO EE 115,5
Hiere* Anlonio Mi(:u
ile SofB, FlorenC
t BafHtn de OI
iveira.
Peieira, Herma. Fro-
de Otiveira Dlst, I.eon-
a, J>a Kortamto Alves
Antonio Pedro da Olivelri
di Gama (do 11
Oaalferea^^^H
cisco d
ci Jote
da liveir
l.
Os leneulM LlurinJff at ItUtboza, para a Q-
leira'^^W,1*lil*M, los de Siaaerta Chtv*=
Os ltete* Francisco I.tiz M.rques. Antonio Fe-
Ii da Figoeiredo, Jos da Dot* Siqeira Roriico,
para quarlel-fheslre.
5.' baialho.
Oa tenantes Jos Mariano de Barios para a filei-
ra,) Rayrapndo dos Sanios Lims, Antonio Eloy da
Cnoha e Helio para a fileira.)
Oa alfares Raymondo de Almeida Sampaio (para
a secretaria com dlreito a aeceiio,) Vctor Modesto
Braga.
C.' balalho.
Os teiientos Forlonato Theodoro de Lima, Jlo
liuilherme Marinth, Cyriaco Jos da Silva, Antonio
Mara Coelho.
O airares Manoel remndeselos Santos Franco
(para ajudanle, .Manoel Jos Emydio de Moraes, e
Franklm do Reg Barros Cavalcaoli de Albuquer-
qne.
7.' bal al ha o.
Oa leoente Antonio Pedro Heitor,*Joa Anselmo
Valejo. Joaquim Jos Pinko.
O alteres Josa Aureliaoo Xavier Bastos.
8.- bilalhao.
O lente Manoel Joaquim Bello.
Oa alfares Luit de Queiroz Coulinho (para secreta-
rio, cora dlreito ao accedo.) Rufino Votnire Carape-
ba, Feliciano Caliope Mooleiro de Mello, e Lnii
Castilho de Aguiar.
9.' hatalhso.
Oslenenlei Tlieolouio Joaquim de Almeida For-
tuna e Joaqun Fabricio de Mallos.
"Os alteres Bento Maciel da Cruz, Joaquim Jos
Gansalve e JoSo Panlo Martins Naningner.
10.- balalho.
Oa lenles Niccio Aires de Soma e Jollo Anto-
nio Lello.
Os alferes Jos Anastacio de Carvalho, Pedro Al-
varo da Silva,Francisco Antonio da Veiga Cabral de
Moraet de Mesquila Pimental, Jos Caetaoo da Sil-
va e Jos Francisco da Silva.
11.- balalho.
O alferes Ignacio Leopoldino da Andrade ( para
secretario com direito a accesso.
12.' balalho.
Os tenenle Jos Cesario Varella da Friura e An-
tonio Jos de MagalhAes.
Oa alferes Joaquim Rodrigues de Soaza e Affonso
Jos de Almeida Corte-Real.
13.' batalblo.
O alferes Alfonso de Lima e Silva.
Balalho do deposito.
Os leoeutes Antonio Joaqnim Gamos (continuan-
do no eiercicio de secretario.'.Martinho Jos da Silva
(ajudanle do meio balalhflo de caladores do Pianhy.)
Oa alferes Manoel Joaqnim Telles. Benjamim Ro-
drigo Baplisla.
Balalho de cac,adoiet de Matto-tirosso
Os tenentes Pedro Luiz Paes de Carvalho, Mathias
l'ereira Fortes.
Os alferes Laiz Antonio Pulquerio, Francisco Jos
dos Santas Pulquera, Vicente Loiz l'ereira, Runo
Anastacio Monleiro ae Mendonca, Manoel Enfrazio
da Assomprlo, Pedro Riteiro da Silva.
Meio balalhflo de rajadores do Piauhy.
Os tenentes GoncaJo di Mallos Rocha, Xildarico
Cicero de Alencar Araripe, Antonio Jote Vidal de
Negreiros, Ciariodo Carneiro de Oliveira (para aju-
danle.)
'O alferes Bellarmino Accioli de Vasconcellos a
Ilohoralo Ferreira Cabral.
Meio balalho ele catadores do Cear.
Os alferes Jos Raymuodo de Andrade, Jlo Pau-
lo de Lima, ManoeMle Faria Lemot.
Meio balalho de caladores da PaTahiba.
O teuenles Jos Antonio Alves (do '10 balalho,'
Ljlz Antonio da Franca de Carvtlhu (do y batalhAo)
Bellarmino Crrela da Silva (da companhia Oa de
caradores do Rio Grande do Norte.)
Oa aliares Hortencio Mara da Gama de Soaza e
Melle (do 8.-balalho,) Amalia Maia, (do 8.' bata-
lh8o,)para quarlel mcslre;lleruiqueJos BorgesSoido
(do 9.- batnlhlo) Jos de Avila Bifancourt Neiva (do
10 batalhu) Malinas da Gama Cibral de Vatcancel-
loeda companhia fia de cacadores do Rie Grande
de Norte.) Laorenlino de S. Pedro Netas (pare se-
cretario com direito ao accesso,) Hermenegildo Go-
mes de Ostro e Silva, Dioao Xavier de Soaza.
Carpo de garnicao lia da Bahia.
O tente Jlo Marlins de Amorim Rangel.
Os alferes Benevenoto de Soaza Mariuho Jnior.
e Jos Theotonio de Macado. '
Carpo de guarnirlo fita de S. Paule.
O tente Angost Carina Mara de Mello.
O alferes Anlonio de Uodoy Moreira.
Corpo de guarnicaoHta do Parar.
Os taantes Filippe Nsry Monleiro. Luil Antonio
de Soou.
Os alferes Mtnoel Martins de Carvalho (para aju-
danle,) Antonio Teixeira de Miranda (para quarlel-
raestre.) Seraphim Nunes Goncalvtt (para secretario
com direilo a accesso.) Tejuino Joa do Nascimento
(do 13.- batalliSo, Francisco Xavier Brralo, Flo-
rentino Jos Pareira, e Joa Ferreira Campos J-
nior.
Corpo de guarnidlo fita de Minas-Geraes.
O alferes Jlo Francisco da Costa Estrella.
Companhia xa de cacadores do Rio Grande do
Norte.
O tenla Urbano Fernandos de Barros.
O alfares Cicero 'Fraoltlin de Alentar Lima.
Companhia Ra de cacadores de Sergipe.
O lente Joaquim Martins Fonles Jnior.
Ot alferea Joao Pires Gomes e Jos Francisco da
Silva Gui maraes.
Companhia fu de caradoras do Espirito Santo.
O tenante Joao da Silva Nazarelh.
Palacio do Hio de Janeiro, em 2 de dezembro de
1855.Mrquez de Caxias.
mens, e eseravos 3 boment a 3 mulheres, condicao
mcerta 1 hornera.
No dia 8 fallecern! 11 pessoas, sendo livres 4
amen, e eseravos 5 homens e 2 inquiere*.
Morlalidade total dos cholenca a( ante-hortem
3,786, sendo :
Livres .... 1,819 ; homens 1,129, mulheres 690
EKravos. .. 1,913; 1,406, 537
Conq\ incerla 24; o 22, 3
3.786 257 29
(Jornal do .Commercto do Rio.)
>>
Por decretos de 27 de novemb o ultimo foram no-
meados :
Majares aju Jantes d'ordens do commandosuperior
da guarda nacional do muuicipia da Pomo Alegre,
em Minas, Francisco de Paiva Bueno a Antonio Ber-
nardes de Souza.
Capiao secretario geral do dito commando, Ma-
noel Joaquim de Conrea.
Capitao quarlel-mestre dito dio, Carlos Jas de
Paita.
Capiao cirnrgiao-mr dito dilo, Modesto Aiilouio
Mayar,
Tenante-coronel commandante do baUlbJS n. tM
da mesma provincia, Jos Ignacio da Barros Cobra.
dem. dem, dem n. 74 dilo, Antonio Joaquim
Pinbeiro.
dem, dem, dem n. 75 dilo, Joaqnim Partir de
Toledo.
Major coinmandanle da seceso de balalho da re-
serva n. -22, Felieiauo Jos Teixeira.
Major commandante do esquadraa da cavallaria
u. 5 dito. Carlos Ferreira da Figaeirado Mora.
Por decreto de 30 do memo loez tai oonraulada
em gales perpetuas no presidio da ilha da Fernan-
do a pena de morte imposta ao reo Joaquim Jas
Silvestre Fama pelo Jury da cidade de S. Matheas,
na provincia do Espirito-Santo.
I'oram Horneados :
Teoente-eorooel commandssutu di
da guarda, nacional da provincia ca Gori I Manoel
Sardinha de Siqeira.
Majar ajudanle d'ordens do coroasando superior
da guarda nacional dos municipissrVJfalenr.a, Ta-
paso, Jequirlca, Cayr a SantaresaflOa prviacia
da Bahia, a capitao Manoel Ignacio^sFaria.
Capifilo cirurgiao-mt da eommaado superior da
gaarda nacional dos rannelpios do todo eCofaHr?
da prerlncia do Maranhao, a Dr. Fernwao Anlonio
Leal.
Por decretos de 6 do cortante mez :
Foi ideclarado que os juizas raanfcjipaes e de
orphaos: 1N
Jos Ignacio Negueira Pinido, de Qoeluz e Bom-
m, continu a servir ne>le termo desannexado da-
quaa pelo decreto n. lt>70de 7 de novembro ul-
lirao.
Stbasliao do Reg Barros Lacerda, do Pilar e
MaaHnguapa, couliuae a servir ueste termo, desan-
naado daquelle pelo aacrtle u. 1678 de 24 do cita-
do sata.
Foraui removidos, por nsim o haverem pedido :
O jdiz de dimito Aoionio Francisco da Azevedo,
para a comarca de RezeuJe, litando seso elteito o
decreto que o remover pera Piratinim.
O juiz municipal e de rrphaoi Jos de Su Caval-
canti Lins, do termo de Castro, no Pirana, para o
de Maca he, no Rio de Janeiro.
O juiz municipal o de orphaos Aoizio Salathiel
Carneiro da Couha, do termo de Itagnay. no Rio de
Janeiro, para o de Campina Grande, na Parahiba.
Fsram aomeados:
Chafe de polica da provincia do Rio da Janeiro,
o jniz da direito da eouv.rra de S. Gonzalo, no Pi-
auhy, Jlo Lnstoia da l.unlia Paranagu.
Juiz de direito da comarca de lohamons, no Ota-
ra, o bacbarel Francisco Conexivas da Rocha.
Juiz de direito da comarca de S. Gnenlo, no
Piauhy, o bacbarel Antonio de Souza Mandes.
Juiz de direito da comarca de Algrete, na pro-
vincia de S. Pedro do Rio Gruida do Sul, o ba-
cbarel Joaquim Pinto Porto, (cando avulso o iuii
da direito Jos Antonio de, Oliveira e Silva, que
Cera nomeado para o cajttfe lugar a o abando-
nara.
Jala municipal e da" oml do termo de Villa
Nova, em Sergipe, o bacharel Goncalo Vieira de
Carvalho e Mello.
Jah municipal a de arabias do termo de Queloz,
em Minas, o bacharel Antonio Manoel de Campo
Malla Jnior.
Juiz maaicipsl e de orphiot do termo de S. Ca-
bras, as provincia de S. Pedro da Rio Grande do
Sal, a bacharel Anlonio Joaquim Buarqne de Na-
zaralh.
Boletn do ckoltrm. Fallecern da cholera no
da 7 da eorreore 10 pessoas, sendo livres 3 bo-
COBHESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERIAMBCII.
PARAHIBA.
14 de (lezembro.
Ainda estamos vivos, e sem noticias de cholera
pelas viiinhancas ; por l como v3o ? Seja franco.
porque nao estamos dispustos a morrer de caretas.
Ha ainda por aqu, com alguns pollroes, deseen"
denle dos Veiras, Camares, Dias, e Peregrinos ;
por tanlo .'sendo q menor numero dos descendentes
de Sancho, escudeiro do vrenle D. Quixnle) pode
raesmo dizer-nos a poca provavel, em que (eremos
de fazer limonada nas tripas.
Um empregado do correio dabi, eicreven a oulro
da thesouraria de c (ja v que a noticia tem o cu-
nti de semi-cerleza) que o cholera ja ahi eslava.
Recebida a caria, e posta a noticia a disposic.lo do
vendedores de ms novas, estes que ja linham tuna
factura Irazida por um prente de Napoleo (lam-
bem tinha cunho) espalharam, qoe ahi o cholera ja
malava os meamos morios, e a tal novidade corren
com a ligeireza do raio, at o interior da provincia,
sera com tudo fazer na popnlarao grande' effeilo,
como seria para receiar.
Malditas aves agoureiras, que s bem fazem sun
digestao espalhando o terror, e susto entre a tran-
quilla populacho, que tem mais em que cuidar, do
que fila !
E nenhinn dalles lar recabido alguos allos, para
andar-lhe no encalco a beleguim Manoel Aatonio
como anda no faro do Encamar,,! .' !
A noticia do salva vidas vegetal limao de-
coberlo no Para para .desencholerisar tem salisfello
muito, e foi recebida com muilo especial agrado.
Os homeopathas estao dymnamisando quaotot
lmoes encoutram ; mas da o Meirelles, que s acre-
dita na homeopalhia se deilnndo um glbulo no mo-
lho fizer o eililo de urna boa talhada daquelle
fraclo.
Os aloptlhas Iratam de concentrar o acido; para
lar mais seguro resultado. O Sania Isabel reclama
a gloriada invencao, dizendo que com um accido,
altamente concentrado, desencholerseo su a finada
in reternum.
Ounlo a mim, se o limao he especifico desereio
da homeopalhia, porque eu, in homine tao, (eolio
comido liman, e ainda noseoti o limita timi-
llbui curantur. quero dizer nunca sent symp-
tomas cholencos.
A nossa salobridade vai tem alterarlo ; mas o car
lar crescede dia em dia, a s os banhos miligam
os astasos incomraodos.
STTxc. continua em soas providencias ; e os fra-
des fralsciscanos, que nlo queriam ouvir tocar cor-
netas, e ser privado sdo hanho nao liveram oulro
remedio.senao ceder a parte deshabitada de sea con-
vento para aqoarletamenlo do meio balalho, alim
de ser instituida no quarlel urna informara para a
pobreza.
Os frades embirram com os soldados. Nao sei que
anthipalia ha entre essas dua* classe, de sorte qne
sempre andam de mistura em mil historelas.
Se o Seraphico padre S. Francisco nchasse oppor-
(uiiiJade de fazer caridade. ainda que livesse de
estar entre um sxercito, cerlamente se nao recusa-
ra ao sacrificio, e at aproveitaria aopportunidade
da converler algdos ao bom caminho. He verdade
qoe o Serapbico nao gostava dos commodos, o ahi
esta a grande razio, porque elle foi .Serapbico.
As eieices estn dando um resultado de casal
pequeo dividido por muitos herdeiros. Cada um
dos atacados dajdeputado-mania vai tirando o qui-
nhao, que pode, e como he fcil conceber-se, nem
sempre os aqninhpados s9o os herdeiros mais legti-
mos. Quera for vivo para o anuo ver como do pao
dofcompadre dn-se grande naco ao afilbado.
O mea visinho est rominando um discurso pasto-
ril, com que pretende provar prior! que o
gado dmiuu por culpa da secretara.
Alguem, porero. quer provar, qoe a justica nao
anda bem em qaanlo nao v por oeuloe de miro.
La se avenham como poderem.
A Iranquillidade publica vai sem alleraro ; e os
Ihuggs estio passando a Testa.-
Eu tambera tenho resolvido ir visitar o meu ami-
go li. abbade de S. Rento, no seu eogenho Mara,
e dar-lhe os emboras pela adiantamenlo, que est
dando ao Moileiro, cunearlos impurtantissjmos, qne
est eOectoando, e sacrista que mandou fazer.
Estou cario qoe se o meu amigo fuste abbade por
mais um Iriennia acabara o luosttiro.
Ainda ha quem lenha me lo de nlerrar sens de-
funlos sem ser sob cubera enchuta. Urna pessoa,
a quem fallecen boje um lillio, no-la cidade, trata
de faze-la enterrar em Sania Rita, tjaas leguas dis-
tante desla cidade, smenle para naf "enterra-lo no
cemiterio.
Se au fora aaloridade policial dir-lha-hia algama
cousa a respailo. He assim, qae os maiores plan-
lam o scisrua entre a povo. .
A ju;li(a municipal, repartida em duas varas, ou
a vara em uout'pedacos, aoda n'uma aclividade
de tjarrabuncio eslroodoaa|; a as iras s9e centra o
pobre Eocaruafao, que em verdade, nao he nenhom
criminoso. Mal empregado, qoe tal aclividade se
nao dirija aos verdaderamente criminosos da raIo-
nices, como (orlos da eseravos e cavados, que sao
bem cenhacidos, a bem protegidos nesta cidade.
kMaossenhorss, lembrem-se de que os meios legaes
jflue dispome he para saremempregaJos contra os
aAnosos, e nfio par* vingancas roetquinhas da of-
ensas pestoaes; ou enlao en e>e tenho andado meio
ailenciase, enlro na chronica jndiciaria.
Al qa ma resolva, lenha saude, a felicidades,
boas fasta em lugar aprasivel, bom',; Porto paios,
linguicas, e pars, senvesquecer os prasonlss, lan-
o quanlo para sjllra detejo. Amen.
uolirias da maorinleressegeral eu local qoe acabam
de nos chegar maos.
No recebemos at esta hora jornaesalguns da Ba-
hia nem de S. Paulo.
COHRESPOMEMIAS.
Senhore redactores. Leudo com bsslante nau-
sea as noganlas linhas inserida no Liberal de hon-
lem, asignadas n IVitlh, respondemos por ora ao
mesmo iriith qoe lenha a hondada de osperar qoe
iwochegue ao conhecImaBlO do W, qne se acha
lora d'ista eapilal. para ler a compelerle resposla.
E que ser bom ao mesmo If'itlk nSo ta aslender de
mais amalas escripias, porque nao estarnos acoslu
atados a sofrer insultos nao merecidos. Enlende?...
Retire 19 de dezembro de 1855.
O Kbrinho de meu lio.
Custa-mecomprehender como amescriplor quede-
ve ser o prime>ro n prezsr a sua proprin digoidade,
e a nao ivilipeodiarjamaiso ministerio da imprensa,
onsa desacalar cora o maior desembarazo e arrgame
faluidade, a face de urna narao civili-ada e de todo o
iiiundo.a um dosjraais dntinclos caracteres titterarios
de*sa mesma narao. a um dos homens fjraais promi-
nentes do ten paiz '. Fallo desso aponluado de allron-
losas inveciivas, com que se dignan mimosear ao
Exm. Sr. consellieiro Autonio Feliciano de Catlilhn,
o correspondente de Lisboa para o Peridico do
Pobres do Porto, na missiva que Iha dirigir daquel-
le opila! em 2 de novembro paseado, eqoe foi trans
cripta no liar/o de II do correte. At me seria
impossivel acreditar que tal procedimenlo se dsse,
a nao ve-lo pralicamente realizado por quem devia
ser em lodo o caso um zeloso respeilador da reputa-
do e gloria de sua patria, por quem. na qaalidade
de porluguez, devara ser mais do que mnguem sin-
cero encomiasta de um dos mais celebres liltaratos
porlugnezes da nossa poca. Admira mesrao que
hoje no meio de um povo Ilustrado baja quem de-
grade tao baia e vilmente o importante sacerdocio
do jornalisrao, qae tem sua le imprescripliveis e
sagradas, e cujo deslinde,por certo, mais elevado e
sublime do que o simples desabafo de resenlimentos,
odios ou paixoes mesqnioha.
, Distante, por centenares de leguas, de-se paiz,
onde o ama de Sr. Castilho he deirepeilosamente
pronuaciado por amescriplor ndiscretee levano.que
chega a abafarao peilo a voz do patriotismo, para
nao rendar a devida bomenagem i illuslrarao e ao
subido mrito, sinto tanto quanlo he possivel sentir-
se que all naja quem nao trepide om tancar sobre essa
reputaransolidarttenle estajieleeda epilhetos indigno,
censuras ridiculas que nem caberiam, por ventura,
qualquer dos muito emptoadoa em sciencia que
hoje por desgraca universal infeslam a repbli-
ca das lettra. Este proceder inqualificavel, estas
aecusaeoes injustas a immerecidas, essa lingnagem
que no he da sciencia nem foi em lam algum de
um leal cavalleiro nas lulas brilhantes da imprensa,
seriam para astranhar.se se dirigissem a esta ou aquel-
la|\icliraa da maledicencia.parlissem ellasd'oodepar-
litsera ; mas ludo islo lie, em duvida, para indignar
quando a pessoa a quem sao aliradas, bem longe de
ser um hornern que ah pasee desapercebido, sem
patria, tem recordaeftes sublimes qne por elle fal-
lera, sem patkAes de gloria que o iinmoi (aliseui. ao
eonlrario.he Si espirito elevado, um talento eminente
ligado para samare s tradicres civilltadorat do seu
paiz e da poca, por seu escriplos do mais incooles-
lavel merilo. Sei que as chufas do correspondente
do Peridico dot Pobres do Porto eslo mnilo abai-
xo da altura em que ce acha collorado o Sr. Castilho,
comprenendo perfelamente qae nao poloollende-lo
essa indigesta moxiuifada de phrases por demais p-
lidas e elegantes para serem empregadas por um ho-
rnera que se ostenta de escriptor publico, e censor
lillerario ; conheco que nao he o grito desenloado
a rouco de um incgnitorabiscador de mea diiziade
palavras para anchar papel, que ha de abafar a voz
eloqueute da.opiuiao publica,umversalmente concor-
de em prestara mn dos raaores genios dePortngal
o leslemunlio daadmirar,lo o respeilo que Iha lie ir-
rscusavelmenlajJaVido ; mas he por isso mesmo que
pamo, ao ver o tom Se excessivo arrojo com que -
cerra do Sr. Caslilho, falla este correspondente na
sua propria patria, qoe o ha lambem daquelle a
quem procura deprima!
Censurar de um hornera que he digno de severa
censura ; criticar das obras deste ou daquelle escrip-
tor que no mundo lillerario se apreseula, sem direi-
to aos votos do spplauso e accolhimento geral; Irs-
zer mesmo i luz da publica evidencia, para que se-
jam conhecidos por lodos, as faltas e erro dos que se
dizem orculos do progresso, representadles da Itu-
manidade, foros di ifadoria, como os ha por ahi
em numero avultadissuno, he, por certo, rousa que
se nao poder eslranhar, he necessario al que assim
seja, para que o Iriampho das ideas a o esplendor da
dscussao Iragam a seu lempo o (riampho completo
da verdade. Mas quem Bao v que entre a critica
propriaraente dita e as aggresses rudes e precipita-
das ha um esparo immeiiso '.' quem nao camprehen-
de que ha ama incommemnravel distancia entre o
que se chama analyse, regular a judlciosa, e o sy-
lema sempre deleilaftl e raesquinh > dos apodos, dis
acecias e declamacOes ridiculas ? Es o lerreno em
que se collocou o correspondente do Peridico dos
/'obres do Porto, exprirando-se a respetn do Sr.
Caslilho em phraseque, te nSo ,mot(ra a somma po-
breza do espirito que a diclou, denota, sem duvida.
falta de generosidade, carencia de tenliincnlos no-
bres, excessiva animosdade eal infraccao s reirs
* mera polidez n'om hornera qut se preza. Col-
de
locando-se abaixo da missm de jurnaliita, esse es-
criptor porluguez esqueceu-se da decencia e da
rEuuutco.
IKPARTtfJAO DA POLICA
"Parle do dia 19 de dezembro.
Bxm. Sr.Levo ao conhecmenlo de V.
t diflarente parliciparoes hoje recebi-
fjo, consta que se deram as seguiu-
le. oocatf^hats :
rotam presos: pe a sulidelegari.i da freguezia de
ecif, o marojo heapanhol Jos Cassalir, reqai-
io do cnsul inglcz por estar engajado em um
n(ao, b prelo Francisco, por desor-
i o prelo Jo.1o, que diz ser esrravo por ha ver
Ido ser crimioow e fugidn^la cadea do termo
da Olinda.
Pala subdelegada da freguezia de S. Jos, o pre-
lo escravo. Joao, por fogido.
E pola subdelegara da freguezia da Boa-Vista,
Candida Ferreira Lima, por furto.
Em olcio desta dala refere o delegado do pr-
meiro dislrioto deste termo que. em vista da com-
mnnica^ao que Ihe fuer o subdelegado da freguezia
da Vanea, ao amanhecer do da 17 do correle, oa
dila freguezia, entre os engenhos Pendo de baixo e
rabo do Ciqai, logar rmo, fora assastinado com 18
facadas e algumas pauladas o pardo velho Manoel
do Nascimento de Jesm, e que nao obstante as pes-
quisa, por aquelle subdelegado feilas nao fora ainda
possivel descobrir-se o aulor de semelhanle crime;
entretanto qae se proceder ao competente corpo de
delicio econlinuava-se nas mais activas indaga^oes
para ser descoberto e capturado o criminoso,e contra
elle se proceder na forma da le.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 19de dezembro de 1855.Illm.aExm.
Sr. conselheiro Jos Bento da Cunha a f rueirodo,
presdeole da provincia.O chefe de poli-ia, ui;
Cirios de Paita Teixeira.
MARIO l)E PEK\t.BICO.
Entreu hontem do porlos do Sul o vapor Gua-
nubara, trazendo-nos jornacs do Rio al 10 do cor-
rete. A hora adianlada em que os recebemos, ( 9
da noite) da-nos apenas lempo de trauscrevermo
os despachos e promoroes mais impdanles qut nes-
ss dia e nos anlecedenles foram publicados, asaim
como as ultimas noticias que no Rio se haviam rt-
cebido de Parto Alegre.
No Rio ia dimiuuindo a inlensidade do cholera,
<1a orle que a morlalidade nos ltimos dias lluclua-
va da 25 a 28 pessaaspor dia.
Em Pelropolis liavia deiapparecde complela-
mi'iile.
Conlinuvam a oll'erecer-tt valiosos dons para as
comroisses sanilarias da capital do imperio, e mais
povoacoa do municipio neutro e provincia do Rio
de Janeiro.
E/n Campos poreru nao (inlia ainda o Qagello de-
clinado de um modosalisfatorio ; o Sergipe aeabava
da ser invadido em toda a provincia, menos na ci-
dade de S. Cliristovam.
Em nostoa nmeros seguiales Iremos dando as
para o campo da imprensa, e de bm modo descom-
medido e exlraordinario, o nome daquelle a quem
nunca seta capaz de approximar-se pela inlelligencia
e pelo servidos prestados leltras dentro do seu
proprio paiz. He para maravilhar que assim surcada,
e que uo secuto actual, lodo de progresso e civilia-
q3o, baja quem procure disputar ao mrito o lugar
que Ihe compele ; quem ouse tocar temerariamente
na bullanle c'ra de gloria que cinge a fronte"
e de um insigne pola, raspeilauel alm de lodo o
mais, pela quasi inerivel solicilnde com qae tem sa-
bido vencer nao pequeos obstculos da nalareza.
Devera lembrar-se o correspondente que nao he da-
do a qualquer no mundo lillerario deaconaecer os li-
tlos e as repotacoes fundadas : que nao he con expressoes propri da plebe mal
educada qoe importa fallar tpecialmente daquelles
homens que, como o Sr. CMIho.leem urna venera-
rao universal, adnuerioa,oa eiit^linhavar escriplos
pobre para este o ateelle peridico lambem pobre,
mas sim tm graiidisimo ojunero da ricas producc/ies
queso pbr si, dabaixodiPrelacao lillerari,., fazem
o ornameiUo da sua naclo.e o orgaUM dos seuscora-
palriolas, dignos deste' nome. Daafra lembrar-se
ainda o rorrespindent qut a arma do ridiculo, bem
longe de ser a formidavel clava do Hrcules anligo,
de que lanas courts eslupaadas nos conla a hitloria
dos lempos fabulosos, li; b contrario, muilo que-
bradica ; a quando empregtda sem habilida le e fora
de propotito, s fere a quem a maneja, em vez de
tocar a outrem.
Eis o que se d ajn o correspondente ; a he lano
mais para admiranLnexplicavel faluidade que o
domina, ao rallar ISO de.rbidamente do Sr. Casti-
lho, quanlo he cedo qoe nem ao menos relleclio na
probabilidad^ de ser tdo essa seu disparatado es-
criplo por muita genla.que est fura do paizem que
elle o redigio, e do circulo em qae vive. O cario he
que muilos se indignarao como eu ao ler semelhan-
tes rasgos de aimiu cictlidade e cavalleirismo, ba-
rateadas para com personagem tan emioenle ; a eu-
Iros, menos radiosos, rirao muilo, ma cosa do
correspondente que tudo pode ter, menos o senso
preciso para escrever de um modo conveuienle e
diguo de ser acreditado. Prova-o, sem duvida. essa
eufiada de phrases picantes e acrimoniosas, e a sem
ceremonia com que, exagerando ainda suas inien-
joes malvolas, se nao peja de sflronlar o que se cha-
ma opiuiflo publica, discreta e slidamente funda-
da. Poderia o correspondente supnor e menos capa,
citar-se de que alguem o acompanbatsc nesso repug-
nante e injustisslmo proposito 1 pasioo-lhe acaso pela
imaginario que alguem o loavaria nesse procedimen-
lo que lano (em de (emerario, quanlo da absurdo ?
Nao poderia ver logo, ao pegar da)peuua para Iracar
aquellas impvdenles liohAgoe ninguem estarla 13o
fra de razao "que o aUendatte^rae Ihe pretUsse aco-
Ihimenlo o apoio t entrara em seos planos de escrip-
tor a idea de desacreditar com meia duzia de pala-
vras dcsenxabidas a repulacao do Sr. Caslilho ? al-
guem poderia supporta-lo em Uo atrevido arrojo de
miseravel amor proprio ? l'ois alguem que se preze
de sensato e judicioso poder alimentar prelences
tao exageradas, a menos alira-las, em tom zombetei-
ro, a face do poblico illoslrado, como padrae signifi-
cativo de sua propria indiseritlo ? Hfjbora admira-
vel Indo islo, e mais ainda o he qoe um jornalista
qoe escreve para todo o mundo, que deve ser solici-
to em promover o seu crdito em ludo quanlo bou-
ver de exprou ajuizar, caia no desacedo do profe-
rir as apenas concorrem para prodozir o effeilo diamelral-
raenle opposto ao qne Ihe imporlaria conseguir. A
exagerarles, os paradoxo e absurdo, en. qualquer
genero qua seja, s poderu obler um resultado para
quem os enuncia como ponlos de accusar,anhe o
descredilo completo e acabam por destruir de
orna vesjp juizo favoravel qoe al enlao sa hoovesse
fello aarra de seu autor, apresenlando-o como um
espirito destituido da toda a lgica, privado de lodo
o lino prudencial.
Entretanto, saiba o correspondente qae, se cima
de todas as preveure e odiosidades ha um tribunal
e um juiz imparcial, he nesse i ibunal a por esse jaiz
qoe ha de ser-e ja hedefinitivamente julgaio o
seu arrojado procedimenlo ; e quando se. baja de es-
labelecer ainda um>Mi; entre o correspondente que
declama, e o Sr. Castilho que ha por elle lao in-
dignamente tratado, nlo ser possivel sustentar um
parallelo, nem mansar um equilibrio momentneo :
a opiniao sempre foi e ser sempre a fnvor do ho-
mem illoslrado, e contra o iujnslo aggresser que
procura deprimi-lo sem pode-lo affronlar rosto des-
tobarlo. Saiba qua felizmente ainda Ka niui(o qoam
leia e lenha criterio dentro e fra de Portugal; qne,
se no pequeo circulo de seos apaniguados a familia-
res he licito a quem quer qae saja despropositar em
levianas censura contra urna inlelligencia distincta
e respeilavel, haUmbem muilo quem nao tolere im-
punemente essss desvarios da razao prevenida e a-
paixonada. Saiba sobre Indo que, se aprouve a um
escriptor porluguez, menos zeloso pela gloria de sua
patria, involver na baixa linguagem dos apodos e do
abomina\el ridiculo o nome de um dos maii qoalif-
cadoa representan les da moderna lillcratara portu-
gueza, ha de sobra estraogeiro cotuclenclosos e im-
parciaes qua, uiridos ane senlimenlos de grandiisimo
numero dos corapalriolas deste Musir poeta,porque
sao o sentiraentos de lodos,na i duvidarao nunca
desaffronla-lo faca da imprensa e do mundo, pa-
gando-Iris siucera homenagenr da mais cordeal ami-
zade, do mais profundo raspeilo a admirace.
He o que rco,e entendo que devo fazer tanto mais
quanto vejo qae todos os etfoTcot do corresponden-
te, procurando desacreditar ao Sr. Caslilho, (em por
base o esallo e insensato detejo de chamar sobre tao
conspicuo litteralo o odioso ou antes o ridiculo, pro-
prio smanle dos CjUrJafaej e cantummadot pedan-
tes. Pelo menos, otftro nao he n filo a qne attinge,
qnamla, lanjando-se a lado e a direito sobre o me-
thodo de leitura rapen!ina do Sr. Castilho, accua-o
ja de oora aneio, deacrtdilada e imprvj/Setjfl, j de
mera pecuiaeo, j, .ujfim, de puro charlatanis-
mo! Sem pretender entrar
na quesiie icrea da me-
thoio. porqae para ella m nBo julgo tao habilitarlo
como esse verdadeiro ioimigo dos cJkarlaiJe, eam-
pre-me apenas fazer-lhe ver qoe. seja qnal fr o lado
pelo qual se considere o Sr. Castilho, ha /empre ne-
cessario contempla-lo muito cima do que se chama
tlenlo vulgar, engenho commum, muilo cima da
mediocridade, e sobre ludo convem respeila-lo sem-
pre, porque realmente merece todo o acalamenlo e
venerarlo. Disculiiia en o me thodo em toda o taso,
nao obstante a miulia lirailadissiraa inlelligencia. sa
vase que elle precise de defeza, ou se o correspon-
dente escrevesse como homem da sciencia, argumen-
tan in. conveneeudo : mas sobra forga no Sr. Caslilho
para responder como tem respondido aos ataque dos
seus arrusadore. estao ahi os sustentadores ((teri-
cos e praticos de soa ideas para repellir e anniqui-
lar tao gratuitas arguires e ha urna opiniao,
urna razao universal, para apreciar e decidir entre
os verdadeirosapostloda civilisaralo eospseudo cr-
ticos a la moda, que se querera celebrisar a lodo o
transe. Nao defendo o melhodo do Sr. Caslilho,
porque nao he preciso faze-ln : dafenda, sim, a pes-
soa do Sr. Caslilho, que em todo o caso compre seja
Iralado como quem he, e nao como aprouve a esse
improvisado censor apreseula-lo face do publico.
E nao ser verdade qe, seja qual fr o resultado
das ideas proclamadas per esse abalisado escriplor
acerca do ensiuo das aselas primaria, seja qual fr
o ponto fundamental do seu syslema, nunca poder
ser lido como charlatao ; que nunca merecer esle
aviltanlo epilheto uto homem da 18o elevado mrito,
que j. ha por si mesmo um monuaiento viro da glo-
ria de sua nacao T Nao ser verdade que, por qual-
quer lado que o hajara de considerar, he sempre o
Sr. Castilho tima das mais luminosa", estrellas no ho-
rizonte lillerario da sua patria ? Nao ser verdade
lambem que o iniutoat escriplo- do Echo e Sarriso,
dos Ciumes do Bario, da Primavera, e do Camoet,
o ramo, por ventura maiaarignroso dessa brilhante
gerac3o de poetas porluguezes da poca, est muito
cima do um simples noticiador de historelas ridi-
culas a s proprias para fazer rir ? Nao ser exaclis-
simo que, ainda quando se pndesse provar, o que he
controverso, a inutilidade ou desconveniencia do
principios que o Sr. Caslilho sustenta pelo en me-
lhodo. jumis se poderia dizer a respailo delle o que,
por redo, se pode dizer de muita g-nie, de muito
vallo que por ahi vai altanado e repulsivo na repu
blica das leltras ? Nao he fra de duvida que o es-
criptor que mais do qoe nenhnm oulro tem sabido
harmonisar em Portugal as Iradiccea da escola cls-
tica em poesa com a bella renovaco da escola ro-
mntica, sem pender para a excessp das parvoices e
irregularidades da moda, nem para os desvarios de
um reprovado anachrpuismo lillerarto^kidlgno de
toda a eslima, de toda a admiraeao daqatlles que se
prezam de orculos ou interpretes da verdadeira cri-
tica e do bom goslo? ffao he sobra ludo para mara-
vilhar qae descoohep. tao importante verdade om
jornalista lilho do proprio paiz, que o Sr. Caslilho
tem honrado lanto a tanlo continuar a honrar por
seus grandes la leu los o preciesos escriplos'.'
Nao he para admirara lodos, e principalmente a
uoi eslrangeiro. .qu'ieja detractor do Sr. Castilho e
queira apresenta-lo ao mundo tomo charlatao,
aquelle mesmo qne, pelo louvavel initinclo de naeie-
nalidade e orgulho patrio, devra kr um dot primei-
ro era acala-lo ou defeod-lo de qualquer aggres
sao injusta, em respeila-lo como om dos mais famo-
sos padrees da gloria e civilisasaopodugueza? Nao
vacillou a mao dessa escriptor por demais leviano,
quando tracou'palavras 1,1o arosseiras, expressoes
(3o rudas a destilui las de senso, ao referir-se aquel-
le nobre actor dos Quadros Histrico! de Portu-
gal, da Ftlicidade pela Agricultura, ede tantosou-
tros primorea delicadissimotaom qu'|tem sabido en-
riquecer a formosa lingtta de Camueso Vieira*
Qua dir o mondo civilitado ao ver que do meio de
um poyo europeo, qne j lizera urna figura dis-
tincta no grande thealro das armas e das leltras, ha
qoem ouse levaatar a voz para abocanhar um dos
poucos caracteres sublime, qae ainda restara a
esse poyo, para attealar, quanle ao detenvolvi-
raenlo lillerario, n sai feliz renovacSo e progresso 1
Nao, Sr. correspondente, coohtca por urna vez que
nao he lcito erguer mao temeraria e atrevida sobre
as repulacoes adquiridas nas fadigas do espirito a
na esplendida manifeslacao do genin: conheca que
ha om abytmo profundo entre i alustradlo a o
eharlatanbmo, a que os charlales se enconlram
sempre na limitada espbera das mediocridades.
I.embre-se qua nao be tom a opiniau publica sensa-
ta e imparcial que se pode transigir para escra visa-I *
impunemente ao desabafo de meaquinhos ttntimen-
tos; o que u2o sw os gritos deacompaasados
dsisunautes do corvo que bao de suspender ou fazer
parar em sua marcha altanaira a aguia sobarba que
alravessa livremeule o espaco. Comprehenda qne,
se ha charlataes ao mnndo, sao estes qae, nbalan-
c,ando-se s regioes que nao podara vencer, cabem
no charco immundo das invectivas e da maligna ha-
taja -, que uinguem ha to desmiolado ou ignoran-
te que possa applicar ao Sr. Caslilho es.e mesmo
epilheto descabido e baixo que Uto he lao fcilmen-
te prodigalisado, a menos qua nlo esteja como o
correspondente acotlumado pelo que parece, a con-
tundir o ouro com o cobre, a luz com as sombras,
as parvoices do pedantismo, com os verdadeiros
lampejos do tjenlo e do genio. Nao poder des-
acreditar o Sr. Caslilho quem o chama charlatao,
porque nao lera, por certo, conteiencia do que diz ;
ae a livesse. nao saluda de sua bocea, e ainda me-
nos pastara ao papel semelhanle proposirao. Char-
latao nao he o homem que tom provado por mais
de urna vez o seu merecimento nas grandes e varia-
das lulas da iraprensa :he o encapotado inimigo
que Ihe atlra de emboscada, pois que recaa ver a
clardade do dia. Charlatao nao he o investigador
solicito da sciencia, o apostlo do progresan, o es-
criptor clebre que tem om nome e urna gloria in-
teiramenle soa : he o Indiscreto detractor desse ho-
mem, que nao lera olhus para ver ale onde chega o
engrandecimento da historia do seu paiz, para que-
rer nega-la n'om dos seus mais irrecasaveis a dura-
doorotlypes. Charlatao he o individuo que a boc-
ea chea e em lora cmphalico se aprega de iuimj-
go de charlates, porque nao quer ou nao sabe
apreciar a sciencia. e ti u phrases de sdica jocosi-
dade, de gracejos puens, para Linear sobre lodos os
assumptos, e applicar anda aos mais elevados a
magaalicos objectos.
IW he o Sr. Caslilho qae precisa de bajnla-
Ses, que exige elogios eadiniracOes]ralaas, H que
a te melte dabaixo dos ps para obter os mais ab-
Ot leilores riem-se; mat estejam cerlos qne ha
de acontecer asaim. A prophecia tanta vezas re-
petida pelot jorjae, acerca du brilhante futuro re-
servado para os artillas, comer a realitar-te, a a
lomar de da para dia maior consistencia.
Em 1805 a prophecia dts jornaet ser um tacto
contaatade,
Mo nos (lindamos: a larra tata ameacada da oro
grande eataelUma. (tqaarvai coajM a moaica vai a-
van^anda a pitaos de ligante. Qatm oataria tm-
bargar-lha a marcha 7 A' seipalhanca da lorenle
inpeluosa, a. msica invade ludo desda a tila do
baile al ao conejo fnebre, desda, o thealro al te
rali sagrados penetran da habilatao domatlet
desda ot lagares cobarlai al ai mu pracat publi-
ca.
.............. ..........i
D'aqui a dtz auno a nutica lera supplaniado a
gaz, a o celebre Poitcvn poder aucher ot tena
areoslatos por om melhodo mais econmico a expe-
dito.
D'aqui a dezannos, pqdei acreditar, ornando
iiiu4icl ler. completamente modado d'aspecto. Al
os menos- pertptcazet percebem ja qoe o contra-
palo est continuamente ataeacado de urna revo-
luta em sentida liberal.
A msica he chamad] a oalros deslinoa.
Rossini, Bellini, Donizelti e empyricos fabrican-
tes de melodas falsas earlifitiaes, cahiram no es-
queclmenlo e no descrdito universal.
Em 1865 o canto ter definitivamente abolido.
E o qua ha o canto?m prejaizo dot nossos velbos.
Todos os artistas da ambos os sexos, apresenta-
rao sobre esle ossumplo urna memoria, na qual de-
monstrarlo, qoe nlo| sendo o tanto nada mais do
que a imitarlo vergenhosa e servil da linguagem
dos passaroa, merece para sempre lar banido da lis-
ia da arles.
Para reforjaren este sabio pareeer, e faze-lo mais
fcilmente Iriumphar. os adislas ajunlarao i Me-
moria, em forma de post-scriptum, a declararlo de
nao haver oenhum entre elles que saiba cantar.
O argumento ser julgado muilo alteudivel O
velhe syslema do canto sera snbslilnido pelo dos ber-
ros oa sua maior amputada. As desafioacoes, os sal-
ios de compasso, a engulicJo de notas e ootras ba-
galellas deste genero, mudarlo inleiramenle da ti-
tulo.
Por exemplo :
Se um artista nao liver voz, dir-se-ha que
mor;a.
Se desafinar, dir-se-ba que cania com verda-
deiro senlimenlo dramtico. \
t- Se desdahir do (om, dir-se-ha que canta
com graca.
a jectosapplaosos, ele, ele, t3o, por certo, aquel-
lesque, dirigidos por um puro charlatanismo, peder
louvores fcilmente cnmpravei, e a tuda quanlo
Ihas he superior fingem calcar aos pe, par que nao
podem alcanrnr com a cabera.
Nao he o Sr. Caslilho que vai pedir qoe o applaa-
dam, que Ihe decretero ovares a triumphos, que Ihe
abrain o caminho para irsentar-se cordado e feslivo
uo capitolio de urna gloria iramorredoura ; ou que
na praca publica gritara ao tan nome com alarido
de eothusiasmn como a esses clebres gladiadores de
circo ; ha a opinilo judiciosa e illustrada que es-
pontneamente brada em sou apoio, ha a voz elo-
queute do progresso e da civilitarlo que falla por
elle, he o lestemnnho. devido i inlelligencia, que
em toda parle Ihe consagram as lettras e os teus
cultores.
Mais loria qua dizeraa correspondente, que alias
se moslra t.io inimigo dos charlalHes, sa acato me
podesso canacitar do que a* dalos do correspondente
sao bstanle fortes para abalar as couviceoet dot
homens sensatos de todo o mundo e de todos otpai-
zea; perem lindarei aqu, fazendo someale tama
breve reflexao 4 parte dessa mesma correspondencia
em qoe te diz qae u* o Ido de Janeiro tralaram ao
Sr. Caalilhodecbanaiaoa riram-se delle.
Con* hrasileiro proleslo altamente contra essa as-
tercao vaga, outada etem fuodamtnlo algum : re-
pillo-a porque he falsa, e direi apenas ao corres-
pondeaie qne saja anda um pouco generoso e ca-
valleiro para nao confundirlo mesmo lempo, e como
se foisem orna tcoqsa, o sentir deste ou daquelle
ignorante, e o pensar reflecfidoe grave da lolalidade
'ajiayiovo que te przae rinepilaleiro eres|;itador
ilo mtllta, veaha elle dando vier. NSo (orne o corres-
pondite para .instrumento de teus malvolos planos
o juie eilranireiro, faltUlcauoVo a seu geito ; res-
peite a jjadade, seja mais jadicioso quando escrever
acerca d% homens. como o Sr. Cistho, que tem ara
nome asss conhecdo os tono sea pniz.mas tambera
fra delle; censerve-ie na posicao franca e sisuda
de um jcruelisla coiiscienrtoso, dispi-se do ridiculo
que nam sempre assenta a nao cabe a (ado; e conhe-
ja que sa ha porluguez que nao duvida tratar tao
desabridamente ao Sr. Caslilho, ha muilos eslrangei-
ro qne saibam desafi-oela-lo sem qoe a islo os mova
o iniuiiiR inleresse.
Saiba, f mliin, que sou um destes, a que muito me
apraz como brasiltiro, defender o porluguez illos-
lrado que me honra com a soa sincera amisade, e
cunlra quem nao serei, por cedo, capaz de arre-
messar era lempo algum expresaOcs greeneiras e ri-
diculas, como se alreve a pralicar um porluguez,
denlro de ua mesma patria.
Recife 15 de dezembro de 1855.
A. 11. de I irres Ilandeira.
URIEIIA
*
OS DESTINOS DA MSICA.
(Prognoslicos exlrahidos de um jornal roilanez.
D'aqoi a daz anuos!
Bemaveutnrado aquelle que d'aqui dea, auno
poder dizar simpletmenle consigo mesmo; u .ou
corista! Feliz o queaaqaalla poca potuap? um
gorgomilo harmnico I Im Califoraia o aspan I
Em 1865, o vocabulario de synonimos, na lettra
C, contera a segainte rubrica;
Cantor synonime da milieferio; em alguns ca.
sos, emprega-u m lugar de Rottchitd, da Oeeons-
hire, de yorthumbirland, etc., etc.
Se subir do lom, dir-sf-ua qae accentita com gas-
to e tem muita ulma.
nao se ouvir, dir-se-ha
que canta a meia
Se
to;.
Em quanlo aejao e parte dramtica, o publi-
co ser muito alais exigeule do que hoje. O arlisla
que se limitar a meter a cabera, os bracos e os ps,
em conformldade com aquillo qae distar, ter ta-
chada de falto de comprehensao ; a por conseguale,
o cantor qae quizer verdaderamente fazer urna bel-
la carreira tara muita conveniencia em tomar al-
gamas lices de gymnattica, para poder dar nm
tallo mortal ou executar urna pirutta, em algama
siluarao de grande efleito.
Altendendo a qae a cadencias oo comuni, tomo
quizerem chamlr-lhes, sao o escolho de (odot ot ar-
tista.
Altendendo a que todos elles jergam licito tro-
ca-las, allera-las, apressa-las, prolooga-la, segun-
do a sua vonlade. w
Altendendo finalmente a qoe a comuni, em msi-
ca ha nm contra-tenso ;
Ai comuni on. cadencias sarao definitivamente
tupprimidas. Os artistas, em logar 'de cadencias,
poderlo fazer urna pirueta, e o publico ficar com-
pletamente aalisfeito.
........>.............
Perguntai a nm panlor qnal he o sublime da ar-
te, e immediatamenle vos responder : a escrip-
tura.
Parece-me etar ja vendo o leitor lomar a forma
de poni de inlerrogaejlo, e perguntar-me com loda
a amablidade o que deva eutender-se pela patarra
escriptura.
F.ic-aqui ii ana denrrao. A escriptura lie om
contrato feito com todas as formalidades, em virtu-
de de qnal o tanlor se obriga da toa parle a enfas-
tiar o publico por nm cario prazo, abandonando o
proprio nome s sympalhias oo aulipathias dos jor-
naliitas, e expondo a propria pessoa, em diversas
circamslancias, a levar cora batatas, mafias, lmoes
oa qaaesquer oqlros projeclis vegelaes, qu. nao ex-
cedam grandeza do melaa ou da melancia da di-
mensei ordinarias.
Por nutra parle, o emprez.iro obrigate, ata vir-
tude da mesma escriplnra, a pagar ao artista urna
certa sorama de dinheiro, que se chama contante,
jaslamenle porque a maior parle du vezea o arlisla
nlo he pessoa com quem se possa oo$tar.
grandet calhegoria, aristocracia, burgueza e ple-
be. Todo, porm, al ot menos perspicazet, tem
fcilmente qua esta divisao ha inexacta a complica-
da ; (anlo mais porque admitte outras sabdivisoet,
como por exemplo a aristocracia do bratao a arit-
loerapl| moprlarla, arislarraela da (llanto, a bor-
guezia, ot praltlarlet e a cautlha.
Daqina de .unos, he paVavel que a divisao', di
ociedade a.,eDlt tpbre bata nuilq miis siraplat, ,
que pao taja sania duas graMf liase : sto ttt
profetseraj de rnuiica, e SUUanU.
A loeiadade deflira' eplpj. lf^ (arce>ro es la do
0 qaa| Mi subtiitaldo pf|| Vt^u iitptfso dps Jur.
P**m Ia dec'-ttjp Ptipaze de profetsarem
1 roales sarao obrqj||6., am viriuda de urna W,
a aisutarem o caracler de|pablico iotelligenla !
Un compositor de raosita, qut ptar na ua
compeaieoes apresenlar cincoeata maueiraa, era'
igual por dignidade e poticSo xi.1 nQJ p,cn ne
cmeoentreaada O sy.lema de atmiihacao enlre
o Oriente e o Occidente ter principio cora a refe-
rida honorfica apresentar.lo!
Entretanto as grandes academias de ParU.de Lon-
dres e de Berln proporam nm premio de quiohen-
los mil francos a qoam explicar de modo claro e
preciso a que corretpondem em msica aquella
abenr,oadas raaneira.
Depois de examinadas mil memorial escripias so-
bre o asinmpto, a ninguem sera conferido o premio
oqual ira' por conseguale fazer om terno comas
premios promeltidot ao destebridor da quadratnra
do circoio, e ao do mota continuo.
A orcheslra e a iiislrumentac^o, depoi da soeces-
sivos progrtssos, (erSo d'aqui a det anuos lacado
a meta da perfeicao. Urna oreheitra nao peder
chamar-se completa senao quando liver no tea gre-
mio, pele menos, ama peca de artillarla de cali-
bre 36. He esle o anico imlraiMnto, qae,' mais
tarde ou mais cedo, podara' sntisfazer as exigencias
do publico o dos maestros.
ladas, condnzio oseguinle; 50 rodas areoade pao,
1 eanlo letonrat, 35 barricas bolachinha america-
na, 2 laceo amendoat, 1( caitas fomo americano 2
raxSet diversas mindezas e 6 resmas de papel de
cor, 28 aderemos de ooro, 1S meios ditos dito, 7 onl-
reu;is dilo, 6 boloes para camiaj dito. formas enm
tilas de .lita, mo ditat tibio. 4 barricas sebo, 25
r??SK '.4*tl5es itc *,TefM' I mmlbo 44
eiltiqhas de doce ae goiaba, 30r) rolo, palha de ear-
"1,1 c?'?k0 "P^^orM, .JO ttm arroz, 1 ba-
uqalrqde folhe n.ado, i canastt| tcaxi.
Baa*. escena brasiltiri ,,/eteaf; da 130 looeU-
das, eonduzo o seguinle : 87 ZeeaBarata. 71 ditas
cera de carnauba, 1,250 alqus-j
lliut de palha, 2 caixoes pirfumir
melas pipas azelte de carrapalo.
Rio da Prata, brigoe braiileim Mente
tonelada, conduzio o eguinle : 40 runa 5'f
ra, 20ditas alcool, 650 barrica com 5,322 arron
2o libra de anotar.
Havre, galera fraoceza eEmma Malhlde, de 446*
tonelada, conduzio o seguinle : 1,356 ceeret ,er-
Io7,9j9 libra, 1,600 saceos com 8.000 arroba, det?
sucar. 352 saetas com 1,762 arroba de algodlo
a ~ZJr?""?'y,tt' poi'"' h"Pnhola lodusirij,,
de 307 toneladas, conduzio o seguinle : 150 nina
agurdente, 420 barricas com 3,129 arrobas e 2
bra de atiucar.
HBCEBBDOKIA DE RBNDAS INTERNAS CR
BAES DE PEKNAMBUCO. bE"
Rendimenlo de dia 1 a 18 l.vonastm
dem do dia 19........61bit85
17;5I8-2Q
CONSULADO PROVINCIAL.
nendimento do dia I a 18 bl :*llatats
dem do di, 19 ,......
m 65:93594


D'aqoi a dez anuos o i lista chamados de ettr-
f/o ser.lo em (ao grande numero (a propagado ja
cometn', que os maiores para tedistngairea do.
menores e dos pane us, se faraeeharaarfeYii.s-
tas de cartello. Este superlativo tera'depplado
por unaniraidade de votos, por ser iooffenaivo, mui-
to harmnico a seero.
D'aqui a dez anuos, quati todos os cantora sa-
berao Jete escrever, e assumirao exclusivamtstle na
impredtlijieriodica o sceplro da critica theatral. (
critico e o criticado, tara urna e a mesma pestoa ;
o que da cario devera' pr'odu/.ir grandes vand
para a arle.
Naqaella poca, os artistas iobbligo mentarlo
i cifra de seis mil He verdade que esla denomina.
rao ter mudada completamente de significado. O
acrescenlaetenlo da palavrt obbigo querera diter,
um artista abrigado a fazer todo, exceplo)o interess
da emjireza.
Vede qae cegueira O* emprezariot boje qoei-'
xara-se das exorbitantes preteii(et dos grandes ar-
tistas : o qae (ario os emprezarios qae apparecerem
d'aqui a dez aunas Continuando as cousas pelo
modo que v8o, quando chegarmns a 186.5, om gran-
de artista que se escriplurar para um grande Ihea-
tro, ter direito a pretender todo o dote do mesmo
thealro, e n ainda Uto nao bastar, o -emprezario
dever dar-lhe o dote de snamulher e de suas filhas,
suppondo que o emprezario possua urna a outra
cousa.
Quamlo um artista eslver no cao de eugulir por
s s todo o dol dos grandes Ihealros, o jornalisrao
poder' enlao dizer cora loda a eonscMucia, qe
aquelle arliatllJJynirdadciiainente dolado de beltos
dotes.
Ai tscriptiiWr das primeiras damas serio ainda
mais complicadas do qua actualmente. A escrip-
lurada po.lera' estabelecer, alm das mil coudices
do contracto, que hoje estao em uso, outras mullas
relativas s suas pequeas uecessidades, por ex-
emplo :
Alpista para 400 eaunrio*.
Alimeuto para 3e]papagaios e O pegas.
Um roas-ftee/'utsm arralis para oalmco de
12 caesinhos, representantes das doze principas ra-
tas a respeclivos eucruzamenlos.
Duzeutas geminas d'ovos por cada nbite de r
presenlacao.
Cem paitis por dia, para o marido ou pessoa
que lbe serve de companhia.
Os grandes eroprezaros terfio direilo de sacrificar
em urna erapreza atuo ultimo violera que posiuam.
Se, tinco dia depois da abertura do thealro, o em-
prezario poder provar qus nao tem dinheiro nem
para comprar om pao ; nesse caso, tern a tjpulda-
de de applicar para ai ama parte dos ordenados dot
coristas, dos que Iratam das luzes. dos varredorta, e
de lodos aquellas que mais pesado e contiuae 1ra-
balho fuerera no thealro.
Os comprimarios e as comprimarias, esta especia
de proletarios da lainilm urlislioa. qoe vao datap-
parpcendo de dia para dia, lero daqui a dez anno
detapparecido coraplelaraeule da superficie do glo-
bo musical. Muilos emprezariot se enforcarao
claudeilinatitente, desesperada por uao euconlra-
rem urna segunda donna !
Talvez em I8G5, o presidente dos Estados-Unido
da Anjtrca teja aulorisado a levantar um empres-
timo forrado para mandar'a Europa escriplurar to-
taataala tenor Mario e a Griti, que naqaella po-
ca estarlo reducidos ao astado de fossii ou de mo-
miat egypcias.
i
At haja a sociedade lem oslado dividida era Iras
Adolpho Saz, aborrecido de aperfen;oar o inslrn-
mentos de vento, enlre|ir-se-ha de corpo c alma
ao aperfeicoamento do. instronttntos de percdssao.
O zabumba podara' finalmente occapar na orches-
lra o verdadeiro posto qoe a espera.
Acreditai: nio esla longe o da em qoe al os
mais perlinaze defensores da velha mosica h.lo de
coiifessar, que depois da flauta, he (alvez o zabum-
ba o inlramentrqne mais se apprexima da voz
mana.
Todo, ot artistas que liverem a peilo a soa re-
putarlo, e quizerem adquirir na arte o nome d'ar-
tisla qoe sentem, deverle ir tomar algumas lices
aos hospitaes, atsislindo aos ataques epileplicot, s
convulsOes produzidas pelo ttano, pala dydropho-
bia, e outras doencas mais oa menos declaauliva a
dramticas do que estas. ^ ,
Toda a companhia de cidello leri cinco primei-
ras damas, cinco tenores, cinco bartonos a cinco
baixos-profando, para poder fcilmente subsliteir
um artista a oulro, quando algum delle n'um mo-
melo de energa rebentar urna veia, au cutpir um
pedaro de pulmao sobre o barrete do attonito apon-
tador.
Todo o artista qne morrer sobre o palco scenico,
per um accesso de declamara, ser declarado be-
nemrito da patria.
Os concertista de todos os gneros intadirao a
Ierra, qnal nova praga dos gafanholos. TaaTooci-
dadio q%ae recesar aceitar ora bilhete para ama aca-
demia dividida em duas parles, allegando nao ter
dinheiro, passar-se-lhe-ha minuciosa revista s al-
gbeiras, e no caso de nao e encontrar numerario,
ser-lhe-hao teqaestrado os movis e a roapa qae
liver em casa.
Ot concertistas sao ja hoje tao importunos a tei-
mosos, qne d'aqoi a dez aonns he de esperar qne
osgovernos coldarlo de os tutelar, coocedeodo-lhet
o direilo de pesquiza e de sequestre obre lodos o
individuo!, qae se mestrarem recalcitrantes na
qoerendo comprar nem no menos um bilhete !
Depois da todos estes e da muito oalros notareis
progresses, apparetera' um nevo Arteaga, para
eempilar a historia da ultima revolucao da msi-
ca.e a msica sera' declarada Iostilniclo do Et-
ado I (Revista dos Espectculos.)
Brax Tisana.)
RIO DE JANEIRO 8 D DEZEMBRO.
Londres 27 7(8.38.S??^-
Pars 343 a 352 ris. '
Lisboa nominal.
Hamburgo 643. 645 ris.
FRITES.
Antuerpia (5| nomin.
Canal v 60| a 72|6
Estados-Unidos 80 a 90 c
Hamburgo 65|.
Havre. 60 fr. e lO*
METAES E FUrslM* PBLGOi."
MEIAES. Onras da patria. 289800 a 29Jft*i
hespauholat 91
Peca, de 64O0 velh. 1(
COMMERCIO
RACA DO RECIFE 18DE DEZEMBRO AS 3
HORAS DATARDE.
CelatOes ofilciaes.
Cambio sobre Londrea28 d. a 60 e 90 dias.
Descont de lettrai de 2 mezas12 ;, ao anno.
Di. 19.
Nio hpuver.m oolacoe.
alFANDEGA.
Rendimeoto da dia 1 a 18. .
dem do diaJ9......
264.-0764089
8:090*331
27*166jM20
p Barca iiiRleza, ithusiastmercadoriaa. -t,
?Uza HmtdsMieair.
Brigoe al -Prins Osearlaboad*.
Patacho hollaodezBtruardusgeaebra.
Hiale americarai--A)iaBtoiia>-farinha de trigo. '
EMPOfeTA^AO'
Barca iagleza Bnthusiast, vinda de Liverpool,
consignada Jamei Crabtree i i;., maoileslon o se-
guinle :
1 tonelada, 7 qiualaes a 2 arrobas farra ; a C.
Slarr&C. *
4 cias lecides de algodao a laia ; a J. Keller es
Corapaohia.
loneladat, 9 quinta*. a arroba ferro. .%6 cai-
tas lnha, 83 barricas 5 caitas ferragens, 1 dila fi-
tas, 7 barrica, farros de aaaommar. ~>0 feites ps, 2
barricas loora, 32chapa pera foao, 1 caixa barre-
t. la, ,50 barris manteiga, 4 barricas! 75 larris
tlntt ; a E. H. Wy.ll. T
[59 caixas a 43 fardos tteidos de algJKviia
borra de ferro, 8 ditas meias ; a Rostroa Rooker A
Comptnhia.
1 dila sellint; a R. Deppermann.
160 toneladas earrOo da ptdra ; a Scoll Wilson &
Corapanbia.
f 6 fardos tecidos de laa, 10 caixas chpeos de sol,
21 fardo e 48 calas tecidos de algodao, 2 fardos di-
to laia, 15 barricas e 35 gigos lonca ; a James Crab-
tree & C.
20 fardos a 20 caiz.it tecidos de algodao, 1 dita co-
bertores; a N. O. Bieber & C.
1 dila tecidos de laa ; a A. i. V. de Miranda.
50 barricas manteiga ; a F. Gomes de Oliveira.
2 fardos flaneda ; a Timm Morasen & Vineasa.
2 caixas tecidos de algodlo, 1 dita meias. 1 fardo
cobertores de lia a flanella; a L. Antonio de Si-
qeira.
25 ditos a 12 caixas lecidos de algodlo ; a Raba
Schameleau &-C.
dJU ferragens,20 laia de ferro,2 barris azeite;
a D. W. Bowmann
Sntaixas e 15 barrica ferragen, 54 fardos e 23
cajias lecijos de algodlo, 2a dila castas, 1 dila te-
cidos de linht, 2 ditat oleado, I laia queijos, 2 bar-
rillnhos carne ; a Paln Nash <$ C.
24 caxai (acida, de algodao, ; a Rosas Braga &
Liverpool 5j(.
Londres 55.
Marwlha 55| notnin.l.
TrittsteoaooT],>.
Moedat de 4.
Soberanos.....
Potos hespanhes
t da.patria .
> Patacos......
Apolicesde 6 %.....
provinciaes-
9P060
83800 a 99OOO
lWWa 2*000
1-3920 a I)
l920a lj
107a 108*.
101 a 102 J.
(Jornal do Cojnmercio do Rio.)
MOVIMENTO DO PORTO.
Aflatos entrados no dia ti.. *
lia, de 230 loneUdas, capitao Manoel d. Cotia e
Silva, eqnipagem 14, carn pipat va.i; e mais ge-
nero.; a Franeuco Sevriauo R.bello & Fil..
PaMtgeiro, Lart Barbota.
Terra Ntra32 dias, brigoe inglez aKelpie, de 176
"fe "p'l4 Richd Bulley, equip.mm 1
carga 2,250 barrica, com bacalh.o; a MlnSuoT-
qaim Ramo, e Silva. Seguio para a BahU.
Ilha de Fernando2 diat, patacho brasilttM Le-
galidadeo, oemraand.nle Brtz Jos dot Rti. Cob-
daz passageiros do governo
Rio de Janeiro e porto, intermedio! 8 diat -M
hons, vapor brasileiro aGuanabaca, ccininan--
danle o primeiro-lenente Joaqaim-Salom Ramos.
Passaaelros para esla pra^nei., commeodador
Joao Jora vo, o leoente-coronel Alexandre Manoel Albino
e 2criados, Erraeno Cesar Cootinho, alfenn Fran-
cisco Borges Lima, sua .enhata a 2 fllhot Joa-
quim Domingos de AzeverJrT"Jlt*Ht^rn.ndes
Marques d. Silva, Manoel Ribeiro, 1 deseritr, '>
ex-pracas do exercito e marinha Secanos para o
norte, Dr. Jos Joaquim dt Oliveira e 1 criado
Antonio Gonealvea da Justa Araoje, Francisco
Xavier de Paira, 3 pracat, 3 tx pracat a 1 de-
Pirangi3 da, lancha brasleira aFeliz dai Oada
de 29 tonelada, meilro Bernardo Jos da Costa,'
eqnipagem S, carga mHho e mala ganara. : ao
madre.
, Savos sahidos no mesmo dia.
Em commssaoBrigae barca de guerra brasileiro
Rlfamaracao, commandanle o priraeiro-teotate
Pedre Thom de Castro Araujo.
Rio detraaPolaca hespaabela IndoaUia., eepi-
(to Jos Manslany, carga alinear e agurdenla.
Bueno-Ay reBrigoe brasileiro aMtoiars, canillo
Joaquim Franeltco da Sllta Cr.z, cTrga atSa
t agurdenle.
EDITAES.
Companhia.
7 ditat e 6 fardos lando detalgodfl; laa e laia, 6
fardos chalet
de
a Southal Mellon & ,
2 ditos e 3 caixa tacados detrjgodao; a James R\-
:r & C.
.50 barr, manleiga, 4 clfias lecides do algodao ; a
Johnslon PatataS C. ti
12 ditas 11 farcJoarteeidos de nlgodao, 12 caixa
lnha ; a Barroca & Catiro.
13 ditas e 5 fardos tecidos de algodao, 2 Silos dilo.
de IIMo e algodao, 2 caitos ditos de linho, 1 dita di-
tos dealgodao a laia fi Augusto Cesar da Abren.
12 barricas linlat, 6 caixas e 4 barrica, drusas. 1
dita liuhaca ; a J. da C. Bravo.
1 caixa bisceilos, 2 barricas pretontot, 3 caixa
queijos, 1 dita motlarda ; a J. da C Netes.
1 dila biscoiios. 2 barris presuntos, 4 caixas
queijo ; a Feotes & Irmlo.
I dili barra de ferro ; ao Dr. May.
1 fardos panno ; a Henry ibeon.
23 gigos looca. ; asorden.
2 sarcos amostras ; diversos.
Bri gue hollaodez Bernardut, vindo da Hollando,
consignado a Brender a Brandi. & C, manifeslou o
seguiste :
22 caixas e 40 fardos papel, 5 ditos lona, 1 caita
livros, 1 gigo batatos, 560 caixa. queijos. 200 dita e
200 barrets genebra, 200 caixas vidro. para vidraca,
52 barris preso., 1 caixa sovelas, 1 dila balancia e ,
pesos, i ditas limas, 1 dita lorquezes lacelas, 1 di- [ guarde, etc.
pratos, 2 ditas facas, 37 ditas taces, 5 barricas .- '
O IUm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cumplimento daresolucao djenla da fazeada,
m.nda fazer publico que as obras sopplenenlaras a
fizer-se oa ponte sobre a rie Capibarib na tirada
de Pao d'Albo, vio oovamenle a prata no dia 17 de-
jaoeiro prximo vindpuro, para serem arramaUatg
a qoam por menos ai fizer, avahada, em 12:8918822
rais.
para cootlar se mandan aftiiar o presente e pn-
r pelo Diario.
Secretaria da (heieuraria provincial da "irrita
buco 17 de dezembro de 1855.
O secretario.
A. F. i'Annunciicao.
O lllm. Sr. inspecloT da (htoararta preWaeial,
em cumprimenio da rewlurloda jnnU da fazenda,
manda fazer publico, qne no dia 17 de Janeiro pre-
til! vindouro, vai nevaraente a praca para ser
arrematada a quem por menea fizar a eeaJarrafSo
permanente do 1. termo da estrada da Tlttorit, ava-
llada em 057S100 reis, por lempo de 10 mates.
E para constar te mande* aflxar 9 nresenteV pu-
blicar pelo Diario. .
Secretaria da thesanrari provincial de Perambtft
co 17 de detambre de 1835.
A. f. arAmina***i-
O lllm. Sr. inspector da Iheteuraria pretlncial,
em cumprimenlo da resolurao da jnnla da fazenda,
manda fazr pnblico, qne no dia 24 de Janeiro prest-
io vindouro, vai novamenle prac,a para ser arre-
malarla a quem por menos fizer a conserva^ao per-
manenle da estrada de Pe d'Alho avahada em
4:00f>000 reis, por 10 mezas.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesoaraiia provincial de Pernam-
buco 17 da dezembro de 1855.
1 Osecretarie.
A. F. u'Annunciario.
O lllm. Sr. inspector da
Uiasouiaria pcatinciar
era cnntprimemo da resolurloda junto da fazenda.
manda fazer publico, que no dia 24 dejanero pr-
ximo futuro, peraute a tnaon.a junta, vai novamenle
a prara para ser arrematada a quem por menos fi-
zer a conservac,permanente da estrada dq Sal,
avahada em 5:4008000 reis, per toaaga de 10 maza.
E para conslar se mindwe, aflaur presente e po-
blicar pela Diario, ^m
Secretaria da Iheseuraria provinajal cu 1" de dezembro da 1855.
O secretaria.
A. F.4'4
IMisKM.
O lllm. Sr. inspector dathesourariaprovincial.cm
cuinprimentodaresoluelo da jnnta defszenda.manda
fazr pattiieo, qoe nodia 24 de janato* prsiiatt-sran-
donro, vai eramente a pra^a par ter arrematada
a qoem por menot fizar a conservaclo premanenle
da estrada da Noria, avallada em 1:201*728 reto, per
lempo de 10 metes, mm
E para constar se mandn aftiiar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thetouraria previetial da Peroeni-
bueu 17 de ilnanaelnt 1I111855.
O secretario.
A, F. it innunciarao.
O Dr. Anselmo I rancita Peratli, corarnendador da
imperial ordem da So, ejuiz de direilo especial
do eommereio desla cidade do Recife de Pernam-
buco e seu termo, por S. M-1, a G., a quem Daos
de lalo, 3 caixas carro., 50 ditas licores, 4 n m5TT!2T2
itrat. 7 ditas tinho, 1 queijo e 3 canarios a "' Mana Cardaos da
r a Brandis & C. p""? s,lw- me r
baciat
ditas burra
Brandar
UINSUIADO (iERAL.
Rendimenlo do da 1 a 18 .
Idean do dia 19.......
Faro saber eos que a prsenle carta tirata, como
Sitia, viuva da Aetontn Joa
fez a petisHo do Iheor e minen a
segainte:
7 o- ** o"3". Ctrdnso da Silva, viu :e Antonio
11 Jos Prntoda Silva, qne lendo em seo poder diver-
I sas ledra e obrigae,oes de qoe he eredora, e devedo-
ret diversos, pessoas menles e algumas dajtconheci-
5:2243803
WTKR0A8 PROVINCIAS.
Rendimentedo dia 1 a 18 .
dem do dia 19.......
3:6*58649
6068594
ExpOrtzrCfrO
ala, sumaca brasleira Horlenciao, de 94 tone-
-(|.-.).>- ' _!__ dai, de qoe nao h noticia, e cojas residencial sle
~ incertas, constantes da reanle junta, vem a soppli-
canre reqoerer a V. Etc., que te digne de tdmiltir
a protestar como protesta por conservarlo e reserva
de mu direito contra-ato deteriores respectivo, t
qae se Ihe lome por termo o seo protesto, patsan-
do-se ortta deeditos piraterem intimados os suppli-
dos devedore, ou os seos herdeiros, aGrn de iotor-
romper-se prescripirtJBrma do art. 453 $ 3de
ced.comm.
4:S74243
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1
Illa Ifnt'l '
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DIARIO f| PERMIBDCO QUINTA FElRA 20 O OEZEIBRO 01 1115
s
4
4
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1

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Pede V. Bu. Mim lln defin.B R. M.F.
Lope* Nelt, advogalL
E roaii se nao conlinha., nem outrt causa alguma
te declarava ero din petizo, a qual doi e profer o
despacho do lliter, forma ramelra secuinte :
Torne-te por termo n protesto d> tu pplicanle ; e
justifique esta a ausencia dos devedores comanle*
di relacBo juala. Recife 13 dedeierabro de 1855.
Perelti.
E tnait tenSo eontiulia, nem ouira cunta te decla-
rara em dila pelicSo e despacho, ero virlude da qual
o eterlvjo lavrou o ttrroo de protesto do theor, for-
ma e nuneira aegoinle:
A os 15 de dezembru de 1855 nesla (idade do Re-
cife de Pernimbuco, em meo escri plorio veio D.
Mari! Qrdoso da Silva, e diste peran;e miro e ai
testemuniat abaixo assignadas, que protetlivi con-
tra Bernardo Joaquim Correaeoutroa.pelo cooteudo
em sua peticao retro e releso que adinnte se segu,
qae ftii parle do presente termo, para o (im na
inesnia requerida, e de como assim o disse, protes-
lou e ataignou com ai leslemunhiii o presente
> termo.
Eu Maiimiano Francisco Duarte escrivo priva-
tivo do julio commercial escrevi.Mara Cardoso
lva.Miguel Jos de Almeida Purnambuco.
Camillo Augusto Ferreira di Silva.
E mais se nao conlinha, nm outra cousa aliurnl
ledeclarava em dito termo de pruleslo, depois do
qoal se vi* a relajo dos devedores ausentes, que he
do theor, forma e maneira seguiule :
los de Souza Raposo urna letra de 5o, vencida
a M de setembro de 1835, o mesmo, urna dita de
30$o00, vencida a 20 do mesmo me e anuo, Fran-
cisco Albino da Hrilo urna dita de iOfipW", vencida
a 10 de setembro de 1836, Jos Caelaoo Tavares da
Silva ama dita de 1019900, vencida JiS9 de Janeiro
de 1838, Bernardo Joaquim Correa uma dita Je
7S9050, vepcda a de novembro de 1835, Maaoel
Alves Chavea urna obrigacAo'de 2109000, ven
cida a C de maio de mil, oitncentos e (rila e oilo,
Jet Jacome Tatto lera dita de 60}O00 vencida
no primeiro de Janeiro de 1839, Antonio Jacnbe
Joaquim Monleiro de Oliveira, urna dila de 146*240
veacida em 12 de novembro de 1839, Antonio Jaa-
qom de Vascoucell". urna dita de 6859216 vencida
a i da fevtreire de 1840, Joao Mauricio Cavalcaoli
da Rocha Wanderley ama dita de 53i$9l, vencida
a 30 de abril de 1840, o mesmo orna dita de 5329915
pairo de Joao Antonio d.t Silva di qoanlia de 1139,
vencido a 21 de agosto de 1846, ejuros de 1 e meio
por cenlo, um de Lola Francisco Barbalho da quau-
lia de 639'i60, vencido em 28 dt agealo da 1826, um
de Joao Uoncalves de Souit (juiatarlit da qoanlia
de 159. vencido em 1 de Janeiro de 1826, um de
Antonio Machado da atocha tk iquantia de 449250,
em 9 de fevereiro de 1827, am de I.uii Verisilrao da
quanlia de 2009, vencido em 4 da dtiembro de
1837.
Conlas : urna de Thomu Filippe da Silva da
quaolia de 1139980, outra de Francisco Antonio
Ribeiro Viaona, j fechada, da qoanlia de..........el
2:3109036.Rii 6:9609084.
E mais te nSo conlinha tm dila raleo) e contal
dos devedores aqu bem a litlroeata copiada
(endo o supplicanta preduiido suaa lestemunhas, e
a sentenca do flVter, forma e mtMtrt Mguiote :
AtlMdendo jusliflcacSo de Taso! 5 folhis 6.
pela qoal te musir que os individuas designados na
relaja* de,(olhas 3 se acham ausentes, em lugar
nao tbido, mande que para ser-lhes intimado u
protesto comisle do termo de fallas 2 se passe carta
de editot com o prazo de 30 das e costas. Reci-
fe 12 de dezembro de 1855, Anselmo Francisco
Perelti.
E mais oada te conlinha, nen outra couta algu-
ma se declarava em dita aentenc* aqoi trans-
cripta, em virtnde da qnal o etcrivo qoe etla
jubscreven maodoo paitar a presente earta de eol-
ios eom opraxo de 30 das, pela qual e tea theor
te chama e intima, e hei por intimadas aos tuppli-
cados devedores menles cima declarados de lodo
o cooleudo na pelillo e termo de protesto teima
transcripto.
Pelo qoe, toda e qnalquer pessos,prenlesou ami-
gos dos ditos supplicados os poderao fazer scienles
do que cima tica exposto, eo porteiro do jnizo affi
vencida a 30 de abril de 1841, Manuel Patricio urna, zara a prettott nos lugares do coitume, e tira pu-
dtta de 881070 vencida a 27 de jolho de 1841, fos
Joaquim Dominguea de Souza urna dita de 1:3209088
vencida a 5 de marco de 1843, Jos Carado de Al-
meida Oliveira Freir urna dita de S93j vencida a
ulho de 1843, e mesmo urna dita de 1939 ven-
to dt julho dt 1844, Joilo de So iza Cus um
lida a 3 de fevereiro de 1844 da quanlia de
4759900, Mauotl de .Souza Milhoraa e Manoel l'e-
Mlojes urna.dita de 1:0169 ven:i la em II de
maree de 18*4, os meamos urna dita de 8399160 ven-
cida > 20 de setembro do 1844, Antonio Mathias
Raogel aoja dila de 4829387 vencida a 8 de junho
de 1845, Joio Luduvico de Fariat urna letra Se
reocida a 17 de abril de 1846, Joao Anlu-
2 dita- 1:4429 vencidas em 14 de dezem-
bro de 1846, JuioMautel Pereira GtiaUe* orna di-
ta de 1069330 veacida a 14 de abril rfii 1846, o mes-
mo 1 dita d 9239199 vencida a 27 de ulho de 1846,
Miguel Francisco de Albuquerquc orna dita de 30}
b vencida a 30 deabril dt 1846. Manoel Martint Fer-
reira Rodrigues urna dita de 5009 veacida a 5 de
fevereiro de 1846, Jos Ulias dt Paula Homero urna
obrigacao de 479250 vencida a 11 de iaara* dt 1847,
Jos Joaquim Santiago orna dila de 2379800 veaci-
da no primeiro de agosto de H48, llellno Jos de
Carvalho orn dila de 1919100 vencida 00 primeiro
de agosto de 1848, Joio Alvos di Siha orna dita dt
140 vencida no primeiro de igotto de 1848, Cario*
Jote de Albnquerque Lins urna dila da 2609560
vooeida a 28 de Janeiro de 1848, Paulo Nunes Serr
rae Manoel Marques de Oliveira urna obrigacao de
3079090 vencida a 28 de jolho de 1843,
E mais e n.1 conlinha nem olrt cuasi alguma
te declarava era dita relajo do devedores ausentes;
t leodo a sopplicanlc produzido suaa testemunhas,
sellados os documentos e sendo-me o tolos concla-
ses aeltes dei e profer a tenleoca do theor, forma e
maneira seguate: ,
Altendendo Te inqoiricao de folhas 6 a foIli.-isR,
pela qual te musir etlarem tsenles e em lugares
nJo sabidos os iudivdaos mencionados na relacao dt
folhas4, mando qut para ser-lhes intimado o pro-
testo constante du termo de folhas 2 verso se pass
carta de edicto* com o preso do 30 dial e cusas. Re-
cife 15 de dezembro de 1855. Ansolmo Francisco
Perelti.
Nada mais se conlinha nem oolra cousa alguma se
deetarava em dita senlenca aqoi fielmente transcrip-
ta, em virtude da qual o eterivao qae esta sobtereveu
mandn pastar a presente carta de edictos com o
praso de 30 das ; pela qual e seu ihen se chama e
intima e hei por intimados aos supplicados devedo-
res amantes cima declarados de lodo o conleudo
na petizo e termo de protesto aqu Iraoscriplu ;
pelo que loda e qoalquer pessoa, pareles ou ami-
gos dos ditos supplicados os poderlo fizer scieoles do
qoe teima fica ezposlo ; e o porteiro do julio litar
o presente os lugares do costme e teri poblicado
pela imprensa.
Dado e pas-ado nesla cidade do Recife de Per-
mmbuco aos de dezembro de 1855. Eu Maiimiano
Fraociteo Dairle, escriySo privativo do juizo com-
mercial o subscrevi. ,
Anselmo Francisco Perelti.
Dr. Anselma Fraociteo Peretti, eommendador du
imperial ordem da Rosa, jniz de direito especial
do commercio desta cidade do Recife, provincia
de Peraimbuco por S. M. I. C. o Sr. D. Pedro
II a qaem Dos guarde etc.
Face saber aos qoe a presente caria virem, em
como Antonio Botelho Pinto de Mesqnila me fez
a petizo do theor, forma e maneira segujnle :
Diz Antonio Botelho Pinto de Mosquita, como tes-
lamenteiro do Tinado Manoel Fernandos Goedet,
qae estando a findar-so*(01ermo qoe prescrevafcj
artigo 453 do cdigo do commercio para a prescrip-
(a*> dot dbitos, precita para a sua ronservacao do
direito de protestar contra os diverso!, devedores da-
qutlle finado eonstanlet da raltcio jo ola ; e porque
o tappiiaaate igntra a morada delles, quer joslifl-
ear a ausencia e incerteza do domicilio, pira por
edilot terem intimados do referido r rolesto. Pede
ao Illm. e Eim. Sr. r. jota especial do commer-
cio te digne mandar, que lomado o termo de pro-
letlo ejuitificado, sejam ot devedores intimados por r
edilos do rtftrido protesto.E R. M. Antonio
Botelbo Pinto de Mtsquilai
S nfeia te lq oontinha, nem oolrt cousa alguma
se d%claravaem dita pelicSo, qual dei o despacho
taga it) te:
. Sellado o docovaeolo voltt.Recife 3 de dezem-
bro da 1855.Peretti.
B nada aiat t* conlinha oo dito despacho, depois
00 que, tallado o documento, dei s profer o ae-
gtnte dttpacho :
rome-s por termo o prole.lo do sopplicar.le, e
joiliflque este a ausencia dos individuos a que se
refere.Recife 3 de dezembro de 1855. Peretti.
E mait se naocoalinha nem oolra cousa alguma
se declarava ,ena dita petc,So e despacho, em virtode
do qual o eterivao lavroa ana a raaneie* seguale :
Aot 6 das de dezembro do anno dn nascimento de
Nono Senhor Jetos Chrislo dt 1855, nesla cidade do
Recife de Peroambaco, em meu escriplorio veio A n-
lonio Botelho Pinto de Metquila, e diste peraule
mime ai testemnnhtt, abaiio aignadas, que pro-
lettava palo conleu 16 tn* sua petii;So retro, contra
Manoel de Metquita Teixeira e oulros referidos na
io segointt, que faz parte da mesma pelii,o
paira e Am da mesma requerid; e de como aaaim o
disse e protsico, assiauon o preaeale termo com as
lettemuntiat. Eo Maiimiano Fiancisco Duarte,
o juizo commercial o escrevi.
Antonio Rtlelho Pinto dt Mesquili. Goilberme
Luiz de. Almeida, Gelim Cr'llio de Serpa
Brtndao.
E nada mais se conlinha n*m outra coosa algo-
ma se declarava eiu dilo termo de furoletlo, depois
do qoalte va a retardo dos devedores tsenles, que
he de theor seguate
Relaja dos utvedortt do liuado Manoel Fermn-
det GtMdes, coaara m oaaei proUata o itbta-
meolairo Antonio llotelho Pinto de Mesquila, para
iultrroraper a pretcripelo de que lala a tilulo 17
da cdigo commercial, pela forma ottabtltcida oo
W|go 45 paragrapto 3, e regolaraenlo numero 737
do primeiro de novembro de 1850, capitulo 5, rec-
ejo 3 :
Um* letra dt Manoel de Moaajuila Teiitira da
quanlia de 1199520, vencida em 4 ti* Junho de 1838,
ajeros de 2 por canto, urna de Tbotnaz Filippe da
Silva da quanlia de 529600, veucida em 17 de mar-
ro de 1847, e juro* de 1 por alo, outra .lo mesmo
liieeaat Filippe da Sil*)* da qasnlia de 253, veo-
cida #rh6 de setemlirv de 1817, e juros de 2 por cen-
lo, urna de Antonio-FHlppe da Silva d. qoanlia de
132S890, vencida em 1 de novembr* de 1845, e jo-
rot dt 3 par tenlo, 5 ditas dt Joni Anselmo Faria
Ceta, aHkda am da quanti de 5639334, vencida
em 4 4e fev -iro de 1813, o juros de 2 por cenlo,
outra da qu, 1 de 5629, vencida em 4 de dezem-
bro de ti't-2, iros de 2 por eento, outra da qoan-
lia de 6549084, vencida em 1 de setembro de 1842,
blicada pela imprensa.
Dado e pastado nesla cidade do Recife aot 18 de
dezembro de 1855.Eu Maiimiano Francisco Du-
arte. escrivao privativo da juizu commercial o es-
crevi.Anselmo fifnetteo Perelli.
O Dr. Aoselmo Francisco Perelti, eommendador da
imperial ordem di Rota e jaii de direito especia'
do commercio desta eidade do Recife por S. M.
I. e C. qoe Dos guardo tic.
Fajo saber aot qut o presente edilal virem, em
como no dia 20 do correle na san das audieneiar
datle juizo, depois da mesma te ha de arrematas
ror venda a quem mais der, urna escrava de 11.15.10
de nome Bernarda, avaliada em 2509000 rs. a qual
vai a prac,a por eiecurAo de Roslron Rooker & C,
ceir Antonia Jos de Bitancoort.
E para qoe chegue ao conhecimenlo de lodos man-
dei pastar edilaes que serao atinados nos logares
do coitume e pablic#do pela imprensa.
Dado e panado nesla cidade do Recife tos 7 de
dezembro4^855. Eu Maiimiano Francisco Duar-
te, csrrivito privativo du juizo commercial o suhscie-
vi. Anttlmo francisco Perelti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, eommendador
da imperial ordem da Rota, juiz de direito espe-
cial do commercio desta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco por S. M. I. e C. o
Sr. D. Pedro II a quem Dos goarde etc.
Faro saber aot que a presente carta virem, em
como Luiz Ceaartt do Reg me fez a pttirio do theor
seguiule :
Dit Luiz Cetario do Reg, que os individuo
constantes da relacSo junta Ihe silo devedorat per
lellras das quanlias declaradas em dila relaco, e
achnndo-te ellos ausentes desta cidade em lugares nao
sabidos e estando a fiudar o termo da pre-crpcao, e
para que esta nao prejudique ao topplicante na co-
branza da mesma divida qotr o mesmo protestar
contra os seos devedores na forma da lei e reqoer
que o escrivao lomando por lermo o seu protesto e
attignado pelo topplicaule o sea procurador, dig-
nt-se V. Eic. tdmillir o topplicaole a provar a au-
sencia, incerteza da residencia de teas devedores a
provtndo qaanto baste teja jolgado por senlenca
para effeilo de ser intimado o protesto aos mencio-
nados devedores por editot. Pede ao lllm. Eim. Sr.
Dr. juiz de dirtito especial do commercio o deferi-
menlo.E R. M.Procurador, Migoel Archanjo
Ferninflet Vianna.
- E mait te nio conlinha em dita poticao na qaal
dei o despacho stgoinlt:
Tome-se por termo o protesto do sapplicanle a
justifique este a ausencia dos tupplicados.Recife
10 de dezembro de 1855. Perelli.
E mais m nio conlinha em dito despidi em vir-
tude do qual o eserivlo lavron o lermo de protesto
do thtor seguiule :
Ass 11 da dezembro de 1855 nesla cidadado Re-
cife de Parnombuco em meu etcriplorlo salo Luiz
Cezario do Reg, per seu procurador Migasl Ar-
cbaojo Feruaodes Vianua, e peraaaa inte e as les-
lemunlias tbaiio aitignadaa dista qui proUatava
contra Anlonio Jos Tavarese 9
em sua pelitao relr.i, e seguiutiJH iqoefaipar-
le da presenU termo para 9>fl requerida, e
dt cerne atsim odjesa e protestou fia< ma que
nssigaou com ai testemonha*. Ea I MFrtn-
isco Duarte, eterivao privitiv janer-
cial a eterevi.Migual Arcliaajt 1 Vian-
na.Paulino da Silva Mindel.Jote Mtranno
fizara' z prsenle nos lugares do cosime e sera' pu-
blicada pela imprensa.
Dado e passado nesla cidada do Retifs da Per-
nambuco ao 18 de dezembro de 1855. Eo Maii-
miano Francisco Doarle, escrivio privativo do juno
commercial o subscrevi.
Antelmo Francisco Perelti.
O Illa.. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em cumprimeoto da ordem do Eim. Sr. presdanle
da provincia, manda convidar aos proprielariostbai-
10 msnottnaaoi, a enlragarem na mesma Ihesouraria
no prazo de 30 das, acontar do dia da primeira pu-
blicado do presente, a importancia das qootas com
quedevem eutnr para a calcamenlo da roa Direila,
desde a Iraveasa da Penha al o (im da mesmli rus,
conforme o ditposlo na lei provincial n. 350. Ad-
vefliodo que a falla da enlrtga voluntaria ser pu-
nida com o, duplo das raferidtt quolas, na conlormi-
dde do arl. 6 do regolamenlo de 22 de dezembro de
1854.
N. 32. Viuva e herdeiros de Jos Machado Freir
Pereira da Silva 699900
N. :ii. Irmaud.de daa armas do Recife 309000
N. 36. Herdeiros de Joaquina Francisca
de Araojo 1149375
N. .38. Jo3o Malheus 219600
N. 40. Thereza Goncalves do Jess Aze-
vedo IO59OOO
N. 42. CtpHIa dos Prazeret de Guara-
rapes 449100
S. 44. Dila dita 99OOO
N. 46. Dita dita 99OOO
N. 48. Geraldo Pereira Dulra 2I96OO
N. 50. Padre Antonio Jos Coellio 549000
N. 52. Capella dos Prazeres de Guara-
rapes 159000
N. 51. Dr. Jos Joaqoim de Souza 714O0
N. 56. Thereza Goncalves de J(esus Aze-
veflo .459OOO
N. 58. Iimandade do Sanlissimo Sacra-
mento de Santo Antonio .549000
M. 60. Dila dila 549000
N. 62. Joanna Mara da ConceicSo 259800
N. 64. Padre Francisco Muniz Tavares ,509100
N. 66. Anlonio Luiz Pereira Bastos 639000
N. 68. Antonio Luiz Goncalves Ferreira 439200
N. 70. Filhnt de Jos Joaquim de Abreu 149400
N. 72. Jos Searet Pinto Crrela 109800
Herdeiros de Anlonio Francisco
Xavier M^^ 103800
N. 74. Joanaa Bapliila Pereira Pa-
reate^ 339000
N. 76. Irmandade dai almas do bairro
do Recife 309OOO
N. 78. Joanna Baplisla Pereira Prenle 349200
N. 80. Hirdeiros de Maria Joaquina da
Annonciar.lo 229500
N. 82. "Joanna do Rosario GaimaraesMa-
chado 759000
N. (s(. (".apella de Sania Anua daCabo 189000
N. 86. Herdeiros de Auna Joaquina Ma-
chado 529&00
N. 88. Manuel Florencio AlvesHeMoraes 309166
t Desembargador Joaquim Teiieira
Peiiolo de Abreo Lima 749834
N. 90. Viuva de Jos Machado Pimen-
tel
N.' 92. Jos Piolo da Cosa
N. 94. Salvador Pereira Braga
N. 96. Antonio Maia Curies
N. 98. Aleandre Jos Gomes
N. 100. Thomaa de Aqoint EoDteca
cado era parle com cerca de limflo e poriao de ma-
deira, avaliada em 3:37590000, o qual foi adjudica-
do i fatenda provincial, por esecucio eonlra o ei-
thetooreiro Joio Manoel Mendos da Cnnha Azevedo
e oqlrqs pelo alcance da maama (betoararia.
E para constar se mandn afiliar o presente e pu
bliear pelo Diario.
Secretaria da thesoararia provincial de Peruam-
buco 15 de dezembro de 1855.O secretario,
A. F." d'Annuncia^io.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em imprmenle da rasolocao da junla da fazenda,
manda fazer publico, que o contrato do pedagio da
barreira da Tacarona foi transferida para o dia 20 do
correle.
E.para constar se tnandnu afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diarto. *
Secretarla da Ihesouraria proviocial de Pernam-
buco 14 de dezembro de 18S5.-OsecreUro,
A. F. d'Annuncias*.
DECLARADO ES
N.
N.
X.
9.
rf.
N.
E mais te alo conlinha em dito termo de protesto
aqu fielmente transcripto, depoii do qual te va
a relacao dos devedorat ausentes do theor seguinle :
Antonio Jos Tavares principal de ama le-
tra 37O9OOO, Ricardo Ferreira da Vascooctllw
principal de urna letra 200/000, Francisco Ja-
se Dia* Bolcao principal de orna letra 1693790,
' ---ytr '--- pfinciqal da urna letlfaj
5819100, Jan Sluarl Borburema principal de omaj
ledra 9339333. Joao Stdiart Borburema principal de
urna letra 933)333, Joao-Sluart Borburema princl-ae
pal de nma outra letra 92139333, Jeao Sloart Bor- ]*
burema principal de ama oiilra letra 6079338, JoSel Ir*
Stuarl Borburema principal de urna outra lelraV^
899193, Antonio Ferreira Lospe principal de ama
lettra 4079340, Manoel DinizNJunior principal de
ama lettra 609, Anlonio Jordlff-Brasil principal de
ama letra 709,lgnaeio Ferreira dws Santos principa I
de nma letra 2609, Jote Joaqim Pereira da Silva
Pimentel principal de orna letra"3249630, Jos Joa-
quim Pereira da Silva Pimentel principal de ama
oolra letra 3249730, Jos Joaquim Pereira da Silva
Pimentel principal de urna oolra letra 779665, Joio
Nepomoceno Borgts principal de orna Otra 344$40,
Joao Nepomnceno Rjrjaa principal de ama
letra 1399298, JoSoflBpomaceuo Borges pri
de una outra lelra 2209580, Severino "le
Mallos alionado por Joio Carlas Augusto 6005$, Ale-
landre Ferreira dot Sntoi 1509. Manoel Cav>lcanl
de Albuquerqu Jnior 1009, Ctetano Jota Travas-
tot 9689, Anloolo Fraocisco de Queiroz JuCaafSon jor
1219160, /.icarias Rodrigues de Soasa 6299610, Z>-
carias Rodrigues de Sonza 1:0419400, Zacaras Ro-
drigues de Souza 3439520, Marcelino Daniel de Car-
valho 319600, Jos de Mesquila Oliveira reto de
orna obrigacao 3279, Francisco Brrelo Acciol
Accioli'SO \\Hl(
.Jorge ^ \
to de ana ...
N. 102. JoSo Pinlo de Lemos"
N. 101. Dilo dito
N. 106. Filhos de Jos Mtria dt Jess
Muniz (
N. 108. Francisco Ramos Maia
N. 110. Mosleiro de Sao Beulo
N. 112. Henrique Gibson
11 Jo 1 una Militaoa de Jess
N. 114. Herdeiros de Jet Maria de Jesna
Muniz
N. 116. Henrique Gibson
b a Cladina Marlinha do Sacramento
N. 118. Capella dos Prazeres de Guara-
rapes
N. 120. Octano Pinto de Veras
.N. 122. Recolhimenlo daGloiia
N. 122. Dilo dilo
N. 23. Viuva de Joo Leilo Figueira
N. 25. Dr. Pedro Francisco de Paola
Cavalcaote de Albuquerqoe
N. 27. Joao Francisco de Carvalho Paes
de Andrade
N. 3B. Joio Mauricio Wanderley
N. 31. Ignacio Nery da Fonseca
N. 35. Jnaqofm Francisco de Azevedo
N. 37. Gerlrndes de Barros
N. 39. Herdeiros de Mara Maiima Mi-
quelina -
N. 41. Jos Fernandet da Cruz
N. 43. Padre Francisco Muniz Tavares
N., 44. Anlonio da Cosa Reg Mon-
leiro
N. 47. Antonio Jos Pialo
N. 49. Irmandade das almts do Hecife
N. 51. Jos Francisco Piolo
N. 59 Joio Hermenegildo Borges Diniz
N. 5dBrmandade das almas do Kecife
r. Herdeiros 4a Francisco Casado
Lima r.
Ditos dilos
Bbargador Joaquini Teiiei-
Matade Abreu Lima
i Fernandes da Cruz
Capella dos Prazeres de Guara-
rapes
1 Francisca Thomazia da Conceir;ao
p*ajoo Joaquim da Silva. Maia
B. Maril Umbelina Crrela Prenle
f7. Anna Joaquina dos Sanios
79. Luiz Francisco Barbalho
81. Aulonio Goncalves de Morae9
8SVU1I0 dilo
85. Jos da Cotia lloarado
87. Francisco Luiz de Mello
89. Viuva e herdeiros de Antonio Ig-
nacio da Rosa
N. 91. Dita e ditos do dito
N. 93. Dila editos de dito ,
N. 95. Ordem lerceira de San Francisco
N. 97. Irmandade do San listimo Sacra-
mento de Santo Antonio
N. 99. Bernardo Duarte Brando
IV. 101. Herdeiros de Loarenco Manoel
de Carvalho
N. 103. Herdeiros de Maria Maiima (M-
qoelina t .
N. 105. Francisca do Corceo de
N. 107. Viuva e herdeiros de Miguel
-Nunes Pereira tiuimar.les
N. 109. Amaro Jos dos Prazeres
N. 111. Jos Fernandes da Cruz
N. 113. Viuva e herdeiros de Joaquim
Jos Loarenco da Costa
N. 115. FHhot de Jos Ramos de Oliveira
Anlonio Joaquim doi Santoi An-
:i6990
629400
375800
189000
180000
599400
219600
2ls600
229500
189000
109800
409800
409800
239400
109800
109800
189000
819000
219600
399600
959100
6O9OOO
85o200
909000
849000
219600
229500
369000
219600
649800
469800
189000
189000
1:
fe
229500
259200'
219600
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21J600
229500
2*200
149400
219600
239400
519900
469800
219600
529200
219600
Corre io g'eral.
As malas qoe deve conduiir o vapor Guanabara
para ot portas do norte, principiam-te t fechar hojt
(20) a 1 hora da tarde, o depois dessa hora al o mo-
mento de lacrar, recebem-se correspondencias com o
porte duplo : 01 jornaes deverao acliar-se no correio
3 horas antes.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de I'eriiarrbuco lacea a vista
sobie o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
1855.O secretario da direceo, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Pernambuco toma dinhei-
ro juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
novembro de 1855.Jofib Ignacio de
Medeiros Reg, secretario da direcco.
CONSELHO ADMINISTRATIVO. '
O conselho adminisUativo lem de comprar te-
guinle:
Para o presidio de Fernando.
Farinha demandoc superior, Iqueires 600, dila
de trigo da marca S S S, barricas 8 ; awucar branco,
arrobas 24 ; rroz ditas 10; tapiocas ditas 2 ; vinho
Unto, medidas 40 ; agurdente branca, ditas 40 ;
papel almajo, resmas 8 ; dito paulado, ditas 4; peo-
nas lapis, duzias 8 ; caivetes finos, 6 ; folhinhas
de algbeira do aono de 1856, 2 ; baelilba encarna-
da, pe;a 1 ; panno verde para forrar mesa, covados
9 ; fila de relroz amarello larga, varas 12 ; coo-
ros de lustre. 6; pregos ripaes do reino, 6,000 ;
dilos caixaes, 10,000.
Quem quizer vender estes objeclos aprsenle as
suaa propostas em carta fechada na secretaria do
roii'elho as 10 horas do dia 29 do crrenle mez.
Secretarla do conselho admsnistrlivo para forne-
rimenla- do arsenal de cueria 17 de dezembro de
188.1.BentoJas -amenha Lins, coronel presiden-
te. Bernardo Pereira do Cetrmo Jnior, vogtl e
secretario.
Tendo-se de proceder nesla provincia a demarca-
jao e halisamenln das barras da Caroaragibe, Porto
de Podras, Taroandar ao sul e Maranguape ao norte
na conforuiidade do dispona no aviso da reparticao
da marinha da 13 de novembrr, proiimamenle lindo,
ao qoal referr-tt o officio do Eim. Sr. presidente de
27 do mesmo mes, o lllm. Sr. iuap-ctor do arsenal
de marinha manda fazer publico que contrata eom
qualquer das fundieses desla eidade a aequtiifao das
ei boias de ferro precisas para om tal lim, de con-
figurarles comanles da planta existente nests se-
cretaria, que sera franqueadas quem queira v-la
mes do contrato ; devendo este ler lugar no dia 31
do andante mez, pelas II horas da manha, prece-
deiulo as respeclivas proposlas entregues al esta
mesma hora.
Secretaria da inspeccOo do arsenal de marinha de
Pernambuco em 15 do dezembro de 1855.O secre-
tario, Alexandre itodriguct dot Anlm.
O Illm. Sr. inspector do arsenal de marinha,
contraa com quem. mais vanlagent oflevecer a favor
da fazenda, a encommenda e compra de 4,000 bar-
ricas de bom cemento, para as obras do melhora-
menlodo porto, vindas da Europa, e enlregnes no
todo 00 em partes as pocas que ronvencionar-se,
lendo lugar o contrato no dia 30 do correnle mea,
pelas 11 lloras da mantilla, em vista de propostas em
cartas fechadas apresentadas al esta hora.
Secretaria da inipecc,a"o do arsenal de marinha de
Pernambuco em 18 de dezembro de 1855.O secrt-
tario, Alexandre Rodriguet dos Aujot.
O Illm. Sr. inspector do arsenal de marinha,
lendo precisio de contratar o fornacimento de ear-
vao de podra peerado de boa qoalidade para os
vapores da armada, por todu o lempo a deeprrer al
(indar ocorrnteexercicio, manda convidar as pts-
soas a qaem coavenha dilo contrato, a apresenlarem
as suaa proposlas em cartas fechadas al o dia 21 do
correnle, pelas 11 horas da manhSa, acompanhadas
das competentes amostras, em qae lera elle lu-
gar.
Secretaria da inpeccao do arsenal de marinha
de Pernambuco em 18 de dezembro de 1855.O se-
cretario, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
O Illm. Sr. insqeclor do arsenal de marinha
manda fazer constar que os contratos mencionados
nas deciaracGes com dalas de hoiilem clfectuam-se o
de cemento a vista de amostras, acompanhando as
proposlas, e o de carvao sob a clausula de ser posto a
bordo dos vapores da armada dentro das respeclivas
carvoeiras.
Secretaria da inspeceo do arsenal de marinha de
Pernambuco aos (9 de dezembro de 18S5.O secre-
tario, Aleandre Rodrigues dos Anjes.
Pela administrarlo do correio te faz publico a
quem inleretsar possa, qae de conformidade eom o
arl. 9 do regolamenlo de 15 de maio de 185G lem
de te proceder no dia 31 do correnle a abertura e
consumo das cartas tm ser do tono flnaneeiro de
1854 a 1855, e as listas tarto patentes na adminis-
Iracilo.O administrador,
Anlonio Jos Gomet do Correio.
PARA A BAHA
vai seguir muito breve a escuna brtsilelra Zelosa,
capitio Joaqoim Antonio-de Farit e Silva, por ler
mais de meta carga prompla : para o resto ou pas-
saaeiros, lrala-se no escriplorio dos consignatarios
Isaac Cario Si Companhia, roa da Cruz n. 49.
Para Lisboa pretende segoir eom Inda a brevi-
dade o brigue esenna portugus Atrevido, por ler a
maior parla da carga prompla ; para a resto do seo
carregamento e pattageiros, lrala-se na ra de Vi-
gario a. 19. eom es consignatarios T. de Aqaioo
Fonseca Si Fiiho.
s*ara Lisboa pretende sabir com
muita brevidade o bngue portuguez Im-
perador por ter a maior parte da carga
prompta : para o resto da carga trata-se
com os consignatarios Novaes & C., ra do
Trapiche n. 34, ou com o capitao na
p 1 'a v 1.
Maranhao e Para'.
Segu em poucos diat o brigoe escuna Graciosa ;
recebe carga e passageiros: trala-te rom o consig-
natario J. B. da Fonseca Jonior, ni roa do Vigario
u. 23.
. Para o Porto, o brigue Trovador sahir no
dia 24 do correnle ; para o resto da carga e passa-
geiros, (rata-te eom os comignatarios Barroca & Cat-
iro, na ra da Cadeia do Rtcift n. 4, ou com o ca-
p 13o na praca.
LEILOES
O proprielario de hotel da Europa, tilo na roa
da Aurora, far leilao, por inlarvtOQAo do agente
Oliveira, da mohilia e mais objeclos do dila etlaba-
lecimenlo, consislindo em mesas redondas, canslos.
sofs, cadeiras, hanqninhas de jogo, dilat com abas,
toucadores, eipelhn grande com consol de podra,
marquetas, lavatorios, banheiros de folha, armarios
porreo decamat de vento, meu dejantar, porcSo de
loalhas e lences de linho, panno de lila para mesa,
urna machina patente para limpar facas, facas e gor-
ros, cullieres de melal principe, garrafas e copos pa-
ra vinho, compoteiras, galhettiras, candieiros ingle-
ses, poreflo de louca de porcelana, um grande e eom
pleto Irern de cozinha, torrador e muinho d caf
proprios para relmelo, balanzas grande e pequea,
e nulroi muilnuibjecles ; e lambem te veoder um
moleqninho pe?a, cssdaatt, escrivininha, e nutras
obras de prata : seila-fatre, 21 do crrante, as 10
horas da manhila, no rifetido hotel, primeiro e se-
gundo aodares.
O agente Borja, letta-feira, 21 do correnle, as
11 horas da manilla, continuara o leilao tm sea ar-
masem, na" roa do Collegio a. 15, dos objeclos j
annunciadot. o de entrot moitos novamente chepa
dot; assim como varios escravos de ambos os seiot,
ludo tem limite de prero algum.
AVISOS DIVERSOS.
Gratis.
HOJE, depois de meio-dia, se princi-
piara' a distribuir na livrar'm n. ti e 8 da
piara da Independencia, um mptesso do
tratamentodocholera-morbus com o li-
mao, e outro com a pimenta malagueta,
ambos regulados pelo Sr. Presidente do
Conselho de Hygiene Publica desta pro-
vincia.
(1 Sr. Joaqoim Ignacio de Carvalho Mendonc,a
lem urna caria na livraria 11, t e 8 da praca da In-
dependencia, o como te ignara sua morada, roga-te-
he de a mandar recebar.
OSr. Jote Francisco Benlo. meslre ferreiro,
aeira dirigir-se a livraria n. 6 e 8 da praca da In-
ependencia.
Faz-se scisule ao publico qae os cavalloi qoe
se virem com o ferro de S Brrelo em cima d'anea,
nao se negociam; por isso poder qualquer pessoa lo-
mar e leva-Ios ao eogenho Pio-Sangue, que sera re-
compensado.
Na padaria da ra larga do Rotarlo, junto ao
qnarlel n. 18, precisa-se da oin forntire que enltn-
dt perfeilamente do trauco de padaria ; quem te
achar neslai circumstancias, pode dirigirrte a mesmt
qoe achara eom qnem tratar, de manhia at as 9, e
de (arde (t at 3 borat.
No 61a 19 de dezembro, das 8 at 9 hons da
manha,-desapparecea um cachorrioho d'agoa, pe-
queo, tendo no pesclo um cordao com figai e na
orelha direila urna malha prela: roga-se a peitea
qoe o liver aehado leve-o eo aterro da Boa-Vista o.
70, que ser generosamente recompensado.
CAPELLANA.
Para um engenho a 12 leguas desla cidade preei
sa-se de um capelIJo, sabendo msica, piannoe fran-
cez. para- ensiuar com perfeicSo : o Sr. reverendo
tacerdote que livor ai qaalidades necessariat e qui-
zer propor-ie a iilo, nlosn obler paga generosa
aquella qoe se convencionar, como receber um trt-
(amenlo digno de sua pesicin : annuneie sua resi-
dencia para ser procurado.
Preeisa-se de um caiieiro de idade de 12 a 15
anuos : na padaria da ra da Sausala Velba u. 98.
Prec^a-se de um trabalha larde ma ceira : na
ra Direila n. 24, padaria.
O procurador fiscal da Ihesouraria provincial,
faz pnblico, que Ihe foi remellida pela Ihesouraria a
rclacSo dos devedores de dcimas da fregaezia de
S. Fre Pedro Goncalves, dos anuos qne restavam li-
quidar de 1833 a 1852, para proceder judicialmente
contra os mesmos devedores, e que por isto pndem
recolber a importancia de seos debilog entes de qual
qoer procedimenlo joditial eom guiado mesmo pro-
curador fiscal, que Ihes ser dada aa sua retideucia
roa Nova n. 44, dentro do prazo de am mez, 1 con-
tar di dala desle.
Recife 12 de dezembro de 1855. Cypriano Fe-
nelon Ouedes Alca forado.
. MAIA IBIt'OS.
Teem a honra de participar aorespeita-
vel publico (| ue teem liberto urna nova toja
e fabrica de chapeos na ra do Crespo,
no sobrado novo que faz esquina para a
ra da Cadeia, aonde os compradores
acharo desde hoje em diante um bello
sortimento de chapese azendas tenden-
tes ao mesmo estabelecimento, e por me-
nos precodoque em outra qualquer parte,
tanto en porciio como a retalho, e desde
ja Ihe recominendam chapeos 1Yance7.es
de bonitas e elegantes lrmas e de hea
qualidarde, ditos Feitos na trra de todas
asqualidadesde palha, seda, e montara
para senhora, de lustre para pagem, e um
rico sortimento de galoes finos, de prata
e'041ro para os mesmos; chapeos de castor
francezes e ingleses, ditos de Italia para
homens, meninos esenhotas. do Chile finos
para homens, meninos e senhotas, bone-
tes de todas as quadades, assim como se
apronte qualquer encommenda tendente
ao mesmo estabelecimento, e tudo por
presos mais baratos do que em outra qual-
quer parte.
Fugio na madrugada da dia 18 do carrale,
dt bordo da brigue nacional Flor do Rio, aterav
de nome AdriSo, crioulo, dt ettatora alta, retinto, a
tem buco ; foi comprado* j ha lempo ao Sr. Jlo
Patrio : quem o pegar, levaaaa bordo do dilo
brigoe, ou no escriplorio dt roa da Crax o. 49, aera
muito bem gratificado.
Piecin-te fallar eom o Sr. Mantel Jote de
Azevedo Sanios, no paleado Paraize n. 10.
Deseja-se saber oada mora um senhor qoe he
marchante, senro do Sr. Jlo Anlonio, que vende
tal, a negocio de inl
Tribunal do commercio
Loiz Muniz da Silva 1209360, Henrique ._
bello 1455, Jlo do Aodrade Vieira resto de ama ** ,l9- TU""cio v"'"'ana Baplisla
le:ra 121*330, Ignacio Bastos d#Oliver. 144 Le*-1 N- 121- M"Wel L0'""> de Mrae9
nardo Graciano de Araujo urna lettra ta.ua "per N- 123' ^<"ia'mt Maria Pereira Vil"">
Alezandiino Rodrigues
nao conlinha em dila senlen en aqoi
e jnroe de II por cenlo, eatra da qnantia de.........j transcripta em virlude da qual o escrr*a ql le esta
6549084, vencida em 1 de retembl de 1843, e ju-
ros da 2 por cenlo, e a ultim da quaatia de
6549084, veacida em o pr.mtiro de setembro de
1844) ejuroi de 2 por eento, tana de D. Maria Joa-
quina Pessoa de Mello da quanlia de 3729360, ven-
cida em I de novembro de 1831, e protestada.
Dbitos: um de Manoel Pareire dos Santos da
qaanthr de 2B*J, veneido em 3D de jsntiro de 1827,
por
Jote Florencio Hemos 3949, Jos Joaquim da Paz
reto de orna letra 3099500, Antonio Jipi, Ferreira,
I5932O, Manoel Heoriqaes de Barros r esto de urna
letra 289120, Luiz Gomes Tavaaes resjkto de nma le-
lra 109, Antonio da Fonseca de S> onza Liui 1029,
Jlo Sluart Borburema 6079338. 1
E mais se nio conlinha em dilit relafao aqoi
transcripta e produzindo o suppiica! nle suat leste-
mu ulias. sendo os au(os conclusos de i e profer a
sen ten ra do Iheor siguile :
A vista da inquirirlo de folhas 5 ver>,*o a folhas 7
julgo provada a auseuela dos individuos constantes
da relafo de folhas 3, e mando qae se pr oceda ci-
ta co delles para o Am designado na mesm a (Serelo,
pastando para isso caria de editot rom o pr. aro de 30
diat e costas.
Recife 14 de dezembro de 1855.Anselmo Fran-
cisco Perelli.
F, mais se
125. Pedro
ios
N. 127. Manoel Gomes da Silva
N. fJ'.i. Hilo dito.
N. 131. Manoel Romlo de Carvalho
N. 133. Dionizio Hilario Lopes
N. 135. Ordem lerceira do Carmo
t*. 137. Filaos de Jos Maria de Jess
Muai*
N. 139. Joaquim Lopes de Almeida
N. 141. JossMarlins Lopes
Rs.
ubscreveu mandn paitar a prsenle carta oVa edi-
tot com o prazo de 30 dia?, pelo qual e tea Un Jor se
chama e intima e hef por intimado! ai soppli ;cados
devedores ausentes cima declarados para lo\ lo <
conleudo na policio e lermo de protesto cima Ir^ans
cripto, pelo que toda e qt-alquec pessoa, prenles ou
779400
103820(1
9792OO
219600
169t0
^9200
259200
219600
219600
219600
2I96OO
189000
219600
409800
348200
6O9OOO
509400
149400
14400
579600
6S8400
6O9OOO
6O9OOO
309000
759600
679500
908000
Pelajecrelaria do tribunal do commercio de Per-
nambuRi se faz publico, que o Sr. Jorge lacoino
Tasto, eididao strdo, domicilitdo nesla cidadaaffoi
na dala de hoje matriculado no mesmo Irihuaal na
qnalidade de commercianle de grosso e:n gneros de
eiliva. Secretaria 19 de dezembro de 1855. No
impedimento do oflicial maior,
Dioamerico Augusto do Reg Rangel.
AVISOS MARTIMOS.
LOTERA Di PROVINCIA.
8ahbado "i do corre-
te, |ielas9 J^ horas da ma-
n.a, lie a extraccao da
seg inda parte daterceira
lotera do Gyinnasio: e-
xiste 11 rn pequeo re*to
le nossos afortunados bi-
Hieles e cautelas, nas lujas
j annunciadas.
Oliveira Jnior C.
0 Sr. Jos Eleuterio de Azevedo,
caixeiro da casa cotnmereal dos Srs. L.
Lecomte Feron & C, queita por obse-
quio vir pagar o importe de suas lettras
ve acidase protestadas, tama do Trapi-
che n. 56, segundo andar, escriptorio de
Salustiano de Aiiuino Ferreira, do con-
trario sera' judicialmente executado.
Pernambuco 20 de dezembro de 855
Salustiano de Aquino Ferreira.
Precisa-se de urna ama de leite, pre-
ierindo-se escrava: quem pretender di-
rija-se a ra das Cruzes n. 11, segundo
andar.
Precita
tas de todas
n. 30.
i as q
um forneiro que enlenda de mas-
ualidades : na roa dts Crozet
Attencao.
4:2865175
amigos dos ditos supotieados poderao fner cieates lares, cora bastantes frucleirai da fruclo, baiva para
do qoe cima Oca exporto ; e o porleiro do juizo a| capim.'om vivtlro para peiftt,^ra cacimbas, cer-
E para conslar se mandou aluzar o presente e pa-
bular pelo Diario.
Secretaria da thesoararia provincial de Pernam-
buco 11 de dezembro de 1855.O secretarlo, Anto-
nio Ferreira da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspeclor da llksonraria provin-
cial, em comprimenlo da ordem do Eim. Sr. presi-
dente da provincia, manda fazer publieo, qoe aot
das 8, 9 e 10 de Janeiro prximo vindouro vai nota-
mente i [iraca para ser arrematado a quem maior
prer o oflereeer, um titio ni estrada de Behrm, eom
cata de pedra ocal, copiar na frente e no fundo da
ctte, am grande lelhtiro coberlo de lelhas toare pi-
Companhia
NAVEGACAO a yapor
LUSO BASILEIR.
Devendo che-
gar a esta al o
dia 21 do cor-
renle proce-
dente ,de l.is-
hoa o apor D.
Pedro ll, com-
mandant o l-
ente Viesas
do C, segairt
depoi da com-
petente demo-
ra para a Baha e Rio de Janeiro: es prsteoa)aBiet
a passagens dirjam-te ao agenle Maaoel Duarte Ro-
drigues, na roa do Trapiche n. -2C>.
ieale mpanliia de paque-
tes ingleses a vapor.
Nt dia 20
derte mal es
ptra-se 3" sul
o vapor Tai/.
cuinnatndau i >'
Siwye, o i|iial
c'epius da de-
mora do coslu-
me seguir pa-
ra Soulhamp-
lon tocando nos porlos e San-Vicenle, Tener i II",
Madeira e Lisboa : para passageiros ele, !rala-se
com os igenles Adamsen Howie & C, roa do Tra-
picho n. :!.
N. B.Os embiulhos qoe prelenderem mandar
pan Sonibamplon deverao eslar na agencia 2 horas
antes dse fecbarem as malas, e depois dessa bora
nao se recebar embrulha algum.
Para o Rio de Janeiro
segu com rooil brevidade o brigoe nacional Flor
do Rio: para o restante da cirga e passageiros trata-
se com os consignatarios, Isaac, Curio & C, ua ra
da Cruz n. 40.
sTsT
Lisl,
oa.
A galera pdYtugtieza JOVEN CARLO-
TA segu para Lisboa at 25 do .corren-
te, tem a maior parte da carga prompta :
|i;nu o resto e passageiros para os quaes
tem excellentes commodos, trata-se com
Novaes & C., ra do Trapiche n. 5i, pri-
meiro andar, ou comocapitao na praca.
Para o Cearl segu eom brevidade o palhabote
Venus ;itceba carea a .paastaeirof : a tratar com
Caelano Cvriacoda C. M., ao lado du Corpo Sanio
Ma confeiVria da ra da CrsV o. ". acha-te "ven-
da um grande sortimento >4e doces seceos e de calda
de todas as qualidadet, *p>r prero mait comm>
que em outra qaalquer par atsim como lamb
se apromplam encmnmtndu M dentro e fdra do
imperio eom aclivjdade I limpaza, e igualmente um
grande sortimento de coafeitos e grande percio de
ananazes abacaiis, proprfips para mbarque para fra
do imperio, ludo por preao coinmo lo.
O abaizo astignado deixoa dt ter caixeiro do
Sr. Jos Maria Uoncalves Vieira (iuimaraes.
JoSo Chrisoilqmo Mackooell.
.No dia 17 do mezde outubro prximo pastado,
flisio da cidade do Natal, provincia do Rio Grande
do Norte, um escravo de nome LoureDco, mualo,
bem claro, com idade de 19 tnnoi, anda nao barba,
baixo, e um lano reforrado do corpo, cabellos pro-
Ios e crespos, porm qoando fogio estavam cortados
reules rom o casco da eabeca, feices regulares, nj-
eos nm tanto grossos, falla branda, anda sempre com
a caliera baila olhando para o cio, inoilo sonso,
cosluma inculcar-se por forro, he contador de histo-
rias, loca gaita, bebe agurdenle, loma tabaco, e
fuma ; esteva na lala de alfaiate e sapateiro, de
cujas offteinas pouco entende. Alcm dos signaes re-
feridos, lem entre os cabellos na parte da frente nma
pequea cicatriz proveniente de urna queda, e he
precito levantar se os cabellos para que se possa ver,
eabeca um lano redonda, e cara um'tanto achulada;
be nimio humilde, e costum a tratar a lodo, por se
nhorziulio. (Jurado fagio levou camisa de risca ti
11I10 azul de algodozmho americano, calca do mes-
mo panno com huir azul de largara de am dedo,
chapeo de palha usado eom cordao por baixo do
queixo, a cosluma a lirar a chapeo para traz das cos-
tas, fieahdn eom elle dtpeodorado pelo pescoco, tem
o andar um lauto inclinado para dianle, dedos cor-
tos, e tras as unhasdot dous dedos grandes um lano
crescidas. Este escravo foi comprado em 1849 a Ma-
noel Luiz Baplitta, morador 00 sobrado do termo da
villa do Pilar da provincia da Parahiba ; passnu por
Sien pira-torta distante de Mamanguape 5 leguas :
jolga-se que buicon o Recife, onde talvez se aehe :
pede-se aot Srs. eapitaes de campo a sut captara, e
o couduzam a esta cidade do Natal, que serao gene-
rosamente u/alihcados, ou qoe o facain recolher em
alguma cadeia segura e parlieiparem-me. Mnito es-
pecialmente encareco a todas aa aoloridadet eaearre-
gtdas do recrutantalo, qoe leudo era vistas os sig-
naes que ficam expendidos nio o fac,am embarcar por
engao ; ese for elle prsame communiquera, obri-
gando-me por loda e qualquer despeza que por ven-
tura se fizer. Cidade do Natal 1 de dezembro de
1855.Francisco de Paula Lias dos (iuimaraes Pei-
xoto.
Arrenda-se urna excelleole ba'na para capias,
com grande cocheira, e vende-se ama boa carroca :
no Manguind, casa que faz esquina com as estradas
da Ponle de Uchoa e AfOietos.
Precita-tede um bomem portnguez para feitor
de om engeuho distante detla praea S ligoat: aa ra
da Madre dt Deot u. 7.
Prtcisa-se de nm. ama para engommar e Ira-
lar de enancas : a tratar na ra dn Hi um n. 20, se-
gundo andar, ou na ra do Vigario n. 9, ariaazem
de assucar.
Precisa-se de um pessoa pira o ervico inter-
no de nma cata eslrangeira, qoe cozinhe e engont
me : na roa Nova a. 17, te dir qaem precita.
Desde o dia 15 desle mez soda fgida am mu-
lalinho claro, de nome Ko~iao, de 14 minos de ida-
de, levando calca de riscado azol, camisa de algo-
daozinho e chapeo de palha ja atado, lem de altura,
pooco mais ou menos. 6 pa rnos, e he um pouco vi-
vo : quem o pegar, leve-o a ron Velha, ene n. 94.
O abaixo astignado pede ao Sr. eaolelista An-
tonio da Silva (iuimaraes e a todos oa'ootrot Srs.
caiileiisias, qoe nao pagaem o quarlo de n. 1737,
cato saia premiado por sorte, valo ler-se desencami-
nhado. Manoel de Souza Pertira'Jnior.
No engenho ConceigSo da fregaezia do Po-
d'Alho precisa-se de um porloguez para feilor : na
roa da Gaia 11. 64, primeiro andar, que achara com
quem tratar.
N'egocia-se nma prgalo de cera de carnauba
por prero commodo : na roa Nova n. 35, a tratar
eeni Jodo Fernandes Prente Vianna.
- Na ra de S. Francisco (Mundo Novo) o. 68,
Ccisa-se de um caixeiro para taberna : Irala-te na
ira.
Anda etli para alagar-se ai lojat da casa do
largo da Trempe 11. 1, rom armado para taberna,
com lodo os seus perlenres de pesos, medidas e ba-
lances e alguns gneros, qoe se venderlo i vontade
do comprador, e oHtrece ot commodos tegoiales: lo-
da a frente da leja esta completamente armada para
taberna cora moilo asse e com 2portas de sahida
para a roa ; ao lado tem nm gabinete independenle
da taberna lambem com porta para a ra, laaat a ta-
berna como o gabinete (em sahida para um arma-
tem moilo espteoto ; no (im desle lera ama grande
tala com porta e janelli para am grande quintal que
ttm cacimba propria ; tem cozinha separada, 2 pe-
queos qaartos, e mait do oofro lado am grande sa-
lle, que lambem lem porta o janella pira quintal,
e que por isto he mallo fresco ; tlags-te este gran-
de casa por commodo prer,o, a qaem comprar 01 g-
neros existentes ou smenle a nrmtc.a*o: quem a pre-
tender enlenda-se rom o morador da mesma casa no
sobrade.
Manoel .los Leite
declara upe arrematon as
dividas activas da casa
eomrnercia! dos .Srs. Mlva
*.y Araujo, e rona aos (I ve-
dores da referida casa,
tenliaui a bondade enten-
der-se com o aiinunciante
na loja da ra <4p Quei*
(liado 11. 10, aiiiu de ami-
gavelmeq|e saldarem seus
O arrematante do '.raposo dts aferioei desta
municipio faz corto aos donos dos estabelecimenlot
situados nos lagares Giqui, Barro, Peres, Tigipio
at a porleira de Sant'Anna, qoe mandar no da 23
do correnle mez aferir os referido estabelecimenlot,
a ni mesma oecitiao receber a imporlaocia da dila
imposto, entregando o bilhelt firmado pelo dilo ar-
rematante, lodo de conformidade com a lei; por
itto st deverao prevenir para o dia indicado.
Na padaria do Seraiva, ra de Mondego n. 95,
precisa-se de am amasiador.
Alusi-se para pistar a ftslt om grande tilio aa
tslrada da Santo Amaro para Belem, eom minios
commodos : os prelendautct dirijam-te ;. cataioato
ao tilio do Sr. mtjor Nascimenlo.
LOTERA
DO
GTM1SI0 PERNA1BCAH0.
^A-BBADO itt de de-
zembro he o indiibitavet
andamento da referida lo-
tera, pelas nove e ineia ho-
ras da manha, noespaco
so salo da ra da Praia
n. *i7 : o resto de meus bi-
Ihetes e cautelas estao a
venda nas lujas j conhe-
cidasdo respeit yel publi-
co. Pernambuco 19 de
dezembro de 1855. O
cautelista, Salustiano de A-
quino Ferreira.
Lotera dk Gyro-
nasio Pernam-
bueaoo.
Aos 5-.000.Y, 2:SOOSelOO0i.
Corre sabbado 22 de dezembro correnle.
Os billietes e cautelas do cautelista An-
tonio Jos Rodrigues de Souza Jnior, nao
ettSo sujeitos ao descont dos 8 por eento
do imposto da lei; os quaes se acham a
venda nas lojas da praca da Independen-
cia ns. 4, .15, 15 e 40, ra Direita n. 15,
da Praia n. 50, do Livramento n. 50 e do
Crespo n. 5. Os premios sao pagos logo
que saia a lista geral.
Bilhete inteiro 5.s80u
MeiobHhete 2j90
dehitos.
a viso importan-*
lissimo para tiS
Srs. jog;adores
das loteras.
O cautelista Salustiano
de Aquino Ferreira
avisa aos Srs! jugadores das loteras da prtviucia,
que os precos dos bilhetes e cautelas licaafa
como abaiio se demonstra, os quaes sao paj
descont de oilo por cenlo da lei nas trtav rairat
sortea grandes em qoanto existir o plaa i il de
5,0U0 hilhetes, pelo qual s.lo exlrahidas a loteras
da provincia. Elles esli eiposlos veada Bar la-
jas do coslume. S lie responsavela pagar ot oilo
por eento da lei sobre
grandes era seui
intei.
lteles
Metan
Terjos
Quartot
Quintos
ilovos
Decimos
Vigsimos
39600
2p00
IflliiO
1440
18160
7*>
600
300
>
t
6258000
5001060
250WKK)
O cautelisla
Salustiano de Aquino rerreira.
Endeudo Bom esus do
Cabo.
Precisa-se de um administrador para este enge-
nho, o qoal leodo at habilitarles necessarias se Ihe
farilo vanlagent correspondentes : quem se adiar
nestas circumstancias, queira comparecer ao Mn-
dese, em casa do eommendador Luis Gomes Fer-
rean.
Alaga-te asna cata no Poco da Panella con-
fronte a dr Sr. Joao Francisco Carueiro Monleiro,
com os legn.nlet commodos : 3 salas, 6 quarlos, co-
piar e cozinha separada : quem a p*elend*T, dirja-
se a Manuel da .Silva ,>eVet, eui Fra de Portas.
Aluga-se
urna boa caa na Torre, com 2 salas, 3 qaartos, co-
zinha fra a copiar, muito fresca, quarlo para escra-
vos e ca vallo, por prego muito commodo : a Ira lar
I teriaes n. 17.
Chegando ao conliecimeoto do
publico pelo ilmanak do anno de
1856, que he morto o Sr. Anto-
nio Carlos, pede-se encarecida-
mente a' Illm. Sra. viuva de An-
tonio Carlos do engenho Una de
Sanio Antao, de publicar.por es-
ta folha onde se acha morando, e
quando pretende procede; o in-
ventario dos bem para nelle serem
contempladas as dividas passivas
deiviHns pelo seu muito p reza do
marido, afim de ser tambero pago.
Um de seus credores
i
I
Defronte da cadeia velha alugam-se e vendem-
na roa da Cadeia de Santo Antonio, armaiemdama- aa as melhores biehat de Htmburgu, por prego com-
K

-

5:0Q0sOOO
2:500/J000
l:666aCC
1:2508000
1:000$000
625*000
500fW
250S000
Tercos 2j000
Quartos lj(500
Quintos I 200
Oitavos 760
Decimos 640
Vigsimos 520
Q referido cautelista declara que s pa-
ga nos bilhetes inteiros vendidos em orrgi-
naes, os 8 por eento do imposto da lei, nos
premios grandes, devendo o possuidor re-
ceber do Sr. thesonreiro o seu competen-
te premio, que com os ditos 8 por eento
recebidos do referido cautelista prefm a
sorte por inteiro, sem descont algum.
Pede-se a lllm. direccSo da compa-
nhia de Beberbe, que continu em admi-
nistracao a laxa dos chalarizes e bicas do
Aqueducto, emuito principalmsnte quan-
do a mesma tem tirado vantagem.
Um accin rata.
Maia Irmo
avisam at tenhoratde bom gelo que no tea nava at>
labelecimenlo da roa do Crespo que fas qaint ptra
k ra da Cadeia, ha um variada sorlimenlo de cha-
peos, tanto de pasteio como de moularii, dai baaitat
formas o riqoissimot enfeittt, atsim mato"ao vender)
gorros de malha de seda bordados de diversas corea,
lado por mdicos precos.
O ponto da ni Hi do metho-
d> CasIIio.
Celebra-ta na qninta-feirr, 90 do carrele, at 4 -
horas da tarde, na sobrado junto a igrtja da Coacai
ru dos Militares, para onde fica transferida a escola.
Convida ptra o aelo aot pas dos seus alomaos. O
professor, Fraociteo de l'reilaa Gamboa.
Pastelaria frau-
,f<' cea,
nierro da Boa-Vista n. 17.
Madama Bland n (em recelado pelo ultimo na-
vio francez chocolate Baunilha a 1JI600 a libra, dito
Bagneres a 1S280, dilo Bain Tare a 19280, e um ser-
timealo de cainohas de onfeitoe.
aataF
Aluga-te o sobrado de um andar a salto, aaaa
o pavimenta terreo, da roa das Cinco Pona a. 63
bastante fresco e com grandes commodos para arre-
cida familia, eom excellenla vista para o mar e para
. puente, com casimba com excelleole agtM, aera,
Hlnlal, com porlao para a iravessa do Maritoe: a
IrtUr oaJanessaVda roa da Concordia, roa qae vai
pw* D***ai **" de,en'10' nltims casa do lado
direito, dar* as 8 horas da manha, on das 4 hora*
da tarde em diante.
- Ale
mesmo pelo _
guaira do Poco:
aasa peto lema* da feste, ata
da um ana, aa raa da Man
nella, combatanles commodos
st.br- os ires primeirot premios ,^m fmlio a0 ,, UKta, ,oi0>i,
bilhelet inleiros vendidos a>Bl0 por^. com ptima agd de beUr : aa
Hecelie pur ialtiro
pretender, procore na raa Utreita, sobrado de doat
indares o. 137.
A mesa regedora da confraria do Senhor Bom
Jess da Via-aacra, erecla aa sna igrrja da Saeta
Cruz, na Boa-Vista, tem revolvido concluir o quoti-
diano eiercicio da Va-sacra tro dia sexta-feira, 2t
do correnle : nesee dia i noite ser cantada solem-
nemente urna ladainka a N. S. da Piedade, liavead*
aules sermo dedicado a mesma Senhora, e recitado
pelo padre mostr preaador da capella imperial Joao
Capittrtno de Meiidoo(a, em cto de gracat pea*
iacalculavel beneficio que nos lem frito esta vajeaa
santitsima em preservtr-nos da peste devtsiaaara
qoe (anto lia Degollado os nossos irmaos de tetras
provincias. Convida, porlanlo, a mesa regedora asa
devotos da Seohora da Piedade e a lodos ajnalo*
assislir.-im aos piodosos eiercicios qae all liveram la-
gar, a assislirem a este ultimo acto de lio fervores**
preces.
Precisa-se atusar orna ama forra ota captiva
para o servico de una c.isa de poaca familia : a ra-
las- na ra estreila do Rosarse a. 12, primis* aadar.
Precisa-se alugar um sobrado de dous andares
ou andar e solo, que teja em lugar fresca ; eu um
tilio perto da praca que ira para ama familia aa-
Irangeira : a Irtlar na ra da Cruz n. 7, lerceira an-
dar.
Augusto Frederico de Ofiveira fu pnblico que
o Sr. Jos Fraociteo da Cotia l.obo deinoo de ter te*
ctiaaaio.
Precisa-se alugar um moleque para trrico d.
caa, ajee teja fiel: nt raa Novo, sobrada n. 41, prf
metro andar. .
Ar
dbr
Precisa-te de nm amatsador
n. 40.
no paleo de Tere
ESPARTILHOS.
EsparliMwt de iodos os Itvaanhotsi cbegados pata
ultimo navio francez : ao tlevro da Boa-Vista a. 1,
loja de Madama Millochaao.
Sor vetes.
da tas ttaaathi lem tkna qaalitwtlat de
:via*t tmftnn, a* 6 horat e aaet :
I
-,
Todetosdti
stevetes, servada* i
no aterro da Voa-Vtata, a segnada eaaa a ataaterda
a quem veoha da roa Nova.


HP
~
01 MI O DE PERUIBOCO QUINTA EIM 20 OE OEZEMBRO DE 1855
COUSULTOWO DOS POBRES
O ltUA WOVA 1 4JI1A1 50i
O Dr. P. A. Lobo Miscozo d consultas homeopathicas todo os ditt os pobres, desda thoras da
machia ateo meiodia, e era casos extraordinario a qaalqoer horado dia ou noita.
Oflerece-se igualmente para praticar qualqoer operaso de cirorgia, e acudir promptamenle a qual-
qaer mulher que estaja mal de parto, c cujascircumstanciasnopermiltam pagar ao medico.
no coisiiLfORie do ir. ?. \. lobo vescoz.
SO RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual completo de mnddicina homeopathica do Dr. G. II. Jahr, traduzidoem por
tugue* pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous e acompanhadode
am diccionario dos termos Je medicina, cirorgia, anatoma, etc., ele...... 20JO00
Esta obra, a inaisimportante de todas as qne tratam do estado e prtica da homeopalhia, porjser i nica
Sneconlm a base fundamenta', d'esla doutrinaA PATOGENESIAOUEFFEITOS DOSMEDICA-
IENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAUDEcooheeimento que nao podem dispensar as pes-
eoas qne se querem dedicar n pralica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos qne quizerein
experimentar a doutrina de Uahnemann, e par ai meamos se eonvencerem da verdade d'ella: a todos os
azendeirose senhores decngenlio que eslo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capilaesde navio,
qae urna ou potra vez nao podem deiiar de acudir a quaiqner incommodo sen ou de seus tripulantes:
a todos os pais de familia que por cirenmstancias, que ntm sempre podem ser prevenidas, sSo |obriga-
dos a prestar in continenli os primeiros soccorros em snas enfermidades.
O vado-mecum do homeopalha ou tradcelo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambera ntil i pessoas que se dedicam ao estudo da homeopalhia, um volu- *
me grande, acomparihado do diccionario dos termos de medicina...... 109000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. 39000
Sem vardadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopatbia, e o proprietario deste estabelecimento se lisongeia de te-lo o roais bem montado possivel e
ninguem dnvida hoje da grande snperiordade dos seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
Boticas da 5* ou 30> dynamisafSo.
De 13 tobos............' ,........
Da ai ....................
De 36 *...............,....,
De- 48......................
Dt 60 i...................
De 1*4 ...............-.....
Sialquer deslas boticas em linduras, o dobro.
da lubo avnlso......................
Meia onca de qualqoer lindura da quinta dynamisacAo........_
Um frasco da verdadeira lindara de rnica...... f .
Na mesma casa ha sempre venda grande numero de lobos de rrystal de diversos lmannos
vidros para medicamentos, e aprompta-se qnalquer encommenda de medicaraaotoscom toda a brevida-
de a por presos muito commodos.
TRATAIEHTO HOlCOPlTHICO.
Preservativo e curativo ]
DO CHOLERAMORBUS.
PELOS DRS
Menores. Grandes.
. 89000 108000
. 159000 209000
. 209000 259000
. 259000 309000
. 3O9OOO 359000
. 60*000
ou inslroctao ao povu parase poder curar desta enfermidade, administrndoos remedios mais ellicazes
para ata/ha-la, emquanloisereeorreao medico, ou masillo para cura-la independente desle nos lugares
em qne nao os ha.
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estas doos opsculos contenas indieacOes mais claras e precisas, pala sua simples a concisa exposi-
SSo est ao alcance de todas as inteligencias, nao s pelo que diz respeito aos meios curativos, como prin-
cipalmente aos preservativos que tem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parte em que
elles tem sido posto em pratica.
Sendo o tratamento nomeopthico o nnicoqoe tero dado grandes resollados no curativo desta horri-
velenfermidade, jolgamosa proposito Iraduxh- estes dous importantes opsculos em lingoa vernecu-
la,|para desl'arte facilitar a sua leilura a quero ignore o francei.
Vende-se unicamenle no Consultorio do tradswtar, roa Nova n.52, por 39000. Veodem-se tambem
os medicamentos precisse boticas de 12 lubos cora uro frasco de lindura 109000, um dito de 30 tubos
309000. '
10900o
89000
79000
69000
49000
109000
309000
O SOCIALISMO
PELO GEHERAL ABRE E LIMA.
Ainda existem nlgnns templaresenqoadernados<
e acham-se a' venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de Freiias & C, esquina da ra do.Collecio,
e em casa do au'.or, pateo do Collegio,casa amarella,
no primeiro andar.
Precisa-se de ama ama para urna casa de poo-
ca familia: na orara do Corpo Santo u. 17.
Novos livros de homeopalhia em francez, sob
todas de aumma importancia :
Hahnemann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
lumes............ 309000
Teste, aroleslia* dos meninos.....69OOO
Hering, homeopalhia domestica.....79000
Jahr, pharmacnpa homcopalhca. 69OOO
Jahr, novo manual, 4 volumes .... I69OOO
Jahr, molestias nervosas.......69OOO
Jahr, molestias da pelle.......89OOO
Rapsi, historia da homeopalhia, 2 volumes 16>Q00
'Harthmann, tratado completo das molestias
dos meninos. .........
A Teste, materia medica homeopathica. .
De Fayolle, doutrina mdica homeopathica
Clnica de Slaonel .......
Castiiig, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Nysleu .......
Alllas completo de anatoma eiim bellas es-
tampas coloridas, eontendo 11 descripso
de lodas as parles do corpo humano .
vedem-se lodos esles livros no consultorio homeopa-
thice do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro aodar.
-X-XX988G88S388H
COXSILTORIO CENTRAL
IIOMslFATIIlCO.
(Gratuito para os pobres.)
fua ie Santo Amaro, (Mundo-Noto) n. 6.
O Dr. Sabino Olegario l.udcero Pinbo di k
eonsaltas todos os dias desde s 8 horas da
roanhia at as 2 da larde.
Visita os enfermot; em seos domicilios, das
3 horas em diante; mas em casos repentinos
e de molestias agudas e graves as visitas serSo
fci'.as em qualqoer hora.
As molestias nervosa merecem tratamento
especial segundo meios hoje aeonseados
pelos pralicos moderno*. Esles meios exis-
tem no consultorio central. _____
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEPT E OUTROS,
poeto am ordem alphabetica, com a descripcio
abreviada de todas as molestias, a indicacao physio-
logiea e iberapeatica de todos os medicamentos ho-
roeopathiros, sen lempo de achilo e concordancia,
seguido de um diccionario da significaco da todos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
daa pecanas do novo, pelo
DR. A. J. DE MELLO PRAES.
Os Srs. assignante podem mandar buscaros seus
exesnplares, aisimeomo quem quizer comprar.
Massa adamantina,
llejgerlmenle recoohecida a excedencia desta
prepraselo para chumbar denles, pose seus resul-
tado sempre felizes sito j do domioiodo publico.
Sebastiio Jos de Oliveira faz uso desta preciosa
massa, para o fim indicado, e as pessoas que qoize-
rem honra-lo dispondo de seo servijos, podem pro^
cura-lo na .Invessa do Vigario n. 1, loja de baajjf
beiro.
lilm. Sr. presidente e* roais BenaWps da com
missao de hygiene desla provi acia.Diz nulo Luiz
Gaignout, dentista francez, que precisa a bem de
seo direito, Va. Ss. serem seraje
paracao de qo<3 se servo para cfjH Se, o ft
noroinoa massa adamantina, em
te que a dita preparado difiere
das as coohecidas. Pede a Vs. Ss.
ferir-lhe como requer.E. R. Me.
/'aula Luiz Gaignouer.
A massa denominada pelo nuaiplicante Adaman-
tinae por elle apresenlada commissao de hygie-
ne publica, difiere de lodas as apresenladas nessa
metma occasiao por oatros; sendo a confrontadlo
faita na presenta de torios. Sala das ses8es da com-
miuo :10 de julho de 1855.Dr. A. Fooseca.
%<* *9*m
! DERTISTA FRANCEZ. S
Paulo Gaignoox, dentista, estabeleridona
Sroa larga do Rosario n. 36, segundo andar,
colloca denles com a presssodo ar, e chomba $
O denles com a massa adamantina e oulros me- %
laes. a
e<$9ce
r J. JANE, DENTISTA, l
1 contina a residir na roa Nova n. 19, primei- 9
ro andar. aj
Historia Universal.
Roga-ae aos Srs. assignantes da Historia Univer-
sal por Cesar Can111,de muida rem procurar o final do
5. a o 6. volumes: na roa do Collegio, livrahu de
Jos Nogueira de Souza n. 8.
fJJ A taberna de Gurjahu' de cima contina a es-
tar sortida com um completo sortimeoto de melha-
dos, fazandas e miudezas.ludo a vontade do compra-
dor, pelo mesmo preco ou com pouca differenca da
prnca.
Os Srs. C\prinno e Manoel Duarte Viebri. largo do Collegio, dirao
qoeind qnanlias de (s]De 6(109 comhypolheca em
casa terreas A? pouro uio.
Precisa-',: fallar rom o Sr. Manoel Mendes
Ferreira Guimaraes, un com pessoa encarregada dos
negocios do mesuio : em casa de Paln Naabdi Com-
patihi.i, rna do Trapiche Novo n. 10.
Aluga-se um cilio coso boa casa da sobrado, a
uni tem mullos coiamodos, sita na povoarao do
Isaleiro ; a tratar na rna do Trapiche n. 14.
Urna pessoa versada em latim, francez, inglez,
porluguez, geographia, geometra, artthmeticaephi-
losvphia, ensina para a freguezia de Sanio Ailo ou
paila conjunda a alia : quem precisar annuocie.
/.
n lotera da provincia.
O cautelisla Salusliauo de Aquino Ferreira avisa
as pessoa que compram bilheles e cntelas das lote-
ras da provincia para negocio, o qual esta rrsolvido
a vender 01 referidos bilheles e cntelas pelos precos
abaixo declarados, dinheiro visla, sendo a quanlia
de 1009 at 1:0009, permanecendo firmes esles pre-
cos em quaolo nao se alterar o plano aelual de 5,000
bilheles, pelo qual sao extrahidas as loteras da pro-
vincia. Sao pagos sem odescnnlo de 8 por cenlo do
imposto geral, na ra do Trapiche n. 30, segnodo
audar.
Bilheles
Meios
Tercos
Quartos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
59400
29700
19820
1*360
19090
680
560
380
Recebe pqr inteiro
Dag-uarreotypo.
Na rna do Crespo, sobrado n. 19, primeiro andar,
se abri um novo estabelecimento daguerreotypo,
aonde se acha um completo sortimeulo chegado l-
timamente de Pars, dos pertences necessarios para
se lirarem retratos da pessoas de lodos os tamaahos e
idades. Tambem se vo tirar em toda a parle aon-
de for chamado para eese fim, tanto de vivos como
de morios, vistas, edificios, ele. : quem se quizer
ulilisar, pode irao mesmo sobrado das 8 horas da
manhaa as 4 da tarde ; os preces sio razoaveis.
Alugi-sc umacasa no bairroda Roa-Vista, ex-
cepto no aterro : no aterro da Bea-Visla o. 39, pri-
meiro andar.
Avisa-se
a todas as pessoas que sao amantes do bello sexo, que
na confeitaria da ra da Cruz o. 21, existe um com-
pleto e variado sortimeoto dos roais bellos e mais
mimososconfilos, e tambem caixinhas ornadas de
artificias flores e (iDs*maa piolnras, (caixinhas de
Cupido ) em lodos os frmalos, proprias para guar-
dar joias, e de mu ricos e moderoissimos gostos, tu-
da recntenteme chegado de Paria. Estas tambem
se podem encher de amendoas com delicadeza e
aceio, e por preco razoavel. A fesU est prxima,
n3o ha uiellior brinde 1 qne alia moilo simples e
pouco dispendioso, com elle se podar vencer aquel-
'es coracOes que iodurecidos multas vezes pela iofle-
xibilidade, nada os fazia abrandar 1 He barato, com
a presenca do comprador Inda se (ara ; a elle, qoe
seesl lindando.
COMPRAS.
Compra-ce um adereco osado : na roa da Goia
n. 64, segundo andar.
Compra-se urna unta de bols mansos,proprios
para carrosa, orna vez qoe sejam grandes a gordos,
crinlos, ou ja habituado ao paslo; possuiodo estas
cireomslancias-nao se dnvida dar um boni prec;o ; as-
sim como orna carrosa de carregar pipa por baixo
na roa Augusta n. 94, taberna centrante aochafariz^
Compra-se 00 pao para tipoia : qnem o liver
anaoDcie.
Compra-se urna escrava que saiba eozinbar e
engommar. todo com perfeicio, nao se olha a idade,
mas que leja de eiemplar conducta ; agradando pa-
ga-se hem : M uberoa da roa das Cruies n. 30.
Compra-se efectivamente bronze, lati a cobre
velho : no deposito da fundido da Aurora, na ra
do Brom, logo na entrada n. 28, e na meama fundi-
rao, em Sanio Amaro.
VENDAS.
5:0009000
2:5009000
> 1:6669666
1:2509000
> 1:000900
6259000
5009000
2509009
G caotelista
Salusliano de Aquino Ferreira.
Liquidacao
O arrematante da bem conhecida loja
dat;ua dos Quarteis n. 2i, vendepurme-
nos do que se poderia comprar em pri-
men-a mSo, safim de liquidar, um ri-
quissirnosortimentode miudezas as mais
finas, consistindo as que passa a demons-
trar : facas para sapateiro a 600 rs. a
duzia, gravatas e mantas para ditas a
S000 rs., bicos de blond a 320, 500,
640, 800 e 1$000 rs. a vara, bico de li-
nho para todos os precos, Unto peca co-
mo vara, pecas de froco de cores- di l'eren-
tes a 400 rs., ricos quadroa com moldura
dourada.de tamaito de 2 palmos, com
estampa de santos a 800 rs., meias de aU
godao para homem, duzias a 1$400, ditas
azuesal^200,espelhos de gaveta duzias
a 2#500. chapeos de sol de ida cabo de
canna a 6$000 rs., ditos de panno a
i $920, bengalas finas a U400, ditas or-
dinal i asa 500 ..chicotes finos de baleia
para cavallo a 1#280, linhas finas p'ara
fcordar, noviHo grande libra a 1S900,
escovas para cabello a 400 rs., pecas de
franja com bolota para cortinaos a,
4S000, meias finas para senhora duzia a
5S200, ditas para homem a 5J500, lia de
cores para boplar libra a 7;500, meias
finas para meninos, duzia a2>j500, cartas
/rancezas para lecart duzia a 5$000,
pentes de chifre para alizar a 700 a du-
zia papel de peso supeior a 2$800 a 1 es-
ma, dito almaco a 2$200, pennas d'aqo
emearteiras a 80 rs., meias de cores para
meninos a 240 o par, grozas de finissimos
lapisBnvernizados a sOOO, groza de ca-
etas finas a 2.S400, duzia de linha de
|. a 320, cai\inhas de linhas de
marca a 240, lacre fino libra a 2.S600,
colohetes pretos em cartao a 80 rs., pe-
|fita de cores a 500, grampas, li-
bra |t00 rs., escovas finas para cabello
a 600, borzeguins de merino bordado pa-
ja al S000 o par, toucasde blon-
O, espoletas e\cellentes mi-
0 rs., ricos pentes de tartaruga
Hritr cabello a i< e 4'500, botes
louoa pintada, groza 240; este sorti-
ito nSdfn convm a particulares, co-
rpode convir a algum Sr. logista de
miudezas, queqt^rendose prover de al-
gumacousa quflclualmente nao hajaem
pnmeira mi, achara' na loja cima um
completo sortimento, por precos bara-
tissimos, advertindo que mu tos obiectos
se nao mencionam para nao ser fastidioso
este annuncio que ja' vai longo.
Traspassam-se as chaves e orna linda armacao
de amarelloenvidracada da loja n. 3S da praca da
Independencia : a tratar na ra Nova n. 23, fabri-
ca de chapeos de sol, esquina da Camboa do Carmo
lolliinias
PARA 1856.
Estao a' venda as bem conhecidasfo-
Ihinhas impressas nesta typographia, as,
de algibeira a 320 e as de porta a 160; as
de algibeira alm do kalendario ecclesi-
astico e civil, contm um resumo dos im-
posto municipaes, provinciaes e geraes
que afTectamtodas asclasses da socieda-
de, extracto dosregulamcntos parocliiaes,
docemiterio, enterrse sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras para fa-
Uer manteiga e qujjijos de di II eren tes qua-
lidades, ditas ecclesiasticas ou de padre,
correctas, e conforme as rubricas e uso
deste bispado, fcitas pelo padre Machado
o mais antigo folhinheiro desta provincia,
(sem privilegio visto como a constituicao
e leisdo Brasil o prohibem) a 400 rs. ca-
da urna: vendem-se nicamente na livra-
ria n. 6 e 8, da praca da Independencia.
Oraco contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-sei venda na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia um folhelihho com difiranles ora-
ches contra o cholera-morbos, equalquer ontrapesfl
le, a 40 rs. cada um.
f Vende-se nma cabra (bicho) com muito bnm
leite e um cabrito : na roa da Senzala Vellia n. 96.
Vende-se urna armacao envidracada, propra
para loja de miodezas, calcado ou cera : a Iratar na
roa de S. Bom Jess das Crioulas o. 29.
i
NO CONSULTORIO
II (MIO I'A Til 110 DO
DR. CASANOVA.
28. Ra das Cruzes 28.
Ha sempre grande sorlimento dos mais
acreditados medicamentos homoeopalhicos,
carteiras de lodos os tamanhos, e moilo
mais emconla do que em oolra qualquer
parle.
(Oa pobres tralam-se de grasa.)
Cola da Ba-
lda.
Vende-se na ra do Qoeimado, loja de ferragens
n. 30, excellenle cola da Baha, por mdico preco.
Vende-se
um bom cavallo rujo, andador baixo e mnito bom
esquipador, por preco coromodo : na ra da Cadeia
de Sanio Antcnio, armazem de maleriaes n. 17.
Doce.
Na ra do Queimado, loja n. 2, vaade-se doce de
calda e secco de todas as qualidadetjm frdeta, moi-
lo bem feilo, nao s as libras como^pi barrilinhos
o de calda, e o secco em bocelinha* enfeitadas, pro-
prias para prsenlas.
Vinho de caj'.
Este excellenlo vinho engarrafado, achn-se ven-
da a I9OOO a garrafa, as segaintes tabernas : na
ra da Cadeia do Red |m Srs. Fontes & Ir-
mao ; na ra estreita do Rajarlo, casa do Sr. Po-
cas, e defronle oa loja de doces n. :19 A. Por ata-
cado vende-se na loja dos Sra. Gouveia & Leitt, ra
do Qoemado,n. i~.
Vende-se milho muito novo a 19180 o alqneire
de medida velha, para acabar : a bordo da barca
c Diligencias, no caes do Ramos.
Gura iiit'alivtii do cholera
morriiiK.
Acaba de ser publicado e acha-se venda na loja
da ra do Crespo n. II, om folbeto qae trata do roo-
do de corar essa larrivel molestia, pelo sumo de li-
raao ; preco do folheto 200 rs.
O 59 a
confronte ao Rosario de Santo Antonio, avisa ao res-
pelavel publico, que receben ltimamente de Pars
um grande sortimento de confilos e caixinhas a
mais delicadas que tem vindo a ele mercado, as
qoaes se acham expostas em um gfkstde lileiro para
bem poderem apreciar o qna ha de mais delicado
neste genero : vendem-se por preco coromodo ; e se
algum senhor logisla quizer ficar com porcjlo, ven-
de-se com um pequeo ganho.
Vende-se doce de cajo' secco a de calda, e de
ootra muilas qoalidades moilo boas, tambem se fa-
zem bandejas de armarilo e rasas com flores e ramos
do melhor gosto que for apetecido, tambem se fa-
zem pasleia de nata e de carne, arroz de leite, pao-
de-loenfeilado coro alfioios, doce d'ovos, e jeteas
de substancia ; na roa Direila, sobrado de om an-
dar n. 33 ao p da botica.
Vende-ee no pateo do Carmo, quina do becco
da Bomba n. 13, vinho bom a 400 rs., dito da Fi-
gueira a 480 e 560, logoicas a 3-20 e 4(KI rs., cafe de
caror;o a \60 a libra, velas de carnauba pura a 440,
passas a 500 rs., farioha do Reino a 120, gororoa e
oulros geoeros, por preso coromodo.
Vende-se nm oscaler novo com remos : na rna
do Pilar n. 56.
Vende-se um cabriole! em bom uso ; a tratar
na roa do Collegio n. 21, primeiro andar.
Vende-se urna casa terrea sita na ra de Se-
nhor Bom Jess das Crioulas, com soflleieotes com-
modos : a Iratar no becco do Veras n. 20.
vende-se orna carrosa com pipa para cooduc-
Slo de agua : na ra Direila n. 10, se dir quem
vende.
Vende-se um lindo cachorro d'agua bastante
grande, e com algumas habilidades, assim como om
melro (passaro) vindo no ult ,m navio chegado do
Porto : no aterro da Boa-Vista o. 70.
Vende-e ama carrosa rom bol ou sem elle :
na roa de Sania Cruz n. 70.
i*ara meninas.
Vendem-se excedadles chapeos de Italia, abas
largas e muito bem enfeitado-, cun filas fina da di-
versos goslo, muito propno para meninas, assim
como de seda da diversas cores por preco muito em
eonta : oapraca da Independencia loja ns. 24 e 26.
Vnndem-se ssceas com cera de carnauba vinda
do Aracaiv : Da roa Nova, loja de Joao Feraandes
Prente Vianna.
Viinde-se por commodo preco om carro ale ear-
regar gneros da estiva : na roa Imperial n. 145.
Cortes de ves-
tidos de seda
Furta-cores de (nati ros, o
mais lindo po.-skvel, a
26,000 o corte :
na rna do Queimado, em frente do becco da Con-
eregasao, passandoa botica a segunda loja de fazan-
das n. 40, de Henrique & Sanios.
Vende-se nma escrava de meia idade, boa la-
vadeira e quitandeira : na rna da Senzala Velha n.
70, segundo andar.
Cura infalivel
DO
eholera-morbus.
Acaba de ser publicado, e acha-se venda na li-
vraria universal, rna do Collegio o. 20. um folheto
que traa do modo de curar essa terrivel molestia
pelo samo do limSo, por 200 rs.
Vende-se superior doce de arac e goiaba por
preso commodo : na roa do Livrsmento n. 32, pa-
dana de Francisco do Prado. *
O corte 1,600
He muito barato cortes de cassa chita, de (ladros
lindos e modernos, com 7 varas, por 19600 : na roa
do Queimado n. 33 A.
V(,ndem-se caceas com milho muito em conta:
na roa do Vigario, taberua de Joao Siman de Al-
meida.
Vrnde-sc cera de carnauba de moilo boa qoa-
lidade, |M>r prero commodo a dinheiro visla : no
armatero do caes da alfandega.
Vende-se um escravo de idadp 18 annos, moi-
lo fiel e sadio, de bonita figura e possanie, com prin-
cipio do marcineiro, entende de cozinha, opliroo
para pagem, bolieiro, ou armazem de aasnear, pa-
daria, etc. : na ra de lionas n. 82..
Vendem-se saccas com milho por preso- com-
modo : ao escriplorio de Claudio Dubeux. na roa
da Cadeia de Santo Antonio o. 13.
Vende-se manteiga ingleza a 800 rs. e 960, di-
ta franceza a'760, alelria muito no\a a 400 rs^, roa-
carro e lattiarim novo a 360, ameixas novas a 44o,
assucar em earoco prim/ira serte 130. banha de
porco a 440, batatas ingleza a 100rs., Dolachinha
ingleza a 440, cha da India a 19920 e 29560, dito
prtlo a 29OOO, espermaecte americano a 880, 'Hilo
francez a 800, carnauba a 480, queijos do reino mui-
to frescaes a 29, vinho de todas as qoalidades e por
presos commodos : oa ra dos Martvrius, taberna
n. 36.
Wnde-ae na roa da Cadeia de Santo Antonio
sag, cevadinha, cavada, marroelada nova, etc.
Vende-se rap de Lisboa a retalho : defroute da
cadeia velha n. 28.
No aterro da Boa-Vista n. 80, vndese pre-
sunto de Lisboa a 320, toucinho' de Lisboa a 320,
chourisas a 400 rs., chicolate de Lisboa 400 rs!, su-
perior vinho do Porto engarrafado de 1851 a f a
garrafa, latas coro sardinhas de Piantes a 700 rs., di-
tas pequeas a 500 rs., etc.
Vendem-se tres escrava. sendo nma linda mu-
lalinha de idade 18 annos, cose, eogommn ptima-
mente e cozinha bem n diario, doas negrinhas de 14
a 16 annos de idade, crioolas, com principio de ha-
bilidades : na rna Direila n. 3.
Fazendas de bom gosto.
Novos corlas de sedas para .vestidos, corles de t-
rese d* seda cora babado de lindos padrOe, chales
de merm. Ditos de retroz e de seda, chales de laa a
19 e 19500,chapeos para seohoras a 149000,cdrtes de
cassas \ 29 e 29500, camisas francezas, palitos de
panno lino, de alpaca e de linho, e oulras moitas fa-
zendas que se vendern barato : na ra Nova, loja
o. 16, de Jos Luiz Pereira.
Ceblas.
Vendem-se ceblas chegadas ultimameule de Lis-
boa no patache Brilhame : na travessa da Madre de
Dos n. 16, armazem de Agoslinho Ferreira Seora
C-oimaraes.
Vende-se a taberna da ra larga do Rosario
n. 9, quina do becco o Peixe Frito : a tratar na
mesma taberna. ,.
Vendem-se a presos moilo commodos, os se-
guinles objeclos : relogios de ouro patente, obras de
ouro de gosto moderno, roela! amarello para forro
de navio, cernelo romano muito novo, pipas vasias:
lrala-sr no escriplorio de Isaac Corta & Companhia,
ra da Cruz n. 49.
Cortes de seda.
moilo snpe-
do Qoeimado
Veqdem-se corles de seda escoceza,
rior. de quadros asselinados: na roa
n. 21.
A HOMEOPATHIAEO CHOLERA.
nico tratamento preservativo e curativo.
DO
CHOLERA MOBBUS,
Pelo Dr. .Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Acaba de sabir luz esle excellenle opsculo, qoe
moito deve contribuir para a salvasao do povo no
tratamento da epidemia que se recis.
Vende-se por..........1 .-sMX)
Hedeilribuidogralisaos senhnresessi guantes do
thetouro homeopathieo-ou tade-mecum do horneo-
pathae igualmente a lodosos Rvro. Srs. vigarios,
que acreditara na homeopalhia.
Consultorio central homeopathieo de Peroambuco
(Mundo Novo) n. 6.
A PECH1UA.
Na ra do Queimado, loja de San-
tos 'Cocino n. 19,
Vende-se madapolao fino enfeslado com
12 jardas pelo baratsimo preso de 29600
cada pesa, hrinzinhos de linho minio fi-
na fazenda, endo pardo claro, escuro e
prelo, proprio paru lulo a 640 o covado,
chapeos de palhinha modernos a 49000
cada um.
DO
g GUARDA NACIONAL*!
4ft Acha-se (venda no paleo do Carmo n.
V9, primeiro andar, o MANUAL DO
W GUARDA NACIONAL, obra imteressan!
gk a lodos os senbores offlciaes o "guardas, e
J mesmo aos Srs. advocados, por comer lo-
{!) das asleis, regulamentos, orden e avisos;
Oconcernentes n mesma guarda, desdad!
creasio da lein. 602 de 19 de setemhro,de4
Q 1850. al 31 de dezembrade 185*r acom-
ba, panhado de nm importante ndice. Ha en-
sJ4? radernados e em brochura.
Graixa do ro
Grande em
bexigas.
Vende-se na rna da Cruz, na Recife, armazen
n. 13.
as senhoras de
bom gosto.
Verdadeiro bico de bloude blanco e preto, e bo-
nitas chapeos de senhora por preso muito commodo.
A mesma taja acaba de receber muilos relogios
- mejicanos pura cima de mesa, do ultimo gosto ;
tambem relogios fraocezes
muito em conta.
com cana, por preso
Vende-se o muito superior cha hytioo,feilo uo
Rio de Janeiro, e o melhor que tem vindo ao mer-
cado, em Jalas de 1 e 2 libras, pelo barato preso de
28000a libra : na taja de miudezas na roa eitreita
do Rosario n. 18, defronte da taberna do Sr. Po-
icas.
Vende-se nm carro novo de
quatro rodas, e de dous e e qua-
tro assaolos a vontade,' moilo
maneiro, vende-se um oulro
dito churrilu, moito proprio
para o millo, para algum se-
nhor he engenhn e por preso commodo: na ra
Nova, cocheira de Adolpho Bosxrueois.
Vende-se
urna carioca de duas rodal com arreios
e em muito bom estado para um cavallo:
na ra da Cruz do Recite n. 26.
Vende-se
um currinho elegante de quatro rodas p
ra um on dous cavbllos, e uns arreios no-
vos para um carillo: na ra da Cruz
do Recife n. 26.
Tijolos de marmore.
Acaba da chegar nm novo sortimento de lijlos de
marmore, e ven Je-so no armazem de Tasso Irisaos,
no becco do tjouoslves.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas da me-
lhor qualidade que tem vindo a esta pra-
ca e por preco commodo : na, casa de
Adamson Howie di C, ra do trapiche n.
42.
Vende-se cera de carnauba sapertar na ra
da Cadeia do Recife, loja a. 50, defronle da ra da
Madre de Deo.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se o verdadeiro cognac, lano em garrafas
como em garrafOes : aa rna da Cruz o. 10.
Bons gostos e de
boas qualida-
* des.
Na ra do Queimado, nos quatro cantos, oa segoo-
da loja de fazendas n. 22, defronte do sobrado ama-
relio, vendem-se fazendas por presos qoe 'real-
mente fazem admirar ao publico : Panno prelo
linissimo, prova de limao, para casacas e palitos,
pelos baratsimos pracoi de 2S500, 39500 e 59000
o covado, casemira prata de superior qualidade
a 29 e 29600 o covado, alpaca prela moilo fina a
400, 500 e 600 rs. o covado, cortes de colleles de
fnsloes da bonitos padroes e core fixas a 700 e 900
rs., chales pretos de lia e seda moilo grandes a
29800, chapeos de sol de seda pretos a. de corea, fa-
zeuda sopenor a 69500, camisas fraocezas pintadas
para homem a 19280, riscados da India muilo linas
e largos e moilo bonitos para vestidos a 280 o cova-
do, selim prelo maco, hienda moilo superior a 39
e covado, tarja despalillla moito superior a 2,400 o
covado, merino moito fino a 29000 o covado, meri-
no selim o mais superior qne pode haver a muito
proprio para palito a I96OO o covado, chapeos de sol
de panninho a 19600, chitas fraocezas moilo tinas e
largas, de novos padroes a 320 o covado, fil de li-
nho liso e com flores a 19 a 19440 a vara, luvas de
pellica de Joovin para homem e senhora, chegada
00 ultimo navio francez a I98OO rs. o par, lovas da
seda de todas as cores com balota a 19280, camisas
de meia moito finas a 19, luvas de fio da Escocia
brancas e de cores a 400, 500 e 600 re. o par, man-
tas de seda para grvalas, prelas e de cores, moilo
boa fazenda a 19260, panno fino acal de superior
qualidade a 49 o etfvado, riaas romeiras de retroz
bordadas a 119, lenciohos de retroz france7.es m
19280, cassas francezas muito finas e de bonitas pa-
proes a 300 rs. o cavado, cambraia fioissima de sal-
bicosa 19 a vara, camisas fraojg muilo finaae
bem feitas para hornero a 2950fJV 2J800, curtes de
cassas para vestidos de bonitos padroes e Com 7 va-
ras a 29 o corle, lencos brancoa de cambraia de li-
nho moilo finos e grandes a 69a duzia, ricos chales
dechally com lislras de seda a bastante grandes a
89. ditos de merino muilo finar e lisos a 69, luvas
prelasde torral, da Lisboa a 19120, chally amarello,
fazenda superior e que muilo se usa para vestido a
800 rs. o covado. romeiras de cambraia com lasos
de ricas filas de seda a 19280, gravatas de seda de
bonitos padroes a 640, meias de laia para padrea a
29 o par, corles de caserniras finas e de bonitos pa-
droes para calsaa a 59, hrinzinhos de linho de bo-
nitos padroes a 240 o covado, brim transado de paro
liuho e de bonitos padroes a 800 rs. a vara, tapim
prelo linissimo, proprio para vestidos e balines de
padrea 19280 o covado, riscadinhosfrancezes muito
finos e bonito padroes a 240 o covado, meios tensos
pretos para grvala moilo soperiores a 19, lenros
brancos de cambraia muilo finos a 300 rs., ganga
amarella moilo superior a 320, meias brancas fina*
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, ditas prelas
moito finas a 320, ditas para homem, fazenda su-
perior, sendo brancas, prelas e croas a 240 rs. o par.
Alm de lodas estas fazenda mitras muilas que s i
vista das boas qoalrdades he qoe se podem ver o
qoanto sao baralas, afiansando-se aos Srs. compra-
dores que neste estabelecimento nao ha fazenda al-
gnma q'oe seja averiada, esiro lodo sem avaria, de
boDS gostos e boas qualidades.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se corles de cassa chita de bom goslo .1
29, ditos de padroes francezes a 29400, cassas rozas
para ataviar luto, dilaa arela* de.padres miudos a
29 o corte, alpaca da seda de quadros de lodas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico lauto pintados
como bordados a 320 cada om, gravatas de seda pa-
ra homem a 19 e I96OO ; todas estas fazendas ven-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
LEONOR D'AMROISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por lijQOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da prac,ada Independencia.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potasa americana
da mais nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto &
Companhia.
Pratos ocos patentes
par conservar, a comida
quelite: vendem-se napra-
ca do Cori>o Santo, arma-
zem n. 48, de Kostrn Ro-
oker $ C j
Na ra do Vigario n. 19, primeiroa
de-sefarelo novo, chegado de Lisboa pele
deranea.
Deposito de vinho
pagne Chateau-Ay, primeirat
lidjde, de proprtedade do
de Marcml, rna da Cruz i
cife n. 20 : este vinho, o 1
dettoda a Champagne, 1
*a 36$000 rs. cada caixa,
Smicamente ,em casa de L.
comte .J'eron & Companhia.
0 B.As ca i xas sao marcadas a
y goR^^Conde de Marcuil-at?e
Mk tutos das garrafas sao azues.
POTASSA E GAL VIRGEI.
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para' vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa era pedra, tudoa
prerps muito favoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende^esuperiorfarinha de mandioca
em saccalijjfcl tem um ulqueire, medida
velha por 34'00 res : nos armazens ns.
3,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar ro escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54-, primeiro andar.
Vende-se urna balansa romana con todos os
seus pertences,em bom uso e de 2,000 libras ; quero
pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
Pipa*? v.isias.^
Vende-se porso de pipas vasias proprias para en-
cher de agurdente, apreso de 179 cada urna : a
trillar 00 escriplorio de Manoel Alves Guerra, na
rna do Trapiche n. ti. jsjfJk
0 POTASSA BRASILEIRA. O
0 Vende-se superior potassa, fa-
A bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elleitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron $
Companhia.
Em casa de Timm Momsen & Vin-
nassa, praca do Corpo Santo n. 13, ha
para vender:
Um sortimento completo de livtos em
branco vindos de Hamburgo.
Cortes de seda
soperiores.
- Veudero-ee corles de seda da qoadros, estreilas e
largas, de ||oilo bonssjelo e modernas, assim como
lenros-deetonliraia moU finos com bico muilo lar-
gos, chata* de la e mMp, Usos, com barras de co-
stra de seda e hurdados, asim como oolra.
( 1zens por preso muilo commodo, a di-
s asta : na ra da Cadeia do Haeife, loja n.
50, defronle da raa da Madre de Dees.
Chapeos para senhora
Vendem-se chapos pars senhera de maie moder-
no gesta de Pars), havendo porsJo para etiWher I
aa roa Nova, taja n. 4, de Jos Luis Par Jnior.
Palitos francezes.
Vendem-se palito e sobrecaaacas de panno fino
prelo e de cores, lodos forrados de sede, ultima mo-
da, a 209 : oa rna Nova, loja n. 4.
Camisas francezas.
Em casa deHenry Brunn 4 C, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos para isrdins.
odeiras e aotVs para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
-Em casa deN. O. Bieber^ll ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Vinho de Madeira em quartose ortoTO*
barris.
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lonas.
Brins da Russia.
Papel de embrulho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos,precos.
Vendem-se cararsa* francezas com paito de linho, atl/Tff 1
humease pintadas a 2*9 a duzia: na roa Nova, loj. MUjUAJISMO PARA E]6E"
AGENCIA JJ0.
Da Fnndicao Low-Moor. Rna da NA FUNDICAO DE FERRO DO FNRF
Senzala nova a. 41. NHEIRO DAVID W. BOWNIAN ek
Neste estabelecimento continna a ha- RA DO BRUM, PAS9ANDO O oHA-
Ter um completo sortimento de moen- FARIZ.
das e meias moendas para engenho, 'fc^.T'6 "lsrtDe *0Tmmto <* aaaoiotas da-
chtnas de vapor, e taixas de leiro batic Tn^ia, 'L^SSSt f^BDfe"h. -
e coado, de todos os tamauk).,--
dito.
Moinhos de vento
oroborobasderepoxopara regar borlase baia,
decapim,nafnndisadeD. W. Bowman : nana
do Brom ns. 6, 8e 10.
AOS SENHORiaLDE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs a libra.
Do arcano da invencaa do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber (Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
Vendem-se em casa de S. P. Johas-
ton & C., na ra de Senzala Hova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de cario e de montara.
Candieiros e casticaes bronzeatsW.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97. .^g
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Milho em saccas
, Vende-se muito superior milho em saccas: na roa
do A mor i m o. 41, armazem de Francisco Goedrs de
Araujo.
Milho em saccas
Vende-se na rna do Encantamento n. 76 A, milho
em saccas, de superior qualidade, por preco coro-
modo.
A boa fama
VENDE BARATO :
Lencinhos de retroz de todas as cores para pesco-
So de senhoras e meninas, pelo barato preso de 19,
baralhos de cartas fioissimasfrancezas para voltrale
a 5h0, toucas de laa para senhoras e meninas a 640,
lavas moilo finas de fio da Escocia brancas e de co-
res para hornee e senhoras a 400, IM a jaira, o
par, meias torneas e ernas para hornero, fazenda
muilissimo superior a 160, 200 e 240 o par, luvas de
pellica de Jouvin brancas eamarellas para homem
esenhora a 19900o par; camisas de meia moilo|ii-
oas e de pora ISa para homem a 39000 rs., ditas de
algodio muitissimo finas i. 19 e 15200, tesouras mal-
lo finas para papel a 19300, ditas superiores para
harbero a Ic'iOO, taques moilo finos a 39, ricas abo-
nadoras para collas de nMdreperola e de metal a
">00 rs., diaapara palitos a 600 rs., caizinhaa coro
phosphoros proprias para charutos a 20 rs.. ricosjar-
rea dourados de porcelana para flores 4adiversos ta-
manhos eprecos, rica litas de seda_B Mase lisas
dejHBS aseares e larguras, e.scov
dZ^sdaa S'd ""& Umaohos; redas
E^E?,T?." .*". *e todas as prepor-
crtvos e 6oceas de torn.lha e registres debo-
S6es
aKuilh6es, bronzes, parala,TK^"^
nho de mandioca, ele., ele eafiiaoes, rool-
NA MESalA FUNDICAO
se eiecBlam lodas as AeeaaBendaa wm ,' .--.i-.
ndade ja conhecida, e cota a devtaaTn^L **"*
modidade ero proco: "*" Pre,l-
CHAROPE
DO
* BOSQUE
IflRTANTE PAM 0 NMJO.
Par. cor, de phtisica eos ledo, o, wu, difliriota.
No., quer motivad, por constipasoes, loase, aath-
M. Plenriz. escarros de sangsserdr da tMuTe
Patente.
Vendem-se relogies de ouro patente inglez ; no
K06?Sr.tewd,ir ~t-c*t*^
para senhoras e
meninas.
Na praca da Independencia ns. 24 e 26, recben-
se ltimamente de Paris om ceaaplelo lortlaaetilo
das roais modernas ehapelinaa de seda, tanto para
senhoras como para meninas, aa quaes se Tendero
por presos mais em conta da que em oolra qaalqoer
parle.
GORRO.
Vendem-se excei.ei.tes
gorros de malln tle seda
bordados, d,-* diversas co-
res e dos meHiores g-ostos
possiveis, por mdicos pre-
5os: na praca da Inde-
pendencia ns. 4 e *J6.
Vendem-e asVegoiotes obras, na na do Colle-
gio, livraria n. 8 : Ensata sobre o nomem por A.
Pope, 3 volumes, Elucidario das palavrss qoe em
Portugal amigamente se osaran), e que hoje
Urrnenle ie ignoram, 2 volumes.
las para
dilaspara cabello, trancaa da.eeda de boni- m.nnpns arlo na I ha .1 .
irsas largaras eeoBjj, navalha fi- V^IIU()eUS Ce J)ailla UA
Al, caivetes finisaH 1 da todas
finos de linho de H ls3>adroes
incas
a a
I, ricas franjas dea
Hojeos, tesouras,
Sjjjalencoulrar
^Hk* Veade
^Hnempradorescansa
amado, nos qoatro ca _
Me miudez.i da Boa Fama o. 33
A boa fama
41500
39000
19400
19400
k 19800
We 400
e 49000
9000
19200
640
' 800
19000
500
39000
29000
29000
500
000
Italia.
A 4?000 RS.
Vendem-se palitos de alpaca
Cadeia do Hecife e. 3,
prela ; na roa Ha
*e*eW<
1.3S500
Vaade-secal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim eomo potassa da Russia verdadsira : oa prasa do
Corpo Santa n. 11.
Vende-se aso em rnnhclts de nm quintal, por
preso mallo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, prasa do Gorpo Santo n. it.
SACCAS COM MILHO.
Vendem-se saccas grandes com milho muito novo,
Bor barato preso, para fechar conlas : na roa de
anta Rita n. 5, taberna.
BARATO:
karnga para cabera
_ alisas sean de tartaruca
^^Hpn para alisar
Ktarlaga para cabesa
De seda de cores para criansai
leias pintadas fio da Eicocii para cria '
"ndeja% grandes e de pinturas finaaf
pe alaaaco greve e pautado, resma
naee Miissimas bico da lnca, groza
(as muito boas sem ser de lansa,groza
Oculos de armaso de aso com graduasdes
Lonetas com armarflo de tartaruga
Ditas com armarlo de bnfalo
Toocadoresde Jacaranda coro bons espelhos
Meias de laia muito superiores para padres
Ricas bengalasde canina com lindos casloes
Ditas de junco com bonitos casloes
Ricos chicotes para homem
Meias prelas de akgod8>pera padres, o par
Gravatas de seda; de lodasscores 19a 19200
Fitas de velludo) de todas aseares, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca 400
Ricos reloginh/os para cima de mese 49OOO
Suspensorios tlnosde borracha, o par 400, 500, 600
Pentes muilo /finos para suisa 500
Escovas muilfo finas para cabello 610
Capachos pintados mnilo bonilos TOO
issimos de madreperola para en-
grea ejajJB I42OO
Alm de/ludo islo vendem-se oolras muilas cou-
sas, que/ivisla daa qoalidades e presos faz admirar:
na rua/de Queimado, .qoatro cantos, na loja de
miudsjzai da Boa Fama n. 33.
^sjjeTaizas para engenhoss.
1 fundi^ao' de ferro de D. W.
owmann na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundirlo e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
emibarcam-se ou carregam-se em carro
sem alsspeza ao comprador.
JLOOO.
fenVse excellentes
c!iapeos de castor branco,
de boniftas formas, pelo ba-
rato pre^o de5,000 ris:
na pra 9a da Independen-
cia iis. 24 e 26.
Lii idos cordoes de ca-
'/ bellos.
Vende -m-se ricos corddes de cabellos elsticos, li-
sos e enITeilados, por baratissimo preso: na loja de
miudeza ,s, na rna do Qoeimado n. 63.
P irins de vella: no armazem deN. O
Biebe r 4 C, ra da Cruz n. 4.
Vende-se expeliente taboado de pinho, recen-
temei ite chegado da America : na mi de Apollo
trapiche do Ferreira. a entender -se com o adminis
iradrr do mesmo.
,* VINHO XEREZ.
Vende-se aoperior vinho de Xerez em barris do
em casa de E. H. Wyatt: roa do Trapiche
Vendem-se chapeos de pilha da llalla, dobra-
dos e singelos. para hornero e meninas, llegados el-
limamente da Enrona, da ultima moda, com moito
bom sorlimento, em cairas de 10 dorias cada ssaaa,
por preco mais commodo qne em oolra aualqaar
parle : em casa de Basto & Lentos, roa de Trapiche
n.17.
RAP FRANCEZ.
O verdadeiro e genuino rap francez
deve ter preferencia sobre outro qualquer
rape tanto pelo seu simples e (agsadavel
a rom a, como pe a sua qualrdadehigyaiica,
visto nao ter a menor t mposir^ao cjue
faija damno as pessoas < e delle fazem
uso. Vende-se por 3jOOO cada meio lu-
lograma, que regula muito mais de urna
libra : as lojas dos Srf. Moretea 4 Duar-
te ra do Cabuga' n., Joao Cardozo Ay-
res na da Cadeia do Recife n. Al, e po es*-
criptorio de Burle, Souza & C.'rua da Cruz
l. 4S.
Vestido de seda.
Cortes de vestido de seda de cores, padroes de ai-
limo goslo, e por precos moita cernaaede, havendo
muilo para escolher : na loja de 4 portas, na roa do
Qoeimado n. 10.
A boa fama
VENDE BARATO :
Libras de linhas brancas ns. 50, 60, 70 a 80
Libras de dilss ns. 100, 120 e 130
Duzias de tesouras para costura
Oozia de dilaa mais lirias
Maso com 40, 50 e 60 pesas de cordita
para vestido
Pesas com 10 varas de bico estrello -
Duzia de dedaes para senhora
Caisinbascom agulhas francezas
Cauascom 16 novellos de liabas de marcar
(irzas de botoes para carniza
Pnlceiras encarnadas para meninas
Ditas grandes para senhora
19100
tuse
19000
19280
246
560
00
160
2B0
160
240
320
Pares de meias finas para senhora a 240 e 300
Meadas de linhas moilo finas para bordar 160
Meadas de linhas de peso 100
Grozasde botOes mnilo finos para calsas 280
Babsfha de linho aberlos e bordado. 120 e 240
Carteiras finas de marroques paraalgibeira 600
Fivelas dooradss para calcas e collels 120
Tinleirose areeirosde porcelana, par 500
Charnteiraa entre finas 120
Dozias de torcidas n. 14 para cfhdieiro JflO
Pintas de verdadeiro bnfalo para alisar 300 a
50
60
70
60
40
40
1 Vene
'l|. eir
i-t; 18.
Peseseom 6 \\-2 varas de fila branca de linho
Caitas com clcheles francezes
Carrileis de linhas de 200 jardas de bea
qualidade
Maciohos com 35, 40 e 47 grampas
Suspensorios, o par
Carrileis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
xandre
Alm de todas estas miodezas vendem-se entras
mnilissimas, qoe visla de soas boas qoalidades e
baratos presos cansa admiraste aos compradores :
na rna do Qoeimado, nos qnalro cantos, na bem co-
nhecida taja de miudezas da Boa Fama n.33.
Vende-se milho muito novo a 59120 o alqoei-
re, medida velha ; a bordo da baicacs Diligencia.
no caes do Ramos. ,
Pianos elle^an-
tes.
No escriptorio de Demingos Alvez Malheus, n
ra ila Cruz n. ">1, hapara vender ricos e olega 11
les pianos com etcellenles vozes, vindosde Hasabnr
go peta ultimo navio, por presos mais modieo do
que em nutra qualquer paria.
______________
PERN.: TYP. DB M. F. DE FARM.
18Mi^^


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