Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00313


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Full Text
JiNNO XXM. N. 291.
\
>
i.
V
I
I
'-
(
Por S mese* adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
TERCA FEIRA 18 OE DEZEMBRO DE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto.
MARIO DE PERNAMBUCO
LEGADOS DA SUWCRIPCAO'.
Recife, o pre rUt.Tio M. F. de Fari.; Rio de Ja-
r. Joao Pereira M.irlim; Baha, o Sr. I).
Duprad ; Miceiii, o Senhor Claudln) FalcAo Uias ;
Parahiba, o Sr. Gervazio Viclor da Nalividade ;
tal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereirit Jonior; Ara-
r, o Sr. Antonio da Lemos Brasa ; Coar, o Sr.
Joaquim Jos de Oliveira ; MaranhAo n Sr. Joa-
Elirn Mames Rodrigues; Piauhy, c Sr. Dominaos
erculano Aekilet Pessoa Cearense; Para, oSr. Jus-
tina J. Ramo; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cusa.
1
CAMBIOS.
Sobre Londres, de 27 3|4 a 28 d. por
Paris, 348 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Accoes do'Raneo 40 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ae par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de leltras, de 9 a 12 por 0/0.
19
, METAES.
Ouro.Oncas haspanholas. .
Moedas de 68400 velhas.
de 69400 novas,
> de 4*000. .
Prata.Palaeoes brasileiros. .
Pesos columnarios. .
mexicanos. .
2.WW00
16000
169000
99000
29000
29000
1*860
PARTIDA DOS CORRER)*.
Olinda, todos os das.
Caruar, Bonito eGaranhuns, nos diae lelo.
Villa-Bella, Boa-YisU,ExeOurmury, a 13 e 28.
Goyanna eParabiba, segundas esextas-feiras.
Victoria e Natal, as quintas-feiraa.
PREAMAR DE HOJE.
Segunda s 11 horase 42 minutos da manliai.
Primeira s 12 horas e 9 minutos da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados.
Relaco, terjas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo ile orphaos, segundase quintasis 10 horas
1' vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
F.PllKMF.IllliF.S.
Dezenib. 1 Quarto minguanteaos 9 minutos e
40 segundos da tarde.
9 La nova as 7 horas, 47 minutos
e 48 segundos da manha.
16 Quarto crescente as 4 horas, 36
minutos e 40 segundos da manha.
23 La cheia as 8 horas, 18 minutos
e 47 segundos da manha.v
fATE FFICIAL.
OVEb.NO da frovtwcia.
Gxpedieate do da I i de deaensbro.
OIHcioAo Esm.- presidente da provincia das Ala-
coas, dizendo que eom ae copias que r-melle das in-
formaron do coiuelheiro presidente da relajao e do
administrador do crrelo, acerca do deslino que Ic-
re processo do soldado d 8.-. l-alalhAo de iiif.int.i-
ria Jesuino Antonio III, jolga ler salisfeilo a requisi-
co em offlelo de 19 de oulubro ultimo.
Dito__Ao Exm. manchal commandanle das ar-
ma, tiuntmitiindo pare ter o convetiienle des-
tino, a reluci das allirajSes oecorridas no mez de
outubro ullimo, respeilo do capian do .10.' bata-'
Ihlo da fantaria Jos Aurelio de Mror.
DitoAo mesmo, remetiendo para o fim conveni-
ente al de' ofllcio di lente Firmiuo da Cunha
Rejo, e 3 relajfte das allerajoet oecorridas no mez
de novembro ollimo, acerca dos ofTirnes e prajas de
prel que perlencem no* liaUllir.es >.-, 9.* e 10.- de
Infamarla, e se acharo actualmente servindo no meio
balalhio proviiorie da Parahiba.
DiloAo Exm. cnrimandanle superior da guarda
nacional do Cabo, d "clarando que pedio ordeiu
parase pausar patento de alferes da 1." companhia
do etqnidraode eavallaria n. 6 da guarda nacional
daqoelle municipio a Fernando do Reg Mello Br-
relo.
DteAo mesmo, approvandn a nrganisarAo da
beoda de msica do IxIalhA > n. il de infanlari da
gaarda nacional do municipio do Cabo, composla de
17 pracas inclusive o nestre, as qnacs deverao usar
do fardarnenlo indicado por S. Etc.
DlleAe inspector da thesooraria de fazenda:--De-
velvendo a V. S. cocerlo com copias das informa-
jdes do 2>- lente Antonio Egidio ila Silva, do ca-
i l do parecer do procurador fiscal d'esea the-
l,o requerimer.lo sobre que V.S. nifoimou em
le 9 de noveinbrn Ultimo numero 117, no
qoal Franca A Irmao pedem por aforamenlo um
igado de marinha existente enlre a iloea projec-
leda|pelii obras do oielhoi amen lo do Sor lo e a le-
lada do terreno em que se echa eslabelecida a disl-
lajao dos supplicanle, na praia de Suila Rila, tenho
e com a informajao do referido capitAo do porlo.
. DitoAo mesmo, recommendaudo quo faga redu-
r a vinle mil res mensae. a prestaran do 3090OU rs.
Jue consignon de seu sold nesla provincia o capilao
o meio batalhAo d'aquell Antonio Jos I ..mea, de-
clarando S.'S." a dala em que lera lugar semellianle
redcelo, afim de i|ue possa dar tciencia disso ao
Exm. presidente d'alli.
Uto-Ao mesmo, nteirando-o de haver 6" com-
mandanle do presidio de Fernando, participado que
Bernardo da Veiga LeitAo Arnoso, enlron no excr-
eto de boticario d'aquellc presidio no dia I.- do cor-
piwoeapo
Mt de"'
reate
Un
UtoAo mesmo, declarando que, segundo parli-
ctpon o coromandanli; do presidio de Fernando, fo-
ram recolhidos ao Mire do almozarifado daqoelle
presidio os 10:0009001) rs. qae rnuduzo para all o
commandanle do brigae de guerra Ctarente.
Dilo^Ao presidente do consclho adinlnisiralivo,
recommendaodo que promovn a compra dos gneros
e mais objectos mencionados no pedidoque remelle,
assiguado pelo alinoianfe do' presidio de Fernando.
Fizeram-se as necess irias communic.ir;6es.
DitoAo mesmo, approvando a detibcracAo qoe
lumou aquelle consel lo, de comprar a Joio Jos de
Carvallio, :il arrobas c ai libras de ferro da Suecii,
para fornecimenlo de arsenal de guerra.
DitoAo commandanle da eslacAo naval, inlei-
rando-o de haver o irispeclor do arsenal de marinha
ptrtiapado qoe seaciain concluidos os i eqnenjua-
paro de"que neceasilava o hrigue di guerra dtm-
bmribe. ,
DitoAojuir mu icipal da 1." vara, transmitlin-
do par ler o convenoste deslino o auto de vestona
e identidade de pessoa a que se proceden no cadver
Senliores, f caosa que nos rene he um dos I creio qne se as nac.es do conlinenle livessem qoe
aconlecimenlos mais nolaveise maisimporlanlesdos Iesrollter asna estrada, ver-se-hiam paizes que per-
lempos modernos. Quero fallar da tomada de Se-
bastopol. Ik-uin aconlecimento de qae qualquer
Ingle/, tem direito de ufanar-se, de |que, pela sua
parte, os nossos alliados, os Francezes, os Sardos e
os Tarcos lem direilo de ufansr.se, um acunleci-
menlo que deve enclier de alegra o peilo de qual-
quer homem livre que exisla na superficie do globo.
O general russo nolici&u que s entregara aos allia-
dos rninasensMiguculadas, e cerlameute elle quizera
nAo deizar nada mais aos seus inimigos victoriosos.
Mas aiuda que ao relirar-se, tivesse feilo tallar os
fortes e os paioes, posto que livessem destruido ludo
quinto podam queimar na sua retirada, sabemos
que o meio das ruinas ensangueniadas os alliados
encontraran) 4,000 pec,as de artilharia, immeusa
qunnlidade de plvora, de bailas, de bombas e de
muniroes de lodo o genero. 01ue resultara dali
para nos, se nAo que a Russa ligava enorme im-
porlancia iiesto baluarte do sen poder no mar Ne-
gro Para qoe lodos estes malcraos reunidos em
quaiilidades mu superiores ao que exiga a defeza
da prac ? Para que, se nao para abastecer grandes
exercilos e esquadras considera veis'.' Para que, se-
nSo porque a Russia comprehendia qoe Sebastopol
ers a chave de aboboda da sna forja oo Oriente, e
o cenlro donde devi irradiar este poder desuado
a conduzi-la conquista de Constaulinopla, e a per-
turbar os deslinos e o equilibrio da Europa ? Prava
ilu segundo a miiilia opiuiiio, a razUo que tete
o governo de S. M. para dirigir a forji dos nossos
exercilos contra Sebastopol. Domen-, competentes
pretendan) que os alliados deveriam enviar os
seus exercilos para varref os principados, invadir
a Bessarahia e perseguir os Rosaos na sua retirada,
atravez dos dcserlos selvagens da Russia meridio-
nal. Ora, se (ivessemos* obrado dest mneira, o
que leamos alcancado que valesse a lomada de Se-
bastopol? Teamos desbaratado exercilos que oolros
exercilos leriamsubstitaido, e s leriamos adquirido
a posse de vastas planicies qoe nos nAo dariam ga-
ranta alguma para o futuro. ^.
le defeza da soa guarnido; mas. em verdade, nAo
houve assedio inleiramenle, e Sebastopol nao foi de-
fendida pela sua goarnicAo. Urna guarnirlo he urna
for^.a relativamente pouco consirieravil qoe, encer-
rada em urna fortaleza, sedefende con ira un exer-
cilo superior em numero. Um assedio he urna ope-
raco de ums forra superior cercando urpa praja
nleira, corlando as' respectivas communicacOes. fa-
zendo brechas e depois se inlrnduzindo por meio Ha
forja na cidade. Nao foi islo o que se fez na Cri-
mea. Os exercilos alliados de Franja e ile Ingla-
terra, coadjurados primeiramente pelos Turcos e
depois pelos valertes Piomonlezet^f^ie ua|mss
sa digna de admirarAo pela sua dnHEl^ habilida-
dee valenta) (em durante doze lon/m maces, digo
longot, porque foram fecundos em aconlecimenlos,
nAo cerrado e atacado urna suarnijao, mas lutado
contra todas as forras militares do imperio tusso
Temo* combatido m Crima lodwr ot" recoi
vasto imperio, qoe possoe organizado om cxercilo,
que avalia em um milhAo de hoineus. e qoe pode,
mos calcular m 800,000 soldados.' Pois bem esta
DAS DA SEMANA.'
J7 Segunda. S. Florianom, S. Calanico m.
18 Terca. S. Esperidio b ; Theolimo m.
19 Quarta. S. Daro m. ;S. Fausta.
20 Quinta. S. Liberato m.; S. Rajulo m.
21 Sexta. S. Thom ap. ; S. Themisiodes m.
22 Sabbado. S. Honorato m. ; S. Floro m.
23 Domingo. 4. do Advento. S. Servulo, advo-
gado contra a paralisia ; S. Midonio m.
manecem em urna neulralidade sem gloria, reunir-
se nossa allianja e fazer honra a si proprios e a
nossa causa.
Com elfeilo, senliores, toda a guerra lio orna cala-
midade, mas a guerra actual lem feilo senlir o*
seos males em u nosso paiz, tAo pouco qoanto era
possivel. O inimigo teve seus arsenaes e o Bltico
entregue as cliammas. Vio esta grande esqfladra de
30 uios, para qual lulia de alguma sorle compro-
meltido as suas rendas, arrolado equ-pagens, encer-
radas ignominiosamente em seus porlos, sem alre-
ver-sea alTroutar as esquadras alliadas, que, se
eram superiores s suas, por muilos elementos que
asseauram a victoria, nAo Mies foram nunca supe-
riores em numero. Vio a sua esquadra fallar-lhe
quando llie davi servir ; vio o sen commercio blo-
queado no Bltico. No Mar Negro, vio esta esqua-
dra cujo paYIiAo trmula va Iriumphanteraente sobre
as aguas do Euxinio, e coja mais gloriosa proeza fu-
ra a barbara matanja de Sinope ; vio-a, nao redu.
zida em urna batalhn, nao cedendo, depois de urna
lula heroica, contra uriii for^a superior, mas mo-
lida a pique pelo seo proprio chefe, deixando os
seos maslros com as ponas fura d'agoa, como um
testemunho da -ui vergonha. Vimos este grande ara
seal de que a Russia lano se ufanava, de qoe qual-
quer eslrangeiro era excluido, em que om s Ingle
tinha penetrado sob um desfarce e escondido em
urna carreta de ferro, entregue ao inimigo, depois
de ler sido de balde defendido duranle doze mezes.
Com efleito temos so (Trido com esla guerra, mas as
chammasque abrazavam os arsenaos russos, s ar-
dern) enlre mis para aceder fogos de alegra '.' O
canhAo s echoooem ea nossas cidades para saudar
os nossos Iriumphos.
a Assim espero e coeto que a causa que temos
(ambem defendido e qoe he lAo digna de se>lst. Ir-
umpbar al o fim como uo cornejo, pois qa,p*sso
dize-lo, nunca se vio amaee campenha coroeda de
semcllnnles respllados. OlereceoMs ao mundo mu
dos mais bellos espectculos que llie pouam ur offe
recidos. As duae'ssjaiores najo i o, rli-
2o-o sem vaidadeewr tu sera c iieam
frente de ludo quanjdfl r apre-
senlam ao muodo^H o de don-
grandes povos, entrega aotigos
odios, e unindo-sa para ui encraso e d--
inlerescon.
quisia lerrilori.il oo de ot l|oer especie, fi-
zcodo sacrilicios, nAo por va de phr.i-f. sonoras,
mas por altas razoes poliUess. Semelhanle lllianja
he sem precedeules na historia. Os exercilos das
duas najoes, ejoe lioham aprendido a avaliar-sc so-
bre o campo de balalha, lem hoje leudado par a par,
e, apreciando-se reciprocamente, lem visto o seu
respeilo maluo Iransformar-se em urna entliusiasla
admirajAo.
a Nao cnnvem posijao que tenho a honra de oc-
joesque por ahi se fazem.
Os religiosos de Santo Antonio recusaran)
os seos assentos. Dizia o advogado que nem sem-
d.ir i pre lem as cansas a celeridade que elle desejara,
qu.irlel no de pr[meira linha, qoe lodavi para elle A ser mas que nAo dependa delle remover esses embara-
carrem com o seu conliogenle para a salvaran pu-1 lo da exigencia, que se Ihe fez, a relajan das causas | $lo, becco do Noronha, dito da ra do Vigario, dilo
Mica sorge om deploravel succeis*que na [desla cmara, e do seu estado, a qual (disse Ihe fo-Ido Borzos, ra do Fogo, travessa do Carme,'bec-
particularisaremos para n5o dar echo .4 recrimina- ra fnrnecida pelo solicitador, e eslava conforme com co da Bomba, paleo do Carmu, ra de Sania There-
za, das Flores, do Cano, da Cambo* do armo, das
TrinehHras, das l.arangeiras, larga do Rosario, es-
(reita do dilo, do Queimido. do Collegio, paleo do
dito, da Crespo, do Cabagu, travessa do Rosario,
paleo da Matriz, ra Nova, do Sol, das Cruzes, da
Cadeia. Roda, S. Francisco, Florentina, do Senhor
Bom tsat das Crisulas, de Sanio Amaro, dos
Ouarleis, do Calaboujo, largo do Paraizo,|rua Bella,
travessa da Matriz, ra do Rangel, travessa do Ar-
senal, i ua da Praia, becco do Virginio, do Carce-
reiro, do Serigado, ra Direila, dita do Livramento.
paleo (e S. Pedro, dilo da Peona, largo da Hibeira,
ra de Sania Rila, de S. Jos, do Nogoeira, de
Santa Cecilia, das Caljadas, dos Pescadores, dos
Copiares, do Padre Floriano, do Forte, das Cinco
Puntas Augusta, dos Marlvrios,. do Caldeireiro,
de lorias, das Aguas-Verdes, travessa do Dique,
dos Marlvrios, do Marisco,da ViracAo, do Poclnho,
ra do Sebo, do Cotovello, -largo da Saufa Cruz,
de S. Concalo, Coelhos, roa dos Prazeres, do Jas-
nnm, da Gloria, da Mangueira, da Alegra, Vellia,
Punle-Velha, ra da Matriz, praja da Boa-Vista,
ra do AragAo, da ConceijSo, da Ro;ario, dos Pi-
res, do Hospicio, do CamarAo, becco do Ferreiro,
aterro la B-ia-Vtsla, Caes da ponte.
Essas roas sSo limpas ordinariameote doase mais
vezes ein cada semana, eo numero de narraras de
lixo. que se lira as qualro fregoezias talvez exce-
dade 130 por semana.
Continua-sea fazer osalerramenlosnasroasdo Ale-
rnm,d')Oaro, eextremidadedaruade Sanio Amaro,
que se achavam alagadas, como j live a honra d
participar V. Eie, e com cerca de Ires palmo d
profundidade, cojos alagadicos immundosexhalavam1
transferidas, em razao das boas accommodajes.
que olTerece o edificio, eque hem lebslitoem o quar.
le destinado para o hospital.
I'recot dosgenwoi na prora da Paralaba em l de
dezembro de 185.
Algodao 5&000, OiOO.
Assiicar broto a 2910(1 por arroba.
Couros a 69200 por dila.
Entraram desde t a 7 do corren fe 1,36b accs de
algodao, nao entrando neste numero as do Rio
tiran le do Norte ; e se venden nos das 10 a .V^iDO,
em II e 1-2 000, em 1:1 a :^:MKi, em U a .'loo.
(Commercial Parahibano )
ERRATA.
No arligo^Intcrior publicado honlem em lugar
de Maceici 9 de oovembro, leia-se Macei 9 de de-
zembro.
PERXAMCO.
con
flE GARANHl S.
edeeemhro.
Consla poranHUpUmes hoje recebdasde Aguas-
Bellas, termo cntWcomarca, qoe alguns rasos de
molestia que se desenvolver ltimamente em IMo
de Assurar (Alagoas) lem aili apparecido, aflirman-
do al ressoas fidedignas que alguns cargueiros viu-
dos do rio de San Francisco l eslAo afl'eclados do
mal, tendo um fallecido dentro de 21 horas, com
vmitos e profundo resfriamenlo em todo corpo :
he para lamentar que o cadver desse infeliz fosse
sepultado sem as necessarias cautelas e prevenres
que a prudencia arunselha, na matriz d> freguezia
de Aguas Bellas e em oceasio em que se achava reu-
nido o collegio eleitoral! Estaremos em breve la-
teado com os horrores da epidemia ? Se isso aconte-
cer un,uno-nos lodos como orna s individonlidade
para debellar o nimlso cominum, sejam unisonas
todas as nossas aspirardes, tenham um s estimulo
todos os nossos esforrus, seja emlitn a devisa de lo-
dos a car ulule...
E sb lo generosos auipicios curveinu-nos e im-
ploremos a' Divina Clemencia a cessajao do mal.
O governo qoe nos auxilie.
Remelto-lhe o resultado da el.-ijAo no collegio de
Aguas-Bellas para depulados provincites.
' (Carla particular.)
COLLEGIO DE AUUAS-BELLAS.
Os Srs. Votos.
Dr. Antonio dos Santos de Siqueira Cavalcauli 41
BarAo de Camaragibe
Dr. Joaquim Pires Machado Portella
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Dr. Francisco Carlos Brandao '
Dr. Julio Barbosa de Vaspoocellos
Dr. Adolpho de Barros Cavalcanli de Lncerda
Padre Leonardo Aniones Meira Henriques
do sentenciado de josca Jo3o Ignacio Ferreira, qu ij*ri1us' lod inteira se mova livremenle, era
falleteu no presidio Je Fernando.
DiloAo Uiesoureiro das loteras, para fazer cor-
rer ama das lolenas concedidas aos collegiot de or-
pbJus e orphflas desla provincia.
PortarlaMomeando, de conformidsde com e 'pro-
poata do almojarife to arsenal degiterra, a l.odgero
de Paule Meira Lima, pera, guarda da plvora naci-
onal a cargo do mesmo almoxarife.Flzeram-ses
necessarias commonicajfles.
DitaO presidente da provincia, allendendo ao
qoe Ihe requereu o padre Francisco Xavier Das de
Alboquerqoe, eapellao e procurador do reeelhimen-
lo do 8S. Corajlo de Jess da villa de Iguarassii,
recomnawda as autoridades locaes que nao ponham
impediaWBlo algum a condcelo de 18 duzias de tn-
beac de cedro que o aupplicanle tem de mandar vir
da provincia das Alajmai, liara as obras do mesmo
recolhimenlo, lendo porem todo o cuidado para que
se nao commellam abusos em semellianle conducjAo.
Fizeram-se,as necessarias commuoicajou.
. COMMAVDO DaS ABMaS.
Ovarte) ceaieral de commanda daa arma, da
aPos-iawIme' bu cidade do Reelfe I 7 de
dezatabro a 1856.
OBDEM DO DIA N. 109.
o o marechal de c, mpo commandanle das armas,
para sciencia da guarnj.Ao e devido'eOeilo, d* pn
lilictdade an aviso circular do ministerio dos nego-
cos da guerra, que abaixo se Iraostreve, o qual Ihe
foi por copia transmitido pela presidencia, com ofli-
ci datado de 7 do correle.
Circular.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra m 15 de oovembro de 1855,Illm. e Exm.
S'.S. M. o Imperador houve por bem, por sua
immediata imperial resolujo de 31 de oulubro
ultimo determinar, que para boa ordem e regulari-
dad? do seivijo militar, os individuos, a qoem pos-
irovellar na disposijes da provisao de 7 de
dezembro de 1St5, reqoeirajssSS-ao governo impe-
rial na forma das ordena eslahMtcidas, afim de que,
precedendo consulta do consellio supremo militar,
, o me- jsnslo senhor possa eolver, como for
da Jiislija.flreando por coosequeucia prohibido a
qualquer attaridadi militar fazer pplicac3o do
precello da Mencionada proviAo. quaudo assim lh
seja reouendo por al^um praja do exercilo que
eslea 06 seutomaiando. O que ludo communico
a V. Exe. para sua inlelligenna e etecucAo.
Deoe guarde a V. ExcMrquez de'cxiat.
Sr. jiresidente da provincia de Peruambuco.
/ase Joaquim Coell.o.
CITERIOR.
LOBD PALMIiKSTON EM KOMESEY.
Os habitantes de Uoinesej, no Ilsmpshire, apre-
sentiram a lord Palmerslon urna r.iensagem de fe-
licilaroes pof, occasiS da temada de Sebastopol. O
obre lord foi acolhido eeitf'-muilo enlhusiaimo, e
prenunciou o disearsd segeinte :
copar fallar-vos de medidas futuras; mas creio po-
der dizer-vos que, veodo a varonil attitudo desle
?? Ws^MlLI lilil 1 ^Wfa*,^
AcmlCIIIICO
cellos
eoii-eqienria da neulralidade das potencias limilro-
phos, desde o Bltico al o Euxinio. A Rossa nSo
tinha nada qoe temer nem da Austria nem da Prui-
sia. Tinha liberdade u> enviar os seus exercilos i
Crimea, para nos precipitar, assim como- se gshava
no mar. Nada a impeda qoe rnviasse exercilos so-
bre exercilos; a 'guarnijao da Polonia e a de
Petersburgo, cada homem disponivel, cada novo
erla, e reparar constantemente as suas perdas.
lano nao foi om assedio que sostenamos, nao
ama guurnijAo que vencemos; temos combatido
Crimea lodos os recursos militares da Russia,
Irincheirados por Iraz de ama posijo fortificada pe-
la naloreza e poi ledas as forjas da arte e do tlenle.
Durante doze mezes, nos quaes as tropas alliadas
pralicaram actos de herosmo qoe viverAo por moi-
lo lempo na memoria do mundo para a gloria in-
mortal das doas najoes, combalemos loda a forja
militar da Rossia ; o premio desla lula era Sebas-
topol, ecste premio mis o conquistamos'.
He esle um grande aconlecimenlos Por fim i
crensa da invencibilidade da Russia sobre o seu pro-
prio solo, porque, nao vos esquejaes, ao passo que
raziamos a guerra em distancia de :i,0 dos nossos
limites, o no-so eiereiloeslava mais approzimado
dos sem depsitos e dos seas armazeus, do que o
exercito russo sobre o seu territorio. Com elTeito,
baslam (res semanas para transportar as nossas ma-
nijos de Partsmouth Balaklav, .10 passo que as
provisoes (MHtussos tem que alravessar em peque-
as earrojsWasto deserlos, e as suas Iropas clie-
gam cansadas pelas marchas enormes atravez das
suas immensas sleppcs.
ir Adquirimos urna grande e importante vauta-
gem. NSo a ganhamos sem perdas dolorosas ; mas
aquelles que liversm de lamentar prenles ou ami-
gos cabidos, tem ao menos a salisfajAu de recordar-
*e que eles homeos perecern) como hroes, e qne
a lembranja delles vivir por muilo lempo na me-
moria dos seus compatriotas.
i Coslumam dizer que he a manir de todas as
calamidades. Com effeiio, a guerra he um grande
flascllo ; porem ha males mais lerriveis, sao aquel-
les que rosullam da ambijAo demorada, da violen-
cia Iriumphanle, do abaso da forja e do despotis-
m. De lodos os lempos, em todos os paizes, as
najoes que possuiram as qualdades que elevam a
natureza hnmana, sentirn) qae estes males eram
maiores do que a guerra, e se preparam para alTron-
Jar lodos os desastres, do que soiitnetler-se a estas
calamidades que indico. () povo ieglez he destes,
o povo francez, nosso nobr. amigo, he como nos, e
ado oo"snveriio para ludo quanto se refere .1 guer-
ra, a boa f e a constancia do nosso grande alliado
o imperador dos Francezes, a sympalhia qoe a nossa
caosa encentra enlre lodos os povoslivres do mon-
do, a al enlre aquelles cujos governos se deiiam
desvairar em otUro eaminho ; em fim, vendo a jos-:
lija da nossa cansa, podemos contar com urna solu-
jao que collocar.i as liherdades da Europa e os in-
leresses permanentes dos paizes alliados, era bases
seguras, eslaveis e duradouras. i)
O nsjbre lord termina agradecendo o acolhimenlo
ae Ihe foi feilo assjgtoamo a lady Palmerslon, e a
oniao levanloosil sis de Irez salvas de hra-
{Courrier de L'Hurope.)
FCIiHETia
S HIJOS DA FORTCNA.
Por Paulo Fetal.
CAPITULO r
O Cav.Uo Br.noo.
O Loire magestoso e lento corrin debaiio da ne-
eoa, da qual viam-e sabir enormes velas qoadra-
das, que poreclam camfnhar mpellidaspur forja iu-
viaivel atravez das seeras e das amores. Era om dos
bellos campo* que .ntrneccn a margem do rei de
nossos ros como par acclainar-lhe o curso irium-
phanle e render-lhu graras pela sua riqueza feliz.
O campanario de Trevs sohresaliia as macieiras
frondosas, bem como as tilias que adornavam ou-
U'era nossos jardins. Comquanlo o mez de junho (1-
vesse apenas lerminido, essas macieiras nao linham
saai* folhas verdes. 4 daixavam ver o musgo ciexen-
to de sua casca, esgotadas como esta vam debaito do
peso dos frueto'. Por accrescimo a vide meltia seus
rebenlos vigorosos entre os ramos, e lancava sobre
OS galbos curvados as longas gritjaldas de sua folba-
gem, assim como as mallas virgens do Novo-Mun-
do as plantas Irepade.iras enlajan) os troncos velhos
das palmeiras.
O sol assomra ns collinat qoe rodeiam Saomur ;
os balsos da msrgetn esquerda eslavam ainda afo-
gados na nevoa. e os algaeiros de folhas brancaj a-
penas moslravam os cimos. Quera visse esa esleir
cinzenla e uniforme qoe eslendia-s- sobre a plani-
cie, leria podido rrer qae o rio, repentinamente
cheio, sahtra de sea leito, o cobria oolra vez o
campo.
Pois o Loire impe moilas vezes ios habitante* de
suas margena um Iributo lamenlavcl. Ora corre tran-
quillo enlre rihanceiras floridas, mostrando aqu e
all o ouro do soas areas. e rcflecliodo o risonho
aznl do reo, ora ira-se, assoma-se e lanja-se furio-
samente sobre as margena assustadas.
EnWo, adeos alegres esperanjas de eolheli!a
searas lAo bellas, o centeio barbudo, o Irigo ja lou-
ro, o lindo da altura de um homem, que ao calor
do meio dia encliia o ar de perfumes agrestes e se-
veros, ns belerrabas gigantescas e os prados fecun-
dos onde a aveia quasi madura entregava seos ale-
gre cacho* aos afagos da brisa, ludo he derribado e
perdido. O valle do Loire, ene paraso, (ka sendo
um mar; i\ agua lodosa eslende-se por toda a parte
como urna morlalha.
E quando ol.oire relira-se enfadado, nada,torna
a levantar-se ; a orgia do rio nao perdoa. Searis e
flores (icam sepultadas debaiso do barro arenoso at
que .1 charro* rasgando a morlalha, e tornando a
expor aos raios do sol essa Ierra de fertilidade in-
comparavel, laz brotar em poucas semanas outras
searas mais ricas e oulras flores mais brilhantes.
Enlre Saumur e Treves direila das maltas de
I ud'uauv. pasta urna estrada guarnecida de salgue-
los e saissos. qae em amigamente o eaminho de
lleaupreau. Ao norte do Loire fica a estrada de fer-
ro de Aogersa Tours. Ao sol eleva-se no meio da
planicie um oileirinlio alcanlilado pela mAo do ho-
rnera. Ncsse plano perpendicular foram cavadas al-
gumas dessas casas subterrneas qae encoalram-se
nos campos de Anjou e de Tours : sao verdadeiras
caverna qoe (em a rhamine renle com o chao, e
cojos habitantes iroglodylas colhem trigo on batatas
inmediatamente cima de sua alcova.
A' direila do oileirinb, estendla-se em linha rla
um ra de olmo*, e suba depois urna graciosa col-
tina robera de bosques magnficos.
Todos aquelles que lem viajado por esse logar, on-
de a riqueza das culturas exclue quasi sempre da
paizagem o imprsislo e a variedade, hio contem-
'* 1TERI0R.
PARAHIBA
14 de dezembro.
O estado sanitario desla capital he muito favora
vel e da mesma sorle partilha loda a provincia.
Avirgem das Neves vela por esta Ierra de sua pro-
leern, eremos que o (lagcllo cholera-morbus se nao
ostentar lAo destruidor enlre nos, -romo n'ootras
partes, se Ihe approuver visitir-nos. A nossa situa-
j.ao topographi.ca nao Ihe obstara o passo, mas o es-
pirito resignado dos catholico* devotos da virgemdas
Neves he o mais formidavel alhlela eom que lera
de lutar. Alm da limpeza que ha na manir parle
das ras e casas desla cidade, alm-de ludo n mais
que se havia feilo, nada importa tanto como algomas
das providencias dadas ha das pelo governo da pro-
vincia.
Registraremos o que chegou ao nosso conhecimen-
to, e nisso adduziremos urna exuberante prava do
que acuna avanjamos. Isto he, louvores sejam da-
dos sempre nlercessor nossa, peta inspirada soli-
cilude que (levemos alguns actos administrati-
vos,
Eslao definitivamente escolhidos para hospilaes de
choleTicos na cidade alta o pavimento terreo da
ordem tercelra do Carino ou caaa da Orajao ; o 00
Varadouro o quarlel de primeira linha. Trala-se de
escolhcr casas para mais doas eofermarias, urna no
Bom Jess e oulra mais oo Varadooro. Pediram-se
mdicos e ambulancias a, Pernambuco, Baha e Rio
de Janeiro, e assim lambem algumas irmaas de ca-
ridade.
Mandou-se fazer 80 camas, colxoes e travesseiros;
320 lenjes, 240 camisas, 8redes para cundncjilo, c
carros para o servicodo cernlerio.
Achara-se nomeadas commisses de soccorros do-
miciliarios ou de benificencia.
Tranquillisam-oos estas, medidas e devenios con-
fiar ronito nos seus bous resultados caso vr.nham
servir.
Nao pira aqu o zelo pelo bem publico que o Exm.
administrador da provincia tem desenvolvido.
Ojury e casa da cmara ser d'era em vante na
casa da assembla provincial, paaCidar lugar a urna
enfermara para os presos da catpl ; e lie jnslo que
onde asociedade moralisa-se, panJjfko os crimes do
homem desvairado, vele no excrafK da caridade
christaa, pelos filhos do Cruxificado.
No meio de ludo isto, quando todos i porfa con-
. J)r. Francis
^ Vr. Av.^usl
piado com prazer essas grandes florestas, que rom-
pendo emlim a uniformidade fatigadora, dezenham
no horisonts seus nohre* perfis. Todos sabem que
airas desgas arvores occullam-se todas as grajas do
luxo, tintos os esplendores da opulencia ; sabem qoe
itii ha um dos caslellos hospitaleros e cheios de
lembranjas, que sao como jolas da corda real de
Loire.
Enlre a avenida e a anliga estrada de Beaupreau
a uBs c'em patsos das habilnjes cavadas no tafo,
elevava-se urna raziha de bom eslylo de Anjou
eom alto ledo de ardozia cinzenla, e ama fachada
onde a vide Irarava caprichosos feslOes ; ahaixo da
vide duas roseiras grandes em taladas guarneciam a
porta, e para entrar era a gente obrigada a aflastar
os ramalheles de rosas.
Um bom vergel estenda-se a oeste; ao norte flea-
va urna campia apsulada, no fim da qual, airas de
ama cortina de alamos da Italia, pussava a estrada
de ferro. Essa casa era urna hospedara, e Dos sa-
be qae o velhn Morn, seu proprietnro, nilo linha
motivos para bem-dizer a iuvenrAo do vapor.
Aotigameule a hospedara do ('.avallo Rrancn era
ama pausada necessaria a qusnlos iam de TofTuaux
a 1 rev- ; mas agora ama aldeia nova cranosla de
casas chalas e brancas, que parecem brotar da Ierra
ao hlito abrazador das locomotivas, fura edificada
do outro lado do railway. Nossa aldeia havia natu-
ralmente urna 00 duas hospedaras ; Morn eslava
reduzido a eoltivarseu vergel, e quando ouvia pas-
sar o comboy airas dos choupos dava suspiros maio-
res do qne os da machina.
Era no mez de jnlho de 1817, as portas ejanellas
da pequea hospedarla eslavam aiuda fechadas,
comqoanto o sol nascendoafagasse j as folhas rni-
cas das duas roseiras e da vide ; o campo eslava so-
litario e animado smente pelo vi.oiios passarinhos
qae fugiam ao rumor dos ttagons.
A porta de ama das casas cavadas no tufo abri-
se e deixou pasear om canto matinal. Um rapaz de
Dr. Dellino Aususto Cavalcauli de Albuqucrquc 38
Inspector Jua Pedro da Silva
asor Carneiro Bezerra Cavalcauli
BBnTnorgador Jeronv mo Martiniaae igucira
de Mello
Conego Joaquim Pinto de Campos
Major Pioreocio Jos Carneiro Mnnleiro
Dr. Manoel Francisco de Paula Cavalcanli de
Albuquerque
ida itu'ba Basto ^
os Leandro de Godov e Vs.
Dr. Silvino Cavalcanli u> Albuquerque
Dr. Francisco de Paula Baplista
Dr. Ignacio Joaqun) de Souza l.eao
Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella
Dr. Rodrigo Castor de Albuquerque Maranhau
Ur. Manoel Jnaqnim Carneiro da Cuoha
Dr. Angosto Frederico de Oliveira
Dr. Antonio Coelho'de S e Albuquerque
Dr. Abilio Jase- lavares da Silva
Dr. Domingos de Souza LeAo
Dr. Antonio l.uiz CavalcaotlH^Klbuqoerque
Dr. Manoel Clemenlino Carneiro da Cuoha *
Dr. Francisco Raphael de MelIoRego
Dr. l.uiz Filippe de Souza l.eao
Dr. Jos Mara Freir Gameiro
Tenenle-coronel Antonio Gomes Leal *
Dr. Antonio Epaminondas de Mello
Dr. Theodoro Machado Freir Pereira da Siha
Dr. Pedro Gaudiano de Ralis e Silva
Padre Francisco Peiioto Duarle
Dr. J0A0 Hircano Alves Maciel
Dr. Francisco Xavier Pees Brrelo
Dr. Manoel de Albuquerque MUiado
"'rancisro Joao Carneiro da Cunlia
slo de Souza LeAo
Dr. Francisco Gomes Velloso de Albuquerque
Lint 15
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho U
Tenenle-coronel Jo3o Valeulim Vilella ^^ 12
Padre Marjal Lopes de Siqueira 12
11
II
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H
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2
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1
1
Dr. Caelano Xavier Pereira de Brito
Major Jos Joaquim do Reg Barros
Padre Vicente Ferreira de Siqueira VarejAo
Tenenle-coronel Antonio Carneiro Machado
Ros
Dr. Cosme de S Pereira
Dr. Manoel de Barros Wanderlev Lins
Vigario Antonio Francisco l.onjB k. Guima-
Dr. Ignacio de Barros Brrelo
Dr. Aleixo
Dr. Francisco Paes
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pind
S. Caelano Eslellila Cavalcauli Baasoa
. Wanderley
Dr. Miguel Filippe de Souza
_* \
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE,
SESSA' EXTRAORDINARIA DE 22 DE NO-
VEMBRO DE 1855.
Presidencia do Sr. BarUo de Capibaribe.
Prsenles os Srs. Reg e Albuquerque, Reg,
Oliveira, Gameiro, e Mello.Abrio-se a sestao, e
foi lida e approvada a acia da antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE
Um officio do Exm. presidente da provincia, ap-
provando a arrematajao frita por Jos Machado de
Mello, dos alugueeis da casa da ra da Florentina
pertenecido ao patrimonio municipal. Inleirark.
Oulro, do Dr. chefe de polica, remetiendo urna
relajan ilos cocheiros multados pelo, subdelegado
desla freguezia, por nfraejao de postaras e regula-
menio policial de 2 de agosto ollimo,Da imaorlan-
cia de 170. Quo fosse trausmetlida ao procundor
para o fim conveniente.
Oulro do advogado, remetiendo em c
jos, apezar de ser solicito em recommendar io sol-
icitador a diligencia possivel. Referia-se a um
oflicio do solicitador, ein que ponderava este a difli-
culdade de se fazer effecliva a cobranja das mullas
por falla de meios, que leen) ns multados para sn|-
ve-las, resultando dahi que nao poucas vezes a mu-
cipalid ule faz as despezas do pruressa, e vem a
perde la* igualmenle com a molla, o acerescenlava
que seria conveuicnle que anles de Ihe seren envia-
dos os termos de multas, os liscaes informasem
acerca da possibilidade de seren cobradas as mul-
tas, aftm dec evilarem as despezas do processo.
Finalmente dizia que raras sao as mullas que se ar-
recadam, das impostas aos jurados, porque os mul-
tados sempre apreseniam escusa, de qoe alias nao
fazem menjo os termos, que sao enviados pelo ee-
crivao do jury, os qu es por isso em vez de renda,
sao um onus para%a municipalidade que paga as
custas.e que lendo elle reclamado contra eslaomissao
do escrivo, nos processos, em qae se apreseniam
absolvijOes anteriores data do termo, que he en-
viado a cmara, nada tem consegoido, parecen do-
Ihe conveniente qoe a cmara representasse contra
esse aboso aos respectivos juizes de direito. Re-
solveu-se que se fizesse o que propon o advogado.
Oalro do mesmo, devolvemlo 2fi termos de mul-
tas, para, pelos fiscaes respectivos serem nelles in-
dicadas as leslemunhas, que (em de depor no pro-
cesso, visto serem indispensaveis, e nao poder o ad-
vogado, nem o solicitador, saber que pessoas assisti-
ram a imposijao di mulla,parecendoco'nvenienteque
se recominende aos liscaes que nao deitem de men-
cionar leitemunhas nos lermos, afim de que nao ji-
quera utililisados. Mamlou-se voltar os lermos
aos fiscaes para o fim eiposto, fazendo-lhes a recom-
mendajao do advogado.
Oulro do procurador, apresentando os batneos
da receita e despeza municipal, dos' mezes de oulu-
bro e novembro desle anuo. CommissAo de po-
lica.
Outro do mesmo, remetiendo \ ledras para se-
rem reclhidas ao cofre, provenenlos da arremala-
cao dos aleguis da casa da ruada Florentina.
Que se recelhessem.jss
Oulro do Ifiscal de Santo Antonio, participando,
que o empellauicnlo da ra do Kangcl e do Livra-
mento lem algumas pedrassolas, e o da ra Nov
principiando logo da ponte, aprsenla algumas rui
as, precisandu um e oalro de reparos. Aulori-
sou-se ao fiscal a mandar proceder aos reparos.
Oulro do mesmo, informando sobre o .estado da
cavallarija de Jos Maiia Bprges, na ra das Flores,
indicando os melhoramenlos que ella ltimamente
recebeu. Concedeu-se a licenja para permanecer
o estabelecmenlo, guardadas as posloras respecti-
vas.
Oulro do mesmo, informando contra a preleojAo
de Francisco Pereira da Silva Sanios, que pedio li-
cenja para levantar telheiro uos fundos de sua c.isa
oa travessa da Concordia. Deoegou-se a licenja
por inferir-seda informajAo do fiscal que semcili.in-
te preleojAo era abusiva.
Oulro do enseuheiro cordeador, remetiendo o or-
jainenlo da ronslrucjao de urna ponte ou trapiche
de despejos, no terreno reservado para serventa
publica, na ra da pnrnsde Sania Rita.no valor de
1)160600. A' commissaoJeiedificajao.
Oulro do administrador no cemilerio remetiendo
os ensaios eslalisticos Sas pessoas sepultadas 110 ce-
milerio do primeira de marj.o ao ultimo de oulubro
desle anno, conforme Ihe foi requisitado, Intei
Ootro-do admlsHilraUor da companhia encarroga
do da limpeza da cidade. commonicando o fado de
ler cabido a pipa de irrigajAoo, na oica-iJo em qae
se ia praticar pela primeira vez esle servijo, assim
"ado concertar para de novo tenia-
responder que mandasse fazer
pria para ate lim, forte e duravel.
mesmo, litado parte dos trabadlos
do mez findo ao primeira do cor-
IJJWiTpablicassero.
Oulra do fiscal do Pojo, representando sobre a
necessillade de permanecer, durante o dia. na praja
de farinha e legumes da povoajAo da Casa F'orle,
um soldado do corpo de polica, do destacamento
all existente, afim de prevenir os abusos e manter
a ordem, enlre os vendedores e compradores ; e
pedindo qoe para islo houvesse a cmara de se di-
rigir ao chefe de polica. Assim se resolveu.
Foram approvados 2 pareceres da coromissAo de
edilicajAo : um nao se oppondo a pretenjAo de
Franca & Irmao, que reqoereram ao governo da
provincia aforamenlode um terreno de marinha
alagailo, nos fundos de seu estabelecmenlo de dis-
tilar alcool na ra da praia de Sania Rila; eeetro
opinando quo se devia fazer o eiirochamenlai"oi;a-
do pelo engenheiro cordeador, em 402), para segu-
ra nja e conservarn do alerramento do terreno ao
snl dolhealro de Santa Isabel.Quanto a este ul-
timo, resolveu a cmara que o procurador se enlcn-
desse com o arrematante da obra, para se encarre-
gardo fazimento do enrnchament.Foi lambem
apprnvado um parecer da eummissau de polica, jul-
g.inilo nos termos de seren pasas aselespetas, que
le/, o solicitador, na importancia de 389JJI70, com
1|S causasjudiciaes da cmara, no corenle anuo.
Mandou7-e remelter 11 coinmissAo de polica urna
jeticAo de Manoel da Cosa MaogericAo, pedindo
Ter nomeado conservador do cal jmenlo desla cida-
de. Despacharam-se as peln;oes de Antonio Ber-
nardo Quinteiro, Antonio JosSj Coelho do Rosario,
da' direrjAo da companhia Pernambucana, Antenio
Jos de l'inlio, Antonio Martins Gonjalves, Antonio
I ernandes Velloso, Caelano Pereira de Carvalho,
David W. Bowman, Francisco de Barros Corris,
bacharel Francisco de Assis de Oliveira Maciel,
Francisco da Silva Guimaries, Francisco Pereira
da Silva Santos, Joaquim Teiseira, Jos Antonio de
Araujo, Dr. Jos Joaquim de Moraes Sirmenlo,
Joaquim Francisco de Paula Esleves Clemente, Jo-
s de Alraeida Lima, Jos Adelo da Silva, Jos
Francisco lavares, Joaquim Maroho Cavalcanli de
Albuquerque, Jos Ignacio Pimenlel, Joaquim Piu-
lo, l.uiz Jos Nunes de Castro, Manoel Jos de Bri-
to Barreiros, D. Mara l'neodora da Assompjao e
levanlou-sea sestao.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a escrevi.
Bartu de Capibaribe, presidente.Reg e Alba-
qurrqttGameiroOlivtbrallegoMello.
Illm. e Exm. Sr.Tenboahoura de passar smaos
de V. Exc. o prajhpte relalorio, em que eiponho a
conliiiuajao do saWlco da.iceio das ras d'esta cida-
de, fe sob uiinhs direcjAo do dia jijIe novembro
lindo ao 1' docorrenle.
Foram iimoas as rustro
31
33
32
39
:\l
39
l
W
29
33
24
94
21
2:1
21
22
18
17
17
1I
1(
Ib
18
li
vinle anuos saHio sem ler o cuidado de tej
la, e desceu a rampa ; uo fim de alga'nr
appareceu na nevoa ; mas eualquer terit*t>edido se-
guir-lhe o eaminho pelas mas alegres de'ana can-
jao. No mesmo instante passos pesados sosram sor-
damenle sobre a relva da avenida.
Ere nm homem de idade mediana, vestido de li-
br velha e caljado de soceos, que vinha do lado das
maltas, cujas sombras deviam occullar om castalio.
Oavindo a voz do cantor, parou para escular, e de-
pois raiirmurou eraquanlo sua physionomia sombra
tomava urna etpressao de mo humor :
Oh! oh! o amor levaola-se cedo.....heaquel-
le demonio de Pedro Tassel que gorgeia j em tor-
no da hospedarla Coilado endefluxa-se dehalde
na nevoa.... Aulonina be rapariga de juizo, e seu
pai sabe que elle nada possue -
Dizendo islo, u nosso homem lanjou om olhir sa-
tisfeilo as janellas da hospedara, que eslavam lodarf
fechadas ; mas seu Iriumpho nao foi de longa dura-
cao. O semblante joven e flanco de Pedro Tassel
sabio da nevoa c appareceu enlre os salgueiros; el-
le saltn ligeramente a sebe do espinhos que cerra-
va o vergel do velho Moriu, e correo por baixo das
macieiras laucando ao ventu ama ultima e forte
nota.
JJma daejanellas anlre-abrio-se ,- o homem da ve-
lha libr, occolln atrs de um tronco de arvore, o-
Ihava allenlrunente e nao ra mais.
Pedro Tassel, qne eslava ainda a cincoenla passos
da casa, levou a mo aos labios e envi um beijo
janella enlre-aherla. Immedialameate esta g> re-
sobre os gonzos, c o sol illuniinou o semblante riso-
nho de Anlonina Morin.
Aulonina linha dezesete annos, face* rosada*, 0-
Ihos radisnles, bocea mimosa e cabellos negro* so-
bre urna fronte a qoe o ar livre dos campos dava
orna cor viva e robusta. Centava heme daneava ain-
da melhor. As filhasda parricida de Treves (em urna
repntajjlo de belleza, que vai at Saumar e mesmo
m.10 clisiro, e eram verdadeiras focos de infeccAo,
mas hoje pomo assegurar que. apezar de nAo se "ttrJ
ainda podido ultimar e quenciii dasdifiieuldades que me lem sido uecessario
superar ; todava distingue-se mui hem u grande
Irabalho jiexeculado, do qual me parece se poder
ohler bons resollados.
Aaseguro tambera a V. Exc. que continuo a em-
prear meus fracos esfotjos, afim de que o serviro
do acai) das mas seja execulado com actividade e
methodo, em vista da horrorosa calamidade, que
lio de.unto nos ameaja.
Concluio-se o alerramento na travessa da ra da
Concordia.
Fez-ne o servijo com 55 trabajadores e aponta-
dores; as folhas das ferias importaran) em 23z>480
rs.; allanis de carrojas qae Irabalharam diaria-
mente uatTregoezias de Sanio Antonio e S. Jos
99f000i ; importe de areia 24^000 ris ; emprei-
ladadedoze brajas de aterro, feilo oa ra do
Onro 18?009 ris ; ferramcnla que comprei para
substituir a qae se tem gasto no servijo 155920
reis.
He ludo qoanto tenho a honra de relatar a V.
Exc.
Dos guarde a V. Exc. Recife 3 de dezembro de
1855.Illm. e Exm. Sr. bario de Capibaribe, pre-
sidente da cmara municipal.lodo dos Sanios
Porlo, administrador geral da companhia de Ribei-
rinlms
Conforme.O secretario, Manoel Ferreira Ac-
cioli.
dor, embora mesmo nossos olhos liqueoaji laciados
pela torrente das lagrimas.
Quem pois habitou aquelle querido penhor que
vamos restituir n Ierra ? Foi o puro e recio espirito
do egregio, do inclylo capillo Jos Tavares de Mel-
lo, que viven, como vive a flor, e morreo como ella
morre !... O Supremo Regedor do mundo Ihe ou-
Ihorgou 74 anuo* de existencia, que foram 74 anooa
de um continuo lidar, para fazer a veotura da seas
pas, de sua esposa,e de seus Olhos, qael esli ago-
ra suspirando, solucando.e se confrangindo pela mais
acerba dor.
Ah que Ihesouros d'illa valia nao deixou este pai
modelo aos seus bem amados filhos! Um nomo escoi-
mido da menor eiya.e por isso respeitado por lodot.e
sempre galardoado com grandes considerarse da.
sociedade ; e orna grande porjAo de virtudes sociaea
e religiosas. Nelle encontramos o protolypo do bom
filho. do excellente pai, do esposo exemplar.do chrie-
tao verdadeiro, e do cidadao preslimoso.
Se uio amontoon grande somma de ooro, para a-
panagio de seus filhos, amonloou grande quantidade
de virtudes, e legno-lhes urna edaieajo pela qoal
elles vivera na sociedade de cabefsTallanada, fruin-
do a consiilerajAo de seas concidadios.
Ah elle segocmenle ja perpassou os umbraet
da elernidafle ; mas agora inda aqoi temos presente
os sens restos morlaes, e depois somenle suas cintas,
e quando todo isso desapparecer, Mo deapparecera*
d'entre nos a grata e vivedoora memoria de anas
virtudes, e seu oome Ilustre a nobre jamis te 0-
blilerar de nossa lembranja.
Eia pois, senliores, anisnos fajamos ardenlMe
fervorosos votos pelo sen descanco eterno, e peBpfc
estima vez consideremos seo corpo fri,glido ealqne-
eltaado pela idade,pela dor e soflrimelos; a aajaaque
n elur '
1 tmulo o receba para sempre,para tem
REPARTIQAO OA POLICA
Parle do dia 17 de dezembro.
Illm. e Exm. Sr.Levo ao coohecimenlo de V.
Exc. qoe das difiranles participarnos hoje receb.
das nesla repart jAo, consla que se deram as seguid-
les occorrencias :
Fort ra presos: pela subdelegada da fregoezia di
Boa-Vista, Manoel Francisco do Nascimento, Clau-
-diaua Theodoro, Jos Rodrigues, Antonio Jo de
Moraei, Manoel de Oliveira Cabral, Paulino Jos
de Noronha, Antonio Jos )ia. Cosme DsmiAo Pe-
reira, Manoel'joaquim do Nascimento, Vicente
Ferreira, eo preto escravo Filipp. I.dos, por jogos
prohibidas, e Paulino Jos Francisco, por ofTensas
phisicis.
Dos goarde i, Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 17de dezembro do 1855.Illm.eExm.
Sr. coi srlheiro Jos Bento da Canija e Figueircdo,
preside ule da provincia.O chefe dAtolicla, Luiz
Cario* de Paita Teixeira.
PUBLICARES PEDIDO.
lamen'
oeiros,
de Apoll
da Lama,
Crioulas,
ezias as seguinles
_ Lapa, do Hptan-
la Nova, Velha, Ta-
essa do Bom Jess,
10 de Joio Pinto,
Boia, Miudinhas,
arco da Coucci-
Allo(:uc5orecitadaaJ>ora do tmulo do
ca|jfcio'ios TavTesde Mello, proprie-
taiio dos enfjerilios Diamante, Miranda
e-Tabatinga, peloDr. Joao FloripesDi-
as Barrete, na cidtje de Goianna aos
2i- de novembro do anno corrente.
Quid esl homo nattu de mulieri, brev-
ricent temport, repletw^nultis misei
riis ...? (Canl. fun. aWlgreja.)
One dill'erenja, que di.paridade qae ka, senhores,
enlre o socegado passamentn 1I0 homem juslo, e o
terrivel, e exasperado acahamenlo do reprobo ?! A
respeilo do justo#Bi a religAo, e mesmo a philoso-
phia, que sua morte nao deve ser praoleada ; porque
elle iiAomorren, Seles alem inmolo vai viver vi-
da miaorredora, vUn eterna. Maso reprobo, eis qoe
morre, morreu para sempre ; porque o coademnado
desapparecendo da vista dos homens, lambem eter-
namente desapparece da vista deJtos. O justo a pe-
nas acaba, comejam para ene as Npfclus dos coevos,
e depois os louvores di posleridadsjjEas o reprobo a-
penis se fina lie maldito no presentTe amaldicoado
lio purvir.
Sobre a loosa de um param os viandantes, verlem
urna lagrima, e dizemDos lo salve; mas sobre a
du oulro ningiiem pera, e apenas o passageiro diz,
alem repousa am pertirso, e raminha recordando
com horror o acervo de males, que elle pr.itiena.ua
carrei-.i de seus negrefados dias.
Sim, senliores, conio philosophos clirislAos nao de-
viamoi pois prantear o passameuto daqoelle, que
nesle inundo babilouate corpo, este precioso invol-
torio, jue ha pouco pBWaqui conduzirr.os contrista-
dos, e repassados pela mais acerba dor ; porque foi
um justo desden berjo al ao tmulo ; e porque nao
morreu, e anles esla viyendo vida que ser eterna.
Purera, senhores, por mais poderosas, e couvi
cenes, que sejam as ordeuanjas da rehgiAo e 1
philosophia, a rai.io universal, qne se Ihes nlo o>,
pOe, nunca condemnou que os lilhos.a esposa, os pu
rentes, os amigos e os validos do juslo finado, orva-
Ihem seu tmulo, nao com o pranlo do desespero,
roas cem lagrimas da pnganle saudade, motivadas
pela ausencia eterna.
E quero foi, senhores, qae se demoran all naquel-
le corpo muido, e geladu pela ausencia da vida '.'
Ah eu nao quizera pronunciar esse nome (Ao Ilus-
tre, e lio bem dilo, taosympalhico, e que recorda
um se n numero de bondades, de beneficios, e de
virtudrs, qoe he uo prsenle, e ser no porvir sem-
pre arcmpnnhado por um numeroso curelo de ben-
jAos, du louvores, c de saudades, e islo fiara nao as-
sobcrb: r mais nossos con jes pela dor. Mas forja
he pronuncia-lo.cmbora sangrem nossos corajoes de
alm
gra do que um lenlbi islo boa e sensa-
ta ; assim lodos ot mancebos da aldeia suspiravam
por ella.
Bernardo, o homem da velha ubre, ciiado grave
dt Ricardo Des Carenaes, linha a mefma opiniao
qoe os rapazes da aldeia de Treves ; htvia distin-
guido Anlonina Morin, e coidava em etposi-la. Era
nm casamento pobre para quem-eslava na posijao
de Bernardo ; mas o amor nlo calcula.
Desee, disse Pedro Tassel chegando ahaixo da
janella, leu pai nlo acordar senSo daqui a um.i ho-
ra, e tenho militas coosat qae contar-te.
Anlonina hesilava. Bernardo fazia urna tare-
pantosa. Pedro Tassel tirn do bolso um maco de 1,
las e um quadrinho de papel, desenrolou as filis e
ergueu o pipel cima da ceneja.
Um bom bilhele!... exclamiu Anlonina pondo
as nios e empallidecendo de alegra.
Em vez de responder, Pedro Tassel poz-se a dan-
sar sobre a relva, laucando ao ar e lomando a atfa-
ubar o bilhele de serte e o majo de filas.
AKojfe a janella e desceu a escuda a-
pressau?lBm>ia^ o -lia em qne viera-lhe o pen-
saroento de ie o pob. Pedro poda tirar orna sor-
te ma, e sei Vilo soldado como tantos outros, Anlo-
nina nanea exj eriinen'>a em sua vida urna in-
quietajAo seria ; porm desde algumas semanas es-
quecia-se de saa canjo predilecta. A' mesa o pai
dzia-lhe : Ests doenle, filhinha, pois nao comes
mais'! E de noile ella ouvia com admirajAo a cam-
painha do relogio velho dar lenlamenle todas as
horas.
Sele annos I fcam sete annos longe da aldeia a-
qoelles que .1 sorle escolhe para serem soldados I
vao muilo longe, s vezes osquecem-se, e quasi stm-
pre ninguem os vi mais. E Anlonina diiie coinsigo:
Se eu nao viste mais o mcu pobre Pedro 1
Assim, que alegra essa manha 1 ella acabara de
res, Anlonina ler as cifras do numero feliz, e demaisas cores aleares
bw, mais ale- das litas nAo fallavam asss alio? Pedro eslava salvo ;
"- o cor? {.ao de Anlonina palpilava mui fortemente
emquanlo descia os degros desiguaes da escada. As
maus 'rejuiam-lhc lano qae ella nao poda tirar a
tranca da porta.
E o joven senhor Rolando* dizia a rapariga
sacudindo a pesada barra de madeira, foi feliz co-
mo tu*
Pedro nao ouvia sem davda atravez das tahuas
grossas, pois o silencio reinava enlao fura.
Emlim, cahio a tranca, Anlonina abri a porta,
e seu l'ndo semblante embellecido pela emojao ale-
are \>u enlre as rosas.
m'o! mostra-m'ol... exclamou ella
*-. cia infantil.
Qi.' tocar o bom numero qoe Deus e a Virgem
tiiihar? lo a Pedro ; quera chega-lu aos labios
agradecendo Virgem e a Dos. Mas ninguem res-
pondeu-lhe, e Anlonina recom asiuilada vendo
dianli de si, nAo o rosto alegre de Pedro, mas o sem-
blante sombrio de Bernardo.
Oh!... balbuciou ella perturbada o sem saber
o que dizia, nao era Vmc. que estiva ahi!... onde
est elle?
He muilo cedo, responden o criado seccamen-
le, o Vmc. ainda nao esla bem acordada, senhora
Anlonina.
Qae!..... disse a rapariga, Vmc. nao vio ?....
Nao vi nada, inierrompeu Bernardo ; chego
do easlello, bato a rarla e abrem-me..... Tudo vai
bem... E tenhe a l indadede ir chamar seu pai, ao
qoal quero fallar da parte de madama Des Ua-
rennes.
Anlr alna fez ma reverencia e esquivoa-s^; li-
sera lempo de serenar-se. Sem duvida Pedro Tassel
fugii,parnAo ser visto de Bernardo.
Ernq nanio A ntonina sobia novamenle a escada, 0
criado grave assenlra-se em um banco, e enxuga-
va o mor do rosto dizendo consigo :
- Tanto o que justifica o impo,
como o que condemna o juslo, lio
abominareis perante Dos.
ajS. cap. 12 v. 15.)
O que profere. falsidades contra
seu prximo, he um dardo, umfi
espada e tima /lecha penetrante.
(S. cap. 35 v. 11.)
-
Homicidas crueis, cum arle envolvem
O crime, a razao, a humanidade :
Mas a innocencia esta victoriosa,
Zomba do crime audaz, descorreado,
E Iriumpha a razao 'da vil calumnia !.....
Homens de um corajao empedernido, nao estis
ainda salisfeitos com essa doloroaa e fumganle he-
catombe de milhares de victimas innocentes qee ten-
dea feilo? -
Ah ser possivel que vossa ardente sede de san-
goe aioda rflo eslejj eilincta, que vosta mnao si-
nistra de destrcijoet, de lagrimas e de laclo sobre a
trra, ainda nao esleja completa, a despeilo de tan-
tas viuvas e orphos qoe pranteam diariamente afei-
ta prematura de seos naturaes prolecforee, e esroo-
lam o amargo pao da miseria, a quija da prosti-
tuido ; que vosso instineto calumnioso e alarsalha-
dor da honra de' lodos nao tenha encontrado peias,
senao na civilisajao do secuto e ni*lei, ao menos
00 cansajo procedente de om lidar de incensante
aleives e picardas de lodo geoero ? !! !
guei-vos sobre os ealcanharea, e dizei ao
Inletro, em tom emphalico : o nosso tro-
honra sanguinosa nao pode estar comp!
a lagrimes e miserias desats flavas e orpl
calme Nossa Senhora do O1, e nem com o mio-
guado sangne de seus esposos e pas, etc., etc.: o
nosso tropheu de gloria calumalosa nao pode, por
igual, estar perfeilo com omeequinho e recente sa-
crificio do juiz de dimito Regneira Cosa, a qnetn in-
justamente aeabrnnliamos de calumnias, injurie a
ameajas de'morle, por nAo ler querido reconhecer a
nossa prepotencia, chamando-nos pan os trabalhot
do jury; com os sarcasmos, ultrjese iogratidoes
que exercetaot contra odistioclo e virtuoso eirurgito
Manoel Jos Peiioto do Guinaraes, a qoem obriga-
mos mudar-se da comarca em proveito do charla-
Um bom numero !... Quando ella fdr minha
mulber, nAo a deixarei 00 paiz !... De qoe servirte
om escndalo, se quero casar com ella ?... Ah / ab !
o arrendamento du senhor Morin esla a expirar, o
tenho ainda bom jogo. apezar do bom numero des-
se demonio de Pedro Tassel!
Bom dia, meu charo Morin, tornan elle veudo
entrar o estalajadeiro, o qual vioha meio vestido ten-
do os olhos ainda carrejados de somno, a hospeda-
rla do Cavatlo Branco esta convertida em urna bella
fazenda, pois podemos dormir Iranquillamente at
a manha.
Morin lanjou nm olhar para o sol, cujos raios dou-
ravam o cimo dos salgueiros novos, e nao respoadeu
de oulro modo. Era um bello camponez de cincoen-
la annos, de semblante franco e inlelligente.
Bom dia, senhor Bernardo, disse elle lambem ;
vem fallar-me de meu arrendamento ?
Bernardo metleo a mAo no cutele como nm in-
tendente de comedia e exclamou :
Ah! meu charo Morin, temos oulras oceupa-
jfles la no easlello, e nlo cuidamos em ten arreoda-
menlo... mas, reparn que maligna nevoa cabe esla
manha ? dizem que um copo de vinho he Mea pa-
ra a nevoa...
Anlonina 1 cliamon o estalajadeiro, Iraze-nos
urna garrafa de vinhu branco.
Bernardo cruzon as pernss orna sobre a ontra, e
recostou-se para tancar a Anlonina nm olhar amo-
roso.
M' :.' :ro Morin, disse alie era tom moteemi-
gavel, iaren> qu casaremos brevemente esta rapari-
ga... o 'nudo mo... os pais naolevaatam-te 18o
.0 i ... lotes, e sempre ouvi diaer que nao
eix.r as mocas amailureceratn. *i
,' a garrafa de viabjp bronco sobre a
n rioer a vista, e retiretVte vermelha eo-
cedo r.
convc
Aol
mesa
mo urna 'onia.
Mas io he para tagareUar que vim eqei, raen
charo Morin, torno* Bernardo bebendo um bomeo-
t '
vi

V
digamosadeos noble, illuslre, preslii
amarro e reinei lado Jos Ta vares de Mello.! Ade-
ee, e adeos para sempre, para sempre. A Ierra nlo
te pese, assim como nao pesaste' sobre ella 1! fe-
quisrat in /lacev Assim seja.
Illm. e Exm. Sr. Acenso a recepjo do oflicio
de V. Exe. em qoe me communica, que o conselho
administrativo do patrimonio dos orphlos, de que he
V. Esc. mui digno presidente, recommenda-me que
no caso.de infelizmente apparecer nesla cidade, e oa
de Olinda a epidemia, que esta granando em diver-
sas provincias, me dirija incontinente ao collegie
dos orphAos, e ah faja a minha ssislencla, para de
promplo serem socorridos os educandos e emprega-
do qoe furem acrommetlidos pelo mal, e com toda
a ingenuidade de meu corajao devo contestar, a V.
Exc, qae orna tal recaminendajao nolavelmente me
sorpnndeu.
0 conselho adminisfralivo sabe perfeitamenle qne
os estatutos me nao impdem ara caso nenhum a obri-
gacflo de morar no collegio dos orphaos, e que'he
urna rondijao onerosissim, e que por eerto leria
muito influido para que eu oo oulro podesae acei-
tar o lugar de medico daqoelle estahelecmeoto.
Alem disto, quando a febre amarefla alacou o colle-
gio dos orphaos, todo os educandos e emprestados fo-
ram della accommeltidos, e alguns com somma iu-
tensidade, entretanto nm s nlo soecombio apezar de
que eu nao tivesse l feilo minha morada.
Finalmente nao lie eslranhoao conselho adminis-
trativo que tenho nAo pequea familia, que em tees
circumslaneias devera precisar dos meu soccorros ;
que tenho parantes, amigos e eslranbos a quem eos-
tumo tratar em soas'enfermidades, e que lem tanto
direilo a serem aoccorridos como os edoeandot e em-
pregados do collegio.
A.' visli do qne fica ponderado, ja v V. Ese. qae
nio me he possivel satisfszer a recomaendaeSu do
conselho administrativo, quando se verifique e hi-
pothese por elle prevista, e qoe o mais que pedos ex
fazer he acudir aos chimados com 3 rapidez poaaivel,
uiuu itimpgi >thn fcil*. trrmn ir l*do na dial,
alem dos marrados nos estatuios, e independen-
te de chamados, pondo o conselho minha disposi-
cSo os meios necenarios; salvo a,o mesmo conselho
administrativo quizer receber no collegio a mim e
loda a minha familia proporcionando-me todo os
commodos o recursos qoe encontr era minht ceta.
Aproveito a uccasUe para apresentar i V. Exe, os
meus respeilo e amizade.
Dos goarde a V. Exc. Recife 1* de dezembro
de 1855.Illm. e Exm. Sr. Bario de Capibaribe
mui digno presidente do conselho administrativo
do palrimoafa dos orphaos./ti3o Jpc Pinto, pro~
fessor de sande do collegio.
-1
i

"_______L.L.



I
I

I
tani.mo medico da um d ii ; con ot doeslos e in-
jurias que iiuuleale e infamemente manejamos coa-
Ira o juii municipal e orpldot lupplante Antonio
Piuheiro de Mendouca, por nao lerquerido aceilar
urna peila de ri. 4009000 cara, contra o direito
eipresso, mandiir adjudicar em nosto beneficio oa es-
eraros e aoimatade eerlo engenho, denegando par-
IRha aos de mai< herdeirM ; cora o insultos, inju-
rias, calumniai e.ameaai de morte que praticamos
contra o aubdulegodo de Nossa Seuhora do O', por-
que, cioso de na digntdade, uso se quera tubmetter
a triste ondlci" de nosso rehiro e capa do nomos
guardacostas <=om os improperios, Injurias e ca-
lumuiaaque, em proprio dezar, vomitamos torne e
vilmente coaira o Dr. Florines, porque,severo leal
no desera peono de sua unbre profissao de advogado,
nao quiz admiltir, que nm de mis fosse fraud uleiito
liador judicial de rs, 25:2009000 uao possuiu-
do bees de raz aotUcientea ; pelo que urna ootra vic-
tima queremos para onosso acicalado e mortfero cu-
lelo, e ella seja este alguem a quem apellidamos
de co de lila e decrepito, porque.apezar de morbo-
so, se oppoe, ua qualidade usurparlo deste engenho de assucar, quo illicila e
iiniuoraloMoU pretendemos para escora da laiiien-
lavel banca-rula que nos a meara ; nao precisaran,
mais de o Incensar com Iraicoeiras desuecessarias, e
ue encommemladas defezas em favor da Cachoeira,
para que nos nao desmentiste peranle o publico e o
governo, na guerra atroz e calumniosa, que, por
maro orgutho, asteamos contra aquelle juiz de di-
reito, e cedetae do proposito de escrever o Tupi-
uarab contra o nosso sequilo de Miranda, Pilar e
Goianurnha ; o nosso iriumpho tem toda, probabili-
dade, porque contamos com o apoio judiciario
policial, como ja o tivemos em 18i9, com feliz
suecesso, na couquitU do Folguedo a seus legtimos
denos.expellindo o Slauoel de Arroda Camara.depois
de moito insultado, para o sertao ; nada de recuar,
iiaja urna provocaco injusta e gr.vissima pelo cieno
/'ntamoucanc; sob o pseudouymo de verdadeiro
Iimbaubensc, e no caso de rcsposta.chovam os apo-
dos, insultos, liorriveis calumnias, pcrseguic-Oes o
atmesmo Iho suguemos o sauuue a grande sorvos :
dizei mais, liumeus crueis: a inexnrabllidade de
nossos duros corajes nao reconliece limites nem as
leis humanas, das quaei temos aampra zombado,
uem nos diclames da razio o justicu, e oem no pre-
eeilo evanglico Si futripolett, quodttc nobis etl,
cun mnibus hominibus pacem habentes e, pois,
> sacrificio de todo genero humano uos ser mull -
cieole ram por um de mis inquinados, a casa de Deus man-
do amigue do um innocente e noflensivo sa-
lo de norae Simao, que Irajava nesse infausto
niODMulo veste* clericaes !
<>h ejalfadada Miranda, ser possivel que esai
pedrs pilleadas de vosso ranales, que essas ricas
rauas de ouro e prala de vosso vales descohertas__
i aliquo tenxport pelo padre Francisco Fausti-
no, de saudosa memoria, se converleescm em verda-
deiros raonstros Thebanos, insaciaveis de vctimas,
sequiososde saugue c incansateis na difamarao da
honra e da virlude, como se cada um bebes'se por
cem boceas "eirahisse com cem lingual ; ser cri-
vel, que as inargens do sereno Agua do lucho__,
sejam mais nocivas que as do Ganges, produzindo
fras mais borrive, estragadoras o mortferas do
queeseii peste medonha, que tenfassolado o velho
mando, e cuja visita nos enche de pavor ; ser acre
dtavel, que os vossos frutos agrcolas preilassem ali-
mentos a estaspanlheras Jfcnze-Caceles, e.seus
caudaUrios Polegada e PlRjuei.U ; que vos-
soj madeiros foniece^sem berros esses Phalaris de
uelorla alrocidade, portentos dez mil vetes perver-
sos?! !
Pensis que Urca de calumnias, de injurias e
muIIiimss declamases, pederis marear a repula-
cao do justo, emprestar i innocencia as cores do
enmele santificar com os falsos litlos de honesto,
probo ejusto, a um antropophagogeralmeole conhe-
cido *qae, pelos seus enormes alien lados, tem le-
vado as lampas a um Ligeiro, a Blaise Ferrage e
a Mallos Lobo, feroz atiassino e ladrao de Portu-
gal } |
Tsrrivel deoepcao, lhi sem duidn do mais re-
quintado idiolismo.
Nao sabis que a upiniao publica urna vez forma-
da a face de innmeros fados inconlettaveis, se
assemelha a em roehsdo collocado no meio do Oca-
no, que assim como esta immovel quebra e nulli-
ficaa rana das ondas, aqoella iuabalavel, escarnece
dos vos a salios dos erabusteiruv dos aduladores
o calumniadores contra o mrito e a innocencia ?
Senlo sums, ficai cortos que estis perdendo o
vosso lempo, que desles mellior empregar no es-
ludo de analliomia e do direito em que paseis por
contaminados pedantes; porqee por ibais que vos es-
f ilfe sem declamar e laucar raos e ariscos, jamis
conseguiris usuaria honra de.se .tlguam, a quem
aggredios, e arredar da memoria do publico goian-
ueuse os crimes abomiuaveii o os feitos vergonho-
ses infaoMi do vossoBenze-Caceles :todas as
aguas' do Lelhts seriam rasnfncitntes para tanto :
iicai anda convictos que mais o sacrificaste* com
essas immundas inconsadellas que nodoaram as pa-
guas do jornal Braddo Poco na. 70 e7l, eqoe o
Irahisles, nao Ihe fallando a lioguagem franca e
sincera dos seas crimes vicios e indignidades para
o poupar a discusses publicas ; porquanlo, he in-
dueitevel, como dizem as sagradas paginas, que a
enluci dos insensatos, dos impos e perversos
conslitue a sua maior ignominia.
Sendo de iuroocnsta e dolerosa exaclidao que os
impios e perversos serapre abominara os justse
opprimom os innocentes qos Uem por norma de
sua vida as leis, e se dirgem pelo pliarol da reli-
gilo ; quo os viciosos e criminosos, segando a com
paracas deS. J0.I0 l.hrjsostomo, nao podem tolerar
11 luz das virtudes, Uem como, nao pode encarar o
sol o que de repente sabe de um earcere tenebroso,
mi, como observara os Naturalistas que elles rotar
do ebeiro das virtudes do meimo modo qaa os ai-
lases immuudos fogem, como de ventas, dos ali-
meutos aromticos: niuguea, por cario, dever
extasear, que 6 vosso furor canino, ou antes que os
vapores de Biccho, de quem sois devotos, vos arrae-
lastem ao ullimo degrue da escada da vilezaqal
a "J* representardes abaito dos vetaos dignos co-
meiiHs FlixCabrinhi, Silteira Leile, Jos Go-
mes, Balinga e Domingos dos Caxos, a ctw alguem,
cuja conducta vos confunde e atieua ; d
-uem, cujo preceder he um reproche, fri
a ansa mondo de feitos hor.-endos e torpes
racorameiidn, a ao uosso Henze-Cacetes,
dos presontes e ab espanto a analliema das vi
a esta Algoam. lioalmenle, que as excede
em brillio Unto qoanlo a la a ama estrella. '
nlo, vos e o vossoBenze-Cacelet,lie que
lo inferiores mil graos a esses sceleratos, com os
1 eauestals viver, da maneira a mais explcita,
cajo habito na carreira desabrida dosepmes tendes
rasgado e augmentado, em vez de levardes ao
anepandimento e conversflo, como simulis, ja pelo
petsimo exemplo de vossas" diarias depravacOes e
meaoralidades, e ja porque, em lugr'de ediDcaulcs
ceriselhos Ibes inlroduzs na deitra o puuhal e o mos-
quete homicida, ou pelo monos toleris, ,0 que he o
mesmo) para invadirem prisoes poblicas, lomarem
presos do poder da juslica, assassiuarem inspecto-
ret, incendiarem casas, aggredirem o direito ilo pro-
priedade, e perturbaren! a ordem publica era todos
os sentidos : elles, para vos serem superiores em
moralidade, postuem com effeito a jastilicaliva cir-
cnmitancia da dependencia em que asta o por tase-
palmo de Ierra,onde rasidera, que te Ibes conce-
den n8o por essa inculcada philantropia, e sim
pelo iuteretse da sustentado deise vosso castello,
de qual escorrem ligrimas e saugue como agua da
mais abundante cscala ; alem de que, cerlamenle,
nao serao do nfimos de carcter, 1,1o ambiciosos
da ouro o peder, do Iraicoeiros, tratantes, intri-
gantes, calumniadores e damnosns como alguns
de vos.
Assim concordamos com vosco, emquauto dissestes
que ha homeos capazes de ludo, e accresenta-
remos que nesle vale de miserias ha gonle para lu-
do e aiuda sobra, e que he esta a razan, porque o
deslavado e o infame, perdido no conceto publico-
nao recua dante dos reraorsos de suas vlauas, bus-
cando inaneira da impdica romeira, preceder
aos seus contrarios ua iuputac.no dos proprios vicios
e defelos, erabora nenhum outro resultado oblenha
mais do que o realce de sua notoria degradado, co-
mo nos acontece.
Esse, a quem provocasles com o maligno proposi-
to de atassalhardes porca_ e cruelmente, zomba de
vossas dentadas de raivosojavali, e, de feito, se
dara por sequeslrado da socio,lado humana, e te
comdemnaria ao isolamenlo o silencio das florestas,
ou a urna perpetua emigrarlo de sua patria, senao
a um juslificavel suicidio, se um dia se convncese
quu a sua reputarlo se achava firmada em base9
lemcliantes a des-e que vos asealariou para urna
tarefa do nauseabunda e reprovada.
Agora nos conceda o publico, com a devida in-
dulgencia, que respondeudo a vossa deliui^o do
jacar-papa-tabacovos definamos tambera in-
completamente.
Mau fitho uao pode ser qualificado um simples
enluado, que leudo sido 4 forra de ameafas, c por
seu estado do dependencia, obrigado a assignar urna
parllba enormissi mamen te lesiva dos bens do casal
de seu pai, em que apezar de 7 anuos e tantos me-
tes de communhao, se o despojou escandalosamen-
te dos lucrse augmento*, come te.ha de provar ao
publico por um impresso documentado ; e vendo
quo por esse exemplo se Ihe macliiuava segundo
golde lesivo 110 inventario materno, como tambera
se ha do provar, nada mais fez do que defender pa-
cifica e judicialmente essa segunda heranca,
que ja constitua patrimonio de sua prole, embo-
ra o comprimento de do sagrado dever provocaste
PIMO DE KHMMBCO TEUgt FEIBA 18 Qt DEZEMBfiO U I8S5
ty injustamente as iras de seu padfasto, c o levaste ao
e.rcesfo de o ameacar de espancamento n? estrada
de Goianna, de o fulminar de despejos, e a fazer
aecIarac,oes leslameutarias, quenada sisnllicam por
saturadas de odio, procedente de ioteresses mallo-
grados, e determinados pela necessidade de acober-
lar-se com o almejado descrdito desse enteado, a-
quclle leso gravistirao pralicado em beneficio de soa
prole, da qual s curara ; mas, ao contrario, pode
rao ser justamente quallicados de pessimon filhos :
ura Benze-Caceles que, estando desavindo de
seu progenitor, por a nao ter querido' acompanhar
em suas deserres polticas, votouem um club, du-
rante a revuluijo de 185!), pela sua perseguirao, e
permiltio que o engenho e casa da residencia pater-
na, toflressem varios^e insoltuosos varejo policiaes,
eque os trabalhadores lvres fossem, por acnte,
arrochados de corda* em sua* vistas lacrimosas ou-
tro que, sendo acadmico, e vindo passar as ferias
na casa, paterna, por oceasiao de um almoco susci-
tou quesdo de pues quintes ou nao quentes, e por
ter seu velho pai adverlido-o braudamenle, pro-
roropeu no excesso de o desacatar, laucando os pies
bruscamente no chao, avermelhande i guisa de ea-
marao das Barroiras, dando gritos, como se tives-
se na cabera algum garrafao da de quarenla graos,
abandouando-lhe a casa, e cobrando-lhe a legtima
materna sob a publica declararlo de nao poder vi-
ver em compaobia de um estpido, que uio sabia
tratar delicadamente os homens de lctlra*! outro
que, eslaudo seu desvelado e amoroso pai desenga-
ado da vida oa pequea distancia de 16 leguas, e
mandando-o chamar para a ultima despedida, re-
cuson-se era crise do amargueada, onde cessam to-
dos os odios ainda entre eslranhos, a dzer-lhe o
derradeiro adeos, e adorar-lbe com lagrimas tilines
as agonas do passamonto, porque elle em sua id
para o lente nao Hit liou o depvsiStMe doas manas
menores, de que na verdada nao era digno, collo-
rando tao barbara negativa com o gaseo pretexto
de ler bastante sebo apisar Iwue, como foi pu-
blico, mallratou-o uos ltimos lempos de sua vida,
dando-lhe as costat, qoando succedia enconlra-lo,
e recusando-lbe a palavra, porque elle, opprimido
de dividat, de molestias, c decadente de forras, pe-
dio-lhe em particular que o Aspeosasse do sacrifi-
cio de moer-lhe todo* os annas seis centos paes de
assucar aaao parllba Crueldade inaudita, e contra
um pai quo, por occasiao de seu consorciOjacabaja
de provar-lhe a mais extremosa amitsde W
que, apanhaodo seu pai no leito da marte, e iua
do da fori;.a>, e bavendo sido escolhido para fazer?
Ihe compauliia na cmara pralicou em suas vitds tal
monstruaiidade... que o fez verter lagrimts de san-
gue, e descera sepultura antes de tempo, traspassa-
do da dor maja violenta !... O mundo rafees ainda
eulre no cnSjfXhmenlo desse mvsleiio, que o hor-
ror nos faz calar... Outro*. finalmente, que leudo
perdido na frifancia sua cariulutsa mai, e dando-
lhe* a Providencia urna madras4a"que he o lypo da
bandado, eqoesoube subslibjli^excellenlemeiile os
dtsvellos maternos, a qualilicam*le cascabel. c
ja votam-lbc inimizade ligada! na vida palerna! I...
Indignos collossos de ferinas ingralidoes Sem que
tejimos Cassan^a-e angnramos a essa dislincta se-
nhora o mais |Hphoso futuro.
Mo irmao TOi pode ser qualificado aquelle,
que leudo buscado veuder, al a crdito, a seus ma-
nos o que possuia em commaan, afim de subtralur-
se a lides, e porque se rreonhecia ohjecto de
uspeila, procedente deVlmarsos pelo leso indica-
re crueis repulsas, ftji, no eolanto mal aco-
menoseabado, deuegando-se-lhe o uso o
mesmo rendas do predio commum, que foi adque-l
rida fticamen com beus ajjp e de sua maj. vislo
que seq pidrtsto apenas eSlrou para o casal com
um escravinho menor : mais pdenlo merecer a
lificacao de pessimos iraaaaa, peioret do que'
aquelles que, conOado* na e.caudalosa par-
ida de algums membros da jusli^a a quem
ageitaram por nefas, como he fama, o ha vehe-
mentes indicios, o coagiram a recorrer aos meios ju-
dicial* para haver o que Ihe pertenco, depois de
un prejoizo de oilo auoos ; e que nao sttisfeitts
com a flagello desse irmao uterino, e querendo ap-
proveitar-te do ensejo de um juiz protector para se
couslituirem exclusivos senhores dos escravoaeani-
maesdo engenho, e se enriquecerem a toda pressa,
nlo besltaram trahir e extender a perseguido a
mait Ir* niauos germanos, como so ha de provar
doebmenlalinenlc aquelles que pelo interesse de
inhabilitarem seus manos para compelirem em
praja no arrendaraento do engenho, os raandam de-
nunciar ao juizo, e ao publico pelos jornaes por cifracao do enigma que not torprendeu e assombra-
CrrarS llliailtaSlicOS. I,piln,ln B^nMK >,,,a ll,Q- frtr. r. a MilJ J.ll. .1____ __,-,_
crmes phantasticos, peilando escravos que Ibes fOr- r
iierara protestos calumniosos, e buscaudo, com ni-
mia deslealdadc, tirar' vanUgens de urna catastro-
--------------, .----- ........v.,, uC uid ueicisuu- "j", v puuiico imparciai, sem temer que o
pbe do que no Brasil muguen) se poder conlarse- possam allingir nem de leve os assallos'desses ca-
saro !! aquelle decantado llgu.i'nr,b. .,. iitmiiiudnru -"-------__________________i-.,____
gar !! aquelle decantado Benze-Caceles, que ser
vindo-se da maligna influencia que exerceu sobre a
---------------.....- uiiiucnuj i|m curan mure i buuuuob suas proezas e por urna clironlca lu-
prmeira auloridade policial da comarca durante a gubre e assusladora, coufestam;a propria loucura,
revollii praieira, copcorreu directamente para que ebriedade ou furor proveniente do longo costme de
lo. aue o nao nuir uonir m *** r,rnai. a lodos aggredrem tem resposlt; por consegunU
nenhum crdito merecem; por qualquer lado que se
ot encare, encerrara o principio anniquiilador em
r __ ----,-------- ,......^
ura irmao, que o nao quiz seguir em suas perfidias *
polticas, fosse suinmariado, e perseguido com cercos
policiaes, e al com precnlorias por se ler evadido
P^.,..,*, c mu com precatonas por se ler evadido ot encare, encerrara o principio
da comarca aquelle insigne Camarao ds grau- uas rafassonalidadas, e tanto basta.
llPS Dalas ma q ....!..;,. .___ ..____J_ .____ AmhS *---- .,.
des patas, que na puericia ja era apuntado como
inmigo capital de varios manos mais velhos, e co- |
mo o azorrague da familia paterna aquellas, ti. co escudo, e a perversidade um Utego iucansavel, e
nalmente, que despejara irmaos ouerados de fami- impetrando aos benvolos Icilorea que desculpem a
lia, coseslorvam no aproveilamento de suat safras
a quanlos delle liverem noticia.
Eutrstanlo repouta a victima em toa cooscienca,
uojuito do publico imparcial, tem temer que o
lumniadores, elles sobre serem astas conhecidos pe.
lo estrondo de suas proezas e por urna chronca lu-
Aqui faxamos alto, protestando que emquauto res-
ti a inuiiceiicia em nossa penna um fra-
vehemencia da liuguagcm, nao lilha da loucura,
embriaguez ou orgulho ; mas da dura precisao de
rechacar com vigor a despotas sanhudos e ousadoa
difamadores.l'm amigo da victima do Benze C-
celes.
Goianna 15 de outuliro de 1833.
de cannn, ja com o meneo do puuhal, e ja com oc-
cullaces de bagaco, de chicotes de tanger animaes,
arreiot, frmat. etc., ete! Infamias que nao pra-
ticaria o mais vil Africano !
llorreseo referen ,
Mo amigo nao podo ser considerado aquelle que
nunca leve parte em denuncia coulra irmao, abu-
sando da boa f de outrem, quando ella exististe,
o que alia* se contesta, porque n,1o se revesle do ca-
rcter de denuncia um simples requerimento, em
que se pedio uomeacao de curador a um hornera,
que na realidade eslava inhabilitado para compare-
cer e fallar em juizo, como acaba de reconhecer a
reitero do dislricto por um accordo : e isso pela
necessidade imperiosa de acautelar-sc vicios em
um inventario volumoso e dispeudioto : quera assim
pensa* escreve, igneru oque seja donuncia, e nao
deve admirar, quando tem provadoser perfeilo char-
lado em sua profissao medica; mais poder ser bap-
tisado de pessimu e repulsivo amigo aquelle pbilau-
coso e ingrato, que para soldar a quebiadeira de seu
logro com jactara da lerceiro, imbaio a amigos e
cunhados, ef livou-os a prliear em seu proveito
a maior das vilezas, imprimindo-lhes ua repulac>
urna nodoa iudelevel, qual a de despejarem um ir-
mao de ura sitio qua o bemleitorisou al com suas
proprias raaos!! aquelle esculapio, que nada lu-
crando por ser um mata-setle, e acbar-se enlacia-
do por outro compauheiro muilo mait hbil, e uem
leudo coragem pira o trabalho agricoln'a que ,se
langou por mera exlerioridade, deixou-se ignobil-
mente assalariar, para jogaV injurias e calumnias
contra um dos seas preceptores da infancia, que
alem de o ler rocebido em sua compaobia na nidada
de Olinda, e bem tratado por dous auno*, despen-
den as sas horas em habilila-Io com a tradcelo
do francez, para entrar no esludo das sciencias .' ?
aquello famigeradu Benze-caceles, que tem Ira.
hido porcameole, nao s em particular a quanlos lia
cultivado, como a todos os partidos polticos, figu-
rando ara de saquarema, ora de praieiro e ora de
republicar.0 vermclbo, sendo corrente, que em suas
frequenles dezerces revela o envenena todos os se-
gredos que Ihe foram confiados, atassalha a vida
privada e rroblica de seos abandonados amigos, e
al os opprime de apodos, insultos, nieara* e vio-
lencias, como pretendemos demonstrar e provar de
um modo irrecusavel. ERRATAS.
i,M ... ..... Em meu ol,icio dirigido ao couselho adminislrati-
Assass.no em todas as pha.es da vida na'o tem sido vo do patrimonio do, orpl.ao, e publicado no D.ario
esse alguem que he bem conhecido na comarca de de noJe deram-sa os seguintes erros typographi-
sun residencia e nascimento como pacifico e anlipo- L'i.?uf_?',l"a'n nplave.,nienle o seolido. Na stima
da de todos os assassihos, sendo rste o priucipal mo
vo porque estpida e brbaramente he aggredido; la leia-se eei
as he e tem sido, como lie por demais publico e de !iulla JS e.lu"?ar de onde a necessidade urgir
fcil prova, esse individuo que o manda alassalhar "comPal'oil,dade com o fiel desempean dos meus
+-TS2T, prtassigoararesponMbiii- Ssaitras '2S$?J&ZZ
dade. elle foi quem na idade que precede virili- res. Ha linha 31 em lugar de que se achara na
dade, nao so. espaucou gravemente o saciisdoda enfermara da cadeia dot pobies do municipio *-
malriz de Goianna de nome Simao, do qua veio a le!f",e"7lue seachsm na enferroaria da cadeia, dos
pobres do municipio, etc. Recite 17 de dezembro de
18jj.Francisco .Intt da Mira
""Je, -Z -^ .
Escripta no tmulo do respeitavel
ancio Jos Tarares de Mello.
A seu saudoso fllho e mea amigo
o Dr. Jos Tavares da Gunha e
Mello.
O juila he do eco, e se para na trra
He como a florinha que ate e fenece :
A planta mimosa e de apreco te curva
Que a rude mais fcil a furia dos tempot.
(Nenia morte do Dr. Carvalho.)
l>o Dundo as vaidades, o ouro', a grandeza
Alem desla vidaqae valora, que sSo ?...
Eucerra o sepulcro no olvido o mais duro
As bunras, o nomedislinclo brasao.
Somentea virtodequal ptreo rocliedo
1 riumpha da raorle, do lempo voraz :
Nao teme que o mundo, que a fra calumnia
O nome Iho empesle com os denles fataes.
l)itoso do justo que vive na Ierra
bel sacerdote da crenra mais santa :
Diloso do justo que ao ler tua vida
A) lilbo da beucSo se eleva, se encanta.
Finado, tu fosle um eleito do Eterno,
A sanft virlude soubesle ensillar :
O leu sacerdocio cumpriste na vida,
E o premio na gloria voaste a gozar.
Os leus descendentes lembrando os Uos feitos
Mitigara a dura sensivel saudade : a
leu nome he compendio queaotina a virtude,
Que em todo* o* lempos Irada* a verdade.
Do mundo as vaidades. o ouro, a grandeza
jg** vid* aue Mlem, que sao ?...
tncerrifo sepulcro no olvido o mais duro
As bouras, o nome dislinclo brazao.
Mais inda que a pedra, que o duro metal,
Eterna a virlude persiste duravel
A gloria do forte se acaba ligeiro,
Porm a do justo jamis que he eslavel.
Goianna :* de novembro de 1835.
;. c.
perecer, como assassinou a punhaladas dous inrelizes
almocreves nasarenos, que Iraosilavam pela estrada
do engenho Miranda : elle foi quem na virilidade
lentou contra, as existencias dos redores Manuel de
Mallos e do Portuguez Joao, mandn assassinar com
dous tiros e 10 facadas o Africano 1'anUleao assas-
siuodeumseu lio, eabosou dos recursos policiaes,
em 1819, como subdelegado, para promover em me-
nos de seis mezes, os assassinalo* de sete libertes do
lugar Acaba, Jos Ferreira Gampos, Luiz da Silva,
Joaquina Vieira, Jos Vieira, Jos da Peoba, Jgao de
Dos e um velho conhecido por Coelho, dos quaes
exislem na miseria seis viuvas e dezasela orphaos:
elle lio quem na decrepitude paral) tica lera aug-
mentado e multiplicado o numero do laes barbarida-
des, e a provn est, alem das amoscas de morte fol-
las pelo jornal publico contra o juiz de direito He
aueira Costa, no receuU e atroz alleuUdo.M Nosso
Senhora do 0\ que paMazio mais ama rtffa a seis
orphaos, e cuja lista de morios e feridos sera oppor-
lunamenle oOerecida a luz do mondo; bem costo
um relatorio circunstanciado do assaisioalo do ins-
pector Filippe Gezar reir em Frecheira, de virios
espancamenlos perpetrados as ras da eidade de
Goianna, e de innmeras tentativas de homicidio-,
antigs e modernas !!
Para serdes convencidos de flagrante falsidada e
revollante calumnia, asalariados detractores, em
todo quanlo tendes proferido, c liaseis de proferir
contra esst innocente victima de vossa sanha infer-
nal, e do desespero em que afaes, por nao lobrigar-
desfluja nodoa real em sua conduela, basta allen-
der-se para a gravissima imputado que Ihe Tazoia,
do mandato de etpanctmenlo na ptssoa do preso Ma-
noel -Martiiisde tMiveira, relio no dia 7 de novembro
de 1847, quaudo era delegado, pelo sargento de po-
lica JoMuin Machado de Albuquetque Lns ; por-
qee do respectivo processo consta claramente, que
rowssa autorada' quem prendeu a esse reo, a mais
doos soldados e a um paisano indiciado no mserao fac
SCIENCIlv E ARTES.
no de vmho de Anjou. Resla-me mais de ama via-
lni s fazer, a de outra vez teremos tempo de con-
versar a vontade sobre Antouina e sobre seu arren-
damtnto.
OettalBjaderoiiiterrogava-ocom a visla.
Isto he causa admirado ?... continoou Ber-
nardo elidiendo sem ceremonia de novo o copo, o
que vou dizer-lbe cansar admirado ainda maior...
rus o objecto de miulia viuda : haver gente hoje no
raslello... Segundo os termos do sea arrendameuto
\ inc. deve vir ajudar-uos nessas circamstancits, e
justamente a aeubora despodio Louremo, o pagein
cuja libr Vine, tomara.
O arreadamente nao diz que tomarei a libre !
< xclanou Morin carregando o sobrolho.
Bernardo piscon os olhos a diste com bondade :
Crea-me. charo Morin, lenha algaraa condes-
cendencia, e leve comtigo Antouina, a qual achara
oceupacao catre as criadas.
O arrendaraenio ido falla de Aiilonma ob-
jecin ainda Morin.
Bernardo levantou-se, bebeu o ultimo copo de vi-
nho, t diste :
Fca, pois, isso entendido ; agora vou fallar a
Baplisla, a Nicolao e aos qutros rendeirot..... At
brevemente, meo cbaro Mirin : direi i senhora que
o achei perfoitameuts disro*lo.
QaawtV) eiledirigia-sa i porta, ama longa nuvam
de ramaca densa e secura otlendeu-se atrs da cor-
tina dos alamos, e ama locomotiva impellida com
toda a farfn do vapor, daixou escapar sea gemida
repentino.
1le arete que chega-no-, dhse Bernardo. Pela
afieicao jMp Ihe tenlio, Morin, meu r.nigo, recom-
mendo-lhe que nlo larde.
E alrave-enndo o vergel, destppareceu atrs dat
arvores da avenida. Monu licou com a cabeca a-
poiada ua* mas murmurando :
Ella sabe que despend meu ultimo sold para
_^:.
----------------._ ..... ra.Muuiuuiciauu na mamo lacl
lo; que foi quem os processoa e ale qacm depois *ri'
sendo promotor publico, aecusou o nrimaln a ..w lwesse admiravcl, e de urna graca verdadeiramente
sendo promotor publico, aecusou o primeiro e o ulT1
timo peranle o jurv,te que tal foi osen zelo pela
puuinlo, que no sorteui doconselho recusou do jul-
gamenlo do sargento II juizes e do do paisano 12,
couseguindo a cuu.lemnarao do primeiro, que foi
curaprida na cadeia do Recifo.'!! Ficai, pois, con-
fundidos e convencidos de calumnia, e certos de que
maior tera o vosso descrdito i face dos documentos
que limito breve serao expostosa leilura do publico.
Ora, a visla do que tica dito, licito nos seja per-
geniar a quem quer que not queira prestar atiene*)
e responder : individuos como esses a quem alludi-
mot estarlo porvenlora habituados para calumniar,
para envenenar fados innocentes e atlribuir a quem
lem transitado vida regular, crimese torpezas, quan-
do por sua moralidade he o phanlasma que os alllige
uoile e dia '. Estarao habilitados para asjacarem
defeilos e crimes de ordeta do grave a quem sempre,
quanlo he cabivel uas forjas ds frgil hunianidaile,
se lem desviado dessu estrada de vicios, de horrores
e devnssidoeajf elles quotidianametite cnltivada 1 !
Oh sim.^B: s.lo homeos laes o habilitados, em
lodas as pocat, lugires e taropos, parajtropeUaTem
le Ihes ser-
0-Sr. l.ousin, como se tem em lembranja, aca-
bava de referir ao publico a historia de Madama de
Longuevilla, quando publicou seu insigne livroeo-
bre o Verdadtiro, o Helio, o Bem. O Sr. Cousln
apenasacaba de narrar a historia de Madama de
Sable que, sob o titulo de Primeiro entaiot de Phi-
lotophia, prepara-se a publicar urna das suas mais
antigs obras de raetaphy.iea( cuidadosamente cor-
rigida, eu par mellior nizer, quasi inlelramente re-
novada. Urna Ul obra deve assegurar aos partida-
rios da philosophia, justamente ciososdas afieices
litterarias do Sr. Cousin. He urna prova que o Sr.
Cousin se (em dado igualmente iilleratnra e a phi-
losophia. EsUs alternativas regulare de publica-
coes litterarias c philosophicas se explicara sem du-
"da pela igual aptidao do Sr. Cousin para s mais
illas especulaces da metapbitica, e para as inda-
garos* a* mai* deladas da historia lilteraria. Mas
se asaiompreheudarao* mellior anda, pelo que me
parece, lendo-te eX recordacao urna passagem de
Fiado, o primeiro mettre do Sr. Cousin. No Ban-
yne.Socrales fazendo fallar Diolimo, defini o amor
esse sentimenlo divino e que eleva o hornera
ao que ha bello. O verdadeiro raminbo do
amor, he partir das bellezas deste mundo e elevar-se
suprema belleza paitando por diversos graos, por
exemplo, de ama bella pessoa urna oulra, depois
de bellas pessoa a bellos esludos, e destes ao estu-
do por excelleacia que nao he oulra cousa que o es*.
ludo da belleza suprema, isto he, a philosophia. *
Eis em poucas palavras justificado pelo proprio
Piado o itinerario inleiramente socrtico seguido
pelo Sr. Cousin uestes ltimos anuos. Duas bellas
paioas, Madama de Looguevilln e Madama de Sa-
ble, serviram-lh, como diz Scrates, de graduarlo
i clevar-se a bellos esludos Iliterarios de um io-
ogsres|
aiauawencia e zur^pi ai
vemlleacoiteemsusha
porque em lim, cada,
dos coube, bem como__
cliafurdarern no lodaOj
de mais justo, pu
iprobresao,
aos malva-
destino de
melhorar minha Ierra, e prepara-me urna peca, bem
o sinlo !
O camiiibo dp castello DesGarennes".' pergun-
gunlou nina voz fra.
A avenida, e sempre em direitura, responden
Morin.
Se fosse somonte meu amo, continen o velho
comsigo, he um boni patifo... mas eu antes qaizara
tratar coui o diabo do que cora sua muliicr!
O caminho do castello Des Garcunet".' perguu-
luu oulra voz no vergel.
Siga a avenida : o castello esta no Uli.
Muito obrigado !
Uesla vez Morin oIIiqu pela janella, c ;
conduzindo s costas seus instrumentos iifc,,, __-
se para a ra dos olmos. /f^ S^"^
_ He mister pagar toda essa gente, ir-, un elle,
e meu pobre dinheiro lem duplicado o valor desla
Sropriedade. Uiziam-me : morreras ah, meo boni
lorin, e eu trabalbava, o minhas economas iam-se
largamente... Gente que ennheco ha ttnlo lempo !
gente do rica !... E agora nao tei porque teuho a
idea de que recorrem aos expedientes... Ali mea
velho Morin, ests em bous leucncs !
Em que penta, meu pai '. diese a branda voz
de Antonina, a qual veio assenlar-se jnnlo delle.
Que dirias, filbinlia, perguniuu o eslalajadeiro
rcpeulinameule, te losemos obrigndos a sabir da-
Anlonina arregaiou os olho, e repeli :
Sabir daqui !... e porque *
Evidcutemeute porque seriamos expulso*.
Expulso Vmc, meu pai, que andou na escola
com s>r. Ue Garennet !
Sim, ande ua escola com effe, msjktnurou o
velho pensativo, e o rer'o he que elle soffria ts'jiia*
vezas penitencias por ido ter sabido a Hjao:.. Cha-
mava-se eniao Thomaz Ricardo... e eu torcia-lhe as
orelhai severamente quando nao eslava conUnle com
elle... Nesse lempo eram pobres todos esses Ricar-
do!... eo._
esfarrapadot pelas
loaux dizia-se :
a verdadeira de-
_.-f^Bjoe curriam
culrt lado de Tul -
platnica ; depois destes bellos esludos, que quan-
do muilo o detdaatram um instante, mas nao o re-
tiveram captiva, elle reraoutou-se a sciencia su-
prema, a pliilotopliia. As paginas que logo mais
vamos citar provam que o Sr. Coosio nao se tem
enfraquecido nesle cominerco com a ltleratura ;
ahi encuntrar-se-ha o cunho desU mao vigorosa que
ressuscilou a liogaa varonil e simples do dcimo sete
secufc. O livro qae annunciamos cootera as Ic6es
que o Sr. Cjusn lera de 1813 a 180, na Faculda-
de das Latirs como substituto do Sr. Hoyar Col-
Itrd na cadeira da historia da philosophia moderna.
Estas lires redigdas na origera pelos discpulos do-
Sr. Cousin na escola Normal, foram depoit revistas
e publicadas pelos habis profesores, os Srs. Gar-
nier. Vacherole lianlou. O Sr. Coutin acaba de
novamenleas publicar dcbaixo de urna nova forma ;
elle explica no prefacio que precede a sua obra as
alterarOes que ahi fez. Esses primciros ensaios
marcaran il'oru'vanle os verdadeiro* principios da
philosophia a qual o Sr. Cousin ligara seu nome,
ecompletarioo todo de suas obras philosophicas.
Deslts paginas excellenles, cuja eseolha he difltcil,
porquanlo ahi sente-se igualmente nao s a virili-
dade de urna razao superior, mas ainda ro sopro de
urna ieoaginaflo sempre virosa, temo separado, para
por sob as vistas do ieitor, dous pedamos de um ge-
, quanlo ha. naro diOereneS, ura sobre o Soberano bem, o outro
*- sobre a Philosophia da historia. No os preced
. .. ,.. ..pnu que ua,, |iussuia senao seu Dora
r"a'Th^??,T Bt"*?' I M corai, e 9oa ro- I'areoe-me v-l ainda
nicarons imvi.i inoaiaz, J-roni roo, 1-elix, Fran- '' -'" ..-l, .... _i,-----..
-- ----....... .....".,.ciwu, un, reiix, rrau-
cisco, Cario, Ambrosio, Krai. Claudio, Eustaquio e
oulros... Agora chamam-se Mr. I)n Moalin, Mr. Uu
Verger, Mr, l)e Jardins, M. da La iAierne...
Antonina pz-se a rir, e Morin continoou' trislo-
mciitu :
Itioiuaz tornou-se Mr. Usa tjarennes, e alm
disso meu amo... Seu primo Jerpnyano que era mai*
tolo do que ot notaos perus.ehmava-sc Mr. u lail-
tem In/.euJa na Normandia, e sSo aninines ga-
__^premios co grande concurso !.. Flix Ricardo,
.^cabello ruivo, qua linha sempre o* joelhus c os co-
lvelos Turados, ch.una-so Mr. l)u Guerel... Frisou
os cabellos, e mettiu-se un niiRiorn dos elegantes de
Parts... Al Ricardo-Po-Secco, o artista, quer ser
chamado Mr. Ue l'Elaog !...
Com todos esses Ricardo, meu pai, interrom-
peu Antouina rindo, 3el'Elang, Uu Tailiis, Uu Gue-
rel, Uu Vloulin e Ue la l.uzerne se faria urna bella
fazenda !
lie verdade, disse Morin _______..ila com
um olhar de admiraco... > is nao lemns smenle
esses Ricardos... Jla a gorda iVlphiua i,ue casoa com
um anligo advogado, a senhora Augusta Massoueau !
iulerrompeu-se o velho cm emphase ; eu a vi ven-
dendo batalat!... llavia tambem u palife Joao Ri-
cardo, como lodos o chamavam, o irmao mais moco
de Mr. UesGareuoet...
Ah meu pai, exclamou Antonina lomando as
maos do eslalajadeiro, ido falle mal desse !.. He o
pai do senhor Rolando.
Fallar mal do pulir Joao 1 toruou Morin cora
"PBUlino calor, quem, eu !... esl* loara, fiUiraba?..
Oh nao f E aquellos que dissessem mal delle era
minha presera;a uao seriam bem vindo I... Cha-
inoi-o palife porque era seu appellido de familia.
Proavera a Ueos que Mr. Dea Gareones fosso palife
assim !... T
com ama ra
cs n maltral.ivam porque elle casara
aalrica que "nao possuia senao seu bom
r______._____ i______ .. .
------s _-----,v. ...,.^...U... ".cic-ruc -,;-ia .iiituil II
porta com o temblante risouho e brando como o da
Santissinia \ irgem, c embalando o pequeuo Rolando
nos bracos... Elles causaram-lhe lautos disstbores
que a pobre moca morreu de tristeza antes do ter
dezesele anuo...
Aulouiia anxugou furlivamcnlo os olhos.
A idade que leus, miuha filha, conllnuou o ve-
lho altraliiudo-a ao corarao. Ella deixou o pequeuo
Rolando da seis mezes... Joao Gcou louco Eu o vi
urna larde lomar entre as mc.s a cabera da mai...
Era a^sim que aabrarava... E fazia gosto ver a mai
e o filho, que amrain-se tanto !... Eu o vi, repito,
abracar a vellia ; elle soiucava n dizia entre as lagri-
mas que o suin.-,n un : Crie o menino, minha mai...
nao posto fictr na casa em que morreu Margarida...
Vou partir, e onlregar-me i providencia de Ueot...
E elle foi-se... disse Antonina meneando a ca-
bera.
Nao voltou mais! acresrentou Morin lentamen-
te. Fazem qnasi viole anuos, poisojoveu senhor
Rolando foi agora sorteado... A boa vehacumprio
promeisa o mellior que pede, criou o menino...
. O qual he hoje um bello rapaz I
E mellior ainda do que bello : frifiirn e brio-
so... Pelo que a pobre mullier tem sotTrido muito
coi.i elle ; ois madama Ues (iarebuet, o detesta, e
ns Uu Guerel, Ua Ttillit, Uet Jardins, e lodos os
mais...
Sim, sim, interrompeo Antonina com ar ma-
ligno, estes aborrecem o senhor Bulando... mai a se-
nhora Camilla ido Um a mesnia opiniao.
Cris ito '! uiiiriiinrou Morin sorriudo.
Mai seria ura casal bem gentil disse Anlo-
nina.
Morin dau um suspiro profundo, e pergnnlou de
improviso encarando bem a fllha.
mos da advertencia a terceira edicao, em que se
notara' urna bella passagem sobre a al|iancn da phi-
losophia espiritualista e do chrislianismo. He nraa
resposta cloquele e opportuna aos espirito* exces-
sivos, que adiara o mundo muilo eslreilo pira po-
der cooUr ao mesmo lempo a religiao e a philoso-
phia, e que querem absolutamente supprimir ama
ou oulra para commndo do genero humano.
H. Rigault.
Advertencia detla terceira edicao.
Ella terceira edicto nao he ama simples reim-
prestao da precedente. Ella aprsenla o qae resta
de nossos primearos cursos de philosophia, nos an-
uo da 1816 .e 1817, sob urna forma quasi nova e
com um Ululo novia, ao mesmo lempo mais modet-
loe piis real. Nao possuindo destes primeiros cor-
sos senao redarri-s de discpulos, nos nao julgamos
a proposito conservar a essas redacroes resumidas e
imperfeilas a apparencia e o nome de lices, era-
quanlo que ua realidade nao se punha aos olhos do
Ieitor senao extractos maitss vezes bem seceos.
Uestes extractos, cuidadosamente revistos e corrigi-
dos, nos tiramos pedacos destacados, cujo objecto
cominnm, e harmona dislingoem-se sofllcienU-
raente, grarai aos dous programmas postos frente.
Assim apurado, parece-nos que este volume he me-
nos ino, e que elle conduz mais rpidamente as li-
res do auno de 1818, as quaes conleem am ensi.
no verdadeiro, urna eipoirao regularcom justos de-
senvolvimeulos. Estes primeiros turnios inarcam
os diversos graos pelos qoaes all somos chegados ;
e os he mister considerar com urna prepararlo Ira-
balhosa a nosso livro do Verdadeiro, do\Bello, do
Bem.
Aqui encoutrur-se-hao com eieilo sob formas de-
ferentes o mesmo eogenho, o mesmo methodo, as
mesmas vistas fuodamenlaes.
O etpirilo que ahi reina he o que animou nossas
ultimas como as nossas primeiras ligoes ;be o mei-
mo que apparece em lodas as nossas obras.e que es-
peramos bem conservar -emquanlo formos eapazes
de pensar, emquanlo nosso corceo nao cessar de
baler, e nos mo poder pegar da penna ; isto he,
urna f prorqnda na liberdade, na responsabilidade
e na espiritualidade d'alma humana ; nma moral
uudada na eterna distiuccao do bem e do mal, do
justo e do injusto, e nao nos clenlos variaveis do
interesse, e tao desviada de um myslicismo ador-
mecedor como de om stoicismo inaplicavel, urna es-
thetica que v no bello a forma do bem, e por toda
a parle procura e praacreve o ideal; urna tbeodicea
que sobindo a Ueos pelo bomem, e pelo hornero in-
lellerlual e moral, como pelo, universo, da' a bnma-
nidade um pai, a virlude e ao crime urna tslemu-
nha e um juiz ; em smnraa ama philosophia radi-
calmente opposta a philosophia da sentacao, a qual
dominou em Franca durante o dcimo oitavo secu-
to, e que nos principios do dcimo nonu encoolra-
mo-la ainda assaz poderosa.
Ao^mesmo lempo que rompemos altamente aqui
com esta deploravel philosophia, onde temos assig-
nalado tantas vezes a origem das desgraca da "pa-
jria, porque rtssemiiiando pouco a pouco, por dilata-
dos aunos, em todas as classes da sociedade Tranceza,
o scepticismo e o materialismo, ella tem d'antemao
arrancado os fundamentos necessaris da verdadeira
liberdade, nao damos a philosophia muderna guias
eslrangeiros, qnaodo mesmo fosse o sabio Reidau, o
profundo e virtuoso philosopho do Soenigsberg, cedo
a collocamfa sab a invocacaode Descartes.
NoiOconfetsamos, e ver-s-lia'nai primeiras pagi-
na deste volme : subindo a cadeira do Sr. Royer-
Collard, ncuidavamos atprinripio senao era levar
ao publico o entino que n jarnos do nosso illus-
ire e veneravel meslre ; ni expuuhamos a theoria
escosseza da percepcao extasoa, e encontrando em
"ossa marcha o enthymentaT Bao : Bu pens,
lugo existo, iamo applicar- HUsosuras que o Sj.
Royer-Collard havia lotaBj UMi. Mas, queren-
do reler as MedilacOes antas Hdemuar o prin-
cipio, um esludo aturado nw Bpor era duvi-
da o sentido atlribuirto ao celebra i rtbymenia ; es-
U ddvida nos fui um raiu de luraj i sai* esclare-
cer a nossos olho*, cora novas cores, leda a philoso-
phia moderna e a nossa propria emprJK Nos com-
preheodemos que a quesdo da percepcao externa
nao podia ser a primeira quesdo da philosophia, e
mudando repentinamente de assumplo no Om de tl-
guraas liret, e despeilo da proraessas de noisp
di-curso do abertura, a lgica e Descartes nos con-
duziriam & qttesdo que he verdadeiramente a pri-
meira em dala e em importancia,, aquella do eu e
da existencia pesioal. Nos consagramos este dilB-
cil assumpto um anno. Logo, em nossos esludos, ag-
gregamos Piado Desearles. Esles dous grandes no-
mes depois de muilo lempo esqueefdos em Franca,
reaparecerm com honra na nova escolla, e a philo-
sophia franceza do decimo-uouo seculo enlrou na es-
trada desta grande e immortal philosophia espiritua-
lista que dividi na historia as vicissiludes do pen-
samento humano, que comejApm Scrates e Piado,
reanima e suslem a --elliicaajl Caasro, scinlilla mais
urna vez ainda na oliscuridaaJ |Bade media, serva
de fanal ao decirao-seliino scalo,eclipsa-se ao decima
oitavo coji a Torca e a grandka nacional, e, gracaa
a Deo*. ronta hoje entre nos em lodojttjflframos da
lilUralora, interpretes numerosos e kwtmaos.
Entre a philosophia espiritualista e o chrislianis-
mo a allianra era fcil,segundo parece. E para qual-
quer se convencer disto basta abrir S. Justino e CU~
naante d'AJexandria, na igrejt grega ; entre os lali-
ntS, S. Agoslinho e S. Anselmo ; e mais perlo de
nos Malebraoche, Bossuel, Fenelon.' Mas explique,
mo-nos claramente e com cabal sinceridade. Urna
philosophia qualquer que seja, nao he urna religiao*
e confundir essas duas no;oe he alterar ambas. A
philosophia Hmila-*e na ordem das verdade; nalu
rae, e nao depende por conseguinte, senao da lu.,
natural. A religiao vai mais Unge, e, para dogmaa
sobrenaturaes, ella invoca urna auloridade sobrena-
tural. Porera se dillerem em sua origem, em seu fin
e emsua forma, a verdadeira religiao e a verdadei-
ra philosophia so tocara e se ajuido era mallos pon-
tos essenciaes. Nao se trata aqui de respeilos e lio-
menagens polticas. A philosophia da sensacao, por
exemplo, poderia curvar-se mil vezes, dianle do
chrislianismo, sem Ihe ser por isso menos inimiga
porquanlo, supprmndo a liberdade, a responsabi-
lidade c a espiritualidade da alma, ella suppnmeo
objecto mesmo a que se applica o christiauismo.
Uasa pliilosopliii que projesse o principio que o ob-
jecto uoieo da* solicitaces da humanidade he e de-
va ser a salisfaco dos sentidos, o prazer, o interesse,
a felicidade neste mundo, o iyie poder ler a des-
lindar com a religiao do Crucificado '.' Supponha-so
ainda ama philosophia que, admiltindo a iiberdad;
e a espiritualidade d'alma e a obrigar.lo da virtud.'
deiinteressada, uo conreba Uecs'seuao como a cau-
sae a subslaucia eterna donde lodo deriva, don Je
vem o universo, e-com este a humanidade, sera dar
esta causa ei esta substancia atributo algum de-
terminado nem determinavcl, e muito menos aindi
atributo algum Adral, a couceprao de tal Ueos, esse
deisino, como jj chamara, he radicalmente incompa-
tivel com a etatmeia mesma do Chrislianismo, quu
tem necessidade de um Ueos vivo e inteligente,
principio e protolypo do bem e do justo, que no.
creando toa imagem, se pode tpropor a noisa imi-
lacao, que compreheode, loitnla, consola 4ooisos
combates internos, nossos sacrificios, noisas fraque.
za. A allianra, ao contrario, pode ser | seria, sin-
cera entre a philosophia espiritualista e o chri.lianis-
mo, porque esta philosophia deixa ao christiauismo
o lagar de teuidogroas, e todas ai suat presas sobre
i humanidade. Ella ihe cnerece umt alma ao met-
ras lempo chela de mizeria e de grandeza, para ahi
fundar teus anilnot sublimes; ama moral geueiesa,
liara coroa-ia de sua* divlnt, etperancas ; um Dos
qae he ama peisoa como a peMoa homani, com a
infimdadedemais.opode a,im trazer a trlndtde
ebrita. Uigarao-lo anida .una ves; a||philaaopliia
mait pora nao he nina religiao ; mas o chritti.-inismO
he su religiao, como ella ha philosophia do ebrit-
Jiaiiismoqnstido te colloca.coajo mullas vezei o faz,
uos limites da razao nalural/A philosophia espiri-
lualista precedeu o chrislianismo, mas ella aprorei-
lou multo, do chrislianismo, e eria bem ingrata e
ido recoohectsse o quanto Ihe deve, como tambera
o christiauismo deve asss philosophii em seus in-
clispentaveis prolegmenos, em tua exposicao e em
suas explicares. A philosophia nao er humilhar-se
i oufessando que ella he feila para alguns, e que nao
baila ao genero humano. O chrislianismo, en tur-
no, nao tem senao a ganhar em reconhecer que ha
no bomem orna necessidade imniortul de livre refle-
vao, qae he impossivel desarraigar,que comecou com
o primeiro bomem eso acabara com o ullimo, que
ntacada injuriosamente ou miuJtraeiile alorraenUda
do tabe bem retribuir guerra por guerra, e qae le"
luiente aceita, se acalma e se esclarece, e pode, no
:ampo onde se exerce, produzir fructos benficos.'
Nos fallamos aqui do intimo do nosso corceo :
jamis temos soohado substituir na humanidade o
chrislianismo pela philosophia. Consideramos sem-
br seraelhante sonlio como a chimra a mais peri-
zosa, propria s a levantar tempestades horrorosas
3 infructferas que acabam por eonduzir o espirito
lumanu ao mesmo ponto donde partir, a saber-a
dislinccao eterna e a eterna coexistencia da religiao
o da philosophia.
Que de vezes ido temos dito, escripto, repelido
por todos o modos : Mantebamos a independencia
jo dcimo oitavo seculo ; eis nossa conquista ; mas
essa independencia, empreguemo-la dillerentemen-
le. Assim como, em poltica, no partimos Ca neces-
idade edo amor da liberdade para defender amo-
uarchia e a arislocrioia, esse dou contrapesos ue-
cessarioi da democracia em ama velba naci como
a nossa, herdeira do mais glorioso pastado que in-
cesianlemenU renova ; assim tambem ja que nao se
sabe o que he feito da f natural de nossos pas, he-
nos mister partir" da philosophia para curaprehender-
mos a religiao, para honraran e amarino* ofchris-
t'iamsiuo, para desejarinoi que elle se arraigue, e
que se espalhe, e com elle a mais sublime philoso-
phia.
O resumo mais puro do que ha de mellior no
Phedon e no Time, uas Mediiacoee, no Conheci-
mento d* Dos e da ti meimo, uos mait bellos cap-
tulos da Critica da razio frailea, est todo iuleiro
uas primeiras paginas do catbecismo de Ho este cathecismo be a seiva dos pobres de espritu, do
menino, damulher, do pastor e do operario, ao pas-
so que o Conhecimento de Dos e de si mesmo, as
MedilacOes, o Phedon e o Time, sobreludo a Cri
tica da razao pratica, dirigem-se a bem pouco* in-
dividuos na especie humana.
Taet Uem sida) seinpre nos*os peusamenlos, nosso
sen lmenlos, nossa lioguagem publica'e particular.
Aqui a philosophia moderna desda o berro enche o
chrislianismo das homenagen as mais canil idas e as
mais alfectuosas ; ella se corapraz de chama-la em
Ustemunho de suas verdades as mais charas ; muiUs
vezes at Ihe loma suas expreswes, einlim ja ella poe
em pralica, por macouta, essa nlliara;a queranlas
vezes temos invocado, com urna-constancia iucansa-
vel, ha cadeira, na tribuna, em lodas as nossas
obras; alliainja muilo desejavel, da qual por isso
jamis desesperamos, e cujos laidios, purera se-
guros tymplomas saudamos com recoohecida ale-
Seas prelongar muilo esta Adcerfencia. deveraos
ao menotflllr'l ir aqui rapidaraeole o raelhodo em-
pregado, o methodo de observacao applicado al-
ma humana, este methodo psychologico fundado por
Desearles, seguido e recommeudado por Red e por
JkMt, profundamente ignorado de Condilluc e de
sua escola, e cujo temerario abandono precipitou a
philosophia alteada ao principio as especala-
rocs ambiciosa ,e bypolhetica, e mais tarda nos
mais tristes systeeaa que deshonraran) e perdern!,
por algum lempo, alera do Rheuo a causa da phi-
losophia.
Enbonlrar-se-ha ja uestes Primeiros Eniaiot o
eclelismo, a cousa e a palavra, com seu justo limita
e em sua verdadeira medida, isto he, como um me-
thodo histrico, snppoudo urna philosophia adianU-
da, capaz de discernir o que lia da verdadeiro e o
fue de falso as diversas doulrinas. e, depois de as
baver aperfeigoado e desembarcado pela amlvie e
dialctica, de fa/.er a todas urna parte legitima n'u-
ma doulrioa melhor e mais vasta.
Nao insistiremos sobre muilas oulra* Iheorias, das
qoaes estes fragmentos contera o germen e a pri-
meira eipressao. Limitaremo-uas apenas a indicar
alg urnas.
Citemos primeiramenle, tem deienvolve-la esta
dislinccao da espontaneidade e da reflexao de que
mais Urde tiramos concluies do etleusas e tao con-
soladoras : a espontaneidade, que nos chamamos
aqui o genio da natureza humana, emquanlo que a
reflexao he soinente o genio de alguns homtni;
ama, qua prev ludo e excede o raciocinio, suspira
e sustenta a humanidade, faz nascer e conserva lo-
das as grandes crenca ; a oulra, que algumas vezes
abala essas crenca, e algurott veze tambera as con-
firma, e transforma a f priaaitiva em una firme e
solida convierto ; esta, que he de algiima sorlc a in-
nocencia do espirito, aquella que he a virlude com-
prada por muilos combates e as mais das vezes pre-
cedida de multas rallas.
Ha ainda um ponto ao qual ligammt a maior im-
portancia, e que nos he impottivel nao toca-lo em
poucas palavrat: queremos fallar da llieoria da
causa, e especialmente da subslaucia e do ser. Ver-
se-be aqui por toda a parle que nao ha sobstancia e
ser em si ; que o serem si, be o nada ; que todo
ser, se existe, be determinado; que sua pereiro
est ua de suas delermiuacoes ; que ido Ua mais
substancia sera qualidade como estas sem aquella ;
que toda substancia, e a subsUncia suprema e infini-
ta como ai que delta se derivara, nao no he conhe-
cida seido por suas qualidades e seus altribulo*,
onde sua cssencia se manifest ainda mesmo que
ella nao seja esgotada ; que assim enlre outras
cousequencias. atlributos contrarios allesl.nn ubs-s
Inicias contraria que nenhuma sublileza pode cao-
r'iu lir, e atlributos intelligenle* revelam um ser in-
lelligeole.
Emlim temos aqui eslabelecido, pela primeira vez
o que mal larde tornou-se para nos ara priucipio
iuabnlavcl, saber que n.1o ha intolligeiieia sera
consciencia, que ni mesraos ido nos julgamos in-
telligenlesseDSo pela nossa consciencia :qne suppor
Sabes se nosso vizioho Pedro Tassel lirou bol
sorle ?
Pedro '.'... bslbuciou Antonina, a qual nao ei-
perava Ul perguuU, creio... teuho a idea...
Visle-o esta manida, ido he assim ".' Inlerroli-
peu o velho.
Antonios abaixou os olhos, o murmuran :
Sim, meu pai, tu o vi.
Morin cocou a oreiha, e disse ein voz alta :
Bernardo da as cartas no castello... Tambera
he um bom rapaz esse Pedro 1 'a-sol ; mat he como o
teohor Rolando, uada postue !
Eis all pessoas que segueta a avenida excli,-
mou Antonina, quem-nao agradava o geilo que lo-
mava a conversaro.
Morin apoiou o colovelo na janella, e disse :
No son feiliceiro ; mas estou bem cerlo que
vai haver alguma cousa.
Endo o que ',' perguntou Antonina vivamente.
Bernardo veio chamar-nos para irmos api lar o
servico do castello hoje... Todos os Ricardos devein
Eis ahi um que erra o caminho, diste Morin
habituado a ver descansaren) suas mesas e seus
pravas.
Siga a avenida, acresceulou elevando a vaz,
e sempre em direitura !
O viajante trozia um vestuario asss elegante e um
chapeo uovo inclinado para a oreiha. Continoou a
adianlar-se com ar desembararado, e pcrguulou :
He castello Des Garennet que acharei no lim
da avenida t
Salvo se mudou de lugar de hontein para boje,
responden o eslalajadeiro.
O viajante apoiou-a mao na porta. Tinha no tem-
blante urna mistura de audacia e de hesitaran ; pa-
recia^um comedanle que eqtra em acea tem estar
parfeitamente certo de seu papel.
Vmc. pode dar-rae um quarlo onde eu etteja
sosinho, pergnnlou elle depois de um momento de
silendo, e o que he neoessario para escrever ?
Morin conlemplava-o com atlenr.lo.
Um quarlo, isso lie postivel, respondeu ello,
tinta
reunir-te esta manida... Oavi fallar de desposorios e deve havr alguma Unta no fondo dolinUiro...
e mesmo de um conselho de familia para o senhor | Conduz esse senhor, Antonina !
Rolando que foi sorteado... Cerlamenle ha alguma Voltou-te e enlrou na cozinha,
_l algu
cousa occulla.
E quem lie que vai casar cora a seuhora Ci-
milla f perguutvu ainda Antonina.
O primo Uu Guerel...
O cabello ruivo exclamou a rapariga rindo.
Morin Uviinlou-se repeuliuameule, e disse balen-
do na fronte :
Ah o primo Uu Talllit o elles mandaram avi-
sar-me de que almocariam em minha casa de passa-
gem... Eu era agricultor bonUm, vou ser eslalaja-
deiro esta manb.ia. arei tervo esta larde... Se ro
menos a gente licasse mais rica por itso 1... Eia, li-
Ihinha, a coiinha ; ido temos tempo de sobra.
Quando pastava o luiniar, vio om viajanU que
taltava a barreira do vergel e dirigante para a porta
da hospedarla.
onde nma velba
serva faxia foso. O eslranseiro seguio Antonina, a
qual tubia vivamente a escada ; elle mal lanrou om
olhar sobre as paredes arruinadas da sala onde los
inlrodotido.
Mr. Ues Gareunes he rico, nao he verdade,
miuha bella mocinha'.' pergunlou elle emquanlo
Antonina derramava ngua clara no fundo du lin-
teiro.
Sim, senhor, he quasi to rico quanlo o rei,
responded a rapariga.
Poz sobre a mesa junto do desconhecido o linteiro
conlendo um liquido emarelledo, urna folln de pa-
pel soflrivelmenle amarrotado, c urna penna como
as qae achauoss i vezes as hoanedariai do campo,
ande ha penna.
Ei ahi 1 ... disse ella ufana e contente por ler
em alguma parle urna inUlligencia que nao se co-
nhoceMS ; seria tnpprimir at condic.6rs mesmas da
nleillgencis, laes qoaes urna tai ptycholegia di, e
alirar-se urna hypolhesc inadmiisivei. A consci-
encia he o sigoal vivo da inUlligencia ; ella ha' a
iotelligenesa em accao; annuaela a garaole a peuoa,
de aorte qaa se bs inUlligencia no principio invisi-
vel das cousai e dos aeres, como o demonstra a me-
uor indcela lirada de espectculo das visivei e do
ludo dos aarat jarttenlares, aMla principio he um
ser intelligenle que-UmronsasatVJla de si meimo,
qoe he urna pessoa que se conheee e jtweeoohece
seus actos, assim como seus rtsullada Mo he
mais dittiptdo, escurecido. abolido no iai ie que
a pessoa humana, feita i ana imagen, na* Vtaipa
e uao se perde oa rxiensao, na verdade bem liala-
da, de suas facoldtdes e de sua accao. Theoria de
urna grande coroprehensao, que. bem coroprehendi-
da e lirmemenle seguida, esclarece, destras as dou-*
trinai tao differentej a coniludo anlogas da Pioln e
deSpinoza e de seos celebras discpulos contempo-
rneos, mysticos ou atheos.
Terminemos como comecamot. esles Primeiro,
Ensaios t3o os preliminares do livro do Verdadeiro,
do Bello e do Bem. Elles ahi preparara, a tambem el-
les o sustentara.. Elles ahi achara soa utilidad?, co-
mo acretcentam muilo* rasgos novos. Posta o lelUr
nao separar esles dous escriptos era -sua iodulgaocia,
e acolher estes Primeiros fntaios como ha feito a
obra a qual elles cooduzem !
_________________ COMMERdO
H.nnm. aLFANUEGA.
Heudimeuio do dial a 11
dem do dit 17. ,0- '
^6:0fi-27l
8:il5t57
25+:314366
etcarregam aoielis At dd-umhm
Barca ingUztEliza llanas-.n,m
Brigue sueco/'rint Otearlaboado
l'alacho bollaudezzVermirdlnqueii'os
Hiaie braiileiro//HJeneiiif-iKeneroi < n,.
U1NSULADO GERAL. P"'
Rendimentodo da 1 a 15 awaicn
" -......."Sagjgi
:155>i~
til Persas provincias.
Rendilnenlodo dia 1 a 15 3:0648621
dem do di 17....... 1*7*311
3*H3
Exportacao .
Maranhao. barca brasileiia uBrilhanle, da 287
toneladas, conduzio o sesuinlc : 19 caitas facei
16 barris (oucinho, 6 caixas fazendas, 2 pastea de
bron/.e. (1 rodas para carro, 6 pouta de duchos
1 1'og.lo, 2i acca car de rasca, 435 barriquiubas
assucar branco, 300 saccis caf pilado, -20 cunar ra-
pe, I gigo quarlinha, 1,000 cocot coas caseafe 100
pedrat de amolir.
Aracaly, hiaU brasileiro Uuvidosoa, de 13 lii
tonelada-, conduzio o seguinle : 118 votme g-
neros eslrangeiros, 25 barrica estucar. 0 ditas hela
chas, 1 dita ditas doce, 7 dilat arroz, 21 caixas rap,
10 duiias de cocos, 75 caiat eharntoi,20 ditas doce'.
Rio da Prala com escala por Montevideo, polaca
hespanhola Eliziau, de 271 toneladas, eandozio o
segainte : 950 barricas e ,100 saceos esas. 7,616
arrobas e 18 libras de assucar, 140 pipas agaardeuU
cachaca.
Liverpool com escala pela l'arahiba, arigae iuglez
ulcenii, de 'M> loneladas, conduzio o teguiott:
i, 100 sarco* cora 5,500 arrobas de asanesr.
KECKUEUORIA DE RENUAS 1NTBRNAS GE-
RAES UE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 15 13:9MfG06
dem do dia 17........ 947
11:87:
i+->ii
CONSULAUO PROVINCIAL.
Rendimeutododia 1 a 15 46J5038S1
dem do dia 17 ....... 6:887M6
53:238090
MOVIMENTO DO PORTO.
' A actos entrado no dia ItS.
Rolherdam48 das, escuna hollandets Bernardos,
de 130 toneladas, espido H. Puoekt, eqnipageni
9, carga fazondas e mais gneros ; a C. A. Breo-
der a Brandit & Companhia.
Rio Grande do Norte-3 das, laocha brasileira Flor
do Rio Grande do Norte, de 32 loneladas, meslre
Manoel Mal he os Gomes, equipagem 3, corsa nii-
lho e mais gneros ; a Antonio Jus Jorge. Pat-
sageiroi, Antonio Jos da Coila, Seraphim Jos da
CosU.
Navios sahidos na metrna dia.
AracatyHlale brasileiro Uuvidoto, metlre Anto-a
nio Manoel ABonio, carga fazendas e mal gene-
ros. Passageiroi, Jos Ferreira dos Santos Caroi-
nha, Alvaro Luiz Partir e Silva, Jos Antonio
de Magathaes. Antonio Rodrigues
MaranhaoBarca brasileira oBrilhaole, capito An-
tonio Nogueira dot Santos, carga assucar caf.
Passageiros, Braulino Candido do Reg Mendea e
1 eteravo, Vicente Ferreira Nares, Ricardo Araa-
vel Rodrigos. A. Fournier.
Liverpool pelo Rio Grande do NorteBrigue loglez
Cretcenln, capitn John Medington, em ltiro.
Rio da PralaPolaca hespanhola Eluia, capitn
Carlos Roses, carga assucar a mais gsfeeros.
Rio da JaneiroBrigue bratileiro Despique de Bai-
nzB, capiao Manoel Marquea Correia, sarga assu-
car e mais gneros.
CearH1.1U brasileiro Novo Olinda, meslre Cus-
todio Jos Vianna, carga aguardante e mala g-
neros. Passageiros, Jlo Anlunes de A lenca r
Rodovalho, padre T de Soasa Molla, Jos Julio
de Albuqoerque Barros.
BahaSumaca brasileira Horlencia, meilra Joa-
quira de Soasa Cunto, carga axeile da carrapato e
mait geueros. Passageiros, Thomaz QoeirsK Mon-
tenegro a 2 criados, Francisco de Sonta a t cria-
do, Augusto Cesar de Carvalho Menezet, Pedro
Alcntara de Miranda Veras a 1 criado, Pedro de
Colaians e 1 criado. Antonio Ferreira Queiroz,
Francisco Ferfeira Barros, Vilal Ferreira M8rae%
Sarment, Thomaz Antonio Peres. .
Rio de JeneiroPatacho bratileiro S. Francisco,
meslre Antonio Ferreira de Azevedo, carga assu*
car. Passageiro, Iliieo de >raujo Franca, e 2 es-
cravos a entregar.
Sacio futrado no diajfl.
Jersey37 das, barca ingleza Veogaur, de 29
toneladaa, espido Abraldo Pironet, equipageni
13, em lastro ; ao capiao. Segu para Monte-
video.
Sacio sahido no mesmo dia.
Liverpool pela ParahibaBrigue iuglez Iceni, ea-
pido A. Steele, earga assucar. ,
*E
ITAES.
Ur. Anselmo Francisco Perelli, coaasuendador di
imperialordem da liosa, juiz de direi lo especial
do eonimercio desta eidade do Recife, provincia
de Pernimbuco por S- li'.I.eC. o Sr. ll rYdro
II a quem Ueot guarde etc.
Fafo saber aos que a prsenle casto de edHos vi-
ren, em como o ente coronel Jos Antanio Lo-
pes, ao meu antecessor fes a peli(io do Ibeor se-
guinle : ,
Diz o lenle-coronel Jos Antonio l.ope. que
sendo-liie Jos Luiz de Caldas l.ins, devedor quanlia de 1:7899435, proveniente de orna letra
veuda era 3 do abril de 1848. e como Ignora a
actual residencia de seu devedor faer faze-lo citar
por edilos para inlerrornper a I escripcao Como o
determina o vs. ;l do artigo 1 cdigo do com-
mercio.Pede ao lllra. Sr. Ur. juiz do commercio
assim o mande.E II. M.
E ralis se nao contiliha tan dila peflcao, na qual
dei o despacho do Ibeor segninle :
Distriboida cont requer. Recife 18 de junho de
1855.Silva Guimaraes.
completado esse aviamonto, falla Iho ainda alguma.
couia, senhor ?
Naja... respondeu o viajante deliudo com dia-
trarcio sna tinta lodosa.
Chaman lodavia cimla Aiiloiiiua, a qual icmlo fei-
to urna reverencia, taltava j 110 meio da ecada, e
disse-llie cora ueRligencia: m
Minha linda mocinha, eu qutria saber que attat
mem be M% I>es Garennet.
Qae bomem '.' repeli Antonina.
Voss conhece-o :'...
Sim !... Uo om horneen gordo... um tanto co-
rado a calvo.
Nao be isso... quero fallar de seu carcter.
Esta be boa! exdamou Antonina ; sempre o
conheci alegre, quando no eet da ms humor.
Obrigado diste o descoultecido, o qual despe-
do-a com o gesto.
Aulonina relirou-se e ferhou a porta ; porm as
perguntaa do viajante haviaro-lhe despertado a rurio-
sidade ; depois da ler descolo alguns degrnos, tor-
nen a subir braudamenle, e apiilicou um olho ao ra-
ro da Techadora. O dasconheclde percorria o quarlo
a passos largos, e Antouina ouvio-o dizer :
O negocio he bom !... Convm envidar lud,
ejogarrijo!
Ueraais, acresceulou assenttndo-ta jaott dn
mesa, e Anlonina apenas pereebia una palavra da-
qui, onlra dall, porque o viajante abaixiru a voz,
lenbo agora as nulos ebrias de trunfos... Nu vejo
como posta perder o jogo. Ab eslas raargeus ski
Loire ao admiravei*. e logo qu eu liver meosguin-
ze mil franco-, comprare! algum dot castello deli-
ciosos que avistei margem da estrada.... Eia Van-
thier, meu amigo, ergue a cabeca para honrares o
bello nome de Slepben Williams '.... Xchasle eosm
a pega no tiinho,... E o diabo te leve se dentro da
oilo dias no fores um doi mait respailareis
prielirios do lugar i
(Confitmar-is-Aa.)

I
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roda /
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DIMI9 IE KRMIBUCO TERQA FEIR 18 01 OEZEIBRO OE 1816
\
J

E miii se nio continha em tilo despacho em vir-
ude do qual lavrou se o protesto do tueor segrale:
Aoe 18de junho delS, neela cidade du Recite
Ide Pernambuco era mea e-criplurio, veio o suppli-
canle lenenle-rorouel Jo. Antonio Lopes, e dsse
y peraale as testemuuhas abaixo assignadas que pro-
lestava contra o tupplicaudo Jos Lat de Calda
Lilis, palo coaleudo em sua petcilo retro, no
para o fiu oa mesma requerida e de como assim o
Idisse e proleileo, fu este lermo que a-isguuu por seu
bssinnle proearador m as lestemuuhas. Eu Uauo-
aL el Joaquiro Baplisla escrivae nterin) o escrevi.
Hodolpho Jo*> Barala de Almeida, Luiz lranci-.ro
Mello Tarares, Pedro Alejandrino Kodrigues
lo coulinha em dilo lenno de proles-
seriplo e pro.1u7.indo o supplicanle suas
o sellado os autos, mbiram a conclusa i
noa qoaes guinle :
Alteudeudo a inquirirlo de flt. 6 a lis. 7, por onde
e prava que o justificado e acha ausente em lugar
nao sabido, mando que para ser-lhe intimado o pro-
testo constante do termo de lis. 2 a ils. 3, a passe
carta de editos com o prazo de 30 das e cusas. Re-
cite 12 de dezembro de IH.'ij.Anselmo Francisco
Pe re ti i.
E mais se nao coulinha em dila senlenca aqu
traoscripla em vlrtude da qual o escrivao que ela
subscreveu, maudou pastar a prsenle carta de edi-
to com o prazo de ill) tias, e cusas, pela qual e
sea lucera* chama* intima, e heipor intimado osup-
plicado develar auieule cima declarado de iodo o
cunleudo nipeticjio e termo de protesto licimu trans-
cripto, pelo que toda e qualquer petsoa, prenles ou
, amigos do ditesopplicado o podero fazer sciente
do qae cima flea esposto ; e o porleiro do juizo fi-
zara a prseme nos tugares do costme, e sera pu-
blicada pela imnreus.i.
Dada e pateada aasta cidade do Keciie aos I i de
dezembro de I8V>.
Eu Manmiano francisco lluarle, scrivao priva-
tivo do juizo commercial a ubscrevi. Anselmo
Francisco Peretli.
O Ur. Anselmo Francisco Peretli, commendador da
imperial ordem da Rosa, e juiz de direito espe-
cial do eommercio desla cidade do Recite, piuvin-
cia de Pernambuco pora. M. I. e C. o Sr. l. Pe-
dro II que Daos guarde etc.
Faca saber tos que a presente carta de editos v-
reo), em como Jos Joaquim da Silva Maia, me lez
a pellejo do tiieor segunde :
Illa), e Exal. Sr. I)r. joir de direilo do com-
mercio.
z Jos Joaquim da Silva Maia, para evitar a
reecripcao das letras coustanles da relacen junta
que se acham ha muilo vencidas, requer a V. Exc.
diaue-se da admitii-lo a fazer o seu protesto contra
os aceitantes devedores'das mesmas letras, Javran-
do-se o respectivo termo para ser intimado ao pri-
meiro devedor, pessoalmenle por se achar nesla ci-
dadg. e aos mais por ediios, justilicada previamente
a ausencia delles como perraitteo arl. 1 i:l > 3 do c-
digo commercial. Pede a V. Exc. assim delira.E
R. M.Jos Joaquim di Silva Maia.
Nada mais se coulinha em dita pelillo aqu
transcripta, a qual sendo-ma apresenlada profer o
despacho seguiule:
lome-so por termo o protesto do supplcanle,seii-
do intimado ao primeiro devedor pessoalmenle, e
jsstoqueo mesmo supplicanle a ausencia dos oolros.
Kecif* 14 de uovembro de 1855. Peretli.
Nada mais se continha em ditomeu despacho aqui
transcripto, em virtode do qual se lavrou o prules-
.lo da theor segrate :
Aos 1 i dias do mez do novembeo de 1855, nesla
cidade do Recife de Pernambuco, em meu escriplo-
rio por parle do supplicanle Jos Joaquim da S. Maia
M foi dilo peraute as leslemuuhat iofra assignadas
que uos termos de sua prl#cSo retro prolreslava con-
tra saus devedores na uiesma declarados, islo he. na
retaceo annexa lo dilo seu requerimeulo, qne Pica
sendo parle do prsenlo, de qae para constar fiz o
presente, em o qual se assianou com as mesmas tes-
teniiinlias.Eu Francisco Ignacio de Torres Ban-
deira, escrivao interino u escrevi. Jos Joaquim
> da Silva Maia.Manoel Ignacio do 'i'orres Bmidei-
, ra.Macario de Luna Freir.
Nada mais se cenlinlia em dito termo de protes-
to aqus transcripto pelo conleudo do qual foi rila-
do o devedor preseule, e to os ausentes lodos os
segin les :
llejamini Jos da Rocha urna lelra vencida em
1839 2WS915, Franci-co Jo lavares urna dita
vencida em 1836 765520, Joao Jos de Snna duas
ditas vencidas em 1812 e 1813 588. Joao Correa
de Araujo doas ditas vencidis em 183S 1:0078100,
Joaquim Jos Dourado e Silva urna dita vencida em
1835 60, Francisco Cavalcanle Rocha ama dita
vencida em 1839.100600, Jos Francisco de Salles
urna dita vencida em 1840 908, Auloniode Barros
Jnior urna dila vencida em 1814 217.^120, Aulo-
iiia Jas de Brito 3 ditas vencidas em' 1843...........
893*955, Joaquim Dativo de Souza orna dila ven-
cida em 18SI 1093660, Antonio Francisco de An-
drade um> dila vencida em 1831 2775114, Manoel
Gamas da Silva urna dila vencida em 1834 3008.
Mi. Pasa Barrlo urna dita vencida em 1811
100, padre Serafina Gomes de Albuquerque urna
dila. vencida em 1847 150, Joao Carlos Augusto de
Barros urna dita vencida em 1&39 73S200, Manoel
da Mello Falcao ama dila vencida era
1H1S-57*. Joo Pereintto Lago Braca una dila
vencida em 1847 148590, Jos Joaquim dos Reii
urna dita vencida em 1844 2fr>720, liaspar Leile
lerrae urna dila vencida em 1844 70a8r), Joze Jo-
aquim de Mello 3 ditas vencidas em 1843 7158415,
Francisco Jos(lomes urna dita vencida em 1815
22$7Q0, Aulonio Claudio Pessoa urna dila vencida
* 1842 44&540, Manuel Lopes (juimarAet ama
dita vencida em 1843 129600, Ignacia Mafia do
)jvramentp3 ditas vencidas em 1844, 1845, 1846
>79, Jos Firmino Alves de Quintal duas ditas
)l|80. Domingos Lazary e Gama do Rio de Ja-
miro 1554I8, Mara Lacia de Meadonra Paes
Brrelo 1028840. CaeUino Jos Coelho duas ditas
vencidas mi !87 1008, Miguel Primo Villar do O.
Barbote, 1847, 160, Jos da Costa Machado urna
dita vencida em 1844 1:1008. I). Mara Lucio de
Mendooca Paes Brrelo em duas letras ebdoisadat
pelo (ir. Bernardo Amonio de Mendooca "Caslello
Br.inw 3;3008.
Nad mais se coulinha em dita canta aqui trans-
cripta, leodo o supplicanle produzido soas lesle-
inuuhaa, furam me y autos conclusos, e neslet pro-
fer a senlenca do Iheor seguale :
AlUndcudo a inquuicao de folhas i verso for
Ihas 6 veno, pela qual semottra qae os justificados
se acham ausentes, em lugares lulo sabidos, mando
que sejam diados para o lim requerido na petir,ao
de fuilias 2, passando-se cartas de editos com o pra-
Ko de 30 diase cosas.Ktcjfe 12 de dezembro de
lSi,Anselmo F'raucisco Pereili.
Nada rais se coulinha em dila senlenca aqui
lranatripla, em virtud* da qual o oscrivao que esta
bufcacreveu inanJon pawar aprsente cartadeedi-
^oa coa o prato de 30 das, pela qual e seu theor
be chanta e intima e hei por intimados aos suppli-
uados devedores ausentes cima declarados de todo
o tonteado na pelija e lermo de protesto cima
transen po.
Pelo que, tala e qualquer pessoa,pai enjesou ami-
sjs dos dilossupplicados os podero fazer scienles
do que cima fica eiposlo, eo porleiro do juizo affl-
xara a prsenle nos lugares do costume, e str pu-
blicada oel^impreusa. ^^m
alaepassada nesla cidade do Rae i fe aos 15 de
dezembro de 1855.Eu Maiimiano Francisco a-
arle, escrivao privativo do juizo commercial a es-
crevi. nse/mo franaico Pcnlli.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador da
imperial oidem da Rosa, e juiz de direito especial
do comnwrcio desta cid.oe do Recife provincia de
Pernambuco, por S. M. I. eC. o Sr. D. Pedro
II, a quem Dos guarde ele.
Faso saber aos que a prsenle caria virem em co-
mo e lenle coronel Jos Antonio Lopes fez a meu
antecessor ilva Guimaraes a peligo do ih*or se-
guale :
Diz o lenle coronel Jos Antonio Lopes que
quer cilar aos herdelros de Manoel Pereira Guima-
m e de MU mulher, fallecidos para garantir o rti-
E toque lem sobre nma.leltra aceita por dilo Gui-
vencida em 30 de dezembro de 1830 da
9979II2 r. mandando-si' passar caria
ignorada a actual rez.denria dos re-
feridos herdelros, segundo permilteo s- 3 do arl. 453
cal. Pede ao Illni. Sr. Dr. jui/.
do commercio defferimeato.E R. M.Procurador,
Hodolpho Judo Ba^^^^Hmelda.
E maia se nao conlinba fea Jila polirao na qual
deu o despacho **W^^^M
Distribuida como rnqtair. Raif|lJde junho de
1855.Silva Guim n .
E nada mais se cnnjinha em dilo despacho em
vlrtade du qoal foi a pellejito distribuida ao escrivao
Buplisia, e elle lavrou o termo de pr si esto do theor
egaiute: "
Aos 1'J de junho de 185.5 ne&ta cldad* do Recife
provincia de Pernambuco em met esnriplorio velo
e supplicanle lente coronel Jos Anlonio Lopes
por seu procarador baslanle Hodolpho Joao Barata
de Almeida, e diese peraute testemunhas abaiio
-signadas que prolesl.va p-lo ronleuiio em ua pe-
ti(llo relro contra os npplicados hordeiros dos fina-
dos Manoel Pereira GuiuarAese sua uiulher, para o
lim na moma requerido e de como atstm o disse
e prolestou liz este termo que assigncu com as les-
lemunha. Eu Mauoi I Joaquim Baplisla escrivao
interino o escrevi.Hodolpho Joo Barata de Al-
meida.Luiz Francisco de Melle.Pedro Aleao-
drido Rodrigues Lins.
Nada mais se continha era dilo termo de protesto
a lendo o supplicanle produzido mus testemunhas
nelle dei a senlenca do iheor seauinle :
A vialu da inquiricao de folhas 5 a folhas 6 pela
qual se prova que os justificados estac ausentes em
lugares nao sabidos mando qne para ser-lhes inti-
aaado o protesto constante de fallas 2 se pa de ditos coro o prazo de 30 das e cusas.
Recife 11 de dezembro de 1855.Anselmo Fran-
cisco Peretli-
E atis se nao continha em dila senlenca aqui
Iraatserlpla em vklude da qual o escrivao que esla
subscreveu maiulou patear a presente carta de edilos
com o prazo de 30 das pela qoal e seu Iheor se cha-
ina intima e hei por intimados aos supplicados
devedores ausentes cima declarados de todo o cou-
tendo na pelirAo e termo de,proleslo cima trans-
cripto. Pilo que loda e qualquer pessoa prenles
ou amigos dos ditos supplicados os poderao fazer
scienles do que cima fica etposlo e o porleiro do
juizo fizar a prsenle nos lugares do coslume e
sari peblicada pela imprensa.
Dada e patiada uesta cidade do Recife aoslU de
d 1855.Ea Matimiano F riochteo Doar-
te, escrivao privativo do juizo commercial o subs-
crevi.Anselmo Ftantitco PtreM.
O lllm. Sr. iotpector da lliesouraria proviucial,
em curaprimenlo da ordem do Eira. Sr. presidente
da provincia, manda convidar aos proprielariosabai-
xo mencionados, a entregarem na mesina Ihesouraria
no prazo de 30 das, a conlar do da da primeira pu-
blicarao do presente, a importancia das quolas com
quedevem entrar para o ralcamenlo da ra Direila,
desde a Irjvessa da Peuha al o lim da mesma ra,
conforme o disposto na le provincial n. 350. Ad-
verliudo que a falta da entrega voluntaria ser pu-
nida com o duplo das referidas quolas, na coulormi-
dade do arl. 6 da regularuento de 22 de dezembro de
1851.
N. 32. Viuva e herdeiros de Jos Machado Freir
Pereira da Silva 698900
N. 31. lrmaud.de das armas do Recife 308000
N. 36. Ilerdeiraade Joaquina Francisca
de Araujo *<
N. 38. Jlo Mailieus
N. 40. Ihereza Gonralves de Jess Aze-
Pela primeira sessao da mesa do consulado pro-
viucial se laz publico aos prcprialarios dos predios
urbauos das fteguezias desla cidade e da dos Afoga-
dos, que os 30 das uteis para a cobranca bocea do
cofre do primeiro semeslro de 1855 a 1856 do iro-
poslo da dcima, priucipiam a ser contados do pri-
meiro de dezembro prximo em diante, e lodos
os que deixarem de pagar nesse lempo incorrerSo
na mulla de 3 % sobre scus dbitos.
1115.175
218600
Gapella dos Prazeres de Guara-
vedo
N. 42.
rapes
N. 41. Diu dila
g. 46. Dita dila
N. 18. Geraldo Pereira Dulra
N. 50. Padre Antonio Jos Coelho
N. 52. Capella dos Prazeres de Guara-
rapes
N. 51. Dr. Jos Joaquim de Souza
N. 56. Thereza Goncalves de Jess Aze-
yedn
N. 58. Irmandade do Santissimo Sacra-
mento de Sanio Antunio
60. Hila dila
62. Joauna Mara dasCouceicsio
64. Padre Francisco Muni/. Tavares
66. Aalonio Luiz Pereira Bastos
68. Anlonio Luiz Goncalves Ferreira
Abreu
O lllm. Sr. capilao do porto, em virlude do dis-
poslo uas circulares do ministerio da raariuba, da-
tadas de 17 do mez de novembro prximamente
lindo, as quas refere-se as rdeos do Exm. Sr. pre-
stdenle da provincia em olllcio ;de 4 do correte
mez, manda dar publicidade nao s aos exeniptares
das iraduceoes dos avisos annunciaiido aos nave-
gantes o eslabelecimeulo de diversos phares, e das
instrucses eeraes para embarcacoes com destino
ao porto Leis, das lanibem o de un uuiro aviso,
lamber aos navegantes, acerca do pharo( que se
vai loaugurer no Cabo de la Piala em Pasajes.
Capitana do porto de Pernambuco 5 de dezem-
bro de 1855 secretario, Mtxandr llodriaues
aos Alijo*.
Eu Jos Agostioho Barbosa, cidado bratileiro,
traductor publico e iulerprele commercial jura-
518000 ,nei"ado da praca, ele : Cerlilico que me foi apre-
] sentado um impresso em inglez, o qoal lilteralmeu-
1.58000 1 le verllao Para o idioma nacional, diz o seguate :
71-8100 TRAOfCCO.
1059O0O
44I00
98000
98000
218600
ri8W0
1.58000:
N.
-\.
N.
M.
.N.
.
N.
70. F'ilhos de Jos Joaquim de .
72. Jos Soares Pinto Cnrreia
Herdeiros de Anlonio Francisco
Xavier
N. 71. Joauna Baplisla Pereira P-
rente
N. 76. Irmandade das almas do bairro
do Recife
N. 78. Joanna Baplisla Pereira Prenle
Na 80. Herdeiros do Mara Joaquina da
AonuiK'iarau
N. 82. Joanna do Rosario Guimaraes Ma-
chado
N. 84. Capella de Saota Auna do Cabo
N. 86. Herdeiros de Anua Joaquina Ma-
chado
N. 88. Manoel Florencio Alves de Moraes
i) Desembargador Joaquim Teixeira
Pexolo de .Abreu Lima
N. 9-0. Viuva de Jos Machado Pimen-
lel
N. 92. Jos Piulo da Cosa
N. 94. Salvador Pereira Braga
N_. '.'>. Antonio Maia Corles
N. 9S. Aloxandre Jos Gomes
N. 1(X). Thomaz de Aquino Fouseca
-N. 102. Joao Piulo de Leu.o.
V 101. Dilo dilo
N. 106. Fillto de Jos Mara de Jess
Munii
N. 108. Francisco fiamos Maia
N. 110. Mosteiro de-San liento
N. 112. Uenrque Gibson
Joanna Militana de Jess
V 114. Herdeiros de Jos Mana de Jess
Muniz
N. 116. Henriqoe Gibson
Cladina Marlioha do Sacramento
N. 118. Capaila- dos Prazeres de Guara-
rapes
N. 120. Caetano Piulo de Veras
N. 122. KeColhimenlo da Glora
N. 122. Dilo dilo
N. 23. Viuva do Joao Leilo Figueira
N. 2.. Dr. Pedro Francisco de Paula
Avifo aor naveyanles.
.Numero 32.
Ocano allanlico do sul.
Cabo Pembroke, ilhas Malvinas ou Falklaud.
O governo da colonia das ilhas da Falkland fez
publico que a torre do pharol que ha pouco te os-
lav* edilicando sobre o cubo Pembroke est con-
cluida, e que urna luz li\i de cor natural se mos-
trara all depois do I. de dezembro de 1855 em
diaule.
O cabo Pembroke, sobre o qual lem al agora
estado urna balisa forma apunta mais a leste do
grupo Falkland, e a nova lorie lica oa lalitude 57,
41'. 45" O. de Greeowick.
O inachiiiisino Iluminador he caladroptrico ou
de relicto, e da primeira ordem. A' luz esla na
altura de 58 pes, visvel do modeste e do sul em
distancia de 12 militas ; mas, licando coberlo para
a parle do oeste, n,ln se deve perder de vista por
228500! e.mhar<:aces que a avislaram pelo lado do mar.
I limo embarracau oa entrada do porto William pas-
75&000 Sil P6!" ,i"'0 d* boinbordo, e ocapiutodeve ler
548000
.518000
258800
598100
038000
4:!82O0
11.8100
108800
108800
338000
308000
348200
Paes
Cavalcaote de Albuquerque
N. 27. Joao Francisco de CurvauSo
de Andrade
N. 29. Juio Mauricio Wanderley
N. 31. Ignacio Nery da Fooseca
N. 35. Joaquim Francisco de Azevedo
N. 37. Gertrudes de Barros
M. 39. Herdeiros de Mara Mxima Mi-
_ quelina
N. 41. Jos Feruandes da Cruz
."t. 43. Padre Francisco Muniz lavares
N. 4S. Antonio da Costa Rogo Mon-
leirn
N. 47. Antonio Jos Piolo
N. 49. Irmandade das almas do, Recife
N. 51. Jos F'rancisco Pinto
188000
528500
308166
749834
368900
628400
378800
188000
188000
59iUI
219600
219600
228.500
188000
108800
108800
408800
. 238400
108800
108800
188000
8ICO00
218600
398600
958100
60000
85-3200
98000
818000
1218600
228500
.'(68000
218600
6I98OO
168800
188000
188000
188008
228500
cuidado em obseivar que, como a inar de cuchen I o
corre para o norte, c a vasaole para o sul ua passa-
gem do cabo Pembroke, se elle tivr um vento fres-
co, pode correr eolre este cabo e os rochedos do
Lobo (Soal Rock? ao N. E. delle em distancia co-
mo de 3,4 de milha cum seguridade; porem, com
venlo bonauroso 011 mar cavado,''he mellior passar
por fra dos rochedos do Lobo, navegando sempre
bem ao norte delles, para |dar descont a mar.
John 11 itihiiiginn, hydrugrapho.
P.eparlirao hijdragraphica doalmirantado.
Londres- INi sctenibro de 1855.
Este aviso refere-se aos scguinles mappas do al-
miranlado : Ilhas Fajflknd, o. 1,3-54, assim como,
ba-hhi Stanley, 11. I.7M, iostrueces para navegar
para a America do Sul, folhas 92 e 93 ; e a lista
dos phares da America do Sul 11. 27.
E nada mais continha ou declarava o dito im-
presso que bem e fielmente Iradazi do proprio ori-
ginal impresso em inglez, ao qual me reporto, e
depois de haver examinado com este e adiado con-
forme o lornei a entregar a quem m'o apresenlou.
Em f Jo que passei o prseme, que assignci e sel-
lei com o sello do men oflicio, nesla muilo leal e
heroica cidade de S. Sebasliao du Rio de Janeiro,
aos 13 de novemhro do anuo de nosso Seiihor Je-
ss Christo de 1855.Jos Agostinho barbota, tra-
ductor publico e interprete commercial juramen-
tado.
Conforme : o secretario, Alexandrc lijdrijues
dot Ir jos.
Eu, Jos Agostioho Barbosa, traductor publico e
iulerprele commercial juramentado da pra;a : etc.
Certifico que me foi aprescolado um impresso em
hespanhol, o qual, traduzido para o idaaaoa nacioual
diz o seguiole :
N.
.N.
N.
N.
N.
N.
N.
N.
N.
Ig-
N. 5:!. Joao Hermenegildo Borges Duiz
N. 55. Irmandade das alnias do Recife ^U8500
N. 57. Herdeiros de Francisco Casad*v4
lima mt 258200
N. 59. Ditos ditos
IS. 65. Desinbatgador Joaquim Teixei-
ra Peixoto de Abreu Lima
N. 67. Jos Feruandes da Cruz
N. 69. Capella dos Prazeres de Guara-
rapes
N. 71. l'ra.-.eisca Thomazia da Conceicao
73. Joao Joaquim da Silva Maia
75. Mara Umbelina Correia Prente
77. Anua Joaquina dos Santos
79. Luiz Francisco Barhalhu
81. Antonio Goncalves de Maraes
83. Dilo dilo ^
85. Jos da Cosa Dourad*
87. Francisco Luiz de Mello
89. Viuva e herdeiros de Anlonio
naci da Rosa
N. 91. Dita edilos de dilo
N. 93. Dita edilos de dilo
N. 95. Ordem lerceira do San Francisco
N. 97. Irmandade do Sautissimo Sacra-
mento de Santo Antonio
N. 99. Bernardo Duarle Brandan
V 101. Herdeiros de Loarenco' Manoel
de Carvalho
N. 103. Herdeiros de Mara Mxima |Mi-
quelina
N. 105. Francisca do Corucao de Jess
N. 107. Viuva e kerdiros-de Miguel
Nuues Pereira Guimaraes
N. 109. Amaro Jos dosTrazeres
N. III. Jos Feruandes da Cruz
N. 113. Viuva e herdeiros de Joaquim
Jos Lourenco da Cosa
N. 115. Filhos de Jos Hamos de Olivera
N. 117. Anlouiu Joaquim dos Sanios An-
drade
N. 119. Tihuiciu Valeriano Baplisla
N. 121. Manoel Coelho de Maraes
N. 123. Joaquina Mara Pereira Viauna
N. 125. Pedro Alexundruo Rodrigues
Lik
218600
15*000
2I96OO
2-asa
258200
148400
218600
238100
518900
468800
218600
528200
218600
778400
1039200
978200
218600
I
168200
258200
258200
218600
218600
218600
218600
188000
218600
508800
:M8oo
608000
.508100
148100
Phares 1
Pelo iiiiuis
competente,
magues relativa*
pharol conslru
(radas, canal
publico n sea,
Pharol
leciuieuto >le um novo
po de eugeuheiros de es-
1 vista das quaes ee faz
Pala em Pasajes.
Guipuzcua.
prximo se acender lodas
aa "djiaj[ apiado ptiarol situado ao oeste do
cana|rJjj|^H|aV>lia lalitude ,le 3>. 20", 21" .N. ;
long-Ruda-aF, V, 13" F:. do ubservatorio de ma-
riuha de San Fe uaudo.
O machinismo he caladroplico da quarla ordem,
luz Oa. cor natural, e poder-se-lia ver em distan-
ai* de 11 milhas em urna atmosphera clara.
A luz est elevada 532 pea caslelhanos ,IW,125
ntlros) sobre o nivel oo preainar da equinucio.
Madrid Vdeselembro de I85.j. Assignaco.
Joaijuim .'fierre; de Hubacatea.
E nada mais coolinha ou declarava o dilo im-
presso, que bem e fielmente tradozi do mesmo, es-
criplo uo idioma hespanhol, do que me reporto, e
depois de haver examinado com eide e adiado con-
orme, o lornei entregar a quem m'o apreseutoa-
Em f do que pnssei o presente em que sssiguei e
sellei com o sello do meu oflicio, nesla muilo leal
e heroica cidade de S. Sebastilo do Hio de Janeiro
aos 13 de novemhro do anuo de Nosso Senhor de
1855. Joit Agostinho Barbosa, traductor publico
e interprete juram.-11'
ou rasa) em um romo para norte de N. N. U- i
ti. at que Guooers Quon demorar Oeste, em
cuja occasiJo se pode lomar o rumo a meio canal
part passar eulre a Guuuers Onoin n e a Ilha
FUI.
leudo passado ao oeste do v (Junio, u o' pharol
fixo sobre a ponte Caiiouier lurna-se visivel, e leodo
Irazldo a luz sobre I-Tal ilha a demorar E. N.
K. >, N. o rumo pode raudar-se para O. s. O. W
S. para passar a pona Canonier em distancia como
de duas milhas.
Logn que a luz fiza sobre a ponle Oiuouier de-
morar S. E. 4." do sul a embarcarlo pode orear al
S. O. ? do S. (com o monte Tamariod a vista pela
pri'.a se a ooite for clara) para o fundeadouro em
freute a Porto Louis, distancia de 10 milhas, porm
leudo navegado a distancia de 6 3[4 milhas com esla
proa, at em frentuda haba de Torubeau, o pharol
sobre a pona Canonier lorna-se encarnado, em
cuja occasio as duas luzes sobre a ponta Cauouier
c a Ilha Flal (raza) licam em linha.
A luz encaruada na embocadura do lliu Grande
ver-se-ha enlo demorando S. S. O. (e se o lempo
esliver claro o corpo da inonlanha Carde por cima
i'ella ) pode enlo navegar pela dislaucia da 3 mi-
lhas, e quaodo a luz verde du forle Gorge sobre a
Ilha Tonoelbier demorar ao S. E. 1|1 S., pode fin-
dear-se 110 mellior fundeadouro, Tora da baha. Em
navegar mais para o pharol do Rio Grande para o
lado do sul, a embarcado se aproiima demasiada-
mente aos rochedos.
He com ludo geralmeule prudente pura a embar-
carlo que passaa pona Canouuier alravessar (na-
vegando de vez em quaodo para conservar a sua po-
siyao, de maoeira que chegue ao ancoradouro ao
romper do da, islo he prefenvel a attrni.tr faze-lo
de ooile, por cojo motivo era mu poneos casos se
lem ganlio lempo, por esla roaueira evila-se grande
risco, assim como a necessidade de ancorar de noile.
Depois de passar a pona Canonier, oanpode haver
cuitado de mais para se evitar que a embarcarlo sa-
ja levada para deutro da linha encarnada d'aquella
luz, antes que ella lenia corrido a distancia de seis
milhas o tres quarlos.
Assianadus.E. C. Frome.R. ,., engenheiro
aeral uasMauricias.Edw. Kelly, capilao do Porto
em Porto Louis.
E nada mais conliiiha ou declarava o dilo impres-
so. que bem e fielmente traduel do mesmo escriplo
110 idioma inglez, ao qual me reporto, e depois de
haver examinado com este e echado conforme, o lor-
nei a iMitrej.it- a quem m'o apresenlou. Em fe do
que passei o preseule que assiguei e sellei com o
sello do meu oflicio, u'esla muito leal e heioica ci-
dade de S. Sebastian do Rio de Janeiro, ao 13 de
novembro do auno de Nosso Senhor de 1855.Jote
i'/n linlin Barbosa, Iradoctor publico e iulerprele
cominercial juramentado.
Conforme.O secretario, Alexandrc HaMgues
dos Anjos.
CON5ELHO ADMINISTRATIVO.
0 couselho administrativo Icio de comprar o se-
guiule :
Patra o presidio de Fernando.
1 .multa de mandioca superior, Iqueircs 600, dila
de Iriso da marca 8S S. barricisN ; fNsucar branco,
arrobas 24 ; arroz ditas 10; tapiocas ditas 2 ; vinho
tinto, medidas 40; agurdenle hrauca, ditas 40 ;
papel almaco, resmas 8 ;dilu pautado, dtaf 4 ; pen-
nas lapis, duzias 8 ; caivetes finos. 6 ; folhinhas
dealgibeira do auno de 1856, 2 ; baelilha encarna-
da, peca 1 ; panno verde para forrar meta, covados
9 ,'j ; lila de relrozamarcllo larga, varai 12: cou-
ros da lustre, 6; pregos ripaes do reiuo, 6,000 ;
dilos caixaes, 10,000.
Quem quizer vender estes ohjectos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 29 do correle mez.
Secretaria do conselhn administrativo pura forne-
cimenlo do arsenal do cuena 17 de dezembro de
1865.BentoJosr. Lamenha Lins, coronel presiden-
ta- Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal e
secretario.
Tendo-se de proceder nesla provincia a demarca-
cao t balisamento das barras de Camaragibe, Porto
de Pedraa, T-mandarc ao sul e Maranguapea norte
na conforrnjdade du disposto no aviso da reparlicao
da marnha d* 13 de novembro prximamente lindo,
ao qual efere-se o oflicio do Exm. Sr. presidente de
SI do mesmo me/., o lllm. Sr. inspector do arsenal
Vartrmtltm do mariiiha manda fazer publico que contraa com
qualquer das fundiedes desla cidade a acquisicfto das
HntMiiha tin orrann iS b'aS de ferr VTecilu"> P3r "'" Ul (im, de Con-
nesUutrTdora ,fnr *rCU""'n' <,UCScr:' n,l' qtm quelra v-la
"L .!i ..!:" ,l" intrato fdeveuda esle ler lugar 00 dia 31
O proprielario doholel da Europa, silo Da roa
da Aurora, far leillo, por intervencao do agenta
Olivera, da roobila e mais objeclos do dito eslabe-
lecmeoi.o, coosiiliodo em mesas redundas, consolos
sofs, cadelras, bauquinhas de jogo, ditas com abas
tonca.lores, espeiho grande ;coui consolo -de pedra
morquezas, lavatorios, baoheiros de folha, armarios
pori;o de camas de vento, mesa de janlar, porcllo
de loalhas e lencnes de lioho, pannos de laa para
mesa, urna machina patente para limpar facas, facas
e garfas, colheres de melal principe, garrafas e co-
pos para vinho, cumpoleiras, tialheteiras, caudieirns
inglezes, porcao de louca de purcelaua, um grande
e completo irem de cozinha, lorrador e moinlio dt
caf pinprios para reluacao. balsonas grande e pe-
quea, e oulios muilos objeclos ; e tambem se ven-
der um mulequnho pe oulras obras do prala : sexla-feira, 21 do crranle,
as 10 horas da mnhaa, no referido hotel, primeiro
andar.
AVISOS DIVERSOS
O secretario,
Eu Jos As
traductor pub!
mentado da pr,
sentado um im
pedido da parte
diz o
m
n Bodrigues dos Anjos.
rbosa, cidadao brasileiro
prele commercial .-ur-
nico que me foi apre-
t cm inglez o qual a
ara o idioma nacional, e
N. 127. Manoel GonMa de
e Carvalho
N. 129. Dilodilof^
N. 131. Manoel Romeo de
N. 133. Dtuiiizio Hilarlo Lopes
N. 135. Ordem lerceira do Carmo
N. 137. Ftjkos de Jos Marta de Josus
Muniz i
N. 139. Joaquim Lopes de Almeida
N. 111. Jos Marlius Lopes
1(8100
578600
6S77IOO
608000
60.8000
308000
758600
678500
909000
Rs. 4:2868175
lo andante mez, pelas II horas da manilla, prece-
dendo as respectivas propostas entregues ate esla
mesma hora.
Secretaria j inspeccao do arsenal de marnha de'
Pernambuco em 1,5 de dezembro de 1S5J.O secre-
tario, Alejandre Bodrigues dos Anios. .
AVISOS MARTIMOS.
Compaoliia
DE NAVEGAPA A VAPOR
LUSO BASILEIRA.
Devendo che-
V gar a esta al o
dia 21 d cor-
rele proce-
dente ,de Lia^
boa o apor
Pedro //, c<
andante ol.
enle Viesas
do O' seguir
depni da com-
pelcnle demo-
ra para a Baha o Rio de Janeiro : os pretemlenres
a passagens dirijam-se ao agente Manoel Duarle Ro-
drigues, na ra do Trapiche o. 26.
E para constar se maudou aluzar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
. Secretaria da Ihesouraria proviucial de Pernam-
buco II de dezembro de 185.5.O secretario, ./io-
nio Ferreira da AnnunciarSo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Eim. Sr. presi-
dente da provincia, .manda fazer publico, que nos
dias 8, 9 e 10 de Janeiro prximo vindouro Vai nova-
mente praca para ser arrematado a quem maior
prero oflerecer, um sitio na estrada de Belem, com
casa de pedra ecal, copiar na frente e no fundo da
casa, um grande telheiro coberlo de telhnt sobre pi-
llare*, com bstanles fruclehas de fruclo, baixa para
capim, umvivelro para penes, duas cacimbas, cer-
cado em parle com cerca de limao e porlao de na-'
deira, avahado em 3:37580000, o qual foi adjudica-
do a fazsndv provincial, por execucao contra o ex-
Ihesoureiro Joao Manoel Mendes da Cohha Azevedo
e oulros pelo alcance da mesma Ihesouraria.
E para constar se maudou affiar o presente e pu-
blicar pelo Diario. r
Secretarla da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco lo de dezembro de 1855___O secretario,.
A. F. d'Aiiuuociacu.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
cm cumprimento da rasolurao da junta da fazenda
manda fazer publico, que o contrato do ped.ie.io da
barreira da Tacarnua foi transferido para o da 20 do
corre ule.
E para constar se manduu anisar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 11 de dezembro de 1855.O secretario,
A. F. d'Aniiunciacn.
Noa dias 15, 17 e 19 do correle estarilo em
praca no paco da cmara municipal desla cidade, os
materiaes aesullantcs das ruinas do telheiro de pe-
dra e cal, silo as Cinco Ponas, uo lugar do enligo
bebedouro. servindo.de base da arrematarlo a quau-
lia de 3080O rs., ofl'erecida por Joe de Almeida
Lima.
Paco da cmara maaicipal do Recife era sessao de |
12 de dezembro de 1855. Bario de Capibarlbe,
presidenteManoel Ferreira Accioli, secretario.
DECLARACO ES.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernarpbuco sacca a vista
TRADUCCO.
Aviso aos navegantes.
Numero 1
Phares as Mauricias.
O gaveras colonial das Mauricias fez publico que
as torres para phares que ha- pouco se achavam ero,
conslrucrao ntiquella ilha, se acham promplaa e'
que os seguinles phares apparecerao do dia 1*^de
dezembro em dianic (1855.)
Luz rcvolrente ua ilha Fiat.
1. A lorre do pharol sobre a ilha Vial (chala! na
pona do nordeste das Mauricios esla collocada so-
bre a parle ni; is alia da ilha, e ou ngulo do su-
doeste, na lalitude 19", 53', 26" S ; ktngitude 57,
11', 12" a E. de Greeowich. O machinismo illumi-
na,dnr he caladiuplrico, ou de reflexao da primeira
ordem. A luz do pharol he revolvenfe, e lempo
do giro de um minuto, mostrando urna luz bri-
Ihanto por 20segundos, seguido por um inlervallo
de esenridao de 40 segundos.
Est collocada em urna elevacao de 365 ps- ci-
ma do nivel do mar, e poder-se-ha ver do convo'z de
um navio em distancia de 25 milhas em lempu
claro.
Pharol ou laz lixa na pona Canonier.
2. A torre do pharol ou pona Canonier no n-
gulo do noroeste da ilha das Mauricias lica na ex-
Iremidade da pona na lalitude 20", 0',35" S ; lon-
gitue 57", 35' 24" E. de Greenwich; demora S.lL j;
1,20 distante 9 milhas, ou per(o;dellas da torre do J
pharol ua ilha Fiat (chala). A luz he lixa, he da Barl
urna cor natural para o lado domare da priraaira> "o capilao na praca.
ordem, est collocada cm ulna altura de :i8 ps ci-
ma do nivel do mar, e em lempo claro pode er-se
em urna distancia de 10 milhas.
O objecto deste pharol he indicar a posicao (Je um
perigosu recife que se eslende da Ierra 13*|4 milhas
da ponta Canonier, e para avisar cmbareac.es para
nao se aproximai em muilo aos rochados de coral
que licam ao noidesle e sudoeste daquella pona.
(Jodiido se avista do -ul, em qualquer po-icao para
o norte de N. E. 1,2 E.. a luz apparecera encarna-
da e avisar ao navegante que elle esl demas'ada-
inenle prximo Ierra.
Phares da baha para Porto Louis.
. 3. Apparecera una luz verde sobre um ni astro
no auguio de fura do forle Georaja, sobre a punta de
oesle de, Tonneller ou ilha de Conpcr do lado es-
querdo ou de I/Este da entrada da baha de porto
Louis.
4." Urna luz encaruada se mostrar sobre um
maslro na lorre Morlefla que fica na entrada do Rio
tiran le uo banco do O. em distancia de I 1(2 milha
S. O. 1|4 do S. do forle George.
O objecto dcstes duns phares da baha he para
r'iiiidu/.ir e marcar o mellior aucoradouro fon de
porlo Louis. Una embarcaran aproximaodp-se a
luz encarnada cm diraifte que demarque S. S. O.
leve fuudear logo que a luz verde uo forle George
demorar S. E. 1|2 S.
Assgnado John II ashington, hxdrographo.
!i-p.ir:icao hidrogr/iphica do almiranladoein Lon-
dres 30 de agosto de 1855.
Esla nutilicacao refere-se aos seguinles mappas
do aItniranlado : Cosa de leste de Madasascar. n.
677 ; Mauricias, n. 711 ; purlo Louis, 11. 713 ; dista
de pharoesda India, ns. 10 e II.
b nada mais continha ou declarava o dilo im-
presso, que bem e liciinenle traduzi do mesmo es-
criplo no idioma inglez ao qual me reporto, e de-
j pots do haver examinado com esle e adiado confor-
me o lornei a entregar a qui-m me o apresemos/.
Em f do que passei o preseule que ussigoei e sel-
lei com o sello do meo nfficio,nesla muilo leal e he-
roica cidade de San Seba-lia do Rio de Janeiro aos
13 da novemhro do auno de Nosso Senhor Jess
Christo de 1855.Jos Agoslinho Barbosa, traductor
publico e interprete commercial juramentado.
Conforme.O secretario. Ale.randre Bodrigues
dos Anjos.
Eu, Jos Aeostinho liarbsa, cidadao brasileiro,
Healcompanhitiy de paque-
tes inglezes a vapor.
No da 20
lale mez es-
pera-se do sul
o vapor Tag,
commandanle
Saw\er,o qual
depois da de-
mora do cost-
me seguir* pa-
ra Somhamp-
ton locando hos porlos Madeiae Lisboa: para passageiros etc., Irala-
com 'os agentes Adamsen Uowe A; C, ra do
piche n. 12. v
N. BOs embrulhos que pretndete! mandar
para Soulhamplon devero estar na ageucia 2 horas
antes dse fecharem as malas, e depois dessa hora
mo se receber embrullio algum.
Para o Kio le Janeiro
Acn rom rouit breviaade o brigue nacional Flor
do Rio: para o restante da carga e passageiroa trata-
se com os consignatarios, Isaac, Cario & C, na ra
da Cruz 11. 40.
PARA O.PORTO.
Sahir com muila hrevidadu o brijue porluguez
codor, para carga ou passageiros Irala-se com
rroca i\,- Castro : na ra daCadeia n. 4. ou com
O Sr. Joaquim Ignacio de Carvalho Menduucii
lem una caria na Imana 11. 6 e 8 da -.rara da in-
dependencia, e como so ignora sua morada, roga-se-
Ihe 1 Ir a mandar receber.
; OSr. Jos Francisco Bento, incslre le retro,
queira dirigir-se a livraria 11. 6 e 8 da praca da In-
dependencia.
CAPELLN IA.
Para um engenho a 12 leeuasdesla cidade preci
sa-se de umcapeliao. saliendo mu-ica, piaonoe frao-
cez. para ensillar com perfeicao : o Sr. reverendo
sacerdote que liver as qualid.ides necessarias e qov-
zer propor-sc aislo, nio so obter paga generosa
aquella que se coiivencionar.como recebern um tra-
taracnlo digno de sua posean : annuncie sua resi-
dencia para ser procurado.
Precisa-se deum caixeiro de idade de 12 a 15
anuos : na padara da ra da Sanzala Vellia n. 98.
Precisa-se de um (rabalhadur de macona : na
ra Dienta n. 21, padaria.
O lllm. Sr. escrivao da recebedo
lia das retidas gtaes internas Manoel An-
tonio Simt5es doAinural, baja de dirigir-
se a rua doQueimado u. I i, loja, a nego-
cio |iteS. S. nao ignora.
O procurador fiscal da Ihesouraria provincial,
faz publico, que Ihe foi reinetlida pela Ihesouraria a
'alacio dos devedores de dcimas da freguezia de
S. Fre Pedro Goncalves, dos anuos qne reslavam li-
quidar de 1833 a 1852, para proceder judicialmente
couu-a os me-mos devedores, e qne par isso podem
recolber a importancia de seus dbitos antes de qua)
quer prorednnenlo judicial com suia do mesmo pro-
curador fiscal, que Ibes sera dada ua sua re.idnea
rua Nova n. 11, dentro do prazo da um mez. a con-
lar da dala deslc.
Recife 12 de dezembro de 18.55. Cguriano Fe-
nelon Gucdes Alcoforado.
ATTENCA'O:
Na rna Direita o. 2, existe urna laja de fazendas
novas rom o liluln de loja da pobreza, muilo bem
surtida, e o dono deseja vender muilo em eonta para
lomar freauezia, sendo elle brasileiro,roca a seos pa-
li icio-qne Un. deem preferencia,visto que veio do
Rio de Janeiro e aqui nao lem conMcimeoto algum.
Programara da festa^ do
ienlior Santo Gtiristo
no convento de ipojuca.
Na madrugada do dia 23 do ro rente ranl.ir-se-ha
no convento de S. Francisco ama miss., linda a qoal
satura um carro triumphal puxado por meninos sy-
bolicamcnle vestidos, e sobre elle urna menina ves-
tida era Irages que representa a relisiao conduzirj a
baudeira cum a effifeie do lieos Crucificada : lerao
lugar desse dia em dianic as novenas. No 1.' de ja-
ne i o prximo ,1'uluro celebrar-ae-ha a fesla aom a
maior pumpa possivel. a tarde subir ao ar uro rico
bailo, a noile depois doTe-Oeum havera um explen-
dido e variado fogo de arlificio, sobindo nos nter*
vallos mais oulros bales. Prega ns \esperas o car-
melita Fr. Manoel de Santa Clara, ao evaogelho e
Te-Deum o Rvm. padre meslre preaador da capella
imperial Joao Capislrano de Mendour;a.
Festa de 8. Roque em
Ipojnca.
Alguna devotos temerosos de que a endemia rei-
nante iccommettesse esta provincia, e consciosde
que s a misericordia divina nos ps'ije pr.serv.-ir. re-
solvcram de ajeordo com o Rvm. guardiao do con-
vento de Ipojuca mudar daquelle convento para a
iijreja da povoarao de Nossa Sejihora do O'a ima-
gam de S. Roque ; agora loiicioirain fazer regres-
sar em sol ruine procissao a referida imugem, e no
dia seguiule celebrar-se em honra do sanio urna
fqala com a pompa que for compalivel as rir-
conislaocias. He pregailor meslre pregadorda capella imperial Joao Capislrano
de Mendouca. .
Ri/ubo feito na padaria da rua Direila u. 26
por uuia po. la iravess* do corredur, as 7 hora da
itiauhaa : um bahu' pequeo com alguma roupa do
ujo, um par de batios, um quarlo de bilhete da se-
Snda parle da lerceira lotera do Gymuasio de n.
II ; por isso roga-se aos Sis.. cautellas que nao
paguem o .tito quarlo, o qual foi comprado oa roa
Uireita u. 13, ao caulelisla Aotonio Jos Rodrigues
ueSodw Jnior.
Ahf-se una casa n#'Por,o da Pauella con-
'roule a do Sr. Joo Francisco Carneiro Monleiro,
oaaegoinlesruminodos : 3.salas, 6 quarlos, co-
Weoznha separada : quem a pretender, dirija-
S-Maouel da Silva Rereirs, em Fura de portas.
Na padaria do Siraiva. rua do Mondego n. 95,
precisase de um amassadot.
Aluga-s para passar a fesla um grande sitio na
estrada'de Santo Amaro (ira Belem. com muilos
coinruodos : os prelendenles dinjara-se t. casa joulo
ao sitio lo Sr. roajor Nascimento.
Defronie da cajjaia velha alugam-se e vendein-
se as nielhores bichsde llamburgu, por preju com-.
modo.
Manoel Jeune parUBpa aos seus freguezes que
lem chapeos de sol aara concertar, na sua loja da
praca da Independen* n. 35, que queiram ir bus-
ca-Ios na rua Nova n. 33, loja da esquina da Cam-
buj do Carmo, at o lira desle mez, o depois desie
prazo os me-mos chapaos serao \endidos para paga-
mento dos respectivos concerlos.
Wat taajaal
i PEORAS PRECIOSAS-
_
, Aderejos de brilhanles
jjj diamantes e perolas, pul- *
s> ceins, alfiuetes, brincos %
* e roi'.elas, boles e aunis ^.
$ de diflerenlea goslos e de '*
< dive sas pedras de valor. -.-
M0RE1RA & DARTE.
LOJA DE IRIYES
Rua do Cabuga n. 7.
HaHilM
OURO E PRATA-
i
i.
85
p Aderecoa completos da 2
v ouru, uieos dilos, polcei- *
Recebern por to-
dos os vapores da Eu- f
ropa as obras do inais
ras, alfinelss, brincos
rozelas, cordOes, trance- N,
lina, medalhas, correulea i-
e eufeiles para relogio, i
oulros muilos objeclos de :
ouro. ^
Apparelhos completos, .
do prala, para cha, bao-
dejas, salvas, caslicae-.
* Coinpram, vendem ou R
Irocam prala, ouro, bri-
* Ihanles.dtaruaoleaaspero- ff
|!&i*7StnBSE:9 moderno gosto7tan- Z^uZ^S,o.!
frX&^mtote Franca como t^t^mmm^
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o eoiumodo como coslumaiii.
avso importan-
tissimo para os
Srs. jog-adores
das iotei'ias.
O cautelista Salustiano
de Aqu no Ferreira
j
avisa aos Srs. jogadores das loteras da provincia,
que os preros dos biliieles e cautelas (cara lirmes
como abuzo se demonstra, os quaes sao pigus sera o
descoulo de oilo por cento da lei as tres pr/reiras
serles grandes em quanlo existir o plano actual de
J.IKJO bilhetes, pelo qoal silo exlrtihidas as loteras
da provincia. Ellca eshto ezpostos venda as lo-
jas do coalume. Si he responsavel a pagar os oilo
por cento da le sobre os tres primeiros premios
grandes jm seus bilheles ioleiros veudfdos em or-
ginas.
Bilheles
Meios
Terjos
Quarlos
Quinlos
Oilavos
Decimos
Viglnmos
54*00
2i}8tl0
1^920
1940
llti
720
600
300
Recebe por inteiro
5:15008000
2:.500J000
IrWiri-SWsti
1:2505000
1:0005000
(25900
frfX)5000"
2505000
O caulelisla
Salustiano de Aijuino herrara.
ngenho Biii Jess do
Cabo.
Precis-t-se de um administrador para esle eDga-
nho, o qual leudo as habiltlacoes necessarias se Ihe
farAo vaolacens correspondentes : quem se achar
neslas circumslancias, queira comparecer no Mon-
dego, em casa do comuiendador Luiz Gomes Fer-
reira.'
Anda vaino rogar a quera competir, visto qae
ale o presente lem sidu"voz clamando no deserto o
uosso reclamo por esla folha desde odia 11, que por
caridade haja de providenciar sobre a remoco do
monlAo de imuudiciesque se acha encostado ao caes
disiente no lim da Iravessa de S. Jos, o qual pare-
ce mesmo ser conservado por acuite a peste que nos
ameaca.Srs. da commisso de hygieue publica !
sobr voz pesara grande responsabilidade se uAo es-
golardes os recursos a vosso alcance para coagir a
quem competir a remover esses fiicos de exhalacoes
mrphelicas que se encou'lram em varios pontos des-
la cidade.
D"Se205 mensaes a urna ama, piefere-se for-
ra, que qoeira lomar conla da cozinha de urna casa
onde se n.lo usa muilos guisados, mas que-se elige
aceio e ordem : a tratar ira dislilaro por traz da
igreja de Saula Rila.
Do alerruda Boa-Vista a rua Nova, desappare-
ceu um preto gauhadar com um llaudres que trazia
2 vestidos de laa promplos : a pessoa que delle tiver
noticias, dinja-sea rua da Praia n. 43, primeiro an-
dar, que ser gratificado. .
IJnuio, na rua da Ci xxi. n. 40.
O den desle estabeleciinenlo avisa aos seus ami-
gos e aos amantes do uom gusto em geral, que pelo
nata cheaado ltimamente de llambnrgo. receben
uin grande c esplendido sortmento de .penseos ie
lodas as qnalidades. coosistindo em
v 1.COMIDAS.
gumacousa que actualmente nao haja em
primeira mo, achara' na loja cima uut
completo soitimento, por precos bara-
tisstmos, advertndo que muitos ebiectos
sl'iio miicionain para nao ser fastidioso
este annuieioque ja' vai longo.
AO PUBLICO.
No armazem de fazetadas bara-
tas, roa do Gollegio n. 2,
vende-se um completo sortmento
de fazendas, unas e grossas, por
precos mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanlo em por-
c/Jes, como a retalho, amant^ando-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabeleciment
ahrio-se de cembinacao com a
_ maior parte das casas commerciaes
e inglezas, rancezas, allemaas e suis-
sas.para vender fazendas inais em
conta do que se tein vendido, e por
isto ofFerecendo elle maiQres van-
tagens doque"outro qualquer ; o
proprietario deste importante
tabelecimento convida a' todos i
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que veuliam (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da rua do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos &Rolim.
C. STARR&C. v
respeilosamenle anouocam que' nu sen extenso es-
labelecimeulo em Sanio Ai:>aru,coulinuam a fabricar
com a maior perfiro e promptidAo, (oda a qnaida-,
de de machinismo para o uso da agriellora, na-
vegaeo e manufactura; e que para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico cu geral,
teem aberlo em um dos grandes armazens de Sr.
Mesqnta na rua do Brura, atraz do arsenal de ma-
naba
OEPOSlt OB MACHINAS
construidas no dilo seu eslabelecimeulo.
All acharSo os compradores oo completo sort-
mento de moendas de canna, com lodos os roelliOra-
raeolus (alguns delles novos e originaes) de qu a
experiencia de muitos anuos lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vkpor de baiza e alia pressa,
taizas de todo lamauho, tanlo batidas cerno fundi-
das, carros de m.u e ditos para conduzr formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra'dilo. Tornos de ferro batida para farinha, arados de
ferro da mais approvada coustruerdo, fundos para
alambiques, crivos e portas para Tomainas, a urna
infinidade de obras de ferro, que sera enfadonho
enumerar. No mesmo deposito esisle urna pessua
inlelligente e habilitada para recebar lodas as en-
comraeudas, etc., etc., que os annnnciaules contan-
do com a capacidadedesuas ollicinase machinismo,
e pericia de seus olliciaes. se comprometlem a fazer
ejecutar, com a maior presteza, perfeicao, exacta
eonforinidade cosn os modelos ou deseuhos.e inslr.tc-
efles que Ibes forcm Tornecidas.
OASSESSOR FORJIS
OU
o formulario de todas as acco e co-
nhecidas no nosso foro
PELO
DR. CARLOS ANTONIO COREIRO.
Acaba de ser publicada e adia-se a venda, na li-
vraria da esquina do Collegio n. 20 de Ricardo de
Bolaciihha de Ilaijiiario para'^?^ *rimeir*.p"-,e.do ^"^ For,n,e
. aaaM(,u l'-11 rontendo, alelado formulario do prdeesso penarte o
jory, adopdo pelo goterno i nolavdmeate aug-
pelires, (laaparhos, e mais
pcoas
Como : Queijo de nata verdadeiro.
dem verde suisso.
dem de Limburgo.
rroaUlto e salame de ptima
qualidade.
liaren ques-
Sardalias fiestas, em sal.
Caviar da Russia.
cha'
Ira c. iiiplefo sortmento de conservas finas, que i mentado com lodas as pi
ndo recebido directaueolc do fabricante, pode Icrnius que nella foram rpenas indicados:
O formulario completo dos racarW.-
Odo processo de habeas-corpus. ^
la-se
ndar
Lisboa.
------------------ **- *. .-^ vw< .- .un. un, wbv .-t,u'itmm l-flliru-, l_ I 1,1 i,i L> lil .l-Jifll Uj
sobre o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-i|r*'lo=|n^_Pul,"':o.e,l,lerP,ele commercial juramen-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
1855.O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Pernambuco toma dinhei-
ro a juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
novembro Jje 1855.Joao Ignacio*J^e
Medeiros Reg, secretario da dircccao/i
tado da praca, ele.
Certifico que me foi presentado um impresso, es-
criplo em oglez, o qual, a pedido da parte, tra-
dozi para o idioma nacional, > diz o seguinre :
TUADUCCAO.
Inslrucroesgeraesp ra as embarcacoes destinadas
a Vorto Louis.
Dma embarcaran que descubrir a ilha pela parte
de l'esle fou pelo lado de balravenlo) deve dar um
resguardo de 2 '; milhas dos recifes em freute a
ilha de Amher, e deve ler todo o cuidado em nao se
aproximai ao pharol rerolvenle na ilha Flal Vtala
A gal-ia poitugueza JOVEN CARLO-
TA legue para Lisboa ate 25 do corren-
te, tetn a maior parte da carga prompta :
para o resto e passageiros para os 'quaes
tem excellentes commodos, trata-se com
Novaes & C, rua do Trapiche n. 5i, pi-
meiro andar, ou com ocapitao na praca."
PARA A B-AUIA
vai sega ir muilo breve a escuna brisileiri Zelosa,
capilao Joaquim Antonio de lana e Silva, por ler
mais de meia carga prompta : para o reslo ou p
sageiroa, tratase no escriptorio dos consmala
Isaac Cario i Companhia, rua da Cruz u. 49.
Para Lisboa pretende seguir com loda a brevi-
dade o brizne escuna pnrtaguez Atrm>iito, po* ler a
maior parle ds carga prompta ; [iS o resto lo seu
carrea;,m>oio e passageiros, Irala-se na rua ^o Vi-
cario u. 19, com os cousigmlarios T. de Aquino
romeen & l'ilho.
Para oCear segu com urevidade opalhabole
l enus ; recebe carga o passageiros : a tratar com
Laelano C>riaroda C. M., ao lado do Corpa Santo
ii. 2>.
Para Lisboa prcUiidc .vdiir cora
umita brevidadeo brigut- jiortiigue/. perador porter a maior paite da carga
prompta: para o resto da carga trata-se
com os consignatarios Novaos .V C, rua do
Trapiche n. o, ou
praca.
com o capilao na
LEILOES.
O agenle Borja fara'
leilao (ollimo desle an-
nol cm seu armazem,
na rua do Collesio o.
15, de todos os objeclos
existen!. > o me nio,
consstini.e n'um gran-
de e variado sorlimei.-
_ to de obras de marci-
neria noxas e usadas. douS ricos pianos de jara-
randa' le armario -ah lo- ha pouco da alfauJega,
obras de ouro c prala, relogio- para algibeira, can-
dieiros francezes e inglezes de varias qualidades,
linternas, candelabros, vidros. loucaj e oulros mui-
los objeclos que fdra impossivel mencionar, os quaes
se tenlerito aem limite de preso algam: quarla-fei-
ra 19 Jo crrente, ai tfte*ra da manhaa.
Preci-a-se de um caixeiro de 13 a 16 annos :
na rua Direila n. 82, padara.
MAIA IRMA'OS. .
1 nm a honra de participar ao respeita-
vel publico queteem aberlo urna novaJoja
fabrica de chapeos na rua do Crespo,
no sobrado novo que faz esquina.para a
rua'da Cadeia, aonde os compradores
acharuo desde boje em diante um bello
sortimento de chapese fazendas tenden-
tes ao mesmo estabeleci ment, e por me-
nos preco doque em outra qualquer parte,
tanto em potefto como a tetalho, e desde
ja Ihe recommendam chapeos francezes
de bonitas e elegantes lrmas e de boa
qualidade, ditos leitos nw trra de todas
as qualidades de pallia, seda, e montara
para senhora, de lustre para pagem, e um
rico sortimento de galoes linos, a prata
c Oiiro para os meamos; chapeos de castor
france/es e inglezcs^ditos le Italia para
hornero, meninos esenhorns, do Chile linos
para hornero, meninos e senhoras, bone-
tes de todas as. qualidades,'assim como se
apront? qualquer encomTiiearfa tendente
ao mesmo es^abefecimento, e tudo por
precos mais ba ratos do qu em outra
mi mi
Manuel Joy Leite
ra qne arre ni ato u as
s da casa
?Srs. Silva
e rojra aos tleve-
ajjferida casa,
ndade enten-
o aiiiiiinciautc
rua do Quei-
10, aliui de auii-
gave4mnt3 saidarem seus
dbitos. J
O abaixo assisnado, leslamcnteiro do tinado
Chrislian WilhelinTheodnr Koh.neyer, procedendo
a inventario no espolio desle, pelo juizo municipal
da segunda vara civel. escrivfiu Cunha. avisa aos ere-
dures daquelle lin- 'o para trazerem seus ttulos on
conlas dentro em >, .lias, contados da data .leste, a lim
de serem legalisad is e' Hendidos : no escriptorio do
Sr. Olivera. agenle de leudes.
Aluga-se um anntzem na rua da MoeJa, de-
fronte do de Tasso Irm.tos, por preco commodo: a
tratar na rua de (Juciuiado u. 28, lercrjro andar.
Precisa-se de um caixeiro para loja de fazen-
das francezas, qne seja moco e que d tudnr a sua
conduela: a fallar na praca da Iudep:ndencia o.
18 e 20.
Km. liidoulac relira-se no prximo vapor para
Inglaterra, e deixa para seus procuradores no pri-
meiro lugar ao Sr. H. Oeppermann. nn segunde ao
Sr. O. Plessmann, e no lerreiru ao Sr lfc II. Holm.
Precisa-se de ama ama para o servir interno
de ama casa de pouca familia, ainda mesmo que seja
captiva, e se for de meia idade mellior: no alerro da
Boa-Vista n. 78.
veuder | or prec.o mais liara lo do que era ualra qual
quer paite, e consiste eiu : l'rcaudeam eV veaux,
Kouladei de veau. lloeuf la mode. Aosuilles,
Saumoat. Carpes. Saooseon, Saaeisses. Boudin
lakc, piliuvaudouilles. Patea de saumon. de li-
re e de pipmneau.
II.BEBIDAS.
Licor de cuminho. de ani-. de pimeula. de hor-
lelao, Eilraclo de limao. Bilter, Khuin da Jamai-
ca verdadeiro, xarope de groseille, Caraca. vinhn
llordeauc branco e lilo, vinho du^beoo, Madei,-
ra, etc., etc.
Participa ao mesmo lempo que frWas comidas
acina mencionadas, havera' ao alraejfce loncbeon,
rjt-.
lodas a's segund,
que, e as lereas
de sen ir aos se
lo de charutos
dejke sext
idaWiiila
m
almosee
'. sala*
sexta-feiras, sarfS de llareu-
ntas. cusidlas.ele. Tambem po-
ezes com um rico sortimeu-
na.
Amassador.
1'recis.i-se de um bom amassador |iortuguez
roa da Senxala Velha n. 84.
O solicitador Manoel Lu1
sua resideucia para a freguezia
Sentala Velha o. 68, secundo a
Veiga mudon a
Recife, rua da
jn*r.
aco
aj)
O ai rematante daoem conhecida.
dama dos QuarteUn. 2i, vende]>irTa|r>
nos do que se poderia comprar em pri-
meira mao, saiBD de liquidar, um ri-
quissimo sortimento de miudezas as mais
linas, consistindo nas<|ue passa a -lemons-
tiar : facas para sapateiro a OO rs.
ilttzia, gravatas e mantas para ditas
.SOOO rs bicos de blond a 320, 500
OiO, 800 e ISOO ts. a vara, bico de ii-
nho para todos Os preros, tanto pet^a co-
mo vara, pecas de ftoco de cores dileren-
tes a 4D0rs., ricos quadros com moldura
dourarja.detamanho de 2 palmos, com
estampa de santos a 800 rs., meias de al-
godao para homem, du/ias a l.si-(H). ditas.
azues i. 1S200,espelhos de gaveta duzias
a 250l). chapeos de sol de seda cabo de
canna a fjijOOO rs., ditos de panno a
l.S-OO, bengalas finas a ljji-00, ditas or-
dinal iasa 500 rs.. chicotes finos de balcia
para cavallo a 1$280, linhas finas para
bordar, novello grande libra a U'900,
escovai para cabello a 400 rs., pecas de
franja com bolota para cortinados a
i.S'OOO, meias finas para senhora duzia a
5jr200, ditas pai-.i homem a ">s500, laa dej
cores pata l>ordar libia a T.voOO, meias
aaspat-a meninos, du/.ia a2s'.">00, cartas
francezes jai locarte ln/.ia a .">.<000,
puntes de chifla) para alizar a 00 a du-
zia, pa'.iel de piso superior a 2^800 a res-
ma, > maco a 2S200, pennus d'aijo
emc /a a 80rs., meias de cores para
meninos a 2i0opar, grozas de finissimos
lapisenvernizadosa 5S000, groza de ca-
etas linas a S.S'400, duzia de linha de
carrittl a 520, caixinhas de linhas de
marca a 240, lacre fino libra a 2.V00,
colchetes pretos em cartao a 80 rs., pe-
inas de fita de cores a 500, grampas, li-
bra a 500 rs., escova**linas para cabello
a 000, borzeguins de merino bordado pa-
ra crianca a IsOo par, toucasde blon-
de a 1x200, espoletas excellentes mi-
lheiro 800 rs., ricos pentes de tartaruga
para [jurar cabello a 4,se 4,S"500, botes
de lauca pintada, groza 240; este sorti-
mento nao s convem a particulares, co-
mo poile convir a algum Sr. logista de
miudezas, que querendose prover de al-
O dos termos dc,l>em vivar.
O dos termes de segurauca, quer ex-offlcio, quer a
requerimentp de parte.
O formulario do processo per quebrntenlo dnste
termos.
O de todos os processos policiaes, e qae canean na
aleada.
O de snas appellates.
O do prooesso por {abuso de liberdade de imprensa
quer por crime de injera, quer| por criare de ca-
lumnia.
O Jo processo de responsabilidade dos emprea-
dos nao privilegiados.
O do processo por crime de contrabando.
Esle trabalho acha-se Jeito com tanta mnuciosi-
dade e clareza, que os Srs. juizes. delegados e sub-
delegados, eacrivaes, advocados, inspectores de quar-
Itirao, procuradores, uueulru qualquer empregado
re Justina, quandu nao tenham mesmo ideia alguma
de processo, o poderao instaurar e condnzi-lo por
si meamos regalar e legalmente : laes sao as expl-
cacsjas do Assessor Forense.
Brasa cima indicada, vende-se lambem a col-
NHaai de principios, regras, mximas e axiomas de
direilo em geral, pelo mesmo l'r. Cordeiro, obra de
miueiisasaanlagem para os Srs. juizes, advugados
provisiuiiadus, etc., s;mr issa que nella as encentra,
em ordem alphabelica?todas as regrae, mximas de
direilo, etc., com cilanlo das fonles de onde sao co -
lindes.
O pre^o do Assessor Forense lie 39 brechado, e
t>8 encadernado.
O da eollece.au dos principios e iomas dtdirei-
to bu 2.
':

RBILAFFECTEUK.
aulorisado por deedo do conselho real e
decreto imperial. <
dos huspilacs recommendam o Arrobe
ur, come seotlo o iiitu aulorisado peta
pela real sociedade de mediciiia. Este
ilo d'aim goslo agradavid, c fcil a tomar
em secreto, esta en eso na marnha real desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em peaico lempo,
oom pouca despeza, sem niercurie, as afTecr.dee da
pclle, impigens, as cousequenciss das sarnas, ulce-
ras, e os accidentes tus partos, da idade critica, e de
acrimonia hereditaria dos humores; convm aes ca-
(arrhos, a boxita, as contraccies, e a fraoama dos
orgaos, preaPSida do abuso das injecroes ou de son -
das. Come anti-syphililico, u arrobe cora era poui-
lempo os fimos recentes oo rebeldes, que volveo
itioessanles em coiiseejaencia do emprego da copar
ba, da cubalMeae das injexcoes que repieseutem o
virus sem netitraiisa-Iu. O arrobe Laflecteur.hu
especialmente reconimendado contra as doencas, in-
veteradas ou rebeldes, ao mercurio c ao iodureio de
pola.-sio. Lis bou ne. Vende-se na botica de Brrale de
Antn.o Feliciano Alves de Azevedo,praca de D. Pe-
dro n. 88, onde acaba de cliegar urna srande porreo
de carrafas graodese pequeas viodas directamente
de Pars, de casa do dito Bojveau-I.auecleur 12, ru
Richco i Pars. Os formularios dao-se gratis cm
casa do agenle Silva na praca de 1. Pedro, n. 8.
Porlo. Joaquim Araujo ; Baha, Lima" & Irmaus ;
Pernambuco. Suuiii; Rio de Janeiro, Rocha r\ Fi-
lhos ; el .Moreira, loja de dmoaa ; Villa Nova, Joao
Pereira d Msales Leile; Rio t.tatole, Frao de
Paulo Coulo t C."
CHAKOPE
1)0
BOSQUE
O uuico deposito contina a ser ua botica de liar-
(helomeu Francisco de Souza, ua rua largado Kosa-
rio n. 30 ; garrafas grandesCU e pequeas35000.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtisica em lodos os seus diSetenles
graos, quer motivada por conslipaciies, tosaav aslli-
ma, pleuriz. escarros de sangue, dir de costados e
peilo, nalpitacao no coraran, coqueluche, brencbila
dr iiagarganla.e todas as moleslitisdosurgaoe pul-
monares. ^
Patente.
Vendem-se retbfies de ouro patente nelez ; no
escriptorio do agente Olivera, rua da Cadeia do Re-
cite n. 62, primeiro andar.
rnfiiri


0IM10 DE l'ERHMBCO TERQft fElnl 18 OE OEZEMBRO DE 1855
L
CONSULTORIO DOS POBRES
p O U NOVA 1 AWBJJL 50
( Dr.P. A. Lobo Moscozo maula aleo roeio dia, e em caso* extraordinario* a qualqoer hora do .lia ou imite. *
Offerece-ee igualmente para pralicar qualqaer operarn derirursia. c acudir promplamenle a qual-
qaer mulher que estoja mal de parlo, e eajascireumslaiiciasnao permllam |>agar ao medico.
SO GM8DU01I0 M H. P. A. LOBO I0SC020.
50 RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGDINTE :
Manual cmplelo de meddicina homeBRRica do r. (. H. Jalir, traduzido em poi
luguez pelo Dr. Moscozo, qualro volumesencadernados em dous e acompanhadode
um dlcciouario dos termos de medicina, cirorgla, anatoma, ele, ele...... 209000
Esta obra, a mai importan le de todas asquetratam do estado e pralica da liomeopalhia, por|ser a nica
que ronlm a base fundamental d'esta doulrinaA PATHOGENESIA Ol EFFEHOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAUDEconhecimenlos que nao podem dispensar as pes-
soas qne sequerem dedicar pratica da verdadeira medicina, iuteressa a todos os mdicos que qizercm
eiperimentar a doulrina de Hahnemann. e por si meamos se convenceren) da verdade d'plla: a lodos os
zendeiros e senhores de engenho que eslaolonee dos recursos dos mdicos: a lodosos capules de navio,
que urna ou outra vez nao podem deiiar de acudir a qualquer incommodo seo ou de seus tripulantes :
a todos os pas de familia que por circumslancias, que utm sempre podem ser prevenidas, sito (obriga-
dot a prestar i* continenti os pi imeiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-roeenm do homcopalha ou iraduccAo da medicina domestica do Dr. Hcrins,
obra tambeni til as pessoas que se dedicam ao estudo da homeopathia, um volu-
nte grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina......' i iihMO
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatomia, etc., te, encardenado. 3J0O0
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopathia,^ o proprietario dcsle estabelecimeuto se lisongeia de te-lo o roais bem montado possivel e
nineuem davina boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
PRECOS INVARIAVE1S.
Boticas da 5 00 30 dyoamissco.
Da 12 tubos.....................
J* ......................
De 3> .................
De 48 ........1...........
De 60 ...................
De 144 ....................
Qualqaer deslas boticas em Hnelnras, o dobro.
Cada lobo avolso .....:................ laOOO
Meia onca de qualquer lindura da quinta dynamisaco......"..'. 2000
Um frasco da verdadeira lindura de rnica............" ] 25OOO
Na mesma casa ha sempre i venda grande numero de tubos de cryslal He diversos lamanhos,
vidrospara medicamentos, e aprompla-se qualquer eucommenda de medicamentoscom toda a brevida-
de e por precos muito eommodos.
Menores. Grandes.
. 8000 M9000
. 159000 209000
. 209000 259OOO
. 259000 309000
. 309000 359000
. 60*000
TRATAHEHTO HOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MQRBUS,
PELOS DRS
r=3K3C-<4k.K.ra^3 SE3 .ar^SaV. K
ou inslruccso au povoparase podercarar desla enfermidade, administrndoos remedios inais eflicazea
para ata/ha-la, emquantotserecorreao medico, oa mesmo para cora-la independenle destes pos lagares
em que nao os ha.
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esteedons opsculos contenas indicaroesmais claras e precisas, c pela sua simples e concisa e
cao est ao alcance de todas as inlelligencias, nao so pelo que dizrespeilo aos meios curativos, como
cipalmenle aos preservativos que tem dado os tois satisfactorios resallados em toda a parte em"
elleslean sido postsem pratica.
Sendo o tratamenlo homeopathico o unicoque tem dado grandes resaltados iiocuralivo desla horri-
veleofermidade, julaamosa proposito traduzir estes dous importante- opsculos em uncu verileen*
la,|para dest'arle facilitar a sua leilura aquemignorco franecz.
Vende-se nicamente no Consultorio<1o traductor, ra Nova n.52, por 2SO00. Vendem-se lamben
oa medicamentos precisos e boticas de 12 tubos com um frasco de lindura IO9OOO, um dito de 30 tubos
1090OO. *>
*
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABRED E LIMA.
Anda existen)alguns etemplares enqaadernados-
e aeham-se a' venda oa toja de livros dos senhores
Ricardo de Freitas & C, esquina darua do.Collesio,
e em casa do autor, paleo do Collegio, csa araarclla,
no primeiro andar.
Precisa-se de orna ama par orna casa de pou-
ca familia: va pra^adoCorpo Santo u. 17.
- Novos livros de homeopathia em francez, sob
todas de suroma importancia :
llahnemann, tratado das molestias
lumes............
Teste, rrolestias dos meninos .....
Hering, homeopathia domestica.....
Jahr, pharinacnpa homeopathicii. .
Jahr, dovo manual, 4 voluntes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pene.......
Rapou", historia da homeopathia, 2 voluntes
llarthmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........IO9OO0
A Teste, materia medica homeopalhica. K9000
)e Favolle, doulrina medica homeopatliica 79000
Clnica de Staoneli .......69000
Catting, verdade da homeopalhie. 45000
Diccionario de Nyslen.......
AlUas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, contendi a descripoSo
de todas as partes do corpoiSumanu .
vedem-se todos estes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova o. 50 pri-
meiro indar.
clironicas, 4 vo-
. 209OOO
. .. 69000
... 79OOO
. 69OOO
. 169000
. 69000
. 89000
169000
109000
309000
CONSISTORIO CENmL
. HOWEOfATHlCO.
(Gratuito para os pobres.)
Itua de Santo Amaro, (Mundo-dDko) n. 6. Bt
O Dr. Sabino Olegario Ludgero Tinho di jt
I oonsallas todo* os dias desde as 8 horas da
mandila al as 2 da tarde.
Visita oa enfermos em seus domicilios, das
2horas ern diante ; mas em casos repentinos
e de molestias agudas e grave as risitas serao
feas em qualquer hora.
As molestias nervosas merecem Iralamcnlo
especial segundo meios doje aconselhados
pelos praticos modernos. Estes meios ezis
tem no consultorio central.
HH'HMHfi
REPERTORIO DO MEDICO
HONEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTBOS,
posto em onlem alphabelic.i, com 4 descripco
abreviada de todas as molestias, a indicacAo physio-
logica e Iherapeulica de todos os medicamentos ho^
meopalhirof, seo- lempo de ac;3o e concordancia,
seguido de um diccionario da signifcaco de todos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao
das pessoas do povo, pelo
DR. A. 4. DE MELLO M
Os Srs. assignautes podem mandar bBJpot *eu'
ejemplares, assim como queja quizer comprar
Massa adamantina.
Ue'gerlruento reconhecida a eicellencia desla
preparado para chumbar denles, porque sen resul-
tados sempre felizes sao ja do dominio do publico.
Sbaselo Jos de Oliveira faz uso desta preciosa
masss, tiara o fro Indicado, e as pessoas que qize-
rcm honra-lo dispondo de seus servidos, podem pro-
cura-lona .travesea do Vigarion. 1, lojadebaajj
beiro.
Illm. Sr. presidente e mais membrosda cao)
niisso de hygiene desla provincia.Diz Paulo Cuiz
iaiunou, dentista fraucet, que precisa a bem de
sea direito, Vi. Ss. serem servidos examinar a pre-
parado de que se serve para chumbar denles, e de-
nominan mana adamantina, em orden) de verificar-
se que a dita prepararlo difiere inteiramente de to-
das as contiendas. Pede a Vs. Se. sejam servidos de-
ferir-lhe como reqaer.E. R. Me.
Paulo Lulz (iaignoiw.
A aiassa denominada pelo supplicanlamAdaman-
linaa por elle apresentada commiss^ de hygie-
ne publica, difiere de todas as apresemadas nessa
mfsma occasiSo por outros ;
feita na presenca de lodos. 1
ramio 30 de julho de 1855j
: DENTISTA rRANCEZ.
Paulo Gaigooui, dentS(s' estabelecido na
0 roa larga do Rosario n. 36, segundo andar,
celloca denles com a pressao do ar, e chamba %
9 denles com a massa adamantina e outros me- 9
lies.
3B(8S
S J. MI DENTISTA, 8
0 contina a residir oa ra Nova n. 19, primei- 0
41 ro andar. m

LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhets da
loteria 7 do theatrode San-Pedro de Al-
cantara, que deveria correr 5 011 i do
corrente; ab listas esperamos pelo vapor
nacional S. SALVADOR, a 18 ou 1!) :
os prwatsn pagos a' distribitiro das
mas rS&:
1 recisa-se fallar com o Sr. Ma'noel tiendes
t-erreira duiniarae-, ou com pessoa encarregada dos
negocios do mesmo : em casa de Paln Nash & Com-
panhia, ra do Trapiche Novo n. 10.
Aluga-se um silio cora boa casa de sobrado, a
qual tem mullos commudos, sila na povoarSo do
Monleiro ; a tralar na ra do Trapiche u. 14.*
Precisa-se alugar urna prela captiva que saiba
coznhar : no alerro da Moa-Vista |uja n. 48.
Precisa-se de um criado para com-
prar e fazer mais algum servico dentro de
casa e que seja liel: quem quizer dirja-
se a ruado Cantiga", loja de, cera do Sr.
Angelo Custodio dos Santos.
JOI AS
Os ahaiio assiunados, donos da nova loja de onri-
ves da rui do Cabuga 11. H, confronte 110 paleo da
malriz e coa Nova.fazem publico qne estn comple-
tamente sorlidos dos mais novosebellos gostos de to-
das as obras de ouro, necessarias tanto para senho-
ras, como para homen e meninas, e roiitinuai os
precos sempre muiloem conla ; os mesmos se obli-
gan) por quaesquer obras qoe venderem
urna conla com responsabilirtade, especifica
qualidade do ouro do H ou 18 quilates, fican*
simsujeilos por qoalqur davida qoe apparecer.
Sera/in & Irmao.
t.ma pesi versada em latino, franeez, inslez,
porluguez, gcographia, gcomalria, arillimetica e phi-
iosophia, ensina para a freguezia de Santo AnlSooa
parle conjunela a ella : quem precisar annuucie.
n LOTERA DA PROVINCIA.
O canlelisla Salusliauo de Aquino Fetreira avisa
as pessoas que compran) bilhets acautelas das lote-
ras da provincia para negocio, o qual esta resolvido
a vender os referidos nilheles e cautelas pelos prejos
abano declarados, dinheiro vala, sendo a quanlia
de IOO9 al 1:0009, permanecendo firmes estes pre-
cos em quaolo nao se allerar o plano aclual de 5,000
lulheles, pelo qual sao eMrahidas as loteras da pro-
vincia. SSo pagos sem o descont de 8 por cenlo do
imposto val, na ra do Trapiche n. 30, segundo
audar. ?
Bilheles 59100 Recebe por inleiro
Meios 9700 a
Tercos 19820
Onartos 1J360 n
yumlos I909O n. i>
Oitavos 680 1,
Decimos 560
Vigsimos 280 o
RDA NOVAN. 31
Carlos Hard> annuucia>ao respeitavel publico,
que acaba de receber de Pars um ricu sorlimenlo de
chapeos de seda para senhora, chapeozinhos para
liaplisjiln de crianza, chapeozinhos de palha enfoca-
dos de abas largas para menino de 4 al ly anuos.
bonetes de meninos, capellas e mantas para uoiva,
esparlilhos, fitas, chales de la de todas es cores lisos
e bordados, ricos chales de louquim, um grande sor-
tmenlo de finas camisinhas bordadas que se vendem
pelo prero de I96OO e 29, grosdeoapole branco, roso
e de cores a covado, lenros de mSo de cumbrata, le-,
ques, e muilas oalras fa/.endas, que >e vendem em
conla.
No dia 18 do corrente, finda a audiencia do
JDizo municipal da primeira vara, s? h5o de arrema-
tar os escravos Joaquim, pardo, avahado por 4009,
Mana Joaquina por 4009, Jos Ramos por 3509. Jo-
s mulalinlio por 3509, o diversa obras de prala,
avalladas em 1729800, por execugao de Heanlo
Anlouio de Miranda contra o testamntelo do fina-
do Joan l.ins Caldas.
Precisa-se de um caixeiro de idade de I i a 1l
anuos, que lenlia pralica de venda : na ra do Co-
dorniz n. 8.
Alugam-se o segando e lerceiro andares Si
casa da ra da Aurora em qoe esteve o hotel da Eu-
ropa : a (ralar oa roa da Praia n. 27.
Aluci-sc urna casa no bairro da Boa-Visla, e-
ceplo no aterro : no aterro da Boa-Visla n. 39, pri-
meiro andar.
Oflerece-se um cateiro brasileiro, muito fiel,
diligente, para taberna ou para qualquer oalroesla-
belecimento, dando fiador a sua conduela : a (ralar
no hotel da Europa.
Avsa-se
a (odas as pessoas que sao amantes do bello sexo, que
na confeitaria da ra da Cruz n. 21, exislearo cm-
plelo e variado sorlimenlo dos toiai* bellos e mais
mimosos confeilos, e lambem caixinhas ornadas de
artificias flores e finistimas pinturas, (caixinhas de
Cupido I em todos os formatos, proprias para guar-
dar joias, e de mu ricos e medernissimos oslos. tu-
do recenleroente chegado de Paris. Estas lambem
se podem encher de amendoas com delicadeza e
areiu. e por preco razoavel. A fe-la esl prxima,
nao ha mclhor brinde que alias muilo simples e
pouco dispendioso, com elle se poder vencer aquel-
lo- coracoes que indurecidos mullas vezes pela infle-
xibilidade, nada os fazia abrandart He barato, com
a presenra do comprador lado se fani ; a elle, que
se esl lindando.
ESPABTILUOS.
Na ra dn Collegio n. 4, recebeu-sc 1 ni grande
sorlimenlo dcespartillios pira senlioras, de diversas
quilidades e precos, ricas estampas coloridas de di-
versos gneros e lmannos, enelhores que se pede
achar.
Traspassam-se as chaves e urna linda armacao
de amarelloenvidracada da loja n. 35 da praca da
Independencia : a tralar na ra Nova n. 23, fabri-
ca de chapeos de sol, esquina da}Camboa do Carino.
Aluga-se ama prela que rozinha bem o diario,
engomma sollrivcl. lava e faz lodo o mais servico de
. ama casa do familia : ua ra dos Quarleis n. 24,
segundo andar se dir.
T* Precisa-se de um armazem ou primeiro andar
dealguma casa, no bairro do Recife em as princi-
pa** ras, paga-se bem sendo grande e fresco : a
B/alar na ra do Trapiche n. 38 armazem.
lznacio Firmo Xavier vende o sea silio ecasa
entre as duas pooles da Magdalena a quem llie der
desobriga dos seos credores, e o resto vista. Est
arrendado por 5009, e bem tratado pode dar muilo
mais ; (rala-se na ra do Hospicio, sobrado em que
ltimamente fui aeociedade Kerreio Militar.
Cura infalivel
DO
el 1 olera-bu or bus.
Acaba de ser publicado, e acha-se venda na li-
vraiia universal, roa do Collegio n. 20. um folhcto
que tratado modo de curar cssa lerrivcl molestia
pelo sumo do limao, por 200 rs.
Vende-se na ra da Cadeia de Sanio Antonio
sag, cevadinha, cavada, marmelada nova, ele.
VemU-sc rape de Lisboa a rulallio : defruute da
rdeia velha n. 28.
No alerro da Boa-Visla 11. 80, vende se pre-
sunto de l.l chouricas a 400 r< ehicolale de Lisboa 400 rs., su-
perior vinho do Porlo engarr-fado, de 1851 alja
garrafa, latas com sardinhas de Nanles a 700 rs., di-
tas pequeas a 500 rs., le.
Vendem-e tres cscravas, sendo nma linda mu-
lalulia de idade 18 anuo-, cose, engommn oplima-
inenle e cozinha bem n diario, doas neerinhas de 14
a I ti a nno- de idade, crinulas. com principio de ha
bilidades : na ra llireita n. 3.
Fazendas de bom gosta.
Novos corles de sedas para vestidos, cortes de La-
rege de seda com babados de lindos padrei, chales
de merino, ditos de retroz e de seda, chales de lila a
19 e I9500,chapens para senhoras a 1490O0,cnrles de
cassas a 2 e 2S500, camisas francezas. palitos de
panno fino, de alpaca e de linho, e outras minia- fa
zendas que se vendern baralo : na ra Nova, loja
o. 16, de Jos Luii Pereira.
Na ra da Cadeia de Sanio Antonio n. 26, ven-
de-se presunto a 400 rs. a libra, saccas com milho a
19OOO, e vende-sel armacao e utepcilios de urna la-
berna sila na ra. Uireita.
Itoce.
5:tJ009000
2:5
1:6
1:25
1:0009000
6259000
51JO9OOO
2509000
G cautelisla
* Salii'liano dr Aquino Ferreira.
Precisa-M por aluguel de duas prelas escravas
para fazerem* ervico de urna casa de familia, e tra-
taren) de enancas : quem as liveAlirija-se ao por-
teiro da alfandega de-ta ridade rnes.na reparlicao,
das 8 horas da manhaa as 4 daalarde.
En abaixo assgnado declars^ira conhecimen-
to de qualquer a quem possa inleresssar, que nada
Hqnei a dever a meu fallecido irmao Delfino Concal-
*ves Pereira Lima com quem negocios live, lendo-me
'- -)ij|reci--
irlHda
o mesmo dado as jrer.isas quitantes no ajuste final de
nossas conbis ; n como lalvez algumas leltras
nao fossem inutiltlTdas em virlude da boaule e con-
lianca que sempre presidiratujenos^s IrHsacces,
feco a prsenle declaracao, lendo em vistas apenas
Ivuar sopposieScs em contrario do que acabo de ex-
pdr.Recife 12 de dezembrn de 1855.
, Mauoel flkalves Pereira Lima.
|j*recisa se de urna ptaeoa habilitada para en-
inalrrniire/. e msica emamengenlm distante 12
lemas desla praca : os pretendenles qneiram enlen-
der-se com l.oiz de Carvalbo Paes de Andrade.no al-
faudega.
Precisa-se de 3009 a juros sobre hypolheea em
casa que rende 109 mensaes : quem pretender,
dirija-se ao beeco das Barreiras n. 4, que se dir
quem qaer.
A HOMEOmulAEO CHOLERA.
nico trata ment preservativoe curativo.
DO
CHOLERA MORBUS,
Pelo Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Acaba de sabir luz esle excellenle opsculo, que
muito deve contribuir para a salvarlo do povo no
Irataroeoto da epidemia que se receia.
Vende-se por..........15000
dettribuido gratis aos senhoresassi gnanles lia
Urohomeopathico ou tade-mecum do homeo-
e igualmente a todos os Rvms. Srs. vigarios,
que acreditan) na homeopathia.
Consultorio central homeopathico de Pernambtico
(Mundo Novo) n. 6.
mcima
s.
avso impor-
tante
O:t0 A, eeufiouleao Rosario de Santo''Antonio,
avisa ao raepeitavel publico, que receban caixinhas
as mais delicadas que tem vindo a esta praca, assim
como confeilos ; dao-se para amostra vindo-penhor.
Agencia de passaporte e folha corrida.
CJaadino do Reg Lima, despchame pela repar-
tir* da polica, lira passaporte para fura e dentro
do imperio, e folha corrida, por commodo prego:
na ra da Praia, primeiro andar n. 43.
vene
lled
the.our
/Ontac
NO GONSCLTOHIO
i IIOHIEOPATHICO DO I
DK. CASANOVA.
O 28. Ra das Cruzes 28. $
Ha sempre grande sorlimenlo dos mais tiA
acreditados medicamentos homu'opathicos, y,
carteiras de lodos os lamanhos, e mailo
^ mais em conla do que em or;, .,u. Iquer
parte.
(Os pobres Iralam-se de graja.l (^5)
O joiz de direilo Joso lranci-cl jruda
Cmara lelirando-se por algum lempo _,-_ ,- si-
tio fra da cidade, previne as pessoas com quem tem
negocios, e as que se quizerem uiilisar de seus ser-
visos, que podem enlcnder-se com o Sr. Joaquim
Jos do Campos em sua casa na ra do Rosario es-
Ireita n. 19, primeiro andar, a qualqusr hora do
dia.
Roga-se ao Sr. Francisco Pereira Pinlo Caval-
canti o favor epparecer na ra dos Marlyrios, taber-
na n. 36, islo 110 prazo de 3 dias, qoe muilo se lhe
deseja fallar.
Os Sis. Cyrioco l-rflz da Paz, rna do Collegio,
e Manoel Duarte Vieira, largo do Collegio, dirao
quem dii quaulias de 5009 e 6009 com hypolheea em
casas terreas de pouco uso.
A pessoa que tem em sea poder um lellra sa-
que do-finado Elias Ignacio de Oliveira, e aceita por
Antonio de Paula Fernaudes Eiras, vencida em 23
de abril de 1852 de r. 1:3029700, queira entender-
se com o abaixo assgnado para negocio de seu inle-
resse.J. J. Tasso Jnior.
Precisa-se alugar urna casa ou ora gabinete
para um homem soileiro : quem tver annuucie ou
dirija-se a ra das Cruzes n. 25.
COMPRAS.
Compra-se urna casa terrea que eslejaem bom
estado, e seja na freguexia de Sanio Anlouio ou S.
Jos : na luja da ra do Crespo n. 12.
Compra-sc um adereco asado : na roa da linia
n. 61, segundo andar.
VENDAS.
lOlhiulias
PARA 1856.
Estao a' venda as bem conhecidas l<>-
lliinhas impressas nesta typograpliia, as
de algibeira a 520 e as de porta a 160; as
de algibeira alem do kalendario ecclesi
astico e civil, contm um resumo dos im-
posto? municipaes, provinciaes e geraes,
3ue all'ectam todas asclasses da socieda-
e, extracto dos regula montos parocliiaes,
docemiterio, enterrse sello, tratamerH
to de varias molestias, inclusive a do dio-
lera, tontos, variedadese regia jamv^a-
zermanteiga e queijosde dill'erff
Idades, dittas ecclesiasticas ou de
480 rs. : vendem-se nicamente na
rian. 6 e 8, da praca da Independe
Oraca'o contra a peste e o cholera-
morhui.
Acha-se venda na livnrria n. 6 e 8 da praca da
Independencia um folhelinho com difieren les ora-
contra ocliolera-morbea,<|goalquer outra pes
Na ra do Quemado, loja n. 2. vende- se doce de
calda e secco bemfelo. nao s a libras como em barrilinhoso de
calda, e o secco,et4celinlias enfciladas, proprias
para presentes.
Ceblas.
Vendem-se ceblas chegadas nltimaniente de Lis-
boa nopalaeho Brillante: na travessa da Madre de
Dos n. 16, armazem de Asnstinho Ferreira Senra
(iuintarles.
Sal do Ass.
Veade-se .1 bordo do hiale -lAngeliran : a
com Antonio Joaquim Seve na ra da Cruz n. 13.
Vende-se a taberna da ra larsa do Rosario
n. 9, quina do becco do Poxe Frito : a tratar na
mesma taberna.
^ cntlsVse urna vacca sem cria : na roa da Cuia
n. 2, cuerUra.
Vendem-sc a precos muito eommodos, os se-
grales objeclos : relogios de ouro patente, obras de
ouro de goslo moderno, metal amarello pasa forro'
de navio, cemento romano muilo novo, pipas vasiaS:
Irala-se noescriploro de Isaac Curio & Companhia,
ra da Craz n. 49.
Na estrada dos Afilelos, 110 silio da viuva du
Quinlella, lia para vender-se nm bom carro de 4 ro-
dea, com 4 assentos e os competentes arrcios, por
pre^o commodo.
Cortes de seda.
Vendem-se crl
rior, de quariros a
n. 21. ,
seda escoceza,
loados: na ra
muilo sope
do Uueimsdo
I GUARDA NACIONAL.
f, Acha-se a venda no pateo do Carm
9, primeiro andar, oMANUAL DO^
9) CLARDA NACIONAL, obra iutetessanle
a todos o- senhores ulliciaes e guarda, e u
*? mesmo aos Srs. advogado, por comer lo- *
J) das asleis, regolamcntos, ordena e avisos
Sconcernentes a mesma suarda, desde W
creai;ao da le n. 602 de 19'de selembro de H
'. 1850. al 31 de dezembro de 1854, acom-
a, panhado de um importante ndice. Ha en-
9 cadernados e em broclrara. f
a 40 rs. cada nm
Vende-se inanleiga
la franceza a 760, alelria
carro e (alharim novo a
assucar em carneo primeira
porco a 440, batatas inglezas'
ingleza a 444), cha da India a
a 800 rs. e 960, di-
,nova a 4U0 rs., ma-
ciza novas a 440,
a 130, lianlia de
a 100 es., bolachinha
1920 e 29560, dito
Em casa de Timm Momsen i!it Vin-
nassa,, praca-do Corpo Santo nudJS, lia
para' vender:
L'm sortimento completo de livtos em
branco vindos de llamburgo.
Vendem-se duas escravas, urna ptima engom-
madeira o cozinlieira. e a outra cose, lava, cozinha
e faz renda : na roa h-eila n. 66.
Vende-se nma prela recolhda com bons costa-
mes, cose e engomma. de idade 18 airaos : a fallar
ja de trastes do Moreira, ra eslreila do Ro-
Vende-c um caliriolel novo, mnilo lindo, li-
mn Balance l viudo lia pouco do Rio de Janeiro,
com a melhores moles e melacs ; ,-issiln como os ar-
reos de muilo goslo e boa qualidade : no silio do
eiro, I'assagem da Maadalena.
Vende-se por pre^o commodo nm piano de ja-
COGNAC VERADEIRO.
Vende-se o verdadeiro cognac, tanto em garrafas
como em garrafocs* oa ra da Cruz n. 10.
Bons gostos e de
boas qualkla-
des.
Na ra do Oiieimado, nosquatro calilos, na sesoo-
da loja de fazendas n. 22, de fronte do sobrado ama-
rello, vendem-se fazendas por proco- que real-
mente fazem admirar ao publico : Panno prelo
linissimo, prova de liman, para casacas e palitos,
pelos baratsimos prec_os de 29500, 3C500 e 59OOO
o covado, casemira prela de superior qualidade
a 29 e 296OO o covado, alpaca prela muilo lioe a
400, 500 c 600 rs. o cuvado, curies de colleles de
fusles de bonitos padrees e cores lizas a 700 o 900
rs., chales prelos de 19a e seda mailo craodes a
29800, chapeos de sol de seda prelos e de cores, fa-
zenda superior a 69500. camisas francezas pintadas
para homem a l;280, riscados da India muilo finos
e largos e muilo bonitos para vestidos a 280 o cova-
do, setim prelo maco, fa/.enda muilo superior a 39
o covado, sarja hespanhola mailo superior a 2,400 u
covado, merino muilo lino a 29OO o covado, meri-
no setim o mais superior que pude haver e muilo
proprio para palito a I96OO o covado, chapeos de sol
de panniuho a 19600, chilas francezas mailo finas e
largas, de novo* padroes a 320 o covado, fil de li-
nho liso e com flores a 19 e 19140 a vara, luvas de
pellica de Jouvin para homem e senhora, chegadas
no ultimo uavio francez a 19800 rs. o par, lavas de
seda de todas as cores com belolas a 19280, camisas
de meia muito finas 19, luvas de lio da Escocia
brancas c de cores 400, 500 e 600 rs. o par, man-
tas de seda para grvalas, pretas e de cores, muito
boa fazenda a I92SO, panno fino azul de superior
qualidade a 49 o covado, ricas romeiras de retroz
bordadas a 119, leocinhos de relroz francezes a
19280, cassas francezas muilo finas e de bonilos pa-
proe a 300 rs. o covado, cambraja linissima de sal-
bicosa 19 a vara, camisas francezas muilo finase
bem feilas para homem a 2950O e 29800, corles de
cassas para vestidos de bonitos padroes e com 7 va-
ras a 29o corte, lencos brancos de cambraia de li-
nho mnilo linos e grandes a 69 a dozia, ricos chales
de chally com lislras de seda e bastante grandes a
89t ditos de merino mailo finos e lisos a 69, luvas
prelas de torcal, de Lisboa a 19120, chally amarello,
fazenda superior e que muilo se usa para vestidoa
800 rs. o covado, romeiras de cambraia com lacos
de ricas filas de seda a 19280, grvalas de seda de
bonitos padroes a 640, meiasde laia para padres a
29 o par, cortes de casemira- finas e de bonitos pa-
droes para calcas a 59, brinzinh&s de linho de bo-
nilos pad roe- a 240 o covado, brim tranca do de poro
linho e de bonilos padroes a 800 rs. a vara, lapim
prelo finissimo, proprio pan vestido e balines de
padrea 19280 o covado, riscuinhosfrancezes muito
linos e bouilos padroes a 210 olivado, meios lencos
prelos para grvala muilo superiores a IJ, lenros
brancos de rnmliraia inuioaMos a300rs., gansa
amarella muilo superior a 3Wi meias brancas finas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, ditas prelas
muilo finas a 320, ditas para homem, fazenda su-
perior, sendo brancas, pretas e croas a 240 rs. o par.
Alm de todas estas fazendas outras militas que s
visla das boas qualiriades he que se pdem ver o
quanlo silo baratas, nfiancando-se aos Sri. compra-
dores que nesle estabelecimento nao ha fazenda al-
guma que seja avahada, e sim ludo sem avaria, de
bons gostos e boas qualiriades.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se corles de cassa chita de bom gosto a
29, ditos de padres francezes a2>10O, cassas rxas
para aleviar luto, ditas prela' de.padroes miudos a
290 curte, alpaca de seda dequadros de todas as c-
jales a 720 o eovado, lenros de bico tanto pintados
Como bordados a 320 cada um
ra homem a 19 e I96OO ,
dem-se na roa do Crespo n. 6.
LEONOR D'iMffiOISE.
Vende-se o excellenJHfcmance histori-
Leonor d'AmboiseB B*ya He Breta-
^ra, 2 volumes por U*Br% na livraria
)f 6 e 8 da praca da
Vende-se cal cm
timo navio de Liiboa
da mais nova : rrb ti
de Apollo n. *!-B, t
Companhia.
Pratos ocos pats
para conservar a comida
qnente : vendeni-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
em n. 48, de Uostrn Ro-
oker
anlo
. grvalas de seda pa-
tudas estas fazendas ven-
caranda, por seu dono se retirar para fra :
du Cabugii, loja dn (iuimares, so dir c
quam vende.
Graxa do ro
Grande em
bxigas.
Vende-se na roa da Cruz, no Recife, armazem
n. 13.
Cortes chnefce
prelo a 29000, espermacele americano a 880, Hilo
francez a 800. carnauba a 480, quejos do reino mui-
lo frescaes a 29. vinho de todas as qoalidade- e por
precos eommodos : na ruados Marlyrios, taberna
n. 36.- ||r
Vedem-se saccas com milho muilo em conta:
na ta do Vigario, taberna de JoSo Siman de Al-
meida.
Vende-se cera de carnauba de muilo boa qna-J
lda* por preco commodo a dinheiro a vista : no Vendem-se na ru do Queimado n. 21,
rmate do caes da alfandega. fc am09lra, C(im hor.V
\ eude-se um escravo de idade 18 annos, mul-
to fiel e sadio, de bonita figura e possaulc. com prin-
cipio ye niarciueiru, enteode de cozinha, ptimo
para pagem, bolieiro, oa armazem de .issucnr, pa-
nana, etc.: na ra de Hortas n. 82.
Vendero-se saccas com milho por preco com-
modo : no escriploro de Claudio Dubeui. na ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 13.
Chapeos de palha da '
Italia.
Vendem-se chapeos de palha da ll.ilia, dobra-
dos e singelos, para homem e meninos, chegados l-
timamente da Europa, da ultima moda, com muito
bom sorlimenlo, em caitas de 10 duzias cada urna,
por preco mais commodo que em outra qualquer
parle : em casa de Raslo & Leaos, ra do Trapiche
n. 17. ,
Tijolos de marmore.
Acaba dt chesar um novo sorlimenlo de lijles de
marmore, e vende-se no armazem de Tasso Irmos,
no becco do Concalves.
s.
e dao-so
Chapeos para senhora.
Vendem-se thapuos
no goslo de Paris, haven
na roa Novo, loja n. 4,
nliora do mais moder-
rca para esrolher :
l.uiz Pereira Jnior.
es.
Vendem-se pH ^^sUMca da
prelo e decore^flBHbrrdos de teda,
da, a 209 : na rVNova, loja n. 4.
Camisas francezas.
Vcndem-se camisas francesas com
brancas e pintadas a 249 a doria : na rv
Vende-se cera de carnauba aoper or
da Cadeia do Recife, loJaB
Madre de Dos.
O cor
Cortes de seda
supteriore^.
Veudem-se corles de seda de quadros, esl'reilas e
largas, de muilo bous costos e modernas, assim como
lencos-de cambraia muilo finos com bcos muilo lar-
gos chales de Ua e merino, lisos, com barras de
res, lislras de seda e bordados, assim como o
muilas fszendas por prejo mudo commodo, oh
"V vi',* : na rua Ja Cadeia do Recife, loja n.
>0, defronle da rua da Madre de Dos.
depemlencia.
a no ul-
ericana
da rua
,tot
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para eneenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
^do, de todos os tamauhos, para
dito.
Moinhos de vento
tmbombafderepuiopara regar hortas e baia,
docapim,iiafundca,deD. W. Bowman : naroa
diBrum ns. Ii,8e 10.
AO SENHORES DE ENGENHO.
Bednzido de 640 para MO rs. a fibra
Do arcano da nvencar/do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado na co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melboramento do
assucar, acha-se a venda, em lata de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C), na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez. |
Chicotes de carro e de montarla.
Candieirose casticaes bronzeatiec.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barr.
Camas de ferro.
Milho em saccas
Vende-se muito superior milho em saccas : na roa
do Amorim n. 41, armazem da Francisco Gnedes de
Araujo.
Milho em saccas
Vende-se na rna do Encantamento'n. 76 A, milho
em saccas. de superior qualidade, por preco com-
modo.
A boa fama
VENDE BARATO :
l.ciicinhos de retroi de indas as cores-para pesco-
?o de senhoras e meninas, pelo baralo preco de 19,
bnralhos de carias linssimas franceas para voltarete
a 560, toncas de 1,1 a para senhoras.e meninas a 640,
luvas muito finas de fio da Escocia brancas e de co-
res para homem e senhoras a 400, 500 e 600 rs. o
par, meias brancas e croas para homem, fazenda
muilissimo superior a 160, 200 e 240 b par, luvas de
pellica de Jouvin brancas e amaretlas para homem
esenhora a 19900 o par, camisas de meia moilojfi-
nas e de pura lAa para homem a 39000 rs., (litas de
algodio muilissimo finesa 19 e 19200, lesoras mui-
lo linas para papel a 19500, ditas superiores para
barbero a 19500, leques moito finos a 39, ricas abo-
loaduraspara collele de madreperola e de metal a
500 rs., ditas para palitos a 600 rs., ramudas com
phosphnro proprias para charutos a 20 rs.. ricos jar-
ros dourados de porcelana para flores de diversos la-
manhos e precos, ricas fitas de teda lavradas e lisas
de todas ascores e larguras, escovat fioissimas para
roopa, ditas para cabello, trancas de seda de boni-
los padroes de diversas(argoras eeoret, navalhaa fi-
nissimas para barba, caivetes finissimos e de todas
as qualidade*, hicos linos de linho de bunilos padrees
e diversas largaras, ricas franjas de algodo brancas
e de cores para cortinados, tesouras para costara ai
mais finasque hepossivelencontrar-se.eonlrasmoi-
lissimas consas que ludo se vende por tilo baratos
pre^ot qoe aosproprioscompradorescausa admira-
cao: na roa do Queimado, nos qualro cantos, na
bem condecida loja de miadezas da Boa Fama n. 33
Sal do Ass
Na rua do Vigario n. 19, primeiroandar, ven-
de-se fardo novo, chegado de Lisboa pelo brigue*'-
eranra.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Av, primeira qua-
lidade, de proprejdide do conde
do Re-
melhor

proprtfi
de Marcuil, rua
cife n. 20: es||_
de toda a CliaHfrpB f vende-*e
a 565000 rs. cada^Pxa, acha-se
nicamente em casa de JJHp.e-
comte Ferqp & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile o ro-
rt^ t'dos das garrafas sao azues.
POTASS E CAL YIRGEM.
No antigo e ja'bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, tudoa
precos muito favoraveis, com os quaes i-
carao os compradores satisfeitos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 3#000 reis : nos armazens ns.
e 7, e no armzem defronte da porta da
andega,' ou a,tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 34, primeiroandar.
Vende-se urna balanca romana com todos os
teus perlences.em bom aso e do 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se rua da Craz, armazem n. 4.
P
Vende-se tal do Ass de superior qualidade a bor-
do do brigue Feliz Destino : a tratar no escriptorio
do Sr. Manoel Gongalves da Silva, oa a bordo com
o captUo. x
A boa fama
' He muilo barato corles de
lindo e modernos, com 7 van
do Queimado n. 33 A.
RIF FRAN
O verdadeiro c genuino rape-franiv/.
deveter preferencia SfJrWoutro qualquer
rape tanto pelo seu simples c agradavel
aroma,comope'a sua qualidadehigyenica,
visto nao Icr a menor composico que
faca damno as pessoas que delle fazem
uso. Vende-se por flOOO cada meio ki-
lograma que regula imito mais de urna
libra : as lejas do Srs. Moreira & Duar-
te rua do Cabuga' n., Joito Cardozo Ay-
res rua da Cadeia do Recife n. 41, ero es-
criptorio de Burle, SouzaiSt C. rua da Cruz
n. 48.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortida da me-
Ihor qualidade que tem vindo a esta pra-
ca e por* preco commodo : na caa de
s senhoras de
bom agosto..
Verdadeiro bico de b'oudc blanco e prelo, e bo-
nilos chapeos de senhora por preso muito commodo.
A mesma loja araba de receber muitos relogios
americanos para cima de mesa, do ultimo gosto ; e
lambem relogios francezes com caita, por preco
muito em conta.
Vende-te nm carro novo de
qualro rodas, e de dous e e qua-
tro assenlos a ronlade, muilo
maneiro, vende-se um oulro
dito churriu, mailo proprio
para o mallo, para algom se-
nil or de engenho por prego commodo: na rua
^va, cocheira de Adolpho Bourgeois.
Vende-se
urna carioca de duas rodas com arrcios
e.em muito bomcslf.do para um (avallo:
na rua da Cruz do Recife n. 2(i.
Vende-se
m carrn 10 elegante de quitro rodas pa-
ra um on dous cavallos, e uns arreioc no-
vos pr.ra um cavallo: na rua da Cruz
do Recife n. 26.
PECIIINMIA.
Na roa Nova, loja de selleirn n. 47, ha urna
por-
Adamson Howie &C., rua do trapiche n. fl0. d" ocul09 de arma!ao e ",ilUl- Pra loda as
. a r vistas, e com especialidade para miopes, pelo insig-
nificante prego de 500 ra. o par.
ipaS VaSSiS.
Vende-se porsto de pipas vasias proprias para en-
cher de agurdente, a preso de 179 cada urna : a
tralar no escriptorio de Mauoel Alves Guerra, .na
rua do Trapiche n. 14.
POTASSA BRAS1LEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elfeitos ]a' experimen-
tados : na rua da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
A 4fl000 RS.
Vendem-ae palitos de alpaca
Cadeia do Recife o. 3,
prela ; na rua da
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, at-
sim como polassa da Russia verdadtira : ua praca do
Corpo Sanio n. 11.
Vende-se aso em cimbeles de um quintal, por
preso muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Sauto n. II.
Vendem-se no armazem n. 60, da rna da Ca-
deia do Recife, de llenry (iibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por preco
mdicos.
Rap francez.
O verdadeiro e genuino rape francez,
deve ter preferencia sobre outro qu al-
(juer rap, tanto pelo seu simples e ag ra-
davel aroma, como pela sua qualidade
hyginica, visto nao ter a menor corapo-
sico que faca damno as pessoas que del-
le fazem uso. Vende-se por 5$200 reis ca-
da libra, na lojas do Srs Moreira & Du-
VEN DE BARATO:
Ricot penlejde lartarugapara cabesa 49500
Ditos de alisar tambejn de tartaruga 39000
Ditos de marflm lambem para alisar 19400
Hitos imitando tarIMga para cabera 19400
Lindas meias de sed de cores para criansas 19800
Meias pintadas fio da Escocia para erianras240e400
Bandejas grandes e de pinturas finas 39O0 e 49000
Papel almajo greve e paulado, resma 49000
felinas finissimas bico de laosa.groza 19200
Ditas muito hitas sem ser de lansa.groza 640
Oculos de armaso de aro com graduacies gQO
Lonetas com armacao de tartaruga laoOO
Hilas com armacao de bfalo 500
Topcadores de Jacaranda com bons espelhos 39OOO
Sleias de laia muilo superiores para padres 29OOO
Ricas bengalasde canna com lindos castdes 29OOO
Hilas de junco com bonitos caslOe 500
Ricos chicle para homem e senh a 1 isOe
Meias prelas de algodo para padre o par 600
Grvalas de seda de todas as cores 1 e ixMO
Filas de velludo de todas*as cores, a vara 160 e 320
A lacadores de cornalina para casaca 400
Ricos reloginhos para cima de mesa 49OOO
Suspensorios linos de borracha, o par 400 500 "00
Pentes niailo finos para laissa '500
Escovos muilo finas para cabello 610
Capuchos piulado muilo bonilos 700
Boioes finissimos de madreperola paraca-
misa, a groza 19200
Alm de ludo islo vendem-se outras muilas cou-
sas, que a vista das qualidades e presos faz admirar
niiuXa, dyaUBlj| T T" "^ "> ^ <
TaixB* wa engenhos.
Na fundiqao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Briun, passan-
do o chafariz continua^fbaver um
completo sortimento de taixa de ferio
fundido e batido de 3 a 8 palmo de
bocea, asquae acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao'
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vnde-se ou aluga-se um bom cacravo, criou-
b), de bonita figura, e deeiemplar conduela, a qual
s) alianca : na rua da Rodan. S2.
Vestido de seda.
Corles de vestido de teda de core, padree do I-,
limo goslo, e por precos muito commodo, havendo
mailos para escomer : na loja de 4 portas, na roa de
Queimado n. 10.
ARADOS DE FERRO.
dicao' de C. Starr. dt C. em
ro acha-se para vender aras
de --?rr- qualidade.
' JPENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr 4 Companliia
em Santo Amaro, acha-se pa>Mtdcr
moendas de caimas todas de ierrc \ um
rnodello econstruccao muito sufli
Vendem-se dous piano fortes de ja-
caranda', construccao vertical e-com to-
dos os melhoramentos mais modernos,
lendo vindo no ultimo navio dHambur-
go : na ruada Cadeia, armazem n. 8.
SYSTEMA MEDICO DE HQLLOWAY
PILULAS HOLLOWAY
Esle inealimavelespecifico, composlo inUiramen-
le de dervas medienaes, nao contem mercerio. uem
alguna outra subslaucia deleclerea. Benigno a mail
leura infaucia, e a compleisao mais delicada, h*
igualmeole prompio e seguro para desarraigar o mat
na compleisao mais robusta ; he inteiramente m-
cenle em toat operases e eeilos ; pois busca e re-
lime ns doenjas de qualqaer especie grao, por
mais anliga e tenates que sejam.
Entre mudares de pessoas curadas com elle re-
medio, muilas que ja rslavam as porta da morte,
preservando em seu uso, conseguirn! recobrar a
saude e forca, depoit de haver tentado intilmente
todos ot outros remedios.
A mais a melas nao devem enlregar-ie a desespe-
rarlo ; fasam um compleme ensaio dos efticaze
elTeilosdesta assombros medicina, e prestes recu-
peraraoo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar este remedie par
qualquer daseguiulestnfermidauet:
Accidentes epilpticos.
Alporeas.,,-
Ampolas.
Arelas mal d';.
Aslhma.
Clicas.
Convnlsea.
Dedilidade ou eilenua-
So.
Debilidade 00 falla de
forcas para qualquer
cous.
Dcsinteria. i
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Febreloda especie.
(Jota,
llemorrhodts.
Ilvdropisia.
Ictericia.
Indigesloes.
Inllamraasoes.
Irregulandaile da mens
Iruaco.
Lombriga de todaespe-
ce.
Mal-de-pedra.
Manchas na calis.
UbsIraesAe de *eulre.
Ditisicaou eonsumpco
pulmonar.
Helenro d'ourina.
Ayres, rua da
Vende-se urna escrava crioula, perita engom-
Dadeira e cozinheira, um escravo de naci, oplimo
cozinheiro, e urna prela de uplima figura, de meia
Hade, que cozinh, lava e he quitsndeira : na rua
das Cruzes n. 22.
Vende-se um cavallo gordo e boro, proprio pa-
ra se pastar a fesla, por preso commodo : a tratar
fia praca da Boa-Visla n. 7.
8JLO00.
Vendem-se excellentes
chapeos de castor branco,
de bonitas formas, pelo ba-
rato preco de 5,000 res:
na prasa da Independen-
cia ns. 2-4 e J6.
CUITAS' UESPANHOLAS.
Chilas de padroes 01 mais lindo qoe tem vindo a
ene mercado, e modernas, do ultimo goslo no Rio
d Janeiro, chegadas pelo ultimo vapor, e se ven-
d;m as lojas segui mes : roa du Crespo. Campo &
turna, rua do oeimado, Cuimares & Bastos, roa
do Crespo, Jos l.oncalves Malvera, rua da Cadeia
ocha cV Lima, dem, Narciso Mara Carneiro, dem,
Coiiha & Amorim. idem, Manoel Ferreira de S,
raa do C-oeimado. Manoel Jos l,eite, idem, Faria
: Lopes, idem. Rodrigues* Lima, dem, Bezerra
.a Mareira, rua do Crespo, Antonio (ion, alvos de
11'liveira, idem, Siqueira & Pereira, roa da" Cadeia,
lerreirai Malheus. ,
Lindos cordoes de ca-
bellos.
Vendem-se ricos cordoes de cabellos elsticos, li-
sos e enfeilados, por baratissimo preco : na loja de
miadezas, na roa do Queimado n. 63.
Brins de vella: no armazemdeN.O
Bieber & C. rua da Cruz n. 4.
Vende-se excellenle taboado de pinho, recen-
temente chegado da America : na ral de Apollo
trapiche do Ferreira, a entender-te com oadminh
trador do mesmo.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ligado. Rhenmalisme.
venreas. Symploma secandarws.
Enxaqueca. lemore.
Erysipela. Tico doloroso.
Febres biliosas. Ulceras.
inlermittenles. Venere (mal..
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimenlo pera
de Londres, n. 244, Strand, e na loja de lodos o
boticarios, droguistas e outras pessoas encarte cada
de sua venda ero toda a America do Sal, llevarla e
Uespanha.
Vende-se as bocetinhat a 80O rs. Cada nma della
contem urna inslrucrilo em porluguez para explicar
o modo de so usar desta pilulas.
O deposilo geral lie em casa do Sr. Soum pbar-
maceulico, na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
boco.
Em casa deHenrj Brunn &C, rua da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica. .
Espelhos com moldura.
Globos para jardins.
adeiras e sof'a para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.-
TARIMAS E GRADES.
Um lindo e variado sorlimenlo de modelles para
varanda c gradara* de goslo medernissimo : na
rondicSo da Aurora, em Sanio Amaro, e no deposi-
to da mesma, na roa do Brum.
LIQUIDACAO.
Na antiga e bem conhecida loja de miudezu da
rua dos Quarlei n. 24, vende-se um completo kh
lmenlo de mudezss por mena do que poden
comprar em primeira mo.que he para lquidar-te,
>fiansa-se a boa qualidade,
IECHAHISMO PARA
no
NA FUNDigAO DE FERRO O ENGE-
NBEIRO DAVID W. BOWNIAX, cMA
RUA DO BRUM, PASSANDO O orlA-
FARIZ,
ha sempre nm grande sormejito dos seguinles ob-
oclos de mechanismos proprio para engenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construccao ; taixas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos; rodas
dentadas para agua ou animaes, de toda a propor-
coes ; crivos e boceas de fornalhae regislro>de bo-
eiro, agulhoe, bronzes, parafusos ecavilhe, ttoi-
ndo de mandioca, etc., etc.
NA MESMA FUNDICAO. .
te exeeulam I odas as encommendas com a sop/rior
ridade j conhecida, e modidade em preco.
Em casa de N. O
da Cruz n. 4, vende-se
Vinho de Madeira em c|
barris.
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lonas.
Brins da Russia.
Papeldeembrulho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por eommodos precos.
A boa Kua
lSS
1)000
Bieber*C, rua
sujsjm e oitavos
246
560
100
160
280
160
240
VINHO XEREX.
>erlor vinho de X
em cata de E. II. Wyatl: rua do Trapiche

arte, rua do Cabuga n. e Joao Cardoso CL^ee,d*'se .Pllor_!'''>ho. de Xerez em barris do
Cadeia do Recite, n. 41. rffis1
T
1
VENDE BARATO :
Libras de linhas brancat ns. 50, 60, 70 e 80
Libras de dlat ns. 100, 120 e 130
Duzias de tesouras para costura
Dozia de ditas mais finas
Majos com 40, 50 e 60 pecas de cordao
para vestido
Pesas cera l varas de bice estrello
Duzia de dedaes para senhora
Caitinhascom agullias frinceca
Caixas com 10 novello de linlia de marcar
Grozas de botoe para caatiza
Pulceiras encarnaba para meniaas
Dlas grandes para senhora
Pares de meia lina para senhora a 240 e 300
Meadas de lindas mailo fins parabordar ll
Meadas de liabas de peto 100
Grozade bjflbes mallo linos para calcas 280
Hadados de linho aberlos e bordados 120 e 240
Carleir/11 fina demarroqoim para algibeira 600
Fivela dourada para cale e colleta 120
Tinleirose areairosde porcelana,o par 500
Charuteiras entre fina m j20
Duzias de lorcidas n. 14 Mfa candleiro ^n
Pentes de verdadeiro harn para alisar 300 a 500
Pecas com 6 1|2 varal de fila branca de linho
Canas com clcheles francezes
CarHieis de liuhas de.200 jarda de boa
qualidade
Maciuhos com 35, 40 e 47 graropas
Suspensorios, o par
Carrileisde linhas de 100 jardas, autor Ale-
landra 40
Alm de (odas estas ajudetas vendem- oalras
muilssimas, que a vista de suas boas ajoalidades e
baratos presocama admiracao aos compradores
na rua do Queimado, nos qualro cantos, na besa co-
ndecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-se milho muito novo a 59120 o alquei-
re, medida velha ; a bordo da barcas Diligencia,
no caes do Ramos.
Pianos ellegan-
tes.
No escriptorio de Domingos Alve Malheus, n
roa da Cruz n. 54, ha para vender ricos olegan
les pianos com etcelleote vozes, vindosde-Rotnbar
go pelo ullimo navio, por presos mais modeo do
que em oulra qualqaer parte. ^
PERN.: TYP. DB M. F. DE PARIA. 1855
50
60 m?
70 \
60
40 i
K


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