Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00309


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Full Text
PH
ANUO XXXI. N. 287.
Por 3 naezM adiantados 4,000.
Por 3 raeze vencidos 4,500.
!

s
QUINTA FEIRA 13 OE OEZEMBRO DE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO'-
Kecife, o praprietcno M. i. de Karia ; Rio da Ja-
neiro, o at. Joan Pereira Martin* ; Baha, o Sr. D.
Duprad ; Macei, n Senhor Clsudiuo Falcao Dias ;
Parahiba. o Sr. (iervazio Vielor da Nalividade ;
Natal, o Sr. Joaqum Ignacio Pereira Jnior: Ara-
ealy, Sr. Amonio de Le moa Braga ; Cear.o Sr.
Janauiro los de Oliveira ; Marnlulo o Sr. Joa-
quim Marques Rodrigues; Piauhy.t- Sr. Dominaos
Htrculaiio Achiles Pesaoa Cntrense; Par;i, oSr. Jus-
tise J. Rama; Amazonat, o Sr. Jerouymoda Cotia.
CAMBIOS.
Sobre Londres, de 87 1/2 a 27 3|4 d. por 19
Paria, 330 rs. por .
Lisboa, 98 a 100 por 100.
< Rio de Janeiro, ao par.
Acedes do Banco 40 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ae par.
da companhia de segaros ao par.
Disconio de ledras, de 9 a 12 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas haspanholas. ,
Moedas de 69400 velbas.
de 09400 novas,
de 4*000. .
Praia.Palaces brasileiros. .
Pesos columnarios.
mexicanos. .
PARTIDA DOS C&HREIOS. AUDIENCIAS. .
299000 j Olinda, tolos os das. I Tribunal do Commereio, quartas o sabbados.
16)000 Caruar, Bonito e Garanliuns, nos dias lelo. Relacao, lercas-feiras e sabbados.
169000 Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOuricury, a 13 e 28. Faienda, quarias e sabbados s 10 hora.
99000 Goyanna eParabiba, segundas e sexlas-feiras.
29000 I Victoria e Natal, nasquinlas-feiras.
29000 PREAMAR CE HOJE.
I860 Segunda s 7 horas e 42 mnalos da manha.
Primeira s 6 horas 8 minttos da larde
| Juiz do commereio, segundas as 10 horas e as
qnintas ao meio-dia.
I Juizo deorpbaos, segundase quintasis 10 horas
1' vara do civel, segundas e sextas ao meio-dia.
[ 2* vara do cival, quartas e sabbados ao meio-dia.
=
KPIIKMKRIDES. DAS DA SI MANA.
Dezemb. 1 Quarto minguanteaos 9 minutos el jo Segunda. S. Melchiadesp.;S. Eulalia v. n>
40 segundos da larde. 11 Terca! S. Datuazo p. ; S. Trason ra
9 Lu nota as 7 horas, 47 minutos 12 Quarta. S. Sereno leiior m.; S. Opimaco m.
e 48 segundos da manha. 13 Quista /S. Luzia v. m.; S. Eutracio.
10 Quarto erescenio as 4 horas, 36 14 Sexta. Ss Pompeo e Druzo mm.
minutos e 4o segundos da manha. 15 Sabbado. S. Albina ni. ; S. Eusebio m.
23 La cheia as 8 horas, 18 minutos] 16 Domingo. 3. do Advento. Ss. Ananias, Aza-
e 47 segundos da manha. f rias e Misael mm. ; Ss. Noval e Ceucordia.
PARTE irncLAi.
;

li-
com ANDO DaS abm*s
natai-tel f*arl ao cenmaode, da a:
Foraambaea aa cia.d Reelfs
Setenara *e 1856.
ORDEM IX> DIA N. 163.
O manchal decampo commanlanle das arma*,
declara para o lim aveniente, que nesla dula oon-
trahi eivi engajeafcnlo, por mai (anuos, un.
lermos do reeulamenlo llc dealezenibro de 1eV>2,
preerdendn ih'percio de saude, o teguillo argento
da romptnhia fia decavalluria desla provinria, Joo
Pereira de Araujo, o qual percebera, alera dos veu-
riinenlnt que por le lite enmpclirem. o premio de
tOUtOflO rs., pago segundo o art. > do decreto n.
1401 de 10 de junhn do anno pastado, e fnulo o en-
tajainenlo urna dala de lenas de 22,oO bracas qua-
Iradat.
Se desertar, perder ai, vahlagens do premio e
aquel las que liver direiti, era considerado como
ae retrulado fosse, descontndose no lempo do en-
anienlo o de pristi, eui virtode de senleuca, aver-
bandu-ea este disconto e a perda das vanlagent no
respectivo titulo, como he por le determinado.
Jote Joaquim Coelho.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
..Viuc judictaria em 12 de dezembro de I8.V1.
Presidencia do Exm. Sr. desemhargador Firmiuo
Antonio de Soma.
Distribiiiro.
A apellante, Antonio Lourenco lavares ;
App-llaiio. SebattiAo Jote de Barros Belo.
Aohr. Gitirana em subsliluicoo ao Sr. Santiago.
licia provincial eo dignissimo Moraes fez crear de-
finitivamente, por urna emenda lambem enseriada,
o lugar de segundo eirurgio do rnesmo corpo com
400*000 rs. de ordenado, o qual oi por elle pro-
isoriamente creado nosseusgloriosos Irinta dias,
para pagar ao eirurgio Manezinho os servicos
ileiloraesque presin em seu beneficio. E digam
l que os liomens nao pagam bem a quem os serve.
Note que o corpo de polica tem apenas 130 pre-
gas, das quaes soinente exislem 84 na capital,
poique o rest est em destacamentos em diversos
lugares do interior, e ordinariamente o numero
dos doenles he de 6 oilo ; e os dignissimos da
maioria illegalenienderam que oGuimares so
nao era sufliciente para acudir ao trataroento de
um toarultado numero -de doenles, epor isso
crearan) mais ura eirurgio. Vivam os amigos do
progresso, viva o Dr. Moraes com loda a sua ae-
nerosi-iade.
O dignissimo Tito perdeu a ca beca com o nego-
cio da carne verde ; tem deitaHo abaixo a sna li-
vraria toda, e dado tratos sua imaginaco. para
adiar razoes que coiivencatn aos oulrus dignissimos
IITI1I0R.
toda a illuminaco a gaz desla capital, e conclue
aulorisando o governoa ampliar esla illuniiiuriu,
porque s heem 180 lampeos, que at boje se
tem feilo, pondo para isso em arrematarn o que
fallar. K que tal ?... no principio reconhece.
o direit do Ponles tola a illuminaco, e no fim
manda o governo ampliar, e arrematar. Mas a
maioria nao aitendeu, ou fez que na" atienden
para a coolradicco, e volou pelo parecer, preju-
dicaudo a-siin um pai de familia, e escandalosa-
mente favorecendo o Puntes. *
He venate que esto cansou-se inuilo, "porque
andou de porta em porta de todos os dignissimos
pedindo como um frade, que voiassm pela sua
prelengao, eal sabendo que um de fra da capital
devia chegar 3a manha (Jodia da abertura da a-
linlia, desde s 4 horas da madrugada posiou se no
porto, era que aquelle devia desembarcar, e en-
controu-o com a sua clioromina. E sono se
descuidOu de pedir juslica, como 'elle dizia, antes
da deciso da salinha. lambem nao foi menos a-
gradecido. honra llie seja feila, depois que se pi-
lliou servido, pois que foi' casa de cada um dos
sem iihii naquelles fructos, que sendo administr.-1 A falla de gneros coine-livpjs vai-vos por aqu
dos largsmaute os salviram ; e ao depois havendo-1 pondo em clicas. A causa ja lli'.i diese en, he ter
te rpidamente propalado a descoberla de tal reme-1, sido escassissimo o inveino ilesle miu .Vi, lo qual eu
din. tem sido naquella provincia administrado 11 ni- Instante me qoeiio. Por esle motivo, esta villa,
ver .alinete c com tito bom resollada, que nao lia 1 lm de sr um mesquinlm legarejo em que :> fume
um w cas de morle, sendo a inOlclin tratada piir tem constante inorada, est aura, mais que nunca,
aquelle meio. A vista dsso pode-se, pois, dizer : reduzida a um curtidor de fume, amis lerrvel
adeos aos mdicos, aos boticario e at esta sucia das miserias !' Se llia eu fura contar as destacas
que se alegra coiri vitla de uivycadaver, pelo tarro ; e a Isslimavel situaran dete iiimiaineiite miscravel
iran rom as cutoaces dos'a>ei
COMU^PONDENCIAS Dt> DIARIO DE PER-
NAMBCCO.
PARA*.
BeJeui 29 d: noyeir.bro
Meu charo ^o faz* urna pequea ideia do
quanto me lenho rido cusa de certos meninos,
mordidos da cobia a quem as minlias noliciosas
missivas tem feito quebrar a cabera cdfta curiosi-
dad* de saberem, queM>h<3 esle sen ^enerajpr e
criado.
Reeuoieffeito ngracatlo onvir-se um dizer da
qaioaSr.Bt Castro nao tindo que fazer.deu agora
era tlWertir-secomoosco .pandajiJo corretpondenci as
pai o D ario de Pernatnbuco, butro acudir
d'al i nada, nao he elle o autor de laes corres-
pon lenias e sim o Dr. Jno Alves, que lira muilo
bent a tardinha com man do galo, e qual sabe
d'al um terceiro, islej he obra do Dr. Canlo,
que lambem quer metter-se a gaiatoconinosco, po-
is estao engaados, salla um quarto, a nao he
sanio c Andre Gorsino, que anda, rbiscaodo laes
nolicias uosso respailo, pois quanto a rairn, diz
um quinto, eslou inclinado crer, que be o Dr.
Sallas, quem esta lomando sopas comnosco,- e eu
.era*), que he o Manoel Antonio, diz um sexto,
f oe se leas quarido tornar celebre emtim- nao
ha, a quem elles nao lenbam atiribuido a paterni-
dad.: dos raeos pobres Glhinhos, menos mim
que sein canear auspeitas vou notando ludo para
aonlaftrBD, t entrewnw todos aqjelles sao'Bo in-'
ntss como urna pomlta, e untram nesia rasca-
da como Plalos no Credo.
Devo comtudo advert'u -llic, que eu nao descosto
da pillera, porque s os sujeitinhos soubessem
com certeza, quem he o numero um, me quereriam
o sju mal, e ist me farta passar alguns dias sem
o que nao he muilo hygienico, (segundo af-
11
urna linda calera puxada por dous bem ajae-
zados rocinanies (dos' do Barros) dirigidos por
um coclieiro vestido de rica libr. E nena
Izad
que o povo deve#omer carne .i pataca e cruzad gue votaram a seu favor apreseniar seus agradeci-
a libra, mas lera sido irabalho baldado, e o povo JBentoi.
est desosperado com ist, mormenie por so ler Urna dilfeienca porem houve, e foi que para
aquelle servido desta idea, allrihuindo-a aos Mus pedir andava calcanie pede,lalvez para mais
adversarios, coai o fim de os desconceluar para fcilmente oblar juslica, e para agradecer ja fo
com o povo, quando se Iralava da eeico provin-
cial.
O que lie ceno he, que o dinfcsmo Tito botou
os bofes pela bocea em deieza do seu project, e
sempreque se I he falla em carne verde, perdea Ira-
montana, e d por paos e por pedras -. e o mais ga-
lante he, que elle denomina-seamiga do povo.
Que excedente amigo!...
O diguissMfi^Lailo be o seu Cabrion nesla
leria, e [ior iaao I M>re eslo pegados, mas 1111
como dosla mlima^Hz, que s fallnu irem n vas
de fado, pois que ae plavras picantes e offensiv
nenlium Ihes esqueceu, nao obstante eslarcm no
recinto da representao provincial. 0 Tito que-
rendo amedrantar o Leitao blasonou devalenle e
campeotrazeudo i>ellu a maneira desabrida e
desrespoilcsa, com que iralon os Srs. Cunha e Mi-
guel Pinto, quando presidentes desta rovincia, e
lambem ao linailn Dr. Magalbes; maa .0 Leitao
fe-lo ampiar carreira dizendo-lhe um um aparte
a que elle nao linlia o cosiume do nabre depuiadu
(o Tilo) de injuriar e detractar os outros gem me-
receris, mas lambem se achava com bastante co-
eqiuen*, e a mor-
que
tallia em que o envolvem !!! f
Deixo mais largamente de ocfiipar-me com esta
noticia, porque Vmc. sem duvidj aleuma receber
jornaes do Para, e nelles lera o.ofliro da junta de
livgicue dinitidu ao presidente da1 proviiiri.. dando
cotila de um succ^sso, que imperta a salvar.1 da
umitas villas roubiilat ao terrivel asitico.
S. Esc. o Sr. vire-presidente acaba de receher
commuiiicacoes oOciaes de seu roUeaa daqnella pro-
vincia, cnmmunicando-ihe o arha.lo, alim de que
nos pnnhtinos em descaiiQO. lendo mo um auli-
doto to fcil e barato como seja 0 liniAo.
He com grande tumma de prazer que Ihe com-
muoico ar.liarmo-not anda privados do lerrvel 11a-
gello : a quareuteiia coutiiiaJprle, mao grado aos
desejot do quareiitenados, eVesta sucia da ra da
EtreUu, que bem merece snflrer maa quareiitena,
porm perpetua, na lo aprniivel e piloresra ilha
de Fernando de Noronlia O que Ihe posso de pss-
sagem duer, lie que o celebre Vum .1 e u Cacique
dos lempos das seduras falsas, nao eslo 011 nao es-
liveram ajaiiella quarenlena com mrllior direito
do que podWia estar o Jn. dos boilinlios, o rtele
visivel daqnella sobrcdila sucia.
l'-tdne iue as digressoes, e deiie que s.ga o fio
desla epstola, que pelo que rae vai parecendo. nio
pode eslender-se muilo, atiento iis afazeres que
uesle momento iiiopinadamenle me cercan), e a
cu prxima saluda do vapor, cujas malas esltlu a fe-
de oulra forma podia ser, porque um favor de lalrMr"*e"
calhegoria devia ser agradecido com todas as for-
raem para repellir as aggresses de quem quer que
foise, quanto maisdo nobredepuiado. Odig-
oissiino Tito ficou aniado, e deu-se por insultado
com esle aparte, e tanto mais quanto as gale-
ras deram signal de approva<;o ao dignissimo
Leilao. H
O dignissimo Gama c Silva lambem pe^ou-so
com o collqga Guimares, aquelle defendeodo, e
este combatendo o preco livre da carne, |iorm
forain nmpouco mais comedidos que os outros
dous, iois quacada qual iralon mmente de oslen- I
lar u settalojMUora^eiii para arroslar as conse-
qneneas, que Mreviesetn suslentar.o da sna
opinSe^
is de Iorto este harulho seguio-se a volac^io
du project, o qual morreu no nascedouro. O
Tilo quasi esioura por ver perdida a sua causa, e
como por um desabafo s suas magoas, virou-se
rmaiu us Srs. da hygietie publica ) e nao sendo para o seu companlieico de infortunio, o digntssi-
malidades do esiylo e etiquetes da diplomacia.
Desta vez o dignissimo Tilo foi mais feliz do
que com a carne.
Na miiilia opinio o Boque perdeu por nao ser
pedincho como o Pontos, e por anda estar pela
enliga, uppondo que hasia ler juslica para % en -
cer Ma causa, e que os empeohos e pedidos de
nada valem, quando o modernismo he quem nao
chora nao mama.Portento, sirva-lbe este de
emenda, quando liver alguma pretenco na salinlia,
taoraaente se a maioria for d Moraes*, nao se fie
^^zo que Ihe assislir, ande, pera*, chore,
iienaoTfciber, veja se o Pontes lliecnsina, pois para
isso teta milito geilo : por agora fique-se com a
eonsolaco de que nao rebaixou a sua dignidade,
emhora penlesse no negocio.
A commisso de cmaras ja apresenlou o pro-
ject da le do ornamento das difieren.les municipa-
lidades da provincia, he um projeclu monstre, prin-
cpalmenle na parte que diz respeito a cmara
desta cidade, onde nao se v verba alguma de me-
nos de um conto de ris. O dignissimo Malcher,
que he o seu presdeme, e ao metmo lempo rea
tor da coramisso cortn muilo largo. Sem fallar
em mais oulra cousa. dir-Jha-he que crea do novo
o lugar de advogado para o amigo Tilo com um
cont de ris por anno, e s para caleatnaato de
ras pede cincuentaconios de ris.
O Malcheraalende que dBvaa>lflWl'r)>>pala:t-
dade com o caltamenlo, pois manda os amigos
Vnie. o- maozinho. que rae deseje estes jejuns
forjados peco-lhe encaiecidanieiiie. que nao com-
inunique ninguem quera hec o fillio da vellia ;
fiado iais em sua discrico continuarei com a mi-
nliii urefa de conUr-lhe lilitn porlitim o que vai
por esla boa lerrinha.
Comecarei hoje dando-Ihe a graia noticia de
quo o tueu jjairieio caUstico jaesl arrumando a
trouxii para fazer ablativo de vagem ; creio, que
cedo nos obsequiara(com a sua ausencia, pelo que
. Ilie Dcaremps mil vezes obrij^ados. Para onde ir
elle, uo sei... ser para o seu paiz natal, o Ama-
zonas ? respondam os Drs. Malcher, e Gamillo,
qus>sedeixaram levar pelulJr. Pierreleve...Toda-
va btim he que \ me. se ponlia de alcala. e dei-
te ;is suas barbas de molho, visto que as dos seus
visinlios Bhianos, eslo ai deudo. Bem sei, que
daquf Ihe mandram di^er, que os Drs. Malclier,
a e iSamillo eramos dous pharoes da medicina
paraense. e quo elles sustenlam, que o caias-
,la.lco 1 morrernoPar, epor isso talvet Vmc.
ten1 ura pouca consideraco o meu frco con
mas, ineu charo, olhe que os phafes as
pouca luz, e al se apgam... sirva-11 J
verno.
A' proposilo do Dr. Pierreleve, ha poucbij
li Dm ama ajazeta do Maranhsraum artigo as
do por elle em quedizia. que e|endu jirj
vine. rodeada de chcleta-morbus, epode..
muita.facilidaaesar invadida por to B fraal,
julgava muilo conveniene, que lodi
tnunissein de cerlos meins para ato
logo que ella ae manilos .asse, al
medica, e numerando estes meiot u
lugar urna lanceta, e seis ataduras
te artigo foi transcripto em um jo
e os dous aharoes da medicina
eel Malcher, e Gamillocarara desa_
ponto declassificarem de o traieo um "lat pr
diment do Dr. Pierreleve, primo, a r""T'Ba*T
te es fia suslewter urna opinio errnea e falsa, que
cholera catastalco, proprio do
, onde tnorreriae entretanto
ios rando receios de que Ma-
ranliu seja invadido felo lerrivel paraense, o
que importa urna mudanca de upinio, ou antes
reconlieaioento de -secundo," porque ten-
do urabem aquelle serv lo detzetepara estes, co-
mo pharoes alumianm os pivos, e fazerem-nos
emhaoer e absurdo doetaprego daaangria 110
lament cateslalico, he o (|rfprio que
apagar os mesmos ptiarties recommendande
cetas, e iiadurasde sangra. 1 Ca para AWi^o
Malcher, e o Gamillo tara razio, porque o Fierra-
leve us metteu em boa, t agora nao sabem como
bao de sahir-se da rascad i... em quanto elles l ifa-
jachar utrttescpula honrosa, vamos nos c
r\*r
menofi interressantes. '"
A lalinha vai indo cono Dos he servido, sem-
pre estropeada ecoxa, mas distinguindu-se pelo es-
banjamesto dos dinheiros pblicos, ou antes do
suor do pobre povo, o que nao be de estranhar,
porque o systerna do Moraes iM& coryphos do
seu lacio, lie adquirir parlidamQpcusla dos cofres
provinciaos. Conste-me que o Ilustrado adminis-
trador da provincia, o Sr. Reg Barros, est zan-
gado com at e tem mula razo, porque apezar de
nioser Paraense, tem com ludo lomado muilo in-
torease pelo Para, e conttece que neste andar va-
raos precipitar-nos ero uro abysrao.
J* cempleloii um mez que .os dignissimos pas
da patria eslo oceupando ai apelitoM* cadeiras
daeo/inAs e a provincia apenas foi dolada com
urna ka, a da Uxaco da forra provincial ; lodos
os ms'.s actos tem sido favores e mais favores, a
maior parte dos quaes consisten] em augmento de
ordenados, indamnisasjfies, penses, ele. ele. Nem
pense que a nica lei que foi volada forma oxcep-
cm llavegra, pois o dignissimo Guimaris fez en-
caixar urna emenda elevsodo 5009000 rs. o seu
ordenado como primeiro eirurgio do corpo de po-
povoada (a que por anlithese eHritnam por cilla. .1,
eslou certo que Vmc. dira : m pon Irnle 110 l'i-tuliv be hvperhulico : ii'ij lu
lotnirel que no Brasil baja 'illa lo miseranda, ele,
ele. ;i) entretanto, que eu Ihe ruspundo : u Dos
o livre de ler a innibs sorle, Dos odefenda, ineu
atui-o. le morar em laes esrtes.....onde.....onde
se 1l.n1 musas como aquellas de que Ihe fallei na
iiimiIii de \i desle mez, e de que Ihe ralln u seu
jddcioso amiao e correpon lente de Ipojura........1-
de..... anda lia cangacetro* que se acumpanlmu
alacaiados de sicarios evecraveis.....e se d.lo sorras
de pea em pobres mulberes face das autoridades
e destacamento I
Por ullimulbcdirei, meu amigo, que u culpado e
taran. Saber Vine, que vamos ler aqu baile hi-
i/ur agora pela testa do Natal. E que lat Ihe pare-
ce esla lembraui;* (Jnc uaturlineule bavemos
ler presepe, lapiulia e pastoras pelo carnaval Poit
bem se assiio succeder, apezar de que ja nao foluo
eulrudo, todava pelo oslo de inolhar as paslona
hei ile acninpanbar os rapares nessa sceua burlesca.
I.ei ilir.i-uiu agora de una fe que tueram em urna provincia auligainenle, por
orcasiAo da ekeseda do uavernidor... Se esle aua-
cltr iiiisin 1 pe iliMt-nie a ecpreisAo) *e verificar eu
Ibe r.iinlarei os pronieuores. E depois nao me ve-
nbs ocurrespuiiilente do Ceareme dizeirilo que Tallo
mal da iniulia Ierra I Pois elle nao sabe que esloo
comprometilo para com Vmc. a dizer-llie a ver-
dade ? Agora hei de cuioprir anula que nu pas-
se por C'tlii'licu. lavemos um iirilliaule auuivrrsa"-
rio de S. Mi o Imperador, o cortejo foi um doe
mais concoiridos que aqu lenho visto, quando digo
visto, quero exprimir occuli mtt riderunl, pois cu
I iiuln'ui tve a iltslinrta de la achar-ma porqua sao
esUs as feslas. onde os velbos coinoeu, queja nao
rorlejiin as dunas, se dovem'apreseniar cuto aeu
falo sfio para .lemonslrar os seus soiliinenlea de
adbesao ao Ihrono, sem prri .11 1111(11 II 11 limlflill 11
muilo culpado do atrazo em que venius a deslierda- sartlonicas do bello sevo, panqu ffliiinenlarilin cer-
ar|iar-oos com ouirai cousinbaAuue nao sao
mo Gama e Silva, e disse-lheconsole-se, collega
que maiscdo, ou mais larde cantaremos victoria,
veja que este* anno ja recrulamos mais dous,
para o anno turemos mais alguns. e assltn por
dianie atconiannos maioria,
Os dous recruiados foram os dignissimos Salles
o Canlo. O primeiro nao deu a razo do sen
vol, o segundo porm deu um pequeo cavaco
respeito da maneira, porque vowu.efoi que as-
sitn o fazia, puique pretenda na segunda discus-
sao apreseniar urna emenda vantajosa *aos fazen-
deiros, e 11I1I so povo Nao posso aliar que
emenda seria essa, e al duvido que aquelle dig-
nissimo podesse adiar meto algum para conciliar
11 interesse dos fazendeiros com a utlidade publi-
ca ; eu ct em certas cousas sou S Thom, ver
para crer. Portento tica Vmc. emjejum, as-
sim como eu acerca da feliz lembram;i do dignis-
simo Canto.
Alm das mmalas, um oulro acto, o mais re-
voltn te, e injusto possivel ja distingui este anno
.fmiriisa maioria : fi urna violencia feila fo Ma-
noel Roque.
o caso. 0 auno passado os Srs. da sali-
m ilinheiro para converter-sa gaz par-
ailluinitiacao da capital, que al enlo era
L O governo mandou publicar editaos convidando
para a arrematado, e apenas compareceu o Jos
da Pontea, que arrematou somente lio lampees,
oiirigand-se pelo contrato a fazer esaa illumiua-
por dous annos.
nissimo Moraes assumindo a vice-presi-
sein desmentir u seu syslema de favores
'talos, extendeu seis annos o lempo que
durar o contrato com o Pontos, annullando
iin^ima das canilicaes proposias pelo Sr. Reg
arroj, e na mesma occasio mandou publicar
laes pondo em nrrematac,9 o resto da illumna-
azeite (efue enlo era feita por adminstra-
lo ) com o proposito Vtvoonvertel-s*a gaz ; porm
aconleceu que o prazo marrado pelo edital se fin-
don ja na adininistraco do Sr. Miguel Pint, e
apresentaram-se com suas propostes o Manoel Ro-
que, e o Jos Pontes,e como o primeiro olTereces-
se maiores vantagens, o governo coniratou com
elle nao s a Iluminarn do todo o excedente aos
180 lampees do Pontes, como dos que se aug-
meulassem para o futuro, obrigandose a conver-
te-la; a gaz o mais breve que podesse.
O Poulesque at enlo reconhecia. que nao ti-
nliadireilo a toda a illuininaruda capital, ( por-
qaTse o reconhecesse nao furia nova proposta om
eoncorrencia com o Roque ) e lendo de si para si
queera utnagrandissima( perdoe o superlativo ) as-
neranerder alguns conleos, recorreu ao .luo
PaesjTe ao Tito, que he pao para toda obra, pe-
dindo Ibe dessem algum geilo cousa ; aquelles
prometteram-lhe envidar toda as suas forras para
consegnirera bom resultado, e aeonselharam-no que
Gzesse um requermenlo a assemWa pedindo an-
nullaco do'conlrato com Roque, entretanto que
oJoo Paes promoveu um abixo assjjnado ap-,
pellando para os principios polticos do Pontes, e
com elle angariou as assignaturas de lodosos dig-
nissimos do seu lado a favor desle.
Comeffeito o Pontes appreseniou o,seu requeri-
menlo assembla, e sendo remullido commisso
de nfracco de leis, osla deu o seu parecer favora-
vel ao peticionario, o qual entrando em discusso
foi approvado pela maioria do Moraes.
Nao admira que fosse approvado, porque o Mo-
raes, eseus amigos nao irepidam em fazer favores
aos correligionarios, admira pdrm a manifesla
coniradicco do parecer, poique diz no comeeo
que pelas leis, taes e tees, pela intenco (al en-
iraram na consoiencia alheia) do Sr. Dr. Moraes,
que nao era por em arreraalaco a illuminaco
gaz, e sim a azeite, quando o contrario diz o Mo-
raes no seu relatoro, com que entregou a presi-
dencia ao Miguel Pinto, emende a commisso, que,
ao peonaiio Jos* da Ponte, perlonce do direito
espalharoin que se as ras da cidade eslo boas e
bonitas elle se (leve ; porem as bichas nao tem
pegado, porque lodo o mundo sabe que se ellas eslo
calcadas, he porque lem havdodnheiro para isso, o
que nao aconteca em outros lempos, e quer fosse
Pedro, quer fosse Paulo, ou Sancho, o presiden-
te da cmara, ellas seriam do mesmo raudo calca-
das, porque a cousa he haver dinheiro, e lalvez o
fossera com mais econornia, porque a boa fiscali-
sacSo muilo inllue para ella.
A commisso de hygiene publica est sendo vic-
tima da m vontede do povo, porque lem prohi-
bido o uso departes comidas, que na realidade
sao prejudiciaes a tttras pocas, quanto mais
agora.
O Camllo como provedor da saude est de mais
vigilante, diz elle, que nao quer mais incorrer as
censuras que se Ihe tem feilo, e enlo cataio no ex-
eosso oppost, mandando deilar oo rio carne e p-
raruc da mellior qualidade que aqu ha. E com
este seu zolo, ja fez e governo perder quatorze ron-
ios do ris em urna poreao de carne sueca que elle
julgou podre, estando excedente, o mandou deitai
fra.
O Dr. Barate Ges receben quatro cornos de
ris do liaro de Mau, para soccorror a pobreza
desta provincia atacada da epidemia. Nao sei, por-
que esi Sr. Dr. s encarregou aos seus collegas
Malclier e Gamillo, de receilarem para os pobres
por coma daquella quanlia. Pede a equidade, que
lodos os pobres gozem do beneficio, e mesmo foi es-
ta a intenco do digno baro, porm assim nao
acontece, porque os que sao tratados pelos outros
mdicos esto excluidos, visto como aquelles nao
eslo autorisados para lites mandar aviar as recei-
las de graea.
Ainda duas palavrinhas sobre a salinha, e con-
cluireinor esla vez. A cadeira presidencial lem
na realnBesido este annouma cadeira doespinhos
para o Moraes ; muitos sustos e sobresaltos tem-
Ihe ella custado. Ainda boniem passou por um
que o reduzio a um estado digno do compaixo,
sendo o dignissimo Penna o causador
Eis o caro. O dignissimo Penna eslava fora da
capital, s hontem foi que tomou assento na sali-
nha ; depois de lida e approvada a acta pedio a
palavra pelaordem, e apreseniou um protesto por
escripio contra a legalidade da mesa-j oi urna
bomba que elle alirou ao Moraes, e este com o
esloiro dalla Ocou alordoado, ttiudou tres vezes de
V
cor, e pensando que era j chegado o raomen
r pelos aras, nao sabia o que fazer ; mas s
lempo depois recobrando algum animo, e vencendo
o pnico que dalle se apoderara, dsse em voz meia
sumida, e gaguejando. queno podia aceitar o pro-
testo por ser conira o regiment, o mesmo que j
fez no priucipio da sesso; mas insistindo o dignis-
simo Penna, e mostrando o absurdo de sua deci-
so,de novo perdeu a tramontana a ponto de com-
metter um acto improprio daquelle recinto, e nao
digno do hornera que se pieza de honesto e deli-
cado, o qual foi jogar o protesto do Penna sobre a
mesa com desdem. O Penna leve bstente pruden-
cia para supportar urna semelhanle aeco, sallsfa
zeiHp-se com a repraano geral que su manifes-
tou. Cada qual fica-'eom a aeco que pratica, e
sempre raosira os principios que leve.
Adeos, al oulra vez._
MARANHO.
Sau l.uii -\ de dezembru
llaviam poueas, ou antes, para fallar-lhe com
mais verdade. nem te quer ama nolicia a dar-lhe,
quando daqui saino o ultimo vapor. Por aquella
occasio a escatsez das novidades combnava com o
pestimo estado de iniuba tade, que, ha lempos pa-
ra eu, lem ido muilo mal. Os annos que me enver-
gara o canastro ; o ledio que j vou tendo s coasas
desle mundo, (azem-me lobrigar bem perto o ios-
taule eni que s devo pentar nat cousas d'outra vi-
da Isso, porm. nao quer dizer que emqaaalo buti-
ver alguma rigidez em os meus resequidos membros,
queche deem alguma forra e animo para Ihe es-
crever algumas linbas, deite de entreter os seus
leilores, abandonandu o potlo que, ha tres annos,
eirvu. senio com gloria, ao menos eom honra.
V pondo para um canto esse introito com cheiro
de lanitMilaroc. e ouca-me 110 inait que se segu;
Cuinerarei dando-llie urna noticia de grande pe-
so, cque all lleve causar mula e mula salisfacAo.
Overdadeiio e rpido antidoto do cholera aca-
ba ile ser deteoberto 110 Paral Consiste elle em
nada mais do que em coiper InnOes a Parlar I O aca-
to fez que dous pescadores, que sendo atacados, nu
lendo a mao recurso de qualidade alguma, laocas-
aullrel. director do l.izareto de Observa-
r,1o, acaba de pedir sua deiuissau, a qual Ihe foi con-
cedida, ai'ba-se oceupando aquelle encargo o Dr.
I.utz iMuuiz Harrelo.
As obras do lazareto da ilha do" Medo conlinuain
com Inda a rapidez, leudo a sua frenle o hbil en-
genlieirn Dr. Campos.
O E\m. Sr. vice-presitlenle, que lem demonstra-
do um inleresse tlesmeildo em procurar por lodos
os modo, evitar a miro lucra.1 do cholera e prepa-
rar-se p concluir o concert de urna boa parle do convento
das Mcrcr<, alim de servir de grande Imspiial para
us que liverem a desdita de serem alcancadus pur
aquelle lerrvel visitante. Os leilos nectarios e
lo la a roupa respectiva que all deve servir achara-
se oiicouimendadus.
O da 15 do carrala est marcado para o da trans-
ferencia Ju< presos dejostica da caduia, para usapo-
sentos da casa da corrrerao.
O jardim, pequeo tim, mas puloresco du largo
da A-teinliIra, comer a ser cultivado pelo hbil
jaMineir a Irancez Jean Hgehardf Mathieu. contra -
lado pela presidencia para aquella Co ; leudo a sua
dispnsir 1 dout colono de soa esinlha.
A barca C isir < ,\.:An de chegar. Irazen lo-uos
200culuiios de ambos 01 se\os, cuiilralados pelo fa-
zendeiro M irques lioJrigues.
As loteras proviuciaes conce.1i.las a favor das
mainzes, vilo sendo exlrabidas regularmente : do
pro lucio deltas, acaba de sn- po-lo a dispusirau do
Etna, bispo quanlia de 1:01)119011(1 rs. para aun-
liar'a cnuslrucfau da igreja parodnai de S. Joaquim
du Hacanga.
Par so dar cmico a Erando obra do estrada nor-
mal, que coininuuicar esta cidade com o interior
ds provincia, j se achara eoearratados dk^^uu 01-
veUmmito e vrearaento. 01 Si. J>iii./ e^fla; ique-
ton, conveoienlemeule contratados|pelo guverno pru-
viucal : m Iraballins ja romeraram.
Com estos poueas Indias se podn fcilmente con-
caber a importancia li presidencia do Sr. coinmeu-
dador Belforl, 110 punto de vista dos prugrr-sos ma-
leriaes de que lauto precisamus. Muilo emhora o
Jos dos boia e sua sucia procuren! deprimir com
as mais lorpet calumnias e injurias, a aquelle ciila-
ISo verdaderamente prestavel, os seus merecimeu-
los avoll.na 1 anda mais sob a perspectiva de i.lo
negras descomposturas em virludedessa lei, que nao
pcrmilti-ia jamis um brilbo ao astro da uoile se
tilo Tura as irevas que o cercam.
Continu S. Etc. uessa marcha, que lAo sa-
bi.nnimle enoelnn : bem como al boj o ha fei-
to, s e somente em mira o interesse da provincia
que o vio uascer, que Indos os seas coiiridadaos
Ihe ato a merecida jusliji. Para seu timbre de
gloria, alm dessa educarAo qua posaue de lanos
oulros dotes honrosos que o orueiii, basta os Ires ine-
/.es ila si 1 Mce-prc lencia em que se v o verda-
deiro palriolismo ligado as melhorea iulencoes fi-
llnsdesse disceruira.-iiiu illuslr.co e prohiba le que
possue.
Quanlo aos uivos da liilrella, basta que se taina
seren bem cotilleados u Evm. vice-presidente e um
Jos dos Bois....
No di.i lil .tu crrenle u m-ia uoile incendou-sc
aiiipleliraenle os do-as grandes aruiazeus de algu-
do, perleiiceiites aos herdeiros de l>. Auna Francis-
ca de Sa. lucendiarain-se para mais de MI uceas
de Igodao, calculando->e o prejui/.) em lX) eolitos
daris!! Tuda as autoridades e varios cidariaos
prestantes apresentaroni-se rapidameute 110 lugar do
sinislro. apeuas elle se mauifestou, mas o incendio
corra 1,10 vorazmente em raza da fresca aragem,-
que enl.10 havia, e por ter o algosISo da lacil com-
biistiiu, que nao foi possivel salvar-te ludo quanto,
t.'io grandemente se perdea.
Mailo se fez em alalhar o incendio, nao cuosen-
lindo que elle pastaste pira o armazem de madeira,
qne ficava junto d'aqaella prensa; porque enlAo, po-
demos dizer que luda a ettencSo da praia grande a
principal parle da cidade licaria re.Inzua a ciuzas
No din 'i do crrenle, festejaram 01 PaHugU'zes
aqu reslenles a nolicii da acclamican de S. ,M. u
Sr. D. Pedro V dando ua grande baile eui pala-
cio. Ditera que com asse s conserva memoria o<
folguedos do barracao dados era ISili. por occasio
de se sleranis'rem os annos do fundador do impe-
rio, arecoiihecimenlo do Brasil, como paiz inde-
pendenle, e o nascimento do arlual Imperadur.
Keuniram-se perlo de I,lilN) pessoat. Os jornaes
desla cidade eslao cheiot de descripjes d'aquelle
grande pagnde para que eu agora 111: uceupe em des-
creve-lo novamenle.
Ilonttm. da natalicio do imperador houve Tc-
Deum a larde, e logo depois, grande parada, aprc-
sviil.mdn pela primeira vez e em grande uniforme
o terceiro Inlalliao de guardas nacin,es, pe'rleucen-
le ao dntricle di villa do Patas, leudo a sua frenle
o seu digno coininaudanle o Sr. tenenle-corouel
ullimaineute nomeado, Malinas Jos Pereira.
Os tres balalhoes de guardas nacionaet com o ,">.
de infanlaria de linhs, produziam tima torca sufli-
cienla a fazer rehuir etsa parada.quepatsa por ama
das mais concrdelas que teraot'lidc. 1
A noii inlia a costa de S. Etc. lluiniooo-ie o pala-
cio do governo, dando elle eaa a soa elegante cata
da na do Sol, um grande baile que foi concurrido
por quasi todas as principan pessoas desla capital,
manifestando assim niu equivoca provado quaulo
aprecia illee sibe acatar um da cuino elle, que lau
grato deve ser a lodo o amante da monarchia e prin-
cipalmenle para nos, Brasileiros,que prezamos u nos-
so imperador.
da provincia do Piaoliv. desbertlada de prolec^ao",
mas nlo de riquezas aaturaes, desprezadas e nao ap-
proveitadas, o culpado li- u governo geral ou cen-
tral, e sn esse governo, o qual, oceupando toda a
sua atleucao cerakcertascnusas que nu lendem a fe-
licidade e cisVAacil do povo, e em dolar as pro-
vincias do sul cun loda a sorle de luellioramentns
iutell-cluaes s> nialeriae^. esqoece-se de que o
beliu Pianb) he urna grande c rica provincia do Bra-
sil, o-quece-se complelamenlede que os Piau-
hyenses sau brtisileiros, que a suas aspirares atliu-
geni a' elevaran da dos de mus lilh ,s'do paiz ile
Sania Cruz, e que o lindo de tus sooiesvai avul-
lar nu cofre dn Ibesouro nacional, donde os miuis-
Ims o lirnm para.... para facer o que qaerem. cra-
quanlo elles debalde forerjam para aeompaiihar u
progresso !....
Nin son iujustii, sou severo sira para com lodos
estes ministerios que hlo cavalgado o poJer desde a
110--.1 ciiiincip.icao poltica.
He verdade que alguns horneo-, verJsdeiraineule
pairiotas ejirandea lodos us respeito, teem feilo
parle, uniaetiu uutra vez. d'esses eabiuetes, que eu
censuro pelo seu procedimenln incurioso para com
as provincias do norte do Brasil ; mas infelirissima-
iu"oie han sido inutelt ou infructferos os seus bous
desejos...
O que lie evidente he,que sao precisos inuilos an-
uos e mullos esforcus continuados para quu se piusa
por o Ptubv 110 caminlio da verdadeira i'ivitisardu ;
e quem bolvar morado ou camtubado por esta pro-
vincia 11A0 dir.i que eu eslou em eiro, ou exageran-
do
los arlos anda se nao admtlli< essa gente. En,
quaudo fallo lie porque teuha minhas qoeitas, ai
por isso la 110 masqu ni" me pegam ellas ; pro-
......lo sim a' Vuic que se lzereiu pastoras pelo en*
fruto poulio-lhes agua por desabafo.
Mandas a parada nu dia -J u cummandiute su-
peiiur ifii guirda nacional. Joaquim Mendes da
Cruz- Guimares acompanliado de seu muilo bri-
Ihante cslado-raaior, e loda a mais guarda nacional
0-1 'iitou u mesmo brilbaiitismo e garbu. Pa se-
gunda descarga porem a havendo om caso r.it.il.
b'ui cavallo de um d >s aju l'anles de ordens correudo
a lna a brida fui sobre .1 balisa da tropa de lida,
pe I in lo nelle com lal forra que odeilou por terrt
sem sentidos, m'.i. soecorridoa lempo cobruu a fal-
la, eaclia-e ein runvalescenra ; lulo o 111 sis se
pastea entre u pra/.er e guslo com que seralmeute
se fazem as paradas nesla capital, nos dias de fe-la
nacional, onde o I. habilitan de Ituileiios de
guarda nacional c o corpo de polica pussuem mu-
aicas que ae disputara a priir.azia, e desta emularan
tem resaltado que ja locm muilo soflrvelmente
cerlas pecas inarciars e bellas cavatinas.
O nosso o.lado sanitario he mao, porque agora
est unos solTrendo urna epidemia de calarrhos pulmo-
nares, e quasi Indos acompaiibados de ataques He
garganta, sendo et;les ltimos lilu birles que ja lem
chamado alguna pfceadore para o ajuste de cotilas
limes, que na verdade lie um mao svinptoma para
o. que licam atacado* do mesiui mal. E o que fa-
zer ?guudo alguns fatalistas, quem liver de nir-
er de catharro uo morre do cholera, ou da bicha.
En nAu sigu esle jslema : se pude haver fatalismo
* ---------...... H J.....'".. ,'MM^ .....U. ,...,., .-III. I
Nu dia 1:1 desle f i eiculado ua forra, un lugar qutralu a niorles he siimenle 110 caso em que o hu-
mis publico Jesfa villa, o cabra Dainasio, escravo
de .Iaao Dainasconn Koucera, como Ihe noliciei
ha pouco. At ao ultia, > moinenlo esle cabra inus-
tru resignaedo e cornsem. Ni seguiute, aa me lur
possivel, Ihe. fallar! do Rvd. Joiif Anin Carioso
de Sampain. coadjuctor desla freguezi, qual oi
maullado a etorlar o execolado, e que.'no acto de
subir esle ao patbulo, pruferiu urna oracao anloga
circunstancias,.e mu tocautS, eloquente, profunda
e concisa, que fez derramar lagrimas aos espectado-
res, e daqoal Ihe darei algunsTragmeiitos. O padre
J. A. C. de Smpalo lie boinetn de 75anuos, foi re-
ligioso regular, ignoro de que urdeni, c he secular
desde 1827.
Ainda no andei pelo seu bello Pernambuco,
por isso nito sei se por li llavera' o ni*Ktlo tico burili/seirn, e *e. Vmc. conbece esta arvare. S*
ja' %vi*r ocoineu-lhe a sabornsa inassa 1I0 kcIii,
avahara' do goslo que lenlio frnido n'esles serlOes
de-de o mez passado quando comer.iran a amidure-
cer os buriliji, de que este auno esta' seudo abun-
dante. .
as ceredas. uu corregm.de burilysaes n'esle termo
vi" militas 1* mili etlciisas ; e havendo sido fecunda,
e ate direi, prodigiosa niclilicarao ueste atino, a
ni.!".! do liurily he por ora urna especularan mercan-
til em que te oceupan gente da liana elasc, que lam-
bem faz d'ella qubsi lodo o seo sustenta, indo arran-
char -se jnelo aos Burilysaes para fazer mellior cu-
llieita. Ah mura essa gente at que nao eucherga
nos cachos do buril seico sen.lo o pendi n e des-
provido de fructos. .Nesla fraca colheila, que de cer-
lo nao aprsenla um interesse real e seguro, consu-
men! muitos individuos o lempo em que su deve-
ram fazer urna roca..
Vollarei aos buril*.
' 25
Amanbaa lie quando sahe o estafeta para a There-
ziua, mas de huuleni logo fui alinhavando a magri-
nha missiva, visto haver tldo lima tenue mellior.1 do
ataque opblalinico que me eiivermelbeceu e reine-
lou us meus olhiubo>, quo tanto preso, e nao prever
se hoje poderla faze-la. Entretanto aminheci ainda
hoje bem capionyo dos ulhos, como se ctpressa o
hbn de Florencio Alves, de Campn-maior, e, de
mais a mais, com um forte delluio, segundo os ricos,
ou ca 1.irrito, segundo os ineuscuiupanheiros pobre
o qual esla-me com a paciencia em duros Iralos .
Veja o que sullre este seu amigo E se 110 meio
de (auto infortunio, euachasse em rainha gaveta, ao
menos redomas brancas com o algnrisrau %l) ou
os rclalhos de papel astedado cora as deliras .V. 1J
2S rs. el atiera, entilo feliz de mim, que poderla
supportar a carga dos achaques physicos ; porem
alter ege, islo 11.10 he assim, e eu sou nbrigadu a es-
tar sempre em rauvimenlo para ganhar os reisziuhus
com qu seguro a Inste vida !
E assim, o mais que lenho a dizer-lhe, tica para a
primeira.
Adeos, de sen amigo,
Do\or_Alrinu Palmeir^ Cynlhio.
PIAUIIV.
Valenca 21 de oulubro.
lia i.1 promellido a Vmc. oa minia anterior, que
nesla leria de ter inutt,pruli\o, co-aforme ao meu
nada lo'ivavel cnstuiiie.Vinitliiido algumas releteos
cerca de tale tal faci que naquella refer, e ecres-
ct litan du as occuri encas que huuvtissera de ler lu-
gar: de i?ntao al parUdado estafeta que sempre
segu daqui para a capiflBos dias II e 2i de rada
mez ; mas, meu charo, anrligeiro e repeutiuo ata-
que de ophlalmia, que me accommelteu os luzms
no dia 211, e de que boje apenas eslou pouco me-
Ihorado, veio mostrar-me, mait urna vez. que nao
deoemo* contar com o dia daminhla, romo o dis-
te o bom do lerluliaiu | por mim citado em urna
de minhas epilolan, que IHsenviei ^Bphere/.iiia.
no mez de maio do anno que cor
hurlada minha iulenro, contenta
der anda dar-lhe nolicia* minhas, q
sao boas, attim como de Pl.iuby, q
sem novidades nolaveia.
Dign-lhe hoje, j que me esquecl
minha de 12 deste, qne ato falsos o'
grassaraui, sobre e-lar em Oeiras e 3
Ibe noliciei era 25 ou 26 de selembro prximo pas-
tado. Cerlameute qne laes boatos inculiram gran-
des terrores nos habitantes deste termo e nos da-
quella ciliado, a poni de porein-se lodos em abla-
tico de retirada, para as muradas de campa Mais
dislautes dos povnados possivelmeute, apeiiatfie 111a-
uifestassu o flagellu ; porm, esses terrores einquie-
r."."- envaeceram-se, e as reliradas nao passaram
de plano!, logo que chegoa-lhes a certeza de nao se-
ren ven adeiros nem os laes eolitos, nem os invo
cadas raios de morle, eom que se pretenda provar
a ebegada de lo funesto hospede o afialico-en-
choltrisnio I
atura vi
com po-
daste vez nao
at hoje, vai
o fazer na
les, que aqai
lera, segundo
fcRA".
fortaleza^ de dezembro.
Nestes dous das esperamos-aqui o Paran de vol-
ta do Norte, e como quem lem olhos fundos prin-
cipia a chorar cedo, vou desde ja entrando no cum-
priinento dos meus deveres, para uo ser sorpren-
dido com a chegada detu^corsel aqualico.
Principiaren pelo jurwque liuduu nesla capital
us seus Irahalar uu dia 22 do passado, sem que
nelle te dssa una ae condeinuacao Que Ierra de
innocentes Ser possivel que d'eotre oito ros,
que responderem aquella tribunal um s nao lives-
sa coinmellido o delicio deque era aecusado '.' Se-
rta porque os deudos erara leves, e os reos fossem
julgados baslanlemonte corrigidos como lempo de
priso que precedeu ao julgamenlo '.' Ou porque
erain os deliclos graves a achastein os seuhores ju-
rados que nao existan, provas sufftcienles para ira
por peua ? No primeiro caso, a lei prevena que
mo serie levado em conla o lempo de pruJK que
lolVrem us criminosos salea de aeu julglmenlo.
No segundo, he sabido.que os jurados sao jnizes de
conscienci, e nao ta devem levar somente pelas
provas que etistem nos processos, e lendo-se dado
ura caso de morle a urna legua distante desla cida-
de, cuju autor respondeu nesla sessao, bem podiam
esses jnizes colltgir ofiis exlrajudiciaes para fun-
damentar o seu verdnHSem juslica uo ha liberda-
da possivel. Quando leaos ot das se espera que o
nosso sjtierna judiciario v melhorando cun es*e
tribunal do jury, a que os defensores da constitui-
r o tem dado tanta importancia, cuuiderando-o
como o peladlo das liherdades publicas, eit que se
apreseutam exeuiplos desle.*, que trazem completo
desanimo e fazem desacororoar us espritu* mais
robuttos na f 4o raelhoranieuto das ioiluices do
paiz ; da esperan;' de que um dia chegar* ao de-
sojado grao de aperl'eicoamenio ; e al fallar-lhe a
candade pura perdoar a frescura de laes juizes,
pe principio 1 at netciunl gaod fatfunl ; porque
no tribunal do jury desta capital se deve presumir
a precisa illustraru para bem aquilatar a prova,
apreciar os debates, e dar a tua deciso cun ludo o
discernmenlo c criterio, leudo deniais pretidido
por um magistrado iiilelligente e grave, qutl h o
Sr. Dr. Miguel remandes Veira. Que a iuslilni
(Au he loa nao resta duvida, porque uos paizes
donde ella nes foi Iransmillida lem producido ta-
imares eileilos, logo o deleito he nosso; procure-
mos, pois, corrigi-lo. Agora como essa correcro
se rara, Aoc pus, hic labor e*l. Dizein uus que
he preciso que o< jurados leiain Simao
. de Ase-i^r.
h'etis.s Dr
ni"in se deita cahir na /raqueza de cuinmeller uso
Suicidio, porque liesle caso parece que tuna forra uh-
jeuiiva venceu asabjecliva e o bomem perdeu u li-
vre arbitrio, porm como n.io eiileudo de ps)choln-
gii, vamos adianto.
-jllra, o que Ihe direi'nai., meu amigo, dote cir-
culo lo eslreilo e tan enenlDir-lhe-hei que a mi
ni a ierra (em palmeiratislo h velhoPallare! da
poltica, da adiniiKstraco provincial, dos meus li-
tros, do meu escnplorio T*. Sun, a proposito eslou
leudo as obras potica* do finado M. A. *.. de Asa-
vedo. Oh, meu amigo, lenho admirado esse
quinta erudicn. o que imaginarn de fogO
um coracao presago, como niuguein, prophi
aua morle muilo cedo. mas. nem por isso deixou de
colher lanianha copia de conhecimentos. 'Lenho cho-
r.i.lo senaiuesile apelda de**a illuslracfo. e viada
coro ella- ma* sympalliisei por r eotirmho de uro
illoslre e gratule homem. qne ji foi admiiiislrador
desla provincia, o Etm. Sr. Ignacio Francisco Sil
veira da Molla, que presin aos ('..-rense* os mais
relevantes serviles, que se pudiam fazer na poca
em que aqui governou, que foi restabelecer o prin-
cipio de autondade, que linha ci'ihido, ou enfraque-
cido pur tal guiza que a provincia eslava lulando
com quadrilhas de U Ires e assassinns, mnlo sysle-
malicamente urganisadas. as quaes foram por elle ex-
tirpadas, e por isso deixou sen nome gravado com
en aderes iudelevuij uos cora ;o> dos buns Cearen-
si's. que sarao eternamente gratos a esses serviros.
Compre todava ilizer, m abono da verdade, que o
nisso aclual administrador tambera se tem mostrado
sobremodo pnticiador, o he daquelies qu faz essas
coosas sem muilo e-lrondo, que lie como eu guslo.
Tem milito rundo de juslica, e ale boje nao conla
um s desafecto, po* geralmeule ouro elegia-lo.
Dos permita que o teuhamos por ca ao menos por G
anuos. Elle lem visitado ludas as obras publicas e
tcm-lhes dado lodo o impulso ; eslaheleceudo a res-
pailo dos pagamentos, rndalos e pre-laro de coti-
las mellior svsletna, regulandadc r liscdi-aco, e
consia-me que pretende crear um centro para'direc-
cilo de laes obras.alguuias das quaes se eslavam aqui
Casen-la sem iienhum syslema, e al masmo sem as
pt unitivas bases, como orraineulos, plantas, etc. Se
o governo imperial quizer secundar os e-forros de
S. Etc., removeu lo-lhe algumas dillicaldades creio
que a pro mcia inulto ganbar com sua adniinislra-
rlo palriulica.
Crozaram-se os vapores, do norle e sul, 011 alias
enraram boje em sua sahida. O do norte ainda uo
ha/, carta de saude, o que ja era de presumir, e ig-
noro anda o grao de iuieusidade, que all conserva
a epidemia Minante ; o du sul eulradu nesle mo-
mento (sete lloras da mantisa) ainda nlo diste a que
veio ; e como a minha mio nao he noticiar u que
de la vem, c sim o que por c.i temos, vou dar esta
per linda, c creio qae desla vez nao bavera razio de
queita, puis tenho-lhe fallado de ludo o que era fal-
1. ve|, uu c miado ludo u que era renta el, islo lie,
aqaillo que mais nu menos podera inteiessar aut seus
li'iloret, por que se Ihe quizesse fallar por exemplo
de certo furor casamuro que por aqui ora se d, is-
so seria um mar iiieigolavel ; no da lo deste, indo
eu assislir a un desse* actos solemnes, fui abriga lo
a as-i-lir a ires ; mas na verdade convein referir-lhe
que foi urna scena palhelica ver o templo cheio de
tantas lindas joveus que acoinpanhavam suas amigas,
so pelo prazer de ve-las aladas pelos lacos do bytne-
nuo, e derramaren! aquellas lagrimazinhas. que 13o
fcilmente correm de um bellos olhos de mulher, a
que in-sse acto solemne servem para orvalliar a mao
du joven esposa, antes que o ecclesastico Ihes faja o
teu asperge Ao passo que ao pronunciar este as
pnlavrasiu matrimonio le cuujuugova eo at noi-
vut sobresanadas por esse senilmente vago, qae no*
aucoinmelle quando te penta uo luluro. banharem
sr at roseat faces, ouvi, lambem at lindas amigas,
qt* as cercavaa, dizemlo haixinh 1 urnas t oulra*
Marianna, eu le felicito porque tei que breve est
o leu dia...Dira oulraE-pero que nao hei de
el orar no acto do meu casamento, essa hora do
meu malor prazer nu deve ser manchada par um
teutiraento de trisle/.aMais adianto uuvia-seSim
F... la choras de prazer, quem rae dera lambem ver-
m? accommetlida dessa doce melancola, que uas
horas mais solemnes dot prazeres da vida te confun-
de com certo senlimento vago de tristeza, que faz
desmentir a natureza ; choran lo-se quando se lem
alegria e rudo-se quaudo se lem tristeza Emtim
111 iis de VI eoraces amorosos zpatidiam mait ou
manos estes sentinieulos. que embriagara a mocida-
de e que tem dado iiuluria vasta aos bardos e aos
trovadores, ura cantando seu doce culeio, ora mal-
dii'.endo-os, como o Azevedo
Amor rosa do eco oa Ierra um sonho...
nKier '. urna illusot um detejo
MSMaciadn. tantlico, e sempre
(i Tilo illudido aqai e Uo logrado !
KIO GKANDE DO NoltlK.
Natal 10 de dezembro.
Quasi que nio lenho mais geilo para escrever-lh,
lal ha o deseoslume em que j eslou poit ha um
bem coinprido mez que nu Ihe dirijo urna lellra !
A patria goza sango, e este sea tervo tambera
dorme mu Iranjillaraenle. salvo una ou oulra
vez em que ebegaes oa vapores, e trazem noliciat
daquelle maldito perseguidor do genero homano,
cup mime nio quero pronunciar, nao porque lenha
medo delle, 1 aqui para nos sempre lenho algum
ada o Dr. Jernimo Cabral Kapozo, da Cmara,
inspector dajthesouratia provincial, e qae sempre
corarauHgou com o governo; ora, nu vejo razo
nisto. purquanlo os novos candidatos -o retallaos da
mesma rateada, a menos qae uo se qoeira qae a
depui.ir.10 provincial teja palrimooio de cerlos e
determinados individuos que de todo queremditpvr,
e ili-por sem conlar com u apnio da pruviucia. Eu
que assim Ihe falla, ineu amigo, nao sou suspeilo,
porque de minha nullidade nao me esquero, a por
isso nada aspiro : creio que entre os candidli J
haver um ou oulro. que nao seja muilo uie
dus sufragios da provincia, mas enlre elle* ha"
muilo reroininendailos a pessoas illuslret, que vio
honrar o logar, e remetlo-lhe seus nomes. e rogo-
Ihe sua publicnlade, para qne se ajuize dalles cem
impareialidede e juslica. I.nuvo porem o procedi-
menloda oppostrlo, que ludo tem preseuciado de
armas encerilhadas.
Ha muilo que chegou nesla provincia e te acha nu
tercicio de sen lugar o Dr. Jo. Nicolao Rigueira
Costa, ebefe de polica desla provincia : pareceu-aw
um caValleiro perfeito, e Oco fazendo votos para qae
elle como be de esperar cerr ot ouvidos as tercias,
qua) casi 11 mam erguer seus cautos, loso qae aqai
cbegni os magislradot novos, e alrahi-lus ana ea-
ehopus, aonde depois do naufragio desprenden) at
gargalbadas ; ainda porem esla enlre nos o Dr.
Herriilano, que continua a gozar a eslima e coati-
deraco de lodos.
Couliuoam os trabalhet du jary de Coianninhi. e
pur la andam o promotor e uiz de direno Lobo.
Ainda que lenlio de li algumas informaceet, abt-
lenlio nie todava de aa der, porque crea que o
collega dalli sera' como sempre puntual em faae-lo.
Aqu deveria eu dizer alame com .i redaccS
do Echo Periuimbucano, acerca da defeza qae fet jo
Dr. I.obo em teu n. 90, mas por duas rases deixo
leo ftzer : priuieiru, pprqoe nio esloo disposto a
encelar una discussu com a redaeco oa lingoageiu
virulenta e acrimoniosa com autl lile aggredla, pas
que enlendeiido ella que sfn- essa maneira poda
delfender sen ctenla, mister seria que ua mesma
Iinguagein, nu mais forte repellisae eu sua tggres-
tflo, c islo nem teri* pruprio de mim e nem devia
pur essa maneira abusar de saa txiodade. e depois
como confessa a redacro que a deffeza nio Ihe foi
i'iicuininendada. eu as quero entrar nat provas do
i|ue diste as minhas anteriores, sem qae primeiru
prove-se qae a acensado nrga os factos; qoandopois
islo fur liquido eu Ihe enviarei oa meiloa documen-
tos que teuho em meu poder, para provar quanto
lenho dito do Dr. joaquim Padrada Costa Lobo.
Parece-me que quem assim falla nu quer illudir.
Ti vemos a fetta da Seuliora da Caneeirao. feito peles
militare* cora alguma decencia : oruu u Rvm. padre
Joaquim Jos de Vasconeellos, que satiafez ao audi-
lorio. '
Nada mais ha que se Ibe pona dizer, peto que
Ihe apelero saude robusta e patacos.'
Commandaute-superior Manoel Monleiro Mariz.
\ igano Jos de Mallos Silva.
Dito Antonio Joaquim Rodrigues.
Ililu Florencio Comes de Oliveira.
Dito Jos Gabriel Pinbeiro,
Dilo Relarmino Cavalcanli de Albuquerqoe.
Dito Mauoel Jaouario Bezerra Cavalcanli.
Teiieule-eorouel Luiz da Konseca Silva.
Capuo I 1 ancisco tlachado do Reg Barros.
Lenle Manoel perreira Nobre.
Dr. I'iaaci.cn Xavier l'ereir.i de Brito.
Andr de AlbuquerqueMaraahao.
Antonio de Albuquerque Maranhao.
Luiz lioiuaga de Brito Gaerra.
Dr. Joao Valentino llanl.s Pioaj.
I'roprielariu Manoel Leopoldo Rapo/o da Cmara.
Ho Manuel Lucio de Brilii Guerra.'
Dito BemvenoloJVcenle Hado.
Antonio Bazilio Ribeiro Dantas.
JoSo Chritoslomo de Oliveira.
PERNAMBUCO.
4 o
s de-
de ser
mas porque como sabe, sendo elle companheiro do
de Nanlua, | Ju.leo Errante, e sendo esle um analhemalisado :
uulrus que bastara as iiicuiapatibilidades em sentido i temo prunuuriar etses noiaes couileinnedos : perdo
absoluto, e sem le-incco, c a tu un o que me pa-| se escrevi elle por ella, pois que creio ainda nao
rece he que cerlas cahecas sao iucninp honroso cargo de juiz de tacto. Priucipiandu por | Eilamos agora, meo amigo, no delirio daa elei-
que muitos desle- tomara como um pesado onus es- cues proviuciaes, qae devem ler lugar no dia 16 do
le honroso cargo, qoando o deviara tomar como
nina prerogativa, ou um direito, a que deve aspirar
loilo o cidado brasileo, e acabando porque muita
gente que uus parece asss lutelligenle quaudu en-
tra lio coaselho de julgamenlo anda perguutatiaa,
se he u nao uu o sim que absolve ou cunderaua.a
Parece-me, pois. que alm de bom tenso e proai-
dade que te exigein para ser juiz de faci, dona-
se exigir a intelligencia ucee-sarta para drseuipe-
uhar este cargo.
Varaos variar de assutnpln, quero coinmuntcar-
Ihe anja boa nolicia tiestas iniuhas seccas, porem
correnle, e quando eutuppuuha que ellas te llzessem
ci Ima e Iranquillaaneiile, nu tu porque os eleilores
e 1 governo to d.i ine-rau credo, como porque apre-
goandu o governo a cnnciliaro, e mostrando pelos
failos, que he esse o tea verdadeiro prograrama, es-
perava que lodos o aconipunhassem nesse nobre
pensameiito. mximo aquelle que esMn nat posi-
c/'cs mais salientes, que recebem favores do governo
que devia ni ser o seu primeiro sustentculo ; mas
enganei-me, meu amigo, forin.ni-sa ama cru/ada
contra a chapa que dizem ler sido organisalt pela
maioria dos governislas, e qual dizem qae ogo-
ferteis arelas, e de qae us seus leilores mullo gos-i vemu preslava seu apoio, e l'reuls da fslanga se
aEPARTICAO DA POUCIA
Parte do da 12 de dezembro.
Illm. e Exm. Sr.Lejvo ao conhecimeulo de V,
Etc. qne das dierenlrs participaoes hoje recei-
das nesla repartirlo, coasta que te deram as segra-
les occorrenciat:
Foi presa : pela subdelegada da freguezia do Re-
eife, a parda jy> Francisca da Conceico, per
Pela siilvn\flEicia da Ircguezia de Saolu Aoloaiu,
Marliuho Josa,de Mello, por se adiar ludicado em
crime de roabo.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, o par-
do Luciano Pereira da Silva, por tuspeilo em furto
de cavallos.
I'elasubdel'-aria la freguezia da Uaa-Visla, a
parda-Aass Francisca, pur briga.
E peasubdelegada da fieguezia dos Afugados, o
prelu escravo Ka mundo, por desordera.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco l de dezembro de 185S.Illm.e Exm.
Sr. ronselheiro Jos Rento da Canha e l'igoeiredo,
presidente da provincia.O diefe de polica, Imz
Cdrlot de Paita Tcixcira.
Ilelario dot individuos recolhido d adeia desla
villa desde o I a 30 de novembru /indo.
de oovembroJos Bernardina) de Araujo, por
suspeito e andar sem passaporle.
sBazilio, escravo, a requisicao de seu seuliur.
IIClemente 1'erreira, pur fuga do presos.
demManoel Zacaras, crime de morle.
liMauoel Rodriguesda Silva, para averiguacoas
policiaes.
demSeverno Diaa de Souza, dem.
LiAngelo Jos da S Iva dem.
demEslevao Jos Soaret, dem.
16Mauoel Severioo, dem,
19Joo Francisco Rodrigues, por uso de
fasta,
24 Manoel Francisco de Suuzt, denundi
crimiuosu na villa d'.ltsembla.
28Manoel Jos de Araujo. averigu-ces policiaes.
|,demThomaz Jos Goucalve, dem.
26Guilherrae da Coila l'edra, crime de morle.
27Joao Flix Cavalcanli, desertor do q ueste ba-
lalhu de artilharia.
demMarcos Evaugclisto, jngot prohibido! e ras*
' lencia a priso.
28Antonio Francisco Machado, cmplice em cri-
me de morle.
demFelidano Jote da Silva, pronunciad por re-
rimen Int.
demAntonio Rcrtholdo, pronunciado por furto
de cavallos.
31Luiz Antonio Yavier, por soapeil da aer cri-
minoso em Caruar e andar sem passaporle.
Delegada deGaranhuns I- de dezembro de ISu.
Francisco Antonio Carmina, capillo delegado.
DIARIO DE H.8KA1BCC0.
Chegou hontem a' tarde Coa portoa do nertc o va-
por Paran, trazendo-nos caretas do Para' qae al-
cancam a 30 do pasudo, do Maranhao a 3, e do Cea-
ra' a .
Pelat carlat dot nussos correspondentes que vao
exaradas em lugar competente, vern ot leitorea qae
todas as provincias daquelle lado du imperio achara-
se era paz, e felizmeule anda isentas da epidemia do
cholera rourbii% a qual na mesma provincia do Para
tenda a evnguuMiB. fallecendo delle na capital a-
penas utna uu dass pessoas diariamente.
Le-se uo Trttfffe Maio de 'II do patsadu:
o l,m novo remedio parece ler tido casualmente
deacoberlo par? curar o cholera morbus, e vem a ter
o tsmo do limao azedo. Cnntta-not, que durante a
semaut ultima foi es-e remedie empregado nesla ca-
pital pelo Sr. Dr. Castro em 26 duenlet atacados
deesa qualidade de molestia, tirando lodos 1 arados,
menos un, qutfJJrivez lambem ae pedera ler sal-'
vado, seno fntsnalgutii Iratislorno ou desvio na die-
ta acontelhada. Nao sabemot ta oulros tenhoret fa-
cultativos terao iaensaiado esle novo recurso medi-
co. Podemos porsja allirmar que ahcOtaas pessoas
eslrauhat a' medicina u tem usado cons*aJpHlo pro-
veito. O Sr. Ludo de Souza Maclrado curou com
esse remedio ura escravo seo ; o ranino aconleceu
au Sr. Paulo Mara Perdigan, ao Sr. Theodoro Joa-
quim d? Almeidt, au Sr. Francisco Pedro Gurjlo e
a Sra. Felicia da Cunceicao, os quaes usando desea
remedio too simples tiveram a fortuna de salvar di-
versas peasoat de tuat familias, sera carecerem da
assislencia de medico algum.
ulia-se urna colher (das de sopa do tamo de limao
de meia em meia hora, al qae a diarrhea ou vomi-
to cette. He empregado na rholerina e uo cAolera
confirmado, metmo no periodo lgido, podeodo ser
auxiliado com outrut meiot de qae dispue a medici-
na, quando isso seje preciso. A maior vautagem dea-
la applicica he exliuguir logo a sede devoradora
que atormenta ua iufelizes cholericoa. A' quarla
ou sexta cnlherada do sumo de limao cesta a diarrhea
e o vomito. Nada mais podemos informar a esle
respeilo, e islo amaneamos por o ler ouvido a peasoa
Ddedigna.i)
O Diario de Maranhao publica a segu Jte noli-
cia em sea o. do 29 do sobredito mez: ,
*
^-_
"r-wiwraKimuiMnMts
_


DIARIO BE PEMMBOCO OUINT FElRI 13 OE OEZEMBRQ O 855

eEiicajIhou anle-hmileni a' noite das 8 para i 9
horas .a twhra de San Ma eos a barca inglexa Tem
piar, sihida de Liverpool para sala cidade cora 50
diai de viagem e carreguda de curvan. O'navio e
a carga rilo se polo ilvar, consta-nos que a causa
desle desastre Tai u3o h.ivercm pradeo lora para
guiare n<> navio ri entrada. Logo pela manhaa cedo
pedio wccorro'e disseram-noi que de seis navios de
guerra aqui jnrnradot nenhnm Ihe preslou auxilio.
O Sr. capillo do parlo mandn cedo urna lancha,
mis parece que nao porte vencer as venUnlaTe vol-
tou arribada, sem ter podido chegar o seu destino.
As forlaliias fizeram igual de apparece navio as i
horas da tarde e as 8 da noite quando o navio en-
calhou ainda *o havia iim pralico a' bordo.
Quantoao mais referiran-nos as cartas dos nossos
correspondentes ja acensadas,nada tendo que aeres
rentar-Ihef.
COMMIJICADO.
DUAS l'ALAVRAS SOBRE A CASA DE DE-
TES CAO.
Fomos visitar a noasa mageslosa casa de delenrao
e confustainos cora iogenuidade, maravillioii-nos
sobremodo o augmenlo,engrandecimenlo e elegan-
cia qu vai leudo aquel le magnifico edificio, lano
assina que de l vollamo! asaz 'impresionados, ib
sorlos e entregues i cootemplicte profundas de
juslirai.de humanidad c de cvilisacao.
Chamamos migestoso o nosso novo edificio de de-
lenrao, porque nunca o crime no Brasil leve um
asyo lio seguro.que Ihe frustrasse os planos de eva-
saii la i aceiado, que oflaiecesse melhores meios de
conservacao ao paciente, 18o regulado, qoe llie tof-
focaise as desordena.
E na verdade, depois qoe a vcrdadeira juslicn fez
da pena um peulior, que a huniaoidade fez della
urna rogeneracao, e a civilisaco urna expiacao ne
nhum oulro estabelecimento humano deve repre-
sentar mais a mageslade e a inilexibilidade da lei,
a teveridade da juslica. a sisudet da moraliclade.
Mu se a verdaeira chilisucao exprime moral i-
sa{lo, e se urna casa penitenciaria eiprime a rege-
neraban daquclles, cuja nalureza se polluio e ae
oorroroptu, e portanlo ruis dificeis de moralitar-se
um eslabeleciinento desl ordein perfeito sulisfaz a
mais urgente uecessirtade de mu povo civilisado, e
por coosequeneia adianla nm largo passo na civili-
sacao ; de sorte que portemos dizer que a nossa bella
provineja tem-se enllocado como primeira ante o
programo real.
A pona he urna forte barreira para o crime, prin-
cipaluiente nos paires, como o nosso, em que a se-
ment da edoeacao e da religiao lie minio cara, e
inuito rara ; lugares ha era que ella falta absoluta-
mente, terrenos eiistem um que se nao he prohibi-
do plaata-la, por causas nmilasjvezes inexpUeanis
diz-se que lie custoso, que demanda bracos, ttfpe
zaa etc: mas a pena na impossibilidado de deter a
mao do crime deve levanlar-se como um culo*
qoe se laca notar, e o intimide em toda a parte.
E quando de arrojado o crime desatend o si
aspecto ameacador e severo, ella deve receber coi
o rigor da justicia, temperado pelo rito da religiao
da hamanidade, o culpado como um infeliz, par
quem natceu a carirtade, o criminoso como um ho-
rnero manchado, que lie preciso purificar e reoovar,
e nunca coi um precito, um reprobo que deve v"
ver no inferno e lidar com demonios; pois que beta
cedo suhir mais um demonio para eesa mesma so-
ciedade, que ser* forjada a mauda-lo de novo para
o inferno. ,
O rgimen interno, a organitacao de urna prisao
he o que mais iuleressa a quem nella existe, a he
quem exisle nella qoe! d mais serios cuidados so-
oiedads : fallemos, pois sobre o rgimen da nossa
prwio.
Emquanlo a pena nao foi considerad, senSo co-
mo una vinganca, e urna detafironta da sociedade,
lanrjta-se o criminoso em urna masmorra, em que
eslavara enterrados centenares de oulros;a com-
rnunicacao com facinorosos era urna rompen desoa roi f com os bons; a sociedade de perver-
sos deviii hoi rorisar o perverso : foi porm um en-
gao, foi um mal funestsimo, a corruprao moral
be mais contagiosa que i plnsica ; a iiuio do crime
da-lho torca ; o crime distrahido pelo crime nao
ouve a i eihorUices da virtode ofiendida, o reraor-
so ; a miseria poderosa e contante pela onao (roca-
va* as lagrimas pelos riso* satnicos do vicio e da
vinganca, e sempre a ovelha desgarrada tornava-se
lobo, porque o seu alimento era carne, sangue e
podridn : sempre n menos culpado era o mais cas-
ligado, porque sollria a mais terrivel das desnalu-
ralisaroes, mas em compensaoo he elle lambem o
primevo a vingar-se, porque era o primeiro a sa-
bir da fuma : este syttema fomenlava as maqoini-
res e os planos d ga, |iela unio das forras e das
iiileHigencias ; ln. ,nenie tal systema tem sido
proscripto por todos os sj steraas peoilencianos mais
a per fe ifoados.
Uutiosytama excessivameule moralisador isolou
o bomem-oeiiar o hornera so com oaseu crime lie
o meio de moralisa-loelle inutilisou o bom
quando no o perverleu tois ; lasnia do crime acibou pur enlouquecer os espirites
Traeos; nem bastava quo urna palavra de religiao
interrumpesse em longuissimos intervallos as suas
angosiiat eternas, pois que ellas as convertiam em
urna sentencia de coiiden.naca.o repelida ; o espirito
forte, que se familiarisa com o espirilodas trovas e
do abismo linha um meilre fecundo de maquina-
rles a de vingancas borriveis ; o isolamenlo faz per-
der ot iiiitinclos de sociedade, e bom he, quaudo
faz tmente loncos, porque podo prodozir al fras:
asa avilanta exagerado tem pro luzido maos efleitos
e tem sido poico abracado.
O systema seguido em nossa'cnsa de delenrao he
o que inelhor tem provado, he o que reoniudo o
que hii de bom de todos os systemas penitenciarios
conbecido", olTerece maior somma de vanlagens a
comraunicarjio diaria dos presos, que se ajunlam
pira o trabalbo sob a peern de guardas, disfarca
a miseria propria com a ---aj-jio das miserias
dos outros ; nunca a idea moraaiB^BBkdo totfriioeii-
to lliea he alhein, ao me-ru terapB^Hn distracAu
aparta o sea extremo, o desea pa*fJlaJ>ajcmcm vul-
gar aprndemenos comsigo, do qa%asi s outros
a communicaco manten, os luibslofl de sociedade
e de tralialho, que ensina ao quo No a (em : o iso-
lameoto a noite tira afs horas Ja familiarUade do
crime,e despena o remorso, seu severo cawur ; >
communicaco de da tempera o amargor (Fo ve-
neno dstolidao e das Irevas, de modo (fue assim
ficam tinados os males que resultavam dos dous ex-
tremos.
Esln syttema anda n.> est em completa rcali-a-
c.ln, porque segynd o plano de nossa casa de de-
teora, ella se divide em :l raiot imporunles, em
ewda um dos qoaes lia 3 ordena de celias. Urna ex-
cedente sala na trente itmsdificio para residencia do
adniiuislrador serve ao inesmo tempo de observato-
rio para ludo quanto nolle se passa.
Desle tres raios apenas seacba acabado o primei-
ro, pura o qual se passaram os presos, que eslavam
na cadeia velha ; porem pelo que esla promplo
ja se wde avallar o mais, e dos bons resollados ob-
lidos dnn a estada dos presos Do ra* existente, ja
se pode concloir a soperioridade do systema adop-
tado c fazar com que o hornera pensador e amanto
de sen paiz exulte de pruzer.
Cor iludo de nada valeria o material, e o rgimen
da noisa prisao, se nao fosse regida por urna iulelli-
gencii capaz de dirigir a necessidade mais importau-
'* "^(B** 80ci0ll o que fcru em si mesmas os principios de ordera e de
barrosla he moilo simples, he missao que pode ca-
bera lodos, mas goveruar liem, onde os principios
eonstilutivossao desordm, desmoralisarao e crime
he m ssao mui especial, de caracteres mui privile-
giado, mu enrgicos, e mui fortes s o zelo, a or-
dein, o aceio, a vigilancia, e a energa do adminis-
trador da casa de delenerto completara a importan-
cia diisto estabelecimento.
A's prisoes nao se (i oran) para entinar aos li-
me ni t vi ver em custodia, mus em sociedade, e a
mellinr maneira de couierter Jiomenacorruptos, io-
totatieis, he faze-los tratar com horneas que saibam
cuoiprir arisca os seus'deveres ; a auloridade be
fllciente para reformar costumet, roas omito po-
p-lo, s o exemplo, islo be, o
*V Atstroe o costume de faxer o
pjaf'-mos. que se Pernambuco
p tua grnndiasa prisao, nao deve
Mos do possuir como sea lillio e
rae sua caa de deteucao o Sr. maior
I 'a.* |Honteiro.
> disttWrwrxelflii cumplidor de tuas
|s.oSr. Florencio|nao s como actual admi-
nistrad or da casa da dele icAo,como nos empregos que
lo d'gnamenle ha eiercido, lem sempre mostrado
orna mleriigencia, aclividade e energia admiraveis,
pelo quo se tem tornado credor de lodos os rerpei-
10* a da estima sincera de scus enneidadaos.
Cpm efleito, quem cono nos for de perto obser-
var a ordJem, o aceio, a polica deste etabelecimen-
to, e nao for perturbad, no silencio da sua admi-
rarlo p?|o rnais ligeiru roido^ajem incommodado
palas fetioss exhalacoes do m*enralo e do mi es-
tado dos detiiles te convencer JEe ama peefeita
reforma se tem operado uo. seo co*tiimes, e que
as anas necesidades saticfeitus tem emodecido e
Ihcs pedem deixar enli nder as reflexes silenciosas
da lila consriencia.
Continu, pois, o Sr. IMoreneio com o metmo ze-
lionrosa cominissan, que lera o prazer,
insolencia, lambem nao pode deixar de ser ridiculo
que um individuo quasi sexagenario como elle he,
proceda da mesma forma, iiirulcandn-se cnlidade
de grande peso, e qoerendo com a simples aulori-
dade de sua fementida palavra dfseonceituar n quem
nunca u-uu dos meios quo no eu alcance esta-
vam para mostrar a sua inepcia e mais alguma
tonta.
, Deixarei de parle o orgullin genealgico do Sr.
Mendes, hem como, as alUi-es e amea;as que elle
me fas, purque ludo isto ho-proprio de um velbo
pslurrad.i e phrenetico, que se pensaste bera, deve-
ria guardar a decencia e moderarn que ot homens
bom educados costamam observar, anda mc-mo
supponiln-se injustamente olTendirtos; redu'zirei a
quesiaoque deu lugar aquella correspondencia a ter-
mos claros e bem definidos.
ii Sr. Mendes foi demitlido do emprego de aju-
daute da ras dt ilelencao, de que son administra-
dor, e dali^|beede a sanha que eile desenvolve
contra mim : vejamos, porem, se Ihe assitle raiflo,
na se pelo contrario a sua demissao era reclama-
da pela boa ordein e regularidad* daquelle estabe-
lecimeulo.
O Sr. Meadas, a qoem eu por algum tempo lo-
lerei. na esneranca de que elle camprelion Jen.lo seus
deveres, reformasso sua conduela, foi um emprega-
do relaxado, sendo que a sua relaxadlo foi tomando
propnrefles laes, qoe chegou a ponto de ser preva-
ricador, como prova o documento n. 1, nao fallan-
do de ua iuvencivel ignorancia e inaplido para o
logar que exercia.
Como ajustante do administrador elle linha deve-
res a comprir, e entre outros o de farer a ronda
nocturna do estabelecimento, o de vigiar que a or-
dern interna do mesmo estabelecimento fosse man-
tida, e os presos se conservassem isentos dessas
causas de corrupcilo e immoralidade que os tornam
incorrigiveis e peiores de que quando entrara uas
prisoes mal administradas ; rnus o Sr. Mendes em
(res metes do exercicio do emprego so fez urna ron-
da, e isto porque eu Ihe ordenei que cumprisae com
esse dever, nao obstante as immensas desculpas
quo sempre me aplesentava ; o Sr. Mendes consen-
ta que o preto macula vendesse guripa picada aos
presos, e que diversos outros traficantes, entre os
quaes nolvelmenle iigurava um sea protegido de
nome .Manuel Joaquim, cbaveiro do estabelecimen-
to, e que oulr'ora fra preto pur ladrao, como faz
cerlo o documento n. 2, lizessem Iralicancias de
todo genero com os presos a ponto de haver urna
especie de estipuladlo entre clles, em virlude d.i
5o.il, o referido Manoel Joaquim reeebia de alguns
elles ."i" mensaes, para consentir que bouvesse jo-
go nas respectivas clalas : o Sr. Mendes mesmo
negociava com os presos directamente. Tornerendo-
Ihes comidas, por contratos particulares, como fos-
sfjp Bjlcliior dos Reis Cavalcanli e Foneca, doca-
ns%iiloe**us. 3 e 4, o que alm de nao ser conforme
ao regulamenlo, era improprio de um empregado
qoe ftzia as vezes do administrador do estabeleci-
menlo : o Sr. Mendes, nao obstante a sua ridicula
sola, entrava i noite nas clulas, ia conversar
presos e at utilisar-so do pobre cha dos
iesmo*: sirva de exemplo a clula o. ti da tercei-
ra ordem, cujas tridicroe* nao fazem honra aquel-
lo lidaljo, como (alvez o publico anda %venha a
saber. Ora, qoe b Sr. Mendes com semelhanle pro-
cedimento se moslrasse indiano de sua estirpe aris-
* lorttjlira, irameat, mas que elle assim pmcurasse
m plantar o relavamenlo e insubordinacao, he o que
neahumi auloridade, ntm bomem de bom senso po-
rteriam consentir.
O Sr. Mendes linha no estabelecimento empre-
gado como guarda, por considerarlo e pedido seu,
um rapa/ola de nene Antonio Beraldo de Lima
Mendes, de quem elle devia ser pai ; este rapazola
era relaxaditsimo e de eoetumes depravados, como
lestefica o documento n. 5, e o Sr. Mendes nao
ignora**, e antes sabia, porem guardava silencio
a respeito de suas proezas o immoralidades, at que
por intermedio de outros empreuados cheguei ao *-
nhecimenln do que se pa s.lo daquelle Antonio Beraldo, sendo este o primei-
ro icio qoe de-aliou is iris do Sr. Mendes contra
mim. Todos os fados que ficam expendidos, e
mullos oolros que por ora deizo de relatar, mas
que lera a devida publicidad*, se tanto for rnis-
ler para defeza de miulia repuliera,chegaram ao meo
couhecimento, quando ja liavlam sido pralicados, e
entendendo eu que por nenlium considerara devia
deixar de sor liel ao cuinprimenlo de meus deveres,
levei-os presenca do respeitavel Sr. Dr. rhefe de
polica, para que tomando-os na devida alteneAo,
providenciaste em ordem a remover taes abusos, que
sen,un iuevilaveis emgnmilo o meu ajudante fosse
o proprio que os acorocousse, illudiodo mitilia vi-
gilancia e procurando por todos os meios relaxar
nm estabelecimento qoe sob os melhores auspicios
fon inaugurado, e S. S. atienden Jo gravidade de
semelhanles oceurrencias com a madureza e pru-
dencia que o distinguen), derailtio o Sr. Mendes, e
assim pralicou, como eosluma fazer, um acto de
verdadeiro inleresse publico.
Ora, pergunlarei, lem o Sr, Mendes ra/.an pan
provocar-ine e delrahir-me de urna maneira tAo
rida e inslenle como fez ? Sou eu o culpado
d soa itomi nSo proceden como devia t Para que eotregou-
se a abusos que tendiam a plantar uo eslabeleci-
menlo a irregularirtarte fuc Ihe cumpria evitar ?
Ah! O Sr. Mendes entenda que a casa de deten-
cao era a antiga cadeia 1 Persuadase que naquel-
la era licito fazer-se o que nesta secoslamavaa
pralicar ? Enganou-se I Seria eu bem infeliz se
depois de haver servido ao met paiz por largos ali-
os, sempre com dignidade e honra, vietse ser ad-
ministrador da casa de deteucao para encubrir tor-
pezas e pacluar com as miserias de quem em sea
louco orgalho nao sabe respeilar a si, nem ao me-
nos a decencia publica. Enganou-se, repilo, e ues-
ta occasiAo Ibe declaro que o nao aceito para juiz de
meu proceitimeoto, porque osados qu* acaba de
referir o tornam muilo inferior a calhojjor
se quer arrogar : tenho para meus juizes .as prin-
cipaes autoridades da provincia, e as pessoas uoli-
veis desla capital, e metmo fra della, que tem ido
ver casa de delenco, aonde sempre me ado; com
o juizo destes, sini, eu me honro, mas com o do Sr.
Mendes, que foi demitlido pelas cansas apuntadas,
u3o, nao, mil vezes nao. Concujiudo esta ligeira
exposicao, devo dizer duas palavra t respeilo da
calumniosa impularflo que ma faz or. Meadas, d*
ter eu cooseutiJo que dous pios sahissem
da 'casa de delenrao e vagassem pelas ras
dade ; ha nUlo urna duse de perversidade inqui!
cavel da parle do Sr. Meu les, a calumnia, a
vosia.
Me parece que os presos a que o Sr. Mendos al-
lade s3o os pardos Guilherniino, e Manoel Theolo-
uio, que foraui soldados do curpo de polica, e que
se acbam ero custodia para irem ao jury por com-
plicidade em feriraeolos leves -. ora se sao ates de
que ralla o Sr. Mendes. devo dizer que pelo bom
cuinpurtamento que elles tem lido uo estabeleci-
menlo, encarreguei o primeiro delles do servir in-
terno do estabelecimento, como meio de poder che-
gar ao couhecimento das parlirolarirtadet que se
passavam nelle, e que pndiam escapar ao meu ro-
iiliecimenlo, ltenla a habitual desidia do mesmo
Sr. Mendes, e o segundo de vigiar a limpeza nis
prisoes terreas, mas nunca consent quo elles sahis-
sem fra das muralhas do edificio ; entretanto, se tal
aconteceu. como diz o Sr. Mendes, isto anda prova
a sua inaplido e incapacidade para o lagar que oc-
cupava, porque foi em iniuha ausencia, que tal fac-
i poderia terjaconlccido, como s- deprehende da
correspondencia a que estou respondeodo, sendo
que enlan compela ao Sr. Mendes parlicipar-me e
tomar todas as cautelas para que essas oceurrencias
se nao dessera. <
V porlanlo o publico que anda ua calumnia
qoe engendrou o Sr. Mendes foi infeliz, porque re-
velou o quanto era elle incapaz'para exercer o em-
prego que Ihe fora confiado.
Concluo aqu, asseverando ao Sr. Mendes que
M*ireceio sindicancias, nem temo imeacas, porque
lenhn a imprensa e os Iribunaes, que ao o recurso
legitimo do bomem de|bem, e que sabe respailar i
ti e i sociedade.
Florencio Jote Carneiro Uonleiro.
Reeire II de dezembre de 1855.
2a?doro do Dr. juiz de direiln da primeira vara, por ter sido
absolvido em 2 da maio de 1855.
N. 3. Illin. Sr. administrador.Oueira V. S. dar
licciic.a para entrar ojanlardos 2 presos, Ponteca, e.
Cavalcanti, deque hojefalleia V. S.Joaquim Men-
des di Cunha Azevedo.
N. 4. Amigo e Sr. Gav.ilcauli.As novas ordens
dessa casa muito me tem angustiado pelo vexame
em i|iie \ me. te arha, e nn poder entrar o comer
sean pelo buraco da grade. Desde j o moleqiie le-
va urd|m pura lodo d comer que lavar seja entregue
i Vmc purque todo elle ha seu, embora o receba
pelo buraco da grade, com tanto que o receba lodo
e nao por racJo do Sr. ponteca. Vmc. faga do co-
mer o que quizer, que eu nao mando para maii nin-
guem. Adeos, seo amigoMendes.
N. >. Illm. Sr.U guarda Antonio Beraldo de
Lima Mendes, estando honlem de quarlo das seis
horas da tarde at meia noite pralicou u sagaiute:
abri por tres vezes a porta de madeira da prisao das
mulheres empregando as rogativas ao seu alcance,
para com a presa Auna Joaquina, afim de que ella
se preslasse a lint libidinosos ; eso ceden de seu in-
tento, dopoisque a presa Mara do Rosario Iht disse
em voz .illa e por repelidas vezes', que se retiraste.
Fiz ouvir a conlissaoe narrarlo desse infame fado
pelos guardas Xavier e Vieira, os quaet ouviram a
narrncan fiel desse procedimeulo, leudo tmente a
di/cr a V. S. que a decencia que eu devo a mim e
aos meus superiores nao permute que eu narre tal
qual epissou. Nesle muinenlo tenbi prohibido a
entrada desse guarda ueste estabelecimento ; e es-
pero que V. S. o demitla, pois que a moralidade e-
ajusiic.i assim oexigem.
Pan* zaarrte a V. S. Casa de delrnca 1!1 de se-
lembro.de 1855.Illm. Sr. Dr. I.uiz Carlos de Paiva
Teixeir, chele de polica.O administrador, Fio
rencio Jos Carneiro Mouleiro.
(Eslavam reconhecidot.)
Senhore regadores. lia muita differenca, ht
inleira desigualdade no mudo franco e leal porque
procedo, e naqueUc porque procedido lem o autor
das correspondencias do Liberal de 1 e \i do cr-
rente, e comquanlo esse infame rabitcador se enca-
pote e nao teulia a coragem para asaignar seu nome,
todava nao me pudendo engaar acerca de quem
elle seja, vou por esta vez dizer alguma cousa, nao
por dehVrencia a esse miseravcl, mas sim em respei-
to aquellos .le meus conridadoj.que me nao conhe-
cem de pedo.
Na correspondencia de hoje fui asquerosamen-
te insultado por esso vil canalho, cujas assercoes eu
contestei de um modo digno de miro, quando bem
da verdade mnstrei que uenhuma tazao plausivel
havia pira se impedir o desembarque do caixao que
encerr o cadver da filha do Sr. desemhargador
Fgueira. E, pois, nao insulte i a ninguem, mas esse
irairaieiro vil nao lendo argumentos solidos para
sustentar sua vaga declamaran, filha da malignidad*'
de seu coraofo, todo furia, meaccommelte, empres-
lan lo-me intenc&es baixas e avillanles, que s a
elle caliera, lachan lo-me de bajulador. Oh mizeria,
em que tempo %stamos nos. Dos te misericordia !
Escrevi para seu Diario, SenhorejHndactores, pe-
ridico respeitavel, pele criterio dMllustrucao da-
quelle* que dirigere) sua redarr.au, uor tanto lie de
esperar que sendo muito lido e snseguinlementa
correnl > minha correspondencia, os homens Ilus-
trados ede bom senso reconhereran que bem longe
de eu me ier havido com torpeza e bajulacao, ao
ronlrario live por fim restabelecer. a verdade dos
fados quanto a mrlr U lili,. do Sr. desembar-
gados sua condujo para esta cdade, e fi-lo n.lo s
pela dedieacao uobre e elevada que consagro ao
me honra de ser amigo sincero, como pela indignaran
que me causn pelo desvirluimenlo da historia canu-
da por es-e tapora com titulo de Obtercador. Quem
assim procede nao obra com dignidade e cavalleiris-
mo 1 D.'cidam os imparciaes.
Devo declarar aos homens honesto^ e de bum
tenso, eujo juizo imparcial eu invoco, que nunca
proced em iniih i vida de moio que nao fosie cua-
dunavel com os principios de dignidade que esti-
mulan! meu corarlo e ennobrecem minhas icces ;
porlanlo, com todas as forras repillo a in-inu-icio vil
e propria de quem m'a laucn, isto he, de eu defen-
der oSr. Fgueira de Mello com vistas di aprovei-
tar-me dos dinheiros desuados polica secrela,
porquanto s quera assim obra he um avarenlo vil
qu diz, 711S naomlcnrti '11 p :i. te depender esta
lalrariio do despendi de etm mil rit; quem assim
se pronuncia, sim, ser capaz de vender serviros
e de faze-los de oulra ordem e por dinheiro, por-
que qoem assim pralica, he um prostituido, que
renunciuu sua lamida I d pensar, e a proprii dig-
nidade. Quanto a questao do desembarque do ca-
dver est bem provada a sem razo da commissao
de hygiene publica, e a insistencia de alguem, como
baixa vinganca que sen coraco perverso deseja ex-
ercer contra o.Sr. Fifueira de Mello, a quem assim
comoa mim, someule podo nauzeare eraporcalhar
com a baba peslifer*>e peronhenla, qua por im-
munda e cxlra-nalural brecha por sobre nos pre-
tende linear.
Entretanto sou forrado a dizer que alguem, que
est muilo inferior aos membros da junta central da
hygiene publica da corte, poder mts depressa en-
ganr-se do que os Sr*. Drs. Pereira, Reg e l'ei-
.ro/onn menos a asiies Srs. nao guia o rtespeito, o
odio ea insacabilidade de vinganra metquina Antra
quem nao faz caso de historietas de defensores de
cmicas do Rio de Janeiro, e oulras iguaes aquella
que esse energumeno conlnu em sua primeira cor-
respondencia, acerca da juns.fica do chofe de po-
lica da corte na criado de Nictlieroy.
Tenho, Srs. redactores, vivido alguns anuos
neta capital,, e anda nJo c-immetti ar.jao alguma
indigna de um. hora-m de lien, ao menos ninguem
me provar wj e cabalmente.
Sendo funtcionario publico, e percebendo um or-
denado, coinaUe me coulento, e nao preciso de mais
dinheiro parafninhas despezas, que se fazem tem
que. como al guem, pregue calotes no genero humano;
e por tanto no-preciao vender defezas ao Sr. F-
gueira Je Mella, a quem assim a mim e oulrein de
quem seja amigo, nao duvido deten Ier, quando por
ventura tiver Jo ser asaailado pelo Sr. Observador,
ou por oulro issassinoyrobora seja preciso en dar
ceraou duzenlas eslocadas; porque acharei desla
forma sempre defeza para um acto na legislaran de
meu paiz. o' Brasil, como j aconteceu que
fni amparado pelo arl. 1i do cod. criminal. Nao
respunderei mais, Srs- redactores, aos insultos, nao
acudirei mais aos botes desse infame lagarto, que
apezar de enrolado 110 anoqimo, eu o desprezo so-
beranamente, e a cujas calumnias nandarei ouvidos.
Rogo aVmcs., Srs. redactores, se dignem man-
dar imprimir no seu Diario essas lindas do assig-
nantee leitor constante.
Jos Brazilino da Silca.
Rente 12de dezembro de 1855.
p*l* nos, dposvir que o eiIraMusirn curioso c
- Iraatu
ido que,' movido tela form*S|a
ar "o se
-ntesca do es-
tabelecimento, oi aocioso uolar Tseu orgausmo.
ficou captivo pelas uas manerat cavalleirosas
eclmo de pasmo com a sus nliiiimslrai;o, aponlon,
tratando #> eivilisac.lv do Brasil, a casa de delenrao
deP;rnamboco faru mepcilo especial e honrosa de
seu jora*.
f J.

CBRESPOMOAS.
AO PtBIJCO.
Provocado pelo modo o mais inaudito, e sem a
menor consideraban pelo Sr. Joaquim Mendos da
Cunha Azevedo em fu 1 correspondencia inserta no
Liberal l'ernambucano de II do corrate ; atroz-
leule calumniado por ese* bomem, cujas faltas
nuca quiz publicar por dever ailencoes a um seu
mana 11 meu amigo o cieserabargador Manoel Men-
des i)a Cunha Azevedo sou forjado era miaba justa
e nitural defeza a levantar a luva que elle indigna-
mente me lancou, e eipr o publico os motivos
reprovudos qoe o lev.iram oslenlar contra mim
su feribunda atrabilit na citada correspondencia,
em se aparcebec qoe, te bu digno de reparo om
hornera m^o e favorecido da fortuna d*suvolvr
DOCUMENTOS.
N. 1. Nos abaixo assignados declaramos que ou-
vimos aa sentenciado Jos Ribeiro Guiroaraes, dizer
que linha feito, ao eulao carcereiro Joaquim Men-
*es da Cunha Azevedo, presente d'um relogio d'ou-
ro, e isto dias depois da saluda de Flix,e da enlraJa
do dito Mendes, e que isto mesmo ji me havia dito
por duas vezes, pedindo-me que o nao mandasse pa-
ra Fernando, porque reduzido miseria quera ver
se aqnelles com quem linha repartido o roubo, Ihe
davam alguma cousa. afim de remediar as suas ur-
gentes preeisea ; declaramos mais que ouvimos repe-
tir o expendido por Ires vezes, em nossa presenca,
na secretaria da casa de deten rao, aos 11 dias do
mez de dezembro de IK56, aos 20 minutos depois do
meio da.Joaquim Cardoso dos Sanios, alteres do
nono hatalhfto.Bertolinn Correa d'Amorim, 2. ca-
dete furriel.Filinto Elisio de Cirvalho, cde-
le do 8." balalhSo de nfantaria. Jos Lacio
Mouleiro da tranca.Severiano Bandeira de MU*.
M. A. Villarouco.Trajano Evarslo FerraoCas-
lello liranco.I.uiz Piros Ferreira.Francisco Jos
da Silv.Candido Theodoro Rndrigaes Pnlo.
Traoqoilliuo Mafaldo de Souza Magalhaes.Fran-
cisco Xavier Alvos Quiolal.Bernardo da Silva
Guimaraes.Jo.lu Pires Ferreira. Pedio
reir dos Santos.Miguel Joaquim de Carvilho
Seura.
N. 2. Nota de Mauoel Joaquim do Nicimonto,
conforme te ach 110 livro de estradas o. l fl
324 v. :
Mauoel Joaquim do atamente, pardo,ee*do, na-
tural de luojiica, idaoe 4uanuos, sem ofcio, lilho
do Eugeuio Miguel a fallecid, e Mara Joaquina do
.Viscimeiilo, slalora baixa, corpo regular, eabellos
prelot. carapinhos, olbos pardos, sobr'olbos prolos,
nariz grosso, bocea regular, pooca barba, como bra-
co eiquerdo caito, com filia de denles ni frente, r>
eolliide por ordem do Illm. 8r. Dr. chele de polica,
que ajssa noile foi preto em cata do desembargador
Sauliago.em flagrante,com umtellim sobre acibera,
e outros objectos com que depois de ot furtir procura
sabir ou evadir se. entregue pelo soldado de polica
Manuel Joaquim de San!'-Anua.
Cadeia 1 de Janeiro de 185Feliz Pereira Si-
mas, carcereiro.
Por portara do ebefe de polica de 5 de Janeiro
de 1855, declaro que o preso infra tica disposicao
do subdelegado da Boa-Vista, por ter fuado um
sellint, no quiulal do desembargador Santiago, e de
urna baca de rame no quintal de Jos A nloaio Lo-
pes GalmariM. Fica embargado por Ier sido pronun-
ciada) pelo juiz municipal da primeira vara em II de
fevweiro de 1855 como ocurso uas penas do arl.
Senltores redactores: O fado que ora me oc-
corre, faz me crer que ninguem por mais concentra-
do que seja est ento de ser ioquietado pelo genio'
maligno que se alimenta com a affliceo alheia, e
por isso va bascar o pacifico onde quer que esleja e
por qualquer maneira que Ihe suggere a perversida-
de, procura-o incoinmodar.
Fallo do padre Galliudo Firme da Silvera Cival-
canli: este homem cuja inrtoft parece alimentarse
no mal quciirocura fazer adHo o man Jo; infeliz-
inenle Uve occasia ,le ve-J*leanno em Cahaceirat
di provincia da l'araluba, a isto foi baslaule para
receber os golpes de seu damnado emrao.e conlinuo
a solTrer os seus elfeito*. ltimamente nao leudo
elle de modo algum deparado com meios que me
podessem colloear ao menos em urna masmorra, de
que se havia lembrar? Que en fui capaz de pegar
nm mulalinho forro e veade-lo, e neste sentido me
dizem que anda na villa de Brejo depondo de minha
pessoa. e vendo se consegue prucesaar-me !
Mas tendo esse mulalinho de qoem elle falla, o
masmo que me foi vendido por Manoel Gomes de
Araujo em feveieiro de 1848, enlende que devo pre-
venir publicando os documentos abaixo, nao so at
autoridades do Brejo, como de toda parle, o meio
porque me apoderei do referido mulalinho. e por
iwo peo* 1 Van. o favor de darem publici la Je a
estes doos documentos que bem parecer desmentir
a calumnia que me lem urdido semelhaote padre
GaUiado, e com islo muilo obrigarao a qoem lie de
Vine*, muito respeitador AgosUnko Pereira
de Lacena.
Garuar 9 de dezembro de 1855.
Saibam quintos este publico instrumento de pu-
blica forma virem, que no anno do nascimcnlo de
Notao Senlior Jess Clirislo de 1855, eos 5 das do
mez de dezembro do dito anno em meu carlorio
veio Agostinho Pereira da^bcena, e me pedio que
(rosee em publica forma Vpepel de venda de um
mulalinho de nome Maooefcomo ao diaute se segu:
Fica huir.ido no livro de receila a lolhas 5.O es-
crivao merino, l'alle. O eollector, Ferreira Vel-
loso.
Digo eu abaixo assrgnado que entre os mais bens
que pa-so livres de qualquer mei de justsa,e bem
assim um mulalinho de nome Manuel, de idarte de
seisannos, pouco mais ou menos, .0 qual vendo ao
Sr. Agoslinlio Pereira de Lacena, por prer;o e quan-
tia de 2009, os quaos recebi ao pastar deslc em moe-
da crrenle, e o dito comprador o poder possuir
por si e por seus berdeiros sem haver quem Ihe per-
turbe a sun ps.o a qual traspuso* na pessoa delle
Fer-, comprador para gozar das garandas que a le Ihe
concede, por ser feila dita venda muilo do minha li-
vre vooU.le e tem constrangimento; e que Ihe dou
para isto quilacao de pago e salisfeito, e pero a jus-
(ica de S. M. I. e C. qae e nesse nosso manuicrip-
lo Ihe fallar algum pon* que cause nullidade, or-
dene por expresso e declarado como se fra escrip-
tura publica, seud* abrigado o comprador a pagar a
tiza nacional. CwaarAr li de fevereiro de 1818.
'Manoel Gomes de Araujo. Como lestemunhn que
este pawei, Angelo de Souza SilveraFrancisco Jo-
s Florencio JuinorIV h Paulo de Souza.
Reconheco as firmas do papel supra per dcllas
Ier inlero conhrcioicnto do que dou t. Garuar 22
de selembro de 1855. Eu Gregorio Francisco de Ter"
res Vaseoncellos, escrivao interino e tabelliao de no-
las escrevi e atsignei em publico e raso. Em lesle-
munho de verdade, tabelliao publico interino, esla-
va o sigeal publico, Gregorio Frauciico de Torres
Vaaeoneelloa
N. 137. Rea 409. Pagou 40S por nlo Ier pago no
tempo que marca a lei. Garuar 22 de selembro de
1855.Ferreira Velloso.Jor l,lo.
Imposto de meia siza dos eserayos. Collecloria
provincial. Numero 25.Reis 409.Fica carregado
ao eollector Miguel Ferreira Velloso em o respecti-
vo livro de receita a folhat 5 a qoauta da 40 que
pagou Agostinho Pereira de Lucelia da mera tiza
correspondeole a de 200e porque comprou a Manoel
Gomes do Araujo em 14 de fevereiro de 1848 os es-
cravos no veno declarados Colltclora provincial
do municipio de Garuar 22 de selembro de 1865.
0 escrivao iuleriau, Valle.O eollector, Ferreira
Velloso.
E nada mais se continha em dita publica forma,
do papel de venda, o qual vai aqu transcripto e ex-
1 rain i d propno ao q'ual me reporta, e vai na ver-
dade sem coma queduvida faja.
Dado e pastado neila villa e comarca de Camin,
provincia de Pernambuco aos 5 dias do mez de de-
zembro de 1855, trigsimo-quarlo da independencia
e do imperio do Brasil.Eu Jos Joaquim de Al-
meirta Lastro, escrivao interino do crime e civel e
tabelliao publico de notas subscrevi e assignei em
publicoe raso deque uso. Em leslemunho de ver-
dade. o tabelliao pgblco interino, Jos Joaquim de
Almeida Castro.
N. 41Kt. 320.Pagou :(20 rt. Garuar 6 de
dezembro de 1855.Jordao.Ferreira Velloso.
PUBLICA FORMA DE UMA CERTIDAO COMO
ABAIXO SE DECLARA.
Diz. .Manoel Gomes de Aranjo, morador na praia
da Barra Grande termo de Porlo Calvo, que a
bem de teu direiln precisa que o escrivao deste
juizo Ihe paste por eertidao o theor dos interrogato-
rios sobre urna sua escrava, que te achava fgida,
ludo em modo que faca fe. Pede ao Sr. subdelega-
do tiesta freguezia de Taqaarilinga mande pasear a '
eertidao requerida.E R. M.
Pause5 de fevereiro de 1848.Pessoa.
Simio de Araujo Silva Nunet, escritao da subdele-
gada da l'reguezia de Sanio Amaro de Taqaarilin-
ga comarca do Limoeiro pela lei etc
Certifico que u theor dnrinterrogatorios de qae faz
ineiicao n supplicante em soa peticao, cajo theor
verbo ad verbum he da forma, modo e maneira
seguale :
Interrogatorio feito a mulata Clara Com o nome
modado para o de Maris, escrava de Manuel Gomes
de Araujo, e a Francisco das Chagas lavares :
Aos 5 dias do me* de fevereiro de 1848, netta po-
voaqao de Santo Amar de Taqaarilinga comarca do
Limoeiro, em rata de residencia do subdelegado o
major Braz de Viveir >s Camello Pessoa, onde eu es-
crivao de seu cargo me achava e sendo ah compa-
receu Mauoel Gomes de Araujo, morador na praia
da Barra Grande termo da vjlla de Porto Calvo, re
querendo ao dito subdelegado que em o anno de
183:1 Ihe fugio de sen puder urna sun escrava mulata
de nome Clara, e hoje com o no'ass mudado para o
de Mara, atsittenle nesta freguezia em casa de
Francisco das Chagas Tavsres, morador em Carra-
pato, e quo mandasse vir a sua presenca a dila mu-
hila, e juntamente um filho, e o mesmo Francisco
das Chagas Tavares, para seren interrogidos para a
vista das respostas que se obtiverem sendo a propria
toa escrava Ihe mandasse fazer entrega para elle
siipplicaiile a depositar com um filho, em mao e pu-
der de Agostinho Penfira de Lucena, morador em
Garuar termo da comarca do Bonito.
E sendo iuterrogada a mulata Mara se ella co-
ndeca a seu swhor que eslava presente ?
Responden que o reconlieca por sen seuhor Ma-
noel Gomes de Araujo.
Perguutada inais te ella quando fngto se chatnava
Clara? M ^
Responden que sim.
Perguntada quanlos filhos havia parido depois que
se ansenlou do poder do sea seuhor'!
Responden qae pari qaalro.
Perguntada em fim aonde eslavam elles?
Itespoiideu que dous morrcrain, e que duus exis-
liam vivos e que desles um era o que estiva prsen-
le ; e que o outro eslava nos Bezerros em casa de
Manoel dos Reis Torres Galliudo.
Perguntada mais como se chamtvam os dous qoe
existiam 1
Respondeu que, o qae eslava prsenle se chamava
Antonio, o oulro dos Bezerros se chamava Manoel.
i'erguulado a Francisco das Chagas Tavares, co-
mo pjssuia aquella escrava. ou don le a houva?
Respondeu que em principio suppoz que ella fos-
se forra, e por isto a convidou para sua casa, e que
ao depois de aunos sohe que a dila mulata fez-lhe
denle sur captiva, e elle a deniiuciuu a um cap la
de campo morador em Nazarelh e que etle a foi
prender na comarca do Brejo da Madre de Dos, e
vindo com ella o dito capilao de campo a deixou em
casa delle respndeme, para ir indagarte descobrla
o senhor. e que ajutlou com o dito capilao de campo
dar-lbe a quanlia de 509 rt., d? cuja quanlia passou
urna letlra para ser indemnls.da pelo senhor da so-
bre.lili escrava. e n.1n bavendn mais que interrogar
mandn o dito subdelegado lavrar o presente ter-
mo em que nelle se assignoo com os respondeotes
e odepositarlo e testemunlias, e poro respldenle
attignou Feliciano Gone.alves Lima, e eu Siman de
Araujo Silva Nones, escrivao escrevi.Braz de VI-
veiros Camello Pessoa.Francisco das Chagas Ta-
vares.Felicpaao Goncalves Lima.Agostinho Pe-
reira de Lucena.Como teslemunhi, Antonio Joa-
quim de Vaseoncellos.Jos Manoel Torres Gal-
lindo. ,
Nada mais se conlnha era dilos interrogatorios
aqu copiados por eertidao,que eu sobredito escrivao
no principio desla declarado e abaixo augnado, bem
e fielmente copiei dos proprios interrogatorios e aos
quaes mi? repirto, e val nn verdade sem coosa que
duvida tara, conferida e concertada na forma do et-
lylo, e por mim escripia e antiguada nesta sobre lila
povoae^-^e Santo Amaro de Taquarilinga comarca
do Listroeiro, em n mesmo dia me/, o anno e lugar
retro declarado, eterevi e assignei.Em testemu-
nho de verdade, Simao de Araujo Silva Nunes.
Desta I9O8O. Recebi os escravus que eslavam
era deposito na rafto do Sr. Agostinho Pereira de
Lucuna, me fez entrega delles para mea pader. pi-
ra cooslar passo o presente. Garuar 14 de feverei-
ro'de 1848.Manoel Gomes de Araujo.Como letr
lemunlia que etle recibo vi passarAngelo de Sooza
Silvera.
Ueconlier,) seren proprias e verdadeiras as firmas
retro do que dou fe. Villa de Caruarii -28 de uovem-
bro de 1855.Em tetlemunho de verdade. Sativa
o signal publico.0 tabelliao publico interino, Jos
Joaquim de Almeida Caslro.
Numero 167.Pagou de sello 480 rs. Villa do
Brejo 4 de dezembro de 1855.Velho.Escrivao
interino. Tavares.
Nada mais se continha em dila eertidao aqui co-
piada em publica forma que me foi apresentada por
Agostinho Pereira de Lucena, o quaf vai nesta abai-
xo assignado, e em mao do mesmo ficou o original
que bem e fielmente fiz extruhir do proprio e ao
qual me repon,e vai na verdade sem cousa que du-
vida fac;i por 1111111 sobescriplo c assignado, conferi-
do e concertado com o tabelliao companheiro Ma-
linas Soares de Almeida na forma do eslvlo, nesta
villa e comarca do Brejo da Madre de Dos, aos 4
diat do rnez de dezembro do anno do Nascimcnlo da
Nosso Senhor Jess Cliristo de 1855. Eu Elias
Francas, o llislos, tabelliao publico do judicial e no-
taso subscrevi e assignei.Em Icslemunho de vei-
dade o libeliao publico, Elias Francisco Bastos.
Numero 168.Pg. desello 320. Villa do Biejo 4
de dezembro de 1855.Bastos, escrivao.
Conferido e concedido por mira primeiro tabel-
liao, Mathias Soares de Almeida.
200 caitas qoeijos, 200 dilas vidrot, 253 barris man-
leiga de vacca, 4 dilos carne do porco ; a' ordem.
;tSSllLAIH> GERAL.
Itendiinenlodo dia 1 a II
dem do dia 12
1 *
3 4:3909533
43:6719601
llVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo da 1 a 11 2:699989-1
dem do dii 12....... 869093
2:785*98:
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a II 7:8009119
dem do dia 12........1:728:885
9:5299004
CONSULADO PROVINCIAL.
ttendunento do dia t
dem do dia 12
il
33:3619896
3:4779472
36:8399368
MOVIMENTO DO PORTO.
lacios enerados no dia 12.
Par e porlos intermedios11 dias e 8 horas, va-
por brasileiro Paranan, commandanle F. F. Bor-
ges. Passageiro para esla provincia, Antonio
Pereira da Cotia Lemns. Segamn para o tul, o
Dr. Antonio Jos Machado e i oaeravos, o capilao
lente Lacombe e 1 eteravo, o capilao Joaquim
Ferreira de Souza Jacaranda, alteres S. de Aguisr,
lionoralo .vives de Sooza e 1 escravo, Ignacio de
Amorira Caldas, Archymedei da Silva Caslro,.loa-
quina Maria da Cnnce'isao, Thomaz Bainey, 8 re-
crulat e 14 escravoa a entregar. Ficou de qua-
renlena.
liba dn Faial23 dias, barca americana Elliot C.
CnwdimD, de 225 toneladas, capilao S. Baailey,
eqoipagem 29, carga pelrechos para a pesca i M
eapitao. Veio refrescar.
yaci fallido no mesmo dia.
BarbadasBarca americaoa Marie Jane, capilao
J. W, Ru-liar i-on, cirga anima**. Suspendeu
do lameirao.
Pelo que tuda e qualquer pessoa,parenle oo ami-
gos dot dilos supplicados os podero fazerscentes do
que cima ficajtexposto. E o porteiro do jalan afilia-
ra g preseule nos lugares do costume e sera' publi-
cada pela imprensa.
Dada e passadi nesta cidade dd Recife aos 11 de
dezembro de 18*. En Matimiaoo Francitco Duar-
te, escrivio privativo do iuio eommercial o subs-
crevi.
Anselmo Francisco Ptretti.
O capilao Jos Baplisla da Fonseca Jnior, juiz de
paz do 1 dlilncto da fregaezia d* S. Frei Pedro
Ooncalves do Kecife, em virlude da lei ele.
Faro saber aos que a prsenle caria de edilot vi-
rem, ou della liverem uolicia, que Joflo Antonio de
Mallot Abreu, letlamenleiro de Jlo Antonio Soa-
res de Abreu, rae anderettou urna sua peco do
theor seguale : v
Diz Joao Antonio de Matlot Abreo, como testa-
menleiro do finado .lodo Antonio Soares de Abren,
que qoer chamar a eaociliacao.ot devedores com'
tiles da relirao jaula, por Miras di trra, qae ac-
reiUram ao mesmo fallecido ou a seus berdeiros, e
porque lodos elles te achara ausentes em lugar 080
tibido, ou de qoe nao ha noticia, requer o suppli-
cinle 1 V. S. que se digne de admitli-lu a justificar
a ausencia dos supplicados, afim de que provado
EDITAES.
' O Illm. Sr. inspector dn Ihesouraria provinci-
al, em cumprimeulo do'disposto no artigo 3i da lei
provincial 11. 129,manda Tazer publico, pira conhe-
cimento doscredores hypothecariose qunetqoer inte-
ressadot.que Severiano Francisco deSonza lem de ser
indemnisado da quanlia de 100&000 rs. pela extracAo
da ierra e ara de tua | propriedade na estrada da
Magdalena, e qae o dito Sooza lera de receber a
mencionad, qu.nlia logo, qoe terminar o prazo de "^^l-ln^.T*"'?*''1'?^ .d?ie!D!,ro de
.-.,.. .... .v irvto.Lomo letlamenleiro de|*oao Aulonio)Soares
15 dias contados da dala dcsle, qae he dado para as
reclamacoes.
E para constar te mnndou affixar o presente, e
publicar pelo Diarlo por 15 dias soccessivos.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 5 de dezembro de 1855. O secretario, A, F.
d'Aimunriarrtn,
O Dr. Francisco de Assit Oliveira Maciel, juiz mu-
nicipal e provedor dos residuos e capellas, nesta
cidade do Recife e teu termo, por S. M. I. e C,
que Deot guarde etc. *
Fac.o saber aos quo o preseule edilal virem, que
por este juizo e na segunda praca,depois de afilia-
do esle edii.il, se proceder a arreinalaru da renda
da casa de sobrado n. 66, sita na ra atroz do Corpo
Santo, pelo esparo de 2 aunos, sendo a renda in-
nu-il avahada em 7009000 rs. perleucenle ao paln-
PUBLIC.4CA0 A PEDIDO.
COLI.EGIO DOS ORPHA'OS.
Illm. Sr.Constaudo ao couselho administrativo
do palrimooio dos orphaos acbar-se V. S. no Poro
da Panella, e couviudo-lhe providenciar bem dos
educandos dos collegios dos orphAos, Do caso de in-
felizmente apparecer nesta cidade epidemia qoe
est grassando em algumas provincias, sirva-se'V.
S. de declarar, se dando-se esse caso pretende vol-
lar incontinente para esla cidad. e aqui fazer su*
as.islen -ia permanente, pjra soccorrer de promplo
as orphaas qae forera accommeltidas p:la dila epi-
demia.
cuja irraandade se procede a dila arrematar!. E
para que chegae a noticia de ludos te passou o pre-
seule que ser publicado e aflixado no lagar do cos-
tume. Kecife 10 de dezembiu de 1855.Galdino
Temistoclet Cabral de Vaseoncellos o escrevi.
* Francisco de Astis Oliceira Mantel.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commeodador da
imperial ordem da Rota, juiz de direilo especial
do comraircio desla cidade do Recife ds Pernam-
buco por.S. M. I. e C, etc. etc.
Faco saber aosquea presente carta virem,em co-
mo Clara IIerrainda da Silva me tez a pelicSo do
theor seguinle:
Diz.Clara llerjiinda da Silva, viuva rabera de seo
casal com finado Antonio Diat da Silva Cardeal,
e do qual esl na a liniuistracan, que sendo as pes-
soat constantes da relacan junta devedoras por lel-
Iras do casal por indiviso da sopplieate, acontece
que achando-et dilos ttulos vencidos desde as dalas
que vao declaradas na referida relacSo, nao lea tra-
tado de seos pagamentos, e como approxlraa-se o
termo legal para a presrripeau das accoes proveni-
entes das ttulos dessa ordem, equeira a supplicante
retalvar seu direilo e dos berdeiros de seu casal;
por Isto vem protestar peranle V. Exc. nos lermoa,
do arl. 453, 3 do cdigo eommercial, e arl. 390 a
seguales do"regulamenlo 11. 73T contra dila presS
cripclo, desi'arie (lcando salvo a supplicante
berdeiros de seu casal o direilo de accAo que por
laes lilulos lera contra ca la um desse devedores,
dos quaes prolesU haver pelos meios corresponden-
tes o principal e juros devidos: e como ignora-se a
actual residencia de cada um delles, requer qae to-
mado por termo seu proles!, teja-Ibes animado por
editos como determina a lei pede ao Illm.
Exm. Sr. Dr. juiz de direilo do com mere o deferi-
mento, E*. MeO procurador, Castello Branco.
E mais se naj continha em dita pelirao ni qual
dei o despacho do theor segainle:
Tame-se por termo o protesto da supplicante que
justificar a ausencia dos supplicados. Recife 29 de
novembro de 18S5.Peretti.
E mais te nao continha m
cbo em virlude do que o escri
theor seguinte:
Aos 29 dias do mez
cidade do Recife de Pero-
rio veio Miguel Arehanjo Ferni'ndes Vianna, como
procurador bastante de D. Clara Hermnda da Silva,
e disse perante as lestemunhas abaixo assignadas,
que proteslava pelo conteudo em sua peticao retro
eoolra os supptaiadui referidos na relacao seguinle,
que faz parle do presente termo para o fim em dita
pelirao requerido, e como assim o disse e profesin
assignaraiu lodos, a saber, o dito procurador e as les-
rooliis o |)Tesenle termo. Eu Mazraiuo Fran-
o Uarle, escrivao privativo do juizo eommercial
o escrevi. Miguel Arehanjo Fernandos Vianna,
Antonio da Silva Ramos, Victorino Jos de Souza
Travassos
E mais se nao continha em dilo termo de protesto,
depois do qoal se va a relacao dos devedores ausen-
tes do Iheor seguiule:
Relacao dos devedures por lelras do casal do finado
Antonio Dias da Silva Cardeal.
Antonio da Bocha Cavalcanti de Lcenla urna le-
tra vencida a 13 de Janeiro de 1840 da quanlia de
1459360, Jos Manoel Ferreira urna lelra vencida a
20 de ma ro de 18*41 da quanlia de 2219, Pedro do
Bego Chaves una lelra vencida a 29 de maio de
1810 da quanlia de 1909, Jos Marques da Cruz,
urna lelra vencida a 10 de fevereiro de 1841 di quin-
ina de 1009, Manoel da Silva una lelra vencida a
22 de fevereiro de 1841 da quanlia de 909, Alberlo
Jos Cordeiro uina letra veucida 1 5 de maio de
1841 da quanlia de 599600, Flix Francit-u-da Rocha
urna letra veucida a 20 de abril de IHiUJI quanlia
de 132*410, Antonio da Rocha Cavalcanli urna le-
lra vencida a 2 de maio de 1840 da qoantia de
dirn e despa-
hrrou o termo do
de 1855, nesta
m meu escri pto-
ualid.de:
los de sola vira fritos na Ierra, e de boa 1
at pessoa! qoe te propozerera vender, de vera
parecer ua sala da secretaria deste qnarlel com suas
proposlas em carta fechada, acompanbadas das com-
petentes amostras, 00 dia 17 do corrale, pelas 11
horaa da manhai. Qdarlel do corpo da polica ]>
de dezembro de 1855.Epiphanio Borges de Mene-
zes Doria, lenle secretario.
Correio geral.
As mala* qu* lera de ennduiir o vapor oParonar,
pira os porto* do tal, principian*-** a fecbr hoje
(13) ao meio dia, e depoit desta hora at o momento
de lacrarero-a* as raesmat, recebe-te corresponden-
cia com o porte duplo : 01 jornac* devera alar no
correio 4 horas anlcs.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernairbuco acca a vista
sobie o do Braiil no* o de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
1855.O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeiros Bego.
O banco de Pernambuco toma dinhet-
de301 ro a juros, de conformidade com 0* mus
dias para serem eila los acomparecerem na primei
a Jdiencia seguinte detle juizo, 10b pena de revelia
d 'iulo-se ao supplicinle derlarardlo ou eertidao do
resultado, e assim pede ao Illm. Sr. juiz de paz de-
ferimenlo.E R. M Como leslamenleiro de Joao
Antonio Soares de Abreu, Jo3o Antonio de Mallos
Abreu. .
Como requer. Primeiro dislriclo do Recife 7 de
dezembro de 1855.Baplisla Jnior.
Nada mais se conlinha em dita pelirao e mea des-
pacho, depois do que se teguia a relacao dot deve-
dores do theor seguinte :
Relarao de lettrat vencidas.
Os herdeiros de Anlonin Gomes Valenle, urna lel-
t_ra a 12 raezes vencida em 28 de outobro de 1813,
529400 ; urna dita a 12 mezes vencida em 28 de Ja-
neiro de 1849, 3639340 ; urna dita 12 mezes ven-
c da em 11 de. selembro de 1819, 5169760 ; Jos
Goncalves Va leu le ; urna dila a 8 metes veoeida em
12 de outubro de 1817, 7719899 ; nma dila 8 me-
zes vencida em 28 do abril de 1818. 3:15-3920 ; Do-
mingos Jo da Coila, urna leltra a 8 mezes vencida
em 9 de junho de 1842", H-3030 -, urna dita a 6 me-
iea vencida em 9 de selembro de 1847, 929420 ; Jo-
aquim Francisco Monleiro da Franca, ama letlra a
6 mezes vencida em 28 de novembro de 1816,
609130 ; urna dila a 4 mezes vencida em 28 de se-
lembro de 1846, 609 ; ama dita' a 4 mezes vencida
em 5 de junho 1846. 469930 : Manoel Ferreira Li-
ma, nma letlra a 5 mezes, vencida em 8 de novem-
bro de 1844, 1209680; Joao Luii da Slva.uma leltra
a 3 mezes.vencda em 7de jnnhode 1843, 153790 ;
Manoel Martins Ferreira. Roriz. urna letlra a S
mezet, vencida em II deraiio de 1844.669610;
urna dila a 2 mezes, vencida em 24 de novembro
de 1816. 539390.Pernambuco 1 de
orbauo
dos, qn
os que
de Abreu, Joao Antonio de Mallos Abren.
Depois do qoe procedendo o aupplinante a jueli-
Urarao requerida, e sendo-me os autos conclusos,
nuiles profer minha sentenca do Iheor segninle :
A vislado depoiraento das leslemunhas de fl a fl,
e da disposicio do arl. 25 do decrelo 11. 737 de 25
de novembro de 1850, combinado com o arl. 53 do
nietmo.julgo por sentenca o dedazido na pelicao de
O eRrivao pasee edilaes cora o prazo de 30 diat
para serem aflWados not lugares do costme e "pu-
blicado! pela imprensa, como determina o arl. 45
no S 2 do citado decrete, e pague o justificante as
osla. Hecite 11 de dezembro de 18,55.Jote Bap-
lisla da Fonseca Juuior.
Nada mais se conlinha em dita sentenca, por vir-
lude d* qual te passou a presenil arla de editos
cora o prazo de 30 das, e hei por ella citados os
.......- ,"..v-v^.., .v. j.n.ii- supplicados constantes da relacao cima transcripta,
momo da 11 mandado dat Almas, a requerimaVnto de fnra que por si ou por seus procaradores, corapare-
Cllia iruian.Lolo so nriii-o.lu .Sil,. ..,..,.!..-.. 1 cim na nfimalr, "-----*- aui. ________at_
lieos guarde a V. S. Recife. cm sesiSo do con- 11269960, Manoel Joaquim Ferreira unul.'tra've'-
selho administrativo do patrimonio dot orphaot, 7 leda a 10 de julho de 1841 da quintil de 7859820,
de dezembro de 1855. Illm. Sr. Dr. Francisco! Feliz Jos Teizeiru da Cuaba urna letra vencida a
Jos da Silva, digoissimo professor de saude do col-
!i#n das orphaas.Darao de Capibaribe.Esta
conforme. O secretario. Manoel Antonio Viegas,
Illm. Sr.O consellio administrativo do patrimo-
nio dos orphaos recommenda a V. S., que 00 caso
de infelizmente apparecer nesla cidade e nade O-
linda a epidemia, (loe est grassando em diversas
provincias, se dirija incontinente ao collegio doe
orphaos, eahi faja a sua assistencia, para de promp-
lo serem toccorrides os educandos e empregado* que
forem arcommellidot pelo mal, podendo reqtlsilar
desdejo' a ambulancia quefr precisa.
Dos guarde a V. S. Recife, em sessao do con-
selho administrativo ao patriraoniu dos orphaos, 7
de dezembro de 1855.Illm. Sr. Dr. Joo Jos
Pinln, lgnssimn profettor de saude do collegio dos
orphaos.fiaro de Capibaribc.Et' conforme.
O secretario, Manoel Antonio Viegas.
COMMEHCfjT
rHACA DO RECIFE 12 OE DEZEMBRO AS3
II (I HAS DA TARDE.
CotacOet ofliciaet.
As-ucar innscavado regular bom29100 por arroba.
Frele da Babia para New-York 85 cents, por 5
arroba*.
ALPANDEGA.
Rendimento do dia 1 1 ^U. .... 159:3229529
dem do dia 12. jK .... 16:5679)32
175:8899601
Otsearregam koje 1.1 de dezembro.
I'alacho fraocezGeorgetmercaduras.
Brigue parlagueiTrocadordiversos gneros.
Bngue -uteoPrins Otearlaboado. '
Brigue ingle/.Crescentbacailiao.
Brigue ingles cenedem.
Barca inglesaUlsia llandamcrcadorias.
Brigue brasileiro Flor do Pidiversos gneros.
Hiato brasileiroAuroragneros do paiz.
Hiato brasileirotrun*dem.
IMPORTACAO
Brigue eco l>rin< O'car Frederik, vindo de Go-
temburg, consignado a' N. O. Bieber 4 C, maui-
feslou o seguinte .
569 curias e 11 taboas de pinito, 15 barris pie,
35 ditos alralrao ; a ordera.
Patacho trance? Oeorges, vindo de Dunkerque,
consiuVdu a' J. P. Aduar & C, manifettou o se-
g i are :
50 caizas chumbo, 5 dilas marmore, 1,40(> ladri-
Ihot de dito, 230 barris cemento, 1 caixat cachimbos
de barr, 203 tonel) vaaios, 12 caizas licores, 970
botijas oleo, 400 garrafdes vasios, 6 caitas calcado, 1
dita balancas, 0 dilai ferragei.s, 3 dilas chapeos, 21 leudo
dita* papel, 1 dita peluciadealgodao, 1 saccofcmo,|irsawriflo
21 de Janeiro de 1819 da quanlia de 3949 Ignacio
Marianuo Accioli urna lelra vencida a 23 de feve-
reiro de 1851 da quantia de IOO9, Joaquim Jos do
.Nascimento urna letra vencida a 23 de fevereiro d
1851 da quanlia de 1009, Jugo Evangelista da Silva
urna lelra vencida a 26 de fevereiro de 1851 da
quantia de 2859020, Miguel Rofiao Teiicira urna
Itlra vencida a 5 de julho de 1852 da quantia de
173i60, bacharel Jos Nieulo Pereira dot Santos
toma letra vencida a 12 de uovenibro di 1851 da
nlia de 6O9, Miguel Rufino Teixeira urna dita
cida a 24 de julho de 1852 da quanlia de 1.509,
Douiiagos do Passo Franca Ramos urna dila vencida
a 6 de maio de 1813 da quantia de 98, Jos Ber-
uardo de Araujo urna 1I1U vencida a 4 de setembru
de 1817 da quanlia de 199840, Franciscu Manoel
Beranger urna dita vencida a 18 de maio de 1819 da
quanlia de 311, Antonio Cabral da Cunha restos de
urna lelra1 vencida a 22 de fevereiro de 1839 209.
Antouio Eliasj Salgado urna lelra vencida a 28 de
marro de 1817 da quanlia de 109, Francisco Viccnle
do Val* ama letra vencida em outubro de 1842 da
quanlia de IOO9, Francisco Antonio Espindoli urna
letra vencida a 27 de novembro de 1840 d quanlia
de 379260, Jote da Costa Albuquerqae Mello urna
lelra veucida a 23 de Janeiro de 1841 dn quanlia de
509, Francisco Aolonio Espiodola urna lelra venci-
da a 29 de agosto de ISdtf.eJ quanlia di 263280,
Antonio Rodrigues da r ontiJFenia letra vencida a
28 de julho de 1839 da quanlia de 279880, Manoel
do Nascimento urna lelra veucida a 3 de abril de
1837 da quanlia de 1389120, Jos A Ivs da Silva
restos de urna lelra vencida em 7 de abril de IS39
da quanlia de 179600, Manoel Eugenio do Patroci-
nio urna lelra vencida a 29 de maio de 1811 da
quanlia de 99, cuja relacao se acha sellada com a
verba seguinle:Numero S. Pagou 160 rs. Re-
cife 29 de novembro de 1855. Carvalho. Li-
moeiro.
QE mais se nao conlinha em ludo aqui Irausrriplo,
e lendo a supplicanlc pruduzido suas lesUmunhas,
e sendo os aulos conclusos dei a scnleo*"fcdo Ihcnr
seguinte:
Allendcndo a inquiricilo de lolhas b verso a fallas
8 verso, pela aual se prova que os individuos meu-
eionados na relacao de folhas 3, esiao ausentes em
lugares nao sabidos, mando que para ser-lhesSnli-
mado o protesto constaute do termo de folhas 2 ver-
te, se pane carta de edilot com o prazo de 30 dil
Recife 1 de dezembro de 1855.Anselmo Francis
Peretti.
E mais se nao continha em dila sentenca aqu
transcripta, em virlude do que o escrivao qu* esta
subscreveu raaiidou pastar
los com o prazo de 30 dta*
chama e intima e hei por
devedores ausentes cima i
na peticao retro e ti
estatutos. Banco de Pernambuco 2* de
novembro de 1855.Joao Ignacio de
Medeiros Bego, secretario da direccao.
Pela primeira sessao da meta da consulado pro-
vincial se faz pablico aos proprietarios dot predios
urbaoos das fregoezias detla cidade e da dot Afoga-
qne 01 30 diai olis para a cobranza bocea de
do primeiro semestre de 1855 a 1856 do ira-
da dcima, principiara a ser ontadot dapri-
de dezembro prozirao em dianle, lodos
que drizaren de pagar oeste lempo ncorrerso
n molla de 3 sobre seus debijo.
.. aONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho adminutravo tem de comprar o se-
para a fortaleza do Brum.
Livrosem branco paulados de 200 folhat. 2 : faca
liainengas, (i. 1 1 *aaj
Companhia de aprendizes menores.
1 anellas de ferro para 50 praca, cadi ama, 2.
Provimenlo dos armazens do almonrifidn
Papel almico fino. rmas50 ; dii de peto,'ditas
16 ; tinta prela, garrafas 40-, lapit, duzai 6.
Ofucinaa de 1." e 2.a classe.
Collados de amarello, 6 ; cosladinbot de dil, 6 -
enchames de madeira de comdrucrao de 5 a 6 polc-
gidat em qoadro e de 20 a 27 palmos de corapri-
ineoto, 20 ; oleo de linhaca, arrobat 5 ; ocre, dilas
4 ; pos prelos, dilas 2; rois-terra, dita* 1 ; zarcao,
librdt 16.
Otfieinat de 3.* classe.
Lima, chatas sorlidis de 16, 14, (2,8,7, e64
polegadas, duzias 37 ; ditas mucat de 8 6 dilatTdi-
lat 16 ; ditas meia-canna tortidatde 16, 14,12, 8,
7. 6 e 4 dilas, dilas 32 ; diiit dita macas de 8 e 6
ditas, dilas 12 ; dilas triangulas de 6 e 4 ditas, dilas
16 : Itmatoesde 10, 8, e 5 dilas, dila* 12.
Ollicinas de 4." classe.
Limas dulas torlidas de l, 9, 8 e 7polegadit,du-
zus8; ditas dilaa meia-caana-maca de 8 poiec-
das, dilas 4 ; ditas meas-cinuas sorldas de 9, 7 e
5 ditas, dilas 8.
5.a ciaste.
Looa, peca 1 ; cooro de lustre, pellos 12 : fila de
13a para silbas, pecas i.
Fornecimemo de loza* as eslar;des militares.
Azeite de carrapato, caadas 7* ; dilo de coco,
dtlat 20; paviot, duziat 9; liosde algodao, libras
bi ; velas de carnauba, dilas 223.
Spalos feilM nao. t nesta como em safra quil-
quer provincia, pares 1304.
Quera VS" vender estes objectos aprsenla at
suas propaVas em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas do dia 17 do correte mez.
Secretara do conselho administrativo para ferae-
cimenlo do arsenal de guerra 10 d* dezeaibra de
1865.liento Jos /.amenhu Litu, coronel pretiden-
le. Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal e
tecrelario.
-
Pela delegacia de polica do termo de Gara-
nhuns te fiz publico, que ae achara rceolliidos a' ca-
deia da mesma villa os esclavos faajids.
Manoel, escravo de Marcellia* Alvo dos Sealos,
morador em Tapagipe, u-rmo da cidade da Baha,
com ot tgoaes seguales: crioalo, alto, grosso, com
ot olliot prelos, nariz grosso, labios grestot, barba-
do, representa ter 50 anuos.
Ftlippe, eteravo de Anua Mara de Sao Jet e
Arago, moradora na'Macarandolia, termo dac-,
dade da Baha, o qual Sera 01 signaes segolale*: ma-
lalo, oaris grosso, alta grosso, eabellos pagado*,
olhot pardot, barbado, cabellada nos pelo, repr-
senla ter trifila e tantos anuos.
Delegacia do termo de Garanhunt I de dezembro
de 1855.Francisca Aotooio de Carvalho, capilao
delegada.
Pela subdelegada da fregaezia de Sao Jos do
Recife te faz publico, que acba-saem deposito nm
oavallo pedre/, quo aadava vaaado pelas roas desla
cidade: quem for seu dono, justificando Ihe sera*
entregue. Subdelegada da freguezia de San Jote do
Recife 10 de dezembre de 1855.O subdelegado,
Eduardo Frederico Banks.
Pela tubdelegacia da fregaezia da Boa-Vista
se fas publico, qae fra appreiieodieo ase ada de-
positado um cavallo de cor castapha ; teu dono
comparec nesla subdelegara, que justificando, com-
petentemente Ihe ser entregue. Subdelegada da
Boa-Vista 11 de dezembta da 1855.O subdelegado
A. F. Marlios Ribeiro.
THBATRO
S. ISABEL.
Grande e extraordinaria represeiUeao
gynaitica em benelicio do Sr. Flix e a
joven peraambucana madamaselle Ale-
xandrina.
QGINTA-FEIRA 13 DE DEZEMBRO.
Depois que a orebettra tiver detempenbaaa pela
primeira vez neste Ihealrv a bella ouverUanda ape-
ra novaas Nsperas Sicilianas, principiara o ez-
neciaculo da maneira seguidle,:
1." porte.
O joveu Ernesto distar ubi pasea gracioso, ,
2." parle.
O joven Alfonso dansari um dllicil passo de sua
retente carta deedi-
a rsfjaj e seu theor te
a supplicados
de todo o con-
de protesto cima
tara na primeira audiencia deste juizo, logo que fin
dem ot dilos 30 diat, para se coociliarem cora o
supplicante sob pena de revelia, e o porteiro deste
juizo publicara e afiliara' o prsenle- no logar do
eoslume e te publicara' pela imdrensa.
Por isto (oda e qualquer pessoa, amigos oo eo-
nliecidos dostnppllicados poderao faze-los scen-
tes do qoe cima fica expendido.
Dada e poetada netta cidade do Recife de Per-
nambuco aoe 12 diat do mez de dezembro do 1855.
E eu Maooel Alejandre Gomes de Mello,. escri-
ao o escrevi.Jos Baplisla da Fonseca Jnior.
O Dr. Anselmo Franciscu Peretti, ronrftiendador
da imperial ordem da Rosa, juis de direito espe-
cial do comraercio desta cidade do Recife. cipilaL
da provincia de Pernambuco por S. M. I. e C.
Faco saber aos que,a presente carta de edil** vi-
rem. oo della noticia tiverem, que por parle de
Bernardino Francisco de Azevedo Campos me loifei-
ta a pelicao du Iheor seguinle :
Diz Bernardina Francisco de Ar.eveclefiampot.que
lendo ellerecebido de Jos de Paiva Ferreira Jo-
oior em pagamento duas letlras ua importancia de
3773743, ambas sacadas em 23 de maio de 1848,
cornos prazos de 9 e 10 mezes precisse com os ju-
ros estipulados de dous por cento ao mez na falla de
eut pagamento! reapeetivos, acontece Ier hillecioo
Antonio de Sa' Lavoteante Lilis, retpeajiavat palo
pagamento das dilat lellras e sea jorot, a como a
sua irmaa e raais herdeiros nao te saiba aonde ei-
itlim, vem o sopplicaule requefer a VatEie. se
digue de o admillir a protestar para conservado e
resalva de teu direito contra dita viuva e mais her-
deiros do dito Antonio de Si' Cavalcanle Lina, e que
se Ihe lome por termo o sea proletlo. pastando-te
carta de editos para terem intimados os supplicados,
alimdeinlerroaipersea prescriprao na forma 00
ariBo 453 paragrapho 3 do cod. do rominercio. P.
a V. Ezc. assim Ihe delira. E R. M.Caslello
Branco.
E raais se nlo continha em dita pelicao na qual
dei o despacho seguinle :
Tome-se por lermo e protesto do sopplicaute que
justificara' a ausencia dos supplicados. Kecife 24 de
novembro de 1855. Peretti.
E maitse nao conlinha no dilo deapacho a vista
do qusl o escrivao lavrou o lermo de protesto do
theor seguate:
Aos 27 dias do mez de n ivembro do anno do nas-
cimento de Nosso Senhor Jess Chrslo de 1855,nes-
ta cidade do Kecife de Pernambuco, no mea eterip-
lorio, veio Bernardina Francitco de Azevedo Caro-
pos, e disse peranle mira e at teslemunhis abaizo
assignadas, qoe proletlava contra os Supplica-
dos pelo contheudo de pelirao ut relro.e o fim nella
requerido e de carao astim o di.se e prolesloo, fiz
o presente termo em qua te assignou cora ai leste-
munhas presentes.
Eu Masimiano Francisco Duarle.escrivao privati-
vo jaizo do eommercial o escrevi.Bernardino Fran-
cisco de Azevedo Campos.Eslanslo Pereira de Oli-
veira, Huberto Alves Cavalcanli.
E mai- nada se conlinha no dito termo aqui trans-
cripto. o prodozindo o supplicante suas leslemuiiha* inrencao.
e sellados ot aulos subiram conclusu nos qnaa ,.__
depois de Ier. ver e examinar, dei e profer a seti.1^
lenca seguinle :
Atteudendo a jutlifietro de fls. a 5, -fainiral se
mostra que os juslihrados seacbam ausente* em I
gar nao taludo, mando que para ser-Ibais^
o protesto de fls. 2 verso 3 se passe carta '
cora o prazo de 30 das e cusas. Recite 5 de
zombro de 1855.Anselmo Fraucisco Perelli.
E maitse nao conlinha em dila seulenra.
virtude da qejal e escrivao que esta subscreveu,
passar a presante, pela qual e tea theor, te chama
cita aos ditos devedores auienles para carem
les do que cima fica ezposlo cora o
diat, pelo qoe loda e qualquer pessoa,
amigos ilus mencionados devedores, o*
tcieule do qu* fica dito.
E para que ebeguo ao c 'nhec4ma**a.__
mandei pasar oditaes que ser.iu publicados pela ia PosirOes acadmicas,
prensa, e afiliados us lugares desigaedoi'nfewaB B")'"I0res cembaleirtes ; 2., Belisano pe-
oinmercial. IMiaioias ; 3.a, Hercules esruagsudo Aullteo ;
Dado e pascado nesla cidade do liaofi, capital M Tilo e Roraulo ; 5., combate de Uoracio contra
provincia de Pernambuco aos 7 diastlwniez de JM lCariicios ; (i.-, o sacrilicio de Abrallao ; 7.-. a
zernbro de 1^15. ,,' "iP* de "
Ea Mizimiano Franeitaa- Duarle, esrrivo o subt-
cr*vi.Anselmo Francisca Perelli.
O Illm. Sr. in--peclor di Ihesouraria provin-
cial, era cumprimeulo da ordem do Eznr. Sr. pre-
sidente da provincia de ido corrale, manda tazar
publico quo uo dia 20 do inesmo, perante a junta da
fazenda da mesma Ihesouraria, te ha de arrematar
a quem por menos zer os reparos de 300 bracas
de embarreamenlu enlre os marcos de 7000 e 8000
bracs da estrada da sul, avahados ero 991 rs.
A arrema laclo tere feila na forma da lei provin-
cial o. 11:1 de 15 de maio do auno (indo, e sek> as
c'ausulas especiaes abaiio copiadas. 4r
As pessoas qu* se proposerem a esla arreanalacio
comparecam na sala da* settoes da mesma juata no
dia cima declarado pelo meio dia compateulemen-
tu habilitado*.
E para constar se raaadou afllxar o peseme e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 5 de dezembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Aiinunciicao.
Clausulo* especiaes para a arrematarlo.
i'. Ser.lo feilos dilos reparos de confurmidade
com o orcanienlu approvado pela drecloria em con-
selho c apresenlado a approvacdlo do E\in. presi-
dente ua importancia de 990JOOO rs.
2 O arrematante de\era dar principio as obras
no prazo de oito dias e conclu-las uo prazo de Ires
mezes ambos contados pela forma do art. 31 da lei
B. 286.
3. O pagamento da importancia da arrematarlo
reali/.ar-se-ha em duat preslacoes iguaes, urna de-
Jaseis de feila a metade dot reparos, a oulra quando
Itimados os momos reparos.
4a. Para Indo o que nao tur previsto nas presen-
es clau-ulis nem no ornamento seguir-se-ha o que
diipoe a retpeito a lei n. 286.
Conforme.O" secretario, A. F. d'Aiiaunciacao.
DECLARACOES
1 111 mmi'mmmmmm 1......ua .1...... i 1 mal i 11 1 ia*
O cuntelho de administracodo fardaajjMto do
Oorp de pollett precisa comprar 246 ptmsmaspa-
3.< parle.
O beneficiado dausarii ama grande danta ettra-
vaganle e Jermkiara com o grande sallo mortal.
4.i parte.
^^^^Bsciosa pela beneficiada.
5.* parte.
Dtata 4* corda sera maromua pelo eueucado.
(i." parle.
Adeslaeacao pelos jovens Aflbnto e Eroette.
^^1 7.pirle.
dllicil trabalbo sobre 12 f. irritas ezeca-
iciado.
8.a parle,
nglez subir al o tecle do Incaico
Mal.
9." parle.
:o, scena cmica, nU banefi-
o ; 6.", o sacrificio
Holophernet. _
Os bilhejes veudem-se de hoje ees diente o ttwa-
Principiar ti 8 horas.
~ATOOS MjUTIMOS
i
1
Companhia
DNAVEpq*64V*P0R
LOSOBiSILEIRA.
Devendo elte-
gar a esla al* o
renta praoe-
dente de is-
bo* o 1 atJnjaaaa
Pedro 11, com-
maudanleo l-
enle Niegas
do O', seguir*
depois da com-
petente demo-
ra pare a Babia e Rio da Janeiro: os prefendenles
a passagent dir^am-se ao agente Mauoel Duarle Ro-
drigues, na ra do Trapiche n. 26.
Real companhia de paque-
tes iuglezesa vapor.
, 211
desta mea _
pera-sedo sul
" vapor Tay,
Oimmandaate
Sawjer, o qoal
lepan da de-
mora do cosa-
me seguir* pa-
ra Sonihimp-
ton tocando nos pollas de San-Vrenle, Tenerirl,
Madeira e Lisboa : para paetagetrpe etc., trata se
com os igenles Adaniscu Howie & 61^ ru do Tra-
piche n. 42.
N. B-Os enrbrulhos que pretenderen* mandar
para SooihafXon dea era estar aamoeta iHmrs^
ante* dase Ctciwaarn a*Mas, e depaig clatu tam
nao se receber* embrnlho argam.
i
I


**

DIARIO 01 PfRtAIBKO QUINTA FEIRA 13 DC DEZEMBRO 11 1855
=
;
Para Lisboa
satura' nodia iSdocorrente, o patacho
portuguer. BRILHANTE: para carga ou
passageiros, trata -te com o capitao na
praca, ou com o consignatario D. J. F.
Guimaraei, na ra doQueimado n. 35.
Para o Hio de Janeiro .
segus com muil brevidade o brigue'nacional Flor
do Rio: para o rutante da carga e passageiros trta-
la mbm consignatarios, luac, Curio & C, oa roa
da Cros n. 40.
PARA O PORTO.
Salar cotn muita brevidade o brigue portaguez
Trocador, para carga 011 passageiros trata-se com
BarrQca Castro : na ra da Cadeia n. 4. ou com
o capitao na pra^a.
Lisboa.
-u.naj
m
A galera pcftugueza JOVEN CARLO-
TA segu para Lisboa ate 25 do corren-
te, tem a maior parte da carga prompta :
para o rertoe passageiros para os quaes
tem excellentes commodos, trata-se com
Novaes & C, ra do Trapiche n. 5i, pri-
raeiro andar, ou com o capitao na praca.
PARA A BAHA
sabe at o di 14 ou 15 imprelerivelmenle a su;
nacional llortencia : para o resto da carga e
geirosirata-se com o seu consignatario Anlonii
de Oliveira Azetedn, ruada CruI n. 1.
PARA A BAHA
vai seguir muilo brava a escuna brasileira Xelosa,
capitao Joaquini Antonio de Karia e Silva, por ter
inais de met carga prompta : para o resto ou pas-
sageiro.', IraU se o escriptorio dos consignatarios
: Carie j Ceeipanhia, roa da Croz d. 49.
n__ P.r-a a Baha, a sumaca brasileira llortencia
she impreterlvelroenle no da 14 ou 15 ; os Srs.
passogeiros qu nella lem de ir de passegem, quei-
ram-a's vir pasar boje, no esctiptorio de Anlonio
Loii de Oliviiir* Atevedo, ra da Crui n. 1.
Para o Rio de Jineiro segia impreterivelmen-
(e sabbado, 15 do correnle, o patacho hrasileiro S.
Froncif-o, por se achar com ,i seu carregamento
pronipto : s apenas pode receber passageiros e es-
eraros; a "tratar com o consignatario Eduardo Fer-
reira Bailar, ra do Vigario n h.
LEILO'ES! 5~~
O agenta Burja far laiklo em seu armazem, ua
ra do Collea n. 15, de um grande e varidq sor-
lmenlo de uhras de marcineria, entre as quaes so-
liresahem nm rice tanctuario, uma ptima secretaria
de Jacaranda, um suarda-vestidos, doos guarda-ta-
cas, ate, e diversas obras de ouro e prala, relogios
para algibeir.i, lanternas de vidre, candelabros, uma
porgan de candieiros franceses e inglezes para meio
de sala, looca o vidros ajara servico de mesa, etc., e
outras maitos objeclaajgejae se tornara enfadnnho
mencinalos, os quaes sarao vendidos sem limite de
preco algum, e uma grande porco da miudezas de
diferentes quididades, com um pequeo toque de
' avaha : quinta-fera, 13 do correnle, as 11 horas da
manota.
O asente Borja aulorisa lo pelo Exm. Sr. I)r.
jen de direi.o especial do conimercio, conformen
seu despacho proferido em requer metilo dos credo-
res da masan fullida de Silva cY Araujo, fara' leilao
de todas as dividas pcrlenceutes a' dita massa, as
qaaes montam a quaulia de 6:73tHB48, sendo
.":i2S5l5eiii letras muito boas, qussi lodaa por ven-
cer, e 1:316)30-.! em canias d livro, muilo moder-
na*, de pesetas capazes : sexla-feira 14 do correnle
a> 11 huras la roanba.
Scoll Wilson 4 C. farjo leilao, por interven-
go do agenle Oliveira, de 25 barris de alcalrao de
Slockholmo, -31 ditos de pite, 15 ditos de verniz de
cania, a de 5 oslrtelas de oan de linhaca : quinta
feira 13 do correnle. s II hora da inanliAa, no seu
armazem sil) no Forte do Mallos,o qual foi ootr'ora
de Vicenta I erreira da Costa.
Por despacho do Exm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio, exarado em re-
querimento dos negociantes Rostron Roo-
ter&C, o agente Oliveira fara' leilao,
por conta de quem pertenec', de dous
mil saceos de asquear mascavado, dos
quaes he depositario Jos Vello'zo Soares :
sabbado 15 do crlente, as 11 horas da
manba, no armazem do trapiche do
Angelo.
O aballo atsignado avisa aos >eus freguezes,
qoe anda tem porro de palvora graos, e lina para
vender, a qual se acia depositada na fortaleza do Bu-!
raco.Antonio Jos de Caslro
Precisase de 1 ou 2 bons ofliciaes de obras
grandes : na loja de alfaiate da roa Nova, esquina
da ponte.
ltoga-sea todas a autoridades, peasoas parti-
culares e ca pifaos de campo a captura de uma mola-
linha por noine Anua, da idade de 14 a 15 annes,
edrde canella. reforjada do corpo, j com seio, ros-
to redondo, ullios grandes, bem parecida, denles es-
nonlados, urnas costurinhasde glndulas no pescoco,
urnas argoliohas de ouro as oreltao", vestido de flo-
rinhas 4 assento roso j osado, cabello aparado e
nao muilo crespo e bem prelo : era muilo bem
sralifleado quem a levaron der noticia no pateo do
Terco o. 40. .
Attenco.
Oca"utelista Antonio da Silva Guima-
raesvendeu o n. 1906 com o premio de
2:5<>n,s<)00 rs. em 4,quartox da lotera de
Nossa Sen hora da Conceiro dos milita-
res, assim como ouUos de 20.s\ 100,s e 50s
-s Recife 15 de dezembro de 1855.
O cautelifta, Antonio da Silva ('mima-
ra es.
LOTERA da provincia.
O Un. Sr. thesoureiro
manda fazer publico, que
se acham a venda os bi-
lhetes da segunda parte
da terceira lotera, a be
neficio do Gyunasio Per-
uaiubucano, cujas rodas
andam no da 22 do an-
dante mez. Tesouraia
das loterias 13 de de-
zembro de 18.55. Luiz
Amonio Rodrigues de Al-
meida, escriv&o das lote-
ras*
Os cautelistas Olivei-
ra Jnior & C, venderam
a sorte de 1:000,000, no
bilhete inteiro n. 5825;
o possuidor do dito bilhe-
te poder vir recel^e^os 8
por ceuto da garanta; no
escriptorio dos mesmps:
Tainbeui venderam em
cautelas os seg-itintes n-
meros.
5972
562
2124
3262
CONSULTORIO 00$ POBRES
* O &U NOVA 1 ANBJaB Mf
O Dr.P. A. Lobo Moscozo di'consultas homeopalhicas todos os dias aos pobres, desdo 9 bofas da
manhaa ateo meio da, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noito-
OOereco-se igualmente para praliear qualquer operado decirorgia, e acudir prompta mente a qual-
quer mulher que estoja mal de parto, e cujascircumslancias nao pennittam pagar ao medico.
10 (mmnm do dr. p. a. lodo mozo.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE :
Manual completo (fe meildicina homeonathica do l)r. ti. 11. Jahr, traduiido.em por
tuguez pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous e acompaoliadodo
ti tu diccionario dos termos de raediciua, cirurgia, anatoma, etc., etc....._ 'JUSOO
Esta obra, a maisimporlanle de todas as que iratam do estudo e pralica da homeopathia, por|ser a nica
quecontm abase fundamental Cesta doulrinaA PATUOGENESIA Oti EFFF.1T08 DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SALDEconhecimenlos que nao podem dispensar as pea-
soas qoe se ipierem dedicar a pralica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que quizerem
eipcrinientari doulrina de llalinemann, e por si mesmos se convenceren da verdade della: a lodos os
azendeiros eHahores de ensenho que estilo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos eapiles de navio,
qoe urna ou oalra vez nao podem deixar de acudir a qualquer iocnmmodo seu ou de seus tripulantes :
a todos os pais de familia que por circiimslaneias, que n.m sempre podem ser prevenidas, sao|obriga-
dos a preslar in eontinenli os primeiros soccorros em suas eofermidades.
O vade-mecutn do homeopalha ou irsiluc^ito da medicina dometitica do Dr. Heriog,
obra tiimbain ulil s pessoas que se dedicam ao estado da hemeopalha, um tolu-
me Kri^id(companliado do diccionario dos termo, de medicina...... 10JJOO0
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. 39000
S_em,verdalBros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopathia, e o proprietario deste estabelecimenlo se lisongeia do te-lo o mais bem montado possivel e
uinauem duvida hoje da grande superioridade des ens medicamentos.
l'RECOS INVARIAVEIS.
Bolicas da 5" oo DO dvnamisacio. Menores.
\-2 tubos.......................84WO0
24.....................' I3000
36 .......................^*X>"
48.........................iWWOtl
60 ............* -......309000
144..........................t>090OU
Qualquer destas bolicas em linduras, o dobro.
Cada tubo avulsu.....................
Meia ou^a do qualquer lindura dn quinla dyuainisarai..........
L'm frasco da v*rda>lcira lindura de rnica..............
Na meaanaeaia ha sempre a vcnda^griude numero de tubos de crystal de diversos lamanhos,
vidros para nfWicamenlos, e prompla- qonlqucr encominenda de mediramenloseom toda a brevida-
de e por presos muilo commodos.
De
De
De
De
De
De
Grandes.
109000
209000
239000
309000
3J9O00
19000
23000
29000
i
TRATAIEITO H0IS0PATHIC0.
Preservativo e curativo
DO
H-I-r: *

tssftjii
w. *,
S l'l 1)11 AS 1'UI.I MISAS- *
] Aderemos de brilhanle
J diamantes e perolas, nnl- '"
'< ceirns, allineles, brinco. <>,
* e rozeias, hoies e anneia :
fc de dill'erenles goslos ede ^
j? diversas pedras de valor. f
* Comprani. vendem ou '/
^ Iroram prala, ouro, bri- |
aj Ibanles.damanlesepero- ^
;- las, e ou
t joiasde va
i. ou por obras.
C4t9'> '
aWMri
i
i
OURO E PRATA-
Aderemos completos de ,,
ouro, mewsditos, polcei- *
ras, ailiiieles,
brinco! e J
ro/etas, cordoe, trance- ,
LOTERA DO RIO DE JAIEIBO.
Acham-se a venda o novo bilhetes da
loteria 1 do theatrode San-Pedo de Al-
cantara, que devera correr 3 ou 4 do
corren te; a listas esperamos' pelo vapor
nacional S. SALVADOR, a 18 ou 19 :
os premios sao pagos a' distribuirlo das
mrsmas listas.
f recisa-se fallar com o Sr. Manoal Mendos
Ferreira Gu.imaraes, ou com pessoa ooearregada do*
negocios do mesmo : em casa d. Patn Masa & Com-
panhin, ra do Trapiche Novo o. 10.
Quem precisar de um rapaz de boa conducta
para qualquer arrumacao commercial, q,qual enlen-
de o idioma francez, dirija*e a loja n. 3 prxima
ao arco de Santo Antonio, 1 fallar cora tiuilharire
da Silva-Goimarfies.
Precisa-se de uma ama para o servico ialemo
de urna casa de pouca familia : na ra da Cadeia de
Sanio Antonio defronte da ordem terceira de S.
Francisco n. 1.
aviso impor-
tante .
Os abaizo assignados, donos da nova loja de oori- O 39 A, eonfionte ao Rosario de Saoto Antonio,
ves da aoa do Cabuga n. 11, confronte ao pateo da visa ao respeilavel publico, qoe reeeheu caiiihfits
matriz e ra Nova,fazem publico que eslao comple- as mais delicadas que tem vindoaesta prac, assim
lamente surtidos dos mais novosehellos gofios de lo- 1 como confeitos ; dio se para amostra vindo penhor.
das as obras de ouro, necessarias lanto para senho- |a-n 1 _-
ras, como para hpmens e meninas, e continuara oep^enua ae_ passaporle (
M0RE1RA DARTE.
LOJA DE OtniMS
Ra do Cabuga' n. 7.
. lins, medalhas, correutes >
Recebem por to- lttSS'Zl
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
23 I moderno gosto, tan-
to de Franca como
K- ouro. S^
^ Apparelbos completos, &
^, de prala, para cha, ban-
<. dejas, salvas, easlicaes, *'
sk colheres deaejtme dech, ?.
X e muitns oatMa objeclo. *
o de prata. ii
de Lisboa, as quaes vendem por
preco eommodo eomo eostumam.
JOIAS
CH0LERAM0RI3US,
PELOS DRS.
_er5 5: BJA-
ou inslruccao ao povu parase podercurar desta enfermidade, administrndoos remedios mais ellicazes
para ata/ha-la, emquanto:serecorreaomedico,ou mesmo paracori-la independenlelestes nos logares
M ,0* TRAMJZIDO EM PORTDOTJEZ PELO DR. r. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doos opsculos contmas indicacOes mais claras e preeisus, e pela sua simples e coocisa esposi-
ci esta ao alcance de lodas as intelligencias, nao s pelo qne dizrespeilo aos meios curativos, como prin-
cipalmente a.s preservativos que lem'dadoos mais satisfactorios resultados em toda a parle em que
elles tem sido pojlos cin pralica. __ *
Sendo o tralamenlo homeopalhico o unlcoque tem dado grandes resultados no corativo desla horri-
velenrermid.de, julgamosa proposito Iraduzir este dous importantes opsculos em lingua vernecu-
lajpara desearte facilitar a sua leilura a quem ignore o rrancei. ^^
Vende-se nicamente no Consultorio dn traductor,', ra INova n.52. por 'ijOOO. Vendem-se tambera
os medicamentos precisos e bolicas de 12 lubos com un frasco de lindura IO9OOO, um dito de 30 tubos
mooo.
a visos jrvEJasos
O abaixo assignado fax sciente que Manuel Au-
gusto Candido Pereira, deixou de ser seu cobrador
de dividas de.de o dia 25 de novembro de iaV>.
Mauoel Moreira da Costa Duro.
tleorce Psjchell, lendo de retirar-se para In-
glaterra, d'ixa por seu baslanle procurador, o Sr.
Benjamn TucVness, para dirigir os negocios di
casa commercial dos Srs. Roslron Ilooker & C.
Os Srs. que levaram por empresr
mo'volumes d collecrio do Diario de
Pernambuco de julho a dezembro de
1858, e Janeiro a junho d 18H,perten-
cente a et.ta typograpiifi, ti;iiliairi a bon-
dos mandar trazer, q\iesao neces-
sarios. S
O Sr. Manoel Antonio Sjmoes do
Amaial tsm carta na ra do (Jtietmado
n. ii, loia.
1IAIA IRIA'OS.
Tecrs.n honra db participar ao resptfita-
velp*ablifueteemaberto urna nova loja
e fbrica de chapeos na ra do Crespo,
no sobradomovoxiue ftiz esejuina para a
ra da Cadeia, aonde os compradores
acharuo iksde boje em diante um !bello
sortimentu de chapese lazendas teiiden-
tes as miismoestabeleciinento, e por me-
ns pretjo doque em outra qualjuer parte,
tanto em porco como a retalho, e desde
ja-lhS reaimmendam chapeos francezes
de* bqntla e elefrantes lormas e 'de boa
(pialidade, ditos feitos na tet ra de todas
^isqualidifesde palba, seda, e mon
j>ara senhora, de lustre |>ara pagerjOe um
500,00o.
200,000.
100,000.
100,000.
Oliveira Jnior Sf C.
lotera i>\ riioviMiv.
O cautelista Salusliauo de Aquiuo Ferreira .vis.
as pessoas que compram bilhetes e cautelas das lote-
ras da provincia para negocio, o qual esta resolvido
a vender 01 referidos nilheles e cautelas pelos presos
abaixo declarados, diuheiro vista, sendo a quantra
de IDO.? al 1:11005, permaneceudo firmes estes pre-
cu- em quasMouao se alterar o plano actual de 5,000
bilhetes, pelo qual sito evlralndas as loterias da pro-
vincia. Sao pagos sem o descont de 8 por cenlo do
imposto geral, na ra do Trapiche n. 30, segundo
audar.
Recebe por inteiro 5:0005000
o 1 2:5OOSO0t)
1-.66G$U6o
1:2oO30U0
1:0009000
o 6258000
5009000
2508000
Dilheles 5*400
Meios 287110
tercos": 138*)
Quarlos 138D
Ouinlos tsoati
OiUvos 4> 680
Decimos 560
Vigsimos 280

ricosortiment de galoes linos,
e ouro pnt;a o mesmos; chapi
francezeti o inglezes, ditos d
liomens, meninos esenhoras
para hoiaem, men
. *ter3To"i"is
apronte qualquer encomm
ao mesmo estalieleciment,
precos niaisbaiatos do que
quer parte.'
No hobil da Europa d-se 14}XI
por um mileqpe de 20 aoitos de idar'
Alut;a-se o segando an lar c
Vigario n. 2!), piolado de novo ;
Collegio 0.I6, lerreiro'andi.r.
Desojase alugar um isrravo possanl
qnem llvir iliriia-se a roa irireita n. 2.
Uriugar um. preta captiva que saiba
trio da. Boa-Vista loja n. t.
aviso ao publico.
Em fluencia da
falta de tre Hpiudos, as
cautelas d iiiteliqlus
abaixo assgJaiBs de \
mi menor de !SO,000 rs.
849,0 pagas em continente
nos swiiis pontos da ra do
n 11 .. ____ j _
Collegio 11. 15
Rosario estreita
ra do
17.
Oliveira Jnior & C.
CABRIOLET AMERICANO.
Quem annunciou epterer comprar um
caliriolel americano de 4'todas, dirija-sc
a rita do Trapiche p. iO, segundo an-
dar.
l.ira llermnda da Silva, viuva do tinado An-
tonio Dias da Silva Cardeal. por si e como cabeca p
administradora de seu casal, e na qualidade de tu-
tor* do ssus lillios, avisa a lodos os devedores eons-
laoles da rnlario cima, qoo esl.'i resolvida a liqui-
dar as referida\ dividas, e oulras mais modernas, que
por Uto nao foram mencioiaias na referida relajo,
coi algira abatiineulo etn favor dos devedores ;
per 840. aquellr* que quizerem tirar os seus credi
Ua, dirijiim-se a s.a caso n. 1G, na ruad. Praia de
800I11 R'la, porque para di!.as liquida^Oes requerer;
a complanle licenra an f r. Dr. juiz de orplians,
perant. qoem est (alendo seu invena rio, e n. qual
foram declarados todos os devedores do sea casal,
qssar a*de conta de livro, quer os por litlos : por
kss tSm seotlos, odevein fuer notes das par til Isas :
acto 4a qde ollmado o inventarte, aquelles que s3u
tivertm feito seat* pagaroenlos mrSo ajaitidos.
G caulelista
Salwtiano de Aquino Ferreira.
OH'erece-se uma ama de boa conduela para o
servido de casa de nm homem solleiro ou de pouca
familia : quem precisar, dirija-sc a Boa-Visla, bec-
co dos Ferreiros n. 4.
Troca-se un oratorio que tenlia 4 palmos de
aliara, lendo duas imagens, uma N. S. da Coucei-
c2o, oulra de Christo, ludoem bom estado : em casa
do sacbrisino da ordem terceira de S. Francisco..
O abaixo assignado declara, que nada deve a
Manoel Moreira da Costa Duro,, e pede a esse Duro
declare com verdade o raolivu por que o abaixo as-
signado deixou de cobrar as suas dividas, sfim de
que nao fara o publico juizo destavoravel a
Manoel Augusto Candido l'ereira.
Precisa-se por .luguel de duasprel.s escravas
para fazerem o servido de um casa de familia, e tra-
tareis de enancas : quem as liver, dirija-se ao por-
leiro da alfandega de-la cidade na me..na repartido,
das 8 lior.. da mandila as 4 da larde.
Traspassa-se uma hypolheca que existe no so-
brado n. 8 da ra do l.ivramento desla cidade, em
uma parle do herdeiro J0A0 Lucio da Cusa Moolei-
ro, no valor de quinheutos e sessenla e lanos mil
reis, a qual parle e-la sujeila ao debito de 2008 de
capital, e correndo o juro de 2 por cenlo .0 mez :
quem este neocio pretender, dirija-se a ra do Ran-
gel u. 60, que achara cura quem tratar.
O arrematante do imposto das a rehenes desle
nicipio taz cerlo aos donos de eslabeleciinenlos
tuadus ua estrada nova eos da freguezia da Varze.
t ajbarreiras ju Cacbanga, que no dia lii do cor-
lele rUendc mandar alerir os mencionados esta-
os, e por isso se devem .prevenir appro-
Ja^^ara occasnin.
h|h abaixo assignado declaro para conliecimen-
P^pEilquer a qu^m possa nleresssar, que nada
aol a dever a meu fallecido irmAo Dellino Goncal-
> Pereira Lima com quem negocios tiv, lendo-me
mesmo dado as precisas quitaees lio ajuste Onal de
conlas ; porm como talvez algumas leltras
towem ioulilisadas em virtud- da boa f e con-
aempr. presidiram as nossas Irausacces,
Inte de. larai.Ao, leudo em vislas apenas
isices em conlr.rjo do que acabo de e\-
12 de dezembro de 1855.
Mauoel (ninralvo- l'ereira Lima,
annanciou por este Diario pre-
para alugar, sendo que anda nao
negocio com oOlrem, uueira diri-
Boa-Vista. ra da Sau.^de, ulli-
lo norte.
Sr. Fraocisco Pereira Pinto 0vd-
li o favor apparecer ra dos M^rtyrios, laner-
lia n. 36, isto no prazope 3 dias, que militse Ihe
deseja fallar. .
UOerece-se um mofo hrasileiro para caixeiro
de alguma casa eslraugeira. ou escriptorio de advo-
gado, o qual sabe bem ler, escrever e contar, e tem
alguns preparatorios ; quem precisar dirija-se a ra
Direlta n. 86, segaudo andar.
Precisare de nina ama para lavar e engom-
mar para uma cnaura, e para comprar : oa ra Hi-
reila n. 86, segundo andar.
Attenco.
Os senhores qve tem conlas do auno passado e do
presente anno com o hotel da Europa, hajam de vir
safeslazer os seus dbitos no prazo Ue dias, do cou-
irio erAo seus nomes publicados nesta folha. Kc-
cife 13 de dezembro de 1855.
Precisa -se de 4009 a jar.x sobre uma escrava ;
na ra da Concordia o. 26, se dir, ou annuucie
fwMsa Senhora da Conceiro.
U padre guardiAo do convento de Sanio Antonio
deala cidade, avisa a todos os fiis devotos, que tem
de fazer resplandecer a solemnidado da inmaculada
Concei^Ao da Virgcm Mara no din 23 do corronle
mea, deizaodo de fase-lo em seu proprio dia por ha-
ve-la festejado neslo mesmo dia o Bsiu. Sr. Bispo
Diocesano; outrosim avisa, que nodia 13dosupro-
dito mez as 1 horas da tarde terAo locar a b-ncAo da
inesma Senhora e o levanlameulu da bandeira ; e as
7 da noite dar-se-ha principio as suas novenas, sendo
esles actos pamente solemnisados : paranlo espe-
ra qne todos os liis concorrnra com suas esmolas e
assislencias para mais ubrilhanlnr esses aclos de re-
ligio, alim de que rogando a inlercessAo da mesma
Seuhora, padroeini e advog.ida nossa, olla nos pre-
serve do terrivel llagello que nos aineac,u.
Ernesto Jo- da Konseca, cidadAo porto
natural de Lisboa, de profissAo marilima, vindo co-
mo passageiio do Ko (iraode do Sol para Pernaa-
buco com escala pelos porlos do sul, no patacho hra-
sileiro Aitrea, registra pelo rceistro da anude no ou
do correnle, o qual faz publicar pelo Diario'f,
segunda-feira, 10 do correnle, em lugar de ErnesV
Jos da Fonseca publica Anlonio Gomes Rodrigues,
noma Improprio do passaporle, qua-i que dislracjlo
do Sr. offlcial encarregsdo do registro da saude, con-
forme iiiformou o Sr. empregado da polica, por nflo
Roa-e a pessoa que tem em sen po<
losdeeiecur;an, nns quaes he appellanle Francisco
Jos Rodrigue?, e appellado, J0A0 Francisco Kegls
Quinlella, como lestamenleiro do padre Manoel da
Fonseca e Silva, que os faf.a remelteripar. o cario
rio a que pertencem ditos autos.
Aloga-se um sitio com casa de vivenda, em
Sanl'Anna, por anno ou lempo de fcsla : a tratar na
ra do Vigario o. 7.
L'm familia que se relra, lem para vender
um boi e uma vacca tourina, e ahumas crias da mes-
ma ra^a : quem preteuder, dirija-se a estrada nova,
sitio do Forte.
Quem lver uma escrava que saiba fazer o ser-
vido de uma casa de pouca familia, dirija-sc a ra
do aterro da Bo.-Visla, casa n. 12, oo anuuncic pa-
ra ser procurado.
Do sitio das Kozeiras do leneole-coronel Joa-
quim Elias de Moura desapparecco, na nuile do dia
2 do correnle nm eavallo vindo do en.genho Sanla-
Anna ; cor alazAo, dous pos calcados, com as ancas
Hadas do sangue, carregador baixo. fio mesmo
sitio cima Spparerea na noile do dia 3 um oulro
eavallo sellaao c enfreiado: qoem for seu.dono deu-
do os signaes certos Ihe'ser entregue
No largo do Parazo, primero rarloro de or-
ph.ios, precisa-se fallar com loaquim de tal Lima,
ir man do menor Betuno Gnuralo do Espirito Sanio,
a negocio que muito interessa ao mesmo menor.
Lkjuidaco
O arrematante da bem conhecida loja
da ra dos Quarteis n. 2V, vende p ir me-
nos do que se poderia comprar em pri-
erosao-| meira mao, salim de liquidar, um ri-
quissimo sortttnento de miudezas as mais
linas, consistindo nas(|uepassa a demons-
trar : facas para sapateiro a 600 rs. a
duzia, grava tas e manas para, ditas a
1.S000 rs bicos de blond a 320, OO,
CiO, 800 e 1.^000 ts. a vara, bico de li-
nho para todos os prero, tanto peca co-
mo vara, peras de froco de cores dil'eren-
te> a iOOrs., ricos quadros com moldura
domada, detamanho de 2 palmos, com
Autig-a galera e oiHcina
de Dag'iierreotypo.
Aterro da lioa-Vista u. 4- terceiro
andar.
A esta casa acaba de chegar de Pars um rico sor-
lmenlo decaixiaajaas. tiu.idros. molduras, passe-par-
touls, cassolelasl^Hne*|. de ouro com esmalte e
sem elle, para ca|Bdpi retratos e cabellos ; lin-
do mimo para fesW "mcsr-ia casa cunlinua-ae a
estampa de santos a 800 rs.. meia de al-
godao para homem, dzias a l.S'iOO. ditas
azues a l.s00,espelhos de gaveta duzias
a 2)560. chapeos de sol de seda cabo de
caima a CsOOO rs., ditos de panno a
LSiaO, bengalas linas a IS400, ditas or-
dinal iasa .'iOOrs.. chicotes linos de baleia
para caallo a l.sSO, linhas linas para
bordar, novello grande libra a 1$900,
escovas para cabello.a 00 r., peras de
franja com bolota para cortinados a
.S'OOO, incias linas para senhora duzia a
3$200, ditis para homem a fJOO, laade
cores i>ara bordar libra a 7.S00, ineias
linapara meninos, duzia a2.S'50O, cartas
Irdjcezas para lecart duzia a ^ifOOO,
pentesde ehifre para alizar a 700 a du-
zia, papel de peso superior a 2 ma, dito almaco a 2s200, pennas d'aco
em carteira* a 80 rs., meia* de cores para
meninos a 20opar, grozas de linissimos
procos sempre muilo em conta ; os mesmos se obri-
gam por quaesquer obras que venderem n passar
uma conta com responsabilidade, especificando a
qualidade do ouro do 14 ou 18 qutales, (cando as-
sim sujeitos por qualquer duvida que app.recer.
Serafim & Irmilo.
Uma pesso. versada em lalm. francez, inglez,
porluguez, geographia, geometra, arilhmelica e phi-
losopha, ensina para a freguezia de Sanio AntSo ou
parle conjuncta a ella : quem precisar apnunce.
Francisco dos Sanios Res, ou por mais conhe-
cidn Xisi, previne a lodos os san frgaezes, que se
arrancham e davam animaos para tcalr, lauto desla
praca como fra della, qoe mudou a sua casa de
rancho daroa dasincri Ponas n. 150 para a ra
Imperial n. 112 junto a fabrica d sabAo, que la
acharan muilo bons commodos para se acanchar.
com nma bella estribara coberla e eslivla ajeara
animaes de etlmacAo.
Quem precisar de uma criada porlugnezn para
>ser\ ico interno de casa, a qual corla vestidos ei
faz toda a qualidade de costura ; dirija-se a roa ds>
Pilar, em Fra de Portas, casa n. 63, oo annu#s|L
sua morada.
tirar rctr.'lo. com luda a perfeico, lanto de criau-1 lapis envernizados a OJfOOO, gl'OZa de ra-
r' netas linas a 2s)0, duzia de linha de
carritel a 520, caixinhas de linhas de
marca a 240, lacre lino libra a 2,s(i00,
clchete pretos em cartto a 80 rs., pe-
de lita de cores a oOO, grampas, li-
em qualquer logar retratos de pessoas moras. Ti-
ram-se tambera retratos em slereoscopo, slo he. de
inaueira a aprescnlar a pessoa etn/Uppvo e ao natu-
ral. Incumbem-se de tirar cupiasTm daguerreoty-
po de edificios, paisagens, relraloi, eslaluas e qua-
dros. Esislem para esses trabalhos dnas cteellcnles
machinas novas, ebegadas nllimamente, sendo u
dallas dos celebres autores V verle-se que nAo se entrega retrato ol Irabalbo al-
gum sem eslar perfeit. semelhanle e ao gosto de seo
dono. A galera e ofiicina estar aborta desde as 9 (|(,
horas da manhAa al as 4 da tarde.
I*
C0Z1NHEIR0.
Precisa-se alugar um cozinheiro que
saiba bem cozinhar o diario de uma ca-
sa paga-se bem: na ra do Queimado
loja n. 17.
Aluga-se uma ama forra ou escrava para o ser-
viro de uma casa de familia, que eugomuie, cozinhe
e lave : detraz da malriz da Boa-Vista n. 5.
Hoga-se ao lllm. Sr. fiscal da freeuezia de
Saulo Amonio, que lance as suas vislns sobre o bec-
co da ruaMo Baugel, era cuja esquina mo;a o bem
conhecido Queiroz, por ser anligo criador de purcos,
onde existe um grande deposito delles, cuja malanga
se faz diariainenle com grande prejuizo da salubrl
dade publica, e iocoraraodo de toda a visinhan^a,
pos que sem respeitar as horas reservadas ao socego
publico, atrpela os moradores acordando-os com es-
Irondosos gritos dos ditos animaes por occasiio d.
I lies dar a morle; acresce mais, que lorua-se o nec-
eo intransitavel, anda em pcior estado depois que
foi calcado, porque he um foco de corruptos lqui-
dos, lauto do lado do dilo deposito como do proprio
quintal da sua morada. O dito Queiroz he tao perli-
na/, em abusar da. posturas da cmara, que nAo (ez
o menor caso de um annancio interrogativo que j
foi publicado por esle Diario sobre o mesmo assum-
pto : e emque lempo se pratica desla furnia '.' quan-
do a pesie nos ameaca : ao o-esin,, tenjapo que reli-
ra-se o maladouro vaccuin para a Cabanga,consena-
se o muito inai*j)erigoso dentro desla cidade.
A HOMEdrATIIIVEO CHOLERA.
nico tratasjpbto preservativoe curativo.
DO
CHOLERA mOBBUS,
Pelo Dr. Sabino Olegario I.udgero Pinho.
Acaba de sabir luz esle eicelleute opsculo, qoe
muilo deve contribuir para a salvacAo do povo oo
Iralamenlo da epidemia que se recis.
Vende-se por..........18000
He deslnbtndo gratis aos senhnresassi gnantes do
therouro Aomeopai/iieo.ou lademecum do horneo-
palh'i e igualmente a lodos os Rvms. Srs. vigarios,
que acredilam na n\>meopalhia.
Consullorin central homeopalhico de Peroambuco
(Mundo Novo) n. 6.
AOS SRS, HOMtEOPATHAS, E
AOS AMIGOS DA HOKEOPA-
TE1A.
Aproxiroaodo-se desla provmca o lerrrivel llagel-
lo do cholera lenho a honra de Convidar aos homueo.
pslhas, e aos ainicos da homtnopalhia, que quizerem
picslar seus servidos a humanidade, para uma reu-
nido que ler lugar no dia quiila-feira til do corren-
te pelas 4 horas da larde no consultorio cunta! Iio-
iniropalliico, ra de S. Amaro < mundo novo) u. G.
Nessa renniio tratar-se-ba dos meos mais profi-
cuos de exercer a caridade em favor das clanes des-
validas, que possAo ser acomedidas da epidemia, que
se receia.
Tralar-se-ha igualmente de eslabelecor as diffe-
renles freguezia, desla cidade, as de Olinda e em
quaesquer oulras localidades da provincia, punios
sanitarios, onde os pobres posteaji'recsber gratuita-
mente os remedios preventivos, e os qoe forem ne-
cessarios par. o curativo do mal, caso appare^a.
(ara cssa reuniAo huinanilaiinno julsuei uecessa-
rin dirigir convites especiaes, por me parecer que se-
ria isso duvd.r do espirito de 'c.ridade que anima
esle povo maguanimo.
Os que de mira liverein algum ressentiinento bem
ou mal fundado, sacrilquem por uma hora esse -en-
limeulo no altar da huiiianid.de.
Com us amigos cont eu.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Aviso importatitissiino pa-
ra os senhores loga do-
res das loterias. |
0 cautellata Salustiano deAauinoFer-1
-reir avisa aos senhores jugadores das lo- j
terias da provincia, que os precos dos bi-
lhetes e cautelas licatn firme como abai-|
xo se demonstra, o quaes sao pagos sem .
o descont deoito por cento da lei, em- | ?* *> Aarn- Mundo-Soto) n. 6.
,' -...... O Dr. SajA.Olegario I.udgero Pinho d
quanto existir o plano actual de oOOO di- -
Hieles, pelo qual sao extraliidas as lottt
riasda provincia.
folha corrida.
Luis Juso da Kucha, lendo o Diario de quarta-
fera, 5 do correnle n. SI, nella deparou com ama
lista de devedores casa de Francisco Rodrigue* da
Cruz, c porque nao lem conlrahido dehilo ajf^H|
declara ao respeilavel publico, que nAo deve a
casa, e para que nAo baja equivoco de nomes, (lea
d'ora em aliante assignando-te por Luis Joa da Ro-
cha Pinhero. Recife 11 de dezembrod. 1855.
O coronel Traj.no Cesar BorUmaque embar-
ca o seu filho Joaqaim Ribeiro de Brito Uurltinaque
para fura do imperio.
Alugam-se o segundo e terceiro andares daqa-
sa da ra 4a Aurora em que eslev. o hotel if Eur-
pa : a tratar na ra da Praia n. Ti.
^U- O primeiro secretario inteiino da sociedade das
arles mecnicas e liberaes desla cidade, convida a
lodo os sncius fiara se reuninm em assembla geral
uo dia 13 do correnle, as 7 horas da larde, na sala
(las sesscs da referida sociedade.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Anda exslemnlguns exemplaresenquarternados,
e arbam-se n' venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de Frailes & C, esquina da ra do.Coll.gio,
e em esa do .olor, paleo do Collego.sasa amarella,
no primeiro audar.
Precisa-se de uma ama para uma casa de pon-
ca f.mila : ua praca do Corpo Sanio o. 17. v
Novos livros de homeopathia em francez, sob
lodas de suinma imporlaneia: .
llahncmann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
lumes............2tt0O0
Teste, molestias dos meninos.....68000
Hcrng. homeopathia domestica.....7JWO0
Claodino do Reg Lima, despachante pela reper-
licio da polica, lira passporln par* fra e dentro
do imperio, e folha corrida, por eommodo proco:*
na ra da Praia, primeire andar n. 43.
Pela subdelegada da freguezia dos Afugastos
se faz publico, que acha-se recolhidu a casa de de-
lenoao o prelo Rayinundo, ecravo, que diz sor do
Francisco de Mello senlior do eiigenho Santa t>nt;
quem se jolgar com direilo ao mesmo compreos,
que provando legalmeole Ihe ser entregue. Subde-
legada da freguezia dos Afogados 11 de dezembro
de 1855.O subdelegado, Francisco l.oiz Maciel
Vianna.
Forlaram ao abaizo ^assignado na loja do Sr.
Jlo Falque uma carleira comeado 2 sdalas de2009
rs.. meio bilhete da loteria da Coucec,ao o. 3587, e
um qoarto da mesma loleria 11. 2663, cuja lolerts
correu honlem : pelo qual roga os Si. Ihetoareiro
e caulelista, uao p.'guem ditos bilhetes Matoso
abjso assignado, assim como orna lellra da quaulia
ootOI aceila pnr Florencia Mara da ConceirAo.
Joaquim Jote Cordeiro ie Mello.
O abaivo assignado .vis* aos seus anligo deve-
dores que venham oa mandem pagar as sos. dividas
(anlo de conla de livro como de leltras al o fim do
prsenle mez. alim de qua se nio veja fornido a era-
pregar os meios judiciarios para nto prescreverem
os referidos dbitos,
Butiir
m-
COMPRAS.
Compra m-e escravo de ambo. 01
sexos, assim como recebem-se paraevrti-
der de commissao: na fu Direita n. 3.
Compra-s* om mualo de 18 a 25 anno. do ida-
de, sadio e de boa figura para pagem, qoe leona al-
gum oficio, prefere-se sapaleiro : na ros ds Madre
de Daps n. 36, primeiro andar.
Compra-se unte escrava crioula com
habilidades: a tratar na Capunga, casa
da esquina da ra dos Deoses, ou na ra
do O/ucimado 11. 7, primeiro andar.
Comprarse um eavallo para cabrio-
le! : atraz do theatro, armazem de taboas
de pinho.
Jahr, pharmacnp.-ihomeupathica.
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Rapou, historia da homeopathia, 2 vAinnes
Harthmaiin, tratado completo das molestias
dos meninos..........
A Teste, materia medica bomeopalhica. .
De Fayolle, deutrina medica homeopalliica
Clnica de Staoneli .......
Caslng, verdade da horaeopalhia. .
Diccionario de N> sien.......
Altlas coinplelo de analomia com bellas es-
tampas coloridas, cnnlemlo a descrip;o
de lodas as panes do corpo humano .
vedem-sc todos esles livros uo consultorio homeopa-
_t thico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova o. 50 pri
i meiro sudar. ,
WLTOUIO CENTRAL
iiom(Eiv\tiiu:o.
(Gratuito para os pobres.)
I olli hilias
par 1806.
Esto a' venda as bem coi^hecida fb-
lliinhas impressas nesta typographia, as
JIH de algibeira a 50 e as de porta a 160; as
69000
lsjOO
169000
109000
891)00
79OOO
69000
.49000
109000
3O9OOO
RANOVilUi.
(.arlos Hardy annunca .0 respeilavel publico,
que acaba de receber de Pars um rico sorliniento de
chapeos de seda para senhora, chapeozinlios para
baplisado de enanca, chapeozinhos de palha eufeila-
doa de abas largas para menino oe 4 al 10 annos,
bonetes de meninos, capellas e maulas para noiva,
espartilhos, fitas, chales de IAa de lodas as cores lisos
e bordados, ricos chales de luuquim. um grande sur-
limento de finas camisiuhas bordadas qne se veudem
pelo preco de 19600 e 29, grosdenapole branco, roso
e decores a covado, len ques, e injjjl.is oulras fazendas, que se vendem em
coma.
1 uiuit
O Dr. em medicina Ignacio Nery da
Fonseca, tendo resolvido Ti\ar a sua re-
sidencia nesta capital, contina a ol'cre-
cer os seus serviros ao respeitavel publico,
e a dar consultas etn sua casa, na ra Di-
reita n. 31: acha-se tambera prompto a
acudir aos chamados do campo.
Acudam por caridade, neutrallinj-seos
focos de putrelarflo.
Roga-se a quem competir que, pelo amor de lieos
h.ja de fazer remover quaulo antes o monluro esp-
enlo no fim da ra da Praia de Santa Rita, cunfaft-
t. o becen de S.Jos, o qual j est quasi a asuberuar
por cima do caes, e depois disto vedar os despejos
naquelle lugar, cilfff..j;i mui bem ordeiiou a lllm.0
cmara municipal. segMilu nos informaran! ; pois
he ncrivel que na poca avenal se consinla fa/.er des-
pejos n'um recanlo onde s cTvesam as grandes maros
do eqiiinocio : lembramos a co,.veniencia de pi que-
nas ponles para fazer-se Helios "\ despejos ; e isto
nos lugares mais salientes do litoral.
O. S.
a 500 rs., escovas finas para cabello
a (00, boiv.eguins de merino bordado pa-
ra crianca a l.sOOo par, toncas de blon-
l.N-200, espoletas excellentes ihi-
llieiro 800 rs., ricos pentesde tartaruga
para segurar cabello a 44e 4j500, botoes
de louca pintada, groza 2i0; este sorti-
mentonao s convm a particulares, co-
mo pode convir a algum Sr. logista de
miudezas, que querendose prover de al-
Igumacoirsa que actualmente niiohajaem
i primeira mao, achara' na loja cima um
I completo,Mfertiineiito, por precos bara-
tisstmos, MtvertirsrJ que muito obiectos
se nao mencionam para nao ser fastidioso
este annuncio que ja' vai longo.
Prccisn-se de uma ama de leile : na ra do
Livrameulo n. 4: nAo se olha a prero.
Lava-te c engomma-se com presteza e asseio:
na ra dos Pra/.eres do bairro da Roa Vista, a ulti-
ma casa que lem dous lees no portan.
Na ra estreita do Rosario 11,11, canta atoa-
res ,10 violAo eslas quailrinhas, convidando os patu-
cos a comprar do nielhor no mercado.
' He gostoso no-la Ierra
C no berro do Rosario
Ver Soares e o Macario
Sempre ao gelo a fazer guerra.
3:0005000
2,s500.s000
l:lil(i.s')(li
1:250j000
1:000fj00O
I)23.s000
OOSOOO
2504000
Aluga-se um prelo captivo que saib cozinhar
e fazer as compras : na ra do l.ivramento,/casa da
esquina n. 2. I
Na rqa de S. Goncalo n. 8 precisa-se <1e ama
ama qoe lenha howji baslanle leile. querseja forra
ou apliva, para raknm menino com 10 idias de
nascido : a pesoa ifW isso se quizer snjeilar dirija-
se a casa acim. para tratar do ajaste. /
Alugam-se duas eicelleules casas (erreas, com
oslAo, e muilos commodos : na Cidade Nova em S.
Amaro : quem as pretender dirija-se ao seu pWopri-
elario Antonio Jos Comes do Correio, para I tratar
do ajuste.
Precisa-se de um caixeiro de 11 a 16 .nono- :
na ru. Direita u. 2i, padaria
Perdeu-se uma pulceira de ouro com e*i'nalle
verde, desde a ra do (Jueimado ale a ra da C.'dea
do Hecifc, indo pelo'lar&o e caes do Colle^io e lar-
o da alfandega : quem a achou querendo restituir
falc na loja do Sr. Mauoel tjnnralve.s da Silv.i,
que sera' recompensado.
-r O solicitador Manoel l.uiz da Veiga mudou a
sovresidenciii para a freguezia do Recife, ra da
Sen/ala Velha n. 68, scguudo andar.
Desappareceu no di. 1.- do correnle um prelo
de nome Vctor, de naca 1 Congo, os olhos com be-
bdes, com marcas de beiigas: quem o pegar, leve-o
a ra do Pilar n. 93.
Perdeu-se na opile de 8 do correnle, desde a
Oh '. que calor
He do abafar ;
Vamos, lapazes,
A refrescar.
K se algum endinheirado
llu.ii damasco quer papar,
Frescas pansas petiscar,
ArT.eisns por unPiru/ado ;
Manda o caixeiro
Pesar em quenle,
lie bom regalo
PVa muita gente.
I-'.u purnf que son finorio,
.^ ao dispenso a marmelada ;
Vas a bella goiabada
Isto sim, he regalorio !
Ficos^a^cesos,
L.laaflHaoda
Tamowii nos fazem
Da bolsa a poda.
ludo isto he goslowlo,
V. melliur que ludo islo
lie da caslanba um pelisco
Vs-ada por pai J0A0.
Billietes. 546OO
Meios. 248OO
Terco. l.s'.liO
Quartos. IsiiO
Quintos. l.s'160
Oitavos. 126
Decimos. 000
Vigsimos. 300
Pernambuco 20 de dezembro de 1855.
Ocatttelista, Salustiano de Aquino Fer-
reira.
Roga-se a Exraa. pcisqa. qne indo ao baile do
dia 2 do correnle no arsenal de marnha sera que
ievesse leque, e porooaano ou gracejo quando se re-
lirou levou um deoMrspcrnl.i que achou sobre um
consol, o favor jf^Binaiidar restituir na ra da
Cruz do Recife n. 5fBtimeiro andar.
Ollerere-se nma fiortogueza para dispenseira
e mais servido de ama casa, ou para coser em casa
rranrrza : na roa dos Quarlcis n. 21, segundo andar.
Eduardo Feulon com asna familiae uma cra-
da fazem uma viagem pira Europa no primero va-
por inglez.
No engenho Morojo, comarca de Nazareth. foi
preso um escravo de nome Joaquim. que diz ser cap-
tivo de Joaquim dos Sanios, dono do palhaboie./'e-
ims, que ailando embarcado no mesmo palliafcotu
saltn em Maranhflo, donde fugio ha lempos, o qual
escravo tica recolhido un cadei. de Nazareth, e quem
for sen leuitirao douo baja de o mandar ver em
quanto nAo he arremalndo. Diz o dilo escrava que
seu senhor Joaquim dos Sanios he assisleoie no Hio
de Janeirn.
Desappareceu cin 28 de novembro um menino
de 11 a 12 anuos, branco mas moreno pqfBr do
campo e andar sempre ao sol em cnmp.nhfJnR seu
pai do logar Traieiraa lermo da cidade da Victoria,
charoa-se Jos, filho de Jos Antonio Jiezerra :
quem delle souber ou der noticia pude dirisir-se a
ra Direita n til, ou a seu pai no silio Traieiras.
Precisa-se de unza ama para casa de dnas pes-
soas, mas que saihaajhominar e cozinhar: ua roa
das Cruzes n. 20 se dj^quem precisa.
Desappareceu no dia 5 do correnle um menino
In juco dr nome Fumino, do idade de seis a sete
aunns, com os signaos seguales: cabellos crespos e
louros, com falla de dous deules na frente, levou ca-
misa brnca : quem o achou leve-o a ra do Amo-
nio n. 16, que sera' bem recompensado.
Precisa-se de um criado para com-
prar e fazer mais alguiq servico dentro de
casa e que seja fiel: qucui quizer dirija-
se a ra do Cabuga', loja de cera do Sr.
Angelo Custodio dos Santos.
Precisa-se de tima ama de leite forra
ou captiva : uu ra Nova n. 47, primeiro
asalta, .todos o* dias dele as S horas da
mhaa at as 2 ala larde.
Visita os enfermos em seus domicilios, das
toras era diante ; mas em casos'repentinos
VENDAS-
e de molestias agudas e graves as visitas serAo
V.as em qualquer hora.
As molestias nervosas merecem tralamenlo
especial segundo meios hoje aconselhadoi
pelos pralicos modernos. Esles meios exis-
lem no consultorio central.
ERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTKOS,
c posto em ordem alphabelica, com a descrpeo
abreviada de lodas as molestias, a indicacAo physio-
logica e Iherapeulica de ludos os medicamentos lio-
meopalhiros, seu lempo de acSo e concordancia,
seguido de um diccionario da signincacAo de todos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
di;, a. j. de mello mores.
Os Srs. assigiiaules podem mandar buscaros seus
ejemplares, assim como quem quizer comprar.
Massa adamantina.
llegerlmeule reconhecida a excedencia desla
preparadlo pura chnmbir denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao j do dominio do publico.
Sebaslio Jos de Oliveira faz uso desla preciosa
massa, para u lim indicado, e as pessoas qoe quize-
rem honra-lo dispondo de seus servicos, podao pro-
cura-Ib na travessa- do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
lllm. Sr. presidente e mais membros da com
missio'de hygiene desla provincia,Diz Paulo l.uiz
(aianous, dentista francez, qoe precisa a bem de
seu direilo, Vs. Ss. serem servidos examinar a pre-
parara de que se serv para chumbar denles, e de-
noininou massa adamantina, em ordem de verificar-
se que a dita prepararan ditlere inleiraniente de lo-
das as conliecidas. Pede a Vs. Ss. sejam servidos de-
ferir-llu: como requer.E. R. Me.
Paulo l.uiz Gaignotvr.
A massa denominad, pelo supplicaule- Adaman-
tinae por elle aprsenla.la commissAo de hvsic-
ne publica, diuere de lodas as apresenladas nesa
mesial occasiAo por oulros; sendo a confrontac,Ao
feita na presencade lodos. Sala das sessoes da com-
miisf o :(0 de jojho de 185.).Dr. A. Fonseca. ,
i DEITISTA FRANCEZ. \
Paulo aignoui, dentista, estabelecido na
9 ra larga do Rosario n. 36, segundo audar, w
<~ colloca dentescom a pxessAodo ar, e chumba 9
4> denles com a massa adamantina e oulros me- aj
m taes. O
mmm\\ mm\wm.
Adirecclo pede aos Srs. accionistas se dgnem
realisar n ullioja preslsoao de 13 Q*\ al o dia 15do
mezcorreule
de algibeira alm do kalenslsrio ecclesi-
astico e civil, contm um resumo dos im-
postos mituicipaes, provinciaes e geraes
3ue atfecta'm todas asclasses da socieda-
e, extracto dos regula montos parocliiae*.
docemiterio, enterrse sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regias para la-
zer manteiga e queijos de dilerentes qua-
lidadcs, dittas ecclesiasticas ou de padre a
480 rs. : vendem-se nicamente na livra-
rian. 6 e 8, da praca da Independencia.
Oracao contra a peste e o cliolera-
Aclia-ssja^M RUa livraria n. 6 e 8 da prac* da
IndependjSj mm folhelinhu com diflerentes ora-
r-oes contJM Lsjs-morbus, o qualquer oulra pos '
VenaU^HKa preta com uma cria ou troca-
ra or b potnanle : na roa larga do Rosario

um escravo que tem f8
aiinottaqpBflR figura, ptimo para pagem
ou bolieiro: na ra da Praia n. 51, se-
gundo andar-
CABRIOLE! DE PATENTE.
Vende-se umcabriolet descoberto, pa-
tente inglez, em bom estado com arreios:
na ra do Trapiche n. AO, segundo an-
dar. .
* \fa ra l\ova
n. lo,
acaba de recelter um lindo sorlimenlo de cortos de
seda brancos e de i-ores para vestidos.' rieseofeiles
para cabrea, ricos dalos de relroz bordsop, cha-
peos de seda para senlinra, rom.iras muito fin.* de
relroz e de fil de liuho bordado, lalhos de tilo de
linhn muilo linos e ilo ullirno aosln, lencos de tres
ponas de relroz bordados moito ricos.
A la moliere
Chegou olliraamente i loja l'rancezs da ra Nova
n. 10, om lindo sorlimenlo de cleoslo'francez pora
homena. como sejnm: bolins dobezerro, borsegoins
de InsJr. sap-trs de couro de lustr. chapeos de
caslor hrancos (Jos, ditos de fellfo brancos pntos.
Muito tuinto.
Collles feitos pelo
cinco patacas rada om :
-OOnii
se ochar o dilo passaporle' naquella reparlicAo, e sim igreja do I'.orpo Sanlsjel a roa deduararapes, uma
o de Anlonio (jomes Rodrigues, o qual fas este an- luuela de dq^BajMrse com aro de ouro, e um cor-
nuncio para fazer setenio a autoridad, competente
pura joa clareza, e pode .o Sr. encarresiado do re-
gistro para trinsferir no fXorw do nnmero segoiate.
doib fiaros
dio de cabello rogs-" a pessoa qoe achoo e que-
rendo restltai-la, ds mandar ao armazem n. 30 da
ra de Apollo, onde se Ihe agradecer'.
'i'i! que cnsl.mlia
Croa ou assada !
Maja linheiro
Rapazeada...
Traspassa-se o arrendamenlo do engenho Jun-
l' dia de Ii.iimi. na ribeira de lina, disiiinle do erabar-
I quie uma legoa, cura muita malla o ptimos partidos
de caiiun perlo do engenho, boa moendn horisontal,
e promp-lu do necessario para moagem. Cede-se 5
anuos que iteslam ao rendeiro por l:::tKl? de renda
anuoal, -. i i Vjue baja obstculo i mallas e nem re-
serva alguma. Vende-se a safra nova que esto muito
boa e pode dar f>800 pies de a-sucar, a quaj vemle-
se por 1:0008, seindo dos visl. o o mais para
raaio desle a um auno .' quem quizer esle negocio,
pode ir concluir com Jor' de Rarros Pimrulel, mo-
rador, em teu engenho Coosei'ho, freguezia de Agua
l Tela. uc9 tena ^umi
Precisa-se de orna aran de leile qoe n\*o lenha ApoUI, armazem n
filbo : na ra eslreita do Rosari o n. 35. I Girijporaes.
i t
andar. realisar a uliima presiaoSo do 15 i
. mezcorreule.
Carros fnebresrTwrSi
Agr, idministrador.
Confronte a secretaria de polica, em um .rina/.em
perleucenle o convento de S. Francisco, eiisle esle
estabelecimenlo com proporefics suillcieules para o
iteseinpenbo de qualquer enterro, pois lem ludo no-
vo a salisfazer qualqaer ezigenria dos prelendenles,
com loda a promplid.lo e zello : para tratar no mes-
mo armazem, e as ras do Queimado, luja n. 1, un
da Cadeia de Sanio Antonio n. 3i, e a noile na de
Sania Thereza n. 32 ; dando-se lodos os passo* ne-
cessarios a esle fim, aem o menor incommodo dos
prelendenles.
Aluga-se uma grande casa na Soledad.* 12,
com um solao e grande quintal lodo murado, com
algumas arvores de inicio, n. ra de JotiT'nrnan-
des Vl.ira : quem a pretender, dirija-se a ra de
30, a fallar com Jos nimos
DMTISTA. I
9 continua a residir na na Nova n. 19, priinei- d)
% rn andar. %
999#99999999 999999993-9
lie seda trancas mui lindas,
e cores varias e bellas,
Alvas qual ueve mui pora, .
Verdes, zoes eamaicllas.
francas l.lo proprias para a fesla
NAo as adiis, nao ;
Acharis a bnisos precos.
Na loja de Rarros & Irmilo :
Rna larga do Rosario n. 38, juuto a botica.
Aluga-se um silio com boa casa-de sobrado, a
qual lem mullos commodos, sila napovoaco do
Monleiro ; a tralar na ra do Trapichen. 14.
Paulo Uaignoux, cidado frani.ez.fnz bRW vla-
I geni Eotopa.
I
.i
Fax goito aom-
prar-se.
Lindos corles de casas fraucezas, pelo dimiaulo
preco de -29-200 cada corle, assim como bonitas ca-
misas fraucezas: na roa Nova s. 10.
Saldo Ass.
Vende-se a bordo do hisle crAugelirai) : a tratar
com Aulouio Joaquim Seve na roa ds Cruz o. 13.
Vende-se ou .luga se um molequc psra todo
servico : era Fora de Portas n. 37-
Na estrada dos Afilelos, uo silio da vi ova do
Quinlella, ha psra vender-se iaaj.no* carro d. 4 ro-
ds. com 4 aaojeuios os compeeKe arreios, pot
prec;o eommodo. ov .
Vende-se uma casa na estrada dos A (Hielos,
feilio moderno, com pepueno silio: quero preten-
der, dirija-se a cas. confronte o bccc.tlo EipiRhei-
ro, que achara com qusm tratar.
Vendc- u.!', quiln do boceo do l*ssi\*> Frilo : a traas na
mesma taberna.
Vende se nana vacca sem cria : oa ra daCuia
n. 2, coebeira.
Vende-se um eavallo ruco, gordo, de bonita
figura, com boas estradas, ja so vende por 100 :
qoem o quizer, dirija-se a cavallaria do Sr. leuente-
eoronel Sebastian Lopes, qoe l est o eavallo e
quem o pode enlregar, recebeoso a qoanlia cima
dilo.
Na Unifio, ra da Cruz d. 40,
vende-se cognac de boa qualidade a 149 a dosis, p-
timo vinlio do Porlo a IJJJOO, e bom viaho Bordasu
pelo bar.lo preso de 800 rs. a garrafa.
Aioda se acha venda o eavallo bem coBhe-
cido pela sua bondade, e por pree na roo da Ftoroulina s. 36.
I
>

"^
-,.,-n^:


(JIMIO DE PERMlBUCO QUINTA FEIM 13 OE OEZEMBRO .ttft

Viitxle-se no paleo du Carino, quina du beccu I Vende-se um escravo de idade 18 anuos muito
da Beesoa o. 13, vinio a il>0 rs. a garraia, dito de
l.iibo.i i 4WI. dito da Figueira a 5(jU, linguiras a 320
a libra <) a 101),' farinhe do reino a lail, velas de car-
nauba -MO, gomma, cama do serto e bolachiuhas.
Alctria.
Vendm-ss caizas eom i.elria prunmamenle che-
liada, nuil proprias para casa* particulares, por
seren baratas : no armazem do caes da alfandega
n. 7.
Vcutm-M a prese* muito comraodos, os se-
soinlrs miecloe : relogios de uuro patente, obra de
odro de gesto moderno, id .'tal aiuarello para forro
de navic, (manto rumano inuilo novo, pipas vasias:
Irata-se no escriiturio de Isaac Curio & Companhia,
roa da Cruz n. 49.
SAL
do Assu' do superior qoalioade, a bordo do palhabo-
le f'euu.1, fondeado em frente d i trapiche do algo-
dio ; veuds-se por prec;o coiumo.lu : a Iratar com
Cactaou Cyriaco n.25.
aos amantes dos
bons charutos
Na loja decalcado de Antonio Augusto dos Sanio.
Porto, lia praca da Independencia n. 37 e 39, rece-
beu-se iiltimaineule oe verdadeiro. charutos lancei-
ros, grandes, da acreditado fabrica de CasLinho &
Fillio, do Porto, de S. ten, da Babia.
Doce.
Na rna do Queimado, leja n. 2, vende-se doce de
calda e secco de todas as qnalidaUes de fructa, muito
bem feii.o, no so as libras como em barrilinhos o de
calda, a o secco em bocelir has enfeudas, proprias
para presentes.
LlQUlIACAO.
U arremajaule da bert coohecidu lija de miude-
zas da i UH.dos Quarteis n. 24, quemlo acabar em
pnaco lampo com aa miedozas que dila loja conlni,
v-ne feriado a vender barato, e lao barato que mili-
ta coala far mesmoa algurua pes-.ua que queira ne-
gociar.
Par de catangas de porcelana dourados
para eofeile de consolos
Libra Ce cordao brauco pura vestido
Finissimo lacre encarnado, a libra ,
Papal de,cor em massinha com 20 quaderues
Boles de seda para casaca, a grosa
Lencos de cassa para meninos, a duzia
Fila de seda lavrada, larg, a vara
Dita de dita esccete, o rrelhor aeste genero
Tesooras entrefinas, a du.ia
Kicaa (raucas de seda branca c de cores,
a vara
Luvas para meninos, o par
Boiiccis de cantura cun penteados de ca-
bello uatural, diversos lmanlos, a duzia
Hicas lilas da velludo de todas as cores, a vara
Toa Iba* de linho para uiAos, urna
Quadros com niul.lura donrada i: com sanios
2800
13300
29300
too
400
liel e sadio, de bonita figura e possanle, com prin-
cipio de ovurcineiro, emende de cozinha, ptimo pa-
ra pagem, bolieiro ou armazem de assucar, padaria,
ele.: na ra de (lorias n. 82.
Rap frailee/.
O verdadeiro e >;eniaiio rape francez,
deve ter preferencia sobre outro qual-
uuer rape, tanto pelo seu simples e agr'-
davel aroma, como pela sua (|ualidaaej
livgienica, visto nao ter a menor compo-l
sii'ao que faca damno as pessoas c|ue del
le fazem uso. Vende-se pok* 38200 riscaJ
da libra, ntlojasdosSrs Moreira cv Du-
arte, ra doCnbuga n. e Joao Cardase
Ayres, ra da Cadeia do Reciie, n. 41 j|
Graixa do ro
Grande em
bexigas.
ua ra da Crac, no Roci
JCrtes chinezes.
Vendem-se na ru do Queimado n. 21, e dSo-se
as amostras com penhor.
Brinsde vella : no armazemdeN.O.
Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
A pessoa a quera convier comprar urna cadei-
ra de reboco em hom oso, queira 1er a hondada de
comparecer i ra do Colleein n. 18, segundo andar,
que achara com quem Iralar.
Patente.
Vendem-se relogies de ouro patente indez ; no
escriptorio do tenle Oliveira, ra da Cadeia do Re-
cite u. 2, primeiro andar.
Cortes de seda
superiores.
Bons gostos e de
boas qualda-
des.
Vende-se Da ra da
n. 13.
Cruz, no Rocife, armazem
Botoes de madreperola para palilus tholoadurai 320
Meias de seda pr.la para meninos, o par
I,uvas linas de alzodu para homein, o par
Escovas para unlias, a dueia
Abotueduras linas para palitos
Ditas bromeadas
Agua ele Colonia 'do Piver; a duzia
Peules de bfalo finos pala alisar
1-aa de cores para Loidar, a libra
Agulhos era camua
Me Dila prela para Iiomem
Ditas lillas para seubora
e nutres muilos objeelos iuleiramenle inilispens.veis,
queso vendeni por todo preco para acabar-se com a
caaa.
500
280
19000
320
400
45J00
320
79500
ltO
240
240
320
Venden-se
Veudem-se cotes de seda da quadros, eslreilas e
largas, de moito bons uoslo e modernas, aa*im como
leuBHrdecamhraia muilo linos cun bicos muito lar-
hade 13a e merino, lisos, com barras de co-
do sed c bjsalados. assun romo oulras
[.sendas por ereco inuilo comuuirle. di-
roa ra C
lOl^^O
iw i r .- .
t\ Mi nheiro a
50, defron
rontawArua -i
Meia do Kecife, loja n
a Madre de Dos.
n* uova loja da ra larga do Rosario u. 35, diversas
miu*deza> e quinquillurus por preco mullo barato,
assim ce-mo hlalos malicies e oais pequeos a I;
e 2kV,boueles de velludo om algiirna avaria a 240 ca-
da un, luvasde pellica aruarellis e brancas a 240 o
par, nielas de algodao pmlas u 200 rs. o par, palitos
de denles o masso 100 rs., eootas amarellas de aljo-
fare, mnsso de 100 lins jOO rs., trancas lisas e de
ciraccl a 50 e lOO rs. a p'c,a, ditas inais liuaa de 13
varas s :!00 rs., irancelinH de borracha prelos u 100
rs., aliicndores de seda pretos para borzeguins a 100
rs., laras prris de torca I bem finias a 800 rs. o par,
vollas de pascoeo muito pronnas para escravas a 200
n.,'brincas ajelo, em cuijinba, cada par 300 rs., r-
selas frea, dita, novo [iadrao a 4ot) rs., cuteles pre-
lo, aaiiinha 70 rs., tranceln, de relroz prelos e
de cetes a 40 rs. a vara, fio de sapateiro, o novello
20 rs.. a libra 44W rs., aria ailada para Dolar aro es-
cripta, a libra a 80 rs., Iinucoi de aljofare, encar-
nados mni propnos para Mcrava., o par 200 rs., cai-
ta de metal nrioeipe linc para rap a 240 cada urna,
boloet fino, dourados paia pagem, a duzia 200 e 400
rs.. alfneles preo. de vidro a 100 r... medidas de
marroqutin numeradas cara allaiale a 160 rs., cha-
ve de relogio a 500 rs. a dozia. urna 80 rs., papel de
|ieso marca vapor a 60 '9 80 rs. o cademo, almaco
lirnti n 40 e 60 rs., suspensorios muito elsticos para
escroios a lucida um, f'auja para toalha. ou pan-
nos de prelas a 200 rs. a vaia, rosarios branesse de
cores, a duzia 210. paulas a 30 emitas de missan-
ga azul e enramada, mansos, canela* ordinarias e li-
nas, bot6e.de osso pretun e bramos, finos, para ron-
pas fritas a 160 rs. a groua, rozeias douradaV finas de
novos pndrOes a 80 rs. o par, livelas para cabezadas,
pennuslloaradas, el'.
A's senhoras de
bom gosto.
Verdadeiro bico de blonde blanco e prelo, e bo-
nitos chapeos de tenhora por prefo mullo commodo.
A mesma loja Acaba de receber muilos relogios
americanos para cima de mesa, do ultimo guato ; e
lambern relogios francezes com caita, por preco
muito era cunia. i
Vendem-se duas escravas, sendo urna linda
molatinha recolhida que cose e engomma bem, co-
zinha e de ptima conduela, una negnuha de idade
de 18 anuos, covn principios de varias habilidades : I
fa ra Direila o. 3.
Vende-se um carro oovo de
quatro rodss, e dedous e e qua-
Iro a asenta, a vouladp, muilo
maiieiro, vendei-se um onlro
liio churriau, muito pruprio
para o mallo, para algara se-
uhor be emieulio u por peo. commodo: na ra
Nova, cocheira de Adolpho llourgrtns.
Vende-se eicellenle taimado de pinho, recen-
lemente chegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a enleuder-se cosastadminis
Irador do inesmo. J*
Vende-se ac em cimbeles de sVfl Hk por
preqo muito commodo : un armazetVI RfCal-
monliSi Companhia, praca do Corpo Santn. 11.
'Na ra do Queimado, nosqualro cautos, na segun-
1a luja da faxeudas n. 22, defronle do sobrado ama-
relio, vandem-se fazendaa por precos que real-
mante fazem admirar ao publico : Panno prelo
llnissimo, prova de limao, para casacas e palitos,
patos baralissimos precos de 2J>500, 3a5O0 e 5J000
covado, casemira prela da superior qualidade
24600 o covado, alpaca prela muilo fina *
500 e 600 rs. o covado, corles de colleles de
istSes da bonitos padioes c cores lizas a 700 o 900
rs., chales prelos de la e seda muito grandes a
SI800, chapeos de sol de seda pralos e de cores, fa-
zanda superior a tijOO, camisas francezas pintadas
para homem a 1?280, nscados da India muilo fino
e largos e muilo bonitos para vestidos a 280 ocova-
Jo, selim prelo maco, faxenda muilo superior a 3;
o covado, sarja hespanhola muilo superior a 2,400 o
covado. merino mnito lino a 2&000 o covado, meri-
no selim o inais superior que pode haver e muilo
proprio para palito a I96OO o covado, chapeos de sol
de panninho a I96OO, chitas francezas muilo finas e
largas, de novos padrees a 320o covado, fil ele li-
nho liso e rom flores a 13 1&440 a vara, luvasde
pellica de Jouvin para homem e .enflora, chegada
no ultimo uavio francez a 19800 rs. o par, lavas de
seda de todas as cores com belotas a 13280, camisa
demeia muito finas a 19, lovas de fio da Escocia
brancas e de cores 400, 500 e 600 rt. o par, mal-
las de seda para grvalas, prelas e de cores, moito
boa fazenda a 19280, panno fino a/ul de superioi
qualidade a 49 o covado,. ricas romeiraa de relroz
bordadas a 119* lenciohos de relroz francezes a
19280, cansas francesas muilo linas e de bonitos pa-
proes a 300 rs. o covado, cambraia finissima de sal-
bicos a 19 a vara, camisas francezas muilo finase
bem fetlas para homem a 29500 e 29800, curtes de
cassas para vestidos de bonitos padrOs e com 7 va-
ras a 29 o corle, lencos braocos de cambraia de li-
nho muilo finos e grandes a 69 a dazia, ricos chalet
de chally cora lislras de seda e bastante grandes.
89. ditos de merino moito linos e lisos a 69, luva*
pretasde torzal, de Lisboa a I9I2O, chally amarello,
fazenda superiur e que muilo se usa para vestido.
800 rs. o covado. romeiras de cambraia com laro>
de rica lilas de seda a 19280, grvalas de seda de
bonitos padrSes a 640, meias de laia para padres a
29 o par, cortes de casemiras finas e de bonitos pa-
dres para calta, a 59, brinzinhos de linho de bo-
nitos padroes a 240 o covado, brim trancado de paro
linho e de bonitos padroes a 800 rs. a vara, lapim
preto finissisno, proprio para vestidos e balinas de
padrea 19280 o covado, riscadinhos francezes mnito
finse bonitos padres a 240 o covado, meios lencos
prelos para grvala muilo superiores a 19, lencos
brancos de cambraia muilo lino a3(M) rs., ganga
amarella muilo superior a 320, meias brancas finas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. aar, ditas prelas
mntlo finas a 320, ditas para lioaUsn, fazenda su-
perior, sendo brancas, prelas e croas a 240 rs. o par.
Alero de todas e.las fazendas oulras militas que so t
vista das boas qoalidades be qne se pdern ver o
quanlo sao baratas, afiancando-se aos Sra. compra-
dores que neste estabelecimenlo nao ha fazenda al-
goma que seja averiada, e si ni ludo sem avaria.de
bons gostos e boas qoalidades.
Corte de cassa para quem quer dar Tes-
tas por pouco dinbeiro,
Vendem-se corles de cassa clyta de bom gosla n
29, ditos de padroes franceses a -J.-iiiO, raasns rusas
para aleviar luto, dilss prelas de padroes miudos a
29 o curte, alpaca daseda de quadros de todas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico lano pintados
como bordados 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra humero a 19 e 19600 ; Indas estas faxeudas veo
detn-se na ra do Crespo n. 6.
Vendem-se no armazem n. 60, da ra da Ca-
deia do Recite, de Henry Gihson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por pre$os
mdicos.
LEONOK 'AMBISE.
Vende-se o tecllente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duquezu He. Breta-
nli4s*-a> volumetpor ijfOOO rs., na livraria
ii. C e l da piafada Independencia.
_ Vende-se cal em pe.dra ebegada no ul-
imo navio de Lisboa, e potasta americana
da mai nova : o un ico deposito da ra
de Apollo n. |B, de A. J$:T. Basto i
Companhia.
-Pratos otos patentes
piri conservar a comida
quelite : vendem-se na pra-
ca di Corpo Santo, arttia-
aeni Ui 48, de -vostrn lio-
oker C. I
Na roa do Vigario n. 19, primeiroandar, ven-
de-sefartlo novo,chagado da Lisboa pelo brigue'-
deranfa.
**mmm* m mttmmmm
l'eposito de vinho du cham- V'
fa^eCbateau-Ay, primeiraqua- f|
idade, de propriedade do conde M
0 de Marcuil, ra da Cruz do Re- f
cife n. 20 este Vinho, o methor I
de toda a Champagne,- vende-se
a 6SO00 T. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-,
cointc Feron 4 Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a lo-
goConde de Marcuile os ro- |
ttulos das garrafas sao azttes. (A
POTASSi E CAL VIRGEI.
COM PEQUEO TOOUE DE AVAR1A.
Indiana de quadros de sedagalgodao.de
muito bom gosto. a 320o covado.
Vende-se ua ra do Crespo, lo)|B* esquina que
volla para a roa da Cadeia.
431360
Vendr-Mcal de Lisboa ulliroamente ebegada, as-
sim corno polassa da rlussia verdadsira : na prae,a do
Corpo Santo > 11." '.
AGENCIA
Da
Senzala aova n. 42.
Nestc estabelecimenlo continua a ha-
ver um completo torti ment de moen-
das c meias moeudas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas /t ferro batido
e coado, de todos os lamaulios, para
dito.
Moinhos de vento
ornbombasderepuiopara regar horlas e baixa,
i VoBram ns. 6. Se 10.
AOS SENHOUES DE gNGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libia.
Do arcano da invencao' Jp Di! Eduar-
do Stolle em Berln, emprgado as co-
lonias inglezas e hoilandezat, com gran-
de vantagem para o mclhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma nortuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
I.-P. Johns-
zala I
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do liedle, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Biodc Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, tudo a
precoi, muito avoraveis, coiaf quae li-
carao os compradores satisliw.
CARlNBA DE MANDUCA.
Vende-se superior iarinha mandioca
em saccasquetem um alqueire, medida
vellia por ."'000 reis : nos armazens ns.
5, 5-e 7, e no ai mzem delronte da porta da
aliandega, ou a tratar no escriptotio de
Novae & Companhia na ruado Trapiche
n. Zh, primeiroandar.
Veude-se urna balanca romana com todos os
mos perteuces,em bom aso e de 2,000 libras : qnero
pretender, dirija-sen roa da Croz, armasenn.4.
FAKIMIA E MANDIOCA.
Vendem-se saccasgrandes rom familia de man-
dioca por preco commodo : para fechar cuntas: no
armazem de l.uiz Annes defroule da Alfaudege.
Vendem>-se em casa
ton & (L, na ra de Sen
1 SelTris Ingle/es.
i Belogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montari
Candiel ios e castieaes bronzeai
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
A boa fama
VKNDE BAlSAT:
Kico. pentes de Inrtaroga para cabera iaOO
Ditos de alisar tamben, da tartaruga :ijO0
Hilos de inartlm lamber para alisar 19400
Hilos imitando tartaruga para cabera 19400
Lindas meia. teseda deberes paraeriancas I98OO
Meia. piuladas Bo d. Kicoeia para i*m as^i0e400
Handejas grtales e de pintara finas300 e 4*000
Papel atuia(o rev e paUd0. resma 49OOO
l'eiinaslinissimasbiroda laafa.groza 19200
Hilas muilo boasMinsrdelanc*,grao;a 0
Fundicao Low-Moor. Ra da Oeulosdearmajiode a^o com graduacoes 800
Lonetas com r* tartaruga 19000
Ditas com armarlo de bfalo 500
l'noradore- de jacarandii com bom espellios 39000
Meias de laia moito .apaares par. padres 29000
Kicas bengalasde eanna com lindos casles 29OO
Hilas de junco com bonitos casloes 500
Ricos chicles para homem e senhoia a 11 e 19200
Meias prelas de algodao para padres, o par 600
Grvalas de seda de lodas as cores \* 0 1*200
Fitas de velludo de lodas>s. corea, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca 400
Ricos reloginhos para rima de mesa 49OOO
Suspensorios finosde borracha, o par 400, .VXI, 600
l'enles muilo finos para suissa 50,)
Escovas muilo linas para cabello Ojo
Capachos piolados muilo bonito. 7qq
Boloes finissimos de madreperola para ca-
misa, a groza 1*200
Alero de todo .lo vendem-se oulras muilas cou-
sas, que vista das qoalidades e pregoa faz admirar:
un ra dn Queimado, nosqualro cantos, na loja
miudezas da Boa Fama n. 33.
M
engenhoss i Dita
ro de D. w!TtV.eJ
lirtiin,
1
Vende-se por quatquer prec/ urna porein da
pe da ptabeira de muito baa qualidade, e qne se
acharo em estado de Irasplantar-se : quem precisar
dirja-se a estrada dos A inicios, sitio defronle do do
finado Joaquim de Oliveira, a qualqner hora da da.
Lindos cordes de ca-
bellos.
Vendem-se ricos cordoes d cabellos elsticos, li-
ao. e entenado, por bar.lissiaao preto : na loja de
rriiode/.as. Da ra do Queimad* n. 63.
Aterro da Boa-Vista n 8.
Veodem-se biscoilos inglezes muito finos, em It-
lasgraude.. pelo diminuto preco de 3)0110 a lata,
cha da India llegado ullimameiii, a mais superior
do mercado, manleiga inglesa primeira qualidade.
e muilos aulros gneros, por preso mwlst oaanmodo,
pasa acabar.
A boa fama
VENDE HABATO :
Libra, de liona, brancas ns. 50, 60, 70 e 80 i)100
Libras de dita. ns. 100, 120 e 130
Duzias de tesooras para costara
Dazia de ditas mais finas 19*0
Maco com 40, 50 e 60 pecas de cordo
para vestido -Jio
Pe^as coro 10 varas de bico estrello 560
Duzia de dedae para senhora (00
Caisinhas com egulhas francezas
izas com 16 novellos dn linhas de marcar
za Ue botoes para camisa ,
Reirs encarnadas para meniota
grandes para seuhora
Taixas para
Na fundicao' de ferro de D. \T'Tl?red,ni*npwe"nlw
Bowmann na ra do Rrm I
na ra do Hrum, pausan-1 Meada, de linhMde peso
do o chafariz continua haver um 5^fiaejbetoe. mnito finos para calcas
completo sortimento Ae taixas de ferro
taixas
a 8 palmos
1
sortimento
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
'embrcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se nma easa terrea sita na ra da Se-
nlior Bom Jess das Crioulas, com bons commodo* :
a Iratar ao liecco'do Veras n. 20.
Mlio em saccas
Vende-se muilo superior milito em saccas: na roa
do Amorim n. 41, armazem de Francisco Guedes de
Araujo.
Millio em saces
Vende-se na ra lo Encantamento n. 76 A, mil.
Cm saccas, de superior qualiddc, por preco coi
modo.
a boa fama
Pipas v.isias
Rape.

Veude-se o verdadeiroe muilo fresco rap Paulo
Crrdeiro : na roa larga do Rosario n. 38, junio a
botica.
Chales de merino' de cores, de mnito
bom gosto.
Vendem-se na ras. do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Vende-se um bom cabriolel descoberto com
arreios, e tambero um carro de 4 assentos, novu.com
arreios.tudo visla de quero qurzer se fular, lano
mais porque o prefo he razoavel ; ua ra Nova, co-
heira do Sr. Ouinleiro.
COGNAC VER41ADEIRO.
Veude-se o verdadeiro cognac, lauto em garrafas
como em garrafOes : na ra da Cruz n. 10.
CASEIIRA PRETA A 4*500
0 CORTE HE CALCA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ca da Cadeia.
' VNHO XBBEZ.
> Vende-sesjpperior vinho de Xere em barris do
l|4. emeastAe E. 11. Wyatt : rda do Trapiche
Vende-se por^Ao de pipas vasias proprias para en-
clier do agurdenle, a prero de 17 cada urna : a
Iratar no escriptorio de Manoel Alves Guerra, na
ra do Trapiche n. 14.
Saycas com millio.
Venleas-e ateas com muilo bom inilliu e novo,
por pniciajMis ewnmodo do que em oulra parle : na
ra de Sania Hita, laberua n. 5.
Esguiao de linho
e algodao,
muilo superior, cqm 11 varas a peca, por 38500;
vende-se na ruedo Crespo, loja da esquina que >ol-
para a ra da Cadeia.
POTASSA BBAS1LEIRA. 0
Vende*e superior potassa, fa-
bricada too Rio de Janeiro, clie-
gada recentemenle, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elleitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
VKNDEBARATO;
Lencinhos de reros de todas as cores para psen-
lo de senhoras e meninas, pelo barato precio de 1,
baralhos de cartas liuissimasfrancezas para voltarele
a 560, toucas de 1,1a para senhoras e meninas a 640,
luvas muilo finas 'le lio da Escocia branca, e de co-
res para homem e senhoras a 400, 500 e 600 rs. o
i par, meias brancas e mas para hornero', fazenda .
Lmuilissinio superior a 160, 200 e 240 o par, luvas de ,lrtos.de senhj|ra
pellica de Jouvin brancas e amarellas para homem
Gomma expel-
iente.
Vendem-se saccas com escellente gomma para en-
gominar, inuilu alva; na roa da Caneia lo Recife,
oja n, 50, defroule da ra da Madre de Dos.
Vende-se cera de carnauba, vela, e couros roiu-
das. em porr,3o c a retalhe, por menos preco qu em
oulra qualquer parte : na ra do Queimado n. ;l:i.
Xa loja das seis
portas.
jrente do Livramenlo.
|Mdo
nieta (Ma
aila mi,
Babatlos de linho abarlos e bordados' 120 e 240
Carleira finas de m.rroquim para algibeira 600
'velas douradas para calcas e collete 120
11 nleiros e areeiros de porcelana,u par 500
Charuteiras entrefinas
Dozas de torcidas n. 14 para candlelro
I eules de verdadeiro bfalo pata ahur 300 e 500
Pecas com 6 lp2 varas de fila branca de linde 50
Caixas eom clcheles francezes
qualidade
Carrileis de linMs de 200 jardas de boa
60
70
60
40
francezes para vestidos de senhoras a
ca o covado, camisa, para senhora a selo
aias para eufeite a des tuslOes, manaui-
losHe: cambraia bordados a quatro patacas, chales de
seda a 89, chales de loquim de core, e prelos a 89,
tilos de cambraia e seda a 59, ditos de lila e de gan-
ga encarnados a duas pataca, e oulras mudas fazen-
das que se quer acabar antes da Testa.'
Para quem esta' de luto.
\ endem-se riscados franceses proprio para ves-
meia pataca b covado, chale de
metim preto a dops losloes, cbi-
e senhora a 19900 o par, camisas de meia muito|li- i'" v"u a nuve &*"* cov,do :" loJ u" se'5
nas e de pura laa para hom.m a 3*000 rs.. ditas de, P"a* eln r"leido Livramenlo.
argodio muitissinio filias a 19 e 19200, lesouras mu- j
lo finas para papel a 19500, ni las sii|ieriores para'
barbeiro a I9.1OO, leques mullo finos a 39, ricas abo- j
loaduras para collele de madreperola e de melalla | 1 11
500 rs., dilas para palitos a 600 rs., caisinhas com. V (nOCIllTSe eXCellIlteS
pbospboro proprias para charutos a 20 rs.. riesj jas-i 1 1
ros dourado.de porcelana para flores de diverso* la- CQBpcOS ClC CaStOT OrallCO,
5JLO00.
A iNHMI RS.
Vendem-se palitos de alpaca
Cadeia do Recife o* 3,
manhos e presos, ricas filas de seda lavradas e lisas
de lodas escores e larguras, escovas (iiiissima's para
roupa, di las para cabello', trancas de seda de boni-
tos padroes de diversas larguras eneres, navalha* li-
uissimas para barba, caivetes finissimos e de todas
as qualidade, hicos finos o> linho de bonitos padroes
e diversas largura, ricas franjas de algodflo brancas
e de cores para cortinado, lesouras para costura as
mais fina que fcapossi velencontrar-ee.eonIras mui-
lisimas rnji.a* que ludo se vniilessi Ido baratos
precos que ao- proprius rnmpradorescausa admira-
filo: na ra do Queimado, nosqualro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama o. 33
Sal do Ass
Vende-se sal do As de superior qualidade a bor-
do do briitue Feli: Destino : tratar no escriptorio
do Sr. Manoel tiuncalves da Silva, ou a bordo com
o capililo.
de 00Hitas formas, pelo ba-
rato prego de 5,000 ris:
na praca da Independen-
cia ns. 24 e 26.
ClftAS: IIESPANHOI.AS.
Chitas de padrOe os mais lindos qu#i teiu viudo a
este mercado, e modernas, do ultimo gesto uo Rio
de Janeiro, thegada. pelo ultimo vapor, e se ven-
leiu na. lojas seuuinles : ra dn Cr'rspo. Campos^
l.ima, roa do Queimado, l.uimaraes & Bastos, ra
do Crespo, Jos tiuncalves Malveira, ra da Cadeia
Rocha & l.ima. idem, Narciso Mara Carneiro, idem,
Conha & Amurim, idem, Manoel Ferreira de Sa,
ra do Queimado. Manoel Jos l.eile, idem, Faria
& Lopes, idem. Rodrigue, or Lima: idem, Bezerra
& Moreira, rao do Crespo, Antonio oucalves de
Oliveira, idem, Siqueira A l'ereira, roa da" Cadeia,
Ferreira & Malbeu*.
Macinhos'eom35, 40 e 47 grampas
Suspensorios, o par
Carrilejadelinha de 100 jardas, aalor Ale-
landre
Alm de todas e.las miudezas vendem-se' outrse
muilissmas, qoeavistade.ua be.s qualidade e
baratos precos causa admiracAo aos compradores :
na ra do Queimado. nos qnalro cantos, iu bem eo-
nliecida loja de miudezas da Boa Fama n 33
Ruado Quei-
mado n. 1.
Chales de ioaquim com ramos d. eila mafieac'.V
pelo b.ratissimo pre?o de 169. aloalhado adamascado
curo 8 palmos de largura, o qual se lee vendido por
35 a vara, por tei um pequeo toque e vende por
13500, ciirles de caa chita rorts fitas eom 6 jva-
ras pur 19600 cada um, meias de lia mulle encor-
pada. proprias para quem padecer por 29 o par ; ale'm deslas ha oulra lawilaw falen-
cias, que para acabar, se venderao per lode v preco.
^ eaaJe-se nma varea e um garrote ou vilello :
na estrada qoe vai de Sanio Amaro para Belem, no
sitio do primeiro porlio encarnado.
Vende-se urna eserava rrroula, de idade SB an-
uos, e boa figura, e oque sabe e dir ao comprador:
na roa de Horlas n. Htl.
ECHAIISIO Pili EH6E-
IHO.
NA FUxNOICAO DE FERRO DO BNCiE
NHEIRO DAVID W. BOWNfAN. rtA
RA DO BRUM, PASSANDO O JlA-
FARIZ,
ha sempre um grande snriimento dos seguales eb-
jcclos de ineeliauismos proprios para engeRboe, a sa-
ber : moendas e meia* mocadas da roaia moderna
conslrucsao ; taixas de trro fondido batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; redas
dentadas para agua oe animaes, de lodas as propor-
cSes ; crivos e boceas de roma Iba e registro, de be~
eiro, agailhoes, bronzes, parafusos c cavithoM, rooi-
oho de mandioca, ele., ele.
NA MESMA PUNDICAO.
se execulam ledas a*
ridade j conhecida, s
modidade em precio.
a superior
a presteza e com-
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio oo dia 8 do correle e preto Antonio,
do gento Mossambiqoe, com os seguales sianaes,
parece crionlo, urna pei|eena coroa, tnuita barba,
urna cicatriz sobre o ollio esqoerdo, a' mi direila
muilo ealejarda, leudo um grande calo no dedo pel-
legar por ser picador du tumu, levou calca e camisa
azul, e tero boa estafara ; quem o pegar, leve-o a
ra larga/do Rosario, fabrica de cigarros jante ao
qnartel'ns. 15 e 17, que se recompensar.*.

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4
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