Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00307


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Full Text
MM XXXI. N. 285.

Por 3 meses adiantados 4,000.
Por S mexes vencidos 4,500.
TERCA FEIRA II OE DEZEMBRO OE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto.

DIARIO DE PERNAMBUCO
K
"V





en^Arregaios da sriiscmi'c
Hecife, O propelf rio M. F. de Faria ; Hiooe Ja-
utiro, o Sr. Joio Pereira Martina; Baliia, o Sr. D.
Duprad ; Macei, o Seulior Claudiuo FalcSo Das ;
Varahiba, o Sr. Gervazio Viclor Natal, o ir. Joaquina Ignacio Pereira Jnior; Ara-
caly, o Se Antonio de Lemos Braga ; Cear.o Sr.
Joaquina Jote de Oiiveira ; Maranh.iu o Sr. Jua-
Suim Marques Rodrigue; Piauhy, o Sr. Domingos
lercnlano A;kiletPessoa Cearanse; Par, ohr. Jus-
tino J. Rimo; Amazonat.oSr.Jerenyuoda Cuta.
CAMBIOS.
Sobre Londres, de 27 1/2 a 27 3(4 d. por 1
Paris, 35 re. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Accoes do Banco 40 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ao par.
_ da companhia de seguros ao par.
Disconio de ledras, de 9 a 12 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas haspanbolas. 299000
Moedas de (5400 velhas. 16000
de 65400 novas. 165000
de 4000. 95000
Prata.Pataces brasileiros. 25000
Pesos columnarios. 25000
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS COR REOS.
Olinda, todos os dias.
Garuar, Bonito eGaranhuns, nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, lioa-Viid, Ex e Ouricuryralif28.
Goyanna eParahiba, segundas e sextas-tora*.
Victoria e Natal, nu quintas-tai ras.
"> REAMA II l'KIIOJB.
Segunda s 6 horas e 6 minutos da manha.
Primeira s <> horas e 30 minutos da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Gommereio, quartas o sabbados. |ezemb.
Reiaco, tercas-feiras e sabbados.
Fazenda, qnarus a sabbados i 10 horas.
Juiz do comraereio, segundas as 10 horas e nasj
quintas ao meio-dia.
Juizodeorphos, segundase quintases 10 horas I
1* Tara do eivel, segundas e sextas ao meio-dia. |
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPIU VIERIDES.
1 Qnarto minguanteaos 9 minutos e
40 segundos da tarde.
9 La nova as 7 horas* 47 minutos
e 48 segundos da mantea.
16 Quarto crascente as 4 horas, 36
minutos e 4o segundos da manbia.
23 Loa cheia as 8 horas, 18 minutos
e 47 segundos da manha.
DAS da semana.
JO Segunda. S. Melchiades p.;S. Eulalia v. m
11 Terca. S. Damazo p. ;S. Trason m.
12 Quarta. S. Sereno leiter m.; S. Opimaco ra.
13 Quinta S. Luzia v. m.; S. Eutracio.
14 Sexta. Ss. Pompeo u Druzo mm.
15 Sabbado.S. Albina m.; S. Eusebio m.
16 Domingo. 3.do Advento. Ss Ananias, A/a.
ras e Misael mm. ; Ss. Noval e Concordia-
FUTE mOil.
N
OOV1*MO 9A PBOVINCIA.
Oflicio~Ao Bxm cominaudaulesuperiorda gua> arma' Amaneo Antonio Cardoso.
da nacional d municipio do Kecie, iiileirandu-u,
de haver luloiisadoq otpector da Uiesuorana de
fazenda mansar naffnr, l"1' o torraba legaes,
. folha e pret queS. Exc. reiumleu.
DitoAo miwioi recoininriidaurlu que mande
fazer as honra fnebres do eslylo ao cureuel cura-
uiaodoote d* > aatalb&o de reserva da guarda na-
cional do Kecifi:, Francisco Maraede de Almeda,
que havendu f leci lo baje, tam o sau corpu de ser
dado asepalluia aruauliaa t 3 hura- da larde sa-
hiodo o enterro da igreja d.t>dem Terceira da S.
Francisco.Olliciou-se ao dirocior do arsenal de
guerra, pira fornecer o carlunmesem bala que for
neceasaris.
DitoAo Exm. marechal commandante das ar-
ma*, recc-moiendandu que mande avisar a 3 offlciue-
superiores para seiviKirn de vog*s na junta de jos-
tifa, coja reunido devora ler lugares 10 horas da
inanhaa do Jia 6 do crranle no palacio da preii-
dencia.Fueran) se as oulrascommuuicacdes.
DitoAo inspector da Ihesouraria provincial, in-
teirauJo-o de haver o chafe de polica participado
no lia uVI ci novembro ollimo, deajitlira o aju-
daule do administrador da casa de detenro, Jo*
^|um Mendesda Cunha e Azevedo, e o guarda da
ii oearn, JoSo Marcelino Ribeiro.l2u,u commun-
c cao se faz (hesonraria provincial.
' DitoAo metale, para mandar comprar -20 car-
l< jiras hoiueopalhcas, aliro do seren remetidas ao
1 etro. prrsidenie das Aiaguas, que as reqniatlou, as
i quaes deteni sur das de costo'de luoUOrs. ,,
ilitoAo musmo. remoliendo para os convenien-
tes eiemes, cofias das acias do conaelho administra-
tivo da Dito- Ao commandante superior da guarda na-
cional d"- liiiiaunu, inleiraudo-o de haver autocjsado
ao inspet 'tur du lliesourarla de faien la, a man lar
Sgar os venciraeulos do corneta Felis N unes dos
utos, r alativus aos inezes de jaueiro a junlio deate
anuo um i vez que esteja oos trenos legues o prel
que S. S. remeiteu.
Dito Ao inspector do arsenal de otarinlia, dada- "I!!!''',' ,.
raudo ter auto.isado o inspector da thesoorarU de Proce.ia a respeto de conformidad* con,
fazenda, a mandar pagar a quantia de 123000 rs. de
'"loAoE\m. marechal commaudante das armas.
remetiendo* por copia n aviso ci
da niierra-de 19 de novembro i
la que se concedeu passagem p
ti Ijiitalh.ii de infanlana, ao cap
a mandar pagar a quautia de 129000 rs
que trata o seo officio o, 1214.
Dito-Ae provedor da tanda, declarando em pri-
ineiro .talar que acaba de ofliciir ao mareclial com-
mandaaia das armas, para mandar para o lazareto
do Pana o oftlcal O pracas de ;irel que s3o necessa-
rlos pura guardar ospatsageiros que forem puttoa am
quarctoteiia, e am segundo lugar que pedal manl-r
fazer aa Urracas de campaoha que forens abaolut-
murAe ndispeitareis para abr go de detiacamenlo
du maam i Uitarelo.(MBciou-sa a reepeilo ao mare-
clial comoaadinle des armas.
Dito Ao mismo.Em respwla aoseu oflicio de
21 do pastado, lenho a dizer-ihe que annniudo ae
que ollii propoz Vasc. lenho resolvidu que se eita-
b<;lec na liba de Santo AleUo um lazareto para as
bnreacas e canoas procedeoles de portus infectados,
rmra o qa o otoriso a eulenter-se a lal respailo
ce in o priprietario (('aquella ilha, afim de oella fa-
zer-*e una paloca, ou utiliser-se de abrumas chou-
pmasqat consia-me la existimm. OIBciei ao capi-
l.)o do porto e cliefe di polica, para nao ceuseuti-
rrm naenlr-dn ou saluda das ditas embarcai.-oes,
aem qoe etlojam ellas munidas da guia ou documen-
to' ata qei>falla Vmc, compre poruulo que Vine.
Ibztt remettii o mudello do sosoclliania documento,
afHt) de Harem.Iran.raittidos aos cnpalazes e nutun-
dirden potreissoL ta Uflerai. Sa* ure.mu seoiieo J
ofdei ausEniis. presidentes d^s Alagoas, Pr:uLj.
Hio Grande de* Norle e Cear para in.ircliarem de
comtnom accordo e dcciare-lbes qoe a provedoria
dasaude de-da provincia dara gratis as carias de
saude, conforme Vmc. propoz no sen citado oflicio.
Fez-te 0 oaceasario expediente.
DitoAo inipeclor 4a Ihesouraria proviurial, pa-
ra mandar fornecer cum urgen:ia ao administrador
di casa dedetenc,oos ebjectos mencionados na rea-
ciio que remeti.e.
Dito Aoell*gdo do tjaranliuna.Em resposln
ao oflicio d Vmc. de 28 do mez ul mu, lenho a di-
zer-lhe que com a maior rgencia seguir para essa
ct marca umi ambulancia que para essettinj foi
mandada aproioptar, e bem assim que j oBciii ao
Enm. prmidenle dat Alagoas, uo seulido de otabe-
licer-se nm eordao uuilario, devendo eolretanto as
autoridades dssn comarca, se acaso avktiniar-se a
epidemia, Iralurem de evilar a comniuiiic.'iciluda me-
llior modo [lottivel, tomando-se a< devidas cAlelas.
eno caso da epidemia alu invadir, cumpre que os
habilantasnio desanimem e eutrem em trataineulo,
soguiudo-te ;iv prescVipcOes que se tem ratjommeii
lado. ^tar '
DitoA's cmaras municipaes.Constando que
a epidemia do cholera ja se ach ua provincia das
Alagoas. e vai marchando peles povoados margem
do rio S. Francisco, julgo conveuienle, vi'to que pu-
do ella (Conauellar essa comarca, recommendar uo-
viimentea ess-i cmara, que itesdeju procura animar
a populaijUo do seu municipio, fajendo ver oquanlo
ho prejadici.l o terror pnico um semelhaole Oon-
jiinclura e fazer com que sejam observadas as pres-
ciriffbiaes hyzinnicas que para ahi j remelli. Cnm-
ere igualmente que niauifestaudo-se a epidemia em
povofJC> viiinha, se i-sforcem todos em combater o
mal e avilar a communic-icllo, para o que com u au-
?i lio das pracas do de.stacainen'.aaedtver estbale-
csr o eiioveiiienle cordJo tanitarto; dando-se-me
parte iminedi.llmente do que for occorreudo, alim
il promplamaute enviar oa.Hoeeorros precitos.Of-
liciou-sc neale sentido aot vigario, aos juizes de di-
riiloe aos co nmodautes superiores di guarda na-
cional, para prestaren aoiilio.
Portara-Nomeandu ao Dr. Ignacio Eirmo \a-
ver, tnia eiercer uilerinamenle as fnneces de te-
crelarieilaconimissao de hygiene riulilica, duranle
i' impodlaneatii do Dr. Alexandre de Suuza Pereira
ilo Carato.Fizeraat-se as neceatarias coinmuirica-
coes.
OllicioAo Esm. caatmandanle superior da guar-
da luiciooal do munieiplo do Recite, aulorisando-o
: tua iorormac.Jo, a mandar eliminar da
metma guarda oaeioustpor teraobditu porlusuez, a
Domingiat Joto df Coala GuimarSes, que se acha alis-
tado uo respealivo batalhao de anilharia.Commu-
uicou-*ao cousul perloguez.
r da repartirlo
do qual cous-
corbpauhia do
lo 10 da me-ma
omraunicou-se
Ihesouraria de fazenda.
DiloAo niesmo, iransmittindo por copia o aviso
circolar da repanir.io da guerra de 22 de novembro
ultimo, mandaudo nao 6 eumprir o decreto n. 1671
inserto no Jornal d* Commefwto, que rpmelie.; uo
qoal esta' definido o armamento' que sendo lavado
pelos desertores dos corpos de I linlia, aggrava as de-
sertos, mas tambero descontar as pecas de tarda-
mente e equipaineatto nao vencido qoe fu desenca-
minhado por occatiioda perpelratao de semelhau-
te crime.
DitoAo inspector da Irrtfsnurelia de fazeuda.
Tetvdo nesfa data ordenado ao presidente da commi>-
Mo de hvgiene publica que entendendo-se com V.
S. trate de organisar urna reiaco dos medicamentos
e objeclus estrictamente Aecotsanos para 10 ambu-
lancias, quecoiivem eslejrn promplas para* a' 1. voz
serem enviadas a' qoalquer ponto da provincia, qqe
infelizmente possa vir a ter alacado do cholera, e-
sini o communicu a V. S. para saa.intelhgeucU, o
para qoe a < maule apromplar combrevidade.Of-
ficiou-.e a auptilo ao mencionado presidenta. e>
DiloAo mesmo, comrooiiicando haver Kziu. ,
Sr. ministro da guerra declarado en, aviso da de' ^ elle' le,Vi"" eS,e, ?,n0r deJ re
novenAru ..Itiiavo, que fra appruvada a comprado '0j,!e"a.:i1?=de._su'.s. Ie" '. ufrd.i,fI,.J
i reno de J.ise Joaquim do Reg Barros na impor-
ncia de :OOOW>00 rv para edificacao das cochei-
ras ila companhia fiva de cavallarla uo logar de
Santo Amaro.
HitoAo messao, reenmmendando a eipedicaode
suas ordena para que seja arrecadada ua recebedofia
de reo las internas, a \ -la da nota que remelle por
copia,a importancia dos direilos a emolupienlos que
esla' a dever Bcaiici.cn Jos da Sllvnra, pala saa pa-
teule de reforma uo posio de majar de arlilharia da
guarda nacional liaste municipio.
DitoAnmesme, devolvenda oe papis que \ie-
raau annevo- a sua inlormai.io sob a. 768, retalivos
a niedicSo e avaliacao de um terreno :de marinha
no rio Japumim o lugar deaemioado Purto das
Pedrinha-, o qual oi pedido por aforemenlo pela
companhia l'eruambueana, e recommaiidando que
tspeito deconformidade com o parecer
de procarador fiscal daquella Ihesouraria, a que se
refere a citada informacao. _,
DiloAujdiz relator da junta dejoslira, remel-
lando para serem relatado, em aetsSo da inesma
jaula, os procesaos verhaes dossoldadus do 8. ba-
tnlh.lo de infantaria Tlioine FaaJJ&ra da Costa a
Praoosco Antonia da Silva.l'artwspbu,se aoEzm.
presi.ienie das Alagoas.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, ap-
provan'do a deliberarn que Smc. tomou de forne-
cer ili medidas de azeile doce requisitadas pelo
brigueJiarca Itiunarac, para fornecimeulo do va-
por de guerra Beberibe ; e bem astim. o vazilhama
preciso prra couducrao do referido azeile.
EXTERIOR.
Dito-.Ao capitn du porto, iransmitlindo por co- 0m e,to- 1 (">aciP;>> n ,"?ba absolotaitente
ia o aviso ciroular da reparlicao da marioha de 17 """"*> relajo cun, elles. A le linha sido feta
PAKIS.
22 de outubro.
' De que servem as leis sem costumus be um
proverbio, que acha sua applicagao em todos os
lempos. Kis-aqui, por eiemplo, o reino de .aples,
que se julga ser invernado pelo cdigo mais perfeilo
da Europa, o cdigo francez, e todava v-se que uso
os hoineui all fazem ilas leis ; ao inesrao lempo que
se vio o grao ducado de Toscana, poslo que cahiJo
outra vez sob o imperio de leis barbaras, prosperar
e vivit feliz e Irauquillo al o momento em que um
espirito intntalo de reaccaai ah ressuscilou penas
dignas da idade media. Mas de lodos os paizet, onde
este contraste das leis e dos coslumes he maia salien-
te,** primeiro lalvez he a Inglaterra. Nao ba paiz
onde se encontr um mixto mal uttraordioario de
liberdade e appri-sso, urna dose mais forte de ar li-
vre e de ar comprimido.
Todos bem que os tngleze* sao apaiionados pa-
las colleccoes; el.es lacio i-olleces de aranhas, de
borbolelas, de andoriuhas, de manuscritos, de au-
tographos, de velhos geueraes ; eomprarao o hastio
de Homero, as Irezemat e sesteis e cinco bengalas
de Vollaire, as ernias de (abaco do grande Frodeil-
co e os chapeos de sol do duqae de Wellinslon ; pois
endao al na
preciosa maule
urna mull Jan de velhos actoj legislativos mais ab-
surdos e mais ridiculos uns que oulros, e ludo
Uto par amor du preccdenlM por espirito de col-
Sibemos bem que este leis so evislem com a con-
dicAo de iiAo serem appffiadas, e s.1o conservadas nos
codillo csaio velhas armas iouteis nos musens de
arWhana. Mas ha occasioes em que se ve repenti-
namente esse velhos pergaininhos sahirem do etque-
cimenlo e estes velhosarcabusesreappareceretn, luz
do dia e eulo o bom senao dos homens l'a lodos os
eaorcaapossive'is para impedir que oslas leis caotea
prejuizoq, Alaumas vezas cila-su e-la seuleaca de
um maglBradn ioslez, que leudo de applicar urna
lei, que pun i u furto de um cavallo, absolven o reo
que traba foliado dous cavallot. Era Julgar seguudo
a lellra da lei.
Verdadeiro ou falto, o exaaaplo he intlruulivo;
lalvez a lei ponis-fde niorle o furto de um cavallo,
como lije ella anda pune c un o degrado os delicies
do-cacada* as contadas, e enliln quaudo a lei he
Absurda, ajo tem ojui/.uulro meio senao illudi-la
Rnats quelhe for possivel. ltimamente vio-sa uiu
magistrado absolver um reo, que tinha violado o
repousn do domingo, porque a le servia-se da pala-
vra domingo, e o processo linha em pregado por des-
cuido a expresso : da do Scnlior. Islo quer ape-
nas diter i|ue o magistrado n'j julgava con .emente
applicar i lei. Km oulros casos ha nao s pessoaa,
senao classea imeiras e que solfrem a pena das Iris,
que nao linliain si lu feias pira ellas. A-sini os Is-
raelitas eslgo anda Iioje excluidos do parlamento por
FOLHETIM.
EPISOOKD DA GUERRV E CAT4IAMLV.
Por L. de Beaurepaire.
pa
de novembro ullimo, mandaudo dar pablicidade
ao aviso felo aos naveganles, it:erra do pharol que
se vai inaugurar no Cabo de la Piala em Paiaajis,
o qnal consta do exemplar que remelle.
DitoAo mesmu, remetiendo na copia do avi-
so circular da repartirn da marinha de 17 do cor-
renle, para lerem a cnnvenieiilejpoMtcidade, os
exemplares dat traducce< n*. :ll e-S2 dos avisos
aonunciando nos n.yeganles u eslabelecimento de
diversus pluies ; e bem assim. das iiislruCfite
geraes para mharcacae daalinaatts aa, porto |*unis. 1
DiloAo director alo arsenal de guerra, decs- I
r-Midoqu pi.ia direcloiia do arsenal ale jiuerr da i
corle foi participado havr remettido peto vatiur |
TocaiUits para aquella arsenal, um caix.io contundo
:i modelos de moxillas para fuiileiros, cacadoret e
arlilharia.
DitoAo uireclor das obras publicas, direudo
qoe deve de preferencia mandar cali;ar a ra do
caes de Apollo.
DiloAo proveJor da saude, recomni*ndando
que Iratede cnui;,rir uma barcada para o servido
do lazareto, ajtiiu de ser reslilnida ao arsenal de
'marinha ,i que'perlence q'ielle arsenal ese acha
empregasVa em dilj) s^r> 150.Coinrounicoo-sc ao ca-
pilflo do porto. i
DiloAo tojpeclor da Ihesourara pro\incial, in-
leirando-n ale haver apprevadofa dulibcrarao que
lomou o director das obras' publicas de mandar cuin-
prar(iaraa obrada poule provisoria do Recife, 50
WOet de Oleo de linhac* a 25OIM) cada um e .111 ar-
labas de zarcSo a 7!0uX) a arroba.Ofliciou-se a
respeilo ao mencionado director.
DitoAo mesmo, para mandar por cm hasta pu-
blica o eaiharreamento de um pequeo lauro da
estrada do sul,scrvn1o de base a essa arreinaco
o orc'ameuto e clausulas que remelle por copia.
Cumiuuuoou-se ao director das obras publicas.
DitoAo commandante do corpu de polica, di-
zendo que pode passar escusa aos soldados daquelle
corpu l.aureutiuo Francisco Xavier e Sebastiuu
Vraucisco de Pauta, visto que completaran! os seus-
engajameiilos e nao queruin conlinuar no servico
do mesmo corpu.
PortaraAo agenle da companhia dos paquetes
de vaporeara mandar dar passagem para a corle
porconta'dn governo un vapor que -o esperado
norltJfl segundo lenle da armada Augusto Nel-
lo de Mend.mc i.Communicou-sc ao commandan-
te da estacan naval.
CircularI. SecesoRio de Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio em 17 de uovemhro de
1855.
Illui. c Exm. Sr.Nao havendo anda disposiran
al juma por esle ministerio, que lixc o pra/.n, lleudo
do qual devi'ui ser apreseuladas pelos empre.' nli de
repartiees, dependenles do esino inioisierio, is li-
rene.n, qu" Ibes forem concedida-, suk pena na se
coiitjer.ir incaducas, tenlio de declarar a V. Exc.
que cumpre ubservar-se a esle reepeilo a regra esta
Mecida para os ejuprpgadot.ile fazenda, cnl aviso
1. 121) de 26 de uStubro de 18*6. O que_couimaiii-
co a V. Ele. para sua inlelligeucia e s%pacio no
que llie loca. ,i Ja__sa_v
Dos gn-rde a V. Ezcl,uiz*>edreira do Cont
Fcrraz.Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Cumpra-se. e poblique-se. falacio do Suveruo
de Pernambuco, 1 di' dazembrOvda 1855Figuei-
redo. ^
_---__----
ti

S19.
1. C"onft'ns[o.
Dez ciin Jtos nao se ttnlloi pastado depois da sce-
na qoe acabo da descrevtjr, qi ando urna viva fa/.ila-
riu romreu per todas as janellas (la praco.-.Os gritos
des mierlsifo gaimn o ppanhavaan ssas
dalooaces fin it|B^MleaMBavs-uns
astim sen ceiconlentaasaalo psiiWceplisVnm tanto
cavalleiroH que Szcramea ave tesTemuaiador.
Esta fusilara nao me ftetuii mal do que as
cedentai. pois estovamos enliincheirados at
parede', solidas ; mas prohib logo .1 minha gente
respooler : terlamns gasto a;i municOes em pura
perda.
^ Pella oitihijn da man lia* meo qqarlel-mesln
-"(I" iu-aa a mim com o ar invslerioso que
ido. e eamou-mo 'parla. Enca-
llaba lodos os siguaes de nui
tostare ul.
a toneaJe.rliste-meede, toda esta fuzilaria
he urna tarca bem como nqueiias "propotlns etlupi-
das ; ellet quizeram tobreludy ditlrihir noesa allen-
lo, aoa astulu-ilemni ajiHesoiram seu menlo.
ej daqorlle lado a direita 1 quella casa qne llca an-
nexaa liospe aria, dentro de um quarto de hora ella
estar m ehernmas, e aoUr nao aei o qoe nos res-
tar etsr ; anta velh hospedara bu meio conslrui-
da da rsailelrii, e dentro de orna hora seremos assa-
dos aqtii rosno rapozas nos cuvis.
E o ofllcial Inferior mosinio-me com o dedo um fi-
lete de fumara que alna por um intersticio do ledo
II Mtitstio do piteo, e da-
Hr-Bie da unmiiien-
h quasi absoluta de
combsle-lo eilicatmente. -
foa de alguns mionloa concedida a Renova-
les firt im 1,1ro, e Ihet b-.sliir para penelrarem na
casa qoeficav.i i direita da eitolajen. : linhain de-
posila.lu ah tiiada quaulidade de malcras inllam-
maveis, 'haviam-se relirado depois de lerem-lhe
posto feo. Os ^uerrilheiros linham calculado lado
iiabilmeoll^j velo lesleqce soprava desde .1 ma-
Iragade ejsj ueria violencia levij laucar as charu-
mastobre bospedaria. Esse piano inieroaj Secu-
tado rpidamente nos perdera de uma maoeira in-
Vide Diario n. 283.
contra ds ralholcr.s e cuiira 05 partidarios dos Mu-
arls ; depoi desse lempo, us Sloarlt tem munido,
os calholicas tem entrado no uailaananln ; mas por
acaso tem-te conservado na frmete' du juramento
as paM'vrai crsnlire a verdadeira fe de um christau. u
o he por esta formla, qne us jadees se achaoi ex-
cluidos, a
Anda a esle respeilo citaremos una Jjrpcestio sin-
gular, cajos pormenores todas1 poderumlertta pouco,
inslaurado contra uoaruiceiros judeua pela socie-
dad pratectonr oVs aniume-, parque o procewo ju-
deo fazia os bois soffrerern mais fempo do ajue pelo
pruce.su chiislao. Nesle caso novo, o iriagisiia In fe-
'izmenve currigio o Muerdo da lei ; mal anda aaaun
l5o pode .ib-i>l\ .r o melhoajo y :. iulnr iw bou,
senao em consideracu deque os clirisladaiamli'-m se
erviaa delle para matar carneirus e vaBo. lira s
o quefalUvaem noseodias, qne as qnestes Iheo-
legicas se trii'formnssem em qoastes de mata-
dodro.
Oulro exemplo ainda, o qual leve lugar a semana
pastada eqoe diz respeilo lambein a lei do domin-
go. Trata-se de 11111 operario, quelriibalhou luda a
Sjsinana, medanle urna paga, em ua eolheila, mas
que lambem tem um cauliuhe de trra tea, que el-
le eollivi nos dios de guarda. Levado perante os
magistrados do condado por ler felo su colheit
em um domingo, he condemnado em 5 xellios de
snella e 12 sel. e meio para as cusas, em virlude
de uma lei, qu remonta a esse piedosu, virtuosoe
pdico Carlos II.
A upiniau publica pronuncia-te contra esta sen-
lenca e appella-su para u l*JJUittro do reino, o qual
casta a deci-o dos magistrados e absolve u reo ;
mas eis aqu a razao : porque o acto de Carlos II
se applica aus individuos que cooliiiuam.no demiii-
un 11 tua uccupsJCaordioaria v, e que o reo, que
fez a cullieila parj or oulros durante a semana, nao
enlregun-se toa occuper,.1o ordinaria fazeudo a co-
Iheita para si no itoiangu. At ah ludo vai bem,
mas aqui lemos'. dflienldade. Applicaude judaica-
mente a lei, seta asanle que cada individuo mede
de 01 coparn aa de tmugo para se adiar em regra e
violar n sabhado i,sna voatadt. Um sa|ialuiro po-
llera fazer a barba iiiipuuemenle, ao menos paras!,
um calielleireiro poden faiajr-ta alfaiale e um cha-
peleirn sapateiro, todus estarAu nos lermus da lei,
porque nao caoimiiSrao em suasoecuparas ordina-
rias, e ooiiio se tam dito mu ju liciusameute, todas
as tojas podero estar abcrlas. no domiugo, com lau-
to que se laca urna (roca mutua por esse dia.
Mas lia casos em que a conservarlo, mesmo nomi-
nal de anUgat leis, pode ser mais que ridicula e vir
a ser perigosa ; citaremos um caso moilo recente.
Sabe-se qoe legislaban odiosa e Ivranuica o dominio
protstame da Inglaterra fez pesar pur muilo lempo
sobre o povo calholiro da Irlanda. Esla legislarlo
lem sidu sem duvula muilo emendada ; cumludu
anda ha restos della, entre os quaes existe uma or-
denanza, que prohibe aaaregiiiientus ireiu a urna
reja calliulica, cmn sua mosi ,1 tiente, e mi con-
cede este privilegio ts (ra^s, que se dirigem aos
templos prjileslaiiles. Ora como na Irlanda a popu-
laeao etobrttudo a popularilo militar he quasi toda
calliulica,esla lei ultrajante linha cabido quasi em
desusa e linha e dcixadu de applicar, quaudo ulli-
inainenle aprouve a" algumas caberas esquent.idas de
ofliciaes protlstaiiles po-la em vigor. Pela primeira
vez, no camp de Curragh, uma msica de recimen-
to, iuleirameiite composta de calliolicos, recebe 1
ordem de levar ao templo alguus soldados prolestau-
-
fallivel, se antes de duat horas nao recebeasepins
neojgn toccorro ; pois l'allavam-nes todos os ins
loras iiiiu
iv"am-nas
Utos nec, s-ai ins para arrdmbar as paredes que
insjepar^vam do foco do incendio, e para comba-
ter o fo
Fiquei alguus minutos absorto em uma especie de
esptnlo ; mas sicudi logo esse deslenlo, e pense
"at probabilidades de salvar;3u que aluda pudiam
patar-nus. Kra mpussivel suffocar o'incendio no
arreo, caavinha pois cuidar smeute em preservar o
jaleiiipu pos-ivel a hospedara relardaodo-llie os
progressos. Inuudar osquarlos vizinhos do edificio
incendiado, o celleiru e u lecto das estribaras, onde
os cava los comecavam j a dar siguaes de inquicla-
, lal era uotso exlremo e insuflicienle recurso.
Fe sote os edificios da ..lalagem eram disposlos
Mira que m Irabalhadures achavam-se ao a-
qur
1 do perigu e das halas om todn 0 esparo
a o paleo. Difigi-me prucipiadanieule
rna que minhlrava agua ,1 posada, e 0rd'
lelade da gente se Occupasse cm eUr.liir ,-,
ns odres perlenrenles a Benedicto
asos que nos foi possivel achar. Depoisde
Utos de estorbos, meus bomens desanimados
(isterna aomplelameute secca. Advenidos
provavtfmenle pelos habitantes da aldei.i os guerri-
Ihrirof Unlinra corlado ou desviado a funle que (ra-
zia soet aguasa pusada do rochedo donde brotava no
meio dos bosques.
Os Hespaohoes acolheram cem uivot irnicos a
imniers das pi imeiras Iravea inflammadas do le-
lo vizinho ; sabiaui que estes estorbos seriam breve-
mente inut.is. Toda "a esperanza eslava quasi perdi-
da para nos. via-se facilmeule que desta vez o a(a-
!|ue dos guerrilheiros era dirigido por um hnmem
lbil c habituado a lodos os expedientes dessa
guerra.
Nao podamos pensar em montar a cavallo, e a-
lravess,r Callados ; pois apenas o< cincuenta bo-
mens anda validos, que eu commandava, livessem
dado vinte pastos, tres quartos desse numero leriam
cerlameute perecido dehaixo do fogo erizado dos
guerrilheiros, que oceupavam toda a prara, a ra
principal, e que delendiam a entrada do bosques c
da estrada. E alias se esse projecto davesse ser adop-
tado como ultimo recurso, que se faria dus sele ou
oilolen lo. que rslavam nosquartos superiores? Era
impossivel abandona Ins ao iiumigo ou s clianu.ias.
Enlrclaalo u fogo ganliata rapidameule a I usada
pelo lorio, e a fuzilaria que coallnuav.i ns praca a-
peans peimillia-nos conlemplar de lra e abrigados 1109 andares inferiores os progressos ra
pidos do cleineqsndeslruidur.
Apezar de niinhasunKns eda iinpoasibilidadehem
evidenle de'wtardar os progrtssos iloitgo, algans
soldados dedicadus salvarlo cummum arriscafam
com a obslinarjlo do desespero sua existencia para
separarem a casa incendiada e os qoarlos contiguos
da etlalagem ; mas foram logo descoberlos e ecolhi-
dos por um fogo morillero, que ferira drroe desses
bravos, e tornara impos-ivel sua generosa leula-
liva.
Tu lo pareca perdido. Mandei chamar Thereza.
A heroica rapariga que nao deixiraat este momen-
to de prodigalisar seus cuidados aos feridos. veio
inmediatamente a minha presenra.
Voss v uossa triste posro, disse-Ihe eu ,
sabe alguma cousa que possamos iuda fazer em seu
favor ?
_ Nada rnelhor do que aquillo queo seor oi-
cial lem feitu al aqui : fui informada da conversa-
ran d "** tenhona com Renovales a meu respei
a estou, pobre rapariga, mui humitdemen
becida pela sua pruteccao.
s essa prolecc.ao vai lornar-3e impotente ;
ouhece algum meio de escapar aot seus
* Miiganca de seu pai e de Pedrillo, os
quae. llie reservam a sorte destinada a orna afian-
ce zada ?
*- Neulium, seor, e solicilarei de sua bondade
n favor de (car aqu al ao ultimo nUmenlo.
E depois?
Depois? respnndeu-me a intrpida mofa com
um sorrso de resoluQSo varonil ; e lirando do cor-
pinhii um punhat calalao levemente curvo, mostrou-
uie a puna afilada, e accrescentou : depois, seor,
me resid .1 ainda isto I Nao soll'rerei viva o suppli-
rio da pobre Ulpiaua Manuelo. noiva de Xavier
Mina ().
Va conlinuar junto dos nossos feridos sua boa
obra, respondi-lhe com emocao : toda a esperanra
lalvez au esleja perdida.....
Tiye om instanle o pensamenlo de fazer appare-
cer us janellasj da pusada os quioze refens que o
'Era 1809 Xavier Mina, sobrinbn do partidario
I Expoz y Miua, qoe fez lo grande papel na guer-
ra de Hespanh'i, mandara fuzlar como afranceza-
da sua noiva l'lpiana Manuelo, lilba de um agricul-
tor navarrez, debaixu do pretexto de que prevenira
um destacamento francez cemmandado pelo seu a-
manle, segando dizia a malevolencia de alguus i-
vejos.ia a rbrgada de sua guerrilha. Essa desi;raia-
da ruaca denunciada a Mina pelo proprio paL^M
ozilada cm I nmbier por dez guerrilh-irus iiavor-
rezes. e o for.o fui ordenado pelo masmo Javier ti
Fizera-ae nina especie de endecha sobre essa Irisie
historia, e he isso ai que explica como Thereza Uve-
ra couhecimenlo de um faci acontecido trila 011
qnareuta leguas dLslanle de Callados.
a fali
les. ao passeque linha a prnhibn;,lnde levar a Inissa
soldados calholicos; u desronlenl,miento causailo por
istos foi acalmado com adisperso e al'asiameato do
reg melo.
Pela segunda vea, Islo he. a semana pastada, n no-
eocio apresetau ato carcter mal. grave. O-regi-
menlo de milicia dn con lado de Kerry tiimn a Cos-
liimo de ir mui Iranquillamenle .1 missa todus ajsdo-
mingos com sua msica ua l'renle ; quandu uiu cum-
manda ule rccenlemenle chegadu leve a pliantajia da
Ih'u pruhibir. Na parada do 1 iiuingo f^gttiiiM, es-
tando o regiment em forma e lando recebidu Ordem
de marcha, Indos os soldados ucarum immuvois. O
ullicial c .iniiHii laule fez fumas admuestatj&es e
depois ameacas ; ludo foi fi ntil. fs soldados neni
fallaram, nein murmuraram. nem se mech'rani. O
ajudanle general foi chamadu e leu a acta d sedi-
ento (meeling acl); mas, diz a mmrauiicacao que le-
mos vi-la, s sollados licaram 1 mino veis como es-
laluas, e os olltciaes dianle desta resistencia passiva
e inveneivel,limilaram-se a levar o regiment para
e qoarlel. As cousas e-l,io pur agora ueste astado,
e os soldados nao sau cerlameule os que esto mais
embancados. Urna gazela irlandesa diz a cale res-
peilo :
" Certamenle heimpossivel imaginar nma viola-
cao mais flagrante do cdigo miliur e emludu he
impotslvel puijjr oa dcliuquenles. Aa auloridades
nao searriscarso a amarrar nos postes 501 solilados
calholicos. purque se'doeram de um intullo felu a
elles mesmot e sua religiau. No momelo am que
o azorrague cahisse uastuas cosas por esta alTenaa,
ainda por mais branda que fi-.e esla pena aos olhos
da leiajnlilar, sera esle o sigoal de urna taodanc,a
total nosiiegmuos da guerra. O recruUmeni* para-
ra inimediaUaiuarle na Irlanda, e a pradendE ranis
eommuin deve dizer s autoridades que a milicia k-
landeza u.io nssisliria Iranquillamenle curta espin-
gardas carregd Jas e haiouelas armadas, a e de semelliante senlenea de um Irihuual marcial.
Cumpre que o governo Irale francamente a ostlo ;
elle sabe que. segundo a lei militar, todus estes ho-
mens ineprreram na pena ultima, 11113 lambem sabe
que esla pena nao pode ser, nem ser cerlameute
applicada. Todos os nossos al hados sao i.stholicos ;
os vencedores de Malakoff e seu imperador, cujo
espirito os ani'iinu naquelle da, sao ealbuus; as
cinco sextas parles des xercitos da Criina sao ca-
lholicos e imaginamos fcilmente, quaes seriara tuas
impres-es, leudo os pormenores de uma semelhante
eXecllC.io,... D
Estas linha. sau liradas de umi gazela irlandeta,
por eonseguinte deve-se hensiieo oremos que lodos os olhos do eiercilo
da Crimea eslejam liv-.s sobre l.imerich a estamos
convencidos aasim como a gazela irlandeza, de que
o governo ioglez nao far uma carnificina geral dos
50U sublaifos calholicos de Kerry. Mas esle exemplo
deveria, segundo no* parece, mostrar o incuuveuieu-
le e o perigo de contervarem-se leis que, de odiusas
toriiarau-se risiveit e que lo lavia cunservam ainda
bstanle torca para servir intolerancia,an capri-
cho ou i rr.alica-dos humens, e para avivar oulra
vez as ivcorda;es mais irntanles das pocas das
guerras eivis e da oppressao eslraugeira. .
"^ (Journal des pebats.)
EXfclSICAo UNIVERSAL.'
. / exposieap dos sclcageni.
Uma al'.cue.io delicado da commissao de clattifi-
car;au, ou om simples efleilo do acceso, aproximou
oa mesma galera da exposicao os mais maravilhosoa
productos da industria civilisada dos europeos e us
primeiros eosaios da industria natural dos sel-
va gens.
Eu pastea va lOiimamenJa na sala contigua, e me
entretnha em passar da comemplarao das 1 rodigi-
"-a- mobianis, que o homem nvealacads da paro
lomar -w inntil ao exame dos :mttaimonios gro.'.ei-
ros, que os Ingieres da India e da Australia, os
Ilolaiidezcs do-Ceylo c os Americanos, nos enviam
como amostras- das obras judustriaes dus indgenas,
que altea lem submellido.
Assislla successivamenle em urna meia. hora i
duas idades do espirito humano, e dando alguns
pasaos me trantporlavn do herco em quarepousa sua
infancia ao vaiito tbcatrn em que te deenvolve toa
mageslosa verilidade. F:\|wriiiienlava otn orgolho
natural em mn sentir, nao um destes filhus do uni-
verso, ainda mergulhados no crepsculo da vida
primitiva, mas um desles homem maduros, Ilumi-
nados pelo sal da civilisarAo. Eslava em pe, dianlo
das curiotidades viudas de Van Diemen, e observava
oom a.eempaixau altiva de algnem, quq linha visto
ua vespera a Odulhca de Mr. Ingres, o retrato de
om selvsgem calvo, de olhos pequeos, beicus gros-
oos. de orna semi-nudez meuos pdica fea a mesma
r.u lez ; uma Venus hull-utote, exceptocor de e-
bauo, a Baiyiieufe do M. Cuurbet, menos a cor de
fuligem..,.
Ilianlu de-li l'ructo dusgrarado de algnm pincel.
da Oceania. iido ptide comprimir urna risada. Mi-
nha hilaridadu alrahiea allonco de ,amh*tsitador,
que eslava perlo de mim. Vend'o os caattete ga to-
ques de Cevlia, porque Ceyrlu expoz am torlftjertto
de pequeos ubjeclos proprlos para quebrar raberas
o refrescar as faces. airabais, -tatjhar, me diz o
eslraiigeiro, destes desgraciados telvagens. e de sua
pobre industria .' Oh industria dos selvageo*:
se nao creio n da aspire nos. Heceio qae, u que lo-
mamus aqu p,;|0s pruduetus naluraes de mas Iribns,
seja a inveiiCala de nm especulador vaukee, qoe fa-
brica selvagens como em fabrica loirfa oeberroelrus-
ca na pissagemde Ociarme. Os selvagens 1 existem
lano, assim como exittem floresla^vinjentl Os Ama-
ricanns lem rcleado, cultivado c semeado estas fa-
mos.is florestas,onde Ojpadra Aubry enroutrou Chac-
tas, e nos venderam esle tao por bom pre
trigo qu- reciilherm na gruta de'Alala. Sobre o
destroces das i:hoopaiMt do ullimo dos Mohkann.,
Incas e do (JrusSerpehe seu veneravel ,pai, elles
edificaran! uma igreja melbodlsla, onde prega algum
nesanwo .da SiKiedadu da Um peragra-* uma la-
herna, onde seus [ieroehianoi vo nobriacar ao
sabir do serrlo.
De lempos 11 lempos Irazesn para VttoMpa alguns
desceudentfsilu lngnu. Hurn, deque falla Ve|-
iM>e : he M. Itaroum que os oonfecciena u os enva:
cAiihecemos o processo : um pooco de cinabrio, da
azul e de ora neo oiislurados e triturados sobre a palle
de um ctlristaj, como sobre a palheta de um pintor,.
um tofo de cabellos posticos no alio di ctheca, uma
langa e um cachimbo, eis aqu a receila de M. Rr-
num para lazar Momcanos oa Iovrays 'por raelhur
prece. lie forte fatalidade ; eu quererla enconlrar-
==
me
e
a cara a cara com um selvagem aulheolieo, bem I rogh phico, ,jo uma triste amostra de vossa lypogra-
devidameote ceilificado. Pois bem fleai ealis- phia'uacional.E vos feilo, replicn o visitador ; vede um perasile vos. mfaler que vostas muflieres gostem moilo do que bri-
Eu mesmo sou sachmou aagsmorc do minha tribu. Iba, para se deixarem apandar por*esles pedacos de
ealem disto nm dos expositores na exposieap un- vidro cuino culovias ao espelho Vetaos reraee'uun-
verssl, senhor, para ter a honra de vos servir, o I c pasoirao de raquetas, e vostat canoas farinm co.11-
Obtervei o incgnito com a maior atlencao. Elle I paixao aos caooeirot d'Asnires. Quanlo a vuteat
fallara seriamente e pareca muilo bem educado 1 facas, vos para o usar uma iiiysllfioaco grusseira. Todava, [ estou muilo cuulente, eslimo muilo de us ver : islo
sendo de um bran *n un poaco trigueim. 11A0 inerme faz lembrar de urna trena de Robinton Cruaoe,
pareca bstanle cor de cobre para ser clas-icad>['quando cabe 110 meio dos selvagens, qoe v4o meter
entre os Peaux-Reuges. Examinava seu vestuario)! o escalpelo 111 pobre Vendredi. Julgo ver-ves lan-
procurava a corda de peonas, us mocassins de pello I ande vosso; lomahawks -obre o posta em qae amar-
de ralo aliniscarado, bordado de pello da poren-espi- raes vossot presiuueiros, dausando em circulo em
uho, e o lumahawk na cintura, que compeui sem- torno delles, qne canlan seu cante de morle t
cas, cujo uume he Uocoohe-
preein laioper o uaiforme de um verdadeiro sa-
cliem. Maso alrangeiro Irazia am chapeo de mo-
ta, um paul e bulas enveroizadas). Ti ve um ins-
tante a idea de Ihe fazer abrir o coltle du rasemira
para ver se nao linha pintado sobre o apeilu a famosa
larlnruga azul, tosigue hereditaria da familia d'l'u-
eas. Emsumma, com seu nr benvolo e um pou-
cu affeciado, esle sdgam ua linha a apparencia de
Um taliellceu de um alderman em viagem. Per-
cebeiulo minhas duvidas, lirou desda algibeira uma
earlewa pequea, c da cartera um cariao de visila
um que li eile subre-cripio : a M. Chactas, hotel do
Louvre, ra de Rivoli. aChactas exclame! comi-
sa ; qoel vos serie*...Sim, senhor, desceudeule
em linharecU deChac
cido eqlre v.
Er o bisav de meu avo. Eu son de sua familia e
j'alcher comu elle. Alieneoado seja o bom Mainl,
^joe me concedto-o praaer de vos encontrar, diste
'u.reunindo | impamente minha- leuibrancas de
Clialeaubriatovl agoejando esta iiugua franca-iu-
diaoa, que linha pullo #u moda, apezar dos sar-
ca-mus do Chnier e do Morellet. Vossa presenta
me he mais agradavel do qae he ao exiliado a lem-
branga do leilo de seus pas, ou o luar ao rocador
perdido nos bosques, eu... Agradeco-vos, seulior,
vossa curiezia mas, por favor nao- desperdiga lan-
a eloqueucia aelvagem pur minha causa, inlerrom-
peu M. Chactas com polutos; este vocabulario, que
nos emprestan! us eteriplores civilisados, assemelha-
H a museo de co-lume-', que vi honlem no Louvre
e que se chama, segando creo-o musen dos sobe-
ranos. ,
Ear-te-hia, tuppouho, ama idea inexacta dos an-
ligos francezas, se os represenlassera lodot, em sua
vida de todos os dias lo pomposamente ataviados.
Paz-te lambem uma falsa idca.de nossa lnguagem,
emprestando tudus e em luda a occasiao a lingua
reservada de notaa rrligil e de nossa poesa. Fal-
lemos, pois, se vos agrada, senhor, como fallara to-
dos *e al te permillis me servire de meu mo
francez ; o que delle sei veio de Franca, Ira/.idn por
meu antepassadoChactas. Elle linha, como sabis,
rutilado a.corle do rei Luiz XIV e visto represen-
tar em Sainl-Cyr as tragedias, de Racine, que nSu
tioha comprehendido. porque, dizia elle, us selva-
gens sau meninas. Mas em sua partida u re Ihe
deu um exemplar de La l onlaine, dizendo-lhe :
Os meninos comprehendem as fbulas o M. de
Chateaubriand nos conloo ludo isto. Cinco gera-
i.'es leram esle livro : elle conservou em nossa fa-
milia o pooco do francez, que sabemos, c ims lem J
acenipauhado por toda a parle, em nossas desgranas,
em nossa emigraran.
Nao habitis, pois, mais as bordas do Meschnce-
b AIi uao.Os Americanos nos vene, rain, e quasi
deslruiram e Iransporlaram para o oesle do Missou-
ri, com os destrozos de nossos aulgosioimigot os Si-
mulle*, .lia mais de sessenta anuos que os Nat-
ebez nao sao mais um povo ; formam penas urna
tribu, a que us vencedores deixam tua independen-
cia, porque lie muilo Iraca para abuzar della. Es-
tamos resignados e vivemos em p os Americanos khefe de iniuiui irib, sou quem serve de interme-
diario em saas Irsnsacccs eom seus vencedores.
Son um negociante das flureslas virgeus, porque
aiuda ha florestas virgeus, permilti que 0 diga, se-
nhor, como ha selvagens ; sou nm corrector de com-
mercio, eujos arligot to colados na Bolsa de New-
\nrk, onde ia duas vezas por anno para pagar meua
bilbelese fazer minhas cobranzas. Civilsei^ne pou-
co a pouco a forja de correr as estradas publicas,
e vede era mim, semi-selvagem e tem-Americano,
uma iinsgem baslaule liel do que resta do aniigo
mundo, o inundo primitivo, conquistado e trans-
formado pelo novo. '
Por mal de orna vez, coufitaso-vos, lenho lido a
touiacao d'ebdicar minha dignidsde de sachem e
minha profissa de neguciaotc, na qn.il lenho ajun-
tado alguma fortuna, fazer-me Europeo, para vir
acabar iiieus dias cm Pars. Comprara um lerreuu
nos campas Elvseus.ahi ediflcaria para mim enlre a
drlsrno janlnu uma casa que valeriaJjem meu wig-
wam, a haverfa o whist em minha casa duas vezo
por semana. Mas antes de lomar um lao grande
partido, quiz ver.mn pooco mais perlo o qoe se cha-
ma ai\ iiisajao, e aprateilei, para vos fazer uma
visita desla apreaoutacto,universal, onde o uuco de
natsos correspondentes 06 Canad lem exposlo nos-
so prodnelos.
incendio ameacava comnosco de ama morto com-
mum ; mas seriara elles vistos -To meio da fumaca
das descargas eonnuas'E, arn dalo, eslava 110 po-
der dos llesp; nhues delercui o incendio mais lefri-
vel do que o seu fogo mais mortfero? Na extremi-
dade em que nos acharamos, pensei que era melhor
reservar os relens para prolegerom notaa sahida.
Acora, disse aot meus fficiaes inferiores que
linham-seareunido em circulo em torno de mim,
nao temos ma s viute minutos diauto de nos. As
chammas devuram us quartos elevados, e as Iraves
dos andares inferiores comecam a fumegar. Os feri-
dos sejam (rantporlados para aquelle pateo, e lodot
eslejam proiuptos para montar a cavallo! Procura-
remos abrir passagem viva torca ; he noaso ullimo
recurso!
O incendio ao qual ueuhum esforc delinha mais,
desenvolva-se com rapidez assaaladra. Era un
pciisaniento terrvel e doloroso para mim cuidar que
sessenta humens anda cheios de vida, coragnm e
forja iiuhain pouens miniiloi de existencia diante
de si, e que liaviam de suecumbir Mm meio de de-
feza, sem esperanra de vingir-ae, cabindo; sem pn-
derem tirar a espada da bainhn. Este pentamenlo
deleve minlia rcsnbicn dez ni nulos ; antrelanto o
incendio ia lavrando, alguns detlrocos caham do
ledo no paleo.
-Mande collocar os feridos e Thereza 110 carro,
dsse en prec.piladamente a Benard, ao qual essa
po-ieao suto arrancara de sua impassibilidadu h-
bilual, nidiidelarabein liraroscavallosd.it estriba-
ras, quaudo 0 lecto cahir tentaremos sahr favore-
cidos por esse momento de -orpreza ; os homeus va-
hdus rodeartti'O carro dat feridos, e nio o absndo-
naro sb nenhum-" pretexto. Os relens Me maos
aladas arompanbem n carro doa fajriJos..... poder.1u
lalvez assim escapar as primelras descargas; e de-
pois a galope! Estare na frente da columna, e pro-
mello urna bala de pistola aquelle que exceder-me.
Digam e repilam isso eolre si, accresrculoita
Parisiense com o ar alegre qae nunca o deixavaajfcl
sellando ao mesmo lempo com cuidada meu ca-
vallo.
Todos os toldados expellidos, ana anos us oulros,
peto fogo dos postos que oceupavam na posada, reu-
oam-se 110 palco. Seus semblantes expriman! um
descsiwru triste c sombro ; parque etses bravos tir
nhaiii ale enlao allronlado a morle eomo soldadote
aao nono \i.-limd--. en pousamunto de serem dego-
la los mi lunladns sem podereui deftnder-sc os i"
zia estremecer de vergonba e de furor.
Nao seaouvam mais gracolas, i,em as ruados es-
truuJotas que precediam oulr'ora acaiga e a victo-
ria-Y mas lambem nao se va neolium sigual de fra-
queza e de cobarda. A mprte encarada em um cam>
culpai-ine. teiihur, responden M. Chactas, somos
chrisiaus e baplisadot. lia quasj duzenlot annus
que um missionario o padre Souel, nos enrfuou o
evangelbo ; nao sumos grandes (heelogos e lemas es-
queoidu inuilat paginas de oosto calhecitmo : ma
sabemos que lia um lleoseqoeha am diako, eqoe
se nao pode servir a ambos elles ao mesmo lempo ;
sabemos que ha Ires virtudes e sete peccadus, e qoe
nao se pudo conciliar us cle peccados com as tres
virtudes ; sabemos que ha um corpu e nma alma, e
que nossa alma vale ntais que nosso corpo; euiOm ta-
llemos qae nao he preciso malar nem comer teu pr-
ximo,mas ama-lo eotaoa ti mesmu por amor de Dos,
e he e-I,1 a razao porque nAu lenho decepado ne-
11 li 11 ni crneo, senhor, uem comido neuhum priio-
uero. Eu vosetlimo mait por uio ; mas nio im-
porta, laslimo-vo/de ter Nalchez. E devo dizer que
nao ha cem annus, esle louco de Joto Jacques 10-
iiliava em Muntmorency as delicias doeslado selva-
gem, e que ns saldes de Pars iuvejavam as cabauas
dos llurue>.' 3aai-me, meu charo senhor, vou
nosae axpo-icn por minha vez, e nio
qoando muilo, se nao malardet prompiamenie um
homem na distancia de meia legua. Coofessai que
ha prazer em brincar com uma lal jola. Aqu junto
est orna pistola de 12 tiros ; em nm abrir o fechar
d'olhos, el'a derriba om peloUo. O que aera qoan-
do se liver adaptado aos caoot de aepingarda de
todos os nossos soldados es.es excelleolea tobos in-
cendiarios, que um philantropico acaba de inven-
tar e que vomitara ama centena de deseargaa cou-
teaaliva em ae fatigar ? Em um lachar d'olhos
snpprmir-se-ba um batalhao : eis o qoe he muito
superior aos vossos pedacinhos de pao pona dos, ar-
mados de peonas, bont quando muito para atraves-
jM>f o perequitns nos curaes de vossea coqueirot.
~"~" Aprecio votsas armas de guerra, responde*
o selvagem, porque aos uteut olbot tilo ansas de
paz. Fazeis um pequeo progretso, invenais ama '
machina capaz de exterminar em um minuto nm
eiercilo nieiro, a guerra nio ser mais possivel.
Hecuinmeudo esta descoberta s medilacdes dos ar-
mairot fraucezev.
S'reit vos por acato um ditcpolo do padre de
Saint Pierre, senhor Sagamore, e pregis a paz per-
petua 1 O momento aeria bem escolhido Tomis
por acaso nossos arsenaes de guerra por museos ?
Perguulai Hussia se at carabinat dos etcadores de
\incennet sao curiosidades de arrheologia. Ellas ja
Ihe lem morto batanles soldados, como noatas bom-
bas Ihe tero destruido mullos natos, como nossos
caolines Ihe bao dedamolir militas cidades. Nosso
coracao geme, mas* na jprdade a culpa nao he
nossa.
Como astim '.'
Aprndales a ler em La Foutaiue ; voo fazer-
vea compreheneer a qaeatie.de Oriente. O lobo
moscovita quer comer eeordeiro turco por todas as
razSes ; e principalmente porque o cordeiro turco
u ar de importancia de um Parisiense, qoe faz as
honras de capital a um primo de provincia.
Hera na parle circular do edificio um grande
djuulamentu. Que quer esla mullido :' me diz o
oaeii compaiiheiro ver os diamantes da coraPa-
rece, replicn elle rinrJo-se.qac nossas muflieres nao
sao as nicas em amar o qoe brilha, e que ha colo-
vias por toda a parte.
Oh grilei eu vvame uto, nao he o brilho desles
iham.iiiiesque attrahem os curioso*.sao aegrandes
recoidacOet histricas, que elles lembram. Vinde e
observai. Esta corda vale voseas penuas de papa-
gaio ? lie esle, diz o sachem com recolbimnito.
moslrar-vot 1
vos duu um anua para vus fazer ualuralitar Irn- satia-.e na crrente de uma oo'da. qoe se chama o
cez, e vir a ser eidadAo de Paris. u A esla palavras "
condoziu-o ao edificio principal da expoai{lo, Com
Bosphoro. onde o lobo quera beber s. Mas ni-
gua* pastores vigilantes faxera causa comraom pala
salvar o cordeiro, e s. eajadadat quebram uma pa-
la au lobo, que desde algum lempo caminhava a-
pressadamenle. Eis a coocluslo desse aplogo ea-
ropeu. Puuco difiera do de La Foolaine ; he lal-
vez a primeira vez qne historia he mais moral
que a fbula. ^
Pois ha lobos enlre os povot civilisados'.' Por
que a Kussia be cr,alisada, nao he assim 1
Sem duvida, pota que ella loma oossasmoda,
le oossos romtuces, bebe uottos vinhos, e brinca
com o proverbios da M. de Mussel. A civlisaicao,
meo charo senhor ;
.. Rene os horneas, que lio* bosaues errara u
odudema augusto que meu avov,o sobre a frunle j como drz guileau ; edific", levanta eSXde.| inven-
re. que vo-la musir, senhor '.' veris logo qae de
minha parle ha uma grande humildadc.
, Aeeilei esla delicada olferta. Um iiislanle de-
pois, paravamos junios diasle de nma vidraca onde
eiao puslas urnas sobre uulras, com uma ausencia,
d'arle verdadeiramenle tocante, pelles de lonlra, de
marla e de caator, facas, arcos e flechas, um diade-
ma de peonas de passaros, braceletes de vidro, chi-
nelas de corlica. luvas de palle de gamo e fulhas de
avoce seecas, cuberas de siguaes, que as.iniilliam
aos da esrriplnra ; e njaJs dlllanie, lora da vidraca,
remus mu curtos, carafas modo eompridas, raaeha-
de* aliados, *l fisgas mui poulurtas. Nem cVmelria,
nem ordem propria 1 seduzir os olhos e a "fazer pa-
recer osobieclos mai- novseuiais lido*. A Fran-
ca he consiiuiuia la nVrle doeppatnto ; oscaixeirus
nalchez leriam grande qsjeesfinde de lomar licciies
na Ville de Pars, t'.uiAssdflkMtvIsla desle bazar
de selvagens. que maiiilesla aoWAuameula e sua
pobreza, lonn-i .1 respeilo de meu vi^:nlictja grau-
das apparenrias e_o lom prutStor d'um Wadao do
mundo civilisado. u Emlitu va que seja, Ihu dsse
eu, qaanlo as vossss pellesdo^ marta e de catlor ;
ellas nos larau.manguitos, qne uoslcro n,aisqueu-
tes que votsas luvas Je pelle de gamo, e chapeos
mais solidos que esla corea de penuas. que he lal-
vez vo.su diadema, senhor sachem, e pela qual vos
pagarao bem dez esculos na ra de Saint-Dinz.
Mas voseas folhas secca,, contesto engrimanco hie-
po de balalha enlre o canhau e a espada inimiga ao
som guerreiro da cornela, quando a plvora em-
briaga e exalta as cabecas, he mui diOereule da
morle obscura, sem gloria e sem letlemunbas, que
nos aguardava. Muilos que arrostrara alegremente
a primeira, hesilam e estremecen! diante dn segun-
da. Nessa exlrcmidade tivea prora de qoe comman-
dava a soldados aguerridos. Alguns collocavam com
Ollicilude os feridos 110 carro, e cobi iam-no de la-
buas leves, que servissem de Iriiicheira a estes po-
bres enmaradas. Oulros lomavain machinalmeule
as armas, ajustavam as clhas como para uma carga
regalar, ou conlinham os cavallos attusladus pelo
sinislro crepitar das chammas e pelos rellexos do
incendio que uos qoeimava o rosto. O resto, e
eram os soldados mais anligos, fitavam olhares 111-
dillerenles sobre a hospedara, eesperavam com pa-
ciencia estoica miuhss urdeus para essa sorlida des-
esperada.
O ven lu que soprava do oesle desde a manba
mudou quasi sbitamente, e \ mientas baforadas do
sul laucaram a fumara para a praca. Ka circuma-
tancia poda, durante alguns segundos dissimular
nosso projecto ao iuimigu, e dar-nos alauma proba-
bilnladede nAo termos vistos teuo no meio da praca ;
eu ia, pois, para aprovcila-la dar a ordem de montar
a cavallo, e j Jerouymo Irazia-ine o meu, quando
um pen-,miento me fez eslreinecer.
Alguns unanles antes eu vira Thereza ua tala in-
ferior da penda, e eslava persuadido de que ella
entrara uo cirro com os feridos ; mas no momento
em que eu puoha o pe no estribo, meu olhar filo so-
bre o carro esobre aquelle que ille conlinha, nao
eocoulrou ah a rapariga.
E Thereza? pergunlei ao cornela.
Jerouymo sollou immedialameiile a. redeas do
meu cavallo, e tallou sobre o eixo da roda. 1 111 se-
gundo basloo-lbe pira certificar se de que a moca
n.in e-lav no carro'; lancando-e euiau para Iras,
fez uma oxcMmaco surda que resuma lodos os tor-
rera* e anguillas humanas, cerreu ;i oteada princi-
pal, uiule datappareceu enlre at chammas e o fumu
miles.que ninguem (vesse podido, rete-lo.
Jeronynio correndo no meio das travs abrazadas,
e dosVorros que desabavam, conseguo echar emfim
Theiaza, a qual cahira ujoelhada em seu quarto,
meiu aspbvxiada, c sem poder passar a barreira ler-
rivel que uppunha-tc i sua fgida. O incendio or-
insra jilrt della uma Iriu.lieii.i de chammas e do
fumaca. Rpido como o pentanienio, leronymo lo-
mou-a uos brujos, e di*punli.:-se a rollar pelo pe-
rigoso caminhn qoe seguir, quando abrio-se uma
noria no fundo da sala e appareccran dous hnmeut.
Um viiiba coberlo pelo sombro capuz de !,ia preta,
o linha barbas bastas que guatoeciam-lhe o semblan.
de Luiz XIV, e que lera eassado de geracao em ge-
rac.io ateos ltimos netos do grande rei !
De vagar, pur queiu he... .Accredilaes per acaso
qoe at coras da Riropa se Irantniilieui de mao em
inu por lieranaa, como os movis das familias In-
dias f A desCarlos I por pouco 11S0 cahio no froo-
lejde Crunwelle e a de l.uiz XIV rolou por trra do
alio do cadafalso. Um homem de genio a apaubot).
Em nossas progenies rea, as lilhas nao recebam
sempre a successu de seus pas. Otpovusque amam
o imprevisto, e encarregam Je as desherdar e eslas
mudaujesde prupriedade chainain-se na linguagem
pullica, revoluces.
E porque os povos as fazem '.'
Algumas vezes purque so desgranados; as mai
das vezes porque n creem ser, de lempo em fempo
porque se aborrecem.
Que prove lo acham elles em modardegoveroo?
Islo osdstrahe. E de mata, elle* assimilhara-te
au .Inerte que acliandu-sc sempre mal deilado, quei-
1.1-su que sen Icilo he uu muilo conaprido ou muito
curio, uu muilo largu uu moilo etireitu, e julga-se
curado quando lem modado le cama oto o accesso da
libre prxima. A cada revolara aa liberdades dos
povos se alongaui ou se enouruim, cuino o tollo do
itoeote. celles creem se salvos ihi t>nMl*iljulai
Psaatoii, eos nos afstlamos de oosto stumpto.Para
lornai,ius diaiiia ules da cura, u effeitb mar evi-
dente daaMjoJan5es he que elles vo immediala- omos incrdulos !
meato parar em casa do joalheiru.queos pule oulra
vez em honra da nova fronle qoe os deve lrazar.0
jnalheiroda coidadeve ser miliouario e pbilosopho
duas qualidades qne raramente' andam juntas ;
porque ha sessenla nones as revolujoe nao o tem
deixado desraiieai.e dada concert das joias do Es-
lado Ihe tem sido uma liclo de mural muito lucra-
tiva sobre asvicissiludes da fortuna.
Mas elle be o nico que desde que a Franca joga
cum as revoiugoet, lem aprendido e ganho alguma
cousa.
Na verdade,.' diz o sachem, n*> obstante ainda ha
pouco zumbdveit desle diadema de penuas.. que eu
deveria. segundo dizieis.lavar tua de Saint-Diniz,
e que n,1o vale dez escudos ?." Este diadema linheis
adeviuhado, je u de meu av Cliaclasjpas-ou de suas
maos para os til los de seus lilliot, perlenceine hnje \ guem.
e ser logo de meu filhu, a menos que a uidu.a das [ tevrS
revolures nao nos va de tranca pelos paquetes, o
que nao he provavel. Sumos bastante livres para
que o poder seja enlre mis um objecto de iuveja :
minhas luin cues de sachem sao uma tne-cura ; en-
tre nos o eslado be todo mundo. Notaos direita* s
Tenho visiadoeumesine sua clasaiiicacao. (Jue- lem por limite as de oulrem, uussa liberdade ceata,
oadeu mal de oulrem conicca,eis senhoreseurupeu,
o que v chamis estado selvagem.
Vede bm qae a honra de envernar pobre genle
como no, nao vale a pena de fazer omaHjeeolui^u:
por esla razao nSo a fazemos. Eolre nos, o governo
se transmiti de pas a lilhos, como enlre vs um
campo ou om casa ; e a dignidade de sachem he
urna lu ranea lo segura, como a aljiv 1 e as flechas
dos avueugos. NAo vos parece que am diadema de
peonas, que existo em urna familia duranle sca-
los lera mais valor, que um diadema de pedrarias,
que muda de senhur todos os vinte anuos ? J que
o publico eurupeu reude humenagem as coroas, de
varia approveitar-sc da occa-iao bastante rara na
Europa, pelo que parece, dever urna cora inarno-
vivel, a dus Nalchez. He este o phenomeno da Ex-
posicao.
Conversando assim, ludamos chegado dianle das
magnifica armas expotlas petos fabricantes france-
zes. Fiz admirar ao sagamore at espingardas de
Duvitmu, de Lepage, de Ileriiigere, de Lefaucheut.
Vede, Ihe dlsse, mostrando uma carabina de luso,
verdadeira obra prima de elegancia c de preciso,
vede este pequeo tubo de ac muuladu sobre um
pedaco de madeira pulida, macia au luqne coaajjaM.
lira, alavrada como um relicario Meitei nesle Ha-
do lobo om pedico de chumbo cnico da grossura
de uma bola de gomma, das que curam o deflexo,
e he preciso que sejais um alirador de sele costada*,
la caminbos de ferro e ot barcos a vapor ; mas nao
supprime as paixOes, e t,1o as paixues qoe produzem
a guerra. A civilisajlo poderia rorrigir as peixoes
consagrando, dedicando ao aperfeicoameolo moral
do humera os cuidados, que da ao* progretso* ma-
leriaes da tuciedade ; cuida anles em augmentar o
beui-estar dos humens do qne em lama-Ios me-
ntores.
Ja que combate pela juslic.3 coaira a violencia,
coucluioo sagamore coro-ama gravidade melanc-
lica, a hopra da victoria seja vossa, e o taogae der-
ramado recaa tabre o augressor '. Mas desde que
vos esculo, ja nao inyejo taalo vossa civiliucao,
guerreira sem o querer ; admiro menos vossas bel-
las armas, qae a votto pezar sa lingera de sangae
humano, e contino a amar nossas flexil, qne, co-
mo di-sestes, nao Irespatsnio, mlu ferem teolo ot
gama* e os passaros das floralas, porque nao faze-
mos mais guerra, desde que somos chritlaot.
Este tteophyto dus bosques pretende ser por acaso
melhor chrrtUo do qae nos, disse comigo, nos. o*
tilhot mais velhos da igreja, baptisade* sob Clovis ;
nos, ot soldados dat Cruzadas ; aos, que nette mes-
mo momenlo abrigamos debaixo de nossat bandej-
ras l.uihero e Mahomet para exterminar com elles
srhi.in.tico Photia*. segundo a betta eiareetao da
a de Ihe mostrar que nao
llrimedialameole. depois He ler alravessado
e observado rpidamente muitat galeriaa, onde bri-
Ihavanl todas as riquezas, todas as elegancias, todas
as tenaoalidades que podera detlunrhrar e offoscar
a vista, eonduzi, levai o tachera exposicao da im-
prensa imperial, e moslrando-lhe um livro coberto
4ior um vidro de relogio : a Adroirai, Ihe disse, es-
la maravillia da typographia moderna, e vinde fal-
lar-rae anda de vossos manuscriptos de follia. sec-
ca .' N.io ler eu aqai comigo um de meas bous a-
migos, um bibiibphile como ot ha pouco! Nio res-
pondo que elle -vot gahasse muilo os caracteres, es-
te papel, estes floroes Elle he demasiadamente
apaixooado pelos anligos livros, para ter mui sen-
si vel aos modernos. Mas como vos fallaria elle do
lexlu, mtu,Deos! elle a quem amo mais que niu-
lenlio louvado mais que iodos Es-
lORor, he o livro de erson. be a linila-
: o de Jesut-Chrislo, o verdadeiro foco do espirito
ciiristao, o manual da piedada moderna, o mais bel-
lo livro depois do evangelbo, diz um philosophodo
uliime ssculo, que, he verdade, cna mediocre-
mente- 110 evangelbo e praticava pooco a Imiloriu,
mas qae era prudeole e nao quera malqoistar-se
cora maguera.
lenho ouvido os vossos missiooarios fallarein
da Imilarno. Dizei-me o que anana ella V
Eusint, respond esbreando-me em ser ele-
qaent*, o desprezu. do mundo, a abnegacaio de s
mesmo, a humiWade, a penitencia, o perigo da fe-
licidede, a bondade do aoflrmento: a vonlade das
l.grima-, Easiua a arrancar am por om de nossa
alma todos ot peosamenlos da Ierra e fazer desabro-
char todas as virtudes do co, al qqe vazia em
lira do todas as affetoes eslranhas e cheia tomento
da imagem de vaos e de seu amor, a alma se ittr
melhe celia piedosa dos solitarios, onde s se v
o rrucilixo, ande s se respira o perfume da santi-
ddde. "
He verdadeiramenle admiravel Mas enlre
esle livro, a ultima palavra da perfeicio chrisUa, e
esla exposicao, o resumo da civiiisacao inoderna,
nao vos parece, senhor, que existe ao menos em
apparencfi um pequeo desaecordo'.' Ah Eslas
galeras chelas de raaravilhas as mait exquisitas, qne
o Iuxu pode inventar, representara o desprexo da
Ierra e do mando ? Estas crearrs encantadoras do
jajenio e da mo dn homem, estas rendas, estes es-
tofes de finos decdos e.de cores brilhantes, estes va-
sol d'uuro e de prata, estas lavoures delicados sao
as imagens do d.sapreoo de si mesmo, das prazeres
e dat docuras damltll| Esta molherea elegantes,
cojos olhos conleaapuuidq esla* riot de-diamantes,
te titulo e cruel : Jerouymo ulgou reconhecer o
olhar feroz de Benedilo. Viuha armado sdmeule de
uma ala vanea de ferru e uma faca sem bainha qne
Irazia uu cinto. Seu companhero era Pedrillo.
Jeronymo a quero nenhum perigo, de qaalqoer
natureza que fosse, poda assoslar, enlarou cum um
braco a ciulura da amante desmaada, sacou da es-
pada, e espern com a tranquillidade desdenhosa
que rooslrava aos maiores transes.
O frade deu um pasto adianto e murmorou
Ainda esse homem! he a segunda vez qae o
encontr dianle de mim.
O joven cataln reteve-o uo momento em qae elle
ia laucar-te sobre Jerouymo brandiudo a alavanco,
e forrando o frade a recuar, mo-lrou-lhe uma parte
da pereda com um gesto quasi imperativo.
lie verdade, disse esle, nao devemos perder
lempo.' A mim o (hesooro, a li a vinganra. Mala
sem piedada.
() frade correndo a um armario occoJto ua pare-
de, analou-lhe a porla com a arma poderosa qae le-
vava, e essa porla que era apenas ama laboa larga
hbilmente dissimulada debaixo da alcatifa grossei-
ra do qoarlo, cedeu e descubri aos olhot de lero-
nymo a superficie unida do partimento. O Hes-
panhol puxou rpidamente com a faca uma pedra
chale, que cahio no chao, e da cavdade qoe ella co-
lma correu uma chuva de ouro e de papis. O fra-
de abaixou-se logo, ajuntou com a mo trmala lo-
dos esses lliesouros e uccultuo-os no teto.
Eiiirelaulu Pednllu vendo a atteocjto do cornela
lixa sobre es-e cslranho csp"claculo, laneou-se so-
bie elle. A lula foi breve, us lei terrivel: um des-
envuheu toda a agilidade do tigre, toda a astucia
do selvagem, o uulru todos os recursos da pretenra
de espirito reunida destreza. O joven hespauhul
sallava um lomo de Jeronyrnu oppuudo com a mao
esqurrda o cano de urna pistola' felizmente dascar-
regada s culiladas do inimigo, e procurando com a
man direila um lugar para ferir.
Um momenlo a espada do saldado locou o peilo
do rapaziuho; mas etle, rpido comu um chacal, e-
vilou o golpe, e mellendo-se por haixu da arma a-
chou-se adianto de Jerouymo, lendo o olhar arden-
Ic e a m,io erguida ; mas e pe escorregou-Ihe e a la-
cada que era destinada a esle, cahio sobre o peilo de
Thereta.
.V infeliz moca deu um grito terrivel, e Jerouymo
paludo, leudo os olhos espantados e at maos dulas
de sangue.reappareceu nos ltimos degraos do paleo,
Irazeodo nos bracos o corpo desmaiado de Thereza.
O ar fresco que suceedia ao calor intenso do in-
cendio deu-lhe na rosto', e a fez vaciliarum momen-
lo. Doos cavalleiros apoderaram-se della e leva-
ram-na para o carro dos feridos; depois em um
abrir e fechar de olhos, lodos acharam-te a ca-
vallo.
. Mande abrir as portas, disse en a Benard, e
Dos oes salve t
Conloo-nos muito a impeiiir os cavallos avante ;
assoslados pelo fogo, pela fomaca ,e peto* grilos dos
llespanhoes, elles respingavame enlregavam-no* aos
tiros dos no-sos adversario*. Emfim paisanos o lu-
miar. mas logo uma furiosa descarga acolhea notsa
tentativa, e tele ou oto soldado* cabiram da sella.
Muilos refent, e entre elles o alcaide foram lambem
feridos morlalmeole. Ot soldados qae iam no carro
nao foram abantadas.
'iwt el rti'. Mala ot ganchos grilaram os
guerrilheiros.
Eslavamos perdidot, a praca achava-sa lechada....
Viva o imperador 1! I respondern) voxtj* fran-
cesas no silencio que seguio essa descarga oestes
gritos de Iriumpho.
Ergni-me sobre a sella,* com o coracio palpitante,
vi desembocear pelas duas roas principis qne ter-
mioavam na nraca uma columna de duzeotas ou tre-
zenta* bayonetas. Eram at comnanbiat do 18* de li-
nha qoe en esperava, e cajos ofuaiaes baria apretsa-
do a chegada, advenidos provavelmeole dq perigo
pelas descargas de roosqoelaria.
Os Hetpanhoes julgavanMe 18o eerlos da victoria
que seus postes de observaco linhan vindo reunir-
se nos sitiantes para tomarem parle na carnificina
esiiuecendu toda a prudencia aluda precauro.
Uma companhia habilmenle dirigida lancon-se
alraz das casas oceupadas pelos guerrilheiros,sorpren-
de u-us, expellio-os ,1 bayoneta eom a intrepidez
fogosa de nossos soldados, e precipilou-ot debaixo do
fogo do resto da (ropa e tobre a pona de notaa* es-
padas. Ot Hc.panhues em numero de uns denlos
alravessaram a praca em desuniera, e procuraran]
ganhar a roa principal para alcancarem os bosques,
onde o conhecimento dos lagares Ibet asseguraria
am retiro ao abrigo de toda a perseguirlo ;nas do
mesmo momenlo reliniam nessa directo os sons
dn clarira, e cncoenla cavalleiros dianle dos quaes
vi paitar Vicente com a espada nua, Vicente qne ti-
nhamos julgado morto, sulcaram e dispersaram
esta muliido espavorida, denando. aps de si larga
esleir de cadveres pitados ou mutilados. Apenas
os guerrilheiros tornaraiu a reunir-se, foram oova-
meute perseguidos pela espada e pelos ps dos caval-
los de meus soldados, aos quaes etse duplo eecorro
restituir toda a soa energa. Cnt oilenla llespa-
nhoes perderam a vida nessa Iota de poocos ins-
iMlTttjl
(Contlnuar-to-aa.)
'
I
1
I
y
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.

1
PIMO O PMllIJBUCO Tg^l fflM II DEZEMBKO JE I8S6
I.
i
i
)
i

luzem coni brilho mait vivo qoe o dos mesrao dia-
mante*, uabalham dlanle da vidraja de M. B.pst,
para extinguir em seus cor*c,3ei todas at cubicas
inuodauaf, meditam diaole dos velludos de LySo.
sobre o dleile do cilicio e sobre as delicia da pe-
nitencia I Os poyos que prodozem lie prodigios,
oiiile brilhsm urna vanedade e urna perfeiello coa-
quitadas por seclos de Irabalbo inliuito, uao So
senao os obreirot do progretio "espiritual, e s se
anium ao sopro mysticu do espirito da Gerson !
Evidentemente ha abi mu myterio cima das
forjas de nal pobre Indio. Pode-se, e eu o adrait-
I, trabulhar coojunclamente para o aperfeicoaraeu-
to da industria e para o progresso moral des ho-
nesM ; poda-se, eu o admiti anda, amar eonjunc-
lamenle Heos e os vestidos de seda. O mundo nio
he um convenlo.'.nem todos os chrislaos etemilai,
Grece-m. i.nobeiu. em minha simplicidade, qoa
uaa paulo, ende oa progreasos iudutlriaes de
um por* o devira distrahir, se elle nao vela seve-
ramente sobre si mesmo, em seu aperfeicoameulo
moral, e onde o cuidados que se pro lioalisara .1
materia prejudicam aos que se dao ao espirito. It.i
um ponto onde o amor de Dos deixa de coneilitr-
ae eom o do lino, e a devoc.au rain a vaidae hu-
mana.
Qual he eto limite preciso > Vos o abis appa-
rentemenle, y- ouiro europeas, evos consol vais ahi
em equilibrio, como subte a corda teta com urna
destreza qoe admiro, mas que son muito simples
para bem eompreheuder e sobreludo para imitar,
sendo recetaste, que minha lgica de salvagem vos
parecesM um pouco brutal, dii-vos-hi* : sede mais
caaceqnenle com vos meamos, Dio facais lio bons
apostlos ; gabai menos este livro, foco da piedad*
moderna, como o chamsis, ou pratieal mais ; e se
sois francos, confaatai que leudes achado um meio
de conciliar os ate peccados e as tres virtudes, e de
nervir ao menino lempo ao di abo o ao bom Dos.
Ossdvagen nfloontendem nada 'de combinac&es !
gritei impacientado. He verdade, replieou luc-
ias ; por itto tenho tomado minha resolano, eu
voetieixoe ido acabo de civilisar-me.
Voasa vida he complieadissima para mim, nella
vejo muito contralles, dina muiUs contiadicciSes,
se ato fosee certo que sabis pela Uabili Jad do vos-
eo espirito e flexibilidade de vossa cou-ciencla, con-
ciliar a* consas inconciliaveia. He urna arle supe-
rior s lolnhas Tortas. He preciso muito espirito,
para ser Europeo: e do mais para ludo dizer, o
que me tendea coalado de vossas revnluces, me
inquieta a mim, que amo antes de tudo o nieu re-
aouso e a minha liberdade. Se eu ousasse, por mi-
nha vez, cilar-vos-hia vosso La Fontaine. Deziei
ha pouco, como o cAo disse ao lobo :
Quitlez les bois; vous ferez bien ;
Vos pareils y son miserables.
E ja, romo o lobo, eu imaginava ama felicidade
qoe me falta chorar de ternura;. Mas, caminhando
vi pellado o peecoco do cao.
Tendee dito vos me uma colleh-a, delta conservis os ligases. Nao amo
as colleiras e
s Je ne vondrais pas neme a ce prii un Iresorl. o
lelo diztndo o sachein fusjio e corre aiada. Ven-
do que elle 0A0 quera ficar Comnoseo c fazer-se
l'arisieme, live um momento o desojo de partir com
elle e de fazer-me Nalcttez ; renaoctei depois de um
momento de reflexio. Farra, disse comsigo, nm rato
selvageai, como elle, nm anuo liomem civilisadoi Se
ee podaste combinar as lotes da civilisac.au com as
virtudes primitivas, sera roaravilhoso : elle taria
sido um europeu perfeito e eu um soflrvel Natchez.
Mas receioque llaja urna iocoinpttibilidade de oatu-
rezt. Ttlvez a arvore da stieocia, sj roblo da que-
da original do homem, ligare lambom a decadencia
das riiifoes em suas felicidades em anas virlndes pri-
mitivas, desde que ellas lem laboreado o fructo da
rivilisagio. lim todo o caso o fructo tem suas bon-
dades, oja qoe o lasaos comido, resignemo-nos, mas
nio tejamos mu altivos. (dem.)
nambuco um artigo exlrahido da Gazette des Hot-
pilaux, em qne se dizia que a homeopalhia tinha
soflrido um grande revez, porque tendo sido entre-
gue uma enfermara ao Dr. Charg para tratar de
doeutes de cholera morbus, este de 26 perder 19,
oa somenle salvara .">. Parece que, lando traduzi-
do arfado lnaaS3rOITAVAaao.lic.ao do ops-
culo do Ur. Chaig sabr o cholera morbus, corra-
nos a obrgaco de iiyinedijlamenle *pre-eiil defendendo na Jos mdicos homeopalhas boje de
mais importancia na Europa ; porein uom tudo an-
da como a cente quer, e demaisesperavamos pre-
sentar 0111 documento aathenlico com que provasse-
mi a n.in restar duvida, a falsi.iade de scmelhaule
asserjao da (lazetle des Itptpitaux : tal documento
nao taraos por ora, mas rido lardar a omito lalvez
que o possuamo!. Entfetanlu releva notar, que es-
tadio nos no lempo das rigorosa* '/wtrenlentis,
porque alo navios qaiTrszea) 30 e 10 dias dos por-
tos infectados sen traztrem molestia- a hordo, sao
poslos anda d^quarealeui, qaando em granea,
depois dos mais severos osllos que se lem feito so-
bra o ehulera morbos, o governo por decreto de 2
dejolliode 1850, mandan redozlr as qaareuli'n .s
de :< a 5 dial, no caso de os navios provenientes de
porto infectados nao traserem dueule* ; quando o
re da Suecia acaba de abolir a quarentoms ; re-
Dr. Blaye, francez. 100 cholencos, 3 morios.
Dr. anllehi. :):000 pessoas tornaram os pri'ser-
vativos, 1 doente: de -2M cholerjcos. 20 morios.
Em Hitante, 18*>t anda : *
Nos priineiroi das da epidemia, quando a morta-
lidade elevou-te al o numero de 80 por 100, o go-
bernador tiouzales re Qoijeno, letlemunha dos cessos da homeopallua, fez um appelloi devulacao
dos medico homeopalhas, o qual fui dignamente ej-
ecutado.
S11 o Dr. Aso.lratou de 119 cholencos a perdeu 21,
5 dos quaes eslavam j Uto mal que morreram antes
da seaundi ^isila, 3 de 70 anuos, ."> de 80 anuo*.
Em Vlela : 185.
Na ctiantetla dos professores l'astor e Maten a-
riu. tolo mundo toma os preservativo. : um s cho-
lerico e esle fui curado.
l>r. llaleu Uarin. 18 obolericoj, 9 morios, dos
qoaes um menino de 4 annos doente de molestia
chronica e 2 sujeitoa qoe snccamliiraan a atreccoes
consecutivas.
Mr. uvs.H familia* tomaiam os preservativo;
11 m s doente, om meuioo de dous anuos. De 83
cholericos, morreram 3.
Em Vioaroz: sempre 1851: Dr. Ignacio Rico.
IV,I casos de cholera tratados pelos mdicos.
Pela bomenpalhia 72, mortos7: pela allopalhia
setenta eleilore.-, na 1 deve formar mais do que um
ciiculu em sua lolalidade, embora com mais de um
collegio por causa das distancias.
Esta nos parece ser na verdade a divisan mais na-
tural, mar beiK'fica e mais poltica. O nosso fim
insistndo sobrehila lie apretentar orna base que
nos parece legitima, methodicii e organisa lora que
regule o governo e diminua o immenso arbitrio que
I he deiiou a lei volada na ultima sessao das cmaras.
Este arbitrio era lalvez necetsario, mas estamos con-
vencidos de que o goveroo procurara asar delle com
moderarao e criterio.
O.
PERPiAMBCCO.
COLLEGIO DE CARUARU'.
Mesa eleitc ral.
Preiiden re.
lenenU-coronel. Jolo^Vieira deJMeUo e Silva.
.s>ere Capillo, Francisco Ccrrea de S Brasil.
. Aolouio Jo- Goaealves Pires Ferreira.
BfhUadores.
Coronel, Francisco d Madeirot Cabral.
Manoel Leile de Azetedo.
/aullado tu totaeao do c: Uegxo de tilla Bella,
Baixa ferie, Flora e Floresta, composto de 48
eleitvret.
( Ste. Votos.
Dr. Rodrigo Castor de Albaqtierque Maranhio 45
Datemtiaricador Jeronvmo Miriiuiano Figueira
de Mello
Dr. Antonio dos Santos Siqueira Cavalcauli
Dr. Francisco de Paula Baplitla
Conego Joaqun) Piulo de Campos
Dr. Beato Jos da Costa i .
Profesor Antonio Jos de Sonta
Padre Leonardo Antones Meira Henrqoes
Padre Vicente Ferreira de Siqueira Varejdo
RarSo de Camaragibe
Dr. Domingos de Sonta Leo
Padre Marca! Lopes de Siqueira
Dr. Jlo de Souta Res
Dr. Augusto Frederico de Oliveira
Negociante Antonio Marques e Amoriui
Dr. Julio Barbosa de Vasconcelos
Dr. Goeme de S Poreira
Df. Manoel Francisco de Paula Cavalcanti de
Albnqoerqoe
Dr. Jola Jos Ferreira da Agaar
Dr. Francisco Ferrejra Marlins Rvlieiro
Dr. FrMi:o Xavier Paes Brrelo
Dr. Jnaqoim Pires Machado Portella
Dr. Manoel Jas de Silva NViva
Dr. Jet Qiiintino de Castro Leo
Vigario Antonio Francisco Con;alves (Juima-
rte _
Dr. Nibor t^arneiro Bezerra Cavalcaali
lir.Theodoro Machado Freir Pereira da Silva
Dr. Maooel de Atbnqnerque Machado
Dr. Arlatides da Rocha Baslos
Wr. Tgnacio de Barros Brrelo
Geneiel Antonio Corroa Se ira
Major Antonio Jote da Olivnira
Dr. CietooEslettaCavstcaiili Peana
Dr. Joao llircano Alves M.ciel
Inspector Jus Pedrada Silva
Dr. Antooio Epaatioondas de Mello
Dr. Manoel do Natcimeiilo Machado Portella
Dr. Antonio AI ve de Sooza Carvalho
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunda
Dr. Manoel Filipp da Pbn,eca
Dr. Francisco Carlos BramlJo
Dr. JoSo Francisco da S
Ur. Francisco JoajlCarSBBa CoBHt]
Dr. Sabiao Olegario Ludguro Pinho
[^phael de MeH Reg
I
Dr. Francisco
Dr. Joaquim Francisco dn Melo Cavalcan
Dr. Silvino Cavalcanti de Albaqoerque
Dr. Jos Mara Moscoso da Veiga Pessja
Dr. Ignacio Joaquim de Sonta Lao
Academice Jos Leandro de Gddoy a Vatcoii-
catilos w
Dr. Jos Mara Freir Gameirp
Dr. Dellino Augusto Cavalcauli de Alboquarqae
ir. Abilio JusTavares da Silva
nenie-coronel Antonio Gomes Leal
. laoarenco Francisco de Almeida Catanln
irr. .loo vnlunes Correa Lina Wanderley
Dr. Loi Filippa de Souia Laflo
Dr. Angosto de Soasa Lalo
mi da Cunda < Fisueiredo
Dr. Maree* Correa da Cmara Tlmariudo
le Antonio, da Costa Reg Monleiro
Vigario Manoel Lopes Rodriguea de Barro*
Francisco Gome* 1
Dr. Esteva
Dr. Leopcrfi
laoo
ItMPI
Dr. Joaquim Elviro
Dr. Francisco Paes
leva notar.dliemos, que se uart desse quarentena a j71, morios 50: viv a allopalhia II!
esta 6f/o artigo, quando al as encommendns viu-
das do Rio ou de oulrus portos infectados fleam da
quarenleoa por lj dias, em vez de serem desinfec-
tados, como se ortica em toda a parle do mundo,
e nolrecues a seos donos : mas convem desacreditar
a homeopalhia'pof lados os ineios, sejamverdadsi-
ros, honestos, leaei ou nao ; pouco importa : para
u ainda que a Gazetlc det Hotpitaux livese dito
quen Dr. Cliarg oi encarregado de 1,000 ou 2,000
doenle, e perdeu tolos, is-o seria o mesmo que
nada, porque nio damos crdito a cousa que s tem
por lim fazermal a um tystema, que apetar de to-
dos o petares vai caminhando de fronte erguida e
calcando por onde passa aos seos adversarios que
nao acham ouiro meio pan se defenderem, senilu
a calumnia, a infamia e torpeza.
Fique portante o lal artigo da Cazefe des Ho?pi-
tau.r de quareuteua, al que se pu*sa documental*
mente dar-lh* um desmentido formal.
Desde 1819 que o Dr. Chirac he perseguido so-
jacule por ser um homem do eraude e inconlesla-
vel merecimenlo : quem lene cerlos relatorio* em
que se pretenaeu denegrir a repulacAo dece eran-
de medico, nao acreditara que pessoas dererla po-
sijao fossem cipazes do se apresentar em publico
com (anta falla de vergonba e de sentimenlos, pois
qua tiveram aaudacia da dar por falsos fados com-
provadot por innmera* pessoas de posicc* impor-
lantes e que nenhum inleresse lindan) em aisegu-
rar como verdadeiras, coatas que nunca etisliram :
se houver lempo iremos publicando algomas destas
pecas, e oatros maltas documentos pelo quaes se
prava com 'toda a evidencia eme ludo qu.tiio se p-
dente dizer a respeiU) do Dr. Charg era pouco, era
nada a vista do que elle mereca*pelos ami tes be-
neficios prestados 1 bumanidarTe ,i homeopalhia.
Nao pdenlo contestar de uma maneira iuleira-
mente VaaMajosa o que diz o tal artigo, porque, co-
mo ja dinamos, faltam-no* documentos irrefra.a-
veis, pergeniaremos somenfe o que faiia o Dr.
Charg 011 oatro qualquer medico se llie eolregas-
sem 26 defaoto* para tratar ? Cortamente que res-
suscitar 5 ja foi moilo erando servir 1 : mas dei\e-
mos de parle esta miseria datflptserias, porque o
4 bem da humanidade nio lie o qoe tem em vista os
noatos adversarios: o que elles querem he nao per-
der tasa em que possam encartar sua bisca, isto
he, approveilar-se de ludo, anda o mais inveros-
mil, para oetacreditarem o syslema homeopathico,
que elles com a inlima dor de sua alma, eslo ven-
do todos os dias ganhar terreno, arencarar para os
obslacnlos que Ihe oppoem comesse ar de desdem
e menosprezo com qne o* ces de fila olham para os
gozos.
Duas qaesloes ha preseutemenle a decidir : i.\
se a homeopalhia cura aoahf' doeules de cholera
morbus do qne a allopalhia, e 2.1, si os preservati-
vos indicados pelos mlicos homeopalhas tao pro-
veilosos e devem ser poslos em pralica.
Todos sahem que da nossa algibeira nada pode-
mos dizer a respeilo do cholera morbus, porque
nunes a vimos n-iii coiilieremos sean por oui'ir di-
zer : Darem ja dissemos alguma cousa por este Dia-
rio a respeil 1 do que linh unos lido sobre o que da
passado l,i por esses paites remotos: e te ainda
nada distemos acerca da que entre n* lia occorri-
do fol por enlenderma* que nflo deviamos publicar
carias porque nao esravamos aulorisados: porem
ernfirn com a devida venia diremos que o Esjn. e
Rvm. Sr. bispovdo Par.i, que nao hemedico ho-
menoathanut, katreveu duendo, qoe de todas as
pessoas de sea palacio e seminario nenhum 1 leve
cholera grave, pois_ que sendo atacados com doses
lionieopalhieas o prim-iro symplomas da molestia
em pOBtja lloras desappsreciam c os doeules promp-
lamenletereilabeleciam.
l'm notao amigo do Para, depois de eiallar o
servidos prestados pela homeopalhia durante ,1 epi-
demia ainda ht pouco nos recommen la quelenba-
mos loda a confianca nos preservativos :este nos-
to amigo nao he medico e por conseguinle nao tem
este inleresse directo que em nos ou em outro me-
dico se pnssa considerar como movis das nossas as-
serc,ea.
Em Sergpe quem tem prestado serviros ao cho-
lera morbus he o Sr. Bastos e outros curiosos com
boticas e inilrucc/ies do Drs. Chargo e Jahr, que
elles insudaran) virdaqui, a l estao experimentan-
ito os preservativos. JfM
Ora, se cala a tuda a lar conhecidoqae os meio*
ha pouco empregados sao nelllcazes contra o trata-
ment de semelliante molestia, porque ratao se ha
de oppr uma resistencia >tao lola e 13o asnalica
etperimentarao Je um alvilre, que, he dito por
innmeras pestoat de alta oonaderarao, lena,dado
ptimos resultados? ne o bem da humanidade qae
esses amiguinh lem em visla ? Nao ceruaaenie :
he o sea inleresse, apetar que srdido e mesqui-
nho : he opyrrhonismo que os cega e faz com que
deem por paos por peirap com tanto que tenham
aeeasio de nos morder o denos ridiculariir.
Respetarnos mqfto a ciencia, a Ulnstracao em
qualquV que ellajae ache : uilo latemos qoeslet
petsoaes''por cauta;, de crenjas ou systemas medi-,
eos: mas lambem entregamos ao desp'rezo que me-
recem aquella* que em vex.de emputharem as ar-
mas da selencia Jtcom ellas nos baterem, lancam
m.lo alias das afilas da intriga, da calumnia e da
infamia para nos desacredilarem peranle o riya-
eho, qne he peranle quem com facilldade se pode
passar por sabio, por doulo e te por inspirado da
Providencia divina : as columnas dos jomaos eslao
francas a lodos, e nellas he que deiejamos qae se
prove que a homeopalhia nada val, e que nos so-
mos injajjmaijtgnuranles do que sempre nos te-
mos conTJjndajpfi be que queremos ver a valen-
ta o a sah*doriB'certos rapadorias.
Ja listfsningtun igiura, ao tajtaos, que a ho-
meopalhia ne em muitas molestias' superior a sna
rival : na epidtmla da febro amareila ficoa issu es-
tahelecido em aiioma, e aquella qae por cresea oa
ignorancia aiada cnntinnam a entregar 01 doentes
desla molestia allopalhia, tem o desgoslo de o*
perder quasi todos ; nao queremos dizer com so-
que a homeopalhia nao perca nenhum : a questSo
he de numero ; e quasi qoe a homeopalhia perde
VARIEDVDE.
Em Jere: de la Frontera: Dr. de Coloma :2J7
cholericos, 11 morios.
Em Malaro:
Dr. Cayetano Cruient.2111 cholericos, morios 10.
Todo o mando lera com o manir i ulerease a altes-
taijSo dada a Mr. Cruxent pelas freirs do convenio
da I inmaculada Coneelcjo. c da qual se V qoe de
2"> cholericos tratados na casa pela b nneopalhia.mor-
reram tmenle Iret, urna que eslava de cama ha tres
metes, .1 segn la condemnadu lia tres annos por uma
moleslia orgnica do corlean, e a lerceira que sendo
atacada a' uma hora da noile do cholera, nao poode
ser visitada por Mr. Crutent senao a 8 horas e meia
da manda.1: eslava ja sm pulso e sem falla, que-
reos mais alguma cousa?
Um ouiro facto muito digno de notar-** eqne pro-
va que se pode dilTtrir de opiniao e doulriua medica
sem por i-,o deliar da se eslimar reciprocamente
(ito he l.i o mdicos dessas Ierras', he qae esto mes-
mo Dr. Cruxenl foi encarregado nessa mesina epi-
demia (setembro e ouiubro de !854) pelo Dr. Anto-
111110 Molsa epelo professor Joseph Viladevall, a seo
torno doentes, de traanlas suas clientelas. Estes
dous honrados mdicos lize-.mi urna alteneiosa decla-
rado por escripia que o Sr. Cru\-nl liaha tratado
01 doente. itelle gua completa satilfafio.
Em Murcia, 1854 ainda :
Dr. Pedro Martnez Moegoia,2l3pe*aoa* tomam
os preservativos, oenhum doenle.
Mortalidad* dos cholericos, 8 por 100.
Em ConmSm, 18>1.
Dr. Gonzalos-20 cholericos, dous morios. .
Em Pontevedra:
Segando* estatislica remeltida palos Drs. Somosa,
Rivas o Fernandez Mora, :)U doentes do cholera.
Tratados allopalhicamenle l92,tt-mortos 125cora-
dos 67: tratados li nneopalhiraroeote t52, morios
36. carados 117. lili '. que 1 allopalhia cura muita
gente.'! afj
Ouerem queseeucha esle Diario com ctac/Jesdes
ta qualidadenotie dilTicil.masceftamentemiiguem
estar pira atorar osla ma*sadai para isto nao era
preciso mais do que publicar a pratica dos mdicos
homeopalhas de lodos os paizes, e em qne paiz do
mundo hoje nao lia mdicos homeopalhas?
De proposito escolhemos os factea rcenle, menos
condecidos e publicados com toda a aathenlicidad
(Veja-tea Caceta hom. del cora msrto.bajo la dfl
reccion del Dr. don Jos Nones \ con la coopera-
cin de 1aSoc. Ilahn. Malrilense'.
Avista disso, eulreguem-te lodos da bracos cru-
zados i medicina official, a n|o lomera a homeopa-
lhia neni o* asus preservativo*; por que s os allo-
patlias he qae merecen fl
Nossa nbrigcao est fella: cada ara faja o que eni
tender e depois nao se qneixe.
Si podermos, ainda vollaremot para dizer alguma
coasa sobre o Dr. Charg e outros mais: a historia
ja vai romprida de mais e nada de aborrecer a quem
no- faz a Honra de lr nosaos deulinhadosescriptos:
eolretanto os amiguinhos que vio vendo se descu-
bren) ouiro artigo da Cazette ejtudem /ur/utf$. a-
liin de ver se metiera a zizania noespirilo doicrdu-
los. Quod abundal non noce!.
Consultorio domeopailiico ra Nova 11. SO.
4 8 de*Jezembro de 1855.
Dr. Tjobo Motee zo.
MOVIMENTO DO PORTO.
CORRESPONDENCIA DO PERIDICO DOS PO-
BRBS NO PORTO.
Lisboa 2 de novembro de 1855.
Ocrnpar-me-liei hoje, em primeiro lugar, de ama
Lcarla circular do Caslilho Antonio, qae leio na He-
roluciio : esle assumploh grave e merece altencao.
I'ocarei a queslao apepas, porque nao he esle lugar
proprio do ei.ame aprofundado de taes questOes ;
roa* darei talvuz occasiao a que se diga alguma cou-
sa substancial ao proposito. T
O Castilho pede iraprensa qae oajude a dar ea-
nho de causa oque elle chama seu roelhodo de lei-
tara repentina ; e assevera que numerosas e incon-
Irariatei pronas tornara j> inconcvjssa a superiori-
dad* do lal melhodo. Esla asser^ao 080 he inexac-
ta, he completamente falsa.
Drixu de parle u queslao da palernidade do me-
lhodo, porque j n,1o ha quem ignore qae o Castilho
quiz enfeilar-s; com as plomas alheias, e que o me-
lhodo lem lauto de seu, como tem de minha a fabri-
ca onde t* fe o panno do sobrecasaca de qae esloa
vestido.
He verdade. ;dz Castilho), en nao sou o inventor
do melhodo; mas aperfeicor-o. Tamhem he falso,
porque o lal melhodo labora ainda hoje nos mesmos
vicios raiiftet era que lahornu desde a sua origem.
e que foram 'causa de ser abandonado em Franca,
onde nasceu, em Inglaterra onde peusaiarain, e l-
timamente no Brasil, onde lambem e sem o soccor-
ro do Castilho houve quem o experimentaste, mas
de boa ft, e sera o empenlio de fazer delle arte de
ganhar dinheiro.
Ha provas numerosas e incontrariazeis lio ver-
dade, roas que tornara inconrussa a tnferioridade do
melhodo Castilho. Sao muitas estas provas, e en sei
que lem sido colligidas por alguna curiosos que leern
examinado detida, relleclida e imparcialinente as
raras escolas de Lisboa, as quaes te tem pratieado
u melhodo Castilho. O resultado deale exame he
igual ao qoe lem feito em loda a parte abandonar o
melhodo qae :anlo louva o Castilho.
He ridiculo o dizer o Castilho que o seu melhodo
I ti l- exigida pelo rliri.slianismo, ele. He mais
qae ridiculo, he uma proanacSo sacrilega. Ao
mesmo lempo he om misera***, paralogismo, so r.3o
um sophisroa desprezivel. A inslrtKcu he luz, e
dessa muito se carece ; porm, o melhodo Castilho,
em vez de dar mais, d meaos luz ; em vez de ser
Spgresso, he atrazo e retrogradado ; em vez de ser
vantagem, seria de grande prejuizo para a ins-
truefao popolar. Fallo como conhecedor, porque
esladei o melhodo ; observei-o, e desengauel-rae de
que he puro charlatanismo.
'Diz Castilho que o seu melhodo I* mofe barato.
Tamben) a assercao he falsa : he mais caro, e muilo
mais caro. Hoje o goveruo nao gasta com as aulas
de inslrucc.lo primaria sen3o o ordenado dos profes-
sores. He preciso que gaste alguma cousa para que
o ensioo te i;enerahse mais entre os pobres ; porm,
nunca ha de ser preciso que gaste nem a metade do
que leria de gastar com o arranjo das aulas e com a
adopcao do* compendios, etc., ele, se o melhodo
Castilhohouvesse de ser posto em pratica.
Diz Caslillio que iucommoda os reis, os principe,
academia*, ele, ele, para que o sea melhodo se-
je adoptado. Forte admirarlo I Por dous motivos
astil procede o Castilho 1., por amor proprio e
capricho ; o 2.", por inferesie. Este segundo he o
principal; por quanlo a adopcao obrigada do me-
lhodo Castillo importava para elle o rendimeuto
iarioi^nlrados no dia 10.
Sania Ca'.liarinaU> dias, sumaca brasileira Con-
ceicao, de 59 toneladas, meslro Antonio Jos de
Oliveira. equipagem 8, carga carne secca ; a Ma-
noel Ignacio de Oliveira. Pastageiro, Leonel
Caetano da Silva.
Cdiz31 dias, brigue sueco aDiadem, de 240 to-
neladas, capitao A. E. Hansson, equipagem 19,
em lastro ; a ordem. Ficoa de quarentena por
10 das.
Maranhio25 dia, brigue esc
ciosa, de 168 toneladas,
co da Silva Mondego, eqaip
gneros ; a Jos Baplisla da
sageiros, Jos Duarte Bollo' Jnior, Jerooymo
Candido de Moara.
brasileiro Gra-
annel Loren-
carga varios
Bca Jnior. Pas-
EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da thesnnraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exre. Sr. pre-
sidente da provincia de ido corrente, manda fazer
publico que no dia 20 do mesmo, peranle a junta da
fazenda da mesma thesouraria, se ha de arremalar
a quem por menos fizer- os reparos de 300 brajas
de emba remenlo entre os marcos de 7000 e 8000
brajas da estrada do sul, avallados em 9903 rs.
A arrematarlo ser feita na forma da lei provin-
cial n. Il'l 1I0 15 de raaio do anno lindo, e sod as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se proposerem a esla arrematarlo
comparecen) na sala das sesses da mesma junta no
din cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitado.
E para constar se mandou afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pemara-
boco 5 de dezembro de 1855.O secretario, A. F.
d'Annunriacan.
Clausulas especiaes para a arre
1*. Serao feitos dilos reparos de conformidade
com o orramento approvado pela directora em con-
selho e apresentado a approvajao do Exm. presi-
dente 11a importancia de 99O9OOO rs.
2. O arrematante deverdar principio as obra*
no prazo ,de oilo diasconclui-las no prazo de tres
conladjaaJela forma do art. 31 da lei
Dado o panado nesla cidade do Reeife de Pernara-,
buco aos 7 de dezembro de 1855. Eu Maximitno
Francisco Duarte, eterivao privativa do jaizo com-
inercial o tubterevi.
Anselmo Franeco Perelti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, Cornmendador da
imperial ordem da llosa, joiz de direilo especial
do commerclo desla cidade do Reeife provincia de
Per na mb uro, por S. M. 1. e C. o Senhor D. Pedro
II a quem Heos guarde, etc.
Faco saber aos que a presente caria viren), em
como o cornmendador Manoel (iuucalves da Silva
me fez a peiic,ao do theor seguinte :
Diz o cornmendador Manoel Goncalves da Silva,
qae sendo-lde Mauricis Jos de Gooveia devedor da
quaolia de xh\-",77 e seos juros como se v da le-
tra por elle panada ; e sendo-lhe igualmente deve-
dor Joao Jos Ferreira Jnior da quanlia de4l7$ii0
de juros, como de sua letra consta, quer para garan-
tir seu direilo protestar nos termos do artigo 453 3 3
du cdigo commercial, para o que requer a V. Exe.
se digoe mandar lomar por termo sea protesto, e in-
timado ste aos supplica los por edictos, vislo aclia-
rem-e ausentes em logar nao tbido, como previa-
mente justificara : uestes termos P. ao Sr. Dr. juiz
de direilo do coramexcio deferimento.E R. Me__
O advogado, Almeida.
Nada mais se conlinha em dita pelicao, a qual
sendo-me apresentada dei o desparti do theor se-
guinte :
Tome-se por termo o protesto do sapplicante. justificara a ausencia do. supplicadu. Reeife 17 de
novembru de 185. Perelti.
E nada mais continua oa deelarava o dito ini-
preno que bem e fielmente Iradozi do proprio ori-
ginal impretto ero ioglez, ao qual me reperl*. *
depois de haver examinado com este e achado coa-
forme o (ornei a entregar quem m'o apretenum.
Em f do que patsei o prsenle, que.assignei e wl-
lei com o sello do mee) offieio, netla moilo leal *
heroica ciiade de S. SebasliSo do Rio de Janeiro,
aot 13 da novembro do auno de nono Senhor Je-
to! Christo de 1855.Jos Agoslinho Barbosa, tra-
doctor publico e inlerprete commercial juramen-
tado.
Conforme : o secretario, Alexakdre Rodrigue*
dos Ai:jos.
Eu, Jos Agoslinho Barbosa, traductor publico e
interprete commercial juramentado da prajtjkjel.
Cerlifico qae me foi apresentado om impresn
hespauhol, o qual, Iradozido para o idioma nac
diz o seguale :
TRAUCCAO.
Ileparticao hydrographica.
Aviso aos navegante.
Phares nos costas de Ilespanha, tu ocano.
Pelo minislerio da marinha, e por comtnuoicacao
competente, te receberara nesla directora infor-
maces relativas ao ertabelecimeolo de um novo
pharol construido pelo corpo de eugeoheiros de es-'
iradas, caoae e portos, e vitta da* quaes te faz
publico o seguinte ano unci :
Pharol do cabo de a Piala em Pataj.
Provincia de Guipzcoa.
Desde o 1. de oulubro prximo te aeeoderi loda*
as uoiles o mencionado pharol situado ao osle do
Nada mais se conliuha em di'.o meu despacho, em caaal de Pasajes na latitude de 43, 20", 21" N.;
irtude do qual se lavrou o protesto do iheor te- 1 longitude Io, 45', 43" E. do observatorio de ro-
guinle:
Aos 17 dias
rinha de San Faroaodo.
de novembro de 1855, nesta | O machinismo he caudroplico da qoarla erdem,
luz lixa, cor nataral "
DIV1S.VO DOS CRCULOS EI.EITORAUS DE
PERNAMBCCO.
O goveroo geral, encarregado de fazer a divisan
dos circulo* eleiloraes das provincias, exige e soli-
cita dos presidentes e dos particulares os esclare-
cimientos necessarios para acertar no dasempenho da
dillicil larefa que Ihc foi commetlida. Devemos sa-
lisfazer essa necenidade) em que se acha o governo,
para qae depois a divisan absurda qae podera ter os
novos di-tridos eleiloraes nao nos cause a mais de-
sagradavel sorpreza.
A divisao dos circuios, em nossa opiniao, deve *er
feila de um modo uniforme em todas as provincial,
baseando.se em principios racionaes applicados ao
territorio de todo o imperio Est visto qne o go-
verno nao deve adoptar como norma nesla provn-
a dos
certo, permanente e avultadissimo da venda do seu
compendio. A'auri sacra fumes he a ratao das ra-
z6es do telo espantoso do Ctililho.'.
Agora accresce a razan du se vulgar de* apupos
qae receben no Rio de Janeiro. All CasBIho foi tra-
tado de charlatao : nram-se d'elle, depois de Ihe
terem mostrado que sabiam avalia-lo, e ao se me-
lhodo. Se Janlo lie o zelo do Castilho, porque nao
vai propaga-lo em Cabo Verde, em Angola, em Mo-
zambique T He meihur do que andar a fazer entre
nos a vcrgouliosa figura que est fazeado.
Castilho foi o outro dia pedir academia Real
das Sciencias que approcasse p seu melhodo. Disse
mal de loda a gente de leltras, que nao Ihe diz amen
e loovou al a torpeza aquellos que espera que sejam
seus juites : he o seu miseravel cojtume. liouve-se
de modo qau o Herculano Ihe foi mJIo, e o adver-
lio severamente. O Castilho melle se debaixo dos ps
para obter os mais abjeclos applausos, e despeja toda
a outra bilis contra quem quer que teja que resista
s suas boas ou mas opinles. Quem lidar eom Cas-
tilho { fallo do Castilho como homem de leltras) tres
dias tica empado a lal ponto, que nao qoer mais na-
da cooi elle bem por um nico miauto.
Agora o Casliiho soda intrigando no palacio do
duque de Saldanba, e na associacao dos prulessores,
mezes
11. 286.
3". O pagamento*]! importancia da arrematarlo
realizar-te-ha em (teas presla.c,Oes igoaes, uma de-
pois de feita a metaA dos reparos, a outra qaando
ultimados os mesrdvkjMaros.
4. Para todo o qoe So for previsto ras prsen-
les claasulis nem no orramento segoir-se-ha o qae
dispOe a respeilo a lei n. 286.
Conforme.O itrnUt, A. F. d'Annoociac^o.
O lllm. Sr. inspector e> Ihesouraria provinci-
al, em cumprimenlo Bofiltipotlo 110 artigo 31 da le
provincial n. 129.manda faser publico, para con
cimento dos credores hypolhecariose qnnesqoer
renados,que Severiiajp FranciscodeSouza tem d
iodemnisado da quanlia de tOOgODO rs. pela extracto
da ierra e ara de toa | propriedade na ettrada jt\
Magdalena, e qneodilo Soaza lem de
mencioaada quanlia logo, qne terminar o prazo de
15 dia* coulaoVjs da dala desle, qae lie dado para as
eclamacaes.
E para constar sa,...mandou afflxar a presente, e
poblicar pejoDiarlo por ts dias succestivos.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnats
buco 5 de dezembro de 1855. O secretario, A. F
d'Annunnacan,
Maooel Jos Teixeira Baslos, cavalleiro d.i ordem da
Rosa, e juiz de paz do !. anuo desla freguezia de
cidade dn HeciM Je Pernambuco em meu escriplo-
rio, veio osuppilcanle o coinmendador Manoel Gon-
cal ves da Silva, e peranle as leslemunhat infra astig-
uadas, disse que proteslava pelo conteudo de sua
lietic.o retro, qae tica fazendo parle do prsenle ;
de que para constar, e por awim haver dito e pro-
testado fiz este termo no qaal se asiignoa com ai
inesmas leslemuuht*. F,u Francisco Ignacio de Tor-
re Baudeira escrtvao interino o escrevi.Ma-
noel" Goaealves da Silva Joao Vrenle de Trrete
BandeiraManoel Ignacio Torres Baudeira.
N*da mais se conlinha em dito termo de protesto,
e tendo o topplicante produzidv suas teslemunhat
fnram-me os aulos conclusos, nelles dei a senlen(a
seguinte:
Vista a inquirirlo de II. 4 a II. 6, por onde se
prova qo* individuos designados na pelicao de II.
2 se acham auseules em lugares nao sabidos, mando
qoe para se thes intimar o protesto constante do ter-
mo de folha 2 verso, se pane carta de edictos com o
prazo de 30 dias e cusas. Reeife 30 de novembro
y 1855.alnselmo Francisco Perelti.
E mais senao conlinha em dita sentenja aqu trans-
cripta, em virtaiki da qual o escrivao que est* sub-
craveu mandou passar a prsenle carta de edicto*
cora o prazo de 30 dia, n*|f qutl e ten' tneor se cha-
cia a divisilo das comarcas, n'aquella a dos munici-1 par.- obter l cus o que cuslar ) aqu approvacil r
pos, n'iima a divisao dts freguezits, n'oulra o inte-Ira o melbodj. e m Saulo Anbrozio proteccllo. Tara-
rete desle ou d'aqaelle candidato.Quaetquer qae bem me coyala qae se tem dingidata el-rei, alim
25
9
2.1
2;)
21
sejam o* principios theoricos ou pralicoi adopta los
pelo.governo na divisao dus circuios, esta divisao
nao deve ser Giba do mero arbitrio do polar, nem
dos intwenes passageiros o insignificantes de alguna
individuos. *
A nova lei eleitoral diz qae o* circuios de cada
provincia serio, lauto quanlo for possivel, iguaes en-
tre si era populaco itre. Eit ah o principio geral
da divitAo a que se vai proceder: base ineertitsima,
mis oreconhecemos, pela deflliencia qae temos de
dados eslalislicqs.
Sendo entr* nos i elei^oes por freguetias, exige
a nova lei que at freguetias qae formaren) cada cir-
culo sejam contiguas urnas das oulras.
Mu sera licito ao governo para formar ai futura*
circumscripcoes eleiloraes fregar as freguezia* d* Ihe lem *i ras intima e dei por intimados o* supplicados, de-
vecV*rat senles cima declarado* de lodo o *aoleu-
do na pelicao' e termo de protesto cima tranjeripto.
Pel qoe loda equilqa'er-pessoa, pareles ou aia-
got dos ditos supplicado os puaerao fazer scientei
do que cima Mea exposlo ; e o perteiro do juiso fi-
lara ao presente nos lugaresrtki eusluine, e sera pu-
blicada pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade de Reeife de Pernam-
uco aos i de dezembro de 1855. Eu Maximiano
l''raucisc4>uarte, acrivao piivalivo do juizo tom-
-ubscreyi.* *.
Anselmo Francisco l'erelli
O Dr. Anselmo Fraacisco Perelti, comineudador da
' imperial ordem da Rosa, juiz da direilo especial
do comioereio desla cidade do Reeife proviooia de
Pernambuco, par M. I. e C. o Senhor- Q. Pe-
dro II, a quem Dos guarde, ele.
Faco saber sos qae a presente caria virem, em co-
mo Luiz Antooio Barbosa de Brilo madirigio a pelK
"" '"i Dlicarl
on|JB- Dad
ieja-jbuco
mere,
de captar piedadee comptixao deS. M. ja que nao,
v modo d* Ihe ooscar a alia intelligencia. De S.
M. nao me lemo eu, porque S. M. sabe ver por si ;
porem rece o da leveza de alguem du governo e dat
intrigas aja Leile. e de oulros dependente* do Casti-
lho na ataorecao dos professores. I*1 trotado que *
maiona desle* reprova o meilto lo-CaiUlho, e que
lem consignada ja a sna opiuio por etcriplo. Poi
hoje basta desle assumplo, ao qual vollarei, porque
nao posto npportar charlatao-.
Ainda araa palavra. O Castilho diz qu1 Ihe res-
ponder com chufas e injurias lie evacUnBenie o
como ella lem tratado as seus adver*asV| falla,
escreve multo, injuria muito, disparala muito, o
dena com loda a sua forja a objecees fortes qoe
differenles mujajpios e comarcas como bem Ihe
parecer, comaflpito rnenle qoe sejam seguida en-
tre si? EiiWMeajos que na*. Embora 1 divisao
erclesiatica entre nos na* esteja alud geralmentei
harmonisada com a muoiciaal, julgsrnos que ocir-
culo* devem eer constituid*Vleuilo-|i0r base os mu-
nicipios, e qae tmenla n*St) ou n'oulro cate, mul-
to excepcionalmenle, ar freguezia neloidas era nm
manicipio deven ser ligadas as freguezios de muni-
cipio diverso. Allegue-se muilo embora a conve-
niencia de fazer por meio dos circiilos orna diviso
mais racional de todo o Brasil, etse Iraballio as
maos de qualqaarnao pode deixar de ser um ver-
daJeir'o arbitrio e de sahir o imperfeitissimo, visla
11180 fazer salto mortal, fallarei de orna
Agora, pira
occurrencnvquo leve^ujar com a academia Real
das Sciencias. E la mandou uma depulaoao a el-
rei no da dos annos do Sr. I). Fernando. Fundada
em rezoes ilxoticas, queri* *er recebida antes do bei-
jamao. fl t democralds de aaora he a gente mais
exigente^ ilalmente arirtoerala que pode unagi-
iur-s. Erl aulra os eetvlo* do Pace, e S. M,_6
Ihe falln :lo &* do beijamo. Sanio Heos, quflk
zesle A UFjJKllaeJIo bsvave-te .secamenfe conflt
rei, edesM ) a Sr. D. FernalK
\'nlte ao clia W( o Sr D. Fernando feit
alguma le"issin allusAoao procedimenio irregular
da depulaoao. I Igoem Ulo arosseiro e incivil
S. Jos do Reeife, em virtude da lei etc.
Fajo saber que devendo proceder-se na :1a dorain-
g* de Janeiro prximo futuro a revisao da qualifica-
j3o ua conformidade do trl. 25 da lei de 19 de eos
lo de 1846, ta faz mister que os eleilores e supplen-
les abano designados, compareram alim de proce-
der-se a formacaoda junta de qualilicacao ; pelo que
em execucAo doart. 6 da referida lei convoco-ot para
que te acbem na igreja da Sonhora do Terca-pelat 9
horas da m.uihaa da mencionada lerceira doming
20 de Janeiro do anno prximo vindodro, sob pena
de incorrerem tM mulla comminada pe'a me*ma lei.
Eleilores os *enhores :
Francisco li.plisla de Almeida. '
Joaquim Lucio Monleiro da Franca.
Justino Pereira de Audrade.
Jos Hyilno de Souza Peixe.
Manoel Je Almeida Se.ira. *
Joaquim Pedro dot Santos Bezerra.
Amaro Beaediclo de Souza.
Joao MoTeh-a de Mendonra.
Manoel Joaquim Ferreira"steve*.
tan << Catira Na oes.
Mor***.
e dos Sanios.
ana Lobo,
laaquim Jos Tarares.
Supplenles otseohores :
Manoel Ferreira Accioli.
Joao da Brilo Conreia.
Antonio da Silva GutmSo.
Francisco de OBVeira Mello e Silva.
Joaquim Francitco.de Paula Esleves Clemente
Frtnciico de l'auia IMeira Luna.
Jastiniano Anl^MMve* Sotres.
Joao Franaisco Batios oWJliveira. ,
loao Soarea da Fonceca Velloso.
Domingos dot Paseo* Miranda.
Maooel da Fanceea Medeiros.
Honorato Joseph d | Oliveira de Figueiredo.
Joaquim Jos dos Santa*.
Joao da* Virgea* Molta. -
Jenuiun Jos Tavares.
E para censttr mandei passar o presente para ser
afiliado no* lagares mais pblicos de freguezia e ser
publicada pela imprensa.
Eu Jos Goaealve* de SaY,- escrivao o 'eterevi aos
11 de dezembro de 185>. Manota Jos Teixeira
Bastoi.
niunuei juaou
Joaquim Aa*
Joao Jos Je
Joaquim Ceme
Jos Cario? de
0
. ------e------------------ -1 -------- -~>-> *'--* tavaiw aaoiii iuk *"""i.'u 4..w. ...
dtdilliculdadeinvencivel de aemelbanle prelencJIo omo'ost^brodadeDftaclo. aae c iraerou a de-
em um paiz como o nosso.O municipio he a pri-
meira socielade poltica conlida n'ama nacjto, e o
represenlanle do* laleresses especiaes fundido no
inleresse nacional.O municipio de uma base qae
BZPARTICAO DA POLICA
Parte do dia 10 de dezembro.
1 Exm. Sr.Leto ao condecimenlo de V,
?ne das dilltrentes participarle hoje recebi-
reparlico, desdi! o dia 8 do correle alo
ojr, ceinta qae se dorara as seguintes occarren-
ciet:
ro presoaj > minha ordem, o pardo Pedro
ciel, lor ser criminoso de morle 110 lagar
da. I da provincia da Parahiba.
taWelegacia da freguezia do Keerfe, a prela
escrtva Cathariaa, a parda Mara do Rosario da
Apre*enlaciio, a.ubt por detordem, o marojo fran-
cet Bayaar, por ebrio, e a prela escrava Julia, a re-
qoermenlo do senhor. *
Pala obdeleoacia da freguesia de Santo Antonio,
n pire* Estanislao SimOes do Sant'Anna, por em-
morbus, e sabe-se qoe a allopa-
,thia com os seus mil remedios perde quasi todo os
doentes, e que a homeopalhia em Franca, Alleraa-
nha, Kussia, Prussia, Ilespanha e ullimaineale em
Portugal tem dado resultados mais favoraveis ; e
n8o se experimente um meio, apezar que novo, po-
rem que pode tornar csse lagello menos mort-
fero !
Vivam os caprichos o morram os domen: muilo
bem !
Agora quanlo aos preservativos : muilo militare*
d* ajtttas hi desse outro mundo lem atado dos pre-
Rvus, e apenas um ou outro, muito pouco,
lem tido o cholera benigno : nao senhor, njo se ose
dos preservativos porque silo indicados pela ho
palMt, qoe nao emprega remedio* de a
cotn e cabello ; que nao quer as escovat, o
o fogo, a agua fervendo e al as turras 1 i
Mat, qaal he o inconveniente que pod
sider.cesa respeilo da forqicao dos circuios. Os
municipio! po, fraccionados, inl-iros 011 ligados
entre i, forraem oscireolo seguml j:a su 1 popula-
cao, a especiallflade ilaajat as circumslanciassociaes
e podticas que nao podm deixar de inlluir.
Itegulindo-iwPptjt^pda^jsso vamot insistir sobro.
a divisao que nos parece mais razoavel e liein conj.
binada dos fulujMB MoaMc Pernambuco :
, aampbtto dat fregdezi.is
ve, *j. Antonio, S. Jos,

rende-la. SS IIM.nao estivanin para ouviraapolo-
gia^sse alguero da silua5ana/ receua deaiissao dos seusoargos.meuoi'im.oiilros di-
al qtre |i oflereceu a deflfeao.de em. S'ja o que
"""rlV,^Il^t^ll^1lra^!l!a4r0?,r*s v'ri,'s c"."."' M,ePf^'mt|llu"?^'','/^'^'' Que,n me
hlformou do faci, be pessoa rompelenteineule h<-
dilitada pura o tabee Informei-ioe pjeleriurinente ;
e me foi confirmada substancial 10*010 exactidao do
que digo dos taes aijademico* l e qae diz des lies protectores:
A que leniong tetos chegados A dimissao ola foi
acceita, mat n3o sei aiada como a coa** se compoz.
Ilei-desaoe-lo, e informarci.
O Rodrigoconlinaa doente,eoavi qae pasin peior
a noite de hontem para boje. Se elle etlivera bom
no acontecera o que acontecen coui a deputacJio,
nem leria lugar o desaguisado d'etses prolectores.
A cholnra lem-se desenvolvido aqu poaco, rats
lem (eitoalgumas victimas. Em S. Vicente morrem
os dous criado* do Patriaren*, que alli foram ataca-
dos, apezar.d 1 serem tratados com o maior cuidado.
Al br.ivf. '
de S. Fi
Boa-Visl
Varzea,
formar do
Mas que de
guezias da c 1
sentante especial, ,1a me
rtiraes que a cercara.
ledida injusliflcavel
qner usar dos preservativos por no* Indicados ? Se i Fde ter um represe*
felizmente vier a epidemia, ninguera pode se julgar cial.Oremos al que sobre isto ningaem aues-
iteolo d'ella por seu olhos bellos : todos ctao liona.
ogados. Poco da Panella,
ala, eS. Lnurenco, pode
eulendem qoe tres,
le. he que as fre-
amenla Bh). repre-
le que as freguezia*
ndi-las %nlre si seria
11 erro por deinais gros-
Quando strala'de oblar a representarlo das
des, quando o campo, isto he, o mat
o leem de mandar ao parlamento os seas elei-
dernos edraittir que somonte a cidade do
espe-
> -* *si u<^ j i- K "=- t,i laiva \r tino 11 ll c i. el (I \ 11 tan irr
briicaiH, Manoel ierreira da canda, por lerimeo- Charg, vamos ao qw lem dito oatrot medien |,,1
los1, Joa.i Ifaacio de Albuquerque I iguiredo, por
u) de a -mas prohibida, e a parda MiqMlioa Ar-
clianja Marta da Conceic 10, pur desordem.
Pelasubdelrgcixta freaoe/.ia de 8. Jos, I.aiz
Fernandas Chaves, por hriga.
E peta sol)delegacm da freguezia da Baa-Vula,
o preto eterave Joo, por furlo, Manoel Antonio Al-
ves de Meti, eEasebia Fraacisco, ambos por de-
sordem.
Em oflicio de 3 docorrente referu o delegado do
lermo de Nazarelh, qae no dia 29 de noveeabro lin-
do ao logar AngelicHdJ primeiro dislricto de Tra-
canhem, o pardo I.aciano Camello da Silva aesnsti-
mira eom pauladas a sua propra mulhcr Joaquina
Mari*, sendo immedialameule preso o assassino,
contra o qual est o mesmo delegado procedeodo ao
competente summario.
Deo* guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 10de dezembro de 1855.Illm.eExm.
Sr. contelheiro Jos Benlo da Cunda e Figueiredo,
presidente da provincia.O chefe de polica, Luiz
rtrios de Paita Teixeira.
PiAWODE"PEBNAr!BUCO.
aptos a soffrer : conhecidamenle "aqoelles qae nao
e preservam de certas comidas, bebidas, facilidades
e excessos estao muito exposlos do qoe outro qual J
quer; ora nos nao exigimos mais do qae isso : evte-
se lulo que possa concorrer directamente para
o desenvolvimiento fcil da moleslia, e tome-se de2
oa de 3 em3 dia urna dse do medicamento : te-
nham lodds os que usaren dos preservativos a fortu-
na de nao terem a moleslia. edepoia fi"iiSModirel-
lo salvo de dizerem qae nao a tiveram por te terem
-pasto em uma certa dieta e nao por lnmareta os pre-
servalivos: nada mais simples...
Agora vejamos alguma fitas* de 1854, a respeilo
do Iralamenlo borneo, athico e dos preservativo e
antes de aproaentarmo o que for relativo ap Dr.
meopalhas da Europa, mesmo por nao haver duvida
que na Europa ha rauilos bomeopathas :
Em l'alermo.em 1851 o Dr. Itiacio Tripi foi
chamado porordem do general em chefe, o principe
de Salriaoi, para tratar dos militare alleetados do
caolera-merbus, e do relalonct ollicial publicado p ir
elopoarado collega com approva^ao do coronel toniono Pirella que verificou lo las as cifras,declaran-
do-as conformes i venale, resulta que de til I seit-
centos e ouze)!! cholencos tratados pela homeopalhia,
morreram 25 : einquaul o que ni mesma cidade e sob
as me.mas condito, nolio-pii.il miliiar d Santa-
Cil, de 902 doentes traa I is allop itliic.iinenla mor-
reram 386.
Nole- anda qoa nos tratado pela homeopalhia,
11.10 estao compreheeididos os levemente atacados
nam son comprad' la inigliaja di mililari alacati
della colerina. Veja-se Slatistica dei militan ala-
cali di cholera en Paterno nel 1854 e tralatt ho-
meooathicamenti, del Dottor Bingio Tripi.
Qoemquiztr qae faca a proporc^O e ver,
maltio niois.
COMMERCIO
A
Hontem recebemos carias d Villa Helia e Gara-
Bkont de recente data, qoe d,1o aquellas comarcas
Mta aovidade e livre da peste.'
IrailICADOS.
HOMEOPATHIA.
Hi poueos dias foi instrtu oeste Diario de per-
1 quera
Quem quiztr qae faca a propon;
atoa meia.
Em Barcelona, sempre em 1851.
Dr. Sirasot. \ry Nenhum dos qae usaram dos
preservativo leve cdolera eniifirmada _GJ. lleno
cdolericos.fi morios: :', desesseulaannoV, meninos,
uma mullier ha muito lempo doente do ligado.
Se uao morressem estes sei, era milagre de mais.
Dr. Domenech.Maltas ceiilenasde pessoa torna-
ram os preservativos ; nenhum cholenco.
Ur. Ramn.21 cholericos; I morlo, um meni-
no de 4 annos. No anno precedente o mesmo Dr.
tinha tratado de 20i cholericos em Cubl e perdeu
2t.
Dtulous UTunielrfio* de Olimla e Igaaras com-
oudo-se das regoezias de S. Pedro Martyr, S,
larngaape, Iguarass e lUmarac podem eleger
nm depala do.
O municipio e comarca de Goianna, que eocerra
at fregue/ias de Goianna, Tejucupapo c llamb,
he por ti mais qae tufticiente para constituir um
encolo. A populosa comarca de Goianna contem
'ama grande e bem povoada cidade, tem mais de
dezoilo leguas de largura, isto isto, de Cruangy al
% cosa, e he imporlaniissima pela sua riqueza.
Ot municipio da Pao d'Alho e Nazarelh com ai
"Treguezias de Pao d'Alho, Glora de Goili, Traca
cunhaem e Nazarelh podem formar um circulo. O
municipio e comarca de Limoeiro, composto da
fregnezias deste nome, deTaquaritinga e Bom Jar-
dim, outro circulo.Oa entilo, por ama excepeo
nnica em Pernambuco, as freguezia de Nafarclh,
Limoeiro, Taquanting 1 e ltm Jardim forraem nm
circulo, e Tracunhem, Gloria de tioiln. Pao d'Alho
e Luz, nalro.A freguezia da Luz parece-nos qae
ainda nao foi inleiramenle ligada a um *ri manici-
pi ; porlanlo pode fazer parle do circulo de Pao
d'Alo nu de um dos do Reeife.
Os municipios do Cabo e Serinliaem devem cons-
tituir um circulo, corapotto das duas freguezia. des-
te nomes e Ipojucn. '----
Os municipios do Rio Forraos e Barreiros, com-
postos de qualro freguezia,ao safilcienles pela tua
populicu e importancia para constiluirera por si s
um circulo.
(Is municipios de Escada, Victoria e Bonito, enn-
lendo as ires freguefias desle nomes e a de llezer-
ros, um circulo.
Os municipio* de Carjiari e .taranrinns, encef*-
rindocoin Alliolio, Pafcacae. rienli) cinco fre-
guezia, que jn perlenreram Indas a urna so comarca
outro circulo.
A Iregoezia de Baique, Agu Bellas, Cirnbre,
Lago a ile litivn e Brejo, de qne e rnmpovm o mu-
nicipios de Boique, Peiqueira, e Brejo devem for-
mar nm circulo, isndo por sede Petqoeir.1, al mes-
mo porque alii a populacho he rroasi toda homoge-
oea, se asim nos podemos expressar.
Os municipio de Villa-Bell, Tacaral e Ingazei-
ra, com a 3 fresoezias destes nomes e as de Fa-
zenda Grande e Flores, parecem poder constituir
um circulo.
A comarca da Boa-Vista, conten do Ires munici-
pios e sei* freguetias e qae actualmente d cento e
PKACA UO RECIPE 10 DE DEZEMBRO AS 3
HORAS DATARDE.
CotacCe olSciaes.
Cambio sobre Loud eslio d|V. 27 5|8 d. a dinheir
ALFANDEGA. ,
Reudimento do dia 1 a 7 ? I20:50l#377
dem didlslO........10:23*1154
136:7558531
/JeearTfm Aoje II de dezembro.
Brigue inglezHrutmorelani- mercadoria.
Brigue ingleztjPrtucenlbacalhao.
Brigue inglee-.fceiteidem.
Brigue piirtaejaMTrovadormercadorias.
Brigue hamburgaezlageborgidr-ro.
Patacho brasilelr* Franciscopipa vasias e fumo.
HialebrasileiroatriMlicagenero do paiz.
O.NSULADO jKKAL.
Kendimenldo da 1 a 7 .... 2"):2863090
dem do dia 10 ,*..... 8:7723tMi5
DIVERSAS PROVINCIAS.
Keiulini'iiiedo dia 1 a 7 .
dem d > d1t 10.......
34:0581)155
1:9613978
3369147
0 Dr. Anselmo Francisco Perelti, cornmendador da
imperial ordem da Rosa e juiz ddireito especial
. do commercio de*t* cidade do ltecife,provincia de
Pernambuco, por S. M. I. ti',, o Sr.1o\ Pedro II,
a quem lieos gurdemele.
Fai;o saber ao que a prsenle carta virem, em
como Luiz de Oliveira Lima ana fer'a pelicao do
theor seguinte :
Diz Luiz de Oliveira Lima, qae em virtude do art.
443 do cdigo do commercio, precio* protestar con-
tra os sen devedores na forma qae determina o art.
453 3 do dito cdigo, alim de inlerromper a pres-
cripc,o nos dbitos vencidos ha longo lempo abaixo
declarados ; requer a V. Exc. se digne mandar lo-
mar por termo o seu protesto, e como os devedores
morara em lugar inrerto e nao sabido, qner te paste
carta edital intimando aos devedores o protesto re-
querido, os quaes silo ayaimaiiitcs : Domingos Soares
Fernandes duas lelraafl pidas, a primeira em 7 de
marco de 1850, da qaHilc 950? rs., e a seguuda
em 7 de junlio do insano anuo, da quanlia de rs.
9293715, Manoel Jos da Silva Tuh.irao duas lelta..
vencidas, a primeira em 4 de oulubro d 1848, da
quanlia de 3633030 rs., e a segunda em i de Janeiro
de 1849, da quanlia de :103 .. Man'oej
ciel Jnior, saldo de ama letrit venca"
marco de 1851, da quanlia de 3073:
meolino Pessoa de Albuquerque
vencida em 10 de agosto de 1851.
4903759, Antonio Alves Teixeira,
Ira vencida em 26 de mareo de 1851,
Jos Antonio de Lima, uma letra vencida em 3 de
novembro de 1852, dn quanlia de 353520 rs., Joao
Olympio de Oliveira Meudes, orna letra vencida em
27 de daaemtiro de 1851, da quanlia de 7003000 rs.,
JoaquMjhGoiicalvps Vieira (iuiraaraes, saldo de o mu
letra ancida em Mi de Janeiro de 1848 a quanlia de
:l(i;780 rs* correndo juros lodo eses dbitos. Pede
no Exm. sr. Dr. juiz especial do commercio assim
Ihe deflraj mandando que se lavre o termo de pro-
testo e se passe caria edital intimando o protesto ao
devedores.E R. Me.Solicitador, Romn de Souza
Lisboa.
Nada mais se conlinha em dita pelicao aqu trans-
cripta, a qaal sendo-me apresentada "dei o despacho
seguinte :^w
Tome-se por termo o protesto do supplicante qae
justificar a ausencia dos supplicados. Becife 98 de
novembro de 1855.Perelti. \
Nada maise conlinha em dito mea desp.
transcripto, em virtude do qual se lavroo <
do theor seguinte :
Ao 28 dias do mez de novembro de._
cidade do Reeife de Pernambuco, veio o supplicai.le
c,3o do tneor seguinte :
Diz Lniz Antonio Barbosa de Brilo, qae para
eonservacao de seu direilo nos dbitos vencidos ha
longo tempo abaixo declarado* virtude do artigo
?43 do cdigo do commercio preeat protesta contra
os seus devedejjaj na forma qoa determina o artigo
53 J 3 do dito eodigo, alim de'lasterromper a pres-
cripcao, requer a V. Exc. a digne mandar tomar
por termo o sea protesto, e como o* devedores mo-
rara em lugar incerto e nao tbido, qae se rasse car-
ta edital intimando aos devedores o protesto reque-
rido, os quaes sao osseguinies: Severiuo S-vero do
Regu, letra vencida em agosto de 1834, 2493240, a
qual corre jaro*, ao saldo de ama obrigacao vencida
jan dezembro de 1834, 273900; Manoel Komao Cor-
rea de Araujo, letra vencida em agosto de 1812, 1129
corre juro tirando em coma qualquer recibo de al-
gum pagamento qae tenha feito ; Laurianna Fran-
cisca da Conceicilo, um vale vencido em Janeiro de
1852 de 653, Pedro Pinto de Miranda F'orgas um
vale de 62} pasudo em jnnho de 1845. Antooio
Mendes de Cordeiro Gonnaraes uma obrigacao de
473420 de agolo de 1842, o padre Amaro Jos de
Cordeiro ansa obrigacao de 309*de junho de 1813,
Luiz Jos dos Reis meslre da barcaca Flor da India
um val de 293220 passado em jalho de 1850, Joa-
quim Bernardo da Silva ama obrigacao vencida em
oulubro de 1841 da quanlia de OOe, Jo Hyppoli-
to de Vercosa um val da quanlia de 86$520 vencido
em abril de 1834. Pede a V. Exc. Exm. Sr. Dr. juiz
do commercio te digne mandar que te lavre o ter-
mo de protesto ase paste caria edital intimando o
protesto aos elevadores. O solicitador, Komao de
Sooza Lisboa.
E mais se nio conlinha em diln peticao, a qaal
dei e profer o despacho seguidle :
Tome-se por termo o protesto do supplicante e es-
te justifique a ausencia ds supplicade. Reeife 31
de novembro de 1855.PereiU. Ht
E mais se na conlinha em dita pelicao e despa-
cho, em virtude do qua| o escrivao lavrou o termo
do Iheor segurte :
Aos 28 das de mez de novembro de 1855, nesta
ridale do Reeife da Pernambuco, veio o supplican-
te Luiz Antonio BJjYbosatfe Brilo e distVprcsente as
testemunhas abaixo assignadas que prote-Uva con-
tra ossuppliohdos polo eanleudu em sna pelicao re*
Iro, para o fim na mensa reqaerido, e de como as-
tim o disse e protesto*), tiz esle termo que assignoa
com at lesteraunhas. Eu Maximiano Francisco
Duarte, escrivao privativo do juizo commercial o es-
crevi. Loit Anlonio Barbosa de Brito, Jote Gon-
calves de S, Anlonio da Silva Pessoa de Mello.
E mais se nao conlinha era dito termo de protesto
em ludo aqu transcripto, tendo o topplicante pro-,
duzido toas testemunhas, sendo os autos conclaos
dea a sentencia do theor seguale. Allendendo a
inquirirn de fallas 4 a folha 6 pela qaal se moslra
que os individuos mencionados na peticao de Toldas
2 se acham ausentes em lugares nao sabidos, mando
que se Ihes intime o protesto constante do termo de
foltias 2, veno : para o que se passara' carja de edc-
e poder-se-ha ver em distan-
cia de ti milhas em ama almosphera clara.
A luz etla elevad* 532 ps catlelhano* (148,125
metros) sobre o nivel do preamar do equioveio.
Madrid 4 de setembro de 1855. Assiguado.
Joaquim Gutirrez de Rubtctra.
E nada mais conlinha uu deelarava o dito ira-
presso, que bem e fielmente Iradozi do metmo, es-
coplo oo iditma hetpaahol, ao qae n reporto, e
depuis de haver examinado eom este e achado con-
orme, o ternei a entregar a quem m'o apresentou.
Em f do qoe passei o preteote era que aaaignai e
ullei com o salto do mea oflicio. nesta moilo leal
e heroica cidade de 8. Sebatlilo do Hiode Janeiro
ao 1:1 de novembro do anno de Nosio Senhor de
1855. Jos Agoslinho Barbosa, traductor publico
e interprete juramentado.
O secretario, Alexandrt Rodrigues aot Anjot.
f Eu Jote Agoslinho Barbosa, cidadae brasileiro
traductor publico e interprete commercial jara-
mentado da praca ele. Certifico qae me foi apre-
sentado um impretso, escripto em inglez o qaal a
pedido da parle Iraduzi para o idioma nacional, e
diz o seguale:
TRA"DCCCAO.
"rito aos navegantes.
Numero 34.
Pharoe* pas Mauricias.
O governo colonial d* Mauricias fez publico q
as torres para pharoe* que ht poaco se achavam
rooslruccao naqutll* ilha, se achara prompla
que os seguintes pharoe apparecerao do dia 1*
dezembro em diaote (1855.)
Luz revolvente na ilha Fiat.
1. A torre do pharol sobr* a ilha Fiat (chata)
pona do nordeste das Mauricias est collocaday
bre a parle nici alta da ilha, e no ngulo do su-
doeste, na latitode 19, 53", 26" S ; lougiluole 57,
41', 12" E. de Greenwich. O machini'mo/ Ilumi-
nador he catadioptrico, oa de reflexo da 'primeira
rdete. A luz do pharol he revolvente, e o lempo
do giro de um minlo, inostraodo orna luz bri-
Ihaote por 20 segundos, seguido por um 'intervallo
de etcoridao de 40 segundos. 4
Esla collocada em uma etevacijo de 365 ps ci-
ma do nivel do mar, e poder-se-ha ver do*eonvz de
am navio em distancia de 25 milhas (ai lempo
claro. v
Pharol oa luz fiza na pona Canonter.
2. A torre do pharol oo pools Canonierl no B-
galo do noroeste da ilha das Mauricias ficaVia ex-
Iremidaae da pona na latitude 20, (f,i" *,; loa-
gitucle 57, 35' 24" E. de Greeuwich ; demorai S. O.
1,20 distante 9 milhas, oa perto della* da tolrre do
pharol oa ilha Fat (chala). A luz he 61a, Ihe de
uma cot natural para o lado do mar o da primeira
ordem, esta collocada ein uma altara de 38 p> ci-
ma do nivel do mar, e em tempo claro pode veV-te
em uma diilancia de 10 milhat. \
O objecto deate pharol he indicar a poticJJo de or;
perigosu reeife qae se esteade da Ierre 13|* mi I ha
da pona Canonier, e para avisar emnarcaoBea para
nao se aproximarem muito aos rochados da coral
qae ficam ao nordeste e sudoeste daquella pona.
Quando se avista do tal, em qualquer posicao para
o norte de N. E. 1,2 E., a luz ppareceri encama-
da e aviaar ao navegante qae elle est demasiada-
mente prximo Ierra.
Pharoet da baha para Porlo Lois.
3." Apparacera uma taz verde sobre am maslro
no ngulo de lora do forte George, sobre a pdnta de
oeste de Tonneller ou ilha de Cooper de lado es-
querdo oo de I/Este da airada da babia d poclo
Lois.
4. Uma lu encaroada se mostrar sobre om
mattro na lorre Mortella qoe fica na entrada do Rio
Grande no banco do O. ero distancia de 1 t\2 ntilha
S. O. 1|4 do S. do forte George.
O objecto dettes dout pharoet da baha he para
conducir e marcar o melhor aocoradoaro fora de
port Lois. Uma embarcarlo aproiimindo-te a
luz encarnada era direceao que demarque S. S. O.
deve fondear logo que a las verde no fcrte George
Xajjsorar S. E. 112 S.
ll*As*igi)adoJohn IVathington, hydrographo.
Repar'.icao hidrographica do almiraoladoera Lon-
dres 30 de agosto de 1855.
Bsiajiolificasao refere-se ao* segoote* mappas
do aloB^tado : Costa de leste de Madaoascar, n.
t, 1 ; Mauricias, 711; porlo l.ouis, u. 71,1 : dsla
de pHResda India, ne. 10 e 11.
E nada mais conlinha ou declarara o dito im-
pretso, qae bem e fielmente Iraduzi do mesmo es-
ico PereiU.
de
tos com o prazo de 30 das e cusas,
novembro de 1855 Anselmo Francisco
l'. mais ee nao conlinha em dita sentencia aqu (ra
cripta, em virtude da que o escrivao qoe esta sub'
crevea mandoa passar a presente caria .le edicto*
cora o prazo de 30 dias, pelo qual o sea theor se cha-
ma e intima e hei por intimados os supplicados de-
vedores ausentes cima declarados de todo o conleu-
do ua peticao e termo de protesloacima transcriptos.
Pelo que loda e qualquer pessoa, prenles oa amigos
los dito supplicados os poderlo fazer scientes do qoe
cima fica exposlo E o porteiro do jaizo artizara'
o frsente aaeiugare* dej co-tume, e sera' publicarlo
pela imprenta.
Dado e passadjp tiesta cidade ao Reeife ao
de/embro de 1855. EojMalimiaoe Francisco Do.
te, escrivao privativo do juizo commercial o su
vi
Jj.
I Mi-
de
r^os C(a
uma letra
DECLARACOES
'seo Pretti.
O lllm. Sr. capita* do porto, eni virtude do lis-
posto as circulares do minislerio da marinha, da-
tadas de JJ7 do mez de novembro prximamente
lindo, s qs refere-e a* ardeos ,|0 Exm. Sr. pre-
Lyiz da Oliveira Lima, c disse peranle a lestemu-
2:2983125
Exportacao .
rom cala por Moii**v
oltarcel 1, de 309 lonlul-, conduzio o seguinte :
2,250 viluniMcom 15,707 arrobas OSO libras de as-
suenr.
Rio Grande da Si 1, brigue. brasileiro Caraa-
cnami), de 185 looelal'is, condimo oJKgainle :200
saceos I.isbia, bares porlugueza Gralidaon, conduzio o
egninte : ~"3,59' saceos' I 12 barriquinha com
17,735arrobas oft libras de assucir, 25 pranchOcs
deamarello, ( fardos estop, 20 saMts com 115
arrobas t 21 libras de algudo, 400 cocos com casca.
Barctillona, sumaca he-pauliola uViolanle, de 167
toneladas, conduzio o segeinle : 5,50 saceas com
3,024 arroba* e 28 libias de algodSo.
KECEBEHOR1A DE HENDAS INTERNAS GE-
RAES D PERNAMBUCO.
Rendirnento dodialaV .5:0363361
dem d di 10........1:0373447
it abaixo declaradas que proteslava contra os sup-
plicado} pclo^>*nieuJo em sua peticao para o Gm
na mesma reqneiido, e de como assim o disse e pro-
teslou taz esle termo que assiguou com as testerao-
ohas a'aaivo assignadas. Eu Maximiano F'rancisco
Duarte, escrivao privativo do jaizo commercial o es-
crevi. Luiz de Oliveira Lima, Jos Goncalves de
S, Antonio da Silva Pessoa de Mello.
Nada mais se conlinha em di'.o termo de protesto
aqu transcripto, e tendo o supplicante produzido
suas testemunhas, e tendo-me os autos conclasos
nelles dei a senlenca seguinte :
Avista da inquirirn de folbas 4 a fol has 6 pela
qual se prova que os individuos constantes da peticao
de folhas 2 se acjiam ausentes em lugares alio tbi-
dos, mando que para ser-Ibes intimado o protesto do
termo de toldas > verso -o passe carta de edicto com
nlenle da provincia em oflicio ;de 4 do correte
rac, manda dar pubNeidade nao m aos veropjares
das traduccOet dev avisos annunciaudo aoiapave-
gaotes o esljbeleciiuento de diversos pharoet, e
ioflrncce gerael -spara embarraees ejem des:
ao porlo l.ouis, raes lambem o de um 001ro av
timbem oi naveeante, acerca do pharol qu s
vai inaugurar no Cabo de la Piala em PasMJ
Capitana do porlo de Pernambuco 5 devezem
bio de 1855.O secretario, Alexandre fodrigtttw
dos Anjot.
Eu Jus Agoslinho Barbeas, cidadao liraarlairo.
traductor publico e interprete commercial jan-
mentado da praca, ele : Certifico que me fot apre-
s) nlado um irapresso era ioglez, o qaal liiteralnteo-
li vertido para o idioma nacional, diz o seguiote :
TRAUCCAO.
Aviso aot navegante!. I
.Numero 32. w
Ocano atlntico do tul.
Cabo Pembroke, ilhas MalvitU
_Jsover'no da colonia das ilhas da Falkland
publico que a torre do pharol qae ha pouco si
lava edificando sobre o cabo Pembroke est r
cluida, c que uma luz lixa de cor aaturi
(rara alli depois do 1. de dezembro de 1855 em
diante.
O cabo Pembroke, sobre o qual tem at agora
estado uma balisa forma a pona mais a leste do
grupo Falkland, e a nova torre tica na latitode 57,
41', 45" O. de Greenwick.
O machinismo illumiusdur he caladroptrico ou
de reflexo, e da primeira ordem. A' luz esl na
altura de 58 ps, viivel do nordeste e do ul em
distancia de 12 milhas ; mas, licando coberto para
a parte do oeste, nao se deve perder de visla poe{
embarcac/ies que a avistaram pelo lado do mar.
Uma embarradlo na entrada do porlo William pas-
sa pelo lado de bombordo, e o capitao deve ter
cuidado era observar que, como a maro de nchente
.orre para o norte, e a vasante para o sul na passa-
cnpto 00 idioma inglez ao qaal rae reporto, e de-
pois da haver examiuado cora esle e achado eonfor-
* .a entregar a quem me o apresentou.
que pasei o prsenle que assgnei e el-
Jlnd* meu oOicio.nesta maito leal e he-
le de San Sebaliao doaRio de Janeiro aos
ivembro do anno de Nosso Senhor Jess
Christo de 1855.Jos Agoslinho Barbosa, traductor
publico e interprete commercial juramentado.
Conforme.O secretario, ^lexandre Rodrigues
dotutnot-
En, Jote Agoslinho Barbosa, cidadao bnrSNro,
traductor publico a interprete commercial junaaen-
I^Jk praca etc.
ICertjflco que me foi apresentado om impresa, es-
criplo em ioglez, o qaal, a pedido da parte, Ira-
duzi para a idioma nacional, e dito tegointe : *
nt- TRADUCCAO.^
bs* 7iW/ruora as rmbarcacBet dteUnadaf
hWVorlo Louis.
TTma embarcasao que descubrir a ilha pela parte
de l'csle 1 ou pelo Mdo de balravenlo) deve dar um
resguardada 2 X milhas dos recite* em (rente *
ilha de Araber, e deve ter todo o cuidado em nao se
aproximar ao pharol revolvente na ilha Fat (chala
ou rasaj am uro ramo par norte de N. N. O. i
O. ato que dlinear* Quoin demorar Oeste, em
cuja occasiao se p**)* tomar o rumo a meio canal
ira passar entra Gnoners Quoin e a Ilha
,t.
endo passado ao oesle do Qaoin, a pharol
sobce-a ponte Canonier lorn-se visivel, e tendo
razido a leja sobre Fiat ilha a demorar K. N.
E. '"N. o rumo pode modir-se para O. S. G. )%
S. para passsr a pona Canoaier tin ditlaoeta como
de dnat milhas.
I.ogoquea luz "xasobre a ponte Canonier de-
morar S. E. i.1 do sal a embarcado pede orear at
S. O. 4.* do S. (com. o monte Taraarind vista pela
proa se a noite for clara) pan o funded*uro em
frente a Porto Louis, distancia de 10 milhas, porm
leudo navegada a distancia de 6 3i4 milhas rom esla
proa. aJmpa frente da" baha de Torubeao, < pharol
sobre a pona Caoonier torna-te encarnada, *m
cuja oeeasiao a* duas luzes sobre a ponta Caoonier
a Ilha Fiat (raza; ficam em linda. ,
A luz encarnada na embocadura do Rio Grande
'r-se-ha entio demorando 1 lempo
letiver claro o corpo da oioatMtaGarde por cima
'ella ) pode eolio navegar ola a da 3 mi-
lhas, e qaando a luz verde ,1o ge obre a
Ilha Tonnelbier demorar ao S. E. 1|4S., pode fon-
deatue no melhor fundeadonro, fora da baha. Em
navegar mais para o pharol de Rio Graade para o
lado ^^^^^H^H
mente ao* ro.
lie coi
celo
cJIo se aprozima demasiada-
CONSULADO PROVINCIAL.
6:07:13808
Rendimeuto do da I a 7
dem do di* 10
21:610*794
7:tl#573
28:8825367
o prazo de :I0 da e cusas. Reeife 30 de nevoVbro geni du cabo Pembroke, se elle liver um vento fres-
de 18.55.Anselmo Francisco Perelti.
E mais se nao conlinha em dita sen tenca aqoi
transcripta, era viridde da qaal o escrivao-qoe esla
subscreveu mandou patear aprsente carta de edic-
to cora o prazo de 38das, pela qual es* Iheor se
chaina e inlima, e hei por intimados aos suppjicicios
devedores ansenfs cima declarados tje lodo o con-
leodo na peticao e lermo de proteatlf cima trans-
cripto.
Pelo que toda e qualquer pessoa, prente* eu am>
gos dos dilos supplicado* o podero fazer scientes
do qae cuna lica exposto ; e o porteiro do jaizo ti-
zar a presento no* lugares do costume, e ser pu-
blicada pela impren j.
pode correr entre este cabo e os rochedos do
Lobu iSoal Rocks) ao N. E. delle em distancia co-
no de 3,4 de milha cora seguridade ; porem, com
valo boiianetao ou mar cavado, he melhor passar
por tora do rochedos do Lobo, navegando sempre
lieni ao norte delles, para ular descont a mar.
John lt athinglon, hydrographo.
F.epartifoo hydrographica do almirantado.
Londret 15 de setembro de (855.
Este aviso refere-se aossegeintes nappts do al-
mirantado : Ilhas Falkland, n. 1.354, aitim como,
(labia Stanley, n. 1,771, iustruccOes para navegar
para a America do Sul, folha 92 e 93 ; e a lista
dos phates da America do Sol o. 27.
prudente para a embar-
jnonnier alravessar (na-
para conservar a sna po-
gue uo ancoradouro ao
dia, isto he preforivel a alleolar faze-lo
de n'oile.'por cajo motivo em mui poueos casos se
lem ganho lempo, por esta maneira evila-se grande
fisco, atsim coma aaecessidade de ancorar de noile.
iDepoi de passar a ponta Cauoniejrataaa^odtJuvea-
eoidadode maitpara se ^^tmbarcaTiioSe'^*
jrlevad para etilroda-Jahi encarnada d'aqoella
luz, ante que ella teiiJjjfl rido a distancia de seis
milhas e Ir quarlo..*
Assignados.E. C. Frome.R. E., engenheiro
geral na Mauricias.Edw. Kellv, capitao do Porto
em Porto Louis.
F. oada mais conlinha oa deelarava o dito mpres-
so. que bem e fielmente Iraduzi do mesa escripia
no idioma inglez, ao qual me reporto, e depois de
:iaver examinado eom esteaehado conforme, o lor-
knei-a entregar a quera m'o apresealou. Em fda
qae pnssel o presente qae assigoel o ellei cora o
sello do meu cilicio, n'etta maito leal e heioica ci-
dnde de S. SebasliSo do Rio de Janeiro, ao 13 de
novemhrb do anno de Nosso Senhor *> 1855.Jos
Agoslinho Barbosa, traduclor publico e interprete
commercial juramentado.
Conforme.O secretario, Alfxandre Rodrigues
dos Anjot.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
guinte :
Casemira carmezim, covados 100 ; aniagem ou es-
topa, varas 509 1|2 ; sapalos leiloa na provincia,
pares 1304; algodao era rama, arroba**) ; rolha;
de cortica fiara garrafas, grosas 3; Periea, duziaa9 ;
secante, libra 1; cobre, arrobas 20.
(uem quizer vender estes objectos aprsenle ae
6aas proposlas era carta fechada Da secretaria do
cuuseiho.s 10 lloras do dia 12 da correte mea.
Secretaria do cootdhn administrativo para foro*-
J
I
-4*
V
V:
1



{


OIIWOM KRUMBOCO TERQt FElRI II 01 OEZEIBRO O -855



.1
cunelo do arjeinl da guerra 7 de deiembro de
1855.Bento Jos Lamenka lint, roronel presiden-
'Bernardo Pereira o Carmo Jnior, vogal e
secretario.
O Illm. Sr. caplAo do porte, em cumprimenlo
do dispoal* no aviso circular da repartirlo da mari-
nha de 36 de novembro oUimamenle lindo, ao qual
refeie-se o offieio do Eim. Sr. presdeme, datado de
honlem, atamla dar publicidade ao aele eiemplare
abaito dea aviioa tob numero* 19, a 25 feilos aos na-
vegante*, recibidos do almirantado britnico, e de
Trinity pele cnsul gral do Brasil em Inglaterra.
Capitana do Porto de Peruambuco 39 de novem-
bro de I8|*. O secretario, Alexandre Rodriguee
dos Anfae.
Eu Jos Agostinbo Barbosa, cidadlo brasileiro,
Iradactor pablico e interprete commercial juramen.
lado da prac, etc. Certifico que me foi aprsenla-
do, om documento impresso em ingle, o qual, a pe-
dido de parte, trtdaii para o idioma nacional, e diz
o segninte :
TRADUCCA'O
Aviso aos navegantes.
Numero 19.
Estados-Unidos da America.
Pharol do Breaktoater Delineare.
A repartido dos pharoes uos EiUdos-L nidos pn-
blicou os seguales avises:
No da 10 ds maio prximo de 1855 a actual luz
encarnada fita do Breakwaler Delaware, ser descon-
lioaada, e esa sen lugar collocad.i urna luz de Kres-
el da qnarta ordero, mostrando orna luz branca
fiza, variada por fuzis.
Luz fe batisa, Cleveland, Ukio.
Foi collocado oa oovo aparelho de llluminacjfo
na baliza en Cleveland, sobre o lago Erie. e a lu/
estar aceza diada o por al o nascor do sol, desde a
a borlara al a *ncerr*rienlo da navegaco.
A luz ser predozida por um apparelho ratadiop-
Irico da quarta ordero do systema de Fresnel, nios-
traiido ama lai liza c:om nm fozil btllhanle com um
inlervalio de om minuto.
A lu est eollociida a 50 pscima do nivel do
lago, e deve ver-ee em tempo claro em distancia de
13 mi Ibas.
Atorre he constrea de ferro fundido, pintada de
"raneo e Rea qoasi e prozima exlromidade do
Noroeste do caes de leste.
Balitms tus bahia de Mobile ha Florida.
Caoatrairam-e as| segoinles balizas na bahia de
Mobile ; doas balizas correado por meio da paesa-
gem Choctau como anteriormente e alamiadas de
ooite; urna Baliza no logar do naufragio Stake o;
urna baliza no lagar do ci Stake superior ; urna
balita no logar do Slake inferior ; duas balizas
ao sol do cima, prolongando a iinlia do canal nal
barra do Ric Do?.
Toda s balizas cima, com excepcSo do a Range
Stakes, i> deven ficara solavent qunodo se entra.
lima baliza re dia larabem foi collocada na exlro-
midade da barra de Ostras, a qual corre para fra
f"
aos daienove de outubro do anuo de Nosso Seohor
de 1855.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
Eo Jos Agostinho Barbosa, cidadao brasilero-
tradoctor publico e interprete commercial juramen-
to da prar-a : etc. Certifico que me (oi apreseolado
um documento impresso em inglez, o qual, tradu-
zido para o idioma nacional, diz o seguale :
TRADUCCAO.
Aviso aos navegante'.
Numero 23.
Carolina do Norte (Ealados-Unidos.)
Pharoes no forte Macn (Bahia de Beaufort.)
A coromissSo de pharoes dos Estados-Unidos par-
ticipa e faz publico que no dia 20 de maio ultimo
seria collocada ama luz Tiza sobre urna torre recen-
lemenle construida com 200 jardas no fundo do for-
te Macn. A torre he de ladrilho encarnado, e a
lanterna de ferro e galera em redor sao igualmente
encarnadas.
O aparelho ser da quarta ordem do systema de
Fresnedo Iluminar um arco de 270 do horisonte:
a luz esta collocada 50 pos cima do nivel medio do
mar, e sot vizivel do convz de um navio cm dis-
tancia da 13 aiilhas em lempo claro.
Na menta ooite se veria, pela primeira vez, orna
laz de baliza prozima praia, como em distancia de
um quarlo de milita da torre cima raeotjaaada, de-
morando as duaa luzes com a boia de fon da barra
Kjacipal Sul 50 L'esle (S. E, l|2 E.) magntico.
A baliza he construida de rnadeira piolada de
braoco, 12 ps quadrados na baze, e 6 ps quadra-
dosuo cu me.
A luz da balita fica 30 pscima do nivel do mar,
e sera vizivel na directo da barra em distancia de
10 milpas. A luz fica dirigida na directo da bar-
ra, Iluminando um arco de 112 Ue cada lado da li-
nlia recta. A po-ico do pi da bandeira do forte
Hacen, segundo determina o ezame ou villora da
costa est na lalitode 34' 41" 43 norte, longilude 76
40 Ueste de Greenwch.
Assignado.John H-'askington, hydrogoapfaa
Repartirao hydrographiea do almirantado.
Londres, 1 de julho de 1855.
Elle aviso corresponde ao mappa de almirantado
da America do Norte, costa de le Niela de pharoes dos Estados-Unidos n. 304.
E nada mais cooliuha ou declarava o diloimpres-
so, que bera e ielmeote IradozjMhi propro original
escriplo em inglez, ao qual me reporto, e djjpois de
haver examinado com osle e achado conlorrae.o lor-
nej a entregar quem m'o apresenton.
r Em fe do que passei o presente que atsignei 8
sellei com o sello do meu offieio, nesla muito leal e
heroica cidade de S. Sebastnn do Rio de Janeiro,
M dezeoove deoutuoro do anuo de Nosso Seohor
t'lSJ.
lose Agostinho Barbosa, traductor publico
lerprele commercial juramentado.
Eu, Jos Asostioho Barbosa, cidadao brasle
de notificar que a luz encarnada liza na praia de To-
cker na Bahia de Lltle Egg em Nova-Jersey, se-
ria descoulinuada no dia 31 de maio e IK'iS, e que
depois dessa dala seria collocada urna luz branca i-
xa variada por fuzis da qurla ordem do systema
de Freanel. Os fuzis serao visiveis, cera inlervalio
de um minuto, e serao alternados, branco e encar-
nado.
A luz acba-se elevada 50 pos cima do nivel do
mar, Iluminar o hurisoole total do mar e as proji-
midades da babia de rl.illle Esc e deve ver-se em
tempo de orna nlmosphera ordinaria, da altura de
18 psucima do mar em una distancia de 13 mi-
Ihas. A torre he escarale,' e sua policio aproxi-
mada he em l.allude 39., 30', 17" Norle ; e Lon-
gilude 74.-, 16', 48" ao Ocle de Greenwich.
Assignado.John Washington, hydrographo
m direotjao dn lale d Ponte Ceder o; urna ba-i ir*a"ctr publico e iperprelc ccmmefelal jurameo-
liza naozlremidade do oeste do o Spl a na entrada
da eoseada da Nasy ; orna baliza na exlremida-
de do baiao que corre em direccSo ao oeste da Ponte
Clara ; ejoma balita na pona do oeste do pequeo
baito destacado ao sal da punta ultima referida.
Assignado.-Voan tfjuhington, hydrographo.
Repartico hydrographiea do almiruntaao em I tires, aos 9 de maio de 1855.
Bata* avisos aneciara oa segoinles mappas do al-
mirantado: No re-America E. C. faina 6, n. 969 ;
mappa do largo Erie, n. 333 ;geral das ludias Oc-
cidente, n. 3JI3; Florida Oeste, a. 529; bahia de
Mobile n. 23-4, aasim como alista da pharoes
dea Estados-oidos,os. 148 e 307. '
B aada mais continha ou decbrava o dilo impresso
que bom a fielmente Iradozi do propro original es-
criplo no idioma inglez, ao qual rao reporto, ede-
pois de haver examinado e aahado conforme, o tor-
nei a entregar a quero m'o apreseniou.
Km f do q oa passei o presente que assgnei e
sellei con o sello do mea offieio, nesla muito leas
e heroica cidacle de S. Sebasliio, avs 19 de oulubro
do anno de Nosso Seohor de 1855.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico e in-
raprote commercial juramentado,
Eo, Jas Acotlioho Barbos? (redactor pablico. e
olerprapj cominera! juramentada da prac, etc. PO claro, oa distancia de O^||2 milhaa.
lUSfels.
avi-
ado da praea, etc.: Cerlilico que me fui aireseiita-
do um docusnento escriplo em inglez, o qual, a lu-
dido traduzi lilteralmenle para o idioma nacional, e
diz o seguiule :
ifWucco.
Aliso aos navegantes.
N. 2.1.
Ustadpa-Uoidos.
Pharol',noRio Ua*s, inecttd'oiind, M,
A commiss.lo de pbaaaJaTCos Eslados-
oii de que se tinha edificado um pharol no Rio Bass
da parle do norte de Vineyard Sound.e que una loz
Oa seria acendida all na imite do I de maio paseado.
A torre esta collocada uo centro da casa do embre-
gado, ambos os edificios sao pintados de branco, e o
tope da lanterna encarnado.
A luz sera visivel de Teste pelo sul pan oeste. As
embarcaces que se aproximam do oesle deven por
o pharol a demorar norle 1|4 NE. para safar a pona,
de Peste do Breakwaleo, e os que se aproximaren]
de l'esle devem trazer o pharol a demandar N- O.
antes de occorrerem para o ancoradouro-
O apparelho he da quinta ordem do syslema de
Fresnel, Iluminando umareo de 1K0 do horisonte.
A luz fica io ps cima do termo medio do nivel do
mar, e deve ver-se do eonvez de om navio, em tem-
nle, e todos
incorrorto
Certifico que me foi aprsentelo um impresso erp
inglez, o qoal.lilterlmenle Iradazido para o idioma
nacional, diz o eguinle:
TRADUCCA'O
Atiw aos navegantes.
Numero 20.
Coda da f [eepanha no Atlntico
AlteracSo te pharol em Cadt;.
O governo hespanhol acaba de participar que no
ptimeiro de moho, a actual lu revulvente no cas-
tellode S. SebasliSo em Cdiz sera mudada pare
una luz fita brilhnle, con fazis encarnados com
iolervallot de dona minlo*. O novo aparatas illoM
minador ha naUdloptrico, da segunda ordem de
Fresnel. A luz len a elevacSo de 143 ps cima
do.nivel do mar, e he tisivel distancia de 1
lhat, em temp.) claro, do convz de om'uvi
lioove mudan ;a na collocacJo da luz.
Assiguado-----John H-'ashington, hydrcra
Riipattirao hyirographica.
Londres, 22 de maio de la">j.
Esto avias aSecta os segoinles mappas do aSriira
lado: Mediterraneo,n. 21*8; pproxiinacOes a G
lar,a. 92fbaha de Cdiz n. 86; e igualmente a liata?
dos pharoes hespinhoes n. 180.
E nada#misconlinha ou declsrava o dito impres-
so, qus bsm fielmente traduzi do prrprio original
acripto noidiomi aglez, ao qoal me reporto, e de-
poi de haeer examinado com esle o ochado confor-
me? lornei a entregar a qnem m'o apreseniou.
En f do qoe pajsei o presente, que assgnei e
sellei con o *;llo do meu offieio, ueta muito leal e
heroica cidade ds S. SebasliSo do Rio de Janeiro,
aos 19 do oulubro do aono de Nosso Senlior de
1855. m ,
Jos Agonizo Barbosa, Uadoctnr pablico e in-
terprete commercial jarameutado.
Eu, Jos .igoslinho Barbosa, eiqadao brasileiro,
.traductor publico e interprete commercial juramen-
tado da profH, ele. -. Certifico que roe foi apresenta-
do un documento
impresso em ingle/, o qual,
Punta ut'ore, Rio Patu-cent, Bahia Chesapeake.
A commissSo dos pharoes lambem deu noticia qoe
a actual luz liza em Cove Point sera mudada uo da
15, ou prximo ao dia 15 de junho futuro da 1855
pare orna loz fita, variada por fuzis.
O aparelho ser, catadioptrico da quinta ordem do
systema de Fresnel.
A loe serde cqa.oalural fila, com um fuzil claro
em intervallos de minuto e meio.
Assignado./Shn JVasMnglon, hydrographo.
Reparlkao hydrographiea
Almirantado de Londres, 8 fe junno de 1855.
Este aviso refere-se aos segua* mappas do almi-
rantado ; America do Norte, Coafs de l'esle, roldas
5 e 6, ns. 268 e 269 ; Bahia de cStapeake, n. 355 ;
lisias de pharoes dos Estados-Unid, ns. 67 A,e 176.
E nada maisconlinha ou declarava o dito docu-
mento impresso, que bem e fielmente traduzi do
prio original, ao qual me reporto, e depois de
haver examinado e adiado conforme, o torne/a en-
BtSar a qnem m'o apreseniou.
Em f do que paasei o presente que assgnei e
ellei com o sello do meu ollicio, nesla muito leal
e heroica cidade de San SebasliSo do Rio de Janei-
ro, aos 19 de oulubro do auno de Nosso Senhor de
^855.
Jote Agostin%o Barboza, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
y Eu, Jos Agostinho Barbse, cidado brasileiro,
traductor publico e interprete commercial jaramen
lado da praca, ele. Certifico que roe foi aprsenla-
do u impresso escriplo em inglez, o qual, a pedi-
do da parte, traduzi para o idioma nacional, e di*
o segoinle : *'
TR4DUCCA0.
f, . Numero I.
M^ Pharol de fazis em Trapani {Sicilia.)
BPgoverno siciliano acaba de fazer publico que
'denotar
idioma nacional,
qu orna la:
loz fita so-
lado do
o do pri-
pedido da parle, traduzi pare o
diz o segninte :
TRADLCCAo.
Aoiio aos navegantes.
Nomero. 21.
Bahia de S. Francisco na California.
Pharol fixo no forte da Pona.
a tommissilo de Pharoes dos Estados Unidos acaba
de aununciar (que um Pharol fixo seria aceadido
no forte da P*tj na parle do Sul da entrada da
bahia de S) ^^b na California, no dia 21 de
narco findo.
meio de da quinta ordem do
systema de t'rest-e, o foco da luz acba-se a 52
pos cima do nivel do mar, a aer vizivel Jo convz
de om oavio,sem lempo claro, na distancia de 12
mlhas.
A posicao lo Forte da Pona, aCdo d>
na a vestoria oa rame.'dMbsl*lHK na
:I7, 49-, 2T' Norte; loitfSaVlS
Oesla de Greenwch.
Pharol de luz fixa em Ponta-Boi
Fez oulra igual parlicipacao quu
ria vizivel da ton de PuDta-B.
NorteJlajotwJa pnr a babia oVS?
meTrTe miio u|i.hno tn diente.
A torre he Jo ladrilho, com urna lanlern
da da preto em cima, oSaperctho da illuninace,
he caladioplrieo, da aft. w.iem do svstem?
de Fresnel ; a luz fica cono 200 pa cima do ni-
vel do mar, > em lempo claro deve ver-se do
eonvez de um navio na dstancl de 'J Idas.
A posicao aproximada do Pharol cata na lati-
tode de 37. 4!)*,10" Norte; loqjtjtbde 132", :I0"
50" Oeale de.Greenwch.
Assignado. John li'ashington, hydrographo.
Reparticilo hyirographica do almirantado.
i .ondrsi 9 de maio de IH55.
Este aviso refere-se s carta* do almirantado da
bahia de Sin Francijo, n.*91, i lista dos Phar-
aa do* Eslado'i Unidos, os. 29 C e 29 1).
E nada mais continha ou declarava o dilo im-
presto em Inglez, que bem a finalmente traduzi da
propro original escriplo no idioma inglez, como
cima refiro, e depois de haver examinado com
eate e adiado canTorme, o lornei a entregar a quem
m' o apresenMo.
Em f do que passei o prsenle que atsignei e
ellei cora o -ello o meu ofBeto, nesla mullo leal
heroica cidld. de Sau jebaslUJ do Bio do Janeiro
depois da noite do dia 8 de fevereiro de 1855 em
logar da autiga baliza na ColorOBajas em irapani,
urna nova luz seria acendida com fatia, de tres em
tres minutos.
O apparelho he caroptrico da quarta otdem do
systema de Fresnel, a luz esl.i elevada a 139 ps
cima do nivel do mar, e deve ver-se em dislcia de
14 iriildas em lempo claro.
/ ^a- llha do l'ulmo.
Assimjeomo que Da llha do YTcao, na Poula do
Hosario, se acendaria na noite de 8 de marr;o de 18&5
urna loz igual liza com fuzis, com intarvallos de tres
minutos.
Isla luzWsl.i elevada 4.58 ps cima do nivel do
mar',eri vi,el, em tempo claro, em urna distan-
" mil lias.
nado.Jo/m lyashingtun, hydrographo.
Repartirao hydrographiea do alm.Vrmaiio em Lon-
dres, 12 de junho de 1855.
riso refere-se aos seguales mappas do al-
apani ancoradouro, n. 189 ; costa de
, u, 187; ilha Lepari, n. 172; costa
, D. 167; neraldo Mediterrneo,
acilla, 11.165, asaim como Livro
roes do Mediterrneo, ns. 96 e 97.
aotinlia ou declarava o dilo docu-
icnlo, que fiero ^ fiel mente Iraduzi do propro im-
presso, ao qual a reporto, e depois de haver exa-
minado com esle e achado conforme, o lornei a en-
vegar a quem m'o apreseniou.
Em f do que passei o prsenle qoe atsignei e
sellei com o sello do mea offieio, nesla muito leal e
heroica cidade de San Sebaatiao do Ro de Janeiro,
aos dezeoove de oulubro do auno de Nosso Senlior
de 18.55.
WJos Agostinho Barbosa, Iraduclor publico e in-
terprete commercial juramentado.
Ileparticao hydrographiea.
Londres, 20 de junho de 1855.
Esta parlicipacao aflecla os mappas do almiranta-
do : America do Norle, Costa de L'esle, tolda 6, n.
692, e lista dos pharoes dos Estados-Unidos, n.
140.
E nada mais continha oa declarava o dito im-
presso, escriplo em ioglez, que bem e fielmente Ira-
dozi do propro original, ac qual me reporto, e de-
pois de haver examinado cora este e achado con-
forme, o lornei a entregar a quem m'o apresen-
iou.
Em f do que passei o presente que assgnei e
sellei com o ello do meu oflirio, nesta muito leal e
heroica cidade de San Sebastiao do Rio de Janeiro,
aos dezenove de oulubro do anno de Nosso Senhor
de 1855.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
Pela primeara sessno da mesa dn consulado pro-
vincial se laz publico aos propietarios dos predios
urbauos das freguezias Uesla cidade e da dos Afoga-
dos, que os 30 das uteis para a cobranca bocea do
cofre do primeiro semestre de 1855 a 1856 do im-
pasto da decima, principian) a ser contados do pri-
meiro de dezembro prximo em
os que dexarem de pagar nesse
na molla de 3 % sobre seus dbitos.
BANCO L)E i'LHNAMBUCO.
O Banco de Pernarrbuco tmeca a vista
scibte o do Btail no Rio de JjaVeiro. Ban-
co de Pernambuco de tJezembro de
1855.O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeiros llego.
O banco de Pcrn,imbucotoBi;i dinlici-
t-o a juros, de contbrmidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 2 de
nowMfcro de 18o5-Jikio Ignacio de
MedeiiTO llego, secretario da fjireccao.
Exm. Sr. presidente da provincia, cora o
lira da fazer mais completo o systema das quarente-
nas ueste porlo/Tevolveu nao mandar eslabele-
cer om l.t/.uelo na ilda de Santo Aleixn para as
barracas e oulra pequea/embarcaces precisando
eslarem dcquareiitena, procedentes das AlogOas,
Parahiba, Rio Grande .lo Norte, e Ceara, e do sol e
norle do litoral d'esta provincia como lambem orde-
nar que neiibutna d'eilas posna entrar oa sahir tem
1 documento declaratorio do porto de sua preceden
cia relativaiuciiIw ao estado Ue anidade .iell* sen
do o documento para a sabida, a carta de saode.
que respectiva prevedoria passar Rraluilaineiile
e para t ntrala da que vier d,i litoral desla provm
cia rnteruliaado da aulondade policial do logar.
O qoe o Illm. Sr. capitn do porto manda fa/.er
publico, em cunpriroento da ordern do Exm. Sr.
presidente da pro\iucia de 3 do correle mez, para
conkecimeulo de quem possa interessar.
Capilaoia do porto de Peruambuco em 5 de de-
zembro da 1855. O secretario. Ale.randre Ro-
driBues dos Anjns.
X CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
goinle:
Para a fortaleza do Brum.
Livroaera branco panudos de 2UOrolha,"2 ; facas
flamencas, 6.
Companhia de aprendizes menores.
Panellas ile Ierro para 50 prafas cada una. 2.
Praaunento dos annazeiis >1o almoxarifado.
Pape! almajo lino, resmas50 ; dito de peso, ditas
16 ; lala pret, carrafas 40; lapis, dunas 6.
Offinnas de l.'e 2.a clatse.
Coalados de amarello, 6 ; costadiohos de dito, ti ;
coclumesdecaarleira e oculruc.;aa de 5 a (i pole-
Sa rae:ilj, 20 ; leo da lindara, arrobas 5; ocre, ditas
4 ; pos pretos, ditas2 ; roxo-terra, ditas I ; /.an-ao,
libra* 16.
Ollii'inas de Jai da'
Limas chata* sortidas de Iti. I4.ia,8, 7, li e }
polesada*, dunas :t7 ; ditas mura deg e 6 ditas,di-
tas 16 ; ditas meia-iaona sortidas de 16,14,12, 8,
7, 6 e 4 dilas, ditas 32 ; ditas litas mu cas de 8 e l
dita, dilas 12; ditas trianaadas de 6 e 4 ditas, ditas
16 ; ma loes de 10, 8, e 5 dilas. dilas 12.
Ollicinas de ciaste.
Linaadialas sortidas ile 10, II, 8 7polRadiiS, du-
zia*J*JHIlas ditas meia-canna-raaffi de S poleiia-
das, ditas i ; ditas ml'ia~-canna,'borlia'as defl. 7 a
5 ditas, dilas8.
5." classe.
Lona, peca 1 ; couro de lustre, pelles 12-, fila de
laa para sildas, pecas 4.
Fornecimeiuo de lu/os as eslaso** militares.
Ateile de carrapalo, caadas 784 } a de edeo,
dilas 20; pavio., .lu/i.i- ;i ; Qoade IgodSo, libras
01 ; velas le carnauba, ditas 22't.
Juera quizer vender estes ebjeeto* aprsente as
suas propotas em caria fechada na secretaria do
conselho as III doras do da 17 do corre ote mez."
Secretaria do conselho administrativo pira forne-
ruiHiiio iin .'imimI de goerraO de dezembro de
1885.Bento Jos Aanisatto tisis, coronel presiden-
te. Bernardo Penirao parmo Jnior, vocal e
secretario.
Pela delegada de polica do termo de tiara-
nhuns se faz publico, que se ardan reeoldidos a' ca-
dcia da mesraa villa os escravr^tfgidos.
Manoel, escravo deMarcellino Alves dos Santos,
morador em Tapasipe, lavmo di cidade da Badia.
com os signaes seeuintes: frioulo. alio, grosso, com
os odos prttos, nariz grosso, labios grossos, barba-
do, representa ter 50 anuos.
Fihppe, escravo de Anna Mara de San Jos e
Arago, moradora na Macaran luli.i. lermo da ci-
dade da Bahia, o qual tem us signaes seguinles: mu-
alo, nariz grosso, alto c gr"Su,' cabellos pegados,
olhos pardos, barba tu, cabelludo nos peitos, repr-
senla ler trinta e tantos anuos.
R Delegada do termo de tiaraplions 1 de dezembro
e 1855.Francisco Antn
delegado.
Pelasubdelesacia da freBb de San Jos do
iblico, que aclia-se em deposito um
aodava vagando pelas ras desla
seu dono, justificando Ihe sera'
egacia da freguezia de San Jos do
zembro de 1855.O subdelegado,
Banks.
Iliante : para o reto trata-se corn os
consignatarios Novaes & G., ra do Tra-
piche n. Si- primeiro andar.
Para Lisboa,a galera portugueza Jo-
ven Carlota, capitao Boventura Borges
Pamplona : para carga e passageiros, tra-
se com os consignatarios Novaes & C, ra
do Trapiche n. 34.
Para o Rio de Janeiro segoe viagem o bcr-
ganlini nacional Despique de Btiris, capitao Elizeu
de Araujo tranca, al o dia 8 de dezembro do cor-
rente e por ler dons tercos da carga pronta, e para
o resto da carga miuda, escravoa a frele e passagei-
ros: trata-se com -o consignatario Manoel Joa-
qoim Ramos e Silva na ra da Cadeia Velha do
Hecile ou com o capitao na prora.
Para Lisboa
sabira' no dia 1 2 do corrente, o patacho
portugue/. Mil I.HANTE: para carga ou
passageiros, tratare com o capitao na
praea, ou com o consignatario i). Su F.
Ouimaraes, narua doQueimadon. 35.
Para o Rio de Janeiro
segu com muil brevidade o brigue naciooal Flor
do Rio: para o retante da carga e passaiieiroa trata-
se rom os consignatarios, Isaac, Cario & C, ns ra
da Cruz n. 40.
PABA O PORTO.
Saldr com muila brevidade o brigue portugttez
Trovador, para carga oa passageiros trata-se cojn
Barroca & Castro : na ra da Cadeia n. ou coan
o capitao na praca.
Para urna via jem desle porto para seauir aos
do Kio da Praia, precisa-ae de um oflicial nutico,
que leuda carta de ailolo da academia do imperio :
quem em laes circunstancias se adiar dablilado, e
se queira contratar, pode diricir-se ra da Cruz n.
3, -criplorici de A.....m Irm.ios & Cuinpanha.
Para o Cear, o hiale Novo blinda, pretende
sahir ale o da 14 do correte: quenr quizer carn-
ear carga miuda ou ir de passagem, dinja-se a Lima
Jnior & Compaubia ou Tasto limaos.
LEJXOES
O senle Borjo far leilAo em seu arroatem, na
ra do Collegia n. 15, de um grande e variado tor-
timentode obras de marcinena, entre as quaes so-
bresaliera um rico sandiiaro, una ptima secretaria
de Jacaranda, um cuarda-veslldo, dos guarda-lou-
r;as, etc., e diversas obras de ouro e piala, relogios
para algibeira, lant. riles ra vidro, caudelauros, urna
porr;o de candieiros france/e e inslezes para meio
de sala, louca e vidros para servicu de mesa, etc., c
uuirus muito* objeclos qoe se tornara enfadando
meucinna-los, os quaes serao vendidos sem limite de
preco algum : quinla-feira, 13 do correle, as II
lloras da mann.la.
O agente Borji, atilorisado pelo Ezm. Sr. Dr.
uiz de direilo especial do commercio, conforme o
seu despaedo proferido em requerinsenlo da* credo-
res da inassa fallida de Silva e Araujo, fara leiMo de
todas as dividas'perCencenlc* a dita massa, as quaes
iiiontam qaanlia de 6:7385848, sendo 5.28515
em Ultras muito boas, quasi todas por vencer,
I:3I6()302 em cuntas de livro, muito modernas, de
pessoasc.ipazes : leica-feira, II do corrente, as 11
horas da inanha, no armazem do gente aununci-
anie, silo na ra do Collegio n. 5.
-*> O agente Olive ira far lelao, por conla e risco
deqoem perlencer, de cerca (jll barris de 7 em pipa
de ptimo viudo de Bucello, o mais proprio para
mimos na prxima feata, e do qual os apreciadores
mailo so^lai.in : quarta-feira, 12 do correule, as 10
lioras da iiiaiida, no armatera do Sr. Anoes Jaco-
me, defronle ta arcada da alfaudega.
Scotl iVllsoii qVC. farao lelao, por intervea-
Ciio do asente Olivaira, de 25 barris de alcalr.lo de
Stocklnilmo, 20 ditos d pue, l"i dilo- de verniz de
carvo, e de 5 qaeTiolas de oleo de linhaca : quinta
rer 13 do corrente. as II horas da mania i, uo seu
arroatem sito no Forte do Matlos.o qual lu oolr'ora
de Vtenle lerreira d Coala.
Piecisa-se de um caizeiro de ti a IG anno* :
na ra Direita n. 21, padaria
Perdeu-se una pulceira de ouro com esmalte
verde, desde a ra doQueimadoatc a ra da Cadeia
uo Hecile, indo pelo largo e caes do Collegio e lar-
go da ulfandega : quem a achou querco,lo restituir
Talle na loja do Sr. Manoel tioncalves ds Silva,
que sera' recompensado.
I'recita-se da nina aras de leite : na roa do
Livramenlo o. 4: nao se oda a preco.
Lava-se e engoinma-se com presteza e asteio:
na ra dos Prazere- do bairro da Boa Vala, a ulti-
ma casa que tem doas leoes no portao.
Perdea-se na noite de 8 do corrente, desde a
igreja do Corpo Santo ale a ra de Cuararapes, urna
tunela de dous vidros com aro de ouro, o ara cor-
dao de cabello : roga-se a pestoa que acdou e qae-
reado restitu-la, de a mandar ao armazem o. 30 da
ra de Apollo, onde se llie agradecer'.
Esla'em ajante.de negocio a armeciio da loja
desapatus que tem Amplicio da Silva Barbosa ua
ra Direita: quem tiver algumn traosaccalo com o
mesmo seja ueste, tres das declarado para condec-
meato do comprador, pois lido* os tres dias nao se
esponjera' por mais nada.
HOSPITAL PbBTDGDEZ DE
BENEFICENCIA.
Acdando-te promptas as actes do Hospital Por-
lugae; de Beneficencia, e cumprindo ezpedi-la*
quinto antes alim de poder IUar-se a despez do es-
ladelecimenlo, conforme o disposto uo artigo 24 dos
etlalutot, por ordem do Illm. Sr. provedor, sao con-
vidadaa todas as cornmisses encarregadas da subs-
ci ipr.io a apreteutarem as respectivas listas dos Sr*.
accionistas al domingo, 16 do correle, na secreta-
ria do hospital.
Secretaria do Hospital Porluguet de Beneficencia
6 de dezembro de 1855.O secretario,
Manoel l-'eireira Se Souz.i Barbosa.
Roga-sc o Sr. fhesoureiro das loteras da pro-
vincia, o aos Srs. cauelista-. que tendo desapparecido
o bilfiele inteiro u. 30, um meio n. 2279 e um
qoarlo que nio se e>l ee'rlo do numero, da segunda
parte da primeira loteria concedida a beneficio da
igreja deN. S. da ConceicAodos Militares, lodos as-
sguados na"s cosas ; > hilliele i-sisnadn por Bonifa-
cio de Mello Pessoa, o meio por Jos Ferreira da
Costa e Mauoel Ferreira de Araujo, e o qoarlo por
Francisco p-reira de Mello Pessoa, sendo qae aaiam
premiados, de nao pagar senSo a" a proprio dono,
que he Jos Ferreira da Costa.
Perguula-se directora do Banco de Pernarr-
buco, se he a Imissivel pagar-se ao mesmo Baoco
leltras antes desea venciraealo. e se com isto o pa-
gador percebe algum lucro. (curioso. '
llesappareceo lio dia I.- do correle um preto
de uome Vidor, de nagao Conso, os olhot com be-
lidea, com marcas de bezigas: quem o pegar, leve-o
a roa do Pilan n. 93.
O solicitador HanoeLJLoz da Vega mudou a
sua residencia para a fregnezia do Kecife, ra da
Seuzala Velha u. 68, segundo andar.
i Koga-s: ao Illm. Sr. fiscal da freauezia de
[Saulo Antn, o, que lance ai toas vistas sobre o b*c-
co da ra do Rangel, em cuja esquina rao.a o bem
condecido IJieiroz, por ser enligo criador de porcos,
onde existe um grande deposito delles, cuja malanca
se faz diariamente com grande prejuizo da salubri-
dade publica, e incommodo de toda a vitiuhanca,
pois que ser respeitar as horas reservadas ao socego
pablico, atrpela os moradores acordaodo-oscom es-
Irondnsos gri os dos ditos animaes por oeeasiSo de
Ibes dar a mirle ; acresce mais, qoe toroa-se o dec-
eo iulransita< el, aiuda em peior estado depoia que
foi calcado, porque he urqfoco de corrupto* lqui-
dos, tanto do lado do dilo deposito como do proprio
quintal da sua morada. O dito (Jueiroz he Uo perti-
naz em abus, r das postaras da cmara, qoe n3o (ez
o menor caso de um annunco interrogativo queja
foi publicado por esle Diario sobre o mesmo assum-
plo : e em que lempo se pratica desta turmaT quau-
do a peste un ameara : ao ntetfno tempo que rel-
ra-se o matacoo/o vaceum para a Cabanga.eonserva-
se o muito mear perigo/w dentro desla cidade.
A massa dunqmiuala pelo sopplieaoto Adaman-
tinae por elle epresenlada ooiumisso de dvsie-
na rtkli^. i ii____ j. i -
COZINHEIRO.
Precisa-se alugai:. um co/.inlieiio <|iie
saiba bem cozinhar o diario de urna ca-
sa, paga-se bem: na ra do Queimado
loja n. IT.
aWeaTt^vT
Urtiaii.i Lliiispiniano MatrleTe d Almeida,
agradece aos senhores oQiciaes da suarda na-
cional da reserva que tiveram a bondade de
assislir ao funeral c enterro de se fallecido
pal, o coronel Francisco Mamede d Almeida.
Urbaioi
i.visny
DIVERSOS
--------W
Recito
cavalfc pedr
cidade: qae
eolrecue.
Recfe W
Eduardo Fre>
rvalho. capitao
DK
s. i\ i ;i l
Eu, Jos Agostinho Barbosa, cidado brasileiro,
traductor publico e interprete commercial jaramen-
tado de praea, etc. : Certifico qae me foi apreseula-
do um impresso em inglez, o qual lilteralmen-
le Iraduzdo para o idioma nacional, diz o se-
goinle :
TRADUCCAO.
aos ttwHf antes.
Numero 25.
Estados-Unidos da >merica.
Luz i ftil emouna praia deTcter (BalUa de
aUMeEggB tiova-Jersey.
A WW^*Ph~e ?o. Udos-uido8, acaba
Grande e extraordinaria represen
gynastica em In-ne I icio do Sr. Flix e a
joven pernambucanamadamaselle Ale-
xa ndrina.
QUINTA-FEIRA 13 DE DEZEMBRO.
Depois que a nrclieslra tiver desempendado pela
primeira vez neste Idealro a bella ouvertura da orxh
ra novias Veaperas Sicilianas, principkira o e\-
peclaculo da maneira sesuinle :
I.' parle.
O joven Ernesto dansar.i um passo gracioso,
2.a parte.
O joven Alio uso dansara um dillicil passo de sua
inveucalOj
:1.a parle.
O beneficiado dansara urna grande dansa oslra--
viganlee terminara com o grande sallo murtal.
# i.parle.
Dansa graciosa pela beneficiada.
5.* parle.
Dansa de corda sera maroraba pelo beneficiado.
6.a parle.
A deslocacao pelos jovens AITonso o Ernesto.
7.a parle.
i iian.le e dillicil iraballio sobre 12 garrafas execu
lado pelo beneficiado.
8.a parle.
O Boll-dogae-inslcz subir/i al o ledo do Idealro
com um fogo artificial.
9." parte.
A Monte-do-cn. scena cmica, pelo benefi-
ciado.
I'nsires acadmica..
Jdiadores combatentes; 2.", Belisarin pe-
dinrio afollas ; .)., Hercules esmaKando Aniden :
-a. Tile O Romulo ; 5.a, combate de llorado contra
os Curiacios ; 6.. o sacrificio deAbradao; 7.', a
inorle da Holopliemes.
Os Wlhelet vende.n-se de hojo em danle no lliea-
Iro.
Principiar as 8 doras.
AViios martimos.
PABA; O MARAMIIAO" E PARA
Sahe com brevidade por ter maior
parte da carga a barca brasiieira Bri-
Precisa-*e fallar ao Sr. Jos Antonio de Bi-
tancourl : na liviana n. e 8 da prac,a da Inde-
pendencia.
' Os Srs. qu levaram por empresti-
mo volumes da collecrao ao Diario de
Pernambuco de julho a dezembro de
1838, ejaneiroajunlio de 1844, perten-
cente a esta typograpuia, tenham a bon-
dade dos mandar trazer, que sao neces-
tanos.
Mili IRMa'O.
tn a honra de participar aorespita-
blicoqueteemaberto urna nova loja
rica de chapeos na ra do Crespo,
ntTaobrado novo que faz es(|Una para a
ra da Cadeja, aonde ,os compradores
acharao desde hoje em liante um Iiello
sorlimento tes ao mesmo4tabelecimento, epor me-
nos prero (loque em outra qualquer parte,
tanto em prcT.o como a tetalho, e desde
ja lhe recommendam chapeos 'rancepes
de bonitas e elegantes lrmas e de boa
(fultcltide. ditos le i tos na trra de todas
ailitjualidades de palha, sedi, e montara
para senhora, de lustre para pagem, e um
ricosortiment de galles finos, de grata
e ouro para os mesmojjtPiapeos de castor
franeezes e ingle/.es, ditos de Italia para
homens, meninos esenhoras, do Chile i inos
para hotnens, meninoesenhoras, bone-
tes de todtisas t|iitilidaUes,- assim corri se
J|ronti> qualquer encommenda tendente
no mesmo i'slaln'Ieriinento, e tudo por
pircos mais I i,u a tos do ueem outra qual-
quer parte.
No hotel da Europa diuae 1 WNHt rs. ntensae*
por um moleque dai 21) alatele ii1.nl.-.
Desapparecen na manhSdo dia S do crlenle,
o nioleqiie Iire^oftti, crioulo de dad* poueo mais ou
menos ID anuos, altura le^ulj, ebrpo lambem re-
Sular, odos grandes, nari cllllo, rosto pequeiio.ps
Brandes, mostrando taf sotTrido ditos e levod vesti-
do calca e camisa de algodilo de lislra ja bulante
sujas : quem o aprehender ser recompeasado, e
pode enlress-ln nula cidade no paleo de S. Pedro,
primeiro andar do mbreflo contiguo ao do Sr. Ilr
Leal, ou na villa do Cabo ao advocado Jos*.Paulo
do Beco Brrelo.
Oahaiio uarlo fa^ scienleque Manoel Au-
itiisln Candido Pendra, delMu de ser sen cobrador
de dividas desde o dia 5 de novembro de 1855.
Manoel Moreira da Cosa Duro.
lienrae Palcdell, (ende-de re(irar-e para In-
glaterra, deta por seu bastante procurador, o Sr.
Benjamn lurkness, para dirigir os negoci H
eass commercial dos Srs. Kostroo llooker & C.
Hoga-te a pessoa que tem em sea poder os an-
Insde oxeeocSo.....s quaerhe appellante Francisco
Jos K-idrigoes, e appellado, Jndo l'ran'isco Kegis
Ouinlella, como tenlamenleiro dV'dre Manoel da
Fonseca e Silva, que os faca remoller para o carto-
rio a que perlencein ditos autos.
Acudam por ciidade, ueutralisem-seos
l'oco de*ptrefacao.
Bog,-e a quem competir que, pclijMorde Deo*
baja de fazer remover quanlo lnte*-t|montare exis.
tente imliin da ra da Praia de San 14Hit, confron-
te n liecro de S.Jos, o quA j esl quasi a asoderbar
|ir>r cima do caes, o depois iluto vedar oa despejos
naquelle logar, como ja mili In-in ordeuou a Illm.
cmara municipal, segundo nos inrormaram ; pois
he inrrivel que na poca actual se continta nixer des-
pejos n'um recanto onde s chegam as grandes mares
doequinocio : lembramosa conveniencia de peque-
as pootes para faier-se dellos os despeaos ; e i.tn
o. .s.
nos lugares mais salientes do liloj
ii dao Cm i.-piuiano Maineite de Almeida,
muito agradece aos endures que tiveram a
bondade de assilir ao funeral e enterramenlo
de seu fallecido pai, ocorouel Francisco Ma-
mede de Almeida, e pede desculpa aquellos
senhores que litio tiveram c;ir(a de convite,
por >eo que alo era potsivel ao anonadante
naquelle dia e mesmo alada agora, altender
para Indas as nrnvidfocias precisas.
nvjd-
Lotera
DE NOSSA SENHOR DA CON-
CEICAO dos militares.
rtmniilidr, qu;irt;i-eir;i
12 do corrente. pelas 9 ^
lloras da inaiiiaa, he a ex-
traccO'da loteria cima;
um pequeuo resto de bi-
Ihetes e cautelas dos cau-
teiistas abaixo assignados,
estilo a venda lias iojasj
annunciadas: os mesmos
previne ni que as 9 horas
em ponto cecolherto o que
ficar por vender.
QUveiraduritor$ C.
>'a roa estreila do Rosario n, 11, canta o Soa
res a* violao estas quadriuhat, convidando os patue-
co a comprar do uiellior DO mercado.
He costoso ne-la Ierra
X no becc* do Rosario
ver Soares e o Mamario
Sempre ao gelo a fcter guen.
Oh que calor
He de adatar ;
Vamos, .abates,
A efresear.
AULA DE LAT1M.
0 padre Vicente F*)rrer de Albuquer-
que, comijuantotenha de dar ferias a seus
alumnos no da 20 do corrente dezem-
bro, comtudo torna a abrir a sua au-
la no dia 2 de Janeiro prximo futuro,
na mesma casa e ra ja' annunciadas, e
so com a dilFerenca de que nSo recebe
em sua aula ajumno algum interno ou
externo, sem que pague adiantado sua
respectiva mensalidade, Ttsto algumas
tnjustieus qne soin-eu no corrente anno
lectivo.
- O Sr. Manoel Loi Ceraes, qu.ra epparecer
em casa de lasso Irmos, para the ser entregue
urna eocommend* vinda do Rio de Janeiro.
Roga-* a pessoa que achou a qaanlia de d-
tenlos e cioeoent mil res, sendo urna sedla da
apreteutadas nessa i 2009000 e oulra de 50JB00, cuja quantia foi oerdida
ne publica, difiere de todas
mesma occasio pw oalros ; sendo a eoufronticjo deade roa do Vigarioal a ra da fdeU" Se"
AHOMEOPATEVEOCHOLEIA. ^
nico trata ment preservativo e curativo.
tm*4
JE se algum endindeirado
Bom damasco quer papar.
Frescas pistas petiscar,
Ameitas por um cruzado ;
Manda o raitero
l'esar erp quelite,
He bom regalo
l'Va multa gente.
Eu porm qoe sou linorio.
Nao dispenso a marmelada ;
Alas a bella gdiabad*
lslo sim. he i
i

Alugam-se i.'uas excellenles easet Ierre.-, rom
oslilo, e muitosjcoiiimodos : na Cidade Nova em S.
Ajuaro : qnem as pretender dirija-se ao-ieu propi-
etario Antonio Jos tnmes do Cjrreio, para tratar
do ajuste.
Na ru.i de S. I'.oii.mIo n. 8 precisa-se de urna
ama qae lenha bom e hasllnfe leile, qner Seja forra
ou captiva, para rri ir um menino com 1!l das de
nasrido : a pe-soa que a isso se quiter aujeilar dirja-
se a casa cima part trotar do ajocte.
FESTA DE S. S. D.V SOWDAE.
VHOt.llAMM \
A nie-i regedora oa *irmandade de N. S. da Sole-
dade erecta ua groja do mesmo BODte,,tendo de fes-
tejar rom toda apompa o respeilo que de devido a
mesma Sendera em o dia 23 do corrente, e
lendo j i .le arineipiar com a biiodeira no din l.'l
do orreole a asalte, sahindo da igreja e.n direcc;Ao
Trempe, roa da Selin, paleo da S. Cruz, ra i Ara-
EAo, largo ila Matriz, ra da Conceicao, Pires, e Cor-
redor ilo lli-po, ale a mesma igreja, sendo carrega-
da por meninas virgen ricamente vestidas, e com
musir militar do 9.* balalho de infamara, assim
como lera novena todas a noite c mi versos, e sendo
pregador da testa pregador da cipella imperial Fr.
Lino do Monle-Carinello e no Tr Deum /.ajtjbimisi
o reverendo padre Cu-ludio, ri| elhlo da ineBtfia ir-
mandade.
E assim a mesma mesa roga a lodos os irroflos
para que apparee.w.i na mesma igreja, atim de as.is-
lir a todo os actos como seja bandeira,novenas, fes-
la T Deum. Soledade 10 de dezembro de 1853.
d* principiar com a bandeira no dia 13 do correte,

Figos, pecegos,
Ualas de soda*!
Tambem nos fatein
Ua bolsa a poda.
, Tudo i*to he coatosSo,
E melbnr que ludo ilo
He da caslanda um peluco I
Astada por pai Jlo.
Oh! qae cnstanha
Crua ou assada .
Hja dinheiro
Rapazeada...
Traspassa-sa/) arrendameulo do engenho Jun-
di de Dtiito, na rlbeira de Una, ditlante do embar-
que nina legoa, rom muila jnatta e ptimos partido*
le caima parlo do engendo, boa inoenda horisoi.tal,
e prumpH do necesario pan niiagem. Cede->e 5
anuos que reslam ao rendeiro por t:300S de renda
annual, sem qoVhiji obstculo i maltas e nem re-
serva alguma.*fade-se a safra nova que esta mullo
boa e pode dar l.fiOO p,W de assucar, a qual vnde-
se por i:li:>05, sendo deus i vista e o mais para
maio desle a um anno : quera qaizer esle negocio,
pode ir concluir com Joo de Barros Pimenlel, mo-
rador em seu engeudo Conseldn, fregoezia de Agua
Pret a. -
J.faulo Caignout, cidado franrez.raz Dma vll-
gem Europa.
Fngo no dia 8 do corrcnle o prelo Antonio,
do gento Mossambique, com os seguinles signaes,
parece crioulo, ama peqaena coroa, muila barba,
urna cicatriz sobre o olho esquerdo, a ino direita
muito ealejada, lendo ura grande calo no dedo pol-
legar por ser picador de fumo, levou cal;a e camisa
azul, e tern boa estatura ; quem o pegar, leve-o a
riia larga do Rosario, fabrica de cigarros junio ao
qiiarlel ns. 13 e 17, que se recompensar.
^T ^ 'l0 de "al'rns torrea, assislenle oa ci-
dade de Olila, sirva-se de mandar procurar urna
carta sua emeasa de Aurelianu \ Audrade, ruado
t.iiieiniado n. 8.
Aluga-so um prelo captivo que saiba cozinhar
e fazer as compra : na rua do Livramenlo, casa da
esquina n. 2.
Aluga-se urna ama forra ou escrava para o scr-
vro de urna casa de familia, que engoinme, enzinhe
e lave : delraz da malriz da Boa-Vista n. 5.
Precisa-se de urna ama de leile qae nao lenha
fillio : na rua eslreila do Rosario n. X>.
No dia II do corrente tem de ser arrematada
em praca pela primeira vara do Vel desla cidade,
a ceja Urrea n. 7 dn rua de j"polwf perlencente a
Francisco Jos Belem, le quem de eredor Francis-
co Kibeiro de llrilo, por exeeot.lo qoe ao mesmo
Brilo movem o l)r. Frederico Aoguslo Pamplona e
mais herdeirosda Tinada IJ. Mara Joaquina de Jess
Pacheco.
Illm. Sr. presidente e mais membros da rom
missao de hxgieue desla provincia.Ilu Paulo Lui*
(aignoui, dentista francez, que precisa ti bem de
su direilo, V. Ss. terem servidos examinar a pre-
paraban de qae se serve para edumbar denles, e de-
norainoo m.i.sa adamaiilina, era ordem de verificar-
le que a dita prepararlo lilTere inleiramente de to-
das as conhecida. Pede n V. Ss. ejam servidos de-
ferir-lhe como requer.E. R. Me.
Paulo Luiz Gaignoux.
CHOLERA MOBBUS,
Pelo Dr. .Sabino Olegario. I.udgro Pinho.
Acaba de sahir luz esleexcelleule opsculo, qoe
muito deve contribuir para a aalvacJio do povolio
{ratamente di epidemia que se receja.
Vende-so por..........50OO
He deslrrbiiido gratis aos senhnresassi gnanles do
thetouroliomeopathict ou tademecum do horneo-
palha o igualmente a lodos os Kvma. Srs. vigarios,
que acreditan Da homenpalhia.
Consultorio central domeopaldiru de Pernambuco
(Mundo Novo) u. 6.
AOS SRS, HOMPPATHAS, E
AOS AMIGOS DA HMdOPA-
THIA.
Aproximanio-se desla provinciap lerrrivel llagei^
lo do cholera lenho a honra de convidar aos homre
palhas, e aos amigos da liunieopaldia, que quizer*
prestar seu serviros a hiirnanidade, para urna reu-
nio que ter lugar n<> dia quinla-feira 13 do corren-
te pela i horas da larde no consultorio central ho-
mceopalhico, ra de S. Amaro mundo nove) o. G.
Nessa reunan Iralar-se-ha dos meios mais profi-
cuos de exercer a candade em favor da clas validas, i|ue poso ser acomeltidas da epidemia, que
se receia.
Tralar-se-ha igualmente de etabelecer as dilTe-
reule tregue/.ia desla cidade, oas de Olinda e em
quaesquer m ira* localidades da provincia, pontos
sanitarios, ondeos pobres posaaio receber gratoila-
menle os remedios preventivo*, e o* que forem ne-
cessarios para o curativo do mal, eaio appareca.
Para essa rr uniao dumanilaria nao jolguei Beeessa-
rio dirigir convites especeos, por me parecer qoe se-
ria sso duvidar d* espirito de candado que anima
esle povo magaanimo.
Os que de mim tivereirl algum ressentimeoto bem
oa mal (undado, sacrifiquen) por urna hora sse sen-
timenlo no altar da huiuanidade.
Com os amigos cont eu.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
LOTERA
DE NOSSA SEHHORA Di
COHCEISA 0 DOS MILITARES.
Quart'feira l*i de de-
zembro he o iiidubitavl
andamento da referida lo-
teria, pelas nove e iiieia ho-
ras da mai.ha, npespado-
so salo da rua da Fraia
n. 27: o resto de nx^fis bi-
lhetes e cntelas estilo a
venda as Iojasj conhe-
cidasdo respeitavel publi-
co. Pernambuco 8 de
dezembro de 1855. O
cautelista, Salustiano de A*
quino Ferreira.
Aviso importa iitissimo pa-
ra os senhores jomado-
res das oterias.
O .cautelista Salurtiino de Affuino Fer-
reira a"\m8 aos senhores jogadore das o-
terias da urovincia, que os precosdos bi-
llietesedutelasficam fi>mef como abai-
xo se demonstra, os quaes sao pagos sem
o descont deoito por cento da lei, em-
quanto existir plano actual%le 5000 bi-
Ihetes, pelo qual sao extrahirlas as Ioj]e-
tias da provincia.
Bilhetes. 5*600 5:0OO$OOn
Meios. 2*800 3(R0O.sO0O
Tercqs. 1*920 1:666*666
Quartos. UiiO 1:25 Os 000
Quintos. I.s(60 1:000*000
Oitavos. 720 625^000
BWimos. 600 500*000
Vigeeimos. 500 ll.sOQO
Pernambuco O de der.emlrf'de 1855
Ocautelista, Salustiauo de^uintff^r-
reira.
Roga-se a Etma. pessoa. qoe indo ao baile do
dia i do corrente no arsenal de raariuha tem que
levas.e leque, e por engao ou gracejo quando se re-
tiroo levou nm de madreperola que achou sobre om
Consolo, o favor de o mandar restituir na rua da
Cruz do Recite n. 54, primeiro andar.
Oflerece-se urna portugueza para dispeuseira
e mais servit.o de orna casa, uu para coser em cata
traueeia: ua rua dos Quarleis n. tt, segundo andar.
Eduardo Keuton com a sua familia e nina cra-
da f.i/em ama viagem para Europa no primeiro va-
por ingle*.
Aloga-se urna negra que saiba comprar c cozi-
nhar para eta de familia : quera pretender, dirja-
se a rua da Cadeia do Retire n. -29.
No ensenho Morojo jomarca de .Nazaretli. foi
preso ura estrave de neme Joaqun), que dit ser
tivo de Joaqaim dos Santos, dono do palhabote
nut, que andando embarcado no mesmo palhabote
sallou em M iranhSo, donde fugio ha lempos, o qual
O Oca lecoldido na cadeia de .Nazareth, e quem
m legit m dono daja de o mandar ver em
o n,1o he arremaliido. Diz o dilo escravo que
seu senhor JjRquim dos Santos de assislenle ao Kio
de Janeiro. -- ,L
Alega-ie um sitio con\casa de vivenda, em
Saol'Anha, mr anno ou teoipfcgejjsla : a tratar ua
*a do Vigario n. 7. ^*m,jaVv
abaitto assignado declara njo ler aihorisado
a pessoaJalguma para 'azer quaesquer trausaccoes
com divllas Jo mesmo abaito assignado. e como vis-
se no Diario de Pernambuco n. 28.'! de 7 do cor-
rente uta aiitiuucio nesle sentido, por esla occasitlo
agrader# ar- phianlropo anuunciante o sea rasgo
de genertsjp^.ade, pois felizmente o abaixo assignado
anda neeiesla oo caso de precisar de lo grande ser-
xi^o feloipor ste quem quer que seja ; e se as Vis-
tas do nnnu.iciante sfio outras, entilo parece-lho que
por este lado nada arranjar, e sera bom faier nesle
oso algum milaitie. Acnnselho poiem ao dito an-
iiunciartte qoe ser meldor nSo incommodar-me por-
i|ue lenho familia a quem sustento, e lodo o lempo
que roudo ao meu servico fai-ifie bastante falla;
dedique-se > ounonciante a um IrabaUjq honroso,
que nimo lucrar mais. Kecifo 7 de'Mtembro de
1835,Maroel de Atsompcio e Santiago.
Ima ,'aiuilia que ea retira, tem para vender
um lioi eumi varea ton ria, e algumas crias da met-
ma ras* : quenpreleuder, dirija-te a estrada nova,
sitio do Forte.
Precisa-se de urna criada porluguea para o
servido de urna casti de poura familia ; em Santo
Amaro junto a casa do Sr. Anlonja;.-Jos Gomes do
Correio.
De (i para 7 do corrente mes, em raininho de
Olinda, perderam-e duas dirs sacadis cm 17 de
outubro de 18.">i por Antonio Jos da Silva Gnima-
raes. sendo orna de rs. Iini> vencida em 17 de mar-
jo, e outra de rs. 223$ vencida em 17 de jonho da
presente auno, ambas aceitas por Francisco l.uit
l'aes Brrelo, proprielaho do enganho Guerra, e en-
dnssadas a Hallar & Oliveira. .NSo nbslanle l*r-se
dado todas as provideuctas alim de innlilisa-las, pe-
de-se a queo as atbou o favor .le enlrega-las no es-
eriplorio n. 12 Va* da Cadeia do Kecife, para ahi
receber nma gratiflraraj.
O Sr. Adolpho Herbster Baplista, ajodanle de
enaenheiros, no Bode embarcar para o Cear sem
aatisfater o seu debito na roa eslreita do Rosario n.
31, armazem do Sr. Moreira.
Quem tiver urna escrava que seiba faxer o ser-
vico de urna casa de pouca familia, dirija-se a roa
do aterro da Boa-Vista, cata u. 12, oo annancie pa-
ra ser proeoiado.
*GeorgePatcholt com sua senhara e doas lilhas
menores retiram-se para a Europa, levando em toa
companhia ama criada.
Precisa-* de urna ama de leile, livre oa es-
crava : a fallar Da roa das Cruza* o. 37, segando
andar.
Precisa-se de tuna ama forra ou. cap-
tiva para servico de urna caga estrangei-
ra: no aterro da Boa-Vista, loja n. 2.
A litiga galera e officina
de Dag-uerreotypo.
Aterro da Boa-Vista u. 4, terceiro
andar.
. A ta cata acaba de chegar de Paria om rico aor-
tmenlo derai\iuhas, qu.idros, molduras, passe-par-
louts, catsolelas e alOueies de ouro com esaulle o
tem elle, para eollocarem-se retratos e cabellos ; Un-
ido mimo para feslat. Na mesma cata comioua-se a
tirar retratos com toda a perfeicSo, tanto de Crim-
ea* como de pessoas adoltas e idosat. Vo-se tirar
em qualqaer lagar retratos de pessoa* mora*. Ti-
raai-se lambem retratos em alereoscopo, isto lie, de
maiMira a apresenlar a pessoa em relevo e ao nata-
ral, lncumbern-se de tirar copias em dagoerreoty-
ptfMe edificios, paisagent, retrato*, estatuas e qua-
dros. Eiislem para esses trabaldos doas etcelleotee
maedinas novas, edegadas iiltimaraente, sendo urna
deltas dos celebres aulores \ nigtlander A; Schn.ead-
verte-se que nao se entrega retrato on traballio al-
gam sem eslar perfeito, semelliiate e ao gotte de tea
dono. A galera e ollicina estar abarla deade at 9
lloras da maulia al as i da tarde.
Honorato Joseph de Oliveira Fgueiredo, in-
vctitariinle dos dens dei\ado por seas fallecidos
pas, aJos Andr de Oliveira D. Angela Custodia
do Sacrameolo, acba-se procedeodo a invenUrio dos
mesrnoa bent, pelo juizo dos arpia**, ecrtvao Briio;
e previne a qualquer pessoa que s* julgar eredor dos
ditos finados por qualquer Mulo, de josUGcar teas
deditus para Ihe poder ser levado em conta oas par-
tildas qoe tem de te proceder. Recile 5 de dezem-
bro de 1855.
Arrenda-se por testa 0 por anno o sitio da tra-
vessa da Cusa Forte para o Arraial, com i01 **** *
outras commodidades, alera de moitos arvoredos de
fruclo; os pretndenos dirijam-*e ao mesmo, oa a
aterro da Boa-Vista nr 31, segando andar.
Litjuidacao
O arrematante da bem conhecida toja
da rua dos Quarteis n. 24, vende por me-
nos do <|ul' se poderia comprar em pri-
men-a mao, saiim de liquidar, um ri-"
quissimo sorti ment de midezas as mais
unas, consistindo-nasquepassa a demons-
trar : facas para sapateiro a 600 rs. a
duzia, g>avatas e mantas, para ditas a
1*000 rs bicos de blond a 320, 500,
6i0, 800 e 1.^000 rs. a vara, bco de li-
nho para todos os precos, tanto peca co-
mo vara, pecas de froco de cores diHeren-
tes a 400 rs., ricos quadros com moldura
domada,detamanho de 2 palmos, com
estampa de santos a 800 rs., meias de al-
godao para homem, duzias a 1*400. ditas
azuesa 1*200,espelhos de gaveta duzias
a 2^500. cliaDe'os de sol de seda cabo de
caima a 6*000 rs., ditos de panno a
1^920, bengalas unas a t$400, ditas or-
dinal ias a 500 rs.. chicotes Gnos de baleia
para cavallo a 1^280, linhas finas para
bordar, novello grande libra a 1*900,
escovas para cabello a 400 rs., pecas de
franja com bolota para cortinados a
4*000, meias linas para senhora duzia a
5*200, ditas para homem a 5*500, laa de
cores para bordar- libra a 7*500, meias
finas para meninos, duzia a 2*500, cartas
francezas para lecart duzia a 5*000,
pentesde chifre para alizar a 700 a (iu-
zia, papel de peso superior a 2J80 ai es-
ma, dito almajo a 2s200, pennas d'acp
emcarteii-as a 80 rs., meias de cores para
meninos a 240 o par, groza de Onissimos
lapis envernizados 3*000, groza de ca-
etas finas ti 2*400, duzia de linha de
carritel 020, caixinhis-d linhas de
marca a 240, lacre ino fibra a 2*600,
colclietes pretos em cartao a 80 rs., pe-
^ cores a Till. gramjjas, li-
eseovas Unas para cabello
de mermo bordadopa-
r, foueas de blon-
.excellentes mi-
nies de tartaruga
para segurar cabello 4* e 4*500, botoes
de louqa pintada, groza 240; este sorti-
mento nao s convem a particulares, co-
mopode convir, a algum Sr. logista de
midezas, que querendosepxover de al-
guma coma (ne actnalmejite riSo haja em
primeira mao, achara' na loja cima um
completo sortitnento, por precos bara-
tissimos, advertimfo que muitos obiectos
se nao mencionam para nao ser fastidioso
este annunco que ja' vai longo-
as de lita de
braa bO) rs.,
a (i 00, borzl
ra orianqt
de a 1*20
Iheiro 80(1
Cirios Hardy nnuncia ao respeilavel puUitxi,
qne acaba da recebar Wp t o*jVMHIBrl,imento de
chapeos de seda P*r^Ho -a, e&peotinhos para
baptisado de crianca, chapeozinhot-de palha eofeila-
dos de abas largas para menino e i al 10 annos,
bonetes de meninos, capeRas e mantas para ooiva,
eapartilhos, lilas, chales de 13a de todas as cores lisos
e bordados, ricas chales de tooquim, um grande sor-
ti ment de Tinas camisinhat bordada* qne se Tendero
pelo preco de I96OO e '2j, grosdenapole branco, roso
e le cores a covado, lencos de mi de cambra, I*-'
ques, e rauilas outras ftizendas, qO* se veodem em
conta.'
Na rua Nova n. V2 dir-se-da quera di de 50$|a
100; a juro* cOMLpeiiliores, assim como qnem vejMSo
urna escrava crioula, de idade 2~> anuos, pouco mais
ou menos, rom duas crias, sendo ama de 3 aune* e
outra de 1 ; a qual escrava enzinha, lava eeugomma
perfeita mente.
tr-0 Dr. em medicina Ignacio Nery da
Foaseca, tendo resolvido (\ar a sua re-
sidencia-neota capital, contina a offere*
eeros setts serviros ao respeitaTel publico,
e ti dar consultas em sua casa, na rua Di-
reita n. 51 : aclia-se tambem prompto a
Icudlr aosrcbamados do campo.
Aluga-se om sobrado de nm andar e solao cora
grandes commodos para familia, com etcellente vis-
la para o mar, e para o poenle, com loja e armazem
com fundos ale 100 palmos, com boa armario, pti-
ma para qualquer esladelecimento, excessivamente
fresco, na roa das Cinco Tontas a. 62 : a tratar oa
Iravessa da rua da Concordia (roa que vai para a
casa de detenerlo) n. 26.
Do sitio das Rozeira* do lenenle-coronel Joa-
2uim Elias de Moura desapparecen, na noite de dia
do correte um cavallo >indo do engenho Saola-
Anna ; ror ala/lo, doas ps calcados, com as ancas
pelladas do sangue, carregador'danto. No mesmo
litio cima appareceo na noite do dia 3 um oulro
cavallo sellado e enlreiadn: quem fer seu^dono dn-
do os signaes rertos Ihe ser entregue
No largo do Para izo, primeiro cartorio de or-
phSo, precisa-se fallar com Juaquim de Tal Lima,
irmfln do menor Helllno Cnncalo do Espirito Santo,
a negocio que muito interesa* ao mesmo menor.
Precisa-se de urna ama forra 00 captiva para
casa de pouca familia : a fallar na rua do Vigario i.
14, primeiro audar.
Precisa-se alagar ama escrava de meia idade,
mbora nao lenha habilidades: oa roa do Pilar, era
fra de Portas n. 103.
J
<
I
/
iiiiTii inn


PIMO PE PERHWBUI.O TERg FEIRA || ul OEZEMBRO 01.
\v:
CONSULTORIO DOS POBRES
*G ftU* Zf O VA 1 AMWMM SO.
?- Ur.-<1'' A: Lbo Musc"iu d onltas liomeopalhica todo, o das aos pobres, desda i Loras da
manhaa aleo meio da, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dja ou noila.
n..,.(i?X^T '^"""ite.^'* P"*"- qnaluuer operado decirurgia, e acudir promplimente a qual-
quer malher que esleja mal de pVU, e cujascrcuraslanciaelilo permillam pagar ao medico.
M CONSULTORIO 00 DR.
VENDE-SE
Mauual complelo de meddicina homeqpathica
. A. LOBO PSCZO.
50 RA NOVA 50
O SEGDINTE
do Dr. G. U. Ja.hr, traduzido era por
- nen;
luguez pelo Dr. Moseozo, qualro vefcmes encadernados em dous'e acompanhado dw
' S k n3n ,ermosdem*licina'*'forg"'. analoma,etc.,elc.....Jp- 208000
Eala obra, araaisiroporlnitode loda asquelMlara doelodoe prallcao^lionwor.alhiajpjaiser a nica
^uv?'^ ? .fv,l^",e",?, '*'e,u 'oulrinaA PATHOGENKSLAOl' KFFEITO W3S MEDICA,
MKN POS NO OROANISMO BU ESTADO DE SACDEcoohecimentos que nao podara dispensar as pes-
ia que se querem dedicar a ortica da verdadeira medicina, interessa a todos o* mdicos que quizerem
rimeutar a rloutrina da Hahnemann, e por si mesmos se convenceren da verdade d'ella : a lodos os
esenhores de eugisntrb que estaolonge dos recursos do mdicos: a todos o eapitaes de navio,
que uma ou oulra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incomraodo sen ou de aeus tripulantes:
a lodos os pas de familia qna por circnmstancian que nem seropre podem ser prevenidas, sao |obriga-
doa a preatar in coMiuhUios primeiros socoerros en? anas enfermidades.
O vade-mectim do homeapalha au tradcelo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tatnbem ntil as peuoas que se didicam ao esludo da homeopalhia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 108000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, atialoraia, ele., etc., enrrdenaOO0
Sera verdadeiroa e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopalhia, e o proprietario desle estabelecimeuto se lisongeia de le-lo o mais bero montado possivel e
nirauem duvida hoje da grande superieridade dos seos medicamentos.
iHei
De
De

I
COS Jf VA RA VEIS.
Boticas da 3 00 30 dvnamisario.
la tuba*...................
24 ....
36 .....
48 .....
Da 0 a.....
De 1U .....
ijuolquer destaa boticas em ti'
Cada tubo avulsu .
Meia onca de qualquer tioctura da quinta dynamisa<
Urx frasco da verdadeira lindura de rnica
de tubo
tiro.
Menores.
. 8*000
. 153000
. 209000
. 259000
. 309000
. 608000
Grande*.
IO9OOO
209000
259000
.'109000
3,59000
lotera de n. S. DA CONCEICAO'
DOS MILITARES.
Corre iudubitavelmente quirta-feira, 12 de
dezerobro
Aos 5:00\s000 2:500$000 e l;u0$000.
O caulelisla Salustjano de Aqoino Ferreira avisa
10 respeilavel publico, que os seus bllheles e cau-
telas nao sofTrem o descont de oilo por ceulo do im-
posto eral ; u, quaes acham-se > venda uas toja,
dotosiume. S he reponsavel a pf^
cento no. bilhetenleiros vendidos e
tres pnmeiras sortes.
HEMElO IMCOMPARAVEL
Bilhetes
Meios
Tercos
Quarlos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
581100
'2&K00
19920
19440
Hccebe por int
1,160
720
600
300
os oito por
me- na*
(MsIjOOO
:..! WBOOO
il66966(i
t*S090O0
:0008000
625^)00
"iOObOOO
2.509000
^emambuco 30 de noverobro de 1855.O caula-
lala, Salustiatio de Aquino Ferreira.
Precisti-se de uma ama forra ou ca-
,lva; para o ser vi rod uma casa de pouca
familia : no pateo do Terco n. 42 segundo
andar.
w~
COMPRAS.
Compram-se escravos de ambos os
sexos, assim como recebem-se pa rase ven-
der de commisso: na ra Direita n. o.
Compra-ae um mualo de 18 a 25 anuos de ida-
de, sad.o e de boa figura p.ra pagem, qae leuha al.
pun oflicio. nrefere-ae sapaleiro : ua ra da Madre
ue Ueos n. Jt>, primeiro andar.
Compra-s agua de caj a 320 re. a caada,
dia, o recebe-se al as 8
icao .
Na mesma casa ha sempre i venda grande numero
iros para medicamentos, e apn
de e por precos muito coramorJos.
de
19000
29000
29OOO
al de diversos tamanhos,
ridros para medicamentos, e aproroplarfe" qualquer eaMnmeoda de raedicmeuloscomTo'da a brevida-
infle* ns.
TRTAMENTO HOIOPATHIC.
Preservativo e oMMtivo
00
CHOLERA
PELOS ffitl
ou luslruceao ao pevopara se poder curar desta enferimdade. administrando o remedios mais ellicazes
parii ate/ha-la, eJBiuanloTserecorreao medico,ou inesmo^ara cura-la iudependente,detes nos lugares
em que nao o ha.
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes dous opsculos contera as indicacoes mais claras e precisas, e pea sua simples e conrisa eiposi-
cao est ao alcance de todas as i ntellisencias, nao s pelo que cipalmeBte aus preservativos que lem dado o mais satisfactorias resultados em toda a parle em que
ellas tem sido postoseui pratica.
Inlo liomeopa ) nico que lem dado grandes resultados no curativo desla horri-
val snfan Jamos a prpo Iraduzir estes dous importantes opsculos em lingua veruecu-
la,|para deit'art litar a sua leitura a quem ienoreo francer.
Vende-se unicjmente no Consultorio do traductor, roa Nova n.52. por 9|BO0. \ endem-se tambem
as raedicameotos precit licas de 12 luhos coin um frasco de lindura IO9OOO, um dito de 30 tubos
sendo esprcraida no me-rno ..
Santa Rita!'"5 = "' dis"la!a,e lr" d" g^J de
Comprarse um seliim em bom estado ; quem o
i'pr Annnnrib
UNGENTO 1IOLLOVVAY.
Milliaraideindiviluosde todas as rucoes podem
esiemunharaevirtudesdesteremedio.ucomparavel,
i,,". fm ca!0"eceS"'o, que, pelo uso que delle
!, ,' ,em 8eu coru" e membros iiiteirameule
mw. uepon de haver euipregado 1 mi n luiente ou Iros
iraiamentos. Cada pessoa poder-se-ha couvencer
oessa, curas maravillosas pt.|eilura dos peridicos
que 11. as relatara iodos os diafha muilos annos ; e
rouior parte dellaa aio Ule sorprendentes que admi-
dui 11 mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
inuraram com es.le soberauo remedio o oso de seus
orayis e periias, depois de ler permanecido longo
rta l' '1,.0,lll,OBPilles' -""to-doviam sollrer a ampnta-
vi ''' mU1'88' qUd haveudo deixado esaes
vyiosdepadecimeiilo, para se nao submetterem a
a operado dulorosa, faram curadas complela-
um> ,nled,anle uso deMe precioso remedio. Al-
in.' *ias1UM Psoas, na efuso de seu reconheci-
"io.aecl,raram estes resultados benficos dianle
ereaerresedor, eoulros magistrados, afira de
L1"aul'n,|carem sua aflinnaliva.
I i va Sk'" de"t'sPera"a uo 'lado de sua saude es-
..ftl2??,,l!lnlecu,ll'a",;a P"a eusaiar esle remedio
n.In! Mle- s'u"lllu lgum lempo o Uala-
miSMoque necessitasse a oalrrza do mal. cujo re-
( af?""1* Pruvar iuconlcslavelmente : Que ludo
Oungucnlu\he til mais purlhularmenle.nos
- teguiulei catos.
Alporcas.
lver annuncie.
VENDAS."
1.
-V
holliiiitias
PARA
209000.
OSOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU Efi-IMA.
Aiuda existem alijuus exeropiares enqoadernados,
e acoara-se a' venda na loja de livros dos senhores
Ricarda de Freitaa i C, esquina da ra do Collegio,
e em casa do aoter,paleodo Collegio,casa amarelta,
no |>rimeiro andfa
Precisa-* se uma ama para uma casa de pou-
aci do Corpo Santo u. 17.
.Notos Un sdo homeopalhia em francez, sob
(odasde summa importancia :
sano, tratado das molestias ehrouicas, 4 vo="
lumes............2(teO00
Teste, rroleslias dos menin 15.....69OOO
Hering, homeopalhia domestica....."9000
Jahr, pnarmacopa liomeopalhica. 69000
Jahr, novo manual, 4 volumes .... 169000
Jahr, moles! fB0*"8.......69OOO
HapouTliJI Sbmeoplhia, 2 volumes I69OOO
tiartlimasm, tratado completo das molestias'
do* meninos......... lOSOOrj
A Testa, materia medica hoineopalhica. 89OOO
De Payolle, doutrin.i medica liomeopalhica 79O00
Clnica deStaooeli .......69OOO
Caslimj,*Verdade da homeopalhia. 49OOO
Diccionario deN\sien..... IO9OOO
Alllaa completo de anatoma com bellas es-
lampas coloridas, cociendo a desrripcan
d todas as partes do corpo humana 309000
ved rh-se todos estes livros uo consultorio homeopa-
tbion do Dr. Lobo Hoscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro andar.
ONCEICAO'
LOTERA DE N. S.
DOS MILITARES.
CASA DA FaMA
O caulelisla Antonio da Silva Guimaraes, tem ex-
poslo venda os seus afortunados bllheles erautelas
da segunda parle da .primeira lotera de N. S. da
CoD.ceiv.ao dea Mililares, a qual cen no da 12 de
dezembro, e estao .1 venda as seguintes loias:
aterro da Boa-Vista ns. 48 e 68 ; ra do Sol n.
ri A ; ra do Rangel n. Si ; ra da Croa n. 36 :
ra do Pilar n. 90.
PRECOS.
Bilhetes inteiros BPOO
-* Meios
Quarlos
Oilavos
Decimos
18S6.
venda as bem conhecidas fo-
htnhas impressas nesta typograpbia, as
de algibeira a 320 e^s de porta a 160; as
de algibeira alm dS kalendario ecclesi-
astico e civil, conten um resumo dos im-
posto* inunicipaes, pro vina aes e peraes
ue pllectam todas asclasses da socieda-
de,extracto dosregulanjcntoaparocliiae,
doceiuiteno, enterrla sello, tratamen-
to defiarias tnoleatia*, inclusive a do cbo-
lera,.-coritos, variedades e regias para fa-
zer manteiga e c|u*JOs de diflerentes qua-
lidades.dittas ecclesiasticas ou de padrea
480 rs.: vendem'-se nicamente na livra-
na n. 6 e 8, dapraca da Independencia.
Oracao contra a peste e o cholera^*
morbus.
Acha-sea venda na lijrraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia um folhetlnho com diflerenles ora-
coes contra o cholera-morbus, equalquer oulra peal
le, a 40 rs. cada um. ^^
Rapfraocez.
O verdadeiroc genuino rape' francez,
deve ter preferencia sobre ou tro qual-
.Vigesimos
320
{KK-X98BOQ8EKK
COPiSILTORIO CENTRAL
H0M(E0PATU1C0.
(Gratuito para os pobres.)
ilua te Santo Amaro, (Mundo-Noto) n. 6.
O Dr. Slbino Olegario Ludgero Pinho d
(oosaltas lodos 011 das desde s 8 horas da
lelnhia at as 2 da tarde.';**1
' Visita oe enfermos em seas domicilios, das
horas era dianl ; mas em casos repentinos
il de molestias agudas e raves as visilas serao
eilas em qualquer hora.

poleslras nervosas merecen Iralamenlo
Bal segundo meios hoje acooselhados
lieleepralicos modernos. Estes meios exis-
lem no consultorio central.
10 90 MEDICO
HQIKOPATHf.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
MINOHAUSE^E OLTROS,
T peao
hjsio-
'meotos ho-
concordancia,
ao do Iodos
ao alcance

-lo eea ordS
atreviada de lodas "
Iogi:a e llierapeotii
meopalhiros, sqa ten'
segdido.de um aicciim,
os termos de medicia
dis pessoas do povo,
IIR. A. J. DE raiomAEs.
Os Srs. assigaejrtqjsjp'odem mandar buscaros seus
rienplares, assimomo quem quier comprar.
Majsa adamanUsM. *
Ue;gerloienle nonhenejaVexcellencia desla
pieparacJto parj,bumfiar derites, porque seus resul-
tados sempre leiizes |o j do dominio do publico.
Subisliao Jos de Oliveira faz uso destd preciosa
masa, para tira indicada, a as pessoas que quize-
rem hoora-lo dispoudo de seus servicos, podem pro-
cura -lo oa .travesea do Vigario n. 1, loja de har-
ta sil e.
: JpitSTAFBAIffiZ.
foOaignou,, denlista, estabelecido na
i> 1 uaflargaUiu Rosario 11. 36, segundo andar,
|l iUoca denleaaofu a P*4fHdo ar, e chomba
II Unios com a ina adaHHna eoulros me-
C> tae.
'3
:
Aluga-se nm sitio cora Boa casa de sobrado, a
il tem mullos commodos, sita na povoacao do
AleiMire ; a tratar oa ra do Trapiche n. 14.
OONPAW PEItWMBU \N
Adireccao pederliBSjSrs. accionistas se d
lalisar--
o.
rsalisar a ula prstanlo de 15 o ale 01K 15do
fs^sHHHH^^^B
. JANE, DENTISTA, 1
U oontiuua a residir na ra Nqva u. 19, pritnei- Z
i) ro andar, X
Datfeda Iranias mai lidas,
De cores varias e bellas, ^ ^
Alvas qual nev mu pui
Verdes, azues e amarellas. ^
Acharis a b.iixos precos, j
Hi'ojrila Barros ^ l'rr
a larga dttTtossno n. :18, junto
Aos afiliaii tercias
bellas artes
Jos Ugoccloni por molivos de molestia reinante
na corte, pretende demorarle algum lempo nesta
provincia, e para isso convida lodos os que deseja-
reru aprender msica, solfejo, rabeca. etc., de avis-
tar-s* como mesmo no hotel inglez, no Kecife, a
tnas aa horas para Ira ti r.
- J'reeisa-se fallar com o Sr. Manoel Mendes
ra Gulinaraei, ou com pe.soa encarregada dos
iiajiocios do mesmo : em casaei'alon Kuh A Coma
linibia, ra do Tr piche NofW. 10. *
_~ Precisa-se de uma ama forra ou escrava, qu
Oforame e cozinbt perfeilaiueute, para casa de pou-
ca familia, a qual se pagara a contento, dando fiador
a sua conducta : na ra de S. Goocalo n. 14.
Precisa-se de ama ama forra ou captiva, ou
mesmo um molequi que saiba coziuhar : ua ra do
Quaimado n. 53.
Lotevte de os-
sa Seimora da
Conceicao dos
Militares.
?os 5OO0,s, 2:5O0.s e lOOOs
Corre quarta-feira 12 de dezembro
prximo futuro.
Os kilhelese cautelas docaulelista An-
tonio Jos Rodrigues de Souza Jnior, nao
estaosi;jeitosaoescontodos8 por cento
do imposto da lei ; os quaes se fafstorla a
venda as Iojasda prrja da Independen-
cia ns. 4, 13, 15a^, ruaDirei a. 13,
da Praia n. 50, do Livramento n. 30 e do
Crespo n. 5." Os premios sao pagos logo
que saia a lista geral.
Bilhete inteiro 5<80t)
Meio bilhete
Tercos.
Qurtos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos

5:000!000
2:500000
1: liliti.stilili
1:250,S'0{|0
1:000.V000
625x00(1
500X000
250X000
2X900
2X000
1x500
1x200
700
64
520
O reierido can I dista declara que s pa-
pa nos bilhetes inteiros vendidos enaorigi-
naes, os 8jjcento dojmposto da le, nos
premios grUfces, devendf opossuidorre-
ceber do Sr. thesoureiro o seu competen-
te premjb,que com os ditos 8-por cento
recebidos do referido cautelta prefaz a
sorte por inteiro, sem descont algum.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetes da
loteria 7 do theatrode San-Pedro de Al-
cantara, que deverta correr 5 ou 4 do
corrente; asustas esperamos pelo vapor
nacional S. SALVADOR, a 18 ou 19 :
os premios sao pagap^' distribuicao das
mesmas listas.
JOAS
Os abaixo assiguados, dono* da nova loja d^iuri^,
ves da roa do Cabugs u. H, confronte as paleo da
naluz e ra Nova.fazem publico que eslgo comple-
tamente sortidos dos mais novos ebsllos gostosde to-
oas as obras de ouro, oecessarias tanto' para se
ras, como *ara horneas amauinas;*- conlimia
precos sempre muito em *onta os mesmos le obri-
gam por quaesquer obris* que veaderem a passar
uma conta enm respansabilidade, especilitaudo a
qoalidade do ouro de 14 ou 18 quilates, fic(ndo js-
sujeilos por qualquer duvjda que apparicer.
Sertfim & linfa.
Uma pessoa versada em latim, francezljnslez
porluguez, geographa, eomelri, arilhmellie'phi-
losophia, ensina para a freguezia de Sanlu ta0 ou
Wtjeonjunctaii ella : quem precisar Si.ruucie.
I A0^|____
No aimazem de fazea.das bara -
ta, roa do Collegio o. 2,
vonde-se um completo soi-timeulo
de: fazendas, linas c-grossas, ]ior
precoa'mais bai.\os do que emou-
tra'qual(|uer parte, tanto em por-
roes, como a reliilhD, afEancaudo-
se aos comprado^ um sT^fro
paja todos : este estabelftimento
ahrio-se de combinacao com a
maior parte ais casas commerciaes
inglezas, rancezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isfo olferecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietario deste importante es-
tabelecimento convida aj todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham ('bem dos
seus iiteresses) comp:
baratas, no armazem
Collegio n. A de
Antonio LuE-dos Sanios A Rohm.
IL1C0.
UU1ICU
s&b
ir.u- la
ni da
em dos
zendas
ra do
Mauoal Moreira da Costa faz scieute ao corpo
de commereio desta praca. que por haver outro de
igual nome se assignara de hoje em diaute por lia-
noel Moreira da Costa Duro.
matriz,
epra.
Males das peritas.
dos pe los., J
de olhos.
Mordeduras de rep lis.
1'icaiMira de mosquitos,
fulmes.
(Jueiiiiddelas.
Sarna.
Suaaricoes ptridas.
Tinha, em qualquer par
le que seja.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
- Uireadecabeca.
das cosas.
dos membros.
fcofermidades da cdtis
em geral.
Enfermidades do anos.
fcrufces escorbticas.
''sldlas uo abdomen.
Krijldade ou falla de ca- ^Tremor de nervos.
lor as extremidades. Ulceras na bocea.
Fneiras. -dogado
l.eng.v-s escaldadas. das arlicu|ac0e,.
Inehacuea. VeU, lorcia ou"de:;
Inllammatao do lisado. das as per.,as.
da bexiga.
a..\e"df-se esle ""?"anlo no estabelecimcnloeeral
d lLondres,,,, -ii,/rana,e na loja de todos osbo-
vadr"sul.sli;s e Pe'" encarregadasde
He\pKha.e" Ame'Ca d Sul' "aD"e
Venffe-se a 80(1 ris cada boielinha.eoulm uma
insiruccAo em portujuez para e>plic>'o modo de
iJ"^tle ut8ucnlo.
O depoailu geral he em casa do Sr. Soum, phar-
maceulico, na ra da Cruz. n. >>, era Peruam-
buco.
nes
29800
19*10
2p.-00
600
25-JO0
29000
JOO
950
560
400
-100
cjuer rap, tanto pelo seu simples e agra-
davel aroma, como pela sua qualidade
hvgienica, visto nao ter a menor compo-
cao que faca damno aspessoasque del-
le fiaemuso. Vende-se por 5.S200 re'isca-
datibna, naslojasdosSrs Moreira & Du-
" te, ra doCabuga n. e Joao Cardoso
Ay.res, ra da Cadeia do Reci fe, n. 41.
Vende-se um moleque de 8 a 10annos de ida-
de : no pateo do Terco u. !).
Rrins de vella: no armazemdeN.O.
Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
-r A pessoa a quera convier comprar uma cadei-
ra de rebuco em bom uso, queira ter a boudade de
comparecer i ra do Collegio n. 18, segundo andar,
que achara com quem Indar.
A --SXX) RS.
vendem-se palitos de alpaca prela : na ra da
Cadeia do Recite o. .1,
Vendem-se duas escravas, sendo uma linda
moiatinharecolluda que cose e eogomma bem, co-
zinha e de ptima conducta, uma necrinha de idade
de ISannos. com principios de vanas habilidades :
na ra Direita n. 3.
Vende-se um carro novo de
qualro rodas, e de dous e e qua-
lro asaeotos a vonlade, muito
maneiro, vende-se um outro
dito churriau, nuil preprio
para o aullo, para ak-um >e-
nherTie engenho e por preoo commodo: na ra
Nova, cocheira de Ado'pl'o Bourgeois.
L1QUIDACAO.
O arrematante da bya^ouliecida leja de roiude-1
zas da ra da* Quarlei^KU, quereudo acabar em '
pnuco lempo com as miude/as que dila loja conlcm,
v-se fonfn>Vvei)der turaio, e lao barato que mui-
la conta far mesmo Kjasma pessoa que quira ne-
Rociar.
Par de calungas de porcelana dourados
para enfeiles de consoles
Libra de cordao braoco para vestido
Finissimo lacre encarnado, a libra
Papel de cor em msssioho com 20 quadern'
Boles de seda para casaca, a grosa
Lencos de cassa para meninos, a duzia
Fila deseda lavrada, larga,. vara
Dila de dita escoceza, o melhor oeste genero
l'esour.ts entrefinas, a duzia
Ricas trancas de seda bruucu e de cores,
a vara
Luvas para meninos, o par
Bonecas de cara urca com penteados de ca-
helio ualural, diversos.tamanhos, a duzia 4O00
Ricas fitas de velludo de todas as cores, a >ara 400
loallias de Unlio para mos, uma liOO
Quadros com moldura donrada e com saulos 1
UotoesHe madreperola para palitos (abotoadura) 3d0
Meias de seda prela para meninos, o par 500
Luvas linas de algodo para homem, o par 280
Escovas para uuhas, a duzia lJJOOU
Aholuaduras linas para palitos :)oij
Ditas bromeada oq
Agua de Colonia (do Piver) a duzia {$500
Pentes de bfalo liuos para alisar 320
Laa de cores para bordar, a libra 79500
A-ullias erdsaisinha mu
Meias para senhora.u par 40
Dilas prela para homem & 2(0
Uilas ditas para sanhora f 320
e ootros muilos objectos ioteirainenle indispeosaveis,
que so veudem por lodo preep para acabar-se com a
VeideiL-se
Ba nova :oja da ra larga do Rosarie-u. 35, diversas
miudezas e quinquilhanas por proco muito barato,
assim como : baiaios grandes e mais pequeuos a io
e 29,boneles de velludo com alguma avaria a 240 ca-
da um, luvas de pellica amarellas e brancas a 40 o
par, meias de algodo prelas a 200 rs. o par, palitos
de denles o inasso 100 rs., coutas amarellas de aljo-
l'inj, masso de 100 los 500 rs., trancas lisas e de
caracol a 50 e 100 rs.a peca, dilas mais linas de 12
varas a 200 rs., Irancelius de borracha prelos a 100
rs., atacadores de seda prelos para borzeguins a 100
rs., luvas pretas de torea! bem teitas a 800 rs. o par,
vollas de pesclo muito proprias para escravas a 200
rs., brincos prelos em caixiuha, cada par 300 rs., ro-
zelas pretas dita, novo padreo a 100 rs., coheles pre-
los, a camoda 70 rs., trancelius de ralroz prelos e
de cores 1 40 rs. a vara, lio de sapateiro, o novellu
20 rs., a libra 400 rs., arca ailada para botar em es-
cripia, a libra a 80 rs., brincos de aljofares encar-
nados mui proprios para escravas, o par 200 rs., cai-
ta de metal priucipe fino para rap a 240 cada uma,
boloes liuos dourados para pagem, a duzia 200 e 400
rs., alliueles preloi de vidro a 100 rs., medidas de
marroquim numerad ,s para alfaiale a 160 r>., cha-
ve de relogio a 500 rs. a duzia, uma 80 rs., papel de
peso marca vapor a 60 e.80 rs. o caderno, almaco
bom a 40 e 60 rs., suspensorios mnilo elsticos para
escrotos a 1; cada um, franjas para loalhas ou pan-
nos de pretas a 200 rs. a vara, rosarios brancos e de
cores, a duzia 240, paulas a 30 r*., coutas de 1111-san-
ga azul e eocaruada, niassos, canelas ordinarias e li-
nas, boloes de osso prelos* urlicos, linos, para rou-
pas feilas a UM r. a glosa, rozelas douradas linas de
novos padres a80rs. o p.r, iivelas para cabezadas,
peonas douradj
IEGHAHISIO PARA ENGE-
NHO
NA FND1CAO 1)E FERRO DO ENCE-
NHEIRO DAVID W. BOWNIAN. A
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimeolo dos seguintes ob-
Silos de mechauismos proprios para esjjkeuhos, a sa-
r: moendas e meias moemias da mais moderna
conslrucc,8o ; laixas de ferro fondido e balido, de
superior qualidade e de lodosos tamanhos ; rodas
dentadas psra agua oa animaes, drlodas as propor-
SOes ; crivos e boceas de forualhae registros de bo-
eiro, aguilhSes, bronzes, parafusos e cavillioes, moi-
nho de mandioca, ele, etc.
NA MESMA FUNIMCA'O.
se execotam (odas aaencommeojdas com a superior
ridade j conheeida.it com a deWda presteza e com-
raodidade em preeo.
Vende-.e uma prela de meia idade, cozinheira>
lava de saliAo, e faz lodo o servico de uma casa, mui-
to robusta e forte, por preco commodo ; na ruada
Madre de Dos n. 36, loja.
CORTES CHIXEZES.
Vende-se na rus do Queimado n. 21, dao-se as
amostras com penbor.
Vende-se um cavallo rodado, carregador bai-
xo. muito manso, preprio para passar-se a fesla : a
tratar na ra da Cruz u. 40.
Veudem-se duas boas escravas qoe fazem lodo
o servico, urna dila da Costa boa para quitanda e
servico de Asa, um mulatinho de 16 anuos muito
esperto, bom para boleeiro ou pagem, e.dous pretos
de lodo o servic.0 : na roa dos Quarteis n. 24.
FOLAR DA RAINHA
de quadros e listras assetinadas
AI1&400OCOVADO.
Chegou polo ultimo navio francez uma fazenJa in-
tetramente nova de lidos goslos com uma vara de
largura, vende-se pelo diminuto preeo de 15600 o
covado : oa ra do Queimado o. 21.
Vende-se excelleute laboado de pinho, recen-
lemente chegado da America: na rm de Apollo
trapiche do Ferreira, enlender-se com oadminis
trador do mesmo. 1
Bous gostos e de
boas qualda-
des.
Na ra do Queimado, nosqualrocantos, oa secun-
da loja de fazendas n. 22, defronle do sobrado .una-
relio, veudeiu-se fazendas por precos que real-
mente fizem admirar ao publico : Panno preto
finissimo, prova de liman, para casacas e palitos,
pelos baratsimos precos de 2500, :i;5oO e .'>9000
o covado, casemira preta de superior qual da de
a 2,-) e 28600 o covado, alpaca prela muito fina a
400, 500 e liiii rs. o covado, cortes de colleles de
fuslOes de bonitos padroes e cores fixas a 700 c 900
ra., chales pretos de 13a e seda muito grandes a
2;niio, chapeos de sol de seda prelos e de cores, Ca-
scuda superior 1 69500, camisas francezas pintadas
para homem a 19280, nscados da India muito finos
e largos e rauilo bonitos para vestidos a 280 o neva-
do, selim prelo maco, fazenda muito superiorW|
o covado, sarja hespanhola muitojsmperior a 2, 00 o
covado, merino muito tino a 2$0flp covado, meri-
no setim o mais superior que pde^iaver e milo
proprio para palito a 1S600 o covado, chapeos de sol
de panninho a I96OI), chitas francesas muilo finas e
largas, de novos padroes a 320 o covado, fil de li-
oho liso e com llores a 1 e 19440 a vara, luvas de
pellica de Juuvin para homem e senhora, chegada
no ultimo navio francez a I98OO rs. o par, luvas de
seda de lodas acores com tella a 19280, camisas
de meia muilo fiis a I >, luvas de fio da Escocia
brancas e de tsjKs 400, .500 e 600 rs. o par, man-
tas de seda para grvalas, pretas e de cores, rabilo
boa fazendajea 19280, panno fino azul de superior
qualidade in o covado, ricas romeiras de relroi
bordadas a 115, lenciohos de retroz francezes a
I9-8O, cassas (ranceza* muilo finas e de bonitos pa-
droes a : 1M> rs. o covado, amhrsia finissima de sal-
picse 19a vara, camisas francezas muito finase
bem feilas para homem a 29500 e 29800, corles de
cassas para vestidos de bonitos padroes e con 7 vKl
ras a 28 o cttoJencos brancos de cambraia de 11?
nho muilo lissne grandes a 69 a duzia, ricos ctales
dechally ce^BtjMde seda e bstanle grandes a
80, dilos tle mefin mullo linos e lisos a 69, luvas
pretasde lorcal, de Ljiboa a 18120, chally amarollo,
fazenda superior e que muito se usa pare^estidoa
800 rs. o royado, romeiras de eambraisflsWlaros
ile mas lilas da seda a 19280, grtalas de seda de
bonitos padroes a 640, meias de laia para padres ,
29 o par, corlea de casemiras finas e de boaajk pa-
droes pira calcas a 59, lirin/inlios de linho de bo-
nitos padroes a 240 o covado, brini (capeado de poro
linho e de bonitos padfees 800 rata vara, lapim
preto linissimu, proprio para veslidos balinas de
padre a 19280 o covado, riscadinhos francezes m
finse bonitos padroesa 240 ocovado, meios I
preto* para grvala muilo superiores a 15, I
brancos de cambraia muilo finos a 300 rs., gu
amarella muito superior a 320, malas brancas finas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, dilas prelas!
muilo linas a 320, ditas para homem, fazenda su^
perior, sendo brancas, pretas e cruas a 240rs. o par.
Alm de todas eslas fazendas onlras muilasqoe s I
vista das boas qualidades he que se poden)' ver o
quanto sao baratas,, afiancaodo-se aos Srs. compra-
dores que ueste estabelecimeuto nao ha fazeMa al-
guma qoe seja avariada, e sim ludo sem averia, de
bous gostos e boas qualidades.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas por poucodinheiro,
Vendem-se curtes de cassa chita de bom goslo n
29, ditos de padroes francezes a 29400, cassas rxas
para aleviar lulo, dilas preta> de padroes miudos a
29 o corte, alpaca de seda dejaaadros de todas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico lano piolados
comobordadosa 320 cada oro. Bravatas de seda pa-
ra homem a I9 e I9OOO -.looVSeslas fazendas ven-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
Vendem-se oe armazem n. 60, da ra da Ca-
deia do Recife, deJJAprv Gibson, os mais superio-
res relogtos faWlsJIos em Inglaterra,
mdicos.
FAKIM1A DE MANDIOCA.
Vendem-se saccas|randes comfarinhade man-
dioca por preeo commodo : para fechar cootas: no
arraazem de Luiz Annea defronle da Alfandege.
Pij^LpVasias.
Vende-se porejo de pipas vssias proprias para en-
cher de agurdenle, a preeo de 179 cada orna : a
tratar no escriptorio de Manoel Alves Guerra, na
ra do Trapiche o. 14.
=
Saccas
nilho.
com
Vendem-se sacras com mnito bom milho e novo,
por preco mais commodo do que em oulra parte : na
ra de Sania Rila, taberna n. 5.
COM PEQUEO TOOUE DE AVAR1A.
Indiana de quadros de sedae algodao.de
muito bom gosto. a 320 o covado.
Vende-se na ra rio Crespo, loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
Esguiao de linho
e algodao,
muilo superior, cornil viras a peca, er :is5(K):
vende-se na ru do Crespo, loja daa|| que vol-
eara a ra da Cadeia.
fds890sSSSSee
(0 &OTASSA BRASILEIRA. C
0 Vende-se superior potassa, fa-
Sbricada no Rio de Janeirp, ch
gada recentemente, recommen-
| da-se aos sen dores de engenhos 01
" seus bons el i ei tos ja' experimen-
Btados: na ra da Cruzn. 20, ar-*
mazem de L. Leconte Feron &
^Companhia.
r
^OrJ
A3$500
de-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-,
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio o. 11.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste establecimento continua a ha-
ver uTh completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e.taixas de ferro batido
e coado, de todofr os tamauhos, para
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar hortase baixa.
deaaptm.nafundiaadeD.W. owman : naru
ABrumns.6.8+10.
AOS SENHORES D ENGENHO.
Redolido de 640 pat 500 rs. a libra.
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias inglezas e holiaj^BOrs, com gran-
vantagem para^ Brelhoramento do

anas douradas,
Grafa do iuo
Grande ero
bexigas.
ua ra da Cruz, uo Reci
Cortes chinezes.
Vendem-ea na rus do Queimado n. 21, e dao-se
as amostras com peohor.
Vende-se ua i ua da
n. 13.
Cruz, uo Rectle, anuazeiu
e.
Yendein-se relogies de ouro patente ingles ;
e.erii lorio do agente Oliveira, roa da Cadeia do I
cife n. 62, primeiro andar.
Cortes de seda
su perfore?.
Veudem-se crlaade seda de quadros, estrellase!
largas, de muilo uens coslo< e modernas, assim como
teneos decamhraia muito Tinos com titeos rabile Mr-
gos, chales de lila merino, lisos, com barras de co-
res, listras de sed* e bordados, assim como outras
imillas fazendas por
nlteiro vista : ua r,
50, defroute da ru i
,Gom
preco muilo commodo, a di-
da Cadeia do Kecife, loja n.
"ladre de Lieos
**
Vende-:
Cerdeiro :
botica.
por prejos
dadeiroe muilo fresco rap l'aulo
larga do Rosario n. 38, junto a
de mnito
Chale de mei ino' de cores,
bom gosto.
VendetiKaeaja ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia. !*-se UBJjJnm cabriolel descoberlo com
ambem djftcarro de assenlos, novo.com
4-visla de quem quizer se lentsr, taolo
bre(o ha razoavel ; na ra Nova, co-
JBfcinleiro.
COG.NAQViRDADEIRO.
\ ende-aeo verdad|BB*coKnar, lano em garrafas
como em ga tiWV-ua da Cruz n. 10.
- Vende-se cera ^rnauba.v.U,,,,^,,,^
das. em porcao e a relalhe, por meos prW ao. ,
onlra qualqoer parle : na ra do Queimado n. 39.
Vende-se um bonito eseravo de naeto Casta
de lodo servico, ou armazem de assacar : na ra d
xozala Velba n. 70, segando andar.
Xa loja das seis
portas.
Em frente do LU
Kiscadm francezes para auii.M
"da3 C0^. C0V,,d0' -ta? SS snicr. a seto
in. 1. tM,a* p*ra e,,fe,,e de UsiOM manaui-
Vend.3ra qUem *' ^ ,Ut'
e senhora meia pataca o covado, Vhale. de
ento.
.cohoras a
oquim preto a 88, melim preto a dous tus
la prela a nove vinie, o avade na toladL sata
portas em frente do Livramento.
Sal do Ass
Venden sal do Afc de superior qualidade a bor-
do do bngoe Feliz DetUno: a Iraler ni leriDlorio
(H^Manoel ODCalves d, Silv-Ton^ Kl
3JLLO00.
Veqdem^se excelleutes
chapeos de castor branco,
de bonitas formas, pelo ba-
rato preco de 5,000 ris:
na praca da Independen-
cia ns. 24 e 26.
CUITAS'UESPANHOLAS.
Chitas d padroes os mais lido* que lem viudo a
esle mercado, e modernas, do ultimo gasto no Re
de Janeiro, thegadas pelo ultimo vapor, ese veu-
dem as lojas segu nles : rea du Crespo. Campos &
Lima, roa do Queimado, (,minaras & Bastas, roa
do Crespo, Jos Goncalves Malveir, ru da Cadera
Rocha & Lima, dem, Narciso Mara Cameiro, ideas,
Cuuha & Amorint, dem, Manoel Ferreira de S,
ra do Ooeiroado. Manoel Jos Leite, dem, Faria
& Lopes. dem. Rodrigues ii Lima, ideas, Kezerra
eV Moreira, ra do Crespo, Antonio Gonc_al.es de
Oliveira, idem, Siqueira & Pereira, roa da Cadeia,
Ferreira & Malheus. T
Vendem-se ceblas chegadat nlliniaruilr de
Lisboa no patacho liriihanle : na Iravessa da Madre
de Dos, armazem de Agostinho Ferreira S. Gnima-
rSes.
Relogfos.
Relugos de ouro, relo-

/
CASEIIRA PRETA A
Veudem-se sadaMkCaexcelleute gomma pra
gornmar. muito alta; aa roa da Caueia do Kecife,
loja n. 30, defronle da rga da Aladre de Ueos.
Mao he para li-
quiaeao.
. MAS rAMBnJM SE VniUB BAKATI).
."o arruarinho da ra larsa to Rosario n. 38 junto
a bolita, vendem-se js sectalos miudezis: um
grande e muito bonitarlbrtimeiito de trancas de seda
de todas as corea e largura de 00 rs. alo 18 a vara,
um dita de bicos de luda *s largurus de 50 rs. al
15000 a vara, litis eseocs&s as mais finas que ba a
1 e 18:280 a vara, dita lavritda a 610, 800 e 18, li-
bras de cordao para vestido a 1J2O0 cada libra, ditas
de lacre fino a 2, dilas de linha 11. 30, 60 e 70 a 18,
dilas finas a 18600, meadas de dita lina para bordar
a 100 rs., cartas purtugiie 1 ilill, dilas francezas
210. ditas muilo tuas a 640, lequcs muilo finos a
28300, :18 e 38300. carles de penuas de ac a 60 rs.,
dilas cmcaia com 12 duzia. lucos de,.lauca a 1,
boloes de louca piulidos a 200 rs., ditos brancos a
16), suspensorios, o par 10f>rs_, pecas de froco a 360,
quadros de saniosa 180 e 160 re., plto-nhoros, a du-
zia -210, chicles a 1| e 18280, bengalas ordinarias
a 320, capachos a 600 rs., aliadores liuos para nava-
lh; s a 300 rs., e oulro iDuitos mais o ojelo.
Em casa de J. Falque, ra do Collegio n. i,
recebeu-se pelo ultimo navio viudo de traiga, um
lindo sorlimeulo de enfeiles, lofcados echapcos para
enhoras, dos igais mbderuos. assim como gravitas
de selim e chamelote brancas, proprias para casa-
mento e baile, camisas francezas a' Mousquelaire
com peilos, ponhus e collelrlnhos de linho e oulros
ni lilns artigos que se veudem por preco muilo ra-
zonvel. Tambem ha um grande sortimento de luvas
Jouviu imitando camurca, muito boas e proprias
para passelo por serem de cor, pelo diminuto preco
de 1500 cada par.
Vs genhoras de
bom gosto.
\ erdadeiro bico de blode In anco e prelo, e bo-
nitos chapeos di senhora par preco muilo commodo.
A mesma loja acaba de re< tber tmiilos relogios
americanos para cima de mesa, do ultimo gito ; c
laiuhuiu relogios francezes com caita, por preeo
uniilu^Hconla.
a ra Nova n. 18, defronle da igreja da Conceicao
dos Militares a desejadss lampadas para igreja, tu-
ribulo!, naveta, caldeirioh d'agua benta, eteriva-
uiuhas, ludodelalao, galhetaa de estanbo etc.
0 CORTE DE C.4L{.4.
Veudem-ie na ra do Crespo, loja da esquina qne
volla para a ra da CadeiaW
yinWxehez.
Vende-se superior vwiltn de Xerez em barrisdo
1|t. ero casa deE. H. Wvalt: ra do Trapiche
n.18.
LEOMP DAftBOlSE.
Vende-se o excelleute romance histri-
co Leonor d'Amboie, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por l.S'QOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
SOCO
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da rual
de Apollo n. Jgfi, de A. J. T. Basta J (
Companhia.
Pratos
para conservar 9
quelite: vendem-s
9a do Corpo Sa
zem n. 48, de iiostron Ro-
oker C j
Vende-se ac em cunhelas de um quintal, por
preso mnilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moM Companhia, praca do Corpo Sanio n. 11.
Barua do Vigario n. 19, primeiro andar, i en-
de-seTarelo novo, chegado da Lisboa pelo briguets-
an[a.
cos patentes
comida
pra-
ar na-
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propriedade do conde
de Marcuil, ra da Cruz do Re-
cife n. 20 : este vinho o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a tisOO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os ro-
nilos das garrafas sao azues.
POTASSA E CAL YIRGEM
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, tuco a
precos muito avoraveis, com os quaet li-
carao os compradores satisl'eltos.
FARIN
Vcndente su
em saccat que:
velha por ,vO
3,5e7, cno
Vendem-se em casa de S. P. Jomis-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montaria.
Candieitos e casticaes bronceados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris di graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Milho em saccas
\ ende-se muito superior milho em saccas : na roa
do Amorim o. 41, armazem da Francisco Guedes de
Araujo. ,
Milho em saccas
Vende-se na ra do Encantamento n. 76 A, milho
em saccas. de superior qualidade, por prec, com-
A boa fama
VEjh>E BARATO ;
l.encinhos de raMpa de odas as cores para pese
co de senhoras aMB> pelo barato preco de 1
barallios de carlaa nuissinusfrancezas para voltrele i
a ,"io, toucas delta para senhoras e meninas a 640
luvas muito finas de ho da Escocia brancas e de ci
res para homem e senhoras a 400, 500 e 600 r.
par, meias brancas e cruas para homem, laten
muilissimo superior a 160, 200 e 240 o par, luvaaS
pellica de Jouvin braucas e amarellas para hoiuei
e senhora a 18900 o par, camisas de meia muito|8-
nas e de pora lila para homem a 38000 rs.. dilas d
algodio muilissimo finas a 18 e 18200, lesouras mu
to finas para papel a 18500, ditas superiores par
barbeiro a 18500, leques muito finos a 38, ricas abo
toaduras para collele de madreperola e de melal|a [Bailados do linho abertos
500 rs ditas para palitos a 601) rs., caiiinlMjajfclCarleiras linas de marroquim "pari"Bibeira
phosphnros proprias para charutos a20 rs.. ricos jar- Fivelas douradis para calcas e calale "
ros dourados de porcelana para llores da diversos la- *"'--
manilos e precos, rica lilas de seda lavradas ejisas
de lodas as coi es e larguras, escovas fittissimas para
roupa, ditas para cabello, trancas de seda de bomV
los padroes de diversas larguras e cores, navalhas fl*
dissimas para barba, caivetes finisaimos e de todas
ss qualidades, bicos finos de linho de bonitos padroes
e diversas larguras, ricas franjas de algodao brancos
e de cores para cortinados, lesouras para costura as
mais-finas que h possivelenconlrar-se.eoulrasmui-
lissimas cousas que ludo se vende por lao baratos
precos que aos proprios comMudorescatisa admira-
cao: na ra do (Jueimado, no quatri
bem conhecida loja de miudea da Bo
e na loja, de Chapront Sf
Bertrand, praca da Inde-
pendendencia lis. t8 el.
Vende- por qualquer prec ama poreSn de
pe* de pinheira de muHo boa qualidade, e qoe ge
acham em estado de trasplanlar-se : quem precisar,
dtrija-se a estrada dos Aflliclos, sitie defronle do do
finado Joaquim de Oliveira, a qualquer basa do dia.
Lindos corddes de ca-
bellos.
Vendem-se ricos cordn da cabellos elsticos, li-
sos e enfeitados, por baralissiase preco : na ls>ja de
miudezas, ua roa du Queimado n. 63.
Aterro da ISaa-Vista o. 8.
Veodem-se biicoilos iaglezes muito linos, ea la-
Usgrandas, pelo diminuto preco de 39000a lata,
cha da ludia chegado ltimamente, o mais superior
do mercado, maous%aWa#eza primeira qoalidade,
e muilos oulros geoeroa, por preeo muito commodo,
para acabar.
A boa fama
Majo
VENDE BARATO:
Libras de linhas brancas ni. 50, 60, 70 e 80
'ibras de dilsi ns. 100, 120 e 130
ozas de lesouras para costura
luaia de ditas mais finas
;oi com 40, 50 e 60 pecas de cordao
para vestido
om 10 varas de bico estreilo
dtdaes para senhora '
com agulhas franelas
m 16 novel los dejinhas de marcar
de botoes para carniza
as encarnadas para menina
tai oo
iaw
i8oao
i82a
nos quatro "jjstar-
eaaa'da Boa FIW^3
A boa fama
VENDB'baRATO:
Ricos peules de larlaro'ga para rabera 48500
Ditos de alisar tambem de tartaruga :tjO00
Dilos de marfim lambem para alisar 18400
Hilos imitando tartaruga para rabeca 18400
Linda meias de seda de cores para crianras 18800
Meias pintadas fio da Escocia para criancas240e400
Bandejas grandes e de pinturas finas 39(J00 e 4*000
Papel al maco grawe e paulado, resma 48000
Peonas finissimas bico de lauca, croza 18200
Dilas muilo boas sera ser de lauca,groza ^f 640
Oculosde armacao de ac com graduacoes 800
Lunetas com snnarao de tartaruga 18C00
Dilas com armacao de bfalo 500
Toucadores de Jacaranda com bons espelhos 38000
Meias de laia muilo superiores para adre
Ricas bengalasde caima com lindos casi.
Ditas de junco com bonitos caslde*
Ricos chicotes para^tomem e senhora
Meias prelas de algodo para padres, otfar
Grvalas de seda de lodas as cores 1 e la:
Filas de velludo de lodas as cores, a vara 160
Atacadores de cornalina para casaca
Kicos reloginhos para cima de mesa
Suspensorios linos de borracha, o pr 4
l'enles muito linos para suissa
Escovas muilo tinas para caballo
Capachos pintados muilo benitos
Boloes fitiissimos de madreperola para ca-
misa, a groza 14200
Alm de ludo isto vendem-se outras moita* eou-
sas, que vista das qualidades o Bracos fazfcirar:
ua ra do Queimado, oo qnaMPantos, nafeja c
miudezas da Boa Fama o. 33.
240
560
100
160
280
160
240
320
meias finas para senhora a 240 e 9M
adas de linhas mullo finas para bordar 160
cadas de linhas de peso .jfX)
rozas de boles mnilo linas para calces' 280
e bordados 190 e 240
600
120
lioleirose
alcdtra
ilaafcrandes para senhora
arel de 1

irose areeiros de porcelana.o par
Chanitetras entrefinas
500
120
Dozaa de torcida n. 14 pera caadieiro 80
Peules da verdadeiro bfalo para alisar 308 500
50
60
Macinhos 1
S|speusori|
Carriteisd
xaodre
Alm de
moiMfesimas,
Pecas com 6 1|2 varas de fila branca de liuhe
Canas com eeicheles francezes
Carrileis demola* de 200 jardas de baa
qualidade 70
35,:i0e47grampas 0
Pr 40
" 100 jardas,ao'orAle-
W
mtadeas vendeea-se outras
. e a vtsla de suas boas qualidade* e
baratos precos causa admirarlo aos compradores :
oa roa do (Jueimado, nos qaalro cantos, na bem co-
ohecida loja da miudezas da Boa Fama a. 33.
Ruado Quei-
mailo 11.1.
Chales fe lonquim com ramea de seda matisados.
pelobaraltssimo preco de 168, aloalhado adamascado
com 8 palmos de largura, o qoal se lea rendido por
39 a vara, por le um pequeo loque aa rende por '
18500, curies de cassa chita cores Oas caso 6 .)' va-
ras por 18600 cada um, meias de lia mullo eocor-
padas proprias para quem padecer ojo rbeoraetismo
por 28 o par ; alm delga ras muita fazen-
das, qoe para acabir, a venders por lodo o preeo.
Vende-se uma vaeca e em garrote ou vitello :
estrada que vai du Santa Amaro para Beiem, no
potlao encarnado.
escrava crauli, de idade 26 ao-
e oque tibe se dir ao comprador:
OS FGIDOS.
m*-------
E MANDIOCA.
1 arinhii de mandi h a
\xm alqueire, me.d da
cs : nos arrazens ns.
zem deli-(H| da porta du
alandega, our a tratar ro escriptorio d
Novaes SCompanhia na ruado Trapiche
n. 34, primeiro andar.
Vende-se uma balinca romana eam lodrsoe
seus pertences.em bom uso e de 2,000libras: quem
pretender, dirija-se ra da Crm, armazem n. I.
, Tai xas para engenhoss.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de f<
fundido e batido de 5 a 8 palmos
bocea, as quaes acham-se a venda,
preco commodo e com prbmptidao* :
em barca m-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se duas carrocas usadas para boi e alu-
1 gam-se doafeaacravos por mez a 208 rs cada um :
na ra da Concordia ultimo armazem de raa teriaei
do lado esquerdu.
Vende-se uma eaaaUerre sita na ra db Se-
ulior Bom Jess das Crleulas, coaaJaui commodos :
kffalar uo becco do Vera u. 2flH
tn casa de Henry Brunn |Miua da
iza. 10, ha para vender un grande
sortimento de ouro do menop.JKMto, as-
Desapi
Victorino,
grossos,
ferida, l
cicatrizadaJV punco
aodilo eosenho
Ferreira, no M
Fugio
reate,
dalla
naes
um
de
aera o
,
reoeo do engenho Burralho o crioulo
20 annos, estatura regular, pas
dos quaes tem^ma marca vama de
ima das roSoa orna roarcaTlHPaia
mi o apprehender e levar
u a ca*a de Luiz tiomes
' bem recompensado.
mqueira, no dia' do cor-
lo de nome Adi, de idade
mais ou menos, com os sig-
seccos, pernas finas, e a cabeca
a para Iraz ; levon camisa e ceroula
consta qoe veto para ella cidade :
ive-o ao mesmo engeuho a entregar
*s Frasozo, 00 no pateo do Carmo n.
n
Cruz
pato,
sim como relogios de oui o depawirt.
etau
que seWraSompeiisado;
Desappareceo oa noile da 2 do correte, da
freguezia da Escada, o prelo Jos,, crioulo, cor pre-
ta, bastante alto, de 22 a 21 aooa de idade, nao
leudo anda signal de barbareara Brande, nariz ach-
Indo, bocea rasgada, e ataum lano beijudo, lavando
em sua companhia orna parda forra acaboclada de
quem se finge marido. Esle negro suppoe-sesegoi-
ra para a freguezia d'Agua Prela era razio de ter
sido nella eseravo de Jos Ferreira de Amorira, oude
lem couhecimenlos: roga.se as autoridades pohciaes
e capildes de campo que o apprehendam e levem a
seu seuhor o vigario da fregueaMu Escada, qoe se-
rio recompeifeados. 0 e mira, camisa de iiiailatMlao, e jaqajfst azul de gan-
ga, levando mais varias cMcis em orna Irouxa, assim
como camisa, euta lauco 1 de algodSozinho.
PERN. : TW. DE 14. F. DE FaMa. 855


Full Text
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