Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00303


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Full Text

ANNO UKI. N. 281.
Por a
adiantadoa 4,000.
Por t mezo vencidos 4,500.
V
m
ENCAHUEGADOS DA SUBSCR1PCAO'-
Uecife, o proprieterio M. F. de I- aria ; Rio de Ja-
nautate *r. Jeao Pereira Martina ; Babia, o Sr. D.
Duprad ; Macei, o Seuhor Claudino Falco Dias;
l'iralnba, o Sr. tiervazio Viclor da Naliyiilade;
Nntal, o Sr. Joaqun) Ignacio Pereira Jnior; Ara~
caty, o Sr. Antoniu da Leroos Braga ; Cear, o Sr.
Joaquini Jos de Oliveira ; Maranho n Sr. Joa-
qun) Marques Rodrigues; Eiauhy, o Sr. Domingos
Herculano Adules Pesaoa Cearense; Para, oSr. Jus-
liuo J. Ramos; Amazona, o Sr. Jeronymo da Gusta.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2
Piris, 350 a 352 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Aceoes do Banco 40 0/0 de premio.
da Companhia de Beberibe ae par.
_ da companhia de seguros ao par.
Disconio de leitras, de 9 a t/2 por 0/0.
QUARTA FEIRA 5 OE DEZM6RQ OE 1855.
Por armo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriploi.
DIARIO DE PERNAMBUCO
. METAES.
Ouro.On'cas haspanholas. 29J500O
Moedas de 694ii0 velbas. 19000
de 69400 novas. 169000
de 4000. 99000
Prata.Pauces brasileiros. 29000
Pesos columnarios. 29000
mejicanos..... 18860
PARTIDA DOS COBREIOS.
Ortda, todos os das. >
Garuar ii, Bonito e Garahhuns, nos dias lelo.
Villa-Bella, Boa-\ isla.ExueOuricury.a 13ei8.
Goyanna eParahiba, segundase sextas-feiras.
Victoria e Natal, as quintaa-feiraa,
PREAMAR. DE IIOJE.
Segunda 1 hera e 18 minuto* da manhaa.
Primeira 1 hora e 4*2 minutos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quarias e sabbados.
Relaco, tergas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas..
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo deorphos, segundase quintases 10 horas
1' vara do eivel, segundas e sextas ao meio-dia..
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES.
Dezemb. 1 Quarto minguante aos 9 minutos e
40 segundos da tarde
9 La nova as 7 horas, 47 minutos
e 48 segundos da manba.
16 Quarto crescente as 4 horas, 36
miuutos e 4o segundos da manhaa.
23 La cheia as 8 horas, 18 minutos
e 47 segundos da manhaa.
pate irnciii
MINISTERIO DO IMPERIO.
Soa MagsUde o Imperador, altendeudo i neces.
siderca de roaular-se a maneira por que devem pro-
ceder os alumuos da Academia das Bellas Arles.
laudados a Europa como pensionistas do Estado
paira aperfeicoat seos esludoa, segundo o ditposlo no
art. 77 * forasaudo-se cora o que propoz o respectivo corpo
. acadmico : lis por bem ordenar qu ua rxeruco
da* dl*po*ices do til. 7. dos ditos estatuios se ob-
serven) a (uatracCjOto a esta annext.
Palacio de/Rio de Janeiro, ees 31 de outubro de
I$55.Imz Pereira do Coulo Ferraz.
croes para a execurau do titilo 7. dos esta-
dos da Acaiemi'j rtti hel,la<--Irles, que trata
< p'ntionitlat do Eitado, iit quaes l* refere a
ri deita data.
CAPITULO UMCO.
Boa ptniioHittaiy.do Estado.
Art. i. O lomno da Academia das Bellas-Artes
que alcanzar o premio de I." ordenrV ir estudar
Europa acuita da Estado, e lera una penslu an-
uaal de tres oiil francos, paso- em trimestres adian- \
lados pela legjcao imperial do paiz onde se adiar,
va pela legaco de Loudres nos lugares onde nao
houver represeolaule do governo do Brasil.
Art. 2. A pensao llie ser descontada desde o da
era qu* Cor premiado pelo corpo acadmico em ses-
tiio publica, podando recefaer no Brasil somento o
t. trimestre per solicitado da directora ao governo
imperial.
te o pensionista incorrer na falla indicada no-art.
.71 da* estatuas, devera restituir ao lliesonro nacio-
ul esta quatflia.
Art. :t. U pensionista 15 das depois de chegar i
Pris, escelhetH um mestre, e o particpate ao minis-
-, trohfaaiiero, para que este o aprsente erecoinmen-
de*?b mestre deve ser merabru do Instituto e pro-
feaaor da cacla de Belias-Ar(as,.ttlm de o enca-
aa-ajta/*"* t55,* nw concuros e dar-lhe entrada no* es-


tientos pblicos e nos particulares de no-
*. O pensionista jamis pojer,i recabar a sua
o atm presentar i legacao um alteatado de
frenqoencia paseado peto respectivo mestre.
Art. 5. Devera, alero do esludo'diario a parlicu-
frrer na aoln do mestre, concorrer aos lu-
gar* da aoli do modelo vivo na escola de Bellas-
Arteeoe (ar pintor, eaculplor ou gravador, logo que
se abrir a primeira inscripcjlo-depois de sua cltega-
da. O, architeclos sarao lamben) obrigados aos
conos regulares da escola, alem do curso particular
da seo mas I re ; e os paisagislas proce lerao de.con-
f( rusias le coto o dit posto no art. :t. deslas inslrttc- ^
, O penaiosla ajee por duas vexeeScwnsc-
recusado pala estada da Retas-Arte* do
Parla, e fiear fra lisnumern da* alumnos aUmil-
lidos a chimados nos amphilheatros, e o que nao
cuaafrir fiel wute u disposio no arl. 5., sera im-i
su por ellas, o qae presentar ae-tados falsos ou
engallar a legaco o a Academia, seta no primeiro
caso soccorrido pela legaco do Brasil se sua* divi-
das nao exrederem a mil francos, e immedafamen-
la reenviado para o Brasil rom perda da pensao ; e
Dos oulros snlfrer a uiesma pena.
Art. II. Oque liver satisfactoriamente cumpri-
do os eeus deveres em Franja durante tres aonos,
poder.i ir viajar, para o que recebera urna ajuda de
cusi de 301) francos, a qual nao far parte da sua
pensao. .
Arl. 1.,Os pensionistas, durante os tres auno*
que esludareru em Frauda, serio obrigados a mandar
srmesttalmente os trabalhos abaixo designados, a a
cmnprir a verba do arl. 77 dos estatutos da Acade-
mia, da maneira s.-guinle :
No primeiro auno mndenlo :Os piutores : Vi
academias, ou vsludos de modelo vivo, od de esta-
tuas antigs, os quaes virjo rubricados pelo seu mes-
tre ; e urna copia do painel que llie for designado
pela Academia do Uio de Janeiro'.
Os esculptores : Duas academias uuas em gesso,
.igualmente rubricadas pelo seu mestre, e urna co-
pia de bsixu relevo que este lite indicar, ou a Aca-
demia.
Osarcliilectos : Todos os seos esludus parciaes e
cumppsicoes.
Os paisagislas : l'nia copia que llic for indicada
pela Academia, e os seus estudos do natural.
() rayadores : 12 academias desenliadas e um
trabalbo em metal.
No secundo auno :Os pintorrs : 12 academias
piuladas a oleo, e seis desenlio* dos que lizer ua es-
cola de Bellas-Artes ; urna composicao ou bosquejo
de um iibjeclo tirado da historia nacional ou reli-
giosa ; e copia do mestre que 1 lie for indicado pela
Academia.
Os esculptores, alem do que llie fui ordenado no
1. auno, inandariiu um baixo relevo, de sua compo-
sicao.
sO architeclos, alem dos seus estudos, um projec-
to completo de algum edificio nacional.
Os paisagislas, alem do que llies foi ordenado no
1 auno, tnais um painel de aua coinposirAo.
Os grabadores, 12 academias desenliadas, nina
sua, e igualmente urna medalha.
ro anuo :Os pintores Urna com-
uma cabeea e um tronco do lamanho
nial, c os seus estudos escolares eacad-
micos, como se lites ordena 'no primeiro e segundo
anuo. ,
Os esculptores: Urna estatua ou aro grupo de sua
iuvencao, nunca menos de melade do tamanho na-
tural ; c nm trabalho em maruiore, sendo cala ma-
teria fornreida ppl.f reqWtiya legacjlo.
Os architeclos: L"m projecto de ediliclo*nacional,
conforme o programla que Ihes for mandado pela
Academia do Rio da Janeiro, ou oque ella aceitar,
proposto pelo pensionista.
Os paisagislas : Dous paineis originaes ; atm co-
Ipiailo do nalural e oulro de sua composicao, cojo
bjeclollie sera dado pela Academia. .,
Bllana- lata.asvaaielo j ama medalha
pensao.
9- ser dispensado o que liver ordem expretaa
de seu Mtlri; paca nao cancorrer; porem tal ordem
nunca poder* exceder de um anno; e a dispensa pa-
la mesma
materia. A
DAS da semana.
3 Segunda. S. Francisco Xavier ap. das Indias
4 Terca. S. Barbara v. m.; S. PedreCryaologo
5 Quarta. S. Geraldo are. ; S Sabas m.
6 Quinta .S. Nicolao b.'; S. Lioncia m.
7 Sexta. S. Ambrozio are. doulorda igreja.
8 Sabbado. > A Conceieao da SS. Virgetn.
0 Domingo. 2. do Advento &. Leocadia v. m.
tf S. Resitittuto b .; S. Ropiniaoom.
gacao imperial de Rama
Ihes furnecer o marmore devido, lauto nesle caso
como uu do art. 12.
Os arrliitectos, alem dos seus esludos ; Vma res-
lauracao completa d^lgum grande e sumplutiso
msoumenlo anligu. acompaiihada da urna memoria
arcliiologica sobre o mesmo ; salisfeito este dever.
se quizerem, poderao viajar por oulros paites, de-
vendo em todo o caso demorarse em Roma pelo
menos anno e meio.
Art. 17. O pensionista que, antes de acabar o sen
lempo, quizer empreliender algum desses trabadlos
deuomiuados de grande machina, devera mandar a
Academia um bosquejo detle, bem acabad* e expli-
cado, para que este julgue se convera a sua execugflo,
a qual nunca exceder de mais de dous aunes. Eila
iraca ser sumen te concedida aos pintores e esculp-
tores.'
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de outubro de
1853..u<; fedreira do Coulo Ferra:.
MINISTERIO DA I A/E.NDA.
Apedimte do dia 31 de nocembro de 1855.
Ao vice-presidenle das'Alagoas. Illm. e Exm,
Sr.Ao ollicio que V. Ese. dirigi em dala de 17
de outubro ultimo, eipondo-me as ocrurrencias que
se derain uessa capital nos das ledo dito mez-
por ocrasiao de passarrte a revi-la de moslra do 8.
batulhilo de iufantaria ahi estacionado, revista que
por fres vezes se frustrou em consequencia de dea-
inlelligencia originada entre o eiapregado da llie-
souraria que a devia pa* danle do referido batalhAo, vem junto o ollicio que
tambetn me dirigi, nao o mencionado coronel como
dii V. Exc. no seu ollicio, mas o inspector da the-
sousaria de fazenda desea provincia, Iransmiltindn-
me as copias da correspondencia que leve com V.
Exc. durante essas ocrurrencias, al o acto pelo qual
V. Ex, ordenou, sub sua responsabilidade, fitesse
a lliesouraria pagamento ao referido balalhao, iu-
dependenle de revista de moslra no citado mez de
oulubro.
Da exposirio de V. Esc, e dos documento* qua
chegaram ao ruapcoiibecrraenlo, v-se que o moti-
vos pelos quae aWTustroo por tres vezes etsa for-
malidade, reconariendada pela le. foram : na I." re-
vista, ler-se retirado o empregado da lliesouraria
qua a tinha de passar, por nao se lite haver forneci-
do urna mesa sobre que collocasse e processasse os
papis que linhaxomsigo, medida que Tosse pas
saodo a revista fTiem ler-lhe sido concedida, pelo
inajor que commaudava o balalhao Ua ausencia do
coronel, a praea que requisilra para o auxiliar nes-
se trabalho ; a na 2. e 3., nao ter o coronel com-
maudanle do mesmo balalhao admiltirin que o em-
pregado da Ihesourari* descmpenliasse o seu dever,
Irajado como eslava, islo he, de sobrecasaca, a pre-
texto de que o julgava menos decente para o aclo
que tinlia de pralicar.
Sendo evidente que da frivolidade de semelhanles
motivos resalta a pouca ou nenhuma disposicao que
linlia u commandanle do 8. balalhao de iufantaria
de prestar -no n raasaaiajuli da Slaa a .a lajinmnss^^-
'a lar vigor devera ser approv.da pelo mioi.lro do nY me,,^, qUe eeo""ren'. "> de recebar delle
direclamenle as informacoes necessarias.
Brasil, a quero o referido mestre escrever.
Art. 7. O pensionista qua no lim de tres anuos
Mr usaa medalha ou mens' o honrosa nos
* de emulado da escola de Paris, ou nflo
esta falta por documentos,que o possam.re-
liaaNIar peraot* a Academia das Bel I as-Artes do'
de Janeiro, era reenviado para o Brasil, e pkfr
loda a pensao.
iceploam-se as architeclos a os paisagislas, os
lajutgados pela Academia \isla dos Ira-
**) enviaren) com anlecipacao. Estes trba-
lo vir acompanhados' de um atteslado do
roeatre qaaos dirigir.
Hk seis em seis meses entregarlo lga-
os satos trabalhos bem acondicionados e promp-
tos paj*i! o transporte,, para que esta os remella asi
gewerno imperial oa Academia, se asiim
terminado.
Art. <*, O pensionista que for premiado ciu argo-
ma das esposiroes genes de Bellas-Artes que sa fa-
"i* Paris, Bruxella*, I.orasres, Berlim oh Mu-
( nit* racebera I,Kl francos mais de gratificado an-
te completar o seu lempo.
9. O que for execulado por divida* ou pre-
Art. 13. Os pensionistas nao poderao mudar de
mestre sem o assenlimiito do ministro do Brasil,
para que este couheea as i-aasas, e as aprsente ao
Art. I*. Os paisagislas e cravadores, depois de es-
ludarem tresaunos em l'ranc, parlirao para a Ita-
lia, onde se demoraran o lempb neressario a saus
esludos e indagacoes, podeodo dividir este ultimo
anno por oulros paizes.
Os aravadores deverao fizer alem dos estudos
sua arte, um estudo especial sobre a
!> plica.
ricos, os esculptores e arrliilectot
a Italia o lempo necessari'o pa-
lillos prescriptos uestasin-
poderao viajar por oulros

EPISODIO DA fiL'ERRl DE CmUiNHA. '
Po .. o Beadrepaibe.
-t____
I81.
lnuoea.
Jroil>aio deo un paaso para fra da estllaseme
troperou eai ora cadver: era o da seutinella exlc-
rior.
A'* armas! grilog o cometa com voz forte, que
sopa silencio da noite quasi tanto quantoo tiro
Depois com a promplidas. es inslinrto de quem
est affeito tos panges e as sorprezas, feclieo por
teatro a porta da hospedara .lim de per .os dormi-
dora* ao abrigo te algum ataque, repentla ate ao
momento da chegad* dos oulros soldados abolelados
na aldia. Tomada esta precui;3o, que na gaslou-
llie mais de um >raala, Jeronjinri lancou-se para
*~ ju ci lo meii quarto pissndo lodos
" lJs qiiaes nao pode-
niargico uem o tiro,
a-me repeuli-
ebeguei ao p
o moslrou-me
dd nada poderia
uo chao cun tu-
primeiro rapenlo
ptou-me _
feheir) msupportavel
pelos dormidores, lestemuu
servir a liaicao.
E Benedicto ?.merguole)
B> cheio de anaani.
numismtica
Os pinl
deverao de
ra exei
Iruec,
paites.
>Art. 15. Nu se auseolarao de Ruma sem licenca
o ministro do Brasil, e s que o li/.erem perderlo
pensao.
I. lii. a Italia mandaras os piptores ; Unta
de algum painel de mesJHgt primeira or-
re, com preferencia o que lj Bndicado pela
Academia, e um quadro historlcoWe sua composi-
cao, cujas figuras ser.lo do tamanho palural.
Os esculptores : enviarito, no primeiro anuo : Um
bwto em marmore, e no* dons outras urna estatua
f>a*
V
mor lenle : mrsm peeeo seus
-miincUs de homicida, e deisou o a-aa**H aps de
si. Bez minutos depois eu leria adaflfSda essa
BWtu degollada como cameiro ; venha verV meu le-
eiMe I
levando-meae lumiarda porta ame abri, mos-
' a aenlinella do respiradourdWmmovel, eca-
pia coalas junto d parede.
Este homem lamhem esta embriagado'* excla-
saai, Maldicao loJks elles lerao de dar urna cunta
terrtvel qumido aeordarem.
B,fe! dase a corneta meneando tristemente a
amalaca. este pobre dorme um somno que nao acaba-
ra mais, n nao ser inquietado pelas cunsequencia>
da aa conselliu de atierra ; foi assassiuado petes
costas) rem pode^ dar um grito; eu o teria envido ;
erlrii^noldado vifioroso, e foi inister nina mo bem
eerli-para abele-lo assim.em noite tilo escura dsujn
so ajatpe! Oh a faca esta anda entre a> espadis
coas a pona inclinada para o coracflu O assasaaaa
pravavelmenla nao leve lempo de retira-la 1 OksV
oh.' ha om papel preso no cabo !
ArtaatBoel-o das msos do Jeroin mu, e vollandn
sala, li claridade da candela estas palavras escrip-
las em calaljn : a O patriota Pedrillo, da junta se-
creta de C.aUlnnha, aos Fraurezes.
Eolio comprehendi ludo o que eslava anda es-
caro pira minha iiilelligencia nessa triste aventu-
ra ; tu lo eiplicuu-se clanniantt ao mau espirito. O
lillio do nstalajadeiro pozera no alcaneeJos soldados
Vida (Mario n. 980. ''
o funesto eajtaro de agurdente depois de haver-lhe
laucado unapasrcolico forte ; provavelmenle espia-
ra alrave/. das vidracas, e oceuliu na sombra o eflei-
to produzidu pela sua bebida perigfca sobre os des-
grsradcs aplriados; cerlo'da impuuidade sorpren-
der evpunhalra a senliuella. depois trabalara
aclivamenle na fuea do pai, oqusl hvredas cadeias,
escapulira com facili la.le prlo respiradouru ajudado
de urna corda que ficiira no llteatro dessa ousada e
hbil evasSu.
Todo ese plano com seus raeius e seus resollados
appart|eu-me em um segundo, e eu diste comiso :
Ficarei deshonrado se nflo conseguir apanhar
de novo esses dous bandidos '. Que imprudencia ter
deixado lia/re aquella pequea serpente Releva a
lodo o rusto tornar a capturar os dous horneo*, do
contrario ser melhor morrer antes de chegar a Or-
dal : rouhern o coronel, eu teria infallivelmenle
baixa na frenle do regiment...
Um quarto de hora nao liana decorrido depois do
grito de armas, e j da todas as parles rucos solda-
dos, que haviam sido prevenidos na vespera pelos
ulliciaes inferiores de que eslivesseaa. alerta, repen-
linamenle acordados pelo tiro cheaMiim a bospeda-
'ia que Ihes fdra designada; para ponto de junta-
mente.. Jusa gente briosa, pela mor parte j affeila
a uerrae sorprezas e da fmboscadas, liuha lau-
cado algn* oltptres espantados sobre os corpos e*"-
lendidos on ala ; mu lance de vista lite baslra pa-
ra((-iiui|ireheiidi.r quasi a verdade do que acontece-
r tranquillos, posln que devorado* pelo desejn da
vinganca, havium se enllocado em forma de bala I ha
tilinte da hospedarla .Rurando os cavallos pela re-
dea. Alu fomente lettemunharam sua emocao por
palavras breves, trocadas em voz baixa. Eu'patsen-
va apretadamente ua frenle de minha tropa, espe-
rando cora impaciencia que os ltimos soldados hou-
ves'em chegado.
Qunze hnmens resolutos a cuvallo! exclamei
Ninguem respondeu, mas em um segundo todos
ertavain montados.
I'ardoe-me, aanhor lente, disse-me Jeronv-
mo chegando-se atnim, perroilta-ma une diga-lne
duat palavras. A
Kalla e avia-te, pois j. penRmos muito lem-
po, e os doos assassjnos vao longe; tomaram a es-
trada de Barcelona ?
Eis-aqui o que sei, disse-me meu ordennnea
bailando a voz ; ha pouco vossa senhoria eslava
1,1o indignado e deixou-me tao rpidamente, que
nAo live lempo de dizer-lhe lado. Primeramente os
cavaileirot que forem enviados apos detles chegarao
em cinco minutos aos bosques, onde urna brigada
inleira de cavalUria nao conseguirla achar um ho-
mem a pe, e onde alias difflrilmente poderAn pene-
trar de noite ; alem disto Benedicto e o filho espe-
''avam um bando de partidarios para ajuda-los em
sua*mprea. A tura provavelmenle ji oalcauraram,
o decirlo uio aconselharflo aos parlidarios que re-
cuera, se o numero for sullicienle. As colisas pare-
cein l iaidaiueute perturbadas, tenhor lenle,
da teja no fundo; se vossa senhoria per-
mute a am soldado velho dar-lhe um humilde cou-
t* daivar o immigo vir em vez de sahir-
Iha ao eticaatro, e procurar penetrar seus projeclos.
Benediclo'lao he homem que desista fcilmente do
Hlenlo. Nao sei, mas lenho presenlimeiilos, e vossa
senhoria saho que meits presenlimenlos nao enga-
nam-me.
A noticia qne Jeronymo dava-me da presenta no
bosque vi/inlin de um bando que podia ser nume-
roso, devia modificar meu plano, e tilo deisava-me
mais prohahilidade de capturar de novo ot doos fu-
gitivos seaflo estando no numero dos astaltioles.
Vi inslinli live o ptnsarnarrto de incendiar a al-
obrigado peta revista de moslra, ou o seu despello
e prevencAo contra os actos da lliesouraria de fa-
zenda, vi|p os precedentes allegados pelo respectivo
inspector no officio que dirigi a V. Exc. em 5 do
mez prximo passatlo. levando aua, imprudencia ao
ponto naa sude em aclo tao solemne, e na presen-
ta de seus subalternos, repellir e-jwr a mao sobra
pensa porjV. Etc. deliberada. Mais regular e con-
venienlemenle teria V. Exc. procedido se obrigasse
ocommaudaote do 8. balalhao facilitar, como era
de ae dever, os meios para que a revista se ellec-
luasse, ou, se V. Exc. julgava que o empregado da
thesouraiia contribua para ni conflictos havidot, e
receiava maiores, mais prudenlamenle teria obrado
se rdenasse ao inspector daquella repartieio que
substiloisse por oulro o empregado a quem encarre-
gira da revisla de musir.
Besla-me, linalmenlc.tponderar rV, Exc. que o
reglamento n. 158 de 7 de unto de 1812 estabele-
ce os casos urgentes e extraordinarios em que os
presidentes pod*ru aulorisar d^p3a*s sob sa* res-
poiisalnlidade, e que a do pagiBtemlo dos prlls do
8. balalhao, sendu urna despera ordinaria aulori-a-
da |>or lei, nao devera ser farta com preterirn de
unta solemnidade que tirraava a sna legalidade.
Nao obstante, expeco nesia dala ordem lliesouraria
para que sub,isla a deliberarlo por V. Etc. lomada
de mandar pagar sem a necessarii revista de moslra
os suidos do 8. balalhao de infaataria relativos nos
ltimos dez dias do mez de Miembro do correnle
anuo.
Dos guarde a V. Exc. .V/aAyue; de Paran.
Sr. vice-presidenle da provincitfdas Alagas.
(jimmiiniciiu-se ;i Ihesorara Mas Alagoas.
3 de novembro.
A' recebndorl do niituicpta da corte, ci
nicando que a Rocha Pinto e Lepes, agentes j-
curadotea da Cumpaullia d* Segaros Maritimoa e do
Fogo denominada Equidade, da cidade do Porto,
he permillidiugrrecadarem o sallo da seus titules,
observando o aposto no S 3." do arl. i8 do regula-
metilo de 10 de julhi da 1850.
A' lliesouraria do Maranltio. O marque* de
ParaAn, presidente do tribunal de Utesouro nacio-
oa|, em resposta ao *f i. :I2 que em 28 de se-
lembm ultimo lite dirL Sr. inspeclur da thesou.
rana do Maranho, inlorraando.o reqiieriauenlo em
que os empregado* da secre
raria solicitain esclarecimenlos
cil dos arls. 49 e 50 do decreto
de 1850, lite declara, para o fi
mpregados, que he destituida
vida em que se achara, quau/o^p direilo que Ibes
assisle de concorrer aos accestos simultneamente
coro os mais empregado* da lliesouraria, por aso
queesse direilo Ihes he garantido clara e distineta-
mente pelos referidos arligoscombinados oasjflij
dillerenles partes, e tem sido jafeonfirmadp
(ica mais de ama vez os, uuR-as Ihesoura
imperio.
MINISTERIO DA G1JIR
Sanlior.A ordenanza ata 9 de abrR
til. i-, art. nico das dessrrsJes aggraaaj
cumstanciaa, eslabeleceu sele rondicneavutai od
das quaes sendo dadas, importar* aggrSracao da i
serco que cummetlerem as praras de prA do exer
cito. Essas cundieOes sao : 1." estando a praea
mcsina lhesu-
da inlelligen-
de novembro
constar aos dilos
fundamento a du-
tleserrao que snflreria se elevasse oa desencaminhas-
se a espingarda, un qualquer oolra arma propia-
mente dita
Pelo genuino sentido das condices aggravatoriat
da deserrau fcilmente se conhece que a menle do
legislador, estabelecendo l/escondiroeseaggravando
a pena da desercSo em que ellas se derem, foi pre-
venir cunsequenc is perniciosas disciplina militar e
sociedade, e por isso nao lie jirestimivel que elte
cempreheudette na 5.a caodicao a circumstancia de
ter o desertor levado peras niolfensi vas e insiguifi-
canles, de que uenhuma consequencia resollara pa-
ra qualquer daquelles dous objeetns. Por isso, poi,
para prevenir abasos provenientes da .genrralidade
dosJfrmos explcitos da ordenanza, e da maneira
errnea como se tem entendido o que sejara armas
ou armamento. 1,10 desviada da veodadeira arcepeo
do vocahiilu. para obviar lamhem os damnos causa-
dos i fazenda pabliea pelo descaminho que dao o-
reosde descrean e de ausencia a pecas de seu equi-
pamenlo e fardamento nao vencido, o que nao ag-
grava deserclo ; tenlio a honra de stibmeller ,i alta
consideraco de V. M. l.o incluso decreto, deler.
minando quaes as pecas de armas ou armamento que
se devem considerar aggravantes da deserro das
praras que as levaren) ou deseiicaminhartm : e-la
belecendo qtteos reos de ilesercao e de amencia in-
demnisem u fazenda publica o importe das peras d
cquipamenlu e fardamento nao vencido, cojo des-
caminho ou leyamenlo for verificado pelo consellw
de disciplina. Com at providencias contidat no cita-
do decreto lica reduzida seas devidos termos a in-
lelligencia da 5." condir.ao aggravalorlh das deser-
toes e cessa nos Iribunas militares, no julaamento
desses crimes a deploravel applicacao tle graves pe-
nas pela so circumstancia aggravame de ler o reo le-
vado on desencaminhado pequeos instrumento de
uso de sua profis.ao, muito iutignilieaules pelo seo
valor, r, de mui pequea influencia no sysiema de
seu armamento ; instrumentos que emgeral o deser-
tor nao leva', pela nenhuma ulilidade qu* detles po-
de tirar, anlrs. he de crer que os tenha perdido no
serviro, ou que seus cantaradas lenliam-se apropria-
do detles clsndeslinamente, ou que (como muilas
vezes acontece ) o%eu mesmo furriel os tenha dolo-
samente arrecadado, us c oulros, para supprirem
falta dos abjectosda mesota especie que Jem a seu
cargo.
Quando a ordenan
lando-te a quantia indemuitavel pelo valor das pe-
cas desencaminhadas, que eslava legalmenle laxado
na poca da perpetrarlo daquelles crimes ; e eo-
lendendo seque, das pecas de fardamento nao ver
cido, os ditos reos so iodemnisarao o valor propor-
cional ao lempo qne nessa poca fallava para com-
pletar o do veneimenlo de laes pe^as litado por lei;
3. que as pecas de eqiiipamenlo e fardamento nao
vencido, pelas quaes devem ser responsabilisados os
reos de deserco de ausencia, sejam smente a.
quellas cujo descaminlia for aerificada pelo conse-
Iho de disciplina. O MarquePue Casias, do meu
ccsitselho, nunislro secretario de estado dos negocios
da guerra, o lenlta as-sin entendido, e faja exeeala-
com os despachos neressario*. Palacio do Rio de
J aneiro, em 7 de novembro di 1855,3*. da indepenr
dencia e do imperio.Com a rakj-ica de S. M,
Imperador.Mrquez de Caxim.
;ravan
(o W wmu m m>> es de guerra, olljecto* de summa im-
I coiisequen-
aojrretarse-

do
ius-
iua-
de
de
subdito rev
. ee>
nf.l ochando- le
tes ; ra fortificada; .< i
roubando seus cama
fora de imperio. >'
foro criminal mili
es ;
maesas &
pu estacada de urna pra-
arniss ou artnanaenlv; 6.*
7. leudo desertado pera
dovida laoi orrorritle-no
de seis desSas coadi-
a quinla POflB ue se relave a ler o deser
um empregado publico que se achava no dtsempe- lor levado arrujf ou( alo, tfem dado logar a
nho de ama das altribuicOes fiscaes da thasouraria
de fazenda, como de querer impor a' esse em,
do, alias decentemente vestido, o trajo com
devi apreseutar, como se os empregado das
soura'riat tivessera algum uniforme marcado pela
lei, uSo pos*o deixar de fazer sentir a V. Exc. que
a deliberaco que tomou de mandar suspender a
lerceira revisla intentada, e pagar, iiidependcnt
dessa lio necessaria formalidade, os sidos do 8.
balalhao de infantina, foi por demais incouveni
te, ja porque lica assm desrespeilnda a aul
de da lliesouraria, e privada de exercei
que Ihe he imposlo por lei na liscalisacae
despezas, e ja porque foi tolerado o pn
imprudente e descomedido do comtnanda
balalhao de infantaria.
Releva observar a V. Exc. que as
vem ser mui escrupulosas na
des que a lei tem prescriplo pa
despeza do estado, e que ni
existeq/azcs assas plaattveisrej
abuse* que
dea e relirar-me para Ordal com minha gente pas-
sando pelo meio dos inimiguf ; mat lim minuto de
rellexau fe-me entrever a impossibilidade material
dessa retirada : as ordensqoe en liuha de oceupar a
aldeia al a chegada da tifaolaria, o pefigo excessi-
vo de alctvesur o bosques de noite deboixo do fu-
go dos guerrirheiro* coaKeavaltaria qoe podia ser
detida pelo menor obstculo, om finio cavado
pressa,;ou urna arvore lineada atravez da estrada ;
de mais podia eu abaitdunar os viole homens que
lavan estaadidos ua sala inferior da hospedara '.'
Experimentei um momento de desespero, o san-
gae sabio-me lo cerebro com violencia, eslava qua-
si fra de miro, senlia um desojo de linear mao da
pistola e acabar de orna vez com os crois embara-
zos da minha pnsic.au ; mis u ollwr espantado com
que Jeraoymo seglo o movimento desninha mao
para as tontea fez-me lomar a mim : a esperance de
ser atacado esta mesma noite e de morrer briosa-
mente no meu posto, resiiluio-mr alsuma tranquil-
lidade. Pensri lambem na responsatnlidade que pe-
sava sobre mim, em todo* estes bravos, coja vida
ia depender do partido qoe en tematse, e que a-
guardavam miabas orden, em murmurios de impa-
ciencia com a Iranquillidade heroica que caracleri-
sa os vardadeiros soldado*.
e permilta que elle* cheguem quanlo antes !
A pe! ordenei, logo que minha emocao um
tanta serenada deixou-me recobrar' o lum de minha
voz ordinaria. Os ollieiars inferiores e os cabos i
ordem !
Elles reuniram-sc em um instante em torno de
mim. .
Coovm, loes dase eu, trausportortkfamedia-
lamenle par os quartos fuperiores da husfosaria lo-
do, os homtps que for-impossvel arrancar ao som-
no e a embriaguez ; os casollos
rem montados serlo reunidos
lllagem, e aquella* que o,
ahi (icario pr
ciaes in"
trata rito
r3o o cuida'
ao abrigo de
ro tollocad
lerminam
leo principal,
mais nolavjp
outros que ae houver,
deia, os refens erlaj
e cumpra mNrhas orT
l'rescriptoi oslas di ^
se em conlurmar-se co^^H|
preciar-se a exlens.io do periga
com que meus soldados compi
que o julgavam prximo e araea
As teiitiiiellas foram postas a
dos, e lodas as janellas da hnspedaria sol
seguradas com colches. Ou.-iuio aos dormi'__
gtins foram despertados por abundantes asperabes
d'agua fra, outros em rnaior numero foram arapi-
cados vicloriosamenie aooainno pela applicaeilo en-
genhosa e expedita de algens golpes de coroiiha, e
sete ou oitn, cuja lethargia' resisti mesmo a esse
genero de remedio foram conduzidos para um quar-
to elevado onde nada linham de temer das balas, se
o inimigo nos alarassse.
Em pouco lempo a hospedaste lomnn a apparen-
ria de um ooatn fortificado.
Agora, ditse contigo depois que lerminuu-ae
ludo, te o inimigo vier, e praza a Deoa qoe venha,
achara genle bem disposla a recbelo.
En eslava om completa ignorancia do nuniero dos
guerrilheirm que podiam occollar os hotquea vizi-
fe, e encontrara o sa-
criminal de ser a
directa da grvidas* do
deaarsao
n mesilla) drser-
oAo ha dlapasic)
lam 18 pecas de ar-
a mocioqada or-
atoria da deserjao,
os, nao s as armas
seos acceasartos que
considerar senao como
r essa indiligencia que
oa desencaminha, por
'usos, vulgarmente chama-
;nificanlee de pequesimo
* qualquer d|s accessorias, que
importancia, edas quaes nenhu-
erar como absolutamente indit-
ivelrsoffre mesroaaana dupla da de simples
vossa mageslade
irotie; de Caxias.
tlOj
ue quaes
aggravacao de de
cito, e determina
seiicia. indemfii
MINISTERIO DA MARIMIA.
Expediente do dia 19 de novembro de 1855. '
A' c'ontadoria geral de marinha, accoaando a
recepcao do ollicio u. :U de 31 do mez prximo
pretrito, aoompanliado do em qoe o chale d*tj5i|
seceSo da mesma contadura pede esclarec meatos a
respeilo da liquidarao da divida de exereieiesT--
los, de que requer pagamento Jos Feliciano de
Campos, ex-cabo de esquadra do balalhao naval, e
provm da ralilicacao de 1.1 praea pelo facto do
haver continuado a servir depois do lempo marcado
nos decretos de 22 de agosto de 1831. e23 de outu-
bro de 1832 ; e dizeodo qus para a sobredila liqui-
darlo nao deve regulsr o avise de 1C de agosrtdo
anno psssado, e sim a lei o. 534 do_td* maio de
1850, pela qual o supplicanie, indepeodeule de de-
claracao alguma de sua parte, ler*^ reito a seme-
ntante gratificaran desde o dia 22
mime lalo aquello em qm
lempo, at 10 de seleml
baixa.
GOVERNO
EXPEDIENTE DD
Ollicio Ao Eiqh p
raudo que nao leudo o ca
va, cujo reqoeiiineula (levo
gundo balalhao de'infan'laria,
iitfurmafoes que remelle, nao piFe por ,
se a certidio de assentamenlos pedida
qoerimenlo.
, Dilu AoExm. raarechal commandanle das ar-
mas, dizeud que pela leilura do aviso que remelle
- [ido pela rerstrliclo da guerra de 28
' S. Exc. iitleiradn de que te
eir do dcimo bslalh io de
arlel-meslre d meio bata-
Coriha Itejo. Commu-
de fazenda. *
_j, remoliendo por copia o aviso
da rep*.rlvao da guerra de 2fi de oulubro ulltmo,
mandando dispensar do tendeo em l-ropo cotape-
lenle, ao primeiro cadete primeiro sargento do nono
balalhao de infantaria Francisco Antonio de SI Btr'-
firo de seguir para a corte a astAdar
o das prayas
jos re
ras pecas
vencido que hoaverem desenci-
o da perpetracau daquelles
do exer-
fc'de au-
amento e
mas essa ignorancia nao dava-me muito cui-
dado, Sabia que esses bandos lorraidaveis em ama
emboscada, ou em um ataque lepenlino pelo sea
mpetu e ohslinacflu, valiam pouca eou'sa para um
combale cni regra, que s convm as tropas regula-
res e disciplinadas. Emlim liaba a vanlagem de urna
posirao forte e valerosamente defendida, e eslava
acautelado. ,
Sahi um instante para ver as dispoicoes milita-
res que ordenara. A noite eslava escara e tempes-
tuosa, e au havia urna estrella nO eu. Algumas
luzas tmeme viam-se etpalhadas pela roa princi-
pal de Callados, e do oulro lado da prafh. em orna
axtremidade da qual licnva a eslulagem. Na profun-
da escurido. que rodeava a pousada, essas luzes
pareciam olhos curiados e inquirios filos sobre no-so
poslo ; linham um aspecto hostil esse silenci e es-
sa Iranquillidade eoorirangida dos habitantes.
A poutada sooresahia a esse fundo sombro, e pa-
reca haver aaoeenttado em si loda a vida e movi-
mento da aiPW*. e de seus noveeeotos habitantes-.
Meu lente, disse-me urna seutinella, que
collocads no prtico da igreja, vigiavatodaarua prin-
cipal, que lerminava na estrada de Barcelona, aca-
bo de ver urna gyratidela de fugeles elevar-se ci-
ma dos bosques unnanlo na direceio de oeste, e na
Pois bem, dase eu a Jeronymo, Dos t oue,a distancia de quasi amn legua. Ah! veja, eis-ahi
permilta que elles cheguem auanto anles outra.
putra
(Ubei. Neuliiim tignal parecen partir de Callados
era resposta a es-as duas advertencias evidente!
te feilas pelos parllUariosaos habitante*da villa
pere anda dez minutos. Terceira aymudla san
leujlaineiile ao ar na mesma direccao que as priatei-
r as, d esc re veu Sua curva graciosa e'deafes-se depois
eiu bullanles estrellas. Vollei-ma para o la
poviiacu alim de ver se algum sfgnal te
nada vi ; nnis ouvi uro rumor vago seroelh
rugido do Irao acaimado e impolent*. Fiquei
vencidu de que esses signaes estavam conven
dos eulra o inimigo e us liabilanlaae Callad
minha* precau(es linham sido lajMlat feli
e a vitla relida pelo lemor recuava dianle da*,
setjoaociasde urna maitifeslatao hswtil. l'c
/dado e
hora a
toncia na
ia ex
ordenar
Bena
ecuco
m-me pensar que cerUatoo-
la ralo linham alcaneado as
estes advertidos dos acontec
e sabendo que deviamos estar aler-
commetlido a grave imprudencia de
sua cliogqfcpor esse signa! dtrtej
1 quVapo podia escapai as
aqui. dhse eu i sentinella,'*jj
BTmosquete obse vara us signa
lo de lodo o temor ; espere anda
qjp* o inimigo chega, mas nao pode
antes de meia hora. Apenas perceber un
wmeato hostil ou ouvir um rumor sotpeilo na.
directo, relire-se para a hospedara depois de
ver felo fogo.
Pois bem, senhor lente, disse a senliuella, a
qual contiiiuou debaixo do-porlico seo-paiseio iinlo-
11ule e regular, mas sem. perder de vitla o ponto
ameacador.
Vollandn posada, enrontrei um hnmem que to-
mou me respeilosamente o braco, e ao qual meus
olhot deslumhrados pelas tures que brilhavam ni
hospedara, au linham visto na sombra. Era o sol-
dado Vicente, o qual mais habituado ana licores
fortes do que a mor parle de seos camiradas, desper-
tara, gracia a um dos meios que j indiquei. Depois
de ler levado algum lempo para rettabehver om
Tardamente^
minhado por"
crimes.
Querendo obviar os inconvenientes que resnttio
do modo por que se tem entendido o que sao as
arn.as ou armamento a que se refere o artigo ni-
co do lii. 4. da ordenanza de 9 de abril ale 1805i
cujo levntenlo coustitue urna das circumslaucias
aggravantes da desere.au das praras de pret du exer-
cito classiiicadas un citado artigo ; querendo lambem
prevenir os damnos qne os reos de deserso de
ausencia eau-o a fazenda publica pelo descaminho
que dio, por occaiio desses crimes, a pecas de seo
equipamento e fardamento nao vencido: hei por
bem determinar ; 1. qoe os conselhos, lanln.de dis-
ciplina, cmo de guerra, dos reos de desercce de
ausencia nao considrrem como armas ou aatnamen-
I". aggravacao da deserco, senao a espingarda,
o rifle, a davina, a pistola, a lanca, a espada ea
baionela ; 2. que os reos de deserco e de ausencia
que vollarem a seus corpos, capturados ou apresen,
lados, iiidemnisem i fazenda publica, por descon-
t da quinta pflaa do respectivo sold, as pecas de
seu eqiiipamenlo e faqlameuto nao vencido que hou-
rem desencaminhado por uccasio do crime ; calcu-
pouco a ordem em sitas ideas, estremecer de terror
apenas compreheudera os faclos e suas terriveis con-
seqoenciaa, perguntaca logo onde eu eslava, e cem
pnsso ainda pouco firme pozera-se em minha pro-
cura.
Meu lente, disse-me elle com voz sullocada
pela emoeo. sou um miseravel beberrlo, com o res-
peilo devido a vossa senhoria ; fui eu que fu todo o
mal. Nao merejo man viver ; ets aqui minha cruz,
a qual arraoqoei porque sou indigno de traze-la.
Mndeme fuztlar em algum canlo, sou o nico cul-
pado !
E como eu guardava o Silencio, o soldado coitli-
nuou rom voz enmmovid :
- Mande-rae fusilar sem demora, senhor len-
le ; isso me alliviar. A morle do carnerada que es-
lava de senlinella dianle do respiradooro, acres-en-
lou com ar sombro, pesa-me sobre o peilo como
urna bala de arlilltaria.
Fui desarmado pejj, dr e pelo ar profundamente
abatido desse bravo soldado cerlamenle culpado,
mas tivvez menos do que suppunhi. Elle gnonva
qoe um narctico fra misturado no conleudc do
caolaro. Todava respond-Ihe em lom evero :
Pois bem, perdoo-lhe, mu sem descolpa-lo !
Nao o mandarei fusilar porqoe resta Ihe o recorso
de morrer honradamente esla noite curaprin lo seu
dever. uardajfua cruz que nao lenho o direilo de
lirar-lbe. e leravre-se de que deve reparar, expondo
a vida pelos seas enmaradas, o mal que fez.
O senhor lente he muitu bom ; obrigado !
Mas como minha vida nio pertence-me mais, con-
vm que ea ponha em execuclu urna idea excediente
que lenho na cabeea ha dous minutos, l'erderatux
vida, mas (cre a salisfac.au de saber que vossa seatar
ra dir lalvez de mim : \ cenle era um beberrao,
mas era soldado.
Ou* idea ? Que queres fazer, meu bravo ?
Oh nada Isso inleressa a mim smenle, e
vossa senlteria ver.
no, communieando, alim de qoe
quem competir, que com aviso do
" ido 3 do correlo foi rametlid
JO- Atosatvtro dea Sauli
cente da recebedoria de ren-
das inleruas .testa provincia.
Dito Ao commandanle da estaeo naval.Con-
vindo qoe Tacara quarenlena uo vapor Beberibe, em
que vieran) da corle a ditpmieao do chefe de polica.
ua sentenciados Eduardo William Meoqne, Antonio
Moreira Hispo Manoel Jos de Sonta Nunet e o cri-
minoso Antonio Severino tle Avellar. baja S S. de
expedir as suas ordena par que o commandanle do
mencionado vapor os conserve seu bordo curo a ne-
cessaria seguraue*. Communicou-se ao menciona-
do chefe.
Dilo Ao jai/, relator da junta de Justina, traus-
milliudo para ser relatado em ses-ao da me*-m* jun-
ta o processo verbal do soldado Jos Claudio perten
nenie ao dcimo balalhao de iufantaria.Partici-
pon-se ao marechal commtndante das armas.
Dilo Ao director das obras publicas, inleiran-
do-o de haver expedido ordem lliesouraria pro
vincial, para que avista do competente certificado.
motivos porque at qgora nao lam sido enviados
para o 8 balalhao do iufantaria, us objectos que fal-
i-rn para o coroplolo dos pedidos do mesmo bala-
lhao.
DitoAo Exm. mareehaf commandanle das armas
inteiraodo-o de haver concedido a dispensa que pe-
dio u leueota reformado de l> tinha l.uiz Jeronymo -
Ignacio dot Santos do etercicio deaaaor em qaein-
leriuameute se achava oa balalh|
naes do municipio de Olinda.I
ciiftimiinicacnes.
Dilo Ao mesmo, remetiendo eam copia do
aviso do ministerio da guerra de 14 do correle, aa
fe* de ollicio do capitao Jos dot Santo* Nunes La-
ma, lenla Jajat, Antonio de Lima, e do* alfei
rancisca I Bao Lima, e Joaqao Jet l.uiz de
looanitolo donan.
Ibesouraria de fazenda, de-
da carnerea do
de Moura Mallos, fcar-
enle entrara no gao
- Igori commuui-
nte da relaco.
adianiar ao majer
ot seu* veoci-
nte.
___n man da
que aeq^^H^
de roirin
go que termine
ros de que trata
Olticiou-se a n
ida etiac,a ns%al, dizeudu
inspector du arsenal
vapor Beberibe, U>-
e fqijBjeito.os repa-
9."?W) numero 91.
mencionado inspeelor.
DitoAo i oinrpandante superior da ganda naci-
onal de liuiantia, deelaiando haver o ExB.Sr mi-
nistro da justica, recummendado em aviso eireolar
d 21 de oulubro ultimo, a expedicaodat necessarias
orden,, para qoe os comroandaiiles dos corpo* da
guarda n.-ional nao omitan) as partieipacSe* ajo*
devem fazer ao< commandanlrs superiores e estos ao
governo, dos ofliciaes que maderero da domicilio,
afun de que a respailo delles te proceda como dpoe
os SS 1. 2" e 3* do art. boda le de 19 deaetembro
de 1850.Neste sentido offlciou-te aos coromaodan-
tes superiores da guarda nacional da provincia.
DitoAo juiz relator da junta de juslica, Irans-
milliudo para serem relatados em tessao da metma
junta os procaaaot verbaes dos soldados Alexandre
Gom>s da Cruz e Juo da Cruz Carmo, pele do 10 bo-
lalliao de infanta! ia, e aqaelle du 4" bat Hilo de ar-
tilharia a p.l'articipou-se ao marechai comman-
danle das armas.
DiloAo capitao do porto, inteirando-o de haver
auloritado o iu-peclor d.i tin-touraria de fsenla, a
mandar pagar a.asociaeito dos praticos a qaaotia de
qoe Smc. trata em ollicio n. 422, no caso ettarem ftos
Ierro it legaes, as contas que acompanharam a* ci-
tado ollicio.
Di|pAo mesmo, Iransmitlindo com copia rio avi-
so circular da reparlifaoda marinha, de 26 deootu-
bro ultimo, afir* de lerem a dovida publicidade, 7
etetnplarer dos avisos ob ns.| a 25, faltos ic* oa-
vegantes, ot qaaeg foram reeebidoa do almiraote
b'itanicoe de Trinily He** pelo consol geraldo
Brasil em Inglaterra.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, inlei-
rendo-n de haver o Exm presideid do Bio tirando
do Norte, communieado que o meslre do hiate naci-
n si Invennvel entregara naquella provincia as agu-
Ihasesotuetes, constantes do coirheciment qoe Smc.
remelleu.
DitoAo mesmo,exigindo o soribarecer aeerca.do
ue remelle cubarlo caor canta aaWlko da reparli;o
i I ftasiitn
le*4K
Ir cem duzias de pranefuWee amarello.
DitoAo direcior das obr publicas, declarando
ter expedido ord-m lliesouraria provieciel, para
que i vista do competente certificado, pagoe.no ar-
remtame do 2" laaco da eslr.da dos Remedios a
importancia da segunda prestarlo do teu contrato.
DitoAo mesmo, approvando a deliberaco qoe
Smc. tomoo. de mandar comprar para as obras das
e-Iradas de Porto de tiilliuhat a de Tamandar, 12
carrinhot de mo de ferro a 15900o rs.* rada ora.
Comauuicou-se a thesourarin provincial.
Dile^Ao director do, arsenal de guerra, declaran-
do h.ver o Exm. Sr. ministro da guerra, cemiooni-
cado em aviso de 13 do crvenle, que espedir or-
den) ao Exm. presi lente do Rio Grande doSul,
para remelter para esla provincia, directamente oa
por intermedio do arsenal de gueira da catauot 300
cortes de madeira aroula cavallut.reqoMItfts peip
aoteceasar de Smc.
lo,BURemXn7a'V!!^r,!L,e;-8Uad0'l*na *"***[ Dilo A diectoria da companhia PernamUc^
StZnZS "n')0r,nc,a **>*<>* ^^lu.lMMlilindo por copia o aviso du mioistoo
casde
ahrasa
do sea contrato.
Portara ao agente da companhia das bar
vapor, para mandar dar passagem psra Bh.
Manoel St-verino e Man .el Jeronrmo, e para o Pa-
ra a Domingos l.ourenco e Prudencio Antonio, que
liveram baixa do servico do exercilo.Parlicipou-
se ao rnarechal commandanle das armas.
28
OfficioAo Exm. presidente das Alagoas. acen-
sando recebidu o exemplar que S. Exc. remellen do
regiriamenlo provisorio da commitsao central de sa-
lubridade publica creada, naquella capital.
DiloAo mesmo, remetiendo por copia o ollicio
em que o direcior do arseual de guerra dechra ot
da marinha de 13 do correnle, acerca da demarca-
gao e balizamento dos porlot onde leem de locar as
vapores d'aquella companhia.
Dito A cmara tauuicipal do Rectfe. approvan-
do a arremataba* que fez Jos Machado de Mello ,
por lempo do 10 raezes e 15 dias, dos alageos* da
casa da ra da Florentina, pertencenle ao patrimo-
nio d'aquella cmara.
Portara Ao agente da companhia dos paqoetes
a vapor, para mandar dar passagem para o Para
por conta do governo no vapor que se esperajdo Sol,
a Bernardo de Castro.Jque leve baitj do servido do
exercilo.Participcu-se au marecJxaMBataodante
das Irmas.
E sem esperar minha respotUMroltou para a h
podara com a mi aBjtiada nlaaVonle como qu
combina profundamente algatn plano difficil.
Lu insiante depois de minha vol'a a posada, re-
cebi afeita do alcaide. O pobre homem eslava ba-
uhadu'm uor, com lana pressa viera. A idea de
um coofliclo prximo e ioevitavel que destrua lodos
os resultados de su poltica conciliadora e medrosa,
mudara em cores lvidas as rosas habituaos de sua
tu.
l'a/.ei-aae fallar j ao seor ofiicial, amigos !
diese ella ao* cavatleiros lureando ai maos com gestos
i sido comaos em 'iloaco menos grave.
i hosflBfsai
queMn
i, re- em se
movimento de hombros cheio de bondade, como se
fossemusa-mu natural.
H verdade, euhur, respond ; mas ellas nao
tem as lerriveis conseqenrint de Meu Dos, que fazer '.' que fazer .' lornou o al -
caide. Mas perdoe-me, ouvi dizer que o senhor of-
iicial tinha a nlenco de fazer responsaveis at quin-
te pessoas que mandn prender como refens, e diz-
se com terror em loda esta povoacao que ao menor
signa! de huslili.lade vossa senhoria executara suas
a mea tas.
Ah I diz-se isso com terror, em Callados ? O
senhor da-me boa noticia, he justamente esse o re-
sultado que u esperava, mandando fazer laes pri-
soes, e por Dos 1 ell-s tem perfeilamenle razio de
temer, polt se suecumbirmos, meus cavslleros,
refens e ea partiremos em cumpauhia.
O temblante do alcaide tomou orna expresso de
susto mal dissimulado por um sorriso.
Vossa senhoria faria isso ?
Dou-lhe minha palavra !
Mas perdoe-me, seor ; os lentimentot de bu
manidade quecaracleritam 13o eminenlemenle os
offleines francezes...
Bata, interrompi vivamente, o senhor nao lera
mais o direilo de invocar esses tentimentos que le-
mas praticado era demasa para com os Hespa-
nhoet.
Mas, dase o alcaide balido sobre esse poni, e
com urna hesilacao nalural i >ua posillanimidade,
mas. sabe que nao respondo pelo bom exilo de tal
meio '.' Ha multas cabecas mas em Callados, e pode
receiar-se que a certeza de lazerem fozilar qunze de
seus concidadaos, qunze dos mais ricos sobretodo,
nao soja consideraco sufflcienle para dele-las quan-
do hoaverem sentido o clieiro da plvora ; nao res-
pond) por isso.
O aaa>or nao tem de (responder por noda. dit-
se-lhe eu com altivez ; aqui nesla hospedara resis-
-1 fl Callados e aos gtiemlheiros lodo o lempo ne-
io para ter soccorrido. Veja estes bravos que
templan), e que o cotuprehenderam, conlinuei
.ando-lhe o braco, veja se he o rondo que l se
seus semblantes Ah os Cstataes tem ama es-
pecie de corasem que Ibes he propria, saDOro sor-
prender e assassinar ; mas njo lem nosa coragem
franceza, lio terrivel quando he mistar vencer, e Uo
serena quando resla morrer.
Ah meu Dos repela o alcaide, aquelle
bandido Benedicto < Foi aquelle perro'que altrahio
a maldicAo sobre Callados.
Durante esse dialogo, eu tinha conservado quati
I lodo o meu sangue fro ; mas a case nome que vol-
RespoMi-lhe lo pedido dando dout pasaos ao seu I lava inresstanteraenle a bocea do alcaide, e sempre
rtsva (So perturbado que nao linha- com um eslremeciraenlo de terror ou de remorso, a
g Tomou-m* as mlot, e aper- esae nome maldito, que trazia-me a memoria a sce-
tou'-as dizenihwii''
Acabo de saber o qie aeonleceu, e vossa se-
nhurit^af em miirpo homem mais desesperado do
mundo. Ah aquelle bandido^Renedicto !
I.einbrei-rae do que pavira dizer da conversarSo
que o alcaide Uvera podfc" anles com o estalajadei'ro,
e do segredo que pareca ajlabelecer enlre elles um
laju mysleriuso.
Sim aquelle bandido Benedicto '. respond fi-
lando nelle um olhar penetrante. Matn o com-
mandanle Devigues, teu filho assassinoo-me um sol-
dado, c ambos evadiram-se, pelo que se nao forem
capturados de novo esla noite, me ennsiderarai des-
honrado.
Deshonrado 1 E como ssnor Todos os dias
semelltanle ficto se roproduz na Despatilla e em lo-
da a parte ; mas Santa Virgen) 1 veem-se exemplos
Tregenles de eyaset outadat.'
E n alcaide acompanhou esta tpressao com um
na sangrenta da uoile de 13, sent aubir-rae ao ros-
to o fogo da colera ; pois urna idea alravessra-me
o espirito como um relmpago. Esse homem, que
eslava diaule de mim curvado pelo uiedo enlao a
meus ps, porqoe nos julgava anda ot mais fortes,
e que se curvara no din teguiule diante de nossos
assassiuos. se a fortuna das armas not fosse contra-
ria ; esse hornera que proteslava incessanlemente
sympalhia pelos Francezes, sem dovida nao ignora-
va a existencia da junta secreta, e a aceo qne ella
exorna em Callados bem como em tocia a Calaltt-
nha. A junta, da qual Benedicto e o filho deviam
fazer par le, combatanos na sombra desde aloma-
da ite Barcelona, sublevava os camponezes, fomen-
ia\ ;r*ris insurreicoes e diriga os pnnhaet e at cons-
ciencias, (cando ao mesmo lempo inalacavel. O no-
me dessa ssaociacto, revelado pela ioscripcao adia-
da no punhal de Pedrillo, explicava o medo que fi-
z^a estremecer o alcaide.
tEvidentemenle, durante a conferencia que
vera enlre este e Benedicto, o etlalajadeiro para e-
vilar lalvez ser preso quizeqa,. amcdronlar o magii-
trado curioso drclarando-lhe'o segredo de sua ahlia-
eao a terrivel junta que esfendia suas ramiftcecoes
pelas cidades grandes e pelas aldeiat ignorada*, 6om
duvida, Bedediclo araeaera o alcaide com arvln-
ganci implacavel dessa skiedade te elle o deeon-
ciasse aos Franeeaaa^aiSjijfaiadn pelo terror que
iiilundio-lhes;sa eU fpT, e pelas ameacas par-
ticulares qne o ex-bBpfo ao deixra de faier. o
raagistradu cabu-a-seTVgairdnra cuidadosamente o
lerriveTiegredo, cuja confusAo provocara, e de qoe
si fizer* voluntariamente depositara. aoduv|dao-
io que esse hornero pudera prevenir com orna pala-
vra todos os aeontecimeutnt funestos que linham
batido, tanto n morle de Mr. Devigne eo astasajnioR
da senliuella, com a sorte de que eslavamos todos
.imea^idos, lomei nelo braca o alcaide, que nao ce*.
sava suas' lamenlafOes, levei-o a parte, efilaodo Dal-
le oro olhar qoe devia exprimir toda a aafona cole-
ra, tornei-lhe :
Eu anda nao disso-lhe todo ; receio moito que
o senhor soja -mais do que cobarde, que seja trai-
dor !
O alcaide perlurbou-s- vhivelraente e de paludo
que eslava ficoa lvido. Eu linha acertado, e ade-
viuhado a verdade.
Sim conlinuei aperlaodu-lhe o braco de ma-
neira qoe dexasse-lhe a marca de meos dedos sobre
a carne, como o senhor leve medo, caln-se cobar-
demente Sendo magistrado e esladdo encarregado
de ama nnsso de paz e de concordia, toa senhoria
nao auimou-te a advertir-roe dos perigos qoe conhe-
cia, e que sua coosciencia impunha-lha o dever de
revelar-me. Eo comprehenderia esse silencio se o
tenhor nos tivesae combatido aberlamenle, pois he
llespanhol e nosto inimigo natural ; mas a dedica-
rn ao seu paiz qoe nease caso Ihe teria feil* honra,
nao he pelo faci de soa cobarda senao orna Inicio
dupla pan com usco e para com seos compatriotas,
a 'S quaes eulreguu ao perigo que ot ameaea. Esse
pertgo o senhor correr lambem ; (ica meu prisio-
neiro desde este instaute, e comparlilhar -da sorte
delta*.
O detaracado lencou-se-me aos ps exclamando ;
Tenha piedad* de mim, tenor official, sempre
amei ot Francezes. Tive medo, he verdade, aaos
que quer ; este tenliroento nao raciocina, nSo ton
toldado Aquelle maldito perro '. mat elle he ca-
paz de vollar aqui, e de exterminar a nos lalos, to-
lo aos senhores como a mim. Vossa senhoria nio o
conhece! Vendo-rae aqoi. t ea nao for fazilado an-
tes, elle pensar cerlamenle que sou seu cmplice e
que vito avsa-lo de que lodas at mas caberas corram
ao bosque ao encontr delle e dos troquleles Es-
loo perdida tilorioso Santiago, vale-me !
No paroxismo de seu terror o miseravel (rabia an-
da os seus sem o saber, 'a
Desgranado I disse-Jhe eu repelhndd-o com a-
versao, pagars caro toas traiees e loa cobarda.
Nesse momento orna baforada de vento trouxe me
um clamor ainda confuso e longinquo.
Ets o inimigo gritei aos meus soldados, os
quaet acabavam de lanzar o alcaide mais morle que
vivo na adega dos prisioneiros ; ansiemos en rece-
b-lot e em morrer briosamenle.se nio formosjpcor-
ridos a lempo. Sobretodo poupem as mueMaes e
nao lancero a plvora ao vento.
Viva o impera lor I viva o lenle 1 clamaran)
lodos os meus cavaileirot coro vof formidavel, qoe,
levou ao inimigo e a lodos aoechot da aldea e dos
bosques a segaran;! de notsa coragem e de noasa aa-
solacio.
(Conf/miar-n-Aa.)
c
I
7



DIMIO CE FERMlBUCCi QUARTA FIRI 5 01 DEZEMBRO GE '855
Officio An Exm. raarerhal coiuuisndante das
arma*, declamado que o inspector do arsenal da mi-
ririha ja taro ordtm para faier embarcar no trans-
porte Legalidade, coro deslino ao presidio de Fer-
nando os oiliciaes, pravas de pret e objecloa que por
S. Etc. forem enviados para o masme presidio.
Dito Ao nwroo, Uizeudo flcar inleirado de ha
ver S. Exc. horneado n teneule reformado Joaquim
Jos do-Sanios Araujo para commandar urna das
lorlillcaeosulo presidio de Fernando. Communi-
uou-ee a lliesouraria de fazenda.
Dilo Ao roesroo, inleirindo-o de haver trans-
ferido para o da t de deaembro prximo vindooro,
a sabida do transporte uucional Legalidade paro o
presidio de Femando. Fizeram-se as onlras com-
muaicac,Oes.
Dito Ao inspeitor da lliesouraria de fazenda
recommendando que mande abonar ao major Sebas-
tilo Antonio do Reg Barros, que vai eomroandar o
iirestdio de Fernando, ao capitn Jo Borro*, teneule Joaquim Jos dos Santos Araujo e
a as alferes|Auguslo Carlos de Siqueira Chaves e Jor-
ge Rodrigues Sidreira que vilo alli servir, os veuci-
ineotes que por lei Ibes competir.
Dilo Ao mesmo, recommendando qoe quiinto
antes nao s fara comprar urna parelba de cavailoa
de carro para serum enviado* no vapor que se espe-
ra da norte ao Eim. r-residente das Alagoas. que os
requisito para o serviro do cemiterio publico; mas
tambera contratar uro cocheiro para o mesmo tim,
devendo a despeza que hover da fazer de ser lay-
>; vincia.
Dito__Ao mesmo, approvaudo rclafSo que S.
S. TBBsettau das casas oumiuerciaes desla praca coro
^Mnaqaalsa therouraria pode contratarsem exigen-
cia de fiadas**, saques de letras para Londres por
espace da tres roem,
Dilo A" director das obras publicas, declaran-
do qoe a thesuararia provincial lem erdem para pa-
yar, a vista da competente certificado, ao arrematan-
te de lereeko laaco da estrada ili ramificaran da
villa. 4s> Cabe, a, inipertouei da lerceira pre'starao
de ata contrato.
Dito Ao iuspeolor da lliesouraria proviucial-
reeontraendando qoe mande adianlar ao llistoorei-
ro pegador da reparticAo das obras publicas roais
4009, visto ter lido nsulicienle a quanlln pedida
para pagamento das desposas ds obrado calcameulo
das ruaa desla aidade ao corrale mez. Commu-
uicou-se ao respectivo director.
Dito Ae mesmo, ioteiranda-o de haver por des-
pacho de 13 do correla jabiiado o Dr. Simplicio
Antonia Mavignier na cadeira de obstrelicia do ly-
co desta eidade, a qual dever ser considerada ex-
tiocta desde o da em qoe lave lagar teuielli.ioie ju-
bilarlo, couUndo-se al M data lampo de Servi-
ces do referido professor.
Portara Mudado admitlir ao serviro do ex-
ercllo, como voluntario, par lempo da Mis simios o
paisano Msucel Francisco de Paula, qoe percebera
alorados vaneimentos que por le Ibe competirn), o
preVoio da 3005. Fiaram-se as necessarias cuffi-
rouoicacOes.
30
Oficio''A o Exm. marechal rnnimawWtlo das
armas, autorisaudo-o a mandar passar acusa ao
soldado do 4" batalhao de arlilharia a p Juvencio
Josa de Franca, que pede baixa aceitando em sea
lugar ,o soldado do roe.mo batalhao Maeoel Cyriaeo
Forreira por elle oflerecido*.
Dito Ao in.peclor da tbesouraria de fazenda,
para mandar entregar ao major Florencio Jos Car-
neiro Hoaleiro a quaulia de 3105 rs, quedispchdeu
como prova com o recibo qoe remelle eom a com-
pra de ama parelba de cavallos de carro, que fui
requesitodaipelo Exm. presidente das Alagoaa pa-
ra o servir.) publico daquella provincia.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha, ap
provaodo n deliberado que tomn de comprar para
foriiecimenlo daqoelle arsenal, ot objeclos mencio-
nados na rularlo que Srac. remet.
Dito Ao presidente da coremiesao de hye,iene
publica. Em vista doseu ufiicio de W deste mez
lenho a di ter-lhe qoe mande com urgencia que o
Dr. Casado l.iroa que acha-se no lazareto e onnse-
guinlemente ja em quarenlena, va a bordo do /'ira-
pama proceder ao exame de qoe trate! em meu of-
liciode bonlera.
Dito Ao juiz de direito interino da primeira
varaacrim<>. Em resposta ao ollicio qoe Vmc. me di-
rigi em 19 do andante, nao s participando que a
sala destinada para as sesses do jury uo edificio da
cadeia de Oliuda se aelia em mao estado, mas laiD-
boro pediudo que designe urr> oulro edificio publico
para que nessa parle possa Vmc. cumplir as rone-
ro* to en magisterio, lenho a dizer-lhe qoe de-
signan o edificio onde esleve a Faculdade de Direi-
to, para o que nesla data expeco ordem a cmara
municipal daquella eidade. Ofliciou-se a cmara
para fajer -prometer este edificio.
Portara Ao ajudanl* da companhia das barcas
de vapor, recommendando que eom urgencia man-
de receber a bordo do vapor Imperador e eolregar
em Macelo a disposicalo do Exm, presidente das Ala-
goas urna parelba de eavallosde carro e bem assim
todos os volumes de medicaruenlos e gneros que
por parle do agente daquella provincia Jos Gon-
slves de Albuqueriiue, ou do inspector da thesou-
raria de fazendaJha- forem apresenlados para terero
esse destino. Wk-se o necesario expediente a
Dlla Ao mesmo, para maudar dar passagem
para as Alagoas, por" conla do governo no vapor
Imperador a Jos da Silva Lima que vai em servico
i aquella provincia em consequencia de requesicio
do respectivo presidente.
1." de dezembro.
OficioAo Exm. marechal commaodanle das ar-
mas, traniratliiido para terern o conveniente desti-
no aa gatos dos desertores Manoel Jos de Santa An-
ua, Antonio Luizdos Sanios, Francisco Jos Msrian-
no a ja I osito no Severao, que veram presos para
estapcoviDcia no vapor Imperador, segunda cofsniu-
iiicou o Eun. presidente do Para. Particip!-k a
este.
Dilo Ao inspector da lliesouraria de fazenda,
comiaanioaiido que apr decreto da 12 de oovemhro
iiltiOM, segundo conllou de participaeflo da aeereto-
ria do manileo da justira de 17 do mesmo mez, f-
ra noaOTJo o juiz de direito Bernardo Machado da
Cunta Doria, para a primeira vara crime desta co-
roar|bFizeram-se as oulras commuoicac,oes.
Bs*d Ao mesmo, remullendo para o fin cunve-
nieala avisos de ledras na importancia de 3709
rs., sacudas pelas thesouraras geral e provincial do
Kio Grande do Norte sobre a desta provincia, e a
favor de Manoel Jos Fernandos Barros e Pedro de
Alcntara Pinheiro.Parlicipoo-se ao Exm. presi-
x dente da(|aolla provincia.
Dito Aa jaiz relator da junta de josli.a, Irans-
millindo para seren relatados em sessao da mesma
junta, os procestos verbaes dos soldados Joilo dellol-
landa Cavaleanli e Joo Ignacio da Rocha, perlen-
cenCes ao meio batalhao do Cear.Participoa-se ao
respectivo presi denlo.
Dito A inspector do arseual de marinha, re-
i'omme.ulanslo que ordene aocommandanle da trans-
porto Leia/i presidio da Fernando, o lenle reformado Jos Cy-
riaeo Ferraira. Parlicipou-seao Exm. marechal
i ommancifinle das armas.
DitoAo commaodaaje do presidio de Fernando,'
declarando que no IraSporle LegalidaUe vao re-
uellidos pora aquello presidio os ele sentenciados
mencionados na rea cao que enva.
Dito Aojaiz de direito do Bonito, remetiendo
por copia o aviso do miniatorio da juslica de 15 de
uovembro ultimo, no qjajMJLatoclara qae ru es-
cravo, Amonio, cnirdeimwBWjtKirle pelo jory da-
quelle termo, nao fui julgado *JJtorecedor d a impe-
rial clemencia, devendo por eJHeqoencia execular-
se a senienca contra o mesmo reo proferida.
DitoAo director das obras publicas, inteiran-
do-o de haver expedido ordem lliesouraria pro-
vincial para que, a visto do compleme certificado,
mande pasar ao arremata ule do stimo lauro da es-
trada da Escada a importancia da primeira" presta-
ralo a que lem direito.
- 3 *
OficioAo inspector da lliesouraria da Tazenda,
rccommendaudo-llie que compre, afim de serem re-
maUdas sar* provincia das Alagos, a disposicao
do raapaclivo Exm. presidente, l carteiras horneo-
pallucas das que cuslaro 1> rs.
DiloAo mesmo, para que, som urgencia mande
comprar afim de serem remellidos ho Ezm. pres-
danle das Alagas, os medicamentos objeclos cons-
tantes da lelacAo que remelle.
Dilo^Ao manilo.-Ilavendo nesla data olliciadoao
presdanla da cammissAo de hvsiene publica para
entender-se confV. S., e em vista de omarelacao
de medicamentos requisi(a das Ala-idas em oficio de 17 do corrate, e declarar-
llie qua js os que tem incouveoiento para esta pro-
vincia, podem ser enviados para aquella, assim lli'o
declaro para seu conhecimento, recommendando-
Ihe que faca com brevidade comprare remmetter
para alli. por intermedio do agente Jos Goncalves
de> AUwqaerque, os medicamentos qoe forem indi-
cados pslo mencionado presidente.
da requisito para ir o mais breve possivel em algu-
na barcada.
* Pode V. Exc. Ilcar cerlo de que sempre me-acha-
ra promplo para o cumplimento de suas ordena, e
para prestar ludossis soccorros de que puder dis-
por ero benellrio dessa provincia.
Daos guarde ele.30 de aoverobro de 185.).Ao
presidente das Alagoas.
IHm. e Btm. Sr. No caso de verificarle a exis-
tencia do cholera nessa provincia, ulgo conveniente
que se eslabeleoa um cordo sanitario entre Per-
uambuco e Alagoas; para o que convido a V. Exc,
aiim da que annuindo a minha lmbranca, se digne
le expedir suas ordens ao commandanle da colonia
Leopoldina, que u mesmo farei au da de Pimenlei-
ras, para que de que si combinen) o melhor
roeio de levar a effeilo essa medida nds limites de
ambas as provincias, nico local, em que me pare-
ce possivel a providencia.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo da
proviuria de Pernambuco 30 de noveinbro de 1855.
Ao Exm. Sr. presidente das Alagoas.,
Aos presidentes do Ceara. Kio tirando. Parahiba
e Alagoas. lluu. e Exm. Sr. Conviudo-sobmet-
ler ii quareulenas as embarcaroes e canoas que pro-
cederem de porlos infectados, e nao podendo prs-
lar-lhes conveniente abrigo o Lameirao em trente
esta eidade, lenho resoUido, em vista do qaa repre-
senlou-meo provedr da saude, insudar para aquel-
lo Clin eslabelecer uro lazareto na ilha de Sanio A-
leixo. Rogo prtenlo a V. Exc. que por Interesse
reciproco dessa e desta provincia, digne-se de expe-
dir suas ordens, para que nao venha d'ahi barcaca
alguma ou pequeas embarcicOe. sem que Iraga um
documento que declare o lugar de sua procedencia,
e o astado sanitario drlle; e para que nao sirva isto
de onus, provedoria da saude daqui dar gratui-
Uroenl cartas de saude a laes embarcaroes que
Tiesta porto sahirem e as que parlirem de qualquer
ponto do litoral, levaro uro certificado da aulorida-
de policial respectiva; convindo porlaulo que o mes-
roo sirva-se V. Exc. de fazer observar uessa pro-
vincia.
tDeos guarde etc. Recife Ti de novembro de 1855.
Criminosos presos na comarca do Limoetru, por or-
dem do delegado commandanle da .orea, volan-
te, desde 6 at 2nto novembro.
Cosme Pereira do Lucena, rnorto.
Juilo Ferr ir a Delgado, morte.
Luiz Francisco do Sacramento, desertor.
Manoel Antonio, tentativa de morte.
Jos Joaquim, morte.
F'rancisco (ionios de Souza, morte.
nnuoi
^ **^0'*-ircu,ar- Ministerio dos negocios da
justics.Rio de Jaoeiro em' 'Si de outubro de
1855.
IHm. e Etm. SrS. M. o Imperador manda
declarar a V. Exc. que de ora em dianle nao deve-
ra dar posse ou fazer entrar em exercicio os iuizes
monicipaes e de orphflos Horneados para us termos
dessa provincia, sem qae elles aprsentela previa-
mente ceVlidao, por onde mostrem que liveram o
rnno de pralica exigido pela lei para a sua nomea-
,a.
Oquu coqsmuiiico a V. Etr. para sua intolligen-
cia a eiecu.aai.
Deof guarde a V. ExcJosf TKomaz Naiuco
de Araujo.Sr. presidenle da provincia de Per-
nambuco. Cumpra-se. Palacio do governo de
ernambuco ti de novembro de 1855.Figuei-
reo.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DS
PERNAMBUCO
CEARA'.
Villa do Jardim 2 de novembro.
Al lioje eslou por saber qual a razio porque esla
parle do Imperio,alias Uo importante por seus recur-
sose proporces ualuraes.nao tem om correspondente
que noticie o que por aqui se passa, em relac.au a
ordem poltica moral.
Ouautos vetes, leodo o seu eslimavel jornal, nao
lenho lido invejadever que todos as comarcas e muni-
ripios, leem ero suas paginas um echo, que palenleia
ao ^aiz os acoolecimenlos que se dad em suas difle-
reutes localidades.' Pota bem! chegou lambem o
da da populosa villa do Jardirn ter o seu pregoeiro
as columnas do graude jornal do iorle, qoe, gracas
aos progreseos da civlliacao de sua provincia e aos
constoutos estofas de Vmc. se lem tornado um ver-
dadeiro mamut popular, que noticia u3o so as oc-
correocias do interior, como as do exterior; de-mo-
do que, deulro em pouco, ja nao lemos uecessidade
de assigna* tfojoraal, se nao o seu ; porque elle
silsfaz a MlMioi>dicOesda publicidade, no lo-
cante aos acoaleelmentes da poca,
A dilliculdjde, porem, esto'em poder este seu
criado desajnpeuhara lareraquebujeseimpOe.acom-
panhaudu ios priusores do eslylo, e uas bellezas da
liuguagem essa pteiade de correspundeules espirituo-
so, que abuudam em seu jornal! Mas, Vmc. conhe-
ce bem o anexim vulgarcada um enterra seu pai
como pode,por consequencia, os seus uumerosos
leiloies que desculpein as seusaboria do pobre his-
Inao que fio|e encela a eropreza de noliciador.
, E para que Vmc. nao diga que son egosta, e que
s curo dos iuteresses da minha localidade, eslrearei
por coiuiuuiiicar-lliecerlos fados pralicados ua com-
marca da Boa-visla, dessa proviucia, e que limita
com o territorio ceareuserazio pela qual eslou
sempre em dia com o que alli se passa.
Euleudo que a juslica, que he a protocolo viva da
sociedade, foi instituida para relicidJde dos po*a, e
08o para seu flagello ; euleudo que um juit be o
protector ualo dos di'eilos da liumaudade, e uio.eu
verdugo : e dahi a cstrauliea, a iudignaro que sem-
pre me causa qualquer aclo injusto que por ventura
he pralicado pelo hornero da lei, por aquello a quem
a sociedade garante um estipendio, para ser o inter-
ventor benigno e recto as diflereutes lides que seJ
agitam no lagar de sua jurisdiccao.
Atienda,pois, ao que ha pouco me foi referido por
diversas pessoas fidedignas. Chegando ao termo de
Ouricory o actual juiz municipal, a primeira func-
c.io judiciaria que exerceu loi fazer uro inventario do
fallecido Ouofre das Coolendas : os baos desse pobre
homeiu cousistiain em tres leguas de torras ridas e
mcapazes de toda a producr.au ; cada orna deseas le-
guas, medidas a' ullio, como quaai sempre se pralica
no sertao, foi avaliada em um coulo de reia, sem re-
almente o valer : o juiz levou de cusas 7005000,
das quaes pagou-se em urna porreo das metalas Ier-
ras, em que vai situar urna fazenda de gados! Ora,
quem nao dir' que ha nisso exorbitancia a mais es-
candalosa !
O 2. feito foi o inveulario do capilao Vicente do
Olho d'Rgna.que orcou em 17:0000; e posto que ua
percepcao das rustas se nio desse regra de propVcIo
comparativamente ao prmeiro; todava, o boro juiz
chuchou 9005 e com mais uro quebradinho que fez
por fura uas pardillas, dizem que arrapan/tara mais
uns OUsOOO rs.
.Nao para ni.lo a historia : falleceudo naqoelle ter-
mo um pai e um lilho de sobrenome Delmondes, fo-
ram feilos os seus inventarios, antes da chegada do
juiz municipal de quem fallo : entretanto, chegaudo
o domen) no termo quiz por ludo ero dia, c ei-lo que
procede a novos inventarios, levando por dons uns
4005, de castas, e pelo 3. ignoro o quantum: note
Vmc. que os herdeiros dos Delmondes resistirn) a
dar de uovo bens a' inveulario ; mas o juiz por lal
modo a lerrou-os, que os pobres nao liveram reme-
dio se nao ceder! Fez mais outro inventario no la-
gar da Varsea. por occasiao do fallecimeolo da mu-
Iber de Ensebio Mendes, cojo inventario moolou a
15:0005 levou de cutas Irezenlos e tantos mil res, e
coro mais um quebradinho feito as pardillas,umbi-
gou uus 208000 rs.
Ora, Vmc. que he jurista, naq me dir' em que
lei, decreto ou regolamenlu se firma essa juiz muni-
cipal, para exigir estas cusas, que parecem fabulo-
sas, e que 13o gravemente pezSo sobre o pobre povo'.'
Como nao receia este magistrado que toas esperlezas
ebeguem ao conhecimento do depulado Mello Fran-
ca, que ja em ama das sesses deste anuo llie fez lio
serias aecusardes .' Sua alma, sua palma! O Sr. mi-
nistro da justira, que olhe para essas trauquberni-
as que medito bem nesses provimentos de lagares
ua magistratura; S. Exc. he o modelo dos magis-
trados; he am ministro esclarecido; deve, pois, dar
de rosto a ignorancia e ma' ndole de cerlos bacha-
relilos, que, mal serviodo para ufliciaes de Justina,
occiipaiu hoje o grave misler dejuizes!
Esla ja vai um pouco exleosa ; na prxima mis-
sva me oceuparei ehiao das coutas c da togjnha;lhe
larei um descripcao piltoresca desles belef Cariris,
um do*1erreuos mais abenroados da Providencia
que cu conhefo !
De pastagem Ihe direi que o nosso Cear por ora
vai salisfeilocom oseo Ilustre patricio, o Sr. Paes
Brrelo ,'Cfaco votos para, que elle realise as boa,
ideas qae nutro a respeilo de seu carcter jasticeiro.
Adeus.
O Jardinentc.
Illa), e Exm. Sr.Acornando recibidos os oficios
de V. Exc. de 17 e 20 do correole.'cuinpre-me res-
ponder qae promplamenle exped erdem para que
fossem salisfellas as requisicOes que fez V. Exc.de
medicamentos e sutros objeclos, aliui de uccorrer a
epUgMa do cholera, caso ah se desenvolva. No
vaplftp* hoje para al>i parle, vai um bolieiro que
V. Exc. requisita, o qual foi justo por G400C rs.
menajes, o mais barato que se achon : vai lambem
urna parelba de cavallos de carro, que cuslou 3105
rs., e 3o alguns volunre com pane dos medica-
"ntos requltilados, enja relaca nao remello ago-
ra porqjsa anda nao me foi enviada da tbesouraria
de fazenda. Pica o inspector apromptando o resto
parahiba.
U) de novembro.
I.h icvi-IIic pelo vapor que d'aqui saino nn dia 28,
e com quanto nenhuma oceurrencia lenha havido di-
gna de mensao, comludo nao quero perder esto
crrelo, lao somonte para fazer-lhe algumas relle-
xoes acerca da sssembla provincial, cuja sessao, urna
das mais magras, impajaficuas e esteris, est a fin-
dar.
Por mais de urna vez lite hei dilo que o Exm. Dr.
Flavlo linha extraordinaria maioria na assembla ;
mas essa maioria uo se acbava sob a direccao de um
rbefe, uao tiuba urna disciplina, e obrava pelos im-
pulsos de momento, porque 11,10 combinava autos
uro proceder sysleraalico. He cerlo qae lambem a
opposir3o, se he que lal nome merecan) os destoo-
tentes, pela frjqueza de suas arguires, por sua fal-
la de lctica, e pela conslnnle coutradicfao, em
No comeco da ses'ao alguns individuos se prepa-
rara'm para uma opposirao forte, em consequenciu,
diziam elles.deser aqaellednulor continuador da po-
lilica rio Esro. Sr. Paes Brrelo, que elles enlen-
diam viciosamente severa na repre.sao dos crimes ;
mas, cousideracOes, naoseibem de que urdem, llze-
ram com que elle, lncatsem uma linha divisoria;
entre aquella ailiniuislrarflo, e a do vice-presideate
profligasaein aquella, e at elogiassem ests, apezar
das reclamarOes do mesmo vice-jiresidente, que, pe-
ranleseus amigos, sustealava ser continuador da po-
lilica Pes Brrelo. Sirvo-meda pabivrapoltica
para scompauliar a oppusir.lo em sua expressao
quando uao, chamara adminitrafo.
Alguns, mais lgicos, nao admilliani lal linh, e
suslcntavam, que apoltica era a mesma, che-
gando alea censurar a facilidade, com que o vice-
presidente ennservava os peusameulos adminislrali-
vos dos dill'erenles presideules, a que substitua,
d'osde a admiiislracilodo Exm. Sj e Albuquerque;
mas esses mesmos calaram-se em pouco lempo a
respeilo do vice-presdeute, descobriudo uns, que
S- Exc. mudara de peiisaiueulo de receule data,
e outros rclaciies inveteradas, que nao ora lcito
romper.
S. Exc. conducen perfeilaiueulc a base d'aquelle
iuexperadu apoio ; porcm, la 1, nao quiz aprovei-
lar-se d'elle, visto que nao podia satisfazer a con-
dic,ao tacita, roas palpavel, curo que Ida era
dado. ,
Como potinco errou, como horoem leal procedeu
diguameulc.
Appareceram as uomea;es de promotores para a
2.". 4., o 5. comarcas. Erro grave administrativo
para meu Zeuho, que, esqaeciJo do que lem fei-
to, e da impussibilidada em que se acha, em qual-
quer administrando prudenle, de exercer cargo pu-
blico, linda empregado quauto era humanamente
possivel para abixar uma d'aquellas promoto
ras.
Foi esse erro imperdoavel, quealirou a lija aquel-
\t grande campeao, que eotendeu puder a assem-
bla pruviuciai tomar coolas i adiniuislrar.au de
actos puramente adminslralivos, laes como a de-
missao de autoridades policiaes.
Emum requerimenlo, viruleulameule susienla.1
embora com vanlagem combalido pelos amigue da
admiuislracao, especialmente pelo Dr. Olinlo, que
condece a palmos aquelle oixinAo, pedio elle os do-
cumentos, que ua secretaria existan) contra as au-
toridades de Suuza, sem designar poca.
1- uram os documentos, d'esde a poca da asceucao
do partido saquareiua, nao ludo o rol dos crimino-
so! capturados pelas ultimas autoridades policiaes
por haver sido pedido 4 polica.
Agaslou-se o Mzlnko porque entre esses docu-
mentos iaro alguns contra o j-juiz municipal de
Souza, roaadado responsabilisar pelo governo geral
pela deaprouuncia dos criminosos do brbaro assas-
siualodo Peregulho ; mas, pergoulo, aquelle juiz
nao foi auluridade em Souza, depois da ascencao do
parlido saquarema t Nao necessitava elle de uma
opportuuidude de jusiilicarao 1 Nao foram os docu-
mentos a suas mos? Nao podia escollier os qae
quizesse, e calar os que Ihe lizesse conta Isso se-
ria sem duvida melhor do que a deleza, que
fez.
Osdocuineotosestimalaram cocegat auligas,que os
escrupulosos chamam remnos, e pague o secretario
pela recolta da coiucieucia....
Foram tambero os documentos, que convinda ao
meu lezinho para censurar a aJbiuislracSo, pela
demisso de ornas autoridades policiaes. Esses docu-
mentos rezavam : Que uma d'aquellas autoridades
protega ato criminoso, uo Rio Graude, a ponto
de escmer'uma carla(quj*jjajjsto entre os documen-
tos) ao (jKiioso, lembrantjo orna accoinraadarao em
qaeso-pfci)u dinheiro, em contequeucia da qal ru-
gir do Rio Grande dilo criminoso, premellendo,
que elle uao lomara aquelle lugar : Que sendo pre-
so, mezes depois, dito crimiuoso em Souza, por uma
torca de linda do Rio Grande, que irazto ama pis-
catoria, ecousenlineuto do governo dWa provincia
para alli ulrar, as autoridades damlllidas lomaram
o preso sob sua guarda, Dio consenlin Jo qM ella o
couduzisse a prele*U> de que a preeatoria era falsa,
e a forja, apezar do altores e corneta fingida de li-
nha : Que tres dia*depois vindo u proprio subdele-
gado, que promovea a prisao, coro documentos os
mais formaos, requisilar a entrega du crimiuoso, j
o encoutrou fgido: Que a. autoridades do Rio
Grandeldo Norte se qaeixaram u'esie escndalo ao
Exm. vice-pcetideule. De lude isto conclua o meu
Ze;mAo, que* administrarlo v1#eooservar as au-
toridades, que tal praticaram.
E o que mais he^depoitde esgo&r-sa em imputa-
rles odiosas, em insiuuarC.es proprias de sua iodole,
em calumnias as mais asquerosas, quando se prc-
paravam para responder-lhe alguus dos depalados,
que sabamos fados, que lindam promeltido res-
pouder, que linham sido por elle arrogantemente
emprasados pura responder, e entrar em nma dis-
cussSo ampia, elle conriue ana catilioaria peJia-
do a retirada do requerimenlo qae foi rio-
lada.
Uma fuga vergouhosissima d'eslas acredito ao in-
/etii, que a Caz ?
Foi esto o holocausto, que olTereceu o n. 15 do
ParaMbano ao Exm. Cosa Pinto as seguinles pa-
lavratFoi nolavel o geral con ten lamen lo e ale-
gra, que reiuou n'assembla ; e para prova d'islo
foi retirado da discussao um requerimenlo, qoe pe-
dia ao Sr. vice-presidenle varios esclarecimenlos,
ic
. S. Exc. apreciara devidamenle essa ollera, que
roais approveitou a quem recuou da discussao com
roedo das revelarnc, qoe podiara afparecer.
Nao deve pasear desapercibida a mesquinha insi-
nuarao, que segaio a jaculatoria Estando a casa
com 26seuhores depulados, smenle 3 volaram con-
tra a retirada, que fot indicada (nao pelo Sr. Meira
Snior, como diz o Parahibano,) roas pelo meu 7.e-
sinho. Dos 23 seuhorai que votaram pela retirada,
poucos u fizeram por adhereutes aos improvisados
opposicionislas a liitguh-a, e muitos, para fazer ces-
sar ama discussao odiosa.
Os tres seiihores, que votaram contra, o fizeram
porqoe queriam respooder, porque linham sido
convidados, e desafiados para a discussao, porque
queriam pulverisar as calumnias, e responder aos
calumniadores, porque um voto em sentido con tra-
rio, seria iodiaaliv de medo da discussao, seria
uma miseria de que sao incapazes.
Fique o ParaMbano com o resto do seu arligo,
que bem justifica sua imparriadaie....
Quebrada a corda da Hiignfca, corito galante-
mente se exprimi um hornero espirituoso, ialo he,
nomeado promotor do.la capital o hachare! Joa-
quim doNascimeulo Cunha Lima, contra quem in-
da houve auppor, entendern) alguns que essa no-
meacAo era uma hostilidade do novo administrador.
porque ja eslava elle uo lazareto, a outros oque
melhor quizeram ; mas nao se lemltaram, que al-
guem podia dizer, como disso em discussao o depu-
lado Jos Mara Ferreira, que s esper.incas mallo.
gradas causavain um lal despeilo.
cerlo qoe a iioinear.io leve lagar quando o
Cosa Pinto eslava na quarenlena ; mas tam-
ben) he cerlo, que o jury desla capital linda de
fuucciunar d'ahi dous das, qae os prncessos n8o
eslavam preparados, que u promotor interino im-
|^oz ao vice-pretidjsjnle a sua deroissOo, 011 a sua
'a, e qu
fficil lir
Irar uma pessoa, que quizesse aceitar interinamen-
te a promotoria quando leve de funecionaro jury
de Mamanguape. Al.n do mait, uroa lal nomea-
qio livrava S. Exc. de muitos embararos no come-
co de sua adininistraco.
Os mais sagazes, nao queremlo tocar na promo-
toria, para nao denunciar seu despeilo, fize-
ram cavado de balalha da reaolucao lomada par S.
Kxr. de nomear delegados a todos os juizes mutn-
cipaes, da qual resullou a dfsinorar.no dosSrs. Por-
firio, Aranha, Cunha, e Afi'onso, contra (esto ulli-
mo) na asjemblea se lUerarri graves accutacOes.
Ess medida de S. Exc. encarada como en a en-
caro, nao tem muila joslilicacao : entretanto, po-
rm, que la I vez ella linharazas e inulto justos,
em nada olleosivas aos deaonerados, aos quaes man-
dou elogiar, que o justifiquen).
Eu achu conveniente, quando for possivel, en-
carregar aos joizes muacipaeo as delegacias ; mas
nao reputo necemrio demitlir um bom delegado
para dar a delegada aojuiz municipal.-
O Sr. Manoel Porfirio he um excedente delega-
do, probo, iuleliigcnle e dedicado ; o mesmo, pou-
co mais o u menos, direi do Sr. Cunha ; mas lam-
assembla ; nlo foi por tonto o interesse pblico,
que moveu aquelle alamor e aira despeilo.
Em abono da verdade digamos lambem, que se as
desoueraces merecer eeniaras, aa nomeacues me-
recen) elogios; porque o Sr.Or. Jovila.que tubslitvio
ao Sr. Aranha, o Sr. Dr. Chaves, que subsliluio ao
Sr. Cunha, hunram as uomescoes.
Na assembla o despeno fez dizer, que motivo,
eleitnrae aconselhanim aquella medida ; mas o mes-
mo, que lal aventuro esla convencido dequeo'Exm/
Dr. Flavio perdeu antes com ella, do que ganhou.
Perdeu, porque lirrefeceu a amizade|de doas amigos,
sem que augmentase a dos dout Horneados, qoe nao
uecessilavam d'etta prova de considericao para Ihe
votar eslima.
Elle conheceu perfeitomenle esse resultado,u nem
podia deixar de conliecr; pois nenhum dos demilli-
Jos o guerrea va, ao contrario.
Muito pode o despeRo !,! v
A assembla, como disseo seu orgao, ou, para me-
lhor dizer, da microscpica opposicao, com a posse
de S. Exc, llcoa esttica de prazer ; e al tem, com
prazer, trabalhado mais do quo coslumava. Dos a
conserve.
Nomeuu
ExT i
uma coinmisso para felicitar a S.
oportunamente, visto que ella esto a (indar,
Ihe/arel a biographia, isto he moslrarei os oleres-
ses pblicos, qae ella zeloo.
A saiubridade publica caminha sem alterado ?
mas os sustos crescem, com as noticias da aproxi-
mado do cholera pelo interior.
Erl em Serglpe, segando he publico ; porquanlo
devemos conta-lo quasi com certeza eotre os uossos
flagellos.
Durante o ultimo periodo da ad 1111 nislr 1 rao do Exm.
Dr. Flavio loram capturados vinle lautos crimi-
nosos.
Foi preso cmlPatos preto um de nome Jacintho.cri.
minoso de tentativa de roorle no tormo da Ingaxeira
desla provincia ; assim como pelas mortes perpetra-
das no mesmo lugar em seu sendor e senhora. Foi
remetlido.
O jury desla capital esla funecionando. e estreou
lioniem absolvendo om arrebanhador de escravos,
UJ cheto da tentativa de faga,que no crranle auno pro-
digio a mora de am soldado, e fermenlo grave de
oulro. Nada mais da.
Saode e quanto he bom Ihe desejo, na companhia
de quem o estima, livre do cholera.
PERY.MBICO.
COU.EGIO DE BAHKEIROS.
Comparecern) 32 eleilores.
Presidente.
Teueute-corouel, Francisco Santiago Ramos.
Secretarios.
Capilao, J o.io Carlos de Mendonca Vasconcellos.
Altores, Joso Manuel de Miranda l.ima.
Ktcruladores.
Dr. J cao Uircano Alves Maciel. W
Capilao, Joaquim Cavaleanli de Albuquerque Mello.
1'otario para deputados pmeinciaet.
Receila de 1 a 30 do corr.
Despeza ideas. .
- Isalrlo.....
Em cobre......
nulas......
70
21:804?i056
2:.JO80OO
1038056
19:2019000
19:30ia>6
l'.l:30l056
O Ihesourelro,
Tliomaz Jos da sil ni Gusmao'.
O escrivaoda receila edes|ieaj,
intonio Cardozo de Queiroz Fonsec'a.
emonstricAo do. saldo existente na caixa especial
das loteras em 30 de novembro de 1855.
Saldo em 31 de oatubro
prximo paseado ... 7:9*4500
Receila de 1 a 30 do corr. 515000
Denpeza dem. .
Saldo.
Em cobre. .
Em notas .
H:7gyjo
1:3319500
1WKXI,
7:1448000
7:18-000
7:148^000
OsSrs.
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo
Dr. J0.10 Hircano Alves Maciel
Dr, Antonio Alvos-de Souza Carvaldo
Dr. Francisco de Paula Baplista
Dr. Francisco Carlos Brandan
Dr. Augsajto Frederico de Oliveira
Dr. Joo de Souza Res
Dr. Pedro Gaudiaoo de Ralis e Silva
Dr. Luiz Filippe de Sou/.a l.eao
Dr. Joan Jos Ferreira de Agniar
Dr. Sebasliao do Hago Barros de l.acerda
Antonio Ma'qucs de Amorim
Dr. Theodoro Machado Freir Pereira da Silva
Dr. Nabor Carneiro Beterra Cavaleanli
Dr. Anlonio de Hollauda Cavaleanli da Rocha
Wanderley
Berao de Camaragibe
Ur. Augusto Souza l.eao
Major Floreucio Jos Carneiro Monleiru
Ur. Sabino Olegario I.. Pinho
Dr. Antonio de Msawzes Vasconcellos de Drom-
moud v
Joao Alfredo Correa de Oliveira Audrade
Dr. Adolpho de Barros Cavaleanli de l.acerda
Dr. Arisldes da Rocha Batios
Dr. Jos Mara Mostoso da Veiga Pessoa
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao
Dr. Joaquim Francisco de Mello Cavaleanli
Ot. Ignacio de Barros Brrelo
Professor Joaquim Anlonio de Catiro Nunes '
Ur. Antunn pamiuondas de Mello
Ur. Abilio Jos lavares da Silva
Dr. Antonio dos Sontos Siqueira Cavaleanli
Bt. Manuel da Barras Wanderley I.ins
Dr. Caetano EtletHtt Cavaleanli Petsoa
lr. Courenco Francisco de Almeida Calanho
Dr. AprigioJ. S. Guimaiaes
Dr. Manuel de Albuquerque Machado
Dr. Frauci'co Ferreira Martina Ribeiro
Dr. Joaquim Pires Machado itortella
Dr. Joao Vicente da Silva' Casta
lenle-coronel Joto Valentn) Vilella
Ur. Manoel Jos da Silva Neiva
Dr. Jos Nicolao Pereira dos Sulos
Conego Joaquim Pinto de Campos
Dr. Jos Quiniiiio de Castro Leao
Dr. Francisco Bernardo de Carvalho
I>r. Dellino Augusto Cavaleanli de Albuquerque 14
Votos.
28
28
27
26
26
26
26
26
26
21
23
u
23
23
23
22
22
22
22
22
22
22
22
21
21
1
19
19
48
18
18
18
18
18
Ib-
Id
16
16
16
15
1
15
O thesoureirn,
Tlunnaz Jote da Silta Gusmao
O escrixlo da receila c despeza,
tntnnio Cardoio de Queiroz Fonseca.
Demonslrar.io do saldo existente na caixa especial
das apolices em 30 de novembro de 1855.
Saldo em 31 de outubro 127:6008000
Receila de 1 a 30 do corr. 60:0009000
. ---------------- 187:6008000
Despeza dem. .. .. 9:600*01)0
Saldo.....178:6000000
O Ibesoureiro.
Thomaz Jos da Si tea Gusmao.
, O escrivaoja receila e despeza,
Antonio CarWso de Queiroz Fonseca.
REPARTigAO SA POLICA '
Parte do dia 3 de dezembro.
IHm. eExm. Sr.Levo ao conhecimento de V.
Exc. que das difiremes participareis honlem e hoje
recebidas nesta repartirlo, coosla que se deram as
seguinles oecurreuciaa :
Foram presos: pela subdelegada da fregnezia do
Hecife, o manijo hespanhol James Ferrer, a requi-
sico do respectivo coosul ; e o prelo Luiz, escravo
por fgido.
Pela subdelegara da freguezia do Saoto Autonio,
o prelo Jos, escravo,a requerimenio de seu senhor,
por desobediente.
Pela subdelegela da freguezia de S. Jos, e casti-
gado com 4 du/.ias de palmaloadas, o prelo esrravo
Pedro, igualmente u requerimenlo de seo senhor ;
e a prelo Mara Ignacia, lambem escrava, por se
achar fngida.
Finalmente pela delegncia da Comarca do Li-
moeiro, no periodo deeorrido de 6 al 27 de novem-
bro lindo, foram presos os paisanos : Cosme Pereira
de Lneena, Joao Ferreira Delgado, Jos Joaquim,
Francisco Gomes de Souza, Manoel Antonio, a o
soldado de primeira linha Luiz Francisco do Sacra-
mento, os 4 primeiros portrime de morte, o quinto
por tentativa do mesmo crime, o o nltimo por ser
deserlor.em consequencia do que veio remedido ao
quatlel general tirando os ciernis recolhidos a ca-
deia da sobredila comarca e entrados em processo,
sendo que o segundo j se acha pronunciado 00 arl.
192 do cdigo eriminl
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 3de dezembro de IKS.lllm. eExm.
Sr. conselheiro Jos Rento da Cunha e Figaeiredo,
presidente da provincia.O chefe de polica, Luiz
Cdrlos de Paita Ttixeira.
lllm. Exm. Sr.Levo ao conhecimento de V.
Exc. que das diltorentes participces hoje recehi-
das nesla repartidlo consta que se deram as seguin-
les occarrencias:
Foram prsas : pela sohdelegacia da freguezia da
Boa-Vista, as pardas Maria Joaquina da Couceico,
Mara do Rosario, ambas por desorden), e a preta
Luiza Mara da Silva, por insultos.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 4 de dezembro de I8V). lllm. e
Exm. Sr. conselheiro Jos Benlo da Cunha Figuei-
redo, presidente da provincia.O chefe de polica,
Luiz Carlos dr Paica Teixeira. *
de ambulancias, ele; emfim, mea amigo, augmenta,.
a congrua dos coadjutores, pois he urna perfsita
sinecura lal congrua, leudo elles animalmente de
fazer despezas com suas provisoes, sellos, etc.
etc. Nao falla o que togitlar bem, e de su meta ue-
cessidade pata t fJMvincia.
A cmara mdmcipai tto da ufe exemplos fe
muito amor por ella bella porclo de Ierra.
Nio posso deixar de censurar, meu amigo, um
collume eotre Us havido, que o julgo indecente e
irreverente. Nao sei o que quer dizer acompanbar-
nos enterramenlos o carro fnebre cora carros
deseuberlos, Como seos convivas fossem dar um ale-
gre promenad ao passelo publico, ou a oulro qual
quer divertimenlo : um enterro he um acto, que
alm de ser religioso, he de muito seoiimen-
lo, oa pelo menos deve ser : se esto cosluroe he
para ver-te as convidados, direi que estes devein
acompauharWrisles, e a tristeza quanto mais reco-
Ihida, mais recatada melhor, a nao se ser carptdei-
ra, porcm de carro descoberlo, nudo-te, fumndo-
se, alegrando as vistos, e a todo galope he inquali-
DIARIO DE PERMBIJCO.
*K
Padre Francisco l'eixnto Duarle
Dr. SilvhvsvCavalcanti d Albuquerqne
Padre Anlonio da Canha e Figaeiredo
Dr. I.eopoldino Delfiuo de Abren
Dr. Diodoro I I piano de Almeida Calanho
Dr. Caetano Xavier Pereira de
Padre Vicente Ferreira de Siqueira Varejao
Desembargadur Jeronvmo Martiuiano Figo
de Mello
Dr. Manoel do Nascimento Machado I'orlella
Dr. Etlevao de Albuquerqne Mello Mont
Contgo Francisco Rochael Pereira d Urito 1
deiros -^
Dr. Francisco de Asst de JIKeira Maciel
Dr. Joao Francisco da Silva Braga
l'adre Leonardo Antones de Metra Henriqaes
Dr. Felisbino de Mendooea Vasconcellos
Teneule-corouel Anlonio Carneiro Machado
Ros
Dr. Leonardo Augusto Ferreira Lrma
Dr. Manoel Joaquim Carneiro ds Canha
Dr. Antonio Luiz Cavaleanli de Albaquefque
Dr. Cosme de S Perer*"
Dr. Manoel isidro de Miranda
Dr. Manuel Filippe da Fonseca
|Vgario Nemezio de S. Joao Gualberto
Dr. l.mz de Carvalho Paes de Andrade
Manoel Coelh* Cinlra.
Dr. Jos Rodrigues do Paco
Dr. Jos Antonio Pereira Ibiapina
Tenente-corouel Manoel Lucas de Araujo Pi-
uheiro
Tenenle-coronel Franciw luiz Maciel Vlaona
Jos Joaquim do RegosBarrcu
Dr. Rodrigo Castor de Albuquerque Maiaudao
Dr. Antony. Wilruvio Pinto Baodeira e Accioli
Vasconcellos
llenrique Augusto Milet '
Honlem a larde deu-se sepultara os restos mor-
laesdoSr. coronel co.mmandaulesdo priineiro bata-
lhao da guarda nacional de reserva, Jos Francisco
Mamede de Almeida.
COMMUIGADOS
Espero que me seja isso desculpado, visto qa( agra-
vidade da accotacao ligia o toslemundo depssaoa9
respeitavei* e impareiaes. Funjo me qoU pare-
cer com o qudam correspondente de Marselha, que
nem docuroentou suas asserset, e uem ao asaltas
astignoa sea etcriplo.
lir. Sabino Olegario Luigtro Pinho.
li.vendo o Sr. Manoel Elias de Moura declara-
do uo Diario de Pernambuco 3 do corrento, qae
eu avenlurei uma proposicao menos verdadeira por
ler annoncladn no Diarfo do 1 da dezembro,- qoe
o meamo Sr. Moura havia commigo contratado a ge-
rencia de sua botica, por 509000 mensaes, e que o
mesmo annullara dito contrato por ter aceito o of-
ferecimenlo do Sr. Francisco de Paula Piret Ramo*
Junior.de 3OJO00 lambem mensaes; vou provar
agora qoe o Sr. Moura he quem he pouco verdade-
ro em sua palavra. Nio toi em quanto esulratova
con migo nu meiado de r.ovembro, que o Sr. Mou-
ra recebeu a resposiado Sr. Pires Ramos, qua at'
hoje nenhum contrato fez com o Sr. Moura, a qnsl
Ihe tora traiiMniliiija pelo Sr. Dr. Feitosa, mas ni
ficavel, he nao comprehender-se o que sejam sent- depois de haver justo coromigu em dar-me a gratili-
menlos, ou rldicularisar um acto de linio respeilo.
Os mesmos carros fnebres devem ser feilos como
os do Rio, cobertos, formando ama cpula susten-
tada por columnas ; uma era ambulante : entondo
o mesmo a respeilo das charola, ou sudores das
procisses. Nos nio podemos sopporlar qoe a edu-
va, o sol uos iucommodem, us nao queremos, que
ns nossos retratos eslejam exposlos ao ar, mas anda-
mos coro us imagen* dos santos pelas roas! Em fira,
mea charo amigo, ludo est profanado.
Eu desejaria lembrar ao Exm. Sr. conselheiro
presidenle, que lauto se ha esmerado uo augmento
material, moral e inslruclivo da proviucia, que nao
seria rao que o largo do palacio fosse aformoseado,
com um chafariz e arvoredos, alim de que tornat-
se-se mais elegante o palacio e o Iheatr. S. Exc.
sabe muito bem o que faz, e rae desculpar a lem-
branra.
Vmc. ja saliera do baile monslro que a guarda
nacional da Boa-Vista pretende dar no dia 2 de de-
zembro, Dlo qoe se diz ser um baile solemoissimo.
Aguardo-o, para enljo fallar; eu l nao vou, por-
que nlo lenho uma tela para o peilo, mas serei
informado.
Parece que vai chegaudo, como previa, o termo
da nefanda trapastada dos Africanos : foi preso o
tal do Rio que os foi bascar, e sendo para c re
messado precisamenle se palenlear o 'verdadeiro
criminoso, o Importador de Serinhaem. Dos permit-
a que se descaJve essa infamia inaudita, e' anda
mais inaudito por quererem os verdadeiros culpados
criminar a quero nesse negocio se porloa com tanto
dignidade. Eu bem de proposito leudo deixado de
fallar largamente sobro este tamandu de negru-
ras prevendo o seu desfecho. Veremos se he a
presidencia a culpada, ou as autoridades de Seri-
nhaem, ou se os deslavados (raneantes. A polica
nao durma, nao desanime, deixe fallar e prosiga ;
os negros nao se enterraran), e os senhores de en-
gento de Serinhaem, que mandem explorar suas
mallas para nao ficarcm compromellidos. Agora o
Inglez ficar salisfeilo. Dos queira, porqoe ja he
lempo de acabaos com insolencias albionicas, a-
cobertsdas quasi sempre com a capa do dever, do
governo, da nacao e da prosperidade do genero ha'
mano palavres.
Nao sei de que servio esse recolhimenlo, as Cin-
co Pontos, dos mendigos ; a ponto da Boa-Vista
anda he o asilo de muitos, e os sutdados de polica
crazara-se sem ao menos ouvirem as supplicas des-
res mendigos Ora, viva amor e chova arroz ; ve-
nham os cobres qoe ludo vai bem.
He de Uroenlar que as ras eslejam lodos os diss
18o bem varridas, deixando-se no entretanto as
hpaias onde nio fallam inmundicias para regallo dos
habitantes. Senhores ageoles da limpeza publica,
(ende cumpsiiSo deesas familias, que moram a boi-
ra do uosso Capibaribe, contigua eidade. Meu
amigo, adeos por hoje. W.
Itra
Bes
I Proi
V
8
8
8
7
I,
4
1
4
4
1
2
I
1
1
1
1
1
1
1
. ERRATA.
1 .ra.mo d,a *a,c Pablicad'<' honlem em lugar
deJos Leandro de Godoy e Vascoucellos 87 votos
deve ler-se132.
SNDA PROVINO
fmmediata nomeacJJdiTeclva, equea pedio elTec-
livamenle ; e que muln diffleil liaba sido encon-
i
que
viva, nao inspirava receo, e porcousequeucia nao I bem eolendo, que oSr. major Paula be um dele-
exiga toes cautelas, i gado hooeito, integro activo, e foi maltratado oa
THESOLRARIA DA FAZENDA PROVINCIA!
Demonsliacilo do saldo existente ua caixa do exerci-
cio de 1855 a 1856 em 30 de novembro de 1855
Saldo '-ni 31 de-outubro. 97:88724l
Receila de 1 a 30 do ron. 72:4B9,-)0I6
Ik-piv.i dcm.
Saldo.
Em cobre.
* notos. .
170:3869257
84:950#368
988889
8>:338a(KHl
85:4358889
- 85:43598139
\i Ibesoureiro,
Thomaz Jos da Silea Gusmao'.
O esenvao da receila e despeza,
Antonio Cardozo de Queiroz Fonseca.
Devuoiitlriiro do saldo existente na caixa de dep-
sitos em 30 de novembro de 1855.
Saldo em 31 de ajalubro
p. p. ..*... 265:6379737
Receila de 1 a 30 do corr. 4:3189234
308:6j*320
9:7033231
Despeza dem
Saldo.
Em notas.
letras. .
.
660S000
296:3?>(!i36
29r5:95:
3008
O Ihesonrelro,
Thomaz Me da Silca Gusmao.
298:2930W.
Oescrivao 1
Antonio 'arJM
Dumuiisli aran <|o saldo exj
do calramenlo das u
novembro de 1855.
Saldo em31 de oulubro
prximo passado. .
Receila de 1 a 30 do corr.
Despeza idem ....
'Saldo.....
Ero cobro......
notos ......
1 receila c despeza,
de Queiroz Fonseca.
islenlo na raiza especial
I desla eidade em 30 de
3:9079619
6179720
1509339
1:8759000
1.V259339
.5009000
2:0259339
2:02.V>339
O Ibesoureiro,
Thomaz Jos da Silva Gusmo.
O esrrivao da receila e despeza,
Antonio Cnn'ozo de Queiroz Fonseca.
Demouslracao do saldo existente na caixa especial
da ron.truecan da ponte do Recife em 30 de no-
vembro de 1855.
Saldo era 31 de oulubro
prximo pistado. 21:50458C
RECIFE 26 DE NOVEMBRO.
Hoje expirqji com um numero Ilimitado de for-
quilhas o uosso amavel systema eleiloral Hoje
acadou-se nao sei se a influencia legitima do.pdvo
ou do governo, ou dos nobres da provincia !
Hoje emfim muito gente candela releve o tormo)
despedio-se da tribuna poltica de Pernambuco.
Atire-te urna nova lula, ou un verdadeiro raelhodo
de cleicnes ; qaem sabe he Dos, quem nos desen-
gaara, he o futuro. C por miro lauto me rende
seis como meia duzia, lauto faz dar na Cabera co-
mo na cabera dar : o cerlo he, que o povo sempre
eslari disposto para refereildar com seu nome so-
berano quanlos despropsitos polticos quizerem
pralicar us que anda 'quizerem cuspir as paginas
do uosso livro da* liberdades ; o certo li que o
grande banquete de Indultas nao seri ofTerecido ao
cidadio, ao hornero que a lei apona como apto pa-
ra senlai-se na grande mesa da nacao, mas sim aos
que pela lei eleitoral das predilecjoes forem con-
vidados por cartas de pergamloho I
Sao declamac,oes, sao palavras 00 deserto '! Pode
mas ludo tem om l'un.... eslou muilo velho
ra ve-lo, mas adi estar a posteridade para me
r justira e para execatar os grandes projeclos da
ivideucia. Nao be possivel, que emquanto uns
morrein i fome, outros locuplelem-se n'um frtil
manancial de venturas, venturas oflerecidas pelos
homens, e nao determinadas por Dos ; ubra do
latjpolismo, do servilismo, da ioiquidade, da pros-
Uloirao de nobres seulimeutos, e nao obra do me-
Ro, da igu-al l ide, dos ser vi jos, dos tlenlos e do
prestigio real.. .
Oue lenga-leuga eslou eu aqui a dizer '.' Vala-
me Dos: quera nao sabe para quanto chega a ra-
tugein de um velho'? VSpac. desculpe-me ; bem
sabe que, nao sod iovejoso das merec qua Dos faz
a oalrein, nao me accosu ao padre deste peccado,
e nem sou revolucionario e muito menos ladrador
de om osso ; prqciso muilo que a fortuna me ajode,
mas nem assim apoelarei o argueiro do mu visi-
ndo para nao ver tranca que eia atravessada em
meus odos.
Hoje, sem >jV)der pelo rfeus achaques eoverguei
comludo a japona domingueira e la fui i matriz
de Santo Antonio ver a apurarlo das chapas. En-
tre! mesmo ad rem, quando o orador eslava.dzen-
do aos soberanos eleilores a .... o eu desejo arden-
tomenlu que vos me contemplis em vossas lis-
ias.... o Goslei,.giMtei de lio franca peiicAu, e
quando pela Imprenta se pedeui votos, que mal fa-
zia o orador E deixe l, mea amigo, que se muitos
ab hominibu* podessera pedir de um pulpito votos
para si, nao se me d de apostar que se loosurariam
para poderem fazer o qua fez o arador de hoje, mas
he que me parece que, se o orador nao for dos
pouroses'.-ji/iidoii, embora seja dos muitos chama-
dos, nao arrauj 1 nada : chamado lambem sou eu,
apezar de ninguem, chamado silo lodot, porem es-
Colhidos!... Oh lie preciso am ndo sei que, um
ti-qui-lt-que que. a gente nao lem e uem nasee com
.1 gente, mas que para poderse oble-lo he preciso
mgicalcticaesperlezaegosmoe muila vez
perversidade e tratonlice_; nanje en, que aoles que-
ro roer o mea senleo no meu obscuro alvergue
de Ipojnea com tal ou qual honestidade, do que co-
mer bous nacos de. podim fedeudo de bajulaces,
e parece que Vfjfr, rn",i' Wule professam de mi-
udas crearas a tR'respeilo. He muito feio O
hornero pode respen mesmo tratar com aflabili
dade os grandes fe torrs, mas andar de rattos pe-
los p< alrapalhandn-lhes as pisadas por um sorriso
seu, por um aperlo de ma, uma pilada de rap,
uma chaveiiii de cha.... tib, que eu lambem leiiho
M miuha canluneira o meu cha de musgo, tambero
lenho os meus amigos rsticos como eu, que roe
apertam a mao, liem-se comido o me ofierecem
uma fumaciaha em seu cachimbo, e uma pilada em
seu eoruimboque, sem ser preciso comsnetter eu in-
dignidades.
No sigo lambem o modo de proceder de minios,
que se veudam para nao verem bem depropusvto as
virtudes de mjgrande ; nao, senhor ; dou o seu a
seu dono, e assim tenho-me dado as mil maravi-
llas.
As lisias pois loram um ierro apuradas. O meu
candidato leve pouquiulios votoscolado : o que
vale he que elle lem de agradecer estes pouquinlios
a lodos os eleilores de todos os collegios.
Que do perfidias '.
Meu amigo. Vamos tratar em coasas mais serias
do que em eleirilo : Dominus providebit.
Os futuros deputados muilo leem que (rebu-
diar. Olhe Vmc., lemos (alta bem seosivel, alias
de um pstelo publico, pois he uma vergonha ter-
mos como tal um caes boier.
Deve-se crear quanlu antes pelas comarca! conw
panbiat hygienicat dirijidat por mdicos, foruecidos
HOMEOPATHIA.
Em mea anterior artigo Iratei de mostrar que o
arligo da Gazette des Upitaux contra a domeopa-
Ihia era d.etliluido de fuudamenlo por Ihe faltarem
autenticas provas, que podessem confirmar as asser-
{desneileemiltidas.
Agora compre dizer que te fusse verdadeira a im-
proficuidade da homeopathia no tratamenlo de
lera, nlo daverla o re da> Prussia cNdo um dos-
pital em Berlim para receber cliolericos, e ah se-
rem tratados exclusivamente pWos uieos homeopa-
ihcos ; e nem enderezara a Dr. Marenteller, ce-
lebre homeopalha de Vienua, medico em chefe do
exeicito auslriaco.uma carta escripia por seu proprio
punlio na qual exprima-te da maneira segoinle:
a Ficu-vos muito*obrigado pela recomraendaca
que me tendea feito na vossa carta para dar mi-
li nha proteccao medicina homeopalhica. Tal re-
a coramendac,ao, parlindo de oro medico qae, como
a vos, lem pralicado com successo esta doulrina
eacato de 50*000 mensaes peto gerencia de sua boti-
ca, e assim eslaudo nos contratados, reeebido o S.
Moura o men dipluma, e mandado cmara no dia
22 de novembro para obtot^cenca para dito mi-
uha gerencia ; fadou por Bto o Sr. Moura a sa
palavra desonerando-me dtr/JIa mnaeira do dilo tra-
brlho. O Sr. Pires Ramos al o dia 1 do rorrele,
3 das depois da dala da caria que me dirigi o Sr.
Moura, nao bavia anda aceiladu a gerencia da dito
botica como o decUroo no jornal de 3 do correle,
onde o Sr. Moura nao s diz (altamente o contraro
como afirma ero sa carta qae se acha em meu po-
der, eerislodevido o ler o Sr. Piret Ramos mudi-
Qcadoo honorario primeirameote exigido, reduzio-
do-o a 309000 mensaes, logo o Sr. Moura faltou
verdade.cuja coulndircio he maMfesta lendo o tanto
annuncio do Sr. Moura como o do Sr.Pires Hamos,
que vero na mesma columna rio meamo ZJiorio-de
3 do correle. Filialmente foi no meiado do na d*
novembro pouco maisuu menos,que contrato! Ero
Sr. Moura a gerencia de sua botica.em consequencia
do qae a 22 do mermo mez apresenlar o metmo
o meu diploma cmara municipal para poder ek-
ter a lcenc,a para esla gerencia, e foi a 28 do mes-
nio mez que o Sr. Moura uao quiz mait os meas ser-
vidos, dizendo em sua Carla qoe acedara ao Sr. Pi-
res Ramos por Ihe fazer o mesmo este tervico mi
em coula; porm no 1 de dezembro o Sr. Pires Ra-
mos declarou publicamente que nenhum contraa
hava feito como Sr. Moura para dirigir a sua bo-
tica ; he claro por linio qae para commigo falto o
Sr. Moura a sna palavra, para com o Sr. Pires
Ramos abusoo da sua boa fe, e sabendo alguna dee
meus amigot^de negocio que eu bavia feito eos
Sr. Moura.e sendo exonerado desle irabalho cora lo
pouca boa f. e nao lendo oulro rorio para faaer co-
nhecer esla desoneracao, sean publicando o oecer-
rdo, recorr por'isso a, esto Diario, nio por ter re-
teniimenlo algum, mas sim por eslranhar o proco-
dimeuto do Sr. Moura. Provado pola, como lica a
verdade du facto oecorrido e a razao que me asslste,
eu nao entrara mais era polmica cea o Sr. Moa-- '
ra edeixaria mesmo de Ihe dar esto resposta, te o
Sr. Moura nao livesse dito que en (ora. meuot exato
no que publicaran qae o havia feito movido pelo re-
seulimenlo.
Os Si s. redactores desto Diario com a publlcac.au
deslas linhas rouio me obrigarao.
Antonio Francisco das Neves.
Hecife 3 de dezembro de 1855.
COMMEaCToT"
i HACA DO RECIFE4DE DEZEMBRO AS3
HORAS DA TARDE.
CetacTjes officiaes.
Atsacar mnscavaH
roba.
Frete para o Canal, astucar65i e 5 por louelida.
aLFANDBGA.
Reudimento do dia 1 a 3.....28:678
dem do dia 4. .......29:547
regular29480 29500 por ar-
58:22*527
por um lempo equivalente
o homem, he de poderoso inten
a aquella duulrioa medica lodo
u para seu livre desenvolvimenl
o re da Prussia assim prali
ser assassino de seus subditos.
Se fosse verdade que a homeopathia era
coa no tralamento do cholera, jamis o respeitavei
bispo do Para, animado do mait alio.espirito de ca]
ridade ero favor do seu cebando levara com suj|
proprias maot ji tuas oveldas desvalidas os soceos*
ros da medieBHemeopaUica talvaudo com tsas
dsut QlinilesVni os desventurados eufermot,
Ninguem dir que o venerando pastor, Uo illutlra-
do como be, se deixasse dirigir por mero capricho
em am negocio que poda cumpromeller avida dos
seas semellientes. Sem duvida o virtuoso hispo do
Para nao quereria ser assassino de sna* ovelhas-
Se nao fosse mseravel calumnia o artigo da C,a-
zette des Hopitaux jamis o Exm, Sr. desembarga-
dor Joaquim Teixeira Peixolo de Abreu e Lima em-
pragaha a homeopathia no tratamenlo d /aa fa-
milia atacada do cholera na Baha, com lio feliz re-
sudado, que em uma carta a mim dirigida se exprs-
sou da maneira seguinle :
Por occasiao de me seren precisos os. medica-
menlos homeopticos da nota inclusa, palfccipo-
Ihe que o nosso systema tem aqui salvado, bai-
xo de Dos, mulas vidas, apezar da grande guer-
a ra, que uesla torra clstica da allopalhia, seexer-
ce atrozmente contra elle. Em miuha casa tenho
tratado a lodos com o mais feliz resollado, e cada
vez tico mais. roaravilliaJo dos prodigiosos clleilos
a das dotes mnimas, etc., ele.
Sem duvida o Exm. Sr. desembargador Peixolo
nao quereria ser assassino de sua familia. E assim
lambem o Sr. Horacio Urpia, negociante do Rio de
Janeiro, que, segundo se l no Diario de jftrnam-
bwo de 28 do corrale, acaba de contratar um me-
dico homeopalha para ir a Sergipe curar a ti pola-
laclo dos navios consignados i toa casu aquella
provincia, e igualmente a pobreza atacada do clo-
lera.
Os leilores do Diario de Pernambuco etlarao lem-
bradoi qae o correspondente de Sergipe em tua ul-
time missiva publicada em om dos nmeros passa-
dos, queixando-se amargamente, e com (oda a ra-
zao, da imprevidencia do vice-presidenle daquella
provincia, affirmua que a homeopalhia se lem mos-
trado efllcaz embora applicada por pessoas cuiiusat.
Ora, se as roaos de pessoas curiosas tem ella sido
o instrumenta da Providencia para salvar os enfer-
mos, como se lefera audacia de asseverar em ama
gazela medica que as mos de um grande medico
que lano lei) concurrido para seu desenvolvimenlo
e brilho sofireu ella um graude desar ? Na verdade
os toes allopallias perdern) o juizo!
A' visto pois do que leudo exposlo ninguem po-
der deixar de concluir qoe o desgrarado artigo da
Gazette des Hopitaux contra o Dr. Chargc, e contra
a homeopathia no tratamenlo do cholera uo passa
de om desses embustes coro que os nostos inimigos
costumam incommodar-nos, e de uroa perfeila zum-
bara ao bom sent do povo.
D o povo a esse arligo o crdito que merecer, na
certeza de que. te quizer previnlr-se do nial oa cu-
ra-lo com prouipddao, m ua homeopalhia encon-
trara os meios necesarios para couseguir esse em.
Ou a vida ua domeopaldia, ou a roorle uas surras
de ortiga.
Em defeza da medicina homeopalhica fui abriga-
do a rilar nomes afim de provar minhas asserses.
Uescarregam hoje 5 da dezembro.
Galera ingieraHermionmrcadorias.
Barca iugleza tugustasal
Barca porluguezaLigeirasal.
Brigue suecoPrins Oseartaboado.
Patacho portuguezBrilhantediversos gneros.
trale braaileiro Ohndacharutos e famo.
Hiato americanotmmafarias de trigo'.
Imporlaca o.
Patacho porlagoez Brilhante, vindo do Lisboa,
consignado Domingo! Jote Ferreira Cumiaran,
inanifetlou o seguinle k'
,50 blrris cal ; a Machado liGuimaraes.
1 caixole vidros ; a Fonto & Ir mao,
3 caxas. I paqole, 1 gamella a I eneapedo cera ;
a Jos Pereira da Cunha.
3 caixas imprestos ; a Miguel Jos Alves.
I dito ditos ; ae padre Ignacio Francisco dos San-
3 liarris vinheVa Isaac, feurio & C.
50 barris cal, 140 barricas farinha de trigo, 776
mullios cebolas,400 ce-los batalas,62 barril peixeem
(almoura, 17 potes bsnha de porco, 2 caixas choeos-
le. 10 barris chouriras, 1 ca linda mermelada, 7
nieias barricas erva-doca, 9 barricas noses, 43 barris
figos, 5 ditos paios. 40 cestos eastanhat, 25 barris vi-
udo, 3 caixas queijos, 5 pipas vinagre, 70 barricas
farello, 2 caixas cha ; a Domingos jas Ferreira
Guimaries.
10 barricas farinha de Irigo. 1 fardo pensares ; a
ordem.
\. 100 barril cal ; a Antonio Jos Coimbra Guima-
res.
jM caixinha balance; a Vicenta Aires de Souza
Carvalho.
50 barril louciubo ; a I.uiz Jos da Costo Ata
rim.
3 barrica cera ; a Thomaz de Aqoino Fonseca ,\-
Filho.
() Eni um opsculo, que acabo de publicar con
tra u cholera, Uve occasiao do fallar no Dr. Maren-
zeller, rilando o fado de haver elle dado medica-
mentos homeopalhcos a 150,000 pe-toas para pnji-
venir o cholera com tsalo Iproveito que oetn uma
16 ehsfou 1 cahir doente.
25 barris vinho, 5 pipas vinagre, 5 barris BUos. 3
caixas queijos, 70 barricas farello, 2 caixai
moldo! ceblas ; a Jos Baslisla da 1
nior. '
CONSULADO GERAL.
Rendimenlodo da 1 a 3 .... 6:3109728
Wjjb do da 4.......
10
a09o9i!2
DIVERSAS PROVINCIAS.
Heuiliineulodo dia i a 3 ....
dem do di S ...... .
74s5ii300
41038
798338
RECEBEDORIA DBKENDAS* 1N1BRNA GlT
RAES DE PERNAMBUCO.
Renriimenlo do da 1 a 3 1:9139084
dem do dia 4....... '
2o681iJ0<
-
CONSULADO PROVINCIA-
Reudimento do da 1 a 3. ... 7:0779982
dem do dia 4 ...... 2:8659227
9:9439209
PAUTA
dos preros correntes do atsucar, algoto, e seers
teneros o pTtiz, que se despacham na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 3
a 8 de dezembro e% 1855.
As-mar em caixas hraiico!.- qnalidade $ 9
2. 9
i) i) o mase......... 9
i) bar. csac. bramo....... 396OO
" mascavado..... 294011
)> refinado....... 3$KU)
Algodao ero pluma del." qualidade .' 5911X1
o 2.* a s .55000
em caroco. a, ,
Espirito de agurdenle
Agurdenle cachas}**.
i) de canea .
u rcstileda .
do reiuo .
caada
"
i.
4

I
Arroz pilede-duas arrobas um i
" em c.........
Azeile de mamola^......
n inendobrim e de coco
1 o de priie.......
Cacau t% .'.....
Aves araras .......1
i papagaios......'.,
Bolachas............(
Bscoilos.........'. .
Caf bom............
resslolho..........
com casto.........
o uido.........'. .!
Carne secca ..........
Cocos com casca........
Charutos bous.........
ordinarios......
regala e primor .
Cera de carnauba.......
em velas ........."
Cobre novo mao d'obra .....
Cuuros do boi salgados .....
i) verdes. ^.........
1 espixades '.....
> de onoa ........
cabra curtidos .

' : "'-:,:;^-'''



I
.
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ID
alqueirc
1
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alq.
Doce da alda .....
feiaba........
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)*..........
Eslpa acUnal........
%riraqgaini, mi d'obra
Eepanadores grndes......
pequeuos.....
Fariuha de mandioca.....
i> milito.......
ararula ......
Feijao.............
Fumo lyai..........
ordinario ........
a era (alna bom. -.....
a a ordinario .....
"> rwtolho......
Ipecacuanlia..........
(,omma............
t.eugibre..... .....
Lenha de achai grandes......cenlo
pequen-...... n
a a b toros.......
l'raucitas de amarello de S Miado uiua
o louro.........
Costado de amarello de 3Jf#J> p. de
ce 2^ i3de^ .
de dilo usuae*....... -
Costadinho dedilo .*....... ,
Soalho de dilo........... '
Ferro de dito...........
Costado de louro.........
Cosladioho de dilo........
Soalho de-dito.:.......... u
Forro de dilo ...........
a a cedro ......... i>
I oro de lalajub i.........quiulal
Vajae de parreira.........duzia
-aguilhadas........
a quiris.......... n
Em obraarfodanle sicupira para c. par
- eixos a b e
Melaco..............
Mtlho..............
Podr de amolar........
filtrar.........
b rebolo--........
Ponto* de bol..........
Hoane.i.. ............
Sel oa vaqueta.........
Sebo em rama..........
Pellet de carneiio.......
Salsa parrilba ..........
Tapioca.............
l'nha* de bol..... v.....
Sabao ............
Esler* de parpen.......
Vwjre puu..........
Cabecas dMachimbo de barro.
DIARIO OE PERIAIBUCtt QUIRTI FEIRA 5 DE QE2EMBR0 K
S200 Silva 164, Anlouio Botelho de Agolar 384, Frsti-
160 el>co de Sooza Mello 2169. Jos Joio Barbosa
360 3580700, Francisco de Paula Cavalcanli 689300,Joa-
>280 qoiro Fraucinco do Reg Cavalcanli 55j>500, Jos
13380 l.eandtosje Mello 6 J8S(K). ..taeoel Cabra I de Mel-
190GJ) lo 2131900, Francisco Antonio de Sauz 17, Albi-
29000 no los dos Sanio 87*301), Manuel Sebasliao e Ma.
1*000 noel dos Sanios l.iroa 21*100, llenriqoe da Silva Lo
1*600 b 199100, Joao Romo de Moura 56*, Clemente
2*500 Alvesda Cunta tlje20;letlras--Jus Alexandre Fer-
:l*300 reir 103*300, Braulio Rodrigues Teixerra 43*200,
6*100 Antonio Soares de Soma 83*100, Mauoel lavares
10*000 Pacheco 133*300,Pedro opcalvesda Rocha 163*700
6*000 Felicio Iiebler dos Rcis 237*800, Joaqun) Lopes da
8*000 Silva 2S09900,Joao ludro Porlella 188*900, Ma-
jgOOO noel Vieira da Costa 477*180 Cetario Quioliliano
43OOO Btela Manoel Vieira da Costa 108*080, Miguel Pe
38*000 reir CeralJea 1:059384;conto de Jvros Domingo
3,000 Rodrigue Jacobina 23*900, Luii Jos da Roch
1*500 Conalo Jos Leile lOli, Joao de Andrade Ra
2*100 P 160-, Jua V Coala Hibeiro 131, Joio da Cos
^00 U Barbalho 198*400, Maueel Pacheco 284*600, M-
10*000 "'?* Andrade Cabral 78S80D Jos Ignacio de Me-
18*000 de'rw 347;, Vicente Ferreira Raposo 540*800, Can-
14*000 did0 Pereira Leite 235*300, paflre Jos Tlieodoru
Cordeiro 306*, Mauoel Rodrigues Lima 27*700, Ru-
;MttOO lino Gomes da Fonteca 33*900, Frauciaoo da Cosa
10*000 Arruda e Mello 4a, jloaqiiim Marques da Silva
8*000 'GO*. Bartholomeo Ferreira 36, Antonio Lopes-Pe-
69OOO 'e'ra de Carvalho 24*400, Anlouio Jos de Brilo
39500 03*200, Francisco das 'Chaga* 24*700, Joaquim Re-
cauada
alqueire
urna
cenlo
inolho
meio
9
urna

6
ceuto

urna
n
millieiro
7*000
6*000
3*200
2*000
3*000
J*280
1*600
1*920
1*280
44*000
20*000
9220
2*000
5)640
6*000
9800
4*000
*30
2*500
6*000
9240
17*000
3*000
*210
9120
9160
30*000
5*000
MOVXMENTO DO PORTO.
t/mio.i entrados no Ha 4.
Valparaiza70 dius, barca ingle Achraae, de
mi toneladas, capitn Croes, tfquipauera 22, car-
ga Me e mais seeros ; ho capillo. Condux 6 pa
"*'' Velo refreacar e segu par Londres.
Rio d Janeiro25 dias, barca americana Ceneral
Greeoo, de242 tonelilas, cepiao J. R. avidson,
oqaipageiu 10, em lulru ; a ordetn. Ficou de
quiienlena por 10 da*.
^JJ^dia, brigue porlugnex ilmperadorn, de
10 toneladas, eapiUo Antonia de Sonta Morei-
WiJMipagem 13, em lastro ; a Nov.es & Com-
a, licoj de quarentena por 10 dias.
Po2?~*8 d'**' brie porluguet Trovador, de
2b\> tonelada, cipito Joaqun) da Aievedo Cana
rio, equipagem 15, carga arcos e mais gneros ; a
Barroca 4 Compiuliia. l'assageiro, Jos Marlins
aet, Joaquiin da Silva, Joaquiro Uoocalves,
Joaquim de Oliveira Mai, Thonuz Lobo, Manoel
Jos Barbota, Manoel Fernando, Autouio de Oli-
veira Lope*, su seuhora e 3 (ilho, Antouio dos
Saulo, Francisco Jos Marques.
Lisbol28 dias, brigue sueco Guslat Melinu, de
14 toneladas, capillo A. L. Luudberg, equipa-
gem II, em U-Iro ; a ordem.
Bnenos-Avres30 di, barca hamburguesa Elia,
de ta fneladaa, eapitn Adolf Melsen, equipa-
gesai 15, m lastro ; a Bieber & Companhia.
. Naetoa ntido/ no intimo da.
ParahibePolaca hespaoliola oChristioav, capilo
Salvxdor Cro CelOl-Gilerii iuglea uGolconda, eapito I". J.
Millar, carga a mesma qne trome. Suspendeu do
lameirso.
LiverpoolBarca imericana Mnrtlu Annu, eapito
Manry Babeoek. eaasja '
e portos iulerme"lios Vapor brasileiro To- /,,,;
canllna, commandaote o capftao de fragata Man-
cebo. Passageiros, Francisco Gaodepcio da Cos-
ta, 3 ex-praras.
EDITAES.
- Pela recebeinria de renda internas geraes se
declara qeji* crrenle met he o ullimo para peg-
i Imposlea do anno de 18541855, a saber:
rende i prnprioa naeionaes, foros de lerrenos de inlervallo de un inmuto.
drigues da Silva 34*100.
E maissenao conlinba em dila rclarilo, e sendo
por parle dos justificantes produtidas suas teslemu-
uhas e sellados os autos, furam pnra a concluso do
dilo men antecessor,o qual depois de ver.ler e eia.
minar deu e proferio a seulenr,a do Iheor seguinle :
Julgo por senlenca e cosas \i juslilicacao fls. e
maudoque se proceda a cilasaoedilal na forma re-
querida. Recite de julho de 1855.Custodio Ma-
noel da Silva Guimaraes.
E mais se naocontinha em dita senienga em vir-
tude de qual o esenvo que esta subscreven mandou
pasitr oeyrcsenle, pela qual e aeu iheor se cliami, e
cita a lodos os devedures declarados na relacao ci-
ma transcripta para Ocarem sientes do conleudo da
pelifao e termo de protesto j.i dilo, com o prato da
lei, pelo que toda e quaiquer pessoa,prenles e ami-
go do ditos devedures os poderfto fier acienles do
que cima tica eiposto.
E para que chegue do conliecimenlo' de todos
mandei'passar edictos, que serAo fliados nos lu-
gares designados no cdigo commercial, e publicado
pela imprensa.
Dadae passada nesla cidade do Recite de Per-
oambuco aos 30 de oulubro de 1855.Eo Francis-
co Ignacio da Torres Bandei/a, escrivao interino tu
escrever.Anselmo Francisca Perelti.
declaracx.es
U lllin. Sr. eapiUo do'porto, eru*Jumprimeulo
do disposlo no aviso circular da rcparlii.ao da mar i -
oh de 26 de novembro ullimamenle flodo, ao qual
refere se o ofllcio do Enn. Sr. presidente, dalado de
bonlem, manda dar publicidade aos sele exemplare-
abaixo dos avisos sob nmeros 19, a 25 feilos aos na-
vegantes, receidos do almiranlado britnico, e de
Trinily pelo cnsul gefal do Brasil em Inglaterra.
Capitania do Porto de Pernambueo 29 de novem-
bro de 1855. O secretario, Alexanire fodriguee
dos Anjos.
E.u Jos Agoslinlio Barbosa, ciliada brasileiro,
liaductor publico e interprete commercial juramen-
tado de orar,, etc. Certifico que me foi aprsenla"
do um documento impresso em ingles, o qual, a pe-
dido de p.irte, IraVuti para o idioma nacional, e dit
o seguinle :
TRADUCCA'O*
friso aot navegantes.
Netneeo 19.
Estados-Unidos da America.
Pharol do Brcaktcaler Delauare.
A repartirlo des phares nos Estadus-Unidos pu-
blicou os seguinles avisos :
No dia 10 de maio prximo de 1855 a aclnal luz
encarnada lisa do Breakwaler Delaware, sera descon-
tinuada, e em seujlugir collocada omaJu de Fres-
neldaquarla ordem, muslrando uina luz branca
por. fuzis.
*
Uta,' Cleveland, Okio.
Foi collocade^Mh novo aparellio de illumiuacJo
oa baliza em CUvelaudAMM*o lago Erie, e.a luz
estar aceta desdo o pfal 6 nascer do sol, desde a
abertura al ao eucerramenlo da uavegaco.
A luz ser produzida por um apparelho caladiop-
trico da'quarla ordem do ivslema de Fresnel, mos-
trando urna luz lixa com um fuz.il brilhanle com um
marinha, decima addiciooal das corporales de mi
mora. Imposto sobre tojas, casas de descont, ele,
dile.sobre casas de movis, roupas, etc., fabricados
em pa Mslrangriru, dilo sobre barcos de interior, e
a) escravos, lindo qual se proceder e ce-
braiieei sneculiv. Recebedoria de Pernambueo 1
de deztsatro de 1855.O administrador,
taManoel Carneiro de Sonta I,cerda.
.rao Kriinciico Perelti, commendador da
i|bai Ja Rosa, juiz do direilo especial
de comnserelo por S. M. I. e C. ele.
Fajo saber aos ine a presente casta de editns vi-
rem.que por parlo de Francisco Rodrigues da Cruz,
Jos Jos* i da Silva Maia, Bernardinn Francisca
i Campos e Jos Francisco de Lima, fot'
feila a pelir,ao do Iheor seguinle :
Francisco Itadrigues da Cruz, Jos Jeaqurm da
SilvsJIMa, Beroardino Frense de Azeveda Cam-
qps e Jos Francisco de Lima, todos procuradores
bastantes de Joaqoim Francisco de Azevedo. e bem
"sjj* de Anee Maria da Cvnccicao e de Manoel da
Coala Araujo, usga mullier Joaqaina Maria Rosa,
lierieiros de aeu fllho e irraao Antonio Joaquim
da Aievedo, qaa ral eslabelecido nesla cidade onde
fallecen, existindo algnmas dividas activas, perten-
centes s ajesma Intrnea, as qnaes sao provenientes
de lettras,%rgaceta de conlas de livros, como se
v'.da ola junta em que se achum declarados espe-
ciftaadameme n< nomes de lodos os devedures,disne-
se de mandar lomar pot termo o protesto que fazem
em nome de seu; coufltninles.para que fique nter-
rompida a me de cdigo commercial. Pide a V. S. Illm. Sr. D.
jais de direjU de commercio awim delira, sendo in-
timado o protesto aos devedores por edictos, vislo
qne dalles ajelo tern noticia.E R.M.Advogado
Fonseca.
E raai se mi conlinba em dita pelicaollaa qual
o moa antecessor den o despacho do Iheor seguinle :
Dislribuidn.coreo requeren!, guardada a dispoirao
do 1 act. 45 do regulaaaenlo. Rerife Jl de jnnho
de 1855.Silva 'juimeraes.
la era dile despacho em vir-
lude-doqusl foi a pelc.e distribuida ao escrivao San-
tos, qual lavrara o termo de protesto do Iheor se-
gninte: T
ie>la cid ade do Recife,
pnala miro e as lestemonhas haixo assigntdas
disseram Vrancisco Rodrigaes dftCroz, Jos Joa-
qoim da Sil,va Maia, Bernsrdino Francisco de Aze-
vedo Campos e Jote Ftauciieo qnalfdade de procuradores bstanles de Joaqoim
Francisco de Aievedo** bem assisa Me Aaua Maria
da r.oncei^So, e de Manoel da Cas i Araujo e soa
molher Joaquina Maria Rosa, rTsW He} aeu illho
a iriBlos Antonia Joaqoim d A'.asa) SaHlee nroles-
lajainooja[{Bi;J_j as pessoas derlaradsTtss relacalo
rjl'ef'feacliajonta a esta petirao; e de como disse-r
ram e proleslanm na forma declarada em dit pc-
tiulo relro.quc tica sendo parte do presen le,asslguou
i lesiem-aiihas abaixo .issigoadas.
(oineJos Pereira dos Sanios, escrivflo o
entrefi.Francisco Rodrigues da Cruz, Jos Fran-
cisca de Lime, Jos Joaqoim da Silva Maia, Bernar-
dina Francisco Je Azevedo Campee.
E mais se nao conlinh.i em dito protesto depois do
que do* aulas se v e niostra a relacao seguinle :
i Jas de Almeld 187*490, Manoel do
ente! 143*480, Manoei de Ponte* Perei-
ra 9| HO, Joao 'Cavares Femandes 168*, Joaquim
Ifnacteda Silva 236, Viceule Ferreira Raposo
540, Francisco MedeirosCabral 122*, Candido Pe-
reira Leile 235*300, Luiz de Sonto Cavalcanli
25*800, Vielorio (Marlins dos Santos 3499, Benja-
aaia Jos de Rocha 272*600, Jos Agoslinho de
Agaiar 103*900, Theolouio Pereira de Albuquer-
qne 50*500, Jos Pedro de Vasconcellos 2489, Mi-
gael Leile Pereira 823*400, Francisco Rodrigues
Ptiielo 174, Raymaedo Femandes Jalier 17,
Jcio Tirares de Mello 1K*, Antonio dos Sanios
'9IMK 83WW. ibomaa i or ala Aqu no Notes
mt, AorSo d Mallo 79300, traBeiteo Jos di
t
A Inz esla collocada a 50 pes cima do nivel do
lago, e deve ver-se em lempo claro em distancia de
13 milbas.
Atorre he coustruida de ferro fundido, piulada de
branco e lie quasi e prxima a exlremidade do
Noroeste do'caea de leste.
llaJitatjffakta ate Mobile na Florida.
Conslro"at)rn-te "Taaguintes balizas na baha de
Mobile^aUsV IpKas corrend* por meio da passa-
gein Qsofaau como anteriormente e ahumadas de
i baliza no lugar do naufragio Slake ;
baliza no lugar d Slake >. superior ; urna
no lugar do a Slake inferior ; duas balizas
4nl do .leinia. |irolongaudo a liuUa do canal na
barra do Ric Dog.
Todas as balizas cima, com excf^QRrdo a Rango
Slakes, devem licara sotavento quando se entra.
lima baliza de dia tambera foi collocada na exlre-
midade da barra de Ostras, a qual coree para tora
em direccao de leste da Ponte Ceder a; urna ba-
liza na exlremidade do oeste do Spil o na enlrada
da euseada draWavy- ; urna baliza na exlremida-
de do baixo que corre em directa* ao oeste da Ponte
Clara ; e urna baliza na pona do oeste do pequeuo
baixo destacado.ao sol da ponte ultima referida. %
Assisuado.John Washington, hydrographe.
Repartirao hydrographica do almiranlado em Um.
Ares, aos 9 de maio de 1855.
Estes avisos affeclam os sesiuintes mappa* da* al-
miranlaaV Norle-Amorira E. XToa 6, u. 269 ;
mappa do largo Erie, o. 332 ; geral das Indias Oc-
cidentes, n. 392 ; Florida Oeste, n. 529 ; baha de
Mobile n. 2344, assim como a lista da pharo
dos Estados-Unidos,o. 148 e 307.
E nada mais conlinba ou declarava o dito impree0
que bem e fielmente Iradozi do proprio original ee-
criplo n idioma ingles, ao qual me reporto, e de-
pois de l-aver examinado e echado conforme, o tur-
ne! a entregar a qoem m'o apresenlou.
Ein T do que passei o presente que assignei e
seltei coroas sello do men offlcis nesla multo leas
e heroica cidade de S. Sebasliao,- aos 19 de ootnbro
do anno de Noseo Senhor de 1856.
Jos Aftlinho Barbosa, traductor publico e in-
Ireprele commercial juramentado.
Eu, Jos Agoslinho Barbosa, traductor publico, e
nlerpreie commercial juramentado da praca, ele.
Certifico que me foi *|*"a"*-'i;'i|c n imu em
inglez, o qoal.lilleralmentctradozido para o idioma
nacional, diz o seguinle:
TRADUCCA'O
Arito ao navegantes.
Numero 20.
Costa da Kespanha no Atlntico
Altiracao de. pharol en c9iiz.
O governo hespanhol acaba de participar que no
ptimeiro de junho, u actual luz revolvente no cas-
talio de S. Sebasliao em Cdiz sern mudada pare
ama luz 1ixa brilhanle, com fuzls encarnados com
inlervallo, ds dous minutos. O novo apsralos Ilu-
minador lio cata iioptrico, da segunda ordem de
Fresnel. A luz lera a elevaeao de 143 ps cima
do nivel do mar, e IraHisivel i dislaucia de 18 mi-
lbas, em lempo claro, do convz de um navio. Nao
houve mudenca na cullocuciio da luz.
Assignado. John IVashington, hydrographo.
flepai tirio hydrographira.
Londres, 22 de maio de 1855.
Esta aviso altela os seguinles mappas do almiran-
UsjatvMedilerraneu.n. 2158; approximacies a bibral-
tar,n. 1)2; baha de Cdiz n. 86; e igoalmenle a lisia,
dos phares bespanhoes n. 180.
E nada mais conlinba ou declarava o dito imares-
(o, que bem a fielmente traduzi do Iprrprio 'original
escripto no idioma ingles, ao qual me reporto, e de-
pois de haver examinado com este e achado confor-
me, o lornei e entregar a quem m*e apresenlou.
Em t do qne psasei o presente, qqe assignei e
sel le com o sello do meo ofcio, nesla omito leal e
heroica cidtsJedeS- Sebastian do Rio de Jiaeirt),
aos 19 de ootubro da bjiio de Nosso Senhor de
1855.
Jos Agoslinho Barbosa, l.iadurlY publico e in-
terprete commercial juramentado.
Eu, Jos Agostnho Barbosa, cdad brasileiro,
[raduclor publico e interpreto commercial juramen-
tado da praca, etc. : Certifico que me foi apresenla-
do um documento impresso em inglez, o qual, a
pedido da parle. Iraduzi para o idioma nacional, e
diz o seguiole :
TBADUCCAO.
Aviso aos navegantes.
Numero. 21.
Babia de S. Francisco na California.
Pharol fixo no [orle da Ponto.
A cominissao de Phares dos Estados Luidos acab'
le aonuuciar {que um Pharol fixo seria aceudido
io forte da Pona na parte do Sul da entrada da
..itii.i de San Franbisco na California, no dia 21 de
narco linde.
O apparelho da illuinuiacao he da quinta ordem do
yslema de Fresnel, o foco da luz acha-se a 52
,is cima do nivel do mar, e sera vizivel do couvez
de um navio, em lempo claro, ua dislaucia de 12
milbas.
A posiclo do Forte da Pony, segundo determi-
na avestoria ou exarae da titila esl na lalilude
37, 49'. 27" Norte; longilude 122, 27', 33" ao
Oesle de Greeuwiclx,
Pharol de luz ftxa em Poma-Bonita.
Fez outra igual participarlo que urna luz lixa se-
ria vizivel da turre de Pouta-Bouila, do, lado do
Nuria da enlrada para a baha Me S. Francisco do pri.
ineiro de maio ullimo em diante.
A torre be de ladriibu, com uina lanlerna piula-
la de prelo cm cima, o'apparelho da Iluminar".
he catadioplrico, da segunda urden) do sysleraa
le Fresnel; a luz lica como 200 ps cima do ni-
vel do mar, e em lempa claro .deve ver-se de
couvez de um' navio na dislaucia de 20 milha-.
A posicSo aproximada do Pharol esl na lali-
lude de 37, 49\ 10" Norte; longilude 122, 30",
30" Oesle de Greenwich.
Assignado.lohn IVashington, hydrographo-
Reparticao hydrograpluca do almiranlado.
Londres 9 de maio de 1855.
Este aviso refere-se s cartas do almiranlado da
bahia de Sau Francisco, u. 591. e lisia dos Phar-
es dos Estados Unidos, os. 29 C e 29 l).
R na'da mais coutinha ou declarava o dito im-
presso em inglez, qne bem a finalmeute traduzi do
proprio original escripto uo idioma inglez, cuiuo
cima retiro, e depois de haver eliminado com
esto e achado conforme, o lornei a entregar a quem
m' o apresenlou. *
Em f do que passei o presente que assignei e
selle) com o sello do men ofcio, nesla muilo leal
e heroica cidade de San Sebasliao do Rio de Janeiro
aos dezenove de ootnbro do anuo de Nosso Senhor
de 1855.
Jos Agoslinho Barbosa, (raduclor publico e io*
terprele commercial juramentado.
Eu Jos Agoslinho Barbosa, cidadao brasileiro,
traductor publico e interprete commercial jurameu.
lo da praca : %lc- Certifico que me loi apresenlado
um documento impresso em inglez, o qual, Iradu-
tido para o idioma nacional, diz o seguinle :
TRADUCCAO.
Aviso' aos navegantes.
Numero 22.
Carolina do Norle (Estados-Unidos.)
Phares no forte Macn Bahia de Beaufort.]
A coramissSo de phares dos Eslados-Uuidos par-
ticipa e faz publico que uo dia 20 de maio ullimo
seria collocada orna luz lita sobre urna torre rece li-
lemente construida com 200 jardas no fundo do for-
te Macn. A jorre be de ladrillio encarnado e a
lanlerna de ferro e galera em redor sio igualmente
encarnadas.
O apareiho ser da qoarla ordem do syslema %
Fresnel, e Iluminar um arco de-270 do horisonle;
a luz esl collocada 50 ps cima do nivel medio do
mar, e ser vitivel do convz de um navio em dis-
tancia de 12 milbas em lempo claro.
Na mesma noile se vera, pela primeira vez, urna
luz de baliza prxima praa, como em distancia de
um quarto de milha da torre cima mencionada, de-
morando as duas luzes com a boia de tora da barra
principal Sol 50 L'esle (S. K. I|2 E.) maguelico.
A baliza he construida de madeira* pintada
branco, 12 pes quadra.los na bize, e6 ps quadra-
dosno cu me.
A luz da balizl lica 30 ps cima do nivel do mar,
e ser vizivel A direccao da barra em distancia de
10 milhas. A luz fica.dirigida n.. direccao da bar-
ra, Aluminando um arco de 112 de cada lado da li-
nha recta. A posicao do pao da bandeira do forle
Macn, segundo determina o exame ou visloria da
costa est na lalilude34' 11" 43 noile, longilude76
40 Oesle de Greeuwicb.
Assignado.John Washington, hydrogoapho.
RepartirSo hydrogrophica do almiranlado.
Londres, 1 de julho de 1855.
Esle aviso corresponde ao mappa do alaairaulado
da America do Norle, costa ale leste, folhas 7,n. 270
e lisia de phares dos Eslados-Uoidos n. 204.
E nada mais conlinha ou declarava o dito impres-
so, que bem e fielmente traduzi do proprio original
escripto era inglez, ao qual ine reporto, e depois de
haver examinado com este c adiado coiilorme.o lor-
nei a entregar quem m'o apresenlou. *
Em f do que passei o prsenle que assignei e
selle com o sello do meu ofcio, nesla muito leal e
heroica cidade de S. Sebasliao do Rio de Janeiro,
aos dezenove de oulubro do anno de Nomo Senhor*
da 1855.
Jote Agoslinho Barbosa, traductor publico e in-
terprete commercial juramoulado.
Eu, Jos Agosliuho Barbosa, eidadfb brasileiro,
[reductor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca, ele.: Certifico qne me foi aprsenla-
do um documento escripto em inglez, o qual, a pe-
dido traduzi litteralmeule para o idioma nacional, e
diz o segoiule :
TRADUCCAO.
Aviso aoi navegantes. .
, N.23.
Estados-Unidos.
Pharol no Rio Bass, l'ihtzard Sound, Matsachussels.
A eomraissao de pltaroes dos Estados-Unidos avi-
sou de que se linha edificado nm pharol no Rio Bass
da parle do norle de Vineyard Sound,e que urna loz
fiza seria acendida all na noile do 1 de. maio passado-
A torre esl collocada uo centro da casa do empre-
ado, ambos os eJilicios sao pintados de branco, e o
tope da lanlerna encamado.
4 luz ser visivel de l'esle pelo sul pan oeste. As
erabarcaces que se aproximara do oesle devem por
o pbarol a demorar norte 1|4 NE. para safar a pona
de l'esle do Breakwaleo, e os que se aproximaren)
de l'esle devem trazer o pbarol a demandar N. O.
anles de occorrerem para o ancoradouro.
O apparelho he da quinta ordem do svstema de
Fresnel, Iluminando om arco de 180 do horisonle.
A luz fien 40 ps cima do termo medio do nivel d0
mar, e deve ver-se do convz de um navio, em lem-
po claro, na distancia de 10 1|2 milhas.
Pona Core, Rio l'atuxenl, Bahia Clietapeake
A commissao dos phares tamben) deu noticia que
, actual las lixa em Cove Pelnl sermudada uo di
15, ou prximo ao dia 1.3 de junlia^latoro de 18.3,3
para urna |uz fixi, taada po fvzit.
O aparAho ser caladioptrleo da quinta ordem do
syslema de Fresuel.
A luz ser de cor natnral lixa, com nm. fuzil claro
em ialervallos de rainal e meio. w ^
\s,:;ujdo.John Washington, hvdrograplra.
do da parle, traduzi para o idioma nacional, diz
o seguinle :
TRADUCCAO.
Aviso aos navegantes.
Numero 24.
Pharol de fuzis em Trapani Sicilia.
O governo siciliano acaba de fazer publico que
depuisda noile, do dia 8 de fevereiro de 1835 em
lugar da auliga baliza na uColombaja em Trapani,
uina nova luz seria acendida com fuzis, de Ires em
tres minutos.
O apparelho he cadioptrico da quarta ordem do
syslema de Fresnel, a luz esl.i elevada a 139 ps
cima Uo nivel do mar, e deve ver-se em distancia de
14 milhas em lempo claro.
Illiado lulcio.
Assim como que na Ilha do Vulcao, na Poula do
Rosario', seaceudaria na noile de 8 de marea de 1863
orna luz igual lixa com futis, com jniervallos de Ires
minutos.
Esta luz esl elevada 458 ps cima do nivel do
mar, esera visivel, em lempo claro, em urna distan-
cia de 14 milhas.
Assignado.John ll'ashinglon, hydrographo.
Repartirao hydrographica do almiran lado em Jj>n-
drt, 12 de junho de 1855.
I-',! aviso refere-se aos seguinles mappas do al-
miranlado : Trapaui ancoradouro, n. 189 ; cosa de
Ueste da Sicilia, n. 187 ; ilha Lepari, u. 172 ; cpsla
do Norle da Sicilia, n. 167 ; geral do Mediterrneo,
n.21"!S ; ilha da Sicilia, u. 16.5, assim comu Livrn
de phares do Mediterrneo, u. 96 c 97.
E uada mais conlinha ou declarava o dito docu-
mento, que bem e fiel men le Iraduzi do proprio im-
presso, ao qual me reporto, e depois de haver exa-
minado com esless achado conforme, o lornei a en-
tregar a quem m'o apresenlou.
Em f do que passei o presAite que assignei c
sellei cora o sello do meu ofticio, nesla muilo leal e
heroica cidade de San Sebasliao do Rio de Janeiro,
aos dezenove de oulubro do anno da Nosso Senhor
de 1855.
Jos Agoslinho Barbosa, traductor publico e in-
terprete cornraercsi juramentado.
Eu, Jos Agosliuho Barbosa, cidadio brasileiro,
(raduclor publico e interpreto commercial juramen-
tado de pmca, ele. : Certifico que me foi aprsenla-
do um impresso em inglez, o qual lateralmen-
te traduzdo para o idioma nacional, diz o se-
guiole :
TRADUCCAO.
Aoiso aos naveganlm.
Numero 25.
Estados-Unidos da menea.
Luz de fnzil em ou na'praia de Tueker Bahia de
Liltle Hggn Sova-Jersey.
A reparli^aodo phares nos Estados-Unidos, acaba
de nulificar que a luz encarnada lixa na praia de Tu-*
cker na Bahia de aLittle Egz em Nova-Jersey, se-
ria descontinuada no dia 31 de maio de 1838, c que
depois deesa dala seria collocada tima luz branca fi-
ja variada par fuzis da qurla ordem do syslema
de Fresuel. Os fozis serSo vislveis, cora inlervallo
de um minuto, e serio alternados, branco e encar-
nado.
A luz acha-se elevad 50 ps cima do nivel do
mar, Iluminar o horisonle tolal do-mar e as proxi-
midades da bahia de Liltle Eggu e deve ver-se em
lempo de um nlmosphera ordinaria)" la altura de
13 ps cima do raer em uina distancia de 12 mi-
lbas. A torre he escarale, e sur*poslo aproxi"
ir.ada he cm Lalilude 39., 30", t7" Norte ; e Lon-
gilude 74.", 16'. 48" ao Oeste/le Greenwich.
Assignado.John IVaslUngton, hydrographo
paite da carga a barca braiileira Bri-
liante : para o roto trata-se com o
consignatarios Novaes & C., ra do Tra-
piche n. 54 niimeiro andar.
Para o Rio de Janeiro salie no dia 7
de defeembro, o muito'veleiro brigue RE-
ClFEt : para o restante da carga e passa-
eiros, trata-se com Manoel Francisco da
Silva Carrico, na rtia do Collegio n. 17,
segundo andar, ou com o capitao Leo-
poldo Bento Vianna.
Para o Rio de Jaijeiro segu vigem o ber-
gantn) nacional Despique de Beiris, capitao Elizeo
de Araujo Franja, al o dia 8 de dezembro do cor-
rente e por ler dous tercos de carga pronta, e para
o resto da carga uiiuda, escravos a frote e passagei-
ros: trala-se com o consignatario Manoel Joa-
quim Ramos e Silva na ra da Cadeia Velha do
Recife ou cun o capitao na piar,
ParaLisboa, a galera portuguesa Jo-
ven Carlota, capitao Boe ventura Borges
Pamplona: para carga epassageiros,tra-
se com os consignatarios Novaes & C., ra
do Trapiche n. 34.
Para Lisboa
sabe imprelerivelmeute BO di 11 ou 12 do rorrenle
a barca porlugueza Ligeira ; para carga e passagei-
ros, Irata-se com C. A. de Souza Carvalho, ra da
Cadeia do Recife u. 39, segundo audar.
Para o Rio Grande do Sul seguir breve o bri-
gne Camaguam, e s recebe passageiros e e'rravos
. a frele: qurm pretender, dinja-se a ra da Cruz n.
3, esenptorio de Amo..... i miau. & Companhia, ou
ao capitao a bordo.
PARA A BAHA.
A muilo vejeir e bem condecida sumaca brasilci-
ra llortencia prelende' sabir com inuila brevidade,
por ler quasi promplo o seu carregameulo ; para o
resto e passageiros, para o qoe lem excelleules cora-
modos, trala-se com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, na ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa sahe imprelerivelmenle no dia l2
do corrente a bgrea porlugueza (iratidao, por ler *
maior' parle de seu carregameulo psomplo ; par4
um pequeuo reslo que Ibe falla, lrala-*e cornos con-
signatarios Tbuiuaz de Aquino Fonseca & Filho, na
ra do Vinario n. 19.
Paan urna viagem desle porto para seguir aos
do Rio da Prata. precisase do um oflidal nanin-o
que lenha caria de piloto da academia do imperio :
quem ein laes circunstancias se ade habilitado, e
se queira contratar, pode dingir-se ra da Cruz o.
3, escriplorio de Amorim h mana 4 Companhia.
Para Lisboa
sahira'no dia 12 do corrente, o patacho
portuguez.BRiLHA.NTE: para carga ou
passageiros, trata-se com '.o oapitao na
praca, oucom o consignatario JJ, J.'F.
Guimaraes, na ra do Queimado n. 35.
I m
i
I'EUltAS PRECIOSAS- 1
j Aderemos da brilhanles, .*
<,' diamntese pellas, pul- *
HOREIRi DARTE.
LIJA M OURIYES
Ra do Cabuga n. 7.
iecebeni por to-
feparticu hydrographica.
Londres, 20 de junho de 1855.
Esla parliciparao.altela os mappa do almirante-
do : America do Norle, Costa de L'esle, tolba 6, n.
<92, e lista dos phares dos Estados-Unidos, n.
140.
E nada mais conlinba ou declarava o dilo im-
presso, escripto era inglez, que bem e lieluieuie ira-
duzi do proprio original, ai., qual me reporto, e de-
pois de haver examinado com esto e achado cojb
forme, o lornei a entregar a qiinu m'o apresen-
lou.
Em f do que passei o prsenle qoe assiaaei e
sellei rom o ello do meu ofllcio, M*(a muilo lale
heroica cidade de San Sebasliao do Rio de Janeiro,
LEILOZS
' Schapheitlin&C. farao leilao por
utervencao do agente Oliveira, do mais
completo sortiment de lazendasde algo-
dao, lia, linhoe de sed*, as mais proprias
do mercado, e muitas della* pata ultimar
contas : terca feira 4 do corrente as 10
horas da manhaano seu armazem, ra da
Cruz.
O agento Borja, aulorisado pelo Exin. Sr. I)r.
juiz de ilireilu especial do cmmercio, conforme o
seu despacho proferido em requerimenlo dos credo-
res d maasa fallida de Silva 6 Araujo. far leiUo de
ludas as dividas perlencentes a dila massa,
inuulaiii quanha de 0:73JJ818, sendo
em ledras mullo beas, qua| todas por vei
1:3169302ean conlas de livr, muilo modera, do
pessuas capazes: sexla-feira. 7 do corrente, as II
tioras da inanhls, no armazem do agente annonci-
anle, sito ua ra do Collegio o, 15.
Buouaventura Millel, capillo da polaca bes-
pauhela yiutfnle, Tara leilao, pir inlervencao do
Sent Roberls, o por coula e risco de quera perlen-
r, rj 170 c.iixas com massar, olliraameule chesa-
dasde Malaga quinla-teira, 6 do Correle, aVmeio
dia ein ponto, defronte da afaatslega.
' -- O capitao J. W. Carlton do brigue nurle-ame-
rieano Mahaia H. Comery, far leilao por autorisa-
caa da alfandega desta cidade; em presenta do Sr.'
cnsul dos Estados-Unidos, por intervencao lo-
agenle Oliveira, e por canta e risco de quem per-
laucer. do raesmo brigue Uolacae 254 loi
americanas legalmerne cdodemnado nesle
com a compelenle raaslrear.'o, Torgas, vellame, au-
ii'iras, alflueles, brincos s%
g e ruzelas, botos e anueis W
; de dfItrenles goslos e de .
o diversas pedras de valor, i
* Comprara, venden, ou I OSOS VapOreS(JjJ Eu-
* trocara prala, ooro, bri- *
9. Iliantes,diamntese pero- <.
* (as, e nutras quaesquer *
J joiasde valor, a dinheiro 5
' ou por obra. <,;
i> o. >.* *r. *..< s>* j> o 4 i- > < ?;','
de Lisboa, as quaes vendem por
pre?o eoaimodo como costuiuam.
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
OURO E PRATA-
Adereros completo, do
y ooro, meies dilos, polcei-
.; ras, alliaeles, brlaeos o
'a rozelas, cordoes, Irance-
4-. lins, medalhas, correules
e enfeiles para relogio, a
j outrus inuilos objectos de
i ooro. '
j Apparelhos completos,
^ de prala, para cha, ban-
f, dejas, salvas, easlicaes,
2 colheresdesopaedeeh, *
e muitos outrus objectoe w
& de prata.
aos dezenove de oulubro do auno de Nosso Senhor coras e w""'16. c "' perleuces, tai qual se cha
ancorado nesle purlq, onde ludo pode ser previamen-
te examinado pelos pretondenles : sexla-feira, 7 do
deAtioJ.
Jos Agoslinho Barbota, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
Pela primeira sessM de mesa do consulado pro-
vincial se faz publico aos propietarios dos predios
orbauos das freguezias ujfsla cidade e da dos Afoga-
dos, que os 30 dias otis para a cobranea bocea do
cofre do primeiro semestre de 1855 a 1856 do im-
posto da decima, principian! a ser contados do pri-
meiro dejlezerabro prximo em diante, o todos
eixarem de pagar nease lampo incorrerao
de 3 % sobre seus dbitos.
ANCO D PERNAMBUCO.
pt PernarrbHco continua a to-
ros sobre o Rio de Janeiro, e a
sacar contra a mesma praca. Banco de
Pernambueo 10 deoutubrode 1855.0
secretario da. direccjOj Joao Ignacio de
"ledeiros Reg.
BANGO DE PERNAMBUCO.
O banco de PernaTnbucJ toma dinhei-
ro a juros, de conformidadecomos seus
I estatutos. Banto de Pernambueo 24 de
novembro de 1855.Joo Ignacio Medeiros Reg, secretario da direccao.
THBATRO
DE
S. ISABEL.
* DA
oiiiinoi; i>it vil a ni \ nii-m /. vrv \.
QUAtlTA-FEIRA 5 DE DEZEMBRO.
Itepreseular-se-lia pela primeira vez o excellenle
drama em 3 acto, Irmluzido do francez pelo Sr.
Luiz Jos Bajardo, inlilnlado
KOIIIVD^ DAS GALLES DE BOT.IM 15 V.
A JSIICA DE DOS.
Personagens. Actores.
Mulver, pai de Albertina. Sr. Senta.
Flix borracnil, capilo. l.iboa.
Berglioni. procurador do rei. Pinlo.
Julio Uulaur. '..... Meudes.
Francisco, maudigo. ... Bezerra.
Aldermrun, corouel. ... Sebasliao.
Um major....... Santa Rosa.
Pedro, moco da llerdade. Monleiro.
Um ollici.il....... (iuilherme.
Um labellio...... Senna.
Albertina.......Sr" D. Leonor.
Calharina, moga da llerdade. Amalia.
Ofliciaes, soldados, criados, ele.
A acc,;lo passa-se em Flandres, perto de Bre-
xellas.
Seguir-se-ha o sempre applaodMd duelo
correte, as II horasda maob em nonio. porta
da a-uciacAu commercial desla atraca ; em ponto,
porque precisamenle ao meio da coutinuar-se-ha
em seguida o mesrao leilao, no armazem alfaudega-
do do Sr. Almeida, silo na ruado caes de'Apollofj
de algumas velas era bom estado, Untas, manlimen-
tos, ura ptimo chrouomelru, e outrus perleuces do
mesmo brigue, assim como.de 140 tabeas grnssas de
piho, que forniavsm a sua carga. #
O asente Borja far leilao, por coula do Sr.
Dr Luiz Comes Pereira, dos objectos abaixo decla-
rados, perleiiceules aodilo senhor, a saber : urna p-
tima mobilia de Jacaranda, una dila de amarello, e
ostras mais obras de marcneria ele.; nlunias obras
de ouro e prala, lonja e .videos para servido de me-
sa, varios olencilios de-casa, e oulros mullos objec-
tos etc., que Irapossivel tora mencionar : quinla-fei-
ra, 6 do corrale, as 10 horas da roanha, ua ra
do Collegio n. 15, armazem do agente
iinnunciante, aim de se tornar ahi mais
comjdo aos Srs. pretendentes, do que
na puado Hospicio, conforme fon* anntin-
c'sado. \
O agente Borja far leilao em seu armazem, na
ra do Collegio u. 15, de nm grande e variado sor-
limento de obres do mareineria novas e osadas, va-
nas obras de ouro e prata, relogios para algibeira,
nm rico lustre de 8 luzes, objeclos de vidrn, nina
grande porcSo de cSndieiros de globo, um cabriole!
cnni um cavalln, e oulro- muilos objectos qoe se
acharao no mesmo armazem, no dia do leilo : qoin-
ta-feira, 6 do correle, as 10 horas da inanhaa.
LEILAO' DE SAL DE LISBOA.
Na porta da Associaco Commercial ao meio dia
em ponto, vendem-je 800 alqueires, piuco mais ou
menos, por iulcrveafao docorretor Oliveira.
ivispgjMv:
ERSOS
Os Srs. assignantes do DIARIO, da
cidade de Olinda. uue se acham a dever
a subscripcao, queiram satis_iazc-la> sem
demora, nlia'sse suspender', a remessa .
O Dr. em medicina lgnacio*erv da
Fonseca, tendo resolv ido li\ar a sua re-
sidencia nesta capital, contina a oll'ere-
cer os seus serviros ao respeitavel publico,
e a dar consultas em sua casa, na ra l)i-
reita n. 51: acha-se tambem prompto a
acudir ios chamados do campo.
Desappareceu do abaixo astianado uo dia I"
de dezembro, n aaeravo crioulo de nome Antonio,
com os sicuars segoinles : bstanle baixo, cheio do
corpo, espalando, rosto descarnado, cabera peque-
a, quasi nenhiena barba, perms arqueadas, ps
seco e cnmprfiMis, entende de correiar ; roga-se s
aoloridades policiaca que o aprehendan) e aos capi-
laes de campo que levera a casa de seu senhor oaa
Sanio Amaro dejaboalo que serlo aralilicados ofl
253000.Amaro Femandes Dallro.
O arrematante do imposto das liceuca dos mss-
ORDEM TERCKIRA DO CARMO-
A mesa regedora da veneravel ordem lercoira do
Larmo. convida a lodos os seus charissimns irrnaos a
comparecerem na nossa Igreja com seus hbitos nos
dias 8 e 9 do correle, para assislirem s vsperos
fesla e Te-Deuru da iminjculada Conceirao da Vir'
gein Maria na inreja do convento, por convite refto
pelo Rvdm. padre provincial o Sr. Fr. Joo d'As-
suinpij.lu Moura.
Aloga-se para pessar a fesla urna boa casa no-
va, com 4 quarlos. -.-.las. cazinha lora e muilo fres-
ca, na Capunga Nova, em muilo bom lugar.: a tra-
tar na ra estrila do Rosario n. 19, ou no Chora
Menino com Jos Marques.
Aluaa-se a casa da ra do Hospicio n. 46, com
mellos .iinimndu. ; e urna canoa de carregar ara :
ua ra Bella n. 18.
Em Apipucos aliiga-se urna casa parase passar
a fesla por preco commodo; be|brm siluada: Irala-se
na ra da l'.adeira de Santo Anlonio n.'Sfi, primei-
ro andar.
Precisa-se de urna ama para ana de duas pes-
soas : na ra das Yrincheiras n. 8.
Desappareceu na tarde do dia 26 de novembro
urna egoa com os slgnaes seguinles : grande, edr ru-
ca, anca de porco, nrelhas acabaadas, a canda com-
orida e aparada as ponas, ferrada em um qnarto,
anda baixo: quem della dr noticia ser bem re-
compensado : no paleo du.Carino, taberna n. I.
Oflerece-se urna porlogorza par criada, a
qual corla e faz toda a qualidade de coslora : a Ira-
lar na roa do Pilar, casa o. 63.
Preeisa-se de dous prelos para carregar caixoes
defazemlas, Islnhe, para andar vendeito pelas toas;
quem qnizer atusar, dirija-se a toja n. 10 da roa
Nova, de Manuel JoAa Francisco Uuarle.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Mendes
Ferreira lumnarae-, ou com petsoa eorarregada dos
negocios do mesmo : em casa de Patn Nash & Com-
panhia, ra do Trapiche Novo u. 10.
(,1-iein liver um'prelo que seje sadio, qae sai-
ha servir a urna mesa e comprar, e o queira vender,
dirija-se l lojj n. 3 prxima ao arco de Santo An-
tonio.
Al ii1.1/.em para nlugar.
Aluga-se o armazem da ra do Eheantaraeulo,
asnde est collocado o lampiao ao mo da ra a
(ralar ua mesma casa, na ra da Cadeia n. 23,
Desappareceu do eiiaeuho Bumlho o crioulo
Victorino, idade 20 anjkos, estalcajiaaiaBar, ps
arossos. ein um dos quaes teni umaT^rWvelliH de
ferida, lem ein urna das raaos nba mirra de ferida
cicatrizada lia pone* : quem n apprcheuder e levar
aodilo eugeuhn Rurralbo, ou a casa de Luiz Comes
Ferreira, ou Moudego, ser bem recompensado.
Precisa-se de ura pequeo para taberna al a
idade de 15 anuos : na ra Augusta, defronle do
jehafariz n. 94. *
a
f s Precisa-se de um coziuheiro ou cozinheira, que
soja bom, dandn-se 359 per raez e comida : a tratar
no lazareto do Pina, inda mesmo escravo,
No hotequim da ra laeua do Rosario confron-
te a loja de onnvas, precisa-se de um bom coziuhei-
ro ; paga-se bem no caso que agrade.
Precisa-se fallar com a Sr. ManxH Joaqoim,
meslre tanoeiro, queja morn em Apipucos, e boto
julga-se que mora no Barro : na ra Direila n. 66.
* Na ra do Trapiche Novo a.-Zi, precisa-se de
ura caixeiro porlucuez de idade de 14 a 16
que soja de boa conducta e. inlelligenle
Aaseelua-se no da 3 do crrenle a escrava
mulata, Caudida, de idade 20 annos, baixa do corpo
sata redondo, beics groo, paitos
grandes, cahellos corlados e carapinhos, com muita
falta de denles, levaodo um vestido de alpaca verde
claro de algodao, mais doos vestidos nnvos de chita
encarnada, oulro de lislras, e um chales de chita
azul: qoem della souber ou pprchendc-la, leve-a a
casa de seu senhor, abaixo assignado, na ra da
Praia de Sania Rita n. 28. que ser gratificado.
Eduardo Frederico Bsnks.
E. U. Wyall relira-se com sua familia para
Europa, deiiaudo enqarregados dos negocios da sua
casa durante a sua ausencia, era primeiro logar seu
mano James llepiv Wyall. e era segundo Oliver
Plessiiann. flcaiidp oulr'a proeuraro bstanle em
poder dos Srs. James Crablree & Companhia, para
servir no caso de qualqner circum-lincia imprevista. I
Blaudin Jnior, tunileiro. no aterro da Boa-!
Visto n. 47,eucarrega-se de enllocar vidros em qoal-;
quer parte, por um preco muito razoavel.
Na pastelaria fraBCeza do aterro da Boa-Vista
n. 17, ha sorvflles lodos os dias desde as 6 horas e
meia at as 9 da noile. No mesmo esl'abelecimenlo
vende-se o verdadeiro cognac.
Oflerece-se urna ama para casa de hornera sol-'
lero ou dep joca familia : queya precisar, dirija-se
a ra do Jardim n. 48.
O abai.xO assignado faz sciente'que
deixou de ser caixeiro do Sr. Manoel Alves
Ferreira desde o da 1 do corrente.'
Joao Francisco de Souza Lima.
Precisa-se de urna ama forra ou ca-
tiva, para o servco de urna casa de pouca
familia : no pateo do Terco n. 42 segundo
andar.
Prelecces de Direito Romano por J. .
Heinecio.
Reconhecendo a necessidade de um bom exposi-
tor de Direilo Romano para .qucllcs que s matri-
culara no primeiro auno das nossas 1-acuidades de
Direilo, e a escassez de ejemplares da obra de J. (i.
Heinecio. a nica reconunendada pelo lente da se-
gunda cadeira daquelle anno. Sr. desembargador
Manoel Meudes da Cunha Azevedo, e de onde Wal-
derk exlrahio os principios para o seu compendio,
idniillido eolre us com o esludo daquella impor-
tante materia, (loas estodaules se propoe publicar as
prelecces de Heinecio, vertidas em portognez, logo
que haja sufflciente numero de subscriptores para
cobnr as despera da impressAo. Snbsereve-se para
esla puhlicacao na livrarla da ra do Collegio o. 8,
a 108 o exemplar.
Precisa-sede um menino para caixeiro de urna
taberna : ua ra Imperial 11.
Dr. Francisco de Paula Pires Ramos Jnior-
Na ra estrella do Rosario n. 4 e dir quem
d dinheiro a premio em quaulias de 500000 sobre
penhores de ouro.
INDUSTRIA
ALGODOEIRA
BUCANA.
PERNAM-
anna-.
FIAfA'O E TECijaR DE ALGODAO*
d SOCIEDADE EM COiiANftITA
Para a undarao de qma fabrica de fiar e
tecer algodao, organisada por Francis-
co Maria Duprat na capital da provin-
cia de Pernambueo.
CAPITAL SOCI/^ 3W:OO$0jO.
Socios em muse colleeMo (renles responsaveis
da lociedade, os Sr. AalaaMo Marques de Amorim,
Justino Pereira de Farise, Mauoel Alves Guerra.
Socio de industria admiaslrador do material e
pessoal da fabrica dependencias, Francisco Maria
Dupral.
Firma social, Amorim, Feria, Guerra & C
E<(a sociedade admilie socios crnmaodilariae de
lOUJOOO .t 5:0001)000.
A dnracao da sociedade ser de 12 ennos a coator
do primeiro dia effl ajae a fabrica principiar a Irana-
lhar.
Ella peder ser prorogada aalim dq dito praia,
oo dusolvida anles por deliberscao da maioria too
socios de 5088000 reis para cima, SO a saa duracao se
lomar prejudicial.
Os ocio realisaiao as enlradht de seos raudos aa
passu que Ihes focem reclamadas pelos socios geren-
tes, qoe Ihes passanlo oa compeleole* recibos.
O mximo das entrada* tata de 20 por culo do
capital.subscriplo, a primeara enlrada ser do 10
per cenlo e ser reclamada peto gerentes para eC
paca uo corrente de Janeiro prximo futuro.
llavera sempre pelo menos 30 dias d'inlervallo en-
tre cada chamada de fundos.
A sociedade conla com o concurso das* issigoatu-
ras dossenhores de engenhese planladeres de algo-
dao, por serem directamente inleressados na promp-
to realisaco da fabrica.
Elia poder* consumir animalmente 30 a 10 mil
arrobas de algodao, quando ella se echar em pleno an-
damento':
Podara dar o lecido para saceos de assocar, e ron-
pa da classe pobre a 240 reis a vara ; e da Babia
que costumava vender-sevde 260 a 280 rea) lem se
vendido ullipimenlea3r)rei, enSoha mesmo a
esle preco agora qoe he mai procurado*
A fabrica oecopar diariamente para mai de 200
trabalhadores de 10 a 12 annos de idade para cinta.
Aleni dos aprendize* que serio muito numeroso,
ella emprestar muilos teceloes do qoe traba-
Iham ein learesa raao ein diversos lugares da pro-
vincia, sobre os quaes fazem com muilo cusi 5 a 6
varas de lecido por dia, em pouco lempo se lornarao
habilitados a poder fazer sem grande esforco 40 a 60'
varas por dia sobre os leares mecnicos.
O feitio Ibes ser pago como uas fabricas da Baha
20 reis a vra, o que Ibes prvduzir nm jornal de
800 a 1500 rcis por dia.
'Os senhores qoe residen) tora da capital e que qui-
zerem entrar nesla ulil sociedade,poderao dirisirsuas
carias de pedidos qualquor dos tres socios gerentes,
ou ao socio de industria Dupral, qoe lem in seo po-
der o livro da subscrpso.
Ellas declararao os seus nomes por extenso, do-
micilio, e o nome do correspondente u'esia eapilal
ncarregado d'eflecluar o pagamenlo das entradas
das preslacOes, quando forera rerlaaaaaias.
A lem do bem geral que resultara para a provin-
cia com a introduce* d'esta industria e crearlo d*es-
la farica. os socios poden) contar, rogo que a fa-
bnes esliver em pleno andamento, com um bene-
licio annoal de mam de 12 por cenlo do capital.
lima copia impressa da escriplura da sociedade
ser. entregue a cada um do socios na oeeaeiS* de
eltecluar o pagamento da primeira prestacao de 10
por ceuto do capital subscripto.
Pernambueo 1 de dezembro de 1855.
F. M. Dnprat.
Precisa se de urna ama forra oa escrava, que
engumme e cozinbe perfeilaroenle, para casa do pou-
ca tamilla. a qual se pagara a contexto, dando fiador
ana conduela
na ra da S. Gasale n. 14.
Repartirao hydrograpluca
AliiiiranladrTrle Londres, 8 de jenho de 1853.
Este aviso refere-se aos seguinles mappas do almi
rantado ; America do Norte, costa da l'esle, felhas
5 e i>, ns. 268 c 269 ; Bahia de Cbesapeake, n. .355 ;
lisias de phares dos Eslados-li nidos, ns.67 A,e 176.
E oada mais conlinba ou declarava o dilo docu-
mento impresso, que bem e fielmente Iraduzi do
proprio original, ao qual me reporto, e depois de
haver examinado e achado conforme, o lornei a en-
tregar a qoem m'o apresenlou.
Em f do qne passei 6 presente qne assignei e
sjellei com o sello do meu ofllcio, nesla muito leal
e heroica cidade de San Sebasliao do Rio de Janei-
ro, aes 19 de ootubro do anuo de Nosso Senhor de
1855.
Jos Agoslinho Barboza, (raduclor publico e in-
terpreto commercial juramentado1.
Eu, Jos Agostinho Barbse, cidadao brasileiro,
(raduclor publico c interpreto commercial jarnmen-
lado da praoa,sto. Certifico que me foi aprsenla-
do um impresso osar.ato em ioales, qual, i ped-
1 PAHELLi DOS FEIIBJOS.
Dando ln ao expecfculo a prftneira repelido
comedia em 1 acto
JL) reeein-naseido
Manoel Maria Rodrigos de iNasi-imenlo Irsns-
ferio a sua resideucia para a ra da Alegra n. 26,
na Boa Visto.
- Negocia-se urna boa loja de ferraeeus em urna
das melhures roas desla cidade com os fundos a von-
lade do comprador : quem quizer anuuneio por esle
Diario.
Altenyo.
tasjswle um eseravo ou escrava que sasba co-
: rjanlar. na ra da Cadeia do Reci
.47
l'reci
zinbar
loja. .
iui- Precisa-se tallar com o Sr. Manoel Serihoriuho
Wanderlev. hisnetoda Srs. U. Rili do engenho Uom-
uelo de Joao Mauricio Wanderlev, que com
j viuva, a seu inleres.se
n. 64.
na ra f..\ Caixaa*d'Agu
cutes e boceleiras, previne aos mesmos mscales que
nao sao su os que vendem fazendas e mmdezss em
taboleiros que deverao ser consiajrados mscales, e
siin todus em geral quesVendetfjB^prla ra ou por.
fas fazendas em labnlci'o ou bra^o, miodezas, lilei
ros cu o calcados, e obras do ooro, e outros objeclos
semelhantes considerados como fazendas ele, que
sao ohrisados a lerem a resperliva licenca e medidas
ou |iesos se forem precisos ler, e devero lamben)
aferir, e assim espera o mesrao arrematante ser
poupadodo irabalhode denunciara aulurldade enm-
pelente tal abuso cm prejuizo do mesm arrema-
l.ilile.
O arrematante (lo iinposlo das alericnes de>le
municipio anda manda pela ultima vez aferir o res-
. lo do estabelecimenlos que se acham por aferir p.
ultima vezlrabalha insta -provincia, l'a/oiido o pa- I ra o correnle anuo Imanceuo da frezuezia do Poco,
pe do Rcccmnascido. I no dia 9 do correnle, e na volla passar pela Tama-
A sociedede dramtica eslaudo ha 7 mezes sem rineira. Ponto de Uchoa. eoulros lugares pertencen-
mpreza, e achando-se por isso durante) lodo esto | les a freguezia da Boa-Visla : lamben) mandar no
temp> falto completamente de* meios de subsisten- | mesrao dia um oulro empregado a fe i Ir as albele- j Recite, os uossos irmaos qoe pretenderen! dito lugar
ci, e u.'in tendo ate boje esperanca algoma do po- rmenlos situados mi Iteinedio, Magdalena e parte queirai api esenlar ao abaixo assiguado os seus re-
Na da qua| entra em scena .
I) Sr. Haberlo de Albuquerque Mello, ,in pela
Jjaj, i- ,, ( '"' > i > ri i nidia jvxjirxrr un nvr )"*>iv* leni" jnvvva
ontro mano vivem 11 ,,,. .... inllir...ii ii-i rui f* \ i IIIVB* d Aun. r
Sorvetes.
Ha lodos ui dias das 6 horas da larde as 9 horas
da noile : no pateo do Carino u. 18.
Desappareceu no dia 10 do prximo passado
uma cachorra branca, d'agua, roto : quem a liver
achado queira dirigir-se a ra da Mocda n. 25, Li-
berna, que recebara recompense.
Aclrando-se vago o lugar de andador da vene-
rtivel urden, lerreira de S. Francisco desla ririadt do
der continuar Irahalliandu uesia provincu, pe
isso rujarn respetosamente an "benemrito prjblico
des'.a cidade, que constantemente os lem protegido,
ilbconeorrerem a esle ullimo espectculo, fu-ando
corlo* de que em quaiquer parle onde se ochar a
presente companhia, no.deixara de elogiar as ma-
neiras complacenlcs e res'peilosas com que sempre
foram tratados desle publico generoso e maguanimo.
Principiar as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
PAKA MAKAMHAO t PARA
Sahe com brevidade por t*r maior
da eslrasla nova, ludo perlencente a rrevaezia dos
Afogados, e por isso devero se prevenir os inleres-
sados.
Fugio do engenho (toarsrapes, de 29 a 30 do
prximo passado, o moleque Benlo, de 16 a 18 an-
nos, secco, altura media, bem feilo, falla bem, mui-
lo esperto, e de mo e ps pequeos. Foi vislo no
dia 3 do rorrele ganhando na ra Nova com uma
cesto na cabera.
Preeisa-se alogar uma escrava de meia idade,
embora nao lenha habilidades: na ra do Pilar, em
Era de Porlns n. 103
Alug-se por pre-jo commodo nm sitio na Tor-
ro, a margtm do rio oa ra da Sania Cruz o. 70.
queriroentos em face do que dispe o artigo 146 com-
binado com os srligos 147 e 153 dos uossos estatuios,
alim de que a mesa regedora possa lomar em devida
considerado na primeira sessau. Recito 1. de de-
zembro de 1855.Galdiuo Joo Jariolho da Cunta,
secretorio.
O Sr. Anlonio Americo de trzedo lem orna
caria uo hotel da Europa, viuda do sul.
Precisa se de ora bom amawador : na padaria
de Forte do Mallos, ra do Burgo* n. 31.
pares, muito aprupri idos para beneficiar as barricas
cora assucar : seu preco he muilo e muilo eea*
modo.
Precisa se de uina ama para o servir de uma
casa de lamilla : quero esliver uestas circumstancias,
dirija-se ao atorro d Boa-Visla n. 39, segando an-
dar.
OSr. Manuel Esleves de Abreu tenlia a bou-
dade de dirigir-se prac* da Boa-Visla 7, que
muilo se Ihe desej* fallar a negocia qoe Re di* ree-
peilo.
Alusa-se no baiiro da Itua-VisUi. excepto uo
aterro, uma cata terrea com quintal e eolio, oa so-
brado de om andar, ou sej-undo andar de casa do
dous andares : no aterro da Boa-Vista n. 39, primei-
ro andar.
LOTERA DO RIO DE J&liELRO.
Ai'lmin-e a venda os novos billietes da
lotera 7 do 1 heatro de Son-Pedro do> Al-
cntara, que deveria correr 3 ou I do
corrente; ao listas esperamos pelo vapor
a 8 ou 1 :
'


Atteiico.
o
LtlZ CAiNTARELLI^au^srr^enS:
0 casa de dansa da ra. da Cadeia de Santo Antonio
ara o paleo do l.ivraraaalo a. 27, e *eha-se aberta
s qn.rlas e sezlas-feiras dasdo a* 7 al a* 9 horas
da noile. -
Quarla-feira, 5 da correte, depois da audien-
cia do Illm. Sr. l)r. juiz municipal da segunda vara
do civel, por execoeao de JuAo Ignacio Soares de
Avellar c^lra Domingos Jos Marques, lean de ser
arrematado por ser a ultima praca, um mulato'de
boa figura, otQcial de lapaleiro.
O abaixo assignado faz publico, que o Sr. An-
tonio Cavalcanli de Albuquerqoe, rendeirn do en-
genho Recreio, na comarca da Victoria, lite Irypa-
Ihecoo seo* escravos : l.oiz, Angola, de idade JO
annos. Seraphim, crioulo, idade 25 annos, Roberto,
Anguila, idade 35 annos, Belchior. Angola, idade
40 anno*. Eusebia, crinla, idade 45 anuos, Marien-
na, Angola, i.laito 25 annos, Fancisca, crioula, de
Made 10 annos, Thereza. crioula, idade 12 anuos,
Clara, crioula, idade 12 annos, Eotebia, crenla,
na do 10 annos, que lodo consta da* noto* do label-
lio Francisco Haptisl de Almeida em 15 de noveao-
bro de l855.-J5ernardiao Jfaneisco da Asevade '
O abaixo assigaajB W scienle a o corpo do
fummerch desla pracjaMna o Sr. Joo Francisco da
Sooza Lima deixou de ssr seu caixeiro desde o dia
30 do passado niez, e por isso nao se responsabiliaa
por cousa alguma desde aquelle dia em diante. Re-
cife 3 de dezembro de 1855.
Manoel Alves Ferreira.
AShga-sc orna escrava de meia idade embora
nSo'lenha habilidades ; na roa do Pilar, em Fra de
Portas o. 103.
Precisa-se do ama anta torra o eanlrva, ou
mesmo om moleque qoe saiba cosiahar: ua ra do
l.hieiraado o. 53.
Perdeu-a* no baile do arsenal de msriuha um
lenco renondo lodo bordado : roga-se a pessoa que
o achoo de enlrega-lo ua Gamboa do Carmo n. 38,
primeiro andar.
Para o Ararat) sabe iraprelerivemente no dia
9 do correnle o bem conherido hiato Duvidosn ;
inda receba aitiuma carga : a Irator na ra da Ma-
dre de Dos n. 2.
Preeisa-se de ama ama que saiba cozinhar en-
gnmniar para pouca familia : a Iratar na ma da
Praia n. 35, segando an'dar.
I'hoina* Femandes da Cunha, lem a satjstaco
de lavar consideraco dos senhores propriolaria* o
administradores de arma/ens de assocar, qoe em sua
loja, na ra da Cadeia do Recife n. 44, ha ehegado
recernemenle o mais superior fio inglez para saceos.



Preeia-so do um caixeiro para taberna, com nacional S. SALVADOR,
ndo fiador a son conducto :
esquina qne teHa para a rao
prattoa ou sem ella, dando Hado a s.ia conduela : |Qi premi08 g&o pagog a' distribuicap dir
na ra da Santo Cruz.
da togria
mesmas listas.
m
--


OIMIO DE
PEMUIBUCO
OUlRT FEIM a OE OEZeMBRO o| 1855
CONSULTORIO 00$ POBRES
O Di.rV
lodos *e I
desde 9 hora da
mauhaaleo neio dia, o cm casos ettranrdinarios a qualquer hor.idodiaou noite.
OBereeaj-q*) Igualmente para praliclr qnalquer operacaodecirurgil. e acudir |irorapnenlr a qual-
quer mulher que estej* nal departo, e cojascircunislauriasnaoperflsJttam pegar aomedico.
80 CONSULTORIO DO DR. i". A. LORO 10SC0Z0.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE : -
Manual cmplelo de muddicina homeopalhica do Dr. ( H. Jahr, traduzido em por
. tuauez pelo Dr. Mosrozo, qualru volme encadcrnado- em dous e acoropanhadode
om diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc.,etc.
JIWOO
?."
Esta obra, a maisimportante de lodas as que Iralam doesludne pratica da homeopalhia, porlser a nica
corilcui abase fundamental d'esla doutriuaA PATHOENKSIA Oli EFrEITOS DOSMEDICA-
MEiiTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAI' DEcouhecimeolos que nao podem dispensar as pes-
soatWqoe sequerem dedicar a pratica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que qaizerem
eiperitneutar a doctrina de Hahneinanu, e por si momo se convenceren) da verdade d'ella: a lodos os
aiendciros esenhores de eneenho que esiao louse dos recursos dos mdicos: a lodosos ca pitaes de navio,
qie una oo outra vez nao podem deixar de acudir a qualquer iucommodo seu ou de seus*wtpalanles :
a todoi os pais de familia que por circumslancias, que uem sempre podem ser prevenidas, sao |obriga-
dos a prestar in coiilinenti os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O "vade-mecum do homeopalha oo tri.loccao da medicina domestica do Dr. Herios,
bra tambeni ulil as pessoas qne se dedicam ao esludo da homeopalliia, um volu-
m graude, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 108000
i> diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele, encardenado. :800
Sern verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
homeopathia, e o proprielaro desle eslabelecimenlo se lisongea de le-lo o mais bem montado possivel e
uinauem duvida boje da grande superioridad dos eus medicamentos.
PRECOS INVAKIAVE1S.
Boticas da 5 ou 30" dvuamisario. .
tU tubos ............'.".....
He
De
be
De
De
21
36
48
60
De tU
:1
Mcuoios.
. 8000
. 159000
. dOBOtMI
. -259000
. :W00O
. 609000
Grandes.
105000
aoooo
259000
:10900o
359000
Qualquer deslas boticas em lindura], o dobro.
Cada tubo avulso ..........
Meta ooca de qualquer lindura da quinta dvnanjisaeao
Cm frasco da verdadeira lindura de rnica ....
Na mesma casa ha sempre a venda grande numero de lobos de crysial de diversos tamanhos,
vidros para medicamentos, e aprompta-se qualquer eucommenda de medicamentoscom toda a brevida-
de e por procos matUsaWmmoiios.
19000
129000
29000
LTAMENTO HOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
DO
-___ ._.aJB3
ou luslriiccao ao povu parase podercurar desta eofermidade, administrndoos remedios mais ellicazes
para ata /ha-la%emqdaoto'serecorreao medico,ou mesar* para cura-la iudependenlc desles nos lugares
em Que nao os ha. _.
TKADUZ1O EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO JUOSCOZO.
Estes dou opadjjnlos conimas indicacoes mais claras e precisas, e pela soa simples e concisa expsi-
to eslaaoalciicaeHodas as inlelliltencis, 11A0 s pelo que dizrespeilo aos meios curativo-, como prin-
cipalmente as preservativos que tcm dado os mais satisfactorios resultados ero toda a parle em que
elleslem sido po-los em nwllca. .
Sendo o tralaroeniaqpiuaopathico o unicoqueWm dado grandes resultados no curativo desta horrl-
veienfermidade.'julgarHiarapropusilo traduzir ates dous importantes opsculos ein lingua veruecn-
la.Jpara detl'arle facilitar a aoa leilura a quem iftnore o francez.
Veode-se unicaroenle 110 Consulloriodo traductor, roa Nova 11.02. por '29000. Vendem-se lambem
os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos com om frasco de lindura IO5OOO, um dito de 30 tubos
20900a __________________
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABRGD E LIMA.
Anda existem algn* eimplares eiiqourternados,
e acham-te a* venda na toja de livrosdos senhnres
Ricardo de r'reilas & C, esquina daruado tulleci,
e em casa do autor, pateo do Collegio,casa aaiarella,
no primeiro andar.
PrecTsa-se de urna amrparj urna casa de pou-
ca familia : na praca do Corpo Sanio u. 17.
Novos livrosde horoeopalhia em france/, sob
ludas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias clironicas, 4 vo-
lumes. *......-. 2O9OO
leste, nroleslias dos meninos ...... 69OOO
Hering, homeopathia domestica..... 79000
Jahr, pharmacnpa homeopalhica. ti&OOO
Jahr, novo manual, i vulumes .... 169000
Jahr, molestias nervosas........ H9OOO
Jahr, molestias da pelle....... S9OOO
Rapou, historia da homeopalhia, 2volume* IG9OOO
Harthm inn, tratado coaapleto daraiolestias
dos meniuos.......... IO9OO0
A Teste, materia medica homeopalhica. 89OOU
De Fayolle, doutriiia* medica homeopalhica 79000
Clnica de Slaoneli ........ K9OOO
Casting, verdade da homeopalhia. 49OOO
Diccioiuiro de Nyslen....... 109000
Attlas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, cerniendo a descripco
de todas as partes do corpo humano .
vedem-ie lodosestes-iivros.no consulloejeiljoroeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, *"-
meiro andar.
M9OOO
opa-
pri-
rua Nova n. 50
CONSULTORIO GENTEU
HOMOPATHICO.
Gratuito para os pobres.)
Alia de Sanio Amaro, (Mundo-Socoi n. 6.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero l'inho di
consultas todos os das desde as 8 horas da
nianhaa al as 2 da tarde.
Visita os enfermos em seus domicilio, das
2 hora em dianle; mas em casos repentinos
e de moleslias,agudas e graves as visitas sero
feitas em qualquer hora.
As molestias nervosas merecen) tralamenlo
especial seguudo meios 'boje aconselhados
pelos pralicos modernos, listes meios exis-
tein no consultorio central.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTRQS,
1; pos) em ordem alphabelica, com a descriprao
abreviada de lodas as molestias, a indicarlo physio-
Jogica o llierapeulica de lodos os medicamentos ho-
meopaUiros, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da signifioacio de lodos
o* termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
da* pessoas do novo, pelo
DR. A. J. DE MELLO M0R.4ES.
O* Srs. .issignaiiles'podem mandar buscaros seos
ejemplares, assiracomo quem quizer comprar.
Massa adamantina.
H*gerulaict)lo reconhecida a excedencia desla
preparado para cliumbaj deules, porque seus resul-
tados sempre felizes JHfedp dominio do publico.
Sebasliiu Jos de (llrtH ^B oso desla preciosa
massa, para o fiu indicaob, fpi pessoas que quize-
rem hoora-lo dispoudo de sena servidos, podem pro-
curlo na Iravessa do Vigario n. I, loja de bar-
beiro.
931
I DEITISU FRANCEZ.. |
^ Paulo aignoux,- dentista, estabelecido na
ra tara* do Rosario n. 36, segando andar,
collona denles com a pressao do ar, e chamba %
dtiiteaeora a masea adamantina e oulros me- fJJ
laes.
I I
O baixo assigoado mudou-sc da rna do Tra-
piche o. 17 para a ra da Cidea do Kecife n. 53.
lercelro andar.Jos Antonio de Soua Machado.
Deneja-se saberse nesta prnra c\ile o Sr. An-
looio Machado Bitancourt de Mello, que em 1817
sMjgaaiw daqui para Abreu de Una ; na ra da Ma-
dre du Dos u. 32, a negocio do seu interessc.
Aluga-se urna exrellenlo casa para se passar a
testa na povoacao do Cachan ao lado da igreja, nu-
tra no Pojo d Panella com frente para o rio e com
fraudes cumuiodos, pintada e caiada de novo : a
tratar 01 ra t)a Cadeia do Kecife n. 12, loja.
lRa"8e ain 5i" eom D0* c,,i de sobrado, a
* mullos coniroodos, sita na povoarao*do
lonlerrn ; a tratar na ra do Trapiche u. 14."
Adireccilo pede aos Srs. accionistas se dignem
roaluar a ultima prestafo de 15 oM> al o%ia 15 do
mez crrenle.
j. jaie, mmm. s
contina a residir na ra Nova ti. i a, primei-
roandar.
ai
Madama Scasso
modista.
# Aterro da Boa-Vista f. 3 1
Participa as senbor.is desla cidadaquu receben um
sorlimanln de differcnk objectos de modas, ricos
chalas ile (oaqoim estampad** com um bello dese-
nlio, di los'bordados, ditos de relroz, romeiras bor-
dadas* matiz, chapeos de seda para senhorae me-
nla*||!*avas modas de grinaldas de flores escarales,
ricM erus de vestidos de chamalole prelo, ditos de
seda branca pin ooiva, dilos de oores para baile,
tarbantes lecidos de ouro, obras qne as senhoras olo
deixiirii) de comprar, nnbreza de lodas ss cores, ri-
fea, vesldea, anfeiles para llieatro e bailes, e entras
LOTERA DE N. S. DA CONCEir.AO'
DOS MILITARES.
CASA l)A FaHA
I) caulelisla Antonio da Silv Ouimaraes, teni ex-
posto a venda os seus afortunados bilheles eraulelas
da segunda parle da primeira lotera de N. S. da
Cooceirao dosjlilitari', a qual corre no da 12 de
dezembrjMsSMe i venda as sesiiinles lojas :
aterro da BoT-Vist* nC. 48 e ti8 ; rna do Sol n.
72 A ; ra do Ranuel n. 5t; ra da Croz n. 36 :
ra do Pilar n. 90. '
pke<;os.
Bilhele inteiros 59800
Meios > 29900
Quartos 1f>VH)
Oilavae 760
Decimos 640
Vigsimos 320
Lotera.de Vos-
sa Seohora da
onceicao dos
Militares.
lotera de n. S. DA CO.NCEICAO'
OS MILITARES.
Corre iudubilavelmnlc quarta-feira, 12 de
duzembro
Aos .":iOU 2:500^000. c I :OOi'OO.
. O caulelisla Salusliauo de Aquiuo I'erre ira avisa
ao respeitavel'publicu, .que os seus-bilheles.e can-
lelas nao soflrero o descont de oitopor ceulodo im-
posto geral; os qnaes acham-su a venda ilaj* lojas
do cosluuie. S he responsavel a pagar os oito por
cento nos bilhele* inleiros vendidos em originaes na
t/es primeiras sorles. e
Bilheles
Meios
Tercos
Quartos
Opiatos
Uilavos
Decimos
Vigsimos
59600 Hccebe por iuleiro. 5:0009000
29800 2:5009000
U920 >. 1:6669666
19440 v 1:2509000
lOltO u 1:00091X10
720 Ii25s000
600 .VKI9000
'loo ,. "loaooo
Pernamboco :I0 de uovembru de 1855.O caule-
lisla, Salusliauo de Aquiuo I- ei reir.
PEDIDO.
Tendb-se tleaencaminliudo da sala das
audiencias do tribunal da iela<-o, no dia
25de outubro do crtente anno, depoi
de publicados os eitos, os autos de revista
civil entre paites, como teco tientes Gan-
tois & Pailett, negociantes da cidatle da
Babia, e recorrida a companbia de pa-
geles de vapores biasileiros, como ac-
cordo a favor dos recorren tes : pede-se
a quem os ti ver em seu poder, de os man-
dar entregar aoescrlVao Postn uno, e isto
no prazo de oito dias, do contrario se usa-
ra' dos meios que a lei permits, contra
quem de direito for.
COMPRAS.
Compram-so pataces brasileiros e
beapanhes a 2s010: na rita da Cadeia
do Recife, loja de rnmbion. -"S.
Na fabrica de rectifcalo do engenho Clinga
de Cima eompra-se constantemente asuardeule a 2
\ com o abate de 80 r*. cm callada do "prego crran-
le da praca, com a qual manicio urna frequeplecor-
respondencia que llie marca as allcrac Oes do mer-
cado.
Compran) se palaces brasileiros e hespaiihoes
a :'^XK): na ra da Cadeia do Kecife n. 51.
Compra-se effeclivamenle lironze, lalan e cobre'
velho : no deposito da l'un doBrum. logo na entrada n. 28, e na mesma rundi-
dlo, ni Santo Amaro.
. Compra-se agoa de caj*' cm caada, paua-se
bem : na rna da Senzala Velha n. 110, deposito de
licores. t
Na fabrica de reclifleacao do engenho I Mima
de cima, compra-se constantemente agurdenle de
20 eraos pira cimu, com o abate de 80 rs. em caada
do prero crrenle da prara, com a qu 1 mantos*
urna frequenie correspondencia que'Me marca as
alleracoes do mercado.
VENDAS.

Aos 50O0.S, 2500.S e lOOOs
Corre quarta-feira 12 de dezembro
|iro\imo futuro.
Os bilbetese cautelas docautebsta An-
tonioJose Rodrigues deSouza Jnior, nao
estao sujeitos ao descont dos 8 por cento
do imposto da lei ; os quaes se acham a
yenda as lojas da praca da Independen-
cia ns. 4, 13, 15*40, ra Direita n. l,
da Praia n. O, do Livramento n. .10 e do
Crespo n. 5. Os premios sao pagos logo
que saia a lista geral.
Bilhete inteiro 5.,8 .'i:000$OUO
Meiebilhetc -i.sMH) 2:500^000
Tercos s000 l:bo>-fiGo
Quartos l.s/)00 1:250^000
Ouintos 10200 1:000$000
Oitavos 780 (25>000
Decimos t40 'i00$000
Vigsimos 524 230J/000
O referido caulelista declara que s pa-
ga nos hillu-ies intuiros vendidos em origi-
naes, os 8 por cento do ftnposto da le, nos
premiograndes, devendo o possuidor re-
ceber do Sr. thesoureiro o seu competen-
te premio, que com os ditoi 8 por cento
recebidos do referido cautelista prefaz a
torte por inteiro, sem descont algum.
Previne-se aos Srs. oorives, ou a nutra qual-
quer pessoa a qnem for oderecida urna coroa de ou-
ro pequea, que nao a comprem, visto ler sido rou-
bada do primeira andar do sobrado n. 9 do paleo do
Carino ; promelte-se suardar segredo, e recompen-
sa-se a quem a entregar eir dita casa.
FURTO.
Aiuda nao appareccu a canoa pequea du carrei-
ra, e de um s pao, pintada de cor de cinza, com 2
assentos, sendo I com encost, a qual foi ronbada
nesle roez de detraz do theatro de Santa-Isabel, e
por isso roga-se a todo os cinoeiros, ou oolra
qnalquer pesso que dr noticia ou apprehende-la,
de eulregarao Sr. Francisco Antonio de Figoeiredo,
na roa da Palma, que graliOcaru, ou leve no mesmo
lugar donde foi furlada, que achara com quem Ira-
lr. Adverle-se que essa cano* esl matriculada, e
he condecida pelo nomeRemedios.
COMPANHIA DE BEBERIBE.'
O Sr. director da companhia deBebe-
ribe manda fazer publico, que por delibe-
ra cao da administrado da mesma tem de
arrematar-se o rendimenlo da taxa dos
chafarizes e bicas desta cidade, por bair-
ros, ou na tqtalidade por tempo de 1 a 5
annos, a comar do 1 de Janeiro de 1856
As pessoas a quem convier contratar po-
dem enviar as suas propostas aoescripto-
rio da companhia, ate odia lOdedezem-
bro prximo. Recite 26 de novembro de
1855
secretario. Lufa da
*
Poi-
raHrtaaslWMda de gasto.
CtMrata-se ui
um trabilhador de masaeir* : na
rm Dirsiia n. 69, oo no Monteiro, padaria do Brito.
De seda trancas mu lindas,
De cores varias e bellas,
Alvas qual nave mui pura,.
i Verdes, zoes eamareilas.
Trancas tilo proprias para a fesla
ao as adiis, njfo ;
choris a bnizos presos,
a loja de Barros & Irmao :
Kua larga do Rosario n. 38, junto a botica.
Aosamaotesdas
bellas artes
Jos ligoccioni por motivos de molestia reinante
ua corle, pretendo demorar-so algum tempu nesta
provincia, o para isso convida todos os que deseja-
rem aprender msica, solfejo, rabeca. etc., de avis-
tar-* com o mesuro no, hotel inglez, no Recife, a
lodas as horas para Iratar.
U. Maria Jos. Pinheiro lem nesta dala revoga-
do uma'procuracio qoe havia passado ao Sr. Fran-
klin Benjamn Theolouio Peixoto, e castado lodos os
i poderes que na mesma procurarlo havia concedidb
ao dito senhor para Iralar de seus negocios judiciaes
j e eitiajudiciaes, e para raceber os alugueis dos in-
I quilinoj de suas propnedades, a por isso previne ao
publico em geral e em especial aos seus inquiliuos
que d ora em dianle s deverSo pagar os alaguis oa
a annuncianle mesma, ou a seu procurador nova-
mente constituido caso poderes judiciaes par* isto.
Dase gratoflamenle um porcSo de lijlos
Saebrados e clice ; na ra da Cadeia do Recife n.
5, defronte do beaVo largo.
G olliiiias
PARA 1856.
Estao a' venda as bem condecidas fo-
Ibinbas impressas nesta tvpograpbia, as
de algibeira a 520 e as deporta a 160; as
de algibeira alm do kalendario ecclesi-
astico & civil, conten um resumodos im-
unicipaes, provinciaes e geraes
Bectamtodat asclasses da socieda-
de.earacto dosregulamcntos parocliiaes,
dceuiiterio, en trros e sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cito-
lera, contos, variedadese regias para fa-
ter manteiga e queijosde dill'erentesqua-
lidades,dittas ecclesiasticasou de padrea
480rs. : vendem-se tnicamente na livra-
ria n. ti c 8, da praca da Independencia.
No lim do mez sabirao a luz as de al-
manak.
Oracio contra a peste c o cbolera-
^^^^^^ morbits.
Acha-se venda na ivraria n. (i c S da prjra da
Indrpendocia um folhelinho com dilIerenles-*ora-
coes contra o cholera-morbos, e qualquer ontra oes*
te, a 10 rs. cada om
LrQUIDACAO.
na anima e bem. couhecida loja de miudezas da
rna dos Quarleis n.%1, vende-se um cmplelo .ur-
lmenlo de miudezas por menos do que poderla
Xprar em primeira mao.'que he para liquidar-se, c
ica-se a boa qoalidade,
K elogios.
de ouro, ,relo-
gios de prta, relogios de
mesa e de parede, chega-
dos u I t ni a me n'te: vendem-
se na loja de Chapront <$*
Pipas1 v.sras
\ende-se porciode pipas vasias |>ropriaspara en-
cher de agurdente, preco de I7f> cada urna : *
Iralar no escriplorio de Manuel Alvcs tiuerra, na
ra du Trapiche n. li.
Safcas com milho.
Veudem-sc lacfa*aesn mullo hoiu inillm e novo,
por preco mais enmmodo du que em outra paite : na
ra de SasA Hala, labeiua u. .
Vena^^
\\ bilidades : u.i
^eude-e urna boa carruc**: no Maii^uinbo
casa que faz esquina cun a- estrada* uos Alllictos e
Ponte de Uch.
$'@@^&& 3&@$$a
j PARA ACARAR.
(pp ^>a ra doQueimado n. I!i loja \
fa de Santos Goelbo, vendem-se sin-|
?^ das cambraias france/.as a 260 o (A
11 prelo mor), pruprio para ludo ser-
IS anuos, de bonita ligura e com tu-
ina Direita ii. .';.
; Vendem-se os seuuinte livros : Thompson,
Historia, as qualro eslacAes de Tliompson. Virgilio, a
tiadureao ilo. quairo livros de Horacio. Diccionario,
Euclides. Arilliinelica de Otloni, dila de Besout,
el oque una nacional, arle .poelica, Charm* e'o me-
mento, ludo no aterro da Boa-Vista u. 2, piimeiru
andar.
Vende-se cal e farellu de l.isbua minio supe-
rior ; ua ra da Cadeia do llecife n. ili, primeiro
A CALIFORNIA PARA AS
Cliapeus de palha para senhoras muilu pruprio
para tudos os diverlimenlos da fesl,, e rom especi-
alidade para lomar banho>, por ser pelo preco
muilodiminuto, eai razan da qu.ilidade: vendem-se
na prar;a da Independencia ns. 21 a 30. '
Cliegou a loja de Santos Coelho, ra
do Queimado n. 19, as mais bonitas cambraias de
pinlinhas, fazeudajniilu lina rom 7 varas a 2j>200
o.corte, asquaesasne venilem na loja aeima, assnn
como curie de cambraia franceza prrla rom pintas
brancas pelo baratissina preco de 2JMOO cada um
corle.
A s senhoras de
bom gosto.
\ erdadriro luco de blonde blanco e prelo, e bo-
nitos chapeo de senhora por preco milito coinmodo.
A mesma loja acaba de reerber muilus relogios
americanos para cima de mesa, do ultimo goslo ;' e
lamben felogius franc'e/es com caija, por preco
muito em conla.
Vende-se fumo da Babia a relalho para cha-
rolos de primeira, seguuda e lerceira surte ; oa roa
Imperial n. 171.
Vende-se a armacao e utencilios da taberna n.
Iti da ra Direila : a Iralar na ra da Cadeie n. X.
Vende-se nm bonito mualo de nome Lourenro,
com 18 a 20annos deidade, muilu sadio, e sem vi-
cio nenhum, muilo bom pagem, e para todo o servi-
co ; a Mancae a sua conduela : na pra$a da Boa-
Vista, sobrado n. 8.
_ Vende-se ama esersva crioula, moca, de 20a
20 annos, com habilidades, e dase por preco muilo
comando, portier com prccisAo ; na jua "da Roda
Na olaria que fui do Joiio Roma, sita no lugar
Barbalhu. vende-se |qualquei quautidade dos me-
Ihores lijlos de alvenari.* grossa : a Iralar com o
ablitn asaignido oinu mesma olaria.Msnoel Pe-
res Cainpello de AtwJeid
Kelog-io
Be rt ral id, praca da allde- Vende-Sana ra daCtuzn.26 pri-
peildeiideneia ns. iSeiO. mel'andar aPrfif'ave| cna'prets^n
. ..... libras, assim como*cbocolate fraiicez o
melbor quetem apparecidono mercado,
e por preco inuito em, conta.
TESTOS
espermacele a
na. roa das Cruzes
Em casa de J. Kilque, ra do Collegio n. i,
recebeu-se pelo ultimo navio viudo de Franja, um
lindo sor timen lo de entalles, loucados e, chapeos para
senhoras, dos mais modernos, assim como grvalas
de selim e chanialote brancas, proprias para casa-
mento e baile, camisas francezs a' Mousquelaire,
com peitos, pondos e colleirlnhos de Iinho e oulros
muitus artigo* que se ven,lem por preco muilo ra-
zoavel. Tambero ha um grande sorlinie'nto de lavas
Jouvin imitando camurca. muilo boas e proprias
para passeopor serem de cor, pelo diminuto prero
de 13500 cada par. *
Vende-se no alerro da Boa-Vista n. 17, varias
obras de funileiria e ferraineutas para tumleiro
muilo baralo.
Vende-se muilo bom \intte tirife a .l*r,K> r
a caiiada e a 100 rs. a Kaejsjj.; manteiga maleza,
muuo boa, a 800 e a 720fl V|ibi4 ; caf a 180 ;
latas de sardiuhas de Nante a 560
880 a libra ; latra a 320 rs. :
n.20.
\%ode selumo da Baha a relalho, urna por-
cao de dito dalrra, de superior qoalidade: ludo
pur preco* raaoaveis : na fabrica da ra do Ran-
jjel n, 2. ^
Vende-se um inoleque crioulo de 18 a 20 ali-
os, bom cozoheh-o : na ra da Cruz n. 6.1, seguu-
do andar. .
Vendeni-se duas canoas de carreira, sendo urna
propria para condcelo de familia : na ra da San-
ia Croa n. 70.
'Vende-** am escravo crioulo, de "> annos,
bom ollicial de alfaiaie. e principio de marcipeiru,
u qual se acha ua casa de delencao : quem o quizer
cumprar falle ao Sr. administrador da mesma casa,
qoe o mandara mostrar, e mesmo dar u preco.
Vende-se urna Mrica de cliarlos com arma-
cao envernisada e tuvidiacada, o com mullas pro-
purces, e lambem se vemie nicamente a armacao,
Via para loju de lazendas, miudezas uu calcado,
ua ra do Vigario n. 15: a Iratar na mesma.
Vende-se por qualquer preco una porfo de
pea de piuheira de muilo boa qualidade, que se
chara em esladu de trasplanlar-se : quero precisar,
dirija-se a estrada do* Atbelos, sitio defroole do do
linado Joaquini d*Kiyeira, a qualquer hora do dia.
de OIin
iS ce
i Lindos 156rd5es de ca-
bellos-
Vendem-se ricos cordSes de cabellos elsticos, li-
so e enfetlados, por haratissimo preco : na loja d
miudezas, na ra do Queimado n. 63.
Aterro da Boa-Vista iu 15.
Vendem-se biscoitus inglezes muito lino, ** la-
tas grandes, pelo diminuto preco de JS)000'a lata,
cha da India chegadu ullimamenle, o mais superior
do mercado, maotei^a in^leza primeira qoalidade,
e muilo, ulros ge.ieros, por preco muilo cummodo,
para acabar.

Ig'IOS
Relo
cobertos e des-
cobertos,
de ouro, patente inglez.
Vendem-se no escriplorio de Soulhall Mellor
Companhia, o* roa da Cadeia du Kecife n. 36, os
mais superiores relogios cobertos e descobertos, de
ouro, patente inglez. de um dos melhores fabrican-
tes de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete inglez.
iu na i
, flIECIMlEIFH
afwtiova n .'18, defronte da igrej da Conccici
ilos Mililnresas Oesejartas lampadas para igreja, II
riliulos. uaaata, caldeirinhas u'aaoa hauta, eseaM
ntohis, ludo de lafto, galbcta de estafeta etc.
ROLAO FRANCEZ
Venae-se esta deliciosa pitada tanto em
porcio comoa retalbo, em pOrdto ua ra
da Cruz n. 6 primeiro andar, e'a reta-
Iboa-iO rs. aoitava: na ra da Cadeia,
loja de Va/. & Leal.
Na ra da1 Cruz sf*>26 primeiro an-
dar, vende-se urna porcao decaixas com
sardinbas em latas, fhuito novaspor terem
chegadno ultimo navio (i-ancez, e por
baratissimo preco.
Vende-se o exoelleute cbarj
emcaixas, nliitiiair.cnte ebegado
9a, e licor de Kiiscli: na ra da
26, primeiro andar.
Vende-se batata de Lisboa em muito bom es-
lado a 29OOO a arroba : nasRravessa da Madre de
Dos 11.5. .
Vende-se
urna 1 hiroca nova e bem construida, com boi muilo
bom : alraz ila matriz da Boa-Visla u. 13.
r'AKIMIA 111, MANDIOCA.
Vendem-se saccasgrandes com fariuba de man-
dioca |Hii,iiei;o roniinodo : para fechar contas : no
armazem de LuizAnnes defronte da Alfandege.
Vende-se eiceUenle taboado de pinho, recen-
lemenle chegado da America : na rus de Apollo
trapiche do l'erreira. a entender-se com oadminis
Irador oo mesmo.
Bous gostos e de
boas qtilida-
des.
.Vi ra !,. Queimado, nosquatrocalilos, na secun-
da loja de lazendas n. 22, defronte do sobrado ama-
relio, vendem-ae [ajndas por pre^us que real-
mente' fazem admirar ao publico : Panno prelo
linissimu, prova de llmao, para casacas e palitos,
pelos barati-simus preros de 2500, 39500 e 5000
o covado, casemira preta de superior qualidade
a 2j) e 29OOO o covado, alpaca prela muilo lina a
400, 500 c 000 rs. o covado, corles de colleles de
fusfoes de buuilos padres e cores lisas a 700 e 900
rs., chales prelus de laa e seda muilo grandes a
23800. chapeos de sol de seda pnlos e de cores, fa-
zenda superior a 095O0, camisas francezs pintadas
para homem a 19280, riscados da India muilo finos
e largos e muilo bonito, para vestidos 280 o cova-
do, selim prelo maco, a/.enda muilo superior a 33r
o covadu, sarja hespanhola muilo superior a 2,400 u
covado, merino muito lino a 29OOO o covado, meri-
no setim o mais soperiur que pode haver e muilu
pruprio para ritfll a I96OO o covado, chapeos de sol
de panniubo a 19000, chitas francezs muilo finas e
largas, de no\o padres a 320 o covado, fil de Ii-
nho liso e com llores a 19 e 19140 a vara, luvas de
pellica de Jouvin para huinein e senhora, ehegadas
no ultimo navio franrez a 19800 rs. o par, lavas de
seda de toda, as cores com belotas a 19280, camisas
de meia muilo linas a 19, lavas de lio da Escocia
branca c de cores a 400, 500 e 600 rs. o par, man-
tas de seda para grvalas, prelas e de cores, muilu
boa fazenda a 19280, pauuo fino azul de superior
qualidade a 49 o covado, ricas, romeiras de relroz
bordadas a 1I9, lencinhos de relroz francezes
13280, cassas francezs muilo finas e de bonitos pa-
dres a 300 is. u covado, cambraia linissima de sal-
picosa 19 a vara, camisa* francezs muilo finase
bem feilas para hornero a 29500 e 29800, corles de
cassas para vestidos de bomius padres e com 7 va-
ras a 2911 corle, lenco bramo- de cambraia de Ii-
nho muilo finos e urandes a 6) a duzia, ricos chales
de chally com lislras de seda e bastante grandes a
89* ditos de meiin muilu litios e lisos a 69, luvas
prelas de turca I. de Lisboa a 19120, chally amare I lo,
fazenda superior e que muilo se usa para vestidoa
800 rs. o covado, romeiras de cambraia com lacos
de ricas lilas de seda a 19280, grvalas de seda de
bonitos padres a 610, meiasde laia para padres a
29 o par. cortes de caseruiras finas e de bonitos pa-
dres para raleas a 59, briuzinhos de Iinho de bo-
nitos padres a 240 o covado, brimlraocado de'puro
Iinho de bonitos padres a 800 rs. a vara, lapim
prelo linissimu, pruprio para vestido e balinas de
padre a I928O o covadu, risrdinhos-francezes muilo
finos e b*uiio padres a 240 ucuvado, rosios lencos
pelos para grvala muilo superiores a I;, lenco
brancos de cambraia muilo Unos a300rs., ganga
amarella muilo superior a 320, meias brancas finas
para senhora a 240. 300 e 100'rs*. o par, dilas prelas
muilo linas a 320, Hilas para humero, fazenda su-
perior, sendo brancas, prelas e cruas'a 240rs. o par.
Alm de ludas estas fazeudas oulras muitas qne s i
vista das boas qualidade he que se podem ver o
quanto sao baratas, afiancando-se aos Srs. compra-
dores que nesle eslabelecimenlo nao ha fazenda al-
guma que seja avariada, e sim ludo sem avar.il, de
bou gostos e boas qualidades.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas por poucodnbeiro,
Vendem-se cortes de cassa chita'de bom gosto a
29Jiiio de padres francezes a29400, castas runas
para aleviar luto, ditas prelas de padres miudos a
29 o corle, alpaca de seda dequadros.de todas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico tanto pintado
coma bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra hornero a 19 e 19600 ; todas eslas fazendas ven-
dem-se na ra do Crespo u. 6.
Vendem-se no armazem n.BO, da ra da Ca-
deia do Kecife, de Hefiry liibson. os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precot
mdicos.
COM PEQUEO TOQUE DE AVARIA-
Indiana de quadros de sedae algodo, de
muito bom gosto. a 520 o covado.
Veude-se na ra do Crespo, loja da esquina qoe
vulta para a ra daaCadeia.
EsfVlio di Iinho
e algodao,
muilo superior, com 11 varas a pesa, por 39500:
vende-te na ra do Crespo, loja da esqoina qoe vol-
a para a ra da Cadeia.
(9 POTASSA BRAS1LEIRA. 0
0 Vende-se superior potassa, fa-
44} bricada no Rio de Janeiro, ebe-
B gada recentemente, recommen-
S J seus bons elfeitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruz n, 20, ar^
mazem de L. Leconte Feron
Coi
ipa
iib
*8
Rape.
A3$S00
Veude-se cal de Lisboa ltimamente cliegada, as-
sim como potasta da Russia ve'rdadsira : n* praca da
Corpo Santo n. 11.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor, Ba da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimentp de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
CAL E LISBOA A 4*000.
\ endem-se barris com cal virgem de Lisboa, para
Techar conlas, pelo diminuto preco de 49090 o bar-
ril : na roa da Cadeia do Kecife, loja n. 50, defron-
te da ra da Madre de Dos.
Moinhos de vento
ombombasderepnxopara regar borlase baia,
decapim, na fundicaO de W. Bowman : rfarua
doBrum ns.6,8el0.
AOS-SENHORES DE ENGENHO.
Reduzidb da40 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Rerlin, empregado as co-
lonias inglezas e. hollandezas, com gran-
de vantagem para o melbor'ament do
assucar, acba-se a Venda, em 'latas de 10
libras, junto com o metiiodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieher 4 Companhia, na ruada
Cruz. n. w.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C, na ra de Senzala Nova n. *2.
Sol liiis inglezes. ;
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaes bronzeados.
Lonas inglezas-
Fio de sapateiro. '
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cberry em barris.
Camas de ferro.
MIIiq emsaccas
Vende-se muif superior railho em saceas: na ra
d o Amortan n. 41, armazem de Francisco Guedes de
A raujo.
lilho era saeeas
Vende-se na ra do Encantamento n. 76 A, milho
em saceas. de superior qoalidade, por pr*co coio-
111 odo.
Veiidftn-se pipas vatiat: n* ruada tiuia n. 46
segundo andar, pera ver aa atetta* roa n. 9, la
berna.
4
Vende-se n verdadeiroe muilo fresco rapo l'aulo
Crrdeiro : na ra larga do Kosario*!. 38, junio a
botica.

Chales de merino' de cores, de maito
bom gosto.
Vendem-se, na ra do Crespo, loja da esquina que
.volt* para a cadeia.
Veode-ta um bom cabriolet descoberlo com
arreios, e la ni lie in um carro de 4 assentos, novo.com
arreios.ludo i vista de quem quizer se tentar*', lano
n.aisporque o preco be razoavel; na roa Nova, co-
beira do ir. Quinleiro.
* COGNACVERUADEIRO.
Vende-se o.verdadcirn cognac, tanto em garrafas
orno em garrufes : na ra daruz n. 10.
para voltarele.
Vendem-se ta ra da Cruz n. 20 pri-
meiro andar, caixinllas.com teios muito
delicados para o apreciavel jogo de Vol-
tarete, ou para outro qualquer jogo, l-
timamente vihdosde F'auca, epor preco
baratis Vende-se JUia .porcao de Irascos
com. rolhas de virjpo, muito proprios para
conservar toda a qualidade de rape,1 epor
preco muito conamc-do : na rna da Cruz
11. 'ti primeiro andar.
. PALITOS FRANCEZES.
A fabrica de chapeos de sol da ra aova n. 23,
esquina da combM^o Carmo receb(&pelo ultimo
navio chegadn do Havre os objectos segaintes : pali-
ls de panno lino forrados de seda prela e de cures,
dilu de selim do China, dilot de palha de seda.dilo*
de alpaca preta decores, dilos de Iinho d tirela
nha branca, casacas de pauno prelo* do uilimogos-
lo, riquissimascamisas com aberturas, punhos e co-
lariuhos de Indio, um lindo sorlimenlo de gravita*
du seda, um completo surlimeulo de chapeos deso
de seda e de panno para honiem o senhoras, astim
como chicotes, bengala e muilus oulro objectos de
posto, os quaes se vendan por preco mailu dimi-
nuto.
A boa fama
VEN E BARATO:
Libras de linhas brancas ns. 30, 60, 70 e 80 I9IOO
Libras de ditas MaJOO, lO e 130 l~-j.sn
Uuzias de tesoaus para custura I9OOO
Duiia de dilas jjfiis Anas I.-l'XU
Slaco, com 10, 90 e 60 pecas de cordSo
para ve-lulo 040
9wa cin 10 vafas do bico eslreilo 560
Duzia de dedaes para senhora jqo
Caiiinhas com agulhas francezs j60
Ca i as cini 16 nvellos de linhas de marcar 280,
Crozas de bol oes para carniza (gj
l'ulceirasencartdas para meninas 240
Dilas grandes para senhora 320
Pares de meias Rna* par senhora a j',11 e ,n(j
Meadas de linhas muilo finas para bordar 160
Meadas de lindas de | eso \qO
Urozasde bsOtni roui'o linos para calcas 280
Rabados deTO&o aberlos e bordados 120 c 240
CarleiraslinArlciii irruquini para algibi-ira 600
i'ivelas douradss para talcas e collele 120
I inlelrose areeiros d*f*rcelaoa,o par 500
Chararlras entre lin* 120
!'/ias de torcidas mtp4 para candieiru st
I'enlcs de verdadeWabofalo para alisar .100 500
Peras com 6 l|2 varas do lita branca de Iinho 50
Caias com clcheles francezes 60
Carrileis de linhas de 200 jardas de boa
qoalidade 70
Maci nlos com 35, 10 e 47 grampat 60
Suspensorios, o par 40
Carrileis re linhas de 100 jardas, aulor Ale-
xandre 40
Alm de lodas estas miudezas vendem-se oulras
muilissimas, qoe a vista de suas boas qualidades e
baratos procos causa admiraran aos compradores :
na ra doQoaimado, nos qualro cantos, oa bem co-
ndecida loja de miudezas da Bo* Fama n. 33.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina qoe
volta para a ra da Cadeia .
VINHO \EKEZ.
Vende-se superior vinho de Xerez em barris do
1|4. emeasa de E. II. Wyall: ra do Trapiche
o. 18.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se oexcellente romance histri-
co Leonor a'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por 1 $000 rs., nTivi-aria
n. (i e 8 da praca da Independencia.
Venderse cal empedracbegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova.: no nico deposito da ra
de Apollo n. 21?, de A. J. T. Basto &
Companhia.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
qnente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de tiostron Ko-
oker #C.
Vende-se ac em c un he les de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem le Me. Cal-
moni Si Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
Na rna do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-sefarelo novo,chegado d* Lisboa pelo brigue/Vi-
deranra.
Deposito de vinho de cbam- (9
pagne Chateau-*^y, primeira, qua- fi
lidade, de propnedade do conde
de Marcuil, ra da Cruz do Re- g
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda* Champagne, vende-se
a 36{00(rrs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a io-
g*vConde de Marcuile os nv
tilos das garrafas sao azues.
POTASSA E CAL VIRGEM.
No antigo e ja' bem condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dila do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudoa
preros muilo'lavoraveis, com os quaes i-
carao os compradores satisfeitos.
FAR1NHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinba de mandioca
em saceas que tem um alqueire, medida
velha por 3,S'000 res : nos armazens ns.
, f) e T, e no armzemdefronte da porta da
aliandega. ouA tratar to escriptorio de
Novaes & Companhia na ruada Trapiche
n. 34, primeiro andar.
Vende-se urna batanea romana eom todos os
mus perlences,ero bom uso e de 2,000 libras : quem
prelendtr, dirija-se a ru* da Cruz, armaMm n. 4.
i
A
na
VENDE BARATO:
Lencinhos de relroz de todas as cores para pesco-
i.o de senhoras e meninas, pelo barato preco de 19,
baralhbs de cartas nissimas francezs par* voltarele
a 50, toaras de lila para,senhoras e meninas a 40,
lavas muilo linas de lio daVkeocia branca* e de co-
re* para hornern e senhor*T 400, 500 e 600 (s. o
par, meias brancas e'craas para horneen, fazenda
muitissimo superior a 160, 300 e 240 o par, luvas >
pellica de Joovin brancas e amarellas par* homem
e senhora a 15900 o par, camisas 4* meia moilo|li-
nas e de pur* laa para homem a 3g00 rs., ditas de
algodlo muitissimo Unas a 1j e 19300, lesouras mui-
lo finas para papel a 1$j00, dila**>superiores par*
barbeiro a 19500, leques maito lina* WUL ricas abo-
toaduras para collele de madrW>*raB He metal|a
500 rs., ditas para palitos a 600 rs., caiiinhas coro
phosplinros proprias para charutos a*20 rMslcos jar-
ros doorados de porcelana para llores de wersos ta-
manhos e precos, riras lilas de seda lavradas e lijas
de todas escores e largura** escovis linissima*
roupn, dilaspnr* cabello, trancas de teda de
tos padres de diversas larcuras e cores, navalhas R-
nissiinas parj^irba, caivetes finissimos e d* todas
as qualidadJ^Biicos finos de Iinho de bonitos padres
e divenas I araras, ricas franjas de algodo brancas
e de cores para cortinados, lesouras paVa costara at
mais lina qoe he possivel encontrar-se, eonlras mui-
lissimas coutas que ludo se vende'por lao baratos
prefot qne aos proprios compradores causa admira-
r,o: na ra do Queimado, nos qualro cantos, na
bem ennhecida loja de miudezas d* Boa Fama n. 33
e Usas
:sbi&
hsi-
A boa faina
VENDE BARATO:
Ricos penlesde tartaruga para cabera
Dilot de alisar lambem de tartaruga
Ditos de mar lim lambem para alisar
" imitando tartaruga para cabeca
.....
:fcs000
19400
19400
I.indl* meta* tened* de cores para criamjas 19800
Meias pintadas fio da Escocia para criancas 240e 400
Bandejas grandes e de pinturas finas 39000 e 4000
Papel almaco greve e paotado. resma 19000
Penns nissimas bico de laes, groza 1200
Ditas muilo boas sem ser de lanca.groza 640
Oeulos de armario de ac com graduacoes 800
Lonetas eom armatSo de tartaruga 19000
Ditas com armacao de bfalo 500
Toucadoresde Jacaranda com bons espelbos 39000
Meias de laia muilo superiores para padres 29000
Ricas bengalasde canna iom lindos casidas 2$000
Ditas de janeo com bonitos casles 500
Ricos chicotes para homem e senhora a 1} e 19-200
Meias prelas de algodo para padres, o par 600
Grvalas de sed* re lodas as cores 19 I92OO
Fitas de velludo de lodat ai cores, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca ', 400
Ricos reloginhos para cima de mesa */* 49000
Suspensorios finos de borracha, o par 400, 500, 600
rentes muilo tinos para suissa .500
Escovasutu'lu linas para cabello *6S0
Capachos pialados muilo bonitos JOO
llotoes linissimos d* madreperola paraca-
mis, "Broza 1.--J00
Alm de ludo isto vendem-se oulras muilas cou-
sas, que avista das qualidades e precos faz admirar:
ua roa do Queimado, nos qualro cantos, oa loja de
miudezas da Boa Fama o. 33.
Taixaa para engenhos.
Na fuudicao' de ferro de D. W.
Bowmann, Ifca ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sort ment de tai xas de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se oa carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
SUPERIOR PANNO PARA ESCRAVOS-
Vende-se por preco commodo, o bem
conhecido algodao da trra, o melhor
pesetem descoberto para rotpa de es-
era vos: nos Cuatro-Cantos da ra do
Queimado n. 20. ,
Vestidos e chales.
Vendem-se chales de seda grandes com algum
otal*, pelo baralo preco de 69000r., corlead* cas-
sa decores eom barra e allomas pintas de mofo,
pelo diminnlo preco de I96OO o corle, assim como
oulras muitas fazendas por baralo preco: na rna
da Cadeia do Recife loja n. 50, defronte dn ra da
Madre de Dc0s.
Brinsde vella: no armazemdeN.O
Bieber & C, ra da Cruz ii. 4.
'
VARAN1IAS E GRADES.
fundi da Aurora^Va"o Aw^^lS'
to da mesma. na roa de Brum. depMI"
MENDAS SUPERIORES.
.m,TdeC-Sa,T* Companhia
em Santo Amaro, ach-se para vender
moendas de cannas todade /erro, de um
modello e construcco : muito superiore.
Lniao, n rus da Crut n. M,
moPniteN",d" mT'hn", *** "* co-
n.ieP f r P .nttTt- "Pcrges, tingue de bof-
pale de fotet-ucisses, beafslak. eh.pooea..iam,
bon poulet au ju d'eereviMe, Iriandr*.rSf o \
as im como diversas qoalld.de de vlnfL, cp
Champagne Xers, Madeira, Porto de opIsmSh-
l.dade, vinho de Franca branco (antit e lim, di-
verso l,cores, hummel, etc., cognac eng.Jtt,l,
lambem ha pelucos celado, ao rood.^SV,
qualquer hora.
Vendem-e dpgs pianos fortes de ta-
caranda', construccao vertical e com to-
dos os melboramentos mais modernos,
tendo vindo no Utjfcfo navio deHambur-
go : na ruadaCasa, armazem n. 8.
nAfWS.
Vendem-se em casa de Henry Brunnos
C- ra daCru n. 10, ptimos pian &
chegados do ultimo navioda Europa,
C. STARR & C%
respeitosamenleannunciam au* no seu eitento es-
labelecimenlo em Santo AnM&i.cotitiiiuam o fabricar
com a maior perfeic^o e prosaptido, toda a qoaida-,
de de macliinismo para o uso da ani cultora, na-
vegajao e mannfaclura; e qoe para malar commodo
de seus numerosos freguezes do publico ate gtral,
leem alerto em um dos grandes ar asaceos da Sr.
Mesquita na ra do Brum, alraz du arsenal da sju-
rinha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu eslabelecimenlo.
All acharSo ot compradores um completo orti-
mento de moendas de canoa, com todo* melhora-
mentos (alguns.delles novo* e originaes) Ue- qoe a
experiencia de muitos anuos lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baisa e alia pressao,
tanas de lodo lamanho, tanto batidas camo foodi-
das, carros de mao e dito para eonduzir formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensa* pa-
ra|dilo, farnos de ferro balido para farinba, arados de
ferro da mais approvad construccao, fondo* para
alambiques, crivofe perla* para fornalha, a urna
inlimdade de obras de ferro, qoe seri enfadoiibo
enumerar. No mesmo deposito eiitte ama -pessoa
mtelliaenle e habilitada para receber (odas a* en-
commendas, etc., etc., que os snnuntiintes 'contan-
do com a capacidade de suas ollicinas e macliiasseao,
e pericia de seus officiaes, se comproineltem a faaex
ejecutar, com a maior presteza, perfeirao, exacta
conformidade com os modelosou de*e*t,e iustruc-
coes que Ibes forem fornecida*. W
ROBH.AFFECTEUR.
O nico aulorindo por decis* do conreino real e
decreto imperial.
Os medico* dos hoapitaesTecommeudara o Arrobe
de LatTecteur, como sendo o nica aulorisado pete
goveroo, e pe* real sociedade de medicina. Esta
medicamento d'um goslo asraiiavel, e fcil* tomar'
em secrelo, esta em aso na saaiinha, real desde mais
de 60 anuos; cura radicalmente em pouco lempa,
oom po'uca despeza, s*o mercurio, as ffeceftes do
pelle, impigalM, as conaequeucias das sania*, titee-
ras, e os accidentes do* partos, di idarie critica, a da
acrimonia hereditaria dos humores; conven aoa ca-
larrlios, a bexiga, as conlrccoes, e fraqueza do
orgiios, procedida do aboso das iiijecc,oes ou de son-
das. Como anli-svphililico, o arrobe cura ewpooca
lempo -os fimos recente* ou rebeldes, qae voivetn
iocessanlM em cousequeheia do emprego da cooai-
ba, da cubeba, ou das iojecfOes qoe representen) o
viras sem neatriflisi-lo. O arrobe Laffeelear .he
especialmenterecommendado contra as doeaca*} iu-
veleradas ou rebeldes, ao mercurio e a* iodorct* de
polassio. I.isbonnr. Vende-se o* botica de Bafuli de
Antonio Feliciano Alves de Azevedu, praca da O. Pe-
dro ii. 88, onde acaba de chegar urna grande porcao
de sarrafas grandese pequeas rindas drreetaroenle
de Paris, de cosa do dito Boyveau-LaeTeeteor 12, roe
Richeo i Parit. Os f*rmol*ri** dio-ae gratis em
casa do agente Silva na praca de 1). Pedro, n. (H.
Porto, Joaquim Araajo ; Baha, Lima* IrmSos ;
Pernambueo, Soum; Rio de Janeiro, Rocha 4 Fi-
Ihos ; el Moreira, loja de drogas ; Villa Nova, Jlo
Pereira de Magales Leite; Rio Grande, Fraai de
Paulo Coolo V C.'
tf WMW'iiTainTsfw_isfwifi'MiiS(tMiar i
?..!? |'^"^ss'^''''i**ss>''a'*a^p'*a _^**Ma^^s^*'^a^s^^s*ntss'isaBa>aji i
JJ{ Vea* eslunuMUe 6,.peui.s Spara mesa*, papel de peto inglez, papel de
niibiulho, oleo de linhac* em botijas, chica-
^ tes para carro e arreios para 1 e 2 cavallos,
^ formas de ferro pira fabrica d* assorar, iW|
I tun da Laoia para empalbar, tinta branca i ;
]*| verde, metal amarello para furto, cemei
js romano, armamento de todas as qinHdidcp.1
_ cabos de Iinho, de cairo e dr mamlha, aira-
*t tr.lo pise de -oecia, champagne e vinha* i
M lino* do Reoho : vendem-se no armazem de
C.-*\ Attley c5 C, ra da Cadei
Almanak deLembrancas Luso-Brasileira
pata 18 36
1 volme em 32, c*W38i pagiuas, 4J6 arligos '
126 ravuras, por Aleandre Magno de CaMMhoe
o 6. volurue. he um* peqi'euina eueyaiapenia
principiada em 1851, e a que nilo he eslranko ne-
ulium dos. ramos dos conlidcimenla* liuxiaoi, pela
redac^ao doa**ulores, cuja* piodu^es, em verso oo
em prosa, honrain as paglai do Almanak de 1856,
e vende-se na agencia ivraria n. 9S) da esquina do
Collegio, onde se acham tamben volamos dos
anuos anteriores. Preco 800 por cidl vnlasae.
lMnvalias h contentu.
Na ra d3 Cadeia do Recife b. 48, .primeiro au-
dar, escriplorio de Augusto C de Abrau, oanti-
nuaro-se a veuder a 88000 o par (preco fi*, as ja
bem conbecidas e afanadas nivalhiis de barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na K^aairao
de Londres, as quaes alm de duraren) esfraavMia-
riamente, nSoseseulem no rosto oa aceito d radar ;
vendem-se com a cndilo de, nao anudando, Jb-
derem os compradores devolve-las al 15 dias latois
pa compra restituicdo-*e o importe. *-
Em casa de Henry Bruiin 4 C, rua: da
Cruz n. 10, ha para vender um grande
sortimento de ouro do melhor gasto, as-
sim como relogios de ouro de patente.
Vendem-se seliins com 'pertences pa-
tente ingle/., e da felhor qualidade que
tem vindo a este mermo : no armazem
deAdamson Ho\viec5rC., ra do Trapi-
che n. 42.
ARADOS*DE FERRO.
Na fundicao' de C. Strr. Si C. m
Santo Amaro acha-se' para vender ara,
dos d- ferro do '-rir- qualidade.
tSCRAVOS FDGIDOflr
------------------------r--------------------------u--------._. _
No dia 28 de novembro fue o'p-eto Justino,
crio ilo, idaiic 25 annos, catatara regula;, cora faH*
de dous denle* a frente, lem calva de c*rr*gr pe-
so, muita regrisla, Imitando soa falla a sea de Ango-
la ; levou cal;a de algodao azul, camisa braneajeba-
po de baeta prela : roga-ta, a quem souher i sUcias
desle escravo, o mande pegar e levar na ra Direila
n. 7.">, que ser recompensado (garosamente.
I)esi|>parccerams)*acra, seudo um de no-
me Lucio, crioula, costal de sapaleiro, aahio a
28 do crrenle, civilitadagM** parecido, com idaile
de :lt) anuos, puuco mais ou menos, barbido, bailo
e grossodo corpo, rosto redondo, olhot grandes, ren-
dido da \entila, qoe anda com funda, quaudo anda
puia pelo pu em rzalo 4*Ml asaeniar com plaa
no chAo.e smele ksMida; levou camisa de nlgodaa/i-
iilio ecali;a de riseado azul.havemlo levado mais rou-
pa;lie ilesoppor que lenbarandado: oulro,crioulo.
de orne Jooqaim,, Ingio a 15 de outobro prximo
paitado, boa editora, bastante espadado, coro ida-
de (\+~t anno>, pouco n ais oo menos, muilo re-
grista, olUos grandes, pouca biirbsaae^^ykt^esnailo
pe*)u*uos e feios p*pagaiados. ijTaporWnWPs*-
ua qaniln anda, ha cozinheiro, esleve ha mulio lu-
gadp ao sonhor Robiliard, a as vezet audava bo-
leano no carro, lem sido encontrado alsomas
vezes na Capunga, e oulras vezes em tora de fiar-
las, e tem eapalhdo que esl farro, e i vulto* que
esta corlado, anda limpo, de cal*, camisa a jaque-
(a engommada : roga-se a quem os apprfhcrieer de
levar seu sentar uomingoa Anlunes Villaca> tu
ra NoVa n. 67, qne ser ben recompensad*.
Ausenlou-se da casa do abaiio issignado, no
dia 20 de novembro crrenle, o inoleque Samuel,
crioulo, cor prela tirando a ful*, idade 11 linos,
ollicial de sapaleiro. com os signnes segtdnlcs : altu-
ra ti pateaos, pouco mais ou men, secco do corpo,
roslo redondo, olhos grandes e vivos, bona denles,
bocea e aflHreaalare*, pernas coinpridas, pe* pe-
queos, eltfttabas as pernas lem algunas marcas de
denle de cao ; levou camisa de roadapetao e 2 calcas,
uroa de ganga.amarella e outra de,riseado azul coto
remend no joelho, chapeo de palha ordinaria; sop-
pOe-se estar acodado em lignina casa trabalhando
pelo cilicio, ou seduzido por alcnem pan fri d.i
praca oa da provincia i litlo de criarlo : rafa-so
portanlo a todas as autoridades e a qnaetquer oulras
pessoas, qoe o apprehendam e o leven i serrarla do
ierro da Boa-Vista, qae serio generosamente grati-
ficados, alendas despee** feilas:
Thomaz de Aquino Carvalb#.
PERN. : TTP. DB M. F. DB FARlA. 18S6
4
i
i
M
s *




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