Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00302


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Full Text
INNO XXXI. N. 280.
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*>*-
i

Por S meiM adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
mawn
TERCA FEIRA 4 DE DEZEMBRO DE 1855.

' Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o rabscriptoc.
DIARIO DE PERNAMBUCO
kHRKCADOS DA St'BSClUPCAO-- I CAMBIOS. METAES. i PARTIDA DOS CORREIOS aimit-iuri ENCARRE/SADOS DA"5l!BS<;iUP<:AO
Recite, o proprttrrio M. F. de Karia ; Kicule Ja-1 Sobre Londres, a 27 1/2
neiro, o !Sr. Joao "Pereira Marlins; Baliia, o Sr. D. ,, p8ris 3511 059
Duprad ; Macei, o Senhor Cl.udino Falca Dias; fV?, a ?" rS"
Parahiba, o Sr. Gervaiio Viclor da Nalividade ;.
lata], o Sr.Jo.iquim Ignacio Pereira Jnior; Ara-
por f.
Lisboa, 98 1 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
lino J. Ramo; Amazona, o Sr. jeronymo da Cusa. | Disconto de lettras, de* a 1/2 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas haspanholas. .
Moedas de 69400 velhas.
de W400 novas.
de 4000. .
Prata.Palaces brasileiros. .
Pesos columnarios. .
meiicanos. .
PARTIDA DOS CORREIOS.
2990001 Olinda, todos os dias.
16*000 Caruar, Bonito e Garamkins, nos dias 1 e 15.
169000 Villa-Bella, Boa-Vista, ExueOuricury, a 13 e 28.
99000 Goyanna c Parahiba, segundas e sextas-feiras.
29000 Victoria e Natal, nasquintas-feiras.
29000 PREAMAR DEHOJE.
1 H60 Segunda 0 e 54 minutos da manha.
Primeira 0 e 30 minutos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados.
Relaco, lercas-feiras e sabbados.
Fazenda, quartas e sabbados s iu horas.
Juiz do commercio, segundas as 10 toras e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orpbios, segundas e quintas s" 10 horas
1* ara do civel, segundas e sextas'ao meio-dia.
2" vara do civel, quartas e sabbados ao meio-dia.
EPREMERIDES.
Oezenib. I Quarto minguante .os 9 minutos e
40 segundos da tarde
9 La nova as 7 horas, 47 minutos
e48 segundos daQanha.
1% 16 Quarto crescente as 4 horas, 36
minutos e 4o segundo da manha.
23 Luacheia as 8 horas, 18 minutos
e 47 segundos da manha.
_ mTEirrsciAi.
MINISTERIO DA JUSTICA.
3." Secrav.Ministerio dos negocio* da juslica.
Rio de Janeiro, era 3de oulubro de 1855.lllin.
Eim. Sr.Coiisullou o juiz dos orpliAos dessa ca-
pital, ein ollicio de 7 de jollio do crreme anoo, que
velo junto .0 de V. Etc. de ti do mez antecedente,
>*>b a. 692,' te poda nts avaliaces de nbjeclos de
uaroe prala, peilencenlesaosorphao, chamarquaes
quer peritos, ou se para isso era smenle compe-
tente o Contrasta ; e S. M. o Imperador, a eaja pre-
sau<;a levei os sobredilos offlcius, bein como a iu-
torinacao qus nerca do objeclo dera o presidente
niletiuo da relaco dessa provincia, manda declarar
a V. Esc, pata-o fazer constar ao referido juiz de
orpbaoa, qus se com elTeiio ain la eiisle na dita ca-
pital contraste de ouro e prala. oflicio que nula
corle e provnola deisou de haver ha niuilos anuos,
desde que a nova ocgauisaeAo da- municipalidades
mo ha aggravo na especie Ue que Irala o arl. 42 do
cilado regulamenlo, poisqueso poderla have-lo sen-
do issoetpresso, e provendo-se sobre a forma a ju-
nsdiccao que conviria adoptar para seu coohecroen-
lo e deci-Ao. O que communico a V. S. para seu
conhecimentn, e ein resposla ao seu dito Ilion..
Dos gnarde a V. S. Jone Thomaz Sabuco de
.Iraujn.Sr. de.-embargador Firmio Antonio de
Son/a.
.'!" Secrao.Minislerio dos negocios da juslica.
Rio de Janeiro, em 23 de oolobro de 1850.__Illm.
e Exnt. SrLevei ao conhecimenlo de S.M. o Im-
perador o aviso de V. Etc. de 7 de agosto prolimo
passado que acompanhou o ollicio n. 61 de III do
raewuu mez, que a V. Etc. dirigi o presidente da
provincia de Peruambuco, pedindo esclarecimenlos
sobre os vencimeuto* que deve perceber o secretario
da capitana do porlo dessa provincia pelo proces-
aos e diligencias que lizer nos termos do regulamen-
lo de 19 de maio d 1846* e o mesmo augusto e-
nhor "manda declarar a % Exc. que o regiment
DIAS DA SEMANA.
3. Segunda. S. Francisco Xavier ap. das Indias
4 Terca. S. Barbara v. m., S. Pedro Crydologo
5 Quarta. S. Geraldo are. ; S Sabas m.
0 Quima .S. Nicolao b. ; S. Lionciam.
7 Sexta. S. Ambrosio are. iloulor da igreja.
8 Sabbado. ijf A Coaeeicao da 8S. Virgem.
1' Domingo. 2. do Adven* i. Leocadia v m.
S. Resiiiiiuto b ; S. Ropmiano m.
jararounlar perito* das arles e ollicio-, para as res-
pectiva* avaliaca*, nao pode elle arroga 1 se o c\-
clitivo de taes avaliaces, que enlre as parles de
maior idade devem ser feila* por louvados de sua
escolha, nos inventarios dos orphaos e menores
por peritos de nomeacao do juiz, qoe poder,1 110-
inear o dilo contraste para 11111 dos avaliadores, nao
recebando porem esle raais de meio por cenio pa-
ra si, e .para o oulro avaliador, na cooformi.ia-
de do arl. 175 do novo regiment de cusas.
Daos guarde a V. ExcJo*' Thomaz Sabuco de
Iraujo.Sr. presidente da provincia da Bahia.
3 Stccao. Ministerio dos negocios da juslica.
1 Rio de Janeiro, ero 3 de oulubro da 1855.Il|m. e
Exen. Sr.ExpGe V. Etc. no seu oftlcio o. 5 de JO
I agoslo ultimo, que consultando a cmara muni-
cipal da villa do Turyassii dessa provincia se, a vls-
J* dispoiic/>es ueraes do regiment de cusas man-
inkervar pelo decreto n. 1569 de 3 de marco
do corren le anuo, eslava ella nenia de pagar as cus-
las dos piocetsus era que ilecaliisse, ou se as devia
quer necio lentada em jumo, V. Exc. Ihe declarara
em tolueno, que, nao isenlan lo o citado regiment
i raumcipaliJadea do pagamento das cufias nos
Dio loes dura a altribuicAo que danles eterefam de 'as cusas n. 1569 de 3 de marco de 1855 deve
aproveilar aos secretarios da capilauias dos porlos ;
porquanlo o regulamenlo de 19 de maio de 1856 se
nao refere expressameute ao alvar de 10 de oulu-
bro de 1751. mas aos emolumentos que competen!
ana escnvAes do judicial.
Prevaleco-me da occtsiio para renovar os mea*
protestos de eslima e consideradlo a V. Ezc.a quem
Daos iiuarde.Jos Thomaz Sabuco de Araujo.__
Sr. Joan Mauricio Wanderley.
3.a Secro.Ministerio do* negocios da-juslica.
Rio ile Janeiro, em 25 de outuhro de 1855.Illm.
e Exm. Sr.Accuso o recebimenlo do oflicio de V.
Etc., datado de 16 de agosto ultimo, sob 11. 177, ao
qual acompanharam os do promotor das capellas e
residuos do municipio do Cabo-Fro, e do promotor
publico da comarca do Rio-Bonito, por copias, pe-
dindo que se llies declare por quem deve ser forue-
cido o papel sallado para as nottlicacocs, orocessos
ex-oflicio e oulros actos dos respectivos juizrs; e
em re'posla manda S. M. o Imperador declarara
V. .Etc. que a respailo d,e semelhanle objeclo deve
proceder-se nes>a provincia como se procede no
mita de provedoria da corte, cuja pralica lie alies-
lada da inlormacao junta por copia que acompanhou
o ollicio de 2> do *mi aolecedeiile do provedor das
procesa**ui que, sendo parles, decahirem, mas uni-. capellas, a qoem e inaudou ouvir.O que V. E.tc.
fara conslar as aohrrdilas auloridades. '
Daos guarde a V. Etc.'Jote Thomaz Sabuco de
Jraujo.Sr. vlce-presidenle da provincia do Rio
de Janeiro.
Illm. e Eim. Sr.Como as nolilicares e pro-
cesso et-offlcio que se promovem (itesle juizo pelo
l)r. promotor liscal dos residuos), afun de obrigar os
leslamenteiros preslai;ao de contas das testamen-
tarias fleuda nacional no parsmenlo da decima
dos legados e lieranras a isso sojeilas, *e pratica s-
rem tjtproCTssos eicriplos em papel nao sellado,
inesin* iBenlenras que transitan, sem sello, sendo
esle CMrWloein regra de casias, que alinal os lea-
lamenteiroa p.igam. e entilo se inatilisa o papel sel-
lado compleme e correspondente a esses procesaos
esenlencas ; 01a que ha papel sellado, e quando o
nAo Jiavia se ia pagar na eslacAo delle o competea-
le sello, conforme a lata respectiva, sendo que esla
pralica he autopia la em conformidade do arl. 52 do
regulamenlo n. 681 dolOdejullio del850.edu
rt, 41 do regolamenlo 11. 8:11 de 2 de oulubro de
.He o que posso informar a V. Etc.Rio de
sro 25 na aelembro de 185.").O escrivao da
ivedorla, l-ranc\co l.uiz da Silva.
3.* erruo.Ministerio dos negocios d.i juilir.i.
lo de Janeiro, em 31 de oulubro de 1855.Soli-
cita V. S. 111 sen ollicio de 10 do correle inez ser
aclarecido acerca dssaeguiules duvidas :
. Se pelas seulen^as proferida, pelos Iribuiiae*
" iiaaaia ein b"""1 o cobrar os emolumenlos latados para os juizes
de .lireito de primeira instancia pelo regolamento
le 3 de marco do correute anuo, mandado obiervar
provitoriainenl* pelo arl. 96 do decreto del.de
maio do mesmo auno.
2.a Se esles emolumentos flNusrao ser repartidos
pelos membros do tribunal aOTMnistralivu, e se os
devidos pelas appellaroes que subjreui ao tribunal
de segunda instancia o devero ser pelos adjuntos
e presidenles, por srrem os que somente relatara,
veem e etamiuam os feilos.
. S. M. o Imperador, a quem foi presente o cita-
do oflicio de V. S., houve por lien decidir taesdu-
vida* pela aflirmaliva : o que communico a V. S.
para sua inlelligeucia.
Dos miarle a V S.Jo/c Thomaz Sabuco de
Araufo.Sr. Jos Ignacio Vaz Vieira. .
3.a .S"erf o.Minislerio dos negocios da ju-lioa.
Rio de Janeiro, em 7 de novembro da 1855.__
Illm. e Eim, Sr.S. M. o Imperador, allendendo
ao que Ihe lepreMfMuraui os advogadtM dos juizo* e
Iribuastes da-rrle, reiiuernnenlu iiue;li/eram su-
liir a sua augusta prsenos, huuvo por bem decidir
que os supplicanleaa'pre.lasseni uin juramento ge-
ral para bejn orvlrem como curadores em todas as
causas de mtnares, ju de iie'soas que gozem de
iguaa* privilflpfr para que forem Horneados : oque
* V. I
imeiil* 4a obrigac^ imposta a*e particulares de
pagar t proporcao que >e forem conoluiudo os aclos
rospeclivu, faaendo os escrisaes a derlaracau i mar-
m*fr d) quem recetnram, para a filial se alten-
"Gen na coulagem dos aulos, era claro que pelos
eto pralicados dos procesos em que a cmara for
parte, que por ella lenhara de ser pagos, sai podem
os acrivaes etigiras cusas a final.
1. M. o Imperador, a quem loi prsenle este ne-
|>cio, hsuve por bem approvar a soluoao dada por
Etc. n davida suscitada pela cmara municipal
da villa do Turyats; porquanlo, a eicepoao deque
Irala o ultima parle doarl. 18i doreguoenlode cua-
ta* ka relativa obrigafio de pagar immedialamen-
t a* cusas das acta* que as cmaras requeren, e
Bio a obrigacAo de pagar as casias alinal, nos pro-
ceaao* eia que decahir a munieipalida.lr, da qual o
ctlaaio regiment a nSo isenia.
O qi communico a V. Ee. para soa inlelligen-
ra o fazer constar sobredlla cmara mu-
^1 guarde a V. Etc. Jote Thomaz Su-,
PJ9- Sr. vice-praaidenle da
,*.Minislerio dos negociada
Rianta Janeiro, em
randa V. S. ao seu
er e arge ale
lelligajoci* do 1
lempa da preter,
trah)i, t o-lr,
cacalo fio dilo
prestinoa leve! o obredllo efllcio, lia por bem que
cosa* mais rqualaliva, e conforme a combiuacAo
do citado arl. 156 com o 912 e oulros do cdigo
co*B*aereial, se adopte a pralica seguida'pelo Irtbn-
nal dm commercio da capital do impeno, contndo-
se pcazo para a referida prescrip^o do Io de ja-
neirede 1851.
O que communico a V. S. para sua inlelligencin,
r em resposta ao dito sen oflicio. beos guarde a
. S.Joa Thomaz Sabuco de .Iraujo.Sr. Fir-
mino Antonio de Snuza. .
3." Secrao.Minislerio dos negocios dajuslica.
itode Janeiro, tm\ 22 de oulubro de 18-55.Illm.
e Eiru. Sr.O pratideule da relaclo dessa provin-
via represento.! era eu oflicio de 21 de agoalo ul-
timo qu* disfiondo cari. 49>) do regulamenlo o. 121)
da 31 de Janeiro de 1812 que aos desembargadores e
juizes de dirrilo uio se admilliria oulro motivo de
escasa aleta do de molestia que os inhabilitas-e de
torcer laei cargos, elle entenda ser lambem mo-
tivo da encasa quaado da uomeacAo de um desem-
bargador roaullasae licar o tribunal da relac-o sem
o numero preciso para poder funecionar : S. M. o
Imperador, a qoem foi prsenla esle negocio, man-
da declarara V. Exc, para n fazer constar aa refe-
rido presidente, que tratando o citado arl. 40 do
regulaanalo n. 120 da razos pessoaes que podem
aproveilar ao desembargador Horneado chele de po-
lica pela auloridade competente para escu-ar-seM
no se devem ellas confundir cun os motivos de
inleresse e servito publico, qne podem levar a au-
toridad* a preferir o presumo especial de um des-
emba^gador. ainla no caso de licar incompleto o
t de juizas para as canferencias do tribunal,
indo qUe bem se pode supprir essa Taita pelo meio
eslabelecido na lei.
Deo guarde a V. Etc.JotU'homaz Sabuco de
!}k>.Sr. vice-presidenle al provincia do Ma-
raahlo.
3 Secrao.Minislerio dos negocios da juloa.
Cde Janeiro, em 2:1 de outubro du 1855. 'oi
iule S. M. o Imperador o olirin de V. S. do
leaalembro protimo passado, em que desrja ser
*Widu sa as qowslOes de -hahililacao que sobre-
vem uis cansas reinmerciae, e cojo processo e jul-
gamento perlence ..o relator das .lilas causas, nos
erroea du arl. 12 do regulamenlo 11. 1597 do I
de maio do corrale auno, deve ou nao dar-se o
recurso de aggravooepetictn para o presidente do
Inbojial.iivJilanoari.WHdo regulamenlo n. 737
d*/f,,,de"o''*m",ooe1850,.que da senlanca sobre
nab.iltacio proferida em primeira instancia so admil-
I* o dilo recurso.
E mesmo augusto senhor manda declarar que
eos de procuradores liscaeit compila melada dos | Ein'pnnhaudonovanieule amarinas, osolliados pe-
vencimeulus dos eJTeclivos, nos casos em que este* ; lejaram a 2!) de aelembro urna brllhante balalna em
cn'iiiinnain a perceber os seus venclmenlos, comu Ronghel, perto de Eupalona, que deve ser o renlro
acontece com o actual procurador liscal interino da de opera^es mui felizmenle inauguradas por um
inesma ihesouraria Anlvoio Jos de Castro, qoe, I verdadeiru triumpho.
leudo lomado aasento na assemh(ea provincial oplou A respectiva noticia ebegao 4 Pars por um despa-
0 ordenado do dito eraprego. dever, aao obstante, o dio do marechal Peli*sier qoa se lerminava da mi-
amanuense Ignacio Antonio da Silva, Horneado para neira segunde : Como 11* m dndia o iiiimigo
substituir o referido procurador liscal interino, do-
rante o s*u impedimento, continuar a perceber o or-
denado do seu proprio emprego, visto como se Ihe
applicasse a regra cima lera de -ollrer um descon-
t, quando esta prestando um ervico alias mais im-
portante.
E por esla occasiAo lique outrosim o Sr. inspector
na inlelligeucia de que, em casos idnticos, convir
representar a Etrna. presidencia para que as 110-
meaooes de substituto do procarador liscal preflra,
sempre que for possivel, os advogados ou pessoas de
fra da reparliciju qoe leuliam a necessaria pratica
da foro.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 21 DE NOVEMBRO.
OflicioAo Etm. presidente da Parahiba, remet-
iendo cnberlo com copia do oflicio do capilAo do por-
to desda cidade, o reqoerimenlo em que Aogusln
Jos Pereira novameule reclama a entrega da bar-
caca Piedade. que foi apprehendida no lilloral d'a-
quella provincia, com objeclos etlraviados da barca
franreza Gutlaco II, atim de ser lomado na consi-
deraro zjue merecer.
DiloAo Etm. marechal commandanle das ar-
mas, recommendando que mande passar escusa, vis-
to ler aprsenla.! 1 isenrjio legal, a Alexandre Paes,
que foi remeltido a S. Etc.'como recruta.Cem-
municou-seao juiz de direilo da comarca do Rio
Komoso.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenda,
coinmunirundo que o lente coronel Sebastian Lo-
pes Guimaraes, enlrou trontem no eterciciode di-
rector dii arsenal de guerra desta provincia.
DiloAo mesmo, transmittindu para os conveni-
entes exames copia .layada do conselho administrati-
vo datada de 7 do correnlc.
DitoAo chafe de polica, inleirando-o de haver
Irausmiltidu :\ Ihesouraria provincial para ser paga,
estando nos termos legae*. a conla que S. S. remel-
len da despeza feila com o fornecimento dos presos
pobres da cadeia do lrejo, no mez de selembro nl-
limo.
Dito*o inspector da Ihesouraria provincial, au-
torisando-oa mandar incluir na distribuicAo da con-
signarao do arligo 12 da lei do orcameiilo vigente,
mais a quanlia d*W: 12,55922 rei, para esludos grfi-
cos, Picando assirifsanada a dilliculdade em que se
achava aquella Ihesouraria para salisfazer o pedido
do director das obras publicas.Communicou-se a
esle.
26
OfllcifiAo director do arsenal de guerra, recom-
mendando que mande com brevidade arrearo mas-
Iro em que outr'ora se repeliao os signaes do lele-
graphu na fortaleza" do Brum.Parlicipou-se ao
marechal commandanle das armas.
DiloAo director das obras publicas, inleirando-
0 de que a Ihesouraria provincial lem ordem para
pagar ao arrematante do 13. lancaj da estrada .10 >nl,
yitta do complanle certificado, a impurlantia da
primeira pretaoAo a que elle lem direilo.
DitoAo inspector da Ihesouraria provincial, com-
mullicando haver concedido 10 dia- de licenca com
vencinieulos ao continuo da secretaria da presiden-
cia Theodoro Jos Tavares;
PortaraMandando admillir ao servii-o do eter-
cilo como voluntario por lempo de 6 anuos, o paisa-
no Mauoel .1 uslino Alves, que percebera aslein d
vencimentos que por I ai I lio compelifel, o premio
de 300^000 reis.Kizeram-se as neeessarias com-
munica^oes.
DitaCoucedendo a demissAo que pedio' Antonio
Jos Teneira Bastos, do po*io de leneote-quarlel-
meslre do balalhAo de arlilharia da guarda nacional
do municipio do Recife.Parlicipou-se no Etm.
commandanle superior da mesma. guarda nacional.
- naa. *
COMMANDO SaS ABMaS.
Qaartel (enera! do coounaoda das
Fernaaikaco sa cidade alo Recife
deiembr a da 1856.
ORDEM DO DA N. 160.
O Illm. e Etm Sr. marechal de campo Jos Joa-
iiuiin Coelho, commandanle da* armas, manda de-
clarar para o* luis convenientes, que nesla data fez
sua apre.enlacAo do quartel general, o Sr. alferes
do segundo balalhio de infanlaria Pedro Marlini,
que achava-se de qoarenlena no lazareto do Pina
desde o dia 18 de novembro ultimo, em que chegou
da corte no paquete de vapor Paran.
Candido Iao.1 Ferreira, ajodante de ordens en-
carregado do delalhe.
nao permanecesse mais em penfo algum e fusis^e
em Indas ilirecres. o generaljde Allonuille deler-
minou ,iui teus asquadres qu parassem e recollieu
ante* dse retirar ludo quanto reslava no campo de
balaiha, esle leito nos deu sati boceas de fogo, sen-
do tres pecas e Iru abuses, jase caitdes e un>a for-
ja de rampanha com os respCRvan ntensis, oenio e
sessenta e nove pnsiooeiros, senda um llicial, o
leneoleRocopowiIch e250cavallosJ O inimigo no cam-
po Ideitou uns 50 morios enlre as quaes fui reconhe-
cido o coronel Andreouski, da divisio do general
Korf que eominandava naquell* dia, e que passava
no eterclo ruso por um ofllcial de cavallaria de
grande mrito ; este bello fello Taz a maior honra
aos regimenlos que o pralicaram, assim como aos
generaes Walpin e Cbamperon, e ao general Allon-
ville que muilo etalloo o concurso de Alnnel Mu-
clnr Pacha e o corpo oltomano que commanda.
Urna i.\pedicAo contra laman e Tanagoria po/. es-
las duas pravas as mAos dos alijados, mas uutra em
preza lem um muilo maior valor a deve ler mui al-
ia influencia: etisle mo longe do Dniper enlre Ni-
oolaietl, o maior arsenal militar e naval da Russia e
Kersou, o deposilo principal das suas provisoes, he
urna cidadella, a nica defeza de maior importan-
cia das posigies, a chave de lodas as communicaces
das grandes cidaues da Russia com as aguas do Eu-
tinu a cidadella de kimburn ; possue una 1:0.11-
niSao cousideravel ; esli armada de lodos os lados.
Apossando se dalla, os alliadosse deviam adiar em
posico de desbaratar lodas as larcas russas dissemi-
uadas desde Odessa al Perekop, e as esquadras
anglo-francezas lomaram-na.
Deitando a 14 de outftbro pela manha o anco-
radouro de Odessa fundearam na mesma nuile dian-
le da follale/.a, no da segninte pala.madrugada, as
tropas desembarcaran! a i,50( metro* ao sul da pra-
vas. Os almirantes Kruat e Lvons, a 17 de selem-
bro s 9 lloras da manha mandaram romper o fogo
das Ires baleras lluriuanies. a Bevaslalion, a Lave
e a Tonnanle. As canhoneiraa francezas, a Ftam-
me, a TiraiUeute. a Slridente,1a Meurtierc, a Mu-
line, a Grenade, a Fhhe^f 'fMelraille a 4lar.
me. Miilenladaa pelas canrHtip* ingleas Inmaram
es sen* postos, e dentro ein poupo e ncharam feilas
em diversos pontos brechas ptaticaveis. Ao meio
da em ponto nove naos franco-ingieras com as fra-
gatas, as corvetas, os avisos'tnpvpjartm com (oda
asua arlilharia de urna nianeiraiuteiramenle deci-, Di-se mais etteirsflo aos quarleis que poduun <
levou-a para o seu eterclo, como urna beucAoJe urna
ultima protec^Ao, urna suprema salvaguarda. O
grao doqoe Constantino he aqgeile, rujo ardor eta-
gerado mais insta pela cnnlinuacao da guerra, paaa
cumo o chele e o verdadeiro represenlanle do anligo
partido moscovita, e lem lomado lal ascendente so-
bre o irmAo, o czar, que domina completamente a
situadlo. Todos e!Ao convencidos em S. Petershur-
ga que em quanlo esercer esta influencia sem parti-
Iha, far esgolar lodos os recorsos militares e ale o
credilo e o commercio da Russia anles do qoe sub-
metler-se a paz.
En aqui qual he actualmente a Torca dos Russos
nos arredors de Eupalnria ; Simferopol qualro re-
giniinlo<7le draoesredoiis reJIIenlns ile cavallaria
da guarda sob o enmmando general Schabelski: em
lorno de Eupaloria se acha a brigada dos hu--ards
do setlo corpo, a brjgapa combinada de Lhlands
de reserva, KorfT rene dz regimenlos de 800 ca-
vados cada um. Entre Araba! e Ralla eslAo colloca-
dos 8 regimenlos de dragues, divitOes Wrongel e
Monlreser com o erTeclivo de 121X) cavallos por ruda
regimenlo; o servicn dos poslos a vaneados he feilo
por 18 pulcks de rossacos; assim,|eslAo na Crimea
31 regimenlos de ravallara, ou 26,0(10cavallos.
Um decreto imperial de 28 de selembro diz, !.
qne :i meHciados aovemos de Orembourg e Samara
he chamada sob as bandeiras; 2. que a leva dos ho-
inens da milicia deve enmecar a 15 da novembro
e ser terminada 15 de dezembro desle anno ; 3.
que a lava sera de 23 homens por mil almas. En
lim, as conlas feilas al aqui da milicia do imperio
se eslabeleccm da maneira seguinle : por um pr-
meiro ukase em daia de 11 de fevereiro a leva da
milicia foi ordenada em 18 governos do norte e do
meio do imperio, cuja popularlo total he de 21 mi-
Ihes de habitantes. A leva de 2:1 homens sobre mil
miiii-lrou 2n,lHX) homens, um ukase de 9 de agoslo
ordenou a formario em onze novos governos, cuja
popul ic.io total Ira de 15 milhoes ; dous de*tes go-
vernos so sao obrigados a fornecer onze homens, por
mil, he pouco mais ou menos 110,000 homens qoe
devea 1 dar estes governos, e a etleusAo deslas dis-
posiciiesaos aovemos d'Oreinbourg e de Samara ele-
vara o tolal da milicia chamada ao servido a (rezen-
los e oilenta mil homens.
Carlas de llelsingfors annuncium que os Russos
Irahalham com a maior aclivi.lade na repararlo das
forlilicacoes de Swenborg, IAo horrivelmenle mutila-
das pelo bombardeamenlo de 9 e 10 .le agoste pasea-
do. Eslabeleccm novos paioes de plvora bam cata-
matado* e cavados no rochedo para abrigar a* wat
municOes de novas explo.e'. Armazeus que 4
de madeira. sAo reconstruidos rom pedras* de can-
laria. O arsenal que foi destruido comolelamentaae-
i transferido para urna piara inelhor POSaB
en* 3 de
FOUDSTa.
EPISODIO DA 6SERRV DE C\TVI.IMU.
POR L. DE BaUUREPAlBE.'
----------...ai
810.
1 Contlnuacao.
uiirte lifajMM 111 alllm
No.
IlUJM
ueule Devigne. Apenas
terio da Spat Jos, cheg
mdifti.jtjm**i* ordens
Diza-oie quo o qoinl
xavae fornecer 5hbs)
nosaos'dou* dastaj
den* de Mr. De,
da 14 ou 10 dep
honras ao le-
vollado do cemi-
0 ollicio fazendo
ne troutera.
aliara dei-
dos, e que
Ixo das or-
aldeia no
sdnat eompanhias
do decisaiMctavo balalho de linha. A pesar do* pe-
rigas que auMaaravam o* rorreio*. lis partir iinme-
OtflaraeDte Jou, soldados e um sargento eearrega-
dan> de auniMwiar a* coronel a desgraca que prvava
' '* ** "*u* melhore olciae*.
oaat das e aa duas nuiles aeguinles es-
" palrulha-, anandei azer reconlie-
>* recoDe em Ionio de Calla-
inruaaaMadiunia leve resultados mporUnles.
flm, no da 13 o sargento volitando, annunciou-
pte do lenle Uevigae nao mudava
aa arden* reanudas ; esquen-me de dizer qne per-
gtwJUra ao coroneljgaue devia fazer de Benedicto :
linha ordem de leva-lo oomiu'o preso para "Ordal
ondehavia de snajalgado por um jury iniliiar e
isofl'rer um castigo lerrirel capaz de assstar anuel-
les que livraaam lenlaca>es de imila-lo.
Arennilftr'S pelolao de Mr. Devigne aaalrinta
e cinco homens enllocados dehaito de minhas or-
dens, contribua para* fazer-me esperar com menos
nquialacAo o termo de noao alojamento ; todava
senta quanlo era necesario estar mais acautelado
que nnnea : linha sabido que a insurreijAo fazia
progresos rpidos, e ganhava o sol e oeste da Cata-
Innlu. De todas as parles chegavam noticias sem
duvlda exaieradaa, e eomlodo assusladras do le-
vanlamenln das populanles al nos canlOes oceupa-
dos pela* nossas tropas e pelos nosaos deslacamen-
lo*. Em Barcelpna o vinho distribuido aos soldados
para um da de feta trn envenenado ; orna cir-
cnmai.iuria Imprevista fitera conhecer n lempo essa
iraicao, que podia ler tAn fundos resultados, c
Ires foroecedores pagaram com a vida sna negligen-
, cu on aaa eomplicidade. Prevceopado por essas no-
Vide Mario n. 277.
Euzebio de (Jueroz Cuulinho Mal-
comma,uico a V. Exc. para sua inlelligeucia.
Oor gu.rdea V. E\c. Jo< Thomaz Sabuco de
Araujo. XSr.
loso Cmara.
3.a Serro. Minislerio dos negocios ila juslica.
Rio de Janeiro, em 12 d. noverabfoA IS55.Em
resposla ao ollicio qoo Vmc. me. dirigkTcoin dala de
3 do crrenle mez, irlanda S. M. u Imperador de-
clarar-lhe, que liavewdn incompalibilida.le no et-
ercicio da jnridicrAo criminal como u da cominer-
cial, drame a sesaAo do jury, deve a vara do com-
mercio ser etercida pelo juu de direito da segunda
vara quando o da primeira presidir o mesmo jury,
e pelo suhslUsdo da primeira vara criminal quando
o juiz da, Dos guarde a Vmc. lote' Thomaz Sabuco de
Araujo. Sr. juiz de direilo da primeira *ara da
corlo.
M1N1
liitfedi,
I he., lira
ISTERIO DA FAZENDA..
idienle do dia 2 de rlbrembro.
A'UtWbraiia de Goyaz.0marqutz de Para-
n, presidente du Iriboual du lliesouru nacional, res-
pondendo cnsul la que Ihe faz p Sr. inspector da
Ihesouraria de Goyaz, enioftlcion. 68 de 5 de aelem-
bro ultimo, lem declarar-lhe que, com quanlo na
forma doarl. I. das nslruccajes de 5de outubro de
1852, is pessoas qoe interinamente aervem os empre-
licias siuislras, eu selilia no ar cmo urna tempesta-
do qoe nos amearava.
Na manha do din 13, Thereza que durante 48
horas Meara em estado de qoasi completa insensibi-
liJaile.lornara a si, mas para solfear cruelmente.
penas podera reunir duas idease (robrar-se, cor-
rer bandada em lagrimas a lancar-se aosmeus ps :
nao proaurira deaculpar o crime do pai, mas pedir
eu perdAo com arilos e solua-os como se dependesse
ue nmn salva-lo. Eu eslava mais commovido do
que quizera parecer, a confesso que aa lagrima* da
nina pareciam-me quasi lavar o sangue derramado.
guamo a Benedicto, na mesma noite da rnorle de
Mr. Devigne lora mellido em urna adega, cajo re*-
piradouro licava debaito da janella da cozinha da
hospedan. E,s-aqui a. precaueftes que eu lomara
'"i,""*""-. t"0[e d "4-radouro da adega.
que serv.a-lhe de carcere passe.va de uoile e de
di. um cav.lleirocom o mosquele .0 braco ; a ca-
cada da adega lerminava na cozinha, a porta de.sa
cacada furalanudamente fechada, e outri senlnella
monlava aln lambem guarda ; emfim comu ultima
inel.da de seguran.;,, o estalajMeiro lora carregado
de Trros para prevenir ao mesmo lempo nina eva-
do e um suicidio. Era, pois, iiialerialmenle irapos-
ivel que Benediclo podeue escapar Fsorle nue o
aguardava. H "
Desdeomomenlode sua priso. elle conservara
urna altilude feroz e determinada ; nenhuma pala-
vra, nenhuma queixa sahira-lbe da bocea : seria re-
signadlo ? seri,, esperanca ? Quando foi levado ao
carcere, operaeflo que eu qulz vigiar pessoalmente
um de meus sargenlos dissera-lhe com accenlo in-
dignado :
Onem le indazio, miseravel, a aasassinar IAo
cobardemente o nosso olllcial ?
Benediclo vollara a cabecil, e encarando o sargen-
to comar eslranho, erguera us hombros com o sorri-
so dedMeni que llie era habilual.
Esaamnlumimo nAo salisfez o cavalleim, o qoal
repello I pergunla, empurrando-o enlrelaulo para
a escada rom certa violencia.
Ao contacto da ni,le mao do soldado o semblante
s,"li,Ji"le,ro 'nlIaminou-*e, e elle respondeu fi-
lando sobre o sargento seus olhos pequeos e ne-
gro, que brilliaram como os de um lobo acaimado
importunado por um menino :
leu oflicial era Krancez; foi por isso que o
male., c nAo me arrependo. Odio a lodos os leus
compatriotas. Un., a ti como a elle, e lano a lodos
os leos como a tr I Se tivesse aiudn dez existencias
eu assarriftearin ludas por moa causa o bella I
Qual cansa ?
. A.''" ,'e,Panl"' minl" mXi I respondeu o es-
lalajadeiro. Se pas^assemos os Pyreneos para pilhar
os Ihesonro*. de vossas igrejas a de vossos conventos,
incendiar vossas aldeies, deshonrar vossas filhas e
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS t
7 de novemiubro. '
Na Crimea, desde a lomada de posse de toda a
parle meridional de Sebastopol, as operaces te,n
continuado com actividade, os successo* lem progre
dido, os Russos linhatn perdido smente o sen ba-
luarte mus inetpugnavel no mar Nagro, perdoMi
uesle moiiienio maior a mais segura, a nica com-
mumaacao que (inham com esle mar. Assim, es-
tao veudo fugir-lhes de dia em dia o seo bello so-
ndo de ir fincar os seus estandartes sobre as rnura-
Ihaa de Coiwlautinopla. Todos enlre elles esiao do-
lorosameule convencidos da serie nAo inlerrompida
dos seus revezes, e para dizer ludo at'i |Balavra, o
czar, e a czarina lizeram a routaria Urgi que
smenle se faz as mais graves cironmsUucias. Nao
sabemos quando agradar Kosaia dgr-se por
vencida, mas os desbaratos desde o dia em que leve
a fatal idea de invadir o lerrilorio olloinauf sao IAo
uumjosos quanlo estrepitosos. (,)iianlajHTiumilia-
S de halafat e Silislria al Sebastopol,Kars e Kinbnm!
A sua marinha esla destruida, Sebastopol anoiqail-
lado, a Crimea uceupada pelos alliados, NioolaielV,
Kerlon e Odessa ameladas !
impor-vos um dos nossos para rei, farieis oulro lan-
o e terieis razSo.
Esla resposla dada com o torn de um liomem con-
vencido da juslica de sua causa, cautoo por um mo
mente admirarlo ao sargento, a vi como um relm-
pago de dnvida e de piedade paasar-lhe pela froole.
Tudo uso pode ser justo, disse elle eralim ;
mas nAo me compele julgar, essa he a tarefa de ou-
lros melhor informados e mais sagazes do une eo,
assim como a nimba he melter-le na adega para1
guardar-te com mais seguranza...
Benedicto nAo replicou, e deseen a passo (irme os
degraos da escada.
Durante o* dous primeiros dis de seu CBplive.ro,
nao deu .igual de etistencia, e locou apenas nos a-
hmenlos que lhereza oblvera facilmeule a permis-
so de enviar-lhe ; mas na tarde de-lerceiro dia pa-
receu ler perdido sua estoica impatBiMHdade, come-
rnu a Inmenlar-se, e um dos saldada* velo prevenir-
me de qoe o prisiuneiro doe*ava t%tt\\ rae.
Desei adega e perguule-lha : I
Que queres ?
l'uuca cnusa, seor oficial, e vosea senl.oria
bem pode onvir o ullimo pedido de um condemna-
do morte.
emfim
iado* grilhocs que aln
Isos He urna tortora
incarcerado ; que teme ?
*s "le grossura, e ouco na* duas
sabidas as guarda* dos cavalleiros ; lenha a bondade
de ordenar que eu seja lvre desle* ferro* ; veja co-
mo as carne* verlem sangue Ah seor. fac.a is-
so, e Dos Ihe levar em coala sua humauidade. A-
lm disto me he impossivel orar ; o coracAo ora mal
quando o corpo soffre lano !
Fallando assim, a voz de Benedicto perder suaJ
nBrnn n.,11-__:. ..___ __,,.
siv.i. Com ell'eilo, leudo cesad o forte o f.go, ac-
ceilaram a capitular.Ao que Ihes-fora ollerecida ; en-
lao a guariucAu russa sahio da prara e sj renden
pi isiuueira. elevava-se a 1,500 homens, as Iropas al-
liadas se aposssram de todas as obras, de lodas as
provisoes, de lodas as munices da fortaleza.
Defronle de Kinhurn, na margem direita do rio,
esla edificada Otchakpw no vrtice de um primasen
de nina elevacao media, sobre a quaf se levanta um
velho forle de origen) genoveza. Cahndo esl po-
si^Ao em poder das armas occdettaes permitliii-lhes
dominar mais 'completamente anda Nicolaieff, Ker-
sou e Odessa, e interceptar lodaa as communicaces
no mar Negro pilo Dniper, os Russos cuan as sua*
proprias mAos lizeram sallar as forlilicacoes no di?
18, o que perraillio que as esquadras augln france-
zas eliegas.e n immedialamenle ao Bog e ao Dni-
per cojas einbocradurns vAo ser aereadas quanlo an-
les : o primeiro golpe deve ser desfechadu couli
Na Ruuia o czar Aletandre II fez nma viagem
as parles do centro edo suido seu imperio, desi-
gnando de .inte m,n. aos seus ininislros para o lugar
de grandes conferenciase deliberarles sobre a silua-
cn interna e externa dos eos esladbs, visitn .\ica-
laieff, Odessa a aturas pracas. Ordenou a uonceulrj-
5*0 de tropas consideraveis e o e-labele.iinenlo da
defezas formidaveis, redactus, chalupas, cnlionei-
ras, &, especialmente da* baterias dispostas para lan-
alcaoran.lo a disUncis de cinco kilmetros e incen-
diando inevilavelmente os navios. Foi acompauha-
do na ana viagem pelos graos duques Miguel e Nico-
lao. Ao mesmo lempo qne linha por alvoassegurar
Russfk n conservacAo do* estabelecimenlos marti-
mos no mar Negro, etla viagem linha igualmente
um alvo moral, o de eteilar o valor dos soldados mais
ou menos abatido pelas longas fatigas, privaees,
desbtalos que lera seguido tantos recontros. I)e-
pois de ler v isilado a Crimea al Perekop, depois de
nuitus conselhos de guerra, o czar vollou a Nico-
ef: ah, elle e sua molher fizeram a pe desde a
montanha Kiementulf e a monlanha Vermelh.t al a
porta dp^Claostro de S. Sergio no meio de urna mul-
li.lAo irmeL'a. A alia ignificarAo desle aclo lie re-
velada inleirarnaale no discurso que Ihe dirigilo
melrooolilasna n^iiniaj do lugar santo: Recbela
hencAo.leS. SergioafjtlrMob a forte prolecrAo do
inlercessor da Hossia.e val dirigir por elle e com el-
le a orar Ao de f e de couitanoa a Sanlissima Trin-
dade, a forra da oraf*jn*U fonle mais pura e mai*
fecunda da forja do poder e do reinado; S. Sergio
que abenepou o principe Dimilri na saa vclona so-
bre os infieit, que inlercedeu visivelmenle.pela Rus-
sia, nos dia* de provaces do inlerreguo, que nao
permlllio que os intmigos depois de lerem devasta-
do a capiUI se apprutirussem do seu lemplu, le-
vanta as maos para supplkar.com o mesmo amor pe-
lo ciare pelo imperio rus*o,que Moiss quando sup-
plieoo por Israel 1 rnente as suas mAos nunca se
caucaram como as do homew desle mundo. S. Ser-
gio ve teo amor por elle etalldo em favor da hu-
mauidade, e supplicara com lauto maior fervor a
aquelle que levanta aquellos que se bumilhan. para
qoe le de a saa beucAo.
EnlAo o imperador enlrou, e depois de se ler
pro.Irado dianle dos allares.se decidi para fortificar
o espirito dos seus soldados a lomar as reliquia* de
S. Sergio a imagem piulada >obre urna das paredes
do tmulo desle sanio, e qoe se enconlrou na guerra
do* czares Miguel, Teodorovilh e Pedro I, assim co-
mo em Mosco ein 1812. Esla imagem foi callo-
cada ao lado das cintas de P. Sergio, e, depois de um
servico divuo e um hymno, enllocada novamenle
pelo "-|-';'niiJni rnAos do czar que beijou-a e
ter dez mil homens ames do bombardeamenlo.
l'em-se procurado igualmente fortificar poderaaa-
menle a ilha de Drumsin. O grner! Ile'g, gorerna-
dor militar, se dirigi ao rchelo de I.ongaru, sobre
o qual os Francezes litiham estabeleci.lo urna batera,
para ver *jaH*i proprio se seria possivel doranle o
invern lazer Je-te rochedo unta especie de Cidadel-
la ruin bateras superpoilas,
Na Alia os Russos lem suflrido ao mesmo Uanfio
graves revezes, e o assedio de K-r< foi a occasia
gloriRsosfcilo d'armas. A autorida
reslabelecHti por Omer Pacha na AIM^^^^H
diitan, eaallerzecovine, na Georgia a ||Klmerelia.
Sem eiiIrnvVm grandes pnrmenaces sobre os episo-
dios nulaajtis que se passaratu debaitados moros de
Aats,.direma que a guarnirn compoeta de 12,000
homens conibareu contra a* forjas do general Met-
ra iell, avaliados em 10,000 Ivaoien-, o aasallo come-
cado a 20 pela manilla no lado do norte continuon
Kalergis era o represenlanle de nina poltica in
leira, julgava-se que a sua demissAo pozesse em dn-
vida a obra consumada etm lano Irabalho ha colisa
de um anuo, lodo o gabinete reeinou a sna contra
assignatura i delerminacAu ^ic el-re Olhun, e du-
rante algnm lempo todas as relaces administrati-
vas entre el-rei e seusministros cessaram cum gran-
de delrimenlo de lodo o paiz. El-rei permanecen
insbalavel na sua vuula.le, e como nestas circiims-
1,111. ias a situaban nao er* suslenlavel para um miuis-
Iro cojos acto* toda*, seachavain dependente* do ve-
to real, u gabinete deu a sua demissAo. e com gr
de aoodameuloTorinou-se um novo, caja posirAo he
ao mesmo laaane mu "
i:oiiucadinfillre a
forcaido etercilo de Ierra a dea jara 1856, e faz
alluso a parlicipaco evenloi a Heapanha na
guerra actual. Era a discuMte e projeclo que
approtima aingularmenle a Ha*| 1 movimeu-
lo europeo que a opposic.lo do partido moderado li-
nha eapecialmenle eacolhido para terreno da sua
lula contra o Pfflnf} pzar desta ioleni-oe* as cor-
les forneoeram um vol appravalivoe manifest
com o desejo dallar aa paiz a grandeza e a forja mo-
ral, asiociando^ a obra das polencia occiden-
iMS.
P At uo Egypto a jo vea dvllinelo produz o sau mo-
viaeento : a abertara do ittltno da Saez est ando
auu us 1
Mas o q
-Veja
me os pe*
visto que es
paredes lem qu
aspereza ordinaria, eslava supplieaolc e quebrada.
fcncarei o eslalajadeiro, cujo rosa* pallido atleslava
seus solfrimenlos. Tendo os olios fixos sobre meus
labios, elle pareca querer devorar as palavras que
um sahir-me da bocea ; leu sem duvida a piedad.
no meu semblante, e suas feices nAo podoram di*.
simular urna rpida etoraasAu de triumpho. Traffc
quillisadu pelas precaaSk quo lurar, annui ao
seu pedido.
Emqoaiilo o cavalleiro que me acanvpanhnra cum
una luz ia chamar por roinba ardem aquella de
mena soldados, que no destacamento etercia o ofli-
cio de ferrador, pereorri a adega balendo em vale
logares diderentes com a bjinba da opada, por to-
da a parle a pare.le deu um aom firme que Iranquil-
lisou-me nle&amenle. C.mo leria elle eteculado
ou mesmo tentado urna evasT.o ? Eslava sozinbo, sem
armas, em instrumento* e bem guardado por duas
senlihellas, nma das quaes, a do reapiradonro, po-
dia ouvir todos os paisos do prisioneiro.
O ferrador chegou elirou os grilhes d Bene-
dicto.
Na minha opiniAo,'disse en ao eslalajadeiro,
he compleameute nolH atnrmenlar um condemna-
.1.1 i morte, mas*acense smenle a si mesmo dos sof-
frimentoa que lem padecido na Ir* .lias ; eu nAo
leria esperado eu pedido para dar algum allivio i
sua posicAo se vesse conhecido sua gravidade. Mas
eu crime exige urna etpiacAo solemne, nada pode
aublrahi-lo juslica dos homens ; empregoe pois os
monventos que Ihe reslam em implorar a misericor-
dia de Dos. *
A juslica dos homens eiclamou Benediclo
com um accenlo de profunda colera.
lima inulii.lAo de palavras amargas parecen en-
cher-lhe o peilo ; mas elle consegulo por um esfor-
co poderoso comprimir sua emoeflo, e respondeu-
me com *ua voz ordinaria e em lom quasi adoci-
cado :
He verdade, seor, a juslica dos homens!
lem razo, he um crime, e rogarei a Dos que me
perdoe. Poderei ver minha (Iba a Pedrillo ,'
Isso he impo-sivel, Vmc. esla iucnmmonica-
vajl, e obedefo a ordens que nAo posto infringir ; de-
ntis Vmc. nAo pode detejar sinceramente ver The-
reza, para com a qual sua afleijAo^parece despenar
mu tarde. Qoanto a Pedrillo. serfi anda mal* dif-
cil. mas por oulro motivo.....
(FNesse momento soou o 'rilo formidavel de Pat-
ae de largo o Jado pela tenlinella do respiraduu-
ro, e depois de viva conleslacAo urna sombra -appa-
receu na abertura do respiradouro, o avislei"! \'t-
drillo ajoelhado e agarrado aos vardes de ferro.
Adeos, meu pai, grilou elle com voz aguda,
morra corajosamente comftom Ilcspanhol ; hei de
vinga-lo quando for borne* '
Se nAo fores enfurca lo anles .litio, pronunciou
a robusta senlinella segurando-o pela cinlura e lan-
cando-o na distancia de alguns passos.
Hetira-te tnraou o soldado com voz impera-
tiva, se tentares novamenle forrar a senha, hei de
corl.ir-le as orelhas.
Adeos, gritoa Benedicto, adeos, meu lidio, ora
por leu pai .; pelo senhor oflicial; elle livrou-me
dos ferros que lorluruvam-me.
QjMlalajadeiro vendo-me franzir a* sobraneelhas,
cuulinuuu dirgindo-se a mim com um snrriso de or-
gulhosa altivez misturada cum falsa bondade :
Aquelle eicelieote rapazinhu veudo a vossa
senb..na de-.er aqu a esti s horas com soldados, jul-
gou sem duvida qne era minha ultima lioia. Nao
fa^a caso do qoe elle diste, sao palavras de menino ;
de mais d'agora al qne si ja liomem.....
Hesitou alguns segundos.....
D'agora al que seja huiiiem ?
4\ llespanha ser livre do jugo francez, aca-
bou Benediclo erguendo a cabuca e dardejando 10-
e Inglistahian foram tomados e retomados varias
vezes. O ataque foi dos mais impetuosos, t depois
de um combale sangrento foi que o* soldados do
marechal Jjnurawiell se retirara.n repetidlos em lo-
do* os ponfo a' baionella pelo* Turcos, qoe se bale-
ram como lees. Avalia-se em dez mil homens o nu-
merado* Rumo* posto* fora de cmbale ncsle feilo,
qne d a maior honra s tropas do SullAo. O asse-
dio apezar desloaacontecimenlos ojo foi completa-
mente abandonado pelos soldados do czar, e Kars
permanece bloqueada.
Por oulro lado, Omer Pacha roncera urna mar-
cha intrpida para o Caucato.anm de atacar pela re-
taguarda o etercilo maso e interceplar-lh'e todos o*
meios de coiomonicacio ; por esle projeclo de urna
grandeza decisiva, da a'ora em vaule i guerra d'Asia
urna importancia que anda nAo leve al o pr-
senle.
Dest'arle ameacada sobre lodos os ponto* do sea
lerrilorio, a Rusta sent a necessidade de procurar
dinheiro a lodo o cusi. Assim corre o boato de
qoe, para adiar sOiiim .- necetaariat i continuacAo
da guerra, propoz aos Eslados-llnidos as suas po
sessoes da America do Norte pela omma de qua-
renla milhoet de rublos de prala, e que Ihes pro-
nielleu a mesmo lempo urna mullidAu de vanla-
gens commerciaes. Al dizem que as negociacoes
a este respeito ja eslAo enlaboladas e que termina-
ran pTovavelmenle uo resollado desejado.
Nilo longe do Ihealro da guerra do Oriente, na
Grecia, a crse que desde Ires mezes pesava sobre o
poder, foi resolvida ; Maurocordalo e Kalergis de-
ram a aaa demiasao, Minoulis l.unou a paa|a da ma-
rinha, Smolenlz 11 da guerra, Silvergoa a da* finan-
e.is. Ilollis a da juslica e Tricoans a dos negocios
eslrangeiros. El-rei Olhon reservn a presidencia
do con-elho para Bulgaris, ao mesmo lempo minis-
Iro do interior: este acontecimento inleress* am
alto grao .1 poltica das potencias occidentae*.
O gabinete que preceder o de Maurocordalo ha-
via son bailo o resta beleci nienlo do imperio bvsan-
linu em proveilo da monarchia grega, linha feilo
entrar os aeus sonhot na realidade dos Tactos) mai
perigosos. sublevara a Tessalin e o Epiro contra a
Porla. A posicao da Franca e -da Inglaterra no
Pyreo e1 na propria Alhenas arrancaram os Gregos
s influencias oa Russia, e Maurocordalo e Kaler-
gis devotados'aos ulereases bem entendidos do seu
paiz, inauguraran) urna era de ordem interior e de
moderarlo que era a garanta do futuro. Aprovei-
tando-se da benvola mansidao do poder, os velho*
partidos recoiaecaram a soa obra ; urna caita de
Kalergis acerca dassympaUiias rutsas, alias pouco
respeilosa para com ara inha, foi dada a ama infeliz
pnblicidade e arrnslou a desliluicao do aulor.
lencias occl.teulacs e da vonla.le de el-rel Olhon. os
homens novos deviam dar acerca do sea comporta-
melo poltico um programada que permillisso fazer
a eu respeito um juizo, eit-aqoi o letta : Chamados
por el-rei frente da adminislracjlo do pai, (emos
a convierto que etla tarefa, ardua em qualquer lem-
po, nos ser facilitada pela fe intaira dos Gregos na
alien. 01 paternal do rei pela sua dediracAu para com
elle, assim como pelo seu patriotismo e aaa pruden-
cia. Curaprir com lidelidade as nossas obrigacdes
tiara cora as potencias eslrangeiras e observar espe-
cialmente una estricta neulralidade proclamada pot
el-reie adoptada pelo parlamento, velar na seguran-
za publica, penlior do progressoe do deienvolvimen-
lo da riqueza nacional, assim como no msllioraman-
lo poltico dos diversos ramos do' servico publico,
tal he em resume o nosso programla ; seguiudo os-
la estrada que eondnz'n felicidade bem entendida
do paiz, responderemos ao mesmo lempo aos votos
das potencias bemfeilorai. Alhenas 23 de selembro
ti de oulubro.'
Eis o que parece dictado pqlas yileucaes mais pro-
deutes e o que parece prometler a etecucAo leal das
obrigaeoes 001,Habidas para cum as potencias eslran-
geiras e a uianulonoA id. mais eslricla nentralidade.
Fui a 28 que o minislerio presin juramenta da lide-
lidade entre as mAos de el-rei com o ceremonial do
coslume.
A lli Silwergo* em conseqoeucia do mo estado de
saade resignou as suas funcoes, o que occasionou
urna modilicacAo na raparliQAo das pasta* enlre o
membros do gabinete, Bulgaria, panidente do conse-
lho e iniuiatru do iuienor, se eucarregou mlerina-
iiieule do miqjslerio das finanzas*Bollis, ministro
da juslica e do* callos axerce inierinamentp a pasla
dos negocios eslrangeiros, Meaoali,ministro da roa-
riilia, oocupa mM aamente o cargdBh inslruc-
S* publica, PM e^ontlnua ministro da guerra.
Sejam quaes fre>JI*Mas modilicacaies. as ptpicias
accidenlaes ale o presente nAo tem lajianifeslado a saa
tutuca nq-governo de el-reivOlhon. "
Na llalia s preocupaooes injo lem cessado, com
todo goveriio rancez lem Irabalhado para Iran-
qullis ir a pennsula lano quanlo for possivel por
ama declarac,o feila no jornal olllcial nos lermos se-
Enuiles: o imperador vio com profundo pezar a po-
licidde de urna caria acerca dos negocio* de Na-
M(earnl,em que o principe-Mu ral se'eollocava i
osiro da llalla qoe tendera a azer crer qne a
na poltica em vez de ser franca e leal,como sempre
lem ido para com os governos eslrangeiros, poderla
certas prelencea. O governo asdesapprova
tb qaalquer forma em que ellas se produtara. Pela
' Pir*nV -governo napolitano promellea que os
*s dWtatzaroni organisadns pela polica serH*>
ividos, e qoe certas salisfaeoes seriam dadas s
jnslas reclamaces das potencias orridenlaesat-_A
Franca se conlenlou.com u.na reparaoao tarda dada
urna da* suas qufcxas, quiz nAo ver inlencao na
talla de cumprimentaao seu pavilhAo a 15 de agoslo
pa-sado. *
J-rei Fernapilo so nioslrnu disposlo a novas
Jai*?* daJa/jbiuele, mas apezar aMlas inten-
STv o sea rffno seriipre entregue'* nina viva *gi-
taa;Ai>, fallou-se em um movimenlo em. Galana, e
auibcrnsas prisoes liveram Ingar era Palermn o m
oulras cidades. Tranladaiuos de am jornal de Tu-
rin, a Armona, a ennumeracAo dos partidos qoe
disputan) enlre si o reino das DaasCicilit* : 1.*, o
partido republicauo que pretende eitabelecer-se em
aples para chegar mais larde a urna repblica ita-
liana universal ; 2., o partido constitucional que
quererla conservar .. rei, se consentase no rgimen
parlamentar ; 3., o partido piemonlez que aceita a
forma monarchica. mas que quer substituir el-rei
KeruauaMpelorei Viclor Emmanuel ; i., o partido
da regeanl que se *epara do partido piemontez no
fado de preTaajr a Viclor Emmanuel um dos seos li
Ihos menosna-^i.o, o partido moralista qne prefere
o sen joven Tilho ; 6., o partido da abdieacAo qne
esperava ver reunir-se o herdeiro presuroplivo de
el-rei Fernando lodas as esperaucas de roturo ; 7.,
o partido constituinle que exige que o paiz seja con-
sultado pelo orgAo de urna assembla acerca da for-
ma do governo ; 8., o partido Cirujano que quer a
independencia da Cicilia de lodo o paiz ; e 9.tt
parllo inglez que protege o sobrinhn de el-rei, o II-
Iho do principe de C ipna, o qual he lilho de urna
ingleza. Mas Smith.
O parlamento piemonlez foi convocado para 12*bI
novembro, el-rei Viclor Emmanuel abrir em pes-
soa a nova sessAo. Melhorando a sua saade, ella
realisara depois desla solemnidade a sua viagem a
Pars ea Londres, Cavour nAo o acompanhar.
Na llespanha, a graves qaetloe* que no interior e
no exterior preoecupam desde lano lempo o gover-
no de Espartero, a crse linanceira. as agitacoes dos
partios exteriores, a resistencia dos partidos venci-
dos p*la ultima revoluto as lenlalivas dos prelen-
dentes anda subsislem, mas com Indo he vilivel que
o governo *e vai consolida,ido. se fortifica, e oblem
mais onlianea na opiniao publica. Para qaalquer
governo novo, para qualquer governo uascido de
- JMtnml axeeoUda.
m- cldente eoOrienUafi
bre mim seo olhos negros, qne brilharam com odio
implacavel; esla esperanza lorna-me menos amar-
ga a idea da morle, e alentar minha coragem dian-
le dutatpplicio.
Es*d liomem, disse eu comigo, leria sido lal-
vez nm hroe em outra poca. Para qoe nAo com-
baleu pelo seu paiz lando o roslo "descoberlo e a
fronte alia em vez da Tal lo como atsasaino!
Snbi, e chegaodo ao ultimo degro. vollei-me
commovido por certo aenlimenlo de piedade. Bene-
diclo Acara immovel, assenlado sobre urna cadeira
velha que Ihe foradada, lendo os colovello* sobre
oajoelhos, e parecendo j entregue as majdilaoe-
supremas de qoem vai comparecer brevemente pe-
rante Dos, tinelo de sangue humano. Keluei-me
para o meu quarto depois de haver dado ao* quar-
tel-meslres as ordens para a partida presumida do
dia seguiule, para o servico das rondas e das guar-
das. A primeira ronda fra feila emquaulo se lira-
vam os ferros du eslalajadeiro, a segunda devia per-
corff toda a aldeia e apresenlar-se na guarda da
lioapednria pelas duas horas da madrugada.
Qoinzeou viole soldados ocenpavam a vasla sa-
la da pausada que danles servanle cozinha e de a-
lojanienlo aos arrieiros e aos viajantes, e que .le-
pla dos ullimo* aconlecimeulos fra convertida em
corpo de guarda. No momento em qoe alravessei-a.
ella apresentava um espectculo singularmente ani-
mado. Mens soldados rslavam oceupados clarida-
de de urna raudeia afumada, uns em dar lustro ao
cpatele ou espada, oulros montados nos bancos
em jugar laboriosas e iulermiuaveis parlidas de dro-
gue {'i; qnando o r a vllele de (orlnra puna a in-
rlicidade oo a falla de alguna jogador, ouviam-se
gargalhadas capazes de quebrar as vidraca* ; urna
densa iiuvem de fumara de fumo envolva os h-
roes desconliecidoa desse eslrondoso olympo, a gra-
rolas Irucavam-se incessanlemenle, c ieriam rcvol-
lado a ouvidos mais delicados que os meas; mas
os soldado* francezes nunca foram afamados pela
tempornea de linguasem.
Julgue que minha gente,esteva hem acordada, e
que eu podia relirar-me para o meu aposento. Es-
lava longe de prever o que ia acontecer.
lim dos soldados mais anRfas do regimenlo, um
dos velho* matreiros que atsemelhavam-se as nos-
sas guerras do imperio aos maros da media idade,
grande esquadrinhador de adegas c grande calador
de poleiros, descobrira nao *ei como um enorme
cantan, de agurdenle, onde os oulros soldados li-
nham investigado muito lempo em vSo. Vicente era
bom carnerada, communicon sua descoberla sos sol-
* Especie de jogo usado commammenle pelos
anidados ou marinheiros, noqnal quem perde lie 0-
brigado a pr sobre o nariz um pedacinho de pao
Ctm forma de cavallete al qna ganh
pu em viat de nrganiaacao regular e de boa admi-
nisiraoan. O seu futuro leude ao aniquillamenfo
com, lelo da demagogia e do carlismo ; a demagogia
se b cali-a. o carlismo lem pouco echo, teslemunha
a seu ullimo revez em Bergara, o seu futuro prende-
te espeei,lmenle conjuraoao de um perigo maior
o seu maior inimigo, o governo liberal, he o parlido
Onenla Hm de sbrtr no eoramercie o
in luslna at pertpetivatiufinilai do futuro, apreven-
nlarav1 rVermelbo ao
Suez, incli-
^tura
__ou ahite ra-
orle de Pelura
ia maiUt dtf-
era o nnico
dl-
eraa noum
;, ana largo
I indicado'pe a de-
iinaVutre da* olti-
lam-se duaa hypolhee*
Medilerraueo por
nando-se para oe*
i 1 Bairo e indo d*r
?ar HBinio directa
at Soez. O primeiro
ficuldades, muilo* perigo*
ra.zoavel. Abre pas.agem a .
nienses de mil e qunhenlas
canal, mas urna espacia de nj
estreilo para a navegado.
O leito do futuro canal ja esl ii
pressao longitudinal que forma o ei
mas colimas da frica e da* priiueiraa da Asia, co-
merjara em Suez, abrigara os navios, salvar o lan-
do do valle al os lagos amarga*, ir lancar-se no
l*go Tero** que consliluir urna ealacao formida-
vel, depeteoa dirigir ao ligo Merualeh qne alravet-
sar al Pelara : dah um dique de sai* mil metros
e prolongar no mar al o encontr de nm fundo de
1 metros ; lerri as saa* duaa extremidadesama
comporta de 100 metros de comprmanlo, 20 de lar-
gara e H de prafandidade. Nao se manifeslou dilli-
culdade algoota inveucivel.
Quanlo ao qne loca as despezas M. de Lesseps fita
um algaritmo de 185 milhoes ; quanlo duracao
dos Irabalho*, assigna-lhe seis anuo*. Segndoos
clcalos feilos haver pelo baito um dividendo de
10 ',. Este projeclo que tuda o reco ramenda i al-
lencAo e sympalbia da* narOes, ha favorecido pela
Porla,"he pelo Eg> po ; e se-lo-ha pela Inglaterra 1
Parece que dove ser. As suas colonias ficarrAo ap-
protimada* della, o teu commercio se augmentar
primeiro que todos, todos os estado* martimos ga-
uhaiao com islo.
O jngenheiro francez sobmetle os seus esludos ao
etaaV de um congre depois desle inquirilo, e convidarao o* eapilaes.
Enlrelaulo, ja vai executando imporlanle* Irabalho*
preliminares, i cusa do joven rei inspirado pelo de-
sejo de elevar e engrandecer o sen paiz.
Por urna insular coincidencia, ao pao qoe o
mundo anligo se prepara para sujpnmir urna -dis-
tancia media de Ires mil leguas na* relacajesdo Or-
en le e doa Occidente, o novo mundo cuida lambem
mih seritmenle em fazer definitivamente cahir a
barreira terrestre qne separa o Ocano Pacifico
do Atlntico. O caminho de ferro do PanaOM ja
nao satisfaz *s necesidades de celeridade da earn-
mercio, a abertura do 'isthroo%e Nicaragua eal
sendo novamenle esludada, e o congrstto dos Esla-
dos I nidos se oceupou desle aasumplo oflicialmenle
am unta das suas ultimas *es.ef
lie perinttidu entrever afcfe ja alravez das ma-
ri'vilhas j oblidas pela sciencia da nona poca
sta dnplice maravtllif de dous mere reunida* pela
s*c.;Au de um continente c d um* revoluclaeco-
nmica na trocas mariimas do mundo. Calcula-
se em .luna mil milhoes e majo de trancte mov
metilo geral kntaa trocas entre a Eurcpa e ai regi-
es In-hirln |in "--ri> U>iiii lt|- pr-
Comprehenaa-aae qoe nova aciividadaJarjeate
movimenlo a snpprsaajt* de melade da distancia a
percorrer e do lerco peco mais menos das despe-
zas de transporte G, M.
mam.
RIO DE JANEIRO
21 de novembro.
Moletlia finante.Seguirn, hontem nn.vaper
Macaheme para o municipio de S. JoAo da Barra oa
Srs. Dr. Jos Mara Chaves, o eslodanle de medicina
Francitco PorlelU, que em Iguassae diitinguio no
Iralamento dos chulericoi ; e para a cidadn.de Cam-
pos foi o pharmaceutco Sr. Jos Canori, Q%e muilo
autiliou a presidencia da provincia na escolha e ca-
me dos medicamentos qne agora lambem se remet-
lerAo para aquelles dous municipio*, e para o deS.
Fidelis.
Em Macahal 11 de novembro foram afleeladas
d molestia reinante 195 pes.oas. sendo homens 102,
livre50 e captivos 52 ; inulherea >:l, livres 59, cap-
tivas 31. Horreram homens livre 4, escravo* 12
mulheret livres 12. captivas 3 ; tolal 31.
Na freguesa do Carino, em Canlagallo, se vai de-
senvolvendo a epidemia, leudo j sido atacadas 5
pessoas, conforme communicam em data de| 13 do
corrente. Esiabelecea-se urna enfermara na ca-
sa da cmara municipal, na villa, senda os iraba-
Ihos mdicos dirigidos pelo Sr. Dr. Lab Jos Sergio
do Amara).
Na povoaeao do Por lo-Velho do Canha foi acom-
mellido e suecumbio da molestia reinante am indi-
viduo.
Na enfermara de Petropori* eulraram no dia tU
mais 2 cholercos, liveram alia 3, ficaram era trala-
menlo IB. sendo dos entrados I Portugtjey e 1 Al-
lemSo. este ja moribundo.
No dia 17 liveram alia 3. fallaceu o colono alle-
_ mAo Antonio Rlzman, e ficaram em trataroen-
uma commoc,ao poltica, a duracjAo ja he muita con- po 12.
a, e o de D. Isabel II entrn depois de algum tem- Na freguezia de S. Jos do Rio Preto, da villa da
Parahiba do Sul, haviam fallecido at lo do corren-
te Spestoas do cholera, idas de lagares ja aneciados.
Na freguezia da villa de Santo Antonio de Sa desda
o .na !l al 11 s se drram don* c,isos da epidemia,
masconlinna- com inlemidade nos lagares de S. Jote
1 Boa Morle e Sanl'Anna de Macac.
Segmidocommonicaco de 13 do correle, he bom
sentado as corle produzio urna sensacAo profunda ;
assignado por O'onnell fita em 70,000 homens a
dados da guarda, o cntaro circulou logo de mo*
em maos, e o* capoles Toram arrumado* dianle da
porla da escada para que o rumor da vigilia nao che-
gaste a mim. Era urna preciueao infelizmente in-
til ; porque em vez de excitar a alegra e demore*
eslrondosos, este liquor bebido a largo tragos pare-
ca extinguir a voz e suspender o* Molidos. Ponco
a pouco a guarda toda adormeceu, < o proprio tr-
senlo que a commaudava e que permillira essa* fu-
nestas libaeoes, senlia-se vencido pelo aomno. To-
dava (aneando um olhar inquieto em torno de ai,
leve o inttinclo de urna Iraicao e o presentimento
de am perigo. Procuroa sacudir enlorpecimenlo
que o invada, e levanlou a cabera pesada. Todo*
dormiam em lornn delle, sem exceptuar a senlinella
pulacAo do interior eslava aterrada e recusas a des-
cera Serra.
Jeronymo ndo pode reprimir am eslrernecimcnU
involuntario quando achon o quarto vatio, e vio qoe
a cama nao fra oceupa ia. Dirigio-se logo cozi-
nha para ver se Pedrillo *hi te achava ; pois sabia
qoe o menino passara na vetpera ajoelhado a noite
inteira jpnto da porta da prisAo do pai. O toldado
foi algnm lempo embancado pelos capoles amonloa-
dos contra a porta ; todava fazendo am esforco vi-
goroso abri logo passagem, e enlrou. O espectcu-
lo que te Ihe olTereceu vista, o cheiro forle eihala-
do de vinle peilos, e ene somno extraordinario reva-
laram-lbe por ama especie de intuicAu inslanlanaa o
segredo dessa noile funesta e da fatal Iraicao.
O cmela inclinou-se para levantar a cabera de
da escada. a qual participara das lihac,oes dos came-j1 .dos "old"do* eslendido no chao, e applieava-he
rada., e eslava deitada lendo a caneca apoiada sobrUff"'00 "? Pei, Parl certificar-e de que esse* corpos
- ia_ a_ _..a ., ^ s^rr, -...
mosquete enlre a*
0 peilo de oulro dormidor e o
perna*.
O sargento ouvo a voz da senlinella collocaila
junio do respiradouro, canlar urna cancAo alegre do
1 paiz, e reanimado por esse rumor, que alletlava-lhe
que um homem vigiava anda, lenlon levantar-se do
aneo. .Impossivel o corpo pareceu-lhe estar pre-
gado sobre o asseolo. Fez esforr;os sobrehumanos
para gritar, a voz afogou-se-lhe 11.a garganta. Quiz
dar com a bola no soldado que dorma ao seo alcan-
ce : vao esforco nao pode desprender os ps do
chao, onde pareciam fizados por um peso de cem
libras.
EnlAo o desgraca.lo comprehendeu confusamenle
que ia passar-se um drama lerrivel preparado por
esse Minino prfido, e o suor da angustia inondou-
le afronte. Todo o que pode fazer foi applicar
o ouvdo ao canto da senlinella, 110 qual' concenlrou
todas as suas facnldades : mu de repente o canto in-
(errompeu-se, a senlinella den um grilo turdu que
assemelhava-se a urna maldicAo fnebre, e um corpo
pesado calilo contra a porla da hospedara. Esse
rumor sinslro parecen restituir algum movimeulo
do vida ao -.argento ; lazeudo um esforco supremo,
elle eonseguio levantar-**, e arraslou-se al por-
ta da escada ; mas cneglWo ahi, faltaram-lhe a*
pe na-, iiiilhares de eslrellas passaram-lhe dianle
dos olhos, vozes eslranhas zuniram Ihe aos ouvidos,
e lornou a cahir no meio dos soldados adormecidos...
Nes

rior da hospedara a pedido de Thereza, a qual sem-
pre b inbada de lagrimas, rogra-lhe que fosse ler
coro Pedrillo, no gabinete em qoe dormia ordinaria-
mente. Como talvez o destacamento partiste cedo,
e Pedrillo tiraste ausenle loda a manha, e smente
vollase de larde, a rapariga desejava fallar-Ihe so-
bre o que elle pretenda fazer depois de nosta parti-
da. Quera saberse linha o projeclo de seguir o pai
a Ordal, e emfim annunciar-llie la resoluco ina-
balavel de deixar Callados.
movimenlo nao eram cadveres, quando abri-
se tem romnr a porla da hospedara, e appareceram
a entrada da sala at cabecat paludas de Benedicto e
de Pedrillo. Jeronymo leve lempo de lancar-se r-
pidamente na sombra projeclada debaito da escada.
A porta acabou de girar sem rumor obre os gonzos,
os dous homens interrogaran, com olhar inquieto e
sinslro as profondezas da aala, onde nao poda pe-
netrar a elaridade duvidosa da candis, e escolaram
alternamente.
Esls bem certo de que Renovales e o bando
de Montano eslrjam no bosque ? pergunlou Benedicto
em voz baita.
Prez foi qnem adverlio-me, responden Pe-
drillo.
Depois como duas cobras arrailaram-se com a
faca ua mao para junio do primeiro dormidor ; o
pai motirnu com o dedo a victima ao (libo, e teu
snrriso cruel reprodimo-se ezaclamenle obre os li-
bios do rapazinho. Don* punhae* levauiaram-e ao
metmo lempo ; ms a mo de Benediclo licou um
momenlo suspensa : linha avistado na sombra o
semblante amearador de Jeronymo. o qoal um mo-
mento aturdido pelo espectculo qoe se Ihe aulolha-
va, licra como petrificado ao p da escada.
Benediclo ergneu-se repentinamente, agarrn o
lilho pelo braco, e arrastou-o com a rapidez de ama
fera pela porta enlreaberta. Esse movimenlo,- essa
sbila desapparicAo, fizeram Jerooyroo lomar a aj ;
elle arrebatou o mosquete da senlinella adormecida'
e saHeu sobre o liminar da posada.
Mai a noile eslava escura, os fugitivos j Vfcriota
paisas. Fez fogo ao acaso, e a elaridade da explo-
tan moslrou-lbe Benedicto e o tlho que fdgiam
toda a presta na direccao da estrada da Barcelona,
e qoe respondan, ao tiro agitando o chapeo ci-
ma da cabec* com ar de triumpho e de ininltante
irona.
(C

,


O vapor .lotephina, sahilto daqoi a 16 e entrado
ua barra da Sales a 17, leve ordem de seguir iru-
mediatameile para Peiequ, aflm da fazer naq'iellc
poni i qaareolaoa.
O commandanle observouque nao eonhecia o pon-
to de Pereque, e conseguulemenla nao poda de-
inamla-lo toro pralico. O pruvedor de saude deu lo-
go parte do occorrid* as autoridades da cidade, a
no da 18 da maiiMa quaudo iihio o l'arahijbuna.
prepirava-ie o delrgado de polica para Ir a' barra
intimar ao commandanle do Joiephina que sahissa
sem demora para Pereque:
Se co Sanios ha cholera para que serva eua qua-
re ulena, se he que as quarenlenas serven para al-
guma cousat Verdade he que 01 Saudas podem al-
legar o cumplo da corle. Ja trabarnos aqu o fia
gello o anda se sequeslravam os navios procedentes
da por tos infectado Anda mais. Lembra-nos que
na poca em qne corn maior intensidad* reinara
aqu a febre ainarella, sahio do nosso porto uma es-
eont, ingl-z que arribou uo tiro de tres das por Ihe
ter morridu da epidemia metade da guarnicao e estar
atcala a oulca metade. Es-a gente infeliz vitiha
pedir toccno e fui posta de quareutena no momo
parta onde recebera oflagello !...
Al noticias recebidas houlem de Sacia Calhariua
e de Varanaju s.1o favoraveis. Nao havia all o cho-
lera.
Da Espirita Santo alo pouco favoraveis as noticias
quanto >o estada sanitario de parte daquella provin-
cia. En} l'iama ui habitantes tinh.im fieado alerro-
risadus a ponto de abandonarem a povoacao, ein
que fiearam apenas dona moradores, que aguarda-
vam sontente a occasiao de transportarse para Be-
nevenla, onde tambera reinnva grande susto.
Pelo vice presdanle da provincia linha sido man-
dado para all o Dr Mota, e he possivel que com a
sua ida oa atorrados habitantes do lagar voltein s
suas hubltatilea. Mas se aasim for, e a epidemia re-
crudescar, cm s medico nao aera bastante para soc-
corre- todos os a(fecldos.
O Sr. Manoel Francisco da Silva, delegado de po-
lica lioha foito mootar uma enfermara para soc-
correr a pobreza, a favor da qual muito lem traba-
lliado, ja animando-a. ja soccorrendo a.
-35-5-
Por decreto d 80 do correle aaez :
Forera removidos os janes de direilo ;
JoAo de Souta Nanea Lima', da comarca de Mo-
riali para a do Serr, em Minea.
Joa Ignacio Accioli de Vasconcellos, da comarca
do Serr, em Minas, para ide lUpucurt, na Baha,
por o liaver pedida.
demitsao qne pedio o bacharel
o de fcigueiredo, do lugar de jui/.
municipal e deorphloa do termo de Angra dos Res,
na provincia do Rio de Janeiro.
Foram ooniaada :
> Theophjlo Kibeiro de Rezende
pira a comarca da Ilaburahy, ua mesma provincia,
Ojuiz de direito Olegario ilerculano de Aquino
a Castra para choto da polcia da provincia de
eyai,
O juir de direito Joto Bonifacio Comee de Squei-
ra para a Comarca da aapilal da amina provincia.
O jniz mouicipal Joaquim Francisco da Varia pa-
ra jota de direito da comarca da Muriah, em Mi-
na..
jutYmuuicipal Joan da Coala Lima e Caatro'pa-
ra junde direito da comarca de S. Jos de Mibi-
p, no Rio Grande de Norte.
O bacharal Manoel da Cunha Aojo para jniz
municipal e deorphaos do termo da Angra dos Res.
Por decreto de 23 do mesmo mez foram nomea-
doa :
Tenente-eeronal commandanle da balalhlo n. 10
da guarda-nacional da reserva da provucia da Ba-
bia, Joa Teizeira de Carvalho.
Tenenle-coronel commandanle do balalhlo de in-
faolaria u. .32 da mesma provincia, o major Jos
Freir de Carvalho.
Major commandanle do esquadrao de cavallaria
u. 2 da guarda nacional da mesma provincia, o ca-
pilo Manoel Joa dos Res Meirrllet.
Majores ajudanles de ordena do comisando supe-
rior da guarda nacional dos municipios de Pastos
Bons e Pustagem Franca, da provincia do Mara-
nhao, Joo Damaiceno de Morae, e Amaro Perei-
ra de Sa.
Capilio secrelario geral do mesmo commando,
Francisco de Paula Kibeiro.
CapiUo quarlel-mestre dito dito, Anselmo Lopes
da koaia. '
UapHae cirurgiio-mor dito dlo, Manoel da Costa
Nanas. ,
Foram reformados nos meamos poslos :
Ua mejores ajudaolea dlurdens do exlincto com-
matafe superior da guarda naciooal do municipio
da villa do Principe, da provincia do Rio Grande
do Norte, Antonia Alvares de Mariz, e Antonio
barcia de Medeirus.
O major do eitinelo etquadrao de cavallaria da
guarda oacional do Aeaajr, na mesma provincia, 6e-
baalilo Francisco l)a(*B
O majar sjudaale ordena do extincln comman-
do sup-nor da guarda nacional de Maranguape:
na ptoviocii da Parahiba, Luiz Soares da Silveira.
O major do exmelo esqnndrao de cavallaria da
guarda oacional de Pastos Bons, no Maranhao, Ma-
noel Joaquim de Moora a Brilo.
O major do exmela eaqoadrflo da cavallaria da
guarda nacional do monieiple de Areias, em S.
Panto, Joao domes dos.Rere,
Halelim ( cholera. Falleceram* rio cholera uo
dia 23 io nrrenle 15 peaaoas, sendo livres 8 (ho-
raensB, mul!ieres31 *cr*v*7, dos qoa.es 6 homens
e I molher.
Morlalidade total dos cholencos al ante-houlem
l.oaB, sendo:
Livres .... 1,7*3; homens 1.085, mnlhares 658
Eaaravoa. 1^50; 1,3*;, M0
Cond. ineerla
'-II,
2.452
1,170
/.apunto de Jurujuba. Movimenlo estatislico
do Lazareto da Jurujuba de 17 a 2* de novemhro.
Kxistiam.
Entraram

Sihiram corados.
18 iluentes.
8
91
11
Exislam .... 10
,N*tthum falleceu, e dos qne exislem toaos con.
valescem.
{Jornal do Commercio do Rio.!
CORRESPONDENCIAS IH) DIARIO Dli PER-
INAMBLCO.
Foi reeolhfda aos cofres da associacao commereial
desla praca, pr ordem do Em. presidente da pro-
vincia, a qoanlia de 1:5009 re., offerecida por un
cididao em favor das orplUas desvalidas. Oxal seja
imitado tao philantropico exeinplo, para que veja-
mos a riqueza espalhar pela indigencia essas esmo-
las, que 1U0 animadlo e vida aos eslabelecimeuloi
de beneflcenaia, principalmente neata provincia, on-
de a fria inriifferenca, filha do egosmo e da usura
abafa de*gratadameule orna das principies virtudes
do ehrialianismo, acaridadn; sendo singular en-
tre nos a abnegarlo que se nota na maior parta d'a-
quelles quera n.adulacao e a bateza do immere-
cidainente o Ululo de bemfazejot 1 philatilropicat,
.1 troco de nietqunhos favores reeebidos a poder de
rogos a lagrimas por essa fofa philaulropia de um ou
oulro individuo opulento, que para se fazer nolavel
pelo talento e prestigio da riqueza, ou para tornar-
se necesaario a adquirir um titulo de nobrexa, deixa
cahir algumas migaihas desperdigadas da sua luxu-
insa vaidade. E-la observado que fac.0 rlo lem o
carcter de injusta, porque primeiro que eu j al-
goem lameulara esse egoismo e falta de caridade na
primognita de CatiraI.
A morlalidade nesla capital vai decliuaudo consi-
deravelmenle, e poucos sao os factos da cholera
mencionados mwalectuario publicado nosjornaes-
por consequenoW podemos dizer sem medo de errar!
que estamos livres da pesie.
Em alguna lugares do reconcavo a epidemia anda
faz sous estragos, e em oulros a recrudescencia n.lo
lem sido nolavel, o qne he devido aos promplos soc-
corros e ao zelo dos facultativo-, encarregados de ala-
Ihar o mal ondequer que appareca.
Falleceu ulliinameole nesla cidade o coronel Cos-
ta Branca, um dos veteranos da nossa independen-
cia ; a sua velhice j o chamavn par; o repouso
eterno, e como poucos sao os individuos que actual-
mente morren) sem ser Jo citolera na opiniao do
vulgo, talvez fosse elle um dos assislenles do finado
coronel, mas nao o cansador da >oa morle : esle al-
zo mal combinado de ninguein morrer sean decAo-
lerai durara por muito lempo, embora o lerrivel
flagcllo da peste desappareca para sempre do Bra-
sil.
A procissao de triumpho do Seuhor Bom Jess
dos Pessos, que devia ter logar no domingo 18 do
trrenle, foi adiada para aexia-feira 83, em con-
sequeucia de nao transtornar a chava o brilhantis-
rao da referida procissao. Esleve um aclo summamen-
te locante e digno de um povo em extremo religioso
e devolo. nao su pela magnificencia, como pela
grande concurrencia.
Tomn sido chamada a guarda nacional para fazer
a gnarnic.Vi desla cidade, segundo a deficiencia de
tropa de linha, jj\ tres dos corpos dessa milicia en-
traram para o aquarlelamenlo. A disciplina eo acein
com que se pre.ta a guarda nacional (ao pesado
aervijo, com sacrificio de seus ulereases e commo-
dos, lomara-a cada vez mais digna de bera merec*
dos elogios e da confianza nella depositada pelo go-
verno oa manulencao da ordem e Iranquillidade
publica.
ltenla a penuria em que vivamos a respeilo da
carne verde, foj coulratado com Ildefonso Moreira
Sergio o fornecimenlo deste genero para o consumo
desla cidade, pelo preco de 140 rs. a libra; mas
leudo sido Iludidos os consumidores, jnlgou conve-
niente a cmara municipal deliberar como enten-
der mais justo na sua alia sabedoria, vislo ler ella
approvado as bases do referido conlralo, de qoe o
povo he victima. "Veremos o qua resulla dos em-
bargos.
A commiss.'to directora do Ihealro publico desta
cidade. eompusta dos Sra. C Sichino, major Sam-
paio Vianna e Dr. Bernardiuu l-'erreira Pires, pe-
dio deuiissao desse encargo; lendo tambera aiteri-
orincnle assim obrado o fcr. Marcolino Maia, ad
ministrador do mesmo Ihealro. Alheio as cousas
Iheatraea, depois que o lyrico foi iutrodazido como
o nico e melhor dvertimeulo, nAo me inleresso
saber o que prelextaram o mencionados cidariilos
liara essa lepaoaana reaolu(;ao, quaudo promelliam
lano fazer sj bera do nosso Ihealro, que, por ser
cou-a do re rfAfl'eslranhoa o caolo e anda sem-
pre no retjresso, apezar das roelamerplioses por ue
lem passado. Se a nova direcca nao compreben-
der o que seja um Ihratro, flsMemos desaponlados
diverlin.lo-uosem nossas casas7l[ne ha de ser maia
commnfJ, por.lsx as vantagensconvenanles ao nos-
so bem-estar, ^^
Seguioextraordinafiameole no dia l para Ser-
gipe um doa vapores da compaohia Santa-Crnz le-
vando a sen bordo facultativos, dinheiro e ambo-
lauciascom medicaremos. Segundo carias daquel-
la provmcia, ultimamenle recebidas, grapde estra-
go lem felo a cholera em varios lugares, principal-
mente na escravalura, que he dizimadasera com-
penso.
Nao pude desla vez ser mais extenso e minoeeeao,
eesle defeito vem da rallencia de noticias e da nreu
acanhamenlo Iliterario; mas assim mesmo sem im-
portancia, d \ me lugar 00 sea interesante Dia-
rto as minhas lellras ou borrdes, se nao Kouver com
quo enchrr o espaco qne devo neenpar. Como
prajDelii, nao po.so esquivar-me de visita-lo pela
erectricidadeda peona, todas as vezes que os vapo-
res a islo se preslarem; quando porm descuidar-
me, releve a omUaao. proveniente de alguna desar-
raigo do parafusoda vida, que por qualqoer molivo
alrousa-se, apezar de aceitado pelosmedicoa a bo-
ticarios, nao esla em nossas maos conterva-io oas
molas da existencia sem ferrugem ; resultando da-
I11 o desmancho da machina, que ama vez paran-
BIMIO H PERMMICQ Tf Ql KlM I 01 OEZEMIRO OE tul

do o moviuieato
vital, licainos inutilizados" para
sempre, segundo acabei de observar pelo cosmola-
bio do JuiUu Errante, qne poopon-me de seu re-
crolamenlo, para Vmc. fiear sabendo esta verdade,
que so a iguoram os qoe deixam de vir ao mundo.
Uispuuha do meu poueo presumo, oa forma do
coslume, ja que de Uo bom grado estuu as suas or-
dens.
' de novemhro.
Nao quz o A/aria II ser portador das minhas
lellras, a obngando-me a escrever no donjango, dia
reservado para o mea descanso, negou-se capricho-
sanenle o dito vapor a esse obsequia, sem dar-me a
menor salisfaccao ; tal lie a importancia de om po-
bre corraspoudenle. Seriara 10 horas do dia, qnan-
do dei principio a escripia, e Tazando esforros para
cnegar a .lempo ao crrelo meu portador, volluu
a sen. nada ler felo all, achaodo jn fechada a ma-
la do vapor; oa poroulra, emndenlo os empre-
ados do curreio, qoe at o meo dia nao era peque-
ro sacnlicio hcarem elles as ordena de um publico
tao dificil de comentar e que pelas saaa exigencias
wagueiii o serve satisfacloramente, deixaram-me
aasianal.
?Hao he a prmeira ver. qne lieo deupnntado, e
que mande deeifrar primeiro as minhas letras para
iin viliir algum erro importante.
Nao me lembro de fallar sobre oulros assumplos.
Os engenhns etao pajados quasi lodos, eo maior nu-
mero licaram de fogo morlo: e assim de que servem
as boas cannas prsenles e futuras!! para que eu fal-
lar na agricultura que esla' mora ou em ltimos
momentos 7:
E esle mal lem acomraellido a quas ludos. Esle
mal accommelteu e accommelle com mais forca sos
escravos I NSo ser islo a vonlada de Oeos manifes-
tada aos homens co::lra a escravido T nSo querera'
com islo influir o governo do Brasil, para quanlo an-
tes dar a santa emancipasao, e laocar na Ierra tan
smenle bracos livres. Sao aclos provideuciaes
assim lenho para mim.
Pergunta ao gocerno. O que se fara- agora em
lavor dos agricultores, que enriquecern! com os
Arricanos,e|que de dia para noilelicam na miseria ?
llavera' um -inpreslimo ou nao a esses homens '! le-
r.ln ou nao colonos dados pelo governo em substitu-
cao aos bracos perdidos t! Venham os colonos para
um dia comerraos Uo smenle o fruclo regado pelo
auor do livre, e nao pelo sangue do escravo. Os
grandes homens do Elado solverao melhor estas
quesles, e considerado Ulvez loucos os meus dilos
e o meu pensar.
Homens dedicados, que merecem particular men-
cilo. e do governo alguma graca.
Em l.araugeiras. O delegado Francisco Flix
de Freilas Brrelo ; o subdelegado, Francisco de
Freitas Cesar Garcez ; e ovigario.
Maroim.Joao Augusto da Camara.Teixeira Bas-
tos e tt. Galvao.
sanio Amaro. Antonio Jos da Silva Tra-
vassos.
Rosario.O escrivao de orphaos, Antonio Oas de
Pina, (homem incansavel) ; professor. Braga ; o pa-
dre Eusebio Peres de Atmeida, ele.
Depois aponlarei alguns mimas mais, e dos mais
diversos lugares.
Hecadoi. Diga ao seu hbil correspondente do
Bonito, a quem contieno por noticia, que o seu ama-
vel comp.... esta' na Estancia sem novidade, poisal-
l o mal anda uio leva-Ion.Elle que receba osmeos
parabens pelo bom desempenho de sua inissao de
correspondente,
Ao W.de Ipojoca saudades minhas. Snn o B. do
Bel.... Sex....ela*afcm fui o Comp.... do Al... Oh!
que bello lempo Elle que rae diga se ja' he casa-
do. He um bello correspondente, o impurtanlis-
simo.
Ao de t.oara', lembrancas de om desterrado. Nao
sei bem quem he.
Ao de Iguarassu', que pens ser o I,, do C. do B.
qoando linha o L. e o B. por comp.... em 1851.
Ao deTacaralu', que lie, sem duvida, o Ser.......
lembransas do pastageiro de Janeiro, e tambera ao
T. I. do lugar.
Adeos.
_ O Colinguibeiro.
P. S. A genle da cidade do C. que eu vou indo
em paz.
MACEIO'.
29 de nuvemhrn.
Por mais qne muito me repugne ser uoliciador de
mas novas, nio lenho oulro geilo desla vez seatla
participar-lhe a triste e infausta uolicia de que es-
tamos a bracos com o lerrivel cholera !
Depois de lavrar com maior ou menor iutensida-
dade por varios povoados da provincia de Sergipe,
veio ltimamente o medonho Ashaveros acercndo-
se das margena do Sau Francisco, e pairando por um
pooco a'bera direilado magestoso ro, qual oulr'ora
conla E. Sue qoe fizara no estreno de Bhering, alra-
vessou o no, iuveslindo quasi ao mesmo lempo a ci-
dade do Penedo e a povo.ic.io de Piassabussii.' Nao
somos sectarios do systema administrativo do defon-
lo Dr. Francia do Paraguay, oem dos Japouezrs ;
mas bem diramos aqnio cauteloso lerceiro vire-pre-
sidente de Sergipe quando trancou all os porlos, e
prohibi toda a commuuicarao com os lugares infec-
cionados: pode ser qoe essa medida fo-se antisocial,
desventajosa ao commercio e nada aproveilasse i sa-
lubridade de Sergipe, mas o caso he que eraquanto
ella esleve na administrarlo o cholera nao leve en-
trada na*provincia, e apenas foram revogadas suas
ordena, e franqueados os porlos, appareceu a epide-
mia que'tem flagellado os Sergipenses, esl-nos fla-
gellando, e talvez va flagellar lambem essa provin-
cia, (do que Dos os preserve!) He agora occasiao
de esclamar com o velho Horacio : Durum sed te-
vHu /it palienliaquidquid corrigere est nefas'....
Ilisse-lhc em ininha ultima carta queoExm. Sr
Sa e Albaqaerque apenas aqai rheguo. com a solici-
tude, zata e actividad* que caraciensam *sse Ilus-
trado administrador;, tralou de premunit-aos contra
rapidemia. Como Vmc. sabe, o rio San Francisco
he o limite natural entre as duas provincia* pela
parte do sol ; e portante havia toda a probabilideasB
de aerara* habitantes das margeos do Sari*Franela-
ce oa primeiros desta provincia acommetnios, nao a
pela mainrproximidadecomea pontea infebeionados,
como pelas mas eireamstancias hvgienicai d^quelles
povoadoa. Foram pois aquellas localidades as que
mereceram de preferencia a aolieilude e cuidados do
presidente.
I.ongoe fastidilo seria eoumerar'llie todas qoan-
tas providencias foram tomadas: commiasoas desoc-
oarrsa pblicos. aatabeloelmsntM de hospilaes pro-
visorios e erecfflo de eemilerios em toJaa os ootsmi-
dos, commisiSo de abaslecimenlo de vveres uo Pe-
nado, aliin de evitarem-se as males da fome (compa-
nheira msparavel da epidemia), remesan de ambu-
lancias e facultativos, emfin nada olvidoo o nresi-
aA..,^ ^ ... ... '
dente, prepajando-se convenientemente pararece- 00 servcos ap presidente,
sao:
BAHA.
S. Salvador '6 rienoverabro.
Em dala de 17 do correle escrevi-lhe, e apezar
dos poucos das decorridos da sahida do Tainar, que
foi portador da uiiulia ultima, nao queco eximir-me
de transmillir-lhe hoje algumas linhas,embora ea-
casset do faju tto me habilite para apresenlar-me
lias culuinfeaSNla sen Diario com o carcter proprio
de noticite; pois sendo as noticias a alma dasinis-
sivaa, cora Vmc. nao ignora, na falla deste pode-
roso elemento torna-se uma illusao a vida corres-
poodaocial.
Esta grande difliculdada de eiilrarmos na mate-
ria, quaudo o espritu divaga uo mundo dos impos-
sYeis. alm de mullificar-uoa, corla nos a retaguar-
da, cercaude-uosjpcr todos os lados o inimig* ti
ca a peana ou a lngua resaliudo s ideas, al por
termo i cuacc.su a primeira prase qoe no* occorre
ao peuaamaulo, que he o. aaelhor nrganisrae que'
pesauiuus quaudo sabe"
euvolviinenlo.
Ha.rouitu lampo Irabalho para ootilisar e termo
loipossiial, e no mister de fazer da penna o meu
esealpello nesla dificil operaciu, quasi sempre tre-
me a mila, nada poden.lo obrar os dedos, deixa-
me totalmente intpoisihiUtado a minha vaidade.
Vencido, sem o querer, ueste lula mecante da in-
capacidade com o ilever, qoe s cede o sacrificio
uo marlvrin da reflexao, ve-so o pobre rabiscador
oro lelas para alinhavav os helos o transinitli-los,
tapei* du faaer de cerebro o alvo das suas
Ale aqai lenho divagado admrarefmenie, e para
na* akar nulo, vou narrar Ihe o qoe ha accorrido
da asaia nolavel neata capital.
O nosso tribea! do jury acha-se fnnecionando.
a leuda dado principio a seus Irabalhos no da 12
do correle, a depon de alguns dias leve numero
>lo jurados para fazer du direito torto, com as suas
dacm.es jurdicas. Como nada nolavel ha all appa-
recido, deixarai para o fim da sessao a syoopse
do seus juramentos, se valer a pena este Ira-
balho. J|_
Todos sabem, que a liberal insliluujao do jurytB
uma das rnelhore paginas da soberana popula^ S
lodavia nJo sei o que acho no seu liberalismo, que
desconfo da moralidade dos seus julgainenlos, a vis-
ta das extravagantes ahsolvigOes c coudemuares,
que aoparecem nesaes Iribuuaes, onde o povo, al'heiu
ai vanlagens da bem entendida liberdade, considera
existir nelles uma das suas maiores regalas, vendo
jognr multas vezes a consciencia do acaso e do* em-
ptnnos* sortelos criminosos abi levados pelos seus
deliclos ; allestaodoassim a experiencia, qoe nSo ha
crimequando prolecc.lo e o dinheiro sao seus jul-
aaeres; e infelizmente esta verdade do direitopo-
pular ninguein contesta, porque os fados de lodos
os dias pateoleam nossas miseria.
A Faruldade de Medicina, depois do melliorameu-
nom por isso parco as espexancas de andar nm dia
com os vapores, at excede-los algumas vezes, se for
possivel. '
E, pois, nao querendo perder o meo Irabalho,
vou aproveilat o Mrquez de Olinda, qne demo-
rndole tora do singular cosame dos seus colle-
ga, nao pode iludir a ninguem.
Nada occorreu que mereca meiicao nesle aden-
do, depois do que adame nolei; roas para Vmc.
nao pensar que deicoidei-me de escrever-llie, dou
esle pequsuo eavaoo. que na ordem dos fados pode
Baasar por um dos maia importantes.
de medicamentos e de eutros soccorros as povoace,
de Piasssbuc. collegioel. Braz, nemeando-se pa-
ra all mais alguns membros para s commissdes de
soccorros respectivos, com o fim de inleressar alguns
curiosos dos povoados na applicacao dos soccorros
mdicos. Agora mesmo acabo de responder a um
officio da commissao de Piassahucu, no qoal ella pe-
dia medicamentos e eonselhos mdicos, enviando
uma pequea ambulancia, conlendo os medica-
mentos de que posso datpor sem detrimento da pro-
visao de que liei mistar nesla cidade; e acouse-
Ihando-a quaulo a applicacao e a substituir.,,, dos
medicamentos. Ha batanle repugnancia nos en-
larramenlos do cemilerio provisorio; mas acredito
que se a classe rica abrir o esminho do exeinplo,ab-
negando os precouceilos antigos em favor da civili-
sa;,lo. os enlerramentos serao feitm com facilidade.
Receioso de que os dous hospMaes ja establecidos
nesla cidade, nao psalo couler lodos as doenles e
indigentes, live a idea de ter sobre as maos um salao
snpplemenlar para o case de necessidade ; para esta
dirigimo-nos, ped'mdo eo e o presidente da commis-
sao de salubridade ao guardiao aos Franciscanos, um
dos dous saines di.pouives do convenio ; fomos feli-
/.es;. assim como no osAo os que procuram dos fra-
des os soccorros religiosos, em contraposicao dos pa-
dres, que lendo a testa o respectivo vigario, dao o
exeinplo da caridade evaogelica. Fallam-nos me-
dicamentos, faltam-nos mdicos. Rogo a V. Exc.
digne-se mandar aviar e fazer remetler com a maior
presteza, a eucommenda de medicamentos constan-
tes da relajan inclusa.
Nossa botica est ua maior penuria, e se nao liver
reforjo dos me acmenlos,que pedimos, dillicilmenle
pederemos soccorrer a lanos doenles. O Dr. Cons-
lanlino foi hontem accommetlidu de signaes premo-
i,llore, do cholera, tomou medicamentos excitantes,
e hoje esta' traballiando como se nao soffrera nada.
O capUo Seraphicp, que nos lem ajudado pode-
rosamente, la' esla' soflrendo do mal ; e como elle
muilas ouiras pesioas aaraclerisadas.
O perltelo dos soccorros mdicos nesla comarca
e da de Villa Nova (Sergipe) he curioso : ao passo
que lodos os habitantes da comarca do Penedo bem
dizem o presidente das Alagoas pela solicilude e ta-
laras** com que protege a saude de lodos osnabilan-
les da comarca de Villa Nova matdizem o abandono
extremo a que esiau eondemuados.
Parei aqu hontem 1 era maia nnute quando parei
a peona. Novo casos, sempre novos casos !
A epidemia marcha com uma violencia extrema :
ataoaudo mais de noute do que de dia, nossas hospi-
laes e nossa residencia veem-se cheios ou de novos
doeotes ou de portadores de novos atacados.
Os arrabaldos da cidade e o centra eslao lodos
cuntaiiiniodos ; anda ha pouen dei remedios e eon-
selhos medico* a um inspector da Mariluba que veio
espavorido pedir soceerro eaalr.i o mal reinante,
qne esta' la' atacando a lodos.
Anime-u, dei Ihe re jiedios, ensinei a applica-
los o elle voltou resignado e disposlo a arorstar o mal.
Antes de iionlero ped ao delegado que reunase os
inspectores, atiin de distribuir por elles os remedios
para os primeiros accommeltidos, e ensinar-lhes a
maneira resumida Je eonhecer e de combaler o mal.
Esla medida esla' produtindo ns melliores efTeilot,
porque os inspectores animados pelo delegado eal-
guma cousa habiliudos pelas palavras do medico
que Ibes lallou, empregam os medicamentos logo
aps os primeiros symplomas, e depois ludo mais
com regularidade.
Termino rogando novamente a V, Exc. que lance
suas vistas protectoras sobre este povo que Uo grato
se musir a' solicilude de V. Exc.
Deo guarde a V. Exc. Penedo 24denovembro
de 1855.Illro. e Exm. S. Dr. Antonio Coelho de
Sa e Alboquerqoe, presidente da provincia das
Alagoas.Dr. ote Resinando declino Pinhn.
A populacao da provincia ao ver a solicilude, zelo
e promplidao, com que o sen digno administrador
sorenrre os lugares afleclados, esta' muito animada e
disposta a arrostrar a p firme as furias do inimigo.
Para lodos os povoados, que pela sua proximidade
com os lugares infectados, ou por ma's aircumstan-
cias higinicas, tornaqx-se arriscados, mandou S.
Exc. ambulancias medies* e oulros soccorros. Como
Vmc. sabe, a capital nlo he das que esUo em me-
Ihores circuinslancias a salubridade, e por isso mere-
ceu especial cuidado da presidencia quenoraeouuma
commissao de ajo membros e oulra de 31 eomposlas
dos cidadaos maia prealimosos, afim de soccorreram
mis por todos os maiot aos infelzes que.fossem ac-
commellidos, e oolras cuidaren) do abaslecimenlo de
vveres, afim de evilar a foma : eslabeleceram-se 4
pistos mdicos: o primeiro, em Jaragua' no predio
em qoe runccionva a alfaudega, que foi transferida
para um sobrado do negociante Domingos Lopes de
Amorim que generqaamenle o ofiereceu ; o segundo
no largo da matriz no predio em que funeci.-na o
lyceu, que esta' em ferias; o lerceiro no argo dos
Martirios, na casa qua servia dquartel do corpo
de polica e guarda nacional destacada ; o qu.irlo fi-
nalmente iiu Bebedouro.em uma que generosamente
cedeu o Rv. Anlano Jos da Costa.
' He foraasso confesaar, S. Exc. tem encontrado todo
apoio e melhor vonlade na populacao, que se lem
prestado cora loda a dedicaeflo : ninguem anda sa
eximio a qualqoer larefa por mais ardua que seja,
sobre ludo os dignos mdicos porfiara em esforcos e
abnegacao.
O Dr. Thornaz d* Bomfim Espindola parlio ante-
hnnlMiii para n Pane lo e mais o nharmacoutico Jn-
quim Jos de Almaida : creio que breve seguir' a
tomar sea posto de honra o mu digno vice-presi-
denle. Roberto Calheiros de Mello, qne como Vmc.
sabe he medico, e veio denodadamente olferecer
declarando
que ae
ber o inimigo, rechaca-lo, se loase possivel, ou com- chava proraplo a seguir para o Penedo ou qualqoer
SEKGIPE.
IH de novemhro.
Vou Ihe escrever debaixo da mais triste impres-
o. habendo qoe em l.arangeiras j morreram 60
a 8u pessoas diariamente, que em Maroim, honlem,
morreram 105, que no Rosario morrem 16 e20 em
caua dia, que na Misso do Japraluba morrem 8
ou 10, na Hiporanga, no Aracaj, S. Amaro nao
sei quantoa I Td a provincia qaasi que he vcli-
dar-lheo veMadelm desfama do MALDITO CHOLERA. '
O brigadeiro llorla, que possuia mais de 100 es-
cravos so tem hoje 8! o Dr. Manoel Garcez ( ex-
juiz de direilo do Bonito) s lem hoje I Seria
mu longo Tallar numerando os engenhns queja per-
deram os escravos, e qoe vao perdendo de maneira
a espantar.
Pelas noticias qae me chegam a cada instante e
a cada hora, calculo a perda da provincia nao em
menos de duas mil pessoas (-2000) !! e era pouco
maia de mez, Que miseria .' !
Os symplomas sao lodos du cholera asitico___
Verligetis, ddr de eabeca, (onleiras, oppretsao do
corarao, cansaco, caimbras, freza das extremida-
des, ele. O ataques fulminantes nao sao raros. Os
lugares principiara a sofirercom benignidade por 15
das, depois ja o anal nao cede a nada, e infeliz da
fazlnda onde ha uma morle, porque o mal enlao
desaiivolve-ae com urna forca extraordinaria. Os
medicamentos eropregados sao os acoDselhados pelo
Dr. Bolhoes Ribeiru e os adoptados na Babia e
mais os clysteres dos ollios de goiabeint e de aroei-
ra mausa com Laudauum, lambem disto cha ; i-lo
"0 primeiro periodocholerina.
Tlzera que o Sr. Travaseos lem lirado proveilo
k> nao do vinagre com alhos, do modo empregado
pelo commandanle superior Tala, da Cachoeira
Lsle Sr. Travassos merece mil louvores pela sua de-
dicacdn nesla quadra de miserias.
bate-ls com todas as fnreas se persistiese.
Emqoanto defenda a fronleira nlo deixava des-
guarnecidos os neniis pontos da provincia, e so-
breludo a capital: lodos os povoados foram dividi-
dos era dislrictos, sendo destinado para cada mlico
residente na provincia um dislricto, a cojos habitan-
tes fosse prestar oecorros; creou na capital uma
commissao central de salubridade publica, nomean-
do para presidente della o Dr. F. J. da Silva Porlo;
augmenloa o numero dos Irabalhadores empresarios
oo aceio e liropex* da cidade; deu pressa a conclu-
so do hospital de caridade e do cemilerio publico,
cujos empregados esli nomeados; regularisou o
serviro do lazareto do porto do Francaz, dando-lh
um regulameolo e nomando um bom administra-
dor ; fez remover para lugar maia conveniente o
matadouro publico, que se achava pesaimamente col-
locado; emfim S. Exc. lem-se mosjrado sollicilo e
incansavel, indo elle mesmo ver lodosos Irabalhos
eexaminar o estado da cadeia, hospilaes e mais edi-
ficios pblicos.
Noentanlo as noticias que ehegavain de Sergipe
eram assusladoras, a epidemia ja se havia manifesta-
do em Propia', villa a' margem direita do ri San
Francisco defronle da povoeeao do Collegio desla
provincia, distante sete leguas do Penedo. Desde
enlo consideramos infallivel a iuvasao e prepara-
mu-nos para o combate: novas muniees. faculta-
tivos, ambulancias, soccorros pecuniarios e oulros re-
forros foram mandados para a fronleira. expedindo
por ultimo S. Exc. ordena terminantes s autorida-
des da margem esqoerda, para que vedassem toda a
communicacao com os povoados infeccionados da
margem opposla. Ja v Vmc. que para os poslos
ayancados foram mandados lodos os recursos dispo-
niveis; recciandu-se porm que a epidemia atacasse
ao mesma lempo varios pontos, e que os facollalivos
alli existentes (sele) nao f.tssem suDicienles para soc-
correr cora losla a presteza o* pontos acommeltidoa.
requisitou S. Exc. ao Exm. euuselheiro Jos Bento
o eugajaraeuto ahi de seis mdicos, por conla desla
provincia, vveres a medicamentos.
Eslavamos assim preparados e em especlaliva,
quando no dia 23 recebemos aqu a infausta noticia
de que a epidemia, Iranspondo o rio, havia-se mani-
festado quasi ao mesmo lempo em' pontos do lerri-
loro desla p'ovincia, dando-se o. caso pa pequea
pimiacau de Piassabussii no dia 17 e no Penedo no
dia 19. Dous d,as depois recebemos noticias termi-
nantes que a epilencia lavrava com inlensnlade na-
quellrs -i povoados. Felizmente liuliam sitio dadas
tudas as providencias, o inimigo nao oqj pilhou des-
prevenidos, e gracas aos promplos soccorros as victi-
mas erair em numero diminuto em retacan a inten-
sidade e sanlia com que invadi o mal! O De. Jos
Felesphoro Ferreira Lopes Vianna que se deslinava
para a comarca da Malla Grande, sabendo em via-
gero que o cholera havia atacado Piassabuss, correu
ao lugar, oode se acha prestando relevanlissimos ser-
vicos ; na cidade do Penedo os facultativos aulorida-
des.sacerdoles e particulares leem pateuteado a mai-
or abnegacao : o mal atUca indislinctamente pobres
e ricos, grandes e pequeos, meninos e velhos : al
aquellajlala a morlalidade calculava-ae a 5 ou 6 por
seflin (o do aliado sanitario desla provincia, principiou o
seu cursi acadmico, para dar-nos mdicos que sai-
liam fazer da scieucia o abrigo da horaanidade as
suas allribalarcs, sendo levando a vida ao leilo do
inuribimdq, ao menos mitigan.lo sosa dores com os
soccorros da medicina, sem essa indifi'rreuca crimi-
nosa, ou falla de caridade com que tanto 'so desa-
cre lil.iram alguns Esculapios, na crise por que pus-
sanios.
O fado da morle do distinti medico Dr. Bella-
mi >, ji he por Vmc. sabido ; agora dou-lbc parle,
qno os lentes da Facoldade e o corpo medico desta
ca id* promovem uma aobscripcao favor da vluva
d'aiiuaDt hroe, cuja dedicacSo medica e exemplar
ceragem deixaram na orphandade seus dous filhos e
saa aderada esposa. Ouando um homem immorla-
lasa sacia uobremenle, dando exemplo seo con-
teroaasaiieos de Unta resianacBo e comgem, expon-
<* 'a^npria *'da para salvar a homanidade afflicla,
esm ler eos vista senao a religtao e o amor da glo-
ria, a recompensa dos seus nobrea feitos he o epita-
t* mais valioso qua se pode Iracar uo sea lmalo, e
com asta estimulo muitos o imilarao, e a sociedade
la bastante cora isto e tornar-se-hlo mais feli-
l povo*.
o eslado do Peuedo pela maneira s-
cenlo
descreve
gr*iile.
* lllm. Exm. Sr. Ha dous dias escrevi a V. Exe.
acora reilirando lodo o qne nessa occasiao escrevi,
vou dizer o que novamenle se lem passado de enlao
para o. A epidemia marcha com roaila tenacidad*:
nao he s nesla cidade. loda a linha cumprel
Na,i lomns n'm .; m.ar"..... ., "'"' "c "" "CTl" ciuaoe. moa a nnna cnmprehaHida
incia ^sme^nn cnri,ln4 hon,fOP,",a "" ""i "" ''''ac S. Braz est soba pres 'a... d%,o-
incia, e os mesmns curiosos oue temos, nnr a,,..Ii.., ,... ...__a. ;..,-_____,..'___
ivoT a rnliln! ente r nf r ^^ Prese"- *'"-< P*dir sdfeeqrro, medico, ao nnsso est;
WmtTwLMyS^,? P"~,P"7' lecimen.o.ellej.esla'olulego.sao Norte do Pe-
M9ie"'?.'.laA0_ J"?8"19 a? su""u <"" sopessoa ,.lo. Os casos nesla cidade sao Uo frequenteso^
demnha fazenda, apezar de cercada de oga7ercho!
lencos : nio disse bem ; nao perd ama sopessoa,
estuu no periodo benigno, e por islo s nesses 8 dias
podere pateutear a virluJe homo-opathica.
Hontem receb uma carta do eogenho Pali doca-
piUo Amonio Luis de Arauio Maciel, em que se
me dizia que a |ierda era incalculavel no reconcavo
de Larangeiras, ja indo em melhora essa cidade, on-
de soi morrem agor 20 por dia elle di/ assim :
Eu lenho perdido muitos escravos, uao ha re-
medio que sirva. Dos lie qae dar o
Chcgaram alguns mdicos da Bahia e poucos re-
medios. Se o mal duraf mais lempo se nao for-
mo* soccorrldos pela caridade de alguma provincia,
morreremos mingua.
CARIDADE.Peco emuomc da provincia, era
nome principalmente da pobreza, aoecorro ao go-
verno deS. M. Imperial, a Pernambnco brioso a os
mais provincias que nao soureram e uem soffrem
andallodie mihl eras Ubi.
Espero muito do commercio dessa provincia e de
seus agricultores. Haja quera ae tembre da abrir
uma subscripcao, que esla provincia recebera esla
esmola como viuda do co. Attendam aos pobres
os pobres que nao lem roupa para mudar, nao tem
meios para uma Uo melindrosa convaleacenca, e
que o maior numero morra a mingua I
.E,i?UCI"u liuuge,D de fraco. uao he aasim que
diru ?! Eu para ser fraco estou um pouco, mas uao
Unto quanlo sa pode pensar. Agora noto cada vez
peior, escravo pessimamente; de modo qae peco
ootro ponto em qoe fossem reclamados seus servcos;
he assim que esse mu aobre-e Ilustrado Alagoauo
responde a inveja !
:m)^
Acabara de chegar (rislas noncias do Penedo.slcan-
candoat dia 26, a epidemia recrudeaceu nesseadous
dias, parece que almgio o apogeo, nao respeilaodo
cousa alguma: 2 mdicos, o Dr. Constantino Teixeira
Machado, e o Dr. Jos Sasinnndo A. Pinho, foram
accoinmctlidos (porcm benignamente; ; por ora nao
me consta que tenha- suecurobido peaspa alguma de
represeulacJo ; a clasae baixa parm lem soffrido
muito, a morlalidade subi a 25 ou 26 por cento :
novas e instantes requisi{6es foram faltas a' presi-
dencia. Felizmente aqoi chegou honlem a tarde o
vapor Marque: de Olinda qiie a loda a preesasja
gressou a' Bahia. afim de nos Iraier alguna
livos, vveres e medicameutos, de que atamos
quasi exhaustos: o motivo qae levou S. E Bdar
esle passo, he o serio rerein qt que pre-
ronipa o cholera nesla capital '. M i estfela que li-
nha ido ao Penedo, acaba da cahir enfermo apre-
sentando symplomas da fai molestia I Casos sos-
peitos (embora mu benigna*) ate cholerina vao Um-
bem apparecendo Dos se oampadeca de nos I
1" de dezermn.
Tivemos mas noticias da villa do Pao de ASsacar!
Qoal o circulo produzido pela pedra (alejada na su-
perficie de mansas aguas, a epidemia auamcuU e se
alarga de maneira assorabrosa. aquella lafelix villa
foi accomnietlida furiosamaote ; Ifl victimas ji ti
nliain cabido i furor docJsalea, que parece lar-se
decidido pelo rumo dorio cima'. A villa de Pao
d'Assuear (ca 21 leguas ao noroeste do l'euedo.e he
siluada a margem do rio.o- hab tantas mostram-se re-
signados e disposlos a arrostrar a p firme as furias
do mal. Segne para alli um alfares levando medi-
camenlds Pelo vapor Imperador procedente dos
porlos dn norie recebemos alguns medicamentos,
vveres e ootros objeclos remetlidos pelo Exm. con-
selheiro presdanle dessa provincia ; vieran] muilo
a proposito e nao temos expressOes com que agra-
decemos a generosdade do Ilustrad > eonselheiro.
Pernambuco esta feilo o entreposlo ofiicial, e o re-
fugio dos necesitados: Dos o preserve da epide-
mia, reservando-lhe a penas a caridosa larefa desoc-
correr os infelzes peslilerados de Sergipe e Alagoas!
Seguem para o Penedo 10 praeas e 1 alferes. medi-
camentos, 30 barricas de fariuba de trigo, 20 saccas
de arroz, e algumas galliulias d* oue van senlindo
grande caresta. Consta rae HP- Exc. o Sr. Si
e Alboquerque mandara frelar uraxalos -vapores da
compnnhia bahiana .s'and Cruz, afim de facilitar
as communiracoes e transporlede voeatros aoa lu-
gares invadidos pela epidemia, julgamos que foi
uma providencia mu acertada.
__2_ "
Hoje nao recebemos noticias dos poolos inficciona-
dos : a capital vai sam novidade, o estafeta, que de
valla do Peoedo cahira enfermo, ja se actin muilo
melhor; diaem-me poim que um barcacero vie-
ra daquella cidade e fura assaltado de moaaslia
suspeita. Os caso de cholerina v3o desapparecen-
do creio que parle dos que sedi;em choterinlsados
o que linliam era uma oulra molestia chamada me-
do (qoe lambem malta,
liouve cortejo a' imperial efligie na forma do
coslume
Veio a luz um substituto do Philangelho intitula-
do Alagoano dizem que o redactor he o Sr. Silveira,
envio-lhe esse uninero para Vmc. ver o programma.
Valle.
nos obrigaram a abandonar os apanhamenlos estalis-
tcus, com mellemos esle serviro ao delegado de pol-
cia, qoe nos lem soberanamente coadjuvado. Eu e
os Drs. Constantino e Birkeit, nao parama* em casa,
quasi que pastamos lodo o dia a leda a noite as
mas, e nos hospilaes, e mesmo durante o lempo qua
reservamos para o noaso repouso somos canslnnte-
meole interrumpidos para soccorrer a novo* doen-
les. A epidemia qae a priuripio apresenlara-se
com carcter benigno, agora vai turnando a feicao de
sau proprio neme: alem da anciedade de eorajo da
agona, da fraqueza das pamas a do e.morecimenlo
de todo corpo com que coatoma manifestar sua pre-
senta, apparerem os vmitos, e as diarrheas as caim-
bras, as arailes dore* no estomago, no coreano e no
venlre, qoe facilmerris levamo rioente ao mais alto
periodo d* graviriarie (aatriadn lgido) do qual riifti-
cilmeute elle pode sabir, satao for desde o romeco
coinpelenlemenle meaHua. As vezos nao valera
todos os medicamento*, hala enrgicos: o doenle
succunibe. Nada digo a respeilo do Iralamento jior
nao ser esla a occasiao mais npportana. A epide-
mia vai allaranrio a ludes os habitantes : no comeen
limitando-** apenas a casa do pobre, agora invade s
dos ricos, lodos soOrera. Posso entretanto asseve-
rar que ella nao he mortfera, porque a morlalidade
esla regulando a cinco uu seis por cenlo. lenho
procurado iuUressar leda* pala causa de loaos,
nesle empenbo veo encontrando a melhor boa von-
Uds.
Acouselhai a cammisaio de salobridade a reraasaa
*
A I.AGOAS.
Villa do Passo de Camaragibe 84 de ndvembro.
Charissimo senhor. He depois de haver da gelo-
sia da meu tosco Jilvergue eaa nm exlase inefavel,
contemplado as nbliraes prailocues da excelsa Pro-
videncia, que eu, empandado a penna vou rabisca**,
lo esta rernessa para o seu importajpte jornal.
A loa est em sen zenith.e seus opacos reflexos ir-
radiando nos espatos infiltrara almo prazer nos mor-
les,~ anda mais no acurvario e enmpresso Cosnio-
polila, comosempro submergirio cm Irieias aterrado-
ras, consumido dos pesares, manivella de *ma exis-
tencia torturada pelos adavaes de um mundo de
crlmes e decepenes. 1w{
Aiuda assim.'meu charo, anlliusiasla da vida de-
dicado observador de teus my-terios, areilaudo-a
com seus pros e precalcos, gozos e revezes, alia* e
baixas, folgo sempre que encarno amalgamado seus
eventos contrarios em suas aspirar-Aes e diversos em
seos resollados.
Assim como na existencia humana ha essa varie-
dade por 6em duvirin natural, o mesmo se d em
retacan aos estados, em fim a mesma nalure/.a.
Essas crises e peripecias que continuamente vetaos.
esses fados por alguns caraclersados por pheriome-
nos 3o em meu modo de, pensar, aconlecimenlos
comesinhos e como que nascidos para realcar a
marcha do todo sublimt e grandioso, a nalureza em
seu pleno desenvolvimenlo!
Que importa qae o gmio do mal, auxiliado por
sen. in le n.es proslito- os preconceitos, as intri-
gas e ambicOca, lente perverler os sacros dogma/
da moral, iiifiltrar-se oa humanidade, propagando
larriveis mximase assim eolloear-se no zimberio do
edificio humanitario I Em vHo arraigada na povo
incauto, sustentado com seus auxiliares a tortura
e persegmeo nao pode sustonlar.se na posic.o con-
quistada ; porque sem mesmo lancar-se nos des-
mandos e erros. 6 genio do bem cam'inha radiante
em su* marcha, Iriunphando dos embustes e auda-
cia do crime, seguido sempre pela religAu arca
sania dos povos, fonle perenne de prosperidad* para
o genio humano. Farai a applicacao :
A Russia rebelde ao* frisantes exemplos da histo-
ria, conscia de seu colossil poder, julgando ler rain-
do a era de execular as utopias do Pedro Grande,
alirou a luva as nacfies, e coniequenlemenle a Tur-
quio foi a primeira victima escolhida para o sacri-
ficio. Mas ,quanto foi insensata Bem que no
acceso de sua existencia, retalhada por crneis di-
versas e anda mais pelos manejoscossacos,a Turqua
levantando-se da prnslraco.repelle a affrnnla e au-
xiliada pelas potencias amigas, forte e invicta dis-
poe-so a entrar na peleja, pugnando em defeza dos
seus foros de naciuualidade.
as margeos do Danubio encelou-se a pugna e a
lefeza de Silislria loi a primeira aureola, qne cin-
glo a frente dos Otloraanos. Entreunto as poten-
cias occidentaes nao licam no doce ocio, nio, apres-
lam seus exarcilos, assenlando era fim lomar a
offensiva atacando o colosso em seus reductos.
SebasiopoJ.n grantico colosso a forlilicac,, mons-
Irn, o parto ousado da insolencia moscovita, foi es-
colhirio como o poni asado para estabelecer-se o
sepulcro monslro de existencias, que mui bem se-
riara applicadas, na manufacturac.ao de producios
uleis a humanidade. Coorinha destruir esse oulro
Adamaslor, que impedia a entrada do mar Negro,
o monslro de cem braeoa, o deposito central de
obuses e canhdes, o duende emfim da nacu- Bri-
tnica I
Corre, va, nao trepides morle alia teu ago-
tado alfanje, e lerrivel cegadora encela obra da
riestrucAo, o campo he vasto. Comeuelto, onze rae
zes durou o cero do sorvedouro de vidfs, durante o
qual se realisarain os feitos a quem a vaidade cha'-*
ma balalhas do Alma, I chern ,ia, lukerman, feitos
tenebrosos e que assas revelam o canibalismo
d'aquelles que inciUram ama guerra prenhe da
males e exleril de melhnramenlos para as nacfies.
No da 8 da st- rabro, de nefasta recordacao nos
fastos humanitarios, mao grado o valor e denudo de
seas muelos defensores, honra Ihe seja feila, e da
inexpugnaluli la le de seus fortes reducios, me-
danle um fogo infernal, baqueou por letra Sebas-
topol, licao tremenda para a Hussa, que pehsava
poder arrollar com o horoismo e bravura da fallan
ge alliad, desla vez animada pela sanlidade de sua
causa.
Oue de milhares de vidas coifadas pela morle,
que de esposas, mais e filhos incomolaveis.prantean-
do a falla dos charos objeclos, o lucio,a orphandade,
a fome, a degradarlo como em remate ; viodo co-
roar a obra da devaslac.au.
Tmpora mutauluramanhaa encelam-se as ne-
gociares diplomallces, as nojenUs alicantinas ; e
esse colosso qoe tantas vidas cnstou, he novamen-
te entregue ao seu amigo possuidor I E os marly-
res, as victimas, e a miseria ludo invadindo Mal-
ditos sejam esses monslros, para quem n sangue hu-
mano he um meio de sustenlacAo Basta, desejara
proseguir, mas seria tornar-me detestavel; Sor (aolo
aqu fico e em outra dando expansao resolvere meu
problema.
Continua esla villa na posse de perfeilasaode sem
0 menor achaque, que entorpece sua marcha. Ape-
nas a insipidez e monotonia, gneros muito abun-
dantes, applc.iii lo-the suas nogeolas visagens, ten-
lam afei-la ; mas he lempo perdido. A minha
constituinle xomba dos manejos.
A salubridade publica he benigna, apenas o sol
intenso vai affeclando por sem duvida as individua-
lidades, felizmente o ameno Camaragibe com o seu
contacto dfssipa o calor ar late. Vai creando-se
algum lerror enlre nos, depois que soubemos que o
cholera apparecera em Cotiugoiba.
Os recelos porem van modilicando-se atientas as
enrgicas providencias do Exm. Sr. presidente da
provincia, que auxiliado pelos dislinclos mdicos da
provincia, prepara-se para profligar o flagello,
quando ouse traospof o solo alagoano.
O foro continua em sua marcha. Acaba de ser
convocado o jury para o dia 6 do futuro mez, era
essa ama necessidade de primeira inluico, a vista
do avollado numero de processosgque ahi exislem
a espera de suas solucSes Deus lltumine aos Srs.
jurados, e que compenetrados da tila magnitude de
suas fnnccOes, ludo invidera para realisar a grande-
za dessa instilnirao.
A polica ennserva-se em sua escala, apenas ha
poucos dias alguns apralos incitaran) a nossa at-
teocao. Tanto espalhafalo redozio-se a nada, a
porlanto udo merece especial mncalo. Sao coasas
da Ierra.
Redama a sua alenoslo ao que passo a expender:
traia-se de um acoolecimeulo phenomenal.nma des-
sas cousas qoe se eu nao preseociasse dira que era
historia. Dorante a estada do padre visitador nesU
villa, nao devido a esforros de S. S. (que aqoi para
ns se nao fora o crisma nao saberiamos ao qne veio)
alguns cidadaos resolvern! instalar uma irmanda-
de da invocacao de N. S. da t'.ouceic.io. Assignado
numero sofiicienle de cidadaos, depois de orna
missa entilad.i pelo Rvd. visitador leve lugar a re-
ferida instaladlo, presidida pelo vigario desti fre-
guezia. AHI mesmo procedeu-se a eleicao dosjui-
res o maia empregados da mesa, sahindo laitos
dislinclos cidadaos, Ues como os Srs. Jos Goularl
para joiz, JoAo Vieira de Lima escrivao, Tristao Ri-
cardo lliesoureiro. Como irmAo instalador alli
comparecemos, e poslo qoe nao observasse que as
causas msrchaasem em sua pleolude, todava nao
quizemos ser o desmancha prazeres. Cumpre agora
dar andamento a realisac.no dos beneficios que ne-
ceSsariamenleaVea* resultar dessa inaugurarn. Nao
temos f as coiaas desla villa, ao principio excesai-
va iufiuencia, depois o indiferentismo, vlndo como
ultimo corolario o moras e si pintus in catea: tal-
vez na* seja essa a srte dessa creacao o *)ue dase-
jamos do inlimo d'ajma.
O commercio anda continua na sua marcha re-
trograda, nao ha concurrencia, o qoe he Unto mais
natural, porque o freguez comprando fcilmente em
sua casa nao vem por consecuencia de longa distan-
cia a esla villa, para surlir-*e de seos effeitos.
E nao seria mais da accordo, e como o meio mais
conducente para lavanUr da prostracSo a sede da
villa, deixarem-sa da tal mascateacao, incitando a
concurrencia dos compradores, para o foco com-
mereial'? A ambicAo hirla a deseabelada nao con-
seule, de maneira une se as cousas proseguirem des-
sa forma, brevemente ser esU villa raduzida a um
sitio de recreio, a um lugar Uo tmenle destinado
a passar a testa. Apre, com a maldcelo!
senhores agricultores cabisbaixos pelas decep-
sofiririas nos seus caoaviaes, aponto de que
Bn julgava fazer dous rail pjes, ficoo reduzidoa
mil paes, agora levantaran a grimpa, por causa dos
avallados precos do assucar, que de alguma forma
vierara ee*pensar o prejoizo soffrido as deminui-
ces das safras.
Por partleipacao, que acabamos de ver dirigida
palo Sr. Amorim, secrelario da companha de va-
par Pernarabucana, ao digno agente uesta villa,
acarnos inleirados da que, anda desla vez eram mal-
logrados os desejos daquelles que nntriam a espe-
ranca de ver solead* a barra de Cania ragib,' pelo
vapor Mrquez de Olinda. Ja o honrado agente en-
vidando o colosso de contrariedades, havia arran-
jado alguma carga, lencionando foroecer seu con-
tingente, nao descansando, afim de dar eiccu^ao s
iaslrue^oaMMUiasajos da companha, e quando essa
participare**** coma que desaponta-lo no meio
de seus arda** Irabalho*.
E qusr motivos, que difiiculdades impediram a
companha para assim privar o porto de Camaragi-
gibe des** melhoramento '! Ser porque a barra nao
seja sufflcianle, nao tenha o fundeadeuro preciso
para ancorar-se o vapor '.' Ha engao manifest ;
por quaulo, segundo sou informado, ha ah um lu-
gar aonde muilo bem pode fundear o vapor, sem
risco de nralhar ; e depois, n.1o sao as barcadas
obrigadas a condnzir a carga ao lugar aonde esli-
ver fundeado e vapor. Cesta, porlanto, esse motivo.
Acresce que a companha muito lucrara, tocando
aqu os seus vapdres, porque crcum la la de mais
de U engenhos raoentes e correnles, que de milita-
res de saccas se exportara para Pernambuco e Ma-
celo Nao vejo oulro lugar que offereca aspecto
mais seductor. As grandes vaulagens que infalli-
vel colher a companha, por sem duvida compen-
sara qualquer despeza que necessariaraenle deve
fase?.
1 He obvio que muilas difiiculdades lera de arros-
trar antes de realisar o seu desidertum, lendo de
lulur com o carrancismo, e oulros que Ues;
mas que importa Ja alcancoo a companhia cm
auxilio valioso na pessoa escolhida para seu agente,
mojo que gosloao se dedica aos iuteresses da com-
panha. cumpre agora laucar mi de oulros idn-
ticos, laes como o prstenle Sr. Jos Goularl e o
Sr. Joaqnira Cnnha, qua ambos se a companha es-
gotar os meio* adequados a laes occasics. certa-
mente te presl r*, e sarao por lano valiosas acqui-
si;0es, qnu qxtllarao a empre/a Pernambo-
cana. Por tTaBlL etTareceiido a boira um fundea-
douro regalar,TaVn**ado Camaragibe avulladissi-
ma carga, lendo aquTeeoinpanliia um agente lia-
b|l e dedicado a realisaclo. desse melhoramento dr
primaka inluif.io, nao vejo razao para a companha
adialp*W beneficio, deque Unlo atece esla villa.
Nio teios temos inlarette iioBstalu, a|wnas
Ibas asn do progresso e amant jHM trra, que
^^^Bs vio nascer, e qne desajPaW/r lodos os rae-
Ihorimenlos proprios a arranea-la da proslra^ao,
ahi lanzamos essas rdenles, que desdeja sujeila-
mos a illmlracJo dos illusires membros da compa-
nha Pernambucuna, de quem desde ja aguardamos
favoravel soturno.
Anles de concluir esla rassiva' que por sem duvi-
da val tomando-se massanle, permittir-me-ha Vmc.
que acompanhe aos illustrados redactores do lem-
po, jornal nico desla provincia, qusndo sincera-
mente lamerNirara a recusa soflrda pelo Dr. Ermi-
lindo Accioli de Barrus Pimentel, quando requer-
ra o lugar de promotor publico da capital. Moca
dittincto e de amlveis qualidades, em cunlacl, com
lodos seja qual for o partido a que eslejam ligados,
radioso o applicado a luajakenvidando para tornar-
se digno da posicSo que afira na sociedade, esse
mojo nao erejior sem duvida merecedor desse des-
aponlamenlo." E demais, filho da provincia, rela-
cionado rom distinctas familias, sem interesse nes-
aaa qaeslfles politices que ahi se agilam, leudo sido
por .sua provincia em segundo lugar collocado no
numero ,ls seus representantes provinciaes, quem
por porlanto com mais jas, com inai*direilo a esse
cargo? Nao acreditamos esse fado, mas romo re-
cusar pranle a afllrmaliva de um jornal, que na
verdade emprehendeud a* grandiosa mlssao da li-
berdada da Imprensa, por cario ni* trocarla de
falto?
Coosole-se o digno Alagoano, o Sr. Di. Ermiliu-
rio, porque estamos convencidos, que sen manto
nao ser* olvidado, e o procedmento honesto que ha
conslanlemene palenleado, ter por sem duvida
a devida e jasla recompensa. Nada menos se pode
esperar (todislnctu admiuistrador de provpacii. o
Exm. Sr. Sa Albuquerque, que eonicio daTquali-
dadesque o ornam, emandar* fara devida jusli-
ca ao Sr. Dr. Erroelindo.
A tal projeclada obra do cemilerio, ponlet, ele.
conservam se no involucro, uem o menor vislum-
bre de alienlo tem suscitado, nio se falla nitso,
1 obre villa do Passo, pat llrai pl,ie melhara-
inentos, beneficios, e s para li a calix aroargurado
das decepcOet qae vao dimnuindo tua grandeza
e coarclando la marcha !
Nada mais leuho a acretcenlar, e por Unto aqu
fundeio ate que amainado o furor da proce|li, possa
livremeute com o meu baixel solear o ecaeoo da
vida.
Saude em quaulidade. prosperdade ill miUda
e todos aquelles gozos que tornara agradavel a exis-
tencia humaua. Disponha do sincero e dedicado
. Cosmopolita.
=
Dr. Ignacio de Barros Barreta
Dr. SebaslUo R*fo Barros Lacera*
Dr. F. de A. OHvaira Maciel
Dr. Tamarindo
Dr. Joto de Soata Res
Dr. Joao Francisco d* Silva Braga
Dr. Luiz D. Pereira
Dr. Francisco Gomes Velloso te Alb*uerque
Lina.
L'mbelino Guedes de Mello
Dr. Manoel Isidro da Miranda
Dr. Antonio de Hollaoda Cavaltanli da Rocha
Wanderley
Dr. Miguel Pilippe de Souza Ufo.
lr. Pedro Bazerra P. d*A. Bal Irlo
n
5
4
3
3
8
2
1
1
I
1
1
1
Apuracao dos collegio* do Recife, Olinda, laua-
rassti, Goianna, Umoeiro, Sazareth, Poo-d* nho he
Victoria, Cabo, Serinhiem. Mo-Formoso, flom- oo
to, Caruar, Brejo e GaTanhun*.
Os Srs.
Padre Leonardo Anluncs Meira Henriques
liaran de Camaragibe
Dr. Francisco Carlos Brandao
Dr. Sebastian do Reg Barros da Lcenla
Dr.-Joaquim Pire* Machado Porlella '
Dr. Silvano Cavalcanli de Albuquerque
Dr. Anianio Alves de Souxa Carvalho
Dr Ignacio Jonqoiiu de Sooza Leo
Negociante Antonio Marques de Amorim
Dr. Antonio Eparanondas de Mello
Dr. Theradoro Machado Freir Pereira da Silva
COMARCA DO BONITO.
29 de novembro.
Sir compadreEsla fecha nao s a correap*-
d.nc. do nno qu.jtM ic.b.r, eomo dan p*r oa-
clu.da a minio. Vtffo como sabe qu. waTlem-se
aggravado por tal forma meus padecimentoahae ate
abrigan a detxar a trra, e ir em busca dt alMj
torno mais saudavel.onde ao menos encontr alivia
pois os rostes que soQro sao incu'ra.ais ; ella* teta
como cauta efiicieole os muitos annos com que car-
rego. A principio dei-me bem com o ar do clima
mas de cario lempo para c a esUclo chuvosa m*
assaz prejudicial nesla zona, e eis a razAo por
,je quero mudar de uoi. Aceite por Unto minhas
despedidas (nao haja choro). Nao paste deixar de
Volos. agradecer-llie a paciencia com que me ataron por
..v. -0--wta.. ...- r-^.^.m vw.u ^uc ule aiarou por
605 mais de doos annos, e a indulgencia com que sem-
599
502 -eus amabilissiroot leilores.
500
491
Dr. Ignacio de Barro* Brrelo
Dr. Luiz Filippe de Soata Leau
Dr. Antonio Luiz Cavalcanli de Albaqaerque
Dr. Joao de Souza Reis
Inspector Jos Pedro da Silva
Dr. Jote Ouinlno de Catiro Lelo
Dr. Abilio Jote Tavares da Silva
Dr, Aogualo de Souza Leilo (*)
Dr. Jos Mara Freir Gameiro
Dr. Antonio dos Sanios Siaueira Cavalcanli
Dr. Manoel do NascimeutR Machado Porlella
is amaDiiissirao* tenores.
J.erabrancat a todos os collegas de om e oulro he-
isfeno, e com toecialidade aosde Ipvjoea.Paeo de
4H3 Camaragibe e Garanhunt. Conheco qae neahun
177 vallo fazia enlre elles, e assim qoe ininha falU Ihes
'" pouco sensivel e a vossignoria, porm raaUm ate
saudades de companhaiaa* dessa nobre Ur*fa qoe
' mal desemdenhai.
Adeos.meu compadre; eraia qu* sempre ser*i com
rieda lp a <-n.. -i^__:___*.___.a- J.ii__
475 he
473
468 II
160
158 serieda-te de cosrioworta amigo obriaado dedicado
4VI n leu dn n_......
453
452
448
447
440
428
426
424
423
419
418
418
407
397
392
376
372
354
348
347
Dr. Joaquim Francisco de Mello Cavalcanli
Dr. Manoel Clementino Carnero da Cunha
Dr. Caelano Xavier Pereira de Brito
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho
Dr Caelano Estellila Cavalcanli Pessoa
Dr. Bento Jos da Costa Jnior
Vigario Antonio F. Goncelves Gomaraes
Major Jos Joaquim do Reg Barros
Dr. Jos Maria Moscoso da Veiga Pessoa
Dr. Cosme de S Pereira
Tenenle-coronel Antonio Gomes Leal
Desembargador Jeronvrao Marliniano Figueira
de Mello
Dr. Augusto Frederico de Oliveira
Dr. Arsliiies da Rocha Bastos
Tenenle-coronel Joao Valenlim Vilella
lente Francisco Raphnel de.Mello Reg
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Dr. Manoel Francisco de Paula Cavalcanli de
Albuquerque
Dr. Francisco Joao Carnero da Cunha
Dr. Manoel de Barros Wanderlev Lins
Conego Joaquim Pinto re Campos
Major Florencio Jos Carnero Monlelro
Joao Alfredo orra de Oliveira Andrade
Padre Marca! Lopes de Siqueira
Dr. Loureoco Francisco de Almeida CaUnho
Dr. Manoel Joaquim Carnero da Cunha
Major Antonia Joto de Oliveira
Dr. Manoel Isidro de Miranda
Dr. Joao Francisco da Silva Braga
Padre Vicente Ferreira de Siqueira Varejao
Dr. Joao ViceTile da Silva Cosa
Dr. Nabor Carnero Bererra Cavalranll
Dr. Manoel de Albuquerque Machado
Dr. Francisco de Paula Baplista
Dr. Delfino Augusto Cavalcanli de Albuq
Dr. Aprigio Jutliniano da Silva Guimar.
Dr. Jos Rodrigues do Paco
Dr. Adolpho de Barros Cavalcanli de I.
Dr. Francisco Brederode de Andrade
Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar
General Antonio Correa Sera
Conego Francisco Rochael Pereira de Brito Me
deiros
Dr. Jlo Hircano Alves Maciel 226
Dr. Leonardo Augusto Ferreira Lima 223
Dr. Antonio de Hollanda Cavalcanli da Rocha
Wanderley ->m
Professor Joaquim Antonio de Caslro Nunes 2f
Padro Francisco Peixolo Duarle
Tenenle-coronel Antonio Carnero Machado
Ros o,
Dr. Rodrigo Castor de Albuquerque Maranhao 196
Dr. Manoel Filippe da Fonseca 87
Padre Antonio da Cunha e Figueiredo 183
lr. Amonio do Moeres Vasconcellos d Dmm- *
mond jij-.
Leopoldina Delfino de Abrea 175
Dr. Manoel de Souza Garda fjg
Dr. Ignacio Nery da Fonseca i(>5
Dr. Francisco Ferreira Marlins Ribeiro 159
Dr. Francisco Xaviejaes Brrelo J25
Dr. Antonio Wilruvlb Pinto Baodeira e Aceili
de Wasconcelles.
Dr". Francisco Gomes Velloso de Aibaaueraue
Lins
Dr. Pedro Gaadijno-de Ralis e Silva
Padre Joao Capislrano de Mendonca
Silvestre Antonio de Oliveira
Jos Leandro de Godoy e Vasconcellos
Bar.lo da Boa-Vista
H. A. Milet
.146
345
339
339
336
335
333
329
324
324
321
310
307
305
99
296
295
295
286
286
284
275
264
259
as
118
113
109
100
96
87
7i
69
COMARCA DE GARANUUNS.
2X de novembro.
Como bom amigo e consiaule correspondente
apresso-meem Iran-miilir .-, V. S. o resultado da
eleicao, a que se procedeu nesle cottatjio para de-
pulados provinciaes: constitulo-sa a ta*** com os
Srs. capillo Antonio Vctor Crrela, presidenle ;
escrutadores e secretarios, o coronal Antonio Tei-
xeira de Macedo, subdelegado Joao d Porcluncula
alenra, eapiUo Loorenco MiliUo de Albuquerque
e JoAo de Barros Correia. Finalmente gatanlo-lhe a
exaccilo da coca que segu, porquanto estire ore--
sent a apunto dos votos com a competente canela
e papel. Ost*eonle:itssappellem para os circuios
digo eu aqui consigo.
COLLEGIO DE GARANHUNS.
> Ma
icliado
Os Srs.
Dr. Sabino Olegario L. Pinho
Dr. Antonio Epaminondas de Mello
Dr. Francisco Carlos BraudSo.
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Tenenle-coronel Antonio Carnero
Ros
Dr. Joa Ouinlno de Catiro Lelo
Dr. Jallo Barbota d Vasconcellos
Major Jos Joaquirp Reg Barros
Padre Leonardo Aolanea da Meira Henriques
Dr. Lourenco Frajcisco de Almeida tJanlio.
Vigario Pedro Manoel da Silva Burgo**"!
-Padre FranciscoTeixulo Duarle
Dr. Antonio Ivs de Souza Carvalho *
Acadmico Jos Leandro Gody e Vasconcellos
Padre Francisco Rochael Pereira de Brito Me-
deiros
Dr- Anloniodos Santo; Siqueira Cavalcanli J-
nior
Dr. Manoel de Albuquerque Machado
Dr. Jos Mana Moscoso da Veiga Pessoa
Dr. AprigiuJ. S. Guimai3es
Padre Antonio da Cauha e Figueiredo
Dr. Adolpho de Barros Cavalcanli Lacerda
Dr. Manoel Clementino Carnero da Cunta
Padre Vieente Ferreira de Siqueira Vareja*
Padre Manuel acopes Rodrigues de Barros
Dr. I lien toro Machado Freir Pereira da Silva
Negociante Antonio Marques de Amorim
Dr. Manoel do Nascimenlo Machado PortaR*
Tenenle Jos Pedro t Silva
Dr. Rodrigo Castor de A Ihuqnerquc Maranhao
Major Antonio Jos de Oliveira
Or. Joao Hircano Alves Maciel
Teoente-coronel Joao Vieira de Mello e Silva
Padre Maical Lopes de Siqueira
Tenenle-coronel Joao Valenlim Vilella
Major Silvestre Antonio de Oliveira Mello
Professor Joaqun, Antonio de Caslro Nunes
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella
\ gario Antonio Francisco Goucalves GumarSes
Dr. Cosme de Sa' Pereira
!1" ,Fra"cic<> Re8o Barros Brrelo
Dr. Delfino AuguslojCavalcauli de Albnquerqoe
Dr. Augusto Souza*t,eao
Desembargador Jeronvmo Marliniano Figueira
' de Mello ,
Dr. Ignacio joaquim Souza Lelo
liara,, de Camaragibe
Tenenle-coronel Antonio Gomes Leal
Dr. Manoel Filippe da Konceca
Dr. Aristides da Rocha Baslos
Dr. Luiz Filippe Soma Lelo
Dr. Leonardo Augusto Ferreira Lima
Dr. Nabor Carnero Bezerra Cavalcanli
Dr. Amaro Carnero Bezerra Cavalcanli
Dr. Francisco Bernardo de Carvalho
Dr. Alexandre Hernn! 1 no dos Res e Silva
Dr. Silvino Cavalcanli de Alboquerque
Volos.
49
48
48
I
tf
ii;
iti
45
44
i
41
43
43
43
41
39
38
35
33
32
31
31
30
t\
28
28
28
27
27
27
27
1.,
M
a
22
2>
21
20
19
17
Dr. \bilio Jos Tavares da Silva
Dr. Leopoldino Delfino de Abren
Sanego Joaquim Pinto de Campos
r. Jos da Cosa lloarado
Dr. Joao Vicente da Silva Cusa
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo
Dr. Angosto Frederico de Oliveira
Dr. Ignacio Nery da Fonceca
Geneial Antonio Correia Seara
Tenenle Candido Leal Ferreira
Dr. Francisco de Paula Baplista
H. A. Milet
Dr. Manoel Francisco de Paula Cavalcanli de
Albuquerque ,
---------------------------vi. zjeruaruiiiu uo seira
(*) Sabemos por pessoas moilo autorisadat qoe o Sebasliao do Reg Barra*
Sr. Dr. Augusto de Seoza Lelo, alem do* volos aqui "
ominado), leve em Liraoeiro 44 volos que, por um
engao, so foram rneocionados em additamtulo
MU.
----------------. --------.-.. wm i,ue s*m-
acolheo os grosseirot productos desla acanhad*
a ; duas palavrinhaa tambera de a gralidao ao*
teu da Bonito.
N.B. O Bonito ett em paz, pela lista que Ib*
mando vera o resultado da eleicao, onde liga-
ndo apenas 31 eleiloret, apparecoram 105 Toto-
ra
dos! !
Os Srs.
COLLEGIO DO BONITO-
Dr. Francisco Carlos Brandao
Dr. Antonio Alves de Soasa Carvalho
Vigario Antonio Francisco Goncalve* Guima-
rfi6*>
Dr. Joe Vicente da Silva Costa
los Joaquim do Reg Barros
nlonio Marques de Amorim
ir. Luiz Filippe de Sooza Leao
ir. Manoel de Albuquerque Machado
Dr. FrauciseevFerrera Marlins Ribeiro
"ir. Joaquim Pires Macliado Porlella
Jr. Julio Barbosa de Vasconcellos
Dr. Delfino Augusto Cavalcanli de Albuquerque
Dr. Jos Maria Freir Gameiro
Dr. Manuel de Barros Wanderley Lint
Dr. Caelano Xavier Pereira da Brilo
Dr. Manuel de Souza Garca
Ur. Francisco Brederoda de Andrade
Dr. Joao Hircano Alves Maciel
Dr. Cosme de Sa Pereira
Major Antonio Jos de Oliveira
Dr. Pedro Gaudiano de Ralis e Silva
Dr. Lourengo Francisco de Almeida CaUnho '
Dr. Antonio dos Sanios Siqueira Cavalcanli
Dr. Bento Jos da Costo Jnior
Dr. Amonio Epaminondas de Mello
Dr. Augusto de Souta Lelo
Dr. Aristides da Rocha "Bastos
Dr. Francisco Joao Carnero da Cunha
Dr. Adolpho de Barros Cavalcanli de Lacerda
Contgo Francisco Rochael Pereira d* Brito Me-
deiros
Conego Joaquim' Pialo da Campos ,
Padre Marcal Lopes de Siqueira
Dr. Rodrigo Castor de Albuquerque Maranaa*
Dr. Antonio Luiz Cavalcanli de Alboquerque
Coronel Jos Pedro Velloso da Silveira
Padre Vicenle Ferreira da Siqueira Varejio
lente-coronel Antonio Carnero Machado
Ros
TeuerKe Candido Leal Ferreira
Dr. Francisco de Assis.de Oliveira Maciel
Desembargador Jeronvmo Marlioiano Fizada*
da Mello
Padre Leonardo Antones de M*ira Uenriqat*
Dr. Jos Francisco de Arrnda Cmara
Padre Francisco Peixolo Duarle
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Dr. Manoel Mendos da Cunha Azevado
Antonio Vctor Correa
Dr. Manoel Isidro de Miranda
Or. Ivo Miquilino da Cunha Sonto Maior
Dr. (bello Florentino Corrrde Melle
Tenenle-coronel Joao Valenlim Vilella .
Dr. Sebastian do Reg Barrea de Lacerda
Dr. Antonio de Maoezea Vttconcellot da Dram-
mond Dr. Antonio Vicenle do Nascimenlo Feloza
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pi lio
Dr. Theodoro Machada t?reine Pereira da Siria
I-Hiciano Rodrigues da Silva
Jos Pedro da Silva
Engenheiro Francisca de Barros Brrelo
Dr. Manoel Clementioo Carnero da Cunha
Barao de Camaragibe
Dr. Manoel Isidoro de Almeida
Joo Alfredo Correa de Otivtira Andrade
Dr. Manoel Filippe da Fonseca
Dr. Ignacio de Barros Brrelo
Dr. Francisco de Paula BaplisU
Dr. Filippe Lopes Nello
Dr. Luiz Carlos de Paiva Teixeir*
Padre Antonio da Cunha e Fgaciredo
Dr. Abilio Jos Tavares da Silva
Ueorique Augusto Milet
Dr. Manoel do Nascimenlo Machad* Porlella
Dr. Jos Mara Moscou da Veiga Pessoa
Padre Joaquim da Conba Cavalcanli
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lalo
Dr. Caelano Estellila Cavalcanli Pessoa
Dr. Joaquim Francisco de Mella Cavalcanli
Jos Leandro de Godoy Vasconcellos
Dr. Antonio Aunes Jaeome Pira*
Dr. Augusto Frederico de Oliveira
Dr. Joa Quinlino de Caslro Leso
1 enenle-coronel Antonio Gomes Leal
Dr. Leopoldino Delfino da Abrasa
Dr. Francisco Bernardo de Carvalho
Votos.
30
30
2B
28
27
26
26
26
26
25
24
24
24
24
9
21
20
20
ao
20
20
20
19
18
17
17
16
16
14
13
13
13
12
11
II
11
11
10
10
10
10
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10
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7
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fi
6
6
5
ti
4
4
4
4
4
3
3
3
3
JJr. Joao de Souza Keis
i)r. F'rancis
. ..ncisco de Souza C. Lima
Professor Joaquim Antonio de Caslro Nunes
Dr. Jos Rodrigues do Paco
Barao de Capibaribe *
Commandanle superior Francisco Xavier Lima 1
Dr. Candido Gancalves da Rocha 1"
Dr. Jos Filippe de Sooza Leao
Major Floreucio Joto Carnero Mnnleiro -i
Dr. Ignacio FirmaaUvier
Manoel Francisco di Azevedo Lira
General Jos Ignacio de Abren e Urna
Dr. Luiz Duarle Pereira'
Dr. Nabor Carnero Bezerra Cavalcanli
Vigario Manoel de Mello Faldo d* Menezea
Drr Francisco Gomes Velloso de Alboquerque
Lins 1
Antonio da Costa Reg Monleiro
Capitn Francisco Camello Pessoa de Lacerda 1
Coronel Henrique Pereira da Lueeoa
Professor Joao Braulio Correa e Silva
COLLEGIO DO BREJO.
Os Srs : Val**.
Dr. Antonio dos Sanios Siqueira Cavalcanli. 19
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva. 1!
Padre Leonardo Antones Meira Henriques. 18
Dr. Francisco JoSa Carnero da Coalla. 18
Barao de Camaragibe. 18
Ur. Manoel de Albuquerqo* Machado. IN
Padre Joaquim Pinto de Campo*. 18
Dr. Jalo Hircano Alves Maciel. 18
Dr. Francisco Carlos Branda.. 18
Joao Valenlim Villela. 18
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella.
Dr. Antonio Alves de Sonta Carvalho.
Dr. Francisco dePaola Baplista.
Dr. Augusto de Souxa Leao.
Dr. Manoel de Barros Wanderley Lisis.
Dr. Joao Alfredo Correa de Oliveira.
Jos Pedro da Silva. 13
26 Dr. Manoel lo .Nascimenlo Machado Porlella. 13
Silvestre Antonio de Oliveira Mello 13
Dr. Antonio de Ve* **,Maaezes de Drunv
Dr. Caelano EstolliM avraali Pessoa.
l'.-dre Viceale Ferreira de Siqueira Varejao.
Dr. Jlo Jos Ferreira de Agolar.
Dr. Delfn Angosto Cavalcanli de
qaerqoe.
Antonio Marques de Amorim.
Dr. Francisco Ferreira Marlins Ribetea
Dr. Nabor Cavalcanli de Albuquerque?
Dr. Silvino Cavalcanli' de Albuquerque.
Jos Joaquim do Rege Bar***
Dr. Rodrigo Castor de Alb
nhio.
Antonio Carneiro Machtdo Ros.
Dr. Ignacio Jaftqaimde Souta Leao.
Antonio Jos d'Oliveira.
Dr. Lanreuco Francisco ,la .Almeida CaU-
nho.
Padre Antonio Francisco Ge**Wv
ries.
Dr. Antonio Epaminondas de Mello.'
11 Dr. Ignacio de Barros Brrelo.
10 Padre Rochael. .
9 Dr. Joaquim Jorge dos Sanios.
9 Dr. Julio Barbosa de Vasconcelios.
9 Dr. Caelano Xavier Pereira de Brilo.
Francisco Carneiro Monleiro.
Ur. Aristides da Rocha Baslos.
7 Dr. Jos Mana Freir Gameiro.
Dr. Manoel Filippe da Fonseca.
Dr. Leonardo Augusto Ferreira Lima.
Joaquim de Caslru Nunes.
Dr. Jos Rodrigues do Paro Jnior.
Albuquerque Mara-
kres Giiima-
Dr. Domingos da Souza Ledo.
Dr. Beruardino de Sena Dias Jnior.
Manoel Cleinenlino Carneiro da Canil*.
Antonio Viciar Correa,
Antonio Gomes Leal.
Dr. Jote Mari* Motooto da Veiga Pessoa.
9
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Ur. Sabino (MStoeWLudgero PinlM.
Dr. Antonio Bastilla Gitirma.
I)r. Joie Vicenie na Silva Cos".*
Dr. J< i Quiolmo do Castro Le.o.
Dr. Mansofteidro de Miranda.
Dr. Aprt|fJus(iDlnoda.Silvj Cuimiraes.
Bario da CtArt*.
Dr. Anliinio Annei Jacoine Pire*.
Padre Francisco Peixolo Duarle.
Dr. Abilio Jos Tavares d Silva.,.
Francisco Rapltael de Mello Reg
Dr. Joto de Soua Reii.
Dr. Pedro Geodiano de Ralis e Silva.
Ur. Francisco de Paola Salles Jnior.
Dr. Coime de Su Pereira.
Dr. Maaoel de Soaia Garca.
res. j
Votos.
40
39
37
35
M
34
n
COLLEGIO DK CARI AMA .
Sr*.
Dr: Lsooardo Antones de Moka Heoriaues
Jos Pedro de Silva.
Majar Jos Joaqolm do Reg Barros.
1*. Luii Filippe de Sooia Leo.
Joaquim Prea Machado Porlella.
teaeote-corenel Jlo Valeotim Villela.
> Lourenco Francisco de Almeida Catando
Vejarlo Amonio Francisco Gonr.alve Dr. Manoel Clementino Carneiro da Conha. 33
i> Fraacnco X .vier P.et Brrelo. 33
Tenante coronal Joao Vieire de M. e Silva. 33
Ur. Antonio Alves de Soma Carvalho. 3
> Angosto de Sooza Ledo. 31
Ignacio Joaquim de Souia Ledo. 30
Dr. Joao Francisco da Silva Braga. 28
Juliu Barbota de Vaaeoncellos. 28
Sebaitiio do Reg Barros Lxenla. 27
Thaodero MachaJo Freir nreira da Silva. 37
> Antonio Epammonda de Mello. 27
> Ignacio de Barrea Brrelo. '26
Mareos Crrela da Cmara Tamarindo. 25
> Antonio Lo Cavatean de Albuqnerqoe 26
> Joaquim UnacalvciJUa 33
> Delphlno Augusto rjnsleanli de Albuqntr-
!
lH-ofessor Joaquim Antonio de Catiro N'uoes.
Dr. Manoel Filippe da Fonceca.
Aiituaio da Cunha Figueirede.
Ctaego Francisco Rochael Pereira de Brito.
Dr. Jos QuUf/>a> Caalro l.eao.
Man.el defl ? Vauderley Lina.
Adelpho deVasasarCavalcanii de Lcenla. 20
a Manuel do Nstcime** Machado Portelia. -20
Jlsjor Florencio Jos Caroeiio Monleiro. 20
Dr. Manoel de Albuquerque Machado. 20
.Violraic.o Josa Liandro de Godoy Va. 20
l'dre Vicenle Ferreira de Siqu
uelra Varrjao.
(Martiniano Fi-
19
Deaenabargador Jeronymo
guaira da Mello. 19
Tallante* coronel Antonio Carneiro Maxado Riot. 18
Dr. Francisco Carlos Brandan
Capillo Francisco Crrela de S Brasil.
Dt. Francisco de Paula Baptista.
Tnsale Candido Leal Ferreira.
Di. Antonio de Hollauda Cavalcanli da Rocha
Wandeiley.
Caelano Esiellila Cavalcanli Pestoa.
Pedro Uandiano de Ralis Silva.
Jola de Souza Reis.
Alexantlre Bernamino do Reise Silva.
Ariatidrs da Rocha Bastos.
Joa Rodrigues do "Paco.
Antonio Florencio de Carvalho Ametista.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.
I Jos Mara Freir Gameiro.
Manoel Jos da Silva Neiva.
> Jlo Hirc-no Alves Maciel.
Francisco Bernardo de Carvalho.
a Francisco Brederode de Aadrade.
Eirgenheiro Augusto llenrique Milel.
Padre Joaquim Pinto de Campos.
Vigario Pedro Manoel da Silva Burgos.
Dr. Silvioo Cavalcanli de Albuqoerqoe.
Barie de Camaragibe.
Dr. Antonio dos Saulos Sqneira (haralcaolt.
Joao Alfredo Crrela de Andiade.
Sre Marjal Lopes de Siqueira.
. Joaquim Ju- da Fonceca.
Leopoldiou Delphino de Abren,
o Joaquim Francisco de Mello Cavalcanli.
'I'eneuta coronel Antonio Gomes Leal.
Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar.
Major Antor.io Jos de Oliveiri.
Dr. Rodrigues Castor de Albuquerque Maranhao
Jos Mafia Moscoso da Veiga Petsoa.
Manoel Isblro de Miranda.
Francisco Velloso de Albuquerque Lins.
i> Antonio Armes Jaeome Pire*. .
a Ivo MiquelinoSoulo Miior.
Jlo Vicente d Silva Costa.
Cname da Se Pereira.
Jos da Costa Dourado.
Francisco Kaphael Mello Reg,
a Nabar Cirneiro Bezerra Cavalcanli
Abilio J ne lavares da Silva.
a Sabino Dietario Uidgero Pinho.
Noaacianle Antonio Valentn da Silva Barroca.
Dr. Francisco Epifanio Paula Pereira dos Santos
Alehiia.
Dr. Aprigio Jusiiniano da Silva Guimores.
Padre Francisco Paitlo Duarle.
Dr. FrasS uco Ferrrira MarUau Ribeiro.
.lelo do llego Barros.
fingenheiro francisco do Rogo Barros Brrelo.
Di. Maaoel Copes de Siqueira.
a B'iilit Jos da Co>ta Jutiiur.
a Beato los da Souza.
General Anota e Lima.
loi MigaeliQd Souto Maior.
Dr. Joveniano Antonio Vital de Uliveira.
. > Filippe Lopes Nelto.
Joan Igoaese Soares de Macedo.
Proaesorloao Braulio Correia a Silva.
Di. Sergio Unit da Moura Mallos.
Vigario Nemesio de S. JaSo Gualberto.
Dr. Joaquim Vilellaie Castro Tavares.
Jeronymo Vilona de Castro Lavares.
Antouio Vicente do Nascimento Feitosa.
Jle Valentina da Silva.
Dr. Antonio du Vascuncellos Menezes de Druraond t
> Antonio Rangel de Torre Bandeira. 1
---------1-------------------4------------------------------------------------------
4 Cnm effeito al hoja anda ningaeni insultoa lano
4 os fllhos desla heroica provincia como o tal II. A.
4 Millet signatario do escripto ern-quesillo.
3 Pondo de parte o dizer ease individuo que se re-
3 pula Uo habilitado para senlar-se nis cadeirai do
2 Forte le Mallos como fua/i/ua* dos que l tem ido
2 milito mais do que_ ceses meninm que s teem o
2 orne e o pergaminho assignado honlem ; pondo de
2 parte o dizer elle que o mererimenlo e a inieiligen-
2 cia que Ihe sobram bem como a um amigo que nao
2 conheco nem quero conhecer, to mos predicados
2 para chegar a urna poeirio nesle mundo hypocrila ;
2 pondo finalmente de parte varios outros disparates
2 do meamo quilate, por nlo jnlga-los dignos de urna
1 resposta seria, analysarei apenas o primeiro artigo
1 da declarado por elle feila no qual afllrma ser Uo
Pernambocano como nos outros que nascemos neata
Ierra e lalvaz mais.
Co.icedo que Millil seja um enxerlo em oossa so-
ciedade, concedo mesinn que a ninguem seja mais
permillido recusar-lhe o titulo de Brasileiro, mas
que sja Pernambueano, isso nlo, nlo, nlo.
A assembla geral pode fazer brasileiraa qualquej
miseravel que nlo so peje ile renegar a sua Ierra
natal, a Ierra de seas irmlos e de seus pais, a Ierra
em que den os primeiros pasaos, a Ierra em que pro-
nunciou as primeiras palavras, a Ierra em que con-
trahio as prlmeiras amiza tes e gozou os primeiro
amores, mas faze-lo Pernambueano he cousa que
excede ao seu poder. *
Millet he brasileiro, mas Millet nao he nem ser
jamis Pernambueano. Este, privilegio sii Dos o
pode conceder e elle so o concede aos que disso
acha dignos,
Sejamos porem inejflgentes com Millel.cobstina-
mos Brasileiro a Perejfmbucano o vejamos se anda
assim podar ser sustentada a proposicao por elle
aventurada.
Diz Millet que he lio Brasileiro como nos a talvez
mais, pois deveessa nacionalidade sna volitado e
nlo ao acaso.
Causa assombro.Jrs. redactores, que um hornera
que tem Unta presumpflo de intelligente e al de
sabio, descorra lio raiseravelmente que eu que nao
pasio de u>n menino que anda lioutem deixou de
rocar os bancos da nossa pobre Facaldade, Ihe possa
conhecer o fraco !
Nenhum de nos deve ao acaso a sua nacionalida-
de. Somos Brasileiros nao sornenl por eeilo da
volitad divina n quem approove fazer-nos nascer
nesla Ierra da S. Cruz senao tambera por eflfeilo de
i*osa propria eontade, pois gratos reconhecidos
aos cuidados e desvellos com que ati trata a nossa
mli patria, a servimos com gnido e promptos esta-
mos para par ella sacrificarmos al a vida.
idiltet nao sendo capas de tal virtude, procura ri-
diculisa-la nos outros, dizendo que devemos a nossa
nacionalidade ao acaso e como que lazendo larde
da propria infamia, diz que deve sua propria von-
lade, nlo se lembraodo que renegando a mli patria,
tornou-se um monslro de- ingraliJlo e mais liguma
cousa. ,
Cora eOeilo o que senao isso ser um filho que
lendo sido beijado e acarinhado por urna rali terna
e aecluosa que o nutrir como snngoe desuas veas
e sa esmerara em desenvolver-lhe as laculdades
qne Dos Ihe dera, esperando ler um defensor, nlo
so a despreza senAo at Ihe cospe na cara, dizendo-
Ihe alto e bom s un : Nlo soo mais seu filho, vosse
nlo lie mais minha mli, adoplei outr.i e pooco se
me da de que mirra ao desemparo ; anda mais Ihe
diz : Veja de que modo procede i respailo de mi-
nha nova mli, pais se liver a ousadia de ofrende-la,
eu a vingarei Tazendo-lhe lodo o mal qoe poder,
rasgando-llie al o proprio seio se assim for neces-
sarlo.
E nao foi assim, Srs. redactores, que procedeu
Millet para com a Franja? Como eslranhsr pois
que nlo baja mais quem nelleajconlie'.' Espera va
esse hornera qqe Pernambuco Octprezasse os bons
filhos que lem para entregar sua sorte as mos de
quem como elle acaba da dar sobejas provas de de-
samor o ingratidlo? Nlo, Pernambuco nao se co-
brira jamis de lio grande vergonha.
A vontade de Millet pode ser muilo forte, mis se-
ria sempro impotente para traosorma-lo da Fran-
cez em Brasileiro a nlo ser-lhe isso concedido pola
nossa assembla geral; como pois dizer que deve a sua nacionalidade .i sua vontade ?
Para ser Brasileiro precisou Millet de um favor
humane, ao passo que nos devemos esta nacionali-
dade a uro favor divino a nlo podemos ser della
.privadejMar nenhum poder hamano.
Sem aanbargo de tudo isso, lera Millet o arrojo de
escrevePejae lie mais Brasileiro que nos, nlo se
lembrando que Rozamos de direitos que a elle, nao
obstante a sua melamorphose, nao serlo jamis
concedidos.
Moilo teria inda que dizer, Srs. redactores, se
nlo fosse temer que o senlimento de nacionalidade
oflendida me levasse a escessos.
Espero qoe publicarlo estas toscas linhas para de-
sabafo de quem se presa de ser
Pernambueano.
Srt. redactores. Compenetrado da mais viva dor
pela scnsivel mortede minha prezada cunhadaa Sra.
D. Joswpha Carolina Pereira Cimillo, esposa de raeu
mano o Sr. Jos Carrilho do Reg Barros, lancei
mo da penna para escrever urna elegia aos reatos
morlaes dessa esposa virtuosa ; na qual elegia, bem
demonstro a falla que lenbo de arudifo para tal
composirle, por isso que. s a dir e o sentimenlo
me rariam compor e arriscar a tanto em razio de
nao ser poeta ; e para l chegar tanto me he oeces-
sario, quanto lie preciso o compasso da demonstra-
Qio para medir ama grtndet* Jjr tanto pero per-
di da ousadia aos metis leilorW; e Vracs*. o fa-
vor de a mandar inserir em sua muilo acreditada
folha.
A" mnito srnlidissima.e lamentavel morte da Sra.
D. Josepha Carolina Pereira Carrilho, esposa do Sr.
Jos Carrilho do Reg Barros, natural da cida le du
Natal do Rio|Graiide do Norte.
Nlo deveis, Carrilho, rflligir tanto,
Nlo exceda ao valer a cobarda.
Nem a vossa constancia deis quebeanto.
Dos nlo te serve da vossa agona.
A ninguem isso agrada, assim, ra'o crede,
Nem ni o ni o vossa esposa o quererla.
De Dos sua alma selecta leve sede,
Foi saciar. sede, que a inflammava ;
Qalo grande gloria lem, agora vede.
Mas como que aoseolar-se nlo ousava,
Sem que um sigoal primeiro vos deixasse,
Do quanto nesta vida vos amava.
E para que de modo algum ficasse,
Deitando-vos, deiton-vos quem etpresse,
Quem bem sua presenta figuraste.
Na vossa turcesslo vos ulferece
lim seguro penhor da f mais pura,
Em que de Carrilho a gloria reDoresce.
Ah tendea nessa creatnra,
Reproduzida a prole da lamilla.
Dos Pereiras e dos Carrilhot a figura.
Dstinctas se farlo, serlo patentes,
Suas virtudes miCheroicidades,
Os seus merecimeutos eminentes.
Serlo dmirarao das raridades.
Joao Carrilhiy do llego Barros.
COMMERCIO
Ido escolladlo 29600 e 29550 por
RACA DO RECIFE 3 DE DEZEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
j Cotares olliciaes.
Assucar m.iseava
arroba.
Frete p ira Mediterrneo70| e 5 % por tonelada de
ataucar.
Dito de Parahiba para Liverpool50i e 5. por to-
nelada de dito.
Descont de leliras de 4 mezes10 | ao anuo.
Al.FAMJEt.A.
Rendiraenlo do dia I......I2:3-.I9I7
dem do da :l........I6:325H7I
28:6769988
eiearregam Aoje 4 dt dezembro.
Barca portuguezaLigeirasal.
Brigue hespanbolDrakapipas vasias.
Briaue suecoPrint Osear(aboado.
Barca ingleza llermionemercaderas.
Barca ingleza lugustas/W
Brigne ingezCo uquelliacallio.
-- CONSULADO GKRAL.
Keuulmentododia 1. t 1:6669217
Idem do dia 3....... 4:6049511
H:*>0j728
DIVERSAS
Reudimentodo dia t.
dem do di 3 .
PROVINCIAS.
5869073
2099227
7859290
Exportacao .
Liverpool, barca americana Marina Aun, de
312 toneladas, conduzio o seguinte : 1,000 saceos
com 5,000 arrobas de assucar, 1,039 saccas com
5,589 arrobas e 10 libras de algodlo.
HECEBEDORIA DE RENDAS .INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendmenlo do dia t......1:079^567
dem do dia 3........ 833:467
1:9139034
CONSULADO
Rendmenlo do dia t. .
dem do dia 3 .
PROVINCIAL.
DIARIO DE PERMITO.
Gliegou htmlem dos porlos do sul o vapor Toean-
l'H, trateJMIo-noa gazetas do Hio de Janeiro que al-
o.ncam a 25 do pastado, da Babia a 30 e de Maceio
a 1 do eerrente.
A epideioia do cholera continuava a declina m
corte, qpmo se vr> dos boletn do Jornal do
ELEGA.'
4 Oue he isto. minha musa, que tristeza,
1 Que faoestae aeral melancola,
J -Na praft boje influc a nalureza *
Oue lagrimas, qeWpraalo as.is dilluso,
Vrjo regar os faVUidos semblantes
Sem qoe niftJJHajferanlo esteja escuso.
J nlo vejl ajjSrJ*e liavia danles,
Ooco a quajjj MfajJibocra em bocea,
Todos nerpHaflPdos llucluantes.
ravrreto, que vio publicados era outra parte : m
anda grassava rom iutensidada em alguns pontea
da provincia do Rio de Janeiro, nvadmdo mesoio
outra* en achavam incolomet.
O Jr. capitn de fragata Balthazar Vctor Mara
Boiatea faj ruformado uu posto de capillo de mar e
guerra, por Jtesim o ha ver pedido.
Jr'arius despachos mais foram expedidos pelo mi-
uiTlerioda justira e os leilores ftKcharlo em lugar
cas pelante.
A aravincia de Mioas-Geraes ja se acliaya* ence-
tiida pelo lei-rivel flagello que actualmente tanto as-
aiista a devasta a popularlo brasiteira. Eis o que a
eate respailo te l no Corrtio Mercantil de 23 do
mal r"||i||n :
l>eJtiia24al3l de oulubro haviam falle-
cido de cholera morbos, na freguezia de S. Jos
d'alem Paiahiba, provincia de Minas. 5 pcatoat
livre, das quaes nma durou 2 horas, urna 7, urna
9, nma 16 e ama 21.
Do 1. le novembro por dianle lem ralleeMs>'8
peseons, 5 tivres e 3 eaeravos.
Deram-se tambem 8 casos de febre tvplioide,
da* quaes 4 faltes.
a Em eolnbro os diat foram muito quenles e cal-
mosos ; aegulram-se das hnmidos e ehnvosot em que
a lemperatura e oulras condicc-es aimospheTicas
taatiaram te brescameute : appereeeu entilo o cho-
lera morbos.
Qeanto Babia e Macei remeltemes os leHores
para as carias dos ootaot correspondentes, qoe vio
transcriptas em ostro losar ; cabendo-nos tmente
taxwatcentar o seguinte ao qoe aellas nos rommu-
iiiaam :
Segsado diz o Jornai ia Buhia e 30 do patsado,
r. Antonio Pereira Pinto, qoe all se acha,
e obtuvo demitsao de pretidente da provincia
de iergiee.
la ultfma provincia deviim seguir no nri-
'taper es itwrHeas Dr. Joa llenrique* l'ro-
esrea e Dr. Jos Loiz da Silva, sendo tambem re-
raettidas sane ootrt na* de .soccoro 1,600 al-
ttiret de lacinliae W I rlc*t de gomnia.
athtsrVlgBdoa'Sl le an Salvador o brigue
nacional Rii/ina, covmIui |Santa Calliarina por
oatata ajs (overuo um MhIo da 10,000 al-
isj'raaae larinha, ejeMtatvIa ser reexportado para
o Ra 4t Jun,;ro a' ditpeaiciio da minisaerio do im-
perio.
A respaile di provincia de AlaVOM lebvrs I dizer
qse anda era davidoso a earaojs da epidemia que
ratsata ni ridade do Penedo ; aappmido alguna
es alo era mai.que a earneirada ooliofeslia en-
-arri7ijy S1" apparece sempr* com I en-
anaale atrio San t-rancisco: entretanto o JioNcla-
dmr Alaguno da cotae sarta eetencla doeholera.
ajJn|onaquela c.dade.Tomo em Piabussu outros
Tes do litoral do tobredto rio. Todava diz o
po jornal em concordancia com o Tempo, que
|ra seja consideravel o numero dos Oectados,
olem o mal apresenlado um caracler morlifero
calcuUudo-se na ratfo de cines a seis portento o
omero das victiDjir pf|0 que nlo te achava a po-
pslacao ltienammt como em oolraa partea lem
suceeddo.
Consta-nos quo licaram em Macei a pedido de
8. Etc. o Sr. S e Albuquerque osseguinlesestudao-
let d FacuMade de Medicina da Baha : Pedro An-
tonia Cazar, Be'armino Correa deOliveira, Fran-
cjscs Htry da Fouseca. naturaer. desla provincia ;
Fausto Normando M. de Vascuncellos, natural da
Parahiba ; Gabriel Soares Raposo da Cmara, A-
dolpho Cabral Raposo da Cmara e Luiz Carlos I.isi
Wanderley, naluriet do Rio Grande do Norte ;
Francisco'Juso de Medeiros Jnior e Correa de Mel-
lo, natura do Cear.
Al a minha lyra geme rouca,
Sem ar, tem consonancia, tem progresso,
Nos chos nlo atina como louca !
t}ue he isto, minha musa, que successo.
Molieat deu aqu um petar Lio duj
Not coraee de todos fique iuipre
Mas qu ha de ser '.' de um tronco dobre e puro,
Sercou o frtil ramo (triste acea !,
Deitaiido o dbil fruclo mal maduro !
Murchou a candidsima acucena
Do mimoso vergel mais exquisito,
Foi arrancada j flor a mais amena.
I MMM1
!i:708c061
7:077J982
RIO DE JAMURO 21 DE NOVEMBRO.
I Cambio/.
Londres 27 1|2 a 3|t.
Pars 3.58 a 360 a 60 diat.
Lisboa 98 0|o ao par a 60 dias.
Hambsrgo 655. 660 a 90 dias.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
METAES. Oucasd patria. 289800 I 299000
p hesptnholas 299500 a 29^600
Peras de fijioo vellias: 169000
Moedas de 49.....99000
Soberanos.......89800 a 99000
Pesos hespanluiea 19940 a 29000
> o da patria .... 19920 a 19960
Pataces....... IJ920 a 19960
Apoliccsde6 .......104a 105*,
provincaes........ tul a 102 .
(Jornal do Commcrcio do Ro.)
MOVDfENTO DO PORTO.
Marin entrados no dia 3.
Terra Nova21 das, barca ingleca Salina, de 289
toneladas, capillo Danielle Pace, eqipagem 12,
carga bacalhn ; a Biabar i\ Companhla.
Araraiy8 das, hiale brasileiro Duvidoson, de 37
toneladas, jnestre Antonio Manoel Attonso, eqol-
pagem 4, carga cauros o mais gneros; a Mari ios
firmaos. Passageiros, Antonio Maia da Silva,
Luiz Antonio.
te esenn
Rio Grande do Sul38 das, brigue
aa porlo-
guez Atrevido, de 192 toneladas, capillo Joa-
f
aneada a llor a
ai a infanta flor
o deslnou a dar
CORRESPONDERS.
Sri. redactores.Percprrendo o seu Diarlo do
[.V cotrenle, encontr! ama peca qse Vmea. tal-
st por inadvertencia, poblicaram como Utnlo de
eorrasponlencia, quaodo ouiro nlo Ihe cabla qoe o
es ifueitiKa.
J la vai a mfJHta flor sera misto,
Assisn o deslnou a dar sorte,
Asaim no fatal livro eslava escripto.
De Jos (.arrilho a candida consorte, "
Ah com queaenlimentn eu o declaro,
Nos bracos jai da inetoravel morte.
Aquelle genio compasaivot e raro,
Aquella alma das almas roubadbra, *
Dot pail, e hulloso luminoso attio.
Aquella nsaciavel e muilo meiga,
Que da afTahilidade fora Bcaulo,
Da ternura, e do agrado xempio fora.
Aquella por quem nos perdemos lano,
Aquella pa, e celebre herona,
Que com razio moliva o nosto pranlo.
Nenhum toccorro humano a favorece
O Besnastleculapio se separa,
Nsjn ainJrozia divina da ceo desee. J|
Acompanhamos ledot a Libilina
Ao MautsJtio sublime preparado,
Porque Ihe nlo valeu a medicina.
Oh quem podera, quem bem ajudita,
Reformar taeef, p,rC8 menta,
rorque tropos fio nlo corlara !
Mas quem desle eslaluto se dispensa t
goem se pode atrever com o destino,
guando o ceo a virtude recompensa
Aquello atsombro de altos premios dio
A corda da seus merecimeutos.
Vai encontrar no assenio cryttallino.
Unida do consorte aos tenlmenlsa
Sempre segua fiel sua vontade, y*
Snjeilando-se a seus disceruimcnlst.
Porque em sua amorosa coujeclura '
Vivendo na companliia do consbrle,
Nada achava senlo boa ventura.
Mas agora do esposo he separada :
Porque a separa a mo Omnipotente
Que a mo Ihe uni,que a chama, qne Ihe brada.
Por outro o nlo deixlra cortamente,
Mas como vai na gloria ser aceita,
lie forcoso por isto, que se ausente.
Despiudo o p, sua alma saltfeila.
Sobe veloz as) eterno firmamento.
Sem temor da ruina, sem suspeila.
Sem do mundo sentir o apartamento,
Sam as mover, canlempla de continuo,
Das estrella!, a luz e inovioieuto.
Em espirito ve Dos Uno e Trino,
Considera o mvslerio sacrosanto,
Euloa face a fase estavel hyrano.
Efiieazmenle ao que he ires vetet sanio.
Nlo cesta de rogar nessa alta esphera,
Pelo consorte,* quem sempre amoo tanto.
De l os seut progressos he prospera,
De la resignadlo (irme Ihe aleiiu{a,
Com que a pena,que a fere, Ihe modera.
E vos, Carrilho, a quem sobaja, .
A saudade, a dar, o extremo, pranlo,
Qoe em voseo psito fatam ermi peleja :
qum Jos de Desquita, eqipagem 10, em lastro;
a Thomaz de Aquino Fonseca & Filho. Ficou de
observaclo por 3 dias.
Assu'5 dias, brigue brasileiro o Bom Jeta
127 toneladas, eapilo Jds Ferreira Pinto, f
pagem 11, carga sal; a Eduardo Ferreira Ballh
dem6 dias, brigue brasileiro aFeliz Destino, de
207 toneladas, capillo Joaquim Soares Estanislao,
eqoipagem 10, carga sal; a Manuel Gonralves da
Silva. '
Rio da Janeiro e porlos intermedios7 diat e 17
horas, do ultimo porto 15 horas, vapor brasileiro
i'Tocanlins, commandanle o capillo de fragata
Mancebo. Pastageiros, Jntquim da Silva Gua-
rni, Jos Segundino Lopes Gomensoro, Jos da
Silva Jacqaet e 1 criado, Itenrich l.aw, Jos AnjtV
ionio de Araujo Goimarles, Jos Pereira KialMT
Rartholomeu Pegol, Jos Joaquim de FigueirsJ
Pernambuco, Francisco Vas Mandes, BarlhoH
meudeM. M. Lins Jonior, Manoel Alves Rarhp
xa, Antonio ila Cunha Oliveira, Manoel de S. ajaT
meida Cavalcanli, I ex-pjara de prel^Bfaaaj^M
para o norte, presidente para Maranltt Dr. An-
tonio Candido da Cruz Machado, alftare* LOit Ta-
malurgo da Guerra, Jos Antonio Fim Iredo Ju-
nior, alferes Carlos Fre lenco da Hacha, dem Jo-1
s da Silva Ranael, lente cir-irgtlo Jn J,,j.
qoim Machado, 1. cadete Jo> do Reg Bezerra,
l.uiza de Azevedn e I filho, Jacinlho Candido e 3
filhos, Frapcisco Maonel'ds Almeida, Fetncisco
Jos de Medeiros, 7 pravas de prel, vS ex-ditas, 3
praras de pret com 3 presos de juslica,
Navto sahido no aiejoso dia,
Buenot-Ayres por MontevideoBrigoe hespanhol
ujoveu Eduardo*, capillo Jos Sanelo, carga
assucar e agurdente. If
qnina Maria da Cruz Seitat (I), Jle Antonio da
Piedade (1), Jos Maria de Aleoeastro (I), Leonardo
Meira HerrViques (I), Manoel Brasrau de Carvalho
Moura (|;, M. Jos RibeiroCtvaJcanti Lima (I), M.
Tavares Cordeiro (t), Tiboreio Antunes de Olivei-
ra (I), Thomaz de Carvalho Soares Brandao (1).
Correio ^eral.
As mala que tem de conduzir para os porlos do
norte o vapor Tocantins feeham-se hoje(4) ai 2 ho-
ras da tarde. At correspondencias qde vierem depois
dessa hora pagarlo o porte duplo al o momento de
lacrar. Os ornacs deverlo salar no correio 4 huras
antes.
O lllm. Sr. cupido do porto, em observancia
da ordem do Ezra.Sr. presidente de 21 do crrenle,
manda fazer publico o aviso da repartirlo da mari-
nha de 5 tambem do correte, do qual consta nao su
*e ha ver ordenado n mudanca,da povoa ao|das Salinas
na provincia do Para para a protimidado da torre do
respectivo pharol.na pona da Atalaya, o pao de ban-
deira, onde se fazem os signieg dos navios, que di-
rigem-te a aquelle ponto, afuri de receber pratico-
mas tambem a observarlo all do regiment de sig-
naos que a respectiva presidencia mandou a por
em pralica desde o 1 do mez protimo pretrito ;
regiment que estara patente nesta secretaria'du-
rante as horas do seu etpediente para quem quizer
e-lo, tirar mesrao delle algsma copia.
Secretara da'capitania do porto de Pernambuco
em 26 de novembro de 1855. O secretario,.ile-
xandre Rodrigues dos Jnjos.
Aviso a que se'refere a declaradlo supra.
Copia.Circular n. 52. Rio de Janeiro. Minis-
terio dos negocios da marinla em 5 de novembro
de 1815.lllm. e Exm. Sr. Tendo sido mudado
da povoaclo das Salinas na provincia ds Para, para
a proximidade da torre do respectivo pharol na pon-
la da Atalaya, o pao de bandeira, onde se fazem os
sguaes dos navios, que se dirgem aquelle ponto-
aiim de recebar pratico, e havendo-ae determinado
ao presidente da mesma provincia, nauda.se obser
var all o regiamento de tgnaet, constante do in-
cluso exemplar, participou-me elle em oflicio u.-22
com data He 21 de telembro ultimo que fui designa-
do o dia 1 du mez prximo pretrito para comecar-
se a por em pratica o sobredilo regiment : o qoe
communico a V. Etc. para qse o mande fazer pu-
blico pela capitana do porto dessa provincia.
Dos guarde a V. Etc.Joao Mauricio Uander-
ley>Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Cumpra-se.Palacio do goveiuo de Pernambuco 21
de novembro de 1855*Asgueiredo.
Conforme.Antonio Leile de Pinho.Conforme,
o secretario, .tle.randre Rodrigues dos Anios.
Pela priineira tesslo da meta do consulado pro-
vincial se laz publico aos propietarios dos predios
urbauos das freguezias desla cidade e da dos Afosa-
dos, que ot 30 dias uteit para a cobranca a bocea do
cofre do primeiro semestre de 1855 a 1856 do im-
posto da decima, principian! a ser contados do pri-
meiro de dezembro prximo em diante, e lodos
os que deixarem de pagar nesae lempo incorrerlo
na molla de 3 ; sobre aeut dbitos. .
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco pe Pemarobuco continua a to-
mar lettras sobie o Rio de Janeiro, ea
sacar contra a mesma pracu. Banco de
Pcniatnbuco MI deoutubrode 1855.O
secretario da direcc8of/ojo Ignacio de
Medeiros Reg.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O banco de Pernambuco toma din lici-
to a juros, de conformidjde cm os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
novembro .de 1855.Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario da direccao-

DE
. ISABEL.
DA
SOCIEB HU DRAMTICA E.HPBEZAR1A.
QUARTA-FEIRA 5 DE DEZEMBRO.
Kepretenlar-se-ha pela priineira vez o excalleiile
drama em 3 actos, tradazido dbvfraucez' ajet"5i-.
Luiz Jos Bayardo, intitulado
0 FOKljVUO DAS GULES DE BOTANYBAY
ou-
A JSTICi DE DOS.
Pertonagent.
Mulver, pai de AlberO^^H
Flix Dormenil, capillo. .
Berahom, procurador do rei.
Julio Dakar. JMb. .
FrancisoeV mendigo. .
AldermrMi^csjjfiuel. .
Um majoa
Pe. Ir o, tttfaj
Lin o
m
Adores.
Sr. Senna.
sk Lisboa.
Pinto.
n Mendes.
a Bezerra.
a Sebatlinu.
>i Santa Hosa.
i Monleiro.
* lionherme.
a enna. y
ft* D. Leonor.
fr i> Amalia.

da Herdade.
ios, ajfc. *
Bdraa, perlo de Bru-
ipre applaudido duelo
-LA-DOS FEITICOS.
laeulo a primeira repelilo
da comedia em 1 aclo
h-nascido
Na qual enlra em -cena
EDITAES.
O lllm. Sr. iiiapecler da thesouraria provin-
cial em cumprimento da reoluclo da jonta da fa-
zenda, manda fazer publico que o contrato da con-
servarlo permanente da estrada do norte vai nova-
tamente u prafa no dia 13 de dezembro prximo
viodonro avahado em 1:201)728 rt, por 10 mezes.
E para conslar te mandoa ailar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 26 de novembro de 1855.O secretario, A.
I". d'Annunciaclo.
OJHm. Sr. inspector da thesouraria provioeiil,
em cdfcprimenlo da retolurlo da junla da fazenda,
man^Tazer publico qoe o contrito da conservarao
permauenle da estrada de Pao d'Alho, vai nnva-
inenle a praca no dia 13 de dezembro prximo vin-
douro avahado em 4:0009000 rt. por lempo de 10
mezes.
E para couslar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diaria. HaMeV
Secretaria da thesouraria provincial de l'enumbu-
O Sr- Roberto de AlbuqsVlque Mello, que pela
ultima vez Irabalha utsla provincia, fazeudo o pa-
pel do Ht'ceiun.iscido.
A aociededo dramtica estando ha 7 mezes sem
ihpreza, e ncliando-se por isso dorante lodo este
temp i falla completamente dos meioa de subsisten-
cia, e nao tendo al hoje esperauca alguma de po-
der continuar Irahalhandu nesia provincia, por
isto rogam respeilosaineuie ao benemrito publico
des'.a cidade, que constantemente o* lem prolegido,
de concorrerem a este ultimo espectculo, fleando
certos de que em qualquer parte oude se adiar a
presente com.ianhia. nao dixara de elogiar as ma-
neuat complcenles e respeilosas com qne sempre
foram tratados deste publico generoso e magnnimo.
Principiar as 8 horas.
resto e passageiros, para o qoe lem exeelleotes com-
modos, trala-se com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azavedo, na ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa sabe imprelerivelmeule no dia |2
do correlo a barca portugueza Gratuito, por ter a
maor parte de seo carregaiaeolo prompto ; par
um pequeo resto que Ihe falla, tiata-se cornos con-
signatarios Thomaz de Aquino Fonseca & Filho, na
ra do Vigario n. 19.
Para urna viagem deste porto para seguir aos
do Rio da Prala, preciss-se de um oflicial nutico
qoe lenlia carta de piloto da aradeniia do imperio :
quem em laes circunstancias ae ache habililadca,
se quira contratar, pode dirigir-s,' a >ua da Cruz u,
3, escriptorio de Amnrim Irma ,a & Companhia.
LEILO'Es7~
O agente Borja, aulorisado pelo Exm. Sr. Dr.
juiz de direito especial do commrrcio, conforme o
seu despacho preterido em requerimenlo aos depo-
sitarios da inassa fallida de Cruz & Comes, far lei-
lao da laja sita na iaa larga do Rosario n. 24, per-
lencenle a dita massa, coiisitliudo n'uma rica ar-
madlo, um grande e completo .omnenlo de miu-
dezas muito modernas, diversos movis, e outros
muilos objetos, etc., assim como varias obras de ou-
ro e prala, e2 vacejs que se adiarlo patentes em
frente da dita loja no dia do leillo : lera lugar o lei-
llo lerca-feira 4 ile dezembro, as 11 horas em ponto
da manilla.
Scliaphettlin dt C. faro leilo por
ntervencao do agente Oliveira, do mais
completo sortimento de fazendasde algc-
,do, laa, linlioe de seda, as rais proprias
do mercado, e muitas del las para ultimar
contas : terqa feira 4 do crrante as 10
horas da manbaa no seu armazem, rila da
Cruz.
O agente Borja fara leillo. por conla do Sr.
Dr. Luiz Comes Pereira, fot objectos ahaito decla-
rados, perleiiceutet audito teulior, a saber : urna p-
tima mobilia de Jacaranda, uma*dila do amnrello, e
oulras mais obras de marrineria etc.; algumas obras
de ouro e prala. louca e vidros para serv de me-
sa, varios ulencilios de casa, e outros muilos objec-
tos ele., que impossivel fdra mencionar : quarta-fei-
ra, 5 do crrenle, as 10 horas da manilla, no Hos-
picio, segundo porta o depois do eoilicio da Facalda-
de da Direito, casa enlre as das vrtlvas Arseuio e
Cunha.
; O agente Borja, aulorisado pelo Eira. Sr. Dr.
juiz de direito etpecial do cnmmercio, conforme o
seu despacho proferido em requerimenlo dos cralo-
res da massa fallida de Silva & Araujo, tara leillo de
todas at dividas perlencentes a dita massa, as quars
montara quaulia de j6:73808!8, sendo 5:4229540
em leliras mullo boas, quasi ludas por vencer, e
1:3l69302em conlas de livro, muilo modernas, de
pessoas cnpazes: setla-feira, 7 do correte, as 11
horas da. manilla, no armazem do agente annunci-
ante, silo na ra do Collegio n. 15.
U senle Borja far leillo em seu armazem, na
ra do Collegio n. 15, de nm grande e viado sor-
timento de obras de maraara novas e usadas, va-
rias obras de ouro e prala, relogias para algibeira,
um rico lu.lro de 8 luzes, objeclos de vidro, ama
grande purclo de caudieirot de globo, e antros mui-
los objeclos que se achatan no inesuioarmazem, no
dia do leillo : quinla-feira, 6 do crrenle, as 11 ho-
ras da manilla.
Buenaventura Millet, capillo da polaca des-
palillla l'iuiantc, far leillo, por iiilenencao do
agente Hoberls, e por conla e risco de quem perlen-
cer, de 170 c.iixat com massas, ltimamente cheaa-
dasde Malaga ; quinta-feira, 6 do crrenle, ao meio
dia em ponto, defronle da alfandega.
O capillo J. W. Carltou do briaue norte-ame-
ricano Molala H. Coinerg, farii leillo por enloma-
rla da alfandega desla cidade, por lntervenes.o do
agente Oliveira, e por conla e risco de quem per-
lencer, do mesmu brigue lolacao 254 toneladas
americanas legelraenle condemnado ueste porto,
com a competente maslreacao, vergas, vellame, an-
coras e correntes, e mais perleiices, tal qual se ada
ancorado nesle porto, onde tudo pode ser previamen-
te examinado pelos prelendeutes : -evla-feira. 7 do
correle, as 11 huras da Mantua em posto, aporta
da associasJ#k commercial detta praca; eraajbonto,
porque preeltainenle ao meio da coulinuar-se-lia
aio seguida o inesiuo leillo, no armazem alfandega*
do do Sr. Almefda, silo na luadocaes de Apollo,
de algumas velas em bom etlado, Untas, inaulunen-
(os, um ptimo chronometro, e ostros perlsnces do
meamo bnge)e, asaim como de 140 taboas grotsaii da
pinho, que formavara a sua r
dout eseravot Caelana e Joaquim por 150g000, a
sexta parle da sexta parle dos dout lercot na. divi-
das raliadn 2:2569924.
Preleco'ies de Direito Romano por J. G.
Heinecio.
Heconliecendo a necessidade de um bom etposi-
tor de Direito Romane para aquelle qne se uiiiri-
culim uo primeiro anno dat nossas Facoldadet de
Direito, e a escassez de cxemplarea da obra de J. G.
Heinecio, a nica rtcomroendada pelo lente da se-
gunda cadeira daquelle anno, Sr. detembargador
Manoel Meodet da Conha Azevedo, e de onde Wal-
derkexlralno os principios para o seu compendio,
admitlido entre nos com o estudo dsquella impor-
tante materia, dout etludanles te propoe publicar as
prelercoes de Heinecio, vertidas em porlaguez, logo
que baja sullicienle numero de subscriplores para
cobrir as desperas da impresslo. Subtcreve-se para
esla publirac.au na livrtria da rna do Collegio n. 8,
a 109 o exemplar.
A pestoa qoe annuncioo a venda de nma loja
de ferragons, annoncie a tua morada para ser pro-
curada, ou dirija-te a ra do Cretpo n. 10.
Contrata-te um Irabalhador de masseira : na
ra ireila n. 69, oo no Monleiro, padaria do Brito.
, ~ P*lfi*a-se de um menino para caiieiro de ama
taberna? na ra Imperial n. 41.
-^ O aba 11 o assignado responde ao annuocio do
Sr.Aul.iuio Francisco das Nevos, que nlo lem lam-
befn direcclo alguma na botica do Sr. Manoel Elias
de Moura aleo dia de hnje, e que nem a dignidade
de minha profisslo, e o roeu caiacler permittia o eu
me ofTerecer ao dilu seuhor, e muilo mais sabendo
que S. S. la eslava administrando lenle 1. de de-
zembro de 1855. -
Dr. Francisco de Paula Pires Ramos Jnior-
Na ra eslreila do Rosario n. 4 se dirj quem
d dinheiro u premio em quanlias de 509000 sobre
penhores de ouro.
Manoel Maria Rodrigues do Nascimento Irans-
ferio a tua residencia para a ra da Alegra n. 26,
na Boa Visla.
No dia 13 do correte fagio o preto Jlo, cri-
ojlo, com idads de 19 a 20anuos, alto, cheio do cur-
po, espadado, maclas alias a coatsns patoso* bran-
cas sobre ellas, lem om denle tirado na frente no
queixo de cima, ps apalhetadns, cor prela ; o qual
escravo auppe-se oslar amoitado entre at eogenhoa
Mussahiba e Penedo : quem o pegar e Irouxer a tes
senhor cm o lugar Pao Amarello, Ierras do engenho
Macoj, ser bem recompensado.
Pedro.Anlonio Teiteira Cstoitrles contina
com armazem de nialeriaes, ha rus da Concordia n.
26, ultimo sobrado do lado direito, e alm do mais
lem para vender ama porrlo de lijlo de alvenaria
grossa a 219 o milheiro, posto na porta da obra, nao
excedendoas pontea que dividem os Iret hairro det-
ta cidade al o viveiro da ra Imperial ; tambem
vende cal prela e branca lina a 560 e 19600 a barrica
de 10 alqoeires para cima, a dmheii vista ; as-
sim como lodos os mais materiaes vende muilo ba-
rato.
Pedro Antonio Teixeira Cuimarles pede a
qualquenpessea que sejulgarseu credor por qual-
quer titulo que seja, haja de apreteular sua conla
para ser paga, urna vez que se ache iegalisada, isto
he, conlas que ale o fim desle anno possam incorrer
ua prcscnpclo que o artigo 486 do cdigo commer-
cial irapoe as prescripces de dividas.
Negocia-te urna boa loja de ierra gena em urna
das melhores ras desla cidade*com os fundos a voa>.
lade do comprador : quem qnizer annuscie por etle
Diario.
AVISOS DIVERSOS
O abaixo assignadH^^HSentc que
deixoii de ser caixeiro do Sr. Manoel Alve
Ferreira desde o da 1 d crrante.
Joao Francisco de Souza Lima.
PiwiaavaKtfea^stajM pr o arv
vicodecasa : na ra dos Martvrios n. 2.
Precisa-se daftnta ama IbrTai ou ca-
tiva, para o servitjfde urna casa dVpouca
familia : no |f*feo do Terco n. 42 secundo
andar.
no paito do Terco n. 42 segu
INDUSTRIA
ALGODOFitU
BUCANA. '
PERNAM-

GABINETE PORTPEZ
E lalTUIir
Por ordem da directora do tu bnele Pea luguez de
l.eilura, novainenla .e aiinusfb SfjVataocia-
dos do mesmo, que aa preleci. sos de geo
graphia e de lugua rWliceza continan! a ter lugar,
as do primeiro aos dominaos ao meiejlia e qoiiilat-
feirat as 7 horas da noile. e as do se^MM as lerdas
e tabbado, as 7 horas da noile, sendoetnbos regidos
pelo mui illiislrido profeswtr o lllm. Sr. l)r. j0l
Soaies de Azevedo : roga-se, pois, quelles dos se-
nhorrs associados que queiram aproveilar-se deslas
licjfies, que o Gabinete a expensas tais Ihej ofirece
dentro do sea recinto, queiram inscrever-se no livro
da milrieuli, que te acha na mesa do espedienle,
al o Qm do mez de dezembro prximo, pois a con-
tinaag a diminua frequencia que lem havido ulti-
nianmele, a directora, eom muilo petar seu, ver-
se-ha compelli a a tuapanier os mesm<>e cursos,
visto ulo ser ja lo que de 750 socot, pouco mais on
menos, qua o llabinete couta em seu seio, apenas 20
ou_25 te alitrsem. Pernambuco 29 de novembro de
1855.Jlo Carlos Coelho da Silva, 1. secrilaria.
Uvas muito boas.
No paleo do Carruo, na taberna da quina qne vol-
la para a Camboa do mesmo uoine n. 46, recebem-se
de vespera eneommendas para qualquer porclo de
ovas mutcalel a 500 rs. a libra, afianra.se a locura
e belleza dellas.
" Aften^ao.
Precisa-se de um escravo ou escrava qoe saiba co-
zinliar : a tratar ua roe da Cadeia do Kecife n. 47,*
loja.
Dase gratuitamente una porclo de lijlos
quebrados e cabes : na ra da Cadeia do Recife n.
25, defionte do neceo Largo.
sA pessoa que permuta a casa da Boa-Vista pela
de Aiuas-Verdes.queira dizer a roa. e qual a traves-
ea da ra atas Crazes, ou appereca na ra Velh S.
123 al at 9 horas, uu de larde.
Oesappareseu no dia 10 do prximo paatedo
urna cachorra branca, d'asua, coM : quem a tlver
adiado queira dlrigir-se a rea da Moeda n. 25, ta-
berna, que recebera recompensa.
1). Maria Jos Pinheiro tem nesla dala revoga-
do urna procurucio qoe has ja pasearle ao Sr. Fran-
klm lleujamiii llieoiouio Peixolo, e cassade toilos os
relariu, A. F.
r Irarfa provin-
dja junla da fa-
arremalaQflo da
co 26* de novembro de 1855.O
d'Aunonciar.io.
O lllm. Sr. isapselor
rial, em cumprimento il
/.enili, manda fazer publico qoe a
conservarlo permanenlo |Jo 1, 2, 3e itermut da es-
irada da ViclurM fui transferida para o rila 6 de
de/.euibro prximo vindsura.
E |iara conjjfcse mandn afllxar prsenle e pu-
blicar pelo /7laWe>a*
Secrolaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 29 de novembro de 1855.0 secretario,
d'Annns(ltg*Ja,
- O nina, Sr. inspector da Ihetonraria pfo
cial, em cumprimentoda.resolui;ao da junla da fa- fWClK'
zenda, maMa fazer publico que o contrito do |>
ta da puntada Tacaruna.va novameOle a praja no
da 13 da dezembro prximo futuro.
K para constai se mandou afllxar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihctnuraria provincial de Pernam-
bacu29 de novembro de 1855.O secretarle, A. P.
d Aiiniinciarao.
DECLAmACOES.
Cartas seguras etislenles iinadministraclodo
correio de Pernambuco, para os Sn. : Aodre Batios
de Oliveira (2;, Augutlo Lins dos Cuimaraes Peixo-
lo (1), Aiilonio tiiinralves Ferreira I A. Ignacio
do Reg Medeiros vl Caetano de Castro (I), Bpi-
phaiim Jos ah Rocha Bastos (1), Ferreira & Ma-
tlieus I Felintlio Ellseu de l.emos Conzaga (4),
Francisco Antonio de Souza Camislo (I), F. Luiz
Anlunes de Campos (I), F. Pires Carneiro l, F.
Rochael P. B. Medeiros (I,, a-par Manezaa Vascon-
cello.defrumaeaajS (1;, Josepha Joaquina Sa Vaa-
concellot (1), Jeaaino ds Freilas Fragoso (), Jea-
AXISqjMtLABniMQS.
PARA OMARAMIIACV E PARA
Salie can brvidade por ler maior
p&rteda carga a barca braileira Bri-
Ihante i) : para o resto U-ata-se com os
consignatarios Novaes & C, ma do Tra-
piche n. 51 primeiro andar.
IPara o Rio de Janeiro sahe no dia 7
de dezembro, o muito veleird brigue RE-
CIFE, : para o restante da caiga e passa-
geiros, trata-se com Manoel Fiancisco da
Silva Carrico, na rna do Collegio n. 17,
segundo andar, ou com o capitao Leo-
poldo liento Vianna.'
Para o Rio do Janeiro segu viaeem o ber-
ganliiii nacional Despique de Beirit, capillo Elseo
de Araujo Franca, al o dia 8 de dezembro du cr-
reme e por ler dout tercos da carga pronta, e para
o reMo da carga miada, escravos a frete e passagei-
ros: trala-se com o consignatario Manoel Joa-
quim Katnaa o Silva na ra da Cadeia Velha do
Recite ou com o capitaaS na pin;"
I'araLisboa,a galera portugueza Jo-
lota, capitao Ro ventura Borges
ana : para carjja e |)ixs,i'eii-os,tra-
IttJhsignaluiios iNovaes& C., ra
' n. 34. -
Irela-se para qualqmVparlc, e com especiali-
ra ok porlos do Rio da Prala a polaca heapa-
nhota Industria, de lote de IJtl toneladas, capillo
Jote Marslaoy : quem pretender, pode enteuder-ie
com os consiKiiatarios Amnrim Irm.los & Compa-
nhia, ou com o dilo capillo na Praca do Cummer-
cie.
Para Lisboa
sabe imprelerivelmeule no dia 11 ou 12 do correnle
a barca portugueza Ugeira ; para carga e pastagei-
ros, trata-se com C. A. Cadeia do Recife n. 39, eajundo andar.
Para o Ro Grande do Sul teguir breve o bri-
gue Camaquam, e s recebe passageiros e escravos
a frele: quem pretender, di rija-se a ra da Crui n.
3, escriptptio de Amorim Irmlos & Companhia, ou
ao capillo a bordo.
PARA A BAHA.
A,muilo -eleira e bem conhecida sumaca brasitei-
ra artencia pretende sabir cum muila breviade.
por ler quasi prompto o seu carregamonto ; para o
FIACA'O E TECIOS DE ALGODAO
SOCIEDADE EN C0MH\M)H A
Para a fundarao de .urna fabrica de fiar e
tecer algodao, organtsadapor Francis-
co Maria Duprat na capital da provin-
cia de Pernambuco.
CAPITAL SOCIAL .lOOrOOO^OOO.
Socios em oome collccltvo gerentes responsaves
da sociedade, os rs. Antonio Marques da Amuriin,
Justino Pereira de Farias, Manoel Alves Guerra.
Socio de industria administrador do material e
pessoal da fabrica e dependencias, Francisco Mara
Duprat.
Firma social, Amorim, Faria, Guerra & ('..
Ella sociedade admilie socios commauditarias de
100100(1 al 5:0009800.
A durac.io da sociedade ser de 12 anuos a contar
do primeiro dia em que a fabrica principiar a traba-
Ihar.
Ella podera ser prorogada uu lim do dilo prazo,
ou dissolvda anles por deliberarle da maioria dos
socios de 5008000 reis para cima, ae a sua durarlo se
tornar prejudicial.
Os socios realisaia as entradas de seus fundos ao
passo que Ibes forera reclamadas pelos socios seren-
es, qee Ihes passarlo os competentes recibos.
O mximo dat enlradat ser de 20 por cento do
capital subscripto, a piimeira entrada sera de 10
por cento e sera reclamada pelo gerentes para ser
paira no correnle de Janeiro prximo fulero.
llavera snnpre pelo menos 30 dias J'interv alio en-
lre cada chamada de fundos.
A sociedade conla com o concurso das asignatu-
ras riossenhores de engenhose plantadores do algo-
dao, pur. surera directamente inleres-ados na promp-
It realras(9n da fabrica.
Ella podera consumir animalmente 30 a 40 mil
a r robas de algodlo, quaodo ella se achar era pleno an-
damento.
Podera dar o lecido para saceos de assucar, eroa-
|m da clatse pobre a 240 reis a vara ; o da Baha
que cosluraava vender-se de 200 a 280 reis lem se
vendido ltimamente a 320 reis, e nao ha mesmo a
eate prero agora que he mais procurado.
A fabrica oceopara diariamente para mait de 200
Irabalhadores de 10 a 12 annoa de dade para cima
Alem dos aprendizes qoe serio muilo numerlos,
ella empreara muilos teceles dos que Irahsa.
Iham em loares a mo em diversos lunares da pro
vineja, sobra ot quaes fazem cum emito rusto 5 a 6
varat de lecido por dia, ero pouco lempo se tornarlo
habilitados a poder fazer sem grande esforco 40 a 60
varasjpor dia sobre os (cares mecnico'.
Oafeiliu Ibes scr.i pago como mi fabricas da Baha
20 Un a vara, o que Ibes produsir um jornal dr
800 a 1g200 reis por dhj.
Os senhores que residem lora da capital e que qu
zerem entrar nesta til suciedade,poderlo diriii'suas
cartas de pedidos qualquor dos tres socios gerentes,
ou ao sacio de industria Duprat, que tem em seu po-
der o livro das subsenpees.
File* declararlo os seus nomes por extensa, do-
micilio, e o iiume do correspondente n'esla capital
encarregado d'ellectnai o pagamento das entradas
daa prettacOet, quando forem redamadas.
Alera do bem (eral que resollara para a provin-
cia cem a introdcelod'esta industria e crearlo n'es-
la fabriea, os socios podem contar, logo que a fa-
brica eitiver em pleno andamento, com um benc-
licio animal de maia de 19 porrelo do capital.
l'ma copia impressa da rsrriplura da sociedade
ser. entregue a cada um dos sociea na ocauio de
eil'eclusjre pagamento da primeira preslaclto de 10
por cento do capital subscripto^
Pernambuco 1 de dexanasrode 1855.
F. M. Duprat.
Pela segonda vara da civel, escrivlo Molla,
vio praca com o ,-ihalimenln da lei, no dia 5/le
correnle, parle dos bem penlioradot por execuco
de Joaquim Francisco de Alme sua mulher contra
Sebaslilu Francisco Belem e herdeiros de sen casal,
ciijoa bensso os seguinles: nma cruz de ouro por
7,-yJOO, um per de brincos por 79425, um rordo de
ouro por I l-,ssn, um rn-ano enradiado e tres ligas
por 22>il)0, urna-redoma de pedra rom dos cravos
por 20250, quatro pares de rozelas pequeas por
14&4O0, om pai de estribos com 186 oltavas rS.ir 979,
um par de caslifaes com 25 oilaaas por 4G0080,
usjm cana pequea com 12 rolheres 1440t). urna
ssocha de prata dourada por 39600, as parlas des
Hospital Portu-
gus de Bene-
ficencia.
Os Srs. subscriptores para o Hospital PorlOgoez
de Beneficencia podem receber es etlilatos de Kaet-
mo, na loja dot 9rs. Ricardo de Freila & Compa-
nhia, na esquina da rna do Collegio.M. F. de Soo-
za Barbozs, secretario.
Attendeudo a grande
falta de trocos miudos, os
cautelistas abaixo assig-
nados declaraiii ao respei-
tavel publico, que os gre-
mios menores de 50,000,
em suas cautelas, sao pa-
gos immediatamente nos
seus pontos da ra do Col-
legio n. 1$ e na roa do
Rosario estreita n. 17, e
maiores, no seu escripto-
rio, da ra da Cadeia do
Recife ii. 50, primeiro an-
dar.
Oliveira Jnior % C.
Os cautelietat abaixo auignados, tem
exposto a venda o biliiete* e cautelas da
aegunda parte da primeira Loteria, a be-
neficio da igreja de Noua Seniora da Ca*n-
ceicio dot militare ao he no
da 12 de dezembro prximo futuro, pe-
lo preeps abaixo notade pagando ot
tret primeiro* premio sem o disconto do
8 por cento.
2900
2.00
IjjOO
760
6i0
320
Bilbetet.
Meios.
tji'erco.
Quartot.
Decimos.
Vigsimos.
:000j000
2:500000
J :f>66H666
1:25
6at5|
500000
250J1000
Oliveira JunioreVC.
Ueseja-se saberte nesla praca eiitle o 0r. An-
tonio Machado Bilanconrt de Mello, qoe era t&47
negociou daqui para Abren de Una ; na ra da Ma-
dre de Dos o. 32, a negocio de ten interesas.
Aluga-se urna eirellenle cata para te patsar a
fesla na povoaclo do Caehanga ao lado da igreja, ou-
tra no Poco da Panella com frente para o rio e eom
grandes commodoi, pintada e caiada de novo: a
tralar na ra da Cadeia do Reelle s. 43, loja.
O abaixo assignado declara qoe nesautat ge-
rencia lem Da direccao da botica do Sr. Maaosl Elias
de Moura, visto que tendo josto e contralado eom
elle a direcrSo de sua botica por 509 mentaes, reaol-
veu-itoSr. Moura annnllar etle contracto porte
haver offerecido o Sr. Francisco de Paola Pires Ra-
mos Jnior por .105. cojo oIferecimetilo fora aceito.
Asloaio Franeitea dat Noves.
Sorvetes.
Ha Iodos ot dias das 6 horas da larde m 4 hers
da noile : no pateo do Curmo o. 18.
Aos aman tes das
bellas a rtes
Jos Usoecieni por molivea se easleeta riintalt
na corte, pretende.demarariamplgum lema* nesta
previaeia, e para iato caaslda lentas aa s,oe deaeja
rasa aprender msica, soltejs, rabees, ote., ss avit-
lar-sa cora 0 msino no hotel ingles, ss Rsaile, a
lodas as horas para tratar.
Aehando-se vago o laxar de asdss>r da vene-
ravel orden lereeira ds S. Franeiees deata cidade ds
Recife, os notase irmaua que pretenderes dita tapar
queiram apretenlar aa alian amifado os seo re-
querimenlo em face da qoe dispa o artigo tlAcsaa-
binado com os arligos 147 e 15 ds notaos salis.tea,
alim de qile a rusta aegedora pirata tomar esa deSiaTa
considerarn na primeira tesaao. Uaoite 1. da de-
zembro de 1855.Galdloo Joao Jacinlho da Caoba,
tecrelario.
O Sr. Antonio Ametico de Ursedo Um orna
caria no holel da Europa, visos da sol.
Precisa-se de om bom amaasadar : na padaria
do Forte do Maltas, rus do Burgos 31.
Precisa-se de um caiieiro para taberna, com
pralica ou sem ella, dando fiador a soa conducta :
na roa da Santa Crin, esquina qoe volts para a roa
da Alegra.
OfTerece-se urna mulher de rdade para aeaa de
casa de homem tolleiro eslrangeire, eu para familia
de 2 a 3 pestoat : quem precisar, dirija-se a na do
Jardim n. 18.
Precisa se de urna ama forra oo escrava, que
enguinme e eotinlie perfeitameule, para casa daoj
ca familia, a qual se pagara a contento, itaiteaftidor
??*!?*??.' *? !"*& havia concedios so, caoooc,,;,, fudeS. Goncale o. 1
ao dito senlior para tralar de seos negocios judiciaes- m. *
e etliajudiciaet, a para raceber os aluguen dos in-
quilinna de tuas propriedadea, e por isso previne
publico em geral e em etpecial aos seus mquilii
que d'ora em dianle so davero pagar os alaguis
a aniiuuciante mesma, ou a seu procurador nova
mente conslitaido com poderes juiticiaes para isto.
No dia -28 de novembro fugio o preto Justino,
crioulo, ida,le anuos, rsletora regular, eom falla
de dout deutes na frente, lem calva sla carregar pe-
so, muita.regrista, imitando sua falla a ser de Ango
la ; levou caira dealgodao azul, camisa branca, cha-
peo do baela prela : roga-se a quem souber noticias
desle escravo, o mande pegar e levar na ra ireita
n. 75, qoe ter recompensado generosamente.
O* Srs. Cypriano Luir da Paz, na ra do Col-
legio, Manoel Duarle Vieira, largo do Collegio, di-
rao quem da quanlias de 5tMK_ ou 600 coro hvpo-
theca em casas terreas de pouco valor.
De teda trancas mui lidas,
De cores varias e bellas,
Alvat qual nave mui pura.
Verdes, azueseamarcllas.
francas lito proprias para a fesla
Nao as achait, nao ; a
Acharis a bonos preros,
Na loja de Barros A Irmo :
Kua larga do Rosario o. 38, juoto a botica.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O Sr. director da companhia de Bebe-
ribe manda fazer publico, que por delibo
raco da administrarao da mesma tem de
arremattir-se o rendiiuento da taxa dot
chaarizes e bicas desta cidade, por bair-
ros, ou na totalidade por tempo de 1 a 3
aunas, a contar do 1 de Janeiro de 1856-
As pessoas a quem convier contratar po-
dem enviar as suas propostas ao escripto-
rio da companhia, at o dia 10 de dezem-
bro prximo. Recife 2 de novembro de
1855.O secretario, Luiz da Costa Por-
tocarieiro.
Quera quizer dinheiro na praca do|
Rio de Janeiro, a 5 dias de vista, entenda-
se com Antonio Jote Rodrigues de Souza
Jnior qte sacca contra aquella praca :
trata i na ra do Collegio n. 21, pri-
iro andar,
n tral
M
* Atteneo.
ti IA \,\\ I AnfcLLI muden soa reaideucia
e casa da dama da roa da Cadeia da Ssals Astelo
para o pateo do Livrameoto n. 27, e acha-se aherla
as qiurlas e toilas-feiras desde as 7 al at 9 horas
da noile.
Quarta-feira, 5 do correnle, depois da audien-
cia do lllm. Sr. Dr. joiz municipal da segunda van
do civel, por eiecacao de JoAo Ignacio Soares de
Avellar contra Domingos Jos MarsaMaJ ai de sar
arreinalndo por ser a ultima praca?*! oalo do
boa lisura, oflicial de snpaleiro.
O abaiio amignado Taz publico, qnosSr. An-
tonio Cavalcanli de Alboqaerqae, rende So aa-
geoho Iterreio, na comarca da Victoria, Ule Irypo-
llieooo seas escravos : l.uia, Angola, ds idad 30
annos. Seraplmn. crioulo. idada 5 asaai, Kussrte,
Angolla, idade 35 anuos, Uelchior, Angola, rdade.
lo asnos, Eusebia, crioula, idade 45 annos, Maria-
ua, Angola, idade 25 annos, Francisca, crioula, de
idade 10 annos Therexa, crioula, idade 12 annos,
Clara, crioula, idade ff> asnos, Eozebia, crioula,
ide 10 ansas, que Isefe eoasta das notas do label-
t> Francisco Baptista de Almeida em 15 de novem-
bro de (855.Hernardino Francisco de Azevedo
CeanyonW^
O abaixo atsignado faz sciente ao eorpo do
cumsnereio desla praca, que o Sr. Jeo Francisca de
Seoza l.ima deiiou de ser seu caixeiro desde e dia
30 do passado mez, e por isso nao se reapoosabilisa
par cousa alguma desde aquelle dia em diante. Re-
cife 3 de dezembro de 1855.
Manoel Alves Ferreira.
Alaga-se um.i escrava re meia idade erobora
nlo lenha habilidades; ua ra do Pilar, em Fora d
ferias n. 103.
Precisa-se ds ama ama forra oo captiva, oo
mesmo um moleque qse saiba cozinhar: na ra do
(Jueimado n. 53.
Perdeu si no baile do arsenal de minora un
lenco renendo lodo bordado : raga-ae s paisa a qoe
o achou deentrega-lo na Camboa da Carino n. 38,
primeiro andar.
Para o Aracalv labe imprelerivemente no dia
9 do correute o bem conbecide hiale cDavidoto ;
aida recebe aiguma carga : a tratar na roa da Ma-
l de Deot n. -J'.
Precisa -se de urna ama ajar saib colindar leo
goinmar para penca familia : a tralar na ra da
Praia o. 35, segondo audar.
Thomaz Pernsndes da Cunha, lem a iesfaco
de levar coDsideracJIo dos senhores proprlelarioe e
administradores de armazens de assucar, qoe em soa
loja, na ra da Cadeia do Recite n. 44, be esegodo
recenlemente o mait superior lio ingles para aseaos,
nssim como barricas com 30 milheirot de pregot Ji-
pares, multo apropriados para beneficiar ai barricas
com assucar ; seu preco he mnito e muilo cora-
modo, i
O Sr. Jos Antonio de Bitancoort venha oes-
tes Ires dias resgatar os seut peuhares, lindos os quaes
sarao vendidos para pagamento de tea debas : oa
ra do Kancel n. 60.
Precisa se de urna ama nara o servico ds ssaa
casa de lamilia : quem esliver neslat cireaaittancii,
adama Scasso
modista.
Aterro da Boa-Vista ;.3I
Participa ai senhoras deslt cidade,qne recebeu om
sortimento de diQerentrs objeclos de modas, ricos
diales de louqoim ettampadoa com um helio dse- dinja-se ao aterr da Boa-Vista u. 39, taf/bodo an-
udo, ditos) bordados, ditos de retro/, romeirat bor- dar.
dudas a matiz, chapeos de teda para senhora e me- O Sr. Manoel Esleves de Abren lenha a boo-
uisas, novas modas de grinaldas de florea escarales, i dade de dlrigir-se a praca da Boa-Visla n. 7, qoe
ricos crtci de vestidos de rhtoialole prelo, dilode mullo se Ihe deseja- fallar a negod*que Ihe diz res-
pailo.
Aloga-se no hairro di Bos-Yieta, excepto no
aterro, urna casa terrea coaa quintal e sali, oo so-
brado de um andar, ou segando andar de casa de
dout andares : so aterre da Boa-Vista o. 39, primei-
ro andar.
seda branca para noiva, ditos de aeres para baile,
turbantes lecidos de ouro, obras que at senhoras oSo
deixarao de comprar, nobreza de todas as corea, ri-
fes, vestidos, enfitet para theatro e bailes, e oulras
muitas fazendat de gasto.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Senliorinlio
Wanderley, bisneloda Sra. Hit. do engenho Bou-
cica, neto da Joao Mauricio Wandertav, que com
outro romo vivero em companhia de sua Exma. mfii
j viuva, a seu interesse ; na ra da Caita rTAgua
n. 64.
Dn-se 29000 de gralilicarao a quem achou um
borzeguim de be/erro com burracha do p esquerdo,
sendo da ruu de Domingos Pires al Apipucos; le- corrente; as listas esperamos pelo vapor
va-o i rna do Casajp* n. 12, loja de our.vee. nacioual S. SALVADOR, a 18 ou tQ ;
C> abano asawnado mudou-ee da rna do ira-________.-__^l_____;. j- -i_ ___ i
*iche u. 17 pera a ma de Cndeia do Recife n. 53, prem\ > pago* a distnbr;Brj das
lerceir audar.Jos Antonio de Souza Machado. | mesmas listas.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acnam-se a venda os novos bilhtn4Bkda
loteria 7 do theatro de San-Pedro' a rAl-
cantara, que deveria crner a 5 ou 4 do
!>
.
r




OIIMO DE PERMAHBUCO TEPgi FEIM 4 OE OEZEMBRO OE 1855

CONSULTORIO OOS POBRES
O WA XfOVA 1 4JTOAB 50.
O lir.l*. A. Lobo Moscoiu da consulta* liorneopalliicas lodo os da ee* pobre, desde '.) huras da
niDhaaaleo mio dia, e ein caaos extraordinarios a qualquer hora do ilia oat nuil.
OBiirrea-M igualmente para pralicar qualquer operago de cirursia, e aeudir promptamenle a qual-
qer mulliar que esteja mal de parto, o cujascircurntlanciarnlopermillam pairar ao medico.
90 CONSULTORIO DO Oh. P. A. LOBO 10C0ZO.
SO RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina homeopathica do Dr. (i. H. Jahr, traduzidoem por

do Dr. G.
tagne* pelo Dr. Moscozo, qualro volunte* encadernado* em dous e acompanhadode
um diccionario do* termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc.,etc.
M0M
lie
De
De
De
De
on instrucr
Est.i obra, a maisimportante de toda*a*quelratarodoeludoe pralica da homeopathia, porjser a nica
quaconlm abase fundamental 'esta doolrinaA PATHOC-ENESIAOU EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMOEM ESTADO DESAUDEconhecimentos que nao podem dispensar as pes-
soa* que se querem dedicar pratica da verdadeira medicina, interessa a todos o* mdicos que qnizerem
eiperimenlar a doolrina de Hahnemann, e por si mesmos se convenceren! da verdade d'ella: a todos os
aiendeiro* e senhores de engenho que estilo lose dos recursos dos mdicos: a lodosos capilesde navio,
que umn oa ostra vas nao podem leixar de acudir a qualquer ncommodp seo ou de seus tremanles:
a todos dos a prestar i continenli os primeiro soccorros em *uas enfermidades.
O vade-mecum do homeopatlia oa traducgao d,a medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambem ntil pessoas que se dedicam ao esludo da homeopathia, um volu-
nte grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina ...... 109000
O diccionario dos termos de medicina, cirorgia, anatoma, ele., ele, encardenado. 39000
Seal verdadeiros e bero preparados medicamentos nio se pode dar um passo seguro oa pratica da
homeopathia, e o proprielario desle estabelecimento se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
uineuem dovida hoje da grande superioridsde dos seus medicamentos.
PRECOS HiVARIAVElS.
Boticas da 5 oa 30 dynamisacao. Menores. Grandes.
12 lobos.......................gfOOO I09OOO
2 -.......................f9ooo 209000
36 .......................208000 239000
tB^B j*,.-.#..................259000 308000
0 ...;..................309000 338000
De 1*4 ......................60*000
Qualquer destas boticas ero linduras, o dobro.
Cada tuno avulso.............. ., jL 18000
Meia once de qualquer tinctura da quinta dvnamisagAo ......... 280O0
Una frasco da verdadeira lindura de rnica............. 29000
Na tnoaoa casa ha *empre venda grande numero de tobos de crystal de diversos lmannos,
vidros pura medicamentos, e aprompta-se qualquer encommenda de medicamentos com loda a brevida-
de e per prega* muito commocJo.
3H6eM HOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
BHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
ruecao ap iieorar deaBMpfermidade, administrndoos remedios Irais eflicazes
para ala/ha-la, emquantoiserecdrreao raed ico,le mesmo para cura-la iudependente desles nos lagares
em que nao os ha.
TRADTJZIDO EM PORTUGUEZ PELO D. I. A. LOBO MOSCOZO:
Estos doos opsculos contentas indieagoes mais claras e precisas, e pela saa simples e concisa eiposi-
g-io eslaoalceace de todas ai iteliigencia*. 0S0 s pelo que dizrespeilo aos meios curalivoi, como prin-
cipalmente as preservativos que lem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parle em que
elle* teni sido postos em pratica. .
Sondeo tralamenlo homeopathico o uoicoque lem dado grandes resollados no curativo desta horri-
velenfermidade, j oigamos a proposito U/aduzV estes dous importantes opsculos em lingua vernecu-
la|para desl'arte facilitar a sua leilura a quem ignore o francs.
Vende-se nicamente no Consulloriodo traductor, roa Nova n. 52, por 29000. Vendem-se tambem
os medicamentos precisos e boticas de 12 tobos com um frasco de lindura 109000, um dito de 30 tubos
209000.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABRE E LIMA.
Anda exislem alguns ejemplares enqoaderoados,
e acham-se a' venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de Frailas & C, esquina da ra do Coltesio,
e em cata do autor, pateo do Collegio, casa amarilla,
no primeiro andar.,
Precsa-se de orna ama para orna casa de pon-
es familia : na praga do Corpo Sanio u. 17.
Novo* livros de homeopathia em francez, sob
todas de summa importancia :
Hahnemann, tratado da* molestia* chronicas, i vo-
lunte*............209000
Teste, nroleslias dos meninos..... 69OOO
Hering, homeopathia domestica..... "9000
Jahr, pfiarmacopa homeopathica. (8000
Jahr, novo manual, 4 volumes .... I69OO
Jahr, molestias nervesa....... 6000
Jahr, molestia* da palle....... 89OOO
Rapoo, historia da hoaaeopaihia, 2 volumes ItjOOO
Uarthmaiin, tratado completo das molestias
do* meninos. ,^T....... 10900o
A Teste, materia medica homeopathica. 89OO
De Fajolle, doutrna medica homeopathica 79000
Clnica de Slaoneli ........ 68000
Casliiig, verdade da homeopathia. 9000
Diccionario de Nyslen ....... lOoOOO
Attlas completo da anatoma com bellas e.
lampa-i coloridas, cnnlendo a descripgao
de todas as parte* do corpo humano 309000
^dT^1^5|^r~^n.h3r^
metro andar.
Para passar a Testa.
Alusam-se canoas grandes para carreaar trastes
aos porto* dos arrabaldes dtola cidade com seguranga
e preso muilo commodo : a tratar na cocheiru de-
fronte do telheiro dos canoeiros da ra Nova.
Aloga-se urna casa oa propriedade de Saol'An-
na, com os segtiinte* eommudos: 4 salas, 6 quartos,
eozinlia fra, quintal e estribara para 2 cavallo ;
quem a pretender, dirjase a mesma propriedade,
que achar com quera tratar.
lotera de n."'s. DA CONCEICAO'
. DOS militares.
Corre indobilavelniente qusrta-feira, 12 de
dezembro
Aos 5:000<000 2:500000 e l;000$000.
O cautelista Salustiano de Aquino Ferreira avisa
ao respcitavel publico, que os seus tullirles e cao-
lelas nao solTrem o descont de oilo por coulo do im-
posto geral ; os quaes acham-se veuda as lojas
do coslume. S he responsavel a paitar os oilo por
cenlo nos tullirles injeiros vendidos em originaes as
tres primeiras sorles.
Bilhet
Meios
Terco*
(Juarlos
Unilos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
.38600
2BN00
19920
18440
19160
720
600
:iOO
Recebe por inteiro 3:0008000
D 2:5008000
1) H 1:6668666
0 u 1:2309000
0 11 1:0008000
u 11 62.38000
a 30O9OOO
n 2308000
CONSULTORIO CENTRAL
HOSMEOPATHICO.
(Gratuito para oa pobres.)
Ba de Santo Amaro, (Mundo-Novo) n. 6.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho di
consultas lodos o* das desde as 8 horas da
manliaa aleas 2 da tarde.
Visita os enfermos em seas domicilios, das
2 horas em liante ; mas em casos repentinos
e de molestias agedas e graves as visitas serio
feitas em qualqoer hora. .
As molestias nervosas merecer tralamenlo
especial- segundo meios hoje aconselhadoa
peje pralicos modernos. Este* meo exs-
1 no consultorio central.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE Rl'OFF E BOEN-
NINGHAl SEN E OUTROS,
posto em ordem alphabelica, com a descripgao
abreviada de todas as molestias, a indicaedo physio-
logica e Iherapeutica de todos os medicamentos ho-
meopalhkca^eo tempo de aegao e coucordancia.
segnUMH jiccionario da signilicagao de lodos
oileria Hirina e cirurgia, e posto ao alcance
das pxeetmHpovo, pelo
leopaUtjrneo te
tera^Hkci
as peisui* d<
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. asjgnantes podem mandar buscaros seos
exenutlares, assimeomo quem quizer comprar.
Masaa adamantina.
trloienle reconhecida a excellencia desta
pr"epariijo para chumbar denles porque seus resul-
tados sempre.felizes sao jii do domioio do publico.
Sebastin Jos de Oliveira faz oso desta preciosa
massa, para o fim indicado', e apessoas que qoize-
rem honra-lo dispondo de seus serviros, podem pro-
enra-lo na travessa do Vigario n. 1, loja'e bar-
bel ro.

Z DENTISTA FRAHGEZ. I
gm Paulo Gaignoux, dentista, estabelecido na V
* roa larga do Rosario n. 36, segundo andar,
0 colloca dente*com a pre**3o do ar, e chumba 0
9 dente* com a massa adamantina e oulros me- S
taes. m
11
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula para a ra do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
no* internos eexternos "desde ja' por m-
dico preco comr he publico: quem se
quizer utilisar dfseu pequeo preitimo o,
pode procurar r f segundo andar da refe
rida casa a' qm.'quer hora dos dias uteis.
Aluga-se um sitio com boa casa de sobrado, a
qoal tem roollos eommudos, sita na povoarito do
Monleiro ; a tratar na roa do Trapiche u. 14.
COMMHIA PFM\MRirANA.
A direccjo pede ao* Srs. accionistas se dignem
realitar a ultima prestscao de 15 olO al o dia 13do
mez correte. ,
I j. mi DENTISTA, :
# coollnott'a residir na roa Nova n. 19, primei- 0
A ro'audar. a
Precisa-e de urna escrava para servir em casa
de familia, que saiba enguramar algoma cousa, co-
ziohar e lavar de sabio : na ra de traz da matriz
da Boa-Vista n. 5, a qualquer hora.
Att(Mi<;ao.
OH'erece-se um Cearense bastante lia-
habilitado, para caixeiro de cobrancas,
tanlodentro desta cidade como em 011 ta
qualaMr parte, para o que da' iador a
suaJoWucta (sendo preciso): quemqui-
zcr utilisar-se de .en pretimo annuncie
por este DIARIO.
Troea-*e de 1 at 10 ou 11 eseravos pecas de
ambo* o* seos por ama propriedade de casas ou pro-
priedade* oesta prega, sendo em mas boas : a tratar
no Recite n. 34, loja.
LOTERA DE N. S. DA CONCEICAO'
K)S MILITARES.
CASA DA I AMA
O cautelIRSJM mnio da Silva Guimaraes, tem ex-
posto a vend,
da seg
Concet
dezembro,
aterro da I
72 A : ns|
ra do Pilar o. 00.
Ijartonados bilhete* ecaulelas
mera lotera de N. S. da
a qual corre no da 12 de
venda Das seguintes lojas :
ns. 18 e 68 ; roa do Sol n.
ingel n. 51; ra da Croz n. 36 ;
PRECOS.
Bilhrtes inteiro* 59800
Meios 29900
Quario* 19500
Oilavos 760
Decimos 640
Vigsimos 390
Lotera de ]\os-
^a Seohor da
Conceicao
Militare
Aos 5:000$, 2:5001
Corre quarta-feira 12 de dezembro
prximo iuturo.
Os billtetese cautelas docautehsta An-
tonio Jos Rodrigues de Souza Jnior, nao
estao sujeitosao descont dos 8 por cento
do imposto da le ; os quaes se acham a
venda as lojas da praca da Independen-
cia ns. 4, lo, loe40, ra Direita n. 13,
da Praia n. 50, do LivramentO n. 30 e do
Crespo n. 5. Os premios saopagos logo
que saia a lista geral.
Bilhete inteiro .r>80o 5:000$000
Meio bilhete 2900 2:5004000
Tercos 2000 1:60o$66
Quartos IsOO 1:2505000
Quintos I 200 1:000$000
#Ditavos 760 625$000
Decimos 640 5005000
Vigsimos 320 2505000
O relerido cautelista declara que s pa-
ga nosbilhetesinteiros vendidos em origi-
naes, os 8 por cento do imposto da le, no
premios grandes, devendo o possuidor re-
ceber do Sr. thesoureiro o seu competen-
te premio, que com os ditos 8 por cento
recebidos do referido cautelista preaz a
sorte por inteiro, sem descont algum.
. Anda se vende o ramo do imposto das aferi-
coesdo correle anno, das fregoezia* de Jaboatao e
Muribeca, por preco moito commodo : quem pre-
tender, dirija-sea casa da aferrao, roa da Florenti-
na n. 36.
Previnc-se aos Srs. oorives, ou a ootra qual-
qoer pesso* a qnem for oflerecida urna coroa de mi-
ro pequea, qae nAo a comprem, visto ler sido reu-
bnda do primeiro andar do sobrado n. 9 do pateo do
Carmo ; promelle-se euardar segredo, e recompen-
sa-s a quem a entregar en dita casa.
FURTO.
Aindn nSo appafcceu a canoa pequea de carrei-
ra, e de nm s pao, pintada de cor de cinza, com 2
assentos, sendo 1 com encost, a qual foi roubada
uesle mez de delraz do Ihealro de Santa-Isabel, e
por isto roga-se a todo* o* canoeiros, oa oolra
qoalquer pessoa que dr nolicia ou apprehende-la,
de entregar ao Sr. Francisco Antonio de Figoeiredo,
na roa da Palma, que gratificara, ou leve no mesmo
lugar donde foi tortada, que achara com qnem tra-
tar. Adverle-se que esia canoa est matriculada, e
he condecida pelo nomeRemedios.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, por
presos mais baixos do que emou-
tra qualquer parte, tanto em por-
ooe, como a retalho, amanendo-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinaran com a
maior parte das casas commercias
inglezas, francezas, allemas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto ofFerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste imporfuite es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
Pernamboco 30 de novembra de 1853.O caute-
lista, Saltistiano de Aquino I erren ,1.
PEDIDO.
Tendo-se desencaminhado da sala das
audiencias do tribunal da relacao, no dia
25de outubro do cotrente anno, depois
de publicados os feitos, os autos de revista
civil entre partes, como recurrentes Gan-
ois! Pailett, negociantes da cidade da
Babia, e recorrida a companhta de pa-
quetes de vapores brasileiros, como ac-
cordao a favor dos recorrentes : pede-se
a quem os tiver em seu poder, de os man-
dar entregar aoescrivao Posthumo, e isto
no prazo de oito dias, do contrario se usa-
ra' dos meios que a lei permitte, contra
quem de direito for.
___________COMPRAS
Compram-so patacoes brasileiros e
hespanhoes a 2s010: na na da Cadeia
do Recife, loja de cambion. 58.
. ~Z Na faDr'c.i de reclficarao do engenho Ulinea
le Urna compra-se constantemente asuardenle a >
, com o abate de 80 rs. em caada do "preco corren-
te da praca, com a qual manlem urna frequenle cor-
respondencia que llie marca as alleracoes dn mer-
cado.
Compra-se om cabriolelecom arreios para um
o cavallo e que ludo esteja em muito bom estado
na ra da Cadeia do llecife n. 6.
Compra-ie om relogio de ouro palente inelez,
assiiucoroo um Irancelim ou correnle de miro, ludo
da moda e por prtco commodo : na ra da Floren-
tina n. 36.
jCompram se patacoes brasileiros e hespanhoes
a .'*JO0 : na ra da Cadeia do Kecife n. 51.
VENDAS.
lollihfias
PARA 1856.
Estrila' venda as bem conhecidas fo-
Ihinhas impressas nQaVta tvDQgranhia. as
de als^eira a 520 tjarde porta a 1 00; as
deaipSeira alm do kalendatio ecclesi-
astico e civil, contm um resumo dos iav
poslos municipae.provirjciae* e gerae
que ailectarntosi ses da socieda-
lera, coflsi K-as pj
Iidad,dttaseccleslasticasou de parir
480 rs. : vendem-se tnicamente na livra-
L^l^ QUa^uacUindependencia.
mec^MimrTuz as de al-
manak.
Pipas v|sj#s
Vende-jie porejo de pipas vasiacjpaprias para en-
cher de agurdenle, a preco deSf cada urna : a
tralar no escriptoruj de Manoel jRVs Guerra, na
roa do Trapiche o. II.
Saccas, com milito.
Vendem-se saccas com muito bom milho e novo,
por preco mais commodo do que em oulra parte : na
roa de Sania Rita, taberna n. 5.
Vende-se t preto mot>, proprio para lodo ser-
vico, 1 dito de 18 annos, de bonita lisura e com ha-
bilidades : na roa Direita o. 3.
Vende-se nma boa carroca : no Mnnsuinho
casa que faz esquina com as estradas dos Afilelo* e
Pon le de U elida.
A testa esta
na porta.
Dinheiro nao se
engeita.
Vende-se n roa do Qoeiraado, em
v Coneregacao. pastando a boliea,
W, o aeguinle :
frente do bec-
a segunda lo-
co
ja de fazendas n
Ricas seda* de quadroa doVl|mo soslo.
ovado
Frondelina de seda de qiiadrcs e listras. o
covado
Mandara* brilhante de seda de quadros, o
covado
Alpaca de teda de quidros, o covado
Lassas francezas de core* finas, a vara
Alma viva de lindos oslo, o covado
Unta* francezas muilo finas, o covado
Kiscados frncete* de novo* padrOes, o eovado
Chale* de merino berdado* de matiz, cada um
>s de dito lisos, franja de teda, cada m
1JOO0
19000
iiit
19000
no
480
380
320
240
lOSOOo
69500
A's senhoras de
bom agosto.
V'erdadeiro bico de Monde blanco e prelo, e bo-
nitos chapeos de senhora por prego muito commodo.
A mesma loja acaba de receber muilo* relocios
americano* para cima de mesa, do ultimo goslo ; c
tambem relogios francetes cam caia, por preco
muilo em cunta.
Vende-se famo da Baha a retalho para cha-
ruto* de primeira, segunda e lercera sorte ; na roa
Imperial n. 171.
Vende-se u armaran e ulencilios da taberna n.
16 da ra Direita : a Iratar na rus da Cadeie n. 26.
Vende-se um bouilo mulato de nome l.ourenco,
com 18 a 20anuos de idade, moito sadio, e sem vi-
cio iienhiiui, muilo bom pagem, e para todo o servi-
<;o: afianca-se a sua conducta : na prac da Boa-
> isla, subrado n. 8.
Vende-se urna ettrtva crioula, moca, df 20a
_.) anuos, com habilidades, e da se por preg muilo
commodo, fmr ser com precisao ; na ra da Roda
n. 52.
Vende se um cavallo d sella, cuja bondade se
palenteari aa mesmo comprador, por prego commo-
do : na ra da Florentina n. 36.
Na olaria que foi do Joo Roma, sila no lagar
Barbalho. vende-e |qualqnei quanlidade do* me-
Ihores lijlo* de alvennra gross : a tratar com o
abaizo assisnqdo ou na mesma olaria.Manoel Pe-
res Campello de Almeida.
Vendc-se .um caniulio de 4 rodas
com arreios para um e dous cavados,
em miiitu hom estado, pois qae acabam
de ser ferradas at rodas de novo : quem
o pretender dirija-se a ra do Collegio n. 10, segun-
do andar. das/J horas de dia em dianle.
de Lisboa em muilo bom es-
: na travessa va Madre de
19000
29*00
PUBLICACA'O COROGRAPHICA.
sta' a venda na 1 i vi arla classica n. 2,
no pateo do Collegio, a obra intitulada
Breve Noticia Corographica do Im-
perio do Brasil, escripia em 1854; e ro-
ga-se aos senhores a asignantes que ten ha m
a bondade de mandar buscar os seus
exemplares, no armazem de leiloes, na
ruado Collegio n. 15.
os de dittxde cores, franja de laa. cada um 49500
I alaos de alpaca p.ela fina, cada um 48500
v-ortes de casemira de cores, cada om MODO
Uitos de dita prela lina, cada om 73000
ellos, collarmhos e ponho* para camisas por 19OOO
Leos liranco* de ca.sa peqoeoo. e finos 280
m a"" 1 p,ra collele' o corte 800
Madapolues linos com pequeo toqne de nvaria 38800
l-engos de teda de cores para grvala 500
Chapeos de palha aberlos, forrados de seda,
para homem iViOO
J-engo* de relroz de cores
Camisa* fraueezas para homem -
Pannos lino de varia* cores, provadelfmSo,
o covado 49000
Dilos prelos finos, o covado JU500 e 53000
Oracao contra a peste e o cholera-
- morbus.
,3Cha"'e venda "a "vraria n. 6 e 8 da prag. da
inuependencia om folhetinho com dicreules'ora-
goes contra o cholera-morbos, e qualquer oulra pesa
le, a 40 rs. cada nm
CALIFORNIA PARA AS
SEMIOIUS.
Chapeos de palha para *enhoras muilo proprios
para lodos-os divertlmeotot da fesla, e com eapeci-
alidade para lomar banhoi, por ser pelo prego
muitodiminuto, em razilo da qualidade; veiutom-se
na praga da Independencia ns. 21 a 30. A
Chegoua loja de Santos Coelho, ra
do Queimado 11. 19, s mais bonita* eambraia* da
pinlinhas, fazenda muilo lina com 7 vara* a 29200
o corte, as quaes su se vendein na loja cima, aisim
como corles de camhraia franceza prela com pintas
branca* pelo baralissimo preco de 28400 cada um
corte.
SPARA ACABAR.. W>
Nfc ra do Oueimado n. l> R^Lr^
de Santos Coe%o, .vendem-se lin- )

A
.ver
infce
das cambraias fra"n^ezas a 200 o
covado, para fechar contas.
Vendem-se o seguintes livrot : Thompson,
Historia, as qualro esUcOes de Thompson. Virgilio, a
raduego dos qualro livros de Horacio, Diccionario,
Euclides, Aritlunelica de Utloni, dita de Besoul,
eloqueucia< nacional, arle potica, Charma e o me-
mento, ludo no aterro da Boa-Visl n. 2, primeiro
andar.
. Vende-se cal e farello de Lisboa muilo supe-
rior : na roa da Cadeia do Recife n. 46, primeiro
andar.
i ra Nova n. 38, defronle da igreja da ConceigSo
dos Mililares as desojadas lampadas para igreja, to-
ribolos, uavelas, osjileirinhas u'aeua lienta, escriva-
ninhss, ludo de lalito, galhelas de eslanho ele.
Vende-te ama canoa no\ a de carreira, muilo
bem construida e de boas madeiras, que serve para
familia e enndoegao de trastes, por ser bstanle gran-
de : na ra da Concordia, rasa de Manee I Firmino
Ferreira.
Vende-se hlala
lado a 29000 a arroba
Dos o. 5.
Continua-se a vender no largo do Carmo, qui-
na da ra de Hurtas 11. J. bolacha lina villa-verde,
hnlachiiil as de soda finas, chegadas de Londres a
600 rs. a libra, e em latas de 8, 42 a 49200, 29200
e I32OO, ditas N ipolcao a 400 rs., ditas ararula a
480, ditas l.isboente a 400 rs., manleiga ingleza de
480 a 960, dita fraiicezja>720, assucar refinado na
fabrica do Monleiro, prata lina, a 440, assucar bran-
ca proprio para-doce de csju' a 140. banha a 480,
latas di saidinlus de Nantes a 600 e 800 rs., azeile
doce a 600 r*., vinho do Porto fino a 640, dito de
Lisboa e Fieoeira a 360, ede outrosaolores lambem
bous a 480, peneira* de rame a 65. cal a 160, car-
nauba a 480, -esperaracele a SIKI rs., bolachinha in-
gleza a 4410 rs., tapioca a 200 rs., e doce de goiaba.
OBRAS DE OURO
As mais modernas.
Os abaiso assicnados, donos da loja de oorives, na
ra do Cabua n. 11, confronte ao pateo da matriz e
piov, faiem publico, qae esUo rprebendo con-
tinuadamente muilo ricas obras de ouro dos nitlbo-
es goslos, lano para senhora como para homens e
os proco* continua nvuie-1110 bar a'.os como
a> passa-se contas rom respunsabilidade, es-
loa qualidade de ouro de 14 on 18 quila-
, licandu assim sujeilos os mesmos por qualquer
llovida. Swapliiin i.\ lrmau.
FARINA E MANDIOCA.
Na ra do Vigario n. 5, vende-se por
mdico procj superior farinha de man-
dioc;,,
ROLAO FRANCEZ.
Vende-*e esta delire*** pitada tanto etn
porcao comoaretaUSpejJm porcao na ra
cia Ci 11/ n. 26 primeirtLa"dai,'e a reta-
lho a-VU rs. aoitava^ pa da Cadeia,
loja de Va/, i LealJ
Na ra tlaCrofl
d*m vende-se urna ||
sadjinJiasemla
baratsimo
Ofende-Si
em calvas, 11
ca.eHfcr de
20, primeiro
Vende-se na
meiro andar o aprecia^
libras, assim como^H
inelhor qttetem apparij
epor preco muito em col
TEWTOS"
para vokaretT
Vendem-se na ra da Cruz n. 2(i pri-
meiro andar, cai.xinhas com lentos muito
delicados para o apreciavel jogo de vbl-
tarete, ou para outro qualquer jogo, l-
timamente vindosde Franca, epor preco
haratis'imo
-----Vende-se urna porcao de frascos
com i<>! has de vidro, muilo proprios para
conservar toda a qualidade de rape', epor
preco muito commodo: na ra da Cruz
n. 26 primeiro andar. ^
PALITOS FRAHCEZES.
A fabrica de chpeos de sol dj roa Mpva n. 23,
esquina da comb* do Carmorecebearaelo ultimo
navio chegado do Havre o* objeclos segofnles : pal i-
tt de panno lino forrados de seda prela e de cores,
dilos de selim do Ghia*, ditos de palha de seda.ditnt
de alpaca prela ede cores, ditos le linho de brela-
nha branca, casacas de panno prelo e do uilimogos-
lo, riquissimntcamisas com aherlura*, punhos e co-
lariuho* de linho, om lindo sortimento de grvala*
de seda, um completo surlimento de chapeos deso
de seda e de panno para homem e senhoras, astim
romoeliic-nles. bengalas e muilos oulros objeclos de
posto, os quaes se vendem por prego mallo dimi-
A boa fama
VENDE BARATO :
Libra* de linbas bramas ns. 30, 60, 70 e HO
Libra* de ditas ns. 100. l-'O e 130
DotlH de lesoura para costura
Dalia de ditas mais linas
Magos com 40, 30 e 60 pe
paraveslulii
Pegaaeom I" varas de bico _
Duziade dedaes para senhora
Caixinhas rom agulhas .'rancel
Calzas eom Hi no ve I los de I i ni
Groias de lioles para carniza
Pnleeirasencarnadas para meninas
Dilatgraiide- para senhora-
Pares de neias linas paraf^bhora a
Meadas de lindas muito Val
Meadas de linbas de peso
lrozasde holoes muilo linos para caigas
Habidos de linho aberlos e bordado^
arleira- linas de inarruquirn para alihei
l'ivelas < curadas para caigas e collele
Tt^Kese areeiros de porcelana,o par
Chafwteiras entre tinas
DaKs de torcida* n. 14 para candleiro
Pentet de verdadeiro bfalo para alitar
Pecas coi 1 6 l|2 varas de lila branca de linho
Caitas com clcheles Trancares
Carriteis de lindas de 200Jardas de boa
qualidade 70
Macinhos com 35, SO e 47 grampas 60
Suspensorios, o par 46
Cirrileisile liplias de 100 jardas, aolor Ale-
zandre 40
Alm de todas estas miodeas vendem-se oolras
muitissimas, qoe vista de suas boas qualidade* e
baratos pregos causa admirago aos compradores :
oa ra doQueimado, nos qualro cantos, na bem co-
nherida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Venderse
una carruga nova e bem construida, com boi muilo
bom : alraz da matriz da Boa-Viala n, 13.
FAKIMIA DE MANDIOCA.
Vendem-se sarcasgraude* enm farinha de man-
dioca por prego commodo : para fechar conta* : no
armazem de Luiz Aunes defronle da Allandege.
Vende-se ezcelleule taboado de pinho, recen-
(emenle chegado da America : na ruj de Apollo
trapiche do Ferreira. a enlender-se com oadminis
Irador do mesmo.
Bous gostos e de
boas qualida-
des.
Na ra do Queimado, nos qualro cantos, na segun-
da loja de fazendas n. 22, defronle do sobrado ama-
relio, vendem-se fazendas por prego que real-
mente ftzem admirar ao publico : Panno prelo
finissimo, prova de limito, pr* casacas e palitos,
pelos baratissimos pregos de 25.3OO, 39500 e 58000
o covado, casemir* prela de superior qualidade
a 29 e 9600 o covado, -.alpaca prela muilo fina a
400, 500 e 600 rs. o covado, corles de cohetes de
fuslOes de bonilu* padrdea e cores fiza* a 700 o 900
rs., chales prelos de laa e seda muilo grandes a
298OO, chapeos de sol de seda pralos ode corea, fa-
zenda superior a 69500, camisas fraosezas pintadas
para homem a 19280, riscTdos da India muilo linos
e largos e muito bonitos para vestidos a 280 o cova-
do, selim prelo maco, fn.enda muilo superior a 3&
o covado, sarja hespanhola muito superior a 2,400 o
covado, merino muilo fino a 29000 o covado, meri-
no selim o niaulsuperior que pode haver e muilo
proprio para palito a I96O0 o covado, chapeos de 10I
de panninho a 19600, chita* francezas muilo finas e
largas, de novos padr6es a 320 o covado, liln.de li-
nho liso e com flores a 19 e 19-440 a vara, luva* de
pellica de Jouvm .para homem o senhora, chegadas
no ultimo uavio francez a 19800 rs. o par, lavas de
sed* d todas as cores com bebdas a 19280, camisas
de meia moilo linas a 19, lavas de lio da Escocia
braceas c de cores 400, 300 e 600 rs. o par, man-
as de seda para grvalas, prela* e de cores, moilo
boa fazenda a 19280, panno fino azul de superior
qualidade a 48 o covado,, ricas roraeiras de relroz
bordadas a 119, lencinhos de relroz franceze* a
19280, casia franceza* muilo fin** e de bonito* pa-
drOes a 300 rs. o covado, eambraia missima de sal-
picos a 19 a vara, camisa* franceza* muilo finase
bem feitas para homem a 29300 e 29800, corles de
cassas para vestidos de bonitos padrOes e com 7 va-
ras a 29 o corte, lengos brancos de eambraia de li-
nho muilo finos e grande* a 69 a dazia, rico* chales
de ehally com listras de seda e bastante grande*a
89, dilos de merino milito finos e liso* a 69, luvas
prelasde lorgal, de Lisboa a 19120, ehally amarello,
fazenda- superior e que muilo se usa para vestido a
800 rs. o covado, romeiras de eambraia com lagos
de ricas lilas de seda a 19280, grvalas de seda de
bonitos padrOes a 640, meias de laia para padres a
29 o par, corles de casemiras finas e de bonitos pa-
droes para caigas a 39, hrinzinhos de linbo de bo-
nitos padres a 240 o covado, brim trancado de puro
linho e de bonitos padroes a 800 rs. a vara, lapim
preto Goissimo, proprio para vestidos e balinas de
padre a I928O o covado, riscadinhos francezes moilo
finse bonitos padres a 240 o covado, meios lengoa
prelos para grvala moilo superiores a 19, lencos
brancos de eambraia muilo fino* a 300 rs., ganga
'amarella muilo superior a 320, meias brancas fina*
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, ditas prelas
muilo finas a 320, dilas para homem, fazenda su-
perior, sendo brancas, prelas e croas a 240 rs. o par.
Alm de todas etlas fazenda ontras muilas que sii i
vista das boas qualidades he que se podem ver o
quanlo sao baratas, afiangando-se aos Srs. compra-
dores que nesle eslabelecimenlo aio ha fazenda al-
cuma que seja avariada, e sim tajo sem avaria, de
bons gostos e boas qualidade.
Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se corles de cassa chita de bom goslo ,1
29, dilos d padres francezes a29400, canas rozas
para aleviar lulo, ditas prela de.padres miudos a
29 o corle, alpaca de seda de quadros de todas as co-
res a 720 o covado, lengos de bico tanto pintado*
como bordado* a 320 Cada om, grvalas de seda pa-
ra homem a 19 e 19600 ; todas estas fazendas ven-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
Vendem-se no armazem u. 60, da ra da Ca-
deia do Recife, de Uenry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados'em Inglaterra, por pregos
mdicos.
Defronle da igreja da Madre de Dos, arma
zem n. 23, vende-se farello chegado ha pouco de
Lisboa.
COM PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
Indiana de quadros de sedae algodo, de
muito bom gosto. a 320o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a rui da Cadeia;
Esguiao.de linho
e a I godao,
muilo superior, cornil varas a pcC'i li0r 39500:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
a para a ra da Cadeia.
E1GE-

POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
j'ada" recentemente, recommen-
da-$e aos senhores de engenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L.. Leconte Feron &
Companhia.
i
0
IECHIISIO P
IHO.
NA FUNDICAO DE FE
NHEIRO DAVrflL
KUA OBRUM, PA
FAR1
ha sempre un graude summealo dos seguintes ob-
jeclos de mechaoitmo* proprios para enBenhos, a sa-
ber : moendas e meias mnendas da mais moderna
eoiislruccilo ; laias de ferro fondido e batido, de
superior qualidade e de 1oh0,os lmannos; roda*
deiitada, para agua ou animae*. de toda* propor-
S ''"S biC"" de f0'n'hae registro ^e bo-
nh,.,e,m. a"' brniM' "' eeSvlIhotJ. rnoi-
nno de mandioca, ele, etc.
NA MESMA FUNDICAO.
w ezecuUm toda* a. encommenda. cem s.Mrkir

Rape.
Vende-se o verdadeiro e muito fresco, rape Paolo
Crrdeiro : oa ra larga do Rosario o. 38, junio
boliea.
Chales de merino' de cores, de moito
bom gosto.
Vendem-se na ra dn Crespo, loja da esquina que
para a cadeia.
Vende-te um bom cabriolel descoberlo com
is, e tambem um carro de 4 assenlos, novo,com
ios,ludo vista de quem quizer se tentar, lano
mais porque o prego he razoavel ; na ra Nova, co-
helra do Sr. Qolnleiro.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se o verdadeiro cognac, lano em garrafas
como em garrames: na ra da Cruz n. 10.
19280
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CAL{A.
em-se na ra do Crespo, loja da esquina qoe
par* a ra da Cadeia.
VINHO XliltK/.
superior vinho de Xerez em barra do
de E. H. Wyall: ra do Trapiche
OR D'AMBOISE.
te oexcellente romance histori-
onor d'mhoisc, duquesa He,Breta-
nha, 2 volumes por l.sOOt) rs., na livraria
n. 6 e% da nraca3a*Independencia.
Vende-se cal em pedia chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais aova': no upico deposito da rita
de Apoll!|p. SiaJde A. J. T. Basto i
Companhia.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
qaente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Rostron Ro-
oker #C.
Vende-se ago em cuuheles de om quintal, por
prego moilo commodo : no armazem de He. Cal-
moSil & Companhia, praga do Corpo Saulo n. II.
A3$$00
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como polassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. II.
AGENCIA.
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
CAL DE LISBOA A 49OOO.
Vendem-*e barr* com cal virgem de Liiboa, para
fechar conlaa, pelo diminuto prego de 4*000 o bar-
ril : na roa da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
te da roa da Madre de Dos.
Moinhos de vento
ombombasderepnxopara regar hortas e baia,
decapim.nafrandigaodeD. W. Bowman : naraa
do Brum ns. 6, 8el0.
AOS SENHRES DE ENGENHO.
Redondo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregadq as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma porttiguez, em casa de
N. O. Bieber S Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
Vendem-R em casa de S. P. Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente ingle/..
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e cnsticaes bronceados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carrofj
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Milho em saccas
Vende-se mnilo superior milho em saccas: na roa
d o Amnr'im n. 41, armazem de Francisco Guedes de
A raujo.
Milito Vende-se na roa do Encantamento n. 76 A, mimo
e mueca*, de superior qualidade, por puro coaa-
modn.
Vendem-se pipas vasias : na ruada Coi* n,4
segando andar, e para ver oa mesma roa n. a,,
berna.
A boa fama
VENDE BARATO:
Lencinhos de relroz de todas as cores para pesco-
go de senhoras e meninas, pelo barato prego de 19,
baralhos dr carias finissimasfrancesas para vollarete
a 560, toucas de laa para senhoras e menina* a 640,
luvas muilo linas de fio da Escocia brancas e de co-
re* para homem e senhoras a 400, 300 e 600 rs. o
par, meias brancas e ernas para homem, fazenda
muitissimn superior a 160, 200 e '240 o par, luvas de
pellica de Joovin brancas e amarellas para Jiomem
e senhora a 19900 o par, camisas^e meia moi(o|fi-
nas e de pura laa para homem aWttK) rs.. dilas de
alsodio muiti-simo finas a 19 elJjq^Klesoaras mui-
to tinas para papel a 19300, dllaZZaperwres para
harbeiro a 1900, leques moilo Qj KaJfficas abo-
loaduras para collele de maflesjE ademetal|a
500 rs., dilas para palitos a flOnnB Htnha* com
phosphoros proprias para charolos a^0*rs.. ricos jar-
ro* dourado* de porcelana para flore* de diversos l-
mannos e precos, ricas litas de seda lavradas e litas
de todas escores e largaras, escovas Onissimas earj
roopu, dilas pura cabello, (rangas de seda de
tos padrees de diversas largaras e cores, naval]
nissimas par^barba, caivetes finsimos e datadas
as qualidades, ni eos finos de linho de bonito* padroes
e diversas larfnn, ricas franja* de alaodao branca
e de cores para cortinados, tesooras para costara a*
mai* finas qoe he possivel enconIrar-se. e oulras moi-
lissimas coosas qoe lodo se vende por lo baratos
pregos qoe aos proprio* compradores causa admira-
g,1o; na roa do Queimado, nos qualro canto*, na
bem coohecida loja de miudezas da Boa Fama n. 3.1
Emcasa de Henry Brunn C.,
Cruzn. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos para jardBi.
ndeiras e sof's para .jardn.
Oleados para mesa.
Vistas de PTnambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
ra da
BOSQUE
O uuico deposito continua a ser na botica de Bar-
Ihelomeu rraucisco deSooza, na ra larga do Rosa-
rio n. J6; garrafas grandes5*500 e peqBesa*39000.
IMPORTANTE PARA 0 PIBLICO.
rara cura de phlisica em lodos os sea* difluentes
gnos, quer motivada por constipagues, toase, astb-
ma, pleuriz. escarros de sangos, dr de cos'lados e
peito, palpilagao ifo coragSo, coqueluche, bronchile
dor na garganta, e todas as molestias dos ergios pul-
monares.
Em casa de N. O. Bieber & C, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Vinho do Madeira em quartose oitavos
barris.
Vinagre branco.
Tintas em oleo.
Lonas.
Brins da Kussia.
Papel de einbrulho.
Saceos de estopa.
Cemento
Por commodos precos.
Relogios
cobertos e des-
cobertos, *
de ouro, patente ingles.
Vendem-se no escriplorio de Southill MelloT &
Companhia, na roa da Cadeia do Recife a. 36, os
mais so per i ores relogios cobertos e descbalos, de
ouro, patente inste/., de nm do* melhores fabrican-
tes de Liverpool, vindos pelo ultimo piqoete inglez.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ra do Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Mninha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
da fabrica nacionaf como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
e fundas ; e e^i ambos o logares
jundastes," para cai-regar ca-
noas, ou carros livres de despica. Os
precos sao' os mais commodo.
ARADOS DE FE-RRO.
Na fundicao' de C. Starr. 4 C. em
Santo Amaro acha-se para vender-aras
dos r1' ferro de -"rir- qualidade.
V1IUMMS E GRIBES.
I ni lindo e variado sorlimealo de modeHoa para
varamlas e gradaras de goslo moderniMtsj i: na
fundigao da Aurora, em sanio Amaro, e ae deposi-
to da mesma, na roa do Brum.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr' & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de un
modello e construeco muito uperiore.
ESCRAVOS FUGIDO0.
i
Na roa do Vigario n. 19, primeiro anda*
de-sefarelo novo,chegado deLisboa pelo brAi
deranfa
ven-
e/l-
Deposito de vinho de cham- W
a fo-
os ro-*
ls paanliordar
Inu
100
S80
120e2i0
rr^BaH
&
120
80
loo e 500
50
lili
9 pagne Chateau-Ay, primeira qua- W
lidadc, de proprIe4tde..io conde 0
arcuil, ra da Cruz do Re-
: ete vinho, o "raelhor
mpagne, vende-se
aixa, acha-se
i de I^.,L''-
ktmpanlia. N.
B.At caixas sao marcad
oConde de Marcuil
da garrafas sao az
E CAL VIRGEM,
eja'bern* conliecido deposi-
Cadea do Beeife, escriptorio
ra vender mnilo superior
ussia, dita do Rio de Janeiro
vii'j'em de Lisboa em pedia, hielo a
precos muito favoraveis, com os quaes li-
carto os compradores satisl'eitos.
FARINHA DEIANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 5S000 res : nos armazens ns.
.", 5 e "7, e no arraaetn defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escHjjtorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 34, primeiro andar.
Vende-se urna balanga romana com lodos os
seus perlences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-sea roa da Cruz, armazem n. 4.
A boa fama
*
VENDE BARATO:
Ricos penles de tartaruga para cabera i,v>oo
Ditos de alisar lambem de tartaruga 3)000
Dito* de,martim tambem 4>ara ali*ar 1J(400
Ditos imitando tartaruga para cabega 1JM00
Lindas meia* de seda de cores para criangas 19800
Meias pintadas fio da Escocia para enancas-240e400
Bandejas grandes e de pkituras finas 39000 e 44000
Papel al mago ureve e paitado, resma 4000
l'ennaslinissimas bicode langa, groza 19200
Dita* muilo boas sem ser de langa,groza 640
Ocolos de armagio de ago cora graduagdes 800
Lonetas com armagio de tartaruga IjrOOO
Dita* com armagSo de bfalo 500
Toacadores de Jacaranda com bons espelhos 39000
Meia* de laia muflo superiores para padres 29000
Ricas bengalaade canna com lindos castoes 2M00
Hitas de junco com bonitos caslOe* 800
Ricos chicotes para homem e senhora a l)e 19200
Meias prelas de algodilo para padre*, o glr 600
Grvalas de seda de tedas as cores 19 a 19200
Tilas de velludo de todas at cores, a vara 160 e 320
Atacadores de cornalina para casaca 400
Ricos reloginhos para cima de mesa 49OOO
Suspensorios finos de borracha, o p*r 400, 500, 600
Penles muilo finos para snissa 500
Escovas muilo finas para cabello 610
Capachos pintados muito bonito* 700
Roldes finissimos demadreperola paraca-
misa, a groza 19200
Alm de ludo isto vendem-se oulras muilas coo-
sas, qoe avista das qualidades e pregos faz admirar:
na roa dn Queimado, no* qualro canlos, na loja de
miudezas da Boa Eamh n. 33.
Taixas para engenhos.
Na fiaaaiqao' de ferro de D. W.
Rowmann na ra do Brum, pasean-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
em barca m-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
SUPERIOR PANNO PARA ESC
Vende-se por preco comniodo,
conliecido algodao da terra^a^
que se tem descoberto paratH le es-
eravos: nos Qtiatr-Cantos da >i 1 do
Queimado n. 20.
Vestidos e chaleaY^
Vendem-se chales de seda grandes com algum
mofo, pelo barato prego de 6901)0 rs., cortes de cas-
sa de cores com barra e allomas pinta* de mofo,
pelo diminuto prego de I96OO o corte, assim como
oulra* moilas fazendas por barato prego: na roa
da Cadeia do Recife leja n. 50, defrente da ra da
Madre d*De0s.
Brins de vella: no armazem de N. O
Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
Rogativa.'
Roga-se aos Srs. inspectores de quarleirao a eapi '
taes de campo apprehendam a preta Mana, Je An-
gola, de idade 40 anuos, pouco mais uu saenos, ec
talara- baixa, olho* pequeuos, corn falta de dente na
frnico alguns oue lem quebrados, lea* a p direi-
ta sabida para fjBsuie quaudo anda parece ocrcun-
da, e lem o andar apressado. Fugio no da 19 dn
crreme noveinbro, c levou vestida novo de algodo
mesclado verde, camisa de aleodaozintio, pana* da
Cosa otado, consta que lem andado vendendo frac-
tas desde a l'oute de l.choa al Aplpaeos, e tem
sido vista pelo Mangoioho e Caminho N#vo ; ejaal-
qaer pessoa que a apprehender Wve-a. roa do
Queimado a. 19, 00 loja do Passeio 3, qae se
recompensara.
No dia II do corrente mez fugio o preto Joeo,
crioulo. de idade de 20 unos, mais 00 menos, de
estatura e figura regularea,IHKlo urna pequea cica-
triz sobre o olho direito, levando eemsigo doas cai-
ga* de algodo ritcado azul, tres camisa* do asomo,
tres ditias de madapolXu com peito de linho com a
marca D. W. Howman, qualro camisa* nova*da I-
eodSozmho, um chapeo novo de palha encano
com fita prela, aaW jaqoela nova de gangaaanrella,
um chupo de aol novo de panninlio prelo, e urna
coberta de chita velha ; quem o apprehender e le-
vara Francisco Manoel dos Santos Lima, naraa do
Brom 11. s, sera generosamente recompensado.
Desuppareceram 2 eaeravo, endo om de Do-
me Lucio, crnalo, com ofrMede sapateiro, sanio a
28 do correnle, civilisado e bem parecido, com idade
de 30 anuos, pouco mais 00 menes, barbado,* baixo
e Rrosso do corpo, re*to redonda, olho* arandea, ren-
dido da venina, qo* anda com funda, quaudo anda
puia pelo p em raxao de uao jajenlsr com a planta
no chao.e sim de aandaJ^H Oiis de Igodaazi-
nho ecalra de rlscado at levado mais ron-
pa; lie de'iuppr aflt lenha nrad* a outro.crioulo.
de nomeJoaquim, fugio a 15 da oolubro prximo
pastado, boa estalors, bastante espadando, coro Ida-
de de 2- anuos, pouco mal* oa menos, moilo re-
arista, olho* randas, pooca barba, lem os ps muito
pequeos e feios e apepegiaoW. puxa poijma per-
ns qoando amia, he cozinhciro, esteve ha **!>alo-
sado ao sonaor Robiliard, e as veze* andava bo-
lean* tarto, lem sido enconlrtilo algomas
vezas n* Capang, e nutras veres em Fra de Por-
tan, e tan e*plhdo que esl ferro, e a outro* qoe
esta cotw *, anda limpo, de calga^amisa e jaqoe-
ta enconnaada : rnga-se a quem o&QQmmm*m*
levar .1 aWleabor Domingos Aniones Villaca, na
na Nova n. 67, qoe ser bem recompensado.
Ausenlou-se da casa do abaizo assigaada. ao
dia 20 de no aplico corrente, moleqo* Saaioel,
crioulo. edr prela tirando n fula, idade 14 anoos,
ofiicial de sapaleiro, com os slgaaas segainles : ra 6 palmus, pouco mai* 011 renos, secco do eorpe,
rosto redondo, olhos grandes I vivos, bons d*Me*.
bocea e nariz reaulares, pernatacompridas, ps pe-
3UC110S, ero ambas as pernaa lem algoma* mrcenle
ente de co ; levoo omisa de madapolilo e cairas,
urna de ganga amarella e oolra de rlscado atol tom
remend no joelho, chapeo de palha ordinaria-; sup-
pOe-se estar acoitado em algoma casa IrabajMndo
pelo oflicin, ou sedozido por algoem paralara da
pinga ou da provincia a litlo de crid: rafa-se
porta uto a todas as sutoridade* e a qoaesqoar oulras
pessoas, que o apprehendam e o levena serrarla do
Faterrn da lc.a-Vista, qoe serlo generosamente grati-
ficados, alm das despeza* feita*.
Thomaz de Aquino Carvalke.
__ Fugio no dia 27 do correnle ora eseriyo de
nome Ventura, idade de 30 annos, estatura ba.Ua *
secco ; levou camisa de alsodao azul, calca de case-
mira ja utada,t|uando falla gagueia ; foi escravo do
fallecido coronel Joaqun Jos Lolz : quera o ap-
prehender, dirjase a rofalreita n. 3, que ser re-
compensado. ,
PERN. i'Tt'a. DB M.F.-DB FARIa. 1855

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