Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00255


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Full Text
l Miin
N. 48

i
Anuo'de 1839
:
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Subscreve-se na Tipgrafo do mesmo Diario roa Direita N. S67 1. andar em mezes por 640 res huma folha
te sahir todos os dias atis.

'
*<
Segunda Feira 2 de Mar^o. S. Semplicio P.

i
1




Le Citoyen genereux, en scrvant la patrie ne peut avoir
le dcssem de se remire haissable, ou meprisable a ses yeux
MORALE UmVERSELLE
f 'reamar dos 54 minutos da tarde.

.
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s
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>>

> >
>*
>
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I
>
IEgundo as regras dos nossos anti-
#os, dizia Cicero, que eu me contento
de citar em nossa lingoa, era percizo,
para ser adtnetido a depor perante os
Magistrados, gozar de huma reputacao
irreprehensivel: em os menores nego-
cios os homens mais estimados nao po-
dia5 dar o seo testemunho, se a Sen-
tenca a entervir devia favorecer, ou con-
trariar seos interesses os mais remotos,
ou mesmo sua opiniaS poltica notoria-
mente cofliecida. "
At o ultiipo da da Repblica os Ro-
manos teria crido violar todos os principi-
os da moral, todas as ideias de justica, e de
virtude, permetindo que escravos, mizera-
veis espides, infames delatores aparecessem
no Pretorio, para dar o seo testemunho con-
tra Cidadaos. Foi nos Reinados eterna-
mente malditos dos Tiberios, dos Calgu-
las, e dos eros, que estt-s homens degra-
dados profanara5 de seu hlito impuro o
Templo da Justica.
Jouy la Morle aplique a la Poktique.
Os dias, em que estamos,, felizmente
dista muito desses, em que reinar ai* esses
Monstros Coroados. Os dias em que esta-
mos, sem duvida sao mais felices, que os
dessa Repblica, que pretendeo ser a^Se-
nhora do Mundo; pois que, sem estar-moa
sugeitos aos caprixos, e as intrigas dos Tri-
bunos do Povo, dos Decemviros,Consules
e Dictadores, que tantas vezes fizerao tre-
mer em Roma os Plebeos, e os Patricios,
na5 temos meos reprezentacaS da que go-
zavao os Romanos quaze sempre em tu-
multo ; e os nossos Direitossa garantidos,
por huma CONSTITUIDO, que nos offe-
receo, e Jurou guardar o Augusto Chefe da
Naca, por todos os respeitos muito assi-
ma dos Titos, Antoninos, e Trajanos, no
que hao de cou v ir todos os Cidadaos amigo

.

da ordem, e da sua Patria.
Qual porem o motivo de estar anda
entre nos o homein de bm a discrica dos
perversos, e dos mais abjectos da baixa re-
l cujos testemunhos, se nao sao capazes
de lvalo ao Suplicio, ou fazelo perder a
Patria, ao menos o separan por algum tem-
po do que lhe he mais caro, fazendo-o jazer
na morada da desconsolarlo e horror ?
Na L. terceira D. de testib. esta re-
comendado examinarse primeiro que rudo
a condicao da test.munli i, por ser este o
contraste da sua credibilidade, ou incredi-
bilidade, Eos testes ad veritatem juvan-
dam adhiberi oportet, qui omni gratiae et
potentatui fidem religioni ju di caree debitam
possint prceponere. JL. quinta Ced. eod.
O Sr. Dezembargador Gustavo Adolfo
de AguilarOuvidor Geral do Crime nao* po-
da ignorar a Lei; nem tal he de prezumir-
8e, quando mesmo elle nao se tivesse mos-
trado muito entendido em negocios menos
triviaes. Nao poda escapar a sua penetra*
c,a5 ser a Devassa sobre Pasquins, nada o
bstante o desprezo, com que desde a aurora
das luzes tem sido tractados esses escriptosj
que sempre fizerao a vergonha do seo autor,
huma deligencia, em que se requer a mais
apurada circunspecto, principalmente na
escollia de tes tem un lias. Mas qual a sua
conducta nessa Devassa, a que elle proce-
deo, e por a qual estao prezos Cidadaos ho-
nestos, e que m ostra rao a sua innocencia
por testemunhas de pessoas bem difieren tes
de Escova botas, e outros tratantes do mes-
mo lote?
O Pasquim, que servio de corpo de di-
licto aessa Devassa, apareceoem huma das
pirmides da Ponte da Boa-vista, ao pe da
ra Nova. Esta ra nao he pequea; e
entre todos os seus habitantes nao se acha
huin so, que seja notado de infamia de tac-
to, ou de Di re to. Nada era logo tad na-
j
.


I .....
taritau
.| *"
f!90)
tufa!, como seren chamados para testemu-
nhas o* habitantes de tal na ; e se com el-
les iifi *eenxesseo numero da Le, chama-
rem-se os das mais vizinhas, e de cuja dig-
ma Cidade inteira julga innocentes, e inca-
pazes, e com imposaibilidde de fazer e
pregar pasquins.
Porque logo se tornara o Sr. Deze.n-
nidnde mais se esperasse a declarac.au da bargador Gustavo com esses cinco prezos
verdade. pasqunenos tao injusto, ta5 arbitrario, e des*
Nuda menos porem se praticou. A ex- potieo ? Verdade he, que dous dentre elies
Cpca de pouqissimos, aos quaes nao se escrevera contra erros e culpas de Dezem-
podia afoutar lium seductor tao vil, como ba-rgadorcs; outro he Impressr; e outro
esse Ecuva-botas, ehamara5-se individuos suppoem-no enganadamente collaborador
despreziveis, e que se dissera rezidentes do Diario ; e todos quatro, que sao Eleito-
iias ras Direita e das Cinco Pontas; cha- res, impugnaras certas vontades, e emfim
ntafaO-se mulatos tanto sem educacao, que tinha5 popularidade, e opinia cerca das
nem ao menos- sabem ler; chamarao-se in- ultimas Eleicoes. Dizem que todas estas
dividuos, nao equvocos inimigos do Siste- causas fzerao o Sr. Gustavo cegar-se do a-
ma CONSTITUCIONAL, e de quantos o mor da classe, e vingalla taobaixa, e vil-
seguem, sendo talvez dentre elles os que mente ; e que, certo no apoio della, correo
fizera, e fixrao esse nogento Pasquim, o a receber a apatheosi = akm de agudas metas
que por ventura aparecer algum dift. E arriscadas.
qual o motivo de ta5 desordenado proced- Se assim he, oh que bem disse Hume,
ment? Como entre os nossos Leitores ha- que o homem he geralmente mais honesto
ja5 muitos do melhor senso, e penetracao, em seo carcter particular do que em seo
nos os rogamos de esclarecer-nos Com o seo carcter publico, e que fiar, por servir hum

juizo a este respeito.
*r<*
COMMNICADO.

Pasquins *s em 1829 peor do que e= Rebelliao
ero 1817.
partido, muitas cousas, que nao se permit-
tria por seus propros interesses A hon-
ra ( diz elle ) he na verdade hum freio po-
deroso; mas hum homem seguro da appro-
vac deseo proptio partido por todo o
que serve ao interesse commum, aprende
bem depreca a desprezar os clamores de se-
us adversarios.
Que lhe fac,a muito bom proveito.
EPIGRAMA.
DIALOGO.
Em 1817 eonhecia se de huma verda-
dera Rebelliao, de facto realisada, com
auniquilaiga doGoverno, e Soberana Real,
e estabelecimento da Soberana do Povo, e
Governo Derrocratico: mas em 1829 o caso
he = Devassa de frivolos pasquins annimos.
Em 1817 vivamos debaixo de hlim Govcr*
no absoluto, e desptico: mas em 1629 hu- Utii Abbade d'um rgido mosteiro
ma Constituica liberal nos garante a lber- Comia sanctamente um bom robalo:
dude, e seguranca individual. Em 1817 era Eisaqi Pri Ambrosio, rrtui tampeiro
Juiz hwn duro velho Portuguez, scro fa- Do gosto de iantar vem estorvalo.
Entr o Abbade, e Fr. Ambrosio.
.
t
>
milia, nem as doces relaccs da amizade,
ealjado em julgamentos, e actos barbaros
do tempo: mas em 1829 o Juiz he hum mo-
fo Br*zileiro, casado, com filhos, grande
roda de amigos, actual Deputado s Cortes,
appellidadG- e tdo por homert lifre. Em
1817 o Juiz naoapoiou malversaces, e cri-
mes do Eseriva devassante, nem est se
portou se naS com milita dignidade, e hon-
ra : mas em 1829 o Juiz tem tolerado, a-
poiao, e tornado-se parcial da indigna (Jue ao refeitorio Vem dizer a culpa
Conducta do EscrivuS da devassa, que com De na6 ousar subir a vossa mesa."
a ihais attrevida impudencia se fez seductor '
cte testemunhas falsas. Em 18f? houVerao Abbade.
sim testemunhas, que juraraC, ja com x- Padre, bem taralKao. Sua afoufeza
cesso o que vifao, e ja o que n6 Vifa6, no- De ir btha espreitar, nao tem aesculpa.
rem sempre contra pessoas que farad" de fac- Qutlt ltheesrtou a ryim descortezia
to, mais,-ou menos implicadas na Revolu* T3>t tscoimar as boceados a quem come f
fad ; masem 1829 jura testemunhas falsas Para o futuro, erri penitencia tome,
contra homens de nenhum rtiodo implica- Ser ceg emUdo em similhante din.
%*4P*, e que a geite mais limpa, e su de hu- (De Felinto )

Frei Ambrosio.
E diz : NaS coma Vossa Reverencia
N'um dia de jejum, de penitencia
Iguaria guisada com toucinho.
Hoje, qu da da Paixad sagrada
O cziuheiro punha esfatiada
Metade d'um presunto em branco viuho .
Para tempero desse peixe grosso,
Que Pai e Avd do miucalho ensdsso,


'



(191)
_____

CORRESPQJYDEJYCM.

Srs. Redacloref.
Como pode acontecer que alguem len-
do a carta em que me eu propus analisaras
ihfracoVn* da Constituirs praticadas por o
Sr. Uezembargador Gustavo Adolfo de A-
guilar tiende odia 16 do prezente Feverei-
ro, com os presos (jue por a Devassa de
pasquina e>ta5 as Cinco-Pontas, de que a
in psisa, eiii que esiivera at o dia 18 do
mesmoatarde, fosse obra flo Sr. Tenente
Coronel Curdoso Commaiidaute do Corpo
d'Artilliaria ; declaro para couhecitneuto
da inculpavel e antes louvavel conducta do
mesmo, e do Ohcial do Estado maior n'a-
quelle dia os quaes assim como todos os
mais Srs. Otficiaes do inesmo Corpo Sao ere-
dores nao s da amizade dos prezos, segun-
do ellestem communicado a seus amigos co-
mo da estima dos de mais homens de bem,
que aquella.prizaS sendo indubitavelmente
immunda, e m, hera com tudo a melhor
da Fortaleza, devendo os prezos estarde-
baiso de chave, como requizitra o dito
Dezembargador, e tuda o mais f6i favor do
Ex.0 Sr. Governador das Armas.
Sou Srs. Redactores com todo o respei-
De Vms.
Attento Venerador



0 Observador.
-+????--
'
EDITAES.
Felis Joze Tavares Lira actual Jui de Paz
desta Freguezia do Santissiino Sacramen-
to de S. Antonio.

Faco saber a todos os moradores das
ras de S. Francisco, da Cadeia, do Cole-
gio, do Livramento, Direita, Hortas, A-
gus Verdes, Pateo do Carmo, Rozario,
e das Cruzes, que no dia quarta fera 4
de Marco farS varrer as sobreditas ras
pondo-as em estado de poder passar a Pro-
cissaS de Cinza, e para que se nao chamem
a engao, e tenhao que reclamar quando
for imposta a competente multa, mandei
fixar este Edital fa6 somente por mim as-
signado. Bairro de S. Antonio, 1. de
Marco de 1829.
Flix Joze Tavaf es Lira.
Jnii di Pm.
Haverido necessidade de pretos serven-
tes para o servio das obras da Provincia;
as pessas que houverem'dc querer admit-
f ir escravos ao dito servico, dirija5-se a Ins-
peC^ao das Obras Publicas, onde para estes
haver destino ; veucendo nos dias uteis o
jornal de 240 rs.
E para que conste mandei affixar este
nos lugares pblicos, e enserirno Diario.
Iospecca5 das Obras Publicase de Feverei-
ro de 1829.
Thomaz Antonio Nunes.
( _____________________________________________________________________________________________________________ ;
Avizo.
1 Como o Sr. Domingos Pires Ferreira
sejasugeito alguns esquecmentos, lem*
bra-se-lhe o pagamento do debito em que se
acna na Tipografa deste Diario a mais de 4
mezes, e queficou de pagar no principio de
Novembro.
Avizos Particulares.
2 0 abaixo assignado aviza as pessoa
que fora multadas, por faltarem aos Con-
selhos de Juizes' de Facto nos dias'%, e 12
de Junho, e 30 de Septembro do anno pr-
ximo passado, a fim de virem satisfazer sti-
as respectivas multas, publicadas em o Da-
rio de 18 de Fevereiro deste anno : e nao o
fazendo o abaixo assignado ficar ua neces-
sidade de lanzar maos dos meios que esta
pela Lei determinados. Recife 2 de Marc.0
de 1829.
Joaqim Joze de Souza Azevedo,
Procurador da Cmara.
3 A pessoa que percisar de hura criado
moc, de boa nota, que poie at servir de
Ijolieiro anuncie por este Diario para ser
procurado.
4 A quem lbe faltar huma canoa de p
palmos, com 6 cavernas, dirija se a ra do
372. .
b A.pessoa que anunciou pelo Diario,
saber concertar espelhos, declare pelo mes-
moa sua morada, para ser procurado.
6 O propietario dos xa8s de humas ca-
zas na ruado Calabouce pertencentes a lo-
ad Joze Velho, aparesa na TipograGa desta
Diario com os seos titulos para se Ihe^pagAC
que se lhe dever,. ]f la
Vende-se. \
7 Arroz branco e vermelho de muitQ
boa quaidade chegado ltimamente de to-
ra, por preco cmodo : na ra do Colegio,
na caza de D. francisca Felizarda Leal de
Barros, D. 4. .
8 garrafas de Purgantes e Vomitorios
de Le Roy vindo ltimamente do Rio deja-


i.

_*.

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|J IH'i*


(192)
. -
neiro, cujos effVitos ^ao especaes a quem 4, pa ra do Colegio, assim como taSbem
preci /.ar '9 Los luijlezes muito superiores, bran? e alguus bois.
co* e pretos de 8 qiiarta, os brancos pe- Arrenda,-SG.
la boa qoalidade de se poderem lavar em
tol> o icumjo por serem de liuha. 17 Hum Sitio na Cidade de Olinda a d-
Calsado de setini de Lisboa para Senhoras. ante do Jardim Botnico, deMominado Se-
Dittos d inarroquirn para meninas. bastia Lopes, com grande casa de vivencia,
B'intins de bizerro brauco de Lisboa, para curral murado para vacas, estribara para
homem. 6 cavallos, casa de farinha, Coxeira para
Meias de seda brancas para Senhoras, mu- Seges, e mais diferentes quartos, Sanzala
to superiores. para pretos, grande planta de capim, com
Chpeo> de sol de seda Inglezes para homem muitas arvores de frutas, gratide terreno
3V1 ni lo boas obras de diamantes tanto para para plantaban, com 5 pocos: os prten-
dentes dirija-se a Botica de Joa Pereira
da Silveira, ra do Rozario.

Perdeu-se,
18^ 'im meio bhete da Lotera do Im

Seulioras como para homens.
Conleos de ouro fino de Lisboa.
Filias de sinto de Senhoras
Na Praca da UniaS lojas de Avelino Nme-
ros 31 e32.
10 Hum crilo de 28 nnnos de idade,
mijito inteligente para todo e qjialquer ser- perial Theatro de S. Pedro d Alcntara do
\\(o domestico, e mesmo civil, muito sa- Rio de Janeiro, N. 2170; a pessoa que o
dio, posto que nao tenha offioio algum se achou, querendo restituir, dirija se na ra
nao o le entender muito de cavados, arran- do Rozario no Botequim D. 3, quesera
jamentos de Sege: na na do Cabug na recompensado.
primeira casa de Sobrado iudp da Praca pa-
ra o Sacramento rna direita N. o 65 EscraVOS FuffidoS.
11 llum-i casa de Sobrado na ra de N.
S. da Paz nos A (logados quasi defronte do 19 No dia 21 de Feverero d esa parece o
assogue, novas, em chafa proprios, porta5 hum moleque de naca Congo por nome
nb quintal com boa saida, e muito fresca : Joa, de idade 10 anbog, com os signaes se-
na mesma casa asima. guintes, levou vestido carniza de ufante
12 ois escravos machos e huma femia,os com nodoas de tinta de oleo, siroula de
machos da Costa, e a preta de Angolla, to- b;im, seco, cabeca cumprida muito ladino:
dos inda meio* novas e deservicios de enxa- os aprehendedores o po lera pegar eleval-
da, idade 2> a unos, e se podem dizer clara- o a ra das Tanoeiros casado Guarda-mor
mente seren todos f-em vicio algn ; e hum da Alfandega das fazendas, Jacinto Joze
mulato ofticial iie Sapateiro de idade 22 a Thomaz d Silva, que ser bem recompen-
24 a mis, hum forno decobre de lser farinha sado do en trahalho.
com oito palmos de boca, huns oitantes, e 20 Da Villa de Port Calvo Provincia
agnlhas de mariar : na ra d'Agoas-Verdes das Alagoas desatmrecerc o dia l de Ja-
D- 16. neiro do correte auno, doia escravos, de
13 Gingibre novo, em arrobas ou libras! D. Violama de Barros CayVleante de Lacer-
na Praia do Colegio junto da venda, lado da, com os signaos segniute Felis crilo
do Sul. alto, seco rosto com^rido, poca barba, o-
14 Ca deiras em bom uzo : anuncie por lhos gran-'es, naris afilado, falto de deutes
este Diari para ser procurado. na frente, o dedo xaximo buscando ao pei-
J5 Capim de planta, no Cilio de Joaquim to do p, e principiando a ter algumas caes
Gregorio Correia Galhardo, junto ao Re- brancas na frente ; Joa, de nac,a Angico,
medio, quanto possa carregar hum eicravo, que saldo a pos (\o outro, no da 2do mes-
a 160 o feixo. m0 meZf com os signaes seguintes alto,
16 O Ehgenho Prori no termo da Villa seco, retalhado da cara, ponca barba, naris
de Goiauna, cituado pouco a diante da Po- rombo, olhos grandes, orelhas pequeas;
voacfto*la Lapa, com boas vargens de cana, e fu radas, com huma corrente na centura
eb'Hssimas trras de Algoda5, rossas, e com fivelias: os aprehendedores os poderao
feijao ; com alguma safra pendente de plan- pegar e lvalos a> Sargento mor Joa5 Pe-
ta, e socas de canoa* assim como bastante dro Correia Jnior, morador na Praca da
rossa doanno passado e milho : os perten- Boa-Vista, em de Joa Francisco d* AIbu*
dentes dirija-se ao Escriptorio eni casa de querqve e Mello, que ser bem recompeu-
D. Francisca Felizarda Leal de Barros, D. sado do seu trajbalho.
m
Fetnumbco na Tipografa do Diario.






N>


Full Text
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