Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00236


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Full Text
(lo
ANNO XXIX
QUINTA FEIHA 24
DIARIO
DE FEVEREIRO DE 1853
N. 45.
PERNAMB11C0
O
rufo da SDBsenrrqAo'.
Siibscrevc-sc a 15J00O pornnno, o 49000 por
(|iiirlcl pago .i.li:inl.i.l... c 4.">00 por quarlel pago
v cnrido, na cosa lo seu proprieUrio, M. Figaeirta
de Furia, na praoa IIni.! J. cana doSr. Joan Pcroir Martina.
il.llil.l
M.II ,1,1
l'-ll.llllli.l
Natal
Ai ,ir,tl>
Ceara'
Maranhao
Para'
a F. lluprad
o J.....[nuil Bernardo Mcuihmca.
a (t Joo Bilrgucs da Costa.
(i Joaquini Ignacio Pereira.
Antonio de Lomos Braga.
o .iuilhermeAugustu de Miranda
a o Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DE 33 DZ PZTZBXIBO.
Sobro l.iuiilri- a 28 i,'
Paria, 310
u Lwboa, 05 por eonln.
NXTABI.
Ouro. Oncos hespanhnlos.........29JOO
MocdasdctftlOOvHhii......188000
de bUX) novas......iinkki
(i de 4JO0O......... ggOOO
Prala. Pataroc* hrasileiros........ IS9to
l'eaos roluninarios........ I -!i iu
< mexicanos......... IsOO
Accoes do Banco........'. 10
Descont de Le Iras......; 8al2i>
NOTICIA! ISTR Al OEHIAS.
Portugal . . 10 de Jan. Austria. . 4 de Jan
Ilspanha . 9 de Suissa . 2 de
Frauca. . . 1 do Fev. Sueria.. Inglaterra 28 de De* 22 de Jan
Blgica. . . 3 do u
Italia. . . 2 ilc E. Unidos 25 de Del
Alcmanha :> de Mlico . -15 de
i'm.sia, . de California 8 de i
Dinamarca 31 de Dez. Chili 1 de Noy
Russia.. . 30 Turqua . 25 de Montevideo. i de
NOTICIAS DO IMPEBJO.
Para'. 29 do Jaur. S. P.do Sul 12 de Janr
Maranhao 6 de Fever. Minas. ... 3 do Fev.
Ceara'.. 9 de S. Paulo 3 de i,
Paradina. 1 de Rile Janeiro 15 de o
Alagoas 20 de Baha. ... 10 do a
PARTIDAS DOS C O MUIOS
Olinda, lodo* os dias.
V ir (aria, na quinta feiras.
(jiruar, Bou i loe (laranliuiu, nos lias t e I.".
Villa Bella, Boa-Visla.EieOrirur). a 13 e 28.
(ioanna e I\trall)a, segundase sextas.
N.tt.il, quintas Oirs.
2X Quil
Ipjll
DAS iftV SEMANA.
t Secunda. S. Angola.
:ll Terca. S. Maruarida
llO J'l tiili.l.
-' t Quarla. S-. Lzaro c
Sereno.
hila. >* S. Ma-
Ap.
>> Sexla. S. Edclberlo
Rei.
26 Sabbado. S. Torqua-
to Are.
'I Domiimo. ;i. da Qua-
resma. S. Romao.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quinlas.
ilelafao'
Ierras esibhad.is.
Fazenda
lerdas esexlasas lOlioras.
Juizo de Orphao*
souundasc .". asi o horas*
Primeira vara do civel
terca* e t. ao meio-dia.
Snjuiida tara do cirel.
quarlas e sab. ao meio-d.
Fevcreiro. I (Juarlo ininsoaute as 4 hora-, 21 mi-
nulos e 13 segundos da inanhaa.
K I.m,i urna as I hora, l'l miiiulos c I;
*equndos da maitlia.
< l( (Juarlu eresrcnle aos l minulos e \
segundo^ da maiihaa.
horas, i iniuulose Xt
NgniMkfo da larde.
PniAMAR DE HO JE
l'i iiin'ii ,i as 5 horas e 18 minulos da inanhaa.
Seuunda as ,". horas e \2 minulos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
, ii"
lir,.,
indo
rio-
lada
pr-
oal
alfil
IIC'II-
,.v.
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iwii-
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itica.
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BINI8TEHIO DO IMPERIO.
Na audieuciu de 5 do correnlc S. M. I. digiiou-sc
i .( rlii-r diias depulactes da asseinbla legislativa da
provincia do Amacollas.
O Sr. visronde de branles, orador da primeira
de I mi.i., .iu. profcroo scgiiinle discurso:
Senlior !A aawmblca legislativa do Aiuaionas
deliberoa enviar-nos eni depulacio ante o escobo
llirono imperial |wra em seu nonic rcndcrnios as de-
vidas grabas a V. M. I. pelo assicnalaiio liencli-ju
que se dignoii fazer aos |H>vosseusronsliluiiles, ele-
vando a anima capitana do Kio Mepro, depos co-
marca do Alln-Atiiaionas, categora dp provincia.
a Esta deliberaro, senlior, lu naturalmente ins-
pirada pelo sentimenlo da gralidlo com que Ntada-
ram aquelles povos esse acto da saliedora poltica
de V. M. I., e da sua paternal sidicitude |H'lo bem
ser de todos os seus subditos.
o E piii verdade, se os habitantes do Amazonas
liaviam applaudido rom enlhiisiasmnos pons,uncii-
tii da crcacao de un governo local, (pie bmcnlandn
a industria e o coinincrcin no cenlin do sen mageato-
90 valle, pudes-c nmcnrrer, em hem do Brasil e da
I......iiinl,i le paran aprovcilainculndc lanas cjipie-
zas all esconililus ; iiiilui.il era que eicilaase nos
niesnios hahitaiites a niais viva graffdflo o Tacto |iebi
i|nil V, M.I., iiniudoaomerlo daquclle peusameu-
lo a :'l'i i.i de realisa-lo, fez surgir no pavilhoau-
r-verdeinas nina estrella, na vaslidSo do im|Hnio
niais una provincia, c na familia brasilcira mais
un lilbo, que liem failado ndanaturea, ha de com-
pensar o tardo dasua infancia com o grandioso da
sua adolescencia.
.( I'ciiIi'ii.kIc, *seiiln>r. pin* (ao grande mercii, a
asseiuhjHM-qvr rcprSi-^il.iiuus, I'-m- |'"i serado dc-
101 uo terminar a sua pninrrii remVfafdra si'in ina-
nifi-slaf soleinneuii'ule a V. M. I. o seu uiasres|iei-
li-soe mais profundo rc-conheclmeiilo.
Digne-se, pos, V. M. I. ile aceitar com henr-
voleiicia. da parle da inesma asscmhla, a sincera
evpresso dos seus senlimenlos de L'ralido, ns seus
protestos de amor e do leablade sagrada poaaoa de
V. M. I., eos sinceros volos que ella dirige ao 'lo-,
do-P(Mleroso para que a vida preciosa de \'. M. I.
seja lonca e pacirica, prospera o gloriosa.Rio de
Jaiirim, "i de leiereirn de 1853. liiroiidc de .l-|
brunlenHemitaiio Ferretea Pe/muJoan .IhIii-\
uta de Miranda. <<
A este discurso dignou-sc S.JM. I. de responder o
M'i-iiinle:
" Acolho com salisfarSo, e aaradecoossenlnieji-
los de amore leablade miaba peana que acabis
ili-c\|ii iiiiii-ine. |n'l,i primeia vez, em neme da as-
aembla legislativa da nova provincia do Ainazonas.
(1 Sr. cousidlieno llorrulano Ferreira l'enna. ora-
tur da segunda depulaeu, proferio o seguintc dis-
curso:
Senlior.'A ajieraM-a legialaltva da provincia
dn Amazonas inciimhio-nos da tan honrosa qiiaulo
auradavel missoile inaiiifeslai- a V, M. I. o jubilo
que causn aos lubilaiiles ilaquclla parledo imperio /'/
a noticia da memrate! aeejo de Monis Caseros.
l'ni siicceo que lauto illustrou nossas armas
lian poilia cerlaiuenle deivar de aat lido un mais alto
apreco por lodos es fiis subdiuM de V. M. I.. que
desejam ver seinpre reipeilados os direilos da briosa
nai-ana que perlent'cni, ar-inlida a BM interna -i
sombra das sabias in-liluicoesqiio aregem, .e turna-
das sobre solidas base suas relaeoes de amisadecain
os ajovernos riziohos. Airgravanle
Aprcsentando, pos, a V. .M. I., com Imlnnaca- usaravad
lameiilo, esta inuenua c\pn."n dn. senlmentos Bravo.
que auimaoos hahlaittes do \mazonas, uns espera- Rei-nrrcnle, o
mos, Scnbor, que V, M. I. se iliiie a-olb-lns Ik-- i Silva.Juli
iiimiamcnle, assira i-nino ns nroleslosdo amor, obc-1 maram a de
dieni-iae veneraban que elles cousagrriin a \. .M. I.
esua auuusta faiiiha.llemtlttntt Frrieira Ven
naJoan' .litlnnio de Miranda, n
A este discurso S. M. I. fo senidu re.p.iinler i
seuuinle:
i Auradeco a inanifeslacaoque irte faieis dnjulii
lo com quea asseiubla prinlneial do Amazonasap
l'l.iinlir.i un teilo que ilhislrou us Hoaias armas. *
151 do cdigoeommcrcial, visto nao se potlerprovar
que fosse inasjuin por .illen-.m. odio, ou coiilcmpla-
(oou iiiternse seu particular para ler applicarao
a do arliuo 129 (iu ni.ir, que tendo-se entendido no Ihcsouro,
quea di>pie.i,id,i ail..".l da le de IN de setemhro
ilc 1815 i-niiqueln-iiiie o coiiheciiiieutos passados
lelos arsenaese oulros cslahclpcimcnlos pblicos se-
inellianles, e conseguiilemente ipie presi-revc o di-
relo dos |HissuJdi>resde ttulos dessa especie, quan-
do nao for requerido o iiaeamenlo dellcs denlrn de
mu anuo da sua data, declararse que nao esliio com-
preliendi.ln. nclla esses ttulos de divida, enjn paga-
mento |ido ser requerido emquantn nao prescrever
o direlo do rreilor, nos lennos do derroto de 12 de
nnt ellililn de 1851 II. Rl".
GOMMArjDO DAS ARMAS.
Qu.n-1 (eral na cldade do Redro em 22 da
leverelro de 1853.
ORDEM DO DA JV. 186.
ti mareclial de campo iniunianilanli' da. arma-,
Irancreve aballo para eonherl.......lo da guarnieAo
llesla prniiiiei.i. a imperial pnivisao de Idale mes,
que por copia Iho fo Iransuiitlida pelo Em. Sr. l-
enle general eoromandinle das armas da corle, com
ollico de T.
ti ini'siuii mareclial decampe, Mlisfaiemloa re-l
qnisieta da ramsra municipal desla cidade iletenni-
niJqae sejam franqueadas as pristes militares i eom-
nu~. ni de evamc iinnieaila pela inesma cmara, em
eveeunio do artigo Mi da le i|n jumeir.i de nuluhrc
de 180, lego que oscilad- -tubroadesu un
iui..."in.e apiesenlein nosiospeciiv---|^iiarlcse forta-
lezas do muujripio. ^>_ -
n PHOVIS.lO.
Dota Podro per traca de Uros t unaninieaccla-
niae.lo ifospovns, mperailnr iolislilucinn.il edefell-
sor peipetun do Brasil. Faro saber a va lenle
general lominaiidanle das armas da corle : quehei
I""''"''.....andar declarar ipie o pimeiro lenle do
arlo balslhao de arlilliarfa a p Josa Ignacio Caim-
bra, dever ajunlar ao lempo de praca qiicaclnal-
uieule i (Hila no exerdlo, o decori ido desde mu de
marco de 1811, at 28 do h-vorcim de I8U, em que
esludoii comaproveflamento na escola militar da cor-
le. Enloiidei-.....unipiio-o assim. S. M. o Impera-
dor o manden pelos ...nselheiros de guerra abaivo
assi-iiiadoi. Joaquim l'eliv Conrado, a fez, nesla
cortee cidade do Rio de Janeiro, aos i dias do mez
de revereiro do auno do naseimenlodc -N'-s-o Seidinr
Jess t:iiristo de 185:1. E cu o coronel Joo Baplis-
la Ferreira, olllcial-iiiainr aervindo de secretario de
"guerra, a liz esirevcr e siihscrevi. Mannel da
Foiueea tima e sitia. Jn. Silca. I'or despacho do conselho Hiprenw mililar
de i i de Janeiro de 1853.
.ininniii Correa Scara.
EXTERIOR.
ESTAIWS-UT-IDOS.
PhU.delpbia 25 da d.iembro.
I'areee presles a lc\anlareni-se acora queshies im-
poituil-a il<' |i,.hiir.i etleror entre os Eslados-I'ni-
dos, a Franca, a lles|>aidia, Cubar Mxico, o alicu-
iims d repblicas da America do Sul. Al-urnas
deslas qOcM^ei chaiuarao |iro\avrhncnlc a lerrriro
a ii fhiutriua Mnuroe rom a qualo-t inlcr|ireludo-
resdenlre os ultra* posicod.is Estados-I'nidos rolomsa(;o de qual-
quer |H>rcao do ronliiienle americano |mr parle das
monarchias europeas. em Si-iuana, e seutindu o Iwalos, lamliem emSon.
ra. leni allrabidomiiila altenco neslassemanas pas-
adas; e lenim em cs cenara dea reprertnunlra telapropor urna mo.
de impiei ilo a este respeilo. He, pois assuruplo de
linio o inleresse examinar qual o sentido real da don
trina Monroe, qual he a philn>ophia, o intuito, e <
i'ireito platico desla poltica proniulaila pelo presi
denle .Monroe em IHI, em Ma meii-am-m annual ao
rnn-res-o. Sol que riirnimfnririas fni IVila e*U ile-
clararao? Ei-las, nesse |>erio da America esrorca\am-se |mrobtera -iua lnd<9peu-
ilencia, contra a llespaiiba sua mai patria ; 60 DOVO
(loa Kslados-ruidos senlio-se com fortes swnpalhius
[tela sua causa, principnlmente porque ellasolavam
imillaiiilo, lH>rn ou itiat oexemplo desla repblica
en I77t.
O lempo proMn, purm, que os hespanhes san mi-
aera republicanos. Sub oslas rirruHi>lancias Mr.
Moiiiol' eiiltlo prcsiileule los Kslados-l'flidos que era
iiippo-si\i'| ;, Vs pote"ncas"altiadas>ild' Europa eslen-
derseu s\slcma poltico a (pialquer porc.io do conti-
nente americano, sem arriscaren, nossa paz c felici-
dade tliK Eslados-lnilos. Ninauein acredilaria
que uiissos irnos do sul Sul Americano o qnizes-
sem ailoplar de mulu pnqirin. Era, |hms, ini|M>ssi-
vel que mis dequalquer modo xisseinos com indiire-
renca nina tal iuleneticiin. > E prosidcnle Mon-
roe declarou pesleriorinenlc s potencias alliadas,
que o. Estados-Luidos consideraran, qualquer
lenlativa de sua parle para edemler seu s>stema po-
lilicu aesteheinisplierioiiuno periu'osa sua paz c
seimraiica ( dos Estados-Luidos.. Na meiisaueiu an-
imal do prndenle Monroe. em dezembro de I82,
ilisse elle que as colonias da llespaubalinham lo a I raneado sua independencia, c que esla lnha si
TRIBUNAL DA lU-I.At. \<)
Ses.,in de h de Janeiro de 1853.
ridtneia do fim. Sr. niuelheira
s ni huras da iiiaiilia.i, oslandopn
res deseinbargadorcd ViUaros, Basb
llebello. Telle., Pereira Mniilei,.-- i.a
o, fallando com cansa os sniores de
a ib' .Mello, lama l-reiie. Valle e San
r presidenle declara abarla a sesso.
Jalgameiilui.
Anlonio [gnoclu do Reg Hedoiros;
o Juizo.Negou-so pro\ Imento ao as-
va*,
. sen.
Son-
- Ili-
'mbarga-
eiilu
Jlll/o
pn
coriu!
edenli
Jos Ele
lorio di
S rcfoi-
do recoiihocida |ielos Eslados-lnidos. Slr.Monroca
cresoenlou a he do inleresse dos Estados-Unidos
niauter com as potencias eucoiias as mais amiuaveis
lelai.e.; mas musa siluacao lie ilivcrsa, no que diz
respeilo a nussos vizinhns, as repblicas da Ameri-
ca do Sul. He impossivel s |iteiicias eurmicas in-
lervir nos seos neuocios sem airectarcm I nido.. Na verdade, os motivos que poden indu-
/ir lal iuterveiicao, sern iunalinenlc applicaveisa
mis. Mr. .Mnnroc ilisse iwais : h Apraz-nns saber
que aluumas das potencial com qoeenlretemoa rela-
J te, mulle amiuaveis, c a que ioranl conuniiniadas
estas Ideas, parece aequieseercni aellas. Devomos-
noslen.'lirar que a principal destas poleucias fni a
luid.tierra, i-ujo uuverm favorecen posteriormcnle a
lndc|iendeiicia das colonias hcspanliolas. Em nu-
tras p irles daslaa duat mensageiu Mr. Monroe tez
vei -que assim rm......s Eslados-I nidos nao liohui
inii v imli. as guerras oro voluntes europas,da nics-
i ilevia inlervlr as naciona-
dn i (minenle ainercano; c
11.......s inicrvndo. nen) ha-
Jomas e dependencias evis-
iropa, mas acerca
sua iudepciideiicia,
illa furnia a Kuropa u,
lidadi's indcpendenles
acres,cnlon : Ni'is u
venios de ntervir as
lentes le nenlmou portoucia
dos goVOrtHM que lem declarad
tanto no senado como na cmara dos representantes
dos Estados-1,'nidos.
I inlni hl eserlplo o que ti. .i cima, quando recebi
noticias completas do debate de quinla-feira sobre
este mesmo assuinptono senado dos Estados-Unidos;
e quasi nao he necessario acrcscenlar que elle tcm
excitado muila allen^-ao entre o povo. O movimen-
to que ..Iu leve lugar como se ver, foi a rcs|ieilo de
.uta, Iralou-so de sua annc.acao e da doutrina Mon-
roe, Mr. Masn presidente da cominisso de nego-
cios cstrangeiros, no senado, siibnicltcu-lhe una re-
solucao pedindo copias das notos ofllciaes derigidas
pela Inglaterra, c Franca aos Estados-Unidos, coo-
Mdan.l ... a nuil -e em (riplicc convencao para con-
servar Cuba i Hcspanlia. Mr. Masnn |ieiliudo ur-
ueuciasobre cslarosolucilo.tomoucomnhasequcu |hi-
lilii.i eslabelecida polos Eslados-l'nidos,era qiiecm-
quaiilo Cuba se conservasse como provincia ou de-
pendencia da llespanha, elles nio pcrlurbariam es-
sas relaeoes ; masque, desde que houvessc quahpier
tentativa para transferir a ilha a ipialqner oulra |h
Icncia. era dever dos Estados-ruidos interv irem, a
lodoocitslo. .Mr. Masn lie um senadm democrti-
co da Virginia, mas o |>riiM-ipal chefe democralicn do
senado he, sem duvida, n general Cass, que faMnu em
seouida, c depois de aceitar iiileirainenle as Idtl de
Mr. Masn, foi milito mais adianlc. Entre millas
colisas, disseqiiesco goveruo francez pretendaob-
ler qualquer purcodu Mevico alludiiuloao rcenle
ninvimento de Sonora linda elle toda aconliaiu.-a de
que os seusesforcos liaviam de encontrar re.isieueia
em lodo o poder do paiz.
Elle adoptou lamliem, e professnu a iulelliuenei
mais enrgica da dnilrina Monroe, bjlo lie. que
iieiihuma iHitcncia eurojM'-a sK-..i ,^.-i pnrainmil
ilora em .liante colonisar qualquer porcao desle con-
tinente I i) senador f-ass rol severo para con !n>
prcusa de Inglalcrra, c citou a lcenle annexaijo
ile urna parte de Birmah, para mostrar que a lula
(erra nao liuhau direito de preitar honulias sobra o
assiimplu de anuctaefics ti America. Messors. I u-
derwnod, Weller, Soulo e (,mu, fallaran poneo
lodos elles, e a resulucao fui adiada al terca feic.i
da semana provima, e para enlao espera-sc um de-
bate minado, O (miiiIo em ilisni.saoliclnl.cz da
maior im|nirtanria a respeilo de mais de una nacao :
c a eircumstancia proeiniuciile e inomenlosa que elle
aprsenla he n facto do fallar. 0 acneral l'.iss pela
vea de iiartido democrtico, que he actualmente o
(Kidcr que domina no uoverno, oque representa as
inassas mais eonsideraveisdo |mivo. I ueneral Cass
advoga a idea de una estrada de ferro do Mississiii-
|hi ao Pacilico, nao he muilo coinpriineiiludordas
senhoras que ultimaineiite de Inalalerra .irengaui
suas irmaas da America em favor da aholican da es-
cravatiira, e aiKiia a polilica da adniiuislrai;au a res-
pailo do Crcsrenl Cilv e de Cuba. Alauns tupien, de
seu discurso foram mais que ludo de um carcter
provocador, a muilos nn parecern! assim. Duas ou
tres, das palavras que elte emprogou sao muito mi-
nares e emphalicas de mais para se crer hem aco-
Ihidas.
Tivcinos duas chcuadas de malas depoi. da vossa
ultima, us jomaos e cartas Irazidos por ambas dan
como certa e desneven a rcvolla de lloulhon c dos
franee/.e.. e Irazem proclamaccs ,Ut t-overnador ine-
vicanu de Soniii, una carta ollicial de Cabilla..
por toda a cidade de Turim. A .Irmonia ja citou
una passagem delta o que me determinen a cn-
viar-vo-la......i
A rarta do santo padre lie concebida uestes ter-
mos:
A carta datada de 25 de jullio ulliniu que Vossa
Magestade mis remellen, em virtude de una oulra
que Me dirigimos, deu-nns motivos de consolac,ao,
porque nclla vimos urna |iergunla fcila |ir um so-
beiauo catholico ao cheje da iureja na queslo lao
rave do pnijcclo de lei sobre os casamcnlos civis.
Esta prova do respeilo para com nossa santa reli-
giao ipic nni da \ basa Ma-'eslade he um hrilhnule
lolcimujlm da uloriosa heranca, que II.. transmitli-
rain sen, auguslu. avos, lui. queremos fallar do
amor que ellos priifessaram pela le, o qual nos ins-
pira a firme contianca de que Vossa Maucstade sa-
liera conservar o seu dc|Histo em toda a sua pureza,
para hcuelirio de lodos os seus subdihM iio obstante
a pervenidade doi lempos .presentes.
Esta carta de Vossa Maucsladc us obriza a eoin-
prir os deveres de nos.so ministerio apostlico, diri-
uindo-lbe nina resposla franca e decisiva ; mis u
laiemn- com una vonlado lauto maior qiiaulo Vo.-a
Maucslade no. sssegura que letra em uraudc consi-
l.'i a,.,... esla re.po.la. Sem entrar na disetissad do
que i-nah'eni o. e-cripln. dos ininislros rcacs que
^ossa ftlageslade ihm dirigi, nos quaes pratende-se
fazer de nina sii vez a apologa da lei de !> de abril
de |M5 eadoprojectn de lei sobre 0 matrimonio
civil, reprc-eut.uidn este ultimo cuino nina cousc-
quoncia das nlu igacoes coiilraliida. pela pohlicaeao
da primeira ; sem ob.ervac-se que esla apologa lie
l^ fe,i/m nim.< uinnniitu em que achaill-sc pendeii-
tes as nciiiKiacoi' .-nnierailas para a concillado dos
direilos di Igreja violados por e-ins leu: sem qual-
licar-sc cortos prinri|..... lotinuladns nestes escriptoj
".- ip......san inanirnsUii.....ile .-uulrarius sanio .li.-
ciplina .la igraja ; mas propoiiio^ioi soraente cvpor
rota a iirevidade que evigeni os liilrsle^s de nina car-
ta qual he sobre o poni em qucst.'iii,-,a,iloiilrina
catholca. Vossa Mageslade encnnlrar n(.sTaNd0U-
Irlna tudr-------
to importante seja lennlnado conformo as regraa.
Eslainos lauto mais convencidos de |Hider nhler este
resultado, ipiaulu os ministro, de Vosa Mageslade
declararan! que nao eniisentiriam que se lizesse
una priqHisic.io conliaria aos preceiloi da religiiio
quaeaquer quo fossem as opiDMei domlnanles.
He mu dugma de f que o inalciiiioiiio foi eleva-
do por Josns-Chrislo Nosso Senlior diguidade de
sacramenlo, c he mu ponto da douiriua da iureja
calholica que o sacramento nao he una qualidade
acciilenlal ligada ao contrato, porem que elle lie da
esscneia mesma do easaiiiculo, de tal sollo que a
uuiao conjugal entre chrislaos nao he legitima sonao
no rasamciilo-sacramuiiln, fora do qual nao ha se-
an um puro concubinato.
lima lei civil que, loppoodo u saeramenlo divi.i
ippellaule. Je
iiiu l.ui/ dos
MINISTERIO DA FAZEMDA.
Expodltnua do dU 24 dejaaeiro.
Ao Sr. ministro di Justino, para remover os iu-
convenienles que a altribuico coiifertda aos juizes
n.....iriiiaesde evecular as in.iruree. de -.l de nu-
liilirode 1831 e 19 de noveuihro de 1835, onerree ao
prnmpio axpedJenn edevido resultase dos prores-
soseieruUvos promovidos paracobranca do. salarios
deafricaiiiH livres, luir seren nesse juizo prnruaia
das asjuslilicacnes deobilo ou rogados nn-inn.afri-
canos, com as quaes os e\criilados se apresCDlaffl no
juizo dosfeitos, parece conveuienlecoimiieller,i exe-
cuco das (lila, iistrucccs aos juizes dos feilos, es-
lahelecendo-sc d"-> modu a competencia da. auln-
idades liscaes juizo privativo para todos os
dos relativos alisaeo, liquidaran e cnliraiicii
migavel ou ju. jial dea mencionados salarios, con-
servandn-se luda.ia no niuuicipi da ciWle a juris-
,-ao adiniistralivailo juizndos ni pban-, de que fui
iiinbido pelas inslrucces de 211 de nululiro de
I83t. .Vi caso de concordar baja de, em declararan
iu arl. II do decreto de l!l de nnvenihro de 1815
le allerou aquellas inslrucces, ordenar aos presi-
Ifles de provincias que encarregueiuao.joi/esdns
i'itn- a execuro das ditas liislrnecoes passande pa-
pa o juizo respectivo lodos os papis lidos mi peu-
leulcs que forem rclalivos ao" salario de africanos
livres.
Duas.
A' Ihcsournria de Santa Calhaiina, em vi-li do
pie rrprcscntoii u procurador flical da 11 c -...... i i
'ubre o procedimeiilo do jmz de urphns da cidade
'o Desterro, nu prncessn de arrecidaco cuduiinis.
Irar.in da heranca do fallecido Justiniauo de Moura
Vasroneellns, ordenando despezas evlraunlinari.....
pagameojoa rredoressem proceder audiencia d.
tilo li.cal nos lemos do arligo 17do ragulamenlo de
de maio de 1812, erueMSB que |ielu proeuradoi
li-i.il -e faca proinuvercoiilraodilojuiz pelos mein-
peante a aalorjdadc compclciile o respectivo pro
aso de respou.atiiliilade, pedindo a pena do arlig
de lian
I l.npe,
mu,,,le
appoOi
C
alte
.IppeUaeao' erime.
\p|iellaiile. o Dr. promotor publico : appellada
l.niiieiica Hara da Cnnroie.io. Julgaa-se Im-
procedente.
Ipoellarari cirel,
"i S.....ira Lopes; atipcIUdo, Anlo-
Sanlos.Itelnimanrri a s'eiitenca.
Denimacitti.
Appcllanlc. a masa ,li.,nl>i,la da irmandade de No.
saSenhoia da Conceieaode llchcribe; appellada,
a inesa actual.
AariaoH.
Pas-araui d,.....mor des.....bargador \ iliacos a,
senhor dosembargador Basto, as iegiiinlea appella-
cne. em que sao :
Appcllanlc, CaelalM Pereira t
appcllados. J,
Pac. da Silva.
Appellanie. Antonio Lopes I1
pellado, Josi'. Au
AiqVllanle, ojuizo
sar, no. aulos contra Joan I
Appellanle, Jos Antonio lla.l
limaos e oulros.
Appellanle,' sebasliao Jos da Silva Braga
lado, Bernardo Uenriqnes,
Appellanle, .Mamad Ferreira de Ar.uijn Casbr
pellado, Alevaiidre Jiw Pereira.
Appell.uile, o Dr. promotor publico
Francisca escrava de Hita Alaria da (
Appellanle. o juizo; a|,judiad,,, [nnoo
Gomes.
Psssar..... do senlior dtaembsa-gadoa
mpell
'reir de M
i, Augusto
ni'- \ i......,i.
is; appelhub
la Cimba ;
leliv
lio; tag
'alerCe-
i.Avrial
; appel-
appellada,
neeicfo*
iciit Ramos
ninles
^
ORESTES E PYLADES. 0
( rOK' E.lttphem de U KUdcUlar.)
m#aini.i
XVI
0 i esiilijilu do pasto cnorfico do Clotilde foi
:olhido na familia Kav inundo de modo diiTeren-
tu porcada um de seus membros.
Emilio -abeiido-o por una caria de sua amada,
qual soube adorar lodos as justas ilusconliancas,
u.i i rmorva de Mr. du Quesr.oy podia olTerecer,
nlro|;ou-seoos inais ingenuos transporlos de fo-
il'ld.nle e ilee.peraiira galllO, a|7,r de SU.1
"inca experiencia dos liomens o das cousns, nao
[liuiiiio tan fcilmente, romo seu inno, a e-pe-
anea, quelhedava a misiva de Clotilile, e ficou
'ia.i sorpreza dos suspeitas, quo se Iho aprosenla-
am ao pensomenlo. Ooxculleulo manufactureiro
dmiradodo adiar cm seu opulento vlzinho ias
io liboraes, na justo necopcao da palavra, foi JeJ-
o texto de urna calorosa ollocuciio seu lillio,
ileclarou-lhe em formo de conclusao o moral,
uo suosorte eslavo omsuos m.os.
Com a prolceriao de uto homem como Mr.
uQiicsnoy, disse-llie ello terminando, o um lim
>mo esst que osti dianic do leus olhos por premio
" leus osforcos, se nao derriliaros nionlanos, cu
reneg por meu filbo, a le condemno por iodo
0 Vide I),ario ti. 1.1.
iilnir dc.ciiihaie.adoi
enique sao :
Appehanle, o Julio; appellado
Sim/a J.e.in.
Aiqiellaule, o juizo ; appellado,
l'nnseea.
Appellanle, Joanolin Franeise.
Main.-; appellado, Monoel F ...
Passaram dogerrriordeaenriiargador i
roao senlior desemharlrador Villares
appcllacne. eiuque ..lo:
APpelll....... .Manuel Elias de Moura
l.uiz Duarlo Pereira.
Appellanle, Jofo Anlunea Correa Lina Wandcrloj
ppejtodo, Anlooin Alves Ferreira.
Appellanle, o Dr. prom...... publico ; appellado
Jos remandes 'lo Heuo.
Levanloo-se a sevs.io depois do mein da.
PPc'hi'.cs
Mannel Thoma/ de
Joao Fernaiidc ,la
da tanilia Honra-
da Mello-
ornes Itibei-
is seguinles
; appellado
o futuro a heranca do quarto .le minia fortuna
qual cm sua intogridoilc nao he das mais liri
lliontes.
Mos, quando Luiz Alarecoi, solemnomenlo
convocado para ouvir esla eommunicaco impor-
lanlooslcveem estado de apreciar os'disposicoes
do Mr. du tjuesnny, o juizo grossoiro do honesto
homcn e sua puuetraeao natural nao Ihe ponnitli-
ram sor um instante engaado poi oslas lisongei-
ras moiiifeslaciics Todava ello guardou-se hem
de revolar suas iuquielai;5os un presonca dos mo-
cos, cujas esperoncas raspeitava com um instincto
do delicadeza e de liondadc, que torio foilo honra
a um principo.
Mas, quando ficou s com Mr. Rnymundo, sua
sincendode natural ceifou do um s golpo lodos os
flores quo desobroeliavom no iinaginaeao de sou
crdulo cuuhado.
No mo dovam muilos cuidados, disse elle,
as ainoaeos de Bonvollol, rforquo, pondo de parle
o odio, nao Ihe vejo inleresse directo em prejudi-
c.ir-nn-; mas agora quo iMr. du Quesnoy, que co-
nliece muilo bem o praoo dos escudos, va i achar
nos loucuras de Emilio o aimullacao natural do
pequeo tratado, quoello fez com sua filian pora
esquivar-so dos rosullados. nlguinas vezes desas-
trosos, dn um amor contrariado, acaulclemo-nns
Vigiemos sobre ludo o nosso rapaz, corto de que
se nos deixnrmos cnanar por bellos semblamos
quea tem niaiilido, naopodemos .lexardecouside
i lar cuino una ds|ioscito hostil aos Eslados-l'nilos,
quabpiei iiilervencao por parle das (mleiicas enin-
. peas como lim de i-cpriuu-lo., ou supcriulcirdc'los.o
ll.'sde entao diversos prcsldenlos dos Estados-Unidos
| lem mais mi menos regbtrado esbn ideas; inl he a
, .1 dnulriiia Monroe que vc-se que tem por lim, em
! seu .('iilidolimilvdo, impedir a inlenencao das pu-
leucias europeas ta sepracao c indepcmlencia dasco-
lonias llispano-Aincricanas, para so constilirireni
novas repblicas. Alm dis.o u.in se piidc licuar que
ella, em u:n sentido geral, ou mais lalo. pnasa inler-
pelrar-secomo hostil a qualquer poslerlor cnlonisa-
cao europea em qualquer parle ila America do Norte
edo Sul. Una tal iiilelligencia seril coniludo ex-
Ireuia. por cxeinplo, contra a Franca na queslao de
Sonora ou de Semana. O verdadeiro |hiiiIosubstan-
cial da polilica paiece-me dever ser : nn inlcr-
veiicao das moiiarchias europias us ncuocios ame-
ricano., e nao inlervencaodas repblicas america-
nas nos iicuorios eurnpeiis como corollurio. l>i,i ul-
lima parle foi a politica recouuiicnd.ida por lieorgo
Washington em sen dreme de despedida, alim do
cwlnr-sc cmharacosas alliani;,is : lian interv ir na po-
lilica europea, mas iinicaiiicnle influencia-la |iruin
virtuoso evemplodos sell tjtiareriteiiienl do una na-
e.in. Mas be inlcrcssaiilc ver-se como, enibnra )ior
pouco leiii|Hi lmenle, o excelleule conselho do Was-
hington e a reciprocidade da douliiiia de Monroe,
foram desprezados, c dcslemhrados (icio |ivo noca-
so de hossul cuja eloquencia ardenle cJliinulou a que
li matas, bem cono na Inglaterra, para a Inlerveu-
e.ii.....s neuocins de nutras naces. soh a absurda ca-
pa de una simples sinccao verbal, de una perver-
so da palavra nao inlervencao usada, c amora-
gada. Se o insidioso cousclhn,l\cssc prevalecido
.ina porcode nacoes csiaiiam agnra mergalhadas
em guerroi fralricldas, e ImmeMdade de horneas
le i.un -ido morios. Mas assim nao aconleceu, c o
evcil,iinenlo causado por Kossul,lano uesle paiz co-
mo na nglalerra, passou alm ao silencio a ao do. He juslo aiTcscciilarmo* que a respeilo da ina-
nia Kossul o Kovorno oppoi-aa asna doutrina ; e na
mensagen quo-pnldicada siiieulealuuns diasde|iois,
o presidenle Filmore leve .,. ,;.r,,.. ,le riqietir a dou-
trina de nao inlcneucu que lir.i oi'..iiiai-iameule
promulgada |mr Washington, o nico perigoda dif-
neuldade, seria, no caso dealguroa iiovacoluui.jcao
europea^ a rcallinnaco da doutrina Monroe pelo
prasidenle general Piercs, como apnlicavel aos lem-
l>se circuin.lani-ias moderna.. Tal realliruiacao se-
ria provavcliiu-iilc sancionada pelo congresso, cm
consequeiicia de ser grande a maioria democrtica,
eommandaule militara
pedindo refoico. ; nina
BiiiiIIhiu, re, usan,I
carias e papis pi
lloillbo.....los fclU
caparem ; e Dnalin
ria. assim anle- it
lio coi.....erln
liinl,ir-se
lizendo a
un Sonora, ao govcrnadoi
arla do general Paredes a
He; e dlueren.es
liiiieio corla de
teses, c a impos.ihilidad" de e
ule os mexicanos canlam vielo-
leinpo. Ma. qslas me.na. mili-
pie foi con.ideraM'l a perda que
sollieu Blanco. Dizeiu lamben que Bniilbon e sen.
compauheiros Inmarain otillo de Apostlos da li-
berdade Porem nina das innis e-lranlias disposi-
efies be que o eninmandanle em chele nnlenoo a lo-
dn.n. navios que se achavameniCinaiiias porto so-
noriano' que se rclirasseui para agiinia distancia,
nara prescrv a-Ios de seren lomados por Rousael da
Bonlbon, que eslahch-ceu seus quailcis avancados
em llcrcasilj.....de dizeiu que se ||h reuni grande
numero de Nnorianoa, Desle lunar le n elle j diri-
itido diversos aiqiellos namnejanles. Mas algunas
destas noticias san contradictorias, como ciado esi--
rar sol taes circuinslancias, c todas ellas, de ambas
asparles dever-se-hia recebar com muilos graos de
descont.
O capitn de mu navio mercante francez que a-
cahade chegar de Sao Domiuum a New York, diz
que a frota do iiiqierador da Franca est na poste
nao contestada do |irlo de Semana, que ser defen-
dido, sendo necessario, |ior toda a forca do imperio.
Um vapnr de guerra foi mandado de Cuba a Do-
minica rom um meiHageiro ao presldenlt Boer, pa-
ra fazer-lhe ver, que se espera que elle nao consista
na colonisaco de seu terrllurio pelas diversas cen-
tenas de americanos, como .foi estipulado, sob o
fundamento de que taes colonistas seriaiu Filibus-
leiros, que invadiriam Culia.
{n enrretptindente do Mnrnimj Chionirle.)
relativas cxcusivameiilc aos cuellos civis do matri-
monio.
Vossa Maneslade accresceuta que as luis sobre o
c.-isameiilo que csto em viaor em cerlos estados li-
milropbes do reino do Piernn! nao leem impedid,,
., santa se de olliar estes oslados com benevolencia
e amor. A islo responderemos qoe a sania s nun-
ca i.......lili,nenie aos fados citados e que lem sem-
pro reclamado contra oslas lels desdo o momento
em que fui conbecida a sua cxisleucia.os documentos
em que se acliam coiisiunadas as admocslacftes fcila.
a esto respeilo so conservan! anda em Uossos archi-
vos. Eiilrelaiitu islo nao tem impedido tem impe-
dir jamis que amemos os catholico. das nacoes
que leem sido conslranuidas a submeller-se s xi-
cencias das sobrcdilas leis. Deverlamos mis dcixac
de amar os calbolicos do reino de Vossa Mageslade
se aflea se eehaaunt na dura necissidade do sollrer
a lei em dlscusso'.' Do. cerlo que nao I Diremos
anda mais: os senlinienlos .le caridade pala com
4 n..a Mageslade deveriam elle. etlimnjiMe em nos
si-, o que heos nao permita, Voau Mageslade rr
levado anveslii esta lei com a sua saoccio real
Pelo -Diitt-.ii iu nnssa i-aridade reiloliraria e mis diri-
glrlalmn fertorosas snpplicas a lieos, rocattdn-llie
q.io rou.crvasse sobre a caheca de Vossa Mageslade
sua mao omiii|Hitenle.c para que mais do que nunca
oecMTeaas com as luzes c as iuspiracoes de sua
graeg,
F.nlrelaiil....... he inipossivel mi romprehender
cm toda a sua ovlciisan o dever ipn....., l, ........;
lie prevenir o mal lauto, qualilo do nos depenm.....
declaramos a V. Mageslade que so a Santa Se lem
ja reclamado em diversas ocrasiocs contra as les
desla iialureza, ella be boje mais do que nunca oliri-
gtda a reclamar linda em face do Piemonte, e dn
dar a estas reclainacos a forma a mais solemne, o.
islo prccisaiuenlc |Kirque o ministerio de \. Mages-
Invoca um exemplo dos oulros eslados.exeinplo
lija iinilaciio he de nosso dever impedir, e
Denlo escolhdo para
desla lei aquelle.em que
..,.... .K.nuiin.(.n.-. imh ccaulamenlo du o
nciaens, esla crcuinslanca poderla dar lugar a suii
por-sc qlseiuiinisin abrama cooteoleociada parte da
Santa S. AUnialal delerniiiiacao nos ser verdadel-
ramenle dobilosa. Porm mis nao pudcfcinci_ le
nianera atouina\mi>Al,9Wic^u;reBiSlfcJes|e det',|a",
te de Deos.que us lenironliado o governo do iure-
ja e a guarda de seus direilos. Fazeudo desappa-
recera causa que nos obriga a cumpri-lo, V. Ma-
geslade poderla dar-nos mu grande contorto, urna
so palavra .na sobre este ponto levara ao cumulo a
coiisnlacao que ex|iermciilamos,quando Vossa Ma-
ueslade se dirigi direclamcnlc a mis. Quaulo mais
a sua respusla fui prompui ; tanlo ella ser doce ao
.....-'"oracao, iwrqiie vira lvra-lo de um pensa-
n,-i, i quo o acalmaba, masque enlrelanto mis se-
remos constranudos a realisar em toda a sua exleu-
fum-ilo
tamliem |Hirque sendo
preparara estabetet
lio
>*;
vel do contrato de casamento ciilro os calbolicos, SV- 'lndo um dever de oonsciciieia exigir de mis
riimrosameule esle aclo solemne.
Uesia-iios presentemente desfozer o squivoco quo
engaa Vossa Maiieslado no quediz ri-^peilo admi-
nwracfoda dioeeac deTuriin. Para evitarassuper-
[|uidaile..iinscnuleulareinns,roin o supplicar a Voeia
Mageslade que loaba paciencia de ler as duas car-
ias, que Ihe dirigimos com as dalas de 7 de solom-
illo o II de iiiivenibiode 1849. ti inliiislro de Vossa
Mageslade em Roma, que se aeha hoja cm Turim,
lindera Ihe referir a este rcs|icilo una refloxao quo.
elleouvio de no-sa bocea a que nos recordaremos
ipiiinm loda a siinpHeidade. [uslslindo este mi-
nislro pohiiioiiiuacao .lilil adiuinisliador paraa din-
-e .le luriin.n,,. iba observamos que o mfnlsle-
" I1'1'1.....lei lomando a re.poii-.ibilidade da en-
caicerac ni o do exilio lio dignos de reprovacao do
Mar. o ai.Tiii.p.i ile Turim, linba oblido um resul-
lado a que pciivavelineiile elle se nao propuiiha, f-
"'uilo estas......li.l.i. deslepreladooobjectodas svm-
palhias e da veneracao do una lao mande parl do
calbolicismn, quea. iiiauifestoii poi diversas raanei-
ras. Acontece que mis estamos boje na impossibi-
hdade de parecer-nos |ir em oppoNcio nnn esto sen-
limenlo de admiracao exprimida |iclo inundo calho
lico, privando Mar. o arcebispo de Turim d'aduii-
nislrac.io de sua djih'isie.
pretenda regular sua validada, contradi a douir
da igreja, usurpa seus inalieuaveis direilos, e. na
pralTca, colloea na raesma ordem o eonenbiiuto e o
lacramcnto .lo casamenlo, wnccioiiaudo um e ouiro
como iaualuwule legtimos, A doutrina da igreja
uo seria salva o os seus direilos nao seriara sulllcieu-
lemenle garantido, pela ndopco, em consequem-ia
da discutida que deve le- lugar no senado, das duas
condlcoes indicadas pelo, ministros de Vossa Ma-
gostado, a saber: priiueiro. que a lei reronlieccra
como valides o. easamentoj celebrados regularmon-
le dianic da igreja ; e segundo, que (piando se ce-
lebrar um casamento cuja validado nao Hr reconhe-
rlda palo igreja, aquella das duas parle, que mais
larde qulzer conroroiar-se com o. praceiras delta,
nao seraobrigada a per."\erar em urna cohabilacao
coiideinnaila pela rellgiao.
(Iiianlo primeira eundicn. eiileude-.e por en-
lmenlos validos os que sao reulaime.ile celebra-
dos dianic da igreja, o uesle caso nao su a disliuc-
oao da lei seria superfina, porin haveria laubeui
nina verdaileira iisurpacao dn poder legitimo, se a
lei civil prelende.se conhecei ojuluar dos casos em
ipia o saciaincnlo fo.se ou nao carabeado regular
le"n u ..'" ..v ....finia...,,' ,-\j.i mi.,i,i n-iii mi
ou por oulra, cnledj-se !!lJ";,:.l"lo.M .^ aTcebi'l> llc Turi
liaue da igreja tmenle ou.
iisaineiiliis contratados rogul uincnle, lato lie, con-1 rerininaremos respoiideiido ultima observan*
formo s le. lilis, e nesla livpothe-e ainda lemns ,'I'"' "os faz Vossa .Mageslade. Accusa-se una par
i,i de um direito que he exclusiiaincuto da Ilc doctoro piemoiile/ do fazer guerra ao goveri
nenie dianic da iureja
por casamcnlos validos
io, deixaiidn-se a una
le nao perseverar em
a iiulliilaile do casa-
iiem dianle da igreja
iu deixaria com ludo
do podar civil una
vollot, ainda bem que esse damnado vclbo nos
apoma o armo, depois de nos ler dito actulelem-se.
Os acontecimciilos nao lardaram oiu mostrar
qnam pouco Mr. du Quesnoy so linha compro-
meiiiihi, mesmo acolliomlo com lauta houevolencia
as ideas de sua filha sobre o estabdecimenlo u ,
que ello cscolhcra paro si mesmo.
O torno pai deu dous ou Iros dias os risonhos
osporancas do Clotilde, depois, como o ausencia de
Emilio o de Agotho ruiueo.ua a pesor-llio visivel-
mento, noo ohsuinte os disiratxoes que Ihe oflero-
ciom os dosveilos dos senhores l-avoisot, Mr. du
Quesnoy, onniinciondo sua falla o prximo par-
tido deseui hospedes, servio-se habilmenlo deslo
eircumstancia. como du urna Iransico pira rhegar
primeira parte de seu plano de corapanha.
Elle observou o suo filbo, que sua morado cm
Noirmoni io necessariomenle colloea-lo n'uino
posicao difficil pan com a familia Baymumlo, da
qual dovio conservir-se provisoriaroenic portado,
cousa que nao poda fozer-se n'uma povoa(ao. Oli-
do os habitanteseslo acodo instante om presenca
uns dos oulros, siim manifestar ama reservo, quo
noo podio deixor de produzir mo olleilo no lu-
gar. I.eiiiliriiiilli,', que linha om Poris uni p-
renlo prximo, Mil olta morolidado nodo doixava
a desejor, o que so linha cent vezes olerecido |>ara
acabar a oducacoo do Clotilde, dundo-lhe esse lio
Um peridico de Milao, l.-t /liliufiu, piiblicou
una caria de S. S. o Papa, diriuida ao re de Pie-
monte, sobre o projecio de lei relativa ao casamen-
to civil, u qual oeoupa de um anun para c a. cuna-
ras a publico piemonlez. (I peridico Iji Uilaucia
i o, "I.,i esta peca do seu corraspondenle de Turim,
0 qual explica quaes as rircuiiitlaucias cinqiic esla
carta foi eacripta e como elle entrn no conlieclinen-
to de sua evlslcncia. Eis o que elle diz a res-
peilo :
a A carta do santo padre he una resposla a una
de nosso rei. Viclor Eiiuiiauuel. Dnn-ios estedo-
cillllenlo por ailllicnlii-,1, c nao lomo ser de-......|||-
ilo sobre este |.....lo. Durante a iillima irise niiiii.-
lerlal, o rol qoereudo provar que a santa s n,in cu-
carava rom I......idlio. o piojcrlo de le sobre u ca-
samento volado pela cmara do. depurados, e que
elle au juluavn esle projeclo conforme i doutrina
da igl'oja, detejando alm dislo cnov cocer cerlas
Cssoasdeque linha-se abusado mu punco de sua
ia f procurando pcisiiadi-lo do conlrario, o rol,
dizemos mis. fez que algumas nanas lean.......la
caria aulhographa do Papa, lina de-la. pe..,i,i.
leve a indanrieio do tirar della una copia e a con-
liou a nutras que por sua vez a copian..... dcmuiici-
ra que presonlemenle osla peca acha-M espalhada
porleuce a Cesar
; nao ha nislo ou-
orredoros de Dijon. Ella dignava-so oncorrogor-
so do coniluzir Clotilde, a casa do sua pranla, a
qual j eslava prcvenl do suo ido, a praparava
urna fest.i esplendida para suo roeepro Esto oc-
casiao dispensava a Mr. du Quesnoy do urna vio-
(;nm que soria prejtidiol oos inlerosses de suo cul-
tura ; edoviasoroproveitada com reconhecimenlo
e i'inpcnlio.
Clotilde nao linha objeccao serio quo fazor a os-
e plano, quo nada mudava s medidos conven-
lunada, eulro olio e seu pai, o que, alm dislo, Ihe
mo.travo a perspectiva de urna residencia de al-
guns mezes na copital, obyecto secreto de todos os
seus sonhos. Porque no collegio om que ella linha
sido educada, muilas da suas companheiras li-
nham vlsio Poris, o os norrocoos que faziam de
suai maravilhas linhom produzido em lodos ellas
unta febrede curlosidade, que sua partida para
Noirmonl, lugar obscuro, um dos fins do mundo,
nnn denara du contrariar. A moca suspirou cons-
cionciosamente com o ponsomento de quo ia ser
separado momennneamonto do seus amigos ; mas
esso ausencia era necessoria no inleresse de sou
amor. Mr du Quesnoy promoliia lealuionie apro-
veiia-la para esludar com descamo o carcter de
Emilio, desenvolver as boas qualidades, que elle
|K)dessa mostrar, c animar os esfon;os quo llzesso
paro tornar-so digno da um sogro, como olio, se-
gundo o protocolo do tratado quo eslava om pleno
compeieui-i.i da igreja.
Quanlo seuunda cundir
das dn.is p.ule. a liherdade
unta rnliabilarao illicila, visto ,
ment que lian for celebrado, u
neiii conforme s sous leis, nao
iii'siib.i.iir como legitima dlant
uuiao condcimiada pela rcligiao.
Finalmente, das duasenndiees iienliimia deslroe
a suppn.iciii que o prujcclo de lei loma |mr ponto de
partida em todas as suas disposices, a saber: que
no rn-amrnlu o Nirranienlo lio separado do contrato
emir bao mesmo ellas delxain subsistir a opposic.io
j indicada entre osle projeclo de lei c a doutrinada
iureja sobre o matrimonio.
Que Cesar conservando o qm
ileiva igreja o que n| da Igreja
tro meio de conciliac.io.
i.ia .. p l.-i mi dispuiiba dos elleilos civis quo
derivam-sc ilipcasameiilo, mas que elle deixe a re-
ja reuular a validado do inesma calamento cnlre os
i'lirstos. (le a lei civil luino por poni de pulu-
la a validado mi invalidado do iiialiimnnin segundo
a iureja as determina, o parlimlo desle facto que
nao piale constituir Islo esla lora do sua esphera)
quo ella reuni OSetToitoi civis.
A carta de \'n dar colareciiiionlns sobre algumas mitras proposi-
eiies que nclla mil,nnn.. Piuneir.iiiienle Vossa Ma-
je.lile diz ler sido informado por um canal que
deve crer ollicial que lllij nao lomos considerado
ionio prejudicial i iureja a apre-eiilaco da lei
cinta meiicioiaiia. Qui/emos cuteler-nos sobre es-
te ponto ciin o minislro de Vena Magestade, o con-
de Breloiic. antes de sua parlida de Boma. Elle
nosassegurou por sua honra que M linha liuiilado
iinicaineiile a cscrever aos ininislros do Vossa Ma
gestado que o papa nada poderla iqqior; se, eonser-
vando-se ao sacramento lodos os seos direilossiura-
dos ea liherdade a que elle tem direito, Hiessc leis
nHMua^nnfiBl^fipainHBiinBi
e dereoltar srts subditos contra Vossa Maueslad
e contra suae leis. Una lal arcuico rjujiur......
ria inveosiiull se nao fosse fnrniuail.i por 'v
Maueslade, que assi'mira ler os ilocumenlos pe
quaes ella he justinoada. I.ameiilamos nao le
iihei-imeiilo algiim desles documentos e de adiar
nio-uos assim na impossihilidade do saber quaes
sao os membros do clero que adherein a ,le,iest.,-
yel empresa de urna revolucao no l'icmniile. Esta
luiioiancia nos mi permiti puni-los. Todava se.
pelaspalavrasexcilaco revolla quizerem tal-
ar dos esrnptos que o clero pionioutez lem fol-
io apparerer oppondo-sc ao preieclo de lei sobre o
''....."'ilo, diremos abslraitido da maneira rom quo
aliimis se liaaiam a islo, que a este resiicilo o cle-
ro fez o seu dever.
NU. e.i revenios a Vo..a Mageslade que a lei nao
be calholica. (Ira so a lei ojo be calholica, o cle-
ro he ohriuado a prevenir disso as liis, emboca
fazendo-o, se exponlia aos inaiores perigos. Mages-
lade, he cln nonic do Jess Christo, do qual apear
'' nossa indlgnidade, somos o viuario. que vos foi
bilo do mundo, que s mu diifieilmenle eila po-
ajinlaremos a esso man hoto Mr. du Quesnoy a I dia adquirir fura di corle. Madama l.ivoisol va*-1 curso de oxoonco
tornar o cnlrar na livrodisposico di man de sua tova pora Pars sem seus filhos, ce quoes se pro- Mr. du Quesmn foi pessoalmonto participar a
lilhn, o nosso tlorroia dor ganho He couo ao Bnn-1 punhoni acabar de pastar o eslacao das cacados nos I partida do Cloiililo o familia IWmundo. o
MUTILADO
pial ello euclieii do oljgria por suas moneiras miti-
ga veis ccordiolmenta benvolas.
Nj pronunciou unta palavra, quo lizessoa me-
nor allusou aos futuros conliii Jar lugar a uiiia.alliona entro ellos; mas convor-
sou muilu com Emilio, fe-lo lagarellar com um
ntoresso visivel sobro sous trobalhos, sobro seui
conliecimenios u sobre suos ideas de fortuno.
fez-Iba onlrover um apoio, quo poderia decuplar
suassorlos favoraveis, o pedio-lhe calorosamente,
quo fosse v-lo muilas vezes. Esla visito, em quo
Mr. duQuesiioydesenvolveit loda asiiaaltabilidodo
com um luxo dodemonslroQocs inleiromonlo ex-
iroordinorio.xonsolou, ole cerlo ponto, a Emilio
da ausencia do sua bem amado Clotilde. Seus
p.iis, e mesmo Marccollrrefizorum coiuprohendor,
quo esta separaco era um mal necessario, o quan-
do o eomromestre ficou s com seu cunhado, res-
ponden s questes de Mr. Rsymundo assohian-
du urna ariozinhi que audoro om minia cm Noir-
monl e seus arredores: Vai ver so elles vem,
ele.
Irro disse ello etiifini continuando a trabo-
lliar, Mr. du Quesnoy he muilo astillo, couheceo
forte o o fracu do coiarao humano. Recupera sua
filha com branduro. So consojjuir isso. cu Ihe
canlarci do bom coroeao um a To-Doum.
Knlao cros, Marecol. que os disiroccoos da
capital oxpellirao o nosso rapaz da lombranca do
Clotilde T -
Ali ali .'oh I Pars hoassoz grande, pelo
que parece, poro panlcr-sc ah muilo cousa. Alera
lanos e i os dizcnios em seu sagrado iioie que li....
deis vossa sauccina esla lei, que ser a toule de mil
desorden..
Siipplicainos lambcm H Vossa Mageslade. para
que poiiha um freioa imprensa, queconllmiameiili.
Iran.liiirda de hlaspliemias e ininioralidadis. vi, i
pcrd.io por piedado. meu Dos! que estes pecca-
1........ pesen sobre aquello, que leudo o poder.
ii.m qiii/et pin nli.iariilos a causa que os produz !
Vean Maueslode se quclxa do clero ; porem esle
cirro lem sido nr.le, ltimos a....... perteverln-
ll'""'.....ullrajado. iiior.ido.caluniuiado. enlrequeao
appinlu ioe ao esramco |>or quasi lodos os peridi-
cos queso imprimen! no Pieinnnle, nao pode-se de.-
ciciei linlas as infamias, todas as invectivas odio-
sas derroina que elle d,-leude a pureza da f c dos principios de
virtude deve iiirorrer no desagrado de Vossa ilaues-
lade [Nos nao podemos ere-Jo o no. abandonamos
disto comolompo so esquece ludo. Se madomc-
sella Clotilde 'loni lana perseveronc no cobeca,
como resoluQo no coroeao, sar paro ella oslo urna
occosio do mosira-lo. Emfim veremos, disse ello
balondo aa oabei;a. So Mr du Quesnoy quizesso
seriamente proteger a Emilio, ello he um ropoz
capaz do ir longe ; senao podero bem acontecer
quo desseque fi:or a seu sogro. Emilio lio um
mancebo bem plantado, aios noo lem roizes.
Que queres diier com isso, Morccot ? per-
(juolou Mr. Raymundo, que a reroudo-se, o
que volluu procipiladomenlc.
L, nao sel oondo, respondeu o entoncioso
conlromeatre, quo motos he una palavra quo
significa prudencia.
Mr. Raymundo, que condeca o genio obstina-
do de seu cunhado, comprehendeu que a conver-
saco ti n lia chocado ao seu jm, o relirou-se re-
fieclndo no sentido profundo que ofTereciom as
iilnina. palavras do Marecot.
Aljpins dias depoisda parlida do inadaniosella
du Quesnoy, Mt Bonvallot apreioalou-se no cas-
lelloom possoa.
Esta eircumstancia ora loo contraria aos hbitos
de selvogoiii lyconlhropia do volho, quo os hohi-
lonlesde Noirinontsoiiironi lodn. de .uis casos
poro v-lo pastar em seu trajo do g;ala o iodo, os
abelliinlos do lugar reunironi-so aposelle, alim do
saliorem do acoiilocimento extraordinario que da-
ra podido decidir Bonvollol a vestir seu tragodo-
mingitoiro pora fazor umo visita.
I Ctmliminr-te-ia I


2
x
lo (mo ororacSoH Mperanca de ver Yowa Maces-
la lo sustentar os dtretto, proteger os minitlnw da
imvja o Itvrar seo povo do jiii/,o tiesto* Ipil, que al-
toslan) a decadencia da reliaio o da moralidade non
ealldoa f|ue a *olTrcm.
Ilheios desln ronllant;.. le\ niitaimvt as mito* |ara
ei,rouando a S.ut.issinia Trimlade para que faca
descera boiirio apoitlolica sobre a pessoa au&iisla de
Vosna Maueslade.e sobre lodo a ana rral familia.
a Pius P. P. IX.
i> l'uiilif. lias/ri illlil VII.
INTERIOR.
r
MINAS GEBAES
Oxiro-PrMo, 7 4* fMr.lro d 1863.
I'.n 11, ip.-i Un- na ultima carta que llie dirig que a
:il do prosino pausado se hvl amanado o Contrato
Yutre o emprexario da i-nm|ianliia l nio' e Indus-
/ ra c o novcnio provincial tiara a coseio da estrada
ilo Paraliybuna, tirando de (lie comniuliicar nesla as
rondicAeii do mesmo rontrato,
O enverno provincial obriRa-se A ceder coinna-
nlii.i a estrada provincial denominada do l'arahv Ul-
na, entre cidade de tlnrbacona e aquello rio, aflm
e hem assim Ihe cede (mos os favores e privilegio*
runredidos mencionada estrada |wlas leis provin-
riaes em vinor.
Emquanlo nao se ai'liarein rejiilaiiieiilosostabele-
oidos, os veliiciilus da rompanliia lera lixre o Iran-
eito sem oulro onus que o paitamente do imposto de
liarreira em vaor.
A laxa de 3S20 continua a er iirrcmiada para
os cofres provinciaes, dola Hito sontos, ou de
qualquer oulra que a substitu, o trtniporte de ma-
china ou instriiuienlns iicccssarius rniiipanliia.
A companliia oliriya-se a ronrlnir. conservar e
iiH'rfcicoar n cslraibi, el entreaa-la ao covemo pro-
vincial |icla mesina inaneira |Kirque se ohruinii a en-
tronar ao nvenlo imperial as que construir e me-
lliorar: c mais assim a pasar a qnaiilia de 18:0011o
em moedacorrente ans cofres provinciaes, e as mul-
las oslabelecidas em certas c determinadas hypo-
llieses.
A estrada ser enlreuue eompanliia un eslado em
Jue ella se adiar no primeiro de Janeiro de I851, po-
eudo rerelie-la antes, se llie convier.
As concessdes foilas pelo Enverno provincial lirain
dependentes da appiovaco da assciubla provincial,
que tem de reunir-so a 2."> de mareo.
Tcnbn este contrato |M>r limito razuaxol para am-
bas as parles que o assiunaram. (i llom Senso pro-
voca solin; elle toda e qualquer disruan, para o que
franquea as suas coluinnas.
..ri lirnienienle que a asseinbla provincial ip-
prnvar as concessftes feitas pelo ro orno.
Por esta porto eslo arrollados lodos os oli-lacnln.
i exccucSn de nina empn-za que tantas vanlauens
ilianra I osla proviueia.
Na ininlia ultima correspondencia demonslre a
falsidadeda nrcusacao feila Enna. presidencia, de
havor mandado dar posse de vereador da cmara de
Caolhao visarlo deTaquariiss. na mesilla orea i."co
em que resolva que o vinario Kelii issimo. da llihi-
ra, nao poda acruuiular esse careo. O niuiln veri-
ilion corrcs|H)iidenlc do llirtmlil mamrou, etr,i {
aquellos ares de imperluiliavel semiridiidc ciy;;qne|
semprc expende asuaverdade. que lera us deci-
oes na folha affirial, admirndose lUi.lynimio des-
de i i.i.lo oin nouar faetos presenciados |H>r mi-
e (esleni"ohas.
O flom fitiun do hoje, refutando a niesina estlida
censura aqu reproducida |H-la Degeneraran' rfo
.ponilo, publica os ntlleios que passo a Iransrrcver.
n IIIiii. e Exm, Sr. A cmara municipal da
x illa de Caoln-, leudo de convocar para se ompossa-
lem. no dia 7 do prximo futuro mez de Janeiro, ans
juizesde pal que oliliverain mainria de votos, adia-
se em tluxida sobros eleilos ueste dislrirln. por se-
reiii lodos enipreaados, semino piimeire administra-
dor do correio, o segundo tabllelo de olas e e-ci i-
vao do jnry, o Icrceiro lamento da nanla nacional,
rom o conimandn em ell'oelividade, o qunrlorollro-
lor do municipio. A cmara submclte a derisiio iIim-
la diixida a V. Exc. alim de orienla-la, sedeveenn-
voi-ar osles, ou Be sao iiicoinpaliveis con osaeus 0n>
prega*.
(r I loo- guarde a \ Exc. Taco da enmara muni-
cipal de aelhc. em si.s-.io ordinaria de 2 de milil-
itro de tri'ti. lllin. e Exin. Sr. picsidenlo da pro-
vincia. t'iirliiwi ileS'Hizd '1'elle* (iiiiimr'i'en.
Inloiiin Jone l'inlieirn. Joaqum redin ile A:e-
retln Ciiilnhm. Antonio BOTftt lie Milillllln.
' .lillnnin Juii1 A'ilr.
HESI'OSTA.
Palacio do 8OV0I1I0 di provincia de .Minas lo'-
rae., :l denulilbro de IH.">.
o Eiiisolueao a consiillaque N'incs, fa/em no olli-
io que me driuibmi rom dala do 1 do OH i cule, le-
nlin a dedirai que m cmara deve npodlr diplu-
ina. tanto par julios do imm lomo para voreadoiw
que leni deservir no qiialrieunio de IX.VI I IH57. -
quelUss eidadaos que obliveram a mainria de votos
para laes cargos, e osles onlan so o que deven la-
zer opcao ntreos einprcuos que aclualinenle oceu-
p.-ini e os cargos para que foram eleilos, quaiulo w
jam inconipaliveis.
ii Dos guarde a \ mes. /m: dtUwio HffrooM,
Sr. presidentee vereadores da cmara municipal
ile Caelli.o
Aquellos que uno1 lem o mjnismu de neijur fitcln*
preseiiriiitltii /nir milh'ireii de lenfemiiii/ui*, que di- f
ai.....ni que essa derjofo eonlraria -a declaracao da
ine.....patibilidade. entre n cargo de vereador e as
funccles oV-viuarin. ?
v-^iulra accusaciio nao menossiiicera, veridicji c leal,
lie a da deioisso ilo primeiro juit de pa de t.anibo-
bx, lida por inilliares de pessoas, e que ni lenbo o
cynisino de negar.
* Alu vai o oflicio da presidencia consol neulo a essa
qiieslio, e que lainbcui Irauscrev o do llom Sen*o :
> llarendo-ie r>rii le juit de pa? do distrielo de t jiinliobv o nl.nlao
Joaqiiim Igaaclo Siiihics, que foi o ir.ais volado, c
'indo-lhe aceita n etruim. deve ser considerado jni/
de liar mais volado o iuimeilialo, que, segundo a re-
laeaoenviada pil.i cmara muuirqial, lieocidadao
francisco Candido de Brito l.amberl, a qiiem, nam
qualiilade, compele presidir a junla de qualilicacao
ile volanles. nao obsta ule ore upar o posto de oflieial
da guarda nacional, una vez que nao so escusa do
cargo do jui/ de paz. anles tomn |>nsse; Kirquanlo,
si'uundo declara o ail. Ili da le de l!l de seleuiluo
de IR."*, e 5 .- do artigo -l do dnelo do Jl do
dezemhrn do mosino auno, so lio prohibido o oveci-
rio simultaneo do cargo dejuiz de paz com osen ico
da uuarda nacional, pudendo lodlvil o oflieial da
tanla nacional servir como juiz do paz. deivamlo
nossa iH'easio o exercieio do sen posto: lique Vine.
iMHlanlo nesla inlclligeucia.
a lieos guarde a Vino. Palacio do governude Mi-
nas l.erars. :l de abril de IK.V2. /,ui: AnlonioHar-
liOM. Se. Jni/. de paz de Ounboliv, Jos Manoel
deOliveira Porto.
Agora note Vine, que a cmara muni.'ipal que
couoedeu a escusa perlonce i |mrcialidade sdilira
do juiz de paz cscusado ; nao obstaulo insiste ovo-
ridici.....rrespoiidente que a presidencia, no iuluilo
de vencer eleic/ies, demillira o juiz de paz Simos.
A dala do ntido prova o acollo da decalo, |iois se
esta fiira Ilegal os iulcressados leriain ris-lamado
conlra ella.
At a iluta dcslu, oonsla-ine de lioa |wirle, anda
nao foi piistenlo a<> aoverae provincial a ropio-onla-
cao vista por n,litares de pessoas, e da qual tem o
eximio eoiTespondoiile nina copia oui sen (Hider, di-
rigida por varios ridadans do r.ambohv Contra asau-
loi id.idos pociaes daquella freuue/ia.
tlquelbeposso asseverar hequeeni Poiiso Aleare,
calK'oa da comarca, o juiz de direilo inleriiio, alie-
na- levo conliociinoiilo da correspondencia do Mer-
mla a que me rellro, (ullclou a rcspcilo ao subde-
loL'a.lniloilistrioloo ao pioiooloi jinlilic.....nlcuaulo
a oslo deuiincasse osfaelos argidos de criminosos,
quaildo os ..i.-i l,-i.,-.,- verdicos, depois do colindas
as.....-os-arias inlm macos, como todo consla doolli
eios publicados na folln ollicial. d'enlre os i|uaes pas-
v ineial, o que anda nao acnnleceu al a data desla,
atolle, mullo nilb de mci de|Miis da publioiclo da
caria do rorrespoDdenlc do Mercantil, lenlio por in-
ilubllavel que os queiiuso* nao rerorrerim s res-,
peclixns autoridades locae, e por sso n5o pode* es-
la er averbadaa de omism no cuinprimentodcscui
(levetcs. .
To alia dea forma de si o csliniavci correal.....den-
le do Mercantil, que suppe nao poaerser comlia-
lidu senao pnr lima inoia Jaizia ao ni.....0>lc conlen-
ilores..A>c llercHle contra dno. diziam os aiiligos,
q.......mu mis Inlm ; enlrelaulo que Iwsla o inconi-
puravcl Malamouros para fazer frente a um regi-
ment inlciro. Mi- lambem elle leni ra/.ac,: o uso
das armas do fugo, da cspinuarda, da pistola o,do
l.ai amarle, da a qualquer rraralho o animo necc-
sario para dar cabo do sen semellianle, emliora supe-
rior em forcas. (Jucm P'hIo evilar urna traic.io
Nao sei se Vinc.lcria com nllenro a bislorlela re-
ferida cerca do rbefe de polica destd prov inda que
n i edioo o Bom Snua por certai raso'ei que elle la
o sabe, c que no igiiorn a meta das rendat a ; pon
cu puwo asscverar-llic que o ebroniata a ilesualu-
rou inteiramenlc, como cosluina desnalurar ludo
qu.iuio refere. Vou dizer-llio como as cousa e paa-
-.iiiiii. ..
Um fulano l.ope* apreseulou-iie ao ebefe de poli-
ca requeroiido mandado de apprebenao dciini seu
escravo, o que provuu rom documentos, e cxpeduwe
o mandado.
Ellerliiada a diligencia, fo-llicaprescnlado oulro
requeiimenlo, em que si' pedia eonlra-mandado, e a
expedirn de ordens ncressarins para a captura, com
o finidanicnlo de estar o supplicanle na possi- do di-
to escravo em virludcdc um mandado de inaiiu-
loncaoevpcilido |ielojuii municipal, cas
ferido.
Em verdade um chele de polica que procede desla
inaneira be /.ero em negocios forenses, e piule receber
lices de cadeira de qualquer esorivao da ruca. Mus-
Ira iiconcebivel versallidade e indisi-ao na- ques-
Iimss mais simpliees, c espcba-se ruin aquella facili-
dadequesiia flaqueza do espidi |Mide explicar. Ou
poda ou nao poda, observa o novo C.ujaroin, expe-
dir u primeiro mandado; so poda uiio liaba motivo
para revoga-l ( o corres|Hindenle csquei'eu-sc da
troca da' nnta>, e de nao le o intei/rn magistrado
coraran de ferro >; se nao poda, den prova-de que
be bospede nos |hiiiIos mais coniesinbos do nosso di-
rcito patrio. Tudo isloprova. naopiniio tlononrndo
parlamenlar, que si- a justica fosse a muma iuiaria-
vel da conduela do integro inartislradu nao se leria
de o ver......mil radenlos to nianifesla<. Sendo a
qneilao' de lo'ne. sccrMeenta elle, i mr ama ac-
cilii orilinnria milin a/I" decidida.
Nao julga Vine, livisia Je razi.es lo ponderosa
marui, com a condicio, porcm, de inulilisar se-
melhinle obn i lodo o lampo quo a cmara o eli-
gir, sem diroito i indcmnUooio.
RuMlveu-s a exonerarlo do cargo do fiscal da
Vanea, quo servia Jos Camello Bollicio de Bes-
sone, o nojusentido maiidou-n azor ,as conre-
nienies porlicipacoes.
l'rosiou juramento do cargo dejuiz de paz do
sogundo ilisirioin de Jaboalao, Manoel do Souza
Leio, por seu procurador Lui da Coala Porlocar-
roiro.
Dcspocl)aram-so bj peliries do Monool Joso
Dantas, de Manoel Amonio da Sil" Ros, do
Paulo PoroiraSimoes, de David William Boxv-
man, o levantou'se o soasan.
Eu, Joao Jos Ferrelrade Aguiar, secretario a
subscravi. Bario do Caplbaribo, presidenlo.
Mamado. Reg o Albuquerque. Olivoira
Rogo. SI Pereira.
PIBLIC.CAO A PEDIDO.
MINISTERIO DA GUERRA
So aviso da 10 4a Jaautiro da 18M, extrahlmos
O scgulnlc l
EXPI.ICACO'ES PARA AS INFOK-
MAttlKS SKMESIHES DOS OFUCIAES E
PRACAS DE PRET.
Corpo Por baixo desto titulo se dovo osero-
ver a denominatao do corpo e da arma a quo per-
lonccr a prara.
Auno.Ainda quo a nforniacao soja assigna-
da cm um semostro ou anno posterior, sempro se
dovo cscrever aquello a que pertencor a infor-
mado.
Semestre.l)eve entender-te por primeiro se-
mestre o contado do 1 de Janeiro ao ultimo do
I ii iilm, o por segundo o contado do 1* do junho ao
ultimo de dezombro.
Praea ou posto actual.Nesla casa s deve fi-
gurar os poslos do sargento primeiro ou segundo,
o os de sargento ajudanle ou vago-meslre. Os
turnis mi devem entrar, porquo nao esuio elles
li.il.ilii i I'.- a seren promovidos
I que nao
Como simples pracas nicamente os primeiros e
que liem i/irno' on/i'MUi'irtlIie parece o conespim- segunJos cadetes
Os soldados particulares s tem diroilos como
in_fori) [cs_;__
Nmeros".Quorofizer o numero qilo a praca
liver no livro-mestre do corpo : por baixo desle
numero deve oscrever-se o nomoinleiro da praca,
em letras maiores.
Coinpanhia.Ho o numero da componhia em
que a praca liver sous assentamenlos. Se esliver
servindo em nutra, se devora faier inencao dessa
.lente dn Mercantil.
lia musas mulle celebra tanto inundo,
sei como explica-las salisfacliiranio'.re.'-
Diz-sequo be linmeni niiirtuji.Yfai-istrado queobri-
ga a calumnia a dcsinaso.ifto-so. forcaudo o seu au-
tor a apresenlnr em ju/n os dooumonlos muilO o-
lemnei em que elle firocurav vjiasear as suas despre-
iveis iinpnlacoi.s. ea ouviieni face a declaradlo
mallo lermiiioic de que laes dociinicntos nada pro
vavam. m que ellesoanimasse a replicar, equer-so
uiiosojaoonsider.idn bonieni vivo o dcsgrac.nlo quo.
entrando em una rebelliao, e por ler ouvido dizer
que as peiias da lei locabiriain sii........o sobro os ca- circumslancia as observacocs.
iH'cas. passou a delatar em juizo aquellos quo ello re-. Assenlatnonlos lios.Sao aquellos que se do
putav alao-. i ve repetir em todos os semestres.
que';:: ^Hi^noVin'd:,;.: ::;::;: i sgnaes de ^ Jo m,-^r,.
vo/es das ropui.ioos mais purasc hiniestas, lia fados Jes que designain porfeilamento as circumslanctas
quo lallain t.io alio que n- mais suidos partidistas nao | pliysicasdu individuo : para podor ser sotnpre co-
peden dehll de Ibesdar nuv idos. Nao MU as maus |lhecdo ^ .a^onr com oulro.
^p;;^:::,^:::;:::;^'';;;;;:^^;:;;.:^!^^ Fi.hod.r-D.w.ni.r-ni)t.o.,.
a luda-as limas, a lodo*os asanlos, quei-.se inagis-1 ver o nome do pai o o omprago, se Tur nolavel,
Irado he um honieni i.....lo....., delator um ho- ,;, Jeolaracao do legitimo mi natural. Quando
moni vivo, que iiin.Mioni vos dar crediio.- ..... nao livor pai conlietido, so declarar o nomo da
As provas a respoilo do magisliadn linios as tem
prsenle : querer-se-ha que tacamos Icasladariln res-
pin-iivo prnresso as que -o rel'orein an delator '.'
t:, appareoeu lio da i de fevereinlo peridico
para cuja puhlioacan o Si. Mello l'raneo, segundo ti
em nina circular por elle aatlinutdl e.que foi publi-
cada no lloni tent, eximo dos seus ei^religionarios
li:IKKi.- A Hegentrarao' he um pe indico mullo mal earrip-
lo, cuja HnguaMmao pode agradar neaaonlnlei-
ramenle analphalielas. Sinlo nao poderIranscrovor
alguna Irechoa para lite mostrar al que poolo e-ie
jiii/.ohc hem fundadn. tl Bom Mmao.ji a lomoii i
MU milla, o oloin que Mil em luas mfios.
A Iteiii-nccaciiii prova I cnmplola decadenci? du
partido em oppoalcao neMa provincia, pobteuajor-
uao- er.un iiiuilo I......e-i ripios, o que nao sucrede
com nova fnlha.
lie iiruvavel que o partido, cimheceiido odezar
que dahi Uiereaulla.M esforc por chaar I Impren-
ta pelmas mais mlcslradas, o que ercio inuiln |his-
sixel.
Ah vai a apuraran linal de lodoa ns oulloains desla
piuvimia foila teSundoM acia-, mas nfio |>ela cma-
ra municipal, quo principien hojea apiiracao.
M'l n \i \d DE TODOS O COI.USfilOS l'AKA
DEPI IADHS.
^iic
so a Iranscrexer o do promotor publico em rcsposla
ao que Ihe fura diriuido pelo diuno juiz municipal
interino, Dr. Vindwa i
i lllui. Sr.Acabo de recebero ollicin de V.S..
datado de boje, acoiiipanbado do turreio /laVreflil
/// de :l do correte, exiuiudn V. S. que d nina fiel
o riioumsliiliciada exposican acerca dos fados cciini-
iiiMoaauc ahi se atlrlhuem a Pnrpldrio de tal e ao
subdelegado do dislrido de t jiiiliohv, e que voiili-
c.iiidn enea fados proceda contra os seus autores.
Para poder salisfa/er aitquc me dolorinina \ S, -i
faz mistcr que I.....eas necessarias infurinacuos, para
o que vnu nlelligeiiciar-nie com o delegado de pn-
licia res|ieclivu, pola que <\c iicnhmua forma M bo-
je ronsloii-me quoIno-soin liilu lugar spmelhanles
iKourreiicias, apezardealli terestado ha poucoa das
neo so com u uiosinn delegado, como cun nutras au-
loridadea e mais pos-oas, inclusive Antonio Jos da
Silva Aras de qi...... taz inencao o corre-pondeiilo
ilo Meiiuiitil romo una das violinias du l'orpbhiu.
I.ouo que oiileuba aa uforinacrtes roinmuiuc.ui'i a
v S.
a lis,, guarde a V.S. Pouso- Vlogn., iju dejam.'-
rn de IS5.-IIIIiii. Se. Ilr. Vlruinio llomiqur-l Os-
la, iliunissiuio jni/ ile direilo desla enmarca do Sllm
cahy.Joao t amano de s. Thiago, m.....la pu-
blico.,,
Un,un.. Ii.ij.un urcorrida os fados erimino-n. m.
1. It.ll l.l.-.l..... l.iJH
. Vnsi'niH'elliw.... i.iin
:t. Teixeira..... 1,3TB
\. Kirmiiiii..... 1,367
.". Paula Ponwra 1,316
. Croi Machado . 1,343
7. Paula Gandid..... 1,338
s. Joaqun) l>el|diino . l,33R
\K Monleiroili' Itarros. . i.awi
10. Joa Amillnho - l.drW
11. I'.ini.i Sanios. . I.^ST
IJ. Ilorrulano .... 1,27.1
1:1. \ertiaiii..... l.ifl
li. AvMlInho Brela* . jan
1.". Caelano..... I.-2I7
16, Viuarin Silva . 1,416
17. Bdlaario..... l,n:t
ih. i m/ Cartoi .... 1,180
19. Rocha...... l.lti.'l
-JO. I,n i/. Son rus .... 1,01.-1
liern.irdes .... US
Anluflktt..... 7 i II
I.ima ......; 77
Mello Franco . li>i
Josr IVilro .... 117
( Carla par titmiar.
Jiiriinl i/ii ('tniiiiinriii.
PERMlfcm
CMARA MUNICIPAL
Tarcalra temo' ordinaria de 17 da faveretro
1*1863.
I're.ideoiiii ilo Sr. liaran' de l'aiiitmrilie.
I'resentos 01 Si-. llo;;o e Albuquerque, Vian-
na, Mainwle eOliveira, fallando com causa par-
ticipada os.Srs Barros Brrelo c Gustavo, e som
ella o Sr. Dr. Sa Pereira, abri se a sossao, o toi
lida o appruvada a arlada antecedente.
Foi lido o soguinle
EXPEDIENTE.
I ni oflicio do procurador, ponderando a conve-
niencia que resultar da reedilicaco da casa da
Soledaiio, pcrlencenle ao patrimonio da municipa-
lidade, que, pelo seu estado de ruina nao siiseep-
livel de reparos, mandn a cmara demolr, de
torniinando que o engenbeirocordeador drcasj a
des|za oin a reedilicacao. Adiado.
Oulro do nii-iiin, dizeodo haver-se entendido
com I). Antonia Francisca Cadaval Pinlo a a ir-
niaiidade do Sr Bom Jess dos Pescadores, pro-
pietaria da ea/.inha, que, segundo a planta da ci-
dade, dovo sor demolida, sita no boceo ao sul da
igreja de Santa Hila, o que faz frente para a mes
ma ra, o lereni ambas podido pelo valor dessa ca-
sa UCHigtlO rs Mandn se ofllciar ao procu-
rador, aulorisando-o a eHecluar a desapropriacao e
domolican desse pequeo pn.-dio |iala referida
quanlia, dopoia que liver roceliido a do I20DUOII
rs., com que promellem contribuir espolanea-
incnle os que requereram a demolicao.
Urna nformacao do engenbeiro cordeador, re-
lativa a pelicu de Manoel Jos Dantas sobre um
lerreno na ra da Praia du "anta Bita, por de-
trs da igreja. Indefiri- so a pelicao sb oa fun-
damentos constantes do dusparho.
Lea-se tima pelicao, rinda da presidencia para
acamara informar, da irinaudade do San Pedro,
oni quo pcde-lbe soja destinado lerreno no cemi-
luriu, em roda da capaila, para conMrucco de suas
catacumbas; e resolveu a cmara fosse remettida
ao vereador enrarrcK'ado dos negocios do icmi-
lerio.
Concdleu-so i David William Bowman alicen-
ca quo podio para collocar na ra du Brum um
Idilio de forro, alraveasandoa mesma rita, em pro-
o dia, me o anno em que le deu por promplo o
onde ipruentido.
Deve lambem constar a quilidade di moleatia,
bem como o servido quo looiva faier ao indivi-
duo doentc, para se poder julgir do mu brio mi-
lilar.
Lieencas. Quando se declararem licencis, ae-
rao conilirjes indiapensaveis as soguinle.-- desig-
narjoes i
1.' Que luioridade a cncedeu. #*
t.' Quanlo lempo. *
3.* Se com vencimenlo de oldi, so com lodos
os vencimeniot; ee sem vencimenlo algum ; ee
he com vencimenlo de tetnpo ou sem elle-
Assim como pira ar dooncas, convoni para esle
caso saber-so o lugir em que se adiar o indivi-
duo e o aervico que leria a faier ao a licenca senio
dsse.
Quando houver oicesso de licenca se fara disso
declara;oes mencionando-so o lempo.
Prises.Deve designar-so os diis de prisao
de quando al quando; e o motivo que a occa-
lionou
Sehouverconselltosedira qualidado, e o re-
sultado delle.
Na casa dos castigos deve dizer-se ; ao foi re-
prehendido o porquo modo ; so sentenciado o a
que ; se rebaixado, e porque lempo, ele.
Quando umadoenca, liconrja, ou prisao vier do
seraeslro anlecedenle, se far referencia ao dia,
mez o anno em quo liver principiado ; declarn-
dole se findou e quando, ou se contina.
Seadoenca, Tironea ou prisao liver lido prin-
cipio no somesiro da folha, e passar ao oulro, se
declarar o dia em quo principiou ; dizendo-se
o continua.
Sorvicns.Por servicos oxlraordinjrios, ou ro-
levantes, em lempo de (tierra lose enlondoro
Actos do bravura rofleclida e til honro do oxer-
cito, ou do paizAclo de inlelligencia de que
provenha vantagem ou utilidodo s operacies da
guerraCommissoes importantes bom dosempe-
nhadasComporlamenio dislincio em accao ou
combata Defeza obstinada de una prac,a ou po-
sicaoRelomada do posicuei viva forjaDofe-
za ou rotomada decombois por combales encami-
nadosEmprezas atrevidas bem desemponhadas e
outros servicos do igual categora
Sorvi{os^rdnarios no tompo do guerra so as
marchas parado- llteatro das operac/IesAs bata -
Ibas e combalesQuaesquor azares da guerra
quando casuaes e nao devidos a actos individuaes
do iniropidez Commandos de corpos, fronieiras
ou poslos,
Servicos cxlraotdinarios ou relovantcs no lem-
po do paz se enlenderao Actos de tnlelligencia do
que result vantagem ao servico publico ou ao
oserciloBom desempenho do commissoes espe-
ciaesDescubertas ou invonlos de ulilidado re-
conhociila, tanto ao sorvici) do exercilo como ao
do publico
Servicos ordinarios em lompo de paz, be lodo
aquello do guarnicao ; marcha ; deslacamentos
commandos, orgonisacao de corpos ; inslruccao de
qualquer modo ; inspeccoes ; o mais commissoes
de igual importancia.
Informages e juizo.Do commando do corpo
Disposicao physica.Deve dizor-se se o indi-
viduo lio do constiluicao robusta ou dbil ; se tem
algum defoito corporal, amigo, ou adquirido no
servico.
Saude.Se tem molestias habituaos ou chroni-
cas; so lem padecido molestias agudas ou graves ;
ou se oinfim lem saudc vigorosa, e he proprio a
resistirs fadigas do -orneo.
Conducta civil.Deve enlciider-se que a tem
boa aquolle quo fr de bons costitmcs, e livro de
vicios vergonbosos o que a tem m os ebrios,
jogadores, caloleiros, ou dovassos em qualquer
sentido. Assim quando so disser que um indivi-
duo lem m conducta, deve declarar-se a qualida-
de da falla ou vicio por quo so fuer digno dessa
nota.
Conduca militar.Dovo ser explicada por va-
rios modos.
Siibor.linacSo. Ho o primeira qualidade mili-
tar, e deixa de existir pela menor quebra. S he
subordinado o militar quo om actos de servico
obedece sem replica o sem discorrer, crear difli-
culdades, ou fazer observaees e sabe respeitar
sempro o em lodos os casos a seus superiores. Em
consoquencia s so dar a qualilicacao do subordi-
nado, aquello quo liver lodas estas qualidados, os
outros podetn ser insubordinados com altivez, in-
subordinados por negligencia, ou por sorera rela-
xados ; o, segundo ella for, assim ser qualifi-
cada.
Valor.Em quanlo o individuo nao liver lido
occasio de dar provas de seu |Valor, ou provas em
contrario, so designar islo com um simples traeo
no sentido da linha------------o quando houver mo-
tivo para alguma cousa se dizer, so descrever sue-
cinlamenlo o aclo quo liver pralicado em um ou
oulro sentido.
Inlcllijjoncia.He aquella com que desempe-
nhar os servicos do quo fr encorregado, o se de-
signar por muila, regular, pouca, ou nonhuma.
Zelo.Ho o inleresso manifestado pelo incli-
iduo no desempenho do qualquer aclo do servico ,
e ter asmesmas ojualificacos do muilo, regular,
poucoou nenhum.
Inslruccao prima.- O exercieio desuo arma,
e o servico inleiro da companhia ou corpo.
Disciplina. Nao s convm sober-se so o indi-
viduo so sujeila, o segu risca as rogras da boa
disciplina, sendo exacto no cumpriraSato-dos seus
deveres, como so he capaz do a sualontar, compol-
lindo s rogras do bom servico a sous subordi-
nados
Capacidado do commando. -Dove dizor-se se
lem mostrado aplido no commando econmico da
companhia ou corpo dentro do quarlel ; e bem as-
sim se lem a energa do commando sobre parada ;
e valor calmo e fri nos combales.
Opinio dos chefes.Ksla nformacao deve
dar-se no menor numero de palavras possivol e
em consciencia, sem oulra consideracao mais quo
dizer somonte a verdade,
OBSERVACOES
Ainda que pareen ocioso repetir-se em cada di-
versa folha a mesma declaracao do lugar, data, o
as mesoias assignaluras ; nao dovo omittir-se nun-
ca esta circunstancia, e tanto o commandante do
corpo, como o general, e na sua falta o presiden-
lo da provincia, devem mencionar o lugar om que
exista o quarlel do commando ou o palacio do
governo na occasio em quo assignam a nfor-
macao.
O commandante do corpo datar a inforroacao
no dia seguinle ao ultimo do semestre, por sor esse
o dia em que devem informar. Os generaos e
commandantes das armas, ou na falta delles os
presidentes das provincias as assignaro as mes-
mas dalas om que fechirem suis nformacoes.
As informacijes semestres individuaes devem
sor coberlas com urna retaceo de anliguidade, se-
guidas por poslos o graduacoes, de mais pan me-
nos, sem disoncrao ; e as folhas cosidas na mes-
ma ordem da relacao.
Nis folhas das pracas de prel das informac/jes
semestres, alom dos sargenios-ajudinies, yago-
meslro, primeiros e segundos sargentos primei-
ros o jegundos cadetes, nonhuma oulra praca ser
incluida.
Todas as folhas das retacos semoslres orao
Os commaudime. de pracu fomlr nter-, de 1851, e sob as diusulas epoo.. abaixo co-
marao,directam*nto os commmdanies dai irmu, piadas. ,,,, remit
falla desies tos presidentas das provinciis, As peasoas quo se propozerero aeita^rremaia-
sohro a conduela o servicos dos officiaes do eslado
miior o menor lob seu commando e bem assim
a respailo dos officiaea, sargentos e cadete que U-
verem feilo o servico do guarnicao durante o res-
pectivo semcsire.
cao comparocam na
i
COMMERCIO.
PK-WA DO RECIPE 3 DE FEVEREIRO,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Cuiacies oroclaea.
Compra/ de auttear.
Mascavado lltHO r. por arroba.
Compras de couroa salqados a 112 rs. por .
MI AM1KI.A. ,..,^,li,
RendimeulododialaiH'. **3Egl
dem do dia 3....... i6:MlW7S
26;l>Kli(l!)6
mal, ou a declarac^io do pas incgnitos
Natural do...Nusto assonlamento deve prin-
cipiar-so pela freguozia ; dipois municipio ; o afl-
nal a provincia ou oslado, emqueo individuo li-
ver nascido.
Eslado. Solleiro, casado ou viuvo ; e em se-
guida, o nuinoro do tillaos que liver
Ollicio.O nome do olcio, so o liver, ou a
declaracaosom ollicio.
Aos cadotos, nao so far tal assenlo, e se en
cher a casa com um Iraco ao longo--------
Altura.A tirada na craveira, oxpressacm pos
o pollegadas.
Cabellos.A cor, se lisos, crespos, ou carapi-
nhos.
Boslo.So redondo ou comprido, cloro, tri-
gueo, indio, pardo, etc.
Olhos A cor, o qualquer oulro signol visivel
deltas.
Barba.Se pouca, muila. ou cerrada, o a cor.
Praca e assossos. Dove haver lodo o escrpulo
nesses assentamenlos.
Praga om do...Se praea voluntariorecru-
lado -ou contraladoo dia, mez o anno ; e isto
com toda o exaclido do quem allende a direilos
adquiridos
Quando o individuo livor segundo ou icrceiro
assenlamento do praca, liquo entendido quo em-
bora resollidos os cosos em que as pracas anterio-
ras se devem cnlar como lempo do servico, nao
he com ludo permillidoaos presidentes e comman-
dantes das armas mandar contar esses lempos do
servico, o quo s ser vlido quando proceder or-
dem do gnvorno imperial a respeilo do oda indi-
viduo, anda que dous ou mais eslejatn as mes-
mas idnticas cirrumslancias
litado.Uerahnenle os rocrulas tioin sabem di-
zer os anuos quo lem ; por islo deve oscrever-sc
nesla casadisso ler tantos anuos, ou julga-se ler
tantos anuos : mas se o individuo souber dizer o
dia em que nasccu, ou pudor mostrar certidao de
baplismo, enuio so oscrevor somonte om seguida a
palavra idadeNasccu cm lanos de tal mez e
anno.
Ilcoonhecido.Rcfero-se aos prinMrM e se-
gundos cadolos, c por isso s do roconhecimento
delles ho que so dovo trotar, escrevendo-se o dia,
moz e anno em que o forem. Na casa das obser-
vacesso explicar seprecodou juslificaco regular,
c se foi approvado o aceito em conselho do direc-
ciio sondo primoiro, ou so foi vista de justilica-
oao, ou se cmfim por ordem positiva do alguem.
Pvlnieular. Deve dizer-se o dia, moz o anno
em que so Ihe abri assenlo como tal ; o, na casa
das obs.rvac6es, declarar o modo porqu se jusli-
ficou.
Auspecada, cabo, ele A cada urna doslas
pracas e poslos, que se Ihe soguera se dovo contar
smonlo o dia, mea. o anuo da ultima entrada no
exercieio dess pracas ou postos; e so liverem si-
do rebaixados, essas doclarajles, pelo que poru-
eo aos lempos anteriores ao wniestre, dovem vir
na casa das observacos.
Estudos___Sao de dous modos os osludosde
quo so dove fazer niencio. Preparatorios, sao os
de primeiras letras, groramalica latina, rholorica,
philosophia e grego, geographia, historia, linguas
vivas, etc. : acadmicos sao os da proOssao segun-
do a arma do individuo, ou aquolles que liver do
oulras armas. Nenhum as-onto se far a tal res-
peilo que nao conste porcerlides auth.cnticas ou
aiiesia'jes dos profeasorss Quanlo aos acad-
micos se dir sempre a que estatuios perlence cada
anno do esludo,
l*rwmosPor premios enlondem-se condeco-
laees, litlos, tengas, ou penses, e linalmeuto
poslos dados expressamenle om remunoracoo de um
Jelerminado servico.
Motivos.Declaracao daquelles que occasiona-
ram os premios.
Ausencias.Nesla classes seTlevom enunder
as ausencias illogaes, como lodas as que se fazem
sem permisso ou licenca ; os excessos de licenca ;
e fiualmenleas desercos. Deve nolar-se o dia 1*
e ultimo de cada ausoncia
Casualidades do semestreOs assentamenlos
desla columna nao dovem comer seno os oconlo-
cimenlos occorridos entre o primeiro c ultimo dia
de cada mmestre. --------
Doencas.Deve dizer-se o dia, me/, e anno numeradas seguidamente pira serem referidas no
em queenirou para o hospital, ouficou doeme lo-1 retaceo de anliguidade margem dos nomos dos
MUTILADO
Dt/carregam haj 'M de feeerelro.
alera ingiera Columbui mcrcadorias.
Galera nilen titula ditas. f
llriue imtlez tieonia ferro c carian.
Escuna franreza Mpirunte memulonas.
Galeota bollaudcza ( araca'o ditas.
Importacao'
Brsue logia .lliraluim & Sarah. viudo de Him-
hurgo, eonsiitiiadn a Kalkniam o C., uiaiiife^oii o
seguinle:
I caixa seda, l.'M) harnea liojas vazias; aUl
AsIlcy&C.
ItlOfrasqueiras rada nina com vi arralas de ae-
nebra, I caixa 1 piano, 2ditas xivere c qiiinquilhe-
rias, I dita ferragens, II ditas liezerros pre|iarados,
lOOcaixiM queijos, 1(1 ditas mechas, II batas lecidns
de laa, II caxas quinquilhcrias. 39 reslas carrafas va-
zias, 10 caixascodeinis, .'> ditas lecidosde alcodan de
seda, de incii Hubo, de linho, de la.'e de inei se-
da, I dita leridos de meia seila, o de alsodo, I pa-
cole bordados, 200 saeeas farelln ; a Briiiin l'aeger |
& C.
I ra xa panno de lia, I parole musirs; a Scha-
fliellin ,\ Tubler.
3 caxas Iccidus de laa, 2 dilas lecidus de atamliiu;
a J. Kellcr >\ C.
I caxas mcias de alitodo, I pacolinho amostras,
2 caxas lecidus de aluodao, 2 dilas dilas de inein li-
nho ; a I. Il.tiaeuslvl
I caixa laca em folia, 6 caxas ohjeilos para es-
erever, I dita objectusJdc nureudieru, I dilaamitlias
2 ditas filas de alandal e de meia seda, i dilas leci-
dus de lia, 28 dilas o | raxiilnbo vidros ordinarios,
I hala grossirias. va lecidos de laboinhas, t
dia labnuhas .. II. Volfhopp & C.
I caixa auxilia. 2 eaiyoiibas, I carriuho paracri-
anra.eharulns elivrus xidhos, I pacotinho.ainoslras;
a l". Schulcr&C. x
ti caxas Inilocs de madreperofa," 1 .'.'.'.la raizes uc
dalias, I dHae I harrilinho farinha do avCu.UI sao-
cas seqienles de linhaca. I vulimies drouas, 5 eaixas
vidr.M verdes para ImiI icaiio, 1 caixa hrinquediis de
folha de ll.ui.hi-. I dila chapeos de seda, I dita rbn-
rulos, I dita bordados de aluoilo branru, I dila
quinqiiellierias, I dita ferrauens; a ordem.
:i raixasatiulhas, .i2barrispotassa. >eaixas vidros;
IN. O. Biebor C.
I embrulho I leilo, I hahii com 3 chapeos, I dilo
de carvalho I I eaxa para dinheiro e 2 refugies de
parede, Ieinbrulhns7 eadeiras de assenlo de p.dha.
1 dilo I fouao, I dilo I lavatorio, I dilo I armario.
2 armarios de cozinha; a I II. Mehrlcns.
1 caixa pounasde cscrever; a Domingos Alies Ma-
Iheus.
:i eaixas quinqiielberias ; a M. J. Ramos e Silva.
200harriscomento; a Kolhe & Bidoulac.
2 eaixas eouros envcrnisadiw. I dila lioloes de se-
da, 1 dila fio para marcar, I dita dedacs de metal,
3 dilas lilas para suspensorios ; a Novaos A C.
I caixa liezerros enveiiiisados, 2 mcias balas de
papelao ; a A. I.. Slraus.
No ini|n lacio quesahin no Diario de honlein na
quarla c. "ina da secunda pauiua. lnbas.i, eui bi-
liar do peira nacional Urracao' viuda da Ba-
ha le gariqieira nacioildl tirracao' viuda
de llaltmore.
CON'SUr.ADO CERAI..
II.....lmenlo dn .lia I a 22 '>'< '-/.'i
dem do dia 23......'. B80JIIS
(iS:Hl,90
DIVERSAS l'lttlVINCIAS.
Itoiiilinionln dn dia I a 22 4.49673
dem du dia 23....... 3-HfliR
-fc78BOa3
F.xportacao'
SliH'khohnu, lirmie sueco Tegner, de 370 tonela-
das, o.....lu/.iun souiiiiile : 3,301 saceos con 10,803
| do assuoar, 2J:IScourns rom 83.721 libras.
lenova, brigiTe hespaiibol Florentino, do 331 lo-
iicl.iil.i-. coiidiizo o seauiule : 3.000 sacros rom
13,000 | de assucar.
Nevv-Vurk. hriuuc sueco Daphne, rondiizo o sc-
uunte ; .illd saiinsenin 27,015 a de assucar.
Genova, escuna dinamarquea n alarmar, de US
toneladas, coaduno segunde : 2,2O sacros com
II.2.1O 1 de assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS (E-
BAESDE PBRNAMBUCO.
Ileudinienlodo dia 2:1......1:208-5198
CONSULADO l'RiiVI.NCIAI..
Rcndiinenlo dn da 23...... .V1IS7I1
MOVIMENTO DO PORTO.
.V/io/os entrado* no tlin*\.
Dinamarca 77 dias, patacho dinamarquez Bal-
dur, de 15j loncladas, capilo M.M. Olsen,
equipagom 0, carga carvo do pcdra;a Schramm
Whaiely & C.
Rio de Janeiro 10 dias, brigue inglez Daring,
de 2*97 toneladas, capiliio John L. Parker,
cquipagem 8, em lastro ; 1 Schramm Wha-
lely C.
dem 21 dias, brigue porluguez Veloz, de28l
toneladas, capilao Francisco Rihciro Palta,
cquipagem Ili, carga lastro ilo podra o'algmnas
miudezas para Loonda; a Oliveira/* Irmos
Parahil 24 horas, hiate brasileiro Espadarle
,vi.' 27 l|2 toneladas, meslre Bxrirardirfo Jos
Banilcira,'oq'bipagcmn, carga loros do man-
gue; a Joaqnin do Olivoira : passageiros,
Francisco do Reg Ponles, Antonio Gomes ila
Silva, Manoel Jos do Nascimento, Manoel Fi
guairedo Lopes, iMaria Francisca do Bulbavas,
0 I lilin menor.
Montevideo 35 dias, brigue dinamarquez Co-
res, de 150 loncladas, capitao H. Hollar, equi
pagem 10, carga cou ros e sebo ; ao capilar/,
Veio refrescar e segu para Falmoul.
\arioi sahido* no mesma dia.
Bahahiaic brasileiro Novo Olinda, mostr
Custodio Jos Vianna, carga bacalho ; passa-
geira, Charloll Harlkopf.
Granja com escala pelo Acaracu' escuna bra-
sileira S. Jos, meslre Paulo Jos Rodrigues,
carga fazendase mais gneros; passageiros, Ri-
cardo Porfirio da Molla, Thomaz Ferreira de
Barros, Antonio Dias Marlins, Prxedes Jo-
1 un.mu da Cosa Carneiro, Alexandre Carnciro
da Costa, Joao Antonio Rodrigues.
Canal brigue portuguez Novo Vencedor, capi
lio Amonio Pereira Borges Pestaa, carga as-
sucar.
NewOrleans brigue ingloz Naulilus, capitao
A. Me. angall, carga assucar.
dem brigue americano Charloll Tay, capillo
William J. Clork, carga assucar.
jala das seseos da mesma
unta nos dias acim declarados pelo raeio dia,
compeleniemenle habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente
o publicar pelo Diario. |
Secretaria da thosouraria provincial de Pernatn-
buco, 18 do feveroiro de 1853.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaeao.
Clausulas especiaos da arrema lacio.
1." Estes reparos serio fttos do conforraidade
com o orcamenlp, approvido pela directora em
conselho, e apresenlado nesla dala a approvaojio do
Exm. Sr. presidenta da provincia na importancia
do l:650l000rs.
2." O arremtenle dari principio a estas obras
no prazo de um mes, e dever conrfui-las no do
cinco mozea contados como deiermiua o artigo 31
da lei provincial n.' 286.
3.* O pagamento da importancia desla arre-
niatacoo ser leilo em duasprestacoes iguaes a 1.*,
quando o arremtame livor feilo motado da ola.
o a 2.' depois de concluida.
A.' Para ludo mais que nao esliver determina-
do as presenlesclattsulas, seguir se-ha inleiranien-
to o que dispoo a lei provincial n. 286. Con-
formo.O secretario.
Antonio Ferroira d'Annunciaeao.
O IIIiii. Sr. inspector da thosouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm Sr.
presidente da provincia de 18 do crreme, manda
fazer publico, quo nos dias 15,1G e 17 de Marco
prximo vindouro, se ha de arrematar a quem poi
menos fizer, peranle a juma da fazenda da mesma
Ihesouraria a obra do 15. lauco da estrada de
Po-d'Alho, avahada em I8:660664,rs.
A arrema la^io ser feila informa dos artigo
24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de Main
de 1851, o sob as clausulas especaes abaixo co-
piadas.
As pessoas quo se propozerem a osla arremata-
rlo comparcoam na sala das seisoes da mesma
junta nos dias cima declarados pelo nieio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar so mandou afllxar o presento
e publicar pelo Diario,
Secretaria da Ihesouraria provincial do Pernani-
buco, 19 de fovereiro de 1853 f O secretario.
Antonio Forreira o*Apxutnciacao.
Clausulas especiaos "para arremaiacao. ^
I.1 As obras do 15." lanco da estrada do Pn-
d'Alho serio feitas de conformidado com o oro.i-
monlo plaas, porfizlnngiludinacsetransversae
approvados pela Directora em conselho, eapre-
sontados nesla dala ( 13 dodezembro do 1852 1
a approvacoo do E ti. Sr. presidenta da provin-
cia na imponencia de 18:1609664 rs.
2.' As obras do 45.* lanco principiarao no
prazo de Irinla dias o deverao ultimar-so no d"
dozo niezes contados na form do arligo 31 da lei
11." 286.
3.' A importancia da arremltacao ser paa
om quatro prcslaces iguaes ; a I. depois de feilo
o terco das obras do lanco, a 2.' depois de comple-
tados dous tercos, a 3.a quando forem as obras re-
cobidas provisoriamenle, e a 4 depois da entrega
difinitivo, a qual lera lugar um anno depois do
rerebimento provisorio.
4.' Para tudo o que nao se acha determinado
pelas presentes clausulas, seguir-so-ha o quedispo
a lei n. 286. Conforme.O secretario.
Antonio Ferreira d'Annunciotatv
O Illm. Sr nspeclor da ihesouraria pro-
nneiaif h fwnprimenlu da ordom do Exm. Sr.
presidente da provincia de21 docorrenle, manda
fazer publico, que nos dias I, 2 o 3 de Marco
prximo vindouro. se ha de arrematar a quom por
menos fizer, peranle a junta da fazenda da mesma
Ihosourar'ra, a obra do acude di freguezia do Bui-
que. avahada em 3:3' 090C0 rs. A arremalaeaj
-era feill na (orma dos arligos 24 e 27 da lei pro-
vincial 11. 286 de 17 do maio de 1851, e soba
clausulas esperiaes abaixo copiadas. As pessoa*
que se propozerem sosia arremalaeao, comparecam
na sola das sesses da mesma junta nos dias cima
declarados pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou aflixar o prsenle c
publicar pelo Diario. Secretaria da ihesouraria
provincial de Pernamliuco 24 do Janeiro do 1853.
O secretario Amonio Ferreira d'Annunciaeao.
Clausulas especiaes da arrcmatacSo.
I." As obras do acude do Jjuiquo serio (citas
deronformidadecom'a planta e orcanienlo apre-
senlado nesla dala approvoco do Exm. Sr.
presidente da provincia na inqiortaniia tto
:t;3O080C0rs.
.' Estas obras deverao principiar no prazo de
sessenla dias, e serio coucluidas no do dez meMS,
a contar da dala da arremalaeao.
3. A imporlaneia desla arremalaeao ser fu
,
em Ires prcslacoes da inaneira seguinle
a 1.ilos
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da thosouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente do provincia do 15 do corremo, manda
fazer publico, quo nos dias 1,2 o 3 do Marco
prximo vindouro, so ha de arrematar o quem por
menos fizer, perante a unta da fazenda da misma
Ihesouraria, a obra dos reparos do que precisa a
parle da estrada do Sul comprehendida enlre os
ponles dos Afogados e Molocolomb, avahada cm
1:6509<>00 rs.
A arremalaeao ser feila na forma dos arligos
Mt
dozc quintos do valor total, quando livor concluido
melado da obra ; a2. igual a primeira, depois de
lavrado o termo de rocehimenlo provisorio: o 3.
finalmente de umquin 10 depois do recehiniento
definidlo.
4.a O arremalaflte ser obrigado acommiuu-
car reparticio dasobras publicas cjn anlecalcn-
cia de trinta dias, o dia lixo, em que' tem *>
principio oxocuc,io da obra, assim como Iriballi.i-
r soguidamente quinze das, afini do que pos-J
engonheiro oncarregado da obra assistir aos pri-
meiros trabalhos.
5.i Para ludo ornis, que nao esliver espcnlica-
do as presentes clausulas, seguir-se-ha o que de-
termina a lei provincial n. 286 de 17 de maio
1851. Conforme. O secretario, Amonio Fer-
roira d'Annunciaeao.
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, em cumpriraenio i"
disposlo na ordem do tribunal do thesouro naci
nal de 29 de Janeiro ultimo, n. 14, que as lew
passadas a favor da fazenda provincial, qui nal
liverem at a data desle pago o sello proporcional
a que esli sujeites, o deverao pagir dentro
prazo do 30 dias. que pan esle fim Ibes HmiM
cadu, findoo qual prazo as quo o nao salishzere
seroo obrigadis revalidacao, conforme os aviso!
de 6 de nuinbro de 1847 e 3 de jane.ro de I*.",
e ordem n. 144 de 30 de abril do I 51. f pa
que chegue 00 conhecimenio dos inleressados .
manila sfllxar o prosenle, e publicar pela imprcn
sa. Secretariado thesoursaU de fazenda de c
nambuco 22 de fovereiro de ISM.-Oofl'a*
maior interino, Emilio Xavier Sobretra do Mella
Illm. Sr. inspector ta '^uVaria uno mn
em cumprimento da ordem do Exea. Sr. P" "y,
da i-rovinr. de 21 do frrenle, manda P
co, quo o "i. 23 de marco- prximo >^ndo
novament praCa par. ter arremalado q"
menos li/er. 'peranle a junta d. fazeinh, la .
Ihesouraria. a obra das larimba e en^VjJ
deia da villa do Brejo, avallada nif-"J'"",
A arremalaeao ser! feila na forma dos W<'J!
7d lei povincial n. V* W H '*"'\^
*,b as clausulas c^ciacal-uxoropiads. A
soas que M- proiwierein a esta arroroatacao coi U
recan na sa a das sess,ves da mesnia junta no
ima declarado, pete neta di... ooniileule,.ic.do
b eT- constar so mando aflixar o prsenlo P
blic.'r pelo Mario. Secretaria da IhrwiijM^
>inoalde l'oniandiucu 22 do teverein^d1I8*,
O secretario, liifonm terrena d .tniiiiiicnn
Ctausulas especiaes da arrel.ialaeao.
|.. Osouncollnsda cadea da vdladn lllijO.-
feili de conformidado rom planta e '
aposentado apWsao do jj*1*
MT


2." Esles concert* rao principiado) no praio de
rinrncnla dias, e concluido no de sel* meie eunla-
do) de ronibrmiitide com o dispnsto n.i arlla SI da
lei provincial n. 286.
. A imporlancia dela arremalaoio scru paga
rni dual prcslaca* anees, a primeira quindoliver
feilo melado das obra, e a segunda (piando a* livor
concluido.
i." Para ludo o mai que nlo livor determina-
do na prevenios clausula segulr-ae-ha o que dispfte
a lei provincial n. 2Sti, Conforme.. O secretario An-
tonio Ferrara iAnnuneiarao''.
O Illm. Sr. insiiector da tliesouraria prminrisl,
em cmnpriini'nto da ordem duExm. Sr. presidente
da provincia de 15 do crrenle, manda fazer publi-
co, que nos da 'XA e 'i de fevereiro prximo
\ i ni Ion ro, ir a |>r;u;a para ser arrematado peranle
a junta da fazenda da mesma tltcsouraria, a quem
|mr menos tlzer a obra do acude da Launa da Exlre-
ma, avallada cm 91108000 r.
A arrematarn ser feila na forma dos artigo* 2t
e 27 da lei provincial n. 286 de t7dcmaiode 1851,
e sob a clausulas especiaca abaixo copiadas.
Ab pessoaiquc se propozerem a esta arrematado,
compare^am na sala das sessoes da mesma junta,
nos dias cima declarados pelo meio dia, com plenle-
mente* habilitada.
E para constar se manduu afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.,
Secretaria da ihcsoumria provincial de Pemain-
buco, 20 de Janeiro de 1853.O secretario.
Antonio Ferreira a"Annuneiarao'.
Clausulas especiaos para a arrematarn.
I. As obra para a eunstrucc8o do acude da La-
una da Eilrema, serio feilas de nuiformidado com
a planta e orcamenlo approvados pela direrloria
em ronselho, e aprescnladn* nesta dala a approva-
rode Em. Sr. presidente da provincia, na impor-
lancia de 9909000 r*.
2. O arremalanlc dar principio as obras no
prazo do un mcz. e devora concluir no de seis me-
zas contados de confonnidade com o dis|HWlo no ar-
tillo 31 da lei provincial n. 2Hf.
3. O Importe desta arrcmalaco ser paRo cm
Ires prestar,oes da maneira seRiiinle : a I.* dos dous
ipiiulos do valor lolal quando tiver coocluido me-
lade da obra ; a 2." igual a primeira depois do la-
irado s termo de recebimcnlo provisorio, a terecira
linalmeiilc de um quinto depois do recebimcnlo di-
linilivo.
l-. t) nrrcmalanle ser obligado a comniunicar
leparlicao das obras publicas rom antecedencia de
Irinla dias, o dia lito em qve lein de principiar a
cieeaets) da obra, assim como Irabalbar seguida-
mente case durante quinze dias, alimile que poeta
n engenlieirn enrarregado da obra assislir aos pri-
meiros Irabalhos.
5. Para ludo o mais que nao esliver especilicadn
as presentes clausula seauir-ne-ha o que dclermi-
ni a lei provincial n. 28H de 17 de mato de IH5I.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira it'.-/-
nnnriarao'.
O Illm. Sr. inspector di Ibesouraiia provin-
<4|, em cuinnijneuto da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, do 15 do crrenle manda fazer
publico que nos illas 22, 23 e 21 de IHrrrlru pr-
ximo vindnuro, ir a |iraca para ser arrematado pe-
ranle a jimia da fazenda da UIMIIH lliesoiiraria, a
ipieni por menos tlzer a obra do acude do l.imoei-
ro, avahada em 3519000 rs.
A arremataran ser feila na forma dos artigo* 2*
e 27 da lei provincial n. 28f. le 17 maio de 1851, e
sob as clausula* especiaos abaixo copiada*.
A* pessoas que se propozerem a esta arremalacao
i-iiniparecan na sala das sentn da mesma junl......w
din clma declarados pelo meio dia, coinpcleiilc-
iiieulc habilitada.
E para constarse niaudou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruani-
bucn, 211 de Janeiro de 1853.
Clausulas especian para a arremalacao.
I.-' A* obras para a ronslriirr.io do acude da villa
do l.imoeiro. serio feilas de ronformidade cun a
plaa e ofcaineulo approvados |iela direclnria em
ron*ellio c aprosciitados nesla dala a apjirovariio do
- ....... ______________________________ ___________________________________________________
froviaclal dePernambucn 21 de Janeiro de 185.1,
secretario, Antonio Firrtira d Annuneiarao'.
Clausulas esperia* d'arremalacjn.
1.a As obras desle ac.ude serio feila de ronfor-
midade com as planta e orcamenlo apresenlados
nesla data a aprovacin do Exin. Sr. presidente da
provincia nffmporlaneia de:i:l9O9l)0O
2. Esta obras devcrffo principiar no prazo de
ilnus mezes, e serSo coui-luilas no de dez inezes a
contar conforme a lei provincial u. 288.
3." A imporlancia desla arremalacao ser paca
em tres prestacAe da maneira segunde: a l. dos
dou quinto do valor lolal. quando llver concluido
a motado da obra, o 2. igual a primeira, dc|vn de
lavrado o termo de rccebimenfn provisorio ; a I.
finalmente de um quinto depois do recebimento de-
linilivo.
I. ti arrematante or obrigado a comniunicar
11 -1., i r 11, m das obras publicas com anleccdenciu de
nula dias, o dia xo, em que ti-ui de dar principio
a execucao das obras, assim como trabalhar segui-
damente duranle quinze dias, afm ilc que |H>ssa o
cngenlieiro encarregado da obra assislir aos primei-
rosIrabalhos.
5.a Para ludo o mais que nao estiver especificado
na prsenles clausulas svguir-*e-ha o que determina
a lei provincial n. 286 de 17 demaiode 1851. Con-
forme,O secretario, Antonio Ferreira d'Annun-
eiarao,
O Dr. Custodio Manoel Ja Silva Guiniaraos, juiz
de ilireitmla primeira vara, do conimercionosta
cidade do Recife de Pornombuco ele.
Trajo saber nos quo o prsenlo cdital virciu, em
como por este mcu uizo, no dia qualrode marco,
a una hora da larde, mu a sala das audiencias pu*
Mica-, so lia de arrematar em prora publica, a
i|iiein mai* der, um cscravo do nome Sovcrino,
criotilo, de idado vinleo dous annos, rendido do
unid da- venilla- pela quanlia de 50090011 rs.,
oqual cscravo v.iia prora por execucao, de Gemido
Amaramos dos Santos, romo lestomenteirn do Ti-
nado Corino Marques de Araujo como adminis-
trador do sna inulher, contra Antonio Luiz do
Souza. Toda a pesson que em dito oscravo quizer
lanear. opoder fazer no dia indicado : c esto ser
publicada e affivnilo no lugar do rostunw u
ser tniiihem publicado pela iniprcnsa na forma
ila lei.Custodio Manoel da Silva Guimarcs.
com eslampa, urna machina daguerreolypo, um
ricojoge.de adre/, Inuca, vidrn*. randioiro, relo-
gios de parede ede algibeira, espingardas para cu?
ca. charuto da Babia por qualquer proco, e o nutro
minio, nhirrtos que com a vista animar o arrema-
lanle; assim como lamben! ao meio dio em ponto
iro a lellSn dous cavallos de ella, icndo um delle
grande ruco, e nutro alazn de marca pequea mili
ardigo c forte para viaaeni.
Sexta feira,"i do eor-
rente a II horas da ira
ulula em ponto, o ai-ent
Anlunes fra leilao em
seuarniazcn ruada Cruz
i, 25, ile Malea de di
versas qualidades, novet
e usado, conislindo em
lillas de balando, mesas redondas, tolas
onsolos, llancas de jogo, commodas, loo-
cadore, lavatorio, aparadores, guarda louca, c ou
Iros mai nbjeclosde inobilia, pianos, urna cadei-
riuha da Babia, condessas, vidros de diversas qua-
lidades, e oulros muilns arligosque serio entregues
pelo mai"! lance oflcrecido.
cadeira:
caua|i'
AVISOS DIVERSOS
DECLARACOENS.
ItKAI.
i)-se
al ii.
Evni. Sr. pfesidenle da provincia, na imporlancia
de _\ i 'i rs.
J, (I arrenialaule dar principio as obras ihi pra-
zo ib- um mez c devora conclui-la* no de *ei* metes,
ciintailns de cunformiilade rom o disposlo no arliuo
31 da lei provincial n. 286.
3." t) niipnrle desla arremalacao ser patio em
lie* preslaco* da maiMira st-miinlc: a I. dM ilnu*
ipiinlos do'valor letal, ipiaudo I i ver concluido me-
lade da obra; a 2.-' ioual a primeira. depotsdela-
v radon termo de recebimcnlo provisorio, -I.1 li-
nahnenlede um quinto depoil du recebimcnlo deli-
nilivo. .
.1.' Oarrniiialanlc ser olirigailo a comniunicar a
rejiarlico das obras publicas com antecoilcm-ia de
Irinla dia*. o dia xo em que lem de principiar a
evecueo da obra, assim romo Irabalbar seguida-
mente e--e duranle quinze dias. aliiu de que pos-
si o eiigeulieirn enrarregado da obra a**islir acH pri-
meiros Irabalhos.
"i.1 Para ludo o mais que noesliver isspecilicado
na* presentes clausulas segnir-sc-ha o que delermina
a lei provincial n. 286 de 17 de malo de IS'il.
Conforme, O secretario.
Antonio Ferreira d\l>iniiii\
ti Illm. Sr. inspector da Iheaouraria provinci-
al, em ininpriinenlo da orden do Exm. Sr. presi-
ileule da provincia de II do correnle. manda fazer
publico, que nos dias 22, 23 c 21 do mesmo, ir
praoa |iara ser arrenmlado a quem por menos lizer.
|ierante a junta da fazenda da mesma lliesnuraria. a
pintura da ponte da Boa-Visla, avaliada cm rs.
i:i.-_ii.
A arremalacao ser feila na forma do* orlaros 21
e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio di' 1851,
e *ob as clausulas especiaos abaixo copiada*.
As pessoasque se propozerem a esta arremalacao
i umparecn na sala das sessoes da mesma junta no*
dia* cima declarado* pelo meio dia, compelenle-
meiite bahililadas.
E |ara .constar se niamlou aiiaro presente, e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernaiu-
buco, 12 de fevercirode 1853. <> secrelario,
Antonia Ferreira if'. iniiunrarao'.
Clausulas especiaos da arrcmalacu.
I." A pintura da ponte da Boa-Visla. ser feila
de i onioi uuiiaite com o orcamenlo apresenlado nes-
la dala a approvacao du Exm.prc*idcnlcda provin-
cia, na ini|Hiilauca de lir/enlo* quareula e tres
mil e duzentos rs. 343*200
." Ser principiada esla obra un prazo de quin-
ze dias, o cnit-luida no de sesseula das, coulandn-
ua furnia dos rticos 31 c 32 da lei p
286.
3. A imporlancia dota obra ser paga em una
su pnslaeao, quando o arremalanlc livor concluido
Inda a pintura.
l. Para ludo o mais que nao esliver especificado
as prenle) olaomita*, socuh-so-ha o que delerml-
na a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Cnnfor...... ti secrelario,
AnUmio Ferreira lAonaii'iarao'.
O illm. Sr. iupeeturda Ihesouraria provin-
cial, em cunipriiuciile da onl.....do Exm. Sr. presi-
dcnle da provincia, de 11 do correnle. manda fazer
publico, que peranle junta da fazenda da mesma
ihesouraria, te bao de arrematar as propriedadea
aballo declaradas, que foram adjudicadas a fazenda
provincial para pagamento do sello de lierauca do
tinado .lo-e Hamos de Oliveira.
A arremalacao ser feila prazu, por meio de le-
tras, conforme for convennonado, conlando-*e o
juro de oilb |wr rento na falla do pagamento, com a
eonilicn de que, vencida una lelra e nao naga,
i-unsiieiar-se-ho lodas vencidas, com o capilal reu-
nido de todas v encomio o referido juro.
I'ni sitio denominadodo Manuelsilo na eslra-
dade ininlcdc L'chila.com casa do vi venda......-boi-
ra, estribara, -cu/ala. e arvoredo, avallado em
n:iHm- l'mo morada de rasa Ierren junto an dito silio,
rom mu quintal e com algon arvoredos, avaliada
em 2:tKHWJ0 rs.
i ma dila em 8. Amaro do bairro da Boa-Visla,
rom sen rompelenlo terreno junto, avallada cm rs.
liOOttjdOO.
Its piolen,lente, coni|iare(am com aua* prapealai
na mema Ihesouraria nos dias uleis.
E para constar se maiidou afiliar e publicar pcln
Diario,
S(srretaria da Ihesouraria |>rovincial de Pernain-
huco, 18 de dczejnbro de 1R52.< secretario.
Antonio Ferreira n" Inminriafao .
t) Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em i imipiinieuln da ordem do Exm. Sr. presi-
drnleda provincia de 21 do correnle, manda hizer
publico, que peranle a jdnla da fazenda na mesilla
Ihesouraria te ha de arrematar no* ds 1, 2 c 3 de
marco prximo vindotirn. a quem jmh- menos tlzer a
obra do acude da povoacao de Paje de Flores ava-
liada un 3: IWI-JOOO rs. '
A arremalacao ser feila lia forma dos arligos 21 e
SI da lei prov iiirial n. 286 de 17 de maio de 18ji ;
e sob as clausulas esneriaes abaixo copiada*. As
|*Moaqiie se iirnpn/rrem a esla arreraataco com-
pareraiu na sala das sossoosda mesipa junla.....'lia*
m iina declarados, uelo nieiu dia, competenleinenlc
habilitada*.
F. para constar se mandou llixar o presente, e
publicar p, i,, Diario. Secrelaria da Ihesouraria
COMPANH1A DE PAQUETES
INGLEZES A VAPOR.
No dia 3 de marco, es
peate da Bnropa (
apor Tmj, comman
lano Moas, o goal de
' pois da demora do eos
pin los (hiSiil : para pa*s-uei-
ii agencia, na ra do Trapicln
miar do sobrado n. III,
quem pretender, diri-
pela nianha, perdeu-
ileiioininailu Terra ale
11
em r
rio deati
* abusos
lumc. s
rm. (rol
Novo n. 12,
O capilo (I
grande considera^
le coniniellem os donos e u
noas e janeadas, orroladas m
rem -em a respectiva nuil
|K'lo arligu 73 do reunlai'.eu
de ni,no de
Irinla dia:
provincia, lando em
que conliuuadaineii-
*lrcs de barcacasi ca-
la capitana, de as le-
jraeSo reeonunendada
i dos capilauia* de l!t
1816. manila declarar que no prazo de
, contado desla. dala develan estar
marcada* luda* as velas
das mencionadas eiubarra-
lesU dala *e paasara a nro-
eeilei ii.i furnia da lei. Capitana do per) de l'er-
nambiiro 23 de fevereiro de 1853.
y>i' II' ni ,i,n, lie (arrallio Mello.
Pela sulHloloearia de Poco da Panella fui re-
colhido a cadola.por andar rugido, o prelo Gregorio,
o ipial n.io declara a quem nerlenee, neui onde he
nliilailor : quem a elle livor direilo scaprrseiile lllll-
niilo deseus lililes,
O rouselho adniini-lralivo. na furnia dn recu-
lainenio de 11 de deiembro do W>2. para execuejie
la lei n. 618 de IN de acoslo do inesnio an.....lem de
comprar o* ohjorto*. lija* ospeclea c quanlidades i ni.o,. ,..,ii
vo declarada*; adverliudn que a qualldode dos I y,, \,
niesinos dever ser a inelhnr possivel. a labcr ;ola
rurlida. meio*, 130; hriiu Manco lito, vara*. I80
|M......azul, covados, 2116 ; bollanda ue (otro, Mvt>
dos, 906; rasemira encarnada, covadoa, I i. panuo
pelo, cuvado*. 12; briin blanco liso, varas, 286 ;
maulas de laa 16; iHiiieles enmpridos 55; grvalas
16; esleir* 57: tpalo, pare*. 57; arcos de Ierro,
izeiled
ico, caadas. I.'i
7 ; lio de algod
A* pessoas i qu
lerlaradns, dera
dn coliselhn, no i
25, 26 e 2K deslt
las (.....arla lechada, no
futuro. Sala da>
ipiinla
le de (
liras,
/ia*. 3
jacios
icasbei
43, M
apalo, caada*, 221, azei-
l|2: velas de carnauba, li-
O, libras. 18; pavio*. du-
ein conviera venda do* ol-
an comparecer na saladas
irseoal de guerra, no* dia*
me/, com a* raas propos-
lia I." de marco pmximu
do cnuselhn ailnilnislrali-
Maria Joaquina de San-Tliom.pmfcssora pu-
blica da frcguezla de S. Fr. Pedro tionealvcs do
Becife, faz publico que ocha-se com aula aborta, na
ra daCadeia, stvbrado n. 21), segundo andar.
Aluga-se una ama forra ou captiva que saiba
co/iuhar o diario de urna casa de pouca familia ;
lamlK'm se aluia um preln reforcadu paraoservico
de casa : na ra da Amura n. 8. segundo andar.
Perdou-so na noile de 21 do crrenle, na ra-
pella de Santo Amaro, um alliuelc de pelu de uu-
ro, aun mu (liainanlu: quem o achou qnerendo res-
lilufr, |mmIo leva-lu em Sanio Aiiiaru, casa de lean
A. da velga, que ser recompensado.
Acha-se jusla e cnuti alada u compra da caii.
n.6, da Iravesso dos Acoiguinho, |ierlcncenle a
Victorino Francisco dea Santo-; te algoera se Julgar
com direilo a dila cata, no prazo de lidiasanuuucie
|Mir osle Diario.
yuein pnsrisar de ornamentos, umbelas, ca-
po* de aspergea, e nnlrea paramenloa de iareja : di-
rija-se a ra do Vigario. n. 15, primelru andar.
Prccisa-se de um coixeirn para venda, de III
e II annoj de dado, com pralira, ou sem ella : na
praea da lina Vista, u. 11.
Aluua-so o primeiro o
da ra da Cadcia do Recilel
ja-sealuja do mesniu -nbr.nl
Nn dia 21 do crrenlo,
-e desde a estrada do lugar
o I.....en do Diividor, una carlelra peipiena do cou-
ro, rouleiido una scdula de l<>-.....ia dila de 39e
alunma-ionla* iinpres-a- liradas em n.....e dn abai-
xo assignado; a pesaos que a livqj- aenadoe a quei-
ra re-lilnir, loi por aralilicaco melado da quaulia
nella exislente, culrciiuuilo-u lia ra da Cadcia em
Sanio Antonio, arniazem de onulelras n. I!>.
Eduardo Vo Cola oiirenq.
Ilnga-sc a peasoa OJOg aptnhoU um ca'vallu,
,........sionoe*sf|guintes : ru-sn, petpieno. com pin-
ta* de podre/ e nina marca foveira nalo*la, leva-ln
na cnclieira da ra da Koila.de Manoel Antonio Pe
reir, ipie ser lieni recninpensailn;
fogkl na nnile de 21 do lunar de S
Williain ItaMiiimd Jnior relira-se |ra
luL-lalerra.
Para o primeiro de jiinho viniloun.....i ail-
lo*, se aluna nina pequea cata, un de um an-
dar, n cata Ierres rom um tollo, com quintal ou
pcqucuosilio, que soja perlo do Itecifc ; na ra da
Cadcia n. 611, primeiro andar, so dir quem precita,
Destpparecea um nmloquo, crionto, de nome
loan, de idode de 11 BOBOS, rara c......nana* de be-
vii;a*, eseccodo corno ; levou calca a/ul de riacado
c camisa de niada|Hiln suj.1: quem o tpprcliender,
levo-o a ra da (falcada, casa de Mai.....I dn- Santo*
Leal. (|iie*ei recomiK'iwado.
, raxein-ae almocos. janlare-
a e eommodo proco: na ra d
.ir nudo. Na mesma casa i
renda* feilo* no jioiz, mili Ih-I
No iHitcquim da ra .Ni
ii forro, qoescia liel
i. 80, hija de .ilf.ii.il
do ulliciae* para ulna* granaos,
.-Boga-so no Sr. Ilraua oooulra qualquer pes-
x'o'(|ue iMissuir una lelra aceda por Jos Filippe
Coi rea Je Ca-lro. qnelra aprsenla la na ra du Li-
vramenlo n. I i para ser paca, a quul j se nao lem
paco por icuorar-so a murada do quem a possa pos-
__ ile fevereiro de 1833.JtUi de llrilo ///;/':.
coronel prrsidenle interino.Heanlo l'ereira do
('armo, secretario.
t) arsenal de marlnha admille para a* sua*
ulnas. Ikiiis nlliriaes de rarpinleiros.
ti arsenal do marinha admille para a* obras dn
inelhnranienlo do parlo srvenles livre*.
On.iiscllioilcilirwr.lo toma Inilicii'us .ijiipk;, li
|Htrceiiluaoaniii>,(lcniiifiriii(lnlcnnii os scus cs|;i-
[otoi.
I*i*l*i MiliilcIcJH'h de |in1irii il.-i fic^uc/ia ilc
S.in los (|i> Hctili1, m appreheiididfl um qoMia
Foxllln ipn* layiva pelai mas ia mennA irestie-
zia, f)iial u aclia nnii|M'lciil(Miiciilc ilepositaiJo :
-cu legrUnwdonocomparec, M" provamlo Inmi-
DfO C |HrS>C, MlC lOr CllIrClillC.
- J
enconu
na l"j..
Crpo
ilo la
,H|llllll I
ullla COI
de fa>c
i. 23A,
li;.n (inilhcnni'
ecrelra Hamo-; lem feilo sorie.la(U
Antonio (loneaKcA de Oliveira
las
BOHO
le, eelebrada em ;i do '
roifitilrada no Irihunal ri
r- l)e c
ilo correnle mez ile fe\ei
ila ntiile, le nario II;
-iS.....o-. .1.
lio, cor nao
iraJveUta.
nifiii
mal
menino llamos, na roa do
nsla ila cscripluia na ola
alricio llc/crra Ctvalfin-
rrcnle me/ de rexereiro, i*
comimreJo.
ravo Fortnalo, no dia Ir
iro ile IKVI, pelas" lioras
a, de idado (Hinco mais ou
boa aliara*. Corpo rcuular para
inilo prcla : levou ralea preuMle
onlra de ojoadroa cor demani-
lechia mu.ni.i encarnada i j >elha, e
onlra luauca ; levon dous cliapeo^, um de palliiulia
alva eouiro depalha, vell, c ma um Im.ooImdIio
-ein palla, un BparnicSo encarnada; lio Irabalha-
dor do otarias faz. lellias e lijlos. ho cauoeiro :
ipiem o licuar, l(-\c-o a otaria do ruiidao, junio a
fabrica de Gervasio onde loi quartel, a ien aenhor
francisco de Amorin Lima, e sendo de noile era sua
casa, na ruada (loria n. Hi. mo ser recompensa-
do, o podo-so as autoridades polciaes a capturado
dito eacravo.
Precisa1 ac do nma cwrava, iwra coxinluir o
ilo
K|UM
is;i : no aleo da li n-Visla, i
l'ereira Coclho. relira-se para
THEATRO DE SANTA ISABEL.
QUINTA IEIHA i IIK KEXKHEIKtt
he ix-vi-
Recita livre da assignatura.
Evpcrtaculn Iv ricino drainol icn.dodnp (dn pi i.....iro
horilono o Sr. Alejandre I.. Garca,epelaprimeira
dona senhora AUnn/ina (iarria.....i uni.io cniu a com-
panhia dramalica,
Depnisde una oscnlhila niivcrlura, o Sr. A. I..
liorcio. c sua senhora, cantaran o lindo duellu da
opera lleriiaiii de Verdi
HA Ql El. IH CHE II l'EIIHEI.
Em -.-.'iii.l.i i cpi c-i'ui.ii --.--li,. a sempre applau
dida trauediu
NOVA CASTRO
naijent.
B,
. I.
J.
M
. I".,
M
J.
A.
) .pi.nl
til'iir*.
Sena.
C. Allindn.
A. Costa.
I.licci.
I.ucci.
.1. Mei.....s.
J. Ile/erra.
Jorue.
S. liuiliKir.ies.
acto, o Sr. A.
ule aria da
D.AItonso'IV
II. Pedro........
I). Sancho.......
II. gnea de t'.aslro. .
Elvira .........
Catibo.........
Pacheco........
II. Nnno........
Emhaixadnr......
olulervallo do lem
I.. Gsrcia ranlaN a gn
na de Duniz/clli,
l'EK VEDER SI CJIEI
E a *euhora Allou/iiia Gareia,
dida aria du Allila de Verdi,
Al.l.tlll CHE I KHITI
Tcrniinor o eiperlacuio com (i
bulTo do t'.olmnella de Tio/avauli
CON ytESTE MAM STESSE,
execulndo |ielos inesmos cantores.
Principiar as 8 horas.
0 resto dosblll........le camarote*, cadeira
arbain-se venda no cscriplorio do Ihealro.
pera Parisi-
vtSo.
HE I
i'vcciilar
pplau-
CORROKO.
grabado duello
ele
AVISOS MARTIMOS.
Para a Babia saropeirn Urmcnr eauo v m-
aem no dia > do rotreulc, para passaaeiros c aliiu-
ina eiirnnimenda; trala-sc coro 0 consignatario Itu
miimos AlvesMalheiH, ru da Cruz. n. 52, primeiro
andar.
Para o Ac raen com escala polo Coara, o pola-
clio Eiaulac,jo saha improierivelmenle no dia :i de
marco e por isso os correyadoros o passageiros es-
teiam promplos sem falta ot aejuelle dia.
PARA O RIO-DE JANEIRO.
O brijjiia escuna nacional Conslanlo Oliveira so-
gue at o dia 15 do crranlo, ainda rocebe algiima
carga o escravos o frele : para o quo irata-secora
os consignatarios Macharlo & Pinheilo, ha ru do
Vigario n. 19, segundo andar, ou com o capilo
na praca doCommercio.
LEILOENS.
< lninl.i leu .i 21 ducorreiite. Iiiiveraramle leilao
no armazom de M. Carneiro, na ra dn Trapiche n.
38. principiando a* II hora* da mauhSa em nenio
dos ohjeclos seuuinles: uarda-roupas. nu'sas de
diversas qualidades, cadeira*, ber", marquezas,
lavatorios, mina- de ma
. barosa
ra e de ferro, quadro
Aviso ao commercio
Os abaixo as*i;nados continiinm a fian
|uear a todas as elasses em joral os sou
nimenlos de duendas por boivns proco
lint) menos de nina peca, ou una duzia
a ildiheiro, nu a prazo, confnrmo
justar : no scu armazn! da praca do Cor
po Santo, esquina da rila do Irapiclic
48*lloslron Hooker iK i/impanhia, ne-
gociantes inylezc*.
Roga-soa um Sr. I)r. que mora no !>lon-
leiro, que vonha pagar o quonlio de OOMIGO r* ,
de trato de seus cavallos, a quem nao se ignora.
Prorisa-so alugal un bnm i nzinheii o captivo ou
livre, qnolenliaboa comluclacscja lioueslo;paga-se
he (pen......la rircuinslanrla esliver: qnelra diri-
uir-s' a ra do Visarlo n. 3,
Alima-sc o segundo o lerceiro andar do sobra-
do o. h. na ra da Cadeia ilo Herir, nreferlndo-
te homem tolleiro, ou |H'(|uena i.in.ili.i : a tr.dar na
luja dn incsin
'.t quem
FIBMA-SE PAPEL.
Fjrma-se papel para reparlic,oes, lano desla pro-
vinci;i como de nulras, e de particulares, assim ro-
mo vende-se papel de peso, almaco, pennas de ra-
ma desuperinr ipialidade, dilas a I-Jll o quarteiroo,
dila muito superior de ac, linio prola mullo boa,
ditos lanyiui, livrns cm bramo e oulm* uiuilnsoli-
eclos, lonln para reparlic(Vs como para escriplnrio:
na llvroria do paleo do tiltegio.n. H, de Joto do
Costa Honrado. .
LOTERA DES. PEDRO MRTIR.
As rodas desla lotoria, andoimprelorivelmenlo
no dia ludo marco prximo futuro, no consisto-
rio da matriz da Roa-Vista. 0 reslo dos billieles
osla venda nos lugares ja annunciados, c cm
Olinda em casa do Rvm. vinario.
''".#*8a
i;o\sii:kikii| iionieopathico.
x Ra do Trapiche Novo n. 9, no y
*e hotel FranciBco.
H O llr. Casauuvn conlina a dar rousullas 51
# e remedios gralis aos pobres, das 7 boro* do C-'
.'; ni.iiili 1,1 alC o meio dia. As pessoas que V
9 non hircm polires so poirarao de ."i a JtWlOO 4J(
9 rs. pelo Iralamenlo. Os escravoss pagaro Al
m 'le "> a lOatKlt) rs.
i<:A-lC8s;s>s8.it
LOTERA DE NOSSA SKMIOKA DO
ROSARIO.
O llicwiurciro dosla lotoria aiiniuieia ao re-pcila-
VOl pnldiro, quo \'io indo boinas \endas dos liilln-
tes. c i|iK> lirevc inaicair o da iinpreleri>ol do an-
damento das riMlas : roaCu-HouiHamanles tl.i- lolorias
que concorram a comprar o Nato dos hillieles, qnc
existo a M'iul.i nos lujaros j annunciudos.
l.)J\ DE MOKAS PRANCBZA8 NO ATERRO
DA BOA-VISTA, N. 12.
Madamcs Mau\omn> i\ (lompanliia, tema honra
da participar a sen* frune/os, qnu ollas rocolicram
pilo navio GufUttO, ullimamenlecliecadodo lla^re.
mu lindo irlimeiilo do chapeos de leda, do nllimo
BOalopara aaohoraaa meninos, como lamhom de
chapos de pallia d'Kalia muito Unos, fechados c
I abarloa1! rha|iolinhos para monims de um aires
motea, romeinu de cambrala boroada, caneiooi
onreilados, corles do M'slidiK de Reda prela e de
cores, mantas de tilo do linho hranco, dito i imita-
eo hloud.dilo prclo, eapolinhos de lil |>rclo, dito
de seda prela e de cores oni lena ciin|ioleules collc-
les ; llores muito linas de seda o \elludo, luvaxle
todas ;is pialidados, tanto para honicns como para
seidionis r.....ninas, enfeilcs do caliera para h.iile,
trancas e franjas qualidades, o muHoaoulroa ohjeclos de bom joilo,
que se darao por proco rasoaxol.
.Na ra las lu/os n. tu, venda doSilva Cam-
pos, ha das mcll.ure> hichas hamhuiuuozaspara ven
der o alugar.
PUOTOGKAPHiA. ^
V Marrada Koa\Ustu__U!- m-imeir. ^'ar. HfV
. >e relalos phulimraphicm sTiTtTT papel, \Wr 'o ', ,
niarhm, estes retratos liraifo* pelo dauuonooljpo
por uoxosproccssns icuulam n.i exalidilo e as cores
a qualquei piuliira de pinoer, podeudo-se ler nm
tdo-M que l xiur" como 'l'^lq"' alampa, m-iii que so alloreni.
lo \maro -No mesmo clahcleoimenlo llram-C relralos a da-
Boarreolypo pelo nioUiodo ordinario aobra enapaa
do praia. Tambent se douram a praleais qoaeaqoer
ohjeclos pelo gahaniiiio, dando ao doura.hi e pra-
leado a groamira que se deaejar.
PUBUCACAO JURDICA.
ShIio a lu/ e acJia-fe a venda na Iimu i.i
ea da Inttopendencia, hija n. lie H, a si-ju
cao dos primeos el.....enlos pralieos do fi
corroela o ai ii-ssenlada con i os inlerlocul
claOaa deflniUvaa dosiulgadorte*
MADAMA KOSA llAllliV MODISTA li
LBIRA, KlA NOVA K. W
lema honra de aununeiar ao piihlic. ipio aeaha
de rcrehorum lindo sorlimeulo decli.i|H'os dexoda,
para senhora. ricas rniucira- prelas.caliecM'S prctos,
imilacao do Mond, o manas de fil de seda prolas,
imlacaodehlond*,para caliera de seuhora.rhainalolc
, hranco, groa ra, boloea para collelc, capoUnllOO pelos r de cores,
I para senhora, Irama deaeda, hieo de Mund'de
leda ede linho, corlo-, de |dfl para noi\as, lu\as de
pellica enfeilatlas, >cos bnncoa, apellas, lilas de lo-
das as qualidades.: einuilas mitras lazendas que se
\cmlcin em conla.
Ari'onda-oo o eimenlio denominado Freecon-
dim na riheira de Una, inocule o correle, com \u-
le o lanos a :(i caplivos, hois. heMas c (sluTa para
2 calxtt, por Iros a seis anuos : quem
, dirija-tea aau proprlelariooabaJio as-
a ra do Hospicio n. 21.
l'rfiriaim Joaifkim ifo* Srt/*/s.
:is,i-sc do urna ama para coser e cnuom-
i ii da Soled,ule n. 33.
laymeaEneas(tomeada Silva, tomo arenle
J*> liiui.i social de Silva <\ Aimpanhia, eslahelecitla
a lli do correnle, lem a honra de avisar 80 respef-
lavel publico, queteacha abarlo na ra doQueinw-
do ii. H, piimeiro andar, nm e-lahclei imenlo, aon-
de se eiirouirar mllllOB e variados ohjeclos. coino
sejam boCoeadeooro de brilhanllna para abertura
de camisas, llores da iuimiui, |H>dra para cahoca de
senhora, alfluelOI de peim para dita, meias de seda
pretas cumplidas, cJunualoie prelo para vertidoa,
uarca pida para dllos, lu\asde pellica pelas, (min-
eas e cor tic cuina para senhoras, lilas de (lilas prc-
las, hiaucas, cor de cauua, cor de laiauja, o cor de
bronae para hoiuom.crlos de eolleies preCoade p-
nadlna, nenies de rinruna p<"<< iranca do meihor
I liosiode paris, lu\as.ilc lorcal prclas para senhora,
laderecos pelos para lulo, eonsislindoem Millaspa-
I ra (MNcort, hrinros allinclts, e pnlseiras, p OUlroj
ohjeclos que venderio por menos proco do que em
qiiah|uci onlra parte. Nesle nic-iiin est.ili.'lcciincn-
to seeortai
da noile. |
s.ila dereiileim'iilo preparada
m
m
1
Preclsa-se de urna cozinheira, para urna fami-
lia eslranRcira, endo hoit pagn-se bem; a lialar na
ruada Cruz, u. 43, das II at ;i lloran da larde.
Sendo corto que un praca da Independencia,
toja n. 10, se vendern) os premios abati esperili-
cados, da :ii lotera do Monte l'io Gcral de eenno-
mia dos scr\idores do estado, m-j,i por lauto aos
uossuidores dos resi)eelivos hillieles, que quando
Ibes approuvcr, venfinm rfteeler os competentes pre-
mios : na mesma toja seachan, venda us aovoa bi-
Iheles da 17 lotera das rasas de caridade.
Nmeros5.H0B . . llWKKI*!"
I.HV2. . . IMMMI^MNI
^,978 . . l:(HfSKIII
.Vil?:, . . 1:0H0WKI
1,075. . . 400*1011
.lt.l . iOttttKKI
i.912. . 21109000
274. . . aooooo
,RM . lOOStKKt
1,331.. . ilKWMKI
2,8811 . IINQO00
1,961 . . iotigooo
5,748 . 100SO00
celas, boa oorni-
Hanuel 11. \2, se
nlrar-se-ha hicos e
! hons.
precisa alagar
iin-risi-se
da pu-
na edi-
auclvilf
111- cile-
IASI-
secear al
prolonder
ilgnadoa 11
I'rer
mar : na
Arrcnda-sc o segundo andar da casa da na do
Ces: lrala-se na ma do vigario u. II, escriplorio
de t A. dn Cuulia & Companliia.
*&&#&>?!* r"mi$mi***>$mm9$&M'*
DENTISTA AMERICANO. 3*
D. W. Bavnoii, cinimio dentista, conlina a ^
^* exeicer sua prolissao, faondo lodas as opera- jj
cros que forem precisas de qualquer iialnre- ?[
*J /a, lano por fura, como na sua residencia, *f
W onde podo ser procurado a qualipier hora : w
na run da C,ruz n. 7, seuiiiulo andar, no He- '/'
MADAMA ROUTIBR, MODISTA IRANCEZA,
NA KlA NOVA N. .'iH,
lem a honra do aununeiar ao puhl.cn. que acaha de
recelier um lindo sorlimeulo de fazo odas pelas. i-
na, 0 debanllo soalo, propras para a ipi.ircsin;i,
maulas de lil de seda prolas, imitacau de hlonde,
para caheca de seilhora, chales pelos de Hl de li-
nho IftVraaoe, bfcoa <\v Midi, oscomilha, RI, pen-
nas, llores o Risa, pnlseiras, rham;dolo, liiiKilena-
plea o selim macao, bonll camisinhas. franjase
trancas de soda prclas, hrilhaulos papolUllHM de
L'rosdeuaples, de cliamalolo, e de aetim maco, e
oiilris inuilas l'a/eihlas por diminuios procos.
ARRENDA-SE
um sobrado, na ra da Ini.'io, com excedentes
I cmodos paira venido invern, e com \isla para a
< barra, a (rolar no paleo doGoHegjO u. !">.
! 1 AVISO AOSSEKHORES 01: ENGENO.
Alenlas as urandes \anlai;ens na inoauom de
: caima, proxonionlesde loros tamborea UM moen-
das perreliamenle lorneedos, oabeisoaasignado res-
peilosamonle lemhra aossenhoresde enuenho, que
I na sua fundicao tic Corro ein l-ra de Portas, se po-
bl pereilaineiilc lorueai de no\o uiiijouo de lam-
| boros, e aparare ondireilar os denlea das carretas
1 tanta presteza, queso |m'hIo oulroua-los no mes-
jliar*Utaniliwse assirim inconvonienle da tlemo-
railoHcarifs>seoenif.alo da nvqnueiii ; assba como
quo a menina fuutlicao so acha sluiipre sorlida naiV
so de novas inoendas de diversos itimauhos e inodft-
los. M-iiao lamheiu de rodas ilenlaMiis, lano para
a'-'ua como para animaos do ludas as prH|Joij;Cs, .1
bor : \olla ikir \olla, volla o quarla, VOlUe ler-
\ollas, ele,etc..
ciijciilio qne-
rendo accolerai a sua moenda, alim de moer mais
1,11111,1 Do mesmo lempo, 011 relarda-la, afim tU' es-
premer mala liquido da mesma caima, pode sem de-
mora eacolher as rodea eompetcnlto- Fundirn do
forro,na ra do Brum, nassendo ochafari/.I). II'.
Hiiuni'iii. engenbeirot
AVISO SATISFACTORIO.
ti abaijk assiajiado, tenle do Dr. Brandreth, ra/
trenle aorWeilavcl |inblim, que pcln lairra iine-
ricinn i'iitux. entrada bu torrente mes, rerebau
novo proviiailo de pilula* x+aeines deten pro-
tulor: detVeceatario he tor, apolofria, pois "
leste medatamenlo lem mostrado en grandes
que ni'-ra priiviiriiise lem nlilidn Con ealai
rai;is pilirV* : I"' "ni ini'dhnniriiln inleira-
0 innlli-nsiM), pdenlo appliiar-*e aleaterlan-
riii recem-nattidas, nllillllnn'nu, m* len ,pplieadoa
.....a Inllnidadede molestias juliadaa Ineuravei*, da
Cuja tpplieavWM- lein lirado lan felizes rcsii|liidus,
que parece cada ve? mal resoKidoo proWema de
um remedio universal: venoVse na ra da Cadeia
Vi'lha 11. 61, linlira de Vicente Jim1 de llrilu.
:.-.: W<*MiaH :' **
(laiTciual(inleilniiurt"-tni!ciO porce.....
K do consumo das agiurdeoitei do munirii.....lo u
,,. Itecifc. tvits os conlribuiutt do dito Imposto m
5 I......o primeiro de marea umallsa-aeepraso Z
V? 11..11. ..-I" |. .i .1 o pauanienld dn -.eyuniln -e- ^.
;; meslre, e njuem al esla dala nao u ii^cr Wlo -,^
te proceder deronronnidadecom o ortigo 17
'.' doreoolsuienlode 13de jnnbo de l8ta,NM t
'.' i un da-i l.aranueiras u. IK. m
::;:;::: -;1...::::: I ;::";''::.:'
rraapaHa-te o arreiidainenlo de um grande
silio ua estrada de hVIcm, nqual lem casa de viven-
da, estribarla e annaaein para se racolheroBado,
umaeasliiha nrrenle upliina para venda, lian s('i
pela i.....i i.i.11.- como metmo porque leiupre ten ser-
vido para osle lint, lem mais de HKl ps de eoquei-
ros Indos de Irnin truel.....uiilns ps de nianaiiciras,
larangeiras, e mais divenas truel, auna de beber,
patio para mal de 20 varea-, boa e grande balsa
i n.
, \nlla e meia, iluas, lies, qualrn
portanlo qualquer scnliur de
i.i i..
i illm
IH'lll
Aluga-sc un moleqne de boa conducta: quem
precisar dirija-se i ra da Roda n. 9.
O abaixo assiirnados ta/en scienle a quem
ronvicr saber, (pie lem ronlralado a compra da la-
bema tila no paini do Horpilal n. I,, perleneenle
un Sr. Narcisn J..-i- da C.-ist.i amule muruu u Sr. Ma-
noel Pacheco de llewndc: as iieatoas que se acha-
rem enm direilu a ella devenin apre*entar-se no pr.i
lo de 1res dias, lindos os quaes nao leriin direilo al-
uuru a rerliimaru. lie. iti- :!.t de tevereiro de 18M.
Birtu & c.
I'recisa-se de 1:5tl0B00O, a 2:110081)00 r a
preinin de um poi cente ao me/., pagaudiMie o pre-
mio inentaliiienie, |ior c*|iaeo de um son, snb bv -
|...iln'i .i em una excelleulu cas* nesla praca : quem
quizer dar anniincie.
PLANTAS VIVAS EM VECRTAtO, RK-
t:ENTHMENTE CHEGADAS DE FRAN-
CA, NO ATERRO DA BOA-VISTA N. 45.
0 amador da agricultura quequir.er comprar qual-
3oer qualidadc de arbusto fructfero ou flor, queira
irigir-e a casa cima nesle* oito dias, pois no Um
delles so relira n importador desla provincia. De
novo se assegura que a* plantas sao de excellcile
qualtdadee inereiimenln, romo se moslrar a qual-
quer amador, sendo para notar que a colleecu da
i...ni in.11,i cheuou em perfeito estado, o quo sedeve
aproveitar, visto ser o clima desla provincia apro-
piado a ella.
i iil.i.i'i' um | ..i iii.u.'/ |i.n.i o sen iro de co-
zinha, e que tem pralic.i para criado de alounia rasa
ou onlra ipialquer arromacao quem precisar, diri-
ja-sen ruado vigario loja n. 21.
RoRSMe ao Sr. J. (1. H. F.. o Tavor deirao
palco da Kiheira. u. II, pagar o saldo de sua lelra
vencida ha dous anuos.
Antonio Jos de Barro* toril nina carta de sua
familia, viuda del'urlugal : ua prnr.ii da Indepen-
dencia, leja n. -i.
Precisa-i* de um raixeiro, que lenha pralira
de venda e seja desembaracao, e d luuu.i a sua
conduela : no palco do Carino, venda nova o. -J.
Prccisa-se do um feilorpnra um silio perlo
da praca, da-se i asa para morar, e faz-so mais al-
(uma vnnlngam atem do que se ajuslar : a Iralai
na run do Crespa n. IG, loja da esi|uina.
AInua-scnsobrado grande da Magdaluua. que
lira em frenle da eslrada nova, nao se mencionan)
os seus coinmndos, |iorqiie w com vista do* pre-
lendenlet noderae estes juluar se be OU nao a niainr
cata que ha nesla cidade, r seus arrebaldes, mallo
hein repartida, e da mcllior nulo d'nbra, com cacim-
ba da ni.'ll."! auun de beber, e silio uuirado : o*
prelendenles o imhIimii ir ver, e para Iralar. no ater-
ro da Ruu-Yisla n, i',.
COMPRAS.
* i-apim e orlalice.
ion \eudeiu-se ti vi
odo : a Iralar na i
ti i.i.......ir......
......
ii.i.i.
cercada
do pasl,
S. I.inu
awln
rom-
I"
I. u.i
cahellns dat -I hura- da larde al as !l, prej
pie ns IragueCH .....(miraran nina
de aovo
por pree
nIo n. 34.
Miiiuei Peiiolo da Silva A
t res|eila\el publieo de-la
lade. e aos ieoborca de eugeolios e Cssendelros,
uea- luidla- para bobas o eravoa seceos, ^.....uiu-ia-
as na ra do Ranarl n. I. nao sao as verdadeiras,
irada* pelallnade pbarmaeeulleo.Sebailio Jo-
Oliveara Maclo, por bao que as unirs que ha
desua prrparac.iu ti exilien ua Indica da run du
Cotlegion. 18, como provam as asslgnalurai dofl-
ii.ul.i. que acouipaiihain as pilulas lias dircrrcs de
Na ra da Seuzala Velba, defronle do Sr.
Marlius, iiintor. compra-se toda* as qoalldade* de
hmt velnof e melaes, assim reino ourelos de pan-
nos linos e catemirat, o mulambos de lodas asqua-
lidades qoe servirem para fazer papel assim romo
tabos M-llius, lonas, ele.
(iiinprani-se iluas inoradas de rasa terreas, no
bairro da IWa-Yisla uu de Sanio Antonio : quem li-
\ei annuucie para ser procurado; e aluga-*e um
molcquede l.'>aunbs, proprlo para servir em casa
eslranueira: na Ponte Velba, caa n. 16.
Compra-se lana em porcAes pequeas, como
mande-, Isdijes que servirn! "de sraxa inoleza : no
leireiro andar da casa n. Mida ra da Seuzala
Velba, junio a roehcirn do Sr. Lobalo; na" "
prei;o razoavel. *^*
t ,.un|.r.i--i- a obra A Solidan |mh- /.imniei
ma.....Irailuzida |ielo llr. Muraes Sarniento: au-
uiiucie.
- Cempram-se escravns, e vendem-se, recebene
-e de rninmissio, lano |iara a provincia romo para
firadella; na roa dos Quarleis n. 24, soauudo an-
dar.
Oimprani-se 2 rotulas novas ou usadas, pul
una casa Ierren : na ra larca do Rosario n. 110, pri-
meiro andar.
Compra-se um cofre de ferro balido, qoe fe-
che |nir abrdario : na Iravessa da Madre de Dos,
u. I, nao-seolha a precoagradando.
(aunprain-se vareas com crias, e sem ellas .
eraudes, ou pequea-, que leiiham deixado de dar
leile, enilinra eslrjam maaras, nao sendo velhas, e
por prero eommodo i no engenbo Moreno, em casa
do |iro|iricl_.n iu.
t.ninpra-se nina ci-'iaxa de meia idade, (|ue so-
ja (|uilandeira, uu qoe sirva para isso: na ra da
Ulorla, n.25.
Cninpra-se ."i.tlOO alqueires de cal prela, para
achia dn Hospital Pedro II, quem livor e quizer
vender, remella a sua pruposla ein caria lechada a
adniiliislracao dr caridade.
Compra-se om nenio de ver ao lonue, embora
em meo Calado, com lano lenha iMia \isla e linios os
lidros: (|oen. llver ainiiincic, ou diria-se a Sanio
Amaro, taberna eo pedo Sr. Carilozo.
VENDAS
Po.
sua
36,
AFERIC.AO.
\ch,uiilo--(' concluido desde o ultimo de
,lc-
Paulo Gaignou, dentista. g
lo ser prtoirado a qualquer hora cm f
casa na ra larga do Rosario, n.
segundo andar. ^ zembro prodmo lindo, 0 prazo da alerican, c res
gaDKSaiaL^$^S^3^SK lando ainda poraferirno pequeo numero d
II 38 A. ancoras, posse nodidasdo olijcclos, que se ron
iuleiis deivar de I.....ar una doin pola- ras, como Carne do porro, leile, me!
de possivel ; o :i!i A da ma estrella | "nisis do vender ral
nde e d ex|ilica(_.n de -e aprninplar
,lu
ulale
,1,
AJuga-eeummoleqoepara uMoaarvl
precisar, annuucie.
Na Camboa do Can.......3, w'dii quem re-
bate snlilus eoiilenaihH.
Aluuau-se doos escravos e una escrava na
ra do I.mmenlo u. 10, tobvado,
ttahaixo a-simiado faz scienle ao ie*|icila\el
puhlien. e a quem convier. que I.....apartad., a s(^ as palmas, lenioiii am >u- usbrap
ciedade de-de... lia 3 (le levereirn dn pre-enle annu, curdas na parle de delraz liusr
que liuha ota o sen sobrlnho, o Sr. Jos.1 l'ereira | quem a penar, leve- a ra V i
de Azevcdo, e por isso se nao rcspoiisnliilisa por uralilicad-
lesde aquella
(Jiieni (xilll
cliaM-iia doch.
do a tale mere
niniur larilhll
do Knsario vi
UIIIUTB I'OKIII.IK/ DHHTIIU
A (lirecloria faz'publico quo para royularisar a
rohranr.i, delibefou queot socios quoontraneni do
(lia de hojo ein (liante, nao poderlo principiar .1
lirar livros para a loilura sem ordem do Sr the-
toureiro, o qual n'cs-a ocasiao exigir a impor-
lancia quo doverem.
Preclsa-se de -eis oflkiaei de cliaruleiro: na
ma Imperial 11. 31.
Hila, de idade de 10 a.Vannos, nrillia c-
(|uerda mais |H>quena,e aleijada com una |M-lle sobre
onlra na parte de cima, testa, larca e acarneiraila,
ilesccudo para o naris lie limito fundo, queivos mil
tanlpgrandese pusadet para dianle. lem i denles
na parle de cima pudrs e quebrados. Icio ns dos
ledo, poleuarcs/ui grandes, das inaos, rbidos \\arn
assim romo do armazens o
barcos do carne sacra, mes-
mo de olguiuas loja o oflicinas : sendo de notar
que una ti regra das que dcrein usar lodosos
senhores niesires do obras carapinas, pdruiros,
canleiroa, vendedoretdo uiadeira-elc, nao lenha
sido aterida al hojo: o arrematante da mesilla
aeriii. convida a loda, a- pessoas incluidas no
prsenle annuncio, latillstetent osle preceiln da
islura- como de
ndo as espados:
1.1 n. 99, que ser
iioahpiei conla quo |us*a apparc
dala em dianle, vislo que odilo sen snlirinho lie
(|uein licuu com a dila venda, e para constar fazo
prsenle aiiiiunrio.
Joaanin Franritro de Azeredu.
Prccisa-se de urna ama de leile : a Iralar na
ma .Nova n. M, loja de mudas fraueeiat.
ORtiAO' MKI.tlIlllM.
Esle iiislruineiilo de invenfo muito moderna,
1..1 t.ini...i|.|.iuM(ln (lepiu-dn- uljiii.si a|ierfeicoa-
meiilus que se llie fez, que Tez alcaucar ao *eu au-
loi .1 nieilalha de ouro. na ultima exposiro(Je Pa-
rs, ns ventasen* que elle ollcrcre sao laotiS,qoe e
lamos cerina que logo elle ha de detlhnmat oanligo
piano, iiiiuripaliiicnlc em Inda a America, i na
melliur parle das iurejas e dos llicalrosdr Paris ada-
te elle para acompaiiliainenlo do cania : 11,1 Inj.i n.
18 e Mda praet da Independencia, lem um que
lem as v uzc* as'inais bonitas possiveis, lio eilopara
trans|Hirlar-se rom muila facilidade, e healiancado
nao desafinar-sc cinco anuos inleirus, api-iar dos
Inasnerles.
i#ig*wft*iiwtitwttw trff'
Uomel Hiinoni, profestor de bou.....pa-
tn.i pe,1 escola do Itin de Janeiro, conlina
a dar rzmsnllasertM sos pebres todos os dim
uleis, das H huras da maulan
no *eu consultorio, ra das ti
iih1 ai
meio dia
2S.
mnui-se roupa cun IihIu ataio e. promp-
h'l.i.. : oa roa da Gloria, II. 85.
Da-se a Jaras a ajuaattade moihiimii.........
liV|Kdheca cm almona rase no bairro de Sanio An
lollii
quem
na entrada du
quer.
1 du Pa.ll.
2, se 1I11.1
Na loja n. IK de Guimariies, no Ierro d.i Boa-
Visla, foram vendidos (h premios da :li [olera do
Muiite Pin. Ka metma eslao i venda bilhelesc cau-
telas da 1" loleria da tnisa de Caridade.
:,.SIW........KMKMWIOO.
1.S72........ l:tal.slSI. .
1,07o........ ioosooo.
i,!M2........ 911119000.
-purlaram da riheira do |hmxo, na larde de
sexla-feira i docoiTcnlc, mu cavallo alasao, caado,
ferrado 110 quarlo direilo, c lem um signaldc hran-
co na lesla, cun cansidlia ocassuacs, um capnleve-
llin ile panno azul, um flandre com una panelinha
de inanleiua: rcromnicnda-se as autoridades poli-
caos que appiclienihun o dilocavalto e juillamenle
o ladrio, e parlieipem a leu dono nu seminario de 0-
linila, n cnieuu i'ilippe Nerv de Faria. que gratlfl-
cari -......rotamente, e lambeert pronielle guardar
sigillo ao ladro. se mandar levar o cavallo 110 dito
seminario.
__ Aluua-se nina cas, terrea com coniniodo para
grande familia, rom um grandie totte o multo Ircs-
ra, e por eommodo proco, 11 qual he edilicada na
roa do Pilar: quem a pretender, dirija-so a ra do
Viuarin n. 24, a fallar com Manuel Aiitoniu de
Sanliaun lessa.
Dliacharel Wilruvio continua a lecrionar em
Iranees, un toa residencia da roa dat Crines, n. 22,
primeiro andar ; e para niainr comnsodidade e ine-
not onurdaspesoa, que com elle ah teapnletrem
.1 i e i-loilu. lem i-lalielecid a quaulia .I.-.I-HSI
rs. |mr sen honorario mental,
Miguel Arrliaujo do- Si......., morador eso Ti-
lu'pi, nao lem mu,la de moHumhm, nem im-iuu de
fapdef agurdenle, dc-de o auno de ItiM. como be
puhlien e notorio naipiclle limar
I.i, na contidorapio do quo mi o mundo incor- j*wl; ,|(', A/'c.odo,
rom, nao su lias mullas, que llicsiinpiietn as pos
luras iiiiinieipaes. mas latnbem ein grave prejuiso
de sen inl.-r.is-. pela repulsa que ho do encon
irar da parle do publico, quo nao pode nem devo
comprar os seus eneros por pesos o medidas, quo
no cstojam legalmento afondas ; alom do que
tem o arromatanlo o direilo de chamar a juio os
omissos. o do reclamar a allcnco dos Srs. liscae
sobre clles.
I.ava-seo ongomina-sc, com muila perfei
(o o asscio : no palco da ribeira de S. Jos
n. 15.
r.\s\ ni-: mudas FRANGBZA8, NO ATERRO
DA BOA-VISTa N. I.
Madam, MiHmllf Buessard lem a honra de par-
ticpar as teohoras e toas fregaexat, que eulrea
muda, que lem recel.ido pelo navio Gustavo, acha-te
mu tn tinieulu de enfeiles para cabera, llores linas
l*para seo, rabeca. e para enfole de vestidos, rh
|iei |wr,i senlior.. e meninos, esparlilhos, beut de
todas a- larguras, fila*. caliecAes de linho e de blmid
i.nii.'ii.i-. caiiii/inhas, capolinho*, inantelcles, Iran-
c.i- c franjas, haleias o aaulhas. Junlauenle um
F0I1IMIAS PARA 0 GMIRTE MM.
N"riuliMl|-sn. "t l-rara ta IiKlrpemlenri, li\rari,i
n. li v H, isSoHiinia* para o mrenle annu, de pnr-
li, iluilieini padre; assim como as de almanak,
ronlcii.to alen* das iiialcrifls do eoalume urande nn-
rqero dea umat propriolaru-s dtie eiiKeiihM da
|io\incia. \
,Nu na do Cw'i'n?''"0' laberna n.ili, pxisem <**
ieguin!ei -'< manieiKa'.:,,P,PM' a "''^ r,i a !*"
Iny;wni i.isboa, a 110 >- aariafa ; uelu
doce da Uaine, a 560 ra. i nrralii: ,MpialB, a ISO
rs. a I ora ; ma-malo, a 210 rs. a libra ,:'
de Ltaboei, a 2K0 rs. a libra ; uencbra de Ilollmida, a
100ra.; \idio vdho, a HOrs. agarrafa; aeblo
Iii.mho, a '2W rs. a libra ; airo/ pilado de Maraiilin,
a .Mu rs. a ruin ; caf em carolo, a 110 rs. a libra, e
oulros miiilos ".eneros, por menos prceo de que em
outra qualmier parle.
GRANDE SOKTIMKYro DE I.I VAS DBTODAS
AS OlAUDADES.
Vendem-se linas de|>ellira poni iiialet*. p.u.i ho-
nit'iii, uiiiilo ui^as f fresras, rioladas ull i mmenle.
a IkHO re. o par, dilas brancas c cor de rana para
lenltora a IsOOO rs.. dilas com eiifeilts a iCfiOO c
ra, o por, propras para casamento, dilas de lorcal
coin bololas a liKKM) n... dilas de teda lranc.ada para
J.......-ni i l.^iHO rs., (lilas de seda prela a de cores
para seubora a I rs., (lilas de laia non [detlos e
sem clles a "><>. e 010 rs., meias de seda prela para
seubora a lS0O imiilo ricas, lilas de seda |ara cin-
leiro, um cmplelo sorlimeulo de perfumaras B Iw-
nbas. conm scj.i. o \erdatleiro mbar, mil dores, pa-
lrlioli. lavamle e oulras umitas finalidades, sapalos
de i-ouro de liistrc para seubora, dittis de marrof|uim
e lapele para bomcm: ua ra do Oueimado, loja de
miudezas u. 17.
PECHINCHA PARA QiARBSIfA.
Meias prolas (le alfiodiio inuilo nnxaj e tnas para
aenhoraa e meninas a :I00 e 100 rs. o par : na ra do
riit'im.ido. nava loja de uiiudexas n. 17, de Antonio
lindo sorlimeulo de VfjBlMoi para bailes e eaMmen
i'-'-, maulas de blond e mu i las flores para os dil,:
as sonlmras acliaro lambein os objerloa da qua-
reema, os mais em uvoda o prec,o raxoa\el.
Preclsa-se salwi onde reside nesla provincia
los Cartoae de Mmeda, nniural de Lajege, ou
mII.i I.-.iI. prolissao maiceneiro, vindo par e-I i daile ha anuos, pouco mais ou menos : quem des-
la pessoa souber, queira dirtuir-se ao consulado de
Portugal, na ra do Trapiche n. 6, afim de dars
mu venientes iiifniii.in.e-.
Guimares <\- Henriques, mandam o scu rai-
xeiro Joan l'ereira Ordo/o liuimares, un Rio
(rande doNorle tratar de seus nemn-nw.
Precisa -se de una ama, para o servido de uniai
casa de peipiena Lnnilia : a Iralar na ChiiiImMi do
Carino n.3B, primeiro aml.ir.
Prerisa-fle .* urna preia.rtimoleqiie.pera wt-
vin. de una familia, aoe randa na ra : f|uem ti\
,lirija se a ruado Hipido casa n. 17,/x
Aluna-sc o M^undo andar e solau.
|l. da roa da Setialfl Nova : a Iralar
C,re|Ki. n. K.
aiimmnc.
(I.i cava u,
ni ni,i itu
Yc-dcin-se anjos pai.i procissao com muila
elesamia cmdico praea ; lambein ^e alugamaias
para ns me-inos : a Iralar na ra da Cruz no Hecile
u. 7, segundo andar.'
Vende-se urna armacan envidracada propria
|wrn loja de calcado, ou oulro qualipier eslabeleci-
menlo ; eom l:l palmos de fundo e 10 de largura,
e eom baJeao, sendo loda a ,n m.ir.m de louroem mu
lo bom estado, por preco o mais eommodo possivel :
oa praea da Tndepeudei.ua n. 19.
Vende-fe urna escrava de iia^ao Hseauje.dc ida-
de 'anuos, ram vicio ueni acbaque, a qual co/nba
o diario de nina COM, enRonuna e lava, ludo com
pe feirao; omolvode se C vender, he seu dono
nao ler precisan della : quem a pretender di-
rija-sc a camboa do Carmo.vcnda da quina n. 46, un
casa u. XI.
Vendem-se IGewiavos, sendo dous lindos mo-
lequcs, 1 escravo de meia idade bom cozinheiro, 1
dito de idade de 'l\ anuos bom carreiro, oulru da
iiH'-ina idade, serrador ; 1 dilo cauoero, 7 dilos de
seni.ti de campo, lescravas quilandeiras, Indos es-
es escravos alianca-se no papel de venda, nSolerem
molestia Ue qualidadc alguuia : na ra Direila, nu-
niero :l.
Ainda se cunliniia a vender dina nalOese^u-
lanles, es|ieuilha, Imo e renda dourada, por muito
lniurs piceos, assim como meias pretas de soda para
senhora, a ffrjOO, 1a*K0 e iiOOOrs. muito finas ; as-
safales enndecasc Iwlaiosdo Torio, courode luslrc
(ranctt verdadeiro, bandejas de recortes de inulto fi-
nas limas, luvaa de nialha para senhora com bulo-
U, e bolOei de nidal para WlcsM : na ra Uo tfuei-
mado, u. 71, junto a loja de cera.
Vende-se um *oU do Jacaranda em bom estado
por .-hSoo,uiiij.! de bancas de columna lambem
em bom estado, por VjOOO rs.,e urna marqueza obra
bem feila c com |iour i*
' jOOO rs. : no paleo da Rilictra de S. Jos, nume-
ro II.
Vendcin-se lonas a hiHlacan as ta* Hussia,min-
io cm noii.i : DO uinaxcm de l'ox Umlbers, na ma
ila Cadeia do Recife n. 6*1.
MMioitr. un \\\\s
le muito superior qualidadc, em harris de 7 em
pa, em (;is,n de AtiUi
'ia du Recife ii. s.
Veiii|etn-e na ra ti
eos coin farinha a IVHflO.
lo i'., de \Imcm, na ru.i da l-a-
Aniorui nunieii' li> li
MUTILADO
--


\ i-iu'i'ni-sc cliilai preai muilo lina*, a 200 n>
o'cotad.....a pe^a, .1 7M00 rs. : ua ra Nora, li nova 11. >:.
Vende-so oa; >lc primeln! surle : na ra do
v. iiari.....9.
Vendo-se inii.i unn;i>;o c 11111.1 l-alanca grande
ooin contase pesos, urna batanea -lo barco aun po-
sos, un lorrador ur-inilo < un moihn du caM : na
mu dasTrinchcira* 11. H, aoudc csti a falirira dp
chocolate lwi)joaopaUiico, so nuil a rthnaoe ilucom-
lirador, c: uaranle-se a chave da casa ; ludn se veinte
pur menos da inri,lr de KO valor por 11 diimi no re-
lirar muilo breve, e avisa aos seus devodorea di; Ihc
ir paliar quaulo antes, do conlrario scrao publicado*
o- seus nomos o ehamailos u jui/o. V'ondo-so a eul-
locc" inteira dcsle Diariu de lid); 11,1 im-siifa casa.
Vendem-se rtilogiosdo ouro o prnta, palon-
le inglez : na ra da Sonzala Nova n. 42.
Deposito de panno de algodao' da fa
brica de Todos os Santos da Baha
Vendo-se n bom conhitrido panno do algodao
da Balda, propriu para saceos o roupa para os-
1 ratos, o vonlade do comprador : no escriplorio
do Novaes e Companhia, na ra do Trapicho, nu-
inoro 34.
.N-:riirTlHTTflESF()7T)jXlTA ESOl
NA 01 F. VIH/I A PARA A CADEIA p
tcmlo-sc panno lino preto, a *mn, :iooo. \k.
.'.-:1 o teooo o eutailo, dilo azul, a -stm. fc|
:li>lO, ijOOO c Os'JOO, dilo verde, a-WK, fij
i."'iii. 1 Miles do i.iM-iiiii.i pela .....i lo supe- g?
1 inr, a .'uiOOO, knki, -.i.-oou. Io-hmmi c i i KJ
^ selini prelo de superior ipialidade, MNIOO, J
f llJJOO, 180110, e 9TM) o invado, lencos de {
- seda brancos, a isOOO,corles de lisiado li- S^
nlio, a 70, corles de candil aiu de salpicn de
c ou: c lemeos, a :l*!)0, e iSKI. elidas es- *T
curas do bouilos padrees, a .litjOl) a peca, !
corta* de casan frume/a, a U3500. e itwot, sv;
vestidos de babada coni bico do ultimnos- P|v
lo, a B1000, risi-ados iiaiuci- muilo bonilos S-S
c largos, a IQ o eovado, gauga amarella [^
Irunc.ulu. a I. libla, a BJjllO oco\ado, eoulras inuilas fa- gt
TODA ATTENCAO A.s SEU I IVI'ES I A'/E.MUS
BARATASE IIIIAS.
\a laja 'le Leopoldo da Silva Queiii, rua do
Oueimado n. 2, veudem-se dulas de pooiloa pa-
drees u ISO, 100, I80,e900n.....-utado; lencos de
u>-a coiu baira de curias bonilasa 100 rs.; ditos para
qratau de dMbrenles goaloa a 3(>o rs., cada un;
curies de cassa cbilas de bom uoslo e cores litas a
28100 e MN rs., cada 11111; dilo. coni barra a
a7u rs. ; linas linnsdc cm paca ienharaa500r**
curtes de cambraia de aalpicoi de -liffercutc* roes.
cbilu- franco/as de padroes modernos, lencos doso-
da para iduihcira a I i i 11 -.; cortes de rolletal .le
lii.t.iii a TOO. e HM rs. ; castores para cairas, mullo
bonito- a 380, 2H<>. 809, 330r*., o vado ; hrlin
panlo, ebranco. dilo de iiuadros iniiduspara palitos,
cortos de casimira de cor, bonels de \cludo beio
i'ufeilados para meninos a I.NIllO rs., e para o lempo
fie-ente da tpinresma, casimira prela lina a "000
is., oeovado ; merino prela a -sfiOO rs.. o co\ado ;
dilo muilo lino a 8)600 rs. |.;.....11 lino rapjur|
a i.-silOO rs.; alpikas prclas e de diflerenlos nuali-
iladcs ipie a \isla du cniuprador se dir.,, proco, I
priocen, lilas, lenco*prelotoara grsvalji|'ll|niBra.
'> de aedaprc, ,,,. ijsori, lilas para '
.....uiiu inHis a 70X1 rs. ; meias prela para se-
.oora. e unirs nimias mais la/eudas ipieus compra-
dores leudo dinbero, e Militado por sua ipialidades
n..,i(lri\ai,iu le comprar.
Moinhos de vento
cum bombas de repuvo para reuar borlase baivas
de rapin. na rundicaO de II. W, Bonnian: na rua
do Hriiinns. KetO.
A 6,000 rs. peqnenos, e 5,500 rs. fraudes.
Vendem-se chapeos de sol de siita iiudcia de
superior ipialidade, pelos pvecos cima : na rua
do Collrt-io 11. 4.
NAI.OJA ti. li, DA RUA DO CRESPO,
HA AS SEGUINTES FAZENDA8 BA-
RATAS.
Vendom-wi "i Le ile \estidu a-
luMi. aiwtiHt i-m. ; luiosnitu barra, a :^hh)i>. ; pe-
ca le raiobraia *!o aalploosbrancas, a :tsWH)f IgOOO
n, ; corla Ir canaa-cblli, ;i *.(Mh-s.; dilo con bar-
ra, a 31800 rs. ; dlb de ca frjDcea, q3*30
l>. ; rolles Ir chita rom Ikiit.i mullo larga qiit' leu

DAVID \Vl1,l.lAMHO\YMAN. en^nlieiro tii.i-
rhiuWa e fundhlur uiinuorla iiiw senhorm propriolario* ile NHlMlhos,
fa/cmiriros r mn's|iciiHvrl pubUco, qoeoaeu r-l.i
l'i'li'i'ilili'lllo ilr Iciln iii"\ il'> |M lii.-irlnna (lo Va|MT,
na rua do Bruin pisHando o chalarla, ronliua cin
fiiiTiivo 'viMririu. eae aoba rompleiauMBla montado
ana apiwtn'lhiw da prunelra qualladc pnra a per-
fella COBRRoaA daa maJofw pc^as dr mat hini*......
Ilahilllad')|iara cmprcheiidcr quaesquer obra^da
sua arle, Da\itl Williain Bowmau. deaejfl matopur-
(inilarniridc rliamar a allenrao publica pjra as ho
EhiiIm, |Mir lerdellat urande Horlimcnlo ja* proni|>-
lo, em dejHtsilona mcxiiia rund^.-id, as quaett oona-
IruMas cm sua laMefl poden competir <'ni as fabri-
cadaaew paJx eairajtajetro, tonto em prexo corno cm
qualidadc de materia primas c maO de obra, a
saber:
Marliinas de vapor Moandaa ileranna para eiiiieuluts de UmIos os ta-
manhos, moridaa a vapor por aioai nuauimacs.
Hodandp ada, mojnbosde % i-m -m it^.
Manejos independentes paraea\aI1os.
Roda denladas.
Auuitbes, linni/es e rlnimareiras.
CavDbOeae pararnaoi de iodos os tamaitos.
Taixas, paroeii erlvoa e boras de fornallia.
MoiiIhk di- maiidiora, movidos a man om |H>rani-
niaes, e prensa* para a dila.
Cluipaadc fogkoe Tornos deTarinna.
Canoa de ferro, lortieim de Horro edebronse*
lombas para cacimba e de repuv, movidafl a
mai, noranlmaeson vento.
1.11111,la-Ir-, guinchse maracos.
Prensas b\drauliras ede paradiso.
Ferrauens para navios, rarrose obras publicas.
Columnas* verandas, grdese portes.
Prensas de copiar carias v sellar.
(lanas, tarros de mane aratltixle ferio, ele., ele.
Alera da Hiperioridade la- suas obras, Ja' geral-
mentereconhedda, Da\iti wiiiiam Bowmau garante
a mais exacta roiiformiilade romos mobles e Use
SALSA rVKBILHA.
4
_ aST,-1* _
As niiniuroMS experiencias feilas eum
salsa 1 mi 1II1.1 em todas a- eaUtriuidailc-. "i
pela impiiie/a do snimue. e o bom elilu obtido na
corle pelo llliu. Si. Dr.SiuDif, presideifle da aca-
demia Imperial de nirdiciiia, pelo illnslrado 8r. 1*1
Antonio Jos niada iasa de siudc na CanilHia, pelo lllni. Sr. Dr.
Saliirniuo deOIKelra, medico do eserrilo e por va-
rio* uniros i.....tiros, peinijtteui boje de proclamar
allamnilc as \ u liuli-s efflcaie* da
SALSA PARRILHA
DE
BRISTOL.
ola.i:ada nrrala conten duts libra* de li-
quido, e a salsa |.ai i ilti i de Drislol be narantida
como puramente vcgelal em mercurio, iodo, pola.
siuin.
Visto arbar-so de nova aberla a bollen do Sr. Jo-
s Mara l'.oncal-.c. Ilaiiio.. na auliua rila do Un,ii -
leis, muduu-se nutra ve2 para all i> depusilo da sal-
aa |HU'rillia de Brslol.
> GAMTOIS PAIUIETE & COMPA- *
38 MOA. I
S} Conliiiiia-si' a vender no deposito eral da $,f
;: rua da tan/ u. ~>i, o exeellenle e liein con- ;.;
^ eciluado rape areia prela da fabrica de 0*0- ff
)') luis l'aillieie & (jiinpaiiliia, da Babia, em f
;( L'randes cpeqiienaspori;oes, palo proco estabe- ^
i '* e
RAPE PAULO CORDEIRO.
Na roadaCadeiadn Rerife luja n.,V), de Cunta cv
Ainorini, xende-se liles e meiosditns de rapV Paulo
Cordato.
Veiulein-se lencos de relio/ de diversas no o-,
poulo de n, muilo em 0*0, para culcc de pescoco
deseuboras. Iu\as de lelro/ do mesino pauto, coilas
derelrnx du niesmojioiilo para meninos, fammnbas
coni gola bordada a nnilai.ao de blondo para senbo-
i.is. i elidas de auulba de meia, prnprias para uuar-
nicilu ilr saias brancas, loalbas, etc.; coilas ou sol i-
de.'is para ecclesiaslicos, o \arias pecas do msica
para piano, como scjain, s>mpbonia na opera
Ika, a nova mazbuika. lindas vals;
. lampa, polka, a nova tuainur**, muas vauaa a ipia-
ilio*reiiioU|do) pelos lenhoreaqiwie dlgnarem de ,i,j||l.-ls: no segundo andar do ullliuoiobradn da rua
azcr-lbo encmni.....ida-, aprovritandu a ocra-ia pa- ,|.ls (: ,.,., ,t| para S. Iraucis.....lo bulo di-
r URradecer ao mil nni.....osos aml(ua e ttenueie ,.j|........|0 uinlbom enrarccuain de bordar a ouro,
preferencia coin que ......sido por elbs bonra.lo, ,. ., ,.!,, Mlll,a perfeicao. a braiiro. apo.....de
"wmirn-lbes........ao ,......,ara osforcosediliael- ,,,,(,... p,,i-aoo.i-. n.....n ou OgurM I llai ou ledaa
las para coiilmiiar a merecer a sua rnnlianca. ,,,. ,.,.(,s ., ,|l(i,|,,.....- costura uu borda......
/:<^^*"*^^* <$,' M(IKND.\SI'ATKVri->.lli;A.i:K.' 7$ j. |.a|,n,l"*^enIo^"*;u'l publico de
, .'. ^,.V ,f i I'ornaudiiico, e em parlicular au leu* (reguexes,
I Em casi de Kulbe ,\ II.......lac rua .lo vy | .|c..llH (|(. ,,,,.,,,.,.,,,, p.lrls am (|() (1 l|c Ja_
:0, Irapicbe n. 12 irliain-M-oinslaiileiiieii- .ro, d*>falirici..... Falque Irinaos. mu lin.l
T le a venda MACHINAS IMEIIlAs F. S VJii
S\ MEIAS MACIll.\4S'-,*oi-'"<'KV.ufr-ir M.
n-lrncc,io. Estas .\rVKNDvS le-
le exlrabir das canoas, |
ATTENCAO.
Veudeni se cirios de casernira prela muilo lina, a
"""Ira.: na roa Nova u. lli.
:ai'i)timios i: manteletes.
A'eiiiU'ui-se mantelne* e cajKilinlios para
senlior.i. n-ni nsniHleruos ipic lia, epor pro-
co em mua, leudo porcn para cscollier a
'vonlade: na loja do sobradoaniarollo da rua
do tlni'imado B.2.
dedi
a vaolt
eum delS l'lilt CBNTO matocaldi
as ordinarias, com a mi-sina fnrea
,?f!iin-e lambeui
,loq,i
iiotri/.
as* tai
A.
ere-
Uniln
rlii
la
; pe.
1100 n
docbila
eoVado;
eSKOn
pecas
a va-
19, priniein
un roqnele,
13 < covadus, a lytKKI rs
clara-, a (1VKM1 r.. a |K-ca
de naa dequadio-a SMOOr*. a |ie
ra : na roa do Crespo n. 0.
Na rua da Cadeia do Kcoie u.
andar. M.|ideni--e lencos, loallias. o
ludo da labvrintbii, o obra mnllo boa
Vonileni-se os \crdadciro- sellins inule/es, pa-
jele, de mola e aem di* : na rua daScn/a la No-
va n. i _,
\ endo-se inarmelada nova i-m bocelas di
1 libras, caivinlias coin e i libras do p^s/dil
com -J o I libra* de amrivas, eaivas com ir
ludo mili
16, defroul
me-ma
XAS DE lEllllii de modelloraperi
AIIADtIS TODOS DE IKKltO da
lilaila fabrica de BANSOM E MAY. v?'
t$il.^^
SACI'.AS COM KAKELI.0S A r,.-00 .-.
Na arman...... I, do Caca di Allandega.
roTAssv si miitiit.
\u rua de Apollo, armazem a, i It,
kiii luperior potaua, porprerjo *atonvel.
FAZENDAS PROPRlAS PARA Ql'A-
ItlCS.MA.
Selim piolo de Macan multo superior, a 'AsM\ o
SKOOr*. oeovado; sarja piola liespanlmla da 0f|-
llioira qualidade. a ]||000ra. ocovadn ; casimira pre-
la muilo lina elstica, a 39000 o 3000 rs. o eovado;
panno fino prelo a mu e i -sm i-, o eovado. dilo
" i IIrVKI o IjvVI'I rs. o eovado; prinrea prela
lina, a Slltl o IntKMI rs. ; al|iaca pela tina a
1*1100rs. oeovado; rorloAio I
l9O0c 2J000 rs.; |nrf aun
enrorpads, a WO rs. n cova
a 180 rs, o invado ; f. niuill
i/ul
uiiiil
Mu-
idlo,
muit
lilil!
.....'! .
ai de pino li-
lla inlraii-a.la
; risradu de
oais fa/endas
iniiib
para leuh.
Na rua
dar vendo-so
proco muilo
Na rua
pm prccii coiiuiiimIo : na rua-!n Cie-|
OVAS 1)0 SEKTAO
\cade-.e a- mullo fle-ca's ovas do
jejitni da -piare-uia : na i ua doQuoiir
:\i
u.
i: potassa
u. O. veudein Cunlia
lias de cal elll podra,
e polaasa de boa
HOMEOPATHICA
8BCAJI*MifHtf>i
nil.i por u-fvl,mmiirrl; ,.,
' ^ViielprilllPIlIn pOSSOO lodosos IBD-
........lentos ale agora e\(a'rniientadns, tanto
o,i Europa como no Brasil, e preparado- pe-
la- mai binas da invoucao do Dr. Muro.
Carlciras de |-J tubos al ItiO. por preco- \n-
DEPOSIT DE I
Na rua da cadeia do llecii:
A. Amoriio barril com I arr
recenjGineute chegada de Lisboa
qualidadi'. t
SAMIS.
SALSA PABRILUA.
ente los de Iluto, nico agenl.......
ile B. J. D. San-ls. ebrneo aiiucica
que lem cltegado a osla piara un
i, de Irascos de -al-a i-.ii i illi.i
irdadeiramenle raUfleados, i
.erbio para n
ubi luja o. I i.
do
Janeiro
i que.
BcluSO
lis lili
pe.
stitnidoro le tao |in
enaano, lomando .
aempre coalumam Iraie
Jute*eIaboradoi pela "
aeua iulereasea as mal
Prtenlo pede para que >
deala fraude a dtaUngua <
Iba desandada foMfeariac
t;ada : o annunclanfe U\/ \
sinaii.
re na m-
o,lai |m-
n erande
nds, que
|ire|Kirados no
anlelar os con-
de cahir inste
stas eoueeojuenciea que
. tiietlieamentos faUilita-
laijiielles, <|ue anlepoein
esrasoada humanloade.
publico se noaM Hvrar
\crdadeira taba parri-
reeenlemenle ai|ni ehe>
r que a venladeira se
i Torn i
dos
a qualidade das
remedios e suas
calas, a
dwiami-
na\ei, tu
}ejuanUdadi
aaeoea.
IJnaearleia eom os i |nimi[iaes remetli-
oshomo|ialiose: olirasdiflerenlos, indis-
|M'iisi\es para s prhicipiaules que se qui-
Reren convencer da rerdade da nova medi-
ua ; etnileiido alm de iiiiiilf>s(-oiiscllueli-
nieos, a pallionenesia de ,H iiiedieameiiltis
por.................23aO0O j
Tubos a\ulsos ola un 1.....I.wmhi j
Tinturas de tiMlosinim-diraineulos em Iras- I
coa da (. AVIAM-SE ATI MMEME
para osptihres. tnios aareceiun que paraali
mandar qualquer proTeaaoi.
Na ineenw botica enconlrar-oe-ua aempre
un erande sortunento de llvroa em porl>
uue/ e traiieiv. 0 eiutiiii lodn quaiilo lie ne-
eessjirio para o e-ludo Q pratiea da lioinopa-
lliia.
N. H. Rerormam-op Bralnilamenu loda m
rarleirai vendldesne oaUMedmentodecu-
jtis remedios, peta bumidaiie ou por qual-
quer mitra eausa, liu>iein ililo deteriorados.
Calmonl ,\ Onn-
,11. oaeoninle:
ti du/ias, liulias
tiarrkaa muilo
inelez.
ra rrinba de mandioca le
izada ullimameule do Kio
lll.M
D 8 ti
em
. Ierro
dlegio
BSPRMACET AMERICANO.
\o amaten da Iravcova da Madre de lieos n.
J\, \entle-se o \eidadeiro e^pormarele ameiitaiH.
em aaUas de 3(1 a 33 libras.
1,280 Mil) RUA IX) CRESPO \. i.
Superitar* mln'iloie-to algodao. es-'uros intiilo
oneorliado vBrandes,|iroiirio |tara os-mmi-. pelo di-
ininulo preeode i2i) e 19446 I.
.Na rua do l.i\raincnlo, loja n. |l, \entlein-se
iina- eaerava mnoaa e de bonitas figures, rom ha-
bilidades, sendo nina rom nina cria do (res mezc*.
NA MVHAHIA N. ti. DO lATEO 1M)
(.OL.Kt.K),
MMidein-ttccstojos de diiroreules (amaubos.mallicma'
lieos, muilo ln-m pnpaiadus, eakinbas rom tiula
de dlflerenlm eore, -endo dcdiflrrenics lamanbos o
muilo tinas indas, papel de desenlio muilo aopefior,
de dinereulm lauuinoai indo vomUMie |or preco
muilo rouiinodo : na Inmria du paleo do Gol
ii. G. le Joo da Gosla Oijuiatln.
ATTENCAO,
\a rua lo Queuedo loja n. 33, eouliiiuaa ler
mu rico aoriimenlo de nianelleles tlebidasancores,
por preco conimmln de (gINNIrs. eatla mn ; parmoi
linos prelo- muilo superior, a :t-ssim. i vhhi, .>vxii-.
oeovado; sarjas bespanbolas a >ioi. lw"( i-. <>
rotado; easemirat* pretas muilo superior qualidade
pelos diminuios procos de 4>ttp, ^VM, 2WW0r. o
invado ; eoulras mais fazendasde bom uoslo, que a
t isla dos compradores so dir os precos.
Vendem-se 30 travos de qualidade. por preee
eonimodo : no I lapicbe do Hamos arbaiautmu quera
Iralar*
FARELLOS.
Na rua do Trapicho n. 11,^ vendem-se sacras
rom superior farello, cbcgorlo recenlenit'iito pelo
liaren Pornatnbneo, u por'eoiiimodo proco,
Vendc-se sobrado de 3 andaros, da
sh, u. 50: a halar na rua Oiteila. -olu.nli
euundo andar.
UVA DO CRESPN. 0
V'endem-#0 peca, de fhMa esenm muilo tina a
li. UK)v em retalbosa I MI W. neo>ado ; iiipii*iimos
corlea de nio bordMkt, lanln paia caaMcoaao para
lanelliis. por preos eomiinwlo-.
i ua .No-
. n. -21 .
; nicamente em sua botica na rua la Goneoi-
gae do lieeife u. til; o, alera d< raeeiluario que
I aeoinpanlia cada frasco, lera em bflllO da pruneira
p.i'jin.i sen nomo impresso. e se adiam sua liruia
em manuscriplo sobre i iuvoltorio ImprcatO donios-
iiio Irateo.
Vendem-se sartas rom iiiilbo e i i imIi.i : na
rua do Kauuel. II* '2't.
Vendem-se cin casi de M
paubia, na praea lo Corno Sa
vinho deManellleem eauus i
em noveJIoa e earreleis, bren
erandesi sen de milaOsertid
Vendem-se saceos
iiraiio boa qualidade, el
le Janeiro, assim como muilo su|ierior mercurio em
eai\iulias to mua ii. ral \iruciu uo\a lainbeiu clu*-
nada allimamente( um braco grande da Komao con
os rompoleiites |K'is, conclias, enrenlos ele., dua
airoias i-oiii oscomiH'lenles bois. ludo por pron
muilocommodo: na rua da Moeda armasem de Jo
s Antonio da Sil mi Vianua.'
AOSSENHUHES DE ENGBNHO.
O arcano da nsenelo lo Dr Eduardo Stol
le em Berln, eiupregado lias colonias inaloias o
Uollande/as, coin grande vanlagein para o inollio
raniL'iito 10 libras junio coin o ineibodu do emproga-lono
idioma porlujjuiz: Qnl casa de >'. O. Ricber S
Coinpanliia, na rua da Cm/, n. i.
Em caso do J. Keller dt Companhia, na rua
daCroi n. 5^>, ba pata vender dous oseellenlea
pianos fortes, o de una las melliorcs fabricas, o
ehegtdosoltnunnente da Kuropj.
DBPOlTO HE GALE POTASSA.
No armazem da ruada Gadeia de lUnife u. 12, ba
muilo Mipci ii.i ral de Lisboa om podra, assim como
polassa chegada ltimamente, wr procos muilo ra-
/oa\es.
m Os abaixo assignados rniuinuam n ter om W
g deposito grande soriimenlo de farinhas %
S americanas, do diflercule mareas, e i;ual i
3$ dados, vendem-se em porches u vonlade ;c
W dos compradores: no arina/em do l>ccodo H
jjjj (oncalves n. \, ou no seu escriplorio na
S prnra do Corpo Santo, esquina da rua do '-'\
}t$ Trapichen. <8.Rostron Rookur & (*. S
>* .-*;ii*rf
LOTERA DE S. PEDRO MARTYR DE
OLINDA.
Aos 12:000,000, 0:000,000, 5:000,000,
6 l:.'>00,000 de rs,
Na piata ta Independencia o. 13 e |."i. loja de
calcado do Aradlos, n. 3" o 3, loja le aleado de
Poilo \ Gompaubia, o ua rua da Gadeia do Reclffl
u. 15,lOja to niiude/as de Jo Fortunato dos San-
ios Porlo, vontlem-se billielos, raeios e cautelas da
niesma lotera, que ba de correr no da lo de mano
du (oiu-iiie aneo. Ou qualro puna-iros premios
^Tandea sao pasos aora o descont debito |
do iiiiiHrsIo yeral.
Wlhetes....... 133000.
M.'it)-........ 6>300.
Ouarlos....... :'>N
Quintal....... 10100.
heoiinos. ,..... IftlOO.
> seslmn*..... ""oo.
iiin(ii|hii)t|ujajuidi
rpara U,
ra os primen*. eacolhid sorliinenltle
cliapoostlo-ol omcaK.K i id e i lieos os mais lindos,
que teiu viudo ora cafiriurastliversas. tlilosde eau-
lia, el.-. ; LTandet(i|,nti.lado do sedas o pauuinbirs
em pna paracobfu armacoosservidas, astpie foroin
de ferro, onv^rntsam-ao que licam novas; baleiaa
largasi o-ii'itas e do ac para espaililaos t vealidoa
de cultura, bengalas bonitas; cobre-fe c eoncer-
(a-solodaequalquerquaJUIadede cnapeos tle sol:
!oiios osobjeelos acjjnanMnclonadoa vendem-se om
porcnO earelalbopor monos proco que era oulra
qualquer parlo.
CAMBHAIAS PARA MOSQUITEfROS.
>a loja deGulmarSes \ Henriques, rua de Cres-
po ii. 5, que rolla para a rua lo Golleio, veudein-
H) carabraias de coros para mosquileirc, as mais mo-
dernas que lem viudo a Me mercado, pelo baralis-
linao pren de 3^00 lf apoca: aellas, antes que
se Brabera*
la Gadeia to llecifo n, (i, primoim an-
taliellas. pannos o tacos para billiar, por
ni conia: indo novojs bom eaudo.
do Trapiche u. ii. primeire andar,
vemle-se o seoninle : pasta de lirio florentino, o
mcibor artigo que so cnnliece para limpar os den-
les, branquece-os e fortifica as ueuuivas, deisando
Iioiii ansio na bocea eaiiadavel ebeiro; airoa de niel
para os cabellos, Umpa a aspa, o tia'-ibe maaico
lustre; aana de perolas, este magjco cosmeslico pa-
ra sacar sardas, rugas.....mltelcsar a rosto ; assim
i.....a Untura imperial do lli. Bruwu, osla valio-
sa prepararan fa/ dos cabellos ruivos ou brancos.
coiiipletanienle pelos o mackw, iem danuo dos
mesiuos. ludo por precoa eoinniodos.
OCtILOS.
CliettOU a praea la lndependeiu-ia, Utja u. IH o
2o,uin i ico aoriimenlo deoculoanara todas as vistas,
soja cora vldros lirancos ou a/uos, coin gm'o ni m-iii
uia'o, o cora aiina;tres de ouro. do prala, de larla-
niL'a, lo baloia. ou tle a;o, a vonlade do compra-
dor.
Vendem-se lonas, brin/a. brins o raeias lo-
nas la Kussia : no arma/om de N. O. Biebcr ,\
Companhia, na rua da Crn n. 1.
DepoBilo da fabrica de Todo- o Santoi na Babia.
Vende-ee.i.....sadeN.O.Bieber &C, na roa
da Gnu n. I, algodao Irancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos do assucar o roupa tle bs-
cravos, por proco oouiiikhIo.
Agencia e Edwln M*w.
Na ruado Apollo u. ti, arnia/eni de Me. Galiunul
i\ Companhia,acha-aa conslantemente bons *orii-
nienttis tle taixas de ferro ooado e batido, lano ra-
sronlo fundas, nioeudas iuelira IihIis de ferro pa-
ra animaos, auna, ole, lilas para armar om madoi-
i a de Indos ^ lmannos e moddosoimals modei nos,
machina IrOriaonlal para vapor com fona de
ea\allos, niros, pas-.uleiras de ferro e>lanbado
para rasa de purgar, por menos proco que os do co-
bre, eaeovena para navios* forro ragle lano era
barras como om arcse folbas, o ludo por barato
pre;..
Orno.
Vendee -eso em barrica!
Ie:em casa J. Keller \ '
Crui n. .Vi.
Vendem-se <
eflodas de Lu ii ii
loja n IK.
Vcnd -se ou troca o por nutro perio da
praea, OU por pr>pricdades na inesma, o rando
rendse sijio las Roseiras do major Joaquim Elias
de Aloura, defrODul da apella du Kosarii.ho, com
casa do sobrado nova, e-;li'liariri. coebeira. casa
de farinha com iodos osseua poriences, senzala,
oquarlo para hospede mi feilor, careado para lO
\acca- i astareni solas, o coin malta dentro do
mismo cercado, muitas o variadas fruetas das ine-
Ihorea quadades, eexceUenies mangas eHveria-
dasi os pretendeniesdirijam-so aomesm sitio pa
ra o veroin c tralarem do ajuste.
M PALITOS FEITOS.
^ Na loja du aobrado amaielln. nos qualro
*i. i .mos la roa do Oneiniado, vendein-M' pali-
j[ los f.-ilos de jiaiiii piolo e decores, sendo
^, iMiiilobem folios eda ullinia moda o opalino
^7 milito superior om qualidade; vendoin-o
ji mnllo em tonta \isla da qualidade o une*
le-se nina casa tenca pequea, sita na i"s-
qiiina da Iravesmi do Marisco, ao \ol(ar para a ira-
vctMa Imperial, n. 21: na rua da Sania Cruz, n. 70,
A inda se veudem alguns lerrenos alauados c
partebeneliriatlos, os rua da Concordia, 'onfron-
U aa travesas du Galdoireiro c Monleiro, o pri-
incira rua projeelada ; uole-w que cutas travo**
i fin 60 palmos le largura, igual a primeira rua iiue
(em le passar pela Trente da entrada da Gadeia h'o-
va. e veiiili'in-no por (rteos muilo ebminotbn*: o*
preteudenles podem Jrigir-tc a rua largado Hora-
rio n. 18, periodo quarlel de polica, que aeliaro
com quem Iralar, de manlia at '.* horas e de tarde
al as 3.
Vendem-se vaquetas do lustro, para cober
la de corros : na rua da Sonzala Nova n. 42.
Vendo-se verdadeiro vinbo de champagne
de exeellenle qualidade, a muilo em cunta,para li-
quidacao : em casa da Brnnii Praeger A C., na
rua da Cruz n 10.
Vendo-se viiilut da Madeira le superior qua-
lidade eniqualioso oilavosde pipa, |M>r proco cora-
modo: no armazem de N. O. Biebor & Gompaubia
ua rua la Cruz n. t.
Potnft*n iiiiii-rl No ulico deposito la Cadeia Vellia n* \'2, evislc
nina pequea por<;a"idepolas'*a americana, rbosada
reeonleinonlo que |Kir superior riv alisa rom a la Kus-
sia : >eiule-so porpreco ras)avcl.
Noalerro da Iloa-Visla, n. im, vendein-socba-
poo* de seda, eiifcilados do flores, a 10^000 rs
cada um.
ATTEN^O1
GRANDE ESTABEIKCIME.MO l)E FA7.EN-
iias rtni BAIXOS i'itEi,:(is, BA do cues-
co .v o.
Ini,i pon;.nide rabcrlarailaBalita; mullo pro-
luios para csrniMi a 611), a itrainliit HUt) r.,
cada ....., rllills c lisr.lilinlii.s. Ui/vmkl lin.l aC|000
rs., a pi-ra, e COVftdo a 160 rs., Jilas niiiiiltiilias
ri-ii-s ilp roaa a roua, a GH300 r*,, a iicra, acuvailo
ISII i-.,-lita......ainada ccilr ilc tfrra, a 7MKHI rs.,
a ptija, eaovado ji ra., auporlor ganga anmivlla
Dulrancada, malla aaeorpaai e ond nina linda
a960lKj nrnvailn, lirins <|p linhu Iranra-lns
rom lislias qnadrjs a IKMIU rs.. n rorlc, s|icri
.'il.i.illiutlo ili.- liiilirrlixln adlUMcado nnn K palillos
de largura, a lB(KK)rs. avara, corla de cana fnn-
i-e/.a do cor, azenda dejnuJIo Ih>ih go*(o, a:-9JtN) rs.,
0 corto, ninibnolairsost' encorpadoa, a SUMO ral,
npo?V^.talf:i-W;iW<|o<' Istmiio to-Vio <
jjOOOi9^TSssiniionio um roinuIrTeVmM.V.WYtl", 'le
ontras militas fai-iidas. a toda* |r haijos nrafoa^f
que si- dirio aino-lras, licuando scus itfiii|iclt'iilos
penhore*.
HANAi;A & BRYAN. M
Bua Jo Trapiche n. H, armazum, 5
#' vendem-so superiores rliarutos ila Ha- W'
$ vana. $
Al.PAKA l'KETA.
Vende-M alpaka prela muito lina, de largura de
IK |mli>uailus, i|iii> uinaseiiliora pode Ta/er mn vi^ti-
do rom ."> i'o\ados, e pelo dimiiiulii preru de |-^mi
rs. o envido : no aleo da Koa-Visla n. IK.
Vende-se niuitn superior rera de rariiaulia em
pO*: na rua da Cadeia do Kcrife n, .'II-
Vendeni-se, na rua 3o>a, lujado, 'i, d I ,|. 1
Colomliiez, os inelliores elianilos da lla\aua ,|i^
existen) no meiTa-lo. em rirus i*ai\inlias de \idro
enleiladM, propriu para fa/ei-se piesenles, ruto s
pela liondade, .orno lamliem por livrar das doro
de denles.
Taixas para engenhos.
Ni (umlieao do farro ilc Bowmann & Me, Cal-
liini, na rua do llriim.passanilo urliafariz, eon-
1 i ii u a liavcr um vomplolu surliinenlo de laixas do
Trro fumliilii e lialJuilc3a K palmos deboca, M
quaes acho-sc a venda, pur prego ruiniuodo o
eom proniplidao, oniliareao-sc ou rr-rregiio-se om
Cirro seni Jespe/a ao rompradnr.
Vende-M en nui do Seliaflmiilin i Companhia,
rua ila Cruz n. ,1K.
Agurdenlo le Frama de superior qualidade
Clionpagnv verdadeiro, por prei;o commodo.
Consenas du ,tv Nas o de sarilinlias.
CAMISAS IIIANCEZAS.
Snrlimeulo de camisas liraueas ede >
Ut* de liulio e oulros, de ditrereules
du/ias; na rua do Collcuio u. I.
I.OIEIIIA DE S. I'EDUO UARTVH DEOI.INA.
Aos lU()(isl)t(l) c (MJODgMM ri..
Na loja de mludei da praei da Independencia
li. I. vendem-OB liilliek^. inleiros, ineios, ipiarlns,
quiulos, decimos c>iitesimas desla loteria, ipir corre
inipreli'iivelmente no din 10 demarco
ni-, ruin pei-
precos, em
'uailo ulliimiinne-
inliia. na rua di
deriiifie par*rap, a mila-
ia rua da Cadeia do llccife,
p.....
l:INrs<>l>t)
t;:INHiyitM)
;i:uoouno
J:IIMt9(MNI
l:*KCs(ll>
".KI-mNi
d'obra.
Wanspnaainssii&i U/md 1
ATTENCAO.
i'aznuld* fltrala*, hija nova.
Vrudi'iii-s-. chllude salpiro. inimlinlios derorefl
lixas. a IKI) rs.; ditasealiorlas as mais Umitas ijue
lem appnrecido, a (it)rs. ditas roas de cores lixas
de IhiiiiIos padioes, a I) rs.; ditas linas de lodn
i- unos, a Mt rs. ; lilaila) nlites a -mImi. jhiki.
.ISllK), WK*), l300n.a pm;eM varas a ISO,
IKI), -M>. Uto, -2K ra. ; algudl.....Melado, a SOOra.
jyi envado ; dilo a/ul muilo enrorprnlo, a 2-it) rs. ;
algodioiirdioaa W, 1E0, fiOO rs. a vara; dito n-
liaurailo a MI ra. ; dito de lislias. a 200 rs. o eo-
vado ; curies de cassas de ricos deseulios, a s.VKh-s.;
isiinliraia branca a :W0, Ors.; dilhs linas com va-
lide largura,* K00, e l-ii rs. a vara ; baetilliD
niiiilo lina para coeiiosde cranlas, a ilOrs.n eo-
vado \cmi6 de quadros para babadus, a 'MU rs. a
vara ; i'iln de lislras a :t_ii rs.; bainbiirtfo inulto fi-
no,' a KO rs. a vara; plalilbasde aliodlo. a :M7(K)rs.
a |iei;a, e as varas a 00 rs. ; Inin de linlio liranrn
i'iitranrado iiuiito fino, a laiOtl rs, avara; nkeiaa
i'iilii'linas para si-ulnua-, a liKtl rs. ; ditas muito li-
nas a 100, e IKI] r>, ; leOfO* para tabaco, a Iti i.. ;
ditos de iliila muito linos imitando seda, a 2K0 rs.
panno da Osta a MH> rs. o rovado: e nutras umitas
ur/endas que st> venderlo baratas para adquirir fre-
guezia : na in.i Nova n. 16.
>'ruili.m-si. .'linarias di' l'rirn : na ruada Sen-
ala Nova n. 12.
VrndeHK.....nMeqoii .nonio, de 18anuo*,
colinda u diario de um* rasa, compra o ion
na rua do CoIIcbIo, ii. 21, w -tu..
to lii'in
vendo.
I iiiiii-
ipii'lu
lli i\l K IIA HATO.
Na rua -lo l'asseio loja u. B, voii-lenvs,. lindas gra-
\ lia* de diHi'ienlM padroes a 12(1 i-, rada orna ; rin
lu/ia. a l2t) rs. : a ellas antes que -- gcaliwi,
llilbcles........." tierno
Meloa.........tierno
uarlos.........:t:i(i
Ouinlos.........-7KI
Dolimos.........I5.VK)
% iaesimos........ jTOII
039 A
da rua estrella, confronte ao Rosario, avisa a seus
freuue/es, que i-onslanlemenle acharan em seu es-
lahi-lcniicnlo latas !- lila- Innli.i do Ai ai uta. a.....
incnos que cm uutra |iarle.
O :l A,
da rua eslreila. loiifninlc M Rosario. de|iosi(n, vcu-
-li-os mais liuil-K halains piuladiK, arolalliu, e mes-
iii' tennis : sao de 12 em lentos,c a HQ4MNI rs.
Vendein-so espelhos com molduras duura-
du, os mal ticos <|ticicm ipparecido neetemer-
cado ; na ruada Cruz do Recifu n. -10, armazem
de I.. Scliuleri&C.
Vinho da champagne legitimo, e do supe-
rior qualidade:-^m casa de Keller C rua da
Cruz ti. 55.
Vendem-se lahoas de pinho largas da Sue-
eia, costado, costaditiho, assoalho e forro para
liunl-is di barricas ; cemento as harnease as linas,
reinos de faia, oleo cm botijas : atal du Tlicalro
Velho.
POTASSA SIPERIIIII
Vendo-se por proco muito commodo, no
armazem n 7 do caes da allandega, de Jos Joa-
quim Pereira de .Mello, mi no escriplorio do No-
vaos & Companhia na ral do Trapp'lie n. .'II.
Em casa de J. Keller C. na rua da Cruz n.
55, ha para vender, e por preco commodo, cou-
ros proprios para cobrir carros, ehogados ltima-
mente.
B RISCADO IKANCE/ A 160 rs. ;;
_ Vendc-se riscadinbo franrez eom florr-., de _.
ff bonilos padrOe* c coroi lixas, iieln Miuiiiiuto *
preco de 160rs. oeovado: na loja do (Obrado 9
V? aniarello. nos qualro ranliH da rua do (luei- &'
IK mado u. 2. (i
B8S S*iS ##
Charutos de Havana
Os molhoresque leem vindo o osle mercado,
vendem-se continuadamente, em casa de Briinn
Procgcr & Compauhia, na rua da Cruz n. 10.
Remedio especial para boubas e eravos
ceceos, continua a vonder-so na botica da rna do
Rangel n. 64, que foi do tinado Sobastio Jos de
Oliveira Macedo.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro caballo, continua a vender se na botica
da rua do Rangel n. C, a 640 ra. cada vidro.
Vciiilo-se um sitio a boira dd rio, no liui da
prnprieilado de Saiil'Aiuia de denlro, odiante da
|iiMile do IiIiim, derronle do sitio do Sr. Gabriel,
MU 1,800 palmos ao lonuo do rio, o boabaixadc
ipim. que senda lonienielileiiieiile apr-iveilada,
sintona mais de 20 cavallos ; lem una majestosa
casa rom 70 palmos de fn-ulp e 90 de filudo, rom
salas, aaliiliel-, alcoviis e quaitos. e r-inlina -.....a
estrada que lem de recebara ponte projacUda pa
miii a letrada nova rom iulu ponte de I eli.i pela
passauem do Cordeiro. Aproximidade do banbo,
.i elegancia e i'ominiidos da raso, a ferlilmlo do ter-
reno, a saliilni-l.iile.lo luaar, tfD riKUKalaneiaa(le
erando mrito pina quem ile-ejar reunir o ulil ao
agradavel aanralendaolai peder eOtendersie eom i
u i'oireloi Miffel Carneiro. e wira ver, com Joflo
Venancio Marliado, ua niesma proprieda-le, defron
le da >-'iui.i do Sr. Nlroafci.
RAl' DE LISBOA A 10 RS. A ORA VA
Na praea da Independencia, loja n. 3, vende-se
superior rap de Lisboa, rlicmidn un ultimo navio.
a tOrs. amtoi.i.
V ende-si' urna mdala de 16 auno*, rote e lem
principio de eunoniniado, propria para fe acabar di
apcifei^oarcm indo, rom prefcienriaS quem aqui-
/-T para fura da proxineia; na rua do Colleglo, n. 16
teneiin andar, nqualquer hora.
Vende-se a armaco de una veudg, com o com-
11.lente mostrador; assim eomouma i al-e-.i dcopliniii
om : quem qui/er dirija-se a relinaeo dos Afo-
gados.
M SETIU E CHAMAl.OTE l'RETO.
Ja) Vendc-se selim prelo de maco, proprio para
., vestidos, ay'MIc.'ISOOOra.orovado, cbaina-
; lote prelo bordado de llalla, 29OIH), 2s."i0ti c '
*; :ia000 rs. o eovado, tarja do seda prela larga w
^ hespanhola, por preeo commodo: na loja do t:
3sv sobrado aniarello, nos qualro canlos do rua do Ajf
.?i (.lueiina-lo II. 2!l. #
< *Mf m
x einle-se una negra, de Angola, de meia ida^
de, e de bonita figura, quiUndcira, o por preveo com-
modo : na rua do Jordim, n. IH.
Vende-se um mualo, bolieiro, e perito oIR
cial de sapaleiro : na rua do Mvrameoto, sobrado
n. 10, se dir.
Vcndc-M una escrava, rrioula, recolbida, de
IKannos, rose, far labyriiilho eiutomnu c c
liba ; na rua do Collegio, 11. 21, primeirn anil.u-.se
dir quem vende,
Vendcrn-sc duas a tres arrobas de fumo supe-
rior da trra eda Rabia, para capas c para milo de
charutos, uin.i i'i i.li.i.l.ii.i 11.--j-i.-ii.i. una lufa
qualro laboinlias de sicupira, Irinta e cinco cairas
vasias, -i niaioi |iar(c forradas e proniplas, e um*
porrjtn de rtulos jmpressos para as mesillas caitas,
mu IhiiiIos : na rua da Soledade, rasa n. 42.
Vendem-se lindas caixiuhns de metal ebeiasde
rampas, a 100 rs. cada una, qne a raixinha va-
le o dinheirn : ua rua do Cabusi, loja de miudezas
u.3.
PARA A OTARESMA.
Vende-so sarja hcspanhola, muilo superior a
250 1 rs. o eovado, selim prelo, sarja lavratla,
chamalolo proto, um completo sortimonto do pan-
nos proios,casernira prela, olpakas, piineezas, cha-
pos prelos francem, meias do seda pretas iii(le-
zos, e los prelos ; afianca-so quo ludo agradar ao
comprador, lano cm preco, como em qualidade:
na rua do Crespo, 11. 16, loja da esquina.
x eniie-sc um pardo, propiio para pagan; una
Ncraxa perita cneoniiiiailrira, rottureir e do mais
alaumas l-al-ilnl.nl.-. c dous prelos, proprios para
arauxem na rua Vellia. 11. 5.1.
Sgaio, bastante rallador, |mr
hi da Rilieira, 11. II.
Na rua da Scnzala Vclha, sobrado n. 112, xen-
ii-ni II Mieras, parla crionlas e nutras cosluma-
dascm pasto, oques*a?iujea,_61dando leite, 2 pren-
bea, 2 que |ierderam s bezerros de ciibr, tffil 1111-
griy^sbiailJljaBa tallo em moli hom etlado,
tainlicm ha um boi crioiilo, lilho ilc Belcm ;
este uado come iteralmeule em Rrejo; tamlieiii
um oulrn aarrnle e nina uovillia do pasto: os pre-
teudenles dirijain-sc ao lugar indicado, 011 an silio
Auuazinlia em Babaribe, o qual lafnlM-m se arren-
da ; lem pro|Mrei%es para :m \acras. Imitas para
c.ipuu de que tein una p-nn soffrivel plantado ;
lem altituiias aores de (rucio, mil e tantos ps de
ahacaxis e cerra de 100 de bananeiras; lem casa de-
renle, eslribaria boa |iara Hcavallos, 6 quarlos, lu-
nar liara prelos. ele, ele., que s com a vista o pre-
tndanle se pode desensaar; tainbem lem um r,i-
vallo de sella e tres quarlos; e |Hidc indc|>ciiilenle
do uado plantar o que quizer, que lem Ierras sem
veneinienlo.
Vendc-se una taberna em buin local, bstanle
iifreuuezada para a Ierra ; vendc-se |K>r seu dono se
retirar para a Europa a Iralar de nutro iicuorio: 110
llerm da Roa-Vista 11. 21: quem 11 pretender, di-
r|b>M a iiienciiinada casa, que arbar eom quem
tratar.
Vende-M au preti da naeau, de Idade media,
e rom habilidades, por 2505000 rs.: na travessa do
Hom Jess das Ciioulas 11. 2!).
. Vende-se um dedal de ouro, una baria de ra-
me em iiiiiilu bom estado, com 11 peso de I!) libras
11.........una -lilaila, ohras de Cicero em I totumea)
11111,1 guarnirlo de papel piulado para um guari !
quem pretender, dirija-se a 1 un du Cnldeireiru, ca-
sa Junio ao sobrado tonda moran o daaMnbardor
l'.....'......Uto.
ESTAM-SE ACABAMRJ A 2:000 RS
Corles do meia cisomira, fazcudj muito lina, o
do lindos padroes, pelo baraiissimo preco do 2,000
rs. o corlo : na rua Nova, luja nova, n. 16
A 1,440 RS.
Cortos de castor do algodao
Vende-se un ph
prern coinmodo : no p;
Vende-se un cabriolel cobci I"
vallo ou aem elle, c os arreios novos,
novo, eom ca-
lado de biim
1 ruada Cadeia Velha u. 16. so
AS SNIORES MOLES
DA til ARDA >ACI0\AL.
Su (>ra^i la lodepondoncin 11. 17, lnj;> tlt>
Kirsupiro, u'inleni-M' flniM iKitrew de I*. II.
ualao i'iii.i divizASo bonolesdo maltino que
li.1, |),i",uli'ii.is buriladas tic Imnilu icuslo pa-
, raM liumlirns, baudas coiu franjas de oarn c
de h'Iiip/. lelius e nadas de metal, prin-
| cipe : lulo_por jrc;comniod'
l
vallo
i coebeira
Veodc-se un bonito
Joa-i da Cunha Reis.
Vendem-se relogios de ouro, de patento in
glez, ": inelliores quo lem vindo a este mercado
o do mais acreditado fabricante de Liverpool,
casa do Russel Mellurs & Companhia : na rua -la
Cai-ia -lo Rocife, n.36
Vendem-ne ementes demendubins da Costa, o
de inhumes ; no silio do Cafundii na estrada de Joan
de llai i..-.
LENCOS E CAMBRAIA A IS600 RS.
No aterro da Boa Vista, loja de ral(ado n. .18,
vendem-ac ricos lencos de cambraia lodos abortos, i
rom bico a I96OO ni., ---lan-se acabando ; assim eo-
mo frascos com oleo de rosa, laraoja, mil-flores,
vilete, c outros cheiros para cabello a 320, 100 e
.OOrj.
PARA CRIADOS. 8
Vende-se rhapeos envemisados do bonitas ^5
fui ni.i- e boa qualidaile, galao do ouro c di
prala, tarso e eslren, \wl6e lisos dourado li
[ no, ludo por prc^o coinmodo: na pratjn da
' Inil('|H'ndciiri;i n. 17.
Vendem-se :l mole{ues, rriuulos, sendo um
idade le I i annus ; < m oulros de 1*3 c 18, lodos
les sem virios nem achaques, e proprios para <\
tjjuer ten i;o, ou cnsino
luja de l.i/i-iiiliis n. 41.
I-
na rua da Cadeia do Herife
ESGRAVOS FGIDOS.
Kiitfio no lia 16 do correiite. pelas 8 horas nolle, um escravo,cabra, de nome Jn>f, cun 1_--
uaes sfguiites; lem una orrlhartirlada de lodo, riV
mullo macilenla que parece c-i.n doeute, itladi- ilp
10 annos, imiiro mais ou ments; o* cabellos la ca-
l>ecamuiln curise jiparle dalles pintado*, lexou
cal;a de riscadode quadrm e mais Rwpa denlro de
um surro, cuja roupa furlou de mu parceiro.e iii.h-
um chapeo prelo ; lem alsumas ricalii/es uafl co-
las. que jul-ao sei de molestias. Esli- eu'ra\o cmihp
em parlilbas a Januario Ferroira de Amorim, mo-
rafoFfla fwooa9^lo4rtBriWmWfidpfbto\ vendido
a Joaquim Aulonio AlvesPequcno.oaualsciihur pa--
leou a si/a do dilo esrravo na villa de Iiut. I r--
r.i\o fui lado em paKameiilo ao Sr. Mcndonra rom
loja de'fazondas noalerro da Boa-VUla : roua-se,
liorlaiilo, ns auloridades polieiaes e capilae* le cam-
po a sua captura, e le>em-o a rua da Cruz d
fe n. i t, que sero recoinpensatli
100,(1(11) i
No di* 1-2 do c
desipp
fulo, d
(azendi muilo on-
corpada o de padroes escuros, a 1,110 rs. o corle;
na rua Nova, loja nova, n. 16.
CHITAS DECOBERTA.
Vciulem se ehilns docohcrla. do lindos c va-
riados desenlio*; a 7,000 rs. a peca, o 00 rs. oco
vado : na rua Nova, loja nova u., 10.
Vcudeni-sc;) carrosas em bom estado, as qaaa
sencni para Imis, ou raxallns, e lamliem arreios pa-
ra os Husmos os quacs silo novos, adverte-sc une si
xendciii juntas ou separadamente: na rua da Cadeil
Velha, ii. 10. se dir quem vende.
Vode-M nina carroea griindc de ipiatru rodas,
inuilo furto e de nuva conslruceo, a ipinl carreuii
In i arroba*, eom urna junta de Ikis ou cavallos, com
mais faeilidiide do que as crnicas ordinarias c
Jiialro, imr isso tnma-se recomineiulaxel; na rua da
adeia Velhii, u. 10, se dir quem vende.
Vende-se un. oplimo neuro, moeo e robusto
proprio liara lodo o servieo : na loja da rua da (lit-
ada do Recife, n. 10.
vaadapae o deposito de assucar, da rua Direi-
Ij, n.Ht : a tratar uu mesilla rua, n. ."O.
Vonde-se oleo de linhaea em botijas de 2
o meio a I fainos cada urna ; no armazem do Ma-
nuel da Silva Sanios, na na do Amorim, ns.
56 o 58.
iiniiiiin iMinii'.mui.
f\mm- tOLLowtV.
.Milliaies de individuiis Ir todas as naces podem
tf-ifi.....iiiar avvlrludM leste remedio luconpara-
\el,e prorar, emcaao necessario, nnn wh us4i que
delta llzeram, lem seu corpo o memiiros inleiramen-
Ifl saos, deptiis de ha\er empreado imililmenle"li-
tros traliimenlos. Cada |>es.soa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilAOSafl pela leiluralos perio-
iHc)s, 11 in- Ibas relalam todos os lias ha miiilos an-
uos; c, | maior parle deltas sao tio soque nd en les
que adiniram >s meli'os mais celebr?s. (Jnanlas
|reoas recobraran eom este soberano remedio o
uso leseas braflOB e peruas, depoli de terem permu-
uecitlii lonuo lempo nos hospilacs, omle de> iam sof-
Im i a .iinpulai;o! D'ellas ha muilas que lia\eudo
(Miado esses as> los de pderimenlo, para se nao
siihmellereni a essa opcra;io tlolorosa, foram curadas
complctamcnle, ineilianle o uso dt?sse precioso reme-
dio. Aluumas das lacs pessoas, na cffkiso de seu re-
i nnlicrimeiilo, dwiaram esles resullados leiielictw
ilianle do lord correuedor, e uulros masislrados do
Londres, aliin de mais aulheulicaiem sua alliriiia-
liva.
Niiimicm hsesperaria do estado tle sua sailo se
hM'-r bstanle ronliauc.a para ensaiar csle reme-
dio ninstanteiiieulc, wuuindo alRuin lempo o Irala-
meuto que necessilas.se a nalureaa lo mal, eujo re-
sultado seria provar inconleslavelmcnlc, que ludo
cura I
O ungento he util,mais particularmente
'i.- teguinte* ramos :
tomlmmUti.1!
Su[nirai.'.i'- i>uu i -
Alp. Tflt.
Calmbra.
<:illu..
i Jnirirpi.
<...naauu
Do-a i.-
tnr.-.M.a.
Ii f* |l
K.-i-l..,.
Krlul.Uil.
mbrw
te CU
laMuMri
falo ,
PiWra
* icmIvci ofcoldada
lm-hHiC"'x*t.
lii)1aimf,'..o.it.. ||-
fda.
Dila da licita
Hit" ila mjirii.
Um.
Mul- .h.
'- tl.it iiciloa.
-dei.lhti.. -
Mi<.|.-hrH dr
Tin ha.
Trvm..r
M.rr-i
m .<....il.pi
NM
a* bucea.
m do flgaa.
abcrUcu-
Vr-w, trrida., ou
Miada* um por.
|..au,
-.......-.
-i.-
O depoaila ncrnl deria ungoeala be aurcauda
Sr. J. Sniiin. pliannaceuliro e-lalieleeido na na -la
Crur du Herili-n. >, on-le scurha wnipre eipotiu ;-
venda, |-lo proco de B00 r*. rada boecta, a qual
nlenl una llislrueeao em portugaei, que Otplica o
mo de iisar-sc delle: o Sr. Soinn he a
retado pelo autor para seu-
11 i" do Brasil.
iie.iencar-
trreapoudenlf no imi*--
MUTILADO
le graltliciinio
iTciile mez de dezembro
eceu um negro de nome Januario,
itlatle, pouco mais ou menos le :WI
a l"> anntis ; rom os sieoaes se&uinli's : al-
tura e ni ((--ni .i Tequiar, baslnnle barbatlo,
com Talla de denles na frente, meio cambe-
la, levando chapeo de pallia oleado de pre-
lo ; eujo esrravo (o compradoa llip|Nil\to
Caciaoo d'Araujo, aaorador uo engenlio Ca-
balas, icini" la (lampina (irande. Kslc n-
eravo foi seduzido do encenho Torrinha por
l.oureuco Benlo da Horha, s'mibranco le
Idade 27* annos pouco mais mi menos, allu-
ra reffalar, aere do cor|H. rosto coi ailo, lem
bastante barba mas rapada, caliellos preloa,
olbos ineios gazios, falla de um dente na
frente. Sabiu com um rliajteo dr palha do
chile, e montado emum cavado ru^o-cardo,
(ambeui lesa|)|Mrecido do mesmo eimcnlio :
quabpier pessoa que o pegar liaga ao seu
Kilhor Joao Jos de Medeiros Torrea no
iiir>iiiot'iig'iihoTHrinha, ena idadeda l*a-
rahiba a Jacinto Jos de Metleiros Cwrea,
t que sera' rei.ompcnsailo. Assim tambem ro-
r-J aa-sc a mdas as auloridades de policio a ci|-
vj luraalodUoeacrevoa
Desappareceu da casa dn abaixo assitnailo. no
dia si-xla-feira l7dedi-/enibro, um esrravo, cubra,
natural do Ass, por nome MiffUel, rcprcsculiiin!--
ler annos de idade, rom in siuuacs sesuinles :
estatura reuular, cor(Mi reforcado, mos e ih^s ur;ui-
dcs. leudo o dedo l-i-ihi-Ii- do pe baslaule separa-1 -
dos oulros. sem luirba, rosln Irianuiilar, ollios pe-
queos, denles limados, e fulla mu |kiuco fauhosi ;
levou iinwi de riscadn rom niauuas curtas, calca
dealRodao azul e clia|ioile palha. Lexoujunlainen-
te nina salta de prala lavrada com as niciaea A. V.
S. II. enlacilas no centro, c |wsando 217 oilav-i-:
rnaa-se a quem a menina salva for otTeriTidn, c a
Juein |Mider apprehender o dilo esrrax^u, ile o man-
ar enlreuar asen siMihor, na rna da Cadeia dn lle-
eifen. O, ou no silio de sua residencia em Bemflca,
.em frente do viveirn, que promctfc oralilicar rnin
nene......la-le..iiilmiiii l'alenlim da Sitia Bar-
roca.
SIGNE8 OS MAIS CI.MtOS.
Desaiqiareceu do enu.enho Uua du freguezia de
Santo AiiIJo, na noite do dia 13 do concille Janei-
ro, o"esrr.vo Beiiediclo,. rrioulo, rarreiro, di- idade
de 2H anuos, cor liem pretu, liaito, secco, espadando,
bracos irrossos, perna* muito Anas, a caita do peui
sobre-sabida, urna i-ern.i cambeta (loria'rom marta
Ipquciinadura sobre o p, os ps |iequenos eapalbe-
lado*, rosto roiiipriilo, sem liarlw, olbos peone-
pequeos, bocea reuular, lieicxis linos, orelbas licm
nas, dentes muilo altos e perfeitos. rom os -I-'
cima timado*, testa sraude, lem marea de um |-e-
queiin t&lho no queixn. ou junio ao canto da bocea,
e de surra lias u.i-lenas, he cochiladur e eaao, anda
inais ijiiand-i lem uiedu, quaudu camiiiha anda api--
nado incliiiiindo-se liara diaute, batanea mudo rom
oa braca*, lem ar ideare. Fuaio tetando tmenle
vestido una eeroula de alod.o, poreni he pnivatil
que lenha roupa furlada. ^le aacravo l'oi eoni|-ia-l-i
em -elembro de IHJOao Sr. Mximo Marinbo dal.ii-
iili.i Wauderlev.do euueiilHide Marianu da freuiie-
al* de .Meiriin, da provineia de Ala-nas. H.ii-sc
porliinlo a ,i|-i-ielinsirde*,' esi'ravu, que |h-I
^i-n.i--. 11 -. jni.li- <*.<-.i|i,o- a nenliiinia visla.
ao dito enaeuho Una, de Antonio Carlos Pereira -le
Humos Ponre de l.eon,-aii ncsla praea rua Direila
ii. 91, rasa do Sr. Joio AukiIMo Baiuleira de Mello,
que geiicrosainenlescri recompensado.
No dia de fevereiro do presente atino, de-
sappareceu a prela Ignaela, (illwdo Brejode Irca.
onde fui escruta do Sr. rapilo-mr Biirllii-lniueii
ou de sua viuva-, ja iindou pelo Ro (iradc do
Nnrle, Parahiha e Alasoas, teio |iara o Recite cm
auoslo do anuo |tassado, o era escrava ta Sr. Jo-io
da Crin Cordeiro, em i. u-irahii a. c lem ns signaos -c-
--ii.il..-: alta, cheia do corpo, cor prela, pl))**0-
noinia carregada, hei--.s grosaos, c tem nos lmeos,
eio e cosas bastante* marras como de chiclo, que
ella diz seren de sarnas, e uo pescoco debaivn da
urellia esquerda, uiua cicatriz bstanle visivel: le-
vou um vestido de algodao azul, outro de cinta ro-
a com llores encarnada*, e outro- branco com nan-
eas verdes, c um panno da Costa, novo, azule l-r.ui
co, com franja branca c cucernada. de boll-linlias :
quem a |ieuar e eulrmar na Parahiha no Sr. Anto-
nio Fernandos da Silva, ou ao film. Sr. major.lc
polica (ioniiiiio Antonio deAliueida Albuquerque,
ou no Recirc, na rua do Crespn. 8. ser generosu-
monle pago de seu Irahallm.
Desappareceu no dia 21 do crranle do fe-
vereiro o escravo Francisco, de nacao. muilo ladino
que parece crioulo, da idade 18 annoia 10, boni-
ta estatura, bem preto, aspadaudo do corpo, falla
doscancado, osle escravo era em progajo nos traba-
dlo* da Mirada da virloria no lanco quo se est
fazendo om Tapera, lem um signo) nas costas ipie
parece ser de chicote ou de fogo. Roga-so ios ca-
piaos de campo ou quem o encontrar aprehnde-
lo o lova-lo ru do Rosario eslreila, a casa do sen
senhor qm he JosMoreira da Silva, qme ser bem
gratificado. *
No dia 20 do correte mez de fevereiro, de-
sappareceu o proto Domingos, crioulo, de ida-lo-I-'
2H a :K) annos. |Mim--i mais ou menos, estatura '-'
guiar, nnissodo corpo, eom falla de denles do la--"
su|ierior, lem na caneca nina eiralri/ dn unta -'.i--'
lada que letn, a qual nao appareee |H.r mus -1"
calielln que cobre : levou calca de brim branco era-
inis.-i de madapolao ; tu- de MippAr que lenha muda-
do a roupa: quem o apprehMoer, leva-o a rna de
Hurtas n. I, quo ser recompensado.
pwa.i-TirF. a M, a*, ararla. -iW
tlova-lo
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