Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00223


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Full Text
ANUO XXIX
QUARTA FEIRA 9

DIARIO DE
DE FEVEREIRO DE 1853
N 32
PEMAMBWO
1*11x90 da iumacRiTKfio.
Subscreve-ee a 158000 por auno, e 4J000 por
% infiel pago ailianlado, c laoo por quarlel paso
Sencido, ua casa to seu proprielario, Af. Figucira
iFaria, napraea da Independencia, na. 6 e 8, eno
Rio de J. casa do Sr. Joao Poreira Martina.
F. Duprad.
o Joaquina Berilardo Mandones.
Jos Rodrigues da Cosa.
u Joaquim Ignacio Pereira.
a Anlonio de Lemos Brasa.
(iuilliprme Auuuslo de Miranda
a Jm ii|iiiin Marques Rodrigues.
Juslino Jos Hamos.
H,ihi.i
Macei
Parahiba a
Natal "
tracal) (i
Oara' a
M.ir.inli.i o
Para'
CAMBIO DE DI rCTZIlXIBO.
Sobre Londres a 28 >
Pars, :*(.>
o Lisboa, 95 |ior ccnln.
METAS.
Ouro. Cucas bespanholas......... 2*JaO00
Muelas de Iit00 vlicas...... 161000
" de 1*100 no vas...... m.nkki
de >000......... IlolNIO
Prala. Pataco brasileiros........ 1*940
Pesos cohiiunarios........ 19940
meiicanoa......... 1BH00
AccOcs do Banco........ Vi%
Descont deLctlras....... 9 a 12 u
WOTICIA IITIUMOUIUI
Portugal . . 16 de Jan. Austria. . 4 de Jan.
Hespauha . 9 de n Suissa . 2 de a
1 1 .HM..I . . 8 de d Suecia.. . 28 de Del.
Blgica. . . 3 de Inglaterra 9 de Jan.
Italia. . . de i> E. Unidos 25 de Des.
Alemaulia 5 de Mlico . 15 de
l'russia. . 4 de Calirornia 8 de
Dinamarca . .11 de Dcz. Chili 1 de Hoy.
Russia.. . . 30 de Bucuos-A. 5 ile .1 .un
Turqua . 25 de I Montevideo 5 de
NOTICIAS DO IMPERIO
Para'. 22 de Janr. S. P. do Sul 11 de Jau
Maranliao 27 de Minas. ... lo de
i.......i .. 29 de i> S. Paulo 6 de
Parahiba. 31 de RdeJauciro 26 de
Alagdas 2 de Fever. Babia. ... 1 de Fcv
autidas dos cominos
O! inda, lodos os diin.
Victoria, iiatquii'att feirati.
Cu ii.ii ii. Ilonioi'ri.ir.iiiliuii-. no* dia* I c 15.
Villa Bolla, Boa-Vidla, Eit.eOr.riir>, a 13 c 28.
(ioianna e Parahiba. aguadas ewila..
Natal, quintas Triras.
das da semana.
7 SegUOda.S. Ricardo.
K Torta. S.Joao da Ma-
ta ; S. Coriutliia m.
9 Quarta. de Onza < jo-
i.....ate a Paachoa.
10 Quinta. S. Escolsti-
ca >.
11 Seila. S*. Uzaru,
(.locero e Desiderio.
\2 Sabliado. S. Eulalia
v. III.
13 Domiimo. 1. daQua-
i'-in.i. S. Fusca.
AUDIENCIAS.
Tribunal du commercio,
segundase quffflt.
felacau'
tercas esabbados.
Foseada
lercas cseilasas IUhuras.
Juizode Orphuox
secundase >. as 10 huras.
Prhneira tara do eicel
lerdas e 6. ao ineio-dia.
Ser/anda cara do ricel.
quarlasesab.au meio-d.
FoMTeiro. I Ouarlo minuoaiilo a* 4 hora-, -21 u-
uutus c 33 segundos da manlia.
a 8 I ii.i nina as 3 hora, 13 luinulus e 33
segundos da n.auhfta.
< 10 (Juarlo crosconle aos 41 minutos e3
segundos da nianhaa.
' *J3 l.ua chela as 5 horas, minutse 31
segundos da larde.
prianah de hoje
l'rimeira as ."t horas 18 minutos da manlia.
Secunda as huras c VJmiuulos da larde.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA FAZENDA.
ilipiailii m 41a de asMibro.
Ao preaidenle da provincia da Babia, em vislado
ofllciodo juiz de \>di do cralo da S, da capital da
provincia, que fot Iramiuittida pelo ministerio da
juslica., lio qual pergunla o dito juiz de paz, se ha
algum inermemente em accumular as funecOw da-
i|iii'l|i' cargo com as de procurador fiscal da fazenda
nacional, se declare, queem face da Icrmiuaiiledis-
posifodo arl. 77 du decreto do -M de nmeiiibrode
1850, nao se pule com o cargo de procurador liscal
accumular o do juiz de paz, que he omprego deiul
gar. pois apezarda reslriecao que liveraui os junes
de paz uas anleriorcs aUribuieoes jtela leid 3 de
dezembro de I8ti, no que lora a sua iurisilieio |m-
Jicial ecriminal, com ludo eiivvirtude da lucsma
lei edo regulamenlo de 15 de niarcn de 1812, lie de
sua competencia julgar dentro de sua aleada as pe-
quea-, demandas, as rusias ele alninlaceria, e as ac-
etes derivadas de contrarios de locadio de asrvlcos,
islo he, le o einprogo de julgar ali/umas camas ci-
veis.
Du 31.
A' IhcMiuraria do Maranhu, que couslaudo
que a Ibesouraria resolver, que dos machados pu-
lidos americanos, se deviam cobrar direilos ad n-
lorem e nao pela tarifa, declara-se que na expressao
machadode ferroso compreliendiin assuas di-
versas especies e nao podeodo eieculor fazor ilis-
linccao .il-un i entre elles, devciu-se cobrar dos so-
breililos machados polidos os direilos de consumo
pela tarifa.
WINISTERIO DAGUERBA.
EalMieate do dia 8 da Janeiro.
Aviw..tq>niuuindanle das urinas da ciie.
Illin. cEiiik Sr/Teudo levado ao coubecjmculu
de Sua .Maueslade o Imperador, o seu ofllcio n. r>H>
de 8de uovembro ultimo, no qual V. E\. reprO-
Hculaudo que ovislem no corpo nove artfices de fogo. que sao dos oflicios de la-
noeiro, serralbeiro, carpiuloiro elaloeio, nao |m>*-
suiudoassim as precisas ha hi I i lasos, lem sido imli-
vidameule promovidos; observa quelom prohibi-
do a coiiliuuaco de .aes promococs, |mr llie pare-
cer iiecessario otal>eleeer-so quacs os |Hintosoinque
os pro|Kislusdovem ser eiamimadus, porquem. e
(lerante quem, para depois de approvadus, seren
Humeados palveeainiamlo das armas; e cunclue pe-
diudo providencias sobre os duque se Irala: de or-
den) do mesnio augusto Seuhur declaro a V, E\.
que laes irUfleM UO MO as circuiusiamias de
uosar de semelhaiitesdistiuciries, por quanlo para
issu devoriaui ao menos sabor graduar as cargaa, o
|mso das balas < os alcances das armas do fouo, se-
uundo os dilfereules uilarmes o calibres, eompor os
mivliis empieuados na ronfecrao ilas es|Mdelas,
velas o inurrao do arlilharia, bem como as primoi-
ra<> letras e as qualro primeiras oporacoes do arith-
melica, pura itoden-m adquirir lodos CH69 eonhe i-
meutos e loinarem-se (>erfeloi artfice!* de foiio: e
por isso V. E\. privar das uraduacOes os nove men-
ciouado.
E porque convm es(abel0cer*^M urna reara, a
ics|H>ilo de-itas uiailna-,>'-, de laiooulro sin a V.
Ex. que os aspiranl.s n< meninas doverao ser sujei-
los meviameiileovamr de sumYiencia, marcando
V. fe\. o mudo desloe reguhmlo-se as grailuacAes
lelu remilladodos eftmes, dos quaca d\erd V.Ex.
it-i ni......11 .i i < Miilii-i MiiciiN. Ili-os uuanlo a V. Ex.
Manuel Ftlisardo de Anisa s Mello.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel (aeral bm cidade do Recife em 7 de
fevaroiro da 1853.
ORDEM DO DIA N. 180.
HaveimVsc api emulado no dia ."i do crrante lio
marechal de campo commamlanledas armas, o Sr.
primeiru lenonle dnquaiio balalbotle arlilharia a
pAiilonio \m\i Duarte NuDoa, viudo da corle com
passe do res|H'clivo quarlel-aeneral, o PMHno mare-
chal de caupo declara iem elleilo a sua urdom do da
de \1 de Janeiro do curn'nle auno, n>b n. 173. cedi-
lal daquclla dala, que nmsidernii b referido Sr. pri-
meiru lenlo ausente purexeessu de licouca nos ter-
mos do artigo 3. da loi de 16 de maio de I i".
.In/'/nio COI rea Sra'ra.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA SO DIARIO DE
PERNAMBUCO
Para' 22 de J.nelro da 1863.
Cuminua la provincia a gosar eoniplela paz, a
socego. A frbre Muralla parece lT-nos aliamlo
nato, por '{uiiiilu lia |ierwile 3 iuuzvsi|uu se nao
ten) observado mu saraso itessa fatal molestia, iiem
oin trra nem a bordo das embiircacoe surtas no
ancoradouro O commercio lem dorescido de a
\ no para auno uestes nltiinos lempos; em conse-
quencia do <|ueno auno lindo demandarain o nos-
so porto 137 ombarcacoos de diversas naccs, as
quacs deixaram nao pei|ueno inleresse ao paiz. He
o inaior numero de navios mercantes que (em vis-
to o mi-mi porto nBquelle darlOMMM do lempo. A
procurada borracha, ou goimna-elasticapara os Kt-
tados-Unitos he suslenUida em grande oscala ; este
1 genero teni de uovosubido do preco, e vale hojo de
13,000 a l.'i.'iliO rs a arroba, segundo a quali-
dade, .endo os pagamentos reahsados vista com
dinheiro em ouro, que os americanos teem Irtlido
lo seu paiz tnpressamenlo para as compras daquel*
le lu precioso proiluclodas nassaf incultas matas.
Os rendimentosdo imporlacai., ce'porlacao co-
brados na nossa altndola em lodo o auno, que
acaba de (indar, foram de 777:813,9-17 rs. He
mu tu ilu crer, que possatn montar a corea de mil
ionios no crranle anuo, so allendennos ao crus-
i'ido | .--_-<>. a que tcm chegado alguns dos geuoros
agricolas da no>3a exporlacao, a abundancia que
para oulros prometi a nova safra, o liiialinenle a
grande procura, que cmgeral se observa a respai-
lo de quasi todos.
0 actual presidente Dr. Cunho vai desempanhan-
do a sua larefade administrar a provincia com zalo,
e despido de parcialidades llandou vigorar ues-
te auno as leis de orcamonlo de receita e despeza
provincial, o municipal do auno lindo, por falla
de iguaes leis preparadas pola assembla provincial
na sua ultima sesso.deixando deconiocar extraor-
dinariamente o corpo legislativo para assa h'm, no
que obrou com muito acert para nao aturar os
desconcerlos dos laes pas da patria. Tambem pu-
blicou, e sanecionou un regulamenlo sobre a po-
lica, o economa rural das fazondus de criaco de
gado da provincia. Esle documento de grande
importancia, de muito Irabalho, o no sou genero
de transcendente mcrecimontn, nao he da lavra do
presidente, massim obra da commissao de agricul-
tura, commercio, c arles da assembla provincial ;
noenlanlo elle o ap.'OVeilOU, e presin un assigna-
lado sorvico em o mandar por em exocucao al ul-
terior ilcliliiir.iiMn da assembla. Esta le ora urna
das palpitantes medidas mais reclamadas iela* ue-
cessidades publicas, a permita Dos, que se Iba d
cuinpriiuenlo, que morecu a Un de que nao lique
letra mona.
\s eleicoes para depulados eraos foram feilas
com plenissima liberdade de voto, o debaixo de
grande calma e ordem, pleiteando os diversos pre-
tendemos as suas candidaturas, segundo o inaior
numero de meios, alTcircs e symp.ithi.is, doquo
podiain dispor para obtercm o triiirnpho dazejado
EslaoOJas concluidas, o ja heconhecidoo resul-
dado total da votacao ds colle;pos, veucendo o
partido govornisla, o sao os mais votados o l)r
Magalhes, chefe de polica, com 221 votos e 22
emsoparado, o Dr. Kauslo, ex-presidenle, com
214 o 8 em separado, o Dr. Angelo, I 'vico-'
presidente com 189 e 8 em separado. 0 Souza
Franco licou primeiru supplente eran 181 volse
18 m separado, o Dr Leilio segundo, o o capito
deengenheiros Dr Sjlles terceiro. Estes votos to-
mados em separado sao considerados millos, fora
de toda a duvida na opiniao dos entendidos, una
por seren dados por eleilores, que coniparocoram
domis nos collogios eleiloraes, e oulros por eleilo-
res foitos fora da poca marcada pela lei, como
siiccodeu com os H da Vigia, ccilos no dia 2 de
dezembro, alm ileniuilosoiitros unitivos da nul-
lidades, quopesam sobro esto mismo colle;io paro-
vita, de que morrn para o mundo,capacilando*se
lirinemeul'' que nao gosa sympalhias na provincia
para podar recebera honra, que suspiradamente
procura mericer. O Dr. Paesde Souza, que li-
nha as eleicas do l'ar fechadas n urna mao, nao
so apresenlou dest vez na arenados candidatos, osla
corrido por noier ao menos podido fazer primei-
ru supplente o seu protegido o Dr Leitio. Bas
la do -l.-i._-.",.--.
Aqu temos admirado as burlescas correspon-
dencias do Correio Mercantil, remanidas desta
eapiul para a corte, e all impressas
A nossa imprensa depois dos eleicoes emmudo-
ccu. l'-ii o Souza Franco, quem a aculou da
pois da sua chocada a esta capital, o por essa oe-
casio vio o publico arligos furibundos contra al-
|uns dos candulalos, e nao poucos incensadores
das suas supposlas virtudes cvicas; agora consta-
nos, quo he ello mesnio quem a lem acaimado para
que nao falle da sua derrua. Alguns jornaes mor-
reram esfalfados do lano lidar nessa crise, em tal
caso esliio o Grao-Para, e o Piparole, oulros san-
tem-sc ogonisanlos, dando anda signaes de vida
a largos ospacos, taos sao o Planeta, o Correio dos
Pobres, o Oom Paraenso, e o Velho Brado do Ama-
zonas Apparece apenas de sabbado a sabbado o
Treza de Maio, jornal oHicial, que nao se envolvo
oin somelliautcs polmicas, o que ja conla urna vi-
da de 13 anuos. Assim estamos melhor.
J.i entre nos he conhecido a noinea.ao do Dr.
Ciinha como deputado pelo Rio Grande do Piqrle,
Esto noticia lom causado sonsoeao pelo desar-
raigo, quede ordinario sobrevm com as interini-
dades, uu novas noineaces do administradores das
provincias. Consto-nos, qno elle sollicila com em-
penho a nii.-.-iij.i- do seu successor. Veremos quem
nos tocar por. fortuna, ou desgraca
l.argou no da I." do correnlo o vapor Manije*
desta capital paro a cidade da Barra, na provincia
doAinazonas Fo grande o enthusiasmo, que em
.r.il aqui se oxperimenlou com a realisacao da na-
vega_ao a vapor no inaior rio do mundo. Sao in-
calculaveis as nnuunni, o beneficios, que a nossa
provincia, c a do Amazonas osperain lucrar desta
importantsima eiupre/a O vapor levor 7 passa-
geiros, o 500,1100 rs da freto, o ha esperado de
vollodasua vi.igem no dia 24, ou 35. A tabel-
la dos frates organisada pelo gerente da companhia
no Junta! du Commercio de 25 do prximo passail.
a qual sendo obra do J. Pa_o, fui mandada publicar
pelo sen digno irman, o Antonio Paro. Os nomes
desles dous sujeilus liastam para |mr si darem a <-o-
nliecer o valor que aquelle lilielki mi.un.id.i m pihle
ter no animo das peMuajona ocooheoent. Aquella
cartaverdadeiro jurlett de quanla sandire e calum-
nia pude liaver, fui mais nina cifro que i'lrella
i-.illi.r.Mi a dircila do inimeiisualgarisinodesuasindi:
nao .irii.lii,,-,... He 0 P(|rarlo de IikIiis u raliiin-
iii.k ja publicadas nos fallecidos BltOHiarU c Oaa-
limador. A Etlreta, nao piissiiiiiilo ailualinenle
i,,, |,,,.|... por onde, romo por una vlvula, pudcs-
se dar es|iansao ao desespero que llus cauaon a
sua recente derrota, ha mullo que se fallara ii'um
celabre manifest que i i,,.l.,. pareria nasoer, ionio
Minerva, armado da caliera ao. pos. O. giiveriii
las que nicamente desejam ver o cniliale de suas
ideas rom as dos seus adversarios no campo (l'unia
sisuda disiussii, ao ouvircni fallar de maiiifeslo
tillando certa importancia a essa palavrapea
1 ile receii
hial. Souza Franco lem de perder oleni da 1 jJo aecordo con) o pr.sidenlo lem agradado ao com
pielles 18 voto.- lomados em separado, anda mais meri-io, porque os procos sao iguaes aos da canoas,
G dos ,-u _li|, ,.l,,-, jnlgados la^ilimos, que leve de- ] o barcos do serbio, a por seinelhanla motivo, alm
mais em Macap, cujo collegio devendo ser com- I de oulros que eslo ao alcanco de to lo o mundo, au
posto da 12 eleilores, deu 18, e ah obleve una- (nulo, que o commercio dar decidida o franca
niinidade. Portante a assembla geral, para obrar
ORESTES E PTLADES.
(roa E.i.ph.o 4* la Maotlalm.)
. i inan. 11
I
O laslollo do nesnoy e suas dependencias lor-
iii un tima pequona parto da linda povoaeao de
Noirniont, situada n'uin risouho vallo da Cote
d'Or, a quatro leguas do Dijon A paizagem nao
ullereco nenlium desses aceidonles que fazem so-
nliar os louiislis'B os poetas ; mas as ierras sao
cebarlas da arvous, e os prados de urna llorida
verdura, os campos aprysenlam searas que alo-
gr.ini a vista e dous rebatos, um dosquaes usur-
pa o nomo de rio, eorluin agradavolmenle o aspec-
to eral do valle.
' O dominio que nos lins do slfculo passado nao
uassava de nina bella fazenda, nao lem nonhuma
lcuibranca feudal. He verdad que observa-so
n'uiii dos lugares onde asan boje os currnes e o
R.illinheiro, as ruinas do urna torrinha. das quacs
lUcram um fr'ncleiro, o que no dizer de um anli-
quario da visinlianca reprosenLini os restos de urna
irada de fidalgo. Mas provou-so pelas cartas do
dominio na sua iransmissao ao ultimo proprielario
ne a dita torrinha nao era mais do quo um
m juslica, lemilodcduzir-lbe 2-1 voios, oenlo
licar apenas com 175 votos, oceupando em lodo
aso o lugar de piimeiro suppleuie. Elle lem
salado siiininameiile sentido com a derrota, mas
issim mesmo prometle ir corlo sustentar o seu
liii-u,,, quer a cunara municipal da capital, qu
ha a sua parcial, Ihc d o diploma, o que muito
duvidoem vista da letra clara dos avisos de 9 de
fovereiro.a I "de marco de 18-18, quar nao.
Bem conhere ello a impossbilidadede lomar as-
aentti na cmara quatricnnal.e ser reconhucido de-
putado da naro, pelo motivo das rasiics alle-
adas, ou nicllior por ser menos volado do quo o
Dr. Angelo, nina vez qucuolliesejaiii englobados
e sommados os \.i|,,- em separado, os quaes sao ou
nuiles, ou diividosos; no cnlanlo esfona-so por
pilliar O diploma, .-iliiu do poder apresent.ir-se no
recinto da assembla,iuculcando-sedepois ao Kra
il inleiro qual outjo Manuel ( l da Franca )
Pens, quo sollrar o dissabor de ver frustrados os
seus planos, pois muilo confio no bom sent do
presideule da provincia para nao consentir, e mes-
mo prohibir, segundo a phrase dos citados avisos,
que a Cmara viole a verdadeira expressao do suf-
fragio popular, dando carta de representante da
provincia a quem por sam duvida nao o ha
O Dr Lailn tem-se dado ao dosfrucle depois
que vio arruinada totalmente a na Lio ambiciona-
da eleicao, o diz publicamente, quo como o povo
soberano, contra quem elle pragueja por cen boc-
eas, nao o quer para seu representante, excusado
he tentar quart haudlii ; prometi nao metler-se
mais oiii eleii;iies, enforrando a poltica, B indo
cuidar somenledos seus lillios. e da sua casa Per-
milla Dos, que o hoinoin nosoesqueca do pro-
testo, porque ser nina fortuna verme-nos livresde
semelliaute iinpettincnte calaveulo,quem corte foi
Saquarcm.i, e na provincia he Luzia.
0 conego Gaspar, quo era um dos olio candi
dalOi da presento quadra, fez completo liasco na en-
tremezaila eleiliiral, gastou Iros ou 4 resmas de pa-
pel comciriulares .ios eleilores, o mais pessoas in-
fluentes das loealidadaK,calculara akaneamni iaO
otos, ealiiKil de cuntas a muilo custo ajunlou 10
volinbos muilo ma;ros, comprimidos para ser hon-
rado com o lugar do 5 supplente Porm esle
nao he deosmorecer, j pedo como ceg par. a fu
isaraui
que a omisa seria de |mr o queivii i liand
sus ila Irovoada, parenni implorar a piuleccao de
quaulos sanios povoim 0 cos... Piircni que espan-
to nao lites causn, em lunar do niinifesto, una ar-
neiral carta de /.e/inho diriiiida aoinano Auluiiini:
anillos elles mamados ua elei.u; niiiriiicnle o pii-
meiro, que olliava para a ilcpulacau como um reu-
noM ciupreuo, do qual JlMH deveria ser desapus-
sado! A fbula do parlo da uionlaulia, de rerlo
que nunca leve mellinr applicaro do que no celebre
abollo do tal manifest.
Felizmente nao ha nioffnem que do mirle ao sul
nao colillera o/.ezinlio; que nao silba que lie elle
oiii linineni, mija orcupaciio s<. iunora, como *c des-
ctiiilicce a renda oom aura que ib afn lunados lempos ilas endiente .los
lliuiliiis jii Maetommll Na tal nussiva iln Ze'i-
ulio que toda j fui aobaraiianienta re-.pondida
pelo Cuti*lturiunalm\ falla de seria* arrusai.ie.
ir.i onrcsidcule da priixiuria. Imiil.i I diva-
gar all iliiuii.lo-llie betoa que siimeille lima rabera
perdida ionio a do hiiniem dos Imisiiilms pudia sua-
gerir. .Yaqucllc mistipliorio laliuniiioso nao |hiii-
|m prfidas ,-illiLsi'ies, unicaineuli1 lilli.is d'illu.i alma
ciirrouipida como a sua. (M)r. JuaThomu. com-
meniladnr Viveiros, c todas essas iufliiencias do in-
lcriorv que Hacudiram n inlaine juffo da BUrelIn,
sao lu n,..i,nenie atacadas |M'lo Iioiiiciii do- bnis.....
0 seu arrojo he lal que choM allancar devcrein
aquellis inilividmis as suas |,,,.i,,, -. al creio que
ampragoa..., elle... Zetioho!... Afora, porm,
pergiiulo eu, o que seria a E*re!la mmii o apuio
1 ,,|.,elle- cidados? O que ella lie boje: um cor-
lio sein alma.
Como V. me. bem sabe nao lie hoje que I KtlrtUa
viilou seos odios au I Sr. O. Machado, piirui siin fas-
de que S. E\c. conieriiu a dar cilio da iulllleocia
dos ussassiuiis. que iufeslavam a provincia ; a maio-
ria dos quaes pcrl......endo a grel da Etlrttta Sem-
pra foram insiuues em manejar, lautn a carabina do
eoraoo punliiil livsaiiiiiio e o veneno dos Hnr-
ui.is. Essa decidida perseuiiie.in que laes inalvadntaof-
freram.lie a principal i-,iu-a da OBoriaa ua Ettrelta
S. Exc. que ile sua parte punen -e importa ci.m el-
les; pnis caminha, como sompre, em seu- inauuii-
projecloi de liberUr Inleirameole a provine

|iovo arompaiiliou-o com urna msica al ao lug
desua habitarn,il.-iudo de ve/, em qoanc'o diversos
DroSHl. A Castiga foi lamliciu millo applaudida,
une succcdcii riiiilra a ueral esperlaliv.i, pois lod,
Iheafloaravam mau resultado,aliento aos anuos.qi
i-.ineiiii. o Nuiles, diu-m que esleve aoBrival .
que aUiunas vezes empreuuu urna .l.-.l.nn
-rccalorial, liem seniellianle a do no-so aulii.
os do Sepulcro, ac unpanliada de nina mioiica pn
de mais impropria em i-el'las orcisiOes, que mais di
que nunca essa linguasem u.uda devia dar mais vi
aor e importancia a Dmniaisera fallada. l-:-|,-.-i,, ve
lo* representar para pmler cmilir-llie francamente o
uieu juizo. O que Ihe pusso dizer. he ipie a rivali
dade existente entre n- cmico- iiaciouaes, e porlu-
RUOiea, bem cuino eydrc os mmis sectarios, vai em
aiieini'iiin. O cilo, jornal, que romo j livc orrl-
-iilo de ihe dizer, dlamcnlc re-enle-e d.i espirito
adeverso, comeca de lima.iiinneiradesosada a linear
lermano. Anda nao ha muilo lempo, que ea
uazela pedia miserii-ordia ni .Irn* ao uirerml
para Ihe deix.ueni em pa> os -en- predilerto-, que
em seu comeen, como artistas, ineiecian seren en-
,rajad,,-, e n.'in velipendiailns. 0 coiilraclo Mir
acaha-se no dia Iti do prximo inez, e a lomar o
leriuano a einpreza. e-lou que as t-nusas tiimarau
geitn.
No dia 31 do prximo passado fez o presidente da
provincia a Humearan de inesoriiM e definidores da
Sania C.1-a da Misericordia para o anuo, que deror-
re, a-quaes ludas calilrain em pessoas de inercei-
l.....Itns.
Da 37.
Acaba ilecheiiar o va|Nir do sul, Irazcndo-uos o
cas.....Injialallio 5. de fuzileirus, que aqui veni
raorgannur.
Chonou a iirdein do iiiini-lerin da inarinha, niail-
aindo proceder quanlo antea, ueste porto, a eone-
liiii*e;',it de iiiinlKpie.ruja planlu erehilorin j tiiiham
Ido aprsenla,lo- peJodlvn......minanthinte di divi-
o do Norte. Oliveira l'iiueireilo. K-sa obra ini-
mensa, com que a provincia ou ante- lodo o Itrasil
muilo lem a lucrar, deve-se em m'aude parle alm
liiiniiistro, que auloii-on-:i ao Evm. presideule
la provincia, e aoSr. O. I'iuueiredn. quesein M^.sar
iMudeixavaiii, por quasi lodoso- vapore, de Implo-
raren) esse beneficio para a no-so armada.
Esqnereu-me dizer-lhe lioiilem, que no dia 20.vol-
lou a esle |mrlo, iln cru/ciro.o nrigne escuna .Iwlori-
flAateommandnlfl !. lenle Castro,iT-azendopri-
sioneira nina barca franreza de noiiie /'!iutau capilfo M.iIi.iiiiI,,! qual foidelida-iioporiod.i ilha de
' Juao'.f.......-i-peilailelran-porlar porroiili.ihan-
dod......--., lerrilorio para Cayena, gado vaeoro. A
barca fui inellida proce-so. e jiilyo que boje foi jul-
yada pelo Or.julf dedireilo, cono n presa.
Tem-iioi causado bstanle nn*av}3o a nollela d
lenla do .Iffunio no t'.ibo rrio. e a morle do of-
licial. quo segundo se diz lie ou o imincdlalo, ou o
AranjiH
Aallandeoa r.....leu do dia :l a l. 33:11 USOS.
A niortalidade do l,= do roireiile at o dia 25,
amia por 01 |n-soas.
i ti
lo, firou fa-
ll pnrtaria se
|Mirin assim nao
ii do
,l.i
proteccu a esia iiasceule empreza; podando j sen) ] aviliainenlo em quejaiui proslrada prnios do M.i
reacio do errar afliancar quo os aaionislas bao de j riani, Jos Pao e seu rancho-... Anid,
tirar avullados lucros nao s para o futuro, como
al meMM j uos primeirOS annosda insliiui-an.
N ula ila importancia lunho a noliciar-llio da
provincia do Amazonas. Sou informado por pes-
soa competente, que o vico-presidonte Dr Miran-
da cedou da sua candidatura dcputac.io ha lodasas proboliilidildes dequoa dopulado so
ja Jreio Wilknnsdc Mallos, secretario da presiden-
cia d.iquella provincia, o supplente o Exm.* hispo
diocosaiio, D Jos. A uomeaco do Forraira
Penna para presidenta lem sidogeralmonlo applau-
dida ii,-l, capital ; foi una excollcnte aequisico.
Pela sc^uinte barca darei mais algumas novida-
des, que leitham occorrido por asta boa larra.
Marantaao' 36 da Janeiro do 1863.
Na miiilia paitada correvpoadencia, j Ihe apro-
senlei o ultimo resallado das inissaseleicOcs. Como
vio, o novcrno nio pedia ler um Iriiunplio mah
romplelo, A sent fhrlluda, ronsla-me, que
asura enlloca todas as suas esperaucas na apuraran
uer.,1, que lem de ser feila a 7 to prximo futuro
moa |iela illu-lris.ima. e.sa nK-bella ila KUrtlla sua
enliga ninaem ruja franla c arha o Dr. lala
que sempie -e con-ideroii apla para. atBU bel pra-
zer, ilar diploma de deputado- aos seus sucios;
nao lecuamfo para isso ante lucio alsum por irais
i.......".il que soja. Emquaiiln a niiin, e-luu iulei-
ranieiite convencido de que o snveruo saliera lomar
-na- ......lidas, .ilini ile que nao seja ludihriado;
asura, que acaba elle de rollier os mais cuslOSOS Ion-
ros do ciiinli.ileeleilor.il; al,;mdeqiie.inciiiio no seio
da illuslri-sima, conla elle alguna ainiuos liem deci-
didos. Em lodo o caso podc-se ter romo corlo que.
a aero Dr. Main quem apure a volaran BSMl, a
eli-i.;.;., -era toda uaralhada corlada c alinal ,
ipianilo meiios, inililisada. Os hninens, Hoeados
10 desespero a sam es|ieraiicas de salvaran, SM ei-
pazi"* de ludo... Os soveriii-las, porcni, o-tarao
loria, c de rerlo mi se bao deixar bisodeor |iela
iilierana 'llwliiiimi.
llevo dizer-lhe que o as-s conlierido llr. Jos
MarUAS, juiz municipal do Brejo. he o nilillilailn
ser.lmenle romo autor de mili arlo luisa du eleicao,
qual o capucha foi feila em casa nao so de i|ueiu
ipie ainplaiiifiilc ai-cuniuhi no J. I'.n.. loilo- os
ilo- d'.iquelle colleuio ; e esluu que se mais houvera
mais clieura. Admiro, na verdade, como ha ho-
niens de certa POSieBo que srr preslam a semellianlis-
lio-! (.iiciu niio sabe que as elcirocs do Hrejo
feilas pelo o.....Detonl .,uiz de paz e raspootiva
masa, darain ao. candidatos do aovano luda a vota-
yiiein ii.io sabe que a acia dessa eleicio, j
ti.i muilo publicada, foi remellida ao enverno. E
he que se queseiita asura nina nutra arta de
itposa, a
..... A-
ono di-
foi liem
pass.ld.1. chesoil .le l'.l-ln. IIiiii- ,i i-.ui-.l-enC
ha, que lii liuha ido em companhia de sua (
forra, eiOCUlar un as-ii.-inn de alia niimead
le-honlein cliesaram da Chapada, serlau.
laudo da capilal para inii.de 18-1 leguas,
rcenle valbacoulo do Militan, e de oulros que laes
malvados nada n.....o-de dez presos, quasi lodo- elle.
Wcondemnadoe pelo complanle jurv a sal, perpq-
tuas e desredos lemporarlOB. Em que lempos, o
julsaineillo pelo jurv uaquellas lonsiiiquas renie.,
foi una realidadc, como auora Em Cavias, o jurv
vaiseinlii inexoiavel; e entre unirs de suas reren-
Naaial 30 da Janeiro de 1863.
Nem lio pouro he o que boje leiiho a dizer-lhi
pois quo v.io.iceorrendo fados de alsoma ini|iriai
i'ia, e que u.io devciu jazer no e-i|uecilnenlo, e prii
tipiare) por .....bem pouro honroso.
Talvoa que saiba ter naulragudo ne-ia provind
um lirisue inslez.^ne se dii isi.i para Vu-lralia rom J _qui chesou e Ha
1 pa-aseiro-: pois bem, esle naufcasio leve bisar | ,|(. Miranda, juiz de
na Pona doTubario,
lO nO ,|,|ei eil.l
zendo atjuada. eom o que poner
elle com isso nao nosprejudicassi
acontece, porque .li-ivonln-e ,ill
secuto, inrulcrii-se mcilicoformado em nao sel quan-
tas universidades, porm la caria anda se nao vio,
c eis-aqui curando e matando por sua cunta e risco,
sem que a illuslrissiuia ramara ailula o tenha chaina-
do para apresenlar o sen diploma; posso porui as-
-everar-lhe que o novo lliporralcs salle lano de me-
dicina, quaniuu meu rossinanle de astronoma, e um
rucio que me asseveram prova liem qiiaulodiuo: fui
rliamailo icrasade um amigo para receila-lo de nina
'-ni-; i,... ;., que Ihe atacara o peilo.e depois de ver o
doanla, eseler compromellidoa cura-loem 10 dias,
e-lesc li'iiilinni que ha maisde 10 diasuiuseii escra-
vinlioroirria moa l'clire lenla, que Ihe consuma as
carnes, sem a menor dor, ou nuirn alaum incomino-
do: v i-lo-ambos os iiifernio-, urilou logo o improvi-
sado madieooh! ittonoxt ser nada, 4 horttuio'
mu' fehrc sabio, e loso no oulroda pe., inaiiha
Irouie dous pequeos frascos rom remedio, que in.m-
ilou dar lOpingiisa um, e O a oulro.depoi- de reli-
r.ir-se u iittd'o n dnno da casa que he moro deco-
nli-- inieiilii- foi alaminas os remedios c os arlmii
perfeihinienle sciiielhnnlcs, era una composii;ao de
opio elaiidaiium!! Para cur<.rmol(^liastaodilferen-
les um iiie-moremedio! Todava como o maispeii-
iiho era o escrav inho lomou o remediu por esparo
de 2 dias, c no dia .imorreu! Acabou-se a febre!
Em vista desta proVa o oiilro enterlo rceuou. t'ma
oatra circumstancia far qualquer liomem sensato
conliecer o ni|ioslor, a lio que inmi-.i exiae pana, e
sempre cura |ior urna a|iosla qualre garafr*(lr
riiio, nuri druhrrro! Todava lia por aqui senle
le primeiru ordem, lao fanali-uda pelo ineiliru que
I suppocn enviadopor lieos! Aqu decerlo lia srun-
le fulla de mediros, porm eu aulos qizera enlre-
uar-uie as nossas curandeiras, ou inesuio a algum ho-
pallia ini|irovisailo, do que ao lal Ur. com lodo o
seu rio.
Enlamo em um desespero por causa das nulas di-
l.n ei .idus, poi- os v einlelhoe- e os malulos repugnan!
rorchi'-las em Irin-o dos seeros de primeia nacas-
sidade : be um rl mor da populacao, porque o indi-
viduo lem diilieii-o c nao pide salisfazer auas pnci-
stasl Nao sei porqM ogoverno senil alo lera cum-
plido u lei dus substitu res, qiiando j abunda tan-
ta prala do novo padrao; salamos com uina cri-e
isual a do clianchaii, e a continuar lerem.is funes*
iosraaalladoa, prariaamoa poi- sr-riu- providencias.
loi dimillido anles de liiiulem do luaar de conla-
dor da Ihesooraria provincial Francisco das Chusas
liulvii: liml isnoro aoccrlo a cansa da diinis-n,
porm sei que esle empresado, sendo iipposeionisla
se porlava mal uarapartiflo; liikarqueesrolhiu pa-
ra groaseiraa enalyaaa dwaeuia do aovarnoi alm
do mo iihnIu hilirrenle un ru eetfO e aitli/tal/iiru
temblante com que recehiu as parles, que em poli-
lica Ihe- eiuui adversas, abraviandu de praferaDcia
aos seus adeptos, c relanlunilo sem causa as nulras.
Nao so-lodo. mul, alheios, porm esta ililnis-.ii,
pareria reclamada pelas circiimstaucias ; era mistar
convencer a aquelle amoragado, e toda oiqiosico da
provincia, que elle uoera coii-ervailo pornaeasaa-
rio, como se nprcsouvu, mas per mera rnndi-scen-
denciu; no culuulo esperamos que e-la, cuino as un-
irs que boje esl.in preeurluda-, o sejum lambamaa-
li-fuilnri.iiiienle oque s repiu lirio continuar a bem
.lcscinpcuhur suas fuucroes liv res daquclla ilnuja.
lira cnicve-icio o Dr. Juan l'uo-
lircilo removido para esla
ra mide vier........ objeclosque -e podei.....salvas
os pussiiseir.i-. n popul.nu se assliimeniii na pruiu.
nao para hcnevoluinenie ui-ollier aquelle- infelizes.
como era dever -eu. porm para excrcerein a pillia-
-.......|.....le laclo levar.un un ni.ii- subido pnulo ine-
inociii face do delegado do lusur, dandoos po-
braa naufrago quasi anlraguai a nudez em um lu-
les dccisoes. avalla a sciilencn de limito proferida uarclianlio l-ln dcnola diiu- rou-as ou u.....iinln-
ronlra a celebre C-irl.da. Hoje mesmo parlem para le perversa du parle daquelles liabilanles, ou muila
i.axius, o- facauhudo-/ararius e llrrn.irdo da sulve- ncglisen,'
narca do As-: loso que .-i.l.,,1,.,. upezur do. prole-Ios de imiiarcialdudr ni
.le noticia se espalliou na v illa de Macan pa- | |t., reilo a muila gente, que o- espera ver quebra-
purque um arredilaiu em uiualopromptu eou-
versao no malo dossausanllgos alliudo-, e em frente
ira ,'..i .un as virliuias de sua dc-
tura eleicao, ( forle inania ) ombora venha a ler uma |e,-, ,\e ,u, (H!ia tmau da localidad*
menor votaco do que na actual, o que he milito nem ao menea leve noticias sean un dia que da
lodoreceior, porque se ua do 1848 lave oileula h"t.'l Ibes Kii jiarlicipado... O poder complanla
votos, e nesla a;ora 2 *, na se.;uinloprovavelineu-1
lo lera abrume cousa porto de nida, ou mesmu na
ni.i- de senielhaiile
da ; a pole sar que anto sedesonf
uno o nosso
-. .iii.l.iln, nao deve
de unido ulsiiui deixar de eoslisur o seus autores.
Grande iudianarao causou i todas u-|icssuas ho-
ue-l.is de-la cidade a leiluiu de iimu carta iinpres-a
pombnl cililicado no anuo da graca de 1778
por Malhaus Beignor, cultivador de vinhas no
Quesnoy
A fazenda passando as mos de diversos pro-
pietarios a titulo do aequisico, o nao de patrimo-
nio linli augmentado do valor.
Muilos edificios elegantes a commodos liuh.un
sido acarescontados aos oulros o ainda que sou as-
pecto carecossa da regularidade, seu todo ollarocia
urna importancia quo pouco a pouco fora acoslu-
mando o [iovo o dar-lho o nomo do caslello.
Na poca um que cornaca usa historia, islo ha,
em 18S9, o proprielario deste dominio ara Mr.
Lorhia capitalista retirado, que ha muilos anuos
Horaria em Dijon u lugares circumvizinhos sob a
denouiinaco quasi nobre de Lochnedu Quesnoy
o que comecava a desprozar o priinoiro destas no-
mas para fazer alguma honra ao titulo do barao,
que Ihe liuha sido conferido.
O senhor barao do Quosnoy ara um'hoinom al-
to o gordo, do idade media, esperto nos nogocios,
como elle mosmo dizia militas vozos, da sorla que
fazia destramante as transacees que Iheconvi-
nham : homem honesto no sentido da loi. porque
nunca sabia da suu el i re lo o qual manlinha com
n;;, ,r ; gm-eiro ciun os seus i|;u,ios, duro cornos
pobres, inlraiavalem toda a especia Jo controver-
sia, nunca obsequioso, masas vezes generoso : o
baro era caridoso por principio, mas sendo pre
ciso, exigia o pa jmenlo de urna inulta por um
delicio de floreslu, por lodasas vias do direito sam
exceptuar a prisao
Mr du Quesnoy fazia alguns beneficios em seu
casiullo o na povoaeao visinha ; porm oiii nanliii -
na destas parles era amadfi, porque ignorava ou
,1,.'-,Ii-nli i v.i a arte da duplicar o preoo de um be-
neficio, ajunlandb-lho o lesloinuuho da synipaihia
devida desgraca.
0 baro era viuvo ha muilos annos, e siria li-
i remonte em sen dominio que fazia valer com in-
diligencia e succesio
Fazia poucas visitas, e nao recebia nenhuin do
seus vlzinhos ; lodo o seu lempo era oceupado pe
las particularidades da cultura de suas torras :
quanlo as -u.-is l.-ir;i,-i_nes, ellas consistiam na ca-
ja, quaudoo lempo o permiltia, e de noiten'uina
invariavel partida do piquete com o cura.
Unas vezo por semana Mr du Quosnoy ia a
Dijon fiara vqjiar o dinhoiro quo dnva a juros, a
fazor nogocios, cujo resultado raras vezes deixava
de augmonur sua fortuna Assim lodos fallavam
do sua fcliciaado e de sua boa estrelle ; ello mes-
mo gabava-so-do saber adevinba/ as probabilidades
que aprosenlava urna empreza, e aorroborava com
esla confianca iiistinclira a opiniao popular To-
dava a felicidada de Mr. du Quesnoy eslava na
ra, que vo responder ao jar) pelos erimos de que
s,io acollados. E-tou certa, que eaea melroa nio \i-
rio de l com os hcicns de quem mainuruiu. II sruu-
derrimepois, que o llr. I). Machado lem ciiinmelli-
do p.uu roiu a/;,iW/i/, he o cxlcniiiiiii do. anas-
sinos. Issu he musa j militas vezes dila, e por do-
mis provadu. E como nao devora ser aadm, aeos
priiui|iaes eiiiui. presado* adiados da Btdrtlla, lo-
r.imos Coque-, Duiisus. Zacaras, Silvairaa e oulros
que laes de isual hilla.....V vial pola delamanho
iM'iieficio, que seileve ao llr. (I. Machado, oque vale
ilizei o Jos Paro, que S. Exc. uoperde I.,ule-, thea-
Irose uniros diverlimenlos une purea lamoso aos
quaes sao por elle .ippellidados de pagodas?!! I'm-
ve iiiui, i nao se pude i'umprir o- deverai de um era-
preso, sem periler-se baili-, e Ihaalro-! t) quedevo-
ramosenlSo dizer dos alio- funcctoiiarios do estado,
que na corle so-am da quanlo pagoda ha. e sabem
como S. Exe. preencher as -uas ohrisueiVes. Eu
mesmo sem uiodisitiu o digo BOU % miiiliu repur-
lie.lo mu do-emprcsuilos mais exaelii-, que liexi--
lein ; e no cnlanlo. pelto-me |Hir um baile, um thci-
tro. um pasode eiutilu, cuino o M.iriani por una,
senatoria, oj. Paco por uioidepularao, c o J. Cla-
ro |ku uma phada do seu precioau atfsflwa.'... Todo
sososlu-.... Felizmente, para o llr. (I. Machado,
he elle um hoiu.....bem eniihecido em lodo o Brasil,
como o be oj. Pao..... e assim aquella siiju haba
laucada no Jornal du CoMmtrtlo contra S.- Exc.
reverle loduiulciiu na cara de quem a cu-pio: he a
lusluria do imprudente que do primeiro andar cu
piapara o do segundo.
No dia 20 leve lusar o lienelirio do Germano. Le-
vnii a vena a \iiiyi Cu*, l'azeiidn elle u I). /'<-
din, a Cislisa. a I). Ijnrz, o N'uuas u I). Alfoiuo.
Por i-au-a de nina enxuqnecu. nao pude vira es-
as e-|K'i'tuculo, porm disse-me um compadra ineu.
une o Germano agradou ellraordlnarlamenle; -en-
do ,ip|,l.,ii.|i.!i, |un n.iij platea, cuja enclienle foi es-
puiilosu de huios os lados, rlioveram-lhc ronius de
flora*, al, que no final do druiua, duas crian cas
que de-ta vez mi foram barbadasalegricamente
vestida-, Ihe riimir.uii.il fronte com urna bella co-
roa, qoe tiiinbeiii desta vez nao fe de xoanles, |w-
rm sini de prala lina, feila a espeusus d'ulsiius di-
leclantes do (iermaiio. Coiilem a fui coroa, saliendo
uiivi dizer, 100 uiluvas de prala, e algumas pedras
de pouro valor. Fui obra ,1'ilin dos nos-os uielholes
ourives, oAinural, ccuslou julgo que duzenlos a
lanos mil res.
lle|Miis de ciiucluido o esjieclaculii, a maioi,., un
seu.iu rouiv enria da p.irle do ilelesado ;
a primoir.....In posso erar, porquoseique.....agran-
de parle d'aqueues miseraveis nufragos, tarara eco-
Ibido-pcl.i uiellior senle du villa, que Ihe rederum
-ii.i-e.i-.i-. e Ihe prestaran! os aocoorros de que pre-
i'i.avuin; loso siih.j-|o a sesunda. que lll.ii- -e nn-
nifc.la pelo que acaba asura de pralii-ar rom o cn-
sul deS. M. II.. residente na l'aialiihu.qiie para all
sesillo loso que soulie do naufragio, lilil,! aquella
drlcsadu cedido um pequenn Icllieilo, que pn.-ue un
beira da prala, para nelle se lernlheie.....s ohjertns
salvo., ealsiiii.iurelize- que n.io poderuin ser aco-
lllidos mis ponas a pequea- rM da villa; rhe-
gando o cnsul......m elle mu hiisue ,le guerra que
oEvin. pre-iileiiledessa provincia envin para li.ui--
purlai uquellJ infeliz, senle, ipi.ill.lo ludo se nrcp.l-
r.ivu pura .i partida, apparece aquelle delegado e\i-
gindo do con-ul nina enorme quaulia pelo alusuel
do lellieii-o uos puncos dia- que fui oceupado, rejei-
l.iudu a n.io pequea soiniuu de 501. que Ihe olloro-
ceu aquelle cnsul, islo quandii ha pouco eslava a-
quellu ra/mria atusada pura quariel d.i de-tura-
ineuio por 38 rs. mensaeal!' Alguem ha que lem iu-
lerprelailn esle acto ismio o liv re soso do direilo de
proprieitadc, eu poriu o encaro ro.uo a m.ii- negra
perver-id.ide; e lie u istn qi.....u chamara) comer o
pao nmaaaadu com a- l.isrima- ila liumunidadc! Cor-
re aqui que o ennsiil recebera denuncia de que se
prclcndia accoi.....ellcr a casa em que eslnvaui rec
iliiilos os restos dn curres.i incido do iiivio, e que coi
miiiiiruiiiloisiouo c........andanledo brlgue Caltof
queulli e-l. e-le disno otlicial fiira-se entender rom
o deleitado e Ihe nucreiora parle ila sua su.irnir.ii
pura polieiur o lusar. evitar a reproducflo de i-i
lliasem, porin odelesado recusara areilar asleolle-
recfmento, e ad depois de ver a firma reauluclo em
que eslava aquelle olrial, de. a ile-peilo de -uu re-
cu-a, fazer sillar para Ierra isiluruieii. e proleseru
bisar ameacado, foi que coacordou. Ocommanuan-
le conimiiiiieoii olllriulmeute ao Evm. Sr. prcsiilcn-
le todae-la- oirorrenii.is, e me dizein que aquelle
delegado j nira diiuitiido; enemmenoa aadevia
esperar da juslir.i e inlesridade do hoiiruilo Sr. llr
Carvallio. Cada dia mais se consolida niiiiha svmpa-
.In.i |.iH.i uolireollii-ialiduile ila rnuriuliu brasileira
|iois que pa- -ii. acto- m' lornam ere.lore- dos maio-
riN elogios; assim eorJto qoriera ter o piuler de ris-
ear da grande familia da IiiiiiiiiiiIiiIi. aquelle dele
gado......islro, rujo mime n.'sei, e que desojo sem-
pre isnorar!
I .inilieni aqui ni i il".n. |.i ha lempns, um palarln
baniiveriano, ruju ra-i-o loi arrematado, mas o capi
sua inlelligancia, na reclidao do seu juizo, o na j baracar se muilo com isso, a ampia safra de an
prodigiosa oclividadeque empregava em par boas, tipalhias e do sarcasmos, quo Iho proporcionavam
ideas em execu.io, sem deixar-so apartar de sous diariamente sens defeitos.
dosi(;nios palos obstculos e conlratcmpos.
Alm do negocios que lavavam o baioa Dijon
um inleresse poderoso, a felicidada e o futuro do
toda a sua vida, bastara para motivar suas fre-
quenies visitas villa. Sua filha nica, a joven
Clotilde, ahi acabava sua oducacaon'um dos mllio-
res eollegios.
Clotilde, objeclo do todos os pensamenlos, de
lodos os sonhos, do todas as esperancas do Mr.
du Quosnoy, o qual nao ediOcava, n.io planlava e
nao ganhava dinheiro, sen.io para ella, ora aos
quinze annos a viva e graciosa imageui da esposa
que atravessra por sua existencia comoiiin relm-
pago do elii-iilmle, e cuja prociosa lombranca elle
guardan rom religiosa fidelidade.
Noslas saudades o nostas esporan^as poz SR
du Quesnoy lodo nlaresso de sua vida ; mas,
como nada dizia a pessoa alguma, como pranlo
sua filha mesmo o baro nao dcpunha o envoltorio
de rudeza, egrosseria que lornavam suas relaeies
quasi formidavais, ou pelo monos mui pouao ol-
ir.iclivas, dahi resultara que o rico proprielario
rodeado de uma justa e fra estima, com a qual
contontava-se parfeitamente, nao aproveilava os
beneficios de suas qualidades, e recolhia, sam em-
A joven Clotilde linhadeseu pai um espirito
ardentee impetuoso, porm a alma lema o con-
lemplaliva que herdra de sua nnii conlrabalan-
cava estas disposicoes. Seus prmoiros movimeiilos
eram vivos o irroflaclidos ; mas neuhun pensa-
mpnlo mo podia amadurecor nellii, o a menor al-
teiico a fazia vollar sua boa naliiraza, quando
sua petulancia a aparlava dalla momentnea-
mente.
Ella asliidava pouco, mas aprenda dopressa ; a
menor appliraco de espirito a enfnlava. a todava
era contada no niinioiodas boas di-i-ipulasdo colle-
gio Clotilde nao possuia anda sunAoronharimentos
muito superficiaes; mas o baro, que dovi.i pouca
cousa a nsiruceo, oque niluralinente della nao
fazia muito caso nos oulros, apreciav.i'-a inodincre-
menie em sua filha, elle esperava com impaciencia
que ella esllvesse am dade do govurnar sua casn,
ou pelo menos de lijrurar ah conveiiienloinenle
em qualidade do herdeir.i de Uma bella fortu-
na, o como Clotilde aosquinzo annos srhav.i-se
maior, o mais formada do que sao ordinariamente
laquellesque oulr
dicacau; eu purin appellu para os fados.
A ii unquill1.1 ni.- puhhcii continua iiiiilleraval.
Adeos, Saudeexctiluras Ihe desojo,ele.
5 de (overelro.
Segundo havia eu pravi.-lu na miiih.i primeira
carta, clicsuu o dia 3 do concille, e uao pode le
lugar a abertura da aaaembMa provincial por falta
de numero legal, e me disse o Canlanice que fora
adiada liara o dia I" ; uuu sai o que uecasinnou esle
niinsuaule, noreni e-lou iuoi ululo que hiiveria nu-
iiii-io. se um rupiluo-eiruraiau-inor que aqu ha, e
qiieliedepulado. iiusclives-el'urlado a lomar asseu-
lo, por de-peilo ao Exm. Sr. Curvulho, com quem
embleou o capiUo, pelo seu genio excntrico o bur-
lesco, querendo .iprovailar o irise para impor con-
dicOcs previdencia : se eu fra presidenta, du que
Deus me guarde, dara uma li.ao a c*lc senhor, que
assim abusn da nobre pusicao em que o collocou a
malaria da provincia. Fallou, pnri-iu. aindu gran-
de parle du caliidu.
Sempre loi bem infeliz a leinbranca dos senhoros
eleilores emeonverter a nosaa assemblaa era sacro-
culli'siol Uma Ircunido de oilo ou nove puihes,
quasi lodos paroehoa, em lempo deqoarasma, todos
dedicados aos .eu- sagradoa deveres, nao podium x ir
lomar parle nos Irabalho da assembla, |ielo que
loiivo-llics a- fallas einqiiecaliiraui; sajaui, |mrm,
u eleilores mais cscrupulosiH ua novo esculla.
O nosso novo e mpircial juiz'Mt direilo vai a
mil marvilhes; de quando em vez Mise um (j
sabe, uorlisla ', o ludo por imparcialidadc; desoi-
lirio um meio de o fuzer bem Imm, porque pelo ma-
no, est liv re du resposla, e he no. seu despachos,
pondo a osle empresado awiietjUgenlf, a aquelle d
fpecttUO, etc. Nem lodos podein ler certas arliti-
'/rt'/c-, por isso deviam ser descolp.dos, porm
aquelle senhor, lodo fmparcial, nao ; o que se Ihe
ha de fazer ?
Os Africanos cunuuum noqHider dos bemaecntu-
nidos a quem foram dudo-, e cuquero ver tumbem
-e me hn-a ulsiini, |mis que nao sou l nenlium es-
commungado, visto que u juiz dos Africanos lera o '
seu, u c-rrivu e u curador l.iniliein, e cu que lenlio
e-peiuiui- de ser iiiimeudii oflkial dejuallea, devo
proeuear lambem, quando nao ficarei sendo um lid-
io muiissi.....grande,
A segurante individual nao vai mil; he verdade,
porem, que antes de lionlem huuve uma Cacada eso
tioianinliu, em um individuu cujo nome iunoro,
porem o assassino mi foi preso, c ronsla-mc que se
arha sid a pruleccau do proprio delegado, veremos
u Exm. Sr. presidente que troco Ihc dar, poi- que
e-le- furtos nao eo-liimam pausar impunes cm sua
enrgica udminislrac,o.
Nuda mais ha por aqui.
Adeos, -iin-li- c patacos Ihe desojo.
seis annos, dataria a sua entrada na sociedado um
quo eslava destinada a viver.
Para celebrar dignamente esta memoravel po-
ca, o baro convidara com antecedencia todos os
visinhos, cuja rondico tinho alguma rolacao com
a sua. Do%iuil.is logoas em redor voio g-mlo para
o sumptuoso banquete offerecido pelo baro aos
seus visinhos. '
Madamesolla Clotilde faz as honras da casa wm
uma modestia, o urna graca que Iho merecer.im io-
dos os sufragios As omitieres acharam-na boa o
linda, porquo seu espirito o sua belleza quo eram
incontealaveis. naila tinham lodavia que poslessa
eclipsaras vanlngens, que cada untadas convida-
das julgava possulr pessoabnente.
Mr. du ouesnny mesmo, a quem a folicidado
tornova melhor e mais eoinmunicavel, moslrou
rima cordialiilade, que at entilo ningueni obsi-r-
vra em seu carcter, o o rosoli ido deste da, clas-
silicouvj pai ea filha n'uin (rao muilo digno do
iuveja, na estima de seus visinhos do campo.
Dissemos que a gtntil Clotilde achara groca
dianlo da porcao femenina da sociedado do Noir-
mont ; lodavia a benevolencia quo a ingenua me-
nina inspirava s mais e s filhas de seus visinhos,
as oulras raparigas dessa idado. Mr. du Quosnoy era, como lodos devem ler pausado, de urna natu-
doclarou que do dia, em quo ella coniplotassc deso- re/a pouco admirativa. C.oiicadiam-lho qualidad


V
/
Panblka 4 da (...rer* de 1853.
OlUM ilc lemeini, que ha i|ualro tija comi'rou,
csiii-iios ilaiulo a brincailcirii.quc, cliieni "'< Srs. noc-
las, no averno fazinni a iuiilalo, (fue nao ti por
qiiucs palifauns, im-orreu no ,|,--.i_i.M,i iloi ilenw,
iiiie Virailiu nfln quera \iiinaiito*. Fiz ansio denla
tirada de lilteralura para dizei'-lho, que o fevcrplro
lem-uoi uioshailii rhuva na iillinrasplii-ra, mas que
a nao lem de\ado cahirsoliro o nosso solo, que lano
della iiecessila.
Nao sei liein se sou juslit quaado nlli'inuao lal se-
nhor iu'/ essa cruel pareiuionia, mas romo de lonua
dala os mexc* e os anuos, bein romo os serillos, car-
rega eum a eulpa do* aMCGWM mos. e loria dos
bous, vou coni o cosluiiie, para que me nao rliaiucni
imio\adur.
Tcnlia a colpa qoemtlveT,earreaue unella quem
quizer, DU quem os liomeiw -quiKcrem, o rerju lie
que oa negocios nao unriuii Ihiiis a-pn-iu.. c que o
ealor tafre lomando iusup|H>rla>cl. os eneros de
I........n,i iiccessidado siiiiinilo do pirco, c inaisc
milis subiio cota a chctiaila dos qualro ceios e lan-
os subdito* lirilaniriM, que sendo ualoralinenle m-
razes, nao leudo eni que se ciupreeiieni, e comendoa
cusa da barba Ivnya, nece--.iiiainctile liio de fazer
um grande consumo, para nial de nova* bolsas, que
nio liveinm culpa da ignorancia do ca|dlo, erro da
chronnmelro, u-j do que rausou o lal naufragio.
Nao crea quesejamos to miseraveis de vveres que
qualro ceios comloes britnicos, em circunstancia
ordinarias, nos caiisassem dfsarranjn ;mas s bloque
anda nio livemos rolheila, e nein esperanen prosi-
ma, no rorrenle anuo, ccrlaiiieule nossos hospedes
nau |KKliani chegar niais fra de proposito.
Koi ah n-ctado |ior un preco enorme (\inle enn-
losde res) sem ohrigaco do cominaudanle de pre-
paro, e roniida.iini tingue inglez, por urna viagein
a Australia para condiicco dos nufragos j mas he
elle 13o pequenii, que. anda cinbarrirados n"m
iriam de nina so viageni.
O que lhedigoarespeiln da c*|Kirlacao dos laei
liospeilcs he de corrida, pelo que llie nao andero
para que nao rentela como ao frelatnenlo do hri
gue Mario, quc.quasi frclado,desarraiijou-se.....ic-
goeo por causa, segundo.dizeni do proc.o ; porqiu
seuhoresiuglezes quereiu esfolar emn todo o vagar e
destreza seos amigos, e patricios,mas nao conseutem
qiieuulros os esfolem.
Esle axioma he meu e lilhn da ciperenria no
prsenle iiaufragio.oudeos lacs senhores tcein-so ap-
proveilailoqiidnlo podein de uus.em proveito doou-
iNf.
Foi milito infeliz a lenibrauca de virem para esla
provincia, onde quasi tuilo falta, os miufrauos, que
poiliam seuuir p.n ,i csaa, onde ludo abunda ; e |H>u-
eo errarei, se llie disser que as despezas. dequeni
rnmpclenlc fr para paga-las, subirao ao doluo de
que poderiam cliegar, scelles pMMM protim-ia
fusseni.
Chegou hmileni nina polaca com mis novenla.c en-
tre ellos almonas seuhoras.e aiuda nao poderain de-
sembarcar ale boje, a falla de casas.
th frailes rarmelilas, ipieccdcram una parle do
convenio a al-iiins. e-tam exasperados com laes hos-
pedes ; ccreio que milito breve os poro no andar da
na.
Enlre ellcs ha aluuus de una educai;3o pulida,
mas a niaior parle he summanicnle grosseira, e cslu-
pida, e ja vai romeciindo em suus bravatas, que por
i-erlo llie render algunia |>orcenlagein.
Conlou-me por alio um malulo dcorabira Inde-
|ienilcncia) que all fra preso um apaniguado de um
niajor Chrvsaiilo Kariu etc., e que sendo coiiduzidn
por una escolla de Ires bomens fra esla, no cerca-
do do engenbo de um cidado honesto, atacada por
um grupo de oulros apaniguados do mesmo Daro ;
e que travandu-se lula cerrera o senbor de engento
com alguns amigos a acalmar a desorden!, mas que
um destes rcccbcra una lacada do preso, da qual
meu i cu no din iniucdiato. Nosei anda se o dito
preso logrou evadir-se.e se houveram mais ferimen-
tos-
Note que <>>i. Clin, auto be um dos canipeflcs da
oppnsico naquelle lugar, que lem lomado parle cu)
Imios os moviinenlos della, ; mas breve a mcsina op-
INisico, invertendo o fado, clamar contra o cover-
no. c suas autoridades, e mais aiuda se algun in-
cumniodo apparecer ao dilu Sr.
A fra essa iicubiimaoutia uoviilaile me consta;
masessa nao beiletao pequea muida, para que pos-
-a dizer que as noticias foram pouco hnporlaii-
lH.
Quando tirar mala exartas iiilorinacos. vollarci .
naleria.
Afora isxi liada maisba de no\o,
Estamos em cmplela insipidez.
(nos, bailes nao appaiccem u- wir
mis cousoniindu-iios de ciijoo. Na
darao nosso-* aoflWlMalva de'I.illa <
Se nos forainiis mala hypneondricoi
milito dariansM que fazer corda
espolelas; mas felitmeab) gMliino!
pMivel, e creio que |>or issu indi
parabibauo'iia cluonica dos tuieidi
/er d.io na Europa aos apaivon.uln-
Nao ha peiorcousa do que quaudn um I.....um e-I.
levado da Inri mi.i acbar-sc eiilrequarnparedc-. tsn-
lado como eu as vezes ; he lal mnini'nto bstanle pe-
rigoso para quem nao lem o encaixe da b.illa se-
guro.
A' falla de dislraccao milita gcule enlra no que
iiaulhe importa, e faz limitas eousasque llie nao oc-
correriam dislrahida ; por lano ioIo jielos diverli-
nieulos, e faria urna inoro nesse sentido, H'eslives-
N em lugar rompelente.
J eslou um muco cansado, e qiicira Heos que is-
la aiuda alcance o eorreio, porque csqueci-ino. que
buje era scxla-feira e quaudo um pulir, |>ediiido-
nie esmola, m'u recurduu j era bastante tarde ; por
tanto fa^o poni aqu.
Estimo qae logra boa sainlc, ( que |hwsb com ella
gosar quaulo be bom, livre de tantos smj g fodtUU^
que aqui inerodeam irum suin gutural, que fazcm
ampiartt carnes a um defunlu.
7 de l.t.tiro.
NBo quero perder a monean do Parahuut, que
-egue para essn provincia, para c>crc\cr-1lic, aiuda
que minha missi\a nlT.i tlecheaar s suasmaiK nu-
los da que llie cucaiiiiuhei pelo eorreio de 4, c rau-
>ar assim, um desarranju clirouolouico ciu sua OT-
dem de publicaru ; e approveilo a occa.iao, pwr-
que eslou presooni casa ii ordeiu doseiihnr rnliinlo
al que chegue o habrn nu/ia* ilequarla frira V
rittza*, |>ara sahir da insipidez em que meaclio en-
tro estas qualro paredes, sem mais eouipanbia do
quonxa linleiro, o uin u-llio calhamacu de Car-
liji Magno, no qual vou esludaiido, e comprehen-
dendu una estpida mascarada, que.deAnnb' a mi-
Dha porta leono, sol o nona de folfMtio i'do qual iioannopassado dei-lbe noticia, si' bein
me record.
Oilloraram o rastcllo de S. M. Mourisca quasi
na frenle de minha casa, e en. por enlre gula-,
vou apreciando o bello* discursos dos dazr pare*,
as arengas do almirante Balan, e mala sucia ; e
I"" as-ocrar-lhe, q......s subditos de S. M. Muu-
risca sao os luaiorcs oliservadores do Alcuro, de
que lenbn milicia, pois nunca se onabrUajam com
vinho, e nem deilam toiiciuho na panella. X'i o in-
% icio HoblAo beber, em lugar de tuna rudoiua do
Sanio Balsamo, una botelba de agurdenle com
'i ni valor digno de to denodado hroe.
Posso asseverar-lhe, que be a mais inspida mas-
carada, que lenbo vslo, e nao vale a |ienua do in-
romiu ido, que n'eslasduas nuiles hei soflride, priu-
cipalnieute rom os laes loques de cmelas, c caitas
nos quarleis aeneraes.
' O carnaval tem oslado furioso, e niiigiiem ousa
deilar o naca tora da (Mirla, que nao receba una
caldciraila fogua, mais ou menos rbeirosa, mais ou
Tbaalro nao te-
i'i'ssuniiram-*e. e
a sei quando liu-
le diverliuienliH.
i certamenle que
. aos acido-, ou
I o mellior humor
I nao ligurou um
M, que laulu pra-
les-e azar
e no de quem a recebe : exactamente o contraria
do que devera ser.
Muito nulo uosto leve o estpido que invenlou a
lal briuradeira de molhar-uos, como se fossemo.
alguna vegolac, quo necessilaaaemos de roga; mas
como ha gente que loma esseslre dias para refres-
co, calar-ine-hel, deixandocada qual com seu goslo.
Queroin alguns ontoiideiloies do antiguidado,
que essa loucura rbainndoert/ruio lonhnsinorigeui
mvthologira; por quaulo os amigos pagaos suppu-
nliam que noceu baviaui annualmenledous comba-
tes enlre o sol, e o drago. A primeira balalha era
dada nojigiio do Virgo e ii'clln o sol balia-se com o
fago, c iralii, dizeiu elli-, vom" oa Macajm e (a-
uiieinidoS. Joo; a segunda era dada no signo de
Piscis, na qual o drago defenda-so com lama, r
agua, e dah veino celelierrmo nfrur/n. Se as-
iin he nao sei, porque son imucu entendido do que
ja foi; mas aiu.l.i inslu em asseverar, que lio nina
grande loucura a lal hrncadeira, principalmente
porque eatou condemnailo a passar estes Ires di.
em cata. Que do casos funestos nao pode olla pro-
duzr '/ Conslipacoes, csluinires, furadcllasdc olhos,
c pancadaria. Mas vamos com a moda.
II......m anianhcceu chuvendo, e cabio alguma
agua, lelo que cuidei que eslivesse abraudailo o
calor dos eiitruilunlcs; mas quaulo me eiiganci!!
Assanharain-secoui acbuva, como una- furmigui-
ubas de azas, que me estam auora cncomniodando
com salios n'esle papel em que Iheeserevo.
Segu n'csse vapor o Exm. coronel Buzcrra, e
rousla-me,que alguma cuusa iuiominmlado. Nao
sei qual a coiuinisso, que o uoverno re-ervo para
aquelle digno olllcial; mas eu uu caso d'elle OWl
que i.....bu.na areilaria, visloque seus servicos leem
ido lo mal rerompensailos. Uros llie di1 una vida
mais tranquilla do que al boje elle lem lulo.
il.siibdiio,de S. M. Uril.iniea conlinuam
i na mu noviiladc. c creio que lem sobojas raides para
bom dizerem de nussa bospilaliilade. Agora saberae
ellos que os brasilciros oaoau selvageus anlropha
gos, como (telo seu paii iliziun alguns tratantes
que porc se bao sabido mal por sua pessima educa
cao, c miis conlumes.
Nada ale aqui corre com certeza contra a seuu-
ranca Individual, e a Iranquillidade publica cami-
liba lie'n.
Corre, mas nao pansa por corlo, quo na Cruz dn
Espirito Santo, lugar um punco revolio, cinco le-
aoas .lisame d'esta cidade. um iniiixiduo leve oc
easi.iuile rivar rom uina sujeilinba 1.....i q.....n O
Ireliuha relacOes, a qual era rirai/o. cuino enu.....iv.
o tinado Lope- Gama, que lleol baja s de faca
ralha'u. A birbinba lain.uu mao ile um perforan
le, esem dizer lir-lr nciu gaar-le, o fui inlr..du
ziuilo na massa cor|Mirea do rufin; Esli
se ferido. fez joyo de um faca a caboea
as, donde ludo em resullado a uiorle
esla est quasi de proftUUllt.
ijn.ma- mulheres lulo dirfio bem
.Mal de mis que umitas, mas leu!
e-lar convencido, de que esln- ni
fazeuda.
Tambeni na llatalba quasi qualro legos .lisiante
d'esta cidade. na OCcaaUfo de um leslejo, que a pon
eoalli hmive, deram-e alguniascaceladassem maior
resullado do que pequeas sangras dos que q
rain experinieulai-se a riaidez du crneo, o solidez
dO I DI | 'O.
Em Palos um sujeilo corlou U mndeixas de urna
beldailc a sen mulo (do corlante heni entendido, <
arrumuudhedemais a m.iis nina suva; masallia DO
liria Icni-so lornadn com don. ulhos. ou abri ambos
e liamaliou ie de-ie-peilador dosalbeios direilos.
Nada mais ha, q......icreca inencao. Aiuda nao
veriliquei ofaclo daniorle havida no eimenho La-
meiio de Corabira; ma- as milicias conlinuam no
mesmo sentido, que Ibecommuniquei.
E-I.unos complelamenle baldos de milicias poli-
ticas mpurlanlcs ; nicamente corre que houvemii-
danca no gabinete deS. James, enliaiulo nov.iinen-
le uira a pasta luid Palnierslun. Se bexerdade. ci>-
inn |Kide saber, eslamus mal servidos. |iorque aquel-
le luid he o lord mais hulieoso, e implicanle. que
tem pro.luzido as Infecunda! ilhao di rla-Brela-
lilm. I'alvez que elle leulia de rezar a uracao fne-
bre ao orgulbo do seu paiz, porque se me nao en-
t.....i. lem extraordinaria habilidado parariimpli.ar
asciuoslcs diplomaliea-.
l-eliz da Inglaterra com don duziu- d'aquelle e--
ladblal DaosIh'oa d.
I.unbeindiz-ine u Peieira.qiieleu em unidos seu-
Diarios, que a Inglaterra levanta uenle de mar,
fortiica-se, e prepara anuamente. Cuitada, falla-
llie um*eou-a. que ella ceiianieule lliiuea inai-
oblar, e be uix Nelson. Quando ehogar sua ve/, de
payar tributo de fraque/a, '.'lli cabira ao som da-
liiiziuaili.-i.raelilas, e nao roiisrrxar podro obre
pedia. Nao ba armamento* para resistir ao solapa-
dar dcdodolempo.
Dizem-ineque ella I......na- eoliea- do Napoleu
certamenle que ella lem cuntas aberaa com a Fran-
ca; ma- creiuquea Franca nio eaU di-posla a en-
trar por auora em ajustes, e Napoleto bein arum
modo para ir ludir no edificio d'.uide j rol ai a po-
dra, que esniagou um colosso, di
derlwgar.
Tenho poliliradodc Blata, e ni
lia contine.
I.ivre-se do* banlio* eulrudaes, e uose ludo que
|ior l houver de bom, nao e-queccmln u tbealru.
baile masqu, a- Iransieoe* da liella Manuelila, e
nal-yanta da esquiva Carmelita, do que de curaran
lio- lenbo iuveja.
icntiud
da amazo-
ii'aqiiclli
l'eilo :
a salisfaeao sh
i sei u da inelhni
i qual elle nao po
i quero que a ma-
PERYaMBlCO.
M-uliiio Cal-
mido no dia
le Jala mu-
monns fedrenla, conforme o goslu de que
aaaaaaaaiMaaiiaa^Ba
a deita
CMARA MUNICIPAL,
Se.o asiraerdburla da 36 da Jt!co d 1853
l'rr.iitfnria ila Sr. liaran' ilj Capitiirilif.
Presentes os Sis. Keuo e Albuqiierque, Viauna
Iti'o, Mainede e Ol i v eir, tal laudo -em can-a partici-
pada o.Sr*. Barro* Bjrreto.e Itr. S Pereira. alirio-
-e a -esvlo foie lida e approvala a acia daaiilecc
dame.
Foi lido o soi'uiule
EXPEDIENTE.
I'm ofticiodo bach.irel Manuel Cl
nciro da Cimba, participando lar reas
do crrenle o exercieio das iin...,,
Dlclpal da l.-i vara doalo lermo. Inteirad'a
Oulro do procurador, infurmando ser verdade o
ler Pedro Paulo dos Santos pago a quautia de '."lglll
rs. para poder enterrar n cadver de sunlilhacn una
das ealacumbas da irinaudade dn l.iv jmenlo. lu-
Icirada. c deapachou-M a la pelieao, mandaulo-.e-
Ibe re-liluir a quanli* de t- i n i*., tbta ler infor-
mado o adiiiiui*lrador du eemileriu que u eulerra-
meuluse elleluuu eai sepullura reservada.
I linio do administrador du eemileriu. de I do
crrenle, dizemlo que nao leudo cal para lapameulo
das catacumbas, e Otilado marcada a reuuiao da c-
mara para boje, requisilarae Ibefuram forueeidos de
orilem do \creador enrarregado dos negocios do ce-
inilerlocem alqueires de cal paradilo Ion. Inlei-
radn.
"lili" do li-.il de Santo Antonio, di/endu nao ler
ledra para o* reparos ilocalcamento das ras que
lelli's precisam.Que se ullleiasse ao Exm. presi-
ileule da provincia, pedindo-lbe alguma peilra que
se possa ceder para dito lim.
Oulro do mesmo, consultando sub e a iuleili-'en-
cia do arl, 1. titulo :|. z das posturas. Maudou-
seouxir ao adVOgodo,
OduTO do mesniu, dizendn que. a x isla no em que deixara os arvoredos plaulados no caes
du Cullegio e na ra du Sol. Juan Baplista d'Eucar-
u.ieio, i ucarregadn de auua-lu-, e inesmu alteiulen-
do que nina un nulra dessa* arvores eseapou, intima-
ra au dilu enrarregado, no dia 7 do crlenle, de nao
amaveis, um exterior racioso ; mas eslas cotices
cues oram contrapesadas por crticas, cuja severi*
dado, mais ou menos injusta, piinhn em ropouso
as secretas inrejas, o as prolcnoej muito mal dis
l.ire.iilasd.-is uniis que ti n Iiiiti lilh.i- acosar e das
mocas que pensavam no futuro. Porm enlre os
matronas tao parcimoniosas de sous elogios, do
viain dislinguir-se as que linlian rapazes cm ida
do do aercm prvidos. Sua approvacao ncm por
iaso era mais sincera, quo a das outras ; mas era
tao expansiva quo nada mais deixava a fazer a
Imii- mancebos instruidos d'anie mao, e que rece
lii.'im poniaps por boixo da mosa em forma de
.niimaroes para unirm-se aosso concert do elo-
gios, pois o banquete do Mr. du Qupiiov e a en-
troni-acao do madainesrlla Clotilde linham des-
pertado inuitns ambices, osti.gerido mtiitos sen-
limemos que nao linhan ontra baso son.-io a arith
tnetir.i Cada fa nilia que tinha um manelo etn
idade de casar fez os seus clculos, oemprogott os
sous meios. I ns Itnham algum mascllenlo, Ou-
lros apoiavani-sc em bons dominios, nns linham
i.-ll i lisura, inuitos mesino, em falla do cousa me
Ihor,-iprosentavam cxccllonicsqualid.-ulcs. Alas
quando todas ns partes ostiveram presentes, rceo-
nheceii-se facilinomo quo dotis campeaes oxeede-
riam itlevilavelmcnlii em nmito a lodos os outros
- i|e n lula < esi-ihelecoria entre Ha **. losii
poriores p.iroriam os seus recursos, aos do quo po-
dan! dispor seus modoslos mulos. Uniera nada
menos do quo Mr. Blaiso Bonvallel, fillio nico
.leuni proprielario quopasava por milliunario, o
que aiiginentava ludios das sua forluna, o oulro
que su rnaniava Emilio Kaymundo, ora um dos
qualro lilhos de um proprielario dd urna manufac-
tura situada a um quarto de legua de Noiriiiuiil.
Blaiso Bonvallel, superior ao seu competidor a
rospoilo da foriuna, era infelizmente de lodos os
mocos do lugar aquello, quo a nalureza tinha Irn-
lado monos favoravolnicnte.
Tinha viuio anuos o sua estatura era vnntajos
a rospoilo da altura, mas seu croscimenln fra mui-
to rpido ; elle era t.io magro quo os ossos puro-
ciain prestos a furar-lhe de tosas as parles os vos-
liilos, souroslo nao ora absolulamonlo feio, seus
ollios it.ini grandos e bem rasgados-, mas sem ox-
presaio ; sua bocea minio bem dosenhada, ora or
nada do denlos sol.erhns mas eslava cunsiante-
ntento aborta, e sen sorriso era tilo dosengrac^efo
i|iii! corrompi o quo olla tinha do agradavel. S
tez denegrida pelo sol carocia do ser rcalcada por
mu cabelleira da cor de bano, mas a pnluroza
cninriietlora o erro do dar-lhe um, que tinha
er do lindo, e a osposstira do cansino ou da esto
pa. Quanlu as gracns cxlerinrcs, ellascram pro
porcao das ilocorpo ; sua milpa asenlava-lhe U3S
ronliiiuar mais nesse servico dcsii dala em dlanle, e
que Uto mesmn Iraiia ao conbecimcnlo da cuinara,
para resolver convenieiilemenle. Approvou-se o
procedmento do Uval, c mandoil-nc-llio conimuni-
car, o ao liscal da Boa-Visla, c an procurador que a
cmara dispensara o dilu Joan Baplista dcscmelnan-
lo irabalbo.
Uulra ilo en.enlieii.. ,..1.te i.lor. Informando acer-
ca do estado do cano de usgolo du sanguc do uula-
duuro em si'iilidu lo niino melhorar qualquer repa-
ro que se Un- faca, em razan do defeilo de sua cons-
trueco, julgamlo que a limpea diaria he o melhor
ineio de o cun-ervar em bom estado. Quo, n3o
ohslaiile a ufurmao.lo, se llie respoiidcsse que orce
a despega das paredes que se doveni levantar em
aiigmunlnilas dn mesmo cano, de maneira que se e-
lovem ulm do nivel do preamar mximo.
Oulro do mesmo, rommunirado se haver dirigido
i uivuaco du Carbang, e adiado a Romualdo d
lal e.lilir,nulo sem ln i-iie.i e cordeacan,seguindu nessa
eon-li necio um iliiili.iineiiio iillen-no ao .ifurnlnsea-
inonlo das cdilira^iies mais modci as ali existente*
Que se ufllciasse au fiscal respectivo para multar
o infractor por fallado liceuca, c responder porque
razfio o nao fez antes, como Iba cumpria ; c para que
nao ronsinla na cuuliiiuactfo da obra, em quaulo nSu
for marcado o aliubamcnto.
Oulro do Decada Boa-Visla, informando sobro a
pelieao de Manuel Paulo Quinlellu em sentidu con-
h n ni ao que diz o peticionario. Que laulu a in-
l'm lll.ie.io eoino ,1 |ielie io fosSC I .'lui-ll nl.l 00 eilgO-
ubeiruenrdeador para dizer lambem respeilo.
Oulro do liscal deS. Jos, remoliendo o mappa do
gado inorlo pura consumo mi semana de 17 a I dn
corrale iW2 rezes inclusive 10 polos marchantes a-
v ulsns.; Que se arc.liivasse.
Oulro do mesmo, remetiendo duas relaco*. urna
dns ulensis que recebera du ex-adinini*lraiiur da o-
bra do maladuurn, e oulra do* que deixra ello de
enlrcgar-lbcQue fnssein ambas remet Idea ao pro-
curador, paro, ennferindu-as roma assignada palo
dito ex-adminislrador, exigir deste indemnisacilo dos
ohjcet* que fallareni.
Oulro do mesniu, respoudeuilu a queixa contra
elle feila ao goveruo da provincia por alguns mer-
caderes de farinha.Que se uformasse lo mesmn
giixeruo, com a informa^.io |ioi copia.
Oulro do liscal dos Afogadns, exp.....lo as preci-
soes malcraos de sua freguezia.Inleiruda.
Unas iufnrmacoes do contador acerca das pelicoes
de M.innei Alcxanibe Comes do Mello e Antonio
Ignacio de Turres Bandcira, ambas subre cusas.
Inleirada.
Ili-ipacharau-se as pcliciies no sentido das infor-
maees.
Entra em tllarlili a infurmacu do n i .-mil,me
do Imposto de ufericiVes, defeiiilcndo-se da queixa
que contra elle inderecaram ao governu da proiu-
la aluns commerciantcs; c resulve a cmara seja
remedida, por copia, ao mesmo aoverno.
O Sr. xcreadur Mamcile fez O seguale requer-
inenln que fui apprnvado, deliberandu a cmara
que sv aununeiasse a xcmla du ucuero de que elle
traa :Eslaudo a arruinar-se as II barricas com
cemeulo, que exislem nu telbei
reculbimcnlu dns maleriaes da
requeiro que a cmara auloriso a sua vcnila a quem
mais der, una vez que, quaulo mais so demorar
dito ucuero sem uto mais se arruinar e depreciara.
Sala da- sossoes 26 de Janeiro de IKll.O xerca-
dor, Mamnlr.
O Sr. xereador Oliveira fez os seuuinles requeri-
mcnto-, dos quaes foram approvados Ires, lie,nulo
addiado o quurlo, lesolvcndo a cmara quautn an
lereeiru, que fnsse discutido de prefereuria nasessan
seguinle. u parecer sobro o maladouro:I.- Be-
queiro quo se renuvem as proxideucias dadas pela
cmara Iransacta para n descccamenlo do alagado
Cir dclraz do ronvonlo du Carinn.Illirrira. 8."
equeiru que pela secretaria dcsta cmara se me
infurme quem luram os liadures de Caelaun i'beo-
duru Anlunes Villaca, c Joaquim dos Beis Cumc*,
ex-arremalaules das renda da rilieiru da freguezia
.la llia-Visla ; bem ei.....i se 01 ditos fiadores eram
proprielarius mi uecasio em que nssignarum e mns-
traram-se habililadus na linio,t da lei.Olireira.
3.' Be.iueiru que se disrula u parecer que existe na
casa subre a ubra du maladouru, ulim de se dar a
inforuiaco exiuida pela presidencia. Illirrira.
I." Bcqucirn que *o mande examinar n estado de
ruina em que as acliain a rilieira du peixc dn bairru
Sanlu Aiilouin, e u quarleirau du lada .lo sul dn
increado de oulro* ueueros, e fazer o urcamenlo da
des|H'za em que pudern importar os roucerlos e re-
paros uecessariu para depon se resolver a respeilo
u que i-iiiix icr.Olitrirn.
tesidveu acamara quo cessasse a platica de l'ur-
necer fardas e blleles aus guardas municipae*.
He-olveu-se mais que se puzesse em ellecliva exe-
ciieonarl. N da lei du I.- de uulubro de IS8,
quaulo ns multas.
JulgOiHie incunoa na mulla do mesmo artigo os
vereaduies Barros Brrelo, o llr. S Pereira por
lerein falladu a se-san de boje sem causa participada,
e inandou-se urdem au piociiradur para fazer ellec-
liva a alitranca dessas multas.
Ilespacbaram-se a* pelicoes de Antonio Jn-e de
M i-.ilh ie- Bastos de Auluniu Iguacin de Turre*
Hainl.'ia. do Franciscn Aiilunio do tlliveira, de
Manuel Alcxaudie liomcs de Mello [9)i de Pedro
I',mo dos Sanio*. Paulo J.w Cuiues, de Virenl
Ferreira da Silva, de Julia Maria da Conrcicn, de
Jus Francisco Munleiru, de Jnaquim Filippe Pe
Juao Jos de Carvalho Moraps ; e levan
2
DIARIO DE PERNAUBICO.
-u que se fez para
uhra do maladouru
reir, d
lou--e a sessiio.
Eu Joan Jos Ferreia de Aguiar. secrelarin
subsi-revi.liaran' ilr Capiltiribr, presidente.flr-
i/n r llliai/arigur.llarrm llarrrlo.Hrgo.Oli
reir..VT l'errira.
uno
SENIIOBES ACCIONISTAS.
I endo esta ciiiuuussau dad cuinprimenln au que
llie be nrdenadn |h'Io artigo lli do- estatuios que re
geni o Banco, paaaa em cuufurmidade du artiau t a
relalar-vusoelliludc sua missan.
ExaiuiOjOU a cummissu ns livrus da escripturaci
dn II iiico que fnram-llie pri'seules, xeriliraudo as suai
relacOes e o balance que lem deser-vns apresenladn.
e ludo cnconlrhu exaeln e feilu em urdem.
Izuabuenle fui aproaentade commisso o regislro
da i iirrespunileiicia da direccan escriplu cun luda
reuularidaile.
F^si.-s e os mais Irabjllio-du Banco revelan! pela
iiilelligeucia e |Kmtualidadecnm que acham-H* fei
lo-, a capaci.ladee zelo du* seii-emprega.lo-,e o bum
aecoi do da iliri-ci.au na esculla dclles.
So em salisfaeao desees devores mi'iiciuua-vuscs
la eommioo, u e.pacaueuto .leleimiuadu |H'bl'di
do le, el......ni,i da ultima preslaco dej pm
1.1 entrada para o II.....ii, fura do dispo*l......
:l. dos e-la I u lo*; pota que hecvideiileu acerlu
lida em Inleraaae do. nnhona accionistas, r...
nao arcumulai mais nos cofres do llamo cap-
ira tiraren! sem empregu, como acullcela na
nenio,
. deCisn'
liecimeut
ipridu.
i'sente relutnrio pura sis-
do ussemblfl
desla ,,ninn-
r.....ai
eeiiio
arlig
da un
zelldu
laes i
epoea lea d daquelle recebl
n mais dos estatuios ed
eral nao be ebegado ao con
MOj que deixasse de ser cr
Bemala a conimissiui u pl
niticar-vos, que manifestando bom crdito s conl
curreule- de valnres impurlaule- alierlascum n Bau-
co, enlre as quaes merece especial nienco a dn Ban-
co do Brasil, u aprecoda emissiio que nao si heue-
ralmciile acceita, mas procurada, u |H*cuiio das ar-
cos, i- o dividendu favoravel que Vai realisar-se, a
couilui--.in cuusiilea pros|ieru o eslado do mesmo
Banco, e eicclleule a maneira porque lem sidoadmi-
iiislradn.
Becife ti de jaueiru de IK.VI. Manarl Pereira
fn*a*. Jofr Joan dr Anvtrim.Joao tfaarin ilr
Ultirt* frgo.
Entrou hontem dos porloldo norte o vapor Pa-
reme, irazendo-nos gazetii do l'ar alA 12 do
pastado, do MoranhO al 47, do Coar al 29,
do Rio Grande do Nono al 18 o da Parahiba
al 22.
Ascortasdos nossos correspondentes as dflas
primoiras e duas ultimas Jas mencionadas pro-
vincias, quo lambem recebemos pelo vapor, e vio
transcriptas em oulra parte, inteirarao os loitores
dn que do mais nolavel liavta oecorrido nellas, de-
pois das ultimas dalas rocebidas.
No \1 o- mini-i havia noticias do Piauhy at 7
do mez pausado O Globo referindo-se uina car-
la escripia da l'artiahilia com aquella dala, diz le-
rem-so concluidn as oloiixies para dopulados geraes
no maior socogo, sondo o resullado da volaciio
dos 7 eollogios, do Pnrnahiba, Piracuruca, Bar
ras, Marvao, Joromenha.S. Goncalo, oTherezina,
o seyuinle:
Dr. Salles ............... 82
Dr. Paranagu............. 57
Dr Saraiva.............. 52
Tentenio-coroncl Souza Mendos 15
Dr. Manoel Pjreira..... '1
Toda a provincia gosavado iranquillidadi), o a
nova capital ia progredindo sullrivol mente.
NoCeor j muito sosonlia a falla do cliuvas.
Eiso trecho de uina carta escripia do Queixara-
inohim em i i do passado, e publicado polo Cea-
reme, ondo so confirma tiodesa<;radnvol nolicia :
.. Aiuda nao lomos invorno por aqui, o assim por
toda a provinria, segundo as noticias que de to-
das as parles tenho recobidn. O prejuizo j li ex-
traordinario, o se nO chovor por todooslo mol
at moadu do feverciro, temos umConsuma-
lum esl.
Le-se no Pedro II do 26 :
o Successo laslimoio
Ilontom ( 21 ), por occasio do so avistar
ilo forle do Mucuripc o vapor procedente dns por-
losdosul, um dos soldados do moio lialalho, que
nlli eslavam do guarnirn, ao earregar a peca para
dar o sogumlo tiro, foi fortemenle conluso o gra-
vcnionlo ferido, porque ella, ou por mo eslado ou
por imp.'i ma o procipincao do soldado, Jisparou
oponas rocebia a carga.
Recolhiilo ao hospitalregiincnial, tevode am-
pular o braco, assistindo a oporoi;o o Exm. Sr.
presidente, que, como verdadeiro medico, compre-
hendendo totalmente a m.i|jntudo ileslo nomo.ap-
parorc sotnpro DO lugar, ondo sabe haver um ae-
melhanlo quo sollro. Koi operador o Sr. Dr. Gir-
vallio, quo cunsla-nos, operou com muito desem-
baraeo. Ha sporaneas de salvar a vida do in-
feliz.'
i. Fe a segunda voz que lomos de lastimar suc-
cesso semelhonlo ; o militas ic-lo-hcmos anda, se
para guarnecer as fortifiraces nao destacar nesta
provincia um contingente deolgiim dos corpus do
arlilharia, Consta-nos, que esta idea foi apresen-
lada ao Sr. presidenta pelo coinniandanlo interino
do moio-batalhao, e quo S. Exc. fa-la-ha rhegar
au governo-imperial.
i'iitMc.o \nimio.
Summameiitr
que constanleii
iinni
molos
ospadoa-, como n'um cabido. Por cumulo do bol-
loza sua attiludoque Irahia a languidez do tima or-
ganisacao docnlia. dava llie as apparoncias de una
corcova, que nao exista, pois mudava do lado so-
gumlo a po-ie.ni iln corpo, oque ,i/ib as ms lin-
gual do lugar dizeroin quo Mr. Blaiso Bonvallel
nao ora mais do quo uin corcovado honorario, cu-
ja corcova caprichosa o luntica eslava indecisa en-
tre suas duas espadoas. Blaisc tinha a vinlagem
muito real de ler mais espirito do quo pareca,
mas como linha bstanle bom sonso para apreciar
SOUS del le los eol purae*, a colisc.enei.i lie SUS l.-iil-
daileau;meiitava sua modestia natural, o duplica
va a litndoz quo alias convinha n sua idado
()s rapazes do lugar, que julgavam mu super-
ficialinenle seu camarada, consi.leravam-no como
um en la quasi nullo no physico e no moral, ti-
HBwm feito dello o alvo do suas zombarjas, ecomo
o.pobre Blarso reuna ssuas qualidados negativas
urna brandura d'alma inalleravel, e urna nolavel
simplirdude, linha aceitado sua posicao sem a'
menor queixa.
Emilio Kaymundo que desdo a infancia era o
re rcconltecido dos meninos do lugar, em sua ado-
lescencia era anda a flor da moridade dos arre-
dores.. Era um robusto mancebo de desenove an-
uos esvelln nll'xivel romo um chopo, gracioso
em Itiilus ns aeui movimentos, oxcedendo a lodos
uhuradn pelo Ihiiii aculbimeu
le leolei rcrehido do geuen'
hlaranhonse, desde que chegue! u rala cid
c leudo breve de partir della |Mir algun lenq
p.*-o deixar de manifestar pul esto ineio. uliiru .le
que po.so dispor, a sincera eruliibioque.....aeompa-
uha |mr lu extremado ohsequiu, lauto pai
inai- relevante, por i-su que me fallecen! os
de inereie-lu.
Be.......iilieco que o creililu, que cun lana justi-
i;a nsam os Maranheiise porloda a parle, de hu*-
ptaleiros, si: no augmentar com inai- um hradu
sabido de peilo lo nie-quinlio, mas se llie fallu as
fui-cas liara |Mile-lo f.izer niivr cni lodo o mundo,
sohra-lheai menos a aralidan, que em inda ser
-onieno- dos que furem sinceramente recunbe-
cldoa.
Aceitera |ir lano os ucuein-oshabitantes do Ma-
ranbncsle insBiincanle .porem cordial lesleinunho
de reconbcriinenlo que lint ennsagro.
An* nieusCillemis igualmente me cumpla? leste-
iiiiinhar-lbesa inhiba gratulan, pela fraternal riravi-
xencia que ule liberalisaraiu ; e |M*dir-lbes me des-
culpein se em alguma uccasiu deixei, por descuido,
de prelar-lhes aquella* allcurfte* de que sao rreilo-
res, e que o dever me impunlia.
a. J. Duarir Coimtra,
Cloto iln Maraiilia&i
\rii:ii\iik.
IMUliACOES, REH.EXO'ES E -MEIU-
A proMHtto de um uhjerlu mili pequen.
NusqiiAm BMgtoqain i miiii-
nn- hilii i--.i nuhir.i. | IMm. Iil>
II.Gip.dt.)
n pumo lempo <|tio raarado PDUlMteiMBlfl no
meu ovio rural 'iilri'irt\a-nip a um Imliiillio rrlali-
\t> h miilia |trul->s,li>, (|iiiiiulo \i suliilaiiK,ul)' appa-
rtiTr shro i uiimi pa|H'l mu iIiks rr-
ilontlm, osbrunquu;ailo4, \cnluvlcinialtuiiojujonoim'
uom-rini ln "U;.m.
(Ira ItMIOII IHH ri!pt"iilmaiiH,iiUt pela raheza artn-
ti.i-lt) almim luanlos. Olueeloli, viona, eorrii,
para va, de|Miis lorian a armueritr mcevwuleuieuli'
notoiovimoolotinceiio*. Era ovklen(qo, **/*-
io*$ longo do m'u meiti ordinario, doaon mando,
lesna patria, wU\a iiiquieloeauilado. Polirrani-
Mialejo, diu'o comio inesmo, o que es tu ? que lia*
de ser ? ondo romerasle la frauil e\islem-ia *.' qual
*er o lermo della A e>te resiK'ilo nao siIhmihk mais
do que la snlire nos iiK'-tnos, e i>-I;imi inrs duerna*
senlioresda Ierra. Esla ultima idea, ondo lia\ia.--hu
eu salM-r, nao wi que rellexo de orgulbo, me ries-
l'inihiiMi, o iiir i'xallon. Iimiietliatameiile romo \rr-
daileiro l> ramio, pelo direliulu mais forle, ou pelo
dircito do lolm, eu quii* iluminar um instante a vida,
a* arenes, ii'uma talavra, o dOBJino quiulio iiileiramenle sulimelliilo minlia podOTOM
vonlade. <^oiuo liulia uina peona na mao.rohoqiiei-a
tli.i lid- do inserlo que enrria au acaso. O our-au pa-
rou lotfo, porque u IrovAo da minha penua abaluti
fortemente seu oruao auditivo, depois runlinuoii sua
earreira, e pre*enlinilu sem duvida um yi L" rouliiM'itlo.inas inminente,-ij>resnti os pass.w, eineus
ulhos uo podiam maisdislinuuir a asilronle suas
peruinlias, Lio eneaieo e pieripilado era o seu mo-
vimenlo museular.
Oonlrariado por esla delerminfiatn' do mea pii-
Hioneiro, ou anle-, ronque t-onlessa-lu.por uina pape
eiede furor desptico de oliservarao, loruei a pegar
da peima e eneerrei o auimalejo n'um eireulode lin-
la, curioso de saber o pnrlitlo que tomara esle re-
hehle. Oh in^tanlaneamenle o pobre oucao, 00-
jeclo, e marUr de miidias persegui/N-s, Hcnu ater-
rado ; o ruido da penna, a ror neora da IhHa, e tal-
\ez lamln?moeherodeseliqudoo consmilpieram a
narar, depos a perrorrer alguntv pontos done circulo
infernal que o rodeiava, Mas emlm ooufio leudo
pliilosouliado em seu eamilio Iranspoz a Una for-
miilaveJ erontinuou MUff moviinenlos.
Drhalde Iracl em roda delle novo* circuios pe-
queos, medio?, e de grandes dlameliiM, em raiao
da experiencia que linha adquirido, elle Iranspo*
afioulatuenle lodos, cuitlando mullo pouco do que
pensara eu de sua audacia.
Enlo submetli-oaoulro lormento de eiperimen-
laco; que querem ? cu quera saber al onde se ca-
lenderia meu supremo poder sobre esse nuc,o que se
defenda dio bem. Como elle raminhava mu de-
pressa |)or monten e talle* aobre o papel, wprei-lhc
por cima com cerla fort;a ; o ouco parou, ainda
mais, querendo aflronlar a Icmpemade, elleaRarrou-
se com a aluda de suanunhas tnlcnivopeas nasca-
vavidades do pa|>el; sem duvida elle nao linha me-
moria de (errouherido semclhaiilc perigo.
L'm momenlode|H>is bem cerlifinido de que a lor-
menla linha passado, eonlinuou sua earreira e mes-
mo d'uin modo nmito rpido; porque o perigo |>o-
dia reappareeer. Mullas *exes repel a eiperlcncia,
e sempre o bravo ouco faiia frente A tempestado
l>ela sua iimnubilidade prolongada.
Emfimem minha qualidadc de ente mais perfeito,
c por cunserfuinle dominador, redobrei a violencia
do sopro, lancei o desaforlunado nuc^o no espaco, e
nao o tornei mais a ver, pensando lodavia, \erno-
nliosamcnte or^iilhoso do meu poder, que um cnle
inliiMi.iiiit'iih' cima de mim na ordem das potencias
hierarchjcas do universo livetseprovavelmenle lam-
bem odireito, lalvcia vonlade uc sujeitar-me a es-
IM lerrives desgranas que esmadam lautas \exes os
[Hibres humanos e cuja causa ignoramos. Que somos
nsrom efTelo para esses cspirlns superiores? Sem
duvitla lambem mesquiuhos animalejos.
Acabado u combale.e oblida a victoria, nao larda-
ran! em apreseular-se ao meu espirito as iuduc^Aes
phvlosuphicisih-sle grande aconlecimentu. Os mo-
viinenlos ilo minio, su;is hesilico(s, suas resolucoes
diveinas e sua curagem na lula me deram muilo a
pMMUN Elle oitria, porque o ruido de muha penna
o fe/. pirar logo. Elle ra, porque a linha negrada
tinta lite rausou una viva impresso.
Blk rheirtun, |orque o cheiro da tinta, 13o fraco
para nos llio- fora mui |terrepiivel. Elle reflertia,
porque liesilou em Iranspnr o circulo negro, verda-
deiro riostygio, de que eu o linha rodciado, pois se
agarrara, em seu lerror ilo sopro, que ainea;a\a car-
rega-lo,|Miisaprsaraoandar presumindoque o pe-
rigo passado poda reappareeer, poisienlia que essa
immeusa superlice branca, sobre a qual eslava per-
dido c desgarrado, era um pul (hsronhecdicolwrlo
de monlaiihas, verdadeiro tleseiio onde nadadeva
es|K*rar para sua sul>sistcucia.
Nao se pode pois duvidar de que esse our.ilu lenha
sido prvido de orgaos dos senlidos, mas como con-
celH'r -ua assusladora pequenhe/ e Unlavia o org(
auditivo he sensivelalecima millesima parle de um.
onda sonora, os olhos mi <>.:o penetrador seno poi
um globinho de lu/, <\., e estas seusacAes bastam pa
ra deleriniuar a nlmn *enirel do meu tojOHo, com
Ii/i,iiii auligamenle ; n'niini palavra, Tn-lm ln. .
rozno' don brutos, para imluz-lo a lomar um par-
lido, para fugirde um perigo actual e |>odcroso. Sa-
Ihmuos i|ih< i grandeva c a pequeuho: nada sao em
si mesillas, s*V lem realidade nonosso espirito. Eis a
prova : es-e mes4|uinho insecto tem lodas as perfei-
ces que ronvem a classe quedeve occupdr na escala
animal. O ou<;.ioheum ente mui complelo em seu
genero ; sua eromunia he fabricada, e disposta para
que sua vida percorra as diversas phases de sua dti-
i,o\io ; seu corpti he um todo orgnico une vive, ere,
sent, move-se, conserva-se, e reproduz-se; ludo
nel/c nm*pira segundo a evprsesT.o ile HippiHTales
para um lim determinado, a uuidade vital. A|>ezar
de -o.i extrema exiuuidade, esle [umcIo lem msculos
e visceras; as funrcesda nulrico,da .i"iinil.o,..o
.Hu se fazem regularmente ; lalvez mesmo o oticflo
seja um animal earnireiro, tnlvez mesmnellese un-
ir de a lomos animados, i>orque, notemos lino, que
iih escala da nmm.didade lia iutinilamente mais ani-
maos ou animalejos aballo do que cima do ouc,an,
Gnm i-trcii" deacobreni-ao alguns d'uma |equc-
mV iiilinileslmal, rujo volunto mal divisio os nos-
aoa inslrumenlos milis perfeitos ; alguns ha de lal
volunte que quulru imllioc delles mi encheriain o
dedal d'uma eleganle parisiense. A dHjBStO do
nih'.n amium'ia hio bem, e iucouli*slavelmenle urna
cireulafOO, um eonelo qualquer, vasiis, mas rom
formas apnropradas ao ente, cuja villa conservam.
NAo potfemos dexar de admirar em termos vago*
a mulliplctdade, a lnura, a Torca, e delicadeza
dessesorgiios; mas a sua eslructura inlima, sua ana-
lomia mesmo, sunsaccries e reaccVes nos sao inlei-
rameule de*couheeidas. Ah! qual uo seria a nossa
admiraco, se |Mnlesseniiv. penetrar nessas profunde-
zas.e pi'icoire com o; olhos es-e abvsnut Onde es-
i.t o sabio qje rbegar al esse extremos da nalure-
za. O grande Swammerdam esereveu um iu-folioso-
lire o/o/Ao, l.vonuel urna uiauuilica obra -brea
lagarta dosilgueiro ; Slratiss sobre o Itezouro ou-
lro iiatmalisla sobre a DMMOI ordinaria ; neulium
foi baslanle presumueosamenle ooaado para empre-
heuder a lusloria completa do ourao'.
As fniicyoos de que acabamos le fallar se njunla a
ta ueraco. Ileesse um lim que a ualure/a minea
per de de vista, dir-se-hia mesmo que os individuos
nao lem preco para ella sean alim do |>er|>etuar as
i aras
>i-toella lem tanta sahednra, e pVOtAOOjOol me
ns etile- mais fracos nunca peroren! as familias,
porque a feciinditlade das especies he sempro pro-
porcional aos peiigosqueameacam os individuos.'|
Mas quaes sao os amores do 'ourao'.' Confessamos
francamente, eeom loda a modestia que o vcad'um
profundo mvslerio os occulla aiuda. Ser ^uuc,o-
nermanluodita romo os pulgoes'.'
Os dous sexos nelie sao separados ou disliurlos?
A scieiicia nao lem re-posla para esla (piesto. a-
le-se lmenlo me o ooefo se propaga o isso deade
a rreaco do inutiilo. Desale a ongtm das cousas
a vida lem pastado d'un cor|Hi de o urjo para nu-
tro; ella lalvez seja cierna como o grande ente don-
de foi emanada : porque o ouco iixio faz excepc.io.
lina cousa nao menos cerla he que einsua qtialida-
de de animal elle tem sua parle nos praieores do
amor, adoravel e ineomprelieiisivel mvslerio onde
o goso he urna creara.
Esla parta he bem |iequena afta duvitla. mus lie
real: ora he isso um i iuitueiivi prerogativa >>obre
uina iulinidade de ente* mais importantes ua ap-
pareuria. Mu provavelmente os astros s,io pea-
dos della iiinour/m a c*le reqieilo excede e*sa mnl-
t i dan de planetas, edesoes que exceden! mu milhao
de \e/e- o DOMOaol em grandeza, tanto a vida tem
uprioriddde sobre os ente* que della aBo prvidos,
mesmo quando so cslii em seus rudimenlos.
Para tallar a verdade talve/ eslejanios enuauados
a este rospeilo pela fraque/a de uossi inlelligen-
cia ; lalvez esses grandes corpos, em uiiiu palavra,
(pieo tH'eautt da materia cunlenli um principio uni-
versal de animadlo,leudo modos variados de DTOpO-
uav-io. A vida cslii em toda a parle, em Imfu, r a
muilc em nenhuma parle, pelo meno* d'ooi.i ma-
neira absoluta. Em lodo o caso be cvidenle que
esle principio lem um rcrlo grao de energa iioou
co.subiiiellidoiismiuhaslvranuicas exitertencias.
GdnrofleilO alcm las funrces nulritivas e de go
r.u,.io, esle uiisevavel insecto (em lambem suas fue
rftis 'le relaco. No*abemo mis :
One o buril dos seulidos grava em n% t
ment.
Ora o oucao lem senlido,, creio le-lo pr>
go lem sensices lugo Inii portOpcAOB, HW
i;."tu lem seu rif. Tenho tao alta i-h-.i da
|i l.euvetihork oltservou que tltias imnens pro-
lu/iram setecenlas mil nutras cm menos de tres
mezes.
(Nuisa-
rodo, k>
s; o ap-
ota do
nos ou'rrrios do corno, o dolado Je urna dussas
saudes abundamos', cuja seiva uxliuberanle re-
clama u ruitl, u anp'O o a ndica como nocessi la-
dos indispensaveis do sua essencia.
O joven Haymundo, cujo rosto bollo ainda que
um ponfo bocliochutlo era ornado de urna phy-
sionomia jovial, francjt, e espiritual, tinlia a ea
belleira queeonvinha ao emquanloque adesio pobre rapaz loria assentado
ao monos pola sua coi as Taces frescas o rosadas
do Emilio.
Como todas as organisacoes r'cas o felizmente
ofoladas, a do Emilio pareca ser mltipla no mo-
ral. >ou pai que tinha mais sonso do quo espirito,
rnsfum.iva di/er quo hariam dous homons em seu
hlliit ; porquo sou moral iudicava as tendencias
mais oppostas entre si. Elle era inconstanlo cm
seus gostos, om sous prazeres o em seu humor ;
mas suas alToic*>os eram iuvariaveis.
Em companhio dos rapazes de sua idade nm-
guem ora mais alegre, maisnidiosu, nem mais es-
tuu vado do que elle, na >oln' > seus unsamentos
tomavam urna tintura meditativa que la al me-
lanoola, e degenecava s vezes em altatimento.
Elle possuia uina insiruccoo solida, ainda que
punco variada ; pois como o pai o dostinava n ih-
recc-aodo seu eslabelecimenio, seus trabalUos li-
nham 'ido (jirijUlos para esla inducira ; mas seus
i .i ra'..tg,
couhocituonios linham sido adquiridos de galopo.
Seus esludos eram activos, c profundos, quando
ello mlii.i ii'miin vuia du trabalho ; iitfolizinento
nao linham neiihum so;uiinontn, e por ronseguin-
to nao podiam oblor nonhum resullado serio.
Tal qual ello era, e nao obstnnte as opposicoes
singulares de sua nalureza, ou lalvez por causa
desbsopposi^os, Emilio agradava a lodos, mocos,
o vulhos, sabios e loucos, lodos o auhavam a seu
gosto, e cousa dilicil de crer-se, E-nilio so linha
accommodado maravilhusamenlo com as imperfui-
i- 'i-' do Blaiso Bonvallel, o qual como j vimos era
seu aun,!! he], seu conldento, u seu Pylades ; mas
lamlwm as vezea sou pndecenio
Dissomos quo osts dous mancebos tinham om
razao de suas fortunas ou do suas vantagens pes-
soaes prohabilidatles muito superiores para obler o
bello premio quu excitava tantasambiees; o entre-
tanto os dous amigos eram precisamente os nicos
quo nao levarain meza deMr.du Quosnoy nenhu-
ma idea matrimonial.
Mr. Bonvallel, pai, era muito rico enao proci*
aava do inquietar-se srdidamente do futuro de
seu lillin, ello o achava muilo moco para cuidar om
eaaa-lo. Do oulro lado o pai de Emilio tinha mui-
lo laclo, o nao podia deivar do apreciar cJaramelite
a distancia que separovaseu lilho da joven Clotilde :
ello tinha vistos convenienies para o esiabelecimeii-
Creador quo de que urna oooaa podo sor, infiro mui
facilmenlequc o he. Aira< sentidos suppoc mes-
mo um $ntendimenlo que julga du* factos: i>or que
os sentidos puramente maleriaes nao juigwn ea
quo-lao est tleiidj'la.
Inconlcstavelmeiile esseeodo oucao nos partuc
um prodRo,"mas ludo uo he nrodigjo ua nalure-
za 1 Revcreucicmoa a poleucla eterna, nao m
pertence limila-la.
Carererei dizer que nesae caso a inlalligeiicia es-
t n'uma immensa desproporao com a dos auamiie-
mais elevados na escala, e uotavelinenle com a m-
telligencia capaz de nredizer um eclipse, e observar
a rotaodos cmela* ? Mas tambem que direii-
$a enlre um cerebro que mal se descobre com um
microscopio de grande forca e bm encephalo de
vaslo desenvolvimenlo 1 tuduvia elles sao da mcsjiia
nalureza. A curva de Saturno ou de Jpiter dif-
iere immensamenle da d'uma casca de milho, ou do
oxod'umaave do paraizu, mas afmalaforma hea
mesina. ...
Assim a perecuco, a comparatao, o raciocinio
sao graos do senimenlo mais ou men elevados.
mas no llie coiislitucm a essencia.
Esta grande e importante verdade mais aprofuu-
dada e desenvolvida provara que todos os entes si..
tecidos dos meamos elemenlos, que tMvez naja
um ente protoiypo, cujas mancifas uo sao senao xa-
riares prodigiosamente mulliplicadas.
lie isto a fallar a verdade o que carcter! o cre-
ador dos espritos celestes e dos vermes. Hite nao
he nem maior em un*, nem menor no outro*.[l
' De mais fallando do cerebro molecular do ouc,o
e de seu enlendimonlo, quem nos diz que em razan
da extrema delicadeza de seus senlidos, esse anima -
lejo nao |>errcbo no muurto dos inllnilainenle peque-
nos urna mullidao de oulros enles. ou propiedades
dos corpos que nos escapam 'f O om;o tem talve/
qnalidadcsesperiae*dei>ereepc5ode que o homcm
he privado. Oda um de nos recclieu um ram des
sa luz que eleva o homem cima de lodos oa oulro-
animaes, porem nflo he menos verdade que cada um
delles he ilutado de cerlas perfecAes physleas, e
inslinclivas que n3o temos, lizemo-nos a obra
prima da nalureza, seja; mas lodos concordar"
que a muito* respeitos he esse um titulo bem liti-
gioso. Alm disto vendo esscouco uffciidido, con-
trariado, e inquietado tomar sempre uguno motivo* a melhor maneira de obrar, seria luaensalu
cmisiderarcomo l>escarles,s4'miiido o he*panhul IV
reira, m animarrs como puros aiilomalo.
Seguramente lie ureriso que as necessidades .1 om
systema sejam tem iui|>eriosas para eelabelecer come
principio to revtiltante alwurdo.
.N;lo est pelo contraro demonstrado que lodos ik
animaes, mesmo o minio lem um grao de seusibili-
daile determinado |elo seu modo de organisacao.
Ess4s graiHs.io extremamente variados, masiisad-
quiriinos por ellcs urna noejio tojusla quaulo sodi
immensidade da potenra creatlora. A daOOTOCa he
que loda a causa he para nos urna causa occulla, o
elidios mesmo or os plienomeuos sao ainda muiiiii-
perfcilainente conhecid'js.
I^ira vergonha do nosso orgulbo urna pane du
universo e-la ainda sob o vu, 0 0-pOWO que co-
iilieccmos rniiliniuineiilc sujeilo A dyvida, a in-
eerleze, e a liscusso. Coin ed mi ramio-nos disto 1
.Vos raciocinamos como homens sobre as rreac,cs de
um enlc que obra como l)eos. Que se diria d'un
oucioqne prelendessecoiiheccr as obras prima-da
inlelligeuria humana ? Vai mesmo muilo menos
dello a nos do que de nos a leos, isto rio finito ao
i u fin i lo,
Mas tapan urna objeccao. DirSo que no ii'cu en-
llm-iasmo ptiilosophco >elo oucao, pretendo que
elle f un lodo orgnico com relacAes |n reUainniii'
combinadas, que por ronseguintc ha nelle um prin-
cipio de sensibilidade; logo esse animaHo lam-
Ik'iii sujeilo a dor, e mesmo as doenr,a*. E por que
nito ? somente as proOOKjOoi de sua esphera orga-
ii ico-vital.
Me um ente dolado de vids, por coiiseguiute cv-
poslo ao -Mili iiiii-o lu, e i morte. Todava, como lodot
os animaes, elle tem sobre nos duas. vantagens na.
preciaveis: primeira de nunca lera peior atadores,
a dor moral ; segunda ignorar o lermo de sua eiis-
tencia.
O liomem ama a vida, c tem a certeza absoluta do
Jue ha de morrer ; ora procurcm-me urna cauza do
or moral comparavel a esta.
[Vio sei que philosopho melaucolico dsse: fin
'iiinin' i,tir mffre a-ru*a u providencia. Islo he mu
erroeum paralogismo.
O ouco lem suas vantagens, nao se pode contes-
tar ; mas lambem esl cxposln a graves accidente-,
como lodos os eules dolados de eiislencia. c elle
devora animalejos mais pequeyos do que elle, au
seo turno devorado por oulrn#animaes niai- fortes
que elle : comer, ser comido, altsorvcr. e ser absor-
vitio, lal agrandele do mundo lei Immutavel,
mpiescrplivel. Para que lim ? im- Ignoramos.
Para que aarcusaco fosse justa, para que easeou<;o
loda livesse que noffrer seria preciso mudar esta
lei, e potiro em ponen, urna intinidade de oulra*
les ; digamos a verdade seria preciso por amor de
uro Iranstornar o universo. Hepilo, a desgrava
he uo termos sobre esses grandesobjectrw aenoideu
vagos ; i.....|ni- as les ou as relaedes das cousas ei-
cedem nossa iulelligeucia. f.onge de penetrar im
que Bacon chaina lamliem interiora rerum, o ex-
terior mal nosheconliccid pelos faetos perreplvei<.
(amcelM'mo^siiicnlc que a harmona, esse principio
inesgolavel de todas as existencias possiveis, cunsisle
ua perinutaco continua do enles da u alureza, que
esse movHienlo sen) lim dos principios elemeniare^.
esla eterua xaria^io das formas e dus mudos provam
que luda a malcra germen, e |HKle resolver-so em
germen, que cada urna de suas parles activa, Iran-
iiilavol, e huma.la |>.m.i toda a combinacao vegetal
irmiinial.Oiihiito as forjas he sleis, isto e aos jiri-
meirosmotores, nossa ignorancia he completa, he ali-
soltila. l*aW resulta quo mo sanemos se a vida lio
um enir, nina fori;a; ou o elfeilo de cerlas coinbhi.i-
'tes dm elementos primordial. Para mis a v dn lio '
um animal vivo; h-uos im|Ksxcl Irauuvlonge.llas
quaudn o animal lem suecumbido, onde esl a prin-
cipio que olmimaxa? Em que se tornam os alOOMl
que 11 impunbam esse todu orgauico '.' Por que re*
looboi passaram elles successiv ament T
Oiianlas mudanzas, porexemplo, e mclaniorplie-
BCI solTreram ai partculas que compunham o vaslo
cerebro de Cicero ? Enlrelanto insas parlionla- evis-
liam, |Mr que mua se|ierdeno uuiverso : ludonchV
tem seu emprogo, seu lim, e seu melhor fin pea"
sivel.
Todavaessas partculas cereliraes aimla qnepri-
mdM do ogo divino que asaninava no lempo lo
ata ailmiravel airuregaeio, foram iuleiras eabsoluta
mente privadas de lodo o clciueulo vital poreslairm
i Mil a das ? N'.io podemos ne-lo, por que a vida nao
ahamloua. tao lacilmenle como se BOOSa, que a possuiram.
lina das maiores diillculdades, talvex mesmo ini-
pussivel que ligara rada me aoaoalrws.
i) ourtro', ISS4* ohferto de minhas indagtjcdc* ef
(lexoes, niesquidio ua nppnrencia, ludibrio do me"
capricho experimentador lem enlrelanto numero-1-
refacesroma nalureza ; porque se xasemos niou-
de penetrar mi segredo da orianisii;3o desse peque-
no cnle adiaramos oslas relceos rom ra oulra-
|>arles do mundo. Mas os ohsla'-ulos sdo sem Rui <
a cada inslunle liramos, ("xim efleito para otpia
rom alguma exlenso as relacnes harmnicas deiw
om;ai rom a nalureza seria misler primeiro deh-r-
iii 11'.M o lugar que elle orrupa na escala dos ente-;
e poderemos la/.er isto ? Nao ouso rre-lo.
O homem mesmo, apezar de seu orgulbo, uao-a-
t>e liem o lugar que llie csU amignado. A escala il-
<|i EslebAlo peiisiimento hede Santo Agoslinltn-
\er tnajor in i*ti* nec minor in lli.(Decixit. I'oi
to futuro do Emilio, e o chegada de madamesclli
deQuosnny nada mudara om seus projectos.
Quanio aos rapazos. que eram ambos simples,
naluraos, oque se oceupavam cm cousas bein dif-
ieren les do casamento, ellos nao linham sido oM-
cailus pela molestia reinante, o nao viam na joven
1-lotililo, seno urna moca linda e boa, que i;
alojremen[e as honras da meza. Emilio quo comu
como qualro, equo eslava t-onlenio, enviava-lli
de quando um quando um de seus bons sorrisos,
seu omi:o Blaiso vollava para oil.i sens grande?
olhos sem oxprossao, quando se vio ohjeeio de m
desses molejos perlurbadore-, aofquacs nao op[>U"
nha seno su;, imperturbavel bonhumia.
Os oulros rapazos, cm cujo numero brilh.iv.im
n'uma esphera do secunda ordem os filhos da j"1'
de paz, do mairo-^o profi-ssor, ede alguns 1W*I-
golea, ou proprietariof pobres, laneavam em silcii"
pi ulhares de ambicio sobre madamezelle Clolil-
de, cujas perfoic^es analysavam depois de ler**
calculado na vospera suas rendas, o^unsesper-
eas. Palavra horrivcl que arrastra aps do ''
ideas de morte e por ronseguinle da allliccao e \
ra u alma bem nascidas deria ser svnonymia'
inqyioiacOes
M


entes pieva-ee, secundo nossa inlelliaeiina cradnal
inonlc dos prtvcirot elemento* da vida queifrflora
mu o val prder-se alm doa limites que ovo* no des-
con heridos.
Assira para u* o nada esl n'uma extremidad*, a
existencia infinita se observa na outra. Knlreiiai a-
gora vossa imacinacio a ana plena e forte enercia,
e procura! coocebera prodiciosa. mullidlo de ente?
init'imedialios posto* entre as duas exlremtdaden.
Estamos no meio? estamos cima ou abaixo desse
limite ? Urna solocSo completa desla queslao he im-
possivel. Quando lanzamos um olhar sobre o mundo
dos insectos, eanimalejos que raslejam a nossos ps
julaamo-nos multo periodo rume da escala.
(uando levantando os olhos contemplamos urna
multidao de globos immensos rolarcm ein espberas
man elevadas urnas do que oulras, acliamo-nos col-
locados bom em baxo. e dizomos queoliomein ar-
rmia-nesobre a trra. O Universo eiiaraudeccu-so
a nossos olhos depois da iuvencfio do telescopio e do
microscopio ; ora que seria, se esses instrumentos
duplicassem ou Iripiicaasem de poder?
h'nuiin lado temos desroherlo vida, sentimento e
instincto onde nao susneitamos mesmo mo\imeuto.
He pois mu difllcil assiguar a verdadeira classedo
uucao na escala da animalidade. Ha setn duvida,
como j dase, muilo mas animaos ou animalejos a-
baiio do que cima delle. e sem vaidade elle dcve
estar hem orgulhoso com amia parlilha ; gmenle
pode ser cerlo que este inserto tem relac,oes mala ou
meuos variadas com os entes que Ihe sao supriores,
ou inrerfores e por consewinle com a nalureza
considerada em suas mais larcas perspectivas.
Assim o oncJo tem relacftes com a trra, ponto de
apoto de seus movimenlos, fonle das substancias
que o nutren), onde elle tem orftom e Un : tern re-
lacoea com o ar respirando-o por suas trecheas com o
calrico c a eleclricidade lelo principio da vida que
eal. Delle, com o som pelo seu orgo auditivo, com
a lu/ peio sseus orRito* da vista.
IIiIm resulta que o olhodooucSo, admlllindo al-
guns globinhos de luz, lem relacoes onm o sol; ora
como este astro liga-se a nutros syslemas solares, n
oucio ..... he de modo alcum cslfanhoao* mundos
superiores multiplicados no universo. Verdodeira-
mente devenios prcmunirmo-iins aqu contra as se-
ducfles da sorprezaeda admiraoo, porque nos es-
plendores da crea cao deve-se attender a ludo.
Com ofTcito nesle systema i........u de entes co-
existen tes, e de entes successivos, s>sleiua em que
i unidade nosconduz unidade de intelliaeiicia, o
i'iir.ni tem o seu lugar; elle (ambem he. um elo ne-
cessariona grande inanifedaco das cousas.
Pode ser que neja um movel nuti pequeo, mas
conspira vom oulros movis d'uina aclhidariesup-
rior para inanlcr a ordem geral. He preciso que el-
lo .ilu esleja ; be preciso que elle conlribua para i
so: haveud
Nacin tahido no memo dia.
Nanturkel galera americana Harte*!, capitSo
W. H.Tcc, carga a iiiesuia que Irouxe. Suspen
deu do lomeirjo.
Trieste bricue iglez 1'tob, capillo W. Wallers.
carga assucar.
Z\
EDITIS.
O Illm.Sr. lntpoclordilheWDraria|iruviiral,
em r-uni|>i imi'iii.i I. otilein do Bini. Sr. |iresl da provincia de ir, do corrento, manda fazer publi-
co, qne nos das i. 1 o 21 feverclr* prjimo
vindouro, ir a lirada para ser arrematado |>erai)(c
ajudiada hienda da mesma Ihesouraria, a qnem
por menos llzer a obra do acude da Laifoa d Exlre-
ma. avallada em WUsOOO r.
. A arrematarlo -i-i l'eia na Turma dos artigo* 24
e 27 da lei provincialn.9H6 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaos abaiio copiadas.
As pessoas que se propozerem a osla arrcmiitacjlo,
comparceam na sala das soasos da mesma junta,
nos uias cima declarados pelo meio dia, com|>elen-
lemculc liabililadas.
E para constar so mandn aflliar o presente e
publicar pelo Diario.
Sarrotaria da llicsouraria provincial de Pernam-
liuro, 20 de Janeiro de IRIS.O secrolario,
Intonio Ferreira CAiimmciafao'
(Clausulas ospeciaes para a arremataran.
1." As obras para a consIruccSo do acude da La-
una da Eilrema, serio fellos ilc conforinidade com
a planta e ur.iiiiriiin approvados pol.i directora
a ransellio, c apresenlados nesla dala a apjirova-
codo Evin. Sr. presidcnle da provincia, na uii|ior-
laucia ile U9090UO r.
2.a O arrematante dar principio as obras no
prazo ib1 um mi'K.e dever concluir no de sois mo-
zos conlados de conformidade rom o disposlo no ar-
tigo 31 da lei provincial n. Mt.
3.a O importe desla arrematarn ser ]iaffo em
lies presIncAes da innncira seguiule: a l.adosduus
quiilos do valor total qnando liver conrliiidn nie-
lade ila obra ; a 2.a igual a primeira depois de la-
vrado o termo de rooebimcuto |irovinrio, a lerreira
liualmcnle de um quiulo de|NUS do rccehiuienlodi-
linilivo.
4.a Oarrainatantc era olniuado commniiiiar
reparUcio das obras publicas com anleredencia de
Imita ilias, o dia livo em que lem de principiar a
evecucao da obia. asim como Irabalbar seuuida-
mcnle esse durante quinze dias atim de que poMi
uciiueiibeiro eniarroaado da obra.asislir aos pri-
niiriw trabadlos
3." Para ludo o mais que nao esliver espeiiliradn
as presontos clausulas scguir-se-lia oque delormi-
,_ na a le provincial n. -JWi de 17 de malo de IH5I.
oucao de menos baveria una lacu- [ '-""ferino.O societario, .Inferno ten eir if.ln-
na no universo. O que dizemos aqui do pbvsicc
enlende lainbom do moral. I'ma idea entra a com-
posico do mundo iutclleotual como um alomo na do
mundo pbv sir.
Assim a peroepc,o do meu oucao, |iercepcao iuli-
iiilesimal, si> assim qiiizerem, mas que so nao (Hale
necar, tem sua roalidade, son valor, seu alcansc co-
mo seu fin. Esl.r |ercc|M;lo be um principio inlei-
rarnenle elementar de inlelllenria que se vai de
mais a mais desenvolvendo al aos animaos mais
iwrfeilos, al ao bomeni, c mesmo alm delle, nlo
roceiemos dizc-lo, al esses espiriliw, ossos onles su-
periore* a nos, cuja >ossHiilidade, ou mollior, cuja
necessidaile |khIoiiios conceller.
So se admille a progressao doscendeule para que
recusar-se reconbecer a progressao ascendenlo. sem
que nos seia pormiltido locar nos ctlremos limites
'tuna o doutra? liaos infinitamente pequeos, ba
la.iibem os inlinilamenle grandes em inlelligcu-
eiiis pela grande razo do que a progressao barmnni-
ca dos pilnemenos o das leis do mundo be um laclo
iuconteslavel. *
Negar oslas verdades seria notar a mesma evi-
dencia ; mas em nossos dias besla-*c sobre emo-
Ibanles osludos. pira-so no materialismo scienlifico,
lemo-se saturar os espritus de Humeras; a alma
nn lem maisessas duas azas deque Talla um anliun
para elevar-so s altas regios do pensamenlo Pela
luiulia parte digo que |KiSlo o inundo dos insectos, o
niesino o mundo microscpico nos sojam quasi deMO-
iiIiit.Uis, Imlavia sallemos delle bastante para con-
ceber as grandes iiiaravilhas, que iK-riillam. Esle-
jamos primeiro bem rnnvenridos de que a scienria
lie grave o piedosa quando no infiiilamenle |ieque-
110 descobre lautos mvsterios quanlns no iufiuita-
menle grande; |>r loila a parle ella descubre leis
admiraveis, espantosos pilnemenos e um uiibniro
Jiermanonlo. n A vordailo boalingiia de Dos,
diz Quevedo, o a lingiia de Dos tiunca foi muda
Doulnr Itrrrllf-Pariu. ( Moniteur).
mu
COMMERCIO.
I'HACA l)U JIECIFE H lE FEVEHEIKd.
AS 3 HORAS DA TARDE.
Colacfies ofliciaos.
ainbio sobre Londres a 2K '. d. lelras de bO
dias a visla.
Compra* f auucUTt
Mascavado l>2."g) rs. inir arroba.
* AI.FANDEGA.
Rcndimenlododia I a 7 .... 89S88ISS
dem do dia H....... 10-835*1 lli
BS.-9SSIS38
Km un.I
Patacbo
Dfirarrrgiim hajr 9 de ferereiro
din.imarqiieza H'aldmar
mercado
di'
diuamarquez Fortuna farinba
Iriso.
Patacbo americano ('. F. Tay dito e Imla-
chinhas.
Brigue braslloiro Marianna pipas vasias.
tii.iir brssilciro .Voro Oliiula cliarulos,
Importafao'.
Escuna dinamarqiioza Fortuna, viuda dcTriwlo.
consignada aC. 1. Asiloy o\ Campanilla, nanllMoa
nsoguinlc : 1,310 barricas Tarinba ; aos niosmos
cousifiiatarios.
Patacho nacional l'ai/nele l'rnlura, viudo do Kio
Grande do Sol, consignado o Bailar; Olivcira, ma-
niTeslou osoguinle :IHI saceos cevada, 27,373 a,
do carne, o lb> a de sebo ; am qjosmos consiunaia-
rios.
C0XSIILAIM)EIIAL
Rondiiiieulo do dia I a 7 .
dem do dia 8.......
22:170* Hat
l:bOH520l
Man8UW
,
DIVERSAS PROVINCIAS.
Iteudinienlo do dia 1 a7..... Vs-ii,-,
dem do dia 8......'. 77a."i7l
7fi.)3fi
:trao
o llliii. Sr. impeolar da Ibaaoorirla provin-
i'ial, oniiunipiiinento daordom do Evm. Sr. pro-
idenle da provincia do I "ido corrento, manda fazer
publico, que iim dias ,l e 2 de Teveroiro pro-
kimo viudouro.'ir a praca para ser arrematado
pranle a junta da rateada dt meama Ihenuraria, a
quen [mr menos llzer a obra do acode du Liniooi-
ro, avallada em 2::i">i90oo rs.
A arrein.ilncaosora Toila na forma dos rticos 24
e 27 da lei provincial n. 2M0 de 17 de maio de IH.'il,
e sob as clausulas especiaos ahaiio copiadas.
As pessoas que so pro|wzeroin a esta arremalacao
comparocam na sala das sessies da ine.nia jiniia,
nos di.i. cima declarado* pelo ineio dia, oompolcn-
tcmeule liabililadas.
E para Hartar se mandmi affixar o presento e pu-
blicar pelo Mario.
Secretaria da Ibcsmnaria provincial de Pernau-
biicn, 211 de Janeiro do IK53.
Clausulas es|KTaes para a arremalacao.
1.a As obras para a conslruccodo acudo da villa
do Linmeiro, soiao Teitas de coiiTnrioidailo rom a
planta e iircamrnln approvados pela direcloria no
consellioe a|iresenlados nesla dala a approvacao do
Evm. Sr. presidcnle da provincia, na importancia
do 2:3.">IjKXIO rs.
2." O arrematante dar principio a* obras uo pre-
go de um me/o llover conrlui-la no de seis me/.cs,
i'oulados docoiiTormidado rom o diiqWislii no arliuo
II da lei provincial n. 2Hti.
3." O iui|Kirle desla arromalac.Vi sit paga em
tres preparos da maucira seiiiinte ; a !, dos dous
quintos do valor lolal. quando livor concluido nie-
lado da obra ; a 2.a igual a primeira. depois de la-
cado o termo de recebiineiilo provisorio a 3.* fi-
lialmente de um quiulo do|Kiis do iccebimeiilodi-
linilivo.
I." O arrematante ser.i obligado a rommunicar a
rejiarticao das obras publicas com antecedencia do
trila dias, o dia livo, em que leiuile principiara
ou'oucanda obra, assim como Irabalbai iegulda-
l......le a eme, durante quintt dias, alirn de que pos-
sa o eiuenbciro encarroaado da obra assislir aos
piimeiros halladlos.
"i." Para ludo o mais que nao esliver es|KM'ificailo
lias prsenles clausulas soimir-so-ha o uue detorini-
na .1 lei provincialu. 18604 17 do mam de 1851,
Contorna* -ti secrolario.
.-Intonio Ferreiru if.tiiunnriarat
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria proviu
ci.il, em cumpriinonlo da ordem do Exm. Sr. presi-
denle da provincia de I "> do corrente, manda Tazer
publico, que uojdia8, Se 10 de Tevereiro prximo
vindouro, ir a praca jigra ser arrematado peranre a
jimia da Tatar.da da mesma llicsouraria, a quem por
lenos llzer os concerlosdo acude de Tracunliaom,
av aliados em .VittjilOO rs. ,
A arremslociio ser Teila u Torma dos arligoa 24
o 27 da lei provincial n. 186 de 17 de maio do 1831,
o sob as clausulas especiaos abaiio copiadas.
As |>essoas que se propozerem a osla arremalacao,
comparecaiinia sala dassewoesda ondina junta, nos
dias cima declarado* |>olo meia-dia, compelenlemeii'
le liabililadas.
E para ronslar se niaudou afiliar o prsenlo o pu-
blicar polo Mam,
Secretaria da Ihesouraria provincial de IVi u.un-
buco 20 de Janeiro de I8'3. O secretario,
Antonio Ferreiru "Annunriarao'.
Clausulas especiae* para a arremalacJo.
I.' Asohraa dos reparos do ar.udo d^Tiacmihaom
Tar-se-hiio de ronTorniiilade com a planta e orca-
monlo approvados pola directora em conselho, e a-
pi sentada, lienta dala a approvae.no do Eim. Sr.
presidente na ini|Hirtanria do .VsOJsJOO rs.
2. O arreinalante dar principio as obras no pra-
zo de 30 dias, e devora eonclui-las no de 3 mozos
cunlados de conTormidade com o artigo 31 da lei pro-
viucial 11. M:
3. O pagamonlo do importe da arremalacao rea-
lisar-se-ba em duas preslacoes, a primeira de oilo
decimos da mesma importancia, depois do recelo inen-
lo provisorio, c o segunda de duus decimos na occa-
siao da eolroga definitiva, a qual dever ler lugar 1
anuo di |"s ,hi recobimonto provisorio.
4.a Para ludoo que nao esliver delenninado lias
prsenlos clausulas neni no or^ameiiloaoguir-se-ha
oque dispoe a lei provincial u. 286 de I7de maio
do 1831 OmTormc. O secretario,
Intonio Ferreira d'.lnuunriaeao'.
Pela direcloria do oursojuriiliro de Oliiula, so
av isa a quem convier, que depois de quarla-Teira de
ciuza se guardar nos examen preparatorios a ordem
seguiule: na quiula-feira imilez, se\la-Tcira rholori-
ra c|ioi'lica, enosabbadn pliilosopbia. Na semana
wgiuiitc e dahi |Hir diaiile su olwervar a seguiule
ordem : na sogunda-Tuira geometra, na terca-Tcira
geourapbia e historia, na quarla-Teira lalim, ingle]
cTranrcz, na sevIa-Toira philosophia, nosabbadorho
(.rica o pni'liea. E para que soja publico, somal-
dan aflivar esto no* lugares d.icoslume, sendo regia-
li.iilo polo secrelarioe publicado |icla iniproiisi.
Oliiula 7 de Tevereiro de 1853. O director iuleri
no. Dr. Antonio ./oso t'oelho.
vestidos de cambra a com babada* e barra, cor de
rota. a/uf. e urlicos muilo linos e do ultimo gosl
17 i halles finos de seda e algoiUo, e um arordii
com chapa de el a I, sendo todas e-i js Tazcndaa no-
va e eip porTello estado, por seren penhoradas nes-
la rldade, e podem ser vistas no armazn! do agente
Antunes, ra da Cruz n. 25 onde ser Teilo o loilio.
AVISOS DIVERSOS.
DECLARACOENS.
BANCO DE rERWnBLCO
tniiis4'||iiMliMlii('cr |M>r cenlo ao anuo.de conformidade com o seus esta-
tutos.
O arsenal do mariiilia admille para asobr
di
(i
entes Iim. e i
i l,iI
meuioranienlo di
d estes, escra\os.
As .ni.in.iiiic.if-. .,\\\......t.i l.t- pela mesa da
consulado, lirum transferidas para amanli9 do cor-
ren le.
O arsenal de niarinba compra, remos de fiia,
itapel paulado ^nian-1 grande, er; olvaiade, clium-
Imiciii barra, rinotde hjoii/e, azeile doceparaoplia-
M)|, piuiuos Iim liniiilni.tif I 'i a '1 i, linli.i de bar-
ca. la|HMcs para esi-aleres, e oleo de linlia soaique taes teneros ipieiram vender, comparocam
munidos de suas proponas e conipcleules amuslras,
no dia 11 do correle pelas 11 hOTU da inanbila. 11.1
lecrelariada iu*pec<;ao do mesmo arsenal lillllil.
Pela Mibili'leu-icia de poUcJa da fieuuezia de
S. Jos do Kecife, seaiiiiuncia a apprelieus.io de um
crioiilinlio menor, ile 8 a II UUUS, scmioilo represen-
la, que vai'ava sem destino, o qual declarou ser n-
cmvo de I! 'i 11.11.Iin de Tal. nmr.idor it Kecil'e, e
fora recolbido \ cadeia |Hir seu 11 rauca : seu leLtilimn
dono 1 tuipareca, que provand. Ibe ser entregue.
Carlea setzuras, viudas do uorlepelo \upor /' rtieii.KC, para oaSri*: Antonio Antunes de t)M\eira.
(ioucalo de Almeida Soulo. IoO Feruaudes Prenle
Viaiina. J0S0 Maria ta CoaU<
Ah nulas que lem deconduiiro \.<|Mr Varaen
, para os poruM do sul. seno leehadaj boje {H ai
meio-dia, e as correspondencias que \hvein de|Hii:
dena hora pagarfio o pin ir duplo, al eolrega da:
UM'smas malas.
AVISOS MARTIMOS.
Vende-fe urna barraca de Iota de .pironla o
lautas oaixas, bem construida e do boas mudeiras,
Ta/--o neum'io a Irocu do i-scravos, si'iido mocos, do
laia liuura o sem achaques: a tratar na ra da IV,na,
torrarla de a. D. da silva Cardeal
1
Exportacao'
Kio de Janeiro, barca nacional Finara, de 2(4
tonelada", coodiizio o seiininle:KOtl barricas Tai i-
11I1.1 de Iriuo, M railta volas de ana 'macelo, M!l
vaquetas. 2.112 moios de sola, 1,521 ditos do dito,
I2siccos i om ol .a o 9 do .'duoilo, MO saceos con.
't a. de assucar. 46 barricas com 359 a e 9 i do
assucar, 190 saceos com 950 a de assucar, 80 pipas
agurdenle, 12 pranrhfies de amarello, 1 caiso com
l |iaiia.l.!i's
l'rieslo. biignS tn_la/ l'ialu, do 212 tonelada-,
eniidnzio o souinte :2,.V20 saceos com I2.(il a
de a-o- o .
keij-;beim)iiia de hundas INTERNAS tiE-
HAKSDE PERNA.M1UCO.
Hendinieiilodn diaH....... 829IN0
tUINSt I.AIK) PHOVINCIAI..
Kendimonlodo diaH....... 7i990t
MOV EMENTO DO PORTO.
\ai'i* entrado* no dia 8.
Para o porlos nlcrincdios 17 dias o 8 horas, do
ultimo porto 12 3| horas, vapor Paraeiue, lo
200 toneladas, couiinaiidaiilc o capiliio do Trauala
IVisla Pereira, tsquipaizom 31. PassdL'oiros para
osla provincia, Joamia Joaquina das Dores. Luiz
Mara da Silva, Augiisln da Cunda o Silva o I es-
cravo. Jos Joaquim Vianna de Magalbes e I
escrasu, I cal do csquadra.Josc de Acevcdo Sil-
va, Dominuo* Adolpho Vioira de Mello. I rabo o
i soldad. do Mundo batalllo de arlilharia, Ma-
noel Jos Pereira Pacheco, Francisco Prea Car-
noiro. Jos Antonio da Silva Araujo. Kranrisco
Carrilho do llego llarros. Fraorisco Jos lionids,
e 1 criado. Jojo tiomes de Castro e I criado, I ca-
bo imperial marinheiro, o I csrrava a entregar:
para Babia. Leandro (irlos de Sa o 1 eseravo,
\n.....io Jos Campcllo : para o Hio de Janeiro,
coronel Jos Vicente de Amorta Beierra e 2 ca-
maradas, capitn do Trgala Francisco Jos de
Millo, primoiro-lenenle da armada Antonio Jos
Pereira Leal, Podro Jos Alvo*e I eseravo, Joa-
qun, de Soua Audrade e ti escrovos, Francisca
Hav inunda, 5 pravas do prct, 10 rocrulas para o
oxerrilj, 3 dilos |iara a armada, e 7 escravosa en-
Irogar.
Halda 7 dial, hrigue hi-spanhol Florentin, do 305
toneladas, capitn I/oh,. Marislanv, cquipairem
M, em lastro ; a ordem.
o do Janeiro 30 dias, brigiic ingle fefuge, de
VI tonelada*, ropito Josrpli Pile, cqnipagem 9,
em la*lro: a Roslron Rooker o. I'.ompaiihia.
O Illm. Sr. in*|HTloi da lln-Miiiraria provin-
cial, em cumprimouloda ordomdo Evm. Sr. presi-
donlo da provincia de 21 dooorrenle, manda Ta7or
publico, uno peraute a junta da huenda da mesilla
Iheaonrana se ha dearremtlar nosdias i, 2e3de
marco prximo viuilonro, a quem por menos lizei
obra do acude da povoac. valiada em i: l-ni-shmi rs.
A nri'omnlaCjiosci'H Toila na Turma dosartiuos 2i o
27 da lei prov inei.il n. 28ti de 17 de malo do 1851,
o sol as clausulas especiaos ahaivo n (iadas. As
po-soas que si' propo/erem a isla a. lemalacao, com-
parecam na sala da* sessoes da mesma jimia nosdias
cima declarados, polo meio dia, cnuipelouleuienlo
habilitadas.
E para confiar -e mandn aflhar o prsenlo, e
publicar |h*1o Diario, Sci-rcluria da llusouraiia
jirovinrial de Pernauhuru 21 do Janeiro de 1853.
O secrolario .Intonio Ferreira ",Innom iaiuo'
Clausulas es|Ks-iais irarromalacao.
I." Asninas dcslo acude NiaO Teitas de conlor-
midade com as plantas o ornamento apre-cidados
nesla dala o approvaco doF.im. Sr. presidente da
provincia na importancia de 3:l9twioo rs.
2." E-las obras devoran priu ipiar no prazo de
dous inezis. e serio concluidas un do del me/es a
contar couTorme a loi provineiai n. 286.
3.a A iii|Hir(.incia desla arremalacao sera paua
om Iros preslacoes da maucira segundo: a 1.a dos
dous quinto- tu valor tnlal, quando livor concluido
a melado da obra, a 2.' igual a primeira. depois ,1o
lanado olera de receMmealo provisorio; a 3."
ru.almonle do un. quinto do|>o* do recoliimonlo do-
fnilivo
t.n O arrematante sera obligado a eunimunicar
repartirn das obras publicas com aiilecedencia de
ti tula dias. o din lixo, om que lom do dar principio
iiovoco.;,lo da- oliras, assim como Irahalltara seuui-
damoule durante quiu/e .lias, atim .lo que pnss,i o
eiigcnhei.n oncarogado da obra assistir aos primei-
rns Irahalhus,
5.a Para ludo o mais qt.....io e-livor especilicidn
na* presentes clausulas seuuir-se-haoque dolerminu
a lei provincial... 9H6 de 17 deinaiodo 1851. Cou-
Torme.O secretario ./n/onio Ferreira iC.lnnun-
ciaruo'.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, am cuuipriiiiouio da ordem denle da provincia de 21 do roirenlo. manda Ta/ei
publico, qo.i nos dias I, 2 o 3 de Mareo protimo
vindouro, se ba do arrematar a quem |mr monos
lizer, i-i.ioio a junta da la/onda da inesnij Ihesou-
raria a obra do acude da Troiiie/ia do lluiqoo, a-
valiada em 3:300."s|N0 r-. A arremalacao ser Tei-
la na Turma dos arliuos 2i e27 da lei provincial u.
2B6dcl7de maio de IH5I, o sob as clausulas espe-
ciacs abaiso copiadas. As pessoas que se proporc-
in! a osla urromnlacao compaiocan na sala das ses-
soes da mesma junta nos illas cima declarados polo
meto dia. competentemente liabililadas.
E para cans a r se mandn atusar o presento o
publicar |ido Diario. Secretaria da UHaourarii
plovii.ii.il de Peroamhueo 21 do Janeiro de 1853.
O secretario .Intonio Frrreira a" lanuniiuran.
Clausulas especiaos para a arremalacao.
I.1 As ultras do ae.nlodu Ihiiipio ser.lo Teitas de
eoidoi tindade com a plaa o orcanienlo aprsenla-
dos nesla dala approvacao de Esm. Sr. presidente
da provincia na importancia .lo I: II"i-ikiii..
2.a Estas obras devoran principiar no prazo do
sosenla dias, o sern concluidas no de dez niezes,
a muanla datada arreinalaco.
3.a A imporlaneta desla arremalacao ser pana
om Iros pn-slac/ies Ja inaneira seguiule : a 1.a dos
dozo quintos do valor lotal, quando livor concluido
motado da obra ; a 2.a igual a |irimeira, depois do
lavradoo termo de reoebimentu provisorio; a 3.a fi-
nalmente do um quinto dcpuis do rccchiiiicnlo de-
finitivo.
i.1' O arrematante sera obrigadoa coimuunicar
roparlico das obras DUbUcM cun antecedencia de
Imita dias, o dia li\o, om que lem de .lar principio
i eiecuciioda obra, assim como Irabalbar seguiua-
inonlo quinze da-, atim do que possa o engonboiro
enrarregado da obra assistir aos primeiros trabalhos.
. 5." Para lodo o mais, ouo nao esliver especificado
lina preacnlos clau-ulas, suuir-se-ba oquodelernii-
n,i i le provincial n. 2HU do 17 de maio de 1851.
ConTorme. O secretario Antonio Ferreira a" z/i-
mmriaran'
I'nra niaiorbredadeponivcl, por ler parte do
l sen rii'ii-j;;iim-nIo, n vi'li'if liarcii tlBCio-
| nal Sorte; tem excellentei commodotpa
fins: quem na meama quizer
l'a |i,is.saj
carregar,
pauagem.
csitavos, un ir di
a0 (.apilan' Anlonii
riiilitnr.il
(Inijti-.sr
Pereira datis a, na piaradoroiiniicrcio,
ls
un aos contignatario* Novaei Compa-
nliia, na tita (loTra|iiclieii. ,~ii, primeiro
anilai'.
Para Buenos Av res, com escala por Montevi-
deo, saldr al o dia l'i du corrente, o liriuoe bra-
sileo d. .i//ioim, reca nnicamenlo pa-sauoiro-,
para n que l.-ni eveollonlos ronuuodos : It ala-e no
o-eriploiio h' Hallar A Olivcira, na ra da Cadeia
Volha ii. 12.
Para o Porto -ahira muilo breve o biiguo por-
liuiov Maria Feliz, capilu Lnuienco Feruaudcs
doCarmo : quem no iue*m, quizor carresar un ir
de pauagem para o que lem bous tninuiodus, tra-
te eom u dito caprl.io na praca, ou cun a mnsio-
nalario Intonio Joaquim do S.iuza llibeiro, na ra
da Cadeia n. 18.
PAUA A BAHA
u Mala Amo Diinda, inosIreCusludiu Jus Vianna,
soaue coto hrovidade |air ler o carreuamoiilo quasi
complolo. Para oreslanle da oarua o passageiros a
tratar com o seus consignatarios Taaao Irniaos,
ttteom o mostr no.......i'.-i.i do Hoities ra do VI-
PASA 0 RIO DE JANEIRO.
O l>ri(jiie esc.ma Constante Olivcira,
sepile aii l."i do corrente, por lar pars
de sen farrcj;ainciilo prontpto! fiara o
resto, pattageirOte eKraVOI a lete, trn-
la-sc com Hachado iV Pinheiro, na na
lo Vigario n. 10, Kgtindo andar, on
como eapitao'Joao' Franciteo Pix's, na
praca do commercio.
Para o Acarar cun escala pelo Ce.tt.i, sabe
at o dia 15 do corrento mez a escuna uacinnal S.
Jone ; para carga e passageiros, trataste na ra da
Cri.zdo Kocile n, 31, em casa de Luiz. Jos de Sa
Arauju.
Para a Bulla salir por estes tres dias
a lietn conliecidu escuna nacional Adelai-
de: jmra 0 resto da car;a trata-s em
casa dos eonsijrnatarios: na ra da Cadeia
Vellia ii. .
Joao Francisco Maia, veiidcu a sua loja de
miudezas ao Sr. Jos Francisco do Sousa Lima,
quem livor negocio com elle, dirija-so i ra do Ro-
sario eslreila n. 8, segundo andar.
Dcsapparcceu honleiii, 7 do correle, do lic-
cco do Peiie Frilo, sobrado, n. t pelas sois
hora, da tarde, um molequo cridlo, dado
do de/ anuo* pouco mais ou menos, enema-
da Jacob, viudo ha poucos dias do engolillo Caboca
de negro, Tregoezia da Escada julga-so (er-se |iordido
em razan de estar aqui ha poucos dias, sabio com ca-
misa dealgodSo li*obranro, calca iledilo azul tran-
Sadu e sem chapeo, lem o cabello muitu carapiuha-
lo, holiastanle pelo denles alvos o saos, por lauto
roga-sc s autoridades policiaca, aos capuje* de
campo, o a qualquer pesisoa que delle liver noticia,
de o levar ao lugar a cima mencionado, que ser
uonerosaniento reromponaado.
.** :: 't& .JKVt
# O ahaivo assignadn, murador na ra da li
Cruz n. 37 o com loja de Tunilciro na mesma g
ra n. 30, julga nao devor quanlia alguma, ^
i;;, nao s insta praca como nn matlo ou mesmo
:;. om qualquer outra provincia; oem debilos jg
g vencidos ou a vencer : com ludo ruga a lo-
da o qualquer possoa que se julgar seu ere- ag
2 dor, aprsenle sua conla para ser prumpla-
9 mente paga ; assim como peda a todas aquel- fia
W las |.....o,i. que Ihe san dev eduras, de quanlo H
)) anlcs sahlarem seus dbitos, do contrario lo- J4
rao de ver os-eus nonies por evlcnso nesla Jt I
% Tolha, ealm disto se Tara publico a manoiru W
T$ por que aluims dosses senhores contrahiram ;
) seos dbitos.Mainel Jn*r du Fontera. (
l}Hp Jat .- *).''=>'
Oueio precisar de roupa engonimada. dirija-
sc a ra do Haugel u. 21. loja.
Troca-se urna podra d'ara : quem a livor, di-
rija-so a Iravessa da Concordia n. 5, sobrado.
_ Em melindrosas rircuin-tancias, lodo o citla-
dAo illusliado devo, para hem. prol o honra do sua
patria, cvpdr (oslo* os seus desenlio* o desvellos, aliin
de deixar to povo aborto ocamiulio para cnipreza*
deloovor, o Tama iniinnilal. Quando qualquer
paiz est dilacerado pelas Taceoe*. que prfida o
crgolinento so dehaloni |ieln Iriumpho de suas ali-
o.inlinas e vcrgoiiltusas docopci-i, utaniTo-lar cla-
ramente a classo s,,iii,. La a o miseranda, a nriuein
de seus males, som accender n pharol da auarohia,
lao modoiilia o Tuncda em suas loucuras, como sao
as Tui ias, he dovor o mais puro o sacrosanto do ver-
dadetro patriota, beiuTeilor. d.i humanilade. Em
quanlo nina naolo ebria nos delirios de soas prco-
cupacOes so onlroga a* vaidailes do huo e aos em-
tenos de >uas relioblc* paiiOes, cavando incessan-
lemeulo o inodonho abismo, onde de choTrc so preci-
pitar um dia inesperadamente, o publico proTundo,
i|ue esludando o passado o o prsenle, reconbeco as
chagas cancerosas, que corroen! o seio 'da patria,
nan pode deiiar de arder em Torveule zelu pelo bem
la hiimauitadc, ei|Misla aos Turles da Ivraimia em
Icsosporu; enlo sonielhanle ao ulorioso capilo Ma-
chabesi,, recoltomlo do proTeta Jereniias a espada pa-
ra couihalerem doToza da roliuiao, com iuveiisivol
ardor, lemlira ao [hivo, que coracoes acoslumados ti
llier o Ta/er mandes colisas, nao devem quebrar
nem so ahtiivt.r cun ncuhuina tristeza, \nnquam
dr*peranda eil talu* reipabl'r. Mas vos lodos,
que s vedes na lihordade a gloria do L-onoro hu-
mano, infianuntidos em to puro amor, cimrorrci
|i.n i a compra do una lypuiirapbia, que ser o Ivpo
da honra e ditmidailo. O patriotismo he lAimlttn
irreconeiliavol do eiioismo. i-.se voiienn lio Tunoslo
ao pourosso dos povos. Tanda subscrovitlii para a
compra dnaai lynefraphia, saiisTtizoi promptamouie
nina proroeaai i.i.i eapoalaaea quio generala, o que
representa o podran da vossa dia.iidade. o fiel de-
empenho oucnuimeudada, e em menos do tres mozos Miara*
estnlicleoi.la.
Oahaivo anignado lem justo o contratado a
compra da luja do miudezas sita na ra lama du
Rosario n. H eom loo Francisco Maia; leudo do
iilliiuur-sc eslo negocio uo lia 12 do coi ionio, Taz o
preaenle annuncio para que as pessoas que cuino
(redare* do vendedor Mala, llvcrem alguma oppn-
sicu roTorida compra, cumparec.mi na sobredila
lojti com Aun cont* no .lia |2 mencionado, das 2 as
i hora-da tardo : pois que do.-o dia om rilante nao
cabera maisimpnssihilid.i.lc alguma a rc-peilo desle
eslaholoriinonln, para com o comprador.
/ose Fraurinro dr Soaza t.iina.
Prwian.ec do una ama ae boa conduela, para ,
-ozinliar o Tazor os mais irranj.rs internosdeuma oa-:
a do |...... a l.ooilia. o som monillos : a tratar na ru j
la Snlod.ide n. 12. m.....aterro luja de lunilvim Jim-
le a ponle da Boa-Vista.
Precisa-so de una ama para o servicodeuuia
isa de punca I.inulta : un alerrn da Hua-"\ isla nu-
tero 8.
Oiiem precisar alugar um pvelu inuilu Torio:,
dirija-tea roa dasLaraiigeirasn. U/ssegundoandar.
Companltia Luso Brasileira para na
vegacao' a vapor entre Portugal e
o Brasil.
O atiaiio assiguado lem a salisTacaii de aiimniciar
s pessoas Inleressadas, e a quem mais convier, que
as duas companhias Tormadas na cidade do Porto
sob a denominaeSc^I ,uso Brasileirapara a nave
gaca6 a vapor onlrc o Reino do Portugal ecslc Im-
periu com a* escalas j annunciudas, lizeram junc-
SaO Tundindo-e u'uma s cumpanhia com o rofori-
o lilulo o para os mosmos lina, como consta da
acia do aeorao lomado em 30 de dezombro do anuo
p., pelos cuinmissarios Horneados |Kir parle iruma
e outra cumpanhia. Fazendu esla mui lisongcirade-
eurracao, o abaito atsignadn, em riinToriiiidade da
ordem que lem, roga aos Sr. accionistas que por
seu iiilermedio stilisereveraru para a indicada em-
preza queiram vir sua casa, ra do Trapiche u. 24
para seren, iia inleirndosdo occorrido nesla ta
salisTaclorio reunan das duas companhias o de seus
. apilaos, eolito di.lai ar...... se lal tfie.tln as -lias as-
signaluras e o numero das aceftes suliscrgilas de
lOUf/ rs. cada una (moeda porlugueza;, cuja pri-
meira prestaran de 20 imii cenlo aqui recebla pelo
abaiio assiguado. so adra intacta naquella cidade
do Porto ti disio-ii a de seus proprielarios, al que
alli seja condecida a raiiliiaean para que ora convi-
os Srs. accionistas. Por esla occasiafl o ahaivo assig-
uado participa que osr aulorisado a poder dispor
de um numero limitado de aecnes, para rujas as-
siBiialuras convida igualmente a (oda* as pessoas
que quizorom associar-se a laft nlil e necessaria oin-
prezu, a dirigirem-sc casa inencionaila RoriTe 5 i\f
Tevereiro do 1853.Manoel Daarle fodrigaet.
Precisa-sede um rapaz ou honicm, quo enlen-
da de padaria e que so sujeitc a entregar pao na Ca-
punga : na ra da Scnzala Nova n. 30, padtrtt.
LOTERA 1)0 KIO DE JANEIRO.
Pelo prsenle se convida aos powtuido-
res dos iiiinicros abai\o declarados para
virem reccher os respectivos premios da
loleria decinia-se|>nnda do SS. Sacramen-
to, en a lisia acalla decliegar pelo vapor
Mtieiirv, os premio*. M |ia;uin as lojas
em que foram comprado*.
Vendidos em oilavos n. 278i 2OOOQ.tt06
LOJA DE MODAS PUANCEZA N. 10.
Rocobou-so do Franca iiolo navio
chou-se ni dia 5 um lindo surt
da ultima moda, cotn leja chapt
Ihorgosto, manteletes, rapoliiile
res, grtis do aplos Turla-cores p,
blond, cilio do soda, do lindo. I
de loda* as l.i.m.i- de muilo I
muilo novo*, loncos decambrala
pos de soda superiores, pontos
para prender cabellos, trancas i
coreai o mais unirs Tazcndus.
iiinilo baratas.
vtf*3 :.^r.1'M^' CWSILTOm IIOVIEOPATIIICO.
(Miara, c des pa-
nculo do Tazenda-
os de -eda do me-
s epalilm hit la-, o
ira vosinins.bicode
anco oprelo, filas
om uo-lu e padrocs
i lina bordados, cha-
' de larlaruuo ricos
e Tramas do indis as
vendeiido-se loda-
.ujii
3703 ItliOOO.rWO
,, (piarlos .">I2 i:000,00l)
Ha varios ontrus premios de I lOOO.OOO,
.00,000, 00,000 e 10(1,000. Pelomes-
,s Ra do Trapiche Novo n. 9, no ,
9 hotel Francisco.
O Dr. Casanova runlimia a dar consulla* S
W e remedios gratis ao* pobres, das 7 horas da &
9 manha al ao meio dia. As pessoas que t
9 nu lot em puloo< s |iagarau do 5 a Jtir-txm J.;
*9 rs. lelo Irataiiicuto. Os eseravo*s pagarao y.
;; ". -i IM-iNm rs. tt
99NWW9XM^WWW*raY>t'>j;
Trocam.-se palacoes brasileiro* e bespaiihoes,
a I-niti rs. : na ra da Cadeia. casa de cambio de
Tiburcio Aiiluncs de Olivcira u. 38.
Arrenda-se urna casa com escolenles coninio-
dos^ na ra da L'nio, propria para se pascar a os-
larlo du verao e invern, onde se gozar dos pra-
icres do campo dcnlro da cidade: os pretendenles
diiijam-se ao paleo do Collegio u. 33.
MADAMA KOL'TIER,
Modiutu fraaeeza, ra Xoia n. 58,
ovisa o respcilavel publico, priiiripalmenle aos seus
reguezes, que acalla de .recober pelo ultimo navio
viiidu de Franca, um lindo soriimonlu de mascaras
de seda de (odas as cores, com os compelonles ha-
llado*, para senderas, sao as mai- ricas e linas mas-
caras que lem viudo para sonliora; l.uubem receben
ricos turbantes bramo* e de cores, muilo proprios
ptta bailes, pcmia* de diversa* quididades, pulcei-
ras, luvas do pellica, flores, otilas muilo ricas: ludo
islo s he proprio para scuboras.
I.NSTItlCCAO- PRIMARIA.
Ra da Concordia.
O abaiso assiguado, proTessor de primeira* lebas,
contina admittir ni sua aula particular, pensionis-
tas o meiiis pensionistas, ir-les com a meiisalidadcilc
BsUOOrs., aquolles com a de l.'iOOO. Programa dea
estatutos, c regulamenlu inlornu, polo qual rege a
mesma aula. Ler prosa, verso e inanuscriplo ; os-
lepois de bastan'
crever, depois de bastardo o cursivo, copias extra-
. hidasde livrus inoraos, e oracoesreciladas pelo (tre-
mo vapor vieram os novoshdlietes da lo- replor para n altitono rorriuir-sc na orlhograpliia;
Icria tri/'esiina (inarla a beneficio do Mon- lllar 4"'" especies ruiidamenlae*, e quebra-
dos ou TraroOcs, uso do inulliplieticao e dlvisao, a|>-
plicado a excuiplos. regra de Iros ; epitome de gram
le Pi llera I, a roda desla loleria corren
te i' a I isl.i se espera j malira materna, e analiso de sinlaxe ; doulrina
. I b b I II .1.. ... ti Jh-. I 1 I I
no dia I do corre
no vapor de 20.
MRIlIiLnijl'Jlnaifflr|T|r|i|i|i|iii|i|i|[]]rLij?n
3
CEMITERIO
II adiniuislradu
1'iiu.ir.o. &
.zq Mfeolc ao paule
S M .1.. lotiiiljiiiipr
(lo i < ni i'ii i >, que em virlmle >. ..............lo de 5 (lennveml)iii de S
2 \H-~r2, elle *e rha aulorivuln a pa-* ^1 dOes de .l;i- nomo*-
^ nioeniileriii. peicelwmlo jmr roila nina 'VMi i"
^ rs. ile enioliinienln ; oflereceiitlii-se a |ia 1^ gnluilM daquelles ipie (OTim MpOlladOt g
^j vnmn pohre*: a-s |icssoh* que ilella* preeisa- E]
_-j rem; ilirijam-sea nm ila Aurora, casa n. W. c
.3 iiuile iloeiiiileixar suas |elirr-t. lt
7ii|iifir|i|iji|ijii|.r|iLr|i|iinriram!IiH!Hl
Adverto-M i corto douloi
moi'i-
dor para .s partes do Norte* cute man-
de pagar as suas letraii ou deiobi'ifi^r a
(fuem sal)i', pois do contrario se publica-
ra sen nome, o Miis ,tl;;iiin.i oousa.
0 Sr. Henrique Paiantef (jueira ir
aira s de thcatro, ai'ina/eni dv tuhmnv
pinho, (pese Ihe deteja fallar.
Na (.anilina du Carino 11. II conliuua-se a fa-
zer todas av qunlidaiks de holinliits rerele-*e en-
conmii'iid.i-i. apninipIa-M' tiandcjas rom bolitilius as-
sim ha nina |h--so,i que BDCarTOga ae de apromplar
Jantarai paraalgona esial>eleciinenios, meDaalnwnle.
Qaem preris,ir de un liomeni porluuue/ para
r se a ra da Cadeia de Sanio Antonio n. (i.
O Mr. Jiiaquim di>()li\eira e SoOtfl eiisiua a
Irailii/ir. fallir e eiCfWer lincua fraunva : na 1 n.i do
Arabio n. i.
Perdeu-aa ila poulo dTchoa para o RealB
una rancla de ouro e umOCulO de feilio uila\adn.
Com ara de ouro e raiva de tarlaruua ern founa de
luneta, preso a mu Irameliin de ratiello; a quem
aehar ambos esse-. ohjeclM IM gualquer delle*. ro^a-
M 0 favor de resliluir na ra da Cadeia do Reeife
n. Mi. primeiro andar, que ser reroni|M.'iiH,ido.
Manuel Jos Marlius, |Htr ha>cr uniros il
Miguel Jo* da Molla.
Lava-see engomma-se, com muia perfei-
cio c asseio : no puteo da ribeira de >. Jos
n. 15.
Ai i rnti,i--f u secundo andar da '.i-a da ra do
Cae*: Irula-se na ra do vigario 11. II, escriplorio
de T. A. da (.uulia A Cumpanhia.
AITENtO, NlCO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo GalSOOOi deulista reeeheu asua denli-
frire do Dr. I'ierre, esla aaua ronheeida romo a me-
Ihor que lem apparerido, ( e lem 11111 i los elogioso
seuaulor,) (em a propriedade de conservar a bocea
cheirosa e preservar da* dores de denles: lira o
goslo desairatl;i\cl me da em neral oclianilo.nl-
uiiiuas colas desla 11 um copo d'aeua So suftlcien-
les ; lamhvm se achara |h'i denlifriee encllenle para
a conservacj dos denles : na ra larca do Rosario
11. .'W, seuundo andar.
HISTORIA IMVERSAL.
Acaba de cheuar do Rio de Janeiro e acha-c a
>endapor ."r-'"Mi -.., no escriploriode L. Lecomle
Fernn (\ (Juupauhia.
A HISTORIA UNIVERSAL
resumida para uso das escolas rommuns dos Eslados
Luidos da America do .Nurle por
PEDRO PASI.EV
Iradu/ido pura usu das escolas do iiiqierio do Brasil
pelo desembareador
I.OLRENCO JOS; RIUEIRO.
De Iwlos os resumo* dcliislmia universal lie esje
a nico qne preeitchcu 'Iim, c com cuja hisloria
lica o Icilor inslrudu nos princi|iaes fados da l.islo-
i'ia, e na ueoL'iapbia, para cujude- Ihe reanlram llgum Mappai. Sera para desejar que
se adoptarse para coiupemliu esle resumo, que nie-
Ihor preenche o Iim do qne oulros de que se faz uso
Desle pioxineia.
Precisa-sc de urna ama sddia/p.ira (ralaj* lU^iuciuual, de hoje em diaule H assicnar por MauoH
um menino : na prara ila Independencia n. 1)
\uer, suhdilo suisso. relira-se para Tora do
imperto.
Manuel Alvis |larlm proxincia.
O Dr. Jos (!oni;al\es da Sil* a rcliru-se para a
re, lo.ando em sua cumiianliia o mmi c-.craM>,
|iardo. de nume I liorna/, deldade lli aillM.
O Dr. Josi' (oiical\es da SiKa relira-r pura a
orle, e aliiou en oulro qualquer lucar ollerecc o
eulimiladissiniu preslimo a lodos os seus amibos e
u I lee id os
IVccisa-c de utna una de leile, e da-so 2.V^I', pro
> [ku* semana : na ra da Gideiu do bairro de San-
1 Aulonili defroule do lliealro Velho 11. 9.
dosM'l liinonl, profev-or de hiHneop.i.
hia |H'la escola do Rio de Janeiro, ci.......11.
1 dar consuliasyvi/xrtos pobres lodos0*dial
ileis, das H horas da manha al ao meio dia
110 seu consullorio, ra las Ci u/e-. 11, 28.
Jos Marlins Kcrrcir.
A st'iihora I). Anlonia Joaquina Burees Tran-
ca tem urna caria 110 escrplorio de Manoel leuacio
do Oliveira. praca do Commercio n. ti.
Aluuain-se dous prelospara o servido de capa-
la/.ia de ra, de arina/.cm de assucar e de Irapiche
tic embarque, saliendo um delles co/inhar o diario
de urna casa; 11 |*e-sna queisln Ihe coinier dirija-se
aosilio dosQualio l.ees a qualquer hora du dia,
que ac!iari cum quem Iralar.
Jom; Juaquim da Silva Maia o su.1 senhora \o
P01 luaal iralar de sua saudc. e deivam (wr seu
A VISO AO PUBLICO.
O consullorio liomipopathico. da na da
Cadeia do Recife 11. II, D0T cima da loja do
llbn. Si. Joan Carduso A\Kwf diriaido [ndu
Dr. Pires Hamos Jnior, fui Irausferido
para a nie-nia ra da Cadeia do Recife 11.
"il, primeiro audar, (Kir cima da loja do Illm.
Sr. Joad da CunliaMaRalhaens; ahi so encou-
; Irara car lei ras rom medicamenlos homo?o-
palhicus, tubosawilsos, e liuluras ile qual-
! quer d\uamisaca, e lamben) se refazem
aquelles que e-.li\oreni deteriorados. Propa-
iraudas lioino'opalbicas do llhn.Sr. Dr. Sa-
bino pelo nroco de l(MW res rada exomplar.
Eslos inedicameiilossaO preparados rom lodo \
LEILAO.
Lelao' quarta-feira 9 do corrente as
10 1|2 horas damanha'a no arma
zem do agente Antunes, Ra da
Cruz n. 25.
De mohilias de tudas as
uualidailes novas e usa-
das para dnersos ser\i-
msistindoem uar-
ipa, sofs, m.ii-
que/as, uuarda-louca, ca-
nap^, liaucas redundas,
censlos, bauquinhas pa-
eadeiras, levitorioj. apa-
tlc-li-' trastes cuarneci-
crandcf^rlimeulu de cha-
li\ersasqiialidiJes, lia
da
ra lanlornas, loucadores
raduri-s, i;lc, sendo alauu
dos de pedra inarmure ;
ni 111- la Babia ; vidrosd
les de ferro; quadros eom
slampas
florida-*,
mulos oulros o'bjeclos que \alein a |>ena de seren
arrematado* c que terao eulregues pelu maior lance
(ilfeiecitlo...............,......
Ao meio dia em ponto se Tara lambcm leilao de al-
Lzun- rnavns prcln- r pardos, criuulns e de narao,
mocos de diversas idndes, entre ellos mole uiiuha, com bahllidaden e sem ollas e que sern
tainbciu enlreaues |iclo maior lauco oderendo.
Quinla-feira 10 do corrente H faN trillo en m s*
lolo anN|ucrimenlo dev Sis. DMlder Cuhunhier \
Cumpanhia, o por ordem do Illm. Sr. D'.jiii piu-
iiit'ip.il da Vil! do civeleih. cuuuiiorcio, por
cvei'iitJM It'il.i a Candra > lrmiM( da Paralnlia ) e
imr inlerMuiro do acento Anliinos, de 7 i"\.t- de
hrim de lislra*. M ditas de chita? Unas iuule/as: 2*
i.iii.'in ii,i a mis-a 110 da ti na uiairi/ de Saui
Antonio, e relirou-so rnnduziudo um cha|H;o de
sol de seda que nao era seu o que pode ler-.du por
encano, queira cnlrcuado, nao \or osen nome por
extenso : na ra do Colleco 11. tli, lereeiro andar.
A |iosstia que auminciou querer comprar una
prupriedade em Olinda, piide'M diricir a ra do
Cros|H>, loja do Sr. Joaquim da BUva Castro, pois In
achara com quem Iralai,
ReoelM'iu-se escra\os de oommi-sau, c adian-
la-se dinheiru caso se precise, o d-se. bum Irala-
meulue -euuraitca : na ra VeHia n. -Vi.
Aluca-M' o primeiro andar do sobrado da ra
do Crespo n. ti, muilo proprio para ocriplorio.
O ahaivo assicuado para des\aniH'er i|ualqupr
suspela que |miss;i ha>er, declara ao publico, e prn-
cipalinenle aos moradores o passadores de fesia do
lucar daCapunaa, uue as piimciras ca\alhadas qup
alli huuve nu dia :W de Janeiro provimo limlo, fo-
ram feilas a sua cusa, som (pie para isso cnnlrj-
lniis-*' peeMi alcuma, e nem to pouco se servio da
cunlribuicao lirada |>arn esse Um por Bonifacio Ma-
ximianode .Mallos.Jote lliheno de ftrito.
Precisa-so de um caixeiro de 10 a H anuos de
idade, com pralica 011 som ella ; mi pra*;a da Hoa-
Visla n. I|.
Precisa-se de um caixeir p-m.i >enda : na
Iravessa da Cruira 11. 10.
ATTENCAO.
DoquarU-feira 9 do prsenle em dianle ha>erao
boliuhos fraiieexes do dnersas qualidades, o feilos
com a maior |ierfeicu pussixel, por prc zoavol do que em nutra qualquer parle, assim como
soenfeilam bandejas por proco eomniodo: na pa-
daria da ra das Cruies 11. l< 1.
No pateo da ribeira, casa n. II, se dir quem
lem para dar dinheiru em pequeas quaulias, por
penhoresdenuruou prata : ospreleiidenlesdirijam-
fo a referida casa a qualquer hora do dia.
Precisa-se do urna ama para coser e eucom-
111,11 : na ra da Soledade n. 'X\.
Jusopba llcuriqueta de Miranda Barros, pro-
fessora parlicolar, e residenle na ruada Aleurii n.
12, avisa aos pas de suas alumoas que abro a sua
aula no dia l."i do corrente, esperando conliiiuar a
merecer a ooidianca de (idas as pessoas que a qui-
zer honraren!, aliento o desvedo que ha apresculado
pelo adiamntenlo de suas alumuas.
Precisa-so de umeaiveiro porluRuez de idade
de H a 18 anuos, c que lenha alcuma pralica de
mmi.1.1: a Iralar 110 palco da Sania Cruz, nadara
11. fi.
Antonio leuacio da Siha, leudo de Iralar de
sua sade, vende o seu eslabelecimculo de secos, na
BU do Rosario da Boa-Vista 11. .VI: quom preten-
der dirija-so a Iralar rom o mesmu.
Precisa-se de una ama, para cozinhar e en-
Kommar, e quo nao soja moca : na ra >'ova uumo-
18.
Precisa-se de olllciaes de uiiilciro ;
nu ma Nova 11. 3H, deirQtltf (in Con-
(('rao*.
raduresa lunacio l-ui/ile Brilo Talnuda e An-
da Cimba soares Galmarleta
Mouloiro A VHIaroiTO em Macei layem
M-ieulc.io puhliro quo desile o dia 21 do Janeiro dtv
corrente anuo, pass;i a cvi-ar a casa sol a tirina de
Joaquim de Atevedo \ illaiouco, ficando o kUtO e
pMHVO ila mesma casa a careo du mesmo.
Precisa-se alugar nina casa lerroa, sila lias
mas seguales: Conceicao, Rosario da Roa Vista,
Aracao, Pires o Santa Cruz. Dd-se Iros uu qualru
me/es aiUauladns, 011 fiador ; na ra du Rosario da
Boa Vista, ^cuda n. 58.
Pode-so ao Sr. Jos Lo|k-s Rosa, nuo foi om-
precado na IhcMiurari, queira ter ahondado do
declarar, quando, e aonde |m'kIc ser procurado nesla
cidade, para M Ihe fallar sobre negocio, que Ihe
interessa.
Rcroliem-se oscra\os de commisso e adian-
la-sediiiheiro, caso prwizem, da-se bom Iralamvuto
e seuiirauca : na ra das I.aranceiras 11. l, secun-
do audar.
Alucam-se os lereeiro o quarlo andares ruin .1
cosinha da casa 11. 2 da ra do Trapicho Novo do
Recife : ditija-se ao primeiro andar da dila casa.
te Aviso ao commercio.
B Os abaKO atii gnado connuam a
? (raiMjuear a toda Mclaatetein m-
JS ral os seus sorthiifntos do l'a/.i'nila*
d por Uimis |ti'i'i;iis, iih'o nionoa de
tS nina |H't;a, 911 nina du/.ia, a d-
)f5 nlu'ifo 1111 1 |)ra/.o, conioniK! ae a-
Itt justar: oen arinazein da>pi'a;a do
Corpo Sanio, etujuina da rita do
Trapiche, 11. 18.Itostnin Rooker
& Companliia, in';.iritiiiir.s ingle-
zea.
O abaiin assiguado leudo vislu nele /tiaria
um annuncio do Sr. Antonio Alves de Sonta Arau-
ju, em quo ufl'ereoe para vender a casa o liliu ein
Sanio Amaro, aonde se acba o hospital imite/, nao
op|iu a monur duvida dila venda, mas avisa a
nueiii poder inlorcs-iar que osalucuoi do dito pro-
dio Ihe eslo adjudicados, na raso de 50^f)00 rs.,
por anuo, at u auno do IHtiO, |>elo juizo commer-
cial da i* vara desla Cidade, fcscmo Baplista.
tnltmin Jone Pacheco e SHra.
Precisa-so fallar as Surs. Anloniu Aunes Ja-
come, o Luiz Antonio Aunen Jaromo, para se Ibes
iinmuiiirar um no socio, que muilo lites interessa;
e por issuse Ibes pode, que liajam de declarar a sua
residencia para seren procurados.
OITerooc-se um menino do 13 anuos para cai-
neiro de loja do fazoudas, forra con s o miudezas, de
que lom alcuma pralica : na ra das Ccuzes n, _'.
Est lu-iln desde seila-foira 4 do corrente, o
moleque Antonio, que vendo tapioca : lexou calca
ile ganca azul nova* e camisa de rfacado tamlN'in
nova, isIj com a rabeca raspada, e desonnlla-so quo
anda por ossos arrobaldes: roca-so as 'autoridades
policiais o prondaiu e levem-o aSolodade n. 12.
PASSAPORTES.
Cirain-se |iassa|H>rto para dentro o fura do fTnpe-
i, despachan!-eeseravos, e.-ireui-c folb e In.im-
tilulos do residencia : para eslo Iim procure-* na
ra doQueimadoe. 2". loja diiniiulc/.s doSr. Joa-
quini .Mouloiro da Cruz.
uida.I i, c a* evperiniontados |K'lo Illm.
Sr. Dr. SaliiiH -ni sua louca clnica, sendo os ;
resullados o- mais felizes. Todas as carteiras
quo sahirem desle consultorio, levarao a
tu i i.i do llbn. Sr. Dr. Sabino.
As consultas e remedios bomioupalhicos,
de jracaaos |H>bres, sao das8 horasdo dia al
'^CE0J&a05Gs!^^ .
.Na ruti do Hurlas o-.olo aos Martirios, sc-
gaade andar, ptaclw eealnaat una prcta ernava,
que roio|.i o e coziulie |iara iliiiu po-.....- do familia,
que iiilu se eiiiliriauue; paca-se bem.
Precisa-se ile mna mulher forra para ama de
una rasa ele duas pessoas, a qual coiinho o compre,
eque uo seembnau.ie: dirija-se a ra de liorlas,
legando andar, |ieutulo a iureja dos itlarhrio*.
Maria Joaquina de Sau-Tlionic,profesora pu-
blica da frecuezia de S. Fr. Pedro l.oncalve* do
Rcrife, faz publico que achante com aula aherta, n.t
ra daO.deia. sobrado n. -J. seuundo andar.
PUBMCACVO Jl HIIHCA.
Sabio a luz o aclia-w a venda na Irraria da pra-
ta da iDdtwendeneia, loja a. Ge H, a aeeunda edi-
c.ii. .I..-pinito 11..- elemeiilos pralicos do foro civil,
tmela e arressenlaila com m inlerlociiloroH ede-
einoes dellnitn.i>.dosjuliiadores.
I.OTEHIA HE NDSSA SEMIOB.V 1)1
ROSARIO
I Iheaonrelro desla loleria roaa iio amantes des
te joito, que coucorrtuu ti coinjirar o resto dos bi-
llietii, para rom a maior breudade marcar odia
ini|.ri.|eriiel para o andamento das rodas; u resto
dos litllioios acliam-se nos lugares j anminciados.
Paulo Gagnou, dentista.
Pude ser procurado a qualquer hora em K
m:i casa na ra larga do Rosario, n. x
36, secundo andar.
Oll'ereee-se um rapaz brasileiro, de idade 16
anuos, para cai\eiro de ijualqucr eslabelerimenlo,
e\ri.|ilii venda, de boasqualidadcs, e da llador a sua
conduela ; nu inesino para caueiro de ra : quem
de wu i no-i i mo se quizer ulilisar. annuncie nesle
Diario, ou dirjante ao principio da ra Imperial n.
22, confronte ao sobrado de dous andares, que lodo
ncirocio se far.
Prcrisa-se de una iniillicr de bons coslumes e
muilo .til.iwl. |iara miar junta a uma lenhora, e
Iralar della em quanlo so char enferma, paga-se
liem: ilirija-sc a rua das Trinclieiras, sobrado de
dous andares n. 19.
I'ri'iisa-se de urna ama para o servico de mea
ca*a de pnuca familia : quem se adiar neslas eir-
cunislancias, dirijamc a rua da Atsuni|n;ao, casa ter-
rea n. 18.
Para o primeiro de junho viudouro, ou au-
les, se inga una pequea cas, ou de un an-
dar, ou rasa lerrea com um solio, eoui quiutal ou
pequeo sitio, que seja perlu do Recife: na rua da
Cadeia n. I, primeiro andar, se dir quem precisa.
AVISO SATISFACTORIO.
O abtiivo tissianado. aaenlc do l)r. Bran.lrelb, faz
scienleaoresiieilavel publico, que pela barca ame-
ricana ruta, entrada nocorrenle mez, tem recei-
do novo i.rovimenlo d#|iilulas vcela de sen prc-
iii io autor: .lesnecetsario be Tazer a apnbmia, I"" "
uso desle medicamento lem mostrado em Brandes
cura) qne nesla provincia se lem'nhlido rom estas
i itinerarias pilulas ; be um medicamento inteira-
inenle inofeusivo, podendo applicar-se at as crian-
zas recem-nasridas, iillimanienle se lem applicado.i
urna inllnidadede niolislias jiilutulas incuraveis, dr
.ttj.i applieaefoaa ion. liradrl lio rcli/e- reulladiM,
que parece cada vez milis rr-olvidiiii problema de
nm ronieiliii iiiimisiiI j \on.lo se na rua da, Ca.t'i.
\elba ii.lll, botica .lo Mi.....le Jos de Brilo.


X
n

/
__ Precisante de urna escrava. catj
nlitini e cngonunadeira, e ilr uui mofe*
que, para o servido de mnu caa estrun-
geira: uoaterroda Bou Vista n. I.
CONSULTORIO HOMEOPATHICOjl
Ra do Collegio n. 25. pri- *'*
niciro andar.
O Dr. P. A. Lobo Moteo, da' consultas (ralis no* |K>l>iv
nas I
1
tocto o clin ca 8 al 13 hora da
manhaa'. Platica qualquer ope-
raran' de cirurgin, ou de par-
tos. Kcvi-Ih' eacravot doentei
para tratar de uu cnlciiiiida-
des, ou lu/.cicpialautT operac;ao'
por preco loiuii'odo.
'O arente do contrato do rap priurea, de
Lisboa faz sahorno rcspcilavel pulilicoque o depo-
sito fui suppiido i mu rap fresco, pelo ullimo .m
k'_,i'|m .i esle porto.
AVISO AOS SKXHOHES 1IK KNC.EMIO.
Atleulas aa Brandes vaalasc na inoaaem de
auna, provenientes de teros tambores das inocu-
ltas |.i i feilamente lomeados, o abaiu assisnado res-
peitosamenle lemlira aossenhoresde enenho, que
na sua fundirs de ferro emFra de Portas, se p>-
ile perfeilamenle lomear de novo un* jobo de lam-
liores, e aparar e endireilar os denles das carretas
rom lana prstela, que se pode enlreaa-los no mes-
mo dia, ev itando-sc assim o iuronvenienle da demo-
ra dos rarrns e o enqiale da moaaem ; assim como
que a mesma fundica se aclia sempre sorlida naf
l de novas moendas de diversos tamanlio* c mode-
sos. scnai lambein de rodas, dentadas, tanto para
moa como para animaos de todas as proporyics, a
saber : volla |Mir volla, volla e quarla, volla Ier-
ra, volla e ineia. duas, tres, qualro collas, ele-, etc.
e porlanlo qualquer senlior de einienbo que-
rendoarrolcrar a sua moenda alim de moer mai
raima no menino lempo, ou retarda-la, alim de es-
liremcruiais liquido da mesma raima, ]Mde Ma de-
mora esculher asnillas competentes, r"unili;a> de
Ierro, na ra do Brum, passamlo orhafarig.D. II'.
Ilottiait. enuelibciro.
Veudc-se Champagne de superior i|ualidade a
|000 rs., a du/ia : na ra da Cruz, a, 6
... iliuivi assifjfiados continan!
a 1er em deposito grande ortiincii-
to de farinlia americana, de dif-
Icrentca mamut e qualidadc ; ven-
dem-se em porcp'et n vontade do
compradora: no arnia/.cni do
heceo do Conralve* n. i, ou no
seu eariptorio, pr<;a do Corno
Santo, encpiina da ra do Trapiche
. 48.Kostroii ltooker & Compa-
iihia, negociantet infrlczes.
Economa a bolea da rapa/.iada do bom
tom, que seembebecam com o deleite
(leaiiemessnrauuscbeii-osas lima na
menina do menino tom.
Na ra Auausta n. 81 veudem-se lima de
cheiro milito bem feila, com i por rento, lano em
grandes como,em pequeas porroe.
__ Vei'dc-se por preco razoavcl, un sillo na l'e
dr.. Mulle em Apipucus, rom evrellenle rasa de vi-
venda bein construida, tende 2 ptimas salas na
frcnle, 6 quarlus, saguu, ruinmodos para asemos,
iwbeira e eslribaria, urande planlacaode abacaxis,
e limitas oulras fruncirs : a tratar na ra do Ara-
go n. 12, primeiro andar, com a propriclaria.
Vende-se um mnebo arande, bonilo c manso
e mais dous ravallos arandes e bonitos, ludo |H>r
preco coiiiiiiimIo : na coebeira da ra Nova n. (il.
Veode-sc vinlio da Madeira de superior qua-
lidadc em quarlosr oilavosde pipa, por prero rom-
niodo: no armaieiiide N. O. Bieber 6. Coinpanliia
na ra da Crin a, I-
COMPRAS.
Compram-sc I nu 8 poi las em meio uso t
mesmo akunias jaucllas : no arinacm da ra .Nova
II. 67.
Compra-se nina necra que cosabeine ennoin-
ine : na ra da Cacleia do Itccife n. (il.
Compiani-se escravos, c vendem-se, recebom-
sc de......missad, tanto para a provincia como para
lina dcll.i; na ra dos Quarleis u. 21, segundo an-
dar.
Compra-sc ipialquer parpe de robre velbo a
2M) rs. a libra, e de litio a KiO i>.: no paleo do Car-
ino venda n. I.
Compra-sc una escrava moca, que leuba lli ,
20 anuos; na ra do Collcaiu n. il, scRUudu andar
nu na ra do Brum n. 28 II
Js)**3e)* -M-itWMWWieMSKStSSJii
P Compram-8e sedla de um a *t
Z vinte mil res, com premio : na *
f ra da Cacleia Vclha, casa de cam- g
>* bio n. .")8. *r
Compraiii-se e veinlciu-se esclavos:
na ra das I.arangeira n. I i.
Cumpra-se una prela de mcia idade quelcidia
habilidades : na ra da Koda n. 52.
Compra-sc um lijuac pura leinrilio. aiuda
niesnio niorln : na |iraca da Indcpeuria n. 12.
VENDAS
HII.IIIMIAS PARA II ClIRREVTr: AY\0.
\ cnilcin-sc. na piara da Independencia, livraria
i. e 8. as rollijnhas para o crrente auno, de por-
ta, alnilieira e padre; assim romo as de aliuanak.
ronlcndo alcm ilas inalerias do cosliime urande nu-
mero dos iiomes e prnprielarios dos enncuhus da
provincia.
Vende-se nina nenia mora crioula da serillo,
limita finura; na ra da geunla Vellia n. 110.
Vende-se MperiOT farinba de mandioca che-
nada de San Mallieus, na escuna nacional .Imlnz,
luiulcailu ao pedo raes do Collcnio; a tratar a bur-
ilo da mesilla escuna on con Manoel Cam-io Pereira
ilosSaiitirs.ua na de Apollo n. lli, primeiro andar.
Deposito de panno de algodao'da fa-
brica de Todos os Santos da Bahia
Vende-se o bem conheciclo panno de al-
j;odao' da lahia, proprio para saceos e
roupa de esclavos, a vontade do com-
prador, assim Como fio de aljfoclao' (la
mesma fabrica : no escriptorio de \o-
vaes A; Companliia, na ra do Trapiche
n. 34.
Vendem-se cspelhos com iiioldu-
ras dourada, os milis ricos que lei'iu
appareeido no mercado : na. ra da
Gruido Recite n. 19, armazem ^ I..
Schuler cS Companhta,
NA
BOTICA llt)MOEUI'AI.IIICA.
fua datCruzem. 28.
Ai'hain-se a venda as obras se&uinles :
Manual cmplelo do Dr. Jalir, 4 voluiues
ricainenle encadernados.
Ilicrionario de medeciiia. por Nvleu.
Manual dedisseccafi, por Coso.'
Curso de plircnoloaia. |ior Broussais.
Atlas loinplelo de analomia com ll es-
tampas culoridas.
llomiH'opathia doineslica, por lliuel.
Memorial do medico liomoeo|iallia
Tlioos.
li alado das molestias clironiras, po
lincmaiin.
Meileriua velorinaria lioinoeopalliica |ior
Guiillier.
Orcanon da arle de curar, por Uauuemann,
Retrato de llabiiemaiin.
Tratado das molestias da pelle. por Jalir.
Elementos de liouiocopalbia, por tiossel
lli moni.
I i-ii.iiih'iiIm Iimih.....-i,,i11..... das molestias
venreas, pelo mesmo.
Pathogenesia dos prinri|iaes medicaineiilos
u'jisileiros. Iiadu/ida do fraucez. iior (iossel
'inmnl
R"iWJ*iRii
- \ ni.Iriu -, amarras de ferro : na ra da Sen-
/.ala Nova n. <.
Vende-se baulia de pSirro derretida, a :iljO rs.
'' -*8* du n',"",'l
A 5,000 r. pi,MBM, 6,600 n. cruaU.
eiidein-si' cba|ieiis de sol de soda ingleza de
-uprrinr qualidade, |ielos prei;os cima : na ra
I" I..illejiii li. 1.
I'tilassii murria an.i
NoanlBoile|iosiloda Cadeia Vellia n. 12, esisle
nina pequea porra de pul.i-.........rirann, cbeuada
rr.-oiu.......me que por superior riv alisa com a da Rus-
sia : vende-se por preco rasoavel,
& BOTICA IIO.MKOPATHlCA.^gS
m 28. Ra das Cruzes 28.
3 Ha para se vender alsunias raias ricas
f" comineilicanieiiloseiii liulura. Caila urna
era' Mompaabada de um fraseo rom glabu-
1<" inri les.....ineiu ile un preparar
Momhos de vento
rom bombas <|p reputo pan n'ii;ir liorf.....
\r cipin, ii.i hiiHlii.m de |), W. Boninuii: na ra
Ii.i i \,i s
(II- H'pl
i fu nui<
1 lil.ll.MI-. t, S, III.
8 E01R0EPRATA.
vf| Vende-te clao de oun e de prala de di- #
J versas larBuras, c por peeco nn.....lo; na J
AO praca da ludc|ieiidcncia n. 17. Ac
.{' -wmtin
v endiHii-sc sacras de feiju, lado prcro de
i-oca is., e a 7,10110 rs. de nulra qualidade: no
caesdo Itainos, arma?eni n. 2.
Vende-so oineM'rav.iilc20aiinos, por miiilo
onmado preco, inirler um |iequeno defello as iier-
na*. que sao um tanto a^oeMea; urna prelado 17
i....... rom principio de Inibilida les; nina dila.nnii-
lo boaquilaudeira: na ruado Hcxario es|reiia n. 2H.
HOMEOPATHICA
ia RA DAS CRIZKS 211.
Diriijidapor um pliiiiiiKireiiliin approoado
Jtale cslak'leiiinenlo |Missue lodosos- ine-
'iliramriilosal ,i"ora e\|H-riuienlados, I.......
na Europa romo no Brasil, e preparados inf-
las macliinas da inveucao do Dr. Mure.
Carteirasdc ISlulmal 160, por preco va-
riaseis, roliforme o qualidade das caitas, a
quanlidade dos remedios e suas dviinni-
sacoes.
1 in.i rarleira rom os 21 priDdpaei remisli-
os bomeopalicos e II obras diffcrenles, iudis-
pensaveis para os prinripianli-s queso qui- j-
lereD eonvenrer da verdade da nova incili- g{
ria conlendo alni de miiilosconsollins l- ^
njeoi, a pallioaenesia de 18 ine.licanieiil.is ^
por................i!S2n m
TuIhis avulsos cada un ).....IsOOO xv
Tinturas de UmIos os medicamentos em fia- J?
rus de ', onca............25000 jg)
AMAM-SE GRATUITAMENTE
para os pobres, lodos asreceilas que para ali C^
maiida qualquer prolMor.
Na inesina botica rneonlrar-sc-lia s.....pie
un arando sorlinicnlo de liv ros em porto- ^
uuere franrer. e euilini ludnqiianlo lie ne- ^g
ressario para o i-sludo c pratica da lionieopa- ^
llii.i. rji
N. B. Reroiniaiii-seuraluilanieiilc ledas as W
'carleiras vendidas no wlalMdeciinenlodeiii- ?g
jos remedio*, pida liumidad...... par qaal- M
Ol quei oulra cansa, liveremsidn deteriorado. ^
' SIT%KIOKlOAlvl fui- ha iaana!"
Na ra d.i Crol n. I. aunar.....de I. II. btensly,
vende-se superiores i ballos da llavana.
Tai xas para engenhos.
Na fiindicao' ele Ierro de I). \\ lf""-
maii, na ra do Brum, passamlo o cha-
fariz, contiua aliaver mu completosor-
tintento de tai\as de ferro fundido e ba-
tido,de ."i n S palmus de bocea, as epiaes
acliani-sc a vcnila. por preco comino-
do e com proiiiplidao' ; cnibarcani-sc,
oucarre;am-seein carro, sem detpezat
ao comprador.
AOS SENHORESDE ENGENHO.
O arcano da invcin-aii' ilci Dr. Edu-
ardo Stolle em Berlim, empregado as
colonias iii);hv.as e Inillaiiilc/.as, ciim
erande vantagem part o melhoramento
ilo.issiicar. acha-sc a venda i'in lulas de
10 libras, junio com o mclhudo de ein-
pre;a-lo no idioma portUgUCZ : em casa
de N. O. Bichee iS. Cumpanhia, na ruada
Cru/. n. i.
,VMH(.()n,;f7%
DAVID WII.I.IAM BOWMAN, encenheiro ma
chinisla e fumlidur de ferro, mol resneio*ameulc
aniiuuriji ,nw senhores proprielarios de eueiih(w,
fanentlciroB, e aoreflpei(a\el publico, que o seu esta-
belerimenlo de ferro mu\ ido por inarbiiii de vapor,
na ruado Ilrum paivando orbafarz, conl.Ba en
effeellvo exerric lo, e arha roiuplelanieiilc nvooladi
com ippareilMM da primeira qualhlade par.t h |kt
fe i (a ronfperaO das iiiaioren |u->;.i- de macliinismo.
II.i lu 11,i.it i nara emprebender quaenquor ubrasda
sua arle, l)a\id William Dowmau, deseja maispa
Ucularneuteclwnar a alleneapublica para ai
jiiiiile, por ler deltas ifrande sorlimenlo ja' proni|>-
lo, em deposito na menina fundidlo, as quaea coi
iriiiiLis em sua fabrica podein competir com as Tal.
cadas em paiz eslranseiro, lano em preco como em
qualidade de nialerias primas e ma* de obra, i
saber:
Madrinas de >apor damelbor rnnstrucaO.
Monidas de canoa par eimeiibos de ludo* os la
maullos, movidas a vapor por afiua, ou animaos.
Rodas de auua, moiuhos de venlo eserras.
Manejos imle|>endeiitesparaca>allos.
Rodas denladas*.
Aaiiilbes, broiues e ebumaceiras.
Ovilboes e parafusos de lotlos os tamanbos.
Taxas, pames, crvtne bocas de fornallia.
MoinbiH de mandioca, movidos a maA o'i |>oraui-
iinaes, e prensas para a dila.
Cliapasde fosae fornos de farinba.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de bromee
Bombas para cacindia o de repuxo, movidas a
inad, |M)r animaos ou venlo.
(iiiiudasles, uuincbose macactr-,
PnOHI bvdraulicas o do |>araruso.
I'errauens para nav4>s, carroso obra-publicas
Columnas, v aramias, grada |M>rlos.
Prmu de copiar carias o sellar.
Cania'., rarrosdo mafiearadosdn forro, ele, ele.
Ab'in da suporioriilado das suas obras, ja' urial-
iiioitlonH-oiilus'iila, David William lluwmail uaranlo
luaheiacla conlonnidade con os mobles e dese-
nbosrontollidiM pelos sc'iilmros queso diuuarem *U'
fa/er-lliooiirounnoiidas, apro\ citando a iK-ca>ia pa-
ra agradecer aos seus nunieros4>s ainiuos e freiuo/es
a preforeucia con que tom sido (Mir ellos domado,
e aHseuura-lbos que nao poupara osforcoscdiliuen-
ciaspara conlinuar a merecer a sua conlianca.
CtL um.i:n.
Vemii'-se cal le Usboa a mais nova do mercado :
na ruado Viuaho n. 19, primeiro andar, escriplorio
de T. de Aquiuti FuBMCI A l'ilbo, ou na rua do
Trapicbe, arma/em df. Aulonio AuqusIo da Fon-
seca.
Veudem-se m vordadeiro?' sellins inulo/os, pa-
lenle, de imda o sem olla : na rua daSenza la No-
va d.49.
VendOHW marmolada uo\a oni booetas de I o
Slibras, caflinhasCOOI Se i libras de peras, dilas
con 1 o i libras do amoixas, caixas com masss li-
nas de odrollinlia, lud.....uito superior : na rua da
Gru do Recife u. i, defroiile doSr. Dr. Cosme.
Vi'iidcMi-jH' lailiilliis ilc niiii imnc:
na iiiivcssji da Madre di-Dcox n. le 0.
ESPERMACETE AMERICANO*
.Noarmazem !; Iravow da M.nii< da i,-.- n.
21. vi'iiiir-si'ii vi em uiusile3033libru.
CHAPEOS DE OLEADO PARA PAGEM
A Ti.((10 rs.
ipii' volla |iara B ruii do (liillcuin.
ikiIi* oteado para paaeni, modenioa,
|H'ln Ii.ii.iI.i prcriiilr MKKI i>. i-iiila
luv.is eacanai malloeocorpadas 'mu
laedeniofo, peto barato* preco da
'.NKRI rs. I iln'i
CERA EM VELAS.
Vendem-se caisas coin cera ciii
velas, fabricado! em Lisboa e no
Hin de Janeiro, soi liineutos a vnn-
ladc do comprador, c por mais ba-
rato preco do (pie em nutra qual-
quer parte : a tratar na rita doVi-
garo o. I!', scj'iuicloanilar, csc ip-
luriidc M.H li.nlu A l'iiihciro.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virj;em, cliega-
da ltimamente de Lisboa, e por preco
muito em cotila : no armazem du Caes
da Alfandeoa n. ". ou a tratar no es-
Criptorio de Nuvacs .V Coinpauhia, na
rua do Trapiche n. 3.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cacleia du He-
cife n. 12, ha muito tuperior cal le
Lisboa, em pedra, assim como pulassa
chegada ltimamente, a precot muito
rasoaveis.
NAI.OJA \. li. DA Itl.A DO CRESPO,
HA AS SEGUINTES FAZENDAS BA-
RATAS.
VeadenvaecorlM de veattV) de eambrala rom ba-
lunlos. n(IStKK) rs.; ililos rom barra, WKKI rs.; pe-
ra id- ramlirain ile sal piros lirimros, a :Wl(lo IcOdll
rs.; rorlc-t ilc i assa rliila, a SHIII rs.; ilito com bar-
ra, a 2s8(i(i rs.; ditos de caen Iraaceza, a Hjttm
r.; rorlts ile chita ruin liana multo lama ipir Ipiii
l:l ', mvailos, a liOOO n.; i>rv.a* dechlueteunaa
rlara, a tiOO rs. a |K-i;a o 1(10 r. o rovailo ; |iera
de eaau deonadroia iMixirs. a peca eSBOri, a va-
ra : na rua Jo CrcsiKi li. (i.
AGENCIA
DA ITXIIIi:AH LOW-HOUB.
Rua da> Senzala nova n. 42.
Ncte entabeleeirueiito contina a ha-
ver mu completo aortimento de moen-
il s e nielas mcicndaspara c-nj;eiilio, ma-
chinas de vapor, e tai\as de l'ern batido
e eoado, detodns os tainaiihos, para dito.
MdE.MIAS PATENTES DE A. EE
T DE MOHNAY. "j,
W Em rasa ile RoUir & Biiloular rua .lo W'
fot Trapiche u. 1-2 acfaam-M roMlaale......- rf
?' lo i, viiulii MACHINAS INTEIHAS E
(A MEIAS MACHINAS .!.- vario, lainanlius (01
A, clesla coiislruri;aO. Estas MOENDAS Ion j*
W a vanlau'm !< rvlraliir das raimas, |wr *
$ cima deis l'OK CENTO aiaiaealdo doqua 7 as ordinarias, roiii .i mis.iiia foiia iikiIi/. ^,
W Arliam-M' IiiiiiIm-iii na inrsiiia rasa TAI- V
Ai XAS DE FEHHO dr imslollo sii|H-rior, e (*
*? ABADOS TODOS DE lEItltO da arre- ^
T) .litada talirira dr ItANSOM E MAV. (01
^-fev^oaw^ %\ ** v V ^^svtiV^v^
Na rua du Trapiilie u. li, primeiro andar,
^cnilo-se ,, seuuinle : |iasta de lirio florentino, o
uiilliiii arlieo que se lonlicre pura limpar os den-
les, branquere-oii e forlilia a geilgivas, deiando
bom misto ii.i bocra eagradwel cuatro: aaoade mil
pal a os lalH'llo, limpaa raspif, e da.'-lhe niamro
lustre; aaoa de perolaa, ele magiro comeitiea pa-
ra arar sanias, ruia, e emlielissar o nulo ; assim
como "a liulura imperial do Dr. Bron, esla valio-
sa prepararad la/dos lalirllu- riiivos mi liraun.
riiinplelaueiile prelos e inarios. sem damnii dos
im-wlos. ludo |u prei'i roiniiiodo-.
li

f
Na luja i
veudem-se
e lindas Tul
um, aulmi
un peqaei
Ol Is. O |
PANNO ITNO DE CORES.
Na luja do sobrado aniarello nos qualro ^1
anlos da rua dn (.laciniado ii.i'J. lia para *>
(lder panno de ludas as roles milito lino ,*
novo, que seu valor real lie 6*000 .-.. *>
ail.i invado, e se vendo pelo liaralissimo A
ineiu i i.-oiKi i... istu por haver graade *1
S i.....Mu.i-,|i.,-ev,........depr....... W
* Veadem-ae charolo da Bahia desuperioi qua-
lidade em i-aivas de Km. e de A"iO|iiii liarato proco:
na ina da Cruz u. 2(i.
Veude-se una llullalilllia de idade de III ali-
nee, lionila liuura : na na da CriK n. .'id.
(AL MllliHI HE LISBOA.
\ei.deni-so barril com cal do Lisnoa em pedrii
diegmlfl polo lihuiie .Vooo temedor : nu na de
Apollo o. I". iriiM/'iii do MMMtr.
m\<;aas.
Na roa eareilido Roiio D. II, vondenHw m-
i;Sis i elalli eem hanioas ; dore de caj, deana-
niiz, o de inanialia, em hai ris, o de>las mosinas qna-
lidades MOCO, Al libras: na nie-ina casa so dirn qnoin
precisa do nm raixeirn do Ka 10 anuos, para \enda,
anda niesnio nao orando mjiilo pralioo no neum-io.
OLLADOS PARA -MESAS.
Vcndcin-sc oleados [tara mesas ,
droens bonitot : na rua do Trapiche
mero iS.
Vcudi'-se superior v iulm fraacei braacoe lin-
io em han i-, por pceo i-oiiiuiimIii : na rua da Cruz
numero (i.
a 1)0 CRESPO N. ti.
iprios para escravos, pelo di-
l.-litlrs.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Veude-te rape Paulo Cordeiro, em li-
bias ca relaiho: na loja de Antonio Lo-
pes Pereira de Mello, na rua da Cacleia
n. 7.
SACCAS CON FARELLOS A 3,500 rs.
.No arma/em u. I, do Ca-, da Allaodega.
FARINHA SSSF E FONTANA.
\ einle-se me. arma/eus de TatRI i\ Irmaiis : n.
rua du Amorta,
POTASSA SITEU01.
Na rua de A|xillo, armazem n. II,
inlassa, por preco rasoavel.
!iStK;.r J* :
pa-
iiii-
l.i ((I III
toree eoberloraii
rpados euramles. pri
ininulo proco de IP^HO
1,280
Siip. '
FAZENDAS PII0PHIAS PARAQUA-
UESMA
Seliin prelu de Mat-iiu mu'lo superior, alte'^'"''
.UMiOOrs. orovado; sai ja prela hespanlmla da pri
meiraqualidaile, aoeoOni/rf^i'li ; casimira pre-
di mnilo Tina daslica, a "sOOO eXriDOrs. <> r(tl<;
panno lino prelo o 3*000 c 4VO0O ra. o covado, dilo
anal a :*,V)00 e ^OO n. o cmado ; prineeM prela
mnilo lina, a NN) e 1?000 p.. ; dpaca prela lina a
800 e 19000 rs. o corado; corte de hi im do puro II-
nbo a l7.)0e x'NNMI r*.; ganga amarella inlransada
moilo encorp;itl,i. a 4(M n. o covailo-i riwado de
linho, alBOis, u rotado; e limitan maU fazenda
por pre<;o coniinodo: na rua do Cre*|>o 11. 6.
RAP DE LISBOA A 40 RS.AOITAVA.
Dinlieiix) u vista.
N.i rua doQneimado* loja da equiua do boceo da
i .iMiLJi c.'.ic.1.1 n. il, vende-o rap do mais novo que
elisio no mercado, oleado no ullimo navio
as mnmm ^w ***# ###
y. \ eude-se una laberna em l>on> local.e bem 'X
3$ afreguezada para a praca: qnom quizer, diri- &
a* ja-ne aoalerro da Boa-Visla n. 24,quescdir ;:
0 <|iieui tende. 0
Vende-fe fariulia de mandioca de boa quali-
dade. por proco commodo: na rua do Amorun n.
:(!i. ou iioarmuem urande, no cae* da aliandoea.
- Vcuib'-so o Immii arredilado licor de Absinlh e
Kirscbe na rua da Cruz n. :.'>.
BOA ACyilSK^AO.
Vonde-m*uiiiHIjoa beira dorio, no lim da pro-
priedade de Saul'Aiina de dentro, adianto da ponte
de l.eboa, defronlo do silio do Sr. Gabriel, rom
1,000 palmo- ao longo do rio, e boa baixa deca-
pin, que Mudo comeuieulemenle ajiro\eilada gs-
tenla mais de M ca\allos; lem urna iiiaKeslosa rasa
COflll TO palmos to fenlo e 90 de fundo, com salas,
gabinetes, alrotas equarlos, e ron lina eom aeslra-
da que lem do reoeber a ponle proj(H'lada, para
unir a eslrada nota com a da ponle de ('elida |>ela
assacem do Cordeiro. A pro\imidade to baub", a
rlilidade do leiTono, .1 -.iloliridado di> hiuar, a
elegancia ecommodoa da casa afo circonalaiKiM do
grande merilo para quem desojar reunir o ulil ao
auradatol ; os prelcndenlet |mkIoiu enlentlor-se com
0 corredor Miuuel drneiro, e para ver, coin Joao
\ oiiaueiii Machado: na mesmu propriodude, do-
inmic .1.1 tonda do Si. Nicolao.
DEPOSITO DE CALE l'OTASSA.
Na 1 na ila cadeia do Hoiifen. .~>0, toudein Cimba
Amorim barr* com i amibas do cal em |>edra,
reeeiileinule cbeuada de l.slHta, e pulassa de boa
inalidade.________ _______
Panno ecaiemira preta.
! Na loja do solnatlo aniarello nos qualro can- ;
^ los dama doQuoimado n. '29, lia |>ara tender ^
a um grande sorlimenlo de panno preto cor li- h
' xa, c ile casen 1 ira prola elstica, qoe a t isla da Q
..'i hUPBDtUl o do prOOO o comprador mo pode dei-
^ tar de comprar. B
MSK" >"i t?S8SeSS8SBaSB2SBS0BSSgSSKB
^ eude-se una prot;( do 22 unos, mullo boa
liuura.euuoiimia muito bom. cose, co/inlia, o be de
l>oa conduela : na rua do Collegio 11. 21. primeiro
andar, se dir quem tende.
oil QUE PALADAR!
0 eicellenle doce de (odas as qualidados do file-
las da Europa em calda, Imioes c lulas, feilos |h>Ios
melilotos autores do l.islwa : na rua <-slreilado Ho-
lario n. 11.
Vende-se urna prela, crioula, moca, reiureada,
que cote e COttldia muilo lioin, o onuoiiima |M-rloila-
meule, lio lambein do st-rtico de rua : no principio
da Capiinua tellia defronlo da casa que esl edili-
cando oSr. Sobiislio IVna.
Vende-si' mu fauolo para msica militar, com
a sua eoiiiiH'len.e msica para o saher locar, um
bonllO uloboeb'uanto para alumiar una sala, ewai
cadeiras d#ucaraudw : 110 atorro da lloa-Visla. loja
AO BARATO
* Na 111a i loja 11. 9, \eude-se
chita le padi'o'efl esciutM e muito lina, a
100 rs. 11 covado, dila lraiiee/.a
uiiMf de largura, a O n.;
guerea antes que se acabem.
SANOS.
SALSA PAKRILHA.
Vicente Joa de Blilo, nico aueule em
buco de Be J. U. Sands, cbimico americano
1 blico que lem t licuado a i-sla pr.ica urna
poreao ile IhNCna de salsa pai rilba do San
sao M-rdadoiameiile Talsilicados, o pre|iar
Hio de Janeiro, polo que se detem acaulolar os con-
sumidores de Ifio precioso Talismn, do cabir ueste
ciiu.iiio. ttiuianilo as linioslas coiiMSiuomias 1 j m-
sompro cosliimam Ira/er os medicamenlos falslica-
doa0eUtboredoapoU man daquelles, que anlo(MH'iu
seus itilcrcsses aos malos eoslrauosda Immaiiidado.
Porlanlo pede para que o publico so |Hrssa Hvrar
dosla fraude 0 disliiiuua a \01dadoi1a lalaa parri-
llia de -- mi.U'l.i falsilicada o rocoiilomouloaqui cbe-
uada ; o aiinuuciaiite fa/ ter que a terdadeira ae
tende uuicamenlo em sua Indita na rua da Coucei-
ja do He.- 11. 01 ; e, alm do recoiluario que
acomparflia cada frasco. Irm em baixo da primeira
pagina seu nomo impresso, e so adiar sua tirina
em mauuscriplo sobro o intollorio upress> do mes-
mo Irasco.
5 >a loja do sobrado aniarello nos qualro i
u calilos da rua do Quebrado > 89, ba para
^ tender um loiuplelo sorlimenlo de fa/end;
*| propriaspara o(oiii|hi deqiiaresma, consisliu-
gs do fiiisarjadoseda prelaItespanhola \erdadei-
ra; aupenO Mdim puto de matan, muito pro-
2 pijo para teslido ; elamialole de seda delislra
P prelo, loa deseda pelos, ineias piolas de sed,
gg de peso, lutas prclasde soda, e oulras la/en
'j das, que lodasae vende porprecu muilo com
HIO "
pal
fii'
iiuii V
(-Mus,
Arados anierieaam, ebegadu dos EttadoeAIni-
dvs: aa rua do Trapkhe n. 8.
Vendonf vinlm de Champagnele-
gitimo c de superior qualidade: em casa
de J. Keller & Companhia, na na da
Ci-uzn. 55V
Em casu de J. Keller Compa-
nhia.na rua da Cruz n. 55, lia para ven-
der dous exeelterte* pianos fortet, e de
una dits melllorealubricas, cliegado ul-
liniainenteda Europa.
Vcndem-sc '2 mulatinlios proprios para pa-
Kens, e 1 negra de idade porm muilo rolimla, e 1
moleque de 18 auno, : ua roa Vellia n. 55.
veadein-ne as cai n. 27 e 46 da rua Augus-
ta, e parte das rasas de obrado ns. 14 e 16 da rua
da Cadeia do liairro de Santo Antonio: a tralar-c
ua rua das Trinrlieiras n. 48, primeiro andar.
Tliailnai lli 3 escravas moras i-oin algumas lia-
liilidades, I muala de muito boa ronducla, queen-
goinma a roinbo, 3 prelos que servem para qual-
i|nri -i-i un. 1 moleque de 13 anuos, e mais oulros
escravos quese vendem lodos por preeo em cenia :
ua rua das Larangeiras u. 14.
Vende-se una escrava, crioulaude Imnita fi-
gura : a tratar na rua das larangeiras n. 18.
Na rua dos Quarleis u. ^0. veiidein- lesou-
ras de (iuimares, pronriai para costura, assim rumo
loucas de lii para seuliora, e luvas de lorral muilo
linas, dilas' dr fio du Escocia lainbel.....uilo linas.
e dilas amarellas ecor de rosa para bailes- n.asque.
por seren muilo proprias para este flm,
Aiuda eiisle na rua da Cadeia do Hecife, loja
de ferragens de Jos Dias da Silva, couros miudos
para vender, c una pequea porco de reiina de
angiro, que ludo se vende |mr prefo rominodo : os
prelendenles dirijani-sc a mencionada luja : assim
romo lainbem arrenda qualro grandes arinacoes ; na
rua Imperial entre o sobrado do Sr. Cusmoe o do
Si. esrrivao Cjin|ielln. lainlieni por mdico aluguel.
Vende-ce um garrote lounuo, lilbo do pasto:
iiesl.i l\|>ourapliia se dir.
Vende-se anille em canta bom queijos doser-
to k muilo lina e aba gomiiia para eugiiminar e fa-
icrbotiaboa, a reaiaa de anguo: na rua do (Juci-
mado, luja n. II.
TuilllOBI lai sanas rom mullo alva c una iiom
ma |iara 00(01.....ar e fa/er Imliiilni-, e Ima retina
de aiwieo : na [ua do (Jucim.ido. loja n. II
Vende-se um negro, crioulo.de idade d '26
anuos, sendo muito Iwiu ranoeiro e perfeilo rarreiro
|r prcro commodo. e vende-se mais una |>orro de
feijao em saccas ou medido : no caes do Hamos, ar-
mazem ii. 2.
Charutos de Havuna
Os niellioresque teem viudo a esle mercado,
vendem-se conlinuadaiiienle, em casa de Brunn
l'r:ii':-'T ,-, C"i.i|i mlii.i, na na da Cruz n. 10.
Hunii'iliii especial para boubas e cravos
tu-, continua a vender-se na blica da r>'a do
Kangel n. 64, que fui do tinado Sobastio Jos de
Oliveira Maccdo.
Instrumentos de msica.
Tanto para orcheatra, como para mu-
aica militar, vendem-M muito em conta:
em casn de Brunn PraegerACompanhia,
na rua da Cruz n. II).
Em casa de J. Keller A Compa-
nliia ua rua da Cruz n. 55, ha |iura
vender, por preep comniodo, coiiros ,
proprios para cubrir carros, chegiidii ul-
mamen te.
Vemlc-sc o venlaileiro viiilio ile
cliampagne, de excellente qualidade, e
muilo em cunta, para li(|iiidacao : em
casa de llruiii Praegcr A; Cmpanhia, na
rua da Cru/ u. 1(1.
Vciiili'in-sc lahiias de pinh". Iiu-
;as, du Sureia, cuslailii, costiiiliiiho, as-
snalliu e forro, e para fundos de barri-
cas, cimento as barricas c as tinas, re-
mos de (ia, oleo em Ixitijas : atru's ilo
thealrii Vclho.
Deposito de tecidos da fabrica i
de todos os Santos, na Bahia. jg
Vende-te .eni casa de Domingos Alvos 2
Mallieus, na run da Cruz lo Hecife n. .'>2, S
primeiro andar, algodao transadoda.|uella
l'.ilirn.i. muilo proprio para sainos e rou-
pa de escravos, assim como lio proprio par
CAMBRA IA9 PAKA MOSQUITEIROS.
tfa luja de Cuimarilea i Henriquw, rua do Cris-
po n. 5, que volla para a rua do Collrgio, venuViu-
-e rambraias de cores para mosquileiro. is mai, in.
dernas que lem vindo a esle mercado, pelo buralis.
nm prero de 39J00 rs. a pe^a: a ellas, anlr- que
se acabem.
Na rua da Cadeia do Recite a. 6, primeiro mi-
dar vender tabellas, pannos e larosparabilh.n.i.,.,
prero muilo em cunta; ludo no'uem Iwmi wlado.
Vendem-se pecas de hrelaulia de purolinlm
om ten varas, pelo barato prero ne 35 cada
i;,i: ua loja do sobrado aniarello da rua do
Jueimudo n. 19.
OCUL0S.
Chegou a praca da Independencia, loja o. 18 e
20,iim rico sorlimenlo de oculos para lodas as vista,
seja com vidros brancos ou azues, com gra'o ou sem
gra'o.e comarmates de ouru. de prala, de tarta-
ruga, de li.dei.i. ou de aroMa vontade do. compra-
dor. .
- Vendem-se lonas, hriuiaA, briiw e nieiiu In-
da Russia : no armaiem de N. O. Uiebcr (\
Coiiipanhia, na rua da Cruz o. 4.
Vendem-se em casa de Me. Calmonl & Coin-
paubia, na prara do Corpo Sanio n. 11, OMguinle :
> inhn de Marseilleem calas de 3 a 6 du/ia-, liabas
em uovellos e carreleii, breu em barricas multo
grandes, ,n.i, de inila sorlido, ferro iuglez.
Dpposilo da Cabrios de Todos os aantoc na Bahia.
vende-ee, em rana de N. O. Bieber & C, na rua
da Cruz n. 4, algoda trancado d'aquella (abrir,
muilo proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos, por prec/i commodo.
Ainclilt EawtaMaw.
Na rua de Apollo u. 6, armazem de Mr. Caliimu
Cmpanhia, acha-sc coiislanleinenle bons suili-
lui- ii i..- de i a i va- de ferro eoado e balido, tanto ra-
sa romo fundas, moendas ineliras lodas de ferro pa-
ra auimaes, agoa, ele., dilas para armar em niadei.
ra de lodos os lamanhosemiHMosiismais modciiu,
machina borisontal |>ara vapor eom forra .le
ii-avallos, reos, passadeiras de ferro e-lauli,i.|..
para casa de purgar, por menos prero que os de ro-
bra, esvovens para navios, ferro inalr/, taiilu ra
barras romo ei arcos e Tullas, e ludo por barato
preco.
(.'HU.
Vende-se gessocm barrira-. i-licuado ulliiiii......r-
lc:cm casa J. Keller & Cmpanhia, ua rua di
Cruz n. 55,
Vendem-ne relogios deouro e pia-
la, patente inglcz : na rua du Senzala
Nova n. 12.
ESCRAVOS FGIDOS.
S
a?
lem superior
Sait5
.- IIEPOSIKHIE IIOCKS IIEOI Al.lliMUS. M
J si (.lilis F. HE CALDA, K- COMEITOS
DOCES DE K)RA 11(1
\'eiide-se lano em pare,
m em raiiinliaa bem enleili
* barrilinlios de Imn- Il.......il
feilos, ditos com frurlas da
.MI'BKKI
i voiuii a relall
as. para miiiifi
i, frascos decu
I11I14. hilas ei

49 golea de uoiaba e arara, bolinlius. bem feilos
9 de diversas qualidados. |hii preroiiuiiiiiihIo ;(
M uu lilaila Cru/. 11. 2\, roiifiuntl- ao iliaan/. #
(1 a-att '--<%$;
RUAD0CRESP0N.23.
Vende-se ineriiu prelo e de cores, a MNNI rs. oco-
vado, panno prelo de muilo boa qualidade, a v&itKJ,
rs.; cortes de 1 assa do rdraa, :kiii ; ditos de
mcia rasemira a a &&*> dlloa da rasemira a .V*XXI;
sarja prela.....Ua ii|H-rior a SCkHO orinado ; seliin
de marta leuilimo. a3a500 ; rliltaa prataa.o de ro-
rescscurnspor prerosioiiiiiiimIih ; lisiado Irenrezes
Iigos, a DU rs. ecutres umitas fazendas baratas
para fechar conlas.
CHAPEOS D0CHIL1.
Venileni-sechapeos du Chili de linios os lamaiilios
e qnaliilailes, pur preco muito haralo: na tua do
Crespo 11. 3.
rAKIMI. II VAMilOCt.
Vrii(i*-* irinljH de Smiin Cathai'iiia ,
em MccUt 0*1 iemellas, n vontade do com*
piador: a tratar om Manoel Alve Guer-
ra Jnior, na na do Trapiche n. li.
\ cntlf-M' doce seceo c to elida tic lothis as qna-
IMBdMi |M'ln jiiciii tflgnlnia 1latas ile uclu, adtt
lnoloes, ImrrH, a qualro pahuas, doce mhi-o, a duas
palacasa libra, ludo liein feilo r tem urranjado em
ciiixiulias : 110 sili-i du vu\a un linndn hOOttlTei-
letra l'iulo, estrada nova que val da Soledade para
o Manuoiiilin: proinelle i%>* compradores aproui|>-
laras enrommeiidas com prumptido, indo no dilo
silio comprar.
Veude-se a arm;n;,1o um lorratlor izr.mde,
um moiiilm ile imier rule, e urna Ii.iI.iim ,i (iramle'
ctim |Mvos : ua casa da rua das Triuclieiras n. 8, e
0 iiiits a Militado do comprador ; ludo se \cude por
menos de melade do i?u miIoi, a dinlieiro \i-i.i,
por seu dono se retirar hre\e, e roa .*m- mmis de-
vedof liajam de Ihe ir payar ipianlo antes: aira-
lar na mesma: e uaranle-sea chave da casa a quem
gamprar
\M II.I IIIUll I sll'l.llllllilllUlI
SALSA PARRILUA DE BRISTOL
SOBRE A
SALSA IMRRIIJI1 HE S.1MIS.
ATTENCAO
A sal-a parrillia.de llrisiol dala daada 1832, e lem
rolislanlcllielile mauliilo sua le|iillai.'ao. S'lli lu-iessi-
ilade de recorrer a pomjMNOi aiuuiiii-iosile ipie as pre-
par.ici'ies de inerilo j..,.li-in dtopanaar-ae, O surcesso
do Dr. Brisiol lem provocado inlinilas inveha, ha
entra oulras, as doaSra, A. B. li.Saiids.de Kew-
Vork. preparadorese proprietarioadesalu lurriiha
cuiiliis-jila (M'lo lime ileSands.
E-hs. seiihoris. solirilaraiu em IHI2 a aceucia de
salsa ,.n i illi.. ile Hrislol. e como ua o pedtaaaw B-
ler, I,il,11, .ii.iiii nina uiui.i..... de Hrislol.
Eis-aipii ararla queosSrs. A. H. II. Saidsescrc-
veraui ao iir. Biist.it, uo dia WdoabrH de 1849, a
que se arll.l em no-so [Mider 1
Sr. Ilr. C. C. Blislot.
Bfalo, ele.
Nosso apreriaM'l MMihor.
Em lodooamio |>assailo temos leudido ipiaulida-
ili-s consideraveis do evlraclo da salsa |iarrilha de
Vm, e |H'lo que llovimos di/er de suas virtudes a'-
quelh-i que a lem usado.juluamos que a venda da dita
medicina se aiiumenlara' muilissimii. Se\'m.qui/er
fa/.er um convenio i-oiiiiiikco eremos que nos resolla-
ra iiuita vanlagam, lano a nos como a V. Temos
muilo pnaarosa Vm. nos respanda sobra aata aa-
suinplo, e se \ ni. xier a esla cidadeilaqiii a um inez,
ou fousa si'iiielhanle, leriamos muilo pra/er em o ver
em in,-..i I..un.1.1 ua .1.. I iilii.n ii. 7!i
Firam a's ordens de Vin.'seus ngaiol ln iilon-s.
Assioados A. H. I). Saint-.
CONCLUSAO'.
I'i un-n. A anliauidaile da salsa pai rillia de lli i-
lul he rlaramente provada. poisqueella dala desde
1889, e que a de Sands sii appareceu em IH2, pora
iiaqual esle droguista nao pikle ohler a aL'euria do
Dr. Brislol.
Segundo. A siqierioi idade da salsa parrilha de
Uii-lul he iiiruiili-.lai.|. |iisqiienaiiol>slanleaioii-
rurrenria da de Sands, c de una porra! de oulras
proparacoes, ella lem maiiliilua sua icpiitacail em
.jii.i-i i..!..a America.
As auaertaiascvprii.....ia- fritas rom o uso da sal-
sa parrilha em todas as eiirermidadis oriuiuadas ]iela
impama do -anjue, e a bom evito ohiido acata orte
pelo lllm.Sr. Ilr. Sigaiul, presidente da arad.....ia
Imperial de medicjia. i'.-l.' Ilustrado Sr. Dr. Anto-
nio Jos Peivoloem sua clnica, e em sua afamada
caa desande aa Gamboa, |ielo lllm.Sr. Dr. Salur-
niuo de Oliveira, medico do eiercilo, e |Hir varios
nitros mediros, pcrinillein hoje de priK-lamar al-
laiueole as virtudes i-nVa/e- da salsa parrilha de
llrislul.
\ i-lu arliaie de novo alierta a iMilira du Sr. lo-
s alaria (ioncahes Hamos, na mitiga rua dos Ouar-
leis, mudou-se oulra ve para all o deposito da salsa
parrilha dr Hrislol.
Vende-seo deposito de assucar da rua llircila:
a fallar aa mesmo n. Ki.
- Vende-se muilo su|ierior carnaiiba em |mi. rbo-
gada reieiilenieiile : na rua da Cadeia n. :M.
redes de pescar o pavios pata
prcro muito ronunodu.
\ ende-se una pela de mcia idade
ajana pretender dirija< a ruada Gola
Vendeni-se rinru esiravos, sendo mu ptimo
moleque deidade de IH anuos;.....dila de mcia ida-
de, bom ranoeiro; oulrocarreiro : um dito bom ro-
ziulioiru; moa linda miilatinha de idade de IK an-
uos, que enuoinma erse: oulra dila de idade de
SOannoa; daaeacravaa de todo oservico; ua rua
Direila n. t
Vende-se um tillo aa principio da estrada do
Arraial, rom boa casa lerrea envidracada, coiitemlo
duas salas ile Ihuii tamanho, sale quarlos, roziiiha,
copiar coIhtIo, rasi para eacnvaa, eslribaria para
tres ravallos, e rom assenlos de podra nfrenle da
rasa, sendo lodl raleada pelo lado dos oiles, o silio
lem mallas arvores de fruto. eansMiadu em laran-
geiras, jaipieiras. manmieiras, rajueirus, roqueirot,
oiti-coni e nutras, rom grande baixa para rapiin. ca-
i iiiiIi.i de lina auna para lieher, rio no fundo para
lianhi........a urande capoeira que fornece leuba lo-
do anuo para o gasto de rasa : qiieni o pretender d-
rija-aa I rua da Cru/ arma/eiu B. '2~i. que sen ven-
dido em eonta.
Ementa de Roatron Rooker&Gom-
puiiliia, na iiinilo Ti-upi-lie ii. 48, un-
dem-ae barra com carne salgada.
Veude-se un mdalo para o Bio liraudo do
sal, de idade de Jl.innos.pouro mais ou menos, pro-
prio Para lodo oservico; ua rua do Queimadn n. M.
KAPE".
Na rua da Cadeia \"filia n. 15, vende-se rap que
iguala com o de Lisboa da fabrica de J. J. da Bocha
t\ C. a I -ia mi, i libra c aHtltl rs. ineias libras.
Veadem-ae: ueurros asMaalas na labaraa
ila na praca da Don Vi-la n. ., junios ou separada-
uieiile. iHir se querer desmaiicliar a casa ; a tratar
ua Iravessa da Madre de Dos lis. t e (i. I
Vende-se nm par de radas novas para carro-
a, por preco coinmodo : quem a pretender, diri-
ja-se a rila dosCoj'
Sabbado, ."> do correle, s 8 horas da noii.-.cs-
appareceu a prela Iguacia, crioula, lh. d" llnyi de
rea e viuda ullimaiiioutedc (iu.irabira.desronlia-M'
de queaude peloRcffeouqi.eioeparaodlo brejn,
Inalla e refon.adade rorpo.cr preta.leni nos Inai.u.
c as costas bstanles marcas de sainas.que |iiirei-eni
de chicle, e no pesclo por baixo da orelha ,--
querda lem una cicaltjz bastante vWvel, leviw
camisa de madapolo c vestido dcalgoilao n/iil u.,i.
do, panno da Costa novo, azul ebranco, com franji
de Iwlolinlias encarnadas, e mais um vesiido de chi-
ta roxa c..... flores riicaruadas c brancas, e uulm
branca rom trancas v ardes, ja voltios; quem a pegar
e levar a rua do Crespo n. 8, ser bem recompensa-
do de seu Iralialho.
No dia 2 do correlo feverefro, desapparcieu
do abaixo assignado, o pardo Alcilo, rom ossignao
seBuinlesiralielhisrarapinhos, barbado, cara desear-
nada, una das orelhas coin brinco, e raso tire o
briuro lem delirar o furo ein humadas dita-, falln
urosso, inlilula-se por forro, andar rauuueiro, |mt-
aas arqueadas, liebe agurdenle, o mesmo absiio a-
-uii .ii.i respiinsibilisi |H'iaiile a lei a luda e qual-
quer pe*HM que o arolher em sua casa, pauamlii-llir
lilllrs. diariosdisde o diada fuga do iiii-uuu al "
dia que for preso, em rasa de quem o tiver ; c quem
o pegar lexe-oua estrada de Giqui, ein casadeJu
Correa Leal, que ser generosamente recompen-
sado. Mtinnrl Pereira Mmjalha'et.
OB
I (Kl,uno rs. da gratilica
No dia 12 docorrente nm de dexendiru
illillipiisllillinsam negro de iiomc Januari.i.
fulo, de idade, (miiii-o niaisou inenns de lli
a aVi anuos ; com os signis, ssgaitea : al-
a e urossnra regalar, liaslanle barbado,
i falla de denles na reiile, meio cainlii-
levaodo chapeo de palha oleado de pre-
cujo esoravo (oi conipradoa HippulUu
5*1 (jiciano d'Araojo, morador no engenbo Ca- C
* bacas, termo da Campia Grande. Este i *
craxo fui sedmido do eiigeuho Torrinha |.r fi
l.oureiiro Bi'iilu da II-.. ha. semihrainn de K
idade 'i anuos pinico mais ou meaos, alia- g
ra regular, secoa doearpa, rosto corado, lem r*
bastante barba mas rapada, rabollos prelos, r i
olhos ineics galios, falla de um denle na '
Ireiite. Sahiu rom um chapeo de palha
chile, e DMOUBde emuin cavallo ruron anl,
lambein desapparecido domesmo engeiili
qualquer pS-woa que o pegar II aga ao s
senlior Joo Jos de Mcdciros Correa
luisiiioenueiiho Torrinha, ena i-idadedii I
rahiha a Jariulo Jos de Medeiros Com
que sera' reconi|iensado. Assim lamlK'iii i
In
lo
a luda-
odil.
as autoridades de polica
.1I.1.1.
(tor-
ios Copiares, rasa n. '
GRANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOL.
BA DO COLLEGIO M. 4.
J. Falque fai scieule ao rcs|M'ilavel publico de
Pernaiiibuco, e em |iarlicular aus seus Irogueira,
que acaba de recabar deParis, romo do Hio de Ja-
neiro, da fabrica de Patojae Irmaos, um lindo e
completa sotilmenlo de chapeas de sol de seda o de
paiiniuho, lano para huniens romo para seiihoras,
tendo para os priuiciriK um esrolhulo sorlimenlo de
chapeos de sol coin calis iuleiriros os mais lindos,
que lem viudo em caricaluras diversas, ditas de cali-
na, ele.; urande quanlidade de sedas e paiininhos
em peca para cubrir armaciVe* serv idas, as que forem
le ferro, envtTiiisam-si' que liraiu novas; ludrias
largaa, estrellas c de ac para espartllboa e vestidos
ile senhoras. InMiuahis bonitas ; cobre-se e concer-
la-seliHlae qualquer qualidade de chapeos de sol;
lodos osohjecliK cima mencionados vendem-se ein
|Hin;aii e a retalho |ior menos prero que em oulra
qualquer parle.
RAPE PAULO COROEIBO.
Na ruadaCadeijtlo HeciTe loja DafiO, de Cuulia ,\
Aiiioriin, vi'inlf-'-i: IkiIo e iiieiondilos de ra|^ Paulo
Cordeiro.
Yeiidc-iiisesimKcoiiisii|U'riiii' la relio de Irifo:
na rua da Ou/. u. :6.
\endeni-se cera de carnauba muilo boa, sola,
fielles de caba, e Inilas, liulo rhegkdo auora do
Aracah, |Hir mu coinuiodo prero : na rua da Ca-
deia do Recife n. A'.t, primeim andar.
Vendomt' rclci^iox d ouro *l*'|>a-
liiih: iii{jKv., os iiielliores qiieU*eiii viudo
aeite mercado, e do mais acreditado ia-
bricante de Liverpool emoasadeRm-
m'M Mellis A <'.um11;mili,i. na rila deia do Recife n. 36.
Vende-* una armacao tle \euda coni seus
pcrleneei e aluua-sc.a nietina ua rua do Hosnrio da
Boa Visla n. (0 |M>r counnodn preco; a Irnlar na
rua da Ouz armazem u. i\).
Oleo especifico para curar a caspa o con-
servaro cabello, continua a venderse na botica
<\\ rua du Rangel n. 04, a (MO r?. cada vidro.
AVISO.
I>e?ia|i|mreceii ila ca*a do ab.iixu mifflMflo
dia wvla-feira ITdedezemlH-o, um escrax
natural do Awu'i, |M>r mue Miguel, represeatar*
ter X anuos de idade, com o* tJgDtWI temiiiil >
(Hlulura reiiuiar, coi|kirefor;do, uSu epsni'
dfls, leudo o dedo urande do |r baslanle iieparaaii
dos outros, sem barba, rosto Irianiailar, olln'* i-*-
(penos, tientes liudos, e falla dB pouco faiilWM
leMiu camisa de ciscado coin inanuas curtas, calf*
dealiwlaft azul e fbapude pallia. Leuiu juiiIhiicii-
le nina saha le prala laxrada com is IncnMA. *
S. B. enlacadas no centro, e |k%uihIu- I" "itavii<
roua-se a quem a memua salxa for oll'ereciilri, 6 I
ipieni (KKler apprebender o dilo escraxt", de o man-
dar entrenar a seu senlior, na rua da Cadeia do He-
cife Di i0, ou no sido deifl residencia em BeniliM.
em frente do >i\ero, que pronielle uraliirar i
ueiu.'rositlade,.Inluuiu l'uleiitim tn Silta
rota.
Denle doniiujo que s;ibio o moleque AiiUrtiw
.iMiider tapioca, ionio cmlunw, e le o prtWiHi'
iWOTOltoa. deiando a bandeja em urna casa, ele-
\,indo Mconisiaoo dinheini, e suppc-sc ^iie km
i>.ii.i Capang <" Cachang* : le*ou camisa denVauV
azul anda em follia, e calca de uanua azul ; isl
rom a cibera raspada ; e lem no pe direito o ileAi
que tica ao \t do ininimo lao peipieuo que neb
iiiuilo reparaxel : |m.Ic-o as autoridades poliriar*
e capiles de cam|M>, que o prendam e le\cin-no .i
Suletlade n. IJ, ou a uaxessa da Treinpe II. S.
No dia _'< dede/embro proiiinu p,iyviilo.' sapjMireceu doencenbo Haiz, na freKiieziail.i E*a-
da, o eatravo, crioulo, de uome io. de i L !c !-
i) a 30 anuos, altura reuulat, cor^ *cro e e*|-
uadoteara desi'arnada, nariz afilado, pouc.i ImiIw;
lemiM face direila marra de ferida u ..silln : le;
Muiroupa de aliodo azul; rbape.i de |H'IIo ; j*'"'
surrado as oadeca* e ja le\ou ferro no p, lu**"*
lenba marca, um lauto paiola, fuma cinarro, fia
esera\o do Sr. Maxiniiano Aulonio Philio de <**-
\aes, morador no silio Duas Podras, comarca da
IJmoeiro: roga-e as ulorhfadca poHciaes eciia-
l.ii'-ili'ciiuipti tpie i pearem, de o condii/ii ao dilo
enu'enho, on ao Hecife a Joao Pereira de Arai1M,K
sen. recompensado.
SKNAES OS MAIS CLAKOS.
Hesapiwri'ieu do enueiiho la da Ircuuc/ia Ir
Si..... Aila, na noile do dia 13 do enrrenlr Jjuiei-
I", oaeerave Beaadleka, crioulo, earreini, atrasas
ile-iH anuos, cilr k'in prelu, baiso, seceo. i-pao.'"!1.
bragas urossos. peruas muilo linas, a caita -ul ii '---a | ii, la. una | u-i -na camliela loria! ruin iinj"-1
de quciiiiailura sobre o |k, os ps pequeos r ,i|Mllir-
lados, roslo coiiiprido, sein barba, olhos P^PH'"
|HX|uenos, bocea reaular, lieii;os tinos, orelhas km
as, denles muilo alvos c perfeitos, rom o- -1-'
rima limados, hila mande, tein atarea deunipf
ipieiin Iklha no ajeaba, ou junio ao raido da borra,
a desurra aas aaeeasa, lie cochiladoi c nano, sibib
mais quandoteni niedo, quandocaminliaauil.iii|ii'-
siul.....clinando-sc para dianle. baleara niiiii"1"111
aabraejea, lem ar altere. Kpilio levando soairal*
vmlido una ceroula de alnealao, inirm he provavel
que leal roupa Feriad*. Esle esrravo fui romprj*
em selemhro de IKJUao Sr. Mavimo Marinhu dal.ii-
uha Wandeclev.do cnsenlindeMarianu da freane-
/ia de Meirim,' da provincia de Alanoa*. liona -
|Kirlanlo a appreheusao desse esrravo, que pelos mis
sinnaesmlo poileeseapar a nenhiima visla,>leva-J"
ao dilo eiineiiho l'na, de Anlonio Carlos Pereira *
llujno' l'unre de Len, ou nesla praca rua lliieila
ii. n.easa dSr. Joao Augusln Bandeira de Mello.
ijiu- ni'iu-riisaineiile si'r leruiupensailu.
parai-i-T. a.M. F. ararle. -IM
r*P*
.


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