Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00221


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Full Text
TWT?
XIX
SEGUNDA FEIRA
DIARIO
DE FEVEBEIRO DE 1853
N. 30.
w. **r'.iaMiMm. iMmar\ n m a?-ok
PERMMB11C0.
ruceo da trsMRXvrjAtv.
Subscreve-se a 15j00 por anuo, e 48000 por
vuarlel |>s" adiaiitado, e iS'iQO por quarlcl papo
nenddo, lia casa do aeu proprielario, ,W. Figueina
de Faria, ua praca da I ndciiendcncia, n*. 6 e 8, e no
H10 de J. casa do Sr. Joa i'ereira Marlins.
F. uprad.
Joaquim Bernardo Mendonca.
Jos Rodrigues da Coala.
ic Antelo de Lemos Bruna.
Guilherme Augusto de Miranda
i< Joaquini Marquen Rodrigues.
u Justino Jos Ramos.
II.ilii.i
Marei
l'arahiba
.Natal
Aracaty
Ceara'
MaranliaO
Par'
CAMBIOS DI 5 91 FETIBimo.
Sobre Londres a 98 ','
Haris, 335
ti Lisboa, 95 por cenlo.
NOTICIA IJTBANOimiS
OurO. Oncas liespanliolas. .
MoedasdetiStOOvelhas.
o de 69400 novas .
A 11 de 41)000
la. l'ulares brasileos. ,
Pesos eoluinnarios .
" llicvirano. .
A ni ir- do Banco. ,
Descont de Lcllras .
fMHOa
lliffOOO
IftJtKIO
.-SMMI
18940
18940
1:4*10
10 %
Date
Portugal . 16 de Jan. Austria. . 1 de Jan.'
Hcspanlia . 9 de 0 ' Suissa . i de
Franca . 8 de Suecia.. . -* de He/.
Belsiea . . B de Inalalerra 9 de Jan.
Italia. . a de l> E. Unidos 25 Vli-in.inli.i 5 de Me\ico . 15 de
Prussia. . 4 de California . 8 de
Dinamarca .11 de Hez. Chill 1 de Nov.
Russia.. . 30 de Buenos-A. . 5 de l.ini
1 urquia . i.-, ele Mmitcv ideo. 5 de ..
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para'. 30 de Dozln i S. P. do Sol i de
Maranbao 5 de Jaor. Minas. ... -i de
Ceara'. 24 de S.Paulo 6 de-
r.n.iliili.i 31 de i> lude Janeiro 14 de
Alagas 19 de Jaur. 1 Babia. ... 19 de
PARTIDAS DOS COIUXEIOS.
Diinda, todos os das.
Vii-lnrin, lias quilpes fritas.
taimar. Bonito e tiaranliuns, nos dias I e
Villa Bella, Bna-Vsla, ExrOriruri, a 131
t joianna c 1'nraluba, cumulas e sextas.
Nalal, quinlas friras.
**!,} r'DIAS DA SEMANA.
Jane 7 Secunda. S. Ricardo,
8 Terca. S.Joo da Ma-
la ; S. Corinlbia ni.
9 Ouarla. de Cinza je-
jmii ale a Pascboa.
10 Quinta. 8. K~inli~ii-
_'S.
ca v.
11 Sella.
Cimero
12 Sabliailu
V, lll.
13 Domiutf
m. Lauro,
Desiderio.
S. Kulalia
, I. daQua-
Futea.
AUD'ENCIAS.
Tribunal do commercio.
raunila. e quinlas.
Retaran'
tercas c sabbados.
tunada
tercas sextanas lOboras.
,/nizo de Orp/iao*
seaundase 5. as 10 horaj.
Primeira rara do rircl
Ierras e ti. ao meio-dia.
Segunda rara do cirrl.
quaiiase sab. ao meio-d.
EPHEMEIUDES.
Fetoreiro. I Quarlo minnoaiilc as i boras, 21 mi-
nulos e 33 segundos da manha.
a H La nova as 3 bora, 13 minutos e 33
segundos da mauba.
ii 16 (juarlo crescenle aos il minutos e 3
segundos da inaubaa.
o 23 La clieia as 5 lloras, I miulilos e 39
segundos da larde.
nUlUB DE HO JE
Primeir.'i i
Segunda ;
3 boras
1 boras
2 minlos da larde.
6 minutos da manhi
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA JUSTICIA.
Por decretos de 10 de Janeiro rorrele :
Tevrmerce Fidencio Jos de Oliveira da sorven-
ii.i vitalicia dos oflirios de I. lal.dli.io c de es-
rrivao de orphaos e ib. jun da lilla Formosa da
Imperalriz, na provincia de ntaz, e fol ornearlo
lal.elli.ii. do registro gcral das hvpolberas da co-
marca da Paranahvba, da mesma provincia.
Por decrelosde |4 do mesmo mez:
Foi perdoada, a Miguel Aulonio, a pena de inn
inezde prisao e mulla correspondente a nieladc do
lempo cin que fol condemnado por rtilenea do
sulxlclcflado da freguezia de Sania Rila da corle.
lu rommulada, a Mauoel Ferreira Nunes, ein
508 para o imperial hospital dos Lazaros, a pena de
un mez de prisao e mulla com-spomlonlc melado
"do i.....|ni em que foi condemnado por senlcnca do
juiz dedireilo da t. vara rrime da corte.
Foi commiilada a Domingos Vicira Paraso, ni
6009 paran hospital da santa casa da Misericordia
da cidade de S. Paulo, a pena de seis mezes e mcio de
prisao e mulla rorrespoudcnle a melade do lempo
en que foi eoiidciiinado |Mir senlcnca do jurv di
termo de li.
Por decreto de 15 do dito mez foram Horneados
Majores-ujudanles il'onlens do roinmaudo sii|>cri-
or da suarda nacional dos municipios da capital. S
Jos e S. Miguel, da provincia de Santa Calliariiip.
Ricardo Jos de Sonza, e o actual capilao dolala
Iban de arlilharia Mauoel Marcelino e Souza.
Capilao secrelario-goral do dilo roiiimaiulo, o ac-
tual 2. lenle do batalho de arlilharia Jos Felici-
ano A Ivs de Brito,
Capilao quarlel-meslre dilo. o actual alteres do I.
corpo de cjiyallaria PorcnriiioServita deSanliauo.
Cirurgiao-tuor ililo, o Dr. Fredcrico A Doeo de
Bjitos. v
Por caria imperial de 18 do dilo mez fi.i MAMOS
rnneno da im|>crial cnpella o colicu honorario Ma-
nuel Cardoso de Lourciro.
Porderrelos da mesma dala :
Tevc incir Raphael ib- Oliveira No.cs da ser-
venta vilaliria I.milirio de primeiro labelliao ees-
Cfivao de orphaos da villa de Carinhanha, na pro-
vincia da Babia.
Foi concedida ao hachare! l/.idro Borues Moiilci-
ro a demssio que pedio do cargo de I. delegado de
poliei.i do municipioda corte.
Por decretos .le 21 dilo:
Foi concedida a deiuissao que pedio o haclrifcb
Jos Ricardo de S.i Henn do lugar de chefe ile poli-
i -ia da provincia de S. Paulo.
Iiiiii uonieailos:
t) juiz de direilo Joan de Sou/a Nimios Lima para
o limar de ebefe d polica da provincia de S.
Paulo.
O juiz de direilo Jos Ricardo de Si Rea
comarca de Angra des liis, na provi
.lancho.
Odirector geral das rendas publica, remelleau
Sr. administrador da rerebeiloria do municipio, para
a deviila rxecucao, a inclusa copia do aviso que nes-
ladata lhe foi dirigido |>orS. Ev. o Sr. presidente
do Iril.iiual ib. Ihesouro, explicando varias disposi-
Ces do rcgulainenlo de 31 de dezenihrn de 1851, c
recominonda ao mesmo Sr. administrador que o fa-
ca publicar rom a reanlo tamlM'in junta. Directora
ueral das rendas publicas, em 14 do Janeiro de 1853.
Ilerculano Ferreira Peana.
Reliaran' dos Ululo* e arlo* comprelieudidon na
tabella O, anne.ro ae rrijulamcnlo de 31 de de-
zembro de 1851, que poJe.ni ser es ripio* em pa-
pel telladn, ou uno' tellado, romo roarier a'<
parir*.
Testamentos e codicillos.
Edilaes, mandados de pcnbora, srquosln., cilacio,
.ou para oulro qualquer llm.
Ccrlidies das rilacAes c de quaesquer OUlrO) arlos
judiemos em exeouco de mandados ou despachos
relativos a causas ikmhIciiIcs.
Ccrlidoos quaesquer
Alteslados.
Procranos particulares.
Os lilolu. e itapris i.....iprehendidos na I." i lasso do
sello proporcional que furcu) de valor ni....... de
IIK).
Rc'kk e quilacf.es i.arlirulares.
OllilaciVs juiliciiici de nielHH de MJ.-.
Carlas de orden, occlosia-iicas.
Oimpromiwos das irinandades, coufrai ias e onlens
lerceiras.
QuilacAcs, anda que sejam sobre objecin jiuliciaes,
que liverein de ser apresenladas na. rcpai ice.
publicas parase haver dolas algum hacnenlo de
mais de |u i-i i.
. idmli'inia*.
I. unli|ucr ili.s litlos c arlos cnmprchoudiilo*
neshi relic.o que for esrriplo em papel au sellado
paL-urn a lava anne\ando-sc-lbc papel sellado como
determina narl. 10do diado reuolainenlii. a saln-r :
le.laueiilo. c codicillos dc|H.is da verba do pri-
meirii reuislo ; e lodos os 'uilros quaiuhi livercm
le ser jiinladosa aillos,(icliccs ou aprescnlados pa-
ra proilir/ireni cm publico o elTeilo para que forera
passados
Os oulros liliiln
referida tabella II ufa
papel sellado, exeepl
que ronliiiuarai. a sel
em quaul
e aclos coiiiprehendidos na
ilevein sr'r eaeriptoa seniio em
os couheriinenloi de cama,
selladoi por ineio de verbas
nao mandar por venda o pa-
pan para a
do Rio de
MINISTERIO DA FAZENDA.
Illm. c Exni. Sr.Era resposla un .inicio que
V. F.X. diriaio-me rom dala de lumlcni, cxpomlo
abnimas duxidas que se bao suscitado sulire a inlel-
liueucia do reaolaineiilo de 31 de de/embro de
1851, poslo em i,l.er\aucinOflo inunicipioda corle
desde o dia I. do correle mez, na parle iclalia ao
sello lixo, lenbo a di/ei que, coinquanlo |H.ssam el-
las ser facilmeiile resolvidas, como V. Ex. pondera,
l.....jiii'in exaininar e ci.mhiuar as diversas dispo-
sicia^t do inesino reculaiiiculi.. ronvir lodavia
explicar, para conlu^imenlo dos lolereNlloa na sua
bel exiTui;ao:
I. Oue o cil ido regulanieiilo nao faz c.lonsiva a
laxa do sello a titulo ou docutnenlo alaum que ja
i ni eslixesse a ella sujeilo em virtudc do de 10 de
julho de 1850 ; ncn mesmo ohrica a escrever em
papel sellado.os que al 31 de de/embro ultimo s
deviam paaa-la qiiaudo erara aprescnlados em juizo
ou as repartieres publicas, como as cerlidics, alles-
ladosr ceibos e oulros de que faz menean a tabella B.
He corlo que o arl. encelara que dexem ser es-
criplos em papel, sellados ns Minios c aclos n.inpro-
bendidos na dila tabella ; mas combinada esla dis-
l'i-n in coiu a do ail. 10. x-se que o reiulameiilo,
leudo por objeiio laeililar assim o pagamento da
laxa das rerlides, allesjados, recibo*, ele, ipiando
hoinerem de lar nero.saciainciiie apris*t.nlailin ein
juizo ou as reparliries publicas para que possam
prwluzir o s'ii effeilo, ou quando for Mi a inleu-
c.io das |iartes inlercssailas, nao obsta todava a que
sejam escriplos em papel nao sellado, se n. uo>ini'.
parles nao prelenderein fa/cr !elle. uso alaum em
publico; ante* |KTmille que a qualipier tempii i in
ipie occorrer e.la necessidade, \eriliipie--co paaa-
nieulo da mesma laxa simi acresi-imo alaum, aiiue-
xando-sc-lhi's papel lellado.
2. '.im' neiihuma dispusicao do reaulaineiilo oh
la a que sejam impressas em pa|irl sellado as pr<
< ni ii;...... as uuias tle mudanza de domicilio e quar
quer oulros lilulos, como eram on o |Kidiam ser al
31 de dezcinbro ullimo em papal nao sellado.
3. Oue as procurai;6cs c oulros titulo* impressos
por eonla de parlicularcs em papel nao sollailu min
podom aiioaliiienle si-r sellados |air meio de verbas,
iiem de riinhu, dexendo-se applicar esla provideii-
cia, seauudo a exprcssji dispiR,ic,lodo arl. 2. dore-
gulamenlo, si'tuienle aos passaporles e oulros lilulos
deque usam no sen expediente as rcparlicoos pu-
blicas.
4. (fue determinando os reuulamenlos do 10 de
julho de 1850 e de 31 de de/embro de 1851 ip.....
|iapelsellado sejn vendido por eonla do uovrruo era
eerlas esla-oes publicas e nas casas parlMOlareique
forem desiauailas, no municipio da corlee provincia
lo Bin de Janeiro pelo miiiislro da fazenda, e nas
unirs pelo* inspectores das Ibcsouraria*; e leudo
isla providencia por llm conciliar rom a maior
riinimodidadc dos conlrihiiiiiles 0 rigor da Bscalba-
au e a facilidade do coinpelenlc processi
de
il"
pe prupi io ; m lilulos do expeiliule da* serrela-
rias lie e.laiiu e nutras reparliees publicas sujeilo*
ao sello e impressos ou escriplos em papel di.crsi
duque se vender por eonla do aoven.....>s quae*
pdelo ser sellados a pedido da* mesmas reparlice*
na .casi da mocita, ou por lllcin de\erb,1., eninu o
peqnllte o arl. 2. do rcgnlamenlo- t os livros ib
rouimcrciaules. ordens loivcir
frarias que os qoiicrem ler di
se \eniler por coiil.s do goxerjH
le sidladus pur meiu de verbas,
ti. dn mesmo retmlamento.
Direcloria aer.d da. rendas
n. de 1853.0 nih-direclor
I Miz Inl'inio de Sampaio I 'in
\i. irmandades o
papel diverso d
, que se
cuino |
pill.lil
......
con-
ijin-
.ni.
as. II ilejauei-
u.las publica,
EXTERIOR.
REPBLICA ARGENTINA.
Bueno*-Ayrei, 27 de deiembro de 1862.
/r/iil/riw' /'i rj'-yneindiltn' Ahina ao monifato
ruin que < coronel tajos pretende jiuttflcar a ir-
cofMcoo* contra o goMrno*
A|H*zar lo iihmiIju de lliepclaf de lodo O urncru
f|u.' nif coMlevn MFetn espilluda^Bleuniltcflinen-
te iic.irs tii.is por cerloi individuos rrialivamenle .\
mluhi |mn*(m como pveniadorque ful, ,srrnini>-
liiiuiaseo ID0U paliiolisiiniiii|iiiiili,m-iii(; uinsilcii-
rio que s>>|hiiIi c. ilevia romper so i-ii.i- apparecef-
em eni elgumdoeaiMule pnulieot porque onUo nSo
h me poderfa eligireom jii"i';.t que Irx.t'.so os.nr-
lirin eo poni li Mellar enm ineu xilendo ;i- im-
pnlafffei mebgnwwltMt nem > vbi <\>- una provo-
c.ii;.h ealumaloM i* alliva m poderla allribuir > mi-
aa penoa a Iniciativa de uma poleniiea que pode
ur aMT piTiiii-iusa.
Kcaiistiu-s.- aquella -'. PubllearanMe ax In-
sinaias projuMas fciins no dia \1 pelo chele que
ra|iiiam'\i eoMroballlao injonllicavele aoarclika.que
abalou para loogos aiinu loda a uowa ordem *
ngnalnras de nada vaem s tutim ucm as .ontodae
ilsiqucllr. Nu olMlaute, o coronel Lados allribuc
luilo a aeliw pc*waes ce\cliH\amcnle iiipih, m>m
ii.ii> iirm u-us i.umi ,c se h.ii.i-sr de um gover-
it.inif qual fi.i Ki'-.is.
S." Que um (Issch imui.slros en 0 eneral Flikes,
o qnal cnlrou de frenle, apenas Innmu pense do h'u
earso, nesgas medidas e resoIurcH, quo eram so nina
neepssjdade tnposla.e que, nao olttlantc, foram ab-
.unlaineiile qualilkada^ de poltico tle i/iimn. O
general Flores era prerisammlc o Qiicarreado da
exeeurio daquellns, e fe-I eom eonseieucin, eom ze-
lo, rom aclividailc, pre\endu ludo, eommuieando
Buao ideas, aplanando ohslaeulos, e |>erseverandj nas ;
dilM ideas c resolueoes al i/f/' ttaile no I. (ledezcmhro, islo he, no mesmo dia en
que o neonseqileiile roronrl l.aios na sna prorlama
lii l.ira rliefe de unta sublevado que se prelev
lava ser Teila coulra es^ts mesmas ideas e resoliiroe;
de guerra*
I." yue :ireir dajuslira c neeessiilade de laes re-
resoluri'Hs, rerea do que o merno pralieouem \ir-
lude dellas, cerra dos motivos que o im|H>s<>iliilili-
i.un tle eomiuiiiiiei-las sala limo nn eomrro, e l-
nalnjwnleacerca de ludo o que respeiaa esic neg*
eio, ii governo jtf inslruio a lionra.a sala.
.y-i di/ o coronel l-am* que reeonlmea n leglUnia
auluridade desln ? Nao lhe fui o assiimplo ubuielli-
tlo e nao est pendente de sua deeisu? Porque piis
ii.m espera o coronel l.auos que a sala se pronuncie,
ou porque n.lo recorre a ella cvpondo ou |hmIiiiIo o
Sue lhe parecer '! Porque em vei dala da u ch-
alo tle correr descomeditlanienle as armas, deenua-
nar pobres camponios e foi mular capilnloae flCCUM-
ces, uaando mn de urna autoridaoe <|ne em raso
alu'um lhe compete* menos no aeu eameler de che-
fe, frenle de forca armada !
.Mas basta por agora sobre ejle poni, pa*senm> u*.
nutras arru^nde-.
Aeaeguro -que uo romprchcmlo css meu* antecedente* tan' nni ytie.de ha m liaran' r rilitenditt (/ur n miz- tnffreii.
Ou este pensamettlfl lie um dlaparale sem sentido
alynin, ou impnrla reconbecer ein miin un meiilo e
oma honra. .\ poca de hiimiliacao e de MlgUO qne
soirreu Buenoa-yrea foi a ta alrox4)rannla lc Ro-
ta, a quem duianle \ inte anuos o coronel l^agoaaua-
lenlou e contra quem eu trahalbei durante vlnle
auno*. Realmente! bera conspicuos e nolortoi rilo
mena antecedente! nean lulaprolongada e elles eona-
lituemo ineu oiullio. (.)i,ii!> ao mais, busquen
coronel l.auosem lotla a hi-loria de iiiiuba vida DKNM
anlccedenle de todo o genero; deaalt-o i que de-
\ise em mmli.i fronlc a iniis leve mancha de rouho,
ilesaiiRue, .Jedobrezi de iuatralldaa mi de cubica,
te um tribunal de ruidof Arislidesc Ca-
dena levanta-la altiva o serena: a--im
el Lanns, inullOi do siunatarios, e lodos
edaetores teriam que inclinar a sua al
ge le reprehender-me por elle, devia aarailei'er-m'o
porque aquelle laclo honra emineuh.....mte a Ihu-
uos-A>res. Kniretaoio ipproilme-M boje o coronel
Lagos ; vejaem luda a circumferenci;i dacldadees*
sajuveiiude animosa crdenle e.t'p-mdt>-*e ao na-
crifido e peleando lodos os dias coiu xito comple-
to e eom crescenle ilecis i. Uiirar. aimla a se e ocrimiiiiw,ipre!4l-io de minhas palavras inenli-
rosas 1...
Ma*eeUf mUeraveu puerilidades nSo merecen a
attenejodoa boinenaaerioa. Pa^senios a oulro ponto.
DeaarintO fornaalmanlo o coronel* Lagos, e al lhe
nno que cite um fifflo, no lun, que pnivc ler eu
foi renaacer a dislinccao de partido*. .Nao In *
alsitlatle, mas impudencia e ilesfacamenlo. II
poalvel que tal dlgm cque al fallcm boje tle fu-
ta' tle partido os mesiuos homenn que levantaran)
mu e-lantlarie anarcluco e sniguinolenlo, que lor-
naiam boje impoarive eaM fusilo, que acabamde
fa/er renacer cun furor a dislinccao de p.uliilo-.
que renovaran, as anliuas daMHcac6efl e insignias
que reaniman......as inullides ct uas iustiuclos br-
baro-., e que mandan repetir diariamente cm torno
deela cidade aaeiproaaOea de aelvasana unitario.,
de moi te, decolla cao e nnis alrocidades que H re.i-
lisavam em oulro lempo?... Sirn, e*lc* meSDoa
fallan boje ein fuvlo, e accuanMUe dislincees adloaM de parllo. Mas em que aclo.
ein que documento, por que frnii ti', mi esta reno-
vac.i. .'... Palla!, evnicos cili......inloicsI fallai,
menciona! faelo.
Minhas ideas e eomporlaineiio a osle retpeHo
como iOVernador foram ai meamax que como minis-
tro durante o governo provisorio. Durante este
acomedid que nao se ordeiuBMe, porque aeria inal
interprelatlo pelo m ilvatloi, a Hlppreaio da legen-
da nos doeumantoa poUleot, p ibdo\ii Islo dalaai-
o.....tea do lampa e Aproarla fona das Ideas o
das cousas, e aaslm se fe/. Aconselhl, pela mes-
ii/o, .jue nada dlaNSse a auloridade acerca d;i
lita vernielbi
a sua abolic
os que lio e
ebefe.
Ja inencit:
da disse : e o nico que ordtnOH
foi o profiri general Flores, a quem
neaeensam proclaman) entretanto seu
,ii.
u po
i con i
olllc
.\tti* dilapide
bliiii, a ponto
rehabUitacao do
sa dilaprico 1
porque eiiilini. nem
torea ousam dlierqne
se apropriaem de i
Kallam inagi*lralnMii|
de* me*
ti ni ii I
ere uto
.le qu<
utilttm
te tt li'/iirm />u-
ttmovon obstaeHlotMraa
Qual foi, ralseraveu es-
lVtnn.i a favor de quem ?
niel Lagos nem sen* redae-
iiove uador ou seu^ nilnlslroa
m ceilil da rique/a publica.
iaem especilkar fado algum.
que
dopodlava e devia tle|Hisilar a m.iiur
a queiiialm diss nem um s recuse! sendo propicio por elle. Lem-
bni por esla OCCaaUo. que quando se liatn do Ho-
rnear varios cheles para o cumulando le cor|ios tle
cavallaria, pronu en. a fol recusado pelo enerai
llore-, o mili ingrato coronel l'uirredon, que ho.e
I i lu ri entre os imialai ios.
Entre estes vejo lamhem quatro ou cinco chefes.
nSo ni' record se sao mais, eu os despachos de em-
prcy.0.. epostoaeatlo aaslgnadea por miro. E iiir
obstante assevera o coronel Lagos, e elles tambera
oasseveram, aob sua linua, que foram excluidos.
t'hiliuin i/riiliiiiii sum'* .'...
(llanto a argOS Civil nSoilOUVe seniio Ires ou
quatro promocOoS J0*SSmasJ enqiregos nol.iM'i-,
dealguina influencia poltica*, saiha u publico que
ncii) ii n s dei durante o mcu governo. e anexar
disso escre\e-se boje eom lotla a erenidade que dei
o, empreuos s aos btuneiis de certa cAr |Ktliliea.
Uasaede respello pnsso rerordar um lacio espe-
cial, (i general Plores mo-trava-se de^goatoao e
i|ie\.iw-.e do ollifi.d-Miiior do sen miiiislerio I.
Jos lioma/. Guido. Varias \e/.v< lhe disseque sen
t e nomear mitro, pois ora
sfnr fo.....In agradoe con-
? general lime- nlo sabia
ale que um dia, \endo-o
olliei.il-uiaior, e einb.ira>;a-
r, pr<>pu/.-lue. -im. eu me--
ie......HMMse i>. Pedro it.
rce boje e secaruo. Hi..i o
se este proceder revella em
ivstema tle excluir houiens
que auuiquitu oda a esperance
abri o in lecliuavel c.iiuiuboqiie i
os |Mi\ts auarclii.i ou ao despuls
giilas nesla eithule por pessoas ben
viadas ao coronel Lagos, o quah
talve/ 11 ni.* o iiil c ignominia que
siumm-as, e u.aiidou-as asalguar p
lelles coiu for
ilescbrir-s*' ou stis|H'ilar-se qualquer faNilicat;o
ciinhos nao \Ar ser pcrinillida a iix^nia venda
I y ein unirs casas por eonla de particulares.
[ T Ne-.le 'idilio, pois, deven V. Ev. olliciar ; re t-
iM-doria do municipio, reinelleudo-lhe, para ina*
cmplelo elaroeimeold da malcra, nina relacau
ua qualscdislingam os lilulos e'actos que lloved) ser
escriplos sempre em papel sellado, desque o |Nide-
i o ser como al agora em papel nao sellado, se as
parles inlerpssadas preferir em pagara laxa^uantlo
livercm de aprsenla los em juizo, ou ein qualquer
i r|i,ir[]i;.iu publica.
Dos guarde a V. E\. ThesouTO nacional, l tle
r Janeiro ae IHk.JoaqnimJon Undriuae* Torre*.
Sr. conseUieiro-director Ueral daj renda, publicas.
MARGARIDA
BOU
mR m.
on
\ no ni s o
Emilia Girardin.
l.APITI 1.0 XXII
(Conliniiata'a.)
Mr. de la Frajnaye eslava muilo penurbmlo,
i linha meJo do sor ropraliemlido por argarida,
mas refleciiiido nisso iliiia eom sico : ella lio mi-
I nli.i iimiIIiit, sii.i mai leen direilo de erpiilsar-inn,
Iniasen lenno direilo devir a casa delln Atraves-
ando a sala Roberto ouvio einer, chorar lima
o i'li.imii.i, Ksievao I Knievo !... elle reco-
pheccu a voz de MnrK.irida e entrou r^pentinamen-
i no quario de madama d'Ar/.ac. MargariJa es-
lava ah s, linha os cabellos am dssordem, ot
lioTeipantailos, e na nulo uma carta que nao lia,
recia louca de diir. Vendo Roberto, olla estro-
teceu, e deu-lho a carlasem poderarticular palavra
Isla carb diriulda a madama d'Arzac, era do se
folario do son cunliado e dizia assim :
L(") Vida niario n. SR. *
I,
lo i.ruaiiisjr.ii. i
iiulii/ lalalniente
in.|irii|ii..hi-.ivili-
rnulirriil.ls o oll-
m i......|.ii'lu'Milor
'lia* oiimiIm'iii, as-
ir varo, chotes,
S. Elllll' Olll's. .|
par do arios que foram IraMom o Iransfugas iiqui c
ein Muir mi le, ii^ni un uniros quo iuo*'iiiii]ra/iioui
roiiinlioooi' por lii.iirailuso patrilas,e quo lio impns-
livel ii.i. Iciciii siilu illmliilus c i'uii|iiiiini'lliilos, a
son po/ar a loiniiiollcr un iiimoquo iloloslain oni
leu oiiraoiio.
Nao trate pormaqul dasproposUis, esim das con-
Miliinri.es que como jiislilir.ir.iu a |.ioicJoiu. nas
quacs *<- iii'i'uiiiiilnuo atj.uruu ludo quanlu a inii lo o
a oluiuni.i poiliain luggeHr, mas quo inoiororaui a
rir.i.i Bpprovacao do coronel Lagos, porque -aiisi.i-
/i.ni, u leu eUreinu raneur o as oxiuourias ilo um ro-
eiilimenlo lio visi\ol cnaw Infundado.
Nffo IM dcinoiaroi lu.jo eom issu a quo se olanla
cvpoiliooose invnsnis* nas pi-oviiioias .lo Kiilio-Kius,
Comentei o Sania F, |iurquc enluu esperando a lo-
da a hora a ap|.arioau ilu rorlu documento qne me
aulnrisar pata fallar larmiincHle sulire oslo punlu.
Cinjo-me por emquanta a certas burvafAes.
I.- Ouequamlii li.nioi |.usm'dn uiivoruu jj e\is-
li.im osanleeedenleaueste negocl.....eiislia lambem
um inaiiil'oslu da ala ilo ro|.rosoulaiilis quoera co-
mo una lei do pai/, pela qual devia remilar-so o
poder ovi'ouiivo que u coronel Legua descoDhece.
/ Ouo oslo, li.ilniii.iili. au rgimen de Rusa
ibetcm nemenleiiderem b quo diiem, e, o que
he mai.-, dando-*e evidenlentenle au ridiculo.
lio engracado, realmonle mivir fallar .lo obilatu-
Itnpara a rehaMIIIacao'dotredlto a umcheTcque,
sem justica nem iiecssidade, levanta um io re-
lioso, e que, a pretexto do odio a guerra, eapila-
j na una sublevaejo escandalosa o promove a guerra
civil, a mais raiuosa e perturbadora das mierraa ;
i suhlovaoiii. quo se ninii'O.i a olaliorar e so aiinuuoia
I rom propsitos at de asNaduaui ; wWevaca quo
tai aiiuinonlar a. .I*.u*/.i- o a divida do paiz, que
relava a mural das ola-sos sul.i.rilinad.is, quo Ira/ a
luslabilidadc dosgovernos mi odesposlimo que ua-
lianoo. que aulnrisar para o fuluru iodo o enefe mi-
i litara levnlar-se o a conflagrar o pai/, quo alonga
Indefinidamente a poca de irranjoede ordem na
laxcmla publica, que anniquilla lotla a osperan{a
aos i-redores dn Kslailu.o quo por conseguillle aiiuui-
lua nao s ob*la"itlo<, mas Imnossibllldadei para a
rehabilllarao do crdito.
Ala* ha etiiivisque prutni
sopi.ruulra p.iilou.iii li/o.v
cerca dosie cipitulo, como .
Um
lll- II
i reunie*. una, seiliriusas o un-
irs suspoilas.qiio se. faziamomsolemlim.eilusqiines
era o luvoruu plenamente sabedor, QneoceasiSo in*.
Ih..r c ni ii- juiiiiraiia para proceder i.....ira mullos
homensT Masogoverno, conheeendo polo pronun-
ciamenlo inrcaadvo dn p.,i/. que a revoiucio ia t.....-
suiiiiur-.o, naoquli tomar ucm urna s providencial
11 -.....-1 ; u.in urilomiil ucm UIM simples priO, ;
proforiu u* meii.s suato* ila porsua-iii. Alii osl.i n
chele de puliri.i, perminle-aadhe q......las ve/e* so
lliodisse: o De imitoroiinir.un-soom tal Casa fula-
no o sierano, lomaram laei e laes precaucoea ( al.
a ile urna o-oaila mis luinlus trataran de lal e lal
nlijoi'lo, o relirarain-so a lal hora; olame Vino fu-
I.iiiii e liellraiin, o a sus dlga-HuD que o goVerno sn-
iietuilu; aoiiiisellie-us quo se deivem do Inuriiras:
diiia-llio* quo o governo nao quer proceder contra
ellas, mas que u.iu det.....oiillura-lii na necessidade
ilo r.i/e-lo. i.
Neste meamo lentido tallei publicamente n'nquel-
lea ilias peanle a .....nerusissiiu/ loniii.iu iln Coll-
sii ; alli nijiioi encarecidamente .1 lodos que enipe-
iili.i-soin su.is influencian erela{oe roui que ooriu* luiuioii* abandonassoin plauu* e In-
tentos ; suppliquei que nao so obrigasse < governo
a adoptar medidas que lhe repugiiavara, o li/ senlir
I......'.i laso 11 menos quo um governo poda evieir
em eircuinsluueius (|o ci i-e.
Assim tallei o proced como ministro, sem ries-
.....iiiir-mo nunca. Bcpols, como governador, ler-
na a reptar meus impudenle delracloroi para quo
cilem ii-iii acto olDcial, slguin diaenno ineu em
ipir Ihtesse renawer .1 oiiota diiliiiceao' dm parti-
do*, nem mesmo pronuuoiaiiiln niiiioa as loiu-as pa-
lati.is ile unilarlosou do federaos.
-Mas otrlui, iIi/-so 01.111 a ule.na impudencia, CCT-
los eliladaos de toda a tillen carao em poltica.
r.il-id.ule. e"sobre ludo disprale! A Inlertencjo
puliiioa neree-ee pela palutni, peloconselho, polo
voto activo, na ImpreiUB, ua Irlbuna, etc. Gaio
poderla um governador absoluto lser o uiilagre d
riain fiirloiiioulo 11 riso
n sangrar o corceo, A'-
orra de In.lus, u coronel
Ira-so Irausviailn pelas pnlenles tradieoes
lam quo, liiiuvo dilapidaou .' M
llanera uut ornante eom p
mili ignoraule dte ser n
quo 110
pode per alee
para ludo o cu
ialroa.
r.Mla. tlilapitla
Florea. Cona
fe da aublevac30| rei
litlade^ !
Na aci'ii-acilo que
aprehender oulros principio-i e milras prali-
ca* couslilucionaes alimias IradJiejAea de l(.....-. lam-
hem deaconheceejne o meo governo nloealava eons-
lituida como o desle. No lempo de Kti-as ludo se
referia, e coiu ra/io, ao goveruatlm; ludo se allri-
l'iii.i a elle, pote nlo havil outia lei nem \onlade se-
mina sua ; nlo ha^ia verdatleira sala nem \erdadei-
roa nlnlatrna. Mas engoveruava leudo antemln
uma verdadeira ule, sua-t onfnloea e Mnce/M tiomi-
iiaules, e rodeatlotle vertlatleinn minislros que yo-
veniavain lano como eu.porqueein no-sos principios
i'oifdiluriojiaes oyocerno naosecoiupoe do tjnrer-
iiadur, mas desle e de seus ininsIroH, sem cuuis fi-
nieres eitrardlnariOsf; e
oronel l.uyos seno *-ibe
tciual avalema 'le governo o icovernador nao
1 "i so dilapidar anda que ojueira; neceaalla
nsenao a as aarignaturaa doa reapecll-
Se |his bouve dilapidacji tlesmesu-
lor des mesurad 11 foi lainbeui o general
< o declara eul.m o coronel l.aiosche-
it, reconlieiido iielleuuii ele\adasqua-
relali\aniWleaos periotlicm me
1.1/ imbcilmente, dominain lambem as lradicm*s de
Uo-as. No (empo desle era mu justo allrihuir-lhe
aaoplutOcsou assenm'sila iinprensa. pois esla spro-
tlti/i.....iue eia deseo aurado. Mac em nina poca
ein que ella ozavado mniscoinplela imlo|Mfudeiicia.
be una posili\a necetla.le acesaar nao vi o io\eruo,
iii.is peaaoelmente uovernatlor pelo que os peridi-
co! dizem.
Accusa-me icuahnenle de que sedu/i coiu o eueodo
.le palavrm nientiruaaa nma/uvenlude Ingenua, ar-
rancando-a de m.'u> lares e cxpomlo-u ao>aerilicio,he
inn insulina guarda nacional a par tle uma inepcia
mal inspida, que se propala s peloeinpeiiho.de ,h-
cuinular act usaee-, quando u,o selem nada eeftoe
rumiado de que acensar. Cainponeica ianerantca,
arraatradoa eom ensanoo a pelejare a morreri sem,
que st* hale de neiihuin le seus iuleresses, st-m -ahe-
rcui poique pelejam e poique nioiiein, mmii o que
BHiiliariam veoeendo, esses riuiprocedcm seiiumioo
coronel LaROI por ctm\iecao ecOtt) perl'elo conheci-
meiito tle causa ; porm a jinenlude inlelluenle da
sua |i.liria, aaaa nao ; cssa procede iiit/eiiiiniiienie,
slo be, pomo aulomalos ; procede sri/11 liilu iitltien-
fOiot ininbas pal.nras meuliros.is. Quaodesas-i-
>ado e pueril he ludnislo !
Mu oiuul msn deua eu eslar se roaapcerlo o que
diz uc'ironel Lagoe acerca do elleilu >le minhas pa-
labras ; mas nao o he, porque ellas foram proferida.
quando j m valenles muas uaciouae* iaui embar-
car Mduulariameule, islo he, tlias depuis de evisllr
uelles ewioamiilicoseiilimenlo tle eiilhusia^me e
ile dt-xci que os arrasirava n e.riHi'->te OOtaerifiHo,
Se aquelle facln ta nanla narioii.il ios,,- rcalineu-
leeflello de ndnbaa palavras, o coronel Layo*, ion-
HClilIr nina a
tle lais aclos-J
ciliar gauhar
Mas aimla
tlepe allameii
de tle uiuiis
qili/. eu, 111
moatrar-nio
dea: uuii i
deiaaaae de
tle ahsleucao
\ando o puv
Diua o che
iirui-co
ande mansa de
O mais quo
au Influir nas
ate r.
a la\
ripio
P ta 1
IK
i latidos do exercicii
p.i h't fa/er seta pro-
delcocs,
o ineu compoilameiib
oosi.leueia e siucerida
tde II ie Miembro nat
nem como governailor^
ihum dos aullaos narlfr
io to direilo tleel,'ir
pn
pri
111 como 1
inclinad
im que u
ser una farca ; proclamei o pri
i cmplela do kovctoo nas eleicoe-
nuiuear quem lhe pareces*.
? tle polica se au foram eslas sempre
que lhe dei; dlgam lodos oaajnpre-
gadua se alguina vea me ouviram a este reapeito
urna si palavra. Procedera assim se me llvesse
prupoatO iiupetlir que aluiim partido ou alguna iutli-
Vlduoa iulluissem na polilic.i do pai/.? Ahi aaUo
patentes a (oda a provincia os resultados das diver-
sas uleicoe* a que desde enlao se procetleu na cidade
e na eniupauha. .Vio levaram elle-, sala indivi-
duos de lodas as opiuie.'.' E ha audacia para is^f-
ver.u que exclu o.n partido lo nada menos to que
de toda a tnUrcencio' na poltica do pala I
Mas nao he de eslranhar esta Impudencia t......len-
tir uoa que Hieram ua cainpanlia uma mblevacdo
que nao (Hitlem htijejuslilicar senaocoui acalumnia,
nem lambem noa im.uarulados reJaclures (pie a
prepnraram na cidade, equeaqui adlrigem boje.
Nao se Ibes ouve tli/er Impvidamente, como conse-
quencia da luppoala exclusio do um partido, que
eu tomento dei en/rada individual to oulro 1
Deeejarla aaber de que modo llies defenlrada. S
potiia ser por meio dos ompregoa,'pofs be evidente
que .por meio das eleicoes nao o conseguirla. Mas
n.io pode iinpular-se tle lua le e-sa preferencia e\-
clus\a a um governador que <.....tpoe a maiorla do
mu ministerio de homens pertencentes ao partido
que ae di/ ler excluido. Menos pode impuia-la
esse coronel Lagos sem que a couscieiicia o repre-
henda, desde que elle ineono he inn iramlissiiuo
desiueiiiitio da sua ingrata impostura; desde <|ue foi
Horneado noa primeiro* dina do ineu governo coui-
inandanle em chefe de un dos quatro departamen-
to da provincia. Mas quem sabe se elle nao sera
lambem dos chamados unitarios?...
IjIvc nao inecaeiam ; mas ossevero por niiulia
honra que nunca me pa*ou pela idea o uiesquiuhu
e anle-pulilico pemameatO de preferir nem tle ex-
cluir uenhuui Individuo ad pela raaao de perteneer
a l.d ou tal partido. Vario- ciiiujcjii* e poslo* mi-
li la res foram conferidos por miui durante o inins-
leriu do uenerul llores, e lodo* por prop.isla de*te.
do asalm devia exonera I
preciso que um oillfial-in
li mea do mlnialro ; maai
aqueui havia tle noinear.
exasperado contra o seu
to acerca de seu successo
ni......'Ileconcordoii, ipir
Kojlrijiie/, que anda e\i
coronel Laause o publico
iniii u o pansa.......io ou i_
tle certa cor poltica.
Assim eom fados nolaveis. nnetiaveis e numero-
sos, lifi de confundir em linio as atrevidas c calum-
nio-as i-M-roM-s ii., eoronol i>. Hilario Ijaaea,que
por sua parle u jo pode invocar um s coi apoio
dellas.
Terminare! entretanto eom algumaa breves re-
niexoea.
A iiiinlin separaeao do uoveruo nao foi o tihjertw
dasiiblevaco. essd aasercjfto be mentirosa ; foi ti i ii
eainenle um me/o de cbeuar a oulros t>bjecto* tlis-
linctos. *.) ii'i i iluvidar lela esaas propustas, ictii-
uitlas depos queminha renuncia aulicip.ida linha j
destruido o prelnxiu do levanlamenlo. Aimla admlU
lindo a completa verHatle das reciiminacoe* que o
coronel Lagos medirles, nada dis.oo auloriatva tia-
ra, sem usar primeiro do* uieiov lepaos, emprear
as arma*, coinprtimelier a cuupanha, derribar as
lei*, desinoralnar o nala no Interior ndeahonra-lo
no exterior. Muilo menos o aulorsava n.na |^i^-o
para .liriur-se. como o fe/, ao ptverno de Sania K
oaoa.......al L'rquln, reeonhecendo ueste o Ulule e
caracer de dirpi-lor, e oll'ereceu lo enviar ao coniie*-
so dcpuladns por Hlenos \\ res.
taimo! ede'hoincm erimina-ine por ler en, un
rom tle minha* faculdados ordinarias, guardado al-
KUUla reserva para eom a leaisl i ura soue un as-
suuipio queneiigia easencial eabseliilainenle, len-
do-a n io ubslanle iusfrublo de linio apena* loi i-so
po**ivel; crimlna-me, digo, e ello ao mesmo lempo
s.....f.uacle al'jumcidloca-se no lo<-arda leuidalura
edo governo, usurpa as allrlbuir&cs e funrroes tic
ambos o* polere*. eapnjpna-se ee.ene i represeu-
lacan exterior da privia-ia? 11- porrera extra-
vaganle < Incoiisoqaoiieia rrmlnoui emqne cabio o
altivo rebellado do I.- de dexembro de ifi.
Corou-'l Lilaos! Ua fncio*solemnes qneenlram
irresislivelnieiite pelo* olhos; lia tonas pdpilmle*
que fallam ai.i/.io publica mu o mai- al oofo que o
alarido des*es inaliuelos eroxesque V. de*enfreou,
e que boje rugem ein torno de-la cidade. Se o ob-
jecio djjblevaco fosse a minha wparacjlo do uo-
verini nao so tena V. aoleclpado omconlrahlr es-
ponlaneamonte coinproml**os no exterior. Suppon-
do meamo que houveaae da sua parte direilo e neeea-
sidatle delevaular-se para obler a minha separaem
r.'r-se-bia limilado s a islo, e di-ivaria a ques.o
lecisao das autoridades compelenles.
As deelsOes ta sala que, no ex-
indiihilavcl, i,'jeitarain as dis-
dc S. Nicolao, emque nao lixe
uen huma relajo lem eom o
lecisoes, Ion I ida* ou u.lo. sao
ii pjlria. coronel. Deqire/a-lae o
iv.i a mu simples cidatl'io, ineuo*
lo. e menos anda a V. que se
portenho cm agosto, quando
un levantan) uilo para derrl-
leral Lrquixa.
\ Lagos I Pode V\enviar este papel aos
lirioHH relaclore* pa que lenleai o Impos-
ipiojsivid tlerehale-ltie tlejudilicar a V. Ellesquecou-
ilei- ;ilu/iraui V. a este iiiexlricavel l.ibvrinllio; elle*
ipia acabaran) tle desacrediJa-lo I i/emlo-o assiunar
sa falso, atrevido e Inepto documento, e forean-
lo-me Inconsideradamente a levantar a voi para
etlerji
Coronel Lag
crelcio de um dlreito
puafces do acconlo
i menor parle e qu
ineu governo, esaas
einlliu l-s erofla-las nSo lo
locava ; uu lolila
moslrava 13o es di ido
v. Ira I a va de operar ^
Z;:
conltandMo; riles quo. aopassoq
a Y., priiniraiii au i.....ipromelle
como X. o como ou apresenlar-*
leein por KinduvMa o grande det
iliu. r'ur.un-ii paranlo; mas
li-ln. ilo quo,
<<".....'P"
roo* u.iu pu Id
ante a opinii
oa, noni iotanla-lo a
em quo ello* litoi.uu .
la-ln.
Iliiei.....\vri-*, IHd
lin .lisian.
ineu cvcmplu, si
ilo contrario sua*
m nunca nem pn
mo a poderosi
iiiiiprometl.Mii
o nao UUS.IUI
trono; ellos
le t ir em simi
piona V. a.lter-
lira-la unir tez aos snons, parlimlo nessa mesma
uoile para a Bauaiu'iu, omlc a vender a I-rli\ An-
ilr 'ur :l_':ii:Hi'. Dulrus dizem que a podra ira
acbada pelo pretoalugado pelos mh-us, oque a elles
perteneede direilo; porni fosse como fus a sua
apparirn, ella aiiualiuente existe em .- >-1.-1 de Kc-
liv Anilr, que a comprou a Anlouiu Burijes por .T
oonlus.
Por ordem do deleitado de polica l.i villa do I ir.
mlHiqic fui presu Bernardo do lal, de quem ja I lie
tallei, que liulia dado "tuna caeoladu no osi-rivo de
paz c sulidelosaeia Joaquim Antoniu de I mu c Sil-
va, oque ii.i mesilla occasiao linha frito rerimeulns
i.....unarriauciiilia do (Odias, iilli.i da Cupirari-
nha, dn que rcsullou tirar aleijada. Im rerolliidu
.. ladeia ilcsta villa no dia 3do torrente, cespera-so
que breve ser juluado, por so reunir depoisdeama-
nlia o h iliunal dn jurv.
10 co dwasabro
Comolicou Iransforid para hoje o feelianieiilnda
ni.ili ilu rurreio, a|iruieiiu apcrasiSo de parlicipar-
llio que o Bernardo, de que ir i illa tallei. |ioz-se au
liosrn lino lem sate-niarias, salilndu dj radoia pela
mesma porta por mido entrou, a qual abri ruin
nina rliate falsa ; o apozar dasjiiilosde arudam.
'inilnm, nao se pode apanliai. lis uniros presos
ii.i.i saliirant lainlieai parque ufui qui/er,mi, |his li-
teraiu a pulla Ir......; eslavam litros de ferros,
ein luz iirm guardas, como luido eoflome.
P. S. la lechar osla rnrla quando mnidadrt
ora* appaieeeram, o n.ioipiiz dcnar de lli'as com-
muuicar.
Acaba do ser recolhldoi cadete, por ordem doSr.
juiz ilidiioiio Joaquim Caetauo da silva Gubnatte,
lelruailii do polieia do lermo Jos Elias de Suuza,
digitado de (tonteo) ler dado toga a Bernardu Jos.
Iliidriuucs. Anda se uin sahe quem foi o autor de
lal ileiiiiuria, pur.....ao so pode doiiar de nolar nes-
la prisao alguna pioiipilai.au, porque almdesor
delegado do termo, lie lerceirn lubslilulo dojuil
miiniripal, o esl.it a gasindo do [irit ileuio que lhe
roncciloa lei do lll de aansli. do ISIIi. ionio eleilor;
olrnili.si.lii una auloridade de coiireiln. juluu que
i1"..........i ao devia ser posto, rumo oi, entre os cri-
iiniiii.ii. ilo nuil le na envovin; mas parece que nSr.
juiz de direilo allendou a islu, porque mandn mii-
ila-ln para a sala livro.
Temi o niosiuo J.w Elias rcqurridu a observan-
cia da lei j rilada, nesle momelo I horas da lardo)
foi sollo. ( Carta particular.I
8. PAULO.
7 de Janeiro de 1853.
Gracs a Dos que posso datar osla do anuo de
gracade 18531 Applauilu-me iMirinim, por V., i
em geral por lodos os nossns ,-iuibos, mrenlos e o- .
.o- que escapamos do mo/tM e embirranle enno
le Ii2. IVaza a D.sj^ que o anuo noto conqieuse a
luindailoiloseu antecessor, c que |Hir uma polilica
<'uiiciliinlur,i, recia o liouotola, rep.uo o* niales de
que lulo* se qiioivain. Aeeilo V. osle* moas votos ;
poli que, apezar da frioza e iuipassiliilidade frrea
de leus presos, se quizer sor sincero o usar da A laal /ramiaeza que o raiarlerisa, lia do confcssiir
que nao llie curren multo lem 0 a......liudu. Apu-
i o- de polilica eviena e interna que o uliriaavam a
sriimar. imite- o dia*. cm procura de plirascs ai.
mesan lempo sianiOealivas e innoccHlet para noti-
Cia-IM ; iniilicarics Imporlantei na ailiiiinisIrarSu
do xeii eslato, e alea uoce**idade de aUtisir os as-
sitniames cun repelidos siipplcmcnlos, e de supuri-
luirofiillieliin, or., ele. su uniros lanos fados
i| io necessariamenle perlurbsrian a crenidade o
placidei eom que ludo iiulr'or.i se nimia nessa Brau-
lio machina produclivl chamada eslabeleelmenlo do
Jornal do Commtrcio.
I'odiii eu atinra rofcrir-llie tamliem os diversos
'T'/r-que (yo no auno lindo; mas uo (enluta vic-
hle de li ihitnul friri'/urza, nem a tran*pareacia
ilo ineu illu-lir eompakktirt e |ua admiravcl sinee-
ridado, para e*lar altura a fazer ao puMIeo a ronli-
deneia das miunaa mai/oas. lano mais niiando is*u
me deacobriria ios oibos de lodos, e continuo, cada
tez mais firme, no proposito de guardar severu iu-
cognto,
Aordemchronolegica du* radas que pretendo
narrar im|nH.-mo u dever de principiar par um im'-
eorrido no uliimn di.i da auna lindo : a segunda sus-
pcioaoda cara ira municipal da capital, decrelada
pelotire-preudeule Carneirode taun|H>>, nasveapa-
las da ehegada do sen Mieeesior.
lia de eau.ar-llie cerla istraulioza osleaclnde ri-
rilida ir do governo expirante para eom uma cor-
purarao que liona diente de si apenas seis dias mais
de Biisleucil: protatelmoule pensar que a salva-
i. i. publica impiiz esla medida, porque ludo, ou
mandes iiilcre.se. se |>cr.liao se a cmara municipal
fuircinuasse mais seis dias.
Pois enitaiiata-so rcdondamciilc; a MntneniaO le-
ve por pretexto u mais iii-iitnilir.inle dol nmlivos
I tein spolar em
ile.raniail i. a--er-
valecer ante a lei
conseienela puMi<
\. da perduravel dcliunra
triste lialiiliilade de preripi-
e IS.2.rulen-
; Nacional.
nnnl r.-io. I
dezemliru i
i Jornal do (
INTERIOR.
MINAS GERAES.
Uberaba, 8 de dueabro de 18S2.
Cora eii.-ii i iiuje ion,in mu- alaran.....illcins
dar-llie. i*iii tisla das poucas que lite un correiu pa*-
sadu. Piincipiarei pela mais aitr.ul.itol.
Sil.er que no lunar denominado Taboca, dls-
Irii lo da alleia de S.inl'Aiina ilo Iliu da* \ elh ... ter-
mo do PaiiiK-ini.. appsrecei.....i lmln diamante
ni.ii a peaode cinco uilavase Iriula tinleus. Desia
|ireriu-a pedra lia duas Iradlecnes quinto :.....unln
come fui echada, izom uns que um camarade de
Antonio 11 irnos, nao wi <>c que parle, a adiara no
seitico do iiiciuu llanto-, e que ipiereiulo-a sufilra-
hir au palr.io, o reeeiaiido-sc depois de alituui enn-
Iralempu. a cnlremira a mu prelo que liahalhataaon
um sert ion de dous sucios, Jos Benedicto e Chicu
Iriveira, oque e.le niosni.i prelo a tendera un dilo
Itarue* por lv-;. mas ipio sil.....,lu di*lu nsduus su-
elo, l'iiiain-a lirar an din. Balite.; que Burite-reu-
nir maior numero de geolc armada e tora do neile
Seuhora 1
o Uma horrivel dcsgr:n;a aconloceu agora ao
senhor rondo. Muiilem sen lilliu Esletiio perecen
victima de urna imprudencia. Sua espingarda dis-
paren quando ello saliava uin fusso, acliarain-no
mono no bosque O -euli.ir conde ignora aimla
oslo aconleciinenlo. Sup|.licn lhe, senliora, que
vcqha ajiidar-me a aniiuncia-lo a esto infeliz
pai
Pobre Eslevo disse Itobcrto .. isso u.iu
me admira.
Voss tambera I vossd pensa como eu
quo isso ii.u. foi um accidonlo .' oxelamou Mar-
garida
Hulierto nada respondeu, grossas lagrimas bri-
Ihav.im-llie nos olhos, elle nao levo forja de men-
tir. Quiz. lovar Margarida, mas ella o repellio eom
violencia. A' primeira admiraeo da dr siiccedeu
um desespero cruel.
Deixo-me, exclamou ella, foi tossii que
causou sua morle, eu o aborreco I so voss nao
fAra, loriamos sido folizes... ; elle meamavolan
lo: mou pobre Eslevo I .. *- roponlinamonto
eom um accento decrueldade feroz A elle lio que
.-ii ninav.i disse olla pensando que esla palnvr
barbara devia tinga-lo, au quero mais v-lo,
nunca I nunca 1 Vosse he o ineu genio mo !
Ali I minha mai linha razio de delesla-lo, ou o
aborreco agora, como ella I
N.iu peijo quo mo ame, lornou Roberto,
nem que socnsulo, poco-lho quochoro contigo
I. cuino ello inosmo cborav I .. ello chorava sua
felicidado perdida, puri|ue --ni: i bem quo esla
mono ras ;av,i o c.ir.iivu) de Margarida. Ella
abrandoii-so pouco a ponco abatida pela dr,
aturdida por esse guip lerrivel quo acabava do ro-
cebor, mi leve insis forca de siiuV colera nem
resonliinen|o, o deivou so levar por La Fresnayo
eom mu i d >cilid.ulo inerte, ennto nina pessoa, a
quem ludo se lom (ornado ndilierenle o a quem
a larulilnilo u o desojn de vivur abandonam.
Oh 1 foi este para Roberto um momento hor-
rivel Reconduzir para casa ella mullior om des-
espero que o aborreca em vez dessa noiva feliz
que n amata lao loucamente que pungente ma-
foa I que amarga decepcao I Se elle linha culpas,
expiava-as lodas nc*so momento.
Tornando! arbar-se nessa mesma sala, ondo
algum dias antes passra lao doces horas, Marga-
rida reeebcu urna impressio violenia.edesmaiou.,.
Lovarain-na para o quarto |io cuilailusamonle
preparado para ella, e DUpcial, paluda o moribunda.
Semelhanle durera du mais para essa nalureza
frgil. Unta sau.lo tao delicadn nao podia lutar
contra ossa seriu incossante do agitacoos llarga-
rida dusile ossa mesma noite senliu os accidenies
ilaquella molestia, qual por futuro nao siiccum-
bi'a oito mezos antes O peri;o er. grave, man-
dou-se chamar madama d'Arzac. Margarida avis-
tando ua mili romprohoiiileu que eslava perdida.
Com elTeiloora preciso quo ella ostivesso n'um os-
lado desesperado para que madama d'Arzac con-
sentissoem vir a rasa do Mr. do La Fresnayo.
Deadoenlao Margarida seniio sua pilode trans-
rorinar-so, nao rliorou mais a Ksievao, toda a sua
compaixo, toda a sua solicitude foram para Ro-
berto, para Roberto a quem ella ia deirar. Sons
resenlimenlos so extinguirn!, ella lornou a adiar
o seu amor, e s levo um pensamenlo : consa-
grar-lhe inteiramente os ltimos instantes que Iho
restavam de vida ; e durante eslas ultimas horas
dar -Iho loda a felicidade que uma moribunda po-
do dar. #
Ella o conservara junto do si, c fallava-lho com'
uma ternura cheia de lagrimas quo des|ied,ii;ava o
coracio
Ol I ponlo-me morrer, dizia-lho olla ;
masosso amor olTendidu me reclama, linio mesmo
que olio me allralio com sigo a sepultura... O que
mo admira lie que eu possa doi\ar-lo, a lia quom
amo tanto I e que ton amor nao lenha o poder
do mo retor. He pena nos seriamos tao feli-
zes I En esquecoria ludo em tul companhio, -im
HMOriari* a ausencia de Eslotao. mas a morle
folie, os*a horrivel marte... quo ciujei I Mi I
isso uo posso supporlar!.. E alm ,lisio amar-
nos como nos amamos era domis, urna felicidade
lio raudo nao podo durar ; osles oilodias que
p.iss:iiniis cun esta esponinca emhriag dora, sin),
Rubedo, ellos valen uma vida intuir Se me li
vessem dito : Vosj|} experimentara durante oito
dias esla alegria louca, o mormr dopois, ou loria
respondido : Esla alegria vale a morlo T Quero
conhecer esta alegria o morrer Roberto, lomlira-
lodesses dias de delicias, o confossa que seme-
lliante encanto tica bem pago com a morle ..
Ouiras vezos vendo o desespero, em que ellees-
lava, ella diiia.-'
Tranquillisa-te, on vivirei. eu (o amo tan-
e parece, quo para ulliiiio reale da caipora da mu-
nicipalida.le eJeita em I81S, eslava escripto que se-
ria ella duas tozos suspensa, c responsabilizada por
uiuliarias.
A primeira vez a impendo fundou-se na demora
'le "i lias da resposla eligida mera as lirencas pedi-
das |ielosjui/esde direilo di comarca; aoora lem
por liase o fado de ler a cmara represen lado coli-
na iiiiii ordem do a nenio que lhe pareca Henal.
I'ara nleira-lii de.le iic-j ein lie preciso reinonlar
a fados anteriores. Na apuraron Herid da eleirao de
teiealures llcnu eleiloem !) a lugar o Ur. Hodriaues
du* Sanio., e I = >op|ilenle u alteres .Viiluliiu Jn*,
Hilieini da Silva, capilalisla, residonlc nesla cidade.
N.iosei porque nao aura.lun osle resultado nenie
.la -iliiara... que parece desalar ardoiilemenleauua-
uimidadooin lulo. O corlo he que descubrirn! na
acia da oleicao da fremiezia da Culia 191 volee da-
lo-a Antonio Jos Itil.oiru, sem mai doclnracao al-
tunia, nem de empreuo ou prolissao, nem do logar
da residencia; o deale tintolizerain com que aquelle
.dieres Hiheiruda Silva. I. siippleule, requeresse
io ov-piesideole Noliias que lhe maudasse contar
laes tolos, rom o* quaes licata 3. = toreador,
lando o Ur. Rodrigues dos Santos para
penle.
il ex-pre-ideute maiidoii infnrmar a cunara, que.
larg.....ente mostreo que nlo era poMivel haver sv-
tmia entre o alferes Antonio jote Rilteiro da
Silta, redamante, e Anlouiu Jos Ribeiru, volado
na frcfiucza da tailia; porque nincuem podia pru-
l|ihir que os volanteseleaesiem um individuo deslo
nonio, posto que nao esuveaie, como aquelle, na
chapa do governn.
Em apoio ile sua ai itunienlacu ponderou a cma-
ra que era admiravcl que o reclamante Hibeiro da
Silva julgasse agora que lhe pertaoeian os votos
dudosa Aulonio Jos llih.'iru, quando em 1844 sen-
do vertedor,eapurando a el-iein municipal desse
pas-
su ji-
lo que nao puderei morrer, esse amor he inmor-
tal, sua chanima lie eterna,'olle me sustentar,
nada poder npaga-lo I
Ruborio mi responda, mos os tormentos do
miento lhe loriuravam o corneao Nos raros ins-
laulos om qiie Margarida dormia, ello a fechar-so
em sou quarlo. o ahi s, enlrcgava se VJpilo a
violencia i'oseu desespero O que elle semia era
raivo, era nm odio insensato pelo infeliz, cujofin
Iragiro ileslruira sua felicidade Km sou furore|-
le lhe fall.iva, aecusava-ndecrueldade, de egois-
ino e.do perfidia, npresenura-lho sua morte como
nina in.il.aileza I ni dia mais, algumas horas
mais, ovcl.iinava elle, Margarida seria minha! e
na voluptuosa embriaguez de nnsso amor, na veT-
ligem ilus no-sos arrnubos, ella nem mesmo terla
sabido quo j nao existias, nao teria sentido lun
perda, nao teria ouvido senao minha voz que a
teria alTogado docemenle, nao teria sabido, seniio
da minha presenca... loria esquecidn os vivos, o
os morios, o o mundo inleiro cm meus bracos !
Sim I Se ella tivosse sido um mntenlo minha,
lu nao lerias podido recupera la .'
Quando voltava para juuto de Margarida, e n
via paluda e moribunda estendija sobre esse leba
\
\
"


'
K
anno, mandoa fnlar en. parado, ou en. raa H-
vi.il. rerto numero de voto* dados a Antonio los*
ibeiro, o me certamente nlo aooiUccrll -fon-
i mi como hoje) Julinse quo Ihe (wlenciam.
A resposlada cantara, e lurLIculafnienU .t ni-
11 mu argument, ertm 13o airl wWo* d j proiarr> do
reclamante, qu lodos a davam imr inorW enlerTt
da; porm em 9 de detembro la Coi i cmara mani-
clpal urna portara ordenando que procedesse a no*
va apurar da oleteo de vareadores para incluir
ella a-favor do alferc* A. J. Kilwrro da Silva os
I.M votos .l,i. 111, na Cuta a A. J. Ribeiro.
Demorando a cmara a ovecu^o desla orden
que maudou a urna commissao. em 23 de derembro
o vice presidente Carneiro de Campos ordeiiou-lli
que ate odia 30 cumprisse ou dsse os razoes da de*
mora.
[No da tfl a cmara respondeu demonstrando que
a ordcm era Ilegal, nao so porque os pre*idele*
niio tem direilo de conltecer e decidir provisoria-
mente sen3oasquest('Msielalvmitl mdlidadeda elc-
rao de vareadores mi nico raso em que a demora
possa sor causa de nao entrar em eiercicio no dia
proprio a cmara liosamente eleila, o que cerlamen-
le nao se realisava, como porque o (mu em que era
concebida a ordcm moslrava que nao continua urna
decisdo provisoria, e sim definitiva, que s ao go-
bern geral compele.
Com estes fundamentos pedia n cmara aS. E\c.
que reconsiderasse o negocio, declarando que "bre-
osla va na evecu^aoda ordcm at dellmliva decisan
cle*la representarlo; porque jnlsava que iucorria
em responsabiliilade se rumprisse iinmedialamenle
tal ordem, sem representar a respeito.
A resposta do vice-presidenle a esta represenlacio
foi lavrar no da 31 o decreto de suspeiun da ra-
mara por naocumprir a- ordena do anverno, e or-
denar ao bunio de Iiiuape que como sunplenle mus
volado convocarse outra cmara incontinente, eim-
niedialarnenlc p,iH<,*sem diploma ao alferes Hibeiro
da Silva, e rasnawm o do l)r. Rodrigues dos Santos.
Muilos commenlarios fez oppnsirao a esle acto
do vire-presidente, encarecendo muilo a rlrrtims-
lancia de arhar-M em Sanlta o novo presidente, a
quem a delicadeza niaudava reservar a decisao de
negocios que niio fossem de mero expediente.
No dia I.9 de Janeiro eslavam no paco da
cmara o bao de lirnape, e alguns dos supplentcs
|Mr elle convocados, miando inesperadamenlc apre-
entou-se o l)r. RofJriBues dos Santos, como 2.
vereador pleito em 18.8, nao comprehendido na
Mispeusao, porque mo ia A cmara lia carca de anuo
v. meio, e issumio a presidencia, mandando lugo
convocar nutro* supplentes nSo convocados ale o
numero de!, visto que o borao s havia convoca-
tto 5.
Ilouve aliiurna reluctancia da parte dos supplen-
tes em reconbecercm odireilo do l)r. KodriLZuesdn*.
M tilos, qucqueriain |Kr for^a julgar romprehendi-
ilo na suspeosao, e o l)r. Siheira da Molla, ao abrir-
M a semao formulon esta queslo prejudicial; pu-
len., denois de longo dbale, relirou a sua i mi cacao
subsliluindo-a por outra em que Ihnitava -so a pedir
que a cmara HMH8 sciente ao governo que o l>r.
Hodriuues los Santos se apresenlara e assumira a
1 residencia, a qual sendo a Uual approvada, Iraloii
ogo a cmara de fazer a doaejiodos 11)1 votos ao al-
feres Ribeiro da Silva, por meio de urna acta espe-
cial; o sem preceder i nova apurarlo ordenada pelo
noverno, que e\igia previo anuuncio por editaos.
Esla jnrecipllacjiocom que tudose fez, desneces-
saria e inqualifcavel quaudo q|q bouvesse motivo
oceulto, foi aera! men te explicada como ini|>os(a pelo
rrreio de que o l)r. Josino, que chegava no dia ac-
guinte, acnassea queslaoem p, e niio a resolvesse
confrmese desejaxa; e se era disparalada esla ex-
plicacin, nao se pode deiiar de convir que recebeu
alguma plau^ibilidatlc depois que receben-se aqni a
carta do rompanheiro, impressa no Jornal de 3
do rorrcnle, em que rom sua habitual iuuenuidade
di/ que ti aluuns governistas mitrcm apprehemo'e
sobre o carcter da admii.islrar.iio do Sr. Josinn. n
Suspendo aqui esla caria jKinuie prevejo que nao
concluira oque (cubo a dizer-ilie a lempo de al-
un .ir o eorreio, que e^l a partir : |>elo prximo
vu|>or, cuja mala .cliegar por estes (res das, con-
cluirei.
11 le JmMiro
G)Ulinuaudo, princi|darei pelo fado culmiiuinlo
dos primeiros din* desle auno. No din i lomou pos&c
peranle a cmara municipal o Sr. Me. Josiuo, que
MVil feilo sua enlrada nela caplal no dia 2 ao
meio dia. A H)lemiiidado da posse esleve lirilbanle
coneorreram a olla nimias pe-soas deainlios os par-
tidos, e o |'.i n da cmara eslava ornado rom a |ios-
sv el elegancia, por ordem do l>r. Ktulriaues diw
Sanios, como premenle da cmara, que Tez e^leoli-
MMpiioas auliuasrelacoes que lom com o novo nd-
minislrador da provincia. O barao de Iguape man-
iI.mi collcH-ar no hirco t-2girndola*, que siibiram ao
ar no aclo da posse ; c o que sobreludo devia ->\
auradavel ao Sr. Josinoera a expres*yo de contiaii-
;.i que lu/i.i ueralinenle em toilm im semhlaulcs, d
excoeji dw laes op/irehcntivo* de que falla o rom-
/iniihfiro.
No dia 6 deu o Sr. Josino um janlar res, a que coneorreram, com poucas excepc<>es, e\-
plicaveis por moli\os indelTerenles, as notabilidades
deambos os par h I os : c nesse oltsequio moslrnu-^
S. E\c. |riiriin ra\alleiro por sua alTabilidade o li-
no trato.
Nao cliegou al bojeao men conliecimenlo aclo al-
nm rararterhliroi\R nova admiuislraco: be de
crer que S. Ex. esteja entintando o terreno para en-
celar urna vereda ; lenho molivqs nara crer que e
|>ora anciosainenle o rbefe de polica para cuvia-lo
para S. Jos dosPinhaes tomar conliecimenlo dos
siicccssos de 7 de uoveinbro, o que em verdade j'
larda, ltenla a agilacao em que he provavel que
ii\i--cin osespijilos com a falta de providencias do
governo.
I)ig<) falla de providencia*, porque nao julgo que
soja a propria e fundamental a remessa da forca de
Imli.i ao mando do leen te-coronel (ialvio. A forc,a
nada pode fazer por si senao em emdidos aberlos
no omcio de maniitcncao da ordem publica sua acc,5o
<>sl sultordinada s auioridades judiciarias e |hi|-
riaes, que lOWlgMI; mas encontrando o lenen!e-co-
roncl como autoridades o delegado de Oiriliba e o
MilHleleaado de S. Jos, < proprios acensados de
provocadores da desorden!, duvidoque e acliassc
em posi^nde fazer bons servidos.
Ilecerto que osles dous eutpreifados foram dimil-
llo* pelo Si. Nehins durante as primeiras horas pos-
teriores recepcao das noticias de S. Jos, porm
parece que dejiois de osfriada a primeira impressao
mudoii de parecer c expodio urna ordem ao admi-
nistrador do eorreio de Coriliha para releras porta-
ras de dimisso al que so Ihe ordenasse posliva-
mentea enlreua.
O Sr. Carneiro de Campos, nos ltimos dias de
ii.i curta .iilniiiii.il;it jo. maudou lovanlaro ronfit-
iii das i i i.n i.i- de dimissao ; o presumo que osla
providencia s de t. por diaule ser coubecida em
Coriliba, o por issodigo e repilo que aquellas popu-
ladnos devein Icr-so impressionadu com a falla de
providencias do governo, alin da ron>essa de forc.a,
de|H>is de oceurreucias I jo extraordinarias, que pela
vez primeira se deram ucsta provincia.
E acereseenlo anda que temo muilo que a im-
prudencia de alguus que pourocuram do inicense
publicoquando se trata de caprichos, nao llzesse
convencer aquellos povm de que o enverno, se nao
applaudio, foi pelo menos indinronte aquellos suc-
ceseos; pois que conservando as autoridades argi-
das, anda em cima maiidou-lhes mai> forca para
"ustenlarem-se diante da auimadverso dos que as
ICCUilO.
Este conceilo nao seria |M>r certo exacto; mas he
o que sera fcil formar naquelles remotas paragens
i tu proson^a dos dous faclos nicos que all se
nheciamconserva cao das autoridades, remessa
de grande forca para (car disposiejo das mesinas
na forma da lei, visto que o Si. .Vina- nao jul-
gou conveniente [subordina-la immediatamenle ao
jUll de dircilo.
So posto deliat de apartar-me do ion anlign
oroposilodeexpiH simpleamenle onfacios, quando
rallo dos de S. Jos o Pindamonliangaba, ond pelo
nuil fuill dos molivosorreu osancuedos Paulia*
les, t deu-se o primvirotMolplodebarbarisacfiodos
cwluines, outr'ora tao doces e avossos i carnagein
nesta provincia, que setnpre marchou na vanguarda
da ciulisacfio brasileira.
Aeompanho poisonovo presidente no seu desojo
de reparar o que fr possivel.e de promover o casti-
go dos crsmiiioHfi depots de urna ronscieneiosa e es-
clarecida averige*), que nao |>6ileser feltn senao
por pona de iwsiviio elevada, estrauba aos ndfol
fcaos, qual deve repular-se o ebefe do iwlicia.
I;allava-se quesera encarregado inlerinamen-
le da polica o r. Almeida, juiz de direilo ullima-
nente ooroeado para a comarra da Kranea, e intimo
migo do presidente ; porm depois soiibc-sc que o
Sr. Carneiro de Campo* mandara chamar para e*le
sen ico o |>r. Fernando da Fonseca.lull do direilo
de Mugv-mirim, quo cspera-se aqui dejiois de ama-
nh.i.i.
AiuIhh sao magistrados ntegros epoiim aferrados
ao espirito de partido ; e por isso qualqiier dclles
inspirara iuleira coullam.a para o de*oinpenhodela
i.io imimrlaiite como delicada commissao.
Tara acabar rom oque he relativo ao eovernn,
direi que o Sr. Josino inceta sua carreira adminis-
trativa sob os melhoros auspicios: a opiMsico mos-
tr.i-c disposta a viver bem rom elle, una voz que
apparecam alguma* reparadnos, e que cmgeral pre-
sida admnistrac^to um espirito de reclidoe de be-
nevolencia desejavel em todos os lcm|ios, o muilo
mai* agora depois dos violentos abalos |mrque pas-
sou a provincia no auno lindo. Assim IMhs o illumi-
ne e forliflque para discriminar a intriga do verda-
deiro zelo, e arrostrar insignificante* arrufo* quedu-
f .un pouco, e sao logo sulMlituido* |icla geral convic-
.....Ii-i|ur sao causados pela julica, convicio que
scinprc abafa os,alaridos do desucilo o dos illecilimos
inlerosses.
Fallemos agora do negocios ecclesiaslicos. i)
novo bispo v ai encontrando os difileuldadesque eu
previa no desenvolv me nlo de seu prograinma refor-
mista : a rosislencia comeca a apparecer, e posto que
anda nao so revelo por actos mui significativos e rui-
dosos, ni-iii por issodeixa do coucertar-sesurda e oc-
livamonle.
Anda una vez direi que nada be mais dilllcil do
que nina refrmale temo muilo ver confirmado o
que nina Vea Ihe oscrevi i ro-poito, islo he, que "V1"**.!l*
quando a reforma quer atacar ao meamo lom,M) o g*,*" '*" lr'""n
con. igual franqueza o ardimenlo todos os abusos, o ";mbu"" %? ***
os opposiciOfislasdfsta ierra mullo tcm applandldo
a sua enlrada em scena, eqse a nao pouros lenho on-
vldo que elle lie sempre o esmo e sempre impaga*
vel por sua franqueza e Inlmllavel rnr$riaad i
clicga a Uhto oawth dawa gente ao 1er as corfes-
pondeucias do rmpanheim, que llm saquaremi e*
Iht desconfiado Jl chegos a embirrar com o caso,
> suopeila que ollas sao escripias por algum disfar^a-
dn op posicin i si a que lomi as aliare* e dlzer fran*
roe ingenuo de certa personagem da stlua^ao para
comprme!(e-la com o excesso do seu zelo governis-
ta, ou rom aSfOM candidas confidencias.
Nao aceilo o convite que mo faz o rompan helio
para descobrir-me cassignar mou nome, porque le-
nho i cuca o e desojo do continuar a prestar a V. osle
servido, o que nao acontecera semedesplsse doano-
n> ido que me encobre: nlo sel se J* nos temos visto
fare a face como aflirma o rompanheiro: pode ser:
tenbo visto tanta rousa desde que nasci, que lie he
possivel que entre ellas soja urna ocom/wnAet'ro; o
l>erdoc-nos so nlo llie conservamos as fenjoc*. por-
que s vezes he isso dinlcil quando ha transforma-
C'i'e*, e njo silo poucos os que lenho vislo Irausfor-
mados, a|tezardesua apregoada constancia em cou-
sas em que a variedade deleila geralmeole. Urna
rousa porm afllrmo com seguranza, e he que, so
alauma ou muilas vezes me lenho encontrado face a
firr ri>in o 'niipiwhfim, aimla nao corr de medo,
nem me assuslam as rceordac.cs do encontr.
Al oulra vez. (Cartaparllrular.)
(Jornal do Commercio.)
RIO DE JANEIRO.
CAMBIOS 1)0 DIA 25 QB JANEIRO DE 1853.
Londres. ... 28 d.
harta.....338 a 3i2.
l.islKia !>8 depremio.
Mamburuo. fiitta90"niv.
MKTAES E FUNDOS Pl'BI.IGOS.
Mctaet. Onf,ashcspanholss. Ht*00
da palra. yKltN>
psjgej ile SHOO volhas. H-^kk
Mooilasde49000. i-pni
Tesos hesjMinhes I-t'nh) a l9*>J0
n da patria..... -s^ii a lOHIO
Palacoes........IJHWO a lH
plice de 6 por cenlo.....107
proviiicaes....... t02 por %.
rjornal do Commercio.)
BAHA.
CAMBIOS DO DIA :JI DE JANEIRO DE 1853.
8
tio cigame, ornodo com urna magnificencia 1A0
cheia de ternura ; quando lambniva-ie dos sonhos
deliciofos que faiia anda ni espora preparando
ssa cmara querida, e cuidava em toda eua ale
gri.i perdida, quando ditia rom siiin, quea morle,
a implacavel morle ia arrancar Ihe ees mulher
que linha conquistado com lama paito, rom
Unto trabalho Roberto cahia vencido pela dr,
cliorava, r sohicava como nina rrianca. Pnnava
tongas horas olhando para Marganda, compene-
lr.imf-se de sua iinagom, e e.la admirarn pun-
gente oexasperava al a lourura.
A idea de que e."Sa belleza celeste ii derappare-
cer. do que em formosura encantadora ia perder-
se para sempre, o revoltava e o transportaba al a
klaphemia, ellerhurava-a como amante, e como
artista, quera pelo menos salvar-lbo a bellexa I
Arhava qui< Dcosero cruel por destruir cm Inda a
sua flor, sua mais bella crealura, pareria-lho quo
Ha crettor* escolhida, to pcrfuila, lao feliz o
marav illinHa.ncnlo ilutada doii arliar grara peran-
teelle. S*ui oihoim Dnwm neN* com aviil i,
como -a quizessem reW MM iin.igi'm querida, n
mpli-la de apagar-so jumis ; ello esliidava
,.., feimn lio puro,, mpregojva-N de su, rt
.o -i 11 .iii-i
rlainoi r o i rlniun-),i que uo ilesinaie ou sumimba, mi que
na se desoriente, nliraiMlo-se a exeessos que, eirt vez
de cilirpareni o mal, aumncnlam-llie as furja-s na
raza da sviupalliia que loso se desenvulve a avor
do, que parereiini|ipriniidus ; |Kirquea o|iprr*iSii he
rousa ISoiHliot que desala u ruucumo anda dos
ni.n ni luli-i i-nii a favor daquellw que pareceui
solfre-la.
Kapi una sini|iles reenrdaro do que lia lenipos
Ihe ezpuz a esle res|ieilo, e nao preleuilo de modo al-
gum dar a entender que os (artos oaseiri demoi-
Irein a esarliilo desla relleio ; apenas quero indi-
car-lhcn ronieode una silua^o que por rcrlonao
proi-cdedo araso. e que dcveMcr uina causa qual-
quer. O que eu vejo ne que o rlcro esl descomen-
te : qual a razao Ser pela liui!uai.eiii severa do
prelado lias suas pasloraes 1 ^o jmuso descohrir ou-
tra causa, inrquc nao lenlio noticia de uniros arlos
da .mIiiiiiii>ii.ii.iii ccclesiaslca queallereui |irorunila
mente o estado de cousas anlrnor; c mesmo suppo-
nlin que S. Enr. Kevina. nio lera sido inulto infli
xivel c iinpertnenlc na eUMfte de alouns de seus
mandaurulos. Nao i 11 de rerlos iCcntre ellcs
ue enlendeni rom a vida privada dos padres ; escu-
icrei um que perlenre i poltica, rni que a disrussio
he innocente, ou anlcsnaila tcm ileiiidividualuieule
olTensivu.
Mandan S. Evc. Hevimi. que os padres em eral,
parlinilariiienle os panieluis, nao se euvolvessciii
aclivamenle cm eleiecs; quasi lud llzeran o que
sempre faziam, e neniiiin soll'reu anda o uiininu ca-
liuo; e pnssn ilesisaiiihradafflentr afllan^ar que esla
parle da pastoral lirn ai.....liada, e nao ha de produ-
zir os henellnos qu.eu della es|ierava. Vnttu rom
especialidade desle |ioiilo, iiorquc cm verdade eu li-
nha exulladoquanilo vi adecisan i.....mira da lingua-
leni de S. Er. Kevma. a"le respeilo : e |ieiava
que era o mais acertado passo para a rcieneraro do
rlcro a prohiliiro ronnal de sua intervengan inleres-
saila e apaixouada as lulas |Milliras. A poltica es-
Iraga e delurpa a parle mais profana da admiuistra-
i;ao social ; ronin nao ha de prejuilirar a ordem ec-
rlesiastira, rujos individuos lem |nir primeiro itever
a screuidade do ispirilo, a raridade, o perdao das in-
jurias, e a benevolenria |iara com os hoinens ?
I'e/a-uie dize-lo mas he forroso : eslou quasi des-
eiiuanado a esle repeilo; e muilo DTopMM, a rrer
que S. E\r. Hevma. nauha de ronseuuirseu reliuio-
mr sania ilt'iileraliim ; e desde que isla aronleca,
sao lautos as furias |Milili( ;i< ipie ronspirara para a
|in.iiiii .ni do s.n i'i iliiir pnlitieo, que ansa allirmar
que seriio inqHilenles (sfori;os do iIkiio prelado em
prol da rehahililaro do clero, una vez que ellos nao
leiidem aeilirpar urna das principaes raizo* do mal.
Iliao que nao lendem a esle lint as esforro* de S.
Exc. Kevma., nu porque deseje censurar a sua iu-
tcncao, que reconheco ptima, mas porquo vejo que
a punico nao se lem semiido ii infraeco do preceilo,
pnivavelmenle |iorque a isso se op|oein forrasinven-
cveis.
E se a punico nao lem acompanhado a nfraccao,
para que serve o prereito? Simplesinenle parasiuit-
menlar o csrandalu |iel;i manfesla^o da iiii|Kilencia
da auliiridadr na represso de um ahu-o eeralmenle
reriinherido, c ronsequenlc incremenlo da desenvol-
tura e oiisndia d que um uiumeiilo reccaram eu-
r.mil,n Iriqiecos ua marcha que aules desasomhra-
damenle seuuiam.
PenMoHM S. Esc. Hevma. seno Ihe san aitrada-
vel com esla franca enunriaco de mou* |iezares ;
iiinsuem mais applaadiou* nlencoes manifeslailas
(mi S. E\r. Hevma. a res|H'ilo da alislenco du cle-
ro nos dehalcs polticos ; uiimueni estara mai* di
|Hslo a invdar a sua fruquissima cao|ierac(i para
conseuir-se este resultado ; |H>r ssn me pcrdnaro
seiligo iiinliriii que municiu inai deplora que fon
sem haldadas laes inteuroe*. em cuja realisacao li-
hrava lanas es|ierau^a*.
A maconaria anda |Mir c rhea de iipprrhrit-
H?$$\ ecomeca a levanlar-se um :nm-zuin quei\oso
iniiii i S. E*r. Hevma.. que pi'nle ler vastas ronse-
quenejas. se he|Mis*ivel que hoja hoje seriislade ues-
te* ncKorio* nocturnos.
A razan he a spguintr : Delerminou S. E\e.
Kevma. (|ue nenhum henelirio seria conferido a *a-
cerdotesque previameule nao preslassem jiirameulo
I s que sao mai;ou* i abjurando a maronaria, ou pro-
testando iiniii'.i |inIriiirimi a ella.
Eslava aqui eslabelccido e aceito que a macollara
em ii.ii I.i implica rom a reliitiSo ; e lalvcz ikh* essa
crenca Ido iteneralisada no Brasil esla inslituIcSo dei-
lou de ser mal v isla, e conseaiiinleniente decado.
Ginst.i que o papa eviizio do hispo, como ciiuc de
lodo*, que prolUimein e*la sociedade, e que esla par-
le das hullas naoennsc^uio o impela! beneplcito ;
I mi isso leui rausado sorpreza esla ordenauca iuipon-
dn o juramento abjuralorio, i\-. O que he liara mni
iinliiliii.iM'l he que a uiacnnaria que por .Un andava
esquerida, e apenas enlrelcndo almmscarolas, ha de
reviver e lornar-se mporlanlc, apenas inaiiifeslar-se
ijualquer designio de hoslilidade rnnlra ella. Se as
cousas pararen) nesle ponto, nio vejo grande razao de
quelia *. mas se forem al^iu, o que nao espero da
prudencia do digno prelado, lercinos de ver o espi-
rilodas Ireva* I il al o espirito que Irahalha as Ire-
vas) em aguaico, e ganhandoa ini|H>rtanria que ha-
via perdido.
Agora, liara terminar, duas palavras ao compa-
nheiro. Quando liver occasio mande dizer-lhe que
Lisboa 'hi ,( UN) por renlo.
Metae*. llobroe* heipanliiie*.
n Ditos meziranoi. .
i Pera de 6I(KI .
o Moedas do 18 HK. .
i> Palaroes brasileiros .
Arados do banco .
2!WKI)
aono
1690(1(1
lStiO
~> |,- i cenlo non)
pressao anglica, nao quera perder nin minuto
deiM conleinplacao suprema... Admirava-a, ado
rava-o, e sent.') urna alegra cruel quando a v
sorrir de-sa adora' o insensala.
Madama d'Arzac iralava sua filha em silencio
com urna rora^uin que nao se podia observar sem
dr. Klla s linha urna preoccnpacjio : occullar
a Mar. rida sen odio por Mr. de La Fresnaye
Oh I presentemente osse odio inslinctivo eslava
mais que otplicado. Se elle nio Idra ,d izia ella com
sigo, stevo vivira, o minha filha nao suecum
biria ao remorso de l lo mono I
illa are n-av a a Roberto, e elle era menos cul-
pado que olla. Roberto nao lizera mais do que so-
: 1111 a inspiraco de seu amor, nao Ii/. i a mais do
quo obedecer as suas leis; parque o derer do
amor lio perseguir sua preza, e oble-la, apezar de
ludo, e a lodo o preco, mora ou vivo... Mas
madama d'Arzac linha representado o triste papel
que representarsempro o (sito bom sonso om lula
com a e*all'Cao de um senlinionlo verdadeiro O
falso bom ensn. M idnln dns rnraces OgOislM,
das natnrezas (rias o pobres, essa razio de ronvon-
co que refar caracteres negativos sua imagem,
niM rapprime o enlhusMipio do pensamentn, n
{Correio Mercantil.)
>~+.**t<~~
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Baha 1 te fnerair* 4t 1853
Pelo vapor Marnry aqui ebegado honlem ( con-
duzndo I2(i pravas, inclusive o major lien ulano
S.incln da Silva Pcdra e 4 alteres), escrevo-lho cslff
somente para dizer-lhe, que ludo se conserva aind.
como entregue ao far niene das nossas feslas do
Natal, e pouco mais.
Keappareceu a senianaproxima passada a Jatlica
queja bem se fazia desojar, c niio lem |kh ora a
prensa nllerecido o menor inlcressc, pois a|ienas se
urrupa da v doria e da denota eleiloral, e de repi-
sar sempre no mesmo terreno.
Kealisou-se a conversan da raisa eojNMTOifli em
lianrt, imluslrial do desronlos, e deposito* rom
eillss,o de nolas, por quasi unanimidade dos acrio-
nislas, represenlaudo mais de 1 mil conlos. K-pe-
ra-se. que o banco allere seus eslalulos, e dz-se.
que pretende elevar osen capital para lomar uiaior
esphera. ,
0 inesmii deve arnulerer, quero dizer, devein ha-
ver reformas nos oulros cstahelerimenlos de crdito
desla 11 I.i.le, |r que do conlrario sua deradeucia e
queda seria m.iis ou menos proiiina c infallivel.
lie |his aquellofiin farlo de nao pequea* rnnse-
queurias para a provincia.
1 "i assignadn a 17 do passado|Malo presldenle da
priivinria.oeoulrato rouiarompauliiadosrhafariKes,
que lem |hit ohjcrlii pro|.....jonar agua polavcl em
loda esla cidade a 211 rs. o barril, o que he sem du-
vida um grande lienelirio, por quo o preco desse ar-
tigo de consumo essenrial co-luma ser M rs. no in
verno c 00 rs. no vern, e muilas vezes |ior agua
mii. que h aiidulentainc..... se vende |wr polavcl e
boa. Assim pudesse a iMipnlarn mclhorar no con
sumo dos gneros, que M venden) na* tabernas e
arma/cns de molhailos. onde ronipram-se muilas
vezes e.|ii.ei.dim.ili,, vnlioc vinagre das fabrirasdos
laherueiros, fabricado aquello de cachaba ou aguar
denle de Franca, agua e drogas colorantes, que de-
vein deslruir a saude de quem o helio. E o mais
be. que parorc-nie bem dinlcil una liscalisacao per-
le la .lo-o re.ipclo. se na I ranea ondeo vinlio
he lao barato, a polica muilas vezes faz apprehen-
si'icsde pipas o pipasdesse* venenos, que se vendein
ao povo |Mir vinlio, como nao havero entre nam
iguaes malversasoes,elevando-sc o precii de urna pi-
pa de vinho a l> 1609110(1 rs. ele. Entretanto he
esle ja um arligo de muilo evleuso cnnsunio e indi*-
iiensavel paru una nao pequea parle da |mpu-
la^ii.
Appareceu ha i......-i lempo urna desorden) na villa
la ledra Branra, de carcter inleirainenle particu-
lar | c nem |H)dia ler nulroi, mas que lem posto em
grande dcsasocego aquella pequea villa. I'm in-
lio de nome Baelinga reuni um pequeo haiuhidc
oulros para alarar, e assassiuar alguns dos pro-
prielanos d'aquellcs lugares, ou por espirito de da-
l'io.l.M ni ou |Hir |i,ii iieui,ue- rescnlnienlo*. O
govecun da provincia leve dado as providencias,
que o CMOctige, mas nao se sabe anda dos rosul-
lados.
Continua a tacana ser demasiado calmosa, e as
chuva* esc.nsissimas e quasi nenhumas.
A alfaiulega renden ale 9 do mez que acabou
.'ll._i:(iHH 10 rs.
(I consulado rendeu no mesmo mez 0(:.'l797."iir*.
A mesa de rendas prnvinrae* al 29 do mesmo
79.30WTS5 n.
Keinao mais perlelo soreso, e quasi apalhia, da
Sual so nos lirari provavelmenle a prjima reunido
a asscmbla provincial, liem enlciidido, la para
marro.
Saude e feliriilade Ihe desHa. O Sun in.
P. S. Bomscnsiu'l lem sido geralmenlc a perda
do vapor .tf/onm, e lano mais, que acarrelou a de
Ires vidas, entro as quaes ado infeliz 2.a lenle
Antonio Francisco de Araujo, como ver Vine, dos
|ni nao- do Hio.
um, brilharam alguns cavalltiros, sondo ai Mas
proezas digminente recompensadas naja, donativos
com que al nobres senhorai rorreiponderim s
suas olfarlas de argolmha.
A concurrencia di povo foi exinordinaria, e
muilas queixas se ouvirim di [illa de paoo pa-
ra acommodar o, assisienlai ; mas nenhuma m-
ordem appareceu, o que nio be para possar-se
em silencio.
Tambem.no lem fallado as festividades reli-
giosas do cosiume, sendo o dia l do cofrenle o
que maior numoro dellas reuni. Ilouve a
fesla daSenhoradaSeude no Poco da Panella,
com o compleme fogo de visla S noile; houve a
da Scnlmra das Fronteiras na Kilanria ; houve
mais urna nos medios ; a al a pacifica Olinda
appresenlou com alguma .pompa a fasta do Se-
nhora do Bom Parlo na igreja do Guadalupe,
precedida por um esplendido levanlamenlo de ban-
iloira, i- ii mi boa pruiassana larde. Deu -su porm
nesta, segundo nos consta, urna circumstancia,
que nio daixa de ser di^na de reparo, e fui ler
levado adianle cerca de seis meninos vestidos de
pasiores e acompanhados de alguns carneims, sem
que se soubesie qual a significacio de seiaelhanles
figuras.
Ha muito que os nossos fesleiros o directores
do procisses, no intuito do abrilhanla-las, lem
recorrido guamo emblema e figura Ihes suggere
a ph iniar.ia, sera seadvorlirem que em laes ma-
taras nio sio licitas as innovaces ; e esle abuso
que nos parece dovera ser cohibido, tem sido tole-
rado, e cada vez mais se propaga He bem sabi-
do, por um lado, quo lodos os ritos e todas as ce
remonias da nossa religiio lom urna razio de ser,
o urna fonle mu positivas, nio sendo por isso per-
millido i escolb.1 e discrigio dos fiis o diminui-los
ou augmenla-los ; por outro, ninguem ha que
nio alcance lodo o mal que causam i mesma roli-
giflo essas superfouncs o essas sobrecargas de fi-
guras e de symbolos absurdos, que a otpoem ao
ridiculo, ou conduzetn i supersiicn
No dia 2 tenlou suicidar-se um prolo forro, de
idade de 6i annos, morador no ra das Flores,
dando na garganta dous profundos golpes de na-
valha. Por mais firme que fosso a sua resoluco
nio pode o instrumento realisa-la, pois que urna
verdadeirafalalidadeo impedio;sendo queomesmo
professor, chamado soccorre lo, maravilhou-so
do caso, e disse nunca ler vislo semelhanta, que
tal foram os {^)lpes da navalha !
No dia 3 chegou da Buropa o vapor inglez Te
viot lendodeixado o velho mundo om soce;o O
imperio franrez j linha sido reconhecido por quasi
todas as potencias, e sob a magia do sceptro de Na-
poleao III grandes felicidades eran) auguradas i
Ierra de S Luiz Na Hespanha baqueou o reac-
cionario gabinete Murillo, que pretenda dar cabo
de todas as liberdades dopaiz, nmslrando-soo seu
sucoossor disposlo a seguir ocaminhoda modera-
rio, a reparar as injusticas praticadas, o a fazer as
concesses que fossem compaliveis com a ordem
publica Em Portugal proseguiaadicladura em seus
actos de reforma, alguns dos quaes sao dignos de
elogio. O partido progressista achava-se descon-
certado o dividido, sondo u ganho para o governo
Na inzlatcrra bouvo um forte amalgama ministe
rial, e quasi (odas as suas principaes notabilidades
achavam-sea frente dos negocios pblicos.
Muitosrt falln esta semana na etinnacio de al
guns cadaverca feila pela polica em um sitio do
Rosarinho, em consequencia de denuncia que le-
ve. Por falla do informales exactase circumslan-
ciadas, o por ser o caso milindroso, deixamos por
ora de inleirar o publico a cerca do lodu o oceorri
do, <> que faremos logo quo para isso estivernios
habilijados.
Continua a sentir-so a falta de troco no mercado
desla cidade, o Doos queira que o vapor onlrado
hoje do sul nos lr,ga algum remedio a te mal
OMucurj, nos irouxo a confirmacio da perda
total do vapor Alfonso, a qual lom sido geralmente
sentida, o mxime pela perda de tres vidas de que
foi acompanbada. Km lugar proprio lom os leilores
todas as noticias quo do sul nos vieram
Entraran) durante a semana 21 omharca;es e
sahiram 9.
Rondeu a alfandega (r>:s-Ji,Oir rs.
Fallereram 4" pessoas : 8 homens, 8 mulhcres
o 15prvulos, livres; 7 homens, I mulher, e 1
prvulo escravos.
No vapor Hreat^i vieram um ollicial 91 p*aV
ca do .Iffonto, e em larra ficarim o Immedialo t
un dCTlacameolo para a arretwlaSo e guafdl de
algum ubjcclin que t poasaH aalvar. A nulfa
pracaavem no vapor Aaci/e, qu, lahira lambemam
soccorro oAffoHtOi
o Parece qua ae salvaram apenas algurOM pea
do machinismo.o
O almirante francei m Poinlea, aolradn hon-
lem de llre.l ua fragata La Forl, apaBat oube da
varacii do vapor Aftonm poi a di|>osic3o do go-
verno imperial o vapor Calinal para n Aiti de pres-
tar ao navio naufragado lodos o* occorro* posaneis.
a Esta oirerla generosa|nio foi aeeita porque hon-
lem mesmo se leve a certeza de que o A/fotuo la-
va Irremediavelmenle perdido.
a senieftfl, ippellaJl, fcebi<,oi a{lMilos provados
o* embargos de O obaolvero I e^pfhinie do pedido
em qua or coruiemuada, a OMdaniBitii os appel-
ladoa MI coilas.
ReKaSdeoulobfode 1162.
Alando, preaidaOtt, Monl/o. VIHares, Leo
vencido, Bastos, Valta_____________________
COMMERCIO.
ri:i!\uiin:n.
RECIFK :. DE FEVERKIHO DE 1853.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SEMANAL
Pelos annuncios publicados em nossa ful lia po-
do-so bem fazer urna idea das folgancas o distrae-
rnos quo por i-.-ses arredores tem liavido i titulo
do passar fe-ia As cavalhadas e os fandangos re-
produzem-seaqui e alia, cm quasi todos os'domin-
gos o dias santos, o a boa gente da moda, sempre
vida de prazeres, i nenluim desses diverliinenloa
lom deixado do fo/necer um soflrivel concurso de
ospeclodores
No domingo 30 do passado, liouve na Capun-
ga urna a oxcellenlo corrida, onde segundo nosdi-
IHARII) DE MMMBICO.
Pelo Ttpor .Mucurtf, Mlftdodo Mi no ti ia 5 do
rorrenl*, rccclwmm jomaos do Kio do Janeiro rom
dalas al 26do pastado, da Baliiaat o I. do cor-
renlc, o de Marei a, _'.
Todas as itrovinrian dosso lado conservam-se em
[irricita Iranqnillidado.
r.'"n posar noliciamos aos loilorot o naut'raaio
rompltlo do vapor de uucira I). Affonto, ,1 flor da
mariuha brasileira, sendo esse desastrado sinislro
aconipanhatln da ptl^B de Ires vidas. Aqui (rans-
rrevemos Indo quaito a lal res|>cilo diz o Jornal do
Commeriio.
l>M|ttra-0 as esporanras que linhamns do
que so salvara o vapor Affonm. O Hrcules, que
lu\ i.i Mliido em su auiilio, levando h bordo o aju-
daute da rapilauia do Pirlo, o palrao-mor o o onRe-
nboiro Grud\, voltou honlem demanli iom a la-
inonlavel nolcia da |>crda lolal daquelle c\cellonte
vmo ib* guerra.
" Sosuiuln |iodentoeoll8r, encontrn 9 .lffon>
quaudo sabio desle pinto rorreles lao fortes para o
oeste, que s lloran da larde, rom K horas do mar,
arhava-se apenas na altura da INmta-Neera. Secuta-
do no ruino de I,. S. K. al H* moia noile, supprtz-
*o o roinmaiidanlcabarlamcntodeCaboFrio eman-
dou ua\.--'.ii para o norle.
a As mesma* rautas que retardaran! a marcha do
>apor ale a l'onla ueara a demoraramd'alli para \>- f
le, e quando o vapor raudou de rumo eslava aimU
so oeste do Cabo. A escuridio da noite uodei-
iou ver Ierra e o Affonw M cncalliarem um lu-
nar perigoso, onde parti a qulha o se cuchen de
asna.
Nao temos a lamentar somente a pona do me-
llior vapor da armada imperial. Ao arrear o UM-
ler para recnnliecer-sc a po^o om que oncalbra o
navio virou aquello e paroceram Iros praca da
Kuami^o, o i. lenle Antonio Francisco de A-
raujn o Silva, e dous imperiae* marinheiros.
a O Sr. lente Araujo ora um ofllcial na fl*>r da
idado, cheio do Ulenlo o tlededicico, amado e ro-i-
(>oi(ado |Kir lodos os seas cantaradas. A sua |ierda
uo se Tara sentir somonte nosoio do sua familid ;
a mariuha deplorar por muilo lempo a falla de um
dos seus mais csiierancosos jovons.
l (I iv-lo ila un.ii mrati do .l/'fo. urna d4 lancha-i das rnda.
Ja ina chepado corte toda a ffuarnlco do Af~
fon*, e achavaiiHM presos o commandanle eoom-
clal de quarto na aceasifio do encalho, o prii
em sua casa, e o segundo bordo da fragata C\
titnlcao'. .
Eslava nomeada a commlsaSo que devia lomar co-
nheciinenlo do naufragio, sendo a rnewna composla
dos Srs. capilo de fragata Pedro Paula Brclonelle,
ecapilnes tenenlos, Ueiuamim Caruciro de Campos
e Carlos Augusto da Rocha Freire.
As diligencias feitas sobre o desembarque de Afri-
canos em Braruhy, lam obtendo bons resultados.
Ouas apprchensAes ronsideravels haviam-w elTccIu-
ado, lendo urna dellas lugar om a roca de Maooe!
de Aguiar Vallim, no tormo do Banana), provincia
de S. Paulo.
No dia 19 do passado, pelas 10horas da mandad.
houve urna etploso na fabrica da Eslrella em cin-
co arrobas de invslo, que se balia pura plvora, re
ai lia tniii della o desabamento de urna parle do edi
licio, a morle do roulraiucstro da offlciua, AuguMo
Cesar Piulo, e os (orinientos de um guarda e de um
africano da mesma.
La-ae do Crrelo Mercantil de 24 :
8* M. o Imperador, descomi do Petropolis na
tarde de sexla-feira 21 do correnle, e pousaudo na
fabrica da plvora, ahise informou minuciosa men le,
e corr. o maior iuteresse, de lodas as circumslaneias
relativas ctploto havida no dia 19, e foi pessoal-
mente ver as ruinas da ofllelna destruida. Passan-
do a indagar sobre o oslado do guarda fondo l.ael,
dignou-se mauda-lo siccorrer rom um donativo de
OjOCrs.
Por decreto do 17 foi agraciado com o titulo do
bardo do Amparo, o romuieudador Manoel Gomes
le Carvalbo.
O governo de S. M. o Imperador acaba de reco-
nhoccr o imperio fraiiccz. Pelo Setem foi remetf-
da ao conselhelro Marques Lisboa, minislro Ipleni-
polcnciario do Brasil cm Pars, a credencial que o
acredita no mesmo carcter Junto ao Imperador Na
poleao III.
I.c-sc no Diario do Rio de Janeiro de 17 e 19 do
passado
Honlem, ti docorrente, o coulra-al mira ule fran-
coz, o Sr. Kevier Dosponlcs. festejou nesta Babia a
bordo da fragata Forte, onde (em o seu pavillio, a
accIamacodeS. M. o Imperador dos franceies, foi
all celebrado pelo capello ila fragata um Te-Deum
com evccllente msica, eioculada pela banda de
bordo.
Ao depois houve um almoco a que assisliramo
enrarregado de negocios de Franca, oulros membros
da logacau franco/u, pessoas da corle, oflciacs ua-
cionaes e eslrangeiros, t\c., e em que, a par dos to-
asts relativos fun.--, foram dovidaincnle apre-
BDtadoi brindes S. M. o Imiierador do Brasil,
S. M. a Imperalriz, S. M. a Raiuha de Imtlaler-
ra, tjc, outro constante harmona eulro as nao,oes
brasileira o franceza.
As sahasda fragata Portee do vapor Calinal k
rain rorresimiididas pelas de Ierra o dos vasos de
guerra surlos ua Buhia. A Irpolacao da fragata, que
o seu vigor e garbo fazom nolavel, deu particular
interesse pola sua animacAoa urna fosla militar co-
mo improvisada no dia inmediato eutrada ueste
|M>rto.
"Ilontcm 18 l horas da lardeleve luzar na igreja
da Ajuda, o Te-Deum, mandado celebrar pelo Sr
encarregado de negocios da Franca, em accao de gra
cas |m'I.i accliimaco e ascenco ao Ibrono, de Napo-
eo HI.
"Foi numeroso o concurso, e pequeo o recinto do
templo para abrigar lodos aquellos, que movidos pel.i
curiosiifude ou pelo patriotismo, corrern, I lomar
parto ni solcmnidade com quo una fraeco da Fran-
ca, ir.nlii/i.i lonue de sua patria, o resosijo e enthu-
siasino que senlia pela inaumrac.o de um reinado,
que so lina ao passado por gloriosas reeordacocs guor-
reiras o ao futuro telas esperancas do urna paz inal-
leravel o umasolla prosporidade.
-( M i- mi o padre franrez Mr. Berlin, residente nos-
la corle. Em fenle do aliar haviam ; cadeirasoceu-
padas pelo encarregado de neaocios, o aluuraule Des
Poiiilos o o commandanle ila fragata Forte, "
AssisliooSr. Taunay, cnsul neral, loda a odlcia-
lidado franceza, 1j irmas da raridade, erando nu-
mero de senhoras o de pessoas gradas; una suarda
de honra, rouiposla de 100 pracasde imporiaos ma-
rinheiros da fragata o urna batida do msica, complc-
tavam a solcmnidade da ceremonia.
Ii consol lio de invest gacocs, requerido pelo Sr,
ni,m n h.ii Bilancourl para conbecer do seu rompor-
taincnlo como director do arsenal do guerra, e apre-
ciar o rolatitrio da commissao do exame do mesmo ar-
senal, deliherou, sem audiencia do referido mare-
rhal, quo, visla a cravidadeda materia, fosseo nego-
cio sujeilo conselho de guerra.
Segundo o Correh Mercantil, j so arhava aquel
le conselho formado, sondo presidente o Sr. marechal
doovorrlo Eliziario, e intimado o Sr. marechal Bi
lancourt pelo quartel general para responder poran
lo o mesmo conselho.'
Havia nacerte noticias do Montevideo al 10 do
passado. Em nada havia mudado o oslado do Buenos-
Avrcs, achando-sc anda sitiada a capital. Escacoa-
VuU all os manlimontos, e os gneros do primeira
ncoessidado oram supprdos pola pra*;a de Monte-
video, onde a farinna de trigo linha subido a 21
pesos.
O Estado Oriental roiitinuava a gozar de so-
co go.
f.ina n i-' a Baha roforimo-nos a caria do nosso cor-
respondente charada om oulro lugar.
l>o Alagoas nada enronlramos digno de ser men-
cionado.
PKACA IMJ HECIFB A UB FBVBREIHO.
AS 3 IIOHAS HA TARDE.
Colaooet ohIcmm.
I jmltio sobre l-oudres a 28 X d. #0 d|v.
Assucar mascavado regular paa a !i50 rs. a J.
Dito dito escolhida a 18-tOO re, a i .
ALFiiNDBGA.
Hendimenlododiala4 .... 39:841V07I
Idera do dia 5....... aft)lt6
fiir:(rTJ|037
Detcarregam hoje 7 de fetereiro.
Iliate americano S. M. Wain farinha e boU-
cliinlia-..
Iliale brasiletro ^r Olinda naereadorias.
Patacho portuguc Saudade idem.
Brigue brasileiro aWanauna dem.
Importnc;ao
Vapor nacional Mucury, rindo doa porlos do Sul,
nianifeslou o seguidle:
2 caitas a Vluva Percira da Cunha.
1 fardo e 2 caixluhas ; a Jlo Pluto de Leos
Jnior.
1 caitinha ; a Antonio Percira Oliveira Ramos.
1 caita ; a Antonio l.uiz dos Sanio.
I raiza e 1 embrulho a F. Souvage.
1 caiiole ; a C. II. Wergman.
t'dlto ; a Nicolu Brun.
1 dito ; a Eduardo A. Burle.
2 minas pipas; a Mcuron & Companbia.
I embrulho ; a Novacs & CompauhU.
1 caizo ; a C. I. Astlev A Corapanhia.
1 [tacle; a Leonardo A. M. Henriquos.
1 encapado; a Manoel J. R. e Silva.
I embrulho; a (1 ullherme C. Correa Lei te.
I |tantte ; a Francisco Jos Marques Basto.
1 embrulho ; a Dorniugus de Souza Leo.
1 calile ; a Joaquim Pereira Silva Jnior.
CONSULADO t.KHAI..
Reiidiinento do dia 1 a 4.....13:W3iHH
idem do da 5........4434*01 >
n iii.iaao a mimo.
fogu do coraeo, o sangue das veas ; quo so gnba
de nao conlieoor as naixes, o quo so moli a gua-
las. Falso Lom sonso, s lu que causas lodas as
dosjr.iras, asrovolucoes nos povos, o as calaslro-
phos as familias I Se nao fora a esperanca en-
gaadora quo Ihe der.-i madama d'Arzac, Etevo
preparado pelos seus receios, em suas horas de
ili'-.ileniu loria podido renunciar a Margarida ,
mas adiar o dosespero no mesmo momento da fu
Inil i le, era muito. nao 30 pode caliir de lao alio
som perecer.
Muilos dias te passaram assim om cuidados
inuteis.
Urna mruiliin Marjjarida achoii-se menos op-
primida, o pedio que chamaMem o senhor abbade
de... A esle pedido Roberto empalliderau.
Nao tenha modo, disso-llra Margarida sor-
rindo, he para nos casar, sim voc sabe que lenho
escrpulos, accrescenlou ella corando...
Cuitada anda tinha alguma forra para corar...
No teroi repoiiso oniquanin nao lor sua
nuillior |nT.-inii' Dcns,
Klla conf(isou-so, coniniiingoii o no dia ouin-
lf as 10 hora
que mili.mi disposlo em capella, e onde eslavam
reunidas as lestemunhas do casamento e sua mai
Margarida eslava lao bolla, o pareca lao conten-
te quedava confianca a lodos. Nao, ni era urna
moribunda a morle nao tem essa grnca, a agona
nao lem essa serenidade ; nunca ella parecer
mais linda. Esse longo veu que a cobra da cario-
ca aos ps, esees bollos cabnllos do quaes linha que
rido fazer dous grossos cachas, eque Ihe adorna-
vam o nobre o doce rosto, esse enlornecimenlo pro-
fundo que Ihe porlurbava os olhos, esso ultimo ar-
dor de um fogo prestes a extinguir-se que Ihe co-
rava as faces fobris esse sorriso de amor que ella
tinha para todos os onles queridos que a rodeavam,
e a lisoiueavam com suas falsas esperancas, c-su
allraclivo da morle tao myslerioso, e lao poderoso
davam a sua pesso* urna belleza sobronalnral. Es-
so novo brilho linha apezar de todos os temores al-
guma cuusa de iranqiiillisador; ninguem poda
crer que brevemente se leria de chorar essa bol
Icza radame Pobre Guiad I vendo sua mai tao
bella elle eslava todo alegro, e lizia.
Porquo ein.io me diziam quo minha mu es-
lava doenle ? Vejam como ella esl conlenle A
Acorta.' tratarla, em rae' de appello' no.
auto, de .iili.acao' de 10 ala. por letra. 4.
F.S Brolher. conlra S. Francl.ca TtaOBa-
ata aa Ctalo.' Caaaa.
Acordo em relacao <|uo reforinam a senionca
appellada, por que alom de ser incompelenlo a ac-
cao proposla visla "do art 287 do decreto 7.17
do Sa de novembrode I8j0.quesnienle apormil-
te entro as proprias parles contratantes, e endossa-
dorea de letras o papis docredilos commerciaes, o
que se nao ve nos letras ajuizadassacadas eondussa
da depois, niio pela appellante.sim por Manoel l,o-
pes Machado, como seu procurador sem para isso se
achar competentemente autorisado; pois a procura-
cao que apparece nos autos nao Iheconfore poderes
especiaes para sacar o endossar letras, accresce
quo a falla desses poderes salva a appellante da res-
ponsabilidade por semelhante* acto de seu procu-
rador, cconseguinlemente nao pote serobrigado
pela importancia das mencionadas letras, tanto mais
quanlo a origom do contrato cambial nao he a ga-
ranta quo so pretende que a appellante prestara,
mais segundo he oxpresso as letras, o valor recc-
bido. Porianli) e o mais dos autos, roformada
JBBiPa !__.. ~Zl."' r -r
IkSSTliOn
KIVEHSAS PROVINCIAS.
Henil imeni n do dia 1 a *.....
Idem do dia 5 ,.....
/- rondiizr para o oratorio rapeHa improvisada era admiravel, ludoo que o lu-
xo e as artes podem imaginar |>ara ornar um al-
tar catholic linha sido empregado para dar lus-
Ire a esla doce e fnebre ceremonia. A imagem
da virgom de Murillo dominava o aliar, ooberlo
de estofas preciosos e do ricas rendas ; sobarbos
candelabos dourados o illuminavaiu, alias camelias
tahindo do vusos magniOcos o rodeavam de todas
aa p.irios com seus ramos em flores Margarida
eslava ajoelhada sobre almofadas de velludo eucar-
iinilo n um genullexorio Irabalhado com muitogos-
to ; Huberto eslava junto della... porem tao plido,
que entristeca a todos So nao fora essa pailidez
que lembrava a desgroca da simacio, leriam lido
esperanza; so nao fora sua palhoYz fatal ter-se-
Ina podido crer qu a folicidade segua esla uniao
de um dia, fnebre fanlasia, ultima fela de urna
oven moribunda.
O sacerdoiedisse missa. Quizeram ajudar Mar-
garida a levanlar-se; mas ella eslava forte,acora-
josa levanlou-se s, o tornou a ajoolhar sem care-
cer do uinguoni Quando Robarlo passau ao seu
dedo a annol nupcial .. nao pode deiiar da estre-
mecer... a man de Margarida lava (dada. Klla
approximou-se della com inquioiacao, e ella iran-
|uilli-'ni-o rom um olhar cheio de ternura ede ale-
mry
MnpiM
|85|I68
K.-*t:ll
Exportarlo'^
M.ir-elli.i, li.ire.i rr,ine.v.i pinrf: (le 210tonela-
das, ''Mu ii/ i" o seaminle : U07 saceos rom -'-ji 11",
i de awacar, laureas rom .V> a. e 2 ilealaixlo.
Hio de .l.iiieirn, |Mi.ieii,i brasileiro nio Tinto, de
127 lotieladas, conduzio o seguale : .10 pipas a-
-' o lenle 9M sarcos e 80 barricas assucar, 1 jt!7
meiiM de sola, 36 taimas de amareilo, 16 barris e :i
caixAesdoce, I dilo espanadare., 2ti cocos de
comer, I raiio resina de balata.
Kio Grande do Sul, com escala pelo Rio de Ja-
neiro, liruue brasileiro /-'lamneme, de 268 lono-
ladas, ronduzio o scguinle : 1350 barricas e 400 .
Itarriquiibas rom 11907 (i e 27 i de aorar.
RECatUOORIA DE REMIAS l.NTKRNAS (E-
HAESUE PEH.NAMBL'CO.
Hemlinienlo do dia 5....... 65031117
CONSOLADO PROVINCIAL.
Henil i.....ii i ii .In .1 i.i :>.......2:95227 PRACA DO RECIFE 5 DE FEVEREIRO DE
1853, AS TRES HORAS DA TARDE.
Heritla lemnnal.
Cambios- No prinriuio da semana sacoii-e
a 2H :t| I il. |H,r I.-. porm de|u>i-
da rhegada do vapor do Rio de
Janeiro baiioa a 28 S, proco por-
Jue se levini a semana.
s noticias chegadas da Euro|M
' "iiiinieiiii a ser falaes a este se-
najro, e bem que as entradas da
semana s inonlasseo a 321 sal-
eas, foi elle pouco procurado e
nao se pode polar a man de 5f a
59101) por .irmli.i de primeira ser-
le, ea 49700 pela segunda.
Assucar ----- Como baviamos annuneiado o
preces solTrenim diminui^ao, pa-
ra o que muilo coneorre a subida
dos lele- e a falla de navios; as
> endas regularan): branr ie-
tnuda sorle de 2(100 a 2*150por
arroba, lerceira 28, quarla ItfK I,
quiula e sexU de ia7C a lCJ;
o mascavado esrolliido a Iffl.Vi. 1
o regular de IS300 a l35U |r
arrohsf
Couros Os pouuidores ealo lao exilenles
que nciiliuma venda se lem feilo.
- Vendeu-ee de 56; a 5ttp por p>|>a.
O de Portugal obleve 2D7UI |>oi
galo.
- Kez-se venda de um rarregamenln
a ['leen OCullu, miW (|lie (ll/l'lll n>
gulaou a 139600 por barrica, e re-
lallHiu-ae de 15a) a lis-, brande
em ser 3,000 barricas.
- Venderam-se a 19250 por arroto.
- dem de 31900 a 4 por barri-
quinha.
(.Ii., ...... dem a 19600 porlibra.
Carne secca A pouca qoe esisle est im- ar-
ma/.cns, eos navios esto inteiru-
mellle vaZOS.
Fariuba de trigo- Os preco continuaran) de 15c a
IKaoOO por barrica, (wrm o de|io-
sito elevou-se a 15,000 barrica^.
Mauteiga As vemlas raectuadas rcgularain
de 190 a 500 rs. |ior da franrrra.
Oleo de linhaca Vendeo-se a Is900 por alan em
cascos de madeira.
Queijos ----- Idem a 19450 por cada um da)
llmennos.
Sabao......Idem da 100 a 103 rs. por librn
do nacional.
Vinhos.....Idem do de Ijsboa PRR Halo .1
152, e da Figueira de 1Wf a
1529. e do lir.nn n a 1629. f
I t e 11 ----- Do assucar para o Canal att .'i
i. e 5 por renlo, e para o Havre
65 Ir. e 10 por cenlo.
Desronto Rebaleram-se letras de I a 8 me-
zes de 9 a 12 por cenlo ao anuo.
Fiearam no (orlo 58 embaroa^oes: sendo 4 ame-
ricanas, .11 brasileiras, 1 dinamarquesa, 2 franreza-,
13 inglezas, 3 porluguctas, I sarda e 3 suecas.
MOVDHENTO DO POSTO.
Agurdente
Azeite doce -
Baralha'v -
Raalas -
ll il.lMlih.
Nario* entrado* no dia 5.
Rio de Janeiro o pirlos inlermedios 9 dias el-'
horas, e do ultimo porto 18 horas, v apor brasilei-
ro Mwurg, commandante Luis Correa de Mello.
Traz a seu oordo : para esta provinria, J0S0 Ge-
inrarieSouza, lente coronel Jos Antonio Piu-
lo, Hiidnlt Slengel, l>r. Jiie Fernandes de Bar-
ros, Dr. Egidio llenriques da Silva, o primeiro
lenle Anlonio l.uiz Hilarte Nunes esuaseiilm-
ra, lir. Salastiano FetTcira Soulo, rom I tillio>
2 escravos, Francisco Jos dos Sanios Malhado.
Joo Ferreira da Cosa Imbuaeiro e I eKravo, Jo-
s Torqualo da Cosa Barros r I esrravu, Manuel
gra... mas essa alegra j nao era desle mundo.
Terminada a ceremonia, Margarida inclinou a ca-
bera sobre o genuflexorio e quii recolher-se ; I'"
berlo pensando que lirar lan^p lempo de joelhos era
muita fadiga para ella tomou-lhe a mi. e quii
ajuda-la 1 levanlar-se ; poran Margarida ficou ira-
noval como a eslaluada oracao... 1 obertu assus-
lado tomou-a nos bracos--. 'Ella tinba morrido...
morrillo orando por ella,
Acbou-se um lestamenlo, que ella tinha escripto
em segredo na noile precedente ajudada de urna
das mulheres que a guardavam. ^ I
Noroeava a Mr. de la Fresnaye lulor da sen -
Iho. Em algumai linha dirigidas a sua mai, ex-
plicava-lhe la conduca, e pinUva-lhe seus lor-
menlos. A historia de suas mogoas, e de so le-
licidada tao irisie terminava por esta eonnsso :
< Combat miiilo, mas nao pude vencer essas dnas
1 potencial rivaes Dous amores de naturez-ia
.( diOerenles parlilharain entre si men eoracao :
1 um nao pude realir, ao nutro nao pude sohrc
viver.
)


Leile de Sempio, Manoel Pire da Camlho, A-
leandre Jote Granoeiro, Jete Miguel de Vav
mncellos, Pedro da Silva Reg, Antonia Jos* Un-
irte da Silva Braa, Francisco Kerratra de An-
drade, Jaclnlho Paz de Mendpnr.a, Jote Joaquim
Vleira Pelo, Manoel Emijdio de Ollveirt Li-
ma, Francisco Custodio de Sampaio e sua familia.
Jos Antonio Maiimiaim Nunes, o coronel enm-
mandante do II. talnlhio de infautaria, II of-
flciaes, 9 radeles, 115 pravas de pret e I eecravo
a entrenar : para a* provincial do Norte, o ma-
jor Joaquim Victoriuo de Souza Caln.il e sua te-
nliora, capito Antonio Barbosa (i unos de Si ,
Balduino Jos CoeHio e I escravo, Antonio Mar-
lilis, Jote Proal I expra(a de niariuha.
I'hilaili'lpliia 33 diaa, patacho americano Char-
lotte /;. Toa, de 199 toneladas, capitao willi.un
T. Claek, equipaaem lo, carita farinha de trigo e
mais eeneros ; a Deane Youlle i Compaiiliia.
Navio* tahidot no mi Trieste barca dlnamarqueta Orion, capitao J. P.
Bovten, carga assucar. -.
Lisboa brisus porluguet Oriente, raraa a menina
que Irou&e.
Rio de Janeiro patacho americano E.rporter, ca-
pillo Dooald, carga a mesnia que Irouse.
EDITAES.
O lllm.Sr. tnipeclordalhesour.iriaprovinrial,
era eumprmentoda ordera do Eim. Sr. presidente
da provincia de 15do corrente, mamla fazer publi-
co, que nos das -il. 33 e 94 de fevereiro prtfainw
vindouro, ir a prara para ser arrematado peranle
a junta da fazenda da inesma tbesouraria, a quem
por menos fizer a obra do acudo da Lagoa da Ezlro-
ii i.i, ,n a li.nl.i en i 990S000 rs.
A arrematarlo ser felta na forma dos arligos "i
e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de luain de 1851,
e -ni. a- clausulas especiaos abaiio copiadas.
As peasoas que se propozerem a esta arrematarn,
comparecam na sala das sessoes da mesma junta,
nos das cima declarados pelo meio da, competen-
temente habilitada-.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial do Pernam-
buco, 20 de Janeiro de 1853.O secretario,
Antonio Ferreira d' Annunciacao'
Clausulas especlaes para a arrematado.
1.a As obras para a conslruccn do atildo da La-
goa da Eilrema, serio fritas de conformidade com
V planta e .treamenlo approvados pela dirorloria
em r.in-i'llni, e apreteiitados nesla data a approva-
caodo Em. Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de 990EOUU rs.
2.a O arrematante dar principio as obras no
prazo de um met.e devera concluir no de seis me-
zea contados de conformidade com o disposto uo ar-
tigo 31 da lei provincial n. 2H6.
3*0 importe desta arrematarlo sera pago cm
tres |iresl acOcs da maneira seguinte: a-1 dos dous
quintos do valor total quando liver concluido mc-
tade da obra ; a 2.a igual a primeira depois de la-
vrado o lornV de recebimeulo provisorio, a terreira
finalmente de -quinto depois do recebimeulo di-
llnilivo.
1.a ti .ni.ma tan te ser obrigado enmmunicar
repartirlo das obras publicas rom antecedencia de
trinla dias, o dia flio em que lein de principiar a
ezerucau da obra, assim romo Irabalhar scauida-
menle' esse duranle quinze dias alim de que possa
o enaenheiro lencarregado da obra assislir aos pri-
meiros trabadlos
5. Para ludo o mais que nao esliver espeeillradii
nas prsenles rlausulas eguir-se-ha o que determi-
na a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira tf An-
nunciacao'
O lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provin-
rial, em rumprimcnln da ordem do Evm. Sr. prc-
idcnle da provincia de 15 do rorrrnle, manda fazer
publico, que nos dias 22,23 e 21 de fevereiro pro-
simo vindouro, ir a praca para ser arrematado
peante a jimia da fazenda da mesma Ihesouraria, a
quem |Hir menos fizer a obra do acude do l.imoci-
ro, avahada em r> l.-"ii re.
A arremataro sera feita na forma dos arligos 21
e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
i soh as clausulas especiacs abaivo co|iiadas.
As pcaaoasquo se pro|iozerem aesla arromalacSo
romparecam na sala das aessftes da mesma junta,
nos dias cima declarados pelo meio dia, competen-
temente habilitadas.
E para constar -e mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco, 20 de Janeiro de 1853.
Clausulas cs|>eciaes para a arrematarn.
1.a As obras para a conslrurro do acude da villa
do 1 jumen o, -eiM, feita- de conformidade rom a
planta e on;.miento approvados pela directora no
consellioe aprescnlados nesla dala a apiirovacao do
Enn.Sr. presiden le da provincia, ua importancia
de 2:3519000 rs.
2. O ,n reinal,ni le dar principio as obras noprc-
zo de um mez e dever conclui-lu no de seis raezes,
contados de conformidade com o disposlo no arliuo
31 dala* provincial n. 286.
3.a O importe dcsla arrematarlo ser pago em
tres preslarocsda maneira seuuinte; a 1.a dos dous
quinlos do valor total, quandn tiver concluido me-
tadeda obra ; a 2.a inuala primeira, depois de la-
vrado o termo de reerhimentu provisorio, a 3.a fi-
nalmente de um quinto depois tln rccebimenlodi-
flnilivo.
1.a O arrematante ser nbrisado a rommunirar a
repartirn das obras publicas com {antecedencia de
trinla dias, o dia filo, em que temde principiar a
MMtiala da obra, assim como Irabalhar seguida-
menle esse, duranle quinte dias, alim de que pos-
sa o eiiuonheiro eucarregado da obra assislir aos
primeiros trabadlos.
5.a Para ludo o mais que niio esliver especificado
nas presente* rlausulas seBuir-se-ha o i|uc delcrmi-
na a lei provincial n. 286 de 17 de mato de 1851.
Conforme. Osecrelario.
Antonio Ferreira if Annunciacao' t
O lllm. Sr. nspcrlor da Ihesouraria provin-
cial, em riimprimentoda ordem do Esm. Sr. presi-
dente da provinria de 21 docorrenle, manda fazer
publico, ipio peranle a junla da fazenda da mesma
Ihesouraria se ha de arremutar nos dias 1, 2 e 3 de
marro prximo vindouro, a quem por menos fizer a
obra do arudr da povoacn de Pajcu' de Flores, a-
v aliada em 3:1909000 rs.
A arremalacao ser feita na forma dosarliBos 21 e
27 da lei provinria! n. 286 de 17 de maio de 1851,
e soh as clausulas especules abaivo copiadas. As
pessoa* que te propozerem a esla arremalacao, com-
parream na sala das sessoes da mesma junta nos dias
cima declarados, pelo meio dia, com|Wlcntemente
habilitadas.
E para conslar se mandou afiliar o prsenle, e
publicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria
provincial de Pernamhuco 21 de Janeiro de IBJ3.
O secretario Antonio Ferreira d' Annunciacao'
Clausulas especiacs d'arremalacao.
1.a As obras desle acude serao feitasde confor-
midade com as plantas e orcnrflrnto aprcsenlados
nesla dala a approvaro doim. Sr. presidente da
pro\ i ni i,i na inqiorlaiiria de 3:19O90O0 rs.
2.a Eslas obras devero prin piar no prazo de
dous mezes, e serio concluidas no de dez mezes a
contar conforme a lei provincial n. 286.
3.a A importancia desla arremataran acra paga
em tres prestara da maneira teguinle: a I .a dos
dous quintos do valor lolal. quaudo liver concluido
a melade da obra, a 2.a istia! a primeira, depois de
lavrado o termo de recebimento provisorio; a 3.a
filialmente de um quinto depois do recebimenln de-
finitivo
4.a arrematante ser obrigado a rommunirar
rrparlicao das obras publicas com antecedencia de
trinla dias, odia ti vi, cm que tcm de dar principio
r\e,- ura.i da- i ,lir,i-, a-mi romo Irabalhar segui-
damente duranle quinze lias, alim de que possa o
rngeiiheim cncarregado da obra assislir aos primei-
ros Iranalhi. '.
5.a Para ludo o mais que noesliver especificado
nas prsenles clausulas scuuir-se-ha o qne determina
a lei proi inrial n. 286 de 17 de maio de 1851. Con-
forme.) secretario Antonio Ferreira iTAnnun-
eiarao'.
O lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provin-
cial, em i mupi imciiln da ordem do Eim. Sr. presi-
dente da provincia de 21 do corrcnle, manda fazer
puWiro, ipi.i not dia 1,2 e 3de Marco prolimo
lindouro, se hade arrematar a quem por menos
fizer, peanle a jimia da fazenda da mesma Ihesou
raria a obra do acude da frcuueiia do Buique, a-
vahada em :t:30O9fl(KI rs. A arremalacan wra re
ta na forma dos arligos 21 e27 da lei provincial u
286del7dc maio de 1851, c aob as clausula espe-
ciocs abaiio copiadas. As pesmasquese prn|>oze-
rem a esla ai i eniataeiio com|iarccam na sala da ses-
mVs da iiie-in.i junla nos da cima declarados pelo
meio dia, compeleiilemente habilitadas.
E para eanslar se mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario. Serrelaria da Ihesouraria
riii.iial de IVinaminien 21 de Janeiro do 1853,
rorelario Antonio Ferreira d~Annunriacao.
Clausulas especiaos para a arremalacao.
1.a As oaraa do acude do Buique serio feilas de
conformidade cofa a planta e orc,amenlo aprese"'3
ilos milla ilala h appmvaro de Eim. Sr. pri-sidenle
ila preiiuria na iuuiorlaaria de 3:30UlUOO rs.
2.i Eslas (oliras leiero principiar no prazo de
aenlaaMp, serio concluidas no de dez mezes,
a conlai'ln dala da arremalacao.
3.a A importancia desla rrematacao ser paga
em tres preslaooM da maneira seguidle : a 1.a dos
dote quintos do valor total, quando llvcr concluido
melade da obra ; a 2.a igual a primeira, depojs de
lavrado o termo de recehiinenj provisorio; a 3.a fi-
nalmente do um quinto depoit do recebimento de-
finitivo.
i.'1 O arremalanle ter obrigado a rommunirar
repartirn da obra publicas com antecedencia de
trinla dia, o dia llio, em que lem de dar principio
exorucaoda obra, assim romo Irabalhar seguida-
mente quinze diaa, alini de que po'ssa o engenheiro
encarregado da obra aasialir aos primeiros Irabalhos
5.a Para ludo o mais, que nfio esliver especificado
nas pro-entes clausula, scguir-se-lia o que determi-
na a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
Conforme, secretario Antonio Ferriira S.in-
nunciacao'
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin
cial, em cumprimenlo da ordem do Eim. Sr. presi
ilenle da provincia de 15 do correle, manda fazer
publico, que un- da- 8, 9e 10 de fevereiro prolimo
T.udouro, ir a praca para ser arrematado peranle a
Juntada Tazeudada mesma Ihesouraria, a quem par
menos llter os concertos do acude de Tracunhacm
ai aliados em 5509000 rs.
A arrematarn ser feita ua forma dos arligos 21
e27 da lei provinrial n. 186 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas e|ieriaes abaiio copiadas.
Aspessoas que te propozerem a esta arrcnialaco,
romparecam na sala das sessoes da mesma junta, nos
dias cima declarados pelo meio- le habilitada-.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Serrelaria da Ihesouraria provincial de Pernani-
buco 20 de Janeiro de 1853. O secrelario,
Antonio Ferreira d1Annunriurao''.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
1.a As obra dos reparos do acude dTracuuhaem
far-se-ho de conformidade rom a plaa e orca-
mcnlo approvados pela direcloria em ronselho, c a-
I.......ni vla- nesla data a anprovacao do Eim. Sr.
presidente na importancia de 5511)000 rs.
2.a O arremalanle dar principio as obras no pra-
zo de 30 dias, e dever concluidas no de 3 mezes
ron lados de conformidade com o arligo 31 da lei pro-
vincial n. 286.
3.a O pagamcnlo do importe da arremalacao rea-
li-.ti -e-bu em iluas preslacoes, a primeira de Mo
decimos da mesma imporlanria, de|a>isdo recebimen-
le com o dilo capillo na praca, ou com o consig.
nalaVio Antonio Joaqun) de Souza Ribeiro, na ra
da Cadeii u. 18.
Para Buenos A y os, com escala por Montevi-
deo, sahir alo o dia' II) do mrenle, o hriguc bra-
silciro D. Aflamo, recebe nicamente passageiros,
para o que lem eieellenles ciimmiHlos : Irala-te no
rsrriplorio de Bailar Oliveira, na ra da Cadeia
Velha n. 12. *.. .
A b.irca nacional Firmeza, aliira
mpreterivelmente para o Rio de Janei-
ro, no dia 8 do corrate, t recebe paa-
sageiros e eacravo u i'rete: |>arao ({lie e
tratara' com Manoel da Silva Santos, na
ra da Cadeia ri. tO, ou na praca com o
capitao' Joaquim Antonio Gont;alve dos
Santo.
PARA A BAHA
o Male .Voro Olindn, mestro Custodio Jos Vianna
segu com brcviilade por ler o rarreeamenlo qiiasi
completo. Para o restante da caraa e passaiieiro a
Iralar com os seus ronsignafarios Tasso Irmios,
ou com o n i e-i i e no armazcm do Borae ra do Vi-
gario.
3
..'.
LEILAO
lo provisorio, e a segunda de dou dwiinos na ocra-
siio da entrega definitiva, a qual dever ler lugar I
auno depois, i o recebimento prov isorio.
1.a Para ludo o que nao esliver determinado nas
presentes clausulas nem no oreamenlo seauir-se-ha
oque dispoe a lei prov inrial u. 286 de 17 de maio
de I85I-Conforme. 0 secrelario,
Antonio Ferreira d'Aviiiinriurao'.
Joao' llenrique de Carralko e Mello, raealleiro
da ordem de S. fenlo iTAri:, capitao de mare
guerra da armmln narional e imperial, unper-
tor do arnenal de mariiika e capitao do porto
denla prorinria, por .Sua Mayeitade Imperial
ue Den* guarde ele.
az saber a ludo os proprielarins, coiisiunalarios
e meslres de navios mercantes, surlos no porto dcsla
provincia, que a bem doten ico publico c discipli-
na da paneta naval do meSmo porto, he mislcr que
se eiuiipi a ludo quanlo esliver marrado no rcaula-
menlo das capitana relalivamcnlc a semclhanle
naveuacao para eiilar-se as imposicAes marradas pe-
lo cilad'orcgulamcnloiiorasodc qualquer infraccao.
Capitana do porto de Pernamburo 3dc feverei-
ro de 1853.Joao llenrique de Carralko e Mello.
Joao' llenrique' de t arralko e Mello, carallciro da
Ordem de S. fenlo de Aciz, capitao' de mam, r
guerra,da Anuida Sudona! e Imptrinl, i-
pe lar do Artenal de uiurinlia e capitao' do por-
to deila Provincia por toa Magulade Imperial
que Dean t. minie o
Faz saber que lendii-so reronlicrido |air eiames a
que e prncederam os gravea iiironvenicntes que re-
sidan ao islhmo que une esla cidade a d'Dlinda as
csraiares feitas nao sii no referido islhmo, romo
inesmo nas crelas prolimas u'aquella parle do ro,
lem lomado a resolucaoda prohibir qualqurr .esca-
vacio ao norte da Fortaleza iU llruin, e por
isso eom ida a linios que necessilarem de areia, para
en lu Lo ou lastro, mandaren! laetber na barra d'es-
cavacao que lem trabalhado e couliiiua a Irahalbar
diarianienle.
Capilaniado Porto de Pernanibucn. ."> de feverei-
ro de 1853.Joao' llenrique de Carrallioe Millo,
DECI.AHACOENS
CMARA MIMCIPAL.
A raniaia municipal desla ridade vende a nuem
mais det 11 barrica com cimento: quemo preien-
der, dirija-se ao paco da mesnia ramara no dia 7 a
aeguiulcs do correle.
t) arsenal de inariuha a.lmille para as obras
do iiielhnrameiilo do porto, serventes livre c na
fulla desles, cscravos. As pessnas que quizercm ser
adinillidas romparecam a esla secretaria.
Pela subdelegada da frcgui;zia dos Afolados
se faz publico, que fnrain apprehcnilidos Ires raial-
los, os q'uaes M acliam leualmeulc dapnalladOI:
quem se julgar rom direilo aos inesmos, rompareca
uo juizo muiiiilo de seus dueumenlo, que dando os
simiacs cerlos Ihe serao enlresnes.
Orlas seguras viudas do sul pelo vapor .)/'-
ry, para os senhnres:
Adminislrailor da sania rasa.
Bruno Antonio de Serpa Brandan.
Comniaui'.iiiin iloqiiarlo halalhaode artillinria a pe.
Custodio Jo-c Perera.
Francisco Jos de Mag.ilhaes Basto-.
Joaquim Antonio Faria Abren Lima'
Joao da Silva Nazarclh.
Joo lavaresOirdeiru.
Jos Candido de Barro-.
Nuno Al vellos Avque Brilo Ingle/.
ltn..i- v Braga & C.
UNG DE rEINAllUCI
1) ronselho de direrc.o toma diuheirus a juros a 6
por cenlo ao aiiuo.de conformidade com os sc^us esta-
tuios.
0 arsenal de niariuha admille para as obras lo
melborameulo do porto serventes livres e ua falla
destes, escravo.
AVISOS MARTIMOS.
Para a Baha.
Segu ruin brevidadea bem couhocida escuna na-
cional Adelaide, forrada de robre, meslre l'uniplu-
lo Julio ila Cosa Sime, lem grande parle de seu
carreu.uneiilncontratado; e para o resto Irala-se na
ra do Trapiche Novo n. 16, segundo andar, ou na
da Cadeia do Berife n. 2:1.
Para 0 Ri" di: Janeiro alie com a
maiorlm'vuladi'possivel, por toT parte do
seu carivegamento, a vileira barca nacio-
nal Soitc; ten: e\cellentirs commodopa-
a penageiroi: quem na mesma quiser
arrear, embarcar escravos, ou ir de
passa(;cm, dirija-se ao capitao' Antonio
Pereira da Cos.a, na praca do coinmeifio,
ou aos consignatarios Novacs & Compa-
nliiti, na rita doTrapiclien. r>V, primeiro
andar.
PARA 0 RIO DE JANEIRO.
0 briKUe escuna Omstante Oliveira ,
de lote de 7500 arrobas, Mgue ('Oidmiiii-
ta bvevidade, por ter boa parte do sen
carregamento engajada : para o resto ,
pnssageirose escravos a l'ri-te, trala-accom
Macbado & Pinbeiro. na rita doVigario
n. 19, segundo andar, ou com o cap
tao' Joao Francisco Pires, na praca do
commercio.
__ \ ni,le-e una baara de hile deIquarenta e
lanas caias, bem conslruida e de Ixias madeira-,
faz-te negocio a troco de escravos, sondo mocos, de
boa figura e sem achaques: a Iralar na ra da Praie
sen-aria de A. I), ila Silva Cardeal.
ESCINA EMILIA. .
TdHln receblo a carga deslinada provincia
ilo Para, principia a ni-cber boje a do Cear. e o
seuhores carregarlores lero a iHimlade de mandar
Despacha-la com hrevid ile : anda recebe
geiros para o Cear, Maranlnlo o Para, o alguma
rarga para o primeiro c o ultimo ilcslesjmrlos : w
prelemlenles se enlonderiio com o capitn a bordo
ou naruadaCrui n. 13, armazem.
Vcude-so a barrara Tentadora Feliz, promp-
la a seguir viagem para" qualqucr |wrlo ila provin
ciaou fura- della. de Inte de :M a 10 raivas; para
ver e ciaminar, defronte do raes do Collegio, c para
Iralar do ajuste, na ra larga do Bosnrio u. 18, |ier
lodoquarlel de pulira.
Para o Porto sahir milito breve o brignc por
luguez Mara Feliz, lapilo Lourenco Fernaiule
tu Carinn : ipiem no ine-mo qui/er
de passagem para o que lem mn r.
rarreuai
inunmlo
ir
Leilao' quarta-feira 9 do corrente as
10 1(2 horas damanha'a no arma-
zem do agente Antunes, Ra da
Cruz n. 85.
I)o mobilias de todas as
qualidadcs novas o usa-
das para diversos servi-
C'os, consisllndo cm guar-
ila-roupa, sofs. mar-
i|uezas, -ai i,la l....._a.i ,i -
nape-, bancas redondas,
ronsolos, hanquinhas pa-
lanlernas, touradores, caileras, lavatorios, apa-
radores, ele, sendo alguna desle Irasles gnarneci-
,lo-,te pe,li.i m unieie; grandesorlimenlo de cha-
rutos ila Babia ; vidro de diversas qualidadcs, Iras-
les de ferro ; quadros rom estampas coloridas c
minia- millo- objertos que valena pena de seren
arrematados oque serio entregues pelo maior lance
ofiereriilo.........,.....,......
Ao meio dia cm ponto se far lamhein leilo de al-
guns escravos prelose pardos, crioulos c de nacao.
mocos de diversas ulules, entre elles moloques e nc-
grinha, com habilidades c sem ellas e que serao
lamhem entregues pelo maior lance oflererido.
yuint.i-fi'ir.i 10 do correle se ar leilao em um l
lote a requrrimcnlo dos Srs. Didider Colombier \
Cnmpanhia, e |Mir ordem do lllm. Sr. Dr.juiz mu-
nicipal da 2. vara do civel eilo commercio. pnr
neroeSo feita a Canilra & limaos ( da Parahiba ] e
por inlervenin do agenle Antones, de 7 pecas de
hrim ile lislrs, 31 ditas de chitas finas inglczas 21
vestidos de cainhraia rom Iwbados e barras nlr de
rosa, azues e lirancos iniiilo linos c do ultimo goslu;
17 challes linos de seda e algodao, e um acoriliiu
rom chapa do metal, sendo Indas eslas Tazendas no-
vas e em perfcilo estado, |ior seren penhoradas nes-
la ciilade, e pndem ser vistas n
Antunes, rila da Cruz u.
,u mi/.....ilo agi'iile
idc ser feilo o leilo.
AVISOS DIVERSOS.
Adverte-se a certo doutor, mora-
dor para as partes do Norte, que man-
de pagar asmai letras, OU desobrigar a
quem labe, |tois do contrario le publica-
ra' sen nomc, < mais alguma colisa.
OSr. Henrque Raante, (ueira ir
aira do tlicalro, arma/em de taimas de
pinlio. que se llie clineja fallar.
'J3iiiMiiQ!iB iD'iE'iiJ'iT] ii'11 H-TTi013^ilirTI
l| CEMITERIO JsM. PUBLI80.
3 > adiiiiuislrailor do remilerio publico, faz 3
JJ siienle ao publico, que em virlude ilo arligo -,
^! 68 doiegulainriilo de 2.5 ilc nniembro de a
3 1852, elle se acba aulorisailn a |iss^ir cei li- r=:
3^ dSesda obiloadaa i-'s-oas upulladti mimes-
_ mo remilerio, perrebendo |mii i-ada una 320 i
^ rs. de emnliimenlo; ouerooeiiiln-so a pass;ir -2
^ jraluilas ilaquelles que firain sepultados ^
3 roinu iHibrcs: as pessnas que deltas prerisa- O
3 ron; dirijain-se a ra da Aurora, rasa n. 38, g
!a ande devem ileivar suas pelicoe-.
^ijBiiWJnaininii.iii]jiihiiTifrapjnDi^
Sabbado 5 do rorrcnle.8 horas da nuilc.de.-
apparecen a prela Iguaria, crioula.lillia do Breju ile
rea e viuda iilliiuaiuenle de (iiiarahira.dis.nnlia-sc
de qurande peloUii'ifeuuquelosseparaudiln hrejo
lie,illa c reforcadade cnr|.....r pela.lem mis bracos
c nasroslasbaslaiiles marcas de sarnas.quc parecen
de chicnle, e no pesroru |ior bailo da urelba cs-
qileid.i tcm nina cicatriz bastante visivel, levnu
camisa de madapolio c veslido dealgmlin azul usa-
do, panno da Cosa aovo, azul e braiiru, rom franja
de Moladlas enrarnadas, e mais um veslido derhi-
la rosa rom llores encarnadas o brancas, e ouiro
brauco com trancas verde-, j.
e levar a ra do Crespo n. 8
do de seu Irahalho.
Na I .ainli".i do Carino n. 11 roiilinna-se a fa-
zer Indas as .qualidadcs de boliiihns, rerelie-se en-
cnnimendas, aprompla-sc bandejas rom IhiIiiIios, as-
sim ha nina peana ojie enrarregn-so de aprompiar
janlares part alviuns eslaheleriinenlos, meiisalinrnle.
yueni precisar de um homciii porluguet para
feiloroii para rozinhar, o qual lem pralira: dirija-
se a ra da Cadeia de Sanio Antonio n. 26.
O l)r. Joaquim de Oliveira e Souza ensilla a
Iraduzir, fallir c escrever liiig'ua franre/.a,: n i ra de
Anejo n. 1. ., .
I'erleu-sc da ponte d'Cchoa |Kira o Hecie
urna rancla do ouro e um oeulo de fcitio oitavado.
um aru de ouro c raiva de tartaruga em rumia .le
luneta, preso a um Iranrelim de cabello; a quem
adiar ambos csses objeclo- ou qiialquei delles,, i
> favor de restituir na ra da lanicia uo m
til, urimeiro andar, que ser (HMpeojadl
velhos; quema pegar
ser bem recompensa-
ea)
scife
ser r
.'(juem |irecisar de alagar nm prelo muilo forle:
npparera na ra das Urangeiras n. II, segundo
andar.
Manoel Jos Marlins, por havcroulros de ne-
me Igual, de buje em dianlc seassignari |>r Manuel
Jo Marlins Ferreira.
__ Asrnhoro I).' Antonia Joaquina Burees Fran-
ca tcm urna carta no escriplorin He Manuel Ignacio
de Oliveira. prara do Conimerrio n. 6.
Osseiibores que deram para concerlar una
ceslinha de lluros fe vidro e una garrafa topadla-
bu- carlezianns, queiram mandar liusrar buje a bor-
do da barra rranreza Diana, |mis a |>cssoa a quem
deram a mnrerlar se retira boje niosino.
Alugain-se dous prelos para o sen ico de capa-
lazia de ra, de arnuzem de assucar c de trapiche
re embarque, saliendo um delles rozinhar o diario
de urna rasa; a pessoa que islo Ihe rom ier dirija-se
aosilio dos Qualru Leoes a qualqucr hora do dia,
que achara rom quem Iralar.
__ Jos Joaquim da Silva Maia sua senhora vao
a I'..i iiiLj.il Iralar de sua saude, c deiiam por seus
priKiirailoresa Igiiaciu l.uizde Brilo Taborda cAn-
lunio da Cimba So.ires liuiniaraes.
Mnnlciro & Villaruuro em Mareir.) fazem
cenla ao publico que desde o dia 21 de Janeiro do
rorrcnle anuo, |wssa a gvrar a rasa sob a firma de
Joaquim de Azcvcdo Villarouco, llrandu o activo e
passivoda misma casa a cargo do inesmo.
__ I1,,, i-a-,, alugar una casa lerrea. sila nas
mas scuuinlcs: Conccicio, Botario da Boa Vista,
Aragio, Pire c Sania Cruz. Di-se Ires ou qualro
mezes adiaulados, ou fiador : na ra do Bosario da
Boa Vista, vendan. 58.
LOJA l)E MODAS FRANCEZA \. 10.
Beccbeu-se de Franca pcln navio u./aro.edespa-
rhou-se uo dia 5 um lindo sorlimenlo de fazendas
da ultima moda, romo seja chapeos de seda do mc-
Ihor goslo, manleleles, rapolinhos cpalibn furia-co-
res, gros de .Valiles torla-corcs para v estnlos, bieo de
hlnnil. dilo deseda, de linlm, branro e|irelo. ilai
de ludas as largura de muilo bom goslo e padrAei
muilo novo, lencos dccainbraia'lina liurd.ulo, cha
1*0 de seda superiores, pentes de tartaruga riros
liara |irciider rabellos, Iranras e franjas de toda
cores, e mais oulras fazendas, vendendo-se loilas
muilo baratas.
O abaiio assiguado leudo visto ueste Diario
um aniiunrio do Sr. Antonio Alves de Souza Arau-
jo, em que ofterece para vender a casa e silio era
Santo Amaro, sonde se arha o hospital inglez. nao
nppoc a menorduvida dita venda, mas avisa i
quem |Kider iulcrcssarque os aluaucis do dito pie-
dlo Ihe esli adjudirados, na rasan de 5U0300O i>.
iioranno, al o anuo de 18KU, pelo juito roinmer
cial da Ia vara desla Cidade, Ksrrivao Baplisla.
Antonio Jos Packfco e Silca.
Precisa-sede una ama para nina rasa de poma
familia, que saiba bem rozinhar e eiigominar. nica
- -ladnCies-
i ir, cousa que lem a fazer, e paga-selieni
Precisa-se fallar aos Snr. Antonio Aunes Ja-
ron, e Luir Antonio Aunes Jarumr, para se I lies
enmmunirar um negocio,que muilo llies intei e.-.i;
epor issose Ibes pede, quenajam de declarar a sua
residencia jiara serem procurados.
Pede-se ao Sr. Jos Lopes Kosa, que foi cm-
pregadona tbesouraria, queira ler a i......la,te de
declarar, quando, e nade pode ser procurado nesla
cidade, para se Ihe fallar sobre negocio, que Ihe
inleressa.
COmiTORIO IIOKEOP.TIIICI.
w. Ra do Trapiche Novo n. 9, no
hotel Francisco. .
W 0 Dr. Casanova continua a dar consultas 0t
S e remedios gralis aos pobres, das 7 horas da U
W in.uiba al ao meio dia. As |iesaoas que '
9 nao forem pobres s pagario de 5 a 2090110 ;t
tt rs. pelo Iralamcnln. Os escravos s pagario jg
i de 5 a 10(000 rs. ft(
* f**K#S.vs
Precisa-se de urna ama para cozinha e mais
servico de una rasa : na ra da Cadeia de Sanio
Antonio n. II.
Urna pardinha de boa conducta offerece se
|ra ser ama necea de casa de honieiu sollciroou de
(atura familia : na ra do Padre l'loriaiio n. til.
Ofterere-se um menino de 13 anuos para cai-
iciro de hija de fazendas, ferragens e miudezas, de
que lem alguma pralira : na ra das Cruzes n. 2.
O nbailo atsignado com cocheira na ra de
Apollo .I,-1 .nallu- do aluguel, no dia 3 do niel li
um individuo hranco porvotla de meio dia alugou
um cavallo, e ale o prsenle anda nao me appare-,
ceu o cavallo; lem os signar teguintes : rodado
pequeo, rum o ferro .....piarlo direilo que volla
j iiu quadrilbu, lem um redemuinbode caliellosar-
ripiddos: ipiem u peu.u r le al a ,lll,i 10, llena -na
bem gralilicado, o sellim em i........uso c a cabete-
da iugleza redonda ; a pessoa que alugou he all e
magra, chapeo haiiinhu, parece ser |Hir(uguez.
Tkoinaz l'agnc.
PECA LADllAt)-
r'iirlaram na noilc de 2 para 3 do corrcnle, do
en.ji lili., S. Jos, comarca de Sanio Aulao, um ca-
vallo prelo, capado, arrozilhado pela anca e posco-
(0. lem a inio i-squerda c |"i direiln ralcadu al o
pea,lar. levou um sellim velbo e inania prela de
uro de cabra forrada de cuuro de |iorro com ca-
bellos; o cavallo esl bstanle gordo, e lem bous
andares; o ladrao tomn o raminlio do Becife, e
roga-se a polica e pessoas parlirulares alim de n
apprehender e leva-lo na ra da Peuha a Joao Piu-
lo Uegis de Souza, ou ao mesmo engeuho.
Kerebem-se esiTavos de runimissao e adan-
la-sediiibciro, raso precizem, da-e bom tralainenlu
e seguranca : llamadas Laraugeinis n. II, segun-
do andar.
Francisco Ferreira Borges leva paraoBiode
Janeiro em sua compaiibia a sua esrrava, parda, de
nenie Maria.
Por este jornal se faz publico que a rasa lerrea
sila ua nimios Marlviios u. 12. |ierlenceiilea Ignacio
Jos Cocido da Silva, c sua mulher, te arha hv poibe-
cada romo cunsla da esrriplura |irlu rarlorio ilo labe-
li.iu He/en a, pela quanlia de bH8900l)
I'ercsa-se de um icilor sendo |iorluguez, c com
preferencia lilhodasilhas que lenha inleiro conhecl-
aenloda agrieolinra para tomar coala da adminhv
Irai.ao de um silio distante desla praca 2 leguas ; unie-
se que trabadle quando for preciso : quem esliver
neslascirrumslaucas dirja-se a ra da Scuzala Ve-
lha ii. 98.
Arrcnda-sc um grande silio distante desla pla-
ca cerca de 2 leguas, lem boa Ma, ti quarlos, sala
para janlar para 30|iessoas, grande cozinha, estriba-
ra prompta para 8 cavallo!, casa para prelos etc.
paslo paradlo varas ou mais, leudo haivapara rapini,
hurla, graiidebanaiieiral e uiaisile mil pe- de ahara-
xis etc. c Ierras rom abundancia alem ile ludo islo
para plantar, madeiras para rrrra, e roiisuiiio ilc ca-
sa lem, lem alguiuas vacas e eavullos que lanibem se
v ende de surte que o renderu de um da i na o uulro
pn.le eslar cslahclcrido : Irata-ie un incsiiio silio ile-
iioininailo Agiiaziuba, adianto do Porto da Mcdrira.
i'in Bebiribe, ou na ra ila Seuznla Vellia rosa u. 08.
Aluga-se a loja e lerceiro andar ila rasa ila ra
ilo Aniorim n. Iti, assim roiuo a rasa lerna na ra
do Pilar u. 2 : a tratar rom o piupriiiario Antonio
Joaquim de Souza Kiheiro. na i ua da Cadeia u. 18.
Trncani-sc palaroos brasileiros e heapanhes,
a IfMO rs. : na ra da Cadeia. rasa de cambfo de
liburriii Anlilnes ile Oliveira n. 38.
(I Sr. Jeziiinu que eslevi* em l'iiiduhiiiha, se
qnizer ensillar meninus em engeuho, Iralamlu ilo
ajusto sob sua sustentaran, ilirija-sc a rasa de seu
amigo Antonio Lourenco Tai ai es Je Albuipierque.
At LA l)E OBSTETRICIA.
A matricula estar aln-ila diside o primean al o
uliimo de fevereiro ; e as lres |iriucipiarao no
dia 15.
Arri'iula-se nina casa ruin cvrcllenlcs commo-
dos, na ra da Lniao, propria para se pas-ar a es-
lacio ilu verio c inveruo, onde se gozar ibis pra-
zers do campo dentro da cidade: os prelendcules
ilirijain-sc ao palco ilo Gdlegio n. :t5.
MADAMA HOIJTIER,
Moditla franrrza, ra Sota n. 58,
avisa orcs|iei(avel publico, priiicipalinculc aos seus
fri'guezes. que acaba de rereher pelo nllimo navio
viudo de Franca, um lido sorlimcnln de mascaras
ile serla de ludas as rores, rom iw cunipelenle ha-
llados, para srnhoias, sin as mais ricas e finas mas-
caras que lem viudo para senhora-, lanibeiii receben
ricos turbante braneos e do rores, muilo prontos
pala bailes, peimas de diversas qualidades, pulcei-
ras, luvas de pellica, flores, e lilas milito ricas: ludo
islo s he proprio para senhoras.
M Aviso ao con m:rcio
urna casa de duaspassoas, a gnalrotinhd c compre,
e que nio se embriague: dirija-se a ra de Hurla,
segundo andar, pegado a igreja dos Martirios.
Maria Joaquina de San-Tlwm,profesoia pu-
blica ila freguezia de S. Kr. Pedro, Concalves do
Berife. faz publico que arba-se cun aula aliorla, na
ra ila Oidcia, sobrado n. 20, seguniloandar.
U-se de 50 al 1:00011100 ders. a juros de dou
por cenlo ao mez, c sobre pciihoats de ouro ou pra-
ta : quem quizer, dirija-se a ra do Aragio n. 27,
que l se dir quem d.
I ni uai o, \ levandi um da Silva Bibello Cao-
ta, morador no largo do Carino, sobrado n. 20, pri-
meirn andar, propfie-sr a ensinar em tua casa a ler,
escrever, mular, e donlrina clirislia (como j o pra-
.....i no. anuos de 1836 e seguinlesl no prellio es-
paco de uinanmi ; recebe meninos de 6 auno para
cima nio leudo elles a menor inslruceo. O exerci-
rin .i'aiiia durar smenle 2 horas de manliaa, e 2
da larde. No fim do anno sendo os alumnos rigoro-
samenle eiaminados por quem seus pait ou tutores
quizercm, c nn eslandn promutos a lomar ouiro des-
lino elle Januario, nada receben pelo seu Irahalho ;
pormoslando os alumnos promplo rercliei logo o
que se houver conlralado.
AVISO AO PUBLICO
O ronsiillorio homiropalhiro. da ra ila
lanicia do Becife n. II. por cima da loja ilo
lllm. Sr. Joan Cardoso Aires,dirigidn pe
Dr. Pires llamos Jnior, foi transferid
para a mcsiiia ra ila Cadeia ilo Becife n.
.il,primeiro andar, por el.....ila loja do lllm.
Sr. Joao ila CunliaMagalhai'ns; ah se enron-
IraraO carleiras com medicamentos Imiimfo-
palbicos, tubosavulsos, e linluras de qual-
qucr dviiamisaca. e lamben) se rerazem
aquelles que eslivrrem deleriorailos. Propa-
gandas boiniropalbicas do lllm. Sr. Dr. Sa-
Inie pelo pi ero de ISOOO ni- rada eiemplar.
Esles uieiln aiiienln- sai) preparados rum ludo
cuidado, e ja' ci|ieriinenlados |ielo lllm.
Sr. Dr. Sabino na sua longa clnica, sondo os
resullados os mais felizcs. Todas as carleiras
' que sahirrm desle consultorio, levaran a
lrina dn lllm. Sr. Dr. Sabino.
As consultos e remedios hoiniropalhicos,
legrara aos pobres, sa0das8 horasiln da ate
Precisa-se de uina ama para urna casa de pon-
ca familia, que saiba eugominar, e rozinhar : a lal-
lar na ra Velha n. 106.
lenlo Fernandes do Passo, lem de fazer una
viagem a Portugal para Iralar de sua sade, e sup-
poe nao dever; eaqveUcaqoe Ihe deverem roiilas
antigs hajam de pagar |ior lodo o mez prsenle, se-
ni > usar dos seu i meius
Precisa-se de um feilor para um silio que co-
letilla de plantar, e que saiba ailar rom rarroca.
quando fr prer'iso: na ra do Sebo, sobrado n. 3.1,
si'dir quem precisa.
Na rna doCabog, loja de miudezas de 1 por-
tas, precisa-se de una ama de lcile forra ou cap-
liva.
Precisa-se de urna mulher para nina rasa de
pouca familia, nu negra que saiba entallar 0 diariu
de una casa : un neceo ila Botaba n. 2.
Precisa-sc ile um Ikiiii forneiro, sendo bom pa-
ga-so bem : na ra Imperial defninle do chafai z u.
37. padaria.
pi;bi.icac\o JIBIMCA.
Sabio a luz c arha-sr a venda na livraria da pra-
ca da Inilepeiiilenea. luja il. 6 e 8, a segunda cili-
cio ilos primeiros elementos pratiros ilo foro civil,
correrla e acressenlaila rom os inle locutorios ede-
eisiies delinilivas dosjulgailores.
LOTERA de nossa se.miora do
ROSARIO
O Ihesoureiro desla luleria roca aos amante- des
le jugo, que roncorran a comprar o resto dos bi-
Iheles. pararon) a maior brevidade marcar odia
imprelcriel para o andamento das rodas; o resto
dos bilheles achaiu-se nos lugares j aiiiiuiiriados.
OITercce-se um rapaz brasileo, de idade 16
anuos, para raiieirn ile qualqucr eslabeleri.....nio,
eirepto venda, de boateaalioade, e da Bedor a tua
conduela ; ou ine-inn para raiiriro de ra : quem
desea preslimo se quizer nlilisir, a........ci nesle
Diario, ou dirija-so M |irincipio da na Imperial u.
22, ronfroiileao sobrado de dous andares, que lodo
'Inomatt Mmmmem.
Alapan-aa a v.....lemBH hirba: na prai
da lude|ieudenria n. 10, confronte a ra d
r.ru/e-.
mmmmwKmaBammwm
PASSAI'O.Ul-.S.
lirain-se passapnrtes p.ua dentro e forado Impe-
rio, ilespachain-se escravos. roircin-se tullas e liraiu-
sc ttulos ilc resiilenria : para esto lim prociirc-sc na
ra do Qoeimado n. 25, loja de miudezas do Sr. Joa-
quim Mnnleiro da Cruz.
OSr. A. L. Slravvs lem urna ra la na ra da
Cadeia do lie. n, n. 19, primeira andar.
Jv'o alerro da Boa-Vista n. 49, precisa-se de
nina ama que saiba ilcsempcnhar o servii;o inleruo
de nina casa de |Hiura familia: prefere-sc esrrava,
e paga-sc a contento ; assim como nm criado que
soja liel e que d fiador a sua conduela.
Precisa-sc de urna mulher de bous roslnmos c
milito allalel, para eslar junta a una scnbura, e
Iralar della em quanln se arhnr enferma, paga-so
una infinidade de molestias julgadus Inciimveis. de
cuja apidicai.a., -e tcm lirailo lio felizes resullados.
que |rcce cada vea mais resolvidoo problema de
um remedio universal; vende-se na ra da Cadeia
Velha n. til. botica de Vrenle Jos de Bri
mffsmimsgir- mz*te m
CONSULTORIO CENTRAL 110-
MOEOPATHICO
DE PERNAMRUCO.
Ra da Cadeia do
-M Recife n. 51, primeiro andar.
*] CONSULTAS E BEMEDIOS DE
i.ini. A AOS POBBES.
M De volla de minha viagem ao sul, rontinuo I
3 a dar cunsullas lodos os das uteit desde as 9 I
horas ila manhia as 2 da larde na mesma I
i a-a,i ,u,!e se acba a botica do consultorio \
centrar komoeopatkiro de Pernamburo.
Anles e depois destas horas me enronlrario,
|Hir ora, no Manguind, silio do Sr. Arrioli |
l.ins. O Dr. Pires Ramos Jnior sera on-
ronlrailo roiislanlemeule no consultorio para I
1 acudir depromploea qualquer hora a qual- .
quer rhamado.Dr. Sabino Olegariojf.ud- as,
wro Pinkn.______________________P
aos si;\iioni;s DE k.nemio.
Iliijp ninis que nunca, importa a rlarins tle rnaonlioH empresarem Io tnu;t.s para nirlliorar a quallilade, e ausincnlar
a quanliilnilc dm -cu- produrUx rom rrnnnniia
p.n.i se ii.''-m a' par d p*pirlo t\ pronTes-
"o i|iii' lefli-te 'iiii'i.i.lu fin m mais paize as-
surarriros, e por nmsecuinlt', para ihmIoh-hi rtim-
IM'lir em os iiM'rraUos eslrauoeiros. (jim mor ron-
li.inra liinma-to a allenrari iIik prn|>riflanm lied-
le |.,n/ a' fttle fado, (tor ler-se comecailo i
ni.-iii.i iiiiid li.i durante m ltimos unnos e ler-w
oWido resulladm Hsonaeiroi', l'ara altincir e*les
iiifllini .iiiiriii..- lie preci/o salier o olijeeln de oda
proresso que w eiiqireaa, indauar sua im|MTri'i-
."-. e intentar remedia-las elfcazmente. O fm
que se quer ale.in<;ar he, a exlracca. da maior
porcao do caldo da cannas, com a menor forca
(M*.i^el, a nerfeila defeccarao dn caldo, sem dam-
nilica-lo pelo empreao de um exceso de cal, e
sem cslrauo; a runcentraca do mellado limpu
at o |K>nto de cnslalisaca com rapidez, e com a
menor elevacaft possivel de sua tenq>eralura ; a
extracto de todo o niel, dei\ando o assucar de
urna hoa cor, e cra forte; eem fim a deseicacaA
liueira do assucar sem detrimento da craS. Tendu
por esta maneira estudado o lim das diversas ope-
i.ii jrsuadem-*e que
ccmseuuiraii) grandes nicllioramentos em todos os
proressos que aos senliores de ensenlm con>em
cmpreRar, Q lem comliitudo um s\8lema de Hie-
rahismn para t. falnini .!<- r.ssucar, que lio par-
ticularmenle adaptado ao uzo do paV, por ser
forle, simples e de fcil manejo. For seu empre-
hler-se.liia assucar, que por sua superutri-
dado uraimearia no niercailo uina nomeada, qm-
at o presente o avuicar do Brasil nao lem an-
uido; e elles nao tcm dimda cm amanear um
aecressimo ile .W |M>r cento sdre oprodurlo aue
preseiilemeule se alcauea. Com muilo prazer lia-
ran 11 > I....... i. n iiiinuriusas aquelles senliores, qur
queiram pro
?
V d(<
d
|Mi n. III. primeiro andar.
3 Os .i lia l \i i ,i--rnni h .-riniln
w franqueara tonaaatclaiiet
2 ral os cus sorliini'iilos de lii/i-ni
^ por btiivis preros, mo iiicims id
t Uina |>i'i;a, un una duzia, ii ili
g nlieiro ou a prazo, onfonne < a-
!% justar: iiiiauiarmazeinda prara ilo W
m GirjM) Sanio, iiapii'ia da rna do
B Trapiche, n. 18.Kostron Kiiokt
3 a t.. ni 111, inin. i. negociantei 11 ;; l
Eualai\oi^siauadn, faro .scicnleao res|K'ila-
\el publico, que Antonio Dias de Freilas (uinia-
res deixou de ser meii eaiieiro desde 4 do iwrcnle.
I ir/orino fo*r Frirea.
INSTRUCCAO' PRIaUAHIA.
Ra da Concordia.
O abaix niunado, profeswtr de primeiras letras,
contina admiltir na sua aula particular, pensionis-
tas e meius pensionistas, esles com a mensalidadede
HgflOOrs., aquellos com a de TiC-OOU. I'roarama estalulos, e reaulamenlo interno, pelo qual rege a
mesma aula. I.er ()roa, verso e maniisrriplo ; es-
cre\er, de|wis de haslardo e cursivo, copias e\lra-
liidas de livros moraes, e oraces recitadas pelo pre-
ceptor para o alumno corriair-se ua uillioarapliia;
contar as quatro especies fumlamentacs, e quebra-
dos ou fraceoes, u*o de mulliplicaeiu e divisan, ap-
plieado u eiemplos. reara de Ires ; epitome de iirain-
matica malerna, e analise de sintaxe ; doulrina
chrislaa nas tardes de sulibadn.
Miguel J(t"f da Molla.
Lava-se e engomma-se, com rouitd (>erfei-
i;;.u o asscio : no paleo da ribeira de .V Jos
n. 15.
Quem precisar de um coziuneiro para casa
estranaeira, dirija-se a ra do Araao n.:i6.
I ni tunen porliiKuez com '2 amim de idade,
se ollerece para ser caixeiro de escripia ; o qual lem
muilo bonita letra eescreve com boa orlinrrapbia :
quem du seu preslimo se quizer utilisar, auuuucie
para ser procurado.
Arrenda-sc o secundo andar da casa ta ra do
Caes: trala-se na run do vioario n. II, eseriplorio
de F. A. da Cuuba >\ Companbia.
A abaiio assimiada, moradora na ra deA-
Buas-Verdes n. 3, lendo de se retirar desta pnnin-
cia, |>elo presente avisa as pessoas que (em penlmres
ua sua mao, eujos pratos se acbam vencidos, de os
rom i re m al o fim do corrente mez; du contrario,
depois de serem publicados seus nomes por este
Diario, ihissar a vender os referidos pon lio res para
seu paaamento. A mesma vende uina escrava, cri-
oula, moca, sadia, e com bastante leile.
Auna Maria Monleiro.
Perdeu-se na noite dea do correle, leira le rouro amarello em nm banheiro no Po^u da
l'.inrll.i. conteadn 2*^(100 rs. om sedulas, una Bl>
dem ile JtWMK) r-. que j se piweiiio an nacadur
e diversos |>apeis me s inleressam a> abaivu as-
sicnado: queiua actiou pode reslilu-la -em decla-
rar seu nome,wanilo com os tiJjtXK rs. de -uiiii-
eacio : na ra 00 llnspicio, casa n. 21 de
h'eliriano Jmquim tln Sanio*.
Na ra de HorUs pegado M Marlxrios.se-
auudu andar, precisa-se aluaar urna prela wo IV0|
que compre e cwiube para iluas |H>ssua- de familia,
que nao m embrlaaue; pay.i-se hem.
PrtihOe w uina mulher luna para ama de
bem:
dous
dirija-se
indares n.
a ra
i".
das Triucbeiras, sobrado
#, CO.NSLLTOKIOHOMF.OPATIIir.O
$ Ra do Collegio n. 25. pr-
meiro andar.
m 0 Dr. I*. A. Lobo Mowoso,
S da' consultas rralis aos |>obirs,
todo* os dial das 8 as 12 horas da
utunliaa'. I'ralira qualquer opc-
racao' de cirurgin, ou le par-
los. Recebe ocraToi doenta
para iralar ili' sual enfermida-
di's, mi lii/.iTipialtiiKToperacao
^! por pri'ivi commodo.
Wiso \ns SGKIIORES DE ENGENHO.
Alientas M uraniles ,anlaiirns na inoaitem de
raima, proionienlesde (eros lanibores das moen-
das pe feilainenle loi neados, o abaito assiunado res-
peilnsinienle leinhra aos senhnres ile enuenlin, que
iiasiiafiindieaile ferro em l'iira de Corlas, se po-
do perreilamenle lomear de noio iiiljouo de lam-
lioie-, e aparare endireilar os denles das rarrelas
mn lauta presteza, que se piale enlresa-los no mes-
inoilia, eiilando-se assiiuo iiiionienienle da demo-
ra ilos rarros e o empale da moaurm ; assim romo
que a mesnia fundirn so arha s.....|irc sorlida nao
Id de ninas......ndas de diiei-sus lam mlm- e niode-
so-, sena lamlM'in ile rodas, dentadas, lano para
KM romo para animis! de Indas as pmporroo-, II
saber volla por mita, volla quarla. volla e Ier-
ra, lidiar meta, duas, tres, qualro vollas, elr., ele.
e porlanlo qualquer senhor de ciiscuho que-
reiidoarrelerara sua moenila alim de moer mais
raima nn inesmo lempo, ou retardadla, alim de --.
prenier mais liquido da mesma eanua. piale se
mora .-i al leo as rollas rompelenles.
ferro, na i ii,i do llriini. p
llniriiiiiii. enaenli
al,,,
'Cundirn de
afariz.D. II.
Paulo Gagnou. dentista.
I'iide ser procurado a qualquer hora cm
MU rasa na ra larga do Rosario, n.
.'Mi, segundo andar.
|ieque
t.aili'it
^Treeiss: til uimuiihi par o ervi'jo de una
rasa de poura familia: quem se arhar neslas rir-
rumslani'ias. dirija-se a ra da Assuinpi;fio, rasa ter-
rea n. Id.
Cara o primeiro de jiinho vindouro, ou ail-
los, se aluna uina pequea easa, ou de um an-
dar, ou rasa lerrea rom um sol.io. rom quintal ou
ueno silio, que soja perln do Kerifi': na ra da
ia n. MI. primeiro andar, se ilir quem meta,
ATTESCAO, INICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Gateara, dentista recebeu anua denli-
frire do Dr. Pierre, esla anua ronherida romo a me-
lhor que lem apiwrrrido, ( e lem mullos eloioso
sen autor,) lam a propriedade de conservar a horca
cheirosa e preservar das dores de denles: lira o
oslo desaaradavel que da em eral o rharulo. al-
Kiimas nulas dcsla n um coihi d'aaua sao sullli-ien-
les ; laminan se achara pii dcnlifrire circllcnle para
a conservara.i dos denles : .na ra larna do Rosario
o. :Mi, mundo andar.
HISTORIA I MVEHSAI..
Araba de rheuar ilo llio de Janeiro e arha-sc a
venda |Kir .V000 rs., no esi-riplorioile I.. l.erninle
Feron i\ C.oiniianhia.
A HISTORIA IMVERSAI.
resumida para uso das esrolas rommuns dos Eslados
l'nidosda Ainerira ilo Norle por
PEDRO PASI.EY
Iradurido para usu das escolas do imperio da Brasil
pelo ileseiiihargador
LOl'RENCO JOSfi RIBEIRO.
De lodos os resumos de historia universal he esle
o uuiro que preenrheu o Um, e eom cuja historia
lira o leilor instruido nos prinripaes fados da histo-
ria, e na ueocraphia, para cujoileseniolviincnlo se
Ihe reuniram alauns mappas. Seria para desejar que
se adnptasse para rom|ieiidio esle Tesuinn, queme-
Ibnr |a, enelie o lim do que "iili o- de que se la/ uso
*' '"'"i tsa)i^aa^'-
9 CO.NSILIOHIOIIO.MOEOPATIIICO
NO MATO f.UOSSO, g
tp I a hii.i i r,i du I .iI n i. {f
() Manoel de Siqueira Cavalcanle d consullas At
9 C ineiliealnenlo. nralis aos pobres lodos os ^
jii dias, das ( horas da i.ianhaa a I da larde.
No ilia -28 pelas ti horas do dia, |>erdeu-sc
um par de lioloes de abertura unidos por uina Irania
de ealiello, io do paleo do Terco al a ma do Pa-
dre I loi lam. : quem o nrhou, querendu restituir,
pode leia-lo o rna do Padre Mmiann n, 1, que
ser uialllleailn.
O ereulc do contrato ilo rap priuceza, de
Lisboa faz -alna ao rcspeilavel publico que o dc|io-
silo foi suppridn rom rap fresco, jm-Io uliimo navio
.lie jj,el,i a esle porlo.
AluBam-se os len'eiro e quarlo ambires com a
rosinhadarasa n. ti da ra do Trapiche Novo do
Recife: dirija-se ao primeiro andar da dila cesa.
AVISO SATISFACTOIWO.
O alian,, assisuadu, senle do Dr. Branitrelh, faz
srieulc aon>|K'ilavel publico, que pela barra ame-
ricana Ytiltu, entrada no rorrcnle mez, lem rerelii-
donoto prov intento de pilidas vcgelaesde -en pro-
prio autor : ilesneressario hefarera apolosia, |.......
uso desle nieilieam...........il moslrado em raudos
curas que nesla proiinria setem oblido rom itlas
vulnerarias pitillas ; he um meilic.imenlo inlena-
nicnle iuofensiin. pdenla apptfcar-s alaacrian-
e,i- ucea) naiddUi ultlmaawnle lent apoUtadoa
Dogacrrcotypo.
relratisla, no alerro da Boa-\ isla, nbl
don. 10, avisa an respeil.nel pulilieo, que
lem cbeuailo as mais riras raivas, quadros,
cassolelas, allincles, carleiras, rharuleiras em
que se piulen! enllocar os relralos. de qual-
quer laman!, quer em fumo, quer rlori-
dos, e gnale a perMfjM o durabilidade.
A- pflraMH que se dinnareiu priM'ura-lo, a-
chara em sua aleria de que se aarailarem,
rniu pima satisfarn. O eslabelerimeiilo
oslara aberlo das 9 horas da inanhaa' a's l
da larde.
^ Ca rlsn-sr de nina esi'rava co/.i-
nlieira engommadeira, e le nm molc-
que, para o lervQO de tuna asa eslran-
jreiru :
no alerro da Boa Vala n. 12.
COMPRAS.
taimprani-se escravos, e vendem-sc, receliem-
se de cominissai), lano para a provinria como para
fura .l.ll.i; na rna dos Quarleis n. -2i, seuundo an-
dar.
Compram-se os rom|ieiidios ile direifo|ualiiral
pur Zoillrr e pelo Dr. Aulran: na ra da Couceirao
da Boa-Vista n. 5.
Compra-so nina neura Djne cosa hem e eagOBV
me : na ra da la,lea do Rerife n. 61.
Cumpr?-se o Jornal do Commercio do Rio de
Janeiro de 17 dcouliihro de Iti'il: na praca da In
dcpeiidenria n. Ge H.
Compra-sea obra de lheoloia docmalica por
Jazaniuo : na ra da Conrcic.o n. 44.
tjiinpr.un-c 4 ou 8 porlat em meio uso e
mesmo aleumat jaucllas : no armazem da ra Nova
n. 67.
Compra-se um pequeo silio ou casa com
quintal srande em Olinda, ou nos seus arrebaldes:
quem liver annunrie.
Compra-se qualquer porcao de cobre velbo a
jJIKI rs. a libra, c de latao a Ili rs.: no paleo do Cal-
mo venda n. I.
_ laiin|ira--e uina esrrava mm,i. que tenba 16 .
,*ii aiinn.; na ra do ColleBio n. P, scuudo andar
ou na ra do Brum n. '2H B.
sedulas de mu a
Compram-si
vinte mil res, eom premio : na 2
rna da Cadeia Vellia, asa de eam- fe
bio n. 38.
Compram-se e v enilem-se esera*'>s:
na iiii iln- I..11 ,ili;;en ,r, m 14.
VENDAS
HILIIIMS PARA CORRIim A#.
Venilem-se, na praca ila Independencia, I vraria
as fidhinhas oara o cnrrenle auno, ilo |-
. 6eH,
i para i
la. altfllieira e padre; assim comn
de almanak.
"endo aiem das'maierias do roslume Brande nu-
mero ilos nomes e propriotarios dos engenlios da
imivineia. .
' __ Vondr-sc uina nesra moi;a cuonla do serian.
bonita turara; na ra da Seniala Velha n. 110.
__ Vnnde-sc su|ierinr farinha de inaiidinca che-
aadl de San Malheu-, na escuna narinnal-./iiii fiiuileaila ao pedo raes do Colleuio; a Iralar a bor-
lo il.i un-ma escuna ou com Manoel Cenco Pereira
lo- Sanio-, na ra de A|mllo n. 16, primeiro andar.
Olooespecilieo par curar a ca=pa e con-
sonar n calsHIn, continua a vender o na bottCX
da run dn Rangel n. 64, a lilO r. cada iiilm.
MUTILADO


r

Depc
aosito de panno de algodao'da fa
bnca de Todos os Santos da Baha
Vende-se obcniRoiilurido panno de al-
;odao' da Baha, proprio para acco e
roiina de escravos, a vontade do com-
prador, nssim como lio de algdao' ta
mcsiiiii fabrica : no escriptorio de No-
vae & Companliia, na rna do Trapiche
n. 34.
Vendem-se es|tollioK com moldu-
ras dotiradas, os mais ricos apparecido no mercado : na rna da
Cruz do Rccile n. V!*, armazeni de I..
Schuler & Companliia.
twte&watMSM
na m
BOTICA UOMOEOPALHICA.
fliin dui Cruzas n. 28.
Achanvae a venda as obras seRuintcs :
Manual rompido do l)r. Jahr. i \olunics
ricamente cncadcrnado*.
Iiftrnni.il m tle nipdcriiia, or Nylcu.
Manual dedhaeccao, por Coate.
Curso ile phrrnoloiua, mr Broussais.
. Alia rompido de anatoma rom II j e
lampan coloridas.
Homoeopathia domestica, kh- Bisel.
Memorial do medico homoeo>alha |>or
Thoos.
Tratado da molestia clironiras, por Ita-
huemaim.
Mcdcriua veterinaria lioiocopalhira por
liilnllii'i .
Organnn da arle de rurar, por llalinemann.
Retrato de llahnemanii.
Tratado da moletiada pelle, por Jahr.
Elementos de honioeopathia, |M>r (josscl
Bimonl.
Tralamenlo liomoeopathiro ila molestia
venreas, pelo mesmo.
Palhoucnesia dos prinripae niediramenlos
brasileos, Iradiizida do franeez, por oasol
Bimonl.
m ._
Venderfi-se amarras de ferro : na ra da Sen
/ala Nova u. 42.
Em casa de Kostron looker & Coni-
panliia, na ruedo Trapichen. VK, ven
dem-sehai'i'jsconi carne salgada.
A 6,000 r*. pwpMBOf, 6,500 r. pud.
Vendem-se chapeos di sol le cda nulc/a de
superior qualidade, pelo* irrcos ariina : na ra
doCollecio ii. 4.
Vende-sc \inlio de Champagnaje-
(rilimo e de superior qualidade: enf cata
de J. Keller & Coinpauliiu, na rna da
Cruz n. 55.
Em casa de J. Keller i Coinpa-
nhia, na ruada Cruz n. ">.">, ha para ven-
der dous excedentes pianos forte, e de
urna das inelhi-esfabricas, (llegados l-
timamente da Europa.
Arados americanos,chesados do Eslados-Liii-
iloi: na ra do Trapiche n. H.
PoIiimhii nmprirann.
Noanliaodeposilnda Cadeia Vrlha n. 12, ovisl"
una pequea |iorca> de pohUU americana, chande
recciitonirnlc pie por superior rivalisacom a da Kus-
s|a : vende-se mr preco rasoavel. _____
BOTICA IIOMEOI'ATIIICA.
M 28. Ra das Cruzes 28.
3 Ha para se vender alumna raiva liras
f rom medicamentos em tintura. Cada nina
Ja sera' aronipanliada de un fraseo com ulnliu-
'Tl los inertes........rio il.....preparar.__________
Depot,to da fabrica de Todo, o. Santo, na Baha.
\ eiule-se. em casa doN. II. Bielier i\ C, na ra
da Cruz. n. I. aleudan trancado d'aipiella fabrica,
limito proprio para sarcos de a-surarc roupa de es-
clavos, por preco conimodo.
Agencia de Edwla Mi.
Na ra de A|hiIIoii. B, arma/.cui de Me. Calmnul
X Companhia, aclia-se ronstanleiiienle hon sorti-
mcnlos de tainas de ferro coado e hatillo, lano ra-
sa romo fundas, moeiulas iuetiras toda* de ferro pa-
ra animaos, auna', etc.. ditas para armar em inadei-
i a de lodo o lamanios e i.....lelos.....lais inodci nos,
machina horisonlal para vapor com torca de
4 cavados, coto, passadeiras .le ferro eslanhado
para casa de purear, por menos preco que os de co-
bre, escovens para navios, ferro inule lauto em
barras como cni arcse fulhas, eludo por barato
preco. _. _____
Be pechinoha.
Vende-M'un cahriolel colierto, novo, e moder-
no, com arrcio, ludo ilo inrlhor uoslo : na rnt-hei-
ra do i > i.....-ii... na ra nova n. 03.
GeHO.
Vende-se eessoem barricas, (licuado ullimamnc-
le:ein casa J. Keller & Compaiihia. na ra da
Cruz n. .m.
Vendem-se relogios deouro c pia-
la, patente iiigle/. : na ra da Senzala
Nova n. i2.
CAMBR.V1AS PARA MOSUIT1 EIKOS.
Na loja de UuimarSe* A Heariqu.ee, ra do Crcs-
po n. 3, que vulla para a ra do Collrcio, vendem-
e eambraia* de cores para mnsqiiilrim, as mai mo-
derna que leni viudo a esle mercado, pelo haralis-
siiiw preso de toOO r. a peca : a ella, antea qui-
se acabem.
Na ra da Cadeia do Becife n. ti, primeiro an-
dar vende-se tabellas, pannos e Uros parahilhar, por
nreco ni ni lo em coala; ludo novnoni Ihiiii estado.
% iiketa.mia de amo.
Sn Vendem-sc petas de hralauha de purolinho jie
J com seis % ara, pelo barato proco de.' cada
*; peca: na loja do sobrado aniarcllo da rna do f.
Moinhos de vento
rom bombas de repuso para reear borlase baila*
de ranini, na fundirn de II. W. Howinan : na ra
iloBrumn. ti, MciO.
Vendem-sc em casa de Me. Calmont & Com-
panbla, na praca do Corpo Santn. II, OMgaiale
vinho deMarscilleem calvas de :l a Ii dolias, linh.i.
em novellos e carrelei, breu em barriras muilo
fraudes, ac de inilaA sorlido. ferro iikIci.
Vendem-se relofjios de ouro de pa-
tente inglez, os melhorc <|ue teem viudo
ueste mercado, e do mais acreditado fa-
bricante de Liverpool : erh casa de Itus-
sell Mellors ACompanliia, na rna da Ca-
deia do-Becife n. 7>.
Vende-se urna armario de senda com scus
perlences c aliiRa-sc a mesnia na ra do Un-.h n da
Boa Vista u. 60 por ronimodo pre^o; a tratar na
ra da Cruz armazem n. 19.
Vende-se haulia de junco derretida, a :(>o rs.
a : na ra do RanRel n. :(j.
OCULOS.
t 11-_-.' a praca da liulependenria, loja n. 18 c
20,um rico sorliiucnlo de ckuIos para tintas a vistas,
soja com sidro* branco ou zoes, com ura'o ou miii
Bra'o.e com armacocs de ouro, de prala, de tarta-
ruga, de baleia. ou de ac,o, a vontade do compra-
dor.
Vcndem-aclonas brinza, brins e meias lo-
na da Ruia : no arniazeui de N. O. Bieber (
Companhia, na ra da Cruz n. t.
GHANDI r ABRIGA BB CHAPEOS DB SOL,
BA DO COLIIOIO N. 4.
i. Falque faz srienle ao rcpcla\el puhliro de
l'ernamhuco, e em parlicular ao seus freauezes.
que acaba dV receber de Pars, cono do Rio de Ja-
neiro, da fabrica ilc Falque Irniaos. un lindo a
romplelo Sirtiinenlo.le chapeos de -ol de seda e de
|......inlm. lano para lioinen como para enlioras.
leudo |iara o primeiro um eseolhido sorliiucnlo do
rhapeodeso rom cabo inleiricos o> mais lindos,
que lem simio em caricaturadiversa, dilosde cali-
na, ele.; grande quanlidade de sodas e panniuhos
m pera para cubi ir annacessers idas, as que foreni
de ferio.....sel nisani-se que licain liosas ; baldas
largas, eslreila e de ai;o para esparlilho e salido
de senlioras, hCDgala* bonita; robre-te c concer-
la-se Imla e qualquer qualidade de chapeo de sol:
linio os objeclo cima mencionado sondem-se em
porcao earelalho|>or meno preco que em oulra
qualquer parle.
BAPEI'ALEOCBDEIIt.
Na roa da Cadeia do Baclfe loja n.50. de Cunlia tV
Amorm, vende-se ImiIc c meioditode rap Paulo
Cordeiro.
Vende-insp sarros rom superior farellode (rifo:
amada Cruzn.2l.
Vende-se Champasne de superior qualidade a
2ISISMI r.. a dutia : na ruada Cruz II. 26.
:immemmm--mmm
Os uhaivi assignados continuara
a lee <'iif deposito grande sortimen-
lo de farinhas americanas, de dil-
fex'ntes mu reas eipialidades ; ven-
dein-se em porco'i'S a vontade dos
compriiaores: no armazem do
becco do (iouealvcs o. V, ou no
sen escriptorio, piwu do Corno
Santo, esquinada ra do Trapiche
n. 8.Kostron Kooker & Compa-
nhia, negocianles inghv.es
"Tilei^te rera de
iielle de rabr..... Inilas, ludo clieuado agora do
Arardly, por mili rnnunodo proco : na na da Ca-
deia do Becife n. (9, primeiro andar.
Economa a |>olea da rapa/.iada do Imiiii
tom, (piesi-eiulH-bedain eoin o deleite
de arreinessarem ascheirosas limas as
menina* domesiun tom.
Na ra Aufpjtta n. 81 seudem-si limas de
chaira limito bein feilas, coaaSS |ir cenlo, lano em
crande romo em pi-quena porrrtes.
Veedc-se por preco razoascl. un silio na Pe
dr.i Mulle em Apipueos, rom esrellenle rasa de \ i-
senda bein r.inslruida, leudo 2 opliinas salas na
fenle, 6 quarlo, tagalo, ronimodos para escravos,
eorbeira c estribara, mande plantario de ahacavi,
e mulla* oulras frurleira : a Iralar na rna do Ara-
uao n. 12, primeiro ailar, coma proprietaria.
Venue-se superior cal s rirein de l.islioa, em
pedia a mai nosa que ha no mercado, por sor cho-
llada |ielo briiiic Savileiireilor : no pateo do Car-
ino taberna u. I.
Vende-so um macho urande, bonito o manto
e mai dous cavados mandes c bonitos, ludo por
proco rommodo : na cocheira da rila Nos a n.lil.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade em quarlo e oilaso-.de pipa, por preco coin-
modo: no armazem ile N. I. Bieber g Coinpanhia
E --: ^.
HOMEOPATHICA
211 RA HAS CBIV-KS 211.
g Mriyitlti /mr um ihiirmiimilieo appronulit
2 FMe i-slalielecimeiiln iKissuc lodosos nie-
S; dicanienlosate auora esperimenlados, lano
" ni Europa cuino no Brasil, e pre|iarailos pe-
eS las machinas da insencail doDr. Mure.
Carleiras de 12 tnliosal 160. poT precosva-
riaseis, conforme a qualidade das cala*, a
quaiilidade dos reimilios e suas d>m.....-
sac/ics. ,.
l.'inacarleira com o-21 prinripaos remedi-
o Iomi
pamai
j9[ zerem
"""'
#j l
ipalieoi-:l obras"dTcrcnlrs, indis-
isparao principiantes queso qui-
MiMinei da serdade da nosa medi-
Dtendo alende mulloaeoDselhoseli-
iiallioeeuesia de 18 mcdicamciilo
............2VSSSI
* cada um .....IslKK)
lososmeilicamenlos em fras-
............2BKK)
MEME
Ii
vflto
de lo
IuIh)s
W I i r 11 .ii.i
2> eos de 'j onca.......
AVIAM-SE liBATl'l
^ para os pobres, lodus as recoilas que |iara
j maullar qualquer profesor.
)$ Na mesnia bolle* cnronlrar-se-ha seinpre
Wi um urande sorlimsiilii de lisros em porlu-
goete franeez. e elidiin ludo qnanln he ne-
paraoetlado pnllea da homopa-
Reformanvaegralullamenletodata
s vendida* 00 oslalnderinienloderu-
i'dios. pela hiimida.le ou por qual-
Ira caos*, llsercni -ido deteriorado*.
Na ruada Madre de eo, arma-
zem n. 0, \eiideni-se gigos coni hlalas
liosas.
SUPERIORES CHARUTOS l'A IIAVA.NA.
Na ra da Cruz u. I.arinazein de I. II. Iiaensls.
\einlr-se superiou-. rharulos da llasana.
LOTERA he nossa semioha do
ROSARIO.
Casada fortuna, rna Dircila n. 7.
(i proprieaiio .la casa cima, amnela que nao
leudo corrido a lotera ariina no dia 27. |mr anula
reslar hilheles. nraolnli-la ruga ao. i.....mies desle
JogO que roiiroirain a c.....piar o reslo dos hilheles
e cautelas, paca o Ihesourciro
de marrar o .lia iinpreleiisrl.
senda nos lugares ja auniinriado:
rasa, um romplelo sorliineiilo
Irla-.
Hilheles........
Meios.........
Quarlo*........
Ileeimos.......
Taixas para engenhoR.
Na indicao' de ferro de I). W. Itow-
iiiau, na ra do llruui. passando O cllll-
fariz, contina a ha ver utn corapleto*oi>
liiiniilii de taixal de ferro liiuiiilo e ba-
lido, de 5 a 8 palmos de bocea, as ijiiaes
aeliain-se a venda, por prero eouuiio-
do e com promplidao' ; eiubareaiii-se.
OUcari'egam-seem carro, seiu despe/.as
ao comprador.
AOS SENHORESDE ENENIIO.
O arcano da iiiscncao' do l)r. I.du-
ardo Stolleera llciliui, empregado na
colonias ingle/as c liollanile/.as, com
runde vantagem para o melhorainento
a senda cni latas de
n o metliodo de cui-
: em casa
na ra da
mu ,i iiiaiorbiesida-
assiin c.....o eslii i
i, o na mciiciiiuu.hi
de hilheles e can-
. SHI
. 2MKNI
. 1^21"!
iloassucar, aclia-s
III libras, junto i
prcga-lo no idioma portllguez
de \'. O. Bieber i\ Companhia,
Cruz ii. i.
88 CERA EM VEI-.AS.
Vendcin-sc caixal com cera eiu
"^ selas, l'.ibricadas em Lisboa e no
Q Kio lie Janeiro, sorliiiicutos u von-
2 lude do comprador, e |M>r inaisba-
I ralo preco do (pie em oulra ipial-
g| quer parte : a tratar na ra doVi-
9 ('ario n. 19, segundo andar, esc i|r-
lorio de .MacliadoA l'inliciro.
Cal virgem de Lisboa.
Vciidi--.se superior Cal virjjcm, ebega-
da ltimamente de l.islma, e por preco
muilo em canta : "O armazem do Caes
da All'andega u. 7, ou a tratar no es-
criptorio de Novas*. A Companhia, na
ra do Trapiche n. 54.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia do Ih'-
cie u. I-. ba muilo superior cal de
Lisboa, em (ledra, assim como potassa
chegada ltimamente, a precoi muito
ratoaveii.
NA LOJA N. 6, DA RLA 1)0 CRESPO,
HA AS SEC-WNTES EAZENDAS BA-
BATAS.
Vendem-se corles de scslido de candil aia com ba-
ilados, a6S00O r.; ditos com barra. *fi|00Or*.J |ie-
ca de eambraia de alpicoj braucos, a IfelSIO e IgOflII
rs.; corles de .a-a .hila, al(KIrs.; dito rnin bar-
ra, a 2.-800 rs. ; ditos de eassa franreza, a HS21gl
rs.; cortes de chita com barra.....ilo larca que lem
1:1 I) ci.sa.los, a 18000 rs, ; petas decidla escura-o
clara, a (OtlO r. a peca e 160 rt. o rosado ; iwca
de r.i-a deqiadrosa aKlrs. pecar 280rt.a \.i-
ra : na ra do Crespo n. 6.
AGENCIA
lA FUNIUCAO l^>\V-M(MB.
Ra da Senzala nova n. 42.
Nerte estabeleci ment contina a lm-
ver um completo sortirnento de inoen-
11 .s e meias moendaspara engenho, mn-
cliinas de vapor, e taixai de ferro batido
c coa.lo. de todos os lamanbos. para dito.
Vendem-se os serdadeiros selliiwingleret, pa
leule, de mola e seiu ella na ra daScuza la No-
va n.42.
Ve,ulr-se marnielada liosa em borelas de I e
2 libras, caisiuha com 2 e 1 libra de |>eras. ditat
coln 2 e i libra de ameisa, cabla com niattat li-
nas de estrelladla, ludo muilo superior : na in.i d*
Cruz do Becife n. 16. delionle doSr. I)r. Come.
N* ra do Trapiche n. Ii. primeiro andar,
Bode-te o seguinle : pasta de lirio llorenlino, o
melhor artigo que se conhocc para limpnr os den-
les, brauquece-os e forlilica as uenuisas, deisando
liom goslo na bocea eaura.bisel cheiro; auoa de niel
para o* cabellos, limpa a caspa, o da'-llle malico
lustre; auoa de pendas, esle mgico rnamojllfo pa-
ra sacar sanias, rimas, e embelesar o rosto ; assim
eoiuoa tintura imperial do l)r. Brnwn, esta valio-
sa preparaoao faz dos caladlos miso ou branco,
completamente prelos e inacios, som damno dos
meainos, ludo por procos cominodos.
X
. EE. ($.
$
MOENDAS PATENTES DE A
> DE MUBJiAV
9' Em casa de Bulbo & Bidoulae ra d.
A Trapiche u. 12 achani-se con-tanlenien.
*L le a >.....la MACHINAS INTEIBAS l
MEIAS MACHINAS de varios laiuaulnv
*, de-la......slruocao. Eslas MOEM'AS I..... (g
" a vantacm de eslrahir das canna, por ^
cima del.. I'OH CENTO mais caldo .loque
.i- ordinariat, com a mesma forea motriz, .-a
Acbampe lamben na Mieama casa TAI- ^4*
X.1S HE FEBBIt.de miNlello suprior, e (i*
ABADOS TODOS DE FF.BBO da arre- *
, .lilaila fabrica de BANSOM EMAV. f
<\l VIK4.ITI.
Vende-se cal de Lisboa a mais nosa do mercado
i i na do Vigario 11. 19, primeiro andar, etcrlptorit
'I. de Aquino I niiseca ci I ilho, ou na ra do
$

Trapiche,
sera.
armazem de Antonio Augusto da Fon-
,vs,ncA0nEF'%(
DAVID WII.I.IAM BOWMA.N. enoenheiio ma-
biui-la e fundidor de ferro, mili rcsneilosaincnlo
mu.....i;i .10- -rubores propriel.irios de engenho*,
ilasel publico, queoseuesla-
iiiosidoporinacliiiia de vapor,
mulo ocherarii, contln* em
'." Ii.i complclanieute monlado
imeira qualidade para a par-
feila c'o'nferrao.l.i- liaiore- pecas de inachinisinu.
Habilitado para eniprehender quaesqiier obras da
su.Tarle. Dasid Williain lioman. desoja marinar-
le chamar a allenca publica para as se-
r ler dolas urande sorliinonlo ja' promp-
isiloua inr-ina rundirn, as quaes rons-
-ua labrlca prnlem competir rom as tahri-
llt cslranueiro. lauto em prero romo em
de materias primas o ma de obra, a
fazendeiros, e aoie-|
belriimeiilo de ferro
na rna do II...... pas
eHerlisorsn. irio. <
apparelhos da \
licularmei
guate*, p
tu. i.....le
Irui.laseui
cadasem i
qualidade
saber:
Machinas.le vapor da melhor en
Mocadas de raima para eliuenh.
maullos, iiins i.las a vapor por agua
Bodas de amia, inoiiihos de s enln
nslriirao.
i- de l'uil.....-
, ou animaos,
sorras.
.etc.
eral-
raule
jeae-
n de
n-ia pa-
Ireguew
honrado,
eddlgeu-
li, i
#
Manejos indepeiidcule para ras alio-.
Iludas dentuda.
Amiilhos, hrouzes o chianareiras.
Cas ilInV'- e parafusos de lodos os lamanh*..
Talla*, pames, rrisose horas do foriialha.
Moinhos de mandioca, mos idos a inao ou porani-
uiacs, o prensas para a dita.
Chapas.le fgaSe Ionios defarinha.
Can..- de ferro, lornclrai de ferro e da brorne.
Bonilla- para cacimba o de repuso, musidas |
nao, iHiranimaesiiu vento.
liumdastcs, i-uilichose macacos.
Prensis hidrulicas ede parafu-o.
Ferraoenspara lias ios. carroso obras publica-.
Columnas, varaadas, grades n porlOea.
i'i i-ii-.i- de copiar earui* a sellar.
Can;.....arrotde maocarado*de ferro, el
Ali-ni da -u|ierioiiilade das -na- nina-. Ja1
ltenlo n.....uheri.l.i. Dasid Willi.illi don man |
a mai-esarla ruiiformidade rom os niobios i
uhos remullidos pelo* -enliores que se diuual
fazer-lhr eucuinuieu.las, aprosoilamlo a i
ra agradecer aot teu* numeroaos amigo*
a preferencia rom que lem sido por ol
o assciiru-lhcs que na poapara esfiftr
eia* para runliuuar a mererrr a sua ronliauca.
CASSA8 PAtU .MOSOriTEIBOS.
cor de rota, azul a serde : na la da Cadeia V
n. 33.
*! Na loja do sobrado amarello nos qualro *
, raidos da ra do Qiichnadu u. 211, ha pal
a vender panno de toda- a- core* mullo Mu
9 e novo, que seu valor real he 6VQQ0 rs
cada .usado, o-o sendo pelo baralis-il.....g
*. proco de I9IKKI rs.. islo por baser mando *L
y- porciio. e ipioror--o somier de praasa. (ge*
\ii\f\ %\%\*\'<.\*.\'(\**** *%^V^i
Vende-(. iut armazem da ra da traveseada
Madre de Dees n. 18. podra mai mure de 11 alie-
nadas qua.lradas, branca u prcla. por pceo r.uii-
lliodo.
Vendein-se ladrilbos de iiiarniore:
na travesa duMadre di'Dos n. e ii.
ESPERMACETE AMERICANO.
No armazem d* Iravcan da Madre da lieos n.
21, sonde-sen serdadeiro cspcrnUKCte i......ricano,
.....ealxaade30a33libra*.
CHAPEOS DE OLEADO PARA PAGEM
A 3,600 rs.
Na loja u. 5, que volll para a ra do Collegio,
semlem-se chapeo-de-oleado .ara pauom. modeiuos,
0 linda- formas, pelo barato prero de :1360o r. rada
...... estira como lusa- escura* muH.....icorpada* rom
um pequeo loque de mofo, pelo barato preco de
IIK) r-. o par. eOOO rs. a duzia.
Veu.lelii.se 1 hallos .la Babia de-uperioi qua-
lidade em clisas do 100,a de 150por barato ero:
11a ra da Crul 11. 26.
\ ende-se una inulalinba de ida.le do Kl au-
no-, bonila i:-ni. 1 : na ra da Cruz n. 53.
CAL YII.(.R.I \) LISBOA.
Vendeni-se barr- con cal de l.islma em pedra,
.licuada pelo briuue .Vnro rumiar : na rna de
Apollo u. III. ar.nazi.....le a.-urar.
MACA AS.
N.i ra eslreila do Bosario 11. II, \endein-sc na
raat a retadlo e em barrica ; doce de caj, deana-
naz. o de maiiaaba, em bal ri, e dcsla iuemas qua-
lidade seno, .'.s libra: na ine-ina rasa -o dii qurm
precisa de un raisoilo de8 a 10anuo, para senda,
ainda mesmo nao eslaudo muilo praliro un neajocJo,
OLEADOS PARA MESAS.
Vcndem-se oleados para metal pa-
ilroens bonitos : na ra do Trapiche nu-
mero V8.
Vcudr-sc superior sinhii fraiirez branroo lin-
io em barris, por proco oommndo : na rna da Cruz
numero 26.
Yendc-se l'arinha nosa de llalli-
more: a tratar"om o liaraleiro Silva Lo-
pes, na pollada all'andcja.
1,280 c I,HO IUA DO CRESPN. 0.
Superiores coberioret da IgooUo, e-curo muita
enciirpadose arailes. iroirios aira escravos, pelo ili-
niiiinio pracode laWOeMWr.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Vende-e rape Paulo Cordeiro, em li-
bia ea relalho: na loja de Antonio Lo-
pe Pereira de Mello, na ra ila Cadeia
SACCAS COM FARELLOS A 5,9$0 .
No annazoni 11. I, du Cte* da Alhndega.
IAKIMIASSSI MONTANA.
Vende e nos irrnazons de Tas-u & Irman : n.
ra ilo Amoriin.
\ eiulo-sc >1 bem arredilado liror do Absinlb e
Hinacbe na rna da Cniz n. 26.
RUAD0CRESPON.95.
Vi'iide-seinerin.i pelo e de niret, a IKHK) r. oro-
vado, lannourolude muilo boa qualidade, a 2A00
rs.; corles de cassa de rdres, a 2JOO0; ditos de
meia rasemira a a 29300 ; ditos de casemira a 38000;
-arja pela muilo suqierior a 2B21I1 oeovado ; selim
de macen legitimo, a 39300 ; chilasurela e de co-
1 oa caoua* por prfXoa roHimodoa ; naandos frenceze
lamo, a 21*1 r. eeulms militas fatendas barata
para fechar eonta.
CHAPEOS DOCHILI.
Vendem-socliapM do Chili de Imlos os lamanbos
o qualidadet, mr proco muilo baraln : na ra do
Crataan.B.
POTASSA SUPERIOR.
Na na de Ajiollo, nnu/cn 11. 2 II,
lem superior potassa, por preco ratoavel.
K DEPOSITO DE DOCKS DEOFAI.IDADES. :'
SECCOS E DE CALDA, E CONFEITOS
? DOCES DE FOBA DO IMPERIO. ak
_ Vendiste lauto em Dnreto romo a relalho, a
ein caisiub.is lirin enleiladas para mimn, r
2 bariilinlniH dr bous liiinanbo-, rraseoa de con- ^
feilos. dilotcom Inicias da Italia, lata com *
flP golea de tunaba eaiHca. bulinluis bem l.'itn- -
de disersa qualidadet. Hir preco conunodo: $f
p na ruada Cruz n. 21, confronte ao chafariz. g
'#***#>*:<': ^ -*-*.-t*ngas
I .IIIMI. DE HAMIHII \.
\ i'inlc-:.f lin-iiiliii 06 Sitiit.i CiIIkm-iiii ,
em sacc.is, ou senii'll.is, i vontade do priulor: a datar ("om Miumm'I Al\rs (inn--
r Jnior, na rna AiTEM W).
Vende-M J("t! swco c de calda de ludas as <|ua-
lidadpfi, |>elo pre;o M^uinir :lalas de tela, a dez
UbMAOi Imrris, a i|iialn> palaran, diM'o seceo, a dua
(alara a libra, ludo hern feilo o l>em urranjrido em
eaiilnhas : no riti da viu\a do l'aiado MblMd Tei-
xrira l'inln, tstrada nova i|iir \ii da Suledado |>.ira
o MaiiBuinlio; prontellc no rom|iradori-i aprMnp"
lir M riiromiiienla* oiini |>roiii|.lido, indo no dilo
silio roaiprar.
Vonde-se a arinariin, um lorrador mamlr,
um inoiidm do iiioor ruf, c una halanija- urande
coin MMfl : na casa da rna das Trinclieiras n. K. fl
o mais a >onlade do comprador; ludo se VOndepOT
menos de meladedo sen >alor, a diultetro i \isla,
por sen dono se relirar breve, e roua aits seus de-
>edores liajamde Me ir pauar ipianlo anles: alm-
iar na mesma; c i,'Hranle-se a chave da casa a tpiem
comprar.
FAZENDA8 PROPRIAS PABAQUA-
RESMA.
Selim preto <\r Macan muilo superior, a 3V9O0 o
:|sShK) r. o eos ailu ; sarja prela hespanhnla da iri-
meira qualidade, a -si(MHIr. u rosado ; casimira pre-
la muilo lina elatliea, a 3MI0t>cS|aaWn.a randa;
panno lino piolo a :l-m*i a H000 rs. o invado, dilo
aiul a :fMt o jsVKt ra, o rosado; nrlnceu prala
muilo lina, a hOO o Mus rs. ; alpaca prela lina a
HtW e INNlt) is. o eos ado; corle de brim de puro li-
nhii a 1,-110 o jOtKI rs.; uanua amarella inlransada
iiiiiHu encnipaila, a 1011 rs. o rosado ; lisiado de
linli". a IKK rs, o ros ado; e muita mai fmula
Hir prero rommodu: na ra da Crespo n. Ii.
RAP DE I.ISIIOA A W HS.AOITAVA.
Ilinliciro a vista.
Ni i un doQuelmado, loja da esquina do becco da
Congregado a. II. vende-*e rap do man) novo que
esisle 110 mercado, chegado no ulli..... mis in.
.,:. ::;.:.. 1 *: tfltM
$ Vcndi'-so urna laoCra* em lioin local,e hem a)
aj afrcgaeada para a praca: qneni qultcr, dlrl- &
9 ja-so ao atorro da Boa-Vista 11. l.quesedir ;.'
m quoni sendo. jo)
i,,..;.;;:..;.::::: !|8##SSf
Vei
dallo, pn
39, ou ni
Vei
em esladi
crio da B.
\
de-ae lar
r proco ,
arina/eni
idom-s.....
iba
de
inunoilu: 1
urande. no
laulhos de
le p.ir-so na talada
-\ isla 11. 58.
ilc-sc nina ciioula
II,.,,:.I
1 de boa iju.ili
ra du Amorimn
aea .la allandega.
parreira mnscalel,
na ra da Concei-
II anuo
c.
ni-
uumiiia. he rccolblda, Ima para una scuhura acallar
de educar : na rna do Collegia n. 'M nrimciro
andar, se .lira quera sondo.
BOA ACQUISICA0.
Veudi-seumsilioa boira do rio, no lim da pro*
priedade i\v SanrAnua de denlro, a.liaulo da miiiIo
de L'ehoa, defronle do aillo do Sr. Gabriel, com
1,8110 palnio- ao lona do rio, e boa baiudeca-
piTn. que sendo cunseiiieiilemeiile a|iroseila.la sus-
cnla mais de 20 casallos; tom una maueslosa casa
com 70 palmo* de IrenleeWdelundo, eorasalaa,
uahiuolo, airosas oquarlns, o cuulina cun aeslra-
da que leal de receber a ponte prnjccla.la. para
unir a estrada nnsa rom a da ponto do l'cluia irla
pas-auoni do Cordeiro. A irosunidade do haiiho, a
ferliliilaile do lerceno. a salubridad.' do lugar, .1
elegaueia ecommodoada casa alocircuraalaacla*de
graudc merilo para quem dcaajar reunir o ulil ao
auradasel; os preleodeiitet poden entender-te c.....
nrurrelur Miguel Canioirn, e .aia sor, rom Joan
Venancio Machado: na mesma propriedado, de-
limito da senda do Sr. Nicolao.
DEPOSITO DE CALE POTASSA.
\,ii un da cadeia do Becife 11. .'SI, semlem Colilla
A Amorim harria com l arroba do cal em usilra,
rrceiileineule chegada de l.isbna, e iiilassi de boa
I'IIIA MILI DI IASCAIA8.
Vende-ic ndamzendti de seda, tecida
ilc piala, a 1,000 rs. oinvailo, para VI*-
hiarlo ilc mascara : na rna ilo Qitciina-
ilon. 10.
Vendiese una ladra marniure com 7 palmos
decom>riila e:t cmeiodc largara : quem a preten-
der, dirija--e a ra da l'raia n. .Vi. que achara cun
quem Iralar.
B ..kem jHSMBaya.a aaas aasass
um
.SALSA PAIIUILIIA.
Vicente Jos de Bi ilo. nico alenle era Pcrnm-
buco de B. J. 0. Sauds, cliimico americano.fai pu-
blico que lem chegado a esta praca unta urande
porcao de frascos iGL salsa parrilba de Sands, que
sao verdadeiramenhf falsificados, e preparado 110
Bio de Janeiro, pelo que te de.veiu acaulelar os con-
sumidores de to precioso Talismn, de cahir nesle
entumo, lomando as funesta! cousequencia que
tempre co-.luni.un Irazer o medicamentos falsifica-
dos celaboradopela mao daquelle. que aulepnem
seus iuleresscs aot males ecslrauasda humaiiidade.
Pnii.mo jiede para que o publico se poa livrar
desla fraude e dislineua a verdadeira sala parri-
II1.1 de Bandida falilicada e rcceiileinenleaqui clie-
uada ;.o aiimiuciaiile fai ver que a verdadeira se
sendo iiuiramrule em sita botica na ra da Concei-
Vo do Recite n. 61 ; e, lim do receituario q^ue
arunipaiiha rada fraco, lem em bniso da irimeira
lauina seu nonie impresto, c se achara tua firma
em manuscriplo obrc o iuvollorio inipressn do mes-
mo travo. ________
PRACA DA INDEPENDENCIA N. 17.
Nela loja sendem-se rhapeo ensernisailos, B
de superior qiialidaile, nalo de couro lartco c fl
eslreilo : assim como siqierior aalo inale/ 9
para iIssil dos senderes olllciac, e boloes n
dourado, lios, de Pedro II e de ancora, g
ludo mr preco muito conunodo. < H
ti-:.' ::. :..sa :ij^^t'".tl99^
\ enile-se muito u|ierior carnaiilia em mi, che-
aada reccnlcnieulc : na ra da Cadeia n. l .
w 111.1 muir, i si i'uiiuiiiimiK
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
-1 mm: A
SALSA PARRILHA HE S1MS.
ATTENGAO'.
A salsa parrillia de Hrislol dala desde IR't, elem
conslanlemenle iiuiiIhIi sua repiitacafl, sein necessi-
dade de recorrer nT>mnposos aiiuuncios de que as pre-
para res de merilo |HHlem ilis|>ensar-se. (> successo
do Mi. Hrislol lem pro\ocailo iulinilas iuvejas, lia
enlre oulras. as dosSrs. A. K. I>. Sands, de S'ew-
Vork, pre|aradores e proprielarios de salsa parrillia
conheciila |M'|o uoine de Sands.
Estes sen llores solicitaran! em IK. a agencia de
salsa parrillia de llrslnl, e como na o podOMflO ol>-
ler, falnicjiram una iaiilaca. de Hrislid.
Kis-ai|ui a caria (pieosSrs. A. K. I*. Sands es4-re-
\eramai> Itr. Hrislol^no 111 se .o h.i em utrsso p< I i .
Sr. I)r. C. C. Hrislo.
llurnlo.elc.
,Nosso apreciavel seulioc.
Em lodoo auno passado (emos winlidoquanlida
iles considi-raxeis do enlracln de salsa parrillia di
Vin. e peln que oiivimns di/er de suas \irltides a'-
qiH'llesipiea lem usado.julLMinosqueavenda da'dita
medicina se aiiinenlnra' inuilissiiiio. Se Vm. qui/er
fa/er umciin.enio comnosco eremos que nos resida
ria minia \anlai:ein, lauto a ttt como a Vm. Temos
muilo pra/erque Vm. nos responda sulire islo as-
sumplo, e se Vm. > ier a MU cidade daqui a um mez,
.....ousii inndhanle, leriamoa muito praxor en o vei
em nossa liolica, na do Kullon n. 79.
Ficama's ordens de Vm. seus seiEuros senidores,
A-iunados A. K. I>. Sands.
CONCLISAO*.
A auligukladeda salsa parrllha da Bris-
uenle pro\ada, pois que ella dala desda
deSamlss ap|>areeeu em \H\->, |oca
lim:ui-la na pode oliler a aueneia do
Primeiro.
lol he clara
\Kl>. equi-
na qual i'-lf
J W:< i
aaHraildO
1.3
Pannoccaftmira prrt.i
i loja do (Juciuiadn n. J'.i, ha para \ender
iiilesorlimeiilo de panno preto cor li-
casemira prela elstica, que a \ isla da
e ilo pret;u o comprador nao pmle dei-
ompiar.
i:
L.
de ii anima, mulla Ixia
ni, DOMi cozinha, ehe de
Collegio ii. I. primeiro
, N
los ,|
mu grai
B x'. 0 -le
d i.i/t'ii-i.i
\ arde <
*:
Vciule-seuma prela
Agora, eugummi muito he
boa conduela : na ra di
andar, se dir quem \eml_.
OH QlT PALADAR!
O excellenledoce de todas as qualidades de file-
las da Europa em calda, Imims e latas, feilos h-Ios
melhora anlores de Utboa : na na eslreila do Hir-
suto n. II.
Vende-se una carroea com honilo hoi, em
limito Imm estado: quem pretender, dirija-se ao
caminho novo da Soledade ou Uangulnho, em can
de Jos de Braga.
Vende-se orna negra dmela Idade, perfeita
aajgomnadajra a co/iuheira. fa/ lodaadivenidadc
dediK-es, (udocoin a maior |K'ifeicao : na rualaiua
do Kbnro ii. '22, seu mulo andar.
g GANTOIS PAILHETE & COMPA- g
; miia. $
;,; Conllnua-se > vender no deposito geral da S
w ra da CrUfl n. 2, o excellenle e hem con- B
vilu.ido rap tv'ta prela da fahrica ile i.ui- $
PailheleA (impanhia. da Haliia, em ft
pequeas|iorcoes, mJIo preco eslahe-

and
cid
Vendem-se '2 muleroles de 18 anuos, boolln
(Igorai e tle boa conducta ; *-i ditos de 19a I anuos;
I mulaliuho de 13 anuos, pionrio para pauem por
-i-i mkii ti I.mu.i ; I crioula de 16 anuos que COM
soumelmenle; I neura boa vendedora de ra; I
mulata d<.....ia idade propria para lomar conla de
uma casa pela MM hoa conducta : na ra larua do
Hosario u:22, s<'i:iindo andar.
Vende-se urna prela, crioula, moea, reforjada,
que cose e cu/ioha muilo hem, e euuomiiHi |>erfeila-
inenle, Im* lamhein do sen ico de ra : no principio
da GipuntM velha defronle da casa que esl edifi-
cando o Sr. Sehasliio Pena.
Vende-so um familepara msica mililar, com
a sua connotante msica para o saher locar, mu
honilo idnhoeleuanle para alumiar uma sala, em-is
eadeiras de Jacaranda : no aterro ila Koa-Visla, loja
n. 22.
Na loja do sohrado amarelli
I imuIos da ra do nos qualro
29, lia para
vender um completo sorlimeulo de fazendas *;
propri.is para o lempo dequaiesma, eonsislin-
do en Mri
da seda prelaliesj>anhola \erdadei-
superior selim preto de macan, minio pro-
prio para \calido ;chamalole de seda delislra
preto, li'is de sela prelos, meias pelas de seda
[ de pe
I das, q.i.
IUVM prclasde seda, eoulras faxen-
ndasc vende por prero muilo eom-
A EI.I.AS HAPA/IADA.
Ma*rura*
de papeUo, a iki rs. ; de cera, a Inhni rs. ; de a-
rame a 2tfti0 2&5ti0 n. ; lie o melhor sorliinenlo
que pAle haver neslo peero : na roa do Cabuga,
loja de Andrade & Amaral.
AO BARATO
\.i na do Ci'eapo. loja D. 9, vende-s*:
clitti ilt padro'ea eatMifos c innito lina, .i
l(0 ra. o rovado. dita frnii(*cza com H
Ii.iliiins de largura, i 240 i-.s. ; a ellas,
'cgiieKtiii antea que se ara hem.
A siqierioiiilade da salsa parrilha de
Hrislol he InconleaUveJ, po^aojuenaOobatanleaoonr
currencia da de Sands, e de urna porcao de oulras
piepaiac.KS, ella lem manlido a sua rcpulacno em
ipiasi [odaa America.
As i......eroSM experiencias feilas com o uso da sal-
sa i-.ui illi;i em todas gi eufermidailis originadas pela
impme/a ilosinuiie, eo hoin evito obUdo iM'-la corle
pelo lllni.Sr.hr. Sii'aud, pre^idenle ila academia
Imperial de medicina, pelo lUusIrado Sr. Dr. Anlc
ido |oh l'eivoloem sili clnica, e em sua afamail,
can desande na (amlHia, pelo Illm.Si. Ih*. Salur
iliuo de Oliveira. medico do evercilo, e por varios
ouliiK mdicos, peruiilleni hoje de piiM'lamar al
lamente as virtudes cHica/e da salsa parrilha di
Hrislol,
Visto achar-se de novo aherla a botica do Sr. Jo-
s Mara (iourahes llamos, na inUflB ra los (Juar-
leis, imiihm-se oulra ve/para all o de|xislo da salsa
parrilha de Brslol.
Vende-aeo deposito de aawcar da ra Uireita
a fallar no mesmo u. si,
Vendem-se 2 mulalinlios pioprios pan pa-
geus, e I neura de idade porin minio rohusla, e I
moleque ile IS aunos : na na Velha n. 55.
Vend-n aacana ns.37a46da rnaAugna-
la. e parle das cana de ohrado us. He lli da na
da Cadeia do ballTO de Sanio Antonio: a Iralai-se
na ra das Triorheiras u. \H, primeiro andar. ,
Vendem-se :( esi'ravas mocas com aluumas ha1
hilidades, I mulata de muilo hoa conduela, queeii1
ionuna e co/inha, 3 prelos que servem paia qual-
queiM'rvico, I mnloquc de l't anuos, e mai- mi I rus
escravos que na ra das Larangeim n. I i.
Vende-se urna esclava, crioula, de honila Ii
mira : a halar na ruadas LaraUgetrgS < IH.
Na ra dos Quarles u. 20, vendein-^' li'sou
ras ile tiiiimaraes, proprias para costura, assim como
toncas de la para scnhnra, e luvas de lorcal muilo
linas, ditas de lio da Esencia tamban muilo linas,
editan amarellas ecor le rosa para bailes masqu.
por seren muilo propria- para ote flu,
Ainda evisle na ra da Cadeia do Keeifc, loja
de ferragenade Jos Dias da Silva, eonros miados
para vender, e uma pequea porcao de re/i na ile
anuiro. que (mo se vende por preco rommodu : os
preleiidenles dirijam-se a mencionada hija : assim
como lamhein arrenda qualro pandes arm.tcoes; na
ra liNH'n.il entre o sohrado do Sr. Iiusmaoe o do
Sr. escrlvTo tiampello, lainhem por mdico aluuuel.
h CIIKia i:.M AS MASCARAS,RA-
PAZIADA!
Nu na Nova, luja ii. S, ili' Josi
^ J.i.ii|iinii Moivira, lia iinilirllo sor.
tiiiii'ulii til1 mascarasili' i'i'ra i'ara-
me,para vwim, joveni 'muras, i
que te vendein peto* precia, nguin-
ti's:ili'ivra, a 1,00011.; ili1 ara-
mi1, a 2.01)0 i-s.
Vi'iiiliM'i'uin garrote Imirnui. lilil
M.'sl.l l\ |iiiinjllill!l -r illl .1.
V'cmlw^llllil.i om milla Imiiis qiieijm do*ar-
tffo a iiniii.i !>..; a aira ajomnia i-ini eugaminar e fa-
urboliaha*, e raalna nimio, luja n. 11.
Vcuilein-si1 aaceai com inuil.i alva e Ima uoni-
in.i para enajominar o i./,i tioiintios. o i,,,., re/ina
de anui.'o : na rna ilo Qnr-jiiKiilo, loja p, i i.
Wiule-s.1 um arpo, iToiiln, ile Idado ile 26
anuo-, snnln niiiilo Ihiiii rannriro i1 ncrlcilii r.irri-iro,
Hir irero rnmnioilo, c\lmiiIo-sc mais nina Hirr;au ilp
frijaii om sarras on nieiliiln : mi cae* do Hamos, ar-
ina/i'in li. -'.
Charutos de Havana
Os niulhores (ue teein viudo a osle morcado,
wnili'in-^' conliiuiail.'iiiii.iiU.1, om casa do Bruim
Prac^cr Coinpaahia, na na ila Ouz n. 10.
Hcmeiliii espocial para boulias n cravos
seceos, continua a vender-se un liitica da rla do
Kangel n. 04, que fui do linado Sebastiao Jos de
Oliveira Macado.
Instrumentos de msica.
Tanln para nri'lienlra, como para mu-
sica militar, vendem-ae. muito em contal
em casa de Bihum PraegerACompanhia,
na rna ila GrS u. 10.
Km i-asa ele J. Keller & Compa-
nln.i na ma da Cruz n. 55, lia para
vender, por preco conunodo, couro* ,
proprio*para cobrir carros. rlic(ai*a% ul-
tiiuami'iiti',
Vendtxe o verdadeiro vinho diampagne, de exceUente qtialidade, e
muito em conta, para liquiducao' : em
cana de liriinn Praejji'r & Oimpanliia, na
ri ia ila Cruz n. 10.
Vendem-ae taboai de pinlu, lar-
gas, ila Sun la. costado, costadinho, a-
soallio e forro, e para fundos de barri-
cas, cimento as lian-iras e as tinas, re-
mos de faia, oleo cni botija* : atra's do
theatro Velho.
Veude-w urna prela de mria Idailc por aii-;
quem prclriidrr dirija-sca ruada Guia n, 26.
veadenxe i'inni escravos, tendu um oplimo
moleque deidade de 18 anuos; um dilo de meia ida-
de, bomcanoeiro; oulrorarreiro; um dilo hom co-
/iiilii-ii,'-, urna limia nililalinlia de idaile de IHau-
iios, que cnuomina e cose; oulra dita de idade de
;i i anuos; dous escravos de lodo o servico; na ra
llireilii 11. 3.
_ J'laMJfWtfrfH!
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Babia
Vendo-so em casa de Domingos Alvos
Malheus, na ra da Cruz do Becife n .V2,
primeiro andar, algodo transado daquella
fabrica, muilo propno para saceos e rou
pa do escravos, assim como fio proprio para
redes de pescar o pavios para vela*
i muilo rommodo
por
SALSA
PARRILHA.
DE
As iMiiMcio-,1- piuerienrias feilas com o uso da
alsa |i;in illi.i em .odasVs enrermidades, oriKinada-;
pela impureza do saimue* e n bom evito oblido na
oiir peln IMin. Sr. Hi. Siiaud. presidente da aca-
demia i r 111 < -1 i ; I di* medicina, pelo Ilustrado Sr. I)r.
Antonio Jos Peixolo em sua clnica, e em sua afa-
mada casa de saudc na (amboa, |>e.o Ulm. Sr. l>r.
Saturnino de Oliveira, medico do eiervilo e por va-
i- millos ni.-iliros pcliiltlcm hojr altamcnle i- virtinUs ellica/cs da
SALSA PARRILHA
DE
BRISTOL.
ola.Cada garrafa conlem duas libras de li-
quido, e a salsa urrilha do Brislol be aaraiilid.i
como nu ,inii-iile vegetal sem mercurio, iodo, polas-
nium.
Visto arli.n--.i',Ir iiiimi alirll.i a Imiiii do Sr. Jo-
s Maria Unntalve Ramos, ua anllg na do Quar-
leis, mtidou-sf oulra vez lara all o deposito da sal-
sa parrilha de Brislol.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 5 do cnrrcnle dcsapparcreu do silio do
Forte, freguezia da Vanea, onde mora Anlonioile
II,,11.111,1.1 Cavalraule de Alliiiqueriiie, urna pardi-
ulia escrava, de nnnie licrlrudes, de idade de IH
anuos, esiiiw-se sedurida por aluuem : queni a aH
ircliender ser gratificado, levando-a ao sobreditu
silio.
No dia do rorrcnle fevereirn. drsapparecen
do aliaiso asnignado, o pardo Aleivo. rom ossignacs
siiguinles: cabellos raraiiuhns, barbado, cara descar-
nada, urna das orellias com lirinrn. c B*90 lire ii
brinco lem delicaru furo cni humadas Wa*, r,ilb
groa, intitulare mr forro, andar NUneiro, por-l
nas arqueadas, ln-lic agurdenle, o n #no.iiaivo a-
siunado risionsabilisa' peranie a le a (oda e qual-
quer icssoa que o acolher em sua casa, |iauando-lbe
-IOrs. d ario*detde o diada fuga iln iiicinm al o
dia que for prem, em rasa de ipicm o liver : e quem
0 legar leveo na estrada de Giqui, em casa de Jos
Correa Leal, que ser generosamente recompen-
sado..W(iMc( Pereira Miiyatha'et.
No principio do mez de Janeiro, desapparn-en
do engenho ll.-i|ies.surema ou Terra Prela, na co-
inarra de Nazarelli do aballo assignado, um escra\n
de uoine Kicardo. de nai;5o, alio, scceo, bonito.
mofo, levoii urna feridinlia no i direilo do lado de
dentro, camisa fina, calca de risrado, he muilo la-
dino, quer al saber ler. be muilo velharu, bebe
agurdenle, nunca fui acuitado, esle cscravo foi do
lir. Jos ll.in,li-iia de Mello. Job municipal que fui
de Natarclli, que hSvia comprado a Jos Caclano
de Mcilciros de Pesqueira ; supi6e-se que foi para
N.i/.ii rili em procura de algum conliecido, porque
leiiiu urna carta ferbada, que o apaibinha, feila por
lloniingos Jiw da Casta Braga, qualquer pessoa
pille abril a fallada caria, que elle conihi, e pren-
ili-lo. e iiindiiii-bi,-ni engenho de seu enhor. que
ser generosamente recompensado, ou no Keeifc a
Manuel Jos.'1 de Sa e Araujo.
.Ile.randre Cmreadr frailo.
1(10,000 rs. de (patiNraeao
Nodia IJ .liiri.ni'iiic mez de dezembro
dflSappancail um negro de uoine Januario,
fulo, de idade, pouro mais ou menos de :I0 \
a .V) anuos ; com os simiaca seguinles : al-
tura e grossura regular, baslaule barbado,
nuil talla de denles ua frenlc. atete cambe- |
la, levando chapeo de |ialha oleado de pro-
alo; rujo rsrravu loi eomiradoa IlippolUo
Caciauo d'Araujo, morador no engenho Ca-
*i bacas, termo da Campia Cranda. Esle es- ]
, i .im, foi seduridu do eiigcnho Torriuha mr
l,.iiireiii;o Brillo da Rocha, rmibrancu de
idade \ alios muco mais ou menos, alia-
ra regular, scceo do corpo. roslo corado, I..... '
baslaule barba mas rapada, cabellos prelos, |
nllios meios gazios, fulla de um denle ua
frente, Salan com um chape* de palha do
chile, emonlado.....unravalloruco-.anl.iii,
laminan desap|iarceido do mesmo cngridio:
qualquer icssoa que o pegar llaga ao seu |
(enhor Joao Jos de Mcdeiros Correa un
mesniiengenho Torrinha, cna i idade da Pa-
rabilia a Jacinto Jos de Meileirns Correa,
que aera' recompensado. Assim laminan ro- .
ga-se a todas asauloridadeadc Malicia a cap- I
_ luradodiloi'acraMi.________________________L
AVISO.
Desappareceu da casa ilo abaiio assiunado, no
da si-\la-feira l"de deaenihro, un escravo, cabra*
naluialdo Ass, por uoine Mi&m'l, represen (a nd<
ler anuos du idade, eom os siunaes seuuiules :
e-lalura resular, corporermcatlo. maiw e pos lt.iu-
deaj leudo o dedo urande do |m> baslaule separado
dos oulros, sem harha, roslo trianuular. olhos pe-
ipienos, denles limados, e /alia um jiouco fanho-,i ;
Icvmi camisa de riscado eom mancas curias, cah,a
de al&odao azul e cli.ipo de palha. I.evou junlamen-
le uma salva de prala lavrada com as ininaesA. V.
S. B. enlacadas no centro, e pesando ll" oilai.i-:
roua-se a quem a mesina salva for olereeida, e a
anean podar apprehendero dilo escravo, de o man-
dar entregar a seu senhor, na ra da Cadeia do Kc-
cifi'ii. 1(1, ou nosiliodesua residencia em Henifica,
em frente do vlve.ro. que promclle gratificar coni
uenerosidade,Antonio I nlrnlim da SiltQ It'ii-
i'oca.
Desde dominen que sabio o moleiuio Autonm
a vender lapioea, como cos uma, e ale o pn-senle
nao velln, deivamlo a bandeja em uma casa, rlc-
, valido m comsiioo diuheiro, e suppe-sc (pie iria
para Capulina ou C,nh ,u_-.. : levou c;ynisa derscadu
a/.id ainda em folha, e cal^a de ganea a/.ul; elle lem
una coroa ua cabeca, e lem no p direilo o ledo
que Oca ao p do mnimo lo pequeo que se fa/.
muilo reparavel : pede-tt as auloridades polica es
e captu*c* de campo, que o prendam eleveiu-noa
Soledade n. \2, ou a iravessa da Trempe o. .
No dia 2t dede/cinhro proiimo possado, de-
lapparacea do enscnlio Kaix, ua freauejia da Esca-
l.i, o i-siravlt, erioulo, de uoine Joo, de idade de
i a 30 anuos, altura reuular, cor|m aeccoaeapl-
uatlo, cara descarnada, nariz afilado, pone a harha;
lemua face direita marea de ferida ou fstula : le-
voiiroupa le alaodao azul, cha|ieo de pello ; j fui
surrado nas- uadeeas c j lev'ou ferro iio(>, lilvex
lenha marca, um lauto paxola, fuma ciunrro, foi
escravo do Si. Matimiauo Antonio Pinito de Oli-
vaos, morador no sitio Duas Pedra*. comarca do
l.imoeiro: torh-sc as auloridades polieiaes e eap-
lesde campo que 0pagaren, de o conduzir aodilo .
eiiwnbo, ou ao Kecifea Joo Pereira de Araujo,quc
era reeoiupensadu.
SIGNAES <1S MAIS CLAKOS.
1 Desaitplircccii do euueiibo Una da freuue/ia d
Sanio Anlo, na noiledodia IH do correnle Janei-
ro, 0escravo Benedicto, erioulo, rarreiro, de litad''
de 2K .unios, i-tii hem prela, baixo, seceo, ispadaudo,
I ira ni-. arosHos, pernas muilo linas', a eaia do |n'il"
sohre-sahida, uma perna eaiidn-la (loria) com marra
dequeintatlura sobre a p, os ps pequeos eapalhe-
lados, roslo eomprido, sem harha. olhos |ieqiic~
paaoaooa. bocea remilau l>ei\>>s linos, orelhasiein
nas, den lis muilo alvos e pcrfeilos. com im de
cima limados, lesla urande, lem marca de um pe-
queo Ullio no queixo, ou junto ao cauto da bocea,
e de Mirra nas nadeaaa, he ciH-hiladur e cano, ainda
mais iiuando tem tnedo. quando (.uniulia andaapres-
s.itln tmiiiiando-se para dianle, balanza muilo com
os bracos, lem ar aleere. Fu co levando siuenle
vestido uma ceuda de algodo, porin he piuvavel
que lenlta roupa furlada. Kslc escravo foi eoiuprado
em selembro de ISTiao Sr. Maiinio Mariuho daCu-
uha Wanderlev, do engeobo de Manang da freue-
zia de Meirirn, dn provincia de Afcuoas. Roua-se
pin l,i nId a appreliensao dewc escravo, que pelos sen-
si u ii,us nao pode escapar a neultuma v ista, e leva-lo
attdilo enueiiho da, de Antonio Carlos pereira de
Bureos Punce de l.eon.ou neslo praca ra Direita
ii. 91, casa do Sr. Joao Auuusiu Bandeira de Mello, ,
que lenerosamente ser reeompemvadn.
par.: Tyii. da M. T. 4a Ferie. -\U.

MUTILADO


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