Diario de Pernambuco

rusatlas uas reparlires piibliras, saoconi ludo bem
aculhidas de presente \\ox ludas as classes de cow-
mercianles.
AIh\o ulereceinos considerarn dos lei lores o
sobredito relaloro, rom a leituru do qual mais Itera
iuleirados (carao, iiaus Cnla-lf, disse ella, isso he um grande so-
grodo, nao fallo ntsso a nii.gucm.
Ob que felicidade eu orno tanto a el-
le I.. E Gataoforreu a abracar Huberto Mar-
garida contente limpou os olhos chetos de lagri-
mas ; ella achava una indemnsaco na approva-
co de seu filho ; o consentimento de seu lilho
substitua o de sua mi. Mas olla esperava bre-
vemente obter este tambem, c mesmo de Estevo,
nao Ihe linhn elle dito : O amor he involuntario?
KaievSo Ihe perdoaria, Estovo se consolara,
quem sabe? talver ... que elle algum dia se ca-
sasse com Thereza... e Margarida nao seria para
ello mais do que urna irmaa querida.
Tudose arranjaria, Uido se conciliaria ella es-
lava cena disso, e dovia arranjar-se o melhor pos
sivel ; porque ella quera ser feliz, e nao podia
imaginar que semelhnnle felicidade fotso pertur-
bada... Deposdo (sitios combates, e de tantas
resoluces falsas tomadas contra vontade, entrar
no verdadero de sua nalureza... era laodocel...
Em vez do lu lar con ira o vent, cm vez de ir,
r-iitra a maA;, doixar-so levar pela brisa, e des-'
tuadas pelo banco, e dqs lucros auferidos pelos s*9us
accionistas, mas tambem das vanlagens que propor-
cionalmenle devo ler colhido a provincia delo ulil
eatubelecinu-.nlo.
Fazendo Mrtos pelo incremento prosperldade do
banco de reinambuco, nutrimos aa mesmo tempo a
esperiu<;a de ver anda um da funecionar i par delle
nutro, que seja especialmente destinado a favorecer
a agricultura, assim como aquello pela sua or-
ganisacao favorece ao commercio ; ecomo a discus-
sao uiuilodcve de approveilar esta causa, so aguar-
damos occasiao op|H>rtuna para a cncetar-mos, c fa-
zer claramente conhecer aos nossos agrlcullores que,
se para um lo justo fin se nao aasociarem, os hcus
interesses serao sempre dominados pelaartividadedo
commercio, as sua* finanzas eos seus recursos sem-
pre pouco satisfaclurius e precarius.
SI \IIOH I S tKIOMSI.S DO II i\i O DE
i'i n\itii;uo
LMD lie, senliores, para em relulorio pomposo, dar-
vos cunta de grandes nperaccs, e deavullados lu-
cros, que o conselho de dree<;ao do banco de Pernam-
buco, lem hojeo prazer, de, pela vez primeira, aqui
vos ver reunidos em sesso ordinaria. O cumpr-
menlo (lele religioso, do que nos mpoem osarts. 30
e 51 dos uossos estatutos, he a razSo, que presidio a
convucacu, que vos fez o conselho, para esla reu-
nido, e he movido por es*a mesuia razao, que con-
llando na vossa henivolencia, passa a expor-vos com
a siugehwa e verdade o estado das suas, anda que li-
mitadas, operacocs do primeiro semestre, eos dados
esperancoBos du seu futuro, a dospeilo de todas as
diHlculilades, com que lem lutado, e forzosamente
anda lem de lular. este nascente, mas liTo ulil, quan-
lo necessario eslabclecimenlo, para n commercio des-
ta nraca, agricultura e induslria da provincia. Hon-
rado o conselho de direccao cun a vossa confiauca,
em assembla uoral de 9 de novembro de IR'il, foi
o seu primeiro cuidado, nao so concluir a assignalu-
ra de accionistas, at o complemento dos mil coutos
de res, considerados pcluart. dos estatutos, fundo
elTeclivu desle banco, o que realisot com *ohra de
pretendenles, como tambem escudado na primeira
parle do art. Hi do* mesmo* estatutos, pedio a sanc-
<;ao rlf-ir- ao uoverno imperial, que o# npprovou cun
as niM lilicirnc. cunslantes do decreto n. 88K, de '2
de dettemhro de IH5I. Vencidas as dnas prinripaes
iIiIIk nhi.i Ir-, tralou immediatamente o conselho da
acquisirao de urna casa, prnpra para o cscrptorio, e
para as trai.sarc.oes do banco, e |Hiile obter a da ra
do Trapiche n. 'M, naque nrliialmciili' \us;iehnos, u
ue realisou pur um arreiidaineulo de Ires anuos,
epois de feitas ulunias concessoesd sua propricla-
ria, eaos inquilinos,que a rederam sendo estes \en-
cidos pela influencia de um dos nussm direclnres,
Sue para pruva du incaiMaxd iuteresHe, que aflmra-
amentc (unta as prosperidades e mclhoramculos
desle estaMrriinento, al relcu a sua propria ras;i
de residencia para os ditos inquilinos eflectuarem com
presteza mi mudaiica, a qual cunrluiram a lempo
deque este conselho, lomando contada mesma casa,
e nella levando a eiTcilo o distxistu na ultima parle
dojh referido arl. Hi, pude verificara sua inslallacao
reular em I de abril prximo passado. dala que se
de\e contar paran determinado no art. 6, dos ?5an-
nus dedurai;ao.Ucpois ta installanlo, temi o con-
selho anteriormente fcilo escolha do crente, e no-
meado os emprcuado* indis|iensaveis, romo consta
da proposta ja ajtprovadae depositada no seio desla
mesma i^semhlea, reunida para este llm eitraordi-
nariamenteem ."ule abril proiimo passado ; tralou u
mesinu conselho, depois de bu ver montado o res|Kc-
li>o cscrptorio, como necessario, de. |x>r em aeran
u evjiedienle de banco, prnmoyendo a cobrauca da
primeira preslaeao .le.'il) porcelo, de confornudade
eom odinjuisto DO ati. 3. ; e sendo concluida em 30
do mesmo abril, leve luzar no 1. de maio o cometo
de suas remirares Iran^certes de 11 esclitos ; fez reco-
Iher aseuuuda preslaco de 2." por cenlo, deste l.*> a
30 de Junbo ; e de\emlo iucc outro lano, quanlo a
lerreira e ullima ilesde 15 a 31 de agudo, por fon;a
do disposlu nu mencionado arl. 3., o conselho ante-
riormente em sesso de 4 de julho alleudeudo ao
(*slado dacaixa, falta de procura de dinheiro, nsul-
veu que licasse adiada essa cobranza, para occasiao
mais upporltina, 0 que fez publico, \indo suieutc
ella a \erincar-se do |, a l"> do correte mez de Ja-
neiro, era que foi realisjulu o eflectivj capital de mil
contos de res. Em conformidade DOM desla realisa-
rao. e do disposto no^ II do arl. 56, de accordo ruin
os.nK. t;7 eliH dosnoss4s islalnhis, foi loada a ef-
feilo a eoiissau decretada ; e a(H'zar di>sla, nu princi-
pio de seu curso, ler noirrido almunas nhjecces, |Hir
nao serem aduiiltidas na* reparlic;es publicas ; to-
dava lem o conselho a satisfagan de declarar-\us,
que huvendo o banco de l'ernambiicu, reassuinidu
nesla provincia, contras do iii|H'iio, a |K>sicau, que
i oinniercialraente Ihe comiwle, sao boje suas notas,
pelocrtililo dequeiro/ain.bem acolliida* pin lodMttf
i-lasT-do commercio, para suas trausacces.
Teudu o conselho de direceao, depiiis tle allendidas
asrazi"ies, j oflicialnienle Irazida* uo\osso conheci-
uienlo, era asseinbla ueral evtraurdiuaria de 5 de
abril prximo passailu, ede accordo com oscillos,
confeccionado u relmenlo interno de quelrala ojl.
do arl. ,0, vera elle boje ulTerecer csse liabalhoa is-
sa eoiisideracao, pediudo-vos a sua appro\aciu. Se-
ria i .ni-,o demasiadamente a vossa paciencia e al-
irmj.io. se o conselho tratasse de narrar-voscum pro-
lividade a marcha successi-a du Banco de l'eruam-
buco, desde o conie.;ode sua* operacies : o halaiieo
ueral que se acha sttbre a mesa, c os Iraballios com-
plementares, que o aeompanham, xos |h>c cabalmen-
te ao alcance de todo o occorrdo.
Ounquanluo cunsellio, mouradoseu, eslivesse
a bracos cun asji sabidas didlruldadcs da poca de
sua tuslallacao, e cora a de limitadas |ransae<;es nes-
la praea, liuaila com a melindrosa crise comniercial,
ntreos senliores neuocianlps e a associaco dos lo-
islas, anda nao de todo exmela, u que |H>r aluuns
rae/es, le/, minorar, em grande escala, as Iran-acci-s
de letras que iufliiera no movimcnlo da* njieraeoes
do haneu ; todava nao se julua w mesmo conselho
dispensado de chamar a vossa allencao, pata os al-
u;n mmos to referido bataneo, e para o resultado o!*-
lido, ueste curto periiHlu de sua evislencia, |tos se-
nao provaol dfl una marieir.i cuiicludente, a inipur-
laucia que j lem comraercialnicnle adquirido esle
eslalH'lecimenlu, antenosdeivamdevisar oesperan-
eota e UfOflgeiro futuro que o auuarda.
Foi omovimeuloda caita de r*. 5,KV>:393?fi38al
II dfl rs. 2,% 1999537, e pn sabida rs. ,K72:HiMIOI.
Montara a rs. 5T:VJ:W75 hie letras da praca e caucoe* de ilepositos, que uni-
dos a rs. '2;Vt.iz4i'Xi proveuicnl?* de premios liav idos
sobre rs. \'.\~i:2\#2\, le saque* comprados para o
Itio de Janeiro, fazeiu cun o uaiihoeiu eainhios e......
tac*, o coinpulode rs. (i 1:07,9.332. de uanhose |>er-
tl.i-s, onde se demonstra um lucro liquido de ris
6:1940713, correspoiideute ati, 190/tOOO porceulo,
c ao tem|o decOTIMO no prraeiro euicslre de que
(rnlouius sobre o fundo recolhirio de ~', nio cont lo
capital do banco, pelo que lio n conselho de directo
levado adoctaraMw com sati*fac.ao, odevMoooo de
UoOUO rs. por aecu, licando anda a creililu da refe-
rida conla de uanhos perdas rs. I:t94o7l3, islo
alm deis. 3:IJ3j*9i., ile fundo de reserva, em ron-,
fonnidade do di*|KMlo no art. 70 do* estatuios.II
lsongeiro, e de umita salislaco. para este conselho
de direccao, dizer-vos, senliores, quede 1,461 lelras
descontada* durante o semestre, de que vimos de
fallar, se venreram 721 das mesillas lelras, ule u llm
ilc dezembro proiimo passado. que foram puntual-
mente puuas em da.Heconhecendn o conselho de
direci;ao a ulilidade que poderia haver, nao sopara
ste estalwleciraenln, como mesmo para o commer-
cio em geral desla prai;a, era eulaholar ueizocia^oes e
crditos cora um dos banco* do Hiode Janeiro, resul-
veu 9 conscauio abrir rela^ftes cun o do Brasil, que
hciiiffiameiitc asnen tinas pro postas que se Ihe llze-
rain, eslalMlrtcndu e rediuiudo as btM para uianle-
rem-sc reciprocas relacoes e crdito* da maneira mais
3

ciar i vautaju, que se. pode desejar, e assltn se
corresponde nTutuameiite, e4ta eom aquelle estele-
rinspntu.E anda mais, anteveodo o mearto conse-
lho, nno su n ulilidade, ionio laiiitiein o bom resul-
lado, que pode produiir um realslro naquclla erle,
para asvendas e transfereacias das aeches, quetjuaes-
nuer accionistas desle banco, por conveniencia, ou
inlereaae, possam all realisar, lem lainliem concor-
dado nuil ureferido banco do Braiil guardar im -cu
r-.'ripluriiiesse reuislro, Ocaniloassim o direilolisre
a ipialipier acclonisla de mandar all vender, e re-
lislrar suas accAea, o que poder fazer acompaiilian-
do-asde urna guia daquj, estando a|ionassuaeilos ao
pauamenlo da mdica despe/a de .VM) r>. |>ela trans-
ferencia decela acc,3o, ea uico por cento de com-
missao naquelle cslabelecimenlo, sobre os divi-
dendos, relativos aos que flr o banco de Pernain-
biico.
He porseui duvida lisnn^eira a posi^lo com que o
coiiscIImi de direcfo desle banco de l'criianiliiiio,
encela osen primeiro dividendo, c isto, nSo obstante
as extraordinarias despezas, iuliereulesa primeira <-
pocadaiirKanisaaodiincslalieleciiiieulo desla or
dem ; tanto mais adendendp a espinbosas diltlcul'
dades comquelutou, e i concurrencia de capilaes.
3uc o nosso mercado apresenlou, durante o perodo
acorrido.
Terminando aqui o conseibo do direccao a rose-
nha dos iioucos (raballios oecorridos na sua curia He-
rencia, depois da inslalhv;o do Banco, I lie lie limi-
to satisfactorio deelarar-vos, que os seus respectivos
empregados lem com dedeaca c /.ido dcsompenlia-
do n devcreainlioronlcs aoscarcosque oecupain.E
leudo franqueado lodo o eslabelccinienlo i coinmis-
so de came de conlas, de quem lereis os mais am-
pios e precisos esclarcrimeulos, para niellior (Hidcr
des ajuizar sobre a niiiralidade das operacocs, dn
rauleo lempo indicado, reservou-se o mesmo consc-
llio para dar-vos neste recinto, qnaesquer iuforma-
jAes, que I lie sejam pedidas-, o o far com aquella
M'i .l.i.l.'. lina f e franqueza, pie deveis suppor em
una adminislrato, que mcrcreu os vossos sull'ra
gios para reger lo im|Hirlautc eslabclecimenlo.
r. ni.11 iiIiii... U de Janeiro de I8*3. Francinro
de Pauta Carulranle de Albnqiierque, Manuel lif'
naci de Oliceira, l.uiz domes Ferreira, Fruitri*-
co Antonio de Olireira, Manoel Conratre* da .ViV-
Ctf, /jVihjc llaptittu da Silra,Fernando Bieber.
BALANCO 1)0 BANCO DE PERNAMBUCO
Deredorei.
Accionistas. .
Letras a receber.
Depsitos.....
i ..ni i- correles.
Moliilia.....
Des|iezas geraes.
Caita......
la::rin?s(KKi
l,3TASI76|e9l
tt:OI7p79l
MiHwifcl
4:.9.'>s:il.Mi
2S7.-IIIKI
8:I.V>4:iti
\Moanwt
i:.i|.M .i......
Emissan de olas. .
Di'po-iladores. .
Cuntas......'ol-. ,
liaiilios e perdas. ,
Fundo de reserva. ,
Primeiro div idendo.
('redore*.
UaHMXKkMIIIO
K:0(Ktsmo
(U:(IIT-7!1I
78:7:t9(HW
l:4l7i:l
.1:12:13944
usaaatoua
l,M0t989II6
DEMOMSTRACAO DA COMA DE CAMIOS E
ERDAS DO BANCO DE PEH.NAMBICO
Despc/as geraes.
i Int.'ii.1.1..........
Fundo de resena..
Coininisso ,1o cerenle.
Primeiro div idendo. .
Saldo a cunta nova. .
Gaiilio em cambios. .
" em ouro e prata.
Ilesconlos........
5KHI&930
3:4W6t65S
:i:l2:te944
:447KK
t.'i:(KKI,T(KHI
1:4944)713
6IK)T4>33a
4849312 rs., viudos do engenlio Camussim da pro,
vlncla da Parahiba na canda Francelina Venturota-
rpeslre Joaquitn Jos da Ora, pertencenlca a Francis-
co Cavalranle de Alliuquerque.eaiiprcliendidos pelo
u'o.isjla conferenle Francisco Jos uc Veras: sendo a
aniMiialaco livre dedireilo, ao arremalanla.
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de Janeiro
de 1853.O administrador,
fono' Xavier Carneiro da Cunha.
Pela .iiImmiii-Ii .h;.1ii da mesa do consulado se
faz publico, que no dia 3 de fevereiro proiimo fu-
turo, se bao {\a mesma e na forma determinada no arl. 9! du
regulamento de 2 de junho de f83(i, 43 sarros com
assucar, sendo -U t. com 162 'J. e 25 a 2J300 rs.,
37(539(1 rs. ; e 16 H com 96 a) e 31 a h'ni
rs., I35||755r,., vimlus duengenliu Tab da provin-
cia da Parahiba na canila Conceicao' io Pilar, mes-
lrc Jos Lourenco Ferraz, perleucenles a Eslevao
Cavalcanle de Albuquerqiie, e remessados a Auto-
iiin Aunes Jarome Piros, apprehcndidos por o guar
da conferenle Joao Raplistado Araujo : sendo a ar-
rcmalaciio livre do direitos ao arremalante.
Mesa ilo consulado de Pernambuco 31 de Janeiro
de 1853.O administrador,
Joao' .Variar Carneiro da Cunha
Pela administraban da mesa do consulado se
faz publico, ipi,' no .lia :i ilc feverpiro proiimo fulo-
ro, sehio Je arrematar em hasta pnblira, a porla da
mesma, e na forma determinada no arl. 291 do re-
gulaiiienlu de 2 de junho do 1836, 44 saceos com
assucar, sendo .'10 B com 168 l e 24 S a Ie92fl rs
32(8000 rs. ; e 14 M com77 | 30 a l4(K! rs.
1099112 rs., \iudos doengenho Tab da provincia
da Parahiba na canna Feliz Bratileira, mcstreJoao
Francisco de Araujo, |>ertciiceiitesa Eslcvo Caval'
canlcde Alhuquerque, c consignados a Antonio An
nes l.i. ..ni.- Pires, e apprehendidus pelo guarda con
reVcnle Francisco de Paula Machado: sendo a arre-
matacn livre de direilos ao arrematante.
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de Janeiro
do 1853.O administrador,
Joan' Xarier Carneiro da Cunha
DECL-VRACOENS.
38-jlSI
909.--780
60-. 1269368
61:0749332
Banco de Peinamliiicu em 31 de dezembro de
1852.0 nanla liiros, guari NUMt Correia.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIPE l. DE FEVEREIRO,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Colacoes ou"u ai".
('omiiran de atsurar.
Mascaiado IM20 e 19450 rs.-iior arroba.
AI.FANDECA.
Hendiiueulndndin 1...... 11:1659182
De'rarregam Imje 3 de ferereiro.
Bri:ue ingle/ tilawus bacalho.
Brigue sueco Seiet fariuhnile Irigo.
Briguc porluaiiez Marta Frliz mercaduras.
Paladn porluguei Saudade ditas.
Barca frauceza Cmlaeo ditas.
CONSULADO C-ERAI..
Reiidimeiilo ilo dia I......, 3:91.5983(1
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reudimenlu iluda I....... III3?7I9
Evportacao
Parahiba, hiato brasilero Ires limaos, ronduzin
n seguinle :300 barricas bacalho.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendinienlodo da 1....... 9283.367
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinenlo du dia 1.......2:3709916
MOVIMENTO DO PORTO.
BANCO DI PEItMMBICO
O roiiselho de direccao lem aulnrisado ao gerente
para pauar o primeiro dividendo de 991100 rs.
por aeco, o que se avisa aosSrs. accionistas. Ban
en de Pcriianihuco 31 de Janeiro de 1853.O secre-
tario, .(/. /. de Olireira.
Pela sub-slelegacia da freguezia dos A togados
se faz publico que fui aprehendido em poder de um
molcque, na imite do dia 28 dn crrente una resma
di papel, que andava vendendo, quem sejulgareom
.liii'il.i .i mesilla romparec.i na mesma suli-delegacia
que dando os si gimes eerlrn Ihe ser entregue.
CMARA MUNICIPAL.
A cmara municipal desla cidade vende quem
mais dar 11 barricas rom c.....uto : quem o prelen
der, dirija-sc ao paco da mesma cmara nu dia 7 i
sepililes do correnle.
A cmara municipal desla cidade, leudo de
dar principio a apurarn geral dos lulos para depn
lados ueraes no iba 7 do crrenle, convida aus cida-
dus que qui/.eri'iu presenciaros trabalhos da apura.
e'io, a comparecerein na casa de suas sessues rio men
cioiadu dia o nos subsopienles.
Paco da cmara municipal dn Recito em sessau do
primeiro lie feereiro de 1853. Ilurao' de Capiha-
rilie, presidente. .Awiu' Jos Ferreira de Ayuiar,
secretario.
Tendu-sc do fazer remessa para a Iba de Fer-
.in.l.. de Noroiiha.de 200 IMiM de farinha de man-
dioca de I"'..i qualidade, a thesouraria de fazenda
tirata a sua cumpla ; para o que cuuvida as pes-
suas a quem couvier cunlralar com a mesma a venda
da mencionada farinha, apresentarem suas pnqios-
lal por escripia at o dia 4 do correnle.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco i. di
reuTo.ro de 185.1. O olllcial-inaior interino,
Finilio Xarier Subreiru de Mello.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Pelasecrelaiia do tribunal do cuinmerrio da pro-
vincia de Pemamburn, se faz poltico de ordem du
mesmu u ilini,.il que no mez lindo se matri-
. iil.n .un ueste tribunal a firma social imrtuguczu do
J.oaquiui Jus Deluadu Carella A Cnmpanhia, domi-
ciliada na cidado de Bolni, provincia do (rain Pa-
ra, e Francisco Anlunio de Moraes, cidado porlu-
guez, domiciliado un mesma cidade, com casa de
couuiiercin de grossn halo.
Secretaria I.* de fevereiro de 1853. ./orto' /-
iiwio de Medeirus liego, nu impedimento do se-
cretario.
geiros para o Cear, Marnnhio o Par, c alguma
carga para o primeiro c o ultimo deslesjiorlos: os
pretendenles se entendern com o capiufo a bordo,
i na ra da Cruz u. 13, arinawm.
Viode-se a bareaca Tentadora Feliz, promp-
ta a seguir viagein para qualquer porto da provin-
cia uu nra del la. de lole de 36 a 40 calas; para
ver e eiamioar, defroRle do caes do Collegio, e para
tratar do ajuste, na ra larga du Rosario o. 48, per-
lodo quarlel de poliria.
LEILOENS.
O agente Olivelra, far lei lo em um sollo, por
ni,iiiil.nl.. do Si, Dr. juiz municipal da 2.a vara du
civel, e do rominereio, e a rcquerlmenlu dos credo-
res messa de Joaquini de Azevedu Pereira, da ar-
uiacu e de todas as fazendas da luja desle, sita na
ra do Queimado n. 46 : sabbadu 5 do correle,
ii- 11 huras da uiauliJ em ponto, na referida luja.
C. i. Aslley. 4 Companhia faro leilio por
iuterveoflo do agente Oliveira, de grande e variado
sorlinicnlode fazendas allomaos, suissas, francezas.
c algumas inglezas, todas as mais propriaa do mer-
cado : quinta-feira 3 du correnle, as 10 horas da
in.i r li.tii. un seu .un.i/eni. ra do Trapiche Novo.
Leilude ludo quanlo eiiste a sem haver limi-
tes no armaun de Miguel Carneiro, na ra do Tra-
piche u. 38, no dia sella teira 4 do correnle, princi-
piadlo as II horas da manilla em ponto, dos enjer-
tos seguidles : guardas rnupa, mesas, camas de ma-
deira e de ferro, berros, lavatorios, lustres, candiei-
rus, quadros com eslampas, podras marmrea para
mesas, charutos da Baha de boa qualidade, e ou(rn>
muilos objeclos ele. etc.; assim como ira tambem a
leilo um eicellente cavallo de sella, sem achaques c
bom andador.
AVISOS DIVERSOS.
AVISOS MARTIMOS.
cer ocurso brandainenlo... que fesla Margari-
da em senillianU) a essas pobres orvores visinhas
do nina casa que se edifica, arvores preciosas que
se nao quor derribar, c que se prologo com cui-
dado, mas cujos ramos se curvan), o se premien!
rom onlas para que nao imperam a manobra dos
Irabalhadores.
Kllas s.'llVeni ao mosmo lempo todas as tortu-
ras, suas raberas bailadas embranquocetn romo
p rdanlo da cal ; scus bracos violentamente pre-
sos lutatn no mesnio lempo conlra o vento que
os abala, o contra os lacas quo as prendein ata
que acabada a casa liram as cordal, o as sol-
laui .. enlo suas cabecas fatigadas se elevam eba-
laneam com orgullio nosams, sous brar,os macliu-
cados se eslendem agradavclmenle, ea brisa ale-
gre agitando a folhogem, lanca para longe esta
poeira calcinada que as fazia morrer.
Assim Margarida soffrora nosses la^os que osti-
mava, mas qno oram contrarios ios seus inslinc-
tos. Em vo seu coraco a arrostrava para Ro-
berto, ella recusav obedecer a seu coraeo To-
dos os seus senlimcnios esiavam falsificado* por
Xarios entrados no dia I. de ferereiro.
Rio de Janeiro 16 (lias, galera iugleza Helia, de
38.3 toneladas, capitn J. Bell, cquipagcni 18, em
lastro; a Dcane(deA Companlua. Gondui a
familia dn mesmu capilu.
Colingiiiba II dias. sumara hrasileira Flu do
Angetim, ,le 99 toneladas, meslre Bernardo de
Sou/a. equipasen! 10, carga assucar; au mesmo
mostr.
Xario* siilii'lit* no mesmo dia.
Parahiba Mate luasilciro Tres Irma'oi, meslre
Jos Duarle de Souza, carga varios gneros.
l-'v i.....I barca ingle/a Cruzada, capiln T.
Iluiiler, a "qual veinaesle porlo receber ordens,
leudo viudo da Baha:suspeodeudo lameirn.
-Y.'irios entrados no dia 2.
Camaragiba 5 das, hiato braallalro Capriekoto,
de SS Inneladas, meslre lleiirique Jim' \ ioira
da Silva, eipiipasem I, carga assucar ; a Lino
Jos de Castro Araujo.
loria Nova 31 dias, hriaiie iuulez Dante, de 189
toneladas, capitn M. Campliell, epuipauom 12,
carga bacalhn; a Johiistou Paler Companhia.
Rio de Janeiru18 tlias, hrimie brasilciro Ma-
rianua, de 238 toneladas, capiln Jos da Cunha
Jniiinr, equipageni 14, carga pipas vasias c mais
gneros ; a Manoel Ignacio de Oliveira.
Calli.in de Lima 130 dias, galera americana Hor-
res!, de 364 toneladas, capilo W. II. Tice, cqui-
pagoni 26, carga a/eile de pciic; ao capilo. Veio
a este |Mirlo refrescar eseguc para Nanluckct.
Xurio sahido no mesmo dia.
Cork hriaue sueco Thamei, capilo 1). B. I.in-
dherg, rom a mesilla carga que Iruuic, sus|ien-
deu du I iineii.....
EDITAES.
Pela ndininisIratSu da mesa do consulado se
faz publico, que no dia 3 do iirniiino futuro feverei-
ro, se hoile arremalar em hasta publica a jwrla
da mesma, e na forma determinada nu arl. 291 do
regiilamenludc22 de junho de 1836, 58 saceos ooni
assucar sendo 3 B cun 17 a e 10 h a 29200 rs.
.18fl07 rs. ;o 55 M cun :!28 a c 28 fl a itH0 rs,
suas vonlades, ella solTria todas as horas do dia,
mpellida poderosamente por uns, retida violen-
lamenlij pelas nutras al que omlim o amor Ihe
resti mu a libenlailo o a roconduzio sua naturc-
za, por quo na alma do Margarida as alTeices do
coraco, as afleicoes sociaes eratn vencidas pelas
afFoicoei da nalureza. O marido o o lilho li
nliam prevalecido sobro a mai o o amigo -, prefo-
rindo Roberto, e Gaslao, ella eslavo no verdodoi-
ro, mas acaso a sosiedade permiti que se eslnja
no verdadeiro lao deslino humano permiti quo
se acho a felicidade 7. .
Que importa, Mnr;arda affagada comon'um
sonho osquocia \udo, parecia-lhe quo nunca livo-
ra unir habitncAu sentio essa bella morada, que
osso era sua casa, e que lodos os entes quo a Ira-
lavam, o quo o rndeavam deternura oram sua fa
milia real, seus verdadeiros prenles. Urna ale-
gra rdanle a opprimia, urna verugem invoncivcl
Ihe perturbara as ideas. Quanlo mais novo Ihe
pareca o que ella senta, mais confian;* olla ti-
nha ; lodos estos symplonias do paixao louca Iho
ronfirmavam sen amor, o longe de lular contra a
violencia dalles, ella aboiirlonava-ae, pomo nasa'
~*mmmmm** i na
Para o Itio de Janeiro, talic aun a
ni.iior Invv (Imli: [Missivel, por ler parte
de si'tt rairrcgamanto prompto, o patacho
nacional Itio Tintn : quem no incsiuu
i|iii/ri- carregar endircar etcravoi a
ircte, para os (ptacs tem bous COmrjlO-
o capitao' .Manoel de l'iviliis VictOf, na
praqa do Commercio ou com os con-
sij'iialat-ios Novaet & Companhia, na ra
do Trapichen. 34, primeiro andar.
Para a Babia.
Segu com brevidadea bem cuiihecda escuna ua-
ciuual Adrlnide, turrada de cubre, meslre Pumphi-
lu J uliu da Cusa Simo, lem grande parle de seu
earicaiiicnlueonlraludn; v para o resln Irata-se na
ra dujrapirhc Nnvn n. Iti, srmiudu andar, nu
da Caiteia du Rccife n. 23.
Para o Riu lrandedu Sal, segu al u da 5
du pruiimu fevereiro u briguc Paquete de l'eriiam-
huro, smenle recebe passawiros para os quacs ofle-
i ere os iiielhiiresciimmudns :lrata-sc cun o capitn,
ou nu escriptnrin de Manoel (ioncalvos da Silva.
Para o Itio de Janeiro sulie com a
maiorbrevidade poaaivcl, por ter parte do
eucai'regament, a veleira barca nacio-
nal Sorte; leu: exccllenles commodos pa-
ra panageiroi: quem na mesma quizer
carregar, embarca eicravot, ou ir de
|iiiss.r;,'ni. diiijii-si: an capilo' Antonio
Pereira da ('.osla, na piara lo coinmi'icio,
ou nos coniignatario* Novaei V Compa-
nhia, na ra do Trapichen. 34, primeiro
andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
O bi'iiruc escuna Constante Oliveira ,
de lote le 76Marroba*, mat oommu-
ta brevidade, por ter boa parte lo seu
carrejameiilo engajada : para o resto ,
passn'eiroseescrnvosa l'rele, trata-sccini
.Machado V l'nilieiro, na rita do Vlgario
n. I!l, tegundo andar, ou com o capi-
lo' Joao' Francisco Pires, na prora do
cominercio.
Para o Rinde Jirneiru, sahir un decurso da
correnle semana, o brigue Fluminense', quem nu
mesmu quizer ir do passauein, uu embarcar csrra-
\ofi, para o que lem eicellentes coiiiiikhIos, dirja-
se a ra da Cruz do Rccife n.3, cscripluriu de Amu-
rim Iruios.
ESCUNA EMILIA.
leiidn j recebidn a carga destinada pruvincia
dn Para, principia a receber buje a do Cear, e os
si-nluno-. oarregadures lefio a liundado de mandar
lesparha-la com brev idade : anda recebe passa-
volupinosa presa, aos deliciosos tormentos desla
Mu-e ile ..lili. ,1,1 i.
E Roberto I como ello a adorava I com qno
orgulho, e com quo ternura elle a segua com os
olhos I como eslava ufano com o seu Iriumplio I
V-la etnfim om sua casa, ponsarque ella bro-
vo seria sua mulhcr para nao deiva-lo mais, quo
alegra I Deposdo lanas mago as o inquieta-
rnos, isso era muilo bello I Margarida eslava ah,
no mesmo lugar em quo havia um moz ello pas-
sora longas horas pensando nella o procurando um
meio do reivindica-la d'aquellas quo Ih'aarrebala-
vam. Como elle linha sollrido anda na vespera
nosta mesma sala ondo agora a va lao*alegro e lo
bella I Que agona experimentara enlio...quo tu-
mores se olla nao me quizer receber I seella nao
osiivers I so esla despedija nao a perturbar co-
mo a iiiiin se mo vir obrigado a vollar, para
aqui sem ella, som a esperanza de traze-ln algum
dial. Ah I quo agilacio... E atravoz do todas
estas loucuras.qnocombinaijos profundas Sem-
pre o mesmo hornera I o mesmo carcter failode
calculo e de paixao Roberio tinha durante quiuze
LOTERA DORIO DE JANEIRO.
Ao, 20:000,000 de it.
Na loja de miiidezHt da |h;k o da In-
dependencia n. 4, vendem-ee meios bi-
llietea, ptartos, oitavos e vigsimos, be-
neficio da 12. lotera do Santitiimo Sa-
cramento do Rio de Janeiro; vem a lis-
ta no primeiro vapor <|ue chegar do Rio
de Janeiro.
INSTRICCAO' PRIMARIA.
Ra da Concordia.
Uabaiioassignado, professor de primeiras letra-.
i-.iiiiiini.i admtlr na sua nula particular, pensionis-
tas e meios pensionistas, esles com a mensaldadcile
83IMHI rs., aquelle* com a de LgflOO. Programa dos
estatutos, c regulamento interno, pelo qual rege a
mesilla aula. Ler prosa, versi c inaouscriplo : os-
rever, depois de bastardo e cursivo, coplas extra-
ludas de livros moraes, e oraefle* recitadas pelo pre-
ceptor para o alumno rorrigir-se na orlbuaropliia;
contar as quatro especies fundamenfaos, e quebra-
dos nu ii.leees. uso de mnllijilie.ieo e divisan, ap-
plicado a exemplos. regra de tres; epitomo de grani-
malica materna, e aiialhie de -iulave ; doutrina
christa as lardes de subbadn.
Miguel Jote da Molla.
Lava-seo engomma-se, com muilaperfei-
;ao o asscio: no paleo da nucir de S. Jos
n. la.
Lindas inasr'ras, ineus rpales,
telele- para o caruajjal,
Na loja lo miudnzas.
li.. amigo CARUEAt.
I'. .I.mu sim, na rua larga
Du Rosario, procurar-me,
Sur na porta, ou 14 p'ra dentro,
lo de sempre prompto .nli.ii......
t^ue s5o baratas, promello,
>o que digo, nao lia dolo,
Pois mili las (enliii vendido
Para os bailes de APOLLO.
Sao mais licllas as delicias
(Juc nos oerece ii niatque,
Dn que lodas as mais cousas,
(Juc ncslo lempo se v.
Jurar-se amor as meninas,
Aflecto, constancia, e f,
Sem que ella saiba, coilada. "
O cavalhciro quem lie.......
Passar-se assim una imite
Sempre de engao em chalara,
Sem que se ufTenila o melindre,
He prazer, he goso, he grarja.
Por ii. llevemos lodos
Preferir esta funcclo,
Kaurem-sc as molhadellas
Porque boas jamis sao.
Assim, rapazes, infliiam
t Para os bailes mascarados,
Onde se passaiu momentos
Pelizes, afortunados,
Jos Rodrigues de Araujo Porto julga nada dever a pessoa ^
Igtima, iiorm se algueni se con-
liaerar seu credor por ptahpier ti- 5
5 lulo qitcsrja, aiiuln mesmo indirec- S
# to, ou a vencer, tenha h bondude {
de .' apreseutnr em sua casa, na *
2 rua da Cadeiu Vellia n 33, para S
$ ser immediataniente (Migo. j{
Mii(jii>a(a (* *;
- Os uba\oa8si{rnado8 avtsam uoixi>-
peitavel publico pie, ninguem faca con-
trato almim com os senliores Machado \
l'inheiro, acerca de ti-es Ca as com li-
vros, muren F. O., vimlus do Havre, na
barca (itislavo ; por planto esses liv tos
(oram remeltidos pura os uhaixo assigini-
los, iielu casa More, le Paris, du nal
sao' pnx'iiradores nesta cidade os (filos
Hachado \ Pinhciro e seguudo a cn-
cnii mendti esMM:ilicala que delles lino
rain os aniiunciantes como tuilo cons-
la da respectiva correspondencia. Recu-
sando os senliores Machado A Pinlieiro a
entrega los livrossob motivos especiosos,
os amillonantes jn' recorreram a' jtislt-
;a do paiz, os livros se nclnim litigiosos, ('
os aiinuiiciantes protestam have-los de
(niemquer pie esteja na posse delles.
1. de evereiro de 1853.
Rieurdo de Freitus & Companhia.
Comosetenliadccxtrahir duascet-
tidiM-ns do livros das elc'oens dos olli-
ciaesilu guarda nacional, inundofoi ella
organisatlu, do balalhao' da freguezia de
S. Antonio: pedtMe jk'Iii presente a iiiem
soulier onde ditos livros scticbam, de de-
clarar na loja la prn;a du lude|>eii(leucia
nteS, que sera'gratificado. II
rVecnanac le urna escrava, ozi- *
nlieira e engomniutleirn, e de um niolc-
pie, para o servido le urna casa eslran-
geira: no aterro da Boa Vista n. 12.
dias preparado esla siena que devis decidir de sua
surte, durante quinzo dias elle tinha marfilado
urna despedida... quo Ihe dovia dar Margarida
para loda a vida.
Esle dia "foi delicioso e fatal, esses momentos
do ebriedoile custam caro. Nao he permellido
qtiedons entes vivam assim um para o outro, eos-
queja.n a croaijao intoira para s verem a si mes-
mos ; laos insolencias devom sor castigadas ; o
universo moroco otlenpios, nao so pode supprimi-
lo assim impunomeiilo, o universo he molindroso,
cedo ou lardo ello acha meio de vingar-seed'un
modo cruel dessas felicidades desdentiosas que li-
voram a audacia de esquoce-lo... E de mais nio
so devo andar Iludido, e deve-so declarar esla
verdade a lodosos coraijasameacsados... 0 amor
he sempre ama desgraca, mesmo quando he ror-
respoqdido, mesmo, o sobre tuda, quando he fe-
liz .. urna grande desgraca.,. Mas ha uina des-
grana que faz amar a vida, o que nem sempre fa-
tua as felicidades mais rasoaveisfinis certas.
A noile madama do Mauillos tecebea una car-
la de sus mai, u leu-a tromendo.
( Cotifnnar-M-no.)


esa___________
PrcUa-*e de um faueiro que pnlcutla \cikIh e que de liador a Ma conduela : na mu .do
l'il.n n. 143.
A toja de A. Golombiri, na ra No\a alraz
-la inalrz, convida ao Beohorw que forem aos bai-
les masque, que (em palos de marroquin de
cores quo sene para os vestuarios de carcter, ditos
de couro de lustrecom entrada baa e sallo: vende
barato.
Aluea-se urna prcla idosa, que sabe cozinliar
aoffrivclmeole o diario para urna casa : quem a pre-
tender, dirija-se a ra do Sol u. I.
Precisa-so alugar urna canoa de nnlheiro,
mensulnwute : na ra do Livrameiilo n. !W.
AVISO AOS DONOS DE VIVEMOS.
A audrcia dos ladros de peixe lem rltcifado a
i.....i' !' i|uiti-i-imh pescar us viveiros todas as vo-
/<- que di-.ej.un, e einprci nus se oppoem; e quimdo as escondidas acham dlf-
Heuldadcs pelo ifrande numero de locos que alu-
uaa pessoas f.i/.em enterrar por bai&o d'agua, levam
as portas d'aqua defraudo al itrios os me I ros para
ilesl.t frma uoso causarem prcjtiiio aos donos no
valor das mesmas portas, como no peino que sabe
(la abertura; c coma j se tein repelidb inuitos
desloa Tactos, avisa-so aos donos dos veiros, que
deverao trancar as portas com sccuraiica ; e lalvex
/fossccniveoienle deilar eslrepes em cerlos luga res,
para acallar com esta sucia de ladros.
A matricula das aulas de francez e luglez do
oollegio das artes, est abcrla durante o anno lecti-
vo, mi casa do respectivo substituto em Olinda, ra
de S. Pedro No\u.
Bernardo de OlUeira Mello, rclira-se desla
provincia.
Alua-se iim moleque 011 urna neara, para o
servico inlenm e externo de urna casa de familia,
cranosla de duas possoas : na ra das Laranseiras
n. 14, se dir quera pretende.
0 Sr. Augusto Ficber tem urna caria viuda de
lioianna : na ra do Sol n. 9.
Quem arhar umacaia de tartaruga dos Re-
medios al a ponte da Boa-Vila, de senhora. cora
.iI-iimi rap dentro, misturado com espirita de auua
de Colonia, cucasloada em ouro, um bolo na
i.imp.i, sera lirma, faca o tayar de ir entrega-la
na na da Prala n. 13, que ser recompensado.
A matricula da aula de gcouraplna do col leaio .
das arles do curso jurdico, est aborta era casa do
respectivo professor.
Os abaixo assignados, procuradores e admi-
nistradores do pal i i moni o do recolliimento do SS.
llorado de Jess da villa de Iuuarass. provincia de
IVrnambnco, Tatcm saber ao/espeilavcl publico,
quo leudo sido annunriaira para o dia de boje a ar-
temalaru em hasta publica da (aleuda denomina-
daPillar, sita na rilieira de Jauuaribc, termo
da cidadedo Ico, o provincia do Cear, ficrleucenle
ao j referido reculbimeulo, como ja fra annuu-
eiado |>elos mesmos ibalio assignados ; fora a tu
pra'-indicada arrcmalacto transferida para a pri-
meira pracudo mea de abril destr crrenle aniiocni
eousequencia de ordem oa despacho do I h juiz de
direilo daprmeira varafduciu'l da cidadedo h>-
fe, pecante a^qual se lem de fazer dita arremata-
do. E |K>rtauto, todas as pessoaa qne quizeiem
possuir dita fazenda, queiram comparecer ou man-
dar seus re|>ectivos procuradores munidoa dos com-
petentes poderes, cerlos deque paraessa \cnda prc-
codeu a licenca imperial, eque o pagamento dorar
ser era dinlieirn vista, assim como que adilafa-
zenda lemtre* leauas de romprimeutu pelo riacho
dos BasliAescima, coque se achar de fundo de
- 3:307|000 rs., incluidas al un mas caberas de gado
raccan e carallar, tonda terrenos mallo pnmrioa
para refazer nados. Kecife > de Janeiro de 1833.
Padn Florencio Xaiier DUU de Mbuuuerqtie,
Frnncixco das Chaya* Ferreira Duro, Adolphn
Manuel Camelo de Mello e Arauja.
Descja-se lomar almonas linios de ilaliano :
quem eaUver as circumslancias de o ensillar, au-
nuncio para ser procurado.
O crenle d cntralo do rap princeza, de
Lisboa faz saber ao rcspeita\el publico que odepo-
ailo foi supprido com rap fresco, polo ulliino auo
heuado a este porto.
&,<.: :;.-.-- I?a$3&ft3ft*tt9X
;; lutno iikihi wvnis Dr. em
; medicina, leudo concluido a commissiu que
.... ewrcia como segundo medico no hospital re- 5*4
jiiiirnl.il della provincia, e reslnudo-lbe por ^
iss,i lodo lempo para acudir ao chamado djis
poraoas que deaau preaUmo se gafaran mi- 2
lisar, se ollorere para ser procurado a qual- jj
pier hora do dia ti da noite para o ejercicio *
le Ma prolissao : astlU comu recebe doenles *
MCravoo para tratar, para 0 que lem pro-
bnna cominodos, com lano que ;;
I
Aluga-se vestuarios para baile de mascarado,
aim (oino alusa-se tambera caix.jo de anjus e ves-
le m1 anjea morios, olivos para prociaaao: na ruado
Cano ao p da rocherra do Sr. Moreira, casa de Jo-
quim Jos da Silva (iao.
CON^LLTOKIOnOMOEOPATHiCO *
NO MATO GRt)SSO,
GomuiTH (l() < !;i I n i. ^
Mi.....I de Siqueira Cavalcanlc J-5 e iiiedicamciilos gratis aoa pobres todos os ;:{
p) dias, das 6 horas da manbaa a I da larde. ;$
Hoga-se ao Sr. Jos Alves Fernandos, caiieiro
do Sr. Jos Olas da Silva, leuha a bondade de vir
Kdgar a quanlia de or'lU rs., na ra da Cadeia do
ecifen. H; adverliudo que em quanto naoo (i-
zer, ter de ver o sen norae nesla folha.
No da 28) pelas 9 horas do dia, perdeu-se
o ni par de buloes de abertura uuidus por urna Irania
decaliello, isso do paleo do Tem al a ra do Pa-
dre Floriano : quera o achnu, q^icrcndo rcsliluir,
ptkle leva-Io a ra do Padre Moriauo n. 27, que
ser gralilcado.
AIiiiiii-c e Ttodem m blrtmi
da lmle|ieuilviicu n. IU, mnrronlr
GroiM.
JKNQKH K KMff XM99SK
HDaixo asiignado 1/. clentequ
por mutuo accordo w^acliu o Sr. Anl<>-
nio JoiKiiiim \ nl;il, (ociocoiiiniaiuliliirlo
no en cstabeleciincnto lo na ra da
Ciidciu VcIIib n. 23, inteiriinienti? dexli-
mido, e em ter nuil parle alguma um
dito etal>elecmeiilo, liiulo odia 10 dir
etembii) do anuo passado liaveudo o
iiIi.iim i i -1;; ii. i I i ajustado com O mesno
Si-. Vidal, toilas as millas irlativas a es-
te neijocio, e passando dessa data oesla-
lii'leciineiito a pertenccr nicamente ao
abaixo aMgnaao ; Uto todo de accordo
com cu eredores. Pemambuco 10 de
Janeiro de 18.">r>.
Antonio da C Ferreira F.strella.
O arrcni,iliiteitniiii|Hliiilas liccnras dos nias-
ralnp borclciras, a\isa aiw ronliiliuiilcs |>ara que
o .la i ni ra da Flaraallai a. 7, casa di iderl-
i;.lii, 11 i i,i do liraiciu as suas lirrnras, para aSo iDCOr-
rerein, taita dYllas, nas |K'nasda le.
Aclia-seem esenici no ndlcuioSal
una aula do pi iuu'ira lolras rafridl por p*a
lilaila : Dt pais de bniilla que quioiein n
seus lilho., podan dingir-M ao BMM
Precisa-w de urna ama para o scn'ico de inra
casa de pouca ramilla : quem M arhar iie-lak iii-
(iiiiHlani'ins, ditiia-sc rao di Assumprao, eaWli
sc^saijMaBE
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
Ana do Trapiche Naro n. 9.
O Dr. Cimoavi, lialillllndo poli faeul-
dadede Medicina da Balda, leudo voltado
de 11 .inr.i i eala cidadp, conlinda i dar |
cninullas, e mnediw rW ao pobre das
7 horas da iiiihiIhi'iIo aldor da larde,
no Holel Krancisco, eprallea qiialquer ope- |
rataft do nrurcia ou de pirlo.
N. B. Para favorecer |KwlcaOdP cada ra-
milla, o dupnlp qup nao for pobre paliara'
sinenlpa quanlia de i, 10, 15 ou^US rs.,
o nunca mais, soja qual for o numero da
liosos do medicamento oviiilas, que a sna
doenca pnu esiiir ; hlo devora reiiilar-ap
conforme a urav idado da moleslia, e a po.i-
^a do doonle. Os oscravos s pasaras do 5
lUjtKNI rs.: pslo aviso ealewte-M -"Me.....
libo Vcenle Duniiello, na fre
Affonso,
M hibl-
..lrii-ul.il
rolleaio i
::
I
i
1 porciq
a iiinlr-li.i oja curavcl.o nao coiilauosa. tf
**# WSM#
AULA DE OBSTETItICIA.
A malricula oslar aberla denle o priinoini al o
ulliino de fevoreiro e as li^Aes principiarao no
dia I i.
Arrcnda-se nina casa com cxrellenlcs comino-
do, na ra da t'nio, propria para so pasar a os-
larn do vero c invern, onde se uozal dos pra-
/eri's do campo dentro da cidade: os preleudenles
dirijnm-se ao paleo do (jdleuio n. Xi.
Precisa-so de alosar serradores ; preforo-se
sendo forros : ua ra daPraia, serrara de Cardoal.
I'HAC.A DA INDEPENDENCIA,
LOJA N. Vi.
Nole calibelecimenlo 15o siimenle iledicado ;i
teuda ilo billieles de loteras, existe sompre um lu-
zUlu sorlimenlo de liilhcles e cautelas, nao si das
Inlorias dwla provincia, como lamliennl.isdo Rio do
Janeiro : rosa-so pois aquella inv^oas que nimia
nao compraran) 'bilbeles nesla casa, I Isnidadede
o faierein, afim de ver sesero lo feli/i-, quanlo
uniros lem sido; pois que sendo esle cslalioleciiupii-
lo lio moderno como lie. j lem lido osloria do por
vezes vender grandes premios, como lie bein sabido
pelo rpspeilavel publico.
Desappareceu no dia 1 do cornal* nina ne-
Sra, crioiila, de minie Hila, levando comsiso vestido
de CtM cor de rosa.j usado, c panno I.i Costa azul,
sena ilo cor|iocalliira resillar, levando no pescooo
um re -ni por ser aeosliiniada j a fuuir, e um flan-
dies novo com azeilc do rarrapalo: ragl-se as au-
toridades policiaes o aos capilosilo cain|ai de ap-
preliendorem elevarem-na a ra do 'l'rapicbe Novo
U.2, armazcm de assucar.
Joao Neporonceno de Mello Albuqaerque fu
siienle ao publico, que lem soeledlde na falnica de
cbarulos da ladeira do Varadouro n. :W, desde o
dia K de dezembro de I8 : quem se juluar crodor
ilo dilo anniincianle ou com direilo a dita tabora,
baja de comparecer no prazo de t dias, para liqui-
dar suas cuntas.
AVISO AOS SKAIIOI1KS DE ENGENHO. ,
Alenlas as srandis vanlasens na iiioauein de
caima, iirovenienlesde teros tambores das moca-
das perfeilamenle lornoado, o aballo MsIglWKlo res-
|H'it Ultai fumlicaiv de leiT......i Fra de Portas, se po-
de |ierreilaineule tornear de novo uiujoso de lam-
iMin-s, e aparar e ondiroilar os denlis das carrela-
coin lauta presteza, que se podo enlresa-los no BM*-
niodia, evitando-so assim o iiiconvonieiile da demo-
ra dos carros e o empale da iiioasem ; assim mino
que a inesiiii fundifio so ai lia sompre surtida nao
l de novas miM'iidas de diversos laiuonlios e iihhIp-
sos. fceaga laui liem de
asm romo para anima
saber : volla |Kir volta
i;a, volta o ineia, duas
e |Kirtaulo qualipiei
rendo accelerar a sna
raima nomesnio lomi
premer mais liquido di
mura esrolhcr as rodal
t ra do llruiu
uenbeini
rro,
lias, ilcni.nl.i-. lano para
o do todas as pro|irc6es, a
volta o quarla, volla c ler-
(n-, qualro vollas, clr., etc.
soiihor do enseulio que-
iii.....ida alim de moer mais
ni, ou retarda-la, alim de os-
i mesilla caima, pude som di>-
i competente*. Fundicao de
, pawiailu ocbafariz.O. W.
ii;i,
(iialipier llora do dia. cerlos de que ala elle) si.
educados com desvelo e aprovoilainenlo.
No collesio Santo Altonso prceiM-si- de um
criado livro, prelo ou pardo.
%BBBUBBB >=t MMK
CONSULTORIO CENTRAL lio- K
M0E0PATHIC0 B
DE PERNAMBUCO.
Ra da Cadeia do jj.
Recite n. 51, primeiro andar. K
CONSULTAS E REMEDIOS DE
GUACA AOS POBRES.
Do volla de inhiba viasein ao sul, coul
a dar consullas lodos os dias alis desde
lloras da malilia as i di laido na ii.i-.nn
rasa.onde se ai lia n Inilim du coHIllllorio
rriilrul homocopalUco de Pemimbtico,
Antes o depois doslns horas me enconlrirto,
iior ora, no lliagulaho, silio do Sr. Accioli
Lilis. O Dr. Piros Ramos Jnior son.....-
i'oulrado roiislaiilcineute no con.-ullorio para
acudir do proniplo e a qualquor llora a quid
ipicr cliamado.Dr. Snhiiia Olrijar
otro Pinho.
ii Dr. Joao Jos I eireir de As.....i niiidou o
sen escriplorio pura .i roa das Trini boiras u. ts, pri-
meiro andar: quem quizer 0 prOCOre dasll lloras da
manbaa as I da larde, que abi lem a sua banca, o
contina advosar.
l\0(;a-se aos ponuidorct dos hillie-
les abaixo declarado*, da lotera 57. da
Santa Cala da Misericordia, venliam i'e-
ceber osreipectivoi prcmioi as lojateui
que foram comprado*.
o piibpiiIio Vicente i.ani|ieiio, na iresuczia da
Encada elisio um silio para lavrador, comcapacida-
de para lavrar HOO |uirs animal so as vaneas, sen-
do as mesmas de massap c pal, muilo perlo do en-
senlio quo os partidos mais distantes dan 5 ramiiibns,
eiilrcsa-scrom casa novo riiidi, esenaili ludo dp
icllia : quem pretender, dirijo-seaomesmo ciisenho
para Iralarcom o prouriclirio.
Trocam-scspdiilasmiiidas com premio, nao os-
lando rolas: na ra da Cadeia, casa de cambio
n. 38.
ATTENCAO, INICO DEPOSITO NESTA
('.IDA DE.
Paulo (iaicnnu, dentista recaben asila dent-
frico do Dr. I'iorre, osla asua conliecida como a me-
Ibor qup Ipm a|iparecido, ( o lem niuitos eloShao
seuaulor.) lem a pniprieilade de conservar a bocea
beirosae preservar das dores de denles: lira o
bimIo dosauradavel iiue d em ueral o cbarulo._ al-
-s solas desla n um cope d'aaua sao siiflicion-
. Inmliem so achara p denlifrice excellenle para
; a ronsorvac.i dos denles : na ra larsa do Rosario
I u. 36, legando andar.
j Para o primeiro de junlio vindouro, on ail-
los, so alusa una pequea casa, ou de um an-
I dar, ou CMI terreo rom um solo, ruin quintal ou
pcquciinsilin, que soja porto do Herifc : na ra da
i Cadeia n. 60, primeiro andar, so dir quem precisa
*""'jT-
Orelralisla.....alerro da Una-Vislo, sobra-
do o. I, avisa ao res|ieilavel puldico, quo
lem rliesiidii ns mais ricas caitas, quadros,
rassulplas, all'moli-s, carteiras.rbariiloiras em
que so iwlfin collocnr os retrato", de qual-
fd qoer lamailbo, qoer pin fumo, quor colori-
Q dos, o saranle a perM(M o durabilidmle.
a As possoas que se ilisnarein prorura-lo. a-
m cbaraooni sua saloiiado que se .isradarein,
com plena salisfacai. (I cslabelocimenlo
oslara' abollo das 9 horas da DHJlku' I
HISTORIA 1MVERSAI..
Acalia de cliosar do Rio do Janeiro o acha-se a
venda por .'iiu rs., no etcrlptortode I.. Leeomte
l'eron A ("ompanhia.
A HISTORIA UNIVERSAL
reunida pira nwdneacolM commnnfdoi Estados
l'nidofda Amrica do Norte por
PEDRO l'ASI.EV
Iraibuido para aso das escolas do imperio do Brasil
polo dcsemharsnilnr
I.OI RENCO JOSC RlllEIRO.
Do lodos os resiiinos de lii-loria universal lie este
o uiii.....pie propiirhcii o lim. e com cuja historia
Del o leilor instruido nos piincipacs faclos da l.islo-
israpliia, liara cuiodesi'nvolviineiil
SAMS.
SALSA PAHKILHV.
Vconlc Josi' i\c lrito, u o leu aaenlc em Peroam-
buco de H. J. 1). Sands, cliimico americano,tai pu-
blico que tem clic-Hario a esta iiraca urna grande
port;3o de frawiw de uta parriha de Sandt, c|uo
o verdadciraiuente f.il-ii-.m|..-. c pre}vira*lo9 uo
Rio de Janeiro, |H'lo que se devora araulclar in* con-
aumidoresde ll" precioao Talismn, de eiliir neale
eugaDO, lomando as fiuirslas conscqucni;is t\\\r
senipre costumam Irazer ns mcdicamenlos f.iUlica-
dearfaboraoM pela mflo daquellea, que ante|Krrin
icus intereses aun males eeslram da bumauidadi
Portanl pede para que i publico se possa \rar
desla fraude c distinsua a verdadeira sdsa arri
lli.i de Sandsda f.il-ilic;nl.i e reeeiileineiileaqni clie-
ada ; o aunuiiciaiile Tai \or que a verdadeira se
vende miicaineiite em sua bolica na ra da CoDcei-
Vflo do Keclfe n. I ; e. alm do receituarin qne
acoinpanba cada frasco, lem era ba\o da priineira
pauina -.i-u iioinc impiesso, e se aeliar suf tirina
em inanuscriptosobre o iuvollorio inipresso domes-
no frasco.
Paulo Gaignou, dentista.
Pode sor procurado a qualquor hora em
ua rasa na ra larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
M A N VA l ffOFOEOPATHlOn
JAIIH, TfiAlUZIIH) KM PORTl'lt'E/. I'EI.O
DR. I'. A. LOBO -MOSCO/O.
A aceitaco de qne uosa a Immcpopalliia em todo
o Brasil asulislihiicfioquasi total que temfeitoao
anillo nstema de curar uniniou-m>s a emprebender
a Iradureao desla IMI'ORTA.NTISSIMA OBRA,
unir queptide ouiar nao s am meilicm na pro tica
do sNslema decurar |M*los. pie pni eslaien. lonue dos recursos dos facultativos
se vi'ein ohrik'ados a curar suas familias ou nutras
peesou que predsam de soetorroa medleoa. He por-
(anloesla a obra, que todos aquelles que se aeliam
as circumslancias de e\ercer a arle de curar, devem
po-suir, a nu quererem sohivearreuar sua ronsci-
enciacoininellemlo a cada passo erros perigOSOB, e
que |niili'iii coinproineller a evislencia de NOS -
uielhanle". uiiiandir-se por lvros que loniie de en-
sinarcm a doulrna, como deve ser, fazem eons-
tiluir a sublime srienria de llaluieinann no mais
puro empvrismo c |mr conseuuinle tanibem o mais
perigot, Conlina a Bsalgiunuia da dita obra no
ronsultorio do Iraduclor, ua ra do CollOgion, 2.",
prime r andar, por ltr?XMm rs. paaos 80 nveber-se
o primeiro eaenundb votunea queja sabiram.e por
lodo o me/ de fevereiro espera-se que saia o tereei-
io, o entilo vender-se-ba a ISMUl rs. em broelinra,
' a -ji-ihki rs. encade.-nados em doiis \olumes. i\o
mesmoeonsulinrio bansmellioris e mais bem pre-
parados medieameulos lionueopalbiroH, j exper*
mentadas e reconhecida sua finiflde efllracia por
-i -iin!-' numero de pessnas que o* |H>ssuem: evislein
as mais ricas carleiras que al boje lem aqu appa-
reeido, e prepara-se eom a maior breviilade qual-
quer eiicoinmenda de inediramenlos ou boticas.
Refoimam-se ascarleiras que esliverem deleriora-
das, por coinmmlu pre^o, e \endern-*e tulios avul-o-,
a l?tK)rsM e vidnw delinctuias l ^jtMKIrs. Ha
sempre provimenlo da inelbnr linclura de amiea,
MEDICAMENTOINDI8PENSAVELaludas as fa-
milias, e cuja Iraiiscendcnlc ulilidade be boje re-i
conliecida al pelos mais incrdulos.
i \MH HiSCABADA A CAYtlIO.
J excede a cem o uumero dos iuniienles desle
iiraude e luziito divorlimonto, que leiii lunar nos
Inedias do carnavaldomingo, sotfunda e leica-fei-
i.i. Convida-w a bella rapaziwla a lomar parle
neslc asradavel brilbante e novo o.|)crlaculo, mui-
lo preferivcl ao acoslumado diverlimonlo com anuas
chocas e iinmiindicies quo s iiicoiuinodaii). Onla
um |Hde caraclerisar-se como beinquner. (uioes-
cedemlo os limites proscriptos,) observando o pro-
liramma souuinlc : O ponto ilcreuiiio be o rain-
podo palacio veilm : Todos os mascarado deverao
comparecer a cavalloal as 3 horas da tarde naipicl-
lelunar, o foruiar asordons do ebefe para souuir o
somiiiilo destino :llolllillBo wmir a reiiuifio \k-
las mas da Cadeia, Oilleniv. Qiieimado, l.ivraiueii-
to c Direila, at a, Cinco Puntas; |wlas ras do Hur-
tas, Carino, Rosario, LaraUKCiras, Cabuu, e pela
ra Nova, lomar emdireitura al Apipucos, donde
vollaripela passaKom da Magdalena para o potito
de reunan onde acaba o diverlimonlo, menos pira
os que qiiitcreiu entrar no baile do lliealro, ou lo-
dos so assim coucordareiii. SeRunda-tcira do mesino
ponto scmiir a roiiuio polas ras de S. Fraorisco,
Cruzes, Cros|Mi, (illcio, Queimado, lnde|ieudcn-
ria, Ouarlcis, |Hir dclraz da malrz, ra Nova, Au-
rora, Tuin, |.r.i .i da Boa-Vista, e pela ra da filo-
rin om direccf.0 a Passaaein, donde se alravessar
pela estrada dos Remedios para vollar a cidade pelo,
Afondo. Tcir.i-fi'in-euii p.ir.i Olinda pola ra
da Cadeia, Crespo, Calmita, Nova, Alerro, Hospi-
cio, por Santo Amaro ; e vollar pelo Islluno, en-
trando na Cidade pela ra do Pilar de Fra de Por-
tas, pelo arsenal, rua da Cruz, Cadeia do Herilieil
o ponto de reunio. Ah, rapaziada, terminaremos
o carnaval com urna raralhaila burlem, leudo to-
dos direilo a corrida, para Unir a araoliuha rom a
cumpelente lanca, a qual ser collocada em lugar
conveniente. Aos scnbores masraras so roga a laia
harmona no divorliiuenlo o passeio, o para so nao
aparar do urupo, e nein dosobeiloi'er ao mando do
choro que se Ihc ha de apre .ciliar rom insignias dis-
(inclas : o aos Ilustro, moradores ourarecidamenle
so (Hite para iiiio deilarem aguas ou colisa qne cn-
coinniiMle na passaueiu desle divcrliiiieulo, que pela
bea ordem, derenria c disoripeo as folias Ihc lio
de incriM'er atteuco o dererenria.
SIGNIS OS MAIS CLAROS.
Ilosapparoceu do eiigoubu lina da Iregiicria de
Santo Anlo, na noilo do dia ll do rorroiilo jiinei-
ro, oesrravo Rcncdicto, crioulo. rarreiro, de idade
deM anniw, crliein prcla. b.iivo, secen. espadando,
bracos grossos, pomas milito linas, a raiva do peilo
sobre-sabida, una perua candila lorla) com marra
de qucimadiira sobre .1 p, os pos |iequeuos o apilho-
lados, rosto romp ido, scni barba, ollios peqae-
pequeuos, bocea regular, hcicos linos, orelbasbein
as, denlos muilo alvos e porfeilos, com os de
cima limados, testa grande, lem marca de um |ie-
quciio laido no queixo, ou junto ao cauto da horca,
B de sin ra lias nadegas, be coihilador o gago, ainda
mais qnnndo lem modo, quandocaminlia andaapres-
sdo lilclioanilo-se |iara dimite, li.il.im.i milito com
os briOM, lom ar aleare. I'ngio levamlo somonte
vestido una cernida de algodo, porcni lie pcovavel
que lenba rouiia furlada, Esle escravo foi romiirdo
em selembro de I8S080 Sr. Mximo Murinhn daCu-
nba W'anderloy, do engolillo ,h> nlariaug da fregue-
lll de M. n un. da provincia de Ala oas. Roga-sc
porlanlo a apprebeus,io desso escravo, que pelos sen-
signaos n.ni podoe-r,i|iar a neiibuma vista, e leva-bi
ao dito engonbo l'na, de Antonio Carlos l'oreira di
Un -"- Punco de l.eon, ou nesla jiraca rua llireila
u. 91, casa do Sr. Jlo Augusto ILiudeira do Mello
sr~ .,-^- ,.,. gonorosiiiiionleser rccoiniicnsiido.
BOTICA 1M) CONSLI.TOBItl^CENTHAI. IIO- | Da,.....Meml (|a primeiro do corrodo, as
10 horas da manliaa, da mi do Sol n. 1, secundo
indar, iiincozinho dorara ingleza com os signaos
MOEOI'ATIIICO HE PEHNAMIIICO.
Ilim iln Ciuliia iln llerifr n. 31, irimeiru
amliir.
Nesla bolica, quo he prupriedado do lr, AVi-
/;.'.. Olegario uulgm Pinho, -< eacoalnni
lodos os imslirajnoiilos uccessarios para a pra>
lica da bomiooiialliia, qur em glbulos, qur
.'Mi tinturas, l-.vislein medir......dos prepiri-
los em Fraura, nos Estados-Cuidos, no Iti

na, o na goograplua, para cojoilesouvoivimenio so w ,is em rranra, nos csiauos-Llin
Ibo rooniraiii alguns nuppu. Seria para desojar que W ,),.. Janeiro e em l'ernamliiiro, Mr
la rua.ihi
la luja do
Oiliivns
Quartot
n. I2.">, 20:000,000 dors.
10:000,000 den.
I Sil,
,1251,
..Vll,
1:000,000 den.
1:000,000 den.
1:000,000 den.
} n. 1568
Vigsimo*
(liiai'tiis
Heio*
(Itiaitiis
e
Vigenio*
e milito* outro* pre
200,000 '100,000
em continente *em deaoonto aljjtiui
liijasiloiosliiiiH- sr ticliaiu a vi-ikIikis
voabillietea da lotera 12. a beneficio
li'uui'/.ia ilo SuntistimoSacramento.
ius de 100,000 ts
i que linio *e pa(:
AVISO AO PUBLICO.
lultOlio hoinieopalhici
o Kecife n. il, |K
, Joao Cardoso A vri's. dirigido pelo
os II......s Jnior, foi transferido
para a mesmi rua da Cadeia ilo Herir u.
31, primeiro andar, por rima da luja do lllm.
Si. .lo.i da CunhaMugalhaolis; abi si.....ron-
Iraia rarloiras mu inediraliiculos hoinico-
palbiros, liilMi-avulsos, o linluras de qunl-
quer dviiamisacai. o l.mihoui so refazcni
aquellos quo esliverem deteriorados. Propa-
gandas homicopalhiras do lllm. Sr. Dr, Bo-
bino pelo nreco de 1*000 ris cidi eiemplar.
Batea medlcinienloa sao prepiradoieoai iodo
cuidad.....ja' exporimonlaihis prlii lllm.
Sr. Dr. Sabino DI mi longa rlinira. sendo os
resullado-ii. inai~ Misa*. Todas as rarloiras .
que illlimn deolo ronsultorio, levara
strali
aqu runfiados ao li.il.il boticario I Ir
titete Paula /'/; Ramos Jrntior, de- Jfc
las v i-los do proprictario, e segundo lo- vH
. regias da PharmaeodyHta. (isi.....l
do que usa o Dr. Sabino em sii
pela maior parlos ma
Codo os resulla
|nissivois. As rarloiras |Si
das idlimamenle dos Esta-
uitiii oiiipauliados de nina nota con
1'oHnillitio Central Uomoeo-
lllm. Si. Dr.
islillas o ronii
aos pobre*, si
da toril
Sabino,
'dios humus
idasK horas
Oosso Biiuoni, nrofeanr de I......eop
tln.i pela osela do Uio do Janeiro, rnntinii.
a dar consultas yralin aos |iohrcs lodos os dia
S borlada manbaa al i........io di.
en ronsiilloriii. rua das Cruzes n. S.
irrenda-ee um ingenno dBlinle di prora 9
leguas, com limito boas Ierras do planlari'M'se cer-
rados, o na ni.....ni oecasio so venderao os uleurilios
do iiii-iik' otiBollbo so convior a quem qni/er Ir-
i cmi..i. pois Taz-se lodo negocio : no alerro da
Boa-Vistan. 13.
Alugain-se os icrcoiro o quai lo andares com a
cosinba da casa n. *S di rua do Trapiche Novo do
Recite : dirija-so ao prinieiro andar da dita i-11-11.
Aluga-se o priineiro'.andar do -obrad
do Qaeimdo n. -I, r..... bous comniodos
[irocisar dirija-sc a toja da miMiia casa.
Na rua de Apollo armazcm de assiuar 11.
precisase aluzar um esclavo, para o sorviroiln
luoarinazcm.
AVISO SATISFACTORIO.
O abaivn assiguado, agento do Dr. Braudrelli
siienle anres|iolavcl pbUeO, quo |
AOS
Unjo mais que iiuucu. importa i
ctarios do ongonbos emprearen) lodoi
torcos para inelborar a qualhlade, 1
a iiuai.liila.il- dos seus prodnrlos coi
a so manieren) *' lMr ''" espirito
quo lein-*e encelado 0111 o. m.ii
I'MIKMIO.
faz
la barca amo-
ric.ina )'iilni. entrada no mrenlo nioz, lem rerebi-
donovo provimonto de pillas vogelaesde son pn>-
prio autor : di.....-i c-s,irio he fa/ci .1 apologia, |kis o
uso dcste medicanienlo lom mostrado 0111 grandes
coras que ni-sla priivinci.iMten obUdo c.un i-stas
vulnerarias pilulas ; he 11111 inisliciuonlo inteira-
niolile inofensivo, pudendo applieal-so Jilo as 11 lau-
cas r uinaililinidailedo molestias julgadas incuraveis. de
roja applicacao le tem tirado lo frlizcs retallado*,
quo pal eco cada ve/ mais resolvido o problema de
um roiiioilio universal; vendo-so na rua da Cadeia
Vellia II. I. bolica de Vicente Jos.'-do Itrilo.
O))iivmalaiteilo iinpotto ileO
por OjO do oonaumo du agua* ar>
dente* do municipio do Recifc, av i-
sa ,1 lodos o* contribuinte* do dito
impotto, (fue priBcipia o recebi-
mentodo*egun*eme*trerio pii-
meiro de cvciviro, a Bndar no
primeiro de marcj6 do orjrrente au-
no ; na rua da* I.aranrjriras nu-
mero IS.
crnica, dando fiador a sna ronducla: a Halar na
Soldado, sitio do Sr. Hcrridanii.
MADAMA KOITIEH,
Modula /niniezii. rua Nota *.
avisa orraprilivol publico, prinripilnieule aos seus
I11 -.iie/e.. que araba de recober |ielo ulliino -
v indo de Franca, um lido sorlimenlo de mai
des
l.a.li
Aviso ao commercio.
Os iliaiviii8si|iinilosriinliiiiium a
franquear a lalas aaclaaietsm ;iv
ial im aBUI oi'limi'iilii de l'a/.i'iiilas
por baizoi precoa, na'o menoi di-
urna peca), ou urna duna, h di-
iilii-ini ou )i prazo, conforme w a-
jiistar: iiosi'it ariiia/.i-imla piara do
Carpo Santo, esquina da rua do
Trapiche, n. V8.^Kusirou Rooker
\ (mpanliia, negociante* ingle"
SENHORES III
is pnipri-
ns -eos i-s-
uamealir
eroiioinia
de proi;l'i's-
|iaizi-s as-
siicarciros, 1 por consestiinle, para poderen] com-
petir em os mercados oslrangoiros. Com mor 1011-
liaura rbaina-se a alleura iIih propriolarios nea-
le nail a' osle laclo, |,r ler-so comecado a
iiiesina marcha duranle os ltimos anuos o ler-se
oblido resultados lisongoiros. Para allingir i-sles
inelhoranieiilos he pn-i-izo saber o ohjeclo de cada
iroccsao que so empresa, indagar suas unperrei-
eocs, o intentar reinedia-las ellica/inenle. O lim
que H quor alranrar be, a ovtraeca) da manir
porcaS de raido das caimas, com a menor ftirga
! iHKsivel, a iiorfeila di-recracao du caldo, si-m dani-
, nilica-lo polo elii|irouo do 1......vresso do cal, o
seni oslragii; I roncoiilrac.io do mellado limpo
ale o poni de irvslalisacaii cun rapidez, o rom a
1........1 elevaran ponlvel de sna tonipeallira ; a
loxliaccan do" Imlo o niel, deivando 0 assucar di-
ta rua moa bol edr, o gra. forle eein lim a di-si-i i-.-icao
li.i-ii. do assucar si-m delrimeuto da gra. Tondo
por i-la nialieia esliidado o lim das diversas ope
rai.ios. A. o E. de Mornav [lersuaib
roii-eiiiiiiam grandi-s mellioranienlos en
iirorenioi que km Maaore de eagenht
empretar, 1 lem combinado um valer
ciiii-lll 1 |iara o laluirn de a-nrar, ipil
lirular.......le idapladn ao 11/.0 do paiz
fin le, simples o do lacil manejo. Por Mu om|irr
g oblor-se.hia assnc.ir, c-ie por sua sii|K-rior-
dade grangearia no mercado una nonieala, que
al o pn......le 0 as-uiar do -Brasil nao lem go-
zado ; o ellos nao lom llovida em alliancar um
anri-siino de SO por ionio sobro oprodiirlo que
pii-si'iili'inenlo si- alranca. Com muilo prazer da-
rn infoi'inaci'ies minuciosas aquclli-s si-nlnm-s. qur
queiram procura-Ios,
$ CO.NSri.TOItlOIIOMEOP.VTIIIl <>$
m Rua do CoUegio n. 25. pri-
6. meiro andar.
quem
B.
i.iili.
que
i-onvein
de me-
be par-
por sor
O Dr. P. A. l-obo Mostoso, T
da" i'onsiillas (jralis ao* polires, (ff;
todos os dias das 8 as 12 horas da g
Pratica qnalquer ope- ^
4
.la do tmlas as c
para si-nhoras,
navio
aras
ros, rdlh os rom|ielenle ba-
-.iii aa mais riras o finas mos-
i-i|i'n- lem viudo para aoubora; lainliem rerebru
lieos iiuliaiili-s braiiros e de coros, muilo proprios
paia liados, |K-nnas .le diversas qualidades, pulrei-
ras, luvasdo|-llira, llore, c filas muilo riras: ludo
i-I-- -o b* piiiprio para sonliocas.
A^^ollda-s^ |ir 1, 2, mi :(ndole eiig
rboeira tirando, na froguoziu ik Seriiiliein, muilo
liniii d'agua. que moe copoico com o rio Camal agua-,
de muilo Imo pnidurro, rom Iwa moenda e laixas
im asv-nlainenlo. i-slufa a (IKI furnias para assucar :
quem pretender, dirija-seoo proprielurio do ini-smo,
Manuel l.oin alvos l'oreira l.ima no engolillo Vicente
Compeli, e nesla prao,aao Sr. Antonio Goncalvcs l'o-
reira Lima.
O Sr. Henrique Paiante, quena ir
aira' do theatro, arma/.em de lalioade
pinito, ipiesellu- deseja tallar.
Precisa-so do una un de boa conduela, pora
co/iiibar e foirr o mais scivico interno de urna rasa
do mu |Miuca familia: na rua da Soledade, rasan.
\i, ou no Aterro, luja de fuuiloiro junio a |wnl*.
) ,,,,",":,, .
Ti raeao de Ctrurgia, 0U de |)ar-
** lo*' "ecene <*clavos ,l'"'llll's
9) para tratar de sitas enlermida-
9 des, ou ra/.eripialiuer operaeuo'
f) iMH' piein eiiiuii'oilo.
PreelM-ae de nina ama para roziuliar o rom-
piar : na Iravossu do Corpn Sanio, luja n, 29.
Niisabaivo assignados Iciiios dlssolvulo anu-
gavclmenle desdo o dia :l de Janeiro ultimo a sorie-
dadeque linh.-imos na luja de miiidczas n. .VJ A em
frente do l.ivramenlo. sobre a lirma de Joto Pinto
llogisde Souza & Couip.inhi.i, tirando u cargo do
socio Franri-io Alvi-s de Pinho I lquida(o da dita
lirma.Jnoi! Piulo Hegis de .s'iin:.i, PraMMM
. //rw de Pinho.
O Sr. Augusto Carlos de l.eir.os, teneute le-
rreUriu docorpo do policii, queira ler a bondade
de mandar enlregar os objeclur que loinnu onipres-
tado |wr K dias; o romo i se passasaem .1 me/i- e
S. S. se nao lembrosse ainda de mimla-loa reslituir,
faz-seo pn-aenlo liara avivar-lhe a memoria.
(I abaixo assiguado raz| scieule ao rospeilavol
C'iliro, que deixoude -or tea ralxeiro Joao Bar-
a Memlm Machado, di-ole o dia IKI de Janeiro de
UO.'!.MimoeI Tei.i'lntde Andradr.
f". v
usa i lim
K iiipulados sob sua dii
dos os mais feliz
'" liqlissinias rhe
0 dos-rilidos
los;,-serna
, u emblema do Contulorio Cenital iiomoeu- $0
i nalhieo do Sr. Dr. Sabino. V.....lem-w lu-
i 9 Ikis avahe*, c rblro* rom linluras, pal* mais jt{
:; barato preco|Kissivel. ,'-..
8yJJ t'i':;':::":'.''-: :k:-hhh
PUBLICACAO JURDICA.
Sabio I luz o nrha-so a venda na livraria da pia-
ra da liidepi-iideuria, bija ii. li o K, a segunda odi-
jao dos piiineiros dmenlos pratiros do furo civil.
correla c ereMcalad* com os inteilocutorios ede-
ri-ors (lelilliliva- ilosjillgadores.
I.OTEIUA DE NOSSA SE.MIOBA DO
BOSABIO
0 lln-souroiro desla loleria ruga ao- ainanli- de-
te jugo, quo ronrorran a romprar o icslo di-hi-
Iheles, para com a iiiaiur brevidudo marcar odia
iinprelei'ivel paran auilameiilo das roda*; bralo
dos billielos arbam-sc nos lugares j aimunriailo-.
Desdo ilnniingo que sabio o moleipie Antonio
a vender lapii-i, ruino roslunia, e ate o pie-ente
nao volliiu, doixando a bandeja em nina ra-a. o le-
vando so eom.igo o iliiihcirn, e Mppee-te que iri.i
pata Capuagl eu Carhang : levou caniisi de risrado
azul anda em folha, o calca de ganna azul: elle leal
una roma na rabera, o lem no p direilo o dedo
que lica ao |n'- do in'iiiiino tan |K>quono que se taz
iimilu reparavel : pedo-se as auloridades poUeiaei
o rapil.~ios de ram|iii. que o prendan! o lovoiii-uu a
Soledade n. t, ou a iravessa da Trcni|ie n. 9.
No dia li de dezembro prximo passado, do-
s,ip|iarereii do oiigeuho II.d/. na freguozia da Escu-
da, ii escravo, crioulo, de nonio Joao, de idado de
> a .'I anuos, altura regular, rorpo serr c espi-
gado, cara descornada, nariz afilado, |niura barba ;
lom na face direila marra de ferida ou listla : le-
vou roupa da ligedlo azul, chapea de pello ; j foi
(aerado as nadegai e j levou fono nopd, lalve
lenba marca, mu lale pgala, fuma Cigarro, foi
escravo do Sr. Maximiiiiio Anlonio Pinho de Oli-
vaos, morador no silio Duas Podras, romarra do
l.iiuoeiro: roga-sc as autoridades policiaes o oapi-
les de campo que o pegureni, de o condiizir ao dilo
engentan. 0U ao Recito I Joo Percira de Araujo.quo
ser ii-,..iii|.i-ii-.iilii.
O Sr. Jos de Souza Carduzo queira apparecer
na rua ddXJuarleis, bija u. M, a negocio de sen in-
lerosse.
Oll'crere-so um r*pM brtailelro, de idado II,
aiiinis, para raixeiro de qualquor eslalielei-iuieulo,
excepto venda, de boas qualidades, e d liador o sua
conduela ; ou inesmu para raixciio do rua : quem
do son presumo se quizer ulili-ar, utiiiuiirie nesle
Diario, ou dirija-se ao priuripiu da ra* Imperial u.
, niiifioiile,io sobrado de ilous andares, que lodo
negocise lar.
Desapparcivu no dia :ll de Janeiro desle anuo,
nina prcta, crioiila, |ir mime Monira, baivo, aroa
de rurpn, bem lallaate, nadegas salientes, algumas
llhalll lia* cosas de antigs cliicoladas, levando
coinsigo atildo de manga do fraile, lislras largas
de cor verde, o pa.......la Costa j usado: osla prcla
foi comprada a I). Antonia do Olivoira Mullir, mo-
radora na rua da Alegra n. t, onde be muilo ro-
nbeeida quem dola souber. a pule levar a rua
larga do Rosario n. H, quo si-r gcnorosameiilc re-
ioni|K-nsailo -, assim ri...... se protesta contra quem
a recolherou der agasalbo,
Na priineira audiencia do lllm. Sr. Dr. jhiz
dosfoilusda fazenda. v3o o praea os liens ja aniiiin-
ciudos por exoriico da fnzouda pnivinrii, contra
Miguel Juoquim do lleg-i Barros e Jos .Moreira da
Silva, c bem assim urna olaria na travoas do l.ura,
|ienli,.i .i.i.i a Krancisco das Chasis Cavalcanle Pu-
na por 5008000 rs. de venda, um sobrado de um
andar |Kir 1:70090111 rs. |ir venda, silo na rua dos
Copiares u. I. por exeoui;io contra Jos Conralvos
da Silva Bastos : miiiparooaiii na sala das audien-
cias as possoas quo quizercm arrematar os bous an-
aaaejad**
Precisa-so de una ama para rasa de pouca fa-
milia, que lave, ongiimme, ecosinbe : nuil su recu-
sa p-igar bein o sou Irabalbo, porin que deMmpe-
nln- heni -uas olirisaciws : a '.ralar na rua eslreila du
Hosario n. 2.
Prorisa-se rio una niullior de Imiiis rosliiinoa e
muilo aflavcl, para i-slar jimia a nina senhora, o
tratar della em quanlo so arhar enferma, paga-se
bem: dirija-sc a rua das Trinrhoiris, sobrado de
doosandaros n." 19.
PASSAPORTES.
Tirum-*e |Ki*w|rorle! |mta denlro t fra do i id (to-
rio, dwpaeham-*e escravo, correin-w foi ha* o lirani-
sc Ululo de residencia : para esle lun procure-sc na
rua do Queimado n. 'Xt, loja de miudezas do Sr. Joa-
i|um Monlciro da >uz.
O-Sr. A I-. Slra*s (em una caria ua rua da
Cadeia do Recita n. il), primeiro andar.
I'recisa-sc de ......-fllieifO para I \cih1;i da
na da Aurora n. 0, de 11 I 1*> "mo.. tpic Icidia
pralica de venda : a halar na nu-ina.
scmiinles: pret, cabelludo, orelhas roiuprida^, \h*s
v fociulio amarcllo. e por cima de cada Ilio urna
mana da menina ciir; roaa-se enrarecidamr-nlo a
fpialipier pOIOfl n,ue o liver adiado ou que tlellc no-
ticia der, dedirmir-se a casa cima, que alm da
Wiicrosa n'ci>in|H>u^i, se licar auradecdo.
Joaqtiim oeSouu Cottto Nfloe pura Babia,
le\ando em sua companhia asua muala de nume
Kosaria.
I>escja-sc saber onde exista o Sr. Dominuon An-
lonio Hodrimies, que lia anuos passadosliuba venda
uas (anco Ponas, no caso de nao existir pessoa que
suas ve/es Tara: na ruado Hauucl n. 7.
COMPRAS.
CompraOMO CLWraVOA) e vrudem-se, recelM-m-
se de roimnissa, lano para a pro\ ineia como para
fon della; na rua dos Quarleis u. 34, seumido an-
dar.
Guupram-se escraxosquo enlendam de ser-
radores, sendo motos, e sem dereilo ; amada
l'raia, serrara dcCardcal.
um tlirriouario italiano-porlimue/,
e lima ^rammalica dita ; paua-se bem : quem livor
anmincie.
Conipia-se um eacravo e urna Qttfiva : "<'
rua do Llvraueolo n* ">:.
Compra ae ou alaga-ae urna asa larra ao
bairm de Sanio Anlonio qufl lenlia Ihiiii quiulal eca-
eimba em bom eslado, na rua do H no'l n. 7.
Conipra-se urna neura que cosa beine BDgMD-
me : na rua da Cadeia do Kecta n.li'i.
VENDAS
KII.IIIMIAS PARA CRREME A\M>.
\euileni-se, ua prara da hidepeudeneia, Mirara
n. (> eK, as rolbinlias para o frrenle auno, du par-
la,, lgibeira e padre; assim como as de almanak,
couleiitlo alm das malcras do coslume grande mi-
men dos uomes e propriclarios dos couenln (M
proiineia.
Vende-ce um carrolc lourino, libo do paslo:
neala Kpoorapla ae dir.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Narai da cadeia do Hecifc n. 50, \endem Ciiulia
A Ainorim Iwrris com i arrobas de ral em pe reeeiilemeulc cbeuada de Lisboa, e polassa de Ima
qualldade.
Veude-se urna labema no paleo da Sania Cruz
ii. (i, rom poucoi funilo> : quem pretender dirija-se
a rua Nova n. 55, que abi arliar com quem (ralar.
ATTENCAO.
\ ende-se tloce BVMCU e de ealda de todas a- ipia-
lidades, palo preco seuiiute:latas de uela, a dez
loalOaa, barris, a qualro (raima-, doce seceo, a duas
patacas a libra, ludo bem feilo o tem arranjado em
cailinhaa : no alUo da viina do linado M a noel Tei-
xeira Piulo, estrada aova que vai da Soledade para
0 Manuuiibo; (troinetle ao compradores aproni|i-
lar as encommeiidas com promplido, indo no dilo
\ende-se a Ierra parle do sobrado de dous -\\
andares n. (i:l, eom cinco [torlas de fenle, 3
no alerro da Boa Visia do lado da Matriz, que tai do fallecido Mauoel Caelaim Vellozo; .>
assim como melaile do sobrado pie lica no Jz|
funtlo do mismo com a frente pata a mata:
quem Onfater to Sr. rilo, abi arbir* rom quem tratar. :.a
POTASSA SIPERIOR.
Na na ilc Apollo, aiina/eni n. II ,
temiuperior potaisa, porijrd-o nuoavd.
A ROA PITADA.
Ar'lia-iM- u vi'nda o exceflente rape de
Lisboa, milito freaco, llegado iilliina-
iiH-iiic pala vapor ingle-/. em liln-a e
ineia lihra : na rita da Carleta do li-ii-
le, loja de t'azendas n.sil, ili-.lu.in' da
Cimlia Magalliaena.
\ i lu-, -i- o ilcposito do assucar da rua do
Araito u. :it: a tratar na rtia^da C.onrordia u. I,
mi no iiicsinn: \cnde-se |ion|ue o dono csl doonle.
e se i|iu-i ir tratar tora.
N'i'ndc-seiiuilo -upi-nni carnauba em p, che-
uada ii-ii-iili-incnli- : na rua da Cudoia n. I.
Vendis-ie fariiiha de mainiioca de boa mjali-
dade. |Mir aneo eMBawdo : na rua do Auiorim n.
:t9, ou no aruiazein rande, no raes da altaihlrua.
RAI'fc DE LISBOA.
Na pr'a^a da lnde[iendeiicia, loja de niluderaf n.
X vende-se.iipcriorra|i de Lisboa, rheaado pro-
ximaiiieiile, euiuila.as.
PARA BAILE 1IE BASCARAS.
Vauao *c linda fazenda de teda, tecidn
de piala, a I.OOOrs. ocovudo, para via-
litaiio de mascara : na rita do Oueima-
don. 10.
Vende-se um sobrado de um andar e sotan,
noMi, cocheira, estribara c silio com plantas uo.as,
eiiin liomyi.eiro no tundo, na rua de Sanio Ama-
rinlio, defronle do sobrado ilo fallecido Vetea; ven-
de-se por preco commodo que be pira |U| de um.i- b>polheras e mais debilns, I nos, occawo
M ili-.i-iuilar ou se .einler com ejplicacao, quo da
dila |,i,.inii-il.idi- i-l:i pago o aluauel ato o lu
nioz ilc muslo desle aun
RILHETES DO RIO RE .1 \MIII0.
Aos 'JOrOWIOOO. lOiHOUoUU. t:00(tg>iMMl, 2:(MMt->(MNi
e ItUUaautlII de rs.
Ni rua da Cadeia do Kecife n. -2i, loja de rimbio
de Vieira da Silva, eili'ei|imlo a venda um rom-
pilo snrliincntu de bilbeles, ineios bilbeles, quar-
tos, oilavos e vigsimos, da t. loleria a lieui-ficio
do Sarrainciilo da cdrle, cujas rodas andaram no
dia '2 do corrale me/ : na mesma casa foi vendido
em qiurlo o u.lfiX.com lOaWOSOUO de rs., em meio
bilhete o n. I-./.M cum Imnki-nuni de rs., alm de
outros i.....ni is menores: os precos dos bilbeles sao os
CBiiinles:
Bilhete.........229000
Meio. jj.......II,-simo
Quarlo......... -,-.vsi
Oilavn..........--si mi
Vlgeaimo......... 1300
S89WO!' :'" tim BB*S 3BB
rKAC-\ HA INDEPENDENCIA N. 17.
Nesla luja vendem-se cba|ieos ciiveriiisados, |s
ilesuperior qualidade, galio de couro largue |
eslreilo : assim como su|icrior galn ingle/
para divisas dos aenhorm ofllriaes, c boloes B
loiirados, lisos, de Pedro II c de aurora, "
alelo por preco milito commodo.
*^--B.)A*iait.fof,,MMBB
Veude-se um silio a lieira do rio, no lim da pro-
prii-ilade de Sam'Aniia de dentro, adanle da ponte
de L'cln'ia, defioutc do sitio do Sr. Gabriel, com
1,600 palmos ao longo du rio, o boa baila deca-
pito, que sendo runveiiienteini-iile aproveilada sus-
tenta mais de -" ra.allos ; lem una mageslosa rasa
rom 70 palmos de frente e !MI de fundo, eom salas,
u.ihhieles, alemas equarlos, e rouliiia com a estra-
da que lem di- reeeber a ponte projeclada, para
unir a estrada nn.a ruin a da jMiiite de 1'chda |iela
puHKem do i .ni im n. A i-i ii\iniiil,i.li. do hunho, a
erlilidndc do terreno, a saliibridade do lugar, a
elegancia c ronunodos da casa san circumslancias de
grande inerilo para quem desojar reunir o til ao
agradival ; oa preleodenle podem enlendcr-sc rom
0 t-orrelor Muucl Carneiro, e para ver, rom Joan
Vctianrio .Machado: a mesnia propricilade, de-
fronte da venda do Sr. Nirolo.
FAZENOAS l'KOPUIAS l'AKAQLA-
RESMA.
Sclim prelo de Maru mallo superior, a S8900 c
8|M0 r*. o corado: sarja prrla liespanliola da pri-
ineira qualidade, a -ijjISU)rs. o ro.ado ; casimira tire-
la muilo fina elstica, a :i-ntm :i>jimi ,..,, nado ;
panno lino pelo a :ts000 e i.-i rs. o covado, dilo
Un a :i>'i(IO e llvUlll rs. o rotado: mlauna prcla
muilo lina, a S00 r IflOOO rs. ; alpaca prcla lina a
800 e 13000 rs. o invado ; corle de brim de puro li-
nhn a l-lllle rOOll rs. ; ganga amarella inlransada
muilo -i.....|.i.l.i. a 100 rs. o rovado; risrado de
linl.o. aistir-, o i-ovado; a muilas mais lanada*
|H>r preCO roinniodo : na rua do Crespo n. 6.
Vinle-si- a laberaa da rua Direila n. K, pro-
pria para quem qui/er prinripiar, |wr ler pouros
fundse a localidade ser a melbor |sissivcl: quem a
pretender, dirija-sc a tra.essa da aladre de leos u.
1 i, que adiar com quem tralar.

deranibiiin. M,
c-la' exposlo a .cnila un roni-
hilhelis. ineios UlhelMi otlaMis,
., i ojos preros sin os sei'iiinles :
ljllt>
28000
........roo
.....fcfiOO
, ,.....0320
i armaran, um lorrailor grande,
iinor rafe, e nina lialanra araiuli-
i-a da rua das Trinrbeiras n. 8, e
do comprador; ludo se wanepnr
r. dinheiro a .isla,
isdc-
a la-
la rasa a quem
ralbo na
Na rua da Cadeia .1
lo Vicha da Silva,
pelo sin limeiilo di
decimos' e liji-.iini
llilhele. .
Meio. .
Oilavo. .
Di-iiiiio. .
Vigsimo.
Venda.....
um nioilibo de
isini jK-sos: na i
ala Miniad, ...
menos de melada do sen >ulnr, a dinheiro a
r sen dono se retirar breve, e roaa aos s
dores bajan de Ihc ir pagar quanlo an
tai na mesma: e uaranlc-seaeh.
:"!'. '''a*'*a*s**2
\'ende-se unta taberna.....Imu loril.c bem
Z afregue/ada para a prara: qnein quitar, din: W
S ja-se an aterro da Boa-Visla n. -Jl.qucscdir
8ouem vende. _^?^
it>)aaaaaaaaMaaaai
FARIMIA DE HAMIIOCA. .
\'<-inli-se l'aiinlia de Santa Catlianna ,
em lacea*, on setnellas, a vontode do com-
prador: a tratar eom Manod AIms Guer-
ra Jnior, na rua do Trapicha a. I*.
Na cana do Sr. Treme, na rua das
Florea, vendexe um realejo de armario,
o melbor que tem rindo a tapiara.
No eseriplorio de Rotlie & Bidou-
lae, na rua doTrapcben.1, vende-se
alvaiade aznreao' e seceanle, ludo em
barrica* de um quintal-
No eseriplorio de Rollic & idon-
lae, na rita do Trapiche n. 12, vende-s
Cobre de forro.
Aro de milno'.
Ferro a imitacao' do da Suecia.
Zineo em lollia.
Moenda para engenho.
Taixa* paraaMucar.
Arado* de ferro.
Forte* pianos.
Charuto* deHMana.
Lona* ingleza.
Cimento romano.
SALSA PARRILIIA.
DB
As niimerOrUJiH
:,',:;:
rucias feilas com o oso di
aba parrllhl em todas as eni'erniidades, originadas
iH-la impure/a do saugiie. c 0 bom eslo oblido na
rorle pelo lllm. Sr. Dr. Siaaiid. presidente da aca-
demia imperial de medirina, pelo alustrado Sr. l)r.
Vnlonio Jos Privlo em sua clnica, eem sua afa-
mada rasa de -ande na (lambn, pelo lllm. Sr. Dv.
Saturnino de Oliveira. medico do cverrilo e p." v-
rios milrnii mediros. |ierinillein boje de proclamar
lilamente as virtudes efllraie da
SALSA TARRILHA
DE
BRISTOL.
Noli.Cada garrafa ronlem duas libras dei li-
quido, e a salsa parrilha de Brislol be Baranlid..
como punmenle vcgelal sem mercurio, iodo, potas-
'"vi'sto acbar-sede o, abcrla a Wic. fr',^
s Hara .ncal.es RamiH..... -"' "' *' <"*r,.
leis, mdenle olw vea p.-ra all *epilo da sal
sa parrilha de Brislol.
Instrumentos de mueica.
Tonto para oix-lieslia, romo para mu-
ica militar, vendr.ii-s.- minio em corita :
em casa de Briinn PraegenStCompanlna,
na rua da Cruz. n. 10.
_ Em rasa de J. Keller & Oimpa-
a na da Cruz O. 55, lia para
iiln.i
M'llllt
pai
por preco iiiiiiiiuhIo. eoiniis ,
)iii|iriiis|iaiaii>l>iii i-artos, i'liej'ado* til
limamenle.



4.
=aa
/
Deposito de panno de algodao'da fa-
brica de Todos os Santos da Bahia
Vendse o bem conhecido pnnnodeal-
godao' da Baliia, proprio para sarcos e
i-oupa de eseravos, a vontade do com-
prador, assim como lio de algodao' da
11 ii'mi 1,1 fabrica : no escriplorio de No-
vaes & Coai|)anliia, na ra do Trapiche
n. 3*.
Vendem-se espelhos cora moldu-
ras douraclus, os mais ricos que teein
apparecido no mercado : na ra da
Cruz do Hecife n. 49, urmazem de L.
Schuler &Compnliia.
Mwmmm
NA
BOTICA HOMOEOPALHICA.
Rua das Cruzes n. 38.
Acham-so a \ nula as obras seguinlea :
Manual complelo du Dr. Jalir, 4 volunta
'ricamente encadernados.
Diccionario de medeciua, por Nyleu.
Manual de disseccao, por Coste.
Curso de phrenologia, por Brouwais.
Alias completo de aualomia com 112 es-
tampas coloridas.
Homoeo|>athia domeslica, |K>r Bigel.
Memorial do medico honiocopatlia por
Tlioos.
Tratado das molestias clironiras, por lla-
hnemaiin.
Medecina veleriuaria liomoeopalliica |*>r
Gunllier.
i h -.111,111 da arte de curar, por Ilahneinaiiu.
Helralo de llalinemaiin.
Tratado das molestias da (elle, por Jahr.
Elementos de liomi>eo|ialliia, |H>r Gossel
Bimonl.
Tralamcnlo hoinoeopathico das moleslias
venreas, ielo mesmo.
Palhogeuesia dos jiriuripaos medicamentos
' isileiros, tradunda ilofraucei.port'
nonl.
PJL_
. I < ij i -(- amarras de ferro : na ra da MB-
alj Nii .i ii. 42.
Em casa de Rostron Rooker & Com-
|i,mili.i, na ruado Trapiche n. 48, ven-
deiu-se lmrris com carne saldada.
A 6,000 r*. p|no., 5,600 n. gra.de>.
Vendem-se chapeos do boI de seila ingiera de
superior qualidade, pelos procos cima : na ra
do Collegio n. 4.
Vende-e vinho .de Champagne le-
titimo e de superior qualidade : em casa
e J. Keller A: Companhia, na ra da
Cruzn. 55.
Vende-se superior larinlia de man-
dioca, chegada deS. Matlieus, na escuna
nacional Audaz, fundeada ao pe do caes
do Collegio; para tratar, a bordo da mes-
ina escuna, ou no escriptorio de Novaes
* Compaphia, na ra do Trapiche n.
5i, primeiro andar.
Em casa de J. Keller & Compa-
nhia, na rita da Cruz n. 55, ha |)ara ven-
der dous escellemei pianos fortes, c de
urna das mclliores fabricas, chegados ul-
limamenleda Europa.
Arados americanos, chegados dos Estados-Uni-
dos : na ra do Trapiche n. 8.
Potn*n nmerlrnua.
No antigo deposito da Ca.loia.Vellia II, \1. exWC
ma pequea porra de polas americana, chegada
iecentemenlequeporsii|ioror rit alisa com a la Kus-
sia: veiide->e imr proco rasoatel.
NAVAI.I1AS PARA BAHBA.
Na ra eslreila do Rosario, bravada liara o Ouci-
mado, toja de barbeiro n. i. vendem-se mullo su-
|ierioresuatulhas ohegadas de eiiconnuenda para o
luesmo Hu.
IMoemlnt NiiperloreN.
Na fundirn ilc C. Slarr & Companhia.....i S.
Amaro, acliam-sc a venda modulas de cauna, to-
das de ferro, a un mdelo e cnusIriiccaO inuilo su-
perior.
BOTICA HOMEOPATHICA.
28. Ra das Cruzes 28.
Ha para se vender alguinas caitas ricas
eonnnedirainciilosein tintura. Cada urna
sera1 acompanhada da un Irasco rom glubu-
' los inerles. e o meio de os preparar
.JSHWSESWSr^r^rir
Deposito da fabrica de Todo os Santo, na Bah
Vende-se, em casa de N. O. Bieber &C, na ra
ila Cruz n, 4, algodafi trancado d'aquella fabrica,
muito proprio para saceos de assucare roupa de es-
cravos, por preeo commodn.
Arado de Ierro.
Na fundirn da Aurora, em S. Amaro, vendem-se
.irados de ferro de diversos i.....lelo-.
LOTEKIA DORIO DE JANEIRO.
I'arlicipa-se ao respcitavel publico que a roda da
12. lotera do SS. Sacramento correu no ilia i do
enle; os bilbetes e cautelas se arham > venda uas
lejas do roslume, c a lisia deve vir no diu t ou ."> do
crrenle mcz. ....
__ Vcndem-se III cscratos de bonitas lisuras,
seudo I prela de "> anuos, I dila de 18 a 20, I mu-
lalinha de 13 a 14. e 7 molecoles de 5 a 12 anuos,
evrellculcs |iceas : ua ra da Cadeia do Hecife
n. 19.
Tai xas de ferro.
Na fundirn da Aurora, em Santo Amaro, e lam-
ben) no deposito na ra do Brum luto na entrada,
e defronlc do arsenal de marinhu, ha sempre un
grande sorlimenlo de laias lano de fabrica nacio-
nal como cslraiigeira, batidas, fundidas, grandes,
pequeas, rasas c fundas ; e em anillos o lugares
eiislem guindastes, para carregar canoas ou car-
ros, livres de despea : os procos saO os mais rom-
inodos.
Aleada da Edwln Mi
Na ra de Apollo n. 6. armazem de Me. Calmonl
iV Companhia, acha-se conslanlemcnle bous sorli-
inonlos de lai.as de ferro eoailo e balido, lano ra-
si como fundas, mnendas inetiras todas de ferro lia-
ra auimaes, agoa, etc., ditas para armar em iiiauei-
ra de lodos os lanianhosemoilolosos mais mudemos,
machina horisontal para vapor rom forja de
icavallos, cocos, passadeiras de ferro eslanhadu
Kra casa de purgar, |ior menos proco que os de co-
e, escovens para navios, ferro iuglez tanto em
barras como em arcse folha, etudo|>or barato
prei.'n.
Be prchinoha.
Vende-se un cabriole! eobcrlo, novo, o moder-
no, com arreios, ludo do lucidor goslo : ua coehei-
ra do Quinteiro, na ra nova n. 63.
Ocaso.
Vende-se gesso em barricas, chegado ultimamue-
te : em casa J. Keller A; Companhia, na ra da
Cruz d. 55.
Vendem-se relogios de ouro e pru-
ta, patente inglez : na ra da Senzala
Nova n. i2.
CAMBHAIS PARA MOSOt"ITEIHOS.
Na loja de iiimares & lleiiriqua, ra do Cres-
po u. 5, que Milla para a ra do Gdlegio, vendem-
se i niln .u.i- de cores para mosquileiro, as mais mo-
dernos que tem viudo a osle mercado, pelo Ivi.iii.
simo prcc/> de 3*500 rs. a pee,a: a ellas, antes que
se caDoiu.
Vende-se cha' hysson, de superior
qualidade, em lotes a vontade dos com-
pradores : em cusa de fyatlieiis Austin &
Companhia, na 111a do Trapiche n. 36.
Na ra da Cadeia do Recita n. (i, primeiro an-
dar veude-se tabellas, pannos e tacos para buhar, por
preco muito em conla; ludo nnv o cm bom otado.
RAP PAULO CORDEIRO.
No alerro da Boa-Vida loja n.46de I. S. de Me-
nczes, chegou ullimarncnlc vindodo Rio tic Janeiro
mui acreditado rap Paulo Cordeiro, que reven-
de pelo diminuto preco de 1,1.0 rs. cada K, a elle
que est fresquinho, __ __^.^_
M BRETA.MIA DE I.INIIO.
3 Vendem-se |iecasdehrelanha de Duroliiiho >n
rom seis varas, |ielo barato preco le :1 cada .,
|u |M'ca: na loja do sobrado aiuarello da ra do '3
t', l^ueiinado n. >. 25
Vcnili'-M' una iiriii,ir,iu ,li' \i'inl,i rom seU*
[erlences e ahiLia-se a RMsma na ra lo Rosario da
Boa Visla n, tul |,iii f'omuindn prei;o; a Iralar na
rua da Cruz uniiazem u. t't.
Momita, para caima ten) virola.
A fundicaoda Aurora em Santo Amaro, temeon*-
lanteineiile um sorlimenlo deslas muendas enlre
oulras umitas, o sua utilidaile leni sido bem preva-
la por nina loiiga experiencia de 18 anuos ; a pri-
ineira londosidofeila por um modelo apruenlado
lelo senlior coronel Jmiquim Caraleanle le .llini-
qurrtnu para usen engolillo Jardim de Podras, do
Kogo; como se v do livro de enrommendas a tallias
llf, anuo do I83I o desdo enlao'para ca mais .le
vinlemoendas deslas lom sido taitas nosta falinca,
como se pode ver da lisia que na mcsina rabrica ov-
iste : eeslao ludas trabalhando em diversos engo-
nhosda provincia, dando oomplela MlisfacaO aos
seos proprielarios. Esle objeclo se consegue, sim-
iilesmcnle collocando os dous tambores .le bailo,
um em contacto com o oulro; c par jato poder ler
lugar, iocm-sc duas carrclasno aguilita* superior, e
una em cada um dos inferiores ; as bridas, ou bol-
eos naturalmente estando no tambor de cima.
Veudem-sccmcasadoMc. Calmonl & Com-
panhia, na praca do Corpo Santn. II, oaegumlo :
vinho deMarseilleem eaias de 3 a 6 duzas, ludias
em nnvellos ecarreteis, breu em llameas mullo
graudes, ac do mila* sorlido, ferro iuglez.
MoinhoH de vento
com bombas de repulo para regar borlas e bailas
de rapim.ua fundir* Je I). W. Bowman: na rua
do Brum ns. 6, 8el.
Vende-se muilo baralo, urna halanca grande
com eorrentes de ferro, e um brac.o da dita de Ro-
m3o, c junlamciitc5 pesos de duas arrobas: aira-
lar na rua da Senialla Velha n. 8, com Mauoel Jos
Gomes Braga. ^^
Vcudc-sc lianha do porro derrelida, a JH) rs.
a : na rua do Rangcl n. 3.5.
Vendem-se relogios de ouro le pa-
tente inglez, os melbores pie teent viudo
ueste mercado, e do mais acreditado la-
cni casa de R'i*-
ia rua da Ca-
bricantc de Liverpool
sell M.ll. iis & Companhia,
deia do Recife n. ^)l>.
Os abai\o assigniulos continiiam
atercm deposito grande sor timen- g
to de farinhas americanas, de dif-
ferenles marcas equalidadea ; ven-
dem-se ein piirco'es a vontade dos
compradores: no armazem do
beceo do Ijonctilves n. i, ou no
aeu escriplorio, praca do Corno
Santo, esquinada rua do IrapiciM
n. i8.Rostron Rooker & Compa-
nhia, negociantes inglezes
__ Vende-se um vestuario de ni o uro : no paleo
do Hospital, lalieriian. 16, sedirquem vende.
__ Veude-se um cavallo >ara carua : na rua do
Pasaoio, loja n.2!.
OCULOS.
Cheaou a praca da lnde|iendenria, bija n. 18 o
20,um rico sorlimenlo de orillos para lodas as v islas,
soja rom vidros bramos ou azues, com gra'o oti sem
ara'o. o com armacios de uro, do prala. do (arla-
ruga, de baleia, ou de ac, a vonlade do compra-
dor.
Vendem-se lonas, brinza, brins o inoias lo-
nas da Russia : DO armazem de N. 0. Bieber &
Companhia. na rua da Cruz n. 4.
DEPOSITO DE CAL E P0TASSA.
Cunha & Amorim, ua na da (Cadeia do Kefife
n.50, venden) barris com ral em (K'dra. nova, rlie-
uada de l.isltou jicto ultimo navio, o Iiriuue Flor
do Mar; assim como harris com superior polassa,
nova, e por pret;o razoa\el.
RAP PALLO COKDEIRO.
>'a rua da Cadeia do Recife loja I. SO. de (.iinha X:
Amorim, vende-se liles c meiosdilos de rap Paulo
Cordeiro.
Veiiile-niM'sacctisntn. superior farelloile Iriijo:
na rua da Crunn.-iti.
GRAHDI rABRICA DE CHAPEOS DE SOI.,
RUA DO COLLEGIO N. 4.
J. Falque f.i/ scenle ao respeita\el publico tle
Pernambuco, e em particular ao-. eus frenue/es,
que acaba de recebar de Pars, como do Kio de Ja-
neiro, da fabrica de Falipir lnuam, um lindo e
romplelo iofliinenlodeeba|ieos de sol de seda e de
panninbo, tanto para boinens romo para MohortS,
leudo para os pnineiros nm esrolbido sortiuienlode
ehaMM de sol com cabos inleiricos os mais liutlo-,
quelem viudo em caricatura'.diversas ditos tle ran-
11.1. etc.; uran.liMMianlidadf de setla> e panninbos
em |K-ca para cobnr annaci^es scr^ idas, as que forera
de ferro, en\cruisam-se que fram uo\'> ; baleias
laraas, eslreilas e de ac para esparlilbos e vestidos
tle enliuras beimalas bonitas; cobre-se e concer-
ta-setola e qualquer qualidade de chapm de sol:
[odofl oeobjecloi eclma meneloMdM veadem-fe em
porca ea relalhopor menos preco que em oulra
quaquer parle.
HOMEOPATHICA
!U RUA DAS Mil /i s un.
Dirigida por um phar mace ti tico approcado
Este eslabelecimenlo |ossue IimIosos ine-
dieamenlosal auora e\|H'rimenlatlos, laido
na Ennqia como no Brasil, e preparados pe-
las macbinas da iinencart do l)r. Mure.
CarU'ira*de l tubos al Ki, por precos\a-
ria%eis, cnufiirme a qualidade tas calis, a
quanlidade dos remedios e suas tl>naini- ,
sa cites.
lina carteira com m S prineipaes remetli-
os homeopticose :t obrasdiffereules, ind
|>eiisaveis para os principiantes queso qui-
/erem convencer da venlade da nova medi-
cina ; couteudo alm de muttts conselbos eli- .
hico, a |ialhouenesia de 1K incdiramenbK
|ior.................2.VHHM)
Tubos avulsos cada um ).....IjMHK)
Tinlurasde todo^osmeilicameidtts em fras- |
eos tle 'i ouca............_'nkhi
AVIA.M-SE CRATLII AMENT
para os pobres, lodos as receilas que para ali I
mamlar quaquer profesor.
Na niesina boliea enconlrar-M'-ba leiUMi
um Brande sorlimenlo de Ii\ ros em porlu-
uiiez e frailee/, e einlm ludo quanlo be ne- ,
cessario para o eslilo e pralica ta bomop,i-
Ibia.
N. B. Reformam-seuraluilaiiienle loili
earleiras wndidas no eslabeleiinienlotlecu-
j<*s remetlios, |>ela buniidade ou por qual-
quer oulra causa, Uvtreraiklo delerioradm.
BICHAS.
Na laborna da rua eslreila do Rosario n. II, ve-
Iho dop que e vendem aos ceios muilo em eonla, e alu-
gam-se a 30 rs.. cada una, o conforme a porrjio se
aluxarao |>or menos.
B BOM ERAR.yiO.
Vende-se na rua do Passcio, loja n. il. lindas c
ricas grvalas dorassa, polo diminuto proco de i-J
rs. cada urna e ISJO rs. a duzia; a ellas autos que
se acabem.
PBLLBS lE COI BO DE LUSTRE E CAL-
CADOS.
Vende-se muilo superior couro de lustre, lano
cm i'"i i "<" como a retalbo, o os Ih>iii .'onheci.los s-
nalos do Araealy, tanto para homem coiihi para mo-
nillo, a 700 rs., e um novo e rompilo sorlimenlo
decalcados fraurezes deludas as qualidades, lano
para homem como para sonhora, meninos e meni-
nas, ludo por preconiuito cominodo, aliin de se apu-
rar dinheiro : no alerro da Boa-Vista n. 14, den-ou-
Ire da boneca.
Veude-ae um macho grande, bonilo e manso
e mais dous ravallos grandes o bonitos, ludo por
|,ir,ii,,,mu,"ln : na cocheira da rua Nova u.61.
Vende-se um deposito de assucar bem afre-
guezado, e poe-so os fuudos a vontade do compra-
dor, tem rnmmodos para morar familia : a Iralar
na rua das Cinco Ponas n. 18.
Vcudeiii-se cera de carnauba muito boa, sola,
pellos de cabra, e bolaa, ludo chegado agora do
Araoaty, por mui cninmodo proco : ua rua da Ca-
deia do Recife n. 4!, primeiro andar.
Economa n bolea da rapaziada lom, qeteenibebedam com o deleite
de irremesaiirem aaeliciitMua lima nas
menina to mesmo tom.
Na rua Augusta n. 8t vendem-se limas, de
rheiro muilo bem feilas. CoalSS por cont, tanto em
grandes como em |ie<|ueiias |Kirrflos.
a ruadasCruzesn. ti. vendem-se Iros osera-
tas engnniniadeiras o cozinhoiras rozem lient chao
( l,i\.iiii do labo, o iiiiin dila que faz lalivriiilo,
marea, faz renda, co/.inliii o engomma ; o nina lin-
da uinhlinlia de 14 alios. Iwlas boDllM ligaras, si-
i .lias e sem defoilos.
Vendcm-sc 7 eseravos, proprios para o servi-
^o do campo : a Iralar com Jnae Veilm Morcira, das
II as : batas da larde, na arcada da alfandega.
Vende-se |xir preeo razoatcl, um sitio ua re-
draMolle em Api pucos,'com eioellenle casa de vi-
venda bem construida, tendo 2 ptimas salas da
frente, 6 qiiarlos, saguo, comroodos para eseravos,
cocheira c eslriharia, grande plan(ac,au de abacavis,
e iiuiiUis oulras frurloiras : a Iralar na rua do Ara-
gfio n. 12, primeiro andar, rom a proprielaria.
Vende-se mercurio de Lisboa em calas do I,
2 e 3 o retroz do Porto da primeira qualidade,
Imli.i ilc Roris, ludo por preco cominodo : no arnia-
zem de Tarroso & Com|iaiiliia, na roa de Apollo
n. 18.
Vende-se su|ierior cal virRem de Lisboa, em
liedra a mais nova que ha no mercado, por ser che-
gada pelo brigue Novo Vtnceor: uo paleo do Car-
ino labcrua n. I.
Vende-so Champagne de superior qualidade a
:M.-ii rs., a duzia : na rua da Cruz n. 26.
-- Na rua da Madre de Dos, arma-
zem n. 20, vendem-se gigos com batatas
novas.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade era quarlose oilavosdepipa, por proco com-
iimdo: no armazem de N. O. Bieber & Compauliia
na rua da Cruz n. 4.
CERA EM VELAS.
Yendem-*e Caixal cora cera em |f
velas, fabricadas em Lisltoa e no B
S Rio de Janeiro, sorlimentos a ton- K
m tade do comprador, e j>or inaii ba- h
rato preco do (pie em oulra qual- B
quer parte : a tratar na na do Vi- g
gario ii. 19, segundo andar, esciip- ^
torio de Machado A Pinliciro.
SUPERIORES CHARUTOS DA HA VANA.
Na rua da Cruz n. I, armazem de I. II. Ijaeusly,
vende-se sii|icriores cliarulosda llavaiia.
LOTERA DE NOSSA SEM10RA 1)0
ROSARIO.
Casa da fortuna, rua Direila n. 7.
O proprielario da rasa arima. auiiiiucia que nao
leudo corrido a loleria cima no da 27, |ior ainda
reslar liilhrles, ocautelisla roga a.H amantes dcste
jogo que coiicorram a comprar o reslu dos bilheles
o cautelas, para o Ihosoiireiro com a maior brevida-
de marcar o diu iniprolorivol, assim como est a
venda nos lugares j annimciados, o na mencionada
casa, um .'..niplelo sorlimenlo de bilheles e cau-
telas.
Ililhetos..........I9OOO
Meios. :.........23000
Ouorls..........l2(l
Decimos.........8600
Vende-se superior potassa em bar-
riquinhas, da bem acreditada l'alirica de
Moma i Ba$tO, do Kio de Janeiro, a
qual veio no patacho Rio Tinto, entrado
em I (I do frrenle: trata-te no armazem
de lote'Joaquim Pereira de Mello, no cae
da Alfandega, 011 com Novaes & Coinpa-
nliia, na rua do Tiapicbe n. 54, pri-
meiro andar.
Moda do Rio de Janeiro.
Yen.loiu-sn pulsi'iras de marfun encarnado, com
F. Esporanca o Candado, a moda do Rio de Ja-
neiro; na rua da Cadeia. loja 11. n.
Taixas para engentaos.
Na fundicao' do Ierro de I). \V. Ilott-
ii)ii 11, na rua do Brum, passando o cba-
tariz, contina ahaver nm completosor-
timento de taixai de {erro fundido e ba-
lido, de ") a 8 [lalmos de bocea, as <|uacs
acliant-se a venda, por preco comino-
do e com promptidao' ; embarcam-se,
oiicarregam-seem carro, sem des|ic/.as
ao comprador.
AOS SENHORESDE ENGENH0.
O arcano da invciicao' do l)r. Edu-
ardo Stolle em Berlim, empregado as
colonias inglczas e liollande/.as, com
grande vanlagem para o mclliorainciilo
do assucar, acna-se a venda cm lulas de
10 libras, junio com o melbodo de rai-
prega-lo no idioma porlnguez : em casa
tle X. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz 11. i.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-M superior cal virgem, rliega-
da ltimamente de Lisboa, e por preco
muilo emeonta : no armazem do Caes
da Alfandega 11. 7, ou a tratar 110 es-
criplorio tle Novaes & Companhia, na
rua do Trapiche n. i.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua ta Cadeia do Re
cife 11. 12, ha muilo superior cal de-
Lisboa, ("ni pedra, assim como polassa
chegada ltimamente, a piceos milito
rasoaveis.
AGENCIA
i.\ ri'XDit;.\o i.ow-Mooit.
Rua da Senzala nova n. 42,
Ncsle estabelecimento contina a ha-
ter um coiiipleln sorlimi'nlo de moen-
d.s e nielas mociidaspara engenho, na-
chinas tic vapor, c laivas de Ierro batido
ecoado, deodus os tamaubot, para dito.
Ven.lo-se marmola.la nova em MMtai do I o
2lihras, caixinlias'com 2 o I libras de pai, ditas
com 2 o I libras ,1,, ameivas, caitas ruin massas li-
llas de i-i 1 ,'llinli.i. ludo muilo superior : na rua da
Cruz do Reoife n. f(i, derronle doSr. Dr. Cotaae.
Na rua do Tri|iiche 11. II. |irimoi(o andar,
vende-se o seguale : pasta de lirio llnrenliiio, o
uielh.ir artigo que se oonliere liara limpar os den-
tes, brauquoce-os e fortifica as gengivas, deixandu
I,mu goslo na horra o aura.lavel cheiro; agoa de mol
para os cabellos, liuipa a caspa, e ila'-lhc mgico
[uslre; auoa do pololas, esle mgico cosmostieo pa-
1,1 sacar 'ardas, lucs, e eiuliolosar 11 rosto ;' assim
oomoa tintura imperial do Dr. Brown, osla valio-
sa preparaban faz dos caliellos ruivos 011 hranros,
eoniplelainenle prelos c niarios, sem daino dos
mesmos, ludo |Hir presos eonimodos.
Fundicao d Aurora
Na fundicao d'Aurura acha-se constaiilemeiilo
11111 completo sorlimenlo de marliinasde va|ior. lau-
to de alta como de baita pressao, de modellos os
mais approvados. Tamlieni se apromplam de 011-
comnionda de quaquer forma que se |Kissa desejar,
rom a maior presteza. Habis ofliriaes sera man-
dados para as ir assentar, o os fabricantes, como
tem de coslume, auancam o perfcilo trabalbo dol-
as, e se responsaliilisam p"i quaquer dofoilo que
Bsa ncllas apparocor durante a primeira safra,
uilas machinas do va|mr construidas noslo osla-
lirlri iiiiriiin teein estado 0111 ronslaule serv ico uesla
prnvinria de^, dozc o ale desosis anuos, o ancuas
loem eligido mui iiisiguilieanles reparos, ealgunias
;ih; iieiiliuns absolulamente, accrescendo que ucon-
sumrau docombuslivel he mui ineoiisideravel. Os
senhoros de engenhos, pois, e oulras quaesquer
pessoas que preeisarem do macliinismn sao re|iei-
tosamenlc convidados a visilar o cslabelocimenlo,
em Sanio Amaro.
DAURORA
O. btarr a* Cmphl.
lli'~|M'ilo>,nni'iili' Hiiiiuiif-iain que, no seucsleiifto
elaloWhnenlo em Sanio Amaro, contina a faliri-
car, comamaior [erfpit;aO e promptidao, Indaaqua-
lidadc de macliiuiuiio para o uso da agricultura, na-
veiarafl e manuraclura, e que para maior oommodo
de seuti numenws fresuezes e do publico em oral ,
hu al>erto em um dos urandes armazeii do Sr.
M i--i| 1111.1. na rua do llrum, alra'it do arsenal de lUa-
I Mili.I, um
Depoito de machinan,
coiiHlruidaH no dito ku eslabelerinieiilo.
Ali aehara os compradores um complelo sorli-
meulo de moeudas de caima, rom Imlos os mellio-
ramenlos ( alsunsdelles novos e oriuinaes ) de que
a exiM'riencia tle muilos anuos tem mostrado a u
cewidad*'. Machinas de \a|htr de Itaixa e al-
ta pressao, taixas de lodo lamanlio, lano batidas
como rundidas, carros de inafl, e dilos para comlu-
xir formas de assucar, macbinas para moer mandio-
ca, prensas para dila, Tornos de forro batido para fa-
1 intu, arados d<> ferro ta mas approvatla conslruc-
caf, fundos para alambiques, criviw i? jHirtas para
ornallias, t* una iidinilaile tle obras de forro, que
sera' rnfadonbo enumerar. No mesmo deposito exis-
te urna pessoa iulelliucnle e habituada para recata
lodas as encommondas, etc., etc., que os .inmiuci-
antes roulantlo com a capacidade de suas ofliciuas v
machinis.no, e pericia de seus ufilciaes, se compro-
mellein a fazer exerular rom a maior presteza e
perfeicaO, B exacla couformidade com ou desenhos, e inslrui'coes, que Ihc forom forne-
eidas.
i \ I VIROKH.
>"enilo-se cal tle Kisltoa a mais nova do mercado :
na rua to Vinario n. 19, primeiro andar, escriplorio
de T. de Aquino l;onseca A Fillio, ou na rua do
Trapiche, armazem de Antonio A injusto da Fon-
seca.

DAVID W1U.IAMBOW.MAY cnieidiciro m;i-
ehfnitU e fundidor tle TeMio, mui res|ieili>samenle
aniiuncia aos senhores proprielaritw de emtenhos,
fazemleiros, e aores|>eila\el publico, que o sen esla-
hcletiinento tle ferro movido por machina de vapor,
na rua to llrum passando orhafariz, contina em
eireclivoexercicio, ese acha completamente montado
com apparelbos da primeira qualidade para a per-
feila nitifcrcao das maiores |tecas de inachinismo.
Habilitado para einpreheutler quaesquer obras da
sua arle, David William Howmau, tlex'ja maispar-
ticularmente chamar a atleuca publica para as se-
^uiules, ptir ler dellas Brande sortimculo ja'prom|H
lo, em deposito ua inesma fundicao, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem competir com as fabri-
catlasem paiz estranaeiro, tanto em preco como em
((iiiliilailc de materias primas e ma de obra, a
saber:
Mathinastle VttpOf da inelhor coustrucaA.
MoeutLis ile caima para cnuenhos de IimIos os la-
in,i M lio-, n u>\ idas a VlpOt por atzua, ou auimaes.
Hodasde anua, moiuhosde \enlo eserras.
Manejos iudepentlenles pan ca\allos.
Itotlas dentadas.
\ -uillinr., bronzes e chumaceiras.
T,av ilhn4>s e parafusos tle lodoi os lmannos.
Taixas, paroe^, crivos e horas de foinalha.
Moiuhtis de mandioca, movidos a mao ou |K>raui-
maes, e prensis para a dila.
Chtpil de fouari e fonuts de farnha.
Canos de Ierro, lorueiras de lrrne*le hronze.
Itomhas para cacimba e de repuxo, inovhlasa
maO,%or aDlnueaoa venlo.
tiuiiuhvles, uuiurhose macacos.
rrensashvdraulicas etle parafuso.
Ferraucns para navios, carise obras publicas.
Giluinn.i-, varamlas, gradea e poi loes.
Pnoaas le copiar carias e sell.ir.
(lamas, carros tle maearathwde ferro, ele., ele.
Alcm da supfiuriiladc tas suas tdn;is, ja' irral-
meiderecoubecida, l>a\i i iii.n> exacta couforiuilade cun os moldes v tlese-
ulitts reinellidos pelos senhtires que se tliunarcm tle
la.ri-lht......-ommcinlas, apro\eiLindo a ncca-i.i pa-
ra attraderer ao- -cu- uuiuerosos amiuos e fremie/es
| a pretei curia com que (em sido |or riles htmradti,
c aci:ura-lhos que nao poupara esforcnsodiliiien-
cias para conlinuar a merecer a sua conliauca.
Veude-se superior vinho francez brancoe lin-
io em harris, por preco roinuiotlo : na rua da Cruz
numero _(.
Vendem-4e ladi'lliei na traveua da Madre deDecn n. ic (i.
MACA'AS.
Na rua eslreila do Kosario n. 11, vendem-se nia-
caas a retalbo o em barricas i doce de caj, doana-
uaz, o de mangalia, em luirris, e dalas miomas qua-
lidades seccu, as libras: ua mema casa se dir quein
precisa do um caitoiro de8 a lOaimus. para tonda,
anda luesmo nao oslando muilo pralico un negoi-io.
$6 \ onde-se millio c familia em saceos: na rua ':{
;;; do Vigari.....27.
>: a#jtsaa-#
Winlr-st'uiiin bonita mulata tlu 22
iiiiuos, bem reforjada edo elegante
ia, queengomma sollritcl, cozeecor.inna,
lava e faz nula muito bem, lie dr boa
couiliicia, epor isso Itoa para teaperfei-
eoar; mu bonito pardo muilo fiel e de
boa conducta, oque sr aliau'a.lioiuolll-
cial dealfaiate r kihi para pogem ; dous
.lit.is mullo lious para lodo n srrtiro, e
so' se vendem para lora
y. -?3as*
i w\m
= =r9 o*
iwJi
o H ^ c ^
IHttlies
ira&i.lUl' z.j-.?-
:5s?l!g-|..fs.f|5,'&
n#Mi :i'"ii
!5'f= S.'- CTt. rr r. ^. J s -
* : v* S a.2 B- = I
rfirlSliiK!
= 3^='3s--|S'E:2sr'S
ESPERHACETE AMERICANO.
No armazem da Iravossa da Madre do lieos n.
I, vende-so o verdadeiro espermacelc americano,
om caitas dolida X\ libras.
CHAPEOS E OLEADO PARA PAGEH
A 5,000 i-s.
Na bija n. ,'), que tolla para a rua do Gillegio,
teinlein-se ehtpCOMdfl oleado parapagem, ui.Hlern.is,
MAUHOyilNS.
Na Iravossa da Madre de Deo, armaicmii.il.
vendem-se inarruquins de coressurlidos, par preeo
rommodu, em por;ao maior de 3 dunas.
IIEI'OSITODE DOCES DE(JlAlTlIAllhls. ,.$
jk) SECCOSE DE CALDA, E CONEEITIIS *
IM)CES DE FORA IK) IMI'ERIO. ^
\'emle-se lauto em porca romo arctallm. ^
n
o lindas formas, pelo baralo precede :|&600 rs. cada i em eaitinhas bem enfeita.las para mimo, o ."
un, assim como hitas escuras muilo enoorpadas rom ft barrilinhos de bons tamanlios, frascos de ron-
um pequeo Impo de mofo, pelo barato proco de \ 9 feilos, dilosoom fruelas da Italia, lalas con
-ii rs.o par. eiQOOO rs. a duzia.
Vendem-se charutos da llahia desu|ieror qua-
lidade om caitas de 100. c do iO por barato proco:
na rua da Ou/ u, _',.
\a ri buco.
O dono da talicrua da rua eslreila do ..osario n.
11, tem resolvido torrar os seus ceneros por menos
dinheiro do que em oulra quahpier parte, a saber
Institutos do soda e de aramia v indos em lalas ta In-
ulaterra, queijtK uovos, e outros muilos objTlos,
que sse iliz aOI frei;ue/e^ cjuando vieren comprar.
SACCAS COM FARELLOS A ">,;>00 i^.
No armazem n. I, lo (laes di Alfandeua.
l'AHIMIA SSSE E FONTANA.
Vende-sc nos arinazens de Tasso & Irinaos : n.
rua do Amorim.
Vende-se o lioni arredilado licor de Absiiith. o
Kirssehc na rua da Cruz n. -'.
VcikIivsl' I'.ii iiIhi nota ilf llalli-
more: a I ral ir rom o bnratciit) Silva Lo-
[X's, ua porta da alfandega.
NA LOJA N. (i, DA IIIJA 1)0 t:itESPO,
HA AS SEGUINTES FAZENDAS BA-
RATAS.
Vendem-*e cortes tle vestido de camhraia com ba-
bados. a6s(i rs.; dilo>com barra, a.VSMNIs.; pe-
ca de i ni lo .11,1 tle salpico-, hraucus, a WMI e .7)000
i^. ; corles de eassa chita, a 2H400 rs.; lito com bar-
ra, a ;;-sm rs. ; dilos tle cassa franceza, a 39900
rs.; corles tle chila com barra muito lama que (em
13 '; COVadOB) a .7)0tK) rs, ; pecas tle chita escurase
claras, a ficOOO i>. a peca e UM rs. o covatlo ; |>ec,as
de cassa tlequadrosa -p.OOrs. a i>efae *0rs. a va-
ra : na rua do Crespo n. ti. .
1,280 c l.iVO BA 1)0 CKESPO N. t.
Supriores ctdterlores tle aluotlao, oscuros muito
encorpadoseuraiidt-s.proprhtsparaescravos, pelo di-
minulo preco tle liKO e l^.t r>.
i,-,,,,-,,,,,,.-,,,,,,,,,.,,.,-...,...................,,.
gela de goiaha c arae,a, bolinhos lieni feilo *
fli de ditersas qualidades. por preco conimodo: *
na rua da Cruz n. 21, confronte ao ehafariz. :{
Venden>W saceos com millio, novo
e por preco commodo : a tratar no Tra-
Sl.'lu' (lo Ciiulia.oit na loja da ruada Cu-
ela do Recife, na esquina do beccoLar-
go ii.aMi.
I Vcndem-se i eseravos ni.ii.i~ de bonitas liga-
ras, proprios para todo servieo, ouannazeinil.'a-
' socar, t cabra deidade de 20 a t\ annos, de bonita
figura, que engomma e cozinha, I mnlequo .le ida-
de de 18 anuos, o I escrava quitandeira : na rua
Direila n. 3.
__ Vende-seo deposito de assucar da rua Direila:
a fallar no mesmo n. H.
Vendom-e 2 taitas notas de forro fundido,
com 5 palmos e meio de bocea: na rua do Puseio,
loja u. 21.
Veude-se una amarra de linhocm milito li.uu
estada e muilo em conta, unta porfo de ferros para
fundir, urna porco de folhas de flan.lres om cait,'*
para forro de fazeudas, milito era conta, n-tll e a -VI
rs. cunio se ajuslar a folha, una jarra do madeira
rom arcos de ferro uiuitu grossos que serve, e foi do
agua, ou para aluuma venda para de|iosllo do a/.i-
lo ptser muito forte estanque, ludo |mr prero cnii-
niodo; urna poroso de folhas de robre novoevellio
para natos, ejiregos de dilos vetaos: na ruada
Cadeia do llaeife n. .">!.
Vende-se nina crioula de It anuos, cose, en-
giimina, he recolhida, boa para urna sonhora acabar
de educar : na rua du Collegio n. 21 primeiro
andar, se dir quem vendo.
:a
ES CHAVOS FGIDOS.
I i. primeiro andar
Ventle-se una mulalinha de idade de 13 an-
uos, honila lisura : na rua da Cruz u. .">3.
CAL Mlllii:i! I: LISBOA.
\endein-se banis com cal de l.islioa em |M'dra,
. ,. i i i cbeuada ih'Io hriiue ,\oro lenrcdor : ua rua de
para o mallo, um dos quaet be muito bom canoeiro; Vcadeib-aim laixos dovos, proprios para
doill ca/aesdecscrat os, Ihiiis Dar lervicO i n*BH. r "', <* lamben, novo, pintado, o cora
, .1. jtidros, proprio para doposilo, l.inln para pa.lana
Oe campo OU' para al;uin sitio por en- romo nara oulr.....lalnucr eslubelecinienlo : na rua
tenderen) depfantaco'ei; tres pidos Ihiiis
MOENDAS PATENTES DE A. EE
DE MdRNAV.
W Era rasa de llolhe & Itidoiilac rua do V
aA Tranirhe u. 12 acham-ae coiislanlenien- ?
I? te a venda MACHINAS INTUIRS E T!
ff) MEIAS MACHINAS de varios lamanhos dj
,*, dcsla couslriictao. Eslas MOENDAS tom (ifj
a vanlagem do etlrahir das raimas, por *"
A cima del5 POR CENTO DMiaeaJdo duque {ff,
2 as ordinarias, rom a inesma forra motriz. ,J,
ff Acham-so lamben! na inesma rasa TAI- W
(*, XAS PE FERRO do mmlolln superior, o (V*,
V ARADOS TODOS DE FERRO da aere- Z
Pl .litada fabrica de RANSOM E MAY. W
V.....lem-ee os verdadeiro- -rllin-ini.'l.'/.s, pa-
tente, de mola e sem ella : na rua daSenza la No-
va n.42.
Vende-se a taberna da rua do Pilar u. 113:
a traanla mesinn rua n. H'>.
|>ara campo ou sitio, i.ni los mines lie
>om oleiro < mestre de assucar ; e se
tenilcr.io' poiprccosciiiiiiniHlos, segundo
Uugurat e qualidade*, pois lie para li-
quidarj na rua dos quarteii n. 21, si>
gundo andar.
OLEAIKIS PARA MESAS.
Vcnilcm-se oleados para mesas pa
tlroeus lionilos : na rita do Trapiche nti-
mei-o i8.
PARA RAILES DE MASCARAS.
Vendem-se ricas mascaras tle rera, e de rame :
iia rua ta Cadeia do Hecife, loja de Joaoda Cunha
Ma gal hites.
RAPE PALLO COKEIHO.
Vend-te rap Paulo Cordeiro, em li-
bias ea retalbo; na loja (le Antonio Lo-
pes Pereira de Mello, na rua da Cadeia
n. 7.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO
Aos 20:000,000 de reis.
Na casa feliz, dos qualro cautos da rua do Quei-
iii,i,ln ii. 20, tendem-se os iniiiln feli/os bilheles
meios o cautelas da 12. loleria loSantissmmSatTa-
meiilu, cuja lisia clicua al o .lia 1 .lo me/ .le fete-
i'-iiii sendo constantemente |ielos procos abaito
declarados.
Bilheles..........225000
Meios bilheles......1 IgODO
Ouarlos...........V-MWI
Oilavaa..........2SK00
\igosimos........19.100
CAMAS PARA MOSyinKIHOS.
edr do rosa, azule verde : un rua da Cadeia Velha
n. 38.
Veiiile-so 2 lindas escrutas, crinlas, de 16 a IS
anuos, com algumas halielidados, nina .lila paran
si-rvico doquilandoira, nina parda q.ie ene.....nao
enriaba, o um mnlequo do 12 a 20ann.K que culn
do do conidia : na ira i-.lrnla do lloario n. 2M, se-
uunilo andar.
Vendem-se enhcrlnrcs escuna o furtos, |ielo
baralo proco do IgOOO rs.: na rua do Crespa n. I.
ao lado do arco do Santo Anloiii.
Ih^tapparoceu no dia 2ti de Janeiro, pelas I"
mras do dia una escrava |Mir nomo Albina, n.ilui'al
. lo serlao de idade 20a 22 annos, pouoo mais ou
Vendo-so cii liv'sson nacional de primeira menos, cornos sigunesseguiulcs: altura e grussura
0 qualidade, om laias de 2, I c H 5 em hiles a jf regular, bem jiarocida e com falla dedonlos na fren-
v; toiita.lo.lo comprador : na rua do Trapiche tj)j le, Icteu vestido de chita ruta com flores hranrio,'.1
panno da Costa azul : roga-se as autoridades |ili-
ciaos ecapiles de canillo a caplurado dila e-srav.i <
de aconduiirein a rua da Madre do Dos u. 22. uo
a rua do Encantamento u. II, queso reconnieusan
enorosamente; su|ipoe-sc que esleja acuitada om al-
guma parle.
Ilesappareceu no dia 21 du correle um piolo
Caattnge, de idade 10 anuos, punco mais ou ni......-1
letn caifa de brim de lislras, tollia, cainisi branca
do madapoln, chapeo de pello vclho; este relo
he padeiro c eutende de ludo o solviendo nina pa-
dana: quem o pegar, leve-o a rua Direila u. lili,
I..ni.u i.i de Anlonio Alve de Miranda (julmaraes,
que sera bem gratificado.
la Scuzalla Velha u. 88.
/* PANNO FINO DE CORES. *
W Na loja du sobrado amarello nos qoalni /
j- ranlos da rua doQueimado n. 29. ha |iara T
. vender panno de lodas as rores iniiilo fino /^
W) e novo, que sen valur real he (ijOOO rs., vK
fi cadacovado, o se vende |iclo baralissiino f.
^V preeo de igOUO rs., islo por haver grande 2
$ [Hirciio, e queror-,e vender do prosea. ^,
ulaix)ciu:spo\.2>.
Vende-sc merino prelo e de r> vado, i'.uino prelo de muilo boa qualidade, a 5II0
rs. ; corlea de eassa de cores, a 9000; dilos le
meia casemira a a iteOO ; dilos de casemira a .Vskxi;
sarja prela muilo superior a 5210 ocmado ; sel ni
de maceu leuilimo. a :.v>ini ; ehilas prelas c de co-
res escuras |or preros com modos ; riscados freneezes
largo*, a 200 rs. eeulres muilas Tazendas baralait
para fechar eonlas.
CIIAPKOS DOCHILI.
\ i'inlriii-MM Ii.i|m'(- do Chili de lodos os lamanhos
c qualidades, por pret;o muilo baralo: ua rua do
Crespo u.&l.
Na rua da Cadeia do Hecife loja de ferracens
tle Vidal lem mu soi lmenlo de ferrayem paro lodos
os misleres, assim romo bons ferros para fazer hos-
liase iKirliculas, Icsouras.para corlar dilasparl.ru-
las, brat;equeuos |iara balanza de haleao, do
autor KumSo, escri>anmhas de lalao proprias para
irp.ii ici'm's publicas, iM'iieiras de rame pAVlusue-
zas e inulezas, proprias para relinacese podaras,
ftdes para ferreirosde lodiw os lamanhos do niel hor
rahricante iualez, lesouras para jardim e cerras: to-
dos eslesohjcclos alm de oulros mais se vendem por
presos muilo couimotlos.
Vemle-se, ptir precisan, urna mulalinha de 18
.uni, pmpria para moramba; cose a I mima eousa,
fdz renda e cozinha o diario de una casa : a fallar
na rua do Vivario, armazem de .k-ik.ii n. 29.
RAP DE LISBOA A 10 RS.AOITAVA.
Dinlicii-o u visi;i.
Na rua do Queimado, loja da esquina to Immto ta
Coonega^o n. il. vende-se ra|w do mais novo que
eiisle, ni mercado, cheuado no ultimo navio.
Vende-se no armazem da rua da lrn\e*a da
Madre de Dees n. IK, pedra marmore de 14 pole-
tatlas quadratla<. branca e prela, por preco com-
imisilo.
JIFOTOOT) r.7c gratlica^ao'
Nodia 12docorrenle mez de Mezemltri
desappsarereu um neRro tle ut>me Jauuarin,
I fulo, de itladc, |>ouco mais ou meiuts tle JO r\
| a I") anuos ; com os sRiiaes seuuiules ; al- XA
(ura e erossura regular, bastante barbado, Jj
| com falla de denle* na frenle, meio rambe- J
i la, levamlo chapeo de palha oleado tle pro- ''.
(o; eujo esrravo toi comprailoa UippoUlo >j
Caciano d'Araujo, morador un enuenho (\a~ Pf
bac,as, lenno da Campia (iraude. Esto es- !&
| cravo foi setluzdo ilo eiiKeuho i'orriuba |Mtr \jk
Loureuco Bentu da Hucha, seniibrauco de ^J
! idade > annos pouco mais ou menos, allu- <
ra resillar, seeco do eor|M>, rtwto corado, lem '
I bstanle barba mas rapada, cabellos prelus, ha
j olhos meios gazios, falla tle um dente na U
frenle. Sahiu cum um chapeti de palha do I
chile, e montado cm uro cavallo ru^o-eardao,
I lamltem desapparecido do mesmo eogmho :
quaquer pessoa que o pesar tinga ao sen
senhor Joao Jos de Medeiros Correa no i
mesmoeiiRenho Torriuha, e na ridade da Pa-
radina a Jaciido Jos de Medeiros Correa, [
I que sera' reeompensado. Assim tambetu ru- i
ga-se a lodas as autoridades de polica a cap-
luradodiloesrrav._______________
AVISO.
IVsnppareceu da casa do abaiio assignado, no
dia sexla-feira 17 de dezembm, um esrravo, cabra,
natural do Ass, por nome Miguel, represenlainlit
lcr2aiiuo-t tleidde, eom os signaes seguintes :
eslalura regular, cor| reforjado, maos e jm's urau-
des, temi o dedo grande do p baslante separado
dos outros, sem Itarha, rosto triangular, olhos pe-
queiios, tientes limados, e falla um pouco fanhosa ;
levou camisa de riscatlo ron manyas curtas, calca
dealgodao azul e cha(>ode palha. I^vou juntamen-
te urna salva de prata la>ratU com as iniciaos A. V.
S. B. enlacadas do cenln, B>peOBndo 217 oila\a>:
mga-se a quem a inesma sal.a for olTereeid;i. e .i
Suem poder ap|tnheii||er o dito esrravo, tle o ni.iu-
ar entregar a sen wnor, ua rua doCadetado Re-
cife n. 0, ou nosiliodesua residencia em Iteml-a,
cn frente dn ^i\eiro, que pi-ometle gralilicar rom
uenerosidatte,Antonio l'alentim da Silva Bar-
roca,
Por, i Typ. de Bt.F. 4o Furia, 1


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00218


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Full Text
ANNO XXIX
QUINTA FEIBA 3
DE FEVEREIRO DE 1853
ti. 27
DORl0 DE PEMAIBICO.
FB.EIJO DA SUBSCRiriJAO
Sulracrove-w a 15*000 por auno, e 1JOO0 por
quartel pago ailianlado, c 8500 |K>r quarlcl paKo
>encido, na casa lo mu priiprii'lario, M. h'iyueira
de Faita, na praga da Independencia, na. 6 c 8, e lio
Kio de J. casa do Sr. Joao Pcreira Marliun.
Balda o < r. Duprad.
Marei i< o u Joaqnini Bernardo Moncinra.
I'.ir.iliili.i o a Jos Rodriiiuc* la Cosa.
Natal Aracaty a a u Antonio de* Lemos Braca.
Ceara' u (uilliernieAuauslo d Miranda
M.ii.inlian o ti Joaquim Marques Rodrigues.
Para' o o Jusliuu Joia Ramos.
cambios ni l di nvEHniio.
Sobre Londres a 28 X a 38 */. d. por 60 d. v.
a Pars, 335
(i Lisboa, 95 por rento.
Ouro. Un{a hespanbolas. .
Montas de l800vclbas.
de 68*00 novas .
de 48000
Prala. Patacoes brasileiros. .
Pesos columnarios .
a mexicanos .
AccScs do Banco. .
Descont de Ledras .
anooo
lid KJ0
I 5000
98000
18920
lino
18800
8al2
MOTICIA UTAMOIDUI.
Portnc.il .
Ilmpanha
Franca. .
Blica. .
Italia. .
Alemanlia
Prussia. .
Dinamarca
Russia.. .
Turqua .
4 de Dei. Austria. . 3 de Du.
8 de Suissa . 3 de >
B de Sueria.. . 30 de Nov.
4 de i> Inglaterra 8 de Dei.
4 de E. Unidos 20 de Nov.
3 de Mlico . 8 de
3 de California 25 de Oul.
1 de a Cliili . 1 ele Nov.
1 de Buenos-A. 5 de -l-iiii
27 de Noy. Montevideo 5 de
NOTICIAS DO IMFEIUO.
Para'. 30 de Deibr. S. P. do Sul 2 de Janr
Maranbao 5 de Janr. Miuas. ... 2 de
Ceara'.. 24 de S. Paulo 6 de
Parahiba. 21 de . RdeJanciro 14 de n
Alagos 19 de Janr. Babia. ... 19 de >
FABTIDASDOICOIUUIOl
Olinda, lodos os das.
Victoria, as quintas friras.
Caruar, Bonito e (jaranbuns, nos das I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, EnieUrirurv,! 13e28.
iicii.inii.i e Parabiba, segundasescilas.
Natal, quintas reiras.
DAS DA SEMANA.
31 Segunda. S. Pedro N.
1 Terca. S. Ignacio b.
ni. ; S, Pionio.
2 (liarla. ** Purifi-
cocio da SS. Virgeni.
3 Quinta. S. Bran b. ni.
S. Celerino diac.
4 Seita. S. Andr Cor-
sino b.
5 Sabbado. S. gueda
v. m.
0 Doiniugu. da (Juiqua-
gesima.
AUDIENCIA.
Tribunal do Commercio.
segundas e quintas.
Ilelaeao'
tercas c sabbado.
Fazendh
Ierras eseilasas lOboras.
Juizo de Orphnot
segundase 5. asIO horas.
Primcira vara do cirel
tercas e ao meio-dia.
Srgundatara do cirel.
quarlas e sab. ao meio-d.
EP
Feverciro. 1 Quarlo mingoanlc as i lloras, 21 mi-
nutos e 33 segundos da manhaa.
u 8 La nova as 3 hora, 13 minutos e 33
segundos da mauhaa.
ii 16 Ouarlo crescenlc aos 41 minutos c 3
segundos da inanbaa.
u 23 La cheia as 5 horas, t minutos e 39
segundos da larde.
PIIXAMAB DE HOJE
Primcira 0 e 30 minutos da larde.
Segunda 0 e 54 minutos da manha.
PARTE OFFICIAL.
OOVEBMO VA. PHOVINCIA.
Espediente o lia 36 de Janelr. da 1883.
Ofllcio. Ao Ejm. presidente do Para, ramal-
leudo copia do ofllcio do juiz municipal supplrule
da primcira vara desla cidade. dando parle de nao
haver ebegado a esta capital o senleuciado Manuel
Goncalves Gil, qued'aquclla provincia fdra enviado
a bordo do brigue-escuna Uuararapti, c bem assim
da resposla dada pelo comniandanlc do referido bri-
gue-escuna. Rcmclleu-so copia da mencionada
resposla ao referido juiz municipal.
Dilo. Ao cumulando das armas, Iransmitlindi
por ciipia o aviso da repartirn da guerra de 7 do
orreule, no qual se declara haver-sc conceilido un
mez de liecuca com sold e clape ao segundo cadete
dacoinpaubia de cavallaria desta provincia. Lou-
renco Justiniauo Jorge tioncalves.para Iralar desua
saude.
Dito. Ao niesino. Irausmillindo, |>ara que le-
nli.uii o convenienlc destino, as guias dos alferes do
nono li.il.illi.iu de iufanlaria Joaquim Antonio de
Muraos e Jos Marllns da Silveira, as quacs fnram
enviadas com aviso do miuisterio da guerra dalado
de 11 do correule.
Dilo. Aomesmo, enviando }ior copia o aviso da
repartirn da guerra de 29 de dezenihro ullinio, de-
clarando qual o destino que dovcni 1er as pracas de
prel dos cornos ein (narnirSii ncsla provincia, que
hiram julgadas incapazesde continuar no servir do
curato.
Dilo, Ao cnsul dos Estados L' nidos, dizendo
Juc pelo seu ofllcio de 21 do correule, llcou inlrirailo
e haver S. S. regranado esta cidade da viogeui
i|nr iiy n>. Estados Luidos, e de (ecohlido uiellio-
ra na siurMUide, o que inuilo eslima.
Portara. O presidente da provincia leudo em
consideracao o ofllcio que lhe enderctou em 17 do
torrente o director das abras publicas, sobre nao ler
nariiMiui.me da obrado stimo lauco da estrada do
sul Joto Paes Brrelo mandado construir una bom-
ba no referido lauco de estrada, cuino era obrigado
pelo conlralo que rclebrou rom o mesmo director em
12 de ouliibro do anuo prximo lindo, resohe, nos
termos do rtico 31 da le provincial n. 286 de 17 de
man..I.- Is.il. nan so rescindir o inencionado conlra-
lo, visto que o sontadilu arrematante, leudo ohlido
ilous mezes de prorogocao dn pni/o concedido para
factura da mili bomba, nao a mandn apromplar
al odia 15 desle mez. lempo ein que evpiou em
......j.i.-.i.i. romo lainbcni inullar o contraanle Joan
aes Brrelo na quantia de ttet.il rs.. equivalente
a decima parle de 13(8"il2rs., valor |Hirqnc fui con-
tratada a dita bomba, e ordena que a imporlancil
dessa mulla, na fallade promplo pagamento, soja co-
brada execnlivamenlc. proinovendo a dire -Im ia da)
obras publicas a faclura da lamina |ior administra-
co, de confonniiade com o disposlo na secunda
pal le do arliuo 32 da rilada lei. I'izciam-se a res-
Milo as neressarias coiiimuiucucoes.
dem do da 26.
Ofllcio. Ao commando das armas, dizendo que,
\islo mi scieni mais precisos no hospital regimeu-
lal m serviros do doulor cni inei'icina Icuacio r r-
.....Xavier,"niande-o rousiderar desoncrado da rom-
niissiio em que se achava emprestado. Cunmuiii-
. ."i ... a lliesouuii'ia de fazeuihi.
Dilo. Ao mean, reiiiellriido, aflm de que lenha
odido cumplimento quando a parle rcqiiriei
com|ielentcniiMilc, ninia do av iao do uiiuislerio da
-iiimi.i .le 9 de novembro do anuo prximo pmtdo,
mandando dai baila ao esrravo de Jos liancisco,
Ribeiro de Snuza. que consla achar-sc rom prai.a
nin noiiie supposlo em um dos rorpos da cuaruicao
desla provincia.
Dilo. Ao mesmo. Iransmilliiido, para serallen-
dido sem detrimento do serv, o reuerimenlo do
adiuinislrador da imperial capell* de Sossa Seuhora
da Assumiicao na Estancia, pediiulo una guarda de
honra para assislir a fesla ilaiiicsma seuliolM no da
2 de fevereiro prximo v iiidoun
Dito. Ao majiir rnrarrecado das obras milit
res, para que, de conforiuidade rom oquercquisloii
o in.neeti.il elimnale 1.1 ii le das armas, mande S. roe
ladrilhar as rnm|ianliiaH do quarlel do Hospicio, on
de eslo alojados os balalhoes srgundo e nono de
iiif.ini.il ia. luleirou-se ao mesmo marechaj
Dilo. A lliesouraria da fazenda provincial, pa-
ra mandar adiantar ao rommaudantc do corpo de
policia, conforme reqiiisilou o niarcchal roniinan-
danle das anuas no ofllcio que remelle (Kir nipia. a
quaulia de tOB rs. |uua orcorrer ao |iagainenlo dos
sidos de 10 pracas do mesmo corpo que deslaiam
liara a enmmarca de fiaranlinus. Parliei|Miu-sc
ao referido marcrhul.
Dilo. Ao iii.ijiii Alexaudre tiomes de Arclo
Ferro, inemhro da commissao uonieada3para exa-
minar as eslacoes de inariiiha dosla provincia, di-
zendo lirar inleirado de que acha-sc o primeiro cs-
criplurario Jos. Icuacio Soares de Macedo, iior suas
molestias, im|iedido de fazer parte da lila coininis-
sao, e lecommendando que S. me. entendendo-se
com o primeiro escripturario Jos llenriques Ma-
chado d principio quanlo antes ao referido exame.
Dilo. Ao juiz de paz da freguezia de San Jos
desla cidade,acensando recehida a copia, le S. me.
remetleudaqualilicacao daquella frecuezia no cor-
reule anuo.
Porlaria Ao director do arsenal de guerra.
suas pi "lirias maos, durante a sua permanencia no
e.i ai ii-in-i niel 11.1, toilos os ii a liallms c operacoes de
Tanjcio, que Ibes forem rommcllidos. Desle modo
nao Minenle se fortifican! nos hbitos da sua prolis-
so, mas adquirrm ao mesmo lempo a destreza ma-
nual! a- forca pbysica, e a iuslriiccao pralica que Ibes
convem.
Os mclhodos e ojieracoes de cullura adoptados as
quintas de eusino, devem ser semprc rarionaes e lu-
eralivos.
A administraco s conlrala com aquellesagri-
cullores que flzcriMii urna judiciosa applicacao da-
quellcs melbodos, ecuja capacidade lano moral ro-
mo agricola, leulia sido demonstrada por faclos ir-
recusaveis.
Quando qualquer deslas condicOes venha a falle-
cer, a ndinhiislrarji rescrva-se sempre o dircito de
lesciudir o conlralo.
A superintendencia das culturas lias quintas de
ensino |hm lenee ao cerenlo das inesmas quintas.
Mas junio delle he collocado um rhefe de Irahalhus,
nomeadoe retribuido pela administraco, para oau-
iliarcomos ?us conselhiM, e para dirigir presen-
cialmente as operacoci ruraes, sempre de acord
com o gerente.
O dicte de Irabalbos, proporcao que estes se
forem execulaudo, ex(nir aos aprendizes as doiilii-
rudimenlares que serveni de fundamenlo aos
para fazer rccolher aos armazens daquclle arsenal i mesmos Irabalbos. Na ci|iosico deslas doulriiias di
... -fijeclos i.......mu el", na relacao que remelle, os'
quaes lhe sero mandados aprcscular pe" mare-
chal cominandaiile das armas.
felarau' a i/ae te refere a orlara d'iinm.
HOespincardas do adarme 17.
11 palrouas miiii correias.
18 'hiviiiules.
27 libras de plvora.
67 lilas tic chumbo.
Parlicipou-se ao referido marerbal.
Dila. Ao ageule da conipauliia das barcas de
vapor, para mandar dar passacem para a corle, por
conla do enverno, ao primeiro Icm
Francisco Duarle da Cosa Vidal.
ile da armada,
EXTERIOR.
va tdOpUT-M i m-iiorHiinpliriihido c clareza, evitan-
iIo-tU ruitliHiosaniciilo ciiiprciio -la. uuM,encliluri
m ipililica, c ocle i|tme|iicr prhiripio* ou racion-
niiw, que nao |HJssam ser promplameiileoniprchen-
(Udof |>clas mu- valnra inlelliienrias.
Denle iikhIu o cnsuio nraliro dos aprpndiws lie
fomplolado | Alia ruiiiprolieiiiMo, cao mislcr que ellw devem
exercer.
Vc-se|K)s, que a* Djulolll de ensino devem for-
neeer perMlicamenle um ccrlo numero de cultiva-
dores, de aheaOes, o de maioraes instruidos, que hao
de espaldar rom oexemplo. as divcrsan localida-
des onde se estaltelecerem, as nocoes c pralicas da
ullura musapeiTeiroadas e lurrahvas. eque quan-
sc puder esleuderecompletar estes>slema
PORTIGAL.
VIIlll**lrrlo iliis olir:is |Mihlit :is .mi
iiicrrlo r liiiliiHlrln.
Seuhoia O decreto que os ministros da conia
em submelter ele\ada coiisidcraco de Vossa |fa-
Uestade, lem |tor olijeclo a onaniac,io do MM.D0 ;i-
uricola.
A nccessidaile desle ensino lie zeialni'ulr reco-
nliecida, e \ossa mauestade nao pode dei\ar ile cs-
IcudiT mao proteelora i primcira e a mais mI.iI de
Unas as indiislrias, a industria rural.
Suliinellida a autorldade da-> Iradices, cuiada por
platicas auliuas, quasi solada n.....eio dosmmpos.
e abandonada a si mesma, esta induslria a|>eiias (em
(Hidido e vilisacao, e dos jiroure^sos da scieinia, quu lao \an-
lajosos e prestadlos li\>m sido as industrias falire*.
O fomealo que A agricultura recclieu das pro\ i-
deules leis que o auuuslo |>ai de xossa maueslade
cnucebera e (iiclra nos proprios arr.iiaes das BUSNs
lucias ci\s. mal puder susleiilar-se ein prexenca
iilemeule inlrodu-
pas, senao Tor
lempo
o |.,n/ lia louu
.i^i ii uliiii,i lie coulie-
dos mclliorameiilos aaricola
/idos na maior parle das u.ir
OliHulo |hm insliltiinics qm
reda n.
(> mal que alHiue a uossa
cido.
Os remedios proprios para ilflbellar este nial con-
sislem em ililTundir a iiislrucco auricola, e n'um
s>slema aperfeicoado deviaco, na 01 anisaco do
crediio rural, e na alodalidade da Ierra.
Os ininislros de VOIU maeslade ineililam sem
descanco no desenvoKiuieiilo desle complexo de fe-
cundas providencias.
O ensino auricola aeba-se boje lanamente derra-
mado em lodas as na^es cultas iliini ciu luda a parle escolas pralicas. instituto'
Dilo. .Y tliesouraria de fazenda. para mandar agronmicos, tiranjas e quinlas evemplans ; borla
pa(?ar ao major reformado Jos Anlonio Uarlwsa o c\|rerimenlae* e de adimalacao ; conselbos, eomi-
seu sold desle mez, \islo ler elle de seuuir para a I eU e Metalada aurculas; ev)iosines, premios i
colonia de l'imenleiras, na qualidadede seu director i feslas ruraes.
interino. >*o meio dcste ucral mo\imenlo lie iidispensa\el
Dilo. A' niesiiia, Iransinillindo o avifO de uma I que nao liqueinos estacionados; lie imlUpe
lelra na imp uraria de fazenda da provincia do Kio Grande to masas deinais industrias, 6 ministra alinalo a I
norte sobre a desta, e fa^r de Joao <:iir\sostuino
ile Oli.eira. Parlicipou-se ao Bftiu. presidente
daquella pro\inca.
J)ilo. A' mesma, reconiinendamlo, de conforiui-
dade com o ofllcio que remelle |Mir copia, do uuie-
< bal commandaule das armas, que mande imlemni-
sir ao rapilao Jos Joaquim de Barros, no caso de
estar nos lemos leuac* o domnenlo que lamben, re-
melle, da quantia de 'sViO rs. que elle despenden
do primeiro de auoslo a .11 de dumbro do auno
prximo lindo.comluzes para o destacamento do l,i-
moeini. Parlicipou-se uo inarecbal co.....laudante
das armas.
Dito. A mesma. inleifando-a, atim de que faca
onslar ao administrador da recebrdoria de rend.is
inleruasueraes. le Iwner comedido dousinezesdc
liecuca nu forma da lei, ao amanuense da moma re-
cebedoria Jiuiquim Jos de Souza Serrano.
Dito. Ao cnsul dcS. M. Brilauicu nesla cida-
de, acensando receido o oflicio de boje, em queS.
S. solicita a inlervencao da presidencia, para aneo
iie.(ociaiilc brilanico Jobn hlliol (Missa obtei p.issa-
porte para rcaressar a provincia da Babia, mide he
residenle, Hm que llie wja preciso salisfa/er asevi-
ficiicia que i S. me. respeilo llie foram feilas |iela
auloridade policial, e declarando em resposla, que
esse ciiladoiHMle com a fiuia que Irouxe d'aquella
provincia |iedir o referido pasaporte, no quesera
aUendUo pela nibrclila auloridade |>olicial.
Dilo. Ao chele de |>olicia, ileclaramlo que. a di-
vida de que pede pauaiuenlo 0 delegado wppleute
deSeriiibaein. j fui salisfeila em -fi dejulbo e I!
le a oslo do auno prximo passado, seuuudo infor-
mo:i a Ibcsouraria de fazenda.
Dilo. Aohispcclor do arsi-nal de mariiiba, di-
zendo que pude contratar com os macliiiiistas I-.
Slarr & C, |>elo pceo mencionado na propmla que
acompaiiba o seu ofllcio de lo do correule, a faclu-
ra do foao de ferro para o briuuc itamaraca'.
Djto. Ao dir do arsenal de uerra, recom-
mendaiido, em \isi !<. ipie represi'nlou inepeeler
da besoiiraria de fazenda, que de aceordu rom o
mesmo ins|icior d as providencias necex>aria-, pa-
ra que a limpeza la rea do etlilicio m'cupndo pela
dila lliesourariaeoutrasrepartit;es, si-ja feila pelos
serventes daquclle arsenal, sem maior dcs|iendio da
l.i/cinlri publica. Coiumiini>-ou-se ao mencionado
inspector.
MARGARIDA
AMOHEft. <*>
Xmili* Oirardin.
totu
GAPITL'U) XXI
Seu marido 1 elle I exelomou madama d'Ar-
z.ac, langando sobro Roborlo um olhar indigna-
do ..esahio fechando a porta com violencia. Ko-
liraudo-seellafoi repolindo muitasvezes : ooilada,
est louca 1 est louca.
Macand um momento enIrislocida, tranqui-
lisou-se logo, o aproxiraando-6e de Boberto disse-
Ibe para consola-lo destn injuria :
Ella o amar... Mas Eslevao nuo larda!...
Meu Dos!
Neo convem que elle a aclie aqu, PeapOO-
deu Hoberto, venha depressa. cIaincGasUio.
Para oude. irei ?
(') Vide Piario n. :t.
dasasarles wja esclarecida pelo farbo d
e guiada por ino. babeise experimentadas, be in-
dUpenaavel que ella acompanhe clTilba^ao do no-
vo lempo, que viva COM a nova poca, eque se
Iranafornie aaperfoleoe com ella.
_A uossa auricullura sera infallivelineiite ani-
quilada na luda do urna concoirencia ine\ila\el,
seocuslodas suas produccoof llfto for diminuido
proareaiivamenle
E para que este resollado posu obler-sc he inisler
une os proeeaaOB de cultura sejam racionaes, em ve
deroliuciros, e que as pralicas fatalmente BUIotM
das pelo lempo sejam substituidas, ou nwdllkada
|elos melbodos e 0penc4ei que B ciencia dos lacios
t 'l,i- nvperiencias rec.......leuda.
NeaM iiinin.iroes importa porm proceder com
urande ilisceniimenlo. h como os iuleresses do pro-
ductor podem ser iuuabneute lesados, quer (icio sen
aferr as usanzas auliuas, quer pela sua alleir.m bu-
persticiosa aos prncessos modernos, (o la a cir ums-
Ih-ccIo he pouca na escollia e adopco deatea meios.
Para salisfazer cabalmenle a UMaaaa necessidades
da indnslria rural etabelece o decreto I res unios de
eusino: u ensino meclianico, o urlistio
tilico.
1. na verdade a auricullura |Hdci
baliodelrea divenoa aspectos. P
como oflbio, como arte e como telenda.
O ollirio apreude-se pela imilaco e pelo exemplo.
He nina 0pr$*d%aem fcil, qm- pode adquirir-sc
uu meio das OperaoBea t Irabalbos ruraes.
A arle precisa casar-si> coma scicucia. aliui de
que as pralicas se baseein nos principio-, da llieoria ;
precisa* nao s conbecer as suas dlveraaaralaeOea
os sNslemas, os melbodos e os processos auraris,
mas penetrar as ra/es, q nos fuidameulos scien-
lilicosdaquelles processos.
A scicucia linalmenle estuda, profunda ai leis da
producran vecelal e animal, e inlroduz, fuuda evperiencia, novos sistemas, melhora osanliuos, e
Um ..i a industria auricola no caminbo de um a|>er-
leicnamenlo racional e pro'_'res-.i\n.
A inslrnccao de primeifo uro be recebida as
ui'.ni;;i- ou quintas de ensino, cultivadas por parti-
culares.
A admiiiislraco contrata com os auheultorcs bc-
renlcs destas quintas a admissOoe o liroi'inio de um
certa numero de aprendizes. Esles excrutum |Kr
d
ensino, iustiluindo nina quinta em cada dislrcl
administralivo, |os iiroprielarios cncontraro facil-
meiito auxiliares habis, que os ajudem as suas ein-
prezas, sub-liluindo mu Irabalbo inlelliueule. e um
raimeio lucrativo pralicas mesquinhas e desvan-
lajosas.
Goncebe-te facilmcnle tula a influencia que bao-
de exercer sobre a priHiurcioosaliimiiiissjibidosilejs-
las estolas assim iniciados uo* mclhodos mais pro-
ductivos. Os facise os exemplm deslruiro enlao
es>a funesta mcreduljiladc das iwpiilac.ocs ruraes,
quercsisle (eiiazmeulc aos mais concludentes racio-
cinios.
A inslrurcao do i*. s uro he recebida as esco-
las reuionaei.
O decreto crea (res, urna em Yizeu, oulraem Lis-
lx>a, oulra lin.-iliiienle em Kvora.
A (scolba ilesles Ires pontos foi aroiisclhada por
diversas rousidcrac.ocs. |. As Ires indicadas cida-
des iHidem considerar-se como centro das tres sub-
reuioes, em que pode naluralincnledividir-se a re-
uao auricola do nosso ai/. 2.a Ellas sao ft'ieos de
uma urande e variada produccao alorara, e de uma
correspundenle populac3o. :(.* As casas pias, ou os
cslabelecimeiilos de caridade, exislentes as duas
ullima, podem forajecer urande uuinero de alum-
nos s csxlas ; sendo da maior vaiilaucm que astea
alumnos se desunen, antes (iroflssaoda auricullura
do que aos mislerc* iuduslriaes, a que lem sido iu-
felizmenlc dedicados. ." He tiestas localidades que
devem mais facilmcnle cncoiilrar-sc estabelecirneu-
(os ruraes proprin* |iara asuranjas ouquiulas exem-
plarcs, que bo-ile servir de cani|M> pralico aos
alumnos.
Estas escolas, assim como as uranjas exemplarcs
que Ibes sao auucxadas, nao podiam dcixar de ser
subvencionadas pelo eslado.
As casas-pias, porm, devem preslacionar os alum-
nos miemos que as cursarem. I)esle mo li.iin reciprocamente estes estabeleciineulosc oes
lado, concorreioio cada um para finsigualmenle jus-
loa, posto que diversos.
A ii.ihiir/.i da Mi>inn'i;.in das escolas reuiouaes
iiiiisiensave I djTerc esseiicialmcnlc da das quintas de ensino.
Neslas nao existe seno um ensino pralico sem de-
seiivolviineulosM'ieulilicos, c apenas acompanhado
ile abrumas nocoes rudimenlarcs, um ensino n'uma
palavra, proprio para o|>erarios cultivadores, e para
abecoes instruidla. Naquellas (lorm a instruccao
be miiilo mais vastac completa, e o eusino be ao
mesmo lempo tlu-orico e pralico as llieorias do-
se as ca del ras das escolasas pralicas execulam-sc
as uranjas e\einplarcs. Nao he so a aurirullura
propriamenlcdila que K eiisina, cnsiiam-se Imn-
liem eom mais ou menos desenvolvimenlo a maior
parle das M-ieucias que sao auxiliares da scicucia da
pio.biccao vegetal. E assim licam os alumnos des-
las escolas em oslado de conbecer os pbeuomenos da
vida orcanica, conhecimento que I lies lia de pres-
tar um HMCOITO poderos.) para a mellior direccao de
qualquer exploracao nuraria, e que os ha de uuiar
com urna certa scuuranca nos clculos do todos os
promotores de qualquer empreu culturar.
He |K>rlantodo seio deslas escolas (pie devem sair
habis felores e lavradores instruidos, que irao es-
paldar com o exemplo e com a palavra a inslrucc.lo
pralica c Iheoriea entre asclasses aurculas.*
Aleado tetrenodeanado$ eulturaa esemptarea
que devem seras mais ueraes e lucrativas da loca-
lidadc, diopOe O decreto que se crem lainlicni as
quinlas destas escolas, viveiros das inclliores e mais
ulcis variedades de plantas aurculas ; sao obvias as
vaulauensque devem resultar desla providencia le-
denle a ccuealisur a cultura das mais linas ncaf
veuelaes.
Para tirar lodo o pnssivel proveilo das esVilas re-
uiotiaes, eslabelcce anda o jirojeclo que liaja tam-
licm as quintas exemplarcs mu curso para abeues,
anlogo ao que foi estabelccido as quiutas de eu-
sino.
r'iualmciilc o decrelo faz reproduzir a escola de
velerinaria. as Ires escolas reuiouaes, addicionau-
do-lbes uma caudellaria.
A reforma desla escola he uma necessidade que
nao deve diircrir-se, rcduzida nicamente ao ramo
bippialrico, ella nio pide prestar atrrullura va-
luxilios. He preciso alaruar-lhc a cspbera,
Bousldcrai
de cnsul
i scen-
e de-
u->e
cola, que serve ao mesmo lempo de escola superior
e de escola realonal.
Esle inslilulo be um eslabelecimeuto destinado .
i|ii'i-fi-ico.ir e a desenvolver a aaricullura pelo ensi
no, pelo exemplo, e pela experiencia. A irotruccao
doutriual he dada as cadeiras da escola ; a exem-
plar no campo destinado as culturas aperfeicoadas,
ea experimental no canqMi destinado aos ensaios e
s experiencias.
Era allameule conveniente que a inslruc^ao aRri-
eola, recebesse n'uma das escolas rei(iooaes, umlar-
ro deeenvolv intento, para que ah se podessem ha-
bilitar o pro(fssoses da sciencia, p os auronomicos
que se quizessem dedicar ao seu prouressivo udiau-
lamenlo.
Posto que a sciencia aercola teulia felo nos nos-
sos dias prnuTCssosadmiravcis, nao iHdclmlavia dcs-
couhecer-se que tem, apesar disso, um lontfo estadio
a |ercorrer.
Ha aimla a resolver problemas e quesles da mais
elevada transcendencia.
Eslas quesles sao relativas aos syslemas de cul-
tura, i confeccaoe modo de obrar dos eslrumes, e
dos correctivos; ao syslemadofi afolbamenlos, edos
Eusms; aclimalai;o das plantas exticas, nalura-
,m. io do* animaes, ao melboramenlo das rac,as, s
van la Re ns da estabuladlo, s arles auricol.is, e a
ntuitos oulros assumptos, que preudem, como esles,
com a qiiesloiiiaxima das subsistencias.
Nao ha duvidaque he uecessario proceder a pro-
fundas e inressautes invesliuaces para esclarecer
esles pontos oliscurmdeaRrouomia, e que lie s<> com
o auxilio do eusino Hit|>erorquese piMletn obler estes
urandes resultados.
Foi pos, ueste intuito que o decreto, creando o
iustilulo aoricobj.n dolou eom urna quinta, omle
*e devem eslabelecer sfmnltaneamenle as culturas
exemplarcs, e experiinenlaes, e com outros eslabe-
Iccimeutos proprios paia a sericulliira, destillacao
de aRiias-ardcules, conslruc^u de inslrumentos
aRrarios, criado c elucaclo de uados, ludo ramos
de industria rural, em qie po*lem inlroiluzir-se
proficuos melborameiitos, e sobre que devem recair
ensaios e experiencias iucessanles.
A fundadlo prtanlo do laalate aurcula pode
aduar muito eflicazmente sobre a sciencia da pro-
ducen animal c veuelal; c nao lia razo para (pie
assim nao acoiileca, visto que loilas as induslrias,
que lem um ensino professional desenvolvido bao
feito proRressos iiiuilo superim*es aos daquelles, a
queni lem fallado este grande auxiliar.
Seuhora i) decrelo que Irazeinos auuusla pre-
senca de vossa niaRcsIade, nao he urna creaban de
luxo. A despeza animal a que elle vai dar onaem,
depoisde feilosos uaslos extraordinarios do primei-
ro anuo, pOUCO exce tia que ha de ser de fuluroatteuuada, logo que as
quintas convenienleuieiile mouladas comecein a
fuucciouar regularmente ; mas quando assim nio
aronleccsse esta desiieza lie eminentemente repro-
ductiva, edeve por isso ser aittorisa'la.
A providencia nos collocou sobre um solo fecun-
do, e uo meio de urna reuiao auricola, que passa por
ser a mais favorecida da Europa.
Nao regeilemos, pois, os beneficios da providen-
cia ; (iremos dos in^sos recursos naluraes (odas as
vanlasens que elles encerrain, mas para bter este
resullado demos a inslrucco cUisse auricola, que
uo-Ia |ede, e a precisa.
A inslrueeo, Scubora, he o maior patrimonio
que os Rovernos podem doar aus uovernados. Du
inslrucco vein a \mi domestica, e a orden! publica ;
a inoralidadc das familias, eo respeilo das iuslui-
cnes; .iperfeii;o;imeulodas arles, e os ronfortos da
vida ; a sabedor i.i das leis, o a esl a bel i da de doa go-
vernos.
A inslrucco, Seuhora, he a primcira necessidade
Jo mundo dos nossos diasl
Com estes rundanientos, os minislros deludas as
reiiarticoes lem a boura de submelter elevada con-
sideracao de Vossa Mauestade o seuuinle projeclo de
drelo. Ministerio das obras publicas, commercioe
industria, em Ib' de dezembru de 1852.Duque de
SuUInnhn, Roirigoia PdJUOM Mayulhue*, .tnto-
iiio Mara de Foiite* I'ereira de Me/h, .Intoitio
.Huhi Jerri* de Mouguiu.
trege no lirn do seu tirocinio, que nunca poder
exceder a Ires anuos.
Art. 8. Haxeri as quinlas de ensino um rbefe
de Irabalbos retribuido pelo governo e por elle no-
meado de accordo com o agricultor do estabeler-
nienlo.
Ocbefo de Irabalbos he incumbido:
1. Dadirecqn immcdiata das operacoes agrco-
las, que lhe forem indicadas pelo agricultor do esla-
belecimeuto;
:>. Da explicarn dos processos c pralicas agrarias
ao passo que se forem execulaudo;
3. De ilar algumasnoyes elementares das artes
agrcolas, e da velerinaria, conformando-se con o
prouramnia que lhe Mr trabado peloconsclho do ins-
tituto aRrcola.
TITILO II.
Do entino do tegundo gra'o,
Art. 9. Crear-se-hao Ires escolas regionaes : urna
em Lisboa, oulra em Vizcu, e a lerceira em Evora.
liti delermiuado numero de alumnos das casas pl
ou oulros cslabelecimcnlos de caridade da* refendwi
cidade* receberito nestas escolas a inslrucco agri
cola do segundo grao.
das culturas e os melbodos
ida urna deslas escola, *e-
i resio agrcola, em que
Arl. 10. A ualureza
agrarios, adoptados em
rilo sempre apropriado:
ellas forem instituidas.
Art, II. Ha
exeni-
ar.i o
la
para que pOBSa
que os nossos c
la as vanlauen
Em quanlo .
que bnsla enu
a necessidade do seu eslabelecimeuto.
Oensinodo lerceiroi/robe dado no instituto ari-
lentar a sua consideracao, e para
iadores de uados possain auferir del-
ique lemdireilo a esperar.
a caudellarias, be lal a sua ulilidade
dar a falla ilellas para se recoiibecer
Viremos, mas partamos j, despache -se, vou
dar niiuhas ordens.
Elle falbva j como senhur.
Margarida foi veslir-soe procurar Gasto.
Mr. d'Arzac ha de vir, disse Robarlo ao
criado de cmara que chamara, diga-lheque ma-
dama de Meuilles est em casa do sua mai. eque
pedc-lbo vu ter com ella l.
Margarida o Gaslao onlraram lojro no carro. Na
a.;iiac.iu em (|ue eslava, madama deMeuilles uo
pode ouviro que Mr. dla Fresnayo dizia ao co-
cheiro. Os cavallus pareciam ler advinbadoque so
(ratava de um roubo, e poueo depois Margarida
acbou-se em quarteiroes de Parisque nunca liaba
visto.
Elles viajaran, assim perto de uma hora em si-
k'tiri., tinham ares de arrufados, mas estavam
alcores a ponto de ciilouquecerem.
omoeu o amo I dizia Margarida comsigo. Co-
mo a amarei I pensava Itoberio. Gaslao s taga-
rellava, o fazia mil perguntas, a quaes ello m&smo
respoudia Elle coinprebendia vagamente (juc
liana um grande aeonlocimenio nesse passcio, e
que c,^>: aconiecimenlo lhe agradara. Bia, caniu-
va, abracava a Roberto, abracava a Margarida, o
encarregava-se de exprimir a si mesmo sosnho a
alegra sulTocada, e a ternura reprimida que sua
mai o seu salvador naoousavamlestemuDhar dian-
te delle.
A earruagem parou, em face de uma grande
porta arlisticamenie esculpida.
Ali 1 he aqu ? disse Gaslao, como be longo
hoje !
Roberto nao pode impedir-so do sorrir a esta
iifjenuidadc.
Passarampor baixode nina abobada illuminada
e Margarida deseando onimu n'um alto vestbulo
lodo cheio de flores ; subi al(;uns defros sem
saberoque fazia, aturdida, encantada,arrebatada...
atravossou algumas salas ricamenlo mobiliadas ,
ornadas do quadros, du estatuas, o chegou a um
salau de unta elegancia exr,jisita, onde urna mu-
lliurquc lhe era desconhecida pareci espera-la.
Ao aspecto desla desconbecida, olla recobrou a
razao, sentio-se eml>aracada, c olhando para Mr.
de la Fresnayo com inquietacao disse-lbe :
Onde estou en ? Km casa de quem esiou en-
lau '.'
I ornando em cotisideracao o relabiro dos minis-
tros e secretarios de eslado de lodas as reparlices;
e lendo ouvido a sec^ao da auricullura do coiiselbo
geral do commercio, auricullura e manufacluras,
com o parecer da qual fui servida conformar-me ;
hei por bem docrelar n seguinle:
Dhponii'o>x preliminarc*.
Arliuo I. O ensillo especial da ag icullura he di-
vidido em tres graos; eusino niechanieo das opera-
bles ruraes e rudimenlar das dmilriuas relativas a
essas mesmasoperacoes: ensino Ibcorico-pratico dos
processos agrcolas ensino superior, em que os pri
ripios da sciencia sao presentados com lodo o de-
senvoluinienlo. .
S I. A nstruecao do primeiro uro he recebida
as quinta* de ensino cultivadas por parliciilares.
$ 2. A inslrueco du segundo grao be recebida
nas encola* regionae.
Jj .'(. A inslruecilo do lerceiro grao be dada no fft-
tilulo agrcola de Lisboa.
TITILO I.
00 enftoo do iriineiro gra'o.
Arl. -2. Em cada urna das anliuas provincias do
reino se crear, pelo menos, uma quinta de ensino.
festinada a formar abeues, maioraes e quinleiros
instruidos.
Eslas quintas sero iusliluidas em es!abelecmen-
los de cultura |>erleucenles a particulares.
Arl. 'i. O uoverno couvenciuuar com os pCO-
prielarios ou lierenles destes eslabelceimcntos a ad-
mssao de um delermiuado numero de maucebos, a
lim de receberem nos mesmos estabeleciinenlos a
inslrurcao pralica dos procesMis e o|ierac("ies ncllcs
adoptas.
Alt. L 0$proprielarios ou uerenles dottee esla-
belecimciitosrecebero do uoveruo uma relribujao
proporcionada a esle encargo.
Arl. 5. As quinlas de eusino s pode rao instituir-
se nos estabelecimeulos, em que fr adoptado mu
svstema de cultura reconheiidamente racional e
productivo. .
Arl. (i. A manulencaoe soldada* dos aprendizes
ficam acaruo dn agricultor daqninta de ensino, com
quem o goveruo liver conlractado.
S nico. Osapre11di7.es, que nunca [toderao ser
adiultjdos antes dwdezeseis anuos de idade, serao
eiupreuados em lodo* os Irabalbos e operaeftes de
graiiReio, e exwuta-los-bao como se fossem Irabe-
lliadorcs assalariados.
Art. 7. O goveruo distribuir um cerlo numero
de premios aos a|>rciidizesque mais se distiiiuirircm
fela sua applicacao e aproveitamento.
O priKlucto desles premios Mmente Ibes sera" en-
Em sua casa, senhora, rospondeu Mr. de la
Fresnayc inclinando-se.
Em sua casa, disse a desconhecida com um
leve arenlo italiano.
Em sua casa, seuhora, disse a seu lurno
uma moca que Margarida abracou do bom co-
rceo.
Anda nao, Thereza, tornou ella corando,
eu nao...
He verdade, interrompeu Roberto que nao
quera assusiar a Margarida ; Jioje a sen hora s
esl aqui como visita, inasdaquia oitodias... sim,
senbora, daqu a oitodias entrar como dona do
casa. Quer antes de janlar vir visitar oseu apo-
sento ? Ver se ou pensava na senbora.
Subtram ao primeiro andar do edificio. Gaslao
fazia as honras da casa a sua mai com uma serieda-
de engranada. Conbeco ludo isto, dizia ello
tenho vindo j vnte vezes aqui
Elle conduzio Margarda a um quarlo novamen-
te preparado com um gosto [terfeilo, o um luxo in-
telligeuio,' o que he raro.
Roberto ia dizer: > Vmr. nao tora que lemer
ida unta deslas escolas uma
quinfa exemplar, onde se execularao os processos
e pralicas agrcolas, cuja prolicencia houver sido
abonada por uma esclarecida experiencia.
Arl. 12. Alui do terreno destinado cultura ar-
vense, praticultura, borlicftltura, c arboricultora,
llavero nas quintas exemplarcs viveiros das mais im-
porlaolea variedades de plantas cultivaveis no pall
Arl. 13. llavera iRoalmeiile nas quintas
piares os estabulos e oflicinas neressaras |
urauueio rcuular destes eslabelecimeutos.
Arl. If. Junto das escolas regionaes baver uma
oacola 0*0 arte Veterinaria, e nina caudelaria, desti-
nada ao aperfeicoamento de lodas as rar,as de uudos,
Deando ealea eslaMecimenlos sujeilos ao rgimen
eral das escolas reuiouaes.
Arl. 15. Fica cxlincla a escola militar de vete-
rinaria. Os alumnos militares, que frequentam a di-
la escola, e os que de novo se dedicaren! a profiss3o
de velerinaria serao distribuidos pelas tres escolas
reuiouaes.
Art. IC. O piofessor da :(. cadeira das escolasre-
uionaes ser o director esjiecaUla escola veterina-
ria, c da caudelaria.
Arl. 17. Os serviros ruraes da quinla exemplar
scrjp superentendidos |h>Io couselbo da escola, diri-
uidospor umehefe de Irabalbos uomeado nelo u-
verno, c evecutado-, (Kirabeges e trabalhadores da
eacolna do mesmo chele de Irabalbos.
Arl. IH. Os alumnos das casas piase oulros esl a-
belccjmculos de caridade, que forem admillidos ao
ensino deslas OBCOlaB, sero preslacionados |>elos es-
tabelecimcntos a que perlenrerem. O seu numero e
a importancia da preslacao BBT$0 desiguados j>elo uo-
veruo.
Arl. 19. Alm desles alumnos, poderao seguir o
curso dan eacolaa reuiouaes quaesquer oulros que
quliereni rrequenta-ut, qner na ajuaUdade de lo-
lernos penslonfotae. quer na de externos.
Arl. 0. As disciplinas, que liao-de ser ficquen-
ladas nas escolas regionaes, siio as seuuinles :Ele-
mentos daaseienclas hislorieu-oaluraes, demenlea
de plivsic.i, cbvmica e ueolosia aercolas, auricullura
ueral, colimas especiacs, econmica auricola, ad-
minhlrac.io e conl.ibelidade rural, zoolecbnia, e
priiicpi e enuenberia rural.
Arl. 21. O quadro das cadeiras desla OBCOl08 he
o seguinle:
I.*' Elementos das Kenrfas hislorico-naturae-i.
recelieiidomais particular dcsenvolviiuento a bola-
nica, elen\entos de pbvsica, cbvmicd e Reologia
agrcolas.
'2.' Auricullura ueral, e culturas especiaos.
X" /ooleebiiiae arte velerinaria.
i." Economa agrcola, adininisirac.m e coulabi-
lidade rural, arles aercolas, legislacao, e engenbe-
ria rural.
Arl. 2-2. O ensino dever sempre lomar a direc-
cio pralica, dando-sc nouro dcsenvolvmenlo a lo-
das as llieorias, que nao tenderen! immcdalaiiienle
a esclarecer os sv slemas c o|H'rac6es aurarias.
Arl. 23. A inslrucc.io pralica ser dada, quanlo
possivel, no campo e nus olliciuas da quinta, onde
forem evecutados os procesMis ruraes. Os alomos
assistirao constantemente i cxecucio desses proces-
sos, e execu la -Ios-bao mamialmenle, segundo o grao
de habililaeo, que hoiivcrem adquirido.
Arl. 21. llavera nas esrolas regionaes dous cur-
sos: unpara abeges, eoutro para lavradores. O
primeiro durar dous anuos, e o seuundo Ires.
fj l'niro. O couselbo escolar oruansar o quadro
das disciplinas destes Jous cursos, e propor ao ro-
verno os rcRUlanienlos uecessarios para o jeuimeii
das inesmas escolas, O inaisanligo dos prWessores
presidir esle couselbo, na qualdade de director da
escola.
TULLO III.
Do ensino do lerceiro grao.
Arl. Si. O ensino du lerceiro eran, ser recehid
no Inslilulo agrcola de Lisboa, que servir a<
mesmo lempo de escola regional.
Arl. 2o. As disciplinas que bao de ser professadas
no Instituto agrcola, sao as que eonslitucm o qua-
dro das escolas reuionacs. e foram mencionadas no
art. 21 ; e alni deslas as segunles:botnica, e
phisioloaia veuetal, zoologa, anatoma e phisiolo-
gia comparadas.
Art. 27. O quadro das cadeiras desta escola be o
seuuinle:
I." Elementos das scienrias hisloriro-naluracs ,
elementos de pbvsica, cbiinica e ucnlogia agrcolas.
2." Zoologa anatoma e pbvsiologia compa-
radas.
3." Botnica c phisiologia vegetal.
4. Auricullura ceral.
.". Culturas espeeiaes.
t.* Xootechnia e principios de velerinaria.
7. Economa agricola, administraco e rontabili-
dade rural, arles agrcolas, legislacao e engebhara
rural.
Arl. 2K. Ardisciplnas da primcira cadeira sero
ensilladas na aula eslalwlecida pela academia real
das scicncias. As disciplinas da seuunda e lerceira
cadeiras nas respectivas aulas da escola |>olilecbiii-
ca. As disciplinas das qualro reslaules cadeiras no
Inslitutu auricola.
Arl. 2>. O minislro das obras publicas, connner-
cio e industria, ouvido o couselbo escolar do Insti-
tuto agrcola, poden alterar a prsenle dislrniie/iu
das disciplinas, i-elas cadeiras do mesmo Inslilulo.
Poder iRualmenle-desdobrur a quinla e a seliina
aqui oebeiro da pintura > mas calou-se, isso se-
ria lembrar Eslevao e iniristecer a Margarida. O
certo he que nao se linlia dado uma pincelada em
todo o quarlo, o tocio o as paredes oslavain inteira-
menie forrados de estofos da India admiraveis
As portas estavam substituidas'por espessas cor-
tinas quo inierceptavam o ar completamente. As
nicas pinceladas, que se viam, eram asdeMuril-
lo, uma doce e triste imagem da virgom eslava
enllocada iium oratorio por cima do um genuflexo-
rio, obra prima de escultura Na sala bavia um
escriptorio de elegancia maravilhosa, em cima do
qual Margarida reconheceu sua firma, assim como
sobre todos os objoelos que servom para escrever,
sinoios, caivete etc.'
A seuhora v por toda a parte a sua firma,
disse Roberto, aproveitando um momento em >\u><
os meninos e madama Rinaldi estavam na sala vi
sin lia, que presumpeuo I ah .' cu bem sabia que
era amado !
Enlao esta falsa despedida .. era um laco ?
Nao, por minha honra, sedizendo-moadeos,
a senbora nao livosse experimentado ossa emocao
que en presenta, eu leria partido, leriadiloco-
cadeiras, dividinilo por duas cadeiras as materias
cnsinadas em rada uma deltas.
Arl. 30. Haver.. Ires cursos uo Inslilulo agricola:
um para abegoes, ou tro para lavradores eoutro
para agrnomos.
1.0 eurso para almudes constar de duas par-
les :a primcira, pralica ; consislindo na execu-
>M'> dos trabalbos ruraes, sob a directo dos maio-
raes dos di (Tere nles servidos da quinla exemplar; a
segunda, doulrinal\ e consistir no ensino dos ru-
dimentos de agricultura e de economa rural, pro-
fessados pelo ehfe dos Irabalbos da quinla exem-
plar, em conformidade com o programma, que lhe
for trabado pelo conselhn do Inslilulo agricola.
S 2. O curso para lavradores comprehende a pri-
mcira, quarta, quinta, sexlaeselima cadeiras. O
curso para agrnomo* coinprebeode lodas as do Ins-
lilulo agricola, c elcm disso a primeira parle .ia
physica c a ebimica, frequentadas como cadeiras
auxiliares, na escola polylechnica. 0 primeiro du-
ra Ires, 0 segundo dura qualro annos.
Art. 31. O ensino desta escola ser mais elevado
edesenvolvido do que odas oulrasescolas regionae-,
sem comludo perder o seu carcter pratco e de ap-
plicacao.
Arl. 32. O Instillo agricola tora m cguiutis
estabelecimentos:
1. Lina quinta exemplar rom a neressaria exten-
so de terreno, para nclla se eslabelccerem os
svslemas de cultura, cuja imilaco mereca ser rc-
commeudada.
2. l'm trato de terreno proprio paia experiencias
c para ensaios agrcolas, principaliuenle de arclima-
laelo.
I. Um borlo proprio paaa o Cultivo de viveiros
das plaas mais imporlaules a nosst industria agr-
cola.
4. Lm estabelecimcnlo de sericultura.
3. ria odlcina de eonsiruccao de machinas, e
de inslrumentos agrarios.
ti. Lina fabrica de dislillaco de aguas-ardenlc-.
7. Os uecessarios cabanocs e estabulos para o alo-
janienlo dos gados.
S l oleo. Os tres primeiros eslalKdecimeiilos po-
der-se-bo crear em pecas separadas, e serao inunc-
dialamenle instituidos. Os outros ir-se-hao succes-
sivameule iiislituindo proporcao que a escola se
desenvolver.
Arl. 33. O Inslilulo auricola, alm dos cinpre-
uados mencionados un arl. 17, (era um direclor,
que ser encarregado lano da direc\'\t superior da
i'-cnl.i, como da siqicriuleudeucid da quinta exem-
plar.
TITULO IV.
Disposico'es geraes.
ArL :it. t'ada unta das qualro cadeiras, que te
devem abrir uo Inslilulo agrcola, ser regula por
um piofessor, que licar equiparado em dircito* e
vantagens aos demais professores das escolas superio-
res do reino.
Art. 35 llavera dous subslilulos para cada uma
das oselas reuiouaes. Ornis moderno serve de
secretario.
3 nico. Pica o goveruo aulorisado a crear mais
um lagar de substituto, quando juluue conveniente
desdoblar a quinta e selima cadeiras, ou qualquer
del I as.
Art. :1(1. O primeiro provimento das cadeiras do
Instlalo agrcola ser feito pelo niinistro das obras
publicas, commercio e induslria, e recahir ein in-
dividuos que lenbam aluuma das seguinles babili-
lacftee;
i." Cartas de formatura em scienclBi naluraes, ob-
tidas na uuiversidade de Coimbra, ou em alguma
univeisidade eslrauueira;
2.11 Carlas do curso Reral da escola |H>|v(echnic
de LisIxJa, ou da academia polylechnica do Porto.
.'Ln Carlas do curso das escolas medico-ciruruiras
de Liabda ou Porteda escola velerinaria, ou de
ipialquer instituto aurcula europeu;
i. Iiiqiorlanlcs public.icr>cs scicutilicas sobre as-
sumptos agrirulas ( art. j ;
.".fl Exercicin do niauislerio ein alguma escola su-
perior de scicncias naluraes.
Inico. O numero e ini|wrlancia relativa deslas
hahililaces serao (idos em conla como em concurso
documental.
I Arl. 37. Ilepois de coiisliluida a escola, neuhuin
dos lusares de Icnle ser prvido sem concurso de
exame e provas publicas, seuundo fr regulado pelo
minislro das obras publicas, commercio e industria
ou\ ido o couselbo da escola.
Arl. 38. Os professores que reuerem cadeiras ana-
logas n'oulras escolas poderlo exercer siiuullauea-
menle o magisterio nas escolas de agricullura, me-
dante uma gralficacao, que nunca |>uder exceder
melade dos venciuieulos concedidos aos leules destas
ultimas escolas.
Arl! iW. Os professores de cada una das escola-,
presididos peto rcspcclvo director, ronsliluem o con-
cilio escolar, ao qual compele a administraco eo
rgimen econmico e scieulibro da escola.
Art. 10. llavera um couselbo de aperfeicoamento
do Inslilulo aurcula, composto dos seguiules vo-
gaes:
O director do Instituto aercola, e mais
Dous lentes do memo Instituto, nomeadoa pelo res-
peclivo couselbo,
Um lente da escola polvtecbnica, uomeado |ielu res-
pectivo couselbo,
Um lente da escola veterinaria por ella nomeado,
Um socio da academia das sciencia*, uomeado pela
daaee deatfenelaa naluraes.
l'm voual da sec^o de auricullura do couselbo ueral
do commercio, agricultura e manufacluras, uo-
meado peto minislro das obras publicas, commci-
rio e induslria, sobre proposla da mesma sesso,
ede
Doot lavradores de reconbecida inslrucco Hornea-
dos pelo mesmo minislro.
t. O couselbo de aperfeic,oainenio principia a
funecionar passados dous anuos depois de cslabelc-
cido o Inslilulo, e he eleito j>or Ires annos; suas
fuucroes sao graluilas.
S 2. Esle couselbo reunr-se-ba nos doui primei-
ros mezes leclivos de cada anuo, sob a presidencia
do director do Instituto agricola: examinara o esta-
do desle eslabelecimeuto ; discutir as proposlas de
reforma, que llie forem submellidas |ielos seus pro-
prios vogaes, ou pelo couselbo escolar do Inslilulo;
e remetiera ao ministro das obras publicas, commer-
cioe induslria um rclaloro, iiiformando-o do esta-
do e progressos do Instituto, c propondo-lhc os me-
Ihoramcnlos, que juluar devercm-se fazer no mesmo
eslabelecimeuto, lano pelo que respeila parte ma-
terial e econmica, como pelo que respeila ao ensi-
no. O enverno resolver as nroposlas do couselbo
de aperfeicoamento, que coubercm nas suas allri-
buiceCH, eaoresentur ao |wdcr legislativo as quo
delle depeiiderem.
migo : Kugauei-me, ella nao me amo, nao... mas
eu esperava que a senbora bavia de senli-lo.
Ceos julfue que ia morrer, disse ella co-
rando, e nao lerei repouso, seno quando for sua
mulher. Nao me esl bem amar, como ou o amo,
a quem nao he anda meu marido.
Como, a senbora tom remojaos ''
Sim... E a lem branca dess momento -la
enlao ompallidecer. Margarida era fincara, ella
senta queesse momento a linha livrado. O amor
snbo bem por toda a sua chamma n'um olhar, po-
do bem por toda a sua paixo n'umbeijo.
Ella foi reunir-so commovida e trmula a mada-
ma Rinaldi eros meninos. Tin ha um modo hor-
rivel de achar-se s com elle, e o trabalho que li-
nha em reter Gasto, o qual quera ir folgar, em
levar de um quarlo para outro a madama inaldi
a qual quera eslar tranquilla, em chamar Thereza
a qual quera ir vestir-se, lodos esses esorcos du
uma fraqueza uio franca irritavam a Mr, de la Fres-
nayo, e impacieniavam-no, mas faziam-no rir, o
lornavam-no mais amoroso.
Quando todos se reuniram na sala ao res du
chao, Margarida iranquilisada ousou olhar para


$ 3. Ocoiuelhu ilr iiM'i-friniaim-iilo suspende M
Kuas ftmcroes, depon) de (^presentar o seo relalorio;
roa* pode ri'Oiiir-^eeilrwrdmarltmente, porronvo-
rjrju tlu director du Instillo, aulorUada pelo mi
ulro il.tn obras publica!, conimercio e indiulria.
Arl. 41. 0 profettores do Iiistlluu desencolas
regionaei pdenlo, durante as ferias, sereiupnw-
dos na ex plorar o agronmica do reino, c bem ossilQ
wi enriados a aluuns mivsi eilIranKeiros, aflu de
wmI.hi'iii os mais acreditados estabelecimenlos aini
olas desses paixes.
Arl. 'J. Sao preparatorios para o runo bienal
ilos abetes a appruvacjo uas materias, que Tazcio
o objeclo da intruc\;ao primaria do primeiro tro;
para o curso trienal de labradores o ap|>ro\ai;,u> mm
disciplinas, (pie fueni o objee lo da iiislnicc.ao pri
maria du secundo rio, eocoHlierlmento da Ifnfloi
Iraneeza; e para ocurso qualricnal dos auronoi
esles mesmostonliecinientos, e, alm deUcs, noyes
elementares de locira e do primeiro anuo inatliema
tico.
Arl. 43. O curso bietmal drs escolas regiouaes d
preferencia, em i rua Idade de circuuwlaitcia, no nro-
Minenlo dos lunares subalternos das escolas aurcu-
las e das mallas do estado; o curso Irieiiiial no pro-
amento dosemprejos superiores das mesmas malla
v nascadeiras de agricultura dos lyceus; o curso
quatrieuDal do Instituto no provimento das cadeiras
das escolas rceionaes e oulras escolas superiores do
reino, e na liverem directores especiaos esta Mecidos por lei
Os que tivercm esles mesmos cursos serao preferidos
em iRiialdade de circumslaucias, no provunenlo dos
cargos administrativos.
{$ nico. Os alumnos das escolas regionaes goza-
ro, quanlo ao recrutamento, das mesmas isenc,es
de que gozaren) os alumuos das faculdades da uni
\ersidade de Coimbra.
Arl. 41. Os vencimcnlos dos cnipregados creados
i' la junta, assgnada pelo ministro e secrclario de cas-
tado interino dos negocios das obras publicas, con-
mercio c induslria.
TITILO V.
Dispotico'e* tranzitoriu*.
Arl. 15. O conselho escolar do Insliluln agrcola
logo que se inslallar, far os regula ren (os necessa-
rios para levar sua plena cieruco o presente de
reto; nelles se providenciar sobre ludo quanlo diz
respeilo a matriculas, frequencia, durarlo das au-
las, periodo das lines, exaines, premios, diplomas
de I 1311111 -1.. i *. regimeu econmico c iiolicial do
Instituto, estes regulamentns serio submcllldos
,ipprovac,2o do ministro das obras publicas, eom
inorcio c industria.
Art. Ili. A escola veterinaria (lea debaixo da su
pcriulcndcncia do ministerio das obras publicas.
rommercio e induslria, e be anexada jo Instituto
agrcola. Contina, porm, a funecionar como es-
la,' emquaiilii nao for convenientemente reformada
Arl. 17. Os alumnos desla escula frequeularao no
Instituto agrcola a zonlechua e as oulras discpli
as, que h'i ni. ni o complemento do ensillo que re-
ebein na mesma escola veterinaria. Os consellms
das rfuas escolas cnleiuler-se-hao para esse eiTcilo
acerca da coiifecc/io dos respectivos programmas.
Arl. 18. 'ica revogada a legislado em contra-
rio.
Arl. 49. O uoverno dar roula s corles das dis-
posicocs que se contin no presente decreto.
Os ministros e secretarios de estado de todas
repartlcoesassim o tenbain cnteudido c tacar exe-
cular.
r.K.". em 16 dedezembro de ia"t.HAINIIA
Dauae de Saldanha.liodriy da Fonwu Mu
galha e*.Antonio Maa de Fon tes Pereira de
Mello.Antonio Aluizio Jeni* de Atotiguia.
1 abolla dos venrinieiilo, a que se scfori. o art. 44
du decrclo da dala de huje.
Fnsiiw do primeho q ll'l.
A cada tironrelurio de quinta de ensiuo. OU-'KKI
A cada chefe IctrabaHios. . NWXIU
n*ino do sequndd qrun.
Escula resionaes de Vizeu c Evora, lente
proprielario....... .VNIsOu
I.enlc -" -111111 ....... 3SC000
Direclor cliefc de trabadlos. . KtotMN
Sub-director........ 300(000
Meslre veterinario...... 1000000
\l'i'_i iM.......... IIMWK)(I
Ilurlicullor ........ IIMlBDtm
I.nnslruclor rural...... hmwioii
Cada aprend/....... !ltiO(l
Emilio du lereeiro gi Wl.
luslilulu asrirula e escuta regional d v Li-
boa, lente pruprelario. . TIM^IIK)
I.enlc siitislilulo....... ilWX*l
Director clicfe de Irahalhu*. . Tllslll)
Sub-director......... 1(WK)(I
Meslrc veterinario....... i;~i
UlCCIO.......... IH.MIcKI
Horticultor........ lliHNI
(.ouslruclur rural...... HiMK()
(.iida aprendiz....... 9.j(i(KI
Pac/i das Necesudadcs, em Iti le de/onihrn de
lb\>:.Antonio Mura de Fonles Pereira le Mello.
Arl. 2. A junlis ucrae, compele ilesiunar :
4. O local il i- e\peicoes, e o dia em que ellas se
devem elfecluar;
t. Se a eiposicoo deve ser proniRciia, ou se rula
un Vj gados deve concorrer a lcaos dlslinclosre
em dlnerenlos di.
Arl. 3. As eipo nos dase locaesom queaclualmenle eilslem feiras,
ou mercados de Kudo*.
Arl. 4. Sorao admillirios as cposicftcs iodos os
gado, naciunaes c estranoiros ; mas Mnenle podem
ser premiados que licmverem sido uadosc creados
cui terrilorio porluRuez.
Arl. .. Taiiilwm podem ser premiados os nados
cslrausciro, que boiiverem sido creados no paii des-
de a idade de
Dous Bnnos.soudo cavallar ;
Um anno. sendo muar asinino ou vaccum ;
Sci mcies, semlo laniuero ou siilno.
t;. nui'ii. O nwsmo imlivlduo, de quolquer das
especies cima moiicionadas, nJo pode ser premiado
mais de urna vez.
Arl. 6. A ualuralidade e creado dos gados, a que
se refere o arl. antecedente, para o faci do seren
premiados, prova-se por alleslaco da junta de pa-
recida, regedor ejulz depaida respeclivarreguc-
zia.
Arl. 7. No dia c local da exposlcjo comparecern
o governador civil, o presldenle da cmara, eo ad-
ministrador do conselho respectivo, os quacs, de
commum nerordo nomearilo tres criadores, e um
velerlnario cnleiidido, e todos sele consliluiro o ju-
ry, que lia de coriTerlr os premios, presidido |elo
governador civil, o qual escollier d'cnlre oa Ires
criadores um secretarlo.
Arl. 8. Os premios serao volados por ewnillnio
secreto, e o dono do animal premiado reoener im-
mediatamcnle o premio, e o diploma correspon-
dente.
Arl. 9. Os premios pecuniarios scro os seguin-
tWMIO
icooo
K-JIKIII
2H3IHMI
IJ.sKKI
smtoo
IBHKI
aotooo
IS9000
2IWKHI
KWIKI
VjOtlO
IIWIOII
(i-'Kl
yon
S nico. Srtmcnle pmlerJo obler o primeiro pre-
mio os animaos langeros, que pcrlcncerom a mana-
das, que tenbam pilo menos com cabecas.
Arl. 10. As juntas geraes calriilaiulo-se a .somnia
necessaria para os premios a que se refere o arl. 9,
'li-n iliui-l.i-li ni pelos consclbos do son res|iecli\o
ilislriclo, do mesmo modo que se faz a derrama para
a sostenanlo dos omhmIos.
Art. II. As mesmas Juntas nomearau em cada
urna ilas lncalida posicftos um Ibesoureiro, que receba das ramaris a
sornina desuada nos premios, atlm de que estes se-
jam iininedialamcnle enlrcaues no aclo da sua ad-
judicado.
Arl. 12. O unv enlodar conla s crtrles das dis-
tiKrnc- conlidas no prsenle decreto.
Os ministros secretarios de estado de todas as re-
partirnos assim o Iculiam entendido, c facam eve-
cular".
PifO, em Ili de dezembrode IHjl>. RAIMIA.
Diu/iie de Saldanha, llodriijo da Pontea Miiqa-
lh<7en, Antonio Maria de Foiile* Pereira de Mello
Antonio .lluizio Jtrrin de .ttotigtiia.
{Diario do (interno de Portugal.)
les: ( I- premio
liado cavallar e muar < 2. dilo. .
( 3. dito. .
( ' dilo. .
(jado asinino . . .{ 2. dilo. .
3. dilo. .
[ l dito..
Gado vaccum . . .2. dilo. .
1 3. dilo.-.
. ( ! premio
Gado langero . ! dito.
( 3. dilo.
dito. .
Gado guio ..... ..a. dilo. .
PERYUlllim
BE80I RAMA DA PAZBNDA PROVINCIAL.
DeinoMlrarao' do mido e.rinlenlr na eai.ra do e.r~
errcio de I8.">2 a IKVI. em 31 de Janeiro de I8.il
Saldo em 31 de dezembro
7l:98lal7l
170:1725.110
, P-.P.......
Receila no correle inez.
Des|ieza idem.
Saldo cin letras cni 31 de,
dezembro.....
Kcceila no correnle niez.
l.VIV.II
S9raMS083
Saldo 189:2099188
71:9119000
I8:35,1H0
Scnbora A cultura da Ierra considerada debai-
xo de toilas as suas variadas relanie*. be o impreso.
mais til, moral e productivo da aclividada dos po-
los. Compenetrado desla verdade o uoverno de \os-
sa maaesladc desi'ja ardeoleineiitc promover o ile-
senvolvjineiilo proLTissivo de todos os ramos de a-
urirullura nacional. A Icrlilidade com que a Pro-
tideucia abenc.iou o solo |Mirlo^uez, be um inaiiau-
cial conslanle, cujas correnle- por mal nproveiladas,
privam ossulidilos de \o*a niaucslade das riqueZM
ualuraes, deque vanlajo-amenle |n>diam dis|H>r.(>s
nonos eampolincultos, em iiramle eilemlo, oAere-
ceiu as condic/ics esseuciaes |wra grandes e larsas
emprezas de loilos os eeneros ileculliira, e com osito-
cialidade para a rreacao de gados. Este ramo, lio
precioso, lie sem din ida um dos que mereces mais
particular allencao, nao Minenle lela sua evidente
lecadencia, mas lamlieni iiorquedoseii noreM-imcn-
lo, est penitente n Mirle de quasi Indas as rulluras,
o impulso de miiilas iiuluslria-. e subsistencia de
militas vidas.
O uoverno de vossa maucstade. leudo em niedila-
e.io oulras providencias que lendein igualmente a
dar impulso rreacao desles poderosos agentes de
agricultura, enlemleii qaoAkUpsIcSo ilos gados era
urna das mais imperiosas nocessidados naeionaes.
Ningueni dcsconbcce as laulagcus das evposicfKi,
j convertidas em usanzas ntreos po\os mais cul-
Ins.
O uoverno de vossa ma^eslade conliece as diOicu)-
dailes que lie preciso vencer, mas conlia no Don sen-
so da i-rande manira do povo |iorluguez, |ara des-
liuir a inercia, e a rutina, queso oppoc ordinaria'
mente a Masa Innovarnos uleis, ans mais indis-
liensaveis mclhni amentos.
O goveruo abrindo caminbo as reformas necessa-
rias, e re lamadas pela illusiracao dos esuirilos ele-
vad., compre a sua misso. E ncslo roiifonnidade
lem a boma de suhincller approvacao do vossa
maucslade o M'uuiule projcclo de decreto.
Minisleiiudasobras publicas, coiiiineicio e indus-
lria, em IB de dezembro de 1852. Duque de Sul-
ilanha, Itoirigu da Fnntera Magalha'ei, Antonia
Maria de Fontet Pereira de Mello. .Inlonio .llui-
zio Jerris de.llouguia,
.....U !!!
Atlendenduao que me representaran! os minis-
trse secretarios do estado de Indas as reparlicoos,
0 ouvida a secciio de auricidtura dn consclbo geral du
i nmmerciu, agricultura c manufacturas, rom o pa-
recer da qual fui servida runformar-nic: bei pur
bem decrelar o seguinle:
Artillo. I. Em cada unidos distrelos adininis-
IraliVoa do reino e illias alijrenles, eslabeleccr-se-
liao exposi^oes annuaes de gados de lodos os gneros,
i oni n Um de promover o apuramenlo das racas, |air
meio de premios pecuniarios emencoes bonrosas pa-
ra os criadores,
iaHlBfiBiBB.a
Despeu idem
Em colire.....
a olas.....
lelras a v encer en
marro de IKVI. .
Mein em abril idem .
Idem em junbo idem,
Mein em julbii dem .
Idem em nuliiliro idem
Idem em novembro dem.
Idem em junbo de IKJ1
Idem em nuliibro idem
Idem em unvembru dem
Idem eniuiitubru de I8.V
Idem em luivembru dem
120:2(17911(1
i S:SM|S00
I16:72l!9(it0
Ri-,
|:i:>9t88
189:(r7l9(IOO
33:2792"iO
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K6300II
1:KI79 !l:7(i:l923:i
l:89t>Jt0
1:8179000
9:703923:1
I:8l79(ai8
9(7009234
305:9309198
30.V9309I28
O Ibesoiireiiu,
riioiuazJonc da Sitia Husmao' Jnior.
O CM'rivo da receila edespeza,
Antonio Carduzo de tjueiroz Fonxrcu.
Dcmoitttrarao' do saliln e.rinteiitt n'i eai.ra de de-
ponito* em 31 de Janeiro de 185.3.
Saldo em letras cm 31 de
dezembro p. |.....IG5:49lgOOO
Kcceila uo correnle mez. 9
------------------16.5:4919000
l)es|ieza idem......... s
Em lelras a vencer noe\-
erccio de 1852 a 1853, 135:70il9(KI0
dem no de 1853 a 1851. 29:7829(10(1
465:4919000
1654911000
O Ibesoureiro,
Tliomaz Joida Silra Ihmiiao' Jnior.
O esrrivao da receila e dospoza,
Antonio Cardozn de tjueiroz Fontecu.
ni litio de ri:i!M)ini <:ti.
Rnberio, epermillir-w ama-lo ; oh como ella o
achava encantador .'lodistincto, lonobre!... El-
la o va ah rodeado de todos os entes que o osli-
inavam, que oabencoavam, qu deviam sua foli-
cidado, e mesmo sua existencia a genorosidado c a
roragem d -II-; era sua irmaa Thereza que elle
salvara da miserfi, etalvezda vergonho ..eraGas
lao que elle salvara dos lobos, e da hydrophobia,
cram lodos os verbos servos de sua mi que ello guar-
dara em sua ronipnnhia, c que oadornvam ; era
emfim madama Hinaldi que nao cansava de fazar-
Ihe elogios o que lerminava suas admiraves por
esta eulamncao, que para ella valia todas as mais.
Elle he lao bom, e he lao bello !
Kepeniinamenie Gaslao veto correndo para a
sala ; tinha as faces vormelhas de aleona, e os
olhos brilhanies.
Ser verdade, minha mi, o que me ds-
^eram agora ? diste elle bamnho a Margarida,
Vmc. nao casa mais rom meu primo, evai casar-
* com Mr. de la Fresnaye T
Estas palavrns: Vmc. nSocasn inifc com meu
primo tornou madama de Meuilles confusa : os
meoinoa ^o icrrivci factores do opigrammas.
Na segunda-reira, :il do passadn, reunirain-se cm
irsso ordinaria os arruuislas du bancu de I'eruam-
bueo, peranle quein foi lido o conipeteule relalori
lo iiiiisellio de direcro. Porellescconbece que,
despeito das dinlculdades inherentes a toda iuslilui-
<;ao uascatite,* Toram as oiiera^oes do referido ham-o
al*4 esla ^|M>ca coroadas de feliz successo, e que,
rontinaar-se na mesma marcha regular, sera o sen
futuro o mais lsongeiro. O efleclvo capital de mil
contos, com que dte girar o banco, o realisado a
1" du passado, e desde eulo lc\c lugar a cinisso de
olas derretadas, as quacs, embora solTressem prin-
cipio embarazos em sua circularao, p
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