Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00217


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Full Text
DIARIO DE PEMAMBlfcO
rnrfo da subschipijao
Subscreve-e 11 lS&fino poranno, o istmo, por
quartcl pago adiantndo, c i&V)0 por quarlel pago
vencido, imrasa do cu prnpriotario, M. Figueira
ileFuria, murara da Independencia, ns.tf o 8, eno
Kio de J. casa do Sr. Joai 'creira Martina.
Babia
Macei
Paraaiba
Nalal
Aracaty
Oara'
Maranhad
Para'
F. Duprad.
o Joeqoiiii Bernardo Mcudoiica.
u .1.....Rodrigue da Costa.
Joaquim I guari Pereira.
Autouin de l.emus Braga.
11 tiuillicruic Augusta de Miranda
Joaqiiini Marques Rudrigucs.
Jtuliuo Jos Raiuoa.
IOS DI 31 BI JAMIIBO
Sobre Londres a 28 >% a 28 >/i d. por 0 d. v.
o Paria, 831
u Lisboa, 93 por rento.
MXTAXS.
Ouro. (lucas licspanhota.......'. 299000
.MocdasdoOalOOvelhas...... IKJO00
de 6&I00 novas...... 109000
a de 49000......... 990IN)
Prala-----Palacoe fcrasileiros........ 19920
Pesos coluuinarios........ 18920
a mexicanos......... l.-wim
Acc,6es do Banco......... I1
Descont de l.cllras....... 8al2u
MOTI0IA3 ESTILANOEIBAl.
NOTICIAS SO IMPERIO.
Portugal 4 de Del. Austria. . - 3" de Dea.
llospanlia 8 de .. Soissa . 8 de
Frailea. . 8 de Suecia.. . 30 de Nov.
Blgica . * de Inglaterra 8 de Dea.
Italia. . 4 de l. Unidos 20 de Nov.
Alcinanlia 3 de Mxico. . 8 de
Prussia. . 3 de Calirornia 25 de Oul.
Dinamarca 1 de Chili 1 de Nov.
Russia.. . 1 de 0 Buenos-A. ."> de Janr
Turqua , 27 de Nov. Montevideo 5 de 0
Para'. 30 de Dezlir. S. P. do Sul 2 de
Maranhao 5 de Janr. Minas. ... 2 do
Ceara'.. 21 de n S. Paulo li do
Paraliiba 21 do, h KdeJanciro 11 de
Alagoas 19 de Janr. Baha. ... 19 de
Janr
PARTIDAS DOS COHBXIOS.
Olinda, lodos os dias.
Victoria, nasquiu'as feiras.
Camar, Bonitop tiaraidiuiis. nos das 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Visto, ExiicOrirurv, a 13c 28.
Iioianna e Parahba, segundase sellas.
Nalal, quintas feiras.
DAS da semana.
:il Segunda.S. Pedro N.
I Terca. S. luuacio b.
111. ; S, Pin.
2 (fuarla. ** Purifl-
raco ila SS. Virgem.
3 Quinta.S. Braz h. ni.
S. Celerino diac.
i Sexta. S. Anche Cor-
sino b.
5 Sabliado. 8. gueda
v. III.
ti Domingo, da Quiqua-
gesima.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commei'cio.
segundas e quintas.
/telaea*
tercas e sabbados.
Fincada
tercas csexlasas lOliuras.
Jui-.11 de O-phaot
scuiindase .5. asIO horas.
Primeira rara do cieel
tercas e 6. ao ineio-dia.
Segunda vara do cieel.
querase sab. ao ineio-d.
r'eieroiru
I guari
nulos <*
EPIIZMERIDES.
miii-.M 111.- m i horas, -21 mi-
33MgUudoa da manlia.
i H I 11.1 urna as a liora. 13 miiiulos c 33
"-'.-'inicie- da mauliaa.
.( 16 Quarto entonte toeW minuc3
segundos da maiihaa.
3 l.ua 11 1 -1 as 5 horas, i miuulosc 3'J
segUOdM da larde.
FRIAMAR DE HOJE
Primeira as .0 horas e ">i miiuilos da maullan.
N^mnl.i as II horas e 18 minuto^ da larde.
PARTE OFFICIAL.
OOVEHNO DA PROVINCIA.
Einedlento de ala 33 de j.Mlro a 1863.
(Juicio.Ao Exm. presidenta do Cear, de-
volvendo, julgado pela junta do justicia, o processo
verbal do soldado Francisco do Santiago, perlen-
cenlo ao moio batalhao daquella provincia.--Ofli-
ciou-sa nestesentido .10 Kxm. presidentedas Ala-
goas, rolaiivainomo sos procossos dos soldados do
II liatalhao da infantariaJos Ballazardos Rcis,
Vital Amancio, Frederico Amonio Franco o Fran-
cisco Jos Vicente.
Dito.Ao commando das armas, enviando,
julgados pola junta de juslica, 16 processos ver-
[ |in- il 1- pracas de primeira linda, mencionadas na
relacao que remello, afun de que faca cumprir as
onieiie.is proferidas em ditos processos.
Relacao que so refero o ollicio cima.
Segundo batalhao de infanlaria.
Soldado, Francisco Severino.
Dito. Alexandre Americn.
Oilavo batalhao de infamara.
Soldado, Josu Manoel Cuinares.
Dito, SebaslioMarquos.
Dito, lluaventura Jos do Prado.
Dito, Sergio Jos Coellio.
Nono balalho de infanlaria.
Msico, Manoel Rodrigues.
Corneta, Manoel dos Sanios l'assos.
Soldado/fos Antonio"'2.
Dito, Manoel Francisco Pureira.
Dito, Joao d'Andrade.
Quarlo batalhao do arlilliario a pe.
Soldado, Jos Francisco da Cruz.
Dito, Antonio Francisco de Paula.
Dito, Ciraco de Santa Anna
Dilo, Ignacio Cardoso da Silva.
Dilo, Manoel Jos Soares.
Dilo.Ao mosmo, communicando que, se-
gundo conslou de aviso da repartido da guerra de
8 do correnle, mandou-sopassar para un dos re-
gimentos do cavallaria,estacionados no Rio Grande
do Sul, o segundo cadete do 10' batalhao de in-
fanlaria, aclualtneie 9', Bernardo Duarle da
Rocha Bastos, que por aviso do 2 dejulho do au-
no prximo passado, oblovo passagom para o I 2"
da inesina arma, hojo IIo
Dito.Ao mesmo, inteirando-o de liavor sido
declarado, por aviso do ministerio da guerra do 8
docorrenle, que se conceden passagein para a coni-
panhia lix.i do cavallaria Jesla provincia ao solda-
do particular do primeiro batalhao do infanlaria,
Benedicto Marinho Falcio.
Dito.A tliosouraria de fazenda, communi-
cando que, por decreto de 23 dodezembro ulti-
mo, segundo colisin do parlicipacao Ja rcparlicao
Ja justiea do 3 docorrenle, loi reconduzido o ba-
charel Joo Francisco Duarle no lugar de juiz
municipal e de orphaos 1I0 turnio do Garanhiins
por lempo de i anuos, na forma da loi. Fizo
rain-seas nocessarias comniiinicaooos.
Dilo.Ao prcsidcnle Jo tribunal do cotnmer-
cio, remoliendo copia do aviso do ministerio da
justiea de :t0 dedezeinbro ultimo, conimiiiiicando
as roznes do iiidcferimcnto, que leve o roquoi i
memo em que a associacio commercial desta pra-
ea pedia que as prescripcoes a respeito dos diroi-
los e obrigices commerciaos ordinarias, se regu-
len! |ielos termos das prescripcoes dos direilos o
obrigacoes civis.Commitnicou-so dila asso-
eije 10 e ao consellieiro presidentu da relacao.
Dilo Ao cliefe do polica interino, litando
que, para ler lugar o pagamento do quanlia, que,
'',.'11111 c a coma que jevolvo em duplcala, fui
despendida polo delegado do termo de Garanhuns
com os recrulus apurados em 17 do seleinhro ul-
timo, faz-so preciso que omosmo delegado satisfaca
a exigencia da conladoria de fazenda, conslanlo da
copia que lamliom reuielle.
Dilo.Ao inspector do arsenal de marinlia,
declarando que, oniquanlo nao so expalo ordeni
para ser transportado a seu destino o desertor do
brigue escuna Olinda, Manoel Jos, convni
quo soja o niesmc conservado com soguranca, o lo-
go que osliver no porto alguina embarcarao de
guerra faca passa-lo para bordo dola.
Dilo. Ao director do collcgio dos orphaos,
devolvendo osdous requerinienlosdeGuilhermiiia
Bazilissa da Costa Barradas, que se refere o
seu officio de 17 do crranle, e reconimenJando
que mando onlrogar i supplicaute o seu lilho An-
tonio Borges Uclia, visto ter ella assim podido
..ni mil dos citados requerimenlos.
Dito A' ihesouraria da fazenda provincial,
para por em nrreinalac/io as obras do acudes dn
povoacao de Paje de Flores u da froguezia do
Buique, servindo do baso para os contratos do laes
obrases clausulas o ore.imenlos quo remollo por
copia Cominunicou-se ao director das obras pu-
blicas.
Dilo Ao director do lyceu desta cidade, re-
metiendo a pelicao do Podro Autran da Malla o
Albuquerquo,sobre que S. me. informou em olli-
cio do 18 do Hrrenle, tiin deque Ihe delira na
forma por elle requeiida, atientas as hnbilitacoes
'que aprsenla, c declarando q 11.111 lu o *gunJa
parlado seu cilado ollicio, que nao podando os-
tabelecer-se excepcao no art. 12 do rogulamenlo
de 12 de maiode 1851, que v convener-se em
unuullacao do mesmo artigo, convm que elle sepi
observado, e so ascircumslancias dos quo quize-
rom inalricular-se no lyceu poderao determinar as
inodificaees que devam fer feilas, como acontece
com o referido Pedro Autran, que apreseulou
certides dos exaiiios de laliui, (ranee/, geometra o
philosopliia.
Dilo.Ao arremtame das afericoes dos pesos
o medidas doste municipio, declarando, cin visla
dasua, informacao com referencia ao ollicio do
inspector da thesouraria de fazenda, que devo S.
me. aferir as balancas, pesos o medidas das rapar-
t6esliscaesda fazonda, fim de que so observo
reslrictamcnlo o disposto no arl. 61 do regula
ment de 30 de maio de 1836, e na ordem do
ihesouro nacional do 27 de novembro de IS 15,
icquerendo dopois o pagomenlo deslolrabalboao
xoverno imperial para llie ser doferido, como fr
de direito.Communicou-so a thesouraria do fa-
zenda .
Dilo___A' Joo de S Cavalcanlo do Albuquer-
quo, juiz de paz-mais volado da freguezin doMa-
ranguapo, declarando em suluco ao son offleio de
18 do crreme, quo so o juiz do pal mais volado
daquolla Iroguozia. porlencento ao quatriennio
passado, nao coiivocou, comoS. me, suppoe, os
eleitores e supplenles da mesma froguezia, para
organisacao da junta revisora dos irnballios da
qualilicacao, dove S. me. quaulo antes mandar
alhxar editaos para essa convocarao, procedondo a
reviso de laes irabalhos na forma da loi.
Dilo.A' cmara municipal do Limoeiro, oc-
cusando recebido o balanco da receta o despez
daquclla cmara, relativo ao anno linaneciro mu-
nicipal de 18511852, bem como o nrcainenio
para o anno de 18531854 ; o quo ludo far
elto.'ar iqiporiuiiaiii.nl.- ao conhecimonlo da as-
sombla logislaliva provincial.
Portara.Prorogando por un mez, sem ven-
cimonto de ordenado, a licenca que foi concedida
a Jos Varonil Bezerra d'Albui|uerque, quarlo
escriplurario da thesouraria do fazenda para tratar
desuasaudena provincia do Cear. Communi-
cou-se .10 inspeclor da mesma thesouraria.
dem *o da 24.
Ollicio.Aocommando das|armos, remetiendo
copia do ollicio, em que o inspeclor da thesouraria
de fazenda communica haver sido paga a quanlia
'de 153,120 rs impurlancia das despezas feilas
pelo commandaute do destacamenia0l delegado do
tormo do Cimbres com a conducan de diversos ofli-
ciaes, bagagens destes, c de varias pracas enfer-
mas perlencentes ao mesmo destacamento
Dilo.A thesouraria de fazenda, dizendo quo
as declaraeoes, de quo necessita o procurador liscal
d'aquolla thesouraria para promover, como exigo
o tribunal do thesouro nacional, as lolacoes dos Ice
nofciosparochiaes, sao lo poucocustosasdo mi-
nistrar, que nenhum dos parochos das freguezias
desla provincia se recusar a salisfazer as roc|uisi
.a'ic- quo nesle sentido lito forem feilas, anda
qinndo direito tivcssem do exigir emolumentos pe
las corlides ou informac*ios, i|uo hotivoreni de
dar a bem dos negocios da fazenda publica, cum-
prindo, por lano, que o tnosmo procurador se d
rija uflicialriiculc aos parochos, de que traa no of-
ficio que devotos a tim de Ihc fornecorcm laes de
claraces
Dilo.A mesma, communicando que, poravi
so da reparlir.10 de marinha de 22 de dezombro
ultimo, foi participado haver sido Horneado o ca-
pilao de fragata, Felippe Jos Fcrreira, coiuinan-
il.'int.- da r.i.icao naval desta provincia, naconfor-
midade do decreto n. 1061 do 3 de novembro do
anno prximo passado.Fizoram-se respeito as
nocessarias communicacijes.
Dito.A inesiua, transinillindo, por copia, o
aviso da roparlieau do imporio do 12 do crreme,
doqu.ilconsla ler-so exp..xlido um oulro ao minis-
terio da fazonda, para quo pelo crdito volado no
J 28 do artigo 2." da le n. 628 do 17 de selein-
hro ultimo', so ponda a disposico da presidencia,
n'aquclla thesouraria, a quanlia do 30:0011.00(1
rs. para auxiliar a obra provDdsl da reconstruc-
co ou leparos da ponto do Recito. Igual copia
Se remcltcu ao director das obras publicas.
Dito.Ao director do arsenal de guerra, paro
que, de con [onnidade com oque requisitou o che-
fu de policio interino, mando fornocerao carcerei-
ro desla cidade OS objerlos conslantesda rclanioquo
remello, os quaes so fazein necessarios 00 servico
da mesma cadeia.Itilciiou-sc ao mencionado
clicfe de polica.
Dilo. Ao juiz do diroilodc Giiiann.i.aicusaii-
1I0 recebido o ollicio cinques, me _dcu parte da
convocacio da segunila sesso dos jurados daqueila
comarca, edos julgamonlosque durante a mesma
sesso livcram lugar.
Dilo.A lliosourori.i .la fazenda provincial, pa-
ra que, caso osleja nos termos lgaos a coma que
remelle, mande pagar, de conformidade com o que
rcquisilou o chelo de polica interino, a quanlia
de 201,6110 rs., que despendeu o delegado do ter-
mo de (."i.ini] 1 com o suslonlo dos presos pobres
da respectiva cadoia nos mozos de novembro e de-
zombro do anno prximo passado.Inleirou-se
ao referido chote.
Dito.A mesma, approvando 0 arreinatacoo
das grados de ferro do que Irala a 1." parto do seu
ollicio do 20 docorrenle, para as jancllas da rasa
do deletelo,
Dito.A mesma para manjar pagar a Jos
Maria Fcrreira Ja Cunha, caso eslejom cortos as
comas quo remelle, a quanlia Jo 16,560 rs que
desponiicu o delegado do termo do INazarelh com o
foiiiecimonlo deluzes para a respectiva cidea, no
trimestre docorrido de oulubro dezombro do anno
prximo lindo.Inleirou-se ao chele de polica.
1-11..-......1.-1.11 nos de estado de lodas as re-
.1-1111 o teuliam entendido,cfacain eiecu-
11- mi
parlirOe
lar.
Pafo das Neccssidadcs, em quinze de dezcinbrode
1852. HAIN1IA Duque de Suldanha, Hodrigo
da Foiuera Magalha'e*, Antonio Maria de Fonlc*
Pereira de Mello, Antonio Aloizio Jerrii a".llou-
guia.
"IMS I 1 HIO IMS M <.)> IOS DA Ft-
DMM.
Secretaria de esudo.
Senbora A organisacao difiniliva da fazenda pu-
blira prende cssrnrialmcnle com o neci-ssario equili-
brio que deve existir enlre a receta e a despe/a do
Estado. Em quaiiloliouver nm dficit, |icqueuo 011
grande, que aclue constanteincnle sobre o Ihosoiiro,
O pata raininhar [iara un abismo inevilavel, donde
II.....Mpdde salvar-sc, por nieins enrgicos o adequa-
dos, 1 niicc mais ilillieeis eiuelllcizes, coinludo, quau-
I" uiaisaucravado eaUvero mal, e mais larde se pro-
ver de remedio.
A situarn linanreira do paiz nada lein de aterra-
dora ; In'iii pelo contrario, lie ella boje soiisivehiicn-
le mais faxoravel do que ha muilos auniM lein sido.
ComunM divida llucluaule PONOconsideravel, com
as rendas publicas lodas di-senili.irai.adas, c como
aiigiiienln de receta, o diiniuuico de despena, que
se devcn as disposiroes dos decretos ib1 3 de dezem-
l'i" de IK'il e 2de julbo do rorreule anno, exisle
coinludo um defiril, que he indis|iensaicl exlingur
a lodo o cusi, porque |Mide. anda que pequcun, co-
mo be, una vez que se ii sucressivaineiilo aceu-
miilanilo de anno para anno, couduzir a resullados
falaes, e facis de prever.
A nacn 1 ... 11 e deve pauar mais duque actual-
mente paua ; pnrni o excedente dereevila queilahi
provier, conven que sejaexclusivamente apptlcedo
is vas de coinulunicaco, inslruc\;o publica, a
restabelecllnealn da iiosm iiiarinlift. c a tosas as me-
didas de |c>;iii-ii!m que lendem aoilesemolvimeiiloda
riqueza nacional. Para o pagamento do- serviros,
para I salisfaeo ibis despezas urucnles e quotidian-
nas de tuda a ordem, que actualmente se bsem, a
que he indispensavel que ciinliniieni, lie mister pro-
curar recursos nariM-eila exislenle, sem o auxilio de
nOTSS iinposiroes. Talhc o |icusauienlodos Minis-
Irosde vussa inauesladc.
I'ela carta de lei de36 de agoslo de 1818, c oulras
Icisc decretos subserpienlcs, em coulinuaci daquel-
l.'i, foraiu deduzidos 5 pur ceuto dos juros pagareis
|icl.i junta do crdito publico da nossa clivi.ln conso-
lidada interna e externa. Esta ennlisso inevilavel
da impotribilidede em que o Estado se achava, c se
acha anda, de pauar integralmente m juros nomi-
naos, equlvalendoa uma verdadelra reduecao no jo-
ro, em qaanlo realidade das cousas, leve n incon-
veniente de deivar em pei*s|eclva aluuns direilos,
indelinidiH lie verdad,, mas siilicienle-, coinludo,
pela sua propria existencia, para siuiiilirareiu una
especie de descrdito iusepara\el dos respeetivoe li-
tlos. Pur parle dos credores eslranuciros, princi-
paliueiilc, nao lein remada as reclauacos a tal res-
peilo, c.....quaulo supporlain retigluuamenlc a fal-
la completa de pagamento de algiius semestres, c as
le.lu.n.e.de juro, que, nos lliosnios, rutas nares
leeiii feilo pur mais de nina vea, he ccrloquc nunca
se lein podido accoiumodar com as deducales que
Portugal ollecluou nos juros de sua divida......soli-
lada.
A.coiner.aoda divida, esterna, ordenada por de-
creto de 2 do novembro de isio, dopois de urna luoga
nleriupc.i de pagaiucnlns a que se vio forrado 11
lli......iro pnrluguei por circiinislaneias que san
ihecidasde lbdoa,lrouie corasigo o eslaboleclmen
1
cunverrido em I8.; e, por isso, na iinpossibilida-
de de Ibes dar em dinheru effeclivo o que deixaraiu
de reieber desde enlo al 1818, parecen rasoavel
fazcr-lhes a couqieusaco em liouds icio valor do
mercado.
Para i\ |..I., referencia na ronvei-sio que se pn>-
pe loinu o aoven oJnrodeS |wr ceolo, que dc-
.lu/i.lo a 3 pin ccnlo ao par. Oca diminuido em 2|5
do sen valor inlcural, 011 em 3(20 do nominal, rela-
livaineule m sonmia effecliva que actualmente rece-
l>em os puasiiidorcs daqiiellcs flliilos. Adoptada esta
Iwse na couverso lisio o cniculo lie fcil. A's ins-
cripcoes c bonds de 5 |ir rento faz-se a ledurco ao
par, como lira indicado; nos ttulos de juro supe-
rior augmeiiUi-se o capital, quaulo basta para que-e
observe iiinlteravelincnle a mesma priqiorco; c nos
de juro inferior faz-so a iqiorarjn inversa, para con-
ervartlueema relacao devalares, Em todos os
rasos a rc.lurcopflcrliva Iiedc3|20do nominal do
juro,cuni|iarandoo estado actual com o (pese pro-
poe.
Nesla operaco que abrauge luda a divida ron-o-
lidada inlerna e externa remontoii o toverno, como
IKinlode partida, para a convenio dos noasos banda,
ao decreto de 2 de novembro de IHHi. e rapalouMn
linios de 5 por rento, como ellectivamenle licaran
sendo por aquelle decreto. Kcduilndo agora toda a
nossa divida a 3 por ceuto de juro, eonsidera-se j
elle Ina.1.1 iiuiii parle de-la conversan pela que se fe/
em 1845; o, \m isso, coUoeando prevlaroenle os
hnnds de escala asi-endeule na situacn em que esla-
riain si- us seus po-suidores nao live-sem recusado
aquella operarn, nos e oulros sin convertido! ac-
tualmente em 3 por ceuto ao par, romo era justo.
Eiuquaiito a divida consolidada Interna alo hoo>
ve oulro elemento para o calculo que nao fusse n seu
eepilal.....s conforiiie as bas,^ aeraos ili-sla o|>t-riii;x; a eonver-
sSo de IKl.'! 11.10 11 nli 1 sido extensiva div ida inter-
na, e por isso nao era iiossive! fazer modilicaco al-
guma i reura iiialtcravel que se adoplou.
Entre os litlos de diversos juros, desde 2 al ti
Hirceiilu queesloacargo da juntado crdito pu-
blicu, ha ninas certas in-cripenes e IkiihIs de 3 |nir
ccnlo, s quaes o gnverno eiileiideu (pie se nao dev ia
fazer nMlueco ajanna, Prnccdein ellas da capitali-
sai;o que mais de nina vez so cHm'Iuuii das deduc-
ale- feilas no- juros da divida consolidada; e como
esses ttulos fumn passadns com a clausula expns*sa
de nao licarem sujeilos a dedoeco alguma, ecsla-
vaiu preetaisnenle noslimilOI de juro a qucoiover-
110 Hiende que deve liear reduzida toda a divida pu-
blica, pareceu conveniente e justo que esses ttulos
fos-eni trucados ao par. Tainlicm se converleiii ao
par em inscripcoo e liouds de 3 porcenlo, os liluhis
de I. qiieilevemseremillidos pela rapilali-..i;n or-
denada no decreto de 3 de dezeinhru de 1851. (jual-
quorredurcu que selizi-.se no capital dessa divida
seria iujiislilicavel, iMirque fui na sua orieem a euin-
liensacode sacrilicios, e considerada enlo a i por
rento com as dedcenos leuaes. j para o lim de li-
ear vencen.lo :t por cantodeflnllivos. Nesle
I.....Mas razos, enteudeiin uoveriioquedev
a convenio a 1......-. UN).
.Mandando emiltir novo- lilul..- por toda
consolidada interna eexterna com 3 por 1
nonio,
ia fa/.'
1 di
vertidos nos novo bouds e inscripi;oesde 3 |>or ceu-
to na mesma razio do 100 por 100.
Arl. :l. As cautelas e certificados da capilalisa-
cao aulorisada pelo decreto de 3 de dezembro de
1851, queja se adian passadas. ou que Iiiiuverem
de se passar aiuda, nos lerinos dos decielns de 21
do dilo mez de dezembro. e de 5 de Janeiro de 1852
em que se compreheudeni os juros da divida inlerna
e externa do segundo semestre de 1850primeiro c
-ei-niiclci-eiiic'-hc de IK",I. e primeiro semestre de
1852. 'rao da mesma forma convertidos as ins-
cripcOos ou bondsde que Irada o arl. I, na ra/o
de 11)0 em inser peles por 100 cm cautelas 011 cer-
lilicados.
Snico. Os juros respectivos ao seuiindo semes-
Ir de I8.V. a que lein direito as referidas cautelas
e certificados, segundo odhqioslo no sobredito de-
rrclo de 3 de dezrmbro de 1851, serio previamente
pegos*
Arl. I. A diflcrouca de I por cont em cada_ an-
uo, que os |Hissnidorcs dos IhiiiiIs do fondn de 5 |>or
ceuto de I8il deixarain de receber em diulieiro c
bonds de 3 |>nr ceolo .luanle o qualriciiniode 1815
a 1818, por SO nao havereni prestado i.iuver-o
dodecrelo de I!) de abril de 1815, ser-llies-lia pana
lio acto de realisar-se a presi'iile c.invcrsio, a parle
em dinheiro, em lanids de 3 por rento ralculadns ao
precnipie nesla dala lverem SO mercado os bouds
da sobrcditacoiivcrsiiode 1815, ea parle que leriam
recebido em ln.u.l-. de 3 por cante nesses mesmo t-
tulos ao par.
Arl. 5. (Is pos-uidnre-de liluln-de divida con-
solidada inlerna e externa sern indemnisadosdade-
dueco de5 por rento, respectiva aos juros do s*-
:.n 1 idee semestre de IKS8 al ao segundo semestre de
1852 inclusivamente, dando-se-llies pela importan-
cia correspondente Minios de divida dillerida.
S l.'nico. Estes ttulos comecarao a vencer juro a
ra/aode :l por rento ao anuo desde 111, de jaileiru
de !.' c 1 em dilate.
Arl. (i. A rnnlar do 1- de Janeiro de 185:1 liram
redil/icio- a Iros quinlos da sua iinpnrlancia primi-
tiva.
1. Os juros do emprosti.....de 1,000 ceios de rs.
que ao banco de Portugal -i" pagos |Kdo cnnlralo d.
lahacn esalio.
2. Os juros vitalicios (pie se pauam pela junta di
crdito publico.
Arl. 7. As dolacoes da jimia dn credilo publico
respectivas ao semestre dn correte anno econ-
mico, serio reguladas segundo aa disposices dosar
linos aulecedenles.
Art. 8. Os lilulus que foram trocados pelas no-
vas iiuHTipccs e bonds. na couformidade do (|ue se
determina nos arla. I. 2, e 3. seHo caneeliados 1
aiimrlisados rom S*lormalldadmdo cstvle.
Arl. '.I. Aos possnidnres de ttulos de divida in
tema e externa que uu roiicorrcrcni a esta runver
sao, sinneiilesc pagar juro, a cnnlar dn I* dejauc!
10 de 1853 em .liante, na razio de 3 por canto ai
anuo, calculado coinii se a ella hniivesseni eoucoiri
dn sem mais vantauein 011 rnnqiciisaei) alguma.
Art. III. A junta do crdito publico bcaulorisa-
juru, -em deduc
que era iiidi-peu
OS portadores de
.pie teein snll'rdi
se Ibes Indi.1 rece
efleeluadaa no sri
no priiueii-osiMiic
paiten rtacnmslai
o cucargo correspe
direito, e por i-s<
lile.
da 1
la I '""<
le
ala
avel reo
iuscripc
de ISS
uliecido,
iindn sei
lie de
111a, pare
mliecei
les e le.....I
em dianle
emquant
ilireil.i
de
pie lein
luecoes
11 j mies
ileducces
estrelle 1816, em lst7, e
1818. .Na., nleconiludoo
ias de poder supporlar de-de j
lenle ao reconhei-inieulo de lal
is ministros de vosea inageslade
.'lear eeinillr
lecoasarios p
leveii.ln priq
ulanionlos,
II. Sao aulnrisadastoda
'cessal ias para se levar a
lio presente
lliscripces e liouds
ra a execuc.in do prsenle
r iiiimedialaiuciilc ^ respe
iiii.nl.>
1^. Ficarev
ilis-retu
acta luda a
.1- de-pezas que
licito a convenio
legislacio em ci
.lis-
da e-cal,1 ascendenle, ouo desde a laxa de 2 '4 1 ..
.....elevava siicce-ivanieule o juro al I!, para B- Propoemoue pela inipintancia daquellas de.liicce-.
car mais larde pcrnianenleinente em 5. Era suave 'I'"' "nuilain a sninina Inlal de 3.NOO nonios aproxi-
pagamenlo nos prmeiros lemiios ; masn futuro 'uadauenle -e pa.siu titulo, de 3 |wr.....1I0, dillen-
quese apresenlava rada vez mais medonho, e im- ""poroiexniinos, isio no, para romecarem a von-
ivel al, lelaexccssiva elevarn do encargo.des- 'erjurn. desde o primeiro de jaueiro de!8(il cm
perln no gnverno de 1815a idea de coiivcrler IimIii diaole.
1 divida estarna a 1 por ceolo, medanle corlas con- ,v,u csquecerain laniliem au governo OS ilelienlu-
lices da operaco. que nao ic uosso olijecln analv- res que anda exislein, e que un-ain emillidos para
sar aiorn. Basa rnnversn ninteeCse.....u senu pegamenlo dos eoupont vencidos alo 1840, bem co-
eni parle, elicarain anda C 3:572,171. cujus possul- ""' """* bnndsecoii|Hins de anliuoseinpresliinos,
llores iioipiizeram prescindir da escala ascendenle, 'luc nao russeni convenidos em 1811.
e que pennaneceram ennslilnindn urna Impurtanlit- V' observar-s
sima exreino a reara, que em van se ludia procura- "'*""' lilubis. qualquer queseja a sua deiioiniiiaca..,
1I0 eslabeiecer. deve priiueirn Blier-W a devida reduecao a 5 |nir
Uando se compara a relacao em que so acliam OS ,'''"1". linalinenle coiivcil-los de|Hiis como quaes-
noasos recurso coma enorraidade da divida rnnsuli- qnerMlrosdaquelleJnro.
dada que circninslaiicias exliaordinarias nns lein o- I 'lo que lora divida interna, os juros do em-
briaJo a crear ; (piando rcflerlimiH que pesa sobre |ue*limn dos 1,0,g|eolitos foram rousiitorados cuino
o Bsladoa obrigacao annoal ile mais de l:0iHi con- esnn de interipeoes.....de oulra divida publica.
1.1. de reta de juro e ......iiidaih-, islo be, de uin.i lelos decreta de 3 de dezembro de 1851. e de 26
s.....nia.piuxiniainenle 2.5 i!a receta gcral do lliesou-1 dejulli.i dn crrente anuo, j elles fura......niade
rolo,
vo- le
Arl
folln
deten
Arl
Irario
Arl. 13. O governo dari conla as corles da'
po-iees que se conten nesle decielu.
Os ininislrns c secretarios de estado de ludas a
reparlices a-siin 11 leuli.im entendido, e f.icam exe-
colar. Paco das neitessldades, em 18 de dezembro de
1852.KAI.MIA.Uui/ue de Saldanhii, Rodrigo
da /'Vi/dvVi Magllale*, Antonio Mara de FOHltt
Pereirude Mello, Antonio Haizio Jircitie iiou-
guiu. (Diario ato* Gocemo de Portugal.,1
ILI..M. L CXM.~sin"JOSE DA SILVA
l'ASSOS.
.Meu piesadissimoatnigo.A primeira carta de
ompeiiho, e a nica que tenho recebido. dosde que
(lilil- l-lll le-ll, (.llill-ll.ll. ,. ,
I rema geral eslabelecida a respeito os'uu i""- "" ,'lto do comarca do Louzada
' 2 do
loi
olembro ultimo a do V. Exc. escripia
Com a dala do 10 da julho prximo pa
COMMANDO DAS ABUSAS.
Qaariel general na cidade do Recite em 31 de
Janeiro de 1853.
OHDEM DO DA BI. 170.
Determina oSr. mareclial de campa Antonio tan-
roa Sera, eiimuiandanle das arma-, que aoSCOrpOS
do exercilo em guarnico ne.la provincia, e au de
polica, spanse revista de musir nos respectivos
quarleisua mandan dn da l.de fevereiro vndnuro
pela ordem seguinte : is 1; huras o lialalh.iu n. 8, eo
coiilingenie do 11. 11 : s 7 os balalhues 11-. 2e lo-
dos de infanlaria ;'" ', o corno de |mliria ; os 8
acompaiiliia Bu de cavallaria ; as8 ', a muipaiihia
de artlllees ; e linalineiile s !l i> batalhao 11. i de ar-
lilharia a |i. Candido Leal herrrira,
Ajudnnle de ordens, encarregado dn delallie.
EXTERIOR.
N
tilia-
ERRATA.
pagina segundaculumua seuuuda li-
110 em vez de Sapvleao', Icia-se .Vo^o-
IMIRTI4.AL.
ilini~ii. in do 11.-...los do Reino.
3." Direauo' i." Reptiflf.
Sendo de inanifesla convenieiiria para u sitvco
piildico que us olllriaes-iiiaiores e im cheles de re-
I ..o 111 i. el,- todas a-secretarias de estado, assim como
os directores genes e o- cheles de reparlicio do ilus
Miuro publico, sajam isiuilos do encargo de jurados,
pela iucompalibilida.le qu se ibi do exereirin do mes-
inii ancaroo coui o servico diario c uu iulerrompidn
das variadas e ini|Kirlaiiles obriuaces que as leise
regnlamenlot commellem a estas lunccwnariea, nao
KKlendo deixar pm is*i de se consideraran r.....pre-
lieiiiliil.i. 1111 excepcao coiisiguada no arliuo Ili3, n.
10, da nov i-iin,i reforma judicial, (fuando se refere
aos ......obra) da adtaiuMracJki civil : bei iwr bem
decretar u seguinte :
Arl. I. Sao iscnlos do servico de jurados os olU-
iiai'-inaiiue- e u-iliefes de rcparlicao de lodas asse-
crclaras de eslado ; c bem aim us direclores ge-
raes, eos cheles de reparliro do lliesouro publico.
Art. 2. as lisias doscidad 10- bobeta para o servi-
co de Jurados nio serio de fuliiru roiiiprclii'iiliil..-
s emnregadoa de que se Irala e os i|ue actualmen-
te Helias e-tiverem com|irclH.,ndidds serio eliminados
da- ine.-nia- lisias.
Arl. 3. I 'ira revocada toda .. leiislaeo em ciin-
Irario.
Arl. i. O governo dar conla s corle- das dispo-
sjcoes coudas ins>le decrelo.
ro, licacvidenle, e irreciisavel, cuino he iuiixissivcl o
pegamento intcaral de lal quaula.e cuino he ueeessa-
rio lixar de una vez parasempre, una laxa de juro
uniforme, unir, para a divida consolidada inlerna,
e esterna, que estaje em harmona cornos noasos re-
cursos, que uu seja una promessa falla/, iiupossivci
de riimprir-se e que furlilique 0 crdito publico, pe-
la nica maticira |Kirque lie |iossivcl assegura-lo, islo
he, pela cuiilianca que inspire a capacidadeipie lem
odevedorde salisfazer os seus encreos.
Nio he a laxa, mais 011 incnus elevada dojiironuc
faz subir na piacan valoi dea res|ieclivos ttulos ;
nos prineipaes mercados da Europa si' ciiconlrain
IhiiiiIs de 3 por ceuto ao par, e aiuda cima, em
quaulo outriM do oulras nac,ocs. inesnm ruin juros
inuilo mais subidos, sao colados mullo inrcriorine.i-
Ic. Os iHMsos fundos por exemplu. que san de qua-
Iro nominaos, e de Iras efleelivos esli na praea de
l.uiidresa 38 ou 30, em quaoln .h consolidados in-
gleses laminan de Ircs se acliam a 101. Tal preen
DOS fundos portugueses O (|lle deinonslra evidente-
nieiile, he que lulos repiilam os enrnruiH do paiz
superiores aos seus recursos actuaos, e que uu con-
t.iiu com a elleclividadc daquelle pegamento inte-
gral.
He precise a ludo o cusi liruiar o crdito publici
ion bases solidas e inabalaveis. de sorle que posan
mu. tirar de-so elemeutu poderoso da iirosperdadi
das o. 1 >;...-- lislus os frurlos (lite elle deve produ/ir
Mas nao lie com promessas iinpnssiveis, rom deduc
ee- conliiiuadas, com a licerleza no i-siu.uuentu dos
juros da divida publica, que havemus de conseguir
sse grande lim. O crdito he a cuiiliauca, e essa
mo se inspira com nperar/ies de urtetieio, ipie pro*
moxein urna tomj h iraria subida de fumlus, ueiii com o
sacrilicio dos serv icos pblicos, para pagar aos ere-
dores, iiem com a eslaguaco de lodos os melliora-
inciilos, para nao dislrahir as vertas da reccila : a
confiante Inspira-ea fallando a verdade a lodos, e
ileuioiislrando-a; pruinellendu somentc o que he |>os-
sivel cumprir, c cumprlnilo religiosomenleo que se
prniuelle ; innslraudo que o paiz esli habilitado,
nao smenle a pagar os jurus da sua divida mas
aiuda ludas as suas oulras despezas ; empreheuden-
do enicazinenle os melhiirameulns malcraos com
que se ha ileauumenlar a riqueza publica,adoptan.lu
us li'iii- principios ecuiiomicos, libertando o coinmer-
cio das peias que o enlor|tecem, c facilitando lodas
as Irausarcoes. 11 crdito que se nao fundar n.-ias
bases he ephemeru, e transitorio, e nao pdc dar em
resudado scuo a desgraca de muilos cm proveilo de
puncos.
Senbora, im ministros de vossa maueslade ciiteu-
l.-n 1 que si' deve fazer urna grande cunversio, (ich
ipial se reduza ao juro de Ircs iwr rento delinii v....
sem deildccn alguma, luda a divi(|anius.ilidada in-
lerna e externa. A exislcnria de lilulos de divida
fuidada de una s naliirc, e de um juro, nao
hea|ieuas una belleza syinclrira, mas lie lambem
una uraude ullidade real. Pelo de.-reln que temos
a honra de suliineller i approvacao de vossa inages-
lade, acaba-se a escota ascendente, reduz-sca desiie-
za tea limites que us nossos recursos riimpoiiam, lia-
bilila-se o governoa cumprir reliuinsameuleas obri-
.',nales do lli.-t.iuro, ilesap|iarecemasdeduc.;(*HM, que
sao como mu sello de depreciarn imposto nos pro-
prios lilulos, erecnnliece-sco direilo aiM J por cen-
lo, que lein -i.lo dcilu/idos, dilTcrindu por des anuos
1. respectivo enesrgo.
ente medida, que os ministros de vossa mages-
lade repulaui enuiieiilemeiile nrganisadora, piocura
o enverno, sobre ludo, ser justn. Anuullada a esca-
la a-cenilenle paraos credores de urna grande parle
da divida exlerna, era indispensavel eoHoca-tas na
inesiua -iliiuo em que leriam lirado se livesseiu
na regia louuniini; e as ine-inas raziVi'S de enlo ac-
liiam aiuda nos miiiislru- de vossa magostado, que
uu piidem resolver-se a reputar cxrepcionaes e pri-
vilegiados aquellos crditos, em rolarn aludos os
uniros da divida doestado, Pur isso van considera-
do, oeste projedo do decrelo c.....o os juros das ins-
cripeese bouds de 5 |ior ceuto.
Senbora ? A reduecao da di-.|H'/a publica dequasi
350 conlns, que cm lauto importa aproximadamente
a ccuiiniilia resultante da cunvcrsuquc Ionios a bull-
a de propor, esllngne <> dficit .pie indarosta, e
ii.iiuiii.i.1 Ihosauru a saUsfuer ponlualmonle o- cus
eiicar os dentro de cada anuo. A escala ascendenle
desapparere; a nossa divida publica fies reduzida a
mil s typo. e a um sjuro. ronipalivel ruiu as forras
c recursos do lliosoiiro; os fundo, pblicos licam s<^
euros para os seus possiiidnres, porque o respectivo
encargo nao escode s limites dn possivel; c a fa-
zenda publica d um passo iinporlautissiiiin |iara a
sua rnmplela e .letiniliva ou'auisaro, que. depois
disto, anda depende do funculo do riqueza publica
e de nimios uulros inrllioraiiieiitosadiiiinislralivos o
econmicos, que soiiieule s.. podem elfectuar, de|iois
que o llie-ouru estoja habililadu para vvele pagar
as de>|H'zas enrenles como he mistar.
Com este pensumciito. a rom estas esperanca-, os
inini-lros de vussa inageslade, furtos de sua rons-
etaneia, e penetrados da nUHdade desta importaole
providencia, (cm a honra de submelter eleva.la ap-
prnvaro de vossa inageslade o seguinte projeclo de
decreto.
Secretara de estado dos negocios da fazenda. em
18 de del.....bro de 1852. Duque de Suldanha.
fodrigo da Fon*eca Mugulhae*. Antonio Ma-
rio dr Ponte* Peieira de Mello___Antonio Aluizio
Jcrritde Alouguia.
Tomando em runxidrrarab' o relatara do* minit-
tro* e terretario* de e*tado de toda* a* repar-
liro'e*: hei pur bem decretar o irguinle:
Arligo I. Sao convenidaseuynscripeosnubonds
com vencmento de juro, na razao de 3 por rento ao
aiinu, contado do prinieiru de Janeiro de 1853 cm
dianle, e sem dedurco almona.
1. Os lilulos de distrarle dos capilar-, de (i por
centudaiidn-se 120 em insrripeoes |wr 100 em li-
lulos:
2. As nscripcicsn apuliecs de 5 por centona
razio de 100 por 100:
3. A-iuscrpenes un apnliees de l por ceuto na
razio de 80 em inscripoosde 3 por ccnlo por 100
em iuscrpenes nu apulices:
I. Os ttulos da divida dos Acores, sendo os de 5
por rento na razio de 100 por 100.Os de 3 por
rento na razio de 60 em iuscrpenes de 3 |ior ccnlo
em lilulos e os de 2 por cento na razio de 10 cm
Inaerincoes por tOOem ttulos:
5. Os bonds da divida eviena do I iludo de ', pur
ce'iln de I8VI, da eniiversio aulorisada |ielo decre-
ta de2deuovenibrode I80, na razan de 100 tior
100:
6. Os liouds da divida eviena do fundo de t pur
renlode 1815 da cunvereao aulorisada |ieli decre-
lu de 19 de abril desse mesmo auno, na razio lam-
bem de 100 i".1 IIHI:
7. Osdebeutures emilUdos para pagamento dos
coupans vencidos at 1810, que anda exi-lirein ein
ociilar.iu; liem como os bonds e'cnupons dos anli-
gos cmpieslimu., lita convertidos, feilos imrni os
calclos respectivos como se fbssein primeiro inver-
lidos 1111 fulldn de 5 por renln de 18il.
Arl. 2. Os bouds o insiripcn-s de :i por cento
emilUdos us termos das caria- de lei de 26 de agoslo
de 1818, e 30 de junlin de I8W serio lajiibcm con-
ein
de Lisboa
sado. na qual 1110 pede V. Exc. quo ouca o Sr
Amonio Aioroira l'oixoio, da casa do l'assos, e
Ihe faca lodo o favor que a justiea pormittir em
urna causa que eu h.ivia do julgar, o em que o
mesmo lein loda a juslica, sogundo V. Exc. he
informado.
Como V. Exc. foi o primeiro quo abri o ca-
minho, ha de ler a condescendencia Jo ouvir o
meu mojo Je pensar ascinolh.inle respeito oem-
bora alguns me alcurthein de exquisito, eslou quo
0 maior numero me dar razio.
O juiz lano so podo corromper com peilas, co-
mo com influencias poderosas, o para a sua
boa roputacao tanto imporlain urnas como oulras,
porque a queslo he, so ello se transviou do trilho
da justiea, sejam quaes forem as causas que o 1110-
veram a isso
Os nossos magistrados ein goral esli no cos-
luin' de aceitaran memoriaes e carias de etnpe
nho, o tomando-as como banalidades, vio julgan-
do como entendem do justiea, sem nonhuma at-
tenco ao que ellas contin : o obrando direila-
niourc licam com as consciencias tranquillas, nao
se leinbrando de que esle procediincnlo llie val
minando pouco a pouco o seu crdito, o boa rupu-
lacao,*ou seja porque us litigantes acrodilain mais
no patrocinio que lui-e.u......do quo na rectidao do
juiz, ola licam sempre persuadidos, que a jusli-
ca que Ihes i'U'.i hala, nao a alcancariatn sem a-
quella influencia ; ou seja porque o proleclor, o
que nao poucas vozes aconleco, abusando da ami-
.iilo do juiz, agila com seu patrocinio cusa da
honra e crdito do seu amigo. V. Exc faz-me a
justiea de acreditar, que ou ponho a sua alma
nobre cima de todas estas miserias ; mas he osle
dosgracadamente o eslado a quo nos toni levado a
corrupeo geral.
Eu que eniiieco a niinlia earreira, o quo totilin
em milita conla a minha repulaciio adoptei o sys-
lema contrarionao receber carias do empenho ;
nem admiliir que pessoa alguma me falle em cau-
sa, quo eu lenha do juigar, a nao ser a propri
parte, porque a ordenacao do ruino manda-me
que a escute.F. com effoilo, que quer dizeruma
caria de ompenho, anda que seja nos termos em
que V. Exc. me escreve, senio uma injuria ao
magistrado ? So o atildado de V Exc. livosse
juslica, pedir -mu quo Ih'a lizosso, fra suppor-mo
capaz de Ih'a negar, e se nio livesso juslica, pe-
dir-me favor, fura maior a injuria, porque ora
suppor-mo capan do tirar a cada um o que he
seu ; o favor compalivel com a juslica sao ideas
repugnantes quo nao se podem admiltir na boa
1 lnilllMrar.il da jn.|i,"i.
No da em quo tomei posse do lugar, publiquei
estas ideas, que supjionho quasj gencralisadas na
comarca. Al hojo nao lenho variado de proposi-
to, c como que nao variarei Oproprio afilnado
de V Exc. procurando-me nos timos dias de
agoslo,quando j a sua causa eslava conclusa alinal
o expendendo-uio de vira voz, o qdo julgou con-
vcnienle, nao ousou onlrogar-me possoalmcnto o
carta de V. Exc. olomou o expediento de a man-
dar tancar no crrelo do Porto nodia 10 dosetom-
bro, coino se v do cariinbo respectivo, persuadido
talvez de que o patrocinio de V. Exc.*, poderoso
cerlamente para oomigo, poderia abalar a minha
con-'a.'iicia. quando a justiea do Sou onlagouisla
sobresahisse nos aulos.
Esta'injuria nao poda deixar de ser ropellidu
por forma tal, que o injuriante, o os mais litigan-
tes, livessom um desengao do lompoquo perdiaiu
em procurar ompenlios. Permilta-mo \ Esc o
dizer-lho quo o sua carta foi feita em pedacosem
publica audiencia, mioeni desabono do rospeilavel
nomo do V. Exc, crednr por tantos ttulos da
minha estima e admiracao, mas um desagravo da
allronta que recol do alilhadn de V. Exc. quedo
mais a mais, nu resudado da causa, foi menos fe-
liz quo o seu contrario sem lor procurado patroci-
nios.
osculpo V. Exc eslo meu procedimonlo lano
mais neoesurio para o meu credilo, quanta he a
importancia da possoa do V. Exc. e aamisado fran-
ca e sincera que sonipre me Iribulou.
Torniinarci esta minha carta pedindo a V. Exe.
pormissaode a publicar pela imprensa diaria, nao
s para quo os mous amigos fiquem certos Jo meu
modo de pensar, como tambom para que os liti-
gantes so dosengauom, quo ser intil oucommo-
da-lns,
Sou com loda a eslima o considoraeao Ja V. E.xc.
amigo e obrigadiss:mo servo -v
Camilo Aureliano da 'ilva c Souza. *
I...usa Ja \ de outubro de 1852.
t llraz Tizona. }
< OtlMKIM ) I.IVIIK V.n l\.l tTIKIH
Palmorsloii associado aos 'l'orvsO liiqierio Frau-
rezNegociiM d'AinlriaParti'lha da Turqua.
Londre* if, de nuremhro
\ orando runtoiida entre a poltica do ronimercio
hvre ; Iree Irade ) dn trian e do assucar, e a de prn-
leccau aos inler.-tses asrirolas e coluniacs por meio de
Impostas snhre a in|Hirlaro. prineipiou na lerca-
feira. Ella virlualmeiile acabuii antes mesmo de i'o-
me.;ar, vistu que o verstil t'.liancellerdn Thesouro j
ilcclaruii na quinla-feira anlerior que eslava prnmp-
lo a ceder e abandonar lodas as ideas de direilo so-
bre o Irigo importado. Elle lem mais ,i|ieao ao ein-
progo do que aos principios, e o triumplio da dou-
liina da escola de Manclieslor nio |iouia ser mais
rompilo. A qoeslo pareca ser iiuiraineuleque I11111-
ras militares M havtam de decretar ao exercilu |irn-
leccionisla que ceda o campo, e a pessoa a qiieni
de\ i,1 -1 r entregue a espada de Uisracli, o desgracado
cnminaiidaiile em ibero dn partido derrotado. Mr,
Cobden o sena amiitiM uoqueriain subscrever a 0011-
diccOt-ialuuuias; elles uruiaiii pornma entrega sem
...iiilirriic-. e reoosijarani-se rom ver .Mr. Ilisrarli
punido peta -na u.....ra prolongada ronlra os princi-
pios do cuinmerrio livre dn Irigo c do BSSUcaT. EIIin
tiiiliaiu a matarle da cmara ; empeiiharam-se por
sustentara resolucita de Charlea Villters, deque a |ki-
lilici de 1846 fui mofa ejwta, e a surte do niini-li-
rio pareceu sellada.
Mas de repente e iicsperadamculo luid Palmer-.
nu vero salvar o gablnele. Ellepropnz urna emenda.
que evita lodos os nonios, que ai.iiuradaiii aos pr.
I -rcinui-ta- ein -na aclllal po-ico, ao passo que .011-
(e.....na ilcclar.icn explcita de que o comnierrin
iivree a rancorrancta illimitada serao t>ara o futu-
ro o principio roionlieciilo da pulilica luiniuercial de.
Imilalorra. O cliancellor ,lo Ibesouro areiloii illli.....
dialainenle a emenda de tard l'aliiiersiiui, c neiiliu-
111a iluvlda ha agora de que a resoliieo do Villicix
diOlcUrnenaepoderioblermaisdo que os COvoli .1,1
.-.rula de Hancliester, Sospeilava-ae ha niutu uma
i'ullisii entre lord Palnierslon c os Torj, poiin bo-
je al es seus moldures amigos dentro os liberaos o
adaiulonain em desespero. E elle leve innmeros
amigos. Teve lal jiillueucia snhre a imprensa libe-
ral, que era ab-uliilanieule iiiqiossivel publicar-se
qualquer opiuin que Ihe f.Hse desfavuravel, salvse
era um ataque Ungido contra a sua poltica liberal,
porque sabia-se que tais ataques Ihe davaniniaisne/o
peranle os liberaos. O Globe ll'hiij, o scmi-radical
/t.raiiiiner, o Tory Morning /'os/, oran alierlanieii-
l( nrensseus, leudo at os redactores das duas ulti-
mas lnlli.1- uliliilorinpreuiMdiplomalicus do enlo se-
cretario dos negocios eslrangeiros. Mas o Dailg Setrs,
0 Ijinilon \ri,., 11 IfeiklgDiipalrli, .1 (>b*errer,
todos ellos pnblicacees influentes dus radkaca, dei-
xavain-se levar pela cortesa e discursos lbenles do
sobre Inrd, que al 110 seu Iralo privado'nunca se es-
liieroude exprimir seus respeitus a todos os queso
acliavain relariunadns cun a imprensa peridica.
Por esto lado cunsegiiiu elle imbair os lbcra.'s ,\a
Inglalerra (Hir urna huma serie de aniius, roniqiiuii-
tnservissea pulilica da Hiissa na Pnliiiiia.ua (ro-
ciado na Hungra, romquanln approvassos reslau-
1 a.;.. do papa, ao iiiesmn lempo que fazia tiro com
brado conlra a augressn papal, e eoniqiiaulo ap-
plaudi--e a I.ni/ Hniiaparle, (piando este ambi.-iuso
presidente perjurou.
Pnrin oa lerea-foira lord Palmersloi. passou u Ru-
bicon. O povo ciiniprelieude auoro, porque razioo
Morning tlerald, ornan do prsenle governo, fez
laes cumpriinenliis au ex-serrelarin de eslramieirns.
O tratado entre elle e os Torva esli feilo. Elle volla
s hieras que tiulia desertadn ; segu o exoinplo do
lord Derby, dnnulr'ora grande rcfurinadoi, lord
Slainlev. e o de llisraeli que eulruu para o parlamen-
to sob os auspicios de llaniel O'Connel.
Em I 1 ama esli lodo o paiz invehido em um jotro
de engaos. A pulilica lie vedada, e a energa do
povo lem lomado un ruine diverso, Fas-aemoeda
pur ineiu de papis de especulaco. Parece lerein
volladu us dias de l.a e do Rdenle, mas a bnlha re-
do rebentare, e ser a calastrapne dn Imperador Na-
poleo III. Ilomse vque elle tem mais de um ori-
ginal a ropiar. Au mime de seu urande lio. aceren
cenia a dcsimiacin de Tereeiro, e imita a luiirnra dos
Uoiiibons. que oiilr'nra elevaram 11111 iiiiagiuario
l.uiz Wll.'romquanlo a historia nao conlioca tal
inonarclia. taimo proplielisou Vctor Hugo, Napoleu
III aleaucnu nesta occaso mais votos do que em lo-
dosos precedentes : elleobleve mais de thOOO.OIS,
embota (udososque enlo viajavam na lim di-
gan), que em todas ascidadesa uiaiur parte dos rida-
ilaosseabsliveran de vular ; mas ninuiiem se espau-
lou desla oleieau imiiien*auiente unnime. Sabia-sedo
anlonio (pie nesle anno o- voos seriain mais nume-
rosos que d'anles. Os prcfeiios Kirtaram-se da 111a-
ueira a mais Impudente. A urna foi mandada ans
huspilaes, orleroeapilanenu a pnpnlacu rural, e cou-
duzio-a a votar, e as cidades os votos reai-s foram .
trocados por votos ficticias. Mas ludo islo he de limi-
to pituca importancia. Si* Napoleao teve 7 ou 8 mi-
llules de volos, isso uio |iode alterar o grande resul-
tado, islo he, que os republicanos nio lem maiuria
na poca presenta, Porm o primeiro revez que
acontecer a riapoleo, urna m colbrila, urna crise li-
uanceira, 011 urna guerra exlerna, dar com o 11-111-
padorem Ierra. OFranrezdove ser divertido ou srt-
lie/eita a mu ambiiuo'. Se Luiz Rnnaparte llie ni
der passalempos, estar perdido. Em 2 de dezenihm
ser elle proclamado iiiqieradnr, |vouco de|iois desta
ceremonia, ser celebrado seu casamento coma prin-
ceza de V'aza, e sua coroaro pelo papa lambem nao
se deinnrar muito. Masde|Hiis? lez-se ounidcccrn
Eaiiainontu.'e i Imprensa vedou-se a |Kililica. A
rama breve canar-se-ha do imperio ; ainda nos
leiiihramos quo Lamartine predisse a revolucao de
1818 um anuo aillos della realisar-se. La I-ranee
i'enntue, dssce'le, e a Franca nuuca soreuo ser
ennui/e. '.-. .
Em Austria oollir.w vesgio dogoveruo propri
sol govornemeol ) est para ser destruido por mu
decrelo que poca groja proU-ilanlosob o poder ab-
soluto do ministerio. Ale agora os protestamos live-
r.iiii a livre eleiio de seus siipcrinleiideiilos, cleri-
uos c professor.",; para o futuro serio elles uoniea-
dos |".1 um goveruu iioloriamenle hostil ao piulo--
l.inli-.....! |ierseoiiiciu poltica lein de seren bre-
ve seguida de oulra religiosa, eomu jiistaineide acon-
leceu na Tnseana.
Em Vienta ronsidera-sc -eriaineuie -ubre cortos
planos de urna parlilha da Turnia. Nello- la/.
urna idea muilo simcno- dos recursos do inqieiio
\
MUTILADO U.



*

Olloinauo. A Husnia conliece-o-* nu'llior o finge be-1
uinunlude, porque esl corla contrara cui ua marcha oara Conslaiilinopla.
(i\>ir York Tritnine,)
.Si-. Redactoresl.i una correspondencia do
Sr.Coclano Piulo do Veras, inserta no Diario n.
21 de 26 do corrento, o vendo os escrpulos com
que esse sonhor falla de si na qunlidade do irmao
da veneravcl ordeni .1.* do glorioso patriarca S.
Francisco, vendo quo a sua correspondencia lu
provocada, como cllud.iz. por duvidasquosousdesaf-
foctos procuramensinnar a rospeitoda ntoirezado
Sr. Veros no oxercicio dos cargos j de procura
lu, u j de syndico daquclla ordem 3.', e concor-
dando afinal com o Sr. Yoras oni quo nao he ello
competente para encarecer os proprios servidos que
ello chama obscuros, vonho espontneamente res-
ponder ao seueppcllo para o juio daquelles que sa-
inan miudamenlo a historia do minha conducta
nesses negocios, o obedecendo aquella mxima
eterna de dar a cada um o quo Ihe pertance, peco
venia ao Sr. Voras para sem offendor a sua mo-
destia referir era esboco abreviado o quo mais im-
porta para o caso, o quo tenho tostemunhado co-
mo urna sombra da veneravcl irmandado da ordem
3.' do S Francisco, e so nao for verdodoiro, devo-
ra ser contestado polos mesmos meios do que ora
me sirvo, pela imprensa.
Tendo servido do procurador da ordem no anno
do 18SO a 1851, ero cujo oxercicio se portou o
Sr. Veras como cosluma cm lodos os actos do sua
vida sujeilos vista do publico, lio ocioso di-
zer que (ranyeara asmis distinclas provas da es-
timo geral do seus confrades, porque noseguinle
anno do 1851 a 1852 servio olio o f.n;u do syn-
dico da ordem a forja dos mais obsequiosos pedi-
dos de seus irrnaos o amigos, e da plena confianca
quenelle se deposilou paro desvanecer suo mo-
desta repugnando. O estatuto-da ordem 3.' he
quom bem define os milindrosos oncargosde qual-
quer emprego, o os do syndico sao cortamente da
ordem daquelles, cuja importancia nao podo sor
obscurecida. O Sr. Veras coniprohondeu digna e
louvavelmntle cssus encargos e os satisfez cabal-
mente. Nao querendo modelar os seus actos pe-
las velhas rolinas eslabelecidosoulr'ora contra o es-
pirito e letrados ostatulos ello soube conciliar os
" interessos da ordem como os d'aquellos quo viviom
na posso de a servir por antigo freguezia ; e sobro
isto digamosscnlmres armadores, fogueteiros, mu-
zicos, corieiros e boticario do hospital : digam-no
por sua voz os pensionistas da ordem, esses a quem
a veneravcl contraria nuina de suos mais obon-
c.oadas insliluicoes, consogrou a garontia do pro-
prio refeitorio na indigencia, o do hospital no en-
io'niidado; digam-no os senhorios dos terrenos un
quo so acham edificadas propriedodcs da ordem, o
digam o mu Diario ns. MHia 198 do I8?i2, di-
gam-no os reverendos sacerdotes convidados por
annuncios desle Diario ns. M, 22 o 226 de
1851 a celebraren! as musas dos legados, institu
cocs o obrigacocs cujo livro alguem o vio as.ignodo
em olgumas de suas folhos por urna incsmo letra, e
por um so sacerdole, uois lio quem diga quo oslo
livro foi assim assignado om urna caso particular
porque laes miaa nao foram ditas na groja da or-
dem 3.'; digam os empregados da ordem sem dis-
linccao alguma, digam-no o proprio sacrislao, o seu
iijuilante quo alias Ihe merecern) sempre indiclina-
vel confianca ; digam-no finalmenlo osscusiligiiiw
confrades, c com cspocialidodo o Sr. Justino
Pereira de Faiias, a quem o Sr. Ws devo
o obsequio da guarda material dos dinheiroa du
patrimonio, entregues pontualmentc por despa-
cho do Sr. Veras, dopois dos termos, despachos, o
rubrica as maiores comas do secretario o Sr. Joso
Egidio Ferreira, e procurador eral, padre Ilihei-
ro, poia seren effecluados os pogamonlos dev idos.
Follein o reverendissiinos, irfflio padre Ribci-
ro, procurador geral.o padrocominissorio Fr Ma-
uoel do S. Filippc, cujos conselhos o Sr. Veros
sempre ouvio, e soliciloii com respeilo. Dopois
do se ter invocado o luslcmunho respeitavel desses
sonhores.aindafora til excitar aquello ingrato an-
dador, de cujoordenodoquiz alguem dosconlarsuos
dividas (quedeu causea volido do um cordo de
irmao 3." ) no que nao consenlio o Sr. Veras, que
(amo syndico nao quiz servir do juiz do paz, por
que a M-lo feria descontado uinu pequea quonlia
que osle ondador llio dovia, pedida puucus dios de
sua entrada doirroo
Por tal modo se houvo o Sr. Veras nos onipre-
gos de procurador o syndico, da \cioravcl ordom
3.' de S. Francisco," que au temo invocar tosle
munhos lao valen les na apprcciaeao do sua beiicinc-
roncia.
Se pois algum maldizeulo ousa insinuar duvi-
dossobre a inteircza do Sr. Veras, bosta om rosposta
a publieaco das conlasapr6senladas pelo Diario n.
21 de 26 do corrento ; e consinla-se a applicicao
das seguales palavrasdo un poeta moderno.........
doixai quo os zoilos torpes, infames dosproziveis,
traeos, soltem latidos vaos, quepuno o rizo. tjnan-
to linalineniu ao Sr. Veras cumpre dizer-llio, lardo
morrer a lembranca do seus serviros, nao obscu-
ros, como elle diz, mas relevantes o excmplarcs
paraos lulurosirmos quuexerccrom, principal-
mente o omprofiodo syndico de sua ordem a quem
anda presto os temeos de vice-minisiro, por urna
complacencia devida ao sen amigo e irmao Jos
Egidio Ferreira, actual ministro; nao invoco a
upiniodo respeitavel Sr. Theodoro Machado Fre-
ro Pereira da Silva, em fovor do Sr Veras, por-
que o amisade que ha entro clles o podo fazer sus-
peilo, para aquelles que nao conhoceti) bem de
perlo o carcter, o honradez do Sr. Theodoro, bas-
ta afirmar que o Sr. Voras foi syndico, quando foi
digno ministro o Sr. Theodoro, nada mais.
Siiiini Cuique.
Sis. Kodacloros.Runignamenloacolliidopelos
senliores eleilores do collegio de S Anulo quando
uve de ir advogar a candidatura deputario geral
de meii irmao o amigo quo so acba ouzenloi o Sr.
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo, emboro j um
pouco larde, seja-mo licito apresen lar, por inter-
medio de seu jornal, o mou reconhecimento aquel-
los senhoros pela ollencao que Ihes merecorom os
iiioiis pedidos e o meu candidato. Ho bem pe-
queo o meu presumo, porem Delito grande o de-
sejo de pagar dividas d'esla ordem, e por isso ofo-
roco a aquellessenbores eleilores o minha sincera
gralido o com ella ludo quanto possam elles o,--
conlrar em mim quo soja applicavel ao seu ser-
vico.
Engenlio Floresta dejaneiro do 1853.
J. F. X. Paes Brrelo.
YU,IED.DE.
iiis om i i sos r. nivn ni s imm
WAUHtBIN.
No priucipio do seculo possado formou-se no cen-
tro da Arabia, nopoiz do Ncdvd, uro* calla cujas
loulrinas, bascadas no Alcoro arhorom BUOMfWOI
proselvlos. Estes sectarios, que tomaran) ilo iioiuc
de seu fundador Abd-cl-Wahhab O "i"c -'e l< nli-
kablt, tornaram-sc senliores de quasi luda Arabia,
.las mais bellas provincias da Pcrsia, do urna parle
.1 m Syrio.e por mais de iimscculo.enieorarom lodo o
Oriente smico de una reforma religiosa o poltica,
a '|n.'l ..tl.-i... alguma analoga .....a de l.iilhero,
im Occidente,
O autor ilcla reforma." rlioikMahonimedAbd-cl-
i\ ihii.iii. i. qual pretenda descendern linlia reda
iln propliela iraba de qottmelle traite, o iniine,noseon
na alileia de Hnirviido em H'.U. Iicnoi- de i-i ron-
rloido seus estados em II iro, em Merco e etn Mo-
llina, vnllou para cu pai/, onde sua etoantncia c
-cu genero de vida asctica Ihe adqueririm eo bre-
vc una rcpiilarao de sabedoria o do santidade. Es-
pantado dos nemorosos abusos que se liiihom inlro-
duzdo na religio musulmana, elle fallava frequeo-
lemenle da pureza primitiva do dogmo, da uecessl-
daae de rccondiulr as i-roncas adorarn de Heos
somonte e observancia de sua le, finalmente em
extirpar a supcrlc,ocs com ns quacs o inleressc e
a impostura tcnvcarreiwdn o islamismo. Muilos ara-
bos do sua lrilni,convcncidos pelo sua palavra, ado|H
i.ii. m seus principios, o logo que elle se vio frente
do unientes proselylie, roiuecnu a picwar puMlca-
meute suo doiiliiiio.
AIhI et-Wililiab ImiIi,i lomado pnr liasu do sua re-
forma o Ictlo niesino do Alcorn, ina-ell..........-
nienlava deumaiiianelradinereuiedaquo ca adop-
tada pelee musuInuniiM. .Mahnmel, an seus nllms,
era um simple instrumente de que lieos se ludia
servido para faicr conliecer suas volitados aos ho-
niciis; nao uransideravaachm de Mnvsesoudc Jc-
sus-Clirislo, os qoaes nao lnhain sidoseuo interme-
diarios entro lieos o sua rrcatura. Coiiseuuinlciiien-
Ic reaellava lodos os praln as supersticiosas, toaos as
homciingciis idolatras, do que Mabomcl linha sido
objecto. Keconduziros liomeiiH pureza primitivo
da reliiiio ominada no Alcorn, nao roconliocer so-
nso Dos esperar dellc smenle Indos os sorcorros,
Inda a Rraca.loda o henean : tal era suo dnulrina.
O reformador foi acolliido c fav orecido imr Ma-
liMinnie.l Jbn Sonoil, chcfo da tribu de Rab-Alia, o
qual, lendo reunido muilos bandos vagabundos e
subineltido alunias |iequcnas Irilnw, linha tomado
o titulo de emir de Drieh e d'el-Haca. O apoio
que este cliefeambicioso deu a Abd-el-Wahhocl de-
cidiodo successnda reforma. Forte em sua preten-
dida inisso Jim-Son d siibnielleu em pouco lem|H>
quasi toilas as populacocs do Nodjd, e a nininr parle
dos cm-iii .-lie., que lentoU contra as provincias vizi-
nlias, liveram felizcs resultados. Ello innrreu em
I7SJ, deiandn o poder aoseu lillio Abd-el-Azir,que
o povn reconlieceu uiiaiiimemeiile porchefe.
Este principe, que naodeixavade ter cnraKcni c
habilidade, augmentou rapiloinenle e dominio e 0
poder dos Walihabis. Em pouro tcii)|Hi o vasto de-
scro, compreliendidn entre n mar Vermellioeo nol-
fn Persicn, a evrepen du Yemen.se achou povoadn
dos scclorios do reformo. Mecca, esta tltule ftin-
la, que enrerra a KuoIki ou rata ilr /)>., fui loma-
da, saqueada, o ns Inmuto profanados. Ilocdad,
Kerbclob, Iniam-llucin, termo de nina porcariiia-
Cao reverenciada do Persas, rniain imslas a saco, e
o nome dn Walihalmvcin o ser m nbjecln de ler-
mr e de assonihro para o islamismo.
Abd-et-Alfl fui assassinadn em lleriilli, a 3 de no-
vembro de IHtl.1, por um fantico |H'rsa que quera
tingar a pilliavem sacrileua iriiii.iin-llucivn
noildequc linha quasi sempre couiniaiidailu o e\er-
cilo de xa pai. Ihe sucedeii. Elle se a|ideron
de Medina, fez abrir u liiiunlo do l'rnphela.rouliou
a riquezas que elle eucerrava e o fez vender em
leilo. Scubnr do paiz na poei da pereeiinaeao,
soquenu as caravana, quehrnu o iinnhriiirl que ron-
liuho as oflrcndas que o sultn en\jo coda aunn pora
seren deapMM em torno dn Kaalia uu sobre o lo-
miiln dopmplielo; liiioliiienle sujcitoii n pen-n-
nn a uui-iin|ioslu enurme. expobou dn territorio a-
urodo toilo nsosinanli, sem dislineco de idade nein
de sexii.
Por causa destes actos de fanalisnioc de lalrori-
iiio, o pereerinarn ile Merca o mais sania da ce-
r emol la do islamismo, fui interrumpida por muilos
auno. O uro-senlior, ole suressor dn califa, irri-
ladu |iclas jiislissiinas queivo de lodos ns rrelil",
deu prenM de|ais de lon0 lempo ao pacha do E-
yplo para que marrhassi' contra01 Waliliahis e Ihes
It/r-se nina Mm de evlerinnio. EmlHM, de-
puis dararnelirina do inainelurus, Moliainined-Ali,
mi id. ii |msuidnr de seu porhaladn. se necupOB fi-
nalmente dos preparativos de una expedirn di-sli-
nada a recnnquislar o loyares santos. 1 m exer-
eitu eomposto denla mil homeai de Intentarla, de
doas mil de (.avallara e doze pecas dearlilharia ,
desoinharrnii em Yambo. 'I'uiinnm-l'aih que
cnniiiiaiidava esta eipedicao foi romplelaineii-
tc balido. Muhamiiiod-Ali veo em soccorro de
MI lillio dcsenibarrnu em Djidda em um im-
vi exereiln dlrlgio-M loso a Mecco onde enlruii
-eiiieusln. Il'ahi fez i-palliar anas Iropa em In-
dos i. MHlidM. A lula foi prnlmiuaila e pertinaz ;
ponin as Iropas do pacha, mais disciplinados e prn-
> idas dearlilharia, aeabnrain pnr Iriumpliar. Du-
rante a expedir, de Mnliainnieil-Ali. em IKIt. So-
ndad morrru de una clico, e deixou o aovonio a
-en lilhu Alnl \llali.
rli ; de-
dirigUm
lu mesilin
ai i -un iuiis-nun-l'
m reproches que loe
ruiii|K>u u tratodu
d-Ali, o qual linha resolvldo
. mi pelo men (Mcilicar a A-
a ,- Ibroliin-I'ailii
do evereilo egypciaCO, prnsO-
uni um vigor tal que forcou i
Este principe nao tiuha talentos neei'ssarin. parase
oppnr an sueeessos de um evereilo uruanisadu a eu-
ropet. e conservar debat*) de-cu dominio as nu-
merosa! tribu que a doulrlna dn reformador e a ue-
ceeridade de ontdade linnam reunido em urna can-
sa eonimum. Ualido. |ierscmiido pelo tropa coi |e-
eiaeos. que Ihe era fcil v......er, comenlie em
i-luir um tratodu de
pota euxergnnhido <
eu correllgionarloi
lempo que Mnliamni
a todo rudo uibjugii
rabia. Por "idein -
tomado commund
guio as hnslilidade
Wolihabis a se enlriiirlieirore.....ni -na eapilal
A rettatencii dos sedarlos foi o que se devia espe-
rar de piiMi. bellii-nsns animados pelo fanalsinn da
leliuiu e pelo amor da Independencia. A bd A llali
nao iii-pre/iiu nada para iiillaniinai a coragein de
seu* soldados: mas na chelea que elle linha laucado
Tora pin suas cnueii-soe e venderaui aus Eav pcios,
e opreseararn a quedo de sen correligionarios, v en-
eldo em una balallia dieisiva, Alnl AHahMKfo-
gj......ni llerieli. mide llirahin-l'aih velo logo si-
lio-lu. Iiepoisd.......a re-islenria |MM-Iinaz, chelo
do Waldialii-, vendn-M reduiidota ulllina eitremi-
linde, se renden a disiripcu. a lini de salvar sua fa-
milia. O prisi.....uro foi......diizidn para o t'.airn mi-
de clietiou a 17 de unveiuliln de tSIK. A noticio de
sua derrua r> bavia precedido, e linha sido celebra-
da com fesla expleiididas. O pacha rocobcii-n
com esta aparente hondada dea Torcos, a qual
nao uoranle jamis as deeises do dio seuninle. Ello
Megumu I Atol Allah que jemava sua familia de-
baixnde sua prnlceu, Illa* que u sultn iiiolltc po-
dia decidir da surte de um rebelde que linha OUSodO
pul a man nu lmalo de unto Prupbela.
Alnl Allah parti para Cnnslanlinnpla, ai-umjia-
nliado de seu irmo e de seu secretarlo. A noticia
de sua cliouada exrilou rain DO t'.airn una llegrla
universal entre n-. iiui-sulmaiins. Para sali-la/er a
inrioMdade vida de Indns, os vencido furan leva-
dos, ralrcuados de forros pelaprincinaes ruis da ca-
pital, e por toda parle eoberlos de Improperios ede
maca Iralanttnlos. No da seguinte, o tiran genbor,
fe-Ios liazer sua presenca, rnhri-os de sarcasmos e
de invectiva; depois ordenou que fossem decapi-
tados. Alnl Allah e seus conipanlieirns de infurlii-
nio -nili.-i.un o.....re com corauem. A eve.ur.io
leve lunar o llide dezeinbro de I8IK no praca de
Banla Sophia. onde os cadveres depois de leroa
sido evpu.in por ti es dio, furam abandonados ao
fanatismo do |mv o.
A|iezar da* vieluria de lbrahiu-Paeb e da minie
de Abd Allah Ihn Smind, os Wobbaliis amoaeam
indi.....da n islamismo, e arohoin ullimamciile de
saquear Mec-eo e Medina. A'visto de iiiuoes foclo,
n.lo sei a despida de um eertn inleresse de ocluali-
dode uni milicia minuciosa dos usos e cnsluincs
desle scclorios.
Os Wahhahi.......m ns rabe di parle i enlral e
meridional da pennsula, lem o tez de uin-i cr ti i-
uueira carrouaua. estatura mediana.runsliluieansec-
ra e viuiirosa. una India phvsiuiionia. olhos vivos
e gestos eheiosile eiprcssu.
Seus cabelua san cieapos sen atreai lanudos;
parte deheocahemem troncos, o uutra parte forma
um topete no olio da caben). Seiissentidos, o qoois
nado lem embolado, lem Indun pniler dos sentidos
dos povosselvuaer: elle- lem a vista penetrante, o
olfaclu sublii, c o ouvtdo exiremameiitedelieadn.
Pile--H'dividir in Walihabis em qualru i lasses.
o saber I Ot bomeos da aucrra, osaarirultorc, os or-
lislos'e os nmades ou pastores, lirralinenle elle
[iieli-ii-iii ou bem estar do vida sedentario o existen-
cia temerario c vauobiinda do deserto ; eiitrelauln
muilos d'enlre elles s.. do voluntariamenlc auri-
.iiliiii.i. e a maior parle dos habitantes das ciliados
se oecupam das artes mecnicos. Scusesloffo de lia
c de algodao, suas obro de couro. (esparlerin e me-
mo de ferro, de cobre c de prata, (Mo sao inferinri'
em nada as do oulros rabes.
A- liabilacedosonmade se ronipSc de misero-
vei- lindas feilasde uro-eiros leeiilnsde la. Asmo-
Ibero oecupam ordinariamente o interior, i-i.io
apinradm dos homons por nina simple armarn que
Ihes perniiltc ludo ouvirseiii serem vistas. Comelus,
i'ovolliw, rorneiros, cobras, ludo o que inni|wc u lia-
do doslo nmades, orampoiu om rodo de suo leudo.
,\, rp dns rabes |numancilles so eeralmenle
feilas de taipa ; nos cidudes |irinrlpaes sao de peilra
ou de lijlo. Ellas naoofferecem, por toda inobilia,
eno vaso de barro nu de faienra, cofre, esleirs,
lapclcs e leiloatfoberlos nos quacs se deitoni paro
eslarao abran dos insecto.
Em eral, os Walihabis afo de nina sobriedade
extrema; nao se nulieuisenndc tmaras, de leite
de io muitasveies feilo de farnlio de rerada em
vez Je trigo ; a tamo de rarneiro, aveaj aun/ raras
vezes apparccem em sua mezo; o |ielie o o lorustos
alii sevecom mais frequencia, ronforme estes oro-
Ik habitam o deserto ou se cliam orampado nos
protoki ''om quaulo o uso do caf e do tabaco Ihe
soja prohibido |>eln reformador, aUumasvec
'lili- -ni escrpulo.
A forra de seu temperamento e de sua sobrieda-
de se Cizein notar principalmente em suss evpedi-
i-'i'-, nos qoaes nao levom muilos vezes -comsiuo
mais que uous odres cheios, um d'sguo, o oiiiro de
fariuho. Oiiondo 3o oiipriinidoa pelo fome, diasnl-
vem una iiorro dota foriulia em um voso de osuo
e a eoincio sem nutra preparaco, se por seroso Ihes
falla lempo eos meios para fazer pequeas bollas
que elles fazein cuzer na einza.
11 traite dos tt aliliabi he muito simples, e por os-
sim dizer o niesmn que o do rabes do (cala o Pcuin-
sulo. Giusisleeni una ampia comisa de panno de
tintn rru, o qual .obrequasi indo o corpo e por ci-
ma da qual volem um solireluilo que desee al ao
nieio do pernos, e quo os pobres Irazem mudas ve
/es sobre a |ielle; llnaliiienle urna aba de lio Ibes
serve de maulo de dio c de cobertura nolle. A ca-
misa ou o sobrotudo sao iqicrladus nos rins iior um
cinto de couro, no qual est passado o punbal
Sua cabeca raspada ou com caliello lie robera
cun um knuffifh ou lenco rajado de verde, do en-
caruado c amarello, aperlado |or um cordo de lo.
as ex|nslires em que nao querem ser conliecidos,
delom n ni.i das |Hinlas do lenco sobre o rusto de mo-
do que so dcxam opaiercr a linha dns oIIhm. Seus
oes nao lem |n.r tndn coleadosonao um por de son-
dalias mais ou menos ricos. Os emires e os chefes
toril mais oliium lino nos seus vestidos; trozem de-
baixu dorr/fff um tlyobrt\c fazenda do eor brllianle
mas ello nao usom ouro nein sedo, que o Alcoro
proscreve poro os vestidos de liouiens.
A niulhero Irazem penco mais uu menos o mes-
nio Iroie que os boniens. Comisa, sobretudo e mal-
lo apenas dilTcrcn lelos enfeiles. Seu lenco de ca-
beca. maior que o Luufllch, Ibes serve para rolirir
n pescucu e parle du rustn ot o altura do foco. Tro-
zem |ir adorno brarelelo, brincus, crculos de pra-
ta nos ps o aunis de ouro no nariz. O reformador
IhespriiInliinqiiophilas-eiiioiorpocoiiioasoulrasBe-
duinos ; pnrem pudeui colorir as mos de car de la
roujo ruin hennt- e pintor as palpebrai com kcnhl
OWM que porecem ser na Arabia, como uoEiivplo
da mais alta anliuiiidade.
ti dogma ranaamenlai da erenea dns Wabhatii
enn-isli.......ejeilar qoalipier iiiilru culto que lian
sejo o do Creador. Itecusam a Malmnimed a qual'
dado de proplieto e furniulam suo pmlissn de fe do-
te nimio : a Nao ha mitro lieos senio Dos ; elle he
me nao lem companheiro.n Todava elles leeinron
servado a maior porte das pratcas reliuinsas usada:
antro os mabnmetann. Sao circuncidados romo el
les, rccilam o moma proco -cannicas, fazem o
So. momo numen de ablucno, uliscrvom a moma!
abslineueias, jrjuoni noniez de Kaiiiadau, nnahnen
le ulliaiii a pereurinaco de Mecca romo una otira
meritoria, e prolirain'luilas as ceremonias delta
Suo mosquito, tlesprovido de ornanienln
lem minrelo nem cpula. I.'m iiiiain, a hnrasda
supplieo, alii faz a lelura de aluuina* passauens dn
alcoro, e cada um cumpre seu devero reliiioos,
sem que o nume de Mabommed jamis soja pronun-
ciado. Os wohliahi reservam para si smente^ no-
me de musiiliiianos eeinpreuam para ns scrlariodo
prupbela o nume de mmirlirikiii. Me lie, que dan
iimcuiiipaiihciio a Uro. Sua intolerancia para rom
u miisiilmaiio he maior do que aquella quo profes-
sain para i un os rhrislos o judeu. O ropeilo pela
memoria dos imams edoaxralya lie um ncrilagioaoi
seiisojhos; por islo fozem para si mu deverode-
innlir ludas as eapellas que a devoran dos mal.....le-
anos lem edificado aquellas sontas pprsnnagpiis.
Seus cosluines sao lo sijuplo romo son culto,
(aula tribu ou lamilla reconliece por ebefe o homem
mais considerado, e nonieia Dcralmente para ote
.u-.i o lillio mais velho ou o irmao do ultimo
ii./irf mi ebefe. Os walihabis leem todas as qualido-
do edefeilos dn araes. Como osles s5n muito lios-
pilaleiros. A leis do sanaue para o boinicidio rci-
naiu era lodo u sen riuor prioilivo. Crovo. altivos,
eueruico e Krosseiros, seu uruulhu ola tanto nos
seus prorcdiinenlos couin em mis N'iilinienlos.
Astro orando poCH do vida, onacmeiilo, 0
cosanienlne a inuile se dan entro elles sem reroinu-
iii-i nolavel. O la-anienlos se cuntralain sem |nmi-
pa nem fesltjo o marido compra a inullier, rumu
em todos o estados rautnlnunoe. O m/n- -. paja
em comelu e em diuhero; depob) un Anuiio lavr.i
o aclp quo son-eimia esla unio.
Qiioulo oo enlerms, Inuu que n iiiurlo he laueadu
na j ni 11 ni.i, o imam eoni ida us nssjsleules para que
declreme que penran da conduela do defunetofe
se elle sempre Irillinu o justo eoiiiinho. Coda om i-
mille sua upiuiu ; n imam, rumo um orando-arer-
dole egypclaeo, reaumo o jui/n dos boniena, em pre-
senca. |mr assim dizer, do juizo de Dos, depois n
fnebre comboj se reliro em silencio. .
Ouoiido os i'irdeus do emir nao o rhamain para
ilebaivo de suas bandeiras. os aliliabis se nenijiain
de seu eoiiimct'i-io. de sua prnlissu ; poneos la/eiii
pinlissn da uncir, ma iliuilo* vivem de rapia.
Snasdisli.u-ees i-ui^i>lelii em opeelaeuln* que Ibo
dan indutiqueiros ambulaiito, nu nos contol t\>^
rmri, os quacs conservan! em sua memoria a Ira-
. dieeoes bisloi-eos do desello, semeoill de |Hn-sioe de
pie liivia hbHorias inaiavilbusasesla exisiencia ni.....duna.
Em leni|Hi de uuerra, os uabliabis Irazem preso ou
no cinto da couro, um iijenbtrhy eopootede puniiat
recurvadn. du ipial lazein mu urande u-u eipie si'
lia non em suas inns una arma lerrivel. a qual ello
u r......hIoi diiem, muito longo. Tranem babiiual-
inenlearavallu urna cuiuprida lanea eujn ferrnlie
ornado de um penacho de peonas de abeslrui.
i ri,iii,li. i-aminliaiii conservam esla arma eum a inul-
ta erguida poia oar; masqaando querem linear,
dirigen) Mu conel a ualope, meueiain a lauca huri-
soiilalinenle sulire sua caliei;a, e, depnis lie urna
uronde uscillorn, arremessain-ira a lirande dislau-
eia, do|wis rurreni para ella e sempre a ealo|', a-
panliaiii-ira, se pnr acoso erram o alvo.
O uabliabis cniubalem uenilnieule a |n; ou muii-
i.id,,- em camelos. A sobriedade dos camelo NO-
mmii; a rapidez de sua uiarclia, o faz sempre pre-
ferir aus raiallus para asexpeilicoes Irabolhnsa. Es-
tes animaos levara nina sella de daos albardas, e san
mniilailus ni,I......i,,.....ule por ilnii hoinens, ns
quacs dan as cosas um ao oulro ; cada um lie arina-
dn de iiiii.i espingarda de mecha, de alaglas e de
sua djenhib. Na luir dn r.....bale, o segundo ca-
vtlleiro faz fenle no inunlgoe alira oo poan que
o oulro carreua as arnia e iiia o animal quando he
pm i-o tuiiir un periegttlr.
Sua cavallaria he ponen mueron ; ello nao I
eipoem jamis, a ella nao earrega senio no principio
e no lnii da aeran para eminuihai- o cnmbale e dis-
persar o inlmigo. A equipaiieni de seos ravallos be
enfeilada de pennas de aln-slruz, missanua e coral.
Suas -ell.c. sio simples coxins ajustados nos auiuioo
pm iiii-mi de silbas; ella lian lem roliichos e lem
apella una peq......a biuraina em lunar deslas altas
riiiiliaburraiuas ipil- eubrein ueralmenle ns arabo
al o nieiu dn rin. e u Inriiam lio Solidos a caval-
4n que pareceni pregodoi na rusta de sen cursis.
Osennrs en i-befo Irazem mi) capacete, urna
chnilarra mi nina espada de dnus liiimes de fabrica
imliuena, um |n'qucnu larso no braco, e na cintura
um riro djciibiiMi. Dnus uronde escudns rhomboi-
do, presos de cada ladn nns anca do ravallu, 0 dc-
reiideiu do l- ueirus escodos, feilo de ramo de palmeira eoberlOB
do Miro, de ciiiiru e dccliila, do eqiiipoiieui de
uiierrade ebefe wahhahi mu as|ieclo multo pillo-
raeeo.
Cada djeina ou tribu lem eu |nirla-bandeira, sen
lainlnir, seu rei d'arinas e seus pedestre. as mar-
cha- ropillas, olo servo seiiueiii o evereilo Inmun-
do a cauda do camelo iH'lo+quac se deixam ar-
ralar. Os cavalleiros preludian! o orean, trocando
enlre si dealins o haleiulo-se rorpo a cnrpn ; a des-
carua eiii|Hinlia oo loiie a hololha, o quondo a pl-
vora est engolada, a |ielejo romeen o ferro com um
encarnicameulo que as anuos de folio nao do ja-
mis. LogO que se nao pido duv idar da derrota,
a cavallaria carrciia#enlrn a perseuuir o fugitivos,
entretanto que o |foes reiiiiem o ilcs|mjn e cuidom
dos feridos.
Ouanlo is quididado mililares dos walihabis. de-
vc-so la/cr urna idea Helias pela suo letnperauea, c
ios, n-iiiilidade nastadigaae nasprlraetea. Poro que
esfes seclorios inissoui oslar em otado de submctler
luda a Arobia. o suo leis, Ules folla reunir s
suas qualidade pliv.-icase uinrao alguna eanheci-
meutos da (oclico edisi-iplino inililar. Ello olo
anda nos tcnipos heroico, e lie com o lerriveisre-
cursos dos detritos orgauloados i enropOi que o pa-
cha do Eitjpto, diqiois de urna uuerro de trilito an-
uos, loiirou veuce-lo cm son deserto, no quol elles
liidiain linio oque pode osseunrara Indepeudini i a,
una iiiuralha ualural e u odio do estronecim.
illlunlralion.)
n Bri
iaue ueco Seri dito.
Ilric.ur porluguez Mara Fe/i: niercadonos.
Barra frauceui Cinstoto ditas.
Palaclio porluguez Saudade dilas c sebolas.
Brigue inglez Claurus bicallian.
Escuna brosilelra S. Jmt gneros do ptiz.
RENI11MENT0 1)0 ME7. DE JANEIRO.DE1853.
Kendimrnlo lolul...........252:19Wl"ti
Iti-iiiuicoes.............. 129921)4
Hs. 35236oMe72
lliieilns ilecuiisiiiili...........
Ditos de 1 por rento de reexportarlo
para os porto estrangeiros ..,'..
Dlos dito pora ns |mrlo do imperio. .
Ditos dito de baldeaco........
Ei|iedieule de 5por ceulodos gneros
com caria de guia..........
Dito de l|2 por r. dos gneros do pSiz.
Hilo de I 1|2 por r. dos eneros livres.
ArmzciiaBcm de 1 pm rento das mer-
l-.nlnl i,i-...............
Dila dito da plvora..........
Premio de 112 por rento dos assianodu
Mullas calculadas nos desuard. ,
Dilas diversas.............
Sello llxo................
Patento dos dopachanles opeciao. .
Emolumento de cerlidOcs.......
Rs.
,\>/s tequate* especien.
Dinbeiro. 90:573f430
Anngnadoa. 13I:79js:>12
l)emtilo>.
Em bataneo no ultimo de
dezembro p. p.....
Entrado no correle mez
COMMERCIO.
PRACA DO RECIPE 31 DE JANEIRO.
AS 3 HORAS DA TARDE.
Coloeoo ofllrioes.
f'om/icu de attucar.
Uranio IS980 rs. por arrobo.
Mascovod ISIOU c 19350 rs. por arroba.
Descoulos de 15 a, C dios 8 a 10 por cotilo ao
auno.
AI.I'ANDEtiA.
Hendiineiilodoiliala Mj:.M!S)IIfi
dem dn dio 31....... 6:fM9.0:iU
25*498I76
'Deuarregam buje !. di ftnrtiro.
Barca sarda NprUno forinha de Iriso.
V2:44(57(>
IMOOO
17IW>:)2
135900
6ft98i
I1KIW77
7OJ3
!:f7R0.">l
1998031
6HtJ:ill
IB9J9
lJ700
21-11-11
4-ifiO
i
2J-J:3liS.-972
Espanadoro grandes..........um lijOOO
t pequeos.......... J''
l'ai uiha de mandioca.......alqueire l}00
o n millio.......... t *>00
a ororula....... 2M0
Foljio...............alqueire 8W00
Fumo buin.......
ordinario.....
u emfolha bom.
ii o s ordinario
u u o reslolho.
ttpccaruaulu......*
Iiilllllll.l.........
Genuibre :.....
I.enlii de arhas............
n loros............
I'r.liirba- de oinarelln de i costados. .
11 Inllin..........
Costado de amarello de 35 o 40 p. de
i. '! ', a II de I.......
i) de dito usuoes. ...!...
Coslodinbo de dito..........
Soalho de dito............
Forro de dito.............
Costado de louro...........
Cosladiuho de dito..........
Soalho de dito............
Forro de dito.............
redro. .
Toros de lolojitbo. .
Varos de parrara. .
o a aguilhsdo
quiris.
iii-
IJ;9I.V-I73
!l:;l7i;?757
Sabido.........
Existcnto.......
,XV/.s tryuiiles rsnrWni.
Dinbeiro..... K7eiiS
Letra......Mfe3HM78
2:9Ib930
liKttlNIOl
.i-MKtO
39000
o bMMIOO
49000
:iotX)
2.590O0
alqueire 29000
. a 29000
. nlo I90OO
D '.l-MII
. urna 123000
79000
2O9OOO
KWHMI
7stKIO
l,NSI
3jtio
G90lHi
3920o
39200
29200
291H)
19-200
I92SO
19600
9900
seucanegamento, a veleita bat-ca nac
nal Sorti; teu: exceilenten coraiuodos j
ra paiaageiro : quem na mesnia mtia-r
i-arregai-, embarcar eacravo, ou ir di'
fiiMagein, dirija-ee ao canitao' Antoniu
ererra da Costa, na praca docoinmeicio,
ou ao consignatario! Novae & Coui|ia-
nliiu, na ruadoTni|)ichen. 34, priajenu
andar.
* PARA O RIO DE JANEIRO,
Ohrigue escuna Constante Oliveiru,
de lote de 7500 arroba, Kgue com mili-
ta brevidade, por ter boa parte do eu
carregainento engajada ; paru o reato ,
passageiroaeescravoa fete, tiut**ecom
Machado & Pinheiro, na na doVigarm
19, segundo andar, ou com o cap
quinlot
. dll/i.l
Em nbros rodo de sicupira para rorros. ]ior 40>000

20:ti.V>92li
rt eixns
Melar,,.......
Milho.......
Podra de amolar. .
i. llllror. .
relndu .
Poni de boi. ,
Piossoho......
Solo ou manota. .
I Sebo em romo .
Pellos de rarneiro
Sala |i.n i iIIm. .
Tapioca.......
I ol,i- de boi. .
Solii........
Alfandega de Pernambuco 31 de Janeiro de 1833
O esrrivo Interine,
/''raiu-itm de l'aula (tmralves da Slrn
Importacao'
Ijinliniiaeao dn monifeslo do palaclin porluguei
Saudade, viudo de Lisboa, consignado o Thomaz
de Aquino l'oosccu A C, que por enaano deixou-1
de publicar,
20 barri azeile doce, 27 pipa, 4 meia dilas e I
barr vinlio; a Machado o Pinlieiro.
15 pipa viulio; o Manuel Francisco Barbota.
20 sacra rarello; o Rento Candido de Momia.
3 pipa vinaere e 5liaros xinho; aThomaz
Aquino Fonseca o\ F.
10 barr vinho; a Augusto Cczardc Ahreu.
10pipase 4 meios dilas vinagre, 27 liarris azeile
doce, 90ditos toucinho, 10 ditosehouricos, 2 dito
violin; a Froneisrn Severiano Rabcllo\ Fillio.
lOboiTissardiiibos; o Anlonio Aive Villelo.
3coixas mercurio doce; o Olivero Irmao i\ t
il borricas sardhihas e 20 liarris rbourii;o; o l.niz
.I"-.- da Costa Amurini.
Ierra Nova brigue uglcz (laura', consignado a
Schramm et C, niaiiifelou o scuuiule
2,300 borricas hacalbo e 4 calvos si
CONSULADO CERAI.
R.....lmenlo iludala 30.....8I:I29?K7M
dem do da 31
S-0539183
HI:IMHHI
DIVERSAS PROVINCIAS.
Heiidimeiilo dn da I o 30.....
dem do dio 31........
l:IH7li9
279185
t:0!KW)5t
BEMUMENTO DA MESA DO CONSULADO
DESTA CIDADE NO ME/. DE JANEIRO DE
IXVI
i de 7 pnr canto
Consulado
Ancorase
DireiloS de 5 por ceuto .
Evpedienle da capalazia.
Sellos...........
EmuliuneiitOs de ccrlides.
78:871 >838
2:27i;-l7.i
tiHi^sm
613934o
991*222
27-280
l::lll,-22i
83:1839060
Drrr.-i
Dizimii du aluoilau dn
lirande du norte ....
Dilndilue moi ticnrrns da
Parahha........
Dito do as-iicanlo dito .
Dito do dito da Alauas .
i nrtirutu
Rio
11-1117
800-351
I;II7MI
2:172-095
4:09to95)
87:280?OI1
Dc|mi-
Dilos
tus unidos
vislento.
I:1.VI-S82
3:1839327
31 de jaue-
cuiisoladu de Pcrnambiii
O i-srrii
Manal.uniwb dr Mello.
RENDAS INTERNAS HE-
1:220-120
Moa do
ro de 1853
.hirnmr Cnnrd
RECEBBDORIA DE
RAES DE PEHNAMIIICO.
Renitimeiilndnilia.'ll......
CONSULADO PROVINCIAL
Rcndinienln do dio 31......1:880-762
RENDIMENTO DO MEZ DE JANEIRO
DE 1853.
Direilns de 3 por rento ....
Ditos de 5 pnr cent.......
Cip.ii ,/m de 320 rs. sulire
-o,l.ni...............
Ilerima dus preins urbanos......
Meia siza dos cscravos........
Novos e velhns direilos........
Passa|nirte de |niliria........
Selln de herancas e leuadus.....
Impoatode Iroi pnr enlo snbre diver-
sos eslatn'leeimentn........
20 por cenlo nu ronimio d'ogur-
deule..............
Matriculas..............,
Mullas.....,..........
arca deal-
32:l82->882
6:707.-518
1:0869720
l:7t2jl>96
805-766
99J6.52
I-.1H1
792-577
35790HO
389800
57IPIHKI
1779957
62:522-2(8
Mim do consulado provincial 31 de Janeiro de 1833.
O escrivoo do pruueii'o seceo, Jvaii Ignaru du
Iteyn.
PAUTA
do* prrciis riininte* dn tt**uc>i . algodao'. V mili <
yciifrui ilu ptriz, que se denparhttm na NMM '> consulado de Pcntambtic", na emana de 'M de
janeno,a .'> //* Ferereiro de 85.1.
Awur.ireninmii1* branr I." qual laile 1 2-000
0 a. a i-ii'ii
U Il.t-f..... t:M
" It.n <".". Iir.mi'o. . 2510(1
0 inasravadu. . I.-50O
rcliiiadu........ 2560
Alcnd om pluma . .) 2.8 1-800
1 3." B 1.-100
i -ni tanuo....... 1-100
Espirito i\v auuardeiilr..... . caada -.550
A|[0tfdBll< arJian...... 8300
i> n'-hl;iil.i...... -:um
11' i- 'i ............ i4tNI
. bolijn caada -18(1
Licor. .'......... .-100
............. . garrafa IMI
Airo/ pilado duas arrobas, um alqueire HO00
pin rasca......... I.200
Azeile de mamona....... . caada 9610
llit'li.I11111;...... 1PI20
u de |n i\f....... l>280
Cacan............. | .5.SHK)
A>esararas......... . urna in-nisi
napflftaion....... .... um sumo
BolarLa*............ . 3P200
Hi- nili............ 6I00
Cafe bom........... . B laooo
reslolho.......... . 2100
1 mu rawa......... 3-200
muido........... . B filllO
C.aiiii'MTca.......... . B leouo
Cocos com casca....... . cenlo 29100
Cliarulos iiiu......... . B l-iim
0 ordinario...... 1)600
rcualia e primor . -.Vil
Cera de carnauba....... . $ 6*100
em ^elas......... . 8-XKK)
CoblV io ni.i'i d'obra..... ... % I60
Couros de lini salivados..... ... UTJi 140 I.35OOO
1 |--|M\,lil.'-....... n de oii^-a........ ... B ...
b de oabra corldos. . 9180
Doce de calda......... -210
n w utuatni........ -200
b seeco .......... 9400
b jalea........... ... B *3j
Esldpa nacional......... 9 ttooo
elraii&eira. naod'obftf. laooo
18-tMKJ
caada 140
alqueire 2300
. nina )640
s 68000
. 8800
38800
8320
28000
18000
8180
IgyOOO
28000
-2IKI
8080
. cenlo
niolbo
. iiieiu
#
. una
I
. cenlo
tao' Juno' Francisco Pires, na pratja dn |
commercio.
Paro o Kiu de Joneiro, sabir 00 decurso do
correnle semana, o brigue" Fluminmtt: qnem nu
mesmo qulier Ir de passauem, ou embarcar escra-
vo, tiara o que lem relenle romtnodos, dirja-
se a ra da Crin do Recite n.3, esrriplorio de Amo-
ros Irmos.
ESCUNA EMILIA.
Tendo ja recebido ararua desliuada i provincia
do Para, principia a receber boje a do Cear, e os
senliores carreRadores tero a bondaue de mandar
ile|iarha-lo rom brevidade : anda recebe passa-
jeiros |iara o Cear, Marauho e Pora, e alguma
carga para o primeino e o ultimo destes porlos: es
prcleiulcntes se onleudcrao com o eapilo a bordo,
nu'na ra da Cruz u. 13, armazem.
MOVIMENTO DO POI5TO.
.Sarim nitrada* no dia'M.
Calheo de Lima Iridias, britMie sueco Thame.
de ..- 1 (oueladas, capilao I). K. I.ikIImti;, im|ii.
pagen lo, ur:,i izuano : ao mesmo eapilo. > co
a esle |H>rw refre--rai- e MBW) para Cork.
Bnliia l'i das, barca lindeza Cruzada, de 31
toneladas capitn Thomas lluuler, equipaoem
l'i, carua algodao, caf o mais uencros ; u l>eanc
Vtiule A. Companhia. Velo a esle porto receber
ordeus k seuue para l,ivcr|M>ol.
Anuola 25 das, brisuc porluauez Oriente, de
114 loneladas, eapilo Dumiuuos Jos de l'arias,
equiparen! 15, cama inailiin, cera e mais gne-
ros ; a I liniiii/ de Aquino Fonseca & Hllio. Ar
ribou D esle |mhIo para lomar adunia atjuadae se-
uue para Lisboa.
EDITAES.
O IIIm. Sr. iupcclnr da ItiiMiurorio pruvin-
eial nioiido fazer publico que do dio 3 do crranla
por iliaute pago-se osurdenado e mois despez
proviocloas vencidos al o fm de joneiro prximo
passado.
Secretaria da Ihosonrarta provincial de Pernam-
buco I de feverero de I853.^J^ secretario, .tnlu-
na Ferrrra d'.lHiiunriarao'.
Pela ailiinni-ii,n ,ni do meso do consulado, se
foz publico, que no dio 3 de feveriero prximo fu-
turo, se li .n de orremotor em hasta publica, a ^r-
la ,|,iiii-in,i, e no formo determinada no artigo 291
do regulaniento de 22 dejunho do 18.16,11 soceos
com assuear. sendo 30 B ell ftf, no valor de rs.
1:13-118vindusdo engeuho Tab da proviuria do
Parabiba. ni colino Feliz Itravileiro, uicstre Joo
l-ranrisro de Araujn, jierleiiceule o Estovan taivol-
cflnli de Alhuqiierque e ronsiuuado-, a Auloniu Au-
ne- Jacouie Pires, apiirebeudido pelo guarda con-
fcreiiie Francisco de Poni Micoido, lendo irre-
inoloco lii re de direilos lo arrematante.Mesa do
roosiiladude Peruamhiirii, 31 de janeirn de 18.53.
O administrador, /bao' Xartr (anieiroda (uiihu.
4rla administrarn da mesa do consulade, se
faz publico, que nu tia 3 do feverero prximo fu-
turo, se bao de arrematar em hasta publica, a porta
di ine-iua, e na forma determinada no arligo 291 do
regiilainenlo de 22dejunho de 18:16 13 sarros rom
o-siiror, sendo27 B e 10 t, no valor de ilOsUNIrs.
viudos do engeuho Toba do provincia da Porobilio,
ni canoa ConcelcJJo do .Pilar, meslre Jos l.ourcnro
Kerrox, pertencentes a Eslevao Cavalcanlido Al-
buquerque e remeotados a Aulonio Aune JaconM
Pires, opprelieiidido pelo gualdo conferciile JOBO
Bipli-la de Aroujo, sendo o arrenialaro livre de
direilns an airemalante.MiNa do consulado de
Periiomburo, 31 de joneiro de 1853. O odmiiiUtra-
dor. yoao1 Xavier Carneiro da Caubu.
Pela administrarn da mesa du mnsulailu. se
faz publico, ipie no dio 3 de feverero prximo fu-
taro, se bao do ai remolar em basto publica, o porto
da mesnia, e no furnia detei minada DO artigo 291 do
regulanienlo de 22 de junlio de 1816, 153 sarcos
c......i--ucar,scndn3 Be 1.50II.nu valor ile522-:lll'.lis.
viudo du engeuhoCamiirim da proviuria da Para-
biba, na canoa FrancolinaYcnluroa, mcitre Joa-
quiniJos da Ora, perleiicenle a Franrisi-u Civul-
ranle de Albuquerque, eapprebendidns |ielo guar-
da coiiferente Frauriscn Jos do Veras, sondo
a arrcmalacu livreile direlo ao arrematante.
Mesa do ruiiulailn de Pernambueu, 31 de jaueiro
de 1853. o administrador.
joao' Xaeier Carmn da Cunha.
LEILOENS.
O a-i'iiic Oliveira, faro leilnem um solle,pm
manila ln dn Sr, Dr. juiz municipal da 2.' vara du
rivel, e do roinmercio, e a requcrimenlo dos credo-
res masso de Joaquin de Aievedo Pereira, da ar-
uiaro e de lodosas fazenda da hija deste, sita na
ru'do oueiuiaibi u. 16 : solibodo 3 do correnle,
s 11 huras da maulla em |ionlo, na relerida tojo.
C. J. Asllcy & Companhia forao leilao poi
inii-i M-nr ni do agente Oliveira, de grande e variado
sorllmeutode fazendas Hemes, suissas, franceza-,
ealuuina inglezas, todas os mois propnas do mer-
cado : quinla-feiro 3 do jrrente, as 10 lloro da
monho, un sen ormozemrTUO do Trapiche Novo.
AVISOS DIVERSOS.
DECLARACOENS.
IUM II III l't.llWlllll III
O conoellio tle i i-rt; ni (em aulorisjido ao uereule
para pa^ar o primeiro d>ideudo tic 90000 o.,
por acr.it, o que sea\i-si aosSrs. accionislas. Ban-
co de Pernambuco 'M tic Janeiro de IS.VI.O sccre-
lario, J/. /. de Oliveira.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
I'ela secretara do Iribuual du Commercio de l'er-
nambuco se declara que a nica al lera rao bavida na
.iniu.i lirma social de Le Hrelou Scbranim ,\ Com-
i.inliiii. a que se refere a publicacio Teila no Din-
ro de H do correnle, foi a sjiliida do socio |,e Bre-
tn, sendo que j fazia parle da menina o socio W'a-
lel>, quedeclarou-seentrar de no\o, em n/iu do
enuano ba\ido na |ieliei>quc ao dilo tribunal di-
riuio o socio (rente b. Scbramm, H/eram-se ue^te
-fniiiI.. as dovldwcorceees notas. A nova tirina
he a jdeclaradadeSi'liramm Watel> & Companhia.
Secretaria do tribunal do comuicrcio de Peniam-
baM -II dejaneiro de I8.V.-//' Silreira de Sou-
- -/, ufllcial maior.
Pela oub-deleRacia da rreaueia los Afijados
se fu publico que foi aprehendido cm poder de um
moleque, na imite do da jx do |iapel, que anda\a vendendo, quem se juhiarcom
lreiloa mesma enmpareca na misma sul>- que dando os sii;naes cortos Ihe ser enlreisiio.
AVISOS MARTIMOS.
Para O Mo de Janeiro subir infollivelmeiile
no dio lide feverero a barca nacional Firmeza, ra-
lilo Joaqun! Auloniu (joneolvisi dns Sanio cain-
ita ii-i-clii- alguma corgo miuda, eserovo e posso-
geirn. poro o que e tratar cun n capitn, no pro-
co du cuiiinicrrio, ou cihii Monnel da Silva Sanio;
na i u,i ,l,i i n 1, i,i n. 1U.
Pura o Rio le Janeiro, labe com a
or brendaiw |Kisivol, por ter pniin
de sen carrejjuuiento pixunplo, O patacho
ii.ii-ii ni.il Mu i Tinto : (|iici)i no .....-um
iiii/.tT carregar emJMrcar esci-avos a
frote, para os (piara lem Iran comnio-
los, ou ir de pnssi|;eni, oitenda-se com
0 capilao' M.iiiiii-I de Freitas Vctor, na
prara do 0)iiiiiic|-iTo ou com ns am*.
sij;ii.ii.-n-ins Novara &Coiupafiliia, na rita
do Trapichen, oi, primeiro andar.
Para a Babia.
Segu i.....i brovidade a bem conhecida escuna na-
cional Adelaide, forrado de robre, meslre I'ainpb-
lo Jiiln, da f.osla Sirne, lem grande parle de seu
caiTcgamciilncontrolado; e liara o reslo trata-so na
ra do Trapiche Novo n. 16, segundo andar, ou na
diCadeii do Iteeire ii.83,
Paran Hiu lirande do Sul.seguo al o dio 5
do prximo reveroiroo brigue l'ai/uete te Pernam-
buco, somente recelie possogeiro |ioro o quoes olle-
rcrcos nH'lboresenmmoilos : lr.il.i--e com o capitn.
u no isrripJorjo.de Manuel (joncalvcs do Silva.
Paro o Ass e Ararat] e man portos do norte,
sabe cm |Kioeosiras o poiacbo nacional Amaryotu:
para cargae passogeiros, iiala-a- na ra da l.a.lea
n. 39, hija de ferragens de Jos Uias do Silva.
Para o Kio de Janeiro ahe com a
maior brevidade ponivel, por ler parte do
LOTERA 1)0 KIO DEJANEIRO.
Aos -20:U00,000 de rs."
Na loja de iiiiudczai da praen du ln-
de|H-ndeiieia n. i, vendera-e nieir||rrii-'
llieles, (piarlos, olla vos e vigaaimo, a Ixs-
nelieio da 12. loleriu tfoSaiilissinio Sa-
ei-arhenlo do Rio de Janeiro; vem a lis-
ta no primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
INSTKLCC.AO' PRIMARIA.
Ra da Concordia.
Oobaivoossignado, professor de prmeiros letra-.
coulino odmitlir no sua aula particular, pensionis-
ta o meio |iensionlslas, esle eom a mensalidade de
8stKKI rs., aquelles com o de I.VXJOO. Programa do-
estatutos, e rcgulamento interno, pelo qual rege a
misino oulo. I.er prosa, verso c iiianuscripto ; es-
rrever, depois de balardo e cursivo, copias extra-
hidosde livros moraes, e orarocs recitado pelo iue-
replorpara o alumno corrigir-so na orlhogrophia;
contar o quotro especies fiindomenlacs, e quebra-
do ou fracc.ocs, uso de mulliplicoco e divisan, ap-
plicodo o evemplo. regro de tres ; epitome de grain-
matieo materno, c oualise do sinlaxe ; douliiua
rbrista na larde de siihhado.
Miguel Jote da Molla.
Precisase de um caixelro que enlenda de
venda e que de liodnr a suo conducta : no ra do
Pilar u. 113.
A loja de A. Columbio/, ua ra Nova otro/
da malri/, convida ao senliores que forem aos bai-
les masqu, que tem spalos de marroquin de
cores que serve para os vestuarios de carcter, dilo
de'couro de lustre rom entrada baixa e sallo: vende
barato.
Aluga-sc una preta idosa, que sobe coiiubar
-..ni ivel......iie o iliario paro nina casa: quem a pre-
tender, -ln i],, -' a ra do Sol n. t.
I'recso-se ologor uni conoo de millieiro,
ini-ii-aliiiiiiii- : no ru do l.ivrameulo o. So,
AVISO AOS IONOS DE VIVEIROS.
A audrcJa do ladrees de pcixe lem rhcgadn o
ponlu de quererem pescar nos viveiros lodos os ve-
zas que deaejim, e empregnm al a foix;a, se o do-
no se oppuem; e quondo os escondidas uebam dil-
liriildode |..-li. uronde numero do locos que ulgu-
nio pessnos foraim enlerror por liaixo d'agua, levan)
a i'iu la- d'agua deixando olierlos os viveirns para
disto forillo nao i rausarcm prcjuio oo dnno.no
volor das misino porlos, como no pcixe que sabe
[ni i abertura; o roma j se lem repetido muito
desle tartos, aviso-sc oo dono dos viveins, que
devero troncar o (Mirlas com seguroneo ; o lalve/
fosse conveniente deilor eslrepcs em rertos lugares,
para orohor enm eslo sucia de ladros.
A matricula da aulas do franrez e ingle/, do
collegio do arte, e-iii iberia durante o anno lecti-
vo, em roso do resperlivo substituto cm Olinda, ra
deS. Pedro Novo.
Bernardo do Oliveira Mello, relira-sc desla
provincia.
Aluga-e visluariii poro baile de masciradn.
assim como oluga-sc lomlicm coixao de anjos e ves-
te-so onjos morios, c vivos para procssao: na ru do
Cono oo |i do coebeiro do Sr. Morciro, cosa de Jou-
qiiini Jos*! do Silva tioio.
O Sr. Augusto Kirlier lem una rorta viuda de
i un.11 ni, : no ru do Sol u.'.).
(Jueiu ochar una roxa de tartaruga dos tic
medios ot a |Minle do Boa-Visto, de sonhorfl. ruin
algum ropa deulru, mislurado rom espirito doagun
de Culuiu.i, enrasloodo em ouro, um boln no
lampo, cni Urina, foi;a o favor de ir entrcua-la
no ra du'Proia n. 13, que ser recompensado.
A motrirulo do aula de geogrophio do collegio
do arles do curso jurdico, est .iberio em coso do
les|ieclivu professur.
Os oboxo signado, procuradores c admi-
nistradores dn patrimonio do recolliiniinlo do SS.
tirai n de Jisus da villa de Iguorossii. provincia de
Pcrnombuco, foiem sabor ao nmpeifavel piilihcn.
uua leudo sido .iiiiiiiiii nula par n dio de boje a ar-
reiiialaco em basto publiro US lamnlu denomina-
daPiflar, sila na ribeiro de Jaguaribo. terniu
da eidadedo Ico, c proviuria do Cear, perleuccnle
ooj referido rerolliiiueolo, como jljMa anniiii-
ciodo pelos mesmos flbaixo assignoilS; forasi u-
iro-indirado arremaloi;o Irauslirrida para o pri-
neiro piaca du me/, do abril desle correnle anno em
onsequeiicia de ordem ou despachlo Ib. juiz de
direilo da primeiro varo do civel da ridade du Ke-
cife, peanle.i qual se lem de fosor dito iiremaia-
, E purtonlo, lodos as pessoo que quizerem
pn-im dito fazenda, queiram cumporerer ou uian-
dor seus resiiectivn proruradons munidos do coiu-
|icleutes poderes, rerlos de que para essa veuda pre-
icleu ,f I o cuca l inpenal. c ipH' o poglllicillo devela
ser ein dinbeiro i vista, assim como que o dila bi-
zcado lem tres leguas de roniprimento |ielo riacho
dos BasliAesarinA), eoque st' ar.hor de fundo de
erro a erra ; que foi avoliodo jiidirialmenlo em
:I::Wr>U0l> rs., incluidas almonas cabecas de godo
voccun e rovollar, leudo terrenos muito prnpiin-
pora refazer godos. Kecifc 2. de joneiro de IH.VI.
Padre Floreara Xarier Dio* de Albuqumiui1.
I'fiiitri.rn dan Chaya* Ferreira Duro, ^dul/ibn
Manuel Ciuelo de Mello r .Iraajo.
Iteseja-se lomar olgiinios lenos de italiano :
quem estiver nos rircunislaucias de o eusiiiar. au-
nando poro ser procurado.
-* O abaivi, ossgiado.tendofeito por esle Juruul
um protesto, em o qual ferio a dignidodc e caraclri
do Sr. uli-ilelegado do Varzea ; e leudo assim
obrado irrclleclldflmenle, jiois ujcilou-c eem n
pcn-.-ic ) asen ir a um inimigo do mesmo Sr.. ip>
Sui/seivir-se do suo puiiro experiencia, paro que.
ehaxo do responsobilidodo de seu nonio, podesso
injuriar o una |iessoa Ifto digna ; |mr isso, o mes-
mo aboixo assignado reconhoceiido o qusuto foi in-
considerado, e petaudn em sua couscienria ferir
a i.-piiiaiin lo bem merecida de mu enipregodu.
quo seni|.n' cumpli leliaiosaiiieule as suas ohrga-
.r.e-, quanlo inai, sendo a isso levado por nspira-
ciM-- de niitrcm, vem |Kir este mesmo Joraal retra-
ta! -i- -le lodo quaulo Ihe Hieran) dizer, cintra o
mesinn Sr. sub-deleailn, esiierandu que allendenuo
e-la. considciacOcs, Ihe releve estos fallas, a-siin
euniu o crine de injuria que eunlra elle ha coniiuol-
lido, nao cnnliuu.lndo rom oprocesso de respona-
bilidade. Krcife :tl de jaiieirode I8.VI.
loga' .ijif de Olii-eira fodriyaei.
Oprenle do contrato dn rape princesa, de
Lisboa faz saber so respenaVel publiro que o depo-
sito foi supprUlo com ro|iefresco, pelo ultimo navio
abogado oesteporlo.


.
Cliegnram ltimamente no navio
(ustavo viudo de Franca, nina colJeccao'
de planta viva em vegetado', a 411111
assiiuquedetcmbaicairin serao' cxpoitn
a' venda pelo en importador Mr. Kenout
milito conliecido, tanto DO Rio de Janeiro
como na Baha.
S6WC HUMO XAVIER, Pr. rm
mcdiriiia, leudo concluido a rnnimissSo que A
}:' eierria romo segundo medico no hospital re- ; f
ijimenlal desla provincia, c rcslaiido-lho |Kir
isso lodo lempo para arudir aorhamado das 7
A pessoas quo de seu preslimo se quizerem ai II J
5 lisar, fe offerece para ser procurado a qoaf
uer hora do dia nu da noile para o oxerciri
s Usar, re otiereee para ser procomn qo.ii- |t
2 fluer hora do dia nu da noile para o cierririo ;
* de aua proflsso: assim como recebe doenlca *
derivo* para tratar, para o que tem pro-
Sp porrlonado alauns cnminodos, rom lano que
a moldlia neja curavel. e nio contai;losa. #
AULA Mi OBSTETRICIA.
A matricula eaiar aberla desde o primeiro al o
ultimo de fevereiro ; c as lices principiarao no
dia 15.
Arrenda-o urna casa rom cxcellenlcs commo-
dos, na rua da Unio, propria para se pasear a cs-
laciu do verSo e invern, oude se solara dos pra-
aeres do campo denlro da ridadrio* pretendcnles
dirijam-so ao pateo do Collegio n, 33,
Precisa-e de alujar serradores ; preferc-sc
sendo Torro : na ra da Praia, serrara do Cardeal.
PRACA DA INDEPENDENCIA,
LOIA N. 40.
Nesle dlaheleciinento 13o smcule dedicado ..
venda de bilheld de lolerias, cxislc sempre um lu-
ido nr lmenlo de bilheld e cautelas, nao sodas
lolerias desla provincia, romo lambcm das do Rio de
Janeiro : rog-*c poi aquellas pomas que anda
nao compraran! hillieles Udla rasa, a hondadedr
0 raierem, afim de ver sesero 15o felies, quanlo
oulrns tem ido poi que sendo esle eslabeleriincu-
lo I Jo moderno como he, ja lem lido a loria de pur
veles vender grandes premios, romo he bem sabido
pelo respeilavel publico.
I)esap|iarereu no ilia 2t ib- correle urna ne-
gra, crioula, Be nomo Hila, levando comsigo vestido
de casta cor de rosaja usado, e panno da lwla and,
seeca do corpoe altura regular, loando no pesco
um ferro por ser aroslimiada j a fugir, e um lian
drd novo rom aieile de carrapalo: roga-e as au-
lorididd poliriacs c aos capilar* de raiii|xi de au-
preheudcreui elcxarem-na a ra 1I0 Trapiche Novo
11. H, 11 ni i/i-iii de assurar.
Joao Nepmiiureno de Mello Albiiquerquo faz.
srlrule ao publico, que lem soredade na fabrica de
1 liarulos Ja ladeira do Varadouro 11. :W, desde o
dia 8 de dciembro de 1852: quem se julgar rrcilnr
do dito annuuciaul' ou com direilo a dila fabrica,
hija de comparecer no praiode 8 das, para liqui-
dar suas conlas.
avio aos skmioiiks it: engenho.
Alenla-na grandes vaiitagens ni moagem de
'caima, nmxenirnld de teros tambord ilas muni-
da* perfeilainenle torneados, o ahaixu assisnado ros-
peilosamenlr leinhra aossonhorddc engrano, que
na sua fundiraO de ferro rm Fora de Portas, se po-
da nerfeilamentc tornear de novo nmjoeo de Iniu-
Imres, e aparar r endreilar os denla das carreta-
com lana prstela, que se |hh1c entrega-Ios no mes-
inodia, ciilnndo-so animo iiirnnxcntrnlc da demo-
rados carros o n empale ila mnauem ; assim como
que a mesma f.....lira se arha semnre sorlida nao
bid novas moeudas de diversos lamanho* e mode-
sii-, senaii lanilirmde nulas, denladas, tanto para
goa como para animare de todas as proporellat, a
saber l xolln por lolia, volla e quarla. Milla e ter-
ca, valUe meia, duas, tres, qualro Millas, etc., ele.
1.....mi., qiialquer senhor de martillo que-
irndoaerelcrara sua morada atim de moer nuil
canoa no mesmn lempo, 011 relarda-la, aliiu de na-
prrmcrmais liquido da mesma caima, piale sem de-
mora esrollicr as rodas rompcleules. rundirn de
reno.na ra do linnn, passando nrhafari/.O. II.
Ihirmaii. engenbeiro.
(I abis a-siimadu Uu ef ao publico que
leudo ficadn a casa que cirava nu Rio-I ormoso, de-
baivuda tirina de Torres & Cumpanhia. a seu carao.
lira de boje em dllole airando sob a tirina de .Mal-
ln- & Companhia. J' Martin* .//ir. ila Crii:.
O arrematante do imposto dea
por 0|0 do eoniumo das afjuai ai-
drilles do municipio do Recife, vn
sa a todos os conlfibiiinli-s dodili
impato, que prmcipiB roa
meiitiMliiseijiiniloseinesIreiio |iri-
iiiiini de fevereiro, a Gndar do
rimeiro de marco docorrentean-
Hoga-se ao Sr. Jos Alves Feniandes, caixeiro
do Sr. Jo^^Dias da Silva, lenliu a bnndade de vir
Kgar qtanli.i de I.-iii rs na ra da Cadeia do
lifeu. II; advertlndo que em quanlo naoofl-
ler, Iii.' de vero seu nomo nenia folfia.
Aluga-e um moleque ou una negra, para o
si'i'\n> interno e evlcrno de una casa do familia,
comiiosta de duas pessoas: na ra das Larangeiras
n. 11, se dir quem pretende.
No dia ('JH) pela Minra dodla, pcrdcu-se>
um par de botoes de abertura unidos por nina Irania
de cabello, hto do pateo do Terco al a roa 4o P-
an llorinno : quem 11 acliou, ijuercndn restituir,
pode levaslo a ra do Padre rloriano 11. 27, que
ser gralillcado.
Avita-se 1 quem conjior, que est alierta a
matricula de acometria do collegio das arld da aca-
demia juridic.i, 00 iileiio da Boa-Vala 11. 19, onde
reside o rdpcclvo professor, o qual ella adinillir
em requisito algum, lodo o dludanle, qnescapre-
senlar at o fim de marco, na confnrmidade do ar-
tigo 8, capitulo 2 dos dlalulos.
^HfitfaiFtiftiPitimim
Alugam-se e vendem-se birba
da hidc|eudeucia 11. 10, confronte
Cruic.
BUtWOlBlWBBtMtt
t*"''"^** IPRoW"JP"JP"fP"JI
O abaixo nttifjnado taz M-iente(|iie,
jK)r mutuo accordo se acha o Sr. Anto-
nio Joaquin Vidal, ocincominanditiirio
no sen estabclecimentn, sito na ruada
Cadeiit Velha 11. 2.T, iiiteiramcnte deli-
;;inlii, e em ter niiia parle alijunia cni
dito eMabeleciniento, dode o dni 10 d<
etendiro do auno, passado liaveudo o
abaixO assi^nado ajustado enm o incsini
Si'. Vidal, (odas as Contal rclalivas a es-
te negOOtO, c passando dissa dala fi Bfta-
lielecimeiilo a iierteneer nicamente ao
abaixo asnij'naifo ; sio ludo de accordo
com siMis credorei. Pernambiico 10 de
Janeiro de 1855.
Antonio da C. Ferrara Estrella.
0 arrematante do imposto da lirencasdos ms-
cales e boceleiras. avisa aos conliilniinles para que
se dirijam ra da Florentina n. 7, casa da alien-
tan, jiflin de tirarcm as suas licencas, pora nao ucor-
rerem, falla d'ellas, nas penas da le..
Acha-se em ejercicio 00 eollecio Santo AITonsy,
iiiii.i aula de primeras letras regida por pessoa I111I11-
lilada : s pais de familia que qiiizereni malrirular
seus Rlhof, pndein dirigir-se 00 indino rolleuio .i
qualipicr llora do dia, rertos de que ah elle* serao
educado* con rleavelu e Bnrovellaienlo,
No colleuio Santo Alfonso precisa-so de um
criado livre. prelo ou pardo.
Quem pris-isor de um caiveirofiol que sabe lee
c eaerever, para padara 011 reliiiai.ao.no come sisen,
ilirjn-sc aira da iraca da Independevia. na venda
do Sr. Domingos tiarria.il. 8.
CONSULTORIO CENTRAL lio- m
MOEOPATHICO K
DE PERNAMBUCO. &i
Ra da Cadeia do
Recife n. 51, primeiro andar.
CONSULTAS E BBMBDIOS HE
GUACA Aos POBRES,
lie Tolla de ininba viauein ao sul, continuo
a dar consultas iodos 01 din uleh denle as !l
horas da nianh.la as > da lude 1.......-smu
rasa.onde se arba bolita io amullorio
central komotopalhico le Pmambuco.
Aniel e depoia destaa horas me enronlrarao,
por ora. no Hanguluho, silio do Sr. Accioli
l.ins. O llr. Prea Hamos Jnior sera en-
contrado constantemente no consultorio para
udir de prouiptu e a qualqucr hora a quid-
I quer rbamado.fr. Satino Olegario l.inl-
&Mmm&m mesas a.
Na ra do Pird, prosimo ao paleo da Sania
Crui 11. l,jireria-se de 11111,1 criada.
Aviso ao commerco.
Ol abaixoasij'iiadiiscoiilinuam a
fronfjltear a toilnl'oi elatses ein BO-
ral o en oidinienios defioenda
por baixol pi-ivo, na'o menos de
urna pera, ou una du/.ia, a di-
nlieiro ou a prazo, conforme se a-
justar: iioseii nniia/.cn ila |)i ai;u do
Corpo Santo, esxniina da ra do
Trapiche, 11. <8.Roatron Rooker
di Companliia, negociantes infjle-
M,
AliiRa-M
11 ('i.l.idf >o\, rom
JaoellM inliii, < -. in 11
I.tl rom mi
hi Larangeuw nu
Ierre;! im nimios Keu'o^.
las, : (juarlus, lOlfio eon;
enortee lo naieenle boc
Mir.ba.ia para ;i ravalloa, quln-
tuefraa, cajuclroe, eoqueirua, s.i|Mir,iMi-
Ihwla-raoi com liinque |>r podra e cal: quera i prnender dlri-
o Jos Goma *io Comeo. i>ar.. Iralai
-aSs^zss:
rapa/. Portuuue/ para c.n-
veirode um enaenlio, nao muilodislanle desla tira-
ra : quem ntiver neslas rlrcumalancial dinja-ee ao
iolei|uiin dn ra Nova, que abi achara rom quem
tratar. a mcsnia casa luinbem si' vende qualro voc-
ea de leile.
Pata o liinde inafcoou miles, jire-
cisa-se aliiyai- um sitio perto da praca,
com casa que tcnlia liaslanli-ai'ominodns
para familia, etril>ariii c coeheia, e
Dem cercado : na rita da Cruz. 11. 10.
Precisa-so de um caiveiru: na ra do Trapi-
che n. 5, holcl.
Leudo o annuacJo do Sr. Custodio Goncalvea
da Silva feilu 110 Diarioae n. -2i e 21, de Tc K do
crrente, um que declaren que chama os seus credo-
res para ein fedias -anrescnlarcni suas letras em
l.aruaru', para *erein iiago dos saldos exislenles;
mas nao nos arhimos incluidos nos mencionados rre-
'I....... aiisi.....is ai.....mu Sr. l'-uslodio liuni.'hes
da Silva que evisle mais ainda nina lelra de rs.
l.itWKItl. (que collamente nao aora daladadell
de uulubro de 1850, oilo mana, aceita |air Smc.
mmii, c Jos l.uii de llrilo romo uaranle, prove-
uiente do saldo que devia, j vencida ao fallecido
Sr. Henrique Camillo Fcrnura, |ierlciireiile a man-
sa do tinado; ni abaui assignados, romo adminis-
Iradores da massa do fallecido, proldlamos em dia
do vencimenlo, ainda Miaa a espera de ser pago
por Smc. Protestamos |mr tanto contra tal auuunrio
de mandara nona lelra para Caruaru'. vislo que ha
de ser paga aqu, romodeilara a letra, e nao I on-
de niio lemos corrcj|>iidcnle ; em consequencia, es-
peramos quo VOK. fai;a a sua ohrigarao conforme o
direto. Hccfc de Janeiro de 1H.VI../. D.
ll'tilflmppo.
Simplicio da Cru Hibeiro, rom aula particu-
lar 11a ra das Aau is Venid 11. i>. segiiiidn andar,
avisa ,1 quem convier que cOnUottl .1 ensin.r prime-
ras letra, e que rerebe pensionistas e ineios pensio-
nistas, prometiendo dforrar-sc quanlo poder a lim
de beir. desenipenbar a ardua tarefa a que se pro|M*ie.
Prcciani-e de i boinens para Irabalbar com
carrosa, dando fiador a sua conducta: a Iralai na
Solcdade, silio do Sr. Ilerrnlano.
S* *n*te :--KWK****i
CONSITTOIHOIIOMOEOI'ATIIICO
NO MATO UROSSO, 1
Comarca do Edx>. #
Manuel de Siqueira CavalcanU il consullas ft
tg c nicdic.imcnlos gratis aos pobres lodM os Oj)
} dias. das (> horas da manhaa a I da larde. i$
Precsa-se saber de Francisco Jos Pereira,
natural de Portagol, lilbudc Antonio Pereira e An-
ua da Silva, do routclho de Valonen do Monillo,
frciiueiiada Silva; porlanto roga-se ao ditosenhur,
.....iiieni soiibor dar alguiua noticia, dirigir-c a ra
do Coflegio n. 'i, venda, a negocio de sen interewe
c de sua familia.
Francisco Goncalvea Jcronymo, natural de Por-
tugal, da freguoiil de S. Juao de Campo, Ierra de
Honre, lem una caria, na ra du Collegio 11. i,,
venda.
Precisa-sc de urna mulher para ama de rana
de pouca familia, ou una prcla escrava |ir alu-
guel; paca-se bem agradando o aervica na ra
di Mal luios 11. Mt, veala.
MADAMA HOCTIEH,
Milla Irannza, nm \nra 11. 8,
aiisa ure|ieilavrl publico, priucipalmcnlo ai scu
fregu*, que araba de receber pelo ultimo nano
i indo de Franca, um lido sorlimento de mascaras
le seda de bulas as cores, rom i rom|ielenld ba-
ilados, para senlioraa, sao a mai rros c linas *J"-
rarasque lem lindo para srahora; lainliem receben
ricos turbantes broncos c de cores, milito propno
paia baild, ppnnas de diversas qualidadd, pulcci-
ra, hua. de |adlra, florea, rula* inuilo ricas: ludo
isio i he proprio liara senlajras.
Poi i irciiinslaui is que iH-correram, Iransre-
110-se a r.irialhadas que lem de corn-i no lugar dos
Kemedkw, pura o Ba de hoje I. de crrenle, pena
t lioras da larde, o por isso epera-sc que as |t*uas
apaivonadas romparecani.
n, '1
ilnl
-se o \i
1 ajuste.
I'iecisa-sc de nina ama para o BBffVlCO de iiirn
rasa de pouca familia : quem se acbar ni'-l.i- i ir-
i iiiii-l.ini ias, dll ija-se a na da Assuinprao, casa ter-
rea II. IS.
O llr. Jimo Jos l'erreira de Aguar inudoii 11
seu i'scriplorio para .1 roa das 'Irinciieiras 11. K. pri-
meiro andar: quem qui/er 0 procure das 11 horas da
maullan as II da larde, que abi lem asna banca, e
contina adiimar.
Ili!,;!-" aos possiiidorcs dns I nIln-
les abaixo deoJaradoi, da lotera 57. da
Sania Casa da Alise icnilia, vciiliam re-
ceber os im|ieclMis prcmioi nas lojasein
(lite l'orain connirailos.
n. \
AVISO SATISFACTORIO
O abaixo assignado, acenle do l)r. Brandrrlli. faz
siienleaordpeilavel publico, que pela barra .ame
rema yaba, entrada un rorrciilc mez, lem recela
do novo provimenlo de pitillas vegetad de seu pro-
prio autor: ddiiecessario be tazer a apologia, |kjis o
uso ddlc iiie.lir.imriiio lem moslrudo em pandea
curas que udla pnivincia se tem ublido com oslas
vulnerarlas pilulas ; be um inedicamenlo inteira-
iiienle inofemivn, pudendo applirar-e alascrinu-
a recem-naseidas, ltimamente sr lem applicadoa
nina iiilinidadcde moldlia juluados inriiravoi. de
cuja applicacono lem lirado Iflii feliz resollados,
que parece .rada, vez mai resolv do o problema de
um remedio universal; \ende-se na ra da Cadeia
Velha 11. til, botica do Vicente Jun de llrilo.
Arrcmla-seporl, % 011 :l ama o cngcuboCu-
rlBH'ira Grande, na freguezia de Seriiibilem, mullo
bom d'agua, qucnaie cupeirnroin o roCamarauibe.
de mullo Ima pn.duci.riii, ruin ba morada o laisas
un asseulaiurnlo, estala e 1tl forinas para ntraeaT !
quem pretender, dirij'i-sciiopropriclario do indino,
Manuel (ioncaln-. Pereira l.iina un marab \ nenie
Campello, e dla piaraau Sr. Antonio (iom.-alies Pe-
reira Cima.
-- Lava-se o engomina-so, com muila pcrfoi-
?ao o asseio : no paleo da ribeira Jo S. Jus
i*'l&2a!EbiiKJ!ES64Sl
H CONSULTORIO HOMBOPA
\i llun 1I11 Tin/iiilie .V010 n
I) llr. Casanma. habilitado |.t-l
V i dado de Medicina da Babia
de Franca a osla calado, conln
ciinsullas, e rcmediiw qrtiti* ai p
7 lunas da maldiaa'ate a I hora
no Hotel Francisco, e praUea quu
rarao lie ciruruio ou de parlo.
N. II. Para faiorocora |ican
mitin, odoente que uno bu | I i
rnenle a quanUa de :>. 10, IB n
3 a nunca mais, leja qual for o 11
Sj doaea do inedicamenlo o viailaa, 1
?4 doenca possa exiuir ; isln deiera'
.j ronfonne a cravidade da nioleslia, e
stj rao dodoenlr. Os esiraii sii pagar
a| alOJOOOra.: este avian enlende-se 1
.^iSiLvJ^JlaWMLli
No engenho Vicente Camprlln, na frrsue/ia da
Cicada exisie um silio para lavrador, comcapaclda-
;le |iara lanar H(K1 paos a111111.1l sii nas inrzeas, sen-
do as indinas de massap r pal, muilii |ierln ilnen-
ciihoquc mparlid mais dislanlis dan :, camiiilios
enirega-se...... caa nova calada, eaenzala tudode
lelha : quem |nel.....ter, dirija-so ao inesna. emienhi
para halal rom o prnprielario.
Troram-srsi-dulasniudas rom premi.....,1oe-
laudu rolas: na ra da Cadeia, casa de camhii
n.:is.
aitencat), nico deposito nesta
i.iiiaih:
Paulo Caienoii, denlisla .
fi ice do llr. Fierre, esta auna 1
llun' que lem apparecMo, 11
seuaillor, lema prieiriedade
chefraaa e preaervar das dm
ensio desagradavcl i|.....i n
Liunas untas desla n um COM
lea; lambeni se achara pn denllmce excellenle pora
a couservaeja dos denles: na ra larga do Rosario
11. .11. aegunde andar.
Precna-ae de um criado e urna ama
sen je de casa : narua do Rosario da Ib
lirado de um andar, delronle du I
bia'.
INSTRCCCaO piiimakia4
Muuel Jo- d.i Molla, cinpieuado em piuner
letras, inora na ruada Concordia, priineirn casa r
Ih-u amia denli-
imbecida como a me-
! lem iiiuilos elogioso
decousenar a D0CC|
m de dcnlea: lira o
ucr.d o cbaiulo, il-
iPalUI sao sullicicl
, liaran
,a-\ isla,
do
i
i
Oitnwis
Ouarliis
e
\ i|rcsiinos
QuartM
Mein
Quartot
20: i.'iiiK, 10:000,000 den.
ISO,
l2.-)i,
t:i)oo,ooo den.
1:000,000 deis.
11. .'iOO, 1:000,000 Ices.
Vijjcsinios
C fllllitlis II
200,000 1
nitros premios de Hio.000 n.
100,000, o que ludo se paga
em continente em descont algum. Na
lujas do costiune se aelian a venda os no-
vo liillietcs da lotera 12. a beneficio da
freguezia do Santinimo Sacramento.
(ossol llimoiil. pmrrsMir de I
lilla pola escola do KM de Janeiro.
a dar comalias frallt aea |K>hre* lo
litis, das S horas da DHOlila alean
nu s'ii cnnsulloro, ra das CroMI 1
Fraiuisra l.iua d'Oliveira Sanio-, piole.....;i
particular do primeiru groo elemenlar, moradora na
drafa de Ci.....noreio n. IT. sea.....lo andar, participa
01 pas de suas alu.....as que abre aula DO dia pri-
men me feereini.
Arrrnda-se um engenho distante da pra(*
Imuas, rom muiln laias Ierras dr planlicome cer-
cados......1 indina orcasiau se vendero os ulrnrilji
do nu-.........ueiiho. -e romiei a quem qui/er ar-
rendar, pus un>og lodo nruocio : no alerrn da
Hoa-Visla 11. 13.
Arrenda-se nina prnpriedade sila na ra da
Floreuliia. contigua a do Sr. Brranuer, ruin op-
limas proporeoOl para nclla se fundar qualqucr es-
lalieliMiineiil ni poulnurande, por ler bstanle
evleuraii, e porlo dr embarque pelo* fund : quem
;i prciender. pide ir te-la, enlendendo-se com o
iiuiradorda rasa n. III da dita iroprirdade. o qual
dir'com quem sr dote Iralai dr qualquer aju-le.
Alugam-se 1 lerreirn c quarln andar rom
costaba da cata a. 12 da ra do Trapiche Ni.to do
Ki'cife: dirija-M1 ao primeiru andar da dila casa.
Cnnslandn-mr que o meu rsi-rato, rrioulu, S<^
ralim, ulllral de iirdrriro, quo fui cscravodo falle-
cido Anloiiiu JosedosSantns lleioti, .1. que lem ajus-
tado a fazer varias obras e cnncerlos, por sso pre-
fino ai dono e donas do ditas, que me lito
ios|Kuisuhilso por ilinbeiio adianlado un porqual-
qurr divida que n dito meu escraio faca, laido em
otarias como nu casas de madeira nu de cal, e des-
eo j proldlo |mii os meiis dias de ert ico ilrsde que
elle lomar ronla de qualquer obra 011 runeerlo.
Jntit/aiiii IjiIiiiIu l'erreira.
Aluga-c o primeiro audar do sobrado da ra
do (tariiilailu O. SB, rom Imiis commoibw : queiii
precisar dirija-se a bija da mdma casa.
Tendo o aballo assiauado sido cunslituido pro-
curador bastante de Rutina Mara de Snul'Anra,
em sclenihro de Iti'ill para solicitar ion direilo ein
nina quesliio movida |ior Francisco Jos de Mell,.
conlra u casal de Jos Izidnro da Sitia, declara que
lem renunciado os incsmu poder, por molitoscor
Irania ao publico, liudo |ielo prisamle de ue-
nlium vigor a dila proevraeoo, Recife t de feterei-
rn de I8,">:l.Sulutliam .1. I'. Narua de Apollo ai iiiazcni de assurar 11. -'II.
precisa-se aluuarum rsrravo, para o servirndo mes-
rooarmaznn.
O abaiso assignado pede ae* sen* rredore dr
no prazo de 3, dias contados dnta ilala api eseula-
rem suas cuntas nu annazem do Sr. Franca & ''
mi, na Iravessa da Madre de Dos n, i el':len-
lo '" Rodrigvet-
Sol ao lid
k ou pens
las, eaie c
i com a de
uriu engun
.iliiiun
lo naaceole, ad-
Hiislos, e Igual-
mi a mensalldode
l.'isjtKKl i>., na.
nuda; faz saber
que eniiliiiuam
dia III do lorenle me/, de
linuacao da ra di
milla alumnos Inleni
.......le meii pensin
de s-t h h 1 rs.. aquelh
daililn niii|i.i talada,
aosseuboris, ualadoa a
os ir.iballu lillerario'
p'mMWMMMMWm
W DiigMerreotypo.
O irliiilislii. 110 ilrrro la Hoa-Visla, sobra-
fei! don. 10, a\isi 111 i'-(irjlavi'l |iiilliiii, <|'
U'in rlipuad as mais rifas caluM, qaadriW
cawolelaf, Ifluelcsi rartelri,clijiruleiraa en
que M |MMli*iuJvlliH-ai' m rrlralos, de qual-
qucr 1.mu.mil", quer MB rumo, ijnti rolor-
A- peMoaaque se dignaxera iniM-ura-l
flltraO em sua ualcria de ilUI
eom [llena salisfaea. O
i-slara alieilotlas i) horasdl
W&MWW&MWMM W&W& & *f fr
;fla*.W..^'.!WJE**W;'";'*''^^' **sWT-'*K*mK^X}\*ij^vs^i..^k:
I'nra o primeiro de jiiiiho tjiulnurn, nu an
IOS, sr ahl'ja una pequea can, 00 De un an
dar, ou eas,i terrea rom um solao. rom quintal ni
pequeo sitio, que teja porlo do liedle: na ra da
Cadeia D. I), primeiro andar, M dir quem precia!
PUBMCACAO -MEHCA.NTII..
Tuda as sriamdas-friras piiblira-se
|iiiirapliiauin//ii/i,//i<''iinmricu/,riinli
cu lorenles di gneros de iulpollac.....
co, em l'orluauez, Franrez c liudez, i
los|ioruincorrel.irdoiiiiiMen
|Hirlacjo e
agradare
slalieleciin
manhaa'
a-
I
siioierilii
e sabida das emba
dieH"eili'S [Kir elbr
torio, oda* altando
les no anroradouro
nesla l>-
aloos pre-
e eiporla-
iji preci
: entradas
xpurlaco
nota di direiloido
.; rolaran dos navios evislcn-
peaoa e medidas etjranaelra
comparadi cun os inissi; caniliii, fred r urna
revista semanal nedkUnd^aalransatoeamercaulbi:
uhsrrevc-sea l'JsOOOn. poranno,uallvrarla n. c
8, da praca da liulepeudeiiciii.
" HISTORIA IMVKItSAI.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro o ai liase a
tema por SgMOm., no escriplorio de I.. I.muule
Feln v Conipaiiliia.
A BISTUR A UNIVERSAL
reauniida para naodaseacoUi conmuoidoa Esladi
I nidos da America do Norte por
l'EDItt) PASI.F.V
iraiin/iiio para u-o dat is-roias do Imperio do Brasil
prio deaeinbargador
ItllKENt.O JIISK KIIIFIIKI.
lie IihIi i resuiuos de historia uiiiiorsal ln ale
o uniro que preciiclicu o lim, c com cuja liisloria
tica o leilor instruido no principo* l'acli da Mata-
rla, e na ueouraptiia, para rujo ibsi'iivoliinieuli
tumis roappa
i- |iara compendi
lie u lim du que
Seria para drsrjar que
i cala rOMnrO, queme-
iiilrd de que se faz uso
da ra
da luja
AVISO AO PUBLICO
mllorio hoiniisipalbiro,
i Recife n. II, por rima
Joai Cardnsn Ajres, dirigido jad
Piraa Kami Jnior, fui transferid
j55 para a DNaOM ra da Cadeia do Recife 11.
C SI, primeiru andar, pur rima da luja do illm.
^ Si. Joao da IJannaMaaalbaenii ah se eocou-
irarao cariatraa com medieamenloi bomoiQ-
palliicos, luliosavulsos, 0 lnluras dr qual-
q..... dwianiisaca. e lambein sr refazem
aquellos que ealverem deteriorados. Prupa-
iwinlas I111111.....palbiras dn Illm. Si. llr. Sa-
binu pelo proco de 1-KJO ris rada rxemplar.
lisies.....dicaiiicnlo- s.ii preparados rom lodn
o cuidado, e |a' eiperi.....aiadoi indo Illm.
Sr. llr. Sabino na sua liiuga clnica, fondo os
resultados i mai- leli/e-. Todas ,1. earleiras
que sabrein desl.....uisullorio, letarai I
tirina do Illm. Si. Dr. Sabino,
\. c ini-ullas e leniedios boniicopalhico,
de paseaos pobres, a0das8iwrasiu> dia ale
:1 liora ih lanl
"Os abaixo assiguado Icem dissoltidu amiga
velmenle taociedode que lubam em una casa de
cominero..... ridade do Kio-Formosn, a qual gi-
rava, deliaiio da Orma de tone- Ceomahia, B-
raudo 11 mdma a cargo do ocio Josa .Martin- Alies
da Cruz, e'o nidmord|Hiiisaiel pelo activo e pas-
>i\o da mdma.Joao' Atfmito Torre JniorJoi
Martin ikc COIIPI.MIIt Di: \xxii.u u> v v tro
lo unxsil lint.
EsulMleclda cld*o o Pono.
0 almixo assignado lem a satisfarn .le noticiar
aos senlioic- accionisl.is desla com|ianbia, e seus nu-
meroso adliercnles, aqu rdidcntd, que S. M. a
Ralnha de Portugal, pur decreto de II do pastado,
se dignen continuar a instiluicio da coinpanlua, o
Itpprovar seus dlatulo-, como alaiixuset.
Penambiico 29 de Janeiro de IH3.
Maiioel Dittirle fmlriyue.
JIIMSTIHM U\H OBRAN l'l 111.11 IS.
r.ONHERCIO i: I.MM Sllll
Sciido-nie piesenle* o< esta tu lo da rompanhio
deuiiiuinadaLtio-fraileira,a qual lem pur lim
emprehrnder a liavcgaco' por barcos molidos |mr
vspor, entre varios |airli do reiuo de Purluual e
do imperio do Brasil, o designadameille para o do
Ro de Janeiro, Babia c Pcrnambuco. Ca)iiiderau-
do a muilas tantagens que da realisa^au de lal em-
preza devem rdiiltar para u cummefro. Alten-
dendo a quo os dtaluto da menciuuada cinpanhia
se acliam formulados nos lerm de direiln, e com
riH'iprnea segnranca do assoriados, c du que de
lu uro cum elle- cnulralarein: hci por bem, em
lisiad 1 informacao do guternador ritil do dislriclo
du Porte, e ronformando-ine rom o parecer do con-
sclheiro prucuradur geral da runla, coulirmap a ins-
liluieio dasupramencionada companhia, eappro-
var 1 e-i ,1111 le- [Hir que ella ba de reger-se, iw quad
se acliam redu/idus a inslriiinenlu publico, no ter-
mo do arl. Vi do rialigu rummcrrial portugiiez,
e ronslam de trinla o um arligns, que baixam assig-
nado |iel ministro c stTrelario uc estado iuleriuu
da obras publica, commrrrio c industria, ruin a
exprrssa clausula de que a minlia apprnvario ser
rrlirada, se a indina ruiupanhia se desviar du lim
sucial, para que ura se insinu, e se nao aprcsenlar
aunualmenle na llireccfui Ceral do Conmiercin,
Agricultura e Manufactura, u rclalorin da gerenria,
e as conlas da direceo da cumpanhia, ruin 11 pare-
cer du reaperlvu conselho liscal, como lica dlatui-
do no arl. 12 du roulrato do Kledade. E nan so
passar o competente altar, seinque seja apresen-
ladu |ku" parle di dircolord da einpreza, ou iuslru-
niculu de ratil)cacau, a qur se ubrmou 11 deleuado
della udla corle. O inesino ministro e secretario
de dladu assim u leuba enlendido, e faca c\eeiilar.
Pa^n das Necdsidadd, em 11 de dezembro de
Ka.RAINTIA.inlonio Mura de Fonlee Ve-
reir de Mello,
Imlmmento ie contraa toetat da eomoaaMa
l.an-llriiiilera, i/u'e fu: liarle du decreto da
dala de hnje.
S.iihiiin ipuiilns esle inslilmenlo de ronlr.ilu sn-
ial, c estatuios da rompanbia de nneaac.iu I i.i-
|iiu, denoiniiadaCusu-llrasileira, vin..... une no
inno dn nasriinenlo de Nusso Senlier Jess Cliristo,
le KrJ, aos lll dias do mez de dczenibr......-1.1 ei-
lade de l.ishda, e nu meu carluiin na ra da lliles-
ua n. 31, comparecen prosele Antonio de Ollvelr
(iiiiinarud, rorrrtor do numero, morador na ra do
Alecrini n. 13, em nomo, c como procurador di
doalllma. OIHWnendodor Izidnro Marques Hudriuues
e"Eduardo Uoser, na qnalMade de dlroctoroi tflbc-
titos daaobrodluj companhia, que dou f ser o pro-
prio, c por elle foi dilu peraule iiiim lalirllian. e
Idlcmunhas aluixii assituadas, que a referida runi-
panbia de uaieuarao a tapor comecou com o lilulo
Ir l.usilania, cniin cuusla da csniplura etarada nas
nulas do lalielliau da ridade du Porlo, liento l.ui/
ln Valle, a que resoltendu-so em assemlila acial
'inpridicudcr a 11.11 ruarfio para o Brasil, deler-
iiiuuu esta mudar u seu lilulo para o de Laso-
Brasileira, a rlld preililos seus ruuslituilitd na
qiialidade de seus direclord elleclivos. for......-oin-
IH'teuleinenle aulurisadus pelas deliberaras da iih.-
111.1 assemlila eral dns acciuuislas, em 2!l de selem-
bro e t de oiiluhru du correle anuo, para oonsbmor
por esrripluia publica o, 1-I.1I11I0- da meiiciimad
companhia, o que em 1 nomaa que repraaBala, pao*
sa a fazer |ioi dle instriiiiientn publico, da maueira
srmiiule:
Artigo I. A companhia de navegarjo a taimr,
ora den.....iuadal.usu-Brasilera,e quo sr nrga-
uisra un m'i 1.lineen debaixo do iiiiil" l.usitanin,
lem |uir lim enipreliender a nate-acao por barr
mox'idvea tapor na fualtaer tmm motor mais te-
ifnro e riuilujir.'! ene eeiilia 11 deieulirir-'e comeean-
do as siis ojioraeoOl peios que lecm da correr a cos-
ta do conlnenle de Portugal, em todo a sua exlcn-
sao, o poi uniros que uatcuilem para u Brasil com
as cuuicnieutd escalas j eslalielecidas
S l'uicu. A sede da compjnbia lie na cidade dn
Porlo,
Art. 2. O fondo primiliiu de cincooola conuM
lie eletadu a qualioceulus conloa de ris, dit idilios
por ipiidru mil arenes de cen mil ris cada nina, o
|ual poder ser rniiteuieutcmeule auonootatlu por
lelilierarao da assr'inlda gcral du accionistas, tuiu
previa aulurisai;u du ntenlo.
Arl. 3. As arenes sern iiiumuallta- a IraiHmbsi-
VOS, per illdo.so dn poSBUidor, Ol |nir qu.ilipier nu-
il u titulo legal, de traiisuissiu, de propriednde nu-
meradas e assituadas pela direcen, e sera eAecloadu
usen pagaeseuloem prealaelle niomaioroide tinte
mil re cada nina, as quoes sern pedidas pela di-
receu por rarl.is e annulicins pnblicus, utido o
coiawlno flacal, mas 1...... o iutcrvalto nunca menor
de quareut.i dius de nina nutra.
Arl. I. O accinni'laque deitai de tatlluuer 11 1 -
ni.1 proslaclo perile o direilo du couliauar a ser so-
rin, propondo-se a sua etclu-,io na prlmelra rennin
deasseinbl.i geni; temida e-la pelas duan lereaj
parles di siu'ius prvenles, perder para a compa-
nhia u valor das respectiva aecftca. Ksta perd
erdpelo nomaro dellaaannuaeiada ao Diaria du Go-
lerna, e Iriula dias depuis se emilliru oulras acees
por dupliradu.
Arl. 5. Se algum accionista l'ilr declarado fallido
por entena cemm desde logo 01 seus direilo* o
nhi i'j.icoes comu sociu ; suas acees sern inunrdia-
lamenle tendidas em leilia iun precedencia de
ai.......cius publiciis, ticandu 11 precn da tema em
deposito comu iicrlcneeudu massa fallida, e o 1101
accionista sujrito s dis|aii;id doarligo saguint
Arl. (i. As ared narlilharo rom prrfcila iiin.il-
dade us lurrus nu prejuizos da empresa, mas nenliii
1111 poderl ser,iterbada tem que eslejam sal
us iireslucOes temidas al a poca ea id......idade du noto pussuldor approtada pela
dlreccao da companhia c reapccllvu cunselliu ftscai.
Ar.' 7. Os acciuuislas de fura da cidade detero
uoniear quem uella os reprende por suas ubiiui-
(001 cdireili, ineni o de poderein ser cleil di-
leelnres ou mcinliros du cuuselbu lisc.d.
Arl. x. tis fundos da companhia era depoeila-
dos na caita do banco c.......tercia! do Porto, atoep-
luaudii as siumnas precisas para n pauamenlu do
cosleio, nao arto levantados seiu u raeoohocimea-
(0 do coaadho Oaosl.
Arl. II. Coagentes da cumpanhia sern aliaiica-
di uu de|Kisilarau u numero de arriVs que_a direc-
ceo dealgnar, O qual sera sempre em relaro sua
rcspousaliilidaile.
Arl. 10. A assemlila urral srr roni|Kla dos 108
maiores acciuuislas da companhia, que 0 lorum. |uir
fies atediadas cm seu nomr nos litros da cumpa-
uliia, pelu menos seis mezes aules da sua cuntu-
c.icn.
S I Omenilirn d.i assemlila geral que dcixar de
comparecer em duas scssAes eonseeulitas, sem causa
cunhecida uu alleliditel, enleuder Ojjh renuncia
iur dle fado aquella reualia, e ser chamado o que
helor inmediatoeni numero dcaccoc*.
^ 2. Em igualdad!' de nuineru de acrd que ha
lnlii. ni a ler tolo na assemlila geral, preHrill
l'rimeiru, oarcionisla mais antigu; segundo, oque
for mai telhu em idade
Arl. II. A assemlila gcral funecionar oslando
presenil a quinta parle di seus mumhros, abura
Indicada, e pausado urna hora mais, cum o numero
de accionistas que liter cuncorrido, comanlo que
nunca ajara menos de una rxln parir.
Cnicu. Na tolacdda assemlila geral ein que
liuuter empale, nseu prdideule lera u tulo dr qua-
lidade.
Arl. 12. Sio allribuice da assemlila geral:
I. A elei^n da mesa cuni|Mla de |irdidenle,
t icc-prdidcnlc o dou* secretarios, que sen ir por
11111 auno.
2.a A apreciarn da gerencia r cnnlas da direccu
depnis do examinadas pelo conselho liscal, que as
aprescular cum u seu parecer.
3. A eleicu da direccu o seus suililulus.
1.a A eleie.io |n.i sortC il'enll.' -en- menilini-
rdiilenlos u'ifquella cidade (excluido u dircelurd
e sllli-lilllln- elrilu- ,lelle- illditillui, que 1*11-
marao u conselho liscal.
S." Declarar os deiedoies.
G.i Aulorisar qualquer augmenta do nategacu
uu de fundu proposlo pela directo us termos do
arl. 2 ib estatuios.
7.- Prutideuciar sobre quaesquer inrideutd im-
preiisdis.
Arl. 13. Todas as eleic^iesscro |uir maiuria abso-
luta, c a do el', 'i au vular na appi utacu da suas
cuntas.
Art, II. Nfo se proceder eleieo da diiece.in
sem priuieiramcule estarem approvadas as suas con
fritas
liento,
posta do dou directores eITcelitos, e de dou substi
lulos, porm o numero de uus cdeuulros pisler
scrauginciilailn por deliherac.ilu da assemlila ger
Arl. 17. O accionista que fdr cluilu director, a
te da entrar em cemelo de suas funcroes, depu
tara no cofre da companhia, cinquanto desempe-
nhar esta cummissu, tanla aceces quanlas sejam
precisas para u habilitar a fazer parle da assemlila
geral, a quad Me serao entregues depois de hater
quilaco uesua uerenria.
Ar. 18. Pertenrc-lhe: Primeiru. A adnunb-
(;au geral, c a parle econmica da runqianhia. Se-
gundo. Organisar. o dirigir a etscrpturucau ruin
Inda a rlarcza. Terrciro. Dar conlas documeiila-
dos de seis em seis meas* au cuuselbu liscal, acum-'
panliadas de um rdurnu do rotatorio para elle po-
der coubecer o andamento dns negocios da compa-
nhia.
Arl. I. A direcelo vencer urna rnmmissu de
qualro por cenlo, -obre o lucros liquido da com-
panhia.
Art. 20. Todos os casd deduvida. que occorram
ua direccu, e que versem sobro olneclo de sua
competencia, sern decididns pelu Cuuselbu liscal.
Arl. 21. u impedimentn de algum director, que
exceda a quiuzc das, sera chamado o -en aubstitu-
lo. que smvir, pelu inenm Ird moles, e vencer a
commiaaao, que se liquidar no lim do anno.e corres-
ponder ao 11'o 11 m do sen ico.
Arl. 22. A direccio latrar termo de toda de-
liberai/id, o rdpnader solidariamente |>ela sua
ucrrncia. Ilavemta dcclaraco |ior esrriplo de al-
uum director em ronlrarin resolucio da maioria,
nao i.... ln., esta Mr levada a elleita sem approvaro
du tamsellai liscal.
Arl. 23. Nao ciimprindo a direccu, nu aluum de
seus meinbro, rom as uasobriuai;od, a a.seuibla
geral pialcr determinar a sua exonerarn, c proce-
der-sr-ba immedialameiilc a nova eleieo, para a
substituirn.
Arl. 21. o Coaoalha liscal be eoaaneato de ird
incmliros, da assemlila ueral, rdidenld nu Porto,
e ser sorteado aunualmenle. Com|ielc-llio: Pri-
meiro. Tomar conlas a direccu. Seuundo. Fazer
ruin que sejam ulrtervadns estatutos, e a resolu-
eiis. ila assemlila geral. Terceini. Resnlter as
iliitidas da direcc.io. (Juarlo. Dar partea nraal-
(leticia du quaisipier irregularidades.nu fallas da di-
reccu que teuhain au seu cunhccimenlu.
Art. 2S. Hatera mu fundu de reserta para a sua
crearan : muiiilmenle se e|iararo cincu |air cen-
lu di lucn liquib. Esta fondo podar Mr cm-
pregadn em letras du commerriu, rom garanlia de
Inda ii direccu, e em fundos de dit ida nacional con-
solidada, inlerna, uu externa, |iebi proco do mer-
cado.
Arl. .11. Neiiliuus elleiln. ,l.i compaiibia pe te-
lan ser h> polheradus, uu |Kir uulra qualquer fer-
ina alienados sem aulorisacu exprrssa do Cnnse-
Ibo liscal,
Arl. 27. Esld estatutos pedern ser ampliados,
emeiidaib, uu iltcradido rinru em cinco ama,
datar da nruauisaro da companbia l.iizitania, nu
primeirode naalo de mil uiliuenlosciiicoenlae dous,
na furnia >la artigo aognlate
Arl. 2H. Para se eltes-lnar qualquer alterocSo
nealeealatflto, que a oiperieacla nuirar coaveal*
le, a propona daverwr folla pela dlreeclo, ou |r
porquime, ou mak amliiio da assemlila geral,
disculila em duas scssid successitas, e etpressa-
ineiile marcadas para esse lim, cun inlertallo de
nina anuir uu menos de quinze dias ; a lesulu-
c io paia ser letada apprnvacu du liuvrrnn, e pa-
ra depois ter ell'eilo, detn cuinprehender Ira
piarlos di tolos dns membros prsenles, ou dous
lercoa doa tolos que repretenlem Irea quarloi do
fundo riilleclitu perleiiccnlc ans memhrus da as-
scmbia geral.
Arl. 29. Passulo. quinze anuos da existencia da
cumpjuhiu, |HMler prnccdcr-sc sua liquidacn,
seuduella prujala |air iiuiuze nu mai accionita,
e resol, ida na i oufui inidadc do arliun aiilecedonle.
paragraphe HOMO. A diamluofo da cumpanhia se-
r purein ubriuaturia. quando u fundu sindal se t ier
a reduzir a lima quarla parle do seu nominal, e
iiufdrlngu rruovadn por natas miradas dM 0-
cius.
Arl. 30. Em qualquer caso da di.soliie.in da
coui|iauhia, a assemlila urral decidir lamlHun ru-
ma dte Mr frita a liquidarn, n.in |mdcudu cum
ludo ser diiidida pebw acnnuislas neiibuiiia parle
do liiinln social, sem pretin dc|mstu de Iiulas as
quauliasdetidas a lerceiro-.
Arl. 31. Eatea eatalutoa, eludas as suas mbae-
(|iicules alleraces, sern sujeilas i approtacn dn
Cmteriai, c sem da uu leru|elleilu r talidade.
San dles. disse elle oulort;aule os cslalulo- la re-
ferida companbia de natcnacn a tapoi /.uiu-lira,i-
leira, que ellos seus cuusliluiulcs, em observancia
do ultimo arliun dns mesmos estatuto*, e por se
acbaiem para isso aulorisados pela as-ciuhla ueral
b acciuuislas, pussam a snhmellrr apprniacu
ile Sua Uageslado, para sua validado, e aunvenlon-
le ell'eiin; a niiiro-ini decli.....i elle onlorgaule,
em iinme dns preililns diris'lores seus roiisliluiules,
que elle- sobre -i loin.iian a qualidade de repreaen-
lanld o responsateis pelas obriuaeies do- socio- ae-
Inae-, que j iibscre.crain nas pracas de Lisboa.
Porto, Rio de Janeiro, Babia, e Pernamluicu ; a
n'iii assim de Imlns aquelle- que de ftalo subsrre-
terem, e fnrein as-oeiado- a e-la companliia. pro-
metiendo fazer ralilirar a presente |ier um noto
iiislriimeuln |iublicu, celebradu pelea pruprins di-
r Imrs seus coiislituiules, o qual licar fazemln
parle desla enripiara, para que poma produzir In-
di us etreilos leuaes, seiidu para laso udla nula
aierhadu. Em leslemuiiboda terdade assim oou-
lorgon, pnliu, c arritou ; e en lalielliu o aceilei
pur parle de quem liiear, ausente, sendo Icstemu-
nbas presentes Aulunin Eriidln de Almeida Pignel-
redn. meu amanuense, e Joa Rilieiin de Sania Hi-
la, solicitador encallado, murador no ra dns
Fanqueirus n. I7S, Iregueria da Magdatona, que
cum o- uulnrganles assimiaram, dejiois .lisia Mies
ser lida luicmim Atelino Eduardo da Silva Mallo.
e Cunnlho, labelli.io que a esircii. Ddlarerebi
do Reci-
Joau' dn
rili.SSA SI'PEKIOR.
Na tita temaiiperior iHiiassa.porpi-crn rusoavel.
\ B0\ PITl
Aclm-sr .i trinla u <'\t'i-llenlc rape de
Lisboa, minio l'reaco, cliegado iiitima-
nii'nte pelo vapor inglez em libra e
iiiciii lilira : na ra da Cud
fe, loja de lti/.niilas*ii. 51,
Cnnlia MagaJbaen;
Veudep>M 2 etcravia moeo de bonitas llgu-
ra, proprio pam bulo erticu, uuarmazemdeas*
sne.ii. | cabra de idade de 20 a 21 anuos, de bonita
figura, que engoinina o rozinha, I mulrque de ida-
de de 18 anuos, e 1 oserava quil.mdcira : na ra
Direila u. 3.
Vende-sen deposito de aasucar da ra Direila:
a f. llar nu mesmu u. Hi.
Vendem-sc Hl esrraviw de bnuilas lisura-.
scniln I prela de 25 aiinus, I dila de IKa 211, I mu-
lalinba de 13 a 11, e 7 inulecutn de S a 12 anace,
rxrellrulc pecas : na ra da Cadeia du Recife
n. 19.
DEPOSITO DE DOCES DE QI'AI.IDADES, *
SECCOS DE CALDA. K CONFEITOS t$
m "i-'CFS DE I i lll \ lii i IMPERIO. K
^ Vende-se lauto rm |ioi em como a rclalho, *
ein raixinlias bem enfeitadas para mimu, e _
W barrilinhu de bou lmanla, frasco de con- 1?
leilus, ditos eom fruclasda Italia, talas rom ~
9 gela detonaba earaca, bolinho bem feitt V
fdc ditersa qualidadd. |mu- precn enmmodo: ^
na ra da Cruz n. 21, confronte an rhafariz. flf
Kttt9*n*,f*Mxxa tacJt
\endem-so 12 quadr, enlre rlld, 7 ao di
Seta Pastos! lanihcm se vendcni cormibos de niao :
ua ra da Praia, defrurflr da ribrira do peixr, rasa
u. 10 o 12.
Vende-se a taberna da ra du Pilar n. 113:
a Ollar na indina run n. 145.
Vi'iiilcni-sc sacros coin milito, novo
a por praco conunodo: a tratar no Tra-
piche do tnilia, ott na loja da ruada Ca-
deia do Itrcili'. na c|iiina do IxrcciLar-
fio ii. (!.
Vende-se um macho arande, lamia) e luanvi
e mais dnu. eavallns Liandd e bnllilus, lud) |Hr
prei;n eiiimniulo : ua rorheira da ra Nota u.6l.
\'endc-se um deposito do assucar bem al're-
t-'uezadu, e p0eN fundua tunlade du compra-
dor, tem cnminudn para murar familia : a tratar
na ra das Ciuro Puntas n. ls.
Vendem-se cera de carnauba mullo boa, sola,
pellos dr catira, r bolas, ludn cheuadn asura dir
Aracali, |iur mili cummndo preeo : na ra da Ca-
deia du Iti.ifc n. 1tl, primeiru andar.
' Vendem-se dous inulab pruprios para pauem.
por sercm muiln iudos e dpertos: na ra Velha
armazem da ra da Irat ea da
IH, podra utarmure de 11 ihiIc-
brauca e prela, pur prei;o cuni-
n.
Vendo-M n
Madre de Dees n.
liadas quadradas,
modo,
LOTERA DE NOSSA SENHOBA 1)0
ROSARIO.
Casa da fortuna, run Direila n. 7.
O propiielaiio da casa cima, annuncia que au
trilito rurrido a lotera cima no dia 27, por ainda
restar bilheld, neuutclista runa aus amantd ddta
jugo que runrurram a cumprar u resto dns hilheles
caulelas, para u Ihesuureiru com a uiaiorliret ida-
de marrar n dia impreleritel. assim romn est a
i un ii ni 11.1,,-., e na meiiciunadn
surtimenlu de bilheld e cau-
telas.
Billiele...........I9U0II
Meii...........2r Ouartoa..........l?2ii
Derina.........~lii>
Vende-w, por prceWio, urna mulallnlia de Ik
anuos, propria liara nuicomba coso abmma coooa,
las renda o cn/inba o diario de una casa: a fallar
na ra dn Vigark), armazem de assucar n. 2!l.
RAP DE LISBOA A lO RS. AOITAVA.
Dinlii'iro^a tisla.
Narua do Ourimadu, loja da esquina dn liecenda
Congrogafun. II, vende-ie rap dn makaovn que
eti-le nn mercado, eliegado no ultimo natio.
euda mis bisares ji
ii.a, um cumpleti
lili lll 11S 110 RIO HE .UM Mili.
Aos 2:0tKWM0, l(:(MMl-sKa, l:0tKWKgl. 2:lltl-sHll
a hOMMOO da rs.
Na rua da Cadeia do llerile n. 21. loja de cambio
de Vielra da Silva. esuVexpoBlo a tema um rom-
pilo sorliinenln de bilheld, mea hilhrtes, quar-
ln-, ojiaros e vigsimo, da 12. nterin a benehclu
si-is mil rris. Anlnni
Ionio Ernesto de Vlmeid
de Santa Hila. Eslavu 0traslado da procurarn de
uncial principio desla SO fol menean. E en. Ate-
liini Eduardo da Silta Mallnse Cartalhu, lahelliiu
pulilicn de untas, nesla cidade de Lisboa, este ins-
Irumonlo de millha mita, a que me reporto, liz et-
Iraliir, i|iiesulisiTeti,rubriquci r assisnri rm piibli-
re era/o. I.usar du signal publico, Fu teslenm-
i ln !- terdade, Atrliuu Eduardo da Silta Mallus e
Canallio. Raa mil (retentase tinte. Sello il-
tenlos rqiiarcuta. Total mil quinbeulus e csseii-
ta ris
ln Sacra
lia .32 do
em quarl
bilbele
ruin da corle, rujas indi auilaiam no
iireulcmez : na mesma casa foi tendidn
i ii.ViIK,ciiiii lll:IKIOJ I2SI i.....i l:00tt|000 ders.. alm de
i ... ; htllirlr nn.l2.it mu I:INNIS| ders.. aiem Hi-
le mteira liuiiiiaraes, An- (lll|lus ,|,luios menores; d pieros dus bilheld san i
la lisiieirrdn, Jimo Rilirirn ,:.' .
COMPRAS.
l.i". equand OtQMB* mu dos scu* incmbro? Ker
rorcosamonle roclcilo,
-Vil. 15. A assemlila era, so reunir, pelo 100
n lan, o tetupro que o requeiram dnie icriunislas di
habilitado)! para seus Miembros dirt'.vi lho fiscal-V"i e*criplo.
Arl. 10. A dirwro . Compram^e MeravM, \eMiinn-e, nNJebev-
se de 4'OHiinissa, lano para a proMiicia coiimi para
fniii della; nu riiii diw ^uarlei D. 24, sfuundo an-
dar.
CoiupvaMi->L' 3etcre\(nqiM enlemlam de
radiiif*. sendo mor, e gen deleito ; na rua da
l'raia, senaria ile Ginleal.
Cumpra-sc um diccionario italiuuo-pnr1ii|uc/.
0 uma uramiiiatiatlila ; pagfHM DMB : ijuem li^cr
annuiicic.
GonpVaVM um Meravo c urna eM'rava : ua
rua du |.\ ramelo n. 3.1.
VENDAS
i filho do pasto
Vende-ce um garrote touriiii
nesla lypogrspidalN dir.
Hll.ll I MUS PARA 853.
Sahram a luz as Immii conhecidas folliiulia de
|mrla, alibeira e padre, impresgas na t>|N>itrapbia
dede Diario, as quaen acham-se a venda na praca da
Independencia, linaria n. Ilc8,
Al.XlWfc.
Sabio a lux a fulbinlia com almanaL administra-
ti\n, coinmercial e iiniii-iii.il, o qual, alm deou-
Irus accrescimu, conidio grande parle di iiotues
dos eiieiibits, c sous Broprlltjriot; vwdv-M |>r
32U rs.cada uma; na Uvraria n. ti e H da praca da
Independencia.
Vende-se uma crioula de 14 anuos, cose, en-
oinma, lie recolbda, Ima para uma sonliora arahar
de educar : ua rua do Collegio n. '2\ primeiro
andar, se dir quem \cnde.
Veude-e um vestuario de Miouro : no palini
du Hospital, t.ilin ij.i n. 16, sedlrquem vendo*
DEPOSITO Di: CALE POTASSA.
Narua da cadeia do Ufili-n. it, vendem Cunlia
,\ Aniuiiin li.iiiis com 4 arrobas de cal et pedra,
recenlemeule chegadu de Lisboa, e polass.1 de bou
qualidade.
Vcude-se uma hiberna no paleo da Sania CrtM
n. ti, com poneos ruados : quem prelender dii ij.i-se
a rua Nova D. 65, que abi adiara com quem tratar.
ATTK5CA.
Veiidi'-sc doce seceo e Ue calda de indas a- qu.i-
liilatles, pelo pre;o seauiiu? .latas de gele.i, a de/
ItnttAw, barris, a quilro patacas, doce sarco, a duas
patacas a libra, ludo bem feilo e l>eni irranjado iiu
catalnliaa: uu sili> da *uv do tinado ManoelTi-
&eira Pinto, cairada nova que vai da Soledade para
0 Mauguinho; promelle ao compradores apromn-
i.n M rnniiniiiendaa wm pruinulido, indo no dilo
silio comprar. *
Veiidcm-se2 laiuu novas de f-M-ro ruedklo,
com ."> palmos e meio de becca: na rua do Pa.cio,
toja n,9l.
/
seuiliuli
llilliele......... NIII
Meio. ......... llfXIOtl
Ouarli.......... JSiOtl
Sibil........... **<"'
Vigeslm........... i^*i
BB- .""WfS^Ke?" !SS8 HBBSraSSS*'.* BS
E PRACA IH INDEPJSNDbT.IA N. 17.
Nestajoja vendem-se chapeo enrernlsados,
85 de superior qualidade, gallo dr courularaoe
g e-Irrito : as-im runai su|ieriir uab'iu inslez !
8 para divisas dos seuhorea onMaea, e lioifid j
dourados, lisos, de Pedro II e de ancora, I
g> ludo |wr oreen liiuiluculiuuodo. I
Sa:-? (..#wfa aitsM3aai8t
Vriulr-sr uiurax allu para caraa : na ruad
Passcin, loja n.il.
se
y.

i

amada Cadeia do Recife, toja de cambio n. 21,
de Vieira da Silva, esta'expuslu a icuda umeom-
pleto sorliinenln de bilheld, meis bilheld, ojiaros,
deeinln- a liicsiinns. eiijus nrecns san os seituililes :
Ililhete.......... '?rtl0
Sleio...........i-X"'
Oilavo..........'<>"
Ibciinu........... >
Viuesim..........""Ir,
Vende-se uma amarra de linliuein inuHo bom
esladu e mullo em cenia, una \u\t^o de ferros para
fiiudir, uma portan de tullas de fuuidres em raixoes
para forro de fajeadas, muiln em rolda, a 10 c a 311
rs. romo se ajuslar a fnlba, urna jarra de madeira
i........COS de ferro inuitu arossos que serve, e fui de
aaua, ou para alpuna onda para deposito de anu-
le pur mt muiln forte estanque, tudu por preco com-
modo; uma porciio de folhas dr cobre novo e vetho
ura natos, anfeaa de dilns xelhos: na ruad
Cadeia do llecilo n. ol.
LA'PARABORDAB
Vende*, superior la para bordar, de todas a- co-
re, bem romo lalauarca, |nir preco asila inuuico im
,|e en oulra q......p.er parlel na a do. Q-iaitei-
u. U, loja da miudesasda Craaa ""
Tina.\si)i:vi0R0.
v/eno-M iclbas de rWro por inven mai roinnio-
do du que ero outra ijoalouer pa-ie: ua rua da Ca-
deia do Hocife hija ni!'-
CAIXASCOM VIDEO
Vendem-se rallas com vidru de Indos os tamqnbo-
lirin a.nii.liciniiadus : na rua da Cadeia do Recite
' TltKM PARA COZIXIU.
Vendem-se lodos us ohjeclo neressai ios para le-
en una en/inli.i bemasseada. de porcelana e de fer-
ro dtanhado : na rua da .Cadeia do Recife loja un
mero



i;
*


Deposito de panno de algodao'da fa-
brica de Todos os Santos da Babia
Vendse o bein cunliecido panno de al"
oilao' ila Bulla, proprio pura, saceos e
mima de escravos, a \ontade do cottV-
prador, assim como lio de algoduo' du
mesilla fabrica : no escriptorio de No-
>aes& Compauliia, na ra do Trapiche
a. 3*.
Vendeni-se espcllios com moldu-
ras deliradas, os niais ricos rpie lirin
apparecido no mercado : a ra dfi
Cruz do Recife n. 49, arma/.em de L.
Schuler AiCoinpanhia.
NA
BOTICA IIOMOEOl'Al.HICA.
fan lu* CrHze* n. 28.
Ai lian se a venda as obras senuinles :
Manual roiupleln do Dr. .1 jln 4 miIiiiiu i
ricjuiienle enradernados.
Diccionario de nipdecina, por N'j leu.
Manual de dkeocao, por Coste.
Curso de phrenoloaia, |or Broussai*.
Alla> completo de anatoma com 112 e- :
lampas colorida.
Miiiin.i'ii|i.iiln.i donieslica, |r Bisel.
Memorial do medico liomocopalha por I
Thoos.
Tratado das molestias clironicas, i>or lia- ]
linemann.
Medeeina veterinaria liomoeopalhlca por
(iuntlier.
Orsanon da arle de curar, |Kir llalineiiiann.
Retrato de Haltncmaiih.
Tratado das moleslias'da palle, por Jahr.
Elemenlos de hoiuoeopalliia, |Hr (iossel
Bimont.
Tratameuto lionioeopalhico das molestias j
venreas, pelo mesiiio.
Patlioffenesia dos principaes medicamentos
lirasiloirns, Iradiuida dn frauce/. |u tiosset
Bimont.
Vci3eni-se amarras de ferro : na ra da Sn-
dala Nova n. 1:2.
Km cusa de Koslron Kouker AiCom-
panhia, na ra do Trapiche n. 48, ven-
dem-e harria com carne lalgada,
A 6,000 ra. paqmaoa, 6,600 rs. trastes.
Veudem-se chapeos de sol de seda hurle xa de
superior qualidade? pelos precos cima : na ra
doColleuio n. 4.
Vende-se \inlio de Champagne le-
gitimo e de superior qualidade: em casa
de J. Kcller Cruel!, 55.
Vende-sc superior l'arinlia de man-
dioca, chegada deS. Matheus, na escuna
nacional Audaz, fundeada ao pe do caes
do Collegio; para tratar, a Ixinlo da mes-
ina escuna, ou no escriplorio de Novaes
iV Compai'liia, na ra do Trapiche n.
54, pnmeiro andar.
Em casa de J. Keller & Corhpa-
nhia, na litada Cruz n. 55, ha para ven-
der dous excipientes pianos fortes, e de
nina das uu-lliorcsfabricas, chegados l-
timamente da Europa,
Arados anurliaium. ebegadoa dos Eslados-l'ni-
dos : na na do Trapirlie n. 8.
Pola iiinrrlrimri.
Nn,nilii.'o deposito da Cadeia Verba u. I. existe
Mina pequea |Hireade |Hilussji iiiuericaua, clie^ada
iecenlemeulei|iii|iiii superior ii>alisarona da Ru*-
>ia : vende-se por prreo rasoa\el.
Vende-se un rico cabriolo! Inglez, ilc qua-
Iro rodas, muiloleve, moderno, e com mullo poueo
uso : a fallar com o Miijurl, que lem coebeira no
Aterro da Bou-Vista. .
Slornilii* nupt-riarrM.
Na fuudicao de C. Slarr 4 Compauliia, em !.
Amaro, acliam-se a tema moendas de canmi. lo-
das de ferro, e um modelo econstruccao milito su-
perior.
w" BOTICA IIOMEOIWTIIICA. &
28. Ra das Cruzes 28.
Ha para so tender almonas caita- ricas ?-,.
a.....ncdicanieiilosem tintura. Cab ihib K
eara1 arimipanbada de um frasco com globo- P
.J lo- inertes, e o lucio de os preparar.__________fjj
Dcponilo da fabrica de Todos o. Santo, na Babia.
Vende-se, em casi de N. I>. Ilieber i\ I... na ra
daCrttl n. I, algodafi trancado d'aquolla fabrica,
inulo proprio para saceos de assucare roupa de es-
cravos, |ior preco eomnodo*
trullo le ferro.
Na rundirn di Amura, em S. Amaro, teiidoiii-sc
arado de ferro de ditersos modelos.
LOTERA DORIO DE JANEIRO.
I'arlicipa-se ao reapeilavej pobllco que a roda da
t&a lotera do SS. Sacramenlo correu no da do
i-orrente; os biltieles e cautelas -e acliam t emla as
lujas do coslume, e a lista dte tir no dia ioiido
corrcule mcx.
CBRA l>E CAIINAI BA.
No armaxem de II. H. Andrade & Companlii.
ra daCrux em frente ao chalarla n. 19, conliniia-se
a tender milito superior cera, ltimamente ('llegada
do Aracalt. e por roinniodo preco.
Tai xas de ferro.
Na fuudicao da Aurora, em Santo Amaro, e lain-
(H>m .....leposilonii ra do Bru logo na entrada
o defronle do arsenal de niarinlia, lia senipre um
arandesorlmeiilo ile taitas lauto de fabrica nacio-
nal como eslramieira, batida-, fundidas, raudos.
pequeas, rasas e fundas ;.....n amlais os lunares
evislem uuiudasles, para carrejar canoas ou car-
ros, litresde despeza : os precos sao os mais eom-
inodos.
Agencia de Edwln Maw.
Na ra de Apolbi u. ti, armaxotir de Me. Calinoul
t\- Coni|ianliia, acba-se conslaii'emenle bous sorti-
inenlos de taitas de ferro coado e batido, lauto ra-
sa como fundas, moendas hiedras todas de ferro pa-
ra animaos, auoa, etc., ilitas para armar oui madei-
ra de lodos os lainanbos e modchisosmai modelos,
machina borisonlal para ta|Hir com forc.a de
Icavallos. cileos. passadeiras de ferro eslanliado
para casa de puruar, por menos preco que os de co-
bre, escoten- para uatios, ferro inulez tanto em
barras como em arcos e folbas, e ludo |>or barato
preco.
Hapeohinoha.
Vende-se um cabriolel colierln, noto, e moder-
no, com arreios, ludodo nielbor uoslo: na coebei-
ra do Quinlero, na ra nota n.'03.
Gesto.
Vende-se vesso em iarrcas, clieuailo iilliinanine-
le : em casa J. keller A Coiu|iauliia, na ra da
Crux n. Vi.
Vendcm-se relogios de ouro e pra-
la, palete inglez : na ra da Senzala
Nova n. 42.
CAMBRAIAS l'AHA MOSQliTEIKOS.
Na loja de (himares A llcurique, ra do Crcs-
|m n. 5, que tolla |iara a ra do Cnlleeio, xcudein-
se rambraias de cores para mosquileiro, as mais mo-
dernasque lem viudo a iiile inercaibi, pelo baralis-
hiiiu pre^o de 3*500 r. a peca : a ellas, antes que
se acabem.
Vende-se cha' litsson, de.sujierior
ipialidade, em lotes a vontade dos com-
prailores : fin casa de Mntliens Austin iSi
Conipanliia, na ra do Trapiche n. 36.
Na ra da Cadeia do Recife n. 6, prineiro an-
dar vende-se labcllas, panno- o tari para buhar, por
preco milito em cuida; Indo uovoem boin estado.
RAP PAULO CORDEIRO.
No aterro da Boa-Vi.la loja n. IBdcl. S. deMe-
nexea, chegou ulliniainenle t indo do Kio de Janeiro
o mu acreditado rap Paulo Cordciro. que se t en-
de pelo diminuto preco de 1,110 rs. cada S, a elle
me cslii fresquinho, ___________ .
k^mmmm^m ?m?mmjmmn
ni(i:r\Mi\ ni: i.imio. ^
^ Veoderp-te pe{wdebrelub de puroliBlM Jj
, com seis taiis, pelo barato preco de :l- cada -y
*-, pora : na loja do sobrado amarcllo da ra do ^
-. Ouelniado n- 90. 91
t emli'-se una aiinacao de tenda com seus
pertenec c aloua-e a mesina ua ra do Kosario da
Boa Visla n. 0 por eommodo preco; a Irular ua
Miada Crux orruazcni n. 1'.'.
Moenda* para aaana lem virola.
A fuudicadda Aurora em Santo Amaro, tem cons-
laulemenl um sortinienlo (testas moendas entre
oulras militas, e sua utilidade lem sido llera prota-
d.l |ioi nina lonua etperieucin de IH anuos ; II pl'i-
inoia lendosidofeila por mu modelo aprcscnlado
pel<.....ili"icoronel Jaaquim Carnlranle ilr .llliu-
uen/ur para o seu cnuenlio Jarilim de Pedias de
ono; romo se v do litro de eiicoinmendas a follias
111. auoo de IKH ; c desde enlaO para ca' liuiis de
tinte moendas deslas lem sido feilas nesta fabrica,
como se piale ver da I i-la que na mesilla falirica ev-
isle; eesta* lodas Iratalhaudo em ditersos enue-
nbosda provincia, dartdo completa nalisraca aos
seus proprielarios. Este objeclo -e con-euue, sim-
plesmeule enllocando os don lamliores ,1o baivo.
um em couuicto com o oiilro ; e |ira isto poder ler
limar, iioein-se duas cairela! amiilliaosuperior, e
nina .un coda um dos inferiores ; a bridas, ou hel-
eos naturalmente estando no tambor de cima.
_ Vendem-eem casa de Me. Calinonl & l.om-
[lanliia, na praea do Corpo Santn. II. oaeguillle :
tinbo deMarseilleein rana de !l a G duna, lindas
em notcllo e carrelei, breu cm barricas mullo
grandes, ac de mllaA sorlido, ferro inglez.
Moinhos de vento
rom bombas de repino para reliar borlase bae
de capim, na fuudicao de 1). W. Botvmaii: na ra
do Bruin u. 6, 8 c 10.
Vende-se muto barato, una batanea grande
com correnles de ferro, e um bra^o da dita de llo-
mo, e |uiilaiiienle."i pe-o- de duas arrolla: aira-
lar na ra da Senxalla Vellia u. !W, com Manuel Jos
Gomes Brasa.
Vende-se banlia de porto derretida, a 3W) rs.
a : ii.i ra do Rangcl n. I >
Vendem-se relogios de ouro de pa-
tente inglez, os melliores i|ueteem viudo
a este mercado, e do mais acreditado fa-
bricante de Liverpool : em casa de Riw-
scll Mcllurx dCouipanliia, na ra da Ca-
deia do Reciten. 30.
Os abai.xo assignailos eontinuaiu
ater em deposito grande sortimen-
lo de arinhas americanas, de dif-
ferentcs mallas eipialidades ; ven-
dem-ie em porro'rs a tonlade dos
compradores: no armazein do
becco do (ioncalves n. i, ou no
sen escriplorio, pracn do Corpo
Santo, ewpunada ra do Traptcne
V8.Rosiron Rooker A Compa-
ia, negocianles ingle/.es
Vendcm-se 7 escrat os, proprio para o sert i-
rde campo : a tratar com Jos Pedro Moreira, da
as l bocas da larde, na arcada da alfandega.
Vende-se|tr preco ia/oatel, un sitio na Po-
dra Molle em Apipucos, com encllenle casa de m-
teuita bein construida, lendo i opimas -alas ua
frente, (i qu.u los, saitoilo. ciimmodiM para escravos,
coclicia e estribara, uiande plantacSo de uliaeaxis,
.....uitas nutras frurleiras : a tratar n ra do Afa-
nan u. I>, priineiro andar, com a |iropciclaruL
Vende-so mercurio de l.islioa em calas de 1,
2 c :i *, e relrox do Porto da primeira qualidade,
Hulla de Hori, ludo por prcco.conimodo : un ,iriua-
xcm de Tarroso & Coni|>annia, na roa de Apollo
n. IH.
Vendo-Mi superior cal vrgem de Lisboa, em
|H-dra a mai nova que ha uo mercado, por ser che-
gada lelo brigue Nocj 'enctdor: uo paleo do Car-
ino taberna n. I.
Vende-se una preta de uacao, de boa rouduc-
la o com habilidades, |wr preco eommodo: na ra
do It'ioi Jc-us ilas taioulas u. 'J*.l.
Vende-se urna parte de um sitio uo lunar de
Elac|>e, lermo de Igarassi, e nutra parle un sitio
(luinaraesno niesino lugar: ipiem asqui/ei comprar
dirija-se a ra de San Goncalo n. 2.
Vende-sc Champagne de superior qualidade a
:?I-Hi*wl r., a duzia : na ruada Crux n. 6.
Na ra da Madre de Dos, arma-
zein n. 20, vendem-se gigos com batatas
novas.
Vende-se vinbo da Madeira de sii|iorior qua-
lidade em quarlosc oilavosde pipa, i>or preco rom-
modo: uo aruiaxem de V O. nieber ^ Coinpaubia
ua ra da Crux n. 4.
Vende-se por 7009000 rs., um evcellenlc es-
clavo ila CJla, mullo alto, sem vicios, iem moles-
tias, be bom para cadeirinba, elle eaiHH'ro; ten-
de-te |>or precisa*, quem o pretender annuucie.
OCL'LOS.
Chegou a praca da lnde|>endencia, loja n. IH e
O.uiu rico sorlenlo de im-uIos para lodas as vistas,
soja com tidros brancos ou axues, com ura'o ou snn
Bra'o, e rom armai;f>es de ouro, de prata, de larla-
rima, de balea, ou de ac, a tonlade do compra-
dor.
Vendem-se lonas, biin/ao. brins e ineias lo-
nas da Itussia : no amaten de N. O. Bieber A
taimpaiibia, na ra da Crux n. I.
DEPOSITO DE CM. E POTASSA.
Ciinha & Aniorini, na ra da Cadeia do Kecife
D. SO, vendem barris rom cal em podra, nova, cho-
llada do Lisboa pelo ultimo nato, o briuue Flor
do Mar: assim como barris com superior polassj,
nota, e por preco raxoavel.
RAP PMJLO CORDEIRO.
Na roda Cadete oo Hpcife luja d.W, de CuDha t\
Amoriiii, vende-sc Ih-Iw e meiosdilus do rap i'atilu
Cordeiro.
VendfrffiMnccof cofflMpcnor furcllt.de Iniw:
na ra da Cruz n. -'''.
.MII.IIO NOVO.
Veinter fin sirci>,> c |>n- menos iree que em "ii-
IraquaUtier parle: na ra tlaO uz,confronte ao chu-
fan* n. ID.
GRANDE FABRICA DC CHAPEOS DE SOL'
RA DO COLLEGIO N. 4.
J. Falque faz seienle a raspeifavetpttbUco df
Peroambuco, o em parUcular aos mu fregaaie,
ipii' aralia de rerelter t Part, OOma do Itiit tic Ja-
iieiin, da fabrica de Pulque Irmas, um lindu e
cmplelo lorlimenlo da cbaueos de wl de leda e de
panuinlin, lano pura homeiu como pura leohorasi
leudo para M priiueiros um eaealbHlo vuliineututle
chapaos de wl com cabea InCeirlcoa os mais lindos,
que tem viodo em caricaturas diversas, ditos de can-
ua, ele.; grandequanlidade de sedal B panninhiis
em peca para cobnr amaoOea ser> ida, as pie forem
de ierro, en*cinisain-se (pie lieain iui\is ; haleias
largas, etrallai e de ac para esparlilhoa e \eslidoa
de wnboraOf bengalas bouilas; cobre-se e concer-
la-se toda a quaiquer qualidade de chapeos de
Iodos osoblectoi cima mencionados vendenMe em
uorcaA earelalbopor dmoos preco ojue en oulra
qnaiquer parir.
MXKjaOBBWa
HOMEOPATHICA
U RA HAS GBUZES 18.
riijia mr mu pluirni'imiiio tipprovado
Knte cstahelerimeiito possue hulosos me-
diramenlnsat atrora e\|M'rinienlatlos, lauto
na Europa como no Brasil, e preparados |ie-
l;is ni.irliinasda imen^a do I>r. Mure.
Carlelraade lilloboaai 160, por precos ra-
ria\es, nuifonne a qualidade das caliaa,
quuulidude dos remedios e suus d>uumi- .
NfiOOt*
lina oarteint ruin os t priucipues remet i-
os lioiunplieos e 1 ohras differenles, indis-
pensaveb para o princlplanlea queso qui-
leom conveacer o verdade da nova med- j
einu ; COOtendo almde muilosconselliosrli- !
iim'i-, a palho^enesia de 18 metlieumeult
luir.................S&^OOO
Tubos avolsos( rada um i..... Inmmi
Tinturas de todos os luetlitumenliK em fras-
cosdo 'i on;a............5000
AVIA.M-SE GRATUITAMENTE
pura os potires, todos u reeeilas que puru ali
mandar qnalqaer professor.
Na inesina boUej eiieoiilrurc-ha M'inpre
um grende MriJmen(o de llvroa em porlu-
gueie franee/, e emiu ludo quanlo lie ne-
eessario para o eMudu e pralra la Imiuopu-
Ihla.
Ni H. Hefonnani-se Braliiilamente Indas as i
rarleiras vandldasno t'>lalieliTniento ile mi-
jos remedios, pela luimidade ou |nir qual-
quer outra causa, UveresnsJdo deteriorados.
BICHAS.
Na lalierua ila ra eslrcla do Rosario n. II, ve-
Iho de|H>sito de bichas, sao cbeuadas as bichas notas
que se vendem aos ceios miiilo cm eonta, e alu-
eam-sc a 3i rs.. cada urna, c coiiforine a'porrao se
SonrtS lr menos.
BOM E BARATO.
Vende-se na ra do l'asseio, loja n. 9, lindas e
ricas iiravalas de Casta, pelo diniinulo iireco de l-JI)
rs. cada urna e 19J0O rs. a duxia; a ellas antes que
acabem.
l'EIXES HE CUl'KO DE 1.1 SI KK E CAL-
CADOS.
Veude-se muilo superior rouro de lustre, lano
em porco como a relalho. e os bein eonliecidos sa-
palos do Aracalt, lauto para boineiu romo [iara Bae-
niuo, a70t> rs.," e um novo e coniplelo sorlimento
de rateados fraurexes de lodas as qualidades, lano
para hoineiu como para senbora, meuiios.......ni-
nas, ludo por proco muto eommodo, ailm de se apu-
rar diulieirn : no aterro da Boa-Vista n. II, defron-
tre da iNineca.
Na ra do I,trmenlo n. 10, sobrado, se dir
quem tende :t Iranstdins. 2 rordocs, 1 pares de brin-
cos. :i anncloes, 2 alfinelcs, 1 correntes para relo-
gio, 1 coroa. (i eslreUas, I bracelete, S inedalhas, -2
liole- de alierlura, '1 reloaios, I dilo de prala, I es-
pcvilador, e nutras obras de ouro e prala, por preco
coiiiuiodo.
Economa a bolija da rapazada da bom
loui, ciue teembebedam com o dclellt
de iri-i'iiii'ssiiri'iii asclieirosas limas nal
nu'iiiiiiis domenno uu
Na ma Augusta u. H verraem-s limas de
heiro milito beni fetas, com2."i por rento, tanto em
grandes como em iiequcnas porcoes.
_ >, ruadasCruies n. 22, vendcm-se tres esera-
is enuommadeiras e coiiuheiras cozem beo ehfo
ltalo de salwo, nina dila que faz labtrinto,
marca, fax renda, ninlia c engomma ; e urna li-
da molalinba de 11 auuos, toda bonitas figuras, sa-
di.is e sem dvteilos.
CEBA KM VELAS
\ riu|i'iii-sc caixal com cera cm ti
3 velas, l'.ilu-ii-ailas cm l.ishou c uo B
ii um ilc Janeiro, soiimicntos i vou- ffl
a tuile ilo coniprailor, c poi' niaislia- :.,;
M rulo niveo ilo i|iie em onda iiitul- H
a i i i' ... n
m ijiicr parle : a tintar iiarna iloM- |g
H (ario n. I!>, si'kiiihIoailar, csc a|> 9
q lorio ile .MachailoA" l'inlieiro.
SUPERIORES CHARUTOS DA IIAV.vNA.
.Na roa ila Cruz. u. I.arniaxein de I. II. liaenslt,
tende-se superiores charutos da llavana.
SOHVETE AS 11 MOKAS EM TONTO, E
A CO.MI'KTK.Yi i: AG A NEVADA.
O dono da caso ,1a ra eslreila do Kosario tu \'\,
avisa a res|>eilatcl rapaxiada que de amanbria 28
cm diaute. eslarao piomplos os bellos sortelesdus 11
horas em poninas. da larde, edas as 9, atisa-se
a mesilla rapa/iada, que as febres amarellas eslo
principiando a faxer a sua costuinada vixita todos os
anuos, e Imiiii ser a rapaxiada refrescar-se lodos
os dias, a Um de otilar o mal.
Vcnde-se superior potaata em bar-
riquinhai, ila Imn acreditada lubrica de
M' mi .i i\ Bastos, ilo un) ilc Janeiro, a
i|ital trio uo patacho Kio Tinto, entrado
em lOdocorrente: trata-te no armaxem
de Jos'Joai|iiiin Pereira ile Mello,nocaes
da All'anilej'a, ou com .Novaes & Compii-
nliiu, na na ilo Trapiche n. ")i, pri-
ineiro ailar.
Moda do Rio de Janeiro.
Vciiilcin-sc pulM'iras de marlun encarnado, com
l'i'. E-|ieiauca e Caridade, a nimia do Mo de Ja-
neiro ; na ra da Cadeia, loja n. 50.
Taixas para engenhos.
Na l'iinilieao' ile ferro (le I). \V. Bow-
Ulan, na ra (lollruin, passanilo o clia-
fariz, contina ahaver um completo tor
| lmenlo de laixas de Ierro tundido e bu-
llido, dr a 8 palmos de bocea, as ipiaes
iaeliaiu-se a venda, por preco eoinino-
I do e com promptidao' ; embareain-se,
OUCaruagam-seem carro, sem despe/.as
ao comprador.
AOS SENHORESDE ENGENHO.
O arcano ila intencao' do Dr. Kdtt-
ardo Stollr em Iterliin, empreado us
colonias inli'/as e liollande/.as, com
grande vantogem para o mellioraineiilo
doassiiear, aclia-se a venda em lalas de
10 libras, junto com o mctliodo de cni-
pre(;a-lo uo idioma portugliez : cm casa
de O. liielier & Companliia, na rila da
Cruz n i
Cal virgem de Lisboa.
Vende-sc superior cal virj;cni, chega-
da ltimamente de Lisboa, e por preco
milito cm cunta : no arma/.cni do Cae
da AH'andcj'a n. 7, ou a Iralar no es-
criplorio de Povae At Compauliia, na
ra do Trapiche u. 34.
Deposito de cal e potassa.
No arma/.em da ra da Cadeia do l!i-
cili' n. ti, lia milito superior cal de
Lisboa, em pedia, assim como potassa
chegada ltimamente, a precos muilo
ra.soateis.
AGENCIA
DA Ir.VMCAO I.OU-MiKlll.
Ra da Senzala nova n. 42.
Nesle i'slablecimcnlo continua u bu-
ver um COmpIfitO sortiinenlo de inoen-
d is 0 ineias moendas para ciij'culin, ina-
cliinas de vapor, e Ui\as de ierro balido
cenado, de'todos os tamaulios, para dito.
Vende-se marmelada nota em tinclas de I e
2lihras, caiviubas com 2e i libras de pem, ditas
Com 2 e i libras de ameivas. caitas com massas li-
nas de r-h rllinli.i. ludo muilo superior : na ra da
Cruz do Kecife n. tti, defronle duSr. Dr. Cosme.
Na ra dirimpicbe u. II. priineiro andar,
tende-se o sciuiinle : pasta de lirio llorculiun, u
mellior arliuu que se conbeoc para limpar os den-
les, brampiece-os e foiiilica as .'enditas, dcitamti
Ihiiii uoslo na Imcoa e aurailavel ebeiro; auoa de me
liara os cabellos, limpa a caspa, e ila'-llie uiauico
luslre; auoa de perolas, esle mauico cosmisilico pa-
ra s.ir.u sudas, rimas-, e embelesar o rosto ; assim
como a tintura imperial do Dr. Brava, osla vali-
la preparacao hff dos caUdlos mitos ou brancos,
completamente pretos e niarios, sem daino dos
incsmos, ludo |ior precos coinmodos.
Fundicao' d Aurora.
Na fundicao d'Aurora acba-se eonstaulemeiile
um coniplelosorlimenlo de inacbinasde vapor, tan-
to de illa como de balsa pressao, de modcllos os
mais approtados. Tamlicm se aprouiptam de en-
couiiueuda de qualqucr forma que si* possa deaejar,
com a maior preslexa. Habis ofticiaes sera man-
dados para as ir assenlar, e os fabricaules. cuino
lem de rosluiue. aliancaui o perfeilo Iraballio dol-
as, e se res|Hinsabili-ain por qualqucr defeilo que
possa nellas apparecer durante a primeira safra.
Militas machinas de vapor construidas ueste esta-
belccinienlii teein estado em couslaiite sertico nesta
lio\incia dex, doxe e al deseseis anuos, e a|ieuas
leeui cviiiido mili insiuuilicantcs reparas, caluumas
al iienbuiis disolutamente, arcreseeildo que u cuii-
suiuino ducombuslitel he mui incoiisideravel. Os
similores de encenhos, pois. o nutras quaesquer
pessoas que precisarem d.....acbinisi.....ui res|u-
losamente convidados a visitar o eslabeleciinenlo,
em Santo Amaro.
DAURORA
C. Slarr *t CoHpanbla.
H''-|ii,iin-i;iiin'iiii'iiiiiiiiiii'iaiii que, no euestenw)
rslalieliTiineuln iw Santo Alliam, contina a fabri-
car, roma maior [>n Inc.io e proiiipllnd, linlaaqua-
ltlfule ile niaeliHiiMiio pan v UM da iirin nllui,i, n.i-
\euara0 e niaiiufarlura, equo para maior ooAtiodo
lem .ilu'i Mi eiu um tlon yrandeH arma/etit du Sr.
Mest]uita, ua ruadoBruin, alra's do arsenal de Ma-
i uili.i, um
Deposito de machinas,
comlruiduf no dilo seu eHlabeleciineiilo.
Al aeharaO os compradores um completo sorli-
mento de moendas de caima, rom lodos os mellio-
raincnlos ( alauisdelles novos e oriuinaes 1 de que
a experiencia de muilos anuos lem inoslrailo a ne-
cessidade. Machinas de vapor de liaixa c al-
ia pressao, laias de todo lninanlio, lano lialidas
como ruillas, carros de ma, e dilos para condu-
cir Toriuas de assucar, inacliinas para moer mandio-
ca, prensas |>ara dila. Tornos de ferro hatillo para fa-
milia, arados dr ferro da mais ap|>ro>ada conslrur-
cao, fundos para alanihique, cri foi nalhas, e nina iuliiiitlade de obras de ferro, que
sera' eufadoulio enumerar. Nu mesmo il(>|ioslo exis-
te una pessoa iulelliuenle e habilitada pura receber
(odas as enconuneiulas, etc., etc., que osaunuuri-
Bfllea contando com a rapacidade de suas olliciuas e
macliiiiismn, e pericia de seus ulliciaes, se rolnpro-
met rin a fa/er execular com a maior presteza e
perfrirao, e. exacta conformidude com os moile|os ,
ou desenhos, e instruccoes, que llie forem forne-
cidas.
<:.tl. VIRGEN.
Vende-se cal de l.islnia a mais tiov.i do mercado :
na ra do Vinario n. l, priineiro amlar, etcriptoro
ile T. de Aquiuo PonMCfl A Filho, ou ua ra do
Trapiche, arma/em de Anlonio Auuuslo da Fou-
srci.
:,v\|,K\0EFWto]
DAVID W1LMAII BOWMAN, engennefre ma-
rhJofsta e rundidor de ferro, mui respeitosainenle
aiinnucia aos <>enliores proprielarios de enuenlios,
fa/endriios, e aorespeilavel puhliro, que osen esla-
heleeimeulo de ferro movido hic machina de xa|Mir,
ua ra do Itriim passjindo ochafariz, continua em
cfTeclixo exercicio, ese icha coiiqdelameiile moldado
com apparelbos da primeira quaiidade para a per-
feifa confecca das maiores ['cas de niachiuisnio.
llahilitado para emprelieiuler quaesipier obras da
sua arle, David William Itonniau, deseja maispar-
ticularmenle chamar a atleneu publica para as se-
auinlw, |Hr lerdellascrande wirlimenlo ja* promp-
lo, cm deposito na niesina fundicaO, as quaes cons-
Iruidas em ua fabrica (HMlern coinpelir com as fabri-
cadaaen paiz eslranueiro, lano yin preco como em
qualidade de materias primas e ma de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor coiislrucao.
Moendas de caima para eiiuenbos de linios os la-
manhoa. movidas i vapor por auna, ouauinaes.
Rodas de isna, moinhos de vento eserras. *
Manejos iudcpeudculcspara eaxallos.
Rodas dentadas.
Ai;uillioes, brOlUEea e rlmmaceira*.
Cavlllifleseparafnsos de iodos ostamanlios.
Taixas, paroes crlvOSC Imhjis de furualba.
Moinhos de mandioca. iuo\ idos a mat ou por a ni-
maes. e prensas para a dita.
Chapas de fouao e romos de i......ha.
llanos de ferro, lorneiras de Ierro e de bron/e.
Bombas para cacimba e de repuxo, inoxidas a
ma, poranlmaesoQ ventOa
(iuiiidas-s, gnlncbose macaros.
Prensashidraulieas ede parafuso.
Ferragens para navios, earroao obras publicase
Cotunmas, varamlas, urades o portos.
Prensas de copiar carias e sellar.
Cumas, carros de rnafte arados de ferro, ele, ele.
Alm difsuperioridaile Boa siuis obras, \,( cral-
meute reconhclila, David Willi.un Bowman garante
a mais eiaela conlbrmidade coatea moldes e deso-
iiIkmrcmeUidos pelo, seuhorea queso dianarem de
fa/er-lhe eiiromuienda'-, apio\elaudo a occ;i-i.i pi-
ra agradecer aos seus numerosos amigse lYesuezei
a preferencia com que lem sido |Htr elles honrado,
e as>ei;ura-lhes ipie nao ponpara esforcosediligen-
cias para continuar a merec i ,i sua eofluattej.
Vende-se superiorvlaho n nuez braneoa lin-
io em barris, por preco eommodo : na ra da Cruz
numero 20.
Venden.-se ladrlhot le nmiinore:
na Iravessa da Madre de Deo n. ic 0.
MACA AS.
Na ra eslreila do ll^ariu u. 11, teudeni-M> ina-
caas a retalho eem barricas ; doce de caj, de ana-
na/, e de matizaba, em barris, v deslas mesmas qua-
lidades secco. s libras: na misma casa se dir quem
precisa de um caiveiro dcN a II) .....os, para tema,
aiuda memo nSo eslaiulo muilopralico do neuocio.
' I : X v Kwaw;8**
\ ende-se iiullio e fariulia em saceos : na ra
f do Viuariu n. 7. ;,;
Vencuxeurna bonita muwtu ilc22
, iiiiniM, Ih'iii irloirailii imIi1 i'lcj'iiiiti' lii'ii-
i ra, i|iiri'iijoiiiiiiisoiriitol, CO/.111'co/.i lilil
lluvae lii/. ivikI muitbem, e he le boi
U'omliicl
KSI'KK.MACKTK AMERICANO.
Ko arinaem da Iravessa da Madre do Dos n.
I, tendere o terdadeiro espermarcle ainerirano,
em caitas dcitOa ')J libras.
CHAPEOS di: oleado pailv pagem
A ,(00 rs.
Na loja n. 5, ipie \olla para a ruado Gilleuio,
\eudem-se chapeos de oleado para pauem, iniHleriim,
e lindas formas, pelo barato preco de .in,ik) rs. cada
um, assim romo lu\as escuras muilo encorpadas rom
mu pequeo (oque de mofo, pelo barato preco de
3K) rs.o par. e^jllOrs. a du/ia.
Vendenisi1 charuto da Habia tlesuperior qua-
lidade em rallas de HKI, e de 'JUjKir barato preco:
na ra da Ou* n. -<>.
UIIM IILItlI.
m, MOE.MIAS PATENTES 1IEA.EE. M>
^J. lE MOHXAV. T
*$) Em rasa de limbo A lliiloulae ra do W)
,(* Trapiche n. IJ acliam-iic conslanteineii- (<*
Z le a venda MACHINAS IMEIKAS E
Jjj: MEIAS MACHINAS de tarioe lamanboa
(A <'c*1" consliiircart. Esl.i. MOEMIA8 tem
' a vanlacm de etlraliir das calinas, por
A cima del.") I'IHI CEVI'll mais caldo duque
TI ,is iiiitinaiia-. nuil a nii'snia forca niulii/.
S* Acliam-se lambem na menina easa TAI-
?. XAS DE FERRO de mndello superior, e &.
*L All.VliOS TODOS HE I EHKO da arre- *L
S ilil.i.l.i fabrica de ItANSOM E.MAV. #
\ enilem-so o. venlnilcini- scllins Daejeiee, pa
tente, de mola e sem ella : na ra daSenza la No-
ta n. 42.
VendMc urna nearlnha, de 8 auuos': a tratar
na ra das Crines, sobrado u. 18, Icrceiru andar.

de ooa
;i, epor issii lu,i para scaperfei-
Icoar; um bonito pardo muito fiel ede
!lx>ii conducta, oque se afianza, bomofll-
icial (Iclluiiiic c bom pura pagem; doiw
Iditoi muilo lions para ludo o tervico, o
to se vendem para lora da provincia ou
'liara omatto; doua pretos de meiaidade,
I um dos quaet lie amito Ikhu canoeiro;
' dous ca/ucsilccscratos, bonspora SCrvicO
de campo ou liara alguno litio por eu-
IcikIciciu il('|i(aiilir()'cs ; lies pelos bom
para campo ou sido, um dos quaet lie
Imiiii oleil'o c incalic de iMiicnr ; c te
vciidcio' por pici'oscomraodos, legundo
,is figuras e qualidades, jioix lu' para l-
quidar: na ra dos quarteis,n. Mi se-
gundo andar.
OLEADOS l'AKA MESAS.
Vendemxe oleados para miiiuR pa-
droens hoiiiio: ua ma du Trapiche nu-
mero VS.
PARA BAILKS DE MASCARAS.
Vendem-SS ricas mascaras de cera, e de rame :
na ra da Cadeia du Kccile. luja de Joauda lamba
Maualbaes.
UAI'E PAULO CORDEIRO.
Vende-la rap Paulo Cordciro, em li-
bias ua retalbo: ua loja de Antonio Lo-
pes Pereira de Mello, ua ra da Cadeia
ii. 7.
LOTERA IK) RIO DE JANEIRO.
Aos -20:DOO,OD<) de iris.
Na easa lei dos qualro cautos da ra do (Juci-
mailo u. II. teudem-se os muilo eli/es bilbeles ,
meios e cautelas da 12. lolciia doSanlissimoSacra-
mento, cuja lista cheua al o dia 1 do inez de fete-
reiro sendo constaiiteiiicule pelos precia abaitn
declarados.
Uillietes..........>#m
Meios bilbeles......Il.-msi
Ou.ll In-.......... ',-.-|llll
Oilatus..........:>WKI
> Igeahno........imiiii
CASSAS PAHA UOSQUITEIROS,
cor de rosa, axul e verde: na rita da Cadeia Vellia
n. 33.
Vende-se 2 lindas escratim, erioulas, do Ida 18
anuos, com aluumas balielidades, nina dila para o
sertico de quitandeira, urna parda que HBWuinmaf
coinha, e um moleqiic de ll a l'ii anuos que cnlcu-
de de i o/inlia I na ra eslreila do llw.n m u. -JH, ie-
gUDjdo andar.
Vendcm-se cobertor oscuros e fortes, pelo
baralo proco de 1,-yHMi i ~. na na do Crespo u. 3,
tu lado Uo arco de Santo Amonio.
O dono da taberna da ra eslreila do Rosario O.
II, lem resoltido loriar os seus eneros |>or menos
dinbeiro do que em oulra qualqucr parle, a saber
biscoulosde soduede aramia t indos em lalas daln-
ulalerra, queijus iiutiis, e uniros muilos objeclos,
(|ue sse diz aos rreizuezes quaudo tiercm comprar.
SACCAS COM IAIIEI.I.OS A .",.">00 rs.
No armazeni n. 1, do CeSi da Alfandcua.
I'ARIMIA SSSF E FONTANA.
Vende-se nos armazens de Tasso \ Iriuaos : n.
ra do Amorim.
Vende-es o bem aeradlladslicor de Aiisiuib c
Klrssebe na ra da Cruz u. Ii.
Vende-se liiriulia nota do llalli-
inore: a tratar com o liaraleiro Silva Lo-
pes, ua portadaalfandjBga.
NA LOJA N. DA BA 1)0 CRESPO,
HA AS SEGULNTES FAZLNDAS BA-
RATAS.
VendenMe cortes de vestido de rambrais com ba-
ilados. ali.'slKIO rs.; dilosrom barra. sSMOOra.; |ic-
e, de cainbraia de salpieos brancos, a Ihsism e IHHm
rs.; corles de cassa chita, a .'iOl) rs.; (lito com bar-
ra, a *StMI rs. ; dilos de cassa Tranccza, a I^-SX)
rs.; cortes de chita com barra iiiuilo larija que tem
13 ', rotados, a taOOO rs, ; pecas de chita escurase
claras, a r-ss rs. a peca e H0 rs. o cotado : pecas
de cassa dequadros a JKKIrs. a |iera e KOrs. ata-
ra : na ra do Crespo n. ti.
1,280 e I,Vil) BA DO CRESPO \. 0.
Sii|ieriores eoberlres de alumlo, e*rnns muilo
enrorpadi>seLiraiidi>s,|iro|)riospaiaescra\os, jielo di-
iiiiniiio preeo de I.^^Kt e i>h\ rs.
MII.IIO .VIVO EM SACCAS.
E^li sejieabando o excelleiile nillio em siera*.
aiinuui'iado i \enda na ra da Cruz u. 13* arina-
/i'IM : r (lu i--.it |AO t nli\ i.l.itlns a mu i |i|,|| 11 l i-I ii.
os senhores pie ilelle uere*slum para seus aiiiinaes,
I e slo anles que suba o prern.
.'.; \ende-se clni h>sson narional de primeira 0$
9 ipialidade, em lalasde 2, \ t 8 fl eiulotcaa ;'-i
jij tontada do comprador na ra do Trapiche
;.C ii. 11i priineiro andar. f
Vende-aeiiDU iDolaunba de idade de 1^ an-
u, bonita liuura : na ra da Cruz o. 53.
Vende-se um cano no\o de ipiatro rodaB 1 a
Iralar nu Moudei:o n. H.
CAL \ IIII.III III LISBOA.
\ endeni-tf harrin ruin ral de I i-l>.< em (tedra,
lifj.nl.i pelu brigue Xuvo l'rnretiur : na ra de
Apollo n. 10, ariuazem de assucar.
Vendem-se In* (aixos no\os, proprio^ para
retinarn, e um eaixao lainU'iii no\o, piulado, e eom
vid ros, proprio para deposito, tanto para padaria
como |i,n ,i uutro quahpier islabeleciiiienlo : na rus
da Srii/.dl.i Velha u. 9N.
l'AN.NO UNO DE CORES. jg}
^ Na loja do sobrado amarollu nos qualro ^
j cantos dama doQueimado u. U, lia para $
vender panno de lodas as eores muilo lino ^
o no\o, queseu valor real he (ijjtKMI rs., *)
i A cadacOVadOa esc vende pelo baralissimo ^i#,
^ prei;o de iHMM rs., isto or ha\or urande Jj[
; porco, e querer-se tender de pressa. ^
IUAl)OCKESPO\.5.
Vende-se merino prelo e de cores, a IWKMI rs. oco-
\ado, panno preto de muito boa qualidade, a 2^500.
rs. ; corles de cassa de cores, a jn m n i; ,l 11,,- de
meia case mira a ,i :.r">im ; dilusde casemirA a 59XM);
-.iija preta muilo superior a *ttf0 oeo\ado ; wlim
de macan legitimo, a .'fJOO ; chita* prelas c de co-
res escuras por precos comniiHlos ; ripeados frencezes
largos, a 0U rs. eeulres muitas fazendas baratan
para fechar rentas.
CHAPEOS D0CIIII.I.
Vendem-se rliapcos do (Jiili de lodos os lamanhos
c qualidades, por proco muito baralo: na ra do
Crespo ii.B.
Na ra da Cadeia ilp Rcoife luja de Icrrogong
de Vidal lem Om sorl hlenlo de (erraaem p.u a lodoa
ii. inisleres. assim romo bona ferros para fazer hos-
tias c partculas, lesouras para corlar dita- |ui i i. u
las, lii.i.u- uequenoa para balanca de balciio, do
autor Itumao, esrritaiuiihas de talao |>ropriis para
reearticoes publicas, pcueira de rame porlimue-
ios c imitaras, pioprias para relinacfics e nadaras,
tules pai.i lerreirosde lodos os tamanhns do melhor
faliricanle ingles, lesuuras para jardim c cerras: lo-
dos estes objecin alm de outros mais se vendem por
precus muilo coinmodos.
RAPE PAULO CORDEIKO.
V.....le<'< \crdadeiro ra|> Paulo Cordeiro, bem
romo Meiiron, e de ontras diversas qualidades, por
piren indiscomiiiodo do que em oulra qualquei |>jh
te: na ruados (^uarleisn.ie, Joia. de uiiudezas de
Crui & Jtaslo.
MARKOQIIKS.
Na lra%essa d i Madre de I'eos, armazeniii.il.
vendem-se marroquiufl de cores surlidos, por preijo
eommodo, em (Hircao maior de 3 du/ias.
SOLA E PELI.ES DE CABRA,
roiilinua-se a vender por menos preco que em
oulra qualqucr parle : no armaiem de I). R. Andra-
de i\ Cumpanhia, ua ra da Cruz n. 19,
GORDAS PARA VIOLaO.
Vondeni-se cordas e bordoes |ara violao, |iapcl
pautado para msica, ludo da melhor qualidade, <
ebegudas ltimamente : na ra eslreila do Rosario,
Iravessa para o dcJoaquim Francisco dos Santos Maia.
\ ende-sc ciVa branca para limas de chein, .t
%0 rs. a libra : no pal do Carrao, venda u. I
Vende-se muito bom sal a bordo do patacho
Amargo** chegado boje do Ass, H de Janeiro : a
tratar na na da Cadeia, loja de ferrageus u. 59, de
Jos Dias da SiU.i.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desap|iareeeu no dia -i de Janeiro, \"\ l'i
horas do dia umaescrava pm nonie Albina, nalural
do serlo de ulade 20 a 2 annost menos, cornos Hignaesseguinles : altura e gronuia
regular, bees jiarciida e eom Taita dedenles ua nen-
ie, leveu vestido de chita roxa cum ilorr- brancas; e
panno da Cosa azul: roga-sc as autoridades pul-
ciaes ecapitaes de campo a captura ile dita eaerava o
de aeoiidu/irem a ma da Madre di? Dos if. 22. ou
a na do Encantamento n. II, que se recompensai.1
uenerosamente; suppoc-sequeesleju acoilada em al-
guma parte.
Desapparereu no dia 21 do correnlc mu prelo
Cassa me, de idade 10 anuos, |mhico mais ou meno- :
h'voii calca de brim de listras, \elha, camisa brama
de madapoln, chapeo de pello >elho; este pelo
Ih p.ideiro e enlendc de IihIo o ser\ico de nina pa-
daria : quem o |>egar, leve-o a ra Direita n. ti.
padaria de Antonio lves de Mirauda GnmarScN
(pie ser bem ralilicado.
No domiagb, IB do corrente me/ de Janeiro, as
qualro horas da tarde desappareceuo prelo Anlonio,
idade de 10 anuos, jmiuco mais ou menos ; ossiguaes
sao osseuuintes, peinas tina-, olhos M'cmelhos, eos-
luina embriauar-se, be ligciro uo andar, e no ier-
\li;o de encliada ; lem um talho ou queimadura no
rosto, perlo da fonte : levou ral;a de altmdo le lis-
da. camisa do mesmo panno, chapeo de couro, de
conAa-W que esteja por Estrada Nova, Cacham:;!.
Casa Korle, Torre; anda mesmo por estas redonde-
zas Irabalbandoe lalvez incculcando-se que esla pa-
uaodo semana : quem o pegar lc\c-u a sen Sr. no
sillo n. 11. que ser rceompeusado.
ilFO.OOO rs. de gratiiienrao
No dia 1*2 dn corrente mez de dezembro ^ J
Ii .ili iiften umneffro de nome Januaiio, y.^
Tillo, de idade, |Hiuen mais ou menos de DO
a '' anuos ; com m itinaes sesuintes : al- 4
loi.i < jTO"iira ruular, haslaute balitado, '4
rom falla de denles na frente, nielo canille- LJ
la, levando chapen de palha oleado de pee- F?
lo; cujo osera*.o loi rompradoa llippohlo "j|
t ] Ociauo d'Araujo, morador no en&enho I',h- *
'& bacas, termo da Campia Grande. Esle es- '
H3 cravo fui seduzido do enuenho I o i inba \<\ j
^3 lureuco Beulo da Hoi-ha, s>niibranco de r j
W idade > anuos poco mais ou menos, alio- j-^
^3 ra reaular, secco do eorpu, rosto corado, lem ^
a bastante harha mas rapada, eabelloM pretos, rJ
olhos meios ttazios, fah.i de um denle na ^
nrente. Sahiu com um chapeo de palha dn i
chile, emontadonunu;i\alioriien-eardan,
lambem desapparecido do mesmo enaenliu :
qualqucr iiessoa que o pecar tiaua ao mi
senbor Joao Jos de Medeiros Oium no I
mesmoenaenhoTorrinha, ena ridadeda Pa- |
rahiba .1 Jacinto Jos de Medeiros Correa,
que sera'recompensado. im lambem io-
ga-se a lodasasauloridade>de pulira a cap
luradoditoesrravo.
AVISO.
Dcsappareceu da rasa do ubaiio aarrigMdo. u
dia sexta-feira 17 de dezembro, um eseravo, cabra,
natural do Aas, por mmie Miuuel, re presen lando
ler 22 anuos de idade, com os siiMiaes seguintes :
estatura resillar, rorporeforcado, niiios e ps i-r.m-
des, leudo o de dos outros, sem barba, rosto triangular, olhos pe-
queos, denles limados, e falla um poucofanlmsa ;
levou camisa de risrado eom maneas curias, ralea
dealgodafl azul e chapeo de palha. Levou juntamen-
te urna salva de prata la\rada com as iniciaos A. \ ,
S. II enlacadas no centro, c pesando 217 oilavas:
r>ya-se a quem a mesrna saha for oflereoida, e i
uem jKMler appreliender o tito eseravo, do o man-
ar enlreaar a seu seulior, na ra da Cadeia do Ke-
cife n. 10, oo nosiliu desua residencia em Bonifica,
em frente jto viveiro, que promelle sraliDcar com
L'eiierosidade,Antonio talentim da Siln Bar-
roca.
- Do abaiio assiunado dcsappareceu, no dia I*,!,.
mez de novembro passadn, um eseravo de sua po-
priedade de nome Luiz, natural do centro desta pro-
>incia,que ha poucos dias o havia comprado ao Sr.
Jos Caetano de Medeiros, levando camisa de ma-
dapurlit, edea de melim prelo, o chapeo de palha
de carnauba pintado de verde; o escroto I..... -
signan Mguiniea baivo, yrosso, falta de dente*, n.i
frente, e tanibom de noi dedo em um dos p-s, e (em
urna cicatriz alraz de nina das orcinas; consta ler
andado |>olopnt-euho(!apibaril>4-: quem |ieuar ou
delle der noticias, dirija-se ao arsenal de marinha,
ou ao silin sefa' generusamente recompensado. 't'honii Fer-
nande* Madeira de CtUtro,
rstfci-Typ. e sir, S Faria.-U63
ILEGIVEL


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